Copos plásticos usados na corrida de São Silvestre são reciclados e transformados em caixas organizadoras doadas para escolas públicas de São Paulo

09/08/2022

Cerca de 6.700 alunos da educação infantil pública da capital paulista serão beneficiados pelo projeto, idealizado pelo Movimento Plástico Transforma

Ao longo do mês de julho, 13 escolas públicas, entre CEMEIs, CEIs, EMEIs e EMEFs, da cidade de São Paulo receberam mil e duzentas caixas organizadoras fabricadas a partir dos copos plásticos de água distribuídos aos participantes da 96ª Corrida Internacional de São Silvestre, realizada em 31 de dezembro de 2021. A expectativa é que aproximadamente 6.700 alunos sejam impactados pela iniciativa.

A iniciativa é resultado da parceria entre o Movimento Plástico Transforma, a Fundação Cásper Líbero e a Yescom, organizadora da corrida mais tradicional do Brasil e tem como objetivo demonstrar para a sociedade a importância do descarte correto dos resíduos, bem como a relevância da Economia Circular e da reciclagem.

Os copos de água usados pelos participantes durante todo o percurso da corrida foram recolhidos e transportados até a Dinâmica Ambiental, empresa especializada na gestão de resíduos, que separou os lacres de alumínio dos copos. Na sequência, o material foi encaminhado para a Plastimil, fabricante de materiais reciclados, que ficou responsável por reciclar os copos em matéria-prima. Por fim, a matéria-prima reciclada foi enviada para a empresa Monte Líbano, que produziu as caixas.

Para o Movimento Plástico Transforma, a ação é de muita importância por exemplificar os benefícios da destinação correta aos resíduos. “Essa é segunda vez que realizamos a ação e a cada edição temos mais clareza do sucesso dessa iniciativa que tem como objetivo evidenciar as vantagens do descarte correto dos resíduos e de reforçar os conceitos da Economia Circular”, afirma Simone Carvalho, uma das coordenadoras do Movimento Plástico Transforma.

“A parceria com o Movimento Plástico Transforma traz a oportunidade de materializar os conhecimentos sobre reciclagem construídos com as crianças. Por meio desta parceria elas conhecem o processo de reciclagem e utilizam as caixas organizadoras, vivenciando com sentido e significado a utilização de um material reciclado nas ações do cotidiano na escola, como transportar e guardar brinquedos e livros”, finaliza Herica Martto, Diretora da escola CEU CEMEI Coreto de Taipas.

Edição 2019

Esse é o segundo ano da parceria entre o Movimento Plástico Transforma e a Corrida de São Silvestre. Em 2019, os copos recolhidos foram transformados em 1.800 lixeiras, doadas para escolas públicas das cidades de Jaguariúna e São Carlos, no interior de São Paulo. Ao todo, foram produzidos 900 coletores para resíduos recicláveis e 900 para orgânicos, que impactaram a rotina de cerca de 120 mil alunos, nas duas cidades.

Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma tem como objetivo promover conteúdo e ações educativas que demostram que o plástico, aliado à tecnologia, à criatividade e à responsabilidade, traz inúmeras possibilidades para os mais diferentes segmentos. Além do site, onde é possível encontrar conceitos importantes sobre aplicações, reutilização, descarte correto e reciclagem do plástico, o Movimento é responsável por diversos projetos voltados à sociedade. É uma iniciativa do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – fruto da parceria entre a ABIPLAST e a Braskem.

Curta nossa página no

Embalagens premium de queijos impulsionam vendas da Nacon e crescimento deve chegar a 200% em 2022

09/08/2022

Sistema que simula uma tábua de queijos desenvolvido pela Sealed Air melhora a apresentação dos produtos no ponto de venda

Um dos mais tradicionais fabricantes de queijos do Estado de São Paulo, a Nacon, tem visto os números de suas vendas crescerem após a reformulação de suas embalagens para queijos porcionados.

Esse resultado é fruto da parceria com a Sealed Air, líder na fabricação de embalagens e soluções de proteção, que abraçou o desafio da Nacon e desenvolveu um sistema de embalagem para seus produtos fracionados. “A Nacon necessitava de um sistema de embalagens para atender à crescente demanda por queijos fracionados, e que, ao mesmo tempo, estendesse sua vida útil e ainda trouxesse destaque no ponto de venda. Foi então que apresentamos a solução Cryovac Darfresh on Board”, explica o Diretor de Marketing Brasil e Líder de Proteínas da Sealed Air para América Latina, Fabio Godeia de Melo.

Composta por uma bandeja de papel cartão laminado, o sistema de proteção conta com um selante especial que permite não só proteger o alimento por mais tempo, mas também reduzir o tamanho da própria embalagem, afirma a Sealed Air. Desta maneira, os queijos já vêm fracionados de fábrica e acondicionados em uma embalagem à vácuo, o que proporciona alta durabilidade para os produtos da Nacon, com validade de até 150 dias, garante a empresa.

Marcondes Moura, Diretor de Desenvolvimento Comercial da Nacon, explica que a empresa tem acompanhado a evolução dos hábitos de consumo e busca sair na frente para trazer novas experiências aos seus consumidores. “Vemos que hoje em dia as famílias estão menores, e as pessoas querem experimentar coisas novas, mas de maneira que caiba no bolso. Nós entendemos que a tábua de queijos fracionados em uma embalagem premium valoriza o produto e ainda possibilita novos entrantes neste mercado”, comenta o executivo.

Ele destaca, ainda, que o pioneirismo e tecnologia da Sealed Air foram essenciais para o sucesso do projeto. “Sabemos que para um bom produto se destacar é necessário uma bela embalagem e com Darfresh on Board temos a garantia de um produto seguro e sofisticado”, explica.

As primeiras embalagens neste formato chegaram ao varejo em 2020 e logo contribuíram para um crescimento expressivo dos negócios. “As vendas dos queijos porcionados avançaram 60% de 2020 para 2021. E para o próximo ano, esperamos um crescimento de 200%, tendo em vista que temos constantemente aprimorado nossos processos com auxílio do time de engenharia da Sealed Air”, comenta Marcondes.

Inovação em embalagem melhora comunicação e sustentabilidade

Além da conveniência, a tecnologia deste novo sistema de apresentação de queijos traz vantagens competitivas em relação à exposição da marca no ponto de venda e, também, ao avanço da sustentabilidade para as fabricantes e para o varejo, afirma a Sealed Air.

“A embalagem permite impressão nas duas fases da bandeja de papel cartão, ampliando a comunicação com o consumidor e elevando a apresentação do produto a uma categoria mais premium. Outro ponto de destaque é a redução da utilização do plástico filme tampa em até 40%. Além disso, embalagens menores contribuem com a redução dos custos de distribuição. Darfresh On Board permite reduzir em até 80% o espaço utilizado com transporte e armazenamento. Com isso, há maior economia logística e menor pegada ambiental”, explica o diretor da Sealed Air.

Além dos queijos de marca própria, a Nacon também é responsável pelo porcionamento de linhas de importantes players da indústria queijeira no Brasil e da Holanda.

O portfólio de soluções da Sealed Air inclui embalagens para alimentos da marca Cryovac, embalagens de proteção da marca Sealed Air Protective Packaging, sistemas automatizados da marca Autobag e embalagens infláveis da marca Bubble Wrap. A Sealed Air afirma que essas marcas possibilitam coletivamente uma cadeia de suprimento global mais eficiente, segura e com menos desperdício, impulsionando o comércio por meio de soluções de embalagem e automação que levam proteção para o transporte mundial de mercadorias. A Sealed Air gerou US $ 5.5 bilhões em vendas em 2021 e tem aproximadamente 16.500 funcionários que atendem clientes em 115 países.

Curta nossa página no

Adirplast ampliará Espaço da Circularidade no Shopping ABC

09/08/2022

O Espaço Circularidade, projetado pela Adirplast no Shopping ABC, deve ser ampliado. A escolha do local foi estratégica, já que a região concentra grande parte dos transformadores de plástico de São Paulo. Além disso, o local já conta com projetos de economia circular

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), em conjunto com o Shopping ABC e a EcoWood Soluções Sustentáveis, irá ampliar o Espaço Circularidade inaugurado no final de junho no Shopping ABC. “Recebemos um feedback muito positivo de clientes do shopping que ficaram surpresos ao descobrirem que os móveis do lounge eram todos feitos com plástico reciclado. Após um mês, o sucesso foi tão grande que estamos ampliando o Espaço Circularidade com mais mobiliário e informações sobre economia circular”, conta Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

O local, que na verdade é um lounge equipado com móveis fabricados a partir de plásticos pós-consumo reciclados, tem o objetivo de surpreender os visitantes e convidá-los a refletir sobre a Economia Circular, ao informá-los de que tudo o que compõe o ambiente é o resultado do descarte correto dos plásticos para a reciclagem, explica Gonçalves: “Tal fato, não fosse mencionado, jamais seria percebido”. Em outras palavras, o projeto pretende sensibilizar os visitantes sobre a importância da participação de cada cidadão na destinação correta dos materiais recicláveis na transição para a Economia Circular.

O espaço é fruto do trabalho do Comitê de Sustentabilidade da Adirplast, que começou o ano de 2022 com a certeza que era preciso levar ao conhecimento do grande público a importância da economia circular. Para isso, a entidade desenhou um projeto com o objetivo de atingir o maior número de pessoas possíveis. “Criar um ambiente temático, no qual o tema reciclagem não é apenas abordado de forma direta, através da linguagem, mas também de forma sensorial, foi a nossa base. O segundo passo foi encontrar um shopping parceiro que viabilizasse esse espaço, mas que também tivesse a sustentabilidade em seu DNA”, explica João Orlando Vian, executivo da associação.

Para Silvia Piedrahita Rolim, engenheira química e especialista em Gestão Ambiental e uma das idealizadoras do Projeto Espaço Circularidade, escolher um local que tivesse ações relacionadas à economia circular foi uma das prioridades. “Ao contatar shoppings em São Paulo, nos chamou à atenção as práticas já realizadas no Shopping ABC. Além de estar em Santo André, região que concentra inúmeros transformadores de plástico, o centro comercial conta com coleta seletiva, compostagem e outras ações além das expectativas”, explica.

O Shopping ABC, que fica em Santo André, recebe por mês uma média de um milhão de pessoas. Além de contar com um grande público, o local é certificado internacionalmente por estabelecer o consumo de 100% de energia limpa (renovável), concretizado pelo chamado Selo Energia Limpa, nos anos de 2020 e 2021. “A certificação nos mostra que estamos no caminho certo neste importante compromisso de ser um shopping sustentável e preocupado com o meio ambiente, inclusive trabalhando outras ações e iniciativas de conscientização tanto com nossos lojistas quanto com clientes”, enfatiza o gerente de operações do shopping, Joelmir Oliveira.

Uma das ações do Shopping ABC que mais chamou a atenção do Comitê de sustentabilidade da Adirplast é a Ecoloja. O local é ponto de descarte de itens como lâmpadas fluorescentes, mistas e incandescentes, com mais de 200 itens arrecadados neste ano, 22 eletrônicos, 500 cápsulas de café e pelo menos 100 litros de óleo.

Ao passar pela Ecoloja, os clientes ainda podem levar para casa sacos biodegradáveis de adubo, gerado pela compostagem do lixo orgânico da praça de alimentação. O fertilizante, além de distribuído aos clientes, é utilizado no paisagismo do centro de compras, feito com plantas naturais interna e externamente. “A iniciativa faz parte do projeto de Gestão de Resíduos, que desde janeiro de 2019 incentiva o descarte consciente do lixo. Após a coleta, o empreendimento direciona o material para uma máquina de compostagem acelerada, instalada na própria dependência do shopping”, sinaliza o gerente de operações.

Até maio deste ano, o empreendimento gerou mais de 355 toneladas de lixo. Desse total, pelo menos 179 toneladas de lixo são recicladas e 67 vão para a compostagem.

Espaço da Circularidade
Data: a partir do dia 24 de junho
Horário: das 10h às 22h
Local: Piso 1, em frente ao posto da Polícia Federal

Shopping ABC
Endereço: Av. Pereira Barreto, 42, Vila Gilda – Santo André – SP
Telefone e WhatsApp: (11) 3437-7222 e (11) 95691-0070
Estacionamento visitantes: Carros 11 reais até 3 horas + 2 reais por hora adicional ou fração

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes biorientados, plásticos de engenharia, masterbatches e compostos. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, estreitar o relacionamento com as empresas produtoras e ajustar o ordenamento tributário sobre a indústria.

Curta nossa página no

Braskem adquire participação majoritária na recicladora Wise Plásticos

03/08/2022

Transação com desembolso estimado de R$ 121 milhões é mais um passo concreto que contribui para o desenvolvimento da cadeia e alavancagem da reciclagem do plástico no Brasil. Parte deste montante será destinado à duplicação de capacidade de reciclagem.

A Braskem assinou contrato para aquisição de ações e subscrição de novas ações de emissão da Wise Plásticos S.A., empresa do setor de reciclagem mecânica. A Braskem totalizará uma participação societária de 61,1% do capital social da Wise e desembolsará o valor estimado de R$ 121 milhões, dos quais parte relevante será aportado na duplicação da capacidade produtiva atual para cerca de 50 mil toneladas de reciclados até 2026.

Esta transação, que está sujeita à aprovação das autoridades competentes, é mais um passo dado pela Braskem em sua estratégia de investir em economia circular, criando as soluções sustentáveis e inovadoras a partir das oportunidades de melhoria na cadeia produtiva do plástico, o que inclui o tema da reciclagem no Brasil.

A Wise, um player relevante de reciclagem de poliolefinas para companhias de bens de consumo, é uma empresa brasileira sediada no Município de Itatiba, Estado de São Paulo, que opera no setor há de 15 anos, com capacidade nominal atual de reciclar aproximadamente 25 mil toneladas de resíduos plásticos por ano e tem parceiros relevantes como Unilever e Natura.

A empresa conta com um plano estratégico de expansão cujo objetivo é capturar as oportunidades nesse mercado nos próximos anos, focando em resinas de polipropileno (PP), utilizadas em tampas, utilidades domésticas, eletrodomésticos e de polietileno de alta densidade (PEAD), usadas em embalagens de higiene e limpeza, cosméticos, tubos corrugados, dentre outros.

Para Edison Terra, vice-presidente de Olefinas e Poliolefinas da Braskem, esta operação mostra a consistência da estratégia da Braskem em acelerar o desenvolvimento da cadeia e alavancar a reciclagem no Brasil: “A transação com a Wise contribui para nosso macro-objetivo de eliminação de resíduos plásticos, que inclui projetos voltados para educação, infraestrutura de reciclagem, reciclagem mecânica e reciclagem avançada”.

“Tanto Braskem quanto Wise possuem a mesma visão e objetivo, que são desenvolver a cadeia e alavancar a reciclagem no país. As equipes trabalharão juntas e com os demais atores do setor de maneira transparente em prol do crescimento do mercado, buscando a evolução da cadeia de suprimentos, melhoria de produtos e do atendimento ao cliente”, diz Bruno Igel que seguirá como CEO da Wise.

Até a aprovação da operação pelo CADE, nada muda para o mercado e a Wise segue vendendo seu portfólio normalmente. Após a aprovação da aquisição de 61% da companhia, a Wise seguirá com governança própria, equipe de gestão e o foco em atende

Curta nossa página no

Pavilhões da Feira K 2022 terão novos filtros HEPA para garantir qualidade do ar

29/07/2022

No total, 3.000 filtros HEPA foram instalados

A Messe Düsseldorf, organizadora da Feira K 2022, apresenta um novo destaque técnico: filtros HEPA. Esses filtros de ar particulados de alta eficiência introduzem ar clinicamente limpo nos pavilhões e, ao mesmo tempo, reduzem o consumo de energia de aquecimento e resfriamento. No final de junho de 2022, todo o Centro de Exposições e Congressos de Düsseldorf estava equipado com filtros HEPA.

É a tecnologia de limpeza de ar mais eficaz atualmente disponível: os filtros HEPA removem 99,9% dos vírus, bactérias e outras particulados do ar e liberam o ar limpo novamente no ambiente. Esses filtros de alta eficiência proporcionam a mais alta qualidade do ar nas salas de cirurgia, nas Unidades de Terapia Intensiva e agora também nos pavilhões de feiras da Messe Düsseldorf e no Centro de Congressos de Düsseldorf. 80% dos 1,4 milhões de euros investidos foram pagos pelo Ministério Federal da Economia e Proteção do Clima, como parte de um programa de financiamento.

Risco de infecção reduzido ao mínimo

Enfatizando as vantagens para o reinício das feiras, Wolfram N. Diener, Presidente e CEO da Messe Düsseldorf, diz: “Nossos novos filtros HEPA ajudam a garantir que possamos oferecer a todos os hóspedes a maior proteção possível durante nossas feiras. Em combinação com nosso sistema de ventilação de alto desempenho, com nossas medidas voluntárias de higiene, assim como com nossas instalações e salões espaçosos, reduzimos ao mínimo o risco de infecção. Após dois anos de pandemia e um período de intensa comunicação digital, os participantes podem se sentir seguros ao fazer networking, iniciar negócios e experimentar inovações presencialmente de novo.”

Contribuição para a sustentabilidade

Os filtros HEPA complementam e aliviam os já poderosos sistemas de ventilação da Messe Düsseldorf. O sistema totalmente automático com 60.000 pontos de medição protege uma ótima qualidade do ar e fornece aos pavilhões dez milhões de metros cúbicos de ar fresco externo a cada hora, por meio de dez quilômetros de tubos de ventilação. Bernhard J. Stempfle, Diretor Administrativo de Finanças e Infraestrutura, enfatiza a eficiência: “Os filtros HEPA reduzem o consumo de energia para aquecimento e resfriamento de nossos sistemas de ventilação e habilitam sua operação energeticamente sensível. Quando as temperaturas externas são baixas, podemos misturar o ar externo fornecido com o ar quente dos pavilhões, reduzindo assim os requisitos de aquecimento e ainda obteR ar de entrada clinicamente limpo. Isso significa que os filtros HEPA também dão uma importante contribuição para feiras comerciais sustentáveis.”

Proteção adicional contra infecções é fornecida não apenas pelos filtros HEPA e sistemas de ventilação, mas também pelas medidas voluntárias de higiene da Messe Düsseldorf. A empresa organizadora da feira continua recomendando aos participantes que usem máscaras médicas faciais e mantenham uma distância de 1,5 m de outras pessoas dentro do recinto da feira. Além disso, a Messe Düsseldorf disponibiliza recipientes de material de desinfecção, ao mesmo tempo em que limpa várias vezes ao dias superfícies de contato usadas com frequência. Indicadores de distância nas áreas de espera ajudam a evitar a formação de multidões em frente aos balcões de informação e bilheterias. As portas, a menos que sejam portas corta-fogo, são deixadas abertas para que possam se passar sem contato. Painéis transparentes para proteção contra gotículas nos balcões de atendimento e de informações também permanecerão no local.

A feira K foi organizada pela primeira vez pela Messe Düsseldorf em 1952 e é realizada a cada três anos. A último K, em 2019, registrou 3.330 expositores de 63 países, localizados em 177.000 m² de área líquida de exposição e 224.116 visitantes profissionais, 73% dos quais vieram do exterior. Mais informações em www.k-online.com.

Curta nossa página no

Sustentabilidade, Digitalização e Produtividade serão temas da mostra da Reifenhäuser na K 2022

29/07/2022

O Grupo Reifenhäuser estará representado com quatro estandes na feira líder mundial em plásticos, a K 2022, de 19 a 26 de outubro. Sob o lema da Reifenhäuser deste ano “The Time is Now”, os especialistas em extrusão mostrarão aos produtores de filmes e não tecidos soluções para os três grandes temas da indústria: sustentabilidade, digitalização e produtividade.

Bernd Reifenhäuser, CEO do Reifenhäuser Group (foto), explica: “O mundo e a nossa indústria estão enfrentando grandes desafios. Há incerteza, desorientação e perguntas sem resposta em muitos tópicos. E, no entanto, eles não tolerarão atrasos. Agora é a hora para atuar e transformar desafios em oportunidades. Temos know-how para isso, assim como soluções de aplicação imediata em nossa bagagem, com as quais habilitaremos nossos clientes e parceiros a fazê-lo também.”

Linhas e componentes da Reifenhäuser estarão em quatro estandes da Feira K

O Grupo Reifenhäuser estará representado em três estandes próprios e em um estande conjunto em Düsseldorf. O estande principal com aproximadamente 1.200 metros quadrados está localizado no Hall 17 (C 22) e apresentará as unidades de negócios Reifenhäuser Blown Film, Cast Sheet Coating e Reicofil. Com a ajuda das máquinas em exposição, apresentações visuais e soluções concretas para produtos finais, os visitantes aprenderão, entre outras coisas, como eles podem fabricar produtos totalmente recicláveis ​​de forma econômica, como processar material reciclado ​​com segurança, assim como aumentar sua produção e interligar toda a produção sem se tornarem dependentes de sistemas , especialistas ou fabricantes. Para garantir uma produção tranquila mesmo após a compra, o Serviço Reifenhäuser mostrará como os clientes podem obter o melhor de seus produtos Reifenhäuser e aumentar sua produtividade com soluções de reforma de equipamentos, modificações, programas de treinamento e serviços digitais.

Os especialistas em componentes da unidade de negócios Reifenhäuser Extrusion Systems também apresentarão seu portfólio em outros dois estandes de exposição. No Hall 11 (C16), tudo gira em torno de roscas, cilindros e extrusoras – e por que, especialmente para o processamento de material reciclado, uma proteção de alto desempenho contra o desgaste é essencial para confiabilidade e alta eficiência econômica. As ligas metálicas de proteção contra desgaste Reifenhäuser Reiloy para roscas e cilindros atingiram repetidamente os valores mais altos em testes independentes, afirma a Reifenhäuser, mostrando que compensa o investimento em proteção de alta qualidade contra desgaste. No Hall 1 (D91), a Reifenhäuser Extrusion Systems apresentará suas inovações para matrizes planas e blocos de coextrusão e sua interação coordenada para máxima produtividade.

R-Cycle: Sustentabilidade encontra digitalização no Fórum de Economia Circular

Além de estandes próprios, a Reifenhäuser também estará presente como parceira da iniciativa R-Cycle, como parte de um pavilhão conjunto no site ao ar livre no chamado Fórum de Economia Circular (CE 07). O R-Cycle é um projeto de cooperação de várias empresas e organizações de tecnologia ao longo de todo o ciclo de vida das embalagens plásticas. A equipe interdisciplinar desenvolveu um padrão de rastreabilidade aberto para embalagens plásticas sustentáveis, ​​que, por meio do fornecimento de um Passaporte Digital de Produto, torna transparentes as informações relevantes para a reciclagem. Isso permite que as plantas de triagem de resíduos identifiquem com mais precisão as embalagens recicláveis ​​e formem frações amigáveis ​​à reciclagem e de variedade única. Esta é a base para obter reciclados de alta qualidade, a fim de construir uma economia circular funcional.

Do estande da exposição ao Centro de Tecnologia Reifenhäuser

Um destaque especial para os visitantes dos estandes da Reifenhäuser na feira é a oportunidade de participar adicionalmente da exposição in-house nos dias 20, 21 e 24 de outubro, no Centro de Tecnologia Reifenhäuser. Para isso, a Reifenhäuser organizará um serviço de ônibus gratuito entre o Pavilhão de Feiras da Messe Duesseldorf e a sede da Reifenhäuser em Troisdorf (foto), que fica a 70 quilômetros de distância. Aqui, os convidados podem experimentar várias linhas de filme soprado e filme plano em operação durante duas demonstrações moderadas, ao vivo, por dia. Os interessados ​​podem entrar em contato com representantes da Reifenhäuser para obter informações sobre a participação.

Curta nossa página no

Programa Especial na K 2022:”Os plásticos moldam o futuro”

29/07/2022

Mostra especial da indústria de plásticos alemã com foco nos principais temas da K 2022: proteção climática, economia circular e digitalização

A cada três anos, e novamente no próximo outono, o mundo dos plásticos se reúne em Düsseldorf: de 19 a 26 de outubro de 2022, a K, principal feira comercial do mundo, apresenta novos produtos e inovações de todos os setores da indústria – da produção ao processamento, até à Engenharia Mecânica. Mais uma vez, o ponto central de contato para a troca crítica de informações, pensamentos e opiniões é representado pela Mostra Especial no Pavilhão 6. O projeto conduzido pela indústria de plásticos alemã, liderado pela associação de fabricantes de matérias primas plásticas Plastics Europe Deutschland (PED) e a Messe Düsseldorf se concentra nos três temas orientadores da K 2022: proteção climática, economia circular e digitalização.

Em formatos de entretenimento, convidados de alto nível do mundo da política, ciência e indústria, bem como ONGs, compartilharão informações e discutirão desafios e soluções econômicas, sociais e ambientais em torno dos principais temas da K 2022 – conectando assim as exibições das empresas na feira com a agenda societária da K.

Ingemar Bühler, diretor administrativo da PED, resume: “Estes são tempos realmente estimulantes: na mostra especial que ocorrerá na K deste ano, deixamos claro aonde nossa indústria está se deslocando em modo turbo em termos de circularidade e neutralidade de gases de efeito estufa. Mas também ouviremos atentamente o que os especialistas críticos nos dirão e quais soluções nos são propostas”. Bühler continua “É indiscutível que ainda há muito o que recuperar no caminho da descarbonização em nossa indústria, por exemplo, em termos de fornecimento ou reciclagem de matéria-prima. Aqui, queremos melhorar – e a feira K 2022 é o lugar certo para apresentar novas ideias e impulsionar muitas soluções inovadoras de amanhã que são consideradas ainda são consideradas como impensáveis ​​​​hoje”.

Sem se abaixar – ouvindo!

A peça central de “Os plásticos moldam o futuro” é fornecida pelos dias temáticos com palestras, conferências e painéis de discussão sobre os três temas orientadores da K: proteção climática, economia circular e digitalização. No início da feira na quarta-feira, 19 de outubro de 2022, os principais tópicos e desafios da indústria serão abordados diretamente no K-Forum. Como exemplo, ele se concentrará na implementação dos resultados do relatório “Reshaping Plastics” apresentado pelo think-tank europeu SystemIQ em abril de 2022. O relatório descreve vários cenários que supostamente melhorarão a circularidade dos plásticos e reduzirão o efeito estufa emissões de gases na Europa.

Os próximos dias temáticos também se concentrarão nos caminhos concretos da indústria de plásticos em direção à neutralidade dos gases de efeito estufa, ou nos plásticos como facilitadores da transição para energia limpa. Isso garantirá que a mostra especial enriqueça a extensa e socialmente relevante oferta de exposições da K 2022 – inteligente, e direta ao ponto!

Os plásticos moldam o futuro

A mostra especial “Os plásticos moldam o futuro” durante a feira K 2022 mostra como os plásticos podem dar forma ao futuro de maneira sustentável, quais desenvolvimentos já estão se configurando hoje e quais visões têm a probabilidade de serem implementadas amanhã. Em sete dias temáticos, serão oferecidas discussões técnicas, palestras, demonstrações atraentes e shows experimentais estimulantes.

Durante esses eventos, aspectos econômicos e ambientais, bem como sociopolíticos serão igualmente abordados – sem poupar áreas problemáticas – e abordagens de soluções concretas serão discutidas. A mostra especial é um projeto da indústria de plásticos, liderada pela PlasticsEurope Deutschland e. V. e Messe Düsseldorf. “Os plásticos moldam o futuro” prometem insights e perspectivas para expositores e visitantes especializados da K, bem como para a mídia e o público interessado.

Curta nossa página no

Braskem contrata linha de crédito corporativa sustentável no valor de US$ 100 mi

29/07/2022

Operação com meta de sustentabilidade está atrelada ao aumento do volume de vendas de PE Verde I’m GreenT bio-based, em linha com os compromissos da empresa para 2030 e 2050

Comprometida com o desenvolvimento sustentável desde a sua criação, a Braskem acaba de contratar sua primeira linha de crédito corporativa atrelada a meta de sustentabilidade (SLL – Sustainability Linked Loan), no valor de US$ 100 milhões.

A operação foi contratada junto ao banco Sumitomo Mitsui Banking Corporation e possui um KPI vinculado ao crescimento do volume de vendas de PE Verde I’m GreenTbio-based – polietileno renovável, produzido a partir da cana-de-açúcar -, com mecanismos de incentivo ou penalização a depender do cumprimento do KPI (sigla em inglês derivada de “Key Performance Indicator”, ou Indicador Chave de Desempenho) estabelecido.

A iniciativa está alinhada com a estratégia de desenvolvimento sustentável da Braskem para 2030 e 2050, que integra a dimensão de Resultados Econômicos e Financeiros, com foco na criação de valor ESG.

“A contratação desta linha de crédito permite vincular as metas de sustentabilidade às operações financeiras da Companhia, engajando sua cadeia de valor a uma atuação mais responsável e reforçando o compromisso da Braskem com as melhores práticas globais em ESG”, explica Marina Dalben, diretora de finanças corporativas da Braskem.

Ainda, segundo a executiva, para 2030 a Braskem busca ser referência por sua contribuição para o desenvolvimento sustentável, garantindo a geração de valor aos seus acionistas ao mesmo tempo em que atende aos interesses da sociedade.

Curta nossa página no

Almaco firma acordo de cooperação com a ABEEólica

29/07/2022

Élbia Gannoum, Erika Bernardino Aprá e Rodrigo Braga

Objetivo é potencializar o crescimento da energia eólica offshore no Brasil

A Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco) e a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) acabam de firmar um acordo de cooperação.

Assinado por Erika Bernardino Aprá e Rodrigo Braga, respectivamente, presidente e vice-presidente da Almaco, e Elbia Gannoum, presidente da ABEEólica, o documento detalha a estratégia de trabalho em conjunto das entidades para potencializar o crescimento da energia eólica offshore no Brasil.

“Além de criarmos grupos de trabalho, seminários e road shows, vamos auxiliar as empresas associadas da ABEEólica a explorarem ao máximo as características dos compósitos. O material será ainda mais importante para o sucesso de aplicações offshore, ambiente marcado pela elevadíssima corrosão”, comenta Erika.

De acordo com Braga, o potencial brasileiro de geração offshore ronda a casa dos 700 GW em locais com profundidade de até 50 metros. “O IBAMA já está avaliando licenciamentos que somam mais de 130 GW de energia a partir de 2028. Com certeza, os compósitos terão um papel crucial na viabilização desses projetos”, ele salienta.

Em 2021, o setor de geração de energia eólica – mais especificamente, a fabricação das pás – respondeu por 92,6% do consumo brasileiro de compósitos à base de resina epóxi.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (Cetecom), o maior do gênero na América Latina. Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há milhares de aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Curta nossa página no

Plasvale lança e-commerce voltado para pequenos comércios

29/07/2022

Com o foco no B2B, a projeção é aumentar em 50% a presença nas cidades brasileiras

Na busca pela expansão e para aumentar a cartela de clientes, a empresa acaba de lançar um e-commerce que terá como foco o consumidor pessoa jurídica. O “Plasvale meu negócio” é direcionado a estabelecimentos como hotéis, bares, pousadas, lanchonetes e similares, que buscam os produtos da marca para o uso interno no dia a dia, e não para revenda. “A intenção é ficarmos ainda mais próximos dos pequenos empreendedores e comércios. Com a loja on-line, com foco B2B, apresentamos a facilidade de comprar tudo através da palma da mão e em qualquer horário ou dia. Nós sentíamos que esse consumidor buscava isso da nossa empresa. Com esse novo canal, vamos conseguir atingir e conversar diretamente com esse nicho e ainda oferecer um preço atrativo”, ressalta Samanta Junges, gerente de Marketing da Plasvale.

Hoje, a Plasvale está presente em todo território nacional. Com o “Plasvale meu negócio”, a projeção de alcance é aumentar em pelo menos 50% até o primeiro semestre de 2023.

A região do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, é conhecida por ser um polo de grandes indústrias. Entre elas está a Plasvale, uma das maiores empresas de

Em 2022, a Plasvale completa 45 anos. Com um parque fabril de mais de 16 mil metros quadrados e mais de 600 colaboradores, a Plasvale atende todos os estados brasileiros e exporta para mais de 40 países. Situada em Gaspar (SC), a empresa possui mais de 800 produtos divididos em 23 categorias de houseware, desde plásticos até vidro. É uma das maiores empresas de utilidades domésticas do país, presente em mais de 30 mil pontos de venda.

Curta nossa página no

MEAF mostra soluções de extrusão “verde” na K 2022

29/07/2022

Menos energia, menos material e circularidade para as indústrias de embalagens e carpetes

Na K-2022, a maior feira do mundo para a indústria de polímeros, que acontece em Düsseldorf na Alemanha, de 19 a 26 de outubro, a MEAF Machines demonstrará suas melhores soluções de extrusão no estande A22 no Hall 17.

A MEAF afirma que os seus conjuntos de extrusão possuem uma pegada de carbono de 30 a 65% menor do que muitos de seus concorrentes, graças a um design eficiente, permitindo redução de custo com matéria-prima. Além disso, garante a empresa, sua flexibilidade de integração permite que as extrusoras da MEAF trabalhem com quase qualquer material termoplástico, incluindo biopolímeros e materiais reciclados, como flocos de garrafas e remoagem pós-consumo, ajudando os processadores de plásticos a se tornarem “verdes”.

Os fabricantes do setor de embalagens de alimentos estão sob enorme pressão de reguladores, comerciantes atacadistas e consumidores finais para que haja uma redução na quantidade de plásticos utilizados, mantendo a segurança alimentícia, atratividade e reciclabilidade. Em parceria com a fabricante suíça Promix Solutions, a MEAF adicionou recursos físicos de formação de material expandido às suas linhas de extrusão. Segundo a MEAF, isso permite uma redução ainda maior na utilização de material, sem comprometer recursos como empilhamento e resistência, graças ao uso de nitrogênio ao invés de butano e propano, frequentemente utilizados. Esse processo definitivamente não gera significativo impacto ambiental.

Um setor da indústria que recentemente iniciou o caminho para um futuro “mais verde” é o setor de carpetes e grama artificial, onde antes eram utilizados materiais não recicláveis, como betume e látex. Estes agora estão sendo substituídos por elastômeros termoplásticos (TPE e TPU) para o revestimento do carpete, permitindo que seus produtos se tornem totalmente recicláveis, ao invés de serem incinerados ou acabarem sendo descartados em aterros sanitários. No entanto, isso requer uma mudança considerável no processo de produção e uma nova maneira de pensar para muitos fabricantes de carpetes, razão pela qual a MEAF ajustou sua linha de teste interna para várias soluções de suporte ao desenvolvimento de carpetes.

Segundo a MEAF, a eficiência energética e de materiais sempre estiveram no centro da filosofia de design da empresa, muito antes de se tornar moda. Isso ajudou a empresa a se firmar em lugares distantes, onde a energia e as matérias-primas confiáveis são valiosas. “Essa é a vantagem de ser uma empresa relativamente pequena”, diz Elwin Houtekamer, diretor da MEAF Machines BV. “Somos mais ágeis que os grandes fabricantes e trabalhamos como parceiros iguais com fornecedores especializados e inovadores. Desta forma, estamos sempre na vanguarda da tecnologia de extrusão.”

Fundada em 1947, a MEAF projeta, desenvolve e constrói máquinas de extrusão para a indústria global de processamento de plásticos. A empresa é uma ‘one-stop-shop’ para extrusoras, abrangendo uma ampla gama de polímeros e aplicações. O sucesso da MEAF, afirma a empresa, decorre de uma abordagem centrada no cliente, inovadora e flexível, oferecendo suporte em todas as etapas do processo de produção. Os clientes da MEAF estão em diversos segmentos, desde fabricantes nos setores de embalagens de alimentos, descartáveis, aplicações médicas, pisos, indústria automotiva e de aviação etc.

Na K2022 a MEAF poderá ser visitada no booth A22 – Hall 17.

50

Curta nossa página no

Unipac e Syngenta celebram renovação de parceria

29/07/2022

Após 13 anos de atuação no modelo de produção in house, Unipac e Syngenta firmam contrato para um novo ciclo. Alinhamento estratégico, valores e visão de longo prazo são fatores que favorecem a relação.

A Unipac, indústria líder em transformação de plásticos, e a Syngenta, líder em desenvolvimento de tecnologias para o mercado agrícola no mundo, anunciam a continuidade de sua parceria, com a realização de novos investimentos para a ampliação da fabricação de embalagens destinadas ao envase de defensivos agrícolas.

O projeto de expansão prevê o aumento da área destinada à produção in house, bem como investimentos em novos equipamentos pela Unipac, com tecnologias de última geração.

A unidade in house da Unipac instalada na planta da Syngenta em Paulínia (SP) entrou em operação em 2009. Atualmente, a empresa fornece o portfólio completo de tampas e embalagens, entre monocamada e com barreira, para o envase de defensivos agrícolas. “Com os investimentos, será possível incrementar a capacidade produtiva, suportando o crescimento previsto pela Syngenta”, informa André Silvestre, Gerente de Vendas do Segmento Embalagem da Unipac.

Visão de longo prazo

Com suas especificidades, o projeto desenvolvido para a Syngenta representou, desde o início, uma sinergia de melhores práticas, pela qual são definidas metas e ações que englobam qualidade, segurança no abastecimento, inovação, sustentabilidade e inteligência de mercado.

“O modelo de produção in house exige uma atuação integrada. Por isso, em seus projetos, a Unipac posiciona-se como uma extensão de seus clientes, de forma a agregar valor à cadeia produtiva”, comenta Mauro Fernandes, Diretor Comercial da Unipac. “As parcerias que firmamos baseiam-se em alinhamento estratégico e compartilhamento de valores, pois envolvem inovação, competitividade e confiança em todo o processo produtivo. Nossos clientes estão no centro de nossa proposta de valor e temos por objetivo promover uma experiência singular a cada um deles”, conclui o executivo.

Com 46 anos em 2022, a Unipac é uma indústria de transformação de polímeros que fornecem para clientes dos segmentos automotivo, embalagens e logístico, entre outros. Executa seis tipos de processos de transformação em suas unidades produtivas – sopro, injeção, injeção estrutural, extrusão de chapas, termoformagem e rotomoldagem – que estão instalados em Pompeia (matriz) e Limeira (filial), ambas em São Paulo, e nos sites de seus clientes, por meio do modelo in house, nas cidades de Regente Feijó/SP, Paulínia/SP e Maracanaú/CE. Possui em torno de 1.000 colaboradores.

Conta com uma área voltada à inovação e um moderno centro de pesquisa de engenharia avançada em materiais e processos. Para completar a sua estrutura, com recursos próprios, mantém uma ferramentaria para a produção de moldes para os mais variados processos de transformação. .

Curta nossa página no

Solução DaColheita para cargas fracionadas e porcionadas atende a diferentes perfis de consumidores

28/07/2022

Produtores de frutas do Vale do São Francisco são os primeiros clientes a testarem a conservadora modular multiuso em EPS para cumbucas kids direcionadas ao público infantil

Atendendo a uma demanda do mercado para acondicionamento, transporte e exposição no varejo de FLV (frutas, legumes e verduras) em porções fracionadas e menores, a Termotécnica desenvolveu uma nova solução em sua linha DaColheita. São conservadoras modulares multiuso para cumbucas kids e bandejas com cargas mistas, permitindo variações de produtos embalados e proporcionando melhor aproveitamento logístico.

Clientes que estão demandando esta nova solução DaColheita e participaram do seu desenvolvimento conjunto com a Termotécnica foram a CAJ (Cooperativa Agrícola Juazeiro), a Cappellaro Fruits e a Fort Fruit, todas do Vale do São Francisco. Elas produzem e comercializam uvas e para o público infantil detêm as marcas Açukinha Kids (Fort Fruit), Cappellaro Kids e CAJ Kids. “Produtores e varejistas buscam sempre soluções que mantenham a qualidade e o frescor dos hortifrutis por mais tempo e que ofereçam flexibilidade na montagem de cargas mistas e facilidades para a escolha do consumidor nas gôndolas de acordo com cada perfil”, afirma o gerente de Engenharia de Produtos da Termotécnica, Roberto Corrêa.

Segundo a empresa, as conservadoras DaColheita permitem alto isolamento térmico, além de facilidade no empilhamento e transporte. Isso representa também dias a mais com os FLVs saudáveis nas gôndolas com muitas vantagens para o varejista, garante a Termotécnica. Ainda sobre as questões de operação e custos logísticos, há benefícios das conservadoras DaColheita fabricadas em EPS em relação a outros materiais. Por exemplo, afirma a Termotécnica, em comparação com as embalagens em papelão, as conservadoras em EPS são até 60% mais leves, reduzindo o peso em cerca de 30%, o que representa também economia no frete.

A Termotécnica relata que, no que se refere a manutenção do shelf-life (frescor, aspecto visual e qualidade nutricional), frutas, legumes e verduras desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempoe. A fabricante acrescenta que, ao preservar os níveis de água das frutas, por exemplo, as soluções DaColheita também conservam os nutrientes.

A fabricante catarinense assegura que as suas soluções pós-colheita da marca DaColheita podem ampliar em até 30% o shelf-life das frutas, mantendo suas propriedades nutricionais por mais tempo. Certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e Frutify), em diversas culturas, esses resultados conferem redução de perdas e desperdício de alimentos.

Para os produtores, afirma a Termotécnica, estes benefícios proporcionam menor índice de devolução dos lotes de FLVs fora do padrão de qualidade exigido pelos clientes e permite a abertura de novos mercados mais distantes. Para os distribuidores e varejistas, propicia maior giro no PDV. Desde a colheita até chegar à mesa do consumidor final, frutas, legumes e verduras permanecem mais frescos, nutritivos e saborosos.

Workshop DaColheita: evento exclusivo para o pólo do agronegócio do Vale do São Francisco reunirá especialistas nacionais em Petrolina (PE)

Para atender aos produtores do Vale do São Francisco, a Termotécnica realizará um evento para a cadeia do agronegócio na próxima quarta-feira, 3 de agosto, no Hotel Nóbiles Suits Del Rio Petrolina. Na programação do evento direcionado para produtores, distribuidores e varejistas do mercado nacional e internacional, estarão palestrando especialistas de comércio global de frutas premium brasileiras, de logística, sustentabilidade e e-commerce.

No Vale do São Francisco, entre Bahia e Pernambuco, terceiro maior produtor de frutas do mundo e entre os 20 maiores exportadores globais deste setor, a Termotécnica já atende 2/3 dos produtores de uva. Com a expertise adquirida nesta parceria com os fruticultores, fornecendo conservadoras de forma contínua desde 2010 a partir da sua unidade fabril em Petrolina (PE), a Termotécnica amplia a cada ano a linha DaColheita para atender a outras regiões e culturas de FFLVs (Flores, Frutas, Legumes e Verduras). “Temos feito um esforço gigantesco no agronegócio, tanto para o mercado interno quanto para exportação, agregando valor com nossas conservadoras pós-colheita para frutas, legumes e verduras, aumentando significativamente o shelf-life destes produtos com resultados comprovados por laboratórios internacionais e contribuindo para a redução de desperdícios em toda a cadeia de distribuição”, afirma o presidente da empresa, Albano Schmidt.

Curta nossa página no

Dow e Mura Technology anunciam compromisso de expansão da reciclagem avançada de plásticos

28/07/2022

  • A Dow e a Mura Technology irão construir várias instalações nos EUA e na Europa, adicionando até 600 mil toneladas de capacidade de reciclagem avançada adicional até 2030.
  • A expansão do pipeline da Mura baseia-se na sua primeira fábrica em Teesside, no Reino Unido, planejada para iniciar sua operação em 2023.
  • Ao utilizar a reciclagem avançada como tecnologia complementar à mecânica, a Dow vem obtendo progressos significativos em suas metas relacionadas à sustentabilidade, efeitos climáticos e resíduos plásticos.
  • A Dow se tornará uma das principais compradoras de matéria-prima circular da Mura, fornecendo produtos sustentáveis às principais marcas de todo o mundo e ajudando a escalar a eliminação de resíduos plásticos.
  • O apoio da Dow à Mura Technology oferece recursos críticos para que a Mura financie e forneça seu pipeline de vários anos de projetos de reciclagem avançada de plásticos.

A Dow, empresa líder em ciência de materiais, e a Mura Technology, fornecedora de solução de reciclagem avançada de plásticos, anunciaram o próximo passo em sua parceria para abordar a questão de resíduos plásticos, com o anúncio da construção de instalações de reciclagem avançada de 120 mil toneladas nos EUA e na Europa – juntas somando até 600 mil toneladas de capacidade anual.

A Dow desempenhará um papel importante na parceria como um dos principais compradores da matéria-prima circular que a Mura produzirá. Este fornecimento circular, derivado de resíduos plásticos atualmente destinados a aterros ou incineração, reduz a dependência de matérias-primas à base de fósseis e permitirá à Dow produzir uma matéria-prima de plástico reciclado para o desenvolvimento de novos plásticos com qualidade equivalente à do plástico virgem, que são altamente procurados pelas marcas mundiais. Trabalhando em conjunto, a Dow e a Mura garantirão que o plástico tenha uma forma viável de ser recirculado para as cadeias globais de abastecimento, promovendo uma economia circular para os plásticos e aumentando o valor dos resíduos.

Estes investimentos de capital planejados pela Mura, bem como os acordos de compra da Dow, representam o maior compromisso já divulgado por ambas as empresas para avançar e escalar as capacidades globais de reciclagem avançada.

“O fortalecimento da parceria da Dow e da Mura é um exemplo de como a Dow trabalha para impulsionar tecnologias inovadoras de reciclagem avançada”, disse Marc van den Biggelaar, Diretor de Reciclagem Avançada da Dow. “Ao investir em novas aplicações, a Dow trabalha para atender à crescente procura de material reciclado dos seus clientes e ter um impacto significativo na cadeia de fornecimento, ajudando a fechar o ciclo dos plásticos. A Dow está empenhada em acelerar uma economia circular para os plásticos e a nossa parceria ampliada com a Mura marca um passo significativo nesta jornada. Como parceiro de longo prazo, estamos animados com o potencial deste processo para reciclar plásticos e ajudar a resolver o desafio dos resíduos.”

“Esta parceria é relevante para a Dow conforme nos movemos para um modelo de flexibilidade e diversificação de matérias-primas, que é essencial se queremos promover uma economia circular para os plásticos”, disse Diego Donoso, presidente global do negócio de Embalagens e Plásticos de Especialidade para a Dow. “E um modelo de negócios totalmente circular para os plásticos também permitirá a descarbonização e irá nos apoiar no caminho da neutralidade de carbono.”

Esse anúncio marca um momento importante no rápido escalonamento do processo da Mura de reciclagem, o HydroPRS™ (Solução de Reciclagem de Plástico Hidrométrico), que pode ser usado para reciclar todas as formas de plástico, incluindo os flexíveis e multicamadas, que já foram considerados “não recicláveis”. Uma vez implantado em escala, ele tem a capacidade de impedir que milhões de toneladas de plástico e dióxido de carbono sejam introduzidos no meio ambiente todos os anos, possibilitando uma economia de plásticos circular e sustentável ─ uma missão que a Dow se compromete a apoiar por meio da sua expertise na ciência dos materiais.

“A questão global dos plásticos é uma das questões ambientais mais urgentes da atualidade – não há tempo a perder”, afirmou Steve Mahon, CEO da Mura Technology. “A tecnologia da Mura foi concebida para promover uma economia global de plásticos circulares e a nossa parceria com a Dow é um fator potencializador essencial para levar o HydroPRS a todos os cantos do mundo. Este passo na nossa parceria e nos recursos fornecidos pela Dow irá permitir financiar e aumentar drasticamente a capacidade de reciclagem e permitirá que os plásticos circulares entrem em escala nas cadeias globais de abastecimento.”

Espera-se que a primeira fábrica do mundo a utilizar o processo HydroPRS™ da Mura, localizada em Teesside, Reino Unido, esteja operacional em 2023, com uma linha de produção de 20 KT por ano destinada a abastecer a Dow com uma matéria-prima 100% reciclada. A parceria agora estendida deverá aumentar consideravelmente esta oferta, desempenhando um papel significativo na Dow e na implementação global planejada da Mura de até 600 KT de capacidade de reciclagem avançada até 2030.

Complementando o progresso na área de reciclagem avançada, estão outros projetos reciclagem mecânica e ecossistema de resíduos também recém anunciados.

  • Um investimento para construir o maior local de reciclagem híbrida na França, gerenciado pela Valoregen, que irá garantir uma fonte de resinas pós-consumo (PCR) para a Dow.
  • Uma Carta de Intenção com a Nexus Circular para garantir a produção em uma instalação de reciclagem avançada recém-construída em Dallas, Texas. A nova instalação processará e converterá anualmente mais de 26 mil toneladas de plástico anteriormente não reciclado em matéria-prima circular que será entregue à Dow como matéria-prima para criar novos plásticos reciclados para aplicações de contato com alimentos, saúde, higiene e condicionamento físico.

Tecnologia hidrotérmica oferece a escala para resolver o problema do plástico

O processo exclusivo de reciclagem hidrotérmica da Mura, HydroPRS™, quebra os plásticos usando água na forma de vapor supercrítico (água à pressão e temperatura elevadas). O vapor funciona como tesoura molecular, rompendo as ligações dos plásticos de cadeia mais longa para produzir os valiosos produtos químicos e óleos com que o plástico foi originalmente fabricado – em apenas 25 minutos, segundo a empresa.

Estes óleos são então utilizados para produzir plástico novo, de grau virgem, sem limite em relação ao número de vezes em que o mesmo material pode ser processado, criando uma verdadeira economia circular para os resíduos plásticos. Importante destacar que os produtos podem ser adequados para utilização em embalagens de contato com alimentos, ao contrário dos processos de reciclagem convencionais.

Esse processo inovador da Mura recicla todas as formas de resíduos plásticos, incluindo os considerados “não recicláveis”, como películas, vasos e bandejas, que atualmente só podem ser incinerados ou enviados para aterros. O processo foi concebido para trabalhar em conjunto com a reciclagem convencional e com iniciativas mais amplas de redução e reutilização de plásticos, tais como a reciclagem mecânica (onde os resíduos plásticos são fragmentados para fabricar diferentes produtos plásticos), o que continua a ser crucial para a estratégia de reciclagem da Dow.

O uso de vapor supercrítico significa que a tecnologia também é inerentemente escalável. Ao contrário de outros métodos, que desperdiçam calor externo, o uso do vapor proporciona uma conversão eficiente de resíduos plásticos; um processo que pode ser mantido independentemente da escala.

A Dow se junta a outros importantes players globais, como a KBR Inc., a empresa multinacional de serviços de engenharia dos EUA, a Wood, a empresa global de consultoria e engenharia, entre outros, como parceiros para acelerar a implantação da tecnologia da Mura em todo o mundo. A tecnologia também tem o apoio do grupo ambiental Ocean Generation, que realiza campanhas para resolver a questão dos resíduos plásticos.

A Dow possui um portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones que podem ser usados em uma grande variedade de produtos e soluções de base científica de clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e aplicações para o consumidor. A Dow opera 104 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2021, gerou aproximadamente US$ 55 bilhões em vendas.

A missão da Mura Technology é eliminar a poluição global causada pelos plásticos e criar sociedades sustentáveis. A empresa diz ser pioneira numa tecnologia globalmente escalável para evitar que milhões de toneladas de plástico e CO2 sejam introduzidos no meio ambiente todos os anos e transformem um produto global valioso em um recurso perdido de 80 bilhões de dólares de resíduos plásticos. A empresa afirma que sua tecnologia pode reciclar todos os resíduos plásticos e produzir os ingredientes para novos produtos, reduzindo a necessidade de plásticos derivados de combustíveis fósseis e novos. O plano da Mura é ter capacidade para um milhão de toneladas de reciclagem de plásticos em operação ou desenvolvimento até 2025.

Curta nossa página no

Unigel investe US$ 120 milhões na primeira fábrica de hidrogênio verde do Brasil

28/07/2022

  • Pedra Fundamental foi lançada em Camaçari (BA), ne terça-feira (26)
  • Serão instalados três eletrolisadores padrão de 20 MW da thyssenkrupp nucera com capacidade total de 60 MW na primeira fase
  • Unigel é pioneira em mercado-chave para projetos industriais de hidrogênio verde devido à alta capacidade de energia renovável instalada no Brasil
  • Projeto Carbono Zero como primeiro passo para a descarbonização de diversos setores, contribuindo para o combate às mudanças climáticas

A Unigel – uma das maiores empresas químicas da América Latina e maior fabricante de fertilizantes nitrogenados do país – realizou evento na terça-feira, 26 de julho, para anunciar o início da construção da primeira fábrica de hidrogênio verde do Brasil. Com investimento inicial de US$ 120 milhões (R$ 650 milhões, na cotação atual), a fábrica deve entrar em operação até o final de 2023. Nesta ocasião, segundo a empresa, o projeto integrado de hidrogênio verde e de amônia verde da Unigel deverá ser o maior do mundo. A Unigel conta com a tecnologia para eletrólise de alta eficiência da thyssenkrupp nucera, da Alemanha.

“Ao longo de nossos quase 60 anos de história, desenvolvemos tecnologias e investimos para atender às demandas industriais e do agronegócio. Com este projeto, a Unigel dá mais um importante passo rumo à descarbonização de diversos setores, contribuindo substancialmente para combater as mudanças climáticas do planeta”, afirma Henri Slezynger, fundador e presidente do Conselho de Administração da Unigel.

Localizada no Polo Industrial de Camaçari (BA), a nova fábrica, em sua primeira fase, terá capacidade de produção de 10 mil toneladas/ano de hidrogênio verde e de 60 mil toneladas/ano de amônia verde. Na segunda fase do projeto, prevista para entrar em operação até 2025, a Companhia deve quadruplicar a produção de hidrogênio e amônia verdes.

A fabricação de hidrogênio e amônia verdes já é um desdobramento de outras ações que a Unigel tem feito, como a parceria para produção de energia eólica, em valor superior a R$ 1 bilhão, com a Casa dos Ventos, uma das maiores empresas de geração de energia a partir de fontes renováveis do País. “A Unigel está focada em investimentos que permitam a descarbonização de suas operações e também contribuindo com soluções para a indústria”, declara Roberto Noronha Santos, CEO da Unigel.

A nova fábrica da Unigel deve gerar pelo menos 500 empregos diretos e indiretos, segundo estimativa.

Solução Carbono Zero para inúmeras aplicações

Os produtos serão ofertados a clientes que encontram no hidrogênio verde e na amônia verde uma importante solução para seus desafios de descarbonização. Entre as aplicações estão o uso do hidrogênio como matéria-prima na siderurgia e refino de petróleo, e também como combustível para veículos diversos, além do uso da amônia por navios graneleiros e porta-contêineres, substituindo combustíveis fósseis.

A amônia verde também poderá ser utilizada para fortalecer o portfólio de produtos sustentáveis da Unigel, uma vez que é matéria-prima na fabricação de fertilizantes e acrílicos. “Dado o potencial do Brasil na geração de energia eólica e solar, a Unigel acredita que o país tem uma grande oportunidade de ser referência para o mundo no hidrogênio verde, solução que traz versatilidade ao transformar energia renovável em matérias-primas e combustíveis Carbono Zero”, constata Noronha.

Além de utilizar amônia como matéria-prima, a Unigel tornou-se produtora deste insumo no ano passado, após inaugurar duas fábricas de fertilizantes que deram origem à Unigel Agro. Além disso, a empresa opera um dos dois únicos terminais de amônia do Brasil, localizado no porto de Aratu, no estado da Bahia.

Para a primeira fase do projeto, a Unigel adquiriu da thyssenkrupp três eletrolisadores com potência total de 60 MW de energia. “O projeto da Unigel é o primeiro do gênero no Brasil e reforça o pioneirismo e empreendedorismo desta que é uma das maiores empresas químicas do País. Ficamos muitos orgulhosos e honrados por firmar essa nova parceria e compartilhar a experiência e a capacidade de fornecimento inigualável que adquirimos ao longo de seis décadas desenvolvendo nossa tecnologia de eletrólise”, diz Paulo Alvarenga, CEO da thyssenkrupp para a América do Sul.

A Unigel é uma das maiores empresas químicas do país, com posição de liderança em estirênicos, acrílicos e fertilizantes nitrogenados na América Latina. Fundada em 1966, a Companhia está estrategicamente localizada no Brasil (nos Estados da Bahia, Sergipe e São Paulo) e no México. A Unigel fornece insumos fundamentais para a fabricação de produtos finais nos mercados de eletrodomésticos e eletrônicos, automotivo, tintas e revestimentos, construção civil, papel e celulose, embalagens, saúde e beleza, têxtil, mineração e agricultura, entre outros.

A thyssenkrupp nucera oferece tecnologias líderes mundiais para plantas de eletrólise de alta eficiência. A empresa, uma joint venture com a Industrie De Nora, possui amplo conhecimento em engenharia, procurement e construção de plantas eletroquímicas e um forte histórico de mais de 600 projetos com uma classificação total de mais de 10 gigawatts já instalados com sucesso. Com sua tecnologia de eletrólise da água para produzir hidrogênio verde, a empresa oferece uma solução inovadora em escala industrial para cadeias de valor verdes e uma indústria alimentada por energia limpa – um passo importante em direção à neutralidade climática.

A thyssenkrupp é um grupo internacional composto por empresas industriais e tecnológicas independentes. O Grupo gerou vendas de €34 bilhões em 56 países no ano fiscal de 2020/2021, contando com mais de 101 mil colaboradores ao redor do mundo. Desenvolvendo negócios na América do Sul desde 1837, a thyssenkrupp emprega cerca de 4.000 colaboradores na região nos segmentos automotivo, mineração, química e defesa naval. Na América do Sul, a empresa contabilizou durante o ano fiscal 2020/2021 um faturamento equivalente a R$ 4,8 bilhões

Curta nossa página no

Braskem anuncia desenvolvimento de tecnologia inovadora para reciclagem avançada

28/07/2022

Empresa diz que solução também visa combater as mudanças climáticas, permitindo a redução das emissões de CO2e em comparação com as tecnologias tradicionais e já existentes de reciclagem avançada

A Braskem anunciou que está desenvolvendo uma tecnologia inovadora e de última geração para a reciclagem de resíduos plásticos. O processo, que utiliza um catalisador exclusivo e incorpora o gerenciamento eficiente de calor, reduz a necessidade de fontes de energia externas. O resultado, segundo a empresa, é uma redução significativa das emissões de CO2e em comparação com as tecnologias tradicionais e já existentes de reciclagem avançada.

De acordo com Jan Kalfus, gerente global de Catálise de Bioprocessos e Circularidade da Braskem, a ideia dessa tecnologia única surgiu no início de 2020, nos Estados Unidos, porém, seu uso não deve se limitar ao país. “O lançamento será global, conforme as oportunidades surgirem. Queremos desenvolver uma nova forma de impulsionar a reciclagem avançada, processo que transforma resíduos plásticos em químicos básicos, como propeno e eteno, utilizados para a fabricação de novos produtos plásticos ou químicos provenientes do processo circular, reduzindo assim os resíduos plásticos e a necessidade de combustíveis fósseis no mundo”, explica.

A Braskem afirma que o projeto demonstrou alto rendimento para o desenvolvimento de químicos intermediários – como aromáticos e monômeros -, que podem ser utilizados para produzir plásticos, contribuindo para o processo circular. “Hoje, a tecnologia está sendo desenvolvida e estamos aumentando a escala do nosso reator, que fornecerá dados importantes em apoio à nossa futura expansão. O projeto piloto está previsto para 2025, e a tecnologia deve estar disponível em escala até 2030”, afirma Kalfus.

Na nova tecnologia da Braskem, o catalisador atua como uma tesoura, que quebra o resíduo plástico em químicos básicos, que então são utilizados para produzir os plásticos presentes em diversos itens do nosso dia a dia. Esses químicos básicos, também conhecidos como monômeros, podem ser usados diretamente nas indústrias para a produção de novos plásticos a partir de materiais reciclados. O produto resultante desse processo é equivalente ao plástico convencional, de origem fóssil, e totalmente reciclável.

“Por enquanto, os principais benefícios dessa nova tecnologia são a capacidade de produzir plástico proveniente do processo circular de maneira eficiente e reduzir as emissões de CO2e devido a baixos requisitos de energia. A longo prazo, ela pode vir a substituir técnicas atualmente usadas na indústria para a produção de plástico, oferecendo um futuro circular para a próxima geração de profissionais e a sociedade”, conclui.

Rumo às metas

Ações como essa fazem parte dos esforços da Braskem pela eliminação dos resíduos plásticos. A companhia pretende ampliar seu portfólio de produtos, incluindo, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado e, até 2030, 1 milhão de toneladas desses produtos. Ainda para 2030, planeja eliminar a destinação de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos para incineração ou aterros ou seu descarte no meio ambiente. No combate às mudanças climáticas, as metas são reduzir em 15% as emissões diretas de gases de efeito estufa até 2030 e atingir a neutralidade de carbono até 2050.

Curta nossa página no

Stadler oferece melhoria contínua na fábrica de recicláveis mistos secos da J&B Recycling

22/07/2022

Planta de Triagem e da J&B em Hartlepool, no Reino Unido

O relacionamento da Stadler com a J&B Recycling começou em 2008, quando projetou e construiu sua fábrica de recicláveis mistos secos em Hartlepool, Reino Unido. Desde então, a Stadler manteve-se apoiando a empresa no processo de melhoria contínua da fábrica. “Melhoramos continuamente a planta e nosso foco é produzir o material da melhor qualidade possível”, diz Matt Tyrie, Diretor de Operações da J&B Recycling.

Um design flexível para taxas de pureza consistentemente altas

A composição e densidade dos resíduos recicláveis secos está em constante evolução. “Ao longo dos anos, a quantidade de papelão aumentou significativamente”, afirma Benjamin Eule, Diretor da Stadler UK Ltd. “As fábricas de triagem estão recebendo maiores volumes de embalagens gerados pelo crescimento das compras e entregas online. Outra mudança que está impactando é a mudança para diferentes técnicas de impressão em revistas, o que dificulta a separação da tinta da fibra. As embalagens plásticas também estão mudando, com multicamadas e garrafas com diferentes tipos de rótulos, tornando a detecção cada vez mais desafiadora. Os metais também evoluíram desde que projetamos a planta em 2008, com a mudança do alumínio para o metal ferroso nas embalagens de bebidas e o aumento do volume de cápsulas de café que contêm alumínio.”

Por esse motivo, as plantas de triagem precisam ser capazes de processar vários materiais de forma flexível, ao mesmo tempo em que fornecem as taxas de pureza consistentemente altas exigidas pela indústria de reciclagem. O projeto das plantas também precisa da flexibilidade de acomodar atualizações e modificações subsequentes para atender às mudanças nos requisitos.

Ao projetar a planta de triagem, a Stadler baseou-se em seu conhecimento de como a composição variável dos resíduos afeta o processo de triagem. Benjamin Eule diz: “A planta de Reciclagem da J&B foi originalmente projetada para processar 12 t/hora, com peneiras giratórias Stadler, transportadores e separador balístico cuidando da pré-triagem mecânica, preparando o fluxo de material para um processamento eficaz a jusante. Os transportadores garantem que o material seja enviado de forma eficiente para o próximo processo de triagem e os transportadores de armazenamento acumulam o produto antes de ser enfardado.”

Em 2017, a J&B Recycling e a Stadler trabalharam juntas em um conceito para remover papel e alumínio. Para remover o papel, a equipe da Stadler adicionou ao processo um classificador óptico Tomra Autosort® na linha de frações planas para recuperar uma alta percentagem de papel com menos contaminantes e passar por uma cabine de controle de qualidade para garantir alta pureza. Para remover o alumínio, foi instalado um Separador de Correntes de Foucault para recuperar o material não ferroso da linha de fração plana 2D.

Desde então, seis atualizações adicionais foram realizadas para otimizar a planta e atender às crescentes demandas do mercado. A última atualização teve como objetivo alcançar uma pureza ainda maior do papel e aumentar a capacidade, que agora foi elevada para 15 t/hora.

Benjamin Eule explica: “Instalamos mais um classificador óptico, o último classificador Autosort®, para remover filme, garrafas plásticas e papelão da fração PAMS para obter um papel com 95% de pureza. Recirculamos os materiais que removemos na planta para serem reprocessados em seus respetivos fluxos, aumentando a recuperação da planta.”

Esta última atualização foi concluída em março de 2022. “A atualização atingiu as metas que delineamos, ou seja, melhorar a qualidade e aumentar o rendimento”, diz Matt Tyrie. “Aumentamos a qualidade da nossa mistura dura adicionando um sistema de Deteção de Objetos a Laser (LOD) ao classificador óptico Autosort® para remover mais contaminação não fibrosa. Essa tecnologia permite que cada turno seja executado com mão de obra reduzida e permitiu que o rendimento aumentasse, pois, a qualidade da mistura dura era um gargalo na planta.”

O processo: entregando resultados consistentemente de alta pureza

Um tambor doseador alimenta o material, que passa por uma plataforma de pré-triagem para a remoção manual de OCC (Old Corrugated Containers) e filme grande. Um tambor de peneiramento Stadler separa o material restante em três frações, Finos, Intermediário e Volumoso. Os materiais Volumosos, acima de 170mm, passam por uma cabine de Controle de Qualidade e classificador óptico Autosort para remover papéis misturados, papelão e plásticos e produzir uma fração PAMS (Jornais, Periódicos e Revistas). A fração Intermediária, menor que 170mm, é separada em finos, 2D e 3D pelo separador balístico Stadler STT2000. A fração plana 2D é processada por meio de separadores indutivos e classificador óptico Autosort antes de uma verificação final do controle de qualidade para produzir dois fluxos: fração de papel misto e frações não ferrosas e ferrosas. A fração 3D segue por um processo semelhante, que começa com um separador magnético para posteriormente produzir frações mistas de plástico, HDP e PET. A fração fina é processada para remover contaminantes para criar um produto de vidro. Todas as frações de saída, com exceção do vidro, são enfardadas e vendidas.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários qualificados oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

Curta nossa página no

K 2022 em Düsseldorf – 70º aniversário da principal feira global da indústria de plásticos e borracha

20/07/2022

Painel inicial da K Preview 2002, evento de mídia preparatório para a Feira K 2022 em Düsseldorf

Cerca de 3.000 empresas de 61 países apresentam inovações para o uso eficiente e responsável do plástico

Em 1952, as empresas e associações que lidam com o material plástico decidiram em conjunto com a então “Nordwestdeutsche Ausstellungsgesellschaft – NOWEA”, hoje Messe Düsseldorf GmbH, criar um evento destinado a comprovar o desempenho e a versatilidade dos materiais poliméricos. A era da produção de plásticos em massa estava apenas começando. Este foi o “nascimento” da K em Düsseldorf. No evento de estreia estavam 270 empresas, exclusivamente alemãs, que apresentaram aos visitantes profissionais e também aos consumidores comuns produtos projetados acima de tudo para tornar a vida cotidiana mais agradável e conveniente.

70 anos depois, aqueles dias colocaram um sorriso em nossos rostos, já que a K em Düsseldorf se tornou uma feira de interesse especial para profissionais já em 1963; e seu sucesso triunfante como o ponto de encontro mais importante do mundo para a indústria de plásticos e borracha continua inabalável até hoje.

K 2022 – feira de negócios mais relevante do setor em todo o mundo

Exatamente como a cada três anos, a K 2022 em Düsseldorf será a plataforma de informações e negócios mais relevante para a indústria global de plásticos e borracha. Expositores e visitantes de todo o mundo se reunirão em Düsseldorf e aproveitarão as oportunidades, de 19 a 26 de outubro deste ano, para demonstrar a excelência operacional do setor concentrado em um só lugar, discutir tendências atuais, apresentar inovações e traçar o rumo para o futuro. Em nenhum lugar a internacionalidade é tão alta quanto em Düsseldorf.

Na última K em Düsseldorf, expositores de um total de 63 nações estiveram representados. Dos 3.300 expositores no total, 2.344 vieram da Europa, 828 da Ásia, 143 das Américas, 11 da África e 4 da Austrália/Oceania. Visitantes de até 169 nações foram recebidos. 73% do público comercial viajou para Düsseldorf de fora da Alemanha. 57% de todos os visitantes vieram da Europa, 25% da Ásia, 13% da América, 4% da África e 1% da Austrália/Oceania.

A K 2022 chega exatamente no momento certo para fornecer à indústria de plásticos e borracha uma nova orientação após as mudanças induzidas pela pandemia. O “Quem é Quem” da indústria global de plásticos e borracha estará novamente representado, com o Centro de Exposições de Düsseldorf totalmente ocupado em cerca de 175.000 m² de espaço líquido de exposição.

As gamas de produtos individuais estão distribuídas pelos 18 pavilhões de exposição da seguinte forma:

  • Máquinas e equipamentos: Pavilhões 1, 3-4, 8b e 9-17
  • Matérias-primas, auxiliares: Halls 5, 6, 7, 7a, 8a, 8b
  • Produtos semiacabados, componentes técnicos e produtos plásticos reforçados: Pavilhões 5, 6, 7, 7a, 8a, 8b

Particularmente bem representados mais uma vez estarão os fornecedores da Europa, sobretudo da Alemanha, Itália, Áustria, Turquia, Holanda, Suíça e França, assim como os EUA. Ao mesmo tempo, a K reflete claramente as mudanças no mercado mundial: o número e as áreas de apresentação das empresas da Ásia permaneceram em um nível alto e constante por vários anos. Especialmente China, Taiwan, Índia, Coréia do Sul e Japão impressionarão os visitantes com suas fortes aparições.

A diversidade e a transversalidade internacional das empresas asseguram que as gamas globais de produtos, soluções, tendências e inovações sejam mapeadas em sua totalidade – também em segmentos especiais. Além disso, isto garante que a K 2022 ofereça as melhores condições não apenas para discutir em profundidade os desafios globais da indústria, mas também para enfrentá-los com sucesso em conjunto.

Escores excelentes para a K em Düsseldorf

a K é uma presença firme nas agendas do setor. Isso não se reflete apenas no número de expositores e na qualidade dos produtos e serviços exibidos, mas também é evidenciado de forma impressionante pelas excelentes notas dadas pelos visitantes profissionais: 97% elogiaram a ampla gama de desenvolvimentos técnicos e soluções voltadas para o futuro. Em particular, o elevado número de inovações e a presença de todos os líderes de mercado receberam altos escores dados pelos visitantes. E isso se aplica não apenas aos fabricantes de plásticos e produtos de borracha; os usuários industriais também visitam a K regularmente porque aqui encontram inspiração para seu setor e seus produtos, além de inovações que os ajudam a se prepararem idealmente para a concorrência internacional no futuro.

Profissionais de uma ampla variedade de indústrias-cliente – automotiva, de embalagem, eletrônica e comunicação, construção, tecnologia de dispositivos médicos ou aeroespacial – vêm ao Reno para que especialistas da indústria de plásticos e borracha lhes apresentem aplicações atuais e visionárias na K em Düsseldorf, o mercado global para inovações.

Afinal, na K 2022 toda a cadeia de valor é apresentada em amplitudes e profundidades únicas. E a borracha também desempenha aqui um papel decisivo. Embora menor do que o segmento de plásticos, este setor é altamente inovador e de importância fundamental para os principais setores de indústrias-clientes. O ponto central de contato para a borracha e elastômeros será novamente a Rubberstreet, no Hall 6. Esta tem sido uma presença na K em Düsseldorf ao longo de quase 40 anos, servindo para aumentar a visibilidade da indústria da borracha e enfatizar seu potencial inovador.

A K 2022 não apenas sustenta sua posição extraordinária graças à sua grande popularidade na indústria em todo o mundo, mas também sempre aborda os principais problemas de nossos dias e, especificamente, aqueles da indústria de plásticos e borracha.

Os temas norteadores da K 2022

Na última edição da K, há três anos, os expositores já sublinhavam por unanimidade a necessidade de ciclos operacionais e fechados ao longo de toda a cadeia de materiais. Nunca antes a indústria foi tão unânime em abordar um problema e trabalhar de forma tão coesa em soluções em torno da compatibilidade ambiental, conservação de recursos e prevenção de resíduos.

Este desenvolvimento se acelerou enormemente desde então. A K 2022 fornecerá uma prova impressionante de que esta indústria assume responsabilidades e que os plásticos serão, no futuro, parte da solução e não um problema.

E é precisamente por isso que os três grandes temas orientadores do K 2022 serão os seguintes:

  • Economia circular
  • Proteção Climática
  • Digitalização

Sem os plásticos, a gestão cuidadosa do clima mundial não será possível. Os plásticos são facilitadores para construção leve, mobilidade elétrica e o uso de energia eólica e solar. E aqui a Economia Circular é de vital importância, enquanto que a digitalização é um facilitador indispensável para a transparência e a eficiência dos recursos. Todos os três temas orientadores também estarão no centro das atenções nas atividades Especiais na K 2022.

A K em Düsseldorf conta com uma contribuição altamente qualificada sobre esses temas orientadores, sob a responsabilidade de um órgão especializado de alto calibre, o Conselho Científico da K 2022. Os cientistas já elaboraram uma lista dos aspectos a serem considerados. Aqui apenas cinco tópicos a título de exemplo: reciclagem de compósitos, padronização de reciclados, micropartículas no meio ambiente, plásticos biodegradáveis, CO2 como componente polimérico.

Especial oficial “Os plásticos moldam o futuro”

O evento paralelo oficial da K Düsseldorf “Plastics Shape the Future” será novamente localizado no Hall 6 e captará a mensagem central da transformação fundamental da indústria em uma economia circular em formatos correspondentes. Ele contará com dias temáticos e apresentações de imagens em movimento, juntamente com painéis de discussão e infoentretenimento. Especialistas do setor sinalizarão como os plásticos podem moldar um futuro sustentável, quais desenvolvimentos já estão emergindo hoje e quais visões têm chance de serem implementadas no futuro. Além disso, representantes políticos estarão envolvidos nas discussões do painel, bem como grupos de relevância social e ONGs. Este evento especial é um projeto apresentado pela indústria de plásticos alemã sob os auspícios da PlasticsEurope Deutschland e.V. e Messe Düsseldorf.

Fórum de Economia Circular

O Fórum de Economia Circular, que celebrou sua bem sucedida estréia na última K, poderá ser encontrado novamente no espaço ao ar livre entre os Pavilhões 10 e 16 na K 2022. Lá, 13 empresas membros da VDMA (Federação Alemã de Engenharia) farão a economia circular palpável e mostrarão o tema em sua totalidade.

Especial “Campus de Ciências”

O Campus de Ciência (Science Campus) na K 2022 é sinônimo de diálogo entre pesquisa e negócios. Aqui, expositores e visitantes recebem uma visão condensada das atividades científicas e descobertas na indústria de plásticos e borracha, sendo uma oportunidade de troca de idéias com universidades e empresas.

Jovens talentos para a indústria

A indústria de plásticos enfrenta enormes problemas no recrutamento de jovens talentos. Frequentemente, isso acontece simplesmente porque os estudantes deixam a escola desconhecendo a variedade de estágios e oportunidades de carreira oferecidas na indústria de plásticos, o que torna tão difícil atrair jovens interessados ​​neste setor. Com o objetivo de também garantir jovens talentos suficientes no futuro, a GKV – Gesamtverband Kunststoffverarbeitende Industrie (Associação Geral da Indústria de Processamento de Plásticos) já lançou uma iniciativa de formação de plásticos (kai) em conjunto com outras associações e instituições – como a Messe Düsseldorf – já ém 2010 sob o lema “kai – Sei dabei!”. O objetivo também é permitir que os jovens conheçam essa indústria na K 2022 de maneira direcionada, por meio de atividades que vão desde exposições e painéis moderados até experimentos.

START-UP ZONE celebra estreia

As start-ups são jovens, criativas, flexíveis, orientadas para o futuro e se destacam particularmente pelas suas soluções inovadoras e resolvedoras de problemas. Então, o que seria mais adequado para a K 2022 do que oferecer uma área de apresentação própria, específica para os recém-chegados dedicados ao desenvolvimento de produtos e soluções inovadoras na área de plásticos e borrachas ? Precisamente isso é o que K 2022 fará com a START-UP ZONE, que estará no Hall 8b do Centro de Exposições de Düsseldorf.

Interativo em multimídia: a Comunidade K

A fórmula de sucesso da K em Düsseldorf é também que ela sempre se focalizou nas necessidades do mercado e desenvolveu seu conceito de forma correspondente. O evento presencial já está, portanto, estendido para incluir conteúdo digital no período que antecede a feira. Isso consolida a posição de liderança da K em Düsseldorf como uma plataforma central de comunicação e informação da indústria – durante o evento presencial e além.

K-MAG

Desde abril de 2021, a K em Düsseldorf vem publicando sua própria revista, a K-MAG. Tem como alvo todos os setores associados à K e fornece, durante todo o ano, fatos, notícias, estórias e tendências do setor internacional de plásticos e borracha, em alemão e inglês. Tudo isto é também orientado em direção aos temas norteadores da feira. Está tudo mesclado – é por isso que o K-MAG apresenta uma ampla variedade de seções diferentes, incluindo, por exemplo, “Industry Voices” (com contribuições prospectivas de representantes da indústria e líderes de opinião), “Science News” (relatando as últimas descobertas de pesquisa e estudos), “Young Professionals” (apresentando artigos e dicas especificamente direcionadas a jovens talentos) e “Apropos K” (captando temas candentes que giram em torno dos plásticos, sejam da vida cotidiana, da história ou de diferentes países). Para tornar a K-MAG tão atraente quanto possível, o conteúdo é oferecido em vários formatos, como reportagens, notícias, entrevistas, vídeos ou galerias de fotos, para citar apenas alguns.

K-mensal

K-mensal é o nome da nova newsletter da K. Seus assinantes não apenas recebem as notícias e estórias mais interessantes da K-MAG por e-mail mensalmente, mas também informações correntes sobre a K em Düsseldorf e as feiras internacionais da família de produtos K-Global Gate.

K-Talk

A K 2022 já agora oferece um destaque real, definindo o cenário para o grande evento da indústria – o novo K-Talk. De janeiro de 2022 até a feira comercial no outono, o K-Talk mensal apresenta painéis de discussões empolgantes com uma variedade de participantes internacionais, tais como especialistas do setor, cientistas, representantes de indústrias-clientes, bem como de esferas políticas, mídia ou ONGs. O K-Talk traz insights valiosos, focaliza em aplicações dos plásticos, sinaliza inovações tecnológicas e discute importantes desafios para o setor. Sejam eles exemplos concretos de melhores práticas ou estratégias futuras de longo prazo – as diferentes visões e perspectivas dos membros do painel pretendem inspirar, fornecer orientação e incentivar intercâmbios. O K-Talk é transmitido ao vivo via k-online.com e é realizado em inglês. A participação ativa é bem-vinda e é por isso que as perguntas podem ser submetidas através da função de bate-papo ao longo de toda o debate.

K-App e ferramenta de matchmaking

Aqueles que desejam manter-se atualizados, tanto na preparação para a K como também durante a visita, devem baixar o K-App em seus smartphones (para iOS e Android). Isso permite que todas as partes interessadas acessem de forma permanente e conveniente notícias de todo o setor e dicas úteis relacionadas à feira. O App também permite o acesso ao banco de dados de expositores, que já está online.

A ferramente de matchmaking permitirá que visitantes profissionais e todos os expositores procurem os contatos certos na K-online, a partir de agosto de 2022. O visitante só precisa enviar seus interesses e parâmetros de pesquisa. Graças à rápida correspondência de interesses compartilhados, as recomendações e propostas personalizadas serão entregues imediatamente. Isso permite que expositores e visitantes já entrem em contato com antecedência ou concordemm de forma conveniente, com as reuniões e encontros durante a feira.

Düsseldorf – metrópole vibrante no Reno

Multifacetada, vibrante e cosmopolita: há muitos anos Düsseldorf está entre as dez cidades mais habitáveis ​​do mundo. A capital do estado da Renânia do Norte-Westfália não é apenas uma metrópole de compras e estilo de vida, mas também um importante centro de negócios internacionais inserido em um dos mais densos clusters de pesquisa e educação da Europa. Além disso, os visitantes desfrutam de ótima infraestrutura em termos de comunicação, transporte, hospedagem e entretenimento. Um ônibus circular frequente conecta o Aeroporto de Düsseldorf ao Centro de Exposições ou o visitante pode fazer uma curta viagem de táxi. Düsseldorf não é apenas famosa pelo seu estilo dinâmico e cosmopolita, mas também pelo convívio típico da Renânia. A famosa Cidade Velha de Düsseldorf é um ótimo lugar para relaxar, com estilo, depois do seu dia de feira.

Curta nossa página no

Covestro na K2002: Plásticos circulares para mercados verdes em crescimento

20/07/2022

Apresentação da Covestro durante a K-Preview 2022. À direita, Dr. Markus Steilemann, CEO da empresa

  • Apresentação definidora de tendências na K 2022 em Düsseldorf, Alemanha
  • Covestro como pioneira em economia circular e neutralidade climática
  • Abordagem global com matérias-primas alternativas, energia renovável e reciclagem inovadora
  • Novo conceito para produtos circulares

Na K 2022, a Covestro apresentará as possibilidades de plásticos particularmente sustentáveis ​​para o mundo e os mercados em crescimento de amanhã. Para isso, a empresa apresentará em breve novos produtos e materiais para muitas áreas-chave que dão suporte à economia circular e à neutralidade climática na maior feira de plásticos do mundo. Nesse sentido, a Covestro se vê como pioneira no setor e está se focalizando principalmente em parcerias criativas e orientadas para o futuro. A mídia internacional agora teve uma prévia da presença da Covestro na feira em Outubro durante uma conferência de imprensa em Düsseldorf, Alemanha.

“A humanidade está enfrentando enormes desafios. Além de crises agudas, precisamos superar desafios de longo prazo, tais como a proteção do clima, da natureza e de recursos e, assim, salvaguardar nossos meios de subsistência”, disse o CEO Dr. Markus Steilemann. “Isso pode ser alcançado se os negócios e a sociedade se orientarem consistentemente em direção à economia circular. Os plásticos são indispensáveis ​​nesta longa jornada e a Covestro está satisfeita em contribuir com novos produtos e materiais particularmente sustentáveis ​​para esse fim, adaptados às necessidades dos clientes de hoje e de amanhã. Junto com nossos parceiros, é assim que pretendemos aproveitar as imensas oportunidades de crescimento sustentável.”

“Crafting Connections With You”

Sob o lema “Crafting Connections With You” (Criando conexões com você), a Covestro pretende estabelecer novas colaborações com clientes e parceiros e reforçar os laços existentes no stand A 75, no Hall 6 da K 2022, entre 19 a 26 de outubro, bem como numa plataforma digital. “A colaboração ao longo das principais cadeias de valor, em particular, é de grande importância para que a visão de uma economia circular completa seja bem-sucedida”, disse a Dra. Andrea Maier-Richter, chefe global da Entidade de Negócios TPU. “Com nossos desenvolvimentos mais sustentáveis, damos suporte a nossos clientes e parceiros para facilitar sua transição para a economia circular e alcançar seus próprios objetivos climáticos”.

Para tornar as soluções circulares no portfólio de produtos ainda mais reconhecíveis para os clientes no futuro, a Covestro desenvolveu o conceito “CQ”. O sufixo de marca significa “Inteligência Circular” e indica a base alternativa de matéria-prima para os produtos da empresa, se esta for de pelo menos 25%. Entre os primeiros produtos “CQ” está o Desmodur®CQ. As espumas de poliuretano à base de Desmodur®CQ são utilizadas, por exemplo, em móveis estofados, colchões e isolamento térmico.

Afastando-se dos recursos fósseis

A Covestro usa principalmente precursores renováveis e resíduos plásticos como matérias-primas alternativas, bem como eletricidade verde. Para atingir sua visão de uma economia circular e atingir suas ambiciosas metas climáticas, a empresa também está se concentrando no fornecimento futuro de hidrogênio “verde” e no desenvolvimento de tecnologias inovadoras de reciclagem.

Todas essas medidas ajudam a conservar os recursos fósseis e evitar emissões de CO2. A longo prazo, a Covestro pretende oferecer todos os seus produtos numa versão climaticamente neutra. Até 2030, a empresa planeja investir cerca de um bilhão de euros em projetos de economia circular. Para atingir emissões líquidas zero, a Covestro também espera investir entre 250 milhões de euros e 600 milhões de euros até 2030.

O plástico de alto desempenho Policarbonato e a importante matéria-prima de poliuretano (PU) metileno difenil diisocianato (MDI) já estão disponíveis em maiores quantidades como produtos neutros para o clima. Assim como a matéria-prima renovável de PU diisocianato de tolueno (TDI), eles são fabricados com matérias-primas renováveis, como biomassa nova e bioresíduos e materiais residuais, que são alocados aos produtos por cálculo usando a abordagem de balanço de massa. De acordo com um modelo de cálculo comum, nenhuma emissão líquida de CO2 é gerada durante a produção, desde o início da produção (berço) até o portão da fábrica.

Para seu próprio suprimento de matéria-prima, a Covestro colabora com vários parceiros industriais que fornecem precursores renováveis, tais como acetona, fenol e benzeno com massas balanceadas. Fornecedores como a Borealis, Total, Mitsui Chemicals e Mitsui & Co. produzem essas matérias-primas em unidades certificadas pelo padrão ISCC PLUS reconhecido internacionalmente. Ao mesmo tempo, a Covestro está gradualmente convertendo suas unidades de produção para este padrão, o que já acontece em Leverkusen, Dormagen, Krefeld-Uerdingen, Antuérpia e Xangai.

Mais recentemente, a Covestro anunciou uma colaboração com a Neste e a empresa petroquímica sul-coreana SK geocentric para fornecer benzeno com massa balanceada para sua produção de MDI na China. O MDI é uma importante matéria-prima para a espuma rígida de PU, que proporciona isolamento eficiente para edifícios e a cadeia de frio. O policarbonato certificado, por sua vez, atua nas indústrias automotiva, elétrica-eletrônica e médica, entre outras. E o TDI é um precursor da espuma flexível de PU, que é usada para fazer colchões e móveis estofados.

A Covestro também assinou contratos com fornecedores de energia como Ørsted, EnBW, ENGIE, Datang Wuzhong New Energy e outros para fornecer eletricidade de fontes renováveis ​​a plantas na Alemanha, Bélgica e China.

Tecnologias inovadoras para reciclagem química

Hermann-Josef Dörholt, chefe global do segmento de materiais de desempenho, enfatizou a grande importância das tecnologias de reciclagem para realmente fechar ciclos: “A Covestro está adotando uma abordagem comprometida aqui: usando várias abordagens, podemos recuperar especificamente as matérias-primas de que precisamos para a produção de nossos plásticos. Além da reciclagem mecânica tradicional de policarbonato e poliuretano termoplástico, estamos focalizndo principalmente na reciclagem química para esse propósito.” O objetivo, diz ele, é reciclar completamente os materiais a fim de economizar matérias-primas fósseis e emissões de CO2, ao mesmo tempo em que se oferece produtos reciclados com qualidade de material virgem.

Como exemplos, Dörholt cita processos inovadores para a reciclagem química de resíduos de espuma de colchão e espuma de PU rígida usada. Em conjunto com parceiros, a Covestro desenvolveu um processo para recuperar quimicamente os dois principais componentes da espuma de colchão de PU: o poliol e o precursor do isocianato TDI utilizado. Os resultados dos testes realizados até o momento são promissores e estão sendo testados em uma planta piloto na unidade de Leverkusen. O projeto agora será estendido ao processamento industrial de espumas flexíveis.

A Covestro também está coordenando o projeto CIRCULAR FOAM da União Européia, que conta com 22 parceiros de nove países, o qual se dedica ao reprocessamento químico de espuma rígida de poliuretano de materiais de isolamento de edifícios e equipamentos de refrigeração usados. Os produtos contribuem de forma importante para a redução das emissões de CO2 e redução do consumo de energia, mas até agora faltam processos de reciclagem e gestão sistemática de resíduos. O projeto visa economizar até um milhão de toneladas de resíduos e 2,9 milhões de toneladas em emissões de CO2 anualmente na Europa até 2040.

A Covestro é um dos principais fabricantes mundiais dos materiais poliméricos Policarbonato e Poliuretanos, além dos seus componentes. Com seus produtos, processos e métodos inovadores, a empresa ajuda a melhorar a sustentabilidade e a qualidade de vida em diversas áreas. A Covestro fornece para clientes no mundo todo em setores-chave como mobilidade, construção e habitação, bem como para o setor elétrico e eletrônico. Além disso, os polímeros da Covestro também são utilizados em setores como esporte e lazer, cosméticos e saúde, além da própria indústria química. A empresa diz que está comprometida em se tornar totalmente circular e está se esforçando para se tornar neutra em relação ao clima até 2035 (escopo 1 e 2). A Covestro gerou vendas de EUR 15,9 bilhões no ano fiscal de 2021. No final de 2021, a empresa tinha 50 unidades de produção em todo o mundo e empregava aproximadamente 17.900 pessoas (calculadas como equivalentes em tempo integral).

Curta nossa página no

Moove é pioneira no setor utilizando embalagens fabricadas com PCR para comercialização de lubrificantes

20/07/2022

Conhecida por suas  inovações em práticas sustentáveis, empresa reformula a composição de suas bombonas de 20 litros utilizando resina reciclada pós-consumo da Braskem

A Moove, empresa global de lubrificantes e óleos básicos, responsável por fabricar e comercializar os lubrificantes MobilT, em linha com propósito de “Mover pessoas e negócios do jeito certo para todos”, agora apresenta uma nova tecnologia para a sua bombona de 20 litros, que passa a ser produzida com resina reciclada pós-consumo da Braskem. Essa iniciativa, afirma a Braskem, contribui para a redução de plásticos no meio ambiente e garante a integralidade e qualidade do produto e da embalagem.

A resina reciclada pós-consumo, conhecida como resina PCR (post-consumer recycled, em inglês), é produzida a partir de resíduos plásticos descartados adequadamente e encaminhados para o processo de reciclagem. Pioneira no uso dessa matéria-prima em embalagens de lubrificantes, a Moove se uniu à Braskem e à Raízes, empresa nacional fabricante de frascos, para produção das embalagens. “A bombona de 20 litros é produzida com 40% de resina PCR. O uso desse plástico resultou na diminuição de 6% no consumo total de plástico virgem da Moove”, explica Marilia Goldschimidt, gerente de Marketing da marca MobilT.

Iniciando a utilização de PCR no segundo trimestre de 2022, estima-se atingir, ainda neste ano, aproximadamente 500 toneladas de plástico reciclado. O plástico utilizado nessa tecnologia vem diretamente do Instituto Jogue Limpo – associação de empresas fabricantes ou importadoras de óleo lubrificante que realiza a logística reversa das embalagens plásticas usadas – fechando, então, o ciclo deste produto.

Na Braskem, o projeto também é reconhecido como uma ação de grande importância para a companhia. “Esse projeto reforça o compromisso da Braskem com o desenvolvimento sustentável, além de demonstrar a qualidade e a diversidade de aplicações do nosso PCR. Temos orgulho de promover parcerias com empresas de inúmeros segmentos, unindo diversos elos da cadeia produtiva e fechando o ciclo da economia circular”, afirma Américo Bartilotti, diretor do negócio de embalagens e bens de consumo da Braskem.

Para colocar as novas bombonas de 20 litros nas ruas, a Moove contou com a experiência da Raízes, responsável por transformar a resina PCR da Braskem na primeira bombona com material reciclado do mercado nacional, por meio do uso de tecnologia multicamadas, que intercala camadas independentes de material virgem e de PCR em um mesmo produto. Para garantir um desempenho satisfatório para o cliente final, foram realizados testes de linha de envase, empilhamento, armazenagem e envio de longa distância, tudo aprovado criteriosamente e com sucesso pelo setor de qualidade da Moove com acompanhamento da Raízes.

A Moove segue testando novas bombonas e frascos, tendo sido pioneira, já em 2005, com o projeto “Troca Inteligente”. Desde o lançamento, já foi evitado o descarte de milhões de embalagens plásticas. Além disso, os principais produtos da marca MobilT, como por exemplo a linha de produtos para caminhões Mobil DelvacT, marca preferida dos caminhoneiros, investe agora nessa tecnologia de embalagens recicladas.

Curta nossa página no

Embalagens em EPS ampliam proteção e conservação de produtos frescos na cadeia de consumo

18/07/2022

Know how no mercado de frutas com a linha DaColheita levou a prospecção de oportunidades em outros segmentos na Hortitec

Os atributos de facilidades logísticas e de ampliação do shelf-life dos produtos frescos proporcionada pelas embalagens em EPS DaColheita foram destaque na Hortitec 2022 – Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas -, realizada Em Holambra. “Na Feira de Holambra foram avaliadas oportunidades em outros segmentos, a exemplo de flores, hortaliças e inoculantes (defensivos), para levar o know how que temos com frutas para mercados onde a cadeia de frio é tão importante e onde o EPS pode ser um grande aliado”, afirma o diretor superintendente da Termotécnica, Nivaldo Fernandes de Oliveira.

Há quase uma década, a Termotécnica vem participando destes eventos nacionais e internacionais, fazendo parcerias com as entidades do setor para o desenvolvimento de tecnologias que auxiliem os produtores de frutas a atenderem os mercados consumidores no Brasil e no mundo. Segundo a empresa, o objetivo é divulgar as propriedades das conservadoras DaColheita em toda a cadeia do agronegócio: no embalamento dos produtos frescos, na facilidade e no custo/benefício da logística de transporte, no armazenamento e no varejo. Para Nivaldo de Oliveira a volta destes eventos presenciais como a Hortitec é muito importante para a troca de experiências. “A nossa experiência em diversas cadeias produtivas permite apresentar soluções em todos os processos logísticos de FFLVs, mantendo a qualidade e o frescor dos produtos acondicionados, do campo à mesa dos consumidores”, diz.

Com a expertise adquirida nesta interação com os produtores dos principais pólos de fruticultura do país, fornecendo conservadoras de forma contínua desde 2010, a Termotécnica amplia e implementa melhorias na linha DaColheita para atender a outras regiões e culturas de FFLVs. “Temos feito um esforço gigantesco no agronegócio, tanto para o mercado interno quanto para exportação, agregando valor com nossas conservadoras pós-colheita para frutas, legumes e verduras, aumentando significativamente o shelf-life destes produtos com resultados comprovados por laboratórios internacionais e contribuindo para a redução de desperdícios em toda a cadeia de distribuição”, reforça o diretor.

Para atender às demandas de clientes e trazer mais vantagens em custos e funcionalidades, as conservadoras DaColheita multiuso para 5 e 8 quilos receberam um novo design mais resistente às movimentações e empilhamento, o que permite acondicionar diversos tipos e tamanhos de frutas e produtos frescos, assegura a Termotécnica. Segundo a empresa, as novas embalagens ampliam a capacidade de volume interno, proporcionando melhor aproveitamento logístico. Podem ser utilizadas para uvas de diversos calibres e são multiuso, ou seja, podem ser utilizadas para caqui, pitaya, kiwi, tomate, entre outras frutas e hortaliças.

A Termotécnica afirma que as embalagens em EPS (mais conhecido como isopor*) agregam características de resistência, flexibilidade, leveza, trazendo vantagens para os envolvidos na cadeia de produção, distribuição e varejo de produtos frescos, como hortifrútis. Isso porque a manutenção da qualidade e integridade dos produtos acondicionados nas conservadoras em EPS proporcionam menor índice de desperdício e mais dias com os produtos frescos dentro dos padrões de qualidade exigidos pelos clientes, garante a fabricante catarinense.

Os benefícios quanto aos custos logísticos da conservadora em EPS em relação a outros materiais também são importantes. Com a alta dos preços dos combustíveis, aumenta a pressão para diminuir custos como os fretes aéreos e rodoviários nacionais e internacionais. Por isso, o peso da embalagem é um fator importante, pois embalagens mais leves podem gerar gastos menores com frete, assim como também podem levar ao investimento em uma logística mais simples. Em comparação com as embalagens em papelão, por exemplo, as conservadoras em EPS são até 60% mais leves, o que representa também em torno de 6% de economia no frete aéreo dependendo do tipo de produto acondicionado, garante a Termotécnica.

No mercado de frutas premium, as soluções DaColheita têm sido utilizadas há mais de uma década. As frutas exigem todo um cuidado, desde a seleção na hora da colheita até a sua exposição para consumo. Nesse contexto, a escolha da embalagem adequada é de extrema importância para a manutenção térmica durante todo o processo e garantia de um produto de qualidade no PDV. Certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e Frutify), esses resultados conferem redução de perdas e desperdício de alimentos, afirma a Termotécnica. Com isso, garante a empresa, a linha DaColheita torna-se sustentável e adequada para acondicionar os produtos frescos da colheita até o consumidor, reduzir a absorção de impactos mecânicos no transporte e melhorar a exposição no varejo.

De acordo com a empresa, os produtos frescos transportados nas conservadoras DaColheita desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo, conservando os nutrientes.

Com a pandemia, a preocupação com a segurança sanitária também é uma tendência que veio para ficar. Os produtos embalados ganham ainda mais força para garantir que cheguem até a casa do cliente mantendo sua qualidade, integridade e mais protegidos contra vírus e bactérias.

A Termotécnica assegura que as soluções de embalagens em EPS DaColheita proporcionam ganhos resultantes da redução significativa de perdas nos embarques de longa distância, além da conservação da temperatura, sem quebra de frio na cadeia, e menor desidratação da fruta.

Curta nossa página no

Braskem Idesa e Advario anunciam parceria para construir o Terminal Químico Puerto México em Veracruz

18/07/2022

Investimento aproximado é de US$ 400 milhões de dólares

A Braskem Idesa (BI) anunciou a assinatura de um acordo que tem por objeto o investimento conjunto para a construção e operação de um terminal de importação de etano em Veracruz, México. O Terminal Química Puerto México (TQPM) terá participação de 50% da Advario.

Com investimento estimado de US$ 400 milhões, o projeto tem previsão de início de construção em julho de 2022 e conclusão até o final de 2024. As obras serão realizadas no estado de Veracruz, nos municípios de Coatzacoalcos e Nanchital, em um terreno na parte norte da lagoa de Pajaritos, com uma área de 10 hectares e ligada ao complexo BI através de uma conduta de 11 quilómetros. Também será construído um novo cais na lagoa de Pajaritos com área exclusiva para operações com etano criogênico. Esta obra é um importante projeto de infraestrutura que faz parte do Corredor Interoceânico do Istmo de Tehuantepec, uma importante iniciativa do Governo do México.

A Advario é a divisão holandesa da empresa alemã Oiltanking, especializada na construção, financiamento e operação de terminais portuários, com foco em infraestrutura, logística para armazenamento de produtos líquidos a granel, incluindo gases criogênicos, hidrocarbonetos e petroquímicos. A empresa possui um portfólio de empresas de terminais de armazenamento que opera nos cinco continentes, em 21 países, incluindo o México. A empresa tem uma forte orientação para o cliente e oferece uma infraestrutura sob medida para cada projeto.

“Com esta associação, a BI trabalhará com uma das empresas mais conceituadas do setor, que agregará tecnologia, conhecimento e segurança nas operações de TQPM. Estamos muito satisfeitos com o anúncio da parceria”, comentou Stefan Lepecki, CEO da Braskem Idesa.

Bas Verkooijen, CEO da Advario, comentou sobre a parceria com o BI: “A Advario tem orgulho de fazer parceria com a Braskem Idesa neste projeto. O desenvolvimento do Terminal Químico do Porto do México é outro exemplo importante do compromisso da Advario em fazer parceria com líderes do setor e focalizar em oportunidades de crescimento em produtos químicos, gases e novas energias. Estamos ansiosos para uma colaboração longa e bem-sucedida e trazer nossa profunda experiência para este projeto emocionante.”

A Braskem Idesa destaca o valor agregado que a Advario traz como parceira para garantir o sucesso deste projeto de classe mundial com sua vasta experiência. O terminal de importação de etano complementará o fornecimento de hidrocarbonetos no México e fornecerá o etano adicional necessário à Braskem Idesa para operar a plena capacidade, aumentando assim a disponibilidade de gás e a competitividade de toda a indústria petroquímica e de plásticos mexicana.

O TQPM é um projeto greenfield, pois tudo será instalado em uma área onde não há infraestrutura disponível e impactará positivamente na cidade de Coatzacoalcos e Nanchital na geração de empregos, contratação de fornecedores e criação de nova infraestrutura logística para a região e o estado de Veracruz. A expectativa é gerar cerca de 2.000 empregos durante sua construção, enquanto que a maior disponibilidade de etano sustentará outras cadeias produtivas importantes para a indústria petroquímica do país.

Curta nossa página no

Estratégia de sustentabilidade do RadiciGroup mira critérios ESG

18/07/2022

Apresentado o Relatório 2021: um documento que reúne indicadores da natureza não financeira e relatório sobre a gestão 2011-2021: redução de 60% das emissões de gases de efeito estufa por tonelada processada. Energia de fontes renováveis em aumento de 51,7%

Foi publicado o novo Relatório de Sustentabilidade do RadiciGroup, com a habitual perspectiva de melhoria contínua: o trabalho de relatório de 2021 alarga a sua abrangência em relação aos anos anteriores e leva em consideração todas as empresas do Grupo, incluindo as empresas comerciais e de serviços. São mais de 30 instalações localizadas entre a Ásia, Américas e Europa que forneceram seus dados sobre o desempenho econômico, social e ambiental registrados no último ano.

Portanto, não apenas indicadores de natureza financeira, mas também mensuração do impacto ambiental (E), respeito aos valores sociais (S) e aspectos da boa gestão (G) da organização; os chamados critérios ESG tornam-se um prioridade para o RadiciGroup, que se prepara para a nova diretiva europeia sobre relatórios não financeiros para contribuir para a transição a um sistema económico sustentável, aumentando o valor das suas empresas.

“O Relatório de Sustentabilidade – declara Angelo Radici, Presidente do RadiciGroup – me oferece sempre a oportunidade de observar o RadiciGroup de uma perspectiva privilegiada, que olha para o futuro. A Agenda 2030 das Nações Unidas é hoje nossa principal diretriz em termos de sustentabilidade. Ela nos mostra um cenário ambicioso e nos incita a enfrentar uma multiplicidade de desafios que afetam nossa realidade sob todos os pontos de vista: tentamos ser reativos e tenazes, continuando fiéis às nossas raízes e ao nosso estilo, mas ampliando as perspectivas para sermos sempre competitivos e proativos nos negócios em que operamos. Na perspectiva de um futuro com menor impacto ambiental, pretendemos ser, para os nossos interlocutores, “enablers” ou facilitadores em temas como a economia circular, que nos vê como protagonistas através do eco-design e da reciclagem, da inovação que colocamos ao serviço de quem transforma e utiliza os nossos produtos para oferecer, em conjunto, soluções concretas de sustentabilidade”.

O Relatório de Sustentabilidade é uma importante ferramenta para entender os resultados do RadiciGroup e tomar novas ações de melhoria. É um documento que nasce dos valores do Grupo, reunidos no Código de Ética, uma diretriz para os diversos capítulos do Relatório e base da Governança do RadiciGroup.

No front ambiental, os temas das alterações climáticas e da descarbonização são uma prioridade para o RadiciGroup, parte de uma política que visa o “dissociamento” entre crescimento e utilização dos recursos. O Grupo compromete-se a reduzir as emissões associadas às suas atividades produtivas e a optar por fontes de energia de impacto limitado. Um compromisso confirmado pelos números: no período 2011-2021, as emissões totais por tonelada processada caíram 60%, enquanto em energia, o Grupo hoje utiliza 51,7% de fontes renováveis. Continuam os investimentos específicos relacionados com o meio ambiente: em 2021, foram atribuídos 3,1 milhões de euros à introdução das Best Avaible Techniques, redução das emissões, eficiência energética.

Não só o meio ambiente, mas também a sustentabilidade social. “O RadiciGroup é uma empresa familiar – sublinha Angelo Radici. O envolvimento meu e dos meus irmãos Maurizio e Paolo nos temas da sustentabilidade é quotidiano: para o futuro queremos que as nossas empresas continuem a ser locais onde as pessoas são valorizadas pela sua singularidade e por poder contar com condições de trabalho seguras e respeito dos seus direitos. Estamos particularmente ligados aos nossos funcionários e às comunidades locais, respeitando os territórios nos quais atuamos: aproveito para agradecer a todos porque os resultados de sustentabilidade do RadiciGroup são fruto do trabalho sério de mais de 3000 funcionários em todo o mundo e do apoio de nossos stakeholders“.

Curta nossa página no

Milliken anuncia nova fábrica para produção de clarificante

18/07/2022

Os preparativos para inauguração da nova planta de clarificantes da Milliken, em Blacksburg, na Carolina do Sul (EUA), seguem acelerados. O início da produção de Millad NX 8000 está previsto para o segundo semestre deste ano.

É o maior investimento em clarificantes para polipropileno na história da empresa e vai permitir satisfazer à crescente demanda mundial de clientes nos mais diversos segmentos do mercado.

Segundo a Milliken, este empreendimento vai aumentar a capacidade de produção de Millad NX 8000 em mais de 50%. O que não poderia vir em melhor hora, já que, segundo a Milliken, o desempenho deste clarificante para polipropileno continua a estimular uma procura sem precedentes.

A Milliken afirma que o Millad NX 8000 proporciona alta transparência aos produtos de polipropileno, sem prejudicar suas principais propriedades de durabilidade, resistência ao impacto e sustentabilidade. Isso tem particular importância no momento, com o contínuo crescimento nas embalagens de paredes finas relacionado ao aumento do comércio eletrônico e dos serviços de entrega de alimentos.

Dentre outras vantagens, afirma a Milliken, os clarificantes da família Millad NX 8000 proporcionam aos usuários desta tecnologia sensível economia de energia durante o processo de injeção de peças e artigos em PP, melhorando assim a eficiência produtiva do transformador. Como resultado dessa economia, os clientes que utilizam PP clarificado com as versões Millad NX 8000 e 8000 ECO podem exibir em suas peças e em materiais promocionais o selo de Sustentabilidade certificado pela Underwriters Laboratories – órgão mundial em especializado em certificação.

A experiência de 150 anos da Milliken em pesquisa, desenvolvimento e produção abrange uma variedade de disciplinas, incluindo produtos químicos especiais, revestimento de pisos e tecidos de desempenho e proteção.

Curta nossa página no

Dow abre inscrições para o Packaging Innovation Awards 2022

18/07/2022

Lançado há mais de 30 anos, o Packaging Innovation Awards prestigia tecnologias e processos inovadores desenvolvidos por participantes de toda a cadeia de valor do mercado de embalagens

Estão abertas as inscrições para a 34ª edição do Packaging Innovation Awards, premiação realizada pela Dow que reúne anualmente as principais novidades na indústria de embalagens, com foco no avanço tecnológico, na sustentabilidade e na melhor experiência do usuário.

“Nos últimos dois anos, vivenciamos uma mudança fundamental na maneira como as pessoas interagem com as embalagens e o que esperam das empresas”, disse David Luttenberger, chefe global de embalagens da Mintel Group Ltd., que desempenhará um papel de jurado durante esta edição. “Vemos repetidamente que os profissionais de embalagem estão à altura desse desafio, com um nível de criatividade e provisão que continua me surpreendendo, mesmo depois de tantos anos.”

A edição 2021 atraiu cerca de 200 projetos de empresas de todo o mundo. O vencedor do Prêmio Diamante foi o saco de alta barreira da Of Packaging para a Brookfarm, que forneceu uma embalagem resistente e protetora para granola e muesli, que poderia ser enrolada quando vazia para que estivesse pronta para reciclagem. Mais informação sobre esse e outros vencedores de 2021 pode ser encontrada clicando aqui.

O prazo para submeter um projeto, relativo a qualquer área da cadeia de valor de embalagem, vai até o dia 30 de agosto e pode ser feito no site: www.dow.com/en-us/market/mkt-packaging/packaging-innovation-award.html.

O Packaging Innovation Awards é o programa de prêmios mais tradicional e reconhecido do setor. A Dow, que atua como patrocinadora do programa, reúne um painel internacional de juízes independentes para fornecer uma perspectiva verdadeiramente global sobre design, engenharia, varejo, e-commerce, conversão e academia.

“O Packaging Innovation Awards é um dos melhores exemplos da ambição da Dow de ser a empresa de ciência de materiais mais inovadora, inclusiva, sustentável e focada no cliente do mundo”, compartilhou Ana Allegue, diretora de marketing do Negócio de Plásticos para America Latina. “A cada ano, os prêmios reúnem as melhores inovações que demonstram o compromisso do setor com a circularidade e uma melhoria para nossa sociedade. Há um ano, cerca de 200 projetos participaram e 8 projetos latino-americanos foram vencedores; portanto, temos certeza de que nesta edição 2022 a região ficará num ótimo nível”.

A participação no concurso é gratuita e os candidatos não precisam obrigatoriamente utilizar materiais Dow em seus produtos. Todas as inscrições devem ser de produtos comerciais que estão no mercado há mais de seis meses.

Agenda do Packaging Innovation Awards 2022:

  • Submissão do projeto: www.dow.com/packagingawards
  • Prazo final de inscrições: 30 de agosto de 2022
  • Prazo para envio de amostras do projeto: 03 de outubro de 2022
  • Anúncio dos Vencedores: novembro de 2022

A Dow possui um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones utilizqados em uma grande variedade de produtos e soluções de base científica a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e aplicações para o consumidor. A Dow opera 104 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2021, gerou aproximadamente US$ 55 bilhões em vendas.

Curta nossa página no

Compósitos aumentam a resistência das telhas contra a corrosão

18/07/2022

Além da corrosão marítima, muitas operações industriais emitem gases que acabam danificando diversos tipos de estruturas metálicas. Em relaçãoà cobertura de edificações, por outro lado, as telhas de compósitos podem resolver esse problema e ainda permitir um melhor controle da temperatura do ambiente, afirma a Planefibra, empresa catarinense especializada em soluções para iluminação e ventilação.

“Ainda que sejam usados no exterior em aplicações bastante sofisticadas, como peças de ônibus espaciais, trens e veículos de luxo, no Brasil os materiais compósitos são associados a produtos de qualidade duvidosa. No entanto, se fabricados de acordo com as normas técnicas, oferecem muito mais benefícios que o metal ou a madeira, e isso ocorre claramente com as telhas”, comenta Cyrus Muchalski, gerente geral da Planefibra.

Ciente do comportamento dos compósitos – leves e extremamente robustos, podendo inclusive ser formulados com resinas resistentes à propagação de chamas –, a Planefibra decidiu investir na produção de telhas opacas para ambientes corrosivos, depois de se consolidar no mercado como fornecedora de telhas translúcidas feitas com o mesmo material.

“Uma das principais características dos compósitos é a resistência à corrosão, tanto é assim que cascos de embarcações e tanques de produtos químicos são feitos com essa combinação entre polímeros e fibras. Então, decidimos incluir todo esse diferencial em um produto que já fabricávamos, mas até então com foco apenas em cobertura associada ao ganho de luminosidade”, explica o gerente geral da Planefibra.

Depois de uma série de testes feitos no laboratório da Planefibra e em campo, alguns com a participação do Laboratório de Eficiência Energética em Edificações (LabLEE) da Universidade Federal de Santa Catarina (USFC), a empresa passou a fabricar telhas opacas para aplicações industriais, a exemplo de fábricas de fertilizantes, galpões que armazenam produtos químicos e instalações portuárias.

“Nossos concorrentes diretos são as telhas de aço galvalume e fibrocimento. Além de conseguirmos desenvolver produtos bem mais leves, na cor e na medida que o cliente quiser, as telhas de compósitos têm uma vida útil até cinco vezes superior, o que dá muito mais segurança não só às construtoras, mas também aos operadores dos galpões”, afirma Muchalski.

Fabricante de fertilizantes, a Yara Brasil foi a primeira cliente das telhas opacas da Planefibra – instalou 9.877 m² do produto em seus galpões, em substituição às telhas de fibrocimento. “Na sequência, fornecemos para o Terminal Portuário de Salaverry, no Peru”, continua Muchalski.

As telhas opacas da Planefibra também já foram instaladas em granjas e pocilgas distribuídas por todo o país – os gases produzidos pelas fezes dos animais exigiam a troca das telhas metálicas com frequência. “Nossos produtos têm garantia de cinco anos de fábrica e vida útil estimada em dez anos, números que comprovam a excelente relação custo-benefício”, conclui o geente da Planefibra.

Fundada em 2007, na cidade catarinense de São Bento do Sul, a Planefibra é uma empresa especializada em soluções para iluminação e ventilação natural por meio da fabricação de telhas, domus, venezianas e chapas de materiais compósitos (plástico reforçado com fibras de vidro – PRFV). Seus produtos estão presentes em construções industriais, comerciais e residenciais em todo o Brasil e em diversos países da América do Sul.

Curta nossa página no

Solvay conquista o prêmio de fornecedora do ano da Boeing

18/07/2022

Prêmio é um reconhecimento da inovação da Solvay entre mais de 13 mil fornecedores ativos da Boeing

O Grupo Solvay recebeu o prêmio de “Fornecedor do Ano” concedido pelo Boeing. A Solvay foi selecionada ao lado de outras nove empresas pelo desempenho diferenciado no trabalho com a Boeing. A categoria de visibilidade da cadeia de suprimentos reconheceu o apoio da Solvay à estratégia de thread digital da Boeing, permitindo visibilidade em tempo real em toda a cadeia de suprimentos.

Os premiados deste ano representam um grupo de elite entre mais de 13 mil fornecedores ativos da Boeing, em 48 países ao redor do mundo. A seleção foi baseada em critérios de desempenho rigorosos para desempenho de qualidade, desempenho de entrega, custo, iniciativas ambientais, atendimento ao cliente e expertise técnica.

“Há mais de 50 anos, a Solvay e a Boeing colaboram para resolver problemas complexos por meio de inovação técnica, soluções de cadeia de suprimentos não convencionais e compromisso com valores essenciais compartilhados”, disse Carmelo Lo Faro, Presidente do segmento de materiais da Solvay. “Este prêmio é uma prova de nossa parceria de longa data baseada em entrega, inovação e colaboração, e do valor que criamos juntos à medida que enfrentamos tempos desafiadores no setor. A Solvay está honrada por ter sido selecionada para este prestigioso prêmio e esperamos continuar a fazer o nosso melhor para servir a Boeing”, acrescentou Lo Faro.

O negócio de materiais compósitos da Solvay é um fornecedor global de soluções avançadas em materiais leves. Segundo a empresa, elas permitem aos clientes projetar, desenvolver e fabricar estruturas de compósitos de alta qualidade e alto desempenho, para indústrias aeroespaciais, automotivas e outras indústrias exigentes.

Na indústria aeronáutica, esses materiais contribuem para reduzir as emissões de CO₂ ao tornar a aeronave mais leve e reduzir o consumo de combustível. Além disso, os materiais da Solvay oferecem maior liberdade de design, melhorando assim a aerodinâmica dos equipamentos, afirma a empresa.

O Grupo Solvay é uma companhia de química e de materiais com 21.000 empregados em 63 países. As soluções fornecidas pela empresa podem ser encontradas em residências, alimentos e bens de consumo, aviões, carros, baterias, dispositivos inteligentes, equipamentos de saúde, sistemas de purificação de água e ar. Fundada em 1863, a Solvay obteve vendas líquidas de € 10,1 bilhões em 2021. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Curta nossa página no

Novo espaço no Shopping ABC aborda temas como Economia Circular e Sustentabilidade

18/07/2022

Espaço da Circularidade, no shopping ABC

No espaço temático, o público tem a oportunidade de conhecer o mobiliário que compõe o ambiente, fabricado com madeira plástica obtida de plásticos pós-consumo reciclados, além de refletir e compreender melhor o tamanho do impacto positivo que sua “simples”, porém fundamental, ação de destinação correta dos materiais recicláveis, pode trazer para o meio ambiente”

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) em parceria institucional com a Ecowood Soluções Sustentáveis e com o Shopping ABC, inaugurou no dia 24 de junho, no Shopping ABC, em Santo André, o Espaço da Circularidade.

O local, que está aberto a todos os visitantes, é na verdade um ambiente temático, no qual o tema reciclagem não é apenas abordado de forma direta, através da linguagem, mas também de forma sensorial. Isso porque, o mobiliário que compõe o ambiente, disponibilizado pela EcoWood Soluções Sustentáveis, foi fabricado a partir de plásticos pós-consumo reciclados.

O objetivo é o de surpreender os visitantes e convidá-los a refletir sobre a Economia Circular, ao informá-los de que tudo o que compõe o ambiente do espaço é o resultado do descarte correto dos plásticos para a reciclagem (o que, se não fosse mencionado, não seria percebido!). O projeto pretende sensibilizar os visitantes sobre a importância da participação de cada cidadão na destinação correta dos materiais recicláveis na transição para a Economia Circular. Há chamadas para o espaço na praça de alimentação, no estacionamento, na Ecoloja e em cada um dos andares do shopping.

O Shopping ABC é um dos primeiros polos comerciais a receber o Certificado Internacional REC Standard (I-RED), com várias ações com foco em sustentabilidade em andamento e parceiro para instalação do ambiente. Adicionalmente, o Shopping conta com uma Ecoloja – ponto de descarte de itens como lâmpadas fluorescentes, mistas e incandescentes; pilhas, baterias e reatores; embalagem de medicamentos, cápsulas de café e aerossol spray. “As ações de sustentabilidade estão no DNA do Shopping ABC e queremos engajar cada vez mais os nossos clientes e lojistas no descarte correto dos materiais recicláveis, que é o primeiro e, sem dúvida, fundamental passo na transição da economia circular, contribuindo para um mundo melhor”, completa a gerente de marketing do empreendimento, Flavia Tegão. As ações diárias do Shopping ABC são finalistas do Prêmio Abrasce 2022, principal premiação de projetos inovadores pelos shoppings centers.

Para Nestor Riedi, Presidente da Ecowood Soluções Sustentáveis, que apóia o projeto, ações como essa são importantíssimas. “Elas são um exemplo de como o setor pode contribuir para a conscientização da população, mostrando um resultado concreto do envolvimento de cada cidadão na destinação correta dos plásticos.”

Laercio Gonçalves, presidente da Adirplast

Essa não é a primeira ação sustentável que a Adirplast abraça. A entidade é signatária de trabalhos como o Projeto A Mar, o Programa Pellet Zero e o Tampinha Legal, entre outros. “Despertar o público para o tema da reciclagem & economia circular sempre foi um de nossos objetivos. Com este projeto queremos contribuir para promover uma mudança de hábitos na sociedade, por meio de uma transformação cultural que gere um impacto ambiental ainda maior. Queremos que as pessoas reflitam sobre seus hábitos e percebam que todos nós somos responsáveis pela reciclagem e economia circular”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

Espaço da Circularidade
Data: a partir do dia 24 de junho
Horário: das 10h às 22h
Local: Piso 1, em frente ao posto da Polícia Federal

Shopping ABC
Endereço: Av. Pereira Barreto, 42, Vila Gilda – Santo André – SP
Telefone e WhatsApp: (11) 3437-7222 e (11) 95691-0070
Estacionamento visitantes: Carros 11 reais até 3 horas + 2 reais por hora adicional ou fração

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes biorientados, plásticos de engenharia, masterbatches e compostos Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos.

O Shopping ABC foi inaugurado há 25 anos no local do antigo Mappin ABC, no coração da cidade de Santo André. O empreendimento tem mais de 48 mil m² de Área Bruta Locável (ABL), mais de 265 operações, sendo 17 lojas âncoras e semi-âncoras, 6 megalojas, 33 operações de conveniência e serviço, academia, cinema e alameda gastronômica com destaques de restaurantes como Calle 54, Jangada, Jeronimo, Paris 6 Petit, Pecorino, Outback, Saj e Super Grill Express, entre outros, e mais de 2 mil vagas de estacionamento. O shopping também conta com a certificação internacional I-REC que reconhece que 100% da energia consumida pelo empreendimento são provenientes de fontes renováveis.

A Ecowood Soluções Sustentáveis trabalha com matéria-prima 100% reciclada de compostos pós-consumo e tecnologia exclusiva que resulta em uma madeira plástica com um aspecto natural, resistente e com durabilidade adequada para fazer parte de diversos projetos. A madeira plástica Ecowood é parte de um ciclo de vida infinito, é fabricada 100% com resíduos reciclados pós-consumo e também é 100% reciclável.

Curta nossa página no

Eliminando os gargalos na cadeia de suprimentos do conteúdo de plástico reciclado

08/07/2022

*Artigo de Alberto Piovesan (Gerente do Segmento de Plásticos na Tomra Recycling)

Proprietários de marcas e recicladores de embalagens na indústria de plásticos estão enfrentando grandes desafios na disponibilidade de conteúdo reciclado. Para superar esse desafio e cumprir metas ambiciosas de reciclagem, recicladores e plantas de triagem de materiais (MRFs) estão usando tecnologias avançadas para produzir matéria-prima para aplicações de alta qualidade, expandindo suas oportunidades de negócios.

À medida que a legislação continua a pressionar pela redução dos resíduos plásticos, a demanda por plásticos reciclados de alta qualidade está em recorde. Os plásticos são duráveis, eficientes e convenientes, o que os torna extremamente benéficos para consumidores e empresas. Tornar os produtos e embalagens de plástico mais sustentáveis é o desafio do nosso tempo. À medida que os proprietários de marcas procuram aumentar a participação de conteúdo reciclado para reduzir suas emissões de produção e atender às demandas dos consumidores, eles enfrentam um novo conjunto de desafios. Aplicações de alto nível, como automotiva e de embalagens de grau alimentício, exigem processos de reciclagem de alta qualidade e tecnologias avançadas de classificação para que se possa efetivamente obter matéria-prima de resíduos plásticos pós-consumo e pós-industriais.

Fardos de resíduos de PET

Demanda versus disponibilidade de conteúdo reciclado

De acordo com números fornecidos pela Tomra, em 2020 a produção mundial de plásticos foi de 367 milhões de toneladas. A Europa produziu 55 milhões de toneladas de plástico, com 70% da demanda total do mercado proveniente dos maiores países, utilizando 40,5% do material para a produção de embalagens. Na busca de se criar uma economia circular para os plásticos, a participação de material virgem na fabricação deve ser reduzida e substituída por matérias-primas secundárias. Isso, no entanto, é fácil de dizer, mas difícil de fazer.

A reciclagem de plástico certamente teve sua parcela de má publicidade – inclusive como resultado do downcycling (utilização de material reciclado como matéria prima barata e de baixa qualidade) – afinal, há uma demanda limitada por itens como bancos de parque, vasos de flores e lombadas redutoras de velocidade. Mas a indústria de reciclagem, trabalhando em colaboração com membros das cadeias de valor do plástico, agora tornou possível criar conteúdo reciclado similar ao virgem usando reciclagem mecânica avançada. Isso não apenas prova ser uma alternativa economicamente viável e prática aos materiais primários, mas também oferece aos recicladores e MRFs a oportunidade de criar novos fluxos de receita. Mesmo no caso de fluxos de resíduos plásticos altamente contaminados, como resíduos sólidos urbanos (RSU), agora é possível obter matéria-prima de qualidade que pode ser usada para criar novos produtos.

Plásticos misturados

A S&P Global Platts Analytics prevê que até 2030 mais de 1,7 milhão de toneladas de polímeros virgens serão substituídas por plásticos reciclados mecanicamente – em comparação com 688.000 toneladas em 2020. Até o momento, apenas uma pequena parte dos reciclados chegou à produção de novos materiais. A maioria dos reciclados é usada para aplicações pouco exigentes. Então, como as indústrias automotiva, de alimentos e bebidas e de cosméticos podem garantir um fornecimento confiável de matéria-prima reciclada de alta qualidade ? Preencher a lacuna da escassez de materiais começa com a coleta efetiva de recicláveis. Os sistemas de devolução de depósitos (DRS) com embalagens retornáveis, por exemplo, são uma prática recomendada global para a reciclagem de recipientes de bebidas em um sistema de circuito fechado. Não existe uma solução única: para alcançar a circularidade, são necessárias soluções complementares para capturar outros produtos feitos de plástico como as embalagens de filme pós-consumo. Mitigar a contaminação e aumentar as quantidades de reciclados recuperados em todos os fluxos de resíduos é crucial para o futuro dos plásticos.

Novidades na legislação

É necessária uma abordagem harmonizada para permitir uma maior circularidade dos plásticos e permitir um fornecimento a longo prazo de conteúdo reciclado ao mercado, a fim de reduzir a dependência de materiais primários. Por exemplo, muitos países estão considerando ou já introduziram Esquemas de Responsabilidade Alargada do Produtor (EPR), que dão aos produtores uma responsabilidade significativa pelo ciclo de vida do produto – desde a concepção até à fase pós-consumo do seu ciclo de vida. Essas políticas incentivam os produtores a considerarem fatores ambientais na fabricação de embalagens e a contribuírem para a redução do impacto ambiental dos produtos. A legislação desempenha um papel fundamental no apoio ao investimento em infraestrutura, incluindo coleta, triagem e reciclagem eficazes de resíduos plásticos. Diretivas de plástico e metas obrigatórias de conteúdo reciclado podem estabelecer a estrutura adequada para priorizar a circularidade e quebrar o gargalo da recuperação de matéria-prima.

Estruturas vinculantes constituem uma intervenção importante e necessária no mercado. Elas dão suporte à gestão sustentável de resíduos e estimulam a indústria a aumentar o uso de reciclados, ao mesmo tempo em que garantem a demanda e o investimento em infraestrutura.

Equipamento Autosort Flake da Tomra em planta de cliente

A Diretiva de Embalagens Plásticas e Resíduos de Embalagens, introduzida pela União Européia em 1994, está entre as legislações que definem metas de conteúdo reciclado, criando mercados finais para matérias-primas secundárias. A diretiva torna obrigatório que os produtores de embalagens usem pelo menos 50% de conteúdo reciclado na produção de novas embalagens plásticas até 2025 e mais de 55% até 2030. Em 2021, a UE introduziu uma Diretiva de Plásticos de Uso Único exigindo um mínimo de 25 % de conteúdo reciclado em garrafas PET até 2025 e uma meta de coleta separada de 77%. Os países com DRSs são uma prática recomendada: a Alemanha atinge uma taxa de coleta de 98% para PET e a Holanda segue de perto com 95%.

Por mais que pareça que estamos caminhando para uma economia circular, temos um longo caminho a percorrer. De acordo com a Zero Waste Europe, as novas garrafas contêm apenas 17% de PET reciclado (rPET), em média. Enquanto isso, 69% de outros produtos PET são feitos com rPET de garrafas de bebidas – desviando materiais do processo de circuito fechado pretendido. Idealmente, os materiais plásticos devem ser reciclados várias vezes na mesma aplicação para garantir o fornecimento adequado para a produção pelo tempo que for economicamente viável.

Normativas e legislações são um avanço decisivo, mas ainda há espaço para melhorias. Por exemplo, há pouca legislação especificando o uso de conteúdo reciclado pós-consumo (PCR) que poderia preencher a lacuna entre demanda e oferta. Nos EUA, o estado da Califórnia lidera as metas mais ambiciosas de PCR em garrafas de bebidas. As recém-estabelecidas Leis de Conteúdo Reciclado da Califórnia estabelecem metas de PCR em 15% até 2022, 25% até 2025 e 50% até 2030.

Flakes transparentes

Reciclagem mecânica avançada e colaboração ao longo da cadeia de valor

Aumentar o uso de conteúdo reciclado exige que toda a indústria entre em ação, projete embalagens recicláveis e melhore o fornecimento de reciclados de qualidade com instrumentos novos e existentes. A aplicação da abordagem Holistic Resource Systems à gestão de resíduos combina sistemas de devolução de depósitos (DRS), coletas seletivas para fluxos de materiais selecionados e triagem de resíduos mistos para recuperar plásticos para reciclagem mecânica avançada.

Para além dos fluxos de coleta dedicados, a adição de triagem de resíduos mistos também está provando fornecer plástico de alta qualidade para reciclagem. Um estudo de caso com a AVR, uma usina de triagem de resíduos na Holanda, demonstrou que a triagem de resíduos mistos com tecnologias de alto desempenho pode capturar 12 vezes mais plásticos para reciclagem e reduzir as emissões de CO2. Outras instalações de triagem, como as empresas norueguesas IVAR IKS ou ROAF, também demonstram o enorme potencial que a triagem de resíduos mistos oferece se municípios e empresas investirem em tecnologias e processos avançados.

Hoje, os recicladores e operadores de usinas de triagem enfrentam a tarefa de limpar os resíduos contaminados a um nível adequado para processamento posterior ou comércio local. Ao mesmo tempo, proprietários de marcas e recicladores que compram PCR exigem frações monomaterial de alta pureza, classificadas por tipo de polímero e cor. Ao adotar a nova tecnologia de classificação baseada em sensores, os operadores da planta podem efetivamente classificar e purificar plásticos de alto valor a partir dos fluxos de resíduos a fim de fornecer frações de PET ou Poliolefinas ao mercado. Para criar produtos mais valiosos, é necessária uma combinação de soluções de pré-triagem e classificação de flakes. Primeiro, os classificadores de infravermelho próximo (NIR) separam o tipo de plástico escolhido dos contaminantes – p.ex: polímeros indesejados e materiais estranhos. Os plásticos purificados são então triturados, lavados e secos. Os flakes de plástico resultantes são então processados em uma etapa secundária com um sistema de classificação de flakes de alta precisão que pode classificar flakes de até 2 mm. Esses sistemas ultraflexíveis permitem que os operadores definam se desejam classificar os materiais por tipo e/ou cor de polímero, criando produtos especificamente personalizados para os requisitos mais exigentes. A notável tecnologia apresentada nesses sistemas pode triar uma vasta gama de cores, incluindo os altamente procurados flakes naturais, claros e azuis, bem como todas as cores brilhantes, ao mesmo tempo em que garantem a máxima pureza do polímero. Assim, os operadores recebem os meios para minimizar os níveis de contaminação e fornecer à indústria materiais de alta qualidade que podem converter em reciclados similares às resinas virgens.

Embora a maioria dos recicladores prefira plásticos provenientes de fluxos de materiais únicos com níveis mais baixos de contaminação, os operadores podem obter mais materiais para atender à demanda “limpando” os plásticos de impurezas. Resíduos de embalagens pós-consumo, por exemplo, podem ser uma excelente fonte de polímeros recicláveis e estão disponíveis em grandes quantidades. Embora mais contaminados em comparação com os resíduos plásticos pós-industriais, os sofisticados sistemas de triagem podem recuperar e purificar automaticamente os materiais utilizando processos avançados de reciclagem mecânica. Isso também aumentaria a disponibilidade de material de PCR no mercado.

A colaboração é fundamental na reciclagem de plástico. Melhorar a reciclabilidade e aumentar a quantidade de conteúdo reciclado exige que a indústria se mova a montante ao longo da cadeia de valor porque a reciclagem de alta qualidade começa na fase de projeto. Os proprietários de marcas são incentivados a implementar o design para reciclagem para ajudar a facilitar o processo de triagem. Quanto mais complexo e colorido for o design de um produto, mais difícil será fazer a sua triagem e reciclá-lo. Assim, para maximizar a recuperação de recursos, o design do produto, a tecnologia de triagem e o processo global devem se complementar. Com todos os métodos, desde o design do produto até o gerenciamento de fim de vida, é evidente que a mudança não vem de um único ator na cadeia de valor – para inovar e transformar a indústria, todos devem desempenhar seu papel.

Flakes verdes puros

Benefícios

O setor de reciclagem oferece um enorme potencial, mas a disponibilidade limitada de conteúdo reciclado, reciclados de baixa qualidade e a falta de incentivos financeiros prejudicam sua evolução. A legislação e a conscientização do consumidor sinalizam que é hora de reduzir o desperdício e priorizar a reciclagem. Processos de triagem altamente eficientes, que permitem que as plantas de triagem de materiais e os recicladores criem frações monomaterial de alta pureza até mesmo dos fluxos de resíduos mais contaminados, garantirão um fornecimento de conteúdo reciclado a longo prazo. Como parte do roteiro para a circularidade dos plásticos, a capacidade de se criar conteúdo reciclado similar ao material virgem abre novos fluxos de receita para instalações de triagem e recicladores, reforçando o comércio local. O uso de tecnologias de triagem baseadas em sensores oferece uma vantagem econômica para toda a cadeia de valor dos plásticos.

A Tomra Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos para transformar a recuperação de recursos e criar valor nos resíduos. A empresa afirma ter sido a primeira a desenvolver soluções avançadas de triagem de resíduos e metais usando tecnologia de infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade para extrair o máximo valor dos recursos e manter os materiais em um ciclo de uso e reutilização. A Tomra diz que, até o momento, mais de 8.200 sistemas da empresa foram instalados em 100 países em todo o mundo. A Tomra Recycling é uma divisão do Grupo Tomra, que foi fundado a partir de uma inovação em 1972 – que começou com o projeto, fabricação e venda de máquinas de venda reversa (RVMs) para coleta automatizada de recipientes de bebidas usadas. As outras divisões de negócios da empresa incluem Tomra Food, Tomra Mining e Tomra Collection.A Tomra possui aproximadamente 10.000 instalações em mais de 80 mercados em todo o mundo e teve uma receita total de ~10,9 bilhões de NOK em 2021. O Grupo emprega ~4.600 globalmente.

Curta nossa página no

Novo transportador da Stadler integra recursos e aumenta velocidade na classificação por sensores óticos

28/06/2022

O novo transportador Stadler PX (foto) integra os melhores recursos dos transportadores BB e DB para classificação de sensores óticos

Segundo a Stadler, o seu novo transportador de aceleração atende à demanda por maior taxa de transferência na classificação automática baseada no sensor, que pode operar em velocidades de trabalho mais altas. Para alcançar o resultado desejado, a Stadler integrou os melhores recursos de seus transportadores BB e DB e aproveitou a oportunidade para introduzir uma série de melhorias. A empresa afirma que elas incluem um novo estabilizador de ar, que garante qualidade consistente de classificação em velocidades mais rápidas com materiais leves, resultando em excelente pureza da saída.

“Na Stadler, estamos sempre muito alertas sobre como as necessidades de nossos clientes evoluem. Estamos constantemente procurando maneiras de abordar essas mudanças, melhorando nossos produtos ou desenvolvendo novos”, explica Corinna König, gerenciamento de produtos de líderes de equipe. “Descobrimos que estávamos cada vez mais combinando nossos transportadores BB e DB nos projetos dos clientes para alcançar o resultado desejado, por isso desenvolvemos o PX, que combina os melhores recursos de cada um deles em um único transportador. Isso significa que nossos clientes agora têm apenas uma máquina para operar e manter, simplificando sua operação e reduzindo seus custos. E fomos além, porque aumentamos significativamente a velocidade da correia, mesmo com materiais leves, para que eles possam aumentar sua taxa de transferência com apenas uma máquina – e eles podem contar com níveis de pureza consistentemente alta.”

A empresa italiana Irigom SRL instalou 6 transportadores de PX em sua planta SSF (Secundário Solid Fuel), projetada para separar e recuperar todo o material valioso dos resíduos plásticos que recebem. O PET recuperado, PE-LD e PP são enviados para uma instalação de reciclagem, enquanto o resíduo é usado para produzir SSF de alta qualidade. Os transportadores operam há 3 meses, classificando materiais PET, PE-LD e PP para recuperação, metais e PVC, que são removidos do processo. Stefano Montanaro, CEO da Irigom, diz estar impressionado com os resultados: “O PX está funcionando muito bem. A velocidade rápida de até 4,5 m/s está nos permitindo aumentar significativamente a entrada total do material, mantendo um material de alta qualidade na saída.”

Alta taxa de transferência com excelente pureza de frações de saída

A Stadler afirma que o novo transportador PX incorpora quadros de construção sólidos e a longa vida útil de seus antecessores, os modelos BB e DB. Segundo a empresa, o transportador PX possui um espaço para instalar um sensor sob a correia e é facilmente compatível com sensores NIR e EM de vários fabricantes. Oferece uma velocidade de correia variando de 3,2 m/s a 4,5 m/s e pode ser especificada com dois motores para garantir o torque necessário na velocidade necessária. O tambor da cabeça está disponível na opção de dois diâmetros: 125 mm e 220 mm para o melhor descolamento do material.

O material no transportador é acelerado e endireitado, para que os sensores ajustados no espaço sejam capazes de detectar com precisão o material do transportador em todas as velocidades, assegura a Stadler. Um estabilizador opcional melhora ainda mais o desempenho, otimizando o posicionamento do material na correia com um fluxo de ar, afirma a empresa. O resultado é uma taxa de transferência mais alta, com qualidade de classificação consistentemente alta e níveis de pureza mais altos da fração soprada mesmo na velocidade máxima com materiais leves, como papel ou filme, garante a fabricante alemã.

Dimensões compactas para fácil transporte

O PX se beneficia de um tamanho compacto e foi projetado para facilitar o transporte. A estrutura, com a correia já montada, pode ser separada em três ou quatro seções, dependendo do comprimento do transportador. Eles podem ser empilhados para transporte e são simples de remontar no local. Mesmo o modelo com a correia mais larga de 2900 mm pode ser carregado em caminhões ou recipientes padrão, também reduzindo os custos de transporte.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários qualificados oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

Curta nossa página no

K 2022: Indústria européia de plásticos se prepara para maior instabilidade, preços mais altos e menor crescimento

13/06/2022

A indústria européia de plásticos está enfrentando desafios em várias frentes. No setor de embalagens, de longe seu maior mercado, tornou-se vítima de seu próprio sucesso, particularmente como o material ideal para aplicações de uso único e pessoas em movimento. Na construção civil, alguns projetos de infraestrutura podem ser suspensos, à medida que os governos desviam alguns fundos de projetos do setor de infraestrutura para a defesa, embora os negócios estejam sendo impulsionados à proporção que os consumidores obtêm ajuda para melhorar a eficiência energética em suas casas. No setor automotivo, os fornecedores de componentes estão sofrendo porque as montadoras estão cortando a produção – não como reação à demanda reduzida, mas porque não conseguem obter os chips de que precisam para seus eletrônicos.

Desde o início de 2019, a COVID-19 vem tendo grandes efeitos na produção, ocasionalmente positivos, mas principalmente negativos. E agora, justamente quando a Europa e o resto do mundo estavam se recuperando dos devastadores dois anos da pandemia, surgiu o conflito na Ucrânia.

Discutindo a situação no final de março, Martin Wiesweg, Diretor Executivo de Polímeros para a Europa, Oriente Médio e África (EMEA) da consultora IHS Markit, disse que, além de causar um desastre humanitário, a crise está tendo um grande peso no negócio de plásticos, em termos de inflação de custos, piora em gargalos da cadeia de suprimento, incluindo o fornecimento de energia, ao mesmo tempo em que aumenta o espectro de choque de demanda em meio ao medo da estagflação global.

A inflação em toda a União Européia atingiu uma alta histórica de 7,5% em março. A S&P Global Economics disse em 30 de março que espera que o crescimento da zona do euro seja de 3,3% este ano, em comparação com os 4,4% de uma previsão anterior, e que a inflação atinja 5% este ano e fique acima de 2% em 2023.

“No passado, os altos preços do petróleo bruto pesavam negativamente na demanda de plástico na Europa (veja o gráfico)”, diz Wiesweg. Os preços subindo ainda mais podem fazer com que a renda disponível do consumidor caia, impactando as vendas no varejo. Setores impulsionados pela renda discricionária do consumidor, como linha branca, produtos de consumo e automotivo, se sairiam mal à medida que os compradores tentassem economizar dinheiro. “No curto a médio prazo, a Europa poderia ver uma contração da demanda em polímeros.”

Garrafas de plástico, copos, sacos para reciclagem: O que antes era considerado lixo agora é uma matéria-prima útil. (Foto, SABIC)

Processamento de plásticos está a caminho da economia circular

A Alemanha continua a ser a usina de energia da indústria européia de plásticos, com seus múltiplos pontos fortes em materiais, equipamentos e capacidade de processamento. Mas alguns setores estão sofrendo do mesmo jeito. De acordo com a GKV, organização alemã da indústria de processamento de plásticos, as vendas da indústria aumentaram 12,6%, para € 69,4 bilhões em 2021, mas as empresas associadas continuam sob muita pressão para produzir bons resultados. Ele cita “explosões de custos exorbitantes” para matérias-primas e energia, bem como os muitos atrasos nas entregas e suspensões de pedidos resultantes, principalmente em suprimentos automotivos.

O setor automotivo tem apresentado um conjunto único de problemas. Vários fabricantes de automóveis europeus interromperam temporariamente a produção nos últimos meses, com relevantes efeitos negativos na cadeia de suprimentos, incluindo o fechamento permanente de alguns processadores. Os emplacamentos de carros de passageiros caíram 2,4% em 2021, para pouco menos de 10 milhões de unidades nos 27 países da UE, de acordo com a Associação Européia de Fabricantes de Automóveis, ACEA. Jincy Varghese, analista de demanda da ICIS, prevê que a produção automotiva da UE cresça 17% em 2022, embora ainda vá ficar 26% menor em relação aos níveis de 2019. Uma recuperação saudável só é provável no segundo semestre, disse ela em fevereiro.

As perspectivas econômicas gerais para 2022 permanecem muito variadas, disse o presidente da GKV, Roland Roth, na conferência anual de resultados da associação no início de março. Cerca de metade dos membros da associação esperava crescimento de vendas quando questionados ​​no período que antecedeu a conferência, mas cerca de 25% dos associados esperavam novas quedas. Vários estavam pensando em realocar ou encerrar a produção.

Roth pediu uma redução nas sobretaxas do governo sobre os preços da energia. Quanto aos preços dos materiais, ele disse que os aumentos recentes foram “quase insanos”. Em média, os preços dos plásticos na Europa aumentaram mais de 50% no primeiro semestre de 2021 em relação ao ano anterior e permaneceram altos. Em fevereiro de 2021, por exemplo, o PET virgem foi vendido por cerca de € 1/kg. Em março deste ano, o preço rondava os 1,7€/k. O PE linear de baixa densidade passou de cerca de € 1,2/kg para cerca de € 1,9 no mesmo período.

Mas o presidente da GKV permanece otimista: “Em 2022, a indústria de processamento de plásticos continuará a tirar o melhor proveito dos materiais poliméricos e concluir com sucesso as tarefas à frente”, disse ele.

Os alarmes estão disparando a respeito dos preços da energia na Unionplast, que representa as empresas italianas de processamento de plásticos. “A crise nos preços da energia está afetando seriamente um setor que tem mais de 5.000 empresas e mais de 100.000 funcionários”, diz Marco Bergaglio, presidente da associação.

“O aumento descontrolado dos custos de energia e a crescente dificuldade de encontrar matérias-primas é uma mistura mortal para o nosso setor e cria o risco real de não conseguirmos atender às demandas de nossos clientes. Esta situação tem consequências inevitáveis ​​também nos preços de nossos produtos.”

Fabricantes de máquinas europeus em boa forma

A fotografia é melhor com os fornecedores europeus de equipamentos plásticos. Thorsten Kühmann, secretário-geral da EUROMAP, Associação Européia de fabricantes de máquinas de plástico e borracha, disse em março que as carteiras de pedidos das empresas associadas estavam “cheias até a borda. O ano em curso será, portanto, mais um ano muito bom. Esperamos que as vendas aumentem de 5 a 10%.” No entanto, aqui também o aumento dos preços e, agora, a guerra na Ucrânia estão aumentando a incerteza.

Dario Previero é presidente da Amaplast, a associação de produtores italianos de máquinas e moldes para plásticos e borracha. No final do ano passado, ele disse: “Segundo nossas estimativas, no final de 2021 a produção deve estar bem próxima dos níveis pré-pandemia, com alta de 11,5% em relação a 2020. A clara recuperação registrada em 2021 nos dá boas razões para esperar um desempenho além dos níveis pré-crise em 2022.”

Ulrich Reifenhäuser, CSO do Reifenhäuser Group e também presidente do conselho consultivo de expositores da K, diz que a empresa tem uma carteira de pedidos “extraordinariamente positiva” para o ano atual. “Um fator importante aqui foi a demanda extremamente alta por nossas linhas de não-tecidos melt-blown, que tiveram uma contribuição decisiva em todo o mundo para que se pudesse produzir máscaras de proteção médica suficientes para combater a pandemia – especialmente na Europa, com capacidades de produção local”.

Relembrando o ano financeiro que acaba de se encerrar na Engel, a especialista em tecnologia de moldagem por injeção, o CEO Stefan Engleder disse em meados de março: “Estamos fechando um ano com grandes desafios, mas também grandes oportunidades. Fecharemos o ano comercial 2021/2022 com um aumento significativo em relação ao ano anterior. Os gargalos de materiais são atualmente um dos grandes desafios. Até agora, na medida do possível, conseguimos evitar atrasos na entrega.”

Gerd Liebig, CEO de outra grande empresa de tecnologia de injeção, Sumitomo (SHI) Demag, diz que, no geral, os números de consumo são bons. “No entanto, a situação do coronavírus claramente teve um impacto na demanda. Mas estamos prevendo uma rápida recuperação devido à nossa forte estratégia de negócios.” As vendas de máquinas estão a caminho de superar os níveis pré-pandemia também nessa empresa.

“A demanda continua a aumentar para modelos totalmente elétricos, e prevemos que essa proporção continuará aumentando”, diz Liebig. “Estamos prevendo novos aumentos em 2022 nos setores automotivo e de consumo. Há uma década, 20% de nossas máquinas eram totalmente elétricas; agora são mais de 80%.”

Alguns fabricantes de automóveis não podem fabricar carros porque não conseguem obter chips para eletrônicos. Isso teve um efeito indireto na cadeia de suprimento, colocando alguns fornecedores de componentes plásticos em dificuldades. (Foto, Getty Images)

Desafios da embalagem

Os preços altos e crescentes das resinas em todo o mundo significam que o mercado de embalagens está sob pressão contínua, diz Liebig. “Dado que o material reciclado está agora com o mesmo preço do polímero virgem há 12 meses, o impulso para pesos menores agora se estende a todos os substratos de materiais de embalagem, não apenas aos polímeros virgens. Continuamos focalizados na redução do uso de material ao melhorar o processo e permitir que nossos clientes produzam peças com paredes cada vez mais finas.”

A mudança para tampas amarradas (obrigatória a partir de 2024 sob a Diretiva de Plásticos de Uso Único, ou SUPD) e extensões da Responsabilidade Estendida do Produtor (a partir de 2023) inevitavelmente terão uma forte influência, assim como a nova Taxa de Embalagens da UE sobre resíduos de embalagens não recicladas, diz Liebig. (Desde 1º de janeiro de 2021, a UE cobra dos Estados membros € 0,80/kg de resíduos de embalagens plásticas que não são reciclados. Os Estados são livres para escolher como financiar a taxa.)

A indústria europeia de plásticos está, de fato, tendo de lidar com vários atos legislativos relativos aos resíduos de plástico. Por exemplo, agora existe uma obrigatoriedade de que 55% de todas as embalagens plásticas na UE sejam recicláveis ​​até 2030, assim como a taxa sobre resíduos de embalagens plásticas não recicladas. Alguns países também estão introduzindo legislação local (Espanha e França, por exemplo), tornando o mercado não tão nivelado quanto deveria ser.

A indústria já está tendo que enfrentar algumas consequências do SUPD, já que alguns dos seus elementos entraram em vigor em 3 de julho de 2021 na maioria dos países da UE – embora a implementação da legislação não tenha sido totalmente tranquila. Na Itália, por exemplo, ela só se tornou lei em janeiro, com atraso na implementação final; também é mais flexível em suas definições de produtos plásticos do que Bruxelas pretendia originalmente, e enquanto a Diretiva SUP não isenta certos plásticos biodegradáveis, a legislação italiana o faz.

Sobre o tema dos bioplásticos, a associação comercial European Bioplastics diz: “Infelizmente, na Europa, os bioplásticos ainda não obtêm o mesmo grau de apoio que outras indústrias inovadoras recebem dos tomadores de decisões políticas da UE. A Comissão da UE às vezes tem posições contraditórias sobre bioplásticos. As posições dos Estados-Membros sobre os bioplásticos também variam muito, o ambiente regulatório não é harmonizado. Isso desencoraja o investimento em P&D e em capacidades de produção”, diz.

Apesar destes desafios, os avanços nos bioplásticos na Europa é “muito positivo. As capacidades de produção global ainda representam menos de 1% dos mais de 367 milhões de toneladas de todos os plásticos, mas até 2026, a produção de bioplásticos ultrapassará a marca de 2% pela primeira vez.” As capacidades de produção de bioplásticos na Europa estavam perto de 600.000 toneladas em 2021 e podem aumentar para cerca de 1.000.000 toneladas nos próximos cinco anos.

No Reino Unido, agora fora da UE, um novo imposto sobre embalagens plásticas entrou em vigor em 1º de abril deste ano. O imposto será aplicado a componentes de embalagens plásticas que não contenham pelo menos 30% de plástico reciclado e que sejam fabricados no Reino Unido ou importados para o Reino Unido (mais uma vez, há isenções). O imposto será cobrado a uma taxa de £ 200/tonelada (aprox. € 235/tonelada).

Na British Plastics Federation, o diretor-geral Philip Law está determinado a ver o lado positivo. “O Imposto sobre Embalagens Plásticas poderia ser uma plataforma para inovação e ajudar a reduzir o calor do debate público”, diz ele.

A LyondellBasell está desenvolvendo sua própria tecnologia de reciclagem química, MoReTec, em uma planta piloto em Ferrara, Itália. Vários outros fornecedores de polímeros na Europa estão seguindo o exemplo. (Foto, LyondellBasell)

Reciclagem em alta

“Nova legislação e metas para a reciclagem de plásticos, assim como o uso de reciclados, estão mudando a forma como toda a indústria de plásticos deve operar”, diz Elizabeth Carroll, Consultora de Reciclagem e Sustentabilidade da AMI Consulting em Bristol, Reino Unido, que tem um novo relatório sobre a reciclagem mecânica na Europa. “A indústria de reciclagem mecânica de plásticos, portanto, tornou-se o ponto focal de investimentos, aquisições e expansão”, diz ela.

A produção de reciclados de plásticos na Europa foi de 8,2 milhões de toneladas em 2021 e deve crescer a uma taxa de 5,6%/ano até 2030. Isso se compara aos 35,6 milhões de toneladas de plásticos commodities que entraram no fluxo de resíduos em 2021. “Isso implica que a Europa alcançou uma taxa geral de reciclagem de plásticos de 23,1%”, diz Carroll. Esse número provavelmente aumentará à medida que a indústria de plásticos fizer grandes investimentos em tecnologias de reciclagem de diversos tipos.

A perspectiva de como converter plásticos reciclados em produtos de alto valor está ficando mais promissora. Diz Engleder, da Engel: “Graças à rede horizontal ao longo da cadeia de valor, não teremos mais que fazer downcycle de materiais no futuro, mas podemos realmente reciclá-los ou até mesmo fazer upcycle. Se nós trocarmos informações e dados entre as empresas, teremos capacidade para reciclar resíduos plásticos e produzir produtos plásticos de alta qualidade a partir deles novamente. A transformação digital é o pré-requisito para avançar rapidamente nas questões de sustentabilidade.”

Na Sumitomo (SHI) Demag, o CEO Liebig concorda que o processamento de recicláveis ​​em si não é um desafio tecnológico intransponível. “O maior desafio é alcançar um desempenho comparável das peças e estabilizar as propriedades não uniformes do material através de um monitoramento inteligente do processo”, diz ele. “Há muitos projetos promissores em andamento, embora o desempenho da reciclagem ainda dependa da pureza.”

Michael Ruf, CEO da KraussMaffei, que possui tecnologias de injeção e extrusão, diz: “A Economia Circular não é apenas um imperativo ecológico, mas também econômico. É, portanto, um pilar de sustentação da estratégia de produto da KraussMaffei. Os clientes já reciclaram mais de um milhão de toneladas de plásticos com nossos sistemas.”

E na empresa de equipamentos de fabricação de compostos Coperion, Marina Matta, líder da equipe de Tecnologia de Processos de Plásticos de Engenharia, diz: “Estamos observando muitos desenvolvimentos inovadores que melhoram significativamente a qualidade da triagem e lavagem de resíduos. O processo de pirólise também foi significativamente aprimorado recentemente, de modo que esse processo de reciclagem possa ser realizado de maneira muito mais eficiente em termos energéticos.”

Fornecedores de polímeros investindo no “verde”

Os produtores europeus de polímeros estão fazendo grandes esforços para melhorar a sustentabilidade de seus produtos. Na LyondellBasell, fabricante líder em poliolefinas e compostos, Richard Roudeix, vice-presidente sênior de olefinas e poliolefinas na Europa, Oriente Médio, África e Índia, diz: “Tornar-se neutro em carbono até 2050 requer que a indústria atravesse uma transformação profunda em um período de tempo relativamente curto, especialmente se for considerado que algumas tecnologias para descarbonizar completamente nossos processos ainda estão em fase inicial de desenvolvimento. Atualmente, os altos custos de energia estão comprimindo os lucros da indústria no exato momento em que a indústria precisa de recursos adicionais para fazer investimentos em descarbonização.”

Os fornecedores de polímeros não estão totalmente de acordo com os formuladores de políticas européias sobre como migrar para uma economia verde, mas as opiniões estão em processo de convergência. “A LyondellBasell acredita que políticas governamentais alternativas e medidas voluntárias são mais eficazes do que depender exclusivamente de impostos nacionais para atingir metas ambientais”, diz Roudeix. Ele sugere que uma taxa baseada na reciclabilidade de um produto poderia ser usada para financiar melhorias na infraestrutura e nos programas de reciclagem de plásticos.

A LyondellBasell tem como alvo produzir e comercializar anualmente dois milhões de toneladas métricas de polímeros reciclados e de base renovável até 2030. A empresa já lançou plásticos feitos de resíduos plásticos reciclados mecânica e quimicamente, bem como matérias-primas de base biológica.

Comentários semelhantes vêm da SABIC. Em 2019, a empresa lançou polímeros circulares certificados produzidos pelo upcycling de plásticos usados. “No entanto, a realidade é que atualmente há uma demanda maior por plásticos reciclados do que a oferta disponível”, diz um representante. “Os fabricantes precisam encontrar uma maneira de aumentar a escala para instigar uma mudança real.”

É necessário um maior apoio regulatório dos governos para ajudar os players da indústria a dar escala a novas técnicas, como a reciclagem química, diz a SABIC. “Por exemplo, é importante que a estrutura regulatória européia reconheça a resina quimicamente reciclada como equivalente à resina virgem produzida a partir de matéria-prima fóssil, a fim de aumentar a disponibilidade e impulsionar a escalabilidade.”

Na BASF, que, como a SABIC, tem uma ampla gama de plásticos destinada a múltiplos mercados, um representante diz: “Esperamos que os plásticos desempenhem um papel vital para o atingimento de metas de emissões líquidas zero na UE, ajudando a reduzir emissões para setores-chave como a construção civil, setor automotivo ou embalagens de alimentos. Estamos nos esforçando em todo o mundo para atingir a meta de zerar emissões líquidas de CO2 até 2050. Além disso, queremos reduzir nossas emissões de gases de efeito estufa em todo o mundo em 25% até 2030, em comparação com 2018.”

A empresa fabricante de policarbonatos e poliuretanos Covestro tem uma das estratégias mais ousadas entre os fornecedores de polímeros. Sua meta é ter emissões líquidas zero para os escopos 1 e 2 (relacionadas à produção própria e fontes externas de energia) até 2035.

A diretora-gerente da Plastics Europe, Virginia Janssens, diz que seus membros apóiam a meta obrigatória da UE de 30% para conteúdo reciclado em embalagens plásticas até 2030 e anunciaram recentemente 7,2 bilhões de euros de investimentos planejados em reciclagem química até 2030 na Europa.

Ao longo e além do que se espera que sejam as crises temporárias do COVID e da Ucrânia, “o mundo permanece firmemente focalizado na circularidade, poluição plástica e vazamentos ambientais”, diz Wiesweg, da IHS Markit. “O impulso da circularidade estimulará a inovação na reciclagem química, ajudando a alcançar a viabilidade comercial em escala mundial, o que, juntamente com a reciclagem mecânica, substituirá consistentemente a resina plástica virgem”.

K 2022 – a feira mais importante do mundo para a indústria

Em 2022, como a cada três anos, a K em Düsseldorf será novamente a plataforma de informações e negócios mais importante para a indústria global de plásticos e borracha. Em nenhum lugar a internacionalidade é tão alta quanto em Düsseldorf. Expositores e visitantes de todo o mundo se reunirão e aproveitarão as oportunidades, entre19 a 26 de outubro deste ano, não apenas para demonstrar as capacidades da indústria e apresentar inovações, mas também para trocar opiniões sobre a situação da indústria de plásticos e borracha em as várias regiões do mundo, discutir as tendências atuais e definir conjuntamente o rumo do futuro.

Para mais informações sobre a K 2022: www.k-online.com

Curta nossa página no

Unipar anuncia a construção de nova planta na Bahia

13/06/2022

Com investimento de cerca de R$ 140 milhões, fábrica ampliará a oferta de produtos essenciais para atender à demanda decorrente do Marco do Saneamento no Nordeste.

A Unipar – líder na produção de cloro e soda e uma das maiores na produção de PVC na América do Sul – construirá uma nova planta no Nordeste do país, com capacidade instalada de cerca de 10 mil toneladas/ano de cloro. A fábrica será construída no Polo Petroquímico de Camaçari – BA, para atender à demanda crescente da região por ácido clorídrico, hipoclorito de sódio e soda cáustica.

O investimento é o primeiro projeto “greenfield” da estratégia de expansão geográfica da Unipar, cujo objetivo é crescer de forma sustentável através de novas unidades produtivas em regiões onde há expectativa de maior avanço do saneamento básico nos próximos anos. O novo Marco do Saneamento, sancionado em 2020, visa universalizar os serviços de saneamento básico até 2033 e, com isso, melhorar índices tais como os que indicam que aproximadamente 35 milhões de brasileiros não têm acesso à água tratada e 100 milhões são desabastecidos pelo serviço de coleta de esgoto.

“Por meio deste investimento, a Unipar dará mais um importante passo na sua estratégia de crescimento sustentável. Seguimos buscando oportunidades de crescimento em três verticais: expansão no negócio core (cloro e derivados, soda cáustica e PVC) no Brasil e outras regiões; ampliacão em negócios adjacentes ao core, e entrada em novos negócios na química básica e petroquímica, historicamente no DNA da Unipar”, afirma Mauricio Russomanno, CEO da Unipar.

Segundo a empresa, a nova fábrica foi projetada com uma das mais seguras, modernas e ecoeficientes tecnologias de produção de cloro, o que permitirá a otimização do consumo de energia e dos demais recursos. A previsão é de que as obras tenham início no segundo semestre deste ano e sejam finalizadas em até 24 meses.

Após a conclusão da implantação do projeto, a Unipar passará a contar com quatro unidades produtivas, uma na Argentina e três no Brasil, sendo duas em São Paulo e a nova na Bahia, que complementa a atuação da companhia no Estado, onde já está presente com a operação de geração de energia eólica como autoprodutora.

Sustentabilidade

A sustentabilidade é um dos pilares estratégicos da empresa. Exemplos disso são os projetos de diversificação da matriz energética realizados por meio de Joint Ventures (JVs) com importantes players do mercado. Essas parceiras têm foco na autoprodução de energia elétrica com uso de fontes renováveis (solar e eólica), que reduzirão a pegada de carbono e ainda contribuirão para a excelência operacional e a confiabilidade das plantas.

Em parceria com a AES Brasil, a Unipar está em fase avançada de construção do Campo Eólico de Tucano – na Bahia, projeto anunciado em novembro de 2019, no qual a companhia tem participação em 25 aerogeradores, com potência de 60 megawatts, do total de 155 MW de capacidade instalada. A previsão é de que o Campo Eólico Tucano esteja em operação em 2023 e gere cerca de mil novos postos de trabalho.

Com o mesmo parceiro, a Unipar está construindo o Complexo Eólico Cajuína – no Rio Grande do Norte-, projeto anunciado em dezembro de 2021 com a capacidade instalada de 91 megawatts, dos quais 40 serão repassados para a companhia por meio de seus 16 aerogeradores.

Já em Minas Gerais, a parceria é com a Atlas Renewable Energy e foi anunciada em julho de 2021, com previsão de operação ainda neste ano. O projeto Lar do Sol – Casablanca II visa fomentar 1.200 empregos na região e terá capacidade instalada de 239 megawatts, sendo 49 MW da Unipar.

No total, esses projetos terão capacidade instalada de 485 megawatts, sendo 149 MW direcionados para o consumo das unidades fabris localizadas no Brasil. Segundo a Unipar, essas iniciativas vão melhorar a pegada de carbono da companhia e reduzir em pelo menos 15% a emissão de gases do efeito estufa até 2024.

“Nosso objetivo, com esses projetos, é assegurar o acesso à energia no longo prazo, ser mais competitivo no custo de energia e reduzir a pegada de carbono, uma vez que o insumo corresponde a mais de 50% dos custos de produção de cloro/soda. Seguimos com nossa estratégia de ampliar a autoprodução de energia, a partir de fontes renováveis, em sintonia com as nossas diretrizes de sustentabilidade”, conclui Mauricio Russomanno, CEO da Unipar.

A Unipar é líder na produção de cloro e soda na América do Sul e está entre as maiores na produção de PVC. A produção de tais insumos é fundamental para diversos segmentos econômicos, como a indústria têxtil, de papel e celulose, alumínio, brinquedos, sapatos, alimentos, bebidas, remédios, materiais hospitalares e a construção civil. Além disso, tem papel essencial no tratamento da água consumida por milhões de pessoas. A empresa onta com cerca de 2.800 colaboradores diretos e indiretos em seus escritórios e plantas industriais localizadas em Cubatão (SP) e Santo André (SP), no Brasil, e Bahía Blanca, na Argentina. Além disso está presente em outros locais do Brasil, como na Bahia, Rio Grande do Norte e Minas Gerais nos projetos de construção e operação de parques solares e eólicos, em parceria com as empresas de energia AES Brasil e Atlas Renewable Energy, contribuindo também com a geração de novos postos de trabalho nessas localidades.

Curta nossa página no

Wacker aumenta a capacidade de produção global de borracha de silicone

13/06/2022

Borracha de silicone de alta consistência. (foto: Wacker)

Para atender à crescente demanda por borracha de silicone, a Wacker Chemie AG está acelerando a expansão de suas capacidades de produção. Os projetos de investimento para esse fim estão em fase de planejamento ou perto de serem concluídos. Expansões significativas de capacidade para borracha de silicone líquido (LSR) estarão disponíveis no segundo semestre deste ano e entrarão plenamente em atividade em 2023. O aumento dos volumes de produção de borracha de alta consistência (HCR) também está programado. Com medidas de expansão em vários outras unidades, a Wacker aumentará gradativamente suas capacidades para os grades HCR e LSR significativamente nos próximos anos. Mais de 100 milhões de euros foram destinados a este aumento de capacidade.

Os investimentos programados estão alinhados com as novas metas de crescimento da Wacker anunciadas em março. A empresa pretende aumentar o crescimento em suas divisões químicas através do foco em especialidades de produtos. “A Wacker voltou a uma trajetória de crescimento no ano passado. Encerramos 2021 com vendas recordes e lucros fortes – apesar dos ventos contrários dos preços das matérias-primas e da energia. Queremos manter esse ímpeto e estamos traçando nosso caminho para um crescimento acelerado daqui para frente. Isso também é verdade para o nosso negócio de especialidades químicas”, diz o CEO da Wacker, Christian Hartel.

A campanha de crescimento da Wacker também se concentrará em especialidades de borracha de silicone. “Os silicones são materiais de alto desempenho. Eles são essenciais para soluções de produtos de última geração e estão entre os impulsionadores da inovação em setores industriais importantes, como automotivo, eletrônico e médico”, diz Robert Gnann, chefe da divisão de negócios da Wacker Silicones. Devido aos seus benefícios, tanto em termos de produto como no processamento, a demanda por borracha de silicone cresceu significativamente. “A borracha de silicone é estratégica para nós. Como o segundo maior fabricante de silicone do mundo, estamos comprometidos em apoiar esse crescimento dinâmico ainda mais fortemente no futuro.”

A disponibilidade de borracha de silicone líquida e de alta consistência se beneficiará de várias medidas de expansão nos próximos anos. A Wacker espera capacidades adicionais de LSR no segundo semestre deste ano devido a várias expansões de capacidade em sua unidade de produção em Burghausen, Alemanha, que serão concluídas no final do ano. Novas capacidades também serão instaladas na unidade de produção da Wacker nos EUA, em Adrian, Michigan, para melhor atender localmente ao mercado das Américas do Norte e Central a partir do próximo ano.

Também estão planejadas expansões substanciais de capacidade para grades de borracha de alta consistência, começando com a nova planta de produção da Wacker em Panagarh, Índia, que iniciará a produção em breve. Capacidades adicionais de HCR estarão disponíveis no início do próximo ano nas instalações da empresa na República Tcheca (Pilzen) e no Japão (Tsukuba). A Pilzen produz compostos de silicone SILMIX® prontos para uso para os principais segmentos industriais; Tsukuba, no Japão, que também produz emulsões de silicone, fornece borracha de silicone vulcanizada de alta consistência e temperatura ambiente, bem como LSR.

Cabos elétricos híbridos feitos de borracha de silicone de alta consistência (HCR). A borracha de silicone é cada vez mais procurada na indústria automotiva e em outras indústrias importantes (foto: Wacker)

Devido às suas propriedades físicas, mecânicas, químicas e elétricas excepcionais, a borracha de silicone de alta consistência frequentemente oferece benefícios em comparação com outros materiais de borracha, razão pela qual os silicones são cada vez mais procurados na indústria. Em aplicações alimentícias, farmacêuticas ou médicas, os silicones de grau médico puros, esterilizáveis ​​e biocompatíveis tornaram-se indispensáveis.

Para melhor atender a essa demanda no longo prazo, a Wacker também está considerando medidas adicionais de expansão em suas unidades em Zhangjiagang (China), Charleston (Tennessee, EUA) e em Burghausen (Alemanha). O Grupo também pretende expandir sua produção de sílica pirogênica em Zhangjiagang. A sílica pirogênica melhora as propriedades mecânicas da borracha de silicone e, portanto, é um ingrediente chave. A Wacker fabrica sílica pirogênica em suas unidades em Burghausen, Nünchritz, Charleston e Zhangjiagang, tornando a empresa uma das poucas produtoras de sílica pirogênica integradas para venda direta, bem como para uso cativo.

Borracha de silicone

A borracha de silicone consiste essencialmente em polímeros de silicone e cargas. Os polímeros são reticulados com reagentes adequados para produzir estruturas tridimensionais que convertem composto de borracha fluido ou dúctil em um elastômero. A borracha de silicone é geralmente classificada como borracha de alta consistência (HCR), borracha de vulcanização à temperatura ambiente (RTV) ou borracha de silicone líquida (LSR). Os silicones são fáceis de processar e, uma vez reticulados, apresentam excelentes propriedades mecânicas que permanecem inalteradas ao longo de uma ampla faixa de temperatura. Os elastômeros de silicone são utilizados em áreas como a automotiva, engenharia mecânica, eletrônica e elétrica, têxtil, artigos para bebês, brinquedos, eletrodomésticos e artigos esportivos, bem como na construção civil. O portfólio de borracha de silicone da Wacker compreende mais de 1.000 produtos.

Silicone Wacker

A divisão de negócios de silicones da Wacker é um dos maiores fabricantes de silicone do mundo, com mais de 2.800 produtos altamente especializados. Seu portfólio varia de fluidos de silicone, emulsões, resinas, elastômeros e selantes a silanos, polímeros terminados em silano e sílica pirogênica. Eles se destacam por seu significativo potencial de agregação de valor – aprimorando os benefícios e o desempenho dos produtos finais dos clientes. Os produtos da Wacker SILICONES encontram aplicação em setores como engenharia automotiva, construção, produtos químicos, cosméticos, tecnologia médica, energia e eletrônica, papel e têxteis.

Curta nossa página no

SABIC lança novo grade de PBT feita com resíduos de garrafas PET

13/06/2022

A SABIC apresentou a resina LNP Elcrin WF0061BiQ, um novo material que usa garrafas de polietileno tereftalato (PET) como fluxo de alimentação para reciclagem química para convertê-la em resina de polibutileno tereftalato (PBT). Segundo a SABIC, o material corresponde a resíduos cujo descarte é mal gerenciado, originando-se a 50 km da costa e tendo o oceano como provável destino final. O novo grade é a mais recente adição ao portfólio da SABIC de materiais LNP Elcrin iQ reciclados quimicamente, que dão suporte à circularidade, ao tempo em que servem como substitutos potenciais para resinas PBT virgens. A resina LNP Elcrin WF0061BiQ é uma candidata para aplicações em eletrônicos de consumo, como caixas de ventiladores em computadores e assentos automotivos, bem como conectores elétricos e gabinetes.

“Estamos continuamente expandindo nosso portfólio LNP Elcrin iQ (assim como os fluxos de resíduos de PET usados ​​para produzir esses materiais) para ajudar a desviar mais plástico dos oceanos, ao mesmo tempo em que ajudamos nossos clientes a incorporar materiais reciclados em seus produtos, atingir suas metas de neutralidade de carbono e atender às demandas de consumidores por maior sustentabilidade”, disse Sanjay Mishra, GM Technology & Footprint, Specialties, SABIC. “Na próxima década, prevemos transformar 10 bilhões de garrafas plásticas em materiais duráveis ​​e de alto desempenho que agregam valor aos clientes. A SABIC está comprometida em trabalhar com a cadeia de suprimentos de plásticos para encontrar novas soluções para lidar com questões ambientais urgentes, como a redução de resíduos plásticos no oceano e a obtenção de zero emissões líquidas de carbono”.

Segundo a SABIC, o novo grade LNP Elcrin WF0061BiQ, um material PBT reforçado com fibra de vidro, apresenta retardância de chama sem o uso de bromo ou cloro, atendendo ao padrão UL94 V0 em 0,8 mm e classificação F1. Ele também oferece resistência ao calor, dureza e rigidez, possuindo um alto fluxo adequado para aplicações de moldagem de paredes finas para ambientes externos, como gabinetes de equipamentos elétricos.

A SABIC afirma que todos os materiais LNP Elcrin iQ podem servir como possíveis substitutos do PBT convencional para ajudar os transformadores a aumentar a sustentabilidade dos produtos finais. A tecnologia de upcycling proprietária da SABIC, que envolve a repolimerização de PET em PBT, oferece propriedades de desempenho semelhantes às virgens. Segundo a SABIC, este processo supera a reciclagem mecânica em qualidade e consistência.

“De acordo com uma análise interna de ciclo de vida realizada de acordo com os protocolos ISO 14040/14044, o composto LNP Elcrin WF0061BiQ pode oferecer reduções potenciais de até 14% na pegada de carbono e até 25% na demanda cumulativa de energia, quando comparado ao composto de PBT virgem reforçado com fibra de vidro”, disse Darpan Parikh, Líder de Atendimento ao Cliente das Américas, Especialidades, SABIC. “Ao substituir o material virgem por nossas resinas, os clientes podem ajudar a reduzir os impactos ambientais reutilizando resíduos plásticos e eliminando aditivos halogenados.”

Além da nova resina LNP Elcrin WF0061BiQ da SABIC, com é fabricada com base em garrafas PET potencialmente destinadas ao oceano, a empresa introduziu muitos grades diferentes no portfólio LNP Elcrin iQ, incluindo produtos reforçados com vidro ou reforços minerais e formulações retardantes de chama. Por exemplo, os novos compostos LNP Elcrin WF006XXPiQ e LNP Elcrin WF0061XPiQ da SABIC incorporam fibra de vidro reciclada pré-consumo desviada do fluxo de resíduos de processos industriais. O uso de fibra de vidro reciclada aumenta ainda mais a circularidade desses materiais PBT reciclados. Segundo a SABIC, a diversidade dessas formulações permite que as resinas LNP Elcrin iQ sejam consideradas para aplicações além de componentes elétricos e eletrônicos, como peças externas automotivas, aplicações de saúde e produtos de cuidados pessoais.

A SABIC afirma que não está apenas criando materiais sustentáveis, mas também formulando regularmente novas resinas e compostos usando produtos químicos ambientalmente responsáveis ​​e seguros, como retardadores de chama não bromados/não clorados. De acordo com a classificação de referência GreenScreen for Safe Chemicals, que foi criada pela organização sem fins lucrativos Clean Production Action (CPA), esses materiais SABIC e outros em desenvolvimento são, ou serão, reconhecidos com uma pontuação de 3 ou superior, de um teto de 4. O Benchmark 3 é um resultado relativamente melhor em comparação com os produtos médios e indica apenas uma ligeira preocupação.

Curta nossa página no

Prêmio Braskem reconhece 24 empresas por boas práticas em ESG

13/06/2022

Supplier Sustainability Recognition reconheceu empresas de diversos países, em inciativa que contou com a avaliação das organizações Ecovadis e CDP

A Braskem reconheceu as boas práticas em ESG de 24 empresas, de diversas nacionalidades, na segunda edição do prêmio “Braskem Supplier Sustainability Recognition “. A cerimônia de premiação teve transmissão online para todos os países participantes.

O objetivo da iniciativa é tentar incentivar que organizações que mantém negócios com a Braskem adotem as melhores práticas ESG. Os fornecedores foram avaliados em cinco categorias, envolvendo melhor performance socioambiental, direitos humanos e trabalhistas, meio ambiente, ética e compras sustentáveis.

Para o reconhecimento, foram utilizadas as avaliações realizadas pelas organizações Ecovadis, plataforma global de avaliação quanto aos aspectos de sustentabilidade, e CDP (Carbon Disclosure Project), organização sem fins lucrativos que avalia e analisa organizações quanto aos seus impactos nas questões relacionadas a clima e água. Ambas possuem critérios de avaliação eficientes para o setor privado e são reconhecidas por sua credibilidade.

“Entendemos que esse prêmio é uma maneira de incentivar as empresas que operam na nossa cadeia de valor a também estarem alinhados às boas práticas ESG. Queremos potencializar a ação coletiva do nosso setor em prol de uma atuação ética e responsável”, afirma Alberto Bustani, Gerente Global de Planejamento e Processos de Suprimentos.

O evento online contou com a audiência de mais de cinco mil fornecedores da Braskem ao redor do mundo. Deste total, mais de 200 empresas participaram do prêmio, que contemplou as 24 vencedoras.

Lista de empresas reconhecidas:

Categoria – Trabalhista e Direitos Humanos: Arkema e Oxiteno

Categoria – Ética: Oxiteno

Categoria – Compras Sustentáveis: Basf e Deutsche Post – DHL

Categoria – Ambiental: Air Liquide, Arkema, Basf, Ecolab, Ernst & Young, Hitachi, Kobe Steel, KPMG, Linde, Oxiteno, Raízen, Ricoh, SAP, Sasol, Schneider Electric, SGS, Siemens, Solvay, Spirax Sarco, Yokogawa

Categoria ESG Best Performance: Solenis, Evonik e IMCD

Curta nossa página no

Embalagens de perfumes Kaiak 2022 da Natura contam com masterbatches reciclados da Colorfix

13/06/2022

O mais recente lançamento da Natura conta com quatro cores desenvolvidas pela Colorfix Masterbatches. Segundo a empresa, as novas embalagens dos perfumes Kaiak são feitas com 50% do plástico retirado do litoral brasileiro e a empresa paranaense foi escolhida para participar do projeto desenvolver uma linha sustentável que poderia ser aplicada nas embalagens dos novos produtos.

“A marca Revora tem em sua essência o conceito de sustentabilidade e esse foi um dos motivos pelos quais a Natura escolheu a linha da Colorfix para aplicar no seu projeto ‘Kaiak’. Entre os vários itens analisados, pesou o fato de que nossa empresa vem trabalhando a cadeia circular, na qual todos os fornecedores envolvidos no processo de concentrados contribuem com sua responsabilidade socioambiental”, explica o diretor superintendente da Colorfix, Francielo Fardo.

De acordo com Fardo, a ideia da marca Revora possibilita ao cliente o aumento de produtos sustentáveis provenientes da economia circular como, por exemplo, o uso de Resinas Recicladas Pós-Consumo (PCR) ou mesmo a produção de produtos exclusivos sustentáveis.

“A marca Revora é uma alternativa para empresas que têm a sustentabilidade como estratégia em seus negócios. Em parceria com a Natura, foram homologadas 16 cores utilizando-se de PCR”, destaca Francielo.

A Colorfix atende a Natura em parceira com a Silgan, Pochet e Aptar desde 2017.

Revora

A Colorfix afirma ter lançado a Revora após várias pesquisas, elaboração do plano de ações e estudo junto a fornecedores e parceiros, no ano passado. A empresa afirma que cada ação ou linha de produto remete à economia de recursos, sejam eles matéria-prima, energia elétrica ou aumento do tempo de vida útil da peça final. Para as linhas de produtos, por exemplo, a empresa levou em consideração desde a embalagem dos masterbatches até as matérias-primas selecionadas e que atendam a requisitos sustentáveis.

A Colorfix Masterbatches, desde 1990, trabalham com o desenvolvimento de concentrados de cor e/ou aditivos. Com a matriz localizada em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), a companhia conta ainda com unidades em São Caetano do Sul (São Paulo) e Jaboatão dos Guararapes (Pernambuco).

Curta nossa página no

Empresas brasileiras levam inovações à feira Argenplás

13/06/2022

A Argenplás, feira internacional do plástico, aconteceu entre 06 e 09 de junho, em Buenos Aires, na Argentina. O evento contou com mais de 180 expositores da Argentina e 10 outros países. O foco deste ano foi a economia circular, inovação e meio ambiente. Por meio do Programa Brazil Machinery Solutions (BMS), fruto da parceria entre ApexBrasil e ABIMAQ, 15 empresas brasileiras foram selecionadas para participar da feira.

O evento acontece a cada dois anos e é destinado aos setores de máquinas e equipamentos, automação e controle de qualidade, moldes e ferramentas, matérias primas e produtos químicos, borracha, transformadores de plástico, produtos terminados e semielaborados, meio-ambiente e reciclagem, além de entidades, associações, bancos, serviços e revistas técnicas.

Com o objetivo de fortalecer a imagem do Brasil como fabricante de bens de capital mecânico com tecnologia e competitividade, os expositores brasileiros levaram diversos produtos e novidades ao evento. A participação das companhias é promovida pelo BMS (Brazil Machinery Solutions), que teve um estande coletivo para exposição de seus lançamentos.

Uma das empresas participantes foi a Piovan, multinacional que opera em todos os países da América do Sul e participa da Argenplás desde 2006. Nesta edição, a companhia apresentou produtos voltados a sistemas de alimentação, dosagem e desumidificação. Entre eles estiveram os Alimentadores Easy 3 System, que trazem um novo conceito em alimentação de materiais e controle centralizado, disponível em três versões de receptores, afirma a empresa. A gama inclui versões especiais para o tratamento de materiais em alta temperatura ou abrasivos, e é construído em aço inoxidável.

Outro lançamento da Piovan é o Dosador Gravimétrico MDW 150, uma unidade dosadora gravimétrica equipada com guilhotina pneumática ou rosca dosadora. O produto dosa até seis tipos de materiais granulados. Segundo a empresa, o dosador é considerado ideal para ser aplicado a processos de injeção, sopro e extrusão, com benefícios que incluem configuração customizada, dosagem precisa e alta repetibilidade do processo, além de mistura homogênea a cada batch.

A Mecalor, empresa líder em soluções de engenharia térmica ao desenvolver chillers para diversos segmentos da indústria, expôs três produtos: Um chiller convencional com capacidade de 3 TRs, outro de 5 TRs e um terceiro de 10 TRs. Todos esses equipamentos são importantes para a refrigeração do processo industrial da transformação do plástico.

A empresa também aproveitou a feira para divulgar o Chiller Turbocor, que, segundo ela, proporciona maior eficiência energética por causa da tecnologia do compressor centrífugo de mancal magnético livre de óleo.

Fundada em 1960, a Mecalor atua no mercado externo há cerca de 20 anos. Atualmente a companhia exporta cerca de 20% da sua produção. Esse percentual vem aumentando ao longo dos anos devido a um trabalho comercial ativo nos mercados latino-americanos, com destaque para a filial do México, inaugurada em 2019.

Negócios Internacionais

Dentre os maiores importadores de máquinas e equipamentos para a indústria do plástico, embalagem e impressão, encontram-se os Estados Unidos, a Argentina e o Peru. Em 2021, os Estados Unidos importaram 16% das maquinas brasileiras, um total de US$15 milhões. No mesmo período, a Argentina teve uma participação de 15%, com US$14,1 milhões. Já o Peru importou US$7,6 milhões ao longo do ano.

Outros países que se destacam na negociação de maquinários brasileiros para o setor são o Reino Unido, que entre 2020 e 2021 teve uma variação de 79,6% no total de suas importações, com US$7,3 milhões; e o Chile, que no ano passado movimentou ao todo US$6,4 milhões.

O Brazil Machinery Solutions é fruto da parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), visando a promoção das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos, assim como fortalecer a imagem do Brasil como fabricante de bens de capital mecânico com tecnologia e competitividade. O Programa BMS possui atualmente mais de 200 membros, entre indústrias de diversos setores, como o agrícola, têxtil, de mineração, plástico, embalagens, entre outros. Até outubro de 2021, as empresas associadas ao Programa BMS registraram exportações para 160 países.

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) foi fundada em 1937, com o objetivo de atuar em favor do fortalecimento da indústria nacional, mobilizando o setor, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar seu desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos e modernização gerencial.

A ApexBrasil – A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) tem a missão de desenvolver a competitividade das empresas brasileiras, promovendo a internacionalização dos seus negócios e a atração de investimentos estrangeiros diretos. Em parceria com entidades setoriais, a Agência organiza ações de promoção comercial, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em feiras internacionais e visitas de compradores estrangeiros para conhecer a estrutura produtiva brasileira. Também coordena os esforços de atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o País, trabalhando na identificação de oportunidades de negócios e na promoção de eventos estratégicos e garantindo apoio ao investidor estrangeiro durante todo o processo no Brasil.

Curta nossa página no

Plastiweber apresenta embalagem plástica reciclada ao setor calçadista durante evento

13/06/2022

A Plastiweber participou, no último dia 25, da 29ª edição do Salão Internacional do Couro e do Calçado (SICC), em Gramado. A diretora de marketing da Plastiweber, Aline Assmann, e o diretor circular da Plastiweber, Pedro Bolfoni, apresentaram o Green Packing, embalagem secundária de plástico reciclado focalizada no setor de calçados. O filme, termoencolhível e de embalamento automatizado, chega como uma solução mais eficiente e sustentável para agregar as unidades em fardos para transporte, afirma a empresa.

Aline Assmann, conta que, no setor calçadista, já há algumas soluções sustentáveis em produtos, como calçados feitos com parcela de material reciclado, com plástico retirado dos oceanos e garrafas PET, entre outros. Agora, explica ela, é possível expandir as soluções para embalagens, mantendo a performance e a viabilidade econômica: “A Plastiweber trabalhou para ampliar as soluções sustentáveis para as embalagens secundárias e terciárias de forma que fossem não apenas economicamente viáveis, mas que também trouxessem melhorias nos processos de logística e gerassem uma série de benefícios socioambientais para aproveitamento pelas marcas no setor de marketing. Tivemos um caso de uso que foi premiado no ano passado: o da Pampili, uma cliente nossa que aderiu ao Green Packing e nos permitiu insights sobre como essa nova forma de embalar calçados pode impactar positivamente as marcas de diversas formas”.

O Green Packing conquistou o Prêmio Grandes Cases 2021 na categoria Impacto Econômico, a partir da substituição das caixas de papelão por embalagens plásticas recicladas. Segundo a Plastiweber, um estudo da empresa feito a partir desse caso de uso no setor calçadista mostra que a automatização para o embalamento e a maleabilidade da embalagem plástica – que ocupa menos espaço – permitem melhorias logísticas na cadeia produtiva.

As embalagens da Plastiweber, incluindo a linha Green Packing, são geradas dentro de um ecossistema circular, afirma a empresa. Através de logística reversa com clientes, parcerias com grandes varejistas e projetos socioambientais com cooperativas, escolas e comunidades, a empresa coleta o resíduo plástico que iria parar em aterros sanitários, os seleciona e processa para que retornem ao mercado como uma nova embalagem.

A Plastiweber afirma que este ciclo gera uma série de benefícios socioambientais agregados ao uso do plástico reciclado. Segundo a empresa, em 2021 o volume total de plástico que ela reciclou tornou possível a redução de emissões de 17 mil toneladas de CO2.

A Plastiweber é uma empresa de soluções sustentáveis em plástico sediada em Feliz (RS). Com um ecossistema circular que envolve logística reversa com clientes, parcerias com grandes varejistas e programas socioambientais com cooperativas, escolas e comunidades, a empresa recebe, seleciona e processa resíduos plásticos para que retornem à economia como novas embalagens. A Plastiweber afirma ter sido homologada com o certificado europeu EUCertPlast, que atesta a rastreabilidade e a qualidade do plástico reciclado produzido por recicladores ao redor do mundo. Além disso, carrega o selo nacional de plásticos reciclados SENAPLAS, que reconhece o trabalho efetuado conforme a Política Nacional dos Resíduos Sólidos. Em 2022, a empresa recebeu o título de 1º filme 100% pós-consumo de alta performance pela Organização Mundial de Embalagens (World Packaging Organisation).

Curta nossa página no

Aquários construídos em acrílico ganham formas, tamanhos e funções variadas

13/06/2022

Boa resistência e alto grau de transparência também são apontados como fatores que pesam na escolha do material em projetos que envolvam a construção de tanques de água para exibição de animais aquáticos

Poder ver de perto animais que vivem em habitats tão diferentes do nosso é o que move milhões de pessoas todos os anos aos aquários espalhados pelo mundo. Para se ter uma ideia da demanda, o AquaRio, maior aquário da América Latina, que foi inaugurado em novembro de 2016, ultrapassou em 2019, com menos de três anos de funcionamento, o número de 3 milhões de visitantes. O local, que possuí 26 mil m², conta com tanques com capacidade para armazenamento de 4,5 milhões de litros de água salgada e reúne mais de 350 espécies de animais. A principal atração da casa, no entanto, ou pelo menos o que permite que os visitantes consigam de fato experimentar a sensação de estar no fundo do mar, é um túnel com 26 metros de extensão construído com chapas acrílicas que contam com 3 metros de altura e 2 de largura. Essa passagem fica a 7 metros de profundidade e sob constante pressão dos 3,5 milhões de litros de água que ocupam o tanque. Lá vivem diferentes tipos de raias e tubarões, entre outros animais marinhos. “O acrílico permitiu que aquários se reinventassem e proporcionassem ao público experiências antes bastante limitadas, não só visualmente – já que outros materiais, como o vidro, não oferecem a mesma visibilidade que o acrílico -, mas também de se poder ter uma nova perspectiva sobre a visitação”, explica João Orlando Vian, consultor executivo do ILAC – Instituto Latino-Americano do Acrílico.

Vian diz que, por seu um plástico termomoldável, o acrílico permitiu ,por exemplo, que os aquários pudessem explorar novas formas e dimensões com as quais esse novo habitat é apresentado e vivenciado: “Os imensos aquários cilíndricos, por exemplo, permitem uma visualização mais ampla desse universo e da interação com esses animais”. Um desses aquários, é o AquaDom, instalado no Radisson Collection Hotel, no complexo DomAquarée, em Berlim, na Alemanha. Com capacidade para armazenamento de 1 milhão de litros de água, o AquaDom é o maior aquário cilíndrico em acrílico do mundo. Seu cilindro externo conta com cerca de 11 metros de diâmetro e uma altura 16 metros. Além da altura, impressionam nesse projeto a instalação de um elevador transparente embutido dentro do cilindro. Ao todo, a obra tem 25 metros de altura.

O Aquário do Rio Paraná, localizado em Rosário, na Argentina, conta com dois tanques de acrílico feitos com estrutura cilíndrica. Cada um deles tem 3,30 metros de diâmetro e 3,5 metros de altura. As placas acrílicas usados na composição têm 60 mm de espessura. O trabalho de instalação e vedação é da Acrílicos Lamanna.

Além dos cilindros em acrílico, Antonio Lamanna conta que as janelas de visualização do Aquário do Rio Paraná também são feitas em acrílico. Uma delas, aliás, é composta pela maior chapa acrílica já instalada na Argentina. “Esse painel conta com 3,3 metros de altura por 8,7 metros de comprimento. Sua espessura é de 170 mm”, conta Lamanna. Segundo ele, o peso dessa chapa é de aproximadamente 5,5 toneladas. Nas demais janelas, diz ele, as espessuras usadas variam de 60 mm a 100 mm, de acordo com tamanho da peça e aplicações.

A vantagem do acrílico é que, ressalta Lamanna, suas chapas conseguem manter a transparência de 92%, independente de sua espessura. Tamanha nitidez evita distorções óticas e favorece a visibilidade proporcionada pelo produto, sem que sua resistência seja comprometida.

Outro projeto destacado por Lamanna é o do Delfinario Sonora, em San Carlos, no México. Para o local, Lamanna produziu dois painéis de observação de leões marinhos e de golfinhos. Cada um desses painéis conta com 2 metros de altura x 3,5 metros de comprimento. A espessura da chapa acrílica é de 140 mm. Também foram instalados no local três painéis curvos de 1,6 metros de altura e 4,6 metros de comprimento cada. Para que elas ganhassem as formas curvas, as chapas de 120 mm de espessura foram termo moldadas.

No Brasil, o Aquário de São Paulo, com 15 mil m² e 4 milhões de litros de água, onde habitam milhares de animais de centenas de espécies, é outro exemplo de como o acrílico permitiu que a experiência vivenciada pelo público fosse ampliada através de painéis capazes de transmitir luminosidade e cores de forma mais viva e próxima. Por lá, o trabalho de vedação das placas de acrílico foi feito pela Acriresinas.

No mundo, aquários gigantescos, como o The Georgia Aquarium, em Atlanta, nos Estados Unidos, ou o Chimelong International Ocean Resort, na China, abrigam tubarões-baleias que são vistos através de painéis de acrílico com proporções absurdamente grandes. O Chimelong, por exemplo, entrou para o Guiness Book como tendo a maior cúpula subaquática do mundo em acrílico.

O ILAC – Instituto Latino-Americano do Acrílico é fruto do trabalho de integração das empresas do setor de acrílico na América Latina e tem como objetivo inicial a troca de informações e conhecimento sobre aplicações finais e processamento do acrílico em cada um dos países que participam do grupo. O Instituto segue as premissas do seu antecessor INDAC, que há mais de 20 atuava para gerar negócios e difundir o acrílico como matéria-prima. Atualmente, 33 empresas são associadas ao ILAC, entre elas: Acrilaria, Acriresinas, Acrílico Design, Acrilmarco, Acrimax, Acrinox, Acriplanos, Actos, Art Cryl, Bold, Brascril, Campion, Castcril, Cobertura Telescópica, Cristal e Cores, CutLite, Emporium, Day Brasil, Inkcryl, JR Laser, Menaf, Mitsubishi Chemical, Osvaldo Cruz, Proneon, Sheet Cril, Tronord, Tudo em Acrílico, Unigel e Work Special, juntam-se ao quadro as empresas Paolini e Lamanna, da Argentina, Formaplax, da Colômbia e Induacril do Chile.

Curta nossa página no

Dow anuncia nova vice-presidente comercial para o negócio de Plásticos e Embalagens na América Latina

13/06/2022

Izabel Assis

Izabel Assis é a nova vice-presidente comercial, sucedendo Daniella Souza Miranda, que assume a direção global de Marketing e Digital

Izabel Assis, que atuava como diretora comercial do negócio Soluções Industriais para a América do Norte na Dow, foi nomeada vice-presidente comercial de Packaging & Specialty Plastics (P&SP) para a América Latina, sucedendo a Daniella Souza Miranda, que recentemente assumiu a direção global de Marketing e Digital.

Na Dow desde o ano 2000, Izabel, que é brasileira, passou por diversas operações e áreas no país e fora dele. Nos últimos 11 anos, esteve na sede da Dow em Midland, Michigan, e acumulou experiências em diferentes negócios da companhia, sendo a mais recente como diretora comercial para o negócio Industrial Solutions para a América do Norte.

A executiva se reportará a Diego Donoso, presidente global do negócio Plásticos e Embalagens, e representará a América Latina em decisões globais da unidade de negócio. Assis dará continuidade às estratégias focadas em inovação, sustentabilidade, experiência do cliente e geração de valor

“Em um momento em que a transição para um futuro circular e de baixo carbono se faz cada vez mais relevante e urgente, sinto-me honrada em abraçar esse grande desafio ao lado de um time de profissionais brilhantes na América Latina”, enfatiza.

Daniella Miranda

Daniella Souza Miranda assume a diretoria global de Marketing e Digital do Negócio de P&SP. Daniella conduzirá a colaboração entre organizações de marketing regionais, incluindo a comercialização das soluções circulares e de baixo carbono da Dow, e será responsável pela estrutura global de comercialização da resina pós-consumo (PCR). Ela também liderará a frente de transformação digital da companhia.

Na Dow desde 1997, Daniella passou por diversas posições em diferentes países, negócios e funções, sendo a mais recente como Vice-Presidente Comercial para P&SP na América Latina, função que exercia desde 2018. “Sinto muito orgulho da minha trajetória na Dow ao longo de tantos anos. Por isso, é com sentimento de profunda gratidão que fecho o meu ciclo na América Latina e, ainda no mesmo negócio, inicio uma nova jornada, na qual seguirei trabalhando com foco em inovação, sustentabilidade e experiência dos clientes”, finaliza Daniella.

Curta nossa página no

Programa de reciclagem de EPS da Termotécnica amplia alcance em estados do Sul e São Paulo

13/06/2022

Na última década, vem aumentando a pressão para que as empresas em todas as cadeias de produção e consumo realizem a logística reversa e reciclagem dos resíduos pós-consumo, fazendo a economia circular acontecer na prática. Antecipando-se à PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos –, desde 2007 a Termotécnica vem atuando para dar nova vida às embalagens pós-consumo de EPS, mais conhecido como isopor. Com o Programa Reciclar EPS a companhia vem transformando um material antes rejeitado nas coletas seletivas em um insumo valorizado no mercado e contribuindo para a inclusão sócio-produtiva de famílias de baixa renda que vivem desta cadeia de reciclagem.

Segundo a Termotécnica, neste período, a empresa já recuperou mais de 44 mil toneladas de EPS pós-consumo, o que representa 1/3 do material reciclado no mercado. “Todos nós, como sociedade, temos que estar conscientes de que uma vez que um material, produto ou embalagem sejam utilizados, temos a responsabilidade individual por sua correta destinação. Mas, para isso, é preciso também que os agentes públicos e privados ofereçam condições para esta destinação correta dos materiais, com um sistema de gestão de resíduos, de coleta e reciclagem como preconiza a Política Nacional de Resíduos Sólidos”, afirma o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Para ampliar o volume de captação do material a ser reciclado, a Termotécnica afirma estar buscando expandir a cobertura do Programa Reciclar EPS no país. A empresa diz contar com uma rede de parceiros como cooperativas e associações de recicladores, gerenciadores de resíduos e prefeituras, entre outras, de forma a reforçar a conscientização para a destinação correta, reciclagem e reintrodução do EPS pós-consumo e pós-industrial na cadeia produtiva.

De acordo com a fabricante catarinense, atualmente o Programa Reciclar EPS gera cerca de 100 empregos diretos, conta com mais de 1,2 mil Pontos de Coleta e 300 cooperativas de recicladores parceiras no país, o que impacta diretamente mais de cinco mil famílias. “Sendo a única fonte de renda de recicladores autônomos e associações, com esse trabalho aumentamos a demanda, valorizamos e ampliamos os ganhos destas famílias”, afirma.

Em Rio Claro (SP), onde a Termotécnica tem uma unidade de fabricação de embalagens de EPS para atender principalmente às indústrias das linhas branca e de conservadoras para produtores de frutas do interior paulista, a empresa compra a sucata de embalagens de EPS-pós consumo no mercado. Uma das fornecedoras é a Cooperviva – Cooperativa de Trabalho dos Catadores de Material Reaproveitável de Rio Claro -, que está completando 20 anos em 2022. Presidida por Inair Francisca da Rocha Marcelino, a Cooperviva conta com 37 associados, sendo que deste total, 95% é constituído de mulheres, que são responsáveis pelo sustento de cerca de 200 famílias.

Dos materiais reciclados que passam pela triagem, beneficiamento e comercialização na cooperativa, 50% chegam por meio da coleta seletiva municipal e os outros 50% são provenientes dos próprios catadores (porta a porta) e dos dois veículos próprios da cooperativa que fazem um roteiro de coleta nos comércios e indústrias. “A demanda pela compra do EPS tem aumentado e, consequentemente, também o incentivo e valorização destes trabalhadores para a coleta deste material”, afirma Valdemir dos Santos de Lima, que faz o apoio técnico para os cooperados.

Em Curitiba (PR), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, por meio do Programa Ecocidadão, promove a inclusão socioambiental dos catadores por meio do fortalecimento das diversas etapas da cadeia informal da reciclagem. Atualmente, são 40 associações e cooperativas credenciadas, envolvendo cerca de 900 trabalhadores. “Os materiais provenientes da coleta seletiva do município e o que é recolhido diretamente pelos catadores são selecionados nas áreas de triagem nos barracões destas centrais e destinados para comercialização, gerando renda para estas famílias”, afirma a gerente de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Curitiba, Leila Maria Zem.

Buscando ampliar a cobertura de parceiros para reciclagem do EPS pós-consumo em todo o estado do Paraná, a Termotécnica iniciou uma parceria com a startup de soluções socioambientais A Riqueza dos Resíduos, de Curitiba. Na semana passada, o gerente de Sustentabilidade da Termotécnica, Paulo Michels e a fundadora e CEO da startup, Tatiane Martins Soares, foram convidados para participar da reunião do Grupo R20 (Associação dos Municípios do Paraná para a implementação da Logística Reversa). O objetivo foi apresentar o Programa Reciclar EPS que, a partir do uso do aplicativo Transbordo desenvolvido pela startup, irá facilitar a Logística Reversa do EPS no Estado do Paraná.

Com uma proposta inovadora de gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos, a startup busca ser o elo da logística reversa de materiais recicláveis e realizar a inclusão sócio-produtiva de catadores e recicladores. Na parceria com a Termotécnica, a startup realiza o conceito de carga digital. Ou seja, os caminhões de coleta passam nesses locais de reciclagem em um roteiro pré-definido, formando uma carga completa para ser entregue nas unidades da Termotécnica em São José dos Pinhais (PR) e em Joinville (SC). Atualmente são 7 associações e cooperativas de recicladores que fazem parte da rede da startup da região metropolitana de Curitiba, mas a meta para atender a demanda da Termotécnica é aumentar esse número para cerca de 40 centros de triagem em todo o estado do Paraná. “Somos a conexão entre recicladores e as indústrias que compram os materiais pós-consumo, facilitando o acesso e otimização da rotina diária pela busca de recicláveis”, afirma Tatiane.

A startup A Riqueza dos Resíduos também está implantando ecopontos em escolas municipais de Curitiba, Pinhais, São José dos Pinhais e Colombo e fazendo um trabalho de capacitação de professores e equipe de limpeza e de conscientização dos alunos para a reciclagem do EPS. “Com isso, uma parte do valor que a Termotécnica paga pela compra das cargas recolhidas nas recicladoras é revertida para as Associações de Pais e Mestres destas escolas em forma de cashback. Esses recursos são reinvestidos em atividades de Educação Ambiental dos alunos”, conta Tatiane.

Em Santa Catarina, a Termotécnica conta com parceiros de cooperativas para reciclagem de EPS pós-consumo e com gerenciadores de resíduos (pós-indústria). Esta cooperação acontece também, há alguns anos, diretamente com os municípios como Canoinhas, Indaial e, mais recentemente, com a Prefeitura de Fraiburgo, por meio da SANEFRAI – Autarquia Municipal de Saneamento. “Esta parceria com a Termotécnica visa atender aos requisitos de destinação e disposição ambientalmente correta do material EPS, fazendo com que toda a carga deste tipo de material que chega na SANEFRAI seja transformada em novos produtos, não agredindo o meio ambiente e aumentando a vida útil do nosso aterro sanitário”, afirma Charles Weider Silveira, Engenheiro Sanitarista e Ambiental na SANEFRAI.

Em Jaraguá do Sul, são 12 cooperativas de recicladores credenciadas junto ao Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE) com as quais a Termotécnica mantém contato para compra de EPS pós-consumo. De acordo com o supervisor de Manejo de Resíduos Sólidos do SAMAE, Jean Pablo de Mello Cordeiro, essas cooperativas envolvem mais de 100 famílias que recebem orientação para a seleção e comercialização de todo o isopor coletado. “Por meio do Programa Recicla Jaraguá, também realizamos campanhas de conscientização da população para incentivar a separação e destinação correta destes materiais e temos notado um aumento no volume de embalagens de isopor disponibilizado para coleta seletiva”, afirma Jean.

A fundadora e presidente da Reciclavale – Cooperativa de Trabalho de Reciclagem do Vale do Itajai – Marli Martins, desenvolve esse trabalho desde 2008. Hoje a cooperativa, com sede em Itajaí, envolve diretamente 16 famílias que vivem do beneficiamento e comercialização deste material. A Reciclavale conta com um caminhão para coletar o EPS nas cidades do Alto Vale do Itajaí e em todo o Litoral Norte catarinense, de Florianópolis a Itapoá. “A parceria sustentável com a Termotécnica vem de longa data e é fundamental para garantir essa renda aos nossos associados”, diz. Além da geração de emprego e renda, por meio do Instituto Reciclavale, Marli desenvolve um trabalho social e de educação ambiental nas escolas.

Em Joinville, cidade sede da Termotécnica, há diversas ações para promover a reciclagem das embalagens isopor. A mais recente é o ecoponto para coleta de resíduos recicláveis que a Prefeitura disponibilizou no Centreventos Cau Hansen. Para descartar corretamente as embalagens de EPS os moradores devem utilizar a lixeira vermelha destinando os resíduos junto com os plásticos.

A Termotécnica também tem uma parceria para recolher e reciclar marmitas de isopor distribuídas pelos Restaurantes Populares de Joinville. As marmitas acondicionam cerca de 1.500 refeições diárias, que atendem principalmente pessoas vulneráveis do município. Essas pessoas são sensibilizadas a trazer de volta suas embalagens para o restaurante, para que possam ser coletadas e recicladas pela Termotécnica. O primeiro contato entre a Termotécnica e o Restaurante Popular aconteceu durante a programação da Semana Lixo Zero Joinville 2020, quando a equipe dos restaurantes conheceu como era feito o processo de reciclagem do isopor na unidade da companhia em Pirabeiraba. Na sequência foi feito um trabalho de conscientização dos funcionários e dos usuários do restaurante e a coleta passou a acontecer semanalmente.

Uma ação similar está acontecendo em Joinville com o Projeto Isopor® Amigo, uma iniciativa de reciclagem da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) com apoio de diversas empresas do segmento (Termotécnica entre elas). Depois de um projeto-piloto no Perini Business Park, o projeto Isopor Amigo trabalha para expandir a sua rede de coleta. Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, destaca a importância das empresas investirem em ações conjuntas de educação para a reciclagem. “Tudo começa nas pessoas, que precisam fazer a sua parte: descartar o produto limpo no local adequado. Parcerias como essa podem se estender para outros lugares que distribuem alimentos e para outras cidades”, diz.

Quer saber onde reciclar EPS na sua cidade?

O consumo do EPS é prejudicado pela falta de informação sobre seu descarte pós-uso. Atenta a essa realidade, a Termotécnica disponibiliza o site: www.reciclareps.com.br, que localiza em todo o território nacional o pontos de entrega voluntária (PEV) mais próximos de recebimento de EPS para reciclagem.

Curta nossa página no

Associados Adirplast do segmento de filmes biorientados fecham os quatro primeiros meses deste ano com resultados estáveis

13/06/2022

Distribuidores de BOPP e BOPET vêem um ano estável. A expectativa de um pequeno aquecimento no segundo semestre

Até agora, o ano tem se mostrado estável para os associados Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) do segmento de BOPP e BOPET. As vendas de janeiro a abril somaram 9853 toneladas, volume 1.8% maior do que o obtido no mesmo período de 2021. Essa seria uma notícia positiva, não tivesse o setor amargado no ano passado uma queda considerável em suas vendas. Considerando o varejo de BOPP e BOPET, foram comercializadas no país no ano passado 39 mil toneladas desses insumos. Em 2020, esse número chegou a 48 mil toneladas, sendo os associados da Adirplast responsáveis por, em média, 75% desses valores. Para a vice-presidente da entidade, Cecília Vero, da Nova TIV, tanto o volume quanto as margens de ganho neste ano estão muito abaixo do esperado. “Entraves, demanda fraca, recessão e inflação impactam diretamente no poder de compra do consumidor final e isso tem se refletido nos resultados destes primeiros quatro meses”, explica.

Para Erasmo Fraccalvieri, da Tecnofilmes, as vendas do primeiro quadrimestre deste ano estão em linha com a realidade do varejo supermercadista brasileiro. “O principal problema é a forte contração do poder de renda das classes C, D e E. O fenômeno vem ocorrendo com muita intensidade desde o início de 2021; quem não percebeu, acabou errando as previsões”, complementa.

Cláudia Savioli, da Polymark, explica que os dois primeiros meses deste ano foram bem tímidos. “As transformações mundiais continuam impactando nos negócios e prejudicando os planos estratégicos das empresas, que hoje precisam ser elaborados para cenários de curtíssimos prazos”. Ainda preocupa, segundo ela, a velocidade com que os preços dos insumos têm aumentado, além dos altos juros, o que absorvido boa parte do foco do trabalho. “Tudo isso acarreta a perda de demanda em toda a cadeia do setor de embalagens e ainda impossibilita que as empresas consigam repassar os custos extras que têm”, desabafa.

Osvaldo Coltri, diretor presidente da Vitopel, fornecedor de muitos dos associados Adirplast, explica que, quando a economia está menos aquecida e o consumidor está com o bolso mais fraco, há um menor volume para embalagens de alimentos menos essenciais, como snacks, doces e chocolates, entre outros: “Economia fraca e povo sem dinheiro é geralmente entrave para o crescimento do setor de BOPP”. Neste cenário, alerta o executivo, é comum que as empresas que tenham clientes de menor estrutura enfrentem ainda problemas com a inadimplência.

Expectativas para o segundo semestre

Para Fraccalvieri não será um segundo semestre muito diferente. “A não ser pelos auxílios liberados pelo governo federal em abril e maio. Vemos um aquecimento nos volumes, porém sem euforia. Mesmo com o aumento momentâneo da demanda, o repasse de custos está difícil de ser implementado e a cadeia continua espremida. O foco está no posicionamento através da leitura do segundo semestre, este sim, mais desafiador”.

Os empresários do setor também temem problemas que parecem ainda longe de serem solucionados, como guerra e problemas de logística. Além dos problemas internas, no âmbito político, fiscal e econômico, o que pode agravar ainda mais o cenário. “Tudo parece incerto, o que inviabiliza a escolha de um só caminho para este segundo semestre. Os fluxos comerciais estão tensos e exigem paciência e conectividade entre as pessoas envolvidas. Precisamos agir de forma coerente, com participação e responsabilidade”, acredita Savioli. A executiva acrescenta: “Toda a cadeia do segmento tem a responsabilidade de trazer informações ágeis e ações em conjunto, agindo de forma coerente, com participação e comprometimento de todos e para todos”.

Para a vice-presidente da Adirplast, este é um momento de atenção e de muita instabilidade. “Sentimos muita dificuldade na retomada econômica, porém acreditamos em um segundo semestre levemente aquecido, estimulado tanto pelos auxílios oferecidos pelo governo à população, quanto pela própria sazonalidade do período, porém com olho afiado na inadimplência / solvência das empresas”, finaliza.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes biorientados, plásticos de engenharia, masterbatches e compostos. Atualmente, a associação agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2020. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros, masterbatches, compostos e filmes biorientados comercializados no país.

Curta nossa página no

Lanxess e Advent compram negócio de Materiais de Engenharia da DSM e estabelecem uma joint venture líder global para polímeros de engenharia

06/06/2022

06

  • Lanxess e Advent adquirem negócios de materiais de engenharia da DSM por um preço de compra de cerca de 3,7 bilhões de euros
  • Lanxess transfere negócios da divisão de High Performance Materials para joint venture
  • Lanxess receberá um pagamento de pelo menos 1,1 bilhão de euros e uma participação de até 40% na joint venture
  • Lanxess usará recursos para reduzir dívidas e planeja recomprar ações
  • Nova joint venture terá portfólio de produtos pioneiros e cadeia de valor integrada

A Lanxess contribuirá com sua unidade de negócios High Performance Materials (HPM) para a nova joint venture.

A empresa de especialidades químicas Lanxess e o Advent International, um dos maiores e mais experientes investidores globais de private equity, com um histórico sólido de investimentos em produtos químicos, estão estabelecendo uma joint venture para polímeros de engenharia de alto desempenho. As duas empresas assinaram um acordo para adquirir o negócio de materiais de engenharia do grupo holandês Royal DSM (DSM Engineering Materials (DEM)), que fará parte da nova joint venture. O preço de compra é de cerca de 3,7 bilhões de euros e será financiado pela joint venture através de capital da Advent e dívida externa. O negócio representa vendas de cerca de 1,5 bilhão de euros, com uma margem EBITDA de aproximadamente 20%. A DEM é um dos principais fornecedores globais de materiais especiais de alto desempenho que atendem às necessidades de mercados chaves em produtos eletrônicos, elétricos e de consumo.

Além disso, a Lanxess contribuirá para a nova joint venture com sua unidade de negócios High Performance Materials (HPM). A HPM é um dos principais fornecedores de polímeros de alto desempenho, que são usados ​​principalmente na indústria automotiva. O negócio representa vendas anuais de cerca de 1,5 bilhão de euros, com EBITDA pré-excepcionais de cerca de 210 milhões de euros. A Advent terá pelo menos 60% da joint venture. A Lanxess receberá um pagamento inicial de pelo menos 1,1 bilhão de euros e uma participação de até 40% na futura joint venture. Após a transferência para a joint venture, o negócio HPM não será mais totalmente consolidado na Lanxess, mas será incluído nas demonstrações financeiras consolidadas no patrimônio líquido.

Esse movimento aprimora ainda mais o portfólio de negócios da Lanxess, que consistirá em três segmentos de especialidades químicas assim que a transação for concluída. A Lanxess usará os recursos da transação para reduzir sua dívida e fortalecer seu balanço. Além disso, o Grupo planeja um programa de recompra de ações com um volume de até 300 milhões de euros.

A Lanxess terá a possibilidade de alienar sua participação na joint venture para a Advent com o mesmo valor após três anos. O EBITDA poderia então ser significativamente maior do que hoje, já que o Advent e a Lanxess antecipam sinergias substanciais resultantes da combinação dos dois negócios.

A transação ainda está sujeita à aprovação das autoridades. O fechamento está previsto para o primeiro semestre de 2023.

Matthias Zachert, CEO da Lanxess, disse: “A Lanxess mais uma vez se tornará significativamente menos dependente das flutuações econômicas. Além disso, nós, como Lanxess, fortaleceremos nosso balanço patrimonial com os recursos da transação e ganharemos um novo escopo para o desenvolvimento adicional de nosso Grupo. Com a nova joint venture, estamos forjando um forte player global no campo de polímeros de alto desempenho. Os portfólios, cadeias de valor e posicionamento global dos dois negócios se complementam perfeitamente. Com seus produtos inovadores, a joint venture poderá desempenhar um papel fundamental na formação de desenvolvimentos futuros – por exemplo, no campo da eletromobilidade. Temos um parceiro forte e confiável na Advent, com profunda experiência na indústria química e nas indústrias de nossos clientes.”

Ronald Ayles, sócio-gerente da Advent International: “Unir forças com a Lanxess nesta transação transformadora do setor é um destaque para a Advent, pois construímos um relacionamento confiável e duradouro e compartilhamos o mais alto respeito mútuo. Juntos, planejamos trazer a experiência, conhecimento profundo do setor e recursos financeiros para tornar a joint venture uma história de sucesso global para todos os envolvidos. A combinação da High Performance Materials (HPM) da Lanxess com a DSM Engineering Materials (DEM) cria uma plataforma forte e reúne ampla experiência, resultando nas melhores oportunidades para os funcionários e mais valor para os clientes.”

Configuração global e alta integração na cadeia

O negócio de materiais de engenharia da DSM compreende poliamidas (PA6, PA66), bem como vários materiais especialidades (PA46, PA410 e poliésteres especiais, bem como PPS). Cerca de 2.100 funcionários trabalham para a divisão em 8 unidades de produção e 7 centros de pesquisa em mercados relevantes em todo o mundo. Além da Europa e dos EUA, o negócio tem uma presença particularmente forte na Ásia.

A unidade de negócios High Performance Materials (HPM) da Lanxess é uma das principais produtoras de polímeros de engenharia PA6 e PBT e compósitos termoplásticos com fibras. Um total de 1.900 funcionários em 10 unidades de produção e 7 laboratórios de pesquisa em todo o mundo trabalham para a HPM. A rede de produção global é caracterizada por um alto grau de integração da cadeia. A espinha dorsal é o site de Antuérpia, na Bélgica. Lá, a HPM produz não apenas polímeros PA6, mas também precursores relevantes, como caprolactama e fibras de vidro.

Portfólio de produtos sustentáveis

Tanto a DEM quanto a HPM oferecem alternativas de base biológica e reciclada em seus portfólios de produtos.

Por exemplo, a Lanxess lançou recentemente um novo polímero de alto desempenho feito com 92% de matérias-primas sustentáveis. Na produção do polímero, a Lanxess usa ciclohexano “verde” oriundo de fontes sustentáveis, como óleo de colza ou outra biomassa como matéria-prima. É reforçado com 60% em peso de fibras de vidro recicladas de resíduos de vidro industrial.

Aplicações orientadas para o futuro

A indústria automotiva é um segmento-foco para a nova joint venture. Lá, os polímeros são usados, entre outras coisas, para elementos leves em peças estruturais, mas também no interior e muitas vezes substituem peças metálicas. Desta forma, o peso do veículo pode ser diminuído e as emissões de CO2 reduzidas. Uma importante área de crescimento é a eletromobilidade. Aqui, os polímeros são usados, por exemplo, na construção de baterias e sistemas de carregamento, sistemas de controle eletrônico e eletrônica de potência.

Além disso, os materiais são usados ​​na indústria elétrica e eletrônica, por exemplo, em componentes para smartphones, TI e eletrodomésticos.

Curta nossa página no

Campanha Reúse promove a coleta e reciclagem de geladeiras e freezers

06/06/2022

Iniciativa desenvolvida pela Dow, em parceria com Instituto Akatu e a Indústria Fox, visa fomentar a reciclagem de materiais de geladeiras e freezers na região de Jundiaí (SP) e cidades próximas: Itu, Itupeva, Cabreúva, Salto e Valinhos

A Dow, em parceria com Instituto Akatu e a Indústria Fox, anuncia o início da Campanha “Reúse – o descarte correto é só o começo” para a coleta seletiva e a reciclagem de geladeiras e freezers. Com investimento de mais de R$ 1 milhão, iniciativa tem como objetivo facilitar as condições para a gestão dos resíduos e reutilização dos materiais contidos nestes aparelhos, fomentando a circularidade e o desenvolvimento socioeconômico na região onde está sendo realizada.

Ao orientar e estimular a população dos municípios de Jundiaí (SP) e cidades próximas em relação ao descarte adequado de geladeiras e freezers antigos, a campanha Reúse também contribui diretamente para um consumo mais racional de eletricidade por parte da população local, uma vez que ajuda a reduzir o volume em operação de equipamentos antigos e menos eficientes no uso da energia elétrica. A Indústria Fox, situada em Cabreúva (SP), é a responsável pela coleta e reaproveitamento de peças e materiais dos eletrodomésticos descartados. A empresa é pioneira no Brasil em manufatura reversa e atua na desmontagem de aparelhos antigos, reciclagem dos componentes e destruição dos gases CFC (Clorofluorocarboneto), o que contribui para o combate ao aquecimento global e possibilita a proteção da camada de ozônio.

Nas cidades alcançadas pelo projeto, a campanha irá oferecer diferentes modalidades de participação, que incluem desde a possibilidade de agendamento para coleta gratuita da geladeira ou freezer antigo na residência do consumidor até a oferta de desconto na compra dos eletrodomésticos remanufaturados mediante o descarte da geladeira ou freezer usado. As informações sobre como agendar a coleta gratuita e realizar a compra dos equipamentos remanufaturados com desconto estão disponíveis para a população em https://bit.ly/projeto-Reuse.

Além disso, o Instituto Akatu coordenará iniciativas de sensibilização e comunicação do projeto em escolas, nas organizações da sociedade civil locais, junto aos consumidores e à cadeia de reciclagem. O objetivo dessas ações, que estão em fase de desenvolvimento e serão realizadas em parceria com prefeituras, consiste em ampliar a mobilização sobre a gestão de resíduos e divulgar os impactos do descarte incorreto dos aparelhos.

“As ações com a comunidade e público escolar por meio de conteúdos, materiais, e metodologia visam estimular a melhora dos seus hábitos pós-consumo, tais como a eliminação final adequada de geladeira e freezers antigos por meio de um sistema de gestão de resíduos que estimule a eliminação apropriada do equipamento descartado e facilite as condições para o tratamento correto dos resíduos e a reutilização dos materiais contidos nestes aparelhos”, afirma Fernando Martins, coordenador de projetos de educação do Instituto Akatu.

A Campanha Reúse oferece a oportunidade de estabelecer um modelo de reaproveitamento de materiais para a indústria de eletrodomésticos, trazendo parceiros, clientes e toda a sociedade, para possibilitar que não somente as espumas de poliuretano – como também outros componentes de geladeiras e freezers – sejam corretamente extraídos de aparelhos antigos e reciclados.

”Queremos não somente integrar as cadeias de valor na busca por soluções de circularidade de materiais, como também atuamos para acelerar o desenvolvimento socioeconômico nas regiões onde estamos presentes”, enfatiza Thales Oliveira, líder de sustentabilidade do negócio de Poliuretanos da Dow para a América Latina.

Para Marcelo Souza, CEO da Indústria Fox, a parceria nesse projeto contribuirá ainda mais para a sustentabilidade, a diminuição da degradação do meio ambiente e o equilíbrio socioeconômico. “O sucesso da campanha é mais um passo em direção ao modelo de economia circular, onde o desperdício cede lugar para à regeneração, à recuperação, ao prolongamento de ciclos e à transformação de matérias primas secundárias”, enfatiza.

Descarte correto e reaproveitamento inteligente

Criada em 2021, a campanha Reúse tem como objetivo acrescentar valor às espumas de poliuretano (PU) no fim da vida útil e evitar que esses materiais sejam descartados em aterros ou incinerados. As tecnologias para poliuretano estão entre as principais soluções produzidas pela Dow e utilizadas em aplicações de colchões, móveis estofados, sistemas de refrigeração, entre outros.

Em sua primeira fase, as ações foram realizadas na cidade de Hortolândia (SP), com foco na circularidade de colchões e sofás. Segundo a Dow, o projeto recolheu e encaminhou para a reciclagem mais de 3,5 mil itens, que resultaram no reaproveitamento de 83,8 toneladas de resíduos, entre madeira, espuma de poliuretano, tecidos, borracha, molas e outros materiais. De acordo com a empresa, o total de peças coletadas, caso fossem empilhadas, corresponderiam a 13 Torres Eiffel. Além disso, foram realizadas ações educacionais em cerca de 30 escolas da rede de ensino municipal para a sensibilização e a mobilização de alunos e comunidades para o descarte correto desses materiais.

Impulso à economia circular

Segundo a Dow, o desenvolvimento da campanha Reúse está alinhado à estratégia global e regional da empresa na instituição de ações voltadas para questões sociais e de sustentabilidade. Por meio de parcerias colaborativas, a companhia investe na implementação da economia circular ao desenvolver soluções para fechar os ciclos de recursos nos principais mercados, com foco na gestão de resíduos e reciclagem inclusiva. A iniciativa faz parte do conjunto de ações da Dow com foco nas Metas de Sustentabildiade até 2050.

A Dow possuim um portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones, oferecendo uma variedade de produtos e soluções de base científica a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e aplicações para o consumidor. A Dow opera 104 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2021, gerou aproximadamente US$ 55 bilhões em vendas.

Curta nossa página no

No Dia Mundial do Meio Ambiente, PICPlast lembra cinco iniciativas brasileiras em prol da sustentabilidade dos plásticos

05/06/2022


Em 5 de junho é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente; durante toda a primeira semana do mês são realizadas ações de conscientização sobre o tema. Pessoas do mundo inteiro têm expressado suas preocupações com o impacto do descarte de resíduos na preservação do meio ambiente e a indústria do plástico vem realizando mudanças para fabricar produtos mais adequados aos modelos de economia circular. Os investimentos em pesquisa e desenvolvimento visam desde a criação de novos designs de embalagens, produção de polietileno a partir do etanol de cana-de-açúcar, até maneiras mais eficazes de reciclar resíduos plásticos.

De acordo com Simone Carvalho, membro do comitê técnico do PICPlast (Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico), “no Brasil, soluções que remodelam os processos de produção de plásticos e de reciclagem estão emergindo já há alguns anos por necessidade e urgência”.

“As empresas tomaram medidas para reduzir a quantidade de plástico produzindo garrafas PET mais leves, por exemplo; ao mesmo tempo, os comportamentos de consumo estão começando a mudar, à medida que as pessoas abraçam a economia compartilhada”, explica.

Confira algumas iniciativas que, nos últimos anos, têm feito a indústria do plástico evoluir a caminho de uma atuação mais sustentável:

1 – Brasil tem o primeiro polietileno verde certificado no mundo

Em 2007, a Braskem anunciou a produção do primeiro polietileno a partir do etanol de cana-de-açúcar certificado mundialmente, utilizando tecnologia desenvolvida no Centro de Tecnologia e Inovação da empresa. O material hoje é usado em diversas aplicações como, por exemplo, na fabricação de brinquedos, embalagens de cosméticos, equipamentos de jardinagem e até mobiliários como cadeiras e mesas.

A novidade se dá pelo fato de o material contribuir para a redução da emissão dos gases do efeito estufa na atmosfera, já que captura 3,09 toneladas de gás carbônico durante o seu processo produtivo, segundo a Braskem. A resina também apresenta as mesmas características do polietileno tradicional, ou seja, não necessita de adaptações de maquinário e é 100% reciclável.

2 – Logística reversa passa a ser lei para destinação do plástico

A logística reversa foi instituída pela Lei Nº 12.305, que trata da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), segundo a qual as empresas devem se responsabilizar pelo ciclo de vida do produto, ou seja, desde o seu projeto até o descarte final e retorno ao ciclo produtivo. Com isso, as empresas passaram a promover ações como campanhas com o intuito de arrecadar e recolher produtos. Um exemplo é o Descarta Aí, projeto que incentiva a logística reversa de baldes plásticos da construção civil, iniciativa da COFABI – Câmara Setorial dos Fabricantes de Baldes Industriais da ABIPLAST, com patrocínio da Braskem e operacionalização da Yatoó.

3 – Lançamento do Selo Nacional de Plásticos Reciclados

O Selo Nacional de Plásticos Reciclados (Senaplas) foi lançado no dia 20 de janeiro de 2014 como uma solução para identificar, valorizar e certificar as empresas do segmento de reciclados plásticos que atuam de acordo com os critérios socioambientais e econômicos exigidos pela Lei (Senaplas Empresa).

Em 2018 foi lançado o Senaplas Produto que visa atestar certas propriedades da resina reciclada – densidade, índice de fluidez, temperatura de amolecimento ou fusão e/ou módulo de flexão. A certificação valoriza o produto, garantindo ao mercado a qualidade superior do material durante a validade do selo (24 meses). Esse foi um importante marco para regulamentar e estabelecer um padrão de qualidade para os produtos plásticos reciclados.

4 – Investimento em recuperação de resinas plásticas pós-consumo

De acordo com pesquisa encomendada pelo PICPlast, no ano de 2020, 72% da produção de plásticos reciclados no país tiveram origem no resíduo pós-consumo, enquanto 28% foram de resíduo pós-industrial. Alguns transformadores aderiram ao mercado de recuperação de resinas para vendas a terceiros. Um exemplo é o segmento bottle-to-bottle – processo que transforma uma garrafa PET pós-consumo em outra nova e pronta para ser envasada –, que está em alta, impulsionado principalmente pelas metas de sustentabilidade de grandes empresas, como a Coca-Cola.

5 – Modernização da reciclagem

O principal motivo de perdas no processamento de resíduos ainda é a contaminação da sucata plástica com materiais indesejados, que ocorre pela dificuldade na triagem. Por esse motivo, as recicladoras de plástico há anos vêm se modernizando e se valendo da tecnologia. Uma evidência significativa é o número crescente de unidades de reciclagem munidas de sensores ópticos para distinguir plásticos com maior precisão na triagem do resíduo, assegurando maior fluidez e pureza no material que é moído e extrudado.

Por fim, nesse consenso da indústria e consumidores em prol da sustentabilidade, o mundo caminha para a economia circular, que busca evitar a disposição de resíduos em aterros e estimular o descarte correto de resíduos plásticos, o que reduz os impactos socioambientais do plástico.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem, maior produtora de resinas das Américas, e ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação e reciclagem plástica. O PICPlast já investiu cerca de R$ 20 milhões em ações em prol da imagem do plástico e programas de capacitações. A iniciativa é baseada em dois pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, e promoção das vantagens do plástico. O PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial. No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Curta nossa página no