Manta de polietileno para proteção de pisos acabados chega ao consumidor final

14/08/2017

Material que contém três camadas de PE garante economia e proteção e agora pode ser adquirido diretamente por quem está reformando

Atentas às necessidades do consumidor final, a Braskem e a Multinova apresentam nova solução para a proteção de pisos acabados, evitando danos na fase final de obras. Já utilizado pelo mercado de construção civil, o material estará à venda no varejo a partir de agosto.

Segundo a Braskem, a manta Multitriplex oferece economia e facilidade em reformas e é de fácil aplicação, com alta resistência e aderência, dispensando o uso de cola. “A manta traz facilidade para o consumidor, já que é fácil de aplicar e retirar. Com ela conseguimos garantir aos clientes eficiência e segurança durante a obra”, afirma Jair da Rosa, consultor de mercado da Multinova.

O produto tem três camadas, sendo a primeira com filme de polietileno expandido, que evita o escorregamento e ainda torna o produto mais leve, com maior durabilidade e menor custo; a segunda com plástico bolha que amortece a queda de materiais como martelos e baldes; e por último um filme de polietileno que protege contra líquidos. A união das camadas e as características de seus materiais evitam problemas como arranhões, trincas, manchas e umidade, em todos os tipos de pisos. A Multitriplex ainda é reciclável.

“Temos um relacionamento de muitos anos com a Multinova, com foco em otimização, inovação e desenvolvimento de novos mercados. Estamos felizes em fazer parte deste novo momento da companhia e em ajudar a viabilizar uma solução completa os consumidores”, afirma Jorge Alexandre, responsável por Desenvolvimento de Mercado de PE da Braskem.

Fonte: Braskem

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Matéria-prima da Basf para componentes automotivos de poliuretano proporciona menos emissões no interior de veículos

14/08/2017

  • Material  permite que as montadoras atendam às regulamentações e aos padrões da indústria, afirma a empresa;
  • Potencial de redução médio de até 20% nas emissões de aldeído

Segundo a BASF, o seu processo de fabricação do Lupranol® (poliol poliéter) foi aprimorado a fim de que os componentes de veículos fabricados a partir dos sistemas de poliuretano da empresa emitam, em média, 20% a menos de aldeído, um Composto Orgânico Volátil (VOC). Assim, os fornecedores automotivos que fabricam, por exemplo, peças acústicas, assentos e volantes ou painéis de instrumentos e portas com espuma de poliuretano, conseguirão atender às crescentes exigências das montadoras na redução de emissões de VOCs no interior dos veículos.

Após a mudança no processo nas plantas de produção da BASF na Ásia, no início de 2017, a modificação está agora sendo feita na Europa e ocorrerá também nos Estados Unidos ao longo do ano. Junto com o isocianato, o poliol é o produto básico para os sistemas de espuma de poliuretano.

As emissões foram otimizadas com a melhoria dos processos de limpeza e acabamento na produção do Lupranol®, de modo que as propriedades mecânicas do material permanecem inalteradas durante os estágios seguintes de espumação e processamento nos clientes. Com isso, os grades de Lupranol® atualmente em uso podem ser substituídos imediatamente, sem necessidade de testes ou novas aprovações dos sistemas de PU que são baseados nesses grades de Poliol. A BASF comercializa sistemas de PU para espuma flexível, semi-rígida e integral sob as marcas Elastoflex® W, Elastoflex® E e Elastofoam® I.

Com os grades melhorados de Lupranol®, as emissões dos componentes automotivos fabricadas com o produto serão cada vez menores. As autopeças produzidas com esses sistemas PU são testadas tanto internamente como também por laboratórios certificados, como o Imat-Uve e o Institut Fresenius. A melhoria dos valores de emissão varia de peça para peça. É possível obter uma redução média de 20%, medida segundo os métodos de teste de câmara comumente aceitos como, por exemplo, o VDA276 e o BMW GS 97014-3, afirma a BASF.

Autoridades governamentais em todo o mundo estão continuamente exigindo emissões cada vez mais baixas no interior de veículos para reduzir o potencial impacto de substâncias voláteis sobre a saúde dos motoristas, mas também para diminuir o cheiro característico de carro novo. Atualmente o foco está em aldeídos como o formaldeído, acetaldeído e propionaldeído, além de aromáticos oriundos dos poliuretanos. A BASF tem trabalhado no desenvolvimento de sistemas de PU que possibilitem componentes automotivos com menores emissões.

Fonte: Assessoria de Imprensa – BASF

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Margens operacionais da Romi seguem evoluindo e Ebitda atinge 12,1% no 2o. Trimestre de 2017

14/08/2017

A Indústrias Romi S.A., empresa líder brasileira na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou no segundo trimestre de 2017 receita operacional líquida de R$163,8 milhões, montante 9,1% superior ao alcançado no 2o. Trimestre de 2016. Esse incremento foi devido principalmente ao faturamento da unidade de Fundidos e Usinados, que tem aumentado o seu volume de receita desde o início de 2016.

A margem bruta obtida no 2o. Trimestre de 2017 foi de 28,9%, resultado 5,5 p.p superior ao segundo trimestre de 2016. A geração operacional de caixa medida pelo Ebitda foi de R$ 19,9 milhões, representando uma margem Ebitda 12,1% no 2o. Trimestre de 2017.

A receita operacional líquida da Unidade Máquinas Romi atingiu R$ 65,1 milhões no 2o. Trimestre de 2017, montante praticamente estável em relação ao 2o. Trimestre de 2016, demonstrando que o cenário doméstico ainda apresenta baixo nível de investimentos. As receitas do mercado externo continuam demonstrando solidez, e apresentaram crescimento de cerca de 4,0% em dólares no 1o. Semestre de 2017, quando comparado com o mesmo período de 2016.

O faturamento da subsidiária alemã B+W apresentou no 2o. Trimestre de 2017, quando comparado com o 2o. Trimestre de 2016, aumento de 2,5% em Reais. Nesse mesmo período de comparação, porém, em Euro, esse incremento foi de 9,5%, demonstrando que o faturamento tem refletido a sólida carteira de pedidos para o exercício de 2017.

No 2o. Trimestre de 2017, a receita operacional líquida da unidade Fundidos e Usinados foi de R$ 64,3 milhões, o que representa aumento de 23,0% em relação ao 2o. Trimestre de 2016. Número é decorrente, principalmente, do aumento de pedidos de peças fundidas e usinadas para os segmentos automotivo comercial e agrícola. A margem bruta dessa Unidade de Negócio no 2o. Trimestre de 2017 foi de 27,5%, apresentando aumento de 10,8 pontos percentuais em relação ao 2o. Trimestre de 2016 devido ao maior volume de receita e de produção e aos ajustes operacionais voltados para a evolução da eficiência.

“Mesmo em um cenário de fraca atividade econômica, os esforços realizados pela Companhia nas diversas otimizações, principalmente das estruturas indiretas, puderam ser percebidos no resultado positivo do primeiro semestre de 2017, onde as margens operacionais continuam evoluindo e a dívida líquida sendo reduzida. De maneira geral, o mercado doméstico tem mostrado uma melhora muito tímida, sinalizando um segundo semestre ainda bastante desafiador, especialmente para a unidade de Máquinas Romi. Ações voltadas para geração de caixa e em medidas para permitir uma resposta rápida às volatilidades da demanda de mercado continuarão sendo o foco da Romi” menciona Luiz Cassiano Rosolen, diretor-presidente da Romi.

Fonte: Romi

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Abiquim: matéria-prima e energia com preços elevados reduzem a competitividade da indústria química

14/08/2017

Produtos químicos importados ocupam 37,8% do mercado brasileiro

Dados apurados pela Abiquim no primeiro semestre indicam enfraquecimento do ritmo de produção local dos produtos químicos de uso industrial. Em junho de 2017, o índice de produção teve recuo de 4,56% sobre o mês anterior, enquanto o de vendas internas exibiu ligeira elevação, de 0,49%, em razão da desova de estoques.

Com esses resultados, o fechamento do 2º trimestre do ano confirma a desaceleração da atividade em relação aos três primeiros meses do ano, bem como sobre o mesmo período do ano passado: a produção caiu 2,33% no acumulado de abril a junho de 2017, na comparação com iguais meses de 2016, enquanto as vendas internas tiveram retração de 3,10%. Para o 1º semestre do ano, os números mostram redução da atividade, com o índice de produção subindo apenas 0,85% e o de vendas internas em sentido contrário, com recuo de 1,06%.

Apesar de o consumo aparente nacional (CAN) ter crescido expressivos 8,4% no período, esse aumento não foi acompanhado pelo desempenho das vendas internas, sinalizando uma perda de participação do produtor local em relação ao atendimento da demanda doméstica. A prova disso é que as importações, em volume, dos produtos analisados no RAC tiveram aumento de 30,5%, batendo recorde histórico dos últimos 28 anos de análise, passando a ocupar 37,8% do CAN.

No que se refere à capacidade instalada, no acumulado do 1º semestre de 2017, a utilização ficou, na média, em 77%, dois pontos porcentuais menor do que a que havia sido a média de janeiro a junho de 2016.

A diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, cita o caso dos petroquímicos básicos. O produto que vem puxando a alta das importações é o metanol, que deixou de ser produzido no mercado nacional por falta de competitividade da principal matéria-prima (gás natural) e, atualmente, passou a ser integralmente importado. Esse caso exemplifica muito bem a questão das oportunidades perdidas pelo País, que já poderia ter uma planta de escala mundial de metanol.

Além disso, a diretora da Abiquim reclama da falta de um projeto de política industrial para o País para geração de empregos de qualidade e de riqueza. Ao invés disso, segundo ela, o governo decide ir pelo caminho mais fácil para arrecadar. “A alta da contribuição do PIS/Cofins sobre os combustíveis veio na contramão do que a população em geral poderia esperar. Não se fez uma avaliação e/ou adequação das despesas que poderiam ser diminuídas, ou até eliminadas, pelo próprio governo, nem tampouco conseguiu-se elevar a parcela das receitas extraordinárias que o governo havia previsto no início do ano. Ou seja, o já elevado custo Brasil foi aumentado. Mas será que essa dose será suficiente? Se a economia não voltar a crescer, gerando os empregos necessários para os quase 15 milhões de desempregados, qual será a próxima medida?”, questiona.

A Abiquim destaca que o Brasil precisa urgentemente de medidas de Estado, de longo prazo, que dëem um norte e previsibilidade e não apenas de medidas de governo, sem visão de planejamento estratégico e que tornam o ambiente inseguro. Dentre as medidas de Estado, questiona a instituição, por que não a implantação de políticas industriais que sejam capazes de estimular o desenvolvimento e o crescimento da economia, gerando empregos e divisas e contribuindo para elevação do PIB nacional ?

Diante de todo esse cenário, o presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo, faz um alerta: a ampliação das importações fez com que o Brasil, mais uma vez, perdesse a oportunidade de gerar riqueza e empregos para o povo. “Com elevado preço da nafta e do gás natural, bem como o alto custo da energia, o Brasil é presa fácil no mercado para os produtores internacionais ocuparem o mercado interno”.

Fonte: Abiquim

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Basf tem lucros significativamente maiores no segundo trimestre e melhor panorama para 2017

14/08/2017

Segundo trimestre de 2017:

  • Vendas de €16,3 bilhões (acréscimo de 12%)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de € 2,3;bilhões (acréscimo de 32%)
  • Lucro por ação de € 1,63 (acréscimo de 37%), lucro por ação ajustado de € 1,78 (acréscimo de 37%)
  • Fluxo de caixa operacional de € 3;bilhões (acréscimo de 29%), fluxo de caixa líquido de € 2,1;bilhões (acréscimo de 59%)

Panorama para 2017:

  • Permanência de previsão de crescimento significativo das vendas
  • Expectativa de que o EBIT antes dos itens extraordinários supere consideravelmente os valores do ano anterior

“A tendência positiva relativa à demanda continuou no segundo trimestre de 2017. Aumentamos nosso volume de vendas em relação ao mesmo período do ano anterior, pelo quinto trimestre consecutivo. Em comparação com o mesmo trimestre do ano passado, melhoramos significativamente nossas vendas e lucros”, disse o Dr. Kurt Bock, Presidente do Conselho Executivo da BASF SE.

As vendas do Grupo BASF atingiram € 16,3 bilhões, aumentando em 12% quando comparadas com o segundo trimestre de 2016 – em grande parte devido aos preços e volumes mais elevados. Diante de custos mais elevados de matérias-primas, a empresa elevou os preços de venda em 7%; fato desencadeado principalmente por preços mais altos no segmento de Químicos. O volume de vendas aumentou em 3%. Os efeitos cambiais causaram um impacto positivo nas vendas e, assim como os efeitos relacionados ao portfólio, representaram um aumento de 1%.

Os lucros operacionais, antes dos itens extraordinários (EBIT) aumentaram em 32% no segundo trimestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano anterior, indo para € 2,3 bilhões. O forte aumento foi resultado, principalmente, dos lucros significativamente maiores nos segmentos de Químicos e Óleo & Gás. Esse aumento só não foi maior devido aos menores lucros nos segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Proteção de Cultivos. O impacto negativo sobre os lucros causado pelo acidente ocorrido na zona do Porto Norte, na planta de Ludwigshafen, em outubro passado, foi compensado pelo pagamento do seguro no valor de € 100 milhões, montante que foi contabilizado predominantemente no segmento de Químicos.

Em torno de € 1,5 bilhão, o lucro líquido superou o valor do segundo trimestre do ano anterior em € 404 milhões. O lucro por ação foi de € 1,63 no segundo trimestre de 2017, contra € 1,19 no mesmo trimestre do ano anterior. O lucro por ação, ajustado para itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis, foi de € 1,78 (mesmo período em 2016: € 1,30).

O fluxo de caixa operacional aumentou de € 2,3 bilhões no segundo trimestre de 2016 para € 3 bilhões no segundo trimestre de 2017. O fluxo de caixa liquido perfez € 2,1 bilhões, versus € 1,3 bilhão no mesmo trimestre do ano anterior. Tal melhoria foi, principalmente, fruto de um maior lucro líquido.

Perspectiva para o ano de 2017

Devido ao desenvolvimento macroeconômico positivo no primeiro semestre do ano, a BASF agora adota uma visão geral um pouco mais positiva das condições intrínsecas para 2017. As expectativas da empresa relativas ao cenário econômico global de 2017 são (previsão anterior entre parênteses):

  • Crescimento do Produto Interno Bruto: 2,5% (2,3%)
  • Crescimento da produção industrial: 2,5% (2,3%)
  • Crescimento na produção de produtos químicos: 3,4% (inalterado)
  • Taxa média de câmbio entre euro e dólar de $1,10 por euro  ($1,05 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) de 50 dólares por barril ($55 por barril)

“Continuamos esperando um aumento significativo (mínimo de 6%) nas vendas para o ano. Dado o aumento significativo dos lucros no primeiro semestre do ano, esperamos um aumento considerável no EBIT antes dos itens extraordinários de pelo menos 11% em 2017”, disse Bock. “Para o segundo semestre de 2017, esperamos um ligeiro aumento no EBIT antes dos itens extraordinários, em comparação ao mesmo período de 2016. Tal previsão leva em consideração a boa evolução do segmento de Químicos no primeiro semestre de 2017, que provavelmente perderá este dinamismo, bem como o preço do petróleo, que foi menor do que o inicialmente esperado e o dólar americano mais desvalorizado do que esperado. Estes fatores causam um impacto negativo nos lucros da BASF”, disse Bock.

Desenvolvimento dos segmentos

No segmento de Químicos, as vendas aumentaram 25% quando comparadas com o segundo trimestre de 2016, atingindo € 4 bilhões – em grande parte fruto do aumento significativo de preços na divisão de Monômeros. Os efeitos cambiais influenciaram as vendas positivamente, ao passo que os volumes apresentaram um ligeiro declínio. Em torno de € 1,1 bilhão, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 662 milhões em relação ao segundo trimestre de 2016, principalmente dadas as maiores margens nas divisões de Monômeros e Petroquímicos. Os custos fixos apresentaram, em geral, uma pequena redução. As vendas no primeiro semestre aumentaram em 30%, indo para € 8,2 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 1,2 bilhão, perfazendo € 2,1 bilhões, resultado de maiores margens e volumes.

As vendas no segmento de Produtos de Performance alcançaram a casa dos €4,1 bilhões, superando em 4% o valor do segundo trimestre do ano anterior, fruto dos aumentos de preços e crescimento dos volumes em todas as divisões. Os efeitos cambiais impactaram as vendas positivamente. Os efeitos causados pelo portfólio desaceleraram a evolução das vendas. A pressão nas margens, principalmente dado o aumento dos preços das matérias-primas e das condições desafiadores do mercado em determinadas áreas de negócios, resultou em uma diminuição (de € 107 milhões) do EBIT antes dos itens extraordinários, indo para € 405 milhões. No primeiro semestre do ano, as vendas de € 8,4 bilhões foram 6% superiores às do período do ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em € 147 milhões, perfazendo € 920 milhões.

As vendas no segundo trimestre no segmento de Materiais e Soluções Funcionais cresceram em 12%, totalizando €5,3 bilhões. Tal crescimento deu-se, principalmente, pelo aumento nos volumes de vendas, pela aquisição do negócio da Chemetall, adquirido da Albemarle em dezembro de 2016, e pelos preços mais altos. Os efeitos cambiais ofereceram suporte adicional para as vendas. A BASF conseguiu aumentar seus volumes de vendas para a indústria automotiva. O EBIT antes dos itens extraordinários caiu em € 113 milhões, totalizando € 422 milhões. O aumento dos lucros na divisão de Catalisadores e a contribuição do negócio da Chemetall compensaram parcialmente as margens mais baixas e custos fixos mais altos. As vendas no primeiro semestre aumentaram em 15%, indo para € 10,5 bilhões. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em € 38 milhões, totalizando € 953 milhões.

O segmento de Proteção de Cultivos registrou um aumento de 5% em vendas, alcançando €1,5 bilhão, em comparação ao segundo trimestre do ano anterior. Os principais determinantes foram volumes maiores, principalmente na América do Norte e Europa Oriental, além dos efeitos cambiais positivos. Os preços ficaram ligeiramente menores, em relação ao segundo trimestre de 2016. Comparado com o mesmo período do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários diminui em € 48 milhões, perfazendo € 272 milhões. Tal resultado deu-se principalmente às médias mais baixas das margens, fruto de um mix diferente de produtos. No primeiro semestre, as vendas aumentaram em 4% comparado com o mesmo período do ano anterior, totalizando € 3,4 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em € 106 milhões, totalizando € 805 milhões.

As vendas no segmento de Oléo e Gás, em comparação ao segundo trimestre de 2016, tiveram um crescimento importante, de 32%, totalizando €814 milhões, determinado pelo aumento dos volumes e preços. O aumento dos volumes ocorreu principalmente devido aos maiores volumes de vendas de gás e à plataforma offshore na Líbia em junho. Os volumes de produção corresponderam aos níveis do segundo trimestre anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 89 milhões, perfazendo € 183 milhões, grande parte como resultado dos preços e dos volumes de vendas mais elevados. O lucro líquido cresceu significativamente. No primeiro semestre, as vendas no segmento cresceram 34% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando € 1,6 bilhão. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 193 milhões, totalizando € 353 milhões.

Na casa dos €476milhões, as vendas no segmento “Outros” ficaram 2% mais baixas do que a do segundo trimestre do ano anterior, como resultado de uma menor comercialização de matérias-primas. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €61 milhões, indo para menos €151 milhões, sobretudo como uma consequência dos efeitos da valorização do programa de incentivo a longo prazo. No primeiro semestre do ano, as vendas ficaram na casa do € 1,1 bilhão no segmento Outros, representando um aumento de 13% em comparação ao mesmo período do ano passado. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €30 milhões, totalizando menos €401 milhões.

Fonte: BASF

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Nordson indica Implastic como representante no Brasil para a marca BKG

08/08/2017

Equipe Implastic (da esquerda para a direita): Gustavo Martins, Daniel Freytag, Stephanie Ostrand, Edilena Netto, Iracema Staciuk, Joāo Trigo e o presidente da empresa, Percy Freytag.

A Nordson Corporation nomeou a Implastic Comércio Internacional Ltda. como sua representante no Brasil para os produtos de manuseio de materiais fundidos da BKG®.

A Implastic oferecerá serviço de vendas e suporte técnico para a linha de troca-telas, bombas de engrenagens, misturadores estáticos, peletizadores e fornos de limpeza da Nordson.

“A Implastic traz 25 anos de experiência em processamento de plásticos, incluindo extenso trabalho com empresas envolvidas em extrusão e transformação”, afirma Kevin Tuttle, gerente de desenvolvimento comercial. “Nossa marca BKG de produtos incorpora diversos componentes para esses e outros processos, permitindo que a Implastic atue como única fonte de soluções múltiplas para aumentar a produtividade.”

A Implastic, presidida por Percy Ronald Freytag, já representa fornecedores de extrusoras, sistemas para cura UV, monitoramento, inspeção, medição, impressão e outros processos. A empresa está localizada em Barueri, no estado de São Paulo.

A Nordson Polymer Processing Systems fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogenizar, filtrar, medir e dar forma a plásticos e materiais de revestimento fluido. A Nordson Corporation aproveita a experiência da indústria de plásticos como um todo obtida por meio de uma série de aquisições estratégicas para oferecer um portfólio amplo e único das principais tecnologias do setor. A Nordson fornece uma ampla gama de produtos de precisão de fluxo fundido — desde roscas e cilindros para extrusão e molde para injeção a sistemas de filtragem, bombas e válvulas — para as matrizes de extrusão e sistemas de peletização a fim de atender às necessidades em constante evolução da indústria de polímeros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Nordson

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Evonik atinge metas do primeiro semestre de 2017

08/08/2017

  • Vendas subiram 15% para 7,3 bilhões de euros
  • O Ebitda ajustado aumentou 8% para 1,25 bilhão de euros
  • Primeiras sinergias da integração do negócio de aditivos especiais da Air Products

A Evonik aumentou suas vendas para 7,3 bilhões de euros no primeiro semestre de 2017. O aumento de 15%, na comparação com o primeiro semestre de 2016, foi em parte devido à primeira consolidação da divisão de aditivos especiais da Air Products, negócio adquirido pela Evonik em janeiro. As demais razões para o aumento nas vendas foram o crescimento significativo da demanda e preços de venda ligeiramente mais altos.

“O desenvolvimento do nosso negócio está dentro da meta”, disse Christian Kullmann, Presidente da Diretoria Executiva. “Além disso, estamos colhendo os primeiros frutos da maior aquisição da nossa história”.

O Ebitda ajustado cresceu 8% para 1,25 bilhão de euros no primeiro semestre, impulsionado sobretudo por resultados mais favoráveis nos segmentos Resource Efficiency e Performance Materials. As receitas do segmento Nutrition & Care foram menores que as do mesmo período do ano anterior, principalmente em decorrência de redução dos preços dos aditivos para nutrição animal.

O lucro líquido ajustado cresceu 10% para 549 milhões de euros, enquanto as receitas ajustadas por ação aumentaram para 1,18 euro. O lucro líquido caiu 3% para 394 milhões de euros, principalmente em resultado de despesas relacionadas à aquisição do negócio de aditivos especiais da Air Products.

A integração dessas unidades, adquiridas no início do ano, tem prosseguido com êxito. As sinergias iniciais foram alavancadas no segundo trimestre. A Evonik também vem fazendo bons progressos na aquisição da divisão de sílica da empresa americana J.M. Huber e espera fechar esse negócio conforme planejado no segundo semestre deste ano.

A dívida financeira líquida da empresa era de 3,09 bilhões de euros em 30 de junho de 2017. No início de julho, a Evonik emitiu, pela primeira vez, um bônus híbrido. Com um cupom de 2,125%, esse foi o bônus híbrido em euros mais barato já emitido por uma empresa industrial. A receita será usada para financiar a aquisição do negócio de sílica da Huber. “As condições obtidas são mais uma evidência de que os mercados de capital têm enorme confiança em nossa posição financeira”, disse a Diretora Financeira (CFO) Ute Wolf. “Detemos um grau de investimento sólido e queremos manter isso”.

Previsões confirmadas

A Evonik confirmou a sua previsão de aumentar tanto as vendas quanto o lucro operacional no ano completo de 2017. O Ebitda ajustado ainda deve crescer para um valor entre 2,2 e 2,4 bilhões de euros (2016: 2,165 bilhões de euros).

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: As vendas aumentaram 21% para 2,76 bilhões de euros no primeiro semestre de 2017. Desse aumento, 12 pontos percentuais vieram da consolidação inicial do negócio adquirido da Air Products. Os preços também ficaram ligeiramente mais altos. Além disso, as vendas foram impulsionadas pela alta demanda por sílica, especialmente na indústria de pneus; por polímeros de alta performance, por exemplo, no segmento de impressão 3D; por aditivos para óleos nas indústrias automobilística, da construção e do transporte; e por aditivos na indústria de revestimentos. O Ebitda ajustado do segmento Resource Efficiency cresceu 19% para 628 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas aumentaram 5% para 2,28 bilhões de euros no primeiro semestre de 2017. O aumento é atribuído sobretudo à consolidação inicial do negócio adquirido da Air Products e a um ligeiro aumento nos volumes. Em contrapartida, os preços de venda de aditivos para nutrição animal ficaram substancialmente mais baixos do que os do mesmo período do ano passado. O Ebitda ajustado do segmento recuou 31% para 385 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas aumentaram 18% para 1,89 bilhão de euros e o Ebitda ajustado praticamente dobrou para 328 milhões de euros no primeiro semestre. A alta demanda e a escassez duradoura na cadeia de fornecimento, especialmente de butadieno e metilmetacrilato, resultaram em preços de venda mais altos. A implantação de sucesso das medidas de reestruturação também exerceu impacto positivo no segmento.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Resultado semestral da DSM mostra crescimento global e na América Latina

02/08/2017

DSM teve alta de 11% nas vendas globais, que atingiram € 4,32 bilhões no primeiro semestre; na América Latina, a alta foi ainda mais expressiva, de 31,3%, alcançando € 327 milhões no período

A DSM registrou desempenho positivo no primeiro semestre deste ano, com vendas globais de € 4,32 bilhões, uma alta de 11% sobre igual período de 2016, quando as vendas foram de € 3,9 bilhões. Outros indicadores que confirmam os resultados positivos da DSM são a alta de 16% do lucro operacional (EBITDA ajustado), que foi de € 721 milhões (€ 624 milhões no primeiro semestre do ano passado); salto de 10,5% para 12,2% do Retorno Sobre o Capital Empregado (Return on Capital Employed, ROCE) no período; e alta de 42% do lucro líquido, que saltou de € 220 milhões para € 312 milhões no período.

No primeiro semestre, as vendas globais da área de Nutrição (nutrição e saúde humana, nutrição animal, especialidades alimentícias) foram de € 2,77 bilhões (alta de 9% sobre igual período de 2016), com EBITDA ajustado de € 528 milhões (alta de 14%). A área de Materiais cresceu ainda mais, com alta de 15% ao atingir vendas globais de € 1,42 bilhão; no mesmo período do ano passado, as vendas da área foram de € 1,24 bilhão. Contribuíram ainda para os resultados as vendas globais de € 84 milhões do Innovation Center e de € 32 milhões das Atividades Corporativas.

“A DSM manteve um excelente desempenho no primeiro semestre. Todas as nossas empresas estão entregando suas iniciativas de crescimento, ajudando-nos a superar o mercado. Fornecemos cada vez mais aos nossos clientes soluções inovadoras em uma mudança contínua em direção às especialidades e, além disso, estamos atentos aos nossos programas de redução de custos e de aumento da eficiência, aliada à cultura de alto desempenho e à sustentabilidade”, comenta o CEO e presidente do Conselho de Administração da DSM, Feike Sijbesma.

DSM tem 2º trimestre positivo

No segundo trimestre deste ano (2T17), as vendas globais da DSM cresceram 8% e atingiram € 2,16 bilhões (€ 1,99 no 2T16), com crescimento de 15% do EBITDA ajustado, que alcançou € 376 milhões (€ 328 milhões no 2T16), e ROCE de 12,2% (10,5% no 2T16). Na área de Nutrição, as vendas globais registraram alta de 7% e chegaram a € 1,38 bilhão (€ 1,29 bilhão no 2T16), com alta de 14% do EBITDA ajustado, que alcançou € 271 milhões (€ 237 no 2T16). Na área de Materiais, o crescimento das vendas globais no 2T17 foi ainda mais expressivo, chegando a 13% e batendo em € 725 milhões (€ 640 milhões no 2T16) e alta de 9% do EBITDA ajustado, que foi de € 128 milhões (€ 117 milhões no 2T16). Contribuíram ainda para estes resultados as vendas globais de € 41 milhões do Innovation Center e de € 15 milhões das Atividades Corporativas.

Alto crescimento também na América Latina

O primeiro semestre foi muito positivo para a subsidiária da DSM na América Latina, com crescimento de 31,3% nas vendas, que atingiram € 327 milhões frente aos € 249 milhões registrados no primeiro semestre de 2016. Na região, a empresa está presente em 13 países e conta com uma equipe de 2.061 colaboradores (em âmbito global, a DSM conta com 20,9 mil colaboradores).

A Royal DSM é uma empresa global baseada na ciência, com atividades nas áreas de saúde, nutrição e materiais. A DSM atua em mercados mundiais como alimentos e suplementos dietéticos, cuidados pessoais, rações, dispositivos médicos, peças automotivas, tintas, componentes elétricos e eletrônicos, proteção da vida, energia alternativa e materiais biológicos. A DSM e suas empresas associadas têm faturamento líquido anual de 7,92 bilhões de euros, com mais de 20.000 funcionários.

Fonte: Assessoria de Imprensa –  DSM

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Solvay divulga resultados do segundo trimestre de 2017

02/08/2017

Ebitda ajustado do Grupo alcançou 705 milhões de euros no período

O Grupo Solvay obteve um faturamento de 3,022 bilhões de euros no segundo trimestre de 2017, com um crescimento de 11% sobre o mesmo período do ano anterior, conforme anúncio feito em 01/08 pela companhia. O Ebitda ajustado – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – subiu 18% no período, alcançando 705 milhões de euros.No geral, a margem Ebitda atingiu o recorde de 23%. As medidas de excelência operacional compensaram em parte os maiores custos fixos. O lucro líquido ajustado no segundo trimestre de 2017 foi de 309 milhões de euros.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, a empresa continuou no segundo trimestre de 2017 a obter crescimento de volume em todos os segmentos, o que contribuiu para fortes ganhos e geração de caixa. “Nossa entrega tem sido consistente com nossos objetivos financeiros e extra-financeiros de médio prazo. A transformação estratégica da Solvay avançou com outras atualizações do portfólio de negócios”, disse.

Resultados do primeiro semestre de 2017 – As vendas líquidas totalizaram 6,0 bilhões de euros, um aumento de 11% impulsionado pelo crescimento do volume de vendas, efeitos cambiais positivos e preços. O Ebitda ajustado cresceu 15% para 1,321 milhão de euros, refletindo o crescimento do volume em cada um dos segmentos operacionais. A margem de Ebitda ajustado cresceu 0,8 pontos percentuais para 22%. O lucro atribuído à participação da Solvay em base IFRS foi de 613 milhões de euros. Em base ajustada, cresceu 36% para 565 milhões de euros, refletindo maiores ganhos e menores encargos financeiros. O free cash flow duplicou no período, passando de 123 milhões de euros para 245 milhões de euros.

Previsão para 2017 – Com base nos sólidos resultados do primeiro semestre de 2017, a Solvay aumenta a perspectiva do ano inteiro para um Ebitda ajustado em um “dígito alto” e espera gerar mais de 800 milhões de euros em free cash flow.

Fonte: Solvay

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Indústria Bandeirante lança garrafa fitness feita com poliéster da Eastman

27/07/2017

O galão, disponível em quatro cores, é leve e comporta 1,89 litros de líquido

Hidratação constante é mandatório no mundo fitness. Mas ter de carregar uma garrafinha para lá e para cá durante os treinos incomoda muitos atletas, pois a maioria das garrafas não é anatomicamente projetada para esse transporte e não comporta a quantidade de água necessária para beber na hora dos exercícios.

Para agradar a esse público exigente, a Indústria Bandeirante, empresa que produz embalagens plásticas para a indústria alimentícia e utilidades domésticas, acaba de lançar um mini galão com capacidade para 1,89 litro, um tamanho adequado para quem treina e consome suplementos. A garrafinha esportiva foi produzida com o polímero Eastman EastarTM EB062 e possui design diferenciado e atraente.

“O Eastman Eastar TM EB62 permite que o produto tenha um formato fácil de segurar, com alça ergonômica e confortável, além de uma aparência refinada, com aplicação de textura nas extremidades da garrafa”, diz Alessandra Lancellotti Ribeiro, Market Development Manager – Specialty Plastics da Eastman.

Heraldo Montagner, Diretor Comercial da Indústria Bandeirante, comentou: “Eastman Eastar TM EB62 nos permitiu lançar uma garrafa com um formato com bastante aderência às necessidades desse público da geração saúde. Ela é prática, sem abrir mão de ter um design mais atraente e unissex”, comenta Heraldo Montagner –

Não quebra e não absorve odores

Segundo a Eastman, o sucesso do produto no mundo fitness se deve ao fato de o plástico ser resistente às rachaduras causadas por quedas e por ser livre de BPA. Entre outras vantagens, afirma a empresa, o mini-galão fabricado com poliéster da família Glass Polymer é diferente de outros ofertados no mercado por ser livre de bisfenol A, não absorver cheiro e nem acumular resíduo. Sua utilização em academias vem conquistando os frequentadores, que utilizam suplemento durante os treinos. Leve e disponível em quatro cores, cada galão tem 25 cm e pesa em torno de 100g. Recomendações de uso incluem evitar o uso com líquidos quentes e lavar o acessório com água e detergente regularmente para eliminar bactérias.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Novo adesivo concentrado da Dow para laminação permite redução do uso de energia

27/07/2017

A Dow acaba de lançar seu mais recente adesivo para laminação Adcote™ L805 A/C (High Solids). Segundo a empresa, ele é um adesivo base solvente de alto desempenho e com alto conteúdo de sólidos, que possibilita aumentar a produtividade e a eficiência e, ao mesmo, tempo reduzir o consumo de energia, trazendo menor custo como resultado final. O adesivo é ideal na produção de embalagens que necessitam de alta resistência térmica, tais como alimentos envasados a quente à base de tomate e maioneses, ou alta resistência química, como cloro e outros produtos de limpeza, afirma a Dow. Além disso, ele é livre de BPA (Bisfenol A) e provado pela Food and Drug Administration (FDA) dos EUA, além de cumprir a regulação europeia.

De acordo com a empresa, esses benefícios são possíveis devido ao seu alto conteúdo de sólidos, que reduz a quantidade de solvente em sua formulação em relação aos produtos existentes no mercado. A Dow asssegura que o Adcote™ L 805 A/C possibilita uma formulação com 15% a 20% menos solvente na composição do adesivo. Segundo o fabricante, outros benefícios proporcionados pelo alto conteúdo de sólidos são:

  • Aumento na velocidade de aplicação, que pode superar 350 m/min;
  • Aumento da produtividade na máquina, pois contém menos solvente para secar;
  • Uma das melhores resistências térmicas e químicas do mercado;
  • Redução do consumo de energia;
  • Menor emissão de Compostos Orgânicos Voláteis (VOC);
  • Mais competitivo economicamente.

“Estamos oferecendo um produto mais concentrado e com alto teor de sólidos, o que ajuda a tornar o processo de produção da embalagem mais sustentável do ponto de vista ambiental, social e econômico, pois reduz a emissão de compostos orgânicos voláteis, garante a segurança da embalagem de produtos agressivos ou envasados a quente e é mais econômico em função da maior produtividade no processo de laminação”, afirma Yasmin Gomez, gerente de Marketing de Adesivos para Embalagens na América Latina.

Segundo a Dow, estudos e testes realizados pela empresas mostram que em uma embalagem de café cujo desafio era manter as cores e brilho numa alta velocidade e com grande quantidade de tinta, o Adcote™ 805 A/C trouxe resultados significativos: a velocidade de laminação atingida aumentou de 90m/min para 350m/min e a temperatura de secagem que era entre 85°C e 95°C foi reduzida para 75°C a 85°C.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Plastimagen México 2017 será a exposição de plásticos mais importante da América Latina no segundo semestre

25/07/2017

  • Feira comemora 21 edições e posiciona-se como um dos mais relevantes eventos da indústria em toda a América Latina.
  • México registrou crescimento de investimento estrangeiro direto, particularmente no setor manufatureiro
  • O setor de plásticos é estratégico na estrutura industrial do México.

A vigésima primeira edição da Plastimagen México, organizada pela E. J. Krause de México e Grupo Tarsus, irá apresentar as tendências e novas tecnologias da indústria de plásticos a nível mundial.

A nova edição

No próximo mês de novembro, exatamente entre os dias 7 e 10, será realizada a vigésima primeira edição da Plastimagen México no Centro Citibanamex da Cidade do México. O evento terá a participação de empresas mexicanas e internacionais, mostrando a vanguarda de soluções para o setor de transformação de plásticos dirigidas a quase todas os segmentos industriais.

Para esta feira, são esperados mais de 30.000 visitantes e cerca de 870 empresas expositoras vindas de 25 países, representando mais de 1.600 marcas. Neste ano, a área de evento também será estendida e haverá 13 pavilhões internacionais. 4 pavilhões do Citibanamex serão ocupados com mais de 43 mil metros quadrados de espaço de exposição, além do pavilhão Valparaiso e da sala F, destinada a máquinaria pesada.

Um programa especial de palestras

A Plastimagen 2018 também contará com um programa internacional de conferências, organizado conjuntamente pela Associação Nacional de Indústrias de Plásticos (ANIPAC) e a EJ Krause de Mexico, que irá oferecer aos visitantes uma oportunidade para capacitação e para encontrar soluções para problemas que frequentemente surgem no cotidiano da indústria de plásticos.

Dentro do programa, serão apresentados tópicos como o da Indústria 4.0. Este é um tema fundamental pois é importante que a indústria de plásticos conheça os seus benefícios nos processos. É imprescindível ouvir a experiência de pessoas que convivem com a conectividade inteligente e o poder da Internet aplicado à manufatura.

Outro grande tema a ser abordado são as matérias primas e aditivos. Novos polímeros continuam a ser desenvolvidos mundialmente, com grandes investimentos para obtenção de materiais com propriedades físicas, mecânicas, ópticas e químicas mais apropriadas a aplicações em diferentes segmentos. Como resultado, por exemplo, tem sido possível a otimização no projeto de embalagens, recipientes e vários outros itens usados na nossa vida cotidiana. Novos materiais plásticos também tem facilitado a reciclagem e reutilização de produtos.

A sustentabilidade e o desenvolvimento da economia circular também é um outro tema focalizado. Finalmente, o público poderá participar de um workshop para discutir tecnologias de processamento de plásticos.

O Plástico no México

A indústria de plásticos mexicana mostra uma trajetória claramente crescente. Em 2015, a produção aumentou 7,7%. O México importa anualmente cerca de 20 bilhões de dólares em resinas e plásticos e está incluído entre os principais países de exportação de produtos juntamente com os Estados Unidos e Canadá. E é por causa do crescente uso de plástico como matéria-prima que se tem conseguido melhorar a competitividade de muitas empresas. Segmentos industriais diversos tais como o automotivo, o médico-hospitalar, o de construção, de embalagens, o agrícola e o de eletrodomésticos avaliam a opção de substituir as peças de manufatura tradicional por peças de plástico. O México ocupa o 12º lugar no consumo de plásticos no mundo.

Sobre a EJ Krause México

A EJ Krause de Mexico é um promotor de fóruns de negócios internacionais que produz importantes exposições e conferências anuais em setores estratégicos desde 1991 , no México, com destaque para os setores de alimentação, educação, energia, estilo, silvicultura, indústria, meio ambiente, plástico e TIC, entre outros. É parte da rede mundial da EJ Krause & Associates, Inc. (EJK), que há mais de 30 anos vem sendo um líder mundial na organização de exposições e conferências e uma das maiores empresas privadas organizadoras de exposições do mundo. Com escritórios em três continentes, a EJK produz um crescente portfólio de mais de 40 eventos, servindo 14 indústrias diferentes e criando marcas de eventos líderes globais.

Sobre o Tarsus Group Plc:

Tarso Group Plc é um grupo de mídia de negócios internacionais com enfoque em exposições, publicações e mídia online. O grupo opera em setores-chave como a aviação, medicina, rótulos e embalagens, vestuário com desconto (Off-Price clothing), bens de consumo e indústrias automotivas. A Tarsus gerencia mais de 80 eventos e sites e é conhecido por suas exposições Labelexpo na Europa, Américas, Índia, Ásia e no Dubai Airshow. O grupo opera internacionalmente a partir de seus escritórios em Dublin, Londres, Paris, Milwaukee, Boca Raton (Florida), Dubai, Xangai, Nova Dheli e Istambul. O Grupo Tarsus vem fortalecendo sua presença crescente em mercados emergentes do Oriente Médio, China, Turquia, Índia e América do Sul.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastimagen

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Messe Düsseldorf apóia três feiras do portfólio internacional Global Gate em Setembro

25/07/2017

Messe Düsseldorf intensifica atividades em mercados de crescimento atrativos: interplastica Kazan, T-Plas e IRAN PLAST

Em setembro de 2017, empresas da indústria global de plásticos e borrachas orientadas para a exportação poderão explorar alguns mercados interessantes: a interplastica Kazan no Tartaristão (Rússia), a T-Plas em Bangkok (Tailândia) e a IRAN PLAST em Teerã (Irã) oferecerão a fabricantes de máquinas, produtores de matérias primas e processadores de plásticos oportunidades para terem contato com um novo círculo de clientes. A Messe Düsseldorf, organizadora da feira K, evento-referência mundial da indústria de plásticos e borracha, acompanhará os seus clientes nessas feiras, as quais fazem parte do portfólio de produtos Global Gate.

Tendo como base a feira interplastica de Moscou, que emergiu como a exposição líder da indústria de plásticos na Rússia, a interplastica Kazan – Feira Internacional de Plásticos e Borracha em conjunto com o Fórum de Petróleo, Gás e Petroquímica do Tartaristão – foi lançada na região econômica de Kazan / Tartaristão em 2015. A República Autônoma do Tartaristão é uma das regiões mais industrializadas e de mais rápido crescimento da Rússia. Graças aos extensos depósitos de petróleo e gás natural da região, o governo atualmente pode investir montantes substanciais em segmentos industriais relacionados. A interplastica Kazan ocorrerá de 6 a 8 de setembro de 2017. São esperados mais de 200 expositores.

Na Tailândia, a indústria de processamento de plásticos é considerada como um importante pilar do desenvolvimento econômico do país – um desenvolvimento que tem se caracterizado por um aumento constante da demanda doméstica de produtos plásticos, a uma taxa de crescimento anual média de 3,3%. Considerado como o melhor evento da Tailândia para a indústria de plásticos, a T-Plas em Bangkok tem um enfoque regional direcionado para essa próspera região industrial do Sudeste Asiático e, como tal, tem se tornado um ímã não só para a indústria de transformação, mas também para indústrias de consumo relevantes. Em linha com o conceito industrial nacional “Tailândia 4.0”, a próxima feira T-Plas, que acontecerá de 20 a 23 de setembro, focalizará seis segmentos de aplicação que foram designados como áreas com potencial significativo para o futuro e, portanto, qualificam-se para financiamento governamental: automotivo, biopolímeros, estilo de vida, medicina e cuidados de saúde e E + E. Cerca de 300 expositores de 20 países apresentarão seus produtos e soluções na T-Plas. As parcerias oficiais de exposição já registradas provêm da China, Alemanha, Malásia, Áustria, Cingapura e Taiwan. Mais de 8 mil visitantes da indústria são esperados no Centro Internacional de Comércio e Exposição de Bangkok (BITEC). A Pack Print International, 6ª Exposição Internacional de Embalagens e Impressão para a Ásia será realizada ao mesmo tempo. Em combinação, esses eventos oferecerão aos expositores e visitantes sinergias interessantes e uma visão abrangente de indústrias dinâmicas e com crescimentos intimamente conectados.

Poucos dias depois, o Irã se tornará o foco da indústria internacional de plásticos e borracha. O Irã, um país com uma população de 75 milhões de habitantes, tem uma sólida indústria de petróleo e gás que representa mais de 50% das exportações do país. Há uma significativa demanda represada no setor de bens de investimento, particularmente para máquinas e linhas. A IRAN PLAST, realizada pela 11ª vez neste ano, emergiu como a mais importante feira especializada no Irã. Estabelecida em 2015, a extensiva parceria entre o anfitrião, a Companhia Nacional Petroquímica Iraniana (NPC), e a Messe Düsseldorf continua forte.

A última IRAN PLAST, que aconteceu em abril de 2016, recebeu 920 expositores. O evento deste ano, que acontecerá de 24 a 27 de setembro de 2017 no centro de exposições de Teerã, provavelmente terá uma visitação semelhante. O interesse dos expositores internacionais nessa feira aumentou significativamente, o que também é evidente pelo fato de que somente os expositores que trabalham com a Messe Düsseldorf são provenientes de 21 países diferentes, tendo reservado um espaço de exposição líquido de mais de 2.800 metros quadrados – quase 40% a mais do que na feira anterior. O maior contingente, composto por cerca de 60 empresas, vem da Alemanha, seguido de perto pela Itália, Áustria, França, Suíça e Coréia. Os participantes nacionais oficiais são Alemanha, Finlândia, França, Áustria e Suíça.

Mais informações podem ser obtidas nos links a seguir:

www.k-globalgate.com
www.k-globalgate.com/interplastica_kazan
www.k-globalgate.com/iranplast
www.k-globalgate.com/T-Plas

Reunidos sob o portfolio Global Gate, a Messe Düsseldorf consolidou suas atividades globais para a indústria de plásticos e borracha em uma única marca. A carteira de produtos correspondente se beneficia da vasta experiência e conhecimentos que a Messe Düsseldorf ganhou como organizadora da feira líder mundial K em Düsseldorf e muitos eventos regionais de sucesso. Operando a partir de Düsseldorf, a equipe internacional da Messe Düsseldorf é responsável por todas as feiras incluídas no portfólio, tendo o apoio de subsidiárias e agências locais, bem como de associações e organizações de parceiros regionais. Todas as dez feiras da marca Global Gate são plataformas de comunicação profissionais e facilitadores para uma rápida colocação em mercados de crescimento promissores, como a Europa Central e Oriental, Oriente Médio, África do Norte, China, Índia e Sudeste Asiático.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Messe Düsseldorf

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Feira Plast 2018 de Milão atinge a marca de 1.000 expositores confirmados

25/07/2017

Até 30 de junho de 2017, mais de mil empresas confirmaram sua participação na Plast 2018, a Exposição Internacional para Indústrias de Plásticos e Borracha que ocorrerá em Milão (Itália), de 29 de maio a 1 de junho de 2018.

“A pouco menos de um ano da feira, quase 90% do espaço disponível já foi reservado”, comenta com satisfação Alessandro Grassi, Presidente da Promaplast srl, o organizador do evento. “Com um aumento significativo no espaço solicitado pelos participantes estrangeiros (+ 34% em relação a três anos atrás), confirma-se a estatura internacional da feira. Assim, estamos com grandes expectativas em relação aos resultados finais da Plast 2018. “O número total de expositores diretos também aumentou, particularmente aqueles provenientes do exterior (+ 15%).

O aumento das reservas se espalha por todos os quadrantes geográficos. E a tendência também é analogamente positiva para todas as categorias de produtos representadas na feira: máquinas, equipamentos e moldes para os vários processos de fabricação (moldagem por injeção, extrusão, etc.), matérias-primas (plásticos e borrachas), aditivos, etc.

O escritório da organização do evento já começou a classificar os pavilhões por categoria – e comunicará os resultados da atribuição de espaço aos expositores até o final de Agosto.

Ainda é possível se inscrever na Plast 2018 até que acabe a disponibilidade de espaço. Nesta primeira fase de atribuição de espaço, aqueles que forem rápidos poderão ainda garantir um lugar dentro do pavilhão dedicado à sua categoria de bens específicos. Após esta fase, as empresas interessadas poderão participar apenas se houver espaços residuais, tendo que aguardar até que todas as atribuições de stands tenham sido efetuadas para expositores previamente registrados.

Os expositores da Plast 2018 receberão uma série de serviços atualizados, incluindo os portais Expopage e Smart Catalog da FieraMilano, Wi-Fi gratuito no recinto de feiras, uma vaga de estacionamento gratuita para cada expositor, carpetes nos corredores, etc.

A Plast 2018 é membro da “Aliança da Inovação” (The Innovation Alliance), que reúne cinco feiras internacionais pela primeira vez (Ipack-Ima, Meat-Tech, Plast, Print4All e Intralogistica Italia) e pode ser visitada com um único bilhete de admissão. Numa lógica de cadeia de suprimentos unificada e afinidade setorial, esses eventos mostrarão a excelência tecnológica de diferentes segmentos industriais: desde o processamento de plásticos e borrachas até a fabricação de embalagens, de design personalizados de embalagens e etiquetas até o manuseio e armazenamento de mercadorias. O evento ocupará todos os pavilhões do recinto de feiras da FieraMilano.

Para dar o toque final na tecnologia e materiais em exibição para o setor de plásticos e borrachas, a Plast 2018 também contará com três feiras satélite: a Rubber 2018 (em colaboração com a ASSOGOMMA), a 3D Plast (impressão 3D e tecnologias associadas) e a Plast-Mat ​​(materiais inovadores).

A Plast representará, portanto, o evento europeu mais importante em 2018 para o setor de plásticos e borracha”, acrescenta Grassi, “com a esperança de que ainda se beneficie de um contexto econômico favorável como aquele que atualmente caracteriza a indústria italiana de máquinas para processamento de plásticdos e borracha, a qual, no primeiro trimestre de 2017 registrou crescimento de dois dígitos tanto nas exportações como nas importações “.

A lista de participantes da feira está disponível em plastonline.org,

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plast 2018

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Perfis de PVC são os destaques da Amplex/Kömmerling na Construsul

19/07/2017

Serão exibidos produtos com acabamentos preto e amadeirado e o perfil com maior profundidade para vidro triplo

Em parceria com a Amplex Aberturas em PVC, da cidade gaúcha de Carlos Barbosa, a Kömmerling apresenta na Construsul produtos que obedecem à norma 15.575 – que institui nível de desempenho mínimo ao longo da vida útil para os elementos da edificação habitacional.

Um dos destaques fica por conta do perfil de PVC na cor preto fosco. “Apesar de o preto ser uma cor que absorve mais energia térmica, essa proteção faz uma barreira, proporcionando um desempenho muito semelhante ao branco”, explica Andre Demari, diretor da Amplex.

Outra atração é o PVC com acabamento amadeirado. Por meio de lâminas coladas nos perfis, é indicado para qualquer tipo de abertura.  Segundo a Kömmerling, o produto é destinado a um público que deseja um acabamento rústico da madeira sem os problemas de manutenção, como verniz e fungo, cupins, apodrecimento. Soma-se a estes benefícios o isolamento termoacústico estável, afirma a empresa.

Segundo Andre Demari, a disponibilidade de perfis de PVC no padrão madeira é uma opção que avança em novas obras no Brasil, tendo em conta que a mão de obra de manutenção de esquadrias de madeira está cada vez mais escassa e cara.

Mais uma novidade fica por conta da apresentação do perfil EuroFutur. Dotado de maior profundidade, é indicado para vidro triplo, aumentando a vedação acústica,o isolamento térmico e evitando o embaçamento, garante a empresa.

Parceira da Kömmerling desde 2010, a Amplex atua na Serra Gaúcha, região metroplitana de Porto Alegre e nos Vales do Taquari e do Caí. Também opera em São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro. “Somando a expertise em extrusão da Kömmerling com o nosso conhecimento em engenharia, atendemos a um público que busca conforto térmico/acústico e economia de energia”, ressalta o diretor empresa.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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Plasvale espera fechar o ano com capacidade produtiva de cinco mil toneladas

14/07/2017

Com projeções positivas, o setor de plásticos espera bons resultados como aumento de vendas e de produção para este ano, segundo pesquisa divulgada pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico. Seguindo esse caminho, a Plasvale, uma das maiores empresas de utilidades domésticas do país e que completa 40 anos de fundação em setembro, planeja produzir cinco mil toneladas de produtos até dezembro. “Investir no cliente é nossa estratégia para estes tempos difíceis, onde a personalização de produtos e apostas seguindo as tendências da moda internacional são nossas diretrizes para aquecer as vendas e acelerar a produção”, revela o diretor presidente, Jonas Miranda.

Dentre os mais de 500 produtos, as lixeiras, os potes decorados e os produtos de utilidade para mesa e cozinha estão entre os carros-chefes da marca. Os destaques estão com a família Biovita, produzido há mais de 30 anos pela empresa, e a linha Cristal, tendência que imita vidro e que caiu nas graças dos consumidores. “A linha Cristal é uma linha única e diferenciada no mercado. Foi lançada em 2015 e é um grande sucesso pela imitação do vidro. Este ano, a novidade desta linha é a edição candy, com novas cores. É uma das nossas apostas de mercado”, comenta.

O parque fabril  fica na cidade de Gaspar (SC) com (foto)mais de 16 mil metros quadrados e cerca de 500 colaboradores, mas a empresa atua em todo o território brasileiro e em mais de 25 países, localizados na América do Sul, América Central, Caribe e América do Norte. Dentre os principais países compradores estão Cuba, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Panamá.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plasvale

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RadiciGroup oficializa os resultados de 2016: faturamento de 946 milhões e Ebitda de 110 milhões de euros

12/07/2017

Primeiro semestre de 2017 positivo com volumes em aumento (+7%) e crescimento em volume de negócios de (+ 23%)

Contando com 3.000 funcionários em todo o mundo e 33 escritórios comerciais e fábricas em 16 Países na Europa, Ásia e Américas, a Radici registrou 946 milhões de euros de faturamento em 2016. O RadiciGroup atua nos segmentos de química, plástico e as fibras sintéticas.

O Grupo fechou 2016 com um volume de negócios ligeiramente em diminuição (– 6%), mas com volumes alinhados aos de 2015, registrando para o ano que acaba de ser fechado um EBITDA de mais de 110 milhões de euros (+8%).

“O Grupo se apresenta sólido e bem estruturado – declarou Angelo Radici, presidente do RadiciGroup – A ligeira diminuição do faturamento è atribuída à evolução do custo das matérias primas que diminuiu, condicionando assim os nossos números. Uma contribuição significativa ao resultado do Grupo vem da Área de Plásticos mas, em geral, conseguimos manter em todas as áreas de negócio do Grupo volumes alinhados aos do ano precedente. Continua o percurso de otimização dos recursos, de aumento da eficiência das plantas e de redução dos consumos energéticos, com o objetivo de colocar o Grupo em condições de continuar a crescer: os dados dos primeiros meses de 2017 são, além disso, muito positivos, com faturamento em crescimento de mais de 23% e volumes aumentado 7%».

Em termos de solidez financeira e de capital do RadiciGroup, um comentário positivo vem também do CFO do RadiciGroup, Alessandro Manzoni: “A situação financeira do Grupo é de absoluta segurança; débito financeiro em 2016 em redução, apesar de uma aquisição relacionada ao negócio de plásticos. Patrimonialmente o Grupo é sólido e estamos prontos para enfrentar, quando ocorrerem, novos percursos de crescimento. Tudo isso – conclui Manzoni – apoiado por uma relação de confiança mútua com o sistema financeiro, desenvolvida ao longo dos anos graças a uma informação contínua e transparente”.

Fonte: RadiciGroup

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Rhodia abre 70 vagas para estágios em 2018

11/07/2017
  • As inscrições para a seleção de estagiários de cursos de nível superior devem ser feitas até 03 de setembro pela Internet no site da Rhodia (www.rhodia.com.br) ou pelo site https://recrutamento.ciadeestagios.com.br/rhodiasolvay/
  • Novidade para este ano é que serão aceitos alunos de todos os semestres, dependendo do curso e necessidade da área de interesse.

A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, abriu as inscrições para o processo seletivo do seu programa de estágios em 2018. A empresa prevê oferecer 70 vagas para estudantes universitários. A novidade para este ano é que serão aceitos alunos de todos os semestres, dependendo do curso e necessidade da área de interesse. O estágio será de no máximo 2 anos.

Posicionada como uma empresa de multi-especialidades químicas e materiais avançados, a Rhodia atua há quase 100 anos no Brasil e foi uma das pioneiras na implantação do programa de estágio nas corporações do país. Presente em diversos mercados (agricultura, nutrição animal e alimentação; aplicações industriais; automotivo e aeronáutico; bens de consumo e cuidados com a saúde; edifícios e construções; eletroeletrônicos; energia e meio ambiente), passa atualmente por um processo de grande transformação de portfólio e lidera a inovação no setor por meio da química sustentável.

As oportunidades de estágio para nível superior serão nas áreas de Administração, Análise de Sistemas, Ciência da Computação, Comércio Exterior, Contabilidade, Economia, Letras, Psicologia, Recursos Humanos, Sistemas de informação, Ciências Contábeis, Engenharias, Engenharia da Computação, Engenharia de Automação e Controle, Engenharia de Materiais, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Produção, Engenharia Química, Jornalismo, Logística, Marketing, Engenharia de Meio Ambiente, Química, Relações Públicas e Secretariado.

As vagas são destinadas às unidades industriais de Paulínia, Santo André, São Bernardo do Campo, Brotas, Itatiba e Taboão da Serra, e nos escritórios centrais da empresa, em São Paulo.

Os candidatos para estágio de nível superior devem ter conhecimentos de Inglês em nível intermediário e conhecimentos de informática como usuários. Os selecionados receberão uma bolsa-auxílio que pode chegar a R$ 1.750,00 mensais para 30 horas de estágio por semana, no segundo ano de estágio.

O estágio será de seis (6) horas por dia e, dependendo da necessidade da área, a frequência poderá variar entre três e cinco dias na semana. Além disso, a Rhodia oferece vale refeição ou restaurante, seguro de vida, assistência médica, assistência odontológica, auxílio-transporte ou fretado e estacionamento.

As inscrições de nível superior estarão abertas até 03 de setembro e devem ser feitas ou através do site da Rhodia em http://www.rhodia.com.br ou diretamente pela homepage https://recrutamento.ciadeestagios.com.br/rhodiasolvay/

Sobre o Grupo Solvay

A Solvay é uma empresa química de multiespecialidades com sede em Bruxelas e emprega 27.000 pessoas em 58 países. As vendas líquidas pró forma foram de € 10,9 bilhões em 2016. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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BASF inicia operação em área expandida de sua fábrica de compostos de poliamida e PBT

10/07/2017

  • Capacidade da unidade em Schwarzheide, na Alemanha, teve aumento de 70 mil toneladas por ano
  • Schwarzheide é agora o maior site de compostos da BASF
  • Maior expansão da rede de produção global flexível da BASF

A BASF iniciou a operação da área expandida de sua fábrica de compostos, em Schwarzheide, Alemanha (foto), no dia 21 de junho. Com a expansão da planta, há um aumento de 70.000 toneladas na produção de poliamidas Ultramid®  e PBT (tereftalato de polibutileno) Ultradur®. Este é mais um passo em direção às expansões de capacidade da BASF, em resposta à crescente demanda global por plásticos de engenharia. A capacidade mundial da BASF para a fabricação dos compostos de PA e PBT alcançará mais de 700 mil toneladas por ano. Cerca de 50 novos empregos serão criados.

“Uma planta maior nos permite acompanhar o crescimento de nossos clientes a longo prazo, com o mais alto nível técnico e os melhores plásticos”, disse Jürgen Becky, head da divisão de Materiais de Performance da BASF para a Europa. “A expansão da planta constitui uma tecnologia de ponta no mercado de plásticos e nos dá ainda mais flexibilidade em nosso processo de produção”. Ao mesmo tempo, a capacidade adicional aumenta a flexibilidade na cadeia de produção global da BASF. Assim, a BASF pode, por exemplo, atender às altas demandas da indústria automotiva quando se trata da produção de componentes em grandes volumes. Com a expansão, Schwarzheide se torna o site com a maior capacidade de produção de compostos PA e PBT da BASF no mundo todo.

Os plásticos de engenharia Ultramid® e Ultradur® são utilizados para fabricar componentes de alto desempenho para as indústrias automotiva, elétrica e eletrônica, bem como para os setores de construção e móveis. Os componentes incluem cárter do motor, coxins, sensores e conectores, cadeiras e elementos de fixação. As últimas inovações são o Ultramid® Advanced N, os coletores de admissão de ar fabricados com a poliamida de alta temperatura Ultramid® Endure no novo Alfa Romeo Giulia e a cadeira TeamUP para o escritório do futuro.

Fonte: BASF

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Almaco integra programa de apoio às startups do JEC Group

10/07/2017

Associação atuará como parceira no recrutamento de candidatos brasileiros

A Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco) integra o programa de apoio às startups criado pelo francês JEC Group, líder global na divulgação dos compósitos. Denominada Startup Booster, a iniciativa tem como objetivo acelerar o desenvolvimento de soluções inovadoras que compreendam a utilização desse material.

“A Almaco vai atuar como parceira no recrutamento de spin-offs acadêmicos e startups, bem como de pequenas e médias empresas brasileiras que estejam envolvidas com projetos destinados à criação de novos materiais, produtos, aplicações e processos de moldagem de compósitos”, afirma Erika Bernardino, gestora da Almaco.

Aberto a candidatos de todo o mundo, o Startup Booster divide-se em duas categorias: “Processos”, que avalia soluções de design e tecnologias de fabricação, e “Materiais & Produtos”, voltada ao desenvolvimento de novos materiais e aplicações.

As dez empresas selecionadas pelo comitê do JEC Group terão direito a apresentar, na feira JEC World 2018, em Paris, seus projetos a potenciais investidores. E as três mais bem avaliadas dividirão um prêmio de 10 mil euros, entre outros benefícios, como a cessão de um estande completo para cada uma participar da edição de 2019 do evento.

“É uma oportunidade única para os empreendedores brasileiros viabilizarem os seus negócios em uma plataforma global reconhecida pela excelência em inovação”, comenta Erika. Os interessados em participar devem encaminhar um resumo dos seus projetos, em inglês, para marketing@almaco.org.br. O prazo para as inscrições termina em 31/07, e os dez selecionados serão conhecidos em janeiro.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são reconhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Almaco

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Grupo Solvay vende sua participação na fabricante de compostos de PVC Dacarto Benvic

06/07/2017

O Grupo Solvay concordou em vender sua participação de 50% na Dacarto Benvic para seu parceiro de joint venture na empresa, que se tornará o único proprietário do processador brasileiro de compostos de PVC.

A venda segue a saída da Solvay de atividades de PVC na Europa, Ásia e América Latina, incluindo o negócio de compostos de PVC Benvic, que foi vendido em 2014.

As empresas parceiras são a Dupre Empreendimentos e Participações Ltda., a Tondella Empreendimentos e Participações Ltda, e a WR3C Empreendimentos e Participações Ltda.

A Dacarto Benvic tem sede em Osasco (SP) e conta com 450 funcionários em escritórios e instalações industriais em São Paulo e na Bahia.

A conclusão desta transação está prevista para o final de 2017 e está sujeita às aprovações usuais, inclusive das autoridades governamentais de defesa econômica.

A Solvay é uma empresa química de multiespecialidades, com sede em Bruxelas (Bélgica). Ela emprega 27.000 pessoas em 58 países e suas vendas líquidas pró forma foram de € 10,9 bilhões em 2016. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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PICPlast promove programa de capacitação para transformadoras de plástico na região de Três Rios (RJ)

06/07/2017

Cerimônia de entrega do Certificado PICPlast, em Três Rios

Com ares de cidade pacata, a região Centro-Sul do Rio de Janeiro vem acompanhando a rápida expansão do polo industrial localizado em Três Rios. O município tem nadado contra a maré da recessão econômica do país e do Estado. Desde 2008, já elevou em 59% o número de empresas ali presentes e viu sua arrecadação de ICMS saltar de R$ 76 milhões para R$ 329 milhões nos últimos sete anos. Entre as indústrias que se instalaram na região, destaca-se a de transformação de plásticos.

Ao visualizar o potencial da região e para incentivar e consolidar o mercado local, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) – iniciativa da Abiplast e da Braskem – desenvolveu, em parceria com o Sebrae do Rio de Janeiro, um programa de capacitação que possibilitou o crescimento no faturamento das micro, pequenas e médias empresas deste setor que participaram do programa. No caso específico da empresa Zigmo, foi detectado um aumento de 35% no faturamento após a participação no programa.

De acordo com Andréia Lopes, coordenadora do projeto de Encadeamento Produtivo do Sebrae, empresas de pelo menos 10 municípios da região foram acompanhadas por um ano. Após um diagnóstico individual, foi elaborado um plano de trabalho baseado em quatro pilares: estratégias empresariais, gestão financeira, gestão comercial e gestão de qualidade. Além disso, durante o período foram ministradas instrutorias (aulas teóricas em grupo) e consultorias (atendimento in loco).

“O programa visa capacitar as pequenas e médias empresas, já que toda a cadeia deve estar fortalecida para que o setor concorra com mercados de outros países. Hoje em dia a concorrência é global”, defende Andréia.

Uma das empresas que participaram do projeto foi a Hirundoplast, que desenvolve peças plásticas injetadas. Ao final do programa, a empresa registrou um aumento de 21,6% no faturamento por funcionário e redução de 20,1% no grau de dependência nos resultados de 2016 em comparação a 2015.

Após colocar a casa em ordem, Eduardo Schanuel, proprietário e presidente do Conselho Administrativo, quer diversificar os produtos. “Para a Hirundoplast, essa iniciativa de promover capacitações é muito boa, especialmente porque as consultorias nos ajudaram muito a desenvolver um plano de ações para a melhoria da área comercial e dos controles de qualidade. Já a estruturação de várias áreas do setor administrativo nos deu a capacidade de conquistar ótimos resultados em termos de organização. Nossa expectativa agora é de crescimento da empresa, com investimentos em novos produtos”. Para este ano, com o apoio do Sebrae, a Hirundoplast desenvolverá um estudo de viabilidade mirando a expansão física da empresa.

Já a Nova A3, que produz luvas descartáveis, e a Ultrax Pack, fabricante de fitas adesivas e fios stretch, aumentaram a lucratividade do negócio e eficiência comercial, respectivamente. Rogério Lima, gerente da cadeia de suprimentos da Nova A3, conta que a consultoria possibilitou traçar um caminho para atingir os resultados que eles almejavam. “Esse curso é muito produtivo no sentido de nos auxiliar e orientar sobre o percurso, além de nos dar a oportunidade de conhecer outras empresas dentro da nossa cadeia de atuação. O programa está servindo também para abrirmos caminho para inovações, trabalhando com o mesmo maquinário e conhecimento humano para desenvolver outros produtos e segmentos”, afirma.

Na Ultrax Pack, a experiência possibilitou reduzir os custos e o desenvolvimento de novos produtos. “Implementamos melhores controles de indicadores de resultados e despesas, além de controle de qualidade diferenciado e de toda nossa organização interna. A partir da instrutoria, conseguimos enxergar a importância de tratar a gestão de custos com mais afinco e severidade. Já a consultoria nos deu a oportunidade de desenvolver um novo produto que é nossa aposta de sucesso para o futuro”, conta Gustavo Marques, diretor financeiro.

O programa ainda fortaleceu o networking das empresas, que muitas vezes estão fora do circuito da grande indústria e não têm acesso a informações de eventos e oportunidades de negócios.

Sobre o PICPlast: O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e Abiplast, Associação Brasileira da Indústria do Plástico. O PICPlast prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Sobre a Braskem: A Braskem tem um volume anual de produção superior a 20 milhões de toneladas, incluindo a produção de outros produtos químicos e petroquímicos básicos, e com faturamento anual de R$ 54 bilhões. A empresa atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Sobre a Abiplast: A Associação Brasileira da Indústria do Plástico — Abiplast representa o setor de transformados plásticos desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria de transformação plástica, cujo faturamento esperado para 2017 gira em torno de 56,3 bilhões de reais. Para atingir tal objetivo, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A Abiplast representa atualmente 11.559 empresas que empregam um total de 326.000 mil pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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Petrobras negocia conclusão do Comperj com petrolífera chinesa CNPC

04/07/2017

A Petrobras está negociando uma parceria com a gigante petrolífera chinesa CNPC (China National Petroleum Company) para a conclusão das obras do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro).

O acordo entre as duas empresas foi anunciado pela Petrobrás na manhã desta terça-feira, mas o comunicado afirma apenas que foi assinado um Memorando de Entendimentos para iniciar negociações para a realização de uma parceria estratégica.

No comunicado oficial, a Petrobrás limitou-se a informar que o Memorando prevê “avaliar, conjuntamente, oportunidades no Brasil e no exterior em áreas-chaves de interesse mútuo, beneficiando-se de suas capacidades e experiências em todos os segmentos da cadeia de óleo e gás, incluindo potencial estruturação de financiamento”.

Em virtude de restrições orçamentárias, a Petrobras havia retirado o Comperj de seu planejamento estratégico, limitando-se a investir em uma Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN), destinada a receber e processar o gás natural produzido no pré-sal. A construção da UPGN será feita com investimentos próprios da Petrobras, da ordem de US$ 2,5 bilhões a US$ 3 bilhões, em Itaboraí, na região metropolitana do Rio.

O projeto original, todavia, incluía a construção de uma refinaria e um complexo petroquímico. As negociações com a CNPC dizem respeito à conclusão da refinaria, que tem capacidade projetada para processar 165 mil barris de petróleo por dia em sua primeira fase. O Comperj foi um dos projetos-alvo das investigações da Operação Lava-Jato e teve suas obras paradas desde 2014. Com obras interrompidas desde 2015, as instalações do Comperj apresentam sinais de deterioração, com a corrosão dos equipamentos e tubulações já instaladas. A Petrobras já colocou US$ 13 bilhões no empreendimento. Segundo uma fonte, a expectativa é que a construção da refinaria no Comperj necessite de investimentos da ordem de US$ 3,5 bilhões a US$ 4 bilhões.

A CNPC é sócia da Petrobrás na exploração de petróleo da área de Libra, a maior descoberta de petróleo no pré-sal da Bacia de Santos. Libra começará a produzir em fase de testes este ano. O acordo assinado em Pequim prevê ainda a análise conjunta de outras áreas de exploração e produção de petróleo.

Segundo fonte citada por “O Globo”, a CNPC manifestou maior interesse em fazer acordos com a Petrobras no segmento de de exploração e produção, aceitando participar do projeto do Comperj com uma participação minoritária. A parceria com a CNPC vinha sendo negociada há cerca de seis meses pela Petrobras.

“As parcerias estratégicas têm como benefícios potenciais o compartilhamento de riscos, o aumento da capacidade de investimentos na cadeia de óleo e gás, o intercâmbio tecnológico e o fortalecimento da governança corporativa”, disse a Petrobras no comunicado de imprensa.

“Para a CNPC, a parceria com a Petrobras reforça seu interesse em investir e aumentar suas atividades no Brasil”, conclui o texto.

A CNPC é a maior empresa integrada no segmento de Petróleo e Gás da China, com atividades nos setores de upstream, midstream, downstream, marketing e comercialização, prestação de serviços petrolíferos, engenharia, construção e fabricação de equipamentos. A CNPC tem presença em mais de 70 países.

Fontes: Folha de São Paulo e O Globo

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Eastman lança bioplástico de engenharia à base de celulose

04/07/2017

Segundo a empresa, o Eastman Trēva é um termoplástico versátil que combina alta performance e sustentabilidade

A Eastman Chemical Company, líder na produção de materiais à base de celulose, lançou recentmente o inovador bioplástico de engenharia Trēva. Segundo Burt Capel, vice-presidente e gerente geral da unidade de negócios de Plásticos Especiais da empresa, “A Eastman agrega como vantagem seus quase 100 anos de expertise em celulose para o design e a performance do Trēva, para chegar ao melhor perfil sustentável e ao desempenho desejados pelas marcas, fabricantes, moldadores e outras companhias em sua cadeia de valores”. Capel apresentou oficialmente o lançamento à imprensa durante a Feira Chinaplas, em Guangzhou, na China.

Segundo a Eastman, os benefícios de Trēva são o tripé: sustentabilidade, desempenho de uso final e flexibilidade de design e marca.

Benefícios de Sustentabilidade

A empresa não forneceu detalhes sobre a composição química do novo material, mas informou que metade da composição de Trēva ​​é celulose, material proveniente de florestas de manejo sustentável que são certificadas pelo Forest Stewardship Council (FSC). O novo material é livre de BPA (Bisfenol A) e de ftalatos.

Sua fluidez, durabilidade e estabilidade dimensional permitem menor uso de materiais, peças mais finas e de vida útil mais longa, o que melhora as avaliações do ciclo de vida (LCA), afirma a empresa.

Desempenho de uso final

A Eastman assegura que o Trēva ​​oferece excelente resistência química quando comparado a outros termoplásticos de engenharia, compreendendo a resistência a alguns dos produtos químicos mais agressivos e incluindo óleos para tratamento de pele, protetores solares e produtos de limpeza domésticos.

A baixa taxa de tensões internas residuais do material significa, na prática, a eliminação do efeito não desejado da arco-íris que alguns plásticos apresentam sob luz polarizada, o que melhora a experiência do usuário com telas de dispositivos eletrônicos e displays de varejo, afirma a empresa.

Design e flexibilidade da marca

As características de fluidez do Trēva ​​também possibilitam liberdade de design, o que permite que ele seja usado com peças de design complexo e em peças de paredes finas, relata a Eastman. Sob condições de processamento recomendadas, o recente teste de fluxo espiral de 30 mil de parede fina mostra que as taxas de fluxo de Trēva ​​são significativamente melhores do que as “blendas” de policarbonato, de policarbonato / ABS e são comparáveis ​​às resinas ABS, afirma a empresa.

De acordo com a Eastman, o Trēva ​​é projetado para permitir brilho superficial superior, transparência e toque sensorial térmico, potencializado por meio de uma combinação do material de base e a experiência tecnológica da empresa. O material também oferece grande possibilidade de incorporação de cores e processos secundários mais fáceis, além de capacidade de decoração, o que cria opções adicionais de design e de branding.

Aplicações

Segundo a Eastman, a combinação de benefícios de sustentabilidade e de segurança de Trēva, melhorias no desempenho do uso final e na flexibilidade de design e marca tornam a escolha de material ideal para as seguintes aplicações:

● Armações de óculos, eletrônicos que entram em contato com a pele, como fones de ouvido e muitos outros dispositivos de uso pessoal
● Telas de Aparelhos eletrônicos, como lentes, já que os consumidores precisam enxergar através delas
● Eletrônicos, gabinetes de equipamentos eletrônicos e outros produtos com alto design e especificações complexas
● Componentes interiores automotivos nos quais a resistência química e a estética são desejadas
● Outras aplicações que exigem alta sustentabilidade e requisitos de segurança

“A Eastman está empenhada em atender as necessidades almejadas de clientes atuais e potenciais”, disse Capel. “Há enorme interesse por parte de marcas de todo o mundo e estamos entusiasmados em trabalhar em estreita colaboração com eles, para criar a próxima geração de produtos de alto desempenho e sustentáveis”.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais que produz matérias primas para mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Braskem Labs apresenta projetos inovadores selecionados

04/07/2017

Participantes de diversos estados brasileiros apresentam soluções inovadoras e sustentáveis

Dez empresas foram selecionadas, entre 180 inscritas, para a terceira edição do Braskem Labs, programa de aceleração de empreendedores da Braskem. O processo de escolha dos participantes considerou aspectos como inovação, potencial de mercado, perfil do empreendedor e da equipe envolvida, modelo de negócio e impacto socioambiental.

As propostas são de quatro estados brasileiros e utilizam o plástico e a química no desenvolvimento de novas soluções socioambientais ou apresentam formas de combate ao mosquito Aedes aegypti. “Estamos muito animados com mais essa edição do programa, pois novamente encontramos projetos com grande potencial de transformar positivamente a vida das pessoas e a forma com que se pensa em negócio”, afirma Luiz Gustavo Ortega, líder de Desenvolvimento Sustentável da Braskem.

Agora os empreendedores participam de um evento de diagnóstico para entender os desafios específicos de cada empresa. Após essa etapa, serão realizados uma série de eventos e mentorias durante um período de quatro meses, com o objetivo de apoiar essas empresas nos pontos que mais precisam, com apoio de mentores da Braskem e da ACE, uma Aceleradora de Startups.

Ao final do programa, os selecionados poderão apresentar suas empresas, durante o Demo Day, para um grupo de empresários, investidores, bancos de investimento e outros players do mercado.

As empresas e produtos selecionados foram:

  • Recicletool (Pernambuco): Equipamento de logística reversa que utiliza tecnologia de leitura ótica para a identificação dos resíduos que são depositados na máquina. Com o cadastro do usuário, as embalagens depositadas no Recicletool retornam ao mesmo em crédito financeiro, retirando resíduos do meio ambiente, contribuindo na educação da população e dando a eles um benefício pelo retorno da embalagem.
  • Fix It (Rio Grande do Norte): Imobilizadores em plástico termo moldável e biodegradável, projetados para membros específicos do corpo e em tamanhos pré-definidos, feitos em impressão 3D. A adequação à anatomia do paciente é feita com a imersão em água quente.
  • Vasos Raiz (Rio Grande do Sul): O vaso autorrigável Raiz possui um sistema que facilita o cuidado com plantas e permite ao o usuário ter seus temperos e chás frescos em sua residência. Com um sistema de irrigação interna, composto por cordões, que funcionam como uma espécie de raiz artificial, o reservatório de água é acoplado na parte debaixo do vaso, garantindo umidade para a terra por vários dias, sem a necessidade de regar, e não permitindo a proliferação do mosquito Aedes aegypti.
  • Biomassa do Brasil (São Paulo): Produtos sustentáveis na linha de argamassas e tintas especiais. A Argamassa Polimérica Pronta reduz o custo de alvenaria em 40% e o consumo de água em 95%.
  • Nanomix (São Paulo): Nanotecnologia que confere ao PVC propriedades físico-químicas, como barreira contra umidade. Pode substituir o PVDC, que é de alto custo, importado e não-reciclável e reduzir o custo das embalagens de remédios em 30%.
  • BR Goods (São Paulo): Cortinas Divisórias de Leito & Box de Chuveiro que utilizam nanotecnologia de retardante de chamas, antimicrobianas, manufaturadas com Plástico Verde, que podem ser fixas ou descartáveis. Este material permite que o processo de limpeza seja feito sem retirar as cortinas do local, conferindo privacidade aos pacientes, e economizando água na higienização além de possuir altos atributos sustentáveis.
  • Okena (São Paulo): Coleta, transporta, armazena, trata e destina efluentes contaminados com óleos, metais, tintas, solventes e outras substância, evitando que cheguem ao meio ambiente e poluam solos e água doce.
  • Altave (São Paulo):Desenvolve plataformas aeronáuticas para videomonitoramento e telecomunicações por meio de balões, levando conectividade a locais remotos e permitindo o monitoramento de grandes áreas.
  • Muzzicycles (São Paulo): Quadro de bicicleta injetado em uma peça única com mistura de plástico reciclado. O quadro tem garantia vitalícia, alta durabilidade, não enferruja e ainda ajuda a retirar resíduos do meio ambiente para ser produzido.
  • Denguetech (São Paulo): Inseticida biológico contra os vetores da Dengue, Zika e Chikungunya. Feito a partir da bactéria BTI (Bacillus thurigiensis var. israelensis), pode ser usado em áreas públicas e também em nossas casas e ambientes de trabalho. Logo que o tablete de DengueTech é colocado na água, ele se dissolve e são liberados microrganismos e proteínas que parasitam e matam as larvas dos mosquitos vetores em até 24 horas. Seu efeito continua por, pelo menos, 60 dias.

Fonte: Braskem

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Rhodia completa 40 anos de produção de sílica no Brasil

30/06/2017

Empresa comemora com clientes os 40 anos de produção de insumo utilizado na produção de pneus, borracha e calçados, para a formulação de agroquímicos e nutracêuticos, além de produtos para cuidados pessoais e alimentação humana

A sílica precipitada quimicamente, um insumo utilizado por indústrias de diferentes segmentos, desde os pneus (incluindo os ‘pneus verdes’) e artefatos técnicos de borracha até formulação de agroquímicos, nutracêuticos e calçados, passando por produtos de cuidados pessoais e para a alimentação humana, é uma das apostas para o crescimento sustentado dos negócios da Rhodia, empresa do Grupo Solvay, na região da América Latina.

Pioneira na região a produção de sílicas precipitadas, a Rhodia tem feito investimentos permanentes em sua unidade industrial instalada em Paulínia (SP), que está completando 40 anos de instalação. Por ano, em média, a empresa tem aplicado em torno de 10 milhões de reais em projetos de processos operacionais, na introdução de novas tecnologias e produtos, em logística e aumento de capacidade de produção.

Os objetivos dessa área de negócios são aumentar a eficiência da área e abastecer adequadamente os clientes em todos os países da região, com os produtos comercializados sob as marcas Zeosil®, Zeosil® Premium, Efficium® e Tixosil®, em suas diversas apresentações, de acordo com os segmentos de mercados em que são aplicadas.

“Produtividade e competitividade são as palavras-chave do setor e elas estão incorporadas ao nosso modo de trabalhar. Com nossas inovações e a capacidade de atender os diversos mercados em que atuamos, nós estamos bem posicionados para continuar crescendo na região junto com nossos clientes”, afirma François Pontais, vice-presidente para a América Latina da unidade global de negócios Sílica do Grupo Solvay.

A mais recente iniciativa na fábrica de Paulínia foi o início da produção da sílica de alta dispersabilidade (HDS, na sigla em inglês) destinada principalmente à produção dos pneus que economizam energia. Análises realizadas pela empresa e de organismos do setor automotivo indicam que o uso dessa sílica HDS permite a redução de até 7% no consumo de combustível do automóvel. Portanto, reduz na mesma proporção as emissões de carbono na atmosfera. A expansão do uso da sílica de alto desempenho na produção dos chamados pneus verdes pode ser um fator importante para que a indústria automobilística alcance mais rapidamente as metas de redução de emissões de carbono previstas nos programas de desenvolvimento do setor.

Do mesmo modo, a empresa está investindo para aumentar o uso de suas sílicas precipitadas em outros segmentos de mercado em que há potencial de crescimento, tais como oral, care, formulações de nutracêuticos e agroquímicos, além de mercados regionais importantes, como calçados e alimentação humana. “Temos em nosso pipeline de inovações, em nossos laboratórios no Brasil e em outras regiões de atuação do Grupo Solvay, uma série de projetos em diferentes etapas de desenvolvimento, que serão colocados à disposição do mercado até 2020”, acrescenta Pontais.

40 anos de pioneirismo – Erguida em 1977, sob o signo do pioneirismo, a unidade industrial de Sílica da Rhodia passou ao longo de 40 anos por diversas transformações e modernizações para manter sua competitividade em um cenário econômico regional de muitos desafios. Inicialmente a Rhodia e depois o Grupo Solvay (que adquiriu as operações da Rhodia em 2011) investem permanentemente nessa área de negócios.

A unidade global de negócios Sílica, do Grupo Solvay, é a inventora da sílica de alta dispersão (HDS), na década de 1990, e um player importante em pneus que economizam energia e possui nove fábricas e quatro laboratórios de Pesquisa e Inovação em quatro continentes.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Rhodia

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Wortex lança nova máquina para reciclagem de filmes flexíveis

29/06/2017

Challenger Recycler Conical Geração II é projetada para reaproveitamento de aparas plásticas sem perder a qualidade do material

A Wortex Máquinas (www.wortex.com.br), fabricante de equipamentos para a indústria plástica, acaba de lançar no mercado a Challenger Recycler Conical 55mm – Geração II, máquina projetada para o reaproveitamento de aparas, refiles e bobinas de polietileno ou polipropileno com baixo índice de degradação do material, o que lhe permite ser utilizado como material virgem.

É uma máquina destinada às empresas que desejam gerenciar suas próprias aparas com um baixo investimento e rápido retorno. Esse investimento vai garantir a reciclagem do material ao pé da máquina, obtendo dessa forma a qualidade e a padronização dos grãos que permitem o seu retorno ao dosador, otimizando os ganhos no processo de extrusão, afirma a Wortex.

A Challenger Recycler Conical Geração II (em operação, no vídeo acima) tem capacidade de produção de cerca de 90kg/h (que pode variar até 15% desse valor, para mais ou para menos), dependendo da espessura do filme a ser reciclado, com baixo consumo de energia, entre 0,26 a 0,28 kw/h.

Segundo a Wortex, os principais diferenciais da Linha Challenger Recycler Conical Geração II são:

  •  Modo off mantém a temperatura do conjunto enquanto os motores estão desligados por até 3 horas. Ideal para troca de turno e durante os horários de pico de energia;
  •  Pode ser alimentado com aparas moídas ou através do puxador de bobinas, totalmente integrado às normas NR 12;
  •  Na operação da máquina é necessário apenas um homem, sendo ele o próprio extrusor;
  •  Possui painel com tela de touchscreen, com conexão no ponto de rede informatizada para acesso remoto, ou seja, consegue-se reprogramá-la online;
  •  Sistema de corte que não utilizada água gelada, apenas água da torre.

“Uma das principais vantagens da máquina é o layout compacto que ocupa uma pequena área, permitindo a sua instalação ao lado do processo de extrusão”, afirma o diretor geral da Wortex, Paolo De Filippis.

Fundada em 1976, na cidade de Campinas (SP), a Wortex é uma empresa 100% nacional, fabricando equipamentos para extrusão, reciclagem, acessórios, moinhos, roscas e cilindros. A Wortex é líder no mercado brasileiro, e possui uma imensa gama de projetos já desenvolvidos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Wortex

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Poliamida de elevada resistência térmica da Basf é usada em componentes do Alfa Romeo Giulia 2017

29/06/2017

Parceria com o ABC Group e a Magneti Marelli para o desenvolvimento de peças inovadoras no sistema dos turbos compressores de 2,0 litros

A BASF está introduzindo uma poliamida de elevada resistência térmica, o Ultramid® Endure, em duas novas aplicações no powertrain do Alfa Romeo Giulia 2017: no coletor de admissão de ar com intercooler integrado e no duto de ar do turbo (lado quente). Devido à alta temperatura embaixo do capô, que pode chegar até a 220oC,  faz-se necessário o uso de um material que suporte essa temperatura de trabalho. Segundo a BASF, é aqui que entra o Ultramid Endure pois, por meio de sua alta resistência térmica, permite que as montadoras consigam a redução do tamanho do motor e do turbo compressor sem comprometer o desempenho. As classes de Ultramid Endure apresentam boa processabilidade, excelente resistência da linha de solda e estão disponíveis globalmente, afirma a BASF.

Duto de ar do turbo (lado quente) produzido pelo ABC Group

A BASF estabeleceu uma parceria com o fornecedor automotivo ABC Group, do Canadá, para desenvolver o duto de ar do turbo (lado quente) do Alfa Romeo Giulia. Para esta aplicação, o ABC Group escolheu o Ultramid Endure D5G3 BM da BASF, com 15% de fibra de vidro para moldagem por processo de sopro, apresentando uma alta resistência no parison e boas propriedades de dilatação, segundo a BASF.

O ABC Group potencializou as capacidades da BASF no tocante à tecnologia de solda, otimizando os parâmetros de solda por infravermelho (IR) para esta peça. A durabilidade do duto de ar está diretamente relacionada com as linhas de solda; portanto, é essencial que tais linhas sejam resistentes para que a peça tenha uma durabilidade maior. “Após a realização de vários ensaios com resina utilizando a moldagem, solda e rigorosos testes de validação, conseguimos atender às demandas nesta aplicação”, considera Mary Anne Bueschkens, CEO do ABC Group. “A peça requer muitas conexões de solda. Nossos engenheiros trabalharam em estreita colaboração com os especialistas da BASF em materiais e juntas para entender os requisitos exclusivos, permitindo-nos aperfeiçoar nossa tecnologia de soldagem por IV, garantindo o sucesso do processo de solda deste duto, que sempre está sob altas temperaturas “.

Coletor de admissão de ar com intercooler integrado da Magneti Marelli

A BASF também trabalhou em conjunto com a Magneti Marelli, um braço da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), para desenvolver o coletor de admissão de ar com intercooler integrado para o Alfa Romeo Giulia.

A necessidade de um material que suporte uma temperatura contínua de 200° C transformou o coletor de admissão de ar em um forte candidato para o Ultramid Endure D3G7, com 35 % de fibras de vidro para moldagem por injeção. O coletor de admissão de ar também exigia um excelente desempenho relativo à pressão de ruptura, demandando que a Magneti Marelli utilizasse um material que apresentasse uma resistência de solda confiável sob temperaturas elevadas.

Com os conhecimentos de design, materiais e processamento da BASF, a Magneti Marelli conseguiu a resistência à ruptura e durabilidade necessárias para a montagem, afirma a empresa. “O suporte técnico da BASF foi útil, pois garantiu que a aplicação atendesse aos requisitos relativos à ruptura”, afirma Marcello Colli, Gerente de Produtos – Corpos de Borboleta, da Magneti Marelli. “A experiência de soldagem da BASF nos possibilitou aplicar este material, que é resistente ao calor, conseguindo metas de durabilidade a longo prazo”.

Segundo a BASF, os grades de Ultramid Endure são adequadas para diversas aplicações no sistema dos turbos compressores, incluindo coletores de admissão de ar, dutos de ar, ressonadores, tampas de extremidades dos intercoolers e corpos de borboleta. Eles conseguem, durante sua longa vida útil, suportar temperaturas de serviço de 220° C e até picos de 240° C. O excelente comportamento em relação ao envelhecimento térmico é resultado de um sistema de estabilização inovador que reduz significativamente o ataque do oxigênio na superfície do polímero, garante a BASF.

Sobre a BASF: O Grupo BASF conta com aproximadamente 114 mil colaboradores em quase todos os setores e países do mundo. O portfolio da empresa é organizado em 5 segmentos: Químicos, Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais, Soluções para Agricultura e Petróleo e Gás. A BASF gerou vendas de mais de € 58 bilhões em 2016.

Sobre o ABC Group: Fundado em 1974, o ABC Group Incorporation é um dos principais fornecedores automotivos de componentes termoplásticos e sistemas para fabricantes de equipamentos originais (OEM) no mundo. A sede global está em Toronto, Canadá. O grupo possui também outras 36 instalações nacionais e internacionais em todo o Canadá, Estados Unidos, México, Brasil, Alemanha, Espanha, Polônia, Japão e China.

Sobre a Magneti Marelli: A Magneti Marelli projeta e produz sistemas e componentes avançados para a indústria automotiva. Com 86 unidades de produção, 12 centros de P&D em 19 países, possui aproximadamente 43.000 colaboradores, tendo apresentado um faturamento de 7,9 bilhões de euros em 2016. O grupo fornece para todos os principais fabricantes de automóveis na Europa, América do Norte e do Sul e Extremo Oriente. As áreas de negócios incluem Sistemas Eletrônicos, Iluminação, Powertrain, Suspensão e Sistemas de Absorção de Choque, Sistemas de Exaustão, Peças de reposição e Serviços, Componentes Plásticos e Módulos, Motorsport. A Magneti Marelli faz parte da FCA.

Fonte: BASF

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Vendas da indústria italiana de máquinas de processamento de plásticos cresce na faixa de dois dígitos no primeiro trimestre de 2017

29/06/2017

Exportações italianas de máquinas e equipamentos para processamento de plásticos e borrachas e moldes (por áreas principais – em milhões de euros)

O Centro de Estudos da Amaplast (Associação industrial italiana que congrega 160 fabricantes de máquinas de processamento de plásticos e borracha e moldes, anteriormente conhecida como Assocomaplast) analisou dados de comércio exterior publicados pelo ISTAT em relação ao primeiro trimestre do ano atual.

Em comparação com o mesmo período de 2016, as importações aumentaram 15,3% e as exportações 16,3%.

A clara tendência ascendente das exportações prossegue o que foi registrado em 2016 e o desempenho na casa de dois dígitos é um sinal particularmente bom para os fabricantes italianos, que vendem 70% ou mais de seus produtos para compradores em outros países. As vendas em 2016 totalizaram 4,2 bilhões de euros, retornando aos níveis pré-recessão –

As exportações aumentaram significativamente para quase todas as categorias de máquinas – com exceção de prensas de pneus e plantas de espuma – variando desde acima de 8% para prensas até mais de 70% para máquinas de termoformagem.

Analisando os dados em termos geográficos, as exportações globais mostram um crescimento robusto (cerca de 20%) para a Europa (que é o mercado primário), com um valor que aumentos de 380 a 455 milhões de euros. Alemanha, Espanha e Romênia registraram os aumentos mais expressivos (notando-se também que a Rússia está finalmente mostrando sinais positivos de recuperação).

As vendas para a América Central e do Sul aumentaram 53% para 47 milhões de euros, com um crescimento significativo das exportações para o Brasil e uma notável abertura do mercado cubano.

As exportações para a África aumentaram 21%, atingindo um valor de 33 milhões de euros, com a Argélia, a Nigéria e África do Sul liderando as aquisições.

A tendência ascendente nas vendas para a Ásia e a América do Norte, da ordem de + 4%, foi um tanto menos pronunciada. No entanto, essas zonas absorvem uma parcela considerável das exportações italianas no setor: em janeiro-março de 2017, os mercados da Ásia e Oriente Médio (incluindo a região da Oceania) e os países do NAFTA representaram 14% do total.

A pesquisa realizada entre os membros da Amaplast no final de maio, comparando o semestre atual com o mesmo período em 2016, destaca uma tendência positiva tanto nas receitas – com crescimento 39% reportando crescimento e 46% reportando estabilidade – como nos pedidos de compra – com 42 % relatando crescimento e 52% relatando estabilidade.

“Não esperamos que as exportações mantenham um crescimento de dois dígitos até o final do ano”, afirma o presidente da Amaplast, Alessandro Grassi “, mas, de qualquer forma, esse é certamente um sinal muito importante que confirma o crescimento contínuo no setor, apoiado também pela tendência positiva no mercado interno registrada nos meses anteriores “.

Fonte: Amaplast

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Programa Incubapack apresenta novo portfolio de embalagens flexíveis na Fispal Tecnologia 2017

28/06/2017

  • O programa oferece uma solução completa em embalagens flexíveis e empacotamento, incluindo a formatação, design, impressão e envase do produto;
  • Está trazendo agora novos formatos que ajudam a destacar os produtos no ponto de venda

A IncubaPack, programa que facilita a adoção de embalagens flexíveis para pequenas e médias empresas que buscam diferenciação no mercado, apresenta dois novos formatos de embalagens durante a Fispal Tecnologia – Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria de Alimentos e Bebidas, realizada entre os dias 27 a 30 de junho, em São Paulo.

Além da embalagem termoformada, já consolidada, os donos de marca poderão encontrar no portfólio de soluções outros dois modelos de embalagem: o Stand Up Pouch, opção mais atraente, conveniente e favorável ao varejo, pois pode ser estocada e armazenada em pé e o PacXpert™, uma alternativa de emnbalagem inovadora e premiada mundialmente devido ao seu formato de cubo, o qual lhe dá estabilidade nas prateleiras e pode mantê-la em pé, independentemente da maneira como for posicionada. Seu fecho móvel e as duas alças ergonômicas integradas possibilitam maior precisão no derramamento do produto, facilidade de abertura e fechamento, e conveniência no transporte, segundo a Incubapack.

A Incubapack é uma parceria entre a Dow e Saberpack. Após um ano de lançamento do projeto e boa aceitação, especialmente no segmento de alimentos saudáveis, o programa oferece uma solução completa para embalagens flexíveis, desde a formatação da embalagem, design, impressão e envase do produto – tudo em um só lugar. “Além das PMEs, a Incubapack é ideal tanto para empresas que não possuem unidades fabris ou que não sabem que tipo de embalagem utilizar, como aquelas que desejam inovar na embalagem, lançar e testar novos produtos, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte. Já alcançamos êxito ao trabalhar com marcas como a Snack Organic e a Empório Tartufi, no desenvolvimento de embalagens para bananas liofilizadas e funghi seco”, conta Cesar Saber, sócio da Saberpack.

O programa parte da constatação de que as embalagens são uma importante ferramenta de marketing, mas nem sempre são de fácil acesso, em função das barreiras de escala. Além disso, embalagens com um design diferenciado ajudam a promover o produto e aprimoram a comunicação com o consumidor. “A iniciativa traz uma oportunidade de negócios única, ao facilitar seu acesso a embalagens flexíveis inovadoras que se destaquem no ponto de venda”, explica Marcus Vinícius Carvalho, gerente de marketing do Brasil para o segmento de embalagens e especialidades plásticas da Dow. “A iniciativa simplifica etapas e acelera o time-to-market, uma vez que produtos saem prontos para serem comercializados”, completa o executivo.

As novas tecnologias disponibilizadas por meio da Incubapack também atendem às mudanças nos hábitos de consumo da população. Entre as tendências estão a demanda por maior conveniência e funcionalidade, como embalagens “abre fácil”, porcionamento e apresentações adequadas aos diversos momentos de consumo. Além disso, as tecnologias reduzem custos ao mesmo tempo em que mantém ou incrementam a qualidade das embalagens. A sustentabilidade é levada em conta ao permitir maior vida útil dos produtos (com uso de barreiras de oxigênio, quando necessário) e uso completo do conteúdo dos recipientes, evitando o desperdício.

Sobre a SaberPack: A Saberpack atua em diversos setores da indústria alimentícia, oferecendo filmes e bandejas plásticas, além de equipamentos. Para atender à atual demanda do mercado, a Saberpack utiliza sua expertise para oferecer o serviço de terceirização “Co-Packer” para indústrias que precisam viabilizar suas necessidades de produção de envase e dosagem, selagem de bandejas, potes e pouches, blister e encaixotamento.

Sobre a Dow: A Dow tem um portfólio integrado nas áreas de Especialidades Químicas, Materiais Avançados, Ciências Agrícolas e Plásticos e oferece uma ampla variedade de soluções e produtos baseados em tecnologia para aproximadamente 180 países e em setores de grande crescimento, como embalagens, eletrônicos, água, revestimentos e agricultura. Em 2015, a Dow teve vendas anuais de mais de US$ 49 bilhões e empregou aproximadamente 49,500 funcionários em todo o mundo. Os mais de 6.000 produtos da Companhia são produzidos em 179 unidades fabris em 35 países ao redor do mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Novos associados do segmento de plásticos de engenharia juntam-se à Adirplast

28/06/2017

  • Entidade abre espaço para o segmento de plásticos de engenharia e ganha mais quatro associados
  • Associação representa agora 21 distribuidores oficiais

A Adirplast, formada por distribuidores que atuam no varejo de resinas plásticas e filmes de BOPP-PET, termina o primeiro semestre do ano com espaço para mais um segmento – o de Plásticos de Engenharia. As empresas que representam esse segmento e novas associadas da entidade são: Apta Resinas, Petropol, Polyfast e Thathi Polímeros.

“Estar na Adirplast possibilita um amadurecimento do setor como um todo. O segmento de plástico de engenharia precisa, como outros no Brasil, de maior profissionalização. Também nós, distribuidores, devemos mostrar às Petroquímicas que elas precisam ter parceiros profissionais bem preparados, capacitados a executar um serviço completo de distribuição, obedecendo a um padrão ético tal qual o das maiores empresas globais, além de excelência em atendimento ao cliente na logística, nas questões técnicas e comerciais”, explica Marcelo Berghahn, da Apta Resinas.

Para João Rodrigues, da Thathi Polímeros, a parceria dentro da Adirplast contribui com a busca de soluções para problemas comuns a todo o segmento como, por exemplo, as questões tributárias. “O trabalho conjunto também pode aproximar vários elos da cadeia, capazes de promover tanto palestras técnicas como de gestão”, diz.

Wagner Coentro, da Polyfast, concorda com Rodrigues: “Resolvemos nos associar à Adirplast objetivando concentrar nossos interesses estratégicos, econômicos e políticos em uma entidade que representa os interesses de todas as empresas Distribuidoras Oficiais, e consequentemente, possibilitando uma maior força junto aos fornecedores de serviços, bancos e outras entidades”.

De acordo com Fernando Tadiotto, da Petropol, os participantes que aderiram ao grupo possuem grande valor. “São todos empresários sérios, com longos anos de experiência e conhecimento de mercado e que acrescentarão muito para todo o setor”. O executivo explica que, entre os desafios do segmento estão: fidelização do fornecimento mantendo preço, qualidade e prazo; abertura para desenvolvimento de novos materiais e alinhamento dos produto aos preços aceitos pelo mercado. “O setor de plásticos de engenharia infelizmente enfrenta concorrência desleal da matéria-prima industrial com adulterações, sendo vendida como primeira linha. É preciso combater isso”, finaliza.

A entrada do segmento dos Plásticos de Engenharia na associação dá ainda mais força à entidade, que, neste ano, luta em prol da simplificação tributária, do combate à inadimplência e da sustentabilidade da cadeia da indústria do plástico, explica Laercio Gonçalves, presidente da Adirplast e diretor da Activas. Com as quatro novas associadas, a associação conta agora com 21 distribuidoras em seu quadro, todas formalmente ligadas a produtores de matérias primas.

Novo endereço

A Adirplast está de casa nova. O novo endereço da entidade é Alameda Santos 211, conjunto 302 – Cerqueira César – CEP 01419-000, São Paulo/SP. “O novo espaço é maior e mais central. Nele será possível fazermos mais palestras técnicas e encontros com os associados”, explica Laercio Gonçalves. O número de telefone foi mantido: (11) 5102-3062.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e Plásticos de Engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Até hoje, a entidade agregava empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2016. Elas responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país. Com a entrada do segmento de Plásticos de Engenharia, a expectativa é que no segundo semestre do ano esse montante suba.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 180 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Os distribuidores associados à Adirplast são responsáveis pela emissão mensal de aproximadamente 25.000 notas fiscais e 80.000 duplicatas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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Tomra Sorting Recycling nomeia Fabrizio Radice como diretor comercial e marketing global

28/06/2017

Como novo Diretor Global Comercial e Marketing, Fabrizio assumirá o papel principal de desenvolver e implementar a estratégia de vendas de curto e longo prazo do fluxo de negócios da Tomra Recycling. Ele se reportará a Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra Sorting Recycling.

Fabrizio Radice é um executivo experiente que tem atuado durante 20 anos com desenvolvimento de negócios. Ele fez parte de equipes executivas globais e forneceu assistência especializada para fóruns, sobretudo em áreas como vendas, marketing, desenvolvimento e atendimento aos diversos desafios do gerenciamento de mudanças. Em suas experiências passadas, ele foi responsável por recrutar, construir, gerenciar e desenvolver equipes internacionais multinacionais bem-sucedidas com um breve relatório para supervisionar e entregar serviços corporativos em setores fundamentais.

Ao longo dos anos, Fabrizio Radice adquiriu uma experiência substancial em desenvolvimento de negócios internacionais em nível de alta gestão, especialmente na área B2B, com multinacionais de alto perfil como Philips, Yageo, Flir e, mais recentemente, Agilent. Ele se formou com um Dr. Ing. Licenciado em Engenharia Eletrônica pela Universidade Politécnica de Milão em 1996 e foi premiado com um MBA Executivo em Estudos de Negócios Internacionais pela mesma universidade em 2004.

Comentando este novo compromisso, Tom Eng disse: “Fabrizio é apaixonado e entusiasmado por abrir novos caminhos e aproveitar as oportunidades para construir novos negócios a partir do zero. Isso é muito importante porque, apesar de termos feito grandes avanços em diversos mercados e segmentos nas últimas duas décadas, ainda há muito potencial para recuperar diversos outros tipos de materiais recicláveis e ampliar sua contribuição produtiva, devolvendo-os de forma sustentável ao ciclo de recursos. Ele aumentará a nossa forte presença no mercado, proporcionará uma nova perspectiva e uma energia nova considerável para nossas parcerias de clientes e soluções globais de reciclagem”.

Fabrizio Radice disse: “Estou muito entusiasmado com este importante desafio internacional e estou orgulhoso de me juntar ao líder do mercado no negócio de reciclagem. É uma honra poder dirigir esta excelente equipe de vendas e marketing internacional.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Embalixo lança nova embalagem para descarte de fralda

28/06/2017

Produto é criado a partir do Plástico Verde e contém eliminador de odor

A Embalixo, líder nacional na produção de sacos para lixos, acaba de lançar embalagem feita em plástico de origem renovável destinada ao descarte de fraldas. O modelo Embalixo Baby possui um eliminador de odor interno, fragrância de lavanda e abas que facilitam o seu fechamento. Inicialmente, o produto será disponibilizado em farmácias no estado de São Paulo e, no segundo semestre, nas principais redes de supermercado do país.

O novo produto utiliza como matéria-prima o Plástico Verde, material 100% reciclável e produzido a partir da cana-de-açúcar pela Braskem. O consumidor poderá identificar os sacos de lixo da Embalixo a partir do selo “I’m greenT“, visível na frente e no verso do produto. A marca é a identificação da Braskem para os produtos que utilizam o plástico proveniente da cana-de-açúcar.

Desde 2011, a Embalixo adota o Plástico Verde em seus produtos. “Como a Embalixo sempre busca o bem-estar dos seus consumidores, conseguimos unificar o que há de melhor no mercado mundial, ou seja, um produto de fonte renovável, neutralizador de odores, com fragrância de lavanda e um inédito sistema de abas para fechamento. Além de neutralizar o mau odor de fraldas, a novidade torna o ambiente muito mais agradável” explica Rafael Costa, diretor comercial da Embalixo.

Fonte: Braskem

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Fispal Tecnologia, evento setorial das Indústrias de Alimentos e Bebidas da América Latina, começa hoje no São Paulo Expo

27/06/2017

Evento deverá receber mais de 40 mil visitantes

Inicia-se hoje, 27 de junho, a 33ª edição da Fispal Tecnologia – Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria de Alimentos e Bebidas, realizada pela Informa Exhibitions. A feira estará aberta até o dia 30 de junho, das 13h às 20h, no São Paulo Expo, em São Paulo. O maior encontro do setor das indústrias de A&B da América Latina promete se reafirmar como a principal mostra do segmento, trazendo uma série de inovações para os mais de 40 mil visitantes esperados para esta edição.

A começar pelo novo local. Em 2017, a Fispal Tecnologia acontece pela primeira vez no São Paulo Expo, novo centro de exposições da capital paulista, com instalações modernas, pavilhão totalmente climatizado, e de fácil acesso, próximo ao aeroporto de Congonhas, a estações de metrô e demais malhas de transporte público.

A setorização será mais uma novidade da feira este ano. Os produtos e serviços estarão organizados por segmentos distintos, como máquinas para embalagens, marcação e codificação, processo, equipamentos e acessórios, logística e automação. “Essa setorização da feira garante uma maior agilidade para os visitantes, que devem realizar networking diretamente em sua área de interesse”, afirma Clélia Iwaki, diretora da Fispal Tecnologia.

Com a participação de grandes empresas, micro e pequenos fabricantes, a Fispal Tecnologia é palco para a realização de negócios e networking entre compradores dos setores da indústria de alimentos e bebidas, química e fármaco, e os fornecedores nacionais e internacionais de máquinas, softwares, automação, rótulos, balanças, processadores até empilhadeiras, esteiras e sistemas de transporte, entre outros produtos.

“A feira reunirá empresários, executivos e profissionais de toda cadeia produtiva das indústrias de alimentos e bebidas. Nesse ambiente, serão demonstrados produtos e serviços inovadores, sustentáveis, alinhados com o conceito de menor custo. Conhecimento, soluções, tendências, concretização de negócios e networking, tudo em um só lugar. Por isso a Fispal Tecnologia é o evento mais importante e completo do setor na América Latina”, ressalta Clélia.

O grande destaque dessa edição fica por conta do demonstrador da Indústria 4.0, realizado em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia, MCK Automação e Zorfa Tec Consultoria. Em uma área de 300 m², os visitantes poderão acompanhar de perto uma linha de produção, que vai gerar um produto personalizável, demonstrando as tecnologias que serão aplicadas aos processos produtivos no ambiente da “Indústria 4.0”.

Conhecida como a quarta revolução industrial, baseada em informação e conectividade através do conceito de “Internet das Coisas” (do inglês IoT, Internet of Things), a “Indústria 4.0” tem como objetivo otimizar e modernizar o processo produtivo, levando à redução de custos, ao atendimento de necessidades dos consumidores com produtos customizados e individuais e o mesmo nível de competitividade em custo de processos de produção em massa. Através da Indústria 4.0 há uma aplicação mais eficiente dos recursos, proporcionando reduções de custos de manutenção, consumo de energia e insumos, e aumentando a produtividade.

Fórum de Negócios e Lounges da Inovação e da Embalagem

Outro destaque é o Fórum Fispal Tecnologia, que será realizado sob a coordenação técnica do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), com apresentações de palestras, debates e cases de sucesso. Durante o evento, especialistas das maiores indústrias de alimentos e bebidas do país debaterão sobre melhorias na gestão industrial, aumento de produtividade e outros assuntos pertinentes ao setor.

Há ainda dois espaços especiais na feira. O primeiro é o Lab de Soluções, voltado à inovação, realizado em parceria com o SENAI Barra Funda, que oferecerá soluções práticas para as empresas do setor de alimentos. O segundo é o Lounge ABRE da Embalagem, uma parceria da Fispal Tecnologia com a Associação Brasileira da Embalagem. O espaço é destinado aos profissionais da área, que vão desde agências que trabalham na criação de peças até pequenos e médios fabricantes, para que haja troca de informações, apresentação de tendências e soluções.

Como visitar

A feira é voltada para profissionais que atuam nas indústrias de alimentos, bebidas, química, farmacêutica, cosmética, laboratorial, de ingredientes e matéria prima, prestadores de serviço e fornecedores para as mesmas. Para visitar a Fispal Tecnologia, basta fazer o cadastro no site http://www.fispaltecnologia.com.br, desde que se encaixe nos seguintes perfis: empresa, entidade de classe, profissional liberal / autônomo ou instituição de ensino. A entrada é gratuita.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Fispal Tecnologia

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Dow apresentará soluções para embalagens flexíveis durante Circuito de Palestras na Fispal 2017

27/06/2017

Empresa apresenta seu portfólio de soluções para lidar com os principais desafios relacionados às embalagens, como produtividade, usabilidade e sustentabilidade

Quando se trata de embalagens para atender aos novos hábitos de consumo da população, os donos de marca têm buscado soluções inovadoras que atendam às necessidades e expectativas de seus clientes. Para auxiliar as empresas de bens de consumo embalados nessa jornada, a Dow trará para a FISPAL Tecnologia (27 a 30 de junho) sua expertise em embalagens flexíveis de alto desempenho.

Durante o Circuito ABRE de Palestras, patrocinado pela Dow, a empresa apresentará todos os dias do evento, a partir das 16h20, as “Receitas Dow para o sucesso de Embalagens Flexíveis” nas quais especialistas da companhia falarão sobre as mais recentes tecnologias e soluções desenvolvidas para superar os principais desafios relacionados às embalagens, como produtividade, usabilidade e sustentabilidade.

Entre elas estão o Dowlex™GM e o Innate™, famílias de resinas de última geração que podem ser utilizadas de forma combinada ou independente para garantir a melhor embalagem para cada segmento, afirma a Dow. Para sacarias industriais, por exemplo, essas resinas possibilitam um filme 10% mais fino e 60% mais resistente à rasgos, assegura a empresa. Já os stand up pouches, desde os tradicionais até os 100% recicláveis, permitem hermeticidade e aumento da produtividade e da capacidade da embalagem, podendo suportar até 14 kg, segundo a fabricante de matérias-primas. Essas características contribuem ainda para otimizar as operações logísticas, aumentar a vida útil do produto e reduzir o desperdício.

“Nosso objetivo é levar conhecimento a cadeia de valor da embalagem flexível para que esta possa atrair um maior engajamento dos consumidores com seus produtos”, explica Marcus Vinícius Carvalho, gerente de marketing do Brasil para o segmento de embalagens e especialidades plásticas da Dow. “Trabalhamos de forma colaborativa com toda a cadeia para que os nossos clientes possam oferecer embalagens de alto desempenho para diferentes aplicações, garantindo maior produtividade e redução do desperdício, e uma melhor experiência do cliente com a marca”, completa.

Uma das iniciativas da Dow que fomentam o desenvolvimento colaborativo é o Pack Studios, rede global de especialistas, laboratórios e equipamentos de teste criada para atender às demandas atuais e futuras da indústria de embalagens por meio da cocriação entre a Dow, transformadores e donos de marca. Nesse ambiente, o aprimoramento das embalagens com base nas necessidades do mercado é a diretriz principal na busca contínua por melhores soluções. “Ao disponibilizar ferramentas para aumentar a colaboração em toda a cadeia de valor aceleramos o processo de desenvolvimento de tecnologias para levar novas embalagens mais rapidamente ao mercado”, diz Carvalho.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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COIM traz variedade de soluções para o setor alimentício na FISPAL 2017

27/06/2017

Empresa apresentará novidades em suas principais linhas

A Coim traz para a Fispal Tecnologia 2017 suas últimas novidades nas linhas para embalagem flexível e de TPU. Para embalagens flexíveis, a multinacional italiana oferece produtos feitos 100% de poliuretano, com características que ressaltam principalmente a qualidade da impressão frente a outras alternativas disponíveis no mercado. Já a linha TPU disponibiliza produtos para vários segmentos industriais

Tintas 100% PU

Com a tinta para embalagens flexíveis 100% PU, a multinacional italiana tem como objetivo não apenas consolidar sua expertise num mercado no qual possui mais de 50% de market share, mas também completar o atendimento à cadeia produtiva, iniciada com adesivos para laminação que estão no portfólio da linha Novacote.

O mercado de tintas é bastante promissor. Estima-se que anualmente, sejam produzidas 50 mil toneladas ao ano do produto no Brasil. Uma oportunidade para a qual grandes empresas têm olhado nos últimos anos. “Por participar do BRIC’s, os investidores enxergam no Brasil um mercado muito promissor para essa área. Empresas que estão consolidadas na Europa e Ásia, tentam ganhar espaço em países emergentes. A Coim sai na frente, uma vez que tem uma unidade no Brasil e já produz a resina poliuretânica em sua planta.” , explica Maurício Rufo, gerente de contas da nova linha.

Para produzir a tinta 100% PU, a planta da Coim em Vinhedo ganhou novas instalações com novos equipamentos que complementarão a estrutura já existente utilizada na produção dos adesivos. “Atualmente, a maioria do que existe no mercado possui nitrocelulose. A nossa tinta 100% poliuretânica é um produto inovador ao oferecer uma solução que possui maior força de laminação, resistência química e térmica e baixíssima retenção de solvente, além de ser competitivo em termos econômicos.”, complementa Maurício.

No dia 28/06, a partir das 17h20, no stand da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem) na Fispal 2017, Maurício Rufo ministrará a palestra “Tintas 100% PU para rotogravura e flexografia”, abordando os tópicos “Tintas para embalagens flexíveis”, “Vantagens da tinta 100% PU” e “Aplicações da tinta”.

Linha TPU

Dada a versatilidade do TPU, as possibilidades de aplicação são inúmeras tanto no processo de extrusão (filmes termo adesivos) como no processo de injeção, nos mais variados setores da economia. O TPU Laripur da Coim pode ser usado nos setores de alimentos, médico-hospitalar e farmacêutico, com aprovações FDA, para uso de água potável (NSF 61) e para uso médico Classe VI, conforme ressalta Alexandre Savignani, gerente comercial da linha. “O TPU Laripur possui diferentes durezas e, dependendo de sua aplicação final, pode ser usado em embalagens nos setores de alimentos e farmacêutico, em calçados, no setor médico-hospitalar e também como filmes termo adesivos em tecidos em geral, trazendo excelente durabilidade, flexibilidade e proteção” . Os clientes atendidos pela empresa tem atuação mundial, priorizando a qualidade do produto e pronto atendimento.

A Coim (Chimica Organica Industriale Milanese) é uma empresa de origem italiana especializada em policondensação (ester), poliadição (poliuretanos), sendo também fabricante de especialidades químicas. Fundada em 1962, em Milão, a empresa foi a primeira da Itália a produzir peróxidos orgânicos. Hoje, a multinacional opera em vários países. Possui unidades fabris na Itália, Brasil, Estados Unidos, Índia e Cingapura, além dos Centros de Pesquisa na Itália, França, Inglaterra, Alemanha e Brasil. No Brasil, a Coim está localizada na cidade de Vinhedo-SP, onde possui centro de distribuição para revenda.

Serviço:
FISPAL TECNOLOGIA 2017
Stand COIM – L131
Data: 27 a 30 junho
Horário: 13h às 20h
Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes – KM 1,5

Fonte: Assessoria de Imprensa – Coim

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Eastman celebra 10 anos de lançamento de copoliéster

26/06/2017

  • Eastman Tritan ™: Um Reconhecimento por 10 anos De Transformação De Mercados
  • O inovador copoliéster desencadeou o desenvolvimento de produtos e de design de milhares de marcas globais

A Eastman está celebrando o 10º aniversário do copoliéster Eastman Tritan ™, material que vem ajudando empresas e marcas a inovar em termos de design.Segundo a empresa, o Tritan oferece equilíbrio entre transparência e resistência química e um perfil livre de BPA.

Atualmente, a Eastman dispõe de trinta e três grades de Tritan ™, cada um formulado especialmente para atender às necessidades exclusivas de marcas, moldadores, designers, varejistas e consumidores de marcas globais e regionais em mercados variados como os de eletrodomésticos, artigos domésticos comerciais, armazenamento de alimentos, garrafa d’água, cuidados infantis, bens duráveis ​​de consumo, embalagens médicas, dispositivos médicos, smart cards, filtração de água e decorações in-mold.

Newell Rubbermaid, NuGen, OGGI Corporation, Capital Brands, Libbey, Cuisinart, Hamilton Beach, NUK, Nalgene, Thermos, Lolly Baby, Philips e Camelbak estão entre os principais players que desenvolvem novos produtos ou atualizam linhas existentes com o Tritan ™. Também estão incluídas nessa lista marcas como Drinique, Ivory Baby Bottles, Carcal, Midea Group e Wolfgang Puck.

“Na Eastman, acompanhamos como tendências globais estão afetando nossos clientes, sejam eles, atuais ou potenciais, a criar materiais de alto desempenho e com vantagens sustentáveis ​​e, então, oferecemos nossa a expertise para ajudá-los a trazer novos produtos para o mercado”, diz Burt Capel, vice-presidente e gerente geral do negócio de plásticos especiais da Eastman Chemical Company.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais que produz uma ampla gama de produtos encontrados em itens que as pessoas usam todos os dias. A Eastman trabalha com seus clientes para oferecer produtos e soluções inovadoras em atrativos mercados finais tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Congresso em Buenos Aires apresentará tecnologias em Compósitos, Poliuretanos e Plásticos de Engenharia

26/06/2017

Evento reúne público específico para mostrar matérias-primas e equipamentos

Nos dias 15 e 16 de agosto deste ano, será realizado o II Congreso Sudamericano de Composites, Poliuretano y Plásticos de Ingeniería (www.congresosudamericano.com.br), no Salguero Plaza, em Buenos Aires, Argentina. Este evento terá a meta de congregar fabricantes de peças plásticas da Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Chile e estados brasileiros com localização próxima à Argentina.

O objetivo do congresso é apresentar matérias-primas, e demais soluções em equipamentos e materiais auxiliares para a fabricação de peças em compósitos, poliuretano e plásticos de engenharia. Os participantes terão acesso a uma extensa gama de novidades e tecnologias de destaque para a fabricação de seus produtos. A participação é gratuita.

O Congresso destacará as palestras técnicas, mas também focalizará ações de grande importância para a geração de novos negócios tais como o Table-top, que se caracteriza como uma grande área de exposição e atendimento, na qual a empresa consegue mostrar produtos e tecnologias e, ao mesmo tempo, conversar de forma particular com os clientes. Também serão organizadas as rodadas de negócios. Com a funcionalidade de uma exposição, as empresas participantes podem contatar novos clientes e consolidar os já existentes.

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Braskem aprova construção de nova fábrica nos EUA

26/06/2017

Petroquímica investirá US$ 675 milhões para atender à crescente demanda norte-americana e reforçar liderança na produção de polipropileno nos Estados Unidos

O Conselho de Administração da Braskem anunciou no dia 21/06 a aprovação de investimento de US$ 675 milhões para a construção de uma nova unidade de produção de polipropileno (PP) na cidade de La Porte, no estado norte-americano do Texas. O investimento na nova planta industrial reforça a atuação da Braskem na produção desta resina termoplástica nos Estados Unidos, onde a companhia já possui cinco outras unidades industriais de PP, além de uma linha de produção de polietileno de alto valor agregado (UTEC). A previsão é que a construção da nova planta em La Porte comece neste ano e seja concluída no primeiro trimestre de 2020.

“A autorização para seguir com o investimento na produção de polipropileno nos Estados Unidos é o marco mais recente da estratégia de internacionalização da Braskem. A nova unidade petroquímica de nível mundial adicionará capacidade de produção substancial na região e nos ajudará a atender à crescente demanda dos nossos Clientes, reafirmando o nosso posicionamento como o maior produtor de polipropileno das Américas e o terceiro maior desta resina no mundo”, destaca Fernando Musa, presidente da Braskem. Para Musa, com a vantagem competitiva da produção de energia por gás de xisto, a América do Norte possui uma das matrizes de matérias-prima mais favoráveis do mundo em termos de acesso a fontes de insumos de baixo custo e oferta de fornecedores. “Com a sua última planta de polipropileno lançada em 2005, a América do Norte passou a depender da importação do produto em 2016. Assim, o investimento adicional nos Estados Unidos é um passo natural na nossa estratégia”, afirma o presidente da Braskem.

A nova fábrica da Braskem terá capacidade de produção de 450 mil toneladas de polipropileno por ano. Sua entrada em operação irá se somar à produção da unidade da Braskem já existente em La Porte, que possui capacidade de 354 mil toneladas/ano. A construção ocupará parte dos 800 mil m² do complexo da empresa na região, que fica a 40 quilômetros de Houston, e poderá aproveitar a infraestrutura de suporte já existente, beneficiando-se da conexão para o recebimento de matéria-prima e utilidades, malha ferroviária, sala de controle central e instalações de testes, equipamento de resposta às emergências, instalações de tratamento de resíduos, entre outras sinergias.

Segundo Fernando Musa, ao aumentar a capacidade de produção próxima ao mercado consumidor, com fontes atraentes de matéria-prima e canais estabelecidos de exportação, a planta atenderá aos Clientes da Braskem nos Estados Unidos de maneira adequada, ao mesmo tempo em que traz um nível de retorno sobre o investimento atraente para os acionistas da companhia. “O investimento é um verdadeiro voto de confiança no futuro da Braskem e prova do nosso compromisso em atender às necessidades dos nossos clientes”, conclui Musa.

O anúncio da nova fábrica de polipropileno soma-se ao recém início da operação da planta de UTEC, marca tecnologia desenvolvida pela Braskem para o Polietileno de Ultra-Alto Peso Molecular (PEUAPM), também na unidade de La Porte. Nos Estados Unidos, a Braskem possui atualmente três fábricas de PP localizadas no Texas, outra unidade na Pensilvânia e uma quinta planta situada em Virgínia Ocidental, totalizando uma capacidade de produção de aproximadamente 1,5 milhão de toneladas por ano. A Braskem também produz polipropileno no Brasil e na Alemanha.

O projeto da nova planta de PP está sendo desenvolvido de acordo com o compromisso da Braskem com a sustentabilidade, observando ecoindicadores como emissões, eficiência hídrica e energética, além de reciclagem e redução do volume de resíduos. O polipropileno é uma das resinas termoplásticas mais empregadas no mundo do plástico, sendo utilizada para a fabricação de autopeças, embalagens, não-tecidos, brinquedos e inúmeras outras aplicações.

Fonte: Braskem

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Materiais compósitos da Solvay presentes na estrutura de asa exclusiva do avião russo MC-21

15/06/2017

O Grupo Solvay emitiu comunicado parabenizando a United Aircraft Corporation e a AeroComposit pelo primeiro voo da aeronave russa MC-21.

O MC-21 é o único avião de passageiros de corpo estreito (narrow body) com estruturas de asa de compósitos, fabricadas pela AeroComposit com tecnologia de infusão de resina fora de autoclave. A tecnologia de materiais para infusão de resina da Solvay foi selecionada para a fabricação das estruturas das asas, incluíram fita de fiação de fibra de carbono seca PRISM® TX 1100 e a resina endurecida PRISM® EP 2400.

“Para a Solvay, a escolha da United Aircraft Corporation e da AeroComposit no uso de compósitos de fibra de carbono fora de autoclave para fabricar componentes de estrutura primária, como as asas, é um passo significativo na adoção mais ampla desses materiais em estruturas primárias de aeronaves de grande porte”, disse Carmelo Lo Faro, presidente da Unidade Global de Negócios Composite Materials do Grupo Solvay.

Segundo Lo Faro, a tecnologia exclusiva da Solvay melhora a eficiência de design e fabricação de peças complexas, oferecendo benefícios de custo, bem como vantagens críticas em leveza e eficiência de combustível. “Desejamos muito sucesso para a equipe do MC-21 nas próximas etapas”, assinalou.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Dow recebe prêmio da Moto Honda

15/06/2017

A Moto Honda elegeu a Dow como uma das suas melhores fornecedoras do ano de 2016. A indústria química foi reconhecida na categoria “Excelência em Qualidade e Entrega” como uma das parceiras que mais se destacaram no cumprimento da prestação de serviços, contribuindo para o alcance das metas anuais e bons resultados da Moto Honda.

A parceria entre Dow e a líder de mercado Moto Honda já dura mais de 20 anos. A Dow fornece sistemas de poliuretanos para os bancos, que são 100% produzidos no Brasil.

“Estamos muito contentes com esse prêmio, que fortalece a relação entre a Dow e a Moto Honda e reforça a nossa credibilidade como fornecedor para esse mercado”, afirma Denys Datti, diretor do negócio de Poliuretanos da Dow Brasil. “A Dow atua de forma muito comprometida com seus clientes e desenvolve soluções personalizadas para ajudá-los a alcançar seus objetivos de negócios. Por contar com laboratório de pesquisas e equipes de suporte técnico nacionais, a companhia garante fornecimento contínuo do material e oferece assistência técnica local com agilidade.”

A Dow é uma das empresas líderes no fornecimento de elastômeros, fluídos, adesivos e materiais de isolamento acústico e interiores para a indústria automotiva mundial. Oferece soluções e tecnologias para melhorar a performance, conforto e segurança nos veículos para as montadoras, além do mercado de reposição e manutenção.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Abief fecha parceria para reciclagem de materiais que serão usados no Fórum Latino Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis

14/06/2017

A ideia é coletar e reciclar os materiais plásticos que serão usados no evento, como crachás e copos

A Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) e a Boomera, empresa especializada em engenharia circular que transforma resíduo em matéria-prima para produtos, fecharam uma parceria que prevê a coleta e reciclagem de materiais plásticos a serem usados no 8o. Flex – Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis, agendado para 29 de Junho, das 8:00 às 13:00 horas, no Tryp São Paulo Iguatemi Hotel, no Itaim Bibi, em São Paulo. “No dia, teremos coletores espalhados pelo local do evento, nos quais os participantes poderão depositar crachás e copos. A ideia não é apenas falar sobre Engenharia Circular, mas praticar o conceito”, explica Herman Moura, empresário e Presidente da Abief. O material reciclado poderá ser usado como matéria-prima para novos itens, como pranchetas e réguas.

Sob o tema central “Repensando estratégias: o comportamento das embalagens na nova economia”, o Fórum da Abief contará com uma palestra específica sobre Engenharia Circular, que será dada por Guilherme Brammer, fundador da Boomera. Na palestra, Brammer mostrará como soluções em engenharia circular podem ajudar a criar novos modelos de negócio para o setor de plásticos em geral e de embalagens flexíveis em específico.

A 8a edição do Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis da Abief pretende repetir o sucesso das edições anteriores e reunir aproximadamente 200 profissionais entre transformadores, brand owners, fornecedores de matérias-primas, insumos e equipamentos, institutos de pesquisa e agências de criação de embalagens. O evento acontecerá na mesma semana da Fispal Tecnologia.

“O Fórum está alinhado a uma estratégia maior da Abief de oferecer conteúdo relevante para o setor, promovendo oportunidades de negócios a partir da apresentação de tendências em produtos e novos modelos de negócio e de posicionamento empresarial. Também é uma oportunidade única para refletir sobre as mudanças no Brasil e no mundo e repensar estratégias e ações”, afirma Herman.

“A abertura do evento pelo mestre em economia e economista do Itau, Fernando Gonçalves, reflete a importância de entendermos o momento econômico atual e tentarmos, de alguma forma, reunir subsídios para criar estratégias empresariais alinhadas à nova realidade econômica e social e ao novo ambiente de negócios.”, complementa Herman. Ele destaca ainda a apresentação de novas tendências e tecnologias que agregam valor ao negócio de embalagem flexível durante o evento – como as que serão apresentadas pela Esko – e a necessidade de se entender as necessidades do varejo que, a cada dia, tem um papel mais relevante no desenvolvimento de embalagens que atendam às necessidades da cadeia de suprimento e do consumidor final.

Um dos cases que ilustrará bem esta preocupação em entender – e atender – (a) os anseios do consumidor, é o do Danoninho em embalagem SUP (stand-up pouch). A palestra será dada por Karina Cerdeira,da Danone Nutricia Research, que abordará os paradigmas que a Danone teve que enfrentar para colocar um produto tão inovador no mercado.

Sobre tendências e anseios do varejo, o especialista internacional, Ronald Sasine, da consultoria norte-americana Hudson Windsor, LLC – Retail Packaging Strategy & Execution, apresentará a palestra “As mudanças no varejo e seu impacto nas embalagens”. Ainda na abertura do evento, Otávio Carvalho, da Maxiquim, apresentará os resultados do mais recente estudo de mercado, feito com exclusividade para a Abief, e que radiografa as indústrias petroquímica e de flexíveis no Brasil.

O especialista em desenvolvimento de embalagens e branding, Manoel Müller, da Müller Camacho, será o moderador. O Fórum Flex 2017 conta com o patrocínio da Braskem e Feiplastic/Reed Exhibitions.

Com 40 anos de atividades, a Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abief

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Visando aproximar-se dos clientes, Tomra lança website em português para o mercado brasileiro

12/06/2017

A Tomra lançou em maio a versão em português do seu website (foto) voltado para o mercado brasileiro. É um passo adiante para estreitar o relacionamento com os clientes de um mercado exigente e cada vez mais presente na Internet. Com esta ferramenta, a empresa procura estar mais perto das necessidades dos seus clientes, através de um recurso dinâmico que lhes permita conhecer melhor o mundo da Tomra, não só no tema da reciclagem, mas também em outros segmentos.

O website da Tomra, https://www.Tomra.com/pt, oferece uma visão global das últimas notícias da empresa – não só no Brasil, mas também em nível mundial. Em concordância com as diretrizes globais da empresa, o site “reflete valores importantes para a Tomra tais como proximidade, inovação, flexibilidade, dinamismo e comprometimento com seus clientes”, explica Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Sorting Recycling Brasil.

Um dos pontos fortes desta ferramenta é o conteúdo, disposto de forma leve para a leitura, facilitando a busca do usuário pela informação. Desta forma, o site reúne, em sua página inicial, as principais informações relacionadas à empresa, segmentadas por tópicos de interesse. Dados sobre produtos, catálogos, imagens, vídeos, além de especificações técnicas e artigos relacionados com a Tomra estão a apenas um clique de distância.

“Este lançamento demonstra a importância do Brasil na estratégia comercial da empresa, dado o enorme potencial no mercado da reciclagem”, refere Carlos Manchado, Diretor Regional para as Américas. Com um número crescente de brasileiros conectados à Internet, ”vemos o atendimento e o relacionamento com os clientes por meio das plataformas digitais como uma ferramenta estratégica de gestão”, conclui o Diretor Regional.

Com esta plataforma de comunicação e de proximidade, a Tomra procura a curto prazo conseguir atrair clientes no mercado brasileiro. A tecnologia baseada em sensores óticos está aos poucos mudando o panorama do mercado de reciclagem e é importante sensibilizar o mercado para a importância de uma maior eficiência da triagem para a reciclagem nas plantas. A empresa acredita que o site em português é um passo importante na tentativa de ajudar esclarecer as dúvidas e informar de forma minuciosa todos os produtos do portifólio Tomra.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 50 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua sendo a precursora na indústria dedicada à recuperação de frações de elevada pureza a partir de fluxos de resíduos, uma estratégia de reciclagem que maximiza o rendimento. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte: Tomra

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Fusão da Huntsman e Clariant cria nova empresa com valor de 20 bilhões de dólares

05/06/2017

Hariolf Kottmann (CEO da Clariant) e Peter Huntsman (CEO da Hunstman Corporation)

  • “Fusão de iguais” irá criar uma empresa líder global em especialidades químicas com aproximadamente  20 bilhões de dólares em valor de mercado, na data do anúncio
  • Mais de US $ 3,5 bilhões de criação de valor através de sinergias de custos anuais superiores a US $ 400 milhões
  • Aumento do retorno resultante de um perfil de crescimento aprimorado em mercados finais altamente atraentes e geografias-chave tais como os Estados Unidos e a China
  • Oportunidades para plataformas mais fortes para inovação conjunta e conhecimento compartilhado em sustentabilidade
  • Balanços e geração de fluxo de caixa mais fortes; planos para continuar a atrativa política de dividendos da Clariant
  • Transação deverá ser fechada até o final de 2017
  • Oferta pública de ações anteriormente anunciada para o negócio da Huntsman Pigments and Additives (Venator) deverá ocorrer, conforme planejado, no verão de 2017

A Huntsman Corporation e a Clariant anunciaram em 22 de maio passado que seus Conselhos de Administração aprovaram por unanimidade um acordo definitivo para a união das duas empresas, através de uma “fusão de iguais” envolvendo troca de ações.

A empresa resultante da fusão será chamada HuntsmanClariant. Numa base proforma de 2016, a combinação de ambas as empresas criará uma empresa global líder em especialidades químicas com vendas de aproximadamente US $ 13,2 bilhões, um EBITDA ajustado de US $ 2,3 bilhões e um valor combinado da empresa correspondente a aproximadamente US $ 20 bilhões na data no anúncio.

A nova empresa se beneficiará dos pontos fortes de cada uma delas e terá um perfil de crescimento significativamente melhorado em mercados finais e geografias altamente atraentes. A HuntsmanClariant irá alavancar conhecimento compartilhado em sustentabilidade e contará com uma plataforma de inovação conjunta bem mais forte. Isso permitirá o desenvolvimento de novos produtos, a fim de oferecer retornos superiores e gerar valor para o acionista.

Comentários dos CEOs

“Este é o negócio perfeito no momento certo. A Clariant e a Huntsman estão juntando forças para ganhar um alcance global muito mais amplo, criar um poder de inovação mais sustentado e alcançar novas oportunidades de crescimento “, disse Hariolf Kottmann, CEO da Clariant. “Isto é do interesse de todas as partes envolvidas. Peter Huntsman e eu compartilhamos a mesma visão estratégica e espero trabalhar com ele “, complementou.

Peter R. Huntsman, presidente e CEO da Huntsman, comentou: “Eu não poderia estar mais entusiasmado com essa fusão; estou ansioso para trabalhar em estreita colaboração com Hariolf Kottmann, um homem que eu venho admirando e confiando durante a última década. Também esperamos uma estreita associação em todo o mundo com seus colegas imensamente talentosos. Juntos, criaremos um líder global em especialidades químicas com um balanço combinado que proporcionará flexibilidade e uma força financeira substancial”.

Destaques da transação

  • Fusão através de troca de ações
  • Acionistas da Clariant: 52%; acionistas da Huntsman: 48%
  • Os acionistas da Huntsman receberão 1.2196 ações na HuntsmanClariant por cada ação Huntsman (cada ação existente da Clariant permanecerá como uma ação na HuntsmanClariant)
  • O Conselho de Administração terá igual representação da Clariant e Huntsman
  • A Sede Global será em Pratteln, na Suíça, e a Sede Operacional em The Woodlands, Texas (EUA)
  • Ações serão cotadas duplamente na bolsa de valores SIX Swiss Exchange e na Bolsa de Valores de Nova York

Criação de valor

A nova empresa acelerará a criação de valor para os acionistas através de uma combinação mais robusta de tecnologia, produtos e talentos. A empresa combinada espera alcançar mais de US $ 3,5 bilhões em criação de valor referente a aproximadamente US $ 400 milhões em sinergias de custos anuais. A taxa de sinergia completa será alcançada dentro de dois anos após o fechamento do negócio. Essas sinergias serão obtidas através da redução de custos operacionais e melhorias nas compras. As sinergias planejadas representam cerca de 3% da receita total combinada de 2016, com custos únicos de até US $ 500 milhões. Haverá também uma economia adicional de impostos de cunho financeiro.

Governança corporativa

A empresa combinada, incorporada na Suíça, será regida por um Conselho de Administração com igual representação da Clariant e Huntsman e seguirá os padrões suíços de Governança Corporativa. Hariolf Kottmann, atual CEO da Clariant, se tornará presidente do Conselho de HuntsmanClariant. Peter Huntsman, atual presidente e CEO da Huntsman, será o CEO da HuntsmanClariant. Jon Huntsman, fundador e presidente de Huntsman, se tornará presidente emérito e membro do conselho da HuntsmanClariant. A fusão desfruta de um forte compromisso dos acionistas da Clariant e da família Huntsman. A empresa será listada na SIX Swiss Exchange e na Bolsa de Valores de Nova York. .

Espera-se que a transação seja fechada até o final do ano de 2017, sujeita às aprovações de acionistas da Clariant e Huntsman, às aprovações regulatórias e a outras condições habituais de fechamento. A Clariant e a Huntsman estão confiantes de que as aprovações regulamentares necessárias poderão ser obtidas nos prazos previstos.

Sobre a Huntsman: A Huntsman Corporation (www.huntsman.com) é uma fabricante e vendedora global de produtos químicos, com receitas de aproximadamente US $ 10 bilhões em 2016. Seus produtos químicos abrangem milhares de itens e são vendidos em todo o mundo para fabricantes que atendem a uma gama ampla e diversificada de mercados finais de consumo e industriais. A empresa possui mais de 100 fábricas e instalações de P & D em aproximadamente 30 países, empregando aproximadamente 15 mil colaboradores em 5 divisões comerciais distintas.

Sobre a Clariant: A Clariant (www.Clariant.com) é uma empresa líder mundial em especialidades químicas, com sede em Muttenz, perto de Basileia (Suíça). Em 31 de dezembro de 2016, a empresa empregava uma força de trabalho total de 17 442 colaboradores. No exercício de 2016, a Clariant registrou vendas de cerca de CHF 6 bilhões. A empresa atua em quatro áreas de negócios: produtos químicos de cuidados pessoais, catálise, recursos naturais e plásticos e revestimentos.

Fonte: Huntsman / Clariant

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Material compósito da Lanxess é usado em módulos de portas de veículos compactos

01/06/2017

Um número cada vez maior de fabricantes automotivos está usando os produtos semi-acabados da marca Tepex – termoplásticos reforçados com fibra contínua da Lanxess – para promover um design mais leve em peças que são produzidas em grande escala. Uma nova aplicação recém desenvolvida para o compósito é o módulo da porta para veículos compactos. Recentemente, a Lanxess recebeu um contrato do fornecedor alemão Brose Fahrzeugteile GmbH & Co. KG para fornecer o compósito ao fabricante da peça ElringKlinger AG. “O componente estrutural exemplifica o enorme potencial do nosso compósito em função do seu design leve e econômico. Em função do nosso know-how em materiais, na concepção de componentes virtuais e na simulação do processo de fabricação, conseguimos contribuir de maneira significativa para que o desenvolvimento desse produto fosse bem sucedido”, explica Henrik Plaggenborg, líder de Marketing Técnico e Desenvolvimento de Negócios do grupo Tepex Automotive . A Bond-Laminates, subsidiária da Lanxess, que desenvolve e fabrica o Tepex, será a responsável por fornecer para a ElringKlinger na Europa a chapa de compósito Tepex.

Processo único

O componente é resultado do estreito relacionamento de anos entre as companhias Brose, ElringKlinger e Lanxess. O peso foi reduzido em cerca de 1,6 quilograma por veículo, em comparação com os projetos de componentes moldados por injeção. “Com quatro módulos de portas, a economia de peso é de aproximadamente 5 quilogramas por veículo, em comparação com módulos produzidos com aço”, acrescenta Plaggenborg.

O módulo da porta é produzido por meio de um processo de moldagem híbrido, utilizando uma conformação da chapa de Tepex e posterior injeção diretamente no molde.

O processo em etapa única desenvolvido pela ElringKlinger elimina a ferramenta de conformação, permitindo a integração de funções e a redução de custos. “Esses dois fatores são a chave para proporcionar ao componente um excelente custo benefício”, complementa Harri Dittmar, gerente de projeto do grupo de Marketing Técnico e Desenvolvimento de Negócios.

O Tepex já é bastante utilizado em aplicações automotivas como, por exemplo, front-ends, travessas de para-choques, suportes de entretenimento do painel, painéis de proteção de piso, pedais de freio, consoles de bateria, assentos e encostos de assento.

“Com o fornecimento anual do módulo da porta em quantidades de sete dígitos, estamos mais uma vez demonstrando a adequação do Tepex para a produção em grande escala,” finaliza Dr. Christian Obermann, Diretor de Bond-Laminates.

Fonte: Lanxess

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Termotécnica apresentou diferenciais de sua linha do Agronegócio durante feiras em Louveira

01/06/2017

Empresa participou da 50ª Festa da Uva e 7ª Expo Caqui, em Louveira(SP)

A Termotécnica participou, nos dias de 19 a 21 e de 26 a 28 de maio, da 50ª Festa da Uva e da 7ª Expo Caqui, em Louveira (SP). O foco da empresa foi a apresentação dos diferenciais de seus produtos da linha do Agronegócio.

Durante o evento, a Termotécnica deu destaque ao produto DaColheita, uma linha de embalagens conservadoras em EPS (isopor®), desenvolvida com tecnologia e designs próprios, que amplia a vida de prateleira da fruta, proporcionando menor perda de peso pela desidratação e mantendo o teor vitamínico por mais tempo, afirma a Termotécnica. A linha de produtos já é utilizada com sucesso tanto por produtores de Uva Niágara, da região de Louveira (SP), quanto por produtores do Vale do São Francisco, onde a empresa estruturou uma unidade fabril para atender ao mercado, contando com mais de 20 grandes clientes e cooperativas de agricultores.

Um dos principais benefícios das embalagens DaColheita, segundo a Termotécnica é o aumento na vida de prateleira da fruta, permitindo que permaneçam por até 20% mais tempo nas gôndolas dos estabelecimentos comerciais, em comparação com as frutas em outros tipos de embalagens.

Além da conservadora de frutas, a empresa tem em seu portfólio outros itens na sua linha de Agronegócios, como a Linha Mudas, a caixa de abelhas MaisMel e o Upally – Solução em Movimentações Logísticas.

DaColheita acomoda frutas em exposição

Entre as atrações da Festa da Uva e Expo Caqui, destaca-se a tradicional “Exposição de Frutas Selecionadas”. Os produtores participantes escolhem seus melhores exemplares que – acondicionados nas conservadoras DaColheita – são avaliados pelos jurados e premiados em concurso, ação que proporciona visibilidade ao produto Termotécnica junto ao público alvo.

Inovação nas embalagens

Embalagens produzidas com tecnologia antimicrobiana – Safe Pack – reduzem em 99% a ação de micro-organismos, mostrando-se uma excelente opção para as conservadoras DaColheita, podendo também ser aplicado para conservação em geral, afirma a Termotécnica. A tecnologia ainda tem como diferencial proteger contra as variações extremas de temperatura e umidade.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Construção Civil, Embalagens e Peças Técnicas, Conservação, Agronegócios e Movimentação de Cargas. Aos 55 anos, possui unidades de negócios em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP), São José dos Pinhais (PR) e Sapucaia do Sul (RS).

Fonte: Termotécnica

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Segunda edição da innovapack está confirmada para 2017

01/06/2017

Encontro com foco em design, tendências e inovação para embalagens da indústria alimentícia acontecerá no Transamerica Expo Center, em agosto

Após o sucesso de sua primeira edição, a innovapack, única feira da América Latina focada em design, tendências e inovação para a embalagem final de alimentos e bebidas, será realizada paralelamente ao evento Food ingredients South America (FiSA), o mais completo para a indústria de ingredientes alimentícios da América Latina. A expectativa é que cerca de 11 mil visitantes se reúnam no Transamerica Expo Center, de 22 a 24 de agosto.

Entre as atrações já confirmadas, estão o Packaging Innovations Gallery, área que destaca as principais inovações em embalagens da indústria alimentícia no Brasil e no mundo, e a Conferência innovapack, com a participação dos principais pesquisadores e companhias de inteligência de mercado. No pavilhão acontecem também as Seminar Sessions, sessões de 30 minutos sobre os lançamentos e novas tecnologias das empresas, ministradas por líderes de mercado.

“Temos a convicção de que a innovapack e a FiSA oferecem ao mercado uma experiência completa. Em 2017, as feiras trarão um número ainda maior de lançamentos e tecnologias, reunindo um público qualificado e focado em realizar negócios”, acredita o gerente dos dois eventos, Fernando Alonso.

A innovapack reúne segmentos como Concepção & Design, Embalagens & Afins e Eco Packaging & Soluções Sustentáveis, levando a seu espaço expositores e visitantes de agências de design de embalagem, impressão, tampas e fechamentos, rotulagem, materiais de embalagem, recicladores, entre outros.

Serviço:
innovapack 2017
De 22 a 24 de agosto de 2017, das 13h às 20h
Local: Transamerica Expo Center
Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo (SP)

Fonte: Assessoria de Imprensa – innovapack

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GPA e Braskem vão produzir embalagens de plástico reciclado a partir de materiais coletados em supermercados

31/05/2017

Por meio da parceria entre as duas empresas, serão recicladas 60 toneladas de plástico por ano para produção das novas embalagens do tira-manchas Qualitá

A Braskem e o Grupo GPA, maior empresa varejista do Brasil, vão reciclar 60 toneladas de plástico por ano para produzir as novas embalagens do tira-manchas Qualitá, marca exclusiva comercializada nas redes Extra e Pão de Açúcar de todo o país. A parceria faz parte da plataforma Wecycle, criada pela petroquímica, para valorização de resíduos plásticos na cadeia produtiva e integra o programa de logística reversa do GPA, o Novo de Novo.

A iniciativa vai utilizar os materiais descartados nas Estações instaladas em hiper e supermercados do GPA (redes Extra e Pão de Açúcar), que são doados para cooperativas parceiras do Programa. Depois de separado, o plástico é enviado a uma recicladora que fabrica a resina composta de 70% de material reciclado e 30% de polietileno virgem. A resina é então vendida para o transformador de plástico, que irá produzir a embalagem do produto e realizar o envase.

Todo o volume de tira-manchas Qualitá vendido no Brasil – cerca de 10 mil potes por mês – terá embalagens fabricadas com a resina reciclada. “A parceria é a concretização de nosso objetivo de desenvolver, em parceria com a cadeia, soluções customizadas para reciclagem e novas aplicações do plástico pós-consumo”, diz Américo Bartilotti, diretor de Polietileno da Braskem.

Para assegurar o respeito às legislações vigentes e às exigências de sustentabilidade, cooperativas e recicladoras passaram por processos de auditoria do Wecycle. As cooperativas agora também fazem parte do ser+realizador, programa da Braskem que tem como objetivo aumentar a reciclagem de resíduos pós-consumo no Brasil de maneira colaborativa, bem como desenvolver o trabalho de catadores e a profissionalização das cooperativas, criando oportunidades para transformações na indústria a favor do meio ambiente.

A parceria também representa um novo passo do programa “Novo de Novo” do GPA, que consegue reinserir no ciclo produtivo papéis e embalagens longa vida coletados nas Estações de Reciclagem das lojas Extra e Pão de Açúcar. As cooperativas responsáveis pela separação desses materiais contam com uma parceria promovida pelo GPA de venda do material a uma fábrica responsável por fazer embalagens de produtos Qualitá e Taeq. De todo o material recolhido, 75% da composição é celulose, que é transformada novamente em papel na indústria. Atualmente, a companhia conta com 184 pontos de coleta, que recebem aproximadamente 2 milhões de quilos de materiais recicláveis por ano. A coleta é feita por mais de 40 cooperativas em todo o país.

“O GPA sempre foi pioneiro em iniciativas relacionadas à sustentabilidade no varejo. Com essa parceria com a Braskem, estamos dando um passo ainda maior nesse campo, unindo todas as pontas da cadeia de produção ao ciclo de vida do consumo. E, claro, engajando nossos consumidores a assumir essa responsabilidade conosco e também gerando oportunidade de renda e trabalho para a comunidade local”, explica Laura Pires, diretora de sustentabilidade do GPA.

Para Eugênio Júnior, Gerente de Desenvolvimento Técnico de Marcas Exclusivas do GPA, a parceria reforça o compromisso da área de Marcas Exclusivas da companhia de expandir suas iniciativas sustentáveis. “O Novo de Novo é um projeto de logística reversa pioneiro no grande varejo e temos excelentes resultados na cadeia de papel. A parceria com o Wecycle nos proporcionou expandir a iniciativa para o segmento de plásticos, garantindo sua reinserção na cadeia produtiva e promovendo mais uma destinação correta a este tipo de material”.

A plataforma Wecycle foi criada com o objetivo de fomentar negócios e iniciativas para a valorização de resíduos plásticos, reforçando o compromisso da Braskem com a cadeia do plástico no Brasil. Entre os pilares de atuação estão o desenvolvimento de produtos com conteúdo reciclado pós-consumo, certificação ou qualificação de processos e produtos e ações de responsabilidade social voltadas à reciclagem.

Fonte: Braskem

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Bom começo da Evonik em 2017 reflete-se no seu balanço do 1o. trimestre

31/05/2017

  • Vendas tiveram aumento considerável de 19% e atingiram 3,68 bilhões de euros
  • EBITDA ajustado aumentou 8% e chegou a 612 milhões de euros
  • Divisão de aditivos especiais da Air Products em pleno processo de integração
  • Confirmada perspectiva para todo o ano

A Evonik aumentou suas vendas em 19% e atingiu 3,68 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2017. Os principais motores desse considerável crescimento foram o aumento da demanda, que incrementou os volumes de venda, e a inclusão – pela primeira vez – do negócio de aditivos especiais da Air Products.

“O ótimo começo do ano mostra que estamos no rumo certo com a nossa estratégia de crescimento”, afirmou Klaus Engel, Presidente da Diretoria Executiva. “A combinação de crescimento orgânico e aquisições estratégicas fortaleceu a empresa. A Evonik está a caminho de se tornar menos vulnerável aos ciclos econômicos e de ter um portfólio mais equilibrado. A demanda pelas nossas especialidades químicas como a sílica, os aditivos de revestimento e os ingredientes farmacêuticos incrementou as receitas do trimestre”.

O EBITDA ajustado cresceu 8% e chegou a 612 milhões de euros no primeiro trimestre, impulsionado por resultados mais favoráveis nos segmentos Resource Efficiency e Performance Materials. As receitas do segmento Nutrition & Care ficaram bem abaixo do período do ano anterior, sobretudo em decorrência da redução dos preços dos produtos para nutrição animal.

O lucro líquido ajustado da empresa, no valor de 260 milhões de euros, foi mantido praticamente no mesmo nível do primeiro trimestre do ano anterior, com rendimento ajustado de 0,56 euro por ação. O lucro líquido, de 160 milhões de euros, ficou cerca de 80 milhões de euros abaixo do valor registrado no ano passado. A queda se deveu principalmente a efeitos pontuais vinculados à aquisição da divisão de aditivos especiais da Air Products.

Essa divisão de aditivos especiais, cuja negociação foi concretizada no início do ano, está sendo integrada de modo bem-sucedido. A empresa também está no caminho para alcançar as planejadas sinergias de cerca de 70 milhões de euros até 2020. O processo de aquisição do segmento de sílica da empresa americana J. M. Huber vem fazendo bons progressos e o negócio deve ser concluído no segundo semestre do ano.

A dívida financeira líquida da empresa somou 2,3 bilhões de euros no final do primeiro trimestre depois do pagamento do negócio adquirido da Air Products. “A Evonik continua apresentando uma situação financeira robusta após a maior aquisição da história da empresa”, afirmou Ute Wolf, Diretora Financeira (CFO) da empresa. “Continuamos no âmbito de uma sólida classificação de grau de investimento”.

Previsões confirmadas

A Evonik está confiante na realização de suas expectativas de crescimento de vendas e resultados operacionais em 2017, e espera que o EBITDA ajustado aumente para um valor entre 2,2 bilhões e 2,4 bilhões de euros (ano anterior: 2,165 bilhões de euros). Os segmentos de crescimento Nutrition & Care e Resource Efficiency irão se beneficiar da integração dos aditivos especiais da Air Products.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: As vendas cresceram 24% para 1,39 bilhão de euros e o EBITDA ajustado aumentou 21% para 310 milhões de euros. A forte demanda da indústria de pneus por sílicas – polímeros de alta performance usados, por exemplo, na impressão 3D e em aditivos de revestimento no setor automotivo – ampliou os volumes de venda.

Nutrition & Care: As vendas aumentaram 7% para 1,12 bilhão de euros. Os resultados foram beneficiados pela inclusão do negócio adquirido da Air Products e por um aumento considerável nos volumes de vendas. Os preços de venda, no entanto, ficaram significativamente abaixo dos registrados no ano anterior. O EBITDA ajustado do segmento caiu 35% para 189 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas cresceram 26% para 972 milhões de euros e o EBITDA ajustado mais que dobrou, ficando em 159 milhões de euros. A forte demanda de indústrias como a automotiva e da construção, além da difícil situação de fornecimento no mercado, especialmente de butadieno e MMA (metacrilato de metila), fizeram subir os preços e os volumes.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Dow inaugura seu maior terminal logístico para polietileno na América Latina fora de suas unidades

31/05/2017

  • Com incremento de 60% na capacidade de armazenagem em polietileno no Brasil, o empreendimento está localizado em Itajaí (SC) e dará suporte ao aumento de volume produzido na Costa do Golfo dos Estados Unidos
  • Projeto irá gerar empregos e receita para a região e foi desenvolvido em parceria com a Log-In, que será o operador logístico.

A Dow colocou em operação seu maior terminal logístico para polietileno na América Latina fora de suas unidades produtivas. Localizado em Itajaí (SC), trará incremento de 60% na capacidade de armazenagem da empresa para polietileno e produtos das áreas de especialidades plásticas. Este aumento de capacidade dará suporte à maior produção de polietileno proveniente das novas unidades de produção da Dow na Costa do Golfo dos Estados Unidos e que deverá ser embarcada para a América Latina.

Um aspecto importante do projeto é a eliminação da capacidade ociosa, uma vez que os produtos são estocados diretamente em contêineres. A operação logística do terminal está a cargo da Log-In, empresa de soluções em logística porta a porta, e a expectativa é que o novo projeto logístico gere 55 empregos, além de receita para a região de Itajaí.

“Esse projeto marca a segunda etapa de ações que a Dow tem desenvolvido desde 2011 para aprimorar sua eficiência logística no Brasil, trazendo benefícios para toda a cadeia”, afirma Leonardo Feltrinelli, diretor de Supply Chain da Dow América Latina. ”Esse terminal logístico está alinhado à estratégia de crescimento da área de Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow, armazenando produtos vindos, principalmente, de unidades na Argentina e Estados Unidos”.

O desenho do projeto do novo terminal logístico começou em 2015, quando foram definidas as estratégias para o volume adicional de polietileno. Como parte desta produção adicional seria enviada ao Brasil, houve a necessidade de adequação da cadeia logística da companhia para absorver e gerenciar todo o volume envolvido. Diante deste cenário, a Dow optou pela transferência do terminal existente em São Francisco do Sul, também em Santa Catarina, para o novo local em Itajaí, que passaria a ter capacidade de absorver a crescente demanda.

O terminal logístico, desenvolvido pela Log-In, possui 44 mil m2 de área total (sendo 5,2 mil m2 apenas para cross docking) e oferece ferramentas planejadas para o projeto da Dow, como empilhadeiras de até 41 toneladas de capacidade, porta paletes, sistema inteligente de rastreamento e circuito interno de TV para monitoramento. De acordo com João Correia, gerente de Operação de Terminais da Log-In, o empreendimento demonstra a capacidade da empresa em fornecer soluções logísticas customizadas de acordo com as necessidades dos clientes. “O projeto foi desenvolvido para proporcionar um acréscimo de 23% em ganhos de produção operacional, levando em consideração o aumento de demanda previsto pela Dow”, afirma Correia.

Atualmente, grande parte do volume da Dow destinado ao Brasil chega ao país pelos portos de Itajaí, Navegantes e Itapoá, todos em Santa Catarina. A Dow iniciou a operação em Santa Catarina em 2001 e, durante estes anos, desenvolveu parceria com fornecedores e, assim, manteve a operação na região e numa localização próxima ao terminal que garante segurança na retirada dos produtos dos portos, na sua distribuição e entrega aos clientes.

A partir da mudança para Itajaí, a capacidade de carregamento passará de 85 para 110 veículos em 15 horas. “Por se tratar de uma área industrial, há possibilidade da Log-In operar em uma escala noturna, o que pode tornar ainda maior nossa capacidade de expedição no terminal”, destaca o gerente da Log-In.

A mudança de São Francisco do Sul para Itajaí também impactará positivamente na otimização operacional e nas metas de sustentabilidade da empresa. Com o novo projeto, o acesso ao porto de Navegantes pela Dow terá uma redução de 76km no trajeto percorrido – dos 80 km atuais para apenas 10km. “Essa redução de 87% no trajeto percorrido entre o porto e nosso terminal trará importantes benefícios à operação como otimização nos tempos de operação impactados diretamente pela distância e a redução de perdas por excesso de manuseio das cargas”, afirma Alexandre Magno, gerente de Logística para Embalagens e Plásticos de Especialidades no Brasil. “Outro aspecto importante é a diminuição significativa nas emissões de CO2 na atmosfera, já que estão diretamente conectadas à distância que é percorrida pela movimentação da carga. Esta nova operação será mais um avanço em relação aos já conquistados pela companhia em projetos anteriores de aprimoramento logístico”.

Em 2011, a Dow foi pioneira na adição de uma camada extra de sacos em cada pallet de polietileno em cada contêiner, o que ampliou sua capacidade de transporte em quase 10%. Além dessa mudança, a empresa também passou a armazenar os produtos diretamente nos contêineres, trazendo como benefício a redução de 10% na movimentação de carga, na época.

Além de Santa Catarina, a Dow possui um segundo terminal logístico em Juiz de Fora (MG), com capacidade de 15 mil toneladas e abastecido a partir do porto do Rio de Janeiro, que possui os mesmos critérios de otimização operacional de Santa Catarina.

Fonte: Dow

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