Braskem registra Ebitda recorde de R$ 3,6 bilhões no 1º trimestre

23/05/2017

Taxa média operacional ficou acima de 95% em todas as regiões

A Braskem registrou um novo recorde de Ebitda da ordem de R$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2017. O desempenho significou um avanço de 16% sobre igual período do ano passado, segundo prévia não auditada dos resultados. Em dólar, o Ebitda da Companhia alcançou US$ 1,1 bilhão no período, o que representou expansão de 45% na comparação com o primeiro trimestre de 2016.

Como destaque, a taxa de ocupação das plantas industriais ficou, em média, acima de 95% em todas as regiões onde a Companhia atua. O Complexo Petroquímico do México, que começou a operar no início do ano passado, trouxe importante contribuição para o resultado, conforme o previsto, com taxa de operação das plantas de polietileno de 97% no trimestre. Nos Estados Unidos e na Europa, a taxa média de ocupação das plantas de polipropileno continua forte e atingiu 101%.

As margens globais petroquímicas e de resinas se mantiverem num patamar muito saudável e contribuíram para o desempenho do primeiro trimestre. “Toda a indústria petroquímica mundial vive em um momento especial, e a Braskem, em razão do seu desempenho operacional e comercial, soube colher os resultados de sua estratégia”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem. “Atribuímos esses resultados a todas às nossas equipes competentes e dedicadas em obter os melhores retornos.”

Crescimento de vendas

Todos os segmentos de mercado tiveram crescimento no volume de vendas nos números do primeiro trimestre. Sinais de recuperação da demanda brasileira por resinas termoplásticas também foram identificados A Braskem vendeu 844 mil toneladas de resinas no período, uma expansão de 8% em relação a igual trimestre de 2016 e de 2% na comparação com o último trimestre de 2016. Mesmo diante do aumento das vendas no mercado brasileiro, as exportações de resinas continuaram crescendo, totalizando 429 mil toneladas, uma alta de 3%. A produção de petroquímicos básicos se expandiu 5%, com 2,2 milhões de toneladas comercializadas. As exportações de insumos básicos subiram 31% e somaram 343 mil toneladas.

No México, as vendas de polietileno totalizaram 264 mil toneladas, com cerca de 50% vendidas no mercado local. Nos EUA e na Europa, as vendas a partir da produção local atingiram 541 mil toneladas, 8% superior em relação ao primeiro trimestre de 2016 e recorde histórico no trimestre.

No primeiro trimestre de 2017, a receita líquida da Braskem chegou a R$ 12,6 bilhões, crescimento de 4% sobre o mesmo período do ano passado. Com a estratégia de diversificação geográfica, a participação do mercado brasileiro no total da receita da companhia foi de 51%. Do restante, 49% da receita vieram com as exportações saídas do Brasil (23%) e das unidades internacionais (26%), que incluem EUA, Europa e México. A Companhia voltou ao lucro no trimestre, apresentando um ganho líquido consolidado de R$ 1,9 bilhão. O lucro líquido da controladora foi de R$ 1,8 bilhão.

Fonte: Braskem

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Lanxess espera os melhores resultados da história em 2017

23/05/2017

  • Vendas do 1o tri de 2017 aumentam em 25%, para 2,4 bilhões de Euros
  • Aumentos pré-Ebitda de 25%, para 328 milhões de Euros
  • Margens Ebitda pré-excepcionais a 13,7%
  • Receita líquida cresceu 47%, para 78 milhões de Euros
  • Desenvolvimento positivo de volumes ao longo de todos os segmentos
  • Nova orientação para o ano completo de 2017: Ebitda pré-excepcionais entre 1,225 bilhões de Euros e 1,3 bilhões de Euros

A empresa de especialidades químicas Lanxess projeta os mais altos resultados da história da empresa, seguindo-se a um primeiro trimestre de 2017 muito forte e ao fechamento da aquisição da empresa Chemtura, com sede nos EUA.

As vendas globais da empresa de especialidades químicas aumentou em substanciais 25%, para 2,4 bilhões de Euros, no primeiro trimestre de 2017, em relação aos 1,9 bilhões do ano anterior. O Ebitda pré-excepcionais também aumentou em 25%, para 328 milhões de Euros, em comparação com os 262 milhões do primeiro trimestre de 2016. O desenvolvimento extremamente positivo do primeiro trimestre foi orientado principalmente por um aumento nos volumes em todos os segmentos.

A margem pré-Ebitda excepcionais veio a 13,7%, ligeiramente acima do número do ano anterior, 13,6%. A receita líquida aumentou significativamente em 47%, para 78 milhões de Euros, contra 53 milhões de Euros no trimestre do ano anterior.

Para o ano completo de 2017, a empresa espera Ebitda pré-excepcionais de entre 1,225 bilhões de Euros e 1,3 bilhões de Euros. Esta previsão inclui a contribuição das receitas das empresas Chemtura, recentemente adquirida. Portanto, 2017 pode ser o ano fiscal mais bem-sucedido da história da empresa. A Lanxess alcançou seu resultado operacional mais alto até a presente data em 2012, quando atingiu um número de cerca de 1,2 bilhões.

“A Lanxess deslanchou com um início muito forte neste novo ano fiscal. Registramos um aumento na demanda de todos os nossos segmentos empresariais e geramos mais vendas em todas as regiões. Isso mostra com clareza que temos o posicionamento correto,” disse Mathias Zachert, Presidente do Board da Lanxess AG. “Um bom fluxo de demanda e um ambiente de negócios dinâmico parecem continuar no segundo trimestre. Por isso, para o ano inteiro, estamos esperando receitas recorde. Esse é um indicador claro de nossa força operacional, a qual será acrescida com a aquisição da Chemtura. A nossa tarefa agora é garantir a integração rápida e tranquila das novas empresas.”

Naquilo que foi mais um grande passo para o seu programa de realinhamento, a Lanxess fechou a aquisição da empresa química americana, Chemtura cerca de três semanas atrás. Com a maior aquisição de sua história, a empresa sediada em Colônia (Alemanha) está expandindo significativamente seu portfólio de aditivos, em especial, e deverá se tornar um dos maiores atores globais nesse mercado crescente.

Desempenho muito forte nos segmentos

As vendas dos segmentos dos Advanced Intermediates no primeiro trimestre de 2017 foram de 518 milhões de Euros, 12% acima do número do ano anterior, que foi de 463 milhões de Euros.. Apesar de se ver contida por custos energéticos mais altos e um atraso no repasse de preços mais altos de materiais, o Ebitda pré-excepcionais avançou em 2%, para 91 milhões de Euros, em comparação com os 89 milhões de euros do ano anterior. Tiveram impacto positivo especial na receita a demanda mais alta e a expansão de volumes. A margem Ebitda pré-excepcionais foi de 17,6%, contra 19,2% no trimestre do ano anterior.

As vendas do segmento de Performance Chemicals aumentaram em 14% no primeiro trimestre de 2017, para 607 milhões de Euros, contra 533 milhões do ano anterior. O Ebitda pré-excepcionais avançou 5%, para 103 milhões de Euros, em comparação com o nível do ano anterior, de 98 milhões de Euros. O crescimento foi impulsionado por uma forte demanda por aditivos, biocidas e químicos para couro, bem como pela contribuição das empresas de Limpeza e Desinfecção adquiridas da Chemours, ao passo que custos energéticos mais altos e efeitos negativos da moeda nos custos seguraram as receitas. A margem Ebitda pré-excepcionais foi de 17,0%, contra 18,4% no trimestre do ano anterior.

No segmento de High Performance Materials, as vendas aumentaram em 15%, para 315 milhões de Euros, tendo saído de 273 milhões no ano anterior. O Ebitda pré-excepcionais aumentou em 26%, para 48 milhões de Euros, em comparação com os 38 milhões do ano anterior. O crescimento foi mais uma vez impulsionado por volumes expandidos em todos os grupos e em todas as regiões de produtos, utilização de capacidade muito alta e um foco em produtos de margens mais altas. Como resultado, as margens Ebitda pré-excepcionais foram de 15,2%, comparado com 13,9% do trimestre do ano anterior.

As vendas do segmento Arlanxeo subiram em 48%, para 948 milhões de Euros, em comparação com os 640 milhões de Euros do ano anterior. O Ebitda pré-excepcionais aumentou em 27%, para 144 milhões de Euros, vindas dos 113 milhões do primeiro trimestre de 2016. Este desenvolvimento foi impulsionado pela forte demanda na Ásia, por uma utilização eficiente da rede de produção global e pelos efeitos positivos da moeda. A margem Ebitda pré-excepcionais foi de 15,2%, contra 17,7% no trimestre do ano anterior.

A Lanxess atua no segmento de especialidades químicas, tendo apresentado vendas de 7,7 bilhões em 2016 e possuindo cerca de 19.200 funcionários em 25 países. A empresa tem representação, atualmente, em 75 locais de produção ao redor do mundo. O principal negócio da Lanxess é o desenvolvimento, a fabricação e a comercialização de intermediários químicos, aditivos, especialidades químicas e plásticos. Por meio da Arlanxeo, a joint venture com a Saudi Aramco, a Lanxess também é um fornecedor líder de borracha sintética.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lanxess

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Faturamento do setor de compósitos caiu 4% em 2016

23/05/2017

Resultado foi de R$ 2,550 bilhões; previsão para este ano é de novo encolhimento

Em 2016, o setor brasileiro de materiais compósitos faturou R$ 2,550 bilhões, queda de 4% em comparação ao ano anterior. O consumo de matérias-primas diminuiu 1,3%, totalizando 159 mil toneladas. Em termos de nível operacional, o período marcou o pior resultado da série histórica, com apenas 55% de ocupação das plantas, enquanto o número de postos de trabalho caiu 4%, perfazendo 60,5 mil vagas. Os dados são da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco).

Para Gilmar Lima (foto), presidente da Almaco, o desempenho foi impactado sobretudo pela desaceleração das indústrias de geração de energia eólica e construção civil. “Somam-se a esses fatores a restrição de crédito, os poucos lançamentos de produtos e a demora na reação de praticamente todos os segmentos dedicados à moldagem de compósitos”, comenta.

Das 159 mil toneladas de matérias-primas processadas no ano passado, o estudo da Almaco aponta para a seguinte divisão: resina poliéster (77 mil), fibra de vidro (45 mil), resina epóxi (22 mil), gelcoat (8 mil), resina éster-vinílica (2,5 mil), adesivo estrutural (1,5 mil), fibra de carbono (0,7 mil) e outros (2,3 mil), como aditivo, peróxido e massa plástica.

Em relação aos processos de fabricação adotados pelos moldadores brasileiros de compósitos, as tecnologias manuais, como hand lay-up e spray-up, aparecem com 52% de participação, seguidas pelos sistemas automatizados, a exemplo de RTM (12%), enrolamento filamentar (9%), laminação contínua (7%), infusão (6%), pultrusão (5%) e BMC/SMC (5%).

A construção civil permanece liderando o consumo do material (36%), à frente de transportes (25%), corrosão/saneamento (17%), energia elétrica (5%), eólico (4%) e náutico (4%). Quando separada apenas a demanda de materiais à base de resina epóxi, a geração de energia eólica lidera com 95,6%.

O levantamento da Almaco traz como novidades alguns dados referentes à América Latina – a associação mantém bases na Argentina, Chile e Colômbia. Conforme o estudo, o setor que mais consome compósitos na região é o de saneamento/corrosão (32%), seguido por construção civil (22%), transportes (18%), agronegócio (4%), náutico (5%) e têxtil (4%). Com uma fatia de 50%, os processos manuais aparecem em primeiro lugar. Na sequência, laminação contínua (25%), enrolamento filamentar (15%), RTM e infusão e SMC (5%).

Mais dificuldades em 2017

De acordo com a pesquisa da Almaco, a situação não melhora em 2017. O faturamento previsto para o setor brasileiro é de R$ 2,450 bilhões – ou seja, nova queda de 4% –, enquanto o consumo de matérias-primas deve encolher 2,5%, totalizando 155 mil toneladas.

“Os principais segmentos que impulsionam o mercado de compósitos, como transportes, agronegócio, implementos rodoviários, construção e geração de energia eólica, continuam atravessando uma fase de incertezas. E, mesmo nas áreas em que há alguma reação, o movimento ainda é bastante lento”, lamenta o presidente da Almaco.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Almaco

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Dilutec expande portfólio de gelcoats para mármore sintético

22/05/2017

Uma das principais fabricantes brasileiras de gelcoat, a Dilutec anuncia a expansão do seu portfólio voltado à fabricação de mármore sintético, combinação entre polímeros e cargas minerais que se assemelha à pedra natural. A empresa deu início recentemente à comercialização do Colorgel® Mármore, produto cuja formulação garante elevado brilho e maior poder de cobertura aos fabricantes de pias, tanques, cubas e lavatórios, entre outros.

“Levamos quatro meses para chegar até a formulação ideal do Colorgel® Mármore. É um gelcoat especial não só por garantir melhor acabamento, mas também pela sua menor densidade, característica que aumenta o rendimento do produto em 10-15% se comparado com os gelcoats tradicionais”, detalha Marcos Brambilla, gerente técnico da Dilutec.

Em termos de modos de aplicação, salienta Brambilla, o Colorgel® Mármore não difere dos demais produtos da Dilutec voltados à fabricação de mármore sintético. “O moldador pode usar gelcoateadeira, pistola de pintura e até pincel ou rolo. Basta apenas ficar atento aos cuidados normais com os tempos de gelificação e polimerização”.

Com o lançamento do Colorgel® Mármore, a Dilutec passa a oferecer cinco formulações de gelcoat para mármore sintético. Além da novidade, a empresa também produz o Colorgel® Orto, para aplicações convencionais, o Colorgel® Orto Incolor, ideal para peças com acabamento granitado, o Colorgel® NPG, caracterizado pela maior resistência mecânica e aos riscos – daí porque é o preferido para a moldagem de lavatórios –, e o Colorgel® Effect, que garante acabamento metalizado às peças.

“Somam-se a essas opções os nossos gelcoats para moldes, como o Colorgel® Iso Molde e o Colorgel® Hard Shine. Este último é o mais indicado para as ferramentas usadas na produção de mármore sintético, pois confere melhor resistência às altas temperaturas comuns na moldagem desse tipo de material, o que aumenta consideravelmente a durabilidade do molde”, observa o gerente técnico da Dilutec.

Além de fabricar gelcoat em Senador Canedo (GO) e thinner em Piracicaba (SP), a Dilutec é distribuidora das resinas da Ashland na Região Centro-Oeste e dos equipamentos para a fabricação de compósitos da BÜFAtec Spain na América Latina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dilutec

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Covestro tem novo presidente para a América Latina

22/05/2017

A Covestro, uma das maiores fabricantes mundiais de polímeros nas áreas de Poliuretanos, Policarbonatos, Revestimentos, Adesivos e Especialidades, anuncia Fernando d´Andrea (foto) como novo Presidente para América Latina. Fernando assumiu o posto até então ocupado por Harald Liedtke, que foi transferido para a Suíça, onde atuará em outra posição.

Formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Mackenzie e MBA pela FEA-USP, d´Andrea está de volta ao Brasil 16 anos após sua jornada profissional no exterior, tendo passagens tanto pela área técnica como comercial – sua última atuação foi como Head Comercial e de Produção de Thermoplastic Polyurethanes para região NAFTA.

“A Covestro está muito bem posicionada no mercado brasileiro e latino-americano e voltar para comandar este time, com um portfolio de produtos e serviços de extrema qualidade, é um grande prazer, particularmente neste momento de complexos desafios”, celebra Fernando d´Andrea.

Com vendas de 11,9 bilhões de euros em 2016, a Covestro está entre os maiores fabricantes mundiais de polímeros. Entre os principais segmentos atendidos estão as indústrias automotiva, construção, madeira e móveis e eletroeletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro, anteriormente Bayer MaterialScience, possui 30 sites de produção em todo o mundo e emprega cerca de 15.600 pessoas (calculados como equivalentes em tempo integral) no final de 2016.

Fonte: Covestro

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Eastman conquista Prêmio da Revista Embanews

22/05/2017

A empresa ganhou com os frascos dos sabonetes líquidos de O Boticário, criadas com a The Glass Polymer™ família de materiais cosméticos

A Eastman Chemical Company foi novamente uma das ganhadoras do Troféu Roberto Hiraishi 2017, realizado pela Revista Embanews. Vencedora na categoria Matérias-Primas ou Insumos para Embalagem, subcategoria Matéria-Prima Principal para Embalagem (desenvolvimento ou aplicação), a companhia foi premiada pelas embalagens dos sabonetes líquidos – Desejos Incríveis e Sonhos de Natal, com design desenvolvido pelo grupo Boticário e produzido com a resina da família The Glass Polymer™, da Eastman.

O Troféu Roberto Hiraishi é realizado anualmente e avalia diferentes aspectos das embalagens produzidas pelas empresas, como sustentabilidade, design, tecnologia e inovação.

Os frascos premiados foram lançados no final de 2016, na comemoração das festas de fim de ano. Segundo a Eastman, a matéria-prima utilizada tem aparência  similar ao vidro, o que proporciona mais brilho e sofisticação ao produto.  A empresa também afirma que a embalagem possui resistência mecânica antiquebra e antirriscos e é livre de Bisfenol A, além de ter mais durabilidade.

Manipulação variada

O material ser pigmentado, metalizado, hot stamped e impresso, podendo também ser aplicado com adesivos e por ultrassom, afirma a Eastman. Em função dessa versatilidade, O Boticário conquistou mais liberdade para criar o design desejado, com um apelo visual forte e com mais benefícios funcionais para o consumidor final.

“Quando estávamos na fase de desenvolvimento, tínhamos certeza que a família The Glass Polymer ofereceria as soluções certas para o projeto de O Boticário. A flexibilidade que os nossos materiais oferecem é perfeita para esse mundo dos cosméticos, que precisa trabalhar com o encanto, para ajudar o consumidor a criar uma relação de fidelidade com o item e gerar memória emocional”, comenta Rogério Dias, gerente regional do negócio de Plásticos Especiais da Eastman para a América Latina.

“É muito gratificante vermos nosso trabalho ser reconhecido por uma revista tão importante para a nossa indústria. Essa parceria com O Boticário é a prova da versatilidade do nosso polímero. O resultado desse projeto foram dois frascos lindos, diferenciados, curvilíneos, e de grande identificação com o público. A embalagem proporcionou ao produto mais um atributo – ele é também um item aspiracional de decoração e um convite a uma experiência sensorial”, celebra Alessandra Lancellotti Ribeiro, Market Development Manager – Specialty Plastics da Eastman.

A entrega do prêmio ocorreu no dia 18 de maio de 2017.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais atuando em mercados finais tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A empresa atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Abief prepara 8ª edição do Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis

21/05/2017

Entre os palestrantes confirmados para o evento do dia 29 de Junho estão o economista do Banco Itau, Fernando Gonçalves e o especialista internacional em varejo, Ronald Sasine

A ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) realizará, pelo oitavo ano consecutivo, o Flex – Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis, agendado para 29 de Junho, das 8:00 às 12:30 horas, no Tryp São Paulo Iguatemi Hotel, no Itaim Bibi, em São Paulo. Sob o tema central “Repensando estratégias: o comportamento das embalagens na nova economia”, o evento pretende repetir o sucesso das edições anteriores e reunir 200 profissionais entre transformadores, brand owners, fornecedores de matérias-primas, insumos e equipamentos, institutos de pesquisa e agências de criação de embalagens. O Fórum Flex 2017 acontecerá na mesma semana da Fispal Tecnologia.

Como explica Herman Moura, empresário e Presidente da ABIEF, “o Fórum está alinhado a uma estratégia maior da entidade de oferecer conteúdo relevante para o setor, promovendo oportunidades de negócios a partir da apresentação de tendências em produtos, e novos modelos de negócio e de posicionamento empresarial. Também é uma oportunidade única para refletir sobre as mudanças no Brasil e no mundo e repensar estratégias e ações.”

E completa: “A abertura do evento pelo mestre em economia e economista do Itau, Fernando Gonçalves, reflete a importância de entendermos o momento econômico atual e tentarmos, de alguma forma, reunir subsídios para criar estratégias empresariais alinhadas à nova realidade econômica e social e ao novo ambiente de negócios.” Herman destaca ainda a importância de conhecer tendências e tecnologias que agreguem valor ao negócio de embalagem flexível, como as que serão apresentadas pela Esko, e entender as necessidades do varejo que, a cada dia, tem um papel mais relevante no desenvolvimento de embalagens que atendam às necessidades da cadeia de suprimento e do consumidor final.

Sobre tendências e anseios do varejo, o especialista internacional, Ronald Sasine, da consultoria norte-americana Hudson Windsor, LLC – Retail Packaging Strategy & Execution, apresentará a palestra “As mudanças no varejo e seu impacto nas embalagens”. Ainda na abertura do evento, Otávio Carvalho, da Maxiquim, apresentará os resultados do mais recente estudo de mercado, feito com exclusividade para a ABIEF, e que radiografa as indústrias petroquímica e de flexíveis no Brasil.

O especialista em desenvolvimento de embalagens e branding, Manoel Müller, da Müller Camacho, será o moderador. O Fórum Flex 2017 conta com o patrocínio da Braskem e Feiplastic/Reed Exhibitions. Para informações e inscrições, acesse www.abief.org.br.

Com 40 anos de atividades, a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abief

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“Reciclar: a responsabilidade é minha e sua”

17/05/2017

Artigo de Albano Schmidt
Presidente da Termotécnica

Entidades, ONGs e institutos de pesquisa, tanto no Brasil quanto no exterior, elaboraram estudos e projetos constatando os inúmeros benefícios da reciclagem para a preservação do meio ambiente. Mas, para que tudo isso dê certo, é fundamental e imprescindível a participação efetiva de cada um de nós. Sabemos o que deve ser feito, mas será que levamos a sério? Em casa, no ambiente de trabalho, nas escolas e nas ruas: você separa o lixo corretamente?

É muito importante termos consciência de que os produtos recicláveis não vão sozinhos para o ponto de coleta. Parece absurdo eu escrever isso, afinal de contas é óbvio !  Mas, infelizmente, não é o que acontece. O plástico, por exemplo, não sabe onde fica o “lixo reciclável”! Ele precisa ser devidamente separado, acondicionado e tratado, minimamente limpo e encaminhado para o local adequado; aí, sim, a estrutura se consolida e as empresas de coleta e usinas de reciclagem entram em ação.

Na Termotécnica, somos realmente defensores do meio ambiente. Nossa equipe é treinada e apaixonada por esta causa. Somos responsáveis pelo nosso produto – o EPS, popularmente conhecido como isopor® –  desde a produção  até a comercialização, o recolhimento pós-uso, a reciclagem e o encaminhamento para tornar-se um novo produto. Nossa empresa é pioneira em logística reversa do EPS no país; tanto que, desde 2007, já reciclamos mais de 30 mil toneladas deste material.

Proibir e banir a utilização de sacolinhas plásticas e do isopor® não é a solução. Eles foram criados para melhorar a vida das pessoas, resolver problemas sanitários, de saúde pública e facilitar o transporte de mercadorias.

É hora de conclamarmos a população para a reciclagem. Incluo aqui toda a rede de distribuição, os grandes varejos, os supermercados e atacadistas. A participação destes grupos é fundamental. Os governantes, por sua vez, devem que ter ciência da sua responsabilidade, promover campanhas de conscientização, além de garantir a infraestrutura adequada para coleta seletiva e o encaminhamento para as usinas de reciclagem.

Vamos formar uma cadeia positiva. Vamos educar nossas crianças, que serão os chefes de família e os consumidores de amanhã. Se elas forem bem orientadas, podem transformar a realidade.

Definitivamente, a reciclagem é responsabilidade minha e sua. Façamos a nossa parte.

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Tomra aposta em crescimento da reciclagem de PET no Brasil com o Autosort Flake

17/05/2017

A crescente utilização de PET reciclado em aplicações exigentes vem aumentando a demanda no mundo todo por equipamentos de separação de material reciclado que forneçam alto grau de pureza e produtividade.

Após anos de bem-sucedida atuação no segmento de separação de correntes de resíduos plásticos pós-consumo, utilizando tecnologias de Infravermelho Próximo (NIR) e óticas, a Tomra Sorting Reciclying deu um passo à frente com o lançamento, no ano passado, da nova versão do Autosort Flake, equipamento utilizado na purificação de polímeros moídos em um processo de reciclagem que combina detecção do tipo de material e cores.

O Autosort Flake é usado, por exemplo, na obtenção de correntes de PET reciclado de alta pureza, como por exemplo as destinadas a aplicações “bottle-to-bottle” (garrafas plásticas fabricadas integralmente com material reciclado).

Segundo Carina Arita (foto), diretora comercial da Tomra Brasil, a nova tecnologia do Autosort Flake permitiu dobrar os níveis de produtividade do equipamento para até 3 toneladas por hora, o que faz com que os equipamentos se tornem altamente rentáveis para plantas de reciclagem de PET. O nível de perda também é muito baixo, atingindo níveis de apenas 0,3 a 0,5%, de acordo com o material de entrada. Levando em conta que o nível médio de perdas da indústria hoje está em torno de 1,5%,  o investimento no equipamento se paga em apenas 1 ano, afirma Carina.

A fim de alcançar a mais alta pureza de flakes de PET, todos os resíduos de substâncias orgânicas, metais, PVC e outros materiais diferentes do PET devem ser eliminados. No processo de purificação, inicialmente as garrafas recicladas passam por um processo de triagem, seguido por um processo de moagem e lavagem – incluindo tanques de separação densimétrica e aspiradores.

Porém, estas etapas ainda não são suficientes para fornecer a qualidade necessária para algumas aplicações. Uma mínima contaminação da corrente já impede a utilização do material reciclado em aplicações tais como “bottle-to-bottle” (garrafa-para-garrafa). Os flakes de PET destinados à produção de uma nova garrafa transparente devem oferecer um grau de pureza maior que 99,99% (o que equivale a menos de 100 ppm de contaminantes).

A Tomra assegura que o seu Autosort Flake permite atingir tal grau de pureza, além de permitir o isolamento e eliminação de materiais de cor preta e metais. Segundo a Tomra, o Autosort Flake é capaz de analisar e classificar flakes por tipos de material e de cor, ao mesmo tempo e de forma precisa. A combinação da configuração mecânica com sistemas de sensores duplos melhora a eficiência de seleção dos flakes de plásticos significativamente, afirma a empresa. A detecção de contaminantes de cores é realizada por uma câmera RGB de alta resolução. Além disso, um espectrômetro de infravermelho próximo (NIR) permite a detecção de materiais tais como PET, PEAD, PP, PVC, PS, PLA, PET e outros. Os sensores óticos e de infravermelho realizam uma leitura simultânea e enviam a informação para válvulas situadas a curta distância da corrente de material, que acionam jatos de ar com o intuito de expelir da corrente as impurezas eventualmente presentes no fluxo de material a ser purificado. O equipamento trabalha com uma granulometria dos flakes entre 2 a 12 mm.

Tal como acontece no equipamento Autosort, o novo Autosort Flake da Tomra conta com a patente tecnológica Flying Beam® combinada com o novo desenvolvimento do módulo ótico Fourline 2mm, que é atualmente a mais alta resolução NIR disponível no mercado de equipamentos por sensor. Este recurso oferece aos clientes calibração contínua para evitar erros que podem levar a períodos de inatividade, dando assim uma estabilidade não atingível pela concorrência, afirma a Tomra. Desta forma, contribui para uma baixa necessidade de manutenção e baixo consumo de energia.

Segundo a Tomra, as principais vantagens do Autosort Flake incluem a alta capacidade com um elevado rendimento, o design modular e de fácil integração e a capacidade de classificar por cor (por exemplo, flakes de PET coloridos) e por material (por exemplo, PET, PEAD, PP, etc.) – e qualquer de suas combinações, ao mesmo tempo. Além dos flakes de PET, é possível a purificação de flakes de qualquer material (por exemplo, PEAD do PP). O equipamento também está disponível em uma versão básica contendo apenas o espectrofotômetro de infravermelho (NIR) para uso exclusivo na triagem de materiais. O Autosort Flake fornece estatística online do material processado acessível remotamente.

Durante a Feiplastic 2017, realizada no início de abril no Expo Center Norte, em São Paulo, a Tomra Brasil esteve divulgando a tecnologia do Autosort Flake para clientes potenciais que visitaram seu stand em busca de informações sobre as inovações da empresa para o mercado de reciclagem de plásticos. De acordo com Carina Arita, o fluxo de visitantes foi ótimo e as perspectivas de expansão do mercado brasileiro apresentam-se bastante promissoras neste início de 2017, especialmente em se tratando de uma conjuntura econômica recessiva que afetou todos os setores nos últimos dois anos.

Três unidades do novo Autosort Flake já foram vendidas pela sucursal brasileira da Tomra, sendo que uma delas foi para um cliente brasileiro que possui planta nos EUA. A última venda se deu para uma empresa paraguaia.

Além do Autosort Flake, a Tomra esteve demonstrando também durante a Feiplastic o Autosort, seu tradicional equipamento de separação multifuncional que recupera uma grande variedade de materiais a partir de fluxos de resíduos diferentes, resíduos de coleta seletiva, embalagens, papel, resíduos domiciliares e outros tipos de tarefas de separação.

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Kömmerling tem novo comando no Brasil

15/05/2017

Tonia Lima aposta no aperfeiçoamento e desenvolvimento para engajar clientes e parceiros

A executiva Tonia Lima (foto) está assumindo o posto de market manager da Kömmerling, tradicional fabricante alemão de sistemas de perfis e esquadrias de PVC. Ela substituirá Oliver Legge, que ficou à frente da companhia no Brasil durante 10 anos.

Em vez de grande mudanças, seu trabalho estará pautado na evolução, por meio de metologia voltada ao aperfeiçoamento e desenvolvimento. “Dentro desse conceito, meu principal desafio será dar continuidade ao trabalho que já vinha sendo executado pela gestão anterior e incorporar melhorias contínuas”, faz questão de ressaltar.

Com a expertise adquirida na gerência de vendas da companhia, Tonia Lima enfatiza que todos  os movimentos, ações  e decisões estarão voltados às necessidades dos clientes. “Paralelamente,  atuaremos lado a lado com todos nossos parceiros, visando implantar programas de melhoria específicos para desenvolvimento e crescimento contínuo de cada fábrica”.

No que se refere à  estratégia que será adotada com as revendas, Tonia Lima destaca que elas são, no Brasil, um excelente negócio para o empreendedor que quer trabalhar com esquadrias de PVC e  não deseja  um envolvimento com o processo produtivo. Por outro lado, para quem possui a fábrica, proporciona a não ociosidade de sua processo produtivo e um aumento do faturamento.

O fortalecimento do Departamento Financeiro, sob a responsabilidade do gerente Dércio Silva, também faz parte do programa de aprimoramento da estrutura.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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Prêmio da Dow promove o papel da embalagem no combate ao desperdício de alimentos

12/05/2017

Diamond Award é iniciativa pioneira da Dow para incentivar projetos de embalagem que combatam o desperdício e levem inovação à indústria de plásticos na América Latina

A Dow anunciou os vencedores do Diamond Award, prêmio concebido pela Área de Embalagens para Alimentos e Plásticos de Especialidades da companhia. O objetivo é reconhecer os melhores projetos desenvolvidos pelos clientes da Dow que tenham como propósito a redução do desperdício de alimentos, um dos principais desafios globais. Segundo a FAO, um terço dos alimentos (1,3 bilhão de toneladas) produzidos para consumo humano é perdido ou desperdiçado em todo o mundo anualmente.

Esta iniciativa está alinhada às metas de sustentabilidade globais da empresa e também às diretrizes de negócios da Dow para a América Latina, que busca gerar valor econômico ao lidar com os principais desafios sociais e ambientais da região. Os cases participantes no Diamond Award tiveram como desafio propor soluções para embalagens que incentivem a indústria a implementar alternativas e inovações para tópicos como tamanhos mais apropriados para cada ocasião de consumo; aumento do tempo de vida útil antes e após a abertura; melhores soluções de dosagem; possibilidade de utilização integral do produto – sem excedentes ou perdas – e redução nos danos causados durante o transporte, por meio de soluções de unitização.

Para Paloma Alonso, vice-presidente Comercial para Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow, “a premiação é importante para fomentar iniciativas inovadoras e sustentáveis para embalagens, ao mesmo tempo em que estimulam a colaboração em toda a cadeia de valor”.

Os três projetos vencedores, em ordem alfabética, são:

ABA, companhia mexicana, foi contemplada com o case de embalagem de alta barreira 100% reciclável. Destinado a embalagens para hambúrgueres, a embalagem possui alta barreira contra a transmissão de oxigênio, gases e humidade, evitando a criação de micro-organismos que deterioram os alimentos e, consequentemente, conservando-os por mais tempo, reduzindo perdas e desperdício. A embalagem desenvolvida pela ABA prolonga a vida dos hambúrgueres para até seis meses e além de cumprir sua função de proteger o alimento, a mesma embalagem pode ser reciclada para a fabricação de novos produtos.

Bemis, empresa norte-americana de embalagens, que atende aos mercados de alimentos, bebidas, cosméticos, farmacêuticos, higiene pessoal, limpeza doméstica, médico-hospitalares e pet food com embalagens flexíveis, rígidas, cartonadas, tubos laminados e rótulos. Por meio da sua filial brasileira, foi premiada com o case “Soltíssimo” para frios fatiados. Trata-se de uma embalagem termoformada selada hermeticamente, com filme de alta barreira que garante a integridade do produto, e tem tecnologia “abre-e-fecha”, que oferece tempo de prateleira bem superior às embalagens existentes no mercado.

Plastiandino, empresa argentina de embalagens, foi reconhecida pelo projeto “RationFilm”. Solução proposta para cortes de carnes, traz uma forma simples de porcionar as unidades de acordo com os diferentes perfis de consumo. As principais vantagens são: possibilidade de porções individuais, maior vida útil em função de melhores condições de armazenamento, visão 360º do produto para que o consumidor veja a qualidade do corte que está comprando, reciclabilidade, estética, redução de custos para o consumidor e possibilidade de exportação.

A comissão julgadora foi formada por Veronica Ramos e Mario Tonelli da Ecoplas (Argentina), Professor Fábio Mestriner, Dr. Carlos Garay, ex-presidente da Acoplasticos (Colômbia), Juan Antonio Hernández León da Anipac (Mexico), além de um corpo de especialistas em sustentabilidade, tecnologia e comunicações da Dow América Latina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Solvay obtém aprovação para seus polímeros especiais para contato com água potável em aplicações nos setores de hidráulica, aquecimento e saneamento

10/05/2017

A Solvay informa que dois grades da linha de polisulfeto de fenileno (PPS) Ryton® foram certificados para contato com água potável, de acordo com as regulamentações NSF 61 (EUA), WRAS (Reino Unido), W270 / DVGW / KTW (Alemanha), ACS (França) e DM 174 (Itália).

Estes produtos passam a compor o portfólio de soluções da Solvay para substituição de metais em diferentes aplicações nos setores de hidráulica, aquecimento e saneamento. Segundo a Solvay, os seus produtos para substituição de metais eliminam o risco de corrosão galvânica e acúmulo de incrustações, ajudam a reduzir custos e facilitam o cumprimento de regulamentações cada vez mais rigorosas para níveis admissíveis de chumbo na água potável.

Os dois novos grades de Ryton® PPS – R-4-242-NA (natural) e R-4-242-BL (preto)  – substituem tanto metais como plásticos de engenharia concorrentes, além de permitir solucionar os principais desafios impostos a equipamentos utilizados no processamento de água potável, tais como trocadores de calor, hidrômetros, bombas de água,  caldeiras, torneiras, válvulas e outras, afirma a empresa. Ambos os grades se beneficiam de uma nova tecnologia de tratamento da fibra de vidro que lhes confere uma vantagem em relação a outros PPS disponíveis comercialmente neste segmento de mercado, especialmente para aplicações em sistemas pressurizados de aquecimento de água, assegura a Solvay.

“Nossos novos grades da série Ryton® R-4-242 expandem a oferta de polímeros de alto desempenho da Solvay que podem efetivamente substituir o latão e outros metais, com custo competitivo, em aplicações nos setores de hidráulica, aquecimento e saneamento “, diz Terry Brcka, Gerente Global de Produto da Unidade de Negócios Specialty Polymers da Solvay. “Eles foram especialmente desenvolvidos para oferecer um conjunto  superior de propriedades e cumprir com os mais exigentes regulamentos para o contato com água potável.”

De acordo com a empresa, os novos grades da linha Ryton® PPS combinam altas propriedades mecânicas, incluindo uma adequada resistência ao escoamento quando expostos à água quente e vapor, com resistência química e térmica. Eles também oferecem estabilidade dimensional, devido em parte ao fato de absorverem pouca a nenhuma umidade, e resistência à hidrólise até 140°C. Além do mais, os dois novos grades desta linha exibem uma viscosidade muito baixa, o que permite o design e a moldagem por injeção de peças com geometrias complexas e/ou com paredes finas, afirma a Solvay.

“Em todo o mundo há uma crescente demanda por polímeros de alto desempenho para aplicações envolvendo contato com água potável e estes novos grades de Ryton® PPS são uma importante adição à nossa ampla linha de soluções de materiais certificados para este segmento altamente dinâmico”, acrescenta Philippe-Jacques Leng, Gerente Global de Mercado da Unidade de Negócios Specialty Polymers da Solvay. “Eles nos ajudarão a atender às necessidades dos clientes que buscam um leque mais amplo de materiais avançados, disponíveis globalmente, abrindo novas oportunidades para diferenciação de produtos e crescimento nos setores de hidráulica, aquecimento e saneamento”.

A Solvay oferece uma ampla seleção de polímeros de alto desempenho para substituição de metais em sistemas de manuseio de água. Além dos novos grades da linha Ryton® PPS, o portfólio da Solvay inclui a linha de poliftalamidas Amodel® PPA, de poliarilamidas Ixef® PARA, de polietercetonas KetaSpire® PEEK e de poliamidas de alto desempenho Omnix® HPPA.

Complementando estes produtos, a Solvay também oferece diferentes polímeros à base de sulfona adequados para aplicações envolvendo exposição prolongada à água quente, incluindo a linha de polisulfonas Udel®  PSU, de polietersulfona Veradel® PESU e de polifenilsulfonas Radel® PPSU e Acudel® modified PPSU. Além disso, produz também materiais baseados em polifluoreto de vinilideno, comercializados sob a marca Solef® PVDF, que tem desempenho adequado em tubos e conexões para água ultrapura, água quente e ácidos concentrados.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Cipatex marca presença na maior feira de mineração da América Latina

09/05/2017

A Cipatex®, empresa atuante no segmento de revestimentos sintéticos, participa da Exposição Internacional da Indústria de Mineração – Exponor 2017, que ocorre entre os dias 15 e 19 de maio, em Antofagasta, no Chile. Considerado um mercado estratégico, a empresa visa estreitar o relacionamento com os clientes e ampliar os negócios durante o evento.

A feira deve reunir mais de mil expositores de 30 países. A Cipatex® apresentará em seu estande o Cipageo®, geomembranas de PVC empregadas na impermeabilização de lagoas de evaporação e decantação, em pilhas de lixiviação e tanques de rejeitos minerais. Produzido pelo sistema de calandragem, o material é tolerante a diversos tipos de ácidos, sais e bases, com ótima resistência ao envelhecimento e às influências do meio ambiente. Devido ao grande alongamento, maleabilidade e flexibilidade, pode ser empregado em qualquer tipo de superfície. Entre os benefícios do material está praticidade de instalação e transporte, o que gera redução nos custos de mão-de-obra e equipamentos.

Conforme Aureovaldo Casari, gerente de agroindústria e mineração da Cipatex®, a Exponor é uma vitrine para o setor de mineração, onde são apresentadas novidades e tecnologias, além de estreitar relações comerciais e fomentar novas oportunidades de negócios. “O Chile é um dos principais destinos das mantas de PVC e a participação da empresa no evento é de extrema importância para reforçar as diversas possibilidades de aplicação e qualidade do Cipageo®”, comenta.

Com matriz em Cerquilho/SP, a Cipatex® fornece o produto para o setor de mineração no Chile desde 2000 e, durante a Exponor, os visitantes poderão conferir as vantagens oferecidas pelo material. Além de atender o setor, as geomembranas são indicadas para a construção civil, indústria e agricultura.

Há 53 anos o Grupo Cipatex® oferece ao mercado soluções em revestimentos sintéticos e não-tecidos. Ao todo, a Cipatex® conta com cerca de 1.400 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Cipatex

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PICPlast marca presença na Agrishow 2017 com espaço exclusivo para empresas da transformação plástica

04/05/2017

20 empresas mostram funcionalidades dos seus produtos, desenvolvidos para atender ao agronegócio

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e da Braskem, marca presença na Agrishow 2017, um dos principais eventos do setor agrícola, que está ocorrendo em Ribeirão Preto (SP), entre 01 a 05 de maio. Com um espaço exclusivo na feira, 20 empresas beneficiadas pelo Plano estão promovendo seus produtos  voltados ao agronegócio. Criado há três anos com o objetivo de estimular a competitividade do setor de transformação plástica, essa ação do PICPlast permite que as empresas reforcem a importância e relevância do plástico na produção sustentável de grãos e alimentos.

Entre os produtos expostos, destacam-se aplicações como ráfia para colheita de café e para cobertura de solo, silo bolsa, fio eletroplástico, sistemas de irrigação por gotejamento, biodigestor, telhas de PVC voltadas para granjas, cocho, sistema de hidroponia, entre várias outras. Todos os produtos e máquinas estão sendo expostos em tamanho real e em funcionamento, simulando sua aplicabilidade no dia a dia. Assim, os visitantes podem conferir de perto tecnologias como o sistema de geração de energia a partir de luz solar em módulos fotovoltaicos instalados sobre flutuadores de PEAD, em lagos e lagoas, que evita a utilização de espaços destinados a plantações.

Outro grande destaque da feira fica por conta do silo bolsa para armazenagem de grãos e sementes. Em formato de túnel flexível de plástico, o produto foi desenvolvido para criar um ambiente sem oxigênio, o que impede o surgimento e desenvolvimento de pragas e insetos na colheita. Dessa forma, é possível armazenar os alimentos por até 12 meses, com qualidade, sendo que a aplicação pode ser instalada pelo próprio agricultor. Com baixo custo, a produto permite ainda a segregação em lotes e contribui com a redução no desperdício de alimentos.

“A presença do PICPlast neste tipo de evento é muito importante pois reforça o seu papel de apoio à cadeia, incentivando e promovendo as empresas transformadoras de plástico com suas soluções inovadoras. Além disso, esta é uma excelente oportunidade para os empreendedores do setor fecharem grandes negócios”, afirma Americo Bartilotti, diretor do negócio de polietileno da Braskem.

De acordo com José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast, são ações como essas que permitem às transformadoras mostrar que o plástico propõe soluções para diversas necessidades.  “A participação dessas empresas na Agrishow reforça o papel do plástico enquanto solução sustentável e tecnológica, uma vez que grande parte das aplicações contribui para o aumento da produtividade no agronegócio e para a redução de possíveis perdas”, ressalta Roriz.

Comprometido com a capacitação do setor, hoje o PICPlast conta com várias iniciativas que visam reforçar a qualificação e incentivar empresas transformadoras de plástico.  Desde 2013 mais de 500 empresas foram beneficiadas pelos cursos e mentorias desenvolvidas pelo Plano, que possui parcerias como instituições como SEBRAE e Fundação Dom Cabral.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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Braskem apresenta soluções inteligentes para embalagens na Interpack 2017

03/05/2017

A Braskem participará da Interpack, em Düsseldorf, Alemanha, de 4 a 10 de maio, no estande G15 (Hall 9). No evento, a empresa apresentará novas aplicações para o Plástico Verde I’m greenT, como, por exemplo, a embalagem de café da Peeze e outras para o segmento de personal care, da Speick e L’Erbolario. Resina de polipropileno desenvolvida para produção de espumas de alta performance também será exibida, além de pesquisas e avanços na tecnologia para embalagens inteligentes.

“O Plástico Verde é resultado de um projeto de pesquisa e desenvolvimento que recebeu cerca de US$ 300 milhões em investimentos e envolvimento de diversas pessoas. Atualmente o biopolímero é exportado para Europa, EUA, Ásia, África e América do Sul e mais de 150 marcas o utilizam ao redor do mundo. Para a Braskem, participar da principal feira mundial de embalagens é uma oportunidade para reforçar a nossa presença global”, afirma Gustavo Sergi, responsável pelo Negócio de Químicos Renováveis da Braskem.

Resina para produção de espumas

A Braskem apresenta também a sua marca Amppleo, resina de polipropileno com propriedades de High Melt Strength. O produto foi desenvolvido para a produção de espumas versáteis de alto desempenho para aplicação nos mercados de embalagens, industrial e automotivo, afirma a Braskem.

Segundo a empresa, a resina é capaz de suportar temperaturas de até 130°C sem se deformar e possibilita a fabricação de espumas com ampla versatilidade de aplicações dentro de uma grande escala de densidade que pode ir de 30 kg a 300 kg por metro cúbico, apresentando redução de peso frente a outros materiais e um excelente isolamento térmico e acústico. Além disso, o material pode ser totalmente reciclado.

Pesquisas em embalagens inteligentes

Outro destaque para a edição deste ano ficará por conta dos avanços em pesquisas de embalagens inteligentes, as quais poderão informar ao consumidor sobre a qualidade e o estado de conservação de produtos variados, desde alimentos a cosméticos, através da mudança de cor. A Braskem, em parceria com a Universidade norte-americana de Clemson e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), no Brasil, trabalha no desenvolvimento desta tecnologia.

Parcerias que viabilizam inovação

A Braskem apresentará copos de Polipropileno em parceria com a empresa Gizeh e de Plástico Verde em parceria com empresa finlandesa Stora Enso.

Será divulgada também parceria entre a Braskem e a Made In Space, empresa norte-americana líder no desenvolvimento de impressoras 3D para a Nasa, para o fornecimento de Plástico Verde para a manufatura de ferramentas e peças na Estação Espacial Internacional (ISS).

O café que será servido no estande é produzido pela Peeze, única refinaria de café na Holanda que fornece 100% de café certificado e que tem embalagem feita com Plástico Verde I’m greenT. As embalagens sustentáveis são resultado de uma parceria anunciada em outubro de 2016 entre as empresas.

A Braskem produz anualmente um volume de termoplásticos superior a 20 milhões de toneladas, incluindo a produção de outros produtos químicos e petroquímicos básicos, apresentando um faturamento anual de R$ 54 bilhões. A Braskem atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Fonte: Braskem

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Solvay divulga resultados do primeiro trimestre de 2017

03/05/2017

Ebitda ajustado do Grupo alcançou 616 milhões de euros no período

O Grupo Solvay obteve um faturamento de 2,97 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2017, com um crescimento de 9,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo anúncio feito hoje (03/05) pela companhia.

O Ebitda ajustado – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – subiu 12% no período, alcançando 616 milhões de euros, com crescimento impulsionado pelo aumento dos volumes de cada um dos segmentos operacionais da companhia. A margem geral de Ebitda foi de 21% no trimestre; e o lucro líquido ajustado no período alcançou 256 milhões de euros.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, os resultados obtidos pela empresa no trimestre “refletem um início de ano forte, com todos os segmentos operacionais registrando crescimento de volume no primeiro trimestre. Continuaremos no caminho de crescimento que definimos em nossos objetivos de médio prazo.”

Previsão para 2017 – Com base no forte início de 2017 e na melhoria das condições de mercado, o Grupo Solvay espera atingir ou superar a sua estimativa anterior de crescimento de Ebitda ajustado de um dígito médio e mais de 800 milhões de euros em geração de caixa.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Romi apresenta evolução nas margens operacionais e Ebitda atinge R$10,8 milhões no 1o. trimestre de 2017

03/05/2017

Companhia registrou evolução nas margens operacionais de todas as suas Unidades de Negócio no 1T17

A Indústrias Romi S.A., líder brasileira na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou no primeiro trimestre de 2017 receita operacional líquida de R$146,5 milhões, montante 12,9% superior ao alcançado no 1T16. O aumento é resultado, principalmente do faturamento da subsidiária alemã B+W, que terminou o ano de 2016 com crescimento relevante em sua carteira de pedidos que estão sendo entregues ao longo de 2017 e da Unidade de Fundidos e Usinados, que tem aumentado o seu volume de receita desde o início de 2016.

A margem bruta obtida no 1T17 foi de 24,7%, resultado 4,5 p.p superior ao mesmo período do ano anterior. A geração operacional de caixa medida pelo EBITDA foi de R$ 10,8 milhões, representando uma margem EBITDA 7,4% no 1T17.

A receita operacional líquida da Unidade Máquinas Romi atingiu R$59,3 milhões no 1T17, o que representou redução de 12,2% em relação ao 1T16. Apesar do baixo nível de investimentos no cenário doméstico, as receitas do mercado externo continuam demonstrando solidez e apresentaram crescimento de cerca de 6%, em dólares, no 1T17, quando comparado com o 1T16.

O faturamento da subsidiária alemã B+W apresentou aumento de 37,5% no 1T17, quando comparado com o mesmo período do ano anterior, evidenciando a sólida carteira de pedidos dessa subsidiária e correspondendo a expectativa e cronograma de faturamento para 2017. Devido ao maior volume de operação e de receita, a Unidade de Negócio obteve margem bruta de 21,4% no 1T17, o que representa incremento de 20,0 pontos percentuais em relação ao 1T16.

Com bom volume de atividade, impulsionada por peças fundidas e usinadas de grande porte, a Unidade de Fundidos e Usinados obteve receita operacional líquida de R$57,3 milhões no 1T17, o que representa aumento de 41,6% em relação ao 1T16. No mesmo período, a margem bruta dessa unidade foi de 14,2%, apresentando aumento de 2,4 pontos percentuais em relação ao 1T16, devido, principalmente, ao seu maior volume de receita.

“Os impactos positivos de uma equipe focada em rentabilidade, com diversos projetos que consideram adequações operacionais, redução de custos e despesas e investimentos em automação e produtividade, já podem ser notados em nossos níveis de rentabilidade nesse primeiro trimestre de 2017”, afirma Luiz Cassiano R. Rosolen, Diretor-Presidente da Romi.

Fonte: Romi

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Lanxess completa aquisição da Chemtura

02/05/2017

  • Negociação foi aprovada por todos os órgãos reguladores
  • A combinação dos negócios de Aditivos das duas companhias, gerará vendas anuais de cerca de 2 milhões de euros, tornando-se um forte pilar no grupo
  • Zachert: “Essa aquisição é um grande passo no processo de realinhamento da empresa”

A Lanxess, empresa especializada em produtos químicos, completou com sucesso a aquisição da empresa norte-americana Chemtura, uma das principais fornecedoras mundiais de retardantes de chamas e aditivos lubrificantes. Todos os órgãos reguladores aprovaram a transação. Em fevereiro desse ano, os acionistas da Chemtura votaram pela aprovação da aquisição. Avaliada em EUR 2,4 bilhões, a empresa norte-americana é a maior aquisição na história da Lanxess e expande, significativamente, o portfólio de aditivos da empresa, tornando a companhia um dos principais players do mundo neste segmento em crescimento, que é um dos mais atraentes na indústria de produtos químicos especiais. Além dos aditivos, os negócios de uretanos e organometálicos da Chemtura também serão integrados ao portfólio da Lanxess. A empresa, com sede em Colônia (Alemanha), irá absorver 2500 colaboradores da Chemtura, em 20 sites localizados em 11 países. Os negócios da Chemtura geram vendas anuais de cerca de 1,5 milhão de euros.

“A aquisição da Chemtura é outro grande passo no nosso processo de realinhamento e um marco significativo no nosso curso de crescimento. A ‘nova’ Lanxess está ganhando forma. A expansão dos negócios de aditivos garante a Lanxess um importante pilar adicional. Em sua nova estrutura e com uma carteira ainda mais equilibrada, a empresa será muito mais estável e rentável. Ao mesmo tempo, a Chemtura fortalece, consideravelmente, nossa presença na América do Norte,” afirma Matthias Zachert, Presidente da Diretoria da Lanxess. “Focaremos agora nossa energia em integrar rápida e harmoniosamente as novas empresas e funcionários, bem como em servir de forma exemplar nossos atuais e novos clientes”.

Por meio dessa aquisição, a Lanxess fortalece sua presença na América do Norte. Nessa região, a companhia está representada em 24 locais de produção (anteriormente eram 12) e emprega aproximadamente 2.800 funcionários (anteriormente eram 1.500). A participação da região nas vendas globais aumenta de aproximadamente 17% para aproximadamente 21%.

O resultado anual esperados da sinergia das duas companhias é de cerca de 100 milhões de euros até 2020. A aquisição da Chemtura já deve aumentar o lucro por ação da Lanxess no primeiro ano fiscal completo após o fechamento. A Lanxess financiou a aquisição por meio de duas obrigações empresariais e uma obrigação híbrida, bem como dinheiro. Os títulos foram colocados com sucesso em termos atraentes já em 2016.

Aditivos: um pilar forte da Lanxess

Com efeito imediato, a Lanxess irá combinar todo o seu negócio de aditivos dentro do novo segmento Specialty Additives. Este segmento é um pilar adicional no grupo Lanxess, com vendas anuais de aproximadamente 2 bilhões de euros e cerca de 2.900 funcionários em todo o mundo. O segmento compreende as novas unidades de negócios Additives e Rhein Chemie. O negócio combinado com retardantes de chama e aditivos lubrificantes está ancorado na unidade de negócios Additives, que é liderado por Anno Borkowsky. A unidade de negócios Rhein Chemie, liderada por Philipp Junge, compreende os negócios existentes de aditivos de borracha e cor da Lanxess.

Lanxess fortalece negócio de aditivos, retardantes de chama e lubrificantes

A Lanxess reforça, significativamente, a sua posição na área de aditivos lubrificantes e lubrificantes sintéticos para aplicações industriais. “Somos agora um dos principais fornecedores de lubrificantes industriais e possuímos uma cadeia de valor integrada”, explica Anno Borkowsky. A Lanxess espera um crescimento médio de 3 a 4% ao ano para o mercado de aditivos para lubrificantes industriais, impulsionado principalmente pela crescente demanda de lubrificantes em termos de capacidade de desempenho e compatibilidade ambiental.

A empresa também está expandindo significativamente sua posição no mercado para aditivos retardantes de chama, operando o portfólio de aditivos retardantes de chama à base bromo da Chemtura. Devido à sua alta eficácia, estas substâncias são utilizadas, entre outros segmentos, na indústria da construção e são um complemento ideal para o negócio já existente da Lanxess de aditivos à base de fósforo. “As exigências dos retardantes de chama estão aumentando continuamente devido, particularmente, à tendência para a produção eficiente de energia. Esta aquisição nos tornará um dos principais fornecedores mundiais de aditivos retardantes de chama. A partir de hoje, podemos oferecer aos nossos clientes uma variedade de produtos complementares à base de bromo e fósforo a partir de uma única fonte,” complementa Borkowsky. A companhia também espera taxas de crescimento anual de 3 a 4% para a área de aditivos retardantes de chama.

Novos campos de atuação da Lanxess: uretanos e organometálicos

O negócio de uretanos é novo para a Lanxess. Com efeito imediato, será colocado dentro da recém-formada unidade Urethane Systems, liderada por Markus Eckert. A gama de produtos inclui pré-polímeros fundidos ao calor, dispersões aquosas especiais de uretano e polióis de poliéster. Estes são componentes de poliuretanos especiais, usados principalmente nas indústrias de construção, mineração, petróleo, gás, equipamentos atléticos e eletrônicos. Estes plásticos são utilizados, por exemplo, para fabricar rolos para correias transportadoras ou patins inline. Urethane Systems irá juntar-se à unidade de negócios High Performance Materials da Lanxess para formar o novo segmento Engineering Materials.

Também no portfólio da Lanxess é novo o negócio de organometálicos. Estes são compostos químicos utilizados, entre outras aplicações, como catalisadores na produção de polímeros ou para a síntese de produtos químicos finos e produtos farmacêuticos. Com efeito imediato, este negócio fará parte da unidade de negócios Advanced Industrial Intermediates da Lanxess.

Fonte: Lanxess

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BASF tem aumento expressivo nas vendas e lucros globais em comparação com primeiro trimestre de 2016

02/05/2017

  •  Vendas de €16,9 bilhões (+19%)
  • Tendência positiva dos volumes permanece (+8%)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de €2,5 bilhões (+ 29%);  €2,0 bilhões foram gerados pelo negócio de químicos
  • Perspectiva para 2017 confirmada

A BASF completou o primeiro trimestre de 2017 com um aumento considerável nas vendas e lucros, quando comparados ao mesmo trimestre do ano passado. “A BASF teve um bom começo de ano em 2017”, disse o Dr. Kurt Bock, Presidente do Junta Diretiva da BASF SE. “As tendências relativas à demanda que foram observadas ao longo de 2016 continuaram no primeiro trimestre deste ano.”

As vendas do Grupo BASF aumentaram 19% no primeiro trimestre de 2017, atingindo €16,9 bilhões. Em todos os segmentos manteve-se a tendência positiva de volumes observada nos trimestres anteriores, levando a um crescimento de 8% nos volumes de vendas. Além disso, a BASF conseguiu preços de vendas significativamente mais elevados (acréscimo de 8%), principalmente no segmento de Químicos. Os efeitos cambiais e as operações da Chemetall, negócio adquirido da Albemarle em dezembro de 2016, também contribuíram para o aumento das vendas.

O lucro das operações da BASF antes dos itens extraordinários (EBIT) foi 29% maior, atingindo 2,5 bilhões de euros. Deste montante, 2,0 bilhões foram gerados pelo negócio de químicos, que engloba os segmentos de Químicos, Produtos de Performance, bem como Materiais & Soluções Funcionais. Assim, houve um crescimento de 37% nos lucros da divisão de químicos.

A BASF recebeu um pagamento inicial do seguro, no valor de €100 milhões, relacionado ao acidente ocorrido na zona do Porto Norte em Ludwigshafen, em outubro passado. Cerca de três quartos deste valor foram investidos no segmento de Químicos.

O EBIT aumentou € 585 milhões, se comparado ao primeiro trimestre de 2016, totalizando €2,5 bilhões.

O lucro líquido aumentou €322 milhões, somando €1,7 bilhão. O lucro por ação foi de €1,86 no primeiro trimestre de 2017, contra €1,51 no mesmo trimestre de 2016. O lucro por ação, ajustado para itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis, foi de €1,97 (primeiro trimestre de 2016: €1,64).

Perspectiva para o ano de 2017

As expectativas da BASF relativas ao cenário econômico global de 2017 permanecem inalteradas:

  • Crescimento do Produto Interno Bruto: 2,3%
  • Crescimento da Produção Industrial: 2,3%
  • Crescimento na produção de produtos químicos: 3,4%
  • Taxa média de câmbio entre o euro e dólar de US$ 1,05 por euro
  • Preço médio do petróleo (Brent) de US$ 55 por barril durante o ano

“Continuamos cautelosos quando se trata de nossa perspectiva para o ano inteiro. Ainda visualizamos riscos consideráveis em relação ao desenvolvimento macroeconômico e ao ambiente político”, disse Bock. “Confirmamos nossa previsão de 2017 para as vendas e lucros do Grupo BASF. Esperamos um crescimento considerável das vendas para o Grupo BASF em 2017. Conforme nossa definição, tal crescimento equivale a um aumento de pelo menos 6% nas vendas. Queremos atingir um EBIT antes dos itens extraordinários ligeiramente superior ao de 2016. Neste caso, “ligeiramente” significa uma mudança de 1-10%. Esperamos que o aumento seja mais próximo dos 10%.”

Desenvolvimento dos segmentos

No segmento de Químicos, as vendas aumentaram 36%, quando comparadas com o primeiro trimestre anterior, totalizando €4,1 bilhões, em grande parte como resultado do aumento dos preços nas divisões de Petroquímicos e Monômeros. As vendas ainda tiveram um apoio devido ao maior nível do volume de vendas em todas as divisões. Os efeitos cambiais alavancaram um pouco as vendas. Devido à maiores margens e volumes, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou €501 milhões em relação ao primeiro trimestre de 2016, somando €958 milhões. O impacto negativo sobre os lucros no primeiro trimestre de 2017, causado pelo acidente no Porto Norte em Ludwigshafen no quarto trimestre de 2016, foi compensado pelo pagamento inicial do seguro contra danos. Os custos fixos apresentaram um aumento homólogo devido principalmente ao comissionamento de novas fábricas.

As vendas no segmento de Produtos de Performance cresceram 9% se comparadas ao primeiro trimestre de 2016, totalizando €4,3 bilhões; resultado dos maiores volumes nas divisões de Dispersões e Pigmentos, Higiene Pessoal e Químicos de Performance. O segmento apresentou efeitos cambiais positivos em todas as divisões e teve um pequeno aumento em termos de preços de vendas no geral. Os efeitos gerados pelo portfólio prejudicaram o desenvolvimento das vendas. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu €40 milhões, se comparado ao nível estável do primeiro trimestre do ano anterior, devido a margens mais baixas e custos fixos mais elevados, atingindo €515 milhões.

No segmento de Materiais & Soluções Funcionais, as vendas cresceram 18% na comparação com o primeiro trimestre de 2016, somando €5,2 bilhões. Tal crescimento deu-se principalmente pelo aumento acentuado nos volumes de vendas, promovido principalmente pela maior demanda da indústria automotiva. O desenvolvimento das vendas também foi apoiado pela aquisição do negócio da Chemetall, adquirido da Albemarle em dezembro de 2016, juntamente com pequenos aumentos de preços e efeitos cambiais. Em comparação com o primeiro trimestre do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou €75 milhões, alcançando €531 milhões, em especial devido ao crescimento do volume e à aquisição da Chemetall.

O segmento de  Soluções para a Agricultura registrou um aumento de 4% em vendas, quando comparado ao mesmo período de 2016, alcançando €1,9 bilhões, mesmo com um mercado em que as condições permaneceram difíceis. Os principais determinantes foram volumes maiores e efeitos cambiais positivos, com preços estáveis. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu €58 milhões, indo para €533 milhões quando comparado com o forte primeiro trimestre de 2016. Tal resultado deu-se devido às margens médias mais baixas, fruto de um mix diferente de produtos. Os custos fixos aumentaram ligeiramente, em parte devido ao comissionamento de novas fábricas.

As vendas de €829 milhões no segmento de Petróleo e Gás foram 36% maiores do que no primeiro trimestre do ano anterior, fruto principalmente de preços maiores. O preço do barril de petróleo bruto (Brent) foi de US$ 54, em média, no primeiro trimestre de 2017 (primeiro trimestre de 2016: US$ 34). Os preços do gás nos mercados europeus de pronta entrega também aumentaram acentuadamente em comparação com o primeiro trimestre anterior. Os volumes de produção foram iguais ao nível do primeiro trimestre anterior, enquanto os volumes de vendas, especialmente de gás, ultrapassaram o nível do primeiro trimestre de 2016.

O EBIT antes dos itens extraordinários também melhorou consideravelmente, aumentando €104 milhões em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo €170 milhões. Tal melhora deu-se sobretudo devido ao aumento dos preços. O lucro líquido foi significativamente maior.

O segmento “Outros”, quando comparado ao primeiro trimestre do ano anterior, apresentou um aumento nas vendas de €133 milhões, perfazendo €610 milhões, principalmente como resultado do aumento dos preços na comercialização de matérias-primas. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu €31 milhões, totalizando menos €250 milhões. Tal diminuição foi sobretudo uma consequência dos efeitos de valorização do programa de incentivo de longo prazo.

Sob uma perspectiva regional, a BASF conseguiu melhorar consideravelmente as vendas e os lucros, especialmente na região Ásia-Pacífico. Os volumes nessa região aumentaram consideravelmente em todos os segmentos, os preços de venda aumentaram, principalmente no segmento de Químicos. O negócio na China foi o principal determinante deste desenvolvimento.

Fonte: BASF

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Balanço da Covestro registra um primeiro trimestre forte

02/05/2017

  • Volumes totais cresceram 9,0% em relação ao ano anterior
  • EBITDA ajustado subiu 66,5% para 846 milhões de euros
  • Lucro líquido subiu 157,1% para 468 milhões de euros
  • Fluxo de Caixa Operacional Livre 174% maior na comparação anual
  • Projeção foi elevada

Após um ano fiscal bem sucedido em 2016, a fabricante de polímeros Covestro manteve os bons resultados no primeiro trimestre de 2017 e elevou suas projeções para o ano. Graças a uma demanda ainda forte por polímeros inovadores, os volumes totais do Grupo cresceram 9,0%. O aumento na capacidade de utilização de produção e as consequentes melhorias nas margens também permitiram um crescimento no EBITDA. Em 846 milhões de euros, o EBITDA subiu 66,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O lucro líquido registrou crescimento de 157,1%, atingindo 468 milhões de euros. No primeiro trimestre de 2016 o lucro líquido totalizou 182 milhões de euros.

“A alta demanda pelos nossos produtos indica que plásticos inovadores são importantes para lidar com os desafios impostos por megatendências globais, como urbanização, mudança climática ou a evolução da mobilidade. Prova disso é nosso forte crescimento em volumes e os ganhos resultantes em todos os segmentos”, afirma o CEO da Covestro, Patrick Thomas. “Nós mantemos nosso clima positivo e entregamos um EBITDA melhorado pelo nono trimestre consecutivo. Continuamos otimistas para o restante do ano e, portanto, elevamos nossa projeção”.

Baseada na performance positiva do primeiro trimestre, a companhia ajustou as projeções apresentadas no Relatório Anual 2016 para o ano de 2017. A Covestro ainda espera um crescimento no volume total de baixo a médio dígito. A empresa agora projeta um Fluxo de Caixa Operacional Livre significativamente acima da média dos últimos três anos (a previsão anterior era de crescimento levemente acima da média dos últimos três anos). Além disso, a Covestro agora espera um retorno sobre o capital investido (ROCE) significativamente maior que o nível de 2016 (a projeção inicial era de um ROCE um pouco maior que o nível de 2016).

Vendas e fluxo de caixa substancialmente maiores

O robusto crescimento no volume total e um aumento geral de 13,4% nos preços de venda – especialmente no segmento de Poliuretanos, onde os preços subiram até 25,8% na comparação com o mesmo trimestre de 2016 – resultaram em um aumento de 24,7% nas vendas, atingindo 3,586 bilhões de euros. O Fluxo de Caixa Operacional Livre também teve uma trajetória positiva, representando 211 milhões de euros – 174% acima do mesmo período na comparação com o ano anterior graças à melhoria no fluxo de caixa operacional.

“Nosso otimismo para o ano fiscal de 2017 foi confirmado no primeiro trimestre”, afirma o CFO Frank H. Lutz. “Nossos números provam que estamos em posição de nos beneficiarmos do crescimento nas indústrias em que atuamos junto a nossos clientes e, também, melhorar nossa eficiência operacional. Além disso, nossa estratégia de criar uma forte presença global está valendo a pena. As vendas e rentabilidade em nossos três principais mercados – China, Alemanha e Estados Unidos – estão cada vez mais equilibradas”.

Aumento acentuado nos volumes totais em todos os segmentos

No primeiro trimestre, os volumes totais no segmento de Poliuretanos cresceram substancialmente – 6,8% na comparação anual. Todos os grupos de produtos, particularmente MDI e TDI, contribuíram para este aumento. O fator chave aqui foi uma maior demanda do setor de construção em todo o mundo, bem como das indústrias de móveis e colchões nas regiões NAFTA e APAC. Em 482 milhões de euros, o EBITDA mais que dobrou na comparação anual. Isso se deu principalmente devido a margens maiores.

Diante da positiva demanda de mercado neste segmento foi decidido manter a produção do MDI em Tarragona, na Espanha. Ao mesmo tempo, a Covestro está trabalhando para converter uma fábrica na cidade alemã de Brunsbüttel. A empresa espera dobrar a capacidade de produção de MDI nesta planta para cerca de 400 mil toneladas métricas no decorrer de 2018.

O segmento de Policarbonatos também registrou novamente forte crescimento – 14,7% nos volumes totais na comparação anual. Os volumes vendidos nas três regiões subiram, principalmente devido a uma maior demanda das indústrias automotiva e eletroeletrônica. O EBITDA do segmento subiu 31,1%, atingindo 232 milhões de euros. Para atender a crescente demanda, a Covestro duplicou sua capacidade de produção de policarbonato em Xangai, na China, para cerca de 400 mil toneladas métricas por ano em 2016. Com uma capacidade de produção total de cerca de 1,5 milhão de toneladas métricas por ano, a empresa é hoje a principal fabricante do plástico de alta performance.

Os volumes totais no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades subiram 8,1% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Os volumes mais significantes vieram particularmente das regiões APAC e EMLA. Em 146 milhões de euros no primeiro trimestre, o EBIDTA subiu 5,0% na comparação anual. No ano passado, a Covestro inaugurou uma fábrica de escala mundial para matérias-primas de revestimentos na China. Em contraste aos dois outros segmentos, os preços do segmento permaneceram, em média, no mesmo nível do ano anterior.

Início de ano positivo

No geral, a Covestro  teve um início de ano muito positivo em 2017. Neste sentido, a posição estratégica da empresa é forte, tanto com relação às principais tendências nas indústrias atendidas quanto em regiões-chave. Além disso, inovações e cooperações têm um papel cada vez mais importante. Um bom exemplo é a recém-anunciada colaboração entre Audi, BASF e Covestro que levaram ao desenvolvimento de um novo revestimento com endurecedor biodegradável para a indústria de automóveis. Pela primeira vez, um revestimento contendo um endurecedor biodegradável foi aplicado em corpos de prova do Audi Q2 na planta da montadora. O carro com o novo revestimento foi apresentado na European Coatings Show (ECS) 2017 em Nuremberg, na Alemanha.

Com vendas de 11,9 bilhões de euros em 2016, a Covestro está entre os maiores fabricantes mundiais de polímeros. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados na vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e também as indústrias de esportes e lazer. A Covestro possui 30 sites de produção em todo o mundo e, no final de 2016, empregava cerca de 15.600 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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​Mercado de fraldas para adultos cresce e demanda inovação

02/05/2017

*Por Michel Brunetto (líder de aplicação tecnológica da área de Higiene e Saúde da Dow para América Latina)

O mercado de higiênicos cresce em todo o mundo e na América Latina o Brasil é o país que mais se destaca. Dados do Euromonitor mostram que somos o terceiro mercado mundial, com vendas que representam 4,3% do volume total, e o segundo em crescimento, ficando atrás apenas da China. Este avanço é, em boa parte, resultado do crescente envelhecimento da população. Analisando especificamente o mercado de fraldas para adultos, a perspectiva é de crescimento contínuo em função do aumento da expectativa de vida da população e de maior atividade das pessoas com mais de 65 anos, muito além das gerações anteriores.

As tendências para esse mercado adulto estão em linha com as necessidades gerais do mercado de higiênicos: eficiente barreira à líquidos, suavidade, elasticidade, espessura reduzida e baixo ruído. Boa parte destas características são conferidas pelos filmes plásticos e não-tecidos com que são confeccionadas as fraldas. Esse conjunto possibilita maior qualidade de vida para os adultos que possuem incontinência urinária – cerca de 20% da população idosa – e que precisam de fraldas confortáveis, confiáveis e o mais discretas possíveis, para que possam desenvolver todas as suas atividades sem que as fraldas sejam percebidas.

Nas fraldas geriátricas, cada um destes materiais possui características específicas:

  • Não tecidos: podem ser bicomponentes – compostos por polietileno e polipropileno – ou monocomponentes de polietileno, fornecendo suavidade e sensações não antes alcançáveis com não tecidos 100% polipropileno;
  • Filmes e laminados (união de filme com não tecido): proporcionam backsheets cada vez mais finos, com excelentes processabilidades e alta barreira à liquido. Demandam menor consumo de matérias-primas e conferem reduzida espessura aos produtos finais, ao melhorar a performance e a maleabilidade, além de diminuir o ruído durante o uso do produto.
  • Filmes elásticos e não tecidos extensíveis: proporcionam mais conforto e confiabilidade ao produto, uma vez que se ajustam melhor ao corpo.

Entre os principais atributos exigidos, a suavidade é uma das tendências mais duradouras em produtos higiênicos. A maturidade dos consumidores desses produtos lhes permite perceber as diferenças e buscar por produtos mais macios. Entretanto, a suavidade é um conceito subjetivo e pode ser interpretada de diferentes formas de pessoa para pessoa. Pode ser medida pelo caimento e maleabilidade, pelo “toque de seda” ou “toque de algodão”, ou pela sensação de “fofura”. Desta maneira, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento tornaram possível produzir fraldas com melhores características, usando as matérias-primas mais adequadas para atingir o diferencial desejado.

Já o conforto está intimamente relacionado à elasticidade e maleabilidade. Afinal, a função primeira da fralda é absorver e reter, e quanto melhor ajustada ao corpo ela estiver, menor o risco de vazamentos e maior o conforto para o usuário. Além disso, uma melhor maleabilidade e reduzida espessura dos filmes também são essenciais para o público adulto, pois evitam barulho durante a movimentação, o que poderia gerar constrangimentos para o usuário.

Para reunir todas essas características os donos de marca precisam de produtos desenvolvidos a partir de resinas elaboradas para otimizar cada uma dessas aplicações.

Nesse mercado promissor, a concorrência também é acirrada e é preciso estar preparado.  No Brasil, as fraldas para adultos continuam a ganhar mercado e a expectativa é de crescimento anual de 8% até 2020. Além disso, os produtos de incontinência leve registraram a taxa de crescimento mais rápida em 2015, com um aumento de 21% no valor das vendas. A incontinência ainda é um forte tabu e, assim, há espaço para produtos que são menos visíveis sob roupas e voltados para usuários mais ativos com problemas pequenos ou moderados de incontinência. Ou seja, há um grande mercado para conquistar e, nesta jornada, os melhores produtos, feitos com materiais de alta tecnologia, têm mais chances de se destacar e ganhar a preferência dos consumidores.

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Simplas mobiliza entidades nacionais e internacionais para sensibilizar Vaticano sobre equívoco de Encíclica Papal desfavorável ao uso dos plásticos

20/04/2017

  • Proposta para diálogo com o Vaticano conquista apoios da Aliplast e Braskem
  • Entidades industriais do Canadá e Estados Unidos serão contactadas
  • Plastivida oferece apoio para contato com ONGs

A iniciativa do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) de buscar uma convergência internacional do setor para dialogar com o Vaticano, a fim de obter uma nova orientação da Igreja Católica quanto ao uso e reciclagem dos plásticos, conta agora com os apoios oficiais da Associação Latino-americana da Indústria Plástica (Aliplast) e da petroquímica Braskem. O endosso foi confirmado em duas reuniões consecutivas durante a realização da Feiplastic, no Expo Center Norte, em São Paulo.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e fabricantes de máquinas para plástico do Brasil e da Itália já manifestaram também seu apoio à iniciativa do Simplas.

A idéia é subsidiar o Vaticano com informações completas e atualizadas a respeito dos benefícios dos plásticos para a humanidade, em particular sobre seu ciclo de reaproveitamento. O canal de comunicação do Simplás com a chancelaria do Papa Francisco está aberto desde o ano passado. Os contatos se iniciaram ainda em 2015, quando a encíclica Laudato Si, de caráter social e ambiental, foi publicada com um trecho que propôe que se evite o consumo do plástico (entre outros materiais).

O Simplas prosseguirá as conversações, com o aval da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), a partir de uma resposta já obtida da chancelaria do Papa Francisco, após sucessivas tentativas por meio de cartas, intermediação bispal e até contato direto com cardeais na Basílica de São Pedro.

“Os religiosos ligados ao Papa e representantes da Secretaria de Estado do Vaticano foram muito receptivos e compreenderam a necessidade de existir este diálogo e colocaram-se à disposição. A partir deste momento, cabe às lideranças internacionais do setor de plástico unirem-se e elaborarem um projeto de diálogo com o Vaticano, com o objetivo de sensibilizar os cardeais da Secretaria de Estado e, posteriormente, dialogar com o Papa Francisco”, afirma Jaime Lorandi (foto), presidente do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplas).

A encíclica Laudato Si, divulgada em 18 de junho de 2015, tem caráter social e ambiental. Em determinado trecho, o documento sugere aos fiéis católicos – que correspondem a aproximadamente 1,3 bilhões de pessoas no mundo todo – “evitarem o uso de material plástico”. “Esta orientação do Papa pode influenciar as idéias e o comportamento de bilhões de pessoas nas próximas décadas”, adverte Lorandi.

Na condição de empresário do ramo de plásticos e, ao mesmo tempo, de estudioso diletante de Encíclicas Papais, a posição única de Jaime Lorandi lhe permitiu cedo identificar o equívoco da orientação da Encíclica sobre o uso dos plásticos, a qual, inclusive, é contraditória com a visão do Papa sobre o combate à pobreza e à fome.

“A maioria dos povos descartam os produtos pós-consumo de forma não ecológica, tratando-os como lixo e jogando-os no meio ambiente. Esta forma errônea de destinação criou uma mentalidade de que os plásticos poluem, gerando uma onda de desinformação contra o uso do material. Caso a humanidade evite ou exclua os plásticos de sua vida, haverá muito mais famintos, sedentos, despidos, doentes, desabrigados e com menos possibilidade de deslocamento geral. Inclusive, haverá maior dano ambiental, provocado pelo uso de outros materiais que exigem maiores recursos naturais e energéticos”, alerta o presidente do Simplas. “É dever das pessoas que possuem conhecimento aprofundado em plásticos, em humanidades e em uso de recursos naturais e energéticos, informar a todos sobre os benefícios deste material e alertar sobre os perigos consequentes de seu desuso e eliminação. Caso haja alteração na orientação da encíclica, este fato histórico trará uma grande repercussão positiva na cultura da reciclagem, principalmente nos países ocidentais”, afirma Lorandi.

Durante a Feiplastic 2017, o presidente do Simplás realizou várias reuniões e contatos visando mobilizar o setor para o desenvolvimento de um projeto coletivo internacional e unificado com o objetivo de conversar diretamente com o Vaticano a respeito da importância dos plásticos para a vida humana. Sobretudo, quando se cumpre o seu ciclo de descarte e reutilização.

“O avanço adicional do encontro com a Aliplast durante a Feiplastic foi a manifestação do México de levar a proposta à associação da América do Norte, que reúne as indústrias de Canadá e Estados Unidos. Para que também eles apóiem a formação de uma linguagem única de todo o setor, a nível mundial”, afirma o presidente do Simplás.

Aval da Braskem

Durante encontro com Jaime Lorandi, também no decorrer da Feiplastic, o presidente e o vice-presidente da Braskem, Fernando Musa e Edison Terra, respectivamente, afirmaram que desconheciam o tema relativo à encíclica Laudato Si e se propuseram a encaminhar o assunto ao Conselho Mundial do Plástico (WPC, na sigla em inglês). A Braskem ocupa uma cadeira no Comitê Executivo da organização, que trata de assuntos estratégicos à cadeia plástico-petroquímica em todo o planeta.

“Eles perceberam que o assunto deve ser abordado com muito zelo. E já confirmaram que a associação internacional dos fabricantes de plástico vai apoiar e fornecer todas as informações necessárias”, afirma Lorandi.

Plastivida busca sensibilizar Organizações Não Governamentais

Visando obter o apoio de instituições de ensino e organizações não-governamentais (ONGs) ligadas ao setor, a iniciativa do Simplas conta também com o suporte da Plastivida – Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos.

“A Plastivida já se sensibilizou e vai levar o assunto às demais ONGs ligadas ao plástico, para obter também o apoio e as informações delas para formatarmos o projeto de diálogo com o Vaticano”, comenta Lorandi. O envolvimento das ONGs visa também avançar com a sensibilização de organismos internacionais sobre o tema: “Agora queremos o apoio da ONU. Queremos obter o suporte de organizações mundiais, como a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) e a OMS (Organização Mundial da Saúde), para que elas também tenham conhecimento da importância do plástico para a alimentação e a saúde do planeta”, finaliza Lorandi.

Fonte: Simplas; foto: Júlio Soares / Objetiva (divulgação Simplas)

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Tecnologia de Hot Stamping da Ineos Styrolution é escolhida por fabricantes de peças automotivas

19/04/2017

Stand da Ineos Styrolution durante a Feiplastic 2017

Tecnologia de hot stamping reduz a complexidade do processo de produção de grades frontais

A Ineos Styrolution, líder global em estirênicos, foi escolhida como fornecedora exclusiva de material ASA por vários fabricantes de soluções para a indústria automotiva no país. A tecnologia, já aplicada no Brasil por uma importante montadora global, permitirá que as empresas se beneficiem com a redução da complexidade de seu processo de produção

Luran® S é a marca de copolímero de acrilonitrila estireno acrilato (ASA, sigla em inglês) da Ineos Styrolution para aplicações exteriores não pintadas. Segundo a empresa, ela oferece excelentes propriedades para uso a longo prazo e para uma aparência de superfície de alta qualidade. Em particular, oferece estabilidade à intempérie para aplicações ao ar livre, mesmo quando não pintado. O Luran® S 777K foi selecionado em razão de sua compatibilidade com hot stamping. As cores Piano Black, Prata e Cromo, fornecidas pela KURZ do Brasil, produtora de folhas decorativas, serão utilizadas em um dos projetos.

Durante vários anos, a Ineos Styrolution tem trabalhado em parceria com os departamentos de desenvolvimento de OEMs, resultando em várias novas soluções e inovações de processos de produção. A tecnologia de hot stamping é apenas um exemplo de inovação. A Ineos Styrolution apoiou, ainda, lançamentos de diversos fabricantes na Europa e na Ásia, atraindo fabricantes brasileiros, desde sua apresentação de soluções na Feiplastic 2015 em São Paulo.

A tecnologia fornece um acabamento semelhante ao cromado e pode ser aplicada independentemente da cor da superfície, reduzindo a complexidade de montagem, bem como os custos com processos de decoração e ferramentaria, assegura a Ineos Styrolution.

“Os clientes da indústria automotiva exigem copolímeros estirênicos que oferecem melhor flexibilidade de projeto, melhor desempenho e excelência no acabamento de superfície. Pedidos especiais, como uma aparência robusta e desportiva, levando em conta as necessidades dos entusiastas por atividades e de transporte, aumentam as exigências dos materiais usados. Estes fatores exigem um material de alto desempenho, fazendo com que o Luran ® S seja o polímero ideal. Esta aplicação pioneira de um cliente local é uma excelente oportunidade para a Ineos Styrolution mostrar seus produtos e a expertise em estirênicos para aplicações automotivas sofisticadas”, diz Paulo Motta, diretor de Negócios da empresa na América do Sul.

“A nova tecnologia de hot stamping foi adotada por muitos OEMs em todo o mundo para criar alta qualidade e design arrojado nas grades frontais. A tecnologia permite não só novos projetos, mas também redução de custos. O Luran ® S oferece uma excelente qualidade de superfície que não pode ser alcançada por outros materiais”, acrescenta Christophe Ginss, diretor de Vendas Automotivas para EMEA, com o papel de coordenação global.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Ineos Styrolution

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Dow apresentou inovações para o mercado de embalagens e especialidades plásticas durante a Feiplastic 2017

19/04/2017

As novas famílias de resinas da empresa permitem a produção de embalagens e filmes de alto desempenho atendendo à demanda crescente do mercado por maior eficiência

A Dow apresentou na Feiplastic 2017 suas mais recentes tecnologias e aplicações para o mercado de embalagens e especialidades plásticas: Dowlex™GM, Innate™, Agility™ e Opulux™HGT. Segunda a empresa, essas inovações proporcionam embalagens e filmes com alto potencial para inovação, maior versatilidade e otimização dos recursos naturais, usadas de maneira combinada ou independente.

Ciente da relevância da embalagem como ferramenta de marketing, uma vez que influencia na percepção do consumidor, a Dow desenvolveu a família Dowlex™GM. De acordo com a Dow, essa tecnologia aprimora atributos como transparência e brilho, fazendo com que o produto tenha maior destaque no ponto de venda. Esse conjunto de resinas também proporciona maior resistência mecânica, garantindo a proteção do produto envasado até o consumidor final, e excelente capacidade de selagem.

Outra inovação da Dow é a família de resinas Innate™, que possui equilíbrio inédito entre tenacidade e rigidez, combinando excelente resistência ao rasgo e à perfuração e tendo como resultado é um filme mais fino, leve e resistente, que traz maior eficiência à embalagem e maior segurança ao produto, afirma a empresa.

Já o Opulux™ HGT é um verniz de alto brilho, que fomenta a produção de embalagens monomateriais e, portanto, de mais fácil reciclabilidade. Esta tecnologia possibilita a substituição do processo de laminação, incrementando as resistências térmica e mecânica de embalagens flexíveis, garante a Dow.

A quarta inovação que a Dow apresentou na Feiplastic foi a família Agility™ de resinas de polietileno de baixa densidade. De acordo com a empresa, tais resinas reduzem custos e aprimoram a eficiência ao viabilizar mais produtos por quilo de matéria-prima. Entre os principais diferenciais das resinas Agility™, em comparação com formulações convencionais, estão: redução de espessura, resistência à temperaturas, maior produtividade com desempenho uniforme, resistência à tração e excelente processabilidade, assegura a Dow.

“Com a introdução dessas novas tecnologias, a Dow possibilita o desenvolvimento de embalagens e filmes que contribuem tanto para aprimorar a eficiência quanto para a otimização do uso de recursos naturais. O resultado traz benefícios não apenas para nossos clientes, mas para a cadeia como um todo”, afirma Adriano Aun, gerente de Marketing de Embalagens de Alimentos & Especialidades da Dow para a América Latina. “Seguindo as tendências do consumo, esse mercado busca cada vez mais a diferenciação e isto só é possível com investimento constante em novas soluções que enderecem de forma colaborativa os principais desafios globais, como a produção de alimentos, mudanças climáticas, energia e água”, completa.

Inovação em rede – Pack Studios

Para atender às necessidades de inovação e tecnologia de seus clientes e da cadeia de valor, a Dow criou o Pack Studios, uma rede global de especialistas em embalagens. O desenvolvimento colaborativo no aprimoramento das embalagens é o foco principal desse time. O Pack Studios possui como objetivos: aumentar a cooperação entre a Dow e toda a cadeia de valor; entregar soluções inovadoras para melhores embalagens e acelerar o ciclo de desenvolvimento para levar embalagens mais eficientes ao mercado.

Atualmente, o Pack Studios está presente no Brasil, Estados Unidos, Itália, Suíça, China e Cingapura, sendo todos interconectados. Desta maneira, a Dow consegue fazer testes de novas embalagens em qualquer lugar do mundo. Assim, caso haja necessidade de testar uma solução em um equipamento que está em Singapura, é possível enviar as amostras e utilizar o recurso de vídeo conferência para conectar com os pesquisadores na Ásia e acompanhar os processos. A rede do Pack Studios ainda permite à Dow acompanhar os últimos desenvolvimentos e antecipar novas estruturas para seus clientes.

Fonte: Assesoria de Imprensa – Dow

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COIM amplia participação no mercado de embalagens flexíveis com tinta 100% baseada em Poliuretanos

19/04/2017

Entre os dias 3 e 7 de abril, a COIM participou da edição 2017 da FEIPLASTIC (Feira Internacional do Plástico). Durante o evento, a multinacional italiana apresentou suas novidades, dentre elas, a tinta 100% PU. Trata-se de uma tinta para embalagens flexíveis. Com essa inovação adicionada a seu portfólio, a multinacional italiana tem como objetivo não apenas consolidar sua expertise num mercado em que já possui mais de 50% de market share na linha de adesivos para a laminação, como também ampliar a abrangência dos seus produtos, iniciada com resinas AP e adesivos.

Estima-se que, anualmente, sejam produzidas 50 mil toneladas de tintas no Brasil. Uma oportunidade para a qual grandes empresas tem olhado nos últimos anos. “Os investidores enxergam o Brasil como um mercado muito promissor para essa área. Empresas que estão consolidadas na Europa e Ásia tentam ganhar espaço em países emergentes. A COIM sai na frente, uma vez que tem uma unidade no Brasil e já produz a resina poliuretânica em sua planta.” , explica Maurício Rufo, gerente de contas da nova linha.

Para produzir a tinta 100% PU, a planta da COIM em Vinhedo ganhou novas instalações com equipamento que complementa a estrutura já existente, utilizada na produção dos adesivos. “Teremos uma tinta 100% poliuretânica. Atualmente, a maioria do que existe no mercado possui nitrocelulose. O nosso produto será inovador ao oferecer uma solução que não é “mais do mesmo”, além de ser competitivo economicamente.”, complementa Maurício.

Segundo a COIM, A tinta 100% PU se destaca pela qualidade da impressão. Em comparação com outras, a resolução é melhor na impressão e o novo produto é mais resistente ao calor,  o que amplia a versatilidade da sua aplicação, afirma a empresa. A tinta 100% PU possui propriedades que possibilitam o desenvolvimento de inúmeras soluções para o mercado. Maurício destaca ainda a importância da ampliação do ponto de vista de relacionamento com o cliente: “Estamos avançando e produzindo agora, além do adesivo, a tinta para os clientes. Essa é uma maneira de nos aproximarmos ainda mais da cadeia produtiva. Ao oferecermos mais essa solução, podemos ter um atendimento mais assertivo, um contato direto com nossos compradores, o que nos possibilita entender a atender às necessidades de forma muito mais rápida e precisa.”

A COIM (Chimica Organica Industriale Milanese) é uma empresa de origem italiana especializada em policondensação (ester), poliadição (poliuretanos) e  fabricante de especialidades químicas. Fundada em 1962, em Milão, a empresa foi a primeira da Itália a produzir peróxidos orgânicos. Hoje, a multinacional opera em vários países desenvolvendo soluções on demand e prestando serviços de qualidade para os importantes grupos industriais. Possui unidades fabris na Itália, Brasil, Estados Unidos, Índia e Cingapura, além dos Centros de Pesquisa na Itália, França, Inglaterra, Alemanha e Brasil.

Fonte: Assessoria de Imprensa – COIM

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PICPlast apresentou ferramenta inédita de gestão na Feiplastic 2017

19/04/2017

Voltada para pequenas e médias empresas de transformação plástica, plataforma auxilia companhias na tomada de decisões estratégicas e realizações de novos investimentos

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) e da Braskem, marcou presença na Feiplastic 2017 e apresentaou uma ferramenta inédita que irá auxiliar as pequenas e médias empresas do setor plástico na tomada de decisões estratégicas e controle do fluxo de caixa. Com um espaço exclusivo no stand da Braskem, os visitantes puderam conhecer de perto os programas de capacitação desenvolvidos pelo PICPlast, que já ajudou mais de 500 empresas transformadoras da indústria do plástico no Brasil nos últimos 3 anos.

Entre as novidades que foram apresentadas pelo Plano na feira, o destaque ficou por conta da ferramenta “Análises de investimentos”, que foi desenvolvida para ajudar a empresas que estejam planejando realizar algum investimento ou avaliar um projeto como por exemplo adquirir um novo equipamento ou molde. Para tanto, o PICPlast contratou a consultoria Advisia OC&C para desenvolver uma ferramenta que fosse intuitiva e prática e que atendesse a indústria de transformação.

Construído na linguagem Excel, o programa realiza cálculos sofisticados e indica resultados que apontam se os investimentos previstos são realmente vantajosos ou negativos. Disponibilizada gratuitamente para os visitantes da feira, a ferramenta é uma boa solução do ponto de vista financeiro capaz de apontar informações como a taxa de retorno projetada para os investimentos e se é realmente interessante para o empresário tomar crédito para uma expansão que esteja pensando em realizar.

“Com essa nova plataforma, queremos capacitar e profissionalizar as empresas do setor para que elas se tornem mais competitivas no mercado nacional e internacional”, afirma Edison Terra, vice-presidente da Braskem. Já para José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST, a ferramenta irá beneficiar empresas que atuam em diversos segmentos. “São investimentos como esse que impactam positivamente o dia a dia da indústria de transformação”, conta.

Também durante a Feiplastic, os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer a versão atualizada do programa “Custos e rentabilidade”, que já está disponível para as empresas do mercado de forma gratuita. Desenvolvida para companhias que ainda não possuem sistemas de alta performance, ela funciona como uma plataforma simples e auxilia os transformadores na gestão dos negócios. Nela é possível inserir informações importantes sobre a rotina da companhia e gerar relatórios que apontam para cenários futuros e real capacidade da empresa em atender as demandas dos seus clientes.

Para ter acesso ao material, os visitantes devem se cadastrar previamente no site do PICPlast: http://www.picplast.com.br

Fonte: Abiplast

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Resultados da Feiplastic 2017 refletem sinais de recuperação da indústria do Plástico e marcam retomada de confiança no mercado de eventos

17/04/2017

Feira Internacional do Plástico recebe aprovação dos expositores, que elogiaram a qualificação do público e o clima favorável para os negócios, muitos deles “fechados” no próprio evento

Saudada pelos expositores como um ambiente propício para ampliar contatos e realizar negócios no setor, a Feiplastic 2017 – Feira internacional do Plástico concluiu suas atividades com público de 56.324 visitantes/compradores, entre os dias 3 e 7 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo. “A Feiplastic tem revelado cada vez mais sua vocação de ser um ambiente propício para se fechar negócios efetivos”, resumiu o diretor de Eventos da Reed Exhibitions Alcantara Machado, Leandro Lara.

Foram mais de mil marcas expositoras nacionais e internacionais, provenientes também de outros 15 países como Áustria, China, EUA, França, Índia, Itália, Portugal, Reino Unido e Suíça. Também vieram visitantes de mais de 30 países como Itália, EUA, Portugal, Alemanha e Espanha.

A próxima edição da Feiplastic está confirmada pela Reed Exhibition Alcantara Machado para ocorrer nos dias 8 a 12 de abril de 2019, no Expo Center Norte.

Bastante satisfeito com o resultado da Feiplastic 2017, o presidente da ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), José Ricardo Roriz, entidade apoiadora institucional da Feira, afirmou que o evento foi um “sucesso”, ressaltando que muitas ações iniciadas terão continuidade, deixando um legado positivo para toda a cadeia. Ele ainda destacou algumas conquistas obtidas na Feira como a forte presença de estudantes do ensino técnico, que puderam acompanhar o processo completo de reciclagem na Operação Reciclar (leia mais sobre a operação abaixo), o convênio firmado com a ETEC Guaracy Silveira para fornecer conteúdo técnico à grade curricular, além de criar um banco de talentos com os melhores alunos para que possam ser mais acessíveis aos potenciais empregadores da indústria. “Outro destaque foi o lançamento do Banco de Resíduos, que reúne recicladoras e empresas e fomentará negócios entre as duas pontas da cadeia”, completou Roriz.

A Tenderic do Brasil, uma das principais fabricantes de máquinas injetoras, além de já ter fechado negócios, espera ainda concretizar outros mais a partir das negociações iniciadas na Feiplastic. “Vendemos as duas máquinas que trouxemos e estamos em negociações para comercializar outras que podem gerar lucros que vão de R$ 2,8 milhões a R$ 3 milhões”, afirmou o diretor Comercial, Mário Bonando. Atendendo setores como o automobilístico, a “linha branca” de eletrodomésticos e o de fabricantes de utilidades domésticas, Bonando disse que a Feira permitiu ampliar sua clientela, estabelecendo contatos comerciais com várias outras empresas. “Posso dizer que nossas expectativas foram 100% atingidas”, afirmou.

A Feiplastic foi bastante exitosa para a Haitian, fabricante de injetoras. Nas contas do gerente Roberto C. Melo, foram vendidas mais de 40 máquinas nos cinco dias do evento. “Só nos primeiros três dias já tínhamos conseguido realizar vendas efetivas de mais de 30 máquinas”, informou.

“No geral, a feira foi boa e interessante pelo mix de clientes que nos procuraram. Realizamos negócios efetivos, com a venda de duas máquinas e esperamos ampliar as vendas nos próximos meses. Pelo menos, o mercado já dá sinais de crescimento; saímos da inércia”, ressaltou o diretor da Wortex Máquinas, Paolo De Filippis. Ele destacou ainda a participação da empresa na Operação Reciclar, que mostrou ao público o que é possível fazer com o material plástico. “Atendi muitas pessoas que ainda desconhecem o potencial de reciclabilidade do plástico, que está presente cada vez mais na vida das pessoas”.

Os negócios fechados durante a Feira também foram destacados pelo presidente da ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais), Paulo Castelo Branco. “Em quatro dias, mais de 40 máquinas foram vendidas. A participação foi muito importante para nós e para todos os nossos associados que estiveram aqui”, avaliou. O executivo disse ainda que é essencial que as empresas troquem experiências e façam contatos, especialmente em momentos de dificuldade econômica, como o que o Brasil atravessa atualmente. “Não tenho dúvida de que a Feiplastic é o espaço e momento para isso dentro da cadeia do plástico”.

Para os produtores químicos e de matérias-primas, um dos importantes setores presentes na Feiplastic, o balanço também foi positivo. “A feira foi bastante satisfatória. Durante os cinco dias, recebemos clientes diretos, além de outros da área de engenharia e de toda a cadeia da indústria, que têm um peso relevante para as soluções que a Solvay desenvolve e que agregam alto valor aos produtos transformados”, avaliou Emy Yanagizawa, gerente comercial de Performance Polyamides da Rhodia Solvay Group.

O diretor Comercial para Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow, Eide Garcia, também aprovou a oportunidade de estreitar laços com os clientes. Para ele, foi de extrema importância entender melhor a demanda dos seus parceiros “para construir juntos tecnologias que agreguem valor aos transformadores, aos donos de marca e ao consumidor”.

Segundo o presidente da ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), Laércio Gonçalves, as empresas que participaram desta edição da Feira não apenas tiveram a oportunidade de apresentar seus portfólios e novos produtos, mas de fazer um trabalho de aproximação com o cliente que é vital para todo o setor. “Além disso, o evento nos permitiu ultrapassar as paredes de nossos escritórios e empresas e discutir juntos problemas que afligem toda a cadeia e também a sociedade”, completou. Gonçalves se refere a assuntos como a equalização tributária do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), métodos para melhorar a gestão, fim da inadimplência, além das questões envolvendo sustentabilidade.

Rodadas de Negócios promoveram cerca de 280 reuniões e movimentaram mais de R$ 60 milhões

Em conjunto com o Think Plastic Brazil, programa de apoio à exportação de plásticos criado pelo Instituto Nacional do Plástico e pela a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), a Rodada de Negócios Internacional da Feiplastic 2017 contou com a realização de 217 reuniões, gerando aproximadamente R$ 40 milhões em negócios a partir do evento. A rodada teve a participação de 46 empresas brasileiras e a presença de 11 compradores internacionais de nove diferentes países, entre eles México, Argentina, Uruguai, Chile. Já na Rodada de Negócios Nacional, organizada pela Reed Exhibitions, foram mais de 60 reuniões, gerando cerca de R$ 20 milhões.

Cresce público com maior poder de decisão de compra

Para a Cromex, líder no mercado nacional de concentrados de cores e aditivos para plásticos, A Feiplastic se mostrou um importante canal de relacionamento, principalmente para o lançamento de produtos. O coordenador de Desenvolvimento de Cores e Matérias-Primas, Roberto Herrero Lopes, fez questão de destacar a qualidade do público, que segundo ele, foi superior ao da edição anterior. “Identificamos uma grande oportunidade para aumentar nossa participação no mercado de PET com a  resposta positiva que tivemos dos clientes”, afirmou. A constatação de Lopes vai ao encontro da pesquisa realizada pela Reed Exhibitions a partir das inscrições dos visitantes/compradores na Feira deste ano. Pelos números levantados, 38% dos pré-credenciados declararam estarem dispostos a investir mais de R$ 1 milhão, montante que, acumulado e somado ao longo dos cinco dias do evento, totaliza cerca de R$ 650 milhões. Ainda de acordo com o levantamento da Reed, o número de visitantes com mais poder de decisão de compra aumentou 26% em relação à edição passada.

“O evento está muito bom, qualificado, e nossas expectativas foram atingidas. Nosso objetivo principal foi nos aproximarmos dos cientes cativos e estabelecer vários novos contatos, o que foi bastante positivo”, afirmou o diretor geral da Fortymil, Ricardo Mason. Na mesma linha, o diretor geral da Activas, Laércio Gonçalves (que também preside a Adirplast), afirmou estar muito satisfeito com os contatos realizados. “Viemos com o objetivo de melhorar relacionamentos e mostrar os novos lançamentos. Aqui conseguimos fidelizar os clientes que encontramos”, completou.

Operação Reciclar coleta cerca de dezesseis toneladas de materiais

Com o propósito de incentivar a coleta e a reciclagem de materiais plásticos durante a Feiplastic, a Operação Reciclar registrou a presença de 10.863 visitantes e aproximadamente dezesseis toneladas de material coletado. Além disso, oito bicicletas fabricadas com plástico reciclado produzidas pela Muzzicycles foram sorteadas, com a participação de mais de 3,5 mil visitantes que se inscreveram para o sorteio. Também foram distribuídos dois mil kits de vasos com plantas para os que compareceram ao espaço. A Operação Reciclar teve a curadoria da ABIPLAST, com o patrocínio master da Braskem e apoio institucional da Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo.

Fórum Feiplastic e Arena do Conhecimento somaram 46 horas de conteúdo

Um dos pontos altos da Feira, o compartilhamento de experiências, de conhecimentos e atualização profissional ocorrido no Fórum Feiplastic e na Arena do Conhecimento, foi responsáveis por 46 horas de conteúdo em palestras e exposições com temas técnicos e relacionados à importância do plástico nos diversos setores da indústria e da sociedade.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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ABIEF divulga pesquisa indicando que o ano 2017 ainda será de ajustes para o setor

17/04/2017

Estudo aponta que ajustes internos e condições internacionais favoráveis podem iniciar um processo de retomada de negócios, apesar da produção ter ficado praticamente estagnada em 2016

Em um cenário onde os preços do gás natural e do petróleo tendem a permanecer baixos – por volta de US$ 60 o barril de petróleo – alguns analistas apostam que nos próximos 3 a 4 anos haverá uma onda de investimentos, principalmente em plantas de PE (polietileno). Segundo Otávio Carvalho, da Maxiquim, empresa que produziu um estudo de mercado exclusivo para a ABIEF, isto levará a uma queda entre 15% e 20% no preço das resinas já em 2018, em comparação a 2016, especialmente na Europa.

Em 2016 estima-se que a demanda brasileira de PE e de PP (polipropileno) tenha superado a marca de 3,8 milhões de toneladas, com uma leve alta em PP (0,6%) e queda em PE (1,4%), no comparativo com o ano anterior. Mundialmente, a produção de PE está avaliada em 110 milhões de toneladas, com uma demanda ao redor de 100 milhões de toneladas. Para 2017, a previsão é de um aumento de demanda de 0,3% nessas poliolefinas. No longo prazo, a alta se manterá entre 2% e 3% ao ano.

As exportações brasileiras de poliolefinas foram recorde em 2016, com alta de 20,2%; já as importações registraram queda de 0,5%. O saldo na balança comercial foi positivo em 513 mil toneladas. Os EUA foram responsáveis por 40% das importações de resinas brasileiras; já a Argentina respondeu por 40% das exportações para o Brasil.

“Vale lembrar que 42% das receitas da Braskem no ano passado foram provenientes de operações fora do Brasil”, lembra Carvalho. Ele alerta ainda para o fato de que em 2016 “atrasos das plantas de eteno e de PEs melhoraram substancialmente as projeções de oferta x demanda, em termos de margens, níveis de operação e rentabilidade das plantas”.

Stand Up Pouch desponta entre as embalagens flexíveis

Proporcionalmente, uma das embalagens flexíveis com melhor desempenho em 2016 no Brasil, foi o stand up pouch (SUP). Embora os principais setores usuários de embalagem tenham registrado queda na demanda de flexíveis em 2016 – exceto alimentos, com alta de 0,7% – a Maxiquim aposta em dois setores para alavancar o consumo em 2017: produtos de higiene pessoal e agropecuário.

A indústria de embalagens plásticas flexíveis fechou 2016 com uma produção de 1,834 milhão de tonelada (queda de 0,1% em comparação a 2015) e um faturamento de R$ 21 bilhões (alta de 6%). A participação dos diferentes tipos de resina no volume de produção foi: PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) 50%, PEBD (polietileno de baixa densidade) 23%, PP 17% e PEAD (polietileno de alta densidade) 10%.

Em toneladas, tanto as exportações como as importações de embalagens flexíveis sofreram queda de, respectivamente, 30% e 23% em 2016, em comparação com 2015. Em valores, as quedas foram mais acentuadas: exportação 40% e importação 34%. Contudo, a participação das embalagens flexíveis na indústria de transformados plásticos continua importante: 29%.

Foram apontados como pontos relevantes para o setor em 2017:

  • retomada lenta da economia levará a um crescimento pequeno no contexto doméstico;
  • o setor se deparará com muitas empresas em dificuldades para reequilibrar suas margens;
  • os investimentos continuarão em um ritmo lento por conta da instabilidade econômica;
  • o aperto no crédito tende a retroceder;
  • as mudanças regulatórias continuam no radar;
  • poderá haver uma recuperação do terreno perdido para importações;
  • e as exportações com plástico contido sofrerão, mas por outros motivos, como a operação Carne Fraca.

Com 40 anos de atividades, a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – ABIEF

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Clariant lança o ColorForward® Automotive 2018

17/04/2017

  • A terceira edição inclui amostras de carpete e placas texturizadas
  • As tendências dos consumidores sugerem desapontamento, mas também determinação
  • Tendências de cores personalizadas para designers automotivos

A Clariant, uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas, lançou a Edição Automotiva do ColorForward® 2018. A terceira edição da ferramenta de análise de cores e tendências para designers e profissionais de marketing do setor automotivo inclui um novo formato de protótipo: amostras de carpete e de placas texturizadas.

A ferramenta de análise de tendências e design de cores “ColorForward” da Clariant é publicada anualmente desde 2006 com o objetivo de ajudar designers de produtos plásticos e profissionais de marketing a tomarem decisões sobre cores de maneira mais fundamentada. Ela apresenta quatro tendências sociais globais que provavelmente influenciarão os consumidores e então relaciona cada tendência a cores que provocam uma resposta emocional. Nos últimos três anos, o ColorForward Automotive tem focado as necessidades e interesses desse mercado.

Roberto Romanin, designer gráfico da Clariant ColorWorks®, explica: “Neste ano, reformulamos a apresentação para demonstrar melhor aos designers como as tendências de consumo podem ser traduzidas em cores e como estas podem ser usadas em aplicações automotivas. Das 20 cores que compõem a paleta de 2018, selecionamos aquelas que, segundo a nossa Equipe Automotiva, são as mais adequadas para o setor e as apresentamos em formatos e materiais que simulam as superfícies e texturas comuns no design de veículos”.

Como as cores nem sempre têm a mesma aparência quando são produzidas em materiais diferentes, as cores de 2018 são apresentadas em formatos correlatos aos diferentes componentes automotivos:

  • Grandes placas de plástico, algumas delas texturizadas para simular superfícies internas;
  • Pequenos “carros-conceito” moldados em plástico para ilustrar superfícies curvas;
  • Amostras de tecido em couro (novidade na edição do ano passado) para estofados;
  • Amostras de carpete, uma novidade na edição de 2018.

As amostras de carpete foram desenvolvidas em parceria com a área de negócios Performance Yarn, do Radici Group, em Bérgamo, Itália. Grande produtora de fibras sintéticas, a Radici possui uma moderna máquina de prototipagem que é capaz de criar amostras de carpete em questão de minutos. Ela se mostrou ideal para que fossem experimentadas as diversas combinações de cores e produzidos os protótipos do kit de apresentação do ColorForward Automotive.

Todas as quatro tendências identificadas no ColorForward 2018 refletem um sentimento generalizado de tristeza, medo e desconfiança em relação ao mundo que conhecemos. Essa melancolia reflete-se nas tonalidades esmaecidas e um tanto acinzentadas das cores selecionadas. Ao mesmo tempo, entretanto, há uma certa resolução, uma determinação para resistir e um otimismo cauteloso sobre o fato de que as pessoas podem fazer a diferença e que as coisas vão melhorar com o tempo; por isso muitas das cores são também quentes, orgânicas e repletas de esperança.

Dentre as tendências e as cores de ColorForward 2018 destacam-se:

Newmorrow

O tema da tendência Newmorrow reflete uma espécie de espírito “yin-yang” entre os consumidores. Por um lado, eles acreditam que o “sistema” está corrompido e é incapaz de mudar as condições socioeconômicas que se tornaram intoleráveis. Também há, entretanto, a convicção de que a mudança ainda é possível… Não através do governo, mas por meio dos esforços de pessoas comuns e de pequenos grupos. As pessoas compreendem que essa mudança acontecerá lentamente; por isso é necessário adotar um “pensamento de catedral”. Assim como foi necessário o trabalho de várias gerações para construir as grandes igrejas medievais da Europa, a tarefa de mudar e melhorar um sistema corrupto exige um forte empenho, uma visão de longo prazo e a crença de que o objetivo final será alcançado.

Não é de surpreender, portanto, que a paleta de cores Newmorrow inclua um verde acastanhado chamado Primordial Soup. A cor remete a referências ao esgoto e à morte e, por isso, algumas pessoas já chegaram a se referir a ela como “a cor mais feia do mundo”. No entanto, ela também nos faz lembrar do rico e verdejante substrato biológico que gerou a vida como a conhecemos.

LongitudeLatitudeAttitude

A insatisfação com as formas convencionais de viver também está por trás do tema da tendência LongitudeLatitudeAttitude. Reconhecemos que há um número cada vez maior de seres humanos que estão abrindo mão de ter um endereço fixo. São os “novos nômades”. Muitos deles são artistas, músicos ou empreendedores criativos, mas o que eles realmente têm em comum é o desejo de um estilo de vida errante e minimalista, restringindo suas posses ao que consigam carregar com conveniência. Os cidadãos do Novo Mundo prezam pela flexibilidade de um estilo de vida que reflita sua paixão pela vida em constante movimento e que permita mergulharem em uma fusão de etnias e interesses.

As cores de LongitudeLatitudeAttitude são boêmias. Elas variam de um fúcsia purpúreo, chamado Nomadness, um amarelo quente quase alaranjado, chamado Kaleido tribe, a um azul acinzentado chamado Cirrus aviaticus, uma referência ao rastro de fumaça que os aviões a jato deixam no céus límpidos.

Through the mirror

Em algum lugar do caminho, muitos consumidores começaram a ter sensações desagradáveis relacionadas ao vazio de seus estilos de vida convencionais. Eles sentem que perderam o contato com seu “eu interior” ou, talvez, que nunca tenham prestado atenção ao “eu interior” quando seguem seus caminhos pela vida. O tema da tendência chamada Through the Mirror tenta capturar o sentido de “ennui”, que é o de se estar à deriva no mundo moderno, ao mesmo tempo em que se sabe que um despertar espiritual é possível.

A prática de त्राटक da ioga inspira a cor laranja perolada na paleta Through the Mirror. A pronúncia da frase em sânscrito é “trataka” e significa olhar fixamente para um ponto determinado, a fim de se concentrar na mente interior, apagar a percepção visual e distanciar-se do mundo exterior.

Nerdylicious

Fora do pessimismo que parece estar por trás das tendências descritas acima, surge a história de reconhecimento de um grupo de pessoas há muito tempo estereotipadas como um bando de desajeitados estranhos e excessivamente intelectuais: os “nerds”. O tema da tendência Nerdylicious vê que esses “crânios” são cada vez mais aceitos como inovadores em um mundo complexo, com uma curiosidade permanente e uma paixão por explorar novas ideias e enigmas intrincados.

Embora as cores de Nerdylicious sejam suaves e tênues como a maioria das cores dos outros grupos de tendências, elas também são as mais vivas e otimistas de toda a paleta de 2018. Por exemplo, Lightning Boot é um amarelo transparente, quase alaranjado, que lembra as luzes de LED de um painel de controle, enquanto Alberting out! é um branco ótico levemente sujo, uma homenagem ao maior nerd de todos: Albert Einstein. Lembra um dos jalecos que ficam encardidos após vários dias seguidos de 18 horas de trabalho.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Clariant

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Cipatex registrou alta de 8,6% nas exportações em 2016

17/04/2017

A Cipatex, líder em revestimentos sintéticos, registrou crescimento de 8,6% nas exportações em 2016, em relação ao ano anterior. Entre os principais destinos dos produtos da empresa estão os países da América Latina, Estados Unidos e Espanha. Com atuação em diversos segmentos, a maior expansão ocorreu nos setores de decoração e mineração.

Apesar do cenário econômico desfavorável, a companhia também cresceu no mercado interno e apresentou aumento de 6% no faturamento. Prestes a completar 53 anos de história, a Cipatex® comemora o bom desempenho ao longo de 2016 e projeta resultados ainda mais positivos para esse ano. “O aumento do índice de confiança do mercado, com consequente recuperação da economia e retomada de investimentos, tende a alavancar os negócios do grupo Cipatex”, comenta Fabiano Bianchi, diretor comercial da empresa.

Com forte presença nos mercados calçadista, que representa 35% dos negócios da empresa, e decoração, com 30%, a Cipatex® espera ampliar a participação no setor automotivo, que hoje corresponde a 10%. “Após alguns anos de queda, acreditamos na recuperação do setor, que ainda apresenta grande potencial para expansão dos nossos negócios”, afirma Bianchi.

Para o segmento automotivo, a companhia produz revestimentos para bancos e laterais, para-sol, painel, coifas, além de produtos para capotas, tapetes e adesivos para baterias. No setor de calçados, a empresa atua na produção de laminados de PU e PVC para cabedal e forro. Para decoração, a Cipatex® oferece revestimentos para sofás, cadeiras, poltronas, cabeceiras de cama e outros estofados. Já para mineração, um dos principais responsáveis pela alta no mercado externo, são fornecidas geomembranas de PVC (foto) utilizadas na impermeabilização de lagoas de evaporação e decantação, em pilhas de lixiviação e tanques de rejeitos minerais.

Nos últimos anos, a Cipatex® intensificou seu projeto de internacionalização e conta hoje com unidade de negócios na Espanha, na cidade de Valência, com escritório e depósito nos Estados Unidos, em Miami (Flórida) e na Argentina está presente em Buenos Aires, com a distribuidora Dinaplast. De acordo com o diretor-presidente da empresa, William Marcelo Nicolau, a Cipatex® deve investir na capacitação e melhoria das equipes presentes nos países onde há operações locais para alavancar ainda mais os negócios.

Há 52 anos o Grupo Cipatex® oferece ao mercado soluções em revestimentos sintéticos e não-tecidos. Ao todo, a Cipatex® conta com cerca de 1.400 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Cipatex

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Braskem desenvolve nova resina para aplicação em peças técnicas

17/04/2017

Solução rígida para suportar peso e resistente ao impacto em baixas temperaturas

Buscando aprimorar seu portfólio de produtos e se antecipar às demandas do mercado, a Braskem lançou a resina CG 210N. Segundo a empresa, trata-se de um copolímero heterofásico com excelente balanço de propriedades, utilizada para promover melhor desempenho de ciclos de injeção rápida. A novidade pode ser utilizada para o mercado agrícola, automotivo, de eletrodomésticos e brinquedos – peças que requerem maior rigidez.

Entre as vantagens da nova resina, afirma a Braskem, está a elevada rigidez para suportar empilhamento e boa resistência ao impacto à baixa temperatura – ideal para aplicação de peças técnicas de paredes finas. Além disso, a resina proporciona ganhos no ciclo de produção, garantindo maior produtividade, mas preservando as propriedades da peça e respeitando o seu design, garante a empresa. “A nova resina entra em um mercado de aplicação em que a Braskem ainda não atuava e, para o desenvolvimento deste material foi uma ação conjunta das áreas comercial, engenharia de aplicação, produto e industrial”, afirma Daniel Horácio, da área de Desenvolvimento de Produto de Polipropileno.

A resina, que foi originalmente desenvolvida para o agronegócio, mais precisamente para caixas agrícolas, tem o objetivo de aumentar a integridade dos produtos, com soluções de qualidade e competitividade de custos. “Com o material é possível garantir maior confiabilidade no processo logístico, manuseio e armazenagem dos materiais em comparação com sucedâneos como as caixas de cartão. Esses atributos são importantes diferenciadores para qualquer negócio, principalmente quando a logística é longa, em especial o processo de exportação”, complementa Paulo Mattos, da área de Negócios Internacionais.

Fonte: Braskem

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Evonik apresenta Avaliação de Ciclo de Vida da tecnologia Sílica/Silano para pneus “verdes”

17/04/2017

  • Uso combinado da sílica  e dos silanos da Evonik permite a produção de pneus ”verdes”
  • Pneus “verdes” com borracha S-SBR e tecnologia Sílica/Silano reduzem em 5% o consumo de combustível, segundo estudo
  • Nova LCA conclui que é possível evitar a produção de 1,4 tonelada métrica de CO2 equivalente por 150.000 km rodados

Pneus são artigos de alta tecnologia, e os componentes das bandas de rolagem exercem enorme impacto sobre o desempenho dos mesmos. Segundo a Evonik, na comparação com pneus convencionais (borracha E-SBR, com negro de fumo apenas), os pneus “verdes” (borracha S-SBR e tecnologia sílica/silano) comprovaram oferecer uma resistência ao rolamento significativamente menor, resultando em uma redução de 5% no consumo de combustível e, consequentemente, emitindo menos CO2. Além disso, eles oferecem melhor aderência – especialmente em condições de pistas molhadas – enquanto apresentam uma durabilidade comparável.

O segredo do sucesso reside na interação dos componentes: a sílica atua como carga ativa nas bandas e assegura a resistência ao desgaste dos pneus, mas, na realidade, é incompatível com a borracha S-SBR. A Evonik, que é uma das maiores fabricantes mundiais de sílica e silanos, afirma que resolveu esse problema por meio da adição de silano a fim de “acoplar” quimicamente a borracha S-SBR e a sílica.
 
Etapa seguinte: Avaliação de Ciclo de Vida

Os pneus “verdes” já comprovaram exercer um impacto significativo no consumo total de combustível dos veículos. A próxima etapa lógica era examinar o potencial impacto ambiental das bandas dos pneus à base de sílica/silano e S-SBR (pneus “verdes”) em comparação com as bandas de pneus à base de negro de fumo e E-SBR, não somente durante a fase de uso, mas em toda sua vida útil. Para examinar os efeitos ambientais durante todo o ciclo de vida, a Evonik conduziu uma Avaliação de Ciclo de Vida (LCA) abrangente, que se estendia desde a produção da matéria-prima até o fim da sua vida útil.

O estudo analisou categorias de impacto como o Potencial de Aquecimento Global (GWP, Global Warming Potential), o Potencial de Criação de Ozônio Fotoquímico (POCP, Photochemical Ozone Creation Potential) e a Demanda Energética Primária (PED, Primary Energy Demands). A unidade funcional definida foi o uso de sílica/silano e S-SBR em bandas de rolagem de pneus de carros de passeio em um trajeto de 150.000 km. Além disso, conduziu-se uma análise de sensibilidade, tendo como parâmetros o consumo de gasolina, a economia de combustível e o tempo de vida.
 
A fase de uso é crucial para a redução de emissões

De acordo com o estudo, a tecnologia de sílica/silano em pneus “verdes” consegue reduzir de modo significativo as emissões e os impactos ambientais no cenário básico em qualquer categoria de impacto relevante analisada. Em consequência, o Potencial de Aquecimento Global pode ser reduzido em 4,9% no total ao longo de todo o ciclo de vida; com a substituição do negro de fumo e do E-SBR por Sílica/Silano e S-SBR, evitam-se emissões de até 1,4 tonelada métrica de CO2 equivalente a cada 150.000 km percorridos.

O estudo também mostra que a fase de uso exerce impacto crucial sobre o ciclo de vida em geral em todas as categorias de impacto. Como os pneus “verdes” com componentes de Sílica/Silano podem reduzir de modo significativo o consumo de combustível, essa tecnologia pode desempenhar um papel importante na redução das emissões em geral.

Fonte: Evonik

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Solvay Specialty Polymers cresce na América do Sul impulsionada por inovações para os setores automotivo, aeroespacial/aeronáutica e saúde

15/04/2017

O Grupo Solvay, fornecedor global de polímeros especiais, informa que a demanda por seus polímeros de alto desempenho continua a crescer na América do Sul para apoiar tecnologias em desenvolvimento para as indústrias dos setores automotivo, aeroespacial/aeronáutica e de saúde.

“A aplicação de nossos polímeros especiais têm ganhado espaço nos diversos mercados em que atuamos aqui na região, principalmente porque substituem com vantagens outros materiais tradicionalmente usados nessas indústrias. Temos reforçado nossa presença comercial na região, procurando aproveitar as oportunidades oferecidas pelo mercado regional”, afirma Andreas Savvides, Diretor Regional de Vendas e Marketing da Solvay Specialty Polymers na América do Sul.

Mercado Automotivo – Os fabricantes de automóveis em todo o mundo estão explorando maneiras de reduzir o peso total do veículo, a fim de cumprir as próximas normas de emissões de CO2, além de desenvolver carros mais eficientes em termos de combustível. Embora os termoplásticos tenham ajudado a reduzir o peso do veículo através da substituição de metal em componentes do interior, do exterior e sob o capô, o motor automotivo continua a ser uma fronteira para a tecnologia de plásticos e polímeros.

O Polimotor 2 (foto), um motor totalmente de plástico e polímeros, desenvolvido pelo engenheiro automotivo Matti Holtzberg, tem como objetivo aumentar substancialmente o uso de termoplásticos avançados para a produção de um motor de quatro cilindros e duplo comando de vávulas, que pesa 63-67kg ou cerca de 40kg menos do que o motor padrão atual da indústria automobilística. A Solvay é a principal fornecedora de materiais avançados para este projeto revolucionário do setor.

O Polimotor 2 está centrado na substituição de metal em uma vasta gama de componentes do motor, incluindo as bombas de água, corpo do acelerador, bomba de combustível e correia dentada, entre outros, com o uso de polímeros de alto desempenho fabricados pela Solvay. As aplicações visam: engrenagem da correia dentada (Torlon® PAI), duto eliminador do óleo e  duto de admissão do combustível  (KetaSpire® PEEK), bomba de óleo (AvaSpire® PAEK), saída de água (Amodel® PPA), juntas  da saída de água e  anéis do bico injetor (Tecnoflon® FKM),  galeria de combustível (Ryton® PPS),  tampa do comando de válvulas (Radel® PPSU) e câmara de admissão  (Sinterline® Technyl®).

Mecado Aeroespacial / Aeronáutica – O compósito TegraCore™ PPSU é utilizado pela indústria do setor Aeroespacial/Aeronáutico na produção de espuma estrutural para painéis e revestimentos, funcionando como componente isolador de cabines e interiores de aeronaves. Segundo a Solvay, atendem aos mais exigentes requisitos de inflamabilidade, densidade de fumaça e emissão de gases tóxicos, além de oferecer maior resistência ao impacto do que os materiais tradicionais.

O TegraCore™ PPSU ajuda a atender às necessidades da indústria aeronáutica para reduzir o peso e, assim, o consumo de combustível e as emissões de CO2, ao mesmo tempo em que economiza tempo e custos na produção, remodelação e manutenção das aeronaves, afirma a Solvay. Eles também podem ser usados ​​para fabricar peças estruturais usando os processos RTM. A Solvay obteve a homologação da Airbus para a linha TegraCore™ PPSU, que está sendo implementada em sua aeronave A350 XWB como material leve de alto desempenho e deve ser utilizada em outras aeronaves da Airbus.

Setor de Saúde – No setor de saúde, os polímeros especiais da Solvay são oferecidos para uso em dispositivos implantáveis, dispositivos médicos e instrumentos cirúrgicos. Os afastadores cirúrgicos feitos em Ixef® PARA e AvaSpire® PAEK são exemplos mais avançados da Solvay para mostrar as vantagens de polímeros de alto desempenho sobre o metal nessas aplicações. Segundo a Solvay, o uso de seus polímeros Solvay podem reduzir significativamente os custos de produção e permitir que os fabricantes de peças originais (OEM’s) comercializem instrumentos de uso único, normalmente mais econômicos do que os produzidos em metal.

A empresa tem ganhado mercado na área de Saúde com a oferta de polímeros especiais para a produção de estojos autoclaváveis da área odontológica e hospitalar em sulfonas. Os polímeros Radel® PPSU e Udel® PSU oferecem diversas funcionalidades para atender a várias exigências. Estojos produzidos com esses materiais sãoo leves e fáceis de transportar, transparentes, o facilita a visualização do conteúdo; além de oferecerem facilidade de limpeza e higienização, alta performance e durabilidade, afirma a empresa.

Ainda na área de Saúde, a Solvay anunciou recentemente que a empresa está entrando em dispositivos odontológicos com uma nova linha de negócios de cuidados dentários. Trata-se do Solvay Dental 360™, com a oferta de um material inovador para a substituição do metal no segmento de prótese dentária parcial removível (RPD, na sigla em inglês). O novo polímero especial Ultaire™ AKP da Solvay permite a produção de próteses RPD sem metal, biocompatíveis, mais confortáveis ​​e de aparência natural, que são mais de 60% mais leves do que uma estrutura metálica, assegura a Solvay.

Os polímeros especiais da Solvay também são utilizados na indústria de Petróleo e Gás para estender a vida útil dos equipamentos através de melhor proteção contra corrosão e substituição de metal; em embalagens blister de alta barreira para proteger e estender a vida útil de alimentos e produtos farmacêuticos; em materiais isentos de halogênio para eletrônicos, fios e cabos; e na produção de membranas utilizadas em hemodiálise e outros processos de filtração de alta tecnologia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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II Semana de Compósitos Avançados SAMPE Brasil ocorre em outubro

13/04/2017

De 2 a 6 de outubro de 2017 será realizada a II Semana de Compósitos Avançados – SAMPE Brasil no LEL-Laboratório de Estruturas Leves do IPT/Parque Tecnológico, em São José dos Campos, SP, Brasil. Um conjunto de eventos será organizado para mostrar as inovações e aplicações dos compósitos avançados. A programação compreende:

Dia 2: Seminário Adesão Estrutural e IV Desafio Acadêmico em Composites
Dia 3: II Seminário Fundamentos dos Composites Avançados, II Mostra de Tecnologias e III Curso Reparo de Estruturas em Material Compósito
Dia 4: X Painel Aeroespacial, II Mostra de Tecnologias e III Curso Reparo de Estruturas em Material Compósito
Dia 5: V Congresso Internacional SAMPE Brasil e II Mostra de Tecnologias
Dia 6: Curso de Prepreg

A SAMPE – Sociedade para o Avanço de Materiais e Engenharia de Processos está no Brasil desde 2012. É uma sociedade de membros profissionais, que fornece informações sobre novos materiais e tecnologias de processo através de congressos, exposições, fóruns técnicos, revistas e livros.

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Escadas pultrudadas são usadas para acesso a praia em Fernando de Noronha

13/04/2017

Material foi aplicado na Baía do Sancho

O acesso a uma das praias mais bonitas do Brasil se dá através de escadas de plástico feitas com perfis pultrudados da Pultrusão do Brasil. É a praia da Baía do Sancho, no arquipélago de Fernando de Noronha, no estado de Pernambuco, que foi eleita a melhor praia do mundo, em 2017, através do site TripAdvisor.

Para chegar sem barco à praia, rodeada por falésias cobertas por vegetação, é necessário descer o penhasco através de escadas colocadas numa fenda nas rochas. A descida começa num mirante da onde a vista é espetacular. Os turistas descem por dois trechos de escadas pultrudadas encravadas na rocha, além de uma escadaria em pedra, que levam à areia branquinha e águas verde-esmeralda, local preferencial para mergulhos.

As duas escadas, bem como grades de piso pultrudadas utilizadas no local, foram fornecidas para o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha pela empresa Aptalider/Apoio Engenharia, representante da Pultrusão do Brasil no Espírito Santo.

O perfil pultrudado é composto essencialmente por resina plástica e reforços de fibra de vidro, resultando num material com alto desempenho para a construção de estruturas. Sua principal característica é a alta resistência em ambientes agressivos devido às intempéries (chuva, umidade, maresia, sol) ou produtos químicos. A imunidade à corrosão faz com que os produtos tenham longa durabilidade com baixa manutenção. A leveza desse material plástico é outro aspecto relevante, pois facilita o transporte e montagem em locais de difícil acesso.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Pultrusão do Brasil

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RadiciGroup intensifica atuação para atender à indústria automobilística no Brasil

12/04/2017

Como parte da estratégia, a companhia acaba de trazer para o mercado nacional sua nova gama de poliamidas à base de Poliftalamida (PPA) que foi lançada na Feiplastic 2017

Considerada a segunda indústria brasileira de poliamidas e uma das principais líderes mundiais na produção de plásticos de engenharia, a RadiciGroup está ampliando seu portfólio e trazendo para o país uma nova gama à base de Poliftalamida (PPA), o Radilon® Aestus T. Segundo a empresa, trata-se de uma linha com tecnologia de última geração, alto desempenho e resistência a altas temperaturas, que segue alinhada com as tendências e padrões internacionais, principalmente, nos requisitos para atender ao setor automobilístico. Com esta nova oferta, a companhia visa ampliar sua atuação na confecção de componentes próximos ao bloco do motor. O lançamento nacional foi realizado durante a Feiplastic 2017, entre os dias 03 e 07 de abril, em São Paulo.

O ritmo de avanço da indústria automobilística sempre foi dinâmico e, nos últimos anos, tem se intensificado com a oferta de veículos mais personalizados e leves. Indiferente do modelo, desde o básico até os mais pesados, o setor tem substituído cada vez mais peças de metal por componentes plásticos. “O objetivo não é simplesmente, diminuir os custos, mas reduzir o peso dos veículos, aumentar a segurança dos condutores e reduzir a emissão de CO2, melhorando também a eficiência energética dos automóveis. E estes são os principais atrativos do Radilon® Aestus T”, diz Jane Campos – Country Manager da RadiciGroup no Brasil. “Não podemos deixar de mencionar sua elevada temperatura de fusão e de distorção sob carga; excelente resistência ao envelhecimento prolongado na mistura de ar, glicol e álcool-gasolina; e a boa fluidez, o que faz com que a moldagem de peças com espessuras finas seja possível”, complementa.

Além da indústria automobilística, a RadiciGroup atua em diferentes setores da economia, tais como: elétrico/eletrônico, industrial e embalagens. “Neste último, podemos mencionar a parte de embutidos, que também demandam produtos com resistência a altas temperaturas”, acrescenta Jane Campos.

Os principais mercados de referência para o Radilon® Aestus são:

Elétrico/Eletrônico: segundo a Radici, a base de PPA é ideal para a fabricação de materiais para soldagem sem chumbo e componentes que exijam resistência mecânica e a altas temperaturas, tais como aplicações em componentes de chuveiro elétrico e ponteiras de secador de cabelo, entre outros.

Construção: o fabricante afirma que a linha Radilon® Aestus é ideal para a fabricação de acessórios de contato com água quente, a temperaturas de até 85°C, e a vapor em até 120°C. As aplicações incluem válvulas, coletores de distribuição de água quente, carcaças de hidrômetros, sendo o produto indicado também para contato com água potável.

Alimentício: usado em máquinas de distribuição automática de bebidas quentes, principalmente na fabricação de partes resistentes à água quente (até 85°C) e a vapor (até 120°C), bem como componentes que entram em contato com os alimentos, afirma a empresa. Componentes de filtros são uma das aplicações do produto nesse mercado.

“O RadiciGroup conta com uma experiência de mais de 35 anos no campo dos tecnopolímeros” – diz Gianluigi Molteni, Líder de Marketing & Desenvolvimento de Negócios do RadiciGroup Perfomance Plastics Americas & Pacific.

Entre os outros destaques da RadiciGroup na Feiplastic, foram apresentados também a linha de produtos de alto deesempenho:

  • Radilon® HHR: produtos à base de PA 6.6 com propriedades de resistência ao envelhecimento térmico em contato com o ar em temperaturas de até 210°C em contínuo;
  • Radilon® Xtreme: desenvolvidos para aplicações em contato com o ar em temperaturas de até 230°C em contínuo.
  • Radistrong®: polímeros especiais de PA 6 e PA 6.6 com fibras longas, ideais para substituição de metais;
  • Radilon® A e S: poliamidas 6.6 e 6 com fibras de vidro e ampla versatilidade de aplicação devido às propriedades mecânicas, térmicas e químicas – permitindo personalização técnica e variedade de cores;
  • Radiflam® HF: auto-extinguíveis sem halogênio e fósforo vermelho para o setor elétrico;
  • Radilon® DT: tecnopolímeros de cadeia longa, à base de Nylon 6.12, caracterizados por boas propriedades mecânicas e resistência química mesmo em contato com soluções de cloreto de zinco;
  • Radilon® D: tecnopolímeros à base de Nylon 6.10 obtidos através da utilização de um bio-polímero, a PA 6.10, produzida a partir do ácido sebácico (em um percentual equivalente a 64%).

Fonte: Radici

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Clariant apresenta soluções inovadoras e sustentáveis para megatendências globais durante a Feiplastic 2017

07/04/2017

  • Foco em Saúde e Nutrição, Estilo de Vida, Mobilidade e Urbanização
  • Aditivos, masterbatches e pigmentos inovadores e sustentáveis criando valor para as pessoas
  • Clariant na Feiplastic 2017, Estande B68, entre os 03 e 07 de abril de 2017, no Pavilhão Expo Center Norte, São Paulo

A Clariant, uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas, destaca, em seu estande na Feiplastic 2017, as megatendências globais que influenciam a indústria de plástico e demonstra como a empresa está criando valor para esse setor com base nas necessidades que essas tendências geram para as pessoas.

“A Clariant está comprometida com o desenvolvimento de soluções que atendam às demandas atuais e futuras do mercado, especialmente influenciadas pelas megatendências globais. Apoiando os clientes a encontrar alternativas inovadoras e sustentáveis, estamos fortalecendo nossa entrega de valor para a sociedade”, destaca Mônica Ferreira Vassimon, Presidente da Clariant na América Latina, reforçando o lema da empresa na Feiplastic 2017: “Criando Valor para as Pessoas”.

Os serviços e soluções da Clariant para aplicações plásticas englobam aspectos como segurança e conforto, produção mais eficiente e compatível com o meio ambiente. Dentre os destaques apresentados no evento a partir das megatendências globais estão:

Saúde e Nutrição:

  •  Pigmentos orgânicos PV Sólido para embalagens em contato com alimentos e bens de consumo. Segundo a empresa, garantem intenso efeito de cor, assim como características Low Warping, crucial para a produção de embalagens em moldes grandes.
  • Filmes agrícolas resistentes: solução de aditivos para polímeros AddWorks® AGC 104 para filmes de estufa de poliolefinas com maior duração, que ajudam a aumentar a proteção de cultivos e a reduzir o descarte de materiais, afirma a Clariant
  • Masterbatches de aditivos: CESA®-LASER para gravação a laser em polímeros termoplásticos, em cores ou nos tradicionais tons de cinza; CESA®-antimicro para proteção antimicrobial de produtos plásticos.

Estilo de vida:

  • Pigmentos para plásticos utilizando matérias-primas renováveis: a Clariant é a primeira produtora de pigmentos de quinacridona à base de bioácido succínico. O PV Sólido Pink E /E01 oferece cores brilhantes para produtos do dia a dia, desde brinquedos até embalagens de alimentos e produtos têxteis.
  • Aditivos para polímeros AddWorks® série LXR3 que oferecem alto nível de proteção durante a fabricação e a utilização dos artigos plásticos. Segundo a empresa, aditivos mantém aspecto de alta qualidade, cores radiantes de longa duração, transparência brilhante e estável.
  • “Boom” de aparelhos eletrônicos: investimento mundial da Clariant na fabricação de masterbatches e compostos pré-coloridos em pequenos lotes para resinas de engenharia e plásticos de alta resistência à temperatura, apoiando a indústria de eletroeletrônicos com soluções personalizadas.

Mobilidade:

  • Pigmentos orgânicos PV Sólido de alto desempenho que atendem aos requisitos e às mais rígidas condições de teste da indústria automotiva, com aplicação em acabamentos têxteis internos sujeitos a rigorosas condições de uso, afirma a empresa.
  • Proteção mais segura para plásticos automotivos contra incêndio: segundo a Clariant, o retardante de chamas de fosfinato não halogenado Exolit® OP 1400 oferece excelente estabilidade de processamento e proteção mais segura contra incêndio em baixa dosagem para poliamidas, usadas em peças automotivas elétricas e estruturais.
  • Aditivos de cor e desempenho para compostos resistentes a altíssimo calor: a Clariant lança novas linhas de masterbatches e compostos coloridos para plásticos de engenharia e resinas de alta resistência à temperatura, a fim de atender às tendências de leveza e miniaturização.

Urbanização:

  • Pigmentos orgânicos PV Sólido de alto desempenho. Segundo a Clariant, apresenta excelente solidez à luz e às intempéries, cor itensa e alta resistência térmica, com aplicação em fios e cabos, tuberias, perfis de PVC para construção civil, entre outros.
  • Ceras montânicas. De acordo com a fabricante, o material apresenta excelente desempenho, gerando benefícios para plásticos de engenharia, como maior janela de processamento devido aos efeitos multifuncionais de lubrificação, excelente estabilidade, alta eficácia e baixa migração na matriz plástica. Adicionalmente, o fornecimento de ceras montânicas é estável e confiável.
  • Agentes químicos espumantes Hydrocerol® para redução do peso dos componentes plásticos em até 20% sem impactar a estabilidade das peças, além de atuar como isolante térmico e de ruído, garante a empresa.

Fonte: Clariant

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Dow Automotive Systems participa da Feiplastic 2017

07/04/2017

Companhia apresenta soluções e tecnologias inovadoras para a indústria automotiva  

A Dow Automotive Systems, área da Dow especializada em soluções para o mercado automotivo, em parceria com a área de Plásticos da companhia, participa da Feiplastic – Feira Internacional do Plástico – evento que está acontecendo entre os dias 03 e 07 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Líder no fornecimento desempenho, conforto, segurança nos veículos para as montadoras, mercado de reposição e manutenção. Entre as soluções e tecnologias que a companhia apresenta no evento, os destaques são as linhas de adesivos para colagem de vidro e estruturais, Betaseal™ e Betamate™.

Os adesivos para colagem de vidros Betaseal™ são usados mundialmente para colagem estrutural e vedação de vidros fixos, ajudando os veículos a atenderem aos requisitos globais de segurança obrigatórios, relativos à regulamentação de barreiras, capotagens e de impacto no teto, afirma a empresa.

Os adesivos estruturais de alto desempenho Betamate™ são utilizados para colagem de chapas metálicas (aço, AHSS, alumínio, magnésio) e também em materiais dissimilares tais como aço e compósito, alumínio e aço etc. Os principais benefícios dos adesivos estruturais são redução de peso, melhoria da durabilidade do veículo, aumento da performance de segurança, redução de ruídos e melhoria da eficiência energética, garante a Dow.

“A sinergia entre os negócios automotivo e plásticos da Dow permite apresentar aos visitantes da feira e decisores da cadeia do plástico um amplo portfólio de produtos e soluções inovadoras voltados para diferentes mercados e aplicações”, afirma Rodrigo Leão, gerente de marketing da Dow Automotive Systems América Latina. “Por sermos a única empresa no Brasil e América Latina a ter uma unidade fabril de adesivos para colagem de vidro automotivo, conseguimos atender aos clientes com mais rapidez e agilidade”, finaliza Leão.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Eastman apresenta seu portfólio de Plásticos Especiais, Plastificantes e TPU’s na Feiplastic 2017

07/04/2017

Empresa traz para seu stand neste ano o “Eastman Strike”: um desafio de boliche em parceria com a Philips

A Eastman Chemical Company está apresentando o seu portfólio de plásticos especiais, plastificantes e TPU’s na Feira Internacional do Plástico, Feiplastic. A Feiplastic está sendo realizada de 3 a 7 de abril, em São Paulo, no Expo Center Norte. Este ano, os organizadores esperam mais de 60.000 visitantes e negociantes.

Para reforçar a qualidade de seus materiais, a empresa está apresentando ao público um grande desafio, o “Eastman Strike”: uma pista de boliche foi montada dentro de seu espaço e as jarras do novo Philips Walita Duravita ProBlender 6 (foto), que são produzidas com o copoliéster Tritan™ como matéria-prima, são usadas como pinos.

O objetivo do Eastman Strike é provar, por meio de uma experiência pessoal, uma das características-chave mais importantes de Eastman Tritan: resistência. Essa dinâmica, na qual o visitante é desafiado a quebrar as jarras, será realizada duas vezes por hora no estande, sempre a partir do meio-dia.

Devido à grande variedade de atributos da Tritan, tais como transparência, durabilidade, segurança e estilo, esse material tem sido cada vez mais escolhido por indústrias como as de bens duráveis, de cosméticos e de aplicações em cuidados pessoais.

“A Feiplastic reúne as marcas mais importantes e atrai os principais clientes do Brasil e do mundo, com o foco principal na geração de negócios para a cadeia de produção de plásticos. Esta feira é sempre um grande evento para nós na Eastman e fazemos questão de estar presentes, pois trata-se de uma ótima oportunidade para nos aproximarmos ainda mais de nossos clientes e mostrar-lhes o nosso melhor”, diz Rogério Dias, Gerente Regional de Venda de Plásticos para América Latina, da Eastman.

Em relação aos TPU’s e aos Plastificantes, a Eastman tem, por meio de sua subsidiária Scandiflex, um portfolio completo para a América do Sul. A empresa apresenta, entre outros, o Eastman 168, um plastificante não ftalato usado com sucesso há mais de 40 anos.

O Eastman 168 é um plastificante não ftalato muito usado na indústria de PVC, com desempenho igual ou melhor do que a maioria dos plastificantes orto-ftalato, afirma a Eastman. Segundo a empresa, o produto oferece boas propriedades de desempenho, ótima flexibilidade a baixa temperatura, resistência à extração por água com sabão e propriedades excepcionais de não migração. Em plastisóis, o Eastman 168 gera baixa viscosidade inicial e mantém viscosidade muito boa, afirma a empresa.

Durante a feira, os visitantes também estão tendo a oportunidade de aprender mais sobre o poliuretano termoplástico (TPU) da Scandiflex. Segundo a empresa, o produto apresenta baixo custo, além de características de resistência à abrasão, lágrima e deslizamento, flexibilidade – mesmo quando exposto a baixas temperaturas, resistência a graxas e a óleos e boa memória elástica.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais que produz uma ampla gama de produtos encontrados em itens que as pessoas usam todos os dias. Possui posições de liderança em mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo. Para obter mais informações, visite www.eastman.com.

Serviço:

Eastman na Feiplastic 2017
Datas: de 03 a 07 de abril
Horário: das 11h às 20h
Endereço do estande: Rua A – estande 69
Local: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo – SP

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Movimento intenso e negócios marcam o terceiro dia da Feiplastic 2017

07/04/2017

No terceiro dia da Feiplastic, expositores fabricantes de resinas plásticas e de máquinas e equipamentos começaram a registrar saldo positivo nas vendas, com negócios já sendo efetivados e corredores repletos de visitantes.

“Conseguimos realizar vendas efetivas de mais de 30 máquinas, com movimento de público nesses três primeiros dias”, afirmou Roberto C. Melo, gerente da Haitian. Na avaliação dele, considerando a situação do mercado, os resultados são bastante positivos. “Durante a Feiplastic estamos oferecendo aos clientes condições especiais para aquisição das máquinas e temos também uma linha própria de crédito. A expectativa é ampliar os negócios até o final do evento”, adiantou.

Igualmente confiante no potencial da Feira, o gerente comercial da Brasfixo, Luciano Lima, ressalta que foi possível concretizar vendas de equipamentos para usinagem e injeção plástica. “A feira está excelente!. Não temos do que reclamar. Além de estar em contato com nossos clientes, a Feiplastic abre oportunidades para ampliar a geração de negócios futuros”, elogiou. Lima acredita que nos próximos meses terá um aumento de 50% na produção.

O gerente executivo de Vendas e Marketing da Ineos Styrolution, Fábio Bordin, disse ter ficado surpreso com a organização do evento, com o público qualificado e com a presença de empresas globais. Mesmo o novo local (Expo Center Norte) recebeu elogios do gerente, que segundo ele, foi “aprovado” pelo presidente e pelo vice da Ineos.  “Atendemos praticamente a todos os setores da indústria, e sentimos que os clientes estão mais otimistas. A recuperação nas vendas do setor automotivo, por exemplo, já se refletiu nas nossas vendas”, avaliou.

Da mesma forma, o diretor de Marketing e Gestão de Desempenho da Braskem, Rafael Christo, identificou um público “mais seleto e focado em negócios”. Segundo ele, o papel da Braskem em eventos como a Feiplastic é criar uma aproximação com os públicos de interesse. “Recebemos representantes do governo, sindicatos e distribuidores que se sentaram à mesa para discutir parcerias, projetos e outros assuntos de interesse”. A intensa movimentação na Braskem é evidenciada pelas 14 salas de reunião que foram totalmente ocupadas, com muitos clientes vindos de fora de São Paulo e outros 15% de países da América do Sul, segundo Christo.

“O público nos agradou: são diretores, donos, pessoas que realmente tomam a decisão. É um público especializado – tanto que já fechamos alguns negócios e esperamos fechar mais até sexta feira”, comentou o diretor comercial da Eurostec, Cristian Pavan. Segundo ele, participar da Feiplastic é parte da estratégia da Eurostec que decidiu no ano passado mudar o posicionamento da Feira. “Tiramos um pouco a ênfase da parte de metal mecânica para nos voltarmos ao plástico”, afirmou.

Os corredores dos pavilhões do Center Norte no terceiro dia do evento ficaram mais cheios, o que ajudou a aumentar a expectativa de expositores, como a da gerente sênior de Marketing e Vendas América do Sul da Basf, Letícia Mendonça. Ela disse que espera um fluxo ainda maior de visitantes até sexta-feira. “Recebemos um público bastante diversificado e isso é muito bom para o relacionamento da empresa, pois atendemos diversos segmentos do mercado”, disse.

Comunidade Digital da Feiplastic 2017 atinge 100 mil seguidores no Facebook

A Feiplastic 2017 ultrapassou no dia 5 a marca dos 100 mil. Assim, superou a Feira K, na Alemanha, considerada a mais importante do planeta, cuja adesão na rede social gira em torno de 11 mil seguidores. O número de visitantes virtuais da Feiplastic é também superior aos próprios visitantes físicos, que neste ano estão estimados em 60 mil. De acordo com a  Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora da Feira, a estratégia adotada para se relacionar com esse universo de público está superando a expectativa. Para se ter uma ideia, na edição de 2015, a quantidade de pessoas registradas no Facebook era de 25 mil.

Aplicações inovadoras do plástico na indústria automotiva foram o principal tema do terceiro dia do Fórum Feiplastic

Aplicações estruturais e semi estruturais dos plásticos em automóveis tem como objetivo substituir o aço e o alumínio. Peças automotivas como estrutura de assentos, suspensão, painéis externos e até chassis podem ser moldados em resinas plásticas. A principal vantagem do plástico reforçado está no fato de se tratar de um material mais leve, o que impacta diretamente na diminuição de consumo de combustível e, consequentemente, em menor emissão de gases poluentes.

O gerente de desenvolvimento estratégico de negócios da SAE Brasil, Rodrigo Cesar Berardine, afirmou que na produção em série de determinadas peças automotivas, cujo uso do metal ainda é predominante, a alternativa em plástico, como o SMC, é economicamente viável com um volume que não ultrapasse cerca de 70 mil unidades. Para ele, essa limitação deverá ser superada à medida que a indústria avançar em novas técnicas na produção de resinas. O SMC (Sheet Molding Compound) é produzido à base de resina poliéster com carga mineral e reforço com fibra de vidro, dando características de resistência e de estética à peça. Um dos exemplos do uso desse material está na carroceria do jipe brasileiro Troller T4, assim como no Ford Mustang GT, nos EUA.

O vice-presidente para as Américas de Especialidades da Ineos Styrolution, Tom Warren, ressaltou que o uso de determinados materiais plásticos, como os compósitos à base de fibra de carbono, são cerca de 50% mais leves que o aço e pesam 30% a menos que o alumínio. Warren também lembrou que o plástico nos automóveis, além de melhorar consideravelmente o peso, possui a vantagem de absorver mais os impactos em casos de acidentes, preservando os ocupantes. Segundo ele, ao longo da história do plástico na indústria automobílista, que começou por volta de 1940, o material vem ganhando presença crescente na composição total dos veículos. Em 1960 uma picape norte-americana era constituída de apenas nove quilos de plástico. Hoje, essa quantia chega a 150 quilos e em breve deve alcançar 320 quilos.

Expositores da Feiplastic mostram produtos para a Indústria Automotiva

BASF – Segundo a empresa, a sua família de poliamidas Ultramid® cujo destaque são as propriedades mecânicas, como resistência ao impacto e rigidez. Sua aplicação está na fabricação de coletores de admissão de ar, maçanetas, pedais, sistemas de arrefecimento e ar condicionado e invólucros de airbags.

KURARAY – Destaca na Feiplastic a resina poliamida 9T termorresistente, com aplicações na indústria automobilística por suas características como baixa absorção de água,  alta resistência química e à abrasão, propriedades mecânicas a altas temperaturas e barreira aos combustíveis, segundo a Kuraray.

RADICI – Leva uma nova gama de resinas à base de Poliftalamida (PPA), o Radilon® Aestus T, uma linha com tecnologia de última geração, alta performance e resistentes a altas temperaturas no requisito para atender o setor automotivo, afirma a empresas.

Operação Reciclar apresenta exemplos de produtos e tecnologias “verdes”

A Operação Reciclar está de volta à Feiplastic apresentando diversas aplicações do plástico reciclado em diversas indústrias. Um Corolla modelo 2018 está estacionado ao lado do estande, por exemplo, apresentando tapete do assoalho fabricado com fibras PET oriundas de garrafas pós-consumo e manta em polietileno (PE) reciclado, além de feltro fabricado a partir de sobras do próprio tapete pela empresa Formtap. Já os para-choques do modelo da Toyota são fabricados a partir de polipropileno (PP) reciclado, pela Borkar.

Entre outras tecnologias, está exposta também a fabricação de filamento para impressão 3D a partir de reciclados (Print Green 3D) e operações como a “Jogue Limpo”, que trabalha a logística reversa específica para embalagens de óleos lubrificantes. Outro exemplo dentro de estande é a empresa Sinctronics, focada em reciclagem eletrônica. A companhia é especializada em desmontagem e reaproveitamento de materiais como cartuchos de impressora e outros plásticos aplicados em produtos eletrônicos. Os cartuchos podem se transformar em alças de maletas para notebooks. Outros plásticos, eventualmente contaminados dentro dos eletrônicos, podem ser utilizados na fabricação de madeira plástica ou pallets.

Os visitantes podem também concorrer a uma bicicleta cujo corpo é composto de plástico reciclado, desenhada pelo artista plástico Juan Muzzi, a Muzzicycle, que é feita a partir de garrafas PET, e é leve e econômica. O sorteio de oito modelos acontece na sexta-feira (7). O uruguaio radicado em São Paulo foi o criador da Molamania, a mola de plástico colorida que ainda hoje faz sucesso entre as crianças.

Além do espaço da Operação Reciclar em si, que tem curadoria da ABIPLAST, as empresas Wortex e Haitian fazem, in loco, a reciclagem de resíduos plásticos. De acordo com a organização, esta atração da Feiplastic atingiu 80% de satisfação dos visitantes.

Cartilha de Reciclabilidade   

A ABIPLAST apresentou na Feira Internacional do Plástico uma cartilha de Reciclabilidade de Materiais Plásticos Pós-Consumo, “que aborda tecnicamente as possibilidades de reciclagem mecânica valorizando as alternativas propostas pelo conceito de design ecológico”. A assessora técnica da entidade, Simone Carvalho, lembrou que o plástico é um material 100% reciclável, podendo retornar à cadeia produtiva.

O chamado ecodesign tem por objetivo reduzir os impactos ambientais presentes em todo o ciclo de vida do plástico com a interação de aspectos ambientais ao desenvolvimento de produtos, processos ou serviços.  Simone ressaltou que a cartilha esclarece sobre vários aspectos do processo de reciclagem e observou que o Brasil ainda precisa aprimorar a eficiência do descarte e da coleta dentro do ciclo da vida do plástico no meio ambiente.

De acordo com ela, há uma grande capacidade ociosa nas empresas recicladoras por motivos como: pouca matéria-prima para se reciclar, coleta seletiva precária (apenas 13% dos municípios do país possuem esse serviço) e falta de conhecimento dos catadores em classificar e separar os materiais por tipos de resina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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Abiplast divulga prévia do perfil do setor de transformados plásticos durante a Feiplastic; Uso do Plástico na Construção Civil é destaque no segundo dia da feira

06/04/2017

Dados da prévia do perfil mostram expectativa positiva dos empresários para este ano e projetam crescimento nas vendas para o próximo trimestre

A expectativa geral da Indústria de transformados plásticos para este ano é positiva, segundo o Índice de Confiança do Empresário Industrial medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgado pela Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) na Feiplastic 2017 – Feira Internacional do Plástico. A Abiplast também projeta alguns bons resultados já para o próximo trimestre, em pesquisa feita diretamente com os associados: foram relatados aumentos na produção e nas vendas do setor, além de queda nos estoques de produtos finais. Por outro lado, os associados esperam retração nos investimentos, aumento nos custos de matérias-primas e não alimentam expectativas quanto a contratação de mão-de-obra.

Essas informações fazem parte da prévia do PERFIL 2016: Panorama da indústria de transformados plásticos, que a Abiplast produz todos os anos para ser distribuído aos associados. A apresentação dos números foi feita durante a Feiplastic, que está acontecendo no Expo Center Norte, em São Paulo. O analista econômico da Abiplast, Marcos Ferreira do Nascimento, mostrou de um modo geral que o setor vem se recuperando lentamente depois de pelo menos dois anos seguidos de crise na economia. De acordo com Nascimento, o PERFIL 2016 completo estará disponível no próximo mês.

Pela análise feita pela Abiplast, considerando uma possível recuperação do PIB Brasileiro de 2017 a 2018 em torno de 1,5% a 3% ao ano, a demanda brasileira por transformados plásticos atingirá os patamares observados em 2012/13, auge do setor dos últimos dez anos, apenas em 2023. O consumo aparente de transformados plásticos atingiu naqueles anos 7,7 milhões de toneladas. No ano passado, esse número fechou em 6,1 milhões de toneladas.

O faturamento do setor atualmente é de R$ 64,5 bilhões, que gera 313.062 empregos e possui 11.459 empresas. Ainda segundo os dados do PERFIL, 94% das empresas transformadoras de plástico são de micro e de pequeno porte. O emprego está concentrado nas médias empresas, enquanto a maior parte do faturamento do valor adicionado está concentrada nas grandes empresas do setor.

Outro dado positivo levantado pela Abiplast é o crescimento de novas empresas recicladoras de plástico, que mantém um ritmo de 10,5% ao ano desde 2007. Naquele ano o número de empresas era de 481, saltando para 1.080 em 2015.

No ranking dos principais setores da atividade economia que mais consomem plástico, a construção civil lidera ocupando 25,7% do total, seguido por alimentos, 19%, automóveis e autopeças, 12,1%, máquinas e equipamentos, 7,3% entre outros.

Uso do Plástico na Construção Civil tem potencial de expansão

A versatilidade das resinas plásticas permite sua aplicação na construção civil, desde a fundação até o telhado. No Brasil, existe ainda um grande potencial de expansão no uso do plástico, à medida que novos aditivos e combinações ampliam as possibilidades de aplicação dos materiais conferindo mais durabilidade, desempenho acústico e leveza. O assunto foi abordado no segundo dia do Fórum Feiplastic, com o tema Inovação e a Importância do plástico na indústria da construção civil.

O gerente de engenharia de Aplicação e Desenvolvimento de Mercado PVC da Braskem, Antonio Rodolfo Jr., comparou o consumo per capita de plástico no Brasil com o dos países desenvolvidos e afirmou que o país ainda está muito aquém do seu potencial de produção e consumo. Cada brasileiro corresponde ao consumo por ano de cerca de 25 quilos do grupo de resinas termoplásticas (PE, PP e PVC), enquanto nos EUA, a quantidade é de 75 kg, na Europa, de 50 kg e Japão, 48 kg. Rodolfo destacou que a vocação do plástico é substituir materiais tradicionais (como metais e madeira) em todas as áreas, por conta da sua durabilidade, resistência à corrosão, impermeabilidade, resistência mecânica, além de ser atóxico. No caso da construção civil, especificamente, as aplicações ganham grandes dimensões se considerados alguns fatores característicos da realidade brasileira como a necessidade de diminuir o déficit habitacional, estimado entre 4,5 e 6 milhões de unidades.

O gerente da Braskem enumerou algumas aplicações específicas do PVC (policloreto de vinil) na construção civil, entre elas no uso de perfis nas estruturas de construções por exemplo. Em um sistema modular de encaixe, as paredes são feitas de perfis vazados de PVC acoplados entre si. Após sua montagem, são preenchidos por concreto e aço estrutural, de maneira que as fôrmas de PVC ficam incorporadas às paredes. Outras aplicações do PVC são em janelas, geralmente substituindo o alumínio; em telhas, cuja principal vantagem é seu o peso – bem mais leves que as de cerâmica, por exemplo (enquanto o metro quadrado das telhas em PVC pesam 5 kg, o de cerâmica, 35 kg); poços de visita (bueiro) e mantas acústicas para aplicações em lajes, paredes e pisos.

Rodolfo também mencionou o sistema construtivo BubbleDeck em lajes, composto por esferas de polipropileno inseridas de forma uniforme entre duas telas de aço. As esferas ocupam as partes de concreto que não desempenham a função estrutural, possibilitando construir lajes com a mesma resistência de uma convencional plana e maciça, porém mais leves. Por fim, ele falou ainda do Sistema de Drenagem Urbana Sustentável (SDUS), cuja aplicação se dá por meio de peças ocas em PP (polipropileno) montadas como se fosse um “quebra-cabeça” para revestir estruturas para drenagem e/ou reservatório de águas pluviais.

Lançamentos para o setor da Construção Civil tem destaque na feira

Importante segmento para o setor de transformados plásticos, a construção civil, que segundo a Abiplast lidera o ranking das atividades econômicas que mais consomem plásticos, recebe atenção especial das grandes marcas fabricantes de resinas. Confira alguns lançamentos presentes na Feiplastic 2017:

SABIC – Apresenta chapas de Lexan, de baixo peso, facilidade de instalação e benefícios de conservação de energia para diversas estruturas e aplicações:
SABIC® PP, resina para aplicações como chapas finas, corrugadas e perfis, oferece resistência a UV e ao impacto, bem como baixa contração.
Resina Geloy™ (ASA/PC), que fornece uma camada de revestimento protetora e resistente ao tempo para telhas de PVC.

RHODIA SOLVAY – Linha de estabilizadores de luz Cyasorb Cynergy Solutions®,  que oferece proteção térmica e UV de longo prazo para poliolefinas, expostas as intempéries. As aplicações incluem componentes confeccionados em TPO ou polipropileno como: telhas, fachadas, membranas de impermeabilização multicamadas e geomembranas.

EVONIK – A linha Dynasylan® inclui uma gama de diferentes grupos de silanos: para cabos e tubulações; para formulações retardantes de chamas e para adesivos e selantes de alta performance.

POLYSTELL – Mostra tintas imobiliárias e massas plásticas, como Polyadit® 41.120/Polyadit® 4108, com umectantes, dispersantes e estabilizantes do sistema de cor, evitando floculação, sedimentação e aglomeração dos pigmentos; Polyapp® 2621 e Coal/Polyapp® 21.123, que melhoram o desempenho das tintas proporcionando uma boa formação de filme e o aumento da resistência aos processos de lavagem, além do Polyclean® 6020 – Micropartículas de Prata, que elimina 99,99% das bactérias causadas por contaminações nas tintas

Expositores Internacionais reforçam importância da Feiplastic para geração de negócios

Um dos destaques da participação internacional na Feiplastic 2017 é o pavilhão italiano, que reúne oito empresas expositoras com máquinas de reciclagem, moldes e matérias-primas para a indústria de transformação de resinas plásticas. De acordo com Maurizio Campedelli, gerente de Vendas da Borghi, “Este segundo dia de feira tem sido positivo; trazemos máquinas ao Brasil há 30 anos”. Entre os destaques da companhia estão máquinas para a produção de vassouras e outros produtos para limpeza, como escovas. Outra expositora é a Omso, que apresenta aos visitantes produtos para impressão para indústrias alimentícia, cosmética, farmacêutica, entre outras.

Entre pavilhões, como o da Índia, e empresas que chegam à feira de forma independente, a Feiplastic traz ao visitante 15 países expositores, como Áustria, Estados Unidos, França, Reino Unido e Suíça. Já a participação latino-americana deve reforçar as relações comerciais entre Brasil e os países vizinhos. “Nosso principal objetivo é unificar os interesses – explica Sergio Hilbrecht – gerente da Câmara Argentina da Indústria Plástica, CAIP. Nós trabalhamos junto à Abiplast e com outras entidades formamos a Associação Latino-Americana da Indústria Plástica – APLIP. Procuramos intercâmbio de experiências”. Para Hilbrecht, a indústria argentina do plástico tem se reestruturado, e o setor deve se recuperar juntamente com a melhoria do cenário brasileiro.

Além disso, a organização do evento espera que cerca de 30 países visitantes circulem  pelo Expo Center Norte até o dia 7 de abril.

Em parceria com SEBRAE, empresas de Pernambuco visitam a Feiplastic

O Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Pernambuco – SIMPEPE está visitando a Feira Internacional do Plástico  em busca de novas tecnologias e negócios. A iniciativa é uma parceria com o Sebrae. De acordo com a entidade, Pernambuco possui 274 empresas de transformados plásticos, fazendo do estado o oitavo em número de fábricas de plástico e em postos de trabalho.

“Este ano completamos 25 anos de existência e a participação na Feiplastic é importante para o SIMPEPE – avalia o presidente da entidade, Gessé Batista Santos. Nosso setor, em Pernambuco, é composto 90% de micro e pequenas empresas, e a visita à feira gera um impacto muito positivo”.

Serviço:
Feiplastic 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: 3 a 7 de abril de 2017
Horário: das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.Feiplastic.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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Feiplastic 2017 é aberta em São Paulo expressando o otimismo do setor

04/04/2017

Feira Internacional do Plástico começou ontem (segunda, dia 03 de abril) no Expo Center Norte com a presença de autoridades do setor e dos governos federal e estadual; aumento de produção e inovação foram as tônicas dos discursos

A considerar as declarações das autoridades presentes na solenidade de abertura da FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico, nesta segunda-feira, 3 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo, o momento para o setor é de retomada do crescimento depois de um período de resultados ruins na economia. “O pior já passou”, disse o presidente da ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), José Ricardo Roriz Coelho.

Segundo o presidente da associação, a melhor maneira de se enfrentar as dificuldades é aumentar a produtividade e passar a ser mais competitivo, condições que a indústria do plástico possui dada às características inerentes à sua cadeia, como inovação e presença em inúmeros setores da economia. “Nossa indústria está presente desde a seringa do posto de saúde até o avião”, lembrou Roriz. Na mesma linha, o vice-presidente do SIRESP (Sindicato da Indústria de Resinas Plásticas), Edison Terra Filho, afirmou que é justamente por conta das várias inovações proporcionadas pelo plástico que o setor “segue trabalhando e cuidando da produtividade”.

Um bom sinal de que a FEIPLASTIC pode ser o termômetro dessa recuperação evidenciou-se no comentário do presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, Fernando Fischer, ao destacar que o número de pré-credenciamento de visitantes está 30% maior no primeiro dia do evento, em comparação ao mesmo período da última edição.

Presente na solenidade de abertura, a diretora da área de Indústria e Serviços e de Indústrias de Base do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Claudia Prates, que representou o governo federal na abertura da FEIPLASTIC, disse que o banco investiu nos últimos anos cerca de R$ 11 bilhões no setor. As pequenas e médias empresas, de acordo com ela, têm sido o foco do BNDES no que se refere às facilidades de crédito. Claudia destacou o aporte de R$ 300 milhões feito pelo banco nesta área, do aumento do limite para R$ 2 milhões no Cartão BNDES (para financiar a compra de materiais e serviços) e outros benefícios presentes para capital de giro, além do Fundo Garantidor de Investimento, para concessão de garantia em operações indiretas a empresas de menor porte.

Representando o governo de São Paulo, o secretário de Energia e Mineração, João Carlos de Souza Meirelles, afirmou que o país vem passando por intensas transformações e salientou as mudanças importantes que acontecem nos setores químico, petroquímico e de plásticos. Meirelles ressaltou o trabalho da Braskem no desenvolvimento de materiais plásticos originados da cana-de-açúcar e também convidou o setor a aderir ao programa do governo do estado para uma usina de transformação de lixo, no âmbito dos processos de reciclagem já realizadas por várias empresas. Segundo o secretário, um dos principais resultados dessa iniciativa será prover energia térmica para o aquecimento de fornos para a indústria de cimento.

Assumindo que o período crítico da indústria ficou para trás, a ADIRPLAST (Associação Brasileira de Resinas Plásticas e Afins) está empenhada em implementar três pontos fundamentais para o desenvolvimento do setor, de acordo com o seu presidente Laércio Gonçalves. O primeiro deles é em relação à tributação, a fim de equalizar as grandes diferenças do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) entre os estados. Outro ponto, segundo Gonçalves, diz respeito à inadimplência, buscando uma nova cultura de gestão financeira para o setor, e, finalmente, a sustentabilidade, preservando a importância dos produtos plásticos na vida moderna sem o comprometimento do meio ambiente e dos recursos.

Para o diretor financeiro da ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais), Christopher Mendes, o diálogo e a interação entre os atores do setor do plástico é o caminho mais seguro para a retomada do crescimento. Mendes afirmou que a recuperação “saudável” do setor terá de ser feita com o incentivo à indústria de bens de consumo, sem cometer os erros do passado.

A FEIPLASTIC é promovida e organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e reúne 1.000 marcas expositoras nacionais e internacionais, com a presença de representantes de empresas e de organizações de mais de 60 países. São 15 países expositores, entre os quais: Áustria, China, EUA, França, Índia, Itália, Portugal, Reino Unido e Suíça, além de visitantes principalmente vindos da América Latina como Argentina, Chile, Bolívia, Itália, Colômbia, México, Peru, EUA, Paraguai, Portugal, Alemanha e Espanha. O setor de Plásticos movimenta bilhões de reais, sendo que o faturamento da indústria de transformados plásticos no ano passado foi de R$ 64,5 bilhões, gerando 322.679 empregos em um conjunto de 12.539 empresas, segundo a ABIPLAST.

Resiliência pessoal e nas organizações

A Reed Exhibitions Alcantara Machado, em conjunto com a Harvard Business Review Brasil (HBR Brasil), organizou ao final da solenidade de abertura uma palestra com o norte-americano George S. Everly, Professor de Psicologia da Universidade de Loyola (Maryland), que abordou o tema “Resiliência e os desafios das organizações diante do inesperado”.   Logo após a cerimônia que abriram os trabalhos da FEIPLASTIC, o convidado falou sobre resiliência, a atitude de controlar respostas diante de situações física ou mentalmente estressantes. Essa conduta ganhou nos últimos anos uma dimensão mais estratégica, atraindo a atenção de pesquisadores, políticos, integrantes do poder público, de organizações diversas e do mundo corporativo.

Everly contou que sua própria vida tem sido um esforço contínuo de resiliência. Ele nasceu com dislexia, transtorno específico de aprendizagem de origem neurobiológica, caracterizado pela dificuldade de leitura e de soletração de palavras, por exemplo. Segundo ele, seus primeiros professores diziam que ele jamais conseguiria aprender como as outras crianças, mas isso não impediu que se graduasse chegando ao nível de doutoramento na universidade. Hoje, Everly é autor e co-autor de mais de 20 livros, além de professor associado em Psiquiatria na Faculdade de Medicina da Johns Hopkins University, também ministra aula de Psicologia na Universidade Loyola, em Maryland, e é o diretor executivo de Resiliency Science Institute da Universidade de Maryland.

Segundo as pesquisas desenvolvidas por ele e pelos seus colegas de universidade, a resiliência pessoal tem basicamente cinco pontos característicos:
·         Otimismo – aquele que acredita no seu potencial e sempre procura ter atitude pró-ativa, ou seja, não fica apenas esperando as coisas acontecerem;
·         Capacidade de tomar decisões – em boa parte das situações, isso não acontece porque as pessoas têm medo de cometer erros e isso as impede de tomar decisões. O resiliente procura enxergar o momento como oportunidade, não como eventual fracasso;
·         Ter noção de “certo” e “errado” – também chamado de “bússola moral”, ou em outras palavras, sempre procurar aquilo que irá trazer vantagens para todos;
·         Tenacidade – perseverar sempre, principalmente depois de situações de fracasso.
·         Apoio de outras pessoas – o “apoio interpessoal multiplica a felicidade e divide a tristeza”.

O professor de psicologia afirmou ainda que é possível “aprender” a ser resiliente, embora seja uma característica inata de determinados indivíduos. Nas organizações, isso também é possível, a começar pelo treinamento das pessoas que ocupam cargos na linha de frente, incentivando o desenvolvimento dos cinco pontos mencionados. “Hoje sabemos que uma organização com resiliência tem menor turnover, as pessoas ficam menos doentes e a produção tende a ser maior”, ressaltou.

No stand da BRASKEM, PICPLAST apresenta ferramenta inédita de gestão na Feiplastic 2017

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) e da Braskem, apresenta durante a FEIPLASTIC 2017 ferramenta inédita destinada a ajudar pequenas e médias empresas do setor plástico na tomada de decisões estratégicas e controle do fluxo de caixa.

Idealizada para dar suporte a empresas que queiram realizar algum investimento ou avaliar a aquisição de um novo equipamento ou molde, a ferramenta “Análises de investimentos” foi desenvolvida pela consultoria Advisia OC&C, contratada pelo PICPlast para criar uma solução intuitiva e prática.  Construído em linguagem Excel, o programa realiza cálculos sofisticados e indica resultados que apontam se os investimentos previstos são realmente vantajosos. Disponibilizada gratuitamente para os visitantes da feira, a ferramenta é uma boa solução do ponto de vista financeiro. É capaz de apontar informações como a taxa de retorno projetada para os investimentos e se é realmente interessante para o empresário tomar crédito para um projeto

Os visitantes também podem conhecer durante a feira, a versão atualizada do programa “Custos e rentabilidade”, já disponível para as empresas do mercado de forma gratuita. Desenvolvido para companhias que ainda não possuem sistemas de alta performance, funciona como uma plataforma simples e auxilia os transformadores na gestão dos negócios.

Área de Inovação da Feiplastic traz os lançamentos mais recentes

As novidades tecnológicas em produtos químicos e máquinas para atender aos diversos setores da indústria estão sendo apresentadas na Área de Inovação da FEIPLASTIC, no Expo Center Norte. Nesse espaço inédito dentro da Feira, as marcas têm a oportunidade de destacar seus lançamentos e interagir com os visitantes de forma dinâmica.

A injetora da série “Zeres”, lançada pela Haitian, oferece precisão para produzir peças que exigem controle de peso. “Essa máquina também reduz o consumo de energia e pode ser aplicada nos segmentos automotivo, embalagem, linha branca e hospitalar”, explica Roberto Melo, gerente da empresa. Ainda de acordo com o executivo, a expectativa é ampliar a participação no mercado brasileiro, a partir dos contatos feitos na FEIPLASTIC. “Já tivemos um bom movimento de visitantes no primeiro dia da feira interessados em conhecer essa injetora”.

Na linha de masterbatches, a Cromex expõe os últimos lançamentos em cores e aditivos para plástico com seu novo portfólio de produtos para os mercados de Fios e Cabos, Agrobusiness e PET. Em destaque, o masterbatch preto – Superblack® concentrado que, segundo a empresa, possui poder de cobertura e dispersão das partículas de pigmento. Destina-se a aplicações em diferentes formulações plásticas sem perder as características e beleza do produto final, afirma a Cromex. “O produto tem uma infinidade de aplicações para filmes técnicos nos mercados agrícola, automotivo e alimentício, e também filmes não técnicos, como sacolas, utilidade doméstica, frascos, potes e tampas”, explica  Giovanni Dias, especialista de Projetos e Produtos da Cromex.

A companhia também reservou para a FEIPLASTIC os últimos lançamentos, como o aditivo antimicrobiano, que conferem aos plásticos ação bactericida (elimina as bactérias e impede sua proliferação) e podem ser usados em vários polímeros, como PE, PP, PS, ABS e PET, em todos os processos de transformação.

Reciclagem em Alta

Durante a FEIPLASTIC, o público visitante também terá acesso a modernos equipamentos para reciclagem, como a Linha Challenger Recycler Geração II, desenvolvida pela Wortex Máquinas, que além de melhorias técnicas tem capacidade de processar até 20% de material rígido no material flexível ou processar 100% de material rígido ou aglutinado, segundo informações da empresa. A geração II apresenta ainda avanços na degasagem de materiais altamente impressos com um sistema opcional de dupla filtragem para materiais com maiores níveis de contaminação.

“Temos know how para implementar linhas completas de reciclagem em empresas que enxergam os resíduos sólidos, principalmente os plásticos do pós-consumo ou mesmo de aparas e rejeitos da produção, como dinheiro, não como lixo. Lixo, aliás, que causa imensos danos ambientais e abarrota aterros sanitários pelo volume e pela destinação incorreta”, afirma Paolo De Filippis,diretor da Wortex.

Serviço:
FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: 3 a 7 de abril de 2017
Horário: das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.feiplastic.com.br

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Feiplastic 2017 começa na segunda-feira, dia 3 de abril, em São Paulo

31/03/2017

  • Evento vai reunir mais de 1.000 marcas nacionais e internacionais entre os dias 3 e 7 de abril no Expo Center Norte, informam os organizadores
  • Solenidade de abertura, no dia 3, será às 10h30 seguida de palestra com especialista norte-americano convidado pela Harvard Business Review Brasil e pela Reed Exhibitions Alcantara Machado

De 3 a 7 de abril, a FEIPLASTIC – Feira Internacional do Plástico, terá lugar no Expo Center Norte, em São Paulo. A solenidade de abertura será no dia 3, às 10:30 hs, no auditório Feiplastic, com a participação de representantes de diversas entidades apoiadoras como a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico, Siresp – Sindicato das Indústrias de Resinas Plásticas, Abimei – Associação Brasileira de Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais e Adirplast – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins, além de representantes do BNDES e do governo do Estado de São Paulo. Em seguida, haverá palestra de abertura do Fórum com o especialista norte-americano George S. Everly, convidado pela Harvard Business Review Brasil (HBR Brasil), na qual abordará o tema “Resiliência e os desafios das organizações diante do inesperado”.

A Feiplastic 2017 é promovida e organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado. Segundo os promotores do evento, a Feiplastic reunirá 1.000 marcas expositoras nacionais e internacionais, com a presença de representantes de empresas e de organizações de mais de 60 países. São 15 países expositores, entre os quais: Áustria, China, EUA, França, Índia, Itália, Portugal, Reino Unido e Suíça, além de visitantes vindos principalmente da Argentina, Chile, Bolívia, Itália, Colômbia, México, Peru, EUA, Paraguai, Portugal, Alemanha e Espanha.

Entre as novidades da Feira deste ano destacam-se a Área de Inovação, espaço que apresenta novos desenvolvimentos tecnológicas de diferentes setores da indústria, com palestras e workshops gratuitos e participação de marcas como Braskem, Dow, Cromex, Hatian e Wortex. Outra novidade será o Fórum FEIPLASTIC, que visa promover o debate sobre as tendências e os desafios do setor, com a participação de líderes da cadeia do plástico, além de especialistas da área de construção civil, industrial e econômica brasileira. O tema central do fórum, que tem entre os parceiros a HBR Brasil, a McKinsey & Company e o The Boston Consulting Group, é “A Importância do Plástico na Sociedade e nas Cadeias Produtivas Brasileiras.”

O público também poderá conferir, ao vivo, operações de reciclagem de materiais plásticos e a transformação do plástico reciclado em novos produtos no espaço da Operação Reciclar.  O propósito dessa operação é incentivar a coleta e reciclagem de materiais plásticos mostrando, na prática, todo o potencial de reciclabilidade e variedade de aplicações da resina plástica em diversos segmentos da indústria, além de mostrar o impacto da reciclagem no desenvolvimento, na economia, na saúde e no bem-estar da população.

Realizada desde 1987 como uma parceria entre a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico – e a Reed Exhibitions Alcantara Machado como BRASILPLAST, e desde 2013 como FEIPLASTIC, a FEIPLASTIC apresenta novas tecnologias das principais empresas que são referência no setor, em segmentos como plásticos, resinas, máquinas e reciclagem, proporcionando aos seus visitantes interação com as novidades do mercado, além de geração de negócios e networking qualificado.

Serviço
FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 3 a 7 de abril de 2017
Horário: das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.feiplastic.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic; foto: arquivo

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Diretora da área de Indústria do BNDES participa da abertura da Feiplastic 2017 na segunda-feira

31/03/2017

Cláudia Prates, do  Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, e o secretário de Energia do governo de São Paulo, João Carlos Meireles são as autoridades governamentais na solenidade

A Feiplastic – Feira Internacional do Plástico abre suas portas na segunda-feira, dia 3, a partir das 10h30, com a presença da diretora da área de Indústria e Serviços e da área de Indústrias de Base do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social),  Claudia Prates (foto), e do secretário de Energia e Mineração do governo de São Paulo, João Carlos de Souza Meirelles.

A solenidade de abertura, que acontece no auditório Feiplastic, no Expo Center Norte, em São Paulo,  terá como anfitrião o presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, Fernando Fischer, que também recebe as autoridades do setor como o presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), José Ricardo Roriz Coelho, o diretor financeiro da Abimei (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais), Christopher Mendes, o vice-presidente do Siresp (Sindicato da Indústria de Resinas Plásticas ), Edison Terra e o presidente da Adirplast (Associação Brasileira de Resinas Plásticas e Afins), Laércio Gonçalves.

A Feiplastic 2017 é promovida e organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado. Os organizadores relatam que a feira reunirá 1.000 marcas expositoras nacionais e internacionais, com a presença de representantes de empresas e de organizações de mais de 60 países. São 15 países expositores, entre os quais: Áustria, China, EUA, França, Índia, Itália, Portugal, Reino Unido e Suíça, além de visitantes vindos de países como Argentina, Chile, Bolívia, Itália, Colômbia, México, Peru, EUA, Paraguai, Portugal, Alemanha e Espanha. A cada edição a Feira vem acompanhando a evolução do setor, que movimenta bilhões de reais. O faturamento de transformados plásticos no ano passado foi de R$ 64,5 bilhões, gerando 322.679 empregos em um conjunto de 12.539 empresas, segundo a Abiplast.

Realizada desde 1987 como uma parceria entre a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico – e a Reed Exhibitions Alcantara Machado como BRASILPLAST, e desde 2013 como FEIPLASTIC, a FEIPLASTIC apresenta novas tecnologias das principais empresas que são referência no setor, em segmentos como plásticos, resinas, máquinas e reciclagem, proporcionando aos seus visitantes interação com as novidades do mercado, além de geração de negócios e networking qualificado.

Serviço
FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 3 a 7 de abril de 2017
Horário: das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.feiplastic.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic; foto: arquivo

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Braskem destaca portfolio durante Feiplastic 2017

31/03/2017

Empresa apresentará durante a Feiplastic suas linhas de produtos para mercados de filme, cosméticos, higiene e limpeza e alimentos, entre outros.

Para a indústria de transformação e aplicações de filmes especiais, bobinas técnicas e filmes industriais a empresa apresentará o Braskem Flexus, marca do polietileno base metaloceno da Braskem, indicada para utilização em embalagens que exigem características como maior resistência, brilho, transparência e selagem.

Entre as novidades dessa família de resinas está o Braskem Flexus Cling, especialmente desenvolvido para extrusão de filmes stretch (estiráveis), utilizados por indústrias para proteger cargas durante transportes. Segundo a Braskem, a nova solução se destaca pela elevada retenção de carga e excelente performance de “pega”, mesmo em baixas temperaturas. Os filmes produzidos com a solução 100% Braskem apresentam flexibilidade, alta robustez e excelente resistência ao impacto e à perfuração, garantindo principalmente a segurança na movimentação e transporte das cargas unitizadas, afirma a empresa.

High Gloss

Para os mercados de cosméticos, higiene e limpeza e alimentos, a Braskem amplia o portfólio de especialidades e apresenta uma nova resina que proporciona mais brilho e melhor acabamento às embalagens sopradas rígidas, o que dá mais visibilidade ao produto na prateleira perante os concorrentes opacos, assegura a empresa.

Com esse lançamento, a Braskem amplia sua oferta de produto para a produção de recipientes por moldagem por coextrusão e sopro, agregando mais valor para a embalagem final.

Braskem Proxess

A marca Braskem Proxess, família de PEBDL metaloceno de polietilenos de alta performance, foi desenhada para promover fácil processamento e atender às elevadas exigências do mercado de embalagens flexíveis, afirma a Braskem. Segundo a empresa, as resinas entregam alto desempenho e grande flexibilidade para diferentes Clientes e aplicações.

Essa família é indicada para embalagens de empacotamento automático (FFS) ou sacarias industriais, e também para filmes termoencolhíveis, agrícolas e barreira.

Braskem Maxio®

O selo Maxio® certifica as resinas dentro do portfólio da Braskem que geram um menor impacto ambiental em suas aplicações. De acordo com a empresa, essas resinas proporcionam aos Clientes a possibilidade de aumentar a produção, reduzir o consumo de energia e horas trabalhadas pelos equipamentos e/ou reduzir a gramatura do produto final, aumentando a eficiência do processo produtivo.

Braskem Amppleo

Segundo a Braskem, a sua nova marca Braskem Amppleo, resina de polipropileno com propriedades de High Melt Strength (alta resistência do material fundido, em português), foi especialmente desenvolvida para a produção de espumas de alta performance e que tem a versatilidade como uma de suas características. A resina é capaz de suportar temperaturas de até 100°C sem deformar e possibilita a fabricação de espumas com ampla versatilidade de aplicações dentro de uma grande escala de densidade, que pode ir de 35 kg a 300 kg por metro cúbico, apresentando redução de peso frente a outros materiais e um excelente isolamento térmico e acústico, afirma a empresa. Além disso, o material pode ser totalmente reciclado. Com a novidade, a empresa pretende estabelecer parcerias para o desenvolvimento de novas aplicações nos mercados automotivo, industrial, embalagens, construção civil e eletrodomésticos.

I’m Green™

O Polietileno Verde I’m green™ é um plástico produzido a partir de fonte renovável – a cana-de-açúcar. O Plástico Verde pode ser encontrado em produtos de mais de 150 marcas em todo o mundo, como embalagens de alimentos, produtos de higiene e limpeza, pet food, cosméticos, bebidas lácteas, sacolas, tapetes para automóveis, grama sintética, fios e cabos, entre outros.

Fonte: Braskem

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Fórum Feiplastic aborda inovações do plástico na Indústria Automobilística

31/03/2017


O vice-presidente de Especialidades da Ineos Styrolution, Tom Warren,faz palestra destacando a importância e as novas tendências no uso do plástico em automóveis leves, no dia 5 de abril

Com o tema “Inovação e a importância do plástico na indústria automobilística”, o vice-presidente para as Américas da Ineos Styrolution, divisão Especialidades, Tom Warren, será o palestrante do Fórum FEIPLASTIC 2107, na apresentação que acontece no dia 5 de abril, às 11h30.  O Fórum acorre em conjunto com a Feira Internacional do Plástico e é composto por uma série de palestras que visam promover o debate e a troca de conhecimentos entre profissionais ligados à cadeia de produção do plástico. A curadoria é da empresa Hiria e após a exposição de Warren, haverá debate com Sergio Weiss, da Braskem, e Jose Chirino, da Lanxess.

A FEIPLASTIC – Feira Internacional do Plástico acontece no Expo Center Norte, em São Paulo, de 3 a 7 de abril. São 15 países expositores, entre os quais: Áustria, China, EUA, França, Índia, Itália, Portugal, Reino Unido e Suíça, além de visitantes de mais de 30 países entre eles, Argentina, Chile, Bolívia, Itália, Colômbia, México, Peru, EUA, Paraguai, Portugal, Alemanha e Espanha.

Warren vai destacar o papel inovador que o plástico representou para os automóveis leves nas últimas décadas, tendência que deve continuar nos próximos anos, segundo ele.Ele lembra que o plástico serve ao duplo papel de contribuir tanto para a redução do uso de combustível e das emissões de gases poluentes, quanto para os aspectos estéticos aprimorados nos designs inovadores dos automóveis. As novas tecnologias, ainda de acordo com Warren, como os compósitos, continuarão a moldar o conteúdo embarcado dos veículos.

“Pretendemos aproveitar o Fórum Feiplastic para mostrar alguns exemplos de nossas capacidades e soluções aos participantes da indústria local”, adianta Warren.

O Fórum FEIPLASTIC terá sua palestra de abertura no dia 3 com o norte-americano George S. Everly, convidado pela Harvard Business Review Brasil, 11h. O tema será Resiliência e os desafios das organizações diante do inesperado.O Fórum prossegue com apresentações programadas nos dias 4, 5, 6 e 7, sempre a partir das 11h30. O tema central deste ano é “A Importância do Plástico na Sociedade e nas Cadeias Produtivas Brasileiras: Foco nas Soluções e nos Resultados Práticos”. Os temas específicos que serão tratados são os seguintes:

Dia 4 –  “Inovação e a importância do plástico na indústria da construção civil”.
Dia 5 –  “Inovação e a importância do plástico na indústria automobilística”.
Dia 6 – “Inovação do plástico na indústria das embalagens”.
Dia 7 – “Sustentabilidade e Tecnologia”.

Realizada desde 1987 como uma parceria entre a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico – e a Reed Exhibitions Alcantara Machado como BRASILPLAST, e desde 2013 como FEIPLASTIC, a FEIPLASTIC apresenta novas tecnologias das principais empresas que são referência no setor, em segmentos como plásticos, resinas, máquinas e reciclagem, proporcionando aos seus visitantes interação com as novidades do mercado, além de geração de negócios e networking qualificado.

Serviço
FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 3 a 7 de abril de 2017
Horário: das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.feiplastic.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic; foto: arquivo

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Chem-Trend apresenta na Feiplastic portfólio de soluções inovadoras

31/03/2017

Fabricante de agentes desmoldantes e especialidades químicas traz ao evento duas linhas de produtos exclusivas

Participando pela primeira vez como expositora individual, além do histórico de presença nas edições anteriores em parceria com outras empresas, a Chem-Trend, empresa do Grupo Freudenberg, apresenta na Feira Feiplastic 2017 suas linhas de produtos para termoplásticos Lusin® e UltrapurgeTM, adquirida no final de 2016. A feira ocorre de 3 a 7 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

Com o objetivo de consolidar as marcas e promover soluções inovadoras e personalizadas, a empresa traz um portfólio abrangente que inclui agentes desmoldantes, agentes de purga, limpadores de molde, lubrificantes e protetivos de molde. O destaque fica por conta dos agentes de purga, aplicados nos processos de limpeza de extrusoras e máquinas de moldagem por injeção e em processamento por extrusão, sopro ou laminação.

Rodrigo Bombonatti, gerente de vendas da Chem-Trend, afirma: “queremos oferecer aos nossos clientes o que há de melhor para o setor de termoplásticos, e isso se torna possível com as linhas Lusin® e UltrapurgeTM, que auxiliam a reduzir custos entre 50% e 70% em algumas etapas dos processos produtivos, devido à diminuição do consumo de material e tempo de parada das máquinas”.

Para Ana Clara Cordeiro, diretora de Vendas da Chem-Trend no Brasil, “estar presente na Feiplastic é muito importante e estratégico para a empresa, por ser uma feira de grande credibilidade e abrangência para toda a indústria do plástico. Além de ser uma oportunidade única de mostrarmos soluções que garantem os melhores resultados nas linhas de produção dos nossos clientes”, finaliza.

Serviço:
Feiplastic (Feira Internacional do Plástico)
Local: Expo Center Norte, São Paulo
Data: de 3 a 7 de abril
Horário: 11h às 20h

Fonte: Assessoria de Imprensa – Chem Trend

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BASF apresenta tecnologias e tendências na Feiplastic 2017

31/03/2017

  • Soluções para diversas indústrias onde o plástico está presente levam em conta a sustentabilidade
  • Feira é oportunidade de aproximação com mercado e de impulsionar o desenvolvimento da indústria na América do Sul

A BASF vai participar da Feira Internacional do Plástico, Feiplastic 2017, levando soluções em Materiais de Performance, Dispersões e Pigmentos, Químicos Industriais (poliamidas) e Aditivos para Plásticos. A feira será realizada de 3 a 7 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

“A Feiplastic já se consolidou como uma oportunidade importante para a troca de informações com o mercado, para estreitarmos o relacionamento com nossos parceiros e, principalmente, para levarmos novas tecnologias e tendências para as indústrias onde o plástico está presente”, afirma Murilo Feltran, gerente de marketing de Materiais de Performance da BASF. “A BASF tem entre seus pilares a inovação e a sustentabilidade e oferece soluções que agregam essas características aos negócios de seus clientes”, completa.

O portfólio da BASF atende a variadas indústrias, como a de embalagens, construção, automotiva, bens de consumo, mineração, óleo e gás, entre tantas outras. As principais soluções por indústria são:

Monofilamentos

As poliamidas para monofilamentos Ultramid® B, Ultramid® C possuem características de maciez, transparência e resistência e são utilizadas na produção de fios e redes de pesca, cortadores de grama, cordas e cordéis, afirma a Basf.

Embalagens

Entre as novidades está o Ultramid® C37LC, uma copoliamida para aplicações de filme e monofilamento, como linhas de pesca de maior diâmetro (long lines), por exemplo. Permite fabricação de filme retrátil para embalagens de alimentos, eliminando a adição de poliamidas amorfas, proporcionando uma produção mais enxuta e eficiente. Segundo a Basf, os filmes produzidos com Ultramid® C37LC têm uma baixa cristalinidade e são significativamente mais macios e mais transparentes do que os feitos de copoliamida convencional. Há ainda as poliamidas para extrusão Ultramid® B, Ultramid® C, aplicadas na produção de filmes para embalagens de alimentos frescos e processados devido à sua resistência mecânica e barreira contra oxigênio e aromas, o que aumenta a durabilidade dos produtos.

O bioplástico versátil ecovio®, é formado por polímeros biodegradáveis e compostáveis, que podem ser aplicados em embalagens e na agricultura. Tem elevado desempenho, com comprovada compostabilidade e formulação com conteúdo de fonte renovável, assegura a Basf. Pode ser processado nos equipamentos convencionais de moldagem de polietileno, ser impresso e soldado.

Os termoplásticos amorfos de elevado desempenho da linha Ultrason®, indicados para diversas aplicações, são transparentes, de elevada resistência térmica. De acordo com a Basf, sua ampla gama de propriedades permite o uso em peças de altíssimo requisito técnico. Possui alta resistência mecânica e rigidez, excelente comportamento ao fogo e isolamento elétrico, entre outras propriedades.

Também farão parte do portfólio apresentado na Feiplastic os pigmentos que seguem os requisitos técnicos e regulatórios para aplicações sensíveis, ou seja, que tenham contato com alimentos, medicamentos ou brinquedos. O novo pigmento orgânico Paliotol® Yellow K 1750, por exemplo, é completamente livre de halogênio, possui excelente valor de coloração e alta estabilidade térmica, diz a Basf

Transportes

Os plásticos estão ganhando popularidade entre os materiais usados para produzir peças automotivas devido à sua vantagem de baixo peso, versatilidade no design do projeto e custos mais baixos. Para garantir a manutenção da aparência e durabilidade com proteção contra a ação dos raios UV e o envelhecimento térmico, há a nova geração de HALS metilados da BASF, da área de aditivos para plástico. O Tinuvin® 880 proporciona uma resistência aos raios UV, bem como uma estabilidade térmica drasticamente melhor, crucial para aplicações em interiores. Ele também é projetado para melhorar as propriedades secundárias, eliminando defeitos como deposição no molde e pegajosidade superficial, mesmo em materiais que contenham anti-risco, assegura a empresa.

De acordo com a Basf, a sua família de poliamidas Ultramid® se destaca por suas propriedades mecânicas, como resistência ao impacto e rigidez e pode ser aplicada amplamente na indústria automobilística, na fabricação de coletores de admissão de ar, maçanetas, pedais, sistemas de arrefecimento e ar condicionado e invólucros de airbags, por exemplo. Além disso, tem elevada resistência química e a altas temperaturas de trabalho, além de fácil processabilidade, afirma a empresa.

A área de Materiais de Performance também oferece uma ampla linha de resinas termoplásticas moldadas por injeção, extrusão ou sopro, tecnologias para a fabricação de peças para a indústria automotiva. São materiais com alta estabilidade dimensional e resistência às altas temperaturas. Há, inclusive, versões reforçadas com fibra de vidro. Podem ser usados na fabricação de peças do compartimento do motor, interior, sistemas elétricos e eletrônicos, resultando em veículos mais leves, mais seguros e com maior eficiência energética. Além do Ultramid® há as linhas de produtos Ultradur® (PBT), Ultraform® (POM) e Elastollan® (TPU).

Os sistemas de poliuretano também têm sido amplamente utilizados em peças e partes de veículos para conforto térmico e acústico. São volantes, para-sol, forros de teto, bancos, painel de instrumentos, apoios de braços, encostos de cabeça, isolantes acústicos de cabine, isolamento termoacústico em ônibus e caminhões, entre tantas outras possibilidades. As linhas Elastoflex®, Elastopor®, Elastoskin®, Elastofoam® e Elastonat®, garantem materiais de alta leveza e com excelentes propriedades físicas e mecânicas que promovem versatilidade, funcionalidade e elevada durabilidade, afirma a Basf.

Por fim, para a impermeabilização, proteção e melhoria do desempenho da caçamba de caminhonetes picapes, há revestimentos de poliuretano, poliureia ou híbrido, aplicado in situ em spray, da linha de produtos Elastocast®. Segundo a empresa, ela é resistente ao ataque químico, à corrosão e à abrasão, elevando sua durabilidade e reduzindo custos de manutenção.

Construção

Fibras e fitas utilizadas em inúmeras aplicações, como têxteis técnicos para a indústria da construção, geotêxteis, isolamento de telhados, estruturas de barreira, tapetes, têm de suportar condições climáticas severas, como exposição prolongada à luz UV, variação de temperatura e poluição. Os convertedores também são confrontados com desafios da fabricação industrial, como problemas de processamento. Para vencer esses desafios, a BASF lançou recentemente o estabilizante de luz de alto desempenho Tinuvin® XT 55, que, segundo a empresa, garante ainda bom desempenho de custo, proporcionando ajuste da dosagem de outros componentes da formulação. Este aditivo HALS de última geração permite que a linha de produção funcione sem interrupções, oferece durabilidade superior e estabilidade de cor, entre outras propriedades, assegura o fabricante. Pode ser aplicado também na produção de monofilamentos de poliolefinas e fitas para telas de sombreamento, andaimes, geotêxteis e big bags.

Os sistemas de poliuretano, como o Elastopir® e Elastospray®, são utilizados como isolante térmico na fabricação de painéis ou aplicados in loco em forma de spray e atendem requisitos das normas brasileiras de segurança ao fogo. Estas soluções contribuem para a eficiência energética superior numa ampla gama de sistemas construtivos, diminuindo o consumo de energia com ar condicionado ou aquecimento, e melhorando o conforto térmico dos ambientes, afirma a empresa. Podem ser usados em painéis modulares e coberturas para câmaras frias, celeiros e galpões, residências, shopping centers, grandes superfícies, armazéns, fábricas, entre outras construções.

Para pisos drenantes, o Elastopave® é um sistema de poliuretano com até 87% de permeabilidade – funciona como aglutinante para unir pedras e cascalhos, formando superfícies resistentes, duráveis e que impedem o empoçamento da água.

Bens de consumo

Para a indústria de calçados, sistemas de poliuretano macios e duros e poliuretanos termoplásticos (TPU) são aplicados na fabricação de solas, entressolas, palmilhas, entre outras partes para calçados esportivos, casuais e de segurança (linhas de produto Elastopan®, Elastollan® e Infinergy®). Promovem leveza, ergonomia, flexibilidade, resistência à abrasão, propriedades dielétricas, antiestáticas e antimicrobianas em substituição a materiais como borrachas e cortiças, afirma a Basf.

Os plásticos de engenharia e sistema de poliuretano termoplástico das linhas Ultramid® (Poliamidas 6 e 6.6), Ultradur® (PBT), Ultraform® (POM) e Elastollan® (TPU), são moldados por injeção, extrusão ou sopro para a fabricação de peças para o setor de bens de consumo. São materiais com estabilidade dimensional e resistência às altas temperaturas, disponíveis, inclusive, em versão reforçada com fibra de vidro. Podem ser usados na fabricação de artigos de cutelaria, cadeiras (incluindo peças técnicas, rodas e braços), ferramentas, cápsulas de café, componentes automotivos, entre outros.

Indústria de Refrigeração

A BASF também disponibiliza as linhas Elastocool® e Elastopor®, que são sistemas de poliuretano rígido para fabricar refrigeradores comerciais e de uso doméstico, como freezers e geladeiras. Formulados com agentes expansores que não afetam a camada de ozônio, também promovem eficiência energética.

Indústria de mineração

Para a moldagem de peças para a separação mecânica (peneiras, raspadores, revestimentos internos de tubulação, entre outros) de diversos materiais das indústrias de ferro e carvão, há os sistemas de poliuretanos das linhas Elasturan®, Elastocast® e Elastocoat®. Por sua alta resistência à abrasão, as peneiras fabricadas com estes materiais apresentam elevada funcionalidade e durabilidade.

Indústria de petróleo e gás

As linhas Elastopor®, Elastoshore® e Elastocoat® são sistemas de poliuretano rígido para o isolamento térmico e proteção de tubulações offshore contra a corrosão e a pressão.

Indústria elétrica e eletrônica

A poliamida Ultramid® B27 HM 01 é aplicada no recobrimento de fios e cabos elétricos, principalmente nos países que requerem a aprovação UL 94. Possui características técnicas de estabilidade térmica, resistência mecânica, química, ao impacto e à abrasão, além de alto brilho superficial, afirma a Basf.
Já as resinas termoplásticas moldadas por injeção, extrusão ou sopro Ultramid®, (Poliamidas 6 e 6.6), Ultradur® (PBT), Ultraform® (POM) e Elastollan® (TPU), podem ser aplicadas na fabricação de peças para a indústria elétrica e eletrônica. São materiais com alta estabilidade dimensional e resistência às altas temperaturas, também disponíveis com reforço de fibra de vidro. Podem ser aplicadas em tomadas elétricas, conectores, revestimento de cabos, esteiras, engrenagens, rodízios, materiais hospitalares, e diversas peças de equipamentos industriais.

Pigmentos

A nova marca de pigmentos da BASF, Colors & Effects oferece soluções para aplicações sensíveis, com atenção para toda a cadeia produtiva até o usuário final. A Basf afirma que as suas preparações pigmentárias, além de permitir um processo produtivo mais limpo, também oferecem diversos outros benefícios como soluções sob medida, melhor dispersibilidade e baixa torção, além dos pigmentos de efeito, de boa performance com excelentes resistências. São pigmentos que promovem efeito de branco mais branco, furta-cor, cores metálicas sem metal, perolados, entre outras possibilidades.

A BASF segue as normas mundiais ambientais e tem produtos baseados em matérias-primas de sua própria mina para extração de mica (localizada nos Estados Unidos), zelando pela sustentabilidade da cadeia produtiva com uma operação completamente livre de trabalho infantil, seguindo normas sociais e laborais internacionalmente reconhecidas.

Outra solução são os novos pigmentos funcionais pretos Lumogen® Black e Sicopal® Black. Como se sabe, a elegância que os tons pretos e escuros proporcionam ao visual de um produto podem trazer um problema, por conta do aumento da temperatura causada pela absorção de radiação solar. Quando formulado com os cool pigments, em substituição ao negro de fumo, impedem o aquecimento indesejado dos tons escuros, cortando quase pela metade o efeito da luz solar, afirma a empresa. Podem ser aplicados em plásticos para o interior e exterior.

Fonte: BASF

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Balanço da Plástico Brasil aponta para a retomada dos negócios na indústria do plástico e da borracha

31/03/2017

Encerrada na última sexta-feira, 24 de março, a primeira edição da Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha foi considerada um sucesso pelos organizadores e expositores. A feira é uma iniciativa da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) e da ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química), com organização e promoção da Informa Exhibitions.

Primeiro evento do setor no ano, a Plástico Brasil foi palco de novidades apresentadas para o mercado por 400 marcas de toda a cadeia produtiva do plástico: máquinas, equipamentos e acessórios, matérias primas e resinas, moldes e porta moldes, automação industrial e robótica, entre outros produtos, serviços e soluções.

O volume de negócios realizados sugere o início da retomada de crescimento da atividade industrial do setor, depois de dois anos de estagnação. Apenas nas Rodadas Internacionais, foram gerados 30 milhões de dólares em negócios por meio de 180 reuniões realizadas entre fabricantes brasileiros e 10 compradores de oito países (Argentina, Colômbia, Costa Rica, Egito, Estados Unidos, Índia, México e Rússia), informam os organizadores.

Estes compradores vieram à feira a convite do programa Brazil Machinery Solutions, uma parceria da ABIMAQ e Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para promover as exportações brasileiras de máquinas e equipamentos, e fortalecer a imagem do Brasil como fabricante de bens de capital.

“A Plástico Brasil assume uma importância ainda maior por representar o início de um novo ciclo de crescimento”, diz José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ. De acordo com o dirigente, o volume de visitantes e o grande volume de negócios superaram as expectativas, e a feira, além de evidenciar a tecnologia da indústria brasileira de máquinas, foi testemunha de uma nova fase para o País. “A Plástico Brasil será lembrada como o momento da virada”.

Velloso destaca também o caráter institucional da Plástico Brasil: “É a primeira vez que uma feira para a indústria do plástico é organizada pelas entidades setoriais. O apoio recorde de mais de 70 associações e sindicatos nacionais e internacionais comprova sua enorme representatividade”.

O presidente executivo da ABIQUIM, Fernando Figueiredo, também destaca a importância da feira para o desenvolvimento do setor e a retomada dos investimentos: “A Plástico Brasil ofereceu uma oportunidade para que os visitantes conhecessem as ações da indústria transformadora do plástico e da borracha em benefício do consumidor. A participação das entidades do setor na promoção da feira deu credibilidade ao evento e foi importante para que, logo em sua primeira edição, a Plástico Brasil atraísse expositores e público qualificado. Esse encontro em um ambiente propício para a geração de novos negócios será importante para a retomada do crescimento da indústria química e de máquinas e na geração de novos postos de trabalho”.

Gino Paulucci, presidente da Polimáquinas

Para Gino Paulucci, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico da ABIMAQ, a feira foi um sucesso total. “Recebemos no estande da Polimáquinas uma visitação altamente qualificada, formada por tomadores de decisão e pessoal técnico. Muitos negócios foram fechados no próprio pavilhão logo nos primeiros dias”, comemora. Como presidente da Comissão Organizadora da Plástico Brasil, Paulucci colecionou depoimentos positivos dos expositores e garante que a feira indica a retomada de crescimento da indústria do plástico.

A Plástico Brasil recebeu a visita de milhares de compradores e profissionais da indústria do plástico, que atendem e atuam nos mais diversos segmentos – construção civil, automóveis e autopeças, embalagem, agricultura, móveis, eletrônicos, instrumentos médicos, vestuário e calçados e eletrodomésticos, entre muitos outros.

O perfil dos visitantes compradores variou entre aqueles que vieram em busca de soluções para implantação de novas plantas ou ampliação das atuais, diversificação da produção e modernização do parque fabril, principalmente no que diz respeito ao ganho de eficiência energética, produtividade e competitividade.

Qualificação e negócios

Patrocinadora da feira, a Indústrias Romi destacou a qualificação dos visitantes que passaram por seu estande. De acordo com o vice-presidente da empresa, William dos Reis, a feira deu sinais que a indústria está se preparando para a retomada da economia e visando ao aumento da eficiência de suas plantas. O executivo lembra que a decisão de patrocinar a Plástico Brasil – bem como outras duas feiras setoriais da ABIMAQ, a Feimec e a Expomafe – devem-se à visão da Romi de buscar o melhor para seus clientes e para o setor industrial.

A empresa apresentou seis novas máquinas durante a feira e fechou negócios já no primeiro dia. Reis diz que foi possível perceber a melhora no “humor” dos fabricantes. “Viemos para a feira com uma expectativa alta, e ela foi superada”. Segundo ele, as vendas foram dirigidas a clientes habituais, que procuram modernizar suas plantas e se preparar para atender a esperada retomada da demanda. “Todas nossas máquinas estão voltadas para oferecer ganhos para os transformadores, principalmente de eficiência energética”, diz Reis.

Durante a Plástico Brasil, a Carnevalli apresentou aos visitantes o que há de melhor em seu portfólio. De acordo com o diretor Comercial Wilson Carnevalli Filho, a participação da empresa foi muito satisfatória e as vendas superaram às expectativas. A forte presença de tomadores de decisão possibilitou a efetivação de vendas no próprio estande e, também, o início de diversas negociações que serão retomadas após o evento. “Nossos clientes estão ampliando a capacidade de produção e outros substituindo as máquinas mais antigas por novas”, explica.

Para ele, o grande movimento de profissionais do segmento na feira deve-se ao ânimo que tomou conta do mercado. “O número de visitação no estande foi bastante significativo desde o primeiro dia. Recebemos clientes de todo o Brasil e de vários países, como Argentina, Peru, Equador, Chile e Bolívia”. Carnevalli avalia que, além da oportunidade de realizar vendas e prospectar novos negócios e clientes, a principal meta de sua participação na feira foi atingida: “Conseguimos fortalecer a marca no mercado com a participação da Carnevalli na Plástico Brasil”.

Marcelo Silva, gerente Geral da Stäubli, também destaca a qualificação dos visitantes e a importância da feira para ampliar ainda mais a divulgação da marca. A Stäubli destacou em seu estande soluções para diminuição do tempo de parada de máquina, por meio de engates e placas de multiacoplamentos para conexão rápida das mais diversas energias utilizadas nos moldes.

Segundo Silva, as empresas começaram a perceber que a redução do tempo do setup proporciona não apenas ganho de produtividade, mas também maior rentabilidade. “Quando o transformador não tem essa limitação, ele está mais preparado para atender ao mercado, produzir o que o cliente quer, na quantidade que ele precisa. Isso melhora a negociação e é uma vantagem sobre os concorrentes”, explica.

O sistema de fixação de moldes em versão magnética foi um dos que mais chamaram atenção no estande da Stäubli, uma vez que era um dos destaques do espaço SMED – Single Minute Exchange Of Die – Troca Rápida de Moldes, onde ocorreram palestras rápidas e demonstração ao vivo da troca (cerca de cinco minutos) de moldes de uma máquina injetora.

O diretor Geral da Wittmann Battenfeld do Brasil, Cassio Saltori, ficou bastante satisfeito com os resultados desta primeira edição. “Visitação acima da média, sem tumulto, de boa qualidade técnica e formada em sua maioria por tomadores de decisão”, enumera. Essa qualificação possibilitou que a empresa fechasse durante a feira negociações que estavam em andamento e fizesse prospecção com clientes habituais. Segundo Saltori, a maior parte dos visitantes compradores veio em busca de modernizar suas instalações para melhorar a produtividade, mas também houve casos de clientes que adquiriram máquinas para atender a projetos específicos de grandes clientes.

O diretor elogia a qualidade também dos expositores. “Foi uma feira limpa, com estandes muito bem construídos. Dava prazer andar pelos corredores”, lembra. A estrutura do pavilhão e a organização do evento são mencionados por Saltori como outros pontos positivos. “O retorno do nosso pessoal técnico é que eles tiveram facilidade no trabalho de instalação das máquinas no estande graças à estrutura do pavilhão e à rapidez no atendimento às demandas. A feira atendeu 100% nossa expectativa e faço votos para que ela cresça cada vez mais”.

Ulisses Fonseca, diretor da Multipack Plas, também garante que a Plástico Brasil atendeu às expectativas. “Tivemos negócios muito bem encaminhados e que estão sendo fechados logo na primeira semana; então é como se tivéssemos feito a venda na feira”, comenta. Assim como os demais expositores, Fonseca chama atenção para a alta qualificação dos visitantes. “Eram pessoas interessadas, diretores e até presidentes das companhias”, lembra. Na avaliação do diretor, o mercado brasileiro está em “estado latente”, apenas aguardando algumas medidas econômicas e de incentivo à produção para efetivamente voltar a crescer.

O Presidente da Informa Exhibitions, Marco Basso ressalta que a visitação é ainda mais surpreendente se for levado em conta o fato de se tratar da primeira edição da feira. “O resultado de visitação e negócios superou nossas expectativas mais realistas. Isso é bom não só para o setor, mas para a economia como um todo. A feira emitiu um sinal positivo para o futuro e mostrou que os transformadores vieram se preparar para o momento da retomada”, afirma. Basso lembrou que a moderna infraestrutura do pavilhão do São Paulo Expo possibilitou uma experiência tranquila e confortável para expositores e visitantes.

Alexandra Klemina, diretora geral da World Machines LCC e representante da Rússia na 1ª Rodada Internacional de Negócios da Plástico Brasil 2017, mostrou-se muito bem impressionada com a feira, tanto do ponto de vista da organização quanto da Rodada Internacional de Negócios. A empresária russa afirmou que as máquinas brasileiras possuem tecnologia comparável à das máquinas europeias, porém são mais acessíveis e apresentam maior competitividade, o que a interessa muito. “Vim para cá justamente para abrir novos contatos, trabalhar nas prospecções e buscar as mais diversas linhas de produção da indústria transformadora do plástico. Nesta feira, encontrei as opções que desejava conhecer”, destaca.

Conteúdo técnico e reciclagem

A Plástico Brasil ofereceu em torno de 60 horas de conteúdo profissional, tecnológico e científico, por meio de seminários sobre a Indústria 4.0 – ministrado por especialistas nacionais e internacionais da VDMA, a associação que representa os fabricantes de máquinas na Alemanha – e sobre Eficiência Energética como diferencial competitivo, além dos workshops sobre Sustentabilidade e Mobiliários em PVC para crianças com disfunções neuromotoras, a conferência da indústria do PET, palestras ministradas por especialistas e executivos das empresas expositoras na Arena Técnica, uma ilha de Inovação em Materiais Plásticos coordenada por instituições de ensino e pesquisa, e a demonstração inédita do SMED (Single Minute Exchange of Die – Troca Rápida de Moldes), sistema que pode reduzir o tempo de parada das máquinas para troca de moldes para cerca de cinco minutos.

Outro projeto invoador na feira foi o Recicla Plástico Brasil, promovido em parceria com a Plastivida e Instituto Brasileiro do PVC, com apoio das empresas expositoras Pavan Zanetti, Piovan, Romi e Wortex Máquinas. A ação foi composta por um estande ambientado de forma a expor produtos feitos em plástico no cotidiano dos consumidores e uma Linha de Reciclagem e Transformação funcionando ao vivo dentro da feira, onde os resíduos gerados no evento fora selecionados, tratados, moídos e transformados em novos produtos reciclados por equipamentos de última geração.

O Recicla Plástico Brasil abrigou também uma demonstração de Reciclagem de EPS e promoveu dois outros projetos de extrema importância para a reciclagem do plástico: o Tampinha Legal, que incentiva a coleta de tampas plásticas de garrafa para que sejam reutilizadas e recicladas, e a Reciclagem de Credenciais, coletadas em máquinas de Papa Cartão localizadas no pavilhão e destinadas à reciclagem para fabricação de porta copos, placas, caixas e outros objetos.

O Presidente da Plastivida e do Instituto do PVC, Miguel Bahiense se diz “extremamente satisfeito” com o resultado do projeto. O estande recebeu um grande número de pessoas dos mais diferentes perfis: professores, trabalhadores da indústria, jornalistas, formadores de opinião e políticos , entre outros.“Nosso objetivo era mostrar que a gestão dos resíduos sólidos numa cidade é possível, e que as pessoas podem continuar utilizando cada vez mais o plástico em suas atividades do dia a dia, conscientes de que existe uma destinação pós-uso”, explica Bahiense.

Ele lembra que o projeto, que contou com o apoio institucional da Secretaria do Verde e Meio Ambiente de São Paulo, foi concebido para simular a coleta seletiva de uma cidade, formatada com a responsabilidade compartilhada entre todos os atores: sociedade civil, poder público, indústria, varejo, coleta e reciclagem. Bahiense destaca também o aspecto científico do Recicla Plástico Brasil em palestras como o estudo de ecoeficiência das janelas de PVC e de lixo nos mares – este último em parceria com o Instituto Oceanográfico da USP – e o aspecto social, no workshop de mobiliário em PVC para crianças com disfunções neuromotoras, em parceria com a secretária da Pessoa com Deficiência do município de São Paulo.

A próxima edição da Plástico Brasil foi marcada para 25 a 29 de março de 2019, no São Paulo Expo.

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Dow traz para a Feiplastic resina plástica que compatibiliza PE e PP

30/03/2017

Intune™ Propylene OBC, com inovadora estrutura molecular, permite que produtos produzidos com materiais reciclados a partir desses dois componentes tenham a mesma qualidade daqueles elaborados com matéria-prima virgem

Uma das grandes dificuldades em se obter um material de qualidade oriundo da reciclagem de polietileno e polipropileno é causada pela impossibilidade de separação total destes materiais que são, originalmente, incompatíveis. Com isto, o resultado da reciclagem é um produto final de menor qualidade. Solucionar esta questão era algo que o mercado há muito vinha demandando para permitir uma reciclagem mais eficiente e a produção de produtos melhores e mais sustentáveis.

Assim, a área de Elastômeros da Dow investiu no desenvolvimento da resina Intune™ Propylene OBC. Este material, ao ser adicionado à formulação do produto, torna o polietileno e o polipropileno compatíveis, assegurando melhor qualidade ao produto final, comparável à matéria-prima virgem, afirma a Dow.

“Muitas vezes a indústria precisa unir duas soluções para obter características que não são encontradas em apenas um produto. E é justamente nisso que a tecnologia Intune™ Propylene OBC, da Dow, se destaca. O material combina propriedades dos polímeros polietileno e polipropileno, como resistência, flexibilidade e transparência, aumentando as possibilidades de aplicação desses polímeros e facilitando o processo de reciclagem. Intune™ Propylene OBC é um material inovador no mercado em função de sua arquitetura molecular diferenciada em bloco”, explica Marcello Mori, diretor Comercial da Dow para Elastômeros na América Latina.

Segundo a Dow, ao permitir possibilidades de combinações de propriedades dos dois materiais, a resina amplia o leque de aplicações de suas blendas e reúne seus benefícios em um único produto. Entre os objetos que podem ser reciclados e voltar ao mercado com qualidade similar estão caixas de utilidades domésticas, engradados de bebidas, móveis para jardim, entre outros. Além das aplicações destinadas ao mercado de reciclagem, Intune™ Propylene OBC também pode ser utilizado em blendas de polímeros virgens para melhorar ainda mais suas propriedades. Alguns exemplos são tambores moldados por sopro, tanques e caiaques produzidos por rotomoldagem, caixas transparentes de utilidades domésticas, além de embalagens flexíveis obtidas por extrusão de estruturas multicamadas.

Serviço
FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 3 a 7 de abril de 2017
Horário: das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.feiplastic.com.br

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