Enzima que “come” PET é produzida acidentalmente por cientistas britânicos e americanos

17/04/2018

Segundo matéria publicada pela Deutsche Welle, reproduzida a seguir, pesquisadores produziram, por acidente, uma enzima capaz de degradar plásticos PET e que pode ajudar a diminuir a poluição causada pelo material, principalmente garrafas plásticas.

Enzima descoberta acidentalmente poderá facilitar reciclagem de plástico

Pesquisadores nos Estados Unidos e no Reino Unido produziram por acidente uma enzima que consome plásticos, revelou um estudo divulgado nesta segunda-feira (16/04). A descoberta poderá ajudar a reduzir o grave problema da poluição causada pelo produto derivado do petróleo.

Cientistas da Universidade de Portsmouth e do Laboratório de Energias Renováveis do Departamento de Energia dos EUA decidiram concentrar seus esforços numa bactéria de ocorrência natural descoberta no Japão há alguns anos.

Pesquisadores japoneses acreditam que a bactéria Ideonella sakaiensis se desenvolveu nas últimas décadas num centro de reciclagem, uma vez que até os anos 1940 o plástico ainda não tinha sido inventado. O organismo parece se alimentar exclusivamente de um tipo de plástico conhecido como Politereftalato de etileno (PET), amplamente utilizado na fabricação de garrafas.

Os cientistas buscavam compreender o funcionamento de uma das enzimas dessa bactéria, denominada PETase, analisando sua estrutura. “Eles acabaram avançando um passo à frente e acidentalmente desenvolveram uma enzima que consegue desmembrar ainda melhor os plásticos PET”, afirma o relatório divulgado na publicação científica americana Procedimentos da Academia Nacional de Ciências (PNAS).

Utilizando um raio-X de brilho dez bilhões de vezes mais forte do que o Sol, eles conseguiram elaborar um modelo tridimensional de alta resolução da enzima.

Cientistas da Universidade de Campinas (Unicamp) e da Universidade do Sul da Flórida desenvolveram através de computadores um modelo que demonstrava que a PETase era bastante semelhante a outra enzima, a cutinase, encontrada em fungos e bactérias.

Uma área da PETase, porém, apresentava algumas diferenças, levando os cientistas a deduzir que esta seria a parte que permitiria a degradação do plástico. Ao modificar essa enzima, tornando-a mais semelhante à cutinase, os pesquisadores descobriram acidentalmente que a enzima mutante conseguia degradar o plástico com eficácia ainda maior do que a PETase.

Os cientistas trabalham agora em melhorias nessa enzima, para que possa, no futuro, ser desenvolvida em grande escala e utilizada no setor industrial. O objetivo ao quebrar o plástico em partes menores seria permitir que ele seja reutilizado de maneira mais eficiente.

“O acaso muitas vezes tem um papel significativo na pesquisa científica fundamental, e nossa descoberta não é exceção”, afirmou o autor do estudo, o professor John McGeehan, da Faculdade de Ciências Biológicas de Portsmouth.

“Ainda que modesta, a descoberta inesperada sugere que há espaço para desenvolver ainda mais essas enzimas, nos aproximando de uma solução para reciclar as montanhas de dejetos de plástico que não param de crescer”, observou.

Mais de oito milhões de toneladas de plástico são despejadas anualmente nos oceanos, enquanto aumenta a preocupação com os problemas causados à saúde humana e ao meio ambiente. Apesar dos esforços globais para reciclar essa matéria-prima, a maior parte dos produtos plásticos sobrevive durante centenas de anos.”

Link para a matéria no site da Deutsche Welle a seguir: http://www.dw.com/pt-br/cientistas-desenvolvem-enzima-que-come-pl%C3%A1stico/a-43417084

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Tomra na Feira IFAT 2018: diversas tecnologias para “Uma Solução de Reciclagem”

17/04/2018

Serão quatro estações de consultoria para ilustrar as tecnologias de triagem da Tomra, além de oportunidades para concorrer ao Prêmio de inovação e visitar o Centro de Testes da empresa

A Tomra Sorting Recycling destacará suas tecnologias de triagem baseada em sensores na feira IFAT 2018, a principal feira mundial de tecnologias ambientais, em Munique, na Alemanha, de 14 a 18 de maio. O tema principal do estande da Tomra (Stand B6. 339/438) será “Um planeta, uma solução de reciclagem”.

Para que os participantes aproveitem ao máximo a presença da Tomra na IFAT 2018, a fornecedora de soluções para reciclagem convida os visitantes, previamente ao evento, a acessar à página online pré-evento da empresa. Nela há oportunidades para ampliar a experiência do visitante com a Tomra na IFAT através de várias opções:

  • agendamento de reunião com um Especialista da Tomra, que pode fornecer o tipo de informação solicitado pelo visitante
  • reserva de vaga em uma das quatro apresentações da Tomra Leads olhando para o futuro que a Tomra realizará em seu estande;
  • envio de idéia inovadora para o Prêmio InPulse da empresa, que premiará a melhor ideia apresentada, seja sobre tecnologia, serviço, gerenciamento de projetos, um novo aplicativo ou qualquer outra coisa;
  • reserva de vaga na visita ao Centro de Testes da Tomra, perto de Koblenz, na sexta-feira, 18 de maio, quando será possível ver diversas máquinas de triagem Tomra em operação, durante o dia de Demonstração da Tomra Leads. (Os visitantes do Centro de teste deverão fazer seus próprios planos de viagem).

Uma solução universal de reciclagem

O estande da Tomra na IFAT 2018 contará com quatro estações de consultoria, cada uma com um foco distinto: reciclagem de metais, resíduos, a economia circular e o futuro. Essas estações ilustram a integridade das soluções da Tomra para os dias atuais e o compromisso da empresa com inovações para o futuro.

A estação ‘Reciclagem de Metais’ do estande da Tomra fará a pergunta “Você tem cabeça de ferro?” Lá a Tomra explicará por que as pessoas não deve temer a nova e dura política ‘National Sword’ da China – proibindo a importação de 24 tipos de resíduos sólidos, incluindo vários plásticos e papéis mistos não triados. Informações serão discutidas sobre as aplicações da Tomra para Zorba, Zurik, alumínio, veículos em fim de vida, lixo eletrônico e cabos. Os monitores mostrarão vídeos de quatro máquinas em ação: Finder, X-Tract, Combisense e o novo sistema LOD (Laser Object Detection), que é capaz de atender aos requisitos de pureza de produtos da ‘National Sword’.

Depois de perguntar aos visitantes “Você gosta de lixo?”, A estação de “Resíduos” do estande da Tomra irá aconselhar como maximizar a reciclagem de resíduos sólidos urbanos. A Tomra fornece máquinas para diversas aplicações como papel, madeira picada, embalagens, Flakes, garrafas PET, plásticos pretos, resíduos de construção e demolição e resíduos comerciais e industriais. Monitores mostrarão vídeos das máquinas Autosort, Autosort Flake, Autosort Laser (foto), LOD e X-Tract da Tomra.

A estação do estande da Tomra intitulada “Economia circular” perguntará “Você está pronto para ser reutilizado?”. Aqui, o foco estará em como as tecnologias da Tomra de hoje podem ajudar a transformar o mundo em um lugar melhor amanhã. Um vídeo instigante irá resumir a extensão preocupante dos danos ambientais causados pelos resíduos, particularmente os plásticos, ao nosso planeta e seus oceanos. Como uma reação ativa a esse problema, no ano passado a Tomra juntou-se à New Plastics Economy – uma iniciativa que reúne empresas, governos, cientistas e cidadãos para acelerar a transição para um sistema global de plásticos guiado pelos princípios da economia circular.

A quarta e última estação da exibição da Tomra tem como tema “O Futuro” e levanta a questão “Você quer olhar para dentro?” Aqui a Tomra dará uma visão da pesquisa e desenvolvimento e das novas máquinas e tecnologias. O mais significativo de todos os avanços é provavelmente a crescente sofisticação da inteligência artificial, que já está integrada às máquinas da Tomra de forma mais presente do que as demais máquinas do mercado. Nesta parte do estande, os visitantes poderão, ao vivo, interagir com dados usando o Tomra Insight, a ferramenta de telemática que oferece aos clientes insights em tempo real sobre o gerenciamento e o desempenho de suas máquinas de reciclagem.

Cada uma das quatro estações do estande da Tomra terá a presença de um especialista para responder a perguntas e fornecer mais informações, além de ajudar a organizar visitas ao Centro de Testes da empresa.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas já foram instalados em 80 países em todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho de alta capacidade (NIR) do mundo para aplicações de triagem de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua a ser líder na indústria dedicada à recuperação de frações de alta pureza de fluxos de resíduos. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e análise de processos para a indústria de alimentos, mineração e outras indústrias. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972, que tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Covestro inaugura sua nova sede para a América Latina

17/04/2018

A fabricante de materiais Covestro está de casa nova. Inaugurado no último dia 16 de abril, o novo prédio está localizado no bairro do Socorro, em São Paulo, e abriga a sede administrativa da empresa no Brasil – servindo de hub para América Latina –, além de dois laboratórios técnicos e de aplicação de produtos das áreas de Poliuretanos e Revestimentos, Adesivos e Especialidades.

A inauguração reforça o compromisso da empresa com o mercado brasileiro e também da América Latina nas indústrias-chave em que a Covestro atua, como a automotiva, construção, móveis e colchões.

“A nova sede da Covestro reflete os valores da companhia não só em sua estética, mas também no uso proposto para os espaços”, destaca Fernando d´Andrea, CEO Covestro Latam. “Com este novo espaço estamos mais que preparados para manter o padrão de excelência no atendimento e na oferta de produtos oferecidos a nossos clientes”.

O prédio é também um importante showroom das soluções desenvolvidas com os principais parceiros da empresa na região – no espaço foram utilizadas diversas tecnologias feitas a partir de materiais da Covestro. Por exemplo, 100% dos interruptores e tomadas instalados no prédio utilizam Makrolon®, policarbonato fabricado pela Covestro, e as pinturas de áreas horizontais de alto tráfego foram feitas com poliuretanos de base água da Covestro.

Com 14,1 bilhões de euros em vendas em 2017, a Covestro é um dos maiores produtores de polímeros do mundo. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para diversos segmentos tais como o automotivo, construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2017, empregava aproximadamente 16,2 mil pessoas.

Fonte: Covestro

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Cipatex reforça presença na América Latina durante a Expomin no Chile

17/04/2018

Empresa apresenta geomembranas em uma das principais feiras internacionais de mineração

A Cipatex®, fabricante de revestimentos sintéticos, participa da Expomin 2018 (Feira Mundial de Mineração), realizada em Santiago, no Chile, entre os dias 23 a 27 de abril. Em um espaço de 180 metros quadrados, a companhia brasileira marca presença no evento em conjunto com outras quatro empresas fornecedoras de insumos para os setores de mineração, engenharia e construção civil.

“O evento é um dos mais importantes do setor e ocorre em um dos principais polos de mineração do mundo. A participação na Expomin em parceria com outras empresas garante maior visibilidade, oferecendo soluções integradas e completas aos clientes e visitantes da feira”, comenta Aureovaldo Casari, gerente de agroindústria e mineração da Cipatex®.

A Cipatex® apresenta na Expomin o Cipageo®, geomembranas de PVC empregadas na impermeabilização de lagoas de evaporação e decantação, em pilhas de lixiviação e tanques de rejeitos minerais. Produzido pelo sistema de calandragem, o material é tolerante a diversos tipos de ácidos, sais e bases, com ótima resistência ao envelhecimento e às influências do meio ambiente, afirma a Cipatex. Devido ao grande alongamento, maleabilidade e flexibilidade pode ser empregado em qualquer tipo de superfície, assegura a empresa.

“O Chile é um dos principais destinos das geomembranas de PVC Cipageo® produzidas pela empresa e a presença da Cipatex® no evento reforça a estratégia de ampliar a participação da companhia na América Latina e em outros países que participam da feira”, destaca Casari.

A Cipatex® é líder no fornecimento de geomembranas de PVC para o mercado de mineradoras não metálicas. Conforme o gerente, nos últimos 12 anos a empresa forneceu mais de 85 milhões de metros quadrados de material.

A Expomin acontece a cada dois anos na cidade de Santiago e reúne os principais fornecedores do segmento, apresentando produtos, serviços, processos, equipamentos e tecnologias de ponta. O evento espera receber este ano mais de 1.200 expositores e atrair um público de 70 mil pessoas.

Há 54 anos o Grupo Cipatex® oferece ao mercado soluções em revestimentos sintéticos e não-tecidos. A empresa conta com uma linha de produtos que atende aos setores de calçados, piscinas, bolsas e acessórios, utilidades domésticas, construção, móveis, vestuário, automóveis, esporte e lazer, brindes, material escolar e comunicação visual. Ao todo, o grupo conta com cerca de 1.400 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Cipatex

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Evonik otimiza processo produtivo de sua planta de PEEK na China

17/04/2018

A Evonik otimizou o processo de produção de Vestakeep® PEEK e aprimorou a qualidade do produto em seu site de Changchun, na China. Com isso, o Grupo se posiciona para atender ao mercado global de PEEK no longo prazo.

Com essas medidas de otimização, a empresa pôde reduzir o consumo de energia, o uso de material e os resíduos gerados durante a produção, além conseguir aumentar a produtividade da fábrica de PEEK. Como resultado, a Evonik afirma ter estabelecido novos padrões técnicos em proteção ambiental e segurança na produção de poliéter-éter-cetona.

Do ponto de vista do produto, o processo de produção resultou em melhor qualidade, como por exemplo, melhores características de cor.

“Nosso negócio com os polímeros de alto desempenho Vestakeep® vem apresentando um crescimento forte e contínuo há vários anos, por exemplo, nas indústrias automotiva, de aviação, de óleo & gás ou no segmento médico”, informa Dr. Ralf Düssel, responsável pela Linha de Negócios High Performance Polymers na Evonik. “Com produtos personalizados e inovadores, poderemos continuar servindo aos mercados existentes, ao mesmo tempo em que abrimos novos mercados”.

Graças à sua alta resistência térmica e química, os polímeros especiais Vestakeep® podem substituir componentes metálicos para permitir, por exemplo, redução de peso em aplicações exigentes.

A Evonik conta com uma experiência de mais de 50 anos no desenvolvimento e na produção de polímeros de alto desempenho. Seu portfólio de produtos inclui soluções para praticamente todas as aplicações industriais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Chinaplas 2018: novas soluções da BASF reduzem o peso dos veículos

16/04/2018

A BASF irá apresentar na Chinaplas 2018 uma série de novas soluções em materiais para contribuir com as montadoras na redução de peso dos veículos, melhorando seu estilo e conforto. A feira será realizada de 24 a 27 de abril em Xangai, China.

Já em produção para o Hyundai Genesis G70 (foto), um novo farol está entre as soluções apresentadas. Integrando o design do farol, o termoplástico da BASF Ultrason® E possibilita um visual compacto devido ao seu desempenho superior sob condições de calor. A BASF também lançará uma nova solução moderna para maçanetas, fabricadas com um poliuretano termoplástico (TPU), que, segundo a empresa, confere excelente adesão aos materiais termoplásticos, suavidade e resistência a altas temperaturas, alinhadas a um bom amortecimento de vibrações para garantir maior conforto.

O assento de ônibus fabricado com espuma com memória (memory foam) trará um nível superior de conforto aos passageiros. O assento mantém sua estrutura mesmo após ser submetido ao teste de resistência com aplicação de cargas. Sua propriedade de baixo odor resulta em uma boa qualidade do ar para os passageiros dentro do ambiente confinado de um ônibus. As soluções da BASF para mobilidade ajudam a reduzir o consumo de combustível dos veículos, diminuindo o peso.  Como exemplo, um estribo que será apresentado na Chinaplas 2018 é 40% mais leve do que aquele fabricado com materiais convencionais.

Fonte: BASF; Foto: Hyundai

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Milliken lança na NPE 2018 tecnologias para maximizar o desempenho de copolímeros de impacto para injeção

14/04/2018

Empresa também irá expor outros itens do seu portfólio de tecnologias de aditivos para melhorar a transparência, desempenho e processamento de poliolefinas

A Milliken lançará um exclusivo modificador de desempenho e também a sua mais recente tecnologia da família de agentes nucleantes Hyperform® HPN durante a NPE – The Plastics Show 2018, que ocorrerá de 7 a 11 de maio em Orlando, nos Estados Unidos. A empresa firma que essas duas novidades mudarão significativamente o desempenho de copolímeros de impacto para moldagem por injeção.

Segundo a Milliken, o seu modificador de desempenho aumenta a resistência ao impacto do material, otimiza a fluidez e reforça a rigidez do produto, abrindo espaço para uma redução eficiente da espessura. Já o novo nucleante Hyperform HPN maximiza a rigidez, o que também permite espessuras mais finas, afirma a empresa.

Os outros agentes nucleantes da Milliken para polipropileno e polietileno também serão exibidos. Eles fornecem um equilíbrio de resistência ao impacto e desempenho de rigidez, bem como um melhor controle da contração para reduzir a deformação.

Também estarão em exibição os absorvedores UV ClearShield® para PET, que, segundo a Milliken, oferecem proteção UV e maior estabilidade de cor para prolongar a vida útil de alimentos e bebidas, assim como de produtos de higiene pessoal e de limpeza doméstica.

Outros itens do portfólio de tecnologias de aditivos da empresa para melhorar a transparência, desempenho e processamento de poliolefinas que serão expostos incluem o NX™ UltraClear PP, um polipropileno clarificado com Millad® NX™ 8000 que melhora a estética, transparência e qualidade das aplicações do polipropileno, afirma a Milliken.

Esta tecnologia de alto desempenho incentiva o uso mais amplo de poliolefinas. De acordo com a empresa, ela combina resistência a altas temperaturas com ótima transparência, leveza e facilidade de reciclagem. Os corantes ClearTint®, que estão em conformidade com a FDA – Food and Drug Administration e oferecem cores brilhantes, ricas e transparentes para as aplicações em polipropileno, também serão apresentados no estande.

A crescente variedade de produtos Milliken agrega valor significativo a vários materiais plásticos populares que são utilizados no setor de embalagens, utensílios domésticos, móveis, eletrodomésticos, indústrias e automóveis. Aplicações representativas destes setores serão exibidas no evento, demonstrando os benefícios das tecnologias.

Os agentes clarificantes e nucleantes da empresa serão apresentados em uma ampla variedade de peças a serem produzidas ao vivo na exposição pelos principais fabricantes de máquinas de moldagem por termoformagem, injeção, extrusão e compressão. Exemplos incluem frascos farmacêuticos e tampas de sorvete com rótulos In Mold Label.

A Milliken atua nos segmentos de revestimentos, especialidades químicas e aditivos e tecnologias de coloração com aplicações abrangentes, desde plásticos automotivos até itens para crianças. A empresa possui uma atuação pró-ativa em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, empregando mais de 100 PhDs e acumulando mais de 2.200 patentes nos EUA e mais de 5 mil patentes no mundo todo, desde sua fundação em 1865.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Milliken

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Pesquisas sobre grafeno realizadas na Universidade Mackenzie despertam interesse da indústria de plásticos da Serra Gaúcha

14/04/2018

Material plástico aditivado com grafeno

Sindicato identifica oportunidades de negócio para o setor em visita a centros de pesquisa e desenvolvimento em São Paulo

A reciclagem dos pacotes de salgadinhos consumidos aos milhões todos os dias pode dar origem a uma matéria-prima relevante para impressão 3D, conseguida através da aditivação do polipropileno biorientado (BOPP) das embalagens descartadas de batatas fritas, nachos e outras guloseimas com partículas de grafeno.

E representa uma das oportunidades identificadas para o mercado do plástico durante visita a centros tecnológicos, em São Paulo, pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás). Já é a segunda vez em menos de seis meses que o sindicato passa pelo Centro de Pesquisas Avançadas em Grafeno, Nanomateriais e Nanotecnologias da Universidade Presbiteriana Mackenzie – o MackGraph, onde a novidade foi apresentada quinta-feira (12/04). Assim como na ocasião anterior, em novembro passado, o objetivo do Simplas é detectar e compreender os possíveis impactos do grafeno para a indústria do plástico.

As possibilidades de aplicações só crescem no setor. Existe a possibilidade de que, em breve, a carroceria de um automóvel, que hoje é fabricada em aço, possa ter estrutura de plástico aditivado com grafeno. O material é muito mais resistente do que o aço, porém, flexível.

“É uma inovação que contempla três conceitos fundamentais para o futuro de qualquer negócio: sustentabilidade, tecnologia de ponta e altíssimo valor agregado. Percebemos que as pesquisas na Mackenzie estão bastante avançadas. O passo seguinte é dar viabilidade industrial e comercial para que estes novos materiais sejam naturalmente absorvidos pelo mercado”, constata o presidente do Simplás, Jaime Lorandi.

O grafeno possui condutividade térmica bastante superior à do cobre e tem uma densidade muito baixa.

Lorandi e o diretor executivo do Simplás, Zeca Martins, integram a missão organizada pelo Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul (Simecs) e pela Uniftec, que também visitará o Instituto Mauá, o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e o Centro Tecnológico de São José dos Campos. As organizações são referência nacional em pesquisa e desenvolvimento para a indústria 4.0.

“O Simplás está sempre em busca de novas oportunidades de negócios e conhecimento para seus representados. Muitas delas, já são realidade e estão disponíveis hoje. O que procuramos é identificar e acessar estas novidades, a fim de trazer maiores condições de competitividade às empresas do setor”, conclui Lorandi.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Simplas

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Evonik consolida Centro de Pesquisa e Desenvolvimento no Alabama (EUA) para aplicações de polímeros especiais em dispositivos médicos

14/04/2018

Evonik transforma Medical Devices Project House em centro de competência dedicado à atividade de P&D colaborativa

As pessoas não só vivem mais; elas também querem se manter saudáveis e ativas mesmo em idade avançada, o que faz com que a demanda por dispositivos médicos aumente na mesma proporção. Polímeros especiais, como o Resomer® e o Vestakeep® da Evonik, já representam papel importante como materiais de implante.

Para atender a esse atraente mercado em crescimento de maneira ainda mais eficiente, durante os últimos quatro anos a Evonik reuniu uma vasta competência no segmento de cirurgias ortopédicas na Medical Devices Project House – nos Estados Unidos, maior mercado individual para dispositivos médicos. A project house de Birmingham (Alabama), cujo tempo de funcionamento era limitado, tornou-se um centro de competência permanente a partir de 1º de abril de 2018.

“Queremos posicionar a Evonik como líder no fornecimento de materiais e parceiro de desenvolvimento quando se trata de soluções em dispositivos médicos amigáveis para o paciente”, diz Harald Schwager, vice-presidente da Diretoria Executiva da Evonik e responsável por questões de inovação no Grupo. “A project house aumentou muito os nossos conhecimentos nessa área”.

Desde 2014, mais de 20 cientistas qualificados trabalham em Birmingham para melhorar os materiais e as tecnologias de aplicação já existentes. Além de tecnologias estabelecidas, como a extrusão de precisão e a moldagem por injeção, a project house lança mão de avançadas tecnologias de processamento, como a impressão 3D e a eletrofiação (electrospinning) para avaliar rapidamente as propriedades de um material e criar protótipos.

A Evonik vai integrar as atividades da project house, que até agora faziam parte de sua unidade de inovação estratégica, a Creavis, em um centro de competência operado pela linha de negócios Health Care.

“O know-how e as competências desenvolvidas durante os últimos quatro anos farão com que sejamos um fornecedor de ponta em biomateriais e soluções inovadoras em tecnologia de aplicação, oferecendo melhor suporte aos nossos clientes de dispositivos médicos em suas jornadas de inovação”, diz Jean-Luc Herbeaux, vice-presidente sênior e responsável pela linha de negócios Health Care na Evonik.

O centro de competência complementa os demais laboratórios de aplicação estabelecidos em Xangai (China) e Darmstadt (Alemanha), que dão suporte a projetos de clientes em todos os mercados internacionais importantes. O equipamento técnico permite a fabricação e a realização de testes com protótipos feitos nesses novos materiais – não só em processos de extrusão e moldagem por injeção, mas também na impressão 3D.

Herbeaux acredita que a impressão 3D é um desenvolvimento futuro óbvio no setor de dispositivos médicos: “Queremos apoiar a indústria em sua demanda por polímeros para impressão de grau médico para que os pacientes com lesões cranianas ou faciais, por exemplo, possam receber implantes customizados”, conta ele. “No momento, os cirurgiões só podem escolher opções de uma seleção de tamanhos-padrão”.

A Health Care Business Line atua no fornecimento de polímeros biodegradáveis baseados no ácido polilático-glicólico e comercializados sob a marca Resomer®. Os fabricantes de dispositivos médicos usam o material para produzir itens como roscas, parafusos e pequenas placas para o tratamento de fraturas ósseas e rupturas de tendões, mas também em stents biodegradáveis. O corpo absorve os implantes após um tempo específico, ou seja, não é necessária nenhuma cirurgia adicional para retirá-los. Os stents reduzem os riscos de oclusões vasculares recorrentes.

A linha de negócios High Performance Polymers será a segunda maior patrocinadora do centro de competência no Grupo Evonik. O polímero PEEK (poliéter-éter-cetona) sob marca Vestakeep® é usada em implantes na coluna, boca, queixo e cabeça, concebidos para permanecer no corpo e substituir implantes metálicos.

Fonte: Evonik

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Programa de Inovação do PICPlast inspira criação de novos produtos

14/04/2018

Promaflex, uma das empresas que participou da primeira turma do Programa de Inovação do PICPlast, lança produto inovador no mercado

O Programa de Inovação do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, PICPlast, já apresenta resultados práticos. A Promaflex, uma das empresas líderes no segmento de filmes plásticos, acaba de anunciar um novo produto – uma manta de proteção antimofo, com foco em um novo público, o consumidor final. A manta de proteção antimofo da Promaflex foi lançada na última edição da Expo Revestir, que ocorreu entre os dias 12 e 14 de março, em São Paulo. O produto é uma manta adesiva com nanotecnologia antimofo bactericida para armários, gavetas ou qualquer superfície suscetível ao crescimento do mofo.

Segundo Andrea Martins, que coordena o grupo interno de inovação da Promaflex, o programa de inovação ajudou a colocar no papel e organizar os pensamentos de uma forma mais prática. “Aprendemos a organizar uma equipe formada por pessoas de todas as áreas da empresa, alinhando a estratégia e, principalmente, aprendemos a dar o peso certo para cada etapa e para cada passo. Com isso, em um ano saímos da idéia no papel para o lançamento do produto”.

A manta antimofo representa uma série de desafios para a Promaflex, pois é um produto totalmente novo no mercado e que tem um público com o qual a empresa não está acostumada a trabalhar. “Esse é o nosso primeiro produto voltado 100% para o consumidor final e só conseguimos pensar em uma solução para um público-alvo diferente do que estamos acostumados com as dicas e aprendizados que recebemos no programa de inovação”, complementa Andrea.

Outro aprendizado que veio do curso foi o de buscar construir credibilidade para o novo produto. “Para estarmos referenciados, procuramos o biomédico Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria, para que ele analisasse o produto. Ele constatou que o uso da manta impossibilita o crescimento do mofo em 99,9% dos casos, o que nos deu bastante segurança para seguir em frente”, afirma a executiva.

Fonte:  PICPlast

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Empresas italianas expõem na Chinaplas 2018

10/04/2018

O stand italiano na trigésima segunda edição da Chinaplas (Xangai, 24-27 de abril de 2018), organizado pela Amaplast (Associação italiana de fabricantes de máquinas e moldes de borracha e plásticos), inclui cerca de sessenta empresas italianas e ocupa um espaço de aproximadamente 2.000 metros quadrados.

“A Chinaplas é a principal feira de plásticos e borracha de todo o continente asiático e é a segunda mais importante do mundo para o setor”, ressalta o presidente da Amaplast, Alessandro Grassi, que complementa: “A significativa participação das empresas italianas como coletivo afirma a estatura deste evento e a importância do mercado chinês para os nossos fabricantes de máquinas. ”

Em 2017, as exportações italianas do setor para a China corresponderam a cerca de 135 milhões de euros, um pouco menos (-2,5%) do que em 2016. Cabe mencionar, no entanto, que simultaneamente a esse número negativo, o fornecimento de núcleos de maquinário – linhas de alta tecnologia, que geralmente são personalizadas – aumentaram. A indústria doméstica chinesa não pode produzir nem as quantidades nem possui a sofisticação tecnológica necessária para atender à crescente demanda local, o que foi ainda mais estimulado pela diretiva do governo para implementar sistemas de produção da “Indústria 4.0”.

Apesar do fato de que Chinaplas 2018 está acontecendo pela primeira vez no novo Centro Nacional de Exposições e Convenções de Hongqiao, que é muito maior do que o Centro Pudong que sediou a exposição até 2016, em Xangai (alternando-se com Guangzhou), e embora a área reservada ao pavilhão italiano tenha aumentado em quase 20% desde então, não foi possível satisfazer aos pedidos de espaço de todas as empresas italianas interessadas em expor nessa feira especializada na China por causa da longa lista de espera que os organizadores da Chinaplas continuam a ter.

Assim como os muitos expositores do coletivo, pelo menos outras vinte empresas italianas estarão presentes no Chinaplas 2018 nos estandes de seus agentes ou filiais locais. Os membros da Amaplast que estarão presentes na Chinaplas são: AMUT, BANDERA LUIGI, BAUSANO & FIGLI, BG PLAST IMPIANTI, BIESSE, BORGHI, CARLASSARA, CATTORINI, CEMAS ELETRAS, CMS, COLINES, COMERIO ERCOLE, CRIZAF, DEGA SISTEMAS ELETRÔNICOS FRIGOSYSTEM GAP, GEFRAN, HELIOS ITALQUARTZ, ICMA SAN GIORGIO, FRIGO INDUSTRIAL, IPM, MÁQUINAS ITIB, MARIS, MORETTO, OMIPA, OMSO, PIOVAN, PLAS MEC, SISTEMAS PLÁSTICOS, PROMIXON, RODOLFO COMERIO, SACMI IMOLA, SICA , SIMA, SIMPLAS, SOREMA div. PREVIERO, ST SOFFIAGGIO TÉCNICA, TECNOMAGNETE, TECNOMÁTICA, TECNOVA, TERMOSTAMPI, UNIÃO, ZAMBELLO RIDUTTORI.

A Amaplast estará no Hall 2H, stand no. C63.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Amaplast

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Piovan apresenta novo controlador gravimétrico para produção de filmes

10/04/2018

O novo dosador gravimétrico por batch com controle contínuo da extrusão, Quantum E, completa a nova geração de unidades dosadoras da Série Quantum que foram introduzidas no mercado pela Piovan em 2015. A empresa afirma que o seu novo dosador combina em um único sistema de alta precisão, a versatilidade da dosagem gravimétrica com a exatidão dos sistemas de perda de peso contínuo. Segundo a Piovan, o Quantum E apresenta as seguintes características:

• Modularidade: o controle do Quantum E pode gerenciar de 1 a 8 estações de dosagem.
• Precisão: pesagem precisa e rastreabilidade completa de cada componente da mistura.
• Fácil de usar, de limpar e de manter: o recipiente de pesagem e o eixo do misturador podem ser removidos sem a utilização de ferramentas e são completamente acessíveis, assim como a câmera misturadora. As células de carga são equipadas com um sistema de limpeza automatizado integrado (patente pendente) que entra em operação após cada ciclo.
• Sem desperdício de material: o novo design do sistema de descarga, permite esvaziamento total do funil, sem deixar resíduos; o material é transportado de maneira eficaz, sem estresse mecânico ou risco de esmagamento do grão.

Inovação e versatilidade

Segundo a Piovan, o Quantum E oferece uma grande versatilidade graças às 8 estações de dosagem: cada estação é adicionada ou substituída através de uma simples operação mecânica, sem a necessidade de manobras complexas e em total condição de segurança para o operador e para os equipamentos ao redor.

O sistema de dosagem gravimétrica por batch pesa cada ingrediente da mistura de forma precisa, enquanto a tecnologia por perda de peso oferece controle constante do peso por metro do filme.

Em comparação com sistemas similares, afirma a Piovan, o Quantum E apresenta como vantagens:
• Graças às duas células de carga com tecnologia por perda de peso, o consumo do material é medido continuamente e de forma gravimétrica;
•Pode se instalar estações de rosca em substituição às estações com guilhotina, para modular precisamente a micro dosagem dos ingredientes.

O Quantum E, segundo a Piovan, é um sistema ideal de dosagem gravimétrica para produção de filmes flexíveis para embalagem, visto que ele integra soluções tecnológicas que oferecem a melhor precisão de dosagem e máximo controle do peso por metro. Manter constante a proporção do peso/metro, é essencial para a extrusão de filmes balão e gera economia de material, otimização do uso de material e redução de desperdício.

O Quantum E pode ser controlado remotamente através de uma conexão com a internet e também está pronto para integração completa com o Winfactory 4.0, o novo software da Piovan para supervisão dos processos de produção adequado para Smart Factory. O Winfactory 4.0 permite gerenciamento total da planta e medições de uso de material e consumo de energia. Graças ao protocolo OPC-UA, o Winfactory estabelece comunicação entre a produção, a estrutura de informação e distribuição, permitindo permutabilidade de dados e gerenciamento dos equipamentos e processos via dispositivos móveis. Desta forma é possível controlar cada parâmetro de processo de forma virtual em tempo real.

A Piovan, com sede em Santa Maria di Sala, Veneza, foi fundada em 1934 como uma oficina metalúrgica; em 1964 entrou para a indústria do plástico e especializou-se na fabricação de equipamentos auxiliares. Hoje, a empresa possui 7 fábricas localizadas na Itália, Alemanha, Brasil, China e EUA, 26 subsidiárias, representantes em mais de 70 países e 950 colaboradores no mundo todo. As empresas do Grupo são: Piovan (Itália), Universal Dynamics (EUA), FDM (Alemanha), Energys (Itália), Aquatech (Itália), Penta (Itália).

Fonte: Piovan

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Interplast e EuroMold reúnem a cadeia de fornecedores da indústria do Plástico

10/04/2018

Feiras ocorrem em Joinville (SC) entre 14 e 17 de agosto

Santa Catarina reúne um importante polo industrial com cerca de mil indústrias de transformação do plástico, somando mais de 32 mil empregos diretos nas unidades fabris. Aproximadamente 1 milhão de toneladas de plástico são processados no estado anualmente, com grandes empresas de atuação nacional e internacional destacando-se na produção de peças técnicas, embalagens e descartáveis. Como componente importante da força industrial do Estado está a Interplast – Feira e Congresso da Integração da Tecnologia do Plástico, realizada entre 14 e 17 de agosto, em Joinville (SC), consolidada como principal evento do setor no Brasil realizado em anos pares.

No ambiente também ocorre a EuroMold Brasil – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos para a América Latina. Os principais players do segmento já confirmaram a participação nas duas feiras – e boa parte das empresas com espaço maior, se comparado à edição de 2016. Cerca de 90% dos espaços já estão comercializados, o que motivou a organização a ampliar a área útil do evento para o hall de acesso do pavilhão, agregando mais 30 estandes e totalizando uma área de 20 mil m².

“A Interplast e EuroMold estão consolidadas como a principal ferramenta de marketing do setor plástico do Brasil, diferenciando-se de outros eventos por reunir toda a cadeia do processo produtivo, desde o design até a produção”, comenta Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil, organizadora do evento. Na Interplast, o visitante encontra as melhores soluções dos segmentos de matéria-prima a máquinas e equipamentos, e na EuroMold ele tem acesso a soluções tecnológicas em ferramentais e desenvolvimento de produtos. “Esse acesso a toda a cadeia do plástico em um único espaço atrai visitantes cada vez mais qualificados e faz com que a feira se consolide como o ponto de encontro do segmento na América Latina, em 2018”, destaca.

Independente do cenário econômico, a feira se mantém consolidada por ser uma referência em tecnologia e reunir diversos lançamentos. Agora em 2018, com os sinais visíveis da retomada da indústria, o cenário é ainda mais favorável para investimentos na renovação tecnológica do parque fabril, estimulados a partir da feira.

A Interplast 2018 e EuroMold Brasil são realizada pelo Simpesc (Sindicato da Indústria do Material Plástico de SC) e tem o apoio da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina). Este ano deve reunir cerca de 500 marcas em 400 estandes de expositores de máquinas, equipamentos, transformação, ferramentarias, embalagens, matérias-primas, periféricos, design e serviços. O credenciamento para visitantes já está disponível no site http://www.interplast.com.br.

Rodada de Negócios amplia possibilidades e tem foco em novas parcerias e contratos

Uma prática crescente nas feiras organizadas pela Messe Brasil é a realização de Rodadas de Negócios, onde compradores e vendedores participam de negociações com preços e financiamentos facilitados, ampliando as oportunidades de consolidar negócios e parcerias durante o evento. Na Interplast e EuroMold a expectativa é reunir 15 compradores.

Prêmio Embanews

Pela primeira vez os organizadores da Embanews lançam e abrem as inscrições para 28º Prêmio Brasileiro de Embalagem Embanews 2019 em um evento do setor. As empresas que se inscreverem durante a Interplast terão desconto de 20%. A cerimônia de premiação de 2018 ocorre em maio, em São Paulo. O Prêmio Embanews revela todos os anos cases de marcas que comprovam o poder da embalagem como ferramenta de marketing, alavancando crescimentos expressivos. Além disso, a embalagem acompanha a busca incessante das empresas por produtividade, redução de custos e processos mais sustentáveis.

Congresso de Inovação Tecnológica

A capacitação dos profissionais tem espaço garantido na Interplast 2018 por meio do Cintec Plásticos – Congresso de Inovação Tecnológica. Serão 12 palestras e seis minicursos, para debater as mais recentes tecnologias em máquinas e equipamentos, matérias-primas e processos para a indústria do plástico. São esperados 600 participantes.

Serviço
Interplast – Feira e Congresso da Integração da Tecnologia do Plástico
EuroMold – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos
Data: de 14 a 17 agosto de 2018
Horário: 14h às 21h
Local: Expoville – Joinville (SC) – Brasil
Organização: Messe Brasil
Credenciamento de visitantes: http://www.interplast.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Interplast

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Tecniplas mostra soluções para a armazenagem de fluidos na Fiema

08/04/2018

  • Feira de Tecnologia e Meio Ambiente acontece na próxima semana, em Bento Gonçalves
  • Exemplos de tanques de PRFV fabricados pela Tecniplas

A Tecniplas participa mais uma vez da Feira de Negócios, Tecnologia e Conhecimento em Meio Ambiente (Fiema), evento que acontece entre os dias 10 e 12/04, em Bento Gonçalves (RS). Líder brasileira em tanques e equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), a empresa pretende ressaltar na Fiema as vantagens das soluções que desenvolve para a armazenagem de diferentes tipos de fluidos.

“Os tanques da Tecniplas são dimensionados para o armazenamento de água potável a produtos químicos altamente corrosivos. Em comparação aos reservatórios feitos de outros materiais, como aço e concreto, os nossos produtos apresentam maiores índices de durabilidade, além de outros benefícios como ausência de porosidade e pontos suscetíveis à corrosão”, afirma Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

A Região Sul do país conta com diversos tanques e equipamentos especiais da Tecniplas em operação. “É o caso, por exemplo, de reservatórios adquiridos por empresas que fabricam ou manipulam produtos químicos, indústrias alimentícias e plantas de celulose e papel, entre outras”, observa Rossi.

O diretor da Tecniplas destaca também os fornecimentos recentes que a empresa fez para a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan). “O último foi o de um tanque monolítico de 250 m³ para a armazenagem de água potável”. Ajustado às exigências da Portaria 2914, do Ministério da Saúde, que dispõe sobre os procedimentos de controle de qualidade da água para o consumo humano, o reservatório faz parte do sistema de abastecimento da cidade de Palma Sola.

Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos são consumidos pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tecniplas

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Dilutec lança gelcoat que retarda a propagação de chamas e reduz a emissão de estireno

08/04/2018

UL 94: teste de queima de corpo-de-prova produzido com o novo gelcoat da Dilutec

Empresa afirma que o produto atende às exigências de inflamabilidade da norma UL 94 V-0

Uma das principais fabricantes brasileiras de gelcoat – híbrido de resinas e pigmentos que protege e dá acabamento às peças de compósitos –, a Dilutec anunciou o lançamento do Colorgel® FR LE. Segundo a empresa, o produto atende à norma de inflamabilidade de materiais plásticos UL 94, na classificação V-0, e é caracterizado pela baixa emissão de compostos orgânicos voláteis (VOC) na atmosfera, caso do monômero de estireno.

O fato de atender à UL 94 significa que as peças fabricadas com o Colorgel® FR LE retardam a propagação das chamas, afirma a Dilutec. Ou seja, depois de removida a fonte de ignição, a superfície deixa de queimar, característica necessária para aplicações nos setores de transporte – rodoviário, ferroviário e náutico – industrial, elétrico, em produtos como postes e cruzetas, e de geração de energia eólica, tanto nas pás como nos nacelles e spinners.

“O produto também é ambientalmente amigável, pois apresenta baixos índices de emissão de VOC, atributo garantido pela elevada compatibilidade da resina utilizada na sua formulação com o monômero de estireno”, explica Marcos Brambilla, gerente técnico da Dilutec. Depois de polimerizado, o Colorgel® FR LE perde 0,66% de massa, contra 2,27% de um gelcoat padrão, de acordo com os ensaios realizados pela Newtech, empresa acreditada pelo Inmetro.

Foram necessários cerca de dois anos para que a Dilutec completasse o desenvolvimento do Colorgel® FR LE. “Por se tratar de um gelcoat complexo, levamos mais tempo para balancear a fórmula com as resinas e aditivos corretos e para ajustar a estabilidade”. A aplicação do novo produto, detalha Brambilla, pode ser feita com gelcoateadeira e pistola de caneco invertido ou por meio da pintura com rolo ou pincel, na versão topcoat.

Marcos Pannellini, gerente comercial da Dilutec, calcula que exista no Brasil uma demanda mensal de cerca de 300 toneladas de gelcoats com as características do Colorgel® FR LE. “Esse volume é atendido hoje em dia por produtos importados ou por soluções caseiras, como a aditivação de gelcoats comuns feita pelos próprios transformadores de compósitos. Por isso estamos bastante otimistas com a reação do mercado ao nosso lançamento”.

Para assistir ao vídeo do ensaio de queima de um corpo-de-prova produzido com o gelcoat Colorgel® FR LE, acesse https://tinyurl.com/y7z6oqrb.

Além de produzir gelcoat e thinner, a Dilutec (www.dilutec.com.br) é distribuidora das resinas da Ashland na Região Centro-Oeste e dos equipamentos para a moldagem de compósitos da BÜFAtec Spain na América Latina. Fundada em 1995, mantém unidades fabris em Piracicaba (SP) e Senador Canedo (GO).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dilutec

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Braskem tem lucro recorde de R$ 4 bilhões em 2017

29/03/2018

EBITDA atinge novo patamar e chega a R$ 12,3 bilhões

Em um ano marcado pela superação de desafios, a Braskem apresentou robustez em seus resultados de 2017, registrando lucro líquido recorde de R$ 4 bilhões atribuível a todos os acionistas. O EBITDA consolidado alcançou R$ 12,3 bilhões no ano passado, uma alta de 7% sobre o ano anterior. Em dólar, a EBITDA atingiu novo patamar histórico de US$ 3,8 bilhões, um crescimento de 17%.

“Foi um ano em que demonstramos nossa resiliência e capacidade de enfrentar diversos cenários trazendo resultados expressivos a todos os acionistas”, destaca Fernando Musa, presidente da Braskem. “A estratégia de diversificação geográfica, o maior equilíbrio no balanço de matérias-primas e a busca contínua por ganhos de eficiência operacional têm se mostrado vencedor, e o ano de 2017 comprovou que estamos no caminho certo”, completa Musa.

Em 2017, a Braskem manteve o desempenho industrial apresentando significativos recordes de produção de alguns dos seus principais produtos. A taxa de utilização dos crackers no Brasil foi de 94%, 2 pontos percentuais superior a 2016, apresentando recorde de produção de eteno, butadieno e gasolina. A produção de poliolefinas no Brasil, tanto de polietileno como polipropileno, também teve a maior marca histórica. Nos EUA e Europa, a taxa de utilização foi de 97%. No México, o Complexo Industrial completou um ano calendário pleno e apresentou uma taxa média de ocupação de 88% em 2017.

Do lado comercial, as vendas de resinas da Braskem totalizaram 3,5 milhões de toneladas no mercado brasileiro, uma alta de 4% superior a 2016, com vendas recordes de polietileno. O market share da Braskem no mercado brasileiro foi de 69% em 2017. No mercado norte-americano e europeu, as vendas chegaram a 2,1 milhões de toneladas de polipropileno, crescimento de 5% em relação a 2016. Já no México, as vendas de polietileno no mercado mexicano foram de 551 mil toneladas e as exportações, 418 mil toneladas, resultando em vendas totais de 969 mil toneladas, um aumento de 124%.

Neste cenário, a receita líquida consolidada foi de R$ 49,3 bilhões, alta de 3% em relação a 2016. Deste total, as operações geradas pelas exportações do Brasil e das unidades internacionais corresponderam a 47% da receita. Em dólar, a receita líquida da Braskem foi de US$ 15,4 bilhões, alta de 12%.

Investimentos e dividendos

Para 2018, a Braskem planeja investir R$ 2,872 bilhões, dos quais R$ 183 milhões referentes aos investimentos operacionais das unidades nos Estados Unidos e Europa e R$ 1,804 bilhão referente aos investimentos em manutenção, Saúde, Segurança & Meio Ambiente (SSMA), produtividade e eficiência operacional das unidades no Brasil, incluindo os desembolsos com a parada programada de uma das duas principais linhas de produção da central de matérias-primas de Triunfo, no Rio Grande do Sul.

O saldo remanescente será direcionado para projetos estratégicos. Entre eles, o projeto já aprovado em junho de 2017 pelo Conselho de Administração para a construção até 2020 de uma nova planta de produção de polipropileno com capacidade de 450 mil toneladas no estado norte-americano do Texas – a sexta unidade produtora de polipropileno da Companhia nos Estados Unidos. Ao fim do ano de 2017, a Braskem já havia completado investimento de US$ 172 milhões de um total previsto de até US$ 675 milhões. Os recursos foram gastos com o detalhamento da engenharia (67% já completado) e as compras de equipamentos (43% do previsto já realizado).

No próximo dia 30 de abril, a Assembleia-Geral Ordinária (AGO) dos Acionistas da Braskem avaliará a proposta de distribuição adicional de R$ 1,5 bilhão de dividendos referente ao resultado do exercício de 2017, quando foram distribuídos em dezembro R$ 1 bilhão de forma antecipada. O valor total está em linha com o percentual historicamente distribuído pela Companhia.

Fonte: Braskem

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Polímeros da Solvay entram na produção de nova geração de instrumentos cirúrgicos de uso único para implantes em coluna cervical

28/03/2018

Polímeros especiais Ixef® da Solvay estão no kit de instrumentos cirúrgicos ECA Medical Instruments para procedimentos de implantes em coluna cervical

A Solvay está anunciando que a sua resina de poliarilamida (PARA) Ixef® foi escolhida pela ECA Medical Instruments (www.ecamedical.com) para o desenvolvimento de seu novo conjunto de instrumentos cirúrgicos de uso único Cervical-One ™, para procedimentos de implante de coluna cervical de um e dois níveis.

O novo kit Cervical-One ™ inclui instrumentos robustos e de design ergonômico necessários para que os cirurgiões fixem placas cervicais e fixações intercorporais, incluindo limitadores de torque de precisão e chaves. De acordo com a Solvay, além de eliminar o custo de cada instrumento, o design semipersonalizado também possibilita que empresas de implantes de coluna adaptem ou criem seu próprio conjunto de instrumentos de forma econômica.

Segundo a Solvay, comparado com a instrumentação reutilizável, o sistema de instrumento de uso único da ECA pode eliminar os custos de reprocessamento, aumentar a eficiência da sala de cirurgia, agilizar o gerenciamento de estoque hospitalar e de centros ambulatoriais cirúrgicos, além de desempenhar um papel importante na eliminação das causas das infecções hospitalares em locais de cirurgia.

“Ao desenvolver a plataforma Cervical-One ™, precisávamos de um polímero especial que pudesse suportar cargas de torção, compressão e axiais aplicadas durante o procedimento”, disse James Schultz, vice-presidente executivo de vendas e marketing da ECA Medical Instruments. “O Ixef® PARA oferece o desempenho mecânico robusto necessário para a fixação de placas cervicais e parafusos e dispositivos intercorporais. Também precisávamos da sensação tátil, equilíbrio e peso esperados pelos médicos. O suporte colaborativo da Solvay durante o processo de design e apoio regulamentar proativo – de confiança em toda a indústria – revelou-se crítico na redução do nosso tempo de comercialização”.

A Solvay afirma que os compostos Ixef® PARA oferecem resistência, rigidez e estabilidade dimensional parecidas com as do metal, proporcionando um ótimo acabamento superficial. O Ixef® PARA é otimizado para esterilização usando radiações gama de alta energia sem alterações significativas na aparência ou no desempenho, e está disponível em uma variedade de cores estáveis. Os compostos da Solvay foram avaliados pela ISO 10993 em relação à sua biocompatibilidade de duração limitada e são respaldados por um arquivo de acesso mestre (MAF, sigla em inglês) da agência norte-americana FDA – Food and Drugs Administration.

“Esta colaboração bem-sucedida combina os pontos fortes da ECA e da Solvay – duas líderes em seus respectivos campos”, disse Jeff Hrivnak, gerente de negócios de Healthcare da unidade de global de negócios Specialty Polymers da Solvay. “À medida que os principais fabricantes de dispositivos ortopédicos fazem suas primeiras conversões para sistemas de uso único, estamos confiantes de que a nossa massa crítica combinada e a experiência relevante da indústria proporcionarão valor real aos clientes em potencial e aos já existentes”. Para obter mais informações sobre esta aplicação e notícias relacionadas sobre polímeros especiais para cuidados de saúde, visite solvayhealthcarenews.com.

A ECA Medical Instruments®, com sede em Thousand Oaks, na Califórnia, é líder na concepção e fabricação de instrumentos de precisão de limitação de torque para uso único e kits de fixação cirúrgicos. Fundada em 1979, a empresa entregou mais de 35 milhões de instrumentos de limitação de torque e kits de procedimentos para as principais empresas mundiais de implantes de cardiologia, neuromodulação, ortopedia e coluna. A cada 15 segundos, todos os dias, um instrumento de torque ou um kit de procedimento da ECA é usado para garantir implante médico – um paciente por vez. A ECA, uma empresa da LongueVue Capital Partners, é uma firma com certificação ISO 13485 pela CE Mark e registrada pela FDA

A Solvay é uma empresa de química de especialidades e materiais avançados, cujos produtos e soluções são utilizados em aviões, carros, dispositivos inteligentes e médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre outras aplicações. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 24.500 pessoas em 61 países. As vendas líquidas pro forma foram de € 10,1 bilhões em 2017. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Fonte: Solvay

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Evonik planeja novo complexo de poliamida 12 na Alemanha

28/03/2018

  • Maior investimento da Evonik na Alemanha
  • Forte crescimento do polímero de alto desempenho, poliamida 12, no setor automotivo, na indústria de petróleo & gás e na impressão 3D

A Evonik está planejando a construção de um novo complexo produtivo para o polímero de alto desempenho poliamida 12 (PA 12). O Grupo pretende aumentar em mais de 50% a sua capacidade geral produtiva de PA 12. A poliamida 12 é necessária em atraentes mercados em crescimento como a indústria automobilística, o setor de tubulações para petróleo e gás e na impressão 3D.

Após uma fase bem-sucedida de engenharia básica, a Evonik planeja investir aproximadamente 400 milhões de euros no complexo de poliamida 12, em seu maior site, o parque químico de Marl, na Alemanha. A produção de PA 12 existente deverá ser complementada com unidades de produção adicionais para o polímero e seus precursores. O início das operações do complexo está previsto para o começo de 2021.

O investimento fará uma contribuição substancial para o cumprimento da meta de margem da Evonik, além de gerar um fluxo de caixa anual na faixa de três dígitos de milhões de euros no longo prazo. O projeto deve ser implementado ao longo de quatro anos, como parte do orçamento anual para investimentos em crescimento.

“Estamos planejando o maior investimento da Evonik na Alemanha”, revela Christian Kullmann, Presidente da Diretoria Executiva da Evonik. “Este investimento representa uma combinação perfeita para a nossa estratégia de enfocar, de modo consistente, as especialidades químicas, sendo que a poliamida 12, na qualidade de polímero de alto desempenho para aplicações especiais, é uma parte importante do nosso motor de crescimento estratégico Smart Materials”. Kullmann vê a Alemanha como uma região industrial atraente e competitiva. “Nossa equipe de Marl é altamente qualificada e nosso investimento vai gerar cerca de 150 novos empregos. Além disso, podemos fazer uso otimizado de sinergias com a nossa infraestrutura existente, o que cria condições altamente favoráveis para a venda das nossas especialidades em escala global”.

O mercado de PA 12 registra taxas de crescimento anual acima de 5% no mundo inteiro, superando de modo significativo o crescimento do produto interno bruto global. Na aplicação especial de impressão 3D, as taxas de crescimento chegam a dois dígitos. “A demanda por poliamida 12 apresenta um crescimento consistente e dinâmico”, diz Claus Rettig, Presidente da Diretoria Executiva da Evonik Resource Efficiency GmbH. “A expansão planejada da capacidade fortalecerá ainda mais a nossa posição de liderança mundial em poliamida 12. Para nossos clientes no mundo inteiro, o nosso comprometimento significa disponibilidade no longo prazo e confiabilidade no fornecimento para as suas aplicações atuais e futuras”.

Em virtude de suas propriedades excelentes, como alta estabilidade aliada à flexibilidade, resistência a altas temperaturas e pouco peso, o polímero de alto desempenho é utilizado em muitas aplicações exigentes como substituto para o aço: em projetos automotivos e de redução de peso, bem como em tubulações de petróleo e gás. Além das aplicações atuais no setor automotivo, a Evonik também está muito bem posicionada em relação à produção futura de veículos híbridos e elétricos. Além disso, o material é usado no setor médico e na impressão 3D.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Braskem se torna fornecedora de Plástico Verde para o Grupo LEGO

28/03/2018

Polietileno Verde, feito a partir da cana-de-açúcar, será usado nos elementos ‘botânicos’ da empresa dinamarquesa já em 2018

A Braskem passa a fornecer para o Grupo LEGO o Plástico Verde I’m greenT, produzido a partir de cana-de-açúcar. Já em 2018, o Plástico Verde integrará os elementos ‘botânicos’ como árvores, arbustos e folhas das linhas da empresa dinamarquesa, conhecida por seus blocos de montar.

“Essa parceria reforça a estratégia bem-sucedida da Braskem em apostar em produtos sustentáveis e inovadores”, afirma Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem. “O Plástico Verde integra o portfólio de produtos renováveis da Braskem, que tem uma estratégia robusta de crescimento e desenvolvimento para os próximos anos”, completa.

Segundo a Braskem, atualmente o Plástico Verde está presente em mais de 150 marcas na Europa, nos Estados Unidos, na Ásia, na África e na América do Sul. O seu processo de produção começa com a desidratação do etanol, obtido da cana-de-açúcar, para transformá-lo em eteno, que segue para unidades de polimerização onde é transformado em polietileno.

A Braskem afirma que o seu Plástico Verde é o primeiro polietileno de origem renovável a ser produzido em escala industrial e vem sendo produzido desde 2010 no Polo Petroquímico de Triunfo, no estado do Rio Grande do Sul, onde são produzidas 200 mil toneladas da resina por ano.

Fonte: Braskem

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Covestro vende negócio de chapas de policarbonato na América do Norte para Plaskolite

24/03/2018

  • Outras unidades de negócio regionais da Covestro sob revisão para otimização do portfólio
  • Clientes norte-americanos poderão recorrer a uma única fonte para um portfólio abrangente de produtos de chapas plásticas transparentes

A Covestro, fabricante líder global de materiais, continua o processo de otimização do seu portfólio. Como parte dessa estratégia, a empresa pretende vender seu negócio global de chapas de policarbonato (PCS). As chapas de policarbonato tem alta durabilidade e são moldáveis livremente, sendo usadas em transporte público, sistemas de cobertura ou aplicações de sinalização.

Como primeiro passo, a unidade norte-americana de chapas de PCS da Covestro,  que gerou vendas de cerca de US $ 170 milhões em 2017, foi vendida para a Plaskolite LLC, maior fabricante de chapas de acrílico da América do Norte. O acordo será conduzido como um acordo de ativos, o que significa que, assim como a transferência de propriedade intelectual e ativos fixos dedicados, os funcionários da Covestro serão incorporados à Plaskolite. Como parte da transação, a Plaskolite está adquirindo a sede do negócio de chapas, plantas de produção e instalações de armazenamento da Covestro localizada em Sheffield, Massachussets (EUA) e manterá a instalação terceirizada de depósito para distribuição existente em Hebron, Ohio. As operações continuarão na instalação fabril atual. Com esta aquisição, a Plaskolite empregará 950 pessoas. As empresas concordaram com um preço de venda de várias dezenas de milhões de dólares. A conclusão do fechamento do negócio está prevista para 01 de agosto de 2018.

“Nós avaliamos e otimizamos continuamente nosso portfólio para garantir crescimento futuro e criação de valor. Durante esse processo, ficou claro que o nosso negócio de chapas não se encaixaria estrategicamente, no longo prazo, no nosso negócio de policarbonatos ”, disse o CEO da Covestro, Patrick Thomas. “Por isso, decidimos que a unidade de chapas pode se desenvolver e crescer melhor sob um novo proprietário e estamos felizes por ter encontrado na Plaskolite um excelente comprador para nossas operações nos EUA.”

Em relação às suas unidades de chapas de policarbonato na Europa, a Covestro abrirá em breve um processo de venda em separado e, no devido tempo, anunciará detalhes sobre suas unidades remanescentes na região Ásia-Pacífico.

A aquisição transformará a indústria de chapas plásticas norte-americana, através da combinação do líder em fabricação em acrílico com o líder na fabricação em policarbonato.

“Esta aquisição é transformadora para a Plaskolite e fortalece nossa posição de liderança no setor”, disse Mitchell Grindley, Presidente e CEO da Plaskolite. “Isso amplia nossa oferta e fortalece ainda mais nossas parcerias. A Plaskolite será o único fabricante a oferecer um portfólio completo de produtos de chapas transparentes, incluindo acrílico, policarbonato, PETG e ABS, o que é benéfíco para os nossos clientes, que agora podem usar uma única fonte para todas as suas necessidades de chapas. ”

Este será o segundo negócio que a Plaskolite adquire da Covestro. Em 2012, a Plaskolite comprou a linha norte-americana Vivak® de chapas de PETG da empresa.

O comunicado de hoje sucede o anúncio feito pela Plaskolite em 12 de fevereiro passado sobre a aquisição do Negócio de Chapas Acrílicas Fundidas Contínuas da Lucite International, Inc., que ampliou sua oferta de chapas de acrílico e viabilizou a entrada no negócio de chapas de spa e banho.

Fundada em 1950 em Columbus, Ohio, por Donald G. Dunn e sua família, a Plaskolite, LLC é a maior fabricante norte-americana de chapas termoplásticas transparentes. Os produtos personalizados da Plaskolite são utilizados em uma ampla variedade de aplicações, incluindo janelas, portas, iluminação, placas, displays de ponto de venda e produtos de banho. A Plaskolite atende a uma base diversificada de clientes, incluindo distribuidores, OEMs e varejistas. Em 2015, o Charlesbank Capital Partners tornou-se o primeiro investidor externo de equity capital na Plaskolite.

Com vendas de 14,1 bilhões de euros em 2017, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades de negócio estão focalizadas na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras. Os principais segmentos atendidos são os setores automotivo, de construção civil, processamento e móveis de madeira e os setores elétrico e eletrônico. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.200 pessoas. A sede corporativa da empresa fica em Leverkusen, na Alemanha.

Fontes: Covestro e Plaskolite

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Bemis desenvolve embalagens laminadas para linha de shampoos de O Boticário

22/03/2018

Nova linha apresenta bisnagas laminadas com apelo metalizado e que possibilitam o uso do produto até o final

Lançada no final de 2017, a linha Match, de O Boticário, oferece tratamento para diversos tipos de cabelo. Para destacar a diversidade e a qualidade do produto, O Boticário escolheu a Bemis, uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo, como a responsável para criar e produzir as embalagens da nova linha.

A Bemis afirma que, ao final de um ano, desenvolveu para o projeto uma bisnaga laminada que possibilita ótima qualidade de impressão, garante grande variedade de características de decoração e design e diminui o risco de descascamento da tinta com apelo metalizado. Além disso, assegura a empresa, a embalagem de Match garante 100% da utilização do produto, ou seja, nenhum resquício do produto fica preso à embalagem e ele se desprende completamente, sendo utilizado até a última gota.

“A embalagem é o primeiro contato do consumidor com o produto e, por isso, consideramos um privilégio criar embalagens para esta linha premium de O Boticário, que foi desenvolvida pensando-se em todas as diferenças capilares e na diversidade”, afirma Antonio Ponce, gerente de marketing de Produto da Bemis.

Por mês são produzidas 500 mil embalagens do shampoo e condicionador Patrulha do Frizz, Respeito aos Cachos e Fonte de Hidratação. Além da linha Match, a Bemis é responsável pela produção de outras embalagens da marca.

A Bemis é uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo. Com sede em Neenah, Wisconsin (EUA), a companhia atende aos mercados de alimentos, bebidas, cosméticos, farmacêuticos, higiene pessoal, limpeza doméstica, médico-hospitalares e pet food com embalagens flexíveis, rígidas, cartonadas, tubos laminados e rótulos. A companhia conta com 17,5 mil funcionários em 59 unidades, localizadas em 12 países nas Américas do Norte e Latina, Europa e Ásia-Pacífico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Bemis

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Avon escolhe copoliéster da Eastman para embalagem de cosméticos

22/03/2018

Transparência, brilho e resistência a impacto atraem as apaixonadas por make up

Na linguagem da maquiagem, fazer a pele é o passo mais importante para conquistar um look perfeito, seja ele glamoroso ou clean. Esses momentos podem ser comparados ao cuidado de um pintor que prepara o quadro para ser transformado em uma obra-prima.

Para acertar na escolha do produto, é preciso identificar a cor perfeita para a pele da mulher. A embalagem do produto é primordial na tomada de decisão. Por isso, para lançar o Corretivo Líquido Mark Avon, a Avon escolheu Eastar Eastman, um copoliéster de ácido tereftálico, ciclohexanodimetanol e ácido isoftalico (PCTA) que promove a transparência desejada em um frasco desse tipo de item de maquiagem.

Segundo a Eastman, o seu copoliéster Eastar oferece uma combinação única de propriedades (estéticas, químicas, confiabilidade de desempenho e economia) que proporciona solidez, resistência contra impacto e alto brilho.

A transparência e a escolha da cor

“A mulher brasileira adora maquiagem. A apresentação dos produtos também é um fator decisivo no ato da compra. A transparência de Eastar Eastman ajuda a aumentar a confiança da consumidora de que ela fez escolha mais acertada para seu tom de pele”, diz Ana Luísa Braido, Gerente de categoria de maquiagem da Avon.

O produto é um corretivo líquido de textura leve e cremosa, que ajuda a cobrir as imperfeições da pele e a harmonizar os tons com um resultado bem natural. Ele oferece alta cobertura e um perfeito acabamento uniforme, sendo ideal para disfarçar olheiras e imperfeições.

A embalagem foi escolhida para facilitar a visualização da cor e simplificar a aplicação. O pincel preciso facilita a dosagem e o acabamento do look. A embalagem proporciona a transparência e o brilho que agregam praticidade ao uso do produto de maquiagem.

“O Brasil é o quarto maior mercado de cosméticos do mundo e continua crescendo. Para nós, da Eastman, são inúmeras possibilidades. Nossos plásticos especiais são as melhores opções para dar forma às embalagens mais bonitas e práticas que esse universo pede”, comenta Rogério Dias, Gerente Regional de Venda de Plásticos para América Latina, da Eastman.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Termotécnica anuncia investimento de R$ 5 milhões em Petrolina (PE)

22/03/2018

Além do lançamento de novos produtos, diretoria anunciou – em encontro com clientes e parceiros – investimentos na ampliação da unidade de Petrolina (PE), que é focada no agronegócio

A Termotécnica reuniu cerca de 100 clientes e parceiros – entre eles grandes produtores de fruta da região do Vale de São Francisco, como os gestores da CAJ, Cappellaro e Special Fruit – em um encontro de negócios, em Petrolina (PE).

Albano Schmidt, presidente da empresa, anunciou o investimento de R$ 5 milhões na ampliação da unidade de negócio que a Termotécnica tem em Petrolina e o lançamento de novos modelos da conservadora DaColheita, item que representa a força motriz da empresa no segmento do agronegócio.

Segundo a Termotécnica, a empresa é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Na unidade de Petrolina, produz as conservadoras DaColheita que, entre outros benefícios, ampliam o tempo de prateleira, proporcionam menor perda de peso pela desidratação e mantém o teor vitamínico das frutas, verduras e legumes (FLVs) por mais tempo.

A empresa instalou sua unidade de negócio na região do Vale do São Francisco em 2010. A produção se iniciou com conservadoras específicas para uva que, em pouco tempo, se transformaram em um case de sucesso. A partir de 2018, manga, frutas de caroço e figo terão conservadoras DaColheita sob medida para suas necessidades. Aplicações para outras culturas já estão em estudo. No evento também foram lançados modelos da base de movimentação Upally, destinados ao transporte e armazenamento de FLVs, tanto para o mercado interno como para exportação via aérea. Esses pallets podem representar uma redução no peso de até 90% se comparados aos de madeira. A solução conjunta (conservadoras DaColheita e Upally) pode reduzir em até 30% o custo do frete aéreo.

Vilmar Cappellaro, proprietário da Cappellaro Fruits, afirma que em outros países a conservação de frutas em EPS já acontecia há mais tempo e, percebendo seus benefícios, reuniu um grupo de fruticultores brasileiros em busca de um parceiro que atendesse às necessidades daqui. Lembra que, ao procurar a Termotécnica, percebeu que a empresa tinha know-how e lançou o desafio. “A Termotécnica acreditou na nossa proposta e, com responsabilidade, colocou uma equipe completa à nossa disposição, que realizou o desenvolvimento técnico do produto e o estudo de sua viabilidade econômica”, ressalta. Satisfeito, Cappellaro valoriza o fato da conservadora DaColheita agregar valor à fruta e da Termotécnica trabalhar em parceria com os fruticultores, o que – segundo ele – motiva parceria e evolução em todos os aspectos.

Fábio Santos, da Rede Oba Hortifruti, destaca que a conservadora DaColheita contribui com a preocupação da Oba em oferecer ao consumidor produtos sempre impecáveis e com frescor. “A conservadora DaColheita é inovadora, eficaz no armazenamento e transporte de frutas. Também contribui no aspecto visual e é um produto reciclável. Percebemos que o consumidor aprovou, prova disto é que procura e utiliza essas embalagens pós-uso para transportar suas compras para casa”, ressalta.

“A expansão faz parte do nosso plano de negócio. Reunimos os especialistas da Termotécnica que, em parceria com produtores da região, trabalham no desenvolvimento de novos modelos DaColheita para outras culturas, de acordo com a necessidade do mercado”, destaca Albano Schmidt, presidente da Termotécnica. Ele também acrescenta que a ampliação vai gerar emprego e renda para a comunidade local.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Entidades e empresários do setor plástico do Espírito do Santo articulam parceria para estimular o uso do Plástico na Agricultura

22/03/2018

Representantes do Sindiplast-ES, Incaper, Ifes, Ceasa, entre outras instituições, estão articulados na promoção do projeto Plástico na Agricultura, que estuda soluções em plástico para a área da Agricultura, visando o aumento da produtividade e a competitividade dos produtores rurais e o desenvolvimento do setor de Plásticos capixaba.

O último encontro realizado pelo grupo, no dia 13 de março, na Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo, contou com a participação de especialistas da Braskem, que apresentaram o potencial do plástico na Agricultura. O encontro reuniu representantes de instituições e empresários que atuam no Agronegócio do Espírito Santo.

Na ocasião, foi discutida uma parceria entre o Incaper, a Braskem, o Ifes e os empresários do setor para a realização de uma pesquisa aplicada, visando à ampliação dos sistemas de irrigação que utilizam lona de plástico nas lavouras de cacau e café. Em outros países, a iniciativa já é comum, mas no Brasil o sistema ainda é pouco utilizado.

O presidente do Sindiplast-ES, Gilmar Régio, ressalta a importância da ação para o setor de Plásticos. “Poderemos potencializar o uso de soluções sustentáveis do plástico no agronegócio, o que impulsiona a competitividade do Agronegócio e da Indústria do Plástico no Estado. O Sindiplast-ES vem exercendo sua missão de atuar como indutor do desenvolvimento sustentável da Indústria de Plásticos no Espírito Santo, ao apoiar projetos que estimulem a expansão do setor”, afirma.

Para o diretor técnico do Incaper, Mauro Rossoni Junior, o projeto Plástico na Agricultura aborda de maneira eficaz como o plástico pode ser reaproveitado de forma consciente e ecológica. “O projeto ainda possui um longo caminho a ser percorrido, mas demonstra grande vantagem, tanto para a agricultura quanto para o setor de Plásticos. O uso do plástico no setor Agrícola é grande, por isso é importante gerar ações sustentáveis”, declara.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Sindiplast – ES

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Kömmerling leva parceiros à feira Fensterbau, na Alemanha

21/03/2018

Trata-se do principal evento mundial dedicado a soluções para janelas, portas e fachadas

Pertencente ao grupo alemão Profine, a Kömmerling, fabricante de sistemas e perfis de PVC, levará um grupo formado por 18 pessoas – entre parceiros fabricantes e profissionais da área comercial – para visitar a feira Fensterbau, que acontece de 21 a 24 de março, em Nuremberg, na Alemanha. Nela, será exibido o que há de mais inovador em termos de soluções para janelas, portas e fachadas. A exemplo de outras edições do evento, o stand do grupo Profine, com 1.512 metros quadrados, será o maior da feira, contemplando as marcas KBE, Trocal e a premium Kömmerling.

Além da cobertura do evento, a Kömmerling também programou uma visita às instalações da matriz, em Pirmasens. “Os parceiros terão a oportunidade de conhecer todo o processo de industrialização, bem como as novas tecnologias”, informa Tonia Lima, diretora da empresa.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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Câmara de Comércio Brasil-Alemanha realiza evento em São Paulo sobre o potencial de diversificação e inovação da indústria química

20/03/2018

Diversificação e inovação podem impulsionar exportações da indústria química brasileira

Nesta sexta, 23 de março, representantes da Associação Alemã de Tecnologia Química e Biotecnologia estarão em São Paulo para falar sobre diversificação e inovação e divulgar a maior feira do setor, que se realiza em Frankfurt em junho.

A Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha realiza encontro para discutir o tema “A indústria química e seu potencial de diversificação e inovação” nesta sexta-feira, 23 de março, das 9h30 ao meio-dia, em sua sede (rua Verbo Divino 1488, 3º andar, Chácara Santo Antônio, São Paulo).

Representantes da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM) e da Associação Alemã de Tecnologia Química e Biotecnologia (DECHEMA) discutirão as tendências do setor e a importância de aprimoramento tecnológico, com foco na diversificação e inovação para exportação. A vinda de representantes da instituição alemã ao Brasil se justifica pelo fato da indústria química do Brasil ocupar, hoje, a oitava posição no mundo, com faturamento anual próximo a US$ 12 bilhões. A BASF também apresenta seu case de eficiência energética no encontro.

Por fim, será divulgada a feira ACHEMA, principal evento mundial voltado para tecnologias para a indústria química, que ocorre a cada três anos em Frankfurt, promovida pela Associação Alemã de Tecnologia Química e Biotecnologia. Neste ano, ela se realiza de 11 a 15 de junho e, no Brasil, é oficialmente representada pela Câmara Brasil-Alemanha no Rio Grande do Sul (51 3222-5766 – larissa.behling@ahkrs.com.br), que também organiza grupos para visitá-la.

Programação e inscrições pelo https://www.sympla.com.br/achema—a-industria-quimica-e-seu-potencial-de-diversificacao-e-inovacao__252921. A participação é gratuita.

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Evonik lança nova sílica para a produção de pneus verdes para SUVs e todas as estações

20/03/2018

  • Novo produto destina-se a uso em pneus especialmente largos para SUVs e em pneus de alta quilometragem para todas as estações
  • Devido à sua área superficial específica mais alta, o novo grade de sílica acrescenta uma rigidez adicional ao composto da banda de rodagem
  • Material foi apresentado na Tire Technology Expo em Hanoverde 20 a 22 de fevereiro de 2018

Segundo a Evonik, sua tecnologia Sílica/Silano, usada em pneus verdes, consegue economizar até 8% de combustível. Com o desenvolvimento do Ultrasil® 7800 GR, uma sílica com área superficial customizada que, segundo a Evonik, atende às demandas extremas dos pneus para SUVs e para todas as estações, a empresa agora dá um passo adiante em inovação. “O desafio dos pneus para SUVs é conferir rigidez suficiente, a despeito do tamanho dos pneus”, explica o Dr. Hark-Oluf Asbahr, Marketing Rubber Silica. “Com o Ultrasil® 7800 GR, nós conseguimos chegar à mistura perfeita para combinar prazer de dirigir, segurança na estrada e eficiência de recursos em um único produto”.

A Evonik afirma que o seu novo Ultrasil® 7800 GR atinge o equilíbrio perfeito de máxima aderência e mínima resistência à rolagem em pneus de superfície larga e em pneus com requisitos de alta quilometragem, como os pneus para todas as estações. Isso se deve à área superficial específica do Ultrasil® 7800 GR que, segundo a empresa, foi aumentada em comparação com o Ultrasil® 7000, mediante intensos esforços de desenvolvimento.

O emprego do novo Ultrasil® 7800 GR reforça o composto da banda de rolagem e confere a rigidez necessária aos pneus. “A resposta direta entre o pneu e o sistema de direção resulta em um aumento significativo da segurança – inclusive no caso de distâncias de frenagem curtas e molhadas”, explica Asbahr. A melhora da resistência à abrasão também contribui para o aumento da vida útil, exercendo um efeito positivo sobre a avaliação do ciclo de vida. Dessa maneira, pode-se combinar um alto nível de segurança no trânsito com menor consumo de combustível e menos emissões de CO2, mesmo com pneus esportivos, afirma a Evonik.

A despeito da alta área superficial específica, o produto é relativamente fácil de processar e permite um processo de produção eficiente e rápido na fabricação de pneus, assegura a Evonik. “A demanda por SUVs está consistentemente em alta no mundo inteiro”, diz o Dr. Bernhard Schäfer, responsável pelo segmento Rubber Silica. “É por isso que foi particularmente importante responder aos impulsos do mercado e desenvolver um novo produto que já hoje cumpre os requisitos de amanhã”.

Uma vez que os Estados Unidos são o maior mercado de SUVs, a partir de agora o Ultrasil® 7800 GR será produzido nesse país”. A Evonik respondeu à crescente demanda por sílica por meio da construção e uma nova fábrica em Charleston, Carolina do Sul, no sudeste do país. A nova planta de sílica de escala mundial deve iniciar suas operações em meados de 2018, quando também o Ultrasil® 7800 GR passará a ser fabricado no local.

Fonte: Evonik

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Entidades do setor plástico apóiam Interplast e ampliam a visibilidade da feira

20/03/2018

Três entidades representativas do setor plástico confirmaram apoio à Interplast 2018: o Instituto Brasileiro do PVC, a Plastivida e o Instituto Nacional do Plástico. A parceria viabiliza a divulgação do evento para a rede de associados das entidades, ampliando o número de expositores e visitantes da Interplast. Em contrapartida, as entidades ganham visibilidade no evento.

O Instituto Brasileiro do PVC promove o conhecimento técnico-científico sobre o PVC, considerado um material versátil que oferece soluções sustentáveis para a saúde, habitação e bem-estar. O propósito do instituto é disseminar a correta percepção da sustentabilidade do PVC na sociedade. Ele apóia fornecedores de matéria-prima, produtores e distribuidores de resina de PVC, fabricantes de aditivos e compostos de PVC, indústrias de transformação de PVC, especificadores, entidades setoriais, consumidores e recicladores.

A Plastivida tem o papel de disseminar informações corretas sobre os plásticos, seu uso responsável e pós-consumo adequado por meio do relacionamento com diversos públicos como empresas associadas, entidades, organizações e associações de classe, imprensa e formadores de opinião, órgãos governamentais e legislativos e a sociedade.

O Instituto Nacional do Plástico (INP), criado pela união da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) e do Sindicato das Indústrias de Resinas Sintéticas no Estado de São Paulo (Siresp), tem o papel de tornar o plástico mais competitivo internacionalmente. A entidade mantém programa de qualificação de mão-de-obra, promove acesso a modernas tecnologias e desenvolve normas técnicas para a fabricação de produtos com mais qualidade.

O apoio das entidades à Interplast agrega valor às empresas associadas por criar um canal de comunicação direta da feira com essa rede e, consequentemente, facilidades de acesso ao mercado plástico de Santa Catarina. A Interplast 2018 ocupará uma área de exposição de 20 mil m² e deve reunir 500 marcas em 400 estandes de expositores de máquinas, equipamentos, transformação, ferramentarias, embalagens, matérias-primas, periféricos, design e serviços. O credenciamento para visitantes já está disponível no site http://www.interplast.com.br e já concentra um número expressivo e crescente de participantes a cada semana, apesar da feira só ocorrer em Agosto.

Serviço

Interplast – Feira e Congresso da Integração da Tecnologia do Plástico
EuroMold – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos
Data: de 14 a 17 agosto de 2018
Horário: 14h às 21h
Local: Expoville – Joinville/SC – Brasil
Organização: Messe Brasil
Credenciamento de visitantes: http://www.interplast.com.br

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Novo sistema de detecção de objeto por laser da Tomra identifica objetos pretos e vidro para aumentar pureza de papel reciclado

19/03/2018

A Tomra Sorting apresenta o seu novo sistema de Detecção de Objeto por Laser (LOD), o qual, quando usado em combinação com o Autosort ou com o Finder, aumenta a capacidade de seleção dos processos, permitindo que as operações de reciclagem de resíduos urbanos, resíduos eletroeletrônicos e sucata metálica atinjam níveis únicos de pureza do produto final no mercado, afirma a empresa. Com a tecnologia Tomra laser, que seleciona com base nas características espectrais e espaciais do material processado, o novo LOD detecta materiais que a tecnologia do infravermelho próximo (NIR) é incapaz de identificar.

“A tecnologia NIR não pode detectar itens como plástico preto e borracha, vidro e outros itens de resíduos”, explica Carlos Manchado Atienza, diretor regional das Américas para a Tomra Sorting, Inc. “Ao combinar nossa nova tecnologia LOD, que pode detectar esses itens, com nossos poderosos sistemas Autosort e Finder, a Tomra mais uma vez lidera a indústria no desenvolvimento e adaptação de tecnologia para atender às constantes especificações em evolução no mercado”.

O LOD oferece às instalações de reciclagem uma solução de baixo consumo e baixo investimento para atender aos requisitos de pureza do cliente. Segundo a empresa, o novo sistema de classificação Tomra aumenta a pureza do produto final em até 4%, sem sacrificar a produtividade do circuito. Seu design modular permite que o sistema LOD flexível seja adicionado na mesma plataforma que o equipamento de classificação Tomra de última geração já existente. Alternativamente, pode ser adicionado ao circuito como sua etapa de seleção própria.

Desenvolvido para instalação e programação simples e rápidas em plantas existentes, o novo LOD é montado mecanicamente em uma plataforma. Ao contrário de outros sistemas, este arranjo permite que materiais de entrada grandes e pequenos passem sob o laser sem bloqueio.

“A LOD é o complemento perfeito para o equipamento Tomra existente dentro de uma linha de processamento para promover aos níveis de pureza que atendam aos requisitos do produto final cada vez exigentes, como o caso da China National Sword”, comenta Ralph Uepping, diretor técnico de reciclagem na Tomra Sorting. “O aumento dos níveis de pureza do produto expande o potencial do mercado e aumenta o potencial de lucro para os clientes”.

Separando vidro de papel

Ao contrário de métodos alternativos que apresentam alto consumo de energia, o novo sistema LOD da Tomra, de forma econômica, separa o vidro, material plástico e plástico preto do papel, aumentando significativamente a qualidade do produto, afirma a empresa. A tecnologia de detecção de fundo independente garante que o laser identifique os materiais não visíveis pelo NIR (infravermelho) presentes na esteira, reduzindo o ruído de fundo e dando às operações a flexibilidade para usar qualquer tipo de alimentação a linha, garante a Tomra.

De acordo com a empresa, quando combinado com a sua tecnologia de infravermelho do Autosort – seja adicionado a um sistema existente ou adicional à linha – o LOD oferece aos clientes uma solução eficiente para melhorar a qualidade do produto sem sistemas de ar que provoquem suspensão de partículas de poeira, levem a perda de papel ou aumentem tempo de indisponibilidade da linha para limpeza. Um design aberto permite que uma variedade de materiais, desde pequenos pedaços de papel até caixas grandes passem pelo laser sem medo de obstrução ou recalibração do classificador.

Aumento do valor agregado da Zorba e Zurik

Segundo a Tomra, o LOD oferece integração fácil e rápida em instalações de processamento de sucata metálica associando-se ao seu sistema Finder, que possui o Reconhecimento Inteligente de Objeto (IOR) para seleção de metais não ferrosos, como alumínio e aço inox. O LOD separa a borracha preta, o vidro e o material plástico dos produtos Zorba e Zurik, permitindo que as operações transformem essas commodities em produtos mais valiosos. A pureza do material oferecida pelo LOD pode permitir redução no controle de qualidade necessário no final do processo, reduzindo custos operacionais.

Para operações em espaços pequenos, o novo LOD pode ser instalado na plataforma Finder existente para aumentar a qualidade do produto final em 3-4% e assim atender aos novos regulamentos de importação de sucata da China em 2018. O separador baseado no sensor laser é flexível pode se adaptar a sistemas com larguras de 1.200 mm, 1.800 mm ou 2.400 mm, afirma a empresa.

Fonte: Assessoria de Imprensa Tomra

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BASF divulga resultados de 2017 e avalia perspectivas para 2018

08/03/2018

  • Quarto trimestre de 2017: Vendas de €16,1 bilhões (acréscimo de 8% comparado ao mesmo trimestre do ano anterior);  EBIT antes dos itens extraordinários de €1,9 bilhão (acréscimo de 58% comparado ao mesmo trimestre do ano anterior)
  • Acumulado de 2017: Crescimento significativo em todos os segmentos; Lucro por ação de €6,62 (acréscimo de 50%); lucro por ação ajustado de €6,44 (acréscimo de 33%); Fluxo de caixa operacional de €8,8 bilhões (acréscimo de 14%); fluxo de caixa livre de €4,8 bilhões (acréscimo de 34%); Dividendo proposto no valor de €3,10 para o ano fiscal de 2017 (2016: €3,00)
  • Panorama para 2018:;Discreto aumento nas vendas resultado de um maior volume de vendas; EBIT antes dos itens extraordinários com expectativa de nível um pouco maior do que 2017

Após um ano de sucesso em 2017, a BASF iniciou bem o ano de 2018. “No ano passado, atingimos um crescimento significativo, sendo capazes de aumentar ainda mais a nossa rentabilidade. Além disso, estabelecemos bases vitais para o desenvolvimento futuro de nossa empresa – tanto no que se refere a pessoas quanto à estratégia”, comentou o Dr. Kurt Bock, Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, na apresentação do Relatório Anual de 2017 em Ludwigshafen, Alemanha.

No quarto trimestre de 2017, o Grupo BASF registrou vendas de €16,1 bilhões, o que representa um crescimento de 8% em relação ao mesmo trimestre de 2016. Os preços aumentaram em 9%. O volume de vendas da BASF aumentou 4%, sendo impulsionado por todos os segmentos, com exceção de Óleo e Gás. Por outro lado, os efeitos cambiais negativos foram significativamente maiores, causando uma diminuição das vendas em 5%. O lucro operacional no quarto trimestre, antes dos itens extraordinários (EBIT), foi de €1,9 bilhão, apresentando um aumento de 58% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os ganhos significativamente maiores nos segmentos de Químicos, Soluções para Agricultura, Óleo e Gás, bem como em Outros compensaram os ganhos menores nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais e Produtos de Performance.

Houve uma reação mundial das atividades econômicas em 2017. “Aproveitamos o momento e aumentamos exponencialmente nossas vendas e lucros em 2017, comparados ao ano anterior”, disse Bock. A boa demanda permitiu que a BASF vendesse maiores volumes em todas as divisões, aumentando sua rentabilidade consideravelmente. Além disso, os preços mais elevados, especialmente no segmento de Químicos, também contribuíram para isso. No geral, as vendas da BASF cresceram 12%, indo para €64,5 bilhões. Um dos fatores que contribuíram foi o negócio da Chemetall, adquirido no final de 2016, que oferece soluções customizadas para o tratamento de superfície metálicas.

Os lucros da BASF aumentaram, de forma ainda mais exponencial, em aproximadamente um terço. A empresa obteve um EBIT antes dos itens extraordinários de €8,3 bilhões, com uma contribuição significativa proveniente do segmento de Químicos. As maiores margens e volumes nos negócios de Químicos básicos e intermediários mais do que compensaram as margens mais baixas em alguns dos negócios de especialidades da BASF. Os lucros no negócio de produtos químicos – que compreende os segmentos de Químicos, Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais – foram expressivamente maiores do que no ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários neste negócio foi de €7,3 bilhões, apresentando um acréscimo de 26% em relação aos números do ano anterior.

O lucro por ação aumentou de €4,42 para €6,62, equivalente a um aumento de 50%. Considerando o lucro ajustado para itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis, temos o valor de €6,44, comparado a €4,83 no ano anterior.

Melhor fluxo de caixa operacional

Os números advindos das atividades operacionais melhoraram em €1,1 bilhão no acumulado do ano, indo para €8,8 bilhões em 2017, resultado do aumento de 50% no lucro líquido, atingindo €6,1 bilhões. Diferentemente do ano anterior, a mudança no capital de giro líquido reduziu o fluxo de caixa, grande parte atribuída ao maior nível de caixa vinculado a estoques e contas a receber, por razões operacionais.

Os valores utilizados nas atividades de investimento totalizaram €4 bilhões em 2017, em comparação a €6,5 bilhões em 2016. Os pagamentos feitos para ativo imobilizado e intangível totalizaram €4 bilhões, abaixo do valor do ano anterior (€4,1 bilhões). Totalizando €4,8 bilhões, o fluxo de caixa livre foi 34% acima do nível do ano anterior. O índice de patrimônio líquido foi de 44,1% (2016: 42,6%). A dívida líquida diminuiu em €2,9 bilhões, indo para €11,5 bilhões.

Dividendo proposto de €3,10

A BASF irá propor para a Assembleia Geral de Acionistas um dividendo de €3,10 por ação, €0,10 maior do que no ano anterior. Desta forma, a ação da BASF oferece mais uma vez aos seus acionistas um rendimento de dividendos vantajoso, de 3,4%, com base no preço de €91,74 da ação no final do exercício de 2017. No total, €2,8 bilhões seriam pagos aos acionistas da BASF SE.

Evolução dos negócios nas regiões

No que diz respeito ao desenvolvimento nas regiões, Bock comentou: “Ficamos muito satisfeitos com o nosso grande crescimento na Ásia, onde obtivemos retorno dos nossos investimentos dos últimos anos. As maiores margens e volumes permitiram duplicar nossos ganhos na Ásia para €2,2 bilhões, colocando a região como a mais lucrativa da BASF.” Na Europa, o crescimento econômico se expandiu. O EBIT aumentou em 31%, atingindo €4,7 bilhões, fruto principalmente dos maiores ganhos nos segmentos de Químicos e Óleo e Gás. Apesar do crescimento nos Estados Unidos ter sido inicialmente tímido no começo de 2017, observou-se melhora ao longo do ano. Na América do Norte, a BASF aumentou o EBIT de €1,1 bilhão para €1,2 bilhão. O EBIT da BASF na América do Sul, África e Oriente Médio caiu de €432 milhões para €335 milhões.

Desenvolvimento do portfólio da BASF

No ano passado, a BASF tomou decisões importantes para adicionar ao seu portfólio negócios sólidos que apresentassem crescimento rápido. Em 2018, o segmento de Soluções para Agricultura será fortalecido com a aquisição de parte significativa do negócio de sementes e herbicidas da Bayer. “Será excelente para nosso já bem-sucedido negócio de proteção de cultivos e nossas atividades de biotecnologia. E entraremos no negócio de sementes com ativos proprietários em mercados agrícolas chave, o que também nos permitirá implementar mais rapidamente os resultados de nossa pesquisa em sementes” disse Bock.

A BASF quer adquirir o negócio global de poliamida da Solvay este ano, visando expandir a gama de plásticos de engenharia para as indústrias de transporte, construção e bens de consumo, fortalecendo seu acesso a matérias-primas. Além disso, a empresa espera melhorar o acesso a importantes mercados em crescimento na Ásia e América do Sul.

“No entanto, também desinvestimos em negócios quando acreditamos que poderiam ser mais exitosos em uma constelação diferente”, disse Bock. Por exemplo, a BASF transferiu, no fim de setembro de 2017, seu negócio de químicos para couro para o grupo Stahl, um dos principais produtores de químicos para produtos de couro. Em contrapartida, a BASF detém uma participação de 16% no grupo Stahl.

A BASF anunciou mudanças substanciais nas suas atividades de óleo e gás. Está previsto que a BASF e o grupo LetterOne façam uma fusão de suas respectivas atividades de óleo e gás em uma joint venture chamada Wintershall DEA. A nova empresa seria uma das maiores empresas independentes de exploração e produção da Europa, com excelentes perspectivas de crescimento. A médio prazo, a intenção é listar a joint venture na bolsa de valores.

Panorama para o ano de 2018

A BASF espera que a economia global e a produção de produtos químicos cresçam em 2018 aproximadamente no mesmo ritmo que em 2017. Espera-se um maior crescimento em todas as regiões e a BASF antecipa a continuação da recuperação já em curso no Brasil e na Rússia. Além dessas condições básicas normalmente positivas, a BASF, no entanto, vê maior volatilidade no mercado, sendo que o dólar americano está tendo um impacto negativo nas vendas e lucros.

Baseada em suas perspectivas, a BASF prevê as seguintes condições econômicas para 2018 (dados do ano anterior entre parênteses):

  • Crescimento econômico global de +3,0% (+3,1%)
  • Crescimento na produção global de químicos de +3,4% (+3,5%)
  • Taxa média de câmbio entre o euro e dólar de $1,20 por euro ($1,13 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) de $65 por barril ($54 por barril)

“Neste cenário queremos continuar crescendo de forma lucrativa e alcançar um ligeiro aumento nas vendas do Grupo BASF e no EBIT antes dos itens extraordinários em 2018”, disse Bock.

O aumento das vendas deve resultar principalmente do crescimento dos volumes. O aumento dos lucros será liderado por contribuições significativas dos segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Óleo e Gás. Depois do sólido resultado em 2017, a empresa espera um EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente menor no segmento de Químicos, principalmente como resultado de margens mais baixas.

A previsão para 2018 leva em consideração a aquisição acordada de partes significativas do negócio de sementes e herbicidas não seletivos da Bayer, que deverá ser concluída no primeiro semestre de 2018. Com base no momento da aquisição, na sazonalidade do negócio a ser adquirido e nos custos de integração previstos, é provável que tal transação tenha um impacto positivo nas vendas e um impacto negativo nos lucros do segmento de Soluções para Agricultura e do Grupo BASF em 2018.

A previsão não leva em consideração a fusão planejada das atividades de óleo e gás da BASF e LetterOne. Na assinatura dos acordos de transação, o lucro do segmento de Óleo e Gás não seria mais incluído nas vendas e no EBIT do Grupo BASF – retroativamente a partir de 1º de janeiro de 2018 e com os números do exercício anterior atualizados. Ao invés disso, teríamos a apresentação destes números no demonstrativo de receitas perante aos interesses minoritários do Grupo BASF como um item separado, “receitas advindas de operações descontinuadas”. A partir da data de conclusão da transação, a participação da BASF no resultado gerado pela joint venture – Wintershall DEA – seria teoricamente calculado utilizando o método de equivalência patrimonial e incluído no EBIT do Grupo BASF.

Desenvolvimento dos segmentos

Em um ambiente de mercado favorável, as vendas no segmento de Químicos cresceram no quarto trimestre de 2017 em 21%, alcançando €4,2 bilhões, resultado de preços e volumes mais altos. A BASF aumentou suas margens, principalmente de isocianatos, ácidos e polialcoois, produtos de cracker e monômeros acrílicos. Na casa do €1,1 bilhão, o lucro operacional antes dos itens extraordinários (EBIT) foi 67% superior ao do quarto trimestre de 2016. Todas as divisões registraram ganhos maiores.

No acumulado do ano, as vendas no segmento de Químicos aumentaram em €3,4 bilhões em 2017, atingindo €16,3 bilhões, atribuído principalmente a preços mais altos, especialmente na divisão de monômeros. A BASF também aumentou os volumes em todas as divisões. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €2,2 bilhões, alcançando €4,2 bilhões, fruto principalmente de maiores margens de isocianatos na divisão de Monômeros. Margens mais sólidas nas divisões de Petroquímicos e Intermediários também contribuíram para o aumento dos lucros. Um pequeno aumento nos custos fixos causou um efeito compensatório. O impacto negativo sobre os lucros em 2017 causado pelo acidente do North Harbor, na fábrica de Ludwigshafen em outubro de 2016, foi compensado pelos pagamentos do seguro.

As vendas no segmento de Produtos de Performance no quarto trimestre de 2017 aumentaram em 2%, alcançando €3,8 bilhões. O aumento dos volumes em todas as divisões e o sutil aumento de preços em geral mais do que compensaram os efeitos cambiais negativos e do portfólio. Devido à pressão contínua sobre as margens, ao fechamento temporário da fábrica de citral em Ludwigshafen e aos custos fixos mais altos, o EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu de €237 milhões para €111 milhões.

O acumulado de vendas do segmento de Produtos de Performance foi de €16,2 bilhões; €659 milhões acima do valor do exercício anterior, atribuído ao crescimento do volume em todas as divisões. Os preços de venda mais altos nas divisões de Care Chemicals e Dispersões e Pigmentos também apresentaram um impacto positivo nas vendas. Medidas relativas ao portfólio e os efeitos cambiais negativos em todas as divisões reduziram ligeiramente as vendas. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em €361 milhões no acumulado do ano, indo para €1,4 bilhão, resultado das margens mais baixas advindas de preços mais elevados das matérias-primas que não poderiam ser totalmente repassados por meio dos preços de venda.

As vendas no segmento de Materiais e Soluções Funcionais apresentaram um aumento considerável de 7% no quarto trimestre, resultado de preços mais altos atingindo €5,3 bilhões. Os custos maiores de matérias-primas levaram a margens mais baixas, causando um declínio de 42% do EBIT antes dos itens extraordinários perfazendo €267 milhões. Além disso, os custos fixos mais elevados impactaram negativamente os ganhos.

No acumulado de 2017, as vendas aumentaram em €2 bilhões, alcançando €20,7 bilhões, fruto de preços e volumes mais altos, bem como da aquisição do negócio da Chemetall, adquirido da Albemarle em dezembro de 2016. Os efeitos cambiais provocaram uma leve redução nas vendas.

O crescimento dos volumes foi em grande parte atribuído à maior demanda de produtos da BASF para as indústrias automotiva e de construção. O EBIT antes dos itens extraordinários, de €1,6 bilhão, apresentou uma queda de €329 milhões nos números de 2016, principalmente devido a margens mais baixas e maiores custos fixos. Encargos especiais foram registrados em 2017, relacionados aos custos de integração, juntamente com a aquisição da Chemetall e a aquisição do negócio do grupo Henkel, da Europa Ocidental, de materiais de construção para usuários profissionais.

As vendas no segmento de Soluções para Agricultura aumentaram 4% no quarto trimestre, atingindo €1,3 bilhão. Os volumes significativamente maiores mais do que compensaram a queda dos preços e efeitos cambiais negativo. Comparado ao mesmo trimestre do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou 162%, indo de €128 milhões para €207 milhões.

As vendas do acumulado do ano no segmento de Soluções para Agricultura; aumentaram €127 milhões, alcançando €5,7 bilhões, resultado de maiores volumes de vendas. Em um ambiente de mercado continuamente difícil para os produtos de proteção de cultivos, o crescimento das vendas foi impactado negativamente pela queda de preços, principalmente na América do Sul, e pelos efeitos cambiais negativos. O EBIT antes dos itens extraordinários foi de €1 bilhão, apresentando um declínio de €54 milhões no mesmo período do exercício anterior. O ligeiro declínio foi devido a uma menor média das margens advinda de um mix de produtos diferente e à difícil situação do mercado no Brasil. Os lucros também foram impactados negativamente pela paralização das unidades de produção em Beaumont, Texas e Manatí, Porto Rico, por causa dos furacões. Houve um leve aumento dos custos fixos.

No segmento de Óleo e Gás, as vendas do quarto trimestre de 2017 diminuíram 7%, indo para €862 milhões, resultado de menores volumes. Entretanto, os preços mais elevados de óleo e gás impactaram os lucros positivamente. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €97 milhões, alcançando €260 milhões.

No acumulado do ano, as vendas no segmento de Óleo e Gás aumentaram em €476 milhões em relação ao mesmo período do exercício anterior, indo para €3,2 bilhões, fruto de preços e volumes mais elevados. O preço médio do barril de petróleo (Brent) foi de US$54 em 2017 (ano anterior: US$44). Os preços do gás nos principais mercados europeus aumentaram 25% em relação ao ano anterior. O crescimento do volume foi impulsionado por maiores volumes de vendas de gás. Os volumes de produção corresponderam ao nível do ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários cresceu em €276 milhões, alcançando €793 milhões em 2017, devido, principalmente, ao aumento dos preços do petróleo e do gás, bem como ao lucro oriundo da participação da BASF no campo de gás natural Yuzhno Russkoye. Medidas abrangentes destinadas a otimizar projetos de exploração e tecnologia, bem como a implementação exitosa de medidas de economia de custos operacionais também impactaram positivamente. O lucro líquido aumentou em €357 milhões, atingindo €719 milhões.

As vendas no segmento Outros cresceram no quarto trimestre de €518 milhões para €608 milhões. O EBIT antes dos itens extraordinários melhorou de menos €386 milhões para menos €38 milhões, sobretudo como consequência dos efeitos da valorização do programa de incentivo a longo prazo da BASF.

As vendas do acumulado do ano no segmento Outros aumentaram €224 milhões, comparadas a 2016 indo para €2,2 bilhões, resultado principal dos maiores preços de vendas de matérias-primas. Com o número de menos €764 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários em Outros foi de €286 milhões no mesmo exercício do ano anterior. Esta melhoria nos lucros também é atribuída aos efeitos de valorização do programa de incentivo a longo prazo.

Fonte: BASF

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Projetos da Saertex são finalistas no JEC Innovation Award 2018

07/03/2018

A premiação JEC Innovation Award, que é entregue durante a exposição JEC World em Paris, na França, é considerada a mais importante competição da indústria de compósitos. A Saertex, empresa líder na fabricação de tecidos multiaxiais e materiais de reforço, inscreveu três projetos e todos foram selecionados como finalistas. A cerimônia de premiação acontece no dia 7 de março. A Saertex já levou para casa estes prêmios cobiçados em 2014 e em 2017.

Neste ano, a Saertex, empresa familiar da região de Münsterland, Alemanha, participa na categoria “Rail Vehicle” (veículos ferroviários), junto com as empresas SMT e a Alan Harper, com um projeto que envolveu a renovação de painéis do piso em 66 trens do Deutsche Bahn ICE, removendo a madeira e introduzindo os materiais compósitos retardantes à chama Saertex LEO com fibra de vidro.

Na categoria “Marine” (náutico), o Saertex LEO integrou o design de um solário (dock) completo em compósitos para um navio de cruzeiro de 110m de comprimento, construído em parceria com o estaleiro Meyer/Neptun em Papenburg (Alemanha).

Na categoria “Construction and Infrastructure” (construcao e infraestrutura), o carbono autoadesivo SAERfix foi usado para reparar uma tubulação de concreto reforçado que estava em condições precárias. O projeto (foto), desenvolvido em associação com o cliente espanhol Grupo Navec, apresentou excelente resultado, afirma a empresa. Neste caso, A Saertex e a Henkel são as coinovadoras do projeto sob a liderança do Grupo Navec.

A premiação JEC Award é concedida por um júri de especialistas durante a realização da JEC World em Paris. A premiação é um reflexo da força de inovação das empresas do setor de materiais compósitos, sendo premiadas um total de 10 categorias.

Criada em 1982, em Saerbeck, Alemanha, a Saertex é líder na fabricação de tecidos multiaxiais e materiais de reforço, os quais conferem redução de peso, aumento de rigidez e alta resistência à corrosão. Atualmente, oferece uma ampla variedade de itens, tais como os tecidos técnicos em fibras orientadas, a manta moldada SAERcore, o complexo sanduíche SAERfoam, os tecidos auto-adesivos SAERfix, os materiais compósitos retardadores de fogo Saertex LEO e a tecnologia de reabilitação de tubulação Saertex-Liner (Saertex multiCom).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Saertex

Evonik promove novo núcleo de espuma de acrílico para aplicação em estrutura sanduíche de compósitos durante a JEC World em Paris

02/03/2018

Um novo desenvolvimento da Evonik Industries em tecnologia de materiais de núcleo faz sua estreia na JEC World 2018 em Paris. O novo integrante da família de produtos Performance Foam é o Rohacryl™ uma espuma estrutural baseada na química do acrílico, com alto potencial para aplicações em compósitos.

Segundo a Evonik, a espuma Rohacryl™ é uma solução de material de núcleo com excelentes propriedades mecânicas, além de apresentar estabilidade térmica e de ser leve, fácil de processar e ambientalmente amigável.

Esse produto é a mais nova solução em materiais da linha Performance Foams, um negócio que já conhecido por oferecer a espuma de alto desempenho Rohacell® PMI. Seus produtos para materiais de núcleo estrutural são empregados há mais de 40 anos em indústrias que incluem os setores aeroespacial, automotivo, eletrônico, de tecnologia médica, equipamentos esportivos e outros. Com o lançamento do RohacrylTM, a Evonik dá o próximo passo na expansão de seu portfólio de produtos para o mercado mundial de compósitos.

O que motivou o desenvolvimento inicial do Rohacryl™ foi a tendência na indústria de energia eólica por pás de turbina cada vez maiores e que precisam cumprir requisitos altamente exigentes. De maneira ideal, os materiais usados na produção de pás devem ser leves e ao mesmo tempo oferecer melhores propriedades mecânicas e, simultaneamente, a habilidade de continuar estáveis na cura a altas temperaturas. As diversas soluções em materiais disponíveis no mercado ou ofereciam boas propriedades mecânicas ou resistiam a altas temperaturas de cura, mas antes do lançamento da espuma Rohacryl™ nenhuma solução em material de núcleo podia oferecer as duas características em um único produto, afirma a Evonik. Outras indústrias com métodos de produção e necessidade de eficiência similares podem também achar o novo produto interessante para suas aplicações.

Uma amostra do Rohacryl™ será apresentada no estande da Evonik na feira (J40, hall 5). Representantes da empresa estarão presentes para compartilhar detalhes do produto e discutir se esta é a solução perfeita em material de núcleo para os clientes interessados.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Dow lança tecnologia para sapatos esportivos casuais na FIMEC 2018

02/03/2018

Tendência de consumo global que alia conforto e estética é inspiração para nova solução destinada aos fabricantes de solas e entressolas

Pelo 3º ano consecutivo, a Dow participa da FIMEC (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Equipamentos e Máquinas para Calçados e Curtumes), de 6 a 8 de março, em Novo Hamburgo (RS), e apresenta um lançamento para o mercado de solas e entressolas. Segundo a Dow, o novo elastômero de poliuretano Enerlyte™ é um sistema de alto desempenho que permite a criação de calçados, ao mesmo tempo, leves, confortáveis, duráveis e esteticamente bonitos. A solução atende à tendência dos chamados sapatos “esportivos casuais”, expressão que se originou do inglês athleisure (junção de athletic e leisure) e que já tem como adeptos grandes marcas e estilistas no mundo todo.

Durante o evento, a companhia também promoverá suas soluções para calçados já conhecidas do mercado, Voralast™ GT, voltados à segurança, e o Voralast™ Soft Touch, para o público masculino. Além disso, reforçará sua parceria com a Agile, empresa do grupo italiano POZZI, especialista no setor. O trabalho conjunto tem como foco o desenvolvimento de sistemas de poliuretano para solas, entressolas e palmilhas. As companhias seguem confiantes no mercado, que registrou aumento das exportações e teve uma leve recuperação interna em 2017, e deve manter um ritmo positivo também em 2018.

As empresas estão destinando seus esforços aos segmentos de calçados casuais, casuais esportivos e de segurança, que têm um grande potencial de crescimento. Segundo a Dow, no setor de segurança, por exemplo, o seu VoralastTM GT é resistente à hidrólise, diferentemente das tradicionais soluções de poliuretano. No segmento casual, a Dow tem um amplo portfólio para atender as necessidades dos clientes.

Para isso, dentro do negócio de Poliuretano, a Dow conta com a divisão ComfortScience, que desenvolve inovações para proporcionar a experiência mais confortável possível ao consumidor final. “Conforto é fundamental para alcançar uma boa qualidade de vida e garantir a sensação de bem-estar”, comenta Nilton Manfrotti, executivo de vendas do negócio de Poliuretanos da Dow no Brasil.

“Estamos acompanhando de perto, com nossos clientes, os seus maiores desafios técnicos e operacionais, bem como suas aspirações à criação de sapatos. Contamos com a Dow como nosso parceiro tecnológico e seguimos preparados para atender às demandas, oferecendo soluções modernas, mais produtivas e melhor custo-benefício”, ressalta Edgard Mingoni, diretor da Agile.

Enerlyte™

De acordo com a Dow, o seu elastômero de poliuretano Enerlyte™ possui uma composição e morfologia particulares, superior aos sistemas de poliuretano tradicionais, que melhora o desempenho de solas e entressolas em calçados esportivos, de caminhada e casuais. Seu baixo peso reduz o cansaço em percursos de média e longa distância, além de contribuir com a durabilidade do produto final, já que tem boa adaptação aos pés, flexibilidade, resistência à tração, ao desgaste e à hidrólise, afirma a empresa. “A nova tecnologia também se destaca no sensorial, já que transmite a sensação natural de borracha e tem excelente amortecimento, inclusive em baixíssimas temperaturas (até -20ºC)”, ressalta Manfrotti.

Para os fabricantes e convertedores, o Enerlyte™ tem outras vantagens: supera o EVA e espumas padrão de PU em relação rebote e retorno de energia, oferecendo maior amortecimento e resistência, garante a Dow. A empresa também relata que o produto garante alta estabilidade dimensional, processamento mais fácil e melhor produtividade, o que aumenta a quantidade de sapatos acabados, garante a Dow.

Linha Voralast™

A Dow afirma que O Voralast™ GT é uma solução que se adapta a rigorosas condições de uso, trazendo mais desempenho, segurança e conforto, sendo por isso indicada para botas e calçados de segurança (EPI) já que possui resistência à hidrólise, além das resistências tradicionais do poliéster a hidrocarbonetos e ácidos. Isso resulta em um melhor desempenho funcional e mais economia, sem a utilização de aditivos de alto custo na produção. Possui mais aderência, tração em superfícies variadas e durabilidade, segundo a empresa. Devido ao conforto proporcionado pela tecnologia, é ideal para calçados usados por longos períodos do dia.

O Voralast™ Soft Touch oferece mais funcionalidade, com toque macio. Segundo a Dow, a combinação para formulações diferenciadas de polióis e pré-polímeros proporciona uma sensação agradável, similar ao toque macio da borracha, perfeitos para calçados sociais masculinos – que precisam de flexibilidade e conforto. Com boas propriedades mecânicas, tem memória de elasticidade, e baixa abrasão, além de oferecer resistência ao atrito. Sua formulação é inovadora, com composição à base de éter e livre de ftalatos (compostos nocivos à saúde e de complexa biodegradação), sendo 40% mais leve em comparação a materiais termoplásticos típicos e 25% mais leve que outras borrachas, assegura a empresa.

A linha Voralast™ conta ainda com soluções que oferecem leveza, resistência e conforto para a produção de sandálias, chinelos e sapatos femininos, além de esportivos.

Fonte: Dow

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Programa de logística reversa de compósitos supera meta inicial

02/03/2018

Iniciativa foi responsável pelo recolhimento de 2.100 kg de peças de ônibus em Curitiba

O programa de logística reversa de peças de compósitos superou a meta inicial de recolhimento de resíduos. Criado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco) e em operação na cidade de Curitiba (PR), foi responsável pela destinação de 2.100 kg de resíduos, ou 110% do projetado para a primeira fase – 1.900 kg, considerando o período de setembro de 2016 a dezembro de 2017, conforme estabelecido junto à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Paraná (SEMA). A partir de agora, a meta de reciclagem passa a ser anual, sendo prevista a coleta mínima de 1.500 kg de compósitos em 2018.

“Estamos satisfeitos com o resultado, pois conseguimos implantar um modelo efetivo de logística reversa para os compósitos, mesmo num cenário de intensa retração econômica. Trata-se de uma iniciativa inovadora globalmente, que poderá ser replicada não somente em outros estados, mas também em toda a América Latina”, comenta Gilmar Lima, presidente da Almaco.

De início, o programa contempla a logística reversa de componentes de ônibus, como tetos, grades e para-choques. Os aspectos práticos ficam a cargo da Geoquímica, empresa responsável por recolher as peças de compósitos em oficinas e garantir a destinação correta – no caso, o coprocessamento em fornos de cimenteiras. Localizada em São José dos Pinhais (PR), a Geoquímica já trabalha com a logística reversa de embalagens de lubrificantes e filtros automotivos.

“A maior dificuldade que ainda enfrentamos é conscientizar toda a cadeia de geração de valor sobre a importância desse programa. Além de fazer bem ao planeta, é vital para que o setor de compósitos continue competindo e crescendo de forma sustentável”, afirma Lima. Hoje em dia, o plano elaborado pela Almaco conta com o apoio da consultoria Masimon e de nove empresas da cadeia produtiva de compósitos: Ashland, CPIC, Jushi, Marcopolo, Mascarello, Morquímica, Neobus, Owens Corning e Tecnofibras. Também colaboram com o projeto a Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (FABUS) e o Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE). “É importante ressaltar o enorme apoio que tivemos da Secretaria do Meio Ambiente do Paraná”.

A fiscalização já começou e a responsabilidade pelo pós-consumo passou a ser dos fabricantes das peças. Caso não façam parte do programa, estarão sujeitos a multas pesadas – já foram registradas no Paraná autuações de mais de R$ 150 mil para as empresas que descumpriram acordos de logística reversa.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, trens e aviões.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Almaco

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Faturamento global da Solvay alcançou 10,1 bilhões de Euros em 2017

01/03/2018

  • Lucro líquido alcançou 939 milhões de euros
  • Faturamento na América Latina foi de 1,2 bilhão de dólares, sendo 1 bilhão de dólares no Brasil

O Grupo Solvay alcançou um faturamento de 10,1 bilhões de euros em 2017, registrando 6% de crescimento em relação a 2016, quando comparado com o mesmo escopo de atividades, segundo anúncio feito em 28/2, na sede do grupo, em Bruxelas, Bélgica.

O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 2,23 bilhões de euros, com uma elevação de 7,5% sobre 2016. A margem sobre o EBITDA em 2017 foi mantida em 22%, um índice altamente relevante para a indústria química em geral.

O lucro líquido em uma base subjacente alcançou 939 milhões de euros em 2017. Os ganhos por ação, em base recorrente, registraram aumento de 26%, puxados pelo crescimento de 9% do EBIT, pela redução dos encargos financeiros e pelo efeito positivo da diminuição da taxa de impostos. A empresa obteve em 2017 uma geração de caixa de 871 milhões de euros, que representou um aumento de 19% sobre 2016.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, 2017 marcou outro ano bem sucedido para a companhia. “O crescimento de 8% dos volumes foi complementado com o progresso contínuo na entrega de valor sustentável. Tendo em vista as nossas perspectivas, esperamos para 2018 atingir ou exceder os objetivos de três anos estabelecidos em 2016”, disse.

Agora que a Solvay se transformou em uma empresa de materiais avançados e de especialidades químicas – acrescentou Clamadieu – a principal prioridade atual é alinhar a organização, aumentar a eficiência e o foco no cliente, e contribuir para um crescimento de mais orgânico dos volumes de produção.

Resultados na América Latina

Na região da América Latina, o Grupo Solvay obteve um faturamento em 2017 da ordem de 1,2 bilhão de dólares, dos quais 1 bilhão de dólares foram obtidos com vendas no Brasil. As exportações de produtos feitas a partir do Brasil cresceram 28% em 2017 em relação ao ano anterior, somando o total de US$ 212 milhões.

Segundo José Borges Matias, presidente do Grupo Solvay na América Latina, o bom desempenho na região se deveu ao lançamento de inovações, à otimização das plantas industriais, aos esforços de competitividade e de uma atuação muito próxima dos clientes.

Os investimentos do Grupo Solvay na região mantiveram seu patamar histórico, em torno de 50 milhões de euros, que foram empregados em aumento de capacidade de produção, melhoria de processos produtivos, além de implantação de tecnologias e desenvolvimento de novos produtos.

Esse nível de aplicação de recursos – segundo Matias – deve ser mantido para 2018, tendo em vista projetos que estão sendo realizados em todas as unidades industriais do Grupo, e na contínua modernização dos processos produtivos da empresa.

O Grupo Solvay atua na América Latina em diversas atividades do setor químico, contando com 10 unidades industriais (incluindo joint ventures) e escritórios comerciais em todos os países da região.

Fonte: Solvay

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Braskem se une com produtores para o desenvolvimento de embalagens para exportação de frutas

01/03/2018

Parceria entre empresas brasileiras vai garantir mais qualidade e proteção ao mamão papaia

Para fortalecer suas vendas externas e aumentar sua rentabilidade, o grande desafio do fruticultor brasileiro é garantir a proteção e a conservação de seus produtos até que cheguem às mãos do consumidor. Atenta às demandas do agronegócio brasileiro, a Braskem desenvolveu, em parceria com clientes, uma nova solução em plástico exclusiva para o mercado de mamão papaia.

A petroquímica trabalhou junto com a Union of Growers of Brazilian Papaya (UGBP), empresa de produtores de Linhares (ES) – região conhecida como capital nacional da exportação de mamão. Juntas, as empresas desenvolveram uma embalagem mais segura e atrativa e o grande desafio foi encontrar um filme apropriado para a aplicação e que não prejudicasse a fruta. “A gente queria oferecer um ganho de qualidade ao consumidor e fixar a nossa marca. Para isso, conseguimos desenvolver juntos uma embalagem que atendesse a todos os requisitos”, afirma Rodrigo Martins, diretor da UGBP.

Agora, o mamão papaia é exportado para outros países envolvido em um filme de polietileno, que confere a qualidade, segurança e estética que os agricultores capixabas desejavam. Segundo Martins, a utilização do plástico pode reduzir alguns dos prejuízos mais comuns às frutas no mercado. Após diversos testes, constatou-se que a embalagem permite a maturação mais uniforme da fruta, garante a proteção contra contaminações e aumenta o tempo de exposição nas bancas em até quatro dias.

A nova embalagem já está disponível no Brasil e nos Estados Unidos – um dos principais consumidores de mamão papaia no mundo – nas versões individual e caixa. “A parceria com os produtores da UGBP foi muito produtiva e bem-sucedida. Nosso maior desafio foi alinhar a tecnologia da nossa resina com as demandas dos agricultores, sempre visando os desejos do consumidor em mercados tão diferentes, no Brasil e no exterior. Foi mais um teste bem sucedido para o portifólio da Braskem no setor de embalagens”, observa Albertoni Bloisi, responsável pela área de Desenvolvimento de Mercado na Braskem.

Com produção média de 600 toneladas de papaia por mês, a UGBP exporta para França, Alemanha, Itália, Holanda, Portugal, Polônia, Espanha, Inglaterra, Canadá e Estados Unidos. No mercado nacional, a organização vende para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Fonte: Braskem

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Terceira edição da innovapack está confirmada para agosto

23/02/2018

Evento acontecerá no Transamerica Expo Center, de 21 a 23 de agosto em 2018

A innovapack é o principal encontro de negócios focalizado em embalagens para alimentos e bebidas, com soluções em matérias-primas, convertedores de embalagens, design e soluções sustentáveis. O encontro reúne fabricantes, fornecedores e distribuidores dessa cadeia, com profissionais ligados ao marketing de produto, diretores e gerentes de marca, engenheiros de alimentos e embalagens, além de decisores que atuam nos setores comerciais e de trade, marketing, design, processos, custos e compras.

A innovapack acontece em paralelo à Food ingredients South America (FiSA). Entre as atrações já confirmadas pela organizadora do evento, a UBM Brazil, está a Packaging Innovations Gallery, vitrine Premium, que promove as principais inovações do setor, e a grade da Conferência innovapack, com a participação dos principais pesquisadores e companhias de inteligência de mercado. No pavilhão acontece também o Seminar Sessions, sessões de 30 minutos com os lançamentos e novas tecnologias das empresas, ministradas por líderes de mercado.

“O evento acontece em paralelo à Fi South América, evento global de ingredientes alimentícios e possui total sinergia com a indústria de embalagens para alimentos e bebidas. Estou confiante na 3ª edição da innovapack e tenho certeza de que será uma edição de sucesso.” Afirma Márcia Gonçalves, a nova gerente do evento.

Em 2017, 88% dos visitantes declararam ter participação na decisão de compra de suas empresas. Do público total, 32% eram diretores ou ocupavam cargo superior, 34% eram gerentes e 13% analistas ou assistentes.

Serviço:
innovapack 2018
De 21 a 23 de agosto de 2018, das 13h às 20h
Local: Transamerica Expo Center
Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387
Santo Amaro, São Paulo (SP)
Site: innovapackexpo.com

Fonte: innovapack

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Evonik inaugura nova fábrica para a produção de poliamida 12 em pó na Alemanha

23/02/2018

  • Unidade vai atender à alta demanda de mercados atraentes como: impressão 3-D e revestimento metálico
  • Investimento impulsiona a sua linha de crescimento “Smart Materials” e consolida aliderança da Evonik no mercado de poliamidas 12 especiais em pó
  • Valor investido se situa na faixa média dos dois dígitos de milhões de euros.

A Evonik Industries inaugurou mais uma linha de produção de poliamidas 12 (PA 12) especiais em pó, marca Vestosint®, em seu maior complexo industrial global, em Marl, na Alemanha. A nova unidade produzirá pós de alto desempenho sobretudo para o mercado de impressão 3-D, que está em franca expansão, com taxas de crescimento de dois dígitos.

“A poliamida 12 faz parte do nosso motor de crescimento estratégico, Smart Materials, que tem como objetivo o aumento do desempenho e da eficiência de produtos, com materiais aprimorados. Ampliamos de modo significativo a nossa unidade em Marl de poliamida 12 em pó, a fim de apoiar o desenvolvimento de tecnologias orientadas ao futuro, como a impressão 3-D, por meio de soluções inovadoras”, diz Harald Schwager, vice-presidente da Diretoria Executiva da Evonik Industries.

O volume do investimento na nova planta de Vestosint® se situa na faixa média de dois dígitos de milhões de Euros. Com a nova unidade, a Evonik aumenta em 50% a sua capacidade anual de produção de PA 12 em pó. A empresa de especialidades químicas fabrica seus pós de alto desempenho a partir da PA 12 granulada mediante a adoção de um processo exclusivo, em sua rede de produção integrada, para produtos de poliamida 12.

“A nova capacidade de produção nos permitirá desempenhar um papel de destaque ainda maior no crescimento global de mercados atraentes como as indústrias de revestimentos ou de impressão 3-D”, explica Claus Rettig, presidente da Diretoria Executiva da Evonik Resource Efficiency GmbH. “Além disso, podemos desenvolver novos pós poliméricos customizados com ainda mais rapidez e flexibilidade para apoiar o forte crescimento dos nossos clientes e, em consequência, do nosso negócio de poliamida 12 em pó”.

A Evonik comercializa o polímero de poliamida 12 em pó sob a marca Vestosint® para aplicação, por exemplo, no revestimento de utensílios domésticos metálicos, cestos de lavadoras de louça, na indústria automotiva ou em tecnologia médica. Além disso, há anos a Evonik desenvolve pós poliméricos especiais que permitem a produção industrial de componentes de alta tecnologia com impressão 3-D. O Vestosint® foi  otimizado para a tecnologia 3-D em termos de processamento e perfil de propriedades, afirma a Evonik

A Evonik desenvolve materiais customizados para aplicações com alto nível de exigência há mais de 50 anos. A empresa afirma ser líder global na produção de polímeros de poliamida 12, produtos de grande demanda em mercados altamente atraentes como as indústrias automotiva e de petróleo e gás, a área médica e o setor de materiais esportivos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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PICPlast divulga pesquisa apontando o perfil e expectativas do transformador de plástico no Brasil

23/02/2018

Estudo mostra os principais interesses dos empreendedores da indústria de transformação.

O transformador de plástico no Brasil busca por iniciativas que o ajude a vender mais (59,4%) e acredita que inovação em produtos (49,3%) é o caminho para o crescimento. É o que mostra o estudo de mercado encomendado pelo PICPlast, Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, uma iniciativa setorial da Abiplast e da Braskem. Para 59,4% desta amostra, abrir novos mercados é a prioridade.

A pesquisa revelou ainda o perfil destes empresários: homens (78,1%), com mais de 35 anos (82,3%) e com escolaridade superior à graduação (86,7%), que conduzem empresas familiares (70,1%), com 50 a 500 funcionários (61,5%), localizadas no estado de São Paulo (46,8%).

O estudo também mostra a participação de diferentes áreas da transformação. Para a produção de filmes (ramo de 55,8% dos participantes da pesquisa) são usados equipamentos de extrusão onde a matéria-prima fundida forma filmes flexíveis que, posteriormente, serão transformados em embalagens. Já para a injeção de plásticos (31,7%), são usadas máquinas que injetam o material fundido sob pressão no interior de um molde, formando peças de formatos e aplicações diversas. Outro tipo de transformação do material plástico que aparece em destaque é o sopro-extrusão (20,5%) que produz, por exemplo, frascos para alimentos e bebidas, através da aplicação de ar comprimido que expande o material fundido dentro de um molde.

A pesquisa traz também a participação do setor da reciclagem dos materiais plásticos (9%) onde há a fabricação de grânulos de material reaproveitado que retornarão à cadeia produtiva na forma de novos produtos plásticos, evitando a extração de novos recursos naturais e aplicando o contexto da economia circular.

As empresas ouvidas produzem os mais diferentes tipos de produtos, principalmente embalagens para alimentos e bebidas ou tampas (37,4%). Bobinas plásticas (29,5%), produtos para agronegócios (22,3%), construção civil (18,7%) e embalagens para cosméticos (15,1%) também aparecem com grande relevância entre os itens produzidos.

Investir em renovação tecnológica, principalmente na área de processos e equipamentos, é o desejo de 38,5% dos empresários. O mercado e a concorrência são considerados os principais desafios para o crescimento para cerca de 30% dos entrevistados. Os empreendedores da indústria do plástico têm interesse em iniciativas voltadas à eficiência operacional, comprovado pelos percentuais altos daqueles que querem reduzir perdas (67,7%) e aumentar o controle de qualidade (61,2%).

Para atender a estas demandas, o PICPlast realiza, ao longo do ano, uma série de ações que visa beneficiar os atuantes do setor. Desde 2013 já foram investidos cerca de R$ 15 milhões em iniciativas direcionadas aos transformadores. São projetos que auxiliam desde o pensamento com foco em inovação até gestão financeira e controle de qualidade.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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Solvay apresentou um portfólio ampliado de especialidades de sílica durante a feira Tire Tech Expo em Hannover

23/02/2018

Participando da Tire Tech Expo, a Solvay compartilhou os seus resultados promissores em relação aos pneus agrícolas, para caminhões e para inverno. Uma conferência especial liderada pelo especialista em sílica, Dr. Thomas Chaussée (Gerente Global de Pesquisa e Desenvolvimento para pneus), divulgou os resultados na quarta-feira, 21 de fevereiro.

“Estamos orgulhosos em divulgar que o Premium SW confirma seus resultados inovadores em pneus para caminhões e seu status de solução em relação às próximas regulações neste mercado”, disse Thomas Chaussée antes de acrescentar que “nós também compartilhamos com os participantes da conferência como a Sílica Solvay pode contribuir com os desafios de pneus agrícolas e continuar otimizando o desempenho dos pneus de inverno “.

“As equipes de sílica Solvay estão muito próximas do mercado e nós investigamos continuamente as tendências e necessidades nos diferentes segmentos de mercado e aplicações”, afirma An Nuyttens, presidente da Unidade Global de Negócios de Sílica da Solvay. “É por isso que estamos ampliando nosso portfólio de especialidades, pois queremos acompanhar nossos clientes ao longo do caminho que eles escolherem”.

A Tire Tech Expo é considerada como o fórum mais efetivo e eficiente do mercado de pneus para networking e encontros empresa-a-empresa.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay Sílica

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Planta de recuperação de plásticos da Montello SpA, na Itália, utiliza 40 máquinas Tomra para separação de resíduos

20/02/2018

Quarenta máquinas da Tomra com inovadora tecnologia de sensores permitem que o centro da Montello SpA, localizado perto de Bérgamo, Itália, dê uma segunda vida às toneladas de plástico pós-consumo que chegam de toda região de Lombardia.

Montello SpA, Bérgamo é uma história de sucesso e um exemplo de reconversão industrial visando a economia verde. O redirecionamento da empresa remonta a 1996, quando, no período de crise da indústria siderúrgica, a administração decidiu suspender a produção de barras de ferro para construção civil e se transformar em um dos mais avançados centros de tratamento de resíduos da Europa, o único na Itália que realiza o ciclo completo.

Foi uma decisão acertada. Atualmente, Montello S.p.A. ocupa uma área industrial de 350.000 m2, sendo 120.000 m2 cobertos. A empresa emprega cerca de 500 funcionários. A tecnologia permeia toda a empresa, que conta com máquinas de seleção ótica da Tomra Sorting Recycling capazes de identificar os diferentes tipos de plástico. Apenas uma percentagem pequena ocorre manualmente.

Cerca de 150 mil toneladas de embalagens de plástico pós-consumo são recuperadas e recicladas. Isso representa, para o meio ambiente, cerca de 200 mil toneladas de emissões de CO2 por ano. Além disso, a empresa faz triagem e tratamento de cerca de 300 mil toneladas de resíduos orgânicos coletados separadamente, da qual a empresa extrai o biogás (para a produção de energia que alimenta suas instalações) e fertilizantes de qualidade.

A colaboração com a Tomra Sorting Recycling se deu desde o início. Em 1999, foi construída a primeira planta de seleção automática na Itália para selecionar garrafas plásticas de acordo com os requisitos do consórcio italiano para reciclagem e recuperação de plásticos, COREPLA (PET transparente, PET azulado, PET colorido e PEAD). Segundo a Tomra, esta escolha foi tão eficaz que o fluxograma do processo definido nesta primeira instalação ainda é considerado como referência em todas plantas de triagem COREPLA equipadas com sistemas de seleção baseada em sensores.

Hoje, a planta Montello possui 40 máquinas de seleção Autosort, que são usadas principalmente para selecionar e reciclar embalagens plásticas pós-consumo.

As máquinas Autosort da Tomra combinam sensores de espectroscopia NIR (infravermelho próximo) e VIS (espectro visível) em um sistema de seleção modular que rápida e precisamente reconhece e separa grande quantidade de material de acordo com o seu tipo e composição, obtendo assim frações de cada material com grande pureza. A tecnologia NIR é utilizada para a detecção dos polímeros e a tecnologia VIS para as cores.

Além das embalagens plásticas de Milão e Bergamo, 60% do plástico proveniente da Lombardia também chega na planta de Montello. No caso de Milão (através da empresa de coleta de resíduos AMSA), junto com os plásticos são levadas as latas de alumínio, que também são selecionadas.

O trabalho de triagem é realizado através de peneiras, balísticos e aspiradores, mas, acima de tudo, pelos separadores Autosort da Tomra de alta resolução NIR (infravermelhos), distribuídos em 6 linhas diferentes; a separação é realizada por tipo de polímero e, no caso das garrafas de PET, também por cor, a uma velocidade de 3 m/s. A matéria-prima secundária obtida é subdividida em: flakes de PET (politereftalato de etileno), grãos de resina de PEAD (polietileno de alta densidade) de frascos como detergentes, grãos de resina de LDPE (polietileno de baixa densidade) e poliolefinas misturadas, provenientes de sacos de compras e embalagens de filme plástico.

A matéria-prima secundária é revendida para produção de novas embalagens, objetos, recipientes, material de construção, vasos e outros itens plásticos. Além disso, tem um produto acabado que é produzido em Montello: a geomembrana estruturada, que é usada como isolante na construção.

Nestas instalações, 80% de plástico é transformado em matéria-prima secundária e outros 20% em combustível derivado de resíduos (usado como substituto do carvão de coque em cimenteiras e alto fornos). Nada é enviado para o aterro sanitário.

“Entre as tecnologias aplicadas ao nosso sistema de produção, as soluções fornecidas pela Tomra garantem ótimo desempenho e estamos muito satisfeitos com isso”, disse Angelo Giavazzi, o diretor técnico de Produção da Montello S.p.A.

Esta planta ocupa o primeiro lugar na Itália entre as instalações da COREPLA devido à quantidade de material que processa por ano e à eficiência da separação. Isso também é possível graças a tecnologia da Tomra Sorting Recycling.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Setor de celulose e papel deve impulsionar a demanda por tanques de PRFV, avalia Tecniplas

20/02/2018

Empresa é a maior fabricante brasileira de reservatórios de Plástico Reforçado com Fibra de Vidro

A continuidade da expansão do setor de celulose e papel, na esteira da demanda internacional aquecida, e a esperada definição no campo político devem contribuir para a retomada econômica. Essas são as expectativas para 2018 da Tecniplas, maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro).

“As plantas de celulose e papel especificam equipamentos mais complexos e de alto valor agregado, em linha com o que estamos acostumados a produzir. E a estabilidade política tende a deixar as empresas mais seguras para investir”, comenta Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas. Ele ressalta, porém, que é difícil cravar um percentual de crescimento nas vendas da empresa. “Não deve ser nada substancial. A tendência é de melhora mais acentuada a partir de 2019”.

Ano passado, apesar da recessão econômica, a Tecniplas conseguiu manter o seu nível de faturamento num patamar estável. A receita foi o fortalecimento da presença em nichos da indústria química, como o de fertilizantes. “O Brasil se tornou referência nessa área e os projetos de expansão ocorridos em 2017 nos ajudaram em termos de volume de pedidos”. Apesar da boa fase vivida por esse segmento, o principal fornecimento da Tecniplas no ano passado foi para uma empresa de alimentos. “Trata-se de um tanque monolítico de 400 m³, o maior reservatório de PRFV produzido em uma peça única no Brasil”.

O mercado de saneamento, por sua vez, manteve o ritmo bastante lento dos anos anteriores, observa o diretor da Tecniplas. O único destaque ficou por conta de um fornecimento para a Casan – dois tanques monolíticos de 250 m³ cada. “A Tecniplas jamais deixa de lado a preocupação com a qualidade dos seus equipamentos”, completa.

Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos são consumidos pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tecniplas

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Covestro mantém trajetória de crescimento rentável com ano recorde

20/02/2018

  • Vendas totais sobem 18,8% para 14,1 bilhões de euros
  • EBITDA cresce 70,6% para 3,4 bilhões de euros
  • Receita líquida mais que dobra para 2 bilhões de euros
  • Fluxo de caixa operacional livre recorde – 5 bilhões de euros até 2019
  • Dividendos propostos: 2,20 euros por ação
  • Previsão positiva para 2018

A fabricante de materiais Covestro teve um ano fiscal excepcional em 2017. Impulsionada pela alta demanda de plásticos de alto desempenho e por margens significativamente mais altas, a Covestro elevou as vendas totais em 18,8% para 14,1 bilhões de euros durante o último ano fiscal. A alta veio acompanhada de uma elevação no EBITDA do Grupo no ano todo de 70,6% para 3,4 bilhões de euros em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita líquida mais que dobrou, de 795 milhões para 2 bilhões de euros. Como fruto desses excelentes resultados, a Covestro pretende pagar dividendos aos seus acionistas no valor de 2,20 de euros por ação (contra 1,35 de euros no ano anterior).

“Alcançamos resultados impressionantes em 2017, superando significativamente nossas metas gerais”, afirma o CEO Patrick Thomas. “Em comparação com nosso primeiro ano como empresa independente, melhoramos visivelmente mais uma vez e demonstramos que nosso sucesso é sustentável. Há uma razão simples para isso: conseguimos desvendar ainda mais o potencial da Covestro. Agora estamos em posição fortalecida para acelerar ainda mais a geração de valor.”

No ano fiscal de 2017, a Covestro obteve resultados muito fortes: os volumes totais do Grupo subiram 3,4% sobre o período do ano anterior, em meio à utilização contínua de alta capacidade. O fluxo de caixa operacional livre (FOCF) da Covestro atingiu novo recorde ao subir para 1,8 bilhão de euros, o equivalente a 34,8% de alta em comparação a 2016. O retorno sobre o capital empregado (ROCE) foi de 33,4%, muito mais alto, portanto, que no ano anterior (14,2%).

Com a forte evolução, a Covestro espera atingir um fluxo de caixa operacional livre acumulado de 5 bilhões de euros dentro de três anos. A estimativa anunciada em 2017 era de cinco anos. Devido à alta entrada de caixa, o Conselho de Administração da Covestro decidiu, em outubro de 2017, recomprar ações próprias no valor de até 1,5 bilhão de euros ou até 10% do capital social. A recompra de ações começou em novembro de 2017, conforme planejado. Além disso, a dívida financeira líquida caiu 1,216 milhões de euros para 283 milhões em 2017 (ano anterior: 1,499 milhões de euros).

Sustentabilidade como motor de crescimento

Para 2018, a Covestro tem expectativa de crescimento sólido nas principais indústrias consumidoras, incluindo a indústria automotiva, de móveis e de construção e ainda a elétrica e eletrônica. Nessas indústrias, a Covestro considera, em especial, a tendência social de maior sustentabilidade como motor de crescimento. “Em cada vez mais indústrias, cresce progressivamente a procura dos clientes por soluções sustentáveis – e é exatamente isso que oferecemos. Estamos extremamente bem posicionados para aproveitar o potencial de crescimento excepcional nesses segmentos, com foco no futuro”, destaca Patrick Thomas. Ele ainda menciona áreas de crescimento como e-mobility, construção eficiente em energia e lâmpadas LED de baixo consumo energético.

Nos próximos anos, a Covestro pretende aumentar significativamente seus investimentos para continuar aproveitando as vantagens deste crescimento esperado nas principais indústrias consumidoras. Esses investimentos incluem todos os segmentos e regiões e devem superar o nível de depreciação. Além disso, a Covestro continua preparada para aproveitar oportunidades de aquisições que fortaleçam seu portfólio e gerem valor.

Digitalização e sustentabilidade como elementos-chaves da estratégia

A Covestro sempre teve a sustentabilidade como elemento essencial da sua estratégia. Reforçando esse compromisso, a Covestro incorporou os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas (ONU) à sua estratégia. “A sustentabilidade é e continuará sendo um elemento-chave para a inovação”, explica o Dr. Markus Steilemann, Chief Commercial Officer e futuro CEO da Covestro. “Até 2025, pretendemos destinar 80% dos nossos investimentos em pesquisa e desenvolvimento a áreas que contribuam para os ODS.”

Steilemann vê a digitalização como outro motor da inovação: “Com nosso amplo programa, estamos aproveitando as oportunidades que a digitalização oferece, transformando-a em um foco central da nossa empresa. Como parte disso, estabeleceremos novos padrões de colaboração com nossos clientes.” Um exemplo disso é uma plataforma comercial digital que será lançada em breve e simplificará o acesso a produtos básicos, conectando os clientes com a Covestro e outros fornecedores. Até o final de 2019, a expectativa é que novos modelos de negócios digitais, como a plataforma comercial digital, gerem vendas acumuladas de até um bilhão de euros.

Tendência positiva deve se manter em 2018

Com base no crescimento estável previsto nas principais indústrias consumidoras e nos prognósticos econômicos atuais, a expectativa da Covestro é que sua evolução positiva se mantenha ao longo de 2018. A companhia prevê um crescimento de até meio dígito no volume total. A Covestro antecipa um fluxo de caixa operacional livre significativamente acima da média dos últimos três anos. Em 2018, a previsão é que o retorno sobre o capital empregado (ROCE) fique próximo do nível do ano anterior. Estima-se que o EBITDA se mantenha em patamar semelhante ao de 2017. Para o 1º trimestre de 2018, a Covestro prevê um EBITDA significativamente acima do nível do 1º trimestre de 2017.

Poliuretanos e Policarbonatos elevam rentabilidade

No segmento de Poliuretanos, a Covestro registrou volumes principais acima do ano anterior em todas as três regiões, com alta geral de 3,4%. Enquanto isso, o EBITDA cresceu 151,1% para 2,212 milhões de euros. Esse crescimento deveu-se, principalmente, às melhorias significativas nas margens nos grupos de produtos MDI e TDI. Além disso, o aumento no volume de vendas e os proventos da venda de uma casa de sistemas na América do Norte (39 mi €) e de um ressarcimento de seguro (35 mi €) também exerceram influência positiva. A decisão de continuar a produção em Tarragona, na Espanha, ainda ocasionou uma reversão de provisões (72 mi €).

Os volumes principais no segmento de Policarbonatos subiram 5%, também com contribuição das três regiões. O EBITDA do segmento cresceu 21,2% para 853 milhões de euros. A alta nos volumes principais e nos preços de venda teve efeito positivo sobre o lucro, enquanto as vendas foram impulsionadas principalmente pela demanda crescente nas indústrias automotiva, elétrica e eletrônica.

Em 2017 como um todo, os volumes principais no segmento Coatings, Adesivos e Especialidades praticamente não sofreram alterações (-0,3%), em meio a um ambiente competitivo desafiador. O EBITDA caiu 9,4% em relação ao número do ano anterior, para 453 milhões de euros. Em média, a elevação dos preços de venda não conseguiu compensar totalmente o aumento de custo das mercadorias vendidas.

Enquanto isso, foi iniciada a expansão da produção de dispersões de poliuretano em Dormagen (Alemanha) e Barcelona (Espanha) para atender à crescente demanda da indústria de revestimentos e adesivos. A Covestro também iniciou as operações de uma nova unidade de produção em Dormagen para filmes multicamadas de alta qualidade usados em cartões de segurança ou interiores automotivos.

4º trimestre de 2017 com novos resultados recordes

O 4º trimestre de 2017 foi o mais bem-sucedido na história da Covestro, que manteve o desempenho excepcional atingido ao longo do ano fiscal. As vendas totais do Grupo subiram 16,7% para 3,5 bilhões de euros no trimestre final, em comparação com o 4º trimestre de 2016, impulsionadas pela elevação nos preços e nos volumes de vendas. O EBITDA teve alta ainda mais acentuada de 390 milhões para 879 milhões de euros, atingindo mais do que o dobro do ano anterior. Com 566 milhões de euros, a receita líquida foi multiplicada várias vezes em relação ao 4º trimestre de 2016 (124 mi €). O fluxo de caixa operacional livre subiu 45,9% para 890 milhões de euros.

Com 14,1 bilhões de euros em vendas em 2017, a Covestro é um dos maiores produtores de polímeros do mundo. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2017, empregava aproximadamente 16,2 mil pessoas.

Fonte: Covestro

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Kömmerling apresenta alta de 15% nas vendas brasileiras em janeiro

20/02/2018

A sucursal brasileira da Kömmerling, empresa alemã que atua no segmento de perfis e sistemas para esquadrias de PVC, encerrou o mês de janeiro com um avanço de 15% das vendas, em comparação ao mesmo período do ano passado.

O resultado se deve a um ambiente econômico mais favorável no País.“Dedicamos todos os esforços para aprimorar nossas parcerias. Cerca de 70% dos nossos parceiros tiveram um crescimento superior a 60% em 2017”, afirma a diretora Tonia Lima,

A Kömmerling possui 30 parceiros fabricantes (sistemistas) e cinco pontos de vendas ativos (revendas) no País. A previsão, segundo Tonia Lima, é obter um incremento de 20% nos negócios em 2018. “Existe uma tendência de avanço do mercado para este ano, entretanto, o cenário político e econômico atual gera dúvidas quanto a esse suposto crescimento. O governo precisa voltar a investir na construção civil, através de medidas eficazes para que se tenha uma retomada do nosso setor”, avalia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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Karina Plásticos passa a usar o Polietileno Verde em seu portfólio de produtos

20/02/2018

Por meio de uma nova parceria com a Braskem, a Karina Plásticos agrega mais um produto em seu portfólio com o Polietileno Verde I’m greenT para o mercado de fios e cabos. Os produtos da linha “Karintox Eco” já estão disponíveis no mercado e podem ser identificados pelos consumidores por meio do selo “I’m greenT“. O selo é a identificação para produtos feitos com o Plástico Verde da Braskem.

“Em um momento em que buscamos incansavelmente condições competitivas para sobreviver em um mercado complicado e vindo de um período altamente recessivo, identificamos através dessa ação conjunta com a Braskem um nicho importante que, sem dúvida, irá destacar a Karina nessa indústria tão confrontada por situações nocivas ao meio ambiente. Atuando inicialmente no mercado de Fios e Cabos com um produto isento de halogênio, agora também incorporamos em sua formulação uma matéria-prima originada de uma cadeia renovável”, destaca Edson Penido, comercial da Karina.

A Karina possui uma linha de produtos formada por Compostos de PVC, Especialidades Poliolefínicas e uma variedade de cores de Masterbatches.

Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem, comentou sobre o assunto: “Essa parceria comprova novamente que a indústria brasileira e os seus clientes estão interessados em soluções inovadoras, ainda mais sustentáveis e que agreguem valor ao produto final. Esta nova parceria com a Karina demostra que estamos preparados para atendê-los com um amplo portfólio”.

O Polietileno Verde I’m greenT é feito a partir do eteno obtido da cana-de-açúcar. A planta de Polietileno Verde da Braskem possui capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano. Segundo a empresa, o Polietileno Verde captura e fixa 3,09 toneladas de CO2 da atmosfera para cada tonelada de resina produzida durante o seu ciclo de produção, colaborando para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa. Além disso, a resina de origem renovável mantém todas as propriedades técnicas e mecânicas do plástico convencional, de origem fóssil, o que permite a sua utilização e reciclagem usando máquinas já existentes, sem necessidade de adaptação.

Fonte: Braskem

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DSM registra crescimento das vendas globais e na América Latina em 2017

19/02/2018

As vendas globais da DSM cresceram 9% e atingiram € 8,63 bilhões; na América Latina, o crescimento foi de 7,1%, com vendas de € 1,06 bilhão

As vendas globais da DSM atingiram 8,63 bilhões de euros em 2017, o que representa uma alta de 9% sobre o ano anterior, quando as vendas globais foram de € 7,92 bilhões. Este crescimento significativo está registrado no relatório anual da companhia divulgado este mês e onde também estão contabilizados os resultados do quarto trimestre do ano passado (4T17). Mas, além do incremento nas vendas, a empresa também alcançou resultados expressivos em outros indicadores importantes, como o lucro operacional (Ebitda ajustado), que cresceu 15% e alcançou € 1,44 bilhão, e o retorno sobre o capital empregado (ROCE), que foi de 12,3% no ano.

A DSM, que desenvolve e fornece soluções baseadas na ciência nas áreas de saúde, nutrição e materiais, tem duas divisões de negócios principais: Nutrição, que registrou vendas globais de € 5,58 bilhões e Ebitda ajustado de € 1 bilhão (+ 13%), e Materiais, cujas vendas atingiram € 2,82 bilhões e o Ebitda ajustado de € 488 milhões (+ 12%). As vendas do Innovation Center alcançaram € 169 milhões e as vendas as atividades corporativas foram de € 59 milhões. “Estamos satisfeitos em relatar novamente um excelente resultado, pois superamos nossos objetivos estratégicos para vendas, Ebitda e ROCE”, comenta Feike Sijbesma, CEO global da DSM e presidente do Conselho de Administração.

Sijbesma ressalta ainda que o foco no crescimento acima do mercado continua e, portanto, a DSM dedica atenção especial para as iniciativas de eficiência e para a manutenção da disciplina de capital, que continuam a produzir resultados positivos para as divisões de Nutrição e Materiais. Neste sentido, ele destaca também o fato de o sucesso da DSM advir da capacidade de oferecer soluções sustentáveis e inovadoras para atender às demandas dos seus clientes e para contribuir para que eles atendam às necessidades do mercado final. Sijbesma cita ainda o foco na melhora dos desempenhos operacional e financeiro por meio de iniciativas que permitem à empresa manter os resultados acima do mercado, os retornos financeiros e a eficiência do capital.

Resultados positivos no quarto trimestre

Ao divulgar o balanço anual, a empresa relatou os resultados positivos do último trimestre do ano passado, quando as vendas globais atingiram € 2,17 bilhões (+ 8%), com Ebitda ajustado de € 359 milhões (+ 14%) e ROCE de 12,3%. No período, a divisão de Nutrição registrou vendas de € 1,42 bilhão e Ebitda ajustado de € 267 milhões (+ 12%) e a divisão de Materiais teve vendas de € 693 milhões e Ebitda ajustado de € 119 milhões (+ 13%). O Innovation Center registou vendas de € 43 milhões e, as atividades corporativas, vendas de € 12 milhões.

Alta representativa também na América Latina

Na América Latina, os resultados anuais foram ainda mais expressivos. Na região, onde a DSM está presente em 13 países e conta com 2,07 mil colaboradores (ao todo, são 21,05 mil funcionários no mundo), o crescimento das vendas foi de 7,1%, com receita de € 1,06 bilhão, que representaram 12% das vendas globais (em 2016, as vendas da região representaram 7%). Para Maurício Adade, presidente da companhia na América Latina, a evolução das vendas na região é altamente significativa principalmente pelo fato de algumas economias do continente terem sido afetadas por volatilidades ao longo do ano passado, tornando as operações empresariais desafiadoras.

Fonte: DSM

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Simpósio Internacional sobre Polímeros Naturais e Compósitos promovido pela Unesp e UFABC focalizará desafios para a Bioeconomia Sustentável

15/02/2018

O 8º International Symposium on Natural Polymers and Composites – ISNaPol está recebendo trabalhos técnicos e acadêmicos para participação no evento, que ocorrerá entre os dias 27 e 30 de maio de 2018 na cidade de São Pedro-SP. Neste ano, o evento terá como tema principal “Desafios para a Bioeconomia Sustentável”. O objetivo é a reunir um fórum composto por empresários, cientistas, tecnólogos e estudantes de graduação e pós-graduação para discutir novos desafios de pesquisa e as estratégias para o desenvolvimento sustentável de matérias-primas naturais, polímeros e biorrefinarias.

O evento contará com 7 seções com tópicos de destaque em pesquisa e desenvolvimento, tais como: os compósitos, fibras naturais e celulose, polímeros biodegradáveis, biorrefinarias, nanotecnologia e avaliação do ciclo de vida (ACV).O ISNaPol contará com a presença de renomados pesquisadores nas áreas destacadas.

O evento é organizado através de uma parceria entre a Unesp/Botucatu-SP e a UFABC, e conta com a coordenação dos professores Alcides Lopes Leão do Departamento de Bioprocessos e Biotecnologia da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA) e do professor Derval dos Santos Rosa, do Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais aplicadas (CECS – UFABC).

Os interessados em submeter trabalhos poderão fazê-lo de acordo com as orientações no site do evento (http://eventos.ufabc.edu.br/isnapol2018/index.php/abstract-submission) e terão até o dia 23 de fevereiro de 2018 para apresentrem seus trabalhos para seleção. As orientações para inscrição também estão disponíveis no site.
Os melhores trabalhos serão escolhidos pelo comitê cientifico e poderão ser publicados nas edições especiais dos periódicos:
• Journal of Natural Fibers (http://www.tandfonline.com/loi/wjnf/)
• Green Materials (www.icevirtuallibrary.com/journal/jgrma)
• Revista Matéria (http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1517-7076&lng=en&nrm=iso).

Mais informações estão disponíveis no site do evento e nas redes sociais:
http://eventos.ufabc.edu.br/isnapol2018/
https://www.facebook.com/isnapol2018
https://twitter.com/isnapol2018
https://www.instagram.com/isnapol2018/

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Ensacamento em polipropileno controla pragas do tomate

15/02/2018

Técnica utiliza sacos de não-tecido para reduzir perdas nas lavouras

Produtores de tomate contam agora com uma nova alternativa para o controle da broca-pequena e da traça-do-tomateiro. Os sacos de não-tecido (TNT) Agrotex, produzidos pela Tntex Indústria e Comércio, protegem contra essas pragas que afetam os frutos do tomateiro durante seu crescimento. O não-tecido utilizado na fabricação dos sacos é produzido com polipropileno, matéria-prima fornecida pela Braskem, que tem como características a baixa absorção e retenção de água, essenciais para a aplicação,

O ensacamento de frutos é uma conhecida técnica de manejo mais sustentável das árvores frutíferas, mas a aplicação no tomateiro é novidade. Para ser possível, a Tntex e a Fitesa, líder na indústria de não-tecido, desenvolveram um produto adequado às necessidades das plantas de tomateiro, com gramatura diferenciada, resistência a intempéries e proteção solar e, ao mesmo tempo, permeável a oxigênio e água.

“Estudamos cada cultura para criar uma solução totalmente adequada. O nosso saco também tem como diferencial o fechamento com elástico, que dá facilidade e rapidez de instalação e melhor qualidade de aplicação. Até então não existia controle eficaz das pragas do tomate. Nosso produto tem 100% de eficácia”, afirma Mario Mezzedimi, diretor da Tntex.

“A cultura do tomate é muito importante no país e ocupa quase 60 mil hectares. Portanto, essa tecnologia sustentável vai beneficiar muitos agricultores e também consumidores”, diz Andre Prezenszky, engenheiro de Aplicação e Desenvolvimento de Mercado de PP.

Eficácia comprovada

Uma pesquisa realizada durante dois anos pela Universidade Federal do Ceará (UFC) em lavouras de tomateiros na zona rural de Ubajara (CE) confirmou a eficácia do ensacamento dos frutos do tomateiro no combate às pragas que atacam diretamente os frutos. Os sacos de não-tecido devem ser colocados no momento da floração para que o cacho cresça dentro dele. No estudo, foi observado que o custo é 40,7% menor do que se fosse utilizado controle químico.

“Com a técnica, há uma redução da perda de frutos danificados pelo ataque das pragas. Se forem considerados apenas os inseticidas para controle de insetos que atacam os frutos, a redução é de 95 a 100%”, afirma o professor Patrik Luiz Pastori, da UFC.

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Coalizão de Embalagens encerra primeira fase do Acordo Setorial com redução de 21% no volume de embalagens destinadas aos aterros

15/02/2018

A primeira fase da implantação do Acordo Setorial foi concluída em dezembro. Segundo o relatório entregue pela Coalizão Embalagens ao Ministério do Meio Ambiente, os resultados superaram as expectativas. Foi ultrapassada a meta de reduzir em 13,3% a quantidade de embalagens pós-consumo destinadas a aterros sanitários até o fim do ano; o valor final atingiu 21,3%.

Já o Sistema de Logística Reversa de Embalagens, implantado pela Coalizão, alcançou 63% da população, com ações nos 732 municípios prioritários do acordo. De acordo com o relatório, 802 cooperativas foram apoiadas, com cerca de 4 mil ações de estruturação na capacidade produtiva nos últimos cinco anos. Nesse período, foram instalados 2.082 pontos de entrega voluntária (PEV), com os investimentos do setor atingindo R$ 2,8 bilhões.

As metas para a próxima etapa do Acordo Setorial ainda não foram definidas, mas o Governo já publicou um decreto em que obriga as empresas e entidades envolvidas no consumo de embalagens a aderirem à Coalizão.

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, comemorou os resultados e disse que o ministério é parceiro da causa. “Entendemos a complexidade que é (sic) um setor de logística reversa tão grande e diverso. Eu espero que o resultado desse acordo seja capaz de mensurar a diminuição da destinação inadequada de resíduos, principalmente na cadeia que a coalizão representa”, disse

Coalizão Embalagens – Formada por 23 associações empresariais signatárias do Acordo Setorial de Embalagens em Geral, sendo a ABIPLAST uma delas, foi assinado em 25 de novembro de 2015 com o objetivo de ampliar a reciclagem no país. Conta com a participação de produtores, importadores, usuários e comerciantes de embalagens, do Cempre, da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Movimento ‘SEPARE. NÃO PARE’

A Coalizão lançou em 2017 o Movimento ‘SEPARE. NÃO PARE’, com o objetivo de informar, inspirar e mobilizar a população brasileira a separar e descartar corretamente seus resíduos domésticos. A campanha também ressaltou a importância da ação dos catadores na cadeia da reciclagem, responsáveis por mais de 50% do material recolhido e encaminhado às cooperativas em São Paulo.

A divulgação foi feita por uma campanha digital, com a participação de influenciadores e o portal informativo: http://www.separenaopare.com.br. Nele, a população pode encontrar conteúdos tais como: o passo a passo da separação e o descarte correto de diferentes tipos de embalagens; onde encontrar pontos de entrega; iniciativas já existentes; detalhes sobre quais materiais são recicláveis, etc.

A ação foi lançada inicialmente na cidade de São Paulo e contou com a distribuição de panfletos informativos para a população e colaboradores das empresas participantes da Coalizão, além de parceria com o SECOVI-SP (Sindicato da Habitação), para comunicação direta com os condomínios.

Coalizão Embalagens em números:

Metas do Acordo Setorial :  

  • Recuperação de 19,8% na fração seca.
  • Redução de 13,3% de embalagens dispostas em aterro.
  • Aumento na quantidade de resíduos recuperados de 3.060 toneladas por dia.

Resultados da 1ª fase:

  • Recuperação de 31,9% na fração seca.
  • Redução de 21,3% de embalagens dispostas em aterro.
  • Aumento da auantidade de resíduos recuperados: 1.553 t/dia. A crise econômica e menor geração de resíduos não permitiram atingir a meta.

Fonte: Abiplast

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Indústria de transformação de plásticos brasileira cresce 2,5% em 2017 e espera atingir 3% neste ano

07/02/2018

O desempenho da indústria de transformados plásticos em 2017 superou as expectativas da ABIPLAST e registrou alta de 2,5% em relação a 2016. Só em dezembro o crescimento foi de 3,7% em relação ao mês anterior na série dessazonalizada. Além disso, depois de três anos registrando o fechamento de postos de trabalho, o setor encerrou o ano com a abertura de 4.696 vagas, o que significa um crescimento de 1,5%. Outro dado positivo foi o de consumo aparente, que no ano passado foi de 3,9% ante o período anterior.

O presidente da entidade, José Ricardo Roriz Coelho, vê com otimismo os resultados do ano passado e acredita na continuidade desse comportamento.

“A continuidade da estabilidade econômica aliada às previsões positivas de importantes consumidores de transformados plásticos – como a construção civil e a indústria automotiva – contribuem para que tenhamos uma postura otimista para 2018”, ressalta.

A entidade projetou para 2018 um crescimento de 3% na produção física, 2% em empregos e de 4,5% no consumo aparente. A expectativa de queda nos juros e inflação estável, bem como do crescimento do PIB, também contribuem para essa previsão.

Fonte: Abiplast

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