Simplas mobiliza entidades nacionais e internacionais para sensibilizar Vaticano sobre equívoco de Encíclica Papal desfavorável ao uso dos plásticos

20/04/2017

  • Proposta para diálogo com o Vaticano conquista apoios da Aliplast e Braskem
  • Entidades industriais do Canadá e Estados Unidos serão contactadas
  • Plastivida oferece apoio para contato com ONGs

A iniciativa do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) de buscar uma convergência internacional do setor para dialogar com o Vaticano, a fim de obter uma nova orientação da Igreja Católica quanto ao uso e reciclagem dos plásticos, conta agora com os apoios oficiais da Associação Latino-americana da Indústria Plástica (Aliplast) e da petroquímica Braskem. O endosso foi confirmado em duas reuniões consecutivas durante a realização da Feiplastic, no Expo Center Norte, em São Paulo.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e fabricantes de máquinas para plástico do Brasil e da Itália já manifestaram também seu apoio à iniciativa do Simplas.

A idéia é subsidiar o Vaticano com informações completas e atualizadas a respeito dos benefícios dos plásticos para a humanidade, em particular sobre seu ciclo de reaproveitamento. O canal de comunicação do Simplás com a chancelaria do Papa Francisco está aberto desde o ano passado. Os contatos se iniciaram ainda em 2015, quando a encíclica Laudato Si, de caráter social e ambiental, foi publicada com um trecho que propôe que se evite o consumo do plástico (entre outros materiais).

O Simplas prosseguirá as conversações, com o aval da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), a partir de uma resposta já obtida da chancelaria do Papa Francisco, após sucessivas tentativas por meio de cartas, intermediação bispal e até contato direto com cardeais na Basílica de São Pedro.

“Os religiosos ligados ao Papa e representantes da Secretaria de Estado do Vaticano foram muito receptivos e compreenderam a necessidade de existir este diálogo e colocaram-se à disposição. A partir deste momento, cabe às lideranças internacionais do setor de plástico unirem-se e elaborarem um projeto de diálogo com o Vaticano, com o objetivo de sensibilizar os cardeais da Secretaria de Estado e, posteriormente, dialogar com o Papa Francisco”, afirma Jaime Lorandi (foto), presidente do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplas).

A encíclica Laudato Si, divulgada em 18 de junho de 2015, tem caráter social e ambiental. Em determinado trecho, o documento sugere aos fiéis católicos – que correspondem a aproximadamente 1,3 bilhões de pessoas no mundo todo – “evitarem o uso de material plástico”. “Esta orientação do Papa pode influenciar as idéias e o comportamento de bilhões de pessoas nas próximas décadas”, adverte Lorandi.

Na condição de empresário do ramo de plásticos e, ao mesmo tempo, de estudioso diletante de Encíclicas Papais, a posição única de Jaime Lorandi lhe permitiu cedo identificar o equívoco da orientação da Encíclica sobre o uso dos plásticos, a qual, inclusive, é contraditória com a visão do Papa sobre o combate à pobreza e à fome.

“A maioria dos povos descartam os produtos pós-consumo de forma não ecológica, tratando-os como lixo e jogando-os no meio ambiente. Esta forma errônea de destinação criou uma mentalidade de que os plásticos poluem, gerando uma onda de desinformação contra o uso do material. Caso a humanidade evite ou exclua os plásticos de sua vida, haverá muito mais famintos, sedentos, despidos, doentes, desabrigados e com menos possibilidade de deslocamento geral. Inclusive, haverá maior dano ambiental, provocado pelo uso de outros materiais que exigem maiores recursos naturais e energéticos”, alerta o presidente do Simplas. “É dever das pessoas que possuem conhecimento aprofundado em plásticos, em humanidades e em uso de recursos naturais e energéticos, informar a todos sobre os benefícios deste material e alertar sobre os perigos consequentes de seu desuso e eliminação. Caso haja alteração na orientação da encíclica, este fato histórico trará uma grande repercussão positiva na cultura da reciclagem, principalmente nos países ocidentais”, afirma Lorandi.

Durante a Feiplastic 2017, o presidente do Simplás realizou várias reuniões e contatos visando mobilizar o setor para o desenvolvimento de um projeto coletivo internacional e unificado com o objetivo de conversar diretamente com o Vaticano a respeito da importância dos plásticos para a vida humana. Sobretudo, quando se cumpre o seu ciclo de descarte e reutilização.

“O avanço adicional do encontro com a Aliplast durante a Feiplastic foi a manifestação do México de levar a proposta à associação da América do Norte, que reúne as indústrias de Canadá e Estados Unidos. Para que também eles apóiem a formação de uma linguagem única de todo o setor, a nível mundial”, afirma o presidente do Simplás.

Aval da Braskem

Durante encontro com Jaime Lorandi, também no decorrer da Feiplastic, o presidente e o vice-presidente da Braskem, Fernando Musa e Edison Terra, respectivamente, afirmaram que desconheciam o tema relativo à encíclica Laudato Si e se propuseram a encaminhar o assunto ao Conselho Mundial do Plástico (WPC, na sigla em inglês). A Braskem ocupa uma cadeira no Comitê Executivo da organização, que trata de assuntos estratégicos à cadeia plástico-petroquímica em todo o planeta.

“Eles perceberam que o assunto deve ser abordado com muito zelo. E já confirmaram que a associação internacional dos fabricantes de plástico vai apoiar e fornecer todas as informações necessárias”, afirma Lorandi.

Plastivida busca sensibilizar Organizações Não Governamentais

Visando obter o apoio de instituições de ensino e organizações não-governamentais (ONGs) ligadas ao setor, a iniciativa do Simplas conta também com o suporte da Plastivida – Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos.

“A Plastivida já se sensibilizou e vai levar o assunto às demais ONGs ligadas ao plástico, para obter também o apoio e as informações delas para formatarmos o projeto de diálogo com o Vaticano”, comenta Lorandi. O envolvimento das ONGs visa também avançar com a sensibilização de organismos internacionais sobre o tema: “Agora queremos o apoio da ONU. Queremos obter o suporte de organizações mundiais, como a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) e a OMS (Organização Mundial da Saúde), para que elas também tenham conhecimento da importância do plástico para a alimentação e a saúde do planeta”, finaliza Lorandi.

Fonte: Simplas; foto: Júlio Soares / Objetiva (divulgação Simplas)

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Tecnologia de Hot Stamping da Ineos Styrolution é escolhida por fabricantes de peças automotivas

19/04/2017

Stand da Ineos Styrolution durante a Feiplastic 2017

Tecnologia de hot stamping reduz a complexidade do processo de produção de grades frontais

A Ineos Styrolution, líder global em estirênicos, foi escolhida como fornecedora exclusiva de material ASA por vários fabricantes de soluções para a indústria automotiva no país. A tecnologia, já aplicada no Brasil por uma importante montadora global, permitirá que as empresas se beneficiem com a redução da complexidade de seu processo de produção

Luran® S é a marca de copolímero de acrilonitrila estireno acrilato (ASA, sigla em inglês) da Ineos Styrolution para aplicações exteriores não pintadas. Segundo a empresa, ela oferece excelentes propriedades para uso a longo prazo e para uma aparência de superfície de alta qualidade. Em particular, oferece estabilidade à intempérie para aplicações ao ar livre, mesmo quando não pintado. O Luran® S 777K foi selecionado em razão de sua compatibilidade com hot stamping. As cores Piano Black, Prata e Cromo, fornecidas pela KURZ do Brasil, produtora de folhas decorativas, serão utilizadas em um dos projetos.

Durante vários anos, a Ineos Styrolution tem trabalhado em parceria com os departamentos de desenvolvimento de OEMs, resultando em várias novas soluções e inovações de processos de produção. A tecnologia de hot stamping é apenas um exemplo de inovação. A Ineos Styrolution apoiou, ainda, lançamentos de diversos fabricantes na Europa e na Ásia, atraindo fabricantes brasileiros, desde sua apresentação de soluções na Feiplastic 2015 em São Paulo.

A tecnologia fornece um acabamento semelhante ao cromado e pode ser aplicada independentemente da cor da superfície, reduzindo a complexidade de montagem, bem como os custos com processos de decoração e ferramentaria, assegura a Ineos Styrolution.

“Os clientes da indústria automotiva exigem copolímeros estirênicos que oferecem melhor flexibilidade de projeto, melhor desempenho e excelência no acabamento de superfície. Pedidos especiais, como uma aparência robusta e desportiva, levando em conta as necessidades dos entusiastas por atividades e de transporte, aumentam as exigências dos materiais usados. Estes fatores exigem um material de alto desempenho, fazendo com que o Luran ® S seja o polímero ideal. Esta aplicação pioneira de um cliente local é uma excelente oportunidade para a Ineos Styrolution mostrar seus produtos e a expertise em estirênicos para aplicações automotivas sofisticadas”, diz Paulo Motta, diretor de Negócios da empresa na América do Sul.

“A nova tecnologia de hot stamping foi adotada por muitos OEMs em todo o mundo para criar alta qualidade e design arrojado nas grades frontais. A tecnologia permite não só novos projetos, mas também redução de custos. O Luran ® S oferece uma excelente qualidade de superfície que não pode ser alcançada por outros materiais”, acrescenta Christophe Ginss, diretor de Vendas Automotivas para EMEA, com o papel de coordenação global.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Ineos Styrolution

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Dow apresentou inovações para o mercado de embalagens e especialidades plásticas durante a Feiplastic 2017

19/04/2017

As novas famílias de resinas da empresa permitem a produção de embalagens e filmes de alto desempenho atendendo à demanda crescente do mercado por maior eficiência

A Dow apresentou na Feiplastic 2017 suas mais recentes tecnologias e aplicações para o mercado de embalagens e especialidades plásticas: Dowlex™GM, Innate™, Agility™ e Opulux™HGT. Segunda a empresa, essas inovações proporcionam embalagens e filmes com alto potencial para inovação, maior versatilidade e otimização dos recursos naturais, usadas de maneira combinada ou independente.

Ciente da relevância da embalagem como ferramenta de marketing, uma vez que influencia na percepção do consumidor, a Dow desenvolveu a família Dowlex™GM. De acordo com a Dow, essa tecnologia aprimora atributos como transparência e brilho, fazendo com que o produto tenha maior destaque no ponto de venda. Esse conjunto de resinas também proporciona maior resistência mecânica, garantindo a proteção do produto envasado até o consumidor final, e excelente capacidade de selagem.

Outra inovação da Dow é a família de resinas Innate™, que possui equilíbrio inédito entre tenacidade e rigidez, combinando excelente resistência ao rasgo e à perfuração e tendo como resultado é um filme mais fino, leve e resistente, que traz maior eficiência à embalagem e maior segurança ao produto, afirma a empresa.

Já o Opulux™ HGT é um verniz de alto brilho, que fomenta a produção de embalagens monomateriais e, portanto, de mais fácil reciclabilidade. Esta tecnologia possibilita a substituição do processo de laminação, incrementando as resistências térmica e mecânica de embalagens flexíveis, garante a Dow.

A quarta inovação que a Dow apresentou na Feiplastic foi a família Agility™ de resinas de polietileno de baixa densidade. De acordo com a empresa, tais resinas reduzem custos e aprimoram a eficiência ao viabilizar mais produtos por quilo de matéria-prima. Entre os principais diferenciais das resinas Agility™, em comparação com formulações convencionais, estão: redução de espessura, resistência à temperaturas, maior produtividade com desempenho uniforme, resistência à tração e excelente processabilidade, assegura a Dow.

“Com a introdução dessas novas tecnologias, a Dow possibilita o desenvolvimento de embalagens e filmes que contribuem tanto para aprimorar a eficiência quanto para a otimização do uso de recursos naturais. O resultado traz benefícios não apenas para nossos clientes, mas para a cadeia como um todo”, afirma Adriano Aun, gerente de Marketing de Embalagens de Alimentos & Especialidades da Dow para a América Latina. “Seguindo as tendências do consumo, esse mercado busca cada vez mais a diferenciação e isto só é possível com investimento constante em novas soluções que enderecem de forma colaborativa os principais desafios globais, como a produção de alimentos, mudanças climáticas, energia e água”, completa.

Inovação em rede – Pack Studios

Para atender às necessidades de inovação e tecnologia de seus clientes e da cadeia de valor, a Dow criou o Pack Studios, uma rede global de especialistas em embalagens. O desenvolvimento colaborativo no aprimoramento das embalagens é o foco principal desse time. O Pack Studios possui como objetivos: aumentar a cooperação entre a Dow e toda a cadeia de valor; entregar soluções inovadoras para melhores embalagens e acelerar o ciclo de desenvolvimento para levar embalagens mais eficientes ao mercado.

Atualmente, o Pack Studios está presente no Brasil, Estados Unidos, Itália, Suíça, China e Cingapura, sendo todos interconectados. Desta maneira, a Dow consegue fazer testes de novas embalagens em qualquer lugar do mundo. Assim, caso haja necessidade de testar uma solução em um equipamento que está em Singapura, é possível enviar as amostras e utilizar o recurso de vídeo conferência para conectar com os pesquisadores na Ásia e acompanhar os processos. A rede do Pack Studios ainda permite à Dow acompanhar os últimos desenvolvimentos e antecipar novas estruturas para seus clientes.

Fonte: Assesoria de Imprensa – Dow

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COIM amplia participação no mercado de embalagens flexíveis com tinta 100% baseada em Poliuretanos

19/04/2017

Entre os dias 3 e 7 de abril, a COIM participou da edição 2017 da FEIPLASTIC (Feira Internacional do Plástico). Durante o evento, a multinacional italiana apresentou suas novidades, dentre elas, a tinta 100% PU. Trata-se de uma tinta para embalagens flexíveis. Com essa inovação adicionada a seu portfólio, a multinacional italiana tem como objetivo não apenas consolidar sua expertise num mercado em que já possui mais de 50% de market share na linha de adesivos para a laminação, como também ampliar a abrangência dos seus produtos, iniciada com resinas AP e adesivos.

Estima-se que, anualmente, sejam produzidas 50 mil toneladas de tintas no Brasil. Uma oportunidade para a qual grandes empresas tem olhado nos últimos anos. “Os investidores enxergam o Brasil como um mercado muito promissor para essa área. Empresas que estão consolidadas na Europa e Ásia tentam ganhar espaço em países emergentes. A COIM sai na frente, uma vez que tem uma unidade no Brasil e já produz a resina poliuretânica em sua planta.” , explica Maurício Rufo, gerente de contas da nova linha.

Para produzir a tinta 100% PU, a planta da COIM em Vinhedo ganhou novas instalações com equipamento que complementa a estrutura já existente, utilizada na produção dos adesivos. “Teremos uma tinta 100% poliuretânica. Atualmente, a maioria do que existe no mercado possui nitrocelulose. O nosso produto será inovador ao oferecer uma solução que não é “mais do mesmo”, além de ser competitivo economicamente.”, complementa Maurício.

Segundo a COIM, A tinta 100% PU se destaca pela qualidade da impressão. Em comparação com outras, a resolução é melhor na impressão e o novo produto é mais resistente ao calor,  o que amplia a versatilidade da sua aplicação, afirma a empresa. A tinta 100% PU possui propriedades que possibilitam o desenvolvimento de inúmeras soluções para o mercado. Maurício destaca ainda a importância da ampliação do ponto de vista de relacionamento com o cliente: “Estamos avançando e produzindo agora, além do adesivo, a tinta para os clientes. Essa é uma maneira de nos aproximarmos ainda mais da cadeia produtiva. Ao oferecermos mais essa solução, podemos ter um atendimento mais assertivo, um contato direto com nossos compradores, o que nos possibilita entender a atender às necessidades de forma muito mais rápida e precisa.”

A COIM (Chimica Organica Industriale Milanese) é uma empresa de origem italiana especializada em policondensação (ester), poliadição (poliuretanos) e  fabricante de especialidades químicas. Fundada em 1962, em Milão, a empresa foi a primeira da Itália a produzir peróxidos orgânicos. Hoje, a multinacional opera em vários países desenvolvendo soluções on demand e prestando serviços de qualidade para os importantes grupos industriais. Possui unidades fabris na Itália, Brasil, Estados Unidos, Índia e Cingapura, além dos Centros de Pesquisa na Itália, França, Inglaterra, Alemanha e Brasil.

Fonte: Assessoria de Imprensa – COIM

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PICPlast apresentou ferramenta inédita de gestão na Feiplastic 2017

19/04/2017

Voltada para pequenas e médias empresas de transformação plástica, plataforma auxilia companhias na tomada de decisões estratégicas e realizações de novos investimentos

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) e da Braskem, marcou presença na Feiplastic 2017 e apresentaou uma ferramenta inédita que irá auxiliar as pequenas e médias empresas do setor plástico na tomada de decisões estratégicas e controle do fluxo de caixa. Com um espaço exclusivo no stand da Braskem, os visitantes puderam conhecer de perto os programas de capacitação desenvolvidos pelo PICPlast, que já ajudou mais de 500 empresas transformadoras da indústria do plástico no Brasil nos últimos 3 anos.

Entre as novidades que foram apresentadas pelo Plano na feira, o destaque ficou por conta da ferramenta “Análises de investimentos”, que foi desenvolvida para ajudar a empresas que estejam planejando realizar algum investimento ou avaliar um projeto como por exemplo adquirir um novo equipamento ou molde. Para tanto, o PICPlast contratou a consultoria Advisia OC&C para desenvolver uma ferramenta que fosse intuitiva e prática e que atendesse a indústria de transformação.

Construído na linguagem Excel, o programa realiza cálculos sofisticados e indica resultados que apontam se os investimentos previstos são realmente vantajosos ou negativos. Disponibilizada gratuitamente para os visitantes da feira, a ferramenta é uma boa solução do ponto de vista financeiro capaz de apontar informações como a taxa de retorno projetada para os investimentos e se é realmente interessante para o empresário tomar crédito para uma expansão que esteja pensando em realizar.

“Com essa nova plataforma, queremos capacitar e profissionalizar as empresas do setor para que elas se tornem mais competitivas no mercado nacional e internacional”, afirma Edison Terra, vice-presidente da Braskem. Já para José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST, a ferramenta irá beneficiar empresas que atuam em diversos segmentos. “São investimentos como esse que impactam positivamente o dia a dia da indústria de transformação”, conta.

Também durante a Feiplastic, os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer a versão atualizada do programa “Custos e rentabilidade”, que já está disponível para as empresas do mercado de forma gratuita. Desenvolvida para companhias que ainda não possuem sistemas de alta performance, ela funciona como uma plataforma simples e auxilia os transformadores na gestão dos negócios. Nela é possível inserir informações importantes sobre a rotina da companhia e gerar relatórios que apontam para cenários futuros e real capacidade da empresa em atender as demandas dos seus clientes.

Para ter acesso ao material, os visitantes devem se cadastrar previamente no site do PICPlast: http://www.picplast.com.br

Fonte: Abiplast

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Resultados da Feiplastic 2017 refletem sinais de recuperação da indústria do Plástico e marcam retomada de confiança no mercado de eventos

17/04/2017

Feira Internacional do Plástico recebe aprovação dos expositores, que elogiaram a qualificação do público e o clima favorável para os negócios, muitos deles “fechados” no próprio evento

Saudada pelos expositores como um ambiente propício para ampliar contatos e realizar negócios no setor, a Feiplastic 2017 – Feira internacional do Plástico concluiu suas atividades com público de 56.324 visitantes/compradores, entre os dias 3 e 7 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo. “A Feiplastic tem revelado cada vez mais sua vocação de ser um ambiente propício para se fechar negócios efetivos”, resumiu o diretor de Eventos da Reed Exhibitions Alcantara Machado, Leandro Lara.

Foram mais de mil marcas expositoras nacionais e internacionais, provenientes também de outros 15 países como Áustria, China, EUA, França, Índia, Itália, Portugal, Reino Unido e Suíça. Também vieram visitantes de mais de 30 países como Itália, EUA, Portugal, Alemanha e Espanha.

A próxima edição da Feiplastic está confirmada pela Reed Exhibition Alcantara Machado para ocorrer nos dias 8 a 12 de abril de 2019, no Expo Center Norte.

Bastante satisfeito com o resultado da Feiplastic 2017, o presidente da ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), José Ricardo Roriz, entidade apoiadora institucional da Feira, afirmou que o evento foi um “sucesso”, ressaltando que muitas ações iniciadas terão continuidade, deixando um legado positivo para toda a cadeia. Ele ainda destacou algumas conquistas obtidas na Feira como a forte presença de estudantes do ensino técnico, que puderam acompanhar o processo completo de reciclagem na Operação Reciclar (leia mais sobre a operação abaixo), o convênio firmado com a ETEC Guaracy Silveira para fornecer conteúdo técnico à grade curricular, além de criar um banco de talentos com os melhores alunos para que possam ser mais acessíveis aos potenciais empregadores da indústria. “Outro destaque foi o lançamento do Banco de Resíduos, que reúne recicladoras e empresas e fomentará negócios entre as duas pontas da cadeia”, completou Roriz.

A Tenderic do Brasil, uma das principais fabricantes de máquinas injetoras, além de já ter fechado negócios, espera ainda concretizar outros mais a partir das negociações iniciadas na Feiplastic. “Vendemos as duas máquinas que trouxemos e estamos em negociações para comercializar outras que podem gerar lucros que vão de R$ 2,8 milhões a R$ 3 milhões”, afirmou o diretor Comercial, Mário Bonando. Atendendo setores como o automobilístico, a “linha branca” de eletrodomésticos e o de fabricantes de utilidades domésticas, Bonando disse que a Feira permitiu ampliar sua clientela, estabelecendo contatos comerciais com várias outras empresas. “Posso dizer que nossas expectativas foram 100% atingidas”, afirmou.

A Feiplastic foi bastante exitosa para a Haitian, fabricante de injetoras. Nas contas do gerente Roberto C. Melo, foram vendidas mais de 40 máquinas nos cinco dias do evento. “Só nos primeiros três dias já tínhamos conseguido realizar vendas efetivas de mais de 30 máquinas”, informou.

“No geral, a feira foi boa e interessante pelo mix de clientes que nos procuraram. Realizamos negócios efetivos, com a venda de duas máquinas e esperamos ampliar as vendas nos próximos meses. Pelo menos, o mercado já dá sinais de crescimento; saímos da inércia”, ressaltou o diretor da Wortex Máquinas, Paolo De Filippis. Ele destacou ainda a participação da empresa na Operação Reciclar, que mostrou ao público o que é possível fazer com o material plástico. “Atendi muitas pessoas que ainda desconhecem o potencial de reciclabilidade do plástico, que está presente cada vez mais na vida das pessoas”.

Os negócios fechados durante a Feira também foram destacados pelo presidente da ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais), Paulo Castelo Branco. “Em quatro dias, mais de 40 máquinas foram vendidas. A participação foi muito importante para nós e para todos os nossos associados que estiveram aqui”, avaliou. O executivo disse ainda que é essencial que as empresas troquem experiências e façam contatos, especialmente em momentos de dificuldade econômica, como o que o Brasil atravessa atualmente. “Não tenho dúvida de que a Feiplastic é o espaço e momento para isso dentro da cadeia do plástico”.

Para os produtores químicos e de matérias-primas, um dos importantes setores presentes na Feiplastic, o balanço também foi positivo. “A feira foi bastante satisfatória. Durante os cinco dias, recebemos clientes diretos, além de outros da área de engenharia e de toda a cadeia da indústria, que têm um peso relevante para as soluções que a Solvay desenvolve e que agregam alto valor aos produtos transformados”, avaliou Emy Yanagizawa, gerente comercial de Performance Polyamides da Rhodia Solvay Group.

O diretor Comercial para Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow, Eide Garcia, também aprovou a oportunidade de estreitar laços com os clientes. Para ele, foi de extrema importância entender melhor a demanda dos seus parceiros “para construir juntos tecnologias que agreguem valor aos transformadores, aos donos de marca e ao consumidor”.

Segundo o presidente da ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), Laércio Gonçalves, as empresas que participaram desta edição da Feira não apenas tiveram a oportunidade de apresentar seus portfólios e novos produtos, mas de fazer um trabalho de aproximação com o cliente que é vital para todo o setor. “Além disso, o evento nos permitiu ultrapassar as paredes de nossos escritórios e empresas e discutir juntos problemas que afligem toda a cadeia e também a sociedade”, completou. Gonçalves se refere a assuntos como a equalização tributária do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), métodos para melhorar a gestão, fim da inadimplência, além das questões envolvendo sustentabilidade.

Rodadas de Negócios promoveram cerca de 280 reuniões e movimentaram mais de R$ 60 milhões

Em conjunto com o Think Plastic Brazil, programa de apoio à exportação de plásticos criado pelo Instituto Nacional do Plástico e pela a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), a Rodada de Negócios Internacional da Feiplastic 2017 contou com a realização de 217 reuniões, gerando aproximadamente R$ 40 milhões em negócios a partir do evento. A rodada teve a participação de 46 empresas brasileiras e a presença de 11 compradores internacionais de nove diferentes países, entre eles México, Argentina, Uruguai, Chile. Já na Rodada de Negócios Nacional, organizada pela Reed Exhibitions, foram mais de 60 reuniões, gerando cerca de R$ 20 milhões.

Cresce público com maior poder de decisão de compra

Para a Cromex, líder no mercado nacional de concentrados de cores e aditivos para plásticos, A Feiplastic se mostrou um importante canal de relacionamento, principalmente para o lançamento de produtos. O coordenador de Desenvolvimento de Cores e Matérias-Primas, Roberto Herrero Lopes, fez questão de destacar a qualidade do público, que segundo ele, foi superior ao da edição anterior. “Identificamos uma grande oportunidade para aumentar nossa participação no mercado de PET com a  resposta positiva que tivemos dos clientes”, afirmou. A constatação de Lopes vai ao encontro da pesquisa realizada pela Reed Exhibitions a partir das inscrições dos visitantes/compradores na Feira deste ano. Pelos números levantados, 38% dos pré-credenciados declararam estarem dispostos a investir mais de R$ 1 milhão, montante que, acumulado e somado ao longo dos cinco dias do evento, totaliza cerca de R$ 650 milhões. Ainda de acordo com o levantamento da Reed, o número de visitantes com mais poder de decisão de compra aumentou 26% em relação à edição passada.

“O evento está muito bom, qualificado, e nossas expectativas foram atingidas. Nosso objetivo principal foi nos aproximarmos dos cientes cativos e estabelecer vários novos contatos, o que foi bastante positivo”, afirmou o diretor geral da Fortymil, Ricardo Mason. Na mesma linha, o diretor geral da Activas, Laércio Gonçalves (que também preside a Adirplast), afirmou estar muito satisfeito com os contatos realizados. “Viemos com o objetivo de melhorar relacionamentos e mostrar os novos lançamentos. Aqui conseguimos fidelizar os clientes que encontramos”, completou.

Operação Reciclar coleta cerca de dezesseis toneladas de materiais

Com o propósito de incentivar a coleta e a reciclagem de materiais plásticos durante a Feiplastic, a Operação Reciclar registrou a presença de 10.863 visitantes e aproximadamente dezesseis toneladas de material coletado. Além disso, oito bicicletas fabricadas com plástico reciclado produzidas pela Muzzicycles foram sorteadas, com a participação de mais de 3,5 mil visitantes que se inscreveram para o sorteio. Também foram distribuídos dois mil kits de vasos com plantas para os que compareceram ao espaço. A Operação Reciclar teve a curadoria da ABIPLAST, com o patrocínio master da Braskem e apoio institucional da Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo.

Fórum Feiplastic e Arena do Conhecimento somaram 46 horas de conteúdo

Um dos pontos altos da Feira, o compartilhamento de experiências, de conhecimentos e atualização profissional ocorrido no Fórum Feiplastic e na Arena do Conhecimento, foi responsáveis por 46 horas de conteúdo em palestras e exposições com temas técnicos e relacionados à importância do plástico nos diversos setores da indústria e da sociedade.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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ABIEF divulga pesquisa indicando que o ano 2017 ainda será de ajustes para o setor

17/04/2017

Estudo aponta que ajustes internos e condições internacionais favoráveis podem iniciar um processo de retomada de negócios, apesar da produção ter ficado praticamente estagnada em 2016

Em um cenário onde os preços do gás natural e do petróleo tendem a permanecer baixos – por volta de US$ 60 o barril de petróleo – alguns analistas apostam que nos próximos 3 a 4 anos haverá uma onda de investimentos, principalmente em plantas de PE (polietileno). Segundo Otávio Carvalho, da Maxiquim, empresa que produziu um estudo de mercado exclusivo para a ABIEF, isto levará a uma queda entre 15% e 20% no preço das resinas já em 2018, em comparação a 2016, especialmente na Europa.

Em 2016 estima-se que a demanda brasileira de PE e de PP (polipropileno) tenha superado a marca de 3,8 milhões de toneladas, com uma leve alta em PP (0,6%) e queda em PE (1,4%), no comparativo com o ano anterior. Mundialmente, a produção de PE está avaliada em 110 milhões de toneladas, com uma demanda ao redor de 100 milhões de toneladas. Para 2017, a previsão é de um aumento de demanda de 0,3% nessas poliolefinas. No longo prazo, a alta se manterá entre 2% e 3% ao ano.

As exportações brasileiras de poliolefinas foram recorde em 2016, com alta de 20,2%; já as importações registraram queda de 0,5%. O saldo na balança comercial foi positivo em 513 mil toneladas. Os EUA foram responsáveis por 40% das importações de resinas brasileiras; já a Argentina respondeu por 40% das exportações para o Brasil.

“Vale lembrar que 42% das receitas da Braskem no ano passado foram provenientes de operações fora do Brasil”, lembra Carvalho. Ele alerta ainda para o fato de que em 2016 “atrasos das plantas de eteno e de PEs melhoraram substancialmente as projeções de oferta x demanda, em termos de margens, níveis de operação e rentabilidade das plantas”.

Stand Up Pouch desponta entre as embalagens flexíveis

Proporcionalmente, uma das embalagens flexíveis com melhor desempenho em 2016 no Brasil, foi o stand up pouch (SUP). Embora os principais setores usuários de embalagem tenham registrado queda na demanda de flexíveis em 2016 – exceto alimentos, com alta de 0,7% – a Maxiquim aposta em dois setores para alavancar o consumo em 2017: produtos de higiene pessoal e agropecuário.

A indústria de embalagens plásticas flexíveis fechou 2016 com uma produção de 1,834 milhão de tonelada (queda de 0,1% em comparação a 2015) e um faturamento de R$ 21 bilhões (alta de 6%). A participação dos diferentes tipos de resina no volume de produção foi: PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) 50%, PEBD (polietileno de baixa densidade) 23%, PP 17% e PEAD (polietileno de alta densidade) 10%.

Em toneladas, tanto as exportações como as importações de embalagens flexíveis sofreram queda de, respectivamente, 30% e 23% em 2016, em comparação com 2015. Em valores, as quedas foram mais acentuadas: exportação 40% e importação 34%. Contudo, a participação das embalagens flexíveis na indústria de transformados plásticos continua importante: 29%.

Foram apontados como pontos relevantes para o setor em 2017:

  • retomada lenta da economia levará a um crescimento pequeno no contexto doméstico;
  • o setor se deparará com muitas empresas em dificuldades para reequilibrar suas margens;
  • os investimentos continuarão em um ritmo lento por conta da instabilidade econômica;
  • o aperto no crédito tende a retroceder;
  • as mudanças regulatórias continuam no radar;
  • poderá haver uma recuperação do terreno perdido para importações;
  • e as exportações com plástico contido sofrerão, mas por outros motivos, como a operação Carne Fraca.

Com 40 anos de atividades, a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – ABIEF

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Clariant lança o ColorForward® Automotive 2018

17/04/2017

  • A terceira edição inclui amostras de carpete e placas texturizadas
  • As tendências dos consumidores sugerem desapontamento, mas também determinação
  • Tendências de cores personalizadas para designers automotivos

A Clariant, uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas, lançou a Edição Automotiva do ColorForward® 2018. A terceira edição da ferramenta de análise de cores e tendências para designers e profissionais de marketing do setor automotivo inclui um novo formato de protótipo: amostras de carpete e de placas texturizadas.

A ferramenta de análise de tendências e design de cores “ColorForward” da Clariant é publicada anualmente desde 2006 com o objetivo de ajudar designers de produtos plásticos e profissionais de marketing a tomarem decisões sobre cores de maneira mais fundamentada. Ela apresenta quatro tendências sociais globais que provavelmente influenciarão os consumidores e então relaciona cada tendência a cores que provocam uma resposta emocional. Nos últimos três anos, o ColorForward Automotive tem focado as necessidades e interesses desse mercado.

Roberto Romanin, designer gráfico da Clariant ColorWorks®, explica: “Neste ano, reformulamos a apresentação para demonstrar melhor aos designers como as tendências de consumo podem ser traduzidas em cores e como estas podem ser usadas em aplicações automotivas. Das 20 cores que compõem a paleta de 2018, selecionamos aquelas que, segundo a nossa Equipe Automotiva, são as mais adequadas para o setor e as apresentamos em formatos e materiais que simulam as superfícies e texturas comuns no design de veículos”.

Como as cores nem sempre têm a mesma aparência quando são produzidas em materiais diferentes, as cores de 2018 são apresentadas em formatos correlatos aos diferentes componentes automotivos:

  • Grandes placas de plástico, algumas delas texturizadas para simular superfícies internas;
  • Pequenos “carros-conceito” moldados em plástico para ilustrar superfícies curvas;
  • Amostras de tecido em couro (novidade na edição do ano passado) para estofados;
  • Amostras de carpete, uma novidade na edição de 2018.

As amostras de carpete foram desenvolvidas em parceria com a área de negócios Performance Yarn, do Radici Group, em Bérgamo, Itália. Grande produtora de fibras sintéticas, a Radici possui uma moderna máquina de prototipagem que é capaz de criar amostras de carpete em questão de minutos. Ela se mostrou ideal para que fossem experimentadas as diversas combinações de cores e produzidos os protótipos do kit de apresentação do ColorForward Automotive.

Todas as quatro tendências identificadas no ColorForward 2018 refletem um sentimento generalizado de tristeza, medo e desconfiança em relação ao mundo que conhecemos. Essa melancolia reflete-se nas tonalidades esmaecidas e um tanto acinzentadas das cores selecionadas. Ao mesmo tempo, entretanto, há uma certa resolução, uma determinação para resistir e um otimismo cauteloso sobre o fato de que as pessoas podem fazer a diferença e que as coisas vão melhorar com o tempo; por isso muitas das cores são também quentes, orgânicas e repletas de esperança.

Dentre as tendências e as cores de ColorForward 2018 destacam-se:

Newmorrow

O tema da tendência Newmorrow reflete uma espécie de espírito “yin-yang” entre os consumidores. Por um lado, eles acreditam que o “sistema” está corrompido e é incapaz de mudar as condições socioeconômicas que se tornaram intoleráveis. Também há, entretanto, a convicção de que a mudança ainda é possível… Não através do governo, mas por meio dos esforços de pessoas comuns e de pequenos grupos. As pessoas compreendem que essa mudança acontecerá lentamente; por isso é necessário adotar um “pensamento de catedral”. Assim como foi necessário o trabalho de várias gerações para construir as grandes igrejas medievais da Europa, a tarefa de mudar e melhorar um sistema corrupto exige um forte empenho, uma visão de longo prazo e a crença de que o objetivo final será alcançado.

Não é de surpreender, portanto, que a paleta de cores Newmorrow inclua um verde acastanhado chamado Primordial Soup. A cor remete a referências ao esgoto e à morte e, por isso, algumas pessoas já chegaram a se referir a ela como “a cor mais feia do mundo”. No entanto, ela também nos faz lembrar do rico e verdejante substrato biológico que gerou a vida como a conhecemos.

LongitudeLatitudeAttitude

A insatisfação com as formas convencionais de viver também está por trás do tema da tendência LongitudeLatitudeAttitude. Reconhecemos que há um número cada vez maior de seres humanos que estão abrindo mão de ter um endereço fixo. São os “novos nômades”. Muitos deles são artistas, músicos ou empreendedores criativos, mas o que eles realmente têm em comum é o desejo de um estilo de vida errante e minimalista, restringindo suas posses ao que consigam carregar com conveniência. Os cidadãos do Novo Mundo prezam pela flexibilidade de um estilo de vida que reflita sua paixão pela vida em constante movimento e que permita mergulharem em uma fusão de etnias e interesses.

As cores de LongitudeLatitudeAttitude são boêmias. Elas variam de um fúcsia purpúreo, chamado Nomadness, um amarelo quente quase alaranjado, chamado Kaleido tribe, a um azul acinzentado chamado Cirrus aviaticus, uma referência ao rastro de fumaça que os aviões a jato deixam no céus límpidos.

Through the mirror

Em algum lugar do caminho, muitos consumidores começaram a ter sensações desagradáveis relacionadas ao vazio de seus estilos de vida convencionais. Eles sentem que perderam o contato com seu “eu interior” ou, talvez, que nunca tenham prestado atenção ao “eu interior” quando seguem seus caminhos pela vida. O tema da tendência chamada Through the Mirror tenta capturar o sentido de “ennui”, que é o de se estar à deriva no mundo moderno, ao mesmo tempo em que se sabe que um despertar espiritual é possível.

A prática de त्राटक da ioga inspira a cor laranja perolada na paleta Through the Mirror. A pronúncia da frase em sânscrito é “trataka” e significa olhar fixamente para um ponto determinado, a fim de se concentrar na mente interior, apagar a percepção visual e distanciar-se do mundo exterior.

Nerdylicious

Fora do pessimismo que parece estar por trás das tendências descritas acima, surge a história de reconhecimento de um grupo de pessoas há muito tempo estereotipadas como um bando de desajeitados estranhos e excessivamente intelectuais: os “nerds”. O tema da tendência Nerdylicious vê que esses “crânios” são cada vez mais aceitos como inovadores em um mundo complexo, com uma curiosidade permanente e uma paixão por explorar novas ideias e enigmas intrincados.

Embora as cores de Nerdylicious sejam suaves e tênues como a maioria das cores dos outros grupos de tendências, elas também são as mais vivas e otimistas de toda a paleta de 2018. Por exemplo, Lightning Boot é um amarelo transparente, quase alaranjado, que lembra as luzes de LED de um painel de controle, enquanto Alberting out! é um branco ótico levemente sujo, uma homenagem ao maior nerd de todos: Albert Einstein. Lembra um dos jalecos que ficam encardidos após vários dias seguidos de 18 horas de trabalho.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Clariant

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Cipatex registrou alta de 8,6% nas exportações em 2016

17/04/2017

A Cipatex, líder em revestimentos sintéticos, registrou crescimento de 8,6% nas exportações em 2016, em relação ao ano anterior. Entre os principais destinos dos produtos da empresa estão os países da América Latina, Estados Unidos e Espanha. Com atuação em diversos segmentos, a maior expansão ocorreu nos setores de decoração e mineração.

Apesar do cenário econômico desfavorável, a companhia também cresceu no mercado interno e apresentou aumento de 6% no faturamento. Prestes a completar 53 anos de história, a Cipatex® comemora o bom desempenho ao longo de 2016 e projeta resultados ainda mais positivos para esse ano. “O aumento do índice de confiança do mercado, com consequente recuperação da economia e retomada de investimentos, tende a alavancar os negócios do grupo Cipatex”, comenta Fabiano Bianchi, diretor comercial da empresa.

Com forte presença nos mercados calçadista, que representa 35% dos negócios da empresa, e decoração, com 30%, a Cipatex® espera ampliar a participação no setor automotivo, que hoje corresponde a 10%. “Após alguns anos de queda, acreditamos na recuperação do setor, que ainda apresenta grande potencial para expansão dos nossos negócios”, afirma Bianchi.

Para o segmento automotivo, a companhia produz revestimentos para bancos e laterais, para-sol, painel, coifas, além de produtos para capotas, tapetes e adesivos para baterias. No setor de calçados, a empresa atua na produção de laminados de PU e PVC para cabedal e forro. Para decoração, a Cipatex® oferece revestimentos para sofás, cadeiras, poltronas, cabeceiras de cama e outros estofados. Já para mineração, um dos principais responsáveis pela alta no mercado externo, são fornecidas geomembranas de PVC (foto) utilizadas na impermeabilização de lagoas de evaporação e decantação, em pilhas de lixiviação e tanques de rejeitos minerais.

Nos últimos anos, a Cipatex® intensificou seu projeto de internacionalização e conta hoje com unidade de negócios na Espanha, na cidade de Valência, com escritório e depósito nos Estados Unidos, em Miami (Flórida) e na Argentina está presente em Buenos Aires, com a distribuidora Dinaplast. De acordo com o diretor-presidente da empresa, William Marcelo Nicolau, a Cipatex® deve investir na capacitação e melhoria das equipes presentes nos países onde há operações locais para alavancar ainda mais os negócios.

Há 52 anos o Grupo Cipatex® oferece ao mercado soluções em revestimentos sintéticos e não-tecidos. Ao todo, a Cipatex® conta com cerca de 1.400 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Cipatex

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Braskem desenvolve nova resina para aplicação em peças técnicas

17/04/2017

Solução rígida para suportar peso e resistente ao impacto em baixas temperaturas

Buscando aprimorar seu portfólio de produtos e se antecipar às demandas do mercado, a Braskem lançou a resina CG 210N. Segundo a empresa, trata-se de um copolímero heterofásico com excelente balanço de propriedades, utilizada para promover melhor desempenho de ciclos de injeção rápida. A novidade pode ser utilizada para o mercado agrícola, automotivo, de eletrodomésticos e brinquedos – peças que requerem maior rigidez.

Entre as vantagens da nova resina, afirma a Braskem, está a elevada rigidez para suportar empilhamento e boa resistência ao impacto à baixa temperatura – ideal para aplicação de peças técnicas de paredes finas. Além disso, a resina proporciona ganhos no ciclo de produção, garantindo maior produtividade, mas preservando as propriedades da peça e respeitando o seu design, garante a empresa. “A nova resina entra em um mercado de aplicação em que a Braskem ainda não atuava e, para o desenvolvimento deste material foi uma ação conjunta das áreas comercial, engenharia de aplicação, produto e industrial”, afirma Daniel Horácio, da área de Desenvolvimento de Produto de Polipropileno.

A resina, que foi originalmente desenvolvida para o agronegócio, mais precisamente para caixas agrícolas, tem o objetivo de aumentar a integridade dos produtos, com soluções de qualidade e competitividade de custos. “Com o material é possível garantir maior confiabilidade no processo logístico, manuseio e armazenagem dos materiais em comparação com sucedâneos como as caixas de cartão. Esses atributos são importantes diferenciadores para qualquer negócio, principalmente quando a logística é longa, em especial o processo de exportação”, complementa Paulo Mattos, da área de Negócios Internacionais.

Fonte: Braskem

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Evonik apresenta Avaliação de Ciclo de Vida da tecnologia Sílica/Silano para pneus “verdes”

17/04/2017

  • Uso combinado da sílica  e dos silanos da Evonik permite a produção de pneus ”verdes”
  • Pneus “verdes” com borracha S-SBR e tecnologia Sílica/Silano reduzem em 5% o consumo de combustível, segundo estudo
  • Nova LCA conclui que é possível evitar a produção de 1,4 tonelada métrica de CO2 equivalente por 150.000 km rodados

Pneus são artigos de alta tecnologia, e os componentes das bandas de rolagem exercem enorme impacto sobre o desempenho dos mesmos. Segundo a Evonik, na comparação com pneus convencionais (borracha E-SBR, com negro de fumo apenas), os pneus “verdes” (borracha S-SBR e tecnologia sílica/silano) comprovaram oferecer uma resistência ao rolamento significativamente menor, resultando em uma redução de 5% no consumo de combustível e, consequentemente, emitindo menos CO2. Além disso, eles oferecem melhor aderência – especialmente em condições de pistas molhadas – enquanto apresentam uma durabilidade comparável.

O segredo do sucesso reside na interação dos componentes: a sílica atua como carga ativa nas bandas e assegura a resistência ao desgaste dos pneus, mas, na realidade, é incompatível com a borracha S-SBR. A Evonik, que é uma das maiores fabricantes mundiais de sílica e silanos, afirma que resolveu esse problema por meio da adição de silano a fim de “acoplar” quimicamente a borracha S-SBR e a sílica.
 
Etapa seguinte: Avaliação de Ciclo de Vida

Os pneus “verdes” já comprovaram exercer um impacto significativo no consumo total de combustível dos veículos. A próxima etapa lógica era examinar o potencial impacto ambiental das bandas dos pneus à base de sílica/silano e S-SBR (pneus “verdes”) em comparação com as bandas de pneus à base de negro de fumo e E-SBR, não somente durante a fase de uso, mas em toda sua vida útil. Para examinar os efeitos ambientais durante todo o ciclo de vida, a Evonik conduziu uma Avaliação de Ciclo de Vida (LCA) abrangente, que se estendia desde a produção da matéria-prima até o fim da sua vida útil.

O estudo analisou categorias de impacto como o Potencial de Aquecimento Global (GWP, Global Warming Potential), o Potencial de Criação de Ozônio Fotoquímico (POCP, Photochemical Ozone Creation Potential) e a Demanda Energética Primária (PED, Primary Energy Demands). A unidade funcional definida foi o uso de sílica/silano e S-SBR em bandas de rolagem de pneus de carros de passeio em um trajeto de 150.000 km. Além disso, conduziu-se uma análise de sensibilidade, tendo como parâmetros o consumo de gasolina, a economia de combustível e o tempo de vida.
 
A fase de uso é crucial para a redução de emissões

De acordo com o estudo, a tecnologia de sílica/silano em pneus “verdes” consegue reduzir de modo significativo as emissões e os impactos ambientais no cenário básico em qualquer categoria de impacto relevante analisada. Em consequência, o Potencial de Aquecimento Global pode ser reduzido em 4,9% no total ao longo de todo o ciclo de vida; com a substituição do negro de fumo e do E-SBR por Sílica/Silano e S-SBR, evitam-se emissões de até 1,4 tonelada métrica de CO2 equivalente a cada 150.000 km percorridos.

O estudo também mostra que a fase de uso exerce impacto crucial sobre o ciclo de vida em geral em todas as categorias de impacto. Como os pneus “verdes” com componentes de Sílica/Silano podem reduzir de modo significativo o consumo de combustível, essa tecnologia pode desempenhar um papel importante na redução das emissões em geral.

Fonte: Evonik

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Solvay Specialty Polymers cresce na América do Sul impulsionada por inovações para os setores automotivo, aeroespacial/aeronáutica e saúde

15/04/2017

O Grupo Solvay, fornecedor global de polímeros especiais, informa que a demanda por seus polímeros de alto desempenho continua a crescer na América do Sul para apoiar tecnologias em desenvolvimento para as indústrias dos setores automotivo, aeroespacial/aeronáutica e de saúde.

“A aplicação de nossos polímeros especiais têm ganhado espaço nos diversos mercados em que atuamos aqui na região, principalmente porque substituem com vantagens outros materiais tradicionalmente usados nessas indústrias. Temos reforçado nossa presença comercial na região, procurando aproveitar as oportunidades oferecidas pelo mercado regional”, afirma Andreas Savvides, Diretor Regional de Vendas e Marketing da Solvay Specialty Polymers na América do Sul.

Mercado Automotivo – Os fabricantes de automóveis em todo o mundo estão explorando maneiras de reduzir o peso total do veículo, a fim de cumprir as próximas normas de emissões de CO2, além de desenvolver carros mais eficientes em termos de combustível. Embora os termoplásticos tenham ajudado a reduzir o peso do veículo através da substituição de metal em componentes do interior, do exterior e sob o capô, o motor automotivo continua a ser uma fronteira para a tecnologia de plásticos e polímeros.

O Polimotor 2 (foto), um motor totalmente de plástico e polímeros, desenvolvido pelo engenheiro automotivo Matti Holtzberg, tem como objetivo aumentar substancialmente o uso de termoplásticos avançados para a produção de um motor de quatro cilindros e duplo comando de vávulas, que pesa 63-67kg ou cerca de 40kg menos do que o motor padrão atual da indústria automobilística. A Solvay é a principal fornecedora de materiais avançados para este projeto revolucionário do setor.

O Polimotor 2 está centrado na substituição de metal em uma vasta gama de componentes do motor, incluindo as bombas de água, corpo do acelerador, bomba de combustível e correia dentada, entre outros, com o uso de polímeros de alto desempenho fabricados pela Solvay. As aplicações visam: engrenagem da correia dentada (Torlon® PAI), duto eliminador do óleo e  duto de admissão do combustível  (KetaSpire® PEEK), bomba de óleo (AvaSpire® PAEK), saída de água (Amodel® PPA), juntas  da saída de água e  anéis do bico injetor (Tecnoflon® FKM),  galeria de combustível (Ryton® PPS),  tampa do comando de válvulas (Radel® PPSU) e câmara de admissão  (Sinterline® Technyl®).

Mecado Aeroespacial / Aeronáutica – O compósito TegraCore™ PPSU é utilizado pela indústria do setor Aeroespacial/Aeronáutico na produção de espuma estrutural para painéis e revestimentos, funcionando como componente isolador de cabines e interiores de aeronaves. Segundo a Solvay, atendem aos mais exigentes requisitos de inflamabilidade, densidade de fumaça e emissão de gases tóxicos, além de oferecer maior resistência ao impacto do que os materiais tradicionais.

O TegraCore™ PPSU ajuda a atender às necessidades da indústria aeronáutica para reduzir o peso e, assim, o consumo de combustível e as emissões de CO2, ao mesmo tempo em que economiza tempo e custos na produção, remodelação e manutenção das aeronaves, afirma a Solvay. Eles também podem ser usados ​​para fabricar peças estruturais usando os processos RTM. A Solvay obteve a homologação da Airbus para a linha TegraCore™ PPSU, que está sendo implementada em sua aeronave A350 XWB como material leve de alto desempenho e deve ser utilizada em outras aeronaves da Airbus.

Setor de Saúde – No setor de saúde, os polímeros especiais da Solvay são oferecidos para uso em dispositivos implantáveis, dispositivos médicos e instrumentos cirúrgicos. Os afastadores cirúrgicos feitos em Ixef® PARA e AvaSpire® PAEK são exemplos mais avançados da Solvay para mostrar as vantagens de polímeros de alto desempenho sobre o metal nessas aplicações. Segundo a Solvay, o uso de seus polímeros Solvay podem reduzir significativamente os custos de produção e permitir que os fabricantes de peças originais (OEM’s) comercializem instrumentos de uso único, normalmente mais econômicos do que os produzidos em metal.

A empresa tem ganhado mercado na área de Saúde com a oferta de polímeros especiais para a produção de estojos autoclaváveis da área odontológica e hospitalar em sulfonas. Os polímeros Radel® PPSU e Udel® PSU oferecem diversas funcionalidades para atender a várias exigências. Estojos produzidos com esses materiais sãoo leves e fáceis de transportar, transparentes, o facilita a visualização do conteúdo; além de oferecerem facilidade de limpeza e higienização, alta performance e durabilidade, afirma a empresa.

Ainda na área de Saúde, a Solvay anunciou recentemente que a empresa está entrando em dispositivos odontológicos com uma nova linha de negócios de cuidados dentários. Trata-se do Solvay Dental 360™, com a oferta de um material inovador para a substituição do metal no segmento de prótese dentária parcial removível (RPD, na sigla em inglês). O novo polímero especial Ultaire™ AKP da Solvay permite a produção de próteses RPD sem metal, biocompatíveis, mais confortáveis ​​e de aparência natural, que são mais de 60% mais leves do que uma estrutura metálica, assegura a Solvay.

Os polímeros especiais da Solvay também são utilizados na indústria de Petróleo e Gás para estender a vida útil dos equipamentos através de melhor proteção contra corrosão e substituição de metal; em embalagens blister de alta barreira para proteger e estender a vida útil de alimentos e produtos farmacêuticos; em materiais isentos de halogênio para eletrônicos, fios e cabos; e na produção de membranas utilizadas em hemodiálise e outros processos de filtração de alta tecnologia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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II Semana de Compósitos Avançados SAMPE Brasil ocorre em outubro

13/04/2017

De 2 a 6 de outubro de 2017 será realizada a II Semana de Compósitos Avançados – SAMPE Brasil no LEL-Laboratório de Estruturas Leves do IPT/Parque Tecnológico, em São José dos Campos, SP, Brasil. Um conjunto de eventos será organizado para mostrar as inovações e aplicações dos compósitos avançados. A programação compreende:

Dia 2: Seminário Adesão Estrutural e IV Desafio Acadêmico em Composites
Dia 3: II Seminário Fundamentos dos Composites Avançados, II Mostra de Tecnologias e III Curso Reparo de Estruturas em Material Compósito
Dia 4: X Painel Aeroespacial, II Mostra de Tecnologias e III Curso Reparo de Estruturas em Material Compósito
Dia 5: V Congresso Internacional SAMPE Brasil e II Mostra de Tecnologias
Dia 6: Curso de Prepreg

A SAMPE – Sociedade para o Avanço de Materiais e Engenharia de Processos está no Brasil desde 2012. É uma sociedade de membros profissionais, que fornece informações sobre novos materiais e tecnologias de processo através de congressos, exposições, fóruns técnicos, revistas e livros.

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Escadas pultrudadas são usadas para acesso a praia em Fernando de Noronha

13/04/2017

Material foi aplicado na Baía do Sancho

O acesso a uma das praias mais bonitas do Brasil se dá através de escadas de plástico feitas com perfis pultrudados da Pultrusão do Brasil. É a praia da Baía do Sancho, no arquipélago de Fernando de Noronha, no estado de Pernambuco, que foi eleita a melhor praia do mundo, em 2017, através do site TripAdvisor.

Para chegar sem barco à praia, rodeada por falésias cobertas por vegetação, é necessário descer o penhasco através de escadas colocadas numa fenda nas rochas. A descida começa num mirante da onde a vista é espetacular. Os turistas descem por dois trechos de escadas pultrudadas encravadas na rocha, além de uma escadaria em pedra, que levam à areia branquinha e águas verde-esmeralda, local preferencial para mergulhos.

As duas escadas, bem como grades de piso pultrudadas utilizadas no local, foram fornecidas para o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha pela empresa Aptalider/Apoio Engenharia, representante da Pultrusão do Brasil no Espírito Santo.

O perfil pultrudado é composto essencialmente por resina plástica e reforços de fibra de vidro, resultando num material com alto desempenho para a construção de estruturas. Sua principal característica é a alta resistência em ambientes agressivos devido às intempéries (chuva, umidade, maresia, sol) ou produtos químicos. A imunidade à corrosão faz com que os produtos tenham longa durabilidade com baixa manutenção. A leveza desse material plástico é outro aspecto relevante, pois facilita o transporte e montagem em locais de difícil acesso.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Pultrusão do Brasil

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RadiciGroup intensifica atuação para atender à indústria automobilística no Brasil

12/04/2017

Como parte da estratégia, a companhia acaba de trazer para o mercado nacional sua nova gama de poliamidas à base de Poliftalamida (PPA) que foi lançada na Feiplastic 2017

Considerada a segunda indústria brasileira de poliamidas e uma das principais líderes mundiais na produção de plásticos de engenharia, a RadiciGroup está ampliando seu portfólio e trazendo para o país uma nova gama à base de Poliftalamida (PPA), o Radilon® Aestus T. Segundo a empresa, trata-se de uma linha com tecnologia de última geração, alto desempenho e resistência a altas temperaturas, que segue alinhada com as tendências e padrões internacionais, principalmente, nos requisitos para atender ao setor automobilístico. Com esta nova oferta, a companhia visa ampliar sua atuação na confecção de componentes próximos ao bloco do motor. O lançamento nacional foi realizado durante a Feiplastic 2017, entre os dias 03 e 07 de abril, em São Paulo.

O ritmo de avanço da indústria automobilística sempre foi dinâmico e, nos últimos anos, tem se intensificado com a oferta de veículos mais personalizados e leves. Indiferente do modelo, desde o básico até os mais pesados, o setor tem substituído cada vez mais peças de metal por componentes plásticos. “O objetivo não é simplesmente, diminuir os custos, mas reduzir o peso dos veículos, aumentar a segurança dos condutores e reduzir a emissão de CO2, melhorando também a eficiência energética dos automóveis. E estes são os principais atrativos do Radilon® Aestus T”, diz Jane Campos – Country Manager da RadiciGroup no Brasil. “Não podemos deixar de mencionar sua elevada temperatura de fusão e de distorção sob carga; excelente resistência ao envelhecimento prolongado na mistura de ar, glicol e álcool-gasolina; e a boa fluidez, o que faz com que a moldagem de peças com espessuras finas seja possível”, complementa.

Além da indústria automobilística, a RadiciGroup atua em diferentes setores da economia, tais como: elétrico/eletrônico, industrial e embalagens. “Neste último, podemos mencionar a parte de embutidos, que também demandam produtos com resistência a altas temperaturas”, acrescenta Jane Campos.

Os principais mercados de referência para o Radilon® Aestus são:

Elétrico/Eletrônico: segundo a Radici, a base de PPA é ideal para a fabricação de materiais para soldagem sem chumbo e componentes que exijam resistência mecânica e a altas temperaturas, tais como aplicações em componentes de chuveiro elétrico e ponteiras de secador de cabelo, entre outros.

Construção: o fabricante afirma que a linha Radilon® Aestus é ideal para a fabricação de acessórios de contato com água quente, a temperaturas de até 85°C, e a vapor em até 120°C. As aplicações incluem válvulas, coletores de distribuição de água quente, carcaças de hidrômetros, sendo o produto indicado também para contato com água potável.

Alimentício: usado em máquinas de distribuição automática de bebidas quentes, principalmente na fabricação de partes resistentes à água quente (até 85°C) e a vapor (até 120°C), bem como componentes que entram em contato com os alimentos, afirma a empresa. Componentes de filtros são uma das aplicações do produto nesse mercado.

“O RadiciGroup conta com uma experiência de mais de 35 anos no campo dos tecnopolímeros” – diz Gianluigi Molteni, Líder de Marketing & Desenvolvimento de Negócios do RadiciGroup Perfomance Plastics Americas & Pacific.

Entre os outros destaques da RadiciGroup na Feiplastic, foram apresentados também a linha de produtos de alto deesempenho:

  • Radilon® HHR: produtos à base de PA 6.6 com propriedades de resistência ao envelhecimento térmico em contato com o ar em temperaturas de até 210°C em contínuo;
  • Radilon® Xtreme: desenvolvidos para aplicações em contato com o ar em temperaturas de até 230°C em contínuo.
  • Radistrong®: polímeros especiais de PA 6 e PA 6.6 com fibras longas, ideais para substituição de metais;
  • Radilon® A e S: poliamidas 6.6 e 6 com fibras de vidro e ampla versatilidade de aplicação devido às propriedades mecânicas, térmicas e químicas – permitindo personalização técnica e variedade de cores;
  • Radiflam® HF: auto-extinguíveis sem halogênio e fósforo vermelho para o setor elétrico;
  • Radilon® DT: tecnopolímeros de cadeia longa, à base de Nylon 6.12, caracterizados por boas propriedades mecânicas e resistência química mesmo em contato com soluções de cloreto de zinco;
  • Radilon® D: tecnopolímeros à base de Nylon 6.10 obtidos através da utilização de um bio-polímero, a PA 6.10, produzida a partir do ácido sebácico (em um percentual equivalente a 64%).

Fonte: Radici

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Clariant apresenta soluções inovadoras e sustentáveis para megatendências globais durante a Feiplastic 2017

07/04/2017

  • Foco em Saúde e Nutrição, Estilo de Vida, Mobilidade e Urbanização
  • Aditivos, masterbatches e pigmentos inovadores e sustentáveis criando valor para as pessoas
  • Clariant na Feiplastic 2017, Estande B68, entre os 03 e 07 de abril de 2017, no Pavilhão Expo Center Norte, São Paulo

A Clariant, uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas, destaca, em seu estande na Feiplastic 2017, as megatendências globais que influenciam a indústria de plástico e demonstra como a empresa está criando valor para esse setor com base nas necessidades que essas tendências geram para as pessoas.

“A Clariant está comprometida com o desenvolvimento de soluções que atendam às demandas atuais e futuras do mercado, especialmente influenciadas pelas megatendências globais. Apoiando os clientes a encontrar alternativas inovadoras e sustentáveis, estamos fortalecendo nossa entrega de valor para a sociedade”, destaca Mônica Ferreira Vassimon, Presidente da Clariant na América Latina, reforçando o lema da empresa na Feiplastic 2017: “Criando Valor para as Pessoas”.

Os serviços e soluções da Clariant para aplicações plásticas englobam aspectos como segurança e conforto, produção mais eficiente e compatível com o meio ambiente. Dentre os destaques apresentados no evento a partir das megatendências globais estão:

Saúde e Nutrição:

  •  Pigmentos orgânicos PV Sólido para embalagens em contato com alimentos e bens de consumo. Segundo a empresa, garantem intenso efeito de cor, assim como características Low Warping, crucial para a produção de embalagens em moldes grandes.
  • Filmes agrícolas resistentes: solução de aditivos para polímeros AddWorks® AGC 104 para filmes de estufa de poliolefinas com maior duração, que ajudam a aumentar a proteção de cultivos e a reduzir o descarte de materiais, afirma a Clariant
  • Masterbatches de aditivos: CESA®-LASER para gravação a laser em polímeros termoplásticos, em cores ou nos tradicionais tons de cinza; CESA®-antimicro para proteção antimicrobial de produtos plásticos.

Estilo de vida:

  • Pigmentos para plásticos utilizando matérias-primas renováveis: a Clariant é a primeira produtora de pigmentos de quinacridona à base de bioácido succínico. O PV Sólido Pink E /E01 oferece cores brilhantes para produtos do dia a dia, desde brinquedos até embalagens de alimentos e produtos têxteis.
  • Aditivos para polímeros AddWorks® série LXR3 que oferecem alto nível de proteção durante a fabricação e a utilização dos artigos plásticos. Segundo a empresa, aditivos mantém aspecto de alta qualidade, cores radiantes de longa duração, transparência brilhante e estável.
  • “Boom” de aparelhos eletrônicos: investimento mundial da Clariant na fabricação de masterbatches e compostos pré-coloridos em pequenos lotes para resinas de engenharia e plásticos de alta resistência à temperatura, apoiando a indústria de eletroeletrônicos com soluções personalizadas.

Mobilidade:

  • Pigmentos orgânicos PV Sólido de alto desempenho que atendem aos requisitos e às mais rígidas condições de teste da indústria automotiva, com aplicação em acabamentos têxteis internos sujeitos a rigorosas condições de uso, afirma a empresa.
  • Proteção mais segura para plásticos automotivos contra incêndio: segundo a Clariant, o retardante de chamas de fosfinato não halogenado Exolit® OP 1400 oferece excelente estabilidade de processamento e proteção mais segura contra incêndio em baixa dosagem para poliamidas, usadas em peças automotivas elétricas e estruturais.
  • Aditivos de cor e desempenho para compostos resistentes a altíssimo calor: a Clariant lança novas linhas de masterbatches e compostos coloridos para plásticos de engenharia e resinas de alta resistência à temperatura, a fim de atender às tendências de leveza e miniaturização.

Urbanização:

  • Pigmentos orgânicos PV Sólido de alto desempenho. Segundo a Clariant, apresenta excelente solidez à luz e às intempéries, cor itensa e alta resistência térmica, com aplicação em fios e cabos, tuberias, perfis de PVC para construção civil, entre outros.
  • Ceras montânicas. De acordo com a fabricante, o material apresenta excelente desempenho, gerando benefícios para plásticos de engenharia, como maior janela de processamento devido aos efeitos multifuncionais de lubrificação, excelente estabilidade, alta eficácia e baixa migração na matriz plástica. Adicionalmente, o fornecimento de ceras montânicas é estável e confiável.
  • Agentes químicos espumantes Hydrocerol® para redução do peso dos componentes plásticos em até 20% sem impactar a estabilidade das peças, além de atuar como isolante térmico e de ruído, garante a empresa.

Fonte: Clariant

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Dow Automotive Systems participa da Feiplastic 2017

07/04/2017

Companhia apresenta soluções e tecnologias inovadoras para a indústria automotiva  

A Dow Automotive Systems, área da Dow especializada em soluções para o mercado automotivo, em parceria com a área de Plásticos da companhia, participa da Feiplastic – Feira Internacional do Plástico – evento que está acontecendo entre os dias 03 e 07 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Líder no fornecimento desempenho, conforto, segurança nos veículos para as montadoras, mercado de reposição e manutenção. Entre as soluções e tecnologias que a companhia apresenta no evento, os destaques são as linhas de adesivos para colagem de vidro e estruturais, Betaseal™ e Betamate™.

Os adesivos para colagem de vidros Betaseal™ são usados mundialmente para colagem estrutural e vedação de vidros fixos, ajudando os veículos a atenderem aos requisitos globais de segurança obrigatórios, relativos à regulamentação de barreiras, capotagens e de impacto no teto, afirma a empresa.

Os adesivos estruturais de alto desempenho Betamate™ são utilizados para colagem de chapas metálicas (aço, AHSS, alumínio, magnésio) e também em materiais dissimilares tais como aço e compósito, alumínio e aço etc. Os principais benefícios dos adesivos estruturais são redução de peso, melhoria da durabilidade do veículo, aumento da performance de segurança, redução de ruídos e melhoria da eficiência energética, garante a Dow.

“A sinergia entre os negócios automotivo e plásticos da Dow permite apresentar aos visitantes da feira e decisores da cadeia do plástico um amplo portfólio de produtos e soluções inovadoras voltados para diferentes mercados e aplicações”, afirma Rodrigo Leão, gerente de marketing da Dow Automotive Systems América Latina. “Por sermos a única empresa no Brasil e América Latina a ter uma unidade fabril de adesivos para colagem de vidro automotivo, conseguimos atender aos clientes com mais rapidez e agilidade”, finaliza Leão.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Eastman apresenta seu portfólio de Plásticos Especiais, Plastificantes e TPU’s na Feiplastic 2017

07/04/2017

Empresa traz para seu stand neste ano o “Eastman Strike”: um desafio de boliche em parceria com a Philips

A Eastman Chemical Company está apresentando o seu portfólio de plásticos especiais, plastificantes e TPU’s na Feira Internacional do Plástico, Feiplastic. A Feiplastic está sendo realizada de 3 a 7 de abril, em São Paulo, no Expo Center Norte. Este ano, os organizadores esperam mais de 60.000 visitantes e negociantes.

Para reforçar a qualidade de seus materiais, a empresa está apresentando ao público um grande desafio, o “Eastman Strike”: uma pista de boliche foi montada dentro de seu espaço e as jarras do novo Philips Walita Duravita ProBlender 6 (foto), que são produzidas com o copoliéster Tritan™ como matéria-prima, são usadas como pinos.

O objetivo do Eastman Strike é provar, por meio de uma experiência pessoal, uma das características-chave mais importantes de Eastman Tritan: resistência. Essa dinâmica, na qual o visitante é desafiado a quebrar as jarras, será realizada duas vezes por hora no estande, sempre a partir do meio-dia.

Devido à grande variedade de atributos da Tritan, tais como transparência, durabilidade, segurança e estilo, esse material tem sido cada vez mais escolhido por indústrias como as de bens duráveis, de cosméticos e de aplicações em cuidados pessoais.

“A Feiplastic reúne as marcas mais importantes e atrai os principais clientes do Brasil e do mundo, com o foco principal na geração de negócios para a cadeia de produção de plásticos. Esta feira é sempre um grande evento para nós na Eastman e fazemos questão de estar presentes, pois trata-se de uma ótima oportunidade para nos aproximarmos ainda mais de nossos clientes e mostrar-lhes o nosso melhor”, diz Rogério Dias, Gerente Regional de Venda de Plásticos para América Latina, da Eastman.

Em relação aos TPU’s e aos Plastificantes, a Eastman tem, por meio de sua subsidiária Scandiflex, um portfolio completo para a América do Sul. A empresa apresenta, entre outros, o Eastman 168, um plastificante não ftalato usado com sucesso há mais de 40 anos.

O Eastman 168 é um plastificante não ftalato muito usado na indústria de PVC, com desempenho igual ou melhor do que a maioria dos plastificantes orto-ftalato, afirma a Eastman. Segundo a empresa, o produto oferece boas propriedades de desempenho, ótima flexibilidade a baixa temperatura, resistência à extração por água com sabão e propriedades excepcionais de não migração. Em plastisóis, o Eastman 168 gera baixa viscosidade inicial e mantém viscosidade muito boa, afirma a empresa.

Durante a feira, os visitantes também estão tendo a oportunidade de aprender mais sobre o poliuretano termoplástico (TPU) da Scandiflex. Segundo a empresa, o produto apresenta baixo custo, além de características de resistência à abrasão, lágrima e deslizamento, flexibilidade – mesmo quando exposto a baixas temperaturas, resistência a graxas e a óleos e boa memória elástica.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais que produz uma ampla gama de produtos encontrados em itens que as pessoas usam todos os dias. Possui posições de liderança em mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo. Para obter mais informações, visite www.eastman.com.

Serviço:

Eastman na Feiplastic 2017
Datas: de 03 a 07 de abril
Horário: das 11h às 20h
Endereço do estande: Rua A – estande 69
Local: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo – SP

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Movimento intenso e negócios marcam o terceiro dia da Feiplastic 2017

07/04/2017

No terceiro dia da Feiplastic, expositores fabricantes de resinas plásticas e de máquinas e equipamentos começaram a registrar saldo positivo nas vendas, com negócios já sendo efetivados e corredores repletos de visitantes.

“Conseguimos realizar vendas efetivas de mais de 30 máquinas, com movimento de público nesses três primeiros dias”, afirmou Roberto C. Melo, gerente da Haitian. Na avaliação dele, considerando a situação do mercado, os resultados são bastante positivos. “Durante a Feiplastic estamos oferecendo aos clientes condições especiais para aquisição das máquinas e temos também uma linha própria de crédito. A expectativa é ampliar os negócios até o final do evento”, adiantou.

Igualmente confiante no potencial da Feira, o gerente comercial da Brasfixo, Luciano Lima, ressalta que foi possível concretizar vendas de equipamentos para usinagem e injeção plástica. “A feira está excelente!. Não temos do que reclamar. Além de estar em contato com nossos clientes, a Feiplastic abre oportunidades para ampliar a geração de negócios futuros”, elogiou. Lima acredita que nos próximos meses terá um aumento de 50% na produção.

O gerente executivo de Vendas e Marketing da Ineos Styrolution, Fábio Bordin, disse ter ficado surpreso com a organização do evento, com o público qualificado e com a presença de empresas globais. Mesmo o novo local (Expo Center Norte) recebeu elogios do gerente, que segundo ele, foi “aprovado” pelo presidente e pelo vice da Ineos.  “Atendemos praticamente a todos os setores da indústria, e sentimos que os clientes estão mais otimistas. A recuperação nas vendas do setor automotivo, por exemplo, já se refletiu nas nossas vendas”, avaliou.

Da mesma forma, o diretor de Marketing e Gestão de Desempenho da Braskem, Rafael Christo, identificou um público “mais seleto e focado em negócios”. Segundo ele, o papel da Braskem em eventos como a Feiplastic é criar uma aproximação com os públicos de interesse. “Recebemos representantes do governo, sindicatos e distribuidores que se sentaram à mesa para discutir parcerias, projetos e outros assuntos de interesse”. A intensa movimentação na Braskem é evidenciada pelas 14 salas de reunião que foram totalmente ocupadas, com muitos clientes vindos de fora de São Paulo e outros 15% de países da América do Sul, segundo Christo.

“O público nos agradou: são diretores, donos, pessoas que realmente tomam a decisão. É um público especializado – tanto que já fechamos alguns negócios e esperamos fechar mais até sexta feira”, comentou o diretor comercial da Eurostec, Cristian Pavan. Segundo ele, participar da Feiplastic é parte da estratégia da Eurostec que decidiu no ano passado mudar o posicionamento da Feira. “Tiramos um pouco a ênfase da parte de metal mecânica para nos voltarmos ao plástico”, afirmou.

Os corredores dos pavilhões do Center Norte no terceiro dia do evento ficaram mais cheios, o que ajudou a aumentar a expectativa de expositores, como a da gerente sênior de Marketing e Vendas América do Sul da Basf, Letícia Mendonça. Ela disse que espera um fluxo ainda maior de visitantes até sexta-feira. “Recebemos um público bastante diversificado e isso é muito bom para o relacionamento da empresa, pois atendemos diversos segmentos do mercado”, disse.

Comunidade Digital da Feiplastic 2017 atinge 100 mil seguidores no Facebook

A Feiplastic 2017 ultrapassou no dia 5 a marca dos 100 mil. Assim, superou a Feira K, na Alemanha, considerada a mais importante do planeta, cuja adesão na rede social gira em torno de 11 mil seguidores. O número de visitantes virtuais da Feiplastic é também superior aos próprios visitantes físicos, que neste ano estão estimados em 60 mil. De acordo com a  Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora da Feira, a estratégia adotada para se relacionar com esse universo de público está superando a expectativa. Para se ter uma ideia, na edição de 2015, a quantidade de pessoas registradas no Facebook era de 25 mil.

Aplicações inovadoras do plástico na indústria automotiva foram o principal tema do terceiro dia do Fórum Feiplastic

Aplicações estruturais e semi estruturais dos plásticos em automóveis tem como objetivo substituir o aço e o alumínio. Peças automotivas como estrutura de assentos, suspensão, painéis externos e até chassis podem ser moldados em resinas plásticas. A principal vantagem do plástico reforçado está no fato de se tratar de um material mais leve, o que impacta diretamente na diminuição de consumo de combustível e, consequentemente, em menor emissão de gases poluentes.

O gerente de desenvolvimento estratégico de negócios da SAE Brasil, Rodrigo Cesar Berardine, afirmou que na produção em série de determinadas peças automotivas, cujo uso do metal ainda é predominante, a alternativa em plástico, como o SMC, é economicamente viável com um volume que não ultrapasse cerca de 70 mil unidades. Para ele, essa limitação deverá ser superada à medida que a indústria avançar em novas técnicas na produção de resinas. O SMC (Sheet Molding Compound) é produzido à base de resina poliéster com carga mineral e reforço com fibra de vidro, dando características de resistência e de estética à peça. Um dos exemplos do uso desse material está na carroceria do jipe brasileiro Troller T4, assim como no Ford Mustang GT, nos EUA.

O vice-presidente para as Américas de Especialidades da Ineos Styrolution, Tom Warren, ressaltou que o uso de determinados materiais plásticos, como os compósitos à base de fibra de carbono, são cerca de 50% mais leves que o aço e pesam 30% a menos que o alumínio. Warren também lembrou que o plástico nos automóveis, além de melhorar consideravelmente o peso, possui a vantagem de absorver mais os impactos em casos de acidentes, preservando os ocupantes. Segundo ele, ao longo da história do plástico na indústria automobílista, que começou por volta de 1940, o material vem ganhando presença crescente na composição total dos veículos. Em 1960 uma picape norte-americana era constituída de apenas nove quilos de plástico. Hoje, essa quantia chega a 150 quilos e em breve deve alcançar 320 quilos.

Expositores da Feiplastic mostram produtos para a Indústria Automotiva

BASF – Segundo a empresa, a sua família de poliamidas Ultramid® cujo destaque são as propriedades mecânicas, como resistência ao impacto e rigidez. Sua aplicação está na fabricação de coletores de admissão de ar, maçanetas, pedais, sistemas de arrefecimento e ar condicionado e invólucros de airbags.

KURARAY – Destaca na Feiplastic a resina poliamida 9T termorresistente, com aplicações na indústria automobilística por suas características como baixa absorção de água,  alta resistência química e à abrasão, propriedades mecânicas a altas temperaturas e barreira aos combustíveis, segundo a Kuraray.

RADICI – Leva uma nova gama de resinas à base de Poliftalamida (PPA), o Radilon® Aestus T, uma linha com tecnologia de última geração, alta performance e resistentes a altas temperaturas no requisito para atender o setor automotivo, afirma a empresas.

Operação Reciclar apresenta exemplos de produtos e tecnologias “verdes”

A Operação Reciclar está de volta à Feiplastic apresentando diversas aplicações do plástico reciclado em diversas indústrias. Um Corolla modelo 2018 está estacionado ao lado do estande, por exemplo, apresentando tapete do assoalho fabricado com fibras PET oriundas de garrafas pós-consumo e manta em polietileno (PE) reciclado, além de feltro fabricado a partir de sobras do próprio tapete pela empresa Formtap. Já os para-choques do modelo da Toyota são fabricados a partir de polipropileno (PP) reciclado, pela Borkar.

Entre outras tecnologias, está exposta também a fabricação de filamento para impressão 3D a partir de reciclados (Print Green 3D) e operações como a “Jogue Limpo”, que trabalha a logística reversa específica para embalagens de óleos lubrificantes. Outro exemplo dentro de estande é a empresa Sinctronics, focada em reciclagem eletrônica. A companhia é especializada em desmontagem e reaproveitamento de materiais como cartuchos de impressora e outros plásticos aplicados em produtos eletrônicos. Os cartuchos podem se transformar em alças de maletas para notebooks. Outros plásticos, eventualmente contaminados dentro dos eletrônicos, podem ser utilizados na fabricação de madeira plástica ou pallets.

Os visitantes podem também concorrer a uma bicicleta cujo corpo é composto de plástico reciclado, desenhada pelo artista plástico Juan Muzzi, a Muzzicycle, que é feita a partir de garrafas PET, e é leve e econômica. O sorteio de oito modelos acontece na sexta-feira (7). O uruguaio radicado em São Paulo foi o criador da Molamania, a mola de plástico colorida que ainda hoje faz sucesso entre as crianças.

Além do espaço da Operação Reciclar em si, que tem curadoria da ABIPLAST, as empresas Wortex e Haitian fazem, in loco, a reciclagem de resíduos plásticos. De acordo com a organização, esta atração da Feiplastic atingiu 80% de satisfação dos visitantes.

Cartilha de Reciclabilidade   

A ABIPLAST apresentou na Feira Internacional do Plástico uma cartilha de Reciclabilidade de Materiais Plásticos Pós-Consumo, “que aborda tecnicamente as possibilidades de reciclagem mecânica valorizando as alternativas propostas pelo conceito de design ecológico”. A assessora técnica da entidade, Simone Carvalho, lembrou que o plástico é um material 100% reciclável, podendo retornar à cadeia produtiva.

O chamado ecodesign tem por objetivo reduzir os impactos ambientais presentes em todo o ciclo de vida do plástico com a interação de aspectos ambientais ao desenvolvimento de produtos, processos ou serviços.  Simone ressaltou que a cartilha esclarece sobre vários aspectos do processo de reciclagem e observou que o Brasil ainda precisa aprimorar a eficiência do descarte e da coleta dentro do ciclo da vida do plástico no meio ambiente.

De acordo com ela, há uma grande capacidade ociosa nas empresas recicladoras por motivos como: pouca matéria-prima para se reciclar, coleta seletiva precária (apenas 13% dos municípios do país possuem esse serviço) e falta de conhecimento dos catadores em classificar e separar os materiais por tipos de resina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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Abiplast divulga prévia do perfil do setor de transformados plásticos durante a Feiplastic; Uso do Plástico na Construção Civil é destaque no segundo dia da feira

06/04/2017

Dados da prévia do perfil mostram expectativa positiva dos empresários para este ano e projetam crescimento nas vendas para o próximo trimestre

A expectativa geral da Indústria de transformados plásticos para este ano é positiva, segundo o Índice de Confiança do Empresário Industrial medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgado pela Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) na Feiplastic 2017 – Feira Internacional do Plástico. A Abiplast também projeta alguns bons resultados já para o próximo trimestre, em pesquisa feita diretamente com os associados: foram relatados aumentos na produção e nas vendas do setor, além de queda nos estoques de produtos finais. Por outro lado, os associados esperam retração nos investimentos, aumento nos custos de matérias-primas e não alimentam expectativas quanto a contratação de mão-de-obra.

Essas informações fazem parte da prévia do PERFIL 2016: Panorama da indústria de transformados plásticos, que a Abiplast produz todos os anos para ser distribuído aos associados. A apresentação dos números foi feita durante a Feiplastic, que está acontecendo no Expo Center Norte, em São Paulo. O analista econômico da Abiplast, Marcos Ferreira do Nascimento, mostrou de um modo geral que o setor vem se recuperando lentamente depois de pelo menos dois anos seguidos de crise na economia. De acordo com Nascimento, o PERFIL 2016 completo estará disponível no próximo mês.

Pela análise feita pela Abiplast, considerando uma possível recuperação do PIB Brasileiro de 2017 a 2018 em torno de 1,5% a 3% ao ano, a demanda brasileira por transformados plásticos atingirá os patamares observados em 2012/13, auge do setor dos últimos dez anos, apenas em 2023. O consumo aparente de transformados plásticos atingiu naqueles anos 7,7 milhões de toneladas. No ano passado, esse número fechou em 6,1 milhões de toneladas.

O faturamento do setor atualmente é de R$ 64,5 bilhões, que gera 313.062 empregos e possui 11.459 empresas. Ainda segundo os dados do PERFIL, 94% das empresas transformadoras de plástico são de micro e de pequeno porte. O emprego está concentrado nas médias empresas, enquanto a maior parte do faturamento do valor adicionado está concentrada nas grandes empresas do setor.

Outro dado positivo levantado pela Abiplast é o crescimento de novas empresas recicladoras de plástico, que mantém um ritmo de 10,5% ao ano desde 2007. Naquele ano o número de empresas era de 481, saltando para 1.080 em 2015.

No ranking dos principais setores da atividade economia que mais consomem plástico, a construção civil lidera ocupando 25,7% do total, seguido por alimentos, 19%, automóveis e autopeças, 12,1%, máquinas e equipamentos, 7,3% entre outros.

Uso do Plástico na Construção Civil tem potencial de expansão

A versatilidade das resinas plásticas permite sua aplicação na construção civil, desde a fundação até o telhado. No Brasil, existe ainda um grande potencial de expansão no uso do plástico, à medida que novos aditivos e combinações ampliam as possibilidades de aplicação dos materiais conferindo mais durabilidade, desempenho acústico e leveza. O assunto foi abordado no segundo dia do Fórum Feiplastic, com o tema Inovação e a Importância do plástico na indústria da construção civil.

O gerente de engenharia de Aplicação e Desenvolvimento de Mercado PVC da Braskem, Antonio Rodolfo Jr., comparou o consumo per capita de plástico no Brasil com o dos países desenvolvidos e afirmou que o país ainda está muito aquém do seu potencial de produção e consumo. Cada brasileiro corresponde ao consumo por ano de cerca de 25 quilos do grupo de resinas termoplásticas (PE, PP e PVC), enquanto nos EUA, a quantidade é de 75 kg, na Europa, de 50 kg e Japão, 48 kg. Rodolfo destacou que a vocação do plástico é substituir materiais tradicionais (como metais e madeira) em todas as áreas, por conta da sua durabilidade, resistência à corrosão, impermeabilidade, resistência mecânica, além de ser atóxico. No caso da construção civil, especificamente, as aplicações ganham grandes dimensões se considerados alguns fatores característicos da realidade brasileira como a necessidade de diminuir o déficit habitacional, estimado entre 4,5 e 6 milhões de unidades.

O gerente da Braskem enumerou algumas aplicações específicas do PVC (policloreto de vinil) na construção civil, entre elas no uso de perfis nas estruturas de construções por exemplo. Em um sistema modular de encaixe, as paredes são feitas de perfis vazados de PVC acoplados entre si. Após sua montagem, são preenchidos por concreto e aço estrutural, de maneira que as fôrmas de PVC ficam incorporadas às paredes. Outras aplicações do PVC são em janelas, geralmente substituindo o alumínio; em telhas, cuja principal vantagem é seu o peso – bem mais leves que as de cerâmica, por exemplo (enquanto o metro quadrado das telhas em PVC pesam 5 kg, o de cerâmica, 35 kg); poços de visita (bueiro) e mantas acústicas para aplicações em lajes, paredes e pisos.

Rodolfo também mencionou o sistema construtivo BubbleDeck em lajes, composto por esferas de polipropileno inseridas de forma uniforme entre duas telas de aço. As esferas ocupam as partes de concreto que não desempenham a função estrutural, possibilitando construir lajes com a mesma resistência de uma convencional plana e maciça, porém mais leves. Por fim, ele falou ainda do Sistema de Drenagem Urbana Sustentável (SDUS), cuja aplicação se dá por meio de peças ocas em PP (polipropileno) montadas como se fosse um “quebra-cabeça” para revestir estruturas para drenagem e/ou reservatório de águas pluviais.

Lançamentos para o setor da Construção Civil tem destaque na feira

Importante segmento para o setor de transformados plásticos, a construção civil, que segundo a Abiplast lidera o ranking das atividades econômicas que mais consomem plásticos, recebe atenção especial das grandes marcas fabricantes de resinas. Confira alguns lançamentos presentes na Feiplastic 2017:

SABIC – Apresenta chapas de Lexan, de baixo peso, facilidade de instalação e benefícios de conservação de energia para diversas estruturas e aplicações:
SABIC® PP, resina para aplicações como chapas finas, corrugadas e perfis, oferece resistência a UV e ao impacto, bem como baixa contração.
Resina Geloy™ (ASA/PC), que fornece uma camada de revestimento protetora e resistente ao tempo para telhas de PVC.

RHODIA SOLVAY – Linha de estabilizadores de luz Cyasorb Cynergy Solutions®,  que oferece proteção térmica e UV de longo prazo para poliolefinas, expostas as intempéries. As aplicações incluem componentes confeccionados em TPO ou polipropileno como: telhas, fachadas, membranas de impermeabilização multicamadas e geomembranas.

EVONIK – A linha Dynasylan® inclui uma gama de diferentes grupos de silanos: para cabos e tubulações; para formulações retardantes de chamas e para adesivos e selantes de alta performance.

POLYSTELL – Mostra tintas imobiliárias e massas plásticas, como Polyadit® 41.120/Polyadit® 4108, com umectantes, dispersantes e estabilizantes do sistema de cor, evitando floculação, sedimentação e aglomeração dos pigmentos; Polyapp® 2621 e Coal/Polyapp® 21.123, que melhoram o desempenho das tintas proporcionando uma boa formação de filme e o aumento da resistência aos processos de lavagem, além do Polyclean® 6020 – Micropartículas de Prata, que elimina 99,99% das bactérias causadas por contaminações nas tintas

Expositores Internacionais reforçam importância da Feiplastic para geração de negócios

Um dos destaques da participação internacional na Feiplastic 2017 é o pavilhão italiano, que reúne oito empresas expositoras com máquinas de reciclagem, moldes e matérias-primas para a indústria de transformação de resinas plásticas. De acordo com Maurizio Campedelli, gerente de Vendas da Borghi, “Este segundo dia de feira tem sido positivo; trazemos máquinas ao Brasil há 30 anos”. Entre os destaques da companhia estão máquinas para a produção de vassouras e outros produtos para limpeza, como escovas. Outra expositora é a Omso, que apresenta aos visitantes produtos para impressão para indústrias alimentícia, cosmética, farmacêutica, entre outras.

Entre pavilhões, como o da Índia, e empresas que chegam à feira de forma independente, a Feiplastic traz ao visitante 15 países expositores, como Áustria, Estados Unidos, França, Reino Unido e Suíça. Já a participação latino-americana deve reforçar as relações comerciais entre Brasil e os países vizinhos. “Nosso principal objetivo é unificar os interesses – explica Sergio Hilbrecht – gerente da Câmara Argentina da Indústria Plástica, CAIP. Nós trabalhamos junto à Abiplast e com outras entidades formamos a Associação Latino-Americana da Indústria Plástica – APLIP. Procuramos intercâmbio de experiências”. Para Hilbrecht, a indústria argentina do plástico tem se reestruturado, e o setor deve se recuperar juntamente com a melhoria do cenário brasileiro.

Além disso, a organização do evento espera que cerca de 30 países visitantes circulem  pelo Expo Center Norte até o dia 7 de abril.

Em parceria com SEBRAE, empresas de Pernambuco visitam a Feiplastic

O Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Pernambuco – SIMPEPE está visitando a Feira Internacional do Plástico  em busca de novas tecnologias e negócios. A iniciativa é uma parceria com o Sebrae. De acordo com a entidade, Pernambuco possui 274 empresas de transformados plásticos, fazendo do estado o oitavo em número de fábricas de plástico e em postos de trabalho.

“Este ano completamos 25 anos de existência e a participação na Feiplastic é importante para o SIMPEPE – avalia o presidente da entidade, Gessé Batista Santos. Nosso setor, em Pernambuco, é composto 90% de micro e pequenas empresas, e a visita à feira gera um impacto muito positivo”.

Serviço:
Feiplastic 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: 3 a 7 de abril de 2017
Horário: das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.Feiplastic.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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Feiplastic 2017 é aberta em São Paulo expressando o otimismo do setor

04/04/2017

Feira Internacional do Plástico começou ontem (segunda, dia 03 de abril) no Expo Center Norte com a presença de autoridades do setor e dos governos federal e estadual; aumento de produção e inovação foram as tônicas dos discursos

A considerar as declarações das autoridades presentes na solenidade de abertura da FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico, nesta segunda-feira, 3 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo, o momento para o setor é de retomada do crescimento depois de um período de resultados ruins na economia. “O pior já passou”, disse o presidente da ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), José Ricardo Roriz Coelho.

Segundo o presidente da associação, a melhor maneira de se enfrentar as dificuldades é aumentar a produtividade e passar a ser mais competitivo, condições que a indústria do plástico possui dada às características inerentes à sua cadeia, como inovação e presença em inúmeros setores da economia. “Nossa indústria está presente desde a seringa do posto de saúde até o avião”, lembrou Roriz. Na mesma linha, o vice-presidente do SIRESP (Sindicato da Indústria de Resinas Plásticas), Edison Terra Filho, afirmou que é justamente por conta das várias inovações proporcionadas pelo plástico que o setor “segue trabalhando e cuidando da produtividade”.

Um bom sinal de que a FEIPLASTIC pode ser o termômetro dessa recuperação evidenciou-se no comentário do presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, Fernando Fischer, ao destacar que o número de pré-credenciamento de visitantes está 30% maior no primeiro dia do evento, em comparação ao mesmo período da última edição.

Presente na solenidade de abertura, a diretora da área de Indústria e Serviços e de Indústrias de Base do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Claudia Prates, que representou o governo federal na abertura da FEIPLASTIC, disse que o banco investiu nos últimos anos cerca de R$ 11 bilhões no setor. As pequenas e médias empresas, de acordo com ela, têm sido o foco do BNDES no que se refere às facilidades de crédito. Claudia destacou o aporte de R$ 300 milhões feito pelo banco nesta área, do aumento do limite para R$ 2 milhões no Cartão BNDES (para financiar a compra de materiais e serviços) e outros benefícios presentes para capital de giro, além do Fundo Garantidor de Investimento, para concessão de garantia em operações indiretas a empresas de menor porte.

Representando o governo de São Paulo, o secretário de Energia e Mineração, João Carlos de Souza Meirelles, afirmou que o país vem passando por intensas transformações e salientou as mudanças importantes que acontecem nos setores químico, petroquímico e de plásticos. Meirelles ressaltou o trabalho da Braskem no desenvolvimento de materiais plásticos originados da cana-de-açúcar e também convidou o setor a aderir ao programa do governo do estado para uma usina de transformação de lixo, no âmbito dos processos de reciclagem já realizadas por várias empresas. Segundo o secretário, um dos principais resultados dessa iniciativa será prover energia térmica para o aquecimento de fornos para a indústria de cimento.

Assumindo que o período crítico da indústria ficou para trás, a ADIRPLAST (Associação Brasileira de Resinas Plásticas e Afins) está empenhada em implementar três pontos fundamentais para o desenvolvimento do setor, de acordo com o seu presidente Laércio Gonçalves. O primeiro deles é em relação à tributação, a fim de equalizar as grandes diferenças do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) entre os estados. Outro ponto, segundo Gonçalves, diz respeito à inadimplência, buscando uma nova cultura de gestão financeira para o setor, e, finalmente, a sustentabilidade, preservando a importância dos produtos plásticos na vida moderna sem o comprometimento do meio ambiente e dos recursos.

Para o diretor financeiro da ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais), Christopher Mendes, o diálogo e a interação entre os atores do setor do plástico é o caminho mais seguro para a retomada do crescimento. Mendes afirmou que a recuperação “saudável” do setor terá de ser feita com o incentivo à indústria de bens de consumo, sem cometer os erros do passado.

A FEIPLASTIC é promovida e organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e reúne 1.000 marcas expositoras nacionais e internacionais, com a presença de representantes de empresas e de organizações de mais de 60 países. São 15 países expositores, entre os quais: Áustria, China, EUA, França, Índia, Itália, Portugal, Reino Unido e Suíça, além de visitantes principalmente vindos da América Latina como Argentina, Chile, Bolívia, Itália, Colômbia, México, Peru, EUA, Paraguai, Portugal, Alemanha e Espanha. O setor de Plásticos movimenta bilhões de reais, sendo que o faturamento da indústria de transformados plásticos no ano passado foi de R$ 64,5 bilhões, gerando 322.679 empregos em um conjunto de 12.539 empresas, segundo a ABIPLAST.

Resiliência pessoal e nas organizações

A Reed Exhibitions Alcantara Machado, em conjunto com a Harvard Business Review Brasil (HBR Brasil), organizou ao final da solenidade de abertura uma palestra com o norte-americano George S. Everly, Professor de Psicologia da Universidade de Loyola (Maryland), que abordou o tema “Resiliência e os desafios das organizações diante do inesperado”.   Logo após a cerimônia que abriram os trabalhos da FEIPLASTIC, o convidado falou sobre resiliência, a atitude de controlar respostas diante de situações física ou mentalmente estressantes. Essa conduta ganhou nos últimos anos uma dimensão mais estratégica, atraindo a atenção de pesquisadores, políticos, integrantes do poder público, de organizações diversas e do mundo corporativo.

Everly contou que sua própria vida tem sido um esforço contínuo de resiliência. Ele nasceu com dislexia, transtorno específico de aprendizagem de origem neurobiológica, caracterizado pela dificuldade de leitura e de soletração de palavras, por exemplo. Segundo ele, seus primeiros professores diziam que ele jamais conseguiria aprender como as outras crianças, mas isso não impediu que se graduasse chegando ao nível de doutoramento na universidade. Hoje, Everly é autor e co-autor de mais de 20 livros, além de professor associado em Psiquiatria na Faculdade de Medicina da Johns Hopkins University, também ministra aula de Psicologia na Universidade Loyola, em Maryland, e é o diretor executivo de Resiliency Science Institute da Universidade de Maryland.

Segundo as pesquisas desenvolvidas por ele e pelos seus colegas de universidade, a resiliência pessoal tem basicamente cinco pontos característicos:
·         Otimismo – aquele que acredita no seu potencial e sempre procura ter atitude pró-ativa, ou seja, não fica apenas esperando as coisas acontecerem;
·         Capacidade de tomar decisões – em boa parte das situações, isso não acontece porque as pessoas têm medo de cometer erros e isso as impede de tomar decisões. O resiliente procura enxergar o momento como oportunidade, não como eventual fracasso;
·         Ter noção de “certo” e “errado” – também chamado de “bússola moral”, ou em outras palavras, sempre procurar aquilo que irá trazer vantagens para todos;
·         Tenacidade – perseverar sempre, principalmente depois de situações de fracasso.
·         Apoio de outras pessoas – o “apoio interpessoal multiplica a felicidade e divide a tristeza”.

O professor de psicologia afirmou ainda que é possível “aprender” a ser resiliente, embora seja uma característica inata de determinados indivíduos. Nas organizações, isso também é possível, a começar pelo treinamento das pessoas que ocupam cargos na linha de frente, incentivando o desenvolvimento dos cinco pontos mencionados. “Hoje sabemos que uma organização com resiliência tem menor turnover, as pessoas ficam menos doentes e a produção tende a ser maior”, ressaltou.

No stand da BRASKEM, PICPLAST apresenta ferramenta inédita de gestão na Feiplastic 2017

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) e da Braskem, apresenta durante a FEIPLASTIC 2017 ferramenta inédita destinada a ajudar pequenas e médias empresas do setor plástico na tomada de decisões estratégicas e controle do fluxo de caixa.

Idealizada para dar suporte a empresas que queiram realizar algum investimento ou avaliar a aquisição de um novo equipamento ou molde, a ferramenta “Análises de investimentos” foi desenvolvida pela consultoria Advisia OC&C, contratada pelo PICPlast para criar uma solução intuitiva e prática.  Construído em linguagem Excel, o programa realiza cálculos sofisticados e indica resultados que apontam se os investimentos previstos são realmente vantajosos. Disponibilizada gratuitamente para os visitantes da feira, a ferramenta é uma boa solução do ponto de vista financeiro. É capaz de apontar informações como a taxa de retorno projetada para os investimentos e se é realmente interessante para o empresário tomar crédito para um projeto

Os visitantes também podem conhecer durante a feira, a versão atualizada do programa “Custos e rentabilidade”, já disponível para as empresas do mercado de forma gratuita. Desenvolvido para companhias que ainda não possuem sistemas de alta performance, funciona como uma plataforma simples e auxilia os transformadores na gestão dos negócios.

Área de Inovação da Feiplastic traz os lançamentos mais recentes

As novidades tecnológicas em produtos químicos e máquinas para atender aos diversos setores da indústria estão sendo apresentadas na Área de Inovação da FEIPLASTIC, no Expo Center Norte. Nesse espaço inédito dentro da Feira, as marcas têm a oportunidade de destacar seus lançamentos e interagir com os visitantes de forma dinâmica.

A injetora da série “Zeres”, lançada pela Haitian, oferece precisão para produzir peças que exigem controle de peso. “Essa máquina também reduz o consumo de energia e pode ser aplicada nos segmentos automotivo, embalagem, linha branca e hospitalar”, explica Roberto Melo, gerente da empresa. Ainda de acordo com o executivo, a expectativa é ampliar a participação no mercado brasileiro, a partir dos contatos feitos na FEIPLASTIC. “Já tivemos um bom movimento de visitantes no primeiro dia da feira interessados em conhecer essa injetora”.

Na linha de masterbatches, a Cromex expõe os últimos lançamentos em cores e aditivos para plástico com seu novo portfólio de produtos para os mercados de Fios e Cabos, Agrobusiness e PET. Em destaque, o masterbatch preto – Superblack® concentrado que, segundo a empresa, possui poder de cobertura e dispersão das partículas de pigmento. Destina-se a aplicações em diferentes formulações plásticas sem perder as características e beleza do produto final, afirma a Cromex. “O produto tem uma infinidade de aplicações para filmes técnicos nos mercados agrícola, automotivo e alimentício, e também filmes não técnicos, como sacolas, utilidade doméstica, frascos, potes e tampas”, explica  Giovanni Dias, especialista de Projetos e Produtos da Cromex.

A companhia também reservou para a FEIPLASTIC os últimos lançamentos, como o aditivo antimicrobiano, que conferem aos plásticos ação bactericida (elimina as bactérias e impede sua proliferação) e podem ser usados em vários polímeros, como PE, PP, PS, ABS e PET, em todos os processos de transformação.

Reciclagem em Alta

Durante a FEIPLASTIC, o público visitante também terá acesso a modernos equipamentos para reciclagem, como a Linha Challenger Recycler Geração II, desenvolvida pela Wortex Máquinas, que além de melhorias técnicas tem capacidade de processar até 20% de material rígido no material flexível ou processar 100% de material rígido ou aglutinado, segundo informações da empresa. A geração II apresenta ainda avanços na degasagem de materiais altamente impressos com um sistema opcional de dupla filtragem para materiais com maiores níveis de contaminação.

“Temos know how para implementar linhas completas de reciclagem em empresas que enxergam os resíduos sólidos, principalmente os plásticos do pós-consumo ou mesmo de aparas e rejeitos da produção, como dinheiro, não como lixo. Lixo, aliás, que causa imensos danos ambientais e abarrota aterros sanitários pelo volume e pela destinação incorreta”, afirma Paolo De Filippis,diretor da Wortex.

Serviço:
FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: 3 a 7 de abril de 2017
Horário: das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.feiplastic.com.br

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Feiplastic 2017 começa na segunda-feira, dia 3 de abril, em São Paulo

31/03/2017

  • Evento vai reunir mais de 1.000 marcas nacionais e internacionais entre os dias 3 e 7 de abril no Expo Center Norte, informam os organizadores
  • Solenidade de abertura, no dia 3, será às 10h30 seguida de palestra com especialista norte-americano convidado pela Harvard Business Review Brasil e pela Reed Exhibitions Alcantara Machado

De 3 a 7 de abril, a FEIPLASTIC – Feira Internacional do Plástico, terá lugar no Expo Center Norte, em São Paulo. A solenidade de abertura será no dia 3, às 10:30 hs, no auditório Feiplastic, com a participação de representantes de diversas entidades apoiadoras como a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico, Siresp – Sindicato das Indústrias de Resinas Plásticas, Abimei – Associação Brasileira de Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais e Adirplast – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins, além de representantes do BNDES e do governo do Estado de São Paulo. Em seguida, haverá palestra de abertura do Fórum com o especialista norte-americano George S. Everly, convidado pela Harvard Business Review Brasil (HBR Brasil), na qual abordará o tema “Resiliência e os desafios das organizações diante do inesperado”.

A Feiplastic 2017 é promovida e organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado. Segundo os promotores do evento, a Feiplastic reunirá 1.000 marcas expositoras nacionais e internacionais, com a presença de representantes de empresas e de organizações de mais de 60 países. São 15 países expositores, entre os quais: Áustria, China, EUA, França, Índia, Itália, Portugal, Reino Unido e Suíça, além de visitantes vindos principalmente da Argentina, Chile, Bolívia, Itália, Colômbia, México, Peru, EUA, Paraguai, Portugal, Alemanha e Espanha.

Entre as novidades da Feira deste ano destacam-se a Área de Inovação, espaço que apresenta novos desenvolvimentos tecnológicas de diferentes setores da indústria, com palestras e workshops gratuitos e participação de marcas como Braskem, Dow, Cromex, Hatian e Wortex. Outra novidade será o Fórum FEIPLASTIC, que visa promover o debate sobre as tendências e os desafios do setor, com a participação de líderes da cadeia do plástico, além de especialistas da área de construção civil, industrial e econômica brasileira. O tema central do fórum, que tem entre os parceiros a HBR Brasil, a McKinsey & Company e o The Boston Consulting Group, é “A Importância do Plástico na Sociedade e nas Cadeias Produtivas Brasileiras.”

O público também poderá conferir, ao vivo, operações de reciclagem de materiais plásticos e a transformação do plástico reciclado em novos produtos no espaço da Operação Reciclar.  O propósito dessa operação é incentivar a coleta e reciclagem de materiais plásticos mostrando, na prática, todo o potencial de reciclabilidade e variedade de aplicações da resina plástica em diversos segmentos da indústria, além de mostrar o impacto da reciclagem no desenvolvimento, na economia, na saúde e no bem-estar da população.

Realizada desde 1987 como uma parceria entre a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico – e a Reed Exhibitions Alcantara Machado como BRASILPLAST, e desde 2013 como FEIPLASTIC, a FEIPLASTIC apresenta novas tecnologias das principais empresas que são referência no setor, em segmentos como plásticos, resinas, máquinas e reciclagem, proporcionando aos seus visitantes interação com as novidades do mercado, além de geração de negócios e networking qualificado.

Serviço
FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 3 a 7 de abril de 2017
Horário: das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.feiplastic.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic; foto: arquivo

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Diretora da área de Indústria do BNDES participa da abertura da Feiplastic 2017 na segunda-feira

31/03/2017

Cláudia Prates, do  Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, e o secretário de Energia do governo de São Paulo, João Carlos Meireles são as autoridades governamentais na solenidade

A Feiplastic – Feira Internacional do Plástico abre suas portas na segunda-feira, dia 3, a partir das 10h30, com a presença da diretora da área de Indústria e Serviços e da área de Indústrias de Base do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social),  Claudia Prates (foto), e do secretário de Energia e Mineração do governo de São Paulo, João Carlos de Souza Meirelles.

A solenidade de abertura, que acontece no auditório Feiplastic, no Expo Center Norte, em São Paulo,  terá como anfitrião o presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, Fernando Fischer, que também recebe as autoridades do setor como o presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), José Ricardo Roriz Coelho, o diretor financeiro da Abimei (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais), Christopher Mendes, o vice-presidente do Siresp (Sindicato da Indústria de Resinas Plásticas ), Edison Terra e o presidente da Adirplast (Associação Brasileira de Resinas Plásticas e Afins), Laércio Gonçalves.

A Feiplastic 2017 é promovida e organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado. Os organizadores relatam que a feira reunirá 1.000 marcas expositoras nacionais e internacionais, com a presença de representantes de empresas e de organizações de mais de 60 países. São 15 países expositores, entre os quais: Áustria, China, EUA, França, Índia, Itália, Portugal, Reino Unido e Suíça, além de visitantes vindos de países como Argentina, Chile, Bolívia, Itália, Colômbia, México, Peru, EUA, Paraguai, Portugal, Alemanha e Espanha. A cada edição a Feira vem acompanhando a evolução do setor, que movimenta bilhões de reais. O faturamento de transformados plásticos no ano passado foi de R$ 64,5 bilhões, gerando 322.679 empregos em um conjunto de 12.539 empresas, segundo a Abiplast.

Realizada desde 1987 como uma parceria entre a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico – e a Reed Exhibitions Alcantara Machado como BRASILPLAST, e desde 2013 como FEIPLASTIC, a FEIPLASTIC apresenta novas tecnologias das principais empresas que são referência no setor, em segmentos como plásticos, resinas, máquinas e reciclagem, proporcionando aos seus visitantes interação com as novidades do mercado, além de geração de negócios e networking qualificado.

Serviço
FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 3 a 7 de abril de 2017
Horário: das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.feiplastic.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic; foto: arquivo

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Braskem destaca portfolio durante Feiplastic 2017

31/03/2017

Empresa apresentará durante a Feiplastic suas linhas de produtos para mercados de filme, cosméticos, higiene e limpeza e alimentos, entre outros.

Para a indústria de transformação e aplicações de filmes especiais, bobinas técnicas e filmes industriais a empresa apresentará o Braskem Flexus, marca do polietileno base metaloceno da Braskem, indicada para utilização em embalagens que exigem características como maior resistência, brilho, transparência e selagem.

Entre as novidades dessa família de resinas está o Braskem Flexus Cling, especialmente desenvolvido para extrusão de filmes stretch (estiráveis), utilizados por indústrias para proteger cargas durante transportes. Segundo a Braskem, a nova solução se destaca pela elevada retenção de carga e excelente performance de “pega”, mesmo em baixas temperaturas. Os filmes produzidos com a solução 100% Braskem apresentam flexibilidade, alta robustez e excelente resistência ao impacto e à perfuração, garantindo principalmente a segurança na movimentação e transporte das cargas unitizadas, afirma a empresa.

High Gloss

Para os mercados de cosméticos, higiene e limpeza e alimentos, a Braskem amplia o portfólio de especialidades e apresenta uma nova resina que proporciona mais brilho e melhor acabamento às embalagens sopradas rígidas, o que dá mais visibilidade ao produto na prateleira perante os concorrentes opacos, assegura a empresa.

Com esse lançamento, a Braskem amplia sua oferta de produto para a produção de recipientes por moldagem por coextrusão e sopro, agregando mais valor para a embalagem final.

Braskem Proxess

A marca Braskem Proxess, família de PEBDL metaloceno de polietilenos de alta performance, foi desenhada para promover fácil processamento e atender às elevadas exigências do mercado de embalagens flexíveis, afirma a Braskem. Segundo a empresa, as resinas entregam alto desempenho e grande flexibilidade para diferentes Clientes e aplicações.

Essa família é indicada para embalagens de empacotamento automático (FFS) ou sacarias industriais, e também para filmes termoencolhíveis, agrícolas e barreira.

Braskem Maxio®

O selo Maxio® certifica as resinas dentro do portfólio da Braskem que geram um menor impacto ambiental em suas aplicações. De acordo com a empresa, essas resinas proporcionam aos Clientes a possibilidade de aumentar a produção, reduzir o consumo de energia e horas trabalhadas pelos equipamentos e/ou reduzir a gramatura do produto final, aumentando a eficiência do processo produtivo.

Braskem Amppleo

Segundo a Braskem, a sua nova marca Braskem Amppleo, resina de polipropileno com propriedades de High Melt Strength (alta resistência do material fundido, em português), foi especialmente desenvolvida para a produção de espumas de alta performance e que tem a versatilidade como uma de suas características. A resina é capaz de suportar temperaturas de até 100°C sem deformar e possibilita a fabricação de espumas com ampla versatilidade de aplicações dentro de uma grande escala de densidade, que pode ir de 35 kg a 300 kg por metro cúbico, apresentando redução de peso frente a outros materiais e um excelente isolamento térmico e acústico, afirma a empresa. Além disso, o material pode ser totalmente reciclado. Com a novidade, a empresa pretende estabelecer parcerias para o desenvolvimento de novas aplicações nos mercados automotivo, industrial, embalagens, construção civil e eletrodomésticos.

I’m Green™

O Polietileno Verde I’m green™ é um plástico produzido a partir de fonte renovável – a cana-de-açúcar. O Plástico Verde pode ser encontrado em produtos de mais de 150 marcas em todo o mundo, como embalagens de alimentos, produtos de higiene e limpeza, pet food, cosméticos, bebidas lácteas, sacolas, tapetes para automóveis, grama sintética, fios e cabos, entre outros.

Fonte: Braskem

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Fórum Feiplastic aborda inovações do plástico na Indústria Automobilística

31/03/2017


O vice-presidente de Especialidades da Ineos Styrolution, Tom Warren,faz palestra destacando a importância e as novas tendências no uso do plástico em automóveis leves, no dia 5 de abril

Com o tema “Inovação e a importância do plástico na indústria automobilística”, o vice-presidente para as Américas da Ineos Styrolution, divisão Especialidades, Tom Warren, será o palestrante do Fórum FEIPLASTIC 2107, na apresentação que acontece no dia 5 de abril, às 11h30.  O Fórum acorre em conjunto com a Feira Internacional do Plástico e é composto por uma série de palestras que visam promover o debate e a troca de conhecimentos entre profissionais ligados à cadeia de produção do plástico. A curadoria é da empresa Hiria e após a exposição de Warren, haverá debate com Sergio Weiss, da Braskem, e Jose Chirino, da Lanxess.

A FEIPLASTIC – Feira Internacional do Plástico acontece no Expo Center Norte, em São Paulo, de 3 a 7 de abril. São 15 países expositores, entre os quais: Áustria, China, EUA, França, Índia, Itália, Portugal, Reino Unido e Suíça, além de visitantes de mais de 30 países entre eles, Argentina, Chile, Bolívia, Itália, Colômbia, México, Peru, EUA, Paraguai, Portugal, Alemanha e Espanha.

Warren vai destacar o papel inovador que o plástico representou para os automóveis leves nas últimas décadas, tendência que deve continuar nos próximos anos, segundo ele.Ele lembra que o plástico serve ao duplo papel de contribuir tanto para a redução do uso de combustível e das emissões de gases poluentes, quanto para os aspectos estéticos aprimorados nos designs inovadores dos automóveis. As novas tecnologias, ainda de acordo com Warren, como os compósitos, continuarão a moldar o conteúdo embarcado dos veículos.

“Pretendemos aproveitar o Fórum Feiplastic para mostrar alguns exemplos de nossas capacidades e soluções aos participantes da indústria local”, adianta Warren.

O Fórum FEIPLASTIC terá sua palestra de abertura no dia 3 com o norte-americano George S. Everly, convidado pela Harvard Business Review Brasil, 11h. O tema será Resiliência e os desafios das organizações diante do inesperado.O Fórum prossegue com apresentações programadas nos dias 4, 5, 6 e 7, sempre a partir das 11h30. O tema central deste ano é “A Importância do Plástico na Sociedade e nas Cadeias Produtivas Brasileiras: Foco nas Soluções e nos Resultados Práticos”. Os temas específicos que serão tratados são os seguintes:

Dia 4 –  “Inovação e a importância do plástico na indústria da construção civil”.
Dia 5 –  “Inovação e a importância do plástico na indústria automobilística”.
Dia 6 – “Inovação do plástico na indústria das embalagens”.
Dia 7 – “Sustentabilidade e Tecnologia”.

Realizada desde 1987 como uma parceria entre a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico – e a Reed Exhibitions Alcantara Machado como BRASILPLAST, e desde 2013 como FEIPLASTIC, a FEIPLASTIC apresenta novas tecnologias das principais empresas que são referência no setor, em segmentos como plásticos, resinas, máquinas e reciclagem, proporcionando aos seus visitantes interação com as novidades do mercado, além de geração de negócios e networking qualificado.

Serviço
FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 3 a 7 de abril de 2017
Horário: das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.feiplastic.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic; foto: arquivo

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Chem-Trend apresenta na Feiplastic portfólio de soluções inovadoras

31/03/2017

Fabricante de agentes desmoldantes e especialidades químicas traz ao evento duas linhas de produtos exclusivas

Participando pela primeira vez como expositora individual, além do histórico de presença nas edições anteriores em parceria com outras empresas, a Chem-Trend, empresa do Grupo Freudenberg, apresenta na Feira Feiplastic 2017 suas linhas de produtos para termoplásticos Lusin® e UltrapurgeTM, adquirida no final de 2016. A feira ocorre de 3 a 7 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

Com o objetivo de consolidar as marcas e promover soluções inovadoras e personalizadas, a empresa traz um portfólio abrangente que inclui agentes desmoldantes, agentes de purga, limpadores de molde, lubrificantes e protetivos de molde. O destaque fica por conta dos agentes de purga, aplicados nos processos de limpeza de extrusoras e máquinas de moldagem por injeção e em processamento por extrusão, sopro ou laminação.

Rodrigo Bombonatti, gerente de vendas da Chem-Trend, afirma: “queremos oferecer aos nossos clientes o que há de melhor para o setor de termoplásticos, e isso se torna possível com as linhas Lusin® e UltrapurgeTM, que auxiliam a reduzir custos entre 50% e 70% em algumas etapas dos processos produtivos, devido à diminuição do consumo de material e tempo de parada das máquinas”.

Para Ana Clara Cordeiro, diretora de Vendas da Chem-Trend no Brasil, “estar presente na Feiplastic é muito importante e estratégico para a empresa, por ser uma feira de grande credibilidade e abrangência para toda a indústria do plástico. Além de ser uma oportunidade única de mostrarmos soluções que garantem os melhores resultados nas linhas de produção dos nossos clientes”, finaliza.

Serviço:
Feiplastic (Feira Internacional do Plástico)
Local: Expo Center Norte, São Paulo
Data: de 3 a 7 de abril
Horário: 11h às 20h

Fonte: Assessoria de Imprensa – Chem Trend

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BASF apresenta tecnologias e tendências na Feiplastic 2017

31/03/2017

  • Soluções para diversas indústrias onde o plástico está presente levam em conta a sustentabilidade
  • Feira é oportunidade de aproximação com mercado e de impulsionar o desenvolvimento da indústria na América do Sul

A BASF vai participar da Feira Internacional do Plástico, Feiplastic 2017, levando soluções em Materiais de Performance, Dispersões e Pigmentos, Químicos Industriais (poliamidas) e Aditivos para Plásticos. A feira será realizada de 3 a 7 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

“A Feiplastic já se consolidou como uma oportunidade importante para a troca de informações com o mercado, para estreitarmos o relacionamento com nossos parceiros e, principalmente, para levarmos novas tecnologias e tendências para as indústrias onde o plástico está presente”, afirma Murilo Feltran, gerente de marketing de Materiais de Performance da BASF. “A BASF tem entre seus pilares a inovação e a sustentabilidade e oferece soluções que agregam essas características aos negócios de seus clientes”, completa.

O portfólio da BASF atende a variadas indústrias, como a de embalagens, construção, automotiva, bens de consumo, mineração, óleo e gás, entre tantas outras. As principais soluções por indústria são:

Monofilamentos

As poliamidas para monofilamentos Ultramid® B, Ultramid® C possuem características de maciez, transparência e resistência e são utilizadas na produção de fios e redes de pesca, cortadores de grama, cordas e cordéis, afirma a Basf.

Embalagens

Entre as novidades está o Ultramid® C37LC, uma copoliamida para aplicações de filme e monofilamento, como linhas de pesca de maior diâmetro (long lines), por exemplo. Permite fabricação de filme retrátil para embalagens de alimentos, eliminando a adição de poliamidas amorfas, proporcionando uma produção mais enxuta e eficiente. Segundo a Basf, os filmes produzidos com Ultramid® C37LC têm uma baixa cristalinidade e são significativamente mais macios e mais transparentes do que os feitos de copoliamida convencional. Há ainda as poliamidas para extrusão Ultramid® B, Ultramid® C, aplicadas na produção de filmes para embalagens de alimentos frescos e processados devido à sua resistência mecânica e barreira contra oxigênio e aromas, o que aumenta a durabilidade dos produtos.

O bioplástico versátil ecovio®, é formado por polímeros biodegradáveis e compostáveis, que podem ser aplicados em embalagens e na agricultura. Tem elevado desempenho, com comprovada compostabilidade e formulação com conteúdo de fonte renovável, assegura a Basf. Pode ser processado nos equipamentos convencionais de moldagem de polietileno, ser impresso e soldado.

Os termoplásticos amorfos de elevado desempenho da linha Ultrason®, indicados para diversas aplicações, são transparentes, de elevada resistência térmica. De acordo com a Basf, sua ampla gama de propriedades permite o uso em peças de altíssimo requisito técnico. Possui alta resistência mecânica e rigidez, excelente comportamento ao fogo e isolamento elétrico, entre outras propriedades.

Também farão parte do portfólio apresentado na Feiplastic os pigmentos que seguem os requisitos técnicos e regulatórios para aplicações sensíveis, ou seja, que tenham contato com alimentos, medicamentos ou brinquedos. O novo pigmento orgânico Paliotol® Yellow K 1750, por exemplo, é completamente livre de halogênio, possui excelente valor de coloração e alta estabilidade térmica, diz a Basf

Transportes

Os plásticos estão ganhando popularidade entre os materiais usados para produzir peças automotivas devido à sua vantagem de baixo peso, versatilidade no design do projeto e custos mais baixos. Para garantir a manutenção da aparência e durabilidade com proteção contra a ação dos raios UV e o envelhecimento térmico, há a nova geração de HALS metilados da BASF, da área de aditivos para plástico. O Tinuvin® 880 proporciona uma resistência aos raios UV, bem como uma estabilidade térmica drasticamente melhor, crucial para aplicações em interiores. Ele também é projetado para melhorar as propriedades secundárias, eliminando defeitos como deposição no molde e pegajosidade superficial, mesmo em materiais que contenham anti-risco, assegura a empresa.

De acordo com a Basf, a sua família de poliamidas Ultramid® se destaca por suas propriedades mecânicas, como resistência ao impacto e rigidez e pode ser aplicada amplamente na indústria automobilística, na fabricação de coletores de admissão de ar, maçanetas, pedais, sistemas de arrefecimento e ar condicionado e invólucros de airbags, por exemplo. Além disso, tem elevada resistência química e a altas temperaturas de trabalho, além de fácil processabilidade, afirma a empresa.

A área de Materiais de Performance também oferece uma ampla linha de resinas termoplásticas moldadas por injeção, extrusão ou sopro, tecnologias para a fabricação de peças para a indústria automotiva. São materiais com alta estabilidade dimensional e resistência às altas temperaturas. Há, inclusive, versões reforçadas com fibra de vidro. Podem ser usados na fabricação de peças do compartimento do motor, interior, sistemas elétricos e eletrônicos, resultando em veículos mais leves, mais seguros e com maior eficiência energética. Além do Ultramid® há as linhas de produtos Ultradur® (PBT), Ultraform® (POM) e Elastollan® (TPU).

Os sistemas de poliuretano também têm sido amplamente utilizados em peças e partes de veículos para conforto térmico e acústico. São volantes, para-sol, forros de teto, bancos, painel de instrumentos, apoios de braços, encostos de cabeça, isolantes acústicos de cabine, isolamento termoacústico em ônibus e caminhões, entre tantas outras possibilidades. As linhas Elastoflex®, Elastopor®, Elastoskin®, Elastofoam® e Elastonat®, garantem materiais de alta leveza e com excelentes propriedades físicas e mecânicas que promovem versatilidade, funcionalidade e elevada durabilidade, afirma a Basf.

Por fim, para a impermeabilização, proteção e melhoria do desempenho da caçamba de caminhonetes picapes, há revestimentos de poliuretano, poliureia ou híbrido, aplicado in situ em spray, da linha de produtos Elastocast®. Segundo a empresa, ela é resistente ao ataque químico, à corrosão e à abrasão, elevando sua durabilidade e reduzindo custos de manutenção.

Construção

Fibras e fitas utilizadas em inúmeras aplicações, como têxteis técnicos para a indústria da construção, geotêxteis, isolamento de telhados, estruturas de barreira, tapetes, têm de suportar condições climáticas severas, como exposição prolongada à luz UV, variação de temperatura e poluição. Os convertedores também são confrontados com desafios da fabricação industrial, como problemas de processamento. Para vencer esses desafios, a BASF lançou recentemente o estabilizante de luz de alto desempenho Tinuvin® XT 55, que, segundo a empresa, garante ainda bom desempenho de custo, proporcionando ajuste da dosagem de outros componentes da formulação. Este aditivo HALS de última geração permite que a linha de produção funcione sem interrupções, oferece durabilidade superior e estabilidade de cor, entre outras propriedades, assegura o fabricante. Pode ser aplicado também na produção de monofilamentos de poliolefinas e fitas para telas de sombreamento, andaimes, geotêxteis e big bags.

Os sistemas de poliuretano, como o Elastopir® e Elastospray®, são utilizados como isolante térmico na fabricação de painéis ou aplicados in loco em forma de spray e atendem requisitos das normas brasileiras de segurança ao fogo. Estas soluções contribuem para a eficiência energética superior numa ampla gama de sistemas construtivos, diminuindo o consumo de energia com ar condicionado ou aquecimento, e melhorando o conforto térmico dos ambientes, afirma a empresa. Podem ser usados em painéis modulares e coberturas para câmaras frias, celeiros e galpões, residências, shopping centers, grandes superfícies, armazéns, fábricas, entre outras construções.

Para pisos drenantes, o Elastopave® é um sistema de poliuretano com até 87% de permeabilidade – funciona como aglutinante para unir pedras e cascalhos, formando superfícies resistentes, duráveis e que impedem o empoçamento da água.

Bens de consumo

Para a indústria de calçados, sistemas de poliuretano macios e duros e poliuretanos termoplásticos (TPU) são aplicados na fabricação de solas, entressolas, palmilhas, entre outras partes para calçados esportivos, casuais e de segurança (linhas de produto Elastopan®, Elastollan® e Infinergy®). Promovem leveza, ergonomia, flexibilidade, resistência à abrasão, propriedades dielétricas, antiestáticas e antimicrobianas em substituição a materiais como borrachas e cortiças, afirma a Basf.

Os plásticos de engenharia e sistema de poliuretano termoplástico das linhas Ultramid® (Poliamidas 6 e 6.6), Ultradur® (PBT), Ultraform® (POM) e Elastollan® (TPU), são moldados por injeção, extrusão ou sopro para a fabricação de peças para o setor de bens de consumo. São materiais com estabilidade dimensional e resistência às altas temperaturas, disponíveis, inclusive, em versão reforçada com fibra de vidro. Podem ser usados na fabricação de artigos de cutelaria, cadeiras (incluindo peças técnicas, rodas e braços), ferramentas, cápsulas de café, componentes automotivos, entre outros.

Indústria de Refrigeração

A BASF também disponibiliza as linhas Elastocool® e Elastopor®, que são sistemas de poliuretano rígido para fabricar refrigeradores comerciais e de uso doméstico, como freezers e geladeiras. Formulados com agentes expansores que não afetam a camada de ozônio, também promovem eficiência energética.

Indústria de mineração

Para a moldagem de peças para a separação mecânica (peneiras, raspadores, revestimentos internos de tubulação, entre outros) de diversos materiais das indústrias de ferro e carvão, há os sistemas de poliuretanos das linhas Elasturan®, Elastocast® e Elastocoat®. Por sua alta resistência à abrasão, as peneiras fabricadas com estes materiais apresentam elevada funcionalidade e durabilidade.

Indústria de petróleo e gás

As linhas Elastopor®, Elastoshore® e Elastocoat® são sistemas de poliuretano rígido para o isolamento térmico e proteção de tubulações offshore contra a corrosão e a pressão.

Indústria elétrica e eletrônica

A poliamida Ultramid® B27 HM 01 é aplicada no recobrimento de fios e cabos elétricos, principalmente nos países que requerem a aprovação UL 94. Possui características técnicas de estabilidade térmica, resistência mecânica, química, ao impacto e à abrasão, além de alto brilho superficial, afirma a Basf.
Já as resinas termoplásticas moldadas por injeção, extrusão ou sopro Ultramid®, (Poliamidas 6 e 6.6), Ultradur® (PBT), Ultraform® (POM) e Elastollan® (TPU), podem ser aplicadas na fabricação de peças para a indústria elétrica e eletrônica. São materiais com alta estabilidade dimensional e resistência às altas temperaturas, também disponíveis com reforço de fibra de vidro. Podem ser aplicadas em tomadas elétricas, conectores, revestimento de cabos, esteiras, engrenagens, rodízios, materiais hospitalares, e diversas peças de equipamentos industriais.

Pigmentos

A nova marca de pigmentos da BASF, Colors & Effects oferece soluções para aplicações sensíveis, com atenção para toda a cadeia produtiva até o usuário final. A Basf afirma que as suas preparações pigmentárias, além de permitir um processo produtivo mais limpo, também oferecem diversos outros benefícios como soluções sob medida, melhor dispersibilidade e baixa torção, além dos pigmentos de efeito, de boa performance com excelentes resistências. São pigmentos que promovem efeito de branco mais branco, furta-cor, cores metálicas sem metal, perolados, entre outras possibilidades.

A BASF segue as normas mundiais ambientais e tem produtos baseados em matérias-primas de sua própria mina para extração de mica (localizada nos Estados Unidos), zelando pela sustentabilidade da cadeia produtiva com uma operação completamente livre de trabalho infantil, seguindo normas sociais e laborais internacionalmente reconhecidas.

Outra solução são os novos pigmentos funcionais pretos Lumogen® Black e Sicopal® Black. Como se sabe, a elegância que os tons pretos e escuros proporcionam ao visual de um produto podem trazer um problema, por conta do aumento da temperatura causada pela absorção de radiação solar. Quando formulado com os cool pigments, em substituição ao negro de fumo, impedem o aquecimento indesejado dos tons escuros, cortando quase pela metade o efeito da luz solar, afirma a empresa. Podem ser aplicados em plásticos para o interior e exterior.

Fonte: BASF

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Balanço da Plástico Brasil aponta para a retomada dos negócios na indústria do plástico e da borracha

31/03/2017

Encerrada na última sexta-feira, 24 de março, a primeira edição da Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha foi considerada um sucesso pelos organizadores e expositores. A feira é uma iniciativa da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) e da ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química), com organização e promoção da Informa Exhibitions.

Primeiro evento do setor no ano, a Plástico Brasil foi palco de novidades apresentadas para o mercado por 400 marcas de toda a cadeia produtiva do plástico: máquinas, equipamentos e acessórios, matérias primas e resinas, moldes e porta moldes, automação industrial e robótica, entre outros produtos, serviços e soluções.

O volume de negócios realizados sugere o início da retomada de crescimento da atividade industrial do setor, depois de dois anos de estagnação. Apenas nas Rodadas Internacionais, foram gerados 30 milhões de dólares em negócios por meio de 180 reuniões realizadas entre fabricantes brasileiros e 10 compradores de oito países (Argentina, Colômbia, Costa Rica, Egito, Estados Unidos, Índia, México e Rússia), informam os organizadores.

Estes compradores vieram à feira a convite do programa Brazil Machinery Solutions, uma parceria da ABIMAQ e Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para promover as exportações brasileiras de máquinas e equipamentos, e fortalecer a imagem do Brasil como fabricante de bens de capital.

“A Plástico Brasil assume uma importância ainda maior por representar o início de um novo ciclo de crescimento”, diz José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ. De acordo com o dirigente, o volume de visitantes e o grande volume de negócios superaram as expectativas, e a feira, além de evidenciar a tecnologia da indústria brasileira de máquinas, foi testemunha de uma nova fase para o País. “A Plástico Brasil será lembrada como o momento da virada”.

Velloso destaca também o caráter institucional da Plástico Brasil: “É a primeira vez que uma feira para a indústria do plástico é organizada pelas entidades setoriais. O apoio recorde de mais de 70 associações e sindicatos nacionais e internacionais comprova sua enorme representatividade”.

O presidente executivo da ABIQUIM, Fernando Figueiredo, também destaca a importância da feira para o desenvolvimento do setor e a retomada dos investimentos: “A Plástico Brasil ofereceu uma oportunidade para que os visitantes conhecessem as ações da indústria transformadora do plástico e da borracha em benefício do consumidor. A participação das entidades do setor na promoção da feira deu credibilidade ao evento e foi importante para que, logo em sua primeira edição, a Plástico Brasil atraísse expositores e público qualificado. Esse encontro em um ambiente propício para a geração de novos negócios será importante para a retomada do crescimento da indústria química e de máquinas e na geração de novos postos de trabalho”.

Gino Paulucci, presidente da Polimáquinas

Para Gino Paulucci, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico da ABIMAQ, a feira foi um sucesso total. “Recebemos no estande da Polimáquinas uma visitação altamente qualificada, formada por tomadores de decisão e pessoal técnico. Muitos negócios foram fechados no próprio pavilhão logo nos primeiros dias”, comemora. Como presidente da Comissão Organizadora da Plástico Brasil, Paulucci colecionou depoimentos positivos dos expositores e garante que a feira indica a retomada de crescimento da indústria do plástico.

A Plástico Brasil recebeu a visita de milhares de compradores e profissionais da indústria do plástico, que atendem e atuam nos mais diversos segmentos – construção civil, automóveis e autopeças, embalagem, agricultura, móveis, eletrônicos, instrumentos médicos, vestuário e calçados e eletrodomésticos, entre muitos outros.

O perfil dos visitantes compradores variou entre aqueles que vieram em busca de soluções para implantação de novas plantas ou ampliação das atuais, diversificação da produção e modernização do parque fabril, principalmente no que diz respeito ao ganho de eficiência energética, produtividade e competitividade.

Qualificação e negócios

Patrocinadora da feira, a Indústrias Romi destacou a qualificação dos visitantes que passaram por seu estande. De acordo com o vice-presidente da empresa, William dos Reis, a feira deu sinais que a indústria está se preparando para a retomada da economia e visando ao aumento da eficiência de suas plantas. O executivo lembra que a decisão de patrocinar a Plástico Brasil – bem como outras duas feiras setoriais da ABIMAQ, a Feimec e a Expomafe – devem-se à visão da Romi de buscar o melhor para seus clientes e para o setor industrial.

A empresa apresentou seis novas máquinas durante a feira e fechou negócios já no primeiro dia. Reis diz que foi possível perceber a melhora no “humor” dos fabricantes. “Viemos para a feira com uma expectativa alta, e ela foi superada”. Segundo ele, as vendas foram dirigidas a clientes habituais, que procuram modernizar suas plantas e se preparar para atender a esperada retomada da demanda. “Todas nossas máquinas estão voltadas para oferecer ganhos para os transformadores, principalmente de eficiência energética”, diz Reis.

Durante a Plástico Brasil, a Carnevalli apresentou aos visitantes o que há de melhor em seu portfólio. De acordo com o diretor Comercial Wilson Carnevalli Filho, a participação da empresa foi muito satisfatória e as vendas superaram às expectativas. A forte presença de tomadores de decisão possibilitou a efetivação de vendas no próprio estande e, também, o início de diversas negociações que serão retomadas após o evento. “Nossos clientes estão ampliando a capacidade de produção e outros substituindo as máquinas mais antigas por novas”, explica.

Para ele, o grande movimento de profissionais do segmento na feira deve-se ao ânimo que tomou conta do mercado. “O número de visitação no estande foi bastante significativo desde o primeiro dia. Recebemos clientes de todo o Brasil e de vários países, como Argentina, Peru, Equador, Chile e Bolívia”. Carnevalli avalia que, além da oportunidade de realizar vendas e prospectar novos negócios e clientes, a principal meta de sua participação na feira foi atingida: “Conseguimos fortalecer a marca no mercado com a participação da Carnevalli na Plástico Brasil”.

Marcelo Silva, gerente Geral da Stäubli, também destaca a qualificação dos visitantes e a importância da feira para ampliar ainda mais a divulgação da marca. A Stäubli destacou em seu estande soluções para diminuição do tempo de parada de máquina, por meio de engates e placas de multiacoplamentos para conexão rápida das mais diversas energias utilizadas nos moldes.

Segundo Silva, as empresas começaram a perceber que a redução do tempo do setup proporciona não apenas ganho de produtividade, mas também maior rentabilidade. “Quando o transformador não tem essa limitação, ele está mais preparado para atender ao mercado, produzir o que o cliente quer, na quantidade que ele precisa. Isso melhora a negociação e é uma vantagem sobre os concorrentes”, explica.

O sistema de fixação de moldes em versão magnética foi um dos que mais chamaram atenção no estande da Stäubli, uma vez que era um dos destaques do espaço SMED – Single Minute Exchange Of Die – Troca Rápida de Moldes, onde ocorreram palestras rápidas e demonstração ao vivo da troca (cerca de cinco minutos) de moldes de uma máquina injetora.

O diretor Geral da Wittmann Battenfeld do Brasil, Cassio Saltori, ficou bastante satisfeito com os resultados desta primeira edição. “Visitação acima da média, sem tumulto, de boa qualidade técnica e formada em sua maioria por tomadores de decisão”, enumera. Essa qualificação possibilitou que a empresa fechasse durante a feira negociações que estavam em andamento e fizesse prospecção com clientes habituais. Segundo Saltori, a maior parte dos visitantes compradores veio em busca de modernizar suas instalações para melhorar a produtividade, mas também houve casos de clientes que adquiriram máquinas para atender a projetos específicos de grandes clientes.

O diretor elogia a qualidade também dos expositores. “Foi uma feira limpa, com estandes muito bem construídos. Dava prazer andar pelos corredores”, lembra. A estrutura do pavilhão e a organização do evento são mencionados por Saltori como outros pontos positivos. “O retorno do nosso pessoal técnico é que eles tiveram facilidade no trabalho de instalação das máquinas no estande graças à estrutura do pavilhão e à rapidez no atendimento às demandas. A feira atendeu 100% nossa expectativa e faço votos para que ela cresça cada vez mais”.

Ulisses Fonseca, diretor da Multipack Plas, também garante que a Plástico Brasil atendeu às expectativas. “Tivemos negócios muito bem encaminhados e que estão sendo fechados logo na primeira semana; então é como se tivéssemos feito a venda na feira”, comenta. Assim como os demais expositores, Fonseca chama atenção para a alta qualificação dos visitantes. “Eram pessoas interessadas, diretores e até presidentes das companhias”, lembra. Na avaliação do diretor, o mercado brasileiro está em “estado latente”, apenas aguardando algumas medidas econômicas e de incentivo à produção para efetivamente voltar a crescer.

O Presidente da Informa Exhibitions, Marco Basso ressalta que a visitação é ainda mais surpreendente se for levado em conta o fato de se tratar da primeira edição da feira. “O resultado de visitação e negócios superou nossas expectativas mais realistas. Isso é bom não só para o setor, mas para a economia como um todo. A feira emitiu um sinal positivo para o futuro e mostrou que os transformadores vieram se preparar para o momento da retomada”, afirma. Basso lembrou que a moderna infraestrutura do pavilhão do São Paulo Expo possibilitou uma experiência tranquila e confortável para expositores e visitantes.

Alexandra Klemina, diretora geral da World Machines LCC e representante da Rússia na 1ª Rodada Internacional de Negócios da Plástico Brasil 2017, mostrou-se muito bem impressionada com a feira, tanto do ponto de vista da organização quanto da Rodada Internacional de Negócios. A empresária russa afirmou que as máquinas brasileiras possuem tecnologia comparável à das máquinas europeias, porém são mais acessíveis e apresentam maior competitividade, o que a interessa muito. “Vim para cá justamente para abrir novos contatos, trabalhar nas prospecções e buscar as mais diversas linhas de produção da indústria transformadora do plástico. Nesta feira, encontrei as opções que desejava conhecer”, destaca.

Conteúdo técnico e reciclagem

A Plástico Brasil ofereceu em torno de 60 horas de conteúdo profissional, tecnológico e científico, por meio de seminários sobre a Indústria 4.0 – ministrado por especialistas nacionais e internacionais da VDMA, a associação que representa os fabricantes de máquinas na Alemanha – e sobre Eficiência Energética como diferencial competitivo, além dos workshops sobre Sustentabilidade e Mobiliários em PVC para crianças com disfunções neuromotoras, a conferência da indústria do PET, palestras ministradas por especialistas e executivos das empresas expositoras na Arena Técnica, uma ilha de Inovação em Materiais Plásticos coordenada por instituições de ensino e pesquisa, e a demonstração inédita do SMED (Single Minute Exchange of Die – Troca Rápida de Moldes), sistema que pode reduzir o tempo de parada das máquinas para troca de moldes para cerca de cinco minutos.

Outro projeto invoador na feira foi o Recicla Plástico Brasil, promovido em parceria com a Plastivida e Instituto Brasileiro do PVC, com apoio das empresas expositoras Pavan Zanetti, Piovan, Romi e Wortex Máquinas. A ação foi composta por um estande ambientado de forma a expor produtos feitos em plástico no cotidiano dos consumidores e uma Linha de Reciclagem e Transformação funcionando ao vivo dentro da feira, onde os resíduos gerados no evento fora selecionados, tratados, moídos e transformados em novos produtos reciclados por equipamentos de última geração.

O Recicla Plástico Brasil abrigou também uma demonstração de Reciclagem de EPS e promoveu dois outros projetos de extrema importância para a reciclagem do plástico: o Tampinha Legal, que incentiva a coleta de tampas plásticas de garrafa para que sejam reutilizadas e recicladas, e a Reciclagem de Credenciais, coletadas em máquinas de Papa Cartão localizadas no pavilhão e destinadas à reciclagem para fabricação de porta copos, placas, caixas e outros objetos.

O Presidente da Plastivida e do Instituto do PVC, Miguel Bahiense se diz “extremamente satisfeito” com o resultado do projeto. O estande recebeu um grande número de pessoas dos mais diferentes perfis: professores, trabalhadores da indústria, jornalistas, formadores de opinião e políticos , entre outros.“Nosso objetivo era mostrar que a gestão dos resíduos sólidos numa cidade é possível, e que as pessoas podem continuar utilizando cada vez mais o plástico em suas atividades do dia a dia, conscientes de que existe uma destinação pós-uso”, explica Bahiense.

Ele lembra que o projeto, que contou com o apoio institucional da Secretaria do Verde e Meio Ambiente de São Paulo, foi concebido para simular a coleta seletiva de uma cidade, formatada com a responsabilidade compartilhada entre todos os atores: sociedade civil, poder público, indústria, varejo, coleta e reciclagem. Bahiense destaca também o aspecto científico do Recicla Plástico Brasil em palestras como o estudo de ecoeficiência das janelas de PVC e de lixo nos mares – este último em parceria com o Instituto Oceanográfico da USP – e o aspecto social, no workshop de mobiliário em PVC para crianças com disfunções neuromotoras, em parceria com a secretária da Pessoa com Deficiência do município de São Paulo.

A próxima edição da Plástico Brasil foi marcada para 25 a 29 de março de 2019, no São Paulo Expo.

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Dow traz para a Feiplastic resina plástica que compatibiliza PE e PP

30/03/2017

Intune™ Propylene OBC, com inovadora estrutura molecular, permite que produtos produzidos com materiais reciclados a partir desses dois componentes tenham a mesma qualidade daqueles elaborados com matéria-prima virgem

Uma das grandes dificuldades em se obter um material de qualidade oriundo da reciclagem de polietileno e polipropileno é causada pela impossibilidade de separação total destes materiais que são, originalmente, incompatíveis. Com isto, o resultado da reciclagem é um produto final de menor qualidade. Solucionar esta questão era algo que o mercado há muito vinha demandando para permitir uma reciclagem mais eficiente e a produção de produtos melhores e mais sustentáveis.

Assim, a área de Elastômeros da Dow investiu no desenvolvimento da resina Intune™ Propylene OBC. Este material, ao ser adicionado à formulação do produto, torna o polietileno e o polipropileno compatíveis, assegurando melhor qualidade ao produto final, comparável à matéria-prima virgem, afirma a Dow.

“Muitas vezes a indústria precisa unir duas soluções para obter características que não são encontradas em apenas um produto. E é justamente nisso que a tecnologia Intune™ Propylene OBC, da Dow, se destaca. O material combina propriedades dos polímeros polietileno e polipropileno, como resistência, flexibilidade e transparência, aumentando as possibilidades de aplicação desses polímeros e facilitando o processo de reciclagem. Intune™ Propylene OBC é um material inovador no mercado em função de sua arquitetura molecular diferenciada em bloco”, explica Marcello Mori, diretor Comercial da Dow para Elastômeros na América Latina.

Segundo a Dow, ao permitir possibilidades de combinações de propriedades dos dois materiais, a resina amplia o leque de aplicações de suas blendas e reúne seus benefícios em um único produto. Entre os objetos que podem ser reciclados e voltar ao mercado com qualidade similar estão caixas de utilidades domésticas, engradados de bebidas, móveis para jardim, entre outros. Além das aplicações destinadas ao mercado de reciclagem, Intune™ Propylene OBC também pode ser utilizado em blendas de polímeros virgens para melhorar ainda mais suas propriedades. Alguns exemplos são tambores moldados por sopro, tanques e caiaques produzidos por rotomoldagem, caixas transparentes de utilidades domésticas, além de embalagens flexíveis obtidas por extrusão de estruturas multicamadas.

Serviço
FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 3 a 7 de abril de 2017
Horário: das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.feiplastic.com.br

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Rodadas de Negócios incentivam a exportação na Feiplastic 2017

30/03/2017

Programa realizado em conjunto com o Think Plastic Brazil e Apex-Brasil terá a participação de 12 compradores internacionais na Feira

Além da exposição de produtos, serviços e troca de experiências em conteúdo e inovação, a Feiplastic 2017 – Feira Internacional do Plástico – terá espaço privilegiado em oportunidades de negócios. Em conjunto com o Think Plastic Brazil, programa de apoio à exportação de plásticos, criado pelo Instituto Nacional do Plástico e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), a Feira oferecerá rodadas de negócios com 12 compradores internacionais de plásticos transformados durante o evento. As rodadas serão realizadas exclusivamente para expositores da feira e para participantes do Think Plastic Brazil, uma vez que foram estruturadas para ampliar o alcance de negócios da Feiplastic.

Os compradores internacionais são provenientes da Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia, El Salvador, Guatemala e México. Trata-se de importantes players do setor que representam, distribuem e utilizam plásticos transformados nas áreas de construção civil, agribusiness e embalagens rígidas e flexíveis. De acordo com Cristina Sacramento, coordenadora do programa e especialista em Desenvolvimento de Mercado do Think Plastic Brazil, essas rodadas estão focadas nos países da América Latina pela proximidade com o Brasil e pela receptividade aos produtos brasileiros por conta da qualidade e da tecnologia. “Mais do que nunca, é fundamental para as empresas brasileiras ampliarem a abrangência de seus mercados indo além das fronteiras nacionais”, ressaltou.

As rodadas de negócios na FEIPLASTIC acontecem desde 2005 e já estão na sua sétima edição consecutiva. Em 2015, foram realizadas 196 reuniões com a participação de 48 empresas brasileiras e cerca de US$ 630 mil negociados no local, além da expectativa de quase US$ 11 milhões de negócios fechados nos meses subseqüentes à Feira.

Realizada desde 1987 como uma parceria entre a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico – e a Reed Exhibitions Alcantara Machado como BRASILPLAST, e desde 2013 como FEIPLASTIC, a FEIPLASTIC apresenta novas tecnologias das principais empresas que são referência no setor, em segmentos como plásticos, resinas, máquinas e reciclagem, proporcionando aos seus visitantes interação com as novidades do mercado, além de geração de negócios e networking qualificado.

Serviço
FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 3 a 7 de abril de 2017
Horário: das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.feiplastic.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic; foto: arquivo

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Lanxess apresenta sua gama de soluções para diversos setores da indústria na Feiplastic 2017

30/03/2017

Em um stand com 210 m², empresa exibirá aplicações e lançamentos desenvolvidos pelas unidades de High Performance Material (HPM), Rhein Chemie Additives (ADD) e Inorganic Pigments (IPG)

A Lanxess Brasil participa mais um ano da Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, importante evento de negócios e de inovações em plástico de alta tecnologia, na América Latina. Realizada neste ano de 03 a 07 de abril, das 11h às 20h, no Expo Center Norte, a feira integra os principais tomadores de decisão da cadeia do plástico às tecnologias do futuro.

E como um dos principais players desse mercado, a Lanxess traz ao evento suas soluções e aplicações voltadas para diversos setores da indústria.

Nessa edição, a unidade de High Performance Materials (HPM) apresenta diferentes aplicações produzidas com materiais da linha Durethan (Poliamidas) e Pocan (PBT´s e blendas de PBT). “A maior parte das soluções foi desenvolvida com tecnologia Lanxess, em parceria com nossos clientes, com a utilização de análises computacionais de CAE/CAD para verificar os requisitos das aplicações e, com isso, desenvolvê-las no menor peso possível, sem comprometer os requisitos”, explica Anderson Maróstica, gerente da área técnica da unidade.

Entre os produtos da área, serão expostas algumas aplicações trazidas da matriz da Alemanha, como o Bumber Beam da Honda, uma peça desenvolvida em parceria com a montadora. Trata-se de uma travessa do parachoque traseiro de veículos, que substitui as peças atuais produzidas em metal, mantendo as mesmas propriedades, porém com uma redução de 50% do peso. Outro destaque é o pedal de freio fabricado com 100% de plástico, desenvolvido para o modelo Porsche Panamera.

Entre as aplicações produzidas no Brasil, estão o primeiro pedal de embreagem e suporte de pedais desenvolvido em parceria com a Boge para caminhões, utilizando 100% de plástico, além de front ends de plásticos injetados, tecnologia bastante difundida na Europa e que passa a ser uma tendência para o mercado local, além de diferentes tipos de coletores de admissão.

Outra unidade de negócios que vai participar da Feiplastic é a Rhein Chemie Additives (ADD), que produz aditivos para plásticos e plastificantes livre de ftalatos. Tais aditivos são utilizados na fabricação de artigos plásticos para os setores automotivos, de construção, de brinquedos, têxtil, alimentício, entre outros. Os principais produtos da Lanxess para esta unidade são Mesamoll®, Unimoll® AGF e Adimoll® DO, Disflamoll® e Levagard®.

Já no segmento de Pigmentos Inorgânicos (IPG), a Lanxess apresenta as linhas Bayferrox® e Colortherm®, que são pigmentos à base de óxido de ferro e cromo. Segundo a Lanxess, os produtos são sustentáveis, estáveis a altas temperaturas, resistentes à luz e intempéries e apresentam boa dispersabilidade, mesmo em processos de tempos curtos de permanência e baixa força de cisalhamento. Os pigmentos inorgânicos podem oferecer várias possibilidades de cores.

Fonte: Lanxess

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Solvay usa polímero especial para lançar linha odontológica

30/03/2017

A Solvay está lançando o Solvay Dental 360™, uma nova linha de negócios de tratamento odontológico para a substituição do metal no segmento de próteses dentárias parciais removíveis (RPD, na sigla em inglês), permitindo um fluxo digital capaz de acelerar o trabalho de laboratórios dentários e dentistas.

As estruturas de próteses dentárias parciais removíveis (RPD) substituem dentes perdidos e são normalmente feitas em metal. Com a solução Solvay Dental 360™, elas podem ser desenvolvidas estruturas de RPD sem metal, biocompatíveis, mais confortáveis e com aparência natural, que são mais de 60% mais leves do que uma estrutura metálica, afirma a Solvay.

A Solvay usa seu novo polímero de aril cetona Ultaire™ AKP para fazer o disco de fresamento Dentivera™. Com este dispositivo, técnicos de laboratórios dentários capacitados e qualificados usam um software adaptado a este material para projetar e processar a estrutura das RPD’s. Segundo a empresa, isto aumenta a velocidade e a eficiência, uma vez que são necessárias menos etapas de fabricação em comparação com o uso de estrutura metálica.

“A iniciativa empresarial da Solvay no segmento de dispositivos médicos é impulsionada pelo nosso poder de inovação como um líder mundial em materiais de substituição de metal e seu histórico comprovado na área de Saúde”, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay.

“A Solvay se orgulha de começar na área de dispositivos de tratamento odontológico com uma oferta exclusiva que aumenta o conforto dos pacientes e a eficiência para dentistas e técnicos de laboratórios”, disse Shawn Shorrock, Diretor-Global do Solvay Dental 360™.

O portfólio de polímeros na área de Saúde, compreende materiais usados nos mercados de ortopedia, cardiovascular e renal, entre outros.

O disco de fresamento Dentivera™ foi aprovado pelos órgãos reguladores de saúde nos Estados Unidos e na União Europeia. O lançamento do Solvay Dental 360™ acontece na International Dental Show (IDS) de 2017, em Colônia, na Alemanha.

Fonte: Solvay

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Expositores da Plástico Brasil relatam realização de negócios nos primeiros dias da feira

24/03/2017

Gino Paulucci, presidente da Polimáquinas

Os três primeiros dias da Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, que vai até esta sexta-feira (dia 24) no São Paulo Expo, registraram uma grande visitação nos estandes, com vários negócios fechados e visitas técnicas agendadas.

Para o presidente da Polimáquinas, Gino Paulucci, este início superou as expectativas. Seu stand recebeu compradores do Brasil e do exterior, em sua maioria tomadores de decisão que fecharam negócios no pavilhão. “Nunca tivemos um início de feira com tantas vendas efetivas”, afirma Paulucci.

O enfoque dos transformadores que adquiriram as máquinas da empresa na feira foi na renovação do parque fabril, diversificação de mercado e abertura de novas plantas, segundo Paulucci. “Estamos operando com capacidade máxima de atendimento. Esse é o melhor termômetro de que o Brasil vai voltar a crescer”. Na Plástico Brasil, a Polimáquinas está expondo seis tipos de máquinas: três delas são lançamentos e as outras foram atualizadas para oferecer aos clientes melhor eficiência energética, mais velocidade e mais qualidade do produto final.

A austríaca Engel mostrou-se satisfeita com a  qualidade dos visitantes em seu estande, e também com o nível tecnológico apresentado pelos expositores da feira como um todo. Segundo o diretor da empresa, Udo Löhken, já nos primeiros dias da Plástico Brasil a Engel fechou negócios com clientes atuais, alguns deles já em andamento e concretizados na feira. “Nosso principal objetivo era conhecer clientes novos e fiquei surpreso com os contatos que fizemos. Cerca de 20% dos visitantes do stand são clientes novos”, diz o executivo.

O destaque da Engel na Plástico Brasil são seis produtos com configurações da Indústria 4.0: máquinas inteligentes, produção inteligente e serviços inteligentes. A empresa está demonstrando a conectividade em tempo real dessas soluções instaladas na feira com seu showroom na Áustria. “Estamos tendo uma ótima recepção dos visitantes”, garante Löhken.

A fabricante de injetoras Tsong Cherng expõe na Plástico Brasil duas máquinas: uma acionada com servomotor para ciclos rápidos e uma preforma híbrida, ambas voltadas a oferecer aos transformadores alta performance, economia de energia e aumento da produtividade, além de melhor aproveitamento do espaço nas fábricas, dadas suas proporções reduzidas.

O gerente de Operações da empresa, Eduardo Chern, comenta que fechou negócios que estavam em andamento nos primeiros dias e ficou positivamente surpreso com a qualificação dos visitantes em seu estande. “Recebemos empresários que vieram em busca de expansão das plantas, mas principalmente, de soluções para tornar suas fábricas mais eficientes”. Segundo Chern, umas das injetoras da Tsong Cherng oferece economia de 40% na matéria prima de embalagens. De acordo com o gerente, os produtos expostos estão alinhada à Indústria 4.0, com fornecimento de informações gerenciais em tempo real.

A exclusiva tecnologia de soldagem por ultrassom é o destaque da Herrmann Ultrassom na Plástico Brasil. A empresa apresenta ao mercado nacional a máquina Ultracell HIQ Vario 4800 watt de potência com tecnologia de soldagem por ultrassom para aplicação individual (manualmente) com painel de visualização gráfica do processo de solda.

Trata-se de um processo que permite unir peças termoplásticas em três tipos de segmentos: peças injetadas de plástico (com aplicação na indútria médica, automotiva, brinquedos, eletroeletrônica), embalagens e tecidos ou não-tecidos (produtos de higiene, como fraldas).

De acordo com o gerente de Vendas da Herrmann Ultrassom, Andreas Haug, a empresa alemã é a primeira a desenvolver e a oferecer ao mercado esse tipo de equipamento com painel que permite vizualizar o processo de solda. “Os clientes produtores de plástico no Brasil vão ter no futuro a chance de trabalhar com alta tecnologia no segmento de solda por ultrassom, que irá aumentar a qualidade, produtividade, e eficência de produção e, também, ampliar novos mercados, dando a possibilidade de diversificar as linhas de produtos e exportar para outros países”.

Com 20 anos de atuação, a Reinaflex atua mercado destinado a impressoras de bandas estreitas e médias e tambor central. “Esperamos abranger maior público com potencial de se tornar novos clientes no segmento de plásticos, para cada vez mais aprimorarmos as tecnologias das máquinas. Estamos sempre participando de feiras para acompanhar as novas tendências e inovar com o objetivo de oferecer impressão de qualidade e maior velocidade aos nossos clientes”, declara Kátia Magazoni, da Reinaflex Máquinas Flexográficas.

A Impressora Flexográfica RNF 550 de seis cores é o grande destaque da empresa na Plástico Brasil, que conta com 20 anos no mercado. Destinada à impressão de alta qualidade em papel, plástico, etiquetas, adesivos e rótulos, seu diferencial é possibilitar, também, a impressão em tiragem reduzida. O modelo está em conformidade com as normas NR10 e NR12. O estande da marca também conta com rebobinadeira e peças de fabricação própria para as máquinas também fabricadas pela empresa, além de outros produtos que atendem ao mercado de papel, plástico e papelão.

Patenteada pela Hudson-Sharp Machine Company, com 110 anos de atuação e líder na fabricação de máquinas confeccionadoras de sacos de plástico, máquinas pouch e soluções de embalagens refecháveis, a tecnologia de aplicação do Zíper Inno Lok ganha destaque no estande da empresa. Trata-se de um zíper especial transversal que é aplicado em filmes para a produção de embalagens de alimentos congelados, confecções e salgadinhos. Com barreira e lacre, oferece maior resistência à entrada de luz, umidade e contaminação.

No estande da marca, ganham destaque as linhas Pouch para a produção de embalagens pré-fabricadas por envase para o mercado de alimentos e Pet Food, além da linha de embalagens por envase automática Wicketer para pão de forma, fraldas e produto de higiene feminino.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

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Abertura da Plástico Brasil aponta sinais de retomada econômica

23/03/2017

Presidente da Abimaq, João Carlos Marchesan, fala durante abertura da feira Plástico Brasil

Presidentes de entidades, empresários e autoridades mostraram otimismo na abertura da Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, no dia 20 de março, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center. Evento está oferecendo 60 horas de conteúdo em programação

Primeira feira do setor no ano, a Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 20 a 24 de março trouxe, em parceria com a Apex, compradores internacionais da Argentina, Chile, Costa Rica, Egito, Estados Unidos, Índia, México e Rússia. De acordo com o presidente do Conselho da Administração da ABIMAQ, João Carlos Marchesan, a Plástico Brasil “compartilha nova experiência reunindo num local moderno grandes expositores da cadeia produtiva e os mais avançados processos para o aprimoramento técnico do mercado”.

O presidente da ABIQUIM, Fernando Figueiredo disse que nada melhor para a Plástico Brasil do que começar na Semana do Meio Ambiente: “O plástico tem contribuído para melhorar o dia a dia das pessoas”. Na mesma linha, o deputado federal Alex Manente, observou que o plástico é um dos segmentos que mais inovações vêm apresentando nos últimos tempos, “e a feira é uma oportunidade de levar o País adiante com uma indústria forte”.

O presidente da Informa Exhibitions, Marco Basso, lembrou que há um ano atrás, durante a realização da FEIMEC, o momento da economia era de pessimismo, reforçado pela ameaça de impedimento da presidente da República. “Agora a economia dá sinais de reação e a Plástico Brasil marca a virada do setor. Ela nasce com 40 mil m2, 400 marcas e apoio de 70 entidades, que revelam uma primeira edição robusta”, complementou.

Gino Paulucci, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico da ABIMAQ

Mais tarde, em entrevista coletiva, o presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico da ABIMAQ, Gino Paulucci, lembrou da necessidade da indústria de transformação renovar seu parque industrial depois de dois anos praticamente sem investimentos. “Grandes e pequenos fabricantes já estão iniciando suas compras neste ano, visando à economia de recursos, produtividade e competitividade”.

A Plástico Brasil representa diversos segmentos que compõem a cadeia produtiva do plástico e da borracha: instrumentação, controle e automação, máquinas, equipamentos e acessórios, moldes e ferramentas, produtos básicos e matérias primas, reciclagem, resinas sintéticas, serviços, projetos técnicos e outros. O evento aguarda a visita de 40 mil compradores, transformadores e profissionais da indústria do plástico, que atendem e atuam em segmentos como construção civil, automóveis e autopeças, agricultura, móveis, eletrônicos, instrumentos médicos, vestuário e calçados, eletrodomésticos, entre muitos outros.

A feira é uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e da ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química, com organização e promoção da Informa Exhibitions

Eventos Paralelos

A Plástico Brasil criou uma programação com 60 horas de conteúdo, ministrado por especialistas brasileiros e estrangeiros, autoridades e empresários, distribuídas nos seguintes eventos paralelos:

  • Seminário Internacional Plástico Brasil – Rumo à Indústria 4.0: Organizado pela ABIMAQ e VDMA (associação que representa os fabricantes de máquinas na Alemanha), reúne palestras apresentadas por especialistas nacionais e internacionais da VDMA. Dia 20, das 13h às 17h30.
  • Seminário “Eficiência Energética Como Diferencial Competitivo”: Organizado pela ABIMAQ, apresenta as soluções mais atuais para redução dos custos operacionais das indústrias e uso racional dos recursos naturais. Dia 23, das 13h30 às 17h10.
  • PETtalk – Conferência Internacional da Indústria do PET: Realizado pela ABIPET – Associação Brasileira da Indústria do PET, o encontro apresenta novas tecnologias, cenários e temas atuais da indústria do PET. Dia 21, das 8h às 17h, e dia 22, das 8h às 14h.
  • Workshop “Mobiliários Adaptados em PVC para Crianças com Disfunção Neuromotora”: Promovido pela Plastivida e Instituto Brasileiro do PVC como parte integrante do projeto Recicla Plástico Brasil, ensina profissionais da área de terapia ocupacional e voluntários a montar mobiliários feitos com PVC, adaptáveis a crianças com disfunção neuromotora. Dia 23, das 8h30 às 12h30.
  • Workshop de Sustentabilidade: Também integrante do projeto Recicla Plástico Brasil, com promoção da Plastivida e Instituto Brasileiro do PVC, o encontro é dedicado à troca de experiências sobre sustentabilidade, com presença de palestrantes renomados. Dia 23, das 14h às 18h.
  • SMED – Single Minute Exchange of Die – Troca Rápida de Moldes: Palestras rápidas e demonstração ao vivo da troca de moldes de uma máquina injetora em menos de 10 minutos. Realização: SENAI, Romi, Stäubli, Previsão e Berg-Steel. Todos os dias, às 11h, 13h, 15h e 17h.
  • Arena Técnica: palestras em formato dinâmico e duração média de 45 minutos, ministradas por especialistas e executivos das empresas expositoras. Dias 20 a 23, a partir das 10h.
  • Ilha de Inovação em Materiais Plásticos: Apresenta as novas tendências, tecnologias e inovações em resinas antes de sua chegada ao mercado. Participação das unidades de plástico e resinas da UNICAMP, CCDM – UFSCAR, FATECs Sorocaba, Zona Leste e Itaquera, e Instituto Mauá de Tecnologia.
  • Recicla Plástico Brasil: Ação criada com objetivo de disseminar a educação ambiental em torno da reciclagem do plástico e sua reutilização, bem como promover a sua imagem. Junto com os Workshops de Sustentabilidade e “Mobiliários Adaptados em PVC para Crianças com Disfunção Neuromotora”, é composto pelo Estande Recicla Plástico Brasil, Linha de Reciclagem e Transformação, Reciclagem de EPS, Projeto Tampinha Legal e Reciclagem de Credenciais. É uma iniciativa da Plastivida, Instituto Brasileiro do PVC, ABIMAQ, ABIQUIM e Informa Exhibitions, com apoio da Pavan Zanetti, Piovan, Romi e Wortex Máquinas.
    Ainda na área de reciclagem, uma das atrações é a Muzzicycles, fabricante de bicicletas com quadro feito de plástico. A empresa demonstra em seu estande o processo de montagem, os diferentes modelos de quadros e as bicicletas prontas. Uma delas fica exposta no estande do Recicla Plástico Brasil.

Incentivo às Exportações

Importadores de diversos países interessados na tecnologia e competitividade das máquinas e acessórios para a cadeia produtiva do plástico participam da 1ª Rodada Internacional de Negócios que acontece durante a Plástico Brasil, a convite do Programa Brazil Machinery Solutions. Trata-se de uma ação de promoção comercial, denominada Projeto Comprador, organizada pelo Programa BMS, fruto da parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ).

A partir de dados disponibilizados pelas empresas brasileiras, como mercados escolhidos e produtos ofertados, consultores especializados em matchmaking internacional fizeram o cruzamento de informações e identificaram compradores em diversos países que têm interesse nos produtos.

Participam das Rodadas 10 compradores de 8 países: Argentina, Colômbia, Costa Rica, Egito, Estados Unidos, Índia, México e Rússia. A ação tem como objetivo principal potencializar o contato e as negociações entre fabricantes brasileiros e compradores estrangeiros do setor. As reuniões acontecem em um espaço exclusivo para a ação, ao longo dos dias 21 e 22 de março.

Pavilhão

Inaugurado em maio de 2016, o São Paulo Expo é um moderno centro de exposições, com 90 mil m2 de área de exposição, pavilhões climatizados e mais de 5 mil vagas de estacionamento (4,5 mil cobertas), localizada a 850 metros do metrô Jabaquara, 10 minutos do aeroporto de Congonhas e fora do perímetro de restrição municipal (rodízio) de veículos de passeio e de carga. Os visitantes que usam transporte público contam com traslado gratuito de ida-e-volta para o evento a partir da estação Conceição do Metrô e do aeroporto de Congonhas.

Serviço:

PLÁSTICO BRASIL – Feira Internacional do Plástico e da Borracha
Data: 20 a 24 de março de 2017
Horário: Das 10h às 19h
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – São Paulo – SP)
Iniciativa: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química.
Promoção e organização: Informa Exhibitions
http://www.plasticobrasil.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

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Distribuidores marcam presença nas principais feiras de Plástico do País

23/03/2017

Plástico Brasil e Feiplastic contam com a presença da Adirplast e seus associados

Oito distribuidores associados à Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), que respondem por metade de toda resina comercializada no varejo nacional, 50% do setor de varejo, estão presentes em dois dos eventos mais importantes do segmento. O primeiro deles, Plástico Brasil, acontece desde o dia 20 (segunda-feira) e vai até o dia 24 de março, no São Paulo EXPO Center Norte. O segundo é a Feiplastic. Será realizada, de 3 a 7 de abril, no Centro de Exposições do Anhembi, também em São Paulo.

A prestação de serviço e parceria estabelecida com os milhares de pequenos e médios transformadores é o foco dessas empresas nos eventos. Vale lembrar que os distribuidores associados à entidade atendem 20% das mais de 11 mil empresas de transformação de plástico do país, a grande maioria composta por empresas pequenas e familiares.

Nos locais, são destaques os diferenciais oferecidos pelas afiliadas à Adirplast aos clientes, como qualidade e procedência dos produtos, além de uma grande gama de resinas ofertadas, com mais de 2.500 grades, assistência técnica, financiamento e pronta-entrega. “Nosso foco é o cliente. Por isso, é nele que pensamos quando oferecemos serviços que outras empresas que atuam no setor não conseguem”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

Daniela Guerini, da Mais Polímeros, explica que, mais que um simples fornecedor, o distribuir oficial de resinas é um parceiro das pequenas e médias empresas: “São muitos os benefícios de se manter essa parceria, pela confiabilidade fiscal e tributária, garantia de procedência, qualidade e suporte técnico dos produtos e, também, para o caso de eventuais problemas. Nossa grande capilaridade ainda permite a pronta-entrega em todo o território nacional”, explicou.

Outro ponto destacado por essas empresas nas feiras está na vantagem de se fazer negócio com distribuidor local ao invés de optar pela importação. “Entregamos resinas em qualquer lugar do Brasil em até 24 horas. Já, ao importar, o cliente fica sujeito a taxações e atrasos na entrega, que geralmente é 40 dias, burocracias de importação e variação cambial na compra indent”, completa Fábio Romulo, diretor da Remo Plásticos.

Premix, Piramidal, Replas, Mais Polímeros e Premix estão na Plástico Brasil. Já na Feiplastic, será possível visitar os estantes das distribuidoras Activas, Eteno, Fortymill e Remo Plásticos, além de rever Piramidal, Replas e Mais Polímeros. Na Feiplastic a Adirplast também contará com um estande próprio, que será um local para os demais associados se reunirem e apresentarem seu portfólio.

As principais atrações de cada empresa durante a Plástico Brasil e a Feiplastic são:

PIRAMIDAL: Irá comemorar 30 anos de mercado e apresentará sua linha completa de Resinas Commodities e de Resinas de Engenharia.

REPLAS: além do seu portfólio, fará o comunicado oficial de inauguração de sua nova planta em Manaus, AM, para produção de Xirinque.

MAIS POLÍMEROS: apesentará todo o portfólio de seus principais fornecedores e parceiros como BRASKEM e UNIGEL.  A empresa também promete divulgar nova parceria comercial com trader internacional para importações diretas em PET, ABS, Poliamidas e outros materiais.

PREMIX: irá mostrar todo o seu portfólio, para atendimento ao cliente, contará com uma equipe completa para atender os transformadores e suas necessidades.

ACTIVAS: promete atendimento personalizado ao cliente, para isso, levará toda sua equipe técnica para seu estande e, assim, entender melhor as necessidades do cliente e oferecer a melhor solução. Também mostra portfólio bastante diversificado.

ETENO: com o objetivo de ser um ponto de apoio para os clientes e fornecedores, a distribuidora contará com toda sua equipe de vendas e técnica.

FORTYMILL: irá expor toda a linha de PE, PP e EVA da Braskem, além de novos produtos e serviços desenvolvidos pela empresa de Compostos e Reciclagem do Grupo, a Plastimil.

REMO PLÁSTICOS: apresentará sua linha de produtos REMO e LGCHEM para ABS / SAN / PMMA / PC / BLENDAS E COMPOSTOS voltados principalmente para a linha Automotiva, Eletroeletrônica, Linha Branca e Construção Civil.

Sobre a Adirplast: A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas e filmes de BOPP-PET. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 3,5 bilhões em 2016, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país.

Fonte: Adirplast

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Tomra Sorting Recycling marca presença na Feiplastic com mensagem positiva para o mercado brasileiro de reciclagem

23/03/2017

De 03 a 07 de Abril de 2017, a Tomra Sorting Recycling vai estar presente na Feiplastic, na Expo Center Norte, São Paulo. Localizado em frente à “Operação Reciclar”, o stand da Tomra (N29) vai, este ano, demonstrar o Autosort e falar sobre o Autosort Flake. No entanto, mais que marcar presença na feira, o objetivo principal da Tomra é passar uma mensagem positiva para o mercado brasileiro de reciclagem, em uma palestra a ser realizada na “Arena do conhecimento” na terça-feira, dia 04/04/2017, das 14h às 14h45h, no sentido de discutir como os sensores óticos podem trazer melhorias de processo em tempos de crise e fazer toda a diferença na hora de reciclar.

Realizada desde 1987 em parceria entre a Abiplast e a Reed Exhibitions como Brasilplast e, desde 2013 com o nome de Feiplastic, a feira integra os principais decisores da cadeia do plástico às tecnologias do futuro. Desta forma, a Tomra Sorting Recycling não quis deixar de marcar presença, e durante todo o evento quem visitar o stand poderá conhecer os equipamentos da Tomra, assim como manter contato com a Diretora Comercial Carina Arita, que vai responder a questões e dúvidas, mas também falar de projetos já existentes no sentido de consolidar conhecimentos sobre os processos.

O stand vai contar com a presença de um Autosort para demonstração, a Demo Unit. Para quem desconhece o processo de automatização da TORMA, esta é uma excelente oportunidade para ter um primeiro contato. A Demo Unit é um equipamento compacto, mas em funcionamento em escala real simulando a separação dos diversos plásticos por tipo de material e por cor.

Relativamente aos equipamentos, o Autosort Flake é um sistema de purificação de polímeros moídos (normalmente denominado como flakes ou escamas) no processo de reciclagem que combina detecção do tipo de material e cores com a maior informação relevante para maximizar a recuperação de produtos recicláveis de alta qualidade que os mercados exigentes demandam cada vez mais. A tecnologia inovadora dessa nova geração do Autosort Flake também detecta metais, e o seu processamento duplo oferece aos clientes um rendimento muito bom no processamento do material, juntamente com uma saída de alta vazão constante – tudo a partir de uma única máquina.

Tal como acontece no equipamento Autosort, o novo Autosort Flake da Tomra conta com a patente tecnológica Flying Beam® combinada com o novo desenvolvimento do módulo ótico Fourline 2mm, que é atualmente a mais alta resolução NIR disponível no mercado de equipamentos por sensor. Este recurso inovador oferece aos clientes calibração contínua para evitar erros que podem levar a períodos de inatividade, dando assim uma estabilidade não atingível pela concorrência, afirma a Tomra. Desta forma, contribui para uma baixa necessidade de manutenção e baixo consumo de energia

Papel da Tomra Sorting Recycling no mercado brasileiro

De acordo com o Diretor Regional para o continente Americano, Carlos Manchado, a presença da Tomra Sorting na Feiplastic “é uma grande oportunidade de se expor ao mercado de plásticos de forma ampla. Além da nossa experiência na Feiplastic 2015 ter sido muito positiva, considerando as vendas realizadas”. O Diretor Regional reforça ainda “que a tecnologia da Tomra é muito nova no mercado brasileiro e oferece muitos benefícios às empresas que a implementam devido ao ganho de produtividade, ganho de qualidade no material e estabilidade de processo”.

Para além da visibilidade que a Feiplastic possa vir a trazer, o objetivo da Tomra passa também por trazer uma mensagem positiva ao mercado brasileiro, que tem sofrido algumas alterações nos últimos anos, ganhando uma maior consciência para as questões de reciclagem. Para Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Sorting Brasil, “o mercado está sofrendo os reflexos da crise, assim como toda a economia do país”. No entanto, “a crise tem um lado positivo, no qual as empresas olham para dentro de seus processos e produtos e buscam redução de custo, aspecto que a reciclagem pode proporcionar quando as empresas começam a substituir a matéria prima virgem por matéria prima reciclada.

Nesse cenário de economia, a Tomra entra ação com o desenvolvimento de tecnologias de ponta, que permitem maximizar a recuperação dos materiais de alta qualidade. Através da identificação e seleção dos materiais valorizáveis, é possível a recuperação de recicláveis descartados no lixo e recuperar aqueles materiais com valor agregado, o que se torna bastante vantajoso para o mercado e para as plantas que otimizam os seus resultados e aumentam os lucros.

A Tomra Sorting Recycling conta hoje com 40 equipamentos vendidos na América Latina que estão instalados sobretudo em recicladores de PET, PEAD e PP, como por exemplo a ArqPlast, indústria de utilidades domésticas fabricadas em polipropileno que completa o ciclo do material desde a sucata até ao produto acabado. Há também o exemplo da planta Balsamo Reciclagem que produz resina reciclada de PEAD, ou ainda recicladores de PET como a Clodam, Resilider, CNP, Cabelma, CicloPET, entre outros.

Palestra na “Arena do Conhecimento”
Tema: Melhoria de processo em tempos de crise – Seleção automática de plástico
• Data: 04/04 – Terça-feira
• Horário: 14h00 às 14h45

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 50 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua sendo a precursora na indústria dedicada à recuperação de frações de elevada pureza a partir de fluxos de resíduos, uma estratégia de reciclagem que maximiza o rendimento. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte: Tomra

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Piovan apresenta novidades na Plastico Brasil

23/03/2017

A Piovan participa da Feira Plástico Brasil apresentando uma série de novidades. Entre elas o Easylink, a nova linha de estações de acoplamento automático para alimentação centralizada. O equipamento  oferece transporte automático da matéria prima plástica de forma eficiente e econômica, afirma a empresa.  As estações automáticas de acoplamento Easylink são totalmente construídas com tubos rígidos e componentes revestidos de cerâmica que garantem melhor desempenho, resistência ao desgaste e ausência de contaminação, assegura a Piovan. São projetadas para pequenas ou grandes capacidades de transporte. Com design vertical compacto, ocupa uma área bem pequena mesmo para o maior range (60 posições de entrada e saída).

No campo de dosagem a empresa está apresentando o Quantum, da nova geração de dosadores gravimétricos de precisão. Quantum é um misturador gravimétrico por batch, compacto e flexível. A fabricação é em aço inoxidável e, segundo a Piovan, oferece dosagem precisa, boa homogeneidade, troca rápida de material e operações de limpeza  simplificadas. Imune às vibrações, o Quantum foi projetado para suportar possíveis vibrações provenientes das máquinas transformadores, garantindo precisão da mistura, mesmo sob condições extremas, afirma a empresa. Com capacidade de produção entre 70 e 800 kg/h e projeto patenteado, representa um passo adiante em termos de tecnologia, eficiência energética e operacional em dosagem e mistura.

Umas das principais inovações, lançada na feira K em Outubro passado, será apresentada em primeira mão ao mercado Brasileiro: o Winfactory 4.0, um software de supervisão da Piovan para “smart factory”. Trata-se de um novo aplicativo preparado para a “Indústria 4.0”; um conjunto de procedimentos e tecnologias que faz a integração digital entre as estruturas de produção, distribuição e informação. A Piovan implantou este conceito com a evolução de seu software de controle e gestão de processos, criando redes de comunicação com capacidade de troca que permitem conexões entre as diversas partes do ecossistema tecnológico. Winfactory 4.0 é a solução da Piovan para evolução da indústria de transformação de plásticos.

No campo de refrigeração, Aquatech, empresa do Grupo Piovan dedicada à refrigeração de processos industriais, apresenta seus mais recentes desenvolvimentos e soluções de alta eficiência energética. Em destaque, a solução Flexcool, que oferece redução dos ciclos da máquina transformadora, composta pelo Aryacool, um dry cooler que é uma alternativa eficaz para as torres de refrigeração.  O Aryacool oferece inúmeras vantagens para o processo de resfriamento de água industrial. Com um processo inteligente através do resfriamento da água em circuito fechado, mantêm a limpeza da água de processo, sem desperdícios e reduz os custos operacionais, afirma a empresa; o termorefrigerador Digitempl integra funções de aquecimento, resfriamento e free-cooling. Com duas saídas independentes e temperaturas entre 6°C a 90°C, com condensação por água, estão disponíveis na versão mono e duplo circuito.

Outro destaque é a Slim, a nova linha de chillers compactos adequados para aplicações ao lado da máquina. Os chillers da série Slim combinam alta capacidade de refrigeração e tamanhos reduzidos com alta eficiência energética, afirma a empresa.

Fonte: Piovan

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Abiquim: exportações puxam produção de resinas termoplásticas, enquanto demanda interna se mantém estável

22/03/2017

Segundo dados da Abiquim, a produção de resinas termoplásticas cresceu 5,7% em 2016, sobretudo pelas exportações que aumentaram 31,7%

De acordo com a equipe de Economia e Estatística da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), as vendas internas e a demanda nacional de resinas termoplásticas, após apresentaram forte recuo em 2015, apresentaram desempenho estável em 2016. As vendas internas tiveram elevação de 1,1% em volume, enquanto a demanda nacional das principais resinas, medida pela somatória das vendas internas mais importações, registou apenas 0,2% de crescimento no ano passado, em comparação ao ano anterior.

As exportações, no entanto, apresentaram significativo crescimento de 31,7%, devido principalmente ao câmbio favorável. Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, o ambiente internacional também contribuiu para o resultado: “A desvalorização do real frente ao dólar incentivou as exportações das resinas brasileiras, mas também deve-se destacar que o crescimento de outros mercados e o momento favorável do ciclo petroquímico foram decisivos para que as empresas brasileiras aumentassem suas exportações”.

Fátima Giovanna ainda complementa que o não crescimento da demanda interna levou as empresas a direcionar seus produtos para outros mercados até pela natureza das operações, que não permite redução da produção de forma acentuada. Então, para manter os ativos trabalhando com segurança, houve a necessidade de se manter a produção, buscando alternativas no mercado externo, muitas delas com margens reduzidas. Segundo dados da Abiquim, as vendas internas mais as importações tiveram desempenho fraco, crescendo 0,2% em 2016, em comparação ao ano anterior. O CAN (vendas internas + importações – vendas externas) registrou queda de 2,8%. O produtor nacional se esforçou para recuperar parte do mercado ocupado pelas importações, mas teve que encontrar nas exportações a saída para a crise econômica brasileira.

Diante deste cenário, Fátima Giovanna finaliza: “Esse quadro mostra claramente que o nosso mercado permanece estagnado, no entanto, parou de cair. Dada a capilaridade das resinas termoplásticas em termos da diversificação de aplicações em diversas cadeias, a se manter o ritmo de fechamento dos dados do quarto trimestre do ano passado, a demanda deve voltar a apresentar algum crescimento neste ano”.

Em relação à demanda interna de resinas, o PVC e PE + EVA registraram queda de -1,5% e -0,5%, respectivamente. Já o PP cresceu 1,4%, o PET 1,1%, e o PS 4,1%. Ao todo, foram produzidas no Brasil 7.520 mil toneladas de resinas em 2016, que equivalem a uma taxa de utilização da capacidade instalada de 80%

O cenário do mercado brasileiro de resinas termoplásticas, explica Fátima Giovanna Coviello Ferreira, reflete o momento atual delicado da indústria química brasileira, cuja produção não registra crescimento há 10 anos, o que comprova um período de dificuldade e de falta de competitividade, que culmina no elevado índice de ociosidade atual e na falta de atratividade para novos investimentos para o setor. Os novos investimentos só virão, principalmente em um setor capital intensivo, com a ocupação das instalações atuais e melhora das condições gerais de mercado. Não se pode deixar de mencionar que a retomada da atividade econômica e da demanda interna voltarão a pressionar os resultados da balança comercial de produtos químicos. Outra preocupação do segmento diz respeito à entrada em operação de novos projetos petroquímicos nos Estados Unidos e a possibilidade de que parte dessa nova oferta se direcionar para o mercado brasileiro.

Por essas razões, a indústria química carece de ações urgentes, de curto prazo, que possam estimular as atuais plantas ao retorno da operação em um nível maior de utilização da capacidade, bem como medidas mais estruturantes, de longo prazo, que possam atrair novos investimentos e efetivamente fazer com que as oportunidades de investimentos existentes possam transformar-se, definitivamente, em realidade.

Fonte: Abiquim

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Aditive Plásticos leva masterbatches funcionais de aditivos para Plástico Brasil

22/03/2017

A Aditive Plásticos, empresa nacional localizada na região central de São Paulo, que atua no mercado de concentrados de aditivos há cerca de 20 anos, está apresentando soluções para o mercado na Feira Plásticos Brasil, entre as quais:

Masterfil Anticolapsante – é um aditivo de ação migratória que lubrifica e tem função tensoativa, melhorando a distribuição das células de gás em PEBD, mantendo a formação estrutural dos núcleos e evitando o colapso das mantas de EPE após sua expansão. Segundo a Aditive, isso oferece grande vantagem sobre os concorrentes devido à redução da densidade das mantas em relação aos grades do mercado, além de melhorar a distribuição das células devido à sinergia da resina e ao teor ativo.

Em paralelo, a Aditive desenvolveu um Anti UV Agroespecífico para aplicação em Bale Wrap (utilizados na agroindústria para armazenar fardos de feno ao ar livre, mantendo as propriedade do alimento). Esse aditivo Anti-UV Agro é um fotoestabilizante especial que mantém as propriedades do filme polimérico mesmo quando há a ação fertilizantes e/ou outros agentes químicos, afirma a Aditive.

A linha de Condutivos da Aditive abrange todos os tipos de aplicações, tais como, injeção, filme ou sopro. Os materiais condutivos alteram a resistência elétrica superficial do produto, alcançando valores de resistividade como 10E3 e 10E4 ohm de maneira permanente, o que evita riscos de geração de faíscas, descargas elétricas e explosões nas mais diferentes aplicações, afirma a empresa.

A linha Antichama foi desenvolvida para filmes e peças; além disso, atende às novas exigências e normatizações reguladoras mundiais desenvolvida para diversos tipos de resinas termoplásticas, tais como, poliolefinas em geral, poliamidas, poliestireno, ABS, PBT e PC.

Fonte: Aditive

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Feira Plástico Brasil inicia-se nesta segunda (24/03) no São Paulo Expo

19/03/2017

Inicia-se nesta segunda-feira (24 de março), no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, a PLÁSTICO BRASIL – Feira Internacional do Plástico e da Borracha.  Uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e da ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química, com organização e promoção da Informa Exhibitions, a Plástico Brasil apresentará avanços tecnológicos e tendências globais de diversos segmentos que compõem a cadeia produtiva do plástico: instrumentação, controle e automação, máquinas, equipamentos e acessórios, moldes e ferramentas, produtos básicos e matérias-primas, reciclagem, resinas sintéticas, serviços e projetos técnicos e outros.

O evento deverá receber uma visitação de transformadores e profissionais de setores consumidores, como como construção civil, automóveis e autopeças, agricultura, móveis, eletrônicos, instrumentos médicos, vestuário e calçados, eletrodomésticos e químico.

Em sua edição inaugural, Plástico Brasil conta com o apoio da EUROMAP – European Plastics and Rubber Machinery, que agrega os fabricantes europeus de máquinas de plásticos e borracha, além da SPI – Plastics Industry Trade Association, entidade que reúne todo o setor de plásticos nos Estados Unidos.

A Plástico Brasil contará com atividades e eventos paralelos tais como :

  • “Seminário Internacional Plástico Brasil – Rumo à Indústria 4.0”: no dia 20, a partir das 13h30. As palestras serão apresentadas por especialistas nacionais e internacionais da VDMA, a associação que representa os fabricantes de máquinas na Alemanha
  • PETtalk – Conferência Internacional da Indústria do Plástico. Promovido pela ABIPET – Associação Brasileira da Indústria do PET, o evento ocupa parte da programação técnica de dois dias da feira, 21 e 22 de março. O conteúdo vai tratar de sistemas de injeção, para condicionamento da resina e para fechamento e rotulagem; aditivos e pigmentação; resina PET; processos de envase e equipamentos; entre outros temas.
  • Seminário Eficiência Energética como Diferencial Competitivo. Realizado pela ABIMAQ, o seminário terá a participação de especialistas e representantes de empresas que irão comentar cases e práticas adotadas em indústrias do setor de plásticos e borracha. As palestras acontecem no dia 23 de março no mezanino do São Paulo Expo.
  • Espaço “SMED – Single Minute Exchange of Die – Troca Rápida de Moldes”: resultado de uma parceria da Plástico Brasil com o SENAI e um grupo de empresas expositoras: Romi, Stäubli, Berg Steel, Piovan e Previsão.
  • Arena Técnica da Plástico Brasil – palestras rápidas sobre lançamentos, inovações e novas tecnologias.
  • Recicla Plástico Brasil – ação com objetivo de disseminar a educação ambiental em torno da reciclagem do plástico e sua reutilização, promovida pela Plastivida, Instituto do PVC, ABIMAQ, ABIQUIM e Informa Exhibitions

Serviço:

PLÁSTICO BRASIL – Feira Internacional do Plástico e da Borracha
Data: 20 a 24 de março de 2017
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Realização: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química.
Promoção e organização: Informa Exhibitions
Patrocínio Oficial: Romi
Mais informações, acesse: http://www.plasticobrasil.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

Polimold apresenta sua linha de sistemas de Câmara Quente, Porta Moldes, Controladores e acessórios na Plastico Brasil

19/03/2017

A Polimold, fabricante brasileira de Câmaras Quentes e Porta Moldes, mostrará na Plástico Brasil (Stand D080) toda a sua gama de produtos usados no dia-a-dia da ferramentaria e do transformador de plásticos.

A Polimold trará para o evento seus Sistemas de Câmara Quente, Porta Moldes Padronizados, as tecnologias embarcadas no Controlador de Temperatura e do Sequenciador de injeção, bem como também toda sua linha de Componentes e Acessórios para a utilização em Moldes de Injeção e Bases de Estampo.

Entre os destaques em Sistemas de Câmara Quente estão:
– Sistema para múltiplas cavidades para injeção de Pré-formas
– Sistema Valvulado com 10 vias Facility, muito utilizado na indústria automobilística.
– Modelo virtual de um Sistema Facility para que o visitante conheça todos os detalhes do sistema, além de outros recursos visuais.

Os Porta Moldes Padronizados e suas inúmeras formas de montagens também serão exibidos.

As tecnologias do Controlador de Temperatura Polimold Mini Smart e do sequenciador de injeção Timer Control estarão também presentes e todos seus recursos poderão ser demonstrados. Haverá também o lançamento da nova Linha de Acessórios com a marca própria Polimold – itens que se juntarão à linha de Componentes para Moldes e Estampos, Pinos, Molas e Cilindros de Nitrogênio.

Sobre a Polimold: Maior fabricante de Porta Moldes e Sistemas de Câmara Quente da América Latina, exporta seus produtos para diversos países da Europa, Ásia, América do Sul e com participação nos Estados Unidos e México. Sua linha de produtos destinados à construção de ferramentas para injeção plástica e estamparia incluem: Sistemas de Câmara Quente, Porta Moldes, Controladores de Temperatura, Sequenciadores de Injeção, Pinos Extratores, Bases de Estampo, Acessórios para Moldes e Estampo, além de Molas e Cilindros de Nitrogênio.

Fonte: Polimold

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G4 lançará novas máquinas para embalagens e mostrará sua linha completa na Plástico Brasil

19/03/2017

Um dos maiores fabricantes brasileiros de equipamentos para a produção de embalagens e sacolas plásticas, a G4 Máquinas marcará presença na primeira edição da feira Plástico Brasil. Promovida pela Abimaq e Abiquim, a exposição será realizada de 20 a 24 de março no São Paulo Expo, na capital paulista.

Em um estande com 150 m2, a G4 Máquinas apresentará uma completa linha de soluções para as indústrias do setor. Atualmente, a empresa fornece seis famílias de produtos (com larguras úteis entre 700 e 1.300 mm) e uma série de acessórios, como desbobinadores, mesas empilhadoras e gofradores.

Embalagens Trapezoidais

Os profissionais que visitarem a G4 Máquinas na feira Plástico Brasil também conhecerão o mais novo lançamento da marca. A Start TR 700 é o primeiro modelo trapezoidal projetado pela empresa. Oferece diversas vantagens para os fabricantes de embalagens para flores e hortaliças, afirma a empresa.

Segundo a G4, a Start TR 700 é a máquina mais rápida do segmento (até 60 metros por minuto), sendo totalmente automatizada e contando com uma interface prática para o operador, com o uso de um monitor colorido touch screen. Sua construção foi pensada para garantir uma maior versatilidade e baixa manutenção.

Ao contrário das máquinas tradicionais, a TR 700 utiliza cabeçotes superior e inferior. Produz embalagens com solda fundo, beira-lateral ou solda lateral em sacos blocados. Em complemento, a G4 criou muitos opcionais exclusivos para o equipamento.

Atendimento Diferenciado

Ao longo da semana, as equipes de engenharia, vendas e suporte técnico da G4 Máquinas estarão de plantão no stand (espaço B040) para demonstrar os equipamentos, planejar unidades de produção, detalhar todas as opções de compra e apresentar a estrutura diferenciada de pós-vendas da marca.

G4 Máquinas – Boy Service

Fundada em 2001, a G4 tem as suas origens na Boy Service Máquinas, uma empresa que realizava serviços de manutenção em equipamentos do setor de embalagens plásticas. Há oito anos, lançou sua primeira máquina e investiu na construção de uma moderna fábrica na cidade de Agudos (SP).

Atualmente, conta com uma ampla linha de produtos e segue desenvolvendo novas soluções para os empresários do segmento. Possui representantes em todo o Brasil e exporta seus produtos para vários países da América Latina, como o Chile, Costa Rica, Equador, México e Peru.

Plástico Brasil 2017

A Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha será realizada pela primeira vez entre os dias 20 e 24 de março. A exposição acontecerá no novo centro de eventos São Paulo Expo. Os profissionais poderão conhecer as novidades das indústrias do setor das 10 às 19 horas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – G4

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Fabricantes internacionais de matérias primas apresentam novidades na Feiplastic 2017

19/03/2017

Marcas como Braskem, Dow, Rhodia Solvay e Milliken apresentam ampla gama de produtos inovadores para a confecção de embalagens, filmes e peças automotivas

Um dos setores importantes da FEIPLASTIC 2107 – Feira Internacional do Plástico, o de “Resinas”, juntamente com outros fabricantes de matérias-primas essenciais na cadeia de produção do plástico, estarão representados no evento por marcas de alto reconhecimento nacional e internacional. Braskem, Dow, Rhodia Solvay, Milliken, Eastman e Colorfix são algumas das principais marcas que levarão uma extensa gama de materiais inovadores para a confecção de embalagens, filmes e peças automotivas, por exemplo, a serem apresentados ao público da FEIPLASTIC.

A FEIPLASTIC 2017 é organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e acontece no Expo Center Norte, em São Paulo, de 3 a 7 de abril. Além do setor de “Resinas Sintéticas”, a Feira contemplará o de “Produtos Básicos e Matérias-Primas”, “Máquinas, Equipamentos e Acessórios”, “Moldes e Ferramentas”, “Transformadores de Plástico”, “Instrumentação, Controle e Automação” e “Serviços e Projetos Técnicos”.

A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com volume anual superior a 20 milhões de toneladas e faturamento anual de R$ 54 bilhões, apresenta alguns produtos como o Flexus, marca do polietileno de base metalocênica indicado para utilização em embalagens que exigem características como maior resistência, brilho, transparência e selagem; e o Flexus Cling, da mesma família de resinas, que foi especialmente desenvolvido para extrusão de filmes stretch (estiráveis), utilizados por indústrias para proteger cargas durante transporte. Junto com o Flexus, o Proxess, família de PEBDL metalocênico, é desenhado para atender ao mercado de embalagens flexíveis, indicado para o de empacotamento automático (FFS) ou sacarias industriais, e também para filmes termoencolhíveis, agrícolas e barreira.

A empresa também apresenta uma outra marca: Amppleo, resina de polipropileno de alta resistência, especialmente desenvolvida para a produção de espumas de alto desempenho, capaz de suportar temperaturas de até 100°C sem se deformar, além de possibilitar a fabricação de espumas com ampla versatilidade de aplicações dentro de uma grande escala de densidade. Com ela, a empresa pretende estabelecer parcerias para o desenvolvimento de novas aplicações nos mercados automotivo, industrial, de embalagens, construção civil e eletrodomésticos.

Durante o evento, a Dow apresentará suas mais recentes inovações em resinas: DOWLEX™GM, INNATE™, OPULUX™HGT e AGILITY™. A família DOWLEX™GM proporciona o desenvolvimento de filmes com melhores óticas e aprimora atributos como transparência e brilho, de forma a ter maior destaque no ponto de venda.  Já a família INNATE™ apresenta um equilíbrio inédito entre tenacidade e rigidez, combinado a uma excelente resistência ao rasgo e à perfuração, o que possibilita a produção de embalagens mais leves e resistentes.

O OPULUX™ HGT, solução recente em verniz de alto brilho que substitui o processo de laminação, incrementando a resistência térmica e mecânica de embalagens flexíveis, complementa o portfólio da Dow para o mercado de embalagens. E a nova família AGILITY™ de resinas de polietileno de baixa densidade, indicadas tanto para processos de filme soprado quanto de revestimento por extrusão, possibilita uma maior produtividade nas linhas de produção, mantendo a uniformidade e a qualidade dos filmes.

A Rhodia Solvay levará à FEIPLASTIC lançamentos de quatro unidades globais de negócio: “Plásticos de Engenharia”, “Specialty Polymers”e “Technology Solutions”. Uma das principais novidades no evento será o lançamento no mercado regional da nova poliamida Technyl® REDx com “molécula inteligente” para peças de alta exigência térmica. Este material inovador, que supera o desempenho dos plásticos especiais convencionais, é destinado a aplicações em peças submetidas a estresse térmico constante, especialmente para os motores automobilísticos da nova geração.

Também contemplando o setor automotivo, o projeto Polimotor 2 oferece um amplo portfólio de soluções que incluem os polímeros especiais das marcas Torlon® (PAI), Avaspire® (PAEK), Ketaspire® (PEEK) eRyton® (PPS). A empresa divulgará ainda os novos desenvolvimentos de polímeros especiais – incluindo fluorpolímeros – para aplicação de baterias automotivas em veículos híbridos e elétricos, que começam a ganhar mercado especialmente na Europa.

Outra novidade é o Technyl® 4earth®, um novo processo patenteado pela Solvay que transforma fontes estáveis de têxteis técnicos pós-industriais ou em fim de vida – tais como airbags para automóveis – em plásticos de engenharia de primeira qualidade. Esta tecnologia exclusiva oferece novos produtos ecológicos reduzindo significativamente o impacto ambiental de peças de poliamida.

O foco da unidade global de negócios “Technology Solutions /Polymer Additives” na Feiplastic são os aditivos estabilizadores a luz e antioxidantes. O destaque desse negócio são os produtos da linha Cyasorb® Cynergy Solutions desenvolvidos para aplicações com elevados requerimentos técnicos como: filmes de PE para cobertura de estufas agrícolas, compostos de PP para peças automotivas interiores e exteriores, rotomoldagem e geosintéticos.

A Milliken, empresa global de especialidades químicas, revestimento e materiais de alto desempenho, vai apresentar seu produto clarificante concentrado NX UltraClear®, que proporciona ao polipropileno (PP) altíssima transparência, ideal para a confecção de embalagens e recipientes cujo conteúdo precisa estar protegido e à vista. A ação do clarificante é capaz de superar o tradicional aspecto translúcido do PP em embalagens termoformadas (moldadas em altas temperaturas), criando uma transparência similar àquela do PET e PS (poliestireno), mas com os benefícios ambientais e de desempenho do material.

A Eastman, empresa de especialidades químicas e fibras, estará presente na FEIPLASTIC 2017 apresentando seu portfólio de Plásticos Especiais, com destaque para Tritan e Glass Polymer, além de TPU’s e Plastificantes Scandiflex. Em Plásticos Especiais, a Eastman apresentará o projeto Philips Duravita, com novas Jarras para Blenders. Neste ano, a empresa oferecerá eventos diários, com destaque para o “Eastman Strike: Desafio Tritan”: a empresa montará uma pista de boliche e o jogo será realizado com garrafas feitas com Tritan, testando sua resistência.

Após dois anos em desenvolvimento, a Colorfix Masterbatches vai lançar o ColorID. Trata-se de um aplicativo digital com a função de identificar a cor solicitada pelo cliente, de forma mais rápida e assertiva. O cliente irá apresentar a cor e o representante comercial, de forma online, fará a leitura, identificando a tonalidade e ainda indicando as possíveis variáveis e a sua ficha técnica. De acordo com a Colorfix, o ColorID conta com um armazenamento de 800 cores, nas versões com e sem textura, em PE (polietileno), PP (polipropileno) e PS (poliestireno).

Entre os expositores de Resinas e Matérias-Primas confirmados para a FEIPLASTIC 2017, estão: ETENO, VIDEOLAR –INNOVA, COLORMIX, FORTYMIL, A SCHULMAN, DRY COLOR, MAIS POLIMEROS, AKRO-PLASTIC, EASTMAN, PIRAMIDAL, AMPACET, ECOMASTER, REPLAS, COLORFIX, ELEKEIROZ, BRASKEM, CRISTAL MASTER, EVONIK, ACTIVAS, CROMEX, INBRA, PEPASA, DACARTO,
STYROLUTION, ASTON, KARINA, KURARAY, REMO, PRO-COLOR, MILLIKEN, EXXONMOBIL, SOFTER, MITSUI, KRISOLL, TERMOCOLOR, MULTICEL, CUYO, ARKEMA, MULTICOLOR, SNETOR, BAERLOCHER, NEXO, SABIC, BASELL, NZ COOPERPOLYMER, BASF, BIESTERFELD, OMYA, LANXESS, BOREALIS, ASACLEAN, APTA RESINAS, BRASCHEMICAL, PONTUAL POLIMEROS, COVESTRO, CABOT, PROQUIMIL, RAPOSO, CARBOMIL, CORBION, INNOVA, CHEMSON, RADICI PLASTIC, PETROPOL, CHEM-TREND, RHODIA SOLVAY, CLARIANT, SUN ACE, INEOS STYROLUTION, COIM, THATHI, UBE, TORAY

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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Feiplastic 2017 mostra o o potencial da reciclagem de plásticos na “Operação Reciclar”

19/03/2017

A reciclagem dos plásticos é um dos destaques da Feira Internacional do Plástico, que tem caráter educativo e visa incentivar a colaboração entre cidadãos, poder público e empresas

Uma das principais características dos plásticos é a sua reciclabilidade –  propriedade que será demonstrada durante a Operação Reciclar, ao longo da Feiplastic 2017 – Feira Internacional do Plástico. O propósito dessa operação é incentivar a coleta e reciclagem de materiais plásticos mostrando, na prática, todo o potencial de reciclabilidade e variedade de aplicações das resinas plásticas em diversos segmentos da indústria, além de demonstrar o seu impacto no desenvolvimento da economia, saúde e bem-estar da população.

A Feiplastic 2017 é organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e ocorre no Expo Center Norte, em São Paulo, de 3 a 7 de abril.  A Operação Reciclar está de cara nova e pela primeira vez sob a curadoria da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico). O patrocínio master é da Braskem e tem o Apoio Institucional da Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo.

O público poderá conferir, ao vivo, a reciclagem de materiais plásticos e a transformação do plástico reciclado em novos produtos, no espaço da Operação Reciclar. Além disso, as empresas recicladoras Alcaplas, Neuplast e Plaskaper, todas com certificação SENAPLAS, doarão resina reciclada para transformação em produtos.

A Operação Reciclar está dividida em cinco vertentes: “Exposição de Soluções em Plástico Reciclado”, “Palestras Técnicas”, “Retorna Machine” (equipamento que recolhe resíduos sólidos reutilizáveis e/ou recicláveis e, em troca, entrega um brinde àqueles que depositarem resíduos plásticos, ou então, confere pontos que podem ser trocados por produtos e serviços aos visitantes que depositarem outros tipos de resíduos), “Conteúdo Educativo” (material ilustrativo apresentado em vídeos, painéis e publicações segmentadas) e “Demonstração do processo de Reciclagem” (máquinas em funcionamento para que os visitantes possam acompanhar todo o processo de reciclagem dos materiais, além de conhecer o trabalho institucional das empresas apoiadoras).

A Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos da Abiplast, que reúne recicladores e sindicatos patronais de todo o Brasil, terá as seguintes ações na operação:

  • Exposição do selo SENAPLAS (Selo Nacional de Plásticos Reciclados), que visa identificar e valorizar as empresas recicladoras que trabalham dentro dos critérios sociais, ambientais e econômicos exigidos por lei. Atualmente são 13 empresas certificadas que estarão expondo seus materiais gráficos no estande da Operação Reciclar.
  • Distribuição da Cartilha de Reciclabilidade de Materiais Plásticos Pós-Consumo, um material destinado aos designers de embalagens cujos objetivos são aumentar o índice de reciclabilidade, estimular a economia circular e auxiliar no cumprimento das metas estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 1.2305/2010)
  • Doação de resina reciclada para exposição na área técnica da Operação Reciclar.

Os visitantes da Feira que passarão no stand da Operação Reciclar terão oportunidade de concorrer a sorteios de bicicletas fabricadas com plástico reciclado, produzidas pela Muzzicycles, primeira bicicleta do mundo feita com material reciclado. Segundo o idealizador da bicicleta, Juan Muzzi, o quadro dela é totalmente fabricado em material plástico oriundo do pós-consumo, é leve, confortável e macia, não necessita de amortecedor e é resistente à radiação ultravioleta.

A empresa Sinctronics™, primeiro ecossistema integrado de soluções sustentáveis voltado para o mercado de eletroeletrônicos, levará à Operação Reciclar produtos eletroeletrônicos desmontados, amostras de materiais plásticos e metais triturados, resina plástica reciclada e amostras da madeira plástica produzida com uma mistura de plásticos e metais. Sua atuação é no sentido de “fechar” o ciclo de vida dos produtos, seja reintroduzindo em sua própria cadeia produtiva ou em outra cadeia que possa reaproveitar totalmente os componentes triturados, como na construção civil, por exemplo.

Uma pesquisa realizada pela Reed Exhibitions com os participantes da Feiplastic de edições anteriores e com visitantes de outros eventos correlatos e interessados no setor de plástico mostra que a reciclagem é considerada por 51% dos pesquisados como o segmento que gera maior interesse na Feira.

A Feiplastic 2017 tem como apoiadores a Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos e as empresas Sinctronics™, Muzzicycles, Leite Jussara, Plastipak, Globalpet, Instituto Jogue Limpo, Cimflex, Termotécnica, Wortex Máquinas, Haitian, CGM Contentores, Toledo do Brasil e Valor Sustentável.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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Fibermaq confia na retomada das vendas de máquinas para compósitos

19/03/2017

Crescimento de 30% previsto para o ano significa o retorno aos patamares de 2015

A Fibermaq, líder brasileira em equipamentos para a moldagem de compósitos, prevê para este ano um salto de 30% no faturamento. A projeção, à primeira vista bastante otimista, significa na verdade um retorno aos patamares de 2015. “Ano passado, a nossa receita caiu mais de 25%. Por conta da crise econômica, faltou confiança para as empresas investirem. Sem contar que sentimos um forte aumento da inadimplência”, analisa Christian de Andrade, diretor da Fibermaq.

Se o melhor a fazer é esquecer 2016, pelo menos o final do ano passado deixou algumas boas lembranças para a Fibermaq. “Iniciamos o fornecimento de máquinas para as empresas que atuam no setor de energia eólica. Também notamos certa recuperação na demanda dos moldadores de peças de compósitos para ônibus”.

Esses dois fatores somam-se às boas notícias recebidas pela Fibermaq no início deste ano. A primeira ficou por conta de um contrato para fornecimento de máquinas de enrolamento filamentar – serão usadas na fabricação de postes. “São equipamentos especiais, com muito mais tecnologia embarcada”. Depois, de olho em aplicações no setor eólico, a empresa concluiu nas últimas semanas o desenvolvimento de máquinas para a aplicação de materiais diversos, como putties e massas de colagem.

“Também finalizamos o projeto de uma nova pistola para a aplicação, via spray, de adesivos à base d´água, bem como de bombas hidráulicas e pneumáticas para o envase de materiais viscosos”. De acordo com Andrade, essas novidades têm um campo bastante amplo de aplicação. “Saem um pouco do nosso dia a dia de equipamentos para a moldagem de compósitos. As bombas para envase, por exemplo, podem ser usadas pela indústria farmacêutica e alimentícia, entre outras”, observa.

Distribuidora da Autometrix

Outra novidade da Fibermaq é o início da parceria com a norte-americana Autometrix, empresa especializada em sistemas automáticos para o corte de tecidos de reforços usados em peças de compósitos. “Atuaremos como distribuidores autorizados dos equipamentos da Autometrix no Brasil. Há potenciais clientes para as suas soluções nos setores de transportes, incluindo aviões e helicópteros, energia eólica, próteses e artigos esportivos”.

Fundada em 1978, na cidade de São Paulo, a Fibermaq é pioneira na fabricação de máquinas e acessórios para a moldagem de compósitos, epóxi e adesivos em geral. Ao longo desse período, mais de 5.000 laminadoras, gelcoateadeiras, injetoras de RTM e máquinas de enrolamento filamentar, entre outras, foram comercializadas pela empresa no Brasil e em toda a América Latina.

Fonte: Fibermaq

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Braskem e À La Garçonne levam o Plástico Verde para o São Paulo Fashion Week

19/03/2017

Braskem continua a parceria com o maior evento de moda do País para demonstrar como o plástico pode contribuir com a sustentabilidade no mercado fashion

Para demonstrar como a associação entre o uso inteligente de tecnologias, o universo do plástico e a criatividade é tendência para uma moda mais sustentável, a Braskem segue nas passarelas na próxima edição do São Paulo Fashion Week, que acontece entre 13 a 17 de março. A fabricante de resinas plásticas e a marca À La Garçonne, comandada por Fábio Souza e Alexandre Herchcovitch, fecharam parceria para a produção de peças exclusivas, produzidas em impressão 3D com Plástico Verde, para a coleção que será apresentada em 16 de março.

Algumas pulseiras e botões usados na coleção serão totalmente personalizados e confeccionados na impressora 3D da Made In Space, parceira da Braskem no projeto “Imprimindo o Futuro”, que levou o plástico de origem renovável para a impressão 3D, em gravidade zero,na Estação Espacial Internacional, no ano passado. O Plástico Verde foi desenvolvido com tecnologia brasileira, tem a cana-de-açúcar como matéria prima e seu diferencial é a contribuição para a redução da emissão dos gases do efeito estufa na atmosfera, já que captura gás carbônico durante o processo de crescimento da cana.

Usado pela primeira vez na moda, o Plástico Verde tem total aderência com a proposta da À La Garçonne, que foi estabelecida em cima de conceitos de preservação ambiental, reciclagem upcycling e reúso. “A possibilidade de fazer pequenas peças customizadas dá total abertura à criação. Além disso, o material aceita todo tipo de forma e sua fonte é natural”, destaca Alexandre Herchcovitch.

“Nosso objetivo é demonstrar que é possível aliar ideias sustentáveis à paixão pela moda. Tanto a impressão 3D quanto o Plástico Verde ajudam a expandir os limites da criatividade e permitem romper com o ciclo de desperdício nesse mercado, produzindo de acordo com a demanda e utilizando fonte renovável, com a possibilidade de reciclagem. Por esse motivo, entendemos que, mais do que nunca, o plástico está na moda”, afirma Claudia Bocciardi, diretora de Marketing da Braskem.

A Braskem participa, também no dia 16 de março, de conversa sobre moda, sustentabilidade e impressão 3D, no talk “Moda, design, Inovação: Impactos Exponenciais”. Bate papo integra a Programação do Projeto Estufa, iniciativa do SPFW que dará projeção às reflexões em torno do futuro e do fazer diferente e que conta com apoio da empresa. Na ocasião, Alexandre Herchcovitch, Claudia Cappra ( diretora comercial de Químicos Renováveis da Braskem) e Matthew Napoli (vice-presidente da Made In Space) vão debater como o plástico pode atuar de forma positiva por uma moda mais sustentável.

Com uma agenda que provocará discussões sobre mercado, design, novos materiais, processos, tecnologias e idéias, as conversas do Projeto Estufa acontecem até o dia 17 de março, na Fundação Bienal. O propósito é impulsionar novas formas de criar, produzir e distribuir.

Quem se interessar em conhecer mais sobre como o plástico e a impressão 3D contribuem com a sustentabilidade, a Braskem construiu um espaço aberto aos visitantes do SPFW, onde se poderá ver de perto uma impressora 3D em funcionamento utilizando o Plástico Verde da Braskem.

Esta é a segunda vez que a Braskem participa do São Paulo Fashion Week. Na edição N41, a empresa apoiou o desfile do estilista João Pimenta e levou para a passarela os paratletas da elite do esporte nacional Silvânia Costa, Mateus Evangelista, Claudiney Santos e Elizabeth Rodrigues, integrantes da Equipe Brasileira de Paratletismo. A trilha sonora ficou por conta dos músicos e dos instrumentos de plástico da Orquestra Plástica do NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), projeto que articula, por meio da música, os campos da sustentabilidade e da inclusão socioprodutiva.

Fonte: Braskem

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Polímeros biodegradáveis da Evonik recebem certificação ISO 13485

19/03/2017

A marca RESOMER® da Evonik, composta por polímeros biodegradáveis para aplicação em dispositivos médicos (MD), agora possui certificação ISO 13485, padrão que rege especificamente os produtos MD. Os polímeros e copolímeros bioabsorvíveis são usados para fabricar implantes comerciais biorreabsorvíveis.

Uma auditoria abrangente conduzida pela empresa certificadora DQS Medizinprodukte GmbH no final de novembro de 2016 confirmou que os produtos RESOMER® cumprem todos os requisitos definidos pela norma ISO 13485. A DQS examinou especialmente o sistema de gerenciamento de riscos e sua garantia de qualidade e processos de documentação. A próxima recertificação deve ocorrer em um ano.

A qualidade e a segurança desempenham papel crucial na fabricação de dispositivos médicos. Tendo isso em mente, a Evonik apoia os clientes que atuam nesse mercado mediante o fornecimento de produtos apropriados e contribuindo, assim, para que eles atinjam os seus objetivos.

Fonte: Assesoria de Imprensa – Evonik

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Na Feiplastic, Colorfix Masterbatches lançará aplicativo que identifica a cor in loco

18/03/2017

Após dois anos de desenvolvimento, a empresa paranaense Colorfix Masterbatches irá lançar durante a Feiplastic 2017, em São Paulo, o ColorID. Trata-se de um aplicativo com a função de identificar a cor solicitada pelo cliente, de forma mais rápida e assertiva. Para o diretor superintendente da companhia, Francielo Fardo, a ferramenta irá modificar o conceito de desenvolvimento dos masterbatches.

“Diferentemente da sequência tradicional no qual os clientes nos enviam um padrão de cor, e, posteriormente, nós o desenvolvemos e enviamos de volta uma amostra, com o aplicativo ColorID o cliente irá apresentar a cor e o representante comercial, de forma online, fará a leitura, identificando a tonalidade e ainda indicando as possíveis variáveis e a sua ficha técnica”, explica Fardo.

Essa é uma inovação no segmento da transformação do plástico brasileiro. A tecnologia é bastante difundida no segmento de tecidos nos EUA. Em um primeiro momento, o ColorID conta com um armazenamento de 800 cores, nas versões com e sem textura, em PE (polietileno), PP (polipropileno) e PS (poliestireno).

Catálogo de Tendências

O aplicativo tem por objetivo ser uma ferramenta complementar ao catálogo Cores & Tendências, desenvolvido pela Colorfix desde 2014. Neste ano, ele chega aos clientes na versão 3.0. A edição é inspirada nas cores da natureza e também nas tendências apontadas por estudos de cores de mercado para a indústria, moda e design.

Seguindo o conceito de inovação e comprometimento, o slogan do catálogo deste ano é ‘Re-pensar’, que, aliado à cor do ano (verde Greenery), significa a esperança, a recomeço, o repensar e o renovar. Além do verde, o catálogo apresenta mais nove cores que serão tendências neste ano, entre as tonalidades do azul, amarelo, laranja, rosa e marrom, com efeitos diversos (metalizados, perolados, interferência e soft touch) e de forma transparente.

Todas as cores são desenvolvidas em PP/PE e acompanham suas características técnicas. Entre elas, o código, a aplicação, a resina de aplicação, a temperatura, a solidez à migração e à luz, e a sua toxicidade.

Feiplastic

A Feiplastic ocorre de 3 a 7 de abril no Expocenter Norte, em São Paulo. A Colorfix participa desta feira desde 2009. “É de extrema importância participar de eventos deste porte. Primeiro porque reúnem informações do setor em um único local, o que agrega valor aos negócios através da troca de informações no contato pessoal. Segundo, pela proximidade dos clientes que têm a possibilidade de conhecer novos produtos e tirar suas dúvidas com toda a equipe da companhia que se mobiliza para o evento. Por último, há a questão de estar presente no mercado, demonstrando o que há de novidade e tecnologia em nossa linha de produção”, declara Fardo.

Além do ColorID e do Catálogo de Tendências, durante a feira também serão apresentados os aditivos transparentes, clearfix colorants e marmorizados. Os Clearfix Colorants tem entre os principais benefícios a alta transparência em polipropileno clarificado, cores vivas e limpas, alta resistência a migração e nucleação, afirma a empresa. OEfeito marmorizado é muito utilizado em peças de jardim, utensílios domésticos, brinquedos, embalagens para cosméticos, entre outros.

Palestras

A Colorfix oferecerá minipalestras aos visitantes de seu stand, com duração de 15 minutos cada. Entre os assuntos abordados, estão: “Colorimetria: avaliação visual e instrumental”, “Aditivos para ganho de alta performance e sustentabilidade”, e “Como dimensionar o produto para atender as necessidades e custos do cliente”.

16h – Aditivos para ganho de alta performance e sustentabilidade
17h – Como dimensionar o produto para atender as necessidades e custos do cliente
18h – Colorimetria: avaliação visual e instrumental
19h – Aplicativo ColorID

A Colorfix Masterbatches, desde 1990, trabalha na inovação e no desenvolvimento de concentrados de cor e aditivos. Com a matriz localizada em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná, a companhia conta ainda com unidades em São Paulo (São Caetano) e Pernambuco (Jaboatão dos Guararapes).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Colorfix

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Termotécnica lança linha Monoforte para fechamento de galpões

18/03/2017

Sistema construtivo feito em EPS (isopor®) inclui nova linha, voltada para obras comerciais e industriais

Engajados no fortalecimento do mercado da construção civil em EPS, a Termotécnica apresenta um novo produto na linha Monoforte, que realiza o fechamento de galpões em obras comerciais e industriais. Os painéis, já utilizados em obras residenciais e de edifícios, passaram por uma série de ajustes com o objetivo de viabilizar o atendimento desse mercado com custos competitivos e eficácia, afirma a Termotécnica.

Reforço na equipe comercial

Para reforçar a atuação comercial do Sistema Construtivo Monoforte, a Termotécnica contratou novos representantes comerciais que atuarão nos mercados do Sul e Sudeste, especialmente focalizados em obras comerciais e industriais. Recentemente, a Termotécnica reuniu essa equipe para dois dias de treinamento, na sede da empresa, em Joinville (SC), com o objetivo de alinhar o conhecimento desses profissionais aos princípios e valores da Termotécnica.

O Sistema Construtivo Monoforte em EPS corresponde a paredes feitas de painéis monolíticos de concreto armado com isolamento térmico que podem substituir a alvenaria estrutural ou de vedação. As tubulações de hidráulica, esgoto e elétrica do Monoforte são instaladas entre os painéis e a tela metálica, resultando em um sistema resistente, rápido e econômico. O sistema permite que todo o processo construtivo seja otimizado, com a redução no tempo de execução e na mão de obra necessária que, dependendo do projeto, pode ser superior a 30%. A facilidade se estende ao transporte e manuseio do material, que é leve e compacto, afirma a Termotécnica. Além disso, o isolamento térmico e acústico é outro diferencial do Sistema Monoforte, segundo o fabricante.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Evonik divulga principais indicadores financeiros e perspectivas para 2017

18/03/2017
  • Um bom desempenho em 2016 – aquisições fortalecem segmentos de crescimento
  • Previsões cumpridas: EBITDA ajustado no limite superior do intervalo em €2,165 bilhões
  • Dividendo proposto: constante em um nível atraente de €1,15 por ação
  • Perspectivas para 2017: receitas e lucros mais altos, EBITDA ajustado entre €2,2 e €2,4 bilhões

A Evonik Industries AG atingiu plenamente a sua previsão de receitas em 2016. Com um EBITDA ajustado de €2,165 bilhões, as receitas se situaram no limite superior do intervalo de €2,0 bilhões a €2,2 bilhões. Embora os volumes tenham apresentado um sólido crescimento de 3%, as vendas caíram 6% para €12,7 bilhões em decorrência da queda nos preços.

“Em 17%, a nossa margem EBITDA ajustada continua boa”, disse Klaus Engel, Presidente da Diretoria Executiva.  “A bem-sucedida aquisição da divisão de aditivos especiais da Air Products e a planejada aquisição do negócio de sílica da Huber representam um impulso adicional de crescimento, além de abrir novas perspectivas para o nosso atraente portfólio”.

Na Reunião Anual de Acionistas a ser realizada em 23 de maio, a Diretoria Executiva e o Conselho de Administração da Evonik irão propor um dividendo de €1,15 por ação. Com base no preço de fechamento das ações no final de 2016, isso representa um dividend yield de 4,1%, posicionando a Evonik entre as principais empresas químicas do mundo. “O alto fluxo de caixa livre de €810 milhões nos permite realizar esse nível de desembolso sem prejudicar as nossas ambiciosas metas de crescimento”, acrescentou Engel.

Em seguida a um desempenho excepcionalmente forte no ano anterior, a situação das receitas se normalizou em 2016. A Evonik conseguiu compensar só parcialmente o fraco impulso da economia global, o baixo preço do petróleo e a normalização dos preços dos produtos para nutrição animal. Assim, o EBITDA ajustado ficou 12% abaixo do nível excepcional do ano anterior.  A receita líquida ajustada também caiu em relação ao ano anterior, situando-se €930 milhões.

A posição financeira da Evonik continua muito sólida. “A estrutura do nosso balanço se mantém saudável, mesmo após a aquisição do negócio de aditivos especiais da Air Products”, disse a CFO da empresa, Ute Wolf. Isso também é evidenciado por sólidos ratings de grau de investimento.  “A eficiência do capital e o fluxo de caixa continuarão desempenhando um papel central na gestão da empresa”, acrescentou Wolf.  O retorno sobre o capital empregado (ROCE) foi de 14% em 2016, situando-se mais uma vez bem acima do custo de capital.

A Evonik acredita que os segmentos de crescimento Nutrition & Care e Resource Efficiency farão uma contribuição positiva para as receitas em 2017 em decorrência da integração bem-sucedida do negócio de aditivos especiais da Air Products. Além disso, as sólidas posições de mercado da empresa, seu portfólio equilibrado e sua concentração em negócios de forte crescimento continuarão impulsionando o seu desempenho.

Apesar da crescente incerteza inerente à situação geopolítica e à alta volatilidade do mercado, a Evonik pretende aumentar suas receitas e seu resultado operacional em 2017 e projeta um EBITDA ajustado entre €2,2 e €2,4 bilhões.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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