Clariant vende negócio de pigmentos para o consórcio Heubach Group / SK Capital Partners

19/06/2021

  • Acordos definitivos assinados por um consórcio do Heubach Group e SK Capital Partners para adquirir o negócio de pigmentos da Clariant
  • Valor da empresa de 805 milhões a 855 milhões de francos suíços
  • A Clariant reinvestirá em uma participação acionária de 20% no negócio combinado
  • Fechamento previsto para primeiro semestre de 2022

A Clariant, empresa de especialidades químicas, anunciou em 14-06-2021 que chegou a acordos definitivos para o desinvestimento de seu negócio de pigmentos para um consórcio formado pelo Heubach Group e SK Capital Partners por um valor (Enterprise Value) correspondente a entre 805 milhões a 855 milhões de francos suíços em dinheiro e livre de dívidas, dependendo de um pagamento de ganho de 50 milhões de francos suíços contingente ao desempenho financeiro de 2021 dos negócios de Pigmentos da Clariant. Isso representa um múltiplo de 10,7 a 11,4 vezes o EBITDA ajustado de 12 meses em abril de 2021 (LTM).

No momento do fechamento da transação, a Clariant reinvestirá para se tornar um acionista com participação de 20% ao lado da Heubach e da SK Capital na holding final. O negócio combinado será um player global de pigmentos com aproximadamente 3.000 funcionários, gerando mais de EUR 900 milhões em vendas anuais e com serviços e capacidades de produção relevantes em todo o mundo. O reinvestimento permitirá que a Clariant se beneficie ainda mais da lucratividade aprimorada do negócio de pigmentos resultante do programa de eficiência iniciado e participe das oportunidades de crescimento futuro, bem como das sinergias da combinação com o negócio de pigmentos da Heubach.

A transação está sujeita às condições habituais de fechamento e aprovações regulatórias e deve ser concluída no primeiro semestre de 2022. A participação na Infraserv Höchst, na Alemanha, atribuível ao negócio de Pigmentos da Clariant não faz parte desta transação.

“Temos o prazer de anunciar o acordo com a Heubach e a SK Capital para a venda de nosso negócio de pigmentos. Essa conquista representa uma etapa final no programa de desinvestimento e reposicionamento de portfólio anunciado em julho de 2018. Estamos confiantes de que, com a Heubach e a SK Capital, encontramos os proprietários certos deste negócio, para nossos clientes, nossos colegas e outras partes interessadas. Agora, nosso foco pode ser totalmente no crescimento da receita e da lucratividade de nossas principais áreas de negócios centrais: produtos químicos para cuidados, catalisadores e recursos naturais ”, disse Conrad Keijzer, CEO da Clariant.

Johann Heubach, CEO do Heubach Group, salientou que “Trabalhamos com pigmentos há mais de 200 anos. Meu falecido pai e eu decidimos impulsionar a consolidação na indústria de pigmentos e a combinação da Heubach e Clariant Pigments é um marco importante nessa visão. O casamento entre os negócios de pigmentos da Clariant e a Heubach é perfeito. A combinação de tecnologias líderes da indústria, um portfólio de produtos atendendo a uma ampla gama de requisitos dos clientes, produção global e uma pegada de serviços dará ao recém-formado Heubach Group a capacidade de atender à nossa base global de clientes nos campos de revestimentos, plásticos, tintas e aplicações especiais com produtos e serviços líderes na indústria. ”

Aaron Davenport, diretor administrativo da SK Capital, comentou: “A Clariant Pigments é uma provedora global de primeira linha em soluções de cores e, junto com nossos novos parceiros, Heubach Group e Clariant, vemos uma tremenda oportunidade de criar valor significativo para todas as partes interessadas.”

Depois de concluída esta transação, a Clariant terá finalizado os desinvestimentos pretendidos como parte da atualização de seu portfólio, tendo anteriormente desinvestido os negócios de Embalagens para Cuidados de Saúde e Masterbatches. O desinvestimento da unidade de negócios de Pigmentos conclui a transformação da Clariant em uma empresa de especialidades químicas de alto valor, com crescimento acima do mercado, maior lucratividade e maior geração de caixa. Os recursos do desinvestimento da unidade de Pigmentos serão usados ​​para investir em projetos de crescimento dentro das principais áreas de negócios, executar a estratégia com sustentabilidade e inovação, financiar os programas de melhoria de desempenho, bem como fortalecer o balanço patrimonial da Clariant e financiar o reinvestimento na nova empresa resultante da junção da Heubach com a Clariant.

O negócio de pigmentos da Clariant é um fornecedor global de pigmentos orgânicos, preparações de pigmentos e corantes que são usados ​​em muitas aplicações, como a indústria automotiva, em revestimentos industriais e arquitetônicos, bem como para a indústria de plásticos. Em 2020, os 1.900 funcionários da unidade geraram aproximadamente 850 ​​milhões de francos suícos.

A Clariant é uma empresa de especialidades químicas com sede em Muttenz, perto de Basiléia / Suíça. Em 31 de dezembro de 2020, a empresa empregava uma força de trabalho total de 13 235 funcionários. No ano financeiro de 2020, a Clariant registrou vendas de 3,860 bilhões de francos suíços para seus negócios contínuos. A empresa atua em três áreas de negócios: Care Chemicals, Catalysis e Natural Resources. A estratégia corporativa da Clariant é baseada em cinco pilares: foco em inovação e P&D, agregar valor com sustentabilidade, reposicionar portfólio, intensificar o crescimento e aumentar a lucratividade.

A Heubach tem mais de 200 anos de experiência na produção de pigmentos como um dos primeiros fabricantes de pigmentos. A Heubach é uma produtora global líder de pigmentos orgânicos, inorgânicos e anticorrosivos, além de preparações de pigmentos. A empresa está sediada em Langelsheim, Alemanha, e possui unidades na Alemanha, EUA e Índia, com escritórios de vendas em todo o mundo.

A SK Capital é uma empresa de investimento privado com foco disciplinado nos setores de materiais especiais, produtos químicos e farmacêuticos. O portfólio de negócios da SK Capital gera receitas de aproximadamente US$ 11 bilhões anualmente, emprega mais de 16.000 pessoas globalmente e opera 150 fábricas em 28 países. A empresa atualmente possui mais de US $ 5 bilhões em ativos sob gestão.

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Indústria mundial de plásticos e borracha prepara-se para a feira K 2022 em Düsseldorf

19/06/2021

  • Alta demanda por intercâmbio pessoal, informação e networking em escala global
  • Temas orientadores: economia circular, digitalização e proteção climática

Agora que o prazo de inscrição para expositores na K 2022 se encerrou, ficou claro que o interesse dos expositores na feira mais importante do mundo para a indústria de plásticos e borracha, que será realizada em Düsseldorf de 19 a 26 de outubro de 2022, continua inabalável. “A K 2022 ocupará novamente todo os pavilhões da feira”, comemora Erhard Wienkamp, ​​Diretor Administrativo da Messe Düsseldorf, que acrescenta: “Ao falar com os expositores, sentimos que há uma enorme demanda por intercâmbio pessoal em nível global.”

A K 2022 dará as boas-vindas novamente ao “Quem é Quem” da indústria internacional de plásticos e borracha em Düsseldorf – não há outra feira com tanta presença internacional. Cerca de 3.000 empresas de todos os continentes se inscreveram para expor suas inovações nos segmentos de:

  • Matérias-primas, auxiliares
  • Produtos semiacabados, componentes técnicos e produtos de plástico reforçado
  • Máquinas e equipamentos para a indústria de plásticos e borracha.

O centro de informação e inovação mais relevante do setor

A K em Düsseldorf proporciona às indústrias globais de plásticos e borracha a plataforma de informações e negócios mais importante do setor. Expositores e visitantes de todo o mundo se reúnem nessa cidade alemã e usam as oportunidades que a feira líder mundial oferece para demonstrar a excelência operacional dessa indústria, discutir as tendências atuais e traçar o rumo para o futuro. A K 2022 chega exatamente no momento certo para oferecer novamente orientação à indústria de plásticos e borracha após as mudanças induzidas pela pandemia.

Os principais temas da K 2022

A K em Düsseldorf não serve apenas como palco para inovações de produtos voltadas para o futuro a cada três anos, mas também destaca seu posicionamento excepcional ao abordar os desafios de nossa época e de sua indústria, em particular. Isso se reflete, acima de tudo, nos três principais temas orientadores da K 2022:

  • Economia circular
  • Digitalização
  • Proteção Climática

Esses temas principais serão ecoados tanto pelas apresentações dos expositores quanto pelo foco da mostra especial oficial “Plásticos Moldam o Futuro”, o Science Campus e o Fórum de Economia Circular da VDMA.

A fórmula vencedora na K em Düsseldorf também significa estar sempre orientado para as necessidades do mercado e para desenvolver ainda mais seu conceito. É por isso que o evento físico no local será estendido para incluir conteúdo digital adicional. “Isso consolida a posição de liderança da K em Düsseldorf como uma plataforma central de comunicação e informação de sua indústria – durante a feira física e além”, diz Wienkamp com convicção.

Para mais informações sobre K 2022, acesse: www.k-online.com

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ONG transforma lixo marinho em objetos plásticos

19/06/2021

Coleta de lixo marinho se transforma em objetos como bancos de praça, brinquedos e quilhas de pranchas de surf

A ECO Local Brasil é uma instituição que tem como objetivo mitigar os impactos causados pelo descarte indevido dos resíduos plásticos no meio ambiente. Desde 2002, a organização não governamental (ONG) é responsável por ativações ambientais de limpeza de praia, principalmente no litoral Sul e Sudeste do Brasil.

Até agora, a ECO Local Brasil já transformou mais de 70 toneladas de plástico por meio de logística reversa, realizando centenas de ações, entre coleta de resíduos nas praias, visitas a escolas para conscientização dos alunos e doação de objetos feitos com a matéria-prima reciclada – como quilhas de surf e brinquedos. Para isso, a organização também conta com uma rede de projetos parceiros em todo o litoral Sul e Sudeste. Eles enviam os resíduos para a instituição, que os devolve em forma de matéria-prima transformada. “O que nós entendemos, como ONG, é que não basta ficar apontando para o problema. É preciso também chegar com a solução. Por isso a gente encabeçou essa responsabilidade”, conta o fundador da ONG, Filipe Oliveira. “Nós entendemos que seria importante também sermos responsáveis pelo transporte e por dar um destino final àquilo que a gente coleta”.

Após 16 anos de atuação, em 2018, seus participantes entenderam que não bastava recolher, era preciso também tratar. Então, a ONG se reorganizou e criou também uma empresa na área de prestação de serviços para fazer o gerenciamento do material por categorias. O plástico retirado das ações ambientais é transformado em pellets (grânulos) sustentáveis, com os quais as indústrias transformadoras fabricam novos produtos plásticos. A empresa também produz seus próprios objetos, que vão desde bancos de praça e lixeiras até quilhas para pranchas de surf.

Reciclagem em números

Em 2019, o Brasil reciclou 838 mil toneladas de plástico, um aumento de 10% em relação a 2018, segundo dados da pesquisa da reciclagem do Plástico, realizada anualmente pelo PICPlast. O estudo também mostra diminuição de 15,1% nas perdas do processo de reciclagem. Ainda que o país tenha avançado na reciclagem, há muito a ser feito.

O Movimento Plástico Transforma, que tem como objetivo reforçar conceitos como consumo consciente, destinação correta dos resíduos, reciclagem de plásticos pós-consumo e transformação em novos produtos, avalia que é necessária uma adaptação da indústria e dos consumidores à nova realidade. Segundo a instituição, a pesquisa demonstra que os principais motivos de perda no processo da reciclagem são de contaminação da sucata por descuido no descarte e, também, por triagem desqualificada. Cerca de 45% dos materiais coletados são PET, material reciclável.

Ainda que grande parte dos resíduos plásticos descartados incorretamente no meio ambiente seja de produtos finais, como embalagens, a perda dos pellets pela indústria do plástico também é uma fonte de preocupação. Atenta a isso, a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) é licenciadora do Programa Pellet Zero no Brasil, do qual a Braskem é signatária. A iniciativa tem como objetivo prevenir a perda de pellets, matéria-prima usada para fabricar os produtos plásticos. Para o Movimento Plástico Transforma, a iniciativa é importante para mitigar a perda dos pellets no meio ambiente, já que é também responsabilidade da indústria do plástico seguir um cronograma focalizado em conceitos da economia circular. A recuperação desse material não só evita problemas ambientais como pode significar diminuição no custo de sua produção a longo prazo.

Pellets e a mobilização da cadeia do plástico

A Abiplast é licenciadora do Programa Pellet Zero no Brasil desde o fim de 2019. A iniciativa consiste em evitar e conter vazamento de pellets (grânulos plásticos antes da transformação), os quais podem ser levados para córregos, rios e mares. A Braskem é signatária do PPZ pela Plastivida (também licenciadora) e já alcançou a última estrela do programa.

O PPZ-OCS® visa o engajamento de todo o setor dos plásticos em uma ação contínua e eficaz de contenção dos pellets e demais formas de resina, evitando a contaminação dos corpos d’água e, consequentemente, do oceano.

Segundo o Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar, existem 274 municípios brasileiros ao longo de 8.500 km de costa, . Esses números ilustram o tamanho do desafio do combate ao lixo no mar. Trata-se de um problema complexo, que demanda uma nova postura de todos os setores da sociedade na execução de ações pragmáticas e viáveis.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e Abiplast, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais para contribuir com a competitividade e o crescimento da transformação e reciclagem plástica. Baseado em dois pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados para o reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

Em relação à atividade de promoção das vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

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Braskem desenvolve cera de polietileno obtido a partir do etanol de cana-de-açúcar

19/06/2021

Com a nova solução, a empresa amplia seu portfólio I’m green

A Braskem lançou uma cera de polietileno (PE) produzida a partir de fonte renovável, direcionada para a produção de adesivos, cosméticos, tintas e compostos utilizados em processos de transformação das resinas termoplásticas. O produto, comumente utilizado como um agente modificador de viscosidade em diversas formulações, possui as mesmas propriedades e performance da versão feita com PE de origem fóssil. Produzido a partir do etanol da cana-de-açúcar, a nova solução oferece menor pegada de CO2, é reciclável e tem aplicação multimercado, afirma a empresa.

Com a chegada da cera de PE de fonte renovável ao mercado mundial, a Braskem amplia o portfólio I’m green bio-based com produtos que vão além das resinas existentes e fornecidas até hoje. A marca I’m green é composta por soluções de fonte renovável e reciclada.

“Há mais de uma década, a Braskem produz plástico de origem renovável. Deste então, a Braskem vem buscando formas de apoiar seus clientes na busca de novos produtos para redução da pegada de carbono. Depois do PE e do EVA I’m green bio-based, agora trazemos a cera de PE de fonte renovável para o mercado global de adesivos, cosméticos, tintas e compostos, o que reforça o compromisso de nos tornamos uma empresa carbono neutro até 2050″, explica Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis e Especialidades da Braskem.

O polietileno I’m green bio-based utilizado na fabricação da cera de PE renovável absorve gás carbônico da atmosfera durante seu ciclo produtivo. Segundo a Braskem, a fabricação do polietileno renovável a partir do etanol gera economia de energia em torno de 80% em relação às rotas tradicionais. “Trabalhamos diariamente com o objetivo de unir inovação e desenvolvimento sustentável para gerar um melhor impacto ao planeta e à sociedade, e este lançamento é mais um dos frutos do nosso esforço na descarbonização da cadeia de valor na qual estamos inseridos”, finaliza Gustavo.

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Colorfix oferece masterbatches sustentáveis para os segmentos de higiene, beleza e cosméticos

19/06/2021

Embalagens podem ser desenvolvidas dentro do conceito de Design Circular

Masterbatches com a cor ideal e aditivos que podem corrigir imperfeições de processo e de características de performance mecânica são algumas das soluções que a Colorfix oferece aos segmentos de higiene, beleza e cosméticos

O conceito de Design Circular de produtos para os segmentos de cosméticos, higiene e beleza no Brasil vem ganhando cada vez mais espaço no mercado. O consumidor contemporâneo está cada vez mais atento e exigindo que embalagens e demais componentes que acondicionam produtos consumidos no varejo estejam dentro de um conceito sustentável, ou seja, algo que realmente se faça presente em toda a cadeia de produção das embalagens.

Segundo o diretor superintendente da paranaense Colorfix Masterbatches, Francielo Fardo, empresa que atua há mais de 30 anos no mercado de transformação do plástico, essa tendência tem sido percebida pela companhia, que tem uma fatia de 10% da carteira composta por clientes deste segmento. “Em nossos estudos e pesquisas vemos que o mercado está cada vez mais voltado para um consumo de produtos que sejam amigos do meio ambiente”, avalia.

Conforme o executivo, o giro dos produtos deste segmento de mercado acaba sendo muito rápido, por se tratar de consumo não durável. “Profissionais da área de design também estão atentos a esta demanda, buscando respostas rápidas, criativas e sustentáveis, que acabam por demandar também a indústria da transformação do plástico”, comenta Fardo.

A Colorfix, de olho nesta necessidade, afirma ter desenvolvido soluções que vão ao encontro dos anseios de empresas e profissionais que atuam no segmento cosméticos. Dentro deste conceito destaca-se a linha denominada Revora.

“Essa linha apresenta facilidades para que o conceito de Design Circular seja aplicado na prática. Ou seja, utilizando do conceito Revora, proporcionamos ao mercado soluções que ajudam a criar, por exemplo, embalagens e acessórios criativos, com ressignificados. Um dos mercados mais abertos, promissores e que valorizam esses diferenciais é justamente o de cosméticos”, destaca Fardo.

Para a Colorfix, as modificações dos produtos e processos não ocorrem de uma forma imediata e automática, pois uma série de ajustes precisam ser identificados e revisados para um projeto contemplar conceitos voltados a Economia Circular. “Esta curva de aprendizado e adaptação, por exemplo, precisa ser levada em consideração para entendermos qual é o melhor momento para promovermos as melhores alternativas ao mercado”, considera Fardo.

Segundo a Colorfix, a sua linha Revora possui masterbatches feitos com resinas biodegradáveis, resinas verdes e resinas PCR, aditivos para otimizar o uso de resinas pós-consumo e aditivos que tornam o uso de resinas convencionais mais sustentáveis. Com todas essas soluções já disponíveis ao mercado, a meta da Colorfix é aumentar em 40% a carteira de clientes do segmento cosméticos, higiene e beleza até o final de 2022. A empresa afirma que essas soluções sustentáveis agregarão valor percebido nas embalagens e produtos para esse importante segmento do mercado brasileiro.

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Sidel estabelece metas de redução de carbono

19/06/2021

Em linha com o Acordo de Paris, a Sidel estipulou e se comprometeu com o alvo de redução das emissões de carbono fundamentada na ciência climática através da Science Based Targets initiative (SBTi). Os alvos são a redução de 30% de emissões de CO2 em todas as fábricas e instalações da empresa, e uma redução de 25% de emissões de CO2 nas compras e utilização e dos equipamentos da Sidel até 2030. A filosofia da empresa sobre Responsabilidade Social Corporativa é enfatizada agora no novo Relatório de Sustentabilidade, e a Sidel também está lançando uma nova campanha de comunicação externa, denominada “you’re never alone”.

A Sidel diz que, ao longo de sua história, seus engenheiros e designers tem lançado inovações ecológicas no design de embalagens, equipamentos e serviços com o objetivo de consumir menos recursos. Segundo a empresa, essa experiência preparou o caminho para que ela iniciasse uma maior mudança sustentável dentro da empresa e além.

“Sustentabilidade é o ponto central de tudo o que fazemos e queremos provocar a mudança consciente tanto na indústria como no mercado mais amplo. Nossos compromissos se estendem a todas as fábricas em que a Sidel opera mundialmente, e também através daquilo que entregamos aos nossos clientes e o que adquirimos de nossos fornecedores” afirma Monica Gimre, CEO & Presidente da Sidel. “Sabemos que uma única empresa ou indivíduo não podem viabilizar a transformação sustentável sozinhos. Por isso, a Sidel está em prontidão com as ferramentas que nossos clientes precisam em sua jornada de sustentabilidade. Essa é a nossa mensagem aos nossos clientes: quando se trata de criar um mundo mais limpo e ecológico de modo consciente, you are never alone”, afirma a Sra. Gimre.

A Sidel é uma das líderes no fornecimento de equipamentos e soluções de serviços para o acondicionamento de bebidas, alimentos, produtos para casa e cuidados pessoais em PET, lata, vidro e outros materiais. Contando com mais de 5.500 funcinários ao redor do mundo, A Sidel afirma possuir mais de 40.000 máquinas instaladas em mais de 190 países, com quase 170 anos de experiência.

Mais informações sobre os as metas de sustentabilidade da Sidel:
www.sidel.com/pt/sustainability_vision

Relatório de Sustentabilidade da Sidel: www.sidel.com/pt/sustainability_reports

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Abiplast lança site com foco em Economia Circular dos Plásticos

19/06/2021

Site especial sobre economia circular será um fórum online de debate a respeito do tema, com informações e notícias

A Abiplast lançou no dia 18/06, o portal Feito para Circular, um site especial sobre economia circular. Mais do que um portal de conteúdo e agregador de notícias, será um fórum online de debate de ideias a respeito do tema, com portas abertas às empresas, mídias, formadores de opinião, poder público, e a todos que queiram participar da conversa.

É mais uma iniciativa em sinergia com a estratégia da associação de ampliação do debate em torno da economia circular, tema que está no topo das prioridades da Abiplast, entidade pioneira na abordagem do conceito no setor. O portal carrega o caráter colaborativo e integrativo da própria concepção da economia circular, agregando e convergindo as vozes em prol da construção da circularidade do plástico no Brasil.

“O lançamento do portal tem o objetivo de reforçar as ações da Abiplast em torno da economia circular. Mas queremos ir além, fomentando novas iniciativas e parcerias, divulgando informações atuais e, claro, abrindo espaço a todos os interessados em discutir o novo modelo de economia”, diz o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho.

Além do novo portal, a Abiplast firmou duas importantes parcerias relacionadas a economia circular. Ao lado da Fundação Ellen MacArthur, a associação está divulgando o Circulytics®, ferramenta gratuita que apoia a transição de uma empresa para a economia circular, independentemente do setor, complexidade ou porte. Além da avaliação de produtos e fluxos de materiais, a ferramenta de medição da empresa como um todo revela até que ponto a circularidade foi alcançada em todas as suas operações. Isso é feito usando o conjunto mais amplo de indicadores atualmente disponíveis: viabilizadores e resultados.

A Abiplast também é a mais nova parceira do Movimento Circular, uma comunidade que tem por objetivo promover educação sobre economia circular e reúne empresas, escolas, entidades e pessoas empenhadas em não deixar nada virar lixo. A iniciativa é coordenada pela Atina Educação.

“Feito para Circular” (www.feitoparacircular.com.br) terá um manifesto da Abiplast sobre economia circular, destacando que chegou a hora de implementar o conceito na prática no Brasil. Além disso, vai oferecer informações e notícias, além de ações da associação e de parceiros para acelerar de forma efetiva esse processo, sobretudo na cadeia do setor da indústria de transformação do plástico.

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Braskem divulga novos compromissos de desenvolvimento sustentável

19/06/2021

A Braskem, alinhada com os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU para 2030, assumiu novos compromissos. A empresa estruturou esses compromissos em sete dimensões: saúde e segurança, resultados financeiros e econômicos, eliminação de resíduos plásticos, combate às mudanças climáticas, ecoeficiência operacional, responsabilidade social e direitos humanos e inovação sustentável. Para cada um deles, a Braskem definiu metas e objetivos claros.

“As sete dimensões se conectam e promovem o desenvolvimento sustentável em sua totalidade. São compromissos com as pessoas e com o planeta. A eliminação de resíduos plásticos, a ampliação do portfólio I’m green, a promoção da inclusão, equidade e diversidade, a neutralização das emissões de carbono até 2050 são exemplos de metas que já estamos perseguindo”, afirma Roberto Simões, presidente da Braskem.

Em saúde e segurança, a meta da Braskem é zerar as doenças ocupacionais e reduzir pela metade a frequência de acidentes de trabalho. Para isso, contará com ações de educação, gestão de terceiros e desenvolvimento de ferramentas de digital e de indústria 4.0 para melhoria dos aspectos de saúde, segurança e meio ambiente.

Na questão dos resultados financeiros, a Braskem tem como objetivo se colocar entre as melhores do mundo do índice Dow Jones de Desenvolvimento Sustentável, assim como adotar as melhores práticas globais com foco em ESG (sigla em inglês para meio ambiente, saúde e governança). Atualmente, os executivos da companhia, por exemplo, têm metas pessoais vinculadas às metas ESG.

No esforço pela eliminação de resíduos plásticos, a companhia diz que irá ampliar seu portfólio I’m green para incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado; e, até 2030, 1 milhão de toneladas desses produtos. Até 2030, vai trabalhar para eliminar que 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos seriam enviados para incineração, aterros, ou depositados no meio ambiente.

No combate às mudanças climáticas, as metas são reduzir em 15% as emissões diretas de gases de efeito estufa até 2030 e alcançar a neutralidade de carbono até 2050. Essas metas passam por ação de redução de emissões com foco em eficiência energética e o uso de energia renovável nas operações atuais, além da compensação de emissões com investimentos em químicos e polímeros de origem renovável.

Em ecoeficiência operacional, a meta é fazer uma gestão mais eficiente do uso de água, com iniciativas de reuso, e garantir 100% de uso de fontes seguras. Além disso, aumentar a eficiência energética.

Na dimensão responsabilidade social e direitos humanos, as metas são promover o desenvolvimento das comunidades do entorno das plantas industriais, ter mais mulheres em cargos de liderança e mais integrantes negros. Para garantir diversidade, a Braskem vem já adotando práticas como o chamado currículo às cegas, para promover a equidade de oportunidades, e a flexibilização de critérios para a contratação de pessoas, eliminando critérios que criavam barreiras de igualdade de inserção.

Por fim, a dimensão de inovação sustentável prevê aumentar a porcentagem de projetos sustentáveis no portfólio de inovação e tecnologia, alcançando 85% até 2025 e 90% até 2030.

A Braskem afirma ter alcançado 85% dos objetivos estabelecidos no seu primeiro ciclo de melhoria de longo prazo entre 2009 e 2020.

Mais informações no link www.braskem.com.br/macroobjetivos

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Stadler projeta e constrói linha de triagem integrada para o Projeto Life4Film em planta na Espanha

18/06/2021

O projeto Life4Film, financiado pelo programa Life da União Européia, tem como objetivo prevenir o descarte de Filmes plásticos em aterros sanitários e valorizar este material. O Programa Life é o instrumento da União Européia para o financiamento de projetos de pesquisa e inovação na área do meio ambiente e contra o aquecimento global.

A FCC Medio Ambiente coordena o projeto e opera a planta piloto localizada no complexo “La Ecocentral” em Alhendín, próximo a Granada, Espanha. É uma empresa líder mundial em serviços ambientais, que atende a mais de 66 milhões de pessoas, em cerca de 5.000 municípios localizados em 12 países. Além da Stadler e da FCC, também são parceiras do projeto a Universidade de Granada e as empresas Ibañez Extrusoras, Lindner Washtech, Lindner Washtech Engineering, Erema e Aimplas.

A planta piloto implementa um processo inovador de reciclagem que separa o Filme plástico de polietileno de baixa densidade (PEBD) contido nos resíduos sólidos urbanos (RSU). O processo Life4Film consiste em um projeto piloto de quatro etapas: separação, lavagem, extrusão e produção do produto final (filme soprado). A Stadler – empresa alemã com reputação global no fornecimento turnkey de instalações de triagem de resíduos – participou da primeira etapa (separação) na planta piloto Ecocentral (foto). A empresa projetou e construiu a planta de triagem integrada. Sunil Arjandas Arjandas, engenheiro de tratamento de resíduos e gestor de projetos da FCC Medio Ambiente, afirmou: “Estamos muito satisfeitos com a participação da Stadler neste projeto pelo seu profissionalismo e estreita colaboração. Os seus técnicos são altamente qualificados e com grande conhecimento”.

A planta do projeto Life4Film tem uma capacidade de 10.000 toneladas / ano de fardos de plástico de RSU e uma produção de aproximadamente 4.000 toneladas / ano de regranulados de polietileno reciclado. Destas, cerca de 700 toneladas por ano serão dedicadas à produção de sacos de lixo de plástico reciclado, que serão usados pela FCC Medio Ambiente e vários municípios para trabalhos de jardinagem e limpeza de ruas.

As demais etapas (lavagem, secagem, extrusão e produção do filme soprado) são realizadas no parque industrial de Marchalhendín. Ambas as instalações funcionam como uma base de teste para replicação em toda a Europa.

Stadler – atuação na primeira fase de separação

A Stadler entra em ação quando os fardos de Filme de RSU são introduzidos no alimentador e passam por uma peneira giratória, onde são abertos, o conteúdo é separado e os finos (matéria orgânica seca grudada na superfície do plástico) são eliminados.

O transbordamento da peneira giratória cai em um triturador que reduz o tamanho das partículas para menos de 200 mm, deixando-os prontos para a separação ótica. Este material triturado é transportado para um separador balístico, que separa os materiais de acordo com a densidade, forma e tamanho. Anteriormente, um separador magnético remove todos os resíduos ferrosos do fluxo de material. No separador balístico, o material é dividido em dois fluxos: planares (material 2D, que corresponde a 90% do material de entrada) e rolantes (material 3D, que é considerado rejeito). Os finos restantes no fluxo, com menos de 65 mm de tamanho, são peneirados e enviados ao contâiner de rejeitos junto com os finos da peneira giratória. Os materiais rolantes de alta densidade são transportados para um bunker automático de armazenamento de rejeitos para prensagem posterior.

O material válido, os planares, são enviados a uma cascata de três separadores óticos para valorizá-los, uma vez que 95% de pureza é necessário no fluxo de saída. O material alimenta o primeiro separador ótico, onde um fluxo de ar ejeta o Filme selecionado, que passa para o segundo separador ótico. O Filme rejeitado é enviado para um bunker automático de rejeição. O segundo separador ótico repete a operação. Por fim, o Filme selecionado passa por um separador ótico de controle de qualidade, onde qualquer material indesejado que possa ainda ter ficado no fluxo de material é ejetado e enviado para rejeitos. O material que sobra nesta última separação ótica é o Filme limpo, que é enviado para um bunker de armazenamento automático, onde é enfardado para as etapas seguintes.

O material é lavado em uma viga e, em seguida, em duas arruelas de fricção em série. Em seguida, passa por dois secadores mecânicos e um secador térmico. Cerca de 90% da água utilizada nesta etapa é encaminhada para duas estações de tratamento e será reaproveitada. Na etapa seguinte, a extrusão, os flakes limpos e secos são convertidos em regranulados. Na última fase, os regranulados são transformados em um Filme plástico para uso na produção de sacos de lixo.

Life4Film: um plano ambicioso para um planeta melhor

O projeto Life4Film foi desenvolvido para atingir múltiplos objetivos: alcançar melhorias ambientais; reduzir o desperdício de plástico em aterros sanitários em 11.000 toneladas / ano; aumentar as taxas de reciclagem de Filme plástico em RSU; reciclar resíduos plásticos urbanos; reduzir a pegada de carbono da indústria de plástico e suas emissões de CO2 em 65%; replicar e transferir a solução Life4Film para outras regiões da Europa; divulgar esses resultados para promover esse tipo de solução para a reciclagem de Filmes; melhorar a competitividade do setor e incluir a solução Life4Film no próximo documento de referência das Melhores Técnicas Disponíveis da UE para a indústria de tratamento de resíduos.

Todas essas metas, que levariam a uma redução de 80% no teor de PEBD do fluxo de RSU, podem ser alcançadas com a tecnologia implementada neste projeto. A Comissão Européia investiu mais de 100 milhões de euros através do programa Life. Estes fundos serão atribuídos a 9 Estados-Membros, incluindo Espanha, para promover uma Europa sustentável e uma economia circular.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

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Milliken promove webinar para mostrar a tecnologia de corantes às empresas do setor de household

15/06/2021

O objetivo do evento, realizado em parceria com a Univar Solutions, é apresentar a versatilidade do produto. Os participantes também terão a oportunidade de acompanhar, por meio de tour virtual, os testes nos laboratórios das empresas, no dia 16 de junho.

As empresas têm buscado soluções mais eficientes e inovadoras em produtos saneantes como amaciantes, desinfetantes, detergentes e demais linhas voltadas para o uso doméstico e profissional. De acordo com Edgar Curdoglo, gerente de contas da Milliken, a aplicação de corantes vai muito além do apelo visual dos produtos junto aos consumidores.

Já consolidada como uma empresa inovadora no mercado de household, a Milliken tem investido em tecnologias para atender aos clientes desse segmento da indústria. Também é pioneira em prover corantes poliméricos para o setor de saneantes com sua linha Liquitint. “Trata-se de um produto inédito e que traz vários benefícios. Diferentemente do que pode acontecer com um corante tradicional em pó, ele não mancha o tecido, nem o piso ou a máquina de lavar. Nosso objetivo com o webinar é demonstrar as vantagens da tecnologia de uma forma dinâmica”, afirma Curdoglo.

Para atender ao mercado local com maior agilidade, a Milliken tem parceria exclusiva com a Univar Solutions, responsável pela distribuição dos corantes Liquitint. A empresa oferece também suporte técnico aos clientes. “Fazemos uma venda consultiva de acordo com a necessidade do cliente. Nosso laboratório está equipado para realizar testes e aplicações”, diz Aline Belleza, coordenadora de mercado da Univar Solutions.

Webinar com tour virtual

Com o distanciamento social e os protocolos de saúde, ainda necessários para o controle da pandemia da Covid-19, a Milliken tem buscado outros canais de comunicação com os clientes para levar informações atualizadas sobre seus produtos e serviços. Por isso, a empresa está promovendo um webinar gratuito, no dia 16, das 14h às 15h, num formato diferente do que tem sido apresentado pelo mercado.

“Teremos uma dinâmica interativa para apresentar o produto Liquitint. Faremos um tour virtual nos laboratórios da Milliken e da Univar Solutions para que os clientes possam ter a experiência mais próxima do real de conhecer a infraestrutura que oferecemos e os testes que são realizados para validação dos corantes”, explica Jaqueline Morais, especialista do laboratório de Tecnologia e Aplicação da Milliken.

Os participantes poderão fazer perguntas pelo chat durante o webinar. As questões que não forem respondidas serão atendidas por email. As inscrições devem ser feitas pelo link: https://evento.revistahec.com.br/

Curdoglo afirma que o mercado de household é um dos mais importantes para a expansão da Milliken na América Latina. “A Milliken foi pioneira no desenvolvimento de corantes poliméricos para atender clientes desse mercado, que ainda tem muito a ser explorado”.

Além dos corantes para saneantes, a empresa iniciou o desenvolvimento de outros aditivos destinados ao setor de Personal Care. Ainda este ano, a Milliken deve organizar um webinar para apresentar as tecnologias e aplicações para esse segmento da indústria.

A Milliken é uma empresa focalizada na ciência e inovação e vem atendendo aos mercados de produtos químicos especiais, revestimento de pisos e tecidos de desempenho e proteção há mais de 150 anos.

A Univar Solutions, atuante na distribuição de produtos químicos e ingredientes, tem um portfólio dos melhores fabricantes. Com conhecimentos em logística, mercado, assuntos regulatórios e formulações, a empresa afirma estar preparada para oferecer serviços e produtos a uma ampla gama de mercados, indústrias e aplicações.

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4º Congresso Brasileiro do Plástico tem como foco a economia circular dos plásticos e inovações tecnológicas

08/06/2021

Evento acontece neste dia 8 de junho, em formato online, com a presença de renomados palestrantes brasileiros e estrangeiros. As inscrições estão abertas no site cbplastico.com.br.

O 4º Congresso Brasileiro do Plástico (4CBP), que acontece nesta terça-feira, dia 8 de junho, permitirá acesso à informação sobre os caminhos e soluções da indústria do plástico. A edição deste ano, que tem como apoiador o Sinplast-RS (Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do RS), será no formato online em função da pandemia, e trará palestrantes nacionais e internacionais que apresentarão a economia circular dos plásticos, além de trazer cases de sucesso de outros países, inovações na área, como as embalagens impressas e flexíveis, e a importância do material para a biossegurança no combate à Covid-19. O 4CBP está com as inscrições abertas e gratuitas no site cbplastico.com.br.

O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), José Ricardo Roriz Coelho, que também é presidente da ABIPLAST, fará a abertura do evento.

Guido Aufdemkamp, Diretor Executivo da Flexible Packaging – FPE, da Alemanha, apresentará sobre a contribuição das Embalagens Flexíveis para a Economia Circular.

A Braskem mostrará a sua visão sobre a Economia Circular dos Plásticos através da Diretora de Economia Circular da América do Sul da empresa, Fabiana Quiroga.
Nuno Aguiar, Diretor Técnico da APIP – Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos, explanará sobre a economia circular dos plásticos em Portugal em uma visão sustentável.

De acordo com o presidente do Instituto SustenPlást, Alfredo Schmitt, “será um evento completo, informativo e muito rico, não só para a indústria do plástico, mas também para a sociedade civil. O setor do plástico é amplo e pode ser explorado de formas muito positivas. Nosso objetivo é esclarecer o maior número de pessoas, ampliando o seu conhecimento e acesso à informação sobre esta matéria-prima nobre, bem como das nossas iniciativas, especialmente aquelas de caráter educativo”, afirma. Ainda, o presidente garante que será uma edição muito especial, com palestrantes escolhidos com muito critério por suas referências e autoridades no assunto.

O Congresso Brasileiro do Plástico

Iniciativa do Instituto SustenPlást, o CBP tem caráter educativo e é aberto a toda a sociedade. Tem como finalidade esclarecer e apresentar informações científicas à respeito do material plástico em diversos segmentos da sociedade.

O 4CBP, que acontece de maneira bianual, está em sua quarta edição e é referência e fonte para obtenção de informações completas e científicas a fim de esclarecer a sociedade quanto às melhores aplicações e soluções que o material proporciona. As informações completas estão sendo divulgadas pelo site cbplastico.com.br e também podem ser acompanhadas através das mídias sociais como Facebook, Instagram, YouTube, LinkedIn e Twitter.

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Dow, LyondellBasell e Nova Chemicals lançam conjuntamente fundo multimilionário para acelerar o investimento em infraestrutura de reciclagem de plásticos na América do Norte

03/06/2021

Segundo as empresas, a parceria representa um investimento inicial e um convite às partes interessadas em toda a cadeia de valor da reciclagem de plásticos para unir forças com esta estratégia de capital catalítico

Em 26 de maio, três empresas líderes no segmento de plásticos e ciência de materiais –– Dow, LyondellBasell e Nova Chemicals –– anunciaram o estabelecimento do Closed Loop Circular Plastics Fund, um fundo para investir em tecnologias de reciclagem escaláveis, upgrade de equipamentos e soluções de infraestrutura. O Fundo, administrado pelo Closed Loop Partners, e com um investimento inicial de US $ 25 milhões, convida empresas em toda a cadeia de valor dos plásticos a se unirem para promover a recuperação e reciclagem de plásticos nos EUA e Canadá. O objetivo do fundo catalítico é crescer para o valor de $ 100 milhões, por meio de uma combinação dos investidores fundadores do Fundo, investidores corporativos adicionais e instituições financeiras, a fim de atrair capital adicional além dos próprios comprometimentos do Fundo. Em grande escala, os investimentos do Fundo visam reciclar mais de 500 milhões de libras (aproximadamente 226 milhões de kg) de plásticos ao longo da vida do Fundo.

O Fundo Closed Loop Circular Plastics investirá em três áreas estratégicas para aumentar a quantidade de plástico reciclado disponível para atender à crescente demanda por conteúdo reciclado de alta qualidade em produtos e embalagens:

  • Acesso – Aumento da coleta de materiais plásticos de polietileno (PE) e polipropileno (PP), avançando nos sistemas de coleta de materiais atuais e de última geração, incluindo transporte, logística e tecnologias e infraestrutura de triagem para reciclagem.
  • Otimização – Atualização dos sistemas de reciclagem para agregar, classificar e separar com mais eficiência os plásticos desejados, a fim de aumentar a quantidade total de plástico de alta qualidade, incluindo plásticos de qualidade alimentar e médica, enviados para remanufatura.
  • Fabricação – Investir em instalações e equipamentos que fabricam produtos acabados, embalagens ou bens relacionados usando conteúdo reciclado, incluindo PE e PP reciclados.

Desde a sua fundação em 2014, o portfólio de mais de 50 investimentos da Closed Loop Partners conseguiu evitar que mais de 4.600 milhões de libras de materiais fossem descartados em aterros, retornando para as cadeias de fornecimento de manufatura. ”A partir dessa experiência acumulada, o Closed Loop Circular Plastics Fund investirá em tecnologias, empresas e projetos de infraestrutura que aprimorem a recuperação e a reciclagem de materiais-alvo, incluindo PE e PP pós-consumo e pós-industrial nos EUA e Canadá.

O Fundo implantará uma combinação flexível de financiamento de dívida e capital, e também terá como objetivo estimular co-investimentos convencionais, incluindo aqueles de instituições financeiras, em soluções circulares para plásticos para acelerar ainda mais o impacto na escala. Com instalações estabelecidas, extensas redes de cadeia de suprimentos e mercados, Dow, LyondellBasell e Nova Chemicals estão coletivamente bem posicionadas para ajudar a avançar na transição para um novo sistema mais circular. Juntos, eles estão criando um precedente para um futuro sustentável para a indústria de plásticos, construindo uma avenida para mais investimentos e sinergias com outras partes interessadas na cadeia de valor de recuperação e reutilização de plásticos.

“Os fabricantes de resinas plásticas que vão criar valor para seus acionistas agora e no futuro são aqueles que garantem que 100% de seus produtos serão reciclados ou reutilizados com segurança, e nunca descartados em aterros sanitários ou em outro local do nosso ecossistema. Esperamos investir em infraestrutura sustentável e inovações que permitam e incentivem outras empresas, incluindo os investidores no Closed Loop Circular Plastics Fund, a empregar significativamente mais de seu próprio capital para aumentar ainda mais a escala dessas soluções críticas ”, disse Ron Gonen, fundador e CEO do Closed Loop Partners. “Juntamente com a promoção de modelos escaláveis de embalagens reutilizáveis ​e novos materiais inovadores, o crescimento da infraestrutura de reciclagem e economia circular nos EUA e no Canadá desempenham um papel crítico na eliminação do descarte de plástico e na redução da necessidade de extração de matérias-primas.”

O fornecimento atual de plásticos reciclados atende a apenas 6% da demanda dos plásticos mais usados ​​nos EUA e Canadá. Gargalos sistêmicos, incentivos e políticas desalinhadas, ineficiências tecnológicas e equipamentos desatualizados em toda a cadeia de recuperação de plásticos contribuem para que milhões de toneladas de plástico sejam descartadas em aterros sanitários e oceanos. Aumentar a recuperação e recirculação de plásticos poderia ajudar a atender a um mercado acessível para plásticos com oportunidades potenciais de receita de US $ 120 bilhões apenas nos EUA e Canadá. Dentro disso, existe uma oportunidade significativa para impulsionar a recuperação de PE e PP, com base na “desejabilidade” de mercado para esses materiais e nos valores de produção esperados, bem como em sua ampla variedade de aplicações nas indústrias, incluindo saúde e alimentos e bebidas.

“A Dow está investindo com a Closed Loop Partners como outra forma de catalisar investimentos adicionais em tecnologia e infraestrutura de reciclagem nos EUA e Canadá. Os materiais plásticos são essenciais para uma economia sustentável de baixo carbono e este fundo, juntamente com outros investimentos e colaborações nas quais estamos envolvidos, ajudará a mover a sociedade em direção a uma economia circular, garantindo que o plástico não seja perdido para o meio ambiente ”, disse Jim Fitterling, Presidente e CEO da Dow. “Mas nossos compromissos e capital investido por si só não são suficientes para acabar com o descarte de plásticos. Instamos outras pessoas, em todos os setores da sociedade, a se juntarem a nós e a dar escala às tecnologias, parcerias e capital necessários para construir as cadeias de suprimentos circulares de plásticos do futuro. ”

“Enfrentar o desafio do descarte de plásticos no meio ambiente requer ações coletivas em múltiplas frentes. Como empresa, temos executado uma estratégia multifacetada que inclui inovações em reciclagem mecânica, o avanço das tecnologias de reciclagem molecular e a incorporação de matérias-primas renováveis ​​em nossa fabricação”, disse Bob Patel, CEO da LyondellBasell. “Além dos esforços da nossa empresa, outras melhorias na infraestrutura de reciclagem são críticas para capturar o valor dos plásticos usados ​​e promover a economia circular. Acreditamos que um investimento conjunto bem-sucedido pode transformar os desafios do plástico descartado em oportunidades de negócios sustentáveis. ”

“A Nova Chemicals está ansiosa para unir forças com líderes da indústria que compartilham nosso mesmo compromisso de construir uma economia circular para plásticos”, disse Luis Sierra, Presidente e CEO da Nova Chemicals. “A inovação é a chave para o nosso sucesso coletivo. Se pudermos criar produtos de plástico que sejam mais fáceis de reciclar, trabalhar com menos materiais, incorporar mais conteúdo reciclado e investir na infraestrutura de reciclagem e recuperação, seremos capazes de alcançar um futuro com resíduos de plástico zero. Estamos prontos para trabalhar em toda a cadeia de valor, desenvolvendo novas soluções que irão moldar um amanhã melhor. ”

Foto: Closed Loop

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COIM adquire fabricante espanhola de adesivos de poliuretano Neoflex

02/06/2021

A aquisição permitirá que COIM expanda seu portfólio no mercado de adesivos industriais.

A C.O.I.M. S.p.A., empresa multinacional com sede na Itália que produz especialidades químicas desde 1962 e opera globalmente com dezoito plantas produtivas e escritórios comerciais, adquiriu a participação majoritária da empresa espanhola Neoflex SL no final de abril de 2021.

A Neoflex, fundada em 1969 na cidade de Elche – Espanha, é especializada em adesivos de poliuretano de um e dois componentes, além de adesivos de poliuretano reativo Hot Melt para indústrias.

“Esta aquisição estratégica permitirá à COIM fortalecer sua presença no mercado de adesivos de poliuretano”, disse Giuseppe Librandi, Presidente e CEO do Grupo COIM. “A integração de nossos poliésteres nos permitirá entrar decisivamente em um mercado de alto valor agregado e de especialidades em crescimento”, continuou Librandi. “Há muitas sinergias com a COIM: a Neoflex fornece soluções com baixo impacto ambiental e também utiliza matérias-primas que a COIM já produz”. “Além disso, ao se fundir a um Grupo estruturado como a COIM, os clientes da Neoflex poderão ser atendidos não apenas a nível europeu, mas em todas as regiões do mundo onde operamos”.

As soluções Neoflex são utilizadas em uma série de mercados como móveis de madeira, têxteis, automotivos, editoriais e de construção civil, a fim de fabricar produtos como esquadrias de portas e janelas, pisos de madeira, móveis, tecidos para vestuário técnico, livros e painéis sanduíche para a indústria da construção civil.

A COIM é o sexto maior grupo químico italiano e número um na Itália no campo de especialidades químicas – na produção de poliésteres, polióis, poliuretanos e resinas especiais – e está entre as principais empresas do mundo no campo de poliésteres para sistemas de poliuretano. A empresa sempre buscou uma estratégia de expansão visando intensificar sua presença global através de subsidiárias e instalações de produção em mercados locais.

“Temos uma abordagem de ‘produtos seguem o mercado’. Tem sido, e continua sendo, o fator determinante para o sucesso da COIM em todo o mundo”, disse Giuseppe Librandi. “Além do crescimento interno, outro fator-chave na expansão do Grupo é nossa política de aquisições com integração, a fim de expandir ainda mais nossa carteira de produtos, como vimos com nossa recente aquisição da Neoflex na Espanha”, concluiu Librandi.

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Gatron é finalista de prêmio internacional de inovação em compósitos

02/06/2021

Fabricação das molduras das lajes de primeiro edifício brasileiro com design da Pininfarina colocou a empresa entre as mais votadas no JEC Innovation Award

A Gatron é finalista do JEC Innovation Award na categoria “Edificação, Construção e Infraestrutura”. Principal prêmio da indústria global de compósitos, o JEC Innovation é promovido pelo francês JEC Group. A Gatron está entre as empresas mais votadas graças à fabricação de peças de compósitos usadas como molduras das lajes do Heritage, edifício construído pela Cyrela, em São Paulo (SP) – é o primeiro empreendimento imobiliário brasileiro cujo design foi projetado pelo estúdio italiano Pininfarina.

O anúncio dos vencedores da edição deste ano do JEC Innovation Awards será feito excepcionalmente de forma online no início de junho.

Para tirar do papel o design dinâmico e repleto de curvas criado pela Pininfarina, a Cyrela imaginava ter que usar concreto – tanto que as lajes foram estruturadas para suportar várias toneladas. Outra possibilidade aventada pela construtora foram painéis de ACM, mas essa alternativa, por exigir muitas emendas, interrompia a fluidez das linhas desenhadas pela Pininfarina.

“Em contrapartida, os compósitos possibilitaram a fabricação de peças curvas, quase sem emendas, leves e resistentes à corrosão e ao intemperismo”, detalha Lilian Basílio, arquiteta da Gatron.

Detalhe das molduras de compósitos: maior peça tem 6 m de comprimento e pesa 250 kg

Para efeito de comparação, um dos maiores componentes das molduras do Heritage – assemelha-se à letra “J” – tem 4 m de altura e 6 m de comprimento. Seu peso em compósitos é de 250 kg, mas seria de 1,5 toneladas se fosse de concreto. No caso do ACM, as placas têm comprimento médio de 1,5 m, contra 8 m dos painéis compósitos.

“Reduzimos bastante o número de emendas e, por conta da elevada estabilidade dimensional típica dos compósitos, alinhamos perfeitamente as peças aos guarda-corpos e às peles de vidro das sacadas, outra exigência do projeto”. O gap máximo aceito pela Cyrela – e cumprido pela Gatron – era de somente 2 mm.

Pintura automotiva

Com cerca de cem pessoas envolvidas no projeto, a Gatron produziu 3 mil m² de molduras de compósitos para as lajes das 33 unidades do Heritage (incluindo a cobertura), mais algumas peças instaladas nas áreas comuns. Todas foram pintadas com tinta metálica à base de poliuretano, a mesma que é usada em carros.

O processo fabril escolhido pela Gatron foi a infusão, tecnologia comumente empregada na fabricação de lanchas e pás eólicas. Segundo a empresa, todas as peças foram moldadas com resinas autoextinguíveis, de acordo com as exigências da Instrução Técnica nº 10, do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo.

“Esse trabalho nos permitiu mostrar aos arquitetos brasileiros que os compósitos são excelentes aliados para executar qualquer tipo de fachada. E, o melhor, com benefícios adicionais à liberdade de design, como leveza, durabilidade e redução de custo, pois dispensam uma maior estruturação das lajes”, conclui Lílian.

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Braskem instala “Ilha de Reciclagem” no seu Centro de Tecnologia e Inovação em Triunfo (RS)”

02/06/2021

Modelo Digital em 3D da Ilha da Reciclagem

A Braskem implementará, a partir de julho, uma nova estrutura no seu Centro de Tecnologia e Inovação, situado no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). Conhecida como Ilha de Reciclagem, a instalação será responsável por testar o desempenho das resinas recicladas e desenvolver produtos inovadores e sustentáveis que atendam às necessidades do mercado e cumpram o seu papel na redução do impacto ao meio ambiente. A iniciativa também visa fomentar o desenvolvimento da cadeia de reciclagem e seu mercado.

O projeto atenderá todas as regiões onde a empresa atua. Por meio de um hub de hardware, com equipamentos específicos para teste de resinas recicladas, será possível entender os desafios técnicos do reaproveitamento de matéria-prima, atendendo às exigências de confiabilidade e as necessidades dos clientes e brand owners.

Segundo a Braskem, o investimento de 150 mil reais reforça a preocupação da empresa em promover tecnologias para desenvolver resinas recicladas com maior qualidade, fazendo com que elas tenham cada vez mais relevância na cadeia de valor do plástico. Além de auxiliar o mercado com pesquisa e desenvolvimento, o projeto está diretamente relacionado com o compromisso da companhia de incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado em seu portfólio, um dos principais macro objetivos da empresa.

A diretora de Economia Circular da Braskem na América do Sul, Fabiana Quiroga, explica que a iniciativa é uma aliada para alavancar a reciclagem e a utilização de resina reciclada no Brasil. “Estamos cumprindo o papel da indústria de desenvolver soluções inovadoras e sustentáveis para o plástico. O avanço na qualidade das resinas pós-consumo é um fator importante para ampliar as aplicações dos produtos reciclados, e assim, fortalecer a economia circular”, comenta a executiva.

De acordo com Fábio Fell, coordenador do Laboratório de Aplicação do CTI e responsável pela Ilha de Reciclagem, os experimentos da nova instalação complementarão os estudos da companhia para entender quais as aplicações e o tipo de design de produto que mais facilitam no processo de reciclagem. “Esse tipo de informação será essencial para nortear escolhas relacionadas a esses dois pontos, pensando-se no potencial de estímulo à economia circular. A iniciativa também reforçará a Braskem como referência no apoio aos clientes e em pesquisa e desenvolvimento de resinas termoplásticas. A combinação entre tecnologia de ponta e nossos profissionais especialistas em economia circular será um dos nossos diferenciais para oferecer produtos com ainda mais qualidade ao mercado”, afirma Fell.

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Chem-Trend apresenta nova linha de agentes desmoldantes

02/06/2021

Nova linha de agentes desmoldantes da Chem-Trend dispensa uso de selador

A Chem-Trend, empresa do Grupo Freudenberg que fornece especialidades químicas de processo, apresenta uma inovação para a indústria de compósitos: a nova geração de agentes desmoldantes da linha Chemlease PMR. Fabricada no Brasil, a solução em agente desmoldante semipermanente se diferencia das demais por eliminar a necessidade de aplicação de selador durante a preparação do molde, afirma a empresa. Como consequência, garante o fabricante, o tempo necessário para este processo é reduzido e a manutenção é simplificada. Segundo a Chem-Trend, testes de laboratório e de campo confirmaram o desempenho superior em comparação com os tradicionais agentes desmoldantes de sacrifício e semipermanentes usados atualmente.

A linha, que atualiza uma versão já conhecida no mercado, é composta por três produtos, oferecendo flexibilidade e uma abordagem intuitiva de escolha para os diferentes níveis de desmoldagem, de acordo com a complexidade de extração. As características dos produtos, segundo a empresa, são:

Chemlease PMR-LS BR – Lubricidade mínima: indicado para peças de menor complexidade. Inibe a pré-desmoldagem e o aparecimento de “olho de peixe” de gel coat, ao mesmo tempo em que permite a adesão temporária de fitas finas.

Chemlease PMR-MS BR – Lubricidade média: escolha padrão para a maior parte de tipos de peças e aplicações, ideal para desmoldar o maior número de peças, sem a necessidade de reaplicação do desmoldante.

Chemlease PMR-HS BR – Lubricidade alta: indicado para peças de difícil desmoldagem, com bordas salientes, ângulos de inclinação baixos e grandes áreas de desgaste.

A fabricante afirma que a dispensa do uso de selador, ponto comum dos agentes desmoldantes da linha, além de reduzir o tempo total de preparação do molde, também torna o processo mais produtivo e eficiente: o menor consumo de material permite a desmoldagem de várias peças sem reaplicação, uma vez que se trata de desmoldantes semipermanentes. Outro aspecto positivo é a retenção de brilho no molde, o que reduz o acúmulo, diminuindo o retrabalho e aumentando a produtividade, assegura a Chem-Trend.

Além disso, os três produtos da linha são compatíveis entre si, o que permite alterar rapidamente o nível de deslizamento no molde simplesmente aplicando um grau diferente do Chemlease PMR. Da mesma forma, podem ser usados no mesmo molde, para ajustar o nível de deslizamento de áreas específicas, conforme necessário. Estas vantagens resultam em simplicidade e flexibilidade na moldagem de peças compostas, garante a Chem-Trend.

“Nossos clientes estão sempre em busca de otimizar seus processos produtivos e é nossa missão manter o portfólio em constante atualização e entregar o que há de mais atual em termos de tecnologia. Com o laboratório e Pesquisa e Desenvolvimento de nossa fábrica em Valinhos (SP), é possível desenvolver soluções aos desafios locais, muito mais direcionadas”, comenta Patrícia Ajeje, VP e Gerente Geral da Chem-Trend Hemisfério Sul. “A nova geração PMR ainda garante alto brilho das peças, pré-requisito de qualidade para a indústria de compósitos”, finaliza.

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Acrílico avança em novas aplicações na arquitetura

02/06/2021

Nessas últimas semanas os jornais de todo o mundo estamparam suas páginas com fotos de uma piscina transparente que liga dois edifícios de luxo em Londres. Vista de baixo, é com se ela não existisse e a pessoa que nada dentro dela estivesse na verdade voando a 35 metros de altura. A obra, assinada pelo engenheiro estrutural Brian Eckersley, foi batizada de Sky Pool, e possui 25 metros de extensão. O projeto só foi possível porque o acrílico, material que dá vida à piscina, além de transparente, ainda é altamente resistente. Ao todo a piscina pesa 50 toneladas. Ela possui paredes de 200 mm e fundo de 300 mm de espessura. Sua capacidade é de 148 mil litros de água, com profundidade máxima de pouco mais de 3 metros. E a Sky Pool não deve ser a única piscina aérea da cidade britânica. O desejo de construir uma piscina panorâmica de 360 graus no alto do que deve ser um hotel de luxo também foi recentemente anunciado. A Infinity London, também feita em acrílico, deve comportar 600 mil litros de água e ficar a 55 andares do chão.

De Londres para São Paulo, o acrílico foi o que tornou possível também a construção de uma cobertura retrátil na cobertura do Shopping Cidade Jardim. No total, a cobertura pesa 20 toneladas e conta com estrutura metálica para sustentação das calhas estruturais e trilhos, sistema retrátil motorizado e 16 módulos compostos de alumínio estrutural e cobertos com chapas de acrílico cast transparente de 3mm de espessura cada. Neste caso, a leveza do acrílico, entre outros fatores, foi fundamental para sua escolha, já que a estrutura seria instalada na cobertura de um prédio e não poderia comprometer sua estrutura. O vidro, por exemplo, além de não proporcionar a mesma transparência, ainda pesa mais do que o dobro do acrílico. Segundo Reimar Sebold, diretor da Bold, essa leveza do material, além de impactar diretamente sobre o projeto, ainda permitiu diminuir também o peso da estrutura de sua sustentação. Isso significa que menos aço precisou ser usado e que, com isso, além de ficar mais leve, o projeto ainda ficou imensamente mais “clean”.

Sebold, ressalta que a durabilidade do acrílico foi outro fator determinante para a escolha deste material. “O policarbonato, por exemplo, tem uma durabilidade de 10 anos. O acrílico, por sua vez, tem uma durabilidade indeterminada, já que tem propriedades químicas intrínsecas contra os efeitos dos raios UV.”

O uso do acrílico em obras deste porte não surpreende João Orlando Vian, executivo do INDAC – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico. Segundo ele, a transparência, leveza e resistência a impactos e às intempéries fazem das chapas acrílicas a escolha natural para aplicações na arquitetura. “As chapas acrílicas são utilizadas em uma grande variedade de aplicações na construção civil”.

Além de bonitas, leves, resistentes e altamente duráveis, completa Vian, as coberturas em acrílico ainda oferecerem a possibilidade de reduzir o consumo de energia elétrica com iluminação dos ambientes, já que permitem elevada transmissão de luz.

Inovação e praticidade para o dia a dia

Além do uso em grandes obras, o material também pode ser usado também em projetos mais simples. Alexandre Lima, da Acrílico Design, de Recife, mostra portas e painéis divisórios em acrílico projetados pela arquiteta Mabel Rios que remetem às divisórias orientais moçárabes ou mesmo às divisórias feitas com cobogó, como são conhecidos os elementos vazados usados na construção civil. Segundo ele, além de mais leveza, essas são opções que contribuem com a funcionalidade do ambiente, já que permitem a passagem de luz e ar. Além disso, graças a grande oferta de cores e espessuras e até texturas, é possível fazer de quase tudo com o acrílico. Que também é bastante versátil no que diz respeito à sua maleabilidade. O acrílico pode ser cortado, moldado, colado e ainda combinado com uma grande variedade de outros materiais, como MDF, madeiras em geral, pedras e concreto, entre tantos outros.

Além das portas e divisórias Alexandre explicou como o acrílico torna viável projetos de decoração exclusivos, quer sejam do corte de mandalas personalizadas para paredes ou até mesmo de luminárias de paredes e lustres de teto, tudo feito com o uso de 100% de acrílico, exceto claro, da própria lâmpada, bocal e fiação.

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada há 20 anos, com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado.

A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 30 filiados em todo o país, entre eles: Acriresinas, Bold, Castcril, Cristal Cores, Diagonale, Lofrano, Lucite, Osvaldo Cruz, Emporium, Unigel, Acrilaria, Acrílico Design, Acrilmarco, Acrimax, Sheet Cril, Acrinox, Acriplanos, Actos, Art Cryl, Brascril, CutLite, Menaf, Proneon, JR Laser, Tronord e Tudo em Acrílico.

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Lanxess expande gama de pigmentos amarelos resistentes ao calor para polímeros de alto desempenho

27/05/2021

Pigmentos para vários níveis de estabilidade térmica

A Lanxess, empresa de especialidades químicas, expandiu sua gama de pigmentos amarelos da linha Colortherm para plásticos de alto desempenho resistentes ao calor. Dois novos pigmentos inorgânicos amarelos já estão disponíveis como Colortherm Yellow 5 e Colortherm Yellow 26, à base de óxido de ferro e óxido de zinco, respectivamente, e especialmente desenvolvidos para coloração de forma econômica, em uma faixa de temperatura entre 220°C e 260°C. Segundo a empresa, os pigmentos possuem alta resistência de cores e oferecem aos fabricantes e processadores de plásticos um excelente meio termo entre os produtos Colortherm Yellow 20 e Colortherm Yellow 30, que são estáveis em calor até 300°C.

Medições automatizadas garantem a estabilidade térmica dos pigmentos inorgânicos em aplicações plásticas, diz a empresa. Os pigmentos amarelos das marcas Bayferrox e Colortherm da Lanxess são usados para todos os materiais poliméricos comuns e para termoplásticos de engenharia. A Lanxess afirma que os produtos foram especialmente desenvolvidos para permitir um processamento eficiente em todos os sistemas de extrusão, garantindo desempenho de cores mesmo em temperaturas de produção mais elevadas.

Estabilidade térmica como fator de qualidade

Os plásticos agora podem ser usados em aplicações consideradas impossíveis há apenas alguns anos atrás. Polímeros de alto desempenho com especiais propriedades físicas ou químicas estão substituindo cada vez mais metais, vidros e cerâmicas. São utilizados para aplicações especiais em veículos, engenharia eletrônica e de processos, bem como em aplicações médicas. À medida que o uso de plásticos técnicos em aplicações de alta tecnologia se torna mais difundido, o perfil de exigência dos pigmentos usados para a coloração destes materiais também está crescendo. Em particular, a estabilidade dos corantes ao calor está se tornando um fator de qualidade decisivo. No caso de pigmentos orgânicos, altas temperaturas de processamento muitas vezes levam à decomposição acelerada; mas alternativas inorgânicas podem estar sujeitas a variações de cor em temperaturas acima de 180°C.

A Lanxess afirma que a sua gama modular de produtos Colortherm Yellow proporciona uma coloração amarela confiável de polímeros de alta temperatura. Compreende os óxidos de ferro Colortherm Amarelo 5 e Colortherm Amarelo 20, bem como as ferritas de zinco Colortherm Amarelo 26, Colortherm Amarelo 30 e Colortherm Amarelo 3950. A gama abrange não apenas o espectro de cores de tons amarelos claros e saturados, mas também tons de laranja. Formulações plásticas podem, portanto, ser realizadas a temperaturas de processamento de até 300 °C.

Devido ao seu processo de fabricação, a força de cor dos ferritas de zinco Colortherm Yellow 26 e Colortherm Yellow 30 é até 20% maior do que os produtos comparáveis, afirma a Lanxess. Isso significa que é necessário um nível inferior correspondente de adição de pigmento para colorir o plástico.

“A característica especial da nossa linha de produtos Colortherm Yellow é a alta flexibilidade na seleção de pigmentos”, disse Stefano Bartolucci, gerente global de marketing para plásticos na unidade de negócios de Pigmentos Inorgânicos na Lanxess. Dependendo do tipo de plástico, os pigmentos utilizados podem significar que níveis variados de estabilidade térmica são necessários – ou, para dizer com mais precisão, são suficientes. “No caso do polietileno colorido, por exemplo, basta que os pigmentos utilizados apenas não tenham alterações de cor em temperaturas de processamento em torno de 240°C. No entanto, para aplicações que utilizam poliamida, polipropileno e sulfeto de polifenileno, a estabilidade térmica de cerca de 300°C é essencial”, explicou Bartolucci. “Ao expandir nossa linha Colortherm Yellow de pigmentos especiais, oferecemos aos processadores a opção de escolher os pigmentos mais adequados para eles, produtos adaptados para o tipo de plástico a ser colorido de acordo com a estabilidade térmica necessária”, acrescentou.

Contando com um centro de competência técnica para plásticos amplamente equipado, a Lanxess pode fornecer aos clientes assistência técnica abrangente sobre o uso dos pigmentos, afirma a empresa. Seus serviços também incluem a análise da estabilidade térmica em aplicações de plásticos específicas do cliente. “Desde o carregamento de amostras até a análise colorimétrica, todos os módulos necessários podem ser acionados através de processos automatizados. Isso nos permite realizar testes altamente específicos com a maior precisão”, disse Bartolucci.

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Adirplast alerta para prosseguimento dos problemas com abastecimento e preços de resinas plásticas

27/05/2021

Com a matéria-prima escassa no mercado e enfrentando a instabilidade do país, associados da Adirplast tiveram redução de vendas em abril, mas debatem soluções para 2021

O mês de abril apresentou uma queda significativa no volume de vendas de resinas dos associados à Adirplast – 29% em comparação com o mês de março deste ano. O índice era esperado devido à pandemia do Covid-19 e a falta de matéria-prima pela qual o setor está passando, afirma a associação.

Para enfrentar o momento, a Adirplast está apostando na experiência, conhecimento e detalhada análise de dados. Por isso convidou Stephen Moore, Diretor Global de Operações da consultoria internacional Townsend Solutions, para uma apresentação sobre cenários do mercado mundial petroquímico: “A pandemia do Covid é uma grande lição para os negócios. Os países perceberam que a dependência da China não é positiva e abriram os olhos para novos modelos”, explicou.

Moore explicou que o Polietileno (PE), por exemplo, teve 104.580 kt consumidas mundialmente em 2020. Desse total, 51% são utilizados pela China e América do Norte; o Brasil utiliza 2,7%. A previsão é que o volume aumente em 3,7% até 2025.

O especialista também afirmou que os preços praticados mundialmente não são só determinados pela demanda, mas também pela oferta da matéria-prima, a qual pode sofrer de acordo com questões ambientais, como a do congelamento no Texas e até mesmo da pandemia, por exemplo. “O futuro será volátil e é preciso se planejar para isso”, alertou.

Um dos exemplos desta alteração de preços é dada por Erasmo Fraccalvieri, sócio-diretor da Tecnofilmes, que também escreve a coluna Radar Econômico para o Boletim semanal Adirplast: “Segundo fontes da plasticmatrix.com está ocorrendo uma queda acentuada da demanda por embalagens flexíveis na China. Tal fato tem forçado produtores de filmes (BOPP e BOPET) a revisar preços para baixo enquanto as resinas permanecem em patamar elevado. O PE continua ainda pressionado”. Ele também alerta que nas commodities químicas pouca coisa mudou nos últimos tempos. O compasso de espera ainda marca presença. Os contratos futuros de propano mostram uma diminuição do stress, mas ainda indicando lateralização dos preços.

Já no segmento de Plásticos de engenharia, Joel Pereira de Araújo, da Master Polymers, conta que estes produtos também estão com uma demanda desproporcional à capacidade produtiva. “Estamos com aumento de preços desde janeiro e, dependendo do produto o prazo de produção/entrega, pode ser de 4 meses após a confirmação do pedido. Todavia acredito que este desbalanço do mercado deve se normalizar entre junho e julho deste ano. Em Agosto e Setembro, espero que os preços comecem a recuar lentamente”, explica.

Araújo também reforça que o alto preço dos metais tem contribuído para uma maior procura de materiais alternativos. “E os polímeros de engenharia entram como fortes candidatos nesta substituição, permitindo não só a redução do custo final da peça como a sua diminuição de peso.”

Aposta no futuro e na Distribuição Oficial

“Como distribuidores de resinas plásticas e afins, nós, da Adirplast, temos feito o possível para atender a nossos clientes. Vale lembrar que, no início da escassez, ainda no final do primeiro semestre do ano passado, foram nossos estoques que permitiram que muitas indústrias conseguissem seguir atendendo aos clientes. Infelizmente, nenhum estoque é infinito. Nós também temos encontrado problemas para repor nossos produtos, mesmo sendo distribuidores oficiais”, conta Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

Ainda segundo ele, há relatos de associados da entidade que sofreram em 2020 uma queda de mais de 20% em suas vendas, justamente pela falta generalizada de insumos que afetou não apenas o Brasil, mas o mundo.

O executivo explica que, na tentativa de mitigar o problema, os associados têm mantido estreito contato com os fornecedores e estão em busca de novos parceiros. “Mas vale ressaltar que, em uma realidade como essa, pior e mais desafiadora do que a imaginada por todos nós, é difícil para o empresário enfrentar tudo isso sozinho. Muito do que vamos colher neste ano também será fruto das resoluções ligadas ao controle da pandemia no país e no mundo, além da seriedade com que o governo e Congresso deve tratar de um tema fundamental para o setor privado: a reforma tributária, que consequentemente promoverá o combate à sonegação”, finaliza.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados, plásticos de engenharia, compostos e masterbatches. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 5 bilhões em 2020. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros, filmes bi-orientados, compostos e masterbatches comercializados no país. Contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil.

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Stadler desenvolve plataforma baseada em nuvem para monitoramento de dados operacionais em plantas de separação de resíduos

26/05/2021

O Service Data Cloud (SDC) da Stadler fornece uma visão geral completa da operação de uma planta de separação com dados capturados diretamente dos equipamentos dentro da planta. Segundo a empresa, isto permite otimizar a eficiência, facilitar a solução de problemas e o suporte ao cliente e maximizar o tempo de disponibilidade.

A Stadler desenvolveu internamente a plataforma SDC baseada em um sistema de nuvem, o qual captura dados operacionais e dos sensores dos equipamentos na planta de triagem do cliente. As informações são armazenadas com segurança na nuvem e são acessíveis de qualquer lugar, dentro ou fora da planta, por meio de um portal na web. O SDC aproveita a automação e a Internet Industrial das Coisas (IIoT) para otimizar e aumentar a eficiência dos processos nas plantas de triagem Stadler e fornecer um suporte melhor e mais rápido aos seus clientes, afirma a empresa.

Amela Sijaric (foto), co-chefe da equipe SDC na Stadler, diz: “O SDC coloca o cliente e nosso departamento de assistência técnica em comunicação direta com as máquinas individuais na planta de triagem. Ele fornece informações valiosas sobre a operação e nos permite trabalhar de forma mais eficaz com nosso cliente para resolver quaisquer problemas que surjam e para garantir que a planta continue atendendo a seus requisitos em evolução de forma eficaz. O SDC é uma ferramenta com grande potencial e continuaremos trabalhando com nossos clientes para estender suas capacidades com novas funcionalidades”.

Segundo a Staler, o seu sistema SDC é igualmente eficaz em todos os tipos de plantas de triagem e também pode ser implementado em plantas existentes, sendo necessário apenas atualizar o hardware. Nessas instalações, ele pode destacar áreas onde o processo pode ser aprimorado e pode ser usado para implementar atualizações nos equipamentos existentes.

Eficiência de processo e tempo de disponibilidade

O SDC fornece uma visão geral da operação da planta de triagem, com visibilidade nas máquinas individuais. De acordo com a Stadler, os dados capturados pelo sistema são uma ferramenta poderosa para aprimorar o processo de separação, identificar impasses ou problemas e agir para resolvê-los rapidamente. A análise dos dados históricos pode ajudar a otimizar o desempenho da máquina e revelar oportunidades de melhorias na eficiência da planta.

Segundo a empresa, o SDC permite que eventuais problemas possam ser resolvidos de forma mais rápida e eficiente. “O sistema sinaliza onde o erro está no fluxograma da planta , com uma indicação clara do nome do dispositivo com falha”, explica Amela Sijaric. “O cliente pode ver rapidamente a causa do problema na tela e sabe de imediato onde ir para resolvê-lo. Se for necessário suporte da Stadler, nossos especialistas técnicos podem acessar imediatamente os dados da máquina. Eles podem interpretar o problema e fornecer uma solução de forma rápida. Isso é particularmente benéfico quando a planta está longe das equipes de assistência técnica da Stadler. Ao acessar os dados, eles podem enviar o técnico mais adequado para lidar com o problema específico e levar as peças de reposição de que podem precisar para resolver o problema”.

A Stadler afirma que o monitoramento do desempenho de cada máquina, em conjunto com um serviço pós-venda rápido, reduzem ao mínimo o tempo de inatividade da planta e se constituem em um benefício importante para o cliente.

Acesso a documentação e tutoriais atualizados

A Stadler explica que o SDC possui uma seção dedicada a proporcionar aos clientes acesso flexível a uma biblioteca completa de documentação de cada uma das máquinas de sua planta, de modo que ela esteja sempre atualizada. Eles incluem não apenas fichas técnicas e manuais de operação, mas também um catálogo de peças de reposição. Ao fazer um pedido, o cliente identificará facilmente a peça correta desejada através de sua fotografia, descrição e número da mesma no catálogo. A seção Documentação também oferece vídeos tutoriais preparados pela equipe de assistência técnica da Stadler, cobrindo as tarefas de manutenção normalmente realizadas pelo cliente, afirma a fabricante alemã.

Inovação

O primeiro projeto piloto do uso do SDC começou no final de 2018 em uma planta de triagem de papel em Ingolstadt, seguido por outras plantas na Alemanha, França, Suíça e Dinamarca. Alguns dos clientes pioneiros no uso do SDC foram a AFM Entsorgungsbetrieb e a MAD Recycling GmbH. A instalação de gerenciamento de resíduos AFM Entsorgungsbetrieb em Feldkirchen já usa o SDC há seis meses. O Sr. Anastasios Melidis, CEO da AFM, vê o potencial da nova plataforma: “Ela nos permite analisar a eficiência operacional de nossa planta e reconhecer uma perda de desempenho, bem como a detecção rápida de erros ou danos. Também é útil para o nosso negócio, pois fornece estatísticas que nos ajudam a planejar nossas operações”. Ele também descobriu que “após uma breve introdução, o SDC é fácil de usar”.

O Sr. Christian Ascherl-Landauer (foto), CEO da MAD Recycling GmbH, que está testando o SDC em sua planta de reciclagem de papel e papelão em Ingolstadt, Alemanha, concorda: “A operação do aplicativo é prática e clara.” Ele constatou que a disponibilidade da planta melhorou desde o início do projeto piloto: “O monitoramento da planta melhorou. Podemos analisar melhor os tempos de inatividade e fazer alterações na operação em andamento. Além disso, a solução de problemas aprimorada e as medidas direcionadas melhorarão a disponibilidade ainda mais no futuro”.

O desenvolvimento está em andamento, com novos projetos SE iniciando na Europa e nos EUA. “Estamos desenvolvendo novas funcionalidades, como o gerenciamento de fluxo de volume e a análise de temperatura. Também estamos trabalhando para introduzir funções de monitoramento de operação e manutenção preventiva, o que reduzirá ainda mais o tempo de inatividade”, conclui Amela Sijaric.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

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Arkema vence prêmio ICIS de inovação com surfactantes de base biológica

26/05/2021

No dia 25 de maio, na 11ª conferência mundial de surfactantes ICIS, a Arkema ganhou o prêmio de inovação por sua nova linha de surfactantes bio-baseada

A nova linha Sensio de surfactantes de base biológica da Arkema recebeu o prêmio 2021 ICIS Surfactantes por Inovação.

O Surfactants Awards, que foi julgado por um painel de especialistas do setor em todo o mundo, teve a tarefa de identificar e reconhecer projetos, colaborações e grandes realizações de empresas na cadeia de valor dos surfactantes.

Derivado do óleo de mamona e, segundo a Arkema, facilmente biodegradável, Sensio é uma linha inovadora de surfactantes de base biológica não iônica projetada para atender às necessidades de formuladores e consumidores no mercado de produtos de limpeza. Segundo a empresa, a linha Sensio oferece vários benefícios e aprimora as formulações de detergentes graças ao seu perfil exclusivo de limpeza e formação de espuma, além de experiência do usuário aprimorada com base na facilidade de formulação e rotulagem amigável, permitindo o uso em rótulos ecológicos exigentes.

“Ser reconhecido com este prêmio é uma grande honra e reflete a capacidade de inovação e o compromisso da Arkema no desenvolvimento de soluções eficientes e sustentáveis”. Jean Francois Chesneau – Presidente Surfactantes e Aditivos

Especializada em ciência de materiais, a Arkema oferece um portfólio de tecnologias para atender à demanda por materiais novos e sustentáveis. O Grupo está estruturado em 3 segmentos complementares dedicados a Materiais Especiais – Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento – representando cerca de 82% das vendas do Grupo, além de um segmento de intermediários. A Arkema oferece soluções tecnológicas em áreas como novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade. O Grupo registrou vendas de cerca de € 8 bilhões em 2020 e opera em cerca de 55 países com 20.600 funcionários em todo o mundo.

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Movimento Plástico Transforma apóia o Tampinha Legal, iniciativa que coleta tampas plásticas para reciclagem

26/05/2021

Liderada pela parceria entre a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e a Braskem, a iniciativa promove a imagem do plástico, apresentando projetos de inovação e educação.

Há mais de 4 anos a iniciativa “Tampinha Legal” fomenta a coleta de tampas plásticas em prol de entidades assistenciais do terceiro setor. O programa conta com o patrocínio do Movimento Plástico Transforma, que mostra o potencial de transformação do plástico e é liderado pela parceria entre a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e a Braskem. Segundo os coordenadores do Movimento Plástico Transforma, o Tampinha Legal é o maior programa socioambiental de caráter educativo em economia circular da indústria de transformação do plástico na América Latina.

Para Fernanda Maluf, uma das coordenadoras do Movimento Plástico Transforma, “a parceria reforça a importância da reciclagem e estimula o engajamento da população com a causa, de maneira educativa”.

Segundo a coordenadora do Instituto SustenPlást, Simara Souza, o Movimento Plástico Transforma mostra que o plástico é aliado em frentes como a inovação e a responsabilidade socioambiental, promovendo os conceitos da economia circular, assim como o Tampinha Legal. “O Tampinha Legal proporciona ações modificadoras de comportamento de massa, ou seja, a sociedade civil é inserida, na prática, na economia circular. É importante nos cercarmos de iniciativas que façam com que o plástico pós-consumo seja valorizado por todos. Esta matéria-prima nobre deve retornar para a indústria para a produção de novos artefatos e também novas possibilidades”, explica.

Com os recursos obtidos por meio do Tampinha Legal, as entidades assistenciais participantes podem adquirir medicamentos, alimentos, equipamentos, ração animal e/ou materiais escolares, e também custear tratamentos e exames de saúde humana e animal, melhorias em suas sedes, entre outras ações, impactando positivamente em muitas vidas.

O Tampinha Legal é iniciativa do Instituto SustenPlást e, por meio de ações modificadoras de comportamento de massa, promove conscientização quanto ao destino adequado dos resíduos plásticos, colocando em prática os princípios da economia circular.

Todos os segmentos da sociedade são convidados a juntar tampinhas e destiná-las para entidades assistenciais cadastradas junto ao programa, o qual busca a melhor valorização de mercado para o material.

Os valores obtidos são destinados integralmente para as instituições sem rateios ou repasses e sem que o programa receba comissões e/ou gratificações sobre o material coletado. Só em 2020, a arrecadação ultrapassou 1 milhão de reais, que foi totalmente destinada aos participantes.

Recentemente, o Instituto lançou também o Copinho Legal, que conta com o apoio da Abiplast e adesão de empresas membros da Câmara Setorial dos Fabricantes de Descartáveis Plásticos da associação. O Copinho Legal segue o modelo do Tampinha Legal, destinando os recursos obtidos com a venda dos descartáveis plásticos (copos, pratos e talheres) para as entidades assistenciais.

O Tampinha Legal atua no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Goiás e no Distrito Federal. Além do site – tampinhalegal.com.br, também é possível acompanhar a transparência do trabalho do programa por redes sociais, como YouTube, Instagram e Facebook, e pelo aplicativo Tampinha Legal, onde é possível localizar os pontos de coleta mais próximos, entidades assistenciais e empresas participantes. Em Porto Alegre, o Tampinha Legal conta com o apoio estratégico da Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais da FIERGS.

Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma visa ressaltar a utilização do plástico, de forma criativa e responsável, em soluções que podem transformar o dia a dia e o futuro. A primeira iniciativa voltada para a comunicação com a sociedade assinada pelo Movimento Plástico Transforma foi a instalação interativa PlastCoLab. A ação atingiu mais de 37 mil pessoas e contou com quatro edições, realizadas nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Brasília. Outro projeto relevante é a Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque KidZania, em São Paulo, que visa demonstrar – de forma lúdica e educativa – as principais etapas do processo de reciclagem do plástico e já atingiu mais de 18 mil pessoas. No site www.plasticotransforma.com.br e nas redes sociais do projeto é possível encontrar conceitos importantes sobre economia circular e iniciativas inovadoras de uso, reuso, descarte correto e reciclagem do plástico.

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Braskem lança nos EUA filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono para impressão 3D

14/05/2021

A Braskem anunciou a expansão de seu portfólio de produtos de impressão 3D para incluir um novo filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono para manufatura aditiva (“CF-PP”) (“FL900PP-CF”), oferecendo propriedades mecânicas e térmicas superiores, assim como um baixo empenamento, afirma a empresa. O novo filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono permite que os usuários imprimam em 3D peças leves e rígidas para aplicações na indústria automotiva, aeroespacial, náutica, em artigos esportivos e outros mercados. O novo grade é feito com fibra de carbono 100% reciclada, com o mesmo desempenho que esperado de fibra de carbono virgem.

Jason Vagnozzi, Diretor Comercial de Manufatura Aditiva da Braskem, afirmou: “Como líderes do mercado de polipropileno nos Estados Unidos, estamos orgulhosos em lançar nosso novo filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono para impressão 3D, oferecendo aos nossos clientes industriais e consumidores finais novas e incomparáveis capacidades de produção ​​para manufatura aditiva de peças de alta resistência e peso leve. Independentemente do cliente ser uma start-up, universidade, fabricante de equipamentos, transformador, componedor ou proprietário de uma marca, o filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono da Braskem está abrindo novos caminhos em termos de expandir os limites do design de impressão 3D e possibilidades de engenharia. Este mais recente lançamento de produto para impressão 3D reflete o compromisso contínuo da Braskem em trazer novas soluções poderosas para o setor de impressão 3D, aproveitando nosso laboratório de manufatura aditiva dentro do Centro de Inovação e Tecnologia (I&T) da Braskem na América do Norte, localizado em Pittsburgh, Pensilvânia. “

Segundo a Braskem, os principais atributos do seu filamento de polipropileno da reforçado com fibra de carbono para impressão 3D são:

  • Conteúdo de fibra de carbono 100% reciclado
  • Alta rigidez e resistência – 6x mais forte do que os filamentos PP tradicionais
  • Otimizado para impressão de alta resolução
  • Leve / baixa densidade
  • Excelente resistência química
  • Baixo encolhimento / empenamento
  • Altamente resistente à água – não absorve umidade, não é necessário secar

Os novos carretéis de filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono são projetados para serem usados ​​tanto em aplicações de impressão 3D industriais quanto pessoais, como por exemplo na prototipagem rápida, design de produto personalizado, redução de peso, otimização de geometrias e projeto de peças sobressalentes. Os filamentos de polipropileno reforçado com fibra de carbono estão disponíveis nos diâmetros de 1,75 mm e 2,85 mm para atender a uma ampla gama de aplicações de impressora 3D e estão disponíveis para compra online através da eStore da M. Holland.

Outras informações sobre o portfólio de manufatura aditiva da Braskem, incluindo filamentos, pós para fabricação de filamentos fundidos (FFF), Sinterização Seletiva a Laser (SLS) e extrusão de pellets de alta velocidade estão disponíveis em https://www.braskem.com/usa/3d- impressão.

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Arburg cancela evento “Technology Days 2021” em sua matriz na Alemanha

14/05/2021

  • O impacto da epidemia global de coronavírus ainda é muito prevalente
  • Prioridade na Segurança dos visitantes e funcionários

A Arburg cancelou o evento Technology Days que estava planejando realizar entre 7 e 12 de junho de 2021. Consultas com órgãos oficiais e a devida consideração das ramificações da epidemia global de coronavírus que ainda são claramente evidentes motivaram a decisão, que foi tomada na semana passada. O chamado ‘freio de emergência federal’ aplicado pelo governo alemão teve uma influência decisiva nesta situação.

“Lamentamos profundamente este cancelamento, mas somos obrigados a dar esse passo devido aos parâmetros prevalecentes”, explica Juliane Hehl, Sócia-gerente responsável por Marketing na Arburg. “Até o momento final estávamos esperançosos e realmente trabalhando a todo vapor para que estes “Technology Days” se realizassem sob a forma, enfim, de uma feira presencial”, afirma a acionista referindo-se a todo o planejamento e esforços investidos nos últimos meses. “Nossos “Technology Days” são uma marca em si, além de ser o maior evento “in-house” em todo o Mundo dos Plásticos – então realmente fizemos tudo o que era possível para facilitar, finalmente, uma experiência de evento pessoal e presencial para nossos clientes”, complementa.

Segurança dos visitantes e funcionários

O adiamento do calendário tradicional deste evento de Março para Junho, a extensão de quatro para seis dias, um sistema de gerenciamento de visitantes e convites em observância de regras relativas à prevenção da Covid, um conceito de higiene e testes meticulosamente planejados – com todas essas medidas, a segurança dos visitantes e os funcionários sempre estiveram na vanguarda das deliberações da empresa.

Technology Days 2022

“Por pior que seja a situação atual: acreditamos que o mundo todo está ansioso para voltar aos eventos normais e às feiras”, afirma Juliane Hehl. Os “Technology Days” poderiam ter funcionado como um farol para todo um setor, então foi totalmente correto e apropriado que tivéssemos feito todos os esforços para organizar e realizar o evento. “Portanto, estendemos um convite ainda mais caloroso ao Mundo dos Plásticos para visitar nossos Technology Days aqui em Lossburg em março de 2022!”

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Resinas de epóxi éster-vinílicos da Ineos são usadas na fabricação de vergalhões de compósitos

14/05/2021

Polímeros resistem à alcalinidade do concreto

Ainda pouco usuais no Brasil, os vergalhões (rebars) de compósitos ou plástico reforçado com fibras de vidro (PRFV) têm sido a resposta mais efetiva das construtoras internacionais aos ataques às estruturas de concreto. O crescente aumento do tráfego em estradas e os eventos climáticos extremos e repentinos, que resultam em inundações, provocam rachaduras no concreto. Esses espaços possibilitam a entrada de água, que corrói o vergalhão de aço e enfraquece a estrutura, podendo colapsá-la.

“A situação é mais crítica em regiões litorâneas ou onde neva, pois o sal jogado nas ruas para derreter o gelo aumenta a velocidade da corrosão”, observa Alexandre Jorge, gerente de produtos e vendas da Ineos Composites. A empresa é fornecedora global de resinas para compósitos, entre elas, as do tipo epóxi éster-vinílicas Derakane 411 e Hetron 922, ambas indicadas para a fabricação de vergalhões por causa da maior resistência à alcalinidade do concreto, entre outros fatores.

Segundo a Ineos Composites, os vergalhões de PRFV feitos com resinas Derakane 411 ou Hetron 922 são imunes à corrosão e despontaram, então, como a melhor saída para o problema. Mas a resistência química não é a única vantagem, afirma a empresa. A leveza típica do material – um vergalhão de compósitos pesa 25% do seu correspondente metálico – reduz o tempo e as despesas com a instalação. Destaque também para a facilidade de corte do vergalhão de PRFV, associada à resistência à tração até duas vezes maior que a do aço e aos baixos índices de condutividade térmica e de dilatação, afirma a Ineos Composites.

Os vergalhões de compósitos ainda se diferenciam graças a algumas propriedades particulares do material – como a transparência eletromagnética, vital para a construção de espaços onde serão instalados equipamentos como radares e aparelhos de ressonância.

No Brasil, a pioneira na fabricação desses vergalhões é a Stratus Compostos Estruturais, de São José dos Campos (SP). Marcos Lima, gerente de negócios da empresa, lembra que o primeiro desenvolvimento ocorreu em 2006, a partir de uma solicitação de uma grande empreiteira local. “Os vergalhões fizeram parte de um pacote para a construção de mais de duas mil casas populares na Guatemala”.

Lima salienta que a Stratus também é a primeira empresa do país a fabricar armaduras de PRFV, estruturas formadas por vergalhões, estribos e contraventamentos – aplicadas em paredes diafragmas comuns em obras de túneis de metrôs.

“Também fazem parte do nosso portfólio diversos fornecimentos de vergalhões para a construção de praças de pedágios. Nesse caso, o produto foi indicado pela combinação de resistência mecânica e transparência eletromagnética”, explica.

Normatização

Na opinião do gerente de negócios da Stratus, um dos maiores entraves para a evolução dos vergalhões de PRFV no país é a ausência de uma norma publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), nos mesmos moldes que acontece nos EUA, com a regulamentação da ACI-440 (American Concrete Institute). “Trata-se de um ponto importante em relação à segurança técnica e jurídica para a aplicação desse tipo de vergalhão no Brasil”.

A Ineos Composites é líder global em resinas termofixas (poliéster insaturado e éster-vinílicas), gelcoats e aditivos low profile para a indústria de compósitos. Seus produtos são largamente consumidos pelos setores de transportes, construção, geração de energia eólica e lazer, entre outros.

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DSM fornece fibras para proteção balística em coletes a serem usados pela PM de São Paulo

14/05/2021

  • Os coletes da Polícia Militar do Estado de São Paulo serão fabricados pela empresa MKU e confeccionados com fibra Dyneema
  • Tecnologia de blindagem unidirecional será usada pela fabricante líder em soluções de defesa

A Polícia Militar do Estado de São Paulo passa a utilizar coletes balísticos equipados com Dyneema, fibra de polietileno de ultra-alto peso molecular (UHMwPE, sigla em inglês) fabricada pela DSM. Segundo a empresa, a sua fibra é a mais forte e mais leve do mundo. Os coletes são desenvolvidos pela MKU Ltd, empresa global atuante no segmento de soluções de defesa e segurança interna.

O colete híbrido, desenvolvido pela MKU e que vai equipar os profissionais da PM que atuam no Estado de São Paulo, utiliza predominantemente material Dyneema de blindagem unidirecional (UD), oferecendo excelente absorção de energia e de alta proteção em uma solução leve, aumentando o conforto e a mobilidade do usuário. Segundo a DSM, a sua fibra é 15 vezes mais forte do que o aço e 40% mais leve que a aramida, oferecendo alta resistência à umidade, abrasão, produtos químicos e raios UV, podendo ser aplicada em soluções balísticas para blindagem pessoal e de veículos que combinam força máxima com peso mínimo.

A Polícia Militar do Estado de São Paulo é a primeira a utilizar-se da lei no Brasil que permite a abertura de uma licitação para equipamentos de proteção individual com base na última norma .06 do Instituto Nacional de Justiça dos EUA (National Institute of Justice — NIJ) para coletes à prova de balas. A lei abrange uma conformidade abrangente e rigorosa para o desempenho e teste de materiais balísticos. Além da certificação das normas .06 do NIJ, a licitação definiu requisitos de alta leveza no nível IIIA.

Para garantir o desempenho de acordo com os relatórios de balística e certificação do NIJ, os coletes foram testados exaustivamente tanto durante o processo de licitação quanto após o seu recebimento. “Junto com o material Dyneema, a MKU foi capaz de fornecer um colete à prova de balas de nível IIIA que aumenta a ergonomia do usuário e reduz o peso em mais de 20%, quando comparado ao material de aramida existente”, diz Marcelo van de Kamp, Diretor de Negócios Global de Proteção Pessoal da DSM.

“A MKU está empenhada em fornecer as soluções mais recentes e de ponta para a polícia de São Paulo. Esses coletes oferecem não só a melhor proteção, mas também são extremamente leves e confortáveis de usar”, complementa Neeraj Gupta, Diretor Executivo da MKU Ltd.

A DSM é a inventora e fabricante de Dyneema. Produzida em processo de tecelagem patenteado, a tecnologia é leve, flexível, e versátil. Segundo a DSM, além de ter alta absorção de energia e elasticidade mínima, flutua na água, não incha, nem dilata e não absorve líquido ou óleo. Hoje, a Dyneema está presentes em inúmeros setores: proteção pessoal, marítimo, indústria de pesca, elevação de materiais pesados, esportes, aviação, estilo de vida e muitos outros.

A Royal DSM é uma empresa global baseada em ciência. A DSM oferece soluções inovadoras para nutrição humana, nutrição animal, cuidados pessoais e aroma, dispositivos médicos, produtos e aplicações ecológicos e nova mobilidade e conectividade. A DSM e suas empresas associadas geram vendas líquidas anuais de cerca de € 10 bilhões, com aproximadamente 23 mil funcionários. A empresa foi fundada em 1902.

A MKU é um fabricante de dispositivos eletro-ópticos, soluções de blindagem pessoal e de plataforma para forças militares e de segurança interna, com uma base de clientes em mais de 100 países. Operando da Índia e da Alemanha, a MKU forneceu proteção a mais de 2 milhões de soldados e mais de 2.000 plataformas em 230 forças até o momento. Ao longo dos anos, a MKU desenvolveu vários produtos patenteados que aumentam a capacidade e reduzem o risco para os soldados em serviço.

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Milliken mantém laboratório de aplicação ativo durante a pandemia

14/05/2021

O laboratório de Tecnologia e Aplicação da empresa continua atendendo projetos em diferentes setores, mesmo diante dos desafios impostos pela pandemia.

O mercado brasileiro continua sendo relevante para os negócios da Milliken, empresa norte-americana especialista em ciência dos materiais. Durante todo o período da pandemia, a marca está mantendo seu laboratório, sediado na capital paulista, em funcionamento. O local, com mais de 700m², realiza testes de aplicação e performance para atender os mercados de aditivos plásticos, household, poliuretanos, coatings, fertilizantes e sementes.

Rita Siloto, mestre em química e gerente técnica da unidade, lembra que ao longo dos últimos meses, foram necessários ajustes para adaptar as atividades do laboratório, inaugurado em outubro de 2019, à nova realidade do país. “Nosso trabalho sempre foi estar muito próximo aos nossos clientes, pois desenvolvemos soluções customizadas para cada projeto. Mas com o distanciamento social e os protocolos de saúde, tivemos que buscar uma forma de manter esses clientes e fazer novos contatos à distância, através de reuniões on-line”.

Outra mudança colocada em prática pela Milliken é o envio de protótipos para o cliente, independente de onde ele esteja. “Antes desenvolvíamos um produto e recebíamos as pessoas no laboratório para apresentar os resultados. Como isso se tornou impossível, hoje fazemos a entrega ao destinatário”, explica Rita.

A gerente afirma, ainda, que a demanda de clientes do setor de household, mercado tradicional para a Milliken, está sendo maior, em virtude da necessidade de ampliar a linha de produtos de higiene e limpeza. “Como nosso laboratório se manteve aberto e operante em todo o período de pandemia, conseguimos manter os projetos de desenvolvimento e testes, fazendo com que os clientes das empresas que estão com seus laboratórios fechados viessem até nós”.

Como as atividades em alguns setores, a exemplo do administrativo, podem ser realizadas de forma remota, a Milliken aproveitou o momento para fazer algumas reformas, tornando o espaço do laboratório mais amistoso para receber os clientes. “Investimos também na identidade visual que passou a ter o padrão da Milliken em todo o mundo”, conta Rita.

Além da parte física, a companhia ampliou seu quadro funcional com novas contratações. E também investiu no transporte particular dos funcionários que precisam se locomover até o laboratório. “Nós estabelecemos um protocolo rígido para que nossos colaboradores não corram risco de contaminação e possam trabalhar com segurança”.

O setor de household do laboratório desenvolve corantes específicos para as necessidades das empresas que produzem desinfetantes, amaciantes, detergentes em pó e líquido entre outros diversos produtos de limpeza, e ainda uma tecnologia capaz de recuperar a brancura do tecido. Também realiza testes para empresas que atuam neste segmento. A unidade ainda tem uma sala para testes de lavagem, onde são avaliados o branqueamento, manchamento, entre outros testes de envelhecimento, com o objetivo de entender os benefícios dos produtos da marca em diversos tipos de tecido.

Especialista em ciência dos materiais, com mais de 150 anos de história, a Milliken & Company conta com oito mil colaboradores, distribuídos por 46 localidades, desenvolvendo e comercializando soluções nos setores de têxteis, pisos, química e saúde.

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Informa Markets aposta na transformação digital e reforça seu posicionamento como plataforma de relacionamento e conexão

14/05/2021

Empresa organizadora de eventos intensifica seus investimentos em soluções digitais e se reposiciona como plataforma de relacionamento e conexão entre clientes e mercados especializados

Conectar pessoas durante o ano todo é o lema da Informa Markets há alguns anos. Presente nos principais setores da economia, a empresa global de organização de eventos vem trabalhando, há quase cinco anos, na ampliação de seu portfólio e investindo em soluções digitais que fortalecem as estratégias de conexão do setor e possibilitam o fomento dos negócios em seus mercados de atuação.

Para comunicar esta estratégia, a Informa Markets acaba de lançar seu novo posicionamento de mercado, atuando como plataforma de relacionamento e conexão entre pessoas e mercados por meio de soluções de audiência, conteúdo digital especializado, feiras de negócios, eventos híbridos e inteligência de mercado, construindo uma jornada de relacionamento e negócios entre empresas e mercados, 365 dias do ano, de maneira integrada entre o modelo físico e digital. Para destacar seu pioneirismo no setor e apresentar suas soluções aos clientes e ao mercado, a empresa passa a atuar com três pilares:

· Marketing Services: Produtos e serviços de marketing com foco em audiência e mercados especializados.

· Eventos: criação e organização de feiras de negócios, eventos exclusivos, reuniões de negócios e atividades presenciais e híbridas.

· Pesquisa e Inteligência de Mercado: baseado em dados e comportamento para entrega de insights e tendências de consumo para ajudar na tomada de decisão.

“A transformação do posicionamento da empresa aconteceu naturalmente a partir da compreensão das necessidades de nossos clientes e das mudanças do mercado. Nosso desafio foi internalizar as demandas e entender as melhores maneiras de oferecer soluções que garantissem resultados e focassem em geração de negócios”, a partir da ótica dos clientes e comunidades empresariais que a Informa Markets Brasil atua, explica Rodrigo Moreira, Diretor de Transformação Digital e Estratégia da Informa.

Em 2020 a empresa deu um grande passo para a digitalização de seus negócios. Foram mais de 20 semanas digitais, 60 webinars, 300 transmissões ao vivo e reuniu mais de 108 mil pessoas e 500 patrocinadores. Ao todo, foram realizadas 40 mil conexões via matchmaking através da plataforma digital. “Fomos capazes de reunir, em um mesmo ambiente, conceitos que fazem o sucesso dos eventos presenciais: Conteúdo, Networking e Negócios”, explica Moreira.

Diante da realidade da combinação do físico e do digital, a empresa entendeu que, em 2021, seria necessário ir além. Diante de um acordo global da Informa Markets com a plataforma Swapcard, tecnologia líder global para realização de experiências digitais e híbridas, a empresa oferece ao setor soluções no que diz respeito à realização de eventos, jornadas digitais, geração de negócios e transmissão de conteúdo. A primeira iniciativa na plataforma já está no ar: a Digital Journey by Hospitalar.

“O ano de 2020 foi, seguramente, o mais desafiador da Informa em todo o mundo. O setor de eventos como um todo sofreu as consequências da pandemia. Mas, todos os investimentos, estudos e inovações que desenvolvemos nos últimos anos nos permitiram passar por este desafio e ainda criar novas soluções e ampliar nosso portfólio. Temos também muitos planos e novidades para o futuro, conectados com as necessidades dos nossos clientes”, explica Marco Basso, Presidente da Informa Markets.

Marco acrescenta ainda que a Informa Markets está trabalhando e seguindo todas as orientações de segurança global e local para a realização de suas atividades presenciais assim que possível. “Mas caso não haja a possibilidade da realização no ambiente físico, todas as feiras serão entregues na versão digital. Assim que os eventos presenciais forem retomados, o formato híbrido permanece e passa a fazer a parte da experiência dos produtos”.

A Informa Markets cria plataformas de relacionamento e conexão de pessoas e mercados nos ambientes físico e digital. O portfólio global da empresa é composto por mais de 550 marcas internacionais, sendo mais de 30 no Brasil, em mercados como Saúde, Infraestrutura, Construção, Alimentos e Bebidas, Agronegócio, Tecnologia e Telecom, Energia, Metal Mecânico, Indústria, Móveis, entre outros.

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Lanxess anuncia novas dispersões à base de água para sistemas de poliuretanos

14/05/2021

A empresa de produtos químicos especializados Lanxess expande sua linha Trixene Aqua, dispersões de isocianato bloqueados à base de água. A linha de produtos agora inclui novas opções especificamente projetadas para expandir as áreas de aplicação e atender necessidades dos clientes.

Segundo a Lanxess, o Trixene Aqua BI 120 expande o desempenho como promotor de adesão do Aqua BI 220, permitindo que os formuladores o usem em uma ampla gama de pH e ampliando a facilidade de processamento. Isso é benéfico no processamento têxtil onde os produtos podem ser usados, por exemplo, para resinas hidrofóbicas aplicadas no tratamento à prova de água, para tecidos respiráveis e para impressão de tela de seda para melhorar a resistência das impressões aos ciclos de lavagem, afirma a empresa.

Como um produto não-iônico, o Trixene Aqua BI 522 foi projetado para alcançar um revestimento mais duro, com resistência química superior e boas características de secagem, garante a Lanxess. É aplicado em superfícies metálicas e de vidro. De acordo com a empresa, os vidros, por exemplo, recebem excelente durabilidade por este agente de revestimento.

O Trixene Aqua BI 202 nasce pelo foco da Lanxess em tecnologias de dimensionamento de fibras, enquanto o formulador pode se beneficiar de sua combinação com dispersões de poliuretano da linha Witcobond. Segundo a Lanxess, o uso do Aqua BI 202 pode melhorar a resistência dos fios de vidro (foto) picados e prover aos compósitos propriedades mecânicas e flexíveis mais altas, bem como melhorar a resistência ao impacto. As fibras de vidro são utilizadas para a formulação de plásticos de engenharia de alto desempenho, como por exemplo, compósitos à base de poliamida e PBT. Esses plásticos reforçados com fibra de vidro são indispensáveis nas indústrias automotiva e de engenharia civil, entre outros.

Reticulação em sistemas aquosos

Segundo a fabricante, os produtos Trixene Aqua são excelentes reticuladores e promotores de adesão para sistemas de revestimentos aquosos. Eles aumentam a resistência química e mecânica de revestimentos e formulações de dimensionamento para permitir um desempenho e durabilidade muito melhores na aplicação final, garante a empresa. Devido ao grupo isocianato bloqueado, eles são mais estáveis e podem ser facilmente formulados em sistemas 1-K e 2-K, juntamente com uma variedade de resinas aquosas complementares, por exemplo, acrílicas hidroxi-funcionais, poliésteres e uretanos.

Sistemas de um componente com base no Trixene Aqua BI

Os estudos recentes da Lanxess revelam princípios de formulação, seleção preliminar de componentes apropriados, proporção e condições de cura. Os critérios de seleção baseiam-se em uma avaliação preliminar das propriedades dos revestimentos e ajudam o formulador a iniciar o trabalho com os reticuladores Trixene Aqua BI.

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Braskem tem lucro líquido de R$ 2,5 bilhões no primeiro trimestre de 2021

13/05/2021

A Braskem registrou no primeiro trimestre resultados positivos. Foi o terceiro trimestre consecutivo de crescimento no resultado operacional recorrente, somado a uma redução da alavancagem, ao crescimento do lucro líquido e ao aumento de receita líquida de vendas. O resultado operacional recorrente foi de R$ 6,9 bilhões no primeiro trimestre, 54% acima do trimestre anterior, em função principalmente dos melhores spreads internacionais utilizados como referência no Brasil, nos EUA, na Europa e no México, além de maior volume de vendas nos EUA e na Europa;

  • A alavancagem, medida pela relação dívida líquida/resultado operacional recorrente, em dólares, foi de 1,8x, menor 39% do que a medida no quarto trimestre de 2020 e menor 69% do que no primeiro trimestre do ano passado;
  • O lucro líquido foi de R$ 2,5 bilhões, 195% superior ao trimestre anterior;
  • A receita líquida de vendas foi de R$ 22,7 bilhões, crescimento de 21% em relação ao trimestre anterior e 80% maior do que o registrado no primeiro trimestre de 2020.

“O primeiro trimestre termina com a Braskem em uma posição financeira sólida em função, principalmente, da evolução contínua dos resultados da companhia. Estamos mantendo o foco na busca para retornar ao nível de grau de investimento pelas agências de crédito”, afirma Roberto Simões, presidente da Braskem.

Outro ponto de destaque da Braskem é o engajamento social neste momento de pandemia. “Iniciamos uma nova campanha de doação e solidariedade para minimizar o impacto causado pela pandemia. A sociedade precisa de todos nós neste momento”, completa Simões.

A Braskem está distribuindo 48 mil cestas básicas, 25 mil kits de limpeza e 3 toneladas de hortifrútis nas comunidades próximas às suas instalações e que foram diretamente afetadas pela crise social, causada pela pandemia da Covid-19. Ao todo, a companhia destinará neste ano R$ 15 milhões para iniciativas e parcerias em diversos estados do Brasil.

Em fevereiro, a companhia firmou parceria estratégica com a maior empresa global de logística, a A.P. Moller – Maersk, e a PSA Corporation Ltd (PSA), uma das maiores operadoras portuárias no mundo, para a utilização de seus terminais em Cingapura e iniciar operação de transbordo para servir o continente asiático. O acordo permitirá à companhia fornecer aos seus clientes na Ásia acesso regular ao portfólio de polímeros, em mais um passo para a diversificação geográfica da Braskem.

A Braskem conquistou em 2021 a certificação como Operador Econômico Autorizado (OEA) – Modalidade Conformidade, concedida pela Receita Federal do Brasil. Ser um operador OEA é ser reconhecido internacionalmente por adotar processos de gestão, que minimizam os eventos de riscos existentes em suas operações de importação e que cumprem voluntariamente critérios de conformidade, confiabilidade e segurança aplicados à cadeia logística global, assim como obrigações tributárias e aduaneiras.

Além disso, foi iniciada a operação do complexo eólico de Folha Larga Norte, em Campo Formoso (BA), um empreendimento da EDF Renewables viabilizado pelo contrato de fornecimento de 20 anos para a Braskem. O uso de energia renovável é parte essencial do compromisso da Braskem de se tornar carbono neutro até 2050 e a parceria com a EDF Renewables vai significar uma redução de 280 mil toneladas de CO2 ao longo do contrato.

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Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis Tem Resultado Abaixo do Esperado no 1o. Trimestre de 2021

13/05/2021

A economia brasileira segue em ritmo de incertezas, principalmente em razão da pandemia da Covid-19 e já há reflexos desta situação na indústria de embalagens plásticas flexíveis. Pesquisa feita pela Maxiquim, com exclusividade para a ABIEF, indica que, apesar dos principais usuários de embalagem terem apresentado um bom comportamento no mês de janeiro, houve queda na maioria dos setores em fevereiro e o mês de março também fechou com variações negativas, comprometendo o resultado trimestral.

Assim, estima-se que no primeiro trimestre de 2021 a indústria de embalagens flexíveis tenha apresentado produção inferior ao trimestre anterior, com uma queda aproximada de 1%, fechando em 493 mil toneladas produzidas. Por aplicação, este volume foi dividido em embalagens multicamadas, com 165 mil ton; monocamada, 157 mil ton; shrink, 70 mil ton; stretch, 54 mil ton; sacolas e sacos, 40 mil ton; outros, 7 mil ton.

Os setores que mais puxaram o desempenho inferior foram bebidas, produtos de limpeza e agropecuária. O setor de alimentos continuo líder no consumo de flexíveis com 228 mil ton, seguido por aplicações industriais, 93 mil toneladas; bebidas, 50 mil ton; descartáveis, 40 mil ton; limpeza doméstica, 27 mil ton; higiene pessoal, 20 mil ton; e agropecuária, 17 mil ton. O restante ficou dividido entre pet food e outras aplicações menores.

“Sabemos ainda que a baixa disponibilidade de resinas, tanto no mercado local quanto no internacional, prejudicou o setor. A nevasca que atingiu o Texas em fevereiro prejudicou muito a produção de polietileno (PE) e de polipropileno (PP) nos Estados Unidos e essas unidades ainda não retomaram a totalidade de sua produção. E como os EUA são um importante fornecedor para o Brasil, a disponibilidade de resinas ficou limitada, aumentando os preços que já estavam altos. O setor de transformação sentiu uma redução significativa de margem, por não conseguir repassar os aumentos integralmente”, comenta o empresário Rogério Mani, Presidente da ABIEF.

As vendas internas de poliolefinas caíram 2% no 4T de 2020 na comparação com o trimestre anterior, mas houve um aumento de 25% na comparação com o 4T 19. Para o 1T de 2021, o estudo da Maxiquim estima um aumento aproximado de 2% no comparativo com o trimestre anterior e de 19% na comparação com o 1T de 2020. A baixa disponibilidade de resinas segue no mercado internacional, principalmente nos EUA, ainda por conta dos eventos climáticos que diminuíram o excedente de resinas dedicado à exportação para a América Latina. “Sabemos que internamente, a disponibilidade de matéria-prima também está menor que o usual, como resultado das paradas programadas na principal petroquímica”, conclui Rogério Mani.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Empresa portuguesa Interecycling instala equipamentos de separação da Tomra em linha de reciclagem de materiais eletro-eletrônicos descartados

12/05/2021

A Interecycling, S.A., empresa portuguesa associada ao Grupo Marcovil-Metalomecânica de Viseu, S.A., especializada na reciclagem de resíduos de equipamentos eletro-eletrônicos (REEE), conta com a Tomra Recycling para sua nova linha de separação de metais e plásticos. A integração de um equipamento Finder e de um Finder-NIR conseguiu aumentar a eficiência de sua fábrica, implementando a separação de metais e plásticos para posterior recuperação.

O setor de reciclagem tem experimentado um grande crescimento nos últimos anos, principalmente devido ao aumento da demanda por material reciclável como matéria-prima, bem como às exigências em nível de legislação que internacionalmente estão promovendo processos que permitem alcançar uma economia circular. Por esta razão, há uma necessidade crescente de reciclar e recuperar os diferentes componentes.

Eduardo Morán, Gerente de Vendas de Área Ibérica da Tomra

Eduardo Morán, Gerente de Vendas de Área Ibérica da Tomra, assinala: “Há um interesse crescente no setor em ter tecnologias de seleção baseadas em sensores que ajudem a maximizar os benefícios e a atender às exigências atuais e futuras. A tendência é clara e as regulamentações se tornarão cada vez mais exigentes. Portanto, estamos confiantes de que a tecnologia da Tomra ajudará a cumprir a legislação e as novas regulamentações, tanto a nível local quanto europeu”, diz ele.

O Grupo Marcovil, fundado em 1987 e com tecnologias no campo da engenharia mecânica, desenvolve, fabrica e instala máquinas e soluções “Turnkey” que promovem a economia circular. Seus desenvolvimentos permitem uma correta separação de resíduos e recuperação de matérias primas secundárias. A Interecycling, uma empresa portuguesa associada ao Grupo Marcovil, é especializada na reciclagem de resíduos eletro-eletrônicos e voltou-se para a Tomra com o objetivo de adquirir tecnologia que conseguisse maior eficiência em sua linha de reciclagem de equpamentos eletro-eletrônicos (REEE), realizando uma correta separação automatizada de metais e polímeros.

Bruno Silva, Representante de Vendas do Grupo Marcovil

“A Tomra, desde sua fundação nos anos 70, é conhecida por sua forte capacidade tecnológica, que se traduz em uma ampla gama de máquinas e soluções industriais de alta confiabilidade e precisão, sujeitas a um processo contínuo de melhoria e inovação. É por isso que escolhemos o equipamento da Tomra Recycling”, diz Bruno Silva, Representante de Vendas do Grupo Marcovil. “Tanto o Finder 2400 como o Finder 1800 com NIR conseguem recuperações impressionantes tanto por sua capacidade de produção quanto por seu alto percentual de material recuperável, o que é praticamente impossível de se obter utilizando outras soluções no mercado. Desta forma, podemos obter metais e plásticos de qualidade excepcional. Além disso, o equipamento tem uma vantagem adicional: ele evita ter que enviar grandes quantidades de material para aterro, com tudo o que isso implica tanto econômica quanto ambientalmente”, continua ele.

Eduardo Morán acrescenta: “A principal vantagem de utilizar este equipamento é, sem dúvida, poder separar automaticamente os diferentes componentes dos REEE, reduzindo drasticamente a ineficiência envolvida na realização manual desta separação. A produção (t/h) é exponencialmente aumentada, assim como a recuperação de metais e polímeros recuperáveis, com o benefício econômico que isso implica”.

Soluções específicas para necessidades específicas

A Interecycling recorreu à Tomra devido à necessidade de processar 4t/h de material REEE. “Atualmente, graças aos equipamentos Finder e Finder-NIR, alcançamos 6 t/h”, diz Bruno Silva .

Eles também queriam recuperar as frações metálicas e plásticas, com especial interesse na recuperação de placas de circuito impresso e cabos de cobre, devido ao seu alto valor de mercado. Segundo a Tomra, isto foi conseguido graças aos sensores que equipam o Finder e o Finder com o NIR da empresa.

O processo começa com o Finder 2400, que separa os metais em um concentrado metálico e uma fração de plástico sem metal. Esta fração metálica é processada posteriormente pelo Finder 1800 com NIR, que separa as placas de circuito impresso (placas eletrônicas) e, em uma segunda etapa da máquina, é capaz de gerar também uma fração de fios elétricos. Devido à combinação de diferentes sensores, o dispositivo identifica plásticos visíveis por tipo de polímero, bem como diferentes tipos de frações metálicas (como placas, fios ou aço inoxidável), aperfeiçoando assim o processo.

Segundo a Tomra, o Finder 2400 atinge frações de alta pureza independentemente da complexidade do material ou do tamanho da partícula. Graças às suas tecnologias patenteadas IOR (Intelligent Object Recognition) e SUPPIXX, juntamente com seu sensor eletromagnético (EM3) de última geração, ele detecta objetos metálicos com precisão, separando a fração metálica da fração plástica em um processo que é eficaz em termos de rendimento, pureza e eficiência, afirma a Tomra. “Neste caso, o equipamento tem como objetivo obter um concentrado metálico. Mas, se necessário, a máquina também pode gerar uma monofração de aço inoxidável de alta qualidade, pois é capaz de identificar a alta intensidade de sinal eletromagnético deste material”, explica Eduardo Morán.

O Finder 1800 com o NIR é um Finder (com seu sensor eletromagnético EM3 junto com IOR e SUPPIXX), ao qual também é adicionado um sensor NIR (Near Infrared) para a identificação de polímeros visíveis. O sensor NIR permite separar, por tipo de polímero, os plásticos visíveis que compõem os REEE, assim como os PCBs e cabos que são materiais compostos de metal+polímero e que requerem ambos os sensores (NIR-EM3) para sua correta identificação.

Graças ao serviço técnico da Tomra distribuído mundialmente, as restrições de movimento decretadas pela crise sanitária da COVID-19 não atrasaram o projeto.

“Na Tomra, estamos próximos aos clientes e, mesmo nestes tempos difíceis, temos sido capazes de oferecer um excelente serviço, instalar e otimizar os equipamentos, para que os clientes possam trabalhar com um certo grau de normalidade em tempos de pandemia”, diz Eduardo Morán.

“Embora o coronavírus tenha trazido consigo desafios que, devido ao trabalho remoto, poderiamm ter reduzido a produtividade, nunca fechamos a empresa, mostrando sempre um forte compromisso com clientes, fornecedores e parceiros”, diz Bruno Silva.

Por sua vez, David Nogueira, do Serviço Técnico da Tomra em Portugal, explica como eles conseguiram isso: “Embora Portugal tenha tido muitas restrições, nós conseguimos otimizar o tempo de instalação de ambos os equipamentos. Começamos com uma revisão da situação da fábrica e passamos uma semana montando as máquinas. Também realizamos testes e ajustes nas duas unidades para maximizar a pureza e tornar a fração plástica livre de metal.

A Tomra Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. Segundo a empresa, ela foi responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos. A Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Stadler completa instalação de nova planta mecânica de separação de resíduos em Ibiza, na Espanha

30/04/2021

A Stadler projetou e instalou a nova planta de triagem mecânica de 50.000 m2 (foto) que atenderá a ilha de Ibiza. A instalação foi finalizada em dezembro de 2020 pela UTE (consórcio temporário) GIREF, que é responsável pelo planejamento, construção e gestão das instalações do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Ibiza e Formentera.

Toni Roig, Gerente das novas instalações da UTE GIREF

Toni Roig, gerente das novas instalações da UTE GIREF, afirma: “Fizemos a licitação para o fornecimento dos equipamentos e analisamos várias propostas. A Stadler, empresa de prestigiada reputação na concepção, fornecimento e instalação de equipamentos com a qual já tínhamos trabalhado anteriormente, apresentou a melhor proposta – técnica e economicamente – com uma solução que cumprisse os nossos requisitos”.

Critérios sustentáveis orientaram o projeto e a construção da instalação, que está localizada em Ca na Putxa, próximo ao aterro sanitário da ilha. A água obtida por um processo de osmose do lixiviado de aterro foi usada para misturar o concreto. O sistema de purificação de ar da planta usa um biofiltro para eliminação de odores. Está prevista a instalação de painéis fotovoltaicos na cobertura dos 30.000 m2 de área coberta.

 

A planta de triagem consiste em três linhas automatizadas. Duas linhas idênticas são usadas para separar resíduos sólidos urbanos e embalagens leves em turnos separados. Uma terceira linha independente é dedicada aos resíduos orgânicos da coleta segregada e usa as mais recentes tecnologias de triagem para processos de tratamento biológico.

Luis Sánchez, Diretor de Operações da Stadler na Espanha

Luis Sánchez, Diretor de Operações da Stadler na Espanha, afirma: “O processo usa tecnologia de ponta para aumentar as taxas de recuperação e separar a maioria dos materiais recicláveis”. A unidade foi projetada para processar até 120.000 toneladas de resíduos sólidos urbanos, 6.000 toneladas de embalagens e 20.000 toneladas de resíduos orgânicos de coleta seletiva.

A instalação visa cumprir os regulamentos europeus de tratamento de resíduos e se esforça para ser um modelo de operação sustentável e para aumentar a consciência pública. Para este fim, o complexo inclui uma sala de conferências com equipamentos de interpretação para acolher visitas guiadas e atividades de divulgação.
“A Stadler nos apoiou e forneceu consultoria especializada em todo o processo de inicialização da planta. Isso nos permitiu atingir taxas ideais de tratamento de resíduos em tempo recorde. Com base na nossa experiência, podemos dizer que Stadler é sinônimo de profissionalismo”, acrescenta Toni Roig.

Tecnologia da Stadler para a triagem

As instalações da Stadler apresentam tecnologias de triagem inovadoras para aumentar a sustentabilidade do processo, reduzir a necessidade de aterros e, em última instância, promover uma economia circular.

Graças a essas tecnologias na planta de Ca na Putxa, após a triagem e abertura dos sacos, os resíduos podem ser alimentados no processo de peneiramento, que usa peneiras giratórias para separar as frações que são principalmente orgânicas daquelas que têm um alto teor de embalagens e materiais recicláveis. O material orgânico é então refinado em duas linhas para obter composto de máxima qualidade e resíduos bioestabilizados por meio de um processo de tratamento biológico.

Os demais materiais são processados por meio de separadores balísticos. Dependendo de sua rigidez, eles são alimentados em diferentes calhas para separação ótica de ferrosos e não ferrosos. Depois de passar pelo controle de qualidade, os materiais selecionados são armazenados em depósitos automatizados para enfardamento posterior. A saída ao final do processo consiste em PET, PEAD, PEBD, PP, Tetrapack, P / C, filme orgânico, frações de ferro e alumínio e resíduos.

“Estamos muito felizes por termos escolhido a Stadler para fornecer o equipamento. Eles foram extremamente profissionais desde o início e superaram todos os desafios decorrentes de estarmos em uma ilha. A pandemia global Covid-19 surgiu enquanto estávamos no meio do processo de instalação. Ainda assim, cumpriram rigorosamente todos os protocolos de segurança, tanto no recomeço dos trabalhos de instalação como no envio do seu pessoal o mais rapidamente possível. Isso nos permitiu atingir todos os objetivos do projeto, apesar das dificuldades”, conclui Toni Roig.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários ferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

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Robô industrial da Stäubli vence Prêmio Red Dot 2021 de “Design de Produto”

23/04/2021

Segundo a empresa, o prêmio foi atribuído à série TS2 de quatro eixos pelo seu design compacto e inteligente, desempenho e conectividade

Criado em 1955 na Alemanha, o Red Dot Design Award é uma das marcas de qualidade mais procuradas para bom design. O prêmio é dividido em três competições, organizadas uma vez por ano:

  • Design de Produto, o prêmio original lançado em 1955
  • Marcas e Design de Comunicação, adicionado em 1993
  • Conceito de Design desde 2005

O Red Dot Award documenta as tendências mais proeminentes em todo o mundo. Os designs premiados são exibidos em exposições ao redor do mundo e nos museus Red Dot Design, bem como em anuários, além de serem veiculados online.

A Stäubli venceu o Reddot Product Design Award 2021 por seus robôs industriais disruptivos TS2 SCARA.

Christophe Coulongeat, Gerente de Divisão do Grupo Stäubli, disse: “Estamos muito orgulhosos em receber este prestigioso prêmio. Ele recompensa a paixão e o comprometimento das equipes da Stäubli que projetam produtos e soluções com desempenho, precisão e confiabilidade incomparáveis para vários ambientes, tanto agressivos como estéreis ”.

Série TS2 – redefinindo robôs SCARA

A série de quatro eixos incorporando tecnologia de acionamento proprietária permite tempos de ciclo ultracurtos e incorpora um design pioneiro para compatibilidade de higiene que expande a gama de aplicações potenciais em ambientes sensíveis, afirma a Stäubli.

Segundo a empresa, os robôs TS2 SCARAs apresentam um design modular e incorporam pela primeira vez a tecnologia de acionamento proprietária da Stäubli que estabeleceu novos padrões em sistemas de seis eixos. Eles são um componente chave para o desempenho da família TS2 de quatro eixos. O princípio de eixo oco permite um design exclusivo para sala limpa que torna o cabeamento externo desatualizado.

A fim de oferecer maiores benefícios para todas as aplicações, a família de robôs TS2 inclui quatro modelos: o TS2-40 com um alcance de 460 mm, o TS2-60 com um alcance de 620 mm, o TS2-80 com um alcance de 800 mm e o TS2- 100 com um raio de trabalho de 1.000 mm. A capacidade de carga das quatro máquinas é de 8,4 quilos.

A Stäubli afirma que os robôs TS2 estão entre os robôs industriais SCARA mais compactos e leves. Segundo a empresa, eles apresentam:

  • Topo no mercado SCARA para desempenho dinâmico
  • Tempos de ciclo mais rápidos
  • Melhor repetibilidade da classe
  • Resolução de codificador mais alta para melhor precisão de trajetória dinâmica
  • Melhor classificação de IP da classe

Segundo a Stäubli, essas melhorias na nova família TS2 são aparentes à primeira vista. A empresa destaca o design compacto e fechado com mídia interna e linhas de abastecimento.

Máquinas e quatro eixos também adequadas para ambientes sensíveis

A Stäubli é líder de mercado no setor de Ciências da Vida e pretende consolidar esta posição de mercado com os robôs TS2 SCARA. Os robôs estão disponíveis em versões específicas para aplicações farmacêuticas, médicas e alimentícias, bem como em variantes que atendem UL e ESD para eletrônicos. Para isso, os robôs padrão são adaptados para operar em ambientes de produção sensíveis, ampliando assim o escopo de operação. A empresa afirma que o foco está em aplicações que requerem os mais rigorosos requisitos de higiene e / ou sala limpa, desde alimentos e produtos farmacêuticos até aplicações fotovoltaicas. Todos os modelos TS2 podem funcionar com óleo H1 de grau alimentício sem qualquer perda de desempenho, afirma a Stäubli.

De acordo com a empresa, outro opcional é que as máquinas de quatro eixos estão disponíveis com um sistema integrado de troca de ferramentas. Isso permite que os robôs SCARA de alta velocidade mudem as garras e ferramentas automaticamente, o que pode aumentar significativamente o tempo de atividade em certas aplicações. Segundo a Stäubli, outra vantagem do sistema é que a trava de baioneta também permite a substituição manual da ferramenta ou pinça em segundos. Todas as conexões de mídia e sinal são automáticas, garante o fabricante

Design modular com múltiplas vantagens

Um estudo cuidadoso de todos os quatro modelos revela semelhanças entre eles. Isso não é coincidência, mas sim o resultado do novo design modular. Todas as máquinas têm o mesmo pedestal da geração TX2 de seis eixos. Antebraços, eixos e sistemas de acionamento também são idênticos em alguns modelos. Dois modelos de antebraço, por exemplo, se encaixam em todos os quatro modelos, com a variante menor no TS2-40 e TS2-60 e a maior nos modelos TS2-80 e TS2-100.

O chefe global de P&D da Stäubli, Philippe Dejean, destaca as vantagens da nova linha modular TS2: “graças ao seu desempenho em termos de velocidade, precisão e confiabilidade, os quatro modelos de robô TS2 trazem o melhor custo total de propriedade da classe em todo o ciclo de vida do robô. Seu tamanho reduzido, design encapsulado e alta modularidade abrem novas possibilidades de uso em todos os ambientes.”

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Chinaplas 2021 chega ao fim em Shenzhen com mais de 150 mil visitantes

21/04/2021

A Chinaplas 2021 foi encerrada em 16 de abril passado com um total de 152.134 visitantes (149.771 chineses e 2.363 do exterior), afirma a Adsale Exhibition Services, organizadora do evento. Apesar da pandemia de Covid-19 e da mudança para um novo local de exibição no Shenzhen World Exhibition & Convention Center, a Chinaplas mais uma vez mostrou ser uma plataforma de alto padrão para apresentação de novas tecnologias e de produtos mais recentes para as indústrias de plásticos e borracha.

Embora o número total de visitantes neste ano tenha caído 6,85% em relação à edição anterior em Guangzhou, em 2019, o número de visitantes locais aumentou 23,46% em comparação com a mesma edição. Além disso, segundo os organizadores da feira, a plataforma oficial de transmissão ao vivo atraiu uma audiência de 363 mil pessoas, o que ajudou a Chinaplas a atingir compradores globais durante os quatro dias do evento.

Com uma área de exposição de mais de 350 mil metros quadrados, a Chinaplas 2021 recebeu mais de 3.600 expositores líderes de todo o mundo, apresentando mais de 3.800 máquinas, matérias-primas, produtos químicos e outras soluções.

Eventos simultâneos refletem novas tendências de plásticos

Além de inúmeras exposições e demonstrações, a Chinaplas 2021 apresentou uma série de eventos simultâneos sob o tema “Nova Era. Novo potencial. Inovação para Sustentabilidade ”, dando apoio às indústrias de plásticos e borracha para aproveitarem as oportunidades de mercado e se prepararem para os desafios da nova era.

A nova edição da Chinaplas ocorrerá em Xangai, de 25 a 28 de abril de 2022.

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Tomra lança nova ferramenta de assistência remota para suporte técnico ao cliente

21/04/2021

A Tomra Sorting Recycling lançou o Tomra Care Visual Assist, uma nova ferramenta de assistência remota que, segundo a empresa, aprimora o suporte global fornecido pela Tomra ao cliente e ajuda a maximizar o tempo de atividade da máquina.

A Tomra explica que o Tomra Care Visual Assist coloca os seus especialistas na frente da máquina do cliente virtualmente, permitindo que a Tomra resolva problemas remotamente. A ferramenta reduz significativamente a necessidade de visitas em campo e aprimora o suporte ao cliente.

Usando-se um aplicativo, pode ser realizado tanto o atendimento pelos engenheiros da Tomra conectados com clientes, como engenheiros de serviço da Tomra podem estar em campo conectados com especialistas-chave em soluções mais complexas ou específicas, de modo que uma ampla gama de problemas pode ser resolvida rapidamente, garante a empresa.

Além de ajudar a melhorar o desempenho da máquina, o Tomra Care Visual Assist também proporciona uma forma interessante de se realizar treinamento e compartilhar elevado nível de conhecimento de especialistas qualificados com os engenheiros de serviço da Tomra e a equipe dos clientes.

Peter Geisler, Diretor de Serviços da Tomra Sorting Recycling, comenta: “O Tomra Care Visual Assist dá aos nossos clientes acesso aos nossos engenheiros especializados, os quais não precisam estar presentes em loco. O aplicativo é muito fácil de se usar e não requer nenhum equipamento além de um celular com câmera. Quando um cliente solicita suporte por mensagem, e-mail ou telefonema, um de nossos especialistas envia um convite para iniciar a sessão. Quando o chamado é aberto, ele se conecta diretamente com o especialista Tomra mais adequado para ajudá-los no desafio específico que estão enfrentando. Quando conectados, eles se comunicam por voz e vídeo”.

Durante a pandemia COVID-19, o Tomra Care Visual Assist provou ser particularmente benéfico como uma solução que não apenas supera as restrições de viagens, mas também cumpre os requisitos de distanciamento social.

Peter acrescenta: “O Tomra Care Visual Assist permite um maior nível de clareza na comunicação e transferência de informações entre a pessoa no local e o especialista que fornece orientação remota. Os técnicos de nossos clientes e os engenheiros da Tomra no local obtêm o suporte de que precisam para resolver qualquer problema imediatamente, trazendo as máquinas de volta rapidamente à operação. Se uma peça sobressalente for necessária, os especialistas da Tomra podem identificar facilmente o que é necessário e garantir que a peça sobressalente certa seja enviada, aumentando a taxa de correção na primeira vez. “

A Tomra firma que esta nova ferramenta faz parte da gama de serviços Tomra Care que visa garantir que as unidades dos clientes tenham o mais alto nível de eficiência durante toda a sua vida útil.

Peter conclui: “Estamos entusiasmados com a implementação do Tomra Care Visual Assist e confiantes de que será bem recebido por nossos clientes, que agora têm uma nova forma obter acesso e se beneficiar de nossa grande experiência em tecnologias de seleção baseada em sensores”.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Segundpo a empresa, cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 992 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Arburg assina Acordo de Distribuição do Freeformer para Manufatura Aditiva nos EUA e Canadá com Würth Additive Group

21/04/2021

  • Parceiro de vendas renomado para o mercado dos EUA e Canadá
  • Freeformer é uma acréscimo importante ao portfólio do Würth Additive Group

Em 19 de abril, a subsidiária americana da Arburg assinou um contrato com o Würth Additive Group. Uma das empresas líderes mundiais na área de “eficiência da cadeia de suprimentos”, a Würth Additive é agora parceira para a distribuição do Freeformer nos EUA e Canadá. Este acordo estende o alcance da Arburg Plastic Freeforming (APF) nesta região, ampliando-o para o mercado de manufatura em geral, bem como para as indústrias de petróleo e gás, equipamentos pesados ​​e transporte.

Graças à sua ampla experiência e portfólio, o Würth Additive Group é um importante player na indústria de Manufatura Aditiva, tornando-se um parceiro ideal para oferecer a tecnologia Freeformer da Arburg”, disse Friedrich Kanz, diretor administrativo da subsidiária da Arburg nos EUA. Gerry Berberian, Gerente Nacional de Vendas para Manufatura Aditiva da Arburg Inc., acrescentou: “Estamos satisfeitos em trabalhar com a Würth Additive para levar o revolucionário processo APF a uma comunidade mais ampla de fabricantes em todo o país”.

Parceria com Arburg é um marco importante

“O Freeformer e o processo APF nos permitem abrir possibilidades completamente novas no campo da Manufatura Aditiva industrial”, disse AJ Strandquist, CEO do Würth Additive Group. “Nossos clientes vão se beneficiar da adaptabilidade do Freeformer, pois é um sistema aberto e permite a máxima customização por meio de um extenso banco de dados de materiais. Além disso, o processo APF preenche as lacunas que tínhamos anteriormente com clientes que usam materiais com aditivos. Agora podemos fornecer suporte em todas as vias que eles precisam para ter sucesso. A adição do Freeformer da Arburg ao nosso portfólio leva nosso serviço de Manufatura Aditiva a um nível mais alto. “

“Estamos entusiasmados por continuar a expandir o nosso portfólio de fornecedores estratégicos de Manufatura Aditiva com a parceria com a Arburg”, disse Dan Hill, CEO da Würth Industry North America. “A formação de nossa nova empresa, Würth Additive Group, foi crítica à medida que continuamos a fornecer e expandir a habilitação, implementação e suporte de soluções de cadeia de suprimentos digitais que são confiáveis ​​e benéficas para nossos clientes operarem.”

O processo APF econômico reduz os custos das peças

O processo exclusivo APF está no mercado desde 2013 e funciona à base de grânulos de plástico. O sistema aberto e o extenso banco de dados de materiais permitem que os clientes utilizem seus materiais de produção atuais para criar protótipos ou passar diretamente para a produção em séries pequenas, usando a manufatura aditiva. O Freeformer 200-3X e o 300-3X podem ser usados para fabricar componentes termoplásticos de um ou vários materiais, de forma aditiva. Graças ao processamento de grânulos de plástico convencionais como matéria prima, os custos das peças são uma fração do que é típico na indústria de Manufatura Aditiva.

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Dow figura com dois projetos brasileiros em ranking do Prêmio LatinoAmérica Verde

21/04/2021

  • Prêmios LatinoAmérica Verde contemplam iniciativas de sustentabilidade mais relevantes em toda a região.
  • Contrato de Compra de Energia solar da Dow com a Atlas Renewable Energy para a unidade de Aratu, na Bahia e Resina PCR HDPE 96032, desenvolvida em parceria com a Boomera LAR, estão entre os 500 melhores projetos sociais e ambientais desenvolvidos na América Latina entre mais de 2,1 mil inscritos.

A Dow foi incluída na seleção entre os melhores projetos do Prêmios LatinoAmérica Verde, considerado um dos mais importantes da região, que reconhece e premia governos, organizações, empresas, microempresas, comunidades e indivíduos que tenham projetos com dados mensuráveis. A Dow foi selecionada com dois projetos brasileiros: o da Resina PCR HDPE 96032 e o contrato de Compra de Energia da Dow com a Atlas Renewable Energy para o consumo de energia solar em Aratu (Bahia).

O Prêmios LatinoAmérica Verde é organizado pela fundação que leva o mesmo nome e foi criado para dar visibilidade às iniciativas sustentáveis regionais. A cada ano, do total de inscritos, 500 projetos são selecionados pela relevância social e ambiental, distribuídos em oito categorias de premiação alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODs) das Organizações das Nações Unidades (ONU). Esse é o segundo ano consecutivo em que a Dow figura no ranking. Em 2020, o projeto “Reciclagem que Transforma” – parceria da Dow com a Boomera e a Fundación Avina – também foi escolhido pelo prêmio.

Os dois projetos da Dow Brasil foram selecionados entre mais de 2,1 mil inscritos na edição 2021 e se destacaram nas categorias: resíduos/reciclagem e energia/energia limpa. “Esse reconhecimento se consolida como mais um importante passo em nossa jornada para a construção de um mundo mais sustentável e reforça a nossa intenção em prosperar, por meio da colaboração com a cadeia de valor, na busca por soluções inovadoras para proteger o clima e impulsionar a economia circular”, afirma Matias Campodonico, Diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade para a América Latina da Dow.

O projeto brasileiro selecionado entre os classificados na categoria resíduos / reciclagem foi o lançamento e a produção industrial da nova resina PCR da Dow. Em parceria com a Boomera LAR, a Dow iniciou a produção industrial da resina PCR HDPE 96032 no final do ano passado. Feita totalmente a partir de plástico pós-consumo, o produto será, inicialmente, comercializado no Brasil. Mas, em breve, novas resinas semelhantes serão lançadas na Colômbia, México e Argentina, onde já foram anunciadas alianças com parceiros locais. Com a nova resina PCR, a Dow traz para o mercado um produto com qualidade de produção para ser incorporado em diferentes aplicações em embalagens, atendendo às metas de incorporação de conteúdo reciclado dos donos de marca (uma média de 25% até 2025, de acordo com a Fundação Ellen MacArthur).

Para suprir essa produção, a Dow desenvolveu um programa de reciclagem que garante uma fonte de resíduos plásticos consistentes e confiáveis. O piloto desse programa foi desenvolvido em São Paulo, em parceria com a Boomera e a Fundación Avina, e reuniu cinco cooperativas de catadores. Chamado de “Reciclagem que Transforma”, o projeto beneficiou mais de 200 catadores e cerca de 450 famílias, afirma a Dow. No comparativo com o mesmo período do ano de 2018, a ação ampliou a quantidade de resíduos enviados para a reciclagem em 37%, assim como a renda per capita dos catadores em 35%. Com metodologia escalável para implementar projetos semelhantes em outras cooperativas, a Dow tem dado andamento ao programa na América Latina, assim como apoio a outros projetos de reciclagem inclusiva com impacto social e econômico.

O contrato de Compra de Energia (PPA) da Dow com a Atlas Renewable Energy para o consumo de energia solar para a unidade de Aratu, na Bahia, é o projeto brasileiro da Dow classificado na categoria energia/energia limpa. Com duração inicial de 15 anos, o contrato representará um aumento de energia renovável consumida pela fábrica de Aratu, que, segundo a Dow, já utiliza 75% de sua demanda vinda de fontes renováveis (hidrelétrica, biomassa e gás natural). Esse contrato contribui para a meta global da Dow em atender 750 MW de sua demanda de energia por meio de fontes renováveis, até 2025, e a meta global de neutralidade em carbono até 2050.

Para isso, o novo parque de energia solar Jacarandá será construído em Juazeiro, na Bahia, e deverá ter capacidade instalada de 187 megawatts-pico (MWp). Além disso, o parque será equipado com mais de 450 mil módulos, com potência suficiente para atender a uma cidade de 750 mil habitantes. O empreendimento evitará a emissão de aproximadamente 35 mil toneladas de CO2 por ano, com base no GHG (Greenhouse Gases Protocol, metodologia desenvolvida pelo World Resources Institute), estando alinhado com o Inventário Global de Emissões da Dow. O contrato também proporcionará maior competitividade à fábrica da Dow em Aratu, reforçando o posicionamento da unidade fabril na produção de soluções para o negócio de Poliuretanos com matriz mais sustentável de energia renovável.

Além dos benefícios ambientais e de negócios, O PPA gerará empregos para moradores da região de Juazeiro, onde o parque solar será construído. Segundo a Dow, dos 1.200 trabalhadores estimados para essa iniciativa, 70% serão locais e espera-se que haja de três a quatro vezes mais mulheres contratadas do que normalmente ocorre em outros projetos solares do Brasil. O programa de contratação coordenado pela Atlas prevê que preenchimento de 50% dos cargos criados para mulheres sejam de mulheres negras e em diferentes cargos da construção civil, eletricidade e administração.

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ColombiaPlast é transferida para Setembro de 2022

21/04/2021

A próxima edição da ColombiaPlast acontecerá de 26 a 30 de setembro de 2022, concomitantemente com a XXXIII Feira Industrial Internacional de Bogotá (FIB), no Centro de Convenções Conferias, em Bogotá, Colômbia.

A ColombiaPlast estava originalmente agendada para junho de 2021, mas após conversas com expositores e parceiros, os organizadores decidiram adiar o evento em razão dos efeitos relacionados à COVID-19 em todo o mundo. Essa medida foi tomada para garantir a confiabilidade do planejamento tanto para expositores como para visitantes. O objetivo é organizar uma feira que atenda às expectativas de todos e proporcione um ambiente confortável para que os profissionais tomem conhecimento das tendências e novidades, façam negócios e estreitem contatos.

Em dezembro de 2020, a Acoplasticos, a Messe Düsseldorf e a Corferias firmaram acordo para a organização conjunta da ColombiaPlast 2022, com o objetivo de fortalecer a sua posição como uma feira líder para as indústrias de plásticos, borracha, petroquímica e embalagens na região da América Latina. Com este acordo, pela primeira vez uma feira comercial da América Latina passará a fazer parte do portfólio “Global Gate” da Messe Düsseldorf de feiras de plásticos e borracha e, portanto, será apoiada pela extensa rede de escritórios de vendas e subsidiárias da Messe Düsseldorf em 141 países.

Para obter mais informações sobre a ColombiaPlast 2022, entre em contato com a Messe Düsseldorf; Robert Nikolic, tel: 0211 4560-408; e-mail: NikolicR@messe-duesseldorf.de.

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UBE participa da Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis Tappi/CETEA

21/04/2021

Em sua 11a edição, o evento reuniu a cadeia do setor de flexíveis para discutir tendências e tecnologias que impactarão no futuro das embalagens.

Com o tema ‘Mitos e verdades sobre a reciclagem do nylon’ – a UBE participou participação na 11a Conferência Internacional Virtual de Embalagens Flexíveis TAPPI/CETEA, que ocorreu entre 12 a 15 de abril. O evento foi organizado pelo CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagem) em parceria com a Divisão de Extrusão e Embalagens Flexíveis (IFPED) da TAPPI.

A palestra da UBE foi conduzida por José Angel Prieto, da área de Pesquisa & Desenvolvimento da subsidiária da Espanha. Prieto abordou as tecnologias de reciclagem do nylon (poliamida) e buscou esclarecer, através de dados, as suposições existentes no mercado sobre sua viabilidade. “Muito se fala sobre a possibilidade de a poliamida encontrada nas embalagens flexíveis ser um contaminante na corrente de reciclagem de polietileno, mas a verdade é que não há dados que comprovem essas suposições”, pontua o especialista. Este foi justamente o desafio de Prieto na Conferência: mostrar que as embalagens com nylon são recicláveis.

Prieto apresentou um estudo feito pela UBE que, segundo a empresa, mostra a viabilidade da reciclagem de um filme multicamadas com diferentes porcentagens de nylon. “Começando pela trituração dos filmes, diluição, passando pela peletização e, por fim, a extrusão, ficou demonstrado que a poliamida não atrapalha o processo de reciclagem na corrente de polietileno”.

Outro aspecto que foi abordado no evento é a possibilidade de se produzir, com nylon, embalagens que usam menos material e com melhor desempenho. “Este tópico também está ligado à sustentabilidade, uma vez que embalagens mais finas têm um impacto positivo ao gerar um volume menor de embalagens após o descarte e podem ser recicladas após o uso”, afirma Prieto.

“Se o objetivo deste evento era divulgar os trabalhos de P&D e Inovação realizados pela indústria no Brasil e no exterior, além de proporcionar aperfeiçoamento profissional para os participantes, a apresentação da UBE teve um impacto bastante positivo ao mostrar que as embalagens contendo nylon (poliamida) são recicláveis conforme mostram os estudos”, finaliza Prieto.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

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Adirplast divulga nota contestando artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo sobre pesquisa relativa ao uso de plásticos por clientes de aplicativos de entrega

21/04/2021

No último dia 09/04, o Jornal O Estado de São Paulo publicou uma reportagem sobre pesquisa feita junto a usuários de aplicativos de entrega de comida que se diziam insatisfeitos com o uso do plástico.

Os dirigentes da Adirplast – Associação dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins – apontam alguns erros nas informações passadas pela matéria. Segundo eles, esses erros levam à manutenção de mitos que contribuem para dificultar ainda mais a implantação de políticas públicas sérias de reciclagem. Alegam os dirigentes que somente essas políticas, juntamente com a educação ambiental da população, podem verdadeiramente evitar que materiais 100% recicláveis, como o plástico, acabem em lixões ou no mar.

Segue abaixo resposta aberta da entidade ao jornal.

Imagem Negativa do Plástico está Atrelada Principalmente à Desinformação

Utensílios plásticos de uso único podem e devem ser reciclados. Demonizar esses produtos não resolve as questões ambientais e ainda pode aumentar o problema, já que o descarte inadequado desses e de outros diversos itens é o que verdadeiramente tem colocado em risco a preservação do meio ambiente

Não foi com surpresa que a Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) recebeu as informações da pesquisa contratada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e pela organização Oceana; afinal, não é de hoje que o plástico vem sendo apontado como inimigo número um do meio ambiente e, principalmente, como poluente dos oceanos. Os dados da pesquisa em questão foram publicados no dia 09 de abril pelo jornal O Estado de São Paulo, na matéria “Clientes de iFood e UberEats são contra uso de plástico e querem mudanças”.

A falta de informação aprofundada sobre o tema, aliada a dados incompletos ou mesmo errados, é um dos grandes motivos pelos quais muitas pessoas, entidades e governantes trabalham para banir o uso do plástico no mundo. Além disso, também explica por que 72% das 1.000 pessoas que participaram da pesquisa, todas usuárias tanto do iFood quanto do UberEats e de outros aplicativos, disseram que gostariam de receber seus pedidos sem plástico descartável.

A própria matéria do Estadão, por exemplo, ajuda a fortalecer algumas inverdades sobre os itens descartáveis feitos de plástico. Uma delas é que o plástico utilizado nesses produtos está “praticamente no final de sua vida útil”. Isso não é verdade. Os plásticos utilizados para atender aos pedidos de delivery de comida têm totais condições para serem reciclados e voltarem à vida na forma de inúmeros outros produtos, como tubulações elétricas, embalagem de produtos agrícolas e de lubrificantes, vasos de plantas e artigos de construção civil, entre outros tantos produtos. Para tanto, basta que sejam reciclados. E aí está o problema. Nós, como sociedade, não temos feito nossa tarefa de selecionar adequadamente nosso lixo e encaminhá-lo para uma recicladora. Daí, parece mais fácil culpar e banir os itens plásticos do que investir no conceito e conhecimento sobre economia circular.

Outra desinformação da reportagem é de que a maior parte do lixo plástico descartável “vai parar nos oceanos”, embora nenhuma fonte tenha sido apresentada para endossar essa informação. Infelizmente os aterros sanitários ainda são o fim de vida mais comum para o plástico não reciclado no Brasil, embora essa realidade esteja caminhando para um fim de vida mais positivo. Cerca de 23% das 3 milhões de toneladas de embalagens plásticas para alimentos produzidas anualmente no país são recicladas. Isso significa que cerca de 700 mil toneladas desses plásticos já são reutilizadas, ao invés de serem apenas descartados, aponta levantamento do Instituto Socioambiental dos Plásticos (Plastivida) e da Associação Brasileira da Indústria Plástica (Abiplast).

E esse número só não é maior porque no país as pessoas ainda não separam adequadamente seu lixo. Vale ressaltar que existem atualmente cerca de 200 recicladoras de plásticos do país e muitas delas trabalham aquém de sua capacidade. Além disso, há inúmeros pontos de coleta seletiva em praticamente todos os municípios brasileiros, onde cerca de 1 milhão de pessoas estão envolvidas diretamente na coleta, separação e reciclagem de materiais descartados.

Assim, discutir e promover a correta separação do lixo no Brasil é vital. É preciso que as pessoas aprendam a separar o plástico, além de outros materiais que podem e devem ser reciclados, como também o vidro, os metais e o papel, do lixo orgânico. Essa simples mudança de hábito poderia não apenas evitar a poluição de solo e água por detritos, como também gerar melhoria da qualidade de vida de muitos brasileiros.

Como já ressaltou a Plastivida em outra oportunidade, “o banimento de produtos plásticos não educa a sociedade a consumir conscientemente, sem desperdício”. Além disso, esse tipo de ação também não favorece a reciclagem ou cobra do poder público os investimentos necessários para que seja feita uma “ampliação da capilaridade dos serviços de coleta seletiva para que os recicláveis cheguem às empresas de reciclagem” e de políticas tributárias que incentivem a reciclagem em nosso país. É o material não reutilizado e mal descartado que polui; o plástico é 100% reciclável, basta que as pessoas aprendam a descartá-lo corretamente.

Ponto interessante da pesquisa, no entanto, é que 68% dessas mesmas pessoas que participaram do levantamento disseram achar que recebem embalagens na medida certa. Isso mostra que entre a percepção de que o plástico é um material nocivo ao meio ambiente e a realidade dos benefícios e da praticidade proporcionada por esses produtos, impera a última. O plástico é um material que vem sendo usado pela indústria alimentícia há muitos anos e que ajuda não apenas a conservar os alimentos, mas também evitar que eles sejam contaminados por agentes externos. Outras opções de produtos estão sendo propostas pela indústria, mas resta saber quais são verdadeiramente mais benéficas para o meio ambiente e para o consumidor.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país.”

Foto: iFood (Portal do Entregador)

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BASF oferece TPU produzido a partir de recursos renováveis para calçados

20/04/2021

Nesta sexta-feira, às 10h, especialistas participam de evento online para falar sobre as novas soluções focadas em sustentabilidade

Há mais de 40 anos, a BASF desenvolve materiais de calçados personalizados e de alto desempenho. Agora, o portfólio de poliuretano da companhia ganha mais um reforço com o Elastollan N Bio-based, um poliuretano termoplástico (TPU) de base biológica produzido a partir de recursos renováveis.

Para entender mais sobre essa nova solução, nesta sexta-feira (23/04), Luiz Roxo, desenvolvedor de aplicações e especialista em TPU na BASF, e Flávia Vanelli, especialista em inovação, sustentabilidade, cadeias de valor e representante da Assintecal (Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos), conversam sobre o setor calçadista e as principais tendências no mercado.

“A BASF busca constantemente inovar para atender às principais demandas globais de sustentabilidade. O TPU para calçados é sinônimo de performance, sustentabilidade e inovação. Por meio dessa tecnologia, tornamos a produção de sapatos cada vez mais sustentável. Os nossos clientes podem escolher entre TPU ou um sistema PU (poliuretano), de acordo com a aplicação do calçado. Nessa abordagem, a substituição de matérias-primas fósseis por renováveis ​​já ocorre durante a fabricação de produtos químicos básicos. Isso permite diminuir o gasto de recursos fósseis, reduzir os gases de efeito estufa e garantir as propriedades químicas e mecânicas estabelecidas dos sistemas existentes”, afirma Heitor Barbosa, gerente sênior do negócio de calçados da BASF para a América do Sul.

O Elastollan N possui boa resistência à abrasão e à tração, além de garantir flexibilidade de baixa temperatura e capacidade de amortecimento.”Os fabricantes de calçados e, especialmente, os designers de sapatos têm usado os plásticos como seu material preferido, porque combinam estética, estabilidade e diversas possibilidades de design. O nosso extenso portfólio ajuda nossos clientes a desenvolverem projetos inovadores e de impacto no mercado”, comenta Luiz Roxo.

Serviço:
TPU para calçados
Data: 23/04
Horário: 10h
Link para o evento: https://acontece.onono.com.br/inscricao-da-live-23-04.

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Milliken apresenta aditivo que aumenta a barreira ao vapor de água em embalagens flexíveis de polietileno durante a 11ª Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis

16/04/2021

Os recentes trabalhos de P&D e inovação realizados pela indústria no Brasil e no exterior para o setor de embalagem foram apresentados na 11ª Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis. A Milliken esteve entre as empresas convidadas do evento online, organizado pelo Centro de Tecnologia de Embalagem (Cetea), em parceria com a Divisão de Extrusão e Embalagens Flexíveis (IFPED) da TAPPI. O evento aconteceu entre os dias 12 e 15 de abril.

De acordo com Márcio Biaso, Gerente Senior da Milliken, as aplicações do aditivo UltraGuard Natural  têm demonstrado resultados bastante positivos no aumento e melhorias de barreira à umidade em embalagens flexíveis de polietileno. “Os ganhos são substanciais, variando de 20% a 60%, a depender da resina e da estrutura aplicadas nas embalagens. Isso sem prejuízo de desempenho”, afirma.

Biaso fez palestra técnica durante o evento a respeito do aditivo. Segundo a Milliken, o produto possui, dentre outros atributos, a vantagem de otimizar as estruturas e substituição de materiais, contribuindo para o desenvolvimento de embalagens mais sustentáveis e com redução nos custos operacionais. Em outra apresentação na Conferência, o executivo trouxe aos participantes da conferência a visão global da Milliken sobre o desenvolvimento de produtos para toda a cadeia produtiva da indústria de embalagem, em diversos segmentos do mercado.

Especialista em ciência dos materiais, com mais de 150 anos de história, a Milliken & Company atua nos setores de têxteis, pisos, química e saúde, possuindo oito mil colaboradores, distribuídos por 46 localidades.

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Mecalor triplica espaço da fábrica em 2021

15/04/2021

CEO da Mecalor, János Szegö

Empresa quer aumentar seu market share no segmento de periféricos

Previsões para o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021 apontam para a retomada da economia, impulsionada pelo crescimento do PIB industrial. Esse desempenho é um alento se comparado com 2020, que foi prejudicado pela pandemia da Covid-19.

De olho nas projeções positivas de 2021 , a Mecalor planeja aumentar seu market share e ao mesmo tempo fortalecer a participação em alguns segmentos, como o de HVAC (ar-condicionado de precisão). A empresa prepara uma grande transformação que vai movimentar em 2021 o mercado de equipamentos periféricos voltados para soluções de engenharia térmica.

A empresa anunciou a ampliação da área industrial com o objetivo de triplicar a fabricação de chillers e outras máquinas. O plano é terminar as obras até novembro deste ano. Desde 2017, a direção da empresa pensa nessa expansão da fábrica devido ao rápido crescimento das linhas de produção. “Estamos olhando para dez a 15 anos à frente, por isso demos continuidade ao projeto”, ressaltou János Szegö, CEO da Mecalor.

Linha Presys-Klima

Instalada no Parque Novo Mundo, bairro da zona norte de São Paulo, a fábrica vai ganhar uma área nova para produção de chillers e outras máquinas. A empresa começou a preparar o lançamento da linha Presys-Klima, que são equipamentos mais sofisticados, voltados para o mercado de ar-condicionado de precisão (HVCA) para Datacenter.

“Contaremos com uma linha completa desses chillers, projetada do zero. Serão cinco famílias de produtos. Já terminamos a reformulação e começamos a oferecer esses novos equipamentos para o segmento de ar-condicionado de precisão”, disse o CEO.

Segundo ele, há boas perspectivas também para a comercialização dos chillers de grande porte. Esses equipamentos são específicos para o mercado de HVAC, usados para aplicações em vários segmentos, como hotéis, shoppings, empresas grandes, supermercados e outras edificações.

Com a expansão da fábrica, a Mecalor vai construir ainda dois laboratórios de ensaios e estudos. Um deles irá simular o desempenho dos equipamentos novos. “Poderemos provar para os clientes que nossas máquinas fazem o que falamos”, afirmou Szegö. O outro laboratório vai conduzir testes em chillers.

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Covestro desenvolve processo para a reciclagem química da espuma flexível de poliuretano de colchões usados

05/04/2021

Pesquisador da Covestro Sebastian Scherf em experimento de reciclagem química de colchões de espuma de poliuretano

  • Processo inovador para recuperação das duas principais matérias-primas
  • Nova planta piloto para reciclagem química em operação

A Covestro afirma ter desenvolvido um processo inovador para a reciclagem química da espuma flexível de poliuretano (PU) de colchões usados; o processo se baseia na participação junto ao projeto PUReSmart, que é coordenado pela empresa Recticel. Este projeto recebeu financiamento do programa de inovação de pesquisa Horizon 2020 da União Europeia

Em média, os colchões contêm entre 15kg e 20kg de espuma, o que resulta em uma grande quantidade de resíduo ao final de sua vida útil. A espuma é basicamente feita a partir de duas importantes matérias-primas. Enquanto outras formas de reciclagem química concentram-se no processamento de uma delas, o processo da Covestro agora permite a recuperação das duas matérias-primas.

Recentemente, a Covestro também iniciou as operações em uma planta piloto para a reciclagem de espuma flexível no site de Leverkusen, na Alemanha, a fim de comprovar os resultados positivos obtidos em laboratório até então. A primeira fase focalizará a reciclagem de uma das matérias-primas, antes de seguir para os pilotos com a recuperação do segundo componente, ainda este ano.

O objetivo da Covestro com este projeto é industrializar os processos de reciclagem química para espumas flexíveis usadas e, por fim, revender ambas matérias-primas recuperadas.

Fechando ciclos de materiais

“O desenvolvimento desta inovadora tecnologia de reciclagem e o investimento na planta piloto são marcos importantes para a nossa visão de alinhamento da Covestro à economia circular”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Ao fazermos isso, queremos substituir os recursos fósseis na produção, reduzir ainda mais a pegada de carbono de nossos materiais e criar novas soluções para lidar com o resíduo plástico. A reciclagem química é particularmente promissora para este fim e precisa ser desenvolvida e utilizada mais intensamente, de forma geral. Além de tudo, ela deve estar na mesma base legal de outros métodos de reciclagem”.

Em cooperação com as empresas Recticel e Redwave – uma divisão da Wolfgang Binder GmbH – e como parte do projeto de pesquisa PUReSmart, a Covestro também desenvolveu uma solução inteligente de classificação para separar as diferentes espumas de PU de colchões pós-consumo, afirma a empresa. O software utiliza algoritmos para identificar de forma correta os tipos de espuma, o que aumenta a eficácia do processo de reciclagem. Este desenvolvimento é outro elemento da estratégia de digitalização da Covestro, combinado com as novas oportunidades que ele representa para as indústrias química e de plásticos.

Co-criação de um ecossistema circular

“Com base em nossas competências e experiências, nós queremos participar da formação de um novo ciclo de geração de valor”, afirma Daniel Meyer, Head Global do segmento de Poliuretanos da Covestro. “Para isso, contamos com a cooperação internacional de parceiros e o desenvolvimento de modelos de negócios inovadores. O objetivo é gerar novas oportunidades de negócios sustentáveis com nossos clientes, outros parceiros e para nós mesmos”.

O projeto é um importante passo que leva a visão de economia circular da Covestro a um novo patamar. O aumento da utilização de materiais usados contribui ainda mais para resolver o desafio social da eliminação sustentável desses resíduos e para alcançar os objetivos da União Europeia para a economia circular e para a proteção do clima e do ambiente.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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BASF apresenta projetos e inovações para embalagens em evento virtual

05/04/2021

  • Projetos e soluções giram em torno da sustentabilidade e da preservação de recursos
  • Tópicos apresentados em evento virtual procuraram contribuir para a Interpack 2021

A visão dos especialistas sobre todo o ciclo de vida de embalagens – desde a produção ao uso, incluindo opções de reciclagem – fizeram parte do evento virtual realizado em março pela BASF. As apresentações foram realizadas como uma contribuição alternativa da empresa para a Interpack 2021, feira mundial de embalagens realizada na Alemanha, que não pode ocorrer devido à pandemia do coronavírus. Os tópicos vão desde inovações de produtos a novas tecnologias e projetos de clientes.

Projetos de economia circular

Dentro de seu programa de economia circular, a BASF estabeleceu o objetivo de processar anualmente, a partir de 2025, um total de 250 mil toneladas de matérias-primas recicladas e à base de resíduos em vez de matérias-primas fósseis. Além disso, a companhia está construindo a pegada de CO2 de todos os produtos de venda e pretende concluir este processo até ao final de 2021.

Tecnologia de tinta à base de água para a impressão de embalagens flexíveis

Para as embalagens de papel e papelão, as tintas à base de água são utilizadas há muito tempo e são aceitas como uma solução mais segura e sustentável. Juntamente com os parceiros da rede PRETHINK INK, a BASF está trabalhando para mostrar que essa tecnologia também é viável na impressão em filme para as aplicações das embalagens flexíveis. Os especialistas da BASF e parceiros, como o fabricante de tinta Quimovil, o fabricante de máquinas Comexi e o fabricante de embalagens Silbo, discutiram suas experiências e ofereceram conselhos práticos sobre a utilização “à base de água”.

Reciclagem mecânica de poliamidas em estruturas de filme multicamadas

Atualmente, diversos protocolos de reciclagem não classificam poliamidas em filmes multicamadas como recicláveis. Porém, a BASF apresenta as últimas conclusões sobre a reciclagem mecânica de poliamidas em filmes multicamadas a partir de experiências recentes. Tanto a poliamida 6 como várias outras copoliamidas foram estudadas e avaliadas a este respeito.

Ultramid: introdução de uma família de produtos de granulados de extrusão de poliamida 6

Nesta família de produtos, é possível determinar a pegada de CO2 e reduzi-la usando diversas opções. Já está disponível a linha Ultramid Ccycled, que oferece diversos grades fabricados a partir de resíduos reciclados do processo de produção, em diferentes etapas: tanto derivados da produção de poliamidas na BASF, como também opções que incorporam materiais classificados como Post-Consumer, reforçando o conceito de circularidade. Assim, a BASF também pode oferecer aos seus clientes materiais com um balanço de massa de materiais reciclados. A empresa também oferece o Ultramid BMBcert: o método de balanço de biomassa (BMB), certificado pela REDcert, que ajuda a conservar as matérias-primas fósseis.

Novos grades de Ultradur com perfis de propriedades feitos sob medida

O Ultradur B6560 M2 FC TF, resina de PBT termoformável, combina as características da família Ultradur, proporcionando adicionalmente excelentes propriedades de barreira de oxigênio, vapor de água e aroma, afirma a BASF.

Segundo a BASF, Por meio destas propriedades mecânicas intrínsecas, o Ultradur permite embalagens fabricadas com um único material, não sendo necessário mais revestimentos. Ao conectar e ramificar as cadeias de polímeros por meio de aditivos especiais, é possível obter uma elevada resistência do polímero fundido. O material é adequado para extrusão de filmes e termoformagem de embalagens ou peças técnicas, bem como outras aplicações de alta temperatura.

O Ultradur B1520 FC R1 é um PBT de alta fluidez especialmente desenvolvido para embalagens de parede fina moldadas por injeção para cosméticos e produtos alimentícios. É o produto escolhido para embalagens aromáticas e de uma única camada. Dessa forma, é possível eliminar embalagens secundárias em função das propriedades de barreira a umidade e oxigênio proporcionadas pelo novo material. As embalagens também podem ser mais finas, o que constitui um pré-requisito para a produção econômica e ecológica.

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UBE discute ‘O Futuro das Embalagens de Alta Perfomance” em evento online

05/04/2021

Como parte das atividades da plataforma ‘Change & Challenge’, a UBE (www.ube.ind.br), uma das líderes mundiais em poliamidas e copoliamidas, realizou o evento virtual “O futuro da embalagem de performance” que reuniu mais de 900 profissionais, entre brand owners, varejistas, produtores de nylon e de poliolefinas, convertedores de embalagens flexíveis, recicladores e organizações.

A proposta foi mostrar que o nylon é reciclável e que é possível trabalhar este aspecto sustentável em toda a cadeia de valor, sempre alinhado ao conceito de Economia Circular. Foram discutidas tendências, oportunidades, inovações e sustentabilidade das embalagens que contêm nylon, com foco na redução do desperdício de alimentos. Entre os vários temas, destaque para os ganhos de processabilidade e propriedades de filmes reciclados PE/PA (polietileno/poliamida), utilizando compatibilizantes.

Especificamente sobre reciclagem, os especialistas abordaram a reciclagem de embalagens multicamada à base de solvente (APK); os desafios e soluções da reciclagem mecânica de embalagens multicamada (NGR) que resultaram em filmes plásticos barreira para aplicação em construção civil e na produção de sacos para lixo; e a reciclagem química e mecânica de filmes PE/PA a partir de uma solução apresentada pela BASF.

A UBE também apresentou sua solução para a reciclagem de filmes PE/PA que atende ao protocolo da Recyclass. O material resultante desta reciclagem já está sendo usado para produzir embalagens de peças automotivas.

As apresentações destacaram que as poliamidas agregam desempenho e e sustentabilidade aos filmes e reduz a quantidade de material necessário, além de serem recicláveis. As empresas participantes enfatizaram que estão construindo um modelo de economia circular para as embalagens flexíveis com base nas diretrizes da CEFLEX: coletar e reciclar 100% das embalagens flexíveis na Europa até 2025.

O evento contou com o apoio e participação de diversos players globais da cadeia de valor da embalagem flexível como APK AG, Flexible Packaging Europe (FPE), BASF Packaging, Mitsubishi Chemical Performance Polymers, Windmoeller & Hoelscher Group, Braskem, Sealed Air Corporation, CEFLEX (Circular Economy for Flexible Packaging), LANXESS, Grupa Azoty S.A., DSM, NUREL, Domo Chemicals, Next Generation Recycling Machines e Mitsui Chemicals Europe GmbH.

A plataforma Change & Challenge reforça o compromisso da UBE com a criação de um futuro mais sustentável para as embalagens de alimentos, diante do desafio global de escassez.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos; cimento e materiais de construção; máquinas; meio ambiente e energia; e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

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Braskem recebe certificação ISCC Plus para produção de resinas e químicos a partir de matérias-primas circulares

04/04/2021

Testes de novas rotas sustentáveis para produção de resinas a partir de matéria-prima renovável e circular terão continuidade ao longo de 2021, em São Paulo e Rio Grande do Sul, e serão alternativas à nafta, principal insumo petroquímico

A Braskem recebeu a certificação ISCC Plus, Certificação Internacional de Sustentabilidade e Carbono, na sigla em inglês, para utilização de matérias-primas alternativas, como o óleo de pirólise – processo químico que quebra as moléculas das resinas termoplásticas a partir do calor – para que as unidades industriais da companhia, localizadas no Sul e Sudeste, transformem esse insumo em novos polímeros.

“Na prática, significa que estamos cada vez mais perto – e com a chancela de uma organização internacional – de ampliar a comercialização de resinas e produtos químicos mais sustentáveis, com as mesmas características dos produzidos atualmente por meio de matérias-primas fósseis. Entre as matérias-primas que pretendemos testar está o óleo de pirólise, que utiliza em seu processo produtivo plásticos com maior dificuldade técnica de serem reciclados mecanicamente, como embalagens flexíveis compostas por diferentes materiais. Os estudos nesse sentido também nos aproximam de rotas ainda mais sustentáveis, para além da cana-de-açúcar, e são uma alternativa à nafta do petróleo”, explica Luiz Alberto Falcon, responsável pela plataforma de Reciclagem da Braskem.

A certificação ISCC Plus baseia-se no conceito de balanço de massa, que é um conjunto de regras técnicas que garantem que a mesma quantidade de matéria-prima, produzida a partir de material pós-consumo e que entra no processo, saia como produto final com as mesmas características das resinas e químicos de origem fóssil. Esse controle permite que a sustentabilidade dos produtos circulares seja devidamente creditada e reconhecida. Na Braskem, até então, a ISCC Plus era válida apenas para a produção do polietileno I’m greenTM bio-based, feito a partir do etanol da cana-de-açúcar.

Com esse novo passo, a ISCC Plus passa a ser válida para as unidades industriais da Braskem no Polo Petroquímico do Grande ABC, no estado de São Paulo, e no Polo Petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul. São nessas unidades em que a companhia dará sequência, ao longo de 2021, aos testes para essas rotas, em especial as que envolvem o uso do óleo de pirólise e outras matérias-primas renováveis.

A novidade está alinhada com o recém-anunciado acordo de cooperação firmado entre a Braskem, a Fábrica Carioca de Catalisadores (FCC S.A.), SENAI CETIQT e COPPE/UFRJ para viabilizar as próximas fases dos testes . O corpo de pesquisa formado por estas instituições investirá cerca de R$ 2,7 milhões, entre recursos financeiros e humanos, para o desenvolvimento de novos catalisadores, com o intuito de aperfeiçoar o rendimento durante o processo de pirólise tornando este processo de reciclagem química mais atrativo e economicamente viável para aplicação em escala industrial.

Recentemente, nos Estados Unidos, a Braskem anunciou outras duas iniciativas para ampliar o uso de matérias-primas mais sustentáveis. O trabalho conjunto com a Encina permitirá o uso de tecnologia capaz de criar produtos químicos sustentáveis a partir de plástico pós-consumo, desenvolvendo polipropileno (PP) circular com as mesmas características da resina fóssil, para utilização e embalagens de alimentos e produtos de consumo e higiene. Na América do Norte, a Braskem também anunciou a parceria com a Agilyx para o início de um estudo de viabilidade para desenvolvimento e construção de um projeto avançado para produção de matéria-prima oriunda da reciclagem de plástico . O objetivo é encontrar um caminho eficiente e sustentável para a produção de PP a partir de matéria-prima produzida utilizando resíduos plásticos mistos.

Todas essas iniciativas estão em linha com a estratégia de diversificação de matéria-prima da Braskem e vai ao encontro dos macro-objetivos da empresa para ampliar o conceito de economia circular na cadeia do plástico e se tornar uma empresa carbono neutro até 2050 . Uma das metas é ampliar o portfólio I’m greenTM para incluir, nos próximos 10 anos, 1 milhão de toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos produzidos com conteúdo renovável e circular.

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Lanxess divulga resultados de 2020 e previsões para 2021

04/04/2021

• As vendas diminuíram 10,3% com relação ao ano anterior, para EUR 6,1 bilhões
• EBITDA pré-excepcionais no limite superior da faixa guiada em EUR 862 milhões
• Margem EBITDA pré-excepcionais em positivos 14,1%
• Proposta de dividendos para o ano fiscal de 2020: EUR 1,00
• Ano fiscal de 2021 caracterizado pelo crescimento

A Lanxess está começando o novo ano fiscal de 2021 com confiança: A empresa de especialidades químicas espera que muitos de seus clientes industriais se recuperem e, portanto, antecipa EBITDA pré-excepcionais entre EUR 900 milhões e EUR 1 bilhão para o ano inteiro.

A Lanxess se mostrou robusta no ano fiscal de 2020, mesmo com o ano dominado pela pandemia de coronavírus. A empresa de especialidades químicas atingiu EBITDA pré-excepcionais de EUR 862 milhões, apenas 15,4% abaixo do valor do ano anterior de EUR 1,019 bilhão. Os ganhos estão, portanto, no limite superior da faixa guiada entre EUR 820 milhões e EUR 880 milhões. Em 26 de janeiro, o Grupo divulgou números preliminares para o quarto trimestre, depois que muitos negócios se desenvolveram melhor do que o esperado. A margem EBITDA pré-excepcional atingiu os encorajadores 14,1%, contra 15,0% do ano anterior.

“Tivemos um bom desempenho no ano pandêmico de 2020, com um bom resultado no quarto trimestre. Nossa margem de lucro mostra que a posição estável do Grupo está resistindo ao teste da crise. Gostaria de agradecer a toda a equipe da Lanxess, que fez todo o possível neste ano difícil para manter o negócio funcionando”, disse Matthias Zachert, Presidente do Conselho de Administração da Lanxess AG. “Com essa equipe e nossa posição forte, podemos enfrentar 2021 com otimismo e nos concentrar totalmente no crescimento.”

Com EUR 6,104 bilhões, as vendas do Grupo Lanxess em 2020 diminuíram 10,3% em relação ao valor do ano anterior de EUR 6,802 bilhões. O lucro líquido de operações contínuas aumentou acentuadamente para EUR 908 milhões, após EUR 240 milhões no ano anterior. Isso se deve ao produto da venda de sua participação na operadora do parque químico Currenta, que a Lanxess concluiu no final de abril. Os passivos financeiros líquidos * diminuíram de EUR 1,742 bilhões no final de 2019 para EUR 1,012 bilhões em 31 de dezembro de 2020.

Apesar da pandemia de coronavírus: dividendo deve aumentar novamente

O dividendo também deve ser aumentado novamente para o ano excepcional de 2020. O Conselho de Administração e Conselho de Supervisão irá propor um dividendo de EUR 1,00 por ação – cerca de 5% a mais do que no ano anterior – para a Assembleia Anual de Acionistas, que irá ser realizada virtualmente em 19 de maio de 2021. Isso corresponde a um pagamento total de cerca de EUR 87 milhões.

Portfólio de reestruturação continua:  sinais apontam para crescimento

Com as vendas dos negócios de membrana, produtos químicos de cromo e o anúncio da venda do negócio de produtos químicos para couro, em 2020, a Lanxess desinvestiu sistematicamente em áreas que não cabiam mais no foco estratégico de produtos químicos especiais. O Grupo lançou assim as bases para um desenvolvimento mais lucrativo. A venda de sua participação na operadora do parque químico Currenta também proporcionou uma sólida base financeira.

Em 2021, todos os sinais apontam para crescimento – com foco em negócios com produtos de proteção ao consumidor. Em poucas semanas, a Lanxess anunciou três aquisições nesta área. Com a compra da especialista francesa em biocidas INTACE já concluída, a empresa de especialidades químicas ampliou sua linha de fungicidas para papel e embalagens. No futuro, a Lanxess expandirá significativamente sua oferta para o crescente mercado de higiene animal com o portfólio do fornecedor de desinfetantes e higiene Theseo. A transação deve ser concluída no segundo trimestre de 2021.

Em meados de fevereiro de 2021, a empresa de especialidades químicas anunciou a segunda maior aquisição de sua história. Ao adquirir o grupo norte-americano Emerald Kalama Chemical, a Lanxess pode fortalecer ainda mais seu segmento de Proteção ao Consumidor e explorar novos campos de aplicação com altas margens, como a indústria de alimentos e saúde animal. O Grupo espera que a transação seja concluída no segundo semestre do ano após as aprovações regulatórias.

“Os produtos de proteção ao consumidor são caracterizados por taxas de crescimento atraentes e margens fortes. Queremos crescer nesta área e começamos a trabalhar nisso desde o início do ano,” disse Zachert.

Desenvolvimento de segmento em 2020: Proteção ao Consumidor tem performance forte

O desempenho de vendas e lucros no segmento de Intermediários Avançados foi influenciado pela pandemia de coronavírus em 2020 como um todo. A fraca demanda e preços mais baixos tiveram um efeito negativo nesta unidade de negócios em particular. As vendas caíram 11,2%, de EUR 2,251 bilhões para EUR 1,999 bilhão. Em EUR 336 milhões, o EBITDA pré-excepcional foi 12,3% menor do que o valor do ano anterior de EUR 383 milhões. A margem EBITDA pré-excepcional ficou quase estável em 16,8%, contra 17,0% no ano anterior.

No segmento de aditivos especiais, os volumes de vendas – especialmente nas indústrias automotiva e de aviação – também diminuíram significativamente devido à pandemia de coronavírus. As taxas de câmbio também afetaram negativamente as vendas e os lucros. Em EUR 1,728 bilhão, as vendas caíram 12,1% em relação ao valor do ano anterior de EUR 1,965 bilhão, em parte devido aos preços de venda ligeiramente mais baixos. EBITDA pré-excepcional caiu 19,5%, de EUR 353 milhões para EUR 284 milhões. A margem EBITDA pré-excepcional para o ano fiscal de 2020 ficou em 16,4%, contra 18,0% no ano anterior.

Os negócios do segmento de Proteção ao Consumidor, recém-criados em 2020, tiveram um forte desempenho ao longo do ano. Isso foi impulsionado por fortes negócios de agroquímicos em Saltigo e boa demanda por desinfetantes. O efeito positivo do portfólio da aquisição da fabricante brasileira de biocidas IPEL também mais do que compensou os efeitos adversos da taxa de câmbio. As vendas totalizaram EUR 1,110 bilhão, 5,7% acima do valor do ano anterior de EUR 1,050 bilhão. EBITDA pré-excepcional cresceu 17,7% de EUR 198 milhões para EUR 233 milhões. A margem EBITDA pré-excepcional atingiu fortes 21,0%, contra 18,9% um ano atrás.

No segmento de Materiais de Engenharia, as vendas e os lucros foram afetados pela fraca demanda da indústria automotiva no primeiro semestre do ano. As vendas caíram 17,9% de EUR 1,450 bilhão para EUR 1,190 bilhão, em parte devido aos preços de venda mais baixos e efeitos negativos da taxa de câmbio. EBITDA pré-excepcional caiu 36,6%, de EUR 238 milhões para EUR 151 milhões. Além da demanda fraca, os ganhos também foram reduzidos por uma paralisação significativa para manutenção planejada e dificuldades com a subsequente retomada da produção na Bélgica. A margem EBITDA pré-excepcional de 12,7% ficou abaixo da cifra de 16,4% registrada no ano anterior

A Lanxess é uma empresa líder em especialidades químicas, com vendas de EUR 6,1 bilhões em 2020. A empresa tem atualmente cerca de 14.300 funcionários em 33 países. O principal negócio da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de intermediários químicos, aditivos, especialidades químicas e plásticos. A Lanxess está listada nos principais índices de sustentabilidade, Dow Jones Sustainability Index (DJSI World e Europa) e FTSE4Good.

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Empresas do Rio de Janeiro concluem programa de treinamento sobre Gestão da Inovação promovido pelo PICPlast

03/04/2021

PICPlast dá sequência a treinamentos voltados à indústria da transformação com conteúdo disponibilizado em plataforma online

O Programa Gestão de Inovação (PGI) do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma das iniciativas voltada aos os colaboradores envolvidos na indústria da transformação. Realizada em parceria com a consultoria Avantec-BR, a ação já formou quatro turmas, com participantes dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. A quarta turma, com empresas do Rio de Janeiro, concluiu o treinamento mesmo com a pandemia. Para tal, foi necessária a adaptação dos treinamentos presenciais, o que propiciou um aprendizado para todos no uso de novas ferramentas e maneiras de comunicação e interação.

“Desde a sua criação, o PICPlast vem realizando diversos encontros com transformadores, com a proposta de compartilhar conhecimentos para o desenvolvimento da cadeia. A inviabilidade de reuniões presenciais não poderia interromper esse trabalho, por isso migramos para a plataforma online, seguindo o conteúdo planejado” explica Fernanda Maluf, membro do PICPlast.

Para realizar o PGI online, os organizadores pesquisaram as melhores ferramentas para que os inscritos pudessem acessar o material de forma segura. O que era realizado em encontros presenciais mensalmente passou a ser feito em vídeo conferências, semanais ou quinzenais. “Sem dúvida, foi um aprendizado para todos nós”, diz Fernanda.

Comprometimento – O momento delicado não desanimou as 12 empresas participantes do PGI/RJ, que chegaram a fazer os dois primeiros módulos de forma presencial. Os cerca de 60 envolvidos conseguiram manter uma regularidade no acompanhamento do treinamento online. “Ficamos impressionados com a disciplina das empresas. Mesmo com todas as dificuldades e incertezas do momento que vivemos, elas conseguiram dar prioridade e importância ao treinamento”, afirma Antonio Xavier, consultor da Avantec-BR.

De acordo com os organizadores, o ambiente virtual trouxe algumas vantagens para o programa. “Na versão presencial, as dinâmicas eram feitas em grupos com participação de várias empresas. No modelo remoto, foram realizadas atividades individualizadas por companhia. Dessa forma, o que antes era exercitado com situações hipotéticas, passou a ser aplicado em casos reais, adaptados à situação das empresas”, revelam os consultores da Avantec-BR, Luís Cassinelli e Manoel Lisboa.

Os encontros online do PGI RJ foram realizados, em média, com duração de duas horas, a fim de cumprir cerca de 140h de carga horária durante os meses de treinamento. Além do conteúdo programático, os consultores promoveram 23 happy hours virtuais para conversas informais sobre inovação e compartilhamento de experiências. Também foram criados grupos em aplicativos de troca de mensagens instantâneas, que viabilizaram a geração de negócios entre as empresas, além de integração e interação de todas as quatro turmas.

“O Programa de Gestão de Inovação supriu a demanda sistêmica de desenvolvimento da cultura de renovação e de mudança. Ficamos muito satisfeitos com a ferramenta que encontramos e agora a metodologia de capacitação faz parte do Sistema de Inovação da Dover-Roll, preparando-nos para garantir nosso crescimento e perenidade como corporação”, afirma José Clark, Diretor da Engetech, uma das empresas participantes.

Álvaro Selvati, proprietário da participante Fibromar, afirma que sua forma de gerir mudou completamente após participar do PGI. “Posso dizer que a maior inovação nos 30 anos de história da empresa aconteceu durante o curso. Percebemos que inovar não está limitado apenas a novos produtos. É também uma mudança na postura e nas estratégias da companhia, é pensar de forma generalizada. Enquanto empresário, eu só tenho a agradecer e recomendar o programa”, afirma o gestor.

Também participaram do PGI/RJ as empresas Artmed Embalagens, Bauen Plásticos, Bywer, Ecomaster, FL Indústria e Comércio de Produtos Descartáveis, Indústria de Plásticos São Sebastião, Lillo do Brasil, MMS Plástico, UF Embalagens e Valeplast.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação e reciclagem plástica. Baseado em dois pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, e promoção das vantagens do plástico. O PICPlast também conta com investimentos voltados para o reforço na qualificação profissional e gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Contando com uma equipe de 8 mil colaboradores, a Braskem possui um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 52,3 bilhões (US$ 13,2 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico — ABIPLAST representa o setor de transformados plásticos e reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, projetos em Economia Circular, entre outras. A ABIPLAST representa atualmente 11.974 empresas que empregam um total de 337.863 pessoas.

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