Fibra de poliimida da Evonik é certificada para aplicações têxteis em contato com a pele

20/09/2021

  • Segundo a empresa, o certificado classifica a fibra P84 HT como inofensiva à saúde
  • Fibra de alta temperatura, até 30% mais leve, para roupas de proteção
  • OEKO-TEX Standard 100 – certificado globalmente reconhecido para têxteis testados contra substâncias nocivas

A Evonik divulgou que a OEKO-TEX certificou a sua fibra P84 HT de acordo com o Standard 100 para aplicações de contato com a pele. A atual comunidade de 18 institutos de testes e pesquisas da Europa e do Japão classificou a fibra de alta temperatura como inofensiva à saúde, afirma a empresa. Com a obtenção deste certificado de reconhecimento global, a Evonik pretende estabelecer a P84 HT como novo padrão de qualidade na indústria têxtil para roupas de proteção.

Fibra para aplicações têxteis altamente técnicas

Segundo a Evonik, a P84 HT é uma fibra de alta tecnologia com propriedades têxteis excelentes em altas temperaturas. O fabricante afirma que, na comparação com outros materiais, a sua fibra de poliimida mantém a sua flexibilidade mesmo a 280°C. Em virtude dessa característica, ela é mais durável em aplicações de temperaturas médias mais altas e frequentes picos de temperatura. De acordo com a empresa, um teste de flexão padronizado certifica que a nova fibra P84HT possui quase duas vezes mais flexibilidade que materiais convencionais.

A fabricante alemã afirma que a P84 HT tem até 30% menos peso que as fibras de aramida, além de apresentar propriedades isolantes diferenciadas, sendo respirável e conferindo uma sensação agradável em contato com a pele. Em virtude dessas propriedades, a Evonik está posicionando a P84 HT no mercado como um novo material preferencial para roupas de proteção, tais como capuzes e luvas, ou como material componente em têxteis altamente técnicos usados na fabricação de equipamentos de proteção individual (EPIs).

P84 HT testada em relação a 100 poluentes

O certificado Standard 100 da OEKO-TEX ratifica que todos os componentes do respectivo produto foram testados em relação a 100 substâncias nocivas e classificados como inofensivos à saúde. A lista de critérios inclui corantes carcinógenos e alérgenos, formaldeído ou DMF e várias substâncias regulamentadas e não regulamentadas que podem prejudicar a saúde humana.

A Evonik é o maior fabricante mundial de fibras de poliimida quimicamente resistentes, termoestáveis e não inflamáveis. A P84 HT integra uma nova geração de produtos desenvolvidos para responder à crescente demanda da indústria por flexibilidade e estabilidade mecânicas em temperaturas operacionais contínuas. Com esse lançamento, a empresa de especialidades químicas dá seguimento à sua tradição de três décadas nos parques químicos de Lenzing e Schörfling (Áustria) no desenvolvimento e na produção de fibras plásticas de alto desempenho.

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Cidade do México inaugura maior Estação de Transferência e Triagem de RSU no País com planta fornecida pela Stadler

20/09/2021

A Estação de Transferência e Triagem de Azcapotzalco, a maior e mais moderna da América Latina, abriu suas portas na Cidade do México (CDMX). Com esta unidade, a prefeitura é a primeira do país a avançar no tratamento dos resíduos urbanos com base no conceito de economia circular – um dos objetivos prioritários da atual gestão.

A Stadler forneceu tecnologia de ponta para atingir esse marco. Natalya Duarte, Diretora de Vendas para o México na Stadler, afirma: “Gostaríamos de agradecer à Cidade do México por nos permitir dar nossa contribuição e participar do grande desafio de reduzir o desperdício na Cidade do México, uma das megacidades mais populosas do mundo, onde mais de 12.000 toneladas de resíduos são geradas todos os dias”. Assim, a prefeitura estabelece as bases para o cumprimento de sua responsabilidade ambiental, reconhecendo a importância do cumprimento dos acordos internacionais e a necessidade de aplicação dos princípios da economia circular.

Natalya Duarte, diretora de vendas da Stadler no México

É a primeira usina automatizada de propriedade do governo do país para a separação e tratamento de resíduos sólidos urbanos. A unidade de 11.000 m2 separa papel, papelão, embalagens multicamadas, PET e HDPE, sacolas e filmes plásticos, latas de alumínio, sacolas metalizadas, tecidos, vidro e outros metais. A usina foi comissionada em maio de 2021. Ela opera em conjunto com uma estação de transferência para processar cerca de 1.000 toneladas por dia de resíduos dos municípios de Cuauhtémoc, Gustavo A. Madero, Miguel Hidalgo e Azcapotzalco, e terá capacidade para receber até 1.400 toneladas de resíduos por dia. Seu funcionamento vai gerar 404 empregos.

A instalação é administrada pela Pro Ambiente, uma subsidiária da CEMEX, que tem mais de 25 anos de experiência na gestão de resíduos e na operação de fábricas para a seleção e recuperação de combustíveis derivados de resíduos. “Temos orgulho de participar desse novo projeto, que está alinhado aos nossos objetivos de sustentabilidade e redução de emissões. Estamos preparados para operar essa planta sob um modelo que garanta, antes de mais nada, a segurança de todos os nossos colaboradores, a continuidade operacional por meio de programas de manutenção e produção com padrões internacionais e a qualidade de triagem, a fim de garantir um maior aproveitamento dos resíduos gerados na Cidade do México”, afirma José Guillermo Díaz, gerente de tecnologia e combustíveis alternativos da CEMEX.

Cerimônia de inauguração

A usina foi inaugurada oficialmente no domingo, 25 de julho, em um evento que contou com a presença de personalidades da cena política, entre elas Claudia Sheinbaum Pardo, Chefe de Governo da CDMX; Jesús Antonio Esteva Medina, Secretário de Obras da CDMX; Marina Robles García, chefe da SEMADET da CDMX; Vidal Llerenas Morales, prefeito de Azcapotzalco; e Gautier Mignot, Embaixador da Delegação da UE no México.

Na sequência de seu discurso sobre a importância da implementação da unidade, Claudia Sheinbaum apertou o botão que ligou a planta, cumprindo o plano definido em sua agenda de avançar para uma economia circular.

“Em vez de dirigir caminhões para despejar resíduos e lixo em aterros, estamos separando tudo. Além disso, a reciclagem é usada para produzir outros produtos. Isso se chama economia circular na Cidade do México. Vamos nos orgulhar desta planta de triagem de resíduos sólidos, a mais moderna da América Latina – aqui na Cidade do México “, disse Claudia Sheinbaum durante o evento de inauguração.

Equilíbrio entre automação e mão de obra

O uso de tratamento mecânico entre a transferência e a disposição final foi um primeiro passo fundamental e natural no programa de “desperdício zero” da atual administração da Cidade do México. O objetivo era capturar e separar todas as embalagens recicláveis dentro da própria estação de transferência.

“A inovadora tecnologia de triagem da Stadler faz sentido tanto pela eficiência alcançada no processo de recuperação quanto pelo alto grau de pureza dos materiais obtidos. Ela profissionaliza e industrializa este processo de gestão de resíduos, proporcionando aos classificadores manuais condições de trabalho comparáveis às de qualquer planta de primeiro mundo. Vale ressaltar que a automação não desloca recursos humanos. É possível conseguir um equilíbrio perfeito entre os dois, o que é fundamental para o mercado mexicano. Demonstramos claramente que isso é possível neste projeto na Cidade do México, onde o equilíbrio entre tecnologia e recursos humanos melhora os números do ponto de vista da administração pública e otimiza o custo operacional desse tipo de usina de reciclagem”, afirma Natalya Duarte.

Stadler: tecnologia voltada para a economia circular

A confiança que o governo depositou na Stadler foi desenvolvida através de um processo licitatório com a participação de acadêmicos e especialistas a nível nacional, bem como de instituições e ministérios envolvidos na legislação e fiscalização do correto tratamento do RSU. Segundo a empresa alemã, o resultado de uma análise detalhada feita por um comitê de especialistas, com base em uma caracterização de resíduos realizada pela UAM, levou à conclusão de que a tecnologia da Stadler, adaptada às necessidades locais e aos requisitos específicos, proporciona um tratamento mecânico que cumpre elevados padrões de qualidade e eficiência e se baseia nos princípios da sustentabilidade e da economia circular.

A Stadler é líder mundial em usinas de RSU e está presente no México por meio de 4 importantes projetos de separação de resíduos para a reciclagem: em Cuautla de Morelos (OFMRS), em Chihuahua, em San Luis Potosi e agora em Azcapotzalco. Três desses projetos foram totalmente concluídos e o restante será inaugurado em breve.

Orgulhosa pela participação da Stadler no projeto, Natalya Duarte diz que esta planta é especial por vários motivos: “A tecnologia de classificação inovadora nos permite passar de um processo de triagem mais manual para um processo automático, o qual garante maior eficiência de recuperação e pureza do material. Isso resulta em materiais recicláveis de maior valor. O processo de reciclagem também é profissionalizado e industrializado, encontrando o equilíbrio certo entre tecnologia e controle de qualidade manual. Além disso, a planta opera sob critérios de eficiência e sustentabilidade totalmente novos no país, e vê a inovação tecnológica como uma ferramenta fundamental no cuidado com o meio ambiente”.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

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Consumo de compósitos caiu 4,6% em 2020

20/09/2021

  • Faturamento, por sua vez, subiu 3,9% puxado pelo aumento nos preços dos insumos
  • Demanda de compósitos para a fabricação de peças de ônibus segue em baixa

Em 2020, o consumo brasileiro de compósitos recuou 4,6%, totalizando 208 mil toneladas. Apesar da queda, o faturamento do setor subiu 3,9%, chegando a R$ 2,801 bilhões, fruto dos sucessivos aumentos nos preços das matérias-primas, principalmente resina e fibra de vidro. Os dados fazem parte de uma pesquisa feita pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

“Por mais que tenha havido uma forte recuperação no segundo semestre, os efeitos da pandemia no começo do ano foram muito intensos e, em alguns casos, como no segmento de ônibus, perduram até agora”, comenta Erika Bernardino Aprá, presidente da ALMACO.

De acordo com o levantamento da ALMACO, a construção civil respondeu por 35% do consumo brasileiro de compósitos de poliéster em 2020, à frente de transportes (20%), corrosão/saneamento (17%), lazer/piscinas (12%), energia eólica (6%), energia elétrica (4%), náutico (2%) e vestuário (1%), entre outros. Quando separada apenas a demanda de compósitos à base de resina epóxi, a geração de energia eólica liderou com 91%, à frente de óleo e gás (4%) e eletroeletrônicos (3%).

Para 2021, a expectativa da ALMACO é de crescimento de 11% no consumo, totalizando 230 mil toneladas de compósitos – em valor, R$ 3,377 bilhões (+16%). “A construção civil permanece aquecida, assim como a demanda de indústrias que lidam com processos altamente corrosivos, ambientes nos quais os compósitos se destacam por conta da elevada resistência química”.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

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Escada em EPS é nova solução para a construção civil

17/09/2021

Com montagem simples, escada em Monopainel confere suporte estrutural e ajuda na limpeza da obra

A construção civil tem evoluído nos últimos anos no sentido de se tornar mais sustentável. Neste âmbito, as soluções em EPS (poliestireno expandido) permitem uma obra limpa, sem sobra de materiais, além da rapidez na instalação e economia. O Grupo Isorecort (isorecort.com.br), especializado nestas soluções, acaba de lançar a escada de Monopainel. Para marcar a novidade, a empresa a destacou em sua nova campanha de Marketing, La Casa de EPS, chamando a atenção para as variadas possibilidades de aplicação do material na construção civil, que podem resultar em economias de até 30 %, garante o grupo Isorecort.

Segundo o Engenheiro Denilson Rodrigues, a escada em EPS tem montagem simples e confere alto suporte estrutural: “os profissionais conseguem instalá-la sem dificuldade, em poucas horas. Por ser um material leve e resistente, ele exige uma estrutura de sustentação menor que as escadas convencionais, sem gerar resíduos como de recortes de madeira, por exemplo”, afirma.

O Grupo Isorecort explica que a escada em EPS é produzida em modelo padrão à pronta entrega ou sob medida, conforme o projeto de cada cliente, e pode ser instalada no local da obra sem comprometer o andamento da construção. Segundo a empresa, a escada é dimensionada em três peças diferentes, com dois lances e um patamar intermediário, e atende às normas vigentes, com medidas de 1,20 m e 0,80 m de largura, carga de 300 kg por m², e instalação em até 3 metros de pé direito alto.

“A partir destas três peças, é possível montar uma escada de lance único, realizar a instalação com um patamar intermediário ou ainda criar uma escada de lance sobre lance em formato de U, ou mesmo em L”, explica o Engenheiro.

De acordo com a Isorecort, outra vantagem é que a solução foi desenvolvida para ser instalada de forma isolada em relação às paredes. Ou seja, enquanto a escada pré-moldada comum fica encostada nas paredes, a de EPS estruturado não precisa de vigas ou colunas para sustentação. Ela é projetada para ser instalada sem apoio nas laterais, apenas com apoio no início e outro no final, no chão da obra. Inclusive, além de funcionar muito bem com outras soluções em EPS, ela pode ser aplicada em qualquer tipo de construção, independente do sistema construtivo utilizado.

Montagem simples

A empresa explica que, d=Depois de instalada no local projetado, o meio da escada é preenchido com armação e concreto usinado. Após essa etapa, basta projetar a argamassa por fora e por cima, em pouca quantidade, que a escada estará pronta.

“Quando uma pessoa planeja o seu imóvel, ela busca por soluções que atendam às suas necessidades e desejos de forma rápida e eficiente, garantindo economia na construção. As soluções em Monopainel de EPS são um terço mais rápidas de se executar em comparação à alvenaria convencional”, comenta Rodrigo Rezende, gerente administrativo do Grupo Isorecort.

O Grupo Isorecort é um dos principais transformadores de EPS (isopor) do país. É líder de mercado no segmento da construção civil e no desenvolvimento de peças técnicas para aplicações industriais. Fundado há mais de 15 anos, está presente nos estados de São Paulo e Minas Gerais, atendendo clientes em todo o Brasil. O Grupo integra diversas entidades que visam ao desenvolvimento sustentável do setor, como a Comissão Setorial do EPS da Abiquim e o Comitê de EPS da Plastivida, além de integrar o GBC Brasil (Green Building Council – Brasil), organização que tem por objetivo fomentar o desenvolvimento da indústria da construção sustentável no país.

Foto: Grupo Isorecort

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Solvay amplia produção de compostos termoplásticos nos Estados Unidos

17/09/2021

Um fator-chave para a instalação de unidade industrial classe mundial em Greenville, nos Estados Unidos, é a crescente demanda das empresas de energia por compostos termoplásticos, puxada pelas indústrias dos setores aeroespacial e automotivo

A Solvay anunciou a conclusão da implantação de suas novas instalações de fabricação de compósitos termoplásticos (TPC, na sigla em inglês) em Greenville, na Carolina do Sul, nos Estados Unidos. Quando estiver em plena capacidade de produção, a nova unidade industrial adicionará mais de 30 posições de fabricação.

O projeto representa um marco importante nos esforços da Solvay para aumentar sua capacidade de produzir TPC. Um fator chave para esse aumento de produção é a crescente demanda das empresas de energia, puxada principalmente pelas indústrias dos setores aeroespacial e automotivo. A nova unidade industrial terá a capacidade de fabricar fita composta unidirecional a partir de uma variedade de polímeros de alto desempenho, incluindo PVDF, PPS e PEEK.

“As soluções TPC que serão fabricadas em nossas instalações de Greenville ajudarão nossos clientes de energia, aeroespacial e automotivo a obter uma melhor pegada ambiental, tornando os carros e aviões mais leves, reduzindo assim as emissões de carbono”, disse Mike Finelli, presidente das plataformas de materiais da Solvay. “Nossa nova capacidade e tecnologias diferenciadas nos permitirão expandir o mercado junto com nossos clientes, à medida que os TPCs ganham impulso em um número crescente de aplicações e desempenham um papel importante na transição energética”, afirmou Finelli.

A instalação de Greenville é parte de uma série de investimentos estratégicos recentes em linha com o compromisso do Grupo de construir a infraestrutura necessária para o crescente mercado de TPC’s. Outros investimentos recentes incluem a aumento de capacidade da Solvay para fita TPC em Anaheim, na Califórnia, dois novos centros de pesquisa e inovação em Bruxelas, na Bélgica, e em Alpharetta, nos EUA, além da participação da Solvay no consórcio TPRC.

“Esta expansão da Solvay é mais um exemplo do sucesso incomparável que as empresas estão encontrando na Carolina do Sul. Agradecemos à Solvay por sua parceria contínua com nosso estado e esperamos seu crescimento futuro no condado de Greenville e além “, disse o governador da Carolina do Sul, Henry McMaster, ao participar de solenidade de inauguração das novas instalações da Solvay.

Com essa nova unidade em Greenville, a Solvay estará posicionada de forma única com tecnologias proprietárias. O seu portfólio de TPC’s da Solvay inclui a Evolite, que, segundo a empresa, oferece confiabilidade e menor custo total em mercados como energia e automotivo, além de fitas APC, que oferecem vantagens significativas em termos de peso e custo em aplicações aeroespaciais e de mobilidade aérea urbana, garante a Solvay.

A Solvay é uma empresa de ciências com 23.000 empregados em 64 países, com soluções que podem ser encontrados em residências, alimentos e bens de consumo, aviões, carros, baterias, dispositivos inteligentes, equipamentos de saúde, sistemas de purificação de água e ar. Fundada em 1863, a Solvay obteve vendas líquidas de € 8,9 bilhões em 2020. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

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Adimax lança linha de alimentos para animais domésticos em embalagem fabricada com Poliéster Reciclado Pós-Consumo da Terphane

16/09/2021

Lançamento com a linha Ecophane é inédito no mercado de pet food.

Com a proposta de reforçar seu compromisso com as boas práticas ambientais e com o desafios de minimizar o impacto de seus produtos/embalagens no meio ambiente, a Adimax, uma das maiores fabricantes de alimentos para cães e gatos do Brasil, adotou a linha de filmes sustentáveis Ecophane da Terphane para os produtos da marca ‘Fórmula Natural’. “Estas embalagens são inéditas no mercado brasileiro de pet food”, celebra André Gani, diretor de Vendas & Marketing da Terphane.

Como explica Leonardo Dalmagro, gerente de desenvolvimento de Embalagens da Adimax, “o projeto é o resultado da busca constante da empresa por alternativas que aprimorem seu produto final e o mantenha alinhado aos princípios de sustentabilidade durante todo o seu ciclo de vida, desde a produção, passando pela embalagem e chegando ao descarte”.

As embalagens plásticas da ‘Fórmula Natural’, com capacidade para 500 gramas, são produzidos pelo Grupo Copobrás com os filmes PET PCR (poliéster reciclado pós-consumo) da linha Ecophane. Segundo a Terphane, este filme tem, no mínimo, 30% de PET reciclado em sua composição.

Além disso, os filmes da linha Ecophane são os únicos de poliéster com PCR (PET reciclado pós-consumo) no Brasil aprovados pela Anvisa, inclusive para contato direto com alimentos, garante a Terphane. Nos Estados Unidos e Europa, a linha Ecophane já é comercializada com sucesso, com aprovação da FDA e EFSA (união Europeia), informa a fabricante.

Lançados em 2019, estes filmes estão alinhados à uma demanda crescente do mercado global por materiais que garantam a produção de embalagens recicláveis e com conteúdo reciclado. Além de garantirem um menor uso de matérias-primas virgens, estes filmes estão inseridos no conceito de Economia Circular: o PET descartado na forma de embalagens, garrafas ou outros itens é coletado, reciclado e volta a ser embalagem.

“Desenvolvemos a linha Ecophane com base na plataforma de Sustentabilidade da Terphane, que está alinhada às necessidades de proprietários de marcas como a Adimax, ou seja, empresas que querem associar suas marcas e produtos a embalagens cada vez mais sustentáveis”, completa André Gani. Nesta plataforma de Sustentabilidade, a Terphane afirma ter estabelecido como prioridades ações socialmente e economicamente positivas em suas plantas, produtos e na comunidade, além de, sempre que possível, integrá-las ao conceito de Economia Circular.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fundada em 2002, a Adimax é hoje uma das maiores fabricantes de alimentos para cães e gatos no Brasil. Com sede em Salto de Pirapora (Sorocaba- SP); filiais em Abreu e Lima (PE), Uberlândia (MG) e Goianápolis (GO); e Centros de Distribuição nas regiões Sudeste, Nordeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil, a empresa produz mais de 300 itens em diversas categorias. Entre as marcas de destaque estão a Fórmula Natural, Origens, Magnus e Qualidy.

O Grupo Copobras – que engloba Copobras e Incoplast – possui mais de 50 anos de trajetória e 12 unidades produtivas em seis estados para atender ao mercado nacional e internacional. Com a inovação em seu DNA, aposta em tendências e investe em uma equipe altamente capacitada, trazendo para o mercado diversas soluções que oferecem praticidade, conforto e segurança para a vida das pessoas e contribuindo para os anseios das novas dinâmicas de consumo. Com esse olhar visionário, conquistou a liderança do mercado de descartáveis com a Copobras e o topo do segmento Pet Food com a marca Incoplast.

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Braskem e Eplast desenvolvem primeiro hospital do Brasil com sistema construtivo concreto-PVC

16/09/2021

Instalado no município de Vertentes, em Pernambuco, o hospital municipal levou apenas 120 dias para ser construído e possui cerca de 2.200 metros quadrados

A Braskem e a Eplast concluíram a construção do primeiro hospital com o sistema construtivo concreto-PVC. Localizado na cidade de Vertentes/PE e com cerca de 2.200 metros quadrados, o espaço utilizou para obra o sistema modular composto por diferentes perfis vazados de PVC, que são acoplados por encaixes “macho e fêmea” e unidos por perfis “chaveta”. Para construções com essa tecnologia, os perfis são encomendados sob medida, de acordo com a necessidade do projeto, e, após instalados no local desejado, são preenchidos com concreto e aço estrutural.

Segundo a Braskem, o sistema construtivo concreto PVC oferece inúmeras vantagens, entre elas, reduz em mais de 65%% (ou 2/3) o tempo da obra – se comparado com a alvenaria comum-, garante durabilidade elevada e menor necessidade de manutenção, além de oferecer um processo de construção mais limpo por reduzir drasticamente o desperdício de materiais e o volume de resíduos finais. O projeto do hospital de Vertentes, que contou com 60 toneladas dessa inovadora tecnologia para construção da estrutura do prédio, levou apenas 120 dias, incluindo a terraplanagem, para ser concluído. Se fosse construído no modelo tradicional, poderia levar em média um ano para ser finalizado.

“O sistema construtivo concreto PVC se destaca pelas inúmeras vantagens que oferece ao processo de obra e ao meio ambiente. Vale ressaltar ainda que o PVC é um material que evita a proliferação de microorganismos, o que torna a esterilização do ambiente mais rápida e efetiva. Todo o time envolvido está honrado por ter participado do projeto do Hospital Municipal de Vertentes por saber que novos leitos foram criados para atender quem precisa, em um momento tão delicado para a saúde pública com a pandemia da covid-19”, explica Almir Cotias, diretor de negócios de Vinílicos na Braskem.

De acordo com a Braskem, o projeto também traz benefícios ao meio ambiente: redução de 27% no consumo de material, aumento de 75% na economia de água e energia durante a obra, redução de 80% de resíduos finais, além dos perfis de PVC serem recicláveis.

“O mercado busca sistemas de construção industrializados, que otimizem os processos, reduzam os resíduos, os custos da obra, mas especialmente os prazos de execução. O sistema Concreto PVC é significativamente mais vantajoso em todos os aspectos quando comparado aos sistemas ditos convencionais e, até mesmo, aos demais sistemas industrializados já homologados pelo Governo. Seria impossível fazer um hospital desse porte em um prazo tão reduzido utilizando-se outros métodos de construção”, pontua Sérgio de Pinho, representante da Eplast Nordeste S.A – principal indústria fornecedora dos perfis de PVC.

Pioneirismo no desenvolvimento do sistema construtivo concreto PVC

A Braskem também esteve envolvida em outros projetos que utilizaram a tecnologia de PVC. Um exemplo foi a construção da Escola Municipal Renice Seraphim, realizada em 2018 na cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo. A empresa forneceu resina para a produção dos perfis de PVC para a obra, que inclui 25 salas de aula e atende cerca de mil alunos. O sistema inovador vem se destacando e ganhando força nos setores de construção civil e arquitetura, devido a sua flexibilidade para execução de diferentes obras, como escolas, casas, hospitais, entre outros ambientes.

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Movimento Plástico Transforma apoia a 11ª Virada Sustentável

16/09/2021

Movimento é uma das 100 organizações participantes da ação

Até o dia 22 de setembro ocorre, na capital paulista, a 11ª Virada Sustentável. Neste ano, #MinhaMensagem é o tema norteador do maior festival de sustentabilidade do país, que traz 100 mensagens importantes sobre este momento de construção coletiva para o futuro pós-pandemia.

Uma dessas mensagens – Atitudes de hoje transformam o amanhã – foi idealizada pelo Movimento Plástico Transforma, que tem como objetivo demonstrar que o plástico, aliado à tecnologia, à criatividade e à responsabilidade, gera inúmeras possibilidades para os mais diferentes segmentos.

“Assim como o objetivo da Virada Sustentável é apresentar uma visão positiva e inspiradora sobre a sustentabilidade, o nosso objetivo com o Movimento é reforçar a importância do plástico na nossa vida, destacar a importância de seu consumo consciente e descarte correto e, suas inúmeras possibilidades quando reciclado. O apoio ao festival traz essa sinergia”, explica Fernanda Maluf, coordenadora do Movimento Plástico Transforma.

A frase apoiada pelo Movimento, assim como as outras 99 frases apoiadas por organizações de diversos setores da sociedade civil, estará em diversos locais da cidade de São Paulo como, por exemplo, em empenas de prédios e escolas, mobiliário urbano e estações de metrô. O tema #MinhaMensagem permeia toda a programação do evento, que é gratuita e repete o modelo híbrido experienciado na edição de 2020.

Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma tem como objetivo promover conteúdo e ações educativas que demostram que o plástico, aliado à tecnologia, à criatividade e à responsabilidade, traz possibilidades para diferentes segmentos. Além do site, onde é possível encontrar conceitos importantes sobre aplicações, reutilização, descarte correto e reciclagem do plástico, o Movimento é responsável por diversos projetos voltados à sociedade que juntos já impactaram mais de 200 mil pessoas. A iniciativa é uma ação do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – fruto da parceria entre a ABIPLAST e a Braskem.

A Virada Sustentável é o maior festival de sustentabilidade do Brasil. Envolvendo articulação e participação direta de organizações da sociedade civil, órgãos públicos, coletivos de cultura, movimentos sociais, equipamentos culturais, empresas, escolas e universidades. O festival tem como objetivo apresentar uma visão positiva e inspiradora sobre a sustentabilidade e seus diferentes temas para a população, gerando reflexão e discussões a fim de promover um futuro sustentável e reforçando as redes de transformação e impacto social existentes. O evento, que pelo segundo ano apresenta atividades em formato híbrido, acontece por meio de intervenções em diversas áreas da cidade de São Paulo e em plataformas virtuais, com programação completamente gratuita que apresenta instalações, projeções, grafites, performances, teatro, programação de bem-estar, além do Fórum Virada Sustentável. Ministério do Turismo, o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e Braskem apresentam Virada Sustentável São Paulo 2021. Lei de incentivo à Cultura, patrocínio master da Isa Cteep, patrocínio da Ambev, Gerdau, copatrocínio de Electrolux, Mercado Livre, Novelis, Tetra Pak e apoio das empresas Ball, Deloitte, Instituto Center Norte, Instituto Vedacit e ValGroup. Além da correalização com a Prefeitura de São Paulo e parceria com Instituto Alana, Metrô SP, Pacto Global, Rotary Club, Sesc, Estadão, Eletromidia e Ótima, realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal, Pátria Amada Brasil.

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Dow lança plataforma focalizando sobre o futuro dos plásticos

16/09/2021

Tela da Plataforma “Futuro do Plástico”

O objetivo da plataforma é incentivar transformadores da indústria do plástico a terem olhar estratégico que contemple rentabilidade do negócio, benefícios ao meio ambiente e à sociedade ao implementar a transição para a economia circular.

As discussões sobre o plástico passam por muitas esferas – ambiental, social e econômica –, sempre pela perspectiva da necessidade de mudança. Para colaborar com essa conversa e levantar possibilidades reais de transformação, a Dow lança a plataforma Futuro do Plástico, voltada para a própria cadeia, sobretudo para seu cliente transformador – que é justamente quem transforma o plástico em embalagem, por exemplo.

“A plataforma foi desenvolvida com o intuito de promover uma cadeia de ideias e inspirações que caminhem em direção à sustentabilidade. Com a iniciativa, convidamos clientes a se unirem nessa jornada para conhecer, visualizar e chegar a um futuro baseado na circularidade do plástico. A plataforma traz informações sobre economia circular e desafios do plástico, apresenta iniciativas e pessoas que atuam nesse tema e como transformar o negócio para a circularidade, com planos e ferramentas de transformação.”, explica Daniella Souza Miranda, vice-presidente comercial de Embalagens e Especialidades Plásticas (P&SP) da Dow na América Latina.

O Futuro do Plástico também oferece pautas práticas que funcionam como um acervo para esclarecimento de dúvidas, pesquisas e ampliação de conhecimentos sobre o tema. Os conteúdos disponíveis na plataforma são resultados de trabalhos de pesquisa, consulta a fontes internacionais e especialistas brasileiros, organizados de forma prática e concisa, prontos para serem utilizados. O projeto foi criado para ampliar, principalmente, a comunicação com os clientes transformadores, atores essenciais da cadeia estendida do plástico, “que precisam ser estimulados a transformar seus processos produtivos e gestão de negócio, para incorporarem a mudança da economia linear para a circular”, explica a vice-presidente comercial de P&SP da Dow.

A executiva esclarece ainda que, embora a plataforma tenha como público prioritário os clientes da Dow, as informações disponíveis são didáticas e acessíveis para pessoas interessadas em saber mais sobre ações sustentáveis e mudanças no processo produtivo do plástico rumo à economia circular. “Os updates constantes e a variedade de fontes garantem um espaço rico em informação para as mentes inovadoras que já perceberam o potencial da economia circular.”

Mirando em empresas comprometidas com um mercado mais sustentável, o projeto também visa criar eventuais parcerias, deixa a mensagem de que o futuro pode estar a poucos cliques de distância e que o conhecimento e a informação qualificada podem, e devem, ser a base para que, juntos, possamos construir um caminho em que o destino do plástico é traçado com responsabilidade e sem desperdícios.

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Projeto Eco patrocinado pela Lord fala sobre sustentabilidade do plástico a voluntários

16/09/2021

Projeto teve início nesta semana e contou com a presença de aproximadamente 250 pessoas

Esta semana foi dado início ao Projeto Eco, que tem como principal objetivo difundir na sociedade os benefícios do plástico e a sua sustentabilidade. O projeto conta com a Lord – uma das principais fabricantes de embalagens plásticas flexíveis do Brasil – como principal apoiador.

Nesta primeira etapa, o programa recebeu cerca de 250 pessoas, que se inscreveram de forma 100% voluntária. Durante os dois dias de treinamento, os voluntários souberam mais sobre os benefícios do plástico no dia a dia, os diferentes tipos de resinas e formas de produção, a importância dos aditivos e masterbatches em diferentes aplicações plásticas e sua essencial contribuição para importantes segmentos da economia brasileira, como o agronegócio.

O Projeto Eco ainda terá algumas etapas para aprofundamento do assunto e de questões relacionadas ao material e à sustentabilidade, as quais acontecerão até novembro. Já no ano que vem, os voluntários participantes darão o passo mais importante: serão os multiplicadores na sociedade, levando todo o conteúdo recebido para escolas, ETEC´s e até mesmo, universidades. “O público jovem é o principal foco da empresa, uma vez que, em breve, essas pessoas serão os responsáveis por toda a cadeia de consumo”, destaca a coordenadora de marketing da Lord, Maria Claudia Muraro.

“Estamos fazendo a transição de uma economia linear para uma economia circular e abraçarmos inteiramente o Projeto Eco porque temos a plena convicção de que plástico e sustentabilidade devem caminhar juntos nessa nova realidade, de um futuro mais sustentável”, comenta Herman Moura presidente da Lord.

A Lord é especializada no desenvolvimento e na produção de filmes e embalagens plásticas flexíveis, atendendo ao mercado nacional e internacional há mais de 50 anos. A empresa atua nos segmentos agrícola, alimentício, bebidas, conversão, higiênicos e descartáveis, industrial, varejo entre outros.

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Informa Markets e Feira Plástico Brasil promovem evento digital Plástico Brasil Xperience

14/09/2021

De 14 a 16 de setembro, o evento promove oportunidades de conteúdo e interação com recursos de engajamento, além da exposição das marcas na plataforma Plástico Brasil Xperience

Em uma versão 100% digital, a Plástico Brasil Xperience acontece de 14 a 16 de setembro de 2021, reunindo dezenas de marcas expositoras do evento físico, além de uma grade paralela de apresentações, debates e mesas redondas organizadas com profissionais e influenciadores deste mercado. Iniciativa inédita no setor do plástico, o evento traz oportunidades de networking e de negócios para toda a cadeia de transformação, reunindo em um mesmo ambiente fornecedores, indústrias, empresários e representantes do segmento.

Promovida pela Informa Markets Brasil, todas as apresentações abordarão o mercado atual e o futuro dessa indústria, envolvendo o impacto da transformação digital e os novos cenários político e econômico, tanto brasileiros quanto globais.

“Criamos esta plataforma digital para manter e fortalecer o senso de comunidade que Plástico Brasil tem construído presencialmente ao longo dos últimos anos”, explica Yeda Monteiro, gerente do evento. “É um ambiente virtual onde será possível acompanhar transmissões de conteúdo ao vivo, aproveitar os recursos de engajamento, navegar simultaneamente nas páginas para buscar conexão com outros profissionais do seu interesse, além de conhecer produtos e marcas expositoras”, defende.

Totalmente gratuito, o acesso é permitido mediante cadastro na plataforma Plástico Brasil Xperience. A programação completa do evento digital de 2021 pode ser consultada no site do evento plasticobrasil.com.br/pt/xperience.

Outros destaques da plataforma Plástico Brasil Xperience são a interface amigável, sistema para organizar sua agenda, notificação para palestras, área de networking incluindo videochamadas, área de marketplace e grupos de discussão.

Conteúdo segmentado e discussões técnicas: Destaques da agenda da Plástico Brasil Xperience

Em 3 dias de conteúdo exclusivo, a grade do evento foi estruturada com macrotemas, para ajudar os participantes a organizarem sua agenda conforme seus interesses.

Dia 14/09 – Panorama Setorial
O cenário político e econômico, tanto brasileiro quanto global, gera desafios e oportunidades específicas. Entender essas variações é extremamente importante para o setor do plástico, especialmente com as consequências pós-pandemia. Para abrir o evento, especialistas do setor vão ajudar a interpretar o contexto político de reformas e investimentos e como lidar com ele.

Dia 15/09- Transformação Digital
Para enfrentar problemas complexos, a tecnologia é uma aliada de peso. A era do 4.0 chega com força para a ferramentaria moderna e o setor de transformação do plástico, aumentando a eficiência e os resultados da indústria. Como isso foi acelerado desde o início da pandemia? No segundo dia de evento, confira como a Indústria 4.0 pode tornar o setor ainda mais competitivo.

Dia 16/09 – Plástico em Transformação
Cada vez mais relevante para a sociedade, o plástico é um material versátil e valioso. Mas quais desafios esperam o setor no futuro? E o que podemos fazer hoje para nos preparar para essa nova realidade? Discussões sobre biopolímeros, biodegradáveis, economia circular e o papel do plástico nessas transformações são o tema desse primeiro dia.

Novas soluções para o público digital

“Consideramos que 14 de setembro será apenas o marco para lançamento deste novo ambiente de conexão com o mercado do plástico, pois permaneceremos ativos com a plataforma Plástico Brasil Xperience durante o ano todo, reunindo em um ambiente digital os principais pilares deste evento de sucesso: negócios, conteúdo e networking”, defende Yeda Monteiro. A intenção é proporcionar ao mercado um ponto de encontro, criando uma verdadeira rede para conexão do setor.

A inscrição e acesso à plataforma podem ser feitos a qualquer momento, durante ou após o evento. Profissionais de toda a cadeia de transformação do plástico podem se credenciar para participar, interagir e trocar informações sobre embalagens, metalurgia, autopeças, automotiva, eletroeletrônica, petroquímica, construção civil, alimentos e bebidas e reciclagem.

Além da plataforma, o canal Mundo do Plástico oferta conteúdo e materiais direcionados ao mercado de transformação do plástico. No Youtube, a websérie Plástico Brasil no Ar promove bate-papos leves e descontraídos com diversos profissionais convidados no YouTube. Tanto a websérie quanto os conteúdos do evento poderão ser consumidos on demand na plataforma Plástico Brasil Xperience.

O crescente público conectado à Plástico Brasil também levou à criação de um hub estratégico para o desenvolvimento de soluções digitais, visando apresentar produtos e serviços para esse público altamente qualificado.

A Feira Plástico Brasil reúne as últimas tecnologias e lançamentos destinados aos transformadores do plástico, indústrias da construção civil, alimentos e bebidas, automóveis e autopeças, perfumaria, higiene e limpeza, entre outros. A Plástico Brasil é uma iniciativa da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM) e das principais entidades do setor. Ela apresenta os últimos avanços tecnológicos e as principais tendências globais dos segmentos que envolvem a cadeia produtiva do plástico.

A Informa Markets cria plataformas de relacionamento e conexão de pessoas e mercados nos ambientes físico e digital. O portfólio global é composto por mais de 550 marcas internacionais, sendo mais de 30 no Brasil, em mercados como Saúde, Infraestrutura, Construção, Alimentos e Bebidas, Agronegócio, Tecnologia e Telecom, Energia, Metal Mecânico, Indústria, Móveis, entre outros. A Informa oferece soluções em oportunidades de networking, fazer negócios por meio de soluções de audiência, conteúdo digital especializado, feiras, eventos híbridos, e inteligência de mercado, construindo uma jornada de relacionamento e negócios entre empresas e mercados.

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Arburg apresenta célula de produção combinando tecnologias inovadoras durante feira Interplas na Inglaterra

13/09/2021

  • Em rede: sistemas prontos para usar que definem novos padrões para digitalização, automação e economia circular
  • Pioneira: iniciativa R-cycle com passaporte de produto digital para classificação por tipo
  • Sistemas assistentes para simulação de preenchimento e injeção regulada

O foco do estande da Arburg na feira Interplas (H4, Hall 4), que acontecerá de 28 a 30 de setembro de 2021 em Birmingham, Reino Unido, será uma injetora Allrounder elétrica, conectada digitalmente, possuindo um inovador sistema de controle Gestica, diz a empresa. O sistema inteligente fabricará copos plásticos de forma totalmente automática, que podem ser classificados por tipo por meio de um passaporte digital do produto. A Arburg afirma que a aplicação define novos padrões de processamento de plásticos em termos de digitalização, automação e economia circular. O sistema de computador host ALS da Arburg e o portal do cliente arburgXworld também estarão em exibição na feira.

“Depois de uma pausa de quatro anos desde a última Interplas, estamos ansiosos para novamente ter contato pessoal face a face com clientes e outros interessados ”, enfatiza Colin Tirel, Diretor Executivo da Arburg Ltd. no Reino Unido. “Os negócios estão melhores do que nunca e o mercado no Reino Unido e na Irlanda em geral também está em alta. Na feira, exibiremos um Allrounder com sistema de controle Gestica pela primeira vez em nosso mercado. Esta célula de produção com eficiência energética também reunirá inúmeras tecnologias inovadoras, todas as quais tornam a moldagem por injeção mais eficiente e conveniente. Só por isso, uma visita ao nosso estande de feiras certamente já valerá a pena”.

Sistema turnkey inteligente

O coração do sistema turnkey da Arburg é uma injetora Allrounder 370 A elétrico (foto) com uma força de fechamento de 600 kN, um molde de câmara quente da Haidlmair e o novo sistema robótico vertical Multilift V 20, com carga de 20 kg em um design transversal . A máquina também está equipada com um gateway IIoT como padrão. Além disso, o sistema é conectado ao sistema Módulo Scada de Controle Turnkey (ATCM), que reúne todos os processos relevantes e dados de qualidade para cada peça específica. Um copo é fabricado em PP e depois impresso com um código QR, em conformidade com o processo de moldagem por injeção. Isso permite a separação por tipo após o uso.

O passaporte digital do produto permite a classificação correta

Como resultado, a Arburg – como um parceiro de engenharia exclusivo na iniciativa R-Cycle – demonstra também na produção de copos como um reciclado de alta qualidade pode ser recuperado de resíduos de plástico após os produtos terem sido usados, fechando assim o ciclo de reciclagem. O elemento central do R-Cycle é um banco de dados que contém todas as informações sobre os materiais usados. Como resultado, cada produto de plástico recebe um passaporte de produto digital. Já na fase de moldagem por injeção são transmitidos os dados relacionados às matérias-primas e cores usados. O código é então lido, tornando possível a separação por tipo de material.

Funções assistentes inteligentes

A exposição está equipada com sistemas assistentes inteligentes. Isso permite que o controle aXw FillAssist execute simulações de preenchimento diretamente na tela do sistema de controle Gestica. A ferramenta usa o modelo de simulação e a geometria da peça criados previamente para tornar a troca e a a regulagem mais eficientes. Os três outros sistemas de controle, “aXw ScrewPilot”, “aXw PressurePilot” e “aXw ReferencePilot”, garantem que a injeção seja adaptativa e regulada. Essas são estratégias de controle que se complementam e oferecem soluções para requisitos chave de qualidade, tais como pesos constantes de material injetado e preenchimento uniforme do molde.

arburgXworld: Notícias sobre o portal do cliente e digitalização

Em dois terminais, os visitantes podem aprender como digitalizar sua produção com o portal do cliente “arburgXworld” e o sistema de computador host ALS da Arburg. Segundo a empresa, por meio da conexão com o ALS, os dados de produção podem ser registrados e analisados ​​em tempo real, aumentando significativamente a eficiência e a transparência da produção. Com sua versão básica gratuita e vários aplicativos e níveis de configuração, o “arburgXworld” oferece aos clientes suporte digital abrangente e acesso a uma grande quantidade de informações e know-how da Arburg. Os principais recursos incluem uma visão geral da frota de máquinas (MachineCenter) e pedidos de peças de reposição online (Loja). A Arburg atualiza continuamente seu portal de clientes com novos serviços digitais, o que cria valor agregado e torna a moldagem por injeção cotidiana mais fácil. Isso inclui o “AnalyticsCenter” para documentação de amostragem de molde, testes e processos de moldagem por injeção.

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Braskem e tailandesa SCG Chemicals estudam investimento conjunto na obtenção de eteno derivado de fontes renováveis para produção de Polietileno “Verde”

13/09/2021

A Braskem assinou memorando de entendimento (MOU) com a SCG Chemicals, uma das maiores empresas petroquímicas da Tailândia, para realizar estudos para investir conjuntamente em uma nova planta de desidratação de etanol na Tailândia para produção de eteno e polietileno I’m greenTM. Se implementada, esta cooperação pode dobrar a capacidade existente do Polietileno “Verde” I’m green.

“Em meio à crescente demanda por soluções sustentáveis e por economia circular em todo o mundo, continuamos em busca de oportunidades para expandir a disponibilidade de bio-PE I’m greenTM. Além de atender às expectativas dos clientes e contribuir para o compromisso de neutralidade de carbono até 2050, este projeto pode ser um marco para a presença da Braskem na Ásia. Temos a satisfação de desenvolver esta potencial parceria com a SCG Chemicals, a qual compartilha semelhante visão com respeito à sustentabilidade e tem um histórico de sucesso na indústria química na Ásia”, afirma Roger Marchioni, Diretor da Braskem para a Ásia.

Tanawong Areeratchakul, presidente da SCG Chemicals acrescenta: “Estamos comprometidos com a sustentabilidade e o avanço da economia circular para uma sociedade e meio ambiente melhores. Esse MOU significa que estamos explorando possíveis opções de parceria e investimento com a Braskem para trazer a produção de biopolímeros para a Ásia. Isso nos ajudaria a cumprir nossa promessa de nos tornarmos “Empresas Químicas para a Sustentabilidade” e de garantir a gestão social e ambiental de acordo com os padrões ESG (Ambientais, Sociais e de Governança), ao mesmo tempo em que promovemos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS) e atendemos ao mercado crescente demanda por produtos ambientalmente corretos de acordo com as diretrizes para o desenvolvimento da Economia Bio-Circular-Verde: Modelo BCG da Tailândia.”

Se os estudos de viabilidade forem aprovados de comum acordo entre as partes, a unidade de produção ficará localizada em Map Ta Phut, Rayong, Tailândia. Este projeto permitiria a combinação do know-how de tecnologia e biopolímeros da Braskem com o conhecimento da SCG Chemicals do mercado asiático e expertise na produção de PE.

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Dow abre inscrições para Prêmio Packaging Innovation Awards 2021

13/09/2021

Realizado desde 1986, o Packaging Innovation Awards prestigia tecnologias e processos inovadores desenvolvidos por participantes de toda a cadeia de valor do mercado de embalagens.

Estão abertas as inscrições para 33ª edição do Packaging Innovation Awards, premiação realizada pela Dow que reúne anualmente as principais novidades na indústria de embalagens com foco no avanço tecnológico, na sustentabilidade e na melhoria da experiência do usuário.

“Todos os anos, o Packaging Innovation Awards destaca os projetos, novos pontos de vista e ideias que estão ampliando os horizontes da indústria para apresentar verdadeiras inovações que podem simplificar o comércio, impactar a sociedade e impulsionar a economia circular do plástico”, comenta Andres Salgado, diretor de marketing do Negócio de Embalagens Especiais e Plásticos para a América Latina da Dow.

O prazo para submeter um projeto, seja ele referente a qualquer área da cadeia de valor de embalagem, vai até o dia 14 de outubro e pode ser feito no site: www.dow.com/en-us/market/mkt-packaging/packaging-innovation-award.html. Já as amostras dos projetos precisam chegar até o dia 5 de novembro. A participação no prêmio é gratuita e os projetos inscritos podem envolver os diferentes tipos de embalagem, desenvolvidas em qualquer material. Todas as inscrições devem contemplar produtos comerciais que estejam no mercado.

“Todas as inscrições serão revisadas e avaliadas por um painel independente e de prestígio de profissionais de todo o mundo, em uma ampla variedade de áreas, incluindo design, engenharia, varejo, conversão e academia. Esses jurados irão analisar e julgar cada projeto com base em três critérios: tecnologia, sustentabilidade e experiência do usuário”, explica Salgado.

Os vencedores na categoria prata, ouro e diamante, além do Prêmio Diamante (de maior honra), que será destinado para o autor do projeto com excelência nas três categorias, serão anunciados no primeiro trimestre de 2022.

Agenda do Packaging Innovation Awards 2021

A Dow é uma empresa global de ciência dos materiais, com um portfólio de produtos que inclui plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones voltados para mercados como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.

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Terphane vence Prêmio Abre da Embalagem Brasileira na categoria Ouro

13/09/2021

  • A embalagem foi premiada na categoria Estratégica
  • ‘Soluções para Varejo e e-commerce”

Depois de ficar entre as finalistas do Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira, a embalagem da Salada La Vita foi confirmada como a vencedora Ouro na categoria estratégica ‘Soluções para Varejo e e-commerce’.

Os jurados foram unânimes em afirmar que a embalagem da Salada La Vita se destacou pelo caráter inovador para esta categoria de produto (salada pronta para consumo): uma bandeja APET (poliéster amorfo) com tampa feita com um filme de poliéster (PET) selável e de fácil abertura. Segundo a empresa, a solução vai ao encontro de uma necessidade crescente do varejo e do e-commerce de oferecer saladas para consumo on the go (em movimento), com total conveniência e funcionalidade.

A produção da embalagem foi possível graças ao filme PET da Terphane. O filme escolhido para a tampa da embalagem foi o da linha Sealphane. Entre seus atributos, destaca a fabricante, estão a selagem automática que garante eficiência e rapidez ao processo, além de evitar perdas de produto e diminuir o risco de contaminação pela manipulação. A tampa é totalmente transparente, permitindo a clara visualização do produto já que o filme possui funcionalidade anti embaçamento (antifog).

Como reforçou Nick Kramer, Diretor Industrial da empresa La Vita, “após diversos testes, o filme da Terphane se mostrou ideal para atender às necessidades de nosso produto, a salada fresca. Além de manter as propriedades dos alimentos inalteradas, o atributo do antifog permitiu melhorar a apresentação no PDV, garantindo uma exposição adequada e ganho de competitividade.”.

De acordo com a Terphane, esta embalagem também permite que a bandeja selada seja empilhada durante o manuseio e distribuição, proporcionando otimização logística e economia de espaço no transporte e na armazenagem. Ela também possibilita a apresentação do produto nas posições vertical ou horizontal na gôndola (PDV).

“Toda a solução está alinhada a um outro conceito bastante importante nos dias atuais, o da segurança alimentar. A embalagem pode conter diversos compartimentos, igualmente selados, e que possibilitam separar proteína, cereais e molho, mantendo o frescor de cada item e aumentando sua vida de prateleira (shelf life)”, explica José Ricardo Sorbile, Gerente Nacional de Vendas da Terphane. Segundo ele, a embalagem também pode ser refrigerada e o filme permite a selagem até 210ºC, sem deformação.

A embalagem da Salada La Vita se destaca ainda pela sustentabilidade: ela é mono material – bandeja e tampa de poliéster – e reciclável. Além disso, segundo a emrpesa, o filme PET utilizado tem apenas 25µm e não atinge nem 1g por embalagem de salada – um peso muito menor quando comparado ao de uma tampa rígida. Isto contribui para gerar um volume menor de resíduo.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Plasvale comemora 44 anos

13/09/2021

A história da Plasvale começou com a produção de baldes em Setembro de 1977. Hoje, a empresa comemora um portfólio de mais de 800 produtos no segmento de utilidades domésticas, sendo uma das principais marcas do segmento no Brasil.

Para celebrar o aniversário, a empresa planejou ações off-line e on-line que reforçam o novo posicionamento de estar cada vez mais conectada aos consumidores. “Estamos há alguns anos buscando produtos de diferentes matérias-primas que facilitem a vida das pessoas, atrelando a novidades e tendências do segmento houseware”, comenta a gerente de Marketing da Plasvale, Samanta Junges Champi.

Atualmente, a Plasvale oferece produtos em plástico livre de BPA, vidro e inox, além de uma linha pet, uma linha de materiais de plástico reprocessado e itens divertidos e que trazem facilidade na hora de cozinhar. O objetivo para seguir crescendo é inovar e ampliar o mix de produtos, expandindo também para o catálogo disponível no e-commerce.

Com um parque fabril de mais de 16 mil metros quadrados e mais de 600 colaboradores, a Plasvale atende todos os estados brasileiros e está presente em mais de 30 mil pontos de venda, afirma a empresa que também exporta para mais de 20 países. Situada em Gaspar (SC), a empresa possui mais de 800 produtos divididos em 23 categorias.

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Associadas à Adirplast apostam em melhora leve do mercado no segundo semestre

09/09/2021

 

O volume total de resinas commodities, plásticos de engenharia e filmes biorientados distribuídos pelos associados Adirplast de janeiro a julho deste ano foi de 130.444 toneladas. A entidade acredita que o segundo semestre será mais rentável que o primeiro

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) divulgou que o volume total de resinas commodities, plásticos de engenharia e filmes biorientados distribuídos pelos seus associados de janeiro a julho deste ano foi de 130.444 toneladas. “Tivemos o pior primeiro semestre dos últimos dez anos. Após janeiro, que apresentou uma leve melhora, tivemos uma péssima venda”, diz a vice-presidente da Adirplast, Cecília Vero, da TIV Plásticos, distribuidora de filmes biorientados. A executiva conta que, apesar de janeiro ter sido um mês favorável, o resto do período foi muito ruim. Para ela, a grave crise de consumo pela qual o Brasil está passando e a alta inflação são parte do problema. “Precisamos reequilibrar a cadeia para termos um 2022 melhor.”

Apesar dos problemas, Vero acredita em um segundo semestre melhor, impulsionado principalmente pela sazonalidade e melhora das restrições impostas para o enfrentamento da pandemia de Covid-19. Assim, ela estima que ainda seja possível que este ano feche com queda de volume entre 10 e 20% em relação a 2019, ano pré-pandêmico. “No ano passado, 2020, vendemos o que tínhamos e o que não tínhamos. Neste ano, a configuração é diferente. Apesar disso, temos uma perspectiva melhor para o segundo semestre. Mas, claro, é preciso acompanhar esse processo inflacionário e lembrar que o consumidor final empobreceu. Também é preciso reconhecer que estamos passando por uma crise logística no mundo inteiro e que está deixando os fretes altíssimos.”

Julho foi um mês positivo para o segmento de filmes BOPP e BOPPET. De acordo com dados da Adirplast, o volume de venda dos associados no mês de julho foi 22,7% maior que junho deste ano. Mas é preciso reforçar que as vendas dos sete primeiros meses deste ano foram 30,3% menores que nos últimos sete meses de 2020.

Francielo Fardo, da ColorFix, do setor de masterbatches e compostos, também vê o segundo semestre com mais esperança. “Com o avanço significativo das vacinações, a reabertura do comércio e o retorno às aulas, estamos bem mais próximos das rotinas pré-Covid. Entendemos que o horizonte tende a ser bem positivo em termos de negócios para o segundo semestre. Já tivemos um incremento de negócios em julho, que até agora ocupa o lugar de melhor mês do ano aqui na empresa.”

O segmento de engenharia também parece ter sido menos impactado pela má fase do mercado. Fabrício Bento, diretor comercial da Polyfast, distribuidor de plásticos de engenharia, conta que, em termos de vendas, o primeiro semestre de 2021 foi positivo. “Apesar da falta de produtos, nossos principais parceiros suportaram bem a nossa demanda, o que nos ajudou a sustentar um crescimento de aproximadamente 20% em relação ao mesmo período de 2020.”

Além da falta de demanda que assusta muitos empresários do setor, os problemas de abastecimento podem atrapalhar os planos de crescimento no segundo semestre. “Atualmente estamos com problema em todo o nosso portfólio e essa falta de produto e aumento de lead time podem dificultar o desempenho”, conta Campos.

“O volume de julho deste ano, considerando todos os associados de diferentes segmentos, foi de 18.884 toneladas, já junho foi de 14.818. É um aumento expressivo que demonstra um cenário mais positivo para este segundo semestre”, afirma Laercio Gonçalves, presidente da entidade. O executivo também afirma que a retomada da demanda interna e a sazonalidade favorável prometem um segundo semestre positivo para produtores e distribuidores de resinas termoplásticas. “Até julho, o consumo dos principais plásticos – polietileno (PE), polipropileno (PP) e poliestireno (PS) – no país exibia evolução de 6%, mas é importante reforçar que esse ritmo pode perder força já que as vendas na segunda metade do ano passado foram turbinadas pela recomposição de estoques”, finaliza.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes biorientados, plásticos de engenharia, masterbatches e compostos. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros, masterbatches, compostos e filmes biorientados comercializados no país. As empresas associadas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Termotécnica celebra 60 anos de fundação

08/09/2021

Companhia é líder em soluções de embalagens em EPS

A Termotécnica completou 60 anos neste dia 29 de agosto. Desde a sua fundação, a Termotécnica tem sido pioneira e protagonista no mercado de soluções de embalagens em EPS (popularmente conhecido como isopor*) no país e vem se reinventando atendendo às novas demandas dos clientes e dos consumidores. “Nesta trajetória desbravamos novos caminhos, novas soluções, migramos para outros mercados. Desenvolvemos soluções antes inexistentes, trabalhando em conjunto com os clientes para oferecer as melhores alternativas de proteção e para quebrar as barreiras logísticas de transporte e distribuição de produtos, sempre buscando novas aplicações para esse material tão versátil”, afirma Albano Schmidt.

Albano Schmidt

Ao longo dessas seis décadas, a Termotécnica vem dando saltos de crescimento, com pontos de inflexão ao longo do caminho. O desenvolvimento de produtos com engenharia e ferramental próprios, foram os primeiros passos para alcançar a autonomia. Nos anos 1970, a empresa deu início ao atendimento de clientes do varejo, com caixas térmicas para alimentos e bebidas. Nesta época, a companhia cresceu muito também nas aplicações de barreiras de calor, explorando a característica de isolamento térmico, desenvolvendo tecnologia e engenharia de projetos construtivos para grandes frigoríficos e câmaras frias.

Na década de 1980, passou a produzir a própria matéria-prima, com a fundação da planta Termocell, junto à matriz em Joinville (SC). Com isso, a Termotécnica verticalizou sua produção, ganhando ainda mais autonomia nas operações. É em 1980 também a inauguração da filial em Manaus (AM) para atender de perto às necessidades de importantes clientes, principalmente da Linha Marrom (áudio e vídeo). Nos anos 1990, a Termotécnica introduziu o conceito shrink na Linha Branca (eletrodomésticos) no Brasil. Com esta solução a empresa promoveu uma grande mudança neste segmento, mudando de forma definitiva o modelo de embalagem para refrigeradores.

Ainda em 1990, a empresa assinou o primeiro convênio com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e criou a sua própria área interna de Pesquisa e Desenvolvimento. Ao todo, são 97 patentes (desenho industrial, modelo de utilidade e invenções) e 19 marcas registradas. Como reconhecimento dessa trajetória de inovação, recentemente a Termotécnica conquistou o Prêmio Inovação Catarinense “Professor Caspar Erich Stemmer”, na categoria Empresa Inovadora, concedido pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc).

Nos anos 2000, a Termotécnica investiu em novas expansões com a inauguração das unidades fabris em São José dos Pinhais (PR) e Rio Claro (SP) para atender principalmente ao mercado de Linha Branca. E em 2012, inaugurou a unidade fabril em Petrolina (PE), voltada para soluções para o agronegócio, com a marca DaColheita. A crescente demanda dos produtos do Vale do São Francisco possibilitou a expansão para a região Nordeste.

Ao longo de sua história, a Termotécnica também vem sendo reconhecida pela sua atuação sustentável, e tem estado presente em quatro edições do Guia Exame de Sustentabilidade. Nos anos 2000, viabilizou, de forma pioneira, as operações de logística reversa e reciclagem do EPS no país, antecipando-se em alguns anos à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com o programa Reciclar EPS, a Termotécnica tem buscado uma mudança cultural no Brasil, promovendo a conscientização da população de que o EPS é um plástico reciclável que precisa ser descartado de forma correta para ter seu ciclo de vida prolongado.

A Termotécnica afirma que, ao longo de 13 anos, foram mais de 44 mil toneladas de EPS coletadas, recicladas e devolvidas ao mercado como material de alto valor agregado. Segundo a empresa, o Programa Reciclar EPS contabiliza ainda cerca de 1.000 pontos de coleta do material em várias regiões do país e geração de emprego e renda para cerca de 5.000 famílias. Por esses resultados, a Termotécnica foi reconhecida em 2021 no 26º Prêmio FIESP de Mérito Ambiental, com menção honrosa na categoria médias e grandes empresas, com o case “Reciclar EPS – da logística reversa a novos produtos”.

Nos últimos dois anos, a Termotécnica ampliou o portfólio no agronegócio em soluções pós-colheita e internacionalizou o uso do EPS no transporte global das frutas brasileiras. A empresa vem desenvolvendo novas soluções para valorizar produtos técnicos e atua fortemente na cadeia térmica, oferecendo soluções para o transporte seguro de vacinas. Também tem trabalhado junto aos clientes das linhas Branca, Marrom e Automotiva para ampliar seus canais de vendas por e-commerce, garantindo maior segurança dos produtos durante toda a logística de embalamento, armazenagem, transporte e entrega ao cliente final.

“Tecnologias como indústria 4.0, internet das coisas, rastreabilidade, manutenção da temperatura, função ativa para segurança sanitária e ampliação da validade dos produtos acondicionados, novas resinas e materiais de origem vegetal e biodegradáveis: o que o mundo, os mercados, clientes e consumidores quiserem – a Termotécnica vai estar à frente provendo essas soluções”, assegura o Presidente da Termotécnica.

Mais recentemente, desde que se iniciou a pandemia por coronavírus, a Termotécnica vem desenvolvendo soluções inovadoras para o segmento fármaco. Em agosto de 2020 lançou a nanotecnologia do Safe Pack – EPS antiviral, para redução do risco e velocidade da contaminação por vírus. Também desenvolveu unidades conservadoras que podem ser aplicadas no transporte de vacinas em temperaturas extremamente baixas.

“Posso dizer com muita convicção que hoje, ao completarmos 60 anos, estamos muito mais próximos da missão de ‘ser uma empresa de classe mundial, onde as pessoas tenham prazer e orgulho de trabalhar’. No entanto, o nosso espírito se mantém inquieto, perseguindo o novo, trazendo conceitos modernos de excelência em gestão, mas sempre traduzidos para o jeito Termotécnica de ser”, comemora Albano Schmidt.

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Standard & Poor melhora classificação de risco da Braskem

08/09/2021

A Braskem retornou ao grau de investimento, segundo a agência de classificação de risco S&P

A Braskem retornou ao grau de investimento, segundo a agência de classificação de risco S&P Global Ratings (S&P). A S&P elevou o rating da companhia para BBB-, com perspectiva estável. Segundo informado em release da Braskem, a agência destacou que a elevação do rating para grau de investimento reflete a melhora considerável dos indicadores de rentabilidade e de geração de caixa, o compromisso da empresa com a alavancagem e a expectativa de que a Braskem continue se beneficiando com os altos spreads petroquímicos nos próximos trimestres.

“Essa elevação da classificação é resultado dos esforços contínuos de todos os colaboradores da Braskem. Reiteramos nosso firme compromisso com a higidez financeira, que é fundamental para atendermos bem nossos clientes, parceiros e acionistas”, disse Pedro Freitas, vice-presidente de Finanças, Suprimentos e de Relações Institucionais da Braskem.

Nos últimos trimestres, a empresa registrou fortes resultados operacionais, com aumento da receita líquida de vendas e do lucro líquido. Também reduziu consistentemente a dívida bruta e a alavancagem corporativa, que se encontra em seu menor patamar histórico. Além disso, segundo a companhia, manteve uma forte posição de liquidez e a maior parte das dívidas tem vencimento no longo prazo (50% a partir de 2030).

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BASF conclui compra de 49,5% do parque eólico offshore no Mar do Norte holandês

02/09/2021

  • Aprovação de todas as autoridades relevantes já recebidas
  • As obras no Mar do Norte já começaram
  • Fornecimento de energia para tecnologias de baixa emissão com início em 2023

Após a aprovação de todas as autoridades relevantes, a BASF concluiu com sucesso hoje, 01/09/2021, a compra de 49,5% do parque eólico offshore Hollandse Kust Zuid da Vattenfall. O fechamento da transação, originalmente previsto para o quarto trimestre de 2021, foi concluído antes do planejado.

De acordo com o acordo que a BASF e a Vattenfall assinaram em junho de 2021, o preço de compra chega a € 300 milhões. Incluindo a contribuição da BASF para financiar a construção do parque eólico, o compromisso total da BASF chega a cerca de € 1,6 bilhão. A BASF pretende reduzir seu investimento vendendo ações para um co-investidor financeiro; o processo respectivo já foi iniciado.

As obras de construção do parque eólico no Mar do Norte holandês começaram em julho de 2021. O parque eólico offshore não conta com subsídios e deverá estar totalmente operacional em 2023. Nessa época, será o maior parque eólico offshore do mundo, com 140 turbinas e uma total capacidade instalada de 1,5 gigawatts. A eletricidade do parque eólico permitirá à BASF implementar tecnologias inovadoras de baixa emissão em vários de suas instalações de produção na Europa. Outra parte significativa da produção de eletricidade é reservada para os clientes holandeses da Vattenfall.

O complexo químico da BASF em Antuérpia (Bélgica) se beneficiará da energia renovável em uma extensão significativa. A unidade da BASF em Antuérpia é a maior unidade de produção de produtos químicos na Bélgica e a segunda maior unidade do Grupo BASF em todo o mundo.

O esquema de fornecimento para outras unidades da BASF na Europa dependerá do desenvolvimento do respectivo regulamento para energia renovável. O parque eólico também ajudará a Holanda a atingir sua meta de geração de energia renovável e metas de redução de gases de efeito estufa. A BASF tem mais de 1.500 funcionários na Holanda que desenvolvem, produzem e vendem produtos para muitos setores em vários locais.

“Este parque eólico será um importante alicerce para fornecer eletricidade renovável ao nosso site de Antuérpia e outros sites europeus. É o primeiro grande investimento da BASF em instalações para energia renovável. Com este investimento, estamos garantindo volumes significativos de eletricidade de fontes renováveis ​​para a BASF, que é um elemento-chave de nossa transformação em direção à neutralidade climática ”, disse o Dr. Martin Brudermüller, Presidente do Conselho de Diretores Executivos da BASF SE.

“A Vattenfall e a BASF compartilham um objetivo comum de eliminar gradualmente as emissões de gases de efeito estufa de nossas operações. Com esta cooperação, a Vattenfall prova mais uma vez que as parcerias com as indústrias são um elemento chave para acelerar a transição energética europeia entre os vários setores da economia. Estou particularmente orgulhosa de podermos fazer isso e, ao mesmo tempo, garantir o fornecimento de eletricidade livre de recursos fósseis aos nossos clientes holandeses ”, disse Anna Borg, presidente e CEO da Vattenfall.

A Vattenfall afirma ter como missão permitir uma vida livre de combustíveis fósseis em uma geração. Para atingir esse objetivo, a empresa investe fortemente em energias renováveis. A energia eólica offshore desempenha um papel importante no alcance de seus objetivos. Uma pedra angular da estratégia de crescimento da Vattenfall é procurar parceiros para equilibrar os custos de investimento significativos de seus ativos futuros. Investidores fortes apoiarão a Vattenfall para acelerar e impulsionar a transformação do cenário energético, uma vez que abrirá espaço financeiro para novos investimentos em energias renováveis ​​e descarbonização.

A BASF pretende reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 25% até o ano 2030 e atingir emissões líquidas zero até 2050. Uma importante alavanca para reduzir ainda mais as emissões é substituir a eletricidade de base fóssil por eletricidade livre de recursos fósseis. A BASF garantirá o suprimento das quantidades necessárias de energia renovável por meio de uma abordagem “fazer e comprar”. Isso inclui a intenção de trazer co-investidores financeiros para este projeto, permitindo um uso eficiente do capital.

A BASF está trabalhando na ampliação de tecnologias de baixa emissão para dimensões industriais. Após 2030, a BASF espera implementar tecnologias tais como processos livres de CO2 para a produção de hidrogênio e crackers a vapor aquecidos eletricamente, o que aumentará significativamente a demanda da BASF por energia renovável. Os crackers a vapor desempenham um papel central na produção de produtos químicos básicos e requerem uma quantidade significativa de energia para quebrar os hidrocarbonetos, sob altas temperaturas e pressão, em olefinas e aromáticos. Os parques eólicos offshore podem desempenhar um papel fundamental no fornecimento das quantidades necessárias de energia renovável.

“Vattenfall e BASF são parceiros de longa data. Com este projecto verdadeiramente europeu damos mais um passo no reforço da nossa parceria. Juntos, faremos um impacto positivo no clima, em nossos negócios e continuaremos a buscar oportunidades futuras de cooperação ”, disseram Borg e Brudermüller.

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Unipac reitera sinergia com inpEV para reciclagem de embalagens vazias de agroquímicos

02/09/2021

A Unipac celebrou o Dia Nacional do Campo Limpo no último dia 18 de agosto, uma data criada pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV) com o objetivo de reconhecer a participação dos diferentes agentes da logística reversa de embalagens vazias de agroquímicos no Brasil – agricultores, revendas, cooperativas, indústrias e poder público – e comemorar os resultados alcançados com a atuação conjunta.

De acordo com dados do inpEV, em 2020, o Sistema Campo Limpo promoveu a correta destinação de 49,9 mil toneladas de embalagens de agroquímicos, ou seja, 94% das embalagens comercializadas no Brasil foram enviadas para reciclagem ou incineração. Do total recebido pelo Sistema em 2020, 93% foram recicladas e transformadas em novas embalagens e tampas ou outros produtos, como conduítes e dutos, tubo para esgoto, drenos e conexões. O trabalho só foi possível graças a uma estrutura composta de 411 unidades de recebimento e 3,9 mil recebimentos itinerantes.

Segundo sua cultura de sustentabilidade, a Unipac defende o trabalho de conscientização dos agentes envolvidos e de toda a comunidade sobre a responsabilidade de pensar e agir de forma sustentável, com efeito direto na vida das gerações presente e futuras. “O Brasil é uma referência no recebimento de embalagens para defensivos agrícolas no mundo e o inpEV, ao promover ações socioambientais em parcerias com cooperativas, escolas, universidades, entre outros públicos, visando incentivar a conservação ambiental e o compromisso de todos com a natureza e seu ciclo sustentável, tornou-se uma referência para outros setores e é prova de que é possível fazer a logística reversa com resultados positivos”, comenta André Silvestre, Gerente de Vendas do Segmento Embalagem da Unipac.

O Grupo Jacto busca regularmente sinergias com o inpEV, com o objetivo de fomentar o recebimento e a destinação correta do maior número possível de embalagens e também afirma investir em pesquisa, desenvolvimento de processos e materiais sustentáveis, a exemplo da tecnologia em máquinas para fabricação de embalagens com resinas recicladas pós-consumo.

“Como integrante da cadeia, somos corresponsáveis pelo bom desempenho desse ciclo. Desenvolvemos produtos e processos voltados ao menor impacto ao meio ambiente e tecnologias mais limpas, a exemplo da embalagem com proteção por plasma destinadas exclusivamente ao envase de defensivos agrícolas, que é livre de solventes, sem emissão de resíduos sólidos e reduz potencialmente o aquecimento global, o que favorece a reciclagem do produto final, garantindo à empresa do agronegócio a segurança e a integridade dos defensivos agrícolas desde o envase até a sua utilização no campo”, afirma Silvestre.

Exemplo de sucesso

A logística reversa de embalagens de agroquímicos é obrigatória (Lei federal nº 9.974/00) e está inserida na Política Nacional de Resíduos Sólidos. A legislação define as atribuições de empresas e poder público no que se refere à destinação de embalagens e produtos pós-consumo, bem como suas devidas responsabilidades.

Segundo a Unipac, todos os produtos fabricados pela empresa, embalagens ou tampas, podem ser reciclados e reaproveitados na fabricação de outros tipos de produtos, conforme normas vigentes.

Com 45 anos em 2021, a Unipac atua nos segmentos automotivo, de defensivos agrícolas, logístico, entre outros. Executa seis tipos de processos de transformação em suas unidades produtivas – sopro, injeção, injeção estrutural, extrusão de chapas, termoformagem e rotomoldagem – que estão instaladas em Pompeia (matriz) e Limeira (filial), ambas em São Paulo, e nos sites de seus clientes, por meio do modelo in house, nas cidades de Regente Feijó/SP, Paulínia/SP e Maracanaú/CE. Possui em torno de 1.000 colaboradores, que atuam de forma colaborativa e participativa, em um ambiente organizacional favorável ao desenvolvimento constante.

Conta com uma área voltada à inovação e um moderno centro de pesquisa de engenharia avançada em materiais e processos e mantém uma ferramentaria para a produção de moldes para os mais variados processos de transformação. A Unipac é uma das unidades de negócio do Grupo Jacto, composto por importantes empresas que atuam nos segmentos agrícola, tecnologia de aplicação de polímeros (automotivo, embalagens e logística), transporte, equipamentos para serviços de limpeza e higienização, e soluções para a área médica. Fundado em 1948 e presente nos cinco continentes, o Grupo é 100% nacional.

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SABIC lança policarbonato produzido com matéria prima quimicamente reciclada

01/09/2021

  • SABIC lança policarbonato circular certificado – segundo a empresa, o primeiro na indústria com base na reciclagem química
  • Plástico misturado pós-consumo é usado como matéria-prima para produzir policarbonato com base no conceito de balanço de massa
  • Redução potencial de até 23% da pegada de gases de efeito estufa (GEE) em comparação ao policarbonato existente, afirma a SABIC

A SABIC anunciou o lançamento de uma resina de policarbonato (PC) e blendas obtidos a partir do processamento de resíduos de plásticos mistos pós-consumo. Segundo a SABIC, trata-se de uma inovação na indústria, baseada em reciclagem química, e demonstra o compromisso da empresa em se orientar para a uma economia circular para plásticos.

De acordo com um estudo interno de LCA da SABIC, o novo policarbonato circular certificado oferece uma redução potencial da pegada de carbono de até 23%, em comparação com a versão convencional fabricada pela empresa.

“Em outra contribuição para o desenvolvimento de uma economia circular para plásticos, estamos orgulhosos de ter desenvolvido uma nova solução que pode ajudar nossos clientes a cumprir suas metas de sustentabilidade e gerar valor, ao aumentar a quantidade de plástico misturado pós-consumo reciclado que processam” disse Abdullah S. Al-Otaibi, Gerente Geral de Soluções de Termoplasticos de Engenharia e Mercado da SABIC. “A SABIC está continuamente ampliando suas ofertas de sustentabilidade e em termoplásticos de engenharia, especificamente, novas soluções em nosso portfólio de policarbonato para ajudar a apoiar as necessidades crescentes de nossos clientes de conteúdo circular e redução da pegada de CO2 ”, acrescentou Al-Otaibi.

Parte do portfólio de soluções circulares Trucircle da SABIC, a nova resina de policarbonato circular certificada é produzido por meio da reciclagem química de plástico misturado pós-consumo que, de outra forma, poderia acabar em aterros sanitários ou incinerado. Por meio de um processo chamado pirólise, o plástico usado, difícil de ser reciclado mecanicamente, é convertido em um líquido chamado óleo de pirólise. Este óleo é então usado como matéria-prima para produzir as substâncias químicas (monômeros) que serão convertidos em plásticos com as mesmas propriedades do material virgem – neste caso, policarbonato.

O policarbonato – mais especificamente a resina Lexam, faz parte do portfólio de termoplásticos de engenharia da SABIC, incluindo blendas de PC, tais como as resinas Cycoloy e Xenoy . Os clientes de todos os setores – como Eletro-eletrônico, automotivo, saúde e bens de consumo – podem usar o novo policarbonato circular sob condições de processo idênticas às usadas para as resinas atualmente disponíveis.

O policarbonato circular é certificado por um entidade independente sob o esquema de Certificação Internacional de Sustentabilidade e Carbono (ISCC PLUS), usando uma abordagem de balanço de massa padronizada, que fornece um método de avaliação do conteúdo de material reciclado de acordo com regras predefinidas e transparentes. Além disso, o credenciamento ISCC PLUS, amplamente reconhecido, fornece rastreabilidade ao longo da cadeia de suprimentos fisicamente ligada da SABIC, desde a matéria-prima até o produto final, exigindo uma cadeia de custódia com base no sistema de balanço de massa.

Lançado em 2019, o portfólio Trucircle da SABIC abrange o design para reciclabilidade, produtos mecanicamente reciclados, produtos circulares certificados de reciclagem de matéria-prima de plásticos usados, produtos renováveis ​​certificados de matéria-prima biológica, além de iniciativas de ciclo fechado para reciclar plástico de volta em aplicações de alta qualidade, ajudando a evitar que plásticos valiosos usados ​​se tornem desperdício.

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Ineos Styrolution se associa ao Pacto de Plásticos dos EUA para promoção da economia circular para plásticos

01/09/2021

  • Empresa líder global em estirênicos acrescenta sua voz à visão de alcançar um futuro sustentável para os plásticos por meio de mudanças e soluções inovadoras.
  • Ineos Styrolution juntou-se ao Pacto de Plásticos dos EUA (U.S. Plastics Pact), liderado pela The Recycling Partnership e World Wildlife Fund, em parceria com a Ellen MacArthur Foundation.

A Ineos Styrolution juntou-se ao Pacto de Plásticos dos EUA em seu apoio a iniciativas colaborativas voltadas para soluções destinadas a promover mudanças significativas no sistema de design, uso e reutilização de plásticos. O Pacto de Plásticos dos EUA une abordagens intersetoriais, definindo uma estratégia nacional e criando soluções escaláveis ​​para criar um caminho em direção a uma economia circular para plásticos nos Estados Unidos até 2025.

Como parte do Pacto de Plásticos dos EUA, ativadores como a Ineos Styrolution reconhecem que uma mudança significativa é essencial para realizar uma economia circular para plásticos. Como tal, o Pacto de Plásticos dos EUA está reunindo mais de 10 marcas, varejistas, ONGs e agências governamentais em toda a cadeia de valor dos plásticos para trazer uma voz às embalagens dos EUA. Os membros empregarão iniciativas coordenadas e soluções inovadoras para repensar produtos, embalagens e modelos de negócios.

A Ineos Styrolution afirma ter uma forte visão de sustentabilidade com o objetivo de melhorar e aumentar a recuperação de resíduos plásticos pós-consumo e fortalecer a inovação para a circularidade. “Devemos estar focalizados na solução. É fundamental que vejamos os avanços inovadores em sustentabilidade e numa economia circular de plásticos trazidos para uma realidade global ”, diz Ricardo Cuetos, Vice-Presidente da Ineos Styrolution America LLC.

“Juntos, por meio do Pacto de Plásticos dos EUA, daremos início a mudanças no sistema para acelerar o progresso em direção a uma economia circular”, disse Emily Tipaldo, Diretora Executiva do Pacto de Plásticos dos EUA. “O Pacto dos Plásticos dos EUA mobilizará mudanças em todo o sistema por meio do apoio à inovação a montante (upstream) e de uma estratégia nacional coordenada. Essa estrutura unificada permitirá que os membros acelerem o progresso em direção às nossas ambiciosas metas de sustentabilidade para 2025. A participação integral dos membros será vital para alcançar nossos objetivos comuns. ”

Desde 2016, a iniciativa Nova Economia dos Plásticos da Ellen MacArthur Foundation tem reunido empresas e governos por trás de uma visão positiva de uma economia circular para o plástico. Seus relatórios de 2016 e 2017 sobre a Nova Economia dos Plásticos foram manchetes em todo o mundo, revelando os custos financeiros e ambientais dos resíduos de plástico e da poluição.

O Pacto de Plásticos é uma rede global de iniciativas que reúne todos os principais interessados ​​em nível nacional ou regional por trás de uma visão comum com um conjunto concreto de metas locais ambiciosas. Ele constrói uma plataforma única para trocar aprendizados e melhores práticas entre as regiões para acelerar a transição para uma economia circular para o plástico – uma Nova Economia do Plástico – na qual ele nunca se torna lixo ou poluição.

A Ineos Styrolution é um fornecedor líder global de estirênicos, com foco em monômero de estireno, poliestireno, padrão ABS e especialidades estirênicas. A empresa fornece aplicações estirênicas para muitos produtos de uso diário em uma ampla gama de indústrias, incluindo automotiva, eletrônica, doméstica, construção, saúde, embalagens e brinquedos / esportes / lazer. Em 2020, as vendas foram de 4 bilhões de euros. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.600 pessoas e opera 20 unidades de produção em dez países.

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Fraunhofer IPA, Arburg e Balluff usam Freeformer para impressão 3D de invólucros de sensores em PBT

30/08/2021

Modelo de demonstração do sensor customizado em diferentes estágios de produção: conceito em CAD (canto superior esquerdo), após integração dos componentes eletrônicos (canto superior direito) e modelo de demonstração final acabado (figura inferior)

A impressão 3D está se tornando cada vez mais importante na fabricação industrial. Ele não apenas torna possível produzir formas muito complexas que, de outra maneira, seriam virtualmente impossíveis de serem geradas com processos convencionais, mas também permite que lotes de pequenas quantidades sejam produzidas em uma base econômica. Porém, até o momento, a integração de componentes eletrônicos e, consequentemente, a produção de sensores customizados tem apresentado um desafio. Agora, junto com as empresas Arburg e Balluff, a Fraunhofer IPA alcançou um avanço.

Sensores individualizados são interessantes para tarefas em tecnologia de automação, pois podem ser usados ​​de forma flexível para uma variedade de aplicações. Sensores de proximidade indutivos estão disponíveis em invólucros cilíndricos de metal, nos quais uma bobina, uma placa de circuito e um plugue são instalados em uma configuração fixa – um componente padrão com uma geometria fixa. Na tecnologia de automação, os sensores de proximidade indutivos são usados ​​em grande volume para a detecção de objetos de metal sem contato. Em aplicações industriais, eles podem não apenas registrar a proximidade de um componente, mas também indicar a que distância ele está localizado. No entanto, devido ao formato dos invólucros, sensores de proximidade indutivos para integração em ambientes específicos – dedos de garras de braços robóticos, por exemplo – ainda não haviam sido desenvolvidos até agora.

Invólucros de qualquer formato

Surgiu então a questão: por que não imprimir a caixa do sensor em plástico, de modo que ele possa ser fabricado em qualquer formato? Isso é exatamente o que uma equipe de pesquisa do Centro de Manufatura Aditiva do Instituto Fraunhofer para Engenharia de Manufatura e Automação IPA conseguiu agora. A equipe foi apoiada por colegas da fabricante de máquinas de processamento de plástico Arburg GmbH & Co. KG e a especialista em sensores e automação Balluff GmbH. Um plástico com alta rigidez dielétrica e propriedades retardantes de chamas foi necessário para fabricar o invólucro do sensor. Os especialistas optaram pelo tereftalato de polibutileno (PBT), plástico semicristalino que é usado como material padrão em moldagem por injeção para a produção de invólucros de componentes eletrônicos. Porém, este tipo de material ainda não havia sido utilizado para impressão 3D, necessitando de trabalhos de caráter pioneiro.

Trilhas de condutor em impressão 3D

O plástico foi alimentado na forma de pellets em um “Freeformer”, o sistema de manufatura aditiva industrial da Arburg, que usa uma unidade de preparação de material com uma rosca especial de plastificação. Depois de fundir os pellets, o processo do Freeformer, que não usa moldes, se segue: um bico de alta frequência descarrega minúsculas gotículas de plástico, que podem ser precisamente posicionadas com o auxílio de um porta-peça móvel.

Desta forma, o Freeformer criou, camada por camada, componentes tridimensionais com cavidades nas quais os componentes podem ser inseridos durante o processo de impressão. Para que isso fosse possível, o Freeformer interrompeu automaticamente o processo em cada camada respectiva, de forma que a bobina, a placa de circuito e o plugue pudessem ser integrados com muita precisão. Em um processo separado, um “dispensador” foi então usado para produzir as trilhas condutoras de prata dentro do invólucro. Para completar o processo, tudo o que foi necessário foi terminar a impressão das cavidades e, em seguida, revesti-las em poliuretano.

A equipe produziu mais de 30 modelos de demonstração de sensores customizados dessa maneira e depois os colocou à prova: os componentes deveriam ser capazes de suportar mudanças de temperatura e vibrações, deveriam ser à prova d’água e passar por um teste de isolamento elétrico. Pela otimização do design e processo de fabricação, no final os testes foram concluídos com sucesso.

O projeto de pesquisa “Integração de funções eletrônicas em componentes fabricados aditivamente” durou dezoito meses. Stefan Pfeffer, que liderou o projeto na Fraunhofer IPA, está atualmente trabalhando com a Arburg em pesquisas sobre como os plásticos condutores também podem ser usados ​​no futuro para explorar áreas de aplicação adicionais.

Com quase 1000 funcionários, o Instituto Fraunhofer de Engenharia de Manufatura e Automação IPA, Fraunhofer IPA, é um dos maiores institutos na Fraunhofer-Gesellschaft. O orçamento total ultrapassa 74 milhões de euros. O foco da pesquisa do instituto está nos aspectos organizacionais e tecnológicos da produção. O IPA desenvolve, testa e implementa não apenas componentes, dispositivos e métodos, mas também máquinas e fábricas inteiras. Com 15 departamentos coordenados por meio de seis unidades de negócios, o IPA realiza um trabalho interdisciplinar com
as seguintes indústrias: automotiva, indústria de máquinas e equipamentos, eletrônica e microssistemas, energia, engenharia médica e biotecnologia, bem como indústria de processo. As atividades de pesquisa da Fraunhofer IPA visam a produção econômica de produtos sustentáveis ​​e personalizados.

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Polipropileno quimicamente reciclado da Borealis é usado em embalagens para bebida gelada Cafè Latte da suíça Emmi

30/08/2021

A empresa suíça de laticínios Emmi está fazendo parceria com a Borealis e a Greiner Packaging para produzir copos para a bebida Caffè Latte da Emmi, usando polipropileno reciclado quimicamente.

O Caffè Latte da Emmi, uma das principais marcas de café gelado pronto para beber na Europa, começou a incorporar polipropileno reciclado quimicamente em suas embalagens. Os copos, contendo 30% de material quimicamente reciclado, são produzidos pela Greiner Packaging e o material reciclado quimicamente vem da Borealis.

A Emmi, a maior processadora de leite da Suíça, afirma estar comprometida com a proteção do clima e a economia circular. A empresa de laticínios tem a meta declarada de tornar todas as suas embalagens 100% recicláveis ​​e está comprometida com várias medidas para promover a circularidade, tais como a de usar embalagens que contenham pelo menos 30% de reciclado até 2027. Focalizando em embalagens recicláveis ​​e no uso de materiais reciclados, a Emmi está dando um primeiro passo com sua a marca Caffè Latte.

Escassez de materiais e política ambiental

A partir de setembro de 2021, a marca Emmi CaffÈ Latte, usará pelo menos 100 toneladas de plástico baseado em material reciclado a cada ano. A reciclagem química transforma quimicamente os resíduos de plástico novamente em plástico, criando materiais reciclados com um nível de pureza equivalente ao Polipropileno baseado em combustível fóssil e, portanto, adequado para proteção, segurança alimentar e outras aplicações exigentes. Desta maneira, a Emmi está utilizando matéria-prima de difícil reciclagem por vias convencionais, evitando o descarte de lixo plástico que provavelmente seria depositados em aterro ou incinerado. No futuro, dependendo da disponibilidade de material adequado, a quantidade de plástico reciclado nas embalagens Emmi Caffé Latte deverá ser aumentada.

A nova tecnologia de recuperação do polipropileno ainda está engatinhando e a Greiner Packaging e a Borealis são líderes nesse processo. Apenas quantidades limitadas de polipropileno reciclado quimicamente estão disponíveis atualmente e a Emmi é um dos poucos fabricantes de alimentos a ter garantido o fornecimento de uma parcela do polipropileno reciclado quimicamente, em função do seu compromisso inicial e colaboração de longa data com as empresas que estão à frente do desenvolvimento.

“São necessários esforços conjuntos dos fabricantes de alimentos e embalagens para reduzir o desperdício e fazer um progresso mensurável na economia circular”, diz Bendicht Zaugg, que é responsável por Embalagens Sustentáveis ​​na Emmi.

“Temos uma parceria longa e recompensadora com a Emmi e a Borealis”, disse o gerente de contas-chave da Greiner Packaging, Vincenzo Crescenza. “Esta conquista está de acordo com nosso objetivo declarado de trabalhar para alcançar uma economia circular. Nossa estratégia é desenvolver produtos inovadores, desenvolver novas parcerias de serviços e modelos de negócios, além de parcerias pioneiras em materiais. ”

“A Borealis anseia por um mundo sem resíduos de plástico”, disse Trevor Davis, Chefe de Marketing de Produtos de Consumo da Borealis. “O polipropileno reciclado quimicamente usado neste novo copo do Emmi Caffè Latte é fabricado com o portfólio Borealis Borcycle C de soluções de reciclagem química, dando outra vida aos resíduos pós-consumo à base de poliolefinas. Ele oferece benefícios abrangentes, permitindo a transição para uma indústria de poliolefinas circular, ao mesmo tempo que cria produtos plásticos de qualidade virgem. Ao permanecermos fiéis à nossa ambição EverMinds de acelerar a ação na circularidade, junto com nossos valiosos parceiros ao longo de toda a cadeia de valor, como Emmi e Greiner Packaging, estamos reinventando em direção a uma vida mais sustentável. ”

O material reciclado quimicamente usado para o copo da Emmi Caffè Latte é composto total e exclusivamente por material certificado com ISCC (International Sustainability & Carbon Certification), com base no balanço de massa. O balanço de massa é uma metodologia que permite rastrear a quantidade e as características de sustentabilidade do conteúdo circular e / ou de base biológica na cadeia de valor e em cada etapa do processo. Em última análise, isto proporciona transparência também aos consumidores, permitindo-lhes saber que o produto que estão comprando é baseado em material renovável.

A Borealis é uma das empresas líderes no mercado europeu de produtos químicos básicos, fertilizantes e plásticos. Com sede em Viena, Áustria, a Borealis emprega 6.900 funcionários e opera em mais de 120 países. Em 2020, a Borealis gerou EUR 6,8 bilhões em receitas de vendas e um lucro líquido de EUR 589 milhões. A OMV, a empresa internacional de petróleo e gás sediada na Áustria, detém 75% da Borealis, enquanto os 25% restantes são detidos por uma holding da Mubadala, sediada em Abu-Dhabi. A joint venture fornece serviços e produtos para clientes em todo o mundo por meio da Borealis e de duas outras joint ventures: Borouge (com a Abu Dhabi National Oil Company, ou ADNOC, com base nos Emirados Árabes Unidos); e Baystar (com a TotalEnergies, com sede nos EUA).

A Emmi é a maior processadora de leite da Suíça. Suas raízes remontam a 1907, quando foi fundada por 62 cooperativas de produtores de leite nos arredores de Lucerna. Na Suíça, a Emmi produz uma gama completa de produtos lácteos para suas próprias marcas e marcas próprias de clientes, incluindo Emmi Caffè Latte e Kaltbach. Além disso, existem produtos fabricados localmente dependendo do país – principalmente no segmento de especialidades. Além do leite de vaca, também é processado leite de cabra e ovelha. O Grupo Emmi possui 25 unidades de produção na Suíça. No exterior, a empresa possui subsidiárias em 14 países, incluindo unidades de produção em 8 deles. A Emmi exporta produtos da Suíça para cerca de 60 países. Além de seu mercado doméstico na Suíça, as atividades de negócios da empresa se concentram na Europa Ocidental e no continente americano. As vendas de CHF 3,7 bilhões – cerca de 10% dos quais vêm de produtos orgânicos – são divididas igualmente entre a Suíça e outros países. Dos quase 8.900 funcionários, mais de dois terços agora estão empregados em locais fora da Suíça.

Greiner Packaging é um fabricante europeu líder de embalagens plásticas nos setores alimentício e não alimentício. A empresa fornece soluções especializadas nas áreas de desenvolvimento, design, produção e decoração há mais de 60 anos. A Greiner Packaging possui duas unidades de negócios: Packaging e Assistec. Enquanto a unidade Embalagem se concentra em soluções de embalagem inovadoras, a unidade Assistec se dedica à produção de peças técnicas sob medida. A Greiner Packaging emprega uma força de trabalho de aproximadamente 4.900 em mais de 30 localidades em 19 países ao redor do mundo. Em 2020, a empresa gerou receitas de vendas anuais de EUR 692 milhões (incluindo joint ventures), o que representa aproximadamente 35 por cento das vendas totais da Greiner.

Colorfix aposta no crescimento do uso do plástico na Construção Civil

29/08/2021

Com o setor aquecido nos últimos tempos, empresas do ramo de construção precisam reduzir custos e diversificar matérias-primas. A indústria do plástico, de olho nesta necessidade, oferece alternativas.

A utilização do plástico em muitos dos canteiros de obras país afora pode se tornar um bom negócio. “Cabe a nós, que trabalhamos com soluções e pesquisas constantes, mostrar ao mercado que existem boas alternativas no setor de transformação do plástico que podem ajudar a Construção Civil a continuar crescendo com menor custo”, explica o superintendente da Colorfix Masterbatches, Francielo Fardo, empresa que atua na área de transformação do plástico há mais de 30 anos.

O plástico já é uma realidade no dia a dia de obras em todo o país. Componentes de terminais da instalação elétrica, como caixas, espelhos, tomadas, interruptores, esquadrias e portas, tubos e conexões, telhas e forros são atualmente alguns dos itens de plásticos mais encontrados em um canteiro de obras. A preferência do mercado tem relação com os benefícios que esses produtos trazem como leveza, possibilidade de reuso e maior durabilidade.

Outro item muito utilizado são as caixas d’água feitas em polietileno, que são leves e de fácil instalação, manutenção e limpeza, além de porssuir maior resistência a intempéries. As caixas em PE vem substituindo as caixas de amianto.

As propriedades do PVC (alta resistência à corrosão, durabilidade, facilidade de corte e colagem, isolamento elétrico, não-propagação de chama e resistência aos agentes químicos usuais, como produtos de limpeza) garantem o seu espaço em aplicações como tubulações e conexões elétricas e hidráulicas, nos revestimentos de fios e cabos elétricos, tubos condutores para fiações elétricas (conduítes) e componentes terminais para a instalação de luz. Em várias dessas aplicações, o uso do PVC apresenta vantagens sensíveis, como por exemplo em relação aos eletrodutos galvanizados.

“A Construção Civil já tem essa afinidade com o plástico e isso o uso do material pode ser ampliado para outros produtos que podem substituir os tradicionais à base de ferro e/ou cimento, por exemplo”, exemplifica Fardo.

A Colorfix afirma que tem investido em pesquisas em masterbatches e aditivos para melhorar o desempenho dos produtos finais, disponibilizando para o mercado um leque de linhas que agregam valor e diminuem custos para a construção. Segundo a empresa, a sua linha Revora é uma dessas soluções que já está ao alcance de quem quer construir com economia e com sustentabilidade.

A Colorfix oferece linhas de aditivos destinadas a aprimorar as propriedades de materiais plásticos, como, por exemplo, o Flamefix, que é utilizado como retardante de chama. Outros produtos, como o Revora UV, proporcionam o aumento da vida útil em peças plásticas, como por exemplo, caixas d’água e telhas. Já o Stactifix é usado para para repelir a poeira em superfícies.

Produtos para aumentar a resistência ao impacto, como o Exofix, são usados como agente expansor e também diminuir o peso das peças, enquanto que o Revora Bact foi desenvolvido para ser antimicrobiano nas caixas d’água.

Segundo Fardo, cada material plástico tem suas peculiares para atender demandas que necessitam de aplicações específicas. “O que vale destacar é que a sustentabilidade e a economia circular agregam valor ao setor da Construção Civil. Quando se fala em sustentabilidade, não devemos levar em consideração apenas a reciclagem e o reuso de materiais. Devemos também estar preocupados com a durabilidade do material, os danos causados pela sua extração do meio ambiente e também pela sua industrialização”, ressalta o superintendente da Colorfix.

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Firjan: uso do hidrogênio como energia pode impulsionar investimentos no Rio de Janeiro

29/08/2021

O cenário mundial do uso do hidrogênio (H2) como energia, que prevê investimentos de US$ 500 bilhões até 2030, e o conjunto de oportunidades que o desenvolvimento dessa tecnologia representa para o Brasil e para o estado do Rio foram debatidos na segunda Websérie Novas Energias, organizada pela Firjan, no início deste mês. O H2 poderá trazer investimentos para o Rio, como no Porto do Açu, em São João da Barra, que negocia a instalação de usinas no local.

“É uma oportunidade única de discutir o tema de extrema relevância para a indústria e sua competitividade internacional. União Europeia e EUA têm metas ambiciosas de redução de emissão de carbono até 2050 e vão recorrer ao hidrogênio”, analisou Giorgio Luigi Rossi, coordenador da Firjan Internacional e um dos mediadores da série “Rotas de Hidrogênio: energia do futuro e oportunidades para o Rio”.

No país, os projetos de hidrogênio verde somam US$ 22 bilhões. O Porto do Açu aposta nessa produção, utilizando água e usinas eólica e solar que devem ser instaladas na área. “Abre um leque de opções de produção de baixo carbono, também com o uso da amônia, que tem maior potencial de transporte do hidrogênio. Estamos participando desse desenvolvimento da tecnologia e do mercado”, explicou Filipe Segantine, gerente de Desenvolvimento de Negócios Sustentáveis no Porto do Açu.

“A demanda por hidrogênio verde tem a ver com a descarbonização, com o compromisso mundial de conter o crescimento da temperatura global em 1,5 grau. O H2 vai transformar o mercado de energia mundial. Até 2025, os países que representam 80% do PIB mundial terão suas estratégias de hidrogênio definidas. A Alemanha definiu que vai descarbonizar sua economia até 2050 e, para isso, precisa importar 90% de H2. Com esse objetivo, dedica recursos para fomentar a economia de hidrogênio no Brasil e em outros países. Mais de 60% das empresas alemãs com tecnologia nessa área têm subsidiárias no Brasil”, destacou Ansgar Pinkowski, gerente de Inovação e Sustentabilidade na Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha do Rio de Janeiro (AHK Rio).

“O Ministério de Minas e Energia (MME) vai lançar o Programa Nacional de Hidrogênio, produzido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), e que tem sua minuta sendo avaliada pelo Conselho Nacional de Política Energética do Ministério. O H2 foi introduzido como um dos temas prioritários de pesquisa e desenvolvimento”, adiantou Luciano Basto Oliveira, consultor técnico na EPE, do MME. A nota técnica de fevereiro de 2021 da EPE já mostra o panorama desse mercado, seus desafios e oportunidades.

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Nugali lança linha de chocolates utilizando Poliéster biodegradável

29/08/2021

  • Segundo empresa, trata-se da primeira linha de chocoloates que usam poliéster biodegradável no Brasil
  • O lançamento é com o filme PET sustentável e biodegradável da linha Ecophane, da Terphane.

A Nugali Chocolates apresentou para o mercado brasileiro seus produtos embalados com os filmes PET biodegradáveis da linha sustentável Ecophane, da Terphane. “O lançamento é único nesta categoria de produtos no país”, explica André Gani, diretor de Vendas & Marketing da Terphane.

A estrutura da embalagem laminada biodegradável é composta pela solução Ecophane, além de papel e filme selante biodegradável Greenflex desenvolvido pela Sulprint Embalagens. Como explica Gani, “nesta estrutura, o filme de poliéster Ecophane biodegradável foi metalizado para proporcionar a barreira necessária ao produto. Sua laminação com os outros materiais biodegradáveis permitiu superar o desafio de se criar uma embalagem 100% biodegradável em ambiente de aterro sanitário”.

“A aplicação deste material possibilita implementar diversos projetos; o filme PET Ecophane biodegradável combina com as duas linhas de polímeros biodegradáveis que usamos no desenvolvimento da linha Greenflex de embalagens 100% sustentáveis. Assim, conseguimos trabalhar com filmes de diferentes níveis de barreira, mantendo as características de processamento das embalagens, sem alterar os equipamentos de envase”, destaca André Santos, Gerente P&D da Sulprint.

Gani completa: “Desde o início do projeto, a Sulprint deixou claro que a Nugali Chocolates queria uma embalagem sustentável e que mantivesse a integridade e qualidade do produto, representando os atributos da marca. Esta, aliás, é uma reinvidicação fundamental em uma categoria tão competitiva como a de chocolates”.

Para Enrico Maiolino, da Nugali, “Os consumidores reagiram de forma bastante positiva à nova embalagem, com boa aceitação do conceito. Isto porque o consumidor está cada vez mais atento à importância de produtos eco friendly e tende a preferir marcas mais sustentáveis. Assim, a substituição das embalagens plásticas feitas com resinas convencionais por embalagens 100% biodegradáveis faz parte da estratégia da Nugali para se tornar uma empresa cada vez mais sustentável”.

Outro ponto positivo na adoção da embalagem biodegradável pela Nugali é que não foi preciso fazer nenhuma alteração nas linhas de envase, mantendo a mesma eficiência do processo anteriormente usado com materiais regulares. A eficiência também foi mantida nos processos de distribuição e houve um ganho importante de visibilidade e atratividade da marca no ponto de venda, afirma a empresa.

Segundo a Terphane, as embalagens produzidas com os filmes biodegradáveis de poliéster Ecophane podem ser destinadas para o aterro sanitário, junto com o lixo orgânico comum. Sua decomposição gera húmus que pode ser usado para fertilizar o solo; o gás liberado na degradação pode ser convertido em energia. A degradação não gera nenhum tipo de micro plásticos, garante a empresa. Além disso, a linha biodegradável Ecophane também pode ser reciclada.

Os filmes sustentáveis da linha Ecophane – com conteúdo reciclado e biodegradáveis – são os únicos aprovados pela Anvisa (Brasil) para contato direto com alimentos, afirma e Terphane. Nos Estados Unidos e Europa, a linha Ecophane já é comercializada com sucesso e tem aprovação da FDA (Food & Drug Administration) e da EFSA (união Europeia).

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fundada em 1977, a Sulprint Embalagens possui know how em estruturas técnicas, trazendo soluções inovadoras e sustentáveis para diversos segmentos. Com parques fabris nas cidades de Santa Cruz do Sul e Vera Cruz/RS, a Sulprint tem autonomia em todos os processos de fabricação de embalagens flexíveis.

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Dow inaugura centro de inovação para a América Latina em Jundiaí

27/08/2021

Entre os inúmeros estudos realizados nos laboratórios, há também o foco nas tecnologias para embalagens de alimentos e bebidas, centralizadas no Pack Studios – centro de inovação para o desenvolvimento de soluções de embalagem

A Dow escolheu o Brasil para ser sede do centro de inovação para a América Latina, o Latin America Inspiration Center. Localizado em Jundiaí (SP), o Latin America Inspiration Center concentra em um único lugar uma estrutura de pesquisa e desenvolvimento que será o núcleo tecnológico de inovação sustentável e colaborativa da Dow para a América Latina. A empresa é uma das indústrias químicas que mais investe, globalmente, em Pesquisa e Desenvolvimento. De Jundiaí, atenderá a clientes e parceiros de todos os países em que a Dow atua na América Latina.

Com 9.291 metros quadrados, o Latin America Inspiration Center conta com laboratórios de alta tecnologia e equipamentos de última geração, além de laboratórios de avaliação sensorial e de análise de desempenho de materiais, espaços de colaboração para processos de design thinking, salas multiuso e espaços para treinamentos presenciais ou digitais.

Indústria da embalagem

Segundo a Dow, as instalações do novo centro estão preparadas para impulsionar a inovação sustentável da indústria da embalagem, com foco nas tecnologias do segmento de alimentos e bebidas.

Os laboratórios da área de Embalagem & Especialidades Plásticas (P&SP) possuem equipamentos para testes físicos de desempenho mecânico (impacto, perfuração, rasgamento, tração); medidas de propriedades físico-químicas e ópticas dos filmes; quantificação de aditivos via cromatografia (GC-MS e HPLC); caracterização de polímeros e embalagens (composição, degradação, contaminação) via Espectroscopia infravermelha, análise térmica (DSC e TGA) e reologia; e visualização e caracterização de multicamadas em embalagens via Microscopia de estágio quente.

O Innovation Center abriga o Pack Studios, espaço de pesquisa colaborativa e desenvolvimento de projetos com clientes e parceiros da área de Embalagem & Especialidades Plásticas (P&SP). De acordo com as Dow, a atuação colaborativa visa desenvolver melhorias e novas soluções para a indústria do plástico que impactem positivamente o mercado e o meio ambiente. Um dos destaques é a extrusora de nove camadas, que é capaz de fazer embalagens 100% preparadas para a reciclagem.

O ambiente conta com uma ferramenta de transmissão ao vivo, permitindo que clientes e colaboradores acompanhem a prototipagem, a produção e os testes de maneira remota. Criado na América Latina, o projeto se estendeu para outros Pack Studios no mundo.

A estrutura inclui, ainda, uma máquina de reciclagem mecânica, produção de filmes, moldagem por injeção e por sopro, túnel de encolhimento, termoformadora e ensacadora de forma, enchimento e selagem.

Nesse ambiente, a Dow irá fomentar parcerias colaborativas com seus clientes, donos de marcas e a comunidade científica para acelerar esforços em direção à inovação da indústria latino-americana. “Acreditamos que inovação começa com colaboração. Trabalhamos de perto com nossos clientes para ajudá-los a solucionar seus desafios e assim, contribuir para torná-los mais sustentáveis e para melhorar seu desempenho e produtividade”, enfatiza Ana Claudia Rueda, Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento e Serviços Técnicos da Dow América Latina.

Integração e colaboração

A Dow afirma que pretende desenvolver inovações em ciência dos materiais por meio de três pilares estratégicos na América Latina: Inovação Sustentável, Aceleração Digital e Ecossistema Inovador. Na prática, isso significa ajudar seus clientes e a cadeia de valor dos segmentos em que atua a desenvolver soluções mais sustentáveis com foco na proteção do clima, em uma economia circular e no manuseio de materiais mais seguros para as pessoas e para o planeta; usar a conectividade e a digitalização para promover rápidas aprendizagens e respostas às mudanças no mercado; e dispor de um time diversificado de especialistas que garantam a inovação com segurança e agilidade.

Segundo a empresa, é por isso que, além da estrutura avançada, um dos grandes diferenciais do Latin America Inspiration Center é seu time multidisciplinar. Ao todo, cerca de 200 especialistas irão conectar as tecnologias, os laboratórios e as equipes de suporte técnico e pesquisa e desenvolvimento da Dow aos outros laboratórios que a Dow possui no México, Colômbia, Brasil e Argentina, bem como à rede global de especialistas, permitindo a replicação e adaptação de soluções desenvolvidas em outras geografias para a realidade dos mercados locais.

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Produção do setor de embalagens plásticas flexíveis tem queda de 1,2 % na segunda metade de 2021

27/08/2021

Apesar do desempenho do setor de embalagens plásticas flexíveis ter ficado aquém do esperado no segundo trimestre de 2021, o Presidente da ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), empresário Rogério Mani, está otimista quanto a uma recuperação gradual nos próximos meses. Segundo ele, a queda de 1,2 % na produção do setor foi puxada pelo desempenho inferior de alimentos e bebidas no período. “Acreditamos que seja uma situação pontual e sazonal e que com o avanço da vacinação e redução de grande parte das medidas de restrição nas maiores cidades do país, em breve voltaremos a um ritmo de produção e consumo mais equilibrado.”

Segundo pesquisa Maxiquim recentemente divulgada e elaborada com exclusividade para a ABIEF, a indústria produziu 487 mil toneladas de embalagens plásticas flexíveis no segundo trimestre deste ano, sendo que o setor de alimentos continuou sendo o principal cliente, absorvendo 46% desse total. O segundo principal mercado foi o de embalagens industriais, com uma participação de 19%.

Entre os materiais, PEBD (polietileno de baixa densidade) e PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) foram os mais usados, com uma participação de 73% nas 487 mil toneladas produzidas. Na sequência aparecem PP (polipropileno), com 18% e PEAD (polietileno de alta densidade), com 9%. Por aplicação, este volume foi dividido em embalagens multicamadas, com 163 mil ton; monocamada, 156 mil ton; shrink, 69 mil ton; stretch, 53 mil ton; sacolas e sacos, 40 mil ton; outros, 5 mil ton.

O estudo aponta ainda que, entre os itens importados, chapas, folhas autoadesivas e BOPP (polipropileno biorientado) seguem sendo os principais tipos de embalagens flexíveis adquiridas fora do Brasil. No segundo trimestre de 2021, esses produtos somaram cerca de 85% do total. As chapas e folhas autoadesivas também são as principais embalagens flexíveis exportadas, somando 56% do volume do segundo trimestre de 2021. No período, a balança comercial do setor foi positiva com exportações que totalizaram 31 mil toneladas contra importações da ordem de 20 mil toneladas.

“O desempenho de nossa indústria está atrelado ao desempenho da macroeconomia. Contudo, sabemos que o desempenho deste segundo trimestre também está atrelado, principalmente, a uma readequação dos estoques. A cadeia produtiva como um todo, inclusive o varejo, estava bem estocada e os estoques foram usados. Ou seja, tivemos um fluxo invertido: a cadeia produtiva desovou seus estoques ao mesmo tempo em que houve queda do consumo. Mas nada indica que haja algum risco iminente de falta de produtos”, analisa Mani.

É sabido também que o segundo trimestre de 2021 não foi suficiente para a economia brasileira retomar totalmente o ritmo pré pandemia. “A demanda do consumidor final foi mais fraca do que a previamente esperada e alguns setores que vinham com bom desempenho durante a pandemia apresentaram uma retração, tais como os segmentos de alimentos, descartáveis e bebidas, por conta da sazonalidade e do menor poder de compra do consumidor final. Higiene pessoal e limpeza doméstica, que foram altamente demandados em 2020, também perderam força nos últimos meses. O segmento da Agricultura, por outro lado, depois de um início de ano ruim, vem apresentando recuperação nos últimos meses”, completa o Presidente da ABIEF.

O estudo da Maxiquim também estima que as vendas internas de poliolefinas registrem queda próxima a 10% em comparação ao trimestre anterior e aumento de 19% na comparação com o segundo trimestre de 2020. “A boa notícia é que a disponibilidade de resina está normalizada após as paradas para manutenção. No mercado internacional, a disponibilidade está maior, porém o excedente para exportação ainda não está nos níveis históricos”, finaliza Rogério Mani.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

Fonte de gráficos e diagramas: Maxiquim

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Poliamidas se consolidam como matéria prima em embalagens de comida para animais domésticos

27/08/2021

Por suas propriedades físicas e mecânicas, as poliamidas (também conhecidas pelo nome de marca “Nylon”) tem aumentado sua participação no mercado de embalagens para alimentos para animais domésticos (pet food) no Brasil e no mundo. Atenta a esta tendência, a UBE, um dos principais players globais de poliamida, tem dedicado atenção especial para este segmento.

“Cada vez mais os animais de estimação (pets) são vistos como membros da família e sua saúde e bem-estar são prioridades para os donos. E para garantir que os pets recebam a melhor alimentação, a UBE oferece uma linha de nylon com propriedades barreira que preservam ao máximo os nutrientes, sabor e crocância dos alimentos”, explica Carlos Catarozzo, Diretor da UBE Latin America.

Outras tendências identificadas no mercado de pet food são: consumo on the go (em movimento) com embalagens single serve (porção única); sistemas de dosagem e abre-e-fecha; alimentos funcionais, frescos e sem aditivos; e embalagens sustentáveis (com menos matéria-prima e redução da pegada de carbono). As embalagens mais usadas e alinhadas a estas tendências são sacos, pouches com janelas e esterilizáveis (retort).

Como principais atributos da poliamidas da UBE para estas embalagens, Carlos cita a alta resistência à perfuração e ao excesso de peso, altíssima transparência, preservação de aroma, sabor e crocância, além de suportar altas temperaturas (retort), possuir ótima flexibilidade e barreira a gases, bem como resistência ao impacto e versatilidade em criar diferentes estruturas barreira de acordo com a necessidade do produto.

“Os benefícios do nylon da UBE para embalagens de pet food vão além da manutenção do sabor. Periodicamente, investimos em pesquisa, desenvolvimento e inovação para oferecer diferentes grades de nylon que possibilitem melhores estruturas, inclusive com a substituição do alumínio nas embalagens retort, além de materiais ultra transparentes para os pouches com janela. Esta é uma tendência cada vez mais presente e que garante grande atratividade do produto no PDV ao permitir que o consumidor visualize o alimento que está comprando para o seu animal”, explica Carlos.

O diretor aposta que este segmento continuará a crescer significativamente no Brasil, que já é o terceiro maior mercado de pet food do mundo com um consumo superior a 350 milhões de toneladas/ano. “E a pandemia reforçou este potencial”, aposta Carlos.

Dados apresentados pelo Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), em um evento da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), indicam que 30% dos animais de estimação dos mais de 2.000 consumidores entrevistados foram adquiridos na pandemia. Uma pesquisa do IBGE também mostra que dos quase 71,219 milhões de domicílios no Brasil, 37,673 milhões são lares com cães ou gatos. Ou seja, estes animais estão presentes em 53% dos domicílios brasileiros.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

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Braskem e 3DCriar firmam parceria para a distribuição de filamentos para impressão 3D

27/08/2021

Objetivo é oferecer soluções inovadoras no ecossistema de manufatura aditiva para o segmento industrial

Com o objetivo de fortalecer a cadeia da manufatura aditiva no Brasil, a Braskem e a 3DCriar iniciam parceria para a distribuição de soluções inovadoras da Braskem no ecossistema de impressão 3D para o segmento industrial. O foco da companhia é consolidar um elo com a startup por meio da oferta de filamentos de polipropileno (PP) específicos para o processo de impressão 3D.

Características como reciclabilidade, leveza e versatilidade dos produtos de polipropileno são atraentes para a manufatura aditiva e, por isso, essa matéria-prima é tão bem aceita nessa indústria. A expectativa é de que, com o apoio da 3DCriar, startup acelerada pelo Braskem Labs em 2020, a petroquímica se estabeleça como referência no setor caracterizado pela customização das soluções.

“Os primeiros produtos que estarão disponíveis para aquisição serão os filamentos de PP para impressão 3D. Além de fornecer os produtos, nosso objetivo também é contribuir diretamente no desenvolvimento da indústria de manufatura aditiva, e nesse propósito surge a 3DCriar, que faz um trabalho de destaque implementando a impressão 3D em indústrias de diversos segmentos por meio do 3DaaS – 3D as a Service -, solução que viabiliza a instalação de impressoras 3D, fornecimento de matéria-prima e consultoria para identificação de oportunidades, suporte técnico e desenvolvimento de aplicações em que a manufatura aditiva agrega valor”, afirma o gerente de Inovação e Tecnologia para Manufatura Aditiva da Braskem, Fabio Lamon.

Os filamentos de PP da Braskem, disponíveis nos diâmetros de 1,75 e 2,85 mm, são adequadas para a manufatura aditiva devido a características como reciclabilidade, resistência ao impacto, resistência química, estabilidade dimensional, efeito dobradiça durável (living hinge), resistência à absorção de umidade e densidade intrínseca significativamente menor que a maioria dos plásticos, o que contribui para redução de peso do produto final.

“A parceria chega em um momento importante, onde a manufatura aditiva toma um espaço cada vez mais permanente nas indústrias, em especial na fabricação de dispositivos de assistência à produção e manutenção interna. Por meio da colaboração com a Braskem e da nossa participação no Braskem Labs, podemos aprimorar um modelo de negócios que alavanca a soma dos nossos pilares de negócios: o melhor portfólio de impressoras 3D, insumos de alta performance e nossa expertise única em manufatura aditiva. A possibilidade de trabalhar com uma das maiores indústrias químicas do mundo em uma nova fronteira é extremamente animadora para nós”, explica Daniel Huamani, diretor de tecnologia da 3DCriar.

A impressão 3D está se tornando cada vez mais relevante para a Braskem, enquanto fabricante de matéria-prima, pela perspectiva de crescimento de mercado. É uma tecnologia disruptiva com forte apelo de inovação transformacional, impulsionando o desenvolvimento de novas soluções. Além disso, o contexto de indústria 4.0 e da sustentabilidade também são bastante relevantes, por se tratar de um processo de produção totalmente descentralizado e que minimiza perdas e descarte de materiais, além de impactar processos logísticos.

As primeiras iniciativas da companhia nessa área tiveram início em 2013, no projeto “Imprimindo o Futuro”, uma parceria com Made In Space, fornecedora da NASA, para desenvolvimento de uma impressora 3D para operação em gravidade zero. O equipamento produzido e enviado à Estação Espacial Internacional, em 2016, usa o polietileno I’m greenTM bio-based da Braskem, produzido a partir da cana-de-açúcar, e ganhou, em 2019, o apoio de uma recicladora na qual a equipe de astronautas poderá transformar resíduos plásticos em matérias-primas para produção de novos itens.

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Oxiteno é vendida para a tailandesa Indorama Ventures

16/08/2021

Em nota sobre fato relevante divulgada ao mercado, a Ultrapar Participações S.A. anunciou hoje a assinatura de contrato para a venda da totalidade das ações da Oxiteno S.A. – Indústria e Comércio para a tailandesa Indorama Ventures PLC . O valor total da venda (EV – enterprise value) é de US$ 1,3 bilhões, dos quais US$ 1,150 bilhões no fechamento da transação, sujeito a ajustes usuais, como variações de capital de giro e da posição da dívida líquida, e US$ 150 milhões no segundo aniversário após o fechamento.

Em consistência com os anúncios de desinvestimento da Extrafarma e da ConectCar, a venda da Oxiteno está alinhada à revisão de portfólio que a Ultrapar vem informando aos seus acionistas e ao mercado de capitais, com maior alinhamento e sinergia entre seus investimentos na cadeia downstream de óleo e gás, por meio das empresas Ipiranga, Ultragaz e Ultracargo. A próxima fase considerará investimentos adicionais nesta mesma cadeia de valor, incluindo negócios adjacentes como ampm e Abastece Aí.

A orientação estratégica do Grupo Ultra em direção às oportunidades de investimento nas verticais de energia e infraestrutura, com foco crescente na transição energética e renováveis, passa a contar com maior foco e capital após a conclusão deste realinhamento do seu portfólio de negócios.

A Oxiteno foi uma das pioneiras da indústria petroquímica no Brasil, com inauguração de sua primeira unidade industrial no início da década de 1973, em Mauá (SP). Iniciou seu processo de internacionalização em 2003 e tornou-se líder nos setores de especialidades químicas e tensoativos nas Américas. Investe em pesquisa e desenvolvimento e está presente em oito países das Américas, Europa e Ásia, contando com 11 unidades industriais no Brasil, Estados Unidos, México e Uruguai, além de dois centros globais de P&D, três laboratórios de P&D e oito escritórios comerciais na Argentina, Bélgica, China e Colômbia. No Brasil, possui fábricas nas cidades de Suzano (SP), Tremembé (SP), Triunfo (RS) e no Polo Petroquímico de Mauá (SP) e Polo Industrial de Camaçari (BA).

A Indorama e a Oxiteno possuem sinergias nos negócios de óxidos integrados e derivados, especificamente no portfólio downstream de tensoativos. Além da posição relevante da Oxiteno na América Latina, a transação proporciona à Indorama acesso a plataformas inovadoras em mercados finais e tecnologias atraentes, diversificação geográfica aprimorada e forte capacidade de inovação. A combinação dos negócios criará um player relevante na produção de etoxilados nas Américas e o segundo maior do mundo.

Para Frederico Curado, diretor-presidente do Grupo Ultra, “Essa transação conclui uma etapa importante no processo de reorientação estratégica de nossos investimentos, permitindo que o Grupo se concentre no fortalecimento contínuo de seus negócios principais, com um portfólio mais complementar e sinérgico nos setores em que temos conhecimento e vantagens competitivas. A Oxiteno, criada e desenvolvida pelo Grupo Ultra ao longo de 40 anos, tem posição destacada no Brasil e na América Latina. Este acordo para venda da empresa a um dos líderes globais da indústria química, com sinergias relevantes, nos permitiu alcançar uma transação com geração de valor para a Ultrapar, para a Indorama Ventures e demais stakeholders das empresas.”

Para Aloke Lohia, CEO do Grupo Indorama Ventures, “Essa aquisição é natural e adequada. Temos uma trajetória sólida e bem sucedida de integração de 50 aquisições nos últimos 20 anos. Junto com a Oxiteno, estamos criando uma companhia global com uma posição única em tensoativos”.

O valor de venda da Oxiteno está sujeito às condições usuais em transações desta natureza, incluindo aprovação pelas autoridades concorrenciais e regulatórias brasileiras. A Oxiteno manterá o curso natural de seus negócios, operando de forma independente, até a data de fechamento da transação.

Com mais de 15 mil funcionários, o Grupo Ultra atua nos segmentos de distribuição e varejo especializado, por intermédio da Ipiranga, da Extrafarma e da Ultragaz; tensoativos e especialidades químicas, via Oxiteno; e de armazenagem de granéis líquidos, por meio da Ultracargo. De capital aberto, desde 1999 o Grupo Ultra negocia ações nas bolsas de valores de São Paulo, a B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão – B3 (UGPA3), e de Nova Iorque, a NYSE (UGP). A Holding do Grupo Ultra é responsável pelas atividades de tesouraria, planejamento financeiro, relações com investidores, jurídico, fusões e aquisições, planejamento estratégico, compliance, riscos e auditoria interna. As atividades de controladoria, facilities, tecnologia da informação e recursos humanos estão centralizadas no Centro de Serviços Compartilhados da Companhia, localizado na cidade de Campinas (SP).

A Indorama Ventures, empresa pública listada na bolsa da Tailândia , é uma das líderes mundiais na produção de petroquímicos, com presença de fabricação global na Europa, África, Américas e Ásia-Pacífico. O portfólio da companhia inclui PET combinado, óxidos e derivados integrados e fibras. Os produtos da Indorama Ventures servem majoritariamente aos setores de FMCG e automotivo, ou seja, bebidas, higiene, cuidado pessoal, segmentos de segurança e pneus. A Indorama Ventures tem aproximadamente 24 mil funcionários em todo o mundo e receita consolidada de US$ 10.6 bilhões em 2020. A companhia está listada no Dow Jones Emerging Markets e no World Sustainability Indices (DJSI).

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Stadler: o desafio da triagem em recicláveis secos e embalagens leves

16/08/2021

Planta da Indaver (Bélgica)

A composição variável e em constante mudança dos materiais residuais representa um desafio para os projetistas de plantas de triagem, que precisam fornecer taxas de pureza consistentemente altas enquanto gerenciam um grau crescente de complexidade. A Stadler, fornecedora de plantas de separação para a indústria de reciclagem, vem projetando e implementando instalações flexíveis, que se adaptem aos requisitos específicos dos materiais processados e de pureza do produto final.

O setor de reciclagem e destinação de resíduos está em constante evolução, com graus de complexidade e volumes crescentes. Novos regulamentos, políticas e metas foram introduzidos em todo o mundo para abordar a questão global de resíduos. Diferentes países adotaram abordagens variadas para coletar e separar recicláveis mistos secos e embalagens leves, enquanto se esforçam para reduzir a quantidade de materiais que vão para aterros. A composição e a densidade desses resíduos também estão em constante mudança, com proporção crescente de filmes e bandejas plásticas. Ao mesmo tempo, a indústria de reciclagem está exigindo altos níveis de pureza das frações separadas, para que seus produtos finais reciclados possam competir com os materiais virgens do mercado. Esses fatores estão impulsionando a demanda por plantas de separação capazes de processar vários materiais de maneira flexível, ao mesmo tempo em que fornecem taxas de pureza consistentemente altas.

O desenvolvimento de plantas de triagem para recicláveis mistos secos e embalagens leves que atendam a esses requisitos exige uma abordagem flexível e personalizada, combinada com um conhecimento de como a composição variável do material residual afeta o processo de triagem. A Stadler tem estado envolvida no projeto das primeiras plantas deste tipo desde o início e desenvolvido inúmeras dessas instalações em todo o mundo.

Considerações de design: composição do material residual

A composição dos resíduos que chegam às estações de triagem pode variar em função de diversos fatores, a começar pela forma como os resíduos são recolhidos e separados, que pode variar de país para país ou mesmo a nível regional. Os recicláveis mistos secos podem incluir papel e papelão, embalagens plásticas, metais ferrosos e não ferrosos e filmes – em alguns casos, também embalagens tetra-pak ou vidro. O vidro e o papel também podem ser recolhidos separadamente. Os sistemas de descarte tendem a resultar em resíduos mais limpos do que a coleta. A forma como as autoridades locais cobram pela coleta de resíduos sólidos urbanos pode afetar a quantidade de pessoas que separam seus resíduos para reciclagem. Diferentes dados demográficos em áreas rurais e urbanas resultarão em fortes variações na composição e haverá até flutuações sazonais.

Jürgen Berger

“Ao desenvolver uma planta de triagem para recicláveis mistos secos e embalagens leves, a composição dos resíduos é uma consideração chave”, disse Jürgen Berger, Diretor de Vendas Internacionais da Stadler. “Por exemplo, o conteúdo misto de filme e papel na coleta de material reciclável seco no Reino Unido requer um processamento mais complexo. Se o vidro for incluído, ele precisa ser removido nos estágios iniciais para proteger o processo”.

Gerenciando complexidade crescente

A introdução de novas metas européias de reciclagem está conduzindo mudanças na forma como os resíduos são recolhidos. Na Bélgica, a decisão foi estender os tipos de plásticos coletados na sacola azul de resíduos de embalagens para incluir todas as embalagens de plástico. Como resultado, a planta de triagem em Willebroek operada pelo fornecedor de soluções de gestão de resíduos Indaver teria que processar volumes muito maiores e gerenciar a complexidade envolvida na separação de mais materiais.

A empresa decidiu investir em uma nova unidade três vezes maior que a anterior. Eles escolheram a Stadler para o projeto de uma planta com a capacidade necessária e capaz de gerenciar a complexidade: “Iniciar o projeto com a Stadler nos deixou muito confiantes de que, no final, teríamos uma instalação de alta qualidade com tecnologias de ponta. Sabíamos desde o início que o projeto estaria em boas mãos e que a Stadler faria o que fosse necessário para dar a partida pontualmente”, afirma Eline Meyvis, engenheira de projeto da unidade de triagem da Indaver.

A Stadler desenvolveu e construiu uma nova planta para separar o alto volume de resíduos de embalagens em 14 frações, com uma taxa de produção de mais de 20 t/h, usando um rasga-sacos, peneiras giratórias, separadores magnéticos, separadores por ar, separadores indutivos, separadores balísticos e separadores óticos. “A flexibilidade de toda a equipe do projeto, incluindo as pessoas no local, foi incrível. Também a vontade de resolver problemas e de fazer funcionar a instalação foi extraordinária. A Stadler entregou uma planta de alta qualidade na qual a Indaver pode confiar”.

A Stadler também gerenciou as complexidades de entregar um projeto durante uma pandemia global: “Não foi um ano fácil com a pandemia do Corona, mas a Stadler fez isso acontecer mesmo assim. Todos os marcos de produção e entrega de peças e máquinas foram alcançados. A construção foi concluída conforme planejado e o comissionamento foi iniciado no prazo. Muitos subcontratados estiveram envolvidos, sob a coordenação estrita da Stadler. Com a COVID-19, foi necessária administração extra e testes a serem feitos. Embora não tenha sido uma tarefa fácil, quaisquer possíveis atrasos e problemas foram compensados por um grande trabalho em equipe e muita flexibilidade de ambos os lados”.

Uma abordagem flexível feita sob medida para o cliente

A Stadler afirma trabalhar com uma abordagem flexível para cada projeto, desenvolvendo uma solução sob medida para as necessidades individuais de cada cliente. Silvio Urias Pereira, Diretor da empresa brasileira de gestão de resíduos Flacipel Comércio de Aparas e Sucatas Ltda, parte do Grupo Multilixo, concluiu que este foi o caso quando a Stadler projetou uma nova planta de triagem de material reciclável seco: “A Stadler trabalha em estreita colaboração com a cliente. Eles nos acompanharam durante toda a fase de ajuste e treinamento para produção e manutenção. Sua equipe técnica possui um amplo conhecimento da planta e dos materiais, o que contribui para uma excelente parceria”.

A planta processa uma entrada de material bastante heterogênea, que passa por uma pré-triagem utilizando um separador balístico Stadler PPK2000 no final da linha. Ele continua com um rasga-sacos, dois separadores balísticos Stadler STT5000, 2 separadores magnéticos, 9 separadores óticos, um separador indutivo e um sistema de sucção.

“Este projeto está em fase de planejamento há quase oito anos e, graças ao trabalho em conjunto com a Stadler, tornou-se possível”, afirma Pereira. “Foi um trabalho a 4 mãos, unindo o conhecimento da Flacipel sobre o material e demanda pela qualidade do produto final com o bom desempenho e tecnologia dos equipamentos Stadler. Com esta planta, é possível atender às altas demandas de nosso mercado, atendendo às expectativas de nossos clientes com um produto diferenciado e de qualidade”.

Flexibilidade incorporada ao processo de design e entrega

“Os principais desafios a serem enfrentados ao projetar e construir uma planta para recicláveis mistos secos e embalagens leves são as mudanças na composição do material, na embalagem e nos requisitos de pureza, porque podem afetar a qualidade e a recuperação dos produtos”, explica Jürgen Berger. “Essas mudanças podem acontecer entre a fase de projeto e o comissionamento final da planta, e essa possibilidade precisa ser levada em consideração. Na Stadler, temos experiência para resolver esses problemas, integrando flexibilidade e capacidade sobressalente em nosso projeto”.

Esta abordagem foi particularmente importante quando a Stadler projetou uma planta de triagem flexível e preparada para o futuro para o Grupo Schroll, na França, para quem a empresa já havia projetado e construído 5 plantas. A pedido do cliente, a instalação foi concebida de forma a permitir a futura expansão e a triagem de novas frações, bem como a possibilidade de instalação de robôs. A Stadler atendeu a essa demanda incluindo duas linhas de separação independentes – uma para o tratamento de multimaterial e outra para material oco – uma configuração que oferece mais flexibilidade.

Vincent Schroll, co-proprietário do Grupo Schroll, afirmou: “a evolução técnica do equipamento atende aos requisitos crescentes de nossos centros de triagem.” Pascal Schroll co-proprietário acrescenta: “Agradecemos a capacidade da Stadler de cumprir os compromissos, aconselhar-nos e responder às mudanças durante a configuração do equipamento”.

Atendendo à crescente demanda por reciclagem

O esforço para abordar a questão global de resíduos, trabalhando em direção a uma economia circular, está impulsionando um crescimento no setor de reciclagem. Como resultado, a Stadler viu um aumento na demanda por novas plantas de triagem, bem como reformas e expansões das instalações existentes.

Este foi o caso da Viridor, uma das principais empresas de reciclagem, gestão de recursos e resíduos do Reino Unido, que realizou uma reforma de 15,4 milhões de libras esterlinas em sua Planta de Reciclagem de Materiais Masons (MRF) em 2020. Como um dos dois planejadores desta planta, a Stadler afirma ter transformado sua operação, aumentando sua capacidade de 65.000 tpa para 75.000 tpa, e melhorando a qualidade da produção, alcançando 98,5% de pureza em jornais e panfletos e 95% para polímeros como PET, HDPE e plásticos mistos.

O Diretor de Reciclagem da Viridor, Colin Richardson, disse: “Este foi de longe o maior investimento em uma MRF do Reino Unido nos últimos anos. A Viridor está focada em desenvolver oportunidades para colocar materiais de reciclagem de qualidade de volta na economia a que pertencem. O plano de investimento da planta Masons foi projetado especificamente não apenas para atingir uma maior capacidade, mas para combinar a qualidade de sua produção com os requisitos do mercado. A planta agora tem o mesmo material de alimentação de antes, mas a reforma resultou em sermos capazes de lidar com um adicional de 10.000 toneladas de material por ano. Estamos satisfeitos com o desempenho da planta e seus equipamentos desde que a reforma foi concluída”.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

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Earth Renewable Technologies inaugura planta de plástico biodegradável em Curitiba

16/08/2021

Eduardo Pimentel (Vice-Prefeito de Curitiba), Emanuel Martins, Kim Gurtensten Fabri e Alan Fuchs

No dia 12/08, em Curitiba, foi inaugurada oficialmente a planta industrial da Earth Renewable Technologies (ERT), primeira da América Latina focada na produção de plásticos com base em biopolímeros biodegradáveis.

A ERT afirma que os seus materiais oferecem a marcas de todos os segmentos a possibilidade de substituir embalagens tradicionais fabricadas com plásticos derivados de fontes fósseis (sejam potes, garrafas, talheres, copos, bandejas, sacolas de compras, ou outros) por outros recipientes plásticos produzidos a partir de materiais renováveis e que se degradam em até 6 meses.

“Isso é possível com a aplicação do nosso biopolímero, feito com base biológica a partir de materiais renováveis, que atende as normas técnicas e apresenta a mesma performance, mas com menor impacto ambiental. Nossa solução empodera as empresas e as conduz em direção aos conceitos mais concretos de economia circular, reduzindo suas pegadas de carbono, diminuindo a dependência de plásticos de origem fóssil, focando no desperdício zero e reduzindo o descarte de lixo plástico não degradável na natureza”, pontua Kim Gurtensten Fabri, CEO da Earth Renewable Technologies. “A expectativa da ERT na atual planta é crescer de 2 mil para 35 mil toneladas de polímeros, chegando em 800 milhões de faturamento e gerando 160 empregos em Curitiba, com investimento de R$ 250 milhões. Queremos nos tornar em breve a terceira maior empresa de biopolímeros do mundo”, complementa Fabri.

A ERT afirma que suas soluções permitem criar e personalizar variados tipos de embalagens. Uma dessas aplicações é a sacola PLA Biobased. Segundo a empresa, trata-se de uma solução biodegradável obtida de fontes renováveis (vegetais). Outra exemplo são as embalagens feitas especialmente para a Melíponas (a EarthBottle, embalagem para envase de própolis, a qual, segundo a a empresa, é compostável).

“Nossa empresa tem duas premissas. A primeira é de que o plástico é necessário, mas logo em seguida a segunda, de que os plásticos a base de petróleo não podem permanecer”, diz o membro do Conselho da ERT, Alan Fuchs.

“Estamos muto satisfeitos em contar com uma empresa que se preocupa com o desenvolvimento sustentável e a inovação. A ERT aqui, ocupando um espaço urbano que estava vazio, trazendo movimento, emprego e uma linha de produção moderna, está totalmente em sinergia com o DNA da cidade, levando nosso nome para o Brasil e para o mundo afora”, resume o Vice-prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel.

A ERT surgiu há 12 anos como uma startup na Clemsom University, na Carolina do Sul/EUA. Há dois anos, iniciou uma pesquisa com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) focada no desenvolvimento de polímeros fabricados a partir do bagaço da cana-de-açúcar. Atualmente, a produção utiliza a cana-de-açúcar inteira.

Segundo a ERT, a fibra patenteada pela empresa ERT – intitulada Short Fiber Reinforced Polymer (SFRP) – é capaz de modificar o desempenho de biopolímeros e possibilitar aplicações antes desconhecidas para estes materiais. “Isso se dá pelo uso de bioplásticos, que são produtos de base biológica, derivados de plantas e outros materiais renováveis agrícolas, marinhos e florestais”, explica Fabri.

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Ambev investe em startup que produz embalagens a partir de rejeitos agrícolas

16/08/2021

Embalagem é produzida com rejeitos agrícolas, como palha de milho

A Ambev assumiu metas sustentáveis ambiciosas para 2025, como ter 100% das embalagens retornáveis ou feitas majoritariamente de conteúdo reciclado e diminuir a poluição plástica.

A empresa investiu na rodada seed de captação de uma startup que detém uma tecnologia regenerativa que possibilita o desenvolvimento de embalagens fabricadas com compostos orgânicos. Um projeto piloto da companhia lançará em outubro deste ano novas embalagens fabricadas com biomaterial em pontos de venda de São Paulo. A ideia é validar a embalagem com os consumidores para produção em escala já em 2022.

Para que a inovação sustentável saísse do papel, a Ambev e a growPack, startup participante da segunda edição do programa Aceleradora 100+ em 2020, firmaram parceria para a viabilização do projeto piloto. Nas duas primeiras edições do programa Aceleradora 100+, a Ambev investiu mais de R$ 12 milhões em projetos, que trouxeram soluções inovadoras em áreas como o desenvolvimento de novas embalagens, caminhões elétricos, agricultura sustentável dentre outros.

Segundo a growPack, o ciclo de vida da embalagem é completamente sustentável – ela é  produzida com rejeitos agrícolas, basicamente palha de milho, de forma 100% mecânica (sem químicos e efluentes). O descarte acontece de maneira compostável ou reciclado junto na cadeia do papel, afirma a empresa.

Números divulgados pela Ambev informam que a produção das embalagens com o biomaterial consome 80% menos água, reduz em 50% as emissões de gás carbônico (CO2) e economiza 25% de energia elétrica em comparação com o papel cartão. A empresa afirma ainda que, em 2020,  atingiu 45% de conteúdo reciclado nas embalagens de PET, 47% nas embalagens de vidro e 74% nas latas de alumínio no Brasil.

“Estamos testando novas soluções, considerando matérias primas sustentáveis para a produção de embalagens e ampliação da cultura do retornável até atingir nossa meta zero de emissões plásticas até 2025”, diz Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Suprimentos e Sustentabilidade da Ambev.

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Espuma estrutural da Evonik está presente em carro autônomo desenvolvido pela Unicamp E-Racing

13/08/2021

A espuma estrutural rígida de polimetacrilimida (PMI) Rohacell, fornecida pela Evonik há mais de 50 anos, está presente em mais um projeto inovador da Unicamp E-Racing: o carro autônomo.

A equipe Unicamp E-Racing, formada por cerca de 100 estudantes de Engenharia Mecânica, Elétrica, Computação, Controle e Automação e em Física da Universidade Estadual de Campinas, além de dois professores orientadores, consagrou-se como a primeira equipe das Américas a ter um carro sem piloto para a próxima edição da Fórmula SAE (FSAE), competição mundial organizada pela Society of Automotive Engineers (SAE).

“O grupo vem trabalhando no seu mais novo projeto desde o início de 2020. Denominado E2021, é com certeza o projeto mais complexo que a equipe já desenvolveu: 100% elétrico, com quatro motores (um motor em cada roda) e com um sistema autônomo embarcado ao carro”, explica Eduardo Smarieri Xavier, Diretor Administrativo da Mecânica na Unicamp E-Racing.

Segundo ele, o planejamento de competição depende muito da permissão para a volta aos trabalhos presenciais, mas o propósito é que o protótipo dispute a próxima edição presencial da Formula SAE BRASIL, e então participe das competições internacionais no ano seguinte, com foco na competição FSG – Formula Student Germany.

“Para a Evonik, essa parceria contribui para a divulgação da marca Rohacell nas competições e promove o conhecimento prático dos universitários que serão inseridos no mercado de trabalho já conhecendo as excelentes propriedades deste material, empregado em tecnologias automotivas, aeroespaciais, eólicas, navais, eletrônicas, médicas e de equipamentos esportivos”, destaca Rodrigo Marques, Coordenador de Negócios da área de Polímeros de Alta Performance da Evonik.

Resistência, leveza e desempenho

O Rohacell, fornecido pela Evonik, será utilizado no pacote aerodinâmico do fórmula elétrico e autônomo E2021 (asa dianteira, asa traseira e Endplate). Para que o pacote aerodinâmico suporte com segurança as forças solicitadas (cerca de 138N de força vertical e 79N de força horizontal), é necessário um material de núcleo. Além disso, por se tratar de um carro elétrico de alta performance, busca-se sempre otimizar o projeto e reduzir seu peso total.

“O Rohacell se adequa perfeitamente ao nosso projeto, pois permite segurança e, ao mesmo tempo, um baixo peso total, já que apresenta alta resistência e uma baixa densidade, que permitem uma melhora de performance em pista de nosso veículo”, conta o Diretor Administrativo da Mecânica na Unicamp E-Racing.

A parceria da Evonik com a universidade – iniciada há cerca de seis anos – consiste no fornecimento do produto Rohacell em placas para a montagem estrutural dos protótipos, desenvolvidos e manufaturados para a competição anualmente e que visam apresentar inovações e soluções criativas para atender às futuras exigências do mercado.

“Nossa solução permite que os componentes possam ser produzidos com rapidez e eficiência, reduzindo o tempo e os custos de produção. Além disso, as vantagens da redução do peso permitem economizar energia ao longo da vida útil do veículo”, destaca Rodrigo Marques, elencando ainda demais benefícios da espuma de PMI, como excelente propriedade mecânica em uma ampla faixa de temperaturas; resistência a altas temperaturas; fácil processamento; excelente resistência dinâmica e versatilidade de processamento.

Desde 2011, o projeto Unicamp E-Racing constrói carros elétricos de alta performance e que já mostrou para o mundo o potencial da tecnologia brasileira, sendo heptacampeões nacionais e bicampeões mundiais.

“Possuímos o recorde de carro mais rápido das Américas com uma aceleração de 0-100 km/h em 2,4 segundos. Mas nossa missão não é apenas superar limites: é tornar o Brasil referência em mobilidade elétrica globalmente. Por isso adentramos a mobilidade autônoma e desenvolvemos o primeiro fórmula autônomo de todo a América”, complementa Eduardo Smarieri Xavier.

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SABIC lança novos grades de PBT para aplicações automotivas em sistemas de radar para veículos autônomos e com direção assistida

12/08/2021

À medida que a urbanização impulsiona o desenvolvimento da tecnologia de direção autônoma e a implementação mais ampla de sistemas avançados de assistência ao motorista (ADAS), os OEMs automotivos e seus fornecedores estão buscando ativamente materiais de alto desempenho que possam otimizar as capacidades atuais de unidades de radar de onda-milímetro (mmWave) de mais alta frequência (> 75 GHz). Para ajudar a atender a essa necessidade, a SABIC está lançando dois novos materiais, os compostos LNP Thermocomp WFC06I e WFC06IXP, desenvolvidos para as tampas frontal e traseira (respectivamente) das unidades de radar de última geração. Segundo a SABIC, os novos grades de tereftalato de polibutileno reforçado (PBT) reforçados com fibra de vidro oferecem um fator de dissipação (Df) e uma constante dielétrica (Dk) muito baixos para ajudar a dar apoio à transmissão de sinais de radar de alta frequência. Eles também apresentam empenamento superbaixo, o que permite aos projetistas criarem tampas novas e mais finas que melhorem a transmissão do sinal, afirma a empresa. Além disso, esses novos produtos da SABIC podem contribuir para uma montagem eficiente da unidade de radar, ao permitir soldagem a laser de alta velocidade e alta precisão. O fabricante do novo grade afirma que o composto LNP Thermocomp WFC06I oferece excelente desempenho de transmissão de laser entre os materiais PBT disponíveis atualmente.

“Os avanços em ADAS estão se acelerando rapidamente à medida que a indústria automotiva desenvolve novas tecnologias de veículos destinadas a aliviar o congestionamento do tráfego e a melhorar a segurança em áreas urbanas em expansão”, disse Joshua Chiaw, Diretor de Gestão de Negócios, LNP & NORYL, Specialties, na SABIC. “A SABIC está desenvolvendo agressivamente novos materiais para ajudar os projetistas de ADAS a atingirem as metas relacionadas a tamanho e redução de peso, acurácia de transmissão de sinal e melhorias de confiabilidade, além de integração perfeita com o veículo. Trabalhamos em estreita colaboração com empresas em todos os níveis da cadeia de valor de ADAS para entender os requisitos exigentes e em constante mudança e fornecer soluções de materiais sob medida e de alto desempenho que os atendam. ”

Melhorando a resolução da imagem do radar

Muitos designers de ADAS estão adotando a tecnologia de radar mmWave de frequência mais alta porque sua resolução de imagem aprimorada e maior alcance podem permitir uma direção mais segura em uma variedade de condições. No entanto, as frequências na banda de 76 – 81 GHz apresentam maiores desafios de transmissão em comparação com as frequências mais baixas. Para melhorar a transmissão das ondas, as tampas do radar requerem Df e Dk muito baixos, paredes mais finas e um design simplificado sem estruturas de suporte. Os materiais existentes de PBT preenchidos com fibras de vidro normalmente não atendem a esses requisitos de otimização de transmissão; por exemplo, eles têm um desempenho Df maior que 0,01. Além disso, como polímeros semicristalinos, eles têm uma alta tendência a se empenarem quando usados ​​em peças de parede fina, sem estruturas de suporte, podendo potencialmente levar à falha da peça durante a montagem, transporte e uso.

Segundo a SABIC, os seus novos compostos LNP Thermocomp superam os compostos PBT existentes em termos de desempenho Df / Dk e controle de empenamento, além de reduzirem a atenuação de ondas eletromagnéticas que passam pelas tampas do radar, ajudando a melhorar a resolução e o alcance da imagem. Eles também aprimoram a transmissão e minimizam os cones laterais do feixe de sinal para melhorar a qualidade da imagem. Além disso, afirma a empresa, os novos compostos LNP Thermocomp fornecem maior ductilidade para melhor resistência ao impacto, além de resistências química e à umidade equivalentes em relação aos materiais PBT existentes.

Solda a Laser facilitada

A soldagem a laser é um processo automotivo rápido e altamente eficiente que pode acelerar a produção. A soldagem a laser de componentes plásticos oferece vantagens, incluindo a capacidade de produzir peças miniaturizadas e altamente intricadas, além de eliminar consumíveis, como adesivos e fixadores. Soldas precisas e fortes podem proteger os componentes eletrônicos sensíveis contra poeira e umidade.

Segundo a SABIC, o composto LNP Thermocomp WFC06I da SABIC para tampas frontais de radar apresenta uma taxa de transmissão de laser de mais de 60 por cento – 20 por cento maior do que a do concorrente mais próximo. Os clientes podem usar sua ampla janela de laser e baixa potência do laser para aumentar potencialmente as taxas de rendimento. O outra grade novo – o composto LNP Thermocomp WFC06IXP – atua como a camada absorvente para soldagem a laser.

“Alcançar todo o potencial do radar automotivo para direção assistida e autônoma requer melhorias no design, desempenho e eficiência da produção”, disse Jenny Wang, Diretor de Formulação e Aplicação, APAC, Especialidades, da SABIC. “A SABIC continua abrindo novos caminhos na ciência de materiais com o objetivo de resolver os desafios de nossos clientes na otimização de projetos ADAS. Nossos novos compostos de PBT preenchidos com fibra de vidro contribuem ao dar suporte à adoção de novas tecnologias como o radar mmWave com recursos aprimorados. ”

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Braskem registra lucro atinge R$ 7,4 bilhões no segundo trimestre de 2021

12/08/2021

Resultado cresce pelo quarto trimestre consecutivo; resultado operacional recorrente de R$ 9,4 bi no 2T21

A Braskem divulgou os resultados do segundo trimestre deste ano, no qual apresentou um forte resultado operacional recorrente, com aumento da receita líquida de vendas e do lucro líquido. Em função disso, a companhia seguiu reduzindo a sua dívida bruta e a sua alavancagem corporativa, a qual chegou ao patamar mais baixo de sua história ao final do trimestre.

  • No trimestre, o resultado operacional recorrente foi de R$ 9,4 bilhões, 35% superior ao trimestre anterior e 522% acima do mesmo período do ano passado;
  • A receita líquida de vendas alcançou R$ 26,4 bilhões, crescimento de 16% e de 136% em relação ao primeiro trimestre deste ano e ao segundo trimestre de 2020, respectivamente;
  • O lucro líquido foi de R$ 7,4 bilhões, 198% maior do que no trimestre anterior;
  • A relação em dólares de dívida líquida/resultado operacional recorrente em dólares foi de 1,1 vez no trimestre, inferior 39% quando comparada ao trimestre anterior (1,8 vez). A redução em relação ao mesmo período do ano passado foi de 85%.

“Os resultados da Braskem no trimestre refletem o positivo momento do cenário petroquímico internacional e o nosso compromisso com a higidez financeira, mantendo firme nosso objetivo de voltarmos ao nível de risco de grau de investimento. Estamos trabalhando duro para continuar a contribuir para a retomada econômica e para atender bem nossos clientes e parceiros, sempre tendo como prioridade a segurança e a saúde de nossos integrantes”, disse Roberto Simões, presidente da Braskem.

O resultado operacional recorrente da companhia foi gerado pela melhoria dos spreads internacionais e pelo maior volume de vendas de polipropileno nos EUA e de polietileno no México. No mercado brasileiro, a Braskem registrou uma queda na demanda por resinas no segundo trimestre de 7%, quando comparado ao primeiro trimestre do ano. Tal queda se deu principalmente pela normalização da demanda em alguns segmentos da economia, como construção civil, embalagens, bens de consumo, entre outros. Apesar disso, a demanda permanece em patamares saudáveis. Na comparação com o segundo trimestre do ano passado, quando a economia desaqueceu por causa da pandemia de Covid-19, houve aumento de 34%.

Para reduzir a dívida bruta, a Braskem concluiu uma série de operações no segundo trimestre, totalizando US$ 643 milhões. Adicionalmente, em julho, a companhia concluiu o resgate total do bônus com vencimento em 2022 no montante de US$ 255 milhões e o pré-pagamento do empréstimo bancário no valor de US$ 100 milhões.

Como reflexo, em maio, a agência de classificação de risco Fitch Ratings alterou a perspectiva do rating da Braskem para positiva, no nível de risco em escala global de BB+ e, em julho, a agência Moody’s alterou a perspectiva do rating da Braskem para estável, no nível de risco em escala global de Ba1.

ESG

Alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU para 2030, a Braskem assumiu novos compromissos estruturados em sete dimensões: saúde e segurança, resultados econômicos e financeiros, eliminação de resíduos plásticos, combate às mudanças climáticas, ecoeficiência operacional, responsabilidade social e direitos humanos e inovação sustentável.

Um marco importante para tornar públicos os esforços da companhia nesse sentido foi o lançamento do Relatório Integrado 2020, contemplando os padrões de reporte GRI (Global Report Initiative), IIRC (International Integrated Reporting Council) e, pela primeira vez, SASB (Sustainability Accounting Standards Board). Mais informação em: http://www.braskem.com.br/portal/Principal/arquivos/relatorio-anual/Braskem_RI2020_PT.pdf

Outro marco importante foi a aprovação, em Assembleia Geral Extraordinária realizada em julho, da reforma e consolidação do Estatuto Social da Companhia para transformar o Comitê de Conformidade em Comitê de Conformidade e Auditoria Estatutário (CCAE). A formação do CCAE é uma recomendação do Código Brasileiro de Governança Corporativa, recepcionado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na Instrução CVM no 480/09. O comitê será formado por membros independentes sendo dois externos nomeados a partir de lista selecionada por empresa de headhunter.

Seguindo nas ações de apoio na assistência ao combate à Covid-19 e aos efeitos sociais causados pela pandemia, a Braskem destinou neste ano R$ 15 milhões para projetos que incluíram a distribuição de mais de 55 mil cestas básicas e 25 mil kits de higienização. O programa de voluntariado da Braskem também entrou nesse esforço e, para aumentar ainda mais seu impacto, a companhia multiplicou em cinco vezes as doações de seus integrantes, em formato de cestas básicas.

Alagoas

A companhia assinou acordos com o Ministério Público Federal, o Ministério Público Estadual, a Defensoria Pública da União e a Defensoria Pública do Estado de Alagoas para promover a segurança e a compensação financeira dos moradores dos bairros atingidos pelo fenômeno e para a reparação socioambiental e urbanística da região.

Para dar conta da compensação dos moradores, da reparação socioambiental e urbanística e do fechamento seguro dos poços de sal na região, a Braskem fez o provisionamento de R$ 10,2 bilhões havendo saldo atual de R$ 7,7 bilhões.

A Braskem afirma que vem cumprindo o cronograma acertado com as autoridades alagoanas, sendo que 13.807 imóveis localizados no mapa de ações prioritárias da Defesa Civil alagoana já foram desocupados, o que corresponde a quase 96% do total.

O Programa de Compensação Financeira e Apoio à Realocação (PCF) chegou em julho a 8.298 propostas apresentadas aos moradores, comerciantes e empresários da área de desocupação, com um índice de aceitação de 99,7%. Até agora, o Programa pagou mais de R$ 1,3 bilhão entre indenizações e auxílios financeiros.

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Evonik registra forte crescimento no primeiro semestre do ano e eleva perspectivas para 2021

12/08/2021

  • Vendas cresceram 29% no segundo trimestre, Ebitda ajustado aumentou 42%
  • As três divisões de crescimento apresentaram resultados acima dos níveis pré-crise de 2019
  • Perspectivas para 2021: Ebitda ajustado agora projetado para 2,3-2,4 bilhões de euros

A Evonik elevou suas perspectivas para 2021, após registrar sólidos rendimentos no primeiro semestre do ano. A demanda mundial pelos produtos da empresa cresceu significativamente e os preços de venda também tiveram alta.

“Saímos da crise mais fortes que antes e obtivemos ganhos substanciais no primeiro semestre”, afirmou Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva da Evonik. “Essa dinâmica positiva se manterá no segundo semestre, o que nos deixa confiantes em relação à elevação das nossas perspectivas. Do atual ponto de vista, vamos até mesmo fechar o ano na faixa superior do intervalo”.

Para o ano de 2021 inteiro, a Evonik agora prevê um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda ajustado) de 2,3 a 2,4 bilhões de euros. Na previsão anterior, a faixa era de 2,1-2,3 bilhões de euros. A perspectiva de vendas foi elevada para 13 a 14,5 bilhões de euros ante os 12 a 14 bilhões projetados anteriormente. No ano passado, a Evonik registrou um Ebitda ajustado de 1,91 bilhão de euros e vendas de 12,2 bilhões de euros.

No segundo trimestre, o Ebitda ajustado cresceu 42% para 649 milhões de euros na comparação com o mesmo período do ano anterior. Mesmo quando comparado com o segundo trimestre pré-corona de 2019, o Ebitda ajustado apresentou alta de 15%. As três divisões de crescimento – Specialty Additives, Nutrition & Care e Smart Materials – contribuíram igualmente para esse impulso e demonstraram sua resiliência apesar dos altos custos das matérias-primas.

As vendas da empresa cresceram 29% para 3,64 bilhões de euros no segundo trimestre na comparação com o mesmo período de 2020. O lucro líquido ajustado subiu 58% para 253 milhões de euros, com o lucro ajustado por ação aumentando de 0,34 para 0,54 euro.

Em virtude do melhor desempenho comercial, o fluxo de caixa livre cresceu para 101 milhões de euros na comparação ano a ano, apesar do esperado aumento no capital de giro líquido e do pagamento de impostos mais elevados. Em consequência, o fluxo de caixa livre atingiu um nível recorde de 413 milhões de euros no primeiro semestre do ano.

“O excelente fluxo de caixa do primeiro semestre do ano proporciona a base para atingir novamente neste ano uma taxa de conversão de caixa de 40%” disse Ute Wolf, CFO da empresa.

Desenvolvimento nas divisões

Specialty Additives: As vendas da divisão aumentaram 23% para 922 milhões de euros no segundo trimestre.

Os aditivos para espumas de poliuretano, por exemplo, para a indústria da construção ou de bens duráveis como colchões e refrigeradores, registraram uma alta significativa na demanda, o que ocasionou uma forte elevação nas vendas na comparação com o trimestre mais fraco do ano passado por conta da pandemia. Os aditivos para a indústria de revestimentos também contabilizaram um crescimento significativo nas vendas em todas as regiões. A demanda por produtos para o setor de energias renováveis continua boa. O negócio de aditivos para a indústria automotiva também aumentou de maneira importante na comparação ano a ano. O Ebitda ajustado cresceu 20% para 242 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas da divisão subiram 13% para 838 milhões de euros no segundo trimestre. As vendas de aminoácidos essenciais aumentaram com a boa demanda em volumes e melhores preços de venda. Os produtos para o setor de saúde e cuidados se beneficiaram da boa procura, resultando em vendas consideravelmente mais elevadas. Os ingredientes ativos, especialmente os destinados a aplicações cosméticas, foram favorecidos por um bom desenvolvimento nos volumes. No setor de aplicações farmacêuticas, as vendas de lipídios para vacinas de mRNA registraram um aumento significativo. O Ebitda ajustado da divisão aumentou 9% para 183 milhões de euros.

Smart Materials: As vendas dessa divisão cresceram 35% para 975 milhões de euros no segundo trimestre. Os polímeros de alta performance também registraram um aumento da demanda na indústria automobilística. As poliamidas 12 em pó para os setores de impressão 3D e membranas para o tratamento eficiente de gás também registraram uma alta demanda. O negócio de sílica para pneus se beneficiou de uma forte elevação na demanda na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, mais fraco em razão da pandemia. Os produtos com oxigênio ativo registraram uma boa demanda em volume, tanto na atividade com especialidades quanto com peróxido de hidrogênio clássico. O negócio de catalisadores foi beneficiado pela inclusão, pela primeira vez, da Porocel, empresa adquirida em novembro de 2020. O Ebitda ajustado da divisão cresceu 73% para 176 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas da divisão subiram 62% para 708 milhões de euros no segundo trimestre. Os produtos C4 registraram um aumento significativo nas vendas em função do incremento na demanda e de preços de venda com forte melhora. O negócio com superabsorventes continua afetado pelo difícil ambiente de mercado. O Ebitda ajustado da divisão cresceu de 12 milhões de euros para 99 milhões de euros no trimestre.

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Tomra: A gestão de resíduos contribui para proteção do clima

11/08/2021

Planta Ivar IKS, na Noruega

Estudo encomendado pela Tomra indica que Sistemas de recursos holísticos podem economizar emissões de 2,76 bilhões de toneladas de CO2

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS) de 2016 foram concretizados pela Comissão Européia: a nova lei climática da UE aumenta a meta de redução de emissões de 40% para, pelo menos, 55% até 2030, a fim de atender às expectativas da Cúpula Mundial do Clima que se realizará em novembro, em Glasgow. Nesse contexto, a atuação da Tomra pretende contribuir para atingir esses objetivos e aprimorar a gestão de resíduos. Um novo estudo encomendado pela Tomra e conduzido pela Eunomia, empresa de consultoria de sustentabilidade com sede em Londres, demonstra o potencial para um sistema de gestão de resíduos otimizado no que diz respeito às mudanças climáticas. Segundo o estudo, no geral, é possível uma redução de 2,76 bilhões de toneladas de CO2 / ano.

Tal redução pode ser alcançada, segundo a empresa, pelo uso de Sistemas de Recursos Holísticos – a combinação otimizada das principais práticas de gerenciamento de resíduos para coleta, seleção e reciclagem para promover a transição para uma economia circular, contribuindo para evitar o esgotamento de recursos naturais, reduzir o descarte e contribuir para um mundo neutro em carbono.

Os Sistemas de Recursos Holísticos são uma combinação ideal de regulamentos de estrutura política – como responsabilidade estendida do produtor -, sistemas de devolução de embalagens e processos técnicos para a triagem de resíduos. A Eunomia, examinou vários modelos para identificar o cenário mais eficiente e econômico para um sistema holístico.

Os resultados indicam que:

  • Os sistemas de devolução de embalagens para garrafas PET e latas de bebidas, com uma eficiência de retorno acima de 90%, devem desempenhar um papel central em tal sistema.
  • Com relação ao restante do lixo doméstico, apenas resíduos orgânicos, papel, têxteis e equipamentos elétricos e eletrônicos devem ser coletados separadamente.
  • O resto deve permanecer em um fluxo de resíduos mistos, que pode ser mais eficientemente separado em materiais reutilizáveis para reciclagem posterior.

Isso permitirá que modelos holísticos personalizados regionalmente cortem as emissões globais de CO2 em até 5% – o equivalente a deixar no solo todos os vôos comerciais em todo o mundo e tirar 65% dos carros das estradas.

“Agora é a hora de ação real para garantir que as sociedades parem de desperdiçar recursos, com todas as consequências negativas relacionadas. Em muitos lugares, a pandemia ajudou a cumprir as metas do Acordo Climático de Paris”, ressalta Volker Rehrmann, Vice-Presidente Executivo e Chefe da Divisão de Reciclagem / Mineração e Economia Circular da Tomra. “Mas, mesmo para manter esse nível, será exigida uma implementação determinada e consistente, incluindo sistemas holísticos, para fechar os ciclos.”

Os três elementos da gestão holística de resíduos são:

  • Sistemas de devolução de embalagens (deposit return schemes – DRS) para embalagens PET e latas de bebidas com eficiência de retorno acima de 90%. Eles maximizam a recuperação de material de alta qualidade e alta intensidade de carbono enquanto reduzem o lixo.
  • Coletas seletivas de resíduos orgânicos, papel, têxteis e equipamentos elétricos e eletrônicos (REEE) permitem que esses materiais sejam reciclados para o maior aproveitamento do carbono. Segundo a Tomra, embora coletas seletivas sejam uma parte intrínseca dos recursos holísticos, os índices de recuperação, mesmo nas melhores práticas, não são boas o suficiente. Uma triagem adicional da fração de resíduos restante sempre será necessária.
  • A triagem de resíduos misturados (mixed waste sorting – MWS) gera taxas adicionais de coleta e reciclagem acima e além do que os outros elementos podem oferecer, afirma a Tomra. A incineração ou a disposição em aterro de plásticos e outros materiais com alto teor de carbono geram emissões desnecessárias de gases de efeito estufa (GEE). A MWS reduz essas emissões e retorna mais materiais ao sistema para incorporação em novos produtos. Segundo a empresa, a MWS precisa ser considerada uma prioridade de investimento agora, já que é uma barreira necessária para garantir que os sistemas de gerenciamento de resíduos recuperem o máximo de recursos possível para reciclagem.

Para discutir mais a fundo esses conceitos e o white paper recentemente lançado (https://solutions.Tomra.com/hrs-whitepaper-download), a Tomra realizou um webcast ao vivo “Sistemas de recursos holísticos” com o Dr. Volker Rehrmann, EVP, Tomra e o convidado Joe Papineschi, Presidente da Eunomia, em 7 de julho de 2021 (https://solutions.Tomra.com/ce-webcast-registration).

Caso 1: Melhores práticas em DRS – Lituânia

Em fevereiro de 2016, o governo da Lituânia implementou um “sistema de devolução de embalagens” para dar aos consumidores um incentivo para devolver embalagens de bebidas a serem usadas para reciclagem. A Tomra apoiou a Lituânia com a implementação de seu sistema de depósito de garrafas, lançado em fevereiro de 2016. O lançamento foi a primeira vez que a Tomra trabalhou com um modelo “throughput” na Europa. Segundo a Tomra, o sistema de devolução de garrafas da Lituânia superou as expectativas, com 91,9% de todas as garrafas de bebidas devolvidas para reciclagem até o final de 2017.
Mais informações: https://www.Tomra.com/en/collection/reverse-vending/case-studies/roll-out-lithuania

Caso 2: Melhores práticas MWS – IVAR IKS / Stavanger

Um modelo exemplo da estrutura de Sistemas de Recursos Holísticos está na região ao redor de Stavanger, na Noruega. Antes da análise, a região oferecia um sistema abrangente de coleta seletiva de resíduos orgânicos (alimentos e jardim), papel, plásticos, vidro e têxteis. Agora, o sistema IVAR IKS processa todos os seus resíduos sólidos urbanos misturados em uma das Plantas de Triagem de RSU mais avançadas da Europa. O resultado: uma planta de triagem de resíduos mistos recém-construída e totalmente automatizada, incluindo novas instalações para beneficiamento de plásticos e triagem de papel. A IVAR IKS alcançou aumento significativo nas taxas gerais de reciclagem, com a recuperação de plásticos e metais, sendo mais notável na redução das emissões das mudanças climáticas, afirma a Tomra. As mudanças implementadas no sistema, incluindo a separação de resíduos mistos, resultaram nas maiores taxas de reciclagem na sua classe. De acordo com a empresa, em 2021, a IVAR IKS ficou em primeiro lugar na Noruega em taxas de coleta de embalagens de plástico pós-consumo.

Para assistir ao Webcast na íntegra: https://video.Tomra.com/the-holistic-resource-systemmp4

A Tomra Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, segundo a empresa. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, a Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Braskem lança nova resina de polietileno para o segmento de embalagens rígidas

11/08/2021

Empresa apresenta ao mercado novo grade da família Braskem Rigeo, 100% reciclável, com foco em rigidez, resistência ao impacto e à quebra sob tensão ambiental

A Braskem disponibiliza para o mercado uma nova opção de produto que integra o portfólio da família Rigeo: o HD1954M, polietileno de alta densidade (PEAD) que proporciona uma combinação entre rigidez, resistência ao impacto e às intempéries (Environmental Stress Cracking-ESCR), proporcionando otimização às embalagens e ganhos de produtividade, afirma a empresa.

“Esse lançamento vai ao encontro das demandas do mercado químico e agroquímico, que tradicionalmente são bastante exigentes em relação à qualidade. Neste mercado, propriedades como rigidez, resistência ao impacto e ao Environmental Stress Cracking, são características-chave que trazem maior segurança aos produtos do segmento”, explica Leandro Fiorin, Líder de Engenharia de Aplicação da Braskem.

Com o grade HD1954M, a Braskem amplia o portfólio da família Braskem Rigeo, lançada em 2017, e até então composta pelos grades 4950HSM e HD1053M, sendo todos recicláveis.

Enquanto o grade Rigeo 4950HSM possui fluidez adequada para a produção de embalagens de pequenos volumes, o Rigeo HD1954M pode ser utilizado para a produção de embalagens até 20L. Já o Rigeo HD1053M é uma ótima opção para embalagens de volumes até 60 litros, afirma a Braskem.

“O atendimento às exigências da indústria é essencial, mas não é único. Em conjunto com os nossos clientes, buscamos desenvolver produtos robustos tecnicamente e alinhados com os princípios da Economia Circular”, reforça Fiorin. “Desta forma, o Rigeo HD1954M é mais uma solução que visa atender às necessidades do mercado, resultando em embalagens mais leves e sustentáveis, sem prejuízos às suas propriedades”.

Contando com 8 mil Integrantes, a Braskem oferece um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58,5 bilhões (US$ 11,3 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

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Arburg lança nova injetora Allrounder More

06/08/2021

  • Empresa afirma que a nova série oferece mais espaço, modularidade e facilidade de uso com moldagem por injeção multicomponente
  • Mais espaço: maiores dimensões do molde, maior curso dos extratores, e maiores distâncias entre as colunas
  • Mais modularidade: posições de injeção flexíveis para unidades de injeção
  • Mais facilidade de uso: acoplamentos plug-in e alimentação de material otimizada

A Arburg está lançando uma nova série para moldagem por injeção de múltiplos componentes: a Allrounder More, com sua configuração particularmente flexível, pode agora ser adaptada a requisitos específicos do cliente e do mercado. Segundo a empresa, as novas máquinas oferecem maior espaço para moldes maiores, maior modularidade durante a montagem, além de inúmeros recursos otimizados para maior facilidade de uso e manutenção simples.

“A moldagem por injeção multicomponente é um processo muito significativo e muito exigente. Como pioneiros neste setor, temos mais de 60 anos de experiência baseada em aplicações técnicas. Nossa linha de máquinas ultramodernas foi desenvolvida sobre essa base ”, explica Gerhard Böhm, Diretor de Vendas e Serviços da Arburg. “Estamos muito ansiosos pela feira de negócios Fakuma, na qual apresentaremos a nova Allrounder More, que é capaz de atender a requisitos nos mínimos detalhes. As primeiras máquinas estarão disponíveis para encomenda a partir de outubro de 2021. ”

Fechamento elétrico combinado com injeção flexível

Todas as máquinas Allrounder More são equipadas de série com uma unidade de fechamento elétrico articulado (toggle) altamente dinâmico com servo motores refrigerados com líquido com baixo consumo de energia. Na versão inicial, as máquinas têm duas unidades de injeção elétrica e uma força de fechamento de 1.600 ou 2.000 kN, conforme necessário. Futuramente, será possível selecionar as posições de injeção por meio de módulos. Na versão inicial, uma unidade de injeção horizontal e uma vertical (posição V) estarão disponíveis como padrão. Unidades de injeção horizontais em forma de L (posição L), verticais paralelas ou horizontais paralelas (posição P) e angular (posição W) também estarão disponíveis como opções. Isso permitirá que todas as aplicações comuns de dois componentes possam ser executadas no equipamento.

Bastante espaço livre para molde e extratores

Segundo a Arburg, isso ocorre porque as máquinas Allrounder More oferecem muito mais espaço para moldes, unidades rotativas, conexões de mídia e um curso útil de extratores. As colunas foram estendidas em 200 milímetros como padrão e a placa móvel de montagem do molde também foi aumentada em 200 milímetros. A distância entre as colunas é de 570 x 570 milímetros e a abertura máxima entre as placas é de 1.200 milímetros. A proteção deslizante também foi aumentada em 400 milímetros. Juntos, todos esses recursos facilitam o acesso à área do molde.

Detalhes fazem a diferença

Ênfase especial foi colocada na facilidade de manutenção e uso. Entre esses recursos estão os acoplamentos plug-in para eletricidade, água e hidráulica. Segundo a Arburg, o módulo do cilindro pode ser trocado em poucos passos. A unidade injetora vertical pode ser convenientemente posicionada em uma estrutura de suporte, colocada no solo e transportada separadamente da máquina, se necessário.

O material é alimentado fora da área do molde de modo que ele não seja contaminado por grânulos. Guias para mangueira otimizam o posicionamento das mangueiras e evitam possíveis desgaste por fricção.

A Arburg afirma que, com suas inúmeras melhorias nos detalhes e design modular, a nova série Allrounder More atende a todos os requisitos de uma máquina multicomponente moderna. Segundo a empresa, a nova série oferece aos clientes  flexibilidade adicional para configuração de precisão e maior eficiência na produção de peças plásticas de alta qualidade feitas de diferentes materiais e cores, em uma ampla gama de indústrias.

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Covestro apresenta balanço com fortes resultados no segundo trimestre

06/08/2021

  • Boa recuperação da demanda e tendência positiva de preços persistem
  • Segundo trimestre forte com fôlego para maior lucro
  • Aumento de 35% nos volumes principais de vendas
  • Vendas totais de mais de 3,9 bilhões de euros (+83,5%)
  • EBITDA sobe para 817 milhões de euros (>500%)
  • Receita líquida totaliza 449 milhões de euros
  • Forte aumento no fluxo de caixa operacional livre, para 374 milhões de euros
  • Confirmado aumento do guidance de lucros, anunciado em 12/07
  • Base para crescimento sustentado: nova estrutura do Grupo desde 1º de julho

No segundo trimestre de 2021, a Covestro beneficiou-se de uma forte recuperação contínua na demanda global em comparação com um fraco 2º trimestre de 2020, decorrente da pandemia de coronavírus. A área de Resinas & Materiais Funcionais (RFM), adquirida da DSM com vigência a partir de 1º de abril de 2021, também foi consolidada pela primeira vez. Como resultado, o Grupo teve alta significativa nos volumes principais de vendas, de 35% em relação ao ano anterior, dos quais cerca de 10% podem ser atribuídos à consolidação inicial dos negócios da RFM.

Ao mesmo tempo, interrupções não planejadas na produção nos Estados Unidos por razões climáticas e gargalos contínuos na disponibilidade de matérias-primas impactaram negativamente a disponibilidade dos produtos – limitando também o potencial de crescimento de todos os segmentos no segundo trimestre de 2021. Além do crescimento dos volumes, os preços de venda substancialmente mais altos provocaram um aumento nas vendas de 83,5%, na relação com o ano anterior, chegando a mais de 3,9 bilhões de euros. Como resultado do crescimento de volumes e do aumento geral das margens, o EBITDA subiu para 817 milhões de euros (ano anterior: 125 milhões de euros). Esse resultado também inclui efeitos negativos isolados de 35 milhões, ligados à consolidação da RFM. A receita líquida no segundo trimestre de 2021 foi de 449 milhões de euros (ano anterior: -52 milhões de euros), e o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) cresceu significativamente para 374 milhões de euros (ano anterior: 24 milhões de euros).

“No segundo trimestre, pudemos seguir perfeitamente no curso positivo que os negócios tiveram no primeiro trimestre. A reorganização da nossa empresa desde 1º de julho também nos coloca mais próximos dos nossos clientes e em posição ideal para atender requisitos específicos do mercado”, afirma Markus Steilemann, CEO da Covestro. “Estamos iniciando o segundo semestre do ano com grande fôlego e continuaremos a todo vapor na concretização da nossa visão de nos tornarmos totalmente circulares.”

Previsão de maior lucro confirmada para o ano completo de 2021

Diante do seu desempenho comercial positivo, a Covestro já havia aumentado seu guidance de lucro para 2021, em 12 de julho de 2021. A empresa confirma hoje esse guidance. O Grupo prevê um EBITDA entre 2,7 bilhões e 3,1 bilhões de euros, devido à melhor perspectiva de margens no segundo semestre do ano. Espera-se que o FOCF fique entre 1,6 bilhão e 2 bilhões de euros e o retorno sobre o capital empregado (ROCE) seja de 16 a 20%. Há expectativa (inalterada) de crescimento de 10 a 15% do volume principal, dos quais 6% podem ser atribuídos aos negócios da RFM.

“Seguimos nos beneficiando da alta demanda contínua e da tendência positiva sustentada de preços no segundo trimestre, enquanto mantemos nossa disciplina de custos. Além disso, os negócios da RFM foram totalmente consolidados pela primeira vez”, destaca Thomas Toepfer, CFO da Covestro. “Nossos fortes resultados operacionais são mais uma prova da lógica estratégica por trás dessa aquisição. Agora manteremos esse impulso positivo nos lucros no terceiro trimestre.”

Base para crescimento sustentado: nova estrutura do Grupo

Com o realinhamento da estrutura do Grupo, a Covestro atingiu um primeiro marco ao implementar sua estratégia “Sustainable Future”, apresentada em fevereiro de 2021. A companhia reorganizou com sucesso suas três unidades de negócios anteriores – Poliuretnos, Policarbonatos e Coatings, Adesivos & Especialidades – em sete novas entidades corporativas desde 1º de julho de 2021. Essas entidades são organizadas de acordo com seus fatores de sucesso, sob medida para as necessidades dos clientes e requisitos de mercado específicos. Isso possibilita à empresa alinhar sistematicamente os processos e produtos às necessidades dos clientes, aumentando seu foco em rentabilidade e sustentabilidade. No futuro, a Covestro irá reportar sua nova estrutura nos relatórios financeiros nos segmentos de Materiais de Performance e Soluções e Especialidades. O primeiro relatório da Covestro neste formato será emitido ao fim do terceiro trimestre de 2021, em 8 de novembro de 2021.

Forte desempenho em todos os segmentos: crescimento em volumes e vendas

No segundo trimestre de 2021, o segmento de poliuretanos teve um crescimento nos volumes principais de vendas de 27,8% em comparação com o trimestre do ano anterior. Os volumes vendidos subiram em todas as principais indústrias consumidoras, em todas as regiões. As vendas do segmento, totalizando cerca de 1,8 bilhão de euros, mais que dobraram em comparação com o trimestre do ano anterior (913 milhões de euros). Isso se atribui principalmente a um aumento nos preços médios de venda e nos volumes totais vendidos. Somando-se às margens maiores, isso levou a uma forte elevação do EBITDA para 452 milhões de euros (ano anterior: -24 milhões de euros).

No segmento de policarbonatos, os volumes principais de vendas subiram 15,4% no segundo trimestre de 2021 em relação ao trimestre do ano anterior. Essa mudança deve-se principalmente ao crescimento, observado em todas as regiões, dos volumes vendidos nos setores automotivo e de transportes. A alta nos volumes totais vendidos e nos preços de venda causou um aumento de 56,6% nas vendas, para cerca de 1 bilhão de euros (ano anterior: 648 milhões de euros). A melhora substancial das margens e o crescimento dos volumes totais vendidos elevou o EBITDA para 260 milhões de euros (ano anterior: 96 milhões de euros).

Os volumes totais vendidos no segmento de Coatings, Adesivos e Especialidades cresceram 133,5% em relação ao trimestre do ano anterior. Esse efeito pode ser atribuído quase 100% à consolidação inicial dos negócios da RFM. Essa mudança de portfólio, junto com o aumento nos volumes e nos preços de venda, resultou em 926 milhões de euros em vendas (ano anterior: 443 milhões de euros). Consequentemente, o EBITDA mais que dobrou sobre o ano precedente, subindo para 134 milhões de euros (ano anterior: 60 milhões de euros).

Primeiro semestre de 2021: recuperação substancial da demanda

Uma recuperação substancial da demanda em todas as principais indústrias consumidoras resultou em um aumento de 18,9% nos volumes principais de vendas no primeiro semestre de 2021. Os preços mais altos de vendas, um aumento nos volumes totais vendidos e a alteração no portfólio fez com que as vendas no primeiro semestre do ano subissem 47,1% para cerca de 7,3 bilhões. Em particular, uma alta significativa nos preços de venda, que mais que compensou os preços elevados das matérias-primas, resultou em um EBITDA do Grupo de cerca de 1,6 bilhão de euros (ano anterior: 379 milhões de euros). A receita líquida no primeiro semestre de 2021 foi de 842 milhões de euros (ano anterior: -32 milhões), enquanto o FOCF atingiu 692 milhões de euros (ano anterior: -225 milhões de euros).

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Indústria italiana de máquinas para processamento de plásticos e borrachas apresenta tendência positiva em todos os indicadores do primeiro semestre de 2021

06/08/2021

Crescimento registrado tanto no faturamento como no número de pedidos

Uma tendência positiva para as máquinas de processamento de plásticos e borracha no primeiro semestre de 2021 foi anunciada pela associação italiana AMAPLAST: a última pesquisa de meio do ano conduzida pelo MECS Statistical Study Center registra crescimento de dois dígitos tanto em volume de negócios como em pedidos, consolidando o clima de fé renovada no setor após o longo e difícil período da pandemia. Com relação a janeiro-junho de 2020, o faturamento aumentou 11%. As vendas domésticas de máquinas permaneceram altas, enquanto que a demanda no exterior se deve principalmente a peças de reposição.

As empresas também testemunharam uma clara melhora em suas carteiras de pedidos nos primeiros seis meses de 2021, registrando um aumento de 46% em relação ao ano anterior. A recuperação é impulsionada principalmente por relevantes comissionamentos de plantas por clientes italianos (com um expressivo aumento de 134 % apenas no último trimestre), mas também há uma tendência muito positiva nas encomendas do exterior, tanto para máquinas quanto para peças de reposição (+58 %). Dada esta tendência, já estão assegurados em média 6,4 meses de produção.

A recuperação do mercado nacional confirma assim uma maior propensão ao investimento das empresas italianas, em parte graças aos incentivos (créditos fiscais para modernização de sistemas e investimento na Indústria 4.0) proporcionados pelos planos de política industrial.

Todos os quatro principais setores de máquinas de processamento de plásticos e borracha continuam a apresentar um desempenho vigoroso. Os setores médico, de embalagens e automotivo, em particular mostram sinais de crescimento que devem se confirmar nos próximos meses. A indústria da construção se estabilizou.

Ainda persistem incertezas quanto à disseminação da variante Delta e ainda é grande a preocupação com os altos preços das matérias-primas e sua relativa escassez, fatores que alongam os prazos médios de entrega e comprimem as margens.

Também contribuindo para as tensões está o aumento contínuo das taxas de frete marítimo, que atingiram níveis recordes. Dificuldades logísticas e aumento dos preços de transporte são observados em todo o mundo e a tendência pode continuar durante o verão, uma vez que a demanda geralmente aumenta nesta temporada.

O MECS Study Center concluiu sua Pesquisa Estatística Nacional, conduzida pela primeira vez de forma orgânica entre fabricantes italianos de máquinas, equipamentos e moldes para processamento de plásticos e borracha.

O quadro geral é de um setor que faturou 3,74 bilhões de euros em 2020, sendo cerca de 76% do total com exportações, confirmando a ênfase histórica nas exportações por parte das empresas do setor. As cerca de 350 empresas pesquisadas, que empregam pouco mais de 13.000 pessoas, estão principalmente concentradas na Lombardia (55%), Emilia-Romagna (15%) e Veneto (13%). A maior parte delas são pequenas empresas: 74% têm receitas inferiores a 10 milhões de euros, com um valor agregado que não chega a um quarto do total e com menor destaque para as exportações. Em paralelo, as grandes empresas, embora representem apenas 26% do total em número, geram 77% do faturamento e atingem cotas de exportação acima de 85%.

O maior nível de detalhamento da atual pesquisa em relação às precedentes também permite identificar as participações da produção por aplicação e tecnologia.

O primeiro indicador mostra que as embalagens são o principal mercado de saída dos fabricantes italianos, mais especificamente as embalagens para alimentos (30% do faturamente), seguidas dos outros segmentos de embalagens (cerca de 12%); o setor automotivo absorve 19% da produção e o de construção 11%. O segmentos médico, de agricultura, eletrônica / eletrotécnica e outras aplicações seguem em ordem decrescente, com participações variando de 4% a 2%.

Quanto aos tipos de máquinas, observa-se que a categoria das extrusoras, com 17% do total, representa o maior núcleo de faturamento do setor; elas são seguidos por equipamentos auxiliares em 12%, máquinas de moldagem por injeção com 11% e máquinas de moldagem por sopro com quase 7%. As linhas de recuperação e reciclagem e a macrocategoria de máquinas de processamento de borracha atingem, cada uma, uma participação de 6%.

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Aditivo da BASF permite que a empresa coreana Lotte Chemical forneça polipropileno médico de alta transparência para seringas usadas em vacinações COVID-19

06/08/2021

  • Segundo a BASF, o seu aditivo Irgastab melhora a alta transparência do polipropileno médico (PP)
  • As necessidades de PP para uso médico aumentaram devido ao lançamento global das vacinas COVID-19

A Lotte Chemical, uma empresa química coreana, está produzindo o polipropileno (PP) necessário para aplicações médicas usando o Irgastab da BASF, um estabilizador de processamento que evita descoloração. Com o lançamento das vacinações contra a COVID-19 em todo o mundo, a necessidade de seringas feitas de PP aumentou exponencialmente.

O PP para uso médico da Lotte Chemical foi aplicado às seringas LDS (pequeno espaço morto) desenvolvidas por um fabricante de seringas médicas na Coréia do Sul. Essas seringas especiais são projetadas para minimizar a quantidade de vacina deixada no seu interior após a injeção do imunizante, o que leva à redução do desperdício de vacina. Como resultado, as seringas LDS têm uma grande demanda globalmente, pois estima-se que possibilite que uma quantidade 20% maior de pessoas possam receber a dose com a mesma quantidade de vacina.

Os plásticos usados ​​para aplicações médicas requerem esterilização. Isso causa a degradação e a descoloração do polímero. “O Irgastab serve para garantir que o PP médico permaneça seguro e adequado para uso”, disse Hermann Althoff, vice-presidente sênior de Performance Chemicals Asia Pacific da BASF. “Ele fornece estabilidade de processamento sem descolorir o polipropileno durante a compostagem e moldagem por injeção, o que é vital para seringas LDS, já que os materiais precisam ser certificados para alta transparência.”

Como a necessidade de seringas para a vacinação contra COVID-19 deve ter um aumento explosivo, a Lotte Chemical está expandindo o desenvolvimento de materiais especiais de polipropileno para garantir o rígido controle de qualidade na produção de materiais médicos, incluindo PP de alta transparência, e para acomodar as necessidades crescentes relacionadas com a saúde e segurança.

“A Lotte Chemical tem uma posição forte no mercado de PP médico e gostaríamos de liderar e desenvolver esse mercado junto com a BASF”, disse o Dr. Kang Kyung-Bo, chefe do centro de P&D da Lotte Chemical. “Devido ao seu bom desempenho em termos de retenção de cor e transparência, estamos avaliando a possibilidade de expandir o uso do Irgastab para fibras e chapas.”

Seringas de plástico e muitas outras aplicações médicas ajudam a proteger a saúde e a segurança humanas como um pilar fundamental para um futuro sustentável.

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Acondicionamento em EPS amplia vida de prateleira e mantém propriedades da fruta na cadeia de comercialização de mamão

06/08/2021

  • Uso da solução proporciona vantagens competitivas para produtores de mamão, distribuidores e varejistas
  • Soluções em EPS da Termotécnica ampliam o shelf life da fruta com ganhos de qualidade, preço e ampliação de novos mercados

A Termotécnica afirma que sua linha de conservadoras DaColheita é ideal para o transporte, armazenamento e exposição das frutas no varejo, como o mamão, que precisa de um acondicionamento que preserve a sua qualidade em toda a cadeia logística. Segundo a fabricante da embalagem, a conservadora feita em EPS (mais conhecido como isopor® – marca registrada de terceiro) amplia o shelf life da fruta, mantendo sua qualidade e frescor do campo até o consumidor final mesmo em mercados distantes. É o caso da 3M Hortifruti, que atua no Ceasa/RS (Centrais de Abastecimento do Rio Grande do Sul), em Porto Alegre, e que utiliza as conservadoras DaColheita para mamão para trazer a fruta produzida no Espírito Santo para distribuição no mercado gaúcho.

Segundo a Termotécnica, estudos comparativos realizados pelo Laboratório Agrotropical em todas as etapas do processo logístico, do campo ao ponto de venda, demonstram que a conservadora em EPS DaColheita mantém as frutas em maturação nível 2, o ideal para a qualidade comercial, até 9 dias após a colheita, contra 6 dias das embalagens similares em papelão. Os padrões de conservação como aparência, textura, nível de maturação e coloração interna e externa das frutas (shelf life) foram 30% maiores nas embalagens DaColheita.

Desde a colheita até chegar à mesa do consumidor final, a fruta permanece mais fresca, nutritiva e saborosa, afirma a Termotécnica. As conservadoras DaColheita reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos e fungos nos alimentos, garante a fabricante. Elas desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo. Sua estrutura também diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos.

A Termotécnica afirma que tudo isso traz grandes vantagens para todos os envolvidos na cadeia de distribuição. Para os produtores, proporciona-lhes menor índice de devolução dos lotes de frutas fora do padrão de qualidade exigido pelos clientes e permite a abertura de novos mercados mais distantes. Para os distribuidores e varejistas, propicia maior giro no PDV, têm sua marca associada a frutas de qualidade, com a manutenção do preço. “As nossas conservadoras têm esse apelo de limpeza, leveza, praticidade e design para exposição das frutas no PDV ou para entrega por delivery via e-commerce. Ou seja, as nossas conservadoras DaColheita tem bom desempenho em toda a cadeia: do embalamento da fruta, à facilidade e custo/benefício logístico de transporte e armazenamento, até o varejo e, finalmente, até a mesa dos consumidores”, reforça o diretor Superintendente da Termotécnica, Nivaldo de Oliveira.

Aliado a isso, questões como logística reversa das embalagens, diminuição das emissões de gases do efeito estufa e do desperdício de alimentos em toda a cadeia são cada vez mais importantes para os consumidores. Segundo a Termotécnica,as caixas conservadoras DaColheita contribuem nestas três frentes no quesito sustentabilidade:

1) Na reciclagem pós-consumo, pois o EPS é um material que pode ser 100% reciclado e se transformar em matéria-prima para outras aplicações, como rodapés e molduras.

2) Aumento do shelf-life dos produtos frescos em até 30%, o que contribui para a redução do desperdício na cadeia de distribuição e consumo.

3) Contribui para a redução da pegada de carbono, com a diminuição da emissão de Co2 equivalente, no transporte devido ao peso mais leve das soluções, o que reduz o consumo de combustível.

“Nossa abordagem ambiental traz a economia circular na prática. Inclui uma visão integrada desde a concepção de produtos, eficiência operacional, passando por logística reversa, reciclagem e indo até novas cadeias produtivas, fechando o ciclo da economia circular. Pensando na cadeia logística como um todo é uma solução diferenciada e inovadora para este mercado e que atende às exigências por uma atuação responsável das empresas em termos de sustentabilidade”, diz Albano Schmidt.

Nivaldo de Oliveira reforça que “a embalagem é um veículo importante de posicionamento e de comunicação destes benefícios e agregação de valor. Toda a tecnologia de conservação e o design das nossas soluções em EPS DaColheita propiciam aos nossos clientes comunicar ao mercado esses diferenciais de qualidade e sustentabilidade”.

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Braskem prioriza diversidade e inclusão no seu Programa de Estágio 2022

06/08/2021

Companhia conta com seleção às cegas e demais iniciativas com o objetivo de ter um quadro interno cada vez mais diverso e inclusivo. Inscrições começam no dia 2 de agosto

A Braskem abre as inscrições, de 02 a 27 de agosto, para seu Programa de Estágio 2022, pelo site https://www.braskem.com.br/carreira . Focada nos pilares de diversidade, equidade e inclusão, a companhia realiza diferentes iniciativas no processo seletivo a fim de aumentar a diversidade e representatividade dos candidatos, com foco principalmente em universitários negros.

Com condução 100% on-line e gamificada, a seleção busca alinhamento do perfil do candidato com a cultura e os valores da empresa. Nesta edição, o programa oferece mais de 212 vagas para os seguintes estados: São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Alagoas.

Para atingir suas metas, a Braskem também flexibilizou alguns critérios de seleção – um deles é o inglês. O idioma deixou de ser obrigatório e os candidatos que ingressarem no programa serão elegíveis a bolsa de inglês. Além disso, a avaliação de currículos acontece às cegas, sem acesso a informações como idade, instituição de ensino e experiência prévia. Outro destaque é que o teste de raciocínio lógico foi substituído por uma avaliação de tomada de decisão permitindo conhecer de forma mais inclusiva os candidatos.

A companhia ainda conta com o apoio da Cia de Talentos para realizar iniciativas direcionadas a atração, contratação, desenvolvimento e inclusão de grupos minorizados na sociedade.

Em 2021, o Programa de Estágio da Braskem contratou 250 estudantes. Desse total, 38% negros, 54% mulheres, 45% pessoas de baixa renda e 5% acima de 28 anos. “A Braskem busca ter, cada vez mais, um ambiente de trabalho inclusivo e diverso. Com o nosso Programa de Estágio buscamos, ano a ano, inovar e superar nossos desafios para alcançar a nossa meta de aumentar a representatividade de grupos minorizados no nosso quadro de colaboradores, principalmente a de negros”, explica Camila Fossati, responsável pela área de Diversidade e pelo Programa de Estágio da Braskem.

Neste ano, a Braskem traz quatro etapas diferentes para selecionar os candidatos: Exploração é a fase em que o candidato troca experiências com personagens em um game, para conhecer a companhia e seu negócio; Inovação é a dinâmica que trabalha ideias que causem impacto dentro e fora da empresa; a fase de Transformação será realizada em grupo, para os candidatos aprovados nas duas primeiras etapas, na qual os líderes da Braskem terão a oportunidade de avaliar como os participantes tomam decisões práticas para transformar ideias em ação; e, por fim, acontece a Entrevista Individual, que é a porta de entrada para iniciar a carreira na companhia.

As vagas são para estudantes universitários que estejam cursando a partir do segundo ano de graduação nos cursos de: Engenharias (Química, Elétrica, Mecânica e Produção), Administração, Economia, Ciências Contábeis, Psicologia, Química, Publicidade, entre outros. É necessário ter disponibilidade para estagiar em média 30 horas semanais. O Programa de Estágio da Braskem tem duração de um a dois anos, com início a partir de janeiro de 2022.

Experiências

Segundo o estudante de Relações Públicas, Robert Santos, 21 anos, o processo seletivo para o Programa de Estágio da Braskem é muito humanizado. Mesmo nas fases iniciais, quando interagiu apenas com o sistema, sentiu que a companhia teve uma preocupação com o bem-estar dos candidatos. “A Braskem é uma empresa muito acolhedora, que te motiva a ser você em todos os momentos. Somos convidados a participar de agendas que buscam mostrar a importância do respeito, da autoaceitação e do acolhimento ao próximo. A empresa não se limita ao discurso, mas promove ações que impactam de verdade na visão e posicionamentos de cada colaborador”, explica.

Já para Letícia Ramos, 22 anos, estudante de Psicologia, o game é um diferencial notável e foi o que mais chamou a sua atenção durante o processo seletivo. Segundo ela, a ausência de testes de lógica, de inglês e de exatas evidencia uma preocupação da companhia em proporcionar uma experiência diferenciada, pois o candidato focaliza-se em ser ele mesmo e consegue transmitir seus conhecimentos e sua experiência. Ela ainda comenta sobre questões relacionadas a diversidade, equidade e inclusão: “Trabalhar diversidade, equidade e inclusão são pontos cruciais no meio corporativo, porque somos regidos por vieses inconscientes e estamos imersos em estruturas de preconceito, o que nos faz julgar, desrespeitar e menosprezar determinadas pessoas por conta de suas características. Sendo uma mulher preta e pobre, passei por diversas situações de racismo, de menosprezo e sempre tive em mente que para tudo que fosse fazer eu teria que ser a melhor, mil vezes mais dedicada, pois caso contrário não seria nem notada. O meio corporativo tem uma potência em termos de empregabilidade e exemplo para outras empresas e até para a sociedade, e deve exercer essa potência para tornar os ambientes cada vez mais respeitosos, inclusivos, favorecendo o bem-estar geral”, declara.

Por fim, para Sarah Nogueira, 24 anos, estudante de Engenharia Química, a Braskem realiza um processo seletivo inovador, desafiador e transformador, uma vez que o game dá a oportunidade de experimentar como é a realidade da companhia, através dos desafios propostos. Segundo ela, a relação da empresa com o tema diversidade e inclusão foi um dos fatores que levou em consideração na hora de escolher a Braskem. “É uma empresa onde realmente, no dia a dia, podemos vivenciar a diversidade e a inclusão. Nos times, é normal ter pessoas de diferentes raças, cores, gêneros, de diversas regiões do país e do mundo e com vastas bagagens e experiências. É ótimo trabalhar em um ambiente onde você pode aceitar o outro como ele é e reconhecer sua importância para o time, além de poder ser você mesmo e trazer suas contribuições”, finaliza.

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Salada La Vita ganha embalagem com filme selável de fácil abertura

06/08/2021

A novidade é fruto de um desenvolvimento com o filme de poliéster da Terphane, da linha Sealphane.

A pandemia acelerou algumas tendências de consumo que vinham sendo percebidas, entre elas alimentos prontos oferecidos no varejo tradicional e no e-commerce. Neste segmento, um dos itens que cresce de forma animadora é a categoria FLV (frutas, legumes e vegetais) prontos para o consumo.

​Atenta a este movimento do mercado, a Salada La Vita lançou em maio deste ano uma linha pronta para o consumo em uma embalagem igualmente inovadora: uma bandeja APET (poliéster amorfo) com tampa feita com um filme de poliéster (PET) selável e de fácil abertura . “A solução vai ao encontro dessa necessidade crescente do varejo e do e-commerce de oferecer saladas para consumo “on the go” (em movimento), com  conveniência e funcionalidade”, explica José Ricardo Sorbile, Gerente Nacional de Vendas da Terphane.

Mas a solução só foi possível graças ao filme PET da Terphane. O filme escolhido para a tampa da embalagem foi o da linha Sealphane. Entre seus atributos, a empresa destaca a selagem automática que garante eficiência e rapidez ao processo, além de evitar perdas de produto e diminuir o risco de contaminação pela manipulação. Segundo a Terphane, a tampa é totalmente transparente, permitindo a clara visualização do produto já que o filme possui tratamento antifog (anti embaçamento).

Como reforçou o porta-voz Nick Kramer, Diretor Industrial da empresa La Vita, “após diversos testes, o filme da Terphane se mostrou ideal para atender às necessidades de nosso produto – a salada fresca. Além de manter as propriedades dos alimentos inalteradas, o atributo do antifog permitiu melhorar a apresentação no PDV, garantindo uma exposição adequada e ganho de competitividade.”.

A Terphane afirma que esta embalagem também permite que a bandeja selada seja empilhada durante o manuseio e distribuição, garantindo otimização logística e economia de espaço no transporte e na armazenagem. Ela também possibilita a apresentação do produto nas posições vertical ou horizontal na gôndola (PDV).

“Toda a solução está alinhada a um outro conceito bastante importante nos dias atuais, o da segurança alimentar. A embalagem pode conter diversos compartimentos, igualmente selados, e que possibilitam separar proteína, cereais e molho, mantendo o frescor de cada item e aumentando sua vida de prateleira “, explica Sorbile. Segundo ele, a embalagem também pode ser refrigerada e o filme permite a selagem até 210ºC, sem deformação.

O lançamento da Salada La Vita também se destaca pela sustentabilidade da embalagem: ela é mono material – bandeja e tampa de poliéster – e reciclável. Além disso, a Terphane afirma que o filme PET utilizado tem apenas 25µm e não atinge nem 1g por embalagem de salada; um peso muito menor quando comparado ao de uma tampa rígida. Isto contribui para gerar um volume menor de lixo. “O conjunto destaca a marca e o produto no PDV e aumenta sua competitividade pelo caráter inovador e adequado ao novo canal do e-commerce”, conclui José Ricardo Sorbile.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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BASF registra resultados fortes no segundo trimestre como resultado de preços e volumes mais altos

06/08/2021

 

  • Crescimento de 56% em vendas, registrando € 19,8 bilhões
  •  O EBIT antes de itens especiais aumentou significativamente para € 2,4 bilhões
  •  Fluxos de caixa das atividades operacionais totalizaram € 2,5 bilhões, um aumento de € 295 milhões em relação ao trimestre do ano anterior
  •  A perspectiva de 2021 para as vendas aumentou entre € 74 bilhões e € 77 bilhões e para o EBIT antes de itens especiais entre € 7,0 bilhões e € 7,5 bilhões

“A forte dinâmica de crescimento dos dois trimestres anteriores continuou graças aos preços e volumes mais altos e podemos apresentar resultados muito fortes do segundo trimestre hoje”, disse o Dr. Martin Brudermüller, presidente da Junta Diretiva da BASF SE, que apresentou os resultados do segundo trimestre juntamente com o diretor financeiro, Dr. Hans-Ulrich Engel.

“Alcançamos um crescimento de volumes e aumentos de preços em todas as regiões e todos os segmentos em comparação com o segundo trimestre de 2020”, disse Brudermüller.

As vendas aumentaram € 7,1 bilhões em comparação com o segundo trimestre de 2020, para € 19,8 bilhões. Esse crescimento de vendas de 56% foi em grande parte atribuído a preços e volumes mais altos em todos os segmentos. Os níveis de preços nos segmentos de Tecnologias de Superfície, Químicos e Materiais em particular aumentaram, enquanto os volumes aumentaram principalmente nos segmentos de Tecnologias de Superfície, Materiais e Soluções Industriais. Os efeitos negativos da moeda tiveram um impacto compensatório.

A receita operacional (EBIT) antes de itens especiais no segundo trimestre de 2021 foi consideravelmente maior do que o nível pré-pandêmico de € 1 bilhão no segundo trimestre de 2019 e aumentou em comparação com o trimestre do ano anterior em mais de € 2 bilhões para atingir € 2,4 bilhões. Isso se deve principalmente ao aumento considerável no EBIT antes de itens especiais nos segmentos de Químicos e Materiais. Os segmentos de Tecnologias de Superfície e Soluções Industriais também aumentaram os ganhos consideravelmente. Em contraste, o EBIT antes de itens especiais em Outros e nos segmentos de Nutrição & Cuidados e Soluções para Agricultura diminuiu consideravelmente. O EBIT aumentou de € 59 milhões no segundo trimestre de 2020 para € 2,3 bilhões. A receita de operações antes da depreciação, amortização e itens especiais (EBITDA antes de itens especiais) aumentou € 2,0 bilhões em comparação com o segundo trimestre de 2020 para € 3,2 bilhões. O EBITDA cresceu € 2,1 bilhões para chegar a € 3,2 bilhões.

“Lucros consideravelmente maiores em nossos negócios upstream devido a preços e volumes mais altos foram o principal fator para o forte aumento nos ganhos em geral”, disse Brudermüller. “Em nossos segmentos downstream, também conseguimos aumentar os volumes e preços com base na forte demanda.”

Desenvolvimento dos fluxos de caixa no segundo trimestre de 2021

Os fluxos de caixa das atividades operacionais totalizaram € 2,5 bilhões no segundo trimestre de 2021, € 295 milhões acima do valor do trimestre do ano anterior. A melhoria foi atribuída principalmente ao lucro líquido consideravelmente maior de € 1,7 bilhão. Em € 1,8 bilhão, o fluxo de caixa livre aumentou € 254 milhões em comparação com o segundo trimestre de 2020.

Desenvolvimento de ganhos nos segmentos da BASF no segundo trimestre de 2021

As vendas no segmento de Químicos aumentaram consideravelmente em 91% em comparação com o trimestre do ano anterior, para € 3,4 bilhões. O aumento das vendas foi devido principalmente aos níveis de preços significativamente mais altos, em grande parte devido à forte demanda juntamente com a menor disponibilidade do produto. O EBIT antes de itens especiais de € 990 milhões ficou consideravelmente acima do nível do segundo trimestre de 2020. Em grande parte, isso pode ser atribuído a um EBIT consideravelmente mais alto antes de itens especiais na divisão de Petroquímicos. O EBIT antes de itens especiais também aumentou consideravelmente na divisão de intermediários.

Em comparação com o segundo trimestre de 2020, as vendas no segmento de Materiais aumentaram 75%, para € 3,7 bilhões. O desenvolvimento de vendas resultou principalmente de um aumento significativo de volumes relacionado à demanda. Com € 792 milhões no total, o EBIT antes de itens especiais aumentou consideravelmente em ambas as divisões.

As vendas de € 2,4 bilhões no segmento de Soluções Industriais no segundo trimestre de 2021 foram consideravelmente maiores do que no trimestre do ano anterior, particularmente na divisão de Dispersões e Pigmentos. O crescimento das vendas foi em grande parte atribuído a maiores volumes em quase todos os negócios em ambas as divisões. O EBIT antes de itens especiais aumentou consideravelmente em ambas as divisões em comparação com o segundo trimestre de 2020 e atingiu € 307 milhões. A divisão Dispersões e Pigmentos foi renomeada para Dispersões e Resinas em 1º de julho de 2021 após o fechamento da alienação do negócio global de pigmentos da BASF.

As vendas no segmento de Tecnologias de Superfície aumentaram consideravelmente em comparação com o segundo trimestre de 2020, especialmente na divisão de Catalisadores. O aumento de 90% nas vendas, para € 5,9 bilhões, foi atribuído a preços e volumes significativamente mais altos. O EBIT antes de itens especiais atingiu € 289 milhões e ficou consideravelmente acima do nível do trimestre do ano anterior em ambas as divisões devido principalmente aos volumes de vendas. Além disso, o desempenho dos lucros na divisão de Catalisadores foi apoiado por uma contribuição consideravelmente maior do comércio de metais preciosos.

As vendas no segmento de Nutrição e Cuidados aumentaram 2% em comparação com o trimestre do ano anterior, atingindo € 1,6 bilhão. Isso foi impulsionado por um crescimento considerável nas vendas na divisão Care Chemicals, enquanto as vendas na divisão Nutrição & Saúde diminuíram consideravelmente. Em € 138 milhões, o EBIT antes de itens especiais diminuiu consideravelmente em comparação com o segundo trimestre de 2020, devido principalmente a margens mais baixas e custos fixos mais altos em ambas as divisões.

As vendas de € 2,0 bilhões no segmento de Soluções para Agricultura ficaram consideravelmente acima do nível do segundo trimestre de 2020. Isso se deve principalmente aos volumes consideravelmente maiores em todas as regiões e aos preços mais altos. Os efeitos cambiais negativos, especialmente na América do Sul e do Norte, tiveram um impacto de amortecimento nas vendas. Apesar das vendas mais altas, o EBIT antes de itens especiais de € 75 milhões ficou consideravelmente abaixo do nível do trimestre do ano anterior. Isso se deve principalmente aos efeitos cambiais, bem como aos custos fixos mais elevados.

As vendas em Outros aumentaram consideravelmente em comparação com o trimestre do ano anterior e alcançaram € 793 milhões. Isso refletiu principalmente o crescimento das vendas no comércio de commodities. O EBIT antes de itens especiais ficou consideravelmente abaixo do valor do trimestre do ano anterior. Isso se deve principalmente a maiores acréscimos nas provisões para componentes de remuneração variável (bônus) como resultado do forte segundo trimestre de 2021.

Perspectivas do Grupo BASF para 2021

A avaliação do ambiente econômico global em 2021 foi ajustada da seguinte forma (previsão anterior da Declaração Trimestral da BASF Q1 2021 entre parênteses):

  • Crescimento do produto interno bruto: +5,5% (+5,0%)
  • Crescimento da produção industrial: +6,5% (+5,0%)
  • Crescimento na produção de produtos químicos: +6,5% (+5,0%)
  • Taxa de câmbio média euro/dólar de $ 1,20 por euro ($ 1,18 por euro)
  • Preço médio anual do petróleo (petróleo Brent) de $ 65 por barril
    ($ 60 por barril)

Devido ao forte desenvolvimento de negócios no primeiro semestre de 2021, a retomada contínua da economia global e o aumento considerável nas expectativas de lucros nos segmentos de Químicos e Materiais, a previsão para o ano fiscal de 2021 foi ajustada da seguinte forma (previsão anterior de a Declaração Trimestral BASF Q1 2021 entre parênteses):

  • Crescimento das vendas entre € 74 bilhões e € 77 bilhões
    (entre € 68 bilhões e € 71 bilhões)
  • EBIT antes de itens especiais entre € 7,0 bilhões e € 7,5 bilhões
    (entre € 5,0 bilhões e € 5,8 bilhões)
  • Retorno sobre o capital empregado (ROCE) entre 12,1% e 12,9% (entre 9,2% e 11,0%)
  • Aumento nas vendas de Aceleradores (soluções que dão uma contribuição significativa para a sustentabilidade na cadeia de valor) para entre € 21,0 bilhões e € 22,0 bilhões (entre € 19,0 bilhões e € 20,0 bilhões)
  • Estabilização das emissões de CO2 entre 20,5 milhões de toneladas métricas e 21,5 milhões de toneladas métricas (inalterado)

Para o segundo semestre de 2021, a BASF prevê um desenvolvimento econômico industrial amplamente estável. A previsão da BASF assume que não haverá restrições severas à atividade econômica devido às medidas de combate à pandemia do coronavírus no segundo semestre de 2021.

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