Termotécnica lança novos modelos de conservadoras em EPS para acondicionamento de frutas e hortaliças

14/10/2021

A Termotécnica está lançando dois novos modelos de conservadoras. Segundo a empresa, a sua nova conservadora DaColheita de 8 quilos multiuso, direcionada para atender ao mercado de uvas na sacola, em seus diversos tamanhos, pode também ser usada para outros tipos de produtos frescos. De acordo com a Termotécnica, essa nova embalagem amplia a capacidade de volume interno nas conservadoras, proporcionando melhor aproveitamento logístico.

Já a nova conservadora multiuso de 5 quilos para cumbucas pode ser utilizada para qualquer produto fresco comercializado neste formato, como uva, caqui, pitaya, kiwi, tomate e outras frutas e hortaliças. De acordo com o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt “além de todas as vantagens logísticas e de preservação da qualidade dos produtos frescos acondicionados em comparação com outros tipos de embalagens, as conservadoras DaColheita diminuem custos e reduzem perdas de alimentos na cadeia”.

A Termotécnica afirma que as suas soluções pós-colheita podem ampliar em até 30% o shelf-life dos produtos acondicionados, além de reduzir a absorção de impactos no transporte e melhorar a exposição no varejo.

29 de Setembro: Dia Internacional da Conscientização sobre Perda e Desperdício de Alimentos

No dia 29 de setembro foi comemorado o Dia Internacional de Conscientização sobre Perda e Desperdício de Alimentos, iniciativa da ONU para alertar sobre o impacto da segurança alimentar e nutricional na vida das pessoas. No Brasil, 116,8 milhões de pessoas não têm acesso pleno e permanente a alimentos (Fonte: Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar). No mundo todo, 1/3 de todo o alimento produzido é perdido nos processos de produção e distribuição ou vão para o lixo nas etapas de comercialização e consumo. O problema, que aumentou durante a pandemia da Covid-19, se agrava ainda mais com as perdas em todo o processo de produção e distribuição dos alimentos, o que pode ser combatido com soluções que diminuam a perda e desperdícios de alimentos em toda a cadeia de consumo.

A Termotécnica é uma das poucas empresas brasileiras a figurar desde 2014 entre as signatárias do Save Food Initiative, iniciativa da FAO (Food and Agriculture Organization) / ONU para combate à fome por meio da redução no desperdício de alimentos. A empresa afirma que as suas conservadoras DaColheita aumentam o shelf life (tempo de prateleira) dos alimentos e, dessa forma, contribuem para reduzir significativamente as perdas, mantendo a qualidade e frescor dos FFLVs (Flores, Frutas, Legumes e Verduras) em todo o pós-colheita. As conservadoras já são largamente utilizadas pelo mercado em todo o Brasil, além de serem usadas na proteção de produtos frescos exportados.

Redução da pegada ambiental no transporte de frutas

A Termotécnica encomendou um estudo realizado pela consultoria ambiental Green Domus, onde foram comparadas as emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa) para transporte de cargas de uvas e de mangas, simulando um cenário em conservadoras e paletes de EPS e em caixas de papelão com paletes de madeira. “O mundo e os mercados estão cada vez mais exigentes quanto à pegada ambiental das empresas e estamos comprometidos com esta agenda, apresentando soluções que estão em linha com essas demandas”, afirma o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Foram feitos comparativos em transporte rodoviário no Brasil para as cargas de uva e também combinando os modais rodoviário nacional / aéreo internacional na exportação de manga para a Europa. Ambos os estudos mostram que a utilização de soluções de embalagens em EPS DaColheita contribuem para a redução da pegada ambiental no transporte de frutas.

No primeiro cenário, foi feito o comparativo do transporte de uma carga de uva (110 caixas) com ambos os tipos de embalagens, no trecho entre Petrolina (PE), onde a Termotécnica tem unidade fabril, e a Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), via transporte rodoviário em caminhão de baú refrigerado padrão. Como resultado, as emissões presentes no transporte terrestre de uva em embalagens e paletes de EPS foram 9,52% menores do que em embalagens de caixas de papelão e paletes de madeira, uma diferença de 89,13 toneladas. Como comparação, no ano de 2019, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e da plataforma SEEG (Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa), a emissão diária per capita do brasileiro é de 28,25 KgCO2 e/dia. Conclui-se, portanto, uma redução de CO2 equivalente às atividades diárias de 3.155 pessoas.

Estudo similar, que também envolveu os dois tipos de materiais para as embalagens, foi realizado com uma carga de manga (110 caixas) entre Petrolina (PE), Viracopos (SP) e Lisboa (POR), sendo o primeiro trecho por transporte terrestre e o segundo por via aérea. Neste cenário, as emissões de GEE somadas no transporte terrestre e aéreo de manga em embalagens e paletes de EPS foram 5,44% menores que o transporte de manga em embalagens de caixas de papelão e paletes de madeira. A diferença no transporte de manga foi de 2.492,39 toneladas. Esta quantidade equivale a emissões de 88.226 pessoas/dia.

A empresa enfatiza que, em resumo, o uso das conservadoras em EPS reúne três características de sustentabilidade:

1) Na reciclagem pós-consumo, já que o EPS é um material que pode ser 100% reciclado e se transformar em matéria-prima para outras aplicações, como rodapés e molduras.

2) Aumento do shelf-life (vida de prateleira) dos produtos frescos em até 30%, o que contribui para a redução do desperdício na cadeia de distribuição e consumo.

3) Redução da pegada de carbono, com a diminuição da emissão de CO2 equivalente no transporte, em função do seu peso mais leve, o que reduz o consumo de combustível.

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Sealed Air amplia portfólio para e-commerce e lança no Brasil almofada de ar feita com plástico reciclado

13/10/2021

Fabricante de embalagens e soluções de proteção, a Sealed Air Brasil complementa seu portfólio local para o segmento de proteção com a chegada da almofada de ar EarthAware. Segundo a Sealed Air, a solução foi desenvolvida a partir de matéria-prima composta por pelo menos 95% de polietileno reciclado de origem pós-industrial, sendo 100% reciclável.

Muito utilizada por indústrias de diferentes segmentos – como eletrônicos, decoração e produtos com alta fragilidade – almofadas de ar são necessárias para o preenchimento de espaços vazios dos pacotes e na proteção das mercadorias durante seu percurso até o consumidor, minimizando impactos que podem causar avaria. Além de colaborar com uma operação mais sustentável, as almofadas de ar feitas de polietileno reciclado possuem alta densidade e maior espessura que as tradicionais, permitindo maior resistência e proteção.

Segundo a Sealed Air, a almofada de ar EarthAware apresenta durante todo seu ciclo de vida – fabricação, transporte e descarte – uma redução de 52% no consumo de combustíveis fósseis em comparação com soluções tradicionais, além de reduzir em 44% o consumo de água, quantia equivalente a 31 piscinas olímpicas.

“Com o avanço do e-commerce, decidimos investir ainda mais em soluções inovadoras para este mercado. O EarthAware é uma solução perfeita para o varejo eletrônico nacional, já que além de oferecer alta qualidade técnica, contribui para redução do impacto ambiental”, destaca Flávia Moreira, Gerente de Marketing para Fullfilment e Indústria da Sealed Air na América Latina. A executiva pontua também que a EarthAware foi desenvolvida para retornar ao ciclo da reciclagem, favorecendo assim, a economia circular.

Até 2025, a empresa tem como meta intensificar esforços para desenvolver soluções de embalagem 100% recicláveis ou reutilizáveis e atingir 50% de conteúdo reciclado, em média, em todas as soluções de embalagens.

O portfólio de soluções da Sealed Air inclui embalagens para alimentos da marca Cryovac, embalagem protetora da marca Sealed Air, sistemas automatizados da marca Autobag e embalagem da marca Bubble Wrap. Segundo a empresa, as suas marcas impulsionam o comércio por meio de soluções de embalagem e automação que levam proteção para o transporte mundial de mercadorias. A Sealed Air gerou US $ 4,9 bilhões em vendas em 2020 e tem aproximadamente 16.500 funcionários que atendem clientes em 115 países.

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Braskem e Antilhas fornecem embalagem stand-up-pouch monomaterial para o relançamento de linha de arroz da Mãe Terra

13/10/2021

Com essa parceria, Mãe Terra é a primeira marca a utilizar o produto no mercado alimentício.

A Braskem e a Antilhas, empresa brasileira atuante no mercado de embalagens, passam a fornecer à Mãe Terra a embalagem stand up pouch (SUP) monomaterial, lançada ao mercado em 2019. O novo produto, feito 100% em polietileno, sem laminação, e que traz características sustentáveis e ciclo circulares, será utilizado pela primeira vez no setor alimentício para embalar a nova linha de arroz especial Ritto.

Como o nome sugere, as embalagens monomateriais são produzidas a partir de uma única matéria-prima, característica que garante alto índice de reciclabilidade por não possuir mistura de materiais na formulação do produto. Além disso, sua reciclagem gera uma resina reciclada pós-consumo de maior qualidade e com uma gama maior de possibilidades de aplicação.

De acordo com Américo Bartilotti, diretor do negócio de embalagens e bens de consumo da Braskem, a iniciativa é reflexo do empenho da empresa em estimular o ciclo sustentável na cadeia plástica. “Temos um compromisso público com a economia circular de carbono neutro e entre nossas premissas está o trabalho com parceiros na concepção de produtos que ampliem a eficiência da reciclagem e o retorno do produto à cadeia. Temos muito orgulho da trajetória construída em parceria com a Antilhas. Nossos times de Pesquisa & Desenvolvimento conseguiram desenvolver uma solução monomaterial que atende às necessidades do mercado e, ao mesmo tempo, aborda a questão da reciclagem”, afirma.

A produção das embalagens foi realizada com a tecnologia EB (Electron Beam), processo de impressão externa por cura com feixe de elétrons, patenteado com exclusividade pela Antilhas. Segundo a empresa, essa tecnologia garante qualidade de impressão superior, com o mesmo brilho de material laminado e possibilidade de acabamentos externos com apelo sensorial. Além disso, garante a Antilhas, a tecnologia permite benefícios adicionais no processo operacional: redução de até 50% no consumo de energia elétrica, sem perder a qualidade de cor e brilho do material final; e redução de até 95% dos compostos orgânicos voláteis, fator que reduz a emissão de gases causadores do efeito estufa.

“A inovação e compromisso com o meio ambiente são dois pilares que fazem parte do nosso DNA. A embalagem stand up pouch 100% PE, desenvolvida em parceria com a Braskem, é fruto de muita pesquisa e dedicação que resultaram no desenvolvimento da impressão em EB e em um produto sem a necessidade de laminação. O lançamento do Ritto, em conjunto com a Mãe Terra, é a confirmação que nossos esforços valeram a pena”, comenta Rodrigo Massini, gerente executivo da Antilhas.

Para Isis Bialoskorski, gerente de marketing da Mãe Terra, o projeto em parceria com a Braskem e a Antilhas é mais uma das formas com que a empresa mostra o seu comprometimento com a sustentabilidade e a sociedade. “Há 40 anos, temos um compromisso com o bem estar social e ambiental, privilegiando pequenos produtores e ingredientes nativos e orgânicos do nosso Brasil. Mas nossa missão não para por aí: também buscamos soluções de embalagens que reforcem um ciclo positivo de economia. Por isso, temos diversas iniciativas para a melhoria das nossas embalagens. O Ritto -arrozes especiais – é a mais nova delas e nos enche de orgulho por ser o primeiro produto da marca que conta com uma cadeia circular para os resíduos”, comenta a executiva.

A embalagem stand up pouch monomaterial pode ser utilizada em aplicações de diferentes setores como cosméticos, alimentício e home & personal care. Além disso, a solução também permite manter as características, qualidade e proteção do produto, afirma a Braskem.

Resíduos que viram prêmios

A Molécoola , programa de fidelidade ambiental acelerado pelo Braskem Labs em 2020, foi convidada pelas empresas para apoiar, na prática, o processo de circularidade para a solução. Por meio da iniciativa, o participante ganha pontos na troca de resíduos pós-consumo, podendo convertê-los em produtos das marcas parceiras, inclusive da própria Mãe Terra. Para engajar o consumidor na ação, a Mãe Terra impulsionará a pontuação do programa. Ao final do processo, todas as embalagens serão devolvidas à Braskem, que ficará responsável pela reciclagem e retorno do resíduo à cadeia produtiva. “A economia circular depende da ação de cada um dos elos da cadeia de produção e consumo, desde a indústria até o consumidor. E o incentivo a ações que considerem o ciclo completo dos produtos faz parte do nosso compromisso”, explica Bartilotti.

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Dow, Estre, Akatu e Prefeitura de Hortolândia (SP) implementam programa de reaproveitamento de colchões e sofás

13/10/2021

  • A campanha Reuse foi desenvolvida pela Dow e está sendo implementada pelo Instituto Akatu e a Prefeitura Municipal de Hortolândia (SP) para sensibilizar e mobilizar a população em relação ao descarte de resíduos, incluindo colchões
  • Implementada em Hortolândia (SP), a iniciativa prevê a reforma de Postos de Entrega Voluntária; suporte à cooperativa local; ações educativas para professores e alunos da rede pública de ensino; e campanhas direcionadas à população para estimular a coleta e o descarte correto de resíduos e materiais recicláveis
  • Até o momento, cerca de 1.800 colchões e sofás que iriam para aterros sanitários foram coletados e encaminhados à cooperativa local para reaproveitamento dos materiais, incluindo a espuma de poliuretano.
  • Esse número deverá passar de 2.500 sofás e colchões recuperados.
  • Idealizado pela Dow e co-idealizado pelo Instituto Estre, o projeto servirá como piloto para ser replicada em outras localidades.

A Dow está lançando uma campanha para circularidade de colchões: a Reuse, iniciativa que tem como objetivo apoiar a coleta seletiva, sensibilizar e mobilizar a população em relação ao descarte correto e à reciclagem de resíduos. Por meio do Reuse, a Dow quer garantir que a espuma de poliuretano e os demais materiais que compõem os colchões sejam reaproveitados em um novo ciclo de produção, fomentando a circularidade. Até o momento, cerca de 1.800 sofás e colchões, que iriam para aterros sanitários, já foram recolhidos e recuperados pelo Reuse. Até a conclusão do projeto, prevista para dezembro desse ano, esse número deverá passar de 2.500 itens recuperados.

As tecnologias para poliuretano estão entre as principais soluções produzidas pela Dow e utilizadas em aplicações de colchões, móveis estofados e sistemas de refrigeração, entre outros. O desenvolvimento da campanha Reuse está alinhado à estratégia global e regional da companhia na instituição de ações voltadas para questões sociais e de sustentabilidade “Queremos promover a economia circular por meio da sensibilização e da educação, enfatizando os benefícios ambientais, sociais e econômicos da reciclagem de materiais. Estamos implementando uma estrutura que viabiliza a coleta e a entrega dos mais variados produtos, incluindo colchões, a fim de garantir o descarte correto da espuma de poliuretano”, explica Leonardo Censoni, diretor comercial do negócio de Poliuretanos da Dow para a América Latina.

Parceiros do Reuse

O projeto foi idealizado pela Dow e co-idealizado pelo Instituto Estre, organização especializada em educação ambiental com foco em resíduos, e que segue como parceiro do projeto, recebendo visitas sobre a economia circular do poliuretano em seu centro de educação ambiental. O Instituto Akatu é o parceiro responsável pela implementação do projeto junto à Prefeitura de Hortolândia, que disponibiliza a estrutura de suas Secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Serviços Urbanos, Educação, Ciência e Tecnologia e Inclusão e Desenvolvimento Social. O Akatu, que realizou os diagnósticos iniciais, irá monitorar os impactos das ações até o final do projeto, além de coordenar as atividades de comunicação, sensibilização e mobilização da comunidade. “A gestão de resíduos é um tema urgente e o projeto Reuse traz ações junto aos consumidores bem como a participação do poder público, com a revitalização da coleta seletiva e infraestrutura necessária para o descarte e o recebimento adequados dos materiais. Nossa expectativa é essa experiência possibilite identificar e sistematizar soluções, para serem, então, replicadas em outras localidades”, afirma Denise Conselheiro, gerente de educação do Akatu.

Para a Secretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Eliane Nascimento, “a parceria vem ao encontro da postura da Prefeitura Municipal de Hortolândia, que busca equilibrar o desenvolvimento econômico e social às práticas de sustentabilidade ambiental, características típicas de uma cidade moderna e inteligente. O trabalho desenvolvido colabora para fechamento do ciclo da espuma, tão comum em móveis estofados e colchões descartados pela população e tem os moradores como principais aliados”.

Educação, comunicação e melhoria da gestão de resíduos

As ações da campanha Reuse estão centradas em diferentes frentes de atuação, entre elas, uma série de ações educacionais coordenadas pelo Instituto Akatu e direcionadas a professores e alunos da rede municipal, como capacitações e atividades pedagógicas sobre consumo consciente e gestão de resíduos. Ao todo, mais de 30 escolas participam da iniciativa. A adequação de seis PEVs – Postos de Entrega Voluntária – também faz parte do projeto. As unidades receberão infraestrutura para acomodar sofás e colchões descartados pela população, bem como um sistema logístico para enviar esses produtos à cooperativa que realiza a recuperação de materiais, como espumas, madeira, molas e tecidos. A implantação da rede para coleta seletiva e gestão de resíduos contará com uma campanha de engajamento direcionada à população para divulgar pontos de coleta seletiva, assim como os canais de informações e de atendimento para dúvidas e agendamento de retirada de sofás e colchões em domicílio.

Alinhamento às metas globais de Sustentabilidade

Os projetos da Dow com foco em reciclagem e reaproveitamento de materiais fazem parte do conjunto de ações globais para alcançar as Metas em Sustentabilidade da empresa até 2050: a neutralidade em carbono para proteção do clima e a eliminação dos materiais plásticos como resíduos para fortalecer a economia circular. A empresa pretende: reduzir as emissões anuais de carbono em 5 milhões de toneladas até 2030 e alcançar a neutralidade em 2050; investir no desenvolvimento de tecnologias e processos para que 1 milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030; aprimorar o portfólio com foco em design para a reciclabilidade para que, até 2035, a companhia ofereça 100% de produtos reutilizáveis ou recicláveis para as aplicações de embalagens.

A Dow possui um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones aplicados a produtos e soluções de base científica em segmentos de mercado como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.

Sobre o Instituto Akatu: Criado em 15 de março de 2001, o Instituto Akatu é uma organização não governamental sem fins lucrativos que afirma trabalhar pela conscientização e mobilização da sociedade para um novo jeito de viver, com consumo consciente e mais bem-estar para todos. As atividades do Akatu estão focadas na mudança de comportamento do consumidor em duas frentes de atuação: Educação e Comunicação, com o desenvolvimento de campanhas, conteúdos e metodologias, pesquisas, jogos e eventos. O Akatu também atua junto a empresas que buscam caminhos para a nova economia, ajudando a identificar oportunidades que levem a novos modelos de produção e consumo que respeitem o ambiente e o bem-estar, sem deixar de lado a prosperidade.

O Instituto Estre é uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) criada em 2006 e mantida pela Estre Ambiental. Percorrendo o território nacional, promove diálogos e reflexões sobre consumo, resíduos, cidadania, espaços educadores sustentáveis e outros temas pertinentes à educação ambiental e processos coletivos e emancipadores. O Instituto Estre acredita na educação como caminho para a sustentabilidade. Em seus 15 anos de atuação, publicou 3 livros e mais de 500 mil pessoas já participaram de seus programas de Educação Ambiental. Hoje, o Instituto Estre conta com três Centros de Educação Ambiental (Paulínia/SP, Fazenda Rio Grande/PR e Rosário do Catete/SE), mas não limita sua atuação a estes espaços educadores.

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UBE lança grades de poliamidas recicladas a partir de aparas industriais

13/10/2021

A UBE anunciou estar disponibilizando para o mercado brasileiro uma linha de poliamidas (PA) feitas a partir da reciclagem de aparas industriais (filmes). Os grades disponibilizados são:

  • r-UBE 01, obtido da delaminação de filmes coextrudados (100% PA6);
  • r-UBE 19, obtido da reciclagem mecânica de filmes, sendo uma mistura de PA6+ CoPA 6/6.6 e apresentado nas cores natural e colorido.

Segundo a empresa, os grades são ideais para a aplicação em monofilamentos para a produção de redes de pesca, tênis e sacolas. “Este lançamento está alinhado à estratégia de sustentabilidade da UBE que tem como pilares a criação da cultura da reciclagem do nylon (aparas industriais e pós consumo) e, agora, o uso de conteúdo reciclado em novos materiais, dentro do conceito de circularidade”, pontua Carolina Villela, executiva de Vendas da UBE.

O lançamento vai ao encontro da crescente demanda por materiais recicláveis e/ou com conteúdo reciclado, alavancada pela pressão do consumidor final. “Por isso mesmo, esperamos estender este conceito de conteúdo reciclado a outras linhas da UBE”, completa Carolina. Segundo a especialista, na área de filmes stretch e shrink, muito usados em embalagens secundárias, o conceito já está consolidado.

Esta mesma consolidação é vista na área de garrafas sopradas multicamadas, afirma a empresa. Neste caso, o nylon produzido com aparas industriais é usado para compor a camada de material reciclado, substituindo o PE (polietileno) na estrutura. Segundo a UBE, outra potencial aplicação é em filmes multicamadas para contenção de defensivos agrícolas, por oferecer menor permeabilidade a gases e melhorar a integridade dos filmes.

Especificamente na área de filmes para embalagem, recentemente a UBE anunciou que foi certificada pelo protocolo Recyclass, o qual atesta que filmes multicamadas, com até 15% de PA (poliamida) em sua estrutura, são recicláveis. “Na outra ponta, trabalhamos para disseminar a cultura da reciclagem do nylon, desmistificando preconceitos e provando que esta reciclagem é viável”, finaliza Carolina.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

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Evonik apresenta aditivo para produção de asfalto modificado com pó de borracha proveniente de pneus usados

13/10/2021

Aditivo permite produção de asfalto modificado com borracha, utilizando pneus descartados. Em sua primeira aplicação no país, produto demonstra como pode melhorar o processo produtivo, a aplicação e a qualidade do asfalto

Um dos grandes desafios urbanos, das administrações públicas e da engenharia é a manutenção da qualidade e da durabilidade da pavimentação de ruas e estradas. Disto decorrem a segurança do usuário, a demanda de recursos financeiros e materiais, custos com veículos e combustíveis, condições de tráfego e sustentabilidade. A cada ano aumenta a necessidade de asfaltos de melhor composição, que não só possuam maior vida útil, como também reduzam o impacto sobre o meio ambiente.

A Evonik afirma ter desenvolvido um processo patenteado para atender a essas demandas. Trata-se da mistura do aditivo poliolefínico Vestenamer ao pó da borracha proveniente de pneus descartados. Ao ser misturado à massa asfáltica, a solução elimina problemas do processo produtivo, facilita a aplicação e garante melhor qualidade do asfalto modificado com borracha, garante o fabricante.

Segundo a Evonik, a inovação beneficia gestores e usuários de vias públicas, bem como o meio ambiente, uma vez que estimula processos de reaproveitamento de materiais. Estima-se que, a cada ano, cerca de 19,3 milhões de toneladas de pneus são descartados no mundo, sendo que aproximadamente 450 mil toneladas somente no Brasil. O reaproveitamento do pneus contribui para o fechamento do ciclo de uma maneira mais sustentável, reduzindo resíduos, manutenções recorrentes e a emissão de carbono.

Aplicação no Brasil

Em julho último, o produto foi utilizado para a pavimentação de uma área de aproximadamente 2.500 m² localizada dentro do parque industrial da Evonik em Americana (SP).

O Vestenamer é produzido na planta da Evonik em Marl, na Alemanha, e esta foi a primeira aplicação no Brasil. O projeto foi desenvolvido em parceria entre o departamento Technology and Infraestructure e as unidades de negócios da Evonik, que têm o objetivo de promover as soluções e tecnologias da empresa em projetos internos, colaborando para o desenvolvimento de novas aplicações em diferentes regiões.

Participaram da obra a NTA Asfaltos, fabricante do ligante modificado com borracha e Vestenamer; a Galvani Engenharia, produtora do asfalto modificado com borracha, e a Teixeira Pavimentação Asfáltica, responsável pela aplicação do asfalto.

“Foram utilizados 160 kg do produto. A coordenação técnica com todas as empresas envolvidas exigiu reuniões dedicadas e planejamento para garantir a boa fluidez do asfalto modificado no processamento, bem como controle de temperatura no local de produção do asfalto e deslocamento até a planta da Evonik”, explica Rodrigo Marques, Coordenador de Negócios da área de High desempenho Polymers, da Evonik.

Desempenho

A Evonik explica que o Vestenamer é um aditivo poliolefínico semicristalino, fornecido pronto para o uso, que atua como plastificante reativo nos processos de mistura e produção de compostos de borracha e, devido à presença de ligações duplas na molécula, forma uma interface entre o pó de borracha e o betume, protegendo e garantindo a reatividade. Dadas as suas características, envolve de forma satisfatória os agregados do composto e não altera o material final. Entre as vantagens, segundo a empresa, estão:

· Gera menos odor e diminuição da emissão de gases voláteis provenientes do processamento com borracha;
· Facilita a fluidez no processo e no descarregamento dos tanques, sem que seja necessária a limpeza adicional dos mesmos;
· Melhora o comportamento do ligante asfáltico no armazenamento aquecido;
· Facilidade para compactar a massa asfáltica em temperaturas reduzidas;
· Ganho de produtividade com aplicação mais rápida;
· Melhor acabamento superficial do asfalto.

O vídeo do case de aplicação do Vestenamer pode ser acessado no link: https://www.youtube.com/watch?v=aleivHEbdhk.

A Evonik é uma das líderes mundiais em especialidades químicas. A empresa atua em mais de 100 países em todo o mundo, conta com 33 mil colaboradores e gerou vendas de 12,2 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 1,91 bilhão de euros em 2020.

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Tecniplas fornece silos de PRFV para a Cargill

13/10/2021

Com design inédito, equipamentos fazem parte da nova fábrica de pectina da empresa

Prestes a ser inaugurada na cidade de Bebedouro (SP), a fábrica de pectina da Cargill conta com silos de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro) fabricados pela Tecniplas. A pectina é um agente texturizante à base de frutas cítricas. Os silos fornecidos pela Tecniplas receberão as cascas de laranja que farão parte do processo produtivo desse insumo da indústria alimentícia.

Dos quatro maiores silos fornecidos para a Cargill, detalha Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas, dois têm diâmetro de 4.500 mm e dois de 5.000 mm. “A fabricação do fundo em formato retangular foi inédita para a Tecniplas e o maior desafio desse projeto. Por se tratar de uma peça única, desenvolvemos todos os moldes a partir do zero”, explica. Ao todo, a Tecniplas produziu 18 equipamentos especiais diferentes para esse projeto.

Em outras plantas da Cargill ao redor do mundo, silos desse tipo são feitos de aço duplex. “Comprovamos para o cliente a adequação do PRFV, não só em relação à versatilidade de design, mas também com respeito aos elevados níveis de resistência química e mecânica”, acrescenta Rossi.

Em média, equipamentos especiais como os silos respondem por 35% do faturamento da Tecniplas, líder brasileira em tanques de PRFV. Porém, há exceções, como no ano passado, quando as “especialidades” significaram mais de 60% do giro da empresa.

“Há certa estabilidade na demanda por equipamentos especiais. A procura aumenta, no entanto, quando surgem projetos baseados em processos industriais muito complexos, campo no qual o Brasil se destaca frente aos demais países da região”, conclui o diretor da Tecniplas.

Fundada em 1976, a Tecniplas é a maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atende os setores de álcool e açúcar, papel e celulose, clorossoda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

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Tomra realiza quarta edição do Tomra Talks sobre a implementação da economia circular

11/10/2021

Visita ao Centro de Testes da Tomra em Mülheim-Kärlich

A quarta edição do Tomra Leads, agora Tomra Talks, foi concluída em 6 de outubro passado. Dois dias  onde os líderes do setor puderam compartilhar suas experiências sobre como implementar a economia circular. Através de uma visita à inovadora fábrica de Lahnstein, também foram vistos os benefícios que podem ser alcançados quando vários atores da cadeia de reciclagem trabalham juntos como uma equipe.

Sob o tema “Fechando o ciclo de plástico”, o evento, com duração de dois dias e realizado em Frankfurt nos dias 5 e 6 de outubro, conseguiu reunir 280 participantes de países de todo o mundo entre os presenciais e o que se conectaram na plataforma digital.

Em sua quarta edição, a conferência internacional consolida-se como um evento único no setor. O Tomra Talks foi projetado para compartilhar informações e acelerar o progresso da reciclagem e da gestão de resíduos com um objetivo difícil, mas claro: passar de uma economia linear para uma economia circular em um mundo em que o crescimento ininterrupto do volume de resíduos está gerando uma espiral que se tornou um verdadeiro incômodo para todos: políticos, legisladores, consumidores, fabricantes, recicladores e transformadores. A boa notícia é que as possibilidades de aumentar a reciclabilidade dos resíduos são grandes e, com a tecnologia atual e com o trabalho conjunto de todos os envolvidos, o caminho rumo à economia circular pode ser acelerado em todos os níveis.

Durante os dois dias do evento, os participantes puderam visitar a inovadora planta de Lahnstein, uma avançada planta de reciclagem mecânica gerenciada em conjunto pela Tomra, Borealis e Zimmermann. O segundo dia foi dedicado às conferências, onde os participantes puderam conhecer Tove Andersen, a nova Presidente e CEO do Grupo Tomra; eles ouviram em primeira mão as últimas tendências e apresentações de um seleto grupo de palestrantes, participaram dos debates organizados por temas e aproveitaram, mais uma vez, as oportunidades de networking que um evento dessas características oferece.

Visita à Planta Experimental Lahnstein e ao Centro de Testes Tomra em Mühlheim-Kärlich

A fábrica alemã em Lahnstein, que processa resíduos plásticos domésticos rígidos e flexíveis, foi cuidadosamente selecionada para fazer parte do Tomra Talks. Conforme explicado durante o evento: “Lahnstein nos permite entender os grandes avanços que podem ser alcançados em termos de transformação para uma economia circular quando diferentes atores importantes da cadeia decidem unir forças. O fato é que esta planta gera material reciclado de alta qualidade para que fabricantes e processadores possam utilizá-lo sem problemas nas aplicações mais exigentes”, afirmou Volker Rehrmann, Vice-Presidente Executivo e Diretor de Economia Circular da Tomra.

Por sua vez, e já no Centro de Testes Tomra, os participantes tiveram a oportunidade de ver ao vivo as mais recentes inovações tecnológicas para os plásticos: os equipamentos de separação de flakes Autosort Flake e Innosort Flake; junto com o Autosoft Speedair, um sistema personalizável projetado para estabilizar materiais leves (como plástico flexível ou papel) na esteira de aceleração, que agora pode chegar a 5m/s), permitindo que muito mais material seja processado; a identificação e separação de cartuchos de silicone com Autosort e Gain trabalhando em conjunto; a nova plataforma Tomra Insight baseada na nuvem que conecta equipamentos e permite a tomada de decisões informadas, assim como um equipamento de logística reversa da Tomra Collection, a Tomra R1.

Tove Andersen, nova CEO da TOMRA, na abertura do dia de conferências

Dezesseis palestrantes, networking e um jantar de encerramento

O segundo dia foi muito completo e teve a palestra de Tove Andersen, nova presidente e CEO do Grupo Tomra, que deu as boas-vindas à conferência “Fechando o ciclo do plástico”. “Na verdade, é muito simples”, disse ela. “Nossas décadas de experiência mostraram e demonstraram que é a triagem dos resíduos que determina o resultado da reciclagem. Nosso objetivo é reciclar os resíduos de plástico de forma que possamos mantê-los em circulação o máximo de tempo possível. Quanto mais clara, prática e ambiciosa for a legislação verde, mais cedo poderemos manter esse material em um ciclo fechado globalmente”.

Os demais palestrantes abordaram questões técnicas, jurídicas e práticas de como alcançá-lo. Por exemplo, os participantes tomaram conhecimento de um estudo recente do think tank londrino Eunomia, encomendado pela Tomra, o qual concluiu que as emissões de gases de efeito estufa poderiam ser reduzidas, ao se aumentarem significativamente as taxas de reciclagem e pela melhoria da gestão de recursos. As reduções de emissões, em todo o mundo, poderiam chegar a uma quantidade anual equivalente a 2.760 milhões de toneladas métricas de CO2, comparável ao produzido por mais de 600 milhões de carros em circulação por ano.

Em conjunto com as suas empresas colaboradoras do setor dos plásticos, a Tomra tem um ambicioso plano de permitir a recuperação de todo o material possível para a reciclagem, bem como aumentar a quantidade desse material reciclado em ciclo fechado. Este pode ser um passo decisivo para reduzir as emissões de CO2 e conservar recursos naturais.

Link para receber o vídeo de resumo da conferência: https://solutions.Tomra.com/Tomra-talks-2021-video

A Tomra Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos, contando hoje com cerca de 7.400 sistemas instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra Recycling afirma ter sido responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos. A empresa faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Braskem Idesa anuncia aditivo com a Pemex para fornecimento de etano e convênio para projeto de terminal de importação no México

07/10/2021

A Braskem Idesa (BI), joint-venture da Braskem e da mexicana Idesa, assinou com a Pemex Transformación Industrial e a Pemex Exploración y Producción aditivo ao contrato de fornecimento de etano. Além disso, assintou com a Petróleos Mexicanos, Pemex Logística e outros entes governamentais mexicanos um convênio que estabelece medidas de apoio para o projeto de construção de um terminal de importação de etano. Isso garantirá acesso a diversas fontes de matéria-prima para produzir a plena capacidade e abastecer o mercado local mexicano e internacional.

O novo terminal que a Braskem Idesa construirá para importação de etano em Veracruz estará localizado na área do CIIT (Corredor Interoceanico do Istmo de Tehuantepec), que é uma das iniciativas do governo mexicano para o desenvolvimento do sudeste do país e do setor de energia.

Em relação ao fornecimento, o acordo altera a quantidade vigente. A Pemex passa a fornecer o volume mínimo de 30 mil barris diários de etano até a entrada em operação de terminal, prevista para o segundo semestre de 2024, ou a data limite de fevereiro de 2025 (passível de extensões se houver atrasos com licenças), o que ocorrer primeiro. A Braskem Idesa terá direito de preferência para adquirir todo o etano que a Pemex tiver disponível e não consuma no seu próprio processo produtivo até 2045, a preços conforme referências internacionais.

Estes acordos (sujeitos à aprovação final dos Conselhos de Administração de ambas as partes, bem como credores da Brakem Idesa) resolvem pendências contratuais que haviam sido discutidas pelas partes e estabelece novos compromissos de volume e preço para o fornecimento de etano pela Pemex, compatível com a disponibilidade atual e futura da matéria-prima no país. Os acordos permitirão a sustentabilidade de longo prazo da fábrica localizada em Veracruz, no México.

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Italiana Gualapack adquire Teruel Embalagens e investirá R$ 125 milhões no Brasil até 2023

07/10/2021

Operação local aumenta importância na expansão internacional do grupo e implementação de um plano de investimentos

A companhia de origem italiana e especializada em embalagens flexíveis especiais anunciou seu plano de expansão no Brasil. Entre os objetivos, estão a incorporação de novos produtos e soluções ao portfólio, aumento de sua capacidade produtiva e a implantação de novas tecnologias com foco em soluções sustentáveis. O valor de R$ 125 milhões será investido aqui nos próximos dois anos.

Como primeiro passo, a Gualapack Brasil anuncia esta semana a sua segunda aquisição no país. Em 2015 a companhia adquiriu a Tradbor, especializada em embalagens stand-up pouches e, agora, comprou a Teruel Embalagens – Papéis Amália Ltda. (foto) – uma tradicional empresa familiar, com mais de 50 anos de operação e especializada em impressão flexográfica em filmes flexíveis – com duas fábricas em território nacional.

Alan Baumgarten, CEO da Gualapack Brasil, destaca que “a especialidade da Teruel, que inclui tecnologias próprias patenteadas no país e no mundo, bem como a utilização de papel em embalagens flexíveis, contribui de forma essencial para a linha de produtos sustentáveis da Gualapack. A aquisição permite ainda à Gualapack Brasil alinhar-se ao portfólio global da empresa”.

Em seis anos, a Gualapack Brasil consolidou uma primeira fase de investimentos e parte para um segundo patamar de expansão. Nesta segunda fase, e agora com três plantas produtivas, além da aquisição da Teruel, a companhia diz que investirá em novas tecnologias e aumento de capacidade, viabilizando a fabricação local de soluções sustentáveis, como os filmes e pouches mono-materiais recicláveis. “A solução já é adotada por grandes clientes da empresa na Europa e agora estará disponível ao mercado brasileiro. Nosso posicionamento internacional nos permite trazer ao país tecnologias e produtos disruptivos e inovadores para atender a grandes clientes globais e locais”, explica o executivo.

Além do Brasil, a Gualapack está presente na Itália, Chile, México, EUA, Costa Rica, Romênia, Ucrânia, Austrália, EUA e China. A Gualapack está há mais de seis anos no Brasil, sendo a unidade brasileira uma das que apresenta maior potencial de crescimento para as vendas anuais, que atingem EUR 300 milhões. O grupo é líder em embalagens stand-up pouches com bico e seu sistema de envase, um dos que mais cresce no mundo. No país, entre os principais clientes estão empresas como Nestlé, Danone e Catupiry. A Duff & Phelps, A Kroll Business assessorou a Gualapack na aquisição da Teruel Embalagens – Papéis Amália Ltda.

Fundada em 1969 pelo casal Amadeu e Amélia Teruel, a Teruel se especializou no processo de impressão flexográfica ao longo de seus 50 anos e hoje conta com duas fábricas no Brasil. A Teruel está baseada em Jaguariúna/ São Paulo com um parque gráfico de 30 mil m2 e uma unidade em Ouro Fino/ Minas Gerais com uma área de 20 mil m2. Trata-se de uma das maiores e mais tradicionais convertedoras em flexografia, contando com máquinas para produzir embalagens flexíveis industriais e comerciais para diversos usos e mercados.

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Semana do Plástico no Espírito Santo aponta oportunidades com especialistas da área

07/10/2021

O terceiro painel da 14ª Semana do Plástico, evento a ser realizado pelo Sindiplast/ES, traz o tema “Interinstitucional do Plástico – Oportunidades de Negócios – Um olhar polifônico”. Os painelistas serão os presidentes e diretores dos sindicatos dos estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo e do proponente, Espírito Santo.

O objetivo da Semana do Plástico, que acontece dos dias 8 a 13 de novembro, é a troca de experiências e interação entre os sindicatos patronais e apresentação de boas práticas com foco em oportunidades de negócios e aumento de mercado.

Também neste Painel ocorrerá uma palestra com o tema “Indústria 4.0 aplicada ao setor de plástico”, organizada pelo IST/Findeslab. O setor é o quarto maior empregador da indústria de transformação brasileira, com mais de 320 mil empregos gerados.

O evento, de forma geral, irá abordar a “Utilização do Plástico na Saúde” dando enfoque a utilização deste material no dia a dia dos hospitais, proporcionando segurança e avanço para a medicina. As propriedades do plástico, como impermeabilidade, baixo peso, custo, durabilidade, transparência e compatibilidade com outros materiais, garantem a versatilidade do uso deste material na área da saúde.

O evento contará com a participação de pesquisadores do Brasil e do exterior. A semana de intensas atividades é voltada tanto para o setor interno como para a sociedade em geral, realizada de forma presencial e/ou transmitida remotamente.

Mais informações da 14ª Semana do Plástico no link: https://sindiplastes.org.br/semanadoplastico/

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Alliz lança embalagem termoformada para linha de frango fresco fabricada com material rico em polietileno da Dow

30/09/2021

Segundo fabricante, a solução mantém o produto fresco para consumo por até 15 dias, sendo inviolável, resistente e hermética, além de eliminar vazamentos e odores, danos e perdas do produto.

A embalagem termoformada a vácuo e rica em polietileno desenvolvida com a linha Phormanto, da Dow, para cortes de frangos frescos e refrigerados da Alliz, empresa de processamento de aves do Grupo Zanchetta, recebeu troféu prata no Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira na categoria ‘Estratégica – Soluções para varejo e e-commerce’. Em sua 21ª edição, a premiação tem como objetivo principal eleger as embalagens que se destacam no mercado brasileiro.

“A nossa proposta foi desenvolver uma embalagem otimizada e tecnicamente reciclável, à prova de vazamentos e odores, a partir de polietilenos de alto desempenho, e que permite porcionamento do produto. O resultado gera menos resíduo para o consumidor, afinal, caso seja descartado corretamente, o material pode entrar na cadeia de reciclagem existente após a higienização adequada e separação dos restos orgânicos”, explica Sabine Rossi, Gerente de Desenvolvimento de Novos Mercados da Dow.

Segundo a empresa, a embalagem também é capaz de manter os alimentos frescos e prontos para consumo por até 15 dias, oferecendo confiabilidade, higiene e segurança. Como resultado, os produtores obtêm benefícios na oferta de produtos que se destacam na gôndola em embalagem sustentável que pode contribuir para a diminuição de avarias, perdas e desperdício de alimentos. Já o consumidor tem uma experiência de ‘mãos limpas’, pois não tem vazamento e cheiro no pacote, além de conseguir levar o produto embalado ao preparo em porções adequadas para sua necessidade.

Para a Alliz, a proposta possibilitou o desenvolvimento de uma solução inédita para o mercado de aves. A empresa é referência nacional na tecnologia de processamento de aves há mais de duas décadas. “Nossa missão é ser uma empresa inovadora, que oferece soluções sustentáveis e que busca excelência para oferecer produtos de qualidade, a fim de atender os mercados, clientes e consumidores finais. Essa parceria com a Dow reflete e reforça esse compromisso, avançando em tecnologias de design e fabricação de embalagens para agregar valor a toda a cadeia”, afirma Carlos Augusto Zanchetta, Diretor de Operações da Alliz.

A Dow afirma que, além do combate ao desperdício de alimentos, a nova embalagem desenvolvida com Phormanto colabora para a redução de 35% das emissões de CO2 por causa da otimização de 50% dos materiais utilizados na sua produção, quando comparada à embalagem referência de mercado. Em comparação a novas tecnologias já implementadas no mercado de proteínas, a redução de impacto é ainda maior, assegura a empresa. Outro diferencial da embalagem está na apresentação na gôndola e em sua cor diferenciada, o que melhora a visualização no PDV. Além disso, segundo a Dow, o design permite comunicação clara, objetiva, deixando em destaque as informações importantes para o consumidor.

Para a Zanchetta, os varejistas ganham com a tecnologia Phormanto ao oferecer carne de frango mais confiável, fresca e refrigerada, “pois a respirabilidade controlada foi projetada para essa proteína e, como resultado, temos um aumento de shelf life (vida de prateleira) de 25% em relação às embalagens de bandejas convencionais. Consumidores ganham, como vimos, uma experiência de compra de ‘mãos limpas’ e reduzem também o desperdício, pois o frango embalado com essa solução tem um prazo de validade maior ou também pode ser congelado, se adequando à necessidade do consumo”, enfatiza o executivo da Alliz.

Pesquisa da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) revela que 98,5% dos lares brasileiros consomem algum tipo de proteína animal, sendo que carne de frango, com 94%, perde apenas para o ovo, com 96% do consumo. “Neste cenário, fica evidente a importância de se ter no mercado de embalagens uma solução inovadora para garantir maior qualidade do produto, avançando mais na questão da sustentabilidade. Isso foi possível graças a um trabalho de colaboração com toda a cadeia, reunindo a fabricante de máquinas ULMA Packaging, da Plaszom Indústria de Plásticos, empresa produtora de embalagens do ramo de flexíveis, a Alliz, do Grupo Zanchetta, e a Dow. Esse case reforça que é parte do nosso comprometimento de ‘fechar o ciclo’ da economia circular e colaborar no redesenho das aplicações de embalagens recicláveis”, finaliza Sabine Rossi.

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Fortaleza lança embalagem biodegradável para rejunte

23/09/2021

Compostas por papel cartão e biopolímero, a embalagem do Rejunta Acrílico pode ser descartada em compostagem

A Fortaleza, marca atuante no ramo da construção por argamassas e rejuntes, lançou uma  embalagem biodegradável para o seu Rejunta Acrílico. A inovação é uma iniciativa da equipe de P&D da Bostik, com o intuito de minimizar o impacto ambiental por meio da redução de 100% do plástico de origem fóssil na embalagem. A mudança também veio acompanhada de um ganho ergonômico no processo de fechamento dos potes e na redução do espaço necessário para armazenamento do produto.

“Comprometida com a sustentabilidade, a Fortaleza adiciona valor ao produto com a nova embalagem sem alterar o preço para o consumidor”, afirma Eduardo Cardoso, gerente de marketing da Bostik C&C Brasil. A embalagem do Rejunta Acrílico Fortaleza é composta por papel cartão e biopolímero. Segundo a Bostik, ambos são provenientes de fontes vegetais renováveis de amido de milho e eucalipto, permitindo o descarte em compostagem ou coleta seletiva de resíduos domésticos.

A parceria entre Fortaleza e a Bostik foi estabelecida em 2012, quando a Bostik comprou a Usina Fortaleza. Já em 2015, a Bostik foi adquirida pela Arkema, fabricante global de materiais especiais. “Comprometida com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, a Arkema tem incentivado as empresas que fazem parte do grupo a investirem em iniciativas ligadas a diversos objetivos, como por exemplo a redução da emissão de poluentes.” conta Eric Schmitt, CEO do Grupo Arkema no Brasil e Cone Sul.

“O Rejunta Acrílico é o primeiro produto a receber este tipo de embalagem, que contribui para um ciclo com redução no consumo de combustível e emissão de CO2 devido a menor peso da carga. A intenção é que todos os produtos em pote da Fortaleza possam seguir este modelo de embalagem até 2023”, afirma Henrique Guedes, gerente de P&D, Bostik C&C Brasil. A marca tem um portfólio de mais de 100 produtos diferentes com foco em construção.

Segundo a Bostik, o Rejunta Acrílico Fortaleza é um rejunte sem solventes, antimofo e 100% impermeável, sendo pronto para uso e oferecendo acabamento liso. O Rejunta Acrílico Fortaleza na embalagem biodegradável estará disponível nas lojas e home centers à medida que os produtos na embalagem anterior forem acabando em estoque.

Fundada em 1969, a Fortaleza é uma indústria de produtos de construção civil que oferece argamassas, rejuntes, impermeabilizantes, soluções para pisos, adesivos e selantes, bricolagem e engenharia. Em 2012, a Fortaleza foi adquirida pela Bostik, unindo sua tradição ao posicionamento inovador da líder mundial em produção de soluções adesivas.

A Bostik, uma empresa do grupo Arkema, é líder global em adesivos especiais nos mercados de construção, consumo e industrial. Há mais de um século, desenvolve soluções adesivas que podem podem ser encontrados em todos os lugares. Com vendas anuais superior a € 2 bilhões de euros, a empresa emprega mais de 6.000 colaboradores e está presente em mais de 40 países.

O grupo francês Arkema oferece um portfólio de tecnologias estruturado em 3 segmentos dedicados a Materiais Especiais: Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento. A Arkema oferece soluções tecnológicas focalizadas em áreas como novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade. O Grupo registrou vendas de € 8 bilhões em 2020 e opera em cerca de 55 países com 20.500 funcionários em todo o mundo.

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Covestro promove 2ª Trilha da Sustentabilidade para a indústria calçadista

23/09/2021

No dia 28 de setembro, a partir das 16h30, a Covestro, em parceria com a Assintecal, promove a 2ª edição da Trilha da Sustentabilidade.

O evento visa abordar os aspectos econômico, social, cultural e ambiental da sustentabilidade e economia circular e seus impactos à toda a cadeia produtiva calçadista. Nesta edição, o webinar irá debater o tema de financiamento e modelos de negócios alavancando a economia circular, com apresentação de cases de empresas sobre sua trajetória em economia circular e conectando a indústria calçadista com a FINEP como financiadora de projetos voltados a economia circular. O objetivo é tornar a discussão sobre economia circular acessível e apoiar as empresas que possuem iniciativas a colocar a sustentabilidade em seu modelo de negócio.

O evento é gratuito e direcionado a empresários da indústria calçadista. As inscrições podem ser feitas por este link.

Confira quem são os palestrantes:

Henrique Vasquez Féteira do Vale é gerente do Departamento de Química, Metalurgia e Materiais (DQMM) da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos). Doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal Fluminense, atua na coordenação de diversos programas de financiamento para projetos de desenvolvimento tecnológico.

Paulo Garbelotto é responsável pelo Comercial e Marketing na Oryzasil Sílicas Naturais, indústria química moderna e sustentável cuja missão é contribuir para um perfil de baixo carbono para as empresas de solados para calçados. Paulo é graduado em Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos com pós-graduação em Polímeros. Tem experiência em negócios a nível global, acumulada na indústria química, atuando em empresas multinacionais e com produtos para mercados como borracha, plásticos, tintas, e segmentos ligados aos cuidados pessoais, higiene e limpeza, alimentação humana e animal. É o diretor-presidente da Associação Brasileira de Tecnologia da Borracha (ABTB).

Moisés Weber é CEO da Plastiweber Circular Plastics, a primeira empresa das Américas a produzir plástico reciclado certificado EuCertPlast. É administrador, pós-graduado em Gestão de Empresas pela FGV. Moisés é sócio da Lauro Weber Agrícola e da Werde – Circular Consult, reciclador de embalagens há mais de 20 anos, e pioneiro na implantação de conceitos da Economia Circular em seus negócios.

Sobre a Covestro: Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Grupo Carrefour, Green Mining e Ambev implementam ação para coleta e reciclagem de garrafas de Guaraná Antarctica em São Paulo

22/09/2021

O Grupo Carrefour Brasil firmou parceria com a startup brasileira Green Mining, especializada em logística reversa, e com a Cervejaria Ambev para levar a ação de reciclagem para seis lojas Carrefour Express de São Paulo.

Lançada esta semana com o slogan “Pequeno Grande Passo”, a campanha disponibiliza coletores personalizados para descarte de vidro e embalagens plásticas vazias em lojas Carrefour Express situadas em São Paulo (SP). Os recicláveis serão recolhidos pelos coletores da Green Mining que levarão o material até o ponto de concentração (hub). Ao atingir um certo volume, o material será prensado e destinado para reciclagem no Rio de Janeiro, sendo o vidro levado direto para a fábrica Ambev Vidros e o PET destinado para a produção de novas embalagens de Guaraná Antarctica, devolvendo, assim, o material à cadeia produtiva.

“Nossas decisões são tomadas com o objetivo de minimizar o impacto ambiental em toda a cadeia de produção, promover a inclusão e democratizar o acesso às práticas sustentáveis”, afirma Lucio Vicente, Diretor de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil. “Estamos em constante movimento pela preservação do meio ambiente e a parceria com a Green Mining e com a Ambev representa a perspectiva de um futuro melhor, pautado pelo desenvolvimento sustentável”, complementa.

Para garantir que todo o material seja destinado corretamente, a Green Mining realiza a pesagem dos resíduos em cada etapa do processo, registrando os dados no sistema da startup que garante a rastreabilidade com segurança da tecnologia blockchain. “A rastreabilidade é o futuro da logística reversa porque impede que qualquer dado inserido no sistema seja alterado. Seguimos na missão de mudança dessa cultura de descarte inadequado e, com essas grandes parceiras, inovamos e promovemos um modelo de economia circular de verdade, mantendo o nosso propósito ambiental, social e econômico”, diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining.

“Como sempre dizemos, a sustentabilidade é o nosso negócio e não apenas parte dele. Em 2018, traçamos metas de sustentabilidade ambiciosas para 2025, incluindo toda nossa cadeia de valor. Antes disso, sempre tivemos compromissos ambientais dentro das nossas operações e, hoje, temos conquistas que refletem a solidez dessa jornada. Atualmente, nossas metas para 2025 estão apoiadas em cinco pilares: gestão da água, ações climáticas, agricultura sustentável, embalagem circular e ecossistema de empreendedores. Com eles, impulsionamos o progresso na direção dos ODS, usando a nossa escala e parcerias para gerar uma mudança positiva significativa”, finaliza Carolina Pecorari, Diretora de Sustentabilidade da Ambev.

A Green Mining integra o grupo de empresas do Pacto Global da Organização das Nações Unidas, assim como o Grupo Carrefour Brasil e a Ambev, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

Os pontos de descarte de vidro e embalagens plásticas vazias estão dispostas nos seguintes endereços das lojas Carrefour Express:

•Alameda Ribeirão Preto, 580 – Bela Vista, SP
•Rua Albuquerque Lins, 603 – Santa Cecília, SP
•Av. João Carlos da Silva Borges, 789 – Vila Cruzeiro, SP
•Rua Pedro de Toledo 145, Vila Clementino, SP
•Rua Fradique Coutinho, 125 – Pinheiros, SP
•Av. Dr. Gentil de Moura, 287 e 293 – Alto do Ipiranga, SP

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Braskem anuncia parceria com Gelmart International para fornecimento de EVA derivado de cana-de-acúcar para produção de peças íntimas

22/09/2021

O EVA I’m green bio-based da Braskem, uma matéria-prima de origem sustentável, é utilizado em linha de sutiãs da Gelmart

A Braskem anunciou sua parceria com a Gelmart International, uma das maiores fabricantes de peças íntimas de vestuário do mundo. A Braskem está fornecendo seu biopolímero EVA I’m green, obtido a partir de cana-de-açúcar, para a produção do primeiro bojo de sutiã de origem renovável do mundo. A nova linha kindly de peças íntimas sustentáveis da Gelmart foi lançada em agosto e está disponível para venda exclusivamente em 3.300 lojas do Walmart nos Estados Unidos, bem como no site Walmart.com.

A Gelmart projetou, desenvolveu e produziu mais de 1,25 bilhão de unidades de peças íntimas, sutiãs e peças modeladoras para os maiores varejistas e marcas do mundo. A linha de sutiãs kindly, da Gelmart, resulta de mais de três anos de desenvolvimento próprio, que resultou no primeiro sutiã de base vegetal com produção em massa do mundo. A linha kindly tem o objetivo de incorporar mais materiais ecológicos, como o biopolímero EVA I’m greenM da Braskem, em substituição aos tradicionais materiais de espuma utilizados.

“Como líder global em biopolímeros, a Braskem tem um compromisso de longa data com a criação de um futuro mais sustentável. Nosso portfólio inovador de materiais de bio-based I’m green tem ajudado marcas e fabricantes globais a fazerem a transição de matérias-primas produzidas a partir de combustíveis fósseis para soluções mais ecológicas. Estamos muito animados em anunciar nossa parceria com a Gelmart, empresa cuja liderança visionária está ajudando a transformar a indústria global de vestuário com novas ofertas criativas que oferecem o mesmo nível de qualidade e conforto com uma pegada mais sustentável para o planeta”, afirma Edison Terra, vice-presidente executivo da Braskem.

“É com muita satisfação que lançamos no mercado o primeiro bojo de sutiã de base vegetal. No entanto, a sustentabilidade real não existe sem acessibilidade. É importante para nós que nossas marcas sejam conhecidas não apenas por oferecerem produtos de qualidade, mas também por criarem um movimento em busca de um estilo de vida mais ecológico e acessível a todos. Por isso, encontrar o parceiro ideal que nos oferecesse materiais ecológicos de alta qualidade e em escala era um fator essencial na nossa estratégia. A Braskem foi nossa escolha natural por ser uma das maiores fornecedoras de biopolímeros, sendo que seu profundo conhecimento em EVA Verde e abordagem colaborativa foram a combinação perfeita”, afirma Yossi Nasser, presidente da Gelmart International.

O cultivo da cana-de-açúcar, fonte renovável para a produção do EVA I’m green, contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa a partir da captura de CO2. O material possui as mesmas propriedades que o EVA oriundo de fontes fósseis e pode ser utilizado em roupas, calçados, brinquedos infantis, espumas em geral e outras aplicações.

“Hoje, os consumidores têm adotado uma abordagem mais holística em suas decisões de compra; por isso, escolhem cada vez mais produtos que são desenvolvidos e fabricados tendo como principal preocupação o foco na sustentabilidade. Temos orgulho de atuar com a Gelmart para ajudar com o avanço da indústria de vestuário em sua jornada de sustentabilidade, entregando produtos que atendam às necessidades dos consumidores”, diz Giancarlos Delevati, gerente de contas e desenvolvimento de negócios da Braskem.

“Nos meus mais de 40 anos de atuação na indústria, este foi o projeto mais desafiador no qual já trabalhei – e certamente o mais recompensador. Foi um trabalho de três anos em busca de um bojo sustentável que fosse mais de 80% de base vegetal. Nosso objetivo é que os consumidores nunca tenham de escolher entre função, sustentabilidade e preço, a partir da criação de um futuro mais sustentável com produtos que ofereçam um belo design e que as pessoas se sintam bem em vestir”, afirma Eve Bastug, diretora de produtos da Gelmart International.

A marca I’m green representa o portfólio sustentável da Braskem, que oferece produtos reciclados e de fonte renovável, em linha com o compromisso da companhia com a economia circular. O portfólio I’m green de químicos e polímeros da Braskem agora inclui uma gama de soluções produzidas a partir de rejeitos plásticos pós-consumo, bem como materiais de fonte renovável, incluindo o EVA verde.

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Embalagens para nutrição enteral da Unipac atendem a demanda crescente do segmento hospitalar e clínico

22/09/2021

A Unipac vem atuando na produção de embalagens para nutrição enteral utilizadas em sistemas fechados, ou seja, para uso hospitalar e clínico e destinadas a pessoas que precisam se alimentar por meio de um tubo ou sonda flexível.

O produto atende à demanda de empresas globais e permite a nacionalização do fornecimento de um tipo de embalagem que possui características específicas para a segurança alimentar. Com estrutura coextrudada de seis camadas, é feita de polipropileno e EVOH, matéria-prima que possibilita melhor barreira a gases para sistemas multicamadas. Possui resistência a temperaturas de até 135°C, sendo indicada para aplicações que exijam processamento térmico e envase a quente (hot filled) ou esterilização dentro da embalagem, tal como os processos em autoclave (retort).

A embalagem para nutrição enteral produzida pela Unipac possui 1 litro, com gramatura leve e olhal, um tipo de suporte para pendurar o produto pela extremidade inferior. Para que a alimentação seja administrada ao paciente, o sistema fechado é conectado a uma bomba infusora, que permite a programação de dosagem durante o período de tratamento.

O desenvolvimento de embalagens para nutrição enteral teve início em 2012, visando atender às demandas de clientes. Para a produção do produto, a Unipac investiu em uma sala limpa fechada e climatizada para atender às Boas Práticas de Fabricação (BPF), com base nas resoluções da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), na aquisição de máquina sopradora e cabeçote específico para multicamadas e na capacitação técnica de seus colaboradores.

As embalagens para alimentação enteral passam por testes diversos, tais como o de análise sensorial para verificar resíduos e odor; de migração total, que verifica se há migração de alguma substância para o produto; e o de transmissão de taxa de oxigênio, entre outros, feitos em parceria com centros de tecnologia. “Nossas equipes possuem sólidos conhecimentos no desenvolvimento de tecnologias que permitem a fabricação de embalagens de qualidade, como também adequadas às exigências legais e necessidades de nossos clientes, de forma a garantir o desempenho em sua finalidade”, explica André Silvestre, Gerente de Vendas do Segmento Embalagem da Unipac.

A expectativa da empresa é que o mercado de nutrição enteral cresça a taxa de dois dígitos em 2021 e nos próximos anos. “O produto atende a todas as normas vigentes e exigências dos clientes. Temos tecnologia, capacidade produtiva e know-how para atender a um segmento fundamental à manutenção da vida e estamos aptos a absorver demandas de segmentos específicos no mercado interno e externo”, finaliza Silvestre.

Com 45 anos em 2021, a Unipac é fornecedora de clientes que atuam nos segmentos automotivo, de defensivos agrícolas, logístico, entre outros. Executa seis tipos de processos de transformação em suas unidades produtivas – sopro, injeção, injeção estrutural, extrusão de chapas, termoformagem e rotomoldagem – que estão instaladas em Pompeia (matriz) e Limeira (filial), ambas em São Paulo, e nos sites de seus clientes, por meio do modelo in house, nas cidades de Regente Feijó/SP, Paulínia/SP e Maracanaú/CE. Possui em torno de 1.000 colaboradores. Conta com uma área voltada à inovação e um moderno centro de pesquisa de engenharia avançada em materiais e processos, além de ferramentaria própria para a produção de moldes.

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Fibra de poliimida da Evonik é certificada para aplicações têxteis em contato com a pele

20/09/2021

  • Segundo a empresa, o certificado classifica a fibra P84 HT como inofensiva à saúde
  • Fibra de alta temperatura, até 30% mais leve, para roupas de proteção
  • OEKO-TEX Standard 100 – certificado globalmente reconhecido para têxteis testados contra substâncias nocivas

A Evonik divulgou que a OEKO-TEX certificou a sua fibra P84 HT de acordo com o Standard 100 para aplicações de contato com a pele. A atual comunidade de 18 institutos de testes e pesquisas da Europa e do Japão classificou a fibra de alta temperatura como inofensiva à saúde, afirma a empresa. Com a obtenção deste certificado de reconhecimento global, a Evonik pretende estabelecer a P84 HT como novo padrão de qualidade na indústria têxtil para roupas de proteção.

Fibra para aplicações têxteis altamente técnicas

Segundo a Evonik, a P84 HT é uma fibra de alta tecnologia com propriedades têxteis excelentes em altas temperaturas. O fabricante afirma que, na comparação com outros materiais, a sua fibra de poliimida mantém a sua flexibilidade mesmo a 280°C. Em virtude dessa característica, ela é mais durável em aplicações de temperaturas médias mais altas e frequentes picos de temperatura. De acordo com a empresa, um teste de flexão padronizado certifica que a nova fibra P84HT possui quase duas vezes mais flexibilidade que materiais convencionais.

A fabricante alemã afirma que a P84 HT tem até 30% menos peso que as fibras de aramida, além de apresentar propriedades isolantes diferenciadas, sendo respirável e conferindo uma sensação agradável em contato com a pele. Em virtude dessas propriedades, a Evonik está posicionando a P84 HT no mercado como um novo material preferencial para roupas de proteção, tais como capuzes e luvas, ou como material componente em têxteis altamente técnicos usados na fabricação de equipamentos de proteção individual (EPIs).

P84 HT testada em relação a 100 poluentes

O certificado Standard 100 da OEKO-TEX ratifica que todos os componentes do respectivo produto foram testados em relação a 100 substâncias nocivas e classificados como inofensivos à saúde. A lista de critérios inclui corantes carcinógenos e alérgenos, formaldeído ou DMF e várias substâncias regulamentadas e não regulamentadas que podem prejudicar a saúde humana.

A Evonik é o maior fabricante mundial de fibras de poliimida quimicamente resistentes, termoestáveis e não inflamáveis. A P84 HT integra uma nova geração de produtos desenvolvidos para responder à crescente demanda da indústria por flexibilidade e estabilidade mecânicas em temperaturas operacionais contínuas. Com esse lançamento, a empresa de especialidades químicas dá seguimento à sua tradição de três décadas nos parques químicos de Lenzing e Schörfling (Áustria) no desenvolvimento e na produção de fibras plásticas de alto desempenho.

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Cidade do México inaugura maior Estação de Transferência e Triagem de RSU no País com planta fornecida pela Stadler

20/09/2021

A Estação de Transferência e Triagem de Azcapotzalco, a maior e mais moderna da América Latina, abriu suas portas na Cidade do México (CDMX). Com esta unidade, a prefeitura é a primeira do país a avançar no tratamento dos resíduos urbanos com base no conceito de economia circular – um dos objetivos prioritários da atual gestão.

A Stadler forneceu tecnologia de ponta para atingir esse marco. Natalya Duarte, Diretora de Vendas para o México na Stadler, afirma: “Gostaríamos de agradecer à Cidade do México por nos permitir dar nossa contribuição e participar do grande desafio de reduzir o desperdício na Cidade do México, uma das megacidades mais populosas do mundo, onde mais de 12.000 toneladas de resíduos são geradas todos os dias”. Assim, a prefeitura estabelece as bases para o cumprimento de sua responsabilidade ambiental, reconhecendo a importância do cumprimento dos acordos internacionais e a necessidade de aplicação dos princípios da economia circular.

Natalya Duarte, diretora de vendas da Stadler no México

É a primeira usina automatizada de propriedade do governo do país para a separação e tratamento de resíduos sólidos urbanos. A unidade de 11.000 m2 separa papel, papelão, embalagens multicamadas, PET e HDPE, sacolas e filmes plásticos, latas de alumínio, sacolas metalizadas, tecidos, vidro e outros metais. A usina foi comissionada em maio de 2021. Ela opera em conjunto com uma estação de transferência para processar cerca de 1.000 toneladas por dia de resíduos dos municípios de Cuauhtémoc, Gustavo A. Madero, Miguel Hidalgo e Azcapotzalco, e terá capacidade para receber até 1.400 toneladas de resíduos por dia. Seu funcionamento vai gerar 404 empregos.

A instalação é administrada pela Pro Ambiente, uma subsidiária da CEMEX, que tem mais de 25 anos de experiência na gestão de resíduos e na operação de fábricas para a seleção e recuperação de combustíveis derivados de resíduos. “Temos orgulho de participar desse novo projeto, que está alinhado aos nossos objetivos de sustentabilidade e redução de emissões. Estamos preparados para operar essa planta sob um modelo que garanta, antes de mais nada, a segurança de todos os nossos colaboradores, a continuidade operacional por meio de programas de manutenção e produção com padrões internacionais e a qualidade de triagem, a fim de garantir um maior aproveitamento dos resíduos gerados na Cidade do México”, afirma José Guillermo Díaz, gerente de tecnologia e combustíveis alternativos da CEMEX.

Cerimônia de inauguração

A usina foi inaugurada oficialmente no domingo, 25 de julho, em um evento que contou com a presença de personalidades da cena política, entre elas Claudia Sheinbaum Pardo, Chefe de Governo da CDMX; Jesús Antonio Esteva Medina, Secretário de Obras da CDMX; Marina Robles García, chefe da SEMADET da CDMX; Vidal Llerenas Morales, prefeito de Azcapotzalco; e Gautier Mignot, Embaixador da Delegação da UE no México.

Na sequência de seu discurso sobre a importância da implementação da unidade, Claudia Sheinbaum apertou o botão que ligou a planta, cumprindo o plano definido em sua agenda de avançar para uma economia circular.

“Em vez de dirigir caminhões para despejar resíduos e lixo em aterros, estamos separando tudo. Além disso, a reciclagem é usada para produzir outros produtos. Isso se chama economia circular na Cidade do México. Vamos nos orgulhar desta planta de triagem de resíduos sólidos, a mais moderna da América Latina – aqui na Cidade do México “, disse Claudia Sheinbaum durante o evento de inauguração.

Equilíbrio entre automação e mão de obra

O uso de tratamento mecânico entre a transferência e a disposição final foi um primeiro passo fundamental e natural no programa de “desperdício zero” da atual administração da Cidade do México. O objetivo era capturar e separar todas as embalagens recicláveis dentro da própria estação de transferência.

“A inovadora tecnologia de triagem da Stadler faz sentido tanto pela eficiência alcançada no processo de recuperação quanto pelo alto grau de pureza dos materiais obtidos. Ela profissionaliza e industrializa este processo de gestão de resíduos, proporcionando aos classificadores manuais condições de trabalho comparáveis às de qualquer planta de primeiro mundo. Vale ressaltar que a automação não desloca recursos humanos. É possível conseguir um equilíbrio perfeito entre os dois, o que é fundamental para o mercado mexicano. Demonstramos claramente que isso é possível neste projeto na Cidade do México, onde o equilíbrio entre tecnologia e recursos humanos melhora os números do ponto de vista da administração pública e otimiza o custo operacional desse tipo de usina de reciclagem”, afirma Natalya Duarte.

Stadler: tecnologia voltada para a economia circular

A confiança que o governo depositou na Stadler foi desenvolvida através de um processo licitatório com a participação de acadêmicos e especialistas a nível nacional, bem como de instituições e ministérios envolvidos na legislação e fiscalização do correto tratamento do RSU. Segundo a empresa alemã, o resultado de uma análise detalhada feita por um comitê de especialistas, com base em uma caracterização de resíduos realizada pela UAM, levou à conclusão de que a tecnologia da Stadler, adaptada às necessidades locais e aos requisitos específicos, proporciona um tratamento mecânico que cumpre elevados padrões de qualidade e eficiência e se baseia nos princípios da sustentabilidade e da economia circular.

A Stadler é líder mundial em usinas de RSU e está presente no México por meio de 4 importantes projetos de separação de resíduos para a reciclagem: em Cuautla de Morelos (OFMRS), em Chihuahua, em San Luis Potosi e agora em Azcapotzalco. Três desses projetos foram totalmente concluídos e o restante será inaugurado em breve.

Orgulhosa pela participação da Stadler no projeto, Natalya Duarte diz que esta planta é especial por vários motivos: “A tecnologia de classificação inovadora nos permite passar de um processo de triagem mais manual para um processo automático, o qual garante maior eficiência de recuperação e pureza do material. Isso resulta em materiais recicláveis de maior valor. O processo de reciclagem também é profissionalizado e industrializado, encontrando o equilíbrio certo entre tecnologia e controle de qualidade manual. Além disso, a planta opera sob critérios de eficiência e sustentabilidade totalmente novos no país, e vê a inovação tecnológica como uma ferramenta fundamental no cuidado com o meio ambiente”.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

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Consumo de compósitos caiu 4,6% em 2020

20/09/2021

  • Faturamento, por sua vez, subiu 3,9% puxado pelo aumento nos preços dos insumos
  • Demanda de compósitos para a fabricação de peças de ônibus segue em baixa

Em 2020, o consumo brasileiro de compósitos recuou 4,6%, totalizando 208 mil toneladas. Apesar da queda, o faturamento do setor subiu 3,9%, chegando a R$ 2,801 bilhões, fruto dos sucessivos aumentos nos preços das matérias-primas, principalmente resina e fibra de vidro. Os dados fazem parte de uma pesquisa feita pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

“Por mais que tenha havido uma forte recuperação no segundo semestre, os efeitos da pandemia no começo do ano foram muito intensos e, em alguns casos, como no segmento de ônibus, perduram até agora”, comenta Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO.

De acordo com o levantamento da ALMACO, a construção civil respondeu por 35% do consumo brasileiro de compósitos de poliéster em 2020, à frente de transportes (20%), corrosão/saneamento (17%), lazer/piscinas (12%), energia eólica (6%), energia elétrica (4%), náutico (2%) e vestuário (1%), entre outros. Quando separada apenas a demanda de compósitos à base de resina epóxi, a geração de energia eólica liderou com 91%, à frente de óleo e gás (4%) e eletroeletrônicos (3%).

Para 2021, a expectativa da ALMACO é de crescimento de 11% no consumo, totalizando 230 mil toneladas de compósitos – em valor, R$ 3,377 bilhões (+16%). “A construção civil permanece aquecida, assim como a demanda de indústrias que lidam com processos altamente corrosivos, ambientes nos quais os compósitos se destacam por conta da elevada resistência química”.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

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Escada em EPS é nova solução para a construção civil

17/09/2021

Com montagem simples, escada em Monopainel confere suporte estrutural e ajuda na limpeza da obra

A construção civil tem evoluído nos últimos anos no sentido de se tornar mais sustentável. Neste âmbito, as soluções em EPS (poliestireno expandido) permitem uma obra limpa, sem sobra de materiais, além da rapidez na instalação e economia. O Grupo Isorecort (isorecort.com.br), especializado nestas soluções, acaba de lançar a escada de Monopainel. Para marcar a novidade, a empresa a destacou em sua nova campanha de Marketing, La Casa de EPS, chamando a atenção para as variadas possibilidades de aplicação do material na construção civil, que podem resultar em economias de até 30 %, garante o grupo Isorecort.

Segundo o Engenheiro Denilson Rodrigues, a escada em EPS tem montagem simples e confere alto suporte estrutural: “os profissionais conseguem instalá-la sem dificuldade, em poucas horas. Por ser um material leve e resistente, ele exige uma estrutura de sustentação menor que as escadas convencionais, sem gerar resíduos como de recortes de madeira, por exemplo”, afirma.

O Grupo Isorecort explica que a escada em EPS é produzida em modelo padrão à pronta entrega ou sob medida, conforme o projeto de cada cliente, e pode ser instalada no local da obra sem comprometer o andamento da construção. Segundo a empresa, a escada é dimensionada em três peças diferentes, com dois lances e um patamar intermediário, e atende às normas vigentes, com medidas de 1,20 m e 0,80 m de largura, carga de 300 kg por m², e instalação em até 3 metros de pé direito alto.

“A partir destas três peças, é possível montar uma escada de lance único, realizar a instalação com um patamar intermediário ou ainda criar uma escada de lance sobre lance em formato de U, ou mesmo em L”, explica o Engenheiro.

De acordo com a Isorecort, outra vantagem é que a solução foi desenvolvida para ser instalada de forma isolada em relação às paredes. Ou seja, enquanto a escada pré-moldada comum fica encostada nas paredes, a de EPS estruturado não precisa de vigas ou colunas para sustentação. Ela é projetada para ser instalada sem apoio nas laterais, apenas com apoio no início e outro no final, no chão da obra. Inclusive, além de funcionar muito bem com outras soluções em EPS, ela pode ser aplicada em qualquer tipo de construção, independente do sistema construtivo utilizado.

Montagem simples

A empresa explica que, d=Depois de instalada no local projetado, o meio da escada é preenchido com armação e concreto usinado. Após essa etapa, basta projetar a argamassa por fora e por cima, em pouca quantidade, que a escada estará pronta.

“Quando uma pessoa planeja o seu imóvel, ela busca por soluções que atendam às suas necessidades e desejos de forma rápida e eficiente, garantindo economia na construção. As soluções em Monopainel de EPS são um terço mais rápidas de se executar em comparação à alvenaria convencional”, comenta Rodrigo Rezende, gerente administrativo do Grupo Isorecort.

O Grupo Isorecort é um dos principais transformadores de EPS (isopor) do país. É líder de mercado no segmento da construção civil e no desenvolvimento de peças técnicas para aplicações industriais. Fundado há mais de 15 anos, está presente nos estados de São Paulo e Minas Gerais, atendendo clientes em todo o Brasil. O Grupo integra diversas entidades que visam ao desenvolvimento sustentável do setor, como a Comissão Setorial do EPS da Abiquim e o Comitê de EPS da Plastivida, além de integrar o GBC Brasil (Green Building Council – Brasil), organização que tem por objetivo fomentar o desenvolvimento da indústria da construção sustentável no país.

Foto: Grupo Isorecort

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Solvay amplia produção de compósitos termoplásticos nos Estados Unidos

17/09/2021

Um fator-chave para a instalação de unidade industrial classe mundial em Greenville, nos Estados Unidos, é a crescente demanda das empresas de energia por compostos termoplásticos, puxada pelas indústrias dos setores aeroespacial e automotivo

A Solvay anunciou a conclusão da implantação de suas novas instalações de fabricação de compósitos termoplásticos (TPC, na sigla em inglês) em Greenville, na Carolina do Sul, nos Estados Unidos. Quando estiver em plena capacidade de produção, a nova unidade industrial adicionará mais de 30 posições de fabricação.

O projeto representa um marco importante nos esforços da Solvay para aumentar sua capacidade de produzir TPC. Um fator chave para esse aumento de produção é a crescente demanda das empresas de energia, puxada principalmente pelas indústrias dos setores aeroespacial e automotivo. A nova unidade industrial terá a capacidade de fabricar fita composta unidirecional a partir de uma variedade de polímeros de alto desempenho, incluindo PVDF, PPS e PEEK.

“As soluções TPC que serão fabricadas em nossas instalações de Greenville ajudarão nossos clientes de energia, aeroespacial e automotivo a obter uma melhor pegada ambiental, tornando os carros e aviões mais leves, reduzindo assim as emissões de carbono”, disse Mike Finelli, presidente das plataformas de materiais da Solvay. “Nossa nova capacidade e tecnologias diferenciadas nos permitirão expandir o mercado junto com nossos clientes, à medida que os TPCs ganham impulso em um número crescente de aplicações e desempenham um papel importante na transição energética”, afirmou Finelli.

A instalação de Greenville é parte de uma série de investimentos estratégicos recentes em linha com o compromisso do Grupo de construir a infraestrutura necessária para o crescente mercado de TPC’s. Outros investimentos recentes incluem a aumento de capacidade da Solvay para fita TPC em Anaheim, na Califórnia, dois novos centros de pesquisa e inovação em Bruxelas, na Bélgica, e em Alpharetta, nos EUA, além da participação da Solvay no consórcio TPRC.

“Esta expansão da Solvay é mais um exemplo do sucesso incomparável que as empresas estão encontrando na Carolina do Sul. Agradecemos à Solvay por sua parceria contínua com nosso estado e esperamos seu crescimento futuro no condado de Greenville e além “, disse o governador da Carolina do Sul, Henry McMaster, ao participar de solenidade de inauguração das novas instalações da Solvay.

Com essa nova unidade em Greenville, a Solvay estará posicionada de forma única com tecnologias proprietárias. O seu portfólio de TPC’s da Solvay inclui a Evolite, que, segundo a empresa, oferece confiabilidade e menor custo total em mercados como energia e automotivo, além de fitas APC, que oferecem vantagens significativas em termos de peso e custo em aplicações aeroespaciais e de mobilidade aérea urbana, garante a Solvay.

A Solvay é uma empresa de ciências com 23.000 empregados em 64 países, com soluções que podem ser encontrados em residências, alimentos e bens de consumo, aviões, carros, baterias, dispositivos inteligentes, equipamentos de saúde, sistemas de purificação de água e ar. Fundada em 1863, a Solvay obteve vendas líquidas de € 8,9 bilhões em 2020. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

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Adimax lança linha de alimentos para animais domésticos em embalagem fabricada com Poliéster Reciclado Pós-Consumo da Terphane

16/09/2021

Lançamento com a linha Ecophane é inédito no mercado de pet food.

Com a proposta de reforçar seu compromisso com as boas práticas ambientais e com o desafios de minimizar o impacto de seus produtos/embalagens no meio ambiente, a Adimax, uma das maiores fabricantes de alimentos para cães e gatos do Brasil, adotou a linha de filmes sustentáveis Ecophane da Terphane para os produtos da marca ‘Fórmula Natural’. “Estas embalagens são inéditas no mercado brasileiro de pet food”, celebra André Gani, diretor de Vendas & Marketing da Terphane.

Como explica Leonardo Dalmagro, gerente de desenvolvimento de Embalagens da Adimax, “o projeto é o resultado da busca constante da empresa por alternativas que aprimorem seu produto final e o mantenha alinhado aos princípios de sustentabilidade durante todo o seu ciclo de vida, desde a produção, passando pela embalagem e chegando ao descarte”.

As embalagens plásticas da ‘Fórmula Natural’, com capacidade para 500 gramas, são produzidos pelo Grupo Copobrás com os filmes PET PCR (poliéster reciclado pós-consumo) da linha Ecophane. Segundo a Terphane, este filme tem, no mínimo, 30% de PET reciclado em sua composição.

Além disso, os filmes da linha Ecophane são os únicos de poliéster com PCR (PET reciclado pós-consumo) no Brasil aprovados pela Anvisa, inclusive para contato direto com alimentos, garante a Terphane. Nos Estados Unidos e Europa, a linha Ecophane já é comercializada com sucesso, com aprovação da FDA e EFSA (união Europeia), informa a fabricante.

Lançados em 2019, estes filmes estão alinhados à uma demanda crescente do mercado global por materiais que garantam a produção de embalagens recicláveis e com conteúdo reciclado. Além de garantirem um menor uso de matérias-primas virgens, estes filmes estão inseridos no conceito de Economia Circular: o PET descartado na forma de embalagens, garrafas ou outros itens é coletado, reciclado e volta a ser embalagem.

“Desenvolvemos a linha Ecophane com base na plataforma de Sustentabilidade da Terphane, que está alinhada às necessidades de proprietários de marcas como a Adimax, ou seja, empresas que querem associar suas marcas e produtos a embalagens cada vez mais sustentáveis”, completa André Gani. Nesta plataforma de Sustentabilidade, a Terphane afirma ter estabelecido como prioridades ações socialmente e economicamente positivas em suas plantas, produtos e na comunidade, além de, sempre que possível, integrá-las ao conceito de Economia Circular.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fundada em 2002, a Adimax é hoje uma das maiores fabricantes de alimentos para cães e gatos no Brasil. Com sede em Salto de Pirapora (Sorocaba- SP); filiais em Abreu e Lima (PE), Uberlândia (MG) e Goianápolis (GO); e Centros de Distribuição nas regiões Sudeste, Nordeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil, a empresa produz mais de 300 itens em diversas categorias. Entre as marcas de destaque estão a Fórmula Natural, Origens, Magnus e Qualidy.

O Grupo Copobras – que engloba Copobras e Incoplast – possui mais de 50 anos de trajetória e 12 unidades produtivas em seis estados para atender ao mercado nacional e internacional. Com a inovação em seu DNA, aposta em tendências e investe em uma equipe altamente capacitada, trazendo para o mercado diversas soluções que oferecem praticidade, conforto e segurança para a vida das pessoas e contribuindo para os anseios das novas dinâmicas de consumo. Com esse olhar visionário, conquistou a liderança do mercado de descartáveis com a Copobras e o topo do segmento Pet Food com a marca Incoplast.

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Braskem e Eplast desenvolvem primeiro hospital do Brasil com sistema construtivo concreto-PVC

16/09/2021

Instalado no município de Vertentes, em Pernambuco, o hospital municipal levou apenas 120 dias para ser construído e possui cerca de 2.200 metros quadrados

A Braskem e a Eplast concluíram a construção do primeiro hospital com o sistema construtivo concreto-PVC. Localizado na cidade de Vertentes/PE e com cerca de 2.200 metros quadrados, o espaço utilizou para obra o sistema modular composto por diferentes perfis vazados de PVC, que são acoplados por encaixes “macho e fêmea” e unidos por perfis “chaveta”. Para construções com essa tecnologia, os perfis são encomendados sob medida, de acordo com a necessidade do projeto, e, após instalados no local desejado, são preenchidos com concreto e aço estrutural.

Segundo a Braskem, o sistema construtivo concreto PVC oferece inúmeras vantagens, entre elas, reduz em mais de 65%% (ou 2/3) o tempo da obra – se comparado com a alvenaria comum-, garante durabilidade elevada e menor necessidade de manutenção, além de oferecer um processo de construção mais limpo por reduzir drasticamente o desperdício de materiais e o volume de resíduos finais. O projeto do hospital de Vertentes, que contou com 60 toneladas dessa inovadora tecnologia para construção da estrutura do prédio, levou apenas 120 dias, incluindo a terraplanagem, para ser concluído. Se fosse construído no modelo tradicional, poderia levar em média um ano para ser finalizado.

“O sistema construtivo concreto PVC se destaca pelas inúmeras vantagens que oferece ao processo de obra e ao meio ambiente. Vale ressaltar ainda que o PVC é um material que evita a proliferação de microorganismos, o que torna a esterilização do ambiente mais rápida e efetiva. Todo o time envolvido está honrado por ter participado do projeto do Hospital Municipal de Vertentes por saber que novos leitos foram criados para atender quem precisa, em um momento tão delicado para a saúde pública com a pandemia da covid-19”, explica Almir Cotias, diretor de negócios de Vinílicos na Braskem.

De acordo com a Braskem, o projeto também traz benefícios ao meio ambiente: redução de 27% no consumo de material, aumento de 75% na economia de água e energia durante a obra, redução de 80% de resíduos finais, além dos perfis de PVC serem recicláveis.

“O mercado busca sistemas de construção industrializados, que otimizem os processos, reduzam os resíduos, os custos da obra, mas especialmente os prazos de execução. O sistema Concreto PVC é significativamente mais vantajoso em todos os aspectos quando comparado aos sistemas ditos convencionais e, até mesmo, aos demais sistemas industrializados já homologados pelo Governo. Seria impossível fazer um hospital desse porte em um prazo tão reduzido utilizando-se outros métodos de construção”, pontua Sérgio de Pinho, representante da Eplast Nordeste S.A – principal indústria fornecedora dos perfis de PVC.

Pioneirismo no desenvolvimento do sistema construtivo concreto PVC

A Braskem também esteve envolvida em outros projetos que utilizaram a tecnologia de PVC. Um exemplo foi a construção da Escola Municipal Renice Seraphim, realizada em 2018 na cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo. A empresa forneceu resina para a produção dos perfis de PVC para a obra, que inclui 25 salas de aula e atende cerca de mil alunos. O sistema inovador vem se destacando e ganhando força nos setores de construção civil e arquitetura, devido a sua flexibilidade para execução de diferentes obras, como escolas, casas, hospitais, entre outros ambientes.

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Movimento Plástico Transforma apoia a 11ª Virada Sustentável

16/09/2021

Movimento é uma das 100 organizações participantes da ação

Até o dia 22 de setembro ocorre, na capital paulista, a 11ª Virada Sustentável. Neste ano, #MinhaMensagem é o tema norteador do maior festival de sustentabilidade do país, que traz 100 mensagens importantes sobre este momento de construção coletiva para o futuro pós-pandemia.

Uma dessas mensagens – Atitudes de hoje transformam o amanhã – foi idealizada pelo Movimento Plástico Transforma, que tem como objetivo demonstrar que o plástico, aliado à tecnologia, à criatividade e à responsabilidade, gera inúmeras possibilidades para os mais diferentes segmentos.

“Assim como o objetivo da Virada Sustentável é apresentar uma visão positiva e inspiradora sobre a sustentabilidade, o nosso objetivo com o Movimento é reforçar a importância do plástico na nossa vida, destacar a importância de seu consumo consciente e descarte correto e, suas inúmeras possibilidades quando reciclado. O apoio ao festival traz essa sinergia”, explica Fernanda Maluf, coordenadora do Movimento Plástico Transforma.

A frase apoiada pelo Movimento, assim como as outras 99 frases apoiadas por organizações de diversos setores da sociedade civil, estará em diversos locais da cidade de São Paulo como, por exemplo, em empenas de prédios e escolas, mobiliário urbano e estações de metrô. O tema #MinhaMensagem permeia toda a programação do evento, que é gratuita e repete o modelo híbrido experienciado na edição de 2020.

Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma tem como objetivo promover conteúdo e ações educativas que demostram que o plástico, aliado à tecnologia, à criatividade e à responsabilidade, traz possibilidades para diferentes segmentos. Além do site, onde é possível encontrar conceitos importantes sobre aplicações, reutilização, descarte correto e reciclagem do plástico, o Movimento é responsável por diversos projetos voltados à sociedade que juntos já impactaram mais de 200 mil pessoas. A iniciativa é uma ação do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – fruto da parceria entre a ABIPLAST e a Braskem.

A Virada Sustentável é o maior festival de sustentabilidade do Brasil. Envolvendo articulação e participação direta de organizações da sociedade civil, órgãos públicos, coletivos de cultura, movimentos sociais, equipamentos culturais, empresas, escolas e universidades. O festival tem como objetivo apresentar uma visão positiva e inspiradora sobre a sustentabilidade e seus diferentes temas para a população, gerando reflexão e discussões a fim de promover um futuro sustentável e reforçando as redes de transformação e impacto social existentes. O evento, que pelo segundo ano apresenta atividades em formato híbrido, acontece por meio de intervenções em diversas áreas da cidade de São Paulo e em plataformas virtuais, com programação completamente gratuita que apresenta instalações, projeções, grafites, performances, teatro, programação de bem-estar, além do Fórum Virada Sustentável. Ministério do Turismo, o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e Braskem apresentam Virada Sustentável São Paulo 2021. Lei de incentivo à Cultura, patrocínio master da Isa Cteep, patrocínio da Ambev, Gerdau, copatrocínio de Electrolux, Mercado Livre, Novelis, Tetra Pak e apoio das empresas Ball, Deloitte, Instituto Center Norte, Instituto Vedacit e ValGroup. Além da correalização com a Prefeitura de São Paulo e parceria com Instituto Alana, Metrô SP, Pacto Global, Rotary Club, Sesc, Estadão, Eletromidia e Ótima, realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal, Pátria Amada Brasil.

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Dow lança plataforma focalizando sobre o futuro dos plásticos

16/09/2021

Tela da Plataforma “Futuro do Plástico”

O objetivo da plataforma é incentivar transformadores da indústria do plástico a terem olhar estratégico que contemple rentabilidade do negócio, benefícios ao meio ambiente e à sociedade ao implementar a transição para a economia circular.

As discussões sobre o plástico passam por muitas esferas – ambiental, social e econômica –, sempre pela perspectiva da necessidade de mudança. Para colaborar com essa conversa e levantar possibilidades reais de transformação, a Dow lança a plataforma Futuro do Plástico, voltada para a própria cadeia, sobretudo para seu cliente transformador – que é justamente quem transforma o plástico em embalagem, por exemplo.

“A plataforma foi desenvolvida com o intuito de promover uma cadeia de ideias e inspirações que caminhem em direção à sustentabilidade. Com a iniciativa, convidamos clientes a se unirem nessa jornada para conhecer, visualizar e chegar a um futuro baseado na circularidade do plástico. A plataforma traz informações sobre economia circular e desafios do plástico, apresenta iniciativas e pessoas que atuam nesse tema e como transformar o negócio para a circularidade, com planos e ferramentas de transformação.”, explica Daniella Souza Miranda, vice-presidente comercial de Embalagens e Especialidades Plásticas (P&SP) da Dow na América Latina.

O Futuro do Plástico também oferece pautas práticas que funcionam como um acervo para esclarecimento de dúvidas, pesquisas e ampliação de conhecimentos sobre o tema. Os conteúdos disponíveis na plataforma são resultados de trabalhos de pesquisa, consulta a fontes internacionais e especialistas brasileiros, organizados de forma prática e concisa, prontos para serem utilizados. O projeto foi criado para ampliar, principalmente, a comunicação com os clientes transformadores, atores essenciais da cadeia estendida do plástico, “que precisam ser estimulados a transformar seus processos produtivos e gestão de negócio, para incorporarem a mudança da economia linear para a circular”, explica a vice-presidente comercial de P&SP da Dow.

A executiva esclarece ainda que, embora a plataforma tenha como público prioritário os clientes da Dow, as informações disponíveis são didáticas e acessíveis para pessoas interessadas em saber mais sobre ações sustentáveis e mudanças no processo produtivo do plástico rumo à economia circular. “Os updates constantes e a variedade de fontes garantem um espaço rico em informação para as mentes inovadoras que já perceberam o potencial da economia circular.”

Mirando em empresas comprometidas com um mercado mais sustentável, o projeto também visa criar eventuais parcerias, deixa a mensagem de que o futuro pode estar a poucos cliques de distância e que o conhecimento e a informação qualificada podem, e devem, ser a base para que, juntos, possamos construir um caminho em que o destino do plástico é traçado com responsabilidade e sem desperdícios.

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Projeto Eco patrocinado pela Lord fala sobre sustentabilidade do plástico a voluntários

16/09/2021

Projeto teve início nesta semana e contou com a presença de aproximadamente 250 pessoas

Esta semana foi dado início ao Projeto Eco, que tem como principal objetivo difundir na sociedade os benefícios do plástico e a sua sustentabilidade. O projeto conta com a Lord – uma das principais fabricantes de embalagens plásticas flexíveis do Brasil – como principal apoiador.

Nesta primeira etapa, o programa recebeu cerca de 250 pessoas, que se inscreveram de forma 100% voluntária. Durante os dois dias de treinamento, os voluntários souberam mais sobre os benefícios do plástico no dia a dia, os diferentes tipos de resinas e formas de produção, a importância dos aditivos e masterbatches em diferentes aplicações plásticas e sua essencial contribuição para importantes segmentos da economia brasileira, como o agronegócio.

O Projeto Eco ainda terá algumas etapas para aprofundamento do assunto e de questões relacionadas ao material e à sustentabilidade, as quais acontecerão até novembro. Já no ano que vem, os voluntários participantes darão o passo mais importante: serão os multiplicadores na sociedade, levando todo o conteúdo recebido para escolas, ETEC´s e até mesmo, universidades. “O público jovem é o principal foco da empresa, uma vez que, em breve, essas pessoas serão os responsáveis por toda a cadeia de consumo”, destaca a coordenadora de marketing da Lord, Maria Claudia Muraro.

“Estamos fazendo a transição de uma economia linear para uma economia circular e abraçarmos inteiramente o Projeto Eco porque temos a plena convicção de que plástico e sustentabilidade devem caminhar juntos nessa nova realidade, de um futuro mais sustentável”, comenta Herman Moura presidente da Lord.

A Lord é especializada no desenvolvimento e na produção de filmes e embalagens plásticas flexíveis, atendendo ao mercado nacional e internacional há mais de 50 anos. A empresa atua nos segmentos agrícola, alimentício, bebidas, conversão, higiênicos e descartáveis, industrial, varejo entre outros.

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Informa Markets e Feira Plástico Brasil promovem evento digital Plástico Brasil Xperience

14/09/2021

De 14 a 16 de setembro, o evento promove oportunidades de conteúdo e interação com recursos de engajamento, além da exposição das marcas na plataforma Plástico Brasil Xperience

Em uma versão 100% digital, a Plástico Brasil Xperience acontece de 14 a 16 de setembro de 2021, reunindo dezenas de marcas expositoras do evento físico, além de uma grade paralela de apresentações, debates e mesas redondas organizadas com profissionais e influenciadores deste mercado. Iniciativa inédita no setor do plástico, o evento traz oportunidades de networking e de negócios para toda a cadeia de transformação, reunindo em um mesmo ambiente fornecedores, indústrias, empresários e representantes do segmento.

Promovida pela Informa Markets Brasil, todas as apresentações abordarão o mercado atual e o futuro dessa indústria, envolvendo o impacto da transformação digital e os novos cenários político e econômico, tanto brasileiros quanto globais.

“Criamos esta plataforma digital para manter e fortalecer o senso de comunidade que Plástico Brasil tem construído presencialmente ao longo dos últimos anos”, explica Yeda Monteiro, gerente do evento. “É um ambiente virtual onde será possível acompanhar transmissões de conteúdo ao vivo, aproveitar os recursos de engajamento, navegar simultaneamente nas páginas para buscar conexão com outros profissionais do seu interesse, além de conhecer produtos e marcas expositoras”, defende.

Totalmente gratuito, o acesso é permitido mediante cadastro na plataforma Plástico Brasil Xperience. A programação completa do evento digital de 2021 pode ser consultada no site do evento plasticobrasil.com.br/pt/xperience.

Outros destaques da plataforma Plástico Brasil Xperience são a interface amigável, sistema para organizar sua agenda, notificação para palestras, área de networking incluindo videochamadas, área de marketplace e grupos de discussão.

Conteúdo segmentado e discussões técnicas: Destaques da agenda da Plástico Brasil Xperience

Em 3 dias de conteúdo exclusivo, a grade do evento foi estruturada com macrotemas, para ajudar os participantes a organizarem sua agenda conforme seus interesses.

Dia 14/09 – Panorama Setorial
O cenário político e econômico, tanto brasileiro quanto global, gera desafios e oportunidades específicas. Entender essas variações é extremamente importante para o setor do plástico, especialmente com as consequências pós-pandemia. Para abrir o evento, especialistas do setor vão ajudar a interpretar o contexto político de reformas e investimentos e como lidar com ele.

Dia 15/09- Transformação Digital
Para enfrentar problemas complexos, a tecnologia é uma aliada de peso. A era do 4.0 chega com força para a ferramentaria moderna e o setor de transformação do plástico, aumentando a eficiência e os resultados da indústria. Como isso foi acelerado desde o início da pandemia? No segundo dia de evento, confira como a Indústria 4.0 pode tornar o setor ainda mais competitivo.

Dia 16/09 – Plástico em Transformação
Cada vez mais relevante para a sociedade, o plástico é um material versátil e valioso. Mas quais desafios esperam o setor no futuro? E o que podemos fazer hoje para nos preparar para essa nova realidade? Discussões sobre biopolímeros, biodegradáveis, economia circular e o papel do plástico nessas transformações são o tema desse primeiro dia.

Novas soluções para o público digital

“Consideramos que 14 de setembro será apenas o marco para lançamento deste novo ambiente de conexão com o mercado do plástico, pois permaneceremos ativos com a plataforma Plástico Brasil Xperience durante o ano todo, reunindo em um ambiente digital os principais pilares deste evento de sucesso: negócios, conteúdo e networking”, defende Yeda Monteiro. A intenção é proporcionar ao mercado um ponto de encontro, criando uma verdadeira rede para conexão do setor.

A inscrição e acesso à plataforma podem ser feitos a qualquer momento, durante ou após o evento. Profissionais de toda a cadeia de transformação do plástico podem se credenciar para participar, interagir e trocar informações sobre embalagens, metalurgia, autopeças, automotiva, eletroeletrônica, petroquímica, construção civil, alimentos e bebidas e reciclagem.

Além da plataforma, o canal Mundo do Plástico oferta conteúdo e materiais direcionados ao mercado de transformação do plástico. No Youtube, a websérie Plástico Brasil no Ar promove bate-papos leves e descontraídos com diversos profissionais convidados no YouTube. Tanto a websérie quanto os conteúdos do evento poderão ser consumidos on demand na plataforma Plástico Brasil Xperience.

O crescente público conectado à Plástico Brasil também levou à criação de um hub estratégico para o desenvolvimento de soluções digitais, visando apresentar produtos e serviços para esse público altamente qualificado.

A Feira Plástico Brasil reúne as últimas tecnologias e lançamentos destinados aos transformadores do plástico, indústrias da construção civil, alimentos e bebidas, automóveis e autopeças, perfumaria, higiene e limpeza, entre outros. A Plástico Brasil é uma iniciativa da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM) e das principais entidades do setor. Ela apresenta os últimos avanços tecnológicos e as principais tendências globais dos segmentos que envolvem a cadeia produtiva do plástico.

A Informa Markets cria plataformas de relacionamento e conexão de pessoas e mercados nos ambientes físico e digital. O portfólio global é composto por mais de 550 marcas internacionais, sendo mais de 30 no Brasil, em mercados como Saúde, Infraestrutura, Construção, Alimentos e Bebidas, Agronegócio, Tecnologia e Telecom, Energia, Metal Mecânico, Indústria, Móveis, entre outros. A Informa oferece soluções em oportunidades de networking, fazer negócios por meio de soluções de audiência, conteúdo digital especializado, feiras, eventos híbridos, e inteligência de mercado, construindo uma jornada de relacionamento e negócios entre empresas e mercados.

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Arburg apresenta célula de produção combinando tecnologias inovadoras durante feira Interplas na Inglaterra

13/09/2021

  • Em rede: sistemas prontos para usar que definem novos padrões para digitalização, automação e economia circular
  • Pioneira: iniciativa R-cycle com passaporte de produto digital para classificação por tipo
  • Sistemas assistentes para simulação de preenchimento e injeção regulada

O foco do estande da Arburg na feira Interplas (H4, Hall 4), que acontecerá de 28 a 30 de setembro de 2021 em Birmingham, Reino Unido, será uma injetora Allrounder elétrica, conectada digitalmente, possuindo um inovador sistema de controle Gestica, diz a empresa. O sistema inteligente fabricará copos plásticos de forma totalmente automática, que podem ser classificados por tipo por meio de um passaporte digital do produto. A Arburg afirma que a aplicação define novos padrões de processamento de plásticos em termos de digitalização, automação e economia circular. O sistema de computador host ALS da Arburg e o portal do cliente arburgXworld também estarão em exibição na feira.

“Depois de uma pausa de quatro anos desde a última Interplas, estamos ansiosos para novamente ter contato pessoal face a face com clientes e outros interessados ”, enfatiza Colin Tirel, Diretor Executivo da Arburg Ltd. no Reino Unido. “Os negócios estão melhores do que nunca e o mercado no Reino Unido e na Irlanda em geral também está em alta. Na feira, exibiremos um Allrounder com sistema de controle Gestica pela primeira vez em nosso mercado. Esta célula de produção com eficiência energética também reunirá inúmeras tecnologias inovadoras, todas as quais tornam a moldagem por injeção mais eficiente e conveniente. Só por isso, uma visita ao nosso estande de feiras certamente já valerá a pena”.

Sistema turnkey inteligente

O coração do sistema turnkey da Arburg é uma injetora Allrounder 370 A elétrico (foto) com uma força de fechamento de 600 kN, um molde de câmara quente da Haidlmair e o novo sistema robótico vertical Multilift V 20, com carga de 20 kg em um design transversal . A máquina também está equipada com um gateway IIoT como padrão. Além disso, o sistema é conectado ao sistema Módulo Scada de Controle Turnkey (ATCM), que reúne todos os processos relevantes e dados de qualidade para cada peça específica. Um copo é fabricado em PP e depois impresso com um código QR, em conformidade com o processo de moldagem por injeção. Isso permite a separação por tipo após o uso.

O passaporte digital do produto permite a classificação correta

Como resultado, a Arburg – como um parceiro de engenharia exclusivo na iniciativa R-Cycle – demonstra também na produção de copos como um reciclado de alta qualidade pode ser recuperado de resíduos de plástico após os produtos terem sido usados, fechando assim o ciclo de reciclagem. O elemento central do R-Cycle é um banco de dados que contém todas as informações sobre os materiais usados. Como resultado, cada produto de plástico recebe um passaporte de produto digital. Já na fase de moldagem por injeção são transmitidos os dados relacionados às matérias-primas e cores usados. O código é então lido, tornando possível a separação por tipo de material.

Funções assistentes inteligentes

A exposição está equipada com sistemas assistentes inteligentes. Isso permite que o controle aXw FillAssist execute simulações de preenchimento diretamente na tela do sistema de controle Gestica. A ferramenta usa o modelo de simulação e a geometria da peça criados previamente para tornar a troca e a a regulagem mais eficientes. Os três outros sistemas de controle, “aXw ScrewPilot”, “aXw PressurePilot” e “aXw ReferencePilot”, garantem que a injeção seja adaptativa e regulada. Essas são estratégias de controle que se complementam e oferecem soluções para requisitos chave de qualidade, tais como pesos constantes de material injetado e preenchimento uniforme do molde.

arburgXworld: Notícias sobre o portal do cliente e digitalização

Em dois terminais, os visitantes podem aprender como digitalizar sua produção com o portal do cliente “arburgXworld” e o sistema de computador host ALS da Arburg. Segundo a empresa, por meio da conexão com o ALS, os dados de produção podem ser registrados e analisados ​​em tempo real, aumentando significativamente a eficiência e a transparência da produção. Com sua versão básica gratuita e vários aplicativos e níveis de configuração, o “arburgXworld” oferece aos clientes suporte digital abrangente e acesso a uma grande quantidade de informações e know-how da Arburg. Os principais recursos incluem uma visão geral da frota de máquinas (MachineCenter) e pedidos de peças de reposição online (Loja). A Arburg atualiza continuamente seu portal de clientes com novos serviços digitais, o que cria valor agregado e torna a moldagem por injeção cotidiana mais fácil. Isso inclui o “AnalyticsCenter” para documentação de amostragem de molde, testes e processos de moldagem por injeção.

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Braskem e tailandesa SCG Chemicals estudam investimento conjunto na obtenção de eteno derivado de fontes renováveis para produção de Polietileno “Verde”

13/09/2021

A Braskem assinou memorando de entendimento (MOU) com a SCG Chemicals, uma das maiores empresas petroquímicas da Tailândia, para realizar estudos para investir conjuntamente em uma nova planta de desidratação de etanol na Tailândia para produção de eteno e polietileno I’m greenTM. Se implementada, esta cooperação pode dobrar a capacidade existente do Polietileno “Verde” I’m green.

“Em meio à crescente demanda por soluções sustentáveis e por economia circular em todo o mundo, continuamos em busca de oportunidades para expandir a disponibilidade de bio-PE I’m greenTM. Além de atender às expectativas dos clientes e contribuir para o compromisso de neutralidade de carbono até 2050, este projeto pode ser um marco para a presença da Braskem na Ásia. Temos a satisfação de desenvolver esta potencial parceria com a SCG Chemicals, a qual compartilha semelhante visão com respeito à sustentabilidade e tem um histórico de sucesso na indústria química na Ásia”, afirma Roger Marchioni, Diretor da Braskem para a Ásia.

Tanawong Areeratchakul, presidente da SCG Chemicals acrescenta: “Estamos comprometidos com a sustentabilidade e o avanço da economia circular para uma sociedade e meio ambiente melhores. Esse MOU significa que estamos explorando possíveis opções de parceria e investimento com a Braskem para trazer a produção de biopolímeros para a Ásia. Isso nos ajudaria a cumprir nossa promessa de nos tornarmos “Empresas Químicas para a Sustentabilidade” e de garantir a gestão social e ambiental de acordo com os padrões ESG (Ambientais, Sociais e de Governança), ao mesmo tempo em que promovemos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS) e atendemos ao mercado crescente demanda por produtos ambientalmente corretos de acordo com as diretrizes para o desenvolvimento da Economia Bio-Circular-Verde: Modelo BCG da Tailândia.”

Se os estudos de viabilidade forem aprovados de comum acordo entre as partes, a unidade de produção ficará localizada em Map Ta Phut, Rayong, Tailândia. Este projeto permitiria a combinação do know-how de tecnologia e biopolímeros da Braskem com o conhecimento da SCG Chemicals do mercado asiático e expertise na produção de PE.

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Dow abre inscrições para Prêmio Packaging Innovation Awards 2021

13/09/2021

Realizado desde 1986, o Packaging Innovation Awards prestigia tecnologias e processos inovadores desenvolvidos por participantes de toda a cadeia de valor do mercado de embalagens.

Estão abertas as inscrições para 33ª edição do Packaging Innovation Awards, premiação realizada pela Dow que reúne anualmente as principais novidades na indústria de embalagens com foco no avanço tecnológico, na sustentabilidade e na melhoria da experiência do usuário.

“Todos os anos, o Packaging Innovation Awards destaca os projetos, novos pontos de vista e ideias que estão ampliando os horizontes da indústria para apresentar verdadeiras inovações que podem simplificar o comércio, impactar a sociedade e impulsionar a economia circular do plástico”, comenta Andres Salgado, diretor de marketing do Negócio de Embalagens Especiais e Plásticos para a América Latina da Dow.

O prazo para submeter um projeto, seja ele referente a qualquer área da cadeia de valor de embalagem, vai até o dia 14 de outubro e pode ser feito no site: www.dow.com/en-us/market/mkt-packaging/packaging-innovation-award.html. Já as amostras dos projetos precisam chegar até o dia 5 de novembro. A participação no prêmio é gratuita e os projetos inscritos podem envolver os diferentes tipos de embalagem, desenvolvidas em qualquer material. Todas as inscrições devem contemplar produtos comerciais que estejam no mercado.

“Todas as inscrições serão revisadas e avaliadas por um painel independente e de prestígio de profissionais de todo o mundo, em uma ampla variedade de áreas, incluindo design, engenharia, varejo, conversão e academia. Esses jurados irão analisar e julgar cada projeto com base em três critérios: tecnologia, sustentabilidade e experiência do usuário”, explica Salgado.

Os vencedores na categoria prata, ouro e diamante, além do Prêmio Diamante (de maior honra), que será destinado para o autor do projeto com excelência nas três categorias, serão anunciados no primeiro trimestre de 2022.

Agenda do Packaging Innovation Awards 2021

A Dow é uma empresa global de ciência dos materiais, com um portfólio de produtos que inclui plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones voltados para mercados como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.

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Terphane vence Prêmio Abre da Embalagem Brasileira na categoria Ouro

13/09/2021

  • A embalagem foi premiada na categoria Estratégica
  • ‘Soluções para Varejo e e-commerce”

Depois de ficar entre as finalistas do Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira, a embalagem da Salada La Vita foi confirmada como a vencedora Ouro na categoria estratégica ‘Soluções para Varejo e e-commerce’.

Os jurados foram unânimes em afirmar que a embalagem da Salada La Vita se destacou pelo caráter inovador para esta categoria de produto (salada pronta para consumo): uma bandeja APET (poliéster amorfo) com tampa feita com um filme de poliéster (PET) selável e de fácil abertura. Segundo a empresa, a solução vai ao encontro de uma necessidade crescente do varejo e do e-commerce de oferecer saladas para consumo on the go (em movimento), com total conveniência e funcionalidade.

A produção da embalagem foi possível graças ao filme PET da Terphane. O filme escolhido para a tampa da embalagem foi o da linha Sealphane. Entre seus atributos, destaca a fabricante, estão a selagem automática que garante eficiência e rapidez ao processo, além de evitar perdas de produto e diminuir o risco de contaminação pela manipulação. A tampa é totalmente transparente, permitindo a clara visualização do produto já que o filme possui funcionalidade anti embaçamento (antifog).

Como reforçou Nick Kramer, Diretor Industrial da empresa La Vita, “após diversos testes, o filme da Terphane se mostrou ideal para atender às necessidades de nosso produto, a salada fresca. Além de manter as propriedades dos alimentos inalteradas, o atributo do antifog permitiu melhorar a apresentação no PDV, garantindo uma exposição adequada e ganho de competitividade.”.

De acordo com a Terphane, esta embalagem também permite que a bandeja selada seja empilhada durante o manuseio e distribuição, proporcionando otimização logística e economia de espaço no transporte e na armazenagem. Ela também possibilita a apresentação do produto nas posições vertical ou horizontal na gôndola (PDV).

“Toda a solução está alinhada a um outro conceito bastante importante nos dias atuais, o da segurança alimentar. A embalagem pode conter diversos compartimentos, igualmente selados, e que possibilitam separar proteína, cereais e molho, mantendo o frescor de cada item e aumentando sua vida de prateleira (shelf life)”, explica José Ricardo Sorbile, Gerente Nacional de Vendas da Terphane. Segundo ele, a embalagem também pode ser refrigerada e o filme permite a selagem até 210ºC, sem deformação.

A embalagem da Salada La Vita se destaca ainda pela sustentabilidade: ela é mono material – bandeja e tampa de poliéster – e reciclável. Além disso, segundo a emrpesa, o filme PET utilizado tem apenas 25µm e não atinge nem 1g por embalagem de salada – um peso muito menor quando comparado ao de uma tampa rígida. Isto contribui para gerar um volume menor de resíduo.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Plasvale comemora 44 anos

13/09/2021

A história da Plasvale começou com a produção de baldes em Setembro de 1977. Hoje, a empresa comemora um portfólio de mais de 800 produtos no segmento de utilidades domésticas, sendo uma das principais marcas do segmento no Brasil.

Para celebrar o aniversário, a empresa planejou ações off-line e on-line que reforçam o novo posicionamento de estar cada vez mais conectada aos consumidores. “Estamos há alguns anos buscando produtos de diferentes matérias-primas que facilitem a vida das pessoas, atrelando a novidades e tendências do segmento houseware”, comenta a gerente de Marketing da Plasvale, Samanta Junges Champi.

Atualmente, a Plasvale oferece produtos em plástico livre de BPA, vidro e inox, além de uma linha pet, uma linha de materiais de plástico reprocessado e itens divertidos e que trazem facilidade na hora de cozinhar. O objetivo para seguir crescendo é inovar e ampliar o mix de produtos, expandindo também para o catálogo disponível no e-commerce.

Com um parque fabril de mais de 16 mil metros quadrados e mais de 600 colaboradores, a Plasvale atende todos os estados brasileiros e está presente em mais de 30 mil pontos de venda, afirma a empresa que também exporta para mais de 20 países. Situada em Gaspar (SC), a empresa possui mais de 800 produtos divididos em 23 categorias.

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Associadas à Adirplast apostam em melhora leve do mercado no segundo semestre

09/09/2021

 

O volume total de resinas commodities, plásticos de engenharia e filmes biorientados distribuídos pelos associados Adirplast de janeiro a julho deste ano foi de 130.444 toneladas. A entidade acredita que o segundo semestre será mais rentável que o primeiro

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) divulgou que o volume total de resinas commodities, plásticos de engenharia e filmes biorientados distribuídos pelos seus associados de janeiro a julho deste ano foi de 130.444 toneladas. “Tivemos o pior primeiro semestre dos últimos dez anos. Após janeiro, que apresentou uma leve melhora, tivemos uma péssima venda”, diz a vice-presidente da Adirplast, Cecília Vero, da TIV Plásticos, distribuidora de filmes biorientados. A executiva conta que, apesar de janeiro ter sido um mês favorável, o resto do período foi muito ruim. Para ela, a grave crise de consumo pela qual o Brasil está passando e a alta inflação são parte do problema. “Precisamos reequilibrar a cadeia para termos um 2022 melhor.”

Apesar dos problemas, Vero acredita em um segundo semestre melhor, impulsionado principalmente pela sazonalidade e melhora das restrições impostas para o enfrentamento da pandemia de Covid-19. Assim, ela estima que ainda seja possível que este ano feche com queda de volume entre 10 e 20% em relação a 2019, ano pré-pandêmico. “No ano passado, 2020, vendemos o que tínhamos e o que não tínhamos. Neste ano, a configuração é diferente. Apesar disso, temos uma perspectiva melhor para o segundo semestre. Mas, claro, é preciso acompanhar esse processo inflacionário e lembrar que o consumidor final empobreceu. Também é preciso reconhecer que estamos passando por uma crise logística no mundo inteiro e que está deixando os fretes altíssimos.”

Julho foi um mês positivo para o segmento de filmes BOPP e BOPPET. De acordo com dados da Adirplast, o volume de venda dos associados no mês de julho foi 22,7% maior que junho deste ano. Mas é preciso reforçar que as vendas dos sete primeiros meses deste ano foram 30,3% menores que nos últimos sete meses de 2020.

Francielo Fardo, da ColorFix, do setor de masterbatches e compostos, também vê o segundo semestre com mais esperança. “Com o avanço significativo das vacinações, a reabertura do comércio e o retorno às aulas, estamos bem mais próximos das rotinas pré-Covid. Entendemos que o horizonte tende a ser bem positivo em termos de negócios para o segundo semestre. Já tivemos um incremento de negócios em julho, que até agora ocupa o lugar de melhor mês do ano aqui na empresa.”

O segmento de engenharia também parece ter sido menos impactado pela má fase do mercado. Fabrício Bento, diretor comercial da Polyfast, distribuidor de plásticos de engenharia, conta que, em termos de vendas, o primeiro semestre de 2021 foi positivo. “Apesar da falta de produtos, nossos principais parceiros suportaram bem a nossa demanda, o que nos ajudou a sustentar um crescimento de aproximadamente 20% em relação ao mesmo período de 2020.”

Além da falta de demanda que assusta muitos empresários do setor, os problemas de abastecimento podem atrapalhar os planos de crescimento no segundo semestre. “Atualmente estamos com problema em todo o nosso portfólio e essa falta de produto e aumento de lead time podem dificultar o desempenho”, conta Campos.

“O volume de julho deste ano, considerando todos os associados de diferentes segmentos, foi de 18.884 toneladas, já junho foi de 14.818. É um aumento expressivo que demonstra um cenário mais positivo para este segundo semestre”, afirma Laercio Gonçalves, presidente da entidade. O executivo também afirma que a retomada da demanda interna e a sazonalidade favorável prometem um segundo semestre positivo para produtores e distribuidores de resinas termoplásticas. “Até julho, o consumo dos principais plásticos – polietileno (PE), polipropileno (PP) e poliestireno (PS) – no país exibia evolução de 6%, mas é importante reforçar que esse ritmo pode perder força já que as vendas na segunda metade do ano passado foram turbinadas pela recomposição de estoques”, finaliza.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes biorientados, plásticos de engenharia, masterbatches e compostos. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros, masterbatches, compostos e filmes biorientados comercializados no país. As empresas associadas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Termotécnica celebra 60 anos de fundação

08/09/2021

Companhia é líder em soluções de embalagens em EPS

A Termotécnica completou 60 anos neste dia 29 de agosto. Desde a sua fundação, a Termotécnica tem sido pioneira e protagonista no mercado de soluções de embalagens em EPS (popularmente conhecido como isopor*) no país e vem se reinventando atendendo às novas demandas dos clientes e dos consumidores. “Nesta trajetória desbravamos novos caminhos, novas soluções, migramos para outros mercados. Desenvolvemos soluções antes inexistentes, trabalhando em conjunto com os clientes para oferecer as melhores alternativas de proteção e para quebrar as barreiras logísticas de transporte e distribuição de produtos, sempre buscando novas aplicações para esse material tão versátil”, afirma Albano Schmidt.

Albano Schmidt

Ao longo dessas seis décadas, a Termotécnica vem dando saltos de crescimento, com pontos de inflexão ao longo do caminho. O desenvolvimento de produtos com engenharia e ferramental próprios, foram os primeiros passos para alcançar a autonomia. Nos anos 1970, a empresa deu início ao atendimento de clientes do varejo, com caixas térmicas para alimentos e bebidas. Nesta época, a companhia cresceu muito também nas aplicações de barreiras de calor, explorando a característica de isolamento térmico, desenvolvendo tecnologia e engenharia de projetos construtivos para grandes frigoríficos e câmaras frias.

Na década de 1980, passou a produzir a própria matéria-prima, com a fundação da planta Termocell, junto à matriz em Joinville (SC). Com isso, a Termotécnica verticalizou sua produção, ganhando ainda mais autonomia nas operações. É em 1980 também a inauguração da filial em Manaus (AM) para atender de perto às necessidades de importantes clientes, principalmente da Linha Marrom (áudio e vídeo). Nos anos 1990, a Termotécnica introduziu o conceito shrink na Linha Branca (eletrodomésticos) no Brasil. Com esta solução a empresa promoveu uma grande mudança neste segmento, mudando de forma definitiva o modelo de embalagem para refrigeradores.

Ainda em 1990, a empresa assinou o primeiro convênio com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e criou a sua própria área interna de Pesquisa e Desenvolvimento. Ao todo, são 97 patentes (desenho industrial, modelo de utilidade e invenções) e 19 marcas registradas. Como reconhecimento dessa trajetória de inovação, recentemente a Termotécnica conquistou o Prêmio Inovação Catarinense “Professor Caspar Erich Stemmer”, na categoria Empresa Inovadora, concedido pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc).

Nos anos 2000, a Termotécnica investiu em novas expansões com a inauguração das unidades fabris em São José dos Pinhais (PR) e Rio Claro (SP) para atender principalmente ao mercado de Linha Branca. E em 2012, inaugurou a unidade fabril em Petrolina (PE), voltada para soluções para o agronegócio, com a marca DaColheita. A crescente demanda dos produtos do Vale do São Francisco possibilitou a expansão para a região Nordeste.

Ao longo de sua história, a Termotécnica também vem sendo reconhecida pela sua atuação sustentável, e tem estado presente em quatro edições do Guia Exame de Sustentabilidade. Nos anos 2000, viabilizou, de forma pioneira, as operações de logística reversa e reciclagem do EPS no país, antecipando-se em alguns anos à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com o programa Reciclar EPS, a Termotécnica tem buscado uma mudança cultural no Brasil, promovendo a conscientização da população de que o EPS é um plástico reciclável que precisa ser descartado de forma correta para ter seu ciclo de vida prolongado.

A Termotécnica afirma que, ao longo de 13 anos, foram mais de 44 mil toneladas de EPS coletadas, recicladas e devolvidas ao mercado como material de alto valor agregado. Segundo a empresa, o Programa Reciclar EPS contabiliza ainda cerca de 1.000 pontos de coleta do material em várias regiões do país e geração de emprego e renda para cerca de 5.000 famílias. Por esses resultados, a Termotécnica foi reconhecida em 2021 no 26º Prêmio FIESP de Mérito Ambiental, com menção honrosa na categoria médias e grandes empresas, com o case “Reciclar EPS – da logística reversa a novos produtos”.

Nos últimos dois anos, a Termotécnica ampliou o portfólio no agronegócio em soluções pós-colheita e internacionalizou o uso do EPS no transporte global das frutas brasileiras. A empresa vem desenvolvendo novas soluções para valorizar produtos técnicos e atua fortemente na cadeia térmica, oferecendo soluções para o transporte seguro de vacinas. Também tem trabalhado junto aos clientes das linhas Branca, Marrom e Automotiva para ampliar seus canais de vendas por e-commerce, garantindo maior segurança dos produtos durante toda a logística de embalamento, armazenagem, transporte e entrega ao cliente final.

“Tecnologias como indústria 4.0, internet das coisas, rastreabilidade, manutenção da temperatura, função ativa para segurança sanitária e ampliação da validade dos produtos acondicionados, novas resinas e materiais de origem vegetal e biodegradáveis: o que o mundo, os mercados, clientes e consumidores quiserem – a Termotécnica vai estar à frente provendo essas soluções”, assegura o Presidente da Termotécnica.

Mais recentemente, desde que se iniciou a pandemia por coronavírus, a Termotécnica vem desenvolvendo soluções inovadoras para o segmento fármaco. Em agosto de 2020 lançou a nanotecnologia do Safe Pack – EPS antiviral, para redução do risco e velocidade da contaminação por vírus. Também desenvolveu unidades conservadoras que podem ser aplicadas no transporte de vacinas em temperaturas extremamente baixas.

“Posso dizer com muita convicção que hoje, ao completarmos 60 anos, estamos muito mais próximos da missão de ‘ser uma empresa de classe mundial, onde as pessoas tenham prazer e orgulho de trabalhar’. No entanto, o nosso espírito se mantém inquieto, perseguindo o novo, trazendo conceitos modernos de excelência em gestão, mas sempre traduzidos para o jeito Termotécnica de ser”, comemora Albano Schmidt.

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Standard & Poor melhora classificação de risco da Braskem

08/09/2021

A Braskem retornou ao grau de investimento, segundo a agência de classificação de risco S&P

A Braskem retornou ao grau de investimento, segundo a agência de classificação de risco S&P Global Ratings (S&P). A S&P elevou o rating da companhia para BBB-, com perspectiva estável. Segundo informado em release da Braskem, a agência destacou que a elevação do rating para grau de investimento reflete a melhora considerável dos indicadores de rentabilidade e de geração de caixa, o compromisso da empresa com a alavancagem e a expectativa de que a Braskem continue se beneficiando com os altos spreads petroquímicos nos próximos trimestres.

“Essa elevação da classificação é resultado dos esforços contínuos de todos os colaboradores da Braskem. Reiteramos nosso firme compromisso com a higidez financeira, que é fundamental para atendermos bem nossos clientes, parceiros e acionistas”, disse Pedro Freitas, vice-presidente de Finanças, Suprimentos e de Relações Institucionais da Braskem.

Nos últimos trimestres, a empresa registrou fortes resultados operacionais, com aumento da receita líquida de vendas e do lucro líquido. Também reduziu consistentemente a dívida bruta e a alavancagem corporativa, que se encontra em seu menor patamar histórico. Além disso, segundo a companhia, manteve uma forte posição de liquidez e a maior parte das dívidas tem vencimento no longo prazo (50% a partir de 2030).

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BASF conclui compra de 49,5% do parque eólico offshore no Mar do Norte holandês

02/09/2021

  • Aprovação de todas as autoridades relevantes já recebidas
  • As obras no Mar do Norte já começaram
  • Fornecimento de energia para tecnologias de baixa emissão com início em 2023

Após a aprovação de todas as autoridades relevantes, a BASF concluiu com sucesso hoje, 01/09/2021, a compra de 49,5% do parque eólico offshore Hollandse Kust Zuid da Vattenfall. O fechamento da transação, originalmente previsto para o quarto trimestre de 2021, foi concluído antes do planejado.

De acordo com o acordo que a BASF e a Vattenfall assinaram em junho de 2021, o preço de compra chega a € 300 milhões. Incluindo a contribuição da BASF para financiar a construção do parque eólico, o compromisso total da BASF chega a cerca de € 1,6 bilhão. A BASF pretende reduzir seu investimento vendendo ações para um co-investidor financeiro; o processo respectivo já foi iniciado.

As obras de construção do parque eólico no Mar do Norte holandês começaram em julho de 2021. O parque eólico offshore não conta com subsídios e deverá estar totalmente operacional em 2023. Nessa época, será o maior parque eólico offshore do mundo, com 140 turbinas e uma total capacidade instalada de 1,5 gigawatts. A eletricidade do parque eólico permitirá à BASF implementar tecnologias inovadoras de baixa emissão em vários de suas instalações de produção na Europa. Outra parte significativa da produção de eletricidade é reservada para os clientes holandeses da Vattenfall.

O complexo químico da BASF em Antuérpia (Bélgica) se beneficiará da energia renovável em uma extensão significativa. A unidade da BASF em Antuérpia é a maior unidade de produção de produtos químicos na Bélgica e a segunda maior unidade do Grupo BASF em todo o mundo.

O esquema de fornecimento para outras unidades da BASF na Europa dependerá do desenvolvimento do respectivo regulamento para energia renovável. O parque eólico também ajudará a Holanda a atingir sua meta de geração de energia renovável e metas de redução de gases de efeito estufa. A BASF tem mais de 1.500 funcionários na Holanda que desenvolvem, produzem e vendem produtos para muitos setores em vários locais.

“Este parque eólico será um importante alicerce para fornecer eletricidade renovável ao nosso site de Antuérpia e outros sites europeus. É o primeiro grande investimento da BASF em instalações para energia renovável. Com este investimento, estamos garantindo volumes significativos de eletricidade de fontes renováveis ​​para a BASF, que é um elemento-chave de nossa transformação em direção à neutralidade climática ”, disse o Dr. Martin Brudermüller, Presidente do Conselho de Diretores Executivos da BASF SE.

“A Vattenfall e a BASF compartilham um objetivo comum de eliminar gradualmente as emissões de gases de efeito estufa de nossas operações. Com esta cooperação, a Vattenfall prova mais uma vez que as parcerias com as indústrias são um elemento chave para acelerar a transição energética europeia entre os vários setores da economia. Estou particularmente orgulhosa de podermos fazer isso e, ao mesmo tempo, garantir o fornecimento de eletricidade livre de recursos fósseis aos nossos clientes holandeses ”, disse Anna Borg, presidente e CEO da Vattenfall.

A Vattenfall afirma ter como missão permitir uma vida livre de combustíveis fósseis em uma geração. Para atingir esse objetivo, a empresa investe fortemente em energias renováveis. A energia eólica offshore desempenha um papel importante no alcance de seus objetivos. Uma pedra angular da estratégia de crescimento da Vattenfall é procurar parceiros para equilibrar os custos de investimento significativos de seus ativos futuros. Investidores fortes apoiarão a Vattenfall para acelerar e impulsionar a transformação do cenário energético, uma vez que abrirá espaço financeiro para novos investimentos em energias renováveis ​​e descarbonização.

A BASF pretende reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 25% até o ano 2030 e atingir emissões líquidas zero até 2050. Uma importante alavanca para reduzir ainda mais as emissões é substituir a eletricidade de base fóssil por eletricidade livre de recursos fósseis. A BASF garantirá o suprimento das quantidades necessárias de energia renovável por meio de uma abordagem “fazer e comprar”. Isso inclui a intenção de trazer co-investidores financeiros para este projeto, permitindo um uso eficiente do capital.

A BASF está trabalhando na ampliação de tecnologias de baixa emissão para dimensões industriais. Após 2030, a BASF espera implementar tecnologias tais como processos livres de CO2 para a produção de hidrogênio e crackers a vapor aquecidos eletricamente, o que aumentará significativamente a demanda da BASF por energia renovável. Os crackers a vapor desempenham um papel central na produção de produtos químicos básicos e requerem uma quantidade significativa de energia para quebrar os hidrocarbonetos, sob altas temperaturas e pressão, em olefinas e aromáticos. Os parques eólicos offshore podem desempenhar um papel fundamental no fornecimento das quantidades necessárias de energia renovável.

“Vattenfall e BASF são parceiros de longa data. Com este projecto verdadeiramente europeu damos mais um passo no reforço da nossa parceria. Juntos, faremos um impacto positivo no clima, em nossos negócios e continuaremos a buscar oportunidades futuras de cooperação ”, disseram Borg e Brudermüller.

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Unipac reitera sinergia com inpEV para reciclagem de embalagens vazias de agroquímicos

02/09/2021

A Unipac celebrou o Dia Nacional do Campo Limpo no último dia 18 de agosto, uma data criada pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV) com o objetivo de reconhecer a participação dos diferentes agentes da logística reversa de embalagens vazias de agroquímicos no Brasil – agricultores, revendas, cooperativas, indústrias e poder público – e comemorar os resultados alcançados com a atuação conjunta.

De acordo com dados do inpEV, em 2020, o Sistema Campo Limpo promoveu a correta destinação de 49,9 mil toneladas de embalagens de agroquímicos, ou seja, 94% das embalagens comercializadas no Brasil foram enviadas para reciclagem ou incineração. Do total recebido pelo Sistema em 2020, 93% foram recicladas e transformadas em novas embalagens e tampas ou outros produtos, como conduítes e dutos, tubo para esgoto, drenos e conexões. O trabalho só foi possível graças a uma estrutura composta de 411 unidades de recebimento e 3,9 mil recebimentos itinerantes.

Segundo sua cultura de sustentabilidade, a Unipac defende o trabalho de conscientização dos agentes envolvidos e de toda a comunidade sobre a responsabilidade de pensar e agir de forma sustentável, com efeito direto na vida das gerações presente e futuras. “O Brasil é uma referência no recebimento de embalagens para defensivos agrícolas no mundo e o inpEV, ao promover ações socioambientais em parcerias com cooperativas, escolas, universidades, entre outros públicos, visando incentivar a conservação ambiental e o compromisso de todos com a natureza e seu ciclo sustentável, tornou-se uma referência para outros setores e é prova de que é possível fazer a logística reversa com resultados positivos”, comenta André Silvestre, Gerente de Vendas do Segmento Embalagem da Unipac.

O Grupo Jacto busca regularmente sinergias com o inpEV, com o objetivo de fomentar o recebimento e a destinação correta do maior número possível de embalagens e também afirma investir em pesquisa, desenvolvimento de processos e materiais sustentáveis, a exemplo da tecnologia em máquinas para fabricação de embalagens com resinas recicladas pós-consumo.

“Como integrante da cadeia, somos corresponsáveis pelo bom desempenho desse ciclo. Desenvolvemos produtos e processos voltados ao menor impacto ao meio ambiente e tecnologias mais limpas, a exemplo da embalagem com proteção por plasma destinadas exclusivamente ao envase de defensivos agrícolas, que é livre de solventes, sem emissão de resíduos sólidos e reduz potencialmente o aquecimento global, o que favorece a reciclagem do produto final, garantindo à empresa do agronegócio a segurança e a integridade dos defensivos agrícolas desde o envase até a sua utilização no campo”, afirma Silvestre.

Exemplo de sucesso

A logística reversa de embalagens de agroquímicos é obrigatória (Lei federal nº 9.974/00) e está inserida na Política Nacional de Resíduos Sólidos. A legislação define as atribuições de empresas e poder público no que se refere à destinação de embalagens e produtos pós-consumo, bem como suas devidas responsabilidades.

Segundo a Unipac, todos os produtos fabricados pela empresa, embalagens ou tampas, podem ser reciclados e reaproveitados na fabricação de outros tipos de produtos, conforme normas vigentes.

Com 45 anos em 2021, a Unipac atua nos segmentos automotivo, de defensivos agrícolas, logístico, entre outros. Executa seis tipos de processos de transformação em suas unidades produtivas – sopro, injeção, injeção estrutural, extrusão de chapas, termoformagem e rotomoldagem – que estão instaladas em Pompeia (matriz) e Limeira (filial), ambas em São Paulo, e nos sites de seus clientes, por meio do modelo in house, nas cidades de Regente Feijó/SP, Paulínia/SP e Maracanaú/CE. Possui em torno de 1.000 colaboradores, que atuam de forma colaborativa e participativa, em um ambiente organizacional favorável ao desenvolvimento constante.

Conta com uma área voltada à inovação e um moderno centro de pesquisa de engenharia avançada em materiais e processos e mantém uma ferramentaria para a produção de moldes para os mais variados processos de transformação. A Unipac é uma das unidades de negócio do Grupo Jacto, composto por importantes empresas que atuam nos segmentos agrícola, tecnologia de aplicação de polímeros (automotivo, embalagens e logística), transporte, equipamentos para serviços de limpeza e higienização, e soluções para a área médica. Fundado em 1948 e presente nos cinco continentes, o Grupo é 100% nacional.

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SABIC lança policarbonato produzido com matéria prima quimicamente reciclada

01/09/2021

  • SABIC lança policarbonato circular certificado – segundo a empresa, o primeiro na indústria com base na reciclagem química
  • Plástico misturado pós-consumo é usado como matéria-prima para produzir policarbonato com base no conceito de balanço de massa
  • Redução potencial de até 23% da pegada de gases de efeito estufa (GEE) em comparação ao policarbonato existente, afirma a SABIC

A SABIC anunciou o lançamento de uma resina de policarbonato (PC) e blendas obtidos a partir do processamento de resíduos de plásticos mistos pós-consumo. Segundo a SABIC, trata-se de uma inovação na indústria, baseada em reciclagem química, e demonstra o compromisso da empresa em se orientar para a uma economia circular para plásticos.

De acordo com um estudo interno de LCA da SABIC, o novo policarbonato circular certificado oferece uma redução potencial da pegada de carbono de até 23%, em comparação com a versão convencional fabricada pela empresa.

“Em outra contribuição para o desenvolvimento de uma economia circular para plásticos, estamos orgulhosos de ter desenvolvido uma nova solução que pode ajudar nossos clientes a cumprir suas metas de sustentabilidade e gerar valor, ao aumentar a quantidade de plástico misturado pós-consumo reciclado que processam” disse Abdullah S. Al-Otaibi, Gerente Geral de Soluções de Termoplasticos de Engenharia e Mercado da SABIC. “A SABIC está continuamente ampliando suas ofertas de sustentabilidade e em termoplásticos de engenharia, especificamente, novas soluções em nosso portfólio de policarbonato para ajudar a apoiar as necessidades crescentes de nossos clientes de conteúdo circular e redução da pegada de CO2 ”, acrescentou Al-Otaibi.

Parte do portfólio de soluções circulares Trucircle da SABIC, a nova resina de policarbonato circular certificada é produzido por meio da reciclagem química de plástico misturado pós-consumo que, de outra forma, poderia acabar em aterros sanitários ou incinerado. Por meio de um processo chamado pirólise, o plástico usado, difícil de ser reciclado mecanicamente, é convertido em um líquido chamado óleo de pirólise. Este óleo é então usado como matéria-prima para produzir as substâncias químicas (monômeros) que serão convertidos em plásticos com as mesmas propriedades do material virgem – neste caso, policarbonato.

O policarbonato – mais especificamente a resina Lexam, faz parte do portfólio de termoplásticos de engenharia da SABIC, incluindo blendas de PC, tais como as resinas Cycoloy e Xenoy . Os clientes de todos os setores – como Eletro-eletrônico, automotivo, saúde e bens de consumo – podem usar o novo policarbonato circular sob condições de processo idênticas às usadas para as resinas atualmente disponíveis.

O policarbonato circular é certificado por um entidade independente sob o esquema de Certificação Internacional de Sustentabilidade e Carbono (ISCC PLUS), usando uma abordagem de balanço de massa padronizada, que fornece um método de avaliação do conteúdo de material reciclado de acordo com regras predefinidas e transparentes. Além disso, o credenciamento ISCC PLUS, amplamente reconhecido, fornece rastreabilidade ao longo da cadeia de suprimentos fisicamente ligada da SABIC, desde a matéria-prima até o produto final, exigindo uma cadeia de custódia com base no sistema de balanço de massa.

Lançado em 2019, o portfólio Trucircle da SABIC abrange o design para reciclabilidade, produtos mecanicamente reciclados, produtos circulares certificados de reciclagem de matéria-prima de plásticos usados, produtos renováveis ​​certificados de matéria-prima biológica, além de iniciativas de ciclo fechado para reciclar plástico de volta em aplicações de alta qualidade, ajudando a evitar que plásticos valiosos usados ​​se tornem desperdício.

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Ineos Styrolution se associa ao Pacto de Plásticos dos EUA para promoção da economia circular para plásticos

01/09/2021

  • Empresa líder global em estirênicos acrescenta sua voz à visão de alcançar um futuro sustentável para os plásticos por meio de mudanças e soluções inovadoras.
  • Ineos Styrolution juntou-se ao Pacto de Plásticos dos EUA (U.S. Plastics Pact), liderado pela The Recycling Partnership e World Wildlife Fund, em parceria com a Ellen MacArthur Foundation.

A Ineos Styrolution juntou-se ao Pacto de Plásticos dos EUA em seu apoio a iniciativas colaborativas voltadas para soluções destinadas a promover mudanças significativas no sistema de design, uso e reutilização de plásticos. O Pacto de Plásticos dos EUA une abordagens intersetoriais, definindo uma estratégia nacional e criando soluções escaláveis ​​para criar um caminho em direção a uma economia circular para plásticos nos Estados Unidos até 2025.

Como parte do Pacto de Plásticos dos EUA, ativadores como a Ineos Styrolution reconhecem que uma mudança significativa é essencial para realizar uma economia circular para plásticos. Como tal, o Pacto de Plásticos dos EUA está reunindo mais de 10 marcas, varejistas, ONGs e agências governamentais em toda a cadeia de valor dos plásticos para trazer uma voz às embalagens dos EUA. Os membros empregarão iniciativas coordenadas e soluções inovadoras para repensar produtos, embalagens e modelos de negócios.

A Ineos Styrolution afirma ter uma forte visão de sustentabilidade com o objetivo de melhorar e aumentar a recuperação de resíduos plásticos pós-consumo e fortalecer a inovação para a circularidade. “Devemos estar focalizados na solução. É fundamental que vejamos os avanços inovadores em sustentabilidade e numa economia circular de plásticos trazidos para uma realidade global ”, diz Ricardo Cuetos, Vice-Presidente da Ineos Styrolution America LLC.

“Juntos, por meio do Pacto de Plásticos dos EUA, daremos início a mudanças no sistema para acelerar o progresso em direção a uma economia circular”, disse Emily Tipaldo, Diretora Executiva do Pacto de Plásticos dos EUA. “O Pacto dos Plásticos dos EUA mobilizará mudanças em todo o sistema por meio do apoio à inovação a montante (upstream) e de uma estratégia nacional coordenada. Essa estrutura unificada permitirá que os membros acelerem o progresso em direção às nossas ambiciosas metas de sustentabilidade para 2025. A participação integral dos membros será vital para alcançar nossos objetivos comuns. ”

Desde 2016, a iniciativa Nova Economia dos Plásticos da Ellen MacArthur Foundation tem reunido empresas e governos por trás de uma visão positiva de uma economia circular para o plástico. Seus relatórios de 2016 e 2017 sobre a Nova Economia dos Plásticos foram manchetes em todo o mundo, revelando os custos financeiros e ambientais dos resíduos de plástico e da poluição.

O Pacto de Plásticos é uma rede global de iniciativas que reúne todos os principais interessados ​​em nível nacional ou regional por trás de uma visão comum com um conjunto concreto de metas locais ambiciosas. Ele constrói uma plataforma única para trocar aprendizados e melhores práticas entre as regiões para acelerar a transição para uma economia circular para o plástico – uma Nova Economia do Plástico – na qual ele nunca se torna lixo ou poluição.

A Ineos Styrolution é um fornecedor líder global de estirênicos, com foco em monômero de estireno, poliestireno, padrão ABS e especialidades estirênicas. A empresa fornece aplicações estirênicas para muitos produtos de uso diário em uma ampla gama de indústrias, incluindo automotiva, eletrônica, doméstica, construção, saúde, embalagens e brinquedos / esportes / lazer. Em 2020, as vendas foram de 4 bilhões de euros. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.600 pessoas e opera 20 unidades de produção em dez países.

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Fraunhofer IPA, Arburg e Balluff usam Freeformer para impressão 3D de invólucros de sensores em PBT

30/08/2021

Modelo de demonstração do sensor customizado em diferentes estágios de produção: conceito em CAD (canto superior esquerdo), após integração dos componentes eletrônicos (canto superior direito) e modelo de demonstração final acabado (figura inferior)

A impressão 3D está se tornando cada vez mais importante na fabricação industrial. Ele não apenas torna possível produzir formas muito complexas que, de outra maneira, seriam virtualmente impossíveis de serem geradas com processos convencionais, mas também permite que lotes de pequenas quantidades sejam produzidas em uma base econômica. Porém, até o momento, a integração de componentes eletrônicos e, consequentemente, a produção de sensores customizados tem apresentado um desafio. Agora, junto com as empresas Arburg e Balluff, a Fraunhofer IPA alcançou um avanço.

Sensores individualizados são interessantes para tarefas em tecnologia de automação, pois podem ser usados ​​de forma flexível para uma variedade de aplicações. Sensores de proximidade indutivos estão disponíveis em invólucros cilíndricos de metal, nos quais uma bobina, uma placa de circuito e um plugue são instalados em uma configuração fixa – um componente padrão com uma geometria fixa. Na tecnologia de automação, os sensores de proximidade indutivos são usados ​​em grande volume para a detecção de objetos de metal sem contato. Em aplicações industriais, eles podem não apenas registrar a proximidade de um componente, mas também indicar a que distância ele está localizado. No entanto, devido ao formato dos invólucros, sensores de proximidade indutivos para integração em ambientes específicos – dedos de garras de braços robóticos, por exemplo – ainda não haviam sido desenvolvidos até agora.

Invólucros de qualquer formato

Surgiu então a questão: por que não imprimir a caixa do sensor em plástico, de modo que ele possa ser fabricado em qualquer formato? Isso é exatamente o que uma equipe de pesquisa do Centro de Manufatura Aditiva do Instituto Fraunhofer para Engenharia de Manufatura e Automação IPA conseguiu agora. A equipe foi apoiada por colegas da fabricante de máquinas de processamento de plástico Arburg GmbH & Co. KG e a especialista em sensores e automação Balluff GmbH. Um plástico com alta rigidez dielétrica e propriedades retardantes de chamas foi necessário para fabricar o invólucro do sensor. Os especialistas optaram pelo tereftalato de polibutileno (PBT), plástico semicristalino que é usado como material padrão em moldagem por injeção para a produção de invólucros de componentes eletrônicos. Porém, este tipo de material ainda não havia sido utilizado para impressão 3D, necessitando de trabalhos de caráter pioneiro.

Trilhas de condutor em impressão 3D

O plástico foi alimentado na forma de pellets em um “Freeformer”, o sistema de manufatura aditiva industrial da Arburg, que usa uma unidade de preparação de material com uma rosca especial de plastificação. Depois de fundir os pellets, o processo do Freeformer, que não usa moldes, se segue: um bico de alta frequência descarrega minúsculas gotículas de plástico, que podem ser precisamente posicionadas com o auxílio de um porta-peça móvel.

Desta forma, o Freeformer criou, camada por camada, componentes tridimensionais com cavidades nas quais os componentes podem ser inseridos durante o processo de impressão. Para que isso fosse possível, o Freeformer interrompeu automaticamente o processo em cada camada respectiva, de forma que a bobina, a placa de circuito e o plugue pudessem ser integrados com muita precisão. Em um processo separado, um “dispensador” foi então usado para produzir as trilhas condutoras de prata dentro do invólucro. Para completar o processo, tudo o que foi necessário foi terminar a impressão das cavidades e, em seguida, revesti-las em poliuretano.

A equipe produziu mais de 30 modelos de demonstração de sensores customizados dessa maneira e depois os colocou à prova: os componentes deveriam ser capazes de suportar mudanças de temperatura e vibrações, deveriam ser à prova d’água e passar por um teste de isolamento elétrico. Pela otimização do design e processo de fabricação, no final os testes foram concluídos com sucesso.

O projeto de pesquisa “Integração de funções eletrônicas em componentes fabricados aditivamente” durou dezoito meses. Stefan Pfeffer, que liderou o projeto na Fraunhofer IPA, está atualmente trabalhando com a Arburg em pesquisas sobre como os plásticos condutores também podem ser usados ​​no futuro para explorar áreas de aplicação adicionais.

Com quase 1000 funcionários, o Instituto Fraunhofer de Engenharia de Manufatura e Automação IPA, Fraunhofer IPA, é um dos maiores institutos na Fraunhofer-Gesellschaft. O orçamento total ultrapassa 74 milhões de euros. O foco da pesquisa do instituto está nos aspectos organizacionais e tecnológicos da produção. O IPA desenvolve, testa e implementa não apenas componentes, dispositivos e métodos, mas também máquinas e fábricas inteiras. Com 15 departamentos coordenados por meio de seis unidades de negócios, o IPA realiza um trabalho interdisciplinar com
as seguintes indústrias: automotiva, indústria de máquinas e equipamentos, eletrônica e microssistemas, energia, engenharia médica e biotecnologia, bem como indústria de processo. As atividades de pesquisa da Fraunhofer IPA visam a produção econômica de produtos sustentáveis ​​e personalizados.

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Polipropileno quimicamente reciclado da Borealis é usado em embalagens para bebida gelada Cafè Latte da suíça Emmi

30/08/2021

A empresa suíça de laticínios Emmi está fazendo parceria com a Borealis e a Greiner Packaging para produzir copos para a bebida Caffè Latte da Emmi, usando polipropileno reciclado quimicamente.

O Caffè Latte da Emmi, uma das principais marcas de café gelado pronto para beber na Europa, começou a incorporar polipropileno reciclado quimicamente em suas embalagens. Os copos, contendo 30% de material quimicamente reciclado, são produzidos pela Greiner Packaging e o material reciclado quimicamente vem da Borealis.

A Emmi, a maior processadora de leite da Suíça, afirma estar comprometida com a proteção do clima e a economia circular. A empresa de laticínios tem a meta declarada de tornar todas as suas embalagens 100% recicláveis ​​e está comprometida com várias medidas para promover a circularidade, tais como a de usar embalagens que contenham pelo menos 30% de reciclado até 2027. Focalizando em embalagens recicláveis ​​e no uso de materiais reciclados, a Emmi está dando um primeiro passo com sua a marca Caffè Latte.

Escassez de materiais e política ambiental

A partir de setembro de 2021, a marca Emmi CaffÈ Latte, usará pelo menos 100 toneladas de plástico baseado em material reciclado a cada ano. A reciclagem química transforma quimicamente os resíduos de plástico novamente em plástico, criando materiais reciclados com um nível de pureza equivalente ao Polipropileno baseado em combustível fóssil e, portanto, adequado para proteção, segurança alimentar e outras aplicações exigentes. Desta maneira, a Emmi está utilizando matéria-prima de difícil reciclagem por vias convencionais, evitando o descarte de lixo plástico que provavelmente seria depositados em aterro ou incinerado. No futuro, dependendo da disponibilidade de material adequado, a quantidade de plástico reciclado nas embalagens Emmi Caffé Latte deverá ser aumentada.

A nova tecnologia de recuperação do polipropileno ainda está engatinhando e a Greiner Packaging e a Borealis são líderes nesse processo. Apenas quantidades limitadas de polipropileno reciclado quimicamente estão disponíveis atualmente e a Emmi é um dos poucos fabricantes de alimentos a ter garantido o fornecimento de uma parcela do polipropileno reciclado quimicamente, em função do seu compromisso inicial e colaboração de longa data com as empresas que estão à frente do desenvolvimento.

“São necessários esforços conjuntos dos fabricantes de alimentos e embalagens para reduzir o desperdício e fazer um progresso mensurável na economia circular”, diz Bendicht Zaugg, que é responsável por Embalagens Sustentáveis ​​na Emmi.

“Temos uma parceria longa e recompensadora com a Emmi e a Borealis”, disse o gerente de contas-chave da Greiner Packaging, Vincenzo Crescenza. “Esta conquista está de acordo com nosso objetivo declarado de trabalhar para alcançar uma economia circular. Nossa estratégia é desenvolver produtos inovadores, desenvolver novas parcerias de serviços e modelos de negócios, além de parcerias pioneiras em materiais. ”

“A Borealis anseia por um mundo sem resíduos de plástico”, disse Trevor Davis, Chefe de Marketing de Produtos de Consumo da Borealis. “O polipropileno reciclado quimicamente usado neste novo copo do Emmi Caffè Latte é fabricado com o portfólio Borealis Borcycle C de soluções de reciclagem química, dando outra vida aos resíduos pós-consumo à base de poliolefinas. Ele oferece benefícios abrangentes, permitindo a transição para uma indústria de poliolefinas circular, ao mesmo tempo que cria produtos plásticos de qualidade virgem. Ao permanecermos fiéis à nossa ambição EverMinds de acelerar a ação na circularidade, junto com nossos valiosos parceiros ao longo de toda a cadeia de valor, como Emmi e Greiner Packaging, estamos reinventando em direção a uma vida mais sustentável. ”

O material reciclado quimicamente usado para o copo da Emmi Caffè Latte é composto total e exclusivamente por material certificado com ISCC (International Sustainability & Carbon Certification), com base no balanço de massa. O balanço de massa é uma metodologia que permite rastrear a quantidade e as características de sustentabilidade do conteúdo circular e / ou de base biológica na cadeia de valor e em cada etapa do processo. Em última análise, isto proporciona transparência também aos consumidores, permitindo-lhes saber que o produto que estão comprando é baseado em material renovável.

A Borealis é uma das empresas líderes no mercado europeu de produtos químicos básicos, fertilizantes e plásticos. Com sede em Viena, Áustria, a Borealis emprega 6.900 funcionários e opera em mais de 120 países. Em 2020, a Borealis gerou EUR 6,8 bilhões em receitas de vendas e um lucro líquido de EUR 589 milhões. A OMV, a empresa internacional de petróleo e gás sediada na Áustria, detém 75% da Borealis, enquanto os 25% restantes são detidos por uma holding da Mubadala, sediada em Abu-Dhabi. A joint venture fornece serviços e produtos para clientes em todo o mundo por meio da Borealis e de duas outras joint ventures: Borouge (com a Abu Dhabi National Oil Company, ou ADNOC, com base nos Emirados Árabes Unidos); e Baystar (com a TotalEnergies, com sede nos EUA).

A Emmi é a maior processadora de leite da Suíça. Suas raízes remontam a 1907, quando foi fundada por 62 cooperativas de produtores de leite nos arredores de Lucerna. Na Suíça, a Emmi produz uma gama completa de produtos lácteos para suas próprias marcas e marcas próprias de clientes, incluindo Emmi Caffè Latte e Kaltbach. Além disso, existem produtos fabricados localmente dependendo do país – principalmente no segmento de especialidades. Além do leite de vaca, também é processado leite de cabra e ovelha. O Grupo Emmi possui 25 unidades de produção na Suíça. No exterior, a empresa possui subsidiárias em 14 países, incluindo unidades de produção em 8 deles. A Emmi exporta produtos da Suíça para cerca de 60 países. Além de seu mercado doméstico na Suíça, as atividades de negócios da empresa se concentram na Europa Ocidental e no continente americano. As vendas de CHF 3,7 bilhões – cerca de 10% dos quais vêm de produtos orgânicos – são divididas igualmente entre a Suíça e outros países. Dos quase 8.900 funcionários, mais de dois terços agora estão empregados em locais fora da Suíça.

Greiner Packaging é um fabricante europeu líder de embalagens plásticas nos setores alimentício e não alimentício. A empresa fornece soluções especializadas nas áreas de desenvolvimento, design, produção e decoração há mais de 60 anos. A Greiner Packaging possui duas unidades de negócios: Packaging e Assistec. Enquanto a unidade Embalagem se concentra em soluções de embalagem inovadoras, a unidade Assistec se dedica à produção de peças técnicas sob medida. A Greiner Packaging emprega uma força de trabalho de aproximadamente 4.900 em mais de 30 localidades em 19 países ao redor do mundo. Em 2020, a empresa gerou receitas de vendas anuais de EUR 692 milhões (incluindo joint ventures), o que representa aproximadamente 35 por cento das vendas totais da Greiner.

Colorfix aposta no crescimento do uso do plástico na Construção Civil

29/08/2021

Com o setor aquecido nos últimos tempos, empresas do ramo de construção precisam reduzir custos e diversificar matérias-primas. A indústria do plástico, de olho nesta necessidade, oferece alternativas.

A utilização do plástico em muitos dos canteiros de obras país afora pode se tornar um bom negócio. “Cabe a nós, que trabalhamos com soluções e pesquisas constantes, mostrar ao mercado que existem boas alternativas no setor de transformação do plástico que podem ajudar a Construção Civil a continuar crescendo com menor custo”, explica o superintendente da Colorfix Masterbatches, Francielo Fardo, empresa que atua na área de transformação do plástico há mais de 30 anos.

O plástico já é uma realidade no dia a dia de obras em todo o país. Componentes de terminais da instalação elétrica, como caixas, espelhos, tomadas, interruptores, esquadrias e portas, tubos e conexões, telhas e forros são atualmente alguns dos itens de plásticos mais encontrados em um canteiro de obras. A preferência do mercado tem relação com os benefícios que esses produtos trazem como leveza, possibilidade de reuso e maior durabilidade.

Outro item muito utilizado são as caixas d’água feitas em polietileno, que são leves e de fácil instalação, manutenção e limpeza, além de porssuir maior resistência a intempéries. As caixas em PE vem substituindo as caixas de amianto.

As propriedades do PVC (alta resistência à corrosão, durabilidade, facilidade de corte e colagem, isolamento elétrico, não-propagação de chama e resistência aos agentes químicos usuais, como produtos de limpeza) garantem o seu espaço em aplicações como tubulações e conexões elétricas e hidráulicas, nos revestimentos de fios e cabos elétricos, tubos condutores para fiações elétricas (conduítes) e componentes terminais para a instalação de luz. Em várias dessas aplicações, o uso do PVC apresenta vantagens sensíveis, como por exemplo em relação aos eletrodutos galvanizados.

“A Construção Civil já tem essa afinidade com o plástico e isso o uso do material pode ser ampliado para outros produtos que podem substituir os tradicionais à base de ferro e/ou cimento, por exemplo”, exemplifica Fardo.

A Colorfix afirma que tem investido em pesquisas em masterbatches e aditivos para melhorar o desempenho dos produtos finais, disponibilizando para o mercado um leque de linhas que agregam valor e diminuem custos para a construção. Segundo a empresa, a sua linha Revora é uma dessas soluções que já está ao alcance de quem quer construir com economia e com sustentabilidade.

A Colorfix oferece linhas de aditivos destinadas a aprimorar as propriedades de materiais plásticos, como, por exemplo, o Flamefix, que é utilizado como retardante de chama. Outros produtos, como o Revora UV, proporcionam o aumento da vida útil em peças plásticas, como por exemplo, caixas d’água e telhas. Já o Stactifix é usado para para repelir a poeira em superfícies.

Produtos para aumentar a resistência ao impacto, como o Exofix, são usados como agente expansor e também diminuir o peso das peças, enquanto que o Revora Bact foi desenvolvido para ser antimicrobiano nas caixas d’água.

Segundo Fardo, cada material plástico tem suas peculiares para atender demandas que necessitam de aplicações específicas. “O que vale destacar é que a sustentabilidade e a economia circular agregam valor ao setor da Construção Civil. Quando se fala em sustentabilidade, não devemos levar em consideração apenas a reciclagem e o reuso de materiais. Devemos também estar preocupados com a durabilidade do material, os danos causados pela sua extração do meio ambiente e também pela sua industrialização”, ressalta o superintendente da Colorfix.

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Firjan: uso do hidrogênio como energia pode impulsionar investimentos no Rio de Janeiro

29/08/2021

O cenário mundial do uso do hidrogênio (H2) como energia, que prevê investimentos de US$ 500 bilhões até 2030, e o conjunto de oportunidades que o desenvolvimento dessa tecnologia representa para o Brasil e para o estado do Rio foram debatidos na segunda Websérie Novas Energias, organizada pela Firjan, no início deste mês. O H2 poderá trazer investimentos para o Rio, como no Porto do Açu, em São João da Barra, que negocia a instalação de usinas no local.

“É uma oportunidade única de discutir o tema de extrema relevância para a indústria e sua competitividade internacional. União Europeia e EUA têm metas ambiciosas de redução de emissão de carbono até 2050 e vão recorrer ao hidrogênio”, analisou Giorgio Luigi Rossi, coordenador da Firjan Internacional e um dos mediadores da série “Rotas de Hidrogênio: energia do futuro e oportunidades para o Rio”.

No país, os projetos de hidrogênio verde somam US$ 22 bilhões. O Porto do Açu aposta nessa produção, utilizando água e usinas eólica e solar que devem ser instaladas na área. “Abre um leque de opções de produção de baixo carbono, também com o uso da amônia, que tem maior potencial de transporte do hidrogênio. Estamos participando desse desenvolvimento da tecnologia e do mercado”, explicou Filipe Segantine, gerente de Desenvolvimento de Negócios Sustentáveis no Porto do Açu.

“A demanda por hidrogênio verde tem a ver com a descarbonização, com o compromisso mundial de conter o crescimento da temperatura global em 1,5 grau. O H2 vai transformar o mercado de energia mundial. Até 2025, os países que representam 80% do PIB mundial terão suas estratégias de hidrogênio definidas. A Alemanha definiu que vai descarbonizar sua economia até 2050 e, para isso, precisa importar 90% de H2. Com esse objetivo, dedica recursos para fomentar a economia de hidrogênio no Brasil e em outros países. Mais de 60% das empresas alemãs com tecnologia nessa área têm subsidiárias no Brasil”, destacou Ansgar Pinkowski, gerente de Inovação e Sustentabilidade na Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha do Rio de Janeiro (AHK Rio).

“O Ministério de Minas e Energia (MME) vai lançar o Programa Nacional de Hidrogênio, produzido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), e que tem sua minuta sendo avaliada pelo Conselho Nacional de Política Energética do Ministério. O H2 foi introduzido como um dos temas prioritários de pesquisa e desenvolvimento”, adiantou Luciano Basto Oliveira, consultor técnico na EPE, do MME. A nota técnica de fevereiro de 2021 da EPE já mostra o panorama desse mercado, seus desafios e oportunidades.

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Nugali lança linha de chocolates utilizando Poliéster biodegradável

29/08/2021

  • Segundo empresa, trata-se da primeira linha de chocoloates que usam poliéster biodegradável no Brasil
  • O lançamento é com o filme PET sustentável e biodegradável da linha Ecophane, da Terphane.

A Nugali Chocolates apresentou para o mercado brasileiro seus produtos embalados com os filmes PET biodegradáveis da linha sustentável Ecophane, da Terphane. “O lançamento é único nesta categoria de produtos no país”, explica André Gani, diretor de Vendas & Marketing da Terphane.

A estrutura da embalagem laminada biodegradável é composta pela solução Ecophane, além de papel e filme selante biodegradável Greenflex desenvolvido pela Sulprint Embalagens. Como explica Gani, “nesta estrutura, o filme de poliéster Ecophane biodegradável foi metalizado para proporcionar a barreira necessária ao produto. Sua laminação com os outros materiais biodegradáveis permitiu superar o desafio de se criar uma embalagem 100% biodegradável em ambiente de aterro sanitário”.

“A aplicação deste material possibilita implementar diversos projetos; o filme PET Ecophane biodegradável combina com as duas linhas de polímeros biodegradáveis que usamos no desenvolvimento da linha Greenflex de embalagens 100% sustentáveis. Assim, conseguimos trabalhar com filmes de diferentes níveis de barreira, mantendo as características de processamento das embalagens, sem alterar os equipamentos de envase”, destaca André Santos, Gerente P&D da Sulprint.

Gani completa: “Desde o início do projeto, a Sulprint deixou claro que a Nugali Chocolates queria uma embalagem sustentável e que mantivesse a integridade e qualidade do produto, representando os atributos da marca. Esta, aliás, é uma reinvidicação fundamental em uma categoria tão competitiva como a de chocolates”.

Para Enrico Maiolino, da Nugali, “Os consumidores reagiram de forma bastante positiva à nova embalagem, com boa aceitação do conceito. Isto porque o consumidor está cada vez mais atento à importância de produtos eco friendly e tende a preferir marcas mais sustentáveis. Assim, a substituição das embalagens plásticas feitas com resinas convencionais por embalagens 100% biodegradáveis faz parte da estratégia da Nugali para se tornar uma empresa cada vez mais sustentável”.

Outro ponto positivo na adoção da embalagem biodegradável pela Nugali é que não foi preciso fazer nenhuma alteração nas linhas de envase, mantendo a mesma eficiência do processo anteriormente usado com materiais regulares. A eficiência também foi mantida nos processos de distribuição e houve um ganho importante de visibilidade e atratividade da marca no ponto de venda, afirma a empresa.

Segundo a Terphane, as embalagens produzidas com os filmes biodegradáveis de poliéster Ecophane podem ser destinadas para o aterro sanitário, junto com o lixo orgânico comum. Sua decomposição gera húmus que pode ser usado para fertilizar o solo; o gás liberado na degradação pode ser convertido em energia. A degradação não gera nenhum tipo de micro plásticos, garante a empresa. Além disso, a linha biodegradável Ecophane também pode ser reciclada.

Os filmes sustentáveis da linha Ecophane – com conteúdo reciclado e biodegradáveis – são os únicos aprovados pela Anvisa (Brasil) para contato direto com alimentos, afirma e Terphane. Nos Estados Unidos e Europa, a linha Ecophane já é comercializada com sucesso e tem aprovação da FDA (Food & Drug Administration) e da EFSA (união Europeia).

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fundada em 1977, a Sulprint Embalagens possui know how em estruturas técnicas, trazendo soluções inovadoras e sustentáveis para diversos segmentos. Com parques fabris nas cidades de Santa Cruz do Sul e Vera Cruz/RS, a Sulprint tem autonomia em todos os processos de fabricação de embalagens flexíveis.

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Dow inaugura centro de inovação para a América Latina em Jundiaí

27/08/2021

Entre os inúmeros estudos realizados nos laboratórios, há também o foco nas tecnologias para embalagens de alimentos e bebidas, centralizadas no Pack Studios – centro de inovação para o desenvolvimento de soluções de embalagem

A Dow escolheu o Brasil para ser sede do centro de inovação para a América Latina, o Latin America Inspiration Center. Localizado em Jundiaí (SP), o Latin America Inspiration Center concentra em um único lugar uma estrutura de pesquisa e desenvolvimento que será o núcleo tecnológico de inovação sustentável e colaborativa da Dow para a América Latina. A empresa é uma das indústrias químicas que mais investe, globalmente, em Pesquisa e Desenvolvimento. De Jundiaí, atenderá a clientes e parceiros de todos os países em que a Dow atua na América Latina.

Com 9.291 metros quadrados, o Latin America Inspiration Center conta com laboratórios de alta tecnologia e equipamentos de última geração, além de laboratórios de avaliação sensorial e de análise de desempenho de materiais, espaços de colaboração para processos de design thinking, salas multiuso e espaços para treinamentos presenciais ou digitais.

Indústria da embalagem

Segundo a Dow, as instalações do novo centro estão preparadas para impulsionar a inovação sustentável da indústria da embalagem, com foco nas tecnologias do segmento de alimentos e bebidas.

Os laboratórios da área de Embalagem & Especialidades Plásticas (P&SP) possuem equipamentos para testes físicos de desempenho mecânico (impacto, perfuração, rasgamento, tração); medidas de propriedades físico-químicas e ópticas dos filmes; quantificação de aditivos via cromatografia (GC-MS e HPLC); caracterização de polímeros e embalagens (composição, degradação, contaminação) via Espectroscopia infravermelha, análise térmica (DSC e TGA) e reologia; e visualização e caracterização de multicamadas em embalagens via Microscopia de estágio quente.

O Innovation Center abriga o Pack Studios, espaço de pesquisa colaborativa e desenvolvimento de projetos com clientes e parceiros da área de Embalagem & Especialidades Plásticas (P&SP). De acordo com as Dow, a atuação colaborativa visa desenvolver melhorias e novas soluções para a indústria do plástico que impactem positivamente o mercado e o meio ambiente. Um dos destaques é a extrusora de nove camadas, que é capaz de fazer embalagens 100% preparadas para a reciclagem.

O ambiente conta com uma ferramenta de transmissão ao vivo, permitindo que clientes e colaboradores acompanhem a prototipagem, a produção e os testes de maneira remota. Criado na América Latina, o projeto se estendeu para outros Pack Studios no mundo.

A estrutura inclui, ainda, uma máquina de reciclagem mecânica, produção de filmes, moldagem por injeção e por sopro, túnel de encolhimento, termoformadora e ensacadora de forma, enchimento e selagem.

Nesse ambiente, a Dow irá fomentar parcerias colaborativas com seus clientes, donos de marcas e a comunidade científica para acelerar esforços em direção à inovação da indústria latino-americana. “Acreditamos que inovação começa com colaboração. Trabalhamos de perto com nossos clientes para ajudá-los a solucionar seus desafios e assim, contribuir para torná-los mais sustentáveis e para melhorar seu desempenho e produtividade”, enfatiza Ana Claudia Rueda, Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento e Serviços Técnicos da Dow América Latina.

Integração e colaboração

A Dow afirma que pretende desenvolver inovações em ciência dos materiais por meio de três pilares estratégicos na América Latina: Inovação Sustentável, Aceleração Digital e Ecossistema Inovador. Na prática, isso significa ajudar seus clientes e a cadeia de valor dos segmentos em que atua a desenvolver soluções mais sustentáveis com foco na proteção do clima, em uma economia circular e no manuseio de materiais mais seguros para as pessoas e para o planeta; usar a conectividade e a digitalização para promover rápidas aprendizagens e respostas às mudanças no mercado; e dispor de um time diversificado de especialistas que garantam a inovação com segurança e agilidade.

Segundo a empresa, é por isso que, além da estrutura avançada, um dos grandes diferenciais do Latin America Inspiration Center é seu time multidisciplinar. Ao todo, cerca de 200 especialistas irão conectar as tecnologias, os laboratórios e as equipes de suporte técnico e pesquisa e desenvolvimento da Dow aos outros laboratórios que a Dow possui no México, Colômbia, Brasil e Argentina, bem como à rede global de especialistas, permitindo a replicação e adaptação de soluções desenvolvidas em outras geografias para a realidade dos mercados locais.

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Produção do setor de embalagens plásticas flexíveis tem queda de 1,2 % na segunda metade de 2021

27/08/2021

Apesar do desempenho do setor de embalagens plásticas flexíveis ter ficado aquém do esperado no segundo trimestre de 2021, o Presidente da ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), empresário Rogério Mani, está otimista quanto a uma recuperação gradual nos próximos meses. Segundo ele, a queda de 1,2 % na produção do setor foi puxada pelo desempenho inferior de alimentos e bebidas no período. “Acreditamos que seja uma situação pontual e sazonal e que com o avanço da vacinação e redução de grande parte das medidas de restrição nas maiores cidades do país, em breve voltaremos a um ritmo de produção e consumo mais equilibrado.”

Segundo pesquisa Maxiquim recentemente divulgada e elaborada com exclusividade para a ABIEF, a indústria produziu 487 mil toneladas de embalagens plásticas flexíveis no segundo trimestre deste ano, sendo que o setor de alimentos continuou sendo o principal cliente, absorvendo 46% desse total. O segundo principal mercado foi o de embalagens industriais, com uma participação de 19%.

Entre os materiais, PEBD (polietileno de baixa densidade) e PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) foram os mais usados, com uma participação de 73% nas 487 mil toneladas produzidas. Na sequência aparecem PP (polipropileno), com 18% e PEAD (polietileno de alta densidade), com 9%. Por aplicação, este volume foi dividido em embalagens multicamadas, com 163 mil ton; monocamada, 156 mil ton; shrink, 69 mil ton; stretch, 53 mil ton; sacolas e sacos, 40 mil ton; outros, 5 mil ton.

O estudo aponta ainda que, entre os itens importados, chapas, folhas autoadesivas e BOPP (polipropileno biorientado) seguem sendo os principais tipos de embalagens flexíveis adquiridas fora do Brasil. No segundo trimestre de 2021, esses produtos somaram cerca de 85% do total. As chapas e folhas autoadesivas também são as principais embalagens flexíveis exportadas, somando 56% do volume do segundo trimestre de 2021. No período, a balança comercial do setor foi positiva com exportações que totalizaram 31 mil toneladas contra importações da ordem de 20 mil toneladas.

“O desempenho de nossa indústria está atrelado ao desempenho da macroeconomia. Contudo, sabemos que o desempenho deste segundo trimestre também está atrelado, principalmente, a uma readequação dos estoques. A cadeia produtiva como um todo, inclusive o varejo, estava bem estocada e os estoques foram usados. Ou seja, tivemos um fluxo invertido: a cadeia produtiva desovou seus estoques ao mesmo tempo em que houve queda do consumo. Mas nada indica que haja algum risco iminente de falta de produtos”, analisa Mani.

É sabido também que o segundo trimestre de 2021 não foi suficiente para a economia brasileira retomar totalmente o ritmo pré pandemia. “A demanda do consumidor final foi mais fraca do que a previamente esperada e alguns setores que vinham com bom desempenho durante a pandemia apresentaram uma retração, tais como os segmentos de alimentos, descartáveis e bebidas, por conta da sazonalidade e do menor poder de compra do consumidor final. Higiene pessoal e limpeza doméstica, que foram altamente demandados em 2020, também perderam força nos últimos meses. O segmento da Agricultura, por outro lado, depois de um início de ano ruim, vem apresentando recuperação nos últimos meses”, completa o Presidente da ABIEF.

O estudo da Maxiquim também estima que as vendas internas de poliolefinas registrem queda próxima a 10% em comparação ao trimestre anterior e aumento de 19% na comparação com o segundo trimestre de 2020. “A boa notícia é que a disponibilidade de resina está normalizada após as paradas para manutenção. No mercado internacional, a disponibilidade está maior, porém o excedente para exportação ainda não está nos níveis históricos”, finaliza Rogério Mani.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

Fonte de gráficos e diagramas: Maxiquim

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Poliamidas se consolidam como matéria prima em embalagens de comida para animais domésticos

27/08/2021

Por suas propriedades físicas e mecânicas, as poliamidas (também conhecidas pelo nome de marca “Nylon”) tem aumentado sua participação no mercado de embalagens para alimentos para animais domésticos (pet food) no Brasil e no mundo. Atenta a esta tendência, a UBE, um dos principais players globais de poliamida, tem dedicado atenção especial para este segmento.

“Cada vez mais os animais de estimação (pets) são vistos como membros da família e sua saúde e bem-estar são prioridades para os donos. E para garantir que os pets recebam a melhor alimentação, a UBE oferece uma linha de nylon com propriedades barreira que preservam ao máximo os nutrientes, sabor e crocância dos alimentos”, explica Carlos Catarozzo, Diretor da UBE Latin America.

Outras tendências identificadas no mercado de pet food são: consumo on the go (em movimento) com embalagens single serve (porção única); sistemas de dosagem e abre-e-fecha; alimentos funcionais, frescos e sem aditivos; e embalagens sustentáveis (com menos matéria-prima e redução da pegada de carbono). As embalagens mais usadas e alinhadas a estas tendências são sacos, pouches com janelas e esterilizáveis (retort).

Como principais atributos da poliamidas da UBE para estas embalagens, Carlos cita a alta resistência à perfuração e ao excesso de peso, altíssima transparência, preservação de aroma, sabor e crocância, além de suportar altas temperaturas (retort), possuir ótima flexibilidade e barreira a gases, bem como resistência ao impacto e versatilidade em criar diferentes estruturas barreira de acordo com a necessidade do produto.

“Os benefícios do nylon da UBE para embalagens de pet food vão além da manutenção do sabor. Periodicamente, investimos em pesquisa, desenvolvimento e inovação para oferecer diferentes grades de nylon que possibilitem melhores estruturas, inclusive com a substituição do alumínio nas embalagens retort, além de materiais ultra transparentes para os pouches com janela. Esta é uma tendência cada vez mais presente e que garante grande atratividade do produto no PDV ao permitir que o consumidor visualize o alimento que está comprando para o seu animal”, explica Carlos.

O diretor aposta que este segmento continuará a crescer significativamente no Brasil, que já é o terceiro maior mercado de pet food do mundo com um consumo superior a 350 milhões de toneladas/ano. “E a pandemia reforçou este potencial”, aposta Carlos.

Dados apresentados pelo Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), em um evento da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), indicam que 30% dos animais de estimação dos mais de 2.000 consumidores entrevistados foram adquiridos na pandemia. Uma pesquisa do IBGE também mostra que dos quase 71,219 milhões de domicílios no Brasil, 37,673 milhões são lares com cães ou gatos. Ou seja, estes animais estão presentes em 53% dos domicílios brasileiros.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

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Braskem e 3DCriar firmam parceria para a distribuição de filamentos para impressão 3D

27/08/2021

Objetivo é oferecer soluções inovadoras no ecossistema de manufatura aditiva para o segmento industrial

Com o objetivo de fortalecer a cadeia da manufatura aditiva no Brasil, a Braskem e a 3DCriar iniciam parceria para a distribuição de soluções inovadoras da Braskem no ecossistema de impressão 3D para o segmento industrial. O foco da companhia é consolidar um elo com a startup por meio da oferta de filamentos de polipropileno (PP) específicos para o processo de impressão 3D.

Características como reciclabilidade, leveza e versatilidade dos produtos de polipropileno são atraentes para a manufatura aditiva e, por isso, essa matéria-prima é tão bem aceita nessa indústria. A expectativa é de que, com o apoio da 3DCriar, startup acelerada pelo Braskem Labs em 2020, a petroquímica se estabeleça como referência no setor caracterizado pela customização das soluções.

“Os primeiros produtos que estarão disponíveis para aquisição serão os filamentos de PP para impressão 3D. Além de fornecer os produtos, nosso objetivo também é contribuir diretamente no desenvolvimento da indústria de manufatura aditiva, e nesse propósito surge a 3DCriar, que faz um trabalho de destaque implementando a impressão 3D em indústrias de diversos segmentos por meio do 3DaaS – 3D as a Service -, solução que viabiliza a instalação de impressoras 3D, fornecimento de matéria-prima e consultoria para identificação de oportunidades, suporte técnico e desenvolvimento de aplicações em que a manufatura aditiva agrega valor”, afirma o gerente de Inovação e Tecnologia para Manufatura Aditiva da Braskem, Fabio Lamon.

Os filamentos de PP da Braskem, disponíveis nos diâmetros de 1,75 e 2,85 mm, são adequadas para a manufatura aditiva devido a características como reciclabilidade, resistência ao impacto, resistência química, estabilidade dimensional, efeito dobradiça durável (living hinge), resistência à absorção de umidade e densidade intrínseca significativamente menor que a maioria dos plásticos, o que contribui para redução de peso do produto final.

“A parceria chega em um momento importante, onde a manufatura aditiva toma um espaço cada vez mais permanente nas indústrias, em especial na fabricação de dispositivos de assistência à produção e manutenção interna. Por meio da colaboração com a Braskem e da nossa participação no Braskem Labs, podemos aprimorar um modelo de negócios que alavanca a soma dos nossos pilares de negócios: o melhor portfólio de impressoras 3D, insumos de alta performance e nossa expertise única em manufatura aditiva. A possibilidade de trabalhar com uma das maiores indústrias químicas do mundo em uma nova fronteira é extremamente animadora para nós”, explica Daniel Huamani, diretor de tecnologia da 3DCriar.

A impressão 3D está se tornando cada vez mais relevante para a Braskem, enquanto fabricante de matéria-prima, pela perspectiva de crescimento de mercado. É uma tecnologia disruptiva com forte apelo de inovação transformacional, impulsionando o desenvolvimento de novas soluções. Além disso, o contexto de indústria 4.0 e da sustentabilidade também são bastante relevantes, por se tratar de um processo de produção totalmente descentralizado e que minimiza perdas e descarte de materiais, além de impactar processos logísticos.

As primeiras iniciativas da companhia nessa área tiveram início em 2013, no projeto “Imprimindo o Futuro”, uma parceria com Made In Space, fornecedora da NASA, para desenvolvimento de uma impressora 3D para operação em gravidade zero. O equipamento produzido e enviado à Estação Espacial Internacional, em 2016, usa o polietileno I’m greenTM bio-based da Braskem, produzido a partir da cana-de-açúcar, e ganhou, em 2019, o apoio de uma recicladora na qual a equipe de astronautas poderá transformar resíduos plásticos em matérias-primas para produção de novos itens.

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Ambev investe em startup que produz embalagens a partir de rejeitos agrícolas

16/08/2021

Embalagem é produzida com rejeitos agrícolas, como palha de milho

A Ambev assumiu metas sustentáveis ambiciosas para 2025, como ter 100% das embalagens retornáveis ou feitas majoritariamente de conteúdo reciclado e diminuir a poluição plástica.

A empresa investiu na rodada seed de captação de uma startup que detém uma tecnologia regenerativa que possibilita o desenvolvimento de embalagens fabricadas com compostos orgânicos. Um projeto piloto da companhia lançará em outubro deste ano novas embalagens fabricadas com biomaterial em pontos de venda de São Paulo. A ideia é validar a embalagem com os consumidores para produção em escala já em 2022.

Para que a inovação sustentável saísse do papel, a Ambev e a growPack, startup participante da segunda edição do programa Aceleradora 100+ em 2020, firmaram parceria para a viabilização do projeto piloto. Nas duas primeiras edições do programa Aceleradora 100+, a Ambev investiu mais de R$ 12 milhões em projetos, que trouxeram soluções inovadoras em áreas como o desenvolvimento de novas embalagens, caminhões elétricos, agricultura sustentável dentre outros.

Segundo a growPack, o ciclo de vida da embalagem é completamente sustentável – ela é  produzida com rejeitos agrícolas, basicamente palha de milho, de forma 100% mecânica (sem químicos e efluentes). O descarte acontece de maneira compostável ou reciclado junto na cadeia do papel, afirma a empresa.

Números divulgados pela Ambev informam que a produção das embalagens com o biomaterial consome 80% menos água, reduz em 50% as emissões de gás carbônico (CO2) e economiza 25% de energia elétrica em comparação com o papel cartão. A empresa afirma ainda que, em 2020,  atingiu 45% de conteúdo reciclado nas embalagens de PET, 47% nas embalagens de vidro e 74% nas latas de alumínio no Brasil.

“Estamos testando novas soluções, considerando matérias primas sustentáveis para a produção de embalagens e ampliação da cultura do retornável até atingir nossa meta zero de emissões plásticas até 2025”, diz Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Suprimentos e Sustentabilidade da Ambev.

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