Braskem fecha parceria com consórcio francês especializado em bioprodução e biociência

21/08/2019

Colaboração terá foco em Pesquisa & Desenvolvimento para novas soluções renováveis

A Braskem anunciou acordo de colaboração com o prestigiado Centro de Pesquisa europeu Toulouse White Biotechnology (TWB) para desenvolvimento de soluções renováveis. Especialista em projetos científicos, o centro será um parceiro importante no avanço de novas rotas de pesquisa e desenvolvimentos a partir de recursos naturais, visando obter soluções sustentáveis, inovadoras e economicamente viáveis.

O acordo de cooperação com a Braskem, única empresa brasileira entre as mais de 50 parceiras do TWB, valerá por três anos e contempla o desenvolvimento conjunto de novas tecnologias químicas renováveis baseadas em patentes de ambos os grupos. Sob orientação de líderes de pesquisa da Braskem e do TWB, nove pesquisadores do Laboratório de Engenharia de Sistemas e Processos Biológicos do Instituto Nacional de Ciências Aplicadas de Toulouse, identificados pelo trabalho neste campo, utilizarão a avançada estrutura do TWB para alavancar os resultados esperados.

“O TWB se destaca como um dos principais centros de pesquisa em biotecnologia industrial. Somos membro do consórcio desde 2018 e agora estamos expandindo a colaboração em projetos que corroboram nossa visão de utilizar a química e materiais renováveis como ferramentas de captura de carbono”, explicou Mateus Schreiner Garcez Lopes, responsável por Inovação em Tecnologias Renováveis da Braskem.

Iniciada em outubro de 2011, o TWB utiliza a inteligência coletiva para impulsionar vínculos pioneiros entre pesquisadores, grupos industriais e investidores, acelerando a transição para indústrias ecologicamente responsáveis. No início, eram cerca de 30 parceiros que, posteriormente, se agruparam para formar um consórcio público-privado de ponta, com o objetivo de acelerar o desenvolvimento da biotecnologia industrial e promover a bioeconomia.

Atualmente são 51 parceiros, entre grupos industriais, startups, investidores, autoridades locais e regionais. E já foram lançados 105 projetos colaborativos de pesquisa e desenvolvimento, que impulsionaram o crescimento de negócios disruptivos, arrecadando mais de 100 milhões de euros.

“Estamos orgulhosos em receber a Braskem, uma das líderes globais em química renovável. Esperamos contribuir de todas as maneiras possíveis para este projeto de P&D, com o intuito de promover o desenvolvimento de novos caminhos de produção sustentáveis, um objetivo que compartilhamos”, comentou Olivier Rolland, Diretor Executivo da TWB.

A Braskem expande cada vez mais seus esforços de pesquisa, desenvolvimento e comercialização de químicos e materiais de origem renovável. Em maio de 2018, a companhia iniciou uma operação na cidade de Boston , nos Estados Unidos, que complementa suas atividades no Centro de Pesquisa em Química Renovável, em Campinas, além de suas competências em ciência de materiais nos centros de Tecnologia & Inovação em Triunfo (Brasil) e Pittsburgh (EUA). A companhia é pioneira na fabricação em escala industrial de Polietileno Verde e EVA Verde , ambas resinas desenvolvidas a partir da cana-de-açúcar. As soluções são 100% recicláveis e o CO2 é capturado em seu processo produtivo.

A parceria com o TWB está alinhada com o compromisso da Braskem para promover a sustentabilidade na cadeia do plástico. Em novembro de 2018, a empresa definiu uma série de iniciativas globais para impulsionar a Economia Circular, entre eles, “continuar a investir no desenvolvimento de novos produtos Renováveis, a fim de apoiar a economia circular no início da cadeia de valor”.

Mais informações (em inglês): https://www.toulouse-white-biotechnology.com/en/

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UFSCar realiza nova edição do curso Tecnologia do PVC, em conjunto com o Instituto do PVC

21/08/2019

Foi iniciada no dia 20 de agosto a quarta edição do curso “Tecnologia de PVC”, como disciplina optativa para alunos dos cursos de graduação em Engenharia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

A iniciativa é realizada desde 2016 em parceria com o Instituto Brasileiro do PVC. O objetivo é aproximar os futuros profissionais, que logo estarão atuando no mercado, do mundo do PVC, apresentando conhecimento técnico sobre o material. São informações sobre as propriedades, características, versatilidade e possibilidades de aplicação sobre um dos plásticos mais utilizados mundialmente.

As aulas serão ministradas semanalmente por especialistas do setor que vão abordar tópicos abrangendo as formas de obtenção do PVC, aditivação, compostos de PVC flexível e rígido, blendas poliméricas, processo de transformação, entre outros assuntos, além de questões relacionadas a aspectos toxicológicos, regulatórios e temas ambientais que envolvem o PVC.

“Já é uma tradição da universidade e dos cursos de Engenharia trazer para nossos alunos o conhecimento e a expertise dos profissionais que atuam hoje no mercado e que acompanham o desenvolvimento da cadeia produtiva do PVC”, afirma o Prof. Luiz Antonio Pessan, chefe do Departamento de Engenharia de Materiais da UFSCar e docente responsável pela disciplina Tecnologia de PVC.

Para o presidente do Instituto Brasileiro do PVC, Miguel Bahiense, a parceria tem se somado aos esforços do instituto para aproximar a academia das práticas do mercado, contribuindo para o uso adequado do PVC. “O conhecimento compartilhado faz com que os resultados obtidos nas diversas aplicações do PVC sejam os melhores em eficiência, assim como ambientalmente e economicamente”, completa o executivo.

Livro “Tecnologia do PVC”

Bahiense lembra que, em apoio às parcerias com as universidades e investindo no fomento da informação sobre as diversas tecnologias que envolvem o PVC, suas aplicações, reciclabilidade e função socioeconômica, o Instituto Brasileiro do PVC lançou a terceira edição do livro “Tecnologia do PVC”. A publicação traz um amplo conteúdo sobre os principais temas relacionados ao PVC abordando aspectos relacionados à obtenção desse plástico pelos vários processos de polimerização, características e propriedades das resinas de PVC, aditivos utilizados junto à resina para a obtenção de compostos de PVC, diferentes processos de transformação pelos quais esse plástico pode passar, além de informações sobre sua reciclagem e sustentabilidade. O livro “Tecnologia do PVC” pode ser adquirido na Livraria da Vila ou pelo site do Instituto Brasileiro do PVC: www.pvc.org.br .

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Romi anuncia novo site de venda de peças com novos recursos

21/08/2019

Clientes poderão adquirir peças de reposição originais com maior facilidade

A Romi, líder na indústria brasileira de máquinas e equipamentos industriais, apresentou ao mercado seu novo site de venda de peças (pecas.romi.com), que oferece novos recursos de compra para seus clientes.

Com um layout totalmente reformulado e intuitivo, o novo site dispõe de condições exclusivas para as compras realizadas na plataforma, além de permitir que os clientes encontrem com facilidade as peças de reposição originais por meio do código Romi ou descrição do item, além de realizar o cálculo do frete e rastreamento de entrega em uma única tela.

Para o Diretor-Presidente da Companhia, Luiz Cassiano Rando Rosolen, a nova plataforma reforça o patamar tecnológico em que a Romi está posicionada. “O novo projeto do site de venda de peças está alinhado à estratégia atual da empresa, que busca constantemente adicionar valor ao negócio dos nossos clientes, oferecendo sempre novas gerações de máquinas, excelência na prestação de serviços, alternativas para modernização do parque fabril, soluções financeiras, entre várias outras ações.”, afirma.

“Visando proporcionar uma experiência de relacionamento cada vez melhor aos nossos clientes, trouxemos o que há de mais moderno no mercado no quesito de e-commerce. O novo site proporciona um processo de compra mais rápido, intuitivo e seguro. A nova plataforma é responsiva, possibilitando a compra de peças tanto pelo computador, tablet, notebooks ou smartphones.”, aponta Eduardo Kazuyuki Komoda, Gerente Geral da unidade de Pós-Vendas.

Por meio do novo sistema de compras online, os clientes poderão adquirir peças de reposição originais para as máquinas Romi, contando com uma extensa linha de produtos para os mais variados modelos de máquinas-ferramentas e máquinas para plásticos.

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Evonik apresenta resultado de estudo sobre o futuro das especialidades químicas

19/08/2019

  • Estudo apresenta cinco cenários para o futuro das especialidades químicas
  • Conclusões vão expandir o raio de ação para inovações estratégicas
  • Crescimento do poder de inovação: mais de 250 milhões de euros em vendas em 2018 em áreas de crescimento voltadas a inovações

Os cientistas da Evonik adotaram um método de cenários para desenvolver visões do futuro das especialidades químicas com o objetivo de iniciar inovações sem demora e de uma maneira dirigida. Os cenários também podem ser usados para ajustar e atualizar as estratégias de longo prazo. Segundo a empresa, o estudo é considerado o maior do gênero já realizado no mundo.

O início do projeto de cenários sobre “Futuros da Indústria de Especialidades Químicas” girou em torno de uma questão fundamental: que forças importantes poderiam ter impacto no longo prazo sobre as empresas de especialidades químicas?

As respostas fornecidas pelos cinco cenários resultantes são baseadas em coleta e análise abrangentes de dados. Os cenários descrevem possíveis desenvolvimentos internacionais entre o presente e 2040 que são plausíveis, mas em alguns casos também contraditórios. Digital Champions (campeões digitais), Chinese Dream (o sonho chinês), Deceptive Calm (calma enganosa), Turbulent Times (tempos turbulentos) e Sustainability Paradigm (paradigma de sustentabilidade): os títulos já indicam as tendências que descrevem.

Segundo Harald Schwager, VP da Evonik Industries e integrante da Diretoria Executiva responsável por inovações, “dispomos agora de uma profusão de informações que podem nos ajudar a compreender e analisar de maneira ainda mais precisa as tendências importantes no mundo. Nossos cenários podem se tornar realidade ou não, mas certamente constituem uma ficção científica muito bem fundamentada”. Para Schwager, a conexão entre capacidade de inovação e proximidade do cliente é um fator de sucesso determinante e um agente do crescimento rentável. “Os resultados do projeto de cenários disponibilizam um instrumento estratégico fascinante para nós. Um instrumento que vai nos ajudar a avaliar as ideias sobre inovação de hoje contra os desenvolvimentos potenciais de amanhã”, disse Schwager. Além do desenvolvimento de produtos, ele também se referia a novos modelos de negócios e estratégias de eficiência.

A equipe de ‘presciência corporativa’ (Corporate Foresight Team) da Evonik passou doze meses desenvolvendo alicerces para os seus cenários: mais de 100 entrevistas com especialistas internos e externos nos campos da química, política e economia, além de outras fontes como estudos internacionais de futurologia e mais de 15 workshops. Em um processo meticuloso, os especialistas identificaram e analisaram fatores e influências cruciais decorrentes dessas informações, extrapolando desenvolvimentos potenciais e combinando-os com cenários plausíveis e coerentes.

O que emergiu foram cinco cenários futuros que podem ser importantes para a empresa nos prazos médio e longo. No cenário ‘Digital Champions’, as maiores empresas de Internet com seus conhecimentos e mentalidade únicos, beneficiam-se cada vez mais da cadeia de valor das indústrias tradicionais.

‘Sustainability Paradigm’ descreve um case no qual a sustentabilidade se torna o princípio econômico determinante. Em ‘Chinese Dream’, a China se torna uma potência mundial tecnológica, econômica e política. No cenário ‘Turbulent Times’, fatores como nacionalismo, fake news e forças populistas acabam ensejando um amplo processo de desglobalização. ‘Deceptive Calm’ faz uma análise do futuro a partir de uma perspectiva diferente: em um sistema dedicado à manutenção do status quo, os problemas se acumulam – até ao ponto em que o sistema pode entrar em colapso.

Ulrich Künsthard, Chief Innovation Officer da Evonik, vislumbra uma oportunidade importante na natureza variada e multifacetada dos cenários futuros: “Estamos começando a usar os resultados do projeto de cenários para os nossos processos e estratégias de inovação.

Planejamos realizar workshops nos quais os participantes vão analisar o impacto dos cenários sobre questões como ambiente de inovação, modelos de negócios e expectativas dos clientes, além de condições de trabalho e fluxo de materiais. Além disso, as áreas de negócios e mesmo organizações regionais inteiras da Evonik usarão os cenários para testar a robustez das estratégias existentes, desenvolvê-las adicionalmente se necessário e planejar novas estratégias”. Küsthardt explica os fundamentos: “Estamos abrindo opções de ações adicionais para ensejar ainda mais inovações”.

“Nossa estratégia de inovação já está ancorada com firmeza em nossa estratégia corporativa e foi orientada de modo consistente a segmentos de crescimento importantes para nós como saúde, nutrição e eficiência de recursos”, diz o CIO. A Evonik enfatiza seis áreas de crescimento em inovação: Sustainable Nutrition, Healthcare Solutions, Advanced Food Ingredients, Membranes, Cosmetic Solutions e Additive Manufacturing. A empresa prevê que inovações nessas áreas respondam por vendas adicionais no valor de um bilhão de euros até 2025.

Os primeiros resultados positivos já são visíveis: em 2018, a Evonik registrou vendas de mais 250 milhões de euros nessas áreas de crescimento. O total gasto em pesquisa e desenvolvimento (P&D) ficou nos níveis do ano anterior, totalizando 459 milhões de euros. Como Schwager deixa claro, “estamos indo na direção certa, mas queremos nos tornar ainda mais focados e mais eficientes. Nossas ideias precisam chegar aos nossos clientes com rapidez e na forma de produtos perfeitamente customizados. Ao mesmo tempo, não podemos perder de vista o nosso futuro no longo prazo”.

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Terphane apresenta soluções em embalagens flexíveis no PMA Fresh Connections 2019

19/08/2019

Além dos filmes de fácil abertura e selagem permanente, a Terphane apresentará linha de filmes de poliéster

O consumidor de FLV (frutas, legumes e verduras) busca, cada vez mais, produtos naturais, saudáveis, livres de conservantes e práticos de consumir. E boa parte destes atributos é garantida pela embalagem. Para discutir tendências de consumo e novidades no setor de FLV, acontece nesta quarta-feira, 21 de agosto, em São Paulo, o PMA Fresh Connections, organizado pela entidade norte-americana PMA (Produce Marketing Association). E a Terphane, líder em filmes PET (poliéster) na América Latina, participará do evento com um estande e como patrocinadora.

“A proposta é apresentar para este mercado todas as soluções inovadoras em embalagens flexíveis que a Terphane já tem na Europa e nos Estados Unidos”, explica André Gani, Diretor de Vendas & Marketing da empresa. Como destaque, a Terphane apresentará os filmes de poliéster termoseláveis com fácil abertura (easy open) ou com selagem permanente (lock seal) que evidencia se a bandeja foi aberta.

A Terphane também apresentará a recém lançada linha de filmes de poliéster Ecophane®, com duas versões: uma é o filme rPET, com pelo menos 30% de PET reciclado pós consumo, basicamente proveniente de garrafas PET. A outra é o filme bPET, com tecnologia de biodegradação para aterros sanitários. “A linha contribui para a produção de embalagens mais sustentáveis. Essa solução de embalagem também pode ser utilizada com atmosfera modificada (ATM) e as embalagens são 100% recicláveis”, explica Célia Freitas, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane.

Segundo a Terphane, todos os seus filmes de poliéster para embalagens flexíveis da Terphane estão alinhados às grandes demandas do setor de FLV: soluções que maximizem a vida útil do produto, minimizem seu desperdício e aumentem a percepção de valor por parte do consumidor final. A empresa afirma que estas embalagens também garantem a integridade do produto durante as etapas de transporte e armazenagem, evitando desperdício. Além disse, garante o fabricante, ganha-se ainda na logística pela possibilidade de empilhamento das embalagens; mais embalagens ocupando menos espaço.

Do ponto de vista ambiental, os filmes de poliéster são recicláveis e, especificamente a nova linha Ecophane®, incorpora o conceito de Economia Circular, afirma a Terphane. Ou seja: embalagens descartadas pós consumo são recicladas e voltam a ser embalagem para novas aplicações.

Serviço PMA Fresh Connections Brasil – www.pmafreshconnections.com.br

Data 21 de agosto
Horário 09h00 às 19h00
Local Centro de Convenções Rebouças – São Paulo

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.</p

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Braskem registra Ebitda de R$ 1,6 bilhão no segundo trimestre de 2019

15/08/2019

Companhia reafirma compromisso com disciplina financeira para enfrentar tempos desafiadores

A Braskem registrou Ebitda recorrente de R$ 1,6 bilhão (US$ 375 milhões) no segundo trimestre de 2019, 12% superior ao trimestre anterior , porém quase 60% menor do que o mesmo período do ano passado. Considerando os efeitos não recorrentes, o Ebitda foi de US$ 412 milhões. A Companhia também registrou uma geração livre de caixa de R$ 2,3 bilhões, superior ao registrado no primeiro trimestre de 2019 em R$ 2,1 bilhões. Em relação ao segundo trimestre de 2018, a geração livre de caixa foi 31% inferior.

“Enfrentamos um cenário petroquímico desafiador, principalmente para Polietileno, por causa do crescimento econômico ainda lento e por uma guerra comercial entre os Estados Unidos e a China com efeitos ainda incertos. Em momentos assim, temos de ser ainda mais diligentes e focados na nossa gestão de custos e seguir criando valor para a companhia. Nosso compromisso com a disciplina e a higidez financeira segue inalterado”, afirma o presidente da Braskem, Fernando Musa.

A variação positiva do Ebitda em relação ao primeiro trimestre do ano se deve principalmente pelo melhor desempenho operacional das plantas de Polipropileno (PP) nos Estados Unidos, pelo maior volume de vendas de químicos no mercado brasileiro e pelos maiores spreads internacionais de químicos e os spreads de PP nos Estados Unidos mantidos em patamares elevados. No segundo trimestre, o lucro líquido da Braskem foi de R$ 129 milhões, 91% e 76% inferior ao 1T19 e ao 2T18, respectivamente. A alavancagem corporativa, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda em dólares, foi de 2,16x.

Resultado por região

A demanda de resinas no mercado brasileiro (PE, PP e PVC) foi de 1,3 milhão de toneladas, uma retração de 7% em relação ao trimestre anterior, que foi impactado pelo movimento de recomposição de estoques da cadeia de transformação. Em relação ao mesmo período do ano anterior, a demanda de resinas foi 1% superior, período que foi impactado pelas restrições logísticas decorrentes da greve dos caminhoneiros.

A taxa de utilização das centrais petroquímicas no Brasil foi de 89%, 1 p.p. superior ao primeiro trimestre de 2019, explicada pela maior disponibilidade de matéria-prima para a central do Rio de Janeiro, que compensou a redução de carga de central da Bahia. Ante ao segundo trimestre de 2018, a taxa de utilização foi 1 p.p. inferior.

No segundo trimestre de 2019, a companhia exportou 356 mil toneladas de resinas, em linha com o primeiro trimestre de 2019. Em relação ao segundo trimestre de 2018, período que foi impactado pela menor disponibilidade de produto para exportação em função da greve dos caminhoneiros, as exportações de resinas foram 11% superiores. As exportações dos principais químicos totalizaram 146 mil toneladas, 25% inferior ao 1T19, devido, principalmente, a priorização do fornecimento no mercado brasileiro. Ante ao segundo trimestre de 2018, as exportações foram 62% superiores, positivamente impactadas também pela maior disponibilidade de eteno. No trimestre, as unidades do Brasil e exportações apresentaram Ebitda de US$ 154 milhões (R$ 604 milhões), representando 44% do consolidado de segmentos da Companhia.

Nos Estados Unidos, a demanda de PP foi superior em relação ao primeiro trimestre de 2019 e ao segundo trimestre de 2018, impulsionada pelos preços mais baixos de resinas. Na Europa, a demanda em queda é explicada, principalmente, pela desaceleração da economia e pelo verão europeu, quando a demanda é sazonalmente mais fraca.

A taxa de utilização das plantas foi de 92%, 2 p.p. e 8 p.p. superior ao 1T19 e ao 2T18, devido principalmente ao bom desempenho das unidades nos EUA. Na Europa, como consequência de problemas operacionais do fornecedor de propeno e consequente indisponibilidade de matéria-prima para a unidade de Schkopau, a parada de manutenção programada para esta planta foi antecipada para o 2T19, provocando queda das taxas de utilização das plantas da Europa no trimestre. No trimestre, as unidades dos Estados Unidos e Europa apresentaram Ebitda de US$ 107 milhões (R$ 414 milhões), representando 30% do consolidado de segmentos da Braskem.

No México, a demanda de PE foi de 510 mil toneladas, 1% superior ao 1T19. Na comparação com o 2T18, a demanda apresentou uma retração de 19%, explicada pelo fraco crescimento da economia mexicana, que sofre com o enfraquecimento da confiança dos investidores, com a ameaça da imposição de tarifas de importação por parte dos EUA, com juros altos e com a diminuição da produção industrial. A taxa de utilização das plantas de PE foi de 72%, 7% inferior em relação ao 1T19, devido ao baixo fornecimento de etano, e em linha com o 2T18. No trimestre, a unidade do México apresentou EBITDA de US$ 88 milhões (R$ 343 milhões), representando 25% do consolidado de segmentos da Companhia.

A Braskem segue em ritmo acelerado na construção da sua sexta fábrica de Polipropileno (PP) nos EUA. Ao fim do segundo trimestre, o progresso físico da obra atingiu 65,5%, com investimento total já realizado de US$ 485 milhões. A previsão é que a unidade de PP, a primeira a ser erguida no mercado americano desde 2005, entre em operação no primeiro semestre de 2020.

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Almaco e IPT lançam pós-graduação em compósitos

15/08/2019

  • Primeiro curso promovido no estado de São Paulo terá início no dia 13/09
  • Parte das aulas acontecerá no Núcleo de Estruturas Leves (LEL), em São José dos Campos (foto)

A primeira pós-graduação em materiais compósitos e polímeros do estado de São Paulo começa no dia 13/09. Fruto da parceria entre a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o curso é direcionado a profissionais das áreas de engenharia, arquitetura, design e administração, além de pessoas interessadas em aprofundar seus conhecimentos na área.

“Desde 2012, quando lançamos a pós-graduação, tínhamos o objetivo de trazê-la a São Paulo, o maior mercado de compósitos do país. Agora, com o apoio do IPT, conseguimos viabilizar esse projeto”, afirma Erika Bernardino Aprá, presidente da Almaco. Até hoje, o curso foi promovido nas cidades de Curitiba (PR), Caxias do Sul (RS) e Joinville (SC), com cerca de cem alunos formados.

Integram o corpo docente da pós em São Paulo pesquisadores ligados ao IPT e profissionais com larga experiência em compósitos, muitos deles com destacada atuação nas principais empresas do setor. “Toda essa vivência será muito enriquecedora durante o processo de aprendizagem dos alunos”, observa a presidente da Almaco.

Com 15 vagas, duração de 496 horas e aulas quinzenais – sextas e sábados –, as atividades da pós-graduação em compósitos acontecerão na sede do IPT e no Centro Tecnológico de Compósitos (CETECOM), ambos na Cidade Universitária (USP), bem como no Núcleo de Estruturas Leves (LEL) do IPT, em São José dos Campos (SP).

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail cursos@ipt.br ou (11) 3767-4226/4058.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pela resistência mecânica e química, leveza, facilidade de moldagem e por serem materiais ambientalmente amigáveis. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Em 2018, a construção civil liderou o consumo brasileiro de compósitos de poliéster, com uma fatia de 35%, à frente de transportes (30%), corrosão/saneamento (19%) e náutico (3%), entre outros. Já a geração de energia eólica respondeu por 90% da demanda por compósitos de epóxi. O setor de petróleo ficou em segundo lugar, com 5%.

Para 2019, a previsão é que o setor emplaque o terceiro ano consecutivo de crescimento, com um faturamento estimado de R$ 2,797 bilhões, alta de 5,5% em comparação ao resultado do período anterior. A geração de emprego deve crescer 3,7%, totalizando 65 mil vagas.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

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Produtor de Polímero PET Neo Group Adiciona uma Terceira Linha de Produção com Peletizadores BKG Comprados e Armazenados Há Doze Anos

06/08/2019

Segundo maior fornecedor de PET da Europa, o Grupo NEO instalou 4 peletizadores BKG, bombas de engrenagens e outros componentes diretamente de suas caixas originais, estocadas por 12 anos.

Doze anos atrás, o NEO Group comprou peletizadores subaquáticos BKG e componentes para três linhas de polimerização PET, mas instalou apenas dois conjuntos, armazenando o terceiro pacote BKG não utilizado em suas caixas de embarque originais. Hoje, a empresa conta com uma terceira e nova linha de PET, tornando-se o segundo maior produtor de PET na Europa, e aqueles peletizadores da BKG armazenados há 12 anos de idade estão trabalhando da mesma maneira como se tivessem sido entregues ontem.

O NEO Group havia comprado as linhas de produção de PET da Zimmer AG, incluindo doze peletizadores subaquáticos BKG – quatro para cada linha de polimerização – além de válvulas desviadoras de polímero, bombas de engrenagens, sistemas de água, secadores de pelets e controles.

“Nós simplesmente abrimos as caixas de remessa, montamos os componentes da BKG e os conectamos”, disse Ruslanas Radajevas, gerente geral. “Depois de doze anos armazenados, tudo correu muito bem – sem problemas.”

O início de operação sem percalços dos sistemas de peletização reflete a qualidade inerente aos produtos da BKG, observou Godfrey Sandham, vice-presidente da Nordson Polymer Processing Systems, na Europa. “Foi a excelente reputação dos peletizadores da BKG e componentes de entrega de material fundido que levaram a Nordson a adquirir o negócio da BKG”, disse Sandham. “Desde então, temos investido fortemente em processos para melhoria contínua de nossos produtos e acabamos de concluir a construção de um centro global para a marca BKG em Münster, na Alemanha.”

A terceira linha de PET do NEO Group acrescenta 160.000 toneladas de capacidade anual, elevando o total da empresa para 480.000 toneladas/ano. O complexo de produção de resina e poliol do Grupo NEO Group (foto) está localizado na Zona Econômica Livre de Klaipeda, na Lituânia.

A unidade de Sistemas de Processamento de Polímeros da Nordson (Polymer Processing Systems) fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogeneizar, filtrar, medir e dar forma a materiais plásticos e de revestimento  fluido. A Nordson fornece uma gama de produtos de precisão para o trabalho com material fundido – desde roscas e cilindros para extrusão e moldagem por injeção até sistemas de filtragem, bombas e válvulas e sistemas de extrusão e peletização para atender às necessidades da indústria de polímeros.

A Nordson Corporation fornece aos clientes capacidades técnicas locais de vendas, serviços e remanufatura através de organizações de vendas e fábricas regionais em mais de 30 países. Para saber mais, visite http://www.nordsonpolymerprocessing.com ou www.facebook.com/NordsonPPS.

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Wacker apresentará novos grades de borrachas de silicone líquida e sólida durante a K 2019

06/08/2019

A Wacker, grupo químico com sede em Munique, anunciou numerosas inovações em silicone na conferência de imprensa Prévia da K 2019, em Düsseldorf, na Alemanha. A empresa apresentou novos produtos que serão divulgados durante a Feira K 2019, entre 16 a 23 de Outubro em Düsseldorf, incluindo elastômeros de silicone resistentes ao fogo, grades de borracha de silicone auto-adesivas com superfícies de baixíssimo atrito e laminados de silicone ultrafinos para aplicações eletroativas. Segundo a empresa, o foco também será nos grades de borracha de silicone líquida que, graças ao seu reduzido conteúdo de voláteis, não requerem necessariamente pós-cura e, portanto, introduzem várias vantagens. Um novo aditivo à base de silicone também será lançado, permitindo que os componedores de elastômeros termoplásticos produzam plásticos mais macios e repelentes à sujeira. Os visitantes da feira também poderão entrar em contato com a nova impressora 3D para silicone ACEO Imagine Series K2. A empresa afirma que ela apresentará impressão multimaterial, nova tecnologia de autocontrole e diversas melhorias técnicas em termos de liberdade de design e precisão.

Durante a K 2019, a Wacker mostrará suas inovações sob o lema “Pensando Além’ (“Thinking Beyond”) no seu local habitual – o estande A10 no Hall 6. Em uma área de 300 metros quadrados, uma variedade de novos produtos aguardarão visitantes, desde silicones termicamente condutivos para resfriamento de baterias em veículos elétricos, borrachas de silicone retardante de chamas para aplicações em material rolante até laminados de silicone eletroativos para atuadores e sensores.

“Os requisitos para produtos em plásticos e materiais de borracha aumentaram drasticamente nos últimos anos. Alguns materiais padrão não conseguem mais acompanhar esse desenvolvimento ”, disse Christian Gimber na coletiva de imprensa K 2019 Preview, em Düsseldorf. “É por isso que mais e mais empresas estão desenvolvimento aplicações com elastômeros de silicone. Graças às suas excelentes propriedades mecânicas e químicas, os silicones tornaram-se indispensáveis ​​para resolver problemas técnicos exigentes e desenvolver e implementar tecnologias inovadoras.”

O artigo completo em inglês pode ser lido no link a seguir:

http://www.brazilianplastics.com/edicao00/03_July2019.html

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Na K 2019, Milliken irá destacar soluções que aprimoram a sustentabilidade

06/08/2019

De olho no avanço da economia circular, os visitantes da feira em Düsseldorf, na Alemanha, querem saber como podem aumentar o uso de plástico reciclado, estimular a reutilização de produtos pós-consumo, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e contribuir para uma melhor reciclagem. Eles também querem diminuir o uso de energia e limitar os resíduos gerados durante a produção.

“A redução de resíduos e a reciclagem de plásticos são megatendências necessárias que afetam atualmente o setor de produtos de consumo”, observa Herrin Hood, gerente global de linha de produtos do negócio de Aditivos para Plásticos da Milliken. “Como todos, nós trabalhamos para limitar o uso excessivo de plásticos, fomentar a reciclagem de polipropileno e avançar para uma economia circular. A Milliken vem apoiando totalmente esses esforços com inovações tecnológicas ​​que impactam a cor, a transparênica, o desempenho e a sustentabilidade”.

Existem muitas abordagens possíveis para lidar com esses problemas; os visitantes do estande da Milliken (Hall 6/A27) na feira K 2019, de 16 a 23 de outubro, poderão constatar as várias maneiras pelas quais a empresa está atuando nesse sentido através de seus aditivos e corantes.

A Milliken fez uma parceria com a PureCycle Technologies, sediada em Chicago (EUA), para promover a reciclagem em circuito fechado de resina de polipropileno (PP). Utilizando tecnologia desenvolvida e licenciada pela Procter & Gamble, a PureCycle planeja abrir em Ohio, em 2021, sua primeira fábrica, alicerçada em um método de reciclagem patenteado que, segundo a empresa, restaura a qualidade virgem de resíduos de resina PP. Isso permitirá que o material reciclado se torne verdadeiramente circular e seja reutilizado em sua aplicação original, em vez de empregado em produtos de menor valor.

Uma série de tecnologias da Milliken está ajudando os convertedores a fabricar de forma mais sustentável, reduzindo o consumo de energia, permitindo o uso de mais soluções monomaterial em embalagens, e promovendo a reciclabilidade de resinas como o polipropileno ou o uso de uma porcentagem maior de PP reciclado em produtos transformados.

“A Milliken tem prioridades claras para ajudar a criar uma economia circular para os plásticos”, acrescenta Hood. “Melhorar a reciclabilidade dos plásticos, substituindo plásticos descartáveis ​​por plásticos duráveis ​​e reutilizáveis, ​​e aumentar o uso de biopolímeros a partir do desenvolvimento de produtos que elevem o desempenho e as propriedades estéticas ajudarão a criar uma indústria de plásticos mais sustentável à medida que trabalhamos para criar um impacto positivo no mundo.”

Sustentabilidade aliada à transparência

Segundo a Milliken, o seu clarificante Millad NX 8000, presente em quase 80% do PP clarificado do mundo, não apenas transforma o polipropileno em uma alternativa leve e cristalina ao vidro. Ele também aumenta a sustentabilidade do material ao permitir que os convertedores o processem a uma temperatura mais baixa, o que resulta em tempos de ciclo mais rápidos e economia de energia na moldagem por injeção, afirma a empresa. A Milliken fornece grades para vários processos, incluindo moldagem por injeção, termoformagem e moldagem por sopro.

A presença do LED no mercado de iluminação industrial global, quase nula uma década atrás, deverá superar 50% este ano. Vários fatores de desempenho estão impulsionando essa mudança, que traz implicações para o impacto visual das embalagens plásticas nas gôndolas das lojas. A Milliken está trabalhando com um fornecedor líder global em iluminação para entender melhor as tendências que afetam a aparência das embalagens e como é possível lidar com tais efeitos através de soluções eficazes.

Além disso, os proprietários de marcas (brand owners) que utilizam a resina de PP NX UltraClear podem exibir uma etiqueta de Validação de Reivindicação Ambiental (ECV) da UL (Underwriters Laboratories) em suas embalagens moldadas por injeção, atestando sua adequação à economia circular para o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, afirma a Milliken. Esses benefícios estão impulsionando a forte demanda pelo aditivo e por isso a Milliken está construindo uma planta de clarificantes de classe mundial, a maior do gênero em sua história, em Blacksburg, Carolina do Sul (EUA). A instalação aumentará a capacidade de produção do Millad NX 8000 em aproximadamente 50% a partir de sua inauguração, em 2020.

De acordo com a Milliken, ao permitir que PP clarificado com o Millad NX 8000 substitua materiais alternativos, os proprietários de marcas e transformadores melhoram suas opções para produzir mais produtos monomateriais ​​(uma garrafa ou um recipiente de PP com rótulo e tampa do mesmo material, por exemplo). O polipropileno também é mais leve, mostrou ter uma melhor pontuação de reciclagem do que o PET e o poliestireno, e ainda oferece a possibilidade de fechar o circuito de NX UltraClear PP para NX UltraClear PP por meio do processo de reciclagem inovador da PureCycle.

Otimizando o desempenho dos plásticos

Uma das principais funções dos aditivos é melhorar o desempenho dos polímeros que eles modificam. Segundo a Milliken, seu agentes de nucleação Hyperform HPN para PP e polietileno melhoram o desempenho do polipropileno reciclado (rPP) e permitem a produção de peças mais robustas e mais leves, aumentando a rigidez dos produtos, em comparação com o PP nucleado convencionalmente. Também auxilia na produtividade do processamento e oferece propriedades equilibradas e ajustáveis, garante a empresa.

Na K 2019, a Milliken apresentará seu mais recente grade, o Hyperform HPN 715, que oferecerá novas oportunidades para o PP substituir as resinas de engenharia mais caras em aplicações exigentes, afirma a Millken. O Hyperform HPN 715 oferece um equilíbrio otimizado de vários fatores-chave, ao mesmo tempo em que proporciona temperaturas mais altas de deflexão térmica em comparação com outros nucleantes avançados, garante a fabricante do aditivo. Isto permite que o PP seja utilizado em recipientes para micro-ondas, componentes sob o capô de automóveis e em produtos de uso doméstico.

Os modificadores de desempenho DeltaMax para PP, por sua vez, aumentam a resistência ao impacto e as propriedades de fluxo de resinas de rPP, blendas e copolímeros de polipropileno de impacto (ICPs), informa a Milliken. Na K 2019, a Milliken planeja apresentar novos componentes de sua família DeltaMax.

A empresa afirma que o seu modificador de performance DeltaMax pode elevar o índice de fluidez do PP em até cinco vezes, mantendo as propriedades de impacto e rigidez. A Milliken diz que isso permite que os convertedores aumentem a eficiência operacional e criem designs de peças mais inovadores mediante o fluxo mais favorável através dos moldes. Segundo a fabricante do aditivo, a tecnologia DeltaMax também é eficaz na modificação de resinas recicladas pós-consumo e pós-industriais, elevando a resistência ao impacto e o índice de fluidez a níveis iguais ou melhores que os da resina virgem. Isso permite que os componedores e convertedores incorporem até 100% de PP reciclado sem sacrificar o desempenho ou o processamento, garante a empresa.

Durante a feira, o portfólio ClearShield UV Absorber também será apresentado. Segundo a Milliken, ele oferece proteção contra luz ultravioleta prejudicial a produtos acondicionados em PET, como alimentos, bebidas e outros artigos de consumo. Essa tecnologia amplia a vida útil do conteúdo embalado, protegendo a imagem da marca e permitindo formulações mais sustentáveis ​​com corantes, aromas e essências naturais, afirma a Milliken.

Desempenho em cores para Plásticos

Os corantes KeyPlast da Milliken para plásticos podem ser usados ​​por produtores de masterbatches líquidos e sólidos, produtores de resinas e componedores e são adequados para uso com uma ampla gama de sistemas de polímeros e resinas. Estes incluem PET em aplicações transparentes de contato com alimentos, bem como outros polímeros transparentes amorfos, como poliestireno (PS), policarbonato (PC), acrílico (PMMA) e polissulfona (PSU). Os corantes KeyPlast que melhoram a aparência visual de polímeros virgens proporcionam cores estáveis ​​e com fidelidade de reprodução. Os corantes ClearTint da Milliken também estarão em exposição na K 2019.

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Husky prepara lançamentos de sistemas de injeção, câmara quente e moldes durante a K 2019

06/08/2019

Com ênfase no desenvolvimento de processos de manufatura ponta-a-ponta digitalizados, soluções de moldagem flexíveis ​​e opções de embalagem mais sustentáveis, a Husky prepara-se para a feira K 2019 visando colocar à disposição dos clientes, durante maneiras de responder melhor a um ambiente de mercado e a demandas dos consumidores em constante mudança.

Durante a feira,  que acontecerá de 16 a 23 de Outubro, em Düssedorf (Alemanha), a fabricante de sistemas de injeção canadense focalizará uma gama de aplicações plásticas em diversos mercados, incluindo embalagens de alimentos e bebidas, embalagens plásticas em geral, assistência médica, automotiva e cuidados pessoais e de beleza.

Pela primeira vez, a Husky estará operando seu novo sistema HyPET HPP5e. Segundo a empresa, o sistema é projetado para oferecer melhor economia de energia, confiabilidade, qualidade da pré-forma e facilidade para o usuário. O sistema produzirá pré-formas feitas com 100% de PET reciclado.

• Demonstração do portfólio das tecnologias em moldes já existentes e de novas ferramentas que ajudam os clientes a melhorarem a sua produtividade, flexibilidade e valor agregado, incluindo o novo Molde NexPET , que, segundo a Husky, é uma ferramenta flexível de volume médio para lotes de produção menores e trocas frequentes de moldes.

• Introdução de uma plataforma de sistemas moldagem de pré-formas de PET versátil e com eficiência energética, projetada para manusear quaisquer necessidades de aplicação e produção.

• Uma prévia do sistema de fabricação ponta a ponta digitalizado “Next Generation Operating Model (NGOM)” da Husky. Segundo a empresa, o NGOM oferece recursos aprimorados para fornecer soluções com velocidade e flexibilidade ​​e permitir que os clientes respondam mais rapidamente às tendências de consumo em constante mudança.

• A Husky estará destacando suas várias soluções que suportam a economia circular e as metas de sustentabilidade dos clientes. A Husky afirma estar comprometida com o desenvolvimento de soluções de embalagem sustentáveis ​​e, com sua posição de líder no setor e seu histórico de inovação, se posiciona para ter um impacto positivo no alinhamento das metas de sustentabilidade com os vários atributos positivos das embalagens plásticas.

• Husky estará também realçando os seus mais recentes desenvolvimentos em sistemas de câmaras quentes e controladores, incluindo os pontos de injeção valvulados Ultra Helix ™ 250 T2. Segundo a fabricante canadense, o sistema valvulado é projetado para melhorar a qualidade das peças e manter a qualidade do ponto de injeção ao longo de milhões de ciclos, em aplicações com peças pequenas e com difícil acesso ao ponto de injeção. Também será exibida a mais recente família de Controladores de Molde Altanium®, fornecendo, segundo a empresa, temperaturas precisas e servo-controle e controle de válvula integrados.

• A empresa estará também apresentando o seu novo portal on-line de pedidos de peças de reposição Husky, que estará disponível para uma demonstração no estande.

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Rhodia abre 60 vagas para estágios em 2020

05/08/2019

As inscrições para a seleção de estagiários de cursos de nível superior devem ser feitas até o dia 28 de agosto pela Internet no site da Rhodia (www.rhodia.com.br) ou pelo link www.atsglobe.com/hotsite/estagiorhodia2020 da Cia de Talentos

A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, abriu as inscrições para o processo seletivo do seu programa de estágios em 2020.

A empresa prevê oferecer 60 vagas para estudantes universitários. nas áreas de Administração, Ciências Contábeis, Comércio Exterior, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharia (todas), Estatística, Marketing, Psicologia, Química e Tecnologia de Informação, entre outros.

As vagas são destinadas à unidade industrial de Paulínia e ao escritório central da empresa, em São Paulo. Os candidatos para estágio de nível superior devem ter conhecimentos de Inglês em nível intermediário e bons conhecimentos de informática.

O estágio será no máximo de 30 horas semanais. Além disso, a Rhodia oferece vale refeição ou restaurante, seguro de vida, assistência médica, assistência odontológica, auxílio-transporte ou fretado, estacionamento e bolsa-auxílio compatível com o mercado.

A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, está completando 100 anos de atividades no Brasil em 2019. A empresa iniciou sua trajetória em Santo André – SP, com a instalação de uma unidade industrial de produtos químicos. Desde setembro de 2011, a Rhodia faz parte do Grupo Solvay, uma empresa de materiais e especialidades químicas, com produtos e soluções utilizados em aviões, automóveis, dispositivos inteligentes e instrumentos médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo e outras aplicações. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 24.500 pessoas de 106 nacionalidades em 62 países. As vendas líquidas pro forma foram de € 10,3 bilhões em 2018.

Fonte: Assessoria de Imprensa  – Solvay

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Röhm é o nome da nova empresa criada com a venda do negócios de metacrilatos da Evonik para o fundo Advent

01/08/2019

Hoje, a Röhm GmbH, com sede em Darmstadt, na Alemanha, completou com sucesso a sua separação da Evonik Industries AG. O complexo fabril de metacrilatos da Evonik Industries foi transferido como uma empresa independente para seu novo proprietário, o fundo de Private Equity Advent International GmbH, com sede em Frankfurt, por 3 Bilhões de Euros. Com receitas de € 1,9 bilhões (dados de 2018), a empresa é uma das líderes mundiais de mercado em produtos de metacrilato. A empresa tem cerca de 3.900 funcionários em todo o mundo, em 15 unidades de produção na Alemanha (Worms, Darmstadt, Weiterstadt, Wesseling, Hanau), na China, nos EUA, na Rússia e na África do Sul.

“O nome, Röhm, é uma homenagem a Otto Röhm, químico e fundador da empresa que deu origem à empresa Röhm and Haas, mais tarde Evonik, e é considerado o fundador da química do metacrilato. Com o desenvolvimento do Plexiglas, plástico multifuncional altamente transparente, há 85 anos, ele atingiu uma estatura internacional. Graças à base química lançada por Röhm, um abrangente portfólio de produtos pôde ser desenvolvido para uma ampla gama de aplicações. Hoje, a empresa fornece seus produtos para vários setores em crescimento, como os segmentos automotivo, eletrônico e de construção.
Os produtos de PMMA da marca Plexiglas são usados em automõveis, janelas de aeronaves, telas e displays e também na construção civil.

Além de serem usados como precursores do polímero de PMMA, os monômeros de MMA da Röhm são também usados na produção de tintas e vernizes, revestimentos de piso, adesivos e outros materiais.

“É por isso que escolhemos deliberadamente Röhm como o nome da nossa empresa”, disse o CEO da Röhm GmbH, Michael Pack. Enquanto a empresa mantém uma profunda conexão com suas raízes, o CEO está atento ao futuro da nova Röhm.

“É nosso objetivo continuar impulsionando o crescimento de nossos negócios e fortalecer ainda mais as posições de liderança no mercado por meio de investimentos e expansões direcionada. Temos estruturas eficientes, tecnologias de ponta, ideias inteligentes para inovação e – igualmente importante – funcionários altamente qualificados e marcas fortes ”, enfatiza Pack. “Essa autoconfiança e um senso de otimismo em relação ao início do nosso novo futuro também estão refletidos no novo logotipo e design da marca Röhm.”

A forte posição inicial do negócio de Metacrilato também convenceu a Advent International. O novo proprietário é uma das maiores empresas de private equity do mundo. Com mais de 30 transações concluídas com sucesso ao longo de três décadas, a Advent International tem uma vasta experiência na indústria química.

“Nós vemos um grande potencial para estabelecer a Röhm como uma líder no mercado global e em tecnologia de produtos químicos de metacrilato”, diz Ronald Ayles, sócio-gerente e chefe global de Produtos Químicos da Advent International. “Em parceria com a gerência e funcionários, continuaremos a desenvolver a Röhm através de investimentos e expansão.”

“Com o apoio da Advent International, agora podemos iniciar importantes investimentos em nossas tecnologias e na expansão de nossas instalações de produção para fortalecer ainda mais nossa posição de liderança no mercado ”, diz Pack.

Fonte: Röhm

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Planta de reciclagem da Oppimitti Energy na Itália produz 48 mil ton/ano de plásticos reciclados com equipamentos de separação da Tomra Sorting Recycling

30/07/2019

Em 2016, uma empresa fabricante de ladrilhos foi comprada e convertida para atuar na recuperação e valorização de plásticos pela Oppimitti Energy Srl.  A nova fábrica corresponde a um investimento de 10 milhões de euros, gerando 60 empregos em Bedônia – que fica nas montanhas, no coração dos Apeninos Emilianos, a cerca de 80 km de Parma. A empresa faz parte do grupo industrial Oppimitti, o qual, nos anos 90, com uma visão previdente e “verde”, expandiu suas atividades do setor de construção para atividades ecológicas e energia renovável.

Aproximadamente 35 kg de resíduos de embalagens plásticas são gerados anualmente por pessoa na Itália, resíduos esses que podem ser separados e reciclados – daí a visão da Oppimitti Energy Srl que inspirou as atividades nesse segmento.

Parte do plástico vem do centro de triagem de resíduos Borgo Val di Taro, também de propriedade da Oppimitti, onde os fardos de plástico são preparados e entregues à fábrica de Bedonia através de 4 caminhões por dia. A usina, que tem uma área total de 6.500 metros quadrados, dos quais 4.000 são de armazenagem e 2.500 de área útil, é uma das mais avançadas entre as 36 em operação na Itália. Na sua instalação, o centro de reciclagem optou por adquirir  sensores óticos da Tomra Sorting Recycling.

Stefano Oppimitti é o diretor técnico do centro de triagem e seleção de plásticos proveniente da coleta seletiva, integrado ao circuito COREPLA (Consórcio Nacional para a Coleta, Reciclo e Recuperação da Embalagem Plástica na Itália), no qual a seleção é feita por cor e tipo de polímero, de acordo com as especificações do Consórcio.

Stefano Oppimitti diz: “Nós instalamos 6 máquinas Autosort da Tomra, duas das quais funcionam com pistas duplas. Todas elas são equipadas com sensores NIR e VIS e são usadas na separação de PET – nas várias cores -, na separação de PEAD (polietileno de alta densidade), propileno e polietileno de baixa densidade”.

As máquinas foram compradas em 2017. Oppimitti explica: “Apesar de sermos relativamente novos na indústria, percebemos o quanto a tecnologia e a experiência da Tomra realmente fazem a diferença em termos de produtividade e em termos de qualidade e eficiência de separação”. O centro está agora avaliando a instalação de outras 4 máquinas na planta para o aprimoramento da recuperação de poliuretanos mistos e para o aprimoramento e recuperação da parte fina da linha, ou seja, o tamanho abaixo de 5 cm.

No momento, a linha de seleção tem capacidade de 8 toneladas por hora, trabalhando em três turnos para uma produção anual total de cerca de 48.000 toneladas.

As máquinas Autosort da Tomra com sensores espectrométricos combinam sensores NIR (comprimentos de onda de infravermelho próximo) e VIS (comprimentos de onda na faixa visível) em um sistema de seleção universal modular. Segundo a Tomra, o sistema permite reconhecer e separar os plásticos com precisão e com velocidade, usando um critério de classificação por tipo de material e cores e obtendo frações de alta pureza. Dentro da fábrica, a tecnologia NIR permite a seleção de polímeros e o VIS a seleção de cores.

“Estamos muito felizes com os serviços oferecidos pela Tomra para assistência, treinamento e atualização, pois percebemos que eles nos permitem ter as ferramentas para explorar o potencial das máquinas em qualquer situação de produção”, ressalta Stefano Oppimitti.

O material de saída é reciclado como matéria-prima secundária (MPS), com características muito próximas às do polímero virgem, sendo usado em inúmeras indústrias. A fábrica emiliana, em particular, produz doze tipos de matérias-primas secundárias, prontas para a indústria de plásticos, puras e controladas. As matérias-primas secundárias com uma matriz poliolefínica (PEAD, PEBD e PP) são amplamente utilizadas em produtos para construção civil (tubos, interruptores, estradas, etc.), móveis (componentes para cadeiras e móveis), automotivo (vários componentes moldados) e agricultura (tubos de irrigação, embarcações). Em alguns casos voltam a ser embalagens (caixas e garrafas para detergentes domésticos, paletes).

A entrevista com Stefano Oppimitti está disponível no seguinte link: https://video.Tomra.com/oppimitti-srl-bedonia-italia.

Para mais informações sobre a Tomra Sorting Recycling: www.Tomra.com/recycling

Fonte: Tomra Sorting Recycling

Solvay destaca a mobilidade sustentável e a eficiência de recursos na K 2019, em Outubro, na Alemanha

24/07/2019

A Solvay lançará na feira K 2019 novos desenvolvimentos em compósitos termoplásticos, materiais leves que fazem parte dos objetivos de mobilidade sustentável do Grupo e permitem a criação de soluções eficientes em termos de recursos para clientes dos setores aeroespacial/aeronáutico, automotivo e de petróleo e gás.

Recentemente, a Solvay criou uma plataforma totalmente dedicada a produtos termoplásticos, ampliando sua atuação no setor de materiais avançados com a integração vertical de seus compósitos e seu portfólio de polímeros especiais. Esses materiais, além da redução de peso, oferecem resistência ao calor e ao impacto, resistência mecânica e tenacidade, inércia química e permitem flexibilidade nos projetos dos clientes, afirma a empresa.

Além dos desenvolvimentos de compósitos termoplásticos, a Solvay lançará um novo polímero especial da sua linha de polieteretercetona (PEEK) de alta temperatura, um dos primeiros da indústria do setor.

Também apresentará aplicações exclusivas de seus materiais de alto desempenho, como uma bicicleta elétrica reciclável (foto) fabricada integralmente em plásticos e polímeros, a partir de material termoplástico de fibra longa (LFT) da empresa. Essa e-bike foi desenvolvida pela empresa Stajvelo, de Mônaco, e, segundo a Solvay, tem sido um sucesso de vendas no verão europeu de 2019.

Durante a K, serão realizadas apresentações sobre mobilidade sustentável e eficiência de recursos e de energia, abordando uma variedade de tópicos, entre os quais baterias, manufatura aditiva para impressão 3D, hiperconectividade, transporte, filtragem de água, construção e bens de consumo. Essas apresentações ocorrerão no estande da Solvay C61, no Hall 6, nos dias 16 a 18 de outubro e em 21 e 22 de outubro. A feira K 2019 será realizada em Düsseldorf, Alemanha, de 16 a 23 de outubro.

Rhodia – 100 anos de presença no Brasil: – A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, está completando 100 anos de atividades no Brasil em 2019. A empresa iniciou sua trajetória em Santo André – SP, com a instalação de uma unidade industrial de produtos químicos, que representou um dos primeiros passos da industrialização da região do ABC paulista. Desde setembro de 2011, a Rhodia faz parte do Grupo Solvay, um dos mais relevantes players internacionais em materiais avançados e especialidades químicas.

A Solvay é uma empresa de materiais avançados e de especialidades químicas,com produtos e soluções utilizados em aviões, automóveis, dispositivos inteligentes e instrumentos médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre outras aplicações. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 24.500 pessoas de 106 nacionalidades em 62 países. As vendas líquidas pro forma foram de € 10,3 bilhões em 2018, resultando em uma margem de EBITDA de 22%. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

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Covestro divulga balanço do segundo trimestre de 2019

24/07/2019

  • Leve crescimento nos volumes principais (+1,1%)
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-16,9%)
  • EBITDA de 459 milhões de euros (-53,4%)
  • Receita líquida cai para 189 milhões de euros (-68,7%)
  • Fluxo de caixa operacional livre 55 milhões de euros negativo
  • Previsão de EBITDA de cerca de 410 milhões de euros no 3º tri

A atual pressão da concorrência intensa e as incertezas em grandes mercados de vendas persistiram ao longo do segundo trimestre. Enquanto os volumes principais cresceram 1,1%, as vendas totais caíram para 3,2 bilhões de euros (-16,9%), devido à baixa nos preços de venda. Em 459 milhões, o EBITDA estabilizou-se no nível do primeiro trimestre de 2019 (442 milhões de euros), mas ficou abaixo dos excepcionais resultados registrados no mesmo trimestre do ano anterior (-53,4%). O declínio dos lucros decorreu, principalmente, das margens mais baixas nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos. A receita líquida decresceu para 189 milhões de euros, enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) atingiu -55 milhões de euros, em decorrência dos fluxos de caixa mais baixos de atividades operacionais e investimentos mais altos.

“A situação econômica segue desafiadora, já que as incertezas globais econômicas e políticas persistem”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Ainda assim, atingimos nossas metas de lucros e conseguimos aumentar novamente o nosso volume principal no segundo trimestre. Isso reforça a tendência de soluções mais sustentáveis, que oferecemos a muitas indústrias.”

Covestro confirma previsões para 2019

Os resultados dos primeiros seis meses ficaram bem abaixo do nível do ano anterior. Segundo a Covestro, isso se deve ao fato de 2018 ter sido marcado por margens excepcionalmente altas em alguns grupos de produtos. Por isso, afirma a empresa, os resultados do primeiro semestre de 2019 atingiram as expectativas no ambiente econômico atual.

“Com base nos resultados dos primeiros seis meses, confirmamos as nossas previsões para o ano fiscal. Ao mesmo tempo, também precisamos acompanhar de perto os próximos desenvolvimentos econômicos nos nossos principais mercados de vendas”, explica o CFO Thomas Toepfer. “O desenvolvimento da indústria automobilística foi bem mais fraco que o esperado; por outro lado, o desempenho no setor de construção e na indústria de móveis e madeira foi melhor.”

Para o ano fiscal de 2019, a Covestro mantém a projeção de crescimento do volume principal de até 5%. Espera-se que o FOCF fique entre 300 e 700 milhões de euros, com ROCE de 8% a 13%. A previsão é que o EBITDA do ano fiscal atinja de 1,5 a 2 bilhões de euros, com expectativa de que o EBITDA do terceiro trimestre atinja aproximadamente 410 milhões de euros.

Progressos em investimentos e na otimização do portfólio

No segundo trimestre, a Covestro otimizou ainda mais seu portfólio. O negócio europeu de casas de sistemas está sendo vendido para a H.I.G. Capital por um valor da ordem de dois dígitos de milhões de euros.

Paralelamente, o Grupo continua mantendo o foco em investimentos para geração de valor: em maio, a Covestro avançou na expansão da produção de filmes de policarbonato em Dormagen, Alemanha. O investimento faz parte de um programa que totaliza 100 milhões de euros, com o qual a Covestro pretende reforçar a área de filmes especializados, dotada de altas margens.

Uma vez obtidas as licenças oficiais necessárias, será iniciada a construção de uma unidade dedicada para fornecimento de cloro para a já existente produção de MDI em Tarragona, Espanha, no fim do ano. O primeiro marco interno foi atingido em Baytown, Texas (EUA), onde está prevista uma nova planta de grande escala para produção do precursor de espuma rígida MDI. Agora começará o planejamento técnico detalhado por uma equipe de projeto com 100 integrantes.

Crescimento nos volumes principais de poliuretanos e policarbonatos

No segmento de poliuretanos, os volumes principais cresceram 0,7%. As vendas caíram 24,3% para 1.489 milhões de euros, movidas pela queda nos preços de venda decorrente do aumento da concorrência. A baixa nos preços de venda também se refletiu no EBITDA, que caiu para 172 milhões de euros (-70,5%).

Os volumes principais em policarbonatos subiram 4,4% em relação ao trimestre do ano anterior. Apesar da indústria eletroeletrônica e o setor de construção terem contribuído para esse crescimento, os volumes caíram na indústria automobilística. As vendas apresentaram queda de 15,0% para 898 milhões de euros no segundo trimestre de 2019. O EBITDA no segmento de policarbonatos foi 46,0% mais baixo, somando 154 milhões de euros, principalmente devido à queda nos preços de venda.

O segmento de revestimentos, adesivos e especialidades apresentou um declínio de 4,7% nos volumes principais. Como resultado, as vendas caíram 1,3% para 621 milhões de euros. Contudo, os movimentos da taxa de câmbio e a aquisição gradual das participações na DIC Covestro Polymer Ltd., sediada no Japão, tiveram efeito positivo. O aumento da participação na joint venture japonesa também gerou um efeito positivo não recorrente sobre o EBITDA, que subiu 7,9% para 150 milhões de euros no segundo trimestre de 2019.

Concorrência intensa: um marco do 1º semestre de 2019

No geral, os primeiros seis meses de 2019 foram marcados pelo aumento da concorrência. Os volumes vendidos mantiveram-se predominantemente estáveis (-0,4%), enquanto as vendas totais caíram 16,4% para 6.386 milhões de euros, devido aos preços mais baixos de venda. Especialmente nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos, os preços de venda ficaram bem abaixo daqueles do mesmo período do ano anterior. Como resultado, o EBITDA caiu 56,0% para 901 milhões de euros. A receita líquida atingiu 368 milhões de euros (-70,5%). O fluxo de caixa operacional livre caiu para 100 milhões de euros negativos.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros voltados principalmente para os segmentos automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (equivalendo à jornada integral) no fim de 2018.

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Sidel adquire fabricante de moldes francês Comep

23/07/2019

Em 18 de julho, a Sidel anunciou a aquisição da Cognac Moules Emballages Plastiques (Comep), empresa francesa que produz e desenvolve moldes para PET, fortalecendo o grupo na fabricação de moldes e ferramental. “Estamos confiantes de que a expertise complementar da Sidel e da Comep nos trará mais oportunidades comerciais, oferecendo aos clientes uma escolha ideal de parceiros, capazes de tornar realidade seus requisitos”, declara Pavel Shevchuk, Vice Presidente Executivo de Serviços na Sidel.

A Comep foi criada em 1998 para atuar no desenvolvimento e fabricação de moldes para garrafas PET. Localizada em Salles-d’Angles, França, com mais de 20 anos de experiência no setor, a Comep produz mais de 4 mil moldes por ano para clientes do mundo todo. Com cerca de 60 funcionários, a empresa foi uma das pioneiras nas tecnologias de baixa pressão de sopro.

Expansão para manter o foco em embalagens

“Com essa medida, continuamos na direção que tomamos em outubro de 2018. Na época, fortalecemos a Sidel com a aquisição da PET Engineering, que fornece consultoria de design e estratégia de marca, design de embalagens, bem como serviços de conversão de linha e moldes para a indústria de bebidas” disse Pavel. “Agora, ao adquirir a Comep, ampliamos ainda mais nosso conjunto de recursos e portfólio de moldes e ferramental, a fim de oferecer soluções de embalagem completas aos clientes. A embalagem é, de fato, peça chave de diferenciação para nossos clientes. A Comep também complementa perfeitamente o sólido know-how da Sidel em fabricação de moldes.”, complementou o executivo da Sidel.

A Comep e a Sidel permanecerão concentradas em seus respectivos focos atuais lançando mão de suas capacidades próprias e oferecendo um conjunto de serviços de embalagem para empresas que envasam seus produtos em PET. “Estamos confiantes de que a expertise de cada empresa será fundamental para atender à crescente demanda por soluções de embalagem completas que o setor tem mostrado. E quanto a nós, estamos nos juntando a uma empresa líder mundial no setor de design e fabricação de embalagens”, observa Christophe Amarant, CEO da Comep.

A Comep representará um canal separado para o mercado de moldes e ferramental. Isso significa que a Comep e a Sidel empregarão abordagens comerciais distintas, ao mesmo tempo que irão compartilhar práticas e tirar proveito do desempenho conjunto sempre que possível.

A Sidel é uma das líderes no fornecimento de equipamentos e soluções de serviços para o acondicionamento de bebidas, alimentos, produtos para casa e cuidados pessoais em PET, lata, vidro e outros materiais. Com mais de 40.000 máquinas instaladas em mais de 190 países, a empresa possui 5.500 funcionários no mundo todo.

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Americana Tekni-Plex adquire Geraldiscos, fabricante brasileira de Selos de Indução e Discos de Vedação

23/07/2019

Subsidiária da Tekni-Plex comprou a fabricante brasileira de selos de indução e discos de vedação, Geraldiscos, que fará parte do negócio Tri-Seal da Tekni-Plex.

Sediada em Santana de Parnaiba, um município do Estado de São Paulo, a Geraldiscos é conhecida por fabricar selos de indução e discos de vedações para uma grande variedade de tipos de frascos, incluindo PP, PE, PEAD, PVC, PET e vidro. Soluções de fechamento são fornecidas para segmentos de mercado como alimentos, bebidas, cuidados pessoais, saúde, agricultura, produtos químicos e outros.

“Continuamos a impulsionar nossa estratégia, aumentando nossos negócios de forma orgânica e por meio de fusões e aquisições. Especificamente, a Geraldiscos nos permite expandir nossa presença geográfica na América do Sul para dar suporte ao grande mercado brasileiro de selos e vedações e a nossos clientes multinacionais. Acompanhamos a empresa por um longo período de tempo e sempre nos interessamos por seus produtos inovadores, de alta qualidade, excelente capacidade de fabricação, além de uma equipe administrativa muito forte ”, disse Paul Young, presidente e diretor executivo da Tekni-Plex.

A aquisição adiciona 140 funcionários experientes à equipe global de 3.000 da Tekni-Plex. Gabriel Sahyao Leal dos Santos, Gerente Geral da Geraldiscos, continuará supervisionando a operação. A instalação de produção verticalmente integrada da empresa também é certificada pela ISO 9001: 2015, 14001 e 22000FSSC.

A Geraldiscos é a décima terceira aquisição que a Tekni-Plex faz nos últimos cinco anos, dentro da sua estratégia de ampliar seus negócios através de aquisições transformadoras e complementos estratégicos.

A Geraldiscos foi criada em 1964 pela família Leal dos Santos. A empresa cresceu nas últimas cinco décadas e transformou-se em um fornecedor conhecido de discos de vedação e selos de indução para o mercado de alimentos, produtos químicos, assistência médica automotiva, etc. da América do Sul. Para maiores informações:www.geraldiscos.com.br.

Sobre a Tekni-Plex, Inc.A Tekni-Plex é uma empresa globalmente integrada, focalizada no desenvolvimento e fabricação de produtos para mercados finais como produtos médicos, farmacêuticos, alimentos, bebidas, cuidados pessoais, domésticos e industriais. A Tekni-Plex está sediada em Wayne, na Pensilvânia (EUA), e opera fábricas em nove países do mundo.

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Tubulações de compósitos são o tema de seminário da Almaco na Petrobras

23/07/2019

  • Evento acontece hoje, 23, na sede do departamento de engenharia da empresa
  • Tubulações de compósitos: extensa lista de benefícios em aplicações on e offshore

O Comitê de Tubulação da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco) está provovendo hoje, 23/07, o seminário “Tubulações em PRFV: novas aplicações e tendências” na sede do departamento de engenharia da Petrobras, no Rio de Janeiro (RJ).

Com apresentações de fornecedores de matérias-primas e fabricantes de tubos de compósitos – material também conhecido como Plástico Reforçado com Fibras de Vidro (PRFV) –, o encontro tem como objetivo reforçar a divulgação dos benefícios proporcionados por esses tipos de tubulações em aplicações on e offshore.

“A lista de vantagens inclui diversos pontos, a exemplo de elevados índices de resistência à corrosão, temperatura e pressão, associados à leveza, facilidade de instalação e, eventualmente, possibilidade de execução de reparos não destrutivos”, resume Erika Bernardino Aprá, presidente da Almaco.

Ao longo do dia, os engenheiros da Petrobras estão acompanhando um total de dez palestras apresentadas por representantes das empresas Engcom, Glastec, NOV, Petrofisa, Saertex, Teijin Aramid, Team do Brasil e UTCOM.

Confira, a seguir, a agenda do seminário:

09h – “Aplicação de cálculo estrutural – Parâmetros de projetos das tubulações conforme a ISO 14.692”, Igor Bolorino (Engcom)
09h40 – “Aplicação de tubos em PRFV para refinarias, campos de petróleo on e offshore”, Reginaldo Domingues e Gustavo Souza (NOV)
10h30 – “Tubulação e reparos em compósitos para aplicações naval/offshore”, José Brito (Glastec)
11h10 – “Aplicação de tubos e conexões em PRFV para projetos onshore em áreas não classificadas”, Flávio Campos (Petrofisa)
12 – Almoço
13h30 – “Reabilitação não destrutiva de tubulações com materiais compósitos”, Rodrigo Tomazi (Saertex)
14h10 – “Certificações de montadores de tubos em PRFV”, Gustavo Souza (NOV)
15h – “Pipe Non-Destructive Inspection”, Jo Anne Watton (UTCOM)
15h40 – “Tubulação reforçada por termoplástico: benefícios através da escolha do material de reforço adequado”, Bruno Rodrigues (Teijin Aramid)
16h30 – “Estudos de caso sobre aplicação de materiais compósitos para reforço estrutural na indústria upstream”, Carlos Estites (Team do Brasil)
17h20 – Debate

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pela resistência mecânica e química, leveza, facilidade de moldagem e por serem materiais ambientalmente amigáveis. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Sobre a Almaco: Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina. Para mais informações, acesse www.Almaco.org.br

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Prévia da K 2019 apresenta inovações e produtos a serem lançados durante a feira em outubro, em Düsseldorf

19/07/2019

Inovações nas áreas de matérias-primas, máquinas, processos, aditivos e aplicações, bem como novos desenvolvimentos relacionados à economia circular, reciclagem química, digitalização, impressão 3D e controle de processos foram exibidos na avant-premiére da feira K 2019, organizado pela Messe Düsseldorf entre os dias 30 de junho a 03 de julho, no pavilhão de feiras de Düsseldorf, na Alemanha. Aproximadamente 80 jornalistas de 32 países participaram do evento, no qual 12 expositores apresentaram algumas das inovações que irão exibir durante a K 2019, entre 16 a 23 de outubro, em Düsseldorf.

Um debate com representantes das organizações de apoio à K 2019 e a Messe Düsseldorf abriu o evento, com a participação do Sr. Erhard Wienkamp (Diretor Executivo da Divisão de Feiras no Exterior da Messe Düsseldorf), Dr. Rüdiger Baunemann (Diretor Regional da PlasticsEurope para a Europa Central) , o Sr. Ulrich Reifenhäuser ( Chairman da Associação dos Fabricantes de Máquinas para Plásticos e Borracha da Alemanha, dentro da VDMA), o Sr. Boris Engelhardt (Secretário Geral da Associação da Indústria de Borracha Alemã – WDK) e o Dr. Oliver Möllenstädt (Diretor Geral da Associação de Processadores de Plásticos da Alemanha – GKV).

Durante o painel , a tônica dos debates se centrou nos temas da sustentabilidade e economia circular dos plásticos, desenvolvimentos em reciclagem química e nas iniciativas da indústria de plástico para eliminar os resíduos plásticos no meio ambiente, tais como a Alliance to End Plastics Waste (AEPW). Além disso, foi abordado o tema da retração econômica em andamento na Europa na indústria de plásticos, atribuída a problemas com o setor automotivo e ao impacto da imagem negativa das embalagens plásticas na sociedade. Os tópicos da digitalização e Indústria 4.0 também foram focalizados.

Em sessões posteriores, BASF, Covestro, Battenfeld-Cincinnati, Sikora, Reifenhäuser, Huntsmann, Lanxess, Sumitomo Demag, Wacker, Asahi Kasei, Krauss Maffei e Chen Hsong apresentaram seus novos produtos e tecnologias para os meios de comunicação internacionais em apresentações seguidas de questões levantadas pelos jornalistas.

A apresentação da Reifenhäuser, que teve um formato de painel de perguntas e respostas, delineou a ênfase que a empresa está dando aos aspectos da digitalização e sustentabilidade, focalizando-se nos princípios de redução , reutilização, reciclagem e substituição de plásticos. Outros tópicos abordados durante as diferentes palestras foram as linhas extrusão de filmes planos e chapas, linhas de não-tecidos, embalagens stretch mono-material recicláveis e linhas de PLA para filmes planos com espessura reduzida, entre outros desenvolvimentos.

A Battenfeld-Cincinnati anunciou seus mais recentes desenvolvimentos para o alcance da sustentabilidade através de componentes de extrusão otimizados, além de apresentar uma linha de extrusão que cobre uma ampla gama de exigências para processamento de PET. A empresa também apresentou um pacote de instrumentação para operação integrada de todos os sistemas de extrusão, uma máquina de corte de tubos sem hidráulica e uma nova extrusora de rosca única para pequenos tubos e perfis com nova unidade de controle.

A Sikora destacou suas tecnologias inovadoras para medição, controle, inspeção, análise e triagem. Durante a feira, acontecerá o debut de um sistema de medidas dimensionais para tubos e mangueiras com até 1,6 metros de diâmetro, assim como de um novo sistema de medidas de espessura para uso em extrusão de chapas de POM, PEEK, PMMA, PVC-FOAM e vidro. O seu sistema de testes óticos de laboratório com detecção de cor também será um premiére durante a K 2019, assim como um outro sistema de testes de laboratório com tecnologia de raios-X para detecção de contaminação metálica.

A Sumitomo (SHI) Demag irá demonstrar durante a Feira K2019 cinco máquinas com características de eficiência energética para os segmentos automotivo, de embalagem e aplicações médicas, além de apresentar os serviços técnicos inteligentes da empresa, aplicações em moldagens com borracha de silicone líquida (LSR) e um kit para conversão de injetoras para operações multi-componente, entre outras novidades da empresa.

Novos produtos a serem exibidos pela Wacker durante a K 2019 incluem elastômeros de silicone resistentes ao fogo, grades de borracha de silicone auto-adesivos exibindo superfícies com fricção muito baixa, além de laminados de silicone ultra-finos para aplicações com atividade elétrica. O foco também será em grades de borrachas de silicone líquidas que, graças ao seu reduzido conteúdo de voláteis, não necessariamente exigem pós-cura. Um novo aditivo baseado em silicone também fará seu debut, permitindo que os componedores de elastômeros termoplásticos produzam plásticos mais macios e mais repelentes à sujidade. Os visitantes da feira também poderão verificar in-loco as novidades na impressora de silicone em 3D desenvolvida pela empresa.

A Covestro divulgou suas várias inovações e projetos que visam ampliar as fronteiras de um mundo sustentável e digital. A empresa apóia o desenvolvimento de uma economia circular funcional e uma melhor gestão de recursos fósseis limitados, principalmente o petróleo bruto, como pontos centrais para o aumento da sustentabilidade. Outra força motriz é o avanço da digitalização. Vários tópicos e exposições na K 2019 destacam a importância da digitalização para a empresa, que espera estabelecer referências nesse campo na indústria de plásticos e de produtos químicos. Outro destaque da exposição na K 2019 é um conceito de interior automotivo abrangente para a mobilidade futura. Em linha com as últimas tendências, a mostra pretende transformar interiores de automóveis em espaços multifuncionais e móveis para a vida e o trabalho. Produtos têxteis derivados de gás carbônico e aplicações em energias renováveis foram outros destaques da apresentação da empresa.

A apresentação da Lanxess antecipou os principais tópicos a serem focalizados pela empresa durante a K 2019, tais como a nova mobilidade, a urbanização e digitalização. Como exemplos, merecerão especial atenção as novas poliamidas e poliésteres da empresa voltados para a mobilidade sustentável, o investimento da empresa em sistemas de moldagem por sopro, novos compostos de poliamida 6 para aplicações elétricas em disjuntores, pre-polímeros de PU com teores mínimos de isocianato livre, novos retardantes de chama para materiais isolantes, antioxidantes e antiozonantes para látex, borracha natural e sintética, além de outros aditivos e masterbatches. O uso da inteligência artificial no desenvolvimento de produtos e a ênfase na economia circular também serão abordadas durante a K 2019 pela Lanxess.

As novidades apresentadas pela BASF incluíram apresentações de clientes que exibiram protótipos fabricados com material quimicamente reciclados pela BASF, tais como embalagens de isolamento térmico para produtos farmacêuticos sensíveis à temperatura, bem como caixas para transporte de peixe fresco e embalagens protetoras para dispositivos eletrônicos em EPS (Storopack), filme de poliamida e um filme de polietileno que foram convertidos em embalagens com vedação especial para uso com queijo muzzarela (Südpack), um disjuntor elétrico a partir de poliamida (Schneider Electric) e o suporte do radiador feito de plástico, usando poliamida 6 reciclada com 30% de fibra de vidro (Jaguar Land Rover). Outras apresentações mostraram desenvolvimentos com polímeros compostáveis Ecovio, novos materiais para isolamento baseados em aerossóis que viabilizam redução de espessuras nas construção civil e indústria automotiva, novos estabilizantes térmicos e à luz para plásticos em aplicações na agricultura, novidades com Poliftalamidas para componentes nas indústrias automotiva e eletrônica, desenvolvimentos com PBT para extrusão e termoformagem, novos pigmentos que atendem às regulações atuais da indústria e também soluções para a mobilidade do futuro.

A Krauss Maffei divulgou o reposicionamento da sua marca, unificando sob uma único nome todos os seus produtos e serviços para Moldagem por Injeção, Extrusão e tecnologias de processo por reação e consolidando todas as divisões de negócio e marcas prévias (Krauss Maffei, Krauss Maffei Berstorff e Netstal) sob uma única marca unificada: Krauss Maffei. Durante a K2019, a Krauss Maffei apresentará sua nova plataforma digital B2B para negócios na área de reciclagem. Análise de dados também serão oferecidos pela unidade de negócios de soluções e serviços digitais. A empresa também demonstrará os seus desenvolvimentos com foco estratégico na Economia Circular. Sistemas para processamento a alta pressão de grafite expandida visando o aumento da eficiência de processo e material e produção limpa de Poliuretanos também serão demonstrados.

A Huntsman delineou os detalhes de uma nova gama de materiais para manufatura aditiva desenvolvida pela empresa, que visam atender a necessidades emergentes na indústria da impressão 3D. A plataforma de manufatura aditiva Iroprint da Huntsman contém três diferentes tipos de materiais à base de poliuretano (resinas, pós e filamentos), que podem ser impressos em 3D por meio da utilização de uma variedade de métodos de manufatura aditiva, incluindo estereolitografia (SLA), sinterização de alta velocidade (HSS) e fabricação por filamentos fundidos (FFF). Inicialmente, a Huntsman vai lançar a sua linha de materiais de manufatura aditiva macias e flexíveis na indústria global de calçados e esportes, onde a impressão 3D já está sendo utilizada para criar tanto sapatos personalizados como aqueles fabricados em massa.

A Asahi Kasei dedicou atenção especial aos seus materiais especiais para aplicações no carro conceito criado pela empresa, como visão do futuro da mobilidade, com ênfase em veículos autônomos, elétricos e conectados. Foi apresentada uma ampla gama de aplicações em interiores automotivos, como, por exemplo,  sensores e materiais da empresa para uso na purificação do ar do interior do veículo, dispositivos eletrônicos e espumas que tornam possível um espaço silencioso para os passageiros através do cancelamento de ruídos e fibras ecológicas premium que assegurem conforto e elegância. A empresa também destacou as aplicações de plásticos e espumas para reduzir o peso dos automóveis e, consequentemente, diminuir as emissões de gás carbônico.

A fabricante de máquinas injetoras baseado em Hong Kong Chen Hsong anunciou durante a Prévia da K 2019 o estabelecimento de uma nova subsidiária na Alemanha, para melhor atuar no mercado alemão através de soluções standard e especializadas. A Chen Hsong Germany GmbH é uma subsidiária integral da Chen Hsong Europe, sediada na Holanda. A Chen Hsong é uma das maiores fabricantes mundiais de máquinas injetoras, com forças de fechamento entre 20 a 6.500 toneladas.

Na K 2019, mais de 3.000 expositores de todos os continentes estarão apresentando seus mais recentes desenvolvimentos nas áreas de máquinas e equipamentos para a indústria de plásticos e borracha, matérias-primas e auxiliares, produtos semi-acabados, peças técnicas e produtos plásticos reforçados. A feira, que estará aberta das 10:00 até 18:00 de quarta-feira, 16 de outubro de até quarta-feira, 23 de outubro, espera atrair cerca de 200.000 visitantes profissionais de todo o mundo.

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Desafio da Braskem busca soluções para retirar odor de resinas recicladas

19/07/2019

O projeto recebeu mais de 150 inscrições dos cinco continentes com idéias para a produção de resina pós-consumo de qualidade e sem cheiro. Pesquisadores alemães apresentaram o melhor projeto e receberam 30 mil dólares.

A Braskem lançou no ano passado uma parceria com a Innocentive, uma plataforma global que incentiva desenvolvimento de pesquisas, com o objetivo de retirar cheiro de resina reciclada. Foram 154 inscritos de todo o mundo, com 25 selecionados para a segunda fase e oito finalistas escolhidos para testes. Dois pesquisadores alemães apresentaram a melhor opção e receberam 30 mil dólares por seu desenvolvimento tecnológico.

A proposta do desafio vai ao encontro com o compromisso com a Economia Circular da Braskem , divulgado em novembro de 2018, em que a empresa definiu oito iniciativas que contribuem com a cadeia do setor plástico para a indústria e sociedade, e que inclui no terceiro item: “Desenvolver ou apoiar o desenvolvimento de novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais, considerando o melhor equilíbrio dos impactos econômicos, sociais e ambientais”.

Dentro deste cenário, a petroquímica conduziu durante 2018 o desafio, visando desenvolver a cadeia de reciclagem do plástico. Foram realizados testes em laboratórios, tanto da Braskem como externos, em oito soluções apresentadas por pesquisadores inscritos no programa. A partir destas avalições, uma solução se destacou: trata-se de um processo que reduz o odor do resíduo sem diminuir as propriedades da poliolefina, ampliando o leque de possibilidades de aplicação do material.

“A parceria com a Innocentive foi um sucesso. Conseguimos atender a uma demanda interna e externa ao abrir para pesquisadores do mundo inteiro uma forma de colaborar com a reciclagem do plástico, permitindo identificar uma nova tecnologia que, desenvolvida em parceria com a Braskem, poderá impactar positivamente o mercado de reciclados. Estamos totalmente comprometidos em pesquisar e desenvolver soluções mais sustentáveis para a cadeia do plástico”, explica Fabiana Quiroga, diretora de Reciclagem e da Plataforma Wecycle.

Fonte: Braskem

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Hillenbrand compra Milacron por U$ 2 bilhões

18/07/2019

  • Milacron é a maior fabricante norte-americana de máquinas, equipamentos e sistemas para processamento de plásticos
  • Com a aquisição, a Hillenbrand, controladora da Coperion, adiciona ao seu portfolio de tecnologias de processamento de plásticos os segmentos de injeção e extrusão da Milacron, câmara-quente da Mold-Masters, bases e componentes de molde da DME
  • Negócios da marca Uniloy na área de moldagem por sopro foram vendidos para outro grupo e não integram a transação com a Hillenbrand.
  • Aquisição aumenta escala e diversificação da nova empresa combinada, que deverá gerar receita anual de aproximadamente US $ 3 bilhões e fluxo de caixa livre de mais de US $ 325 milhões até 2021

A Hillenbrand, Inc. e a Milacron Holdings Corp. anunciaram em 12/07 ter chegado a um acordo definitivo sob o qual a Hillenbrand irá adquirir a Milacron em uma transação mista, envolvendo dinheiro e ações, avaliada em aproximadamente US $ 2 bilhões, incluindo a dívida líquida de aproximadamente US $ 686 milhões da Milacron, estimada em 31 de março de 2019.

Sob os termos do acordo, que foi aprovado por unanimidade pelos Conselhos de Administração de ambas as companhias, os acionistas da Milacron receberão US $ 11,80 em dinheiro e uma relação de troca fixa de 0,1612 ações ordinárias da Hillenbrand para cada ação ordinária da Milacron que eles possuam. Com base no preço de fechamento da ação da Hillenbrand em 11 de julho de 2019, o último dia de negociação antes do anúncio, a soma do pagamento implícito em dinheiro e ações a ser recebido pelos acionistas da Milacron é de $ 18,07 por ação, representando um prêmio de aproximadamente 34% para o preço de fechamento da ação da Milacron em 11 de julho de 2019. No fechamento, os acionistas da Hillenbrand deterão aproximadamente 84% da companhia combinada e os acionistas da Milacron deterão aproximadamente 16%.

A Milacron fabrica, distribui e presta serviços de engenharia e sistemas personalizados na indústria de processamento e tecnologia de plásticos, cujo tamanho estimado é de aproximadamente US $ 30 bilhões, bem como em tecnologias de fluidos e sistemas de processamento. A Milacron opera em três segmentos: Sistemas de Processamento e Controle de Material Fundido, que projeta e fabrica sistemas avançados de câmara quente e controle de processo, bases e componentes de molde; Tecnologias de Processamento Avançado de Plásticos, que projeta e fabrica equipamentos e sistemas de processamento de plásticos, incluindo moldagem por injeção, extrusão e sistemas auxiliares; e Fluid Technologies, que fabrica produtos que são usados ​​em uma variedade de processos de usinagem.

Os negócios da marca Uniloy anteriormente pertencentes à Milacron na área de moldagem de plásticos por sopro, foram vendidos separadamente ao Osgood Capital Group e Cyprium Investment Partners e não integram a transação com a Hillenbrand.

A aquisição da Milacron representa um passo fundamental na visão de Hillenbrand de se tornar empresa industrial diversificada de classe mundial ao adicionar ao portfolio da Hillenbrand novos negócios estratégicos em sistemas de canais quentes e moldagem por injeção,através de marcas líderes como Milacron e Mold-Masters. Juntas, a empresa combinada terá maior escala e uma significativa diversificação de produtos, aprimorando sua capacidade de atender aos clientes através de tecnologias complementares em toda a cadeia de valor de plásticos, incluindo produção de resinas de base plástica, compostos, processamento de produtos plásticos por extrusão e injeção, além de reciclagem.

Joe Raver, presidente e CEO da Hillenbrand, disse: “Esta transação transforma significativamente nosso portfólio e oferta de produtos, adicionando as soluções tecnológicas líderes da Milacron e uma base de clientes instalada considerável para nos ajudar a impulsionar o crescimento de longo prazo. A Milacron se alinha à nossa estratégia de crescimento rentável e a estrutura de aquisições e temos a expectativa de que as potencialidades adicionais de seus segmentos de alto desempenho acelerem a geração de fluxo de caixa livre e melhorem as margens em todos os negócios. Eu tenho muito respeito pelos funcionários talentosos da Milacron e espero recebê-los na Hillenbrand, enquanto embarcamos nesse próximo passo em nossa estratégia e criamos valor adicionado para nossos acionistas, clientes, funcionários e comunidades “.

Tom Goeke, diretor executivo da Milacron, disse: “Após cuidadosa revisão, nossa diretoria concluiu unanimemente que uma combinação com a Hillenbrand representa uma oportunidade única para fornecer aos acionistas da Milacron um valor significativo e imediato e a capacidade de se beneficiar do potencial positivo da companhia combinada. A Hillenbrand tem um enorme histórico de crescimento e agregação de valoir em seu portfólio de produtos. Juntos, continuaremos a fornecer aos clientes produtos inovadores e sistemas personalizados. Essa combinação é resultado do tremendo progresso da equipe da Milacron em melhorar nossa posição como líder global em tecnologia e processamento de plásticos. Estou confiante de que encontramos um parceiro forte em Hillenbrand e estamos ansiosos para uma transição perfeita “.

A Hillenbrand é uma empresa industrial diversificada global com várias marcas líderes que atendem a uma ampla variedade de indústrias em todo o mundo, já atuando no segmento de plásticos através da marca Coperion K-Tron. O portfólio da Hillenbrand é composto por dois segmentos de negócios: o Grupo de Equipamentos de Processo e Batesville. Os negócios do Grupo de Equipamentos de Processo projetam, desenvolvem, fabricam e fornecem equipamentos industriais em todo o mundo. Batesville é um líder no segmento funerário na América do Norte.

Fonte: Milacron

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Clariant toma iniciativas para apoiar embalagens plásticas mais sustentáveis

18/07/2019

  • Oferta de soluções para desafios na indústria de embalagens
  • Quatro abordagens distintas
  • Masterbatches de aditivos exercem papel fundamental

Como parte de um programa que envolve toda a Clariant para criar uma indústria de plásticos mais sustentável, o Segmento de Mercado de Embalagens, da Unidade de Negócios de Masterbatches, está trabalhando para ajudar proprietários de marcas e produtores de embalagens a realizarem seus objetivos de desenvolver soluções mais amigáveis ao meio ambiente. Segundo a empresa, o seu portfólio de masterbatches de aditivos, aliado à expertise interna e à colaboração com outras organizações do setor, permite oferecer soluções em quatro áreas importantes:

  • Desenvolvimento de embalagens altamente recicláveis;
  • Fabricação de embalagens plásticas que possam ser reutilizadas facilmente;
  • Apoio ao uso de polímeros bio-baseados;
  • Aumento da aceitação de embalagens compostáveis.

“A embalagem plástica é um recurso essencial para as marcas e representa uma forma segura de entregar produtos ao consumidor em condições ótimas”, declara Alessandro Dulli, Clariant Masterbatches Global Head of Packaging. “A embalagem também exerce papel importante na diferenciação e na identidade das marcas. Não devemos nos esquecer de que é importante que a indústria e os consumidores trabalhem para criar um modelo mais sustentável de embalagens. Ninguém conseguirá atingir esse objetivo sozinho. É necessário contar com a colaboração de todos os grupos de interesse e isso é o que estamos buscando com essa nova iniciativa”.

Reciclagem

A reciclagem já está recuperando grandes volumes de resíduos plásticos para reintrodução no mercado como embalagens novas, mas ainda existem grandes desafios para o aumento do uso da resina pós-consumo (PCR). A Clariant afirma estar trabalhando para ajudar a superar tais desafios de diversas formas:

Novos masterbatches de aditivos que sequestram o oxigênio e reduzem a necessidade de embalagens com múltiplas camadas e materiais, a fim de prolongar o prazo de validade dos produtos embalados. Com apenas um material envolvido, o plástico se torna mais reciclável.

Os masterbatches de aditivos CESA®-IR estão agora disponíveis para produção de plásticos com coloração escura, visíveis aos sensores de infravermelho próximo (NIR) usados nos sistemas de separação de polímeros, possibilitando sua reciclagem com eficiência.

Masterbatches líquidos inovadores possibilitam a redução das emissões de carbono relacionadas a processos logísticos complexos e estoques pesados.

Extensores de cadeia, tecnologia de controle de odores, clareadores de cores e outros aditivos que aumentam a qualidade e facilitam a comercialização de materiais plásticos reciclados.

Reuso

“Se todas as embalagens plásticas pudessem ser reutilizadas apenas uma vez, a quantidade de material que entra no fluxo de resíduos seria cortada pela metade imediatamente”, observa Alessandro Dulli, “Embora não haja expectativa de que possamos reutilizar todos os plásticos, nosso dever conosco e com nosso planeta é fazer o melhor que pudermos”.

Atualmente, a maioria das embalagens é projetada para completar seu ciclo de vida assim que o produto é entregue, mas é preciso redefinir os parâmetros se quisermos que os recipientes sobrevivam por mais tempo. A Clariant afirma que, entre os seus produtos que estão disponíveis para ajudar nesse esforço se destacam aditivos que:

  • Aumentam a durabilidade e a resistência a arranhões dos plásticos;
  • Diminuem a tendência dos materiais ficarem amarelados com o tempo;
  • Resistem à degradação causada pela lavagem e esterilização;
  • Evitam o desbotamento das cores e outras perdas estéticas;
  • Controlam a fragilidade e o surgimento de fissuras por tensão.

A Clariant desenvolve soluções em projetos de cocriação com clientes em laboratórios especializados, como os que integram a rede Clariant ColorWorks™, a fim de desenvolver e testar materiais sob condições de envelhecimento simuladas para confirmar a duração dos ciclos de vida. A empresa afirma que essa expertise auxilia projetos globais complexos que visam proteger a identidade de marca, além de prestar suporte em questões regulatórias envolvendo a extensão dos ciclos de vida dos produtos.

Polímeros bio-baseados

Os polímeros bio-baseados, mais comumente chamados de “bioplásticos”, são feitos a partir de materiais renováveis, ao invés de materiais fósseis como petróleo ou gás natural. Eles estão atraindo cada vez mais interesse porque usam matérias-primas de origem vegetal e podem reduzir as emissões de carbono em comparação com outros polímeros. Várias dessas resinas são basicamente idênticas aos plásticos convencionais e podem se beneficiar das mesmas soluções de projeto de reciclagem mencionadas acima. Ao mesmo tempo, a Clariant apoia os clientes que tem como objetivo oferecer um produto de origem 100% bio-baseados, ao desenvolver cores e aditivos que empregam matérias-primas renováveis, afirma a empresa.

Polímeros compostáveis

Polímeros compostáveis – como ácido polilático (PLA) ou polihidroxialcanoatos (PHA) – são geralmente considerados como uma possível solução para o problema do descarte, pois se degradam mais facilmente com o tempo em comparação com os plásticos não compostáveis. Eles também podem representar uma solução interessante para aplicações em alimentos, nos casos em que embalagens contaminadas por alimentos não possam ser recicladas. As embalagens feitas de polímeros compostáveis podem fornecer a resposta, já que os resíduos contaminados podem se submeter à compostagem.

A Clariant afirma estar trabalhando para melhorar a vida útil dos biopolímeros, como PLA, bem como a estética desses materiais, com uma gama de cores que ajudam a preservar e aprimorar a identidade de marca. Com mais de 20 anos de experiência na fabricação de masterbatches para compostagem, a Clariant afirma garantir o atendimento de todos os requisitos.

“Na Clariant,” afirma Alessandro Dulli, “temos orgulho de imaginar o futuro, promovendo a sustentabilidade e desenvolvendo soluções práticas para os desafios que enfrentamos; afinal, projetar para o meio ambiente nada mais é do que projetar para todos nós”.

Fonte: Clariant

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Evonik apresenta aditivo de processo para a reciclagem de resíduos de borracha na K 2019

18/07/2019

O produto permite o processamento de resíduos de borracha em um material resistente usado em uma variedade de aplicações, como construção de estradas, setor esportivo ou playgrounds

Na feira K deste ano, em Düsseldorf, Alemanha, que acontece de 16 a 23 de outubro, a Evonik apresentará um aditivo de processo para a reciclagem de resíduos de borracha. Com o Vestenamer, a Evonik contribui para o fechamento do ciclo de materiais de borracha de uma maneira mais sustentável.

A cada ano, cerca de 19,3 milhões de toneladas de pneus são descartados no mundo inteiro – incluindo 3,6 milhões de toneladas só na Europa. Na Alemanha, por exemplo, há vinte anos, mais da metade dos pneus descartados era utilizada na recuperação energética, enquanto somente um em dez era destinado à reciclagem. Hoje, a reciclagem dos materiais está equiparada com a recuperação energética. Com o Vestenamer, a Evonik contribui para o fechamento do ciclo de materiais para a borracha de uma maneira mais sustentável.

Na reciclagem dos resíduos de borracha, a adição do Vestenamer é uma aplicação que, segundo a Evonik, já comprovou o seu valor na produção de artigos de borracha como pisos, colchões e bases para sistemas de sinalização de obras e barreiras nas estradas a partir de resíduos aproveitáveis.

“Como um aditivo de processo, o Vestenamer melhora a fluidez do composto de borracha, resultando em um material que pode ser processado com muito mais eficiência. A reatividade e a estrutura polimérica do Vestenamer também são fatores importantes: ambos dão origem uma boa densidade de ligações entre as partículas de borracha, o que, por sua vez, impacta positivamente as propriedades mecânicas do produto”, diz Dr. Peter Hannen, gerente de desenvolvimento de mercado do Vestenamer. “Em outras palavras, o aditivo de processo da Evonik melhora tanto a eficácia dos custos de processamento quanto a qualidade das peças de borracha quando se trata de borracha reciclada”.

Além do aspecto econômico de proporcionar uma matéria-prima eficiente em custos, a reciclagem do material dos pneus descartados também está ganhando mais destaque do ponto de vista ecológico. Por exemplo, o uso de pneus descartados em produtos novos contribui de modo significativo para a redução da emissão de carbono em até um terço em comparação com produtos que não usam um material reciclado. E a economia circular da borracha também atenua o problema global dos pneus descartados.

O Vestenamer da Evonik é usado como aditivo de processo na indústria da borracha já faz muitos anos. Fabricado no parque químico de Marl (Alemanha), o polioctenâmero resolve uma variedade de desafios no setor de compostos e processamento de borracha. O produto também é usado como auxiliar na reciclagem de resíduos de borracha.

Fonte: Evonik

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Faturamento recorde da Radici em 2018 atinge 1,211 bilhões de euros

18/07/2019

  • Primeiro semestre de 2019: desaceleração nos volumes, mas com margens estáveis.
  • Segunda parte do ano mais incerta. Positiva, mas menor que 2018.

Faturamento consolidado em 1,211 bilhões de euros (+6%), Ebitda em 185 milhões (+16%) e resultado líquido após amortizações e depreciações em 97 milhões (+19%): estes são os principais números de 2018 do RadiciGroup que opera com 3100 funcionários em 16 países nos negócios da química, dos tecnopolímeros e das fibras sintéticas.

“Foi um ano excepcional, disse Angelo Radici, Presidente do RadiciGroup, que se encerrou com números recorde para o Grupo. Muito embora na última parte do ano tenhamos sentido as primeiras desacelerações que continuam em 2019. De qualquer forma, acho que posso dizer que poderemos ter um relatório semestral com margens estáveis, apesar da contração dos volumes. Quanto à segunda parte do ano em curso, será um pouco mais difícil, mas ainda com resultados positivos, ainda que certamente inferiores a 2018. O cenário global em que as empresas operam hoje é certamente influenciado pelas incertezas ligadas à questão dos impostos China-EUA e à instabilidade geopolítica. Há também a contração do mercado automotivo, com o qual estamos tentando lidar com grandes esforços em termos de pesquisa e inovação, visando a expansão do portfolio de produtos, inclusive com materiais de reduzido impacto ambiental, e criando novas oportunidades de mercado cada vez mais atentas à sustentabilidade das empresas.”

Nesse contexto, o Grupo continua a perseguir sua estratégia de focalizar nos negócios principais considerados estratégicos, como a química do náilon, os tecnopolímeros e as fibras sintéticas, além de fontes renováveis. O objetivo é melhorar a posição competitiva no mercado, alcançando um equilíbrio substancial entre as áreas geográficas em que opera, com o objetivo de se tornar menos dependente do desempenho de cada mercado.

Alessandro Manzoni, CFO do RadiciGroup, comentou: “A nossa posição financeira líquida melhorou em comparação com 2017, assim como todos os coeficientes patrimoniais e as relações de confiança mútua com as instituições financeiras. Tivemos uma situação financeira absolutamente sólida que nos colocou em condições de estarmos preparados para quaisquer oportunidades de crescimento sem necessariamente recorrer a intervenções de capital externo. Em 2018 – acrescenta Manzoni – fizemos investimentos de mais de 50 milhões de euros e o mesmo número ocorrerá em 2019, com o objetivo de manter elevados níveis de excelência tecnológica a serviço da competitividade das empresas e do meio ambiente.”

Juntamente com o desempenho positivo do Grupo, é importante enfatizar que os lucros e a solidez econômico-financeira são perseguidos em relação ao meio ambiente e seus recursos. Em 2018, o valor agregado global líquido (a capacidade de uma empresa de produzir riqueza para todos os seus stakeholders) continuou ainda a crescer, chegando a 280 milhões de euros (258 em 2017): e a este valor corresponde um decréscimo no uso de recursos como energia e água, assim como redução na produção de resíduos e emissões.

No Relatório de Sustentabilidade atualmente elaborado de acordo com o modelo GRI Standards – Core Option, todos esses dados serão interligados para fornecer um relatório preciso e certificado dos aspectos econômicos, sociais e ambientais vinculados a todas as empresas RadiciGroup nas diversas áreas de negócio que, em 2018, registraram o seguinte faturamento agregado, em milhões de euros:

  • Specialty Chemicals 471 (em 2017: 439)
  • High Performance Polymers 406 (em 2017: 360)
  • Synthetic Fibres and Nonwovens 444 (em 2017: 451)
  • Outros Negócios 10 (em 2017: 10)

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Terphane investe no mercado Centro-Americano e participa do Seminário Flexo CentroAmérica 2019 em El Salvador

18/07/2019

O evento regional tem público-alvo proveniente da América Central, Caribe e México.

Nos dias 18 e 19 de Julho (hoje e amanhã), a Terphane, líder em filmes PET (poliéster) na América Latina, participará do Seminário Flexo Centroamérica 2019, organizado pela Asiplastic (Associação Salvadorenha da Indústria do Plástico – http://www.asiplastic.org). Na ocasião, Rudhy Rozas, Key Account Executive, apresentará a palestra ‘Tendências de mercado: substituição da folha de alumínio por filme PET metalizado de alta barreira’.

“A palestra será o gancho para a Terphane apresentar em seu stand diversas novidades”, explica Cláudio Felker Andreis, Gerente Comercial Internacional. Entre elas a linha de filmes seláveis easy open e a linha de filmes matte (opacos), com ênfase no filme VMAT que, segundo a empresa, oferece estabilidade térmica e mecânica; alta barreira a gases, vapor d’água e aromas; bom desempenho nos vários processos de conversão (laminação, impressão e metalização) e, como diferencial, o toque aveludado. A empresa firma que o seu filme VMAT também garante boa ancoragem de tinta, adesivos e vernizes graças ao tratamento Coex em uma das faces.

Outra novidade são os filmes alta barreira transparentes de PVDC e a linha da Toyobo – Ecosyar, Toughster e Olyester – que a Terphane representa nas Américas. “A embalagem transparente é uma forte tendência no mercado de flexíveis e ajuda a construir valor para a marca. Ela tem uma relevância ainda maior em produtos/marcas premium já que uma “simples” janela pode chancelar toda a qualidade esperada do posicionamento do produto”, analisa Cláudio. A linha da Toyobo completa a linha da Terphane, criando possibilidades de estruturas de embalagem para os mercados de alimentos (secos, úmidos, refeições pré-cozidas, para cozimento da embalagem, sopas, etc) e não alimentos (medicamentos, produtos industriais, químicos, produtos de higiene pessoal e beleza, etc).

Com forte apelo de sustentabilidade, a nova linha de filmes PET Ecophane será outro destaque da Terphane em seu estande no Seminário Flexo em El Salvador. Segundo a Terphane, este filme PET tem, no mínimo, 30% de PCR (PET reciclado pós consumo) em sua composição. São mais de 10 tipos de filmes, disponíveis para as mais diversas aplicações. Além de garantirem um menor uso de matérias-primas virgens, os novos filmes da linha Ecophane estão inseridos no conceito de Economia Circular: o PET descartado na forma de garrafas é coletado, reciclado e volta a ser embalagem.

Cláudio Andreis explica que não é de hoje que a Terphane trabalha os mercados centro-americano, caribenho e mexicano, tanto que a empresa já é uma das líderes no fornecimento de filmes PET na região. “Há mais de 10 anos, regularmente fazemos visitas comerciais e técnicas aos clientes locais e estamos presentes nos principais players da região. E continuamos acreditando no potencial desses países cuja economia cresce a uma taxa média de 5% ao ano. Acompanhamos de perto a substituição, nos últimos anos, do PP (polipropileno) e do PE (polietileno) por PET (poliéster), especialmente nos mercados de café, leite em pó, molhos e maionese e estamos prontos para os próximos desafios”, conclui.

Serviço Seminário Flexo Centroamérica 2019

Data: 18 e 19 Julho
Horário: a partir das 8h00
Local: Hotel Crowne Plaza San Salvador – Conference Center
Informações: www.asiplastic.org

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fonte: Terphane

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Prévia da K 2019 – Covestro destaca sua visão de um mundo sustentável e digital

17/07/2019

  • Busca por ciclo de material em toda a cadeia de valor
  • Pioneira no caminho para um futuro sem matérias-primas fósseis
  • Programa abrangente para digitalização
  • Soluções inovadoras para indústrias-chave

Durante a conferência de imprensa Prévia da K2019, realizada no Centro de Convenções da Messe Duesseldorf em 2 de julho passado, a fabricante de materiais Covestro apresentou em primeira mão as novidades a serem exibidas na Feira K 2019 em Outubro. Apresentado pelo CEO da Covestro, Dr. Markus Steilemann, e por Jochen Hardt, vice-presidente e especialista em marketing da Covestro, a empresa divulgou suas várias inovações e projetos que visam ampliar as fronteiras de um mundo sustentável e digital.

Na feira de plásticos K 2019, em Düsseldorf, a Covestro apresentará soluções inovadoras em materiais que, segundo a empresa, fornecem respostas aos desafios atuais do mundo. Os visitantes da principal feira do mundo para a indústria de plásticos e borracha encontrarão exemplos disso apresentados pela Covestro no estande A75, no Hall 6. De 16 a 23 de outubro de 2019, produtos e tecnologias para as indústrias automotiva, de construção e eletrônica estarão em exibição , além de aplicações inovadoras e funcionais nos setores da saúde, móveis, esportes e lazer.

“Além do avanço da digitalização, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas serão uma força motriz na sociedade e na economia para os próximos anos”, disse o CEO Markus Steilemann aos jornalistas. “O atingimento desses objetivos não é apenas imperativo para um mundo melhor, mais limpo e mais saudável, mas também possui um grande potencial econômico a longo prazo”, explicou o CEO. “A Covestro está determinada a implementar as metas de sustentabilidade da ONU em muitos níveis.”

Steilemann apontou o desenvolvimento de uma economia circular funcional e uma melhor gestão de recursos fósseis limitados, principalmente o petróleo bruto, como pontos centrais para o aumento da sustentabilidade. “Essas são metas que impactarão a sociedade como um todo e a Covestro quer contribuir para isso. Dentro de nossa empresa, queremos estabelecer ciclos de materiais ao longo de toda a cadeia de valor, desde os fornecedores, passando pela produção e logística, até o uso de nossos produtos e sua reutilização ”, explica Steilemann.

Ao reciclar plásticos usados, será importante poder esgotar todas as possibilidades técnicas. “O método relativamente novo de reciclagem química também é uma opção, que requer suporte adicional”, disse o CEO.

Um aspecto fundamental para o desenvolvimento de uma economia circular na indústria de plásticos e indústria química é fechar o ciclo de carbono com recursos reciclados. Aqui, vale a pena considerar o uso de resíduos de plantas e, cada vez mais, a utilização de gás carbônico como alternativas para os recursos fósseis. A Covestro já alcançou vários resultados nessas áreas. “Queremos nos tornar pioneiros no caminho para um futuro sem recursos baseados em materiais fósseis e enfatizar nossa reivindicação de liderança no setor”, enfatizou Steilemann.

Digitalização cria valor agregado

Outra força motriz é o avanço da digitalização. A Covestro quer aproveitar as oportunidades nessa área e iniciou um programa abrangente, com foco no cliente. Para isso, a empresa está incorporando tecnologias e processos digitais na produção, na cadeia de suprimentos, na pesquisa e desenvolvimento, em todos os pontos de contato com os clientes e no desenvolvimento de novos modelos de negócios. Vários tópicos e exposições na K 2019 destacam a importância da digitalização para a empresa, que espera estabelecer referências nesse campo na indústria de plásticos e de produtos químicos.

Os exemplos abaixo dão uma ideia dos desenvolvimentos que a Covestro apresentará na K 2019.

Sociedade completamente conectada

Um requisito importante para a mobilidade do futuro e a digitalização de todas as áreas da vida e dos negócios é a nova tecnologia de transmissão 5G. Para construir a infra-estrutura para isso, a Covestro está trabalhando em conjunto com a Deutsche Telekom e o Umeå Institute of Design para desenvolver soluções inovadoras em materiais para estações base, antenas e outros componentes do sistema. A Covestro também está trabalhando em uma solução em filme de múltiplas camadas em conjunto com um novo processo de fabricação para as partes de trás da estrutura de smartphones. Ao contrário dos elementos convencionais de metal, estes filmes de policarbonato são permeáveis ​​à radiação de alta frequência.

Interiores de automóveis do futuro

O destaque da exposição na K 2019 é um conceito de interior automotivo abrangente para a mobilidade futura. Em linha com a última tendência, a mostra pretende transformar interiores de automóveis em espaços multifuncionais e móveis para a vida e o trabalho. “Desenvolvemos o conceito em conjunto com parceiros-chave industriais e acadêmicos”, explicou Jochen Hardt, especialista em marketing da Covestro e líder do projeto. “Isso envolve funcionalidade, conforto e design em igual medida, além de eficiência.” O carro do futuro é totalmente conectado em rede e é perfeitamente integrado à vida cotidiana. Os principais recursos de design são superfícies com aparência e toque decorativos, iluminação ambiente integrada, os últimos sistemas de entretenimento digitais e conceitos em assentos de última geração.

Produtos têxteis derivados de gás carbônico

Juntamente com parceiros como a RWTH Aachen University e vários fabricantes de têxteis, a Covestro conseguiu produzir fibras têxteis elásticas a partir de poliuretano termoplástico derivado parcialmente de CO2 e, como resultado, substituiu em parte o petróleo bruto como matéria-prima. O ponto de partida é um produto intermediário chamado cardyon®, que já é usado para para produzir a espuma macia encontrada em colchões e nas camadas de base dos campos esportivos. Os parceiros estão atualmente trabalhando no desenvolvimento da produção de têxteis em escala industrial e querem introduzir um ciclo de material que seja baseado em recursos sustentáveis ​​para a indústria têxtil e de vestuário.

Energias renováveis ​​em ascensão

Além de promover uma economia circular eficiente, a Covestro também está comprometida em expandir ainda mais o uso dos plásticos em energias renováveis, como a energia eólica. A cooperação com parceiros levou ao desenvolvimento de uma resina de poliuretano, bem como de uma tecnologia de processo, que torna possível a fabricação de pás de rotores de turbinas eólicas de forma eficiente e econômica, afirma a empresa. A Covestro recentemente processou seu primeiro pedido comercial nessa área proveniente da China.

Com 2018 vendas de 14,6 bilhões de euros, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados ​​em muitas áreas da vida diária. Os principais segmentos atendidos são os setores automotivo, de construção civil, processamento de madeira e móveis, e elétricos e eletrônicos. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.800 pessoas (calculadas como equivalentes em tempo integral) no final de 2018.

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Brasília recebe o PlastCoLab, instalação que une interatividade e o movimento maker no universo do plástico

17/07/2019

Iniciativa gratuita, que foi sucesso em São Paulo, Porto Alegre e Salvador, destaca projetos que unem inovação à versatilidade do plástico.

Brasília será palco da iniciativa que mostra como o plástico, por meio do movimento maker, pode se transformar em projetos que reúnem interatividade, tecnologia e inovação. O PlastCoLab, chega à capital nacional na próxima sexta-feira, 19 de julho, após seu sucesso em São Paulo, Porto Alegre e Salvador, onde já atraiu mais de 25 mil visitantes. A proposta é ressaltar a utilização do plástico de forma criativa e responsável. A atração gratuita funcionará entre 19 a 28 de julho no shopping Conjunto Nacional, das 9h às 22h (segunda a sábado) e das 14h às 20h (domingo).

O PlastCoLab é uma instalação formada por quatro estações, cada uma de uma cor diferente, todas inspiradas no icônico cubo mágico, famoso brinquedo dos anos 80. Na estação azul funcionará o Robô resolvedor de Cubo Mágico que promete desvendar os segredos do ícone da cultura geek em poucos segundos. No mesmo local também será possível interagir com uma prótese humana impressa em 3D e um braço mecânico, protótipos que mostram como o plástico contribui para a acessibilidade das pessoas.

A Horta Urbana é a estrela da estação verde. Com sensores e válvulas automatizadas, ela recebe água com nutrientes na quantidade necessária para as plantas. A horta, pensada para pequenos espaços, foi criada com a reutilização e reciclagem de diversos itens de plástico, como recipientes transformados em vasos, tubos de PVC que demonstram como o material é versátil e acessível.

Na estação vermelha será possível observar uma impressora 3D em funcionamento, produzindo vários diferentes objetos com filamentos plásticos.

Já na estação laranja o público terá acesso à uma mesa interativa, que traz caneta de impressão 3D, convidando os visitantes a soltarem a imaginação e criar as mais diferentes formas. Diversos outros brinquedos inteligentes também estarão disponíveis para serem manuseados. Este também será o espaço dos personagens impressos em 3D do jogo Eckoblocks. O jogo, já disponível para plataformas mobile, tem como objetivo engajar crianças sobre a importância da reciclagem e o fundamental papel que elas exercem nesse processo

No PlastCoLab será possível ainda ver e interagir com o Robô BEO, um robô inteiro confeccionado em plástico que dança e interage com as pessoas, respondendo perguntas e executando ações solicitadas por elas.

“Brasília, por concentrar um público que vive o dia a dia das políticas públicas e também antenado nos avanços da tecnologia do país, tem tudo a ver com o projeto PlastCoLab. É mais uma oportunidade de apresentar o universo de aplicação, a inovação e os benefícios do plástico em projetos totalmente ligados a nova economia”, diz José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast.

“A característica itinerante do PlastCoLab nos possibilita reforçar, nas mais diferentes localidades do país, como o plástico é importante para a cultura maker, um movimento que está crescendo cada vez mais. Por meio de experiências e interações, o público conhecerá como o plástico é fundamental como tendência para o desenvolvimento de projetos inovadores, sustentáveis e acessíveis”, diz Edison Terra, Vice-Presidente executivo da Braskem.

Serviço:
PlastCoLab
Data: 19 a 28 de julho
Horário: 9h às 22h (segunda a sábado) e das 14h às 20h (domingo).
Local: SDN CNB – Conjunto A. Asa Norte – B
Quanto: Gratuito.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e Abiplast, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, e prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma. Para saber mais, acesse www.picplast.com.br e plasticotransforma.com.br

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Durante Prévia da K 2019, clientes da BASF exibem protótipos fabricados com material plástico quimicamente reciclado

16/07/2019

  • Os parceiros da BASF no Projeto ChemCycling: Jaguar Land Rover, Storopack, Südpack e Schneider Electric.
  • Fase piloto promissora, mas continuam os desafios tecnológicos e econômicos, assim como a necessidade de avanços regulatórios.

Um número cada vez maior de empresas da indústria de plásticos está trabalhando para promover a reciclabilidade dos plásticos e, assim, ajudar, na criação de uma economia circular. Uma das maneiras pelas quais a BASF atua nessa área é através do projeto ChemCycling: no final de 2018, a empresa utilizou pela primeira vez volumes piloto de óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos como matéria-prima em sua própria produção.

Na Prévia da Feira K 2019, uma conferência de imprensa que ocorreu no Centro de Conveções da Messe Düsseldorf entre 1 a 3 de Julho, quatro parceiros apresentaram os primeiros protótipos que foram criados durante a fase piloto do projeto.

A Jaguar Land Rover (JLR), fabricante líder na indústria automotiva, desenvolveu um protótipo do suporte do radiador feito de plástico, usando poliamida 6 reciclada com 30% de fibra de vidro (Ultramid B3WG6 Ccycled Black 00564) para o seu primeiro SUV elétrico: o I-Pace. “Como parte do nosso compromisso de acelerar a fabricação em circuito fechado (Closed-loop manufacturing) em todas as nossas operações, estamos sempre em busca de avanços tecnológicos que ajudem a reduzir o desperdício”, disse Craig Woodburn, gerente global de Compliance Ambiental da JLR. “A capacidade de converter resíduos plásticos de consumo em peças seguras e de qualidade usadas em produtos premium, por meio do processo ChemCycling, é um passo importante no avanço da nossa aspiração de alcançar um futuro com resíduo-zero”.

A Storopack, fornecedora global de embalagens de proteção e peças técnicas moldadas, usou EPS quimicamente reciclado (Styropor P Ccycled) para fabricar embalagens de isolamento térmico para produtos farmacêuticos sensíveis à temperatura, bem como caixas para transporte de peixe fresco e embalagens protetoras para dispositivos eletrônicos. “Ficamos particularmente impressionados com o fato de que o Styropor® P Ccycled pode ser usado em embalagens de alimentos. Já existem várias opções de reciclagem para o Styropor e o projeto ChemCycling ajuda a aumentar ainda mais a o percentual reciclável”, comentou Hermann Reichenecker (foto), presidente do Conselho de Administração da Storopack.

A Südpack, uma das principais produtoras de embalagens em filmes na Europa, fabricou um filme de poliamida e um filme de polietileno que foram convertidos em embalagens com vedação especial para uso com queijo muzzarela. Até o momento, considerava-se que as embalagens multicamadas eram recicláveis até um certo limite. “Embalagens em filme desempenham funções importantes tais como: a proteção do produto, higiene e tempo de vida de prateleira, ao mesmo tempo em que precisa utilizar uma quantidade mínima de plásticos. Esta é a razão pela qual as embalagens em filme são compostas por vários materiais e camadas com diversas propriedades e barreiras. Por meio de inovações como o ChemCycling, chegamos mais próximos de resolver os problemas associados à reciclagem de embalagens flexíveis”, disse Johannes Remmele, sócio-gerente da Südpack.

A Schneider Electric, líder na transformação digital de gestão de energia e automação, fabricou um disjuntor a partir de poliamida (Ultramid) quimicamente reciclada. “Nós ativamente avaliamos a capacidade de matérias-primas secundárias, tais como plásticos reciclados, de atender aos nossos exigentes padrões de qualidade, normas e regulamentações rigorosas da indústria. Nós confiamos na expertise da BASF para demonstrar os benefícios de sustentabilidade de ponta-a-ponta e ao mesmo tempo oferecer um custo atraente. Esperamos que esta experimentação com a BASF abra espaço para mais inovações circulares em Gerenciamento e Distribuição de Energia”, disse Xavier Houot, vice-presidente sênior de meio ambiente, segurança e real state da Schneider Electric Group.

“Os projetos piloto com clientes de várias indústrias mostram que os produtos fabricados com matérias-primas quimicamente recicladas oferecem a mesma alta qualidade e desempenho que os produtos fabricados com materiais primários. O projeto ChemCycling, que usa uma abordagem de balanço de massa para atribuir matematicamente uma parcela do material reciclado ao produto final, pode ajudar nossos clientes a atingir suas metas de sustentabilidade”, disse Jürgen Becky, vice-presidente sênior de Materiais de Performance. Os produtos certificados são indicados com a terminação “Ccycled” em seu nome. Os protótipos apresentados na Prévia da K 2019, em Düsseldorf, fazem parte da fase piloto em andamento do projeto ChemCycling.

Potencial para aumento do percentual de material reciclável

“Com o projeto ChemCycling, a BASF tem como objetivo processar o óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos que atualmente não são recicláveis, tais como plásticos misturados ou contaminados. Se tivermos êxito em desenvolver o projeto até o ponto de disponibilidade no mercado, o ChemCycling será um complemento inovador aos processos existentes de reciclagem e recuperação, com o intuito de resolver o problema dos resíduos plásticos”, comentou Stefan Gräter, responsável pelo projeto ChemCycling na BASF.

O expressivo potencial da reciclagem química foi confirmado pela consultoria McKinsey em um estudo de dezembro de 2018: se os processos de reciclagem existentes forem combinados aos novos, como a reciclagem química, os especialistas acreditam que alcançaremos até 2030 uma taxa de 50% de reutilização e reciclagem de plásticos mundialmente (hoje, 16%). A parcela da reciclagem química poderia então subir do seu valor atual de 1% para aproximadamente 17%, o que equivale à reciclagem de cerca de 74 milhões de toneladas de resíduos plásticos.

Desafios tecnológicos, econômicos e regulatórios

Para passar da fase piloto à implantação no mercado, várias questões precisarão ser resolvidas. As tecnologias existentes para a transformação de resíduos plásticos em matérias-primas recicladas devem ser avançadas e adaptadas para o uso em escala industrial, a fim de garantir a alta qualidade do óleo de pirólise. A BASF está atualmente investigando várias opções para alimentar, a longo prazo, o seu complexo produtivo integrado com volumes comerciais de óleo de pirólise. Além das questões técnicas, os aspectos econômicos também desempenham um papel. Para a reciclagem química ter aceitação no mercado, os órgãos regulatórios também devem reconhecer oficialmente que o processo é uma modalidade de reciclagem. Dentro desse escopo, eles precisam definir como as abordagens de reciclagem química e balanço de massa podem ser incluídas no cálculo das taxas de reciclagem exigidas por lei.

Uso responsável de recursos

“Nosso projeto ChemCycling é um bom exemplo de como a BASF está trabalhando com nossos parceiros no desenvolvimento de soluções para os principais desafios do século 21”, disse Dr. Andreas Kicherer, especialista em sustentabilidade da BASF. Além do projeto ChemCycling, a BASF está envolvida em muitos outros projetos e iniciativas que fortalecem a ideia da economia circular e previnem o descarte dos plásticos no meio ambiente. Por exemplo, o portfólio de produtos da BASF inclui o ecovio®, um plástico compostável certificado, parcialmente fabricado com matérias-primas renováveis. A empresa é membro do World Plastics Council e participa de dois programas da Ellen MacArthur Foundation. Em todas as suas fábricas no mundo, a BASF implementa a “Operação Clean Sweep”, uma iniciativa internacional da indústria de plásticos destinada a evitar a perda de pellets de plástico no meio ambiente. Além disso, no início de 2019 a BASF uniu esforços com aproximadamente 30 outras empresas para fundar a Alliance to End Plastic Waste (AEPW). Nos próximos cinco anos, esta iniciativa pretende investir até $1,5 bilhão em vários projetos e parcerias, principalmente na Ásia e na África. Há quatro áreas-foco principais: desenvolvimento de infraestrutura para coleta de resíduos, promoção de métodos inovadores de reciclagem, educação e engajamento de vários grupos, além da limpeza de áreas com concentração de resíduos plásticos no meio ambiente.

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Huntsman apresenta nova gama de materiais baseados em Poliuretanos para Impressão 3D durante a Prévia da K 2019

11/07/2019

A empresa química Huntsman delineou no dia 3 de julho, durante apresentação na Prévia da Feira K2019, em Düsseldorf, na Alemanha, os detalhes de uma nova gama de materiais para manufatura aditiva desenvolvida pela empresa, que visam atender a necessidades emergentes na indústria da impressão 3D. A plataforma de manufatura aditiva Iroprint da Huntsman contém três diferentes tipos de materiais à base de poliuretano (resinas, pós e filamentos), que podem ser impressos em 3D por meio da utilização de uma variedade de métodos de manufatura aditiva, incluindo estereolitografia (SLA), sinterização de alta velocidade (HSS) e fabricação por filamentos fundidos (FFF).

Inicialmente, a Huntsman vai lançar a sua linha Iroprint de materiais de manufatura aditiva macias e flexíveis na indústria global de calçados e esportes, onde a impressão 3D já está sendo utilizada para criar tanto sapatos personalizados como aqueles fabricados em massa. A longo prazo, a Huntsman planeja ampliar a sua plataforma de manufatura aditiva Iroprint para uma gama mais vasta de aplicações e indústrias.

Atualmente, a plataforma de manufatura aditiva Iroprint inclui três linhas de produtos que foram otimizadas para trabalhar com as principais técnicas de impressão 3D preferidas pelos fabricantes de calçados.

  • Resinas: as resinas Iroprint R são uma gama de sistemas de resinas líquidas de um só componente, macias e duráveis, que podem ser impressas em 3D através de estereolitografia (SLA), processamento de luz digital (DLP) e outros métodos de cura por radiação.
  • Pós: para as empresas que pretendem imprimir em 3D com materiais em pó, os pós Iroprint P são uma linha de poliuretanos termoplásticos (TPU) de alto desempenho para modalidades de impressão através de sinterização de alta velocidade (HSS).
  • Os filamentos F Iroprint são uma coleção de materiais TPU de alto desempenho que possuem um diâmetro consistente e foram concebidos para uso através da técnica de fabricação por filamentos fundidos (FFF) e outras tecnologias de impressão à base de extrusão.

Todas as três linhas de produtos de manufatura aditiva Iroprint foram otimizadas para a produção de componentes de calçados e são fáceis de usar e imprimir, oferecendo resistência avançada à abrasão, ao alongamento e ao rasgo, afirma a Huntsman. Para as modalidades de impressão 3D com cura por radiação, tais como Estereolitografia (SLA) ou Processamento de Luz Digital (DLP), as resinas R Iroprint também oferecem capacidades de longa durabilidade e cura rápida, garante a empresa.

Durante a sua apresentação na Prévia da K2019 em Dusseldorf, na qual a Huntsman lançou a sua plataforma de manufatura aditiva Iroprint, Stephane Peysson (foto), Diretor de Desenvolvimento de Negócio Global da Huntsman Polyurethanes, adiantou: “A nossa equipe de incubação de inovação trabalhou numa colaboração próxima com usuários finais e líderes industriais para desenvolver a nossa carteira de produtos de manufatura aditiva Iroprint. Juntos, nós analisamos detalhadamente os fatores que criam um bom material de impressão 3D e o que tem faltado no mercado até o momento. Acreditamos que o lançamento do nosso portfolio de manufatura aditiva Iroprint preenche a lacuna que existe hoje no mercado em relação a uma gama de materiais de impressão 3D funcionais, duráveis e ao mesmo tempo mais macios, agnósticos à tecnologia, econômicos e fáceis de imprimir – qualquer que seja a técnica de produção 3D preferida.”

“Antes do lançamento da gama Iroprint, nós estivemos construindo relações com parceiros tecnológicos chave que, por sua vez, trabalham com algumas das maiores marcas de calçados do mundo. Antevemos grandes oportunidades para os nossos materiais de manufatura aditiva Iroprint em outros setores do mercado de impressão 3D, desde componentes para a indústria automobilística até objetos para aplicações na área de “Internet das Coisas” (IoT). Estamos vivendo um tempo incrivelmente excitante no mercado de manufatura aditiva, com estimativas sugerindo que o setor deverá crescer mais de 20% até 2024. Estamos ansiosos por discutir o lançamento da nossa plataforma de manufatura aditiva Iroprint com qualquer pessoa que esteja ativamente envolvida na impressão 3D durante a feira K, em Outubro, em Düsseldorf.”

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Novo e-book da Tomra Sorting Recycling identifica como a cadeia de valor do plástico pode reduzir seu desperdício

09/07/2019

A ameaça existencial para os oceanos e a vida marinha é uma razão justa e correta para reduzir o desperdício de plásticos; outra boa razão são as novas oportunidades de negócios rentáveis.

A Tomra Sorting Recycling publicou um novo eBook que compartilha ideias transformadoras para reduzir o desperdício de plástico em toda sua cadeia de valor. A publicação gratuita para download destaca como a adoção mais ampla de uma economia circular não é apenas vital para o meio ambiente, mas também pode trazer novas oportunidades de negócios.

O mais recente e-book da Tomra adota a visão realista de que o plástico se tornou insubstituível em nossa vida cotidiana por causa de suas inúmeras vantagens, mas é preciso que haja uma ação urgente para evitar uma exacerbação da ameaça que os resíduos plásticos já representam para nossos oceanos e a vida marinha. O cerne da questão, diz o e-book, é o que fazemos com o plástico após o uso e como os plásticos voltam a entrar na economia circular. Ao implementar medidas eficazes na cadeia de valor dos plásticos, podemos garantir a saúde a longo prazo de nossas economias, comunidades e meio ambiente.

O e-book da Tomra identifica muitas das ações que precisam ser tomadas para evitar uma catástrofe ambiental. Além disso, reforça as ações necessárias de todas as principais partes interessadas do setor na cadeia de valor dos plásticos: fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, consumidores, empresas de gestão de resíduos, instalações de reciclagem e legisladores.

Além dos benefícios ambientais da reciclagem de resíduos, o e-book observa como mudanças econômicas positivas também podem ser esperadas. As economias que usam modelos de descartes e descartáveis estão adotando novas oportunidades de negócios por meio de tecnologias avançadas de classificação que purificam e entregam reciclados de alta qualidade.

Para baixar sua cópia do eBook, visite: https://solutions.Tomra.com/plastic-value-chain-ebook

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Tomra

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Organização da Feira K 2019 em Düsseldorf disponibiliza recursos e serviços para visitantes.

26/06/2019

  • Tópicos de destaque em um microsite dedicado.
  • Planta interativa dos pavilhões de exposição.
  • Organizador de visitas.
  • Nova Ferramenta de Matchmaking.
  • Aplicativo da K.
  • Newsletter da K.

Agora, só faltam quatro meses para a K 2019 abrir novamente as portas da principal Feira Mundial de Plásticos e Borracha. De 16 a 23 de outubro, o Centro de Exposições de Düsseldorf estará lotado, com mais de 3.000 expositores de 60 países. Se você é um visitante profissional, já pode começar a planejar sua visita agora para aproveitar ao máximo tudo o que a feira oferece. A K 2019 tem uma variedade de serviços para dar suporte aos visitantes de todo o mundo, permitindo que você aproveite da melhor maneira possível seu tempo em Düsseldorf.

Tópicos de destaque na K 2019 no site K-online.com

Quatro temas “quentes” foram escolhidos para a K 2019 pelos acadêmicos e especialistas do Grupo de Inovação da K 2019: Plásticos para Desenvolvimento Sustentável e Economia Circular, Digitalização e Indústria de Plásticos 4.0, Integração de Sistemas: Funcionalidade através do Material, Processo e Design e Jovens Talentos na indústria.

Esses “quentes” agora têm seu próprio microsite dedicado no Portal da K, com entrevistas em vídeo contínuas, artigos e notícias baseadas em cada tópico. É um ótimo lugar para os visitantes começarem a planejar sua visita à feira.

Planta interativa dos pavilhões de exposição

A planta interativa dos pavilhões abrange instalações internas e externas e é a ferramenta ideal para você se orientar no centro de exposições. Cada pavilhão pode ser acessado com um simples toque, e uma função de zoom contínuo permite que você focalize estandes individuais, onde você pode visualizar todas as informações sobre o expositor e seus produtos. A nova função de busca de expositores cobre todo o banco de dados da K ​​e exibe os resultados diretamente na planta dos pavilhões.

Organizador de visita

Usando a função “My Organizer” (Meu organizador), os visitantes precisam apenas de alguns toques / cliques para compilar uma lista de expositores de seu interesse, a fim de que possam planejar sua rota através dos pavilhões em detalhes, antes de sua chegada na feira. Após o registro, o “My Organizer” pode ser usado na bilheteria com um login pessoal, embora também esteja disponível sem registro. O login permite o uso conveniente em vários dispositivos (por exemplo, smartphones e PCs) por um longo período de tempo. Uma vez que uma lista tenha sido compilada, ela pode ser editada ou alterada toda vez que for acessada.

Nova ferramenta de “Matchmaking”

Um dos principais benefícios da feira K em Düsseldorf é a possibilidade de estabelecer contatos internacionais (networking). Mas qual é a maneira mais fácil para os expositores e visitantes fazerem contato em nossa era digital? A nova ferramenta inteligente “Matchmaking Tool” fornece uma plataforma ideal para encontrar novos contatos de forma rápida e conveniente e para fazer networking com eles. Visitantes e expositores na K 2019 já podem pesquisar por contatos e produtos que considerem relevantes e interessantes. A ferramenta sugere contatos adequados imediatamente, permitindo que você entre em contato com eles e agende reuniões durante a feira. O acesso é através do portal da web, em https://www.k-online.com/matchmaker2 para visitantes, e em https://www.k-online.com/matchmaking_exh_2 para expositores ou através do aplicativo K Matchmaking no IOS e no Android. A ferramenta rapidamente detecta os seus interesses e apresenta recomendações e sugestões personalizadas de contatos.

O aplicativo da K: Levando para casa todo o universo da feira K

O App da K disponibiliza todas as informações importantes sobre a K em um dispositivo móvel em inglês e alemão, fornecendo pesquisas sobre expositores e produtos (também off-line), notícias sobre a feira e expositores e o plano interativo dos pavilhões, bem como o My Organizer e funções de matchmaking. O aplicativo é gratuito e pode ser baixado na AppStore ou no Google Play. Juntamente com o aplicativo K Matchmaking, o aplicativo da K oferece a melhor maneira de se preparar para a feira.

A Newsletter da K

A Newsletter da K 2019 fornece informações detalhadas no período que antecede a feira, apresentando as notícias dos expositores juntamente com produtos inovadores – todos classificados de acordo com uma temática ou de acordo com a aplicação, por ex. aplicações médicas, construção de veículos ou embalagem. A newsletter da K estará disponível para assinatura via k-online.com a partir de agosto.

Sobre a Feira K:

A K foi organizada pela Messe Düsseldorf pela primeira vez em 1952. Ela ocorre em intervalos de três anos. A última edição da K em 2016 registrou 3.293 expositores de 61 países, cobriu um espaço de exposição líquido de cerca de 173.000 metros quadrados e atraiu 232.053 visitantes profissionais, incluindo 71 por cento de visitantes de fora da Alemanha.

Fonte:  Messe Duesseldorf

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LyondellBasell e Neste anunciam produção em escala comercial de polipropileno e polietileno de baixa densidade de base biológica a partir de materiais renováveis

26/06/2019

Segundo as empresas, esta colaboração marca a primeira vez que polipropileno de base biológica e o polietileno de baixa densidade de base biológica foram produzidos simultaneamente em escala comercial.

A LyondellBasell (www.lyondellbasell.com), uma das empresas líderes no segmento de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, e a Neste (www.neste.com), produtora de diesel renovável a partir de resíduos, anunciaram conjuntamente no dia 18 de junho a primeira produção em paralelo, em escala comercial, de polipropileno de base biológica e de polietileno de baixa densidade de base biológica.

A equipe de produção da LyondellBasell em Wesseling, Alemanha, mostrou o primeiro lote de biopolímeros obtidos a partir de materiais renováveis.

O projeto conjunto utilizou hidrocarbonetos renováveis ​​da Neste, derivados de matérias-primas de base biológicas sustentáveis, como resíduos e óleos residuais, afirma a empresa. O projeto produziu com sucesso vários milhares de toneladas de plásticos de base biológica que, segundo as empresas, são aprovados para a produção de embalagens de alimentos e serão comercializados sob as marcas Circulen e Circulen Plus, a nova família de produtos de economia circular da LyondellBasell.

“A LyondellBasell tem um espírito inovador que abrange décadas e uma realização como essa demonstra ações concretas que estamos tomando em apoio a uma economia circular”, disse Richard Roudeix, Vice-Presidente Sênior de Olefinas e Poliolefinas da LyondellBasell para Europa, Ásia & Internacional. “Através do uso de recursos renováveis, estamos contribuindo para a luta contra a mudança climática e ajudando nossos clientes a atingir suas metas ambientais.”

“Estamos empolgados em permitir que a indústria de plásticos introduza mais materiais de base biológica em sua oferta. É muito gratificante ver os hidrocarbonetos renováveis ​​da Neste operando perfeitamente em uma escala comercial de produção de polímeros de base biológica, fornecendo uma opção de substituição para materiais fósseis “, disse o presidente e CEO da Neste, Peter Vanacker. “Esta colaboração pioneira com a LyondellBasell representa um marco importante na comercialização dos polímeros ​e produtos químicos renováveis da Neste, com foco no desenvolvimento de soluções renováveis ​​e circulares para marcas sustentáveis ​​voltadas para o futuro”.

Pioneirismo

O desenvolvimento anunciado pelas duas empresas combinou as matérias-primas renováveis ​​exclusivas da Neste e as capacidades técnicas da LyondellBasell. Segundo a LyondellBasell, a flexibilidade do seu cracker na unidade de Wesseling, na Alemanha, permitiu o processamento de uma nova matéria-prima renovável, que foi convertida diretamente em polietileno de base biológica e polipropileno de base biológica. As duas empresas afirmam que uma terceira entidade independente testou os produtos poliméricos usando traçadores de carbono e confirmou que eles continham mais de 30% de conteúdo renovável.

A LyondellBasell vendeu alguns dos produtos renováveis ​​produzidos no testes para vários clientes – um deles é a Cofresco, uma empresa do Grupo Melitta (com marcas como Toppits® e Albal®) que é o principal fornecedor europeu de produtos de marca no segmento de filmes para uso doméstico. A Cofresco planeja usar o polietileno de base biológica Circulen Plus para criar materiais sustentáveis para embalagem de alimentos.

A LyondellBasell é uma das maiores empresas de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, vendendo produtos em mais de 100 países. A empresa é a maior produtora mundial de compostos de polímeros e o maior licenciador de tecnologias de poliolefinas.

A Neste é um produtor de diesel renovável, refinado a partir de resíduos, oferecendo soluções ​​também para as indústrias de aviação e plásticos. A empresa também é um refinador de produtos petrolíferos. Em 2018, a receita da Neste foi de 14,9 bilhões de euros.

Fonte: Lyondell Basell

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Chevron Phillips em negociação para comprar a canadense Nova Chemicals – Reuters

23/06/2019

A Chevron Phillips Chemical Corp está considerando fazer uma oferta de U$ 15 bilhões pela Nova Chemicals, empresa com sede em Calgary (Canada). A oferta inclui a dívida da Nova.

A joint venture entre a Phillips 66 e a Chevron Corp, sediada em Woodlands (Texas, EUA), que já é uma grande empresa petroquímica global, pode se expandir mais ainda com a aquisição da Nova Chemicals.

Fontes não identificadas disseram à Reuters na quinta-feira (20/06) que a Chevron Phillips já fez a proposta, mas há a possibilidade de outro comprador ainda surgir. O dono da Nova Chemical, o fundo soberano de Abu Dhabi, Mubadala Investment Co., vem tentando vender a petroquímica desde o início do ano, mas não há nenhuma certeza de que irá aceitar a proposta da Chevron Philiphs Chemical. A Mubadala também pode decidir manter uma participação na Nova Chemicals, acrescentou uma das fontes.

Tanto a Chevron Phillips Chemical Co. como a Nova Chemicals não confirmaram as informações.

Fundada em 1954, a Nova Chemicals relatou um Ebitda de U$ 271 milhões no primeiro trimestre de 2019, abaixo dos U$ 418 milhões registrados no mesmo período de 2018, de acordo com dados do site da empresa.

A Nova Chemicals tem 2.900 funcionários globalmente e fabrica polietileno e etileno. Produz também poliestireno expandido usado na construção, em embalagens, copos e recipientes, manuseio de materiais, segurança e outras aplicações.

Se o negócio se concretizar, pode fazer da Chevron Phillips a terceira maior produtora de polietileno da América do Norte, logo após a Exxon Mobil Chemical Company e a Dow Chemical Company, disse Ashish Chitalia, analista da área química da firma de pesquisa Wood Mackenzie. A aquisição também significará que a Chevron Phillips se tornará a maior produtora de polietileno de alta densidade na América do Norte, seguida pela LyondellBasell, acrescentou Chitalia.

Uma das variáveis a serem levadas em conta na transação é o fato de que há expectativas de que haja excesso de oferta de polietileno nos próximos três anos. Além disso, a indústria petroquímica está lutando com os impactos da guerra comercial EUA-China, que pode reduzir os preços e prejudicar o crescimento nos EUA.

O governo de Abu Dhabi adquiriu a Nova Chemicals em 2009 por U$ 500 milhões, evitando que a empresa se submetesse a uma reestruturação financeira, em virtude da sua alta dívida na época. Desde então, os negócios da Nova cresceram rapidamente, como resultado da expansão vertiginosa das atividades de shale gas na América do Norte.

No ano passado, a Dow venceu uma ação judicial de US $ 1 bilhão contra a Nova em uma disputa relacionada a um cracker de etileno em Alberta.

No início deste ano, a joint venture da Nova com a Borealis AG, sediada em Viena, chamada Novealis, iniciou a construção de uma unidade de 625.000 toneladas métricas de Polietileno, em Pasadena, Texas, em parceria com a petrolífera francesa Total SA. A unidade pertence a uma joint venture Total-Novealis denominada Bayport Polymers LCC e deve iniciar operações em 2021.

Outros grandes projetos incluem um cracker e uma expansão de polietileno em Sarnia, Ontário, com previsão de partida para o quarto trimestre de 2021 e um recente projeto de flexibilização de matérias-primas em Sarnia.

Fundada no ano 2000, a Chevron Philips Chemical tem instalações fabris nos Estados Unidos, Cingapura, Arábia Saudita, Catar e Bélgica. O faturamento total da empresa foi U$ 12 bi no ano passado, de acordo com seu site.

Fonte: Reuters, Calgary Herald, Chron

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Danone, Veolia, Nestlé e Tetra Park se unem para criar novo modelo comercial para incentivar recuperação e reciclagem de plásticos

22/06/2019

A Iniciativa 3R reúne ONGs, especialistas e grandes empresas como Danone, Nestlé, Tetra Pak e Veolia em modelos de negócios pioneiros de “economia circular”

A Iniciativa 3R é um esforço global planejado para reduzir a pegada de plástico e embalagens de empresas de bens de consumo, produtores, varejistas e outros, padronizando seus esforços e criando instrumentos negociáveis ​​que podem aumentar as reduções através de um esquema de crédito baseado no mercado.

A Iniciativa 3R trabalha usando um esquema de crédito para alavancar a economia circular – incentivando e encorajando empresas a assumir a liderança dentro e além de suas cadeias de valor para abordar a questão dos resíduos plásticos em escala.

A Iniciativa 3R foi fundada pela Danone, Veolia, Nestlé, Tetra Pak e é liderada pela Verra, criadora de padrões internacionais, e pela BVRio, desenvolvedora do mercado ambiental, ambas organizações sem fins lucrativos. A Conservation International e o South Pole contribuem como consultores.

Um padrão transparente para relatórios corporativos

A conscientização do público sobre a poluição plástica está crescendo, e cada vez mais empresas estão implementando atividades de redução de resíduos plásticos e assumindo compromissos globais. No entanto, muitos ainda acham difícil aprimorar suas ações e informar seus clientes sobre seu progresso em um formato universalmente aceito. A Iniciativa 3R oferece um modelo comercialmente sustentável, transparente, econômico e escalável. Um de seus componentes é o 3R Corporate Standard, em relação ao qual os esforços das corporações para reduzir seus resíduos plásticos podem ser avaliados de forma independente. É certificado por terceiros, para que as empresas possam usar o padrão para quantificar com credibilidade os impactos de seus próprios esforços e seus investimentos em recuperação de resíduos e reciclagem.

“Padrões confiáveis ​​e gerenciados independentemente serão fundamentais para o estabelecimento de mecanismos de mercado confiáveis ​​para lidar com resíduos plásticos em escala. A Iniciativa 3R fornecerá esses padrões por meio de um processo robusto, envolvendo várias partes interessadas, como empresas, ONGs e governos, e extensas consultas públicas “, declarou David Antonioli, CEO da Verra.

O mecanismo de crédito 3R para projetos de atividades

Outro componente importante é o 3R Crediting Mechanism, uma ferramenta inovadora que permite a negociação de créditos emitidos por atividades de recuperação e reciclagem de plásticos em todo o mundo. Ela permite que as empresas superem as ações internas e apoiem ​​projetos em “hotspots de vazamento de plástico” que geram benefícios ambientais e sociais verificáveis. As empresas podem comprar créditos para apoiar financeiramente e acelerar projetos que recuperam e reciclam plásticos e embalagens, contribuindo assim para a sua circularidade.

“É empolgante fazer parte da criação de um esquema muito necessário para aumentar a recuperação de plásticos e aumentar as taxas de reciclagem globalmente. Este inovador mecanismo 3R – Reduzir, Recuperar, Reciclar – é o resultado do trabalho de especialistas reunidos, arregaçando as mangas e assumindo o desafio de melhorar a coleta”, disse Mario Abreu, Vice-Presidente Global de Sustentabilidade da Tetra Pak. “O desenvolvimento e o financiamento de soluções para mitigar possíveis vazamentos para o meio ambiente é um dos principais objetivos e apóia o objetivo da Tetra Pak de enviar zero de caixas para aterros sanitários.

“A Conservation International está entusiasmada por fazer parte desta importante iniciativa, que dará às empresas as ferramentas necessárias para manter o plástico fora do ambiente e dos oceanos do mundo, ajudando os países a alcançar seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, disse Jennifer Morris, presidente da Conservation International.

Benefícios sociais e ambientais

Além de combater o lixo plástico, o mecanismo de crédito também traz benefícios sociais diretos. No Brasil, por exemplo, o mecanismo permitirá que os catadores desfavorecidos gerem renda adicional e melhorem suas condições de trabalho por meio da venda de créditos de recuperação de resíduos plásticos. No sudeste da Ásia, os créditos 3R vão desbloquear novos investimentos em infraestrutura de coleta e reciclagem de resíduos em falta para reduzir a poluição do plástico em sua origem.

Mais de uma dúzia de pilotos iniciais de potenciais projetos de emissão de créditos, visando diferentes tipos de plásticos e atividades de embalagem e recuperação, serão desenvolvidos nos próximos anos na América Latina, África e Sudeste Asiático.

“Até hoje, houve muito pouco investimento em esforços de recuperação e reciclagem de resíduos, especialmente no mundo em desenvolvimento, onde o apoio é mais necessário”, disse Moura Costa. “A Iniciativa 3R oferece às corporações a possibilidade de demonstrar ao público que estão dispostos e são capazes de combater a poluição plástica, com o objetivo de transformar modelos de negócios insustentáveis ​​em sistemas operacionais verdadeiramente circulares.”

A Iniciativa 3R (www.3RInitiative.org), nomeada segundo seus objetivos de reduzir o desperdício de plástico, recuperar plástico do meio ambiente e aumentar as taxas de reciclagem, visa: (1) catalisar o projeto responsável, o uso e a recuperação de materiais de embalagem; (2) apoiar as empresas na redução de suas pegadas de resíduos plásticos e na mitigação de possíveis vazamentos no meio ambiente; e (3) estimular o desenvolvimento de novos projetos de recuperação e reciclagem de plásticos em todo o mundo. A Iniciativa 3R começará com foco em embalagens plásticas e, com o tempo, cobrirá uma gama mais ampla de materiais recicláveis ​​para atender às necessidades ambientais e de mercado. O Padrão 3R para Contabilidade Corporativa permitirá que as empresas avaliem e relatem de forma robusta suas pegadas de resíduos de plástico e comuniquem ações de mitigação confiáveis. Isto será complementado pela Norma 3R para a Contabilidade do Projeto, que estabelecerá as regras e metodologias para quantificar e contabilizar a remoção e / ou reciclagem de resíduos, incorporar salvaguardas sociais para proteger os catadores e estabelecer um sistema de verificação usando terceiros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – 3R

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PICPlast investe em plataforma digital de educação e lança game Eckoblocks

20/06/2019

Jogo foi criado com o objetivo de incentivar práticas sustentáveis e ressaltar a importância da reciclagem e o papel fundamental das pessoas nesse processo.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, o PICPlast, anuncia mais uma iniciativa visando a educação e conscientização sobre a importância da reciclagem: o lançamento do Eckoblocks, um game para plataforma móvel que tem como objetivo engajar crianças sobre questões relacionadas à sustentabilidade e à preservação do meio ambiente. Pioneiro, o PICPlast é fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), e da Braskem.

A ação faz parte do Movimento Plástico Transforma, a plataforma de conteúdo do PICPlast direcionado para a sociedade, que tem como objetivo mostrar como o plástico, aliado à tecnologia, à inovação e à utilização responsável, podem mudar o futuro da sociedade. Ao longo de cinco anos de atuação, o Plano já investiu R$ 10 milhões em ações, com grande foco em Educação, que destacam as vantagens da matéria-prima.

“Com o Eckoblocks, queremos desenvolver essa consciência na criança, com uma atividade que educa ao mesmo tempo que diverte”, diz Edison Terra, Vice-Presidente Executivo da Braskem. “Trata-se de mais um importante passo de aproximação com a sociedade, uma forma lúdica de evidenciar a relevância do consumo consciente e do descarte correto”, afirma José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast.

Voltado para crianças de 6 a 11 anos, o Eckoblocks possui download gratuito para celulares e tablets com sistemas iOS e Android. O visual é inspirado no game Minecraft®, sucesso mundial entre o público infantil. Os jogadores navegam por dois ambientes – cidade e natureza – e são estimulados a coletar resíduos recicláveis contemplando diversos tipos de matérias-primas. O objetivo principal é promover o crescimento da cidade de forma sustentável, por meio da administração de recursos.

Desde 2017, o PICPlast vem investindo em ações que geram agenda positiva para o plástico e que ultrapassam os interlocutores da indústria da transformação. É o caso, por exemplo, do PlastCoLab, espaço interativo, inspirado no movimento maker, que reúne inovação e tecnologia associado ao plástico. Realizado em São Paulo, Porto Alegre e Salvador, o espaço deve contar com novas edições em outras cidades ainda este ano.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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Solvay faz parceria na área de polímeros especiais para impressão 3D de uso industrial

20/06/2019

Primeiro projeto junto com a Stratasys, que deve estar pronto em 2020, visa a aplicações na área aeroespacial/aeronáutica

A Solvay anunciou acordo de cooperação com a Stratasys para desenvolver novos filamentos de manufatura aditiva (AM) de alto desempenho para uso exclusivo nas impressoras 3D FDM® F900® da Stratasys.

“Os clientes da Stratasys têm solicitado repetidamente materiais mais diversificados e de alto desempenho, ao mesmo tempo em que muitos dos nossos clientes da Solvay desejam que os polímeros de alto desempenho sejam habilitados para uso nesses sistemas de impressão industrial 3D. Portanto, a parceria entre as duas empresas agora nos permite atender a essas necessidades crescentes”, disse Christophe Schramm, Gerente de Negócios de Additive Manufacturing da unidade global de negócios Specialty Polymers da Solvay.

Como parte de seu plano conjunto de produtos, a Solvay e a Stratasys trabalharão juntas para desenvolver um filamento de AM de alto desempenho baseado no polímero de polifenilsulfona da Solvay Radel® (PPSU) , que atenderá às exigências rigorosas de conformidade FAR* 25.853 para uso em aplicações aeroespaciais. Ambas as empresas pretendem comercializar este novo filamento Radel® PPSU em 2020.

Outros produtos que atendam às necessidades específicas da indústria em outros importantes mercados de uso final de AM também serão posteriormente lançados.

“A Solvay é uma líder confiável para materiais diversificados e testados para as indústrias aeroespacial, automotiva e médica. Estamos orgulhosos de dispor deste novo acordo de colaboração, que dará aos clientes a capacidade de expandir ainda mais a impressão em 3D FDM em aplicações de produção”, disse Rich Garrity, presidente da Stratasys Americas.

A Solvay tem um histórico de 25 anos com os grades de PPSU Radel® desenvolvidos especificamente para uso em componentes internos de cabine de aeronaves, que estão em conformidade com todos os requisitos comerciais e regulatórios de inflamabilidade, densidade de fumaça, liberação de calor e emissões de gases tóxicos, afirma a empresa. Estes grades também oferecem excelente resistência química e rigidez excepcionais, assegura a Solvay.

“A parceria com a Stratasys é um passo importante na estratégia da Solvay para criar um ecossistema sólido e diversificado de AM para melhor atender nossos clientes. A combinação da seleção e da expertise dos materiais da Solvay com os recursos de impressão 3D repetíveis e de alta qualidade da Stratasys abrirá novas possibilidades para a manufatura aditiva em mais das indústrias que atendemos atualmente de manufatura “tradicional”, acrescentou Christophe Schramm, da Solvay.

A Stratasys é líder global em manufatura aditiva ou tecnologia de impressão 3D e é fabricante de impressoras 3D FDM® e PolyJet™. As tecnologias da empresa são usadas para criar protótipos, moldes e peças de produção nas indústrias, incluindo a aeroespacial, automotiva, saúde, produtos de consumo e educação. O ecossistema de soluções e expertise da impressão 3D da Stratasys inclui: impressoras 3D, materiais, software, serviços especializados e produção de peças sob demanda.

A Solvay é uma empresa de materiais avançados e de especialidades químicas, com produtos e soluções utilizados em aviões, automóveis, dispositivos inteligentes e instrumentos médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre outras aplicações. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 24.500 pessoas em 62 países. As vendas líquidas pro forma foram de € 10,3 bilhões em 2018. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

*Federal Aviation Regulations 253 (Regulamentação da Associação Federal de Aviação dos Estados Unidos)

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Tanques de PRFV para água potável são os destaques da Tecniplas na Fispal

20/06/2019

Tanques da Tecniplas instalados em fábrica de gêneros alimentícios

A Tecniplas participa mais uma vez da Fispal Tecnologia, importante feira do setor de alimentos e bebidas da América Latina – de 25 a 28/06, no São Paulo Expo. Especializada na fabricação de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibra de Vidro), a empresa destacará no evento a adequação dos seus reservatórios à Portaria de Consolidação nº 05, de 28/09/2017, Anexo XX (Laudo de Inocuidade). A regulamentação dispõe sobre a inocuidade dos materiais que ficam em contato com água potável.

“A Tecniplas possui Laudo de Inocuidade das resinas utilizadas na fabricação dos tanques de PRFV, conforme exige a Portaria. Isso nos habilita a fornecer reservatórios usados para a armazenagem não só de água potável, mas de qualquer tipo de insumo consumido pela indústria de alimentos e bebidas”, explica Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

Além de ser atóxico e inócuo, ele salienta, o PRFV é mais competitivo do que o aço inox normalmente empregado na fabricação dos tanques para a armazenagem de matérias-primas do setor alimentício.

“Com as mesmas dimensões e características técnicas, os tanques de plástico reforçado podem custar até 35% menos do que os de aço inox. Sem contar que são monolíticos, ou seja, moldados em uma única peça. Isso significa que não existem pontos de solda, áreas normalmente sujeitas a vazamentos”, detalha.

Em comparação com tanques de aço vitrificado, que são compostos por centenas de painéis parafusados e revestidos de borracha, a comparação é ainda mais favorável para o PRFV, afirma Rossi. “Só precisamos homologar a superfície interna ou liner do tanque para o contato com a água. No aço vitrificado, é necessário o aval para todos os componentes que dão forma ao reservatório, o que implica em sensível aumento do custo”, complementa o diretor da Tecniplas.

Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos são consumidos pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tecniplas

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Uso de adesivos estruturais é tendência para desenvolver veículos mais leves

20/06/2019

 

Montadora: adesivação estrutural ajuda a reduzir o peso dos veículos

Junção com adesivos reduz o custo e aumenta a produtividade das montadoras

Carros mais eficientes, que consumam – e poluam – menos. Esse é o desejo de todas as montadoras. Além de investir em motores mais econômicos, as fabricantes têm dado preferência a materiais leves, a exemplo de compósitos de plásticos com fibras de vidro e carbono. No entanto, para unir para-choques e tetos de compósitos ao restante da carroceria, não é possível usar solda convencional e tampouco faz sentido recorrer a pesados parafusos ou rebites. Recorre-se então à união das peças com adesivos estruturais, através da solda ou união química.

“Os adesivos estruturais são facilmente adaptáveis aos processos de produção das montadoras, atendendo a requisitos como agilidade na aplicação e cura sob temperatura ambiente. Também ajudam a reduzir o peso dos veículos, distribuem de maneira mais uniforme as tensões e aprimoram os aspectos estéticos das peças unidas”, afirma Gabriel Matos, assistente técnico de vendas da Lord.

Outra vantagem fica por conta do fato dos adesivos unirem materiais de composição química totalmente distinta como, por exemplo, compósitos e reforços metálicos. A adesão estrutural, portanto, amplia o leque de possibilidades de combinação de materiais e, com isso, garante mais liberdade de design aos projetistas, além de reduzir etapas de processo e possibilitar o desenvolvimento de componentes mais leves.

De forma geral, os adesivos cumprem três funções em um automóvel: adesão, vedação e fixação. A adesão está relacionada com a união de componentes estruturais à carroceria, tais como um front-end. A fixação baseia-se na junção de elementos cilíndricos, como no caso de uma engrenagem ao eixo, e a vedação tem como objetivo impedir a passagem de gases ou líquidos entre as superfícies, como acontece no cárter do motor.

Há muito espaço para a evolução dos adesivos estruturais no segmento de veículos leves. “A substituição de pontos de solda nas carrocerias é um exemplo. Adesivos de elevada resistência mecânica permitem que a montadora elimine a solda MIG do seu processo, o que significa redução de custo, aumento de produtividade e diminuição do retrabalho que a soldagem normalmente exige quando é feita em chapas finas, mais sujeitas a marcações e distorções”, completa Matos.

Com matriz em Cary (EUA), a a subsidiária local da norte-americana Lord Corporation atua no Brasil desde 1972 – mantém uma unidade produtiva em Jundiaí (SP). Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos e revestimentos, bem como sistemas de controle de vibração e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial. A companhia emprega cerca de 3 mil funcionários em 26 países e opera 19 fábricas e 10 centros de P&D em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lord

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Twin Tulipware escolhe copoliéster da Eastman para fabricar garrafas para hidratação

20/06/2019

Quando a Twin Tulipware lançou a família de garrafas Multi, o copoliéster Tritan da Eastman foi uma escolha baseada na experiência da empresa com outros produtos fabricados com o material. A transparência do copoliéster e a sua resistência ao impacto foram fatores determinantes na seleção da resina da Eastman.

A garrafa Multi de 750mL e a mini garrafa Multi de 450mL são projetadas para atender a variadas necessidades dos consumidores. A garrafa maior é desenhada para acompanhar as necessidades de hidratação e resistência de jovens adultos e ativos. O tamanho compacto da mini garrafa Multi é ideal para mãos pequenas e para as necessidades de crianças em idade escolar.

Ambas as garrafas estão disponíveis em seis cores e projetadas para manter sua aparência e brilho, mesmo após anos de uso e limpezas. Segundo a Eastman, as garrafas também se beneficiam da resistência a odores e a manchas apresentada pelo copoliéster Tritan, assim como da sua adequação tanto para bebidas frias como quentes.

A Twin Tulipware realiza testes de impacto para controle de qualidade para aferir a durabilidade das garrafas na moldagem final.

“Trabalhando com nosso fornecedor, temos acesso ao conhecimento técnico da Eastman”, diz Daniel Soekamto, diretor da Twin Tulipware Indonésia. “Um engenheiro da Eastman até voou para a nossa fábrica para solucionar problemas de pré-produção. A Eastman continuou a fornecer análises técnicas de quaisquer problemas que encontramos após a produção.”

A Twin Tulipware é uma empresa da Indonésia, fundada há 19 anos, atuando no segmento de utensílios domésticos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Evonik apresenta aplicações de Polímeros Superabsorventes na produção agrícola

20/06/2019

Ao ser utilizado em solos e substratos, o produto aumenta a eficiência do uso de água, nutrientes e ativos, possibilita o plantio em condições extremas e aumenta o rendimento e qualidade das culturas, afirma a Evonik.

Entre as soluções da Evonik para o setor do agrenegócio está uma linha de produtos que contempla os Polímeros Superabsorventes utilizados na agricultura e outros segmentos. Um dos destaques é o Stockosorb 660, desenvolvido especialmente para o uso na produção agrícola.

Segundo a Evonik, este seu Polímero Superabsorvente (SAP) altamente reticulado é capaz de absorver e disponibilizar às plantas um grande volume de água de até 300 vezes o seu próprio peso. Em contato com a água, os cristais sintéticos (grânulos) “incham” rapidamente, formando o hidrogel através da absorção e retenção de água, nutrientes e ativos, que são liberados para a planta de forma gradual e eficiente durante o processo de secagem do solo.

Esta absorção de nutrientes ocorre através da troca de cátions que são liberados gradualmente para as plantas segundo um Processo Osmótico. “Desta forma, o Stockosorb 660 pode ser aplicado em cultivos perenes, semi-perenes e anuais, como Silvicultura, Cafeicultura, Citricultura, Cultivo de Cana-de-Açúcar, Horticultura, Paisagismo, Gramados e Sojicultura, entre outros”, explica Henrique Oliveira, Executivo de Contas da linha Agro, da Evonik.

Vantagens para o solo e a planta

A Evonik afirma que o seu Polímero Superabsorvente oferece vantagens para o solo tais como o aumento da sua capacidade de retenção de água e a melhoria das suas características físicas. Além disso, assegura o fabricante, o material promove a descompactação, reduz a taxa de erosão e a perda de nutrientes por lixiviação, aumenta a capacidade de troca catiônica (CTC) e é fonte de K2O.

Segundo a empresa, o SAP também traz benefícios para a planta pois promove o aumento da taxa de sobrevivência das mudas, possibilita o plantio em condições extremas de solo e clima, aumenta a produtividade e qualidade da cultura, promove aumento da biomassa das raízes e uniformidade da cultura, prolonga “shelf-life” (sobrevida) de mudas e plantas e confere maior vigor e sanidade à cultura.

Sustentabilidade

A Evonik assegura que o Stockosorb 660 não é tóxico e é ambientalmente correto, sendo biodegradável e, portanto, não contaminando plantas, solo ou lençóis freáticos. Possui degradação fúngica (Phanerochaete chrysosporium, Pleurotus ostreatus, etc.) e bacteriana, afirma a empresa. Isento de acrilamida, o produto é totalmente solubilizado e mineralizado, após um período de 6 a 8 anos, garante a fabricante alemã.

Pesquisas demonstram que o SAP é totalmente reintegrado no ciclo do carbono do solo, sem efeitos negativos ou tóxicos no solo e/ou sobre os microrganismos, informa a empresa.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Tomra realiza conferência mundial sobre reciclagem de plásticos na Bulgária

19/06/2019

Líderes do setor compartilham conhecimento sobre soluções para o tratamento de resíduos plásticos e convidados tiverem a oportunidade de ver as tecnologias de reciclagem da Tomra em ação.

Líderes e influenciadores nas indústrias de reciclagem e gestão de resíduos se reuniram na Conferência Global Tomra Leads em 2019 para discutir soluções para os problemas colocados pelos resíduos plásticos. Com o tema “Reciclando em um mundo de plástico”, o evento de dois dias realizado em 4 e 5 de junho em Sofia, na Bulgária, abordou tendências e inovações de toda a cadeia de valor do plástico. Os 214 participantes de 31 países também tiveram a oportunidade de ver como as tecnologias da Tomra Sorting Recycling recuperam materiais recicláveis provenientes de resíduos urbanos em uma nova planta de reciclagem de plásticos de € 40 milhões. Esta foi a terceira edição da conferência ‘Tomra Leads Global’, um evento projetado para compartilhar conhecimento e acelerar o progresso da reciclagem e do gerenciamento de resíduos por meio de palestras, apresentações, discussões e oportunidades de networking. A visita à planta foi realizada na Integra Plastics na cidade de Elin Pelin, nos arredores da capital.

Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra Sorting Solutions, Recycling, comentou: “As Conferências Globais da Tomra Leads estão provando ser um fórum útil e popular para a troca de informações e idéias. O foco do evento deste ano foi algo que preocupa profundamente centenas de milhões de pessoas em todo o mundo: o que pode ser feito para combater o plástico descartado que se acumula nos aterros sanitários, vagando nos oceanos e matando a vida marinha. A conferência mostrou como a reciclagem de resíduos de plástico tem um papel fundamental a desempenhar – e como, ao mesmo tempo que beneficia o ambiente, esta é também uma oportunidade de negócio. O resíduo pode ser valioso”.

Percepções de especialistas em uma ampla gama de questões

No segundo dia da conferência, renomados palestrantes, especialistas no setor, compartilharam suas percepções sobre as tendências do mercado de reciclagem, a economia circular e o uso da matéria prima virgem e os modelos de investimento financeiro. Tom Eng abriu esta parte da conferência com um discurso de boas vindas intitulado “O futuro da reciclagem – você está pronto?” Muitas respostas a essa pergunta foram dadas nas apresentações e nos paineis de discussões que se seguiram.

Quatro apresentações foram feitas durante a manhã. O Dr. Volker Rehrmann, Vice-Presidente e Executivo Chefe de Economia Circular da Tomra, compartilhou a perspectiva da Tomra sobre a economia circular e o papel que a empresa desempenhará. Andy Grant, Diretor Técnico – Governo Local da Eunomia Pesquisa & Consultoria, falou sobre os sistemas de coleta de resíduos e o impacto na reciclagem de plásticos. Herman Van Roost, Gerente de Desenvolvimento de Negócios de Reciclagem da TOTAL Refinaria & Petroquímica, fez uma apresentação sobre os fundamentos e os desafios da inovação dos plásticos circulares. O professor Ed Kosior, diretor administrativo da consultoria Nextek, falou sobre a reciclabilidade dos plásticos. E Iilya Kardashliev, Chefe do Departamento de Infraestrutura do Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento (EBRD), explicou modelos financeiros para apoiar investimentos em reciclagem de plástico.

À tarde, os visitantes tiveram a opção de participar na conferência “Reciclagem de Plásticos” ou na conferência “Legislação”, que ocorreu simultâneamente. Ambas conferências foram seguidas por painéis de discussão.

Uma discussão abordou a superação de desafios na cadeia de valor dos plásticos. Este foi aberto por László Székely, Responsável por Economia de Novos Plásticos da Tomra. Antes disso, foi apresentado um estudo de caso sobre as exigências de um conversor, apresentada por Graeme Smith, Gerente de Inovação e Sustentabilidade do Grupo Mondi, especializado em embalagens e papel. Seguiu-se com um painel de discussões por uma hora, que envolveu László Székely, Herman Van Roost, Volker Rehrman, Ed Kosior e Graeme Smith, e foi presidida por Jim Keefe, editor-chefe na Recycling Today, publicação dos Estados Unidos da América.

Em paralelo, outro painel abordou informações e idéias sobre como as empresas de reciclagem e gestão de resíduos devem responder às mudanças nas regulamentações. Para definir o cenário, Tina Adjic, consultora sênior da ADSinsight, forneceu uma atualização sobre a legislação da UE sobre resíduos. Para dar uma visão geral do momento atual, Fabrizio Radice, Vice-Presidente Global de Vendas e Marketing da Tomra Sorting Recycling, analisou o que realmente está sendo reciclado atualmente, como a nova legislação afetará as práticas atuais e o que será necessário para novos projetos de fabricantes de embalagens. O alinhamento da legislação e dos negócios foi analisado durante a discussão, que envolveu Andy Grant, Tina Adjic, Fabrizio Radice e Roland Ramusch, e foi presidido pelo Vice-Presidente de Assuntos Governamentais da Tomra, Thomas Morgenstern.

Finalmente, os visitantes da conferência receberam uma mensagem real da importância da economia circular quando Kristine Berg, Assessora de Economia Circular da Tomra, apresentou um vídeo sobre a “eXxpedition”, a expedição de vela realizada em 2018 que contou com uma equipe só de mulheres. Isso mostrou com clareza chocante por que o vasto trecho de oceano atravessado pela expedição é conhecido como Great Pacific Garbage Patch (http://video.Tomra.com/exxpedition-the-great-pacific-garbage-patch).

Visita à planta mostra o papel fundamental da Tomra na economia circular

Para ver a reciclagem de plásticos em prática, os participantes da conferência fizeram uma visita pelas novas instalações da Integra Plastics, com investimento de € 40 milhões, na região de Sofia, inauguradas em fevereiro de 2019. A nova fábrica emprega 85 pessoas e 14 máquinas Tomra Autosort. Um dos equipamentos Autosort é combinado com o sistema de Deteção de Objeto Laser (LOD) e dois deles foram especialmente desenvolvidos para esta planta, para separar materiais flexíveis pretos. Há capacidade anual de reciclar 40.000 toneladas de plásticos pós-consumo de cores mistas.

A especialidade da Integra é a produção de polietileno de baixa densidade reciclado (LDPE), polietileno de alta densidade (PEAD) e resina de polipropileno (PP). Para ver como isso é alcançado, foi apresentado aos visitantes todo o processo da planta da Integra para a reciclagem de plásticos. O processo inicia-se pela recepção do material em fardos. A seguir, esses são abertos em uma unidade Rompe fardos, sendo, na sequencia, triturados e desagregados por um grande triturador. O material é, então, conduzido através de esteiras transportadoras, onde ímãs e uma peneira retiram materiais indesejados, como metais e outros materiais finos. Em seguida, o material é selecionado por máquinas Tomra em seis fluxos, classificados por tipo de poliolefina e cor, antes dos plásticos serem lavados a quente. Após a lavagem e secagem, os flakes de plástico são finalmente limpos de quaisquer impurezas, cores e / ou materiais remanescentes através de unidades Tomra adicionais, antes de serem encaminhados para extrusão, onde são fundidos, degasados, homogeneizados e transformados em pellets ou grãos de resina. Na fase final, os pellets são embalados em sacos de uma tonelada, prontos para reutilização em uma ampla gama de aplicações. A Integra é capaz de produzir diferentes qualidades de resinas personalizadas, como diferentes tipos de materiais combinados com cores diferentes.

Beatriz Luz, Fundadora da Exchange4change, resumiu assim a sua participação no evento: “Tomra Leads foi uma grande oportunidade de ver como a teoria pode ser colocada em prática em larga escala. A presença de industrias de todas as etapas da cadeia de valor do plástico reunidas em um único evento nos proporcionou visualizar o todo e o papel a ser desempenhado por cada um na Economia Circular. Tecnologia, escala e colaboração são elementos essenciais que reunidos podem transformar Resíduo em Recurso em qualquer lugar do mundo. No Brasil não será diferente. A solução tecnológica correta agregada com um ecosistema bem organizado é possível combater a poluição plástica no Brasil”.

Sobre a Tomra Sorting Recycling

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para classificar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 pessoas globalmente.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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Terphane lança, globalmente, linha sustentável de filmes de PET

07/06/2019

O principal diferencial dos novos filmes é a composição com 30% ou mais de PET reciclado, pós consumo, grau alimentício.

A Terphane, um dos líderes em filmes PET (poliéster) na América Latina, lançou, globalmente, a linha Ecophane de filmes sustentáveis. Os novos filmes estão alinhados à uma demanda crescente do mercado global por filmes que garantam a produção de embalagens recicláveis e com conteúdo reciclado.

“A linha Ecophane é o resultado de extensivas pesquisas e muita tecnologia de ponta aplicada ao seu desenvolvimento. Conseguimos criar um filme PET com no mínimo 30% de PCR (PET reciclado pós consumo) em sua composição”, explica Marcos Vieira, Diretor de P&D Global da Terphane. Esta expertise tecnológica resultou em mais de 10 tipos de filmes da linha Ecophane, disponíveis para as mais diversas aplicações.

Segundo a empresa, além de garantirem um menor uso de matérias-primas virgens, os novos filmes da estão inseridos no conceito de Economia Circular: o PET descartado na forma de embalagens ou outros itens é coletado, reciclado e volta a ser embalagem.

“O desenvolvimento da linha Ecophane não vai ao encontro apenas das métricas de sustentabilidade estabelecidas pela Terphane, mas atende a uma busca dos brand owners que querem associar suas marcas e produtos a embalagens cada vez mais sustentáveis”, completa André Gani, Diretor de Vendas & Marketing da Terphane. A Terphane estabeleceu as ações ambientalmente, socialmente e economicamente positivas em suas plantas, produtos e na comunidade como prioridades em sua jornada de sustentabilidade

A embalagem flexível ajuda muito nesta jornada por seu excelente desempenho em termos de otimização de funcionalidade e de melhor uso dos recursos, afirma a empresa. O documento europeu “The Perfect Fit, a FPE (Flexible Packaging Europe)” –  mostra que eficácia e eficiência são fatores fundamentais para definir a sustentabilidade de uma embalagem, levando em consideração todos os aspectos da cadeia de valor do produto, a própria embalagem, o consumo e todos os impactos no ciclo de vida. “E a embalagem flexível, mais do que se pensa, é a melhor escolha. Isso porque os fabricantes de embalagens e os donos de marca podem atingir o ‘ponto ideal’ que otimiza a eficácia funcional e a eficiência do material. Isso se chama relação perfeita entre produto e embalagem”, explica Gani.

No documento, enfatiza-se ainda o fato da embalagem flexível ser altamente adaptável e um design inteligente garantir ainda mais benefícios de sustentabilidade. Esses benefícios vão desde o tamanho correto para as porções e o refechamento das embalagens para minimizar o desperdício, passando pela impressão de informações que garantam seu uso e armazenamento corretos, até embalagens funcionais, mais leves, que reduzam os impactos de armazenamento, distribuição e transporte.

Por serem mais leves, as embalagens flexíveis também reduzem os impactos ambientais e oferecem vantagens significativas para o armazenamento e transporte dos produtos. “Definitivamente as embalagens flexíveis estão na vanguarda de uma agenda cada vez mais exigente, a das ‘embalagens sustentáveis’. Embora ainda existam alguns entraves na cadeia da reciclagem, a embalagem flexível é a que mais se aproxima da ‘escolha perfeita’ em termos de solução mais sustentável disponível no mercado. E os novos filmes Ecophane surgem para fechar este circuito ao utilizarem uma boa parte das embalagens descartadas pós consumo e poderem ser novamente reciclados”, atesta Marcos Vieira.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Terphane

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Tomra Sorting Recycling lança plataforma de dados baseada em nuvem

06/06/2019

Plataforma baseada na Web fornecem informações para melhorar a eficiência, reduzir custos operacionais e auxiliar na tomada de decisões estratégicas

A Tomra Sorting Recycling lançou uma plataforma de dados baseada em Nuvem, o Tomra Insight, que abre oportunidades para os usuários dos seus sistemas de seleção. Esses dados podem transformar a triagem de um processo operacional em uma ferramenta de gerenciamento estratégico para a tomada de decisões em todas as etapas do valor e da cadeia de produção.

Segundo a empresa, o Tomra Insight transforma as máquinas de seleção em dispositivos conectados que geram dados do processo. A nova plataforma coleta esses dados na nuvem e os transforma em informações de produção acessíveis por meio de uma interface da web. O pacote seguro de transmissão e armazenamento de dados baseado na nuvem, respeitando todos os requisitos de privacidade, é fornecido em parceria com o serviço de computação em nuvem Microsoft Azure. As funções de monitoramento e relatório dessa nova plataforma on-demand complementarão, e não substituirão, os sistemas de controle de processos existentes.

De acordo com a Tomra, a sua plataforma Insight opera praticamente em tempo real e pode ser acessado por meio de uma conexão segura e com interface amigável em desktops e dispositivos móveis de qualquer lugar, a qualquer hora. Como benefício imediato, afirma a empresa, os usuários terão a liberdade de analisar remotamente as métricas de desempenho e de gerenciar proativamente as máquinas para otimização de desempenho e manutenção preventiva.

O acesso às métricas digitais ajudará os operadores dos equipamentos a otimizar o desempenho de seleção, analisando as informações de capacidade de processamento, dimensões e distribuição do material, índices de material ejetado e aceito, além de outras variáveis. Segundo a Tomra, essas informações podem ajudar a reduzir o tempo de parada, direcionar esforços e intervenções para ações relevantes, maximizar o rendimento, melhorar a eficiência dos operadores e do pessoal de manutenção e reduzir os custos operacionais. A análise de dados também permite, através de relatórios e alarmes personalizados, gerenciar a manutenção preventivament – baseada nas condições reais – e prever demanda por peças e manutenção, garante o fabricante.

Felix Flemming, VP e chefe do dpto. Digital da Tomra Sorting, comentou: “Estamos orgulhosos em lançar uma interface funcional e segura que irá proporcionar o uso potencial da Big Data para nossos clientes e permitir que eles monitorem e otimizem seus processos de seleção. Os dados operacionais das máquinas em todo o mundo também nos ajudarão a melhorar os programas de serviço e manutenção, prever a vida útil das peças e desenvolver melhores configurações de máquinas, tecnologias e aplicações”.

A Tomra afirma que trará a sua atitude de liderança proativa em soluções de seleção baseadas em ótica e sensores para o Tomra Insight, investindo continuamente em avanços tecnológicos da plataforma. No futuro, assegura a empresa, a análise avançada de dados otimizará ainda mais os processos, permitindo a avaliação de dados a longo prazo, análise aprofundada entre as máquinas e entre plantas e melhor integração com outras linhas de negócios.

Segundo a Tomra, além de servir como um centro digital de aprendizagem, aprimoramento, melhores práticas e novos desenvolvimentos na tecnologia de seleção, a nova plataforma proporcionará aos clientes acessar uma ampla base de conhecimento. Na qualidade de portal e catalisador para otimização da seleção, a plataforma Insight conectará os clientes em um movimento de todo o setor, garante a Tomra.

Fonte: Assesoria de Imprensa – Tomra

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Evonik reorganiza seu negócio de poliamidas

06/06/2019

A Evonik está reorganizando o seu negócio de polímeros de performance dentro do grupo de poliamidas. A empresa de especialidades químicas já deu início à construção de um novo complexo fabril de poliamida 12 (PA 12) e está expandindo a sua produção de poliamidas transparentes no Parque Químico de Marl, na Alemanha (foto). Dessa maneira, concentra suas atividades em materiais de performance, voltados para mercados em crescimento, tais como os setores automotivo, petróleo e gás, impressão 3D e óptico. Como parte do processo de reorganização, a Evonik vai se afastar totalmente do negócio de poliftalamida (PPA) na unidade de Witten (Alemanha).

Foco em materiais especiais

“Com a reorganização do nosso negócio de poliamidas, vamos concentrar nossas forças de produção e inovação em materiais especiais para aplicações promissoras em mercados atraentes, como redução de peso de componentes, manufatura aditiva e compósitos. Em contrapartida, teremos uma fundação sólida para o crescimento contínuo”, diz Dr. Ralf Düssel, responsável pela linha de negócios High Performance Polymers na Evonik. “Para os nossos clientes, essa mudança significará um foco mais intenso no desenvolvimento de sofisticadas soluções especiais.”

O investimento de cerca de 400 milhões de euros da Evonik na Alemanha aumentará em mais de 50% a capacidade geral da empresa para a produção de PA 12. O projeto vai complementar a produção de PA 12, existente no Parque Químico de Marl, no estado da Renânia do Norte-Westfália, com plantas adicionais para o polímero e seus precursores. O complexo fabril deve iniciar suas operações no primeiro semestre de 2021.

Ao mesmo tempo, a Evonik também expandirá a sua produção de poliamidas transparentes em Marl. O incremento na capacidade produtiva deve ser concluído no primeiro trimestre de 2020. A mudança dobrará a capacidade total da empresa para a produção desse material de performance.

Em outra etapa do processo de reorganização de seu negócio de poliamidas, a Evonik vai descontinuar a produção e a venda de poliftalamida em sua unidade de Witten até o final do primeiro trimestre de 2020. Os colaboradores da planta de PPA serão transferidos para Marl, onde trabalharão na nova unidade de produção de PA 12.

“Na medida em que concentramos nossas atividades no mercado de polímeros de performance, vamos aproveitar as sinergias internas para acomodar nossos colaboradores de longa data de Witten em empregos seguros na nova planta de poliamida 12 em Marl. A experiência de décadas desses colaboradores na produção de polímeros e compostos nos será muito útil”, diz Dr. Iordanis Savvopoulos, responsável pela linha de produtos Granules & Compounds na Evonik.

A Evonik emprega atualmente cerca de 300 pessoas em Witten. A empresa de especialidades químicas opera diversas unidades de produção de substâncias orgânicas nos cerca de 16 hectares que compõem o parque fabril, um dos maiores complexos industriais de matérias-primas para as indústrias de tintas, revestimentos e adesivos. Em 2018, a nova unidade produtiva de copoliésteres especiais iniciou as atividades no parque industrial de Witten.

Biopolímeros completam o portfólio de produtos

Polímeros de base biológica da série Terra permanecem no portfólio comercial e continuarão complementando a agora reorganizada linha de polímeros de performance.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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LyondellBasell e Odebrecht S.A. encerram tratativas sobre a venda da Braskem

04/06/2019

Em nota divulgada hoje, a LyondellBasell, uma das maiores empresas de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, anunciou o encerramento de discussões com a Odebrecht S.A. sobre a potencial aquisição da Braskem.

“A combinação da LyondellBasell com a Braskem é muito atrativa por conta dos fortes complementaridades, portfólios de produtos e pegadas operacionais das duas empresas. No entanto, após uma análise cuidadosa, decidimos conjuntamente não prosseguir com a transação. Queremos agradecer às equipes da Odebrecht e da Braskem cooperação durante todo o processo “, disse o CEO da LyondellBasell, Bob Patel.

Em comunicado divulgado hoje sob a forma de “Fato Relevante”, a Braskem também informou o encerramento das negociações.

“A Braskem S.A., em prosseguimento ao Fato Relevante divulgado em 15 de junho de 2018, vem comunicar aos seus acionistas e ao mercado que foi informada pela Odebrecht S.A., sua acionista controladora, da decisão em conjunto com a LyondellBasell de encerrar as tratativas a respeito da potencial transação envolvendo a transferência à LyondellBasell da totalidade da participação da Odebrecht no capital social da Braskem. A administração da Companhia seguirá em busca de oportunidades que tenham o potencial de agregar valor à Braskem e, consequentemente, a todos os seus acionistas”, informa a nota informativa da empresa.

A Braskem é controlada pela Odebrecht S.A., que possui 50,1% do capital votante da empresa. A Petrobrás detém 47 % do total das ações com direito a voto.

Se a transação entre a LyondellBasell e a Odebrecht tivesse sido fechada, a nova empresa resultante da operação se tornaria uma das maiores produtoras mundiais de resinas plásticas, com receitas líquidas de cerca de U$ 50 bilhões por ano.

De acordo com o Brazil Journal, publicação que divulgou a notícia em primeira mão ontem à noite (03/06), o fator decisivo para a LyondellBasell desistir da compra foi o pedido de recuperação judicial da Atvos, empresa que comercializa etanol, feita pela Odebrecht na semana passada. Estimada em R$ 12 bilhões, a dívida da Atvos tem ações da Braskem como garantia. Além disso, existe a possibilidade de um dos credores invocar uma cláusula de “cross default”, como chamam o processo de aceleração das dívidas das outras empresas do Grupo Odebrecht.

Como a Odebrecht Engenharia e Construção (OEC) e a ODB SA controlam as ações da Braskem indiretamente, o portal explica que o cross default fará com que a recuperação judicial da Atvos torne as dívidas vencidas e, por consequência, coloque as ações da Braskem nas mãos dos credores dos dois veículos.

“Deixou de haver o que os advogados de M&A chamam de ‘rep fundamental’ num contrato de compra e venda: a representação [feita pelo vendedor] de que as ações estão livre e desembaraçadas”, explicou uma das fontes.

A Braskem também sofreu impacto financeiro de desdobramentos recentes da Operação Lava Jato, como o acordo de leniência fechado no último dia 31 de maio com a Controladoria Geral da União e a Advocacia Geral da União, no valor de 2,87 bilhões, relacionado ao pagamento de danos e multas ligados a contratos irregulares envolvendo recursos públicos.

A venda da Braskem também já vinha enfrentando outras incertezas, tais como uma ação do Ministério Público de Alagoas devido a rachaduras e fissuras em alguns logradouros de Maceió, um problema que aparentemente pode estar relacionado à sua extração de sal gema na região e que pode resultar em exigências de indenizações à empresa, ainda de valor indeterminado.

Fontes: LyondellBasell, Braskem, Brazil Journal

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SABIC anuncia linha de compostos de PBT produzidos a partir de garrafas PET quimicamente recicladas

30/05/2019

A SABIC apresentou no último dia 16 de maio o seu portfólio LNP Elcrin iQ de compostos de tereftalato de polibutileno (PBT) derivados de tereftalato de polietileno reciclado (rPET). A empresa diz que a nova linha de produtos dá apoio à economia circular e ajuda a reduzir o desperdício de plástico. Ao reciclar quimicamente o PET descartado pelo consumidor (principalmente a partir de garrafas de água descartáveis) transformando-o em materiais como o PBT – que possui maior valor, propriedades melhores e adequação para aplicações mais duráveis -, a empresa diz estar incentivando o uso de resinas recicladas. Esses produtos também oferecem uma menor pegada ambiental “berço-portão” do que a resina de PBT virgem, conforme medido pela Demanda de Energia Cumulativa (CED) e pelo Potencial de Aquecimento Global (GWP), afirma a SABIC.

Vida mais longa que PET

Essa tecnologia, segundo a empresa, supera algumas das limitações da reciclagem mecânica ao usar processos químicos para despolimerizar garrafas PET e outros resíduos de PET, transformando-os em seus precursores químicos, purificando-os e depois usando-os para criar uma nova resina PBT. A SABIC diz que a tecnologia pode oferecer benefícios de desempenho e processamento, tais como uma boa resistência química, colorabilidade, alto fluxo para maior rendimento e retardamento de chama (FR).

Segundo a SABIC, a resina LNP Elcrin iQ é uma solução pronta para o uso de PBT virgem e outros materiais de PBT convencionais, tornando mais fácil para os fabricantes melhorar a sustentabilidade de seus produtos. Como resultado da substituição da matéria-prima virgem usada para fabricar o PBT, demonstrou-se – através da avaliação de ciclo de vida revisada por pares – que a resina LNP Elcrin iQ reduziu as pegadas de energia e carbono do material em até 61% e 49%, respectivamente, afirma a SABIC. Além disso, garante a empresa, cada quilograma de resina LNP Elcrin iQ usa até 67 garrafas PET pós-consumo (0,5 litro).

O portfólio Elcrin iQ oferece aos clientes múltiplas opções, incluindo grades reforçados com fibra de vidro e minerais, além de formulações resistentes à radiação UV e compostos não halogenados resistentes ao fogo, afirma a SABIC. Algumas dos grades do LNP Elcrin iQ têm até o potencial de atingir a conformidade com os regulamentos da Food & Drug Association (FDA) americana para para contato com alimentos, assegura a empresa.

As aplicações potenciais para esses novos polímeros incluem componentes internos duráveis e componentes estéticos ​para eletrônicos de consumo, conectores automotivos e invólucros para dispositivos médicos. Tais aplicações podem prolongar a vida útil da resina PET original de uso único, o que ajuda a manter o material fora do fluxo de resíduos por um período mais longo.

“As garrafas PET descartadas pelo consumidor perdem valor e propriedades de desempenho por meio da reciclagem mecânica convencional”, disse Joshua Chiaw, diretor de negócios globais de LNP, SABIC. “Esse processo de reciclagem limita os tipos de aplicações nas quais o rPET pode ser usado. Em contraste, o processo de reciclagem química da SABIC ajuda a melhorar o desempenho e a qualidade do produto final da resina. Como resultado, esses materiais de PBT são potencialmente mais desejáveis ​​para aplicações duráveis. No geral, os materiais LNP Elcrin iQ podem ajudar a reduzir a dependência da resina virgem e atender à demanda da indústria e dos consumidores por um maior uso de materiais mais sustentáveis. ”

“O desenvolvimento de materiais LNP Elcrin iQ é um passo importante para a SABIC e ilustra nosso compromisso com nossos clientes, com a indústria global de plásticos e com a AEPW (Aliança para o Fim dos Resíduos Plásticos), à qual nos juntamos como membros fundadores”, disse Frank Kuijpers, Gerente Geral de Sustentabilidade Corporativa da SABIC. “Nosso processo inovador de reciclagem química de materiais PET de uso único dá suporte direto ao objetivo da AEPW de desenvolver novas tecnologias que ajudem a minimizar o desperdício, facilitar a recuperação e a reciclagem de plásticos e criar valor a partir de todos os plásticos pós-uso.”

Fonte: SABIC

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BASF construirá plantas de plásticos de engenharia e poliuretanos termoplásticos em novo Complexo Integrado em Zhanjiang, na China

30/05/2019

  • As primeiras plantas do Complexo Integrado contribuirão para aumentar a capacidade global de produção de plásticos de engenharia e TPU
  • O projeto de investimento de US $ 10 bilhões da BASF em Zhanjiang está avançando rapidamente

A BASF planeja construir uma planta de compostagem de plásticos de engenharia e uma planta de poliuretano termoplástico (TPU) no Complexo Integrado de Zhanjiang, na China. Estas serão as primeiras plantas de produção a entrar em operação no local.

Até 2022, a nova planta de compostagem de plásticos de engenharia fornecerá uma capacidade adicional de 60.000 toneladas métricas por ano de compostos de plásticos de engenharia da BASF na China. Isso levará a capacidade total da BASF desses produtos na região da Ásia-Pacífico para 290.000 toneladas métricas por ano. Como parte do plano da empresa de implementar um conceito abrangente de fabricação inteligente no Complexo Integrado, com base em tecnologias de ponta, as novas fábricas utilizarão processos de embalagem automatizada, sistemas de controle de alta tecnologia e veículos guiados automaticamente.

“Menos de um ano depois de assinarmos o primeiro Memorando de Entendimento, temos o prazer de anunciar as primeiras fábricas a serem instaladas em nosso Complexo Integrado em Zhanjiang,” disse o Dr. Stephan Kothrade, Presidente da Functions Asia Pacific, Presidente e Chairman da BASF-Grande China. “O projeto está avançando rapidamente e os clientes no sul da China em breve se beneficiarão desses produtos inovadores para atender às suas necessidades imediatas”.

As instalações gerais para o Complexo Integral de Zhanjiang também serão construídas juntamente com as duas novas plantas. A BASF Integrated Site (Guangdong) Co. Ltd (BIG), a nova subsidiária integral da BASF, foi oficialmente fundada. Esta entidade supervisionará as operações do novo Complexo Integrado, focalizando o mercado do sul da China.

“Queremos melhorar nosso suporte aos clientes no mercado do sul da China e em todo o mundo. Faremos isso estabelecendo as novas fábricas perto das indústrias de clientes em crescimento e através de melhorias na eficiência alcançadas através de nossa abordagem de fabricação inteligente. Isso aumentará nossa velocidade de inovação e a eficiência de nossos serviços ”, disse Raimar Jahn, presidente da divisão de materiais de desempenho da BASF. “Em particular, empresas do segmento eletro-eletrônico e fabricantes de automóveis estão recorrendo à BASF para ajudá-los a lidar com tendências como a eletrificação de carros e a miniaturização de dispositivos eletrônicos.”

O crescimento do mercado de TPU, em particular para aplicações de alto padrão, é impulsionado por vários fatores, incluindo o aumento de requisitos regulatórios e as crescentes expectativas dos clientes para melhorar o desempenho de sustentabilidade em áreas como e-mobilidade, peso leve e automação. Segundo a BASF, as suas soluções dão suporte a este crescimento com fios e cabos com segurança aprimorada para uso em automação e no mercado automotivo, bem como materiais leves para bens de consumo. Com as necessidades dos clientes evoluindo rapidamente em todo o mundo, a BASF afirma estar aumentando seu investimento em mercados emergentes para atender às necessidades locais, enquanto continua investindo em economias desenvolvidas.

A BASF assinou o primeiro Memorando de Entendimento sobre o Complexo Integrado com o Governo Provincial de Guangdong, em Berlim, em julho de 2018, e em janeiro de 2019, a empresa assinou um Acordo Estrutural com detalhes adicionais do plano. O Complexo Integrado em Guangdong será o maior investimento da BASF, estimado em até US $ 10 bilhões após a conclusão, e será operado sob a responsabilidade exclusiva da empresa. A cadeia de valor integrada conectará as plantas a montante e a jusante – desde produtos químicos básicos até produtos e soluções mais orientados para o consumidor, atendendo a setores em crescimento tais como bens de consumo ou transporte. No final, o Complexo Integrado de Zhanjiang será o terceiro maior site da BASF em todo o mundo, seguindo Ludwigshafen, na Alemanha, e Antuérpia, na Bélgica.

Fonte: BASF

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ExxonMobil dobra capacidade de fabricação de especialidades de elastômeros no País de Gales

30/05/2019

A ExxonMobil anunciou ter concluído a expansão de sua fábrica de especialidades de elastômeros em Newport, no País de Gales, a qual dobrou a capacidade de produção da fábrica e aumentou a capacidade de fabricação global de elastômeros termoplásticos Santoprene ™ em 25%.

“Os plásticos de alto desempenho da ExxonMobil ajudam a tornar os produtos automotivos e de consumo mais leves, resultando em melhor eficiência no uso de combustível e maior desempenho, em comparação com os produtos feitos com materiais tradicionais”, disse Karen McKee, presidente da ExxonMobil Chemical Company. “Esse investimento em Newport dobra a capacidade de fabricação de produtos de maior valor na unidade.”

Segundo a ExxonMobil, os elastômeros termoplásticos Santoprene são projetados para funcionar como a borracha vulcanizada e podem ser reutilizados e reprojetados, levando a reduções no peso de transporte, melhores capacidades de reciclagem e fabricação mais sustentável.

O projeto criou aproximadamente 35 empregos de produção em tempo integral, além de 130 empregos durante a construção. A ExxonMobil também fabrica Santoprene em Pensacola, Flórida.

Fonte: ExxonMobil

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Novo purificador de flakes de PET da Tomra potencializa indústrias de reciclagem

30/05/2019

Carina Arita, Diretora da Tomra Brasil, explicando o funcionamento do Innosort Flake durante a Feiplastic 2019

Ao lançar recentemente o seu equipamento purificador de flakes de PET Innosort Flake, a Tomra busca cada vez mais adaptar-se a diferentes demandas e especificidades do mercado de reciclagem e reaproveitamento de resíduos plásticos.

O Innosort Flake corresponde a mais um passo da Tomra para atender de forma específica ao crescimento do mercado de flakes de PET e às exigências de alta pureza do produto que são demandadas, por exemplo, pela tecnologia bottle-to-bottle de reciclagem de resíduos de PET oriundos de garrafas plásticas.

Esse mercado já vinha sendo atendido pela linha de produtos Autosort Flake. Porém, segundo Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Brasil, o Autosort Flake corresponde a um produto de categoria “super-premium“, aplicando-se simultaneamente à purificação de flakes de vários tipos de materiais plásticos, tais como PE, PP e PET, além de perfis de janelas de PVC. Em plantas que trabalham somente com flakes de PET, algumas funcionalidades do Autosort Flake terminam sendo utilizadas abaixo do seu potencial pleno. Com o lançamento do Innosort Flake, afirma Carina, o reciclador pode dispor de um produto com recursos “Premium“, específico para sua aplicação, com uma relação custo-benefício otimizada, além de altos rendimento e grau de pureza.

“Tanto o Autosort Flake como o Innosort Flake trabalham com tecnologias de duplos sensores: Infravermelho próximo (NIR) e Câmera (RGB). Todavia, enquanto o Autosort Flake opera com 16 faixas de espectro, contemplando a separação de materiais como poliolefinas (PE,PP), PVC e PET – além da separação por cores -, o foco do Innosort Flake é a purificação do PET, operando com 4 canais. Neste caso, os outros materiais diferentes do PET são tratados como contaminantes”, explica Carina.

As aplicações de PET reciclado, especialmente na indústria de envase, requerem um grau de pureza muito alto – daí a necessidade de um equipamento com tecnologia dedicada à separação de flakes de PET. “Para aplicações de outros tipos de material reciclado (PE, por exemplo), as exigências de pureza não são tão elevadas quanto às do PET”, complementa Carina.

Com tecnologia patenteada Flying Beam, o Innosort Flake oferece uma resolução ultra-alta e identificação de polímero de 2 mm. A solução permite a remoção de vastas proporcões de contaminantes e reduz significativamente possíveis perdas de flakes de PET, afirma Carina.

O Innosort Flake detecta as propriedades do material de diversos polímeros, bem como as cores dessas frações, incluindo materiais transparentes e opacos. Esta purificação do PET resulta em maiores níveis de qualidade e maior rendimento, com capacidade de processamento de até 4,5 toneladas, garante a Tomra.

As principais aplicações do Innosort são a purificação de flakes de PET, a purificação de flakes transparentes e opacos e a seleção de flakes de cores misturadas.

Além do Innosort Flake, a Tomra esteve promovendo outros produtos aplicados à separação e purificação de resíduos sólidos durante a Feiplastic 2019, no mês passado, em São Paulo:

  • Autosort: Com foco na separação e classificação, o Autosort tem aplicações em correntes de resíduos em Coleta Seletiva (termplásticos, caixa de bebidas, papelão, vidro), Resíduos Sólidos Urbanos (termplásticos, papel misto, papelão, metais), Termoplásticos em geral (PET, PP, PVC, PS, PEBD, PELBD, PEAD, bandejas, garrafas, etc) e outras.
  • Autosort Flake: O sistema tem foco na purificação de correntes de material plástico, combinando a detecção de cores, materiais e metais de forma simultânea, com alta pureza e rendimentos. As principais aplicações são a purificação de flakes de PET, flakes de PE/PP e Purificação de PVC
  • Autosort Fines: Foi projetado para separar frações pequenas (granulometrias menores) em diversas aplicações, em particular resíduos Eletroeletrônicos contendo PS, ABS, PC, PPO, PPE, PBT, PMMA, PP e PE
  • Autosort Laser: Baseado nos sensores laser, eletromagnético e NIR, o equipamento permite a separação de vidro a partir de resíduos domiciliares e resíduos comerciais e industriais, separando-o de resíduos de cerâmica, pedras, porcelana, metais e plásticos

Uma aplicação em destaque durante a feira foi a separação de Garrafa PET vs. Bandeja PET monocamadas. O modelo anterior do Autosort já separava bandejas multicamadas. A inovação em destaque é comercialmente significativa pois pequenas e críticas diferenças nas propriedades químicas das bandejas de PET para alimentos e garrafas PET significam que elas devem ser separadas para reciclagem com produtos equivalentes.

Além disso, a Tomra acaba de lançar no Brasil uma plataforma de dados baseada em cloud, o Tomra Insight, que abre novas e valiosas oportunidades para os usuários dos sistemas de seleção. Esses dados podem transformar a triagem de um processo operacional em uma ferramenta de gerenciamento estratégico para a tomada de decisões em todas as etapas do valor e da cadeia de produção. O Tomra Insight transforma as máquinas de seleção em dispositivos conectados que geram dados do processo. A nova plataforma coleta esses dados na nuvem e os transforma em informações de produção acessíveis por meio de uma interface da web.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Segundo a empresa, mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972. A empresa tem um volume de negócios anual de cerca de € 750m, e emprega mais de 3.500 funcionários ao redor do mundo.

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