Evonik divulga resultados do primeiro trimestre de 2019

21/05/2019

  • Vendas cresceram 1% para 3,29 bilhões de euros
  • Ebitda ajustado recuou para 539 milhões de euros
  • Fluxo de caixa livre melhorou significativamente para 159 milhões de euros
  • Previsão para 2019 foi elevada: Ebitda ajustado ficará, no mínimo, estável

As vendas da Evonik foram de 3,29 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2019, o que significa um aumento de 1% em comparação ao mesmo período do exercício anterior. O Ebitda ajustado recuou 3% para 539 milhões de euros.

“A despeito do enfraquecimento da economia global, conseguimos manter a nossa posição no que diz respeito a volumes e resultados”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva. “Em termos de fluxo de caixa livre, conseguimos até registrar um ganho significativo. No geral, nosso portfólio agora é mais robusto do que antes em relação às tendências macroeconômicas. O desinvestimento do nosso negócio de metacrilatos contribuiu para isso”.

Custos iniciais não recorrentes para novas unidades de produção e um gargalo temporário no fornecimento de matérias-primas no segmento Performance Materials contribuíram para a queda do Ebitda ajustado. Em consequência, a margem Ebitda ajustada encolheu de 17,1% para 16,4%. A receita líquida ajustada recuou 5% para 249 milhões de euros, o que corresponde a um lucro ajustado por ação de 0,53 euro.

O fluxo de caixa livre melhorou em 109 milhões de euros em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando 159 milhões de euros. Isso se deveu sobretudo a uma formação menor de capital de giro líquido e a uma redução nos pagamentos de aposentadorias.

Perspectivas foram elevadas

Como resultado do acordo de venda do negócio de metacrilatos, as perspectivas para as operações continuadas foram revisadas. A Evonik agora prevê que os valores de Ebitda ajustado e vendas fiquem, no mínimo, no mesmo nível do ano passado. A receita da planejada aquisição da empresa americana PeroxyChem não está incluída na perspectiva ajustada. Em 2018, as operações contínuas registraram um Ebitda ajustado de 2,15 bilhões de euros e vendas de 13,3 bilhões de euros.

Os progressos significativos alcançados com o programa de economia de custos, aplicado na empresa toda, também contribuíram para as receitas. Mais da metade dos 1.000 empregos a serem reduzidos será concretizada até o fim deste ano.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: O desenvolvimento dos negócios desse segmento se manteve no primeiro trimestre de 2019. As vendas cresceram 3% para 1,4 bilhão de euros. O crescimento se deveu sobretudo ao aumento nos preços de venda; os volumes, por outro lado, ficaram ligeiramente abaixo daqueles registrados no mesmo período do ano anterior. A demanda por polímeros de alta performance (poliamida 12) e membranas continuou alta, de maneira que o aumento nos preços teve um impacto positivo que resultou num correspondente forte incremento nas vendas. Maiores volumes em vendas também foram registrados na linha de crosslinkers como resultado da alta demanda, especialmente por aplicações em compósitos no mercado de energia eólica; e pela sílica, que se beneficiou de uma tendência em aplicações de borracha e pneus. Apesar dos custos iniciais da nova planta de sílica nos EUA, o Ebitda ajustado avançou 2% para 324 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas aumentaram 3% para 1,15 bilhão de euros no primeiro trimestre de 2019. Isso se deveu, sobretudo, a uma elevação nos volumes de vendas, enquanto os preços de venda baixaram. As vendas de aminoácidos essenciais para nutrição animal registraram ligeira queda, em decorrência da redução nos preços de venda, embora os volumes entregues tenham aumentado de maneira significativa. O negócio de care solutions registrou um desenvolvimento, tendo se beneficiado do aumento da demanda por aplicações especiais, por exemplo, da indústria cosmética. O Ebitda ajustado foi de 180 milhões de euros, 14% abaixo do valor registrado no mesmo período do ano anterior, em parte devido a despesas relacionadas ao planejado início das atividades na nova planta de metionina em Singapura, previsto para meados deste ano.

Performance Materials: No primeiro trimestre de 2019, as vendas encolheram 7% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O total de 559 milhões de euros decorreu de menores volumes de venda, preços em queda e efeitos negativos do câmbio. O desenvolvimento da linha de performance intermediates (química do C4) foi prejudicado por uma restrição no fornecimento de matérias-primas causada por problemas técnicos em um fornecedor e também pelo preço mais baixo da nafta, ocasionando o recuo nas vendas. Já na linha de negócios Functional Solutions as vendas registraram aumento. Esse negócio se beneficiou principalmente de uma maior demanda por alcoolatos. O Ebitda ajustado do segmento recuou 9% para 59 milhões de euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

Curta nossa página no

Anúncios

Tecniplas exporta tanques de PRFV para a Argentina

21/05/2019

A caminho: tanques foram produzidos em peças únicas, a despeito das suas dimensões

Reservatórios serão instalados na planta de celulose da Arauco

A Tecniplas, referência brasileira em tanques e equipamentos especiais Plástico Reforçado com Fibras de Vidro (PRFV), acaba de despachar dois reservatórios para a Argentina. Os tanques serão instalados na fábrica de celulose que a Arauco opera na cidade de Puerto Esperanza, na Província de Misiones.

Com 13,5 m de altura e 4,5 m de diâmetro, o tanque de maior dimensão foi projetado para armazenar até 200 m³ de dióxido de cloro – pressão de -8″ WG (vácuo). “Um dos seus diferenciais é o fato de dispor de isolamento térmico garantido por chapas de poliuretano”, detalha Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

Já o segundo reservatório – de 11,3 m de altura, 4 m de diâmetro e 135 m³ de capacidade – será utilizado no armazenamento de cloro, solução de clorato e hipoclorito de sódio a uma temperatura de 80 ºC e sob pressão atmosférica. “Seu projeto construtivo contempla uma inclinação interna de 2%, o que possibilita o esgotamento rápido e seguro do tanque”.

Ambos foram produzidos em peça única, a despeito das dimensões, e contam com uma série de bocais e acessórios, o que tornou ainda mais complexa a fabricação. Fornecidos com data books e memórias de cálculo estrutural, os reservatórios fabricados pela Tecniplas estão aptos a resistir a cargas de vento de até 45 m/s (162 km/h), conforme a ABNT NBR 6123.

Durante a fabricação dos tanques, lembra Rossi, a Arauco fez uma série de inspeções na fábrica da Tecniplas em Cabreúva, no interior de São Paulo. “Nosso processo fabril e sistema de qualidade foram aprovados sem ressalvas pela Arauco, que nos homologou como fornecedora estratégica das plantas situadas na Argentina e no Chile”. De capital chileno, a empresa tem equipamentos da Tecniplas operando ininterruptamente desde a década de 1990.

Em 2018, as exportações responderam por 22% do faturamento da Tecniplas. Para este ano, Rossi acredita que a fatia tende a ser ainda maior, em função dos grandes projetos que estão para acontecer na América Latina. “Daí levando em conta não só o setor de celulose e papel, mas também de mineração e químico”, completa.

Fundada em 1976, a Tecniplas é uma fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atende os setores de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tecniplas

Curta nossa página no

Covestro confirma previsão para o ano após balanço do 1º trimestre

21/05/2019

  • Leve queda nos volumes principais (-1,8%)
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-16,0%)
  • Ebitda de 442 mi de euros alinhado às expectativas (-58,4%)
  • Receita líquida de 179 mi de euros menor que ano anterior (-72,2%)
  • Fluxo de caixa operacional livre 45 mi de euros negativo
  • Previsões para o ano fiscal de 2019 confirmadas

A alta pressão competitiva influenciou os resultados do primeiro trimestre de 2019 da Covestro. Apesar da demanda sólida no geral, os volumes principais tiveram leve queda de 1,8%, principalmente devido aos volumes mais baixos no segmento de policarbonatos. Uma expressiva queda nos preços de venda levou a uma redução de 16,0% nas vendas totais, para 3,2 bilhões de euros. O Ebitda do Grupo, de 442 milhões de euros (-58,4%), que contrasta com os resultados excepcionalmente positivos do ano anterior, mostrou-se alinhado às previsões. Como resultado, a receita líquida também caiu para 179 milhões de euros (-72,2%). Com 45 milhões de euros negativos, o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) ficou abaixo do ano anterior (364 milhões de euros), devido à redução nos fluxos de caixa de atividades operacionais e à elevação dos investimentos. Segundo a empresa, embora os resultados como um todo tenham ficado significativamente abaixo dos excepcionais resultados do trimestre do ano anterior, eles ficaram na faixa esperada.

“O primeiro trimestre manteve-se alinhado às nossas previsões e confirma nossas expectativas reduzidas para o ano completo”, explica o CEO Markus Steilemann. “Por isso, agora é ainda mais importante definir o rumo correto para o nosso crescimento futuro, com investimentos e esforços para elevar a eficiência. Afinal, a demanda por nossos materiais inovadores e sustentáveis continua intacta.”

Covestro confirma metas para o ano fiscal de 2019

Thomas Toepfer, CFO da Covestro, compara os resultados do primeiro trimestre ao mesmo período de 2018: “O trimestre do ano anterior foi influenciado por margens excepcionalmente altas em vários grupos de produtos. Por isso, em linha com nossas expectativas, nossos resultados ficaram abaixo dos do mesmo período do ano passado. Antecipando a continuidade do ambiente desafiador que influenciará os resultados ao longo do ano, estamos focando especialmente na eficiência da produção e dos processos e em investimentos direcionados.”

Seguindo esse foco, a Covestro elevou sua participação para 80% na joint venture DIC Covestro Polymer no Japão a partir de 1º de abril de 2019, expandindo seus promissores negócios globais de poliuretanos termoplásticos. A Covestro planeja investimentos totais de mais de 900 milhões de euros este ano para reformar e expandir suas plantas produtivas e ampliá-las para áreas em crescimento, tais como a de filmes especializados. A expectativa é de que os programas de eficiência proporcionem economias de custos de 350 milhões de euros por ano no médio prazo.

Para o ano fiscal de 2019, a Covestro mantém a projeção de crescimento do volume principal de até 5%. Espera-se que o FOCF fique entre 300 e 700 milhões de euros, com ROCE de 8% a 13%. A previsão é que o Ebitda do ano fiscal atinja de 1,5 a 2,0 bilhões de euros, com expectativa de que o Ebitda do segundo trimestre se mantenha próximo do nível do primeiro trimestre de 2019.

Iniciativas estratégicas mostram avanços

As iniciativas estratégicas para avançar na digitalização e na inovação trouxeram benefícios no primeiro trimestre. A nova plataforma comercial digital B2B Asellion foi lançada com sucesso no fim de março, permitindo que os clientes da Covestro façam pedidos de produtos on-line e comprem 24h por dia com apenas alguns cliques no link covestro.asellion.com.

A Covestro também uniu forças à empresa de biotecnologia sediada nos EUA Genomatica para pesquisar e desenvolver materiais de alto desempenho baseados em matérias-primas renováveis. O objetivo da cooperação é reduzir o uso de recursos de origem fóssil como petróleo bruto, usando matérias-primas sustentáveis no lugar.

Crescimento de vendas e lucro no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades

Os volumes principais no segmento de poliuretanos mantiveram-se amplamente estáveis (-0,2%) no primeiro trimestre de 2019. As vendas no segmento caíram 24,3% para 1,476 milhão de euros devido à queda nos preços de venda, com todas as três regiões registrando vendas mais baixas. O Ebitda caiu para 157 milhões de euros (-75,4%) devido às margens mais baixas.

Puxados pela queda na demanda da indústria automotiva, os volumes principais no segmento de policarbonatos caíram 6,3%. As vendas nesse segmento caíram 16,7% para 860 milhões de euros, também devido aos preços de venda mais baixos. Com margens em queda e preços estáveis das matérias-primas, o Ebitda caiu para 155 milhões de euros (-48,8%).

No segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades, os volumes principais praticamente não sofreram alterações em relação ao trimestre do ano anterior (-0,1%). As vendas no segmento subiram 5,9% para 627 milhões de euros, impulsionadas pela alta na média dos preços de venda, por volumes levemente mais altos e movimentos da taxa de câmbio. Alavancado pela alta das margens e dos volumes de vendas, o Ebitda subiu 7,4% para 146 milhões de euros.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em segmentos como o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

Curta nossa página no

Faturamento do setor de Compósitos deve crescer pelo terceiro ano consecutivo

20/05/2019


Postes e cruzetas: compósitos têm crescido como materiais substitutos do concreto e madeira

Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) prevê um salto de 5,5% no faturamento de 2019, totalizando R$ 2,797 bilhões.

Em 2019, o setor brasileiro de compósitos deve emplacar o terceiro ano consecutivo de crescimento, com um faturamento estimado de R$ 2,797 bilhões – alta de 5,5% em comparação ao resultado do período anterior. Esse é o principal dado do mais recente monitoramento feito pela Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco).

“Notamos uma tendência de alta na maioria dos segmentos consumidores do material, com destaque para a indústria automotiva, representada pelas montadoras de veículos pesados e agrícolas, e de energia, na qual ocorre uma intensa substituição da madeira e concreto usados em cruzetas e postes pelos compósitos, devido ao seu baixo peso e resistência à corrosão”, resume Erika Bernardino Aprá, presidente da Almaco.

Em contrapartida, o mercado de construção segue andando de lado, muito em função da dificuldade de obtenção de crédito imobiliário. “Já os investimentos em infraestrutura dependem de projetos governamentais, que permanecem escassos. Isso impacta diretamente nas vendas, por exemplo, de tubulações de compósitos”.

Com uma fatia de 35% do consumo local de compósitos de poliéster, a construção civil aparece à frente de transporte (30%), corrosão/saneamento (19%) e náutico (3%), entre outros. Já a geração de energia eólica responde por 90% da demanda por compósitos de epóxi. O setor de petróleo fica em segundo lugar, com 5%.

De acordo com o levantamento da Maxiquim, em 2019 serão consumidas 210 mil toneladas de compósitos, volume 4,5% superior ao anotado em 2018. A geração de emprego, por sua vez, deve crescer 3,7%, totalizando 65 mil vagas.

“Caso se confirmem essas previsões, será o nosso terceiro ano seguido de balanço positivo. Então, em dezembro, poderemos dizer que, enfim, a curva de crescimento se inverteu definitivamente. Agora, cabe ao governo colaborar com a indústria e fazer as reformas necessárias para que o Brasil volte a ser um ambiente favorável aos investimentos privados”, conclui a presidente da Almaco.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Almaco

Curta nossa página no

Evonik lança novo PEEK radiopaco para tecnologia de implantes

20/05/2019

  • A Evonik está expandindo o leque de polímeros biocompatíveis de PEEK para aplicação na tecnologia médica.
  • Empresa de especialidades químicas desenvolveu um novo material plástico radiopaco para implantes, à base de poliéter-éter-cetona (PEEK).

A Evonik está colocando no mercado o PEEK radiopaco para implantes, com sulfato de bário. Essa classe de produtos permite o contraste radiográfico, sem a desvantagem da formação de artefatos, algo que pode ocorrer com outros materiais populares para tecnologia de implantes. Além disso, afirma a Evonik, os implantes feitos a partir do novo Vestakeep i-Grade PEEK da Evonik não esquentam durante a tomografia de ressonância magnética.

Novos caminhos no desenvolvimento de implantes não metálicos

Segundo a Evonik, o seu Vestakeep i-Grade PEEK apresenta biocompatibilidade e bioestabilidade, é fácil de processar e está estabelecido há anos como material de desempenho em aplicações na tecnologia médica como, por exemplo, implantes espinhais, medicina esportiva, dispositivos cardiovasculares, cirurgia maxilofacial e outras aplicações.

A Evonik fornece o i-Grade PEEK em forma de grânulos ou produtos semiacabados, como chapas ou barras plásticas. Dependendo da aplicação, o Vestakeep i-Grade PEEK pode ser fornecido com sulfato de bário, com diferentes taxas de enchimento.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

Curta nossa página no

Braskem e Antilhas lançam embalagem monomaterial para embalagens Stand up Pouch

17/05/2019

O produto reforça o conceito de Economia Circular ao favorecer o processo cíclico de reciclagem e retorno do produto à cadeia.

Em linha com seu compromisso em Economia Circular, a Braskem se uniu à Antilhas Flexíveis, empresa brasileira e reconhecida no mercado por suas inovações em embalagens, para o desenvolvimento de uma embalagem stand-up pouch monomaterial. A novidade foi apresentada durante a Feiplastic 2019, de 22 a 26 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

“A transformação da Economia Linear para a Economia Circular passa por desenvolvimentos como esta embalagem, que tem todo o seu ciclo produtivo considerado de forma sustentável. Estamos muito satisfeitos em apresentar esta solução ao mercado durante a Feiplastic, demonstrando que a tecnologia é uma grande aliada na criação de produtos que favorecem a reciclagem e se mantém competitivos”, afirma Yuri Tomina, gerente de Desenvolvimento de Mercado de Polietileno da Braskem.

Embalagens monomateriais, ou seja, produzidas a partir de uma única matéria-prima, favorecem a cadeia de reciclagem plástica, pois facilitam o processo de separação dos materiais. Segundo Tomina, o compromisso da Braskem em prol da Economia Circular define iniciativas que a companhia adotou para estimular o ciclo sustentável da cadeia plástica e, entre elas, está o trabalho com parceiros na concepção de produtos que ampliem a eficiência da reciclagem e o retorno do produto à cadeia.

Fabio Sant’ana, especialista de Desenvolvimento de Mercado de Polietileno da Braskem, explica que a companhia se uniu à Antilhas Flexíveis para chegar nesta solução. “Feita totalmente à base de polietileno, este produto tem alto índice de reciclabilidade por não possuir mistura de matérias-primas. Desta forma, sua reciclagem gera uma resina pós-consumo de maior qualidade e, consequentemente, com uma gama maior de possibilidades de aplicação”, explica.

A produção de embalagens stand-up pouch – que se mantém em pé independentemente da matéria que envolve – em puro polietileno, sem laminação, foi realizada com a tecnologia EB (Electron Beam). O processo inovador de impressão externa por cura com feixe de elétrons foi patenteado com exclusividade pela Antilhas.

“O processo garante qualidade de impressão superior, com o mesmo brilho de material laminado e possibilidade de acabamentos externos com apelo sensorial. A tecnologia permite ainda benefícios adicionais com um processo que gera a redução de até 50% no consumo de energia elétrica, sem perder a qualidade de cor e brilho do material final e redução de até 95% dos compostos orgânicos voláteis, fator que reduz a emissão de gases causadores do efeito estufa”, afirma Rodrigo Massini, gerente executivo da Antilhas Flexíveis.

A embalagem stand-up pouch monomaterial já está disponível ao mercado e pode ser utilizada em aplicações nos setores de cosméticos e alimentício. Os visitantes da Feiplastic puderam conferir protótipos do material no estande da Braskem, onde também foram expostos exemplos do produto já produzido a partir da embalagem monomaterial reciclada, com identificação de matéria-prima 100% oriunda de polietileno reciclado.

“Estamos muito satisfeitos em apresentar aos clientes a solução completa, com demonstração do desenvolvimento tecnológico aplicado na solução e a qualidade do produto pós-consumo gerado a partir desta inovação”, ressalta Sant’ana.

A Antilhas atua no mercado de embalagens em papel, cartão e plástico flexível. Fundada há 30 anos, a unidade de negócios de flexíveis da Antilhas Embalagens possui o selo FSSC 22000 – Certificação de Sistema de Segurança de Alimentos. A Antilhas Flexíveis tem como destaque entre seus produtos, além do processo de impressão com a tinta Gelflex-EB®, o Stretch Hood, filme de Polietileno (PE) extrudado utilizado para a unitização de embalagens de transporte.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

BASF apresentou inovações e soluções sustentáveis na Feiplastic 2019

17/05/2019

Soluções da BASF para as indústrias automotiva, de embalagens, da construção, de bens de consumo, aplicações industriais, plasticultura, entre outras, fizeram parte do portfólio apresentado pela companhia no stand da Feiplastic 2019.

“A Feiplastic foi uma excelente oportunidade para apresentar nossas soluções e estreitar o relacionamento com o mercado”, considera Murilo Feltran, gerente de marketing e produto de Materiais de Performance da BASF. “Além das tecnologias inovadoras, nosso forte é a atuação em estreita colaboração com nossos clientes, entendendo suas necessidades e desenvolvendo soluções de acordo com cada necessidade”, afirma.

Materiais de desempenho

Uma das principais novidades foi a plataforma digital exclusiva para oferecer o portfólio de soluções para a indústria de calçados, como um novo canal de relacionamento com os clientes. A BASF fornece PU e TPU para produção de solas, entressolas, palmilhas e outros componentes que, segundo a empresa, permitem a fabricação de calçados de maior desempenho, conforto e durabilidade, atendendo às tendências e demandas dos consumidores. A ferramenta online, de interface amigável, está disponível no link http://www.shop.basf.com.br/calcados.

Entre os materiais com destaque na Feiplastic estão as soluções sustentáveis para o mercado de isolamento térmico, que têm como base o HFO e a água aplicados como agentes expansores de quarta geração para o mercado de refrigeração. A tecnologia é uma alternativa aos agentes de expansão utilizados convencionalmente e permite a redução nas emissões de gases de efeito estufa.

Também apresentando pegada sustentável, foi apresentado o polímero compostável e biodegradável ecovio®, obtido a partir de matérias-primas renováveis. O material tem desemepenho semelhante aos plásticos normalmente utilizados, atendendo requisitos de aparência, propriedades mecânicas e processabilidade, sofrendo degradação somente em condições de compostagem, afirma a BASF. Pode ser aplicado em filmes para agricultura, produção de copos, sacolas compostáveis certificadas e embalagens diversas, entre outras possibilidades.

A poliamida Ultramid® Deep Gloss agora está disponível também em cores. O material originalmente usado na cor black piano, está abrindo possibilidades para projetos mais versáteis de interiores de carros, com cores contrastantes e que seguem tendências de mercado. Segundo a BASF, o material possui propriedades diferenciadas, tais como resistência a riscos, à radiação UV e alta resistência química. Além disso, afirma a empresa, o alto nível de brilho reproduz estruturas com detalhes fiéis, permitindo uma mistura bem contrastante de luz e sombra, sem revestimento adicional.

Durante a feira, a BASF também promoveu a sua poliamida semicristalina que permite que a luz passe sem barreiras. Segundo a empresa, o Ultramid® Vision combina a transparência à luz com uma baixíssima dispersão, sendo a primeira poliamida semicristalina do mundo para componentes semitransparentes ou transparentes para ambientes com muitos desafios químicos. A BASF afirma que a poliamida é resistente aos raios UV, às altas temperaturas, aos riscos, a químicos e atende aos requisitos de segurança contra a propagação do fogo. A solução pode ser usada em diversas áreas de aplicação, sendo recomendada especialmente para peças de controle visual, iluminação ou design de luz.

Embalagens

A embalagem tem papel fundamental na garantia da qualidade de alimentos, desde a produção até a mesa do consumidor. As poliamidas são a melhor opção quando há a necessidade de aumentar o tempo de vida dos produtos através do aumento de propriedades mecânicas, proteção para migração de gorduras, barreira ao oxigênio e aromas. Por meio da parceria com seus clientes, a BASF buscou atender solicitações de melhoria de propriedades óticas, maior flexibilidade e menor encanoamento, sem perder as propriedades tradicionais das poliamidas. E o resultado foi, segundo a empresa, o desenvolvimento do Ultramid C37 LC, copolímero de poliamida com o menor ponto de fusão das poliamidas tradicionais encontradas no mercado – perto dos 180º.C. A BASF afirma que o material é o mais indicado para sacos encolhíveis e filmes termoformados e outras aplicações onde a estrutura a ser utilizada é assimétrica.

Aditivos para plásticos

A BASF afirma que vem buscando soluções em aditivos para plástico ecologicamente corretas, focadas em sustentabilidade e que visam evitar a degradação e estender a vida útil dos plásticos. Esses requisitos se tornaram mais rigorosos também nas aplicações automotivas e, alinhado ao aumento da durabilidade das espumas de poliol e poliuretano, o seu PUR 70 encontra um nicho de aplicação. Segundo a empresa, o aditivo diminui drasticamente a emissão de aldeídos e componentes orgânicos voláteis, é livre de amina e atende aos requisitos VDA 278 10/11.

De acordo com a empresa, o seu Tinuvin® XT 55, um aditivo estabilizador à luz, confere durabilidade, além de melhorar os processos de fabricação. Tem aplicações em monofilamento de polietileno, usados para produção de grama sintética e poliolefinas, fitas para telas de sombreamento, andaimes, geotêxteis e big bags, entre outros. O fabricante afirma que o aditivo auxilia na resistência às condições climáticas adversas, incluindo exposição prolongada à luz ultravioleta, temperatura elevada e oscilante, além de poluentes ambientais.

Já o Irgastab IS 3066L, utilizado nas aplicações em PVC, promove melhoria na produtividade e maior viabilidade econômica, além de estar em conformidade com o FDA para aplicações em contato com alimentos, assegura a BASF.

Fonte: BASF

Curta nossa página no

INP e Apex-Brasil celebram crescimento de 709% em exportações nos 15 anos de Think Plastic Brazil

15/05/2019

Empresas participantes do Programa de exportação do plástico transformado brasileiro, que completou 15 anos em 2018, representam 59% das vendas internacionais do setor.

Com o apoio da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) o INP (Instituto Nacional do Plástico) celebra os 15 anos de seu Programa de exportação e internacionalização do plástico transformado brasileiro, o Think Plastic Brazil. O direcionamento da Agência em serviços como Coach Estratégico de Internacionalização, Inteligência de Mercado, Capacitação, Competitividade, Sustentabilidade, Inovação e Design permitiu que as 259 empresas que passaram pelo Programa durante este período (nos segmentos de Agronegócios, Artigos para Casa, Construção Civil e Embalagens) saltassem dos USD 85 milhões vendidos internacionalmente em 2004 para USD 687,0 milhões em 2018, crescimento de 709%.

Desde o início do Think Plastic Brazil, foram realizados mais de 390 projetos, incluindo a participação em 89 Feiras Internacionais, a organização de 52 Projetos Compradores e 14 Projetos Vendedores, 6 Missões Prospectivas e mais de 150 cursos. Estas ações, formatadas pela parceria INP e Apex-Brasil, ampliaram o destaque das empresas do setor em todo o mundo.

Para as companhias participantes, o Programa Think Plastic Brazil é considerado um dos principais canais de acesso aos mercados internacionais, conforme pesquisa realizada em março de 2019, com foco no planejamento estratégico para os próximos cinco anos. “As indústrias certamente têm potencial para se promover e conquistar o mercado internacional, mas o caminho solo é, de fato, mais complexo. Por isso, ter o apoio da Apex-Brasil e do INP, por meio do Think Plastic Brazil, significa abrir novos horizontes, especialmente pela grande experiência dos profissionais envolvidos”, explica Miguel Bahiense, diretor superintendente do INP e gerente do Programa. “Os pontos de conhecimentos permitem a maximização do aproveitamento das empresas no mercado internacional. Nos últimos 15 anos o desempenho foi louvável e atingimos o momento de reconhecimento pela excelência do trabalho, não só na relação com a Apex-Brasil, mas também com os associados. Entramos agora em uma fase em que buscamos crescer ainda mais, já que ocupamos plenamente o espaço que a parceria com a Apex-Brasil nos permitiu e agora vamos em busca da ampliação do trabalho”, complementou.

Cases de Sucesso:

Inovação e Design

Para Fábio Duarte, designer e gerente comercial da Crippa, o acesso a mercados internacionais possibilitou o despertar de desenvolvimento de produtos inovadores na empresa, que resultou na criação do SMART S, sistema de escorredores que fica quase invisível sobre a pia: “Estamos há 4 anos no Programa Think Plastic Brazil e foi somente com a participação na feira Ambiente, na Alemanha, que entendemos a tendência de produtos conceituais mas acessíveis. Hoje, já temos como base da Crippa essa política de investimento em produtos diferenciados e no Salone del Mobile de Milano, principal evento de decoração do mundo, já notamos que nosso produto está pronto para a disputa global. Nada disso seria possível sem o direcionamento em design, sustentabilidade e apoio geral do Programa promovido pelo INP e pela Apex-Brasil”, explica.

Ampliação de negócios

Everson Targas, da Plasútil, se recorda de um momento quando a companhia estava em vias de troca de representante comercial no Chile, há quase 8 anos. “Foi exatamente quando uma Missão Empresarial para o País nos trouxe a possibilidade de encontrar o distribuidor daquele mercado, que nos acompanha até hoje. Sem isso, era certo que não teríamos este cliente. Os Projetos Compradores e Projetos Vendedores promovidos pelo INP e pela Apex-Brasil por meio do Think Plastic Brazil são fundamentais para aumentar e solidificar a presença nos mercados internacionais”, afirmou.

Inteligência de Mercado

Eduardo Cabezas, da Alfamec, destaca a conquista de novos mercados como México e Porto Rico, obtidos por sua participação na feira Home & Housewares 2018, em Chicago, por meio do Think Plastic Brazil. “O volume e o detalhamento de informações repassados pelo Think Plastic Brazil, tanto a partir de pesquisas de mercado promovidas pela Apex-Brasil e pelos Institutos de Pesquisa parceiros quanto por meio de workshops, treinamentos e direcionamentos de tendências, são fundamentais para o desenvolvimento da companhia. Sem o trabalho desenvolvido pelo Programa o acesso a informações diferenciais ficaria muito mais difícil, restringindo nossos planejamentos estratégicos”, disse.

Capacitação

Francisco Trucharte, da Metaltru, acompanha as ações do INP e da Apex-Brasil pelo Think Plastic Brazil há quase 12 anos e hoje exporta para 31 países. A conquista do 31º, o Qatar, aconteceu após a participação na feira Ambiente: “A experiência oferecida pelo Programa é completa, desde o acompanhamento em feiras internacionais até as ações de capacitação. Ao lado dos profissionais do Think Plastic Brazil, a Metaltru obteve experiência e informações principal para investimentos em embalagens, design de produtos e acesso às tendências e estratégias de marketing e comunicação. Isso tudo nos permitiu entrar no Oriente Médio, um destino que antes não estava em nosso radar”, informou Trucharte.

O Programa Think Plastic Brasil foi criado em dezembro de 2003, quando a cadeia brasileira de plásticos integrados foi selecionada como uma das 10 maiores do mundo e reconhecida por sua alta tecnologia, assim como a capacidade de seus recursos humanos. O projeto foi realizado em colaboração com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e sob a coordenação do Instituto Nacional do Plástico (INP), para promover a exportação de produtos plásticos convertidos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Think Plastic Brazil

Curta nossa página no

Solvay apresentou dois novos estabilizadores UV para o mercado brasileiro de plásticos na Feiplastic 2019

15/05/2019

A Solvay Technology Solutions apresentou na Feiplastic 2019 dois novos estabilizadores UV para poliolefinas: o Cyasorb Cynergy Solutions M528 para aplicações de injeção e sopro, e o Cyasorb Cyxtra V9900 para peças automotivas.

Segundo a Solvay, o Cyasorb Cynergy Solutions M528 é um estabilizador à luz especificamente desenvolvido para produtos de polietileno soprados ou injetados, atendendo a elevadas exigências de durabilidade e oferecendo proteção UV a longo prazo, além de resistência térmica. A empresa afirma que o produto pode ser usado em uma ampla variedade de polímeros, em doses muito reduzidas quando comparado aos aditivos estabilizadores tradicionais, permitindo maior flexibilidade de formulação e redução de custos operacionais.

A Solvay também está introduzindo no mercado brasileiro o Cyasorb Cyxtra V9900. O produto é o primeiro de uma nova plataforma tecnológica de estabilização UV criada pela empresa. Especialmente desenvolvido para atender aos rigorosos requerimentos da indústria automobilística, o estabilizador proporciona resistência à radiação UV em peças plásticas interiores e exteriores de polipropileno (PP) e de compostos a base de poliolefinas TPO e TPE, afirma a Solvay.

Além de atender às normas automotivas globais de envelhecimento artificial e de durabilidade, assegura a Solvay, o produto excede as exigências de baixo VOC (composto orgânico volátil), odor e fogging, sem interferir na aderência de pintura. O Cyasorb Cyxtra V9900 é fabricado com a tecnologia Cyflow que não gera pó ou aglomerados e facilita sua incorporação no processo de extrusão.

“A indústria continua buscando soluções que permitam que os plásticos tenham um desempenho melhor e durem mais tempo, ao mesmo tempo que mantém uma boa relação custo-benefício”, comenta Andrea Landuzzi, Diretor Global de Marketing da área de negócios Polymer Additives da Solvay.

“As mais recentes tecnologias conferem à Solvay a liderança na capacidade de extensão da vida útil dos plásticos e facilitam os vários esforços da indústria para melhorar os processos de reciclagem, bem como no desenvolvimento de sistemas de economia circular. O M528 e o V9900 reforçam nosso compromisso de aproveitar nossos mais de 60 anos de experiência em estabilização UV para fornecer soluções inovadoras que lidam com os principais desafios sociais e dos clientes”, disse Landuzzi.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

Curta nossa página no

Braskem registra lucro líquido de 1 bilhão no primeiro trimestre de de 2019

15/05/2019

A Braskem registrou Ebitda de R$ 2,77 bilhões no primeiro trimestre de 2019, um crescimento de 45% em relação ao último trimestre de 2018 e de 5% sobre o mesmo período do ano passado. Em dólar, o Ebitda foi de US$ 729 milhões, uma queda de 11% na comparação com igual trimestre do ano passado.

Esses resultados foram impactos por efeitos não recorrentes como a receita com PIS/COFINS pagos a maior entre janeiro de 2012 a fevereiro de 2017 e a reversão de provisões relacionadas à Conta de Desenvolvimento Energético e ao Regime Especial da Indústria Química (Reiq). Sem esses efeitos, o Ebitda foi de US$ 336 milhões, queda de 16% e 60%, respectivamente, ao quarto trimestre e ao primeiro trimestre de 2018.

“O primeiro trimestre se mostrou desafiador em razão dos menores spreads petroquímicos no mercado internacional, dada a revisão de crescimento da economia global para o ano de 2019”, afirma o presidente da Braskem, Fernando Musa. “Neste cenário, seguiremos focados com a nossa estratégia de atuação a fim de superar os desafios globais do ciclo petroquímico”, completa Musa, referindo-se à diversificação geográfica e de base de matéria-prima equilibrada entre nafta e gás.

A receita líquida de vendas da Braskem atingiu R$ 13 bilhões no primeiro trimestre de 2019, praticamente em linha ao registrado no mesmo período do ano passado. O lucro líquido da companhia foi de R$ 1,03 bilhão, revertendo o prejuízo de R$ 78 milhões observado no trimestre anterior e mantendo-se em linha ao primeiro trimestre do ano passado.

No lado operacional, a taxa de utilização das centrais petroquímicas no Brasil foi de 88% no primeiro trimestre, dois pontos percentuais inferiores ao mesmo trimestre do ano passado, impactada por problemas operacionais. A taxa de utilização das plantas nos EUA e na Europa foi de 90%, superior ao 4T18 devido à normalização do fluxo logístico na Europa, porém inferior ao mesmo período do ano passado em função de paradas não programadas. No México, a taxa de utilização das plantas de polietileno foi de 79%, seis pontos percentuais acima do quarto trimestre de 2018 devido ao maior fornecimento de etano no período.

Mercado brasileiro de resinas

A demanda de resinas no mercado brasileiro foi de 1,4 milhão de toneladas, 7,8% e 4,2% superior ao quarto trimestre e ao primeiro trimestre do ano passado, respectivamente, em função do movimento de reabastecimento ocorrido no período. As vendas de resinas da Braskem totalizaram 878 mil toneladas, resultado 10% superior ao último trimestre do ano passado e superior ao crescimento do mercado. A participação de mercado da Braskem ficou em 64% no período.

No primeiro trimestre de 2019, a companhia exportou, a partir do Brasil, 356 mil toneladas de resinas, um crescimento de 16% em relação ao quarto trimestre de 2018. Foram exportadas 194 mil toneladas dos principais químicos produzidos no Brasil, uma queda de 10% sobre o trimestre anterior, influenciado pelo menor volume de gasolina.

Nos Estados Unidos, a demanda de polipropileno foi inferior devido ao alto nível de estoque na cadeia e ao fraco desempenho do segmento de fibras têxteis. Na Europa, a demanda se recuperou no trimestre e o mercado mostrou crescimento principalmente em função de uma antecipação à temporada de paradas programadas que irão acontecer no segundo trimestre deste ano. A demanda de polietileno no México foi de 504 mil toneladas, uma retração de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior, em função da queda no investimento público e privado e à desaceleração no crescimento econômico.

Investimento e competitividade

Os planos de expansão da Braskem seguem avançando. A empresa já concluiu 56,2% do investimento total previsto para construção da nova planta de Polipropileno nos Estados Unidos, a sexta unidade industrial desta resina no país. Já foram aportados US$ 426 milhões na nova unidade, que deve começar a operar em 2020.

Durante a Feiplastic, a maior feira do Plástico na América Latina, a Braskem anunciou uma nova solução para o mercado de embalagem conhecida como stand-up pouch monomaterial, um produto que facilita o processo de reciclagem dos materiais por conter apenas uma matéria-prima. Esse lançamento feito de polietileno é voltado ao segmento de cosméticos e alimentos e foi realizado em parceria com a Antilhas Flexíveis.

Além disso, a Braskem lançou uma nova solução que une a resina pós-consumo oriunda da logística reversa de sacarias da empresa ao Polietileno Verde (I’m greenT). A matéria prima traz o conceito de zero emissão de gás carbônico, uma vez que a emissão de CO2 durante o processo de reciclagem é compensada pela fixação do gás durante o processo produtivo do polietileno verde.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Eastman apresenta inovações em embalagens sustentáveis ​​na Luxe Pack New York

14/05/2019

Fornecedora em plásticos destaca inovações em reciclagem e bioplástico de engenharia

A Eastman exibirá suas últimas novidades no Luxe Pack New York, de 15 a 16 de maio, no Javits Center. A empresa apresentará duas inovações que abordam o desafio mundial relacionados ao tema dos resíduos de plástico e também dois produtos – o bioplástico de engenharia Eastman Trēva ™ e o copoliéster Cristal EV600™.

Trēva é um plástico à base de celulose para embalagens opacas e coloridas (foto). Segundo a Eastman, ele pode servir como um substituto direto para o ABS e permite oportunidades de reduções de matéria-prima nessas aplicações, com melhor desempenho e menor impacto ambiental. Seu bio-conteúdo de mais de 40%, afirma a empresa, permite que as marcas progridam em direção aos compromissos de sustentabilidade, enquanto se afastam dos materiais listados na Proposição 65 (lei californiana que exige advertências sobre substâncias químicas potencialmente perigosas que podem causar doenças como defeitos congênitos ou outros danos reprodutivos).

“Trēva é um bioplástico de alto desempenho com uma história robusta de início de vida. Com nossas inovações de reciclagem recém-anunciadas, em especial a tecnologia de renovação do carbono, estamos adicionando uma opção de fim de vida sustentável para este material “, disse Kendra Harrold, diretora de Marketing para Embalagens.

O Cristal EV600 é um novo polímero de alto fluxo com o polimento e a sensação de vidro. Segundo a Eastman, ele proporciona uma transparência profunda e incolor com luminosidade superior. A empresa afirma que ele supera outros copoliésteres, obtendo melhor estética e tendo como resultado um efeito cintilante luxuoso para aplicações em paredes de espessura média a grossa.

A Eastman anunciou recentemente duas inovações em reciclagem: a reciclagem circular avançada e a tecnologia de renovação do carbono. Elas permitem a reciclagem de poliéster misto e resíduos plásticos mistos.

Usando a metanólise, a reciclagem circular avançada decompõe os produtos à base de poliéster em seus blocos de construção poliméricos. Estes podem, então, ser reintroduzidos na produção de polímeros à base de poliéster, fornecendo uma solução circular. A Eastman projeta que a operação estará funcionando em escala total de 24 a 36 meses.

Segundo a Eastman, a sua tecnologia de renovação do carbono converte resíduos plásticos misturados (incluindo plásticos difíceis de reciclar, como embalagens de cosméticos) de volta aos seus componentes moleculares. Estes são reintroduzidos na produção de uma variedade de materiais, como plásticos e produtos celulósicos. A produção comercial está planejada para 2019, usando os ativos existentes.

Kendra Harrold disse: “Essas inovações são apenas o começo. A Eastman está comprometida em trabalhar com nossos parceiros da cadeia de valor para criar soluções reais para uma verdadeira economia circular. “

A Eastman é uma empresa global de materiais atuando em mercados finais tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A empresa emprega, aproximadamente, 14.500 pessoas ao redor do mundo e atende clientes em mais de 100 países. A companhia alcançou, em 2018, aproximadamente, 10 bilhões de dólares em receitas e está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

Curta nossa página no

Ineos Styrolution planeja nova fábrica para produção do compósito Stylight

13/05/2019

  • StyLight® é a linha de produtos termoplásticos estéticos da Ineos Styrolution
  • Demanda das indústrias automotiva, eletrônica e de esportes é decisiva para o investimento na nova planta de produção

A Ineos Styrolution, líder global em estireno, anunciou em 22 de abril passado que planeja construir uma nova planta para o compósito StyLight®. O estabelecimento da nova linha de produção reflete o crescente aumento da demanda dos clientes, afirma a Ineos Styrolution.

Desde seu lançamento durante a feira K 2016, em Düsseldorf, o StyLight tem recebido a atenção de designers das indústrias automotiva, eletrônica e esportiva de todo o mundo. Segundo o fabricante, o compósito baseado em estireno acrilonitrilo (SAN) e fibra de carbono/vidro, fabricado por compressão, oferece uma combinação que une rigidez estrutural, estética, processabilidade, estabilidade dimensional e qualidade de superfície próxima da “Classe A”. O portfólio da linha foi recentemente expandido para incluir o StyLight baseado em polipropileno (PP).

As parcerias iniciais de desenvolvimento com os institutos alemães de pesquisa NMF (Neue Materialien Fürth GmbH) e NMB (Neue Materialien Bayreuth GmbH) foram fundamentais para otimizar as propriedades e o processamento do produto. Outras parcerias, com as empresas Roctool e, mais recentemente, com a ARRK Shapers levaram à validação do StyLight, cumprindo com as especificações para os interiores dos veículos dos principais fabricantes de automóveis.

Apesar de a Ineos Styrolution priorizar uma locação na Alemanha, o local específico para a nova planta de produção ainda está para ser definido. A nova fábrica está planejada para iniciar o funcionamento em 2022.

“Desde a introdução do StyLight, nós dedicamos recursos significativos para otimizar a qualidade do material e os parâmetros de processamento do produto. Tendo seguido o desenvolvimento de StyLight desde o início, estou entusiasmado para ver a reação dos clientes e estou ansioso por este próximo passo “, explica Pierre Juan, Vice-presidente de Negócios Futuros e Inovação.

“A decisão de construir uma linha de produção para o StyLight é parte de um programa maior de investimentos da Ineos Styrolution “, acrescenta Kevin McQuade, CEO da companhia. “Atividades recentes como a aquisição de novos ativos de poliestireno na China, a construção de um nova planta de ASA com 100.000 toneladas em Bayport, Texas, e o desenvolvimento de uma nova linha de produção de ABS de 50.000 toneladas em Wingles, na França, demonstra nosso compromisso contínuo como os principais fornecedores globais de estirênicos. Este investimento é, no entanto, grandioso, pois produzirá um novo tipo de material inventado pela Ineos Styrolution e oferece aos nossos clientes uma alta performance e soluções práticas”.

A Ineos Styrolution atua no fornecimento de estirênicos, com foco em monômero de estireno, poliestireno, ABS Standard e especialidades de estireno. Com plantas de produção contando com mais de 85 anos de experiência, a Ineos Styrolution fornece aplicações em estireno para muitos produtos do dia-a-dia em um vasto leque de indústrias, que incluem automotiva, eletrônica, linha branca, construção, médica, brinquedos/esportiva/de lazer e de embalagens. Em 2018, as vendas foram de 5,4 bilhões de euros. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.500 colaboradores e opera 20 plantas em dez países.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Ineos Styrolution

Curta nossa página no

Cipatex apresenta geomembranas na Aquishow

13/05/2019

A Cipatex, líder em revestimentos sintéticos, apresenta soluções em impermeabilização de lagoas e tanques durante a Aquishow Brasil 2019, que ocorre entre os dias 14 e 17 de maio, em Santa Fé do Sul/SP. A participação no evento, que reúne todos os elos da cadeia produtiva da aquicultura, reforça o posicionamento da empresa no setor.

Segundo Aureovaldo Casari, gerente de agroindústria e mineração da Cipatex, a presença na Aquishow é muito importante para os negócios da empresa. “Vamos apresentar as possibilidades de aplicação e a tecnologia empregada no Cipageo®, geomembranas de PVC de alta performance que confere estanqueidade aos sistemas de produção e cultivo de peixes e camarões em água doce ou salgada”, afirma. O produto pode ser utilizado em lagoas e tanques escavados e estruturados.

Para tanques ou viveiros escavados, a Cipatex fornece geomembranas com grande resistência ao envelhecimento e às intempéries. Segundo a empresa, o material pode ser confeccionado sob medida, garantindo praticidade ao produtor, com instalação rápida e segura. Este tipo de tanque é indicado para criação em cativeiro em larga escala, seja na carcinicultura ou piscicultura.

Para tanques estruturados/circulares, formados por armações metálicas, a empresa desenvolveu geomembrana reforçada com uma tela de alta tenacidade. De acordo com a Cipatex, o sistema atende, principalmente, à produção comercial de peixes em áreas reduzidas, onde é possível a criação com grande adensamento.

A Cipatex afirma que as geomembranas Cipageo® são fabricadas em várias espessuras, de acordo com as dimensões do projeto e necessidades do produtor, sendo tolerantes a diversos tipos de ácidos, sais e bases. O material também tem a opção de ser confeccionado com geotêxtil acoplado ou reforço interno, conferindo maior resistência à tração, punção e rasgo, afirma a empresa.

Conforme Casari, o evento, que deve reunir mais de três mil pessoas, surge como grande oportunidade para estreitar o relacionamento com produtores, prospectar novos clientes e trocar experiências.

Criada em 1964, a Cipatex oferece ao mercado soluções em revestimentos sintéticos, contando hoje com uma linha de produtos que atende aos setores de calçados, piscinas, bolsas e acessórios, utilidades domésticas, construção, móveis, vestuário, automóveis, esporte e lazer, brindes, material escolar e comunicação visual. Ao todo, a Cipatex conta com cerca de 1.200 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Serviço: Aquishow
Data: de 14 a 17 de maio de 2019
Local: Estande Cipatex – 84
Av. Waldemar Lopes Ferraz, s/n, Estância Turística de Santa Fé do Sul/SP

Fonte: Assessoria de Imprensa – Aquishow

Curta nossa página no

ExxonMobil anuncia projeto de 2 bilhões de dólares para expansão de complexo químico no Texas (EUA)

10/05/2019

  • Expansão da planta de Baytown criará aproximadamente 2.000 empregos durante a construção
  • Projeto irá maximizar o valor da crescente produção da Bacia Permiana
  • Estudo da empresa afirma que a ExxonMobil contribuiu com mais de US $ 43 bilhões para o produto interno bruto dos EUA em 2017

A ExxonMobil disse hoje que vai investir U$ 2 bilhões para expandir sua planta química de Baytown, no Texas, a qual criará aproximadamente 2 mil empregos durante a construção e contribuirá para um retorno de aproximadamente 15% – valor que a empresa espera de seus investimentos químicos.

A expansão da planta de Baytown se soma à iniciativa “Growing the Gulf” da empresa, de 2017, que delineou planos para construir e expandir instalações de manufatura ao longo da Costa do Golfo dos EUA, criando mais de 45.000 empregos bem remunerados em toda a região, afirma a empresa.

“Nossos investimentos substanciais nos Estados Unidos dão suporte aos planos de crescimento de longo prazo da ExxonMobil e resultarão em milhares de empregos com altos salários”, disse Darren W. Woods, presidente e diretor executivo da ExxonMobil. “Através dos bilhões de dólares que estamos investindo na Bacia Permiana para aumentar a produção de petróleo e a expansão de nossas operações ao longo da Costa do Golfo, nossa empresa está fazendo contribuições significativas e duradouras para a economia dos EUA e as muitas comunidades onde operamos. “

A ExxonMobil contratou a Ernst & Young para examinar as contribuições que a empresa fez à economia dos EUA em 2017 – o ano em que a iniciativa “Growing the Gulf” foi lançada. Segundo a empresa, a pesquisa concluiu que, durante 2017, a ExxonMobil contribuiu com mais de US $ 43 bilhões para o PIB dos EUA e as suas atividades econômicas direta, indireta e induzida sustentaram quase 177.000 empregos em todo o país.

“Esta pesquisa, focalizada em um único ano, é um retrato poderoso de como nossos negócios nos Estados Unidos beneficiam diretamente a economia americana”, disse Woods. “Isso ressalta as muitas maneiras pelas quais a empresa e nossos funcionários estão contribuindo para a prosperidade em todo o país”.

A pesquisa da Ernst & Young também concluiu que, em 2017:

  • As operações da ExxonMobil nos EUA deram suporte a quase U$ 6,72 bilhões em renda de mão-de-obra direta – uma média de U$ 208.000 por trabalhador em termos de remuneração anual total, incluindo salários e benefícios.
  • O impacto das operações e investimentos da ExxonMobil incluem mais de US $ 7 bilhões em pagamentos de impostos e royalties.
  • A empresa fez investimentos de capital em 20 estados.

Woods disse que os recentes investimentos da empresa, tais como uma grande expansão da produção de petróleo e gás na Bacia do Permiano e a planejada expansão em Baytown, continuarão impulsionando a economia dos EUA.

“Nossa expansão química em Baytown nos colocará em uma posição sólida para maximizar o valor da crescente produção da Bacia Permiana e fornecerá produtos de maior valor e maior demanda produzidos em nossas instalações de refino e plantas químicas da Costa do Golfo”, disse Woods.

“Espera-se que a demanda global por produtos químicos seja maior do que o crescimento da demanda de energia e o crescimento do PIB nos próximos 20 anos”, disse Woods.

A expansão, prevista para se iniciar em 2022, inclui uma nova unidade de polímeros Vistamaxx ™, utilizados para gerar produtos que oferecem níveis mais altos de elasticidade, maciez e flexibilidade, afirma a empresa. A nova unidade produzirá cerca de 400.000 toneladas de polímeros Vistamaxx ™ por ano.

O projeto também permitirá que a ExxonMobil entre no mercado de alfa-olefinas lineares. As alfa olefinas lineares são usadas em inúmeras aplicações, incluindo óleos industriais e de motor de alto desempenho, ceras e blocos de construção para surfactantes, polietileno para embalagem e outras especialidades químicas. A nova unidade produzirá cerca de 350.000 toneladas de alfa-olefinas lineares por ano.

Segundo a empresa, a planta da ExxonMobil em Baytown é o maior complexo petroquímico integrado nos EUA. Fundado em 1919, o complexo está localizado em aproximadamente 3.400 acres ao longo do Houston Ship Channel, cerca de 40 km a leste de Houston. A instalação inclui uma refinaria, fábrica de produtos químicos, fábrica de olefinas, fábrica de plásticos e um centro de tecnologia global.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Exxon Mobil

Curta nossa página no

Activas firma parceria com Fintech Weel para oferecer capital de giro a mais de 7 mil empresas da Indústria Plástica

10/05/2019

Uma das maiores distribuidoras de resinas do país e a startup financeira se unem em acordo inédito para transpor o obstáculo entre as PMEs desse segmento e o acesso a capital de giro rápido e de baixo custo.

A Activas, uma das maiores distribuidoras de resinas do país, acaba de firmar um acordo inédito com a startup financeira Weel, Fintech que oferece capital de giro online para pequenas e médias empresas brasileiras por meio da antecipação de recebíveis.

Pelo acordo, a Activas passa a oferecer à sua carteira de clientes, formada por mais de 7 mil pequenos e médios transformadores de plástico, o acesso a uma modalidade rápida, digital e desburocratizada de obtenção de capital de giro. Caracterizada pela inexistência de dívidas e parcelas – uma vez que a operação simplesmente antecipa valores futuros – a antecipação é comumente utilizada no Brasil, tanto para equilibrar o fluxo de caixa como para disponibilizar recursos para investimentos na produção.

No cotidiano, os pequenos e médios transformadores enfrentam diversos desafios financeiros, tais como a volatilidade e reajustes inesperados nos preços das resinas. Isso se combina a um cenário de escassez de recursos financeiros externos e de constante exigência no alongamento de prazos de recebimento do pagamento de mercadorias vendidas, que nos últimos anos têm saído dos tradicionais 28/35/42 dias para até 120 dias de prazo, o que afeta substancialmente o fluxo de caixa dos transformadores.

“É inaceitável que uma das maiores indústrias do país ainda não possa contar com um parceiro financeiro que a ajude a crescer. A antecipação, para esses empresários, é a saída mais viável, uma vez que funciona como uma espécie de autofinanciamento. Essas empresas já têm capital disponível – este apenas não entrou ainda na conta corrente”, avalia Simcha Neumark (foto), CEO e fundador da Weel.

Na modalidade financeira praticada pela Weel, o gestor da empresa acessa diretamente a plataforma da fintech via web por meio de uma senha de segurança ou através dos principais sistemas de gestão (ERPs) para PMEs do mercado, registrando as faturas que pretende antecipar em um formulário digital. As informações dos sacados e do emissor das faturas são checadas pela plataforma Weel, que rapidamente disponibiliza as cotações das notas fiscais já aprovadas.

Dessa forma o gestor pode estudar a proposta e decidir seu interesse sobre sua realização, sem nenhum custo. A Weel afirma que, diferentemente da avaliação de risco tradicional, em que só são consultados os registros de negativação do mercado, a tecnologia da Weel analisa informações de mais de 15 mil pontos diferentes, incluindo cartórios, redes sociais etc.

Segundo a Weel, a vantagem em relação ao procedimento tradicional de antecipação começa pelo prazo de obtenção de acesso ao capital, passando pela facilidade da operação (toda digital, sem a necessidade de envio de documentos físicos) e termina com tarifas atrativas. Enquanto uma operação de antecipação tradicional leva em média 48 horas para ser consolidada, podendo chegar até uma semana dependendo da operação, a Weel garante o montante até mesmo no próprio dia da realização (dependendo do horário de solicitação). Além disso, seus algoritmos baseados em inteligência artificial e big data permitem precificar cada fatura de forma individualizada: quanto maior a solidez do sacado, menor o risco e, portanto, menor a tarifa cobrada, afirma a empresa.

“Com essa parceria, a Activas criou um grande facilitador no relacionamento comercial com seus clientes. Já para a Weel, é uma oportunidade incrível de ampliar o contato com empresas do setor, consolidando-se como sua parceira de crescimento”, acrescenta o CEO da Weel.

Com escritório em São Paulo, a Weel mantém um laboratório de inteligência artificial e tecnologia operacional em Israel. Seu centro de P&D dedica-se ao desenvolvimento de algoritmos de risco, aprendizado profundo de máquina e análise de big data aplicada à análise, seleção, validação e precificação dinâmica de recebíveis.

Em operação desde 2016, a Weel utiliza estas tecnologias para produzir ofertas de financiamento instantâneas para as PMEs brasileiras. A Weel firmou parcerias estratégicas com empresas de software de gestão que abrangem milhares de usuários empresariais em todos os segmentos da indústria, incluindo SAP Business One, Omie, ERPFlex e Arquivei.

“Pela opção eletrônica de esteira operacional e de análise e validação, podemos individualizar a seleção de cada recebível, de forma escalável, gerando condições dinâmicas de acesso e preço competitivo. Trata-se de um benefício especialmente importante para as PMEs, que se viam desassistidas diante das dificuldades impostas pelo processo tradicional, além de seus altos custos”, afirma o diretor geral da Weel no Brasil, Carlos Guidi.

Com isso, complementa o diretor, “contribuímos com a evolução do ambiente de negócios no Brasil, pois atuamos na inclusão financeira, propiciando acesso e redução dos custos de financiamento, fomentando o crescimento e a sustentabilidade dos negócios”.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Weel

Curta nossa página no

Mecalor abre filial no México para atender indústria de plástico local

09/05/2019

Acreditando no mercado mexicano, a Mecalor, empresa brasileira atuante no segmento de refrigeração industrial e institucional, vai inaugurar um escritório no distrito industrial de Querétaro, cidade localizada a 220 km da capital, Cidade do México.

“O mercado mexicano é segundo maior da América Latina e é o que está mais longe da gente, portanto merece uma atenção especial. Lá já temos representantes e equipamentos instalados, mas agora decidimos ir para valer. Com a possibilidade de no futuro montar uma fábrica”, argumenta János Szegö, CEO da Mecalor Brasil.

A economia mexicana é a segunda maior da América Latina e está entre as quinze mais importantes do mundo. Com uma economia muito integrada à dos EUA, destino de 80% das suas exportações, o novo governo do México promete diversificar e fomentar o desenvolvimento econômico com incentivos à produção industrial e o incremento da demanda. A expectativa é de que esse crescimento seja favorecido pelo aumento da oferta de emprego, forte consumo das famílias e por maiores investimentos em comparação com 2018.

Há 60 anos no Brasil, a Mecalor fornece soluções de engenharia térmica para diversos segmentos da indústria. Ela produz e comercializa chillers e outros periféricos para resfriamento e controle de temperatura com precisão. A Mecalor atua em setores como: plástico, hospitalar, alimentício, farmacêutico, ar condicionado e automotivo. Neste último, destaca-se pela fabricação de câmaras climáticas para teste em automóveis.

No México, as operações vão começar com foco na indústria de transformação do plástico. “A ideia é iniciar a operação no setor de plástico, mas com o tempo vender também produtos e soluções para os demais segmentos, principalmente o hospitalar, onde tempos grande expertise e somos líder de mercado no Brasil”, explica Szegö.

Em 2019, a estratégia da empresa está sendo focalizar fortemente em exportação. Desde que iniciou atividades em comércio exterior, há dez anos, as vendas internacionais cresceram bastante, principalmente para a América Latina, mesmo em um ambiente de crise econômica no Brasil. As exportações da Mecalor representam hoje cerca de 20% do faturamento anual da empresa. A tendência com o início da operação do México é aumentar a representatividade desses negócios também nos países da América Central e para os Estados Unidos.

Segundo János Szegö, na primeira fase, a filial mexicana vai importar totalmente os equipamentos do Brasil. Com o crescimento da demanda, a intenção é iniciar uma segunda etapa com a montagem local dos produtos. Após essa fase, a evolução das vendas determinará a possibilidade de produção total no México, com a abertura de uma fábrica.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Mecalor

Curta nossa página no

Milliken firma parceria com PureCycle para nova tecnologia de reciclagem de Polipropileno

06/05/2019

Trabalho em conjunto da Milliken, PureCycle e Nestlé deve permitir que o polipropileno (PP) reciclado ganhe características iguais às da matéria-prima virgem, afirmam as empresas

O processo de reciclagem patenteado PureCycle, desenvolvido e licenciado pela Procter & Gamble (P & G), separa cor, odor e outros contaminantes da matéria-prima de resíduos plásticos para transformá-los em resina plástica semelhante à virgem. A Milliken, cujos aditivos terão um papel fundamental no revigoramento do polipropileno reciclado, estabeleceu uma relação de fornecimento exclusiva com a PureCycle para ajudar a resolver o desafio da destinação dos plásticos ao fim da sua utilização. A Nestlé, maior produtora de alimentos e bebidas do mundo, está trabalhando com o PureCycle para desenvolver novos materiais de embalagem que ajudem a prevenir a geração de lixo plástico, de acordo com o compromisso da empresa de tornar 100% de suas embalagens recicláveis ​​ou reutilizáveis ​​até 2025.

Com essa nova movimentação, a PureCycle dá um passo importante para abrir sua primeira fábrica de reciclagem de polipropileno (PP), garantindo que o produto tenha característica de “plástico virgem”.

“Nossos parceiros estão nos ajudando a caminhar mais rápido para levarmos essa solução ao mercado”, avalia Mike Otworth, CEO da PureCycle Technologies. “Esta é uma validação do nosso método, e nos ajuda a seguir em frente com mais agilidade para tornarmos a reciclagem de plásticos uma realidade. O uso dos aditivos da Milliken fará com que o polipropileno reciclado ultrapuro (UPRP, na sigla em inglês) da PureCyle seja de alta qualidade e acrescente valor máximo – tanto para os proprietários de marcas quanto para os consumidores. Acreditamos que essa parceria colocará a PureCycle como líder na recuperação e produção de polipropileno”.

“A Milliken entende que a criação de um futuro sustentável requer uma colaboração significativa com outros pioneiros da indústria”, comenta Halsey Cook, presidente e CEO da Milliken & Company. “Acreditamos na tecnologia PureCycle combinada com os principais aditivos plásticos da Milliken. Esta união é uma oportunidade transformadora que eleva a viabilidade do polipropileno reciclado e ajuda a resolver o desafio do ciclo de vida dos plásticos”.

Com tecnologia licenciada de P&G, a PureCycle está construindo a primeira planta industrial em Lawrence County, no estado de Ohio (EUA), que irá reciclar cerca de 54 mil toneladas de polipropileno por ano, a partir de 2021.

Hoje, cerca de 20% do tereftalato de polietileno (PET) – que é comumente usado para fazer garrafas de plástico e outros bens de consumo – é reciclado. Em contrapartida, menos de 1% do polipropileno (PP) é atualmente reciclado. A PureCycle é a primeira empresa que tem foco único na reciclagem e reintegração do polipropileno, destinado a aplicações em produtos de consumo altamente sensíveis, tais como embalagens de alimentos e bebidas, interior de automóveis, eletrônicos, mobiliário e muitos outros produtos.

Segundo a PureCycle, suas tecnologias produzirão PP reciclado de alta qualidade, que estará amplamente disponível para suprimento às indústrias. A P&G afirma que a nova tecnologia ajuda a alcançar os objetivos de reciclagem da empresa – dobrando o uso de resina reciclada em embalagens plásticas e garantindo que 90% das embalagens sejam ou recicláveis ou parte de programas para reciclagem. O novo método de produção também está alinhado com a visão da P&G de usar 100% de materiais reciclados ou renováveis, além de proporcionar que zero resíduos do consumidor final sejam direcionados a aterros sanitários.

“A nossa abordagem da inovação não só inclui produtos e embalagens, mas tecnologias que permitam que tenhamos um impacto positivo no meio ambiente. Esta tecnologia tem a capacidade de revolucionar a indústria de reciclagem de plásticos, permitindo que a P&G e empresas de todo o mundo tenham acesso a fontes de plásticos reciclados com desempenho e propriedades quase idênticos aos de materiais virgens, para uma ampla gama de aplicações”, acredita Kathy Fish, diretora de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Procter & Gamble.

O mercado global de polipropileno é estimado em mais de US$ 80 bilhões, de acordo com pesquisa da Transparency Market, e deve alcançar US$ 133 bilhões em 2023. A APR – Associação de Recicladores de Plástico dos Estados Unidos já identificou uma demanda de mais 450 mil toneladas de polipropileno reciclado apenas na América do Norte. A maior parte dessa procura é de material de alta qualidade, de acordo com a entidade.

A PureCycle Technologies é uma empresa de portfólio da Innventure, uma parceria da Wasson Enterprise. A Innventure tem mais de 20 anos de experiência na identificação de tecnologias disruptivas e na criação de novas empresas bem-sucedidas. O grupo combina a experiência da Wasson Enterprise (WE), uma empresa de investimento baseada na família liderada pelo CEO da Walgreens Boots Alliance, Greg Wasson, e o XL Tech Group (XLTG), empresa precursora da Innventure. Das 11 empresas criadas pelos fundadores da Innventure em 20 anos, 10 alcançaram late-stage funding, incluindo seis IPOs bem-sucedidos. O acordo de fornecimento inicial da Innventure com a Procter & Gamble ocorreu em dezembro de 2015.

A Milliken é uma empresa com foco na inovação desde que foi fundada, em 1865. Em seus laboratórios e centros de desenvolvimento e de aplicação em todo o mundo, cientistas e engenheiros trabalham diariamente criando revestimentos, especialidades químicas, aditivos e tecnologias de coloração. A empresa acumula mais de 2.200 patentes nos EUA e mais de 5 mil patentes no mundo todo, desde sua fundação.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Milliken

Curta nossa página no

Reed Alcântara Machado relata recorde de negócios internacionais durante Feiplastic 2019

02/05/2019

Após cinco dias do evento, a Feiplastic encerrou-se no dia 26 com intensa visitação e volume de negócios. Segundo a organizadora da feira, Reed Alcântara Machado, somente nas rodadas internacionais foram contabilizados até o momento R$ 14, 9 milhões ($ 3.8 milhões) em negócios e uma expectativa de R$ 52,6 milhões ($ 13.38 milhões) para os próximos 12 meses.

De acordo com a Reed Alcântara Machado, os visitantes informaram haver uma verba declarada de R$ 1,6 bilhões para compras. A feira contou com 430 rodadas de negócios internacionais, onde cerca de 70 empresas brasileiras fizeram negócios com 22 compradoras, vindas de países como EUA, Canadá, México e outros países da América do Sul.

Além do evento internacional, a Feiplastic também promoveu as rodadas de negócios nacionais, nas quais aconteceram mais de 120 reuniões com 12 empresas compradoras, dentre elas Colgate e Ambev. De acordo com a organização, 96% das reuniões foram avaliadas pelos compradores e expositores participantes como boa ou ótima e com expectativa de negócios. A expectativa é de R$ 21 milhões.

“A Feiplastic se consolida como a maior feira geradora de negócios para a indústria do plástico. Os expositores reconhecem que a feira encontrou uma proposta de valor consistente para o mercado. Acredito que atingimos um modelo definitivo para o que se espera do setor”, avaliou Leandro Lara, diretor da Reed Exhibitions.

No Clube dos Compradores, área com benefícios exclusivos, um grupo qualificado de executivos realizou reuniões focadas em negócios de grande escala. “A Feiplastic é reconhecida pela alta capacidade de atrair compradores qualificados e conectá-los com as soluções mais inovadoras do mercado”, explica Leandro Lara.

A feira contou com a visitação de mais de 50 mil pessoas de 30 países ao longo dos cinco dias do evento. Dos visitantes internacionais, 86% são da América do Sul, 6% da Europa, 4% da América do Norte e 2% da África. Foram mais de 1.000 marcas expositoras em um espaço de 35 mil m².

“A feira deste ano teve uma presença de público com maior poder de tomada de decisão do que a edição de 2017. Concluímos que vamos fechar de 25% a 30% a mais de vendas em função dessa semana e da criação dos novos relacionamentos que a feira nos proporcionou”, reforça Fábio Bordin, diretor para as Américas da Ineos Styrolution.

Para César Ortega, diretor comercial da Cromex, a feira teve uma participação acima do esperado tanto na quantidade de pessoas como no nível do público que frequentou o estande. “O retorno que tivemos com as reuniões foi bastante positivo e as convertemos em vendas – nessa semana, acima de 5% do volume mensal. Sem dúvida após a feira teremos um aumento significativo de 10% nas vendas”, disse.

“A Feiplastic trouxe para nós um grande público. Foram vendidas 20% a mais de máquinas do que na edição de 2017 e estamos muito satisfeitos com a movimentação no nosso estande. Não ficamos nenhum dia parados”, disse Roberto Candido de Melo, gerente de manutenção da Haitian.

“A feira foi muito importante para consolidarmos a marca Unipar. Pensando na cadeia como um todo, temos a certeza de que, a longo prazo, teremos uma conversão de 80% de todas as negociações que tivemos aqui no estande. Realmente a Feiplastic fez diferença para a prospecção de novos negócios”, revela Juliana Alcázar Pedro, coordenadora de marketing de produto da Unipar.

Quem também estima novos negócios é a Tomra. “A feira foi muito boa, pois recebemos muitas visitas dos clientes que nós prospectamos e clientes potenciais. Estimamos que a conversão seja de mais de 10%”, destaca Jamile Perozini, gerente de escritório da Tomra.

Negócios internacionais

A BASF cita o interesse de investidores de fora do país como um fator relevante para a feira. “Todos os relacionamentos foram positivos. Os clientes gostaram muito das nossas novidades e a movimentação no estande foi maior do que na outra edição. Vemos uma revolução na indústria do setor e também o interesse de investidores de fora. Não temos os dados da taxa de conversão ainda, mas acreditamos em uma estimativa de mais de 30%”, conta Murilo Feltran, gerente de marketing de produto da BASF.

Carlos Benedetti, diretor comercial da Nova Trigo, também comemora as parcerias internacionais. “Nossa experiência na feira foi altamente positiva e superou as nossas expectativas. Geramos muitas parcerias internacionais com a Ecopet e com a Traincon que irão alavancar os negócios da Nova Trigo, a partir da Feiplastic. As prospecções foram positivas, pois um público qualificado compareceu ao evento; enxergamos uma conversão acima de 30%”.

Expositores preparam-se para Feiplastic 2021

Os resultados desta edição proporcionaram a renovação de vários contratos com a Reed Exhibitions para a 18ª Feiplastic, que acontecerá em 2021. “A feira foi muito boa e melhor que a nossa expectativa. Em relação às negociações, acreditamos que teremos cerca de 20% de conversão de clientes novos. Nós vamos inovar ainda mais na próxima edição da Feiplastic”, contou Nara Mato, responsável pelo desenvolvimento de marketing da Karina.

A Mitsui também comemora as conquistas e confirma participação na próxima edição. “Nosso estande foi muito visitado e gerou novos negócios. Tivemos procura por matéria-prima, até mesmo de clientes que não seriam prospecções diretas. Com relação aos relacionamentos que estreitamos, acreditamos que teremos uma conversão de 15% por conta do nosso nicho de atuação, que é bem específico. Conquistas que garantiram a renovação para a próxima edição”, finalizou Bruna Azevedo De Freitas, analista de vendas da Mitsui.

Arena do Inova Plastic discutiu inovações e o futuro do plástico

Uma das novidades da 17ª Feiplastic foi a arena Inova Plastic, que contou com diversos painéis e expositores debatendo estratégias, inovação e o futuro do plástico em aplicações alinhadas às novas necessidades da sociedade, do mercado e seus impactos na natureza.

No primeiro dia, o destaque foi a palestra “O Mundo da Inovação e a Inovação do Mundo”, ministrada pelo consultor Leonardo Dornelas, da Inventta. Ele trouxe um panorama de como a tecnologia mudou radicalmente o mundo em pouco tempo. “A inteligência artificial, por exemplo, está em constante aprimoramento e em pouco tempo será capaz de analisar contexto e informações. Os robôs muito rapidamente vão entrar nas nossas vidas. A tecnologia vai trazer grandes mudanças na sociedade”, disse.

Em seguida, a palestra “O papel das pequenas e médias indústrias no Cenário de Inovação” teve a participação dos representantes das empresas Birmind, Nanox e Printgreen que responderam a perguntas do público sobre qual é o papel das startups na inovação industrial.

Também no primeiro dia a JBS Ambiental apresentou seu case de Economia Circular do Plástico. De acordo com Fábio Cardin Maranho, executivo da empresa, a implantação da reciclagem surgiu da necessidade de se descartarem adequadamente os resíduos produzidos na indústria pecuária, sendo hoje um dos braços da empresa. “O diferencial da JBS Ambiental é investir na logística reversa. Hoje podemos dizer que os resíduos valem ouro”, explicou.

No segundo dia, a palestra “Inovação de plásticos na mobilidade”, do engenheiro Jef Chandley Cruz, da RTP Company Mercosul, abriu a arena Inova Plastic e trouxe muitas informações importantes sobre o uso do plástico no setor automotivo. Uma delas foi como a substituição do alumínio pelo plástico nos componentes do veículo automotor tem tornado a produção muito mais barata.

No mesmo dia, a segunda palestra intitulada de “A nova rota do mercado automotivo e como os materiais compósitos podem te ajudar a recalculá-la” abordou as inovações com o uso do plástico na produção e o grande desafio relacionado à sustentabilidade e emissão de CO² dos veículos.

De acordo com o engenheiro Jef Chandley Cruz, que fez a apresentação, a solução está em investir em materiais mais leves que aumentem a autonomia dos veículos e os torne menos poluentes. As cifras citadas impressionam: para cada quilo retirado do veículo são poupados 0,09 g de CO²/Km que iriam para a atmosfera.

No terceiro dia, o tema foi a sustentabilidade. A questão quase sempre é vista apenas sob o ponto de vista ambiental, mas de acordo com os palestrantes o tema é muito mais complexo, pois envolve também economia e sociedade.

“Estamos tentando mudar a visão que a sociedade tem do plástico. Ele é um ótimo produto, traz leveza aos carros e durabilidade aos alimentos, por exemplo. Precisamos discutir a reciclagem e como esse processo deve começar a partir das grandes empresas, tornando sua economia circular”, disse Bruno Igel da WiseWood.

No penúltimo dia, um dos temas debatidos foi a inovação na era digital. Participaram deste painel Fábio Buckeridge (CDO da Braskem), Fabiano Assunção Sant’Ana, (digital head South America da BASF) e Fernando Birman (CDO da Solvay).

Os três falaram nas transformações que se aproximam com as macrotendências da economia circular, economia compartilhada, veículos autônomos e inteligência artificial. “O desafio para os próximos cinco anos é que mais pessoas dominem inteligência artificial e programação”, disse Buckeridge.

O último dia do Inova Plastic teve a presença de José Ricardo Roriz (presidente da Abiplast), Rafael Navarro (vice-presidente da ANPEI) e Horácio Forjaz (FAPESP). Com o tema “Desafios e Oportunidades de Inovação para o Setor”, o painel se propôs a fazer um apanhado de tudo que foi discutido durante a semana da Feiplastic. “Temos oportunidade no Brasil. Temos mercado e temos bons instrumentos. Somos um país abundante”, disse Rafael Navarro.

Horácio Forjaz frisou que as inovações fazem parte da história da humanidade, mas que nunca houve uma necessidade tão grande delas. “A inovação nunca foi tão importante para a preservação de empresas e até países. No Brasil, nosso desafio é maior, mas nem por isso vamos deixar de aproveitar as oportunidades”, completou enfatizando que o futuro do país também depende de um pacto nacional pelo desenvolvimento.

Além da função de gerar negócios para o setor do plástico, a Feiplastic buscou desmistificar as notícias negativas propagadas a respeito dos plásticos. “A visão negativa que se construiu em torno do plástico é muitas vezes emocional. As alternativas que temos a este produto muitas vezes são piores em termos de sustentabilidade ambiental e financeira”, disse Fábio Buckeridge, CDO da Braskem durante a palestra Inovação na Era Digital no Inova Plastic.

Foco na sustentabilidade e economia circular

Em parceria com a Abiplast e com apoio da Braskem, a Feiplastic trouxe para esta edição uma novidade na Operação Reciclar, que transcendeu o pavilhão de exposições, com 8 horas de coleta de resíduos nas margens do córrego Carandiru, próximo ao conjunto habitacional Cingapura. Ao todo foram coletadas 33 toneladas na operação outside.

A segunda atividade da Operação Reciclar aconteceu durante os cinco dias de evento, com o apoio de agentes coletores no pavilhão de exposições. A coleta foi periódica em todos os expositores da Feiplastic que fabricaram produtos plásticos para demonstração e resultou em 57,1 toneladas.

Com 90,1 toneladas de resíduos coletados em 2019, o projeto reforça o compromisso e comprometimento com a sustentabilidade, fomentando a correta destinação dos resíduos. “O principal desafio talvez seja estimular a compreensão de que o descarte correto do plástico é responsabilidade de todos”, explica Patrícia Oliveira, gerente de produto da Feiplastic.

José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), reforça a importância da iniciativa: “A Operação Reciclar é uma ação de conscientização do consumidor sobre a necessidade do correto descarte de resíduos sólidos. Como indústria, aperfeiçoamos nossos processos e produtos para melhorar o índice de reciclagem no Brasil, mas contamos também com o apoio da população no que tange ao descarte consciente para atingir os ideais de sustentabilidade”, esclarece.

A Feiplastic 2019 contou ainda com o espaço interativo “Movimento Plástico Transforma”, que apresentou ações para sensibilizar a sociedade sobre os benefícios do plástico – uma iniciativa pioneira do PICPlast.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic 2019

Curta nossa página no

Expositores comemoram negócios fechados na Feiplastic

26/04/2019

  • Número de visitantes cresce 17% no terceiro dia e bate recorde na Feiplastic
  • Visitação do quarto dia cresce 10% em relação à última edição e anima os participantes na reta final

A 17ª edição da Feiplastic registrou um número 17% maior no terceiro dia (recorde) e 10% maior de visitantes no quarto dia da feira, afirma a Reed Alcântara Machado, organizadora do evento. Além disso, o evento registrou um aumento de 2% no número de visitantes com poder de decisão, dos quais 6% a mais estão com recursos para compra. Segundo os organizadores, o total da verba para compra declarada pelos participantes é de R$ 1.610.750.000,00.

O setor de matéria-prima e insumos apresentou um crescimento de 13% em participação na feira. Já o petroquímico, de 14%. “Eu já estive em algumas edições da feira, porém esse ano ela veio mais completa e tem muitas empresas diversificadas do setor. Estou vendo um movimento maior em relação as outras edições e estou bem satisfeito”, disse Igor Costa, gerente comercial da Solid Concepts.

“A feira se consolida baseada em três pilares: inovação, negócios e sustentabilidade. Os expositores reconhecem que a Feiplastic encontrou uma proposta de valor consistente para o mercado do plástico. Acredito que atingimos um modelo definitivo para o que se espera do setor”, avaliou Leandro Lara, diretor do portfólio automotivo da Reed Exhibitions.

“Já podemos considerar esta edição um enorme sucesso. Até o momento realizamos cerca de 500 rodadas de negócios e os expositores estão recebendo compradores em seus estandes”, comemorou Patrícia Oliveira, gerente de produto da Feiplastic.

A edição de 2019 conta com 35 mil m², mais de 1000 marcas expositoras e expectativa de 56 mil visitantes de 30 países durante os cinco dias de feira. Dos visitantes internacionais, 86% são da América do Sul, 6% Europa, 4% América do Norte e 2% África.

Além da função de gerar negócios para o setor do plástico, a Feiplastic assumiu a missão de desmistificar a vilania do plástico. “A visão negativa que se construiu em torno do plástico é muitas vezes emocional. As alternativas que temos a este produto muitas vezes são piores em termos de sustentabilidade ambiental e financeira”, disse Fábio Buckeridge, CDO da Braskem durante a palestra Inovação na Era Digital no Inova Plastic.

Outros palestrantes reforçaram a mesma visão nos outros dias do evento. Para eles, o plástico é um produto durável, barato e leve que pode possibilitar muitas mudanças positivas.

A indústria do plástico é a quinta que mais emprega no Estado de São Paulo e tem um papel preponderante na retomada do crescimento econômico. “A indústria do plástico é fundamental porque dá suporte a vários outros segmentos industriais”, disse José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast.

A Feiplastic também serve de vitrine para o PICPlast e o Movimento Plástico Transforma, que apresenta projetos inovadores e coloca o plástico como protagonista, com tecnologia e criatividade. O espaço é uma experiência educativa que permite ao visitante desafiar um robô resolvedor de cubo mágico, desenhar com as canetas 3D e entender o funcionamento de um sistema de autoirrigação em hortas automatizadas, além de disseminar conceitos importantes, como a economia circular, iniciativas de uso, reuso e reciclagem do plástico.

Inovação na Era Digital

Um dos temas debatidos nesta quinta-feira (25) foi a inovação na era digital. Participaram deste painel Fábio Buckeridge, CDO da Braskem, Fabiano Assunção Sant’Ana, digital head South America da BASF e Fernando Birman, CDO da Solvay.

Os três falaram sobre as macrotendências da economia circular, economia compartilhada, veículos autônomos e inteligência artificial. “O desafio para os próximos cinco anos é que mais pessoas dominem inteligência artificial e programação”, disse Buckeridge.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

Curta nossa página no

PICPlast apresenta as conquistas para o setor na Feiplastic

26/04/2019

  • Espaço interativo do Movimento Plástico Transforma apresenta ações que sensibilizaram a sociedade sobre os benefícios do plástico;
  • Iniciativa, fruto da parceria entre Abiplast e Braskem, divulga balanço da atuação nos últimos cinco anos;
  • Durante o mesmo período, PICPlast realiza Seminário de Rotomoldagem

Apresentar os principais resultados e fazer um balanço de seus últimos cinco anos de atuação. Com estas propostas em mente, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, PICPlast está participando da Feiplastic 2019. Para aproveitar a concentração de colaboradores da indústria do plástico durante o período da feira, também está sendo realizado o Seminário de Rotomoldagem, alinhado com o intuito de promover iniciativas que gerem mais capacitação para a cadeia. O Movimento Plástico Transforma, uma iniciativa pioneira do PICPlast, está presente em um espaço interativo que mostra como o plástico aliado à tecnologia, à inovação e à responsabilidade podem mudar o nosso futuro.

“Esta é uma oportunidade única de evidenciar para o setor todos os esforços em prol de um novo olhar para a imagem do plástico”, afirma Edison Terra, Vice-Presidente Executivo da Braskem. José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast, ressalta a experiência que será oferecida aos visitantes. “Quem passar pelo nosso espaço pode conhecer de perto algumas das nossas principais realizações e ter a percepção do poder de impacto de cada uma delas”.

Tecnologia, inovação e criatividade – Desde sua criação, em 2016, o Movimento Plástico Transforma realizou diversas ações focalizadas na imagem positiva do plástico, as quais impactaram milhares de pessoas em todo o país. Todas as propostas foram cuidadosamente pensadas para que a mensagem principal chegasse aos diferentes públicos de forma lúdica e, ao mesmo tempo, relevante. Mais de 17 mil colaboradores das indústrias de transformação e reciclagem puderam testar seus conhecimentos com a Promoção Plástico Premiado, um quiz educativo que sorteou, em duas edições, 50 TVs e 50 smartphones.

Criado para atrair interessados por inovação de todas as idades, o PlastCoLab contou com a presença de mais de 23 mil pessoas em São Paulo, Porto Alegre e Salvador. Os participantes puderam entender mais sobre a versatilidade do plástico por meio de soluções inovadoras para um mundo melhor. No espaço durante a Feiplastic é possível interagir com alguns dos projetos que fizeram parte do PlastCoLab como, por exemplo, o robô resolvedor de cubo mágico, a mesa interativa com as canetas 3D e o sistema de auto irrigação em hortas automatizadas.

Com foco nas novas gerações, foi criada a Estação Plástico Transforma, experiência educativa sobre reciclagem do plástico localizada no parque temático KidZania, no shopping Eldorado, em São Paulo. Nele, o público infanto-juvenil aprende, na prática, a importância do descarte consciente e como o material pode transformar-se em um novo produto. Crianças e adolescentes apreciadores e apaixonados pelo mundo dos games ganharam o jogo virtual educativo Eckoblocks, inspirado no conceito do Minecraft® o jogo ensina os pequenos a gerenciar uma cidade de forma sustentável.

Além de todas estas ações, o Movimento Plástico Transforma possui o canal http://www.plasticotransforma.com.br onde é possível encontrar conceitos importantes sobre economia circular e iniciativas inovadoras de uso, reuso e reciclagem do plástico. São conteúdos que visam apresentar os inúmeros benefícios do plástico para o dia a dia e o futuro de todos.

R$ 200 milhões de investimentos em prol da cadeia – Desde o seu lançamento, há cinco anos, o PICPlast investiu mais de R$ 17 milhões em ações voltadas para aumento da competitividade do setor, R$ 170 milhões no incentivo à exportação e cerca de R$ 10 milhões em ações de promoção das vantagens do plástico.

Foram realizados mais de 30 inciativas que contemplaram cerca de mil participantes, sempre com o foco de aproximar os elos da cadeia e executar iniciativas para promover a competitividade e a produtividade na indústria de transformação do plástico.

“Completamos cinco anos com a certeza de que estamos no caminho certo. O retorno que temos da indústria reforça a contribuição de todas as iniciativas do PICPlast, construindo uma cadeia cada vez mais desenvolvida e competitiva, capaz de enfrentar os inúmeros desafios do nosso mercado”, diz Edison Terra.

“O PICPlast vem sendo o parceiro estratégico de quem atua na indústria de transformação do plástico. Para os próximos anos, buscaremos ampliar ainda mais esta parceria, por meio da promoção de conhecimento e da viabilização de oportunidades de negócios para os nossos associados, a fim de propiciar um mercado robusto, maduro e sustentável”, afirma Roriz Coelho.

Seminário de Rotomoldagem – Aproveitando os visitantes de outras cidades que virão para São Paulo em função da Feiplastic, na terça-feira, 23, o PICPlast realizou um Seminário voltado para o segmento de Rotomoldagem no Novotel Center Norte, em conjunto com a fabricante de máquinas Rotoline. O objetivo é proporcionar ainda mais conhecimento para quem já atua no segmento ou tem interesse em atuar. Entre os participantes estarão transformadores de plástico que fabricam produtos rotomoldados, fabricantes de compostos, desenvolvedores de equipamentos e soluções para o segmento.
Ao todo serão discutidos sete temas: Cenário e tendências para Construção Civil; Economia Circular; Indústria 4.0; Design como estratégia para o plástico; Desenvolvimentos recentes em Rotomoldagem; Normas para rotomoldagem e Rotomoldagem na América do Sul.

Feiplastic 2019
De 22 a 26 de abril
Segunda a sexta, das 11h às 20h
Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 São Paulo – SP
Estande Movimento Plástico Transforma Rua Q, Número 44
Idade mínima: 14 anos
Entrada gratuita com credenciamento no site:
www.Feiplastic.com.br

Sobre o PICPlast: O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e Abiplast e prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma. Para saber mais, acesse www.picplast.com.br e plasticotranforma.com.br

Sobre a Braskem: Com produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, a Braskem teve uma receita líquida de R$ 50 bilhões em 2017. Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa e conta com 8 mil Integrantes.

Sobre a Abiplast: A Associação Brasileira da Indústria do Plástico — Abiplast representa o setor de transformados plásticos e reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A Abiplast representa atualmente 12,1 mil empresas que empregam um total de 322,9 mil pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

Curta nossa página no

Feiplastic 2019 espera receber mais de 50 mil visitantes até sexta-feira; Inova Plastic destaca inovações e tecnologias para o setor

23/04/2019

A 17ª edição da Feiplastic teve início na manhã da segunda-feira, 22 de abril,no Expo Center Norte, em São Paulo. Participaram da cerimônia de abertura José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast, Paulo Octavio Pereira de Almeida, vice-presidente da Reed Exhibitions, Nelson Pereira dos Reis, vice-presidente da FIESP, Ennio Crispino, presidente do Conselho Administrativo da Abimei e Wilson Mello, presidente da Investe SP.

Roriz destacou a necessidade de se levar a indústria do plástico para o futuro, aumentando a produtividade do setor. “O mundo está mais desafiador. Precisamos inserir o plástico na indústria 4.0”, disse o presidente da Abiplast.

Além disso, ressaltou que o segmento é o 5º maior gerador de empregos no Estado de São Paulo e que um evento como a Feiplastic proprociona uma oportunidade para fomento de mais negócios. “A indústria de plástico tem um papel fundamental para a retomada do crescimento econômico no país. Nada melhor do que uma feira como essa para encontrarmos toda a cadeia produtiva, permitindo que a gente possa sair dessa crise com maior velocidade”, destacou.

O vice-presidente da Reed Exhibitions ressaltou a grandiosidade da feira. Esta edição conta com 35 mil m², 1000 marcas expositoras e espera receber mais de 50 mil visitantes ao longo dos cinco dias de feira. “Minha maior preocupação é com o número de visitantes com verba maior do que R$ 100 mil para investir em negócios na feira”, disse Paulo Otávio Almeida.

Nelson Pereira dos Reis, da Fiesp, compartilhou a preocupação da entidade com a sustentabilidde. “A FIESP tem uma grande preocupação com a sustentabilidade e com a reciclagem. Temos uma equipe qualificada para pensar a reciclagem. E investimos em pesquisas de logística reversa de embalagens. Este projeto visa trazer alternativas sem adicionar custos à indústria”, explicou.

Wilson Mello, presidente da Investe SP, ressaltou a importância da indústria do plástico para o Governo de São Paulo e já deixou o seu apoio ao segmento. Para Ennio Crispino, da Abimei, a chave é investir na inovação: “Se o Brasil quer competir no mercado globalizado, precisamos vencer a barreira da inovação para que a indústria volte a ocupar o lugar que já teve no país”.

Sobre os desafios do setor, Roriz concluiu: “A maior dificuldade que temos hoje é a carga tributária, pois precisamos concorrer em igualdade com produtores de outros países. Temos tudo para ser uma das maiores indústrias de plásticos do mundo”.

Inova Plastic abre Feiplastic com muita inovação e tecnologia para o setor

Uma das novidades da 17ª edição da Feiplastic, a arena Inova Plastic abriu o primeiro dia do evento trazendo diversas novidades e idéias para o setor. A primeira palestra foi “O Mundo da Inovação e a Inovação do Mundo”, ministrada pelo consultor Leonardo Dornelas, da Inventta.

Dornelas trouxe um panorama de como a tecnologia mudou radicalmente o mundo em pouco tempo. “A inteligência artificial, por exemplo, está em constante aprimoramento e em pouco tempo será capaz de analisar contexto e informações. Os robôs muito rapidamente vão entrar nas nossas vidas. A tecnologia vai trazer grandes mudanças na sociedade”, disse.

Junto com todas essas mudanças, também há a transformação do comportamento social. Hoje há uma preocupação muito maior com a sustentabilidade e com isso vem surgindo uma nova economia. “É um novo jeito de fazer negócios, com pessoas cada vez mais empoderadas e bem informadas”, finalizou Dornelas.

A segunda palestra foi sobre “O papel das pequenas e médias indústrias no Cenário de Inovação”. Participaram os representantes das empresas Birmind, Nanox e Printgreen, que responderam a perguntas do público sobre qual é o papel das startups na inovação industrial. Para Gustavo Simões, da Nanox, a indústria do plástico era muito pouco inovadora, mas este cenário vem mudando.

Wiliam Lima, da Printgreen, compartilhou os desafios da reciclagem de material no país para o uso em impressoras 3D. “Temos conhecimento de apenas mais duas empresas no mundo que fazem o mesmo que nós”, revelou.

Já Diego Mariano, da BirminD, explicou como sua empresa criou um algoritmo capaz de avaliar outros algoritmos da indústria de plástico, trazendo mais velocidade ao processo.

Nos próximos dias do evento, a Inova Plastic terá uma intensa programação voltada para as relações com startups e consumidores. Entre os destaques estão os desafios do plástico na indústria automobilística, a inovação centrada no consumidor, a manufatura do futuro, o plástico no mercado de calçados e a reciclagem de materiais plásticos. (Veja a programação completa clicando aqui).

Cases

Neste primeiro dia do evento, a JBS Ambiental apresentou seu case de Economia Circular do Plástico. De acordo com o executivo da empresa, Fábio Cardin Maranho, a implantação da reciclagem surgiu da necessidade de se descartar adequadamente os resíduos produzidos na indústria pecuária e hoje é um dos braços da empresa. “O diferencial da JBS Ambiental é investir na logística reversa. Hoje podemos dizer que os resíduos valem ouro”, explicou.

A primeira edição da Feiplastic foi realizada em 1987, como BRASILPLAST, com o apoio da Abiplast, e a partir de 2013 se internacionalizou como Feiplastic. A Feiplastic tem como uma de suas missões disseminar conteúdo e atualizar seu público com as principais tecnologias e inovações da indústria do plástico. Representa toda a cadeia produtiva do plástico, com players desde a matéria-prima e máquinas até reciclagem, proporcionando aos seus visitantes e expositores um ambiente favorável para geração de negócios e networking qualificado.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) representa o setor de transformados plásticos e reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A Abiplast representa atualmente 12,1 mil empresas que empregam um total de 322,9 mil pessoas.

A Reed Exhibitions Alcantara Machado atua no Brasil através dos seus escritórios em São Paulo, Recife e Ribeirão Preto com um portfólio de cerca de 40 marcas em todo o território nacional. Além do Brasil, a Reed Exhibitions atua em 42 países. São mais de 500 eventos distribuídos pelas Américas, Europa, Oriente Médio e Ásia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

Curta nossa página no

Braskem enfatiza compromisso com Economia Circular na Feiplastic 2019

23/04/2019

Empresa apresenta os portfólios de reciclados e renováveis, além de soluções que reforçam a eficiência operacional

A Braskem está enfatizando durante a Feiplastic o seu posicionamento em prol da Economia Circular, conceito de consumo que busca formar um ciclo sustentável da produção ao descarte. Durante o evento, realizado de 22 a 26 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP), o público pode conferir novidades no portfólio da companhia, como a ampliação das soluções em pós-consumo.

“Estamos empenhados em contribuir para a transformação da Economia Linear, pautada pela produção e descarte, em uma Economia Circular, que considera o descarte e a produção de forma cíclica. Acreditamos que a Feiplastic será um importante canal para ampliarmos a discussão a favor deste tema, sensibilizando a cadeia onde estamos inseridos”, explica Edison Terra, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas América do Sul e Europa. A companhia assumiu, em novembro de 2018, um compromisso público onde comunica oito iniciativas em prol da Economia Circular, entre elas estão: os esforços para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar a eficiência e facilitar a reciclagem e a reutilização de produtos plásticos.

Criada com o objetivo de estimular negócios que valorizam o resíduo plástico pós-consumo, a iniciativa Wecycle evolui trazendo novos grades ao mercado. O desenvolvimento de produtos e soluções a partir de resíduos plásticos é realizado por meio de parcerias com clientes, recicladores, cooperativas e brand owners, como o Grupo Pão de Açúcar, a Condor, a Embalixo e a Martiplast. A Braskem afirma que o novo portfólio de resinas recicladas reforça o seu compromisso com a cadeia do plástico no Brasil, a inovação e a sustentabilidade, alinhadas ao posicionamento em Economia Circular.

Outras soluções sustentáveis da companhia também são destaque no evento, tais como o portfólio renovável I’m greenTM, que conta com o Plástico Verde e o EVA Verde, ambas resinas produzidas a partir da cana-de-açúcar. Assim como a linha Maxio, composta por resinas que, segundo a Braskem, proporcionam redução do consumo de energia, maior produtividade e redução de peso do produto final.

No espaço da Braskem, os participantes da feira ainda tem a oportunidade de conhecer uma nova solução para o mercado de embalagem em stand-up pouch monomaterial, produto que facilita o processo de reciclagem. A empresa também está destacando os portfólios robustos para os segmentos de embalagens rígidas para produtos químicos e agroquímicos, tampas e resinas para produção de baldes de tintas.

“A Braskem tem acompanhado as principais tendências do mercado, mantendo-se na vanguarda do setor, sendo que este será o maior portfólio que já apresentamos em uma Feiplastic. Somos uma empresa apaixonada por transformar e, prezando pelo atendimento próximo e personalizado aos clientes, conseguimos desenvolver soluções que atendem as mais diversas necessidades”, afirma Terra.

Sensibilização interativa sobre reciclagem

O pós-consumo é parte fundamental do processo circular da economia e que necessita da participação ativa das pessoas para que funcione plenamente. Com o intuito de promover e apoiar o engajamento do consumidor neste ciclo, a Braskem traz à Feiplastic uma estrutura modular que comunica todas as etapas do processo de reciclagem de forma dinâmica e didática.

O projeto “Reciclar é Transformar” tem o objetivo de demonstrar todo o processo para o consumidor, desde a etapa de separação do resíduo até chegar na transformação de um novo produto, enfatizando a importância do descarte correto neste ciclo. A ativação esteve na Virada Sustentável de Porto Alegre (RS), realizada no início de abril, e estará presente em outros eventos ao longo de 2019.

Fabiana Quiroga, diretora de Reciclagem e Plataforma Wecycle da Braskem, explica que a companhia está comprometida com a educação e engajamento de toda a cadeia do plástico para com a reciclagem do material. “Acreditamos que iniciativas como esta são importantes para aumentar o conhecimento, bem como a valorização de resíduos plásticos na economia e, principalmente, o papel de todos nós no processo”, afirma a executiva.

Ainda na linha educacional, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast, iniciativa fruto da parceria entre ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e Braskem, também tem espaço no estande da companhia. No local, estão sendo compartilhadas informações sobre a importância do consumo consciente e do descarte adequado de resíduos.

A participação do PICPlast faz parte de uma série de atividades previstas pelo programa para promover ações de estímulo à inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável da indústria brasileira de transformação plástica.

Espaço Inova Plastic

Durante a Feiplastic, a Braskem participa também do Inova Plastic, espaço que busca debater tecnologia, inovação e tendências durante o evento. A empresa está presente de duas formas no espaço: Fabio Buckeridge, CDO da companhia, estará no painel “A Inovação na Era Digital”, abordando como soluções disruptivas contribuem para a competitividade e a produtividade da indústria química e petroquímica, favorecendo a cadeia do plástico. No espaço reservado para reciclagem, a Braskem participa com o 3R – Um novo conceito de resina reciclada, onde apresenta soluções que vem buscando para o desenvolvimento de novos materiais com foco em soluções mais disruptivas e que tenham maior potencial para melhorar o desempenho das propriedades dos materiais reciclados em diversas aplicações, ampliando a contribuição para Economia Circular.

Serviço:
Feiplastic 2019 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 22 a 26 de abril, das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte – Rua D – Pavilhão Vermelho
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo (SP)

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

SABIC apresenta soluções sustentáveis para o mercado na Feiplastic 2019

23/04/2019

A SABIC está apresentando uma ampla gama de tecnologias em polímeros termoplásticos na Feiplastic 2019 (stand D43). Os destaques fazem parte do portfólio da empresa para atender a demandas em constante mudança nos diversos setores da indústria para clientes da América Latina.

Com um stand projetado para refletir o posicionamento de inovação, foco no mercado e nas necessidades dos clientes, a SABIC traz soluções para os setores automotivo, construção civil (incluindo tubulações e utilidades), bens de consumo, eletroeletrônica, embalagens, saúde e cuidados pessoais.

“Nós estamos constantemente focados no futuro para entender os desafios, forças e megatendências que impactam nossos clientes”, diz Abdulrahman Al-Fageeh, Vice-Presidente Executivo da divisão petroquímica da SABIC. “Isso nos permite entender melhor suas necessidades. Nós também estamos preparados para colaborar com eficácia ao longo da cadeia de valor de nossos clientes, desenvolvendo soluções diferenciadas para atender especificações inovadoras e oferecer novas oportunidades.”

Posicionamento fortalecido para atender clientes na América Latina

Al-Fageeh também comentou os contínuos esforços da SABIC para fortalecer sua posição na América Latina, como parceira em desenvolver soluções a longo prazo: “Nós atendemos clientes em constante crescimento, cultivamos relacionamentos e a confiança desses clientes para estabelecermos parcerias a longo prazo.”

Desde a Feiplastic 2017, a SABIC tem investido em infraestrutura para ajudar na melhoria do lead time e proporcionar mais eficiência na entrega aos seus clientes. Isso inclui a construção de novos silos em sua planta industrial de Campinas-SP para melhorar a performance na entrega de produtos. Além disso, a empresa inaugurou um novo centro de distribuição e hub logístico em Diadema- SP, que permitiu atender à crescente demanda por materiais de polietileno (PE) e polipropileno (PP).

A SABIC e sua parceira em joint venture, Exxon Mobil, avançam no projeto Gulf Cost Growth Ventures, que propõe a construção de um cracker de vapor de etano para suprir uma unidade de etilenoglicol e duas de polietileno. A iniciativa ainda está em fase de aprovações.

A melhoria no acesso aos materiais de PE e PP da SABIC é iminente, uma vez que a empresa vem se antecipando à perspectiva de crescimento dos clientes na América Latina, especialmente nos segmentos automotivo, de embalagens e tubulações. A expectativa de crescimento na demanda por plásticos se dá pela tendência de aumento da população regional e na renda da classe média ao longo da próxima década.

Novidades da SABIC na Feiplastic

Na Feiplastic 2019, a SABIC destaca pela primeira vez o seu segmento industrial dedicado a tampas e fechamentos – Caps & Closures. A empresa firma que está apresentando soluções com materiais mais leves e otimizados que podem ajudar a desenvolver tampas otimizadas, mais leves, fáceis de processar, proporcionando-lhes funcionalidade aprimorada, pureza, segurança do conteúdo e custo-benefício.

A SABIC também destaca pela primeira vez seus desenvolvimentos em materiais não-tecidos. Segundo a empresa, a tecnologia é direcionada para aplicações mais leves, eficientes, confortáveis e sustentáveis no segmento de higiene pessoal. Estas soluções incluem os polímeros SABIC® PP livres de ftalatos para não-tecidos, que podem auxiliar clientes a enfrentar os desafios de compliance e legislações, além de aumentar a funcionalidade e a eficiência em custos, afirma a empresa.

Para clientes da construção civil, a SABIC apresenta os painéis STADECK™, aplicados em serviços pesados e andaimes. Segundo a SABIC, os painéis são produzidos a partir de fibra de vidro reforçada com resina termoplástica, sendo leves, fortes e duráveis. Quando comparado às placas de madeira, o produto se revela uma alternativa mais sustentável devido ao seu potencial de reciclagem e peso, que chega a ser 60% menor, afirma a empresa.

Já para a indústria automotiva, a SABIC destaca em seu portfólio de compostos de polipropileno SABIC® (PP) um novo composto que, segundo a empresa, proporciona sensação de maciez ao toque, combinada com desempenho contra riscos em componentes de baixo brilho e sem pintura para o interior dos veículos. A SABIC afirma que os novos compostos oferecem acabamento e percepção tátil luxuosas, adequadas às atuais expectativas dos consumidores, inclusive em modelos com preços mais baixos. A fabricante de matérias-primas também apresenta uma ampla gama de aplicações em diversas partes dos veículos, através do uso dos seus termoplásticos de Engenharia (ETP) e da linha STAMAX™ (PPLGF) capazes de substituir o uso de materiais convencionais como vidro, metais e resinas termofixas, com redução do peso e possíveis reduções de emissões.

A SABIC também apresenta uma linha de termoplásticos retardantes a chamas para aplicações eletroeletrônicas, cujas especificações atendem normas globais de inflamabilidade.

Viabilizando a Sustentabilidade

No estande da SABIC, há um espaço dedicado à exibição de seu compromisso com a sustentabilidade e soluções circulares. Destacam-se as recentes inovações da empresa na produção de polímeros circulares certificados, fabricados com o uso de matéria-prima que mistura lixo plástico que seria destinado à incineração ou aterros sanitários. Estes materiais de PE e PP podem ajudar os clientes da SABIC a atender às demandas de seus consumidores por produtos mais sustentáveis e contribuir com o fechamento do ciclo de descarte adequado de plásticos.

“A SABIC é líder do setor em scale-up processos de reciclagem de alta qualidade para reciclagem química de resíduos plásticos misturados ao polímero original”, disse Al-Fageeh. “Entendemos muito bem as pressões sobre a sociedade, o meio ambiente e nossos clientes. Para nós, é uma obrigação fazer a nossa parte e ajudar a tornar a sustentabilidade viável para as indústrias que atendemos e para as regiões em que operamos”.

Com sede localizada em Riyadh, na Arábia Saudita, a SABIC produz em escala global nas Américas, Europa, Oriente Médio e Ásia. O portfólio da empresa engloba químicos, plásticos comuns e de alta performance, nutrientes agrícolas e metais, aplicados a mercados como os da construção civil, saúde, embalagens, nutrientes agrícolas, eletroeletrônica, transportes e energia limpa. A SABIC registrou lucro líquido de US$ 5,74 bilhões em 2018. As receitas em vendas totalizaram US$ 45 bilhões no mesmo ano, com patrimônio atingindo o valor de US$ 85,4 bilhões. A produção registrada em 2018 foi de 75,3 milhões de toneladas. A SABIC tem mais de 33 mil funcionários ao redor do mundo e opera em mais de 50 países, possuindo 11.500 patentes globais e estruturas de pesquisa em hubs de inovação localizados em cinco regiões-chave: Estados Unidos, Europa, Oriente Médio, Sudeste Asiático e Norte da Ásia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – SABIC

Curta nossa página no

Sustentabilidade é um dos focos da Radici durante a Feiplastic 2019

23/04/2019

A Radici Plastics Ltda – Brasil, empresa do Grupo Radici atuante no mercado sul americano de polímeros técnicos, participa de 22 a 26 de abril na feira do setor Feiplastic (Expo Center Norte, Estande L42) com o objetivo de destacar a atenção para as aplicações de seus produtos e a ressaltar a preocupação com a sustentabilidade.

Com ações efetivas, em todas as suas unidades fabris, a companhia tem conquistado um patamar de excelência na área de responsabilidade ambiental. E no Brasil, os resultados são bem expressivos. Entre eles estão o controle e reuso do sistema de água, instalação de iluminação de LED no chão de fábrica e a aquisição de equipamentos mais eficientes – que já apontam uma redução no consumo de energia na ordem de 13%, ao ano. Estas e outras ações serão divulgadas na Feiplastic, que acontece entre os dias 22 e 26 de abril, no Expo Center Norte (SP).

“Estamos sempre em busca de novas ferramentas e soluções que agreguem rentabilidade e produtividade, mas sempre respeitando as condutas socioambientais. Nos últimos dois anos investimos mais de R$ 13 milhões no nosso Centro de Pesquisa e parque industrial, e aumentamos significativamente à capacidade instalada para produção de compostos, aperfeiçoamos o nosso laboratório e os resultados vão muito além da produção, pois conseguimos reduzir o consumo de energia e dos recursos hídricos. Ou seja, estamos crescendo de maneira eficaz, sustentável e orgânica”, declara Jane Campos – Country Manager da filial brasileira.

Além destas economias, a Radici também reduziu, expressivamente, a emissão de fumaça preta e o descarte de resíduos. Neste último, a meta da companhia é atingir o índice de 0% de rejeitos no chão de fábrica, em cinco anos.

Outra ação adotada, no início deste ano, foi o projeto Operation Clean Sweep (OCS) – programa internacional promovido por associações comerciais para neutralizar a dispersão de pós e grânulos de plástico no ambiente, com atenção para o manuseio dos produtos a partir da entrada na fábrica das matérias-primas até a saída dos produtos semiacabados destinados aos clientes.

De acordo com a Jane, a Radici ingressou no OCS voluntariamente, como estratégia de negócios, pois o programa vai de encontro com as premissas mundiais da companhia. “Estamos trabalhando no mapeamento de geração de resíduos, com planos de contingência para diminuir a perda de pellets e atender todos os requisitos do projeto. Desta maneira, conseguimos ampliar o nosso pilar de sustentabilidade”, ressalta.

Todas estas ações visam aprimorar o padrão de qualidade para atender a demanda dos mercados-alvo, que inclui a indústria automotiva, o setor de eletroeletrônicos e de embalagens. “Estamos confiantes. Por isso, vamos manter o nosso modelo de negócios, com atendimento personalizado, oferta de produtos e, acima de tudo, investir na capacitação e no reconhecimento dos nossos colaboradores”, finaliza Jane.

Atualmente, a unidade brasileira é responsável pelo mercado da América do Sul e conta com distribuidores no Chile, Argentina, Colômbia e Peru. Totalizando mais de 90 colaboradores diretos e indiretos.

Com mais de três mil colaboradores, um faturamento de mais 1.14 bilhões de euros em 2017 e uma rede de fábricas e sedes comerciais localizadas entre a Europa, América do Norte e do Sul e a Ásia, a RadiciGroup é considerado um dos principais líderes mundiais na produção de uma ampla gama de produtos químicos, polímeros de poliamida, tecnopolímeros, fibras sintéticas e não tecidos, com aplicações em múltiplos setores industriais como: automotivo, elétrico/eletrônicos, bens de consumo, vestuário, mobiliário, imobiliário, eletrodomésticos e esportivos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Radici Group

Curta nossa página no

Ineos Styrolution apresenta novas soluções em estireno durante a Feiplastic 2019

22/04/2019

  • Ineos traz para a feira os últimos lançamentos em materiais e suas aplicações regionais e internacionais para uma ampla gama de aplicações na indústria;
  • Durante o evento, especialistas discutirão sobre o plano de crescimento da Ineos Styrolution na região da América Latina e seus esforços na reciclagem de resinas estirênicas

A Ineos Styrolution, líder global em estireno, está participando da Feiplastic (Feira Internacional do Plástico), em São Paulo-SP, entre os dias 22 e 26 de abril de 2019. Os visitantes poderão saber mais sobre a Ineos Styrolution no estande J70 e debater com o time de especialistas da empresa os usos das mais recentes soluções em resinas estirênicas e suas aplicações em novos designs, além de tomar conhecimento acerca do plano de crescimento da companhia na região da América Latina e do caminho seguido pela empresa rumo a uma economia sustentável para o estireno.

Os visitantes que comparecerem ao estande (J70) da Ineos Styrolution em São Paulo poderão entrar em contato com uma gama de novas aplicações para indústrias como a automotiva, linha branca, médica, embalagens, eletrônica, construção e outros. Os especialistas da Ineos Styrolution irão detalhar as mais recentes inovações, assim como as novas aplicações para o consumidor, que poderá se beneficiar das propriedades desses materiais.

Os produtos em destaque na Feiplastic deste ano incluem as últimas soluções em resinas estirênicas, assim como novidades no StyLight, o composto da empresa que possui uma superfície “Classe A” (foto ilustrativa) concebida para uso nas indústrias automotiva, eletrônica e de games. Outro foco da Styrolution durante a feira será na apresentação dos esforços da empresa visando implantar uma economia circular para o estireno, que mire a economia de recursos, a reciclagem dos dejetos do estireno e a minimização de danos ao meio ambiente.

“Estamos muito ativos na expansão de nossas capacidades de produção e, em colaboração com as empresas parceiras, investimos significativamente em novas tecnologias de reciclagem, como a despolimerização do poliestireno,” explica Alexander Glueck, Presidente da empresa para as Américas.

A Ineos Styrolution é a líder global em fornecimento de estireno, com foco em monômero de estireno, poliestireno, ABS Standard e especialidades de estireno. A empresa fornece aplicações em estireno para muitos produtos do dia-a-dia em um vasto leque de indústrias, que incluem automotiva, eletrônica, linha branca, construção, médica, brinquedos/esportiva/de lazer e de embalagens. Em 2018, as vendas foram de 5,4 bilhões de euros. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.500 colaboradores e opera 20 plantas em dez países.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Ineos Styrolution

Curta nossa página no

Covestro apresenta soluções para áreas de saúde, eletroeletrônica e automotiva na Feiplastic 2019

22/04/2019

  • A participação da fabricante de polímeros na Feiplastic 2019 destaca a versatilidade do policarbonato, inventado há mais de 70 anos.
  • A Covestro destaca suas mais recentes inovações divididas entre os segmentos de saúde, eletroeletrônico e automotivo.
  • A sustentabilidade também se destaca como tema central e a empresa apresenta seus compromissos para o ano de 2025, em acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, além de iniciativas específicas assinadas pela companhia na cadeia do plástico.

As principais novidades que estão sendo apresentadas no evento abrangem as seguintes áreas:

Saúde

Na indústria de saúde é crescente a necessidade de miniaturização dos componentes. Dispositivos cada vez menores pedem materiais com propriedades específicas que aumentem o conforto do paciente. Entre os destaques para a Feiplastic estão cateteres intravenosos com dispositivos de segurança, dispositivos para fixação óssea, sensores para cirurgias de reconstituição de joelhos, dispositivos de acessos venosos e ampolas de injeção sem agulha.

Eletroeletrônico

No segmento eletroeletrônico, o destaque vai para sistemas de iluminação LED que, segundo a Covestro, promovem eficiência em energia, tais como a luminária CircLED, que conta com um corpo integrado a partir do Makrolon® TC, além de uma solução para moldagem com sobreinjeção de LED e circuito impresso. De acordo com a fabricante de polímeros, estas soluções promovem ganhos em liberdade de design e redução de custos.

Automotivo

Novas tecnologias alternativas, novas formas de conectividade e o advento dos veículos autônomos induzem a indústria a pensar em novos conceitos de automóveis. Um dos principais focos do trabalho da Covestro hoje é o uso do policarbonato em veículos elétricos. Na Feiplastic, os visitantes poderão conferir um conjunto de baterias de alta densidade de energia, dissipadores de calor integrado, diversas opções de iluminação estética e uma grade com inserto iluminado.

Além disso, os participantes do evento poderão embarcar em uma experiência de realidade virtual a fim de conhecer o futuro da mobilidade – óculos de realidade virtual levarão os passageiros em uma jornada dentro de dois veículos autonômos até o ano de 2030.

Digitalização está em tudo

Não é só na experiência de realidade virtual que a Covestro mostra sua assinatura digital. O stand da Covestro na Feiplastic também trará aos visitantes a possibilidade de conhecer os materiais e suas aplicações por meio do aplicativo Sample Lab e os clientes poderão ter acesso aos novos canais digitais da empresa, com apoio da equipe local.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais poliméricos avançados e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

Curta nossa página no

ExxonMobil apresenta novas soluções para reciclagem e embalagens flexíveis durante Feiplastic 2019

22/04/2019

  • Destaque para o projeto de recicalgem de redes de pesca descartadas utilizando polímero de desempenho Vistamaxx™
  • Apresentando a nova resina Exceed™XP 8784 para soluções de embalagens flexíveis
  • Apresentando soluções para embalagens flexíveis, filmes para agricultura, compostos, indústria automotiva e PVC

A ExxonMobil demonstrará durante a Feiplastic 2019 (stand L43) como seu portfólio de polímeros pode ajudar a criar novas soluções para os desafios contemporâneos. O evento está ocorrendo no Expo Center Norte, São Paulo/SP – Brasil, de 22 a 26 de Abril. Os destaques da empresa são novos produtos e aplicações que estão sendo apresentados para os mercados brasileiro e latino-americano pela primeira vez:

▪ Repensando a reciclagem com o polímero Vistamaxx™, como parte do projeto Atando Cabos para compatibilização de PE e PP – redes de pesca descartadas na costa chilena foram transformadas em produtos de qualidade.
▪ Exceed™ XP 8784 – novo grade de resina de polietileno que, segundo a empresa, oferece processabilidade aprimorada aliada a alta resistência mecânica, com propriedades de selagem para filmes multicamadas para aplicações de embalagens laminadas, filmes com barreira, sachês e embalagens para produtos congelados.

“A Feiplastic é o ambiente perfeito para apresentação de novos grades e de aplicações inovadoras para os mercados brasileiro e latino-americano, ”, afirma David Hergenrether (vice-presidente da linha de negócio de polietileno da ExxonMobil). “Queremos encontrar nossos clientes e novos potenciais da região durante a feira para discutir desafios do mercado e demostrar como, juntos, podemos criar soluções diferenciadas.”

Os clientes que forem visitar o stand da ExxonMobil na Feiplastic poderão discutir inovações e planos com os especialistas em polímeros da empresa, que poderão apresentar informações adicionais sobre soluções em diversas áreas de aplicação:

▪ Embalagens e filmes para agricultura com uso dos polímeros Exceed ™ XP, Exceed ™ e Enable ™.
▪ Novas soluções para compostos e blendas com os polímeros Vistamaxx™ e aditivos Oppera™
▪ Vedações automotivas duráveis e leves com termoplástico vulcanizável Santoprene™ (TPV’s)
▪ Piso de PVC mais flexível, fios e cabos e partes automotivas com plastificantes Jayflex™ DINP e DIDP que, segundo a empresa, promovem um balanceamento de propriedades com desempenho e permanência.

A ExxonMobil Química é uma das maiores empresas químicas do mundo e detém uma posição de liderança na produção de commodities de produtos químicos, possuindo capacidade produtiva em todas as regiões do globo para atender mercados grandes e de rápida expansão. Mais de 90% da capacidade de produção de produtos químicos da ExxonMobil está integrada com suas refinarias ou plantas de processamento de gás natural.

Fonte: Assessoria de Imprensa – ExxonMobil

Curta nossa página no

Cromex apresenta soluções em masterbatches de cores e aditivos para transformados plásticos durante Feiplastic 2019

22/04/2019

Entre os dias 22 e 26 de abril a Cromex participa da Feiplastic para apresentação de tendências e soluções para os variados segmentos do mercado de transformação de plásticos. Durante o evento, a empresa vai expor toda a sua gama de soluções para a indústria de transformação de plásticos em um espaço de 232 m²

Com inúmeras opções de cores, a Cromex destacará no evento “a Cor do Ano 2019” – inspirada nas tonalidades dos corais existentes nas profundezas dos oceanos. Living Coral é a cor direcionada para aplicações em embalagens.

Além da Living Coral, a Cromex apresentará 5 paletas de cores que se harmonizam com a cor do ano e proporcionam mais liberdade aos designers para comporem seus projetos e explorarem várias possibilidades inspiradas por essas cores.

A equipe de profissionais da empresa estará à disposição do público visitante para detalhar este lançamento em cores e também o portfólio de concentrados brancos, pretos e compostos com propriedades condutivas para aplicações específicas.

Em relação às inovações em aditivos, a Cromex afirma que está atuando com foco no mercado de reciclagem, com uma linha de produtos específicos tais como branqueadores ópticos e toners para melhorar o aspecto de cor da resina reciclada. Além disso, será apresentado também um novo extensor de cadeia que recupera a cadeia do polímero, rompida durante o processamento. Com isso, temos aumento das propriedades mecânicas e reológicas do reciclado, o que muitas vezes permite reduzir o tempo do processo de pós-condensação para PET ou até mesmo eliminá-lo, dependendo da viscosidade desejada.  Outros produtos são os redutores de odor com baixas dosagens para retirar o odor do recuperado, antioxidantes, auxiliares de fluxo, reforços minerais, entre outros.

Think Green, live all colors – A Cromex afirma ter sido uma das empresas pioneiras a ter um portfólio de masterbatches de cores e aditivos totalmente isento de metais pesados.

O masterbatch isento de metais pesados evita o risco de contaminação cruzada e contribui para o meio ambiente devido ao fato de não possuir substâncias consideradas perigosas e não contaminar solo ou água com metais pesados no momento do descarte de embalagens ou produtos plásticos.

Os benefícios de não se usarem metais pesados também se estendem aos colaboradores, proporcionando-lhes mais segurança no ambiente de trabalho, uma vez que há a redução de risco de contaminação do organismo durante a manipulação dos concentrados.

Segundo Cesar Ortega, Diretor de Vendas da Cromex, a empresa tem investido em tecnologia, P&D e na qualificação de pessoas para ampliar e melhorar sua gama de soluções. “Com uma equipe de vendedores, distribuidores e assistência técnica regionais, o foco da companhia na feira é estreitar o relacionamento com clientes, aumentar a visibilidade da marca, divulgar nosso portfólio de produtos, além de proporcionar contatos com outros empresários, futuros clientes e conquistar novas oportunidades.”

A Cromex é especialista no desenvolvimento e na produção de concentrados de cores standard e de efeitos especiais (perolados, metalizados, fluorescentes, glitter, termocrômicos, fotocrômicos) e possui uma linha produtos voltadas para diversas aplicações e segmentos (automotivo, cosmético, higiene pessoal e beleza, brinquedos, mono e multifilamentos, agricultura, fios e cabos, embalagens) entre outros.

Serviço: Cromex na Feiplastic 2019
Rua D – Estande n011
Data: de 22 a 26 de abril
Horário: 11h às 20h
Local: Expo Center Norte, São Paulo (SP)

Curta nossa página no

Clariant apresenta portfólio de pigmentos, aditivos e masterbatches na Feiplastic

22/04/2019

  • Pigmentos, masterbatches e aditivos para a cocriação de projetos com clientes
  • Economia de recursos, reciclagem, maior proteção contra incêndio e colaboração estão no topo da agenda

A empresa de especialidades químicas suiça Clariant focalizará sua exposição na Feiplastic 2019 (stand B45) sobre como a cocriação e a colaboração podem apoiar a sustentabilidade da indústria de plásticos na América Latina, considerando seus diversos produtos e mercados. A Feiplastic 2019 ocorrerá de 22 a 26 de abril, no Expo Center Norte, São Paulo, Brasil .

Em sintonia com o foco e as iniciativas de sustentabilidade que crescem no setor, a Clariant se concentra em projetos colaborativos com clientes, a fim de desenvolver soluções personalizadas que atendam às necessidades específicas de fabricantes, conversores, segmentos de mercado e consumidores, sem comprometer a funcionalidade ou a eficiência. Ao apresentar uma solução mais sustentável para a fabricação de produtos plásticos, a Clariant oferece inovações que, segundo a empresa, empregam matérias-primas renováveis e mais compatíveis com o meio ambiente ao longo de todo o ciclo de vida do produto. O foco é reduzir a complexidade e o uso de resinas, e ao mesmo tempo aumentar o desempenho. Muitos produtos são certificados com o selo EcoTain® da Clariant, que atesta seu desempenho com base em 36 critérios de sustentabilidade.

Os destaques do portfólio de pigmentos, aditivos e masterbatches da Clariant foram divulgados na Plastimagen (México, 2 a 5 de abril de 2019) e agora serão apresentados na Feiplastic:

Para ajudar a elevar as taxas de reciclagem, a Clariant apresentará um estabilizador de polímeros que, segundo a empresa, é usado para aumentar a reciclagem de resíduos plásticos na fabricação de filmes de poliolefinas. O AddWorks® PKG 906 (exemplo de aplicação na foto) aplica-se à produção de BOPP – material amplamente usado em embalagens de produtos alimentícios e confeitaria – além de ser aplicável para processos de filmes soprados e fundidos. A Clariant afirma que ele previne a formação de gel e manchas pretas, além de proteger a resina reciclada, mantendo velocidades normais de linhas de produção, sem provocar o rompimento dos filmes. De acordo com o fabriante, o produto gera economia de custo em matérias-primas ao substituir a resina virgem com quantidades maiores de resina ou filme reciclado e vem na forma de grânulos de escoamento livre, fáceis de abastecer.

Outro produto apresentado na feira, o estabilizador de processamento AddWorks LXR 568, proporciona estabilidade MFR (Melting Flow Ratio) superior e proteção à cor, assegura a Clariant. Em conjunto com um antioxidante fenólico, também traz estabilidade superior ao calor e evita a degradação da resina plástica, tornando-a mais resistente e aumentando sua vida útil, afirma a empresa.

Outras soluções a serem apresentadas na feira são caracterizadas pela Clariant como responsáveis pela redução do consumo de insumos durante a produção. Por exemplo, os agentes de expansão Hydrocerol®, segundo a empresa, reduzem o peso e a densidade dos artigos plásticos, fortalecendo sua estrutura e diminuindo a quantidade de materiais descartados no meio ambiente, bem como o consumo de energia durante a produção.

Da mesma forma, o fabricante afirma que seus masterbatches líquidos HiFormer™ podem reduzir o consumo de energia e de água nos processos de produção, enquanto a concentração de pigmentos e aditivos diminui a quantidade de materiais a serem transportados e armazenados.

A Clariant afirma que o uso de pigmentos tais como o PV Fast™ Yellow H4G também podem beneficiar os consumidores por meio de uma coloração segura e sustentável de brinquedos e bens de consumo. Este pigmento orgânico amarelo foi criado com o objetivo de substituir os pigmentos prejudiciais de cromato de chumbo, contribuindo para um ambiente mais seguro tanto para os profissionais quanto para os usuários dos produtos.

Ainda no tópico de maior segurança, afirma a Clariant, smartphones e outros dispositivos eletrônicos podem se beneficiar do seu Exolit® OP 1400, que possui certificação EcoTain. O fabricante afirma tratar-se de um retardante de chamas não halogenado com desempenho UL 94 Vo de 0,4 mm, que permite a modelagem de peças complexas de poliamida sem depósitos no molde ou floração (blooming).

Matérias-primas renováveis têm um impacto positivo em diversas áreas – desde embalagem, brinquedos e têxteis até o setor automotivo. De acordo com a Clariant, o seu PV Fast Pink E – um pigmento com resistência às intempéries e à luz para aplicações de alta qualidade – utiliza matérias-primas renováveis que não competem com a produção de alimentos. Assim como a linha de lubrificantes e agentes dispersantes Licocare® RBW, que possui certificação EcoTain. Com base na cera renovável de farelo de arroz, esses agentes satisfazem os requisitos exigentes de indústrias como as de transportes, eletricidade e eletrônicos, oferecendo ofeecendo melhor fluidez e menor força de liberação dos moldes das peças, além de permitir uma distribuição de pigmentos mais homogênea, afirma a empresa.

Mônica Ferreira Vassimon, Presidente da Clariant América Latina, comenta: “A indústria de plásticos na América Latina busca maneiras de aprimorar a sustentabilidade em suas próprias operações, como também impactar positivamente os diversos mercados que atende. Sustentabilidade é um fator-chave em nossos projetos com os clientes, assim como desempenho e funcionalidade dos produtos. A partir de um processo de colaboração, podemos oferecer soluções capazes de gerar benefícios do ponto de vista ambiental e de eficiência na fabricação.”

A Clariant é uma empresa de especialidades químicas com sede em Muttenz, próximo a Basel, na Suíça. Em 31 de dezembro de 2018, a companhia empregava 17.901 colaboradores. No ano fiscal de 2018, a Clariant registrou vendas de CHF 6.623 bilhões com seus negócios em operação. A empresa reporta seus resultados em quatro áreas de negócios: Care Chemicals, Catalysis, Natural Resources, Plastics & Coatings.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Clariant

Curta nossa página no

Eastman prepara-se para apresentar novidades em plásticos especiais na Feiplastic 2019

17/04/2019

As equipes de Plásticos Especiais e de Plastificantes destacarão as últimas novidades em bioplásticos, materiais inovadores para embalagem, um novo plastificante não ftalato e a atual capacidade de fabricação no Brasil

A Eastman Chemical Company, mais uma vez, estará presente na Feiplastic (Feira Internacional do Plástico), realizada de 22 a 26 de abril, na Expo Center Norte em São Paulo.

“A Eastman é participante de longa data da Feiplastic”, diz Rogério Dias, gerente de Vendas de Plásticos Especiais da Eastman na América Latina. “Neste ano, os executivos de nossas equipes de plásticos especiais e plastificantes estarão presentes em nosso estande para apresentar novas marcas e discutir novas aplicações de produtos já reconhecidos pelo mercado, suporte técnico e capacidades de fabricação”.

Portfólio forte e diversificado

As marcas apresentadas no estande da Eastman incluem:

Copoliéster Eastman Cristal™ EV600

O mais novo membro da família The Glass Polymer™ de materiais cosméticos, o Cristal EV600 é um polímero de alto fluxo com polimento e sensação de vidro. SEgundo a empresa, o material alcança uma transparência profunda e incolor com luminosidade superior, o que resulta em um efeito luxuoso e brilhante. O Cristal EV600 é o novo padrão para embalagens de cosméticos, especialmente para aplicações que precisam de paredes médias a grossas.

Bioplástico de engenharia Eastman Trēva™

Segundo a Eastman, o Trēva é o primeiro bioplástico de engenharia, possuindo mais de 40% do seu conteúdo feito de celulose proveniente de florestas manejadas de forma sustentável e certificada pelo Forest Stewardship Council (FSC). A empresa garante que o material é livre de BPA e de ftalatos e tem excelentes taxas de fluxo, durabilidade e estabilidade dimensional. A Eastman diz que o Trēva tem ajudado marcas globais a atingirem metas de desempenho e de sustentabilidade desejadas pelo consumidor.

Família de resinas Eastman Embrace™

Com até 70% das decisões de compra feitas no ponto de venda, os rótulos das embalagens estão recebendo cada vez mais atenção por parte dos consumidores. Com isso, a Eastman afirma que as marcas estão se voltando para rótulos encolhíveis fabricados com resinas Embrace para adesivar os seus produtos em 360​​°. Segundo a Eastman, os rótulos termoencolhíveis feitos com Embrace combinam o impacto de cores vivas, formas dramáticas e mensagens nítidas com até 50% mais espaço de impressão do que as etiquetas sensíveis à pressão.

Copoliéster Eastman Tritan™

Introduzido no mercado há 10 anos – e novamente na Feiplastic 2017 -, o Tritan é o plástico especial mais reconhecido da Eastman e produzido sem BPA, BPS ou ortoftalatos. Segundo a empresa, a transparência similar ao vidro e a durabilidade do material fazem do Tritan um dos favoritos mundiais quando se trata de aplicações para contato com alimentos, eletroeletrônicos e embalagens de cosméticos. Novas aplicações serão exibidas no estande.

Plastificante Eastman VersaMax™ Plus

O VersaMax Plus faz sua estreia no mercado brasileiro. De acordo com a Eastman, o produto é uma solução em plastificante de uso geral sem ftalato que proporciona mais eficiência, melhora nos tempos de secagem e temperaturas de fusão menores quando comparado com o DINP e o DEHT. Segundo a empresa, ao fornecer propriedades mecânicas comparáveis ​​e parâmetros de processamento aprimorados, o VersaMax Plus é o substituto ideal para o DINP e o DEHP em aplicações de mistura a seca e plastisol.

“Como a Eastman é uma fornecedora de plastificantes não ftalatos há 40 anos, a Feiplastic é o local estratégico para anunciar a chegada do VersaMax Plus ao portfólio de vendas de Mauá”, afirma Marcelo Tamura, executivo de contas da Scandiflex, subsidiária da Eastman.

Capacidade mais forte na América Latina

“A equipe de plastificantes da Eastman também estará destacando os mais recentes desenvolvimentos de classe mundial da planta de Maua”, diz Tamura. “A instalação agora oferece expertises e capacidades comparáveis ​​às nossas outras fábricas ao redor do mundo para a produção de produtos como os plastificantes Eastman Benzoflex “.

Este ano, o estande da Eastman estará localizado na ilha A45, com uma equipe de especialistas recebendo visitantes durante os cinco dias de evento.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados que atua em atrativos mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. Como uma empresa inclusiva e diversificada, a Eastman emprega, aproximadamente, 14.500 pessoas ao redor do mundo e atende clientes em mais de 100 países. A companhia alcançou, em 2018, aproximadamente, 10 bilhões de dólares em receitas e está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

Curta nossa página no

Lanxess apresenta soluções em plásticos de engenharia, pré-polimeros, pigmentos e aditivos na Feiplastic 2019

17/04/2019

  • Foco em materiais para nova mobilidade
  • Pigmentos para coloração de plásticos
  • Novas aplicações de PU na indústria
  • Plastificantes e retardantes de chama halogenados e não halogenados

A Lanxess exibirá uma série de soluções em materiais para as indústrias de plásticos na Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, que acontece de 22 a 26 de abril no Expo Center Norte, em São Paulo. As unidades de negócios High Performance Materials (HPM), Pigmentos Inorgânicos (IPG), Uretanos (URE), Aditivos (ADD) e Rhein Chemie (RCH) apresentarão uma variedade de produtos e recursos de serviços para atender às necessidades atuais do mercado.

Materiais para novas formas de mobilidade

Um dos principais focos da Lanxess na Feiplastic são as soluções para atender a demandas crescentes na indústria automotiva em todo o mundo, tais como maior eficiência energética e combustíveis alternativos (veículos elétricos e híbridos) – área que apresenta inúmeras oportunidades para suas poliamidas de alta resistência ao calor, da linha Durethan®, produzidas pela divisão de Plásticos de Engenharia de Alto Desempenho (HPM).

O desenvolvimento de motores pequenos, potentes e eficientes também estão exigindo novas alternativas em materiais para o compartimento do motor. Para essas aplicações, a Lanxess apresenta os produtos da sua linha de Poliamidas XTS. Segundo a Lanxess, as suas resinas XTS1 (Poliamida 6) e XTS2 (Poliamida 6.6) resistem, respectivamente, a temperaturas contínuas de até 200 e 230 graus Celsius. No mercado europeu, essas Poliamidas já são utilizadas em coletores de admissão de veículos com motor turbo, por exemplo. Também com relação aos motores turbo, a empresa destaca as Poliamidas para aplicações em peças moldadas por sopro, como dutos de ar dos sistemas de reaproveitamento de gases de motores turbo.

Outros destaques são soluções para veículos híbridos e elétricos. Como exemplo dessas aplicações, a empresa apresentará um suporte da bateria feito em Poliamida reforçado com fibra de vidro. A Lanxess exibirá ainda o projeto de um carter de óleo do motor totalmente feito em plástico, desenvolvido pela Lanxess para a Porsche. Esse componente era antes produzido em alumínio. Segundo a empresa, com o uso do plástico seu peso foi reduzido de 5,6 para 3,5 kg, ao mesmo tempo em que foram integradas mais 12 funções à peça.

Ainda como destaque na feira estarão os compósitos termoplásticos reforçados com fibra contínua, da família de produtos Tepex®, que estão se tornando cada vez mais importantes para o projeto de veículos leves e que podem ser encontrados hoje em um número crescente de aplicações de produção em série. A Lanxess exibirá um assento automotivo dianteiro totalmente produzido em plástico, utilizando as chapas de compósito TEPEX® e sobre-injeção das nervuras em Durethan® reforçado com fibras de vidro.

Pré-polimeros: novos desenvolvimentos para o mercado

A divisão de Uretanos (URE) da Lanxess traz para o evento novas soluções de aplicações para diversos mercados. Entre as novidades, estão as telas de mineração em Vibrathane® 7085 (MDI -Poliester), que, segundo a empresa, oferecem alta resistência à abrasão e a rasgos acima da média.

Outra novidade, assim como o Vibrathane® 7085, são as soluções em materiais de alto desempenho que não necessitam de pós-cura e podem ser utilizados para revestimentos. Segundo a Lanxess, tais materiais trazem ganhos em produtividade e vantagens no consumo de energia. Na feira, o visitante poderá ver exemplos que estão sendo desenvolvidos pela Lanxess em tubos utilizados no segmento da mineração e petróleo e gás.

O estande também terá amostras da nova linha de adesivos para a reciclagem de espumas ou borrachas. Com esses adesivos à base de MDI, a sustentabilidade entra como protagonista: os pedaços de espuma gerados na produção de colchões podem ser agrupados e assim utilizados em conjunto na confecção de uma nova peça. Outro exemplo de aplicação pode ser usado na produção de pisos de playground e academias, que funcionam como eficientes isolantes acústicos.

Pigmentos de Alto Desempenho

A unidade de negócios de Pigmentos Inorgânicos (IPG) da Lanxess apresentará sua linha de pigmentos de óxidos de ferro e cromo, sob as marcas Bayferrox e Colortherm. Essa linha de produtos, desenvolvidos especificamente para a coloração de plásticos, abrange uma gama de tonalidades entre os amarelos, vermelhos, marrons, pretos e verdes, sendo usados em diversas aplicações, incluindo materiais de embalagem; tubos e elementos de conexão; compostos de madeira e plástico (WPC); interiores automotivos; grama sintética; superfícies esportivas e telhas de PVC, entre outras.

Quando se trata de coloração de plásticos, os pigmentos devem atender criteriosas exigências do setor. Segundo a Lanxess, as suas linhas de pigmentos Bayferrox e Colortherm para a indústria de plásticos garantem boa dispersabilidade, estabilidade à altas temperaturas, e alta resistência à luz e intempéries dentre outras características, sendo adequados para atingir rapidamente a concentração final da cor.

Plastificantes, Retardantes de chama e outros aditivos

A divisão de Aditivos (ADD) apresenta na feira sua ampla variedade de aditivos para plásticos, como os plastificantes livres de ftalatos e retardantes de chama halogenados e não halogenados. O portfólio de produtos oferece soluções para aplicações nas diferentes necessidades dos setores automotivo, de construção, moveleiro, têxtil, alimentício, eletrônico, entre outros. As linhas de produtos das marcas Mesamoll®, Adimoll®, Ultramoll®, Disflamoll®, Emerald Innovation®, Firemaster® e Reofos® estão entre os destaque no estande da Lanxess.

Por fim, a outra unidade de negócios que vai participar da Feiplastic é a Rhein Chemie (RCH), especializada em produtos químicos especiais e auxiliares de processamento para as indústrias de borracha, plásticos e corantes. Para a feira deste ano, a Rhein Chemie trará os corantes solúveis da linha de produtos Macrolex®. Segundo a empresa, os produtos usados para colorir garrafas plásticas para as indústrias de alimentos e cosméticos, devido ao seu alto brilho e transparência, bem como aos rigorosos requisitos de pureza colocados nessas aplicações. A linha Macrolex se destaca pelo atendimento às certificações ANVISA e FDA.

A Lanxess é uma empresa líder em especialidades químicas, com vendas de EUR 7,2 bilhões em 2018. Atualmente, a empresa tem cerca de 15,400 funcionários em 33 países e está representada em 60 locais de produção em todo o mundo. O core business da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de intermediários e especialidades químicas, aditivos e plásticos.

SERVIÇO:

Feiplastic – Feira Internacional do Plástico
Data: 22 a 26 de Abril
Local: Expo Center Norte
Endereço: R. José Bernardino Pinto, 333 – Vila Guilherme | São Paulo
Estande Lanxess: J44

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lanxess

Durante Feiplastic, Milliken apresentará aditivo que amplia propriedades de barreira em embalagens

17/04/2019

Empresa afirma que o produto aumenta a proteção ao vapor d’água em até 50%, simplificando, ao mesmo tempo, estruturas para acondicionamento e, em alguns casos, facilitando a reciclagem das embalagens

Nas embalagens, os materiais que atuam como barreira reduzem as entradas e fugas de substâncias que alteram as propriedades organolépticas (cor, sabor, textura) e abreviam a vida de prateleira (shelf life) de alimentos e outros produtos acondicionados. A Milliken, empresa global de especialidades químicas, revestimentos e materiais de alto desempenho, mostrará na Feiplastic 2019 – Feira Internacional do Plástico – uma novidade nesse campo: o aditivo UltraBalance™ 1002.

Segundo a empresa, o UltraBalance™ 1002 permite aumentar ou proporcionar melhorias em termos de barreira ao vapor d’água em embalagens flexíveis de polietileno. “Os ganhos são substanciais, variando de 20% a 50%, a depender da resina e da estrutura aplicadas nas embalagens”, comenta Márcio Biaso, Senior Account Manager da Milliken. A Milliken afirma que o uso do aditivo torna possível reduzir a espessura e o peso dos filmes, e, em certos casos, até dispensar o uso da camada metalizada, obtendo-se um monomaterial flexível (somente de polietileno). Tudo isso sem prejuízo do desempenho.

A simplificação contorna os entraves habituais para a reciclagem de filmes multicamadas, assegurando às marcas usuárias uma prática mais correta em termos ambientais. “A proposta de valor de nossa tecnologia está bastante alinhada com os desafios enfrentados pelos brand owners no que diz respeito à sustentabilidade”, afirma Biaso. “Além disso”, acrescenta o profissional da Milliken, “a redução da complexidade estrutural diminui os custos das embalagens”.

Segundo a empresa, o UltraBalance™ 1002 já é utilizado com sucesso no mercado internacional, tendo estabelecido novos padrões de acondicionamento em diversos segmentos – entre eles os de cereais matinais, grãos, biscoitos, variados alimentos e produtos de limpeza em pó. De acordo com Aparecido Albarici, gerente de suporte técnico da Milliken na América Latina, o desenvolvimento de novas aplicações cresce rapidamente. “O UltraBalanceTM 1002 já é produzido no Brasil. Fornecemos toda a assistência para convertedores e proprietários de marcas, de modo a atingirmos os melhores resultados”.

A Milliken deposita grande expectativa no desempenho do UltraBalance™ 1002 no mercado brasileiro. “Cada vez mais o consumidor busca produtos que sejam sustentáveis, o que já não se limita ao conteúdo. E as embalagens são percebidas como extensões dos produtos. Por isso, nossa tecnologia tem tudo para ganhar espaço no mercado”, sentencia Biaso.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Milliken

Curta nossa página no

Simplás marca presença na Feiplastic 2019 com stand institucional

17/04/2019

De segunda (22) a sexta-feira (26) o Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) marcará presença na tradicional feira brasileira do setor. Com um stand institucional, a entidade que representa cerca de 400 empresas participará da Feiplastic 2019 – Feira Internacional do Plástico, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). O evento, que reunirá aproximadamente mil marcas ligadas ao setor, funcionará das 11h às 20h.

O Simplás estará com stand na Rua T (estande T147) e servirá como ponto de referência para contatos e geração de negócios dos associados que circularão pela feira como expositores ou visitantes. Além de apresentar todo o potencial para investimentos do polo de transformação plástica da Serra Gaúcha, considerado o segundo do Brasil em número de empresas instaladas, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast).

“A participação na Feiplastic é uma tradição que mantemos com muito orgulho e satisfação há longa data. E será ainda mais especial este ano, porque marca o 30º aniversário de fundação do Simplás. Também será uma importante vitrine para conversarmos com o mercado do Brasil e do mundo a respeito de nossas ações de sustentabilidade, como o projeto Plástico do Bem e a articulação mundial pela Educação Ambiental”, comenta o presidente do sindicato, Jaime Lorandi.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Simplas

Curta nossa página no

Evonik expande capacidade de produção para poliamidas transparentes na Alemanha

16/04/2019

Em virtude do aumento da demanda global por polímeros de alta performance, a Evonik está ampliando a sua produção de poliamidas transparentes no parque químico de Marl (Alemanha).

O incremento na capacidade produtiva deve ser concluído no primeiro trimestre de 2020. O projeto dobrará a capacidade da empresa de especialidades químicas para materiais transparentes de alta performance.

“A expansão das nossas capacidades para poliamidas transparentes em Marl é mais uma etapa em nossa trajetória de crescimento de longo prazo em polímeros de alta performance. Com isso, não estaremos só fortalecendo a nossa posição de mercado como parceiro e fornecedor de soluções confiáveis para aplicações especiais, mas criando também uma importante margem para o desenvolvimento de novos produtos”, diz Dr. Ralf Düssel, responsável pela linha de negócios High Performance Polymers na Evonik.

A empresa ampliará a sua produção de Trogamid® CX em parte por meio de esforços dirigidos à eliminação de gargalos e em parte por meio de iniciativas de otimização na gestão da produção. Os planos para o projeto estão concluídos e a implementação já foi iniciada.

“Temos observado uma consistente alta demanda, especialmente no segmento de bens de consumo, por soluções em materiais especializados que combinam altíssima transparência, qualidade e liberdade de design com as melhores características de processamento”, diz Dr. Iordanis Savvopoulos, responsável pela linha de produtos Granules & Compounds na Evonik. “Com a capacidade de produção adicional, podemos respaldar o crescimento dos nossos clientes no longo prazo”.

Perfil de propriedades

Por muitos anos, o Trogamid® CX, uma poliamida transparente da Evonik, tem sido utilizado nas indústrias esportiva, de lazer, automotiva e cosmética, bem como na tecnologia médica e em aplicações ópticas. Para uso como material de lentes em óculos esportivos e de esqui, o polímero oferece uma visibilidade cristalina, alta proteção UV e excelente resistência mecânica, além de resistência a substâncias químicas como as contidas em cremes para a pele ou sprays para os cabelos, afirma a Evonik. No segmento automotivo, o Trogamid® CX é conhecido como material decorativo para interiores e, segundo a empresa, se destaca por sua alta transparência e resistência a riscos,.

A Evonik desenvolveu recentemente um novo composto de poliamida para moldagem para aplicação no setor óptico. De acordo com a Evonik, o Trogamid® myCX de alta fluidez oferece transparência cristalina, excelente conforto de uso e alta durabilidade, além de melhorar a capacidade de processamento. Esse perfil de propriedades único faz com que esse polímero de alta performance seja um material com boa aceitação para lentes e visores sofisticados, por exemplo, em óculos de sol ou de esqui.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

Curta nossa página no

Tomra Sorting Recycling lança o Innosort Flake na Feiplastic 2019

15/04/2019

Carina Arita, Diretora da Tomra Brasil

Nos dias 22 a 26 de Abril, no Expo Center Norte, São Paulo, será realizada mais uma edição da Feiplastic, uma das mais importantes feiras da indústria dos plásticos no mercado brasileiro. A Tomra Sorting Recycling estará presente e trará uma grande novidade: o novo Innosort Flake.

No stand D072, a Diretora Comercial da Tomra Sorting Brasil, Carina Arita, estará presentando a nova máquina ao mercado e aos potenciais interessados, com demonstrações ao vivo, bem como respondendo a dúvidas e com mais informações sobre a tecnologia e a empresa.

Innosort Flake

Apresentada sob o slogan “Materialmente diferente com excelentes resultados”, a nova máquina do portfólio da Tomra é um inovador sistema de seleção baseado em duplos sensores e equipado com uma combinação de câmaras RGB e sensores NIR de resolução ultra-alta para a identificação de materiais e cores. Segundo a empresa, o equipamento é capaz de remover simultaneamente, de forma confiável, o PVC e outros plásticos, metais e flakes opacos, em frações de particulas de 2 a 12 mm. A Tomra afirma assegura que o Innosort Flake é a solução ideal para purificação de flakes de PET com alta precisão e relação custo-benefício, garantindo uma produção constante e de qualidade, além de alto rendimento.

Valerio Sama, Gerente de Produtos da Tomra Sorting Recycling, declarou: “Como a indústria de rPET visa obter melhores rendimentos para produtos de alta qualidade, o Innosort Flake oferece uma solução completa e perfeita para instalações de reciclagem de PET que buscam alta qualidade de produção, reduzir a perda e otimizar suas operações para melhorar as estruturas de custos de seus negócios”.

Classes premium rPET com alto rendimento

O Innosort Flake apresenta a tecnologia patenteada Flying Beam® da Tomra – o que, segundo a empresa, constitui o segredo para sua grande precisão. A Tomra assegura que os sensores NIR de alta precisão e alta velocidade permitem o reconhecimento de polímeros de 2mm, reduzindo significativamente a perda de materiais valiosos de PET, com perdas finais abaixo de 2%. O sensor detecta as propriedades do material de diversos polímeros, de modo que contaminantes como PVC, PE, PP, PA e POM são eliminados, resultando em produtos de maior qualidade, afirma o fabricante. Além disso, afirma a empresa a remoção confiável de PVC, metais e flakes opacos resulta em uma classe de rPET que atende a altos requisitos de qualidade.

Custos operacionais e retorno do investimento

A Tomra afirma que o recurso de calibração contínua permite que os clientes monitorem e otimizem o desempenho de suas operações em tempo real. Isso resulta em maior estabilidade e menos tempo de inatividade do sistema, obtendo um rendimento constante de alta qualidade. Além disso, segundo a empresa, o equipamento possui um sistema de iluminação inovador e preciso que resulta em até 70% de economia de energia e diminui os custos operacionais.

Com sua resolução ultra-alta, configuração de duplo sensores e capacidade de até 4,5 t/h, o Innosort Flake foi lançado no mercado chinês em Setembro de 2018 e, segundo a Tomra, tem recebido uma receptividade muito boa, com os clientes apreciando os níveis de pureza, perdas e produtividade proporcionados.

O Innosort Flake amplia a oferta de soluções de seleção da Tomra, ao lado do Autosort Flake, equipamento que já combinava a deteção de cores, informações de materiais e objetos metálicos para potencializar as aplicações de purificação de flakes com um tempo de inatividade reduzido.

A Tomra Sorting Recycling e a importância da Feiplastic

Para Carina Arita, a presença na Feiplastic “é uma grande oportunidade de expor a nossa tecnologia ao mercado de plásticos de forma ampla, uma vez que se trata da mais abrangente feira da indústria de plástico”. A Diretora Comercial da Tomra ressalta “que a Tomra tem conquistado nos últimos anos um espaço importante no mercado brasileiro e é isso que vamos procurar reforçar, atraindo mais potenciais clientes”.

Além da visibilidade que a Feiplastic proporciona, o objetivo da Tomra também é trazer uma mensagem positiva ao mercado brasileiro, pois além de sua atuação direta na reciclagem de plásticos, a Tomra Sorting Recycling vem trabalhando no segmento de Tratamento de Resíduos Sólidos com o objetivo de retirar do meio ambiente os plásticos descartados pós-consumo, devolvendo-os à industria e promovendo a Economia Circular, tema que está se tornando cada vez mais relevante na atualidade.

A Tomra contribui para a indústria e o meio ambiente com o desenvolvimento de tecnologias de ponta para seleção e recuperação de resíduos. Através da identificação e seleção dos materiais valorizáveis, é possível recuperar dos resíduos materiais com valor agregado, o que se torna vantajoso também para as empresas que utilizam os sistemas.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e análise de processos para a indústria de alimentos, mineração e outras indústrias. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

Curta nossa página no

Solvay na Feiplastic 2019: Inovações em polímeros especiais para mobilidade sustentável, energia renovável e saúde

12/04/2019

O lançamento no mercado regional de inovações em polímeros especiais alinhados aos conceitos de mobilidade sustentável, energia renovável e mais saúde para as pessoas será o destaque da Solvay na Feiplastic 2019 – Feira Internacional do Plástico, de 22 a 26 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (stand G42).

Para o segmento de mobilidade sustentável, a novidade é apresentação de peças feitas para uma inovadora bicicleta elétrica que está sendo lançada mundialmente a partir da Europa pela empresa Stajvelo, de Mônaco. De acordo com a empresa, ao incorporar os polímeros especiais em várias de suas partes, tais como o quadro e outras partes estruturais, esta e-bike exemplifica as iniciativas e investimentos da Solvay para simplificar a vida das pessoas.

Do lado de energia renovável, a empresa apresentará os polímeros especiais Solef® PVDF e Halar® ECTFE, utilizados, respectivamente, nos back sheets e front sheets de painéis fotovoltaicos, em substituição ao vidro. Segunda a Solvay, os seus materiais tornam a estrutura mais leve e melhoram a eficiência das células fotovoltaicas, oferecendo extrema estabilidade a longo prazo quando expostos à luz solar e eventos atmosféricos.

Já na área de Saúde, um dos destaques será o lançamento do grampo invisível para radiografia odontológica criado pela empresa brasileira Indusbello, a partir de polímero Udel® PSU (polisulfona) da Solvay. A solução foi desenvolvida para minimizar as dificuldades no dia a dia do endodontista e facilitar as radiografias transoperatórias de tratamento de canal, possibilitando uma imagem total do dente, sem interferências.

A Solvay Specialty Polymers é uma empresa líder mundial em polímeros especiais de alto desempenho, com 1500 produtos reunidos em 35 marcas, que são utilizados em aplicações nas indústrias de petróleo e gás, automotiva, saúde, embalagens para alimentos e fármacos, produtos de consumo e saúde, entre outras.

A Solvay está sediada em Bruxelas, com cerca de 27.000 funcionários em 62 países. As vendas líquidas foram de € 10,3 bilhões em 2018, com 90% de atividades em que a Solvay está entre as três líderes mundiais, resultando em uma margem EBITDA de 22%. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

Curta nossa página no

Indústrias e startups debatem inovação e sustentabilidade em painéis do Inova Plastic durante a Feiplastic 2019

12/04/2019

Programação do novo espaço da Feiplastic abordará o atual cenário de inovação, seus impactos e soluções para a indústria do plástico

Entre 22 e 26 de abril, a Feiplastic – Feira Internacional do Plástico – reunirá indústrias e startups da cadeia produtiva em torno do tema “Inovação”, que está no DNA do setor e do plástico. No cerne desse conceito e com o propósito de apresentar exemplos dessa inovação, o espaço Inova Plastic é a grande novidade da Feiplastic e promete uma programação com tendências, lançamentos e soluções em produtos e processos, atendendo às demandas da sociedade por sustentabilidade. O evento será realizado no Expo Center Norte, em São Paulo/SP.

Os trabalhos expostos na área do Inova Plastic serão divididos em três setores (1- Pessoas – Estilo de vida, 2- Casa e construção e 3- Mobilidade), abrangendo:
novos produtos e aplicações detectados a partir de oportunidades de mercado;
processos de inovação, envolvendo programas, estruturas organizacionais ou metodologias de gestão e criação de inovação;
novas tecnologias, surgidas de pesquisas e desenvolvimentos científicos; e
novos modelos de negócios.

Responsável pela iniciativa da Feiplastic e pela coordenação específica do Inova Plastic – que contará também com atividades do Movimento Plástico Transforma –, a Abiplast mostra-se animada com a grade de atividades que prepara. “Além de palestras e debates sobre inovação, estamos compondo um espaço para apresentação de oito cases selecionados de relevantes players do setor, que darão uma visão geral de como a indústria tem caminhado em direção ao futuro”, adianta José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast.

Palestras e Debates:

Funcionando como arena para intercâmbio de conhecimento e experiências, o Inova Plastic prepara uma grade de palestras e debates que contempla os cinco dias de feira, sempre entre 14h e 17h.

Segunda-feira (22)

  • 14h40 – Palestra “O mundo da inovação e a inovação do mundo”, sobre o impacto das inovações na vida das pessoas e no mundo dos negócios.
  • 16h – Debate “O papel das pequenas e médias indústrias no cenário de inovação”, sobre inovação aberta e corporate venturing.

Terça-Feira (23)

  • 16h – Palestra “A inovação centrada no consumidor”, sobre exemplos práticos de inovação gerada a partir do profundo entendimento do consumidor.

Quarta-Feira (24)

  • 16h – Debate “Sustentabilidade”. Um dos conteúdos tratados será a apresentação da Rede de Cooperação para o Plástico, que reúne todos os elos da cadeia produtiva em torno do desenvolvimento da economia circular no setor.

Quinta-Feira (25)

  • 16h – Debate “A inovação na era digital”, sobre os impactos e soluções da transformação digital para o setor.

Sexta-Feira (26)

  • 14h – Debate “Desafios e oportunidades de inovação para o setor”.

Mais detalhes da grade podem ser encontrados em http://www.Feiplastic.com.br/InovaPlastic.

Serviço:

Feiplastic 2019 – Feira Internacional do Plástico
De 22 a 26 de abril, das 11h às 20h
Expo Center Norte (Rua José Bernardo Pinto, 333) – São Paulo/SP
www.feiplastic.com.br

Sobre a Feiplastic: A primeira edição da Feiplastic foi realizada em 1987, com o nome de Brasilplast. A partir de 2013, a feira adotou o nome de Feiplastic, mantendo a missão de disseminar conteúdo e atualizar seu público com as principais tecnologias e inovações da indústria do plástico. A Feira representa toda a cadeia produtiva do plástico, com players desde a matéria-prima e máquinas até reciclagem, proporcionando aos seus visitantes e expositores um ambiente favorável para geração de negócios e networking qualificado.

Sobre a Abiplast: A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) representa o setor de transformados plásticos e reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A Abiplast representa atualmente 12,1 mil empresas que empregam um total de 322,9 mil pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

Curta nossa página no

PICPlast leva seminários para transformadores de Criciúma

11/04/2019

Ação voltada para os colaboradores da indústria da transformação tem como objetivo contribuir para a competitividade e a produtividade da cadeia na região

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, PICPlast (www.picplast.com.br), realizará em Criciúma (SC), nos próximos dias 15 e 16 de abril, dois workshops destinados aos colaboradores da indústria da transformação da região. O objetivo é promover o desenvolvimento do setor no estado, realizando ações que contribuam para a competitividade e a produtividade da cadeia.

No dia 15 acontecerá o seminário “Vendas e Mercado”, em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC) e o Sindicato das Indústrias Plásticas do Sul Catarinense (Sinplasc). A atividade faz parte do Programa de Desenvolvimento em Gestão (PDG) realizado pelo PICPlast. A ideia é fortalecer ainda mais o mercado do sul do país, o segundo maior em número de transformadores desta indústria.

Já na manhã seguinte, 16 de abril, os transformadores da região poderão participar do workshop “Compliance como diferencial para a competitividade”. O treinamento tem como proposta discutir conceitos sobre compliance e os benefícios de suas aplicações como um diferencial competitivo para a cadeia do plástico. A iniciativa será ministrada pelo palestrante Wagner Giovanini, consultor especialista e diretor fundador da Compliance Total. Entre os assuntos da palestra, serão discutidos temas relacionados à legislação atual e às mudanças nela previstas, além da aplicação dos mecanismos de integridade, do impacto nas empresas e seus negócios, entre outros temas.

As vagas para participar dos dois treinamentos são limitadas, por isso, os interessados devem confirmar sua participação até o dia 11 de abril pelo e-mail seminariospicplast@gmail.com ou pelo telefone: (48) 3181-0369.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e ABIPLAST – Associação Brasileira da Indústria do Plástico – que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

Curta nossa página no

Feira Plastimagen 2019 se inicia na Cidade do México enfatizando a presença essencial dos plásticos em vários aspectos da vida moderna

04/04/2019

  • Na abertura da 22a. edição da Feira, os vários discursos enfatizaram que o plástico está em todas as atividades da vida humana e, em muitos aspectos, é essencial
  • O México produz 7 milhões de toneladas de plástico por ano; equivalente a 30 bilhões de dólares, constituindo um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria química
  • A Plastimagen ® México 2019 conta com a presença de 870 empresas, representando mais de 1.600 marcas
  • Durante conferência plenária, Perc Pineda, economista-chefe da PLASTICS – Associação da Indústria de Plásticos dos EUA, salientou que o México ocupa o décimo lugar no comércio mundial de plásticos.

Durante a abertura da vigésima segunda edição da Plastimagen® México, o Eng. Aldimir Torres, presidente da Associação Nacional Mexicana da Indústria do Plástico (ANIPAC) afirmou que o México é de grande importância para a indústria de plásticos por produzir 7 milhões de toneladas do material por ano, o equivalente a 30 bilhões de dólares, correspondendo a um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria química. Além disso, ele observou que o plástico está presente em todas as atividades da vida humana e, em muitos aspectos, é imprescindível. A abertura também contou com a participação de Perc Pineda, economista-chefe da PLASTICS – Associação da Indústria de Plásticos dos EUA; Raúl Mendoza, diretor geral da ANIPAC; José Navarro Meneses, diretor geral da Tarsus México; Oswaldo Piña, presidente da Associação de Envase e Embalagem (AMEE); Miguel Angel Delgado Rodriguez, presidente da Comissão da Indústria do Plástico para Responsabilidade e Desenvolvimento Sustentável da Associação Nacional da Indústria Química (ANIQ) e a Licenciada Ana Lilia Gonzalez Hidalgo, diretora das indústrias químicas da direção geral de indústrias da Secretaria de Economia.

Por sua parte, José Navarro reafirmou que nesta feira está sendo exibido o que há de mais inovador em matéria de moldes e máquinas por parte das empresas expositoras provenientes de mais de 27 países . “Contamos com uma grande variedade de máquinas e equipamentos periféricos, tais como injetoras, extrusoras, equipamentos de refrigeração, de controle de qualidade e testes, além de máquinas de reciclagem de plásticos, moinhos e transportadores, entre muitos outros produtos e soluções da próxima geração” .

“Em um espaço de mais de 43 mil metros quadrados de área de exposição, neste ano temos a presença de 870 empresas que representam mais de 1.600 marcas. Nos acompanham também fabricantes e distribuidores de resinas de alto desempenho, aditivos e especialidades químicas para as indústrias: desde revestimentos e adesivos até soluções integrais para o desenvolvimento das aplicações e sofisticados, assim como resinas recicladas, sistemas de coloração e nanotecnologia”.

Navarro salientou que é a primeira vez que se mostra uma obra de arte na Plastimagen MÉXICO®, resultado da preocupação de Hugo Bisanti, director de BMI Machines, sobre o tema do impacto do plástico nas áreas naturais.

O trabalho será leiloado e os fundos arrecadados serão doados ao Fundo Mexicano para a Conservação da Natureza.

Por sua parte, Ana Lilia Gonzalez Hidalgo parabenizou a Tarsus México pela organização do evento e disse que “dadas as condições impostas pela forte concorrência, é importante que os industriais unam esforços e estejam melhor preparados.”

Durante o passeio inaugural das autoridades pelo piso de exposições da Plástimagen México® 2019, novas tecnologias desenvolvidas para a indústria de plásticos foram apresentados. Foram visitadas empresas como a Haitian, que apresentou suas máquinas energeticamente eficientes.

Depois foi visitado o stand da Beutelspacher, empresa que fabrica máquinas por mais de 60 anos e é a única empresa 100% mexicana. Possui mais de 4 mil desenvolvimentos tecnológicos e por isso é considerada como o pilar da indústria plástica mexicana.

Mais adiante, a comitiva visitou a Milacron e seu diretor Juan Carlos Gonzalez assegurou que eles têm um bom relacionamento com a indústria automobilística e querem oferecer dispositivos mais eficientes para transformação de plásticos.

Para a empresa Krauss Maffei, o México é um dos mercados mais importantes, sendo a indústria automotiva o setor mais significativo. Por outro lado, eles também fornecem soluções para a indústria de embalagens. Para destacar a importância do setor automotivo, o presidente da ANIPAC ano destacou que ela representa aproximadamente 420 mil toneladas de resina plástica por ano.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastimagen México 2019

Curta nossa página no

Credenciamento de visitantes para Feiplastic 2019 está aberto via Internet

04/04/2019

Ampliação da área de exposição / experiências é novidade da próxima edição

O credenciamento gratuito para a Feira Internacional do Plástico (FEIPLASTIC) está aberto no endereço: https://www.feiplastic.com.br/Credenciamento/. Marcado para acontecer entre os dias 22 e 26 de abril, no Expo Center Norte, o evento reunirá grandes players da indústria do plástico e apresentará uma área de experiências duas vezes maior, além de importantes apoios institucionais nacionais e internacionais.

São esperadas mais de 1.000 marcas do mundo todo, tais como Haitian, Yudo, Tomra, Moretto, Simco, Tederic, Alfamach, Stalinger e Brasia no segmento de máquinas e equipamentos, além de empresas do segmento de matérias-primas como Braskem, Cromex, Covestro, Rhodia, Unigel, A. Schulman e outras.

“Todo o plano estratégico da FEIPLASTIC está pautado em 3 grandes pilares: inovação, uma agenda consistente de negócios e sustentabilidade. Viabilizar esses três pilares é o nosso compromisso com a indústria. A Reed realiza investimentos constantes em ferramentas de negócios, todas orientadas e conectadas para a geração de leads”, explica Patrícia Oliveira, gerente de Produto da feira, organizada pela Reed Exhibitions Alcântara Machado.

As experiências são mesmo os grandes destaques do evento. O espaço reservado para as atrações práticas e interativas foi ampliado e contemplará painéis, espaços para diálogo entre representantes que compõem a cadeia produtiva e atividades como: “Rodada de Negócios”, para fechamento de oportunidades; “Conecta Club”, para networking qualificado; e “Área de Inovação”, para apresentação e discussão dos avanços do setor. “Teremos importantes parceiros de conteúdo no evento. A SAE, por exemplo, abordará o plástico como a matéria prima principal aplicada no setor automotivo e em outros modais”, conta Patrícia.

Além da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), a FEIPLASTIC tem a chancela das principais associações do setor: ADIRPLAST, ABIMEI, SINDIPLAST e SIRESP. Também conta com o apoio institucional da ABIA, ABINEE, ABNT, ABRAPLA, ABRE, FIERGS e FIESP, com apoio regional das entidades: SIMPEP, SIMPEPE, SIMPERJ, SIMPESC, SIMPLÁS, SIMPLAVI, SINPLASC, SINDESC, SINPLAST, SIMPLAGO, SIMPLAST-MG, SINDIPLAST-ES, SINDIPLASBA E SINDIPLAST-AL. E entidades internacionais como: Acoplásticos (Colômbia), AUIP (Iberoamericana) e CAIP (Argentina).

“É um evento de grande valor para o desenvolvimento do setor. Iremos proporcionar a melhor vitrine para toda a indústria do plástico, destacando a inovação como o principal driver do setor. Em breve, toda a grade de conteúdo e explanação de todos os eixos que compõem essa área de inovação será divulgada”, finaliza Patrícia.

Credenciamento

O registro para participação é simples, rápido e gratuito, através da página https://www.feiplastic.com.br/Credenciamento/. “O visitante precisa programar a sua visita, principalmente quem é de fora do Brasil. É importante não deixar para realizar o credenciamento na última hora e estar atento à programação da feira para escolher a melhor oportunidade de negócio antes mesmo do evento”, finaliza Patrícia Oliveira.

A primeira edição da Feiplastic foi realizada em 1987, com o nome de BRASILPLAST. A partir de 2013, a feira adotou o nome de FEIPLASTIC, mantendo a missão de disseminar conteúdo e atualizar seu público com as principais tecnologias e inovações da indústria do plástico. A Feira representa toda a cadeia produtiva do plástico, com players desde a matéria-prima e máquinas até reciclagem, proporcionando aos seus visitantes e expositores um ambiente favorável para geração de negócios e networking qualificado.

A Reed Exhibitions Alcantara Machado atua no Brasil através dos seus escritórios em São Paulo, Recife e Ribeirão Preto, contando com um portfólio de cerca de 40 marcas em todo o território nacional. Além do Brasil, a Reed Exhibitions atua em 42 países. São mais de 500 eventos distribuídos pelas Américas, Europa, Oriente Médio e Ásia.

Serviço:
Evento: FEIPLASTIC 2019 – Feira Internacional do Plástico
Data: 22 a 26 de abril de 2019
Horário: 11h as 20h (segunda à sexta-feira)
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme
Credenciamento gratuito: https://www.feiplastic.com.br/Credenciamento/

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

Curta nossa página no

Com muitos negócios e tecnologia, Plástico Brasil 2019 registrou clima de otimismo e expectativa de investimentos para modernização do parque fabril da cadeia do plástico

03/04/2019

Corredores cheios, muitos negócios, tecnologia e conhecimento marcaram a segunda edição da Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, encerrada na sexta-feira, 29 de março, no São Paulo Expo.

Uma iniciativa da Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions, o evento se consolidou com a entrada de mais de 100 novas empresas, área de exposição 20% maior que a edição de 2017 e, segundo os organizadores, uma visitação de 45 mil compradores e profissionais do setor, confirmando as suas expectativas.

A Plástico Brasil 2019 reuniu mais de 800 marcas nacionais e de outros 13 países: Alemanha, Argentina, Áustria, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, México, Portugal, Suíça, Taiwan e Turquia.

Para José Velloso, presidente-executivo da Abimaq, conquistar esta posição num espaço tão curto de tempo tem uma explicação simples: tecnologia. “Quando idealizamos a Plástico Brasil anos atrás, nós queríamos transformar as feiras para indústria do plástico e fazer não só um evento de negócios, mas de tecnologia”, lembra.

Na avaliação do dirigente, a situação econômica dos últimos anos represou os investimentos; no cenário atual, a expectativa de retomada do crescimento econômico fez com que os transformadores viessem à feira “com apetite”. “A Plástico Brasil apresentou o que há de mais moderno em tecnologia para máquinas para a indústria do plástico. O visitante pôde entrar em contato com essa tecnologia, se atualizar e aprender como melhorar seus índices de produtividade”, acrescentou.

No quarto dia da feira (28), Velloso acompanhou o secretário-executivo da Secretaria de Governo da Presidência da República, Mauro Biancamano Guimarães, numa visita aos estandes da Plástico Brasil 2019, para demonstrar o alto grau de desenvolvimento tecnológico da indústria brasileira de máquinas para plástico.

Presidente da Abiquim, Fernando Figueiredo reforça que a feira acontece num momento de otimismo e confiança na retomada do crescimento econômico, quando os empresários estão projetando seus investimentos futuros. “Quando as fábricas se modernizam com máquinas de última geração e ganham produtividade, a indústria de resinas termoplásticas se beneficia pelo aumento da demanda por matéria-prima.

Para Figueiredo, a participação da entidade como correalizadora da Plástico Brasil vai ao encontro da tendência mundial pela busca de soluções colaborativas e promove a integração da cadeia do plástico, da qual a indústria de resinas termoplásticas é parte fundamental.

Gino Paulucci Jr., presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico da Abimaq e da Comissão Organizadora da Plástico Brasil 2019, conta que o retorno que recebeu dos expositores é que todos ficaram muito satisfeitos. Mais que isso, ele ouviu elogios dos visitantes, que destacaram ambiente favorável à realização de negócios, tanto em termos de estrutura dos estandes e do pavilhão, quanto da tecnologia à disposição. “Os clientes vieram à feira dispostos a romper o represamento dos investimentos. Eles sabem que parque industrial brasileiro precisa ser renovado com urgência se quiser ganhar competividade no mercado mundial”, lembra Paulucci. “E a Plástico Brasil ofereceu isso totalmente”.

Quanto à sua empresa, a Polimáquinas, o executivo garante que a participação na Plástico Brasil superou todas as expectativas. “Notamos mais indústrias em busca de modernização de suas plantas do que de expansão. O interessante é que algumas empresas estão fazendo programação bianual, o que demonstra a confiança na economia e amplia o horizonte de negócios de nós, expositores”, explica Paulucci.

Conteúdo

A oferta de conteúdo técnico ocupou papel de destaque na Plástico Brasil 2019. Foram mais de 80 horas de seminários, palestras e workshops, como o Parque de Ideias, VDI Road Show, 1º Abinfer Business Center – ABC 2019, PETtalk 2019, SEBRAE Móvel, Escola Móvel de Indústria 4.0 do SENAI – SP e o SMED (Single Minute Exchange of Die), demonstração de troca rápida de moldes automatizada.

Com foco na produtividade e redução do tempo de setup, o SMED demonstrou uma injetora ROMI EM 170 equipada com moderno sistema de troca rápida de molde, composto por robô, placas magnéticas e sistemas de acoplamentos rápidos. O sistema é adequado às trocas frequentes de moldes em injetoras de todos os tamanhos. A troca rápida em demonstração na Plástico Brasil levou, em média, 1’55”.

Responsável pelo 1º Abinfer Business Center – ABC 2019, Christian Dihlmann, presidente da Abinfer – Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais destacou o sucesso da parceria entre a Plástico Brasil e a entidade. “Foi acima do esperado, tanto para nós da Abinfer como para as ferramentarias participantes”. Ainda segundo Dihlmann, alguns expositores do espaço tiveram o retorno de todo o investimento já no primeiro dia.

“Nosso balanço é extremamente positivo”, elogiou Dihlmann, comentando que a iniciativa se destacou ainda por colocar no mesmo espaço empresas de portes diferentes: “O visitante pôde negociar com empresas grandes ou menores, dentro daquilo que ele procurava”.

Marco Basso, presidente da Informa Exhibitions, lembra que, além de maior promotora de eventos do mundo, a empresa tem expertise em oferecer conteúdo que contribui de forma decisiva para o desenvolvimento profissional, técnico e econômico dos segmentos em que atua, como ficou contatado na recém-encerrada Plástico Brasil 2019. “A Plástico Brasil cumpriu seu papel ao oferecer não só muita tecnologia nos estandes das 800 marcas, mas também muito conhecimento na rica programação técnica com mais de 80 horas de atividades”, reforça o executivo.

Sustentabilidade

A área de exposição da feira refletiu a atenção com que a indústria do plástico trata a questão da Sustentabilidade e o investimento em pesquisa e desenvolvimento feito pelos fornecedores de máquinas voltadas para o processamento de resíduos plásticos. Além disso, uma programação técnica com palestras ministradas pela Plastivida, instituto socioambiental dos plásticos que atua na educação ambiental; TriCiclos, empresa de engenharia de economia circular aplicada; e Braskem, maior produtora de resinas das Américas, tiveram destaque na programação do Parque de Ideias.

Desde a montagem até a desmontagem da Plástico Brasil, os resíduos gerados pelos expositores e visitantes foram coletados por catadores da Cooperativa Prioridade Ambiental, que separaram o material em caçambas. Com o término da coleta, a cooperativa transportou os resíduos para seu galpão, onde receberam destino ambientalmente corretos e se converteram em renda para os cooperados.

Também numa parceria com a Plastivida e a empresa Plastimil – Fortymil, a Plástico Brasil realizou mais uma vez o projeto Tampinha Legal, que promoveu a educação ambiental por meio da coleta de tampas plásticas dos produtos consumidos na Praça de Alimentação da feira e produzidas por empresas expositoras nas demonstrações de seus equipamentos.

Marcas expositoras destacam a quantidade e qualificação dos visitantes e o alto volume de negócios realizados

A Plástico Brasil 2019 se confirmou como uma janela de oportunidades para os transformadores modernizarem suas plantas depois de anos de paralisação dos investimentos.

Expositores da feira destacaram o momento oportuno de sua realização, quando as indústrias retomam a confiança na retomada do crescimento econômico. Isso se refletiu, segundo eles, na grande quantidade e alta qualificação de visitantes nos estandes e no volume de negócios fechados ou prospectados já nos primeiros dias, o que para muitos foi uma agradável surpresa.

A Romi destacou a importância de ser patrocinadora da Plástico Brasil pela segunda vez. Segundo William dos Reis, vice-presidente da empresa, apoiar um evento de porte internacional coloca a Romi automaticamente em contato com seu cliente. “Para nós, participar das decisões do evento é extremamente viável, visto que conhecemos o gosto do cliente, podendo dessa forma contribuir com aquilo que o mercado precisa”, completa.

Como expositora, a empresa alcançou os resultados esperados já nos primeiros dias. Reis garante que percebeu o público mais otimista em relação à edição de 2017. “O empresariado brasileiro vem mudando seu comportamento desde outubro de 2018, e isso só tende a melhorar, o que, para nós, é maravilhoso, pois estamos aqui para fazer negócios e receber o cliente”. A Romi lançou na feira a sopradora elétrica ROMI C 15D para indústrias que buscam produtividade e precisão, com baixo consumo de energia.

A Stäubli encerrou sua participação na Plástico Brasil 2019 com chave de ouro. “Quebramos todos os recordes possíveis de oportunidades abertas e projetos. O terceiro dia (27 de março) foi o melhor dia de uma feira brasileira para a Stäubli em todos os tempos”, comemora Bruno Caumo, coordenador de Marketing da companhia.

Romi e Stäubli foram parceiras da Informa Exhibitions na demonstração de um inovador sistema de SMED – Troca rápida de moldes totalmente automatizado, e uma das atrações mais concorridas da Plástico Brasil 2019.

De acordo com William Carnevalli, responsável pelo Marketing da Carnevalli, o plano para a feira era fazer contatos, iniciar novos negócios, encontrar os clientes mais antigos e avançar para o pós-feira. “Missão cumprida”, sinaliza. Para ele, o mercado está “soltando o freio” aos poucos. “Pelo que percebemos, os clientes encontraram a hora certa para investir, o que já faz com que essa edição da Plástico Brasil se sobressaia em relação à anterior”. A empresa fabrica máquinas para extrusão, coextrusão, extrusão rígida, impressoras, Agro-Geo e recicladoras.

Em relação à visitação no estande da Simco, Vitor Ortega, da área Comercial, diz ter sido surpreendido pela quantidade e qualidade do público. “Há muito tempo não recebíamos uma quantidade tão grande de pedidos em um evento setorial. Os cinco dias da Plástico Brasil superaram os últimos quatro anos”, e complementa: “O público veio em busca de novas tecnologias, pois é isso que o mercado está exigindo”. A empresa tem se engajado para acompanhar essa tendência com lançamentos de novas máquina, a exemplo da injetora Log270-S9.

Após 12 anos sem participar de eventos setoriais, a Oerlikon marcou presença na Plástico Brasil 2019. A empresa não deixou passar a oportunidade em virtude de estar ingressando no mercado de plástico e com um novo produto: revestimento Balinit com base em carbono (DLC). Rafael Martins, responsável pelo Marketing da empresa, ressalta que o movimento no estande da empresa surpreendeu todos os dias, inclusive no primeiro. “Para nós, isso é incrível, já que a expectativa é disseminar nossos serviços para toda a cadeia do plástico. E os visitantes da feira são extremamente qualificados, além dos próprios expositores, dentre os quais alguns são nossos clientes”.

A experiência da Wortex nesta edição da feira também é motivo de comemoração. “Nosso estande esteve movimentado logo no primeiro dia. Negociamos a venda de seis máquinas, das quais três para clientes novos”, ressalta o diretor geral Paolo De Filippis. Segundo ele, as soluções apresentadas no evento para reciclagem e separação de material, os equipamentos Challenger Recycler Geração II e Challenger Recycler Conical e os sistemas de lavagem devem gerar novos negócios nos próximos meses. “Também foi muito importante a visibilidade que a Amut, nosso parceiro da Itália, teve com as linhas completas de separação de resíduos sólidos urbanos (RSU) e resíduos de coleta seletiva”, conclui, Filippis.

A Wittmann Battenfeld fez grandes negócios na feira. “Embora ainda não seja possível mensurar, podemos dizer que foram negócios bem promissores”, menciona Lucineia Domingues, responsável pelo departamento Financeiro da companhia. Além dos negócios, a empresa ficou satisfeita também com o público: “No geral, só ouvimos bons comentários dos nossos visitantes, tanto acerca do mercado, quanto em relação ao próprio evento”, conclui. A Wittmann Battenfeld divulgou todo o seu catálogo de produtos para o mercado de plástico, que compreende injetoras, robôs, alimentadores, rotâmetros, termorreguladores, desumidificadores, dosadores e moinhos.

A Lakatos fez novos contatos, encaminhou projetos e sentiu a animação do mercado para 2019. “Trouxemos uma nova máquina de termoformagem e o interesse do visitante da feira foi incrível, atingindo todas as expectativas”, contou Paulo Lakatos, diretor geral da empresa, que era conhecida no mercado como Eletro-Forming.

“Podemos dizer, sem sombra de dúvida, que o evento é extremamente promissor. Seu movimento ultrapassou nossa expectativa. Além dos visitantes, encontrar os principais produtores da cadeia do plástico aqui foi essencial para os nossos negócios”, comemora Marina Bogas, gestora de Negócios da Technoplast. A satisfação da representante da empresa se deve ainda ao fato da Technoplast estar no mercado há menos de um ano. “Nos lançamos como marca em dezembro de 2018, por isso, não poderíamos ficar de fora da feira que é a maior da América Latina. Acertamos em cheio!”. A Technoplast aproveitou os cinco dias do evento para lançar uma máquina para soldagem pouch de embalagens em PET com PE.

A Rulli Standard também comparou a recém-encerrada edição da Plástico Brasil com a de 2017. “Sem desmerecer a anterior, essa edição da feira está um sucesso. Notamos o progresso do evento em todos os sentidos, de expositores a visitantes”, aponta Caroline Rulli, responsável pelo Comercial da empresa. Ela comenta que fechou negócios esperados e inesperados nos cinco dias em que esteve no São Paulo Expo. O portfólio da Rulli Standard compreende máquinas para extrusão e coextrusão.

A Plástico Brasil 2019 marcou o retorno da Três-S em feiras do setor. Segundo Karine de Lima, contato Comercial da empresa, “a Três-S está lançando uma puncionadeira e não encontrou lugar melhor do que a feira para fazer isso, devido ao seu alcance internacional”. A companhia não participava de eventos desde 2015.

De acordo com André Said, engenheiro e gerente de vendas da Mecalor, o melhor de participar da Plástico Brasil foi o encontro com o público da empresa, que veio em massa para evento. “O mercado tem se mostrado com ótimas expectativas, o que para a Mecalor é ótimo”, diz Said. O engenheiro ainda completou: “Fechamos bons negócios todos os dias”. A Mecalor é responsável pela produção de termorreguladores, sistemas duo para sopradoras ou injetoras plásticas, unidades de ar seco para injetoras e de ar frio para extrusoras, além de termochillers.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil 2019

Curta nossa página no

Evonik vende seu negócio de Metacrilatos à Advent International por 3 bilhões de euros

03/04/2019

  • Alinhamento com a estratégia de foco em especialidades químicas
  • Preço de venda atraente de 3 bilhões de euros corresponde a 8,5 vezes o EBITDA do negócio
  • Oportunidades de desenvolvimento para o negócio de metacrilatos

A Evonik assinou acordo para a venda de seu negócio de metacrilatos à Advent International por 3 bilhões de euros. O preço de venda (enterprise value) corresponde a 8,5 vezes o EBITDA do negócio. A operação está sujeita à aprovação das autoridades pertinentes em vários países, mas deve ser concluída no terceiro trimestre deste ano.

O negócio de metacrilatos abrange 18 unidades de produção e 3.900 colaboradores no mundo inteiro. De 2016 a 2018, gerou um EBITDA anual médio de cerca de 350 milhões de euros e vendas de aproximadamente 1,8 bilhão de euros ao ano. Para 2019, a Evonik prevê vendas e EBITDA de nível similar.

A operação engloba as linhas de negócio Methacrylates, Acrylic Products e CyPlus®, além de algumas das atividades com resinas metacrílicas. A Evonik colocou essas operações no mercado como parte de sua estratégia sistemática de concentrar o seu foco em especialidades químicas, produtos que são menos cíclicos. A empresa de private equity Advent International é um dos investidores financeiros mais experientes na indústria química no mundo inteiro, com mais de 30 investimentos em três décadas.

O preço de compra líquido (equity value) pode ser calculado após as deduções, compostas basicamente por obrigações previdenciárias (aposentadorias) de cerca de 500 milhões de euros. A Evonik usará o valor da venda para reforçar o seu balanço e, sobretudo, para projetos de crescimento específicos. Isso inclui o financiamento da compra da empresa americana PeroxyChem, que a Evonik pretende concluir este ano. Além disso, uma parte dos recursos será usada para reforçar o atual portfólio de especialidades químicas, por exemplo, pela construção de uma nova fábrica de poliamida 12 em Marl, Alemanha. Essas atividades geram uma margem atraente e um fluxo de caixa acima da média. Ainda em 2019 e mesmo sem a contribuição do negócio de metacrilatos, a Evonik conseguirá cobrir o pagamento de dividendos com o seu forte fluxo de caixa livre.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

Curta nossa página no

Plástico Brasil 2019 exibe soluções digitais para a indústria do plástico

29/03/2019

Atendimento remoto, softwares de gestão, equipamentos e Fintech de antecipação de recebíveis prometem otimizar o dia a dia do setor e ganham destaque no evento

Atendimento remoto

A Polimáquinas criou um modelo de óculos de realidade virtual, ou plataforma de atendimento remoto, capaz de fornecer informações sobre as necessidades de manutenção das máquinas do parque fabril.

Os óculos monitoram a eficiência global dos equipamentos, gerando uma visão ampla da fábrica sobre o desempenho e produtividade por meio de diversos tipos de indicadores e gráficos que apontam a eficiência da linha de produção. Ao captar as informações acerca das máquinas, o aparelho transmite todos os dados e orientações para o responsável pela produção, reduzindo assim o tempo de parada para manutenção.

Segundo a Polimáquinas, a principal vantagem oferecida pelo produto é justamente a redução da parada das máquinas por meio da orientação à distância. A proposta é que os olhos dos especialistas da empresa visualizem exatamente o que está acontecendo, auxiliando os clientes sobre o funcionamento e manutenção das máquinas.

Soluções digitais para a indústria de plásticos e borracha estão sendo apresentadas por várias empresas expositoras da Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, que acontece até 29 de março no São Paulo Expo.

Softwares de gestão integrada / monitoramento de máquinas

A solução da Projedata, por exemplo, é um software de gestão integrada – Iniflex, voltado para empresas de manufatura e que permite integrar as áreas administrativas e produtivas da indústria em um único sistema.

De acordo com a Projedata, na área gerencial a ferramenta administra custos, relatórios e gerenciamento de metas, ao passo que no setor comercial ela auxilia nas vendas, exportações, formação de preços, estoque de produtos, faturamento e CRM. Já na parte industrial, o Iniflex atua na engenharia, planejamento, controle da produção e manutenção industrial.

Outra participante do evento que dispõe de tecnologias que voltadas para para o ganho de competitividade das empresas é a Vedois. Entre os produtos destacadas pela empresa na Plástico Brasil, o Vedois OEE É um módulo de apontamento automático de produção que, segundo a empresa, permite um aumento de produtividade sem necessidade de investimento em maquinário ou mão de obra, fornecendo informações gerais da linha de produção em tempo real.

De acordo com o fornecedor, o Vedois OEE monitora as máquinas, os operadores e os processos. Caso algo esteja fora do planejado, o módulo avisa seus gerenciadores por meio de pop-ups, e-mails, dispositivos móveis e por avisos luminosos e/ou sonoros.

Antecipação de recebíveis

Outro destaque da Plástico Brasil 2019 no segmento de digitalização é a Weel – Fintech de antecipação de recebíveis por meio de plataforma on-line. Ao lado de fornecedores de máquinas, insumos e matérias-primas, a Weel tem mostrado ao setor de plástico uma nova modalidade de antecipação de recebíveis on-line, cuja proposta é ajudar a indústria a superar sua dificuldade crônica de acesso a capital de giro e de investimento na produção.

A plataforma é intuitiva e pode ser acessada pelo site da empresa ou pelos principais sistemas de gestão (ERP) utilizados no Brasil. Por meio do programa, o fabricante cadastra todas as suas notas fiscais eletrônicas com prazos futuros a receber em uma planilha virtual que fica à disposição do gestor.

A partir daí o usuário obtém, em minutos, uma cotação individual para cada uma dessas notas, podendo convertê-las em capital de giro imediato para ser usado em necessidades pontuais, como a compra de um lote em polímeros, a manutenção de uma extrusora ou até mesmo a encomenda de um novo molde.

Para a indústria do plástico em particular, há uma grande vantagem em adiantar suas receitas, uma vez que os principais fornecedores de matérias-primas e equipamentos exigem pagamento em prazos menores do que os que a indústria necessita conceder para os clientes.

A Plástico Brasil 2019 é uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions.

Curta nossa página no

Roadshow da VDI apresentou diretrizes alemãs e cases brasileiros para Indústria 4.0 durante a Plástico Brasil 2019

29/03/2019

Na última terça-feira, 26 de março, em São Paulo, foi realizado o “Roadshow VDI: boas práticas alemãs para a Indústria 4.0”, organizado pela Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha – VDI-Brasil, com o apoio da Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas e Instalações Industriais – VDMA. O evento foi realizado no segundo dia da Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, que vai até o dia 29 de março, no São Paulo Expo.

Abordando os principais fatores para a implementação de iniciativas de Indústria 4.0, presentes na diretriz VDI/VDE 4000, Johannes Klingberg, diretor executivo da VDI-Brasil, falou: “Diferentemente do que se escuta em muitas discussões sobre o tema, Indústria 4.0, em sua essência, é um conceito de gestão que requer uma visão holística do uso de tecnologia digital por meio de ferramentas estratégicas, claras e padronizadas. Portanto, o primeiro passo deve ser o estabelecimento de um conceito coerente ao longo das cadeias de valor sobre o que é Indústria 4.0, reconhecendo onde a empresa está e onde ela quer chegar”.

Um dos entraves para a criação de um planejamento estratégico, que tenha como objetivo aplicar as tecnologias presentes na Indústria 4.0, se refere ao fato de que muitas empresas, em uma primeira abordagem sobre o tema, consideram esse processo como um projeto de T.I, restringindo o conceito à gestão de dados e se frustrando com os resultados. Isso acontece tanto no Brasil, quanto na Alemanha.

“No entanto, trata-se de um trabalho a longo prazo, que envolve toda a estrutura organizacional da empresa. Assim, é essencial a participação de todos os membros da organização, desde a gestão até o chão de fábrica”, continuou o executivo da VDI.

A diretriz VDI/VDE 4000, que está sendo elaborada na Alemanha por especialistas da indústria e das Universidades e será lançada em junho deste ano, auxilia na análise estrutural da empresa, transformando-a em níveis de maturidade digital, que servem como base para iniciar o processo.

Demonstrando a aplicabilidade da diretriz, que estará disponível também no Brasil após sua publicação oficial na Alemanha, o diretor geral da Valpri, Ivo Fernando Yoshida, abordou a questão da Indústria 4.0 para pequenas empresas nacionais. Yoshida utilizou o case da Valpri, empresa de embalagens flexíveis sediada em Campinas, para ilustrar os fatores que permitem que empresas menores adotem os princípios da Indústria 4.0.

A empresa trabalhou na combinação de dois pilares sinérgicos que consistem na atualização tecnológica – por meio da participação no Programa de Gestão de Produção do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) – e na gestão de pessoas e introdução da cultura de inovação, com a consultoria do programa Agente Local de Inovação do SEBRAE.

Yoshida afirma que esses foram os fatores fundamentais para a transformação digital na empresa. “A partir de nossa experiência, acreditamos que um caminho possível para que a Indústria 4.0 funcione nas MPE’s é a atualização tecnológica trazida por especialistas externos, aliada ao desenvolvimento da cultura organizacional com princípios de inovação”.

Com os conhecimentos adquiridos por meio desses programas, foram diagnosticados problemas que implicavam no processo de produção, tal como soluções viáveis para resolvê-los. Com tecnologias de baixo custo, foi possível identificar as causas dessas adversidades, gerando dados úteis para o estudo de melhores práticas.

Ainda durante o evento, de forma complementar à diretriz VDI/VDE 4000, o diretor técnico da VDMA – Máquinas de Plástico e Borracha, Dr. Harald Weber, demonstrou a necessidade de se criar uma padronização para interfaces de máquinas do setor. Nesse sentido, o Dr. Weber tratou sobre as interfaces OPC UA (Plataforma Aberta de Comunicação – Arquitetura Unificada, sigla em inglês), um padrão para interconexão de troca de dados para o ambiente de automação industrial aplicado à indústria de plástico e borracha, apresentando a diretriz EUROMAP 77.

“Atualmente, nem todas as máquinas funcionam com OPC UA, portanto, ainda não têm capacidade de se comunicar entre si, não há interoperabilidade. Ter uma interface padronizada é um pré-requisito para eficiência do processo como um todo” afirma Dr. Weber.

Lançada em 2018, a EUROMAP 77 aborda os tópicos referentes à interface entre Máquinas Injetoras – IMM e Software para Gestão da Manufatura – MES para troca de dados, baseando-se em OPC UA. O objetivo da EM77 é fornecer uma interface única para IMM e MES de diferentes fabricantes para garantir a compatibilidade.

Para ilustrar os efeitos práticos da EUROMAP 77, foram apresentados cases de duas empresas fabricantes de máquinas e equipamentos para a indústria de plásticos: a alemã ARBURG e a austríaca Wittmann Battenfeld. As palestras “Comunicação vertical na Indústria 4.0” e “Wittmann 4.0 – Conectividade no Grupo Wittmann, foram conduzidas pelo gerente técnico da ARBURG, Jeziel Oliveira e pelo diretor geral da Wittmann Battenfeld, Dr. Michael Wittmann, respectivamente.

A Plástico Brasil 2019 é uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil 2019

Curta nossa página no

Ferramentarias de todo o Brasil participam em espaço inédito da Plástico Brasil 2019

29/03/2019

Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo estão entre os Estados representados no 1º Abinfer Business Center – ABC 2019

Em um espaço dedicado, ferramentarias participam da Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, até dia 29 de março, no São Paulo Expo, com seus produtos e serviços. O 1º Abinfer Business Center – ABC 2019 é uma iniciativa da Abinfer (Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais), em parceria com a Informa Exhibitions.

O espaço visa proporcionar a exposição de marcas, a geração de negócios, a divulgação da competência produtiva nacional em ferramentais, o aprendizado de novas técnicas e tecnologias e o relacionamento mútuo dos participantes, incluindo expositores, patrocinadores e visitantes. Numa área estrategicamente localizada no pavilhão, a atração reúne estandes das ferramentarias e ampla programação de painéis para exposição das soluções dos fornecedores da cadeia de ferramentais, além de atividades diversas, tais como rodadas de negócios e reuniões setoriais.

Uma das participantes, a JN Ferramentaria, de Joinville (SC), ressalta a importância da parceria entre a Abinfer e a Plástico Brasil. Para Jair Bonnatti, diretor geral da empresa, muitas ferramentarias não conseguiriam participar de uma feira de porte internacional se não fosse essa iniciativa. “O Abinfer Business Center tem nos proporcionado network, que é a chave para os negócios”, completa, dizendo que essa edição mal começou e ele já espera pelas próximas.

A Moldar, de Caxias do Sul (RS), também está participando com seus moldes e ferramentais. Segundo Guilherme Bolson, supervisor Comercial, as expectativas da empresa foram ultrapassadas: “Fizemos ótimos contatos, com potenciais clientes. A ideia de concentração do setor, tanto da feira quanto da Abinfer, foi ótima”.

Por sua vez, a J. Plast, de São Paulo (SP), fabricante de moldes para injeção plástica, se disse positivamente surpreendida. Segundo Fabio Bergantin, sócio da empresa, “além de encontrar clientes antigos, essa está sendo uma ótima oportunidade para ‘garimparmos’ novos compradores. Estamos diretamente em contato com quem nos interessa”, garante.

A Plástico Brasil 2019 é uma iniciativa da Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil 2019

Curta nossa página no

Braskem demonstra soluções em conjunto com parceiros durante a Plástico Brasil

28/03/2019

Por meio de parcerias com fabricantes de equipamentos, soluções da companhia estão rodando em mais de 20 estandes durante o evento

A Braskem está presente na Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional do Plástico e da Borracha. Realizada de 25 a 29 de março, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, este é um dos principais eventos do setor. Por sua abrangência tecnológica, a Plástico Brasil reúne importantes elos da cadeia produtiva do plástico, em especial do setor de máquinas e equipamentos. Por isso, a Braskem estabeleceu parcerias que estão viabilizando a demonstração de diversas soluções da companhia em máquinas que fabricam produtos plásticos durante o evento.

Edison Terra, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas da América do Sul e Europa da Braskem, explica que o formato da feira facilita a exibição do desempenho das resinas da companhia. “Participamos da Plástico Brasil desde sua primeira edição, em 2017, e temos grandes expectativas para este ano de estreitar ainda mais nosso relacionamento com o setor. A demonstração prática das nossas soluções é um canal privilegiado para que o público veja o desempenho dos nossos produtos e suas diferentes possibilidades”, explica.

Para reforçar essa inovação, a Braskem está oferecendo um tour guiado por engenheiros da companhia para os visitantes do evento. Em duas edições diárias, ao longo dos cinco dias da feira, organizados em grupos de até 20 pessoas, a Braskem conduz os participantes por estandes que estão operando com resinas da Braskem, fornecendo informações técnicas sobres processos e esclarecendo dúvidas sobre as aplicações expostas. Os interessados podem se inscrever no balcão identificado da ação a partir do 1º dia da Plástico Brasil.

Em linha com o compromisso assumido pela companhia em novembro do ano passado, Fabiana Quiroga, diretora de Reciclagem e Plataforma Wecycle da Braskem, proferiu palestra no dia 27 sobre Economia Circular, abordando a importância do estímulo ao mercado de resinas recicladas e da destinação correta do resíduo plástico.

“O uso do plástico trouxe importantes avanços para a sociedade. Mas, quando olhamos para a cadeia, é importante nos preocuparmos desde a produção, utilizando menos recursos naturais, até o descarte”, explica Fabiana. “Sem dúvidas, todos, desde a indústria até o consumidor final, devemos estar engajados neste processo e quando fomentamos o mercado da resina reciclada, incentivamos todo o setor em prol da reciclagem”, conclui.

Os interessados em participar do painel deverão comparecer ao “Parque de Ideias”.

Serviço:
Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional do Plástico e da Borracha
Data: 25 a 29 de março, das 10h às 19h
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo (SP)

Curta nossa página no

Plástico Brasil 2019 aproxima indústria brasileira de fornecedores internacionais

28/03/2019

Parte significativa das 800 marcas expositoras da Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, que realiza sua segunda edição no São Paulo Expo até o dia 29 de março, é representada por 13 países: Alemanha, Argentina, Áustria, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, México, Portugal, Taiwan, Turquia e Suíça.

A presença destes players aproxima a indústria brasileira dos fornecedores internacionais e amplia a oferta de soluções à disposição dos visitantes para modernizarem suas plantas e se prepararem para a retomada do consumo.

Quatro destes países – Alemanha, Áustria, China e Itália – reúnem suas empresas em pavilhões internacionais. Mario Maggiani, Diretor da Amaplast, entidade dos fabricantes de máquinas e moldes para a indústria de plástico e borracha da Itália e responsável pelo pavilhão daquele país, reconhece a importância da Plástico Brasil como um dos principais eventos munidiais do setor: “Quem quiser vender para este mercado não pode ficar fora da Plástico Brasil”, reforça.

O pavilhão da China registra oito expositores na feira – Jingye, Lefn, Zhenfei, Shine Mould, Lesun, Shangaijwel, Queensense e Designer – de regiões como Guang Dong, Taizhou Huangyan e Shanghai, entre outras. Elas oferecem novas soluções e tecnologias para a injeção, design e fabricação, por exemplo.

No pavilhão oficial da Áustria, patrocinado pela Câmara Econômica Federal Austríaca em parceria com o escritório do Advantage Austria em São Paulo, nove empresas apresentam seus serviços e produtos de alta qualidade: Erema, NGR, Awo, Hirsch, Starlinger, Senoplast, HTW, Blue Air e SML.

No Pavilhão da Alemanha, as empresas Hans Weber, Ascona, Herbold, Leonhard Breitenbach, Kautex Maschinenbau, Netzsch e Beilomatik Leuze oferecem soluções em máquinas, equipamentos e acessórios, processamento de plástico, reciclagem, projetos técnicos e serviços, ferramentas e moldes.

A Plástico Brasil 2019 é uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

Curta nossa página no

Simplás marca presença com stand na feira Plástico Brasil 2019 e apresenta palestra “A Solução dos Plásticos”

27/03/2019

Além de exposição e visitas entre os dias 25 e 29 de março, sindicato ainda estará representado com palestra do presidente Jaime Lorandi, na quinta-feira (28), em São Paulo

O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) participa até sexta-feira (29) da Plástico Brasil – Feira do Plástico e da Borracha, em São Paulo. O evento apresenta as últimas tecnologias e lançamentos para os transformadores de plástico e para indústrias da borracha, construção civil, alimentos e bebidas, automóveis e autopeças, perfumaria, higiene e limpeza, entre outros.

O estande institucional do sindicato (foto) está localizado na rua B155 do centro de exposições São Paulo Expo, na capital paulista. Além de divulgar as ações do Simplás em benefício do setor e de toda a cadeia de transformação plástica, serve como referência para os próprios representados. Vários associados da entidade estarão acompanhando o evento como visitantes, a fim de tomar contato com novidades do setor e buscar oportunidades de negócio.

Para completar, na quinta-feira (28), às 16h, no auditório K040, o presidente Jaime Lorandi (foto) apresenta a palestra “A Solução dos Plásticos”. Palestra que foi especificamente desenvolvida pelo próprio Simplás como ferramenta de Educação Ambiental. O conteúdo já circulou em diversos eventos e fóruns setoriais do Rio Grande do Sul até Alagoas, passando por São Paulo e Santa Catarina, desde o lançamento, em 2018.

“A cada dia se tornam mais evidentes os benefícios do plástico para a qualidade de vida da humanidade, pois se trata de um recurso acessível a todos os povos e com altíssima capacidade de reaproveitamento. É um material versátil e democrático. Não é apenas para os mais ricos. Quando deixam de lado a visão preconceituosa a respeito do plástico, as pessoas compreendem melhor a responsabilidade de cada um na poluição do planeta. E nesta palestra, mostramos que a educação para a separação, limpeza e destinação correta dos produtos pós-consumo para a reciclagem é uma solução verdadeira, que vai além do discurso fácil e que já está funcionando na prática”, explica Lorandi.

Como a mais recente de suas ações de Educação Ambiental, o Simplás desenvolve desde 2018 o projeto Plástico do Bem, que dissemina conhecimentos de separação, limpeza e destinação correta de material pós-consumo para a reciclagem, entre professores, crianças e jovens da rede de ensino público. A iniciativa proporciona geração de renda extra para escolas e instituições utilizarem como quiserem. E ainda fortalece a cadeia da economia circular por meio de parceria com recicladores.

O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) representa mais de 400 empresas de transformação que geram cerca de 9,5 mil empregos diretos em oito municípios (Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real), com estimativa de faturamento anual superior a R$ 3 bilhões. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), pelo número de empresas instaladas, a região concentra o segundo maior polo de transformação de material plástico do país. E figura entre as cinco maiores geradoras de empregos do setor no Brasil. Em 2019, o Simplás completa 30 anos de fundação.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Simplas

Curta nossa página no

Plástico Brasil 2019: Fintech Weel Apresenta Plataforma Digital Para Capital de Giro

27/03/2019

Sistema online de antecipação de faturas utiliza inteligência artificial para oferecer capital de giro rápido e superar dificuldades de acesso a crédito típicas do setor de plástico no Brasil

A Weel, primeira Fintech de antecipação de recebíveis através de plataforma online, será um dos expositores da feira Plástico Brasil 2019, evento que reúne os principais integrantes da cadeia de produção e transformação do plástico no País. Ao lado de fornecedores de máquinas, insumos e matérias-primas, a Weel irá mostrar ao setor uma nova modalidade de antecipação de recebíveis online que pode ajudar a indústria plástica a superar sua dificuldade crônica de acesso a capital de giro e de investimento na produção.

Segundo a Weel, a sua plataforma é intuitiva e pode ser acessada pelo site da Weel ou através dos principais sistemas de gestão (ERP) utilizados no Brasil. Nela, o fabricante cadastra todas as suas notas fiscais eletrônicas com prazos futuros a receber em uma planilha virtual que fica à disposição do gestor.

A partir desse registro, o usuário obtém em poucos minutos uma cotação individual para cada uma dessas notas, podendo convertê-las, com alguns cliques, em capital de giro imediato para ser usado em necessidades pontuais, como a compra de um lote de polímeros, a manutenção de uma extrusora ou a encomenda de um novo molde. De acordo com Simcha Neumark, CEO e fundador da Weel, a assimetria entre os longos prazos para receber suas faturas e a necessidade de quitar despesas à vista ou em prazos mais curtos é um dos grandes problemas do setor plástico que os bancos tradicionais não resolvem, devido a uma oferta de capital pouco amigável para a maioria das empresas.

Pelos dados da Abiplast, 94% das empresas do setor de plástico no Brasil têm menos de 100 funcionários e 78% contam com menos de 20 colaboradores. “Estas expressivas parcelas de empresas são as que têm mais dificuldades de comprovar patrimônio e apresentar a batelada de documentos que os bancos exigem para liberar crédito”, afirma o executivo.

Simcha Neumark menciona ainda um estudo recente da Weel mostrando que o prazo médio de recebimento de uma fatura no Brasil é de 21 dias, subindo para 41 quando a empresa faturada (o sacado) figura entre os maiores compradores. Em casos extremos, mostra o estudo, um industrial pode levar até 172 dias para converter em capital o produto já entregue.

“Para a indústria plástica em particular, há uma grande vantagem em adiantar essas receitas, uma vez que os seus principais fornecedores de matéria-prima e equipamentos exigem pagamento em prazos menores do que os que a indústria necessita conceder para os clientes do setor”.

O executivo acrescenta que diversos clientes da Weel do setor plástico vêm se valendo da antecipação de capitais para exercer o poder de compras à vista ou para aumentar o valor de seus pedidos. Com isto, explica ele, estas empresas obtêm descontos junto aos fornecedores que podem ultrapassar os 10% no valor de aquisição de seus insumos.

Durante a Plástico Brasil 2019, a Weel está mantendo uma equipe de consultores em seu estande para apresentar o modelo aos participantes do evento e para exibir exemplos de como os fabricantes primários e transformadores, além de fabricantes de máquinas e equipamentos podem se beneficiar dessa operação financeira.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Weel

Curta nossa página no

Mecalor leva sustentabilidade e tecnologia para a Plástico Brasil

27/03/2019

No momento em que o tema da sustentabilidade entra na ordem do dia para todos os setores da economia, a Mecalor se apresenta como provedora de soluções para a economia de água de refrigeração usada nos processos de fabricação.

Segundo a empresa, o seu DryCooler 4.0 economiza 100% do consumo de água usada no resfriamento das máquinas e substitui as torres de resfriamentos das fábricas, utilizadas para represar a água empregada na refrigeração das máquinas que produzem plástico. De acordo com a Mecalor, esse processo tradicional desperdiça grande quantidade de água sendo que, em contrapartida, o DryCooler 4.0 apresenta uma tecnologia diferenciada que traz mais eficiência e economia, tanto na água consumida quanto nem relação ao consumo de energia energia, reduzindo custos industriais. A versão 4.0 do Drycooler, que está sendo mostrada na Plástico Brasil, possui ainda conectividade e inteligência artificial embutidos.

Indústria 4.0

Equipamentos interconectados que conversam e trocam comandos entre si, armazenam dados na nuvem, identificam defeitos e fazem correções sem precisar de ajuda: essas são as principais características dos chillers 4.0, equipamentos que a Mecalor está apresentando na Plástico Brasil 2019, Feira Internacional do Plástico e Borracha, de 25 a 29 de Abril de 2019, no São Paulo Expo. A união do conceito de conectividade, internet, automação industrial e inteligência artificial é a base do desenvolvimento da nova geração de chillers da Mecalor, em conformidade com os avanços tecnológicos impostos pela indústria 4.0.

“Nossos produtos estão preparados para a indústria 4.0. Eles contam com total conectividade e conversam com quem quiser pela internet. A idéia principal da indústria 4.0 é que tudo que está na linha de produção se comunica entre si pela internet. Os nossos chillers permitem acesso total a todo tipo de informação e à distância pode-se mexer em tudo, caso aconteça algum problema”, explica Janos Szego, CEO da Mecalor.

Os chillers 4.0 também contam com tecnologia de inteligência artificial embutida. Por meio de um programa específico, os engenheiros da empresa incorporaram aos equipamentos todo o banco de dados formado por anos de experiência da assistência técnica no atendimento ao cliente. “A ideia foi dotar nossos produtos de uma inteligência artificial que permita o auto aprendizado. Assim, o próprio equipamento consegue avaliar, identificar e consertar problemas básicos e avisar os mais críticos. Por meio da internet, nossos técnicos podem checar essas situações nos demais equipamentos, evitando possíveis paradas”, completa o executivo.

Há 60 anos no mercado, a Mecalor fornece soluções de engenharia térmica para a indústria no Brasil e em outros países da América Latina. A empresa atua em diversos setores, sendo os principais: plástico, hospitalar, alimentício, farmacêutico, ar condicionado e automotivo. Neste último, destaca-se pela fabricação de câmaras climáticas para teste em automóveis.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Mecalor

Curta nossa página no