Arburg cria nova subsidiária para atividades de Manufatura Aditiva

25/11/2021

Freeformer

  • A nova subisidiária se chamará ARBURGadditive GmbH + Co KG
  • Todas as atividades da Arburg relacionadas à Manufatura Aditiva / Impressão 3D estarão reunidas em uma única entidade
  • Dr Victor Roman assumirá o posto de Diretor Executivo a partir de 01/12/2021

A Arburg GmbH + Co KG fundou uma nova subsidiária, a ARBURGadditive GmbH + Co KG. Também com sede em Lossburg, na Alemanha,  a nova empresa abrigará todas as atividades da Arburg relacionadas à manufatura aditiva. O Diretor Administrativo será o Dr. Victor Roman, que ingressará na empresa em 1º de dezembro de 2021.

Ao fundar sua nova empresa, a Arburg destaca a importância e o potencial futuro que a empresa espera da manufatura aditiva como um método de produção suplementar fundamental no processamento de plásticos. Após a invenção e lançamento do Freeformer, além da compra da innovatiQ, o próximo passo lógico era combinar toda a gama de atividades de manufatura aditiva sob o mesmo teto, com o objetivo de fortalecer este campo de negócios e abrir um caminho para um futuro de sucesso.

Um especialista no comando

Dr. Victor Roman

Com o Dr. Victor Roman assumindo o cargo de Diretor Administrativo, a ARBURGadditive GmbH + Co KG se beneficiará da liderança de um experiente especialista da indústria. O Dr. Victor Roman, 52 anos, estudou engenharia mecânica e física antes de trabalhar em um grupo de tecnologia internacional por mais de duas décadas, uma função que lhe deu uma vasta experiência em desenvolvimento, vendas e manufatura aditiva.

Reestruturação irá começar no próximo ano

Ao longo de 2022, a Arburg Plastic Freeforming será totalmente transferida para a nova empresa. Essa divisão agora tem cerca de 40 funcionários trabalhando em vendas, desenvolvimento, tecnologia de aplicação e montagem. A InnovatiQ GmbH + Co KG, que atualmente emprega aproximadamente 25 funcionários, permanecerá uma empresa independente com sede em Feldkirchen, perto de Munique, mas será afiliada à ARBURGadditive GmbH + Co KG. Florian Bautz, Diretor da innovatiQ, no futuro se reportará ao Dr. Victor Roman.

Ampla linha de produtos

A gama de produtos da ARBURGadditive inclui o Freeformer e os sistemas 3D da innovatiQ. O processo Arburg Plastic Freeforming (APF), que usa o Freeformer, foi projetado para atuar como um sistema aberto, permitindo o ajuste do processo de fabricação dos componentes de acordo com requisitos específicos. O processo usa os mesmos grânulos de plástico padrão, do tipo utilizado na moldagem por injeção. Os sistemas de impressão 3D da innovatiQ funcionam com base na tecnologia FFF (Fused Filament Fabrication). Há também o sistema de impressão LiQ 320, que processa borracha de silicone líquido (LSR) em um procedimento especial de LAM (Fabricação aditiva líquida). As várias máquinas funcionam em harmonia, o que lhes permite abranger uma vasta gama de aplicações de manufatura aditiva/impressão 3D.

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Central de Tratamento de RSU do Ecoparque Pernambuco usa tecnologia baseada em sensores da Tomra para triagem de resíduos plásticos

24/11/2021

Planta de triagem do Ecoparque Pernambuco

Ecoparque passou a ser uma Central de Valorização de resíduos, em consonância com a têndência ESG

A Central de triagem localizada em Igarassu, ao norte de Recife, recebe cerca de 250.000 toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU) por ano, recupera mais de 12.500 toneladas de materiais recicláveis e produz cerca de 50.000 toneladas de combustível derivado de resíduos (CDR). Nessa instalação estão em operação 3 unidades do sistema de seleção Tomra Autosort em uma linha de triagem dedicados a recuperação de plásticos, incluindo polietileno de alta densidade (PEAD), polipropileno (PP), tereftalato de polietileno (PET) e plástico filme de polietileno (PEBD), garantindo o processamento em alta velocidade, grande volume e atingindo elevados níveis de pureza das frações finais desejadas.

O material de entrada geral – resíduo bruto como sai das residências – é submetido a diversos processos mecânicos como a abertura de sacos, peneiramentos, triagem manual e separação balística, segregando os resíduos em diferentes fluxos de material, até chegar em três unidades Autosort. Como parte desse processo, os sistemas de seleção ejetam polímeros plásticos por tipo de material e posteriormente o material é selecionado por cores manualmente.

Autosort – Separador de resíduos plásticos por Infravermelho próximo

Segundo a Tomra, a sua tecnologia de seleção por infravermelho próximo – Autosort – é capaz de identificar e separar com precisão e rapidez diferentes materiais, de acordo com propriedade específica, extraindo frações finais de alto valor e alta pureza que geram preços de mercado mais altos. No total, a planta do Ecoparque Pernambuco tem capacidade de processar 35 toneladas por hora (tph) de resíduos sólidos urbanos de residências e empresas da região.

Nielson Ximenes, Gerente Industrial, comenta: “O Ecoparque-PE foi a primeira planta de triagem mecanizada com produção de CDR a partir do lixo urbano bruto a entrar em atividade na America Latina. A equipe da Tomra participou de todo o start up da planta, proporcionando treinamento de triagem ao colaboradores, e operação dos equipamentos.”

Nielson Ximenes, Gerente Industrial do Ecoparque-PE

Carina Arita, gerente comercial da Tomra no Brasil, acrescenta: “A Tomra tem dedicado os últimos 10 anos tropicalizando as soluções de triagem baseada em sensores e estamos muito felizes por termos sido escolhidos pelo Ecoparque-PE para instalar nossa tecnologia nessa instalação inovadora e disruptiva para o mercado brasileiro, que não apenas valoriza os recicláveis com grande escala e qualidade, mas também está preparada com flexibilidade capaz de se adaptar a quaisquer mudanças do mercado no futuro.”

Carina Arita, Gerente Comercial da Tomra Brasil

Rafael Escudeiro, gerente de serviço, comenta: “O maior desafio na implantação dos equipamentos do Ecoparque-PE foi a customização necessária para o resíduo brasileiro, de modo que a planta alcançasse o desempenho desejado pelo cliente. E todo esse trabalho foi possível porque a Tomra conta com engenheiros locais, brasileiros, treinados para fazer todo o tipo de assistência técnica.”

Alexandre Menelau, Head do projeto, afirma: “Uma planta mecanizada precisa de tecnologia para que os resíduos sejam separados adequadamente, em velocidade e volume que dêem sustentabilidade à planta. Com a implantação dessa unidade de tratamento, nós deixamos de ser um aterro e passamos a ser uma Central de Valorização de resíduos em consonância com a têndência ESG que hoje é amplamente divulgada e absorvida por nossos clientes”.

“Em instalações como essa do Ecoparque-PE, vemos que é possível avançar com o atendimento à Politica Nacional de Residuos Sólidos (PNRS), valorizar materiais recicláveis, gerar emprego e renda, promover a Economia Circular e reduzir a emissão de Gases de Efeito Estufa, resultando na redução dos impactos das Mudanças Climáticas”, complementa Carina Arita.

Vídeo da instalação disponível em: https://video.Tomra.com/residuos-solidos-urbanos

A Tomra Recycling (https://www.Tomra.com/pt/sorting/recycling) desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, afirma a empresa. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, a Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Braskem e BASF fazem parceria para fomentar a economia circular

24/11/2021

Iniciativa busca soluções para os desafios ligados à reciclagem e à neutralidade de carbono

Com o propósito de colaborar para a implementação de iniciativas que estimulem a sustentabilidade na indústria, a Braskem e a BASF estão trabalhando juntas para acelerar o processo de transformação do setor químico, com foco nos desafios relacionados à reciclagem e à neutralidade de carbono.

Entre as iniciativas que fazem parte dessa parceria está a estruturação de um fluxo de reciclagem mecânica de plásticos para armazenagem de grãos – conhecidos como silo bolsas – no Agronegócio. Com isso, espera-se que a solução de plástico reciclado para este mercado esteja disponível no Brasil até o final de 2022. As demais iniciativas da parceria envolvem a utilização de matérias-primas de fonte renovável e/ou reciclada, usando o conceito de balanço de massa e a otimização logística das operações.

“É oportuno reforçar a relevância da fomentação deste grupo de trabalho, pois ambas as companhias, Braskem e BASF, compreendem a importância e a necessidade da busca pelo desenvolvimento de soluções sustentáveis na indústria química e do plástico. É fundamental que exista uma readequação não apenas do nosso setor, mas da indústria e do mercado de modo geral, visando à diminuição do impacto das ações e processos no meio ambiente. O desenvolvimento sustentável é um objetivo atrelado à estratégia de negócios, então temos como propósito adotar uma série de iniciativas que contemplam práticas mais sustentáveis nos nossos processos produtivos e na cadeia de valor para a sociedade” afirma Roberto Simões, CEO da Braskem.

“O propósito dessa parceria é identificar sinergias entre as empresas para juntos potencializarmos as ações de economia circular, tema transversal para nós, da BASF, que tem em seu propósito a sustentabilidade, entregando soluções inovadoras para nossos clientes e parceiros”, afirma Manfredo Rübens, presidente da BASF América do Sul. “Temos por exemplo produtos da linha B-Cycle que garantem uma melhor qualidade da reciclagem do material plástico, permitindo que ele retorne mais de uma vez ao uso”, complementa o executivo. Há a expectativa do mercado de reciclagem mecânica triplicar até 2030. Outras oportunidades de parcerias devem surgir com o engajamento das equipes.

As companhias estão comprometidas com a transformação da economia linear para um modelo circular, destacando a participação global na AEPW – Alliance to End Plastic Waste, na busca por soluções que reduzam e evitem a poluição ambiental por resíduos plásticos.

A Braskem assumiu em 2018 um compromisso em prol da economia circular, na qual as necessidades da sociedade são atendidas por materiais, processos e sistemas mais sustentáveis. A companhia busca, até 2025, incluir 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado em seu portfólio, além de tornar-se uma empresa carbono neutro até 2050.

Por sua vez, a BASF, que tem a sustentabilidade como um dos seus pilares estratégicos, anunciou em 2021 novas metas globais em direção à neutralidade climática: prevê reduzir em 25% suas emissões mundiais de gases de efeito estufa até 2030 (tomando como base o ano de 2018) e zerar suas emissões líquidas de CO2, globalmente, até 2050. Para conquistar esses resultados, a BASF planeja investir, aproximadamente, € 1 bilhão até 2025 e entre € 2 bilhões e € 3 bilhões, até 2030.

A BASF, empresa alemã e líder mundial na área Química, comemora em 2021, 110 anos de presença no Brasil, contando com 8 unidades fabris no País. Do total de mais de 110 mil colaboradores da BASF no mundo, 5.850 deles na América do Sul, sendo 4.215 no Brasil. O portfólio da empresa está organizado em seis segmentos: Químicos, Materiais, Soluções Industriais, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados e Soluções Agrícolas. A BASF gerou vendas de € 59 bilhões em 2020 e investiu cerca de € 2 bilhões em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e soluções

Contando com 8 mil integrantes, a Braskem possui um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58,5 bilhões (US$ 11,3 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

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Colorfix desenvolve cores que compõe o Guia Internacional Color Trends lançado durante World Plastic Connection Summit 2021

24/11/2021

A Colorfix, uma das principais fabricantes de masterbatches (concentrados de cor) e aditivos para plástico do País, com fábrica no Paraná e filiais em São Paulo e Pernambuco, desenvolveu 55 cores que compõe o Guia Internacional Color Trends, lançado durante World Plastic Connection Summit, evento global online que ocorreu no início do mês de Novembro.

“Uma grande satisfação poder mostrar cores inspiradas na natureza, cores da pele, edificações, moda e tendências. Para nós a cor é uma forma de dar ‘vida’ ao plástico transformado”, destaca o diretor superintendente, Francielo Fardo.

De acordo com a organização do evento, o Guia Internacional de Tendências Color Trends 2021/2022 trabalha com as palavras que definem o Brasil na visão dos estrangeiros – Afeto, Alegria, Hospitalidade – através das cores. A pesquisa e curadoria é do designer Walter Rodrigues, que desenvolveu uma metodologia específica para o mercado de plásticos transformados após entrevistas com empresas brasileiras que participam do programa Think Plastic Brazil.

Filiada, recentemente, ao Think Plastic Brazil (Programa de Exportação e Internacionalização dos Plásticos Transformados Brasileiros), criado pelo Instituto Nacional do Plástico (INP), em parceria com a Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a Colorfix Masterbatches também é uma das empresas patrocinadoras do evento.

“Estamos muito felizes em fazer parte desta iniciativa, que além de fortalecer o setor do plástico como um todo, também é uma forma de auxiliar a Colorfix a desbravar novas fronteiras”, avalia Francielo.

O evento global online além do lançamento de Guia Internacional de Tendências de Cores, contou com mostra internacional de empresas associadas e patrocinadores; seminário internacional; Apresentação de Anuário Internacional e Prêmio Global de Internacionalização para a indústria de plásticos transformados para Agrobusiness, Brinquedos, Construção Civil, Embalagens e Utilidades Domésticas.

A Colorfix Masterbatches, desde 1990, trabalha no desenvolvimento de concentrados de cor e/ou aditivos.. Com a matriz localizada em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná, a companhia conta ainda com unidades em São Caetano do Sul (São Paulo) e Jaboatão dos Guararapes (Pernambuco).

O Programa Think Plastic Brazil foi criado em dezembro de 2003, quando a cadeia nacional integrada dos plásticos foi reconhecida como uma das 10 maiores no mundo, tendo destaque em sua tecnologia, empregabilidade e sustentabilidade. Ele é desenvolvido pelo INP (Instituto Nacional do Plástico) e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para promover a exportação e a internacionalização dos plásticos transformados brasileiros nas verticais Agrobusiness, Brinquedos, Construção Civil, Embalagens e Utilidades Domésticas.

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Transcalor, fabricante de equipamentos de refrigeração industrial, completa 10 anos

23/11/2021

Fábrica da Transcalor

Concretizando o sonho do seu fundador, engenheiro Diego Nista, a Transcalor completa dez anos de atividade. Ao longo desse tempo, a empresa consolidou-se como um importante fabricante nacional de equipamentos periféricos, voltados para diversos mercados: desde o processamento de plásticos até o hospitalar, mas principalmente o de HVAC (Heating, Ventilating and Air Conditioning).

Em 2011, recém-formado em engenharia mecânica, Diego Nista resolveu empreender nesse segmento. Nista lembra que se inspirou na Mecalor para abrir o negócio. “Peguei capital emprestado com meu pai e fabricamos três chillers, um termoregulador e um trocador de calor. A ideia era participar de duas feiras de negócios”, conta o executivo. O pai, João Nista, e a esposa e engenheira, Raissa Miriani, foram cofundadores da empresa.

O início

Eles voltaram para o pequeno galpão em São Bernardo (SP) sem vender nem uma máquina. Ao final, o primeiro equipamento comercializado foi um chiller para uma indústria do agronegócio. “Na sequência conseguimos vender os equipamentos das feiras e ainda tivemos a encomenda de um lote de dez chillers pela indústria Química Amparo, da marca Ypê”, lembra Nista.

Parcerias

Em 2013, a Transcalor firmou a primeira parceria, com a empresa dinamarquesa Sondex, especializada em trocadores de calor a placas de alta eficiência. A grande virada nos negócios, porém, aconteceu com a representação da empresa canadense, Smardt Chiller Group Inc., fabricante de chillers com tecnologia centrífuga de mancal magnético oil free (Turbocor). Com a Smardt, a Transcalor entrou no segmento de HVAC e passou a vender para shopping centers, datacenters, hospitais, hotéis, supermercados e edifícios comerciais.

Projeto Sirius

A maior conquista da Transcalor ocorreu com a venda de várias máquinas para o projeto Sirius, laboratório de aceleração de partículas subatômicas de última geração, localizado na cidade de Campinas (SP). “Fomos a única empresa nacional a participar da concorrência para a venda de equipamentos de refrigeração & climatização, com tecnologia Turbocor”, conta o executivo.

Outra conquista importante veio logo a seguir, com a venda dessa mesma tecnologia para a Colgate – Palmolive, o maior equipamento em capacidade unitária já instalado na América do Sul. A expansão em meio à pandemia do Covid-19 exigiu uma parceria mais forte ainda. Foi quando a inspiração que serviu de combustível no início da jornada virou realidade e a Transcalor foi adquirida pela holding controladora da Mecalor. O grupo é o maior fabricante de chillers do Brasil.

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Sindiplast-ES e Escola Senai do Plástico do Espírito Santo engajam estudantes do ensino fundamental em ação educativa sobre Economia Circular

23/11/2021

“Em todos esses anos como educadora, nunca vi ‘meus alunos’ tão empolgados com uma visita pedagógica.” A fala entusiasmada é da diretora da Escola de Ensino Fundamental, Manoel Vieira Lessa, localizada em José Anchieta I, na Serra, após visita realizada na Escola do Plástico (foto), na última quinta e sexta-feira (18 e 19/11). A visita fez parte das premiações aos vencedores da gincana de arrecadação de tampas plásticas realizada junto à comunidade, como parte do programa Tampinha do Bem, coordenador pelo Sindiplast-ES.

“Estudantes e professores ficaram muito encantados ao aprender noções de primeiros-socorros, a respeito da produção de materiais a partir do reaproveitamento do plástico, o funcionamento da impressora 3D, além de questões sociais e até perspectivas de vida. Ficamos muito agradecidos, são alunos que muitas vezes não têm condições estruturais”, comentou.

Durante a ação na escola, foram arrecadadas tampas plásticas de garrafas de refrigerante, água, suco, óleo, detergente, amaciante, tampas de tubos de creme dental, dentre outros. Todo o material foi vendido para uma empresa associada do Sindiplast-ES, o recurso financeiro, oriundo da venda, será revertido para manutenção da horta comunitária da escola.

“O nosso maior objetivo com esta ação foi apresentar para as crianças, adolescentes e suas famílias como funciona a economia circular. As tampinhas são consideradas uma matéria-prima de primeira qualidade, material nobre que não pode ser desperdiçado. O nosso projeto incentiva o reaproveitamento, a geração de renda e mais do que isso, um olhar atento às futuras gerações”, destaca o presidente do Sindiplast-ES, Jackley Maifredo.

O programa Tampinha do Bem realiza, por meio da educação ambiental, o envolvimento de crianças, adolescentes e suas famílias para o incentivo à adoção da economia circular, o que possibilita o aproveitamento inteligente dos recursos que já se encontram em uso no processo produtivo.

Escola Senai do Plástico – ES

A Escola Senai do Plástico é composta por cinco espaços didáticos para atividades práticas do curso Técnico em Plástico e demais cursos de qualificação e aperfeiçoamento profissional: laboratório de projetos e concepção de moldes; ferramentaria; manufatura do plástico; ensaios mecânicos do plástico; e laboratório de hidráulica e pneumática. Localizada no bairro Civit, no município da Serra, a escola foi construída em uma área de 600 m², com investimentos de R$4 milhões. O setor de transformação do plástico do Estado, representado pelo SindiplastES, é hoje formado por 44 empresas associadas. Ao todo, são 120 empresas que geram mais de cinco mil empregos.

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Dia do reciclador e da reciclagem do lixo: evolução e desafios para a transformação do plástico

23/11/2021

Data celebrada ontem, dia 22 de novembro, lembra importante atuação dos recicladores e constante busca de inovação da indústria

Na celebração do Dia do Reciclador e da Reciclagem (22 de novembro), é preciso ressaltar a contínua evolução da reciclagem no Brasil, graças aos diversos agentes que fazem deste processo uma oportunidade de geração de renda e formação de novos negócios. Entre tantos tipos de resíduos retornados à cadeia produtiva por meio da reciclagem, o plástico é um dos mais importantes e mais procurados, dando origem a novos produtos.

A partir da idéia de que um produto desenvolvido para durar centenas de anos não pode ser descartado após apenas alguns minutos de uso, nasceu a recicladora Wise. Sediada em Itatiba (SP), a empresa foi criada para buscar novas soluções para o plástico. Hoje, recicla mais de 30 mil toneladas do material por ano.

Uma das saídas foi a criação de dormentes poliméricos para ferrovias, que são peças colocadas nas vias férreas para compor e reforçar o trilho, geralmente fabricadas em madeira ou concreto.

Segundo Bruno Igel, diretor da Wise, o produto fabricado em plástico reciclado tem um custo-benefício competitivo em relação às alternativas disponíveis. “Estamos crescendo em termos de volume de reciclagem no país e precisamos pensar cada vez mais em soluções alternativas para destinar esses resíduos”, afirma.

Ele lembra que nos últimos anos houve uma mudança importante no perfil do reciclador brasileiro, antes muito mais local e atuante em periferias. Hoje, há a entrada de grandes players neste setor, o que é muito bom para a evolução do mercado, principalmente em relação ao desenvolvimento de tecnologia.

“Nós temos três grandes desafios, que passam pela necessidade de avanço da tecnologia; pela logística, com boas iniciativas para aumentar a circularidade do plástico; e pelo arcabouço legal que, resumidamente, diz respeito à ausência de regulamentação e ao incentivo para o investimento”, explica Igel.

Para a Mariana Cardoso, integrante do grupo de trabalho do PICPlast, o foco dessa indústria nos próximos anos deve ser o estímulo em relação à inovação e a qualificação profissional. “Por meio de uma série de programas direcionados aos interesses do setor, nossa iniciativa contribui para a competitividade e a produtividade da transformação de plástico no país, promove investimentos para estimular as exportações de produtos transformados, além de direcionar esforços para a promoção das vantagens do plástico, corroborando também com a cadeia da reciclagem” finaliza.

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Distribuidores associados à Adirplast priorizam soluções sustentáveis

23/11/2021

Adirplast tem incentivado seus associados a buscar soluções mais sustentáveis para os seus negócios.

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) tem incentivado os seus associados a investirem em novas tecnologias e ações capazes de tornar a distribuição de plásticos um negócio cada vez mais sustentável: “Sabemos da importância do plástico na vida do ser humano e, por isso, trabalhamos incansavelmente para derrubar o falso mito de vilão que o produto carrega. No entanto, também temos a consciência que é preciso apostar em novas tecnologias e práticas dentro de nossas empresas”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

Atentos às mudanças, a Fortymil tem investido em um programa de logística reversa. Através da Plastimil, empresa do Grupo Fortymil focalizada em Economia Circular, ela oferece aos seus clientes a compra ou benefício de resíduos. “Oferecemos também diversos projetos customizados conforme a necessidade de nossos parceiros. Um deles foi o desenvolvimento de um processo inovador que permite reciclar um tipo de plástico usado pelo cliente, que antes era descartado em aterro, transformando-o em material de construção civil”, explica Ricardo Mason, diretor da empresa.

Segundo o executivo, o tema sustentabilidade é tratado na empresa desde a sua fundação, há 48 anos. “Este assunto não é novidade para nós, que nascemos com esta premissa”, conta Mason. Ele conta, inclusive, que foi um dos que contribuiu para a formatação da Rede de Cooperação para o Plástico desde o seu início: “Somos um grupo de pessoas e empresas unidos para fomentar a reciclagem em todos os elos da cadeia”, complemente.

Entre outras ações, a Fortymil também é parceira do Projeto Tampinha Legal, no qual é responsável pelo recolhimento e reciclagem de milhares de tampinhas no Estado de São Paulo. “O segredo para apostar na sustentabilidade é desenvolver projetos que são viáveis economicamente para todo elo da cadeia. É nisso que trabalhamos”, ensina Mason.

Além de se engajar em programas que promovem a reciclagem ou reaproveitamento do plástico, os distribuidores associados à Adirplast também têm apostado na oferta de “produtos verdes”. A Apta Resinas, por exemplo, disponibiliza aos clientes o PLA da Linha Luminy – um material de fonte renovável. “A implementação de soluções mais sustentáveis é acima de tudo um veículo de inovação e virada de chave. Pensar sustentável e colocar os projetos em prática é demonstrar que estamos pensando na sustentabilidade de um modo geral, e, antevendo as contínuas mudanças do mercado”, conta o diretor da Apta, Eduardo Cansi.

Alexandre Pastro, diretor da empresa associada Actplus conta que a oferta de produtos sustentáveis integra a premissa da organização: “Oferecemos soluções sustentáveis para o mercado de tingimento e compostos, utilizado a linha BioPCR Activas que podem ser aplicados em embalagens e peças técnicas em geral”. Além de trabalhar com produtos sustentáveis, Pastro conta que a empresa ainda faz parte de um programa de logística reversa, o qual, por sua vez, está integrada ao Projeto ESG – Economia Circular. “Graças a esse programa, retiramos as sacarias e/ou big bags vazios através de caçambas plásticas de 1.000 litros e esse material volta ao mercado em forma de PCR”, explica.

A associada Pro-Color trabalha com produtos sustentáveis há mais de 10 anos. Na prática, seus produtos permitem que a produção através de material recuperado seja possível. “Oferecemos masterbatches produzidos a partir de resinas recicladas para aplicações específicas. Entre esses produtos, está um aditivo para eliminar odores desagradáveis das resinas recicladas; aditivo dessecante para absorção da umidade presentes nessas resinas e aditivos aromatizantes”, explica Roberto Clauss, diretor da empresa. Segundo ele, a companhia ainda oferece aos clientes aditivos que modificam o índice de fluidez para ajustar a resina a uma determinada aplicação, aditivo clarificante que contribui com melhor aspecto visual da resina recuperada, além de anti-UV. “Isso permite o prolongamento da vida útil do material plástico, contribuindo diretamente com o aumento do ciclo de utilização do produto final”, completa.

No que diz respeito à sua operação, conta Clauss, a sustentabilidade também é premissa dentro da Pro-Color, que tem implementado diversas políticas sustentáveis. “Temos captação de água de chuva, incineração de materiais tóxicos e coleta de materiais plásticos diversos com destino a ações sociais”. O empresário ainda informa que, a partir desse mês de novembro, inicia as atividades industriais na nova planta de Embu da Artes – a Pro-Color Ambiental – 100% dedicada a comercialização de materiais sustentáveis”, finaliza.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes biorientados, plásticos de engenharia, masterbatches e compostos. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2020. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros, masterbatches, compostos e filmes biorientados comercializados no país.

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Movimento Plástico Transforma firma parceria com o Grupo Muda para estimular o descarte seletivo

22/11/2021

O Movimento Plástico Transforma e o Grupo Muda fecharam parceria com o objetivo de levar educação ambiental e implementar soluções para o descarte seletivo a moradores de um condomínio residencial na Zona Leste da cidade de São Paulo. A iniciativa beneficiará 200 apartamentos, em 9 blocos, e aproximadamente 800 moradores do condomínio Páteo Andaluz, em São Miguel Paulista. A expectativa é recolher 80m3 por mês.

Por meio do programa “Adote um condomínio”, idealizado pelo Grupo Muda, foi implementado um modelo de operação para efetivar o descarte seletivo de forma individualizada e focalizada na comunicação e na educação ambiental. Juntos, o Movimento e o Instituto são responsáveis pelo treinamento dos prestadores de serviços e condôminos, comunicação voltada para a consciência ambiental, adequação da infraestrutura, com a instalação dos contêineres e coleta dos resíduos. A Cooperativa Central Tietê é quem recebe os resíduos e pode, a partir disso, ampliar a geração de renda dos cooperados.

O Movimento e o Muda realizaram webinares para capacitação e treinamento de funcionários e moradores, além do encontro presencial no dia da inauguração da ação no condomínio, para tirar dúvidas sobre o descarte correto dos resíduos recicláveis, orgânicos e dos recicláveis especiais. “É muito comum, principalmente no início do processo, que os moradores tragam dúvidas simples sobre o que pode e o que não pode ser reciclado, bem como os meios corretos para o descarte dos resíduos – como o cuidado na hora de separar eletrônicos e óleo, por exemplo”, explica Alexandre Furlan CEO do Grupo Muda.

“Está no DNA do Movimento do Plástico Transforma ações que estimulem a educação e a conscientização sobre a importância do descarte correto dos resíduos plásticos e de outros materiais. Nossa expectativa é estimular os moradores a criar essa consciência ambiental, participar ativamente da iniciativa e compartilhar com seus amigos e familiares a experiência, ampliando o esforço e os resultados”, conta Simone Carvalho, uma das coordenadoras do Movimento Plástico Transforma.

Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma tem como objetivo promover conteúdo e ações educativas sobre o uso do plástico. Além do site, em que é possível encontrar conceitos importantes sobre aplicações, reutilização, descarte correto e reciclagem do plástico, o Movimento é responsável por diversos projetos voltados à sociedade. A iniciativa é uma ação do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – fruto da parceria entre a ABIPLAST e a Braskem.

O Grupo Muda é uma empresa que atua desde 2009 com o objetivo de promover práticas sustentáveis nos condomínios residenciais da cidade de São Paulo, por meio da gestão de resíduos e da obtenção de benefícios sociais, ambientais e econômicos para toda a sociedade. Nesse período, implantou a coleta seletiva em 500 condomínios da capital paulista, atingindo mais de 250 mil moradores e 80 mil funcionários dos condomínios. Por mês, destina corretamente mais de 500 toneladas mensais de materiais recicláveis às cooperativas.

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Dow anuncia parceria com a Univar Solutions para a ampliação da distribuição de produtos direcionados ao mercado de beleza e cuidados pessoais no Brasil

22/11/2021

A parceria prevê a distribuição de linhas de produtos do portfólio de polímeros orgânicos da Dow, tais como os derivados de celulose, amido, poliacrilatos e polietilenoglicol de alto peso molecular, além de surfactantes vegetais e EDTA, com foco em formulações para a indústria cosmética.

A Dow anunciou um acordo firmado com a Univar Solutions, uma das principais distribuidoras globais de produtos químicos e ingredientes especializados, para ampliar a distribuição dos produtos do portfólio de polímeros orgânicos da Dow, linha que conta com uma gama de materiais que incluem produtos sustentáveis e biodegradáveis, no Brasil. O portfólio de polímeros orgânicos é direcionado para a formulação de produtos de beleza e de cuidados pessoais. Com a parceria, esses produtos e o portfolio de silicone da Dow ganham um alcance significativo na oferta de polímeros orgânicos para o mercado brasileiro e possibilitam à indústria o desenvolvimento de aplicações e produtos inovadores para cuidados com o cabelo, proteção solar, limpeza e cuidados com a pele. Segundo a empresa, os materiais possibilitam aos fabricantes atender demandas e tendências de consumo e de mercado, necessidades funcionais e requisitos regulamentares da indústria de maneira sustentável.

O portfólio da linha de polímeros orgânicos da Dow reúne 13 marcas e variam de polímeros multifuncionais e derivados de celulose a agentes quelantes. Segundo a Dow, os materiais possibilitam menor impacto no meio ambiente sem comprometer o desempenho dos produtos. A empresa afirma que o portfólio também é composto por materiais biodegradáveis experimentados e testados para atender diferentes perfis de consumidores em todo o mundo, criando texturas agradáveis em xampus, condicionadores, sabonetes corporais, tinturas de cabelo, cremes e loções, produtos de limpeza para a pele e outras aplicações.

“Os consumidores têm se tornado cada vez mais exigentes em relação ao desempenho e a sustentabilidade dos produtos. Por isso, é necessário desenvolver tecnologias cada vez mais inovadoras que auxiliem a indústria no desenvolvimento de soluções que atendam a esses desafios. Por meio da parceria com a Univar Solutions, possibilitamos o acesso a ingredientes especiais na formulação necessária para inovar e expandir negócios na indústria cosmética. A qualidade de nosso portfólio e a capacidade de distribuição da Univar Solutions nos posiciona no mercado brasileiro para apoiar a inovação de produtos no setor de beleza e cuidados pessoais”, enfatiza Flávia Venturoli, Diretora Comercial de Soluções aos Consumidores da Dow na América Latina.

Para a Univar Solutions, o acordo reforça a força de uma parceria global de longa data com a Dow. “Estamos entusiasmados com esse novo acordo com a Dow para o fornecimento de materiais que possam apoiar a jornada de sustentabilidade da indústria cosmética e de cuidados pessoais, no Brasil. Nossa parceria é um exemplo brilhante de duas empresas de classe mundial que têm paixão e compromisso com a proteção e preservação do meio ambiente, trabalhando juntas para fornecer ofertas de produtos de soluções inovadoras e sustentáveis aos clientes em escala global”, acrescenta Kelly Gilroy, vice-presidente global de beleza e cuidados pessoais da Univar Solutions.

A Dow oferece um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones que são aplicados em uma grande variedade de produtos e soluções em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas. Referências à

A Univar Solutions é uma das principais distribuidoras globais de produtos químicos e ingredientes especializados, contando com uma grande frota de transporte privado, força de vendas norte-americana, know-how logístico, conhecimento regulatório e de mercado, desenvolvimento de formulações e ferramentas digitais,  oferecendo soluções e serviços para vários mercados, indústrias e aplicações.

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Arkema participa do Simpósio SAE de Grafeno

22/11/2021

A Arkema, empresa líder em materiais especiais, estará no Simpósio SAE de Grafeno, evento focado em soluções para o setor de mobilidade, para apresentar o seu Graphistrength – masterbatch de nanotubos de carbono. A alternativa renovável ao grafeno será tema da palestra de Raquel Souza, gerente de novos negócios da Arkema, que acontecerá no dia 24, às 8h55.

De acordo com a Arkema, o Graphistrength é uma solução produzida a partir de bio-etanol, que melhora a condutividade elétrica, propriedades mecânicas e dissipação eletroestática de várias aplicações como dispersões líquidas, elastômeros, termoplásticos, termorrígidos, cerâmica e tintas, entre outros. O material é produzido pela Arkema desde 2009.

Segundo Raquel, há mais de 20 versões de masterbatches Graphistrength com base de polímeros, de elastômeros e em pó (para dispersões líquidas), e alguns grades específicos para baterias que são produzidas em larga escala pela Arkema, totalizando cerca de 400 toneladas ao ano. “Participar do Simpósio SAE nos dá a oportunidade de demonstrar porque o Graphistrength é uma alternativa mais viável ao mercado de grafeno e como podemos ajudar nossos parceiros a enfrentar os desafios de mobilidade sustentável com que o Brasil lida”, afirma a gerente de novos negócios.

O Simpósio SAE Brasil de Grafeno é uma iniciativa da SAE Brasil. O evento online, que acontece nos dias 23 e 24 de novembro, das 9 às 13h, será composto de palestras e debates para apresentar soluções que podem ser implementadas no processo de produção e desenvolvimento de novos produtos para o setor da mobilidade. As inscrições podem ser realizadas pelo site do Simpósio SAE Brasil de Grafeno.

A Arkema oferece um portfólio de tecnologias de qualidade para atender à demanda por materiais inovadores e sustentáveis. O Grupo está estruturado em 3 segmentos dedicados a Materiais Especiais: Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento. O Grupo registrou vendas de € 8 bilhões em 2020 e opera em cerca de 55 países com 20.600 funcionários em todo o mundo.

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Novo centro de inovações da Evonik na Alemanha focaliza em desenvolvimentos para a indústria de poliuretano

19/11/2021

  • Investimento destaca a posição da Evonik na indústria do poliuretano (PU)
  • Nova unidade permite um foco estratégico em aplicações de alto crescimento, como a produção sustentável de material sintético e soluções para a mobilidade elétrica
  • Novo laboratório e central de testes vão reduzir os tempos de desenvolvimento de soluções aditivas especiais em PU

Com uma nova unidade contendo laboratório e central de inovação em seu parque químico de Essen Goldschmidt, Alemanha, a Evonik fortalece ainda mais a sua posição na indústria do Poliuretano (PU). O novo laboratório de 400 m2 inaugurado no final de outubro vai aumentar a capacidade da Evonik de desenvolver aditivos e auxiliares de processamento de alto desempenho para uma variedade de aplicações em PU.

Segundo a empresa, o foco se concentra em áreas de aplicação de alto crescimento como a produção de material sintético sustentável para substituição do couro, catalisadores de baixa emissão para revestimentos e adesivos, aditivos de desempenho para a fabricação de solados de PU mais duráveis e confortáveis, além de desmoldantes otimizados em termos de emissões para espumas e elastômeros moldados.

“Com esse novo laboratório e centro de inovação, enviamos um forte sinal ao mercado e destacamos a nossa estratégia de ser não só o maior, mas também o mais inovador provedor de soluções para a indústria do PU”, disse Ralph Marquardt, responsável pela unidade de aditivos de PU na Evonik. “Esse investimento nos permite desenvolver soluções aditivas inovadoras e mais sustentáveis para nossos clientes, ajudando-os a se manterem alinhados com as constantes mudanças da demanda e com os regulamentos ambientais cada vez mais restritivos”.

A Evonik afirma que o seus aditivos especiais e auxiliares de processamento permitem, por exemplo, a produção de materiais sintéticos mais sustentáveis mediante a substituição dos solventes orgânicos por água no processo de produção.

Outra área de aplicação na qual os especialistas em PU da Evonik estão atuando nas novas instalações é a dos catalisadores ambientalmente amigáveis para espumas de poliuretano e materiais com propriedades semelhantes às da borracha (elastômeros). Esses ingredientes são usados na produção de materiais de poliuretano de alto desempenho para, por exemplo, proteger os componentes eletrônicos de telefones celulares contra vibrações ou para prevenir falhas mecânicas em componentes de baterias de carros elétricos durante os processos de carga e descarga. Segundo a Evonik, os seus aditivos e auxiliares de processo também ampliam a durabilidade, a aparência e o conforto de uso de solados de PU.

“Os novos equipamentos de última geração da unidade capacitam a nossa equipe para trabalhar com eficiência e segurança ainda maior no desenvolvimento de novas soluções aditivas para o sucesso de nossos clientes”, afirma Matt Aldag, responsável pelo negócio Advanced PU na Evonik.

A Evonik é uma das líderes mundiais em especialidades químicas. Contando com cerca de 33.000 colaboradores, a empresa atua em mais de 100 países em todo o mundo e gerou vendas de 12,2 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 1,91 bilhão de euros em 2020.

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Educação como ferramenta de transformação: os cinco anos de Movimento Plástico Transforma

19/11/2021

Artigo de José Ricardo Roriz Coelho e Edison Terra Filho*

A destinação correta dos resíduos sólidos tem sido tema de constante debate na gestão ambiental. O principal motivo é o impacto gerado pelo consumo e descarte inadequado no meio ambiente. A versatilidade dos plásticos destacou-se ainda mais para a sociedade no combate à pandemia de COVID-19. Ele se mostrou essencial para fabricar máscaras, viseiras e luvas, entre outros Equipamentos de Proteção Individuais – os EPIs – como máscaras, viseiras e luvas, entre outros equipamentos. Além disso, a matéria-prima também serve como barreira física em diversos estabelecimentos, coberturas em máquinas para pagamento e vedação em pratos para alimentação.

Mostrar as inúmeras possibilidades do material, bem como reforçar a importância do seu descarte correto, foi o insight para a criação do Movimento Plástico Transforma, uma iniciativa do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, parceria entre a ABIPLAST e a Braskem. Há cinco anos, o projeto tem como missão promover conteúdo e ações educativas para demostrar que o plástico, aliado à tecnologia, à criatividade e à responsabilidade, traz inúmeras possibilidades para os mais diferentes segmentos.

Por meio de ações educativas e interativas, o projeto procura valorizar e contribuir com o desenvolvimento de uma melhor percepção do plástico na sociedade, além de provocar discussões sobre temas correlacionados, como consumo consciente, reutilização inteligente, descarte e reciclagem do plástico. Ao longo de meia década, o Movimento Plástico Transforma já realizou diversas ações para cumprir com o seu propósito.

A primeira iniciativa voltada para a sociedade foi a instalação interativa PlastCoLab. A edição inicial, realizada em plena avenida Paulista, ofereceu workshops, hackathons e exposições distribuídos pelos três andares de um estande em formato de um cubo mágico, com 9 metros de altura. O sucesso paulistano levou a instalação para Porto Alegre, Salvador e Brasília, com recorde de público a cada edição. Ao todo, mais de 37 mil pessoas ficaram interessadas em descobrir como potes plásticos se transformaram em hortas automatizadas, saber sobre as inúmeras possibilidades da caneta de impressão 3D ou simplesmente assistir à performance do robô Beo, confeccionado quase todo em plástico.

O sucesso do PlastCoLab com o público infantil levou o Movimento a lançar um outro grande projeto, destinado a crianças e adolescentes com idades entre 4 e 14 anos. A Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque temático KidZania, em São Paulo, ensina sobre conceitos sustentáveis e reciclagem. Desde a inauguração, em janeiro de 2019, já recebeu mais de 18 mil visitantes, que conheceram, na prática, os conceitos e a importância do descarte correto e do processo de reciclagem. Por meio de uma brincadeira divertida, tivemos a oportunidade de destacar a importância e os benefícios do uso do plástico, bem como reforçar a participação essencial de cada indivíduo no caminho circular do material. Somente pela educação é possível influenciar o presente para que as futuras gerações apliquem conceitos indispensáveis em casa, na escola e ensine-os a todos ao seu redor.

A mais recente ação do Movimento Plástico Transforma foi uma parceria com a Fundação Cásper Líbero, a Gazeta Esportiva e a Yescom, para a coleta dos copos d’água entregues aos corredores da 95ª Corrida Internacional de São Silvestre. O material coletado na ação foi reciclado e transformado em 1.800 lixeiras para coleta seletiva, entregues às escolas públicas de São Carlos e Jaguariúna, no interior de São Paulo. Esta ação possibilitou impactar não só os participantes da corrida, como o público que acompanhou o evento e os alunos e professores das escolas para onde as lixeiras foram encaminhadas. A ação mostrou que, ao ganhar um destino certo, embalagens de plástico podem ser transformadas em objetos que contribuem com o meio ambiente e para a disseminação de conceitos fundamentais à sociedade. Ao conscientizar sobre o consumo consciente, o descarte correto e a reciclagem do plástico, estamos também agindo de forma responsável.

Esses são alguns exemplos das diversas ações que o Movimento Plástico Transforma vem realizando em seus cinco anos de existência e que já impactaram mais de 200 mil pessoas. É apenas o começo! Uma série de ações e projetos que tiveram que ficar em standby, em função da pandemia, estão em nosso pipeline, para dar continuidade à missão de mostrar os benefícios do plástico e conscientizar a sociedade acerca da versatilidade do material e suas infinitas possibilidades.

*José Ricardo Roriz Coelho é Presidente da ABIPLAST e Edison Terra Filho é vice-presidente executivo da Unidade de Poliolefinas da América do Sul e Europa da Braskem. O Movimento Plástico Transforma é uma ação do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – fruto da parceria entre a ABIPLAST e a Braskem.

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Arkema apresenta nova marca

18/11/2021

Nova identidade visual do Grupo francês reforça o seu compromisso com mundo mais sustentável

A Arkema, empresa líder em materiais especiais, divulgou um novo posicionamento e identidade visual com o objetivo de promover sua inovação e sua experiência em ciência dos materiais, além do compromisso da empresa com um mundo sustentável.

Para desempenhar um papel central no desenvolvimento de soluções que atendam aos principais desafios do planeta, a Arkema pretende se tornar um player integral de Materiais Especiais até 2024, com 100% das suas soluções dentro desse portfolio. A estratégia do Grupo francês está baseada em três segmentos complementares com alto potencial de crescimento: soluções adesivas, materiais avançados e soluções de revestimento.

Para a campanha da nova marca, a Arkema lançou globalmente o vídeo “A Onda da Mudança” que traz as aplicações dos materiais especiais da Arkema na vida real – seja na indústria, em esportes competitivos ou no cotidiano das pessoas. Clique aqui para conferir o vídeo.

A Arkema oferece soluções tecnológicas em áreas como novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade. O Grupo registrou vendas de € 8 bilhões em 2020 e opera em cerca de 55 países com 20.600 funcionários em todo o mundo.

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Unigel, Electrolux e Termotécnica fecham parceria para refrigerador sustentável

18/11/2021

Embalagens são reutilizadas na produção de peças para produtos da Electrolux

Em 2020, a Unigel anunciou a criação de uma nova marca de produtos sustentáveis para materiais reciclados chamada Ecogel. Agora, a Companhia firmou parceria com a Termotécnica e a Electrolux para utilização do Ecogel na fabricação de peças de refrigeradores da marca. “O Ecogel, marca que cobre poliestirenos com material reciclado pós-consumo em sua composição, apresenta grande potencial para garantir a circularidade do plástico na cadeia produtiva e incentiva empresas e consumidores a praticar o descarte adequado de materiais”, explica o diretor comercial da Unigel, Marcelo Natal.

A Unigel fornece à Termotécnica o monômero de estireno, matéria-prima para a produção de embalagens em EPS (poliestireno expandido, popularmente conhecido como Isopor, que é uma marca registrada) que são utilizadas pela Electrolux para garantir a integridade de seus eletrodomésticos durante o transporte. Além disso, a Unigel fornece o poliestireno para a Electrolux, empregado na fabricação de peças do interior de refrigeradores, como prateleiras e gavetas. A Termotécnica é detentora de um programa de coleta e reciclagem de EPS e poliestireno pós-consumo, gerando um novo material, o Repor, para ser reintroduzido no ciclo produtivo.

Agora, as três empresas estão juntas para fazer a circularidade de materiais acontecer na prática. “Na produção do Ecogel, o Repor é uma importante matéria-prima. Na prática, as embalagens em EPS de eletrodomésticos retornam para a cadeia produtiva após cumprirem com a sua função, sendo transformadas em novos componentes duráveis que serão incorporados aos refrigeradores Electrolux”, comenta Natal.

Segundo a Unigel, desde outubro de 2020, quando o Ecogel foi lançado, o material pós-consumo já reaproveitado equivale a embalagens de 3 mil refrigeradores da Electrolux ou 1,8 milhão de copos descartáveis. A Electrolux está realizando testes desde o ano passado para garantir a segurança e eficácia do produto. No momento, o produto ainda está em fase de implementação. A previsão é que os primeiros refrigeradores com componentes produzidos com Ecogel cheguem ao consumidor já no início de 2022.

O Diretor de Sustentabilidade da Electrolux América Latina, João Zeni, destaca a importância da parceria com a Unigel e ressalta que uma das principais frentes de atuação em sustentabilidade da Electrolux é tornar os produtos entregues aos consumidores cada vez mais eficientes e incorporados ao conceito de economia circular. “Os desafios e metas gerados pela Electrolux são de longo prazo e envolvem toda a sua cadeia de valor. Para isso acontecer, buscamos estabelecer parcerias que possam se tangibilizar como premissas e compromissos da empresa, tais como este com a Unigel. Entendemos que os grandes desafios ambientais e sociais demandam colaboração intrassetorial e de diferentes atores da sociedade, por isso estamos oferecendo este tipo de parcerias, para que assim possamos encontrar os melhores caminhos em colaboração “, explica Zeni.

João Zeni afirma que a Electrolux está comprometida a incentivar e fomentar a economia circular e a gestão de carbono no setor – com algumas metas globais, tal como atingir o uso de 50% de plástico reciclado em seus produtos globalmente até 2030.

“Nossa abordagem ambiental traz a circularidade na prática, incluindo uma visão integrada desde uma concepção de produtos, eficiência operacional, passando por logística reversa e reciclagem e indo até novas cadeias produtivas, fechando o ciclo da economia circular. Pensando na cadeia logística como um todo, dar uma nova vida como embalagens pós-consumo, transformando-as em produtos nobres, atende à demanda da sociedade por uma atuação responsável das empresas em termos de sustentabilidade “, declara Albano Schmidt, presidente da Termotécnica.

De acordo com o diretor comercial da Unigel, Marcelo Natal, a linha Ecogel está tendo boa aceitação no mercado. “Estamos otimistas com os primeiros resultados obtidos pelos clientes que estão testando nossas soluções. Esperamos poder reaproveitar aproximadamente 200 toneladas de material pós-consumo até o final de 2022, que darão origem a novos produtos indispensáveis no dia a dia das pessoas “, afirma Natal.

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Unidade de negócios de Materiais de Alto Desempenho (HPM) da Lanxess terá estrutura corporativa legal independente

18/11/2021

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Nova estrutura absorverá melhores oportunidades de crescimento para os negócios de plásticos de alto desempenho

A empresa de especialidades químicas Lanxess irá transferir sua unidade de negócios de High Performance Materials (HPM) para uma estrutura corporativa legal independente.

A unidade HPM é uma das principais fornecedoras de plásticos de alto desempenho. Os materiais são usados ​​principalmente nas indústrias automotiva, elétrica e eletrônica. A eletromobilidade, em particular, é um campo de aplicação promissor para os plásticos da Lanxess, que são usados ​​predominantemente em carrocerias de automóveis, carcaças de baterias e infraestrutura de carregamento.

“O mercado global para novas formas de mobilidade está se desenvolvendo de forma dinâmica e se reorganizando estrategicamente – criando muitas alianças e parcerias inovadoras. Para aproveitar ao máximo as oportunidades de crescimento nesse mercado e poder atuar com flexibilidade, criaremos uma estrutura jurídica separada para a unidade de negócios”, disse Hubert Fink, membro da Diretoria Global da Lanxess. A companhia começará a implementação desse novo modelo no primeiro semestre de 2022.

O portfólio da unidade de negócios HPM inclui os plásticos de engenharia à base de poliamida e tereftalato de polibutileno (PBT), além de compósitos termoplásticos com fibras. A unidade de negócios é caracterizada pela alta integração de seus processos produtivos.

A unidade de negócios HPM emprega cerca de 1.900 pessoas em 14 unidades, em todo o mundo. As vendas estão na faixa de um dígito de bilhões de euros.

A Lanxess é uma empresa líder em especialidades químicas, com vendas de EUR 6,1 bilhões em 2020. A empresa possui atualmente cerca de 14.900 funcionários em 33 países. O principal negócio da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de intermediários químicos, aditivos, especialidades químicas e plásticos. A Lanxess está listada nos principais índices de sustentabilidade, Dow Jones Sustainability Index (DJSI World e Europa) e FTSE4Good.

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Braskem registra lucro líquido de R$ 3,5 bilhões

18/11/2021

Resultado operacional recorrente no trimestre alcança R$ 7,7 bilhões, com geração de caixa de R$ 3,9 bilhões; alavancagem é reduzida a 0,83x

A Braskem divulgou comunicado no dia 9/11 em que indica ter registrado uma recuperação de 12 pontos percentuais de participação de mercado de resinas no Brasil no terceiro trimestre, em linha com a estratégia da Companhia de priorizar o mercado brasileiro. A geração livre de caixa foi recorde trimestral e a alavancagem corporativa atingiu o menor nível desde a formação da Braskem em 2002, afirma a empresa.

  • A participação de mercado brasileiro de resinas no trimestre atingiu 64%, comparando-se a 52% nos três meses anteriores. A recuperação se deu em função do retorno das operações da central petroquímica do ABC, em São Paulo, que passou por uma manutenção programada no trimestre anterior;
  • A geração livre de caixa chegou a R$ 3,9 bilhões, um crescimento de 152% em relação ao 2T21 e de 424% em relação ao 3T20;
  • O resultado operacional recorrente consolidado no terceiro trimestre foi de R$ 7,7 bilhões, 18% inferior ao do trimestre anterior, mas 109% acima do terceiro trimestre do ano passado;
  • O lucro líquido foi de R$ 3,5 bilhões, 52% menor do que no trimestre anterior;
  • A relação de dívida líquida/resultado operacional recorrente (em dólares) foi de 0,83x no trimestre, inferior 24% quando comparada ao trimestre anterior (1,1x). A redução em relação ao mesmo período do ano passado foi de 83%.”Temos uma boa recuperação de participação no mercado brasileiro, o que reflete nosso esforço para atender bem nossos clientes e parceiros”, disse Roberto Simões, presidente da Braskem. “Além disso, reforçamos ainda mais nosso compromisso com a higidez financeira, o que já vem sendo reconhecido pelas agências de classificação de risco. Seguimos firmes no propósito de retornarmos ao grau de investimento em todas as agências”.

Em setembro, a S&P Global Rating elevou o nível de risco em escala global da Companhia para BBB-, com perspectiva estável. Segundo a Braskem, a agência destacou que a elevação do rating para o grau de investimento reflete a melhora considerável dos indicadores de rentabilidade e da geração de caixa, o compromisso da Companhia com a alavancagem e a expectativa da agência de que a Braskem continue se beneficiando com os altos spreads petroquímicos nos próximos trimestres.

Biopolímeros

A Braskem vem se firmando como parceira internacional de grandes empresas que procuram seguir o caminho da produção de produtos com a utilização de matéria-prima renovável.

Nesta semana, a Braskem anunciou a assinatura de um memorando de entendimento com a americana Lummus Technology para licenciar, em conjunto, a tecnologia de eteno verde na América do Norte e na Tailândia.

Em setembro, a Braskem e a SCG Chemicals, uma das maiores petroquímicas integradas da Tailândia e líder da indústria na Ásia, assinaram também um memorando de entendimento para realizar estudos de viabilidade para investir em conjunto em uma nova planta de desidratação de etanol na Tailândia. Essa planta visaria produzir eteno verde e o polietileno I’m green® bio-based.

México

Em agosto, a Braskem Idesa concluiu o projeto de expansão da capacidade de importação do fast track, que atualmente é de 25 mil barris por dia. Como resultado, durante o mês de setembro atingiu o volume de importação histórico de 22,4 mil barris por dia. No 3T21, a fim de complementar o fornecimento de etano pela Pemex, a Braskem Idesa importou uma média de 18,6 mil barris por dia de etano dos Estados Unidos, o que representa cerca de 74% da capacidade atual do fast track.

Adicionalmente, a Companhia está trabalhando em uma expansão do fast track, o que pode permitir à Braskem Idesa atingir uma capacidade máxima de importação de etano de até 35 mil barris por dia, com expectativa de conclusão durante o 2T22.

Em setembro, a Braskem Idesa assinou um aditivo ao contrato de fornecimento de etano com a Pemex, com quitação de pendências contratuais anteriormente existentes; e um convênio com a Pemex e outros entes governamentais que estabelece medidas de apoio para o projeto de construção de um terminal de importação de etano, com a capacidade para atender a totalidade da necessidade de matéria-prima da empresa.

Em outubro, a Braskem Idesa concluiu o seu plano de refinanciamento de dívida, com a substituição do saldo remanescente de US$ 1,35 bilhão do project finance por novas dívidas em formato corporativo, com perfil alongado. O destaque dessas novas dívidas é que elas foram na forma de sutaintability-linked bonds (SLB). Para emitir os SLBs, a Braskem Idesa se comprometeu a reduzir suas emissões de gases, em linha com a estratégia de desenvolvimento sustentável de longo prazo da Companhia.

Alagoas

A Braskem afirma que, desde 2018, vem contribuindo com o poder público na compreensão do fenômeno geológico em Maceió e na minimização dos seus efeitos. A Companhia assinou acordos com o Ministério Público Federal, o Ministério Público Estadual, a Defensoria Pública da União e a Defensoria Pública do Estado de Alagoas para promover a segurança e a compensação financeira dos moradores dos bairros atingidos pelo fenômeno e para a reparação socioambiental e urbanística da região.

De acordo com a empresa, até o dia 22 de outubro, 97% dos imóveis identificados pelo programa criado pelos acordos foram desocupados. Foram feitas mais de 10 mil propostas de compensação financeira e o índice de aceitação é de 99,6%, afirma a Braskem. O valor pago até o momento pela Braskem supera R$ 1,6 bilhão, segundo informado pela petroquímica.

As ações socioambientais avançaram no trimestre com a realização da escuta pública relativa ao trabalho de diagnóstico ambiental que está em andamento, com a participação da comunidade e de instituições técnicas. Além disso, o diagnóstico social nas áreas adjacentes também avançou com entrevistas da população e consulta aos entes públicos. Ele deve ser concluído nos próximos meses.

Segundo a Braskem, o plano de fechamento e monitoramento da região avança conforme previsto e contou com a instalação do último lote de sismógrafos na região de monitoramento, como acordado com a Defesa Civil de Maceió.

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Stadler e RecycleMe anunciam cooperação em reciclabilidade prática

17/11/2021

Willi Stadler, CEO da Stadler e Sabrina Goebel, CEO da RecycleMe

Os dois parceiros unem forças na primeira cooperação deste tipo, onde a consultoria em reciclabilidade e a construção de plantas de triagem se unem

A consultoria internacional RecycleMe e a Stadler Anlagenbau GmbH anunciaram sua cooperação para conduzir testes de classificação para determinar a reciclabilidade de embalagens, em uma aliança única ao longo da cadeia de valor da reciclagem.

Os testes serão realizados no Centro de Inovação e Testes da Stadler recentemente inaugurado na Eslovênia (foto abaixo), para a RecycleMe GmbH – uma empresa do Grupo Raan, que também inclui as empresas do Grupo Reclay ativas na área de sistemas ERP. Os clientes da RecycleMe podem analisar o comportamento de classificação de suas embalagens em condições atuais e reais. “Estamos satisfeitos por ter a Stadler como um parceiro globalmente ativo e renomado ao nosso lado”, disse Sabrina Goebel, diretora administrativa da RecycleMe. “Esta cooperação permite-nos oferecer aos nossos clientes testes de triagem nas melhores condições, utilizando a mais recente tecnologia, simulando o comportamento das embalagens na prática – e com quantidades significativas. Isto nos permitirá aumentar ainda mais a qualidade dos resultados nas nossas análises de reciclabilidade e otimização de embalagens.”

A investigação prática da reciclabilidade de embalagens na categoria de produto circulate°optimize faz parte do serviço de consultoria da RecycleMe e já é utilizada por muitos clientes de diversos setores. Depois que o comportamento de uma embalagem é analisado pela RecycleMe e pela Stadler, os clientes recebem relatórios de alta qualidade e bem fundamentados. Eles também recebem uma análise de tendências e recomendações adicionais da equipe da RecycleMe, que é construída por especialistas da economia circular e da indústria de reciclagem. Por meio dessa cooperação única, fabricantes e distribuidores se beneficiarão da experiência de mercado acumulada dos dois parceiros.

Willi Stadler, Diretor Executivo da Stadler e chefe de sua empresa familiar, também está muito otimista sobre a nova parceria: “Estou muito ansioso para os projetos conjuntos e as descobertas que iremos tirar deles. Nosso Centro de Testes e Inovação é representante de uma planta de triagem de última geração. Além disso, temos tecnologia de sensores que nos permite fornecer aos clientes da RecycleMe soluções sob medida.” A Stadler também está convencida dos benefícios da cooperação. “Como um dos especialistas mais procurados na área de construção de plantas premium, nos consideramos pioneiros em nossa indústria. Ao trabalhar com uma empresa inovadora e bem conectada como a RecycleMe GmbH, ganhamos insights importantes sobre os atuais desenvolvimentos do mercado, que iremos incorporar em novos projetos. “

Em sua filosofia corporativa, os dois parceiros da cooperação compartilham um compromisso com uma economia circular funcional e sustentável.

RecycleMe GmbH é uma consultoria de negócios internacional na área de gestão de embalagens sustentáveis. A equipe aconselha e apoia clientes de renome de diversos sectores na otimização da reciclabilidade de embalagens nas atuais condições legais e de mercado e obrigações de responsabilidade alargada do produtor (EPR). Além disso, a RecycleMe GmbH desenvolve soluções digitais e inovadoras para a realização de uma economia circular global funcional.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

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Inscrições abertas para o 11º Energiplast

17/11/2021

O tradicional evento do setor plástico é gratuito e aberto para toda a sociedade.

As inscrições estão abertas para o 11º Energiplast, que acontece na próxima quarta-feira (17/11) em formato virtual. Realizado pelo Comitê de Reciclagem do Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do RS (Sinplast-RS), coordenado por Luiz Henrique Hartmann, neste ano tem como tema “A circularidade dos plásticos no ambiente ESG.”

Já tradicional no setor plástico e de reciclagem do Brasil, o Energiplast aborda há mais de uma década a relação dicotômica entre economia e meio ambiente, plástico e energia. Gratuito e aberto para toda a sociedade interessada no setor plástico, propõe uma troca de conhecimentos sobre as temáticas da economia circular, do reaproveitamento e da reciclagem entre os palestrantes nacionais e internacionais com a academia, com formadores de opinião e com representantes da indústria.

O tema do 11º Energiplast

ESG (Environmental, Social and Governance) é uma sigla que se refere a critérios adotados pelas empresas como garantia ao comprometimento com questões ambientais, sociais e de governança. Na indústria do plástico, atenta às questões ambientais, esse debate vem ganhando força. Seja para estreitar o relacionamento com os clientes e consumidores, seja para atrair investimentos ou principalmente pela preservação do planeta, fato é que a produção sustentável ganha foco no mercado. Por isso, a ESG pautará os debates, reflexões e cases apresentados neste ano no Energiplast.

O 11º Energiplast tem o patrocínio da Plastiweber e Naturecycle, Polo Films, Piramidal e Lorenzon e o apoio da FIERGS, ABIPLAST e CNRPLAS e Instituto SustenPlást. As inscrições devem ser feitas pelo Sympla, onde também é possível acessar a programação completa: https://bit.ly/Energiplast2021

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Projeto coordenado pela Covestro visa fechar ciclo de vida útil de espumas rígidas utilizadas em refrigeradores e prédios

16/11/2021

As espumas rígidas de Poliuretano são duráveis, leves e tem excelentes propriedades de isolamento, mas não podem ser reintroduzidas no ciclo de material através de processos de reciclagem mecânica.

  • Covestro coordena projeto de inovação com parceiros de 9 países
  • Inovação em reciclagem química para espumas rígidas de poliuretano é essencial para economia circular
  • Potencial de redução anual de um milhão de toneladas de resíduos e 2,9 milhões de toneladas de CO2 a partir de 2040

A Covestro está trabalhando com 21 parceiros de nove países a fim de fechar o ciclo de vida útil das espumas rígidas de poliuretano (PU). Utilizada para isolamento de refrigeradores e prédios, estas espumas têm papel imprescindível na eficiência energética. Entretanto, até hoje não existe uma gestão coordenada dos resíduos ou processos adequados de reciclagem para um ciclo de vida sustentável do produto.

O projeto Circular Foam, coordenado pela Covestro, visa mudar isso. Sob este guarda-chuva, especialistas acadêmicos, de empresas e da sociedade irão desenvolver um compreensivo modelo de solução nos próximos anos. O objetivo é fechar o ciclo de vida útil para espumas rígidas de poliuretano e preparar a implementação deste modelo em toda a Europa. Isso pode representar uma redução anual de um milhão de toneladas de resíduos, 2,9 milhões de toneladas de CO2 e 150 milhões de euros em custos de incineração na Europa a partir de 2040.

“Para nós, este é um projeto-chave com o qual avançamos na concretização da economia circular e tomamos ações decisivas rumo a um futuro sustentável”, explica Markus Steilemann, CEO da Covestro. “Um importante aspecto para isso é o desenvolvimento de tecnologias inovadoras de reciclagem para o maior número de plásticos possível. A reciclagem química da espuma rígida de poliuretano será um importante elo nesta cadeia”.

Reciclagem química abre caminho para uma economia circular

A reciclagem química permite a reutilização de materiais que, ao final de seu ciclo de vida, não podem ser reintroduzidos no ciclo do material por meio da reciclagem mecânica devido às suas propriedades. Isso inclui as espumas rígidas de poliuretano, utilizadas em refrigeradores e prédios. Hoje, estes materiais são incinerados para recuperação de energia. Neste processo, as matérias-primas utilizadas são perdidas, gerando altas emissões de CO2.

Graças ao projeto Circular Foam, isso irá mudar. Sob a liderança da Covestro, o projeto de inovação está investigando e desenvolvendo dois caminhos possíveis de reciclagem para as espumas rígidas de PU: quimólise e pirólise. O objetivo com isso é obter polióis e aminas como matérias-primas para a produção de novas espumas de qualidade, permitindo assim sua reutilização.

Para atingir isso, a Covestro está trabalhando com a Universidade RWTH Aachen e seu Centro Catalítico CAT, além da Universidade de Groningen, ETH Zurich e BioBTX. O projeto também visa explorar como os dois processos podem ser transferidos para uso industrial o mais breve possível. A Covestro já desenvolveu um processo de reciclagem química para espumas flexíveis de colchões – a empresa já produz em escala piloto desde o início de 2021.

Ciclos de materiais são o caminho para um futuro sustentável

Uma das pré-condições para a reciclagem das espumas rígidas de PU na União Europeia é a existência de um processo sistemático e estruturado de coleta, desmontagem e separação do material ao final de seu ciclo de vida. Há espaço para melhorias significativas nesta área já que hoje menos da metade de todos os refrigeradores descartados na Europa são coletados. A otimização da formulação da espuma também pode permitir uma melhor reciclagem.

A Covestro irá colaborar em todas essas áreas. “Estamos animados em contribuir com nosso expertise no desenvolvimento de aplicações, P&D e reciclagem química. Isso dará um impulso para um novo ecossistema circular pan-europeu para espumas rígidas de poliuretano”, explica Torsten Heinemann, Head de Inovação da Covestro.

O projeto Circular Foam representa mais um passo-chave no programa estratégico de longo prazo da Covestro rumo ao alinhamento total da companhia à economia circular. A empresa acaba de anunciar o investimento de um bilhão de euros em projetos focados em economia circular nos próximos dez anos.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Espaço Recicla Plástico será uma das atrações da Interplast 2022

16/11/2021

Processo de reaproveitamento de plásticos será apresentado durante o evento

Destacar o passo a passo da reciclagem do plástico, desde a coleta até a consolidação de um novo produto, é a proposta do espaço Recicla Plástico na Interplast 2022. A iniciativa tem o objetivo de estimular o desenvolvimento de novos projetos, investimentos e o engajamento com o tema reciclagem.

O ambiente apresentará demonstrações de máquinas, equipamentos e rotinas, além da abordagem sobre a importância de reciclar 100% do plástico, em especial o PS e o EPS (poliestireno expandido), além de conscientizar o público sobre a PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos. A ideia é evidenciar a reciclabilidade através de um processo inovador que beneficia tanto os consumidores quanto o meio ambiente.

A Interplast 2022 é uma oportunidade para surpreender os visitantes com as novidades do segmento e para empresas apresentarem seus trabalhos diretamente para o público-alvo, além de prospectarem negócios. O evento reunirá parceiros e abordagens referentes ao ciclo de vida dos plásticos e o conceito da economia circular em um espaço de grande movimentação de pessoas.

Evento simultâneo à Interplast, o Recicla Plástico é idealizado pela Termotécnica, com promoção da Messe Brasil e apoio do Simpesc.

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Nova linha de produção de água instalada pela Sidel nos Emirados Árabes focaliza aspectos de desempenho e sustentabilidade

16/11/2021

Sidel afirma que nova linha de água completa aumentou produtividade e abriu caminho para mais oportunidades comerciais para a Zulal Water Factory, em Xarja, EAU (Zulal). Além disso, com a nova garrafa PET mais leve e a otimização no uso dos recursos de infraestrutura, houve uma redução na pegada de carbono geral.

A Zulal foi fundada por S.M. Sheik Dr. Sultão Bin Mohammed Al Qasimi, membro da suprema corte e governante de Xarja, e é parte da SEWA (Sharjah Electricity and Water and Gas Authority) nos Emirados Árabes Unidos. A visão da empresa é fornecer água limpa, pura e potável para todos os habitantes da região. Em 1995, a Zulal foi a primeira organização governamental a atender a esse requisito. É a única empresa de água que fornece água subterrânea 100% pura direto dos poços de Hamdah em Xarja. A água, bem como seu envase, seguem os mais elevados padrões internacionais para água potável.

A relação entre a Zulal e a Sidel remonta ao fim dos anos 90, quando a Zulal instalou sua primeira sopradora da Sidel. Em 2019, a empresa recorreu novamente à Sidel para adquirir uma nova linha de alta velocidade a fim de atender à demanda do mercado. Como fornecedora de soluções de linhas completas, a Sidel assessorou o cliente em design de embalagem e capacidade da linha, bem como no layout e concepção de linha para aprimorar o desempenho geral.

Mais oportunidades comerciais

Após 18 meses de conversas, a Sidel forneceu à Zulal a linha de água Super Combi Compact, que funciona a 45.000 gph (garrafas por hora). O layout foi um elemento-chave da concepção da linha para esse projeto, pois a linha precisava ser instalada no local pré-existente. Segundo a Sidel, os seus especialistas conseguiram acomodar a configuração da Super Combi Compact, dos transportadores e de duas empacotadoras nesse espaço, alcançando com isso cerca de 25% de economia de espaço devido à remodelação da parte de acumulação, combinação e rotulação.

A Sidel afirma que a nova linha proporcionou à Zulal maior eficiência e produtividade da linha, ampliando as oportunidades comerciais. “Após a instalação da linha de água completa da Sidel, agora temos a capacidade de fornecer nossos produtos para companhias aéreas, hotéis, escolas e escritórios de grande porte. Estamos muito satisfeitos com o aumento do desempenho”, comentou Ali Ahmed Ali Al Kindi, gerente do departamento da Zulal na SEWA. Assim como diz o slogan da Sidel, “Performance through understanding”, a comunicação contínua com informações claras desempenhou um papel fundamental nessa cooperação para que entendêssemos melhor as necessidades do cliente e atingíssemos os objetivos.

Novo design de garrafa e linha de produção em conformidade com objetivos de sustentabilidade

Em harmonia com a política de sustentabilidade da SEWA, a Zulal queria otimizar seu impacto ambiental. Ao remodelar as garrafas PET e reduzir o peso, a nova garrafa para os formatos de 330 ml e 500 ml agora pesam 9,75 g e 12,5 g, o que economizou até 0,65 g e 1 g, respectivamente, por garrafa. Isso também contribui para reduzir a pegada de carbono da Zulal com economia de consumo de PET, a saber, uma estimativa de 215 kg para a de 330 ml e 331 kg para a de 500 ml por série de produção de turno. Além disso, afirma a Sidel, graças à sua solução de linha completa, a Zulal gasta 56% menos com energia, aumentando a produtividade em 280% em comparação com a linha que já tinham.

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Unipac anuncia metas alinhadas aos objetivos globais de sustentabilidade

16/11/2021

Empresa adota estratégias alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e reforça o conceito de economia circular em todo o ciclo de vida de seus produtos

A Unipac, empresa atuante no segmento de transformação de plásticos, vem dando ênfase aos aspectos de sustentabilidade em suas operações. Segundo a empresa, adotar a sustentabilidade como estratégia significa manter uma atuação responsável em todas as fases de suas atividades – administração, fabricação e logística -, para a redução dos impactos no meio ambiente e na sociedade.

A empresa afirma atuar em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) da Organização das Nações Unidas, compostos por 17 objetivos e 169 metas a serem atingidos até 2030. Com causas alinhadas aos ODS 9, 12 e 13, a empresa adotou a construção de infraestruturas, padrões de produção e de consumo sustentáveis e medidas para combater a mudança climática e seus impactos.

Como parte da estratégia, a Unipac está incorporando os princípios do ESG (Environmental, Social and Governance) em suas operações e construindo estratégias e metas de longo prazo que serão essenciais para a perenidade dos negócios. Além disso, adotou indicadores e relatórios de sustentabilidade corporativa. A mensuração do desempenho das ações favorece a transparência e a confiança nas relações com os diversos públicos envolvidos em seus negócios: acionistas, órgãos governamentais, clientes, fornecedores e a sociedade em geral.

Pilares de sustentabilidade

As diversas iniciativas próprias e em parceria vão desde utilização de materiais de origem não fóssil até a logística reversa, consolidando uma área totalmente voltada à gestão da estratégia de circularidade, baseada em quatro pilares de sustentabilidade. O primeiro pilar prioriza processos mais limpos e conta com a implantação de novas tecnologias que reduzem o consumo de energia, emissões de resíduos e GEE (gases do efeito estufa), entre outras iniciativas.

O segundo tem como foco a evolução do portfólio de produtos mais sustentáveis. Dentro desse pilar, a Unipac promoveu novos modelos de negócios circulares e de logística reversa de seus produtos, o desenvolvimento de produtos com materiais reciclados e também de fonte renovável, bem como a transformação digital que conecta seus produtos aos usuários.

A terceira frente busca a expansão dos negócios dentro de uma cadeia de valor mais sustentável junto a fornecedores e clientes, promovendo a reutilização sempre que possível, mas também buscando um processo de compra que reduza o consumo de materiais indiretos – papelão, saco plásticos, paletes e etc.

Por fim, como quarto pilar vem o trabalho contínuo de conscientização dos colaboradores no que diz respeito à utilização correta dos materiais e insumos, separação e coleta seletiva. As iniciativas contínuas fazem parte do sistema de gestão ambiental e favorecem a manutenção do certificado ISO 14001:2015.

Metas e métodos

A Unipac tem como meta, até 2023, reduzir em 10% as emissões de CO2, o consumo de energia elétrica e de água e a geração de resíduos. Para isso, a empresa afirma que estar investindo num parque de máquinas com tecnologias e equipamentos de menor consumo energético; no uso de iluminação a LED; na aplicação de métodos e processos para menor geração de sucatas, sobras e perdas; na elaboração de produtos mais leves – a exemplo dos tanques de combustível e embalagens para envase de defensivos agrícolas – e no maior uso de resinas recicladas, com o reaproveitamento quase total das sobras da produção.

Os esforços para alcançar as metas incluem ainda o reúso da água e tratamento de efluentes e resíduos. Cerca de 30 m³ de água são tratados diariamente, correspondendo a 15,4% da água subterrânea retirada mensalmente. Já para a coleta de resíduos, segue a prática da metodologia 5S: economia, organização, limpeza, higiene e disciplina.

Inovação em várias frentes

Outra iniciativa que se destaca é o modelo de economia circular e de logística reversa, que prolonga o tempo de utilização dos produtos. Exemplo disso, segundo a empresa, é a linha de embalagens plásticas colapsáveis Caixa Móbil, para logística e transporte de peças, que utiliza resina reciclada na sua composição e que, por meio dos serviços de manutenção oferecidos pela Unipac, possibilita o reparo das caixas danificadas, evitando o descarte e custos desnecessários. Ao final de sua vida útil, a caixa é recomprada pela empresa, que se responsabiliza pela destinação correta de seus resíduos.

As iniciativas passam, ainda, pela oferta de veículos elétricos industriais, que utilizam energia limpa e que, além de possibilitar a emissão zero de poluentes, diminuem o nível de ruídos; e os projetos in house, instalações de unidades produtivas de embalagens da Unipac próxima à linha de envase de indústrias de diferentes setores, algo que elimina, por exemplo, a movimentação de caminhões, reduzindo a emissão de CO2 na atmosfera.

“Oferecemos propostas de valor diferenciadas e mantemos o nosso compromisso com a responsabilidade socioambiental. Ao anunciar nossas iniciativas e pilares, pretendemos influenciar, de forma positiva, fornecedores, clientes e demais públicos envolvidos nos mercados nos quais atuamos. Além disso, estendemos as ações à conscientização dos colaboradores quanto ao uso dos materiais e insumos, separação e coleta seletiva, contribuindo positivamente com o ecossistema do qual fazemos parte”, comenta Mauro Fernandes, diretor comercial da Unipac.

Com 45 anos em 2021, a Unipac atua nos segmentos automotivo, de defensivos agrícolas, logístico, entre outros. Executa seis tipos de processos de transformação em suas unidades produtivas – sopro, injeção, injeção estrutural, extrusão de chapas, termoformagem e rotomoldagem – que estão instaladas em Pompeia (matriz) e Limeira (filial), ambas em São Paulo, e nos sites de seus clientes, por meio do modelo in house, nas cidades de Regente Feijó/SP, Paulínia/SP e Maracanaú/CE. Possui em torno de 1.000 colaboradores. A empresa conta com uma área voltada à inovação e um moderno centro de pesquisa de engenharia em materiais e processos. Além disso, investe em programas e parcerias com outros Centros de Pesquisa e de Inovação. A Unipac mantém uma ferramentaria para a produção de moldes para os vários processos de transformação. A Unipac é uma das unidades de negócio do Grupo Jacto, composto por importantes empresas que atuam nos segmentos agrícola, tecnologia de aplicação de polímeros (automotivo, embalagens e logística), transporte, equipamentos para serviços de limpeza e higienização, e soluções para a área médica. Fundado em 1948 e presente nos cinco continentes, o Grupo é 100% nacional.

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Prêmio Plástico Sul valoriza iniciativas inovadoras e sustentáveis

16/11/2021

Reconhecido nacionalmente por destacar projetos, produtos e ações que desenvolvem inovação e sustentabilidade, o Prêmio Plástico Sul realizou a grande final no último dia 09 de novembro, com a apresentação dos cases vencedores em evento híbrido na cidade de Caxias de Sul (RS). Os trabalhos vencedores mostraram na prática como a aplicação de tecnologias e valores circulares estão contribuindo com o desenvolvimento da indústria do plástico.

O evento foi marcado pela presença de importantes personalidades, como a vice-prefeita de Caxias do Sul, Paula Ioris, do Secretário Municipal do Meio Ambiente, João Osório Martins, do Presidente do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás), Gelson Oliveira, do Presidente do Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast-RS), Gerson Hass, o presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico (CSMAIP), Amilton Mainard, entre outras autoridades. Também participaram de forma online o membro da atual diretoria do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Paraná (Simpep), Marcelo Prevideli e o Presidente do Sindicato das Indústrias de Material Plástico de Santa Catarina (Simpesc), Albano Schmidt. O vice-presidente do Simpesc, Fernado Pedro Oliveira, um dos integrantes da comissão avaliativa do Prêmio, registrou uma mensagem aos participantes do evento no telão principal. Os jurados Luiz Henrique Hartmann (Sinplast) e Jaime Caneda (Simplás) também estiveram presentes no evento.

Em sua segunda edição, o Prêmio Plástico Sul é realizado exclusivamente através de inscrições de cases com valores sustentáveis e inovadores em 10 categorias. Os trabalhos foram avaliados de forma detalhada por sete jurados experientes na cadeia produtiva do plástico e no universo acadêmico, dentro de critérios estabelecidos pela empresa responsável pela pesquisa e curadoria do Prêmio, Maxiquim. Neste ano, a grande novidade foi abertura para participação de todas as empresas da cadeia produtiva: transformadores, fornecedores e indústrias de reciclagem. Após uma disputa acirrada nas apresentações dos cases, um time qualificado de jurados, deu suas notas e escolheu empresas vencedoras nas 10 categorias apresentadas.

O Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade tem apoio da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (ABIEF), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Associação Brasileira de Biopolímeros Compostáveis e Compostagem (ABICOM), Plastivida, Instituto Brasileiro do PVC, Instituto Nacional do Plástico, Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins (Adirplast), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás-RS), Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast-RS), Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina (Simpesc), Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado do Paraná (Simpep), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Vale dos Vinhedos (Simplavi).

A premiação conta ainda com o patrocínio Diamante da Braskem e Clean Plastic; patrocínio Ouro ENTEC Polymers, Plastiweber e Grupo Wortex; e patrocínio Prata da Activas, Advanced Polymers, Aluminiplast, Cromex, Deink, GreenMaster, Mais Polímeros, Piramidal, Plasticor, Replas, Rulli Standard, Sicredi e Termocolor. O apoio especial deste ano é da Interplast 2022, Sebrae, Rocaal, Termotécnica e Therpol.

O Prêmio Plástico Sul de Inovação & Sustentabilidade é uma realização da Revista Plástico Sul, com organização do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) no ano de 2021. As descrições dos cases vencedores poderá ser conferida nas edições posteriores da revista Plástico Sul, versões digital e impressa.

Relação dos vencedores:

Sustentabilidade

Produção Limpa:

1º lugar: CLEAN PLASTIC
2º lugar: UNIPAC
3º lugar: PLASTIWEBER

Logística Reversa:

1º lugar Transformador: TERMOTÉCNICA
1º Lugar Fornecedor: CROMEX
2º lugar: PROQUITEC
3º lugar: NILTEX

Compromisso Social:

1º lugar Transformador: CRISTALCOPO
1º lugar Fornecedor: PLASTIWEBER
2º lugar: TERMOCOLOR
3º lugar: BELLAFORMA

Conteúdo Reciclado:

1º lugar Indústria de Reciclagem: PLASTIWEBER
1º lugar Transformador: GRENDENE
1º lugar Fornecedor: PROQUITEC
2º lugar: DEINK
3º lugar: LORD

Novos aditivos ou biomateriais

1º lugar Fornecedor: RESBRASIL
1º lugar Transformador: TERMOTÉCNICA
2º lugar: ERT
3º lugar: COLORIFX

Gestão Sustentável

1º lugar Indústria de Reciclagem: JBS Ambiental
1º lugar Fornecedor: ACTIVAS
2º lugar:CROMEX
3º lugar: EMBAQUIM

Inovação

Embalagens Inteligentes:

1º lugar: UNIPAC
2º lugar: TERMOTÉCNICA
3º lugar: PLASZOM

Extrusão:

1º lugar: C-PACK
2º lugar: SULPET
3º lugar: TELHAS TELITE

Sopro:

1º lugar: UNIPAC
2º lugar: EMBAQUIM

Injeção:

1º lugar: DZAINER
2º lugar: ACTIVAS
3º lugar: PROQUITEC

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Embalagem com toque aveludado é opção para linha de alimentos para animais domésticos da Guabi Natural

16/11/2021

Aguçar os sentidos dos consumidores é um dos grandes desafios das embalagens da atualidade. O consumidor quer mais do que proteção, conveniência e funcionalidade; ele espera que a embalagem ofereça uma experiência sensorial, sempre que possível. E foi pensando nisso que a Guabi Nutrição Animal optou pelo filme de Poliéster (PET) mate soft touch (sem brilho e com toque suave aveludado) da Terphane para as embalagens da linha Pet Food Guabi Natural.

O lançamento aconteceu no 1º semestre deste ano e, de acordo com a empresa, já vem conquistando os consumidores não apenas pelo toque aveludado como também pela grande atratividade no PDV. Segundo Célia Freitas, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane, a solução soft touch usada na camada externa da embalagem também garante resistência térmica na área de solda e barreira a gases e gorduras, importantes para esse produto. “A embalagem ajudou ainda a posicionar o produto numa categoria premium, justamente pelo aspecto mate e soft touch que garantem uma maior qualidade de impressão e destaque para as informações, devido ao maior contraste, nitidez e alta definição das imagens.”

Outro grande diferencial está no “toque”, ou seja, na percepção sensorial. “Assim, o filme soft touch é uma solução inovadora para um mercado tão competitivo como o de pet food, onde se busca diferenciação no PDV e proteção ao produto”, completa Célia. A arte da embalagem também ganha destaque pela sofisticação do aspecto fosco. Pesquisas indicam que os consumidores associam as embalagens com acabamento fosco à produtos premium, mais saudáveis e mais sustentáveis. Além disso, a face fosca garante maior contraste, facilitando a leitura das informações impressas na embalagem.

Jucenei Donizetti Pereira, da área de Engenharia Industrial da Canguru, produtora da embalagem da Guabi, completa salientando que a apresentação diferenciada na gôndola é o grande diferencial da nova embalagem, trazendo ainda mais notoriedade à marca. “O resultado final foi tão positivo que já avaliamos utilizar os filmes soft touch da Terphane em outros projetos, onde se espera um efeito diferenciado e atratividade na gôndola.”

Segundo a Terphane, o uso deste filme na categoria pet food é inovador e inédito no Brasil; nos EUA o material já é vendido com sucesso para esta e outras aplicações. “O interessante desse conceito é realmente a sensação do toque aveludado; o tato pode remeter a uma memória afetiva, dependendo do produto e de sua aplicação. No caso da Guabi Natural, o aspecto mate aveludado remete ao pelo do cachorro. Quando este mesmo material de embalagem é utilizado em um sabonete líquido com aroma de rosas, por exemplo, a sensação do toque aveludado remete às pétalas”, finaliza André Gani, diretor de Vendas & Marketing da Terphane.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Crescimento do setor de mineração abre novas possibilidades para uso de Poliuretanos baseados em policarbonatos dióis da UBE

16/11/2021

Dados divulgados pelo Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração) indicam que, entre janeiro e agosto deste ano, as mineradoras brasileiras faturaram R$ 219,9 bilhões, o que equivale a uma alta de 112% em comparação ao mesmo período de 2020. Em oito meses, a receita do setor superou o faturamento do ano passado (R$ 103,7 bilhões).

As principais motivos do resultado foram a valorização dos principais minerais ao longo do ano e a alta do dólar. Do faturamento total do setor, o minério de ferro é responsável por R$ 162 bilhões. O segundo principal produto é o ouro, com receita bruta de R$ 18 bilhões, seguido pelo cobre, com R$ 11 bilhões em faturamento.

Em toneladas, a produção do setor cresceu 9% entre janeiro a agosto de 2021, em comparação ao mesmo período do ano passado, chegando a 833 milhões de toneladas. As exportações também registraram alta de 94% no período, elevando a participação do setor mineral no saldo comercial do país de 49% para 69%.

“O cenário não poderia ser mais positivo para as linhas de PU (poliuretanos) da UBE”, celebra Paula Alves Donnantuoni, da área de desenvolvimento de Negócios da UBE América Latina. Segundo a especialista, estes materiais são ideais para diversas aplicações no setor de mineração, sendo as principais as peneiras, revestimentos de bombas e hidrociclones.

Para esta indústria, a UBE oferece as plataformas de soluções Eternacoll e Eternathane, cujas propriedades podem ser adaptadas de acordo com a aplicação. Entre os principais benefícios, afirma a UBE, está o melhor desempenho gerado pela retenção das propriedades por mais tempo, que resulta em otimização da estabilidade térmica, resistência ao óleo, estabilidade hidrolítica, resistência à intempéries e resistência química. “As soluções da UBE garantem eficiência e resistência em ambientes industriais agressivos e condições adversas, gerando um produto com maior durabilidade”, afirma Paula.

O poliuretano elastômero é um produto cada vez mais sofisticado e em linha com as atuais exigências tecnológicas de diversos mercados. “Sabemos que num segmento altamente competitivo como a mineração, cada centavo economizado e cada minuto ganho nas paradas para manutenção impactam positivamente nos resultados e garantem maior eficiência e agilidade”, explica Paula.

E completa: “Trata-se de aplicações que exigem durabilidade e resistência e é exatamente isso que os produtos à base de policarbonatos dióis Eternacoll e os pré-polímeros Eternathane da UBE oferecem: resistência superior à das demais soluções encontradas no mercado, com um custo similar ao ofertado nas soluções já conhecidas.”

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de policarbonato diol – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América do Sul, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

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Termotécnica e a startup Sensorweb firmam cooperação técnica e lançam solução de monitoramento da Cadeia Fria

16/11/2021

Solução atende às especificações do marco regulatório RDC 430/20 da Anvisa, que dispõe sobre boas práticas de Distribuição, Armazenagem e Transporte de Medicamentos termolábeis

A Termotécnica, empresa atuante no segmento de embalagens técnicas em EPS (Poliestireno Expandido), que há mais de duas décadas atende ao segmento da Cadeia Fria, fornecendo para as campanhas de vacinação do Ministério da Saúde, está lançando a marca TermoChain com uma linha de soluções para controle e monitoramento de temperatura em armazenagem e transporte de medicamentos termolábeis. Para atender às especificações do marco regulatório RDC 430/20 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que dispõe sobre as Boas Práticas de Distribuição, Armazenagem e de Transporte de Medicamentos, a Termotécnica firmou uma cooperação técnica com a startup Sensorweb. Desta maneira, o mercado pode combinar as tecnologias destas empresas para cumprir a nova regulamentação da Anvisa, que passou a vigorar a partir de março de 2021, e que exige que as empresas do setor se adequem, mantendo o monitoramento e controle da temperatura de medicamentos e vacinas em toda a cadeia de distribuição.

“Estamos sempre atentos às novas tendências tecnológicas, às mudanças de comportamento dos consumidores e às necessidades dos clientes para agregarmos as expertises de nosso time multidisciplinar para desenvolver e lançar no mercado soluções inovadoras de forma rápida e eficiente. Agora, em cooperação técnica com a Sensorweb, a Termotécnica oferece uma solução completa, integrando as embalagens para acondicionamento, transporte e conservação de produtos termossensíveis, com sensores físicos e sistema on-line para rastreamento, controle e monitoramento da temperatura ao longo da cadeia logística”, diz o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Douglas Pesavento, CEO da Sensorweb, complementa: “Além de uma solução inovadora, esta cooperação técnica visa oferecer uma alternativa especializada e com respaldo de anos de atuação em cadeia fria de ambas as empresas para apoiar o mercado na adequação à RDC 430/20”. A startup Sensorweb, com sede em Florianópolis (SC), oferece soluções de Internet das Coisas (IoT) e é referência no monitoramento de temperatura para a cadeia fria da Saúde no Brasil. Com uma solução de IoT, está presente em unidades de saúde de mais de 220 clientes e parceiros, compreendendo mais de seis mil sensores de monitoramento instalados em hospitais, clínicas e operadores logísticos que atendem ao segmento, afirma a empresa.

A Termotécnica é fornecedora para campanhas de vacinação nacional como a do H1N1, produzindo conservadoras que abrangem rotas de até 120 horas. Especificamente para transportar as vacinas para Covid-19, as conservadoras da Termotécnica estão sendo utilizadas com diferentes tecnologias e elementos de refrigeração, para atender cada uma das faixas de temperatura, sejam elas de 2 a 8°C ou de -70°C. “Por suas características térmicas, o EPS proporciona grande estabilidade de temperatura, além de ser capaz de absorver impactos e garantir assim a integridade dos medicamentos”, complementa o Gerente de Inovação Empreendedora, Alexandre Cotrim.

A manutenção da temperatura em níveis adequados na indústria farmacêutica e nos serviços de saúde é fundamental, especialmente num país de dimensões continentais e características climáticas regionais, como é o caso do Brasil. “A temperatura é um dos pontos críticos para a indústria farmacêutica. É uma verdadeira corrida contra o tempo. E agora, com a nova resolução da Anvisa, as empresas fornecedoras da Cadeia Fria terão que se adaptar e passam a contar com soluções que se complementam, como é o caso do que estamos oferecendo ao mercado com a linha TermoChain”, explica Albano Schmidt, da Termotécnica.

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Produção da indústria de embalagens flexíveis reage no terceiro trimestre de 2021

16/11/2021

Mesmo com o desempenho da economia inferior ao esperado, a indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis registrou no terceiro trimestre de 2021 uma produção 2,6% superior à do trimestre anterior, puxada pelo melhor desempenho de setores como higiene, limpeza, agropecuária e pet food. No acumulado de janeiro a setembro de 2021, o setor cresceu 0,1% em relação a igual período de 2020.

“Os fatores que impediram a recuperação da macroeconomia – basicamente os altos custos logísticos de importação e a demanda do consumidor final ainda tímida por conta da alta da inflação e da estagnação dos salários – não impediram que nosso setor tivesse um melhor desempenho”, celebra Rogério Mani, empresário e presidente da ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis.

Segundo pesquisa W4Chem, feita com exclusividade para a ABIEF, foi possível observar que, apesar do bom desempenho dos principais setores demandantes de embalagens flexíveis no início do 3º trimestre, eles perderam força em agosto. Por outro lado, as indústrias de alimentos e bebidas apresentaram crescimento em agosto, mas sobre uma base fraca de comparação.

A expectativa da W4Chem para o quarto trimestre é boa, em função principalmente da aposta nas comemorações de final de ano. Outros fatores que deverão ter impacto positivo são o avanço da vacinação e o fato das grandes cidades estarem ponderando a redução de medidas restritivas. “Contudo, as empresas do setor plástico ainda reportaram, na sua maioria, uma performance fraca no 3T. Mas estamos confiantes na recuperação no 4T, apesar do otimismo dos meses anteriores ter esfriado”, analisa Mani.

Foram produzidas 536 mil ton de embalagens plásticas flexíveis no 3ºT contra 523 mil ton no trimestre anterior. Desse total, 95% foram produzidas com matérias-primas virgens e 5% com resinas recicladas. A indústria de alimentos permaneceu como principal cliente, absorvendo 222 mil toneladas do total produzido. Outros importantes clientes do setor foram: aplicações industriais, 89 mil ton; agropecuária, 64 mil ton; bebidas, 49 mil ton; e descartáveis, 43 mil ton. 75% do total foram produzidos com PEBD (polietileno de baixa densidade) e PEBDL (polietileno linear de baixa densidade); PP (polipropileno 16%); e PEAD (polietileno de alta densidade) 9%.

Sobre a balança comercial, o estudo da W4Chem identificou que foram importadas 17 mil ton de embalagens flexíveis e exportadas 33 mil ton no 3T. Os principais tipos de embalagem importadas foram chapas, folhas autoadesivas e BOPP que, juntas, representaram 75% do total. As chapas e as folhas autoadesivas também foram as principais embalagens flexíveis exportadas, somando 88% do volume total.

Com mais de 44 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Gatron fabrica defletores de caminhão-conceito criado pela Volvo

16/11/2021

  • Feitas de compósitos, peças combinam design sinuoso, resistência e baixo peso
  • Defletores laterais e traseiros moldados pela Gatron através do processo de infusão

Denominado Efficiency Concept Truck, o veículo-conceito criado pela Volvo serviu de plataforma para a antecipação de novas tecnologias, entre elas a de um rodotrem basculante desenvolvido pela Randon Implementos, que é uma tonelada mais leve que os convencionais.

É nesse rodotrem, chamado de Concept Trailer, que foram instalados dois defletores laterais e três traseiros produzidos pela Gatron.

Reproduzir o design sinuoso foi um dos maiores desafios do projeto

“Nossa equipe de engenharia atuou bem próxima ao time da Randon para chegar ao melhor resultado em termos de design aerodinâmico e peso dos defletores”, afirma Camila Scarmin, gerente comercial da Gatron.

Fabricados pelos processo de infusão, os defletores têm 1,8 m (laterais) e 2,4 m (traseiros) de comprimento. Reproduzir o design sinuoso foi um dos maiores desafios do projeto. “A infusão possibilitou a moldagem com alto teor de fibras de vidro, ou seja, conseguimos produzir componentes leves e muito resistentes. Além disso, mantivemos fielmente as linhas do design da peça, o que fez toda a diferença no projeto final”, salienta Camila.

Um dos principais desafios desse projeto ficou por conta da produção de moldes que reproduzissem exatamente o design sinuoso dos defletores. “O fato de contarmos com a operação 100% verticalizada foi determinante para que tivéssemos sucesso na transformação de desenhos em peças prontas para serem instaladas no caminhão”, completa.

Fundada em 1989, na cidade de São José dos Pinhais (PR), a Gatron é uma empresa especializada no desenvolvimento de soluções por meio da transformação de materiais compósitos e plásticos de engenharia. Com presença nos setores de geração de energia eólica, agrícola, implementos rodoviários, arquitetura e automotivo, a Gatron atua em todas as etapas dos projetos, da concepção e modelagem à execução, acabamento e instalação.

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Gamut Capital compra Davis-Standard

11/11/2021

A Gamut Capital Management, LP, uma firma de private equity com sede em Nova York, anunciou em 9 de novembro último que assinou um acordo definitivo para adquirir a Davis-Standard, LLC e suas afiliadas da ONCAP, a plataforma de private equity da Onex.

A Davis-Standard é um fornecedor líder de sistemas de extrusão e transformação e de produtos e serviços pós-venda para embalagens rígidas, embalagens flexíveis e mercados finais de infraestrutura, com uma base instalada de aproximadamente US $ 7,5 bilhões em equipamentos globalmente.

“Estamos entusiasmados com a parceria com a equipe Gamut durante esta próxima fase da longa história da Davis-Standard como fornecedora de soluções de engenharia para uma extensa base de clientes líderes do setor. Os recursos que a Gamut traz para este investimento nos permitirá não apenas acelerar o crescimento em nossos mercados, mas também transformar a Davis-Standard em um negócio líder global em soluções de processos de valor agregado ”, disse Jim Murphy, CEO da Davis-Standard. “Alcançamos grande crescimento e desempenho sob a bem-sucedida propriedade da ONCAP e esperamos alavancar a base sólida que construímos à medida que avançamos para a nossa próxima fase de crescimento.”

Jordan Zaken, Sócio Fundador da Gamut, disse: “Estamos muito entusiasmados em continuar a fazer a empresa crescer junto com a equipe de gerenciamento da Davis-Standard. Como um player líder em tecnologias de extrusão e conversão para os setores de embalagem e infraestrutura, a Davis-Standard oferece não apenas a oportunidade de expansão com clientes em mercados finais de rápido crescimento, mas também de estender ainda mais sua oferta de serviços para apoiar seus clientes no mercado pós-venda. A Gamut está animada para continuar a investir no negócio para apoiar as soluções abrangentes que a Davis-Standard fornece a seus clientes nas áreas de eficiência, sustentabilidade e tecnologia de automação. ”

Os termos financeiros da transação não foram divulgados. A transação, que está sujeita às condições habituais de fechamento, deve ser concluída no quarto trimestre deste ano.

BMO Capital Markets e Stifel, Nicolaus and Company atuaram como consultores financeiros e Kirkland & Ellis LLP atuou como consultor jurídico da Gamut. Jefferies e Robert W. Baird atuaram como consultores financeiros da Davis-Standard. BMO Capital Markets e Stifel, Nicolaus and Company estão fornecendo compromissos de financiamento para a transação, sujeitos aos termos e condições habituais.

A Gamut Capital Management é uma empresa de investimento privado com sede em Nova York que administra US $ 1,5 bilhão em ativos voltados para o mercado intermediário. Fundado em 2015, os profissionais de negócios sênior da Gamut executaram investimentos em mais de 50 empresas na América do Norte e Europa.

Fundada em 1848 e sediada em Pawcatuck, CT (EUA), a Davis-Standard é líder global em design, desenvolvimento e distribuição de tecnologia de extrusão e transformação. Seus sistemas abrangem mais de 11 linhas de produtos para oferecer suporte a aplicações de fabricação e clientes em uma ampla variedade de setores, incluindo automotivo, construção civil, produtos de consumo, médico e embalagens. Com mais de 1.400 funcionários em todo o mundo e uma rede de agentes de vendas e fornecedores independentes em quase todos os países, a Davis-Standard possui fábricas e instalações técnicas nos Estados Unidos, Canadá, China, Alemanha, Finlândia, Suíça e Reino Unido.

Foto: Davis Standard

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Lanxess lança composto de poliamida 6 obtido a partir de matérias primas sustentáveis

11/11/2021

  • Segundo a empresa, o novo composto de poliamida 6 feito com 92% de matérias-primas sustentáveis
  • Certificação independente usando o método de balanço de massa torna o conteúdo de matérias-primas sustentáveis ​​transparente e rastreável

A Lanxess está se voltando cada vez mais para as chamadas matérias-primas “circulares” e de base biológica na fabricação de plásticos. O produto mais recente da empresa de especialidades químicas é o Durethan BLUEBKV60H20EF. Segundo a Lanxess, noventa e dois por cento das matérias-primas usadas neste composto de alta fluidez foram substituídas por alternativas sustentáveis. A empresa afirma que esse percentual é maior do que em qualquer outro plástico especial reforçado com fibra de vidro.

O novo tipo de plástico é o primeiro produto da Lanxess na nova série “Scopeblue“. O rótulo da marca identifica produtos que consistem em pelo menos 50% de matérias-primas circulares (recicladas ou de base biológica) ou cuja pegada de carbono é pelo menos 50% menor do que a dos produtos convencionais.

“Um futuro neutro em carbono só pode se tornar realidade se começarmos a usar produtos mais sustentáveis ​”, diz Frederique van Baarle, que chefia a divisão de High Performance Materials (HPM) da Lanxess. “Nosso primeiro produto comercializado sob a marca Scopeblue representa uma solução real para a economia circular. O composto é um material premium certificado que tem como base matérias-primas sustentáveis”, destaca o executivo.

Missão de utilizar 100% de matéria prima sustentável

Uma das matérias-primas usadas na produção desse material à base de poliamida-6 é o ciclohexano de fontes sustentáveis ​​- ou seja, ciclohexano de base biológica, base biológica reciclada ou produzido por meio de reciclagem química. O material também é reforçado com 60% de fibras de vidro, compreendendo resíduos de vidro industrial em vez de matérias-primas minerais. As matérias-primas alternativas que a Lanxess utiliza nos precursores da poliamida 6 são quimicamente idênticas aos seus equivalentes de origem fóssil (“soluções drop-in”), portanto, o novo grade exibe as mesmas características do material virgem e pode ser processado usando-se exatamente as mesmas máquinas e instalações de produção, sem necessidade de trabalho de conversão.

“Este material estrutural de alta resistência e alta rigidez pode ser implantado onde quer que seu equivalente puramente fóssil Durethan BKV60H20EF tenha sido tradicionalmente usado na produção em série – ou seja, na indústria automotiva para a produção de front-ends de carros, pedais de freio e cárteres”, destaca o Dr. Guenter Margraf, Chefe do Gerenciamento Global de Produtos da HPM.

Entretanto, os desenvolvedores seguem focados em conseguir concretizar o uso de mais de 92% de matérias-primas sustentáveis. “Atualmente, estamos trabalhando para aumentar o teor de matérias-primas sustentáveis ​​neste composto para 100%”, diz Margraf. Isso requer amônia sintetizada com hidrogênio neutro em carbono. A médio prazo, a empresa de especialidades químicas também planeja substituir os aditivos usados ​​em seus plásticos por equivalentes sustentáveis.

Outros compostos sustentáveis ​​devem ser lançados

Com Durethan ECOBKV30H20, ECOBKV35H20 e ECOBKV60XF, a Lanxess lançou recentemente três compostos de poliamida 6 contendo 30%, 35% e 60% em peso, respectivamente, de fibra reciclada feita de resíduos de vidro, conforme calculado usando o método de balanço de massa certificado pelo ISCC Plus. Em resposta à demanda dos clientes, esta família de produtos foi estendida nos últimos meses para incluir mais compostos baseados nas poliamidas 6 e 66. A Lanxess também está usando as fibras de vidro recicladas para o reforço mecânico de seus compostos de tereftalato de polibutileno (PBT) da marca Pocan. Os primeiros produtos incluem Pocan ECOB3235 e o retardante de chamas ECOB4239, cada um dos quais contendo 30% em peso de fibras de vidro recicladas, calculadas usando o método de balanço de massa certificado.

Certificação de sustentabilidade independente na cadeia de abastecimento

A origem sustentável das matérias-primas é certificada pelo ISCC Plus (“International Sustainability and Carbon Certification”). Isso se aplica não apenas aos locais de produção da Lanxess em Antuérpia (Bélgica) e Krefeld-Uerdingen (Alemanha), mas também a todos os precursores originados exclusivamente de fornecedores que também são certificados pelo ISCC Plus.

O método de balanço de massa, que foi introduzido com a certificação ISCC Plus, compara as matérias-primas usadas com as quantidades do produto no mercado, a fim de estabelecer uma ligação entre a entrada e a saída para fins contábeis. Se a quantidade de matéria-prima necessária para a fabricação de uma quantidade definida de produto for substituída por alternativas sustentáveis, o método pode ser usado para determinar a quantidade de massa sustentável no produto final. Isso torna as características de sustentabilidade do produto mais claras para os usuários.

O ISCC é um padrão que foi desenvolvido com o propósito de avaliar os requisitos de sustentabilidade da EU RED (Diretiva de Energias Renováveis ​​da União Européia) e está sendo cada vez mais usado em todo o mundo também na indústria química. A Lanxess é membro da ISCC Association e desempenha um papel ativo no desenvolvimento da certificação de sustentabilidade.

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Nova unidade de testes de emissões da Evonik oferece soluções mais sustentáveis para espumas de poliuretano em spray

11/11/2021

  • Melhora na gestão das emissões beneficia o meio ambiente, os aplicadores, os empreiteiros e os ocupantes dos edifícios
  • Evonik oferece porftólio de aditivos para espumas de isolamento de poliuretano sustentáveis

A Evonik lançou uma nova unidade de testes de emissões de espuma de poliuretano em spray em seus laboratórios em Allentown, Pensilvânia (EUA). Com o seu foco em ‘emissões zero’ e soluções aditivas mais favoráveis ao meio ambiente, a nova unidade reflete o compromisso da Evonik em apoiar a indústria de espumas de poliuretano em spray (SPF) no cumprimento de suas metas de sustentabilidade sem afetar o seu crescimento.

Segundo a Evonik, por se tratar de produtos com propriedades termoisolantes, seus aditivos podem reduzir de maneira significativa o consumo de energia e, em consequência, diminuir a pegada de carbono de edifícios construídos com SPF. Levando em conta que a perda energética das construções chega a 40% em razão de vazamentos de ar nos telhados e paredes, a SPF oferece, além do desempenho térmico, a prevenção do vazamento de ar mediante a vedação de frestas, assegura a empresa.

Segundo a Spray Foam Coalition da American Chemistry Council, até 33 bilhões de dólares em custo de energia poderiam ser poupados por ano se os 113 milhões de lares dos Estados Unidos usassem isolamento com SPF. A Evonik afirma que a SPF é mais eficaz que os materiais isolantes alternativos como a fibra de vidro ou a lã mineral, o que contribuiu para que a indústria das espumas de poliuretano da América do Norte registrasse um crescimento de dois dígitos nos últimos anos.

“Durante as últimas duas décadas, a Evonik se manteve na dianteira da indústria de poliuretanos com seu amplo portfólio de aditivos para aplicações no setor de espumas em spray de baixa emissão” disse Ralph Marquardt, responsável pelo negócio de PU na Evonik. “Essas ofertas de especialidades permitiram a introdução e o uso eficiente da próxima geração de agentes de expansão com baixíssimo potencial de aquecimento global”, acrescentou.

Os testes de emissões se tornaram muito mais sofisticados na medida em que os regulamentos ambientais e de segurança de trabalho ficaram bem mais restritivos. Além dos benefícios ambientais da redução dos gases do efeito estufa, produtos com emissões baixas ou zeradas são hoje uma exigência industrial, a fim de encurtar o tempo de reentrada de trabalhadores e a reocupação dos edifícios após a aplicação. As novas instalações de testes de emissões ajudarão os clientes da Evonik a estabelecer protocolos formais de medição e testes em cumprimento às normas ambientais de emissões atuais e futuras, além dos padrões da American Society for Testing Materiais (ASTM).

“Essas melhorias nos testes, aliadas aos nossos profundos conhecimentos na formulação de espumas em spray, asseguram que continuemos criando os melhores e mais limpos aditivos para sistemas de espuma em spray HFO com baixas emissões e resistentes ao frio”, disse Christian Eilbracht, responsável pelo setor de PU Insulation na Evonik. “Apoiamos nossos clientes na fabricação de espumas em spray com melhor desempenho e menos emissões, ajudando-os a cumprir os padrões de referência da indústria, como a certificação Greenguard Gold, por exemplo.

As novas instalações de testes foram inauguradas e aprovadas pela Spray Foam Coalition, uma organização integrada por empresas que produzem e comercializam sistemas de isolamento com espumas de poliuretano em spray, produtos químicos e equipamentos. Outra característica importante da nova unidade de testes é a câmara fria, que permite realizar testes com sprays a temperaturas extremamente baixas de até 0°F (-17,8 °C) para avaliar a capacidade de adesão do produto em condições de frio intenso. Esses testes mais severos em baixa temperatura permitem imitar as condições reais em qualquer época do ano em localidades de clima frio, ajudando a acelerar o tempo de desenvolvimento da formulação e a melhorar o desempenho do produto.

Segundo a Evonik, as suas soluções para os mais novos agentes de expansão HFO (hidrofluorolefinas) têm ajudado a reduzir de maneira significativa a pegada de aquecimento global da indústria de espumas em spray na comparação com os anteriores agentes de expansão HFC (hidrofluorcarbonetos). Esses são comumente empregados em aplicações de espuma de poliuretano que exigem altas propriedades de isolamento como o isolamento por espuma em spray, isolamento de geladeiras/ freezers e o isolamento de painéis para estruturas de construções.

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Lummus e Braskem firmam parceria para licenciamento de tecnologia para dois projetos de eteno verde

10/11/2021

Lummus e Braskem assinam memorando de entendimento para licenciamento em conjunto de tecnologia para produção de eteno verde a partir de etanol, com base no processo operado pela Braskem em sua planta localizada na cidade de Triunfo (RS)

A Lummus Technology anunciou a assinatura de um memorando de entendimento com a Braskem Netherlands B.V., uma subsidiária da Braskem. O memorando de entendimento estabelece o licenciamento da tecnologia de eteno verde, de propriedade da Braskem, para dois projetos de conversão de etanol para eteno, em desenvolvimento na América do Norte e na Ásia, o que sinaliza um interesse global na tecnologia.

“Nossa parceria com a Braskem é um passo muito importante para o fortalecimento da liderança tecnológica da Lummus na transição energética”, afirma Leon de Bruyn, Presidente e CEO da Lummus Technology. “A Lummus, como a maior fornecedora de tecnologia para produção de eteno do mundo, está confiante nas soluções verdes que poderemos desenvolver juntos à Braskem, líder de mercado e pioneira na produção de biopolímeros em escala industrial, reconhecida pela sua atuação na economia circular. Nossa expertise, experiência e recursos coletivos irão acelerar a circularidade em nosso setor e ajudar os clientes a descarbonizar seus investimentos e a fazer produtos mais verdes”.

“A Braskem e a Lummus estão juntando todo o seu conhecimento para fomentar o desenvolvimento da química sustentável”, destaca Walmir Soller, VP de Olefinas e Poliolefinas da Braskem na Europa e Ásia e Líder Global do Negócio de PE Verde. “A Braskem, há mais de 10 anos produzindo o eteno verde a partir do etanol, proveniente da cana-de-açúcar, e a Lummus, com sua capacidade de licenciamento de processos e tecnologias, oferecerão uma base sólida para o crescimento dessa alternativa de fonte renovável, que permite transformar o carbono capturado da atmosfera em plástico e outros produtos químicos, contribuindo para o combate às mudanças climáticas”.

Além do memorando de entendimento, a Lummus e a Braskem estão discutindo um acordo de longo prazo para permitir a Lummus licenciar a tecnologia de eteno verde da Braskem como uma forma de acelerar o uso pelo setor químico de matéria-prima renovável e de combater as mudanças climáticas, convertendo carbono circular da atmosfera em plástico, como uma alternativa ao petróleo. Isso se alinha com os objetivos das duas empresas de ajudar na redução de emissões de carbono e de desempenhar um papel importante na transição energética e na economia circular.

Esse memorando de entendimento também reflete a diretriz empresarial estratégica da Lummus, por meio de sua subsidiária Green Circle, como uma liderança na comercialização e no desenvolvimento de soluções inovadoras para abordar os pilares principais da transição energética, incluindo a reciclagem de resíduos plásticos ao fim de sua vida útil, a produção de químicos sustentáveis feitos a partir de base biológica e as estratégias de descarbonização para ativos existentes e novos.

Líder e reconhecida pelo mercado em tecnologia de eteno, a Lummus licenciou mais de 120 plantas de eteno no mundo todo, representando aproximadamente 40% da capacidade de eteno mundial. A Lummus também concluiu mais de 200 projetos de base, renovação e design de expansão de eteno, mais do que qualquer concorrente em licença tecnológica.

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Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade revela os vencedores de 2021

04/11/2021

Evento acontecerá no dia 09 de novembro, direto de Caxias do Sul (RS), com transmissão ao vivo e participações presenciais e online, reconhecendo cases importantes da indústria do plástico

Valorizar empresas que apostam em ações e produtos diferenciados tanto no quesito de economia circular, quanto de tecnologia nos processos de produção é o principal objetivo do Prêmio Plástico Sul. A revelação dos ganhadores de 2021 acontece no próximo dia nove de novembro, no Castelo Chateau Lacave, na cidade de Caxias do Sul (RS). O evento terá transmissão ao vivo pelo canal TV Plástico Sul no YouTube e para assistir é preciso preencher um formulário no link: https://www.sympla.com.br/premio-plastico-sul-de-inovacao–sustentabilidade-2021__1378997.

Em sua segunda edição, o Prêmio Plástico Sul é realizado exclusivamente através de inscrições de cases com valores sustentáveis e inovadores em 10 categorias. Os trabalhos foram avaliados de forma detalhada por sete jurados experientes na cadeia produtiva do plástico e no universo acadêmico, dentro de critérios estabelecidos pela empresa responsável pela pesquisa e curadoria do Prêmio, Maxiquim. Em 2021 há novidades: a inserção de duas categorias inéditas (Novos aditivos ou biomateriais e Gestão Sustentável) e a abertura para participação de toda a cadeia produtiva. Ou seja, fornecedores, transformadores e indústrias de reciclagem puderam inscrever seus cases, e foram avaliados separadamente através de subcategorias.

Além da divulgação dos vencedores com descrição dos seus cases, a cerimônia online contará com outras ações como enquetes ao vivo no chat com direito a presentes e sorteio de um iPhone 12 e hospedagens para Joinville (SC) no período da Feira Interplast 2022. Para participar dos sorteios é preciso guardar o número do pedido enviado no momento da inscrição e estar assistindo o evento na hora do sorteio.

O Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade tem apoio da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (ABIEF), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Associação Brasileira de Biopolímeros Compostáveis e Compostagem (ABICOM), Plastivida, Instituto Brasileiro do PVC, Instituto Nacional do Plástico, Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins (Adirplast), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás- RS), Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast-RS), Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina (Simpesc), Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado do Paraná (Simpep), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Vale dos Vinhedos (Simplavi).

A premiação conta ainda com o patrocínio Diamante da Braskem e Clean Plastic; patrocínio Ouro ENTEC Polymers, Plastiweber e Grupo Wortex; e patrocínio Prata da Activas, Advanced Polymers, Aluminiplast, Cromex, Deink, GreenMaster, Mais Polímeros, Piramidal, Plasticor, Replas, Rulli Standard, Sicredi e Termocolor. O apoio especial deste ano é da Interplast 2022, Sebrae, Rocaal e Therpol.

O Prêmio Plástico Sul de Inovação & Sustentabilidade é uma realização da Revista Plástico Sul. A Organização da edição de 2021 é do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás).

Conheça as empresas finalistas:

Sustentabilidade

Produção Limpa:
– UNIPAC
– CLEAN PLASTIC
– PLASTIWEBER

Logística Reversa:
– CROMEX
– NILTEX
– TERMOTÉCNICA
– PROQUITEC

Compromisso Social:
– CRISTALCOPO
– ASSOCIAÇÃO MONTENEGRO PARECI
– PLASTIWEBER
– ACTIVAS

Conteúdo Reciclado:
– LORD
– PROQUITEC
– PLASTIWBEBER
– GRENDENE
– TELHAS TELITE
– DEINK

Novos aditivos ou biomateriais
– ERT
– COLORIFX
– RESBRASIL
– TERMOTÉCNICA

Gestão Sustentável
– CROMEX
– EMBAQUIM
– JBS
– ACTIVAS

Inovação

Embalagens Inteligentes:
– UNIPAC
– TERMOTÉCNICA
– PLASZOM

Extrusão:
-C-PACK
– EMBAQUIM
– SULPET
– TELHAS TELITE

Sopro:
– UNIPAC
-EMBAQUIM

Injeção:
– ACTIVAS
– PROQUITEC
– DZAINER

Serviço:
2º Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade
Data: 09 de novembro de 2021
Horário: 19:00
Local: YouTube Plástico Sul TV
Link para inscrições gratuitas: https://www.sympla.com.br/premio-plastico-sul-de-inovacao–sustentabilidade-2021__1378997

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Thangs Edition, evento voltado para o setor de impressão 3D, acontece em novembro

04/11/2021

A terceira edição da Mega Live de Impressão 3D, “Thangs Edition”, que acontece em 15 de novembro, das 9h às 21h, no canal 3D Geek Show no YouTube, apresentará as principais novidades do mercado de impressão 3D, além de muita informação e debates pertinentes para este setor que só no ano passado cresceu 150% no país.

O mercado de impressão 3D vem ganhando espaço no Brasil. Só no ano passado, ele cresceu 150% e a estimativa é que cresça 35% ainda neste ano, chegando a um faturamento de R$ 71 milhões, afirmam os organizadores da Thangs Edition. Para falar mais sobre esse mercado, suas oportunidades e desafios, além de também apresentar as novidades que a indústria oferece para este segmento, milhares de profissionais se envolvem na Mega Live Thangs Edition. O evento acontece em 15 de novembro, das 9h às 21h, no canal 3D Geek Show, do YouTube.

A Live, que entra na terceira edição, é na verdade uma versão digital da Expo3DBr – maior evento voltado ao setor de impressão 3D da América Latina. “Surgimos da necessidade de intensificar a troca de conhecimentos da comunidade de impressão 3D e apresentar para a sociedade o potencial desta tecnologia”, explica Rubens Medido, diretor da Expo3DBr, organizador do evento.

A Mega Live Thangs Edition é dividida entre palestras e debates com profissionais do mercado e conta com a participação de diversos fabricantes de impressoras, filamentos e outros insumos da impressão 3D. No total, cerca de 110 empresas nacionais e internacionais participam do evento e pretendem falar ainda de serviços e manutenção, além de outros temas pertinentes ao conhecimento técnico destes equipamentos.

O empreendedorismo, que é sempre o foco no evento, já que esse é um mercado que tem atraído bastante gente que está iniciando seu próprio negócio, ganha ainda mais destaque nesta edição. “Só para se ter uma ideia, o Brasil reúne atualmente cerca de 100 mil usuários de impressão 3D e mais de um milhão de makers. Assim, empresários do setor – gente que apostou na área e que tem conseguido êxito – também participam do encontro. Eles darão dicas importantes e vão tirar as dúvidas dos espectadores que estão interessados em investir neste segmento”, explica Medido.

“Queremos mostrar para as pessoas que a impressão 3D é uma ferramenta que viabiliza negócios com segurança e baixo investimento. Para isso, informação é vital, assim como a troca de experiências”, completa Cleber Rampazo, organizador do evento.

Os organizadores afirma que esperam a participação de milhares de pessoas nesta edição da Mega Live Thangs Edition. Além de todo o conteúdo informativo, o evento irá distribuir brindes oferecidos pelas empresas parceiras, como cursos, filamentos, impressoras e diferentes insumos. Na edição anterior da Mega Live, foram oferecidos R$ 46 mil em brindes.

Além da Expo3DBr, participam da organização do evento as empresas FabLab 3D Toy, a Revista Impresso 3D, Loja 3DX Filamentos e o Canal 3D Geek Show.

Para mais informações ou para visualizar a programação do evento, acesse o site http://expo3dbr.weebly.com/.

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Arkema apresenta soluções sustentáveis em Seminário sobre Sustentabilidade

01/11/2021

A Arkema, grupo francês líder em materiais especiais, estará presente no Recy-Plastech 2021 – Seminário Internacional de Sustentabilidade e Reciclagem de Plástico. O evento que promove o conceito de sustentabilidade, economia circular, práticas de ESG e reciclagem na indústria de materiais plásticos, acontece nos dias 3 e 4 de novembro e será transmitido pelo Youtube.

No dia 3 de novembro, Raquel Souza, gerente de novos negócios da Arkema, apresenta o Graphistrength (foto), um masterbach de nanotubos de carbono feitos de bio-ethanol. Segundo a Arkema, a solução é uma alternativa bio renovável ao grafeno e usado na melhora da condutividade elétrica, propriedades mecânicas e dissipação eletroestática de inúmeras aplicações como dispersões líquidas, elastômeros, termoplásticos, termorrígidos, cerâmica e tintas, entre outros.

“Com uma produção em larga escala de mais de 400 toneladas por ano, o Graphistrength não gera subprodutos, contribuindo para a sustentabilidade. Estão disponíveis mais de 20 versões de masterbatches Graphistrength de base de polímeros, de elastômeros e em pó para dispersões líquidas desde 2011. A Arkema está engajada em torná-lo uma alternativa mais viável ao mercado de grafeno no Brasil”, afirma Raquel Souza.

Já no dia 4 de novembro, Patrícia Lanzarini, gerente de negócios da Arkema, fala sobre a Elium. Segundo a executiva, a resina acrílica termoplástica líquida é livre de estireno e pode ser usada para a produção de compósitos a baixas temperatura e pressão. A solução oferece a vantagem de reciclabilidade, mas também de termoformagem e termossoldagem para indústrias de energia eólica, automotivo, construção e esportes.

“Elium é uma solução única para a fabricação de compósitos, baseada nos mesmos processos de fabricação usados​​ para produzir peças em resina termofixa. A solução foi vencedora do prêmio internacional Pierre Potier 2020, que reconhece iniciativas do segmento de química para o desenvolvimento sustentável”, conta Patrícia Lanzarini.

Interessados em assistir aos painéis também podem se inscrever no evento e serão direcionados para a página de transmissão da Recy-Plastech 2021 no YouTube, além de receber atualizações sobre a programação.

A Arkema oferece um portfólio de tecnologias de qualidade para atender à demanda cada vez maior por materiais inovadores e sustentáveis. O Grupo está estruturado em 3 segmentos dedicados a Materiais Especiais: Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento. A Arkema oferece soluções tecnológicas para enfrentar os desafios de, entre outras coisas, novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade. O Grupo registrou vendas de € 8 bilhões em 2020 e opera em cerca de 55 países com 20.500 funcionários em todo o mundo.

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Arburg apresenta nova série de injetoras para moldagem multicomponente durante a Fakuma 2021

28/10/2021

Nova máquina Alrrounder More para injeção multicomponente, em exposição durante a Fakuma 2021

Estreia mundial: série Allrounder More de múltiplos componentes

“Estamos muito satisfeitos por finalmente estar de volta aqui na Fakuma em Friedrichshafen e encontrar nossos clientes e parceiros cara a cara.” Este foi o sentimento unânime dos sócios e diretores da Arburg na coletiva de imprensa da Fakuma em 12 de outubro, o primeiro dia da feira. Contando com o maior estande da feira e muitos novos produtos em exibição, incluindo alguns da família Arburg, a empresa fez uma declaração clara em favor de Fakuma e da localização de Friedrichshafen. Sob o lema “O melhor de dois mundos”, a Arburg combinou os principais tópicos do futuro – digitalização, assim como a sustentabilidade e conservação de recursos – com o objetivo declarado de aumentar a eficiência de produção dos clientes e torná-los à prova de futuro a longo prazo .

“Depois de muito tempo sem nenhuma grande feira internacional presencial na Europa, viajamos para Friedrichshafen com muita alegria e entusiasmo e esperávamos por uma Fakuma que fosse o mais ‘normal’ possível”, comentou o Dr. Christoph Schumacher , Diretor de Marketing da Arburg. “Nossas expectativas foram mais do que atendidas: a qualidade dos visitantes profissionais e seu interesse em nossas exposições e inovações foram muito grandes. Muitos tomadores de decisão vieram ao nosso estande para discutir projetos específicos. ”

Referindo-se ao estande expandido de Arburg, a tópicos voltados para o futuro – como digitalização, sustentabilidade e conservação de recursos -, às demonstrações ao vivo, incluindo uma estreia mundial, e à sua numerosa equipe oferecendo suporte e aconselhamento intensivo aos visitantes, Dr. Schumacher acrescentou que o feedback muito positivo de todos os visitantes confirmou que a estratégia da empresa de se mostrar ao máximo e de mandar uma mensagem ao mercado foi um sucesso.

Novidades do “arburgGREENworld”

O programa “arburgGREENworld” reúne todos os aspectos da conservação de recursos e da economia circular. Em seu estande, a Arburg utilizou diversos aplicativos para demonstrar como os recursos podem ser conservados e os materiais podem ser reciclados de maneira sensata. Os exemplos incluíram o processamento de Poliamida 12 transparente, de base biológica, um bio-plástico que contém 39 por cento de matérias-primas renováveis ​​à base de óleo de rícino. Este material foi usado para criar os conhecidos óculos de sol Uvex em um sistema turnkey baseado em uma injetora Allrounder 520 A.

Material reciclado pós-consumo (PCR) foi usado em uma máquina de mesa rotativa Allrounder 1300 T no estande do parceiro da Arburg, Lauffer. No caso de reciclados, as oscilações acentuadas na qualidade do material impõem altas demandas às máquinas injetoras e aos processos de injeção. Para lidar com isso, a Arburg montou um novo “pacote de reciclagem”, que comemorou sua estreia na Fakuma. O pacote inclui várias funções de controle e recursos especiais de plastificação para permitir que os reciclados sejam processados ​​de forma confiável. O pacote de reciclagem está disponível para todos os Allrounders e também pode ser adaptado para modelos mais antigos.

O modo como ocorre a interação entre a sustentabilidade e a digitalização foi demonstrada pelas tecnologias de marcação “CurveCode” e “HolyGrail”, que são soluções inovadoras para separar plásticos por tipo e devolvê-los ao ciclo de materiais.

Crescimento do “ArburgXworld”

O programa da Arburg na Fakuma também refletiu o rápido crescimento do “arburgXworld”. Toda a gama de aplicativos assistentes da empresa estava em exibição, incluindo “aXw Control FillAssist” para simulação de preenchimento em 3D e “aXw Control MeltAssist” para avaliação de processo. Dois novos aplicativos assistentes estavam fazendo sua estreia no show: “AXw Control CycleAssist” para otimização do tempo de ciclo e “AXw Control EnergyAssist” para economia de energia.

Também houve novos recursos para o portal do cliente. O novo aplicativo “AnalyticsCenter” permite que a amostragem e teste de moldes e processos de injeção sejam documentados e analisados. E um recurso de nome “Customer Upload”, permitindo que os clientes adicionem seus próprios equipamentos, foi incorporado ao aplicativo “MachineCenter”.

Estreia mundial: Allrounder More

A nova série de máquinas Allrounder More da Arburg também foi apresentada ao mercado. A série cobre os dois tamanhos 1600 e 2000 e, segundo a Arburg, atende aos mais rigorosos requisitos para a moldagem por injeção de múltiplos componentes com eficiência de produção. De acordo com a empresa, seu design flexível oferece muito mais espaço para moldes maiores e extratores de maior dimensão, além de mais modularidade em sua montagem e facilidade de uso por meio do sistema de controle Gestica. Durante a feira, uma unidade da Allrounder More 1600 produziu uma peça complexa para aplicações tem tecnologia médica.

Made by Arburg: Gestica e acionador da rosca com rolos planetários

Outros pontos focais foram o sistema de controle Gestica e o acionamento da rosca por rolos planetários – ambos “made by Arburg”. Segundo a empresa, o Gestica não só econonmiza tempo no dia-a-dia de trabalho, mas também oferece um alto grau de segurança de TI e permite que os dados sejam analisados ​​diretamente na máquina. A simulação do processo por “aXw Control FillAssist” é única.

A Arburg também destacou seu elemento de acionamento – o acionamento da rosca com rolos planetários – como uma parte importante do trem de acionamento, que é uma característica central para o desempenho e durabilidade de uma máquina injetora e, portanto, um “selo de qualidade”.

Potencial da fabricação aditiva

A manufatura aditiva também desempenhou um papel importante na Fakuma. Foi feita uma apresentação ao vivo do processamento do material de alta temperatura Ultem em um Freeformer 300-3X. Além disso, um grande número de componentes demonstrou o potencial oferecido pela Arburg Plastic Freeforming para os setores de tecnologia médica e automotivo, onde a Arburg está trabalhando em projetos junto com parceiros e clientes. Também representada de forma proeminente no estande da Arburg estava a empresa irmã innovatiQ e seu sistema de impressão LiQ 320, que processa silicone líquido (LSR) usando o processo LAM (Liquid Additive Manufacturing ou Manufatura Aditiva Líquida).

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Milliken adquire a Encapsys

26/10/2021

A Milliken & Company adquiriu a Encapsys, LLC – empresa líder mundial em microencapsulação, pertencente ao Cypress Performance Group LLC. A transação foi oficialmente concluída no dia 18 de outubro.

“Progredir no campo da sustentabilidade requer uma grande reflexão e colaborações poderosas. Estamos entusiasmados em dar as boas-vindas à Encapsys na Milliken”, disse Halsey Cook, presidente e CEO da Milliken & Company. “A experiência da Encapsys, juntamente com a nossa capacidade de desenvolver novas soluções, vai impulsionar nossas operações para levar aos clientes inovações sustentáveis”.

“A Encapsys traz uma combinação única de inovação, ciência e tecnologia para a equipe da Milliken, permitindo aumentar o nosso portfólio de especialidades químicas com alcance global para os mercados e os clientes que atendemos”, acrescenta Cindy Boiter, vice-presidente executiva e presidente da Divisão Química da companhia.

Durante a integração da Encapsys com a Milliken, as operações diárias serão mantidas e sem interrupção, incluindo as parcerias com os fornecedores e clientes já existentes.

Com sede em Appleton, Wisconsin, a Encapsys desenvolveu tecnologias de microencapsulação, que são capazes de colocar um revestimento polimérico uniforme em torno de um material central, em uma ordem de grandeza de mícra (milésima parte de um milímetro), a fim de criar cápsulas. A microencapsulação tem aplicações em todos os setores e ajuda as empresas a alcançar produtos mais sustentáveis, promovendo a entrega eficiente de materiais ativos.

“Os associados da Encapsys estão entusiasmados em se tornarem membros da equipe Milliken e dar as boas-vindas a uma organização de classe mundial no nordeste de Wisconsin”, afirmou Mary Goggans, presidente da Encapsys. “A nossa cultura e os nossos valores são a combinação perfeita e esperamos alavancar os recursos globais da Milliken para acelerar a inovação e o crescimento”.

A Milliken & Company é uma empresa líder global em manufatura com foco em ciência de materiais, possuindo milhares de patentes e um portfólio com aplicações nos setores têxteis, de pavimentação, especialidades químicas e de saúde

Localizada em Appleton (Wisconsin, EUA), a Encapsys é a inventora patenteada da microencapsulação e tem fornecido soluções inovadoras para parceiros na área de cuidados domiciliares, cuidados pessoais, agricultura, têxteis, roupas de cama e papel autocopiativo por mais de 65 anos.

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Stadler renova planta de gestão de resíduos gerida pela FCC Medio Ambiente na Espanha

25/10/2021

A FCC Medio Ambiente concluiu a renovação da unidade de gestão de resíduos do CITR (Centro Integral de Tratamento) localizada em Las Marinas, El Campello, na província de Alicante, que administra desde abril de 2009. A FCC Medio Ambiente, parte do Grupo FCC, fornece serviços ambientais há mais de 110 anos. Hoje, atende 66 milhões de pessoas em mais de 5.000 municípios em todo o mundo. Gerencia anualmente mais de 23,5 milhões de toneladas de resíduos como recurso, por meio de uma rede de mais de 200 complexos de recuperação e reciclagem ambiental.

O CITR (foto acima) é uma grande instalação, com variações extremas na entrada de resíduos. Atende 52 municípios em Marina Alta, Marina Baja e El Campello. Para a reforma da planta, a FCC Medio Ambiente escolheu a empresa alemã Stadler, líder em plantas de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU). “O tamanho da instalação, o curto tempo para concluir as obras e a complexidade adicional de ter que realizar a reforma enquanto a planta estava em operação, foram fatores que influenciaram a nossa decisão de escolher a Stadler”, disse Javier Cerezo, gerente técnico da FCC Medio Ambiente.

Nas palavras de Policarpo Caballero, gestor de projetos da Stadler: “Foi um desafio por vários motivos: o projeto foi executado em 5 fases distintas e tivemos que nos adequar à infraestrutura existente. Num projeto novo é mais fácil encaixar tudo, porque você começa do zero. Neste caso, a precisão foi fundamental para instalar nossos equipamentos sem danificar as máquinas existentes”.

Javier Cerezo acrescenta: “O setor de tratamento de resíduos na Espanha está em constante evolução há muitos anos e continuará evoluindo para responder ao desafio das metas de economia circular européias. Com novas tecnologias como as da Stadler é possível extrair mais materiais com melhor qualidade a partir dos resíduos processados, bem como produzir composto ou combustíveis alternativos”.

Com essa modernização, o CTIR elevou sua atuação ao patamar de usinas recém-construídas e poderá atender aos municípios pelos próximos 15 anos. Ao longo de 3 meses, a Stadler substituiu a tecnologia obsoleta por equipamentos de última geração no setor de tratamento de resíduos.

“O CITR de Las Marinas, em El Campello está em operação desde 2009 e necessitava de uma reforma e modernização. Este projeto surgiu da necessidade de atender às novas regulamentações, que exigem maior valorização de materiais, o tratamento de resíduos orgânicos da coleta seletiva e um gerenciamento mais cuidadoso das emissões de odores. Além disso, uma instalação como o CITR tem um papel fundamental a desempenhar na economia circular”, afirma Javier Cerezo.

Projeto executado com planta em funcionamento

A planta continuou operando normalmente, permitindo ao cliente processar o material durante a implantação do projeto. “Só tivemos que desligar a planta por dois dias. Estamos muito satisfeitos com a excelente colaboração com a FCC Meio Ambiente e por não termos precisado interromper a atividade da planta. Isso foi possível graças a um by-pass projetado com esteiras que estavam na planta, conectando a peneira giratória existente à cabine de triagem, também existente”, explica Policarpo Caballero.

Ana López, responsável pelo desenvolvimento da concepção da reforma por parte da Stadler, afirma: “É importante que a planta não tenha parado de funcionar porque está situada em uma das áreas mais turísticas da Península Ibérica. Funciona praticamente ininterruptamente, 7 dias por semana, 24 horas por dia. Também tem sido um desafio por se tratar de uma instalação de tratamento de resíduos de alta capacidade, com exigentes requisitos de engenharia, tecnologia e mão de obra. Conseguimos isso graças à equipe de montagem da Stadler e a um projeto de fábrica desenvolvido para uma montagem rápida no local. Esses fatores, juntamente com a boa coordenação e o esforço conjunto com o cliente, levaram a um resultado bem-sucedido”.

Javier Cerezo confirma: “Esta remodelação teve de ser efetuada durante o funcionamento da central e tendo em conta a sazonalidade da geração de resíduos nos mais de 50 municípios que serve. Estes municípios, localizados nas regiões de Marina Alta e Baja, abrangem uma grande parte da costa de Alicante com cidades conhecidas como Benidorm, Denia, Calpe e Jávea”.

Projeto em cinco fases para adaptar a planta aos novos requisitos

As cinco fases consistiram na instalação dos novos equipamentos em cinco áreas da unidade: Composto, Refino, Biometanização, RSU e coleta seletiva orgânica. A fim de alcançar a recuperação ideal na separação ótica, a Stadler forneceu e instalou 2 peneiras giratórias para peneirar sacos fechados e garrafas de diferentes tamanhos, 3 separadores balísticos – 2 para cada uma das frações da peneira e um para as frações de resíduos volumosos, após a passagem através de um triturador.

“Na planta de biometanização, instalamos nossas esteiras entre muitas outras esteiras e máquinas existentes. Na planta de RSU, reutilizamos as peneiras giratórias, cabines e alimentadores, e ajustamos as esteiras existentes, alongando-as ou encurtando-as de acordo com as necessidades do novo design da instalação “, diz Policarpo Caballero.

Além disso, a Stadler instalou uma nova linha de pré-tratamento para coleta seletiva de orgânicos para processar esse fluxo separadamente, de acordo com as normas atuais de gestão de resíduos, e uma nova linha de refino de compostagem e separação de vidros.

A integração de uma linha de produção de combustível sólido recuperado (CDR) para cimento é um elemento particularmente inovador da planta reformada. Javier Cerezo explica: “Esta linha incorpora, entre outros processos, uma etapa de secagem a baixa temperatura para garantir a umidade necessária. A planta está equipada com os equipamentos necessários para produzir Combustível Derivado de Resíduo praticamente sob demanda, pois é capaz de controlar parâmetros, como composição, granulometria e teor de umidade”.

Objetivos alcançados

Com este processo, os principais objetivos foram alcançados por meio do projeto de engenharia desenvolvido pela Stadler. São eles: o aumento da capacidade de tratamento e índices de recuperação da planta, a instalação de uma nova linha diferenciada para o tratamento de coleta seletiva de material orgânico, a instalação de uma nova linha de CDR, a melhoria no processo de refino da compostagem e a redução de rejeitos (resíduos enviados para aterro).

“Em suma, o objetivo era reciclar mais e melhor, reduzindo o impacto ambiental”, acrescenta Ana López. “Era uma planta automatizada com separadores óticos, mas com modelos antigos que não mais se adequavam às necessidades da planta. A tecnologia da planta havia se tornado obsoleta e havia chegado ao fim de sua vida útil. Novos equipamentos com tecnologia de ponta eram necessários para atingir os objetivos de tratamento e recuperação do produto desejados”, explica.

“A verdade é que tudo correu muito bem, o trabalho foi concluído a tempo. Tudo graças aos nossos montadores e à boa coordenação com a FCC Medio Ambiente”, conclui Policarpo Caballero. Javier Cerezo concorda: “As equipes de ambas as empresas conseguiram se coordenar perfeitamente e se adaptar às mudanças.”

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

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Covestro expande portfólio de produtos de TPU derivados de fontes alternativas

19/10/2021

Tênis como os da foto poderão começar a ser fabricados com TPU oriundos parcialmente de fontes renováveis, com certificação ISCC Plus,  já no ano que vem

  • Produção de termoplástico de poliuretano (TPU) com pegada de carbono reduzida
  • Disponibilidade prevista para início de 2022

Como parte de seu programa rumo à economia circular, a Covestro segue com a expansão de seu portfólio de produtos derivados de fontes alternativas. Desta forma, a linha de produtos será expandida, com a inclusão de termoplásticos de poliuretano (TPU) certificados por balanço de massa a partir do início de 2022.

Segundo a empresa, os novos produtos são fabricados a partir de matérias-primas bioatribuídas e possuem uma pegada de carbono reduzida, na comparação com seus similares de origem fóssil. Ao mesmo tempo, esses produtos baseados em fontes de matérias-primas alternativas, de composição certificada por balanço de massa, fornecem a mesma qualidade e propriedades, além da possibilidade de serem integrados diretamente aos processos de produção das indústrias, sem necessidade de adaptações na linha. Neste contexto, os produtos finais serão certificados de acordo com o padrão ISCC Plus.

O ISCC (“International Sustainability and Carbon Certification“) é um sistema internacionalmente reconhecido para a certificação de sustentabilidade de biomassa e bioenergia. O padrão se aplica a todos os estágios da cadeia de valor e é reconhecido internacionalmente.

“Estou animada em saber que, em breve, poderemos ajudar nossos clientes das indústrias automotiva, eletroeletrônica, calçadista e tantas outras, a reduzirem sua pegada de carbono com esta solução pronta”, afirma Andrea Maier-Richter, Head Global de TPU da Covestro. “Com a certificação ISCC Plus, queremos fornecer mais transparência – desde a compra de matéria-prima, passando por nossa produção e distribuição, até o uso do cliente. Este é um importante passo para alcançarmos nossa visão de sermos totalmente circulares”.

Maior gama de TPUs mais sustentáveis

A Covestro já lançou vários produtos de TPU baseados em fontes alternativas nos últimos anos, conforme cresce o interesse dos consumidores por produtos mais sustentáveis. No dia 28 de outubro, a Covestro oferece um webinar sobre este tema como parte da série de eventos CE Days.

A marca de artigos esportivos Vaude, por exemplo, pretende usar uma entressola de espuma feita parcialmente de TPU de base biológica em sua nova bota de escalada Lavik Eco. Outros tipos de produtos contêm um componente fabricado com matérias primas oriundas parcialmente do CO2, em vez de matérias-primas de origem fóssil. A linha de TPU da marca Desmopan também inclui uma gama de produtos totalmente reciclados. Eles são utilizados, por exemplo, em capas para smartphones da marca holandesa Fairphone.

Os poliuretanos termoplásticos são plásticos muito versáteis. Eles possuem uma variedade de durezas, são flexíveis e resistentes, sendo altamente adequados para uma série de aplicações.

Balanço de massa cria transparência

O fornecimento de produtos baseados em fontes de matérias-primas alternativas, de composição certificada por balanço de massa, é parte do programa global da Covestro para alinhar-se totalmente à economia circular. O foco em fontes alternativas inclui matérias-primas de base biológica, resíduos plásticos e CO2, além da utilização de energia de fontes renováveis. A empresa também vem colaborando com parceiros no desenvolvimento de tecnologias inovadoras de reciclagem.

No conceito de balanço de massa, as matérias-primas fósseis e alternativas são misturadas na produção, mas tratadas separadamente em sua contabilização. O método de cadeia de custódia permite o rastreio dos materiais em toda a cadeia de valor e permite que recursos alternativos, tais como componentes bioatribuídos, sejam alocados para produtos finais selecionados. Até o momento, três sites de produção da Covestro na Europa e Ásia-Pacífico já foram certificados por seguirem o padrão ISCC Plus.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Dow prorroga inscrições para Packaging Innovation Awards 2021

19/10/2021

Realizado desde 1986, o Packaging Innovation Awards prestigia tecnologias e processos inovadores desenvolvidos por participantes de toda a cadeia de valor do mercado de embalagens.

As inscrições para 33ª edição do Packaging Innovation Awards foram prorrogadas para até o dia 28 de outubro. A premiação, realizada pela Dow, reúne anualmente as principais novidades na indústria de embalagens com foco no avanço tecnológico, na sustentabilidade e na melhoria da experiência do usuário.

“O Packaging Innovation Awards destaca os projetos, novos pontos de vista e ideias que estão ampliando os horizontes da indústria para apresentar verdadeiras inovações que podem simplificar o comércio, impactar a sociedade e impulsionar a economia circular do plástico”, comenta Ana Allegue, diretora de marketing do Negócio de Embalagens Especiais e Plásticos para a América Latina da Dow.

O prazo para submeter um projeto, que pode ser referente a qualquer área da cadeia de valor de embalagem, vai até o dia 28 de outubro e pode ser feito no site: www.dow.com/en-us/market/mkt-packaging/packaging-innovation-award.html. A participação no prêmio é gratuita e os projetos inscritos podem envolver os diferentes tipos de embalagem, desenvolvidas em qualquer material. Todas as inscrições devem contemplar produtos comerciais que estejam no mercado.

“Todas as inscrições serão revisadas e avaliadas por um painel independente e de prestígio de profissionais de todo o mundo, em uma ampla variedade de áreas, incluindo design, engenharia, varejo, conversão e academia. Esses jurados irão analisar e julgar cada projeto com base em três critérios: tecnologia, sustentabilidade e experiência do usuário”, explica a executiva.

Os vencedores na categoria prata, ouro e diamante, além do Prêmio Diamante (de maior honra), que será destinado para o autor do projeto com excelência nas três categorias, serão anunciados no primeiro trimestre de 2022.

“A indústria de embalagens há duas décadas está passando por uma grande transformação, desde a matéria-prima até o chão de fábrica. Essa revolução na cadeia de valor é consequência do impacto da tecnologia, da mudança nos hábitos de compra dos consumidores e da maior consciência, globalmente, do cuidado com o meio ambiente. Os desafios que enfrentamos hoje como setor estão precisamente relacionados a essas questões. Portanto, a inovação é a chave”, finaliza Ana Allegue.

Agenda do Packaging Innovation Awards 2021

Submissão do projeto: www.dow.com/en-us/market/mkt-packaging/packaging-innovation-award.html
Prazo final de inscrições: 28 de outubro de 2021
Prazo para envio de amostras do projeto: 19 de novembro de 2021
Anúncio dos Vencedores: primeiro trimestre de 2022

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Milliken desenvolve embalagem mais sustentável para a Ferrero Rocher

18/10/2021

O movimento global pela sustentabilidade tem engajado cada vez mais empresas da indústria de alimentos, entre elas a Ferrero Rocher, marca italiana de guloseimas e chocolates. Com as melhorias no processo de fabricação das embalagens dos produtos distribuídos na Europa, será possível reduzir os custos operacionais e as emissões de gases de efeito estufa, afirma a empresa.

O projeto das novas caixas em polipropileno – material transparente, leve e reciclável – foi criado pela Milliken & Company, parceira da Ferrero há vários anos. A empresa desenvolveu mais de 20 formulações personalizadas para atender as especificações da Ferrero, visando manter a transparência da icônica caixa de bombons da marca e garantir a qualidade do produto para milhares de consumidores.

“Na Milliken, trabalhamos para resolver os desafios técnicos que nossos clientes nos apresentam”, afirma Ruben Subira, gerente de mercado regional de aditivos para plásticos. “Este projeto com a Ferrero é um grande exemplo de como uma estreita colaboração pode ajudar a entregar soluções de valor agregado”.

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Colorfix lança linhas de aditivos voltadas para a produção de Utensílios Domésticos Sustentáveis

18/10/2021

Segmento exige produtos de qualidade, necessidade de atendimentos às normas, cores, efeitos e texturas diferenciadas

As resinas plásticas mais utilizadas pelo segmento de Utilidades Domésticas (UD) são o Polietileno (PE), o Policloreto de Vinila (PVC) e o Polipropileno (PP). Esses materiais (“commodities” plásticas), segundo a Indústria Brasileira de Transformação e Reciclagem de Material Plástico (Abiplast), representam cerca de 78,3% dos insumos consumidos no país.

Esse é um dos segmentos mais exigentes com os quais a paranaense Colorfix Masterbatches trabalha, seja pelo desenvolvimento de produtos de qualidade, a busca por diferentes efeitos e texturas e também pelo cumprimento das normas exigidas pelos órgãos reguladores como ISO e FDA no caso de embalagens e materiais que têm contato com alimentos.

“Muitos utensílios domésticos duram muitos anos. Em função disso, os clientes do segmento UD sempre buscam conquistar seus consumidores com novidades e inovação como cores, tendências e materiais com diferentes efeitos e texturas, a fim de que os utensílios domésticos deixem de ser apenas funcionais e passem a ser também objetos de decoração, sendo ao mesmo tempo amigos do meio ambiente”, aponta o diretor superintendente da Colorfix Masterbaches, Francielo Fardo.

A Colorfix afirma que vem trabalhando com o desenvolvimento de materiais para gerar produtos sustentáveis, com maior durabilidade e vida útil mais longa. Outra característica buscada, no caso dos Biodegradáveis, é que o impacto ao meio ambiente seja o menor possível durante a decomposição do material.

“Ao propor novas soluções ao mercado, discutimos incansavelmente as alternativas que levem a caminhos da preservação ambiental, com a redução da produção do lixo, bem como a possibilidade da reciclagem de materiais. Para as linhas de utensílios domésticas, não tem sido diferente: são horas de estudos antes de colocar a solução no mercado”, aponta Francielo que destaca quatro destas inovações disponibilizadas pela empresa ao segmento UD. “Temos a linha de aditivos Revora PCR, Revora ADI, Revora PE Verde e as cores da linha Revora BIO e Revora PE verde que agregam valor e ajuda na preservação do meio ambiente”.

Atualmente, a Colorfix diz contar com mais de 70 mil itens desenvolvidos entre aditivos e cores tendências disponíveis a seus clientes. Segundo a empresa, as linhas de aditivos tem as seguintes características:

  • RevoraAdi (não compostável): aditivos que agregam sustentabilidade ao processo e/ou produto de transformação de plástico que precisa utilizar resina virgem. A Colorfix afirma que esses aditivos diminuem desperdício de matéria prima, aumentam a produtividade das máquinas economizando energia elétrica e aumentam a durabilidade dos produtos finais, diminuindo a geração de resíduos.
  • RevoraBio (compostável): Segundo o fabricante, são masterbatches e aditivos 100% biodegradáveis, tornando o produto plástico final 100% compostável.
  • RevoraVerde (não compostável): São masterbatches e aditivos que usam como veículo resinas de obtidas a partir de fontes renováveis, como a cana-de-açúcar. De acordo com a Colorfix, esses produtos diminuem a pegada de carbono e tornam possível produtos feitos 100% de bioplásticos.
  • RevoraPCR: São concentrados de aditivos ou cor veiculados em resina pós-consumo, fabricadas a partir de plásticos já utilizados, recolhidos, reciclados e que retornam à indústria para serem transformados novamente. Geralmente perdem propriedades mecânicas e possuem dificuldade de coloração, uma vez que são mais escuras que uma resina virgem. Segundo Colorfix, esses aditivos aumentam as propriedades mecânicas de resinas pós-consumo e possui cores para que o produto final (foto) tenha resultados muito próximos àqueles feitos com resina virgem.

A Colorfix Masterbatches, desde 1990, trabalha no desenvolvimento de concentrados de cor e/ou aditivos para processos e produtos de plásticos. Com a matriz localizada em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná, a companhia conta ainda com unidades em São Caetano do Sul (São Paulo) e Jaboatão dos Guararapes (Pernambuco).

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Associados à Adirplast investem em soluções voltadas para a sustentabilidade

18/10/2021

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) vem trabalhando para estimular os aspectos de sustentabilidade entre seus associados e clientes. Como entidade representativa dos distribuidores de resinas plásticas, filmes biorientados, plástico de engenharia e masterbatches, atua no processo de conscientização e de busca por soluções mais verdes, tanto para serem oferecidas aos seus clientes como para serem utilizadas dentro de suas empresas. “Reforçamos sempre junto aos nossos clientes o uso consciente do plástico como matéria-prima e a importância de se evitar o desperdício durante os processos produtivos. Acreditamos, além disso, que o descarte inadequado dos materiais recicláveis, não apenas do plástico, é, na verdade, o vilão a ser combatido, porque o plástico é um material excepcional, quando usado e descartado corretamente, além de reciclado”, exemplifica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

Além de reforçarem o tema da reciclagem, muitas empresas associadas à Adirplast oferecem aos seus clientes produtos que ressaltam aspectos da sustentabilidade. Essas empresas buscam se engajar na agenda ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) dentro de seus negócios.

A Polymark, por exemplo, afirma desenvolver, juntamente com seus fornecedores e clientes, modelos de negócios para otimizar a coleta de resíduos, maximizando a capacidade de reciclagem. “O sentimento antiplástico está em total contradição com os pontos fortes que estes materiais podem oferecer, tanto no contexto ambiental quanto na nossa vida cotidiana. A embalagem plástica funcional (com reduzida espessura e uso de monomaterial) é uma ferramenta fundamental na prevenção do desperdício de alimentos e amplia ativamente sua vida útil. O BOPP é um filme de baixíssima espessura e com alta barreira, o que proporciona baixa emissão de carbono com excelente funcionalidade”, explica Cláudia Savioli, diretora da Polymark.

A TIV-Bio Representações também diz oferecer soluções inovadoras para reciclagem. “Comercializamos um aditivo, que, quando mesclado nas resinas poliolefínicas, as transforma em materiais plásticos com biodegradação acelerada em ambientes de descarte urbano. Essa tecnologia complementa o sistema de reciclagem pois gera subprodutos na biodegradação dos materiais”, conta Tamas Vero, diretor da TIV-BIO.

O executivo ainda explica que alguns subprodutos dessas resinas, misturadas ao aditivo, podem gerar biogás, utilizado para gerar energia e água bruta para irrigação. “A utilização de nossos produtos é de suma importância para a sustentabilidade dos produtos plásticos à base de poliolefinas. Utilizando essas medidas, aliadas a outras, como a reciclagem, podemos retirar do ambiente os plásticos no formato atual – que podem ser poluentes se descartados erroneamente”.

Outra empresa associada, a Entec, também segue o conceito de sustentabilidade. “Há dois anos, oferecemos aqui no Brasil o PLA – biopolímero ácido poliláctico, que é biodegradável. Porém, para que isso aconteça, o ambiente precisa ser adequado (ambiente aeróbico para que ocorra a compostagem)”, explica Osvaldo, Gerente Geral da Entec.

Cruz explica ainda que o PLA ofertado pela Entec é usado em filamentos para impressão 3D. “Além disso, estamos em processo de negociação com fornecedores de materiais que contribuem e facilitam a biodegradabilidade dos polímeros plásticos fósseis”, diz. O executivo também reforça que a empresa trabalha para desenvolver alternativas de materiais que mitiguem o grande desafio que representam os plásticos pós-consumo na natureza.

A Activas é outra empresa associada que investe em sustentabilidade. “Oferecemos ao mercado biopolímeros de fonte renovável, biopolímeros compostáveis, assim como soluções pós-consumo. Além disso, desenvolvemos o serviço de Logística Reversa das sacarias e big bags, para que possamos, por meio de um parceiro, transformá-los em resina novamente para voltar ao mercado e, assim, completar o ciclo de economia circular”, explica Fernanda Boldo, diretora da Activas.

Boldo conta ainda que a Activas, ao longo dos últimos dois anos, tem passado por um processo importante em suas políticas, em sua gestão e na forma holística de olhar seu negócio. “Trocamos toda a frota de 20 caminhões por modelos do padrão Euro 5, mundialmente reconhecidos por sua ecoeficiência, como parte das ações para compensar as emissões de carbono – que, inclusive, foram expandidas para além de 100% da frota própria. Compensamos as emissões de todos os escritórios e unidades, assim como a frota terceirizada, chegando a 890 mil kg de CO2. Conquistamos o selo IT Green pela adoção de práticas que resultam no uso dos recursos tecnológicos da maneira mais ‘limpa’ possível, cuidando para que as atividades de TI (tecnologia da informação) não tragam consequências negativas para o meio ambiente.”

No segmento de masterbatches, a empresa associada Colorfix também mantém uma pesquisa contínua para expansão de sua linha de produtos sustentáveis. “Neste momento, estamos trabalhando com aditivos para melhoria da resistência de PLAs através do uso de fibras naturais. Acreditamos que podemos sempre exercitar o olhar para novidades e incentivar políticas sustentáveis e com maiores cuidados com o meio ambiente”, conta Francielo Fardo, diretor da Colorfix.

Em abril deste ano, a empresa lançou a linha Revora, composta por pigmentos e aditivos pensados para a economia circular. Nela, a empresa trabalha com o PCR, compostáveis, plástico verde e aditivos de otimização de processos. “Apresentamos masterbatches e aditivos que usam como veículo resinas de fonte renovável, como cana-de-açúcar. Diminuem a emissão de carbono e tornam possíveis os produtos feitos 100% de bioplásticos.”

Fardo explica que a implantação do projeto de sustentabilidade envolve todos os setores da Colorfix. “Geramos uma conscientização coletiva sobre os cuidados com o meio ambiente. Acreditamos que é essencial pensar não somente nos clientes, mas em todos os agentes envolvidos em nosso processo produtivo”, finaliza.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes biorientados, plásticos de engenharia, masterbatches e compostos. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros, masterbatches e filmes biorientados comercializados no país. Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil.

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Termotécnica lança novos modelos de conservadoras em EPS para acondicionamento de frutas e hortaliças

14/10/2021

A Termotécnica está lançando dois novos modelos de conservadoras. Segundo a empresa, a sua nova conservadora DaColheita de 8 quilos multiuso, direcionada para atender ao mercado de uvas na sacola, em seus diversos tamanhos, pode também ser usada para outros tipos de produtos frescos. De acordo com a Termotécnica, essa nova embalagem amplia a capacidade de volume interno nas conservadoras, proporcionando melhor aproveitamento logístico.

Já a nova conservadora multiuso de 5 quilos para cumbucas pode ser utilizada para qualquer produto fresco comercializado neste formato, como uva, caqui, pitaya, kiwi, tomate e outras frutas e hortaliças. De acordo com o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt “além de todas as vantagens logísticas e de preservação da qualidade dos produtos frescos acondicionados em comparação com outros tipos de embalagens, as conservadoras DaColheita diminuem custos e reduzem perdas de alimentos na cadeia”.

A Termotécnica afirma que as suas soluções pós-colheita podem ampliar em até 30% o shelf-life dos produtos acondicionados, além de reduzir a absorção de impactos no transporte e melhorar a exposição no varejo.

29 de Setembro: Dia Internacional da Conscientização sobre Perda e Desperdício de Alimentos

No dia 29 de setembro foi comemorado o Dia Internacional de Conscientização sobre Perda e Desperdício de Alimentos, iniciativa da ONU para alertar sobre o impacto da segurança alimentar e nutricional na vida das pessoas. No Brasil, 116,8 milhões de pessoas não têm acesso pleno e permanente a alimentos (Fonte: Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar). No mundo todo, 1/3 de todo o alimento produzido é perdido nos processos de produção e distribuição ou vão para o lixo nas etapas de comercialização e consumo. O problema, que aumentou durante a pandemia da Covid-19, se agrava ainda mais com as perdas em todo o processo de produção e distribuição dos alimentos, o que pode ser combatido com soluções que diminuam a perda e desperdícios de alimentos em toda a cadeia de consumo.

A Termotécnica é uma das poucas empresas brasileiras a figurar desde 2014 entre as signatárias do Save Food Initiative, iniciativa da FAO (Food and Agriculture Organization) / ONU para combate à fome por meio da redução no desperdício de alimentos. A empresa afirma que as suas conservadoras DaColheita aumentam o shelf life (tempo de prateleira) dos alimentos e, dessa forma, contribuem para reduzir significativamente as perdas, mantendo a qualidade e frescor dos FFLVs (Flores, Frutas, Legumes e Verduras) em todo o pós-colheita. As conservadoras já são largamente utilizadas pelo mercado em todo o Brasil, além de serem usadas na proteção de produtos frescos exportados.

Redução da pegada ambiental no transporte de frutas

A Termotécnica encomendou um estudo realizado pela consultoria ambiental Green Domus, onde foram comparadas as emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa) para transporte de cargas de uvas e de mangas, simulando um cenário em conservadoras e paletes de EPS e em caixas de papelão com paletes de madeira. “O mundo e os mercados estão cada vez mais exigentes quanto à pegada ambiental das empresas e estamos comprometidos com esta agenda, apresentando soluções que estão em linha com essas demandas”, afirma o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Foram feitos comparativos em transporte rodoviário no Brasil para as cargas de uva e também combinando os modais rodoviário nacional / aéreo internacional na exportação de manga para a Europa. Ambos os estudos mostram que a utilização de soluções de embalagens em EPS DaColheita contribuem para a redução da pegada ambiental no transporte de frutas.

No primeiro cenário, foi feito o comparativo do transporte de uma carga de uva (110 caixas) com ambos os tipos de embalagens, no trecho entre Petrolina (PE), onde a Termotécnica tem unidade fabril, e a Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), via transporte rodoviário em caminhão de baú refrigerado padrão. Como resultado, as emissões presentes no transporte terrestre de uva em embalagens e paletes de EPS foram 9,52% menores do que em embalagens de caixas de papelão e paletes de madeira, uma diferença de 89,13 toneladas. Como comparação, no ano de 2019, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e da plataforma SEEG (Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa), a emissão diária per capita do brasileiro é de 28,25 KgCO2 e/dia. Conclui-se, portanto, uma redução de CO2 equivalente às atividades diárias de 3.155 pessoas.

Estudo similar, que também envolveu os dois tipos de materiais para as embalagens, foi realizado com uma carga de manga (110 caixas) entre Petrolina (PE), Viracopos (SP) e Lisboa (POR), sendo o primeiro trecho por transporte terrestre e o segundo por via aérea. Neste cenário, as emissões de GEE somadas no transporte terrestre e aéreo de manga em embalagens e paletes de EPS foram 5,44% menores que o transporte de manga em embalagens de caixas de papelão e paletes de madeira. A diferença no transporte de manga foi de 2.492,39 toneladas. Esta quantidade equivale a emissões de 88.226 pessoas/dia.

A empresa enfatiza que, em resumo, o uso das conservadoras em EPS reúne três características de sustentabilidade:

1) Na reciclagem pós-consumo, já que o EPS é um material que pode ser 100% reciclado e se transformar em matéria-prima para outras aplicações, como rodapés e molduras.

2) Aumento do shelf-life (vida de prateleira) dos produtos frescos em até 30%, o que contribui para a redução do desperdício na cadeia de distribuição e consumo.

3) Redução da pegada de carbono, com a diminuição da emissão de CO2 equivalente no transporte, em função do seu peso mais leve, o que reduz o consumo de combustível.

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Sealed Air amplia portfólio para e-commerce e lança no Brasil almofada de ar feita com plástico reciclado

13/10/2021

Fabricante de embalagens e soluções de proteção, a Sealed Air Brasil complementa seu portfólio local para o segmento de proteção com a chegada da almofada de ar EarthAware. Segundo a Sealed Air, a solução foi desenvolvida a partir de matéria-prima composta por pelo menos 95% de polietileno reciclado de origem pós-industrial, sendo 100% reciclável.

Muito utilizada por indústrias de diferentes segmentos – como eletrônicos, decoração e produtos com alta fragilidade – almofadas de ar são necessárias para o preenchimento de espaços vazios dos pacotes e na proteção das mercadorias durante seu percurso até o consumidor, minimizando impactos que podem causar avaria. Além de colaborar com uma operação mais sustentável, as almofadas de ar feitas de polietileno reciclado possuem alta densidade e maior espessura que as tradicionais, permitindo maior resistência e proteção.

Segundo a Sealed Air, a almofada de ar EarthAware apresenta durante todo seu ciclo de vida – fabricação, transporte e descarte – uma redução de 52% no consumo de combustíveis fósseis em comparação com soluções tradicionais, além de reduzir em 44% o consumo de água, quantia equivalente a 31 piscinas olímpicas.

“Com o avanço do e-commerce, decidimos investir ainda mais em soluções inovadoras para este mercado. O EarthAware é uma solução perfeita para o varejo eletrônico nacional, já que além de oferecer alta qualidade técnica, contribui para redução do impacto ambiental”, destaca Flávia Moreira, Gerente de Marketing para Fullfilment e Indústria da Sealed Air na América Latina. A executiva pontua também que a EarthAware foi desenvolvida para retornar ao ciclo da reciclagem, favorecendo assim, a economia circular.

Até 2025, a empresa tem como meta intensificar esforços para desenvolver soluções de embalagem 100% recicláveis ou reutilizáveis e atingir 50% de conteúdo reciclado, em média, em todas as soluções de embalagens.

O portfólio de soluções da Sealed Air inclui embalagens para alimentos da marca Cryovac, embalagem protetora da marca Sealed Air, sistemas automatizados da marca Autobag e embalagem da marca Bubble Wrap. Segundo a empresa, as suas marcas impulsionam o comércio por meio de soluções de embalagem e automação que levam proteção para o transporte mundial de mercadorias. A Sealed Air gerou US $ 4,9 bilhões em vendas em 2020 e tem aproximadamente 16.500 funcionários que atendem clientes em 115 países.

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Braskem e Antilhas fornecem embalagem stand-up-pouch monomaterial para o relançamento de linha de arroz da Mãe Terra

13/10/2021

Com essa parceria, Mãe Terra é a primeira marca a utilizar o produto no mercado alimentício.

A Braskem e a Antilhas, empresa brasileira atuante no mercado de embalagens, passam a fornecer à Mãe Terra a embalagem stand up pouch (SUP) monomaterial, lançada ao mercado em 2019. O novo produto, feito 100% em polietileno, sem laminação, e que traz características sustentáveis e ciclo circulares, será utilizado pela primeira vez no setor alimentício para embalar a nova linha de arroz especial Ritto.

Como o nome sugere, as embalagens monomateriais são produzidas a partir de uma única matéria-prima, característica que garante alto índice de reciclabilidade por não possuir mistura de materiais na formulação do produto. Além disso, sua reciclagem gera uma resina reciclada pós-consumo de maior qualidade e com uma gama maior de possibilidades de aplicação.

De acordo com Américo Bartilotti, diretor do negócio de embalagens e bens de consumo da Braskem, a iniciativa é reflexo do empenho da empresa em estimular o ciclo sustentável na cadeia plástica. “Temos um compromisso público com a economia circular de carbono neutro e entre nossas premissas está o trabalho com parceiros na concepção de produtos que ampliem a eficiência da reciclagem e o retorno do produto à cadeia. Temos muito orgulho da trajetória construída em parceria com a Antilhas. Nossos times de Pesquisa & Desenvolvimento conseguiram desenvolver uma solução monomaterial que atende às necessidades do mercado e, ao mesmo tempo, aborda a questão da reciclagem”, afirma.

A produção das embalagens foi realizada com a tecnologia EB (Electron Beam), processo de impressão externa por cura com feixe de elétrons, patenteado com exclusividade pela Antilhas. Segundo a empresa, essa tecnologia garante qualidade de impressão superior, com o mesmo brilho de material laminado e possibilidade de acabamentos externos com apelo sensorial. Além disso, garante a Antilhas, a tecnologia permite benefícios adicionais no processo operacional: redução de até 50% no consumo de energia elétrica, sem perder a qualidade de cor e brilho do material final; e redução de até 95% dos compostos orgânicos voláteis, fator que reduz a emissão de gases causadores do efeito estufa.

“A inovação e compromisso com o meio ambiente são dois pilares que fazem parte do nosso DNA. A embalagem stand up pouch 100% PE, desenvolvida em parceria com a Braskem, é fruto de muita pesquisa e dedicação que resultaram no desenvolvimento da impressão em EB e em um produto sem a necessidade de laminação. O lançamento do Ritto, em conjunto com a Mãe Terra, é a confirmação que nossos esforços valeram a pena”, comenta Rodrigo Massini, gerente executivo da Antilhas.

Para Isis Bialoskorski, gerente de marketing da Mãe Terra, o projeto em parceria com a Braskem e a Antilhas é mais uma das formas com que a empresa mostra o seu comprometimento com a sustentabilidade e a sociedade. “Há 40 anos, temos um compromisso com o bem estar social e ambiental, privilegiando pequenos produtores e ingredientes nativos e orgânicos do nosso Brasil. Mas nossa missão não para por aí: também buscamos soluções de embalagens que reforcem um ciclo positivo de economia. Por isso, temos diversas iniciativas para a melhoria das nossas embalagens. O Ritto -arrozes especiais – é a mais nova delas e nos enche de orgulho por ser o primeiro produto da marca que conta com uma cadeia circular para os resíduos”, comenta a executiva.

A embalagem stand up pouch monomaterial pode ser utilizada em aplicações de diferentes setores como cosméticos, alimentício e home & personal care. Além disso, a solução também permite manter as características, qualidade e proteção do produto, afirma a Braskem.

Resíduos que viram prêmios

A Molécoola , programa de fidelidade ambiental acelerado pelo Braskem Labs em 2020, foi convidada pelas empresas para apoiar, na prática, o processo de circularidade para a solução. Por meio da iniciativa, o participante ganha pontos na troca de resíduos pós-consumo, podendo convertê-los em produtos das marcas parceiras, inclusive da própria Mãe Terra. Para engajar o consumidor na ação, a Mãe Terra impulsionará a pontuação do programa. Ao final do processo, todas as embalagens serão devolvidas à Braskem, que ficará responsável pela reciclagem e retorno do resíduo à cadeia produtiva. “A economia circular depende da ação de cada um dos elos da cadeia de produção e consumo, desde a indústria até o consumidor. E o incentivo a ações que considerem o ciclo completo dos produtos faz parte do nosso compromisso”, explica Bartilotti.

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Dow, Estre, Akatu e Prefeitura de Hortolândia (SP) implementam programa de reaproveitamento de colchões e sofás

13/10/2021

  • A campanha Reuse foi desenvolvida pela Dow e está sendo implementada pelo Instituto Akatu e a Prefeitura Municipal de Hortolândia (SP) para sensibilizar e mobilizar a população em relação ao descarte de resíduos, incluindo colchões
  • Implementada em Hortolândia (SP), a iniciativa prevê a reforma de Postos de Entrega Voluntária; suporte à cooperativa local; ações educativas para professores e alunos da rede pública de ensino; e campanhas direcionadas à população para estimular a coleta e o descarte correto de resíduos e materiais recicláveis
  • Até o momento, cerca de 1.800 colchões e sofás que iriam para aterros sanitários foram coletados e encaminhados à cooperativa local para reaproveitamento dos materiais, incluindo a espuma de poliuretano.
  • Esse número deverá passar de 2.500 sofás e colchões recuperados.
  • Idealizado pela Dow e co-idealizado pelo Instituto Estre, o projeto servirá como piloto para ser replicada em outras localidades.

A Dow está lançando uma campanha para circularidade de colchões: a Reuse, iniciativa que tem como objetivo apoiar a coleta seletiva, sensibilizar e mobilizar a população em relação ao descarte correto e à reciclagem de resíduos. Por meio do Reuse, a Dow quer garantir que a espuma de poliuretano e os demais materiais que compõem os colchões sejam reaproveitados em um novo ciclo de produção, fomentando a circularidade. Até o momento, cerca de 1.800 sofás e colchões, que iriam para aterros sanitários, já foram recolhidos e recuperados pelo Reuse. Até a conclusão do projeto, prevista para dezembro desse ano, esse número deverá passar de 2.500 itens recuperados.

As tecnologias para poliuretano estão entre as principais soluções produzidas pela Dow e utilizadas em aplicações de colchões, móveis estofados e sistemas de refrigeração, entre outros. O desenvolvimento da campanha Reuse está alinhado à estratégia global e regional da companhia na instituição de ações voltadas para questões sociais e de sustentabilidade “Queremos promover a economia circular por meio da sensibilização e da educação, enfatizando os benefícios ambientais, sociais e econômicos da reciclagem de materiais. Estamos implementando uma estrutura que viabiliza a coleta e a entrega dos mais variados produtos, incluindo colchões, a fim de garantir o descarte correto da espuma de poliuretano”, explica Leonardo Censoni, diretor comercial do negócio de Poliuretanos da Dow para a América Latina.

Parceiros do Reuse

O projeto foi idealizado pela Dow e co-idealizado pelo Instituto Estre, organização especializada em educação ambiental com foco em resíduos, e que segue como parceiro do projeto, recebendo visitas sobre a economia circular do poliuretano em seu centro de educação ambiental. O Instituto Akatu é o parceiro responsável pela implementação do projeto junto à Prefeitura de Hortolândia, que disponibiliza a estrutura de suas Secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Serviços Urbanos, Educação, Ciência e Tecnologia e Inclusão e Desenvolvimento Social. O Akatu, que realizou os diagnósticos iniciais, irá monitorar os impactos das ações até o final do projeto, além de coordenar as atividades de comunicação, sensibilização e mobilização da comunidade. “A gestão de resíduos é um tema urgente e o projeto Reuse traz ações junto aos consumidores bem como a participação do poder público, com a revitalização da coleta seletiva e infraestrutura necessária para o descarte e o recebimento adequados dos materiais. Nossa expectativa é essa experiência possibilite identificar e sistematizar soluções, para serem, então, replicadas em outras localidades”, afirma Denise Conselheiro, gerente de educação do Akatu.

Para a Secretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Eliane Nascimento, “a parceria vem ao encontro da postura da Prefeitura Municipal de Hortolândia, que busca equilibrar o desenvolvimento econômico e social às práticas de sustentabilidade ambiental, características típicas de uma cidade moderna e inteligente. O trabalho desenvolvido colabora para fechamento do ciclo da espuma, tão comum em móveis estofados e colchões descartados pela população e tem os moradores como principais aliados”.

Educação, comunicação e melhoria da gestão de resíduos

As ações da campanha Reuse estão centradas em diferentes frentes de atuação, entre elas, uma série de ações educacionais coordenadas pelo Instituto Akatu e direcionadas a professores e alunos da rede municipal, como capacitações e atividades pedagógicas sobre consumo consciente e gestão de resíduos. Ao todo, mais de 30 escolas participam da iniciativa. A adequação de seis PEVs – Postos de Entrega Voluntária – também faz parte do projeto. As unidades receberão infraestrutura para acomodar sofás e colchões descartados pela população, bem como um sistema logístico para enviar esses produtos à cooperativa que realiza a recuperação de materiais, como espumas, madeira, molas e tecidos. A implantação da rede para coleta seletiva e gestão de resíduos contará com uma campanha de engajamento direcionada à população para divulgar pontos de coleta seletiva, assim como os canais de informações e de atendimento para dúvidas e agendamento de retirada de sofás e colchões em domicílio.

Alinhamento às metas globais de Sustentabilidade

Os projetos da Dow com foco em reciclagem e reaproveitamento de materiais fazem parte do conjunto de ações globais para alcançar as Metas em Sustentabilidade da empresa até 2050: a neutralidade em carbono para proteção do clima e a eliminação dos materiais plásticos como resíduos para fortalecer a economia circular. A empresa pretende: reduzir as emissões anuais de carbono em 5 milhões de toneladas até 2030 e alcançar a neutralidade em 2050; investir no desenvolvimento de tecnologias e processos para que 1 milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030; aprimorar o portfólio com foco em design para a reciclabilidade para que, até 2035, a companhia ofereça 100% de produtos reutilizáveis ou recicláveis para as aplicações de embalagens.

A Dow possui um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones aplicados a produtos e soluções de base científica em segmentos de mercado como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.

Sobre o Instituto Akatu: Criado em 15 de março de 2001, o Instituto Akatu é uma organização não governamental sem fins lucrativos que afirma trabalhar pela conscientização e mobilização da sociedade para um novo jeito de viver, com consumo consciente e mais bem-estar para todos. As atividades do Akatu estão focadas na mudança de comportamento do consumidor em duas frentes de atuação: Educação e Comunicação, com o desenvolvimento de campanhas, conteúdos e metodologias, pesquisas, jogos e eventos. O Akatu também atua junto a empresas que buscam caminhos para a nova economia, ajudando a identificar oportunidades que levem a novos modelos de produção e consumo que respeitem o ambiente e o bem-estar, sem deixar de lado a prosperidade.

O Instituto Estre é uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) criada em 2006 e mantida pela Estre Ambiental. Percorrendo o território nacional, promove diálogos e reflexões sobre consumo, resíduos, cidadania, espaços educadores sustentáveis e outros temas pertinentes à educação ambiental e processos coletivos e emancipadores. O Instituto Estre acredita na educação como caminho para a sustentabilidade. Em seus 15 anos de atuação, publicou 3 livros e mais de 500 mil pessoas já participaram de seus programas de Educação Ambiental. Hoje, o Instituto Estre conta com três Centros de Educação Ambiental (Paulínia/SP, Fazenda Rio Grande/PR e Rosário do Catete/SE), mas não limita sua atuação a estes espaços educadores.

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UBE lança grades de poliamidas recicladas a partir de aparas industriais

13/10/2021

A UBE anunciou estar disponibilizando para o mercado brasileiro uma linha de poliamidas (PA) feitas a partir da reciclagem de aparas industriais (filmes). Os grades disponibilizados são:

  • r-UBE 01, obtido da delaminação de filmes coextrudados (100% PA6);
  • r-UBE 19, obtido da reciclagem mecânica de filmes, sendo uma mistura de PA6+ CoPA 6/6.6 e apresentado nas cores natural e colorido.

Segundo a empresa, os grades são ideais para a aplicação em monofilamentos para a produção de redes de pesca, tênis e sacolas. “Este lançamento está alinhado à estratégia de sustentabilidade da UBE que tem como pilares a criação da cultura da reciclagem do nylon (aparas industriais e pós consumo) e, agora, o uso de conteúdo reciclado em novos materiais, dentro do conceito de circularidade”, pontua Carolina Villela, executiva de Vendas da UBE.

O lançamento vai ao encontro da crescente demanda por materiais recicláveis e/ou com conteúdo reciclado, alavancada pela pressão do consumidor final. “Por isso mesmo, esperamos estender este conceito de conteúdo reciclado a outras linhas da UBE”, completa Carolina. Segundo a especialista, na área de filmes stretch e shrink, muito usados em embalagens secundárias, o conceito já está consolidado.

Esta mesma consolidação é vista na área de garrafas sopradas multicamadas, afirma a empresa. Neste caso, o nylon produzido com aparas industriais é usado para compor a camada de material reciclado, substituindo o PE (polietileno) na estrutura. Segundo a UBE, outra potencial aplicação é em filmes multicamadas para contenção de defensivos agrícolas, por oferecer menor permeabilidade a gases e melhorar a integridade dos filmes.

Especificamente na área de filmes para embalagem, recentemente a UBE anunciou que foi certificada pelo protocolo Recyclass, o qual atesta que filmes multicamadas, com até 15% de PA (poliamida) em sua estrutura, são recicláveis. “Na outra ponta, trabalhamos para disseminar a cultura da reciclagem do nylon, desmistificando preconceitos e provando que esta reciclagem é viável”, finaliza Carolina.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

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Tecniplas fornece silos de PRFV para a Cargill

13/10/2021

Com design inédito, equipamentos fazem parte da nova fábrica de pectina da empresa

Prestes a ser inaugurada na cidade de Bebedouro (SP), a fábrica de pectina da Cargill conta com silos de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro) fabricados pela Tecniplas. A pectina é um agente texturizante à base de frutas cítricas. Os silos fornecidos pela Tecniplas receberão as cascas de laranja que farão parte do processo produtivo desse insumo da indústria alimentícia.

Dos quatro maiores silos fornecidos para a Cargill, detalha Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas, dois têm diâmetro de 4.500 mm e dois de 5.000 mm. “A fabricação do fundo em formato retangular foi inédita para a Tecniplas e o maior desafio desse projeto. Por se tratar de uma peça única, desenvolvemos todos os moldes a partir do zero”, explica. Ao todo, a Tecniplas produziu 18 equipamentos especiais diferentes para esse projeto.

Em outras plantas da Cargill ao redor do mundo, silos desse tipo são feitos de aço duplex. “Comprovamos para o cliente a adequação do PRFV, não só em relação à versatilidade de design, mas também com respeito aos elevados níveis de resistência química e mecânica”, acrescenta Rossi.

Em média, equipamentos especiais como os silos respondem por 35% do faturamento da Tecniplas, líder brasileira em tanques de PRFV. Porém, há exceções, como no ano passado, quando as “especialidades” significaram mais de 60% do giro da empresa.

“Há certa estabilidade na demanda por equipamentos especiais. A procura aumenta, no entanto, quando surgem projetos baseados em processos industriais muito complexos, campo no qual o Brasil se destaca frente aos demais países da região”, conclui o diretor da Tecniplas.

Fundada em 1976, a Tecniplas é a maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atende os setores de álcool e açúcar, papel e celulose, clorossoda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

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