Tomra Sorting Recycling apresenta o Autosort Color para a separação do vidro do Resíduo Sólido Urbano

12/12/2018

Nova tecnologia recupera mais vidro para reciclagem, atingindo taxas de pureza superiores a 95%.

A Tomra Sorting Recycling (https://www.Tomra.com/pt/sorting/recycling) apresentou o Autosort Color, uma nova máquina que funciona em combinação com o Autosort Laser para recuperar o vidro do resíduo sólido urbano. Segundo a Tomra, o Autosort Color atinge taxas de pureza superiores a 95% em alta escala de processamento, mesmo quando os materiais de entrada estão úmidos, empoeirados ou sujos.

Embora a coleta de vidro seja feita separadamente em muitos países, uma grande quantidade de vidro recuperável permanece, no entanto, misturada com os resíduos sólidos urbanos (RSU) das residências e pequenas empresas. O conteúdo de vidro no RSU na Europa normalmente varia de 3,5% a 9,8%. E a pesquisa da FEVE (Federação Europeia de Embalagens de Vidro) revelou que a coleta de vidro dos RSU’s para reciclagem varia consideravelmente de país para país. Suécia, Noruega, Suíça e Luxemburgo alcançam taxas de recuperação de 95% ou mais, mas em grande parte da Europa Ocidental a taxa é tipicamente de 68% a 75% e em cinco países da Europa Oriental a taxa é inferior a 40%.

No Brasil, a realidade é ainda bem diferente, mas estão sendo dados os passos certos para modificar esta realidade. De acordo com o último estudo, o país produz em média 980 mil toneladas de embalagens de vidro por ano, usando cerca de 45% de matéria-prima reciclada na forma de cacos. Parte deles foi gerado como refugo nas fábricas e parte retornou por meio da coleta seletiva. Cerca de 47% das embalagens de vidro foram recicladas em 2011 no Brasil, somando 470 mil ton/ano. Desse total, 40% é oriundo da indústria de vasilhames, 40% de mercado difuso, 10% do “canal direto” (bares, restaurantes, hotéis etc.) e 10 % de resíduo pós indústria.

Segundo a Tomra, o Autosort Color permitirá operações de triagem para extrair e vender este vidro, que de outra forma não seria recuperado para a reciclagem. O novo sistema de seleção também ajuda as plantas de triagem a minimizarem os riscos de interrupção, tempo de parada e custos de reparo decorrentes de danos em componentes de máquinas não projetadas para a seleção de vidro.

A Tomra afirma que o Autosort Color também permite redução de custos de destinação dos rejeitos das plantas de triagem, porque os resíduos domésticos que contêm vidro podem resultar em custos mais altos de aterro dada a sua maior densidade do material. Assim a extração do vidro dos RSU também reduzirá os custos do aterro. Há um vídeo da nova aplicação em: Autosor Color Animation

Valerio Sama, Vice-presidente e Chefe de Gestão de Produto de Reciclagem, comentou: “Na maioria dos paises em todo o mundo, há grande espaço para melhorias na recuperação de vidro a partir de resíduos domésticos e comerciais. Separar mais vidro para reciclagem é melhor para o meio ambiente e mais possibilidade de receita para as empresas de triagem. Com o Autosort Color esses dois benefícios agora são alcançáveis”.

Processo de duas máquinas recupera mais de 80% de vidro, com 95% de pureza

No desenvolvimento do Autosort Color, a Tomra estabeleceu metas de padrões industriais para recuperar um mínimo de 80% de vidro dos RSU, com pelo menos 95% de pureza do vidro recuperado. Segundo a Tomra, essas metas foram cumpridas consistentemente durante muitos meses em quatro instalações na Alemanha e na Espanha, incluindo uma que separa até 3.000 toneladas de vidro por ano. Este sucesso foi possível graças a um processo de classificação de duas máquinas, usando primeiro o Autosort Laser, depois o Autosort Color.

O primeiro passo no processo de remoção de vidro do RSU é o pré-tratamento. Depois que o RSU passa por um abridor de sacos, convencionalmente a fração fina (0 a 80 mm) é peneirada. Esta fração é então dividida em três granulometrias por uma peneira vibratória de dois andares: frações finas de 0-8mm de diâmetro, como resíduos orgânicos e areia, uma fração intermediária de 8-60mm e uma fração de tamanho maior de 60-80 mm.

Na segunda etapa, as frações do meio, que contêm o maior conteúdo de vidro, são submetidas à separação de densidade. Isso remove as frações mais leves e envia as frações mais pesadas para a unidade Autosort Laser. Aqui, uma combinação de tecnologias de deteção de Laser (LAS) e infravermelho (NIR) permite a separação do vidro do restante dos materiais.

Na terceira e última etapa do processo, o máquina Autosort Color classifica as frações de vidro com uma câmara de alto desempenho e separa as impurezas restantes do vidro de maior qualidade. O resultado é a recuperação de vidro reciclável com uma pureza consistentemente alta de mais de 95%.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e análise de processos para a indústria de alimentos, mineração e outras indústrias. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Linha de Resinas Maxio, da Braskem, incorpora primeira resina em polietileno para rotomoldagem

12/12/2018

Lançamento tem foco nos setores de construção civil, infraestrutura e agronegócio

Para atender a mercados com níveis técnicos e de qualidade mais exigentes, a Braskem lançou o primeiro grade de polietileno para se juntar à família Maxio, o PEAD HD4601U, que permite aumento da produtividade e economia de insumos, segundo a empresa.

A Braskem afirma que a resina HD4601U, com sua alta resistência e durabilidade, atenderá a clientes que atuam nos setores de construção civil / infraestrutura e do agronegócio, podendo ser aplicado em cisternas, tanques grandes, poços de visita e peças para máquinas agrícolas que exigem elevada resistência mecânica.

A nova resina possibilita que o processo de transformação por rotomoldagem ocorra de maneira mais rápida se comparada às resinas similares, resultando em menor consumo de energia e maior produtividade, garante a empresa

A linha Maxio é composta por resinas que proporcionam redução do consumo de energia, maior produtividade e redução de peso do produto final, o que gera mais eficiência e, consequentemente, ganhos ambientais. Os benefícios são obtidos graças à evolução contínua das resinas, preservando ou melhorando propriedades mecânicas, químicas e óticas de produtos acabados.

De acordo com o especialista em rotomoldagem da área de Engenharia de Aplicação da Braskem, Eliomar Pimento, com o uso do novo grade foi possível verificar que houve a redução de 7% a 10% do tempo de ciclo de produção de cada peça, uma economia anual com gás natural de aproximadamente R$ 130 mil e de 1.600 kWh de energia elétrica, além da redução das emissões de CO2 em mais de 130 toneladas (dados reais aplicados).

“Com o desenvolvimento desta resina em novas aplicações, identificamos junto aos nossos clientes um potencial ganho de produtividade e economia no processo, mantendo seu excelente balanço entre rigidez e resistência ao impacto em peças de grandes volumes e alinhado ao conceito da família Maxio”, destaca Pimenta.

“A Braskem está trazendo ao mercado uma resina com propriedades já conhecidas atendendo demandas de alto desempenho, porém, a partir de agora, contribuindo também com uma maior eficiência produtiva de nossos clientes e redução do impacto ambiental”, afirma Fabiano Zanatta, responsável comercial de rotomodagem da Braskem.

Fonte: Braskem

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Aeronáutica utiliza impressora 3D da Stratasys na fabricação de modelos de laboratório de motores aeronáuticos hipersônicos

10/12/2018

Modelo de laboratório do motor scramjet instalado na seção de teste do túnel de vento hipersônico do IEAv (condição operacional testada: Número de Mach 7 na estratosfera terrestre)

Instituto de Estudos Avançados (IEAv) substituiu usinagem tradicional por manufatura aditiva (impressão 3D) para fabricar subsistemas de um motor scramjet

A Divisão de Aerotermodinâmica de Hipersônica (EAH) do Instituto de Estudos Avançados (IEAv), organização militar científico-tecnológica ligada ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) do Comando da Aeronáutica, começou a utilizar uma impressora 3D Fortus 900mc, da Stratasys, para fabricar modelos de laboratório de motores aeronáuticos hipersônicos, conhecidos como scramjet (abreviação de supersonic combustion ramjet). A impressão 3D dos modelos do motor já trouxe uma economia de RS$ 250 mil ao ano nos custos de fabricação.

“O IEAv decidiu apostar numa manufatura “híbrida” para desenvolver o motor, por meio da combinação de processos de usinagem convencional e de fabricação aditiva”, explica Israel Rêgo, Chefe da Subdivisão de Ensaios em Solo da Divisão de Aerotermodinâmica e Hipersônica do IEAv. O objetivo, afirma, é otimizar o ciclo de pesquisa e desenvolvimento, e também acelerar eventuais atualizações e adaptações, bem como reduzir os custos de manufatura.

“Em um primeiro momento, o motor scramjet poderá ser utilizado como estágio de propulsão aspirado de foguetes rumo ao espaço. Em um período de tempo maior, ele terá aplicações na propulsão de aeronaves civis ou militares hipervelozes”, diz Israel.

Atualmente, o Instituto utiliza a impressora 3D para produzir três subsistemas do motor scramjet para ensaios em túnel de vento hipersônico: i. O estágio de compressão que captura o ar atmosférico para o combustor; ii. O próprio combustor, dentro do qual ocorre a combustão supersônica, que estão sendo impressos em 3D, com o uso da resina Ulten 9085, de elevada resistência e durabilidade mecânica e térmica; e iii. A tubeira de aceleração dos produtos da reação de combustão, que está sendo impressa em 3D com a utilização do material PC-ABS, de resistência e durabilidade moderada.

Visão explodida do modelo de laboratório do motor scramjet, manufaturado via impressão 3D e usinagem convencional (processo “híbrido” de manufatura)

Já em 2019, o IEAv utilizará a manufatura aditiva para fabricar um modelo de engenharia do motor scramjet, funcional e em escala real. “É um antecessor do modelo utilizado para a qualificação de voo, o chamado protoflight. Sua impressão em 3D vai nos possibilitar rever planos de fabricação e montagem dos subsistemas do motor e validar a funcionalidade de suas partes móveis (bypass), de modo ágil e econômico”, diz Israel.

A impressora 3D Fortus 900mc foi importada pelo IEAv em dezembro de 2015, com o apoio da FINEP, e seu emprego na fabricação aditiva dos subsistemas do motor scramjet começou em fevereiro de 2016. “Ela foi escolhida porque, além das vantagens associadas à economia de tempo e redução de custos, possui o maior envelope de impressão disponível no mercado, o que satisfaz nossos requisitos de fabricação rápida de subsistemas do motor scramjet em escala real”, detalha Israel.

Ele conta que a ideia de utilizar a tecnologia de manufatura aditiva no IEAv surgiu em 2013, durante a Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura (FEIMAFE). “Ali, logo identificamos a grande vantagem competitiva da tecnologia de prototipagem 3D para nossa atividade de pesquisa e desenvolvimento aqui na EAH”, explica Israel. Dois anos depois, o Instituto, com apoio da FINEP, importou o equipamento a um custo de cerca de US$ 400 mil. “Desde então, economizamos os custos da usinagem convencional realizada por terceiros, serviço que foi substituído por nossa impressora 3D”.

O sucesso do trabalho com a impressora 3D Fortus 900mc levou o IEAv a apresentar o artigo “Preliminary Studies on Hypersonic Flows Over 3D Printed Models” durante o Fórum de Aeronáutica e Espaço, realizado pelo American Institute of Aeronautics and Astronautics (AIAA) em Orlando, Estados Unidos, em setembro deste ano. O objetivo da apresentação foi mostrar como o Laboratório de Aerotermodinâmica e Hipersônica do IEAv tem utilizado a tecnologia FDM para acelerar a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias hipersônicas. A equipe do IEAv apresentou processos de fabricação de sistemas hipersônicos com o uso da impressora 3D Fortus 900mc.

“A manufatura aditiva está revolucionando as indústrias aeronáutica e de defesa, e essa revolução já está no Brasil. Ficamos satisfeitos por nossa solução impulsionar e facilitar a pesquisa e o desenvolvimento de projetos avançados como este em território nacional, afirma Anderson Soares, Territory Manager da Stratasys no Brasil.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Stratasys

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Organizadores da Feiplar Composites & Feipur divulgam balanço do evento; Feira recebeu mais de 14.900 visitantes

10/12/2018

Entre os dias 6 e 8 de novembro de 2018, foi realizada a décima edição da Feiplar Composites & Feipur – Feira e Congresso Internacionais de Composites, Poliuretano e Plásticos de Engenharia, no Expo Center Norte, em São Paulo, SP, Brasil. Esta edição recebeu mais de 14.900 visitantes, um número 17 % superior ao evento de 2016, e ainda registrou outros importantes resultados como:

  • O aumento de 15% na quantidade de empresas que visitaram o evento
  • Crescimento de 34% no total de profissionais da América do Sul (excluindo o Brasil)
  • Recorde de participação de empresas fabricantes de peças: 51 empresas expuseram suas peças como Agrale, Annycasty, ASW, Bakof, Batevento, Capoliuretanos, Carbon Store, Carbox, Coart, Cogumelo, Cris-Metal, Engecom, Engiprinters, Fastplas, Fibrasmil, Gede Compósitos, Hogase Espuma, Estilglass, Fadim, Holos, Horus Aeronaves, IsoCompósitos, JE Fiber, Kohlenia, Luxtel, Mantoflex, Mantova, Mmolde, Nova Poliuretanos, Piatex, Plaquitex, Plasbortech, Polispuma, Projeto Júpter, R9 Postes e Cruzetas, Real Poliformas, Retaprene, SAC Composites, Speed Kids, Stratus, Stringal, Sunrise, Tanquetec, Technocoats, Themo-Iso, UCS, Unesp, Unicamp, Unifibra, UPR e VCI Composites. Foram apresentados, no total, 190 produtos acabados.

“Para os expositores, o público visitante foi extremamente qualificado e interessado em novos projetos”, explicou Simone Martins Souza, diretora do Grupo ArtSim, responsável pela organização do evento. “Os fabricantes de peças que expuseram no evento informaram que os resultados com contatos potenciais foi muito acima da expectativa. Até esta edição, viam a feira como um evento para se visitar, mas agora estão considerando como um evento para negócios.”

A exposição contou com mais de 280 empresas que apresentaram seus produtos e tecnologias, sendo 18% de outros países (total de 50 empresas), liderados por China e Estados Unidos, além da Argentina, Itália, Áustria, Suécia, Alemanha, Austrália, Dinamarca, Portugal, República Tcheca, Chile, Bangladesh e Inglaterra.

Paralelamente, cerca de 100 palestras técnicas ministradas no Congresso SAMPE Brasil, Congressos Internacionais e Painéis Setoriais reuniram um público de 2.640 profissionais. A sexta edição do Congresso SAMPE Brasil (Sociedade para o Avanço de Materiais e Engenharia de Processos) contou com apresentações de importantes nomes da indústria e especialistas de materiais como Scott Tolson (Sigmatex), Kim Gingras (Solvay), Magalena Sandstrom (Diab Group), Carsten Schuett (Evonik), Joe Spangler (Teijin), Benjamin Benz (Olin Corporation) e Jose Maria Fernandes Marlet (Alltec Composites). Empresas e entidades como a Alpatechno, ICL, Cannon, Arkema, Covestro, COIM, Almaco, Fadim, IPT, Texiglass, Instituto Federal da Bahia, Tetra Pak, Sabic, Universidade Federal do ABC, Mercedes-Benz Brasil e Universidade do Sagrado Coração mostraram suas novas tecnologias e soluções no Congresso Internacional de Poliuretano, Congresso Internacional de Composites, e Congresso Internacional de Plásticos de Engenharia & Compostos Termoplásticos.

Para complementar o conteúdo técnico, foram realizados os Painéis Setoriais (seminários), que abordaram diversos mercados como Náutico, Isolamento Térmico, Saneamento Básico, Petróleo & Gás, Automotivo, Construção Civil, Mineração, Energia Eólica, Aeroespacial e Espumas Flexíveis, com a participação de empresas e instituições nacionais e internacionais: Abcol, Abeeolica, ABNT, Abratufi, Abrava, Acobar, Agrale, Alan Harper/AH Brasil, Assintecal, BASF, Brana, Chemours, Comissão Setorial de Poliuretanos da Abiquim, Covestro, CPIC, Dow, Embraer, Evonik, Green Composites, Hennecke, Honeywell, Huntsman, Ibcom, IPT, Jushi, Lantor, Lanxess, Lubrizol, M.Cassab, Makerbot, Owens Corning, PNUD-Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Purcom, R&D, Sabesp, Saertex, Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, Sika, Solvay, Stacplastic, Teijin, Texiglass, Toray/Tencate, UBE e Univar.

Ainda foram realizados outros eventos simultâneos como:

  • Compósitos: Tecnologia, inovações e tendências (treinamento Almaco)
  • Tecnologias de ensaios não-destrutivos – NDT – para materiais e estruturas em composites e Avanços na tecnologia out-of-autoclave: materiais, metodologia de processamento e aplicações (cursos SAMPE EUA)
  • Durabilidade dos Compósitos: Modos de falha, Aspectos fundamentais na produçãode postes em compósitos e Inovações tecnológicas no Projeto e produção de tubos e tanques em compósitos (Fórum Ibcom)
  • Aquecimento por radiação infravermelho: noções e aplicações (demonstração técnica da Heraeus Noblelight)
  • Fabricação de postes em PRFV pelo processo de filament winding (demonstração técnica da Fibermaq)
  • Tecnologia Ontec – máquina de telas para reforço de compósitos e Tecnologia GFM-Máquinas para fabricação de filamentos e mantas de fibra de vidro (demonstrações técnicas da Rivitex).

Durante a Feiplar Composites & Feipur 2018 também foi realizada a quinta edição do Desafio Acadêmico em Composites SAMPE, que teve o objetivo de introduzir o tema “perfil em material composites” no meio acadêmico e contou com a inscrição de 51 projetos universitários (recorde mundial). Deste total, 35 foram classificados e 33 participaram das sessões de apresentação de vídeo e ensaios. O vencedor geral do V Desafio Acadêmico SAMPE Brasil foi o Centro Universitário da FEI (vencedor nas categorias A e C). A Unicamp – Universidade Estadual de Campinas venceu na categoria B e o Instituto Mauá de Tecnologia, na Categoria D.

A VI Fiberglass, como tem feito nas últimas edições do evento, organizou um momento especial para os seus clientes e visitantes, através de uma interessante e divertida apresentação do humorista Saulo Laranjeira, que interpreta, entre outros personagens, o Deputado João Plenário (A Praça É Nossa).

A Cerimônia do Prêmio Excelência, que neste ano reuniu mais uma vez os setores de composites, poliuretano e plásticos de engenharia num único evento, no dia 6 de novembro, com um público superior a 170 pessoas, mostrou os grandes nomes do mercado de plásticos de performance diferenciada, seja no desenvolvimento de peças, no fornecimento de matérias-primas e equipamentos, ou na atuação individual dos profissionais. As empresas vencedoras na categoria Produtos Acabados foram Termofixo, Sasazaki, Mantova, Horus Aeronaves, Universidade Caxias do Sul, Dupont, Cogumelo, Plasbortech, M.Molde, Fadim, Unicamp e Real Poliformas. Na categoria Destaque de Fornecedor, a Owens Corning, BASF e Sabic foram premiadas como Fabricantes do Ano, e VI Fiberglass, Purcom e Piramidal, como Distribuidores do Ano. As Personalidades do Ano foram Rodrigo Braga (Owens Corning), Jan Krueder (Química Anastácio) e Thiago Vides (DuPont). A homenagem aos profissionais que se dedicam de forma contínua e destacada no mercado (categoria Conjunto da Obra) consagrou Edouard Zurstrassen (ex-Owens Corning), Hélio da Costa Jr. (Amino Química) e Fernando Moncorvo (Pepasa). O Hall da Fama recebeu novos e importantíssimos nomes: Horst Peterhans (Mastergel) e Luiz Claudio Saldanha (Covestro).

A Feiplar Composites & Feipur 2018 foi patrocinada pelas empresas MCassab, Huntsman, Texiglass, Transtécnica, VI Fiberglass, Chem-Trend, Abcol, MVP, Covestro, Purcom, Owens Corning, Saertex e BASF, e contou com o apoio técnico da Sampe Brasil, Comissão de Poliuretanos da Abiquim, Almaco e Ibcom.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplar & Feipur

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Estudantes da UFRJ criam bioplástico para embalagem que indica quando alimento está deteriorado

04/12/2018

Alunos e ex-alunos da UFRJ idealizaram e produziram uma embalagem de plástico biodegradável que revela a qualidade do alimento, a Plasticor. O material da embalagem, em contato com o alimento, pode mudar para uma cor esverdeada ou rosada, indicando se o produto está própria para consumo ou não. Em desenvolvimento há cerca de um ano, nos laboratórios do campus de Xerém, o bioplástico dos estudantes é uma saída sustentável no cenário de grande desperdício em que se vive atualmente.

Por ano, de toda a comida produzida no planeta, 30% (ou 1,3 bilhão de toneladas) vai para o lixo, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. A mudança de cor da embalagem seria, portanto, uma forma de estabelecer prioridade para o consumo dos alimentos, dando preferência aos mais próximos de vencer, além de garantir a confiabilidade da ingestão daqueles cuja data de validade esteja expirada, mas que ainda podem ser consumidos de forma segura.

Segundo os desenvolvedores do produto, as vantagens vão ainda além. “O impacto ambiental também é reduzido, visto que, nas últimas décadas, a utilização de materiais plásticos é abundante na indústria alimentícia. Nossa embalagem é ecologicamente correta, já que não utiliza aditivos químicos nem demora anos para degradar”, explica João Vítor Balbino, estudante do 5º período de Biofísica e um dos sete integrantes da startup. Os alunos estimam que o tempo de degradação do Plasticor seja de seis meses, porém ainda estão sendo feitos testes para tornar essa informação mais precisa.

A ideia surgiu pensando no desperdício de alimentos perecíveis, cuja data de validade não é informada (como pães e carnes frescos, frutas e vegetais), e também na preocupaçao do uso excessivo de embalagens plásticas convencionais, que levam muito tempo para se degradar e que são muito utilizadas pela indústria alimentícia.

A equipe afirma que as embalagens Plasticor tem como principal objetivo contribuir para a fiscalização de produtos em processo de deterioração, aumentando a segurança do consumidor em caso de ingestão de produtos estragados. Além disso, a tecnologia com o biossensor contribui para a redução do desperdício de alimentos, já que evita o descarte, às vezes desnecessário, de produtos com o prazo de validade expirado.

A equipe surgiu de um evento de empreendedorismo do tipo Hackathon, realizado por alunos da UFRJ (Duque de Caxias) e pelo Sebrae, em 2017, no qual recebeu a premiação de melhor projeto de sustentabilidade na área de alimentos.

A partir da visibilidade ganha com o prêmio , a startup passou a receber consultoria do Sebrae, com o objetivo de orientá-la para registro e certificação da tecnologia nos canais competentes, como a Vigilância Sanitária.

A Plasticor é uma startup idealizada por alunos e ex-alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Campus de Duque de Caxias (UFRJ/DC). Dentre os integrantes estão Ana Rafaela, de 20 anos, graduanda em Biotecnologia e moradora de Jacarepaguá; Camila França, de 21 anos, graduanda em Nanotecnologia e moradora de Duque de Caxias; Igor Tenório, de 22 anos, doutorando em Ciência e Tecnologia de Polímeros, morador de Duque de Caxias; João Vitor Lira, de 20 anos, e Lorena Ballerini, de 26 anos, ambos moradores de Nova Iguaçu e graduandos em Biofísica e Nanotecnologia, respectivamente; e Luiz Menezes, de 24 anos, graduado em Design e morador da Ilha do Governador.

Fonte: UFRJ / kickante.com.br

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Solução da Sidel abre o caminho para criação de embalagens de nível “premium” na produção de bebidas envasadas a quente em PET

04/12/2018

Segundo a Sidel, BoostPRIME™ é uma solução exclusiva de embalagem PET, oferecendo uma alternativa para bebidas envasadas a quente em garrafas PET. A empresa afirma que a solução amplia as oportunidades para a “premiumização” do produto e aumento dos rendimentos sem comprometer o desempenho da embalagem nem a experiência de consumo. Essa solução patenteada é voltada para o mercado de porções individuais de JNSDIT (sigla em inglês para sucos, néctares, refrescos, isotônicos e chás) envasados em garrafas PET de até 1,2 L à temperatura de 85-88°C.

De acordo com a Sidel, a solução de embalagem BoostPRIME elimina a necessidade dos restritivos painéis de vácuo ou adição de gás nas garrafas PET, que normalmente são necessários para os recipientes resistirem às temperaturas de enchimento a quente. O formato final da garrafa é obtido com uma inversão ativa do fundo e conta com três características principais com pouco impacto no layout da linha de produção de embalagem:

  • O projeto da embalagem exige especificações precisas da geometria do fundo.
  • O Base OverStroke System (BOSS) possibilita a formação mecânica do fundo da garrafa durante o processo de sopro.
  • O inversor contribui para a inversão do fundo. Essa etapa ocorre depois do enchimento, fechamento, inclinação e resfriamento — e antes da rotulagem. Ela equilibra a pressão negativa decorrente do resfriamento da bebida na garrafa de 85°C para a temperatura ambiente.

“Premiumização”: maior atrativo da embalagem para destacar-se na prateleira

A retirada das restrições técnicas do vácuo nas garrafas oferece liberdade de forma para obter garrafas PET premium diferenciadas. Segundo a Sidel, a solução proporciona um aspecto uniforme às garrafas enchidas a quente e de forma asséptica, compatível com a imagem da marca. Outra vantagem mencionada pela empresa é que qualquer formato característico de garrafa com painéis pode ser facilmente adaptado sem afetar a visão que o consumidor tem do produto. Além disso, amplia o destaque à marca, visto que a superfície de rotulagem das garrafas sem painel de vácuo é mais lisa e contribui para uma identidade visual melhor e mais impactante, garante a Sidel. A qualidade da rotulagem tanto dos rótulos roll-fed como sleeve melhoram muito devido à pressão interna da garrafa durante a aplicação do rótulo.

Melhora nos rendimentos

Segundo a Sidel, a solução de embalagem BoostPRIME reduz bastante o consumo de resina PET: pode diminuir em até 30% o peso das garrafas resistentes ao calor (HR), em comparação com as garrafas PET HR normais. Também proporciona aos produtores uma economia no material de rotulagem, tornando possível mudar de uma aplicação de rótulo sleeve para roll-fed, assegura a empresa. Todos os parâmetros do processo — pressão do ar durante o sopro, resfriamento do ar — são otimizados ao nível máximo de velocidade mecânica. A fabricante afirma que, ao investir na solução BoostPRIME em uma nova linha PET de enchimento a quente para produção de garrafas de 1 L , os produtores de bebidas podem recuperar rapidamente o investimento em um ano, considerando o investimento adicional versus uma configuração tradicional de linha. Ao mudar das garrafas HR normais com painéis de vácuo decoradas com rótulos sleeve para as garrafas leves com rótulos roll-fed, o potencial de redução de peso das garrafas é estimado entre três e sete gramas, além de uma redução de dez vezes nos custos da rotulagem, garante a Sidel.

Qualidade superior da garrafa e desempenho de embalagem ampliado

A solução completa de embalagem gera um processo de sopro e um perfil final do fundo da garrafa uniformes. O resultado é uma garrafa de qualidade superior e excelente experiência de consumo, assegura a Sidel. Embora leve, a robustez da garrafa não muda quando resfriada porque a pressão interna da garrafa resultante da inversão do fundo reduz o risco de deformação. Visto que o recipiente é mais forte e a superfície da parede da garrafa é mais lisa, a qualidade da aplicação do rótulo é particularmente otimizada, afirma a empresa. Além disso, o amplo diâmetro de apoio do fundo aprimora a estabilidade da garrafa através da linha de embalagem e no palete, contribuindo assim para a eficiência da linha

As primeiras linhas BoostPRIME de PET enchido a quente  já operam no México

A solução de embalagem BoostPRIME da Sidel está sendo usada por um cliente importante no México, onde a produção industrial começou com sucesso no início deste ano. Com aproximadamente 50 SKUs em produção, esse fabricante de bebidas já alcançou enorme economia de até 32% no peso das garrafas, afirma a Sidel. Essas bebidas enchidas a quente, incluindo suco, chá e isotônicos são produzidas utilizando uma variedade de configurações de produção: produção off-line e in-line, equipamentos de sopro e enchimento já em uso e novos da Sidel, sopradora Sidel independente e a Combi integrada de sopro-enchimento-fechamento da Sidel, sopradoras SBO Universal e SBO Sidel Matrix™, enchimento com contato e enchimento por medidor de vazão, aplicação de rótulos sleeve e roll-fed. Todas as linhas configuradas para a BoostPRIME podem também produzir garrafas resistentes ao calor tradicionais com ou sem painéis, o que aumenta a versatilidade da solução de embalagem.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Sidel

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Braskem assume compromisso de compra de energia gerada em parque eólico e ajuda a viabilizar empreendimento da EDF Renewables na Bahia

02/12/2018

Estado caminha para se tornar líder nacional no setor de energia renovável

A Braskem vai investir na compra de energia eólica e assim ajudar a viabilizar a expansão do Complexo de Folha Larga, que a EDF Renewable do Brasil está desenvolvendo na Bahia. A Braskem se comprometeu a comprar energia eólica por 20 anos, em um contrato estimado em R$ 400 milhões. Esse novo parque de energia renovável, localizado no município de Campo Formoso, a 350 km a noroeste de Salvador, contribuirá para colocar a Bahia entre os líderes no setor nos próximos anos.

O empreendimento de Folha Larga foi viabilizado pela contratação de venda de energia de longo prazo nos leilões do governo e também pela celebração do compromisso da Braskem no ambiente de contratação livre.

“A Bahia tem se tornado referência nacional em energia renovável”, afirma Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. “Estamos fazendo nossa parte para o desenvolvimento desse setor. Ao investir numa matriz limpa e sustentável, estamos reduzindo a quantidade de emissões de CO2 em 325 mil toneladas ao longo do período do contrato”, diz Checcucci.

A Bahia tem atualmente 113 parques eólicos em operação, com potência instalada de aproximadamente 3,0 GW, segundo dados da Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Os investimentos já contratados no setor durante o ano por meio dos leilões de energia devem fazer o Estado da Bahia ganhar mais 622 MW de energia eólica até 2024. A região de Campo Formoso, onde está localizado o parque eólico, apresenta vento forte e constante, muito favorável a eficiência da geração de energia eólica.

“Esse primeiro contrato privado de compra e venda de energia, assinado com a Braskem, um dos maiores consumidores do país, demonstra nossa competitividade no mercado livre e a vontade da EDF Renewables de se posicionar como um dos principais atores deste mercado” disse Paulo Abranches, diretor presidente da EDF Renewables no Brasil. Estabelecida há três anos no Brasil, a EDF Renewables encontra-se entre as líderes do país no setor de energias renováveis, totalizando cerca de 1 GW em projetos de energia eólica e solar, já considerando as iniciativas que estão em operação e em fase de construção. Na Bahia, a empresa francesa conta ainda com o Complexo Eólico Ventos da Bahia, município de Bonito e de Mulungu do Morro, com capacidade para produzir 183 MW.

Fonte: Braskem

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Davis-Standard adquire fabricante americano de equipamentos de termoformagem para a indústria de embalagens de alimentos

02/12/2018

A Davis-Standard, LLC anunciou que adquiriu a Thermoforming Systems LLC de Yakima, Washington (EUA). A TSL projeta, fabrica e comercializa equipamentos avançados de termoformagem para a indústria de embalagens de alimentos na América do Norte.

“A TSL é líder de mercado em tecnologia de equipamentos de termoformagem para embalagens de alto volume e estamos entusiasmados em dar as boas vindas à sua equipe dedicada que se incorpora à Davis-Standard hoje”, disse Jim Murphy, presidente e CEO da Davis-Standard. Murphy acrescentou: “Estamos entusiasmados com esta oportunidade com a TSL, à medida em que compartilhamos os valores centrais e um foco em nossos clientes, na tecnologia e na inovação de produtos. Este é um dia empolgante para ambas as organizações quando começamos nosso futuro juntos.”

James Naughton, presidente da Thermoforming Systems LLC, comentou sobre a transação. “A Davis-Standard tem uma reputação de longa data como líder global em tecnologia de extrusão e foi nosso parceiro preferido para trabalhar”, disse ele. “Estamos muito satisfeitos em nos juntarmos a uma organização que compartilha nossos princípios de negócios e, junto com a Davis-Standard, a TSL buscará aprofundar seu compromisso com nossos clientes e funcionários. A TSL continuará a operar e a atender seus clientes como ante. Estamos entusiasmados com nossas oportunidades exclusivas de produtos com a Davis-Standard. ”

Fonte: Davis Standard

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Nova estratégia da BASF visa crescimento rentável e neutro em termos de emissão de CO2

02/12/2018

“Com a nossa nova estratégia, a BASF está inserida em uma trajetória em direção ao crescimento”, disse o Dr. Martin Brudermüller na apresentação da nova estratégia da BASF em Ludwigshafen. O Presidente do Conselho Administrativo destacou a evolução positiva dos últimos anos. “Desde 2012, nossa receita de operações, antes da depreciação, amortização e itens extraordinários, cresceu em média 8% ao ano, bem mais rápido do que o aumento de 3% nos custos fixos por ano”. O crescimento dos lucros da BASF também ultrapassou o aumento anual de 3,7% na produção química global. Além disso, houve um grande avanço no fluxo de caixa líquido nos últimos anos e um alto retorno sobre o capital empregado (ROCE), mais recentemente 15,4%. Acima de tudo, a nova estratégia visa aumentar as vendas e os volumes. A BASF está se concentrando no crescimento orgânico do negócio. Para crescer mais rapidamente, a empresa focará ainda mais em seus clientes e desenvolverá ofertas sob medida para eles. Com o objetivo de se tornar mais rápida e flexível, a empresa simplificará consideravelmente as estruturas e processos, aperfeiçoará seu portfólio e fortalecerá o Verbund. “Iremos transformar nossa organização para ser mais focada no cliente e ágil”, disse Brudermüller.

O mercado asiático, onde a BASF já está bem estabelecida, desempenha um papel importante em sua estratégia de crescimento. Com uma participação no mercado mundial de mais de 40%, a China é o maior mercado de químicos e direciona o crescimento da produção química global. “Até 2030, a participação da China no mercado aumentará para quase 50% e queremos fazer parte desse crescimento”, disse Brudermüller. “Nosso novo site Verbund em Zhanjiang, na província de Guangdong, e a expansão do site em Nanjing aumentarão significativamente nosso crescimento neste mercado dinâmico.”

BASF estabelece ambiciosas metas financeiras e não financeiras

Com sua nova estratégia, a BASF está buscando metas ambiciosas – financeiras e não financeiras. “Queremos crescer mais fortes do que o mercado e nosso objetivo é aumentar nossos volumes de vendas acima do crescimento da produção global de químicos”, disse o CFO e vice-presidente do Conselho Administrativo Dr. Hans-Ulrich Engel.

A BASF também quer aumentar ainda mais a rentabilidade e visa um aumento no EBITDA antes dos itens extraordinários de 3 a 5% ao ano. “Além disso, a BASF visa obter um retorno sobre o capital empregado bem acima do custo da porcentagem de capital a cada ano. Isso significa que criamos um verdadeiro valor agregado”, disse Engel.

A BASF também busca ser líder aos olhos de seus investidores e tem como objetivo oferecer um valor acima da média em comparação com a indústria química. “Consequentemente, queremos aumentar nosso dividendo por ação a cada ano, apoiados por um forte fluxo de caixa líquido”, disse Engel.

Para ajudar a atingir essas metas ambiciosas, a BASF está iniciando um novo programa que estará em vigor de 2019 a 2021. A meta é de contribuições de ganhos anuais de € 2 bilhões a partir do final de 2021. O programa incluirá medidas voltadas para produção, logística, pesquisa e desenvolvimento, bem como atividades de digitalização, automação e desenvolvimento organizacional.

A empresa também estabeleceu metas ambiciosas não financeiras. “A BASF se compromete a manter uniforme suas emissões de gases de efeito estufa de 2018 até 2030 – mesmo visando um considerável crescimento anual da produção”, disse Brudermüller. “Isso significa que vamos dissociar nossas emissões de gases de efeito estufa do crescimento orgânico.” A meta inclui grandes investimentos planejados, como o novo site Verbund na província de Guangdong, no sul da China. Para tanto, a BASF melhorará a gestão, eficiência e integração de suas fábricas e, sempre que possível, comprará uma parcela maior de eletricidade a partir de fontes de energia renováveis. “Considerando os padrões tecnológicos já muito altos de nossas fábricas, essa é uma meta muito ambiciosa que exigirá criatividade excepcional para fazer as coisas de maneira diferente”, disse Brudermüller. Ele acrescentou que isso exigiria um ambiente regulatório adequado na Alemanha, Europa e em todo o mundo. A empresa afirma que já reduziu suas emissões de gases de efeito estufa em 50% em termos absolutos, em comparação com os níveis de 1990 – ao passo que seus volumes de produção dobraram nesse período.

Além da meta de crescimento neutro de CO2 até 2030, a BASF quer gerar cerca de € 22 bilhões em vendas com produtos Accelerator em 2025. São produtos que contribuem substancialmente para a sustentabilidade na cadeia de valor.

“Entretanto, nada disso será possível sem os nossos colaboradores. É por isso que, pela primeira vez, estamos estabelecendo uma meta para a satisfação dos colaboradores”, disse Brudermüller. “Queremos que mais de 80% dos nossos colaboradores sintam que na BASF eles podem prosperar e ter o melhor desempenho.”

Áreas de atuação para atingimento das metas

“Queremos que nossos clientes tenham uma nova experiência com a BASF”, disse Brudermüller. Portanto, a BASF continuará desenvolvendo sua organização para trabalhar de maneira mais eficaz e eficiente e ser ainda mais centrada no cliente. “Queremos fortalecer nossa paixão por nossos clientes em toda a organização, antecipar e atender ainda mais as necessidades de nossos clientes”, disse Brudermüller. Segundo a BASF, combinar a sua expertise na indústria química com as competências de seus clientes permitirá o desenvolvimento de soluções lucrativas e responsáveis. Para tanto, a BASF está lançando uma série de medidas que, entre outras coisas, aumentará a transparência para os clientes, melhorará o atendimento ao cliente e explorará o potencial de crescimento conjunto, afirma a empresa. A BASF se concentrará nas seguintes áreas de atuação: portfólio, pessoas, inovação, sustentabilidade, operações e digitalização.

Desenvolvimento futuro da estrutura de segmentos da BASF

A BASF realizou uma revisão de sua estrutura de segmentos e fará a introdução de mudanças a partir do início de 2019. “Vamos aprimorar nosso portfólio e focar nossa alocação de capital para áreas de negócios em crescimento”, disse Brudermüller. “A nova estrutura de segmentos da BASF criará mais transparência em relação a como direcionar nossos negócios, a importância das cadeias de valor e o papel do nosso Verbund”.

A partir de 1º de janeiro de 2019, a BASF terá seis segmentos, cada um contendo duas divisões de negócios, com exceção de Soluções para Agricultura, que continuará englobando uma divisão:

  • Químicos: Petroquímicos e Intermediários
  • Materiais: Materiais de Performance e Monômeros
  • Soluções para Indústria: Dispersões e Pigmentos e Químicos de Performance
  • Tecnologias para Superfícies: CataliSadores e Revestimentos
  • Nutrição e Care: Care Chemicals e Nutrição e Saúde
  • Soluções para Agricultura

A BASF pretende posicionar seus negócios de maneira clara perante seus concorrentes relevantes constituindo uma empresa com alto desempenho, permitindo o êxito da empresa em um ambiente de mercado cada vez mais competitivo.

A empresa se concentrará principalmente no crescimento orgânico por meio de investimentos e inovação, mas fará aquisições onde for necessário. “Nossa ênfase principal será em design de processos eficientes e confiáveis. As empresas que não conseguirem alcançar tal posicionamento acabarão fora do mercado”, afirmou Brudermüller.

O Verbund desempenha um papel central

O Verbund (integração da produção e verticalização) continuará desempenhando um papel central para a BASF. O Verbund ajuda a empresa a obter vantagens tecnológicas em todos os segmentos.

Além disso, as cadeias de valor só podem ser operadas com verdadeira eficiência no Verbund. Devido à produção integrada do Verbund, a BASF economiza, em termos de custos, pelo menos € 1 bilhão por ano, por exemplo, em matérias-primas, energia e logística. Ao mesmo tempo, a empresa evita emissões significativas como resultado do Verbund. A BASF continuará a liderar o setor na construção e desenvolvimento de estruturas do Verbund e na consolidação de operações em um número menor de sites altamente eficientes.

Criando uma organização de alto desempenho

Para ter êxito em sua mudança, a empresa também está melhorando os processos internos e a maneira como as pessoas trabalham juntas. Os colaboradores são a chave para a implementação bem-sucedida da nova estratégia. A BASF fornecerá estruturas flexíveis e garantirá que os colaboradores tenham as ferramentas e habilidades necessárias para oferecer aos clientes produtos e serviços diferenciados e personalizados. “É essencial nos tornarmos mais rápidos e mais ágeis e, portanto, mais eficientes e eficazes”, disse Engel.

Como parte do futuro desenvolvimento da organização, a BASF está criando estruturas mais enxutas para serviços, em P&D e em funções de governança. Ao incorporar partes significativas dos serviços funcionais nas divisões de negócios, a empresa está aproximando seus colaboradores de seus clientes. Além disso, as atividades funcionais e de pesquisa remanescentes serão organizadas de maneira mais eficiente. Aproximadamente 20.000 colaboradores em todo o mundo serão direta ou indiretamente afetados por essa reorganização. “Esperamos que todas essas medidas resultem em uma melhor diferenciação das unidades de negócios, além de ganhos substanciais de produtividade”, disse Engel.

Quando for o momento, daremos maior autoridade em termos de tomada de decisão para as unidades de negócios. “Isso significa que vamos permitir mais liberdade empreendedora, mas também atribuir responsabilidades claras”, comenta Engel. Assim, a BASF está aumentando a eficácia das unidades de negócios e, consequentemente, melhorando a satisfação do cliente. Para garantir que a BASF aproveite potenciais oportunidades de mercado em todos os países, a empresa introduzirá modelos de desenvolvimento de mercado complementares. As divisões de negócios decidirão quais mercados locais serão foco, sendo atendidos pelos seus próprios colaboradores e em quais mercados eles irão transferir as atribuições dos negócios para as organizações locais do país. Adicionalmente, a BASF estabeleceu uma força-tarefa de simplificação de processos para tornar os processos-chave menos complicados. A empresa simplificará e encurtará os processos possibilitando uma tomada de decisão mais rápida.

Resolvendo desafios com soluções inovadoras

A BASF sempre trabalhou no desenvolvimento de inovações mais atraentes para seus clientes. “Competitividade e relevância para o cliente são alcançadas por meio da excelência em processos e tecnologias. Nosso novo alinhamento estratégico irá agora aproximar nossas unidades de pesquisa das necessidades dos negócios e dos clientes”, disse Brudermüller. A pesquisa e o desenvolvimento da BASF estarão mais conectados organizacionalmente e, portanto, mais focados nas necessidades dos clientes ajudando a reduzir o tempo de comercialização, acelerando o crescimento orgânico da empresa.

A excelência operacional sempre foi um dos principais pontos fortes da BASF. “Nossos clientes esperam que os produtos sejam entregues no prazo e dentro das especificações”, disse Engel. “Para tanto, devemos gerir nossa produção com segurança, eficiência e confiabilidade”. A BASF aumentará a confiabilidade de suas fábricas e melhorará a flexibilidade. Portanto, a empresa aumentou seu orçamento para € 400 milhões por ano dedicado para alavancar a excelência operacional, o que está significativamente acima da média nos últimos anos.

Alavancar a digitalização por toda a empresa

A digitalização oferece oportunidades inigualáveis ao longo de todo o ciclo de vida dos ativos da BASF. Por exemplo, diferentes processos ou ideias de investimento podem ser simulados em computadores, o que ajuda a minimizar os custos. A realidade aumentada já está sendo usada para dar apoio para a força de trabalho da BASF nas operações diárias. A BASF pretende digitalizar os processos em mais de 350 de suas plantas em todo o mundo até 2022.

A digitalização será parte integrante dos negócios da BASF. A empresa criará valor adicional para os clientes, aumentará seus negócios e melhorará a eficiência através da digitalização. A empresa também irá aumentar a criatividade em P&D, utilizando mais intensamente seu supercomputador Quriosity. Para garantir que a BASF obtenha o melhor valor de seus dados, irá melhorar ainda mais a disponibilidade e a qualidade dos dados, fornecendo a infraestrutura necessária para conectar seus sistemas de back-end e usar os dados existentes para apoiar a tomada de decisões. A BASF ganhará velocidade, impacto e alcance em seus esforços de digitalização para ficar à frente de seus pares na indústria química.

Fonte: BASF

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Guia Exame de Sustentabilidade 2018 elege Termotécnica como PME mais sustentável do Brasil

02/12/2018

Empresa é premiada também como a empresa mais sustentável do setor Químico

O Guia EXAME Sustentabilidade 2018 elegeu a Termotécnica – maior indústria da América Latina de transformação de EPS (poliestireno expandido) – como a PME mais sustentável do Brasil no ano e como a empresa mais sustentável na categoria Química. O destaque foi para o Programa Reciclar EPS, que já deu um novo destino a mais de 40 mil toneladas de EPS (conhecido como isopor®) – um terço de todo o EPS reciclado no Brasil.

A notícia foi recebida pelo presidente da Termotécnica, Albano Schmidt, junto com integrantes da empresa, em evento que lançou o Guia EXAME Sustentabilidade 2018 no dia 22/11,em São Paulo (SP), durante o EXAME Fórum Sustentabilidade.

De 179 empresas inscritas no prêmio, 78 foram premiadas. O resultado foi obtido com base em uma avaliação baseada emanálise dos projetos de sustentabilidade e aplicação de questionário da Fundação Getúlio Vargas.

Albano Schmidt valoriza o fato dos reconhecimentos estarem alinhados a um dos objetivos estratégicos da empresa, que prioriza a “Economia Circular na Prática”.“Temos uma atenção especial com a sustentabilidade em nossos processos internos, desde a concepção à logística reversa e reciclagem dos produtos. É muito gratificante ser reconhecido por uma iniciativa nossa, pensada para a preservação do meio ambiente e para a qualidade de vida das pessoas”, destaca.

Os destaques apontados pelo prêmio

Criado em 2007 pela Termotécnica, o Programa Reciclar EPS foi uma antecipação à PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos). Desde sua criação, a iniciativa pioneira no País já deu um novo destino a mais de 40 mil toneladas de EPS, gera cerca de 100 empregos diretos, conta com mais de 1,2 mil Pontos de Coleta e 300 cooperativas de reciclagem parceiras, o que impacta diretamente mais de cinco mil famílias. Recentemente, a empresa passou a disponibilizar também um Ponto de Coleta de EPS para reciclagem no galpão da Liga das Escolas de Samba de São Paulo (SP).

Depois de reciclado, o EPS volta para o mercado e é utilizado para a fabricação de itens como: régua escolar, solas de sapato, rodapés, molduras, entre outros.

O prêmio também destacou a iniciativa da empresa de mudar a matriz energética com a substituição do óleo derivado de petróleo por biomassa. A empresa já utiliza, nas fábricas de São José dos Pinhais e de Manaus, aparas da indústria moveleira para movimentar caldeiras. O projeto está sendo implementado em três fábricas, com investimentos de R$ 10 milhões e conclusão em 2020.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Empresa alemã usa sistema de poliuretano da Covestro, parcialmente derivado de CO2, para a produção de pisos esportivos

02/12/2018

  • Première para novos produtos em quadras de Hockey em Krefeld
  • Processo inovador para preservação de recursos
  • Próximo passo no uso de CO2 para plásticos

Pela primeira vez, os pisos sintéticos para esportes podem ser produzidos com dióxido de carbono – o que significa que menos petróleo bruto é necessário como matéria prima. O primeiro contrapiso deste tipo no mundo foi inaugurado no centro de jogos de hockey de um renomado clube de esportes no oeste da Alemanha. O novo material especialmente sustentável é originado do fabricante de materiais Covestro, que desenvolveu um processo revolucionário para utilização de CO2. Segundo a empresa, isto pode economizar até um quinto de petróleo bruto durante a produção – uma contribuição inovadora para preservação de recursos e controle de reciclagem.

O CO2 para contrapisos é retido em um de seus componentes, o poliol. Até esse momento, o novo material à base de CO2, chamado cardyon®, vinha sendo utilizado para produzir espuma macia de poliuretano para colchões e móveis estofados, que já estão sendo comercializados. O desenvolvimento para uso nos esportes é, agora, o próximo passo na expansão da gama de aplicações.

Utilizando CO2 e economizando petróleo

“O uso de dióxido de carbono como uma nova matéria prima é uma abordagem promissora para tornar a produção na indústria de químicos e plásticos mais sustentável”, explicou o Dr. Markus Steilemann, CEO da Covestro. “Desta forma, nós utilizamos CO2 em um processo de loop fechado e economizamos petróleo. Baseados nisto, queremos oferecer uma carteira de produtos abrangente, para o máximo de áreas de aplicação possível – alinhados com nossa visão de deixar o mundo um lugar melhor”.

O primeiro cliente para o novo poliol produzido com CO2 é o produtor de pisos esportivos atuante em todo o globo, Polytan. A empresa de Burgheim, na região da Bavária, que pertence ao Sport Group, utiliza o material para produzir contrapisos elásticos junto com o granulado de borracha. “Nós damos grande importância ao uso de matérias primas sustentáveis e estamos sempre buscando alternativas ecologicamente mais sensíveis aos produtos convencionais. Preferencialmente, até mesmo a qualidade do produto pode ser melhorada. A Covestro garante exatamente isso com o cardyon”, disse o Gerente de Compras do Sport Group, Daniel Klomp.

O primeiro piso à base de CO2 agora está sendo utilizado no Crefelder Hockey and Tennis Club (foto). O tradicional clube mantém uma das principais instalações de quadras de hockey na Alemanha, que serve como um local frequente para jogos e campeonatos internacionais. O contrapiso foi feito em uma quadra de jogos de 99 x 59 metros e serve para amortecer o efeito de um novo piso artificial azul brilhante, também da Polytan. “O esporte não é apenas saudável, ele também pode contribuir para a sustentabilidade. Estamos comprovando isso com a recém-equipada quadra de hockey, que certamente deixará nosso clube ainda mais atraente”, explicou o gerente do clube Robert Haake.

Tecnologia Inovadora

O uso de CO2 como uma matéria prima para plásticos foi possibilitado por uma tecnologia especial, amigável ao meio-ambiente, que a Covestro desenvolveu com seus parceiros. O CO2 é utilizado como um fornecedor do elemento carbono – ao invés das matérias primas baseadas em petróleo. Até 20% das matérias primas de origem fóssil podem, então, ser substituídas pelo dióxido de carbono. A Covestro produz os novos poliois à base de CO2 em sua unidade de Dormagen, próxima à Colônia. O dióxido de carbono vem de uma empresa química vizinha, que o produz como um subproduto.

Sobre a Polytan: A especialista para pisos esportivos em áreas externas está continuamente desenvolvendo suas superfícies esportivas sintéticas e sistemas de gramado artificial. Além de seu próprio desenvolvimento, a fabricação e a instalação de pisos esportivos, a gama de serviços da Polytan também inclui revestimento, reparo, limpeza e manutenção. Todos os produtos atendem aos padrões nacionais e internacionais atuais e possuem todos os certificados relevantes das associações esportivas internacionais, como FIFA, FIH, World Rugby e IAAF.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Kömmerling lança sistema de janela de correr com vedação por borrachas

02/12/2018

Indicado para substituição de janelas em prédios que necessitam manter a arquitetura externa original

Segundo a Kömmerling, no sistema PremiSlide, a vedação de borrachas – que faz a janela correr – , garante único deslizamento, menor espaço de abertura e fácil utilização em ambientes de pouco acesso. O sistema oferece isolamento térmico, capacidade para vidros de até 50 mm de espessura e sistema de vedação dupla com 76 mm de profundidade, garante a empresa. “Ele é ideal para substituição de janelas em prédios que necessitam manter a arquitetura externa original”, informa Tonia Lima, diretora comercial da Kömmerling.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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Solvay lança filamentos para impressão 3D para peças na área de saúde

29/11/2018

A Solvay está ampliando seu portfólio de filamentos de alto desempenho para aplicações de manufatura aditiva (em 3D) com a introdução de três produtos de grau médico para uso no setor de saúde.

Os novos produtos são um filamento puro de polieteretercetona KetaSpire® PEEK AM, um filamento KetaSpire® PEEK AM reforçado com 10% de fibra de carbono e um filamento puro de polifenilsulfona Radel® PPSU AM. São indicados para impressão 3D na produção de peças de grau médico destinadas a aplicações de contato limitado (24 horas de contato com fluido corporal/tecido). Os três produtos estão imediatamente disponíveis para clientes da Europa e da América do Norte, na plataforma de comércio eletrônico de polímeros especiais da Solvay.

“O setor de saúde está se expandindo rapidamente como um mercado que vai se beneficiar da tecnologia da manufatura aditiva, possibilitando peças personalizadas para uso único ou de baixo volume”, afirma Christophe Schramm, Gerente Global de Negócios de Manufatura Aditiva da Solvay Specialty Polymers. “Com esses novos produtos de grau médico, vamos ocupar uma parte do mercado que ainda tem opções muito limitadas de filamentos de alto desempenho para atender aos rigorosos requisitos regulatórios em saúde”, acrescentou.

Segundo a Solvay, os seus filamentos KetaSpire® PEEK AM são projetados para permitir uma excelente fusão de camadas impressas e possibilitar a fabricação de peças com alta densidade e resistência excepcional, inclusive ao longo do eixo z. Os filamentos Radel® PPSU AM também oferecem excelente fusão de camadas impressas, além de transparência, alto alongamento e tenacidade, garante a empresa.

“Esses novos filamentos de AM de grau médico representam as iniciativas contínuas da Solvay para apoiar nossos clientes. Os filamentos podem ser usados para uma variedade de aplicações de saúde, como guias de corte específicos para pacientes em cirurgias e para componentes complexos em dispositivos médicos de uso único e reutilizáveis”, disse Jeff Hrivnak, Gerente Global de Negócios da Saúde da Solvay Specialty Polymers.

A Solvay Specialty Polymers fabrica mais de 1500 produtos, comercializados sob 35 marcas de polímeros de alto desempenho – fluoropolímeros, fluoroelastômeros, fluídos fluorados, poliamidas semi-aromáticas, polímeros sulfônicos, polímeros aromáticos de altíssimo desempenho e polímeros de alta barreira – para uso nos setores Aeroespacial, Energia Alternativa, Automotivo, Saúde, Membranas, Petróleo e Gás, Embalagens, Tubulações, Semicondutores, Fios e Cabos, e outras indústrias.

Fonte: Solvay

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IPA Jaguariúna dobra a produção da Linha Infantil para atender à demanda do mercado nacional

29/11/2018

A IPA, empresa nacional que atua no setor de produtos de plástico fabricados por processos de sopro e injeção,  está com uma de suas fábricas – Jaguariúna (SP) – alocadas para a crescente fabricação de brinquedos, por conta do Natal.

Segundo Tarcisio Telles, CEO da IPA, “nesta época, a produção mais do que dobra para atender à demanda do mercado nacional, aumentando 100% em relação ao volume médio”.

O uso do plástico na fabricação de brinquedos permite que os produtos sejam versáteis, resistentes e duráveis. O material possibilita a aplicação de variadas cores, assegura a maleabilidade – com diversas formas e ergonomia -, e é seguro.

Reconhecida por sua atuação na indústria automotiva, a IPA também se destaca na produção de itens soprados para a linha infantil, tais como cadeiras de transporte para carros, compostas de assento, encosto e alavanca, além de carrinhos para bebês e crianças, que incluem assentos para bebê conforto e rodas para carrinhos motorizados completos – um dos brinquedos mais vendidos em 2018.

A fábrica de Jaguariúna, única que desenvolve itens que não fazem parte do sistema de combustível em automóveis, ainda tem capacidade para absorver novas demandas, de maneira a diversificar a atuação da empresa para diferentes mercados.

Fundada em 1997, a IPA tem como produtos principais os tanques e tubos de combustível para veículos, reservatórios de água e de expansão, entre outros, fornecendo para as principais montadoras do País. A empresa conta com 600 colaboradores distribuídos em suas quatro unidades de produção industrial no Brasil e na Argentina, em Caçapava e Jaguariúna (SP), Gravataí (RS) e Zárate (ARG). Outras duas – Porto Real (RJ) e Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP) – operam como unidades de montagem, totalizando mais de 84 mil m2.

Fonte: Assessoria de Imprensa – IPA

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Radici comemora 20 anos de presença no Brasil

22/11/2018

Crescimento orgânico, sustentabilidade, atendimento personalizado e mão de obra especializada colocaram a filial brasileira da Radici Performance Plastics em lugar de destaque

Com fábricas e sedes na América do Norte, América do Sul, Ásia e Europa, uma das filiais de destaque do RadiciGroup é a brasileira. Situada no município de Araçariguama, em São Paulo, a unidade, focalizada no segmento de poliamidas e plásticos de engenharia, acaba de completar 20 anos com um crescimento sustentável e orgânico. Os planos de expansão no mercado Sul-Americano são ambiciosos e, segundo a empresa, estão sendo alcançados antes do prazo. Em 2016, a meta era sair do patamar de 16% de market share para chegar em 20% ou 25% até 2021. Em 2017, no entanto, o crescimento foi da ordem de 20%. Em 2018, a previsão era fechar com 10%, mas até o último mês de julho, o índice já apontava um valor bem acima do previsto.

A Radici atribui este desempenho à qualidade de seus produtos e à interpretação da necessidade do mercado e das particularidades de cada cliente. Só a indústria automobilística representa 40% dos negócios da filial brasileira, seguida de eletroeletrônicos com 17% e embalagens com 12%.

“Administrar uma empresa não é fácil. Por isso, eu sempre brinco que uma boa gestão empresarial deve ser igual ao controle de uma geladeira. Nada pode sobrar ou estragar, tudo precisa ser utilizado, ou seja, controle absoluto de estoque, matérias-primas, sobra de aditivos etc.,” explica Jane Campos – Country Manager da filial brasileira da RadiciGroup Performance Plastics.

E apesar do cenário econômico no país, a Radici não desanimou e continuou a investir em seu parque fabril. De 2017 a 2018 foram mais de R$ 13 milhões em equipamentos para o seu centro de pesquisa e parque industrial, todos com foco no aumento da capacidade de produção e no menor consumo energético e de recursos hídricos. Com este novo cenário, a empresa tem capacidade instalada de 20 mil toneladas por ano, um aumento de produção local na ordem de 50% – ampliando assim sua autonomia para atender à crescente demanda dos mercados, principalmente, da indústria automotiva.

Outro ponto importante é que, apesar da escassez mundial de matéria-prima PA 66, a companhia nunca deixou de atender a seus clientes. Inclusive, nos últimos dois anos, a empresa teve que suspender as férias coletivas dos colaboradores. “Enquanto muitas indústrias suspenderem as atividades no fim do ano, nós mantivemos o mesmo ritmo de produção. A verdade é que temos tido muitos desafios, mas com resultados acima da média”, afirma Jane Campos. “Não adianta investir e crescer se sua mão de obra não estiver preparada para as mudanças da empresa. Por isso, um dos nossos pilares são os treinamentos internos, para mantermos a excelência na prestação de serviços”, finaliza Jane.

Atualmente, a unidade brasileira é responsável pelo mercado da América do Sul e conta com distribuidores no Chile, Argentina, Colômbia e Peru. Totalizando mais de 70 colaboradores diretos e indiretos.

Com mais de três mil colaboradores, um faturamento de mais 1.14 bilhões de euros em 2017,e uma rede de fábricas e sedes comerciais localizadas entre a Europa, América do Norte e do Sul e a Ásia, a RadiciGroup é considerada uma das principais líderes mundiais na produção de uma ampla gama de produtos químicos, polímeros de poliamida, tecnopolímeros, fibras sintéticas e não tecidos com aplicação em múltiplos setores industriais como: automotivo, elétrico/eletrônicos, bens de consumo, vestuário, mobiliário, imobiliário, eletrodomésticos e esportivos. Com macro áreas de negócio – Specialty Chemicals, Performance Plastics e Synthetic Fibres & Nonwovens (Performance Yarn, Comfort Fibres, Extrusion Yarn) – a companhia é integrante de uma ampla estrutura industrial que inclui também o negócio mecanotêxtil (Itema), energia (Geogreen) e Hotelaria (San Marco).

Fonte: Assessoria de Imprensa – RadiciGroup; Foto: Divulgação

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PICPlast realiza workshop sobre compliance e competitividade

22/11/2018

Com o objetivo de discutir conceitos sobre compliance e os benefícios de suas aplicações, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast – promoverá em São Paulo, no próximo dia 27 de novembro, o workshop com o tema “Compliance como diferencial para a competitividade”. A iniciativa será ministrada pelo palestrante Wagner Giovanini, consultor especialista e diretor fundador da Compliance Total. Entre os assuntos da palestra, serão discutidos temas relacionados à legislação atual e as mudanças previstas, além da aplicação dos mecanismos de integridade, o impacto nas empresas e seus negócios e a corrupção no Brasil e no mundo, entre outros temas.

As vagas são limitadas, por isso, os interessados devem confirmar a sua participação até o dia 22 de novembro pelo e-mail workshopcompliancepicplast@tlvmail.com.br ou no RSVP pelo telefone (11) 3198-4539.

Serviço:
Workshop PICPlast “Compliance como diferencial para a competitividade”
27 de novembro
Das 8 às 12 horas
Local: São Paulo Center. Avenida Lineu de Paula Machado, 1088, Cidade Jardim, São Paulo.
Inscrições: workshopcompliancepicplast@tlvmail.com.br ou no RSVP pelo telefone (11) 3198-4539.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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Coim destaca uso do poliuretano em várias soluções industriais “sob demanda”

22/11/2018

“Personalizar para conquistar o mercado”: essa foi a máxima da palestra de R. Scott Archibald, gerente de desenvolvimento e assistência técnica da linha Imuthane e TPU da Coim dos EUA. O executivo destacou a versatilidade de aplicações do poliuretano durante sua palestra “Elastômeros de Poliuretano para aplicação sob demanda” na edição 2018 da Feiplar Composites & Feipur.

Durante o painel, Scott forneceu uma visão geral da indústria de uretano,  com foco no mercado de poliuretano fundido. “Discutimos como a química de vários sistemas de poliuretano é usada para aumentar a vida útil de muitos dos mercados finais do poliuretano fundido.”, explica.

O poliuretano pode ser aplicado em diversos ramos da indústria: da mineração à produção de pneus, passando também pela utilização no setor de calçados, eletrônicos e automotivo. Adequando os diversos usos às demandas, a Coim  afirma oferecer soluções personalizadas para seus clientes em todas essas áreas.

“Antes de escolher o poliuretano a ser aplicado em um determinado projeto, é preciso prestar atenção a algumas propriedades importantes como possíveis falhas de material, agentes de cura, engenharia da peça, capacidade de processamento e também testes de campo. Como trata-se de um material muito versátil, é necessário buscar características específicas para aplicações específicas do uso que se deseja.”, pontua Scott.

“Para saber se o poliuretano é o material mais adequado ao uso que o cliente necessita, é preciso explorar as comparações dele com outros materiais. A partir dessa aferição e, respeitando e entendendo as características de cada material, conseguimos determinar se ele é ou não a melhor opção para aquela aplicação.”, explica R. Scott.

Poliuretano e o futuro da mineração

Setor responsável por movimentar milhões de dólares todos os anos, a mineração também encontrou o seu modo de incorporar o poliuretano às rotinas produtivas. Em função do seu custo benefício e características importantes para esse segmento industrial – como versatilidade e durabilidade- , o produto rapidamente ganhou espaço. “O poliuretano fundido já vem sendo utilizado dentro da mineração há algumas décadas, porém, cada vez mais esta tecnologia tem sido empregada nesse mercado, seja em substituição a produtos que já existem ou na criação de novas peças.”, explica Ari Sales Bento, gerente de negócios da Coim.

Os pré-polimeros de fundição – ou casting como são conhecidos – são elastômeros com excelentes características físicas. O fato dos principais componentes serem líquidos permite criar um número expressivo de peças para as mais variadas aplicações. “Os itens mais conhecidos são, telas, revestimento de tubos, raspadores de correia, bombas etc. A utilização se deve à resistência a abrasão, ao rasgo, corte, resiliência, elasticidade etc. O crescimento no interesse por esse tipo de tecnologia vai ao encontro de uma busca da indústria de mineração por um melhor desempenho e longevidade dos equipamentos, uma vez que a tendência nesse tipo de trabalho é que se desgastem mais rapidamente.”, completa Bento.

A Coim (Chimica Organica Industriale Milanese) é uma empresa de origem italiana especializada em policondensação (ester), poliadição (poliuretanos) e grande fabricante de especialidades químicas. Fundada em 1962, em Milão, a empresa possui unidades fabris na Itália, Brasil (foto), Estados Unidos, Índia e Cingapura, além dos Centros de Pesquisa na Itália, França, Inglaterra, Alemanha e Brasil.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Coim

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Eastman e Solac apresentam liquidificador duplo com jarra de copoliéster

22/11/2018

O Orbit Solac é movido por uma base de motor duplo. Acompanha uma jarra de 2,5 litros e dois containers de 500ml 2GO! fabricados com o copoliéster Tritan™ da Eastman

O Grupo Taurus, multinacional de origem espanhola atuante no segmento de eletrodomésticos, acaba de lançar, no México, o “Orbit”, o primeiro liquidificador duplo sob sua marca Solac. Este produto inovador inclui uma jarra de 2,5 litros e duas garrafas 2GO!, fabricadas com o copoliéster Tritan™ da Eastman.

O Orbit da Solac é pioneiro no uso, no mercado mexicano, do copoliéster da Eastman para fabricação de produtos que mantém contato com alimentos.

A Solac e a Eastman relatam que a parceria entre elas surgiu da necessidade de oferecer ao mercado um produto durável e de qualidade. Para demonstrar a durabilidade do produto, o Orbit da Solac possui uma garantia de 5 anos em sua jarra, assim como nas garrafas de 500ml.

“Um dos eletrodomésticos mais utilizados na cozinha é o liquidificador. O Orbit proporciona aos segmentos doméstico e profissional excelente desempenho, potência e durabilidade por um preço justo e acessível. Ao oferecer a praticidade de performance de dois trituradores ao mesmo tempo, também reduz o tempo de preparação”, afirma Maria Fernanda Riestra Ampudia, gerente sênior de Marketing de Produto da Solac para o México e América Central.

A jarra maior, de 2,5 litros, utiliza ambos os discos para triturar os ingredientes até um nível celular, sem deixar resíduos fibrosos ou pedaços de alimentos e gelo. Os recipientes 2GO! oferecem a flexibilidade da preparação de uma porção única. A fabricante de matéria prima afirma que todas as jarras Tritan são resistentes a estilhaçamento e são fáceis de lavar.

Segundo a Eastman, o Tritan oferece muitas vantagens sobre vidros e plásticos tradicionais, incluindo a habilidade de resistir a manchas e a suportar mudanças bruscas de temperaturas, sem quebrar ou trincar. Após a preparação de bebidas quentes, os usuários podem simplesmente lavar o container e, em seguida, bater uma bebida bem gelada, sem perder a transparência ou durabilidade do recipiente, garante a empresa.

De acordo com Rogério Dias, gerente regional da América Latina para Plásticos Especiais da Eastman, “no que diz respeito às jarras de liquidificador, sempre existe uma preferência pelo vidro como material de fabricação no lugar de plásticos. No entanto, o Tritan oferece as vantagens de um material premium, livre de BPA, com menor peso, maior resistência a impacto e transparência superior”.

“Tritan é um material de excelente qualidade para o nosso liquidificador Orbit”, acrescenta Guillermo Freyria Pérez, responsável pelo departamento de Inovação e Desenvolvimento da Solac. “Ele complementa perfeitamente a promessa de durabilidade enquanto soluciona os principais problemas do vidro e oferece aos consumidores benefícios maiores”.

O liquidificador Orbit da Solac está disponível em lojas de departamento no México e poderá ser encontrado na Europa em 2019.:

A Eastman é uma empresa global de materiais plásticos e aditivos especiais que produz uma ampla gama de produtos para atrativos mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

A Solac é uma companhia espanhola com mais de 100 anos no mercado europeu. Segundo a empresa, ela lançou o primeiro ferro de passar elétrico. O Orbit, assim como os outros produtos da marca Solac, é resultado de vários anos de pesquisa e desenvolvimento.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Borealis adquire controle acionário de fabricante coreano de compostos para a indústria de cabos elétricos

15/11/2018

A Borealis anunciou a assinatura de um acordo para aquisição de uma participação majoritária na empresa sul-coreana DYM Solution Co. Ltd. O acordo e transação estão sujeitos às aprovações regulamentares.

Com sede em Cheonan, na Coréia do Sul (foto), a DYM Solution Co. Ltd. foi fundada em 1992 e é fornecedora de soluções em compostos para a indústria global de cabos elétricos. Ela é especializada em compostos de borracha e curados por silanos, semicondutores e materiais retardantes de chama sem halogênio (HFFR).

Com este investimento, a Borealis busca estender a pegada global de ativos da divisão Wire & Cable que ela tem em conjunto junto com a Borouge, com sede em Abu Dhabi. Com essa aquisção, a Borealis poderá adicionar o portfolio complementar da DYM Solution Co à sua extensa gama de produtos.

“Ter acesso a uma base de produção asiática aumentará significativamente nossa capacidade de promover um crescimento orgânico contínuo para a Borealis e a Borouge e permitirá que atendamos ainda mais aos requisitos de nossos clientes do segmento de fios e cabos”, diz o diretor executivo da Borealis, Alfred Stern.

Fonte: Borealis

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Lucro da Braskem chega a R$ 1,34 bilhões no terceiro trimestre de 2018

15/11/2018

Após greve dos caminhoneiros, as vendas se recuperam no Brasil e crescem nos Estados Unidos e no México

A recuperação das vendas no Brasil depois da greve dos caminhoneiros e o crescimento nos Estados Unidos e no México levaram a Braskem a registrar um Ebitda de R$ 3,6 bilhões (US$ 909 milhões) no terceiro trimestre de 2018, 30% maior do que igual período do ano passado. O lucro líquido cresceu 68% na mesma comparação, chegando a R$ 1,34 bilhão. A geração livre de caixa alcançou R$ 1,5 bilhão.

“As vendas maiores no exterior e a recuperação brasileira pós-greve dos caminhoneiros compensaram os menores níveis de spreads de resinas no Brasil, de polipropileno na Europa e de polietileno na América do Norte”, disse o presidente da Braskem, Fernando Musa. “Continuamos a registrar resultados vigorosos em geral, apesar da volatilidade do mercado e de alguns desafios operacionais, mais uma prova da resiliência da Companhia e um grande indicativo de que estamos trilhando um caminho seguro de crescimento.”

A normalização da produção no período pós-greve no Brasil fez com que a taxa média de utilização das centrais petroquímicas chegasse a 95%, 5 p.p. superior ao registrado no segundo trimestre. Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, a taxa média de utilização foi 3 p.p. superior, período que foi negativamente impactado pela parada programada da central do Rio de Janeiro.

A demanda de resinas no mercado brasileiro (PE, PP e PVC) foi de 1,4 milhão de toneladas no trimestre, 9% superior ao trimestre anterior, que foi impactado pelas restrições logísticas decorrentes da greve e também influenciada pela sazonalidade. Em relação ao 3T17, a demanda de resinas foi 3% superior. No acumulado do ano, a demanda de resinas apresentou expansão de 3%, devido ao maior nível de atividade, principalmente, nos setores de embalagens, agricultura e consumo.

As vendas de resinas da Braskem totalizaram 917 mil toneladas, um aumento de 12% em relação 2T18 e superior ao desempenho do mercado. Em relação ao 3T17, as vendas ficaram em linha. No acumulado do ano, as vendas de resinas no Brasil apresentaram expansão de 1%, totalizando 2.624 mil toneladas.

A taxa de utilização nos EUA e na Europa foi de 87% no trimestre, 3 p.p. superior ao segundo trimestre, com vendas de 477 mil toneladas de PP. No México, a taxa de utilização das plantas de polietileno foi de 78%, 6 p.p. superior ao segundo trimestre do ano, o qual havia sido negativamente impactado pela parada programada em maio. As vendas de PE totalizaram 136 mil toneladas no mercado mexicano, alta de 1% sobre o trimestre anterior. As exportações a partir do México se mantiveram estáveis devido a estratégia de priorizar o atendimento do mercado mexicano.

Unidade de PP nos EUA

Ao término do terceiro trimestre, a Braskem já investiu US$ 341 milhões de um total de US$ 675 milhões previstos para a construção da nova planta de produção de polipropileno (PP) nos EUA. A planta com capacidade de produção de 450 mil toneladas por ano, localizada em La Porte, no Texas, será a sexta fábrica de PP nos EUA. Até o fim do trimestre, o projeto atingiu 32,8% de progresso físico, incluindo 96,5% do detalhamento de engenharia, 86,5% da aquisição de equipamentos e materiais e 24,3% da construção civil. A previsão é que a planta comece a operar em 2020.

Fonte: Braskem

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Stratasys lança novo elastômero e materiais com cores vibrantes para impressão 3D

15/11/2018

  • Desenvolvido para as impressoras 3D da Série F123, o novo termoplástico oferece elasticidade e durabilidade;
  • Materiais com cores vibrantes possibilitam protótipos ultrarrealistas nas impressoras 3D modelos J750 e J735

Impulsionando a Manufatura Aditiva, a Stratasys lança um elastômero e materiais aprimorados para seus principais equipamentos das tecnologias FDM e PolyJet, com aplicações em prototipagem rápida, produção de ferramental customizado e peças de uso final. Segundo a empresa, a solução de elastômero FDM oferece novos níveis de elasticidade e durabilidade aos fabricantes, com suporte solúvel, enquanto as cores avançadas dos materiais da tecnologia PolyJet proporcionam maior realismo, transformando os processos tradicionais de design e prototipagem. Os materiais já estão disponíveis para comercialização no mercado brasileiro.

Com o novo material elastômero, os clientes podem produzir peças com resistência única e com a capacidade de alongamento ou compressão, sem comprometimento da forma, afirma a empresa. Disponível para as impressoras 3D da Série F123, o elastômero Stratasys TPU 92A destina-se a atender às Caixas de texto:  a Stratasys assegura que o seu elastômero TPU 92A permite aos clientes imprimir em 3D peças com resistência única – com grande capacidade de alongamento ou compressão, sem perder sua forma – necessidades dos fabricantes que precisam de peças com capacidade de alongamento, alta resistência e total liberdade de design. Com o suporte solúvel, a nova solução pode reduzir significativamente o tempo de produção e os custos de trabalho, garante o fabricante.

“A criação de peças de elastômero usando silicone tradicional ou moldes CNC é um processo extremamente caro e demorado. Ao mesmo tempo, entendemos que outras técnicas aditivas não podem, por si só, apresentar peças com o tamanho e a complexidade obtidas com o nosso material elastômero”, diz Zehavit Reisin, Vice-Presidente e Head da área de Soluções e Materiais, Stratasys. “Os fabricantes precisam de soluções de impressão 3D que possam ser colocadas em operação em ambientes reais e extremos de prototipagem e de produção. Com peças confiáveis e altamente resistentes, nossas soluções são desenvolvidas para permitir que eles obtenham exatamente isso”, complementa Reisin.

“O novo material Stratasys 92A é interessante para nossos clientes, pois quando combinado com suporte solúvel, oferece a oportunidade de produzir peças de elastômero médias ou grandes, complexas, duráveis e resistentes, que antes eram inviáveis”, afirma Vince Anewenter, Diretor do Consórcio de Prototipagem Rápida, Escola de Engenharia de Milwaukee.

Realismo aprimorado para protótipos avançados

A Stratasys anunciou também uma variedade de novos materiais para suas impressoras 3D PolyJet J750 e J735, os quais, segundo a empresa, permitem a produção de protótipos altamente realistas. Os lançamentos incluem cinco novos materiais com capacidade de imitar borracha, couro ou plástico. Estes materiais são projetados para permitir que as equipes atendam melhor aos objetivos específicos do projeto, agilizem as iterações e reduzam os tempos de lançamento dos produtos no mercado, afirma a Stratasys.

Caixa de texto: As novas opções de materiais para as impressoras 3D PolyJet J750 e J735 da Stratasys são projetadas para criar protótipos mais realistas em termos de texturas e cores vívidas. De acordo com a Stratasys, o material Agilus30 White pode imitar peças emborrachadas como vedações e juntas para montadoras – ou modelos em cores vívidas usados para protótipos de artigos esportivos, componentes eletrônicos ou brinquedos/bonecos. Mesclando materiais rígidos e macios, o Agilus30 White produz a maior variedade de protótipos realistas com alto nível de detalhes em um único processo de impressão, afirma a fabricante do material. Como o mais novo membro da família de cores Agilus, que inclui preto e transparente, o Agilus White é essencial para indústrias como a de saúde, na qual a cor branca é necessária para certas aplicações, como protótipos de dispositivos médicos.

O material VeroVivid Cyan expande a gama de cores das impressoras 3D J750 e J735 para mais de meio milhão de cores distintas, abrangendo do rígido ao opaco, flexível e transparente. Produzindo cores vibrantes e transparência em um único processo de impressão, a VeroVivid Cyan e o novo VeroFlexVivid criam protótipos efetivos e realistas para indústrias de bens de consumo, embalagens e óculos, afirma a Stratasys. Usando o software GrabCAD Print, os designers podem imprimir em 3D com maior precisão de cores.

Antero 800NA e MED625FLX

Cumprindo o plano previamente anunciado, a Stratasys disponibiliza um termoplástico FDM baseado em PEKK – o Antero800NA – disponível para a impressora 3D Fortus 900mc. Segundo a empresa, este material de alto desempenho é resistente a produtos químicos, possui propriedades ultrabaixas de liberação de gases e apresenta alta resistência ao calor – ideal para aplicações espaciais e em aeronaves.

De acordo com a Stratasys, o seu MED625FLX é um material biocompatível, adequado para aplicações dentais e ortodônticas, além de procedimentos de implantologia. Já disponível nas impressoras 3D Objet260 Dental e Objet260/500 Dental Selection, o material permite a impressão direta de modelos de arcada flexíveis. Segundo a empresa, isto possibilita aos ortodontistas reduzirem o tempo de colocação e de alinhamento de braquetes em até 75%, sendo que o  material também permite diminuir o custo de produção em laboratórios em 40%.

Stratasys na formnext 2018

A Stratasys está lançando sua solução de elastômero e suas novas opções de materiais avançados na formnext 2018, realizada em Messe Frankfurt, Alemanha, a partir da terça-feira, 13 de novembro, até sexta-feira, 16 de novembro. A empresa está proporcionando demonstrações práticas exclusivas, casos detalhados de uso do cliente e apresentações durante toda a exposição – Hall 3.1, Estande G40.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Stratasys

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RadiciGroup, Versalis e Safitex se unem para reciclar grama sintética de campos esportivos

15/11/2018

Versalis (Eni), RadiciGroup e Safitex uniram forças para tornar reciclável a grama sintética de campos esportivos, em linha com os princípios da economia circular. O projeto foi apresentado na Ecomondo, feira de tecnologias verdes realizada em Rimini (Itália), de 5 a 8 de novembro, e é o resultado da colaboração entre a Versalis, fornecedora da matéria-prima (polietileno), RadiciGroup, fabricante de fibras para aplicações esportivas, e a Safitex, fabricante de grama sintética.

O projeto envolve uma cadeia de fornecimento totalmente italiana e visa reforçar a circularidade desta aplicação, a fim de reduzir seu impacto ao final da vida útil. Atualmente, o gramado sintético é descartado em aterros ou incinerado, o que produz emissões de gases de efeito estufa. Graças à colaboração entre estes três líderes industriais italianos, em busca do caminho “Made Green in Italy”, o gramado sintético pode agora ser reciclado ao final de sua vida útil, assim como os outros plásticos: será recolhido, triturado e processado para outras aplicações na área de esportes (caneleiras, cotoveleiras) ou para mobiliário (vasos, acessórios e equipamentos de jardinagem).

Para avaliar o desempenho ambiental do projeto, as três empresas realizaram uma Avaliação do Ciclo de Vida (LCA), cada uma para seu próprio produto, quantificando o impacto ambiental com dados científicos e regras de cálculo válidas em todos os países europeus. Os resultados dos estudos realizados sobre o polímero (Versalis), fibras (Radigreen da RadiciGroup) e gramado (EcoNext da Safitex) foram verificados por um organismo de certificação independente (Certiquality), que emitiu, para cada um deles, um certificado de Pegada Ambiental do Produto (* PEF ) – método reconhecido em toda a Europa que permite medir o desempenho ambiental dos produtos ao longo de todo o seu ciclo de vida.

Fonte: Assessoria de Imprensa – RadiciGroup

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Evonik inicia produção de sílica precipitada na Carolina do Sul

15/11/2018

  • Crescente demanda por sílica para pneus com baixa resistência ao rolamento a fim de economizar combustível
  • Investimento de cerca de US$ 120 milhões cria mais de 40 novos empregos
  • Nova sílica customizada para pneus de SUVs que economizam combustível também é produzida na Carolina do Sul.

A Evonik Industries deu início às operações em sua nova planta de sílica precipitada para a indústria de pneus na Carolina do Sul (EUA). A empresa investiu cerca de US$120 milhões nessa fábrica de escala mundial em resposta à alta demanda por sílica precipitada da indústria de pneus na América do Norte. O setor automotivo depende da sílica precipitada de alta dispersão para produzir pneus com maior resistência à rolagem e melhor aderência em pistas molhadas. As sílicas integram os Smart Materials, um dos quatro motores de crescimento estratégico da Evonik.

“A abertura da nova fábrica (foto) representa uma etapa importante no fortalecimento da nossa posição como parceiro global da indústria de pneus”, disse Harald Schwager, vice-presidente da diretoria executiva da Evonik. “Ao expandir as nossas atividades no setor da sílica, estamos seguindo uma estratégia clara. Além de incorporar as atividades da Huber Sílica, estamos ampliando de maneira contínua as nossas capacidades de sílica.

A proximidade aos principais clientes da indústria de pneus foi o fator decisivo para a escolha do site da Carolina do Sul. Johannes Ohmer, membro da Diretoria Executiva da Evonik Resource Efficiency GmbH, disse: “A partir daqui, planejamos abastecer os nossos clientes locais com produtos inovadores e soluções customizadas”. A Evonik também vai produzir a recém-desenvolvida sílica ULTRASIL® 7800 GR no local. Em decorrência de sua área superficial específica maior, a ULTRASIL® 7800 GR confere mais rigidez ao composto da banda de rolagem sem impactar de maneira negativa a sua processabilidade. Por esse motivo, esse produto é particularmente apropriado para SUVs, veículos que têm como principal mercado global os Estados Unidos.

A construção de uma nova unidade de produção em Charleston cria mais de 40 novos empregos.

A Evonik é uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas. Com mais de 36.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2017, a empresa gerou vendas da ordem de 14,4 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,36 bilhões de Euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Esko realiza evento “Inovação com 3D e Realidade Virtual para Embalagens” 3m parceria com a ABRE, no final de novembro

15/11/2018

A idéia é que os participantes tenham uma experiência real pelo mundo virtual

A Esko realizará no dia 29 de novembro, na sede da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem – http://www.abre.org.br), um evento exclusivo para brand onwers cuja proposta é apresentar uma ferramenta de design 3D, aplicada ao desenvolvimento e à criação de embalagens. Na ocasião, os participantes também terão uma experiência de Realidade Virtual que, segundo a empresa, garantirá uma imersão completa no PDV.

“A ideia é surpreender os brand owners com esta experiência virtual e mostrar que as inovações tecnológicas estão disponíveis para garantir que a criação e o desenvolvimento de uma embalagem sejam igualmente surpreendentes e garantam o sucesso de marcas e produtos que encantarão o consumidor final. Não é mais filme de ficção. Neste evento mostraremos que é possível criar uma embalagem a partir de recursos 3D e depois experimentá-la, literalmente, no ponto de venda. Tudo é tão real que dá para medir exatamente o impacto do novo produto/nova embalagem no PDV; é possível avaliar as reações do consumidor final e o comportamento da nova embalagem”, explica Helen Biehl, Key Account Manager LATAM da Esko.

Para ilustrar a importância da tecnologia 3D no design de embalagens, Roberto Freire, Arquiteto de Soluções Pré-Vendas – Brand Onwers Americas da Esko, apresentará ainda o case da Nike. “Não é de hoje que a Esko trabalha o conceito de ‘Packaging Connected’, ou seja, nossas tecnologias e ferramentas oferecem uma possibilidade única de combinar a arte da embalagem com a informação estrutural de CAD. As diversas aplicações, únicas e exclusivas, de 3D da Esko ajudam a agilizar diferentes designs, aprovações e processos de produção”, lembra Roberto.

Segundo ele, além da visualização hiper-realista das embalagens, a combinação das soluções Esko para aumentar e agilizar a produção com as ferramentas 3D permite automatizar a produção das amostras de embalagem para usar na fase de design e nas campanhas de e-commerce e marketing. Esta aplicação acelera o processo de amostras, eliminando a necessidade de fotos caras e demoradas. Os mockups virtuais 3D também economizam tempo e dinheiro na prova, acrescenta Freire.

Hoje, o lançamento de uma embalagem no mercado pode levar cerca de 198 dias, segundo dados da Key Point Intelligence. “Mas o sonho dos brand owners é reduzir este tempo para 60 dias ou menos”, diz Helen. “Este objetivo é claro para a estratégia ‘Packaging Connected’ da Esko. Estamos comprometidos a continuar investindo para entregar cada vez mais soluções, mais fortes, dentro de nosso portfólio de hardware e software, com uma gama cada vez maior de parceiros na indústria e, mais recentemente, junto com todos os stakeholders do ecossistema de embalagem.”

A Esko afirma que o seu portfólio ajuda a gerenciar todo o processo de criação de uma embalagem, desde a produção no brand owner e no fabricante da embalagem, passando pelos designers, pré-impressão, impressores e convertedores.

  • Esko Software Platform — gerenciamento de projeto, criação de arte, design estrutural, pré-impressão, visualização 3D, automação do fluxo de trabalho, garantia de qualidade, paletização, colaboração na cadeia de suprimento e aprovação.
  • Enfocus — prova PDF e software de automação do fluxo de trabalho.
  • MediaBeacon — gerenciamento de asset digital (DAM).
  • Blue Software — gerenciamento de rótulos e artes.
  • CDI — soluções computer-to-plate para chapas flexo e letterpress.
  • Kongsberg — mesas de corte digital para amostras e produções de pequenas tiragens.
  • Serviços profissionais, treinamento e consultoria.

A Esko emprega cerca de 1.800 pessoas em todo o mundo. Com sede em Gent (Bélgica), suas vendas diretas e indiretas é feita pelo contato diário com os clientes globalmente. A Esko é uma empresa pertencente à Danaher (www.danaher.com)

Serviço evento Esko/ABRE:

Data: 29 de novembro
Horário: 9h00 às 12h00
Local:ABRE (Associação Brasileira de Embalagem) – Rua Oscar Freire, 379 – São Paulo

Fonte: Assessoria de Imprensa – Esko

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Chem-Trend apresentou novidades em diversos segmentos na Feiplar Composites & Feipur 2018

13/11/2018

A Chem-Trend, empresa do Grupo Freudenberg que atua no mercado de agentes desmoldantes, participou da edição 2018 da Feiplar Composites & Feipur apresentando novas linhas de produtos, com foco em sustentabilidade e desempenho para diversos segmentos de indústrias. E aproveitou a ocasião para lançar oficialmente seu mais recente Relatório de Sustentabilidade para seus parceiros e clientes.

Tecnologia em Compósitos

A Chem-Trend possui um sistema consolidado para o mercado de compósitos (limpadores, seladores, primers e desmoldantes). Entre os produtos que diminuem o tempo de preparação do molde, a linha Flex-Z®, fabricada localmente e composta por produtos com diferentes níveis de “slip” (alto, médio, baixo), é elaborada com solvente ambientalmente amigável.

Segundo a empresa, com o sistema “wipe on leave on”, é possível obter uma fácil aplicação, sem a necessidade de remover excessos, e ainda promover resultado com alto brilho e durabilidade para o ferramental retirando as imperfeições. A Chem Trend afirma que ele reduz o acúmulo de produto, fazendo com que o molde fique limpo por mais tempo, sendo indicado para moldagens de todos os tamanhos em processos abertos e fechados.

Fabricado no Brasil, o Chem-Trend® Flow Promoter possui função auxiliar, ou seja, não substitui o desmoldante, mas melhora o acabamento superficial de peças rotacionalmente moldadas devido à cobertura em áreas de difícil preenchimento e fluxo, rápida secagem e formação de filme protetor, garante a empresa.

Já a linha Zyvax®1070W, de agentes desmoldantes à base de água e não inflamável, é destinada para o segmento aeroespacial. Segundo a Chem-Trend, sua formulação reduz o tempo de aplicação e o aumento de calor. É livre de silicone, fazendo com que a limpeza das peças seja mais rápida e exija um menor esforço físico.

Tecnologia em Poliuretanos

Para o mercado de Poliuretanos (PU), a empresa desenvolveu várias novas linhas.

A série Chem-Trend® PU-21 é composta por produtos convencionais, com tecnologia híbrida e base aquosa, tendo como características o alto flash point e baixa emissão de VOCs – Compostos Orgânicos Voláteis -, elementos químicos potencialmente perigosos à saúde e ao meio ambiente. Essa linha é indicada para a aplicação de espuma flexível moldada de PU e, segundo a empresa, oferece benefícios como acabamento superficial de qualidade, poder de desmoldagem, baixo acúmulo na cavidade do molde e redução do nível de refugo e retrabalho, além de redução de riscos associados a flamabilidade e promoção de um abiente mais seguro.

Para solados e palmilhas em PU, foi desenvolvida uma linha especial à base de água, o Chem-Trend® PU-23W, que garante acabamento superficial, aplicação em uma ampla faixa de trabalho com diferentes temperaturas e durabilidade em processos que são submetidos à pintura posterior.

Para o segmento de pele integral (IMC e revestimento com couro) e indústria moveleira, a Chem-Trend também desenvolveu uma nova linha de produtos à base de água, o Chem-Trend® PU-25, que oferece itens compatíveis com diversos tipos de sistemas de poliuretano em uma ampla faixa de temperatura.

“Nossos clientes estão cada vez mais atentos às questões sustentáveis e acabam optando por parceiros que desenvolvem soluções mais amigáveis ao meio ambiente. Pensando nisso, a Chem-Trend reformulou seu portfólio de produtos, sem perder a qualidade já reconhecida pelo mercado”, comenta Patricia Ajeje, Diretora de Vendas da empresa no Brasil. “Os diversos desenvolvimentos só corroboram a ideia de que não fornecemos apenas especialidades químicas, e sim produtividade e qualidade de processo e produtos aos clientes. É a forma como adicionamos valor”, finaliza.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Chem-Trend

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Almarai instala duas linhas de PET completas da Sidel para atender ao aumento da demanda por sucos na Arábia Saudita

12/11/2018

A Almarai, produtora líder do mercado de bebidas lácteas e sucos no Oriente Médio, entrou em contato com o Sidel Group para ampliar sua capacidade de produção de suco de laranja distribuído através da cadeia de frio. As demandas da empresa priorizavam alta velocidade, confiabilidade da linha, bem como garantia de uma produção de alta qualidade.

Desde a fundação da empresa em 1977, o crescimento da Almarai se deve a investimentos estratégicos que a transformaram na maior produtora e distribuidora de alimentos e bebidas do Oriente Médio, com uma capitalização de mercado superior a 12,5 bilhões de dólares. A estrutura de produção, marketing e distribuição da Almarai permite distribuir diariamente produtos para mais de 110.000 pontos de venda situados nos seis países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) , além de Egito e Jordânia.

Sucos disparam na preferência do consumidor

Quando a Almarai consultou a Sidel, precisava aumentar a capacidade de produção do formato de dose individual (200 ml) dos sucos de laranja envasados em PET e distribuídos através da cadeia de frio (refrigerados). A demanda era consequência direta da preferência manifestada de maneira expressiva pelos consumidores. Uma parte da linha de produtos oferecia vinte opções de sabores, refletindo as tendências mais marcantes do mercado de bebidas da Arábia Saudita. Segundo estudos, a busca de fórmulas mais saudáveis e naturais deverá influenciar consideravelmente as vendas de suco.

A Almarai decidiu instalar duas novas linhas PET completas da Sidel, cada uma delas com capacidade para produzir 54.000 garrafas por hora (gph), na planta central de processamento situada na cidade de Al Kharj.

Soluções de embalagem para maior eficiência

Como a Sidel é tem mais de 35 anos de experiência no setor de envase PET, reunia as qualidades para prestar apoio à Almarai na busca de soluções de fabricação e processamento. As duas novas linhas PET completas instaladas na unidade de produção de Al Kharj – as primeiras encomendadas pela Almarai junto à Sidel – empregam os equipamentos e recursos dos Sistemas de Processamento da Tetra Pak (TPPS, na sigla em inglês). O equipamento de processamento TPPS captura o sabor natural da bebida e garante que seu consumo é seguro, afirma a Sidel.

Anurag Sharma, gerente de vendas da Sidel na Arábia Saudita, explica: “Nosso desafio era encontrar uma solução para garantir maior eficiência e assim fortalecer a rentabilidade e otimizar o Custo Total de Propriedade (TCO, na sigla em inglês). Tudo isso sem abrir mão da alta qualidade dos produtos, que é essencial para a Almarai, tendo em vista o excelente desempenho das vendas de seu suco de laranja. Para alcançar esses resultados com as duas linhas completas, a Almarai optou pela Sidel Combi. Integrando os processos de sopro, enchimento e fechamento em um único sistema, a Combi reduz os custos operacionais e ocupa um espaço até 30% menor que os equipamentos individuais convencionais. Como a solução traz menos máquinas, oferece níveis de eficiência até 4% superiores aos das máquinas independentes, além de consumir menos energia e proporcionar troca de formato mais rápida. Em consequência, os custos operacionais são até 12% menores, economizando mão de obra, matérias primas e peças de reposição.”

As duas Combis instaladas na unidade de Al Kharj são equipadas com uma enchedora SF100 da Sidel, que, segundo a empresa, garante ótima operabilidade e alta produtividade. A Sidel afirma que a válvula de “dupla velocidade” permite obter um desempenho homogêneo e produtos de qualidade, especialmente na fabricação de bebidas com polpa. Além disso, tanto os medidores de vazão magnéticos como as válvulas de enchimento são equipados com êmbolos para garantir precisão, dando maior eficiência ao envase e à limpeza, sem esquecer que o sistema previne entupimentos e facilita a remoção dos resíduos de polpa, garante o fabricante das máquinas. Para assegurar uma proteção ainda maior do produto e facilitar as operações, o compartimento impermeável com filtro HEPA garante higiene, enquanto a limpeza “Cleaning In Place” (CIP) dispensa a intervenção de operadores, graças às garrafas falsas automáticas, complementa a Sidel.

A Combi é completada pela rotuladora RollQUATTRO Evo da Sidel. Utilizando principalmente a tecnologia Roll-Fed envolvente para aplicar rótulos de papel ou plástico com cola quente, a rotuladora proporciona a flexibilidade para atender às necessidades da Almarai em termos de processamento de frascos leves e rótulos finos em altíssima velocidade.

Sistema de final de linha para maior flexibilidade e melhor qualidade do pacote

Como parte das soluções completas disponibilizadas pela Sidel, a Almarai decidiu aplicar as soluções da Gebo Cermex para otimizar o desempenho do final de linha. Foram instalados dois sistemas de empacotamento com filme termoencolhível para controlar três configurações de pacotes: 6×4, 2×3 e 2×3 garrafas em clusters (agrupamentos). Para dar ainda mais flexibilidade em velocidades altíssimas (67.500 gph em sobrevelocidade), uma das empacotadoras de filme termoencolhível processa garrafas retangulares individuais em fluxo massivo, posicionando-as em bandejas e aplicando filme, enquanto a outra opera tanto com garrafas individuais como packs de garrafas agrupadas por meio de pinos de seleção especiais com rolos que identificam os agrupamentos conforme o agregado ou lote de produtos. Para garantir um resultado homogêneo e confiável para a produção de pacotes da mais alta qualidade – verdadeiro desafio devido ao diâmetro reduzido da garrafa –, a máquina foi equipada com uma câmera de inspeção 3D que detecta frascos faltantes na bandeja antes da aplicação do filme termoencolhível. Além disso, a mesa removível de injeção da empacotadora de filme termoencolhível facilita a manutenção e dá estabilidade ao manuseio do filme.

Para garantir maior economia de energia e redução do TCO, os sistemas de empacotamento com filme termoencolhível são combinados com duas paletizadoras EvoFlex® da Gebo Cermex. O sistema de paletização Evoflex tem alimentação de nível baixo capaz de operar com até 12 camadas por minuto e, segundo o fabricante, oferece vantagens significativas em termos de ergonomia, consumo de energia e segurança. A solução é equipada com o AxoSmart, sistema de preparação de camadas criado pela Gebo Cermex para atender às demandas de embalagens mais ecológicas (garrafas mais leves e menos embalagens secundárias) e portfólio de produtos mais variado.

Inteligência operacional

As duas linhas PET completas instaladas na fábrica de Al Kharj são equipadas com o EIT® (ferramenta de melhoria da eficiência) do Sidel Group, sistema de aquisição de dados e inteligência de fabricação. Segundo a empresa, a sua solução registra dados brutos de produção 24h por dia e 7 dias por semana, calcula um grande número de indicadores de desempenho (KPIs), analisa problemas de produção, detecta fontes de perda de eficiência e efetua análises de causa raiz. Atualmente instalado em mais de 70 países, o sistema foi criado para diminuir as paradas não planejadas, reduzir desperdícios e custos, além de aumentar o rendimento da fábrica, pois permite que funcionários de todos os níveis hierárquicos da empresa acessem dados relevantes e acionáveis sobre questões de produção em tempo real. A versão do EIT da Almarai apresenta uma funcionalidade adicional: o módulo ECO, que monitora e mede o consumo de energia, água e outros serviços essenciais no nível do equipamento e da linha. Segundo a Sidel, além de fornecer o custo da energia por unidade produzida, o sistema estabelece correlações entre as tendências de consumo (incluindo energia, água, vapor ou ar comprimido) e ocorrências na linha ou fases de produção a fim de melhorar o desempenho de maneira duradoura.

As duas linhas começaram a operar no último trimestre de 2017, tendo disponibilizado produtos para comercialização a partir desse mesmo período.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Sidel

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Braskem define iniciativas a favor da Economia Circular

12/11/2018

Empresa está engajada com a meta que prevê que a totalidade das embalagens plásticas seja reutilizada, reciclada ou recuperada até 2040

A Braskem definiu uma série de iniciativas globais para impulsionar a Economia Circular na cadeia de produção de produtos transformados plásticos.

“Estamos firmes no propósito de contribuir na transformação da economia linear em uma Economia Circular, demonstrando nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem. “Ao estabelecer um rol de iniciativas globais, aderindo a compromissos voluntários e expressando publicamente um posicionamento global a favor da Economia Circular, a Braskem está convidando clientes, parceiros da cadeia de valor, seus Integrantes e a sociedade em geral para ampliar o esforço conjunto em busca de soluções inovadoras e sustentáveis por meio do uso do plástico”.

Intitulado “Posicionamento da Braskem em Economia Circular”, o documento define iniciativas para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar e facilitar a reciclagem e a reutilização de embalagens plásticas, especialmente as de uso único. Ele contempla ainda o avanço de investimentos em novas resinas de origem renováveis, como o Plástico Verde feito à base de cana-de-açúcar, e o apoio a novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais.

As iniciativas também englobam a promoção o engajamento de consumidores a programas de reciclagem por meio de ações educacionais de consumo consciente, o uso de ferramentas de avaliação de ciclo de vida e o apoio a ações para melhoria do gerenciamento de resíduos sólidos a fim de prevenir o descarte de lixo nos mares.

Além dessas iniciativas, a Braskem também assumiu o compromisso voluntário de que todas as suas unidades industriais adotem as melhores práticas para reduzir ainda mais a perda de pellets (matéria-prima para a produção de embalagens plásticas) nos seus processos até 2020 e aderiu aos compromissos setoriais de trabalhar para que a totalidade das embalagens plásticas sejam reutilizadas, recicladas ou recuperadas até 2040.

A Braskem se compromete também a reportar os progressos dessas iniciativas em seu Relatório Anual.

“Os plásticos têm função essencial no desenvolvimento sustentável porque evitam o desperdício e aumentam a eficiência em diversos setores da economia, como na produção agrícola e na indústria automotiva. É um material que contribui para a segurança alimentar e a higiene hospitalar, além de integrar o cotidiano das pessoas por meio de várias aplicações”, diz Fernando Musa. “Inserido na economia circular, o potencial do plástico de gerar benefícios com menor impacto se amplia ainda mais.”

Para conhecer o “Posicionamento da Braskem em Economia Circular”, acesso o seguinte link: www.braskem.com/economiacircular

Fonte: Braskem

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Vendas da Evonik crescem 7% no terceiro trimestre de 2018

12/11/2018

  • Ebitda ajustado subiu 8% para 692 milhões de euros
  • Perspectivas para o ano 2018 se confirmam

A Evonik aumentou o Ebitda ajustado do terceiro trimestre de 2018 para 692 milhões de euros (ano anterior: 640 milhões de euros). Os dois segmentos de crescimento – Nutrition & Care e Resource Efficiency – contribuíram de modo considerável para o incremento das receitas e da rentabilidade. A margem Ebitda ajustada aumentou para 18,2% quando comparada aos 18% no mesmo trimestre do ano anterior.

As vendas subiram para 3,8 bilhões de euros no terceiro trimestre (ano anterior: 3,6 bilhões de euros), basicamente devido ao aumento nos preços de venda. A receita líquida ajustada cresceu 35% para 370 milhões de euros, o que corresponde a um lucro ajustado de 0,79 euro por ação.

“Estamos implementando a nossa estratégia de maneira consistente”, diz Christian Kullmann, Presidente da Diretoria Executiva. “Vamos continuar adaptando o nosso portfólio de forma ativa, trazendo inovações para o mercado e promovendo a mudança cultural na empresa”.

Previsões confirmadas

A Evonik confirma que mantém a sua previsão para o ano fiscal de 2018, que a empresa havia aumentado após o primeiro semestre do ano, e continua contando com um Ebitda ajustado entre 2,60 e 2,65 bilhões de euros e um ligeiro aumento nas vendas (ano anterior: 14,4 bilhão de euros). A Evonik mantém a sua perspectiva de um fluxo de caixa notavelmente mais alto para 2018 em comparação com o ano anterior (511 milhões de euros).

A robusta demanda na maioria dos mercados finais relevantes deve se manter no quarto trimestre, especialmente nos segmentos de crescimento Nutrition & Care e Resource Efficiency.

Desenvolvimentos nos segmentos

Resource Efficiency: As vendas no segmento aumentaram 5% para 1,4 bilhão de euros no terceiro trimestre, enquanto o Ebitda ajustado, com 338 milhões de euros, ficou 9% acima daquele do mesmo trimestre do ano anterior. A margem Ebitda ajustada no segmento cresceu de 22,9% para 23,7%. A grande demanda por polímeros de alta performance usados no design leve e em tintas e revestimentos base água ambientalmente amigáveis impulsionou as vendas do trimestre.

Nutrition & Care: As vendas do segmento subiram 5% para 1,2 bilhão de euros. O Ebitda ajustado subiu 13% para 212 milhões de euros. O segmento conseguiu elevar significativamente a sua margem Ebitda ajustada para 18,2% (exercício anterior: 16,9%). A demanda se manteve alta na linha de aminoácidos para nutrição animal. As linhas de negócio Personal Care e Health Care continuaram se desenvolvendo bem.

Performance Materials: As vendas do segmento alcançaram um bilhão de euros no terceiro trimestre, um incremento de 13% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Os preços de venda foram mais altos, sobretudo em resultado da transferência do aumento nos custos das matérias-primas. Os baixos níveis de água no rio Reno reduziram os volumes de transporte, o que exerceu impacto negativo sobre o fluxo de matérias-primas e mercadorias. A linha de metacrilatos se beneficiou de uma boa demanda continuada, especialmente nas indústrias automobilística e de tintas. O Ebitda ajustado do segmento, de 172 milhões de euros, ficou no nível daquele do mesmo período do ano anterior, enquanto a margem Ebitda ajustada caiu de 18,8% para 16,6%.

Fonte: Evonik

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Unidade de Uretanos da Lanxess participou da feira e congresso Feipur & Feiplar

12/11/2018

Participação no evento reforçou o compromisso da empresa com o segmento de pré-polímeros

A Lanxess participou da Feipur & Feiplar Composites – Feira e Congresso Internacionais de Composites, Poliuretanos e Plásticos de Engenharia, que ocorreu entre 6 e 8 de novembro, no Expo Center Norte, em São Paulo. Na oportunidade, foi apresentado o portfólio de produtos da unidade Urethane Systems, líder no desenvolvimento de sistemas de pré-polímeros de uretano para elastômeros, revestimentos, adesivos e selantes.

A presença da Lanxess na feira reforçou a importância que o setor de Uretanos tem para a companhia, que está construindo uma nova planta para a produção de pré-polímeros em Porto Feliz (foto), com previsão de ficar pronta no segundo trimestre de 2019. “A nova unidade irá ampliar a capacidade produtiva da companhia, além de possibilitar o desenvolvimento de novas soluções”, explica Ailton Pereira, gerente de vendas, assistência técnica e desenvolvimento, da unidade Urethane Systems, da Lanxess.

A Lanxess também marcou presença no Congresso através de dois painéis setoriais. Na terça-feira, dia 6, Bruno Moraes de Nadai, vendedor técnico da divisão de Poliuretanos e Julie Chapelet, gerente de marketing estratégico global, falaram no Painel de Petróleo e Gás sobre as soluções de poliuretano da Lanxess para aplicações tradicionais e de extrema demanda técnica desse mercado. Na quarta- feira, dia 7, a divisão de Uretanos marcou presença com o tema “Novos desenvolvimentos para o mercado”, no painel de Mineração, que foi apresentado por Ailton Pereira, Gerente de vendas, assistência técnica e desenvolvimento e Jean Pauletto, Especialista em assistência técnica para sistemas de PU.

Entre as novidades que foram apresentadas no evento estão os tubos sem pós-cura utilizados no segmento de mineração e os adesivos para a reciclagem de colchões e pneus. “Com esse adesivo, pedaços de espuma gerados na produção de colchões podem ser aglomerados e assim utilizados em conjunto na confecção dos mesmos, bem como borrachas moídas podem se transformar em pisos de playground e academias, podendo também ser aplicados como isolante acústico na construção civil”, complementa o executivo.

A Lanxess Urethane Systems é líder em sistemas de poliuretano para elastômeros, revestimentos, adesivos e selantes, com foco especial em sistemas livres de solventes e monômeros. A Lanxess é uma empresa líder em especialidades químicas, com vendas de 9,7 bilhões de Euros em 2017 e cerca de 19.200 funcionários em 25 países. Atualmente, a empresa está representada em 74 unidades de produção em todo o mundo. O core business da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de intermediários químicos, aditivos, especialidades químicas e plásticos.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Lanxess

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Solvay apresentou solução para expansão de espumas de poliuretano durante Feipur

12/11/2018

Segundo a Solvay, seus agentes de expansão de espumas de poliuretano da linha Solkane® estão alinhados ás melhores soluções para isolamento térmico encontradas no mercado, tendo em vista as restrições impostas pela regulamentação internacional criada pelo Protocolo de Montreal, há 31 anos, que foi referendado e ampliado pela Emenda de Kigali, aprovada em 2016.

Segundo Mário Sérgio Avezú, responsável por Vendas e Marketing na América do Sul da unidade global de negócios Special Chem da Solvay, os produtos da linha Solkane® têm obtido sucesso como alternativa a outros agentes de expansão comercializados na região.

“Dadas as suas características e propriedades, o hidrofluorcarbono pentafluorbutano HFC 365 mfc e suas blendas com heptafluorpropano 227ea são os produtos ideais para substituição do HCFC 141b na expansão de espumas de PU destinadas a isolamento térmico”, diz Avezú. São compatíveis com todas as demais matérias-primas, como os polióis, isocianatos, silicones, retardantes de chama etc., exigindo apenas alguns ajustes na receita, sem implicar alterações na linha de produção, afirma a empresa.

Segundo a Solvay, os produtos da linha Solkane® têm ODP (potencial de degradação da camada de ozônio) igual a zero, ou seja, diferentemente do HCFC-R141b, não agride a camada de ozônio. Entre os benefícios oferecidos por essas soluções destacam-se a facilidade e segurança de manuseio combinadas a um o desempenho superior em termos de propriedades das espumas e custo satisfatório, garante o fabricante. Permitem a obtenção de espumas satisfatórias quanto a estabilidade dimensional e resistência a compressão e com elevada capacidade de isolamento térmico, tanto quando recém produzidas quanto após o envelhecimento.,

Os produtos Solkane® estão entre as opções mais confiáveis, seguras, eficientes e econômicas para o atual ambiente de negócios, garante Mário Sérgio Avezú, ressaltando que estão perfeitamente alinhados com os prazos de substituição de HCFCs e HFCs estabelecidos para o mercado brasileiro com base no Protocolo de Montreal e na sua Emenda de Kigali.

“Temos trabalhado junto aos clientes e ao mercado em geral com o objetivo de reforçar nossa mensagem de que somos um player ativo, que oferece soluções competitivas e adequadas às suas necessidades”, assinala Avezú. Ao mesmo tempo, a Solvay tem intensificado suas atividades nesse segmento, buscando criar produtos inovadores para apoiar o desenvolvimento futuro dos clientes.

Fonte: Solvay

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Entrada de Pedidos das Indústrias Romi no 3o. Trimestre de 2018 cresce 40,5% em relação ao mesmo período de 2017

12/11/2018

As Indústrias Romi S.A., empresa líder brasileira na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou entrada de pedidos de R$ 216,6 milhões no 3o. Trimestre de 2018, montante 40,5% superior ao obtido no mesmo período do ano anterior, resultado do lançamento de novos produtos e da recuperação gradual da economia em 2018.

A receita operacional líquida da Unidade de Negócio Máquinas Romi atingiu R$ 97,5 milhões no 3o. Trimestre de 2018, apresentando um aumento de 35,3% quando comparado com o mesmo período de 2017, refletindo o crescimento na entrada de novos pedidos ocorrida desde o 2o. Trimestre de 2018. Esse incremento no volume de pedidos e, consequentemente, da receita operacional líquida, demonstram que está havendo uma recuperação econômica e industrial de maneira sólida e gradual, além da continuidade na consolidação da marca Romi no mercado externo. As margens bruta e operacional dessa unidade de negócio, no mesmo período de comparação também demonstraram evolução de 9,6 % e 9,8 %, respectivamente.

O faturamento da subsidiária alemã B+W, em Reais, apresentou no 3o. Trimestre de 2018 volume 40,8% superior ao observado no 3o. Trimestre de 2017 (13,6% quando a comparação é feita em Euros). Por fim, a receita operacional líquida da unidade Fundidos e Usinados foi de R$49,6 milhões no 3o. Trimestre de 2018, o que representa uma redução de 8,4% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, decorrente, em sua maioria, da redução no volume de peças fundidas e usinadas de grande porte. Por outro lado, parte dessa redução está sendo compensada pela melhoria no volume da demanda gerada em 2018 pelos setores automotivo comercial e de máquinas para movimentação de terra.

A margem bruta de 29,4% obtida no 3o. Trimestre de 2018 apresentou incremento de 0,5 pontos percentuais em relação ao 3o. Trimestre de 2017. Já a margem operacional (EBIT) quando comparada ao 3o. Trimestre de 2017 apresentou queda de 1,1 ponto percentual.

“Em 2018 pode-se notar uma aceleração na quantidade de negócios gerados no mercado doméstico. Nosso time continua focado em deixar nossa estrutura ainda mais leve, ágil e flexível para responder rapidamente as essas oscilações da demanda, buscando assim capturar, com excelência, todas as novas oportunidades” menciona Luiz Cassiano Rosolen, diretor-presidente da Romi.

Fonte: Indústrias Romi

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Rede Empresarial de Cooperação para o Plástico faz sua sétima reunião de trabalho

12/11/2018

Grupo formado em abril conheceu seu mais novo integrante, a empresa de gestão de água e resíduos Veolia

A sétima reunião da Rede Empresarial de Cooperação para o Plástico ocorreu nesta segunda-feira (12/11), nas instalações da Natura em Cajamar. O encontro contou com a presença de cerca de 50 integrantes, representantes da indústria de bens de consumo, transformadores, recicladores, petroquímicas, cooperativas e varejo.

Durante a reunião, o mais novo integrante da Rede foi apresentado oficialmente aos demais participantes. A empresa Veolia, especialista na gestão de resíduos, água e energia, é o 41º membro da Rede. Além da Veolia, novas empresas de outros elos também estiveram presentes nesta reunião.

Os cinco eixos que compõem a estrutura da Rede apresentaram uma atualização dos seus planos de ação. O de Governança, por exemplo, fez atualizações sobre a definição da estrutura jurídica da Rede. O objetivo do eixo é construir a natureza formal da Rede da maneira mais simples e menos burocratizada possível.

O eixo de Design de Embalagens está trabalhando na elaboração de sugestões de padrões e soluções para as características capazes de tornar uma embalagem adequada (eficiente, reciclável, reutilizável, biodegradável ou compostável). Além disso, o eixo está trabalhando na construção de um índice de reciclabilidade, que vai trabalhar com base em três pilares: técnico, econômico e regionalidade.

O eixo de Comunicação apresentou a logomarca que foi desenvolvida para a Rede. Os integrantes da reunião aprovaram o trabalho, que agora será submetido ao conselho.

A próxima reunião da Rede ocorrerá no dia 4 de dezembro na Braskem.

Fonte: Abiplast

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Nordson lança pedra fundamental de novo centro global para o negócio de matrizes de extrusão e revestimento fluido

04/11/2018

Nova instalação incluirá equipamentos de produção novos e sistemas de fluxo de trabalho que melhorarão a precisão e aumentarão a eficiência da produção de matrizes EDI® e Premier ™

Em uma cerimônia realizada em 01/11/2018, a Nordson Corporation celebrou o lançamento da pedra fundametal de uma nova sede mundial para suas linhas de produtos de extrusão EDI® e revestimento fluido Premier™, que incluirão equipamentos avançados para melhorar a qualidade das matrizes e sistemas mais eficientes para atender aos clientes.

A instalação de 13.500 m² será localizada em um parque industrial próximo a três unidades da Nordson em Chippewa Falls, incluindo a sede atual da EDI e a instalação de fabricação de matrizes de extrusão; uma fábrica para matrizes Premier e todo o serviço pós-venda; e um centro de tecnologia para pesquisa e desenvolvimento (P & D) e testes de laboratório. A realocação dessas operações para a nova instalação começará no verão de 2019 e estará concluída até o final de 2020.

A Nordson também aumentará a eficiência de produção com novos equipamentos de última geração. “O novo centro global para as nossas marcas EDI vai redefinir a forma como as matrizes são construídas”, disse John J. Keane, vice-presidente executivo responsável pelos negócios da Nordson Polymer Processing Systems (PPS). “Equipamentos avançados de fabricação simplificarão o fluxo de trabalho e produzirão matrizes com tolerâncias mais restritas. Uma reconfiguração completa de nossa operação integrará pessoas e recursos anteriormente dispersos em vários locais separados, gerando colaboração e sinergia que melhorarão a experiência do cliente e reduzirão os prazos de entrega.”

A integração de pessoas e recursos envolverá todas as funções – processamento de vendas e pedidos, projeto e engenharia, usinagem e polimento, suporte técnico e administração.

Investimentos adicionais na instalação de Chippewa Falls planejados pela Nordson nos próximos anos irão comprar mais equipamentos novos e também pagar pela atualização dos sistemas existentes. O canteiro de obras inclui espaço para expansão para até 7.360 m2.

Além da operação de Chippewa Falls, a Nordson constrói novas matrizes de extrusão e revestimento fluido em Xangai, na China, e em Saitama, no Japão. Serviços de remanufatura ou retrabalho para matrizes estão disponíveis nesses locais e em Münster, Alemanha.

O investimento em Chippewa Falls é o mais recente de uma série de investimentos da Nordson em suas marcas PPS (Sistemas de Processamento de Plásticos). Estas incluem uma nova instalação em Münster, na Alemanha, que serve como um centro global para peletizadores, sistemas de troca de telas e bombas de material fundido da marca BKG®; um novo centro para as Américas em Austintown, OH, EUA, para roscas e cilindros de extrusão e injeção da marca Xaloy®; e outros projetos nos EUA, Alemanha, China, Tailândia e Japão, envolvendo expansão de capacidade, novos equipamentos ou novas instalações de laboratório para as marcas BKG, EDI e Xaloy.

A Nordson Polymer Processing Systems fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogeneizar, filtrar, medir e dar forma a plásticos e materiais de revestimento fluido. A Nordson Corporation aproveita a experiência experiência da indústria de plásticos como um todo obtida por meio de uma série de aquisições estratégicas para oferecer um portfólio amplo e único das principais tecnologias do setor. A Nordson fornece uma ampla gama de produtos de precisão de fluxo fundido — desde roscas e cilindros para extrusão e injeção a sistemas de filtragem, bombas e válvulas e sistemas de extrusão e peletização para atender às necessidades em constante evolução da indústria de polímeros.

A Nordson Corporation fornece aos clientes recursos para vendas técnicas, serviços e reforma locais por meio de organizações de venda e fábricas regionais em mais de 30 países.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Nordson

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K 2019: Novas tecnologias como motores para inovação

04/11/2018

Mostra especial e Science Campus focalizam assuntos pioneiros fundamentais da indústria de polímeros

Materiais e tecnologia inovadores têm estado no centro de todas as apresentações que ocorreu durante a feira K, evento líder mundial da indústria de plásticos e borracha, que ocorre trienalmente em Düsseldorf, na Alemanha. A K 2019, que ocorrerá entre 16 e 23 de outubro de 2019, também abordará os principais temas da economia circular, conservação de recursos e digitalização, que serão abordadas tanto nos stands de expositores como na programação paralela do evento.

A tradicional mostra especial, que ocorre simultaneamente à K 2019, sob o título conhecido de “Plásticos moldam o futuro” (Plastics shape the future), ilustrará como os plásticos podem ter um impacto sustentável em nosso futuro, quais desenvolvimentos tem surgido na atualidade e quais visões têm o potencial de se tornarem realidade amanhã. Centrado em vários tópicos, o evento de sete dias oferecerá discussões de especialistas, apresentações introdutórias de eventos, apresentações de entretenimento e experiências empolgantes. Explorações de aspectos econômicos e ecológicos também abordarão questões problemáticas e fornecerão soluções para discussão. A mostra especial é um projeto que foi iniciado pela indústria de plásticos alemã sob a égide da PlasticsEurope Deutschland e.V. e Messe Düsseldorf. A mostra “Plastics shape the future“ promete fornecer insights e prévias para expositores e visitantes da K 2019, bem como para a mídia e o público interessado.

Em paralelo, a plataforma aberta do Science Campus K 2019 estimula um discurso ativo entre a pesquisa e a indústria. Também oferece aos expositores e visitantes uma oportunidade de obter uma visão abrangente das recentes atividades e resultados científicos que afetam a indústria de plásticos e borracha e oferece espaço para a troca de informações entre universidades e empresas.

O Science Campus e e a mostra “Plastics shape the future” são cuidadosamente alinhados. Ambas as plataformas abordam tópicos que irão dominar o desenvolvimento global do mercado de polímeros nos próximos anos. Estes tópicos-chave foram definidas por cientistas e especialistas do círculo de inovação da K 2019 da seguinte forma:

Indústria de Digitalização / Plásticos 4.0

  • Economia de plataforma
  • Redes de valor agregado

Plásticos para o Desenvolvimento Sustentável

  • Gerência de água
  • Energias renováveis
  • Economia circular (matérias-primas alternativas etc.)

Integração de sistemas: funcionalidade através de material, processo e design

  • Novos materiais e aditivos
  • Manufatura aditiva
  • Engenharia de materiais leves
  • Mobilidade (e-mobilidade)
  • Bioplásticos

Também será abordada a questão de como recrutar novos profissionais jovens para a indústria, ciência e treinamento. As questões-chave serão preparadas pelas universidades, institutos, associações e agências financiadoras participantes e induzidas e exploradas em apresentações com a ajuda de exposições selecionadas.

Espera-se que um total de 3.000 expositores internacionais estejam presentes na K 2019 e mostrem seus últimos desenvolvimentos nas áreas de máquinas e equipamentos para a indústria de plásticos e borracha, matérias-primas e auxiliares, bem como produtos semi-acabados, peças técnicas e produtos plásticos reforçados. Espera-se que mais de 200.000 prifissionais de todo o mundo visitem o centro de exposições em Düsseldorf para participar da K 2019 entre a quarta-feira, 19 de outubro e a quarta-feira da semana seguinte (26 de outubro), das 10h às 18h30.

Fonte: Messe Düsseldorf

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Simplás fala sobre educação e sustentabilidade em Maceió (AL)

04/11/2018

Presidente Jaime Lorandi apresenta palestra no IV Fórum Regional da Indústria do Plástico, dia 8/11

A ideia de educação voltada para a sustentabilidade desenvolvida pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) ganha terreno pelo Brasil e será apresentada em Maceió (AL), dia 8 de novembro. A entidade, que criou e vem implementando o projeto Plástico do Bem em diversos locais, estimulando a reciclagem e a geração de recursos por meio da economia circular, estará a frente de um dos painéis do IV Fórum Regional da Indústria do Plástico. O presidente Jaime Lorandi (foto) apresentará a palestra “A Solução do Plástico” a partir das 11h, no Auditório Gilberto Mendes de Azevedo, da Casa da Indústria Napoleão Barbosa (Avenida Fernandes Lima, 385 – Farol).

O evento é promovido pelo Sindicato das Indústrias de Plásticos e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast-AL), a Cadeia Produtiva da Química e do Plástico de Alagoas, a Prefeitura Municipal de Maceió, o Sebrae-AL e a Braskem, com apoio da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea). Mais informações e inscrições podem ser obtidas pelo site http://www.sinplast-al.org.br.

“Novos tempos exigem novos hábitos, não só da indústria, que já vem de há muito tempo se aprimorando e se adequando às diretrizes ambientais, mas da sociedade como um todo. O que precisa ser compreendido, neste momento, é que cada pessoa é responsável pelo que consome. A visão do Simplás não é de proteção setorial, mas de defesa da educação para a separação, limpeza e destinação correta dos materiais para reciclagem”, explica o presidente do sindicato, Jaime Lorandi.

A palestra desenvolvida pelo Simplás, que mostra os benefícios dos plásticos para o avanço na qualidade de vida das pessoas, além da importância da educação para a destinação correta dos materiais depois de consumidos, já alcançou públicos como os do 3º Congresso Brasileiro do Plástico (foto), em Porto Alegre (RS), da feira Interplast, em Joinville (SC), e da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul (RS).

O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) representa mais de 400 empresas de transformação que geram cerca de 9,5 mil empregos diretos em oito municípios (Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real), com estimativa de faturamento anual superior a R$ 3 bilhões. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), pelo número de empresas instaladas, a região concentra o segundo maior polo de transformação de material plástico do país.

Legenda: Jaime Lorandi apresenta A Solução do Plástico, sob aplausos, no 3º Congresso Brasileiro do Plástico. A palestra será uma das atrações do IV Fórum Regional da Indústria do Plástico, em Maceio (AL), dia 8 de novembro

Fonte: Assessoria de Imprensa – Simplas / Fotos: Eduardo Fontoura

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CPA e Purcom lançam resina de poliuretano derivada de vegetais para compósitos na Feiplar

04/11/2018

QuickFloor: primeira aplicação de PUGreen®

Durante a a Feiplar Composites, que ocorre de 06 a 08/11, no Expo Center Norte, em São Paulo, as empresas CPA e Purcom estarão apresentando uma resina de poliuretano derivada de vegetais, o PUGreen®. Segundo os fabricantes, as características do material atendem às principais demandas do setor de compósitos, a exemplo de leveza, resistência, qualidade do acabamento e sustentabilidade.

Segundo Paulo Macaúbas, responsável pela área de desenvolvimento de novos negócios e produtos da CPA, a formulação do PUGreen® baseia-se numa blenda de diversos óleos vegetais. “É uma resina derivada de fontes renováveis, com conteúdo de 90% a 100% de sólidos e emissão zero de voláteis, o que a transforma num produto singular no Brasil quando o assunto é poliuretano vegetal. Assim, além de ser ambientalmente amigável e não poluir a atmosfera, o PUGreen® é inodoro, o que melhora a condição de trabalho do aplicador”, explica.

A empresa afirma que, em paralelo ao apelo ecológico, o PUGreen® oferece outros benefícios quando comparado às resinas usadas para moldar compósitos. Entre eles, o maior alongamento típico do poliuretano e os superiores índices de resistência à abrasão, somados ao bom balanço de propriedades de tração e impacto, garantem os fabricantes. “Outro diferencial é a diminuição de peso, que fica entre 6% e 12%, a depender do tipo de peça. Essa característica atende à crescente tendência da indústria de compósitos pela busca por leveza. Destaque também para o baixo pico exotérmico, que resulta em contração praticamente nula e, portanto, melhor acabamento superficial”, complementa Macaúbas.

União de competências

Em operação desde 2006 e especializada na fabricação de resinas vegetais para revestimentos de pisos industriais, a CPA vem investindo ao longo dos últimos anos no desenvolvimento de produtos para o mercado de compósitos, além de resinas, adesivos estruturais e selantes. Esse movimento resultou na criação do PUGreen® e na aliança com a Purcom, maior casa de sistemas independente da América Latina e que há mais de quinze anos abastece os moldadores de compósitos.

“Desenvolvemos polióis de fontes renováveis desde a nossa fundação, mas basicamente para a produção de espumas – e não de resinas. Agora, por meio da parceria com a CPA, incluímos em nosso portfólio resinas de PU vegetais para os mais diversos processos de transformação de compósitos. Em linhas gerais, o PUGreen® é um produto com tecnologia CPA e expertise Purcom”, observa Giuseppe Santachè, diretor comercial da empresa.

A Purcom será responsável pela fabricação da novidade, em conjunto com a CPA – a comercialização, por sua vez, ficará por conta exclusiva da casa de sistemas. No seu estande na Feiplar, assim como no da CPA, os visitantes poderão conferir amostras do QuickFloor, primeiro produto moldado com PUGreen®.

Desenvolvido pela G12 Innovation e produzido pela Compósitos AJB, o QuickFloor é um revestimento de piso modular e industrializado, aplicável em áreas molhadas das edificações, como banheiro, cozinha e lavanderia. Segundo a empresa, trata-se de uma solução prática, limpa e sustentável, que contribui com a impermeabilização da área, pois as placas fabricadas com PUGreen® são impermeáveis e moldadas em uma única peça. “Nosso próximo passo será atender ao mercado de transporte, com foco em ônibus e caminhões, além de um projeto na indústria naval”, avisa Santachè.

Serviço
Feiplar
Quando: 06-08/11
Onde: Expo Center Norte, São Paulo (SP)
CPA: estande E26
Purcom: estande A6

Fonte: Assessoria de Imprensa – CPA / Purcom

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Covestro Elastomers e Raw Material inauguram novo centro técnico de suporte para elastômeros de poliuretano

04/11/2018

Juntamente com a RAW Material, distribuidora de seus produtos no Brasil, a Covestro Elastomers está inaugurando um Centro Técnico que permitirá aos seus clientes acompanhar demonstrações de produtos, capacitar os operadores com treinamentos exclusivos e realizar testes pilotos simulando o ambiente de produção.

Unindo a sua ampla experiência em equipamentos de processamento e na química dos poliuretanos, a Covestro Elastomers busca compartilhar o seu conhecimento no segmento de Poliuretano derramado. Atuando no Brasil há mais de 25 anos, a RAW Material representa e distribui produtos de indústrias químicas globais a vários mercados industriais. A RAW é a distribuidora exclusiva dos produtos da Covestro Elastomers no Brasil desde 2015, promovendo sistemas, máquinas e serviços pós-vendas.

“Equipamos o Centro Técnico com todas as ferramentas necessárias para processar peças em poliuretano derramado, desde os equipamentos necessários para fundição manual, à última geração das máquinas Baulé® Alpha” esclarece Nilson Sako, Diretor Presidente da RAW Material.

“Os três técnicos que trabalham no Centro Técnico foram treinados por nossos especialistas na sede da Covestro Elastomers na França, completa Jean-Paul Rodrigues, Gerente Regional de Vendas da Covestro. Os treinamentos os capacitaram para lidar com todos os desafios enfrentados pelos clientes em sua produção e os habilitam a fornecer aos operadores a assistência necessária para aumentar suas competências de moldagem.”

Através dessa iniciativa, a Covestro Elastomers e a RAW Material fornecem a seus clientes uma solução local para melhorar sua produção com os treinamentos e serviços oferecidos: testes em escala industrial, otimização de processos e prototipagem.

Ao longo da feira FEIPUR, os visitantes poderão visitar o Centro Técnico. Um transporte será oferecido durante todo o dia para os clientes, levando-os desde a feira até as instalações da RAW Material (a 45 minutos do Expo Center Norte), onde está localizado o Centro Técnico.

Com vendas de € 14,1 bilhões em 2017, a Covestro é uma das maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades comerciais se concentram na manufatura de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos empregados em inúmeras áreas do cotidiano. Os principais segmentos atendidos são o setor automotivo, a construção civil, indústrias de processamento de madeira e móveis, e eletroeletrônicos. Outros setores atendidos são o esporte, lazer, o setor de cosméticos e saúde, além da própria indústria química. A Covestro conta com 30 unidades de produção no mundo e emprega aproximadamente 16.200 pessoas (calculadas como equivalentes de período integral) ao fim de 2017.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Evonik apresenta portfolio para compósitos e poliuretanos durante Feiplar Composites & Feipur 2018

04/11/2018

Materiais compósitos e poliuretanos tem ampla aplicação na indústria automotiva

Com a participação de várias linhas de negócios, a Evonik apresentará o seu portfólio de matérias-primas para os segmentos de compósitos, poliuretanos e plásticos de engenharia.

A Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, participará da Feiplar Composites & Feipur 2018 – Feira e Congresso Internacionais de Compósitos, Poliuretano e Plásticos de Engenharia, que ocorrerá entre os dias 6 e 8 de novembro, das 12 às 20 horas, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Com um variado portffólio de produtos inovadores, a empresa apresentará materiais de núcleo para estruturas sanduíches, matrizes para resinas termoplásticas e termofixas, bem como componentes essenciais para matrizes, tais como reticuladores, catalisadores, modificadores de resistência ao impacto ou aditivos de processamento.

A linha de Poliuretanos da Evonik apresentará ainda um portfólio combinado após a aquisição da linha de aditivos de performance da Air Products, bem como os novos desenvolvimentos decorrentes da sinergia desta aquisição.

O objetivo é promover novos produtos e reforçar a posição da Evonik como uma das principais fornecedoras de soluções para as indústrias que atuam nos mercados de energia eólica, óleo e gás, automotivo, aeroespacial e esporte e lazer, entre outros que exigem cada vez mais soluções de alta tecnologia e customizadas para cada aplicação.

Alguns dos produtos da linha de Poliuretanos a serem exibidos durante a feira são:

  • Tegostab® B 84205 – silicone que propicia isolamento térmico e distribuição de densidade uniforme em sistemas que demandam fluidez, como geladeiras e painéis.
  • Tegostab® B 8491 – segundo a Evonik, este é um silicone de performance balanceada e alta estabilidade à degradação química em sistemas que demandam fluidez com bom acabamento estético.
  • Polycat® 203 – catalisador de gel que propicia estabilidade em sistemas e rápida reação inicial quando usado em sistemas de spray contendo HFO.
  • Polycat® 218 – catalisador de sopro não emissivo e com baixo odor para sistemas contendo agentes de expansão de baixo GDP.
  • Dabco® PM 301 – agente que melhora a eficiência dos agentes de expansão HFC e HFO, afirma a empresa.
  • Dabco® NE 1550 – catalisador de gel reativo de baixo odor. Segundo a Evonik, não causa manchas em policarbonatos. Não resulta em FOG.
  • Produtos da série Ortegol® LA – sequestradores de aldeídos para atender às normas de emissões.
  • Ortegol® PE 40 – estabilizante para sólidos/melamina em poliol, possibilita estabilizar misturas entre polióis incompatíveis.

Para materiais de núcleo e matrizes termoplásticas e termofixas, serão destaques:

  • Rohacell HERO – Espuma rígida de PMI (polimetacrilimida) utilizada como material de núcleo em estruturas de compósitos tipo sanduíche recentemente desenvolvida para o mercado aeroespacial.
  • Vestakeep – polímero de PEEK (Polieteretercetona) que pode ser utilizado como matriz termoplástica para as fibras em materiais compostos. Vestakeep é apropriado para a aplicação em fibras unidirecionais e tecidos feitos de fibras de carbono, vidro ou aramida.
  • Vestamid HTplus – polímero de poliamida de baixa viscosidade que proporciona boa impregnação de fibras em aplicações de compósitos. Com temperatura de transição vítrea (Tg) de 125 °C e uma janela de processo de 300 °C, esta é uma matriz termoplástica que, segundo a Evonik, suporta elevadas temperaturas e é apropriada para aplicações automotivas e aeroespaciais quando combinadas com fibras de carbono, vidro e aramida.
  • Vestalite – Formulações de resina epóxi e PU para soluções automotivas leves. Os produtos Vestalite® são soluções para compostos de alto desempenho, fabricados em materiais à base de epóxis e poliuretanos. Segundo a Evonik, permitem um processamento rápido, econômico e de alto desempenho, o que os torna adequados para aplicações em material composto no setor automotivo.
  • Nanopox – concentrado de nanosílica em resina epóxi. Os produtos da linha Nanopox são utilizados para substituir uma parte da resina epóxi em formulações existentes, tipicamente na gama de 20-30%. Podem ser combinados com as resinas epóxi comercialmente disponíveis e curada com os endurecedores tipicamente utilizados.
  • Albidur – concentrado de partículas de borracha de silicone em resinas reativas. Os diferentes tipos Albidur podem ser usados para melhorar a dureza de formulações termorrígidas, afirma a Evonik.
  • Albiflex: concentrados de copolímeros elastoméricos em resinas epóxi. Os produtos da linha Albiflex podem ser copolímeros de epóxi de silicone ou acrílicos terminados em poliuretanos, projetados para aumentar a flexibilidade de formulações de termorrígidos. Podem ser usados em revestimentos flexíveis (coatings) e selantes utilizados em aplicações elétricas/eletrônicas.

Sílicas e Silanos para os mercados de adesivos, selantes e compósitos:

  • Aerosil® R 202 e Aerosil® R 208 – sílicas pirogênicas pós-tratadas e altamente hidrofóbicas. A Evonik afirma que os materiais se destacam por conferir eficiência de espessamento, bom desempenho reológico e estabilidade à armazenagem em formulações epóxi, poliuretano e outros sistemas.
  • Aerosil® R 805, Aerosil® R 812 S e Aerosil® R 106 – sílicas pirogênicas pós-tratadas e hidrofóbicas, que, segundo a Evonik, se destacam por conferir alta transparência aos diversos sistemas.
  • Dynasylan® 1146 – um silano multifuncional que atua como promotor de adesão, baixo teor de VOC, manuseio fácil e seguro e baixo impacto ambiental. Segundo a Evonik, ele aumenta a hidrofobicidade do sistema, diminuindo a absorção de água durante o armazenamento.

Eventos simultâneos

Paralelamente à feira, a Evonik participará dos Painéis Setoriais e do VI Congresso SAMPE Brazil – Sociedade para o Avanço de Materiais e Engenharia de Processos. Confira as apresentações:

Painel Isolamento Térmico
Dia 6/11 – das 9h20 às 10h00
Tema: Soluções em aditivos para as novas tendências do mercado

Painel Calçadista
Dia 7/11 – das 9h20 às 10h00
Tema: Soluções em aditivos para o mercado de calçados.

Painel Automotivo
Dia 7/11 – das 11h40 às 12h20
Tema: Aditivos para cumprir com as mais restritas normas de emissões.

Painel Espumas Flexíveis
Dia 8/11 – das 10h20 às 11h00
Tema: Soluções para cumprir com as novas tendências do mercado

VI Congresso SAMPE Brazil 2018:
Dia 06/11 – 10h50
Qualificação de termoplásticos reforçados com fibra de carbono em tubulações de composites termoplásticos para aplicações de óleo e gás – Carsten Schuett, Evonik (Alemanha)

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Indac lança nova turma para capacitação profissional em trabalhos com acrílico

04/11/2018

Cose di Acrilico, lançado há três anos pela entidade, já formou mais de 250 especialistas. Nova turma está aberta; vagas são limitadas.

O Indac (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico) acaba de abrir nova turma para o Cose di Acrilico – único curso do país voltado exclusivamente para a capacitação do profissional transformador de acrílico. O projeto foi desenvolvido para pessoas que querem empreender neste mercado, além de profissionais que já atuam em áreas como comunicação visual, design, arquitetura e movelaria e que podem, por meio do acrílico, oferecer a seus clientes, produtos mais nobres, modernos e sofisticados.

Lançado há três anos, o curso já capacitou, em 20 edições já realizadas, mais de 250 profissionais de todo o país, em um mercado bastante carente de informações. “É fundamental difundir o conhecimento. O Indac desenvolveu, através do Cose, um caminho para ajudar na profissionalização do nosso setor, no qual a falta de compromisso em seguir as normas e especificações técnicas é um grave problema, que resulta invariavelmente em produtos com baixa qualidade”, explica Carlos Rizzo, arquiteto e fundador da Acrilaria.

Rizzo, que no curso ministra aula sobre design e desenvolvimento de produto, diz que, nos dias atuais, com os clientes mais atentos e com menos dinheiro, a busca por perfeição é uma obrigação de quem quer se manter no mercado. Por isso, investir em profissionalização é um excelente caminho. “Essa é a função do Cose di Acrilico – um curso completo, no qual os participantes passam por um processo de imersão, tendo acesso a um panorama completo sobre o mercado, tipos de plásticos, colagem de todos os tipos, moldagem, corte a laser, dobra, design e desenvolvimento de produto. Tudo isso com uma parte prática intensa, manuseio de equipamentos e supervisão técnica”, conta o arquiteto.

Para Rodrigo Dinardi, do Universo Criatividade, que dá aulas de corte a laser aos participantes do curso, através do Cose di Acrilico o Indac conseguiu fazer com que empresas e profissionais do setor se unissem para promover a capacitação tão primordial ao mercado: “No Cose passamos o maior número de informações e esclarecimentos possíveis para os alunos a fim de apresentar parte das infinitas possibilidades de utilização do acrílico. E, apesar do curso ser ministrado em São Paulo, já dei aulas para alunos de praticamente todos os estados do Brasil”.

Marco Santos, da Digisolda, que ministra aula sobre dobra de chapas acrílicas, promete surpresas para a próxima turma. “É nossa função oferecer aos alunos mais conhecimento e novas técnicas. Inclusive, levaremos à próxima turma um equipamento que fornece imagens termográficas e ajuda o profissional perceber como o calor se comporta dentro da peça na hora da dobra”.

Santos ressalta ainda a importância das grandes empresas do setor abraçarem o projeto e ressalta a ação que está promovendo entre seus clientes: “Nós temos algumas máquinas em nosso site, que quando compradas, dão direito a inscrição de um profissional no Cose di Acrilico”.

Edição 21 e mais detalhes

O Cose di Acrilico é um curso de capacitação profissional de processamento de acrílico que une teoria e prática em três dias de aulas (27 horas). As inscrições para próxima turma, que vai de 26 a 28 de novembro, já estão abertas. As aulas são ministradas das 8h30 às 18hs.

O Cose acontece em um galpão escola – Universo da Criatividade Craft & Maker – que fica na Rua Guaranésia 1.455, na Vila Maria, em São Paulo. O espaço é multidisciplinar e acolhe várias propostas de conhecimento, conta Jussara Kanaiama, diretora do local: “O Cose di Acrilico já faz parte do espaço antes mesmo dele se tornar multidisciplinar. Quando ele teve início, abraçamos o projeto e hoje já formamos mais de 250 alunos, profissionais de áreas diferentes e muitos empreendedores buscando ingressar neste nicho de mercado”.

As inscrições podem ser feitas no site (www.indac.org.br/cosedeacrilico), onde também é possível, gerar boleto ou pagar a matrícula por meio de cartão de crédito, em até 12 vezes. O investimento é de R$ 1.180,00.

No curso, o aluno recebe apostila com conteúdo didático e, ao final, certificado emitido e balizado pelo Indac.

2019 – Edições especiais

Para os profissionais de outros estados que não conseguem se deslocar a São Paulo, seja por custo ou tempo, o Indac está trabalhando na finalização de uma versão itinerária do Cose. Tratasse do Caminhão-Escola Cose di Acrilico, que ainda no primeiro semestre de 2019 deve visitar Belo Horizonte.

Também para o primeiro semestre do próximo ano, a entidade formulou um curso ainda mais específico – com plataforma didática inteiramente focalizada no mercado de comunicação visual. As inscrições devem ser abertas em breve. Na programação estão aulas de técnicas para impressão digital, produção de letra-caixa, trabalho com ACM, instalação, apresentação de materiais e elaboração de displays, PDVs, itens de sinalização e maquetes.

O Indac – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico – é uma organização criada há 18 anos por empresários da iniciativa privada do setor com o objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além e ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados. A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Indac

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Redelease destaca na Feiplar o início da produção local de desmoldantes semipermanentes

04/11/2018

Produtos são fabricados pela FCI, empresa resultante da joint venture com a inglesa Marbocote

Tradicional distribuidora de especialidades químicas, a brasileira Redelease firmou este ano uma joint venture com a inglesa Marbocote, referência global na fabricação de desmoldantes semipermanentes. O negócio deu origem à criação, em Barueri (SP), da Florence Chemical Industry (FCI), empresa que será apresentada formalmente ao mercado durante a Feiplar, principal feira do setor latino-americano de compósitos – de 06 a 08/11, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

“A FCI nasce com uma capacidade instalada de 2 milhões de litros por ano de desmoldantes semipermanentes e a estrutura que construímos permite que esse volume seja duplicado rapidamente”, afirma Ana Clara Cordeiro, diretora de vendas da Redelease-Marbocote.

Parte da linha de desmoldantes semipermanentes à base d´água da Marbocote já está sendo produzida pela FCI. “Além do mercado de compósitos, teremos condições de atender os segmentos de borracha, pneumáticos, poliuretano e fricção”, ressalta Ana Clara.

De acordo com Rubens Cruz, sócio-diretor da Redelease, a fabricação local garantirá maior competitividade e rapidez ao negócio de desmoldantes da empresa. “Também teremos o suporte de um laboratório local, o que permitirá o desenvolvimento de produtos sob medida para determinados clientes”, comenta.

Sílicas, adesivos e resinas

Em paralelo à divulgação dos desmoldantes semipermanentes, a Redelease mostrará na Feiplar outras especialidades que fornece para os transformadores de compósitos, a exemplo de sílicas pirogênicas da Evonik, adesivos estruturais da LORD e resinas éster-vinílicas da Ashland.

“Distribuímos mais de mil produtos para esse segmento, que é responsável hoje em dia por cerca de 70% do nosso faturamento”, calcula Cruz.

Fundada em 1990, a Redelease mantém unidades próprias em Barueri (matriz), São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José do Rio Preto, além de seis unidades licenciadas (Redecenter). Seu portfólio é formado por mais de mil itens, entre eles, resinas poliéster e éster-vinílicas (Ashland); fibras de vidro (Owens Corning); adesivos estruturais (LORD), desmoldantes semipermanentes (Redelease-Marbocote e Ycon), resinas fenólicas e peróxidos orgânicos (AkzoNobel) e tintas de alta performance (Lechler).

Situada na região de Manchester (Reino Unido), a Marbocote fabrica e distribui uma ampla gama de agentes desmoldantes semipermanentes de alta tecnologia. Seus principais consumidores são os segmentos de moldagem de compósitos e borracha.
Serviço
Feiplar
Quando: 06-08/11
Onde: Expo Center Norte, São Paulo (SP)
Redelease: estande A15

Fonte: Assessoria de Imprensa – Redelease

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Momentive destaca a consolidação da linha de aditivos de poliuretanos durante a Feipur 2018

04/11/2018

Em mais uma edição da Feipur, visitantes poderão conhecer detalhes sobre as características inovadoras dos aditivos de poliuretanos da linha Niax*

A Momentive marcará presença na Feiplar Composites & Feipur 2018, que será realizada de 6 a 8 de novembro, no Expo Center Norte (Pavilhão Verde), na zona norte de São Paulo.

No estande da empresa, os visitantes poderão obter mais informações sobre as características inovadoras dos aditivos de poliuretanos da linha Niax*.

Os produtos foram desenvolvidos pela Momentive para aplicação em espumas flexíveis, rígidas, moldadas e microcelulares. “Essa linha vem se consolidando a cada ano no mercado mundial e brasileiro de poliuretanos, pois possibilita aos fabricantes desenvolver produtos de excelente qualidade, que atendem às normas e especificações do setor”, afirma Celso Trasferetti, executivo de contas de Uretanos da Momentive.

O aditivo Niax* L-595, por exemplo, é um silicone surfactante que, segundo a empresa, melhora as características de distribuição de densidade ao longo do bloco (topo e fundo), proporcionando assim um melhor gradiente de passagem de ar, dureza e resiliência na espuma flexível.

Os aditivos de poliuretanos da linha Niax* possuem uma ampla gama de aplicações nos setores automotivo e industrial, na construção civil, em móveis e estofamentos em geral, colchões, equipamentos esportivos, isolamentos térmicos e acústicos, entre outros.

“Também oferecemos amplo suporte técnico aos clientes no desenvolvimento de formulações e avaliações de propriedades físicas das espumas de acordo com as principais normas do setor”, acrescenta Celso Trasferetti.

A empresa conta com laboratórios, equipamentos e uma equipe especializada no Controle de Qualidade.

O executivo Paulo Vianna, gerente geral da Momentive na América Latina, complementa: “Além de produzirmos localmente nossa linha de aditivos Niax*, seguimos investindo em laboratórios e engenheiros de aplicação de campo. Dessa forma, mantemos o nível de excelência em suporte técnico, colaborando com os nossos clientes em suas necessidades e reforçando o compromisso da Momentive com o crescimento da indústria no Brasil”.

Líder mundial no setor de silicones e derivados, a Momentive Performance Materials Inc. está localizada no Brasil em Itatiba, na região de Campinas, interior de São Paulo. A unidade conta com capacidade instalada para a produção de silicone industrial e seus derivados para os segmentos de Tintas, Adesivos, Aditivos de Uretanos, Cosméticos e Cuidados Pessoais, Têxtil, Agricultura, Construção Civil e Especialidades para a Indústria Automobilística.Recentemente, a empresa concluiu o processo de ampliação e modernização de sua unidade fabril em Itatiba.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Momentive

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PICPlast comemora cases de inovação

04/11/2018

Em cinco anos de atuação, o Plano investiu mais de R$ 17 milhões na realização de cerca de 30 iniciativas, com mais de mil participantes de dezenas de empresas.

Com o intuito de promover a competitividade e a produtividade na indústria de transformação de plástico, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast – segue comemorando os resultados de suas propostas voltadas à inovação. Em cinco anos de atuação, o Plano investiu mais de R$ 17 milhões na realização de mais de 30 iniciativas. O PICPlast é fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), e da Braskem.

Entre as ações que mais fazem sucesso estão os Programas de Inovação. Foi após participar de uma das turmas que o empresário Leandro Cavallaro, da Styroplast, passou a diversificar sua oferta de produtos. “Participar do treinamento nos possibilitou acrescentar dois novos produtos ao nosso portfólio: a manta de subcobertura de telhado para o varejo e o filme stretch para paletização de cargas”, revela o administrador. “As pessoas pensam que inovar é apenas criar, quando, na verdade, inovar também pode ser introduzir produtos já existentes no mercado no seu leque de ofertas ou acrescentar processos novos na sua linha de produção”.

Segundo o empresário, o PICPLast foi fundamental para a capacitação e o desenvolvimento em áreas como pesquisa e análise de mercado, planejamento de negócios e gestão de pessoas. “Além disso, ganhamos em networking e em qualificação dos nossos profissionais. Com a participação nos treinamentos, nós, da indústria de transformação, só temos a ganhar”.

Outra beneficiada com o programa de inovação foi a Promaflex, empresa do segmento de filmes plásticos. Segundo Andrea Martins, que coordena o grupo interno de inovação da transformadora, após a participação no programa a Promaflex criou seu primeiro produto com foco no consumidor final: uma manta de proteção antimofo. Segundo Andrea, o treinamento ajudou a colocar no papel e organizar os pensamentos de forma mais prática. “Aprendemos a organizar a equipe formada por pessoas de todas as áreas da empresa, alinhando a estratégia e, principalmente, aprendemos a dar o peso certo para cada etapa. Com isso, em um ano saímos da ideia no papel para o lançamento do produto”.

Outro aprendizado que veio do curso, segundo a executiva, foi o de dar credibilidade para o lançamento. “Para estarmos referenciados, procuramos o biomédico Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria, para que ele analisasse o produto. Ele constatou que o uso da manta impossibilita o crescimento do mofo em 99,9% dos casos, o que nos deu bastante segurança para seguir em frente”, explica Andrea.

Para realizar os programas, o PICPlast faz parcerias com instituições renomadas, entre elas Fundação Dom Cabral, Sebrae e Avantec. Após realização de duas turmas em São Paulo, o PICPlast levou o Programa de Inovação para a região de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, envolvendo cerca de 60 profissionais da área de transformação.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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Lord agenda o lançamento de dois adesivos na Feiplar

01/11/2018

  • À base de acrílico e poliuretano, produtos são ideais para a colagem de peças de compósitos
  • Consumidos principalmente por montadoras

Subsidiária local da norte-americana Lord Corporation, e especializada na fabricação de adesivos estruturais, a Lord participa mais uma vez da Feiplar, principal feira do setor latino-americano de compósito, que ocorre de 06 a 08 de agosto de Novembro, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

Desta vez, a empresa programou para o evento o lançamento de dois produtos. O primeiro, denominado Lord 852/25GB, é um adesivo base acrílico indicado para a colagem tanto de compósitos como de metal. “É o produto do nosso portfólio que apresenta atualmente o melhor desempenho pois combina grande uniformidade de colagem e alta resistência em razão da coesão interna muito grande, com maior alongamento, que são características desejáveis em adesivos de alta performance”, explica Andrios de Souza, supervisor de vendas da Lord.

Em comparação às gerações anteriores de adesivos acrílicos da Lord, Souza afirma que a novidade garante uma performance até 15% superior em termos de resistência – o percentual pode variar conforme o tipo de colagem. “A despeito dessa melhora importante de desempenho, o preço permanece bastante competitivo”. Fabricado no Brasil, o Lord 852/25GB já está sendo usado por montadoras de ônibus e fabricantes de pás eólicas.

A outra novidade da Lord na Feiplar faz parte da categoria de adesivos conhecida como “PU Fast”, isto é, formulações à base de poliuretano caracterizadas pela cura rápida. Chamado de Lord Fusor 2001/2003 NG, o produto mantém o mesmo tempo de aplicação (open time) dos adesivos PU convencionais, mas reduz de 2h30 para 45 minutos o tempo de manuseio da peça (handling time). “Por conta dessa curva de cura bem mais rápida, o Lord Fusor 2001/2003 NG propicia um ganho de produtividade de 25%”, calcula o supervisor de vendas da Lord.

Tal característica, observa Souza, atende a uma das principais demandas das montadoras, alvo principal do lançamento da Lord. “É o produto ideal para a colagem de para-choques, tetos e painéis, entre outras peças de compósitos presentes em ônibus, caminhões e veículos agrícolas”.

Sob o ponto de vista da aplicação, o Lord Fusor 2001/2003 NG é similar aos demais adesivos à base de PU produzidos pela Lord. “Apresenta a mesma viscosidade da geração anterior. Assim, o usuário não precisa fazer qualquer alteração na sua linha para utilizar essa nova formulação”.

Novo Stark

Outra atração do estande da Lord será a apresentação do Stark, novo jipe da TAC Motors. Parceira da TAC desde 2008, quando teve início o projeto de desenvolvimento do veículo, a Lord fornece o adesivo Lord LA 034/19 para a colagem do capô do Stark.

“Em paralelo, existem outros projetos de ampliação do uso dos nossos adesivos nos modelos montados em Sobral pela TAC, sobretudo focados em melhorias de processo e redução de peso”, comenta Tiago Fruet, gerente de contas sênior da Lord.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lord

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Covestro tem resultados positivos no 3o.Trimestre em um ambiente de mercado cada vez mais desafiador

01/11/2018

  • Vendas totais sobem 4,8% para 3,7 bi €
  • Volumes principais se mantêm estáveis
  • EBITDA de 859 mi € no nível do ano anterior
  • Receita líquida total de 496 mi €, com alta de 1,0% sobre o ano anterior
  • Fluxo de caixa operacional livre cai 12,2% para 578 mi € devido à elevação dos investimentos
  • Meta de economia de custos de 350 mi € por ano

A Covestro mantém seu desempenho comercial positivo em 2018 com um sólido terceiro trimestre em um ambiente de mercado cada vez mais difícil. As vendas totais subiram 4,8% para 3,7 bilhões de euros em relação ao mesmo trimestre de 2017, devido à elevação dos preços de venda e dos volumes vendidos. Os volumes principais tiveram alta marginal de 0,2%, mantendo-se no nível do ano anterior apesar da disponibilidade limitada de produtos. Com 859 milhões de euros, o EBITDA do grupo também foi equivalente ao do período do ano anterior. No segmento de poliuretanos, a normalização esperada dos preços de TDI levou a um declínio nas margens, fenômeno compensado pelas margens mais altas no segmento de policarbonatos. A receita líquida sofreu leve alta de 1,0% para 496 milhões de euros. O fluxo de caixa operacional livre (FOCF) caiu 12,2% para 578 milhões de euros devido à elevação dos investimentos.

Dr. Markus Steilemann, CEO da Covestro, afirma: “Continuamos no caminho certo. Os investimentos que decidimos fazer nos apontam nossa direção futura e firmam as bases para crescimento orgânico daqui para a frente. Expandiremos nossas capacidades em todos os segmentos e, assim, fortaleceremos nossa posição de liderança em áreas atraentes que crescem mais rápido que a economia global. Nosso programa de eficiência também melhorará as estruturas de custos no médio prazo.”

Com investimentos totais de cerca de 1,5 bilhão de euros, a Covestro anunciou recentemente a expansão das suas capacidades de MDI em Baytown, Texas (EUA). Lá espera-se que uma nova fábrica de escala mundial comece a produzir aproximadamente 500 quilotoneladas de MDI por ano até 2024. Ao mesmo tempo, há projetos de investimento em curso em Brunsbüttel (Alemanha), Tarragona (Espanha), Antuérpia (Bélgica) e Caojing (China) para elevar as capacidades de produção de MDI e seus precursores da Covestro, a fim de se beneficiar com o crescimento do mercado global. A projeção é de que o mercado de MDI cresça cerca de 5% por ano no longo prazo, superando o PIB global em cerca de 2%.

A Covestro também tem o compromisso de desenvolver produtos inovadores movidos principalmente pela sustentabilidade: desde meados do segundo semestre de 2018, a companhia comercializa o primeiro de uma nova série de poliuretanos termoplásticos fabricados com o auxílio de matérias-primas baseadas em CO2. Comparados aos materiais convencionais, esses novos poliuretanos têm menor impacto ambiental e, por isso, contribuem para suprir a demanda por soluções mais sustentáveis.

Confirmadas previsões para o ano completo

Dr. Thomas Toepfer, CFO da Covestro, declara: “O terceiro trimestre atingiu nossas expectativas. Presenciamos condições comerciais globais cada vez mais desafiadoras e também passamos por limitações na disponibilidade de produtos na Europa e na Ásia no último trimestre. Ainda assim, conseguimos manter os volumes estáveis. Nesse contexto, hoje confirmamos nossas previsões para 2018 como um todo.”

A Covestro antecipa ainda um crescimento de até 5% do volume principal para o ano completo de 2018. A expectativa é de fluxo de caixa operacional acima de 2 bilhões de euros. A empresa espera que o ROCE se mantenha próximo do nível de 2017, enquanto conserva a projeção de EBITDA acima de 2017.

No último trimestre, a Covestro continuou seu programa de recompra de ações, lançando a terceira etapa em agosto. Desde o início do programa, foram recompradas ações no total de cerca de 1,2 bilhão de euros, ou quase 8% do capital social. No geral, até meados de 2019, a Covestro pretende recomprar ações próprias no total de até 1,5 bilhão de euros ou 10% do seu capital social.

Meta de economia de custos de 350 mi € por ano

Simultaneamente, a Covestro está fazendo ótimo progresso com outra iniciativa estratégica: a intensificação da colaboração entre as divisões da empresa e o aumento do uso de soluções digitais devem aumentar a eficácia e a eficiência. A partir de 2021, no mais tardar, estima-se que a economia de custos seja da ordem de 350 milhões de euros por ano, com a meta de limitar o aumento geral dos custos operacionais. O objetivo principal das medidas identificadas é reduzir permanentemente os custos não salariais, apesar da futura redução de aproximadamente 900 postos de jornada integral no mundo todo,  em áreas administrativas, por exemplo. As demissões serão feitas empregando soluções socialmente aceitáveis que já foram acordadas com o conselho de trabalhadores na Alemanha.

Forte crescimento em policarbonatos e Coatings, Adhesives, Specialties

No segmento de poliuretanos, as vendas tiveram queda marginal de 1,2% no terceiro trimestre de 2018 para 1.849 milhões de euros. O declínio nas vendas nas regiões EMLA e APAC foi equilibrado por um aumento na região NAFTA. Alterações nos preços, efeitos de câmbio e interrupções não planejadas na produção causaram impacto negativo. Os volumes principais no segmento de poliuretanos caíram 2,0%, e o EBITDA no segmento caiu 21,5% para 432 milhões de euros. O fenômeno pode ser atribuído principalmente à normalização da situação de fornecimento de TDI e ao aumento dos preços de compra de matérias-primas específicas do segmento.

O segmento de policarbonatos continuou registrando forte crescimento no terceiro trimestre, com alta de 11,3% nas vendas para 1.038 milhões de euros. O crescimento dos volumes principais (de 2,6%) e a elevação dos preços de venda influenciaram positivamente as vendas. As vendas nas regiões EMLA (Europa, Oriente Médio e África) e APAC (Ásia e Pacífico) cresceram substancialmente, compensando a baixa na região NAFTA (América do Norte). O EBITDA do segmento de policarbonatos beneficiou-se com a alta das margens e preços, crescendo 49,3% para 315 milhões de euros. Esse resultado também inclui a receita não recorrente de 36 milhões de euros com a venda do setor de chapas nos EUA.

No segmento de Coatings, Adhesives, Specialties, as vendas subiram 8,8% para 606 milhões de euros. Todas as regiões contribuíram para o crescimento nas vendas. No terceiro trimestre, os volumes principais do segmento também tiveram alta acentuada de 7,2%. O EBITDA atingiu 126 milhões de euros, mantendo-se em nível similar ao do ano anterior.

Desempenho comercial de sucesso nos primeiros nove meses de 2018

Nos primeiros nove meses, a Covestro já firmou bases gerais sólidas para o ano como um todo. Cumulativamente, os volumes principais subiram 1,5% em relação aos números do ano anterior. As vendas saltaram 6,9% para 11,3 bilhões de euros e o EBITDA cresceu 13,7% para 2,9 bilhões de euros. A empresa ainda elevou seu fluxo de caixa operacional livre em 9,9% para 1,3 bilhão de euros.

Com 14,1 bilhões de euros em vendas em 2017, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2017, empregava aproximadamente 16,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

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Sindiplast-ES premia empresas e estimula inovação no setor de Plásticos do Estado

01/11/2018

Inovações reduziram custos, desenvolveram as equipes, aumentaram a produtividade e o potencial de faturamento das empresas

As empresas Plasvit e a Sacaria Serrana foram as vencedoras da segunda edição do Prêmio InovaPlast, promovido pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico do Espírito Santo (Sindiplast-ES). Os ganhadores foram conhecidos na noite de terça-feira, 23 de outubro, durante a solenidade de abertura da 11ª Semana do Plástico, na Findes.

A premiação é destinada a micro, pequenas, médias e grandes empresas associadas que implementaram práticas inovadoras nas categorias Produtos, Processos e Modelo de Negócio. A escolha dos vencedores foi feita por uma comissão julgadora com membros de entidades como Findes, Sesi-ES, Senai-ES, Secretaria da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti) e da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), e que avaliou critérios como relevância; benefícios econômicos, ambientais e de segurança do trabalho; método; grau de desafio e/ou dificuldade e impacto inovador.

A Plasvit venceu na categoria Produto, com o projeto “Tampa Pet 1881”, que diminuiu em 20% o custo com matérias-primas para a produção de tampas sem reduzir a qualidade do produto. A empresa ainda inovou no processo de impressão das logomarcas dos clientes nas tampas, que passou a ser feito diretamente no molde do produto em baixo relevo, aumentando a segurança contra reproduções ilegais.

Outro resultado foi a diminuição do tempo do ciclo de injeção em 2,5%, possibilitando o aumento da produção e do potencial de faturamento da empresa. “Este projeto nos mostrou que é possível se diferenciar no mercado, por isso iniciamos a aplicação de novas idéias em outros produtos”, afirmou o diretor comercial da Plasvit, Ramon Scardua.

Já a Sacaria Serrana foi duplamente premiada nas categorias Processo, com o projeto “Mais com Menos”, e Modelo de Negócio, com o programa “Mico gestão aqui não”. A diretora geral da empresa, Juliana Prado, explicou que a empresa contou com várias consultorias no último ano e implementou diferentes mudanças visando melhorias na produtividade e na própria cultura da organização.

“Tivemos um ano de muito empenho, com mudanças na linha de produção, otimização do quadro funcional, mentorias para reposicionar a empresa no mercado, mudança na política de vendas, entre outras. Aumentamos em 200% a nossa produtividade, trabalhamos o treinamento comportamental dos profissionais e remodelamos nossas equipes”, destacou.

De acordo com o presidente do Sindiplast-ES, Gilmar Regio, a segunda edição do Prêmio InovaPlast teve um aumento nas inscrições que chegou a 42% em relação ao ano de 2017. “Este prêmio é um incentivo à melhoria contínua, para que as organizações busquem introduzir novos produtos no mercado, otimizem processos de produção e logística e aprimorem métodos de gestão organizacional, de maneira a crescerem e desenvolverem o setor como um todo aqui no Estado”, pontua.

A 11ª Semana do Plástico é o principal evento da indústria capixaba de Transformados Plásticos e terminou no sábado, 27 de outubro, reunindo autoridades, empresários, profissionais da indústria e estudantes, em uma programação com workshops, rodada de negócios, minicursos e palestras.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Sindiplast-ES

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Eastman e DW Designs apresentam resultados de testes com polímeros em aplicações de áudio

01/11/2018

A Eastman e a DW Designs demonstram a clareza de áudio do copoliéster Tritan™ e do bioplástico de engenharia Trëva™

A fabricante global de materiais plásticos Eastman, em colaboração com a DW Designs, moldou e testou modelos em berílio para invólucros de monitor auditivo usando uma variedade de materiais. As duas empresas apresentaram suas descobertas no festival anual Rocky Mountain International Audio Fest (CanJam), realizado no mês de outubro, em Denver.

“A Eastman desejava entender como os nossos polímeros poderiam incrementar a performance acústica em aplicações de áudio”, afirma John Quigley, Engenheiro Sênior de Desenvolvimento de Aplicações da Eastman. “Nós trabalhamos com a DW Designs para testar invólucros modelados em um material de policarbonato, assim como as resinas de copoliéster e celulósica da Eastman”.

A Eastman e a DW Designs testaram cada um dos polímeros tanto pelo espectro cumulativo de decaimento (cumulative spectral decay – CSD) quanto pela distorção harmônica total (total harmonic distortion – THD). Dados indicam que o copoliéster superou o policarbonato, enquanto a celulósica ofereceu resultados superiores, ambos em termos de resposta limpa e baixa distorção. Especificamente, o policarbonato teve os maiores picos de ressonância, ao passo que a celulósica apresentou o nível total mais baixo de THD medido.

“Os polímeros da Eastman demonstraram, por meio de meus testes e experimentações independentes, fornecer melhorias mensuráveis e audíveis em muitos produtos que utilizam plástico”, diz Dan Wiggins, consultor da DW Designs. “Fácil de moldar, durável, com dissipação de energia interna incrivelmente alta e acessibilidade fazem com que produtos como o Tritan e o Trëva sejam simples para muitos consumidores de produtos auditivos. Agora, eles são minha mais alta recomendação para moldar caixas acústicas. ”

Segundo a Eastman, os dados demonstraram que o copoliéster Tritan™ e o bioplástico de engenharia Trëva™ fabricados pela empresa Eastman têm características superiores em abafamento de som em relação ao policarbonato. Além disso, o comentário de ouvintes especialistas demonstraram que os consumidores foram capazes de ouvir melhor os detalhes de fino e preferiram a performance acústica do Tritan e do Trëva.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Dow criar dois novos cargos de liderança para tratar dos desafios globais de reciclagem

01/11/2018

Carsten Larsen

Diretores comerciais de reciclagem irão se concentrar no desenvolvimento de novos modelos de negócios e estratégias de crescimento para recuperar fluxos de reciclagem de resíduos plásticos em todo o mundo

A Dow Embalagens e Plásticos de Especialidades, uma unidade de negócios da Dow, acaba de anunciar a criação de dois novos cargos de liderança sênior para tratar dos desafios globais que envolvem o gerenciamento de resíduos e a reciclagem de plásticos. Tim Boven, ex-Diretor Global da Cadeia Integrada de Suprimentos para Hidrocarbonetos, foi nomeado Diretor Comercial de Reciclagem para a América Latina e América do Norte. Carsten Larsen, ex-Diretor Comercial da Dow Industrial Solutions para a Europa, Oriente Médio, África e Índia, ocupará o cargo de Diretor Comercial de Reciclagem para a EMEA (Europa, Oriente Médio, África) e Ásia-Pacífico.

Tim Boven

Em seus novos cargos, Tim e Carsten serão responsáveis pelo desenvolvimento de novos modelos de negócios e estratégias de crescimento voltadas para a recuperação de fluxos de reciclagem de resíduos plásticos nas Américas, Europa, Oriente Médio, África e Ásia-Pacífico. Irão trabalhar com suas respectivas lideranças comercias na elaboração de uma estrutura de recursos adequada em suas regiões para promover essa iniciativa.

“É grande a quantidade de plásticos que se transformam em resíduos e acabam ingressando no meio ambiente em todo o mundo devido às variações na disponibilidade de infraestrutura suficiente, baixas taxas de reciclagem e itens que são descartados sem o devido cuidado após o uso”, afirma Diego Donoso, Presidente da Dow Embalagens e Plásticos de Especialidades. “A Dow está comprometida em investir nos líderes certos e em inovações de reciclagem para ajudar a promover soluções para o fim de vida dos plásticos. Com Tim e Carsten impulsionando a nossa estratégia de reciclagem global, seremos capazes de ajudar clientes em todo o mundo a atingirem seus objetivos de sustentabilidade e viabilizar a mudança em direção a uma cadeia de valor mais circular para os plásticos”, ressalta Donoso.

Os executivos estão avaliando fluxos de resíduos plásticos no mundo todo e trabalhando para identificar inovações tecnológicas de reciclagem que contribuirão para uma economia circular global para os plásticos. Na América do Norte e EMEA, eles irão focar principalmente na promoção da economia circular dos plásticos por meio de novas ofertas de produtos via tecnologias que serão usadas para transformar os resíduos em recursos valiosos. Na América Latina e Ásia-Pacífico, onde a infraestrutura de reciclagem é menos avançada e a quantidade de resíduos plásticos continua a crescer, irão se concentrar em novas plataformas de reciclagem, coleta e infraestrutura para a Dow e em iniciativas que ajudem os parceiros locais da cadeia de valor a interromperem o descarte de plásticos no meio ambiente.

Como parte da estratégia de reciclagem, Tim e Carsten irão explorar as colaborações atuais da Dow e trabalhar com os parceiros da cadeia de valor da Companhia a fim de tratar dos desafios dos resíduos plásticos por meio de tecnologias e iniciativas da Dow que aumentam a sua reciclabilidade. O trabalho de ambos ajudará a Dow a alcançar sua Meta de Sustentabilidade para 2025 de promover uma economia circular por meio da oferta de soluções capazes de fechar os ciclos de recursos em mercados importantes.

“A criação desses novos cargos na Dow é apenas uma das muitas iniciativas que fazem parte do nosso compromisso de promover o valor de sustentabilidade dos plásticos”, destaca Donoso. “Sabemos, porém, que não podemos solucionar esse problema sozinhos, razão pela qual incentivamos nossos pares do setor, parceiros e clientes a nos ajudarem a criar e entregar soluções que interrompam o descarte de resíduos e mantenham o valor dos plásticos por todo o ciclo”, completa.

A Dow Embalagens e Plásticos de Especialidades oferece soluções em plásticos que atendem às demandas dos consumidores em mercados de uso final como embalagens para alimentos, higiene pessoal, calçados, transportes e infraestrutura. A unidade de negócios é uma das maiores produtoras de polietileno do mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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BASF registra aumento de vendas no terceiro trimestre de 2018

01/11/2018

Lucros menores do que o trimestre correspondente do ano anterior

No terceiro trimestre de 2018, as vendas do Grupo BASF cresceram 8%, atingindo €15,6 bilhões, atribuído principalmente aos maiores preços de venda em todos os segmentos. O crescimento dos volumes e a aquisição dos negócios da Bayer, em agosto de 2018, também contribuíram para o aumento das vendas. Os efeitos cambiais negativos tiveram um impacto de compensação. O resultado das operações antes dos itens extraordinários (EBIT) diminuiu em €232 milhões, indo para €1,5 bilhão, principalmente devido à significativa menor contribuição do segmento de Químicos. O EBIT antes dos itens extraordinários também diminuiu consideravelmente nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura, apresentando um ligeiro declínio no segmento de Produtos de Performance – fato parcialmente compensado por lucros melhores em Outros.

Os itens extraordinários no EBIT totalizaram menos €75 milhões no terceiro trimestre de 2018, comparados a €122 milhões no mesmo período do ano anterior. Além dos custos de integração incorridos, relacionados à aquisição de significativos negócios e ativos da Bayer, as despesas com medidas de reestruturação e outros encargos também foram fatores contribuintes. O terceiro trimestre do ano anterior incluiu receitas especiais no segmento de Produtos de Performance, resultante da transferência do negócio de produtos químicos para couro da BASF para o grupo Stahl. Comparado ao terceiro trimestre de 2017, o EBIT diminuiu em €429 milhões, indo para €1,4 bilhão. O resultado operacional antes da depreciação, amortização e itens extraordinários (EBITDA antes dos itens extraordinários) diminuiu em €254 milhões, indo para €2,3 bilhões e o EBITDA em €465 milhões, indo para €2,2 bilhões.

Na apresentação dos números trimestrais do Grupo BASF, o Presidente do Conselho Administrativo, Dr. Martin Brudermüller, e o CFO Dr. Hans-Ulrich Engel apontaram alguns fatores especiais do terceiro trimestre: “Concluímos a aquisição de negócios significativos e ativos da Bayer e chegamos a um acordo sobre a fusão da Wintershall e DEA”, disse Brudermüller. Após a assinatura do contrato de cessão entre a BASF e a LetterOne, foi necessário ajustar os relatórios financeiros de forma retroativa a partir de 1º de janeiro de 2018. Os valores do ano anterior também foram atualizados.

O baixo nível de água no rio Reno, na Europa, causou impacto nos negócios. “Durante todo o terceiro trimestre, tivemos que lidar com isso, o que levou a cortes de produção e maiores custos com transporte”, disse Brudermüller. E o período apurado está sendo comparado com o excelente terceiro trimestre de 2017 do Grupo BASF, quando o clima de negócios era consideravelmente mais favorável. Brudermüller disse: “Os desafios no ambiente macroeconômico estão crescendo, fato que pode ser notado nos resultados do terceiro trimestre de 2018.”

Panorama para o exercício de 2018

O crescimento da produção industrial ficou aquém das expectativas no terceiro trimestre de 2018, principalmente devido aos acontecimentos na indústria automotiva em setembro, especificamente. A introdução de novos padrões de emissões causou impacto na Europa. Os efeitos do conflito comercial entre os Estados Unidos e a China também estão sendo sentidos, levando a uma desaceleração do crescimento econômico na Ásia em particular, principalmente na China.

Assim, a BASF ajustou sua avaliação do ambiente econômico global em 2018 da seguinte forma (previsão do Relatório Financeiro Semestral de 2018 entre parênteses):

  • Crescimento do produto interno bruto: 3,0% (3,0%)
  • Crescimento da produção industrial: 3,1% (3,2%)
  • Crescimento da produção de químicos: 3,1% (3,4%)
  • Taxa de câmbio média entre o euro e o dólar de $1,20 dólar por euro ($1,20 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) para o ano de $70 dólares por barril ($70 por barril)

A assinatura do acordo definitivo de cessão relativa à incorporação da Wintershall e da DEA reduz as vendas e o EBIT do Grupo BASF pela contribuição de suas atividades de petróleo e gás – retroativo a partir de 1º de janeiro de 2018 e com os números do ano anterior corrigidos, fruto da apresentação como operações descontinuadas.

Como resultado, a previsão do Grupo BASF para o exercício de 2018, contida no relatório de 2017, foi ajustada ao final de setembro (previsão anterior do Relatório BASF 2017 entre parênteses abaixo):

  • Discreto aumento das vendas (discreto aumento)
  • Ligeira queda no EBIT antes dos itens extraordinários (ligeiro aumento)
  • Declínio considerável no EBIT (ligeiro declínio)
  • Evolução dos segmentos no terceiro trimestre de 2018

As vendas no segmento de Químicos aumentaram 7% em comparação ao trimestre do ano anterior, indo para €4,3 bilhões, fruto de preços mais altos em todas as divisões, especialmente em Petroquímicos. Na casa dos €851 milhões, o resultado operacional antes dos itens extraordinários (EBIT) apresentou queda de €251 milhões, comparado ao forte terceiro trimestre de 2017, resultado principalmente das margens menores de isocianatos na divisão de Monômeros e produtos de craqueamento a vapor na divisão de Petroquímicos. Os lucros também foram negativamente impactados por custos fixos mais altos, devido, entre outros fatores, ao aumento das despesas de manutenção. Os lucros maiores da divisão de Intermediários não foram suficientes para compensar tal fator.

As vendas de aproximadamente €4 bilhões no segmento de Produtos de Performance ficaram niveladas com o trimestre do ano anterior. A BASF alcançou preços mais altos em todas as divisões; no entanto, os volumes de vendas diminuíram nas divisões de Nutrição e Saúde, Dispersões e Pigmentos e Care Chemicals. As vendas foram prejudicadas também pelos efeitos cambiais e de portfólio. O resultado das operações antes dos itens extraordinários (EBIT) diminuiu 6% comparado ao terceiro trimestre de 2017, indo para €360 milhões, resultado de volumes menores, custos fixos mais altos e efeitos cambiais negativos. As melhores margens tiveram um efeito de compensação. Excluindo os efeitos cambiais negativos, o EBIT antes dos itens extraordinários foi linear durante o período.

No segmento de Materiais e Soluções Funcionais, as vendas aumentaram 5% em comparação ao terceiro trimestre de 2017, alcançando €5,2 bilhões, fruto principalmente dos preços mais altos em todas as divisões, especialmente nos Catalisadores e Produtos de Performance. Os volumes também aumentaram, enquanto as vendas foram prejudicadas pelos efeitos cambiais. Apesar do crescimento de volumes, o EBIT antes dos itens extraordinários de €347 milhões ficou consideravelmente abaixo do nível do trimestre do ano anterior, principalmente devido aos custos fixos mais altos e margens menores em quase todas as divisões. Entretanto, este segmento da BASF apresentou um aumentou de lucros de um trimestre para o outro ao longo de 2018 e reduziu continuamente a diferença em relação ao trimestre do ano anterior.

As vendas de €1,2 bilhão no segmento de Soluções para Agricultura aumentaram consideravelmente em 26%, comparadas ao terceiro trimestre de 2017 – fator atribuído aos efeitos do portfólio resultantes da transação com a Bayer, de um nível de preço mais alto e de volumes ligeiramente maiores. Os efeitos cambiais negativos continuaram prejudicando a evolução das vendas. Apesar dos resultados sazonalmente negativos dos negócios adquiridos da Bayer, o EBIT antes dos itens extraordinários apresentou queda de apenas €26 milhões no trimestre do ano anterior. A receita gerada pelas operações da BASF, excluindo as atividades da Bayer, aumentou consideravelmente ao compararmos com o terceiro trimestre de 2017. Excluindo os efeitos cambiais negativos, o EBIT antes dos itens extraordinários também aumentou discretamente no geral.

“Após a assinatura do acordo com a LetterOne, as vendas e o EBIT do negócio de óleo e gás não fazem mais parte dos números do Grupo BASF – retroativo a partir de 1º de janeiro de 2018, e com os números do ano anterior corrigidos”, comentou Engel. “Tais atividades não são mais apresentadas como um segmento em nossos relatórios”. Até a conclusão, o resultado do Grupo Wintershall após os impostos será apresentado no resultado antes dos interesses minoritários do Grupo BASF como um item separado (“lucro antes da participação de minoritários advindo de operações descontinuadas”). No terceiro trimestre de 2018, o resultado antes da participação de minoritários advindo de operações descontinuadas aumentou em €86 milhões, indo para €235 milhões, principalmente atribuível a preços e volumes mais elevados, bem como a operações offshore na Líbia no terceiro trimestre de 2018; no ano anterior, tal fato se deu no segundo trimestre. O preço do barril de petróleo bruto Brent foi em média de 75 dólares no terceiro trimestre de 2018 (terceiro trimestre de 2017: $52). Os preços de gás nos mercados à vista na Europa também registraram fortes ganhos em comparação ao trimestre do ano anterior.

As vendas de €827 milhões em Outros foram consideravelmente maiores do que o trimestre do ano anterior (51%), fruto principalmente de maiores volumes de vendas e preços no comércio de matérias-primas. O EBIT antes dos itens extraordinários melhorou consideravelmente, de menos €203 milhões para menos €83 milhões, resultado dos efeitos do valuation do programa de incentivo a longo prazo.

Evolução dos lucros do Grupo BASF e fluxo de caixa

O lucro líquido diminuiu em €136 milhões, indo para €1,2 bilhão. O lucro por ação totalizou €1,31 (terceiro trimestre de 2017: €1,45). O lucro por ação ajustado para itens extraordinários e a amortização do imobilizado incorpóreo foi de €1,51 (terceiro trimestre de 2017: €1,40).

No terceiro trimestre de 2018, o fluxo de caixa das atividades operacionais foi de €2,9 bilhões, €865 milhões abaixo do valor do trimestre homólogo no ano anterior, devido principalmente à mudança no capital de giro líquido, em particular ao aumento no período de caixa vinculado a estoques e à queda no caixa advindo de recebíveis. O fluxo de caixa do acionista foi de €2 bilhões, comparado aos €2,8 bilhões no mesmo trimestre do ano anterior.

Os ativos totais do Grupo BASF aumentaram €6,8 bilhões, indo para €85,6 bilhões. A aquisição de significativos negócios e ativos da Bayer contribuiu com €8 bilhões para este aumento. Como resultado do pagamento do preço de compra para a Bayer, a dívida líquida aumentou €6,5 bilhões em relação a 31 de dezembro de 2017, indo para €18 bilhões. O índice de patrimônio líquido do Grupo BASF ficou na casa dos 43% em 30 de setembro de 2018.

Fonte: BASF

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Dow apresenta soluções em poliuretano durante a Feipur 2018

30/10/2018

– Sob o conceito “Transforme a Sensação”, companhia aposta em tecnologias voltadas para colchões, calçados, infraestrutura, construção civil e automóveis
– Diretamente do evento, Maurício Arruda, arquiteto, designer e apresentador, fará uma live no Facebook da Dow mostrando as principais opções do mercado para proporcionar bem-estar ao dia a dia das pessoas

A Dow, uma das empresas líderes globais no fornecimento de soluções de poliuretano (PU), exibirá seu portfólio para espumas rígidas e flexíveis durante a Feipur 2018. A companhia apresenta sua completa linha de tecnologias dividida nas plataformas ComfortScience, InsulationScience, DurableScience e Mobility. Sob o conceito “Transforme a sensação”, pretende mostrar a versatilidade do material em aplicações que promovem conforto, bem-estar, segurança, eficiência energética, inovação e sustentabilidade para diferentes setores.

Sendo uma companhia integrada na produção de poliol na América Latina, a Dow afirma ter o compromisso de entregar aos clientes soluções customizadas em poliuretanos que atendam às necessidades mais específicas de cada mercado. “Temos vivido uma grande transformação na Dow que nos permite entender melhor os desafios da cadeia de valor e as demandas dos nossos parceiros para oferecer produtos mais inovadores e sustentáveis. Dessa forma, conseguimos contribuir para que eles desenvolvam produtos finais de melhor qualidade e alto valor agregado, tornando a experiência dos consumidores mais agradável, simples e positiva”, ressalta Edilson Machado, diretor de Marketing do negócio de Poliuretano da Dow na América Latina.

Destaques na Feipur

Em InsulationScience, o foco da Dow são as tecnologias de poliuretano para melhorar a eficiência energética na cadeia do frio e garantir o conforto térmico nas construções. Durante o evento, os destaques são os painéis sanduiche, desenvolvidos com espumas rígidas de Poliuretano (PUR) /Poliisocianurato (PIR) sob as linhas Voracor™ e Voratherm™. “Este é um novo modelo construtivo que acompanha as tendências do país. A região latino-americana está em busca de opções mais inteligentes e sustentáveis, com uma série de benefícios quando comparados à construção convencional, como por exemplo leveza, menor geração de resíduos, aumento de produtividade e redução dos gastos com a conta de energia e ar condicionado” reforça Machado.

Em ComfortScience, a Dow apresenta diversas opções em espuma flexíveis para colchões, travesseiros, mobiliários e calçados que, segundo a empresa, proporcionam mais conforto para o consumidor. Muitas vezes, esse atributo é um conceito subjetivo para as pessoas, mas a companhia identificou três dimensões para explicá-lo cientificamente: Ergonomia, Microclima e Sensorial. Ao configurar essas qualidades de acordo com as especificações de cada cliente, é possível responder a diferentes necessidades e adaptar o produto para oferecer a experiência mais confortável possível. O portfólio de especialidades e a expertise técnica da empresa possibilita customizar as propriedades de cada tipo de espuma, permitindo, inclusive, o desenvolvimento de colchões com mais inovação, como os colchões em caixa – tendência mundial já mais consolidada nos Estados Unidos e Europa, que chega à América Latina.

A plataforma de DurableScience, especializada em soluções industriais de alto desempenho e durabilidade para aplicações em compósitos, revestimentos, elastômeros, adesivos e selantes, promove na Feipur os aglutinantes de borracha para superfícies de pistas de esporte e lazer. “Os polímeros da linha VoramerTM são fáceis de aplicar, têm propriedades de coesão superiores e podem ser combinados com pneus usados, ajudando na economia circular desse material e combatendo um problema grave de resíduos sólidos”, relata o executivo. Além disso, segundo a Dow, o VoramerTM permite a fabricação de pisos com maior absorção de impacto e propriedades antiderrapantes que atendam as normas técnicas de segurança (ABNT NBR 16071-3) e as exigências de qualidade e segurança do Instituto Nacional de Avaliação da Conformidade em Produtos (INNAC).

Por fim, a plataforma de Mobility, fornecedora de soluções para o mercado de automóveis, destaca possibilidades que, segundo a Dow, melhoram a performance dos veículos, trazendo conforto ergonômico, isolamento acústico, durabilidade, segurança e peso – o que contribui para redução dos gastos com combustível. Sob a linha SpecflexTM, a Dow oferece opções em poliuretano para assentos, encostos de cabeça e aplicações sob o capô e que promovem baixas emissões de substâncias tóxicas que prejudicam a saúde e o meio ambiente, como compostos orgânicos voláteis (COV) e aldeídos.

As tecnologias das plataformas de negócios mencionadas acima, bem como mais informações sobre o portfólio da Dow e tendências em poliuretanos, podem ser conferidas na Mundo PU, um portal de conteúdo online que reúne as principais novidades, soluções e aplicações do setor para clientes, profissionais, acadêmicos e estudantes.

Live no Facebook

Em 06 de novembro, às 16h30, a Dow promove um encontro de clientes com o arquiteto, designer e apresentador Maurício Arruda. Ele fará uma transmissão ao vivo no Facebook diretamente do estande da companhia, mostrando as principais opções para proporcionar bem-estar ao dia a dia das pessoas. Para acompanhar, acesse a página “Dow e Maurício Arruda na Feipur 2018”.

Palestras técnicas

– Soluções versáteis e inovadoras que minimizam o impacto do aquecimento global garantem desempenho superior, além de seguirem as regulamentações e as tendências do mercado
Palestrante: Renan Mendoza, especialista técnico
Data: 06 de novembro, às 13h40

– Tecnologias inovadoras que minimizam as emissões de carbono nos automóveis
Palestrante: André Ritter, especialista técnico
Data: 07 de novembro, às 13h

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Heraeus apresenta tecnologia em Aquecimento por Infravermelho durante Feiplar/Feipur

30/10/2018

A HeraeusNoblelight (www.heraeus-noblelight.com.br), uma das maiores fabricantes de Luzes Especiais ao redor do mundo, estará na Feiplar/Feipur deste ano expondo suas soluções em Aquecimento Industrial por Infravermelho.

Com mais de 60 anos de existência, a HeraeusNoblelight desenvolve soluções em Aquecimento por Infravermelho para diversas aplicações que dependem da aplicação direcionada de calor.

Sabendo das necessidades dos fabricantes de peças plásticas, principalmente no que se refere à qualidade final de seus produtos, a HeraeusNoblelight vem desenvolvendo, ao longo dos anos, soluções que viabilizam os processos de aquecimento através de lâmpadas que podem ser fabricadas sob medida, inclusive em formatos curvos e específicos, cujos contornos tendem a executar operações de aquecimento de maneira confiável, ainda que em peças de geometria complexa. Com isto, afirma a empresa, é possível aquecer exatamente o local necessário pelo tempo necessário, sem que haja contato com o material plástico e sem a necessidade de utilização de meio intermediário para transferência de calor. Segundo a Heraeus, alguns dos benefícios são a melhoria do aspecto visual das peças e um melhor encaixe, quando se trata, por exemplo, de componentes internos de painéis veiculares.

Outras aplicações bastante comuns são a solda térmica de reservatórios plásticos e a rebarbação térmica de peças plásticas das colunas ABC, volante e quebra-sóis, entre outras.

Durante a Feiplar/Feipur, a HeraeusNoblelight trará como destaque o seu mais novo lançamento: o Spotlight Emitter.

O produto é totalmente voltado para aplicações cuja necessidade de aplicação de calor se concentra em pequenas arestas e regiões de difícil acesso. Fabricado com base no conceito de fibra ótica, o Spotlight Emitter tem foco de aquecimento pontual de diâmetro de 5mm e é responsável por garantir uma transferência direta de calor em alta intensidade e de forma direcionada, garantindo assim o aquecimento totalmente assertivo em pontos extremamente específicos, garante a Heraeus.

A empresa firma que, com o uso do Spotlight Emitter, já há casos comprovados de redução significativa de tempo de ciclo, diminuição na quantidade de peças refugadas e aumento comprovado de produtividade.

Fonte: HeraeusNoblelight

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