Braskem investe US$ 61 milhões na expansão da produção de polietileno derivado da cana-de-açúcar

24/02/2021

A expansão atenderá à alta demanda global do mercado de biopolímeros e contribuirá para a Braskem se tornar empresa carbono neutro até 2050

A Braskem expandirá sua capacidade de produção de eteno verde, matéria-prima produzida a partir do etanol da cana-de-açúcar e utilizada para a produção de resinas renováveis. A unidade industrial desse produto fica em Triunfo, no Rio Grande do Sul, e a capacidade atual, de 200 mil toneladas por ano, passará para 260 mil toneladas anuais. O projeto de expansão se iniciará ainda em 2021, está orçado em US$ 61 milhões e deve ser finalizado no quarto trimestre de 2022.

“A expansão da capacidade de produção de biopolímeros é reflexo do crescimento na demanda da sociedade e dos nossos parceiros por produtos sustentáveis, que tem aumentado consideravelmente nos últimos anos. Esta iniciativa também reforça nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável, que anda lado a lado com os valores da cadeia em que estamos inseridos e de nossos clientes. Esse aumento ne capacidade de produção de nossa unidade industrial tem como objetivo manter a Braskem na liderança do mercado de biopolímeros”, explica Marco Jansen, responsável global por biopolímeros na Braskem.

Segundo a Braskem, os seus estudos para a produção dos biopolímeros produzidos a partir da cana-de-açúcar começaram em 2007, no Centro de Tecnologia e Inovação do Polo Petroquímico de Triunfo (RS). A empresa investiu US$ 290 milhões na construção da unidade industrial e, em 2010, apresentou ao mercado o polietileno (PE) de origem renovável, representado hoje pela marca “I’m green bio-based”.

Nos últimos anos a Braskem ampliou a produção com a oferta de novas soluções renováveis, como o EVA “I’m green bio-based”, resina utilizada em setores como automobilístico e calçadista, entre outros.

De acordo com a Braskem, o empenho da empresa em criar soluções a partir da cana-de-açúcar está diretamente relacionado à estratégia de sustentabilidade da companhia, que segue investindo em produtos desenvolvidos a partir de matéria-prima de origem renovável. Hoje, o portfólio de resinas renováveis é exportado para mais de 30 países e já é utilizado em produtos de mais de 250 grandes marcas, como Allbirds, DUO UK, Grupo Boticário, Join The Pipe, Johnson & Johnson, Natura & Co, Nissin, Shiseido e Tetra Pak, informa a Braskem.

“Não é mais possível pensar em um modelo de negócio que não considere processos produtivos com menor impacto ambiental e práticas de economia circular. O mundo tem inúmeros desafios pela frente, tais como as mudanças climáticas e a disponibilidade de recursos naturais como a água. Sendo parte importante no desenvolvimento econômico de vários setores da economia, a Braskem se coloca como corresponsável para ajudar o mercado a caminhar na direção certa”, complementa Jansen.

O polietileno renovável da Braskem mantém a mesma qualidade e versatilidade do produto de origem fóssil. Por outro lado, afirma a empresa, tem a vantagem de capturar, ao longo de sua cadeia de produção, até 3,09 toneladas de gás carbônico por cada tonelada produzida. Na produção de EVA renovável a captura é de até 2,1 toneladas de CO2 por tonelada produzida, garante a Braskem. As emissões de gás carbônico contribuem para o aumento do efeito estufa na atmosfera terrestre.

A expansão da capacidade de produção de biopolímeros vai representar uma redução de 185 mil toneladas de CO2 na meta da Braskem de se tornar uma empresa carbono neutro até 2050 . “A neutralização de carbono é um dos caminhos mais viáveis para minimizar os impactos das mudanças climáticas. Nesse sentido, aumentar a nossa produção de plástico feito a partir da cana-de-açúcar trará ganhos significativos para nós e para nossos clientes mundo afora em questões relacionadas à sustentabilidade”, diz Jansen. O executivo também afirma que todas as etapas para o processo de expansão da capacidade de produção de eteno verde da Braskem serão realizadas sem interrupção da produção atual, atendendo normalmente aos clientes.

Curta nossa página no

Covestro divulga resultados de 2020

24/02/2021

  • Queda de 5,6% nos volumes principais de vendas
  • Vendas totais de cerca de 10,7 bi de euros (-13,7%)
  • EBITDA confirma previsão, com cerca de 1,5 bi de euros (-8,2%)
  • Fluxo de caixa operacional livre sobe para 530 mi de euros (+12,1%)
  • Dividendos propostos de 1,30 de euros; nova política de dividendos
  • Realinhamento da estratégia para se tornar totalmente circular
  • 2021: expectativa de ano fiscal acima do nível pré-pandemia

Apesar de um quarto trimestre bem-sucedido, o Grupo Covestro não conseguiu compensar totalmente as enormes quedas relacionadas à pandemia ocorridas nos primeiros seis meses do ano passado. Em 2020, os volumes principais de vendas do Grupo caíram 5,6% em relação ao período do ano anterior. As vendas totais também diminuíram, com queda de 13,7% em relação ao último ano, para aproximadamente 10,7 bilhões de euros. Com a implementação de amplas medidas de corte de custos, a Covestro conseguiu limitar a queda do EBITDA a 8,2% em relação ao ano anterior, cumprindo as previsões para o ano fiscal de 2020 com aproximadamente 1,5 bilhão de euros (ano anterior: aprox. 1,6 bilhão de euros). A receita líquida totalizou 459 milhões de euros (-16,8%) e o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) subiu para 530 milhões de euros (+12,1%).

“Conseguimos fechar com sucesso esse ano tão fora da normalidade, mantendo nossa capacidade de reação em todos os momentos. Tomamos uma ampla gama de medidas para proteger nossos colaboradores, manter as cadeias de fornecimento ativas e expandir nossa posição de forte liquidez”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Assim, conseguimos atingir nossas metas estratégicas no ano fiscal de 2020. Definimos nossa visão para nos tornarmos totalmente circulares e demos um grande passo nessa direção, com o anúncio da aquisição do negócios de Resinas e Materiais Funcionais da DSM.”

No início do ano, a Covestro anunciou o plano de tornar-se totalmente circular. Para concretizar essa visão de longo prazo e implementar a circularidade em todas as suas áreas de atividades, o Grupo decidiu se concentrar em quatro tópicos: matérias-primas alternativas, reciclagem inovadora, soluções colaborativas e energias renováveis.

“As medidas decisivas que tomamos precocemente contribuíram muito para a entrega de fortes resultados. Apoiados por uma recuperação significativa na demanda a partir de meados do ano, retomamos a nossa trajetória de crescimento no segundo semestre de 2020 e geramos receita quase no mesmo nível do ano anterior”, diz o CFO Thomas Toepfer. “Em um ambiente ainda caracterizado pela incerteza, mantemos a atenção aos custos e continuamos a fortalecer nossa eficiência. Além disso, nos focalizaremos ainda mais em nossos clientes, a fim de gerar valor.”

Para se posicionar de maneira mais robusta na esteira da pandemia do coronavírus e garantir reservas de liquidez, a Covestro implementou numerosas medidas adicionais de corte de custos no último ano. Como resultado, o Grupo economizou um total de 360 milhões de euros a curto prazo. O programa de eficiência “Perspective”, lançado em 2018 e encerrado em 2020, também contribuiu com uma economia de 130 milhões de euros no ano fiscal de 2020.

A Covestro também buscou tomar vários tipos de medidas de financiamento em 2020. Desta forma, o Grupo alinhou seus instrumentos financeiros ao seu desempenho de sustentabilidade onde possível, destacando assim seu compromisso para tornar-se mais sustentável. O empréstimo de 2,5 bilhões de euros, assinado em março de 2020, foi atrelado ao seu rating ESG (Environment, Social, Governance), por exemplo. Quanto melhor o desempenho em ESG da Covestro, menor será o componente de juros do empréstimo.

Realinhamento da estratégia: visão como princípio norteador

Com a clara meta de tornar-se totalmente circular e como resposta para as constantes transformações do mercado, a Covestro realinhou a estratégia do Grupo.

Esse esforço concentra-se em um maior foco no cliente e no crescimento sustentável. A partir de 1º de julho de 2021, a Covestro administrará seus negócios com uma nova e personalizada estrutura centrada em sete entidades de negócios alinhadas às necessidades do cliente e ao cenário competitivo. Além disso, o Grupo irá operar em duas áreas de negócios distintas, “Materiais de Performance” e “Soluções e Especialidades”.

Materiais de Performance: Esta área será constituída por uma entidade de negócios formada por Policarbonatos, Uretanos Padrão e Químicos Básicos.

Soluções e Especialidades: Esta área será constituída por seis novas entidades de negócios chamadas Uretanos Personalizados, Revestimentos e Adesivos, Plásticos de Engenharia, Filmes Especiais, Elastômeros e Poliuretanos Termoplásticos.

Com isso, a Covestro está alinhando de forma consistente seus produtos e processos às necessidades dos seus clientes com um foco ainda maior no tema de sustentabilidade, de forma rentável. No futuro, o Grupo aplicará critérios de sustentabilidade com ainda mais rigor ao realizar investimentos, aquisições e atividades de P&D. Como parte da sua transição para uma economia circular, a Covestro também está expandindo seu portfólio de produtos circulares.

“Nossa visão de nos tornarmos totalmente circulares está guiando a nova estratégia do Grupo. A nova estrutura cria um ponto de partida ideal para o futuro e nos posicionará para nos tornarmos significativamente mais competitivos”, segundo Steilemann. “Isso nos permitirá atender melhor às necessidades dos nossos clientes, tornar nossa empresa mais eficiente e eficaz e gerar um crescimento sustentável. Estamos realmente avançando na transformação para uma economia circular.”

Nova política de dividendos com maior foco em receita

A Covestro está adotando novas bases para o pagamento dos seus dividendos. A política de dividendos passa a se basear mais na receita do Grupo, com o percentual de dividendos perfazendo de 35% a 55% da receita líquida gerada pelo grupo. “Essa política de dividendos está mais atrelada à posição financeira geral da Covestro e nos permitirá elevar os dividendos em anos com receitas fortes”, diz Toepfer. Com base na performance atual, a Covestro planeja distribuir dividendos de 1,30 euro por ação pelo ano fiscal de 2020. Isso corresponde a um índice de distribuição de 55%.

Previsão para 2021: expectativa de ano fiscal acima do nível pré-pandemia de 2019

Para o ano fiscal de 2021, a Covestro espera um crescimento do volume principal entre 10% e 15%. Atribui-se cerca de 6% desse número à aquisição planejada do negócio de Resinas e Materiais Funcionais (RFM) da DSM. Além disso, a Covestro prevê que o FOCF fique entre 900 milhões e 1,4 bilhão de euros, com ROCE de 7% a 12%. Antecipa-se que o EBITDA do Grupo para o ano completo de 2021 fique entre 1,7 bilhão e 2,2 bilhões de euros. No primeiro trimestre de 2021, a projeção do EBITDA está na faixa de 700 a 780 milhões de euros.

Recuperação de demanda em todos os segmentos no segundo semestre de 2020

O segmento de Poliuretanos sofreu uma queda de 6,1% nos volumes principais de vendas no ano fiscal de 2020. Após uma queda de demanda em decorrência da pandemia no primeiro semestre do ano, notou-se uma melhora significativa no segundo semestre. Esse fenômeno, somado a uma posição competitiva vantajosa, levou a um aumento nos volumes principais de vendas. As vendas caíram 13,1% para 5,0 bilhões de euros no ano completo, principalmente devido à baixa dos preços médios de venda no ano e à queda nos volumes totais vendidos. O EBITDA caiu 3,5% para 625 milhões de euros, também devido à redução dos volumes vendidos. No entanto, a redução de custos decorrente das medidas de corte influenciou positivamente o EBITDA.

O segmento de Policarbonatos teve uma queda de 3,0% nos volumes principais de vendas no ano fiscal de 2020. A pandemia fez a demanda encolher nos primeiros seis meses. No segundo semestre do ano, no entanto, uma recuperação robusta da demanda alavancou os volumes principais de vendas para acima do ano anterior. As vendas caíram 14,1% para 3,0 bilhões de euros, principalmente devido à baixa dos preços de venda e à queda nos volumes totais vendidos. Em contraste, o EBITDA subiu 3,2% para 553 milhões de euros, uma tendência atribuída principalmente à queda dos preços das matérias-primas e uma redução de despesas em decorrência das medidas de cortes de custos.

Os volumes principais de vendas do segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades caíram 8,9% no ano fiscal de 2020. Nos primeiros seis meses do ano fiscal de 2020, os volumes principais de vendas diminuíram principalmente devido à queda acentuada da demanda decorrente da pandemia. No fim do ano, a demanda foi retomada e os volumes principais de vendas no quarto trimestre do ano fiscal de 2020 superaram os do ano anterior. As vendas do ano completo caíram 13,9% para 2,0 bilhões de euros, principalmente devido à baixa nos volumes totais vendidos e nos preços médios de venda. O EBITDA caiu 27,3% para 341 milhões de euros. Isso se deve ao declínio nos volumes vendidos, às margens mais baixas e às despesas com a aquisição planejada da DSM. No entanto, a redução de despesas decorrente das medidas de corte de custos teve impacto positivo sobre a receita. Além disso, o EBITDA no período do ano anterior havia sido positivamente impactado pelo efeito isolado da aquisição sucessiva de ações da DIC Covestro Polymer Ltd., sediada no Japão.

Quarto trimestre de 2020 bem acima do ano anterior

Os volumes principais de vendas no quarto trimestre de 2020 subiram 1,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. As vendas totais cresceram 5,0% para 3,0 bilhões de euros, em decorrência da alta nos preços de venda. Totalizando 637 milhões de euros, o EBITDA no quarto trimestre de 2020 mais que dobrou em comparação com o ano anterior. A receita líquida sofreu alta acentuada de 37 milhões de euros do trimestre do ano anterior para 312 milhões de euros. O FOCF também cresceu 19,4% no quarto trimestre, para 394 milhões de euros.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana, mostrando compromisso com a economia circular. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

Curta nossa página no

Feira K 2022 inicia inscrições para expositores

09/02/2021

  • Evento acontecerá de 19 a 26 de outubro de 2022 em Düsseldorf (Alemanha)
  • Documentos de inscrição já disponíveis no site

Com efeito imediato, os documentos para inscrição na K 2022, a feira comercial mais relevante do mundo para a indústria de plásticos e borracha, estarão disponíveis no site em www.k-online.com. O prazo de inscrição para todas as empresas que pretendam participar da K 2022 é 21 de maio de 2021.

As gamas expostas na K 2022 incluem os segmentos de máquinas e equipamentos, matérias-primas e auxiliares, bem como produtos semi-acabados, componentes técnicos e produtos plásticos reforçados. “A feira K em Düsseldorf não é apenas o barômetro de desempenho para a indústria e seu mercado global de inovações, mas também fornece orientação, ímpeto econômico sustentável e tendências futuras, assim como abordagens concretas em soluções”, afirma Erhard Wienkamp, ​​Diretor Administrativo da Messe Düsseldorf. Outubro de 2022 será o momento perfeito para a feira K porque os efeitos da pandemia global também atingiram muitas empresas do setor de plásticos e borracha, bem como as indústrias de seus clientes. Portanto, haverá uma enorme demanda por intercâmbio pessoal e reorientação em escala global na indústria internacional de plásticos e borracha.

A feira K em Düsseldorf também aborda sempre os nossos desafios contemporâneos e, especificamente, de sua indústria. É por isso que temas como sustentabilidade, economia de recursos, economia circular e digitalização, que ganharam força na K 2019, também estarão entre os “hot tickets” da feira, tanto nos estandes dos expositores como nos eventos paralelos. Vale a pena mencionar aqui a Mostra Especial intitulada “Plásticos moldam o futuro”, bem como o Campus de Ciências – um fórum para ciência e pesquisa.

Os documentos para inscrição de expositores na K 2022 podem ser baixados em: www.k-online.com/2330

As empresas que já expuseram em 2019 podem fazer o login e se inscrever usando seus dados de login já conhecidos. Os expositores que participarem pela primeira vez passarão pelo procedimento de inscrição passo a passo. Para aconselhamento personalizado, a equipe em Düsseldorf e em suas 77 representações e subsidiárias estrangeiras estão à disposição dos interessados.

Curta nossa página no

Feira PLAST de Milão é postergada para data ainda indeterminada após o fim de 2021

09/02/2021

Em virtude da pandemia em curso e das incertezas em relação ao cronograma e métodos da campanha de vacinação – elementos que continuam a condicionar as atividades na indústria de plásticos e borracha e, mais importante, limitam fortemente as viagens de operadores italianos e estrangeiros – e conforme solicitado pelos expositores, os organizadores da feira PLAST em Milão (Itália) decidiram adiar o evento para uma data futura a ser definida, mas certamente após o final de 2021.

Segundo os organizadores, a situação atual e a impossibilidade de vislumbrar opções futuras com algum grau de confiança razoável tornam impossível planejar e organizar adequadamente um evento internacional da envergadura da PLAST – Feira Internacional para as Indústrias de Plásticos e Borracha-, a qual representa uma vitrine para tecnologias e sistemas complexos. Tanto os organizadores quanto os participantes requerem uma quantidade significativa de tempo para planejar o evento e isso não pode ser garantido no momento.

A difícil decisão de adiar a feira foi tomada com relutância, mas de forma responsável, sendo o objetivo principal garantir a segurança de todas as partes envolvidas. Os organizadores esperam poder agendar a próxima feira PLAST sob as melhores condições e com visitação presencial.

As novas datas serão definidas nas próximas semanas.

A edição anterior da feira aconteceu em Milão de 29 de maio a 1 de junho de 2018. Ela contou com 1.510 expositores de 55 países, ocupou uma área útil de 55.000 m2 em seis pavilhões da Fiera Milano em Rho-Pero e atraiu 63.000 visitantes de 117 países.

Curta nossa página no

Demanda por acrílico no país cresceu 11,4% em 2020

09/02/2021

A necessidade de isolar ambientes e proteger pessoas da exposição ao corona vírus fez com que o mercado de acrílico no Brasil saltasse para o patamar de 10.501 toneladas vendidas durante o ano, volume que não era atingido desde 2015

Se de um lado a pandemia de Covid-19 paralisou a economia global, de outro fez com que novas demandas surgissem. É o caso das barreiras de proteção de acrílico que se tornaram peças obrigatórias e cada vez mais constantes em lugares públicos – de restaurantes a caixas de supermercado. Elas foram, sem dúvida, as grandes responsáveis pela alta na demanda de acrílico no país em 2020. Em 2019, por exemplo, o setor amargou uma queda nas vendas de 8,4% em relação a 2018, com um total de 9.430 toneladas de acrílico comercializados. Já no ano passado, esse número saltou para 10.501 toneladas, um crescimento de 11,4% ante a 2019. “Ao perceber que o setor de comunicação visual, que geralmente responde pelo maior consumo de acrílico no país, não iria alavancar negócios, os empresários do setor foram rápidos em se adaptar e criar produtos direcionados para o combate da proliferação da Covid-19”, afirma Marina Vitoruzzo, vice-presidente do INDAC (Instituto Nacional pra o Desenvolvimento do Acrílico) e gerente para América Latina da Lucite International.

Segundo Vitoruzzo, a rapidez com que os transformadores de acrílico do país perceberam essa nova oportunidade de mercado surgiu já no início da pandemia. Nessa época, algumas empresas do segmento produziram e forneceram cúpulas de intubação (foto) que ajudavam a isolar pacientes e a proteger médicos e enfermeiros em hospitais. Das cúpulas às barreiras não levou muito tempo. “O desenvolvimento desses itens fez com que algumas empresas se posicionassem corretamente para atender à nova demanda. As barreiras de acrílico que separam músicos na Sala São Paulo são um bom exemplo dessa capacidade que o segmento teve em responder com agilidade a esse momento da nossa história”, diz a gerente da Lucite.

Das mais de 10.500 toneladas de chapas acrílicas consumidas no Brasil em 2020, 5.317 toneladas foram importadas. Isso significa que a importação responde, mesmo que com diferença mínima, pela maior fatia de consumo do produto no mercado nacional, com 50,6% de participação, apesar da ociosidade instalada de cerca de 70% da indústria nacional.

Apesar do resultado positivo, o ano de 2021 ainda parece bastante incerto, diz a representante do INDAC. Segundo ela, os empresários do segmento mantêm expectativas bem realistas para este ano: “Seguimos longe ainda de ter superado a pandemia ou de ter uma normalidade econômica em que alguns fatores de demanda possam ser previstos, mas já não acreditamos que a demanda por barreiras de proteção, por exemplo, siga alçando o setor. De outro lado, muitas empresas dos segmentos de comunicação visual ou de eventos, por exemplo, seguem sem trabalho, e assim não podem retomar projetos. A certeza que fica é que 2021 será mais um ano que exigirá de nós a capacidade de nos reinventarmos”.

Apesar de não acreditar numa alta na demanda para este ano, a vice-presidente do INDAC diz que o setor segue firme no objetivo de alcançar, até 2022, a meta de 14.000 toneladas de chapas acrílicas vendidas no país, incluindo as chapas ecológicas. Para chegar lá, diz ela, as empresas do setor têm trabalhado fortemente na divulgação das vantagens do acrílico – matéria-prima altamente durável e versátil – não apenas no mercado de comunicação, no qual o produto já é bastante conhecido, mas também nos setores de arquitetura, construção civil e móveis, “onde o acrílico pode ajudar a valorizar o produto final”, finaliza Vitoruzzo.

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada há 20 anos, com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado.

A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 30 filiados em todo o país, entre eles: Acriresinas, Bold, Castcril, Cristal Cores, Diagonale, Lofrano, Lucite, Osvaldo Cruz, Emporium, Unigel, Acrilaria, Acrílico Design, Acrilmarco, Acrimax, Sheet Cril, Acrinox, Acriplanos, Actos, Art Cryl, Brascril, CutLite, Menaf, Proneon, JR Laser, Tronord e Tudo em Acrílico.

Curta nossa página no

Covestro planeja novas plantas para dispersões de poliuretano e resinas de poliéster na China

09/02/2021

Planta de dispersões de poliuretano da Covestro em Xangai

  • Aumento significativo na capacidade produtiva
  • Aumento na demanda de revestimentos e adesivos base água na Ásia
  • Produtos compatíveis com o meio-ambiente, substituindo produtos base solvente
  • Aplicações versáteis em automóveis, mobiliário, têxteis e calçados

A Covestro planeja uma nova planta de produção para dispersões de poliuretano (PUDs) no Centro Integrado da Covestro em Xangai, na China (CISS). A nova unidade destina-se a atender à crescente demanda da região por revestimentos e adesivos ambientalmente amigáveis. Uma outra linha para resinas de poliéster, a partir das quais são produzidos as PUDs, também será construída lá. A nova planta deverá estar concluída em 2024.

“Com esses investimentos, estamos nos preparando para o crescimento contínuo da demanda por este tipo de produtos e ampliando nossa posição de líder global”, diz Michael Friede, head do segmento Coatings, Adesivos e Especialidades. “No futuro, os clientes continuarão a contar com a substituição de produtos à base de solventes por sistemas aquosos mais sustentáveis e com propriedades igualmente boas. Graças à nossa produção versátil, somos simultaneamente flexíveis e podemos atender a muitos requisitos diferentes.”

A Covestro desenvolve PUDs personalizados para uma ampla variedade de indústrias. A empresa afirma ser a líder em pesquisa e desenvolvimento de produtos e tecnologias de processos e dá suporte a clientes em todo o mundo com serviços técnicos.

Ampla área de aplicações

As áreas de aplicação das dispersões de poliuretano são bastante diversificadas. Por exemplo, as matérias-primas da Covestro das séries Bayhydrol UH, U e UV e Bayhytherm são usadas para camada de base na indústria automotiva e no mercado de repintura automotiva, bem como em revestimentos de madeira e mobiliário e revestimentos robustos para pavimentos. Os adesivos formulados com Dispercoll U são utilizados na fabricação de móveis e sapatos, bem como na indústria automotiva.

Os componentes de baixo teor de solventes desempenham também um papel importante na produção de têxteis revestidos e plásticos reforçados com fibras.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas no fim de 2019.

Curta nossa página no

Grupo Arkema adquire fabricante brasileira de adesivos e selantes Poliplás

09/02/2021

Negociação ocorreu por meio da subsidiária Bostik e visa fortalecer presença no mercado de adesivos e selantes

O grupo francês Arkema, por meio da sua Bostik, líder global em soluções inovadoras para adesivos e selantes, iniciou processo de aquisição da Poliplás Ltda, empresa brasileira produtora de tecnologias híbridas para adesivos e selantes. A negociação faz parte da estratégia do conglomerado francês de consolidar a presença da Bostik no segmento de adesivos para construção, e ampliar a participação do grupo em regiões com forte potencial de expansão.

Fundada em 1995, a Poliplás conta com 95 funcionários em sua planta em São José do Rio Preto, faturou R$ 65 milhões em 2020, e está presente em mais de 15 países, sendo líder na América Latina na fabricação de adesivos e selantes híbridos. Esta tecnologia, com amplo espectro de funcionalidades, é estratégica para a Bostik globalmente.

Atendendo ao mercado através de sua marca com o mesmo nome, a Poliplás passa a complementar a oferta da Bostik, que está presente no Brasil com a marca Fortaleza (argamassas, rejuntes, bricolagem, entre outros). As duas identidades serão mantidas.

O atual Diretor Geral da Poliplás Ltda, José Ricardo Checa, continuará na equipe, integrando-se ao time Bostik e sendo o responsável pela expansão comercial do negócio de Adesivos e Selantes.

Estratégia global

O presidente da Arkema Brasil, Eric Schmitt, ressalta a importância da aquisição e as perspectivas futuras. “Estamos dando todos os passos para implementar soluções inovadoras e a aquisição da Poliplás faz parte da estratégia de crescimento da Bostik no segmento da construção civil, reforçando a liderança global em adesivos e selantes híbridos. Assim, pretendemos ampliar nossa área de atuação, levando mais produtos e conquistando mais clientes”, disse.

Fabrício Buzeto, diretor geral da Bostik, destaca que a empresa é sustentada pela inovação. “Buscamos a inovação vigorosamente, aplicando os avanços tecnológicos mais recentes ao desenvolvimento de adesivos “inteligentes”. Observamos com atenção as tendências do mercado e trabalhamos para implementar soluções pioneiras e sustentáveis. Com a Poliplás, líder na fabricação de adesivos e selantes híbridos, vamos ampliar de forma consistente nosso leque de produtos, e oferecendo mais diversidade e qualidade”.

Com plantas localizadas em São Roque (SP) e Araraquara (SP),a Bostik passou a fazer parte do grupo Arkema em 2015. Hoje, está presente em 49 países, incluindo 54 centros técnicos de distribuição, vendas e administração, e agora expande sua presença no Brasil com a aquisição da Poliplás.

O Grupo Arkema está estruturado em 3 segmentos dedicados a Materiais Especiais: Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento. O Grupo registrou vendas de € 8,7 bilhões em 2019 e opera em cerca de 55 países com 20.500 funcionários em todo o mundo.

Curta nossa página no

Adirplast fecha os números de 2020 e vê incertezas em 2021

09/02/2021

O volume total distribuído pelos associados da Adirplast, incluindo todos os produtos (Polietilenos,PP,PS, Plásticos de Engenharia e filmes bi-orientados), atingiu 438.392 toneladas em 2020. Os números mostram uma redução de 8,5% das vendas feitas em relação a 2019

Entre as empresas associadas à Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) os números indicam que 2020 não foi um ano fácil para os distribuidores. “O volume de venda de resinas plásticas em dezembro de 2020 foi de 17.934 toneladas, o que representa uma redução de 12,2% em relação a novembro; enquanto o total em 2020 alcançou 400.595 t, revelando uma diminuição de 11,0% em relação a 2019”, explica o presidente da entidade Laercio Gonçalves.

Resinas Commodity

Em relação à quantidade vendida de Polietilenos, Polipropileno e Poliestireno, Gonçalves afirma que em dezembro foi de 17.021 t, com redução de 12,4% sobre novembro. “Em 2020, o total chegou a 374.526 t, ou seja, nós amargamos neste ano uma redução de 5,1% em relação a 2019”.

Para Silvia Regina da Silva, da Premix, o ano de 2020 foi desafiador. “Na Premix, tivemos queda de 23% em volumes”, explica. E ela segue receosa em relação a 2021: “Já tínhamos uma leitura de que teríamos problemas, principalmente pela falta de resinas. E o cenário que vemos hoje é pior até do que estimamos. Assim, para o primeiro trimestre deste ano, não vejo crescimento, mas queda”.

Plásticos de Engenharia

Os associados do segmento de plástico de engenharia também estão sofrendo com a queda de volumes, puxada principalmente pela influência da retração do setor automobilístico. O volume total da distribuição de plásticos de engenharia alcançou 26.069 t, com redução de 7,8% em relação a novembro e significativa redução de 48% sobre 2019.

Segundo Vladimir de Oliveira, da Krisoll, as empresas experimentaram em 2020 cenários antagônicos no que diz respeito à demanda e ao abastecimento. “Isso refletiu diretamente nos preços dos plásticos de engenharia. Tivemos as paralisações de importantes plantas de poliamida por conta da pandemia e também de problemas climáticos nos EUA que afetaram diretamente no desabastecimento desse produto”. Oliveira ainda diz que houve um descompasso entre a retomada das atividades produtivas com a oferta de produtos, mas que, graças à volta parcial das atividades industriais, foi possível no quarto trimestre recuperar parte das perdas causadas, sobretudo durante o segundo trimestre de 2020”.

2021 também é visto com cautela pelo executivo: “São muitas variáveis que ofuscam as previsões para este ano, como as questões ligadas ao controle da pandemia, o fim dos subsídios governamentais e as demandas reprimidas de alguns setores. É viável considerar que os ajustes estruturais feitos em 2020 por necessidade de adaptação sejam virtuosos na composição dos resultados de 2021”. Oliveira projeta para a Krisoll um primeiro trimestre análogo ao quarto trimestre de 2020, o que significa algo como 5% acima do primeiro trimestre desse ano.

Filmes bi-orientados

Entre os associados Adirplast, o segmento de filmes bi-orientados foi o que conseguiu o melhor resultado em 2020. As vendas de dezembro alcançaram 2.481 t e o volume total do ano atingiu 37.797 t. Com isso, apesar do volume total de dezembro ter sido 19,4% menor que o de novembro, o resultado total de 2020 foi 9,5% superior ao de 2019. Também vale observar que o BOPP teve um leve aumento na relação sobre o BOPET, indo de 78,4%, em 2019, para 80%, em 2020. Segundo Raul Almeida, da Plastilux, o ano passado permitiu com que o mercado voltasse a operar com valores mais justos. “Tivemos um crescimento importante. A escassez do produto fez com que nossas margens fossem recompostas e isso trouxe o setor para uma realidade saudável”.

O executivo conta que a Plastilux, no primeiro semestre de 2020, reduziu o seu volume por precaução contra a inadimplência e que, no segundo semestre, já com o mercado operando de forma mais “acirrada”, foi possível recompor os resultados. Almeida também reforça que 2021 será um ano saudável para os negócios. “Teremos um primeiro trimestre bem justo devido às manutenções nas fábricas dos fornecedores e as dificuldades de importação, mas isso deverá já estar normalizado entre abril e junho”, complementa.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2020. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas garantem ao cliente final a qualidade do produto e dos serviços de logística e crédito. Além disso, contam com uma carteira de 7.000 clientes, atendendo cerca de 65% dos transformadores de plásticos no Brasil. Para isso, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Curta nossa página no

Braskem retoma operação na planta de Cloro-Soda em Maceió com sal importado

09/02/2021

  • Investimento em logística e adequação tecnológica permitem operação dentro de padrões de segurança, saúde e meio ambiente.
  • As atividades são licenciadas e acompanhadas pelas autoridades competentes.

A Braskem iniciou a produção de cloro-soda e dicloretano em sua unidade de Maceió (AL), que estava paralisada desde maio de 2019. Assim a companhia volta a produzir PVC e soda cáustica de forma integrada no Estado. Para o retorno da planta, a Braskem concluiu o projeto para a produção de salmoura como matéria-prima a partir da aquisição de sal importado.

A retomada das atividades vai permitir que a empresa continue operando, com a preservação de mais de 2,5 mil postos de trabalho qualificados. A produção integrada PVC e soda cáustica ajuda a movimentar a cadeia produtiva da química e do plástico no Estado de Alagos, abrangendo cerca de 40 outras indústrias de setores importantes, como hospitalar e de construção civil e gerando aproximadamente 12 mil empregos, entre Maceió e Marechal Deodoro.

O novo processo operacional será realizado com sal seco importado, já que a Braskem paralisou definitivamente, desde maio de 2019, a extração de sal em Maceió.

A Braskem afirma ter investido R$ 60 milhões em adequações tecnológicas e de infraestrutura na planta industrial e na logística rodoviária e portuária para integrar o processo de transporte de sal, seguindo as melhores práticas em saúde, segurança e meio ambiente. O sal chega pelo Porto de Maceió, onde é armazenado, e em seguida é transportado até a unidade industrial por meio de carretas, que circulam em horário comercial. O sal é, então, dissolvido em tanques para produção da salmoura (matéria-prima). O antigo salmouroduto, que recentemente passou por manutenção, passa a servir para o transporte de água.

Em paralelo, a empresa afirma seguir dedicada ao apoio prioritário à realocação de moradores e compensação financeira dos residentes afetados pelo evento geológico de 2018 em Maceió, conforme acordos firmados com autoridades.

A empresa reafirmou seu compromisso com o Estado e com uma atuação empresarial responsável. Segundo a Braskem, toda a equipe utiliza os equipamentos de proteção necessários, adotando todas as medidas de saúde recomendadas pelas autoridades sanitárias para prevenção ao coronavírus. A fabricante de PVC diz que suas instalações industriais foram adaptadas, com intensificação na higienização e sanitização dos ambientes, ar condicionado com adaptações validadas por infectologistas, estações de trabalho e transporte demarcados para uso com distanciamento social adequado, além de entrega de kit individual com máscaras de tecido e álcool gel.

Curta nossa página no

Percentual de plástico reciclado pós-consumo cresceu no Brasil em 2019, afirma PICPlast

09/02/2021

  • Em 2019 o volume reciclado foi de 838 mil toneladas de plástico pós-consumo enquanto em 2018 foram recicladas 757 mil toneladas
  • O índice de reciclagem pós-consumo em 2019 foi de 24%, em 2018 esse número era de 22,1%

Anualmente, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), parceria entre a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), representante do setor de transformados plásticos e reciclagem e a Braskem, maior petroquímica das Américas, realiza um estudo sobre a reciclagem mecânica de plásticos com o objetivo de entender o tamanho da indústria no Brasil e acompanhar a sua evolução ao longo dos anos. O estudo foi comandado pela MaxiQuim.

Como na edição de 2018, o ponto de partida do estudo foi um mapeamento das indústrias de reciclagem mecânica de plásticos. Embora tenha havido uma redução no número de empresas recicladoras (de 716 para 695) e de empregos diretos (18.662 para 17.919), o faturamento bruto teve um leve crescimento de R$ 2,4 para R$ 2,5 milhões.

As capacidades instalada e ociosa se mantiveram praticamente estáveis, com uma pequena variação. Enquanto a primeira variou de 1.802 mil toneladas para 1.848 mil toneladas de 2018 para 2019, a ociosidade caiu de 39% para 38%.

Após esse mapeamento inicial, foram realizadas entrevistas individuais com 168 indústrias, ou 24,2% do total das empresas, com o objetivo de entender melhor o volume de plástico reciclado, seu destino, os tipos de plásticos mais reciclados e estabelecer o índice de reciclagem do plástico.

Volumes de resíduos plásticos consumidos no Brasil

Segundo o estudo, em 2019 foram consumidas 1,3 milhão de toneladas de resíduos plásticos na reciclagem, representando um crescimento de 5,2% em comparação a 2018, sendo que 953 mil toneladas são de plástico pós-consumo, ou seja, material descartado em domicílios residenciais e em locais como shoppings centers, estabelecimentos comerciais, escritórios, entre outros. As 370 mil toneladas restantes correspondem a plástico industrial, como sobras dos processos da indústria petroquímica, de transformação de plásticos e da própria reciclagem de plásticos.

Origem do plástico

A maioria do plástico reciclado tem origem no pós-consumo doméstico (52,5%). O restante se divide entre pós-consumo não doméstico (19,5%) e resíduo pós-industrial (28%).

A matéria-prima chegou aos recicladores por meio das próprias indústrias plásticas (28%), pelos sucateiros (26%), pelos beneficiadores (17%), cooperativas (12%), empresas de gestão de resíduos (8%), catadores (4%), direto da fonte geradora (3%) e de aterros (2%).

A maioria do resíduo consumido veio do Sudeste do país (48%), seguido pelo Sul (27%), Nordeste (12%), Centro Oeste (6%), Norte (4%), além de 2% que foram importados. Aproximadamente 34,7% (ou 460 mil toneladas) do volume de resíduo consumido não provêm do mesmo estado sede dos recicladores. “Isso ocorre porque os recicladores estão concentrados nos grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, e apesar desses lugares possuírem coleta seletiva, a quantidade coletada não é suficiente para a capacidade instalada das recicladoras, explica Solange Stumpf, sócia da consultoria MaxiQuim.

Plásticos pós-consumo

O estudo encomendado pelo PICPlast focaliza-se principalmente na reciclagem do plástico pós-consumo. O levantamento apontou que, em 2019, foram gerados 3,5 milhões de toneladas de resíduos plástico pós-consumo – um crescimento de 2% em relação ao ano anterior.

“O último estudo que realizamos, em 2018, apontou um volume de resíduos plásticos reciclado de 757 mil toneladas. Ou seja, apesar do volume de resíduo plástico gerado ter crescido apenas 2% de um ano para outro, o montante reciclado cresceu 10% o que nos mostra um avanço da indústria da reciclagem de plástico no país”, complementa Solange.

Plástico reciclado produzido

Segundo o estudo, em 2019 foram produzidas 838 mil toneladas de plásticos reciclados. A região sudeste é a responsável por 51,6% da produção com 464 mil toneladas, seguida pela região Sul com 226 mil toneladas, Nordeste com 94 mil toneladas, Centro Oeste com 40 mil toneladas e Norte com apenas 12 mil toneladas.

Índice de reciclagem mecânica

O índice de reciclagem mecânica dos plásticos pós-consumo ficou em 24% em 2019, um crescimento de 8,5% em comparação ao ano anterior. Esse número é calculado dividindo a quantidade de plástico pós-consumo produzido reciclado pelo volume de plástico pós-consumo gerado.

“Sabemos que temos um longo caminho ainda que pode ser explorado pelo segmento de reciclagem mecânica de plásticos pós-consumo, entretanto, o crescimento dos índices mostra que estamos no caminho certo. Quando olhamos outros países da União Europeia ou mesmo os Estados Unidos vemos que na comparação com a reciclagem mecânica o Brasil vai bem”,  finaliza a consultora.

Curta nossa página no

Milliken lança aditivo para diversas aplicações na indústria de embalagens termoformadas

04/02/2021

Segundo a empresa, o aditivo oferece um Limite de Migração Específico (SML) mais favorável que os produtos da sua geração anterior

Projetado para ser usado por transformadores da indústria plástica, o Hyperform HPN 909ei, mais recente aditivo da Divisão Química da Milliken & Company para homopolímeros de polipropileno (PP), oferece um equilíbrio de propriedades físicas e estéticas. Lançado globalmente, o novo aditivo já está disponível para o mercado brasileiro.

A formulação do aditivo também traz um aspecto importante para garantir a segurança dos alimentos acondicionados nas embalagens. A Milliken explica que o HPN 909ei é adaptado especificamente para minimizar a migração do aditivo, especialmente no contato com alimentos. Segundo a empresa, ele possui um Limite de Migração Específico (SML) mais favorável que os produtos da geração anterior da família HPN. “Um número menor de SMLs significa dizer que há uma substância a menos que deve ser monitorada e testada, o que exige menor controle dos clientes”, explica Rodrigo Silva, gerente da Milliken. Com essa simplificação, a segurança é aumentada. Isso é vital, visto que estes grades de resina PP são normalmente utilizados para moldar copos e tampas de bebidas, embalagens de alimentos e bandejas, entre outras superfícies plásticas, afirma a empresa.

Via de regra, os nucleantes tradicionais exigem o sacrifício de resistência ao impacto para se obter maior rigidez. No entanto, segundo a Milliken, o Hyperform HPN 909ei oferece maior rigidez (módulo de flexão) ao mesmo tempo em que mantém o desempenho de impacto. A empresa afirma também que o aditivo possui contração isotrópica otimizada (contração semelhante em ambas as direções, reduzindo assim o empenamento), além de uma temperatura de deflexão ao calor mais alta – o que resulta em uma resistência térmica aprimorada, vital para aplicações de envase a quente (“hot-fill”) e microondas. Entre outras vantagens, também ajuda a substituir os efeitos de nucleação dos pigmentos, reduzindo assim a complexidade do projeto, garante o fabricante.

Segundo a Milliken, o HPN 909ei apresenta também uma otimização de “haze” e redução ainda maior dos níveis de amarelamento, o que traz uma aparência geral mais “clean” e transparente aos produtos finais, aprimorando as propriedades ópticas das peças produzidas. Rodrigo Silva destaca as embalagens de comidas em porção expostas nas gôndolas e refrigeradores dos supermercados. “O consumidor quer ver o que está consumindo, isso traz maior segurança”, diz.

Ainda segundo o executivo, tais características potencializam ainda mais a pegada sustentável do HPN-909ei, permitindo que os transformadores substituam outras resinas em várias aplicações por polipropileno reciclável, com sua baixa pegada de carbono geral.

Especialista em ciência dos materiais, com mais de 150 anos de história, a Milliken & Company conta com oito mil colaboradores, distribuídos por 46 localidades ao redor do mundo.

Curta nossa página no

Tomra e Borealis abrem fábrica para separação de resíduos plásticos pós-consumo e reciclagem mecânica avançada

02/02/2021

  • A planta conceito separa os resíduos plásticos pós-consumo e produzirá pellets de polímero totalmente formulados, prontos para o mercado
  • As grandes marcas e transformadores serão capazes de acessar o material para qualificação e validação de mercado no início de 2021
  • Colaboração pioneira reúne experiência vital para o avanço da economia circular

A Tomra e a Borealis anunciaram hoje (01/02) o início operacional de sua planta conceito de reciclagem mecânica avançada em Lahnstein, Alemanha.

“Esta fábrica é apenas o começo do que é possível quando os principais participantes da cadeia de valor se unem para causar um impacto realmente significativo no mercado”, disse Volker Rehrmann, vice-presidente executivo e chefe de economia circular da Tomra. “Tendo acabado de lançar a nova Divisão de Economia Circular, está claro o grande papel que a gestão de resíduos e projetos essenciais como este têm na caminhada em direção a um futuro sustentável. Estamos orgulhosos de ter iniciado uma das fábricas de reciclagem mecânica mais avançadas quando se trata de resíduos de polímeros pós-consumo. Isso se tornará um facilitador importante à medida que acelerarmos a transformação para uma economia circular nos próximos anos e estamos entusiasmados por fazer parte deste projeto pioneiro”.

“Esta planta incorpora os princípios da plataforma EverMinds fundada pela Borealis, que busca inovar a circularidade dos plásticos por meio da colaboração”, disse Lucrèce Foufopoulos, vice-presidente executivo da Borealis em Poliolefinas, Inovação e Tecnologia e Soluções de Economia Circular. “Oferecer material reciclado de alta qualidade às grandes marcas e aos transformadores, adequado para uso em aplicações altamente exigentes, é a mais recente contribuição da Borealis para uma economia mais circular de plásticos. A vida exige progresso e, por meio da colaboração, reinventamos para uma vida mais sustentável” .

A operação da planta é um empreendimento conjunto entre Tomra, Borealis e Zimmerman. A Borealis é responsável pelo sucesso comercial da planta e contribui com sua experiência e conhecimento em inovação, reciclagem e compostagem. Da mesma forma, a Tomra contribui como fornecedora de soluções baseadas em tecnologia e traz sua experiência, processos estabelecidos e conhecimento de mercado que, por sua vez, tornam possível a economia circular através de sistemas de coleta e triagem. A Zimmerman é uma empresa de gerenciamento de resíduos com experiência na triagem de vários tipos de resíduos, incluindo plásticos, e é responsável pelo sucesso das operações da fábrica e da qualidade do produto.

A planta de última geração processa resíduos plásticos rígidos e flexíveis de residências. E, ao contrário de muitas fábricas de reciclagem atuais, ela produzirá soluções para uso em aplicações de plástico de alta demanda em vários setores, incluindo automotivo e produtos de consumo. Com alta pureza, baixo odor, alta consistência do produto e frações de cor clara, esses polímeros reciclados de grau Borcycle M atenderão aos requisitos de qualidade do cliente em toda a cadeia de valor, afirmam as empresas.
O objetivo desta planta de demonstração é produzir material para que os proprietários de marcas e transformadores possam testar, validar e qualificar o uso dessa resina reciclada em suas aplicações altamente exigentes. O sucesso técnico estabelecerá as bases para uma planta de reciclagem avançada em escala comercial.

“Na P&G, estamos fazendo embalagens tendo em mente a ‘próxima vida’ do produto, a fim de ajudar a impulsionar uma economia circular mais robusta. Devemos aumentar o fornecimento de plástico reciclado de alta qualidade para permitir que a indústria cumpra essa visão”, afirma Gian De Belder, Diretor Técnico da Procter & Gamble (P&G), Sustentabilidade de Embalagens de P&D. “A nova abordagem inovadora que a Tomra e a Borealis estão adotando mostra o potencial para mudar a quantidade e a qualidade do PCR disponível para nossas marcas e nos ajuda a atingir nossa meta para 2030 de reduzir nosso uso de plástico virgem em embalagens em 50%, o equivalente a 300 mil toneladas anualmente. Os primeiros testes do material parecem muito promissores!”.

“Na Henkel, queremos reduzir o plástico virgem de origem fóssil para 50 por cento até 2025 – por exemplo, aumentando a participação de plásticos reciclados para mais de 30 por cento globalmente. Um grande desafio para embalagens mais circulares é a disponibilidade de plásticos reciclados de alta qualidade que posam ser usados nas embalagens de nossas marcas”, comenta Thorsten Leopold, Diretor Internacional de Tecnologia de Embalagem para Cuidados Domiciliares da Henkel.  “Estamos, portanto, muito animados pelo fato de que este projeto reúne três especialistas comprovados ao longo da cadeia de valor, com a ambição de elevar a reciclagem mecânica a um novo nível. “

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 6.000 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, a Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 885 milhões de euros e emprega mais de 4.500 pessoas globalmente.

A Borealis é um dos maiores fornecedores mundiais de soluções de poliolefinas e líder no mercado europeu de produtos químicos básicos, fertilizantes e reciclagem mecânica de plásticos. Com sede em Viena, Áustria, a Borealis emprega 6.900 funcionários e opera em mais de 120 países. Em 2019, a Borealis gerou EUR 8,1 bilhões em receita de vendas e um lucro líquido de EUR 872 milhões. OMV, a empresa internacional de petróleo e gás sediada na Áustria, possui 75% das ações da Borealis, enquanto os 25% restantes pertencem a uma holding da Mubadala, com sede em Abu-Dhabi. O grupo fornece serviços e produtos para clientes em todo o mundo por meio da Borealis e de duas importantes joint ventures: Borouge (com a Abu Dhabi National Oil Company, ou ADNOC, com base nos Emirados Árabes Unidos); e Baystar (com Total, com base nos EUA).

Curta nossa página no

Covestro recebe primeira remessa de benzeno sustentável para fabricação de precursor de espumas de poliuretano rígidas

27/01/2021

  • Total entrega 2 mil toneladas de benzeno com certificação ISCC Plus
  • Covestro utiliza benzeno na produção de importantes precursores para diferentes aplicações
  • Uso de matéria-prima alternativa para paineis de isolamento, partes automotivas e equipamentos de refrigeração mais sustentáveis

A Covestro recebeu a primeira remessa de 2 mil toneladas de benzeno sustentável da Total e, segundo a empresa, alcança mais um marco em sua trajetória para uma Economia Circular. A matéria-prima com certificação ISCC Plus foi fornecida pela plataforma de refinaria e petroquímica da Total em Normandia, no noroeste da França, e transportada para o site da Covestro na Antuérpia. Lá, ela será como utilizada como uma precursora para a produção de anilina, um produto importante para a produção do MDI pela Covestro na Alemanha.

O MDI é a base inicial para a produção de espumas rígidas de poliuretano, utilizadas por ano no isolamento térmico de prédios e equipamentos de refrigeração, além de aplicações na indústria automotiva e em muitas outras indústrias.

“Por meio da parceria com a Total, nós estamos ajudando nossos clientes do segmento de espuma rígida a tornarem sua produção ainda mais sustentável e se posicionarem no mercado”, afirma Daniel Meyer, head global do segmento de Poliuretanos na Covestro. “Eles podem utilizar esta matéria-prima imediatamente em seus processos de produção sem nenhuma conversão técnica. A qualidade do produto está ao par daqueles baseados em produtos petroquímicos”.

“Essa parceria comercial com a Covestro demonstra o objetivo da Total em produzir e comercializar novos produtos sustentáveis, ajudando nossos clientes a reduzirem sua pegada de carbono”, afirma Jean-François Renglet, vice-presidente de Marketing da Divisão de Químicos de Base da Total Refining and Chemicals. “Está em linha com a ambição da Total em atingir a neutralidade em carbono até 2050 para todas suas atividades no mundo, da produção aos produtos de energia utilizados por seus clientes”.

Transição gradual para matérias-primas alternativas

Com a transição gradual de sua produção para matérias-primas alternativas, a Covestro visa substituir as matérias-primas fósseis e tornar suas cadeias de valor mais sustentáveis. Recentemente, a empresa recebeu a certificação ISCC Plus para a produção de anilina renovável em Antuérpia, na Bélgica, e MDI em Uerdingen, na Alemanha, além da produção de policarbonato nos dois sites. Para a Covestro, o projeto é parte de um amplo programa com o qual a empresa, junto com parceiros, irá promover a transição para a economia circular e, consequentemente, tornar-se totalmente circular.

As certificações de balanço de massa em toda a cadeia de valor tornam as produções mais sustentáveis – reduzindo a pegada de CO₂ do produto e o uso de matérias-primas fósseis – e mais transparentes. O acrônimo ISCC representa International Sustainability and Carbon Certification, um sistema reconhecido internacionalmente para a certificação de sustentabilidade de biomassa e bioenergia.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas no fim de 2019.

Total é uma companhia de energia que produz e comercializa combustíveis, gás natural e eletricidade. Seus 100 mil funcionários atuam em mais de 130 países.

Curta nossa página no

Tomra Sorting Recycling e Stadler UK escolhidos como fornecedores de tecnologia para a reforma de planta da Viridor no Reino Unido

21/01/2021

Em 2019, a Stadler UK Limited foi nomeada pela Viridor como um dos dois principais parceiros de contrato para a reforma de £15,4 milhões de Masons sua planta de triagem de materiais (Materials Recycling Facility – MRF) perto de Ipswich, modernizando a instalação como parte da renovação do contrato de dez anos do condado de Viridor-Suffolk. Viridor opera esta planta em nome da Suffolk Waste Partnership.

A Viridor especificou as soluções de seleção com base nos sensores da Tomra Sorting Recycling em sua documentação de licitação para a reforma. Tendo já trabalhado juntos em vários projetos em todo o mundo, Stadler e Tomra trabalharam em estreita colaboração desde os estágios iniciais da concorrência para garantir que a planta e o equipamento atendessem aos requisitos específicos da Viridor.

Ao investir fortemente na atualização da planta, a Viridor foi capaz de transformar suas operações, aumentando a capacidade de 65.000 toneladas por ano (tpa) para 75.000 tpa (equivalente a 17 toneladas por hora). A planta agora está operando em plena capacidade e em níveis ideais de processamento. A qualidade da saída também melhorou consideravelmente graças aos novos equipamentos Tomra instalados durante a atualização.

O material de entrada da planta é uma mistura de materiais recicláveis secos (não incluindo vidro) do Condado de Suffolk. O material é primeiro processado usando um equipamento de separação mecânica totalmente novo, incluindo um tambor dosador, um separador balístico Stadler PPK, uma peneira rotativa, separadores balísticos Stadler STT2000, separadores magnéticos e de indução. Após a separação mecânica, o material (exceto a fibra) passa por um processo de separação por ar antes de chegar às unidades de seleção baseadas em sensores óticos Tomra Autosort® recém-instaladas.

Antes da atualização, três separadores óticos Tomra estavam instalados na MRF. Estes foram substituídos por 11 novas unidades Tomra Autosort. Como uma das unidades existentes tinha apenas quatro anos, a Tomra simplesmente fez o upload do software mais recente.

As unidades foram programadas para classificar e recuperar fibra mista (papelão, papel e jornais e panfletos misturados) e para classificar plásticos misturados por polímero em mono frações de plásticos com alta pureza (PET, HDPE, plásticos duros, filme, potes, tubos e bandejas).

O sistema Autosort reúne tecnologias da Tomra para fornecer precisão avançada de tarefas de seleção complexas em alta capacidade. A Tomra afirma que o Autosort é capaz de separar materiais difíceis ou mesmo impossíveis de separar usando tecnologias convencionais, oferecendo precisão de seleção de alto desempenho consistente em todas as frações alvo – mesmo nas aplicações mais complexas.

Uma vez que o material de alimentação da planta foi processado pelas unidades Autosort relevantes, ele recebe uma verificação final de controle de qualidade antes de ser enfardado para o transporte aos clientes finais, todos sediados no Reino Unido. Qualquer material que sobrar após a recuperação de todas as frações alvo é enviado para recuperação de energia ou para aterro.

Com os novos equipamentos mecânicos e com os sensores instalados, a Viridor afirma estar colhendo uma série de benefícios operacionais, incluindo:
• Maior capacidade – a planta pode processar uma tonelagem maior de material de alimentação (10.000 toneladas adicionais por ano)
• Melhor pureza do mercado das frações separadas, por exemplo, 98,5% de pureza em jornais e panfletos, e mais de 95% para polímeros como PET, HDPE e plásticos mistos
• Eficiências de custo resultantes da planta funcionando em plena capacidade
• Risco reduzido de paradas da planta
• Soluções preparadas para o futuro – o equipamento é projetado para as necessidades de um mercado em constante mudanças de comportamento, e pode ser reprogramado para lidar com as mudanças no fluxo de material de alimentação
• Redução de custos derivada da seleção de PET e HDPE – anteriormente, esse material era enviado para Viridor Rochester para reprocessamento, mas agora pode ser reprocessado no local, reduzindo a pegada de carbono e economizando nos custos de reprocessamento

Steven Walsh, Engenheiro Comercial da Tomra Sorting Recycling, comenta: “Estamos muito satisfeitos em trabalhar com a Stadler neste projeto, já tendo trabalhado com eles em uma série de outros projetos nacional e internacionalmente. Antes da reforma, esta unidade da Viridor só podia classificar plásticos misturados para processamento adicional na planta de Recuperação de Plásticos (Plastic Recovery Facility – PRF) de Rochester e era extremamente focada na seleção manual, usada para refinar a seleção de todos os tipos de plásticos. Agora, porém, a Masons está entre as plantas mais altamente automatizadas no Reino Unido e, ao integrar o equipamento Tomra e se beneficiar da experiência técnica da Tomra, a Viridor pode recuperar materiais de qualidade superior prontos para alimentar a economia circular”.

Benjamin Eule, Diretor da Stadler UK Limited, acrescenta: “Nossa função era desmontar a planta existente e, fornecer e instalar uma solução totalmente pronta para operação da planta recém-reformada. Foi uma das renovações mais rápidas em que já trabalhamos. Levamos apenas cerca de três meses desde a discussão inicial até a assinatura dos contratos e, depois que os contratos foram assinados, estávamos no local cinco meses depois para realizar a instalação. Demorou duas semanas para desmontar a planta e tudo era novo, exceto um separador ótico Tomra no qual a Tomra simplesmente atualizou para o software mais recente, pois tinha apenas alguns anos. A instalação – incluindo a retirada do equipamento antigo – levou 80 dias no total. Instalamos novas estruturas de suporte, esteiras transportadoras e todos os componentes elétricos necessários no processo. Também gerenciamos os processos de comissionamento com e sem material”.

O Diretor de Reciclagem da Viridor, Derek Edwards, disse: “Este é de longe o maior investimento em uma planta MRF do Reino Unido nos últimos anos. A Viridor está fortemente focada no desenvolvimento de oportunidades para colocar materiais recicláves de qualidade de volta na economia a que pertencem. Isso começa com a visão de resíduos como um recurso, em vez de lixo e, graças ao compromisso da Suffolk com a reciclagem e nosso investimento na planta Masons MRF, estamos bem posicionados para aproveitar ao máximo as oportunidades de reciclagem do condado e vender esse material para clientes finais que estão no Reino Unido.

O Sr. Edwards acrescentou: “O plano de investimento da planta Masons foi projetado especificamente não apenas para alcançar maior capacidade, mas para combinar a qualidade de produção com os requisitos do mercado. A planta tem o mesmo material de alimentação de antes, mas agora pode processar um adicional de 10.000 toneladas de material por ano. Estamos muito satisfeitos com o desempenho da planta e seus equipamentos desde que a reforma foi concluída”.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários qualificados oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 6.000 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, a Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 885 milhões de euros e emprega mais de 4.500 pessoas globalmente.

Curta nossa página no

Feira NPE2021 em Orlando (EUA) é cancelada

07/01/2021

A Associação da Indústria de Plásticos dos EUA (PLASTICS), organizadora da feira NPE, informou o cancelamento da NPE2021 devido à pandemia de Covid-19. O evento estava programado para ocorrer de 17 a 21 de maio de 2021, em Orlando, Flórida (EUA).

A entidade divulgou nota onde explica que “coloca a saúde e a segurança de associados, expositores, funcionários e participantes como sua maior prioridade. Após consulta com especialistas médicos e jurídicos, com nossos Diretores do Conselho, comitê executivo da NPE, expositores e os membros da associação, o Conselho de Administração da PLASTICS decidiu, e estamos anunciando, o cancelamento dos componentes presenciais do NPE2021, programada de 17 a 21 de maio de 2021, em Orlando, Flórida, devido à pandemia de coronavírus em curso. Após extensa avaliação, foi determinado que não é possível realizar o evento planejado e ao mesmo tempo fornecer um ambiente seguro naquela época e local, portanto, devemos cancelar o show presencial.

Embora estejamos decepcionados com as circunstâncias que levaram a essa decisão, sabemos que a indústria de plásticos é forte e resiliente. Nos últimos dez meses, ela liderou a transformação de processos de fabricação e operações da cadeia de suprimentos que entregam equipamentos médicos e suprimentos para empresas farmacêuticas, fabricantes de suprimentos médicos e profissionais de saúde, protegendo socorristas e trabalhadores de linha de frente contra o coronavírus. Ao reunir empresas na vanguarda da fabricação de plásticos, a PLASTICS continuará a fornecer oportunidades para a indústria se unir para resolver as necessidades de hoje e reimaginar como enfrentar os desafios de amanhã.”

A próxima edição presencial da NPE ocorrerá entre 06 e 10 de maio de 2024.

Curta nossa página no

Feiplastic muda de nome e confirma novo local e data para a edição 2022

07/01/2021

A partir de 2022, a Feiplastic passará a se chamar “Inovaplastic” e, segundo os organizadores, “terá como foco o mapeamento e a democratização de inovação e de tecnologia para viabilização de soluções dentro dos conceitos de sustentabilidade e economia circular”.

O evento será realizado entre 15 e 18 de março de 2022 em um novo local: o centro de convenções São Paulo Expo.

“A Inovaplastic 2022 é uma plataforma mais dinâmica e mais aderente às buscas de soluções inovadoras para atender a um mercado cada vez mais exigente e alinhado aos propósitos de sustentabilidade. Iremos engajar ainda mais as indústrias consumidoras com uma agenda positiva de negócios, experiências e conteúdos direcionados e customizados para cada mercado”, afirma Patrícia Oliveira, gerente de produto na Reed Exhibitions.

A Inovaplastic é uma iniciativa da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e organizada e promovida pela Reed Exhibitions.

Curta nossa página no

Feira PLAST na Itália é transferida para junho de 2021

23/12/2020

Em nota de imprensa divulgada em (21 de dezembro), os organizadores da feira PLAST 2021 afirmara que “após analisar cuidadosamente a atual crise de saúde e os cenários futuros mais realistas que podem ser previstos neste momento, os organizadores da PLAST 2021 decidiram reprogramar a data da feira, que agora vai ocorrer em Junho de 2021, entre os dias 22 (terça-feira) e 25 (sexta-feira).

Assim, o evento será realizado no início do verão do Hemisfério Norte, suficientemente distante de quaisquer situações críticas deste inverno ou do início da primavera, no interesse primordial de proteger a segurança de todos os envolvidos.

A decisão foi tomada após discussões com as principais empresas do setor a fim de identificar o período mais favorável em termos da evolução da pandemia, da esperada recuperação econômica e do calendário internacional de feiras. No que diz respeito ao último item, a PLAST 2021 será a primeira feira internacional de plásticos e borracha da Europa no próximo ano.

Detalhes adicionais serão comunicados nas próximas semanas sobre a decisão dos organizadores – obviamente tomada em resposta a circunstâncias excepcionais – bem como o conteúdo que caracteriza a feira e os próximos passos a serem dados para prepará-la.”

Curta nossa página no

Braskem anuncia estudos com a Universidade de Illinois para produção de polietileno a partir da captura e utilização de CO2

23/12/2020

Exemplo inspirado em mecanismos já existentes na natureza, onde uma folha e um fotossistema artificiais realizam a captura de CO2 oriunda dos gases de combustão e o converte em Eteno utilizando luz solar. Crédito: Universidade de Illinois em Chicago

A Braskem se uniu à Universidade de Illinois em Chicago (UIC), nos Estados Unidos, para pesquisar uma rota de desenvolvimento de eteno, matéria-prima utilizada na produção de resinas termoplásticas, aplicando tecnologia de captura e utilização do gás carbônico (CO2) emitido em processos industriais. Tais emissões são produzidas sempre que carvão, petróleo, gás natural ou outros combustíveis fósseis, ricos em carbono, são queimados para geração de energia, por exemplo. A tecnologia disruptiva da UIC em parceria com a Braskem possui grande potencial global para aplicações industriais, ao conectar a produção de polímeros à captura e conversão de CO2, um dos componentes do efeito estufa e um dos principais contribuintes para as mudanças climáticas.

O projeto está em fase inicial de desenvolvimento e a Braskem terá a missão de aliar ao tema seu know-how na comercialização de matérias-primas e produção de polímeros para escalar a tecnologia, contribuindo para a validação dos estudos teóricos e experimentais produzidos pela universidade. “Reduzir as emissões de carbono é uma premissa fundamental para combater as mudanças climáticas, compromisso que faz parte dos nossos macro-objetivos para o desenvolvimento sustentável. O objetivo da parceria com a Universidade de Illinois em Chicago, é avaliar a possibilidade de capturar e converter o CO2 emitido em nossa operação industrial para torná-lo matéria-prima em nossos processos de produção de polímeros”, afirma Luiz Alberto Falcon, responsável pela plataforma de reciclagem da Braskem.

De acordo com um estudo da International Energy Agency, a indústria química mundial emite, anualmente, cerca de 1,5 bilhões de toneladas de CO2 provenientes de uso de energia somada aos seus processos industriais. As estimativas iniciais do potencial da tecnologia indicam que, se todo esse gás fosse convertido e recuperado, seriam geradas mais de 300 milhões de toneladas de produtos químicos ou resinas, como os produzidos pela Braskem. Além disso, o uso de energia renovável no processo é chave para a redução da pegada de carbono e melhoria da atratividade tecnologia sob perspectivas econômicas e ambientais.

De acordo com o professor Meenesh Singh, responsável pelo projeto na Universidade de Illinois em Chicago, a parceria com a Braskem contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia integrada, sustentável e com maior eficiência energética. “Combustíveis fósseis, como gás natural e carvão, são usados extensivamente em caldeiras industriais para geração de vapor para produção de produtos químicos. Operações mais sustentáveis das caldeiras, com maior eficiência energética e redução da intensidade de carbono, exigem uma captura contínua de CO2 e sua reciclagem para produzir produtos químicos como eteno, causariam um grande impacto na economia circular dos processos de fabricação. O objetivo da parceria entre UIC e Braskem é estabelecer um sistema completamente integrado, sustentável e com baixo consumo de energia, capaz de capturar continuamente o CO2 do gás de combustão e convertê-lo em eteno para a produção de polietileno. Para desenvolver o sistema com o desempenho necessário, nosso grupo na UIC contará com a experiência demonstrada em reações de redução eletroquímica de CO2 e irá combiná-la com a tecnologia que está sendo patenteada para ativamente capturar o CO2 de gases de combustão” explica o professor Singh.

Atualmente, a Braskem possui uma equipe com mais de 300 profissionais dedicados ao tema da inovação, com 216 projetos no pipeline de inovação e tecnologia para atender as diferentes áreas de negócio e 903 documentos de patentes depositados no Brasil e no exterior.

Para Gus Hutras, responsável pela área de Tecnologia de Processos da Braskem, é essencial buscar parcerias com universidades para o desenvolvimento de projetos com potencial transformador na indústria. “A inovação faz parte da nossa cultura empresarial, sendo uma forma de pensar e agir intrínseca à nossa atuação, com papel fundamental em nossa trajetória. Estimulamos os nossos integrantes a desafiar e serem desafiados, para que possam exercitar diferentes olhares e experiências, construindo novos caminhos de aprendizado. Estamos sempre atentos às oportunidades de trabalho colaborativo e no intercâmbio de ideias e conhecimento, seja com universidades, startups ou outros players, em âmbito global”, finaliza.

Inovação em prol da economia circular de carbono neutro

A Braskem anunciou, em novembro deste ano, a ampliação de seus esforços para se tornar uma empresa carbono neutro até 2050. Para alcançar esta meta, a estratégia da companhia considera iniciativas de redução, compensação e captura de carbono, assim como ampliação do portfólio I’m greenT, que inclui os produtos com foco em economia circular, e o engajamento para que nos próximos 10 anos haja o descarte adequado de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos.

Curta nossa página no

Arkema vende negócios de Acrílicos para a Trinseo por 1,137 bihões de euros

14/12/2020

  • Arkema anuncia a proposta de desinvestimento de seus negócios de PMMA para a Trinseo
  • Projeto é uma nova etapa na transformação da Arkema e está em linha com a sua ambição da empresa de se tornar uma empresa pura de Materiais Especiais até 2024
  • O valor da transação corresponde a 9,3 vezes o EBITDA estimado para 2020
  • A aquisição é altamente sinérgica um catalisador chave na transformação do portfólio da Trinseo

A Trinseo, uma empresa global de materiais e fabricante de plásticos, aglutinantes de látex e borracha sintética, anunciou hoje (14/12/2020) a sua entrada em um acordo vinculativo com a Arkema, líder em especialidades químicas, para adquirir os negócios de polimetacrilato de metila (PMMA) e metacrilatos de metila (MMA) da empresa. O PMMA  é um plástico transparente e rígido, com uma ampla gama de usos finais e tem uma química adjacente atraente que complementa o portfolio existente da Trinseo em vários mercados finais, incluindo automotivo, construção civil, médicos e eletrônicos de consumo.

“Esta aquisição será um catalisador para a transformação do nosso portfólio no sentido de nos tornarmos um provedor de soluções de margem mais alta e menos cíclica”, disse Frank Bozich, presidente e CEO da Trinseo. “O negócio de PMMA da Arkema tem gerado margens atraentes de forma consistente e seus produtos são vendidos a muitos dos mercados finais da Trinseo. Acreditamos que este seja um excelente primeiro passo na transformação de nosso portfólio, que deverá incluir a separação de alguns de nossos negócios de commodities. Estamos ansiosos para que a equipe de PMMA da Arkema se junte à Trinseo e acreditamos que a natureza complementar da transação deve gerar oportunidades de crescimento para os negócios de PMMA globalmente. ”

A atividade de PMMA da Arkema é um negócio integrado, da produção do metacrilato de metila ao polimetacrilato de metila, comercializado sob as conhecidas marcas Plexiglas no continente americano e Altuglas no resto do mundo. Esta atividade se beneficia de posições comerciais de liderança, com produtos dedicados principalmente aos mercados automotivo, de construção, letreiros, displays e produtos sanitários.

O negócio de PMMA da Arkema emprega cerca de 860 pessoas e opera 7 unidades de produção (4 na Europa e 3 na América do Norte). As vendas em 2020 são estimadas em cerca de € 510 milhões para um EBITDA em torno de € 122 milhões, apesar do contexto da Covid-19. Em 2019, o EBITDA ficou próximo do seu máximo histórico, em € 160 milhões.

A combinação do portfólio existente da Trinseo com o negócio de PMMA da Arkema permitirá um maior foco em mercados de crescimento futuro, como a Ásia, que representa aproximadamente 70% do mercado global de PMMA.

A Trinseo gerou vendas de US $ 3,8 bilhões em 2019 e opera 17 unidades de produção em todo o mundo, com uma força de trabalho de 2.700 pessoas. O negócio de PMMA da Arkema complementará a gama de plásticos de desempenho da Trinseo (ABS, PC, etc.) e fortalecerá suas posições nos mercados automotivo, de construção e iluminação. Assim, esses portfólios de atividades altamente complementares oferecerão novas oportunidades de crescimento e desenvolvimento.

A oferta recebida tem por base um valor empresarial de 1,137 bilhões de euros, sendo o imposto sobre capital estimado em cerca de 15% deste montante.

Para informações adicionais (em inglês), clique aqui

Curta nossa página no

Feira NPE2021: 13 zonas de tecnologia darão destaque aos setores mais importantes da indústria de plásticos

11/12/2020

Zonas de tecnologia funcionam como pontos de convergência de inovação em toda a feira

A Associação da Indústria de Plásticos dos EUA (The Plastics Industry Association – PLASTICS),  organizadora da feira NPE: The Plastics Show, anunciou que a edição de 2021 abrigará 13 zonas de tecnologia distintas, oferecendo aos visitantes a oportunidade de ver em primeira mão demonstrações sobre as mais recentes máquinas e equipamentos, ter reuniões com especialistas em alguns dos setores mais essenciais da indústria de plásticos e assistir a sessões educacionais focalizadas em inovações em plásticos.

As 13 zonas de tecnologia da NPE2021 cobrem muitos dos setores mais críticos da indústria e apresentam os insights, soluções e serviços que são essenciais para fortalecer as cadeias de fornecimento. As zonas consolidam e centralizam as tecnologias, moldes, materiais e processos mais avançados de seus setores individuais em um único local, oferecendo uma prévia, em primeira mão, das tecnologias que ajudarão a impulsionar a indústria.

“As zonas de tecnologia são um encapsulamento perfeito do que torna a NPE2021 uma vitrine tão empolgante da indústria de plásticos”, disse Susan Krys, vice-presidente da PLASTICS para feiras. “Essas feiras dentro de uma feira conectam expositores, participantes e compradores em setores específicos que mais se alinham com suas prioridades de negócios individuais, permitindo que maximizam seu tempo na feira e construam relacionamentos com participantes da NPE com interesses afins em toda a cadeia de suprimentos.”

As 13 zonas de tecnologia em exibição na NPE2021 incluem: Zona de impressão 3D / 4D, Zona da Garrafa, Zona de fabricação por contrato, Zona de decoração e processos secundários, Zona de embalagem flexível, Zona de inspeção e medição, Zona de Tecnologia Médica, Zona de fabricação de moldes, Zona de polímeros e aditivos, Zona de Design de Produto e Serviços de Engenharia, Zona de Reciclagem e Sustentabilidade, Zona de Embalagem Rígida e Zona de Robótica e Automação.

Dada a escala de expansão da NPE2021 – a próxima feira trienal está programada para abrigar mais de 2.000 expositores e mais de um milhão de pés quadrados de espaço líquido de exposição -, as 13 Zonas de Tecnologia da feira ajudam os participantes a formatarem as suas experiências na NPE2021, facilitando uma abordagem mais personalizada para o evento.

Algumas das zonas de tecnologia a serem apresentadas no NPE2021 são:

Zona da Garrafa

De volta após sua estréia bem-sucedida na NPE2018, a Zona da Garrafa (Bottle Zone), que conta com PETplanet e drinktec como parceiros oficiais de apoio, oferece uma visão abrangente de um dos mais importantes setores da indústria, destacando inovações, tecnologias e soluções para o engarrafamento de bebidas e o mercado de PET. Nesta zona, os participantes encontrarão empresas focalizadas no design de garrafas plásticas, além de máquinas e processos que estão impulsionando o mercado. Além do retorno do Biergarten, o PETplanet sediará novamente o Bottle Zone Technical Forum, contando com apresentações de expositores do setor de engarrafamento que destacarão as novidades em sustentabilidade, tampas e fechamentos, tendências de PET em pré-formas, engarrafamento e containers, além de máquinas e equipamentos.

Zona de Robótica e Automação

Esta nova Zona de Tecnologia na NPE2021 destacará os mais recentes avanços em tecnologias autônomas. Nesta zona, os participantes terão contato com a potência de robôs móveis e de serviço, tecnologias de manutenção preditiva e outras soluções transformadoras que estão focalizando os desafios mais urgentes em manufatura e produção para aumentar a eficiência das organizações.

Zona de Reciclagem e Sustentabilidade

A Zona de Reciclagem e Sustentabilidade oferecerá uma visão de perto das soluções mais inovadoras para o mercado de fim de ciclo dos plásticos, bioplásticos, e táticas de redução de peso que estão melhorando a sustentabilidade e promovendo a circularidade dos plásticos. A zona examinará todos os tópicos de reciclagem mais urgentes do setor: reciclagem química versus reciclagem mecânica, melhoria dos processos garrafa-a-garrafa, reciclabilidade em circuito fechado e aplicação de plásticos oceânicos na fabricação.

Mais sobre a NPE2021 e as zonas de tecnologia do programa estão disponíveis em npe.org/exhibits/technology-zones. O link para registro é NPE.org/registration.

Reconhecida como o maior evento de plástico das Américas, a NPE2021 reúne as mais inovadoras soluções em plásticos em um só lugar. Realizado a cada três anos, o NPE atrai profissionais de plástico e apresenta educação focalizada na indústria e exibe fornecedores líderes de tecnologias emergentes, equipamentos e materiais para todas as fases do processamento de plásticos. A Plastics Industry Association (PLASTICS), produtora da NPE, é a única organização que dá suporte a toda a cadeia de suprimentos de plásticos nos EUA, representando mais de um milhão de trabalhadores na indústria de US $ 432 bilhões.

Curta nossa página no

Stadler abre novo Centro de Teste e Inovação na Eslovênia focalizado na separação e reciclagem de plástico

11/12/2020

A Stadler anunciou ontem, 10 de Dezembro, a abertura de um novo Centro de Teste e Inovação em sua unidade de produção localizada em Krsko, na Eslovênia. A nova instalação terá um papel duplo: como um centro de teste para demonstrações e treinamento de clientes e também como um centro de inovação que abrigará as atividades de Pesquisa e Desenvolvimento da Stadler focalizadas no processo de separação de plástico.

No novo Centro de Teste e Inovação, a Stadler oferecerá demonstrações do processo de separação – alimentação, remoção de rótulos, separação balística, separação de metais, separação de metais não ferrosos, separação com a tecnologia NIR e transporte com esteiras e roscas transportadoras. Isso ajudará os clientes a tomarem uma decisão de compra fundamentada, pois poderão ver diretamente o processo de separação na planta da Stadler. O centro também oferecerá treinamento para clientes, bem como para sua equipe interna.

A nova instalação também abriga as atividades de teste da Stadler para aplicações de reciclagem de plástico, com o material de entrada sendo separado por polímero, como garrafas PET, HDPE e PP ou filmes LDPE. “Esta atividade é muito importante para nós na Stadler”, explica Tom Schmitt, Gerente de Vendas da Stadler. “Estamos constantemente nos esforçando para oferecer processos cada vez mais eficientes na reciclagem de polímeros”.

O novo Centro é também um importante centro de pesquisa e inovação para a Stadler: “Aqui, na Eslovênia, desenvolveremos a usina de reciclagem de plástico da próxima geração”, afirma Willi Stadler, CEO da Stadler Anlagenbau GmbH. “Temos pessoas altamente qualificadas, com conhecimento avançado de todo o processo e ampla experiência. A maioria dos técnicos que montam nossos sistemas em todo o mundo está baseada aqui”.

Nesta primeira fase, o Centro de Teste e Inovação está alojado em um setor já existente na unidade da Stadler, em Krsko, que foi ampliado com uma estrutura temporária, proporcionando uma área coberta total de 1.200 m2 para acomodar o equipamento para demonstração do processo de triagem. A instalação será desenvolvida de forma modular, para estender seus recursos de teste e demonstração. É composto por uma equipe de 5 pessoas e apoiado pelos engenheiros da Stadler com base no local.

A unidade da Stadler em Krsko é um centro de manufatura e engenharia que abriga a produção das estruturas de aço da empresa, peneiras giratórias, esteiras transportadoras de corrente pesada e removedores de rótulos, bem como sua planta de processamento de chapa metálica. Além disso, é a sede do Departamento de Engenharia Elétrica da Stadler, que implementa a instalação elétrica e o software operacional nos projetos da empresa em todo o mundo.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

Curta nossa página no

Plásticos Novel amplia portfólio e lança embalagens com proteção antimicrobiana

11/12/2020

As soluções são dirigidas aos setores alimentício, hospitalar e farmacêutico

Fabricante de soluções plásticas para os segmentos de transporte e logística de produtos, a Plásticos Novel investe em uma nova linha de soluções com proteção antimicrobiana. Segundo a empresa, o lançamento busca agregar mais segurança para os produtos e as respectivas cadeias de consumo nos setores alimentício, hospitalar e farmacêutico. De acordo com a fabricante, ensaios por ela realizados indicaram que as embalagens com a proteção antimicrobiana tiveram uma redução de até 99% na atividade de microrganismos.

A tecnologia utilizada é um produto contendo prata, fabricado por uma empresa brasileira, que é aplicado no momento da transformação do polímero, seja por extrusão, injeção, sopro etc. Segundo a Novel, o produto atua contra uma vasta gama de bactérias (gram positivas/ negativas), fungos e vírus.

“A pandemia da Covid-19 acentuou a necessidade de atenção à biossegurança, visando proteger a vida humana e o entorno dela. A decisão de lançar essa nova solução busca atender à necessidade dos clientes por embalagens mais seguras desde a origem do produto, como é o caso dos alimentos, favorecendo a qualidade de toda a cadeia produtiva”, explica a Coordenadora de Vendas e Marketing, Camila Chaves. Segundo a empresa, os segmentos hospitalares e farmacêuticos também são beneficiados com os lançamentos da Plásticos Novel, tornando a intralogística e a logística de medicamentos, vacinas e insumos mais seguros.

No transporte de animais vivos, a executiva detalha o exemplo das gaiolas plásticas (foto) para movimentação de aves. Mesmo com o processo de higienização nos abatedouros, as gaiolas sem proteção do produto à base de prata continuam com elevadas concentrações de microrganismos. Ao serem reutilizadas, acaba-se criando um ciclo de contaminação, oferecendo riscos na saída do produtor até a chegada ao abatedouro. “É importante observar que a gaiola e os demais lançamentos da Novel evitam que as embalagens disseminem a contaminação, levando-a para animais saudáveis. Caso um animal já venha contaminado, ele levará esses microrganismos consigo. Nós enfatizamos isso para que os clientes tenham clareza da segurança dos nossos produtos, no transporte de animais saudáveis, reduzindo os riscos de contaminação cruzada”, ressalta Camila Chaves.

De acordo com a Novel, a tecnologia foi homologado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo Food and Drug Administration (FDA) e agrega mais segurança ao ciclo de vida das embalagens plásticas e retornáveis, sem comprometer a duração da vida útil ou os seus processos de reciclagem. Inicialmente, a Plásticos Novel disponibiliza mais de 10 soluções com a proteção antimicrobiana.

O produto atua nas superfícies e tem como base o metal prata. A principal vantagem, segundo a Novel, é que não há risco de tornar os contaminantes mais resistentes, como acontece com o uso dos antibióticos, por exemplo. A empresa explica que o mecanismo de ação do produto à base de prata nas células bacterianas ocorre em três frentes: causa a ruptura da membrana celular, a inativação enzimática e a não replicação do DNA (em inglês, Ácido Desoxirribonucleico – interrompendo os processos de alimentação e a reprodução dos microrganismos.

O fabricante afiram que as novas embalagens mitigam os riscos de contaminação no processo de logística e não fazem a remediação de um animal que saiu contaminado do produtor. Análises contratadas em laboratório pela Novel estimam que mais 600 microrganismos sejam banidos das superfícies com o uso desse ativo.

Com 40 anos de mercado, a Plásticos Novel fabrica soluções plásticas relacionadas ao transporte e logística de produtos. Com produtos destinados à movimentação e armazenagem de materiais, produz os mais diversos tipos de garrafeiras, caixas, paletes e contêineres que atendem empresas do segmento automotivo, agro alimentício, farmacêutico, de bebidas e indústrias em geral. A empresa conta com mais de 200 colaboradores nas suas três unidades fabris, localizadas nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul.

Curta nossa página no

UBE apresenta novidades em membranas poliméricas para separação gasosa na Rio Oil & Gas

11/12/2020

Entre as tecnologias inovadoras foram apresentadas membranas para geração de nitrogênio e separação de CO2/CH4 para tratamento de gás natural e upgrade de biogás.

A UBE, uma das líderes mundiais em membranas de separação de gases, participou da 20a edição da Rio Oil & Gas, organizada pelo IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás) entre os dias 01 e 03 de dezembro e que este ano foi 100% online.

Em seu estande na Vitrine Virtual, a empresa apresentou a linha de membranas de alta performance, específica para o mercado de geração de nitrogênio. “Trata-se de uma tecnologia exclusiva da UBE que utiliza fibra oca de poliimida para, entre outras aplicações, separar as moléculas de oxigênio (O2) do nitrogênio (N2), transformando o ar comprimido em nitrogênio de alta pureza, podendo chegar a até 99,9%.”, explica Paula Perfeito, especialista de Desenvolvimento de Negócios da UBE Latin America.

Com este grau de pureza, o nitrogênio pode ser usado em diversas aplicações, inclusive como atmosfera inerte. Na América Latina, a principal aplicação é justamente no mercado de óleo e gás. Outras aplicações também ocorrem na indústria marítima, de transporte, de químicos e refinarias.

Segundo a UBE, outra vantagem da sua membrana é a resistência térmica (até 80 graus Celsius) e a altíssima resistência química e mecânica, em virtude de propriedades da poliimida utilizada na fabricação das fibras ocas. Os módulos padrão de separação de oxigênio e nitrogênio conseguem operar com uma pressão de até 14 bar; há também um módulo especial onde é possível trabalhar com pressão de até 24 bar. A UBE afirma que as características mecânicas das membranas, a sua alta permeabilidade (alto fluxo) e seletividade (alta recuperação) tornam a tecnologia competitiva.

A empresa relata que o tempo de start-up do equipamento, desde quando é ligado até gerar o nitrogênio, situa-se entre 5 e 10 minutos. Por se tratar de membranas com configuração modular, basta aumentar o número de módulos em paralelo, para aumentar a capacidade do sistema.

Tecnologia usada no tratamento do gás natural e purificação de biogás

Paula Perfeito acrescenta que “esta é uma tecnologia exclusiva da UBE que utiliza fibra oca de poliimida também para separar as moléculas de dióxido de carbono (CO2) do metano (CH4), transformando o biogás em biometano. Este tipo de separação também é utilizada para o tratamento de gás natural no pré-sal”.

Entre as principais características destas soluções, Paula assegura: o gasto energético é baixo; há poucas partes móveis no equipamento (baixo custo de manutenção e de operação); fácil instalação e tamanho reduzido do equipamento em comparação a outras tecnologias como a PSA (Pressure Swing Adsorption) que possibilita um fácil deslocamento do equipamento. “Além disso, nenhum tipo de passivo ambiental é gerado neste tipo de processo, reduzindo o CAPEX do projeto e fazendo desta uma tecnologia eco-friendly”, conclui Perfeito.

A UBE afirma também que as suas membranas possuem alta resistência química ao H2S, que permite o trabalho com concentrações de até 3% (v/v%), na corrente de biogás, sem causar danos às fibras. As membranas possibilitam ainda a separação parcial do gás (H2S) da corrente final de biometano, garante a fabricante.

Fundada na cidade de Ube, Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos; cimento e materiais de construção; máquinas; meio ambiente e energia; e farmacêuticos. Há mais de 40 anos, fornece tecnologia de membranas de separação O2/N2; CO2/CH4; Secagem de ar; Geração de H2 e Desidratação de etanol. No Brasil a operação da UBE existe desde 2010, sendo que o escritório brasileiro atende a toda a América Latina, com ênfase no Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

Curta nossa página no

Economia Circular do plástico segue como pauta prioritária no Sindiplast-ES

11/12/2020

A agenda ambiental tem ganhado cada vez mais relevância na sociedade. Com a pandemia, houve um aumento de 25% a 30% na coleta de materiais recicláveis no País, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). Grande parte desse volume, entretanto, foi encaminhado para aterros sanitários.

Para transformar este cenário, o Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Espírito Santo (Sindiplast-ES), alinhado a um movimento nacional da indústria de plásticos, articula junto às empresas capixabas o debate sobre uma nova forma de produção e consumo, avaliando o ciclo dos produtos de modo a reduzir os danos ambientais e tirar o máximo de proveito da produção.

Durante a Semana do Plástico, realizada entre os dias 23 e 27 de novembro, o sindicato reuniu empresas que utilizam o conceito de economia circular para retirar resíduos do meio ambiente e devolvê-los ao mercado como forma de matéria-prima ou novos produtos.

O encontro também contou com a participação do presidente da Plastivida, Miguel Bahiense. A entidade representa o setor plástico no Brasil em questões relativas à sustentabilidade, promovendo o debate em gestão pós-consumo e sobre como transformar a relação da sociedade com os plásticos. “É por meio da educação ambiental e informações corretas que se torna possível o entendimento sobre os benefícios dos produtos plásticos, sua reciclabilidade e boas práticas de uso e descarte, com ganhos sociais, econômicos e ambientais”, afirmou, na ocasião, o presidente da Plastivida.

A Isocil, associada ao Sindiplast-ES localizada em Vila Velha, fez uma das apresentações do debate e falou sobre a parceria realizada com a prefeitura do município, que possibilita a coleta e a reciclagem de 50 toneladas de EPS (Isopor) por mês. Segundo o diretor executivo da empresa, Dione Andrade, a quantidade corresponde a 100 caminhões de material recolhidos e reciclados mensalmente. “O objetivo é buscar parcerias com outras prefeituras e associações de catadores, de modo a coletar o EPS em nível estadual e abrir oportunidades para novos produtos”, disse.

A Recicla, empresa que integra o Parque de Ecoindústrias da Marca Ambiental, foi outra empresa a apresentar o trabalho que realiza voltado para a economia circular. Em funcionamento há pouco mais de três meses, a Recicla já movimenta cerca de 130 toneladas de plástico e de papelão por mês. A empresa oferece resina reciclada para as indústrias do setor de plástico, com capacidade de processamento de polipropileno (PP). A expectativa é de que, em seis meses, a Recicla esteja movimentando 300 toneladas/mês de plástico e papelão.

Sindiplast-ES e Marca Ambiental dialogam sobre soluções para a indústria de plásticos

Buscando parcerias em ações de economia circular e logística reversa para o setor de Transformados Plásticos do Estado, o Sindiplast-ES visitou, no dia 23 de novembro, a Marca Ambiental, maior empresa de tratamento de resíduos no Estado. A organização também marcou presença no debate promovido pelo Sindiplast-ES durante a Semana do Plástico, destacando as soluções que possui para o gerenciamento de diferentes tipos de resíduos.

No Parque de Ecoindústrias da Marca Ambiental são desenvolvidos diversos projetos de reciclagem, com beneficiamento de óleo; compostagem de resíduos orgânicos; aproveitamento energético do biogás produzido a partir da decomposição de resíduos; beneficiamento de escórias siderúrgicas, agregados reciclados, asfalto, pneus inservíveis, vidro; triagem de recicláveis; entre outros.

De acordo com o superintendente do Sindiplast-ES, Gilmar Nogueira, o diálogo com a Marca Ambiental visa buscar novas soluções para o gerenciamento de resíduos das indústrias de transformados plásticos do Espírito Santo, identificando soluções para o destino dos resíduos plásticos.

Curta nossa página no

Grupo Solvay lança tecnologia para produção de nova geração de risers flexíveis para a exploração de petróleo offshore

05/12/2020

Primeiro protótipo de tubulação com compósito termoplástico da Solvay poderá ser testado em campo de petróleo brasileiro em breve

Um dos principais fornecedores para o mercado de óleo e gás em nível global, o Grupo Solvay está fazendo o lançamento de uma plataforma tecnológica que combina polímeros especiais e compósitos para a produção de uma nova geração de risers flexíveis.

O lançamento dessa novidade ocorreu na Rio Oil & Gas 2020, maior evento de petróleo e gás da América Latina e que este ano aconteceu virtualmente entre os dias 1 e 3 de dezembro (terça a quinta-feira). O evento foi realizado pelo Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) e este ano teve como tema “Energia para um mundo em transformação”.

Compósitos termoplásticos – À medida que avança a exploração de petróleo nas camadas do pré-sal e do pós-sal, ficam mais críticas as condições de operação em poços mais profundos e que contam com elevados níveis de temperatura, pressão e acidez.

“Para o Grupo Solvay, esse cenário significa novas oportunidades. Temos um portfólio vasto, com soluções integradas para atender às novas demandas tecnológicas e, portanto, posição privilegiada para liderar a introdução de compósitos termoplásticos no segmento de risers”, destaca Sergio Detoie, líder da Plataforma de Compósitos Termoplásticos na região.

Com os seus polímeros especiais Solef PVDF, a empresa possui um histórico de mais de 25 anos em exploração de gás e petróleo offshore (no mar). Esses polímeros continuam sendo empregados, no entanto, dentro de uma nova plataforma tecnológica criada pela Solvay e passam a ser combinados com fibras de carbono, produzindo compósitos termoplásticos utilizados, por exemplo, para substituir as estruturas metálicas que constituem a tubulação, que são os principais alvos de danos por corrosão.

Segundo a Solvay, uma nova geração de risers flexíveis que oferecem resistência à alta temperatura e à alta pressão, além de resistência química elevada, pode ser produzida a partir dessa nova plataforma tecnológica. A empresa afirma que eles são mais simples de serem armazenados, transportados, instalados e desinstalados, proporcionando mais segurança durante as operações; e possuem uma excelente barreira para gases corrosivos como o dióxido de carbono (CO2) e o sulfeto de hidrogênio (H2S).

Primeiro protótipo mundial – Desenvolvedora e detentora da tecnologia que viabiliza essa terceira geração de risers, a Solvay firmou parcerias internacionais com os principais fabricantes desses produtos.

“Acreditamos que essa interação resultará no lançamento do primeiro protótipo de riser compósito do mundo, que será testado em águas brasileiras”, adianta Alexandre Simões, Gerente de Desenvolvimento do Mercado de Petróleo e Gás da área global de negócios Specialty Polymers da Solvay.

“Mais leves e muito mais resistentes, os novos risers compósitos são capazes de atender às demandas mais críticas e agressivas impostas pelos novos reservatórios de petróleo, contribuindo também para diminuir o custo total da produção”, acrescenta Alexandre Simões.

Simões reforça que a nova geração de risers não substitui as anteriores, que continuam sendo adotadas em campos de petróleo com especificações técnicas. “As evoluções do nosso portfólio se traduzem em risers flexíveis com melhor desempenho. Estamos trabalhando em novos grades de PVDF tanto para os risers compósitos como para os flexíveis tradicionais”, completa Alexandre Simões.

Os termoplásticos compósitos do Grupo Solvay também estão sendo projetados para a indústria automotiva e para veículos aéreos urbanos (como drones e carros voadores), segmento ainda em fase de desenvolvimento no mundo.

Com 24.100 empregados em 64 países, as soluções inovadoras do Grupo Solvay contribuem são usados em produtos que podem ser encontrados em residências, alimentos e bens de consumo, aviões, carros, baterias, dispositivos inteligentes, equipamentos de saúde, sistemas de purificação de água e ar. Fundada em 1863, a Solvay obteve vendas líquidas de € 10,2 bilhões em 2019. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Curta nossa página no

Nordson vende linha de produtos de roscas e cilindros para Altair Investments

04/12/2020

A Nordson Corporation firmou em 3 de dezembro um acordo definitivo para vender a linha de produtos de roscas e cilindros de sua divisão de Sistemas de Processamento de Polímeros (PPS) para a Altair Investments (Altair). Essa alienação representa um realinhamento de portfólio consistente com a estratégia da Nordson de impulsionar o crescimento lucrativo por meio de produtos altamente diferenciados atendendo a atrativos mercados finais.

Sundaram Nagarajan, presidente e CEO da Nordson, disse: “Ao usar o NBS Next, a estrutura de crescimento da Nordson, estamos focalizando nossos recursos em soluções de tecnologia de precisão que proporcionarão um crescimento lucrativo para a empresa. Nossa linha de produtos de roscas e cilindros é uma respeitada líder de mercado na indústria de processamento de polímeros. Embora essa linha de produtos não se enquadre mais no foco estratégico da Nordson, acreditamos que ela vá ter um bom desempenho com a Altair. Quero agradecer pessoalmente aos funcionários que dão suporte a esta linha de produtos por suas contribuições para a Nordson e desejo-lhes sucesso em seu futuro com a Altair. ”

Gerando mais de $ 70 milhões em receita anual e contando com 500 funcionários, esta linha de produtos global tem sido relatada no segmento de Soluções de Precisão Industrial da Nordson. A Nordson e a Altair prevêem o fechamento da transação no primeiro trimestre do ano fiscal de 2021. Eles trabalharão em conjunto para garantir uma transição tranquila, sem interrupção do atendimento e suporte ao cliente.

Joseph Kelley, vice-presidente executivo e diretor financeiro, comentou: “Esta transação de portfólio estratégico melhorará os ganhos da empresa em andamento e exigirá um encargo único de redução de ativos não monetários de aproximadamente US $ 87 milhões. Esta ação reforça nosso compromisso em alinhar e focalizar nossos recursos com as melhores oportunidades estratégicas para um crescimento lucrativo a longo prazo. ”

A empresa espera fornecer mais informações sobre essa transação pendente durante o webcast do quarto trimestre e do ano fiscal de 2020, que ocorrerá em 16 de dezembro de 2020, às 8h30 ET.

A Altair Investments Inc. (www.altairinvestmentsinc.com) é uma firma de private equity sediada em Chicago com foco em investimentos em empresas de manufatura de nicho no mercado intermediário inferior. Seus parceiros trazem mais de 35 anos de experiência global nas indústrias financeiras e de manufatura. As aquisições mais recentes da Altair incluem NVEyeTech e Marathon Boat Group.

A Nordson Corporation (www.nordson.com) projeta, fabrica e comercializa produtos e sistemas diferenciados usados ​​para a distribuição precisa de adesivos, revestimentos, selantes, biomateriais, polímeros, plásticos e outros materiais, gerenciamento de fluidos, teste e inspeção, cura UV e tratamento de superfície de plasma, todos suportados por expertise de aplicação e vendas e serviços globais diretos. A Nordson atende a uma ampla variedade de mercados finais de consumo não durável, durável e de tecnologia, incluindo embalagens, não tecidos, eletrônicos, médicos, eletrodomésticos, energia, transporte, construção e montagem e acabamento de produtos em geral. Fundada em 1954 e sediada em Westlake, Ohio, a empresa possui operações e escritórios de suporte em mais de 35 países.

Curta nossa página no

Governo do México determina corte do fornecimento de gás para complexo petroquímico da Braskem Idesa em Veracruz; empresa paralisa as plantas.

04/12/2020

A Braskem Idesa iniciou o processo de paralisação das operações de seu mega-complexo petroquímico no estado mexicano de Veracruz após o governo mexicano encerrar o fornecimento de gás natural.

Em Fato Relevante comunicado ao mercado em 2 de dezembro, a Braskem informou que que a sua controlada mexicana Braskem Idesa recebeu notificação da Centro Nacional de Control del Gas Natural (“Cenagas”), agência do governo mexicano responsável única pelo sistema de dutos e transporte de gás natural na região, referente “à interrupção, de forma unilateral, do serviço de transporte de gás natural, insumo energético essencial para produção de polietileno no Complexo Petroquímico do México.”

“Com isso, e respeitando os protocolos de segurança, a Braskem Idesa iniciou os procedimentos para a interrupção imediata das atividades operacionais, o que poderá impactar materialmente os resultados operacionais ou financeiros da Companhia, a depender do prazo de paralisação”, complementa a Nota da empresa.

A Braskem Idesa informou que adotará as medidas legais aplicáveis na busca da preservação dos seus direitos e de uma solução para a questão e não pode estimar, neste momento, a data para o retorno de suas atividades.

A disputa terá forte impacto sobre a Braskem Idesa, que fornece materiais tanto para uso doméstico no México quanto para exportação. Segundo analista citado pela Plastics News, “embora essa situação esteja relacionada ao fornecimento de gás natural, a ação está evidentemente relacionada indiretamente à polêmica no caso do contrato de fornecimento de etano pela Pemex. Sem dúvida essa medida terá um forte impacto para a empresa e para os mercados de polietileno, tanto interno quanto externo, além dos efeitos financeiros”.

A Braskem disse que as suas operações no México representam 20 por cento das estimativas de Ebitda da empresa, em média, para os próximos cinco anos.

Segundo informado pela empresa à agência Reforma, o impacto anual da interrupção da planta no México será um aumento das importações de polietilenos em 600 mil toneladas e a redução de exportações de 300 mil toneladas do produto.

O presidente mexicano Andrés Manuel López Obrador confirmou a decisão de encerrar o fornecimento de gás natural em entrevista coletiva.

A Braskem e a administração de López Obrador vem tendo vários desentendimentos ao longo dos últimos meses, acompanhados de acusações de corrupção.

“Eles querem que continuemos vendendo gás, etano, a 25% do preço de mercado e que a Pemex subsidie ​​75% do custo, além de cobrar multas”, disse López Obrador, de acordo com a Reuters. “Não podemos continuar com esse tipo de contrato porque, do contrário, seríamos cúmplices da corrupção”, complementou.

Em agosto, a Braskem rejeitou as alegações de corrupção, dizendo que todas as investigações “não sustentam alegações que afirmam ou insinuam que a Braskem Idesa tenha participado de qualquer atividade ilegal ou corrupta no México”.

Segundo a Reuters, López Obrador deixou entrever que um contrato mais amplo entre o Governo Mexicano e a Braskem Idesa poderia também se romper. O acordo firmado em 2010 obriga a estatal mexicana Pemex a fornecer à joint venture Braskem Idesa 66.000 barris de etano por dia durante 20 anos para o complexo petroquímico Etileno XXI, que foi inaugurado oficialmente em 2016.

A Braskem S.A. possui 70 por cento do capital da joint venture com a mexicana Idesa.

Curta nossa página no

OFMRS implanta planta de separação de resíduos sólidos urbanos da Stadler no México

27/11/2020

Unidade irá recuperar materiais como plásticos, papelão, papel, tetrapack, vidros e materiais ferrosos e não ferrosos.

O México está entre os 10 maiores geradores de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) em todo o mundo devido ao seu grande tamanho e população. Em números, gera cerca de 120.000 toneladas por dia ou 44 milhões por ano, aproximadamente. A este panorama geral, acrescenta-se um aumento específico de resíduos (estimado entre 3,3 e 16,5% segundo um estudo realizado pelo Instituto Nacional de Ecologia e Mudanças Climáticas do México) derivado do período de quarentena da população, que afetou os padrões de consumo e os tratamentos de saúde. Neste contexto, ganham especial importância as novas centrais de triagem, baseadas na automação na gestão de resíduos, que permitem melhorar a situação ambiental e promover a economia circular.

“A Stadler quer ser o promotor da mudança que o México precisa para criar um padrão de economia verde com a contribuição de inovações tecnológicas e modelos de negócios. Ambos, sem dúvida, se traduzirão em vantagens ambientais, sociais e econômicas”, afirma Natalya Duarte (foto), Diretora Comercial da Stadler no México.

Uma nova planta de separação da empresa Operador Ferroviário e Gestão de Aterros (OFMRS) aponta nessa direção. Esta empresa privada, principalmente dedicada à destinação final de RSU, trabalhou com a Stadler para desenvolver na cidade de Cuautla (Morelos, México) uma planta capaz de gerenciar o tratamento integral de resíduos de 16 municípios de Morelos e uma pequena parte da Cidade do México.

“Este projeto nasceu de uma visão comum de gestão de resíduos, por parte da OFMRS e da Stadler, que culminou numa abordagem tecnológica e no desenvolvimento de um modelo diferente do atual modelo de aproveitamento”, afirma Natalya Duarte. “O objetivo era possibilitar a recuperação dos diversos tipos de embalagens e materiais recicláveis para reintegrá-los, tantas vezes quanto possível, nas diversas cadeias produtivas. Com esse modelo inovador de negócio e gestão, esses tipos de projetos se tornam economicamente viáveis e sua rentabilidade também é aumentada graças ao alto grau de eficiência de separação e da pureza dos materiais”.

Por sua vez, Crisóforo Arroyo, Gerente Geral do aterro La Perseverancia, confirma sua confiança na Stadler: “Nossa decisão de investir e realizar o projeto com a Stadler não se baseou apenas na reputação de ser uma empresa tecnológica alemã séria e líder no setor. Também valorizamos o desenvolvimento de um projeto abrangente que seja sustentável e que leve em consideração as condições do mercado nacional”.

“Esta nova planta traz múltiplos benefícios para nossos objetivos: obtenção de um biogás mais puro; redução da pegada de carbono; alianças estratégicas com recicladores e processadores dos materiais valorizados nas embalagens verdes; reintegração de materiais valiosos dentro de uma economia circular; contribuição de um valor compartilhado baseado na sustentabilidade e na qualidade; e geração de empregos na região”, destaca Crisóforo Arroyo.

“Queremos que este projeto seja uma plataforma de troca de conhecimentos entre os diversos agentes envolvidos na cadeia da reciclagem. Além disso, que seja também um laboratório contínuo onde novos processos de gestão de resíduos possam ser colocados à prova a nível nacional”, afirma Natalya Duarte.

OFMRS, um processo baseado em automação e tecnologia

Seguindo esta abordagem baseada na economia circular, os pontos de diferenciação mais relevantes do projeto OFMRS são o seu elevado grau de automatização (um dos mais importantes a nível nacional); a capacidade de separar por tipo de polímero e cor; e o modelo de gestão proposto.

Com área de 3.800 m2 e capacidade máxima de 640-700 t / dia, a OFMRS realiza a separação, classificação, compactação e comercialização de RSU, recuperando materiais como papelão, papel, tetrapack, plásticos, vidros e materiais ferrosos e não ferrosos. Da mesma forma, recupera o biogás de resíduos orgânicos por meio de dois motores-geradores de 1 MW ,com capacidade de geração de 2 MW de energia, fornecidos pela rede CFE a duas empresas no estado do México.

O equipamento da fábrica, constituído por um sistema fechado automatizado, é composto também por 10 equipamentos e 35 esteiras transportadoras e recirculantes.

O processo inicia-se com o recebimento do RSU que, após várias etapas e eliminação dos resíduos “não recuperáveis”, são submetidos a três tipos de separação: em primeiro lugar, os resíduos finos, metálicos e orgânicos, que são conduzidos para um recipiente de rejeitos; em segundo lugar, são separados os resíduos planos ou 2D (papelão, papel, filme e tetrapack); e finalmente são triados os resíduos engarrafados ou 3D (PET, HDPE, PP, tetrapack e alumínio). Esses dois últimos tipos de resíduos vão para uma zona de separação manual para sua correta classificação. Por fim, a esteira transportadora chega à prensa, dando origem ao produto final: fardos de resíduos recuperáveis (papelão, papel, filme, tetrapack, PET, HDPE, PP e alumínio).

Foco: a economia circular e o cuidado com o meio ambiente

Para melhorar as práticas de trabalho, a produtividade, a segurança no trabalho e o cuidado com o meio ambiente, a OFMRS vem incorporando a norma internacional ISO em todos os seus processos desde meados de 2020: o 9001 para a qualidade; 45001 para segurança do trabalho e 14000 para meio ambiente.

Como afirma Natalya Duarte: “Este é o primeiro projeto no México que integra diferentes atores da cadeia da reciclagem para cuidar do meio ambiente. É também o primeiro projeto a nível nacional em que o objetivo é a industrialização e profissionalização do processo, procurando a máxima eficiência no aproveitamento e pureza dos materiais e incorporando processos de produção de qualidade, sob as premissas dos certificados mais exigentes. Entre eles, o ISO”.

“A incorporação da tecnologia Stadler, já testada, integra-se na criação de um modelo de negócio atraente do ponto de vista da utilização, valorização e reciclagem de resíduos. Com esta valorização de resíduos, diminui-se a exploração dos recursos naturais e diminui-se o consumo de água e energia”, acrescenta a OFMRS.

Fundada em 1791, a Stadler possui mais de 450 funcionários e dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua linha de produtos para reciclagem e classificação inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos. A empresa afirma trabalhar em colaboração com seus clientes para alcançar projetos otimizados. Segundo a Stadler, sua forma de atuação passa pela assessoria ao longo de toda a jornada do projeto e na abordagem do modelo de negócio. A empresa afirma que seu envolvimento abrange desde a estruturação do financiamento, desenvolvimento dos canais de distribuição, assessoria na operação, desenho da proposta técnica de acordo com requisitos específicos, até o serviço técnico de pós-venda, que inclui políticas de manutenção e estoque de peças de reposição em todo o território nacional em grandes volumes e a longo prazo.

“Além disso, a Stadler fornece uma “assistência operacional” que garante ao cliente supervisão contínua pelo provedor de tecnologia. Isso se traduz na máxima eficiência operacional da fábrica, cujo material final é adquirido por grandes empresas do setor alimentício. Esses serviços incluem, portanto, estudos de caracterização de resíduos de entrada e saída, controle de qualidade em materiais selecionados e controle de produção, entre outros”, destaca Natalya Duarte.

A OFMRS afirma que “decidiu trabalhar com a Stadler não só pela sua experiência no processo de separação e recuperação de RSU, mas também pelo acompanhamento na consolidação do projeto, tanto técnica, administrativa quanto financeiramente. Além disso, a Stadler entende as necessidades e adapta o desenho de sua tecnologia para integrá-la em nossos novos processos de profissionalização para gestão de RSU”.

Curta nossa página no

Arburg realiza Conferência Virtual em tecnologias e aplicações médicas com participação de mais de 400 especialistas do setor

27/11/2020

Painel “Tecnologia médica – desafios e perspectivas para 2050” (da esquerda para a direita): Gerhard Böhm (Arburg), Niklas Kuczaty (VDMA), Dr. Andreas Herold (B. Braun), Prof. Ute Schäfer (University of Graz) e apresentador Guido Marschall.

  • Mais de 400 participantes de mais de 40 países participaram do Arburg Summit virtual: Medical
  • Doze palestras especializadas em Soluções, Inovações e Visões
  • Tendências da tecnologia médica: De seringas pré-cheias a Lab-on-a-Chip e implantes aditivos

Graças ao formato digital do Arburg Summit: Medical 2020, realizado em 19 de novembro, o número de participantes foi mais de duas vezes maior que o do evento presencial realizado no ano anterior. Mais de 400 participantes de mais de 40 países estiveram presentes (virtualmente) para se informar sobre os desenvolvimentos atuais, aplicações e visões inovadoras e para trocar pontos de vista, no mais alto nível, com muitos especialistas em tecnologia médica. A resposta interativa foi intensa e vibrante. As doze palestras com foco em “Soluções”, “Inovações” e “Visões” foram acompanhadas por um painel de discussão de alto calibre. Este evento especial foi aprimorado ainda mais por sessões interativas com discussões de especialistas e apresentações ao vivo de exposições no Centro do Cliente da Arburg, em Lossburg.

“Mesmo antes do início de nossa conferência virtual, recebemos um feedback muito positivo de nossos convidados e pudemos inscrever muito mais participantes do que seria possível em um evento presencial, baseado somente em capacidade”, destacou Gerhard Böhm, Diretor-gerente de Vendas da Arburg. “Este formato digital, excepcionalmente desafiador em termos de conteúdo e também de tecnologia, nos levou a novos caminhos. E o feedback confirmou isso: Nosso Arburg Summit: Medical 2020 foi “o lugar para estar” no campo da tecnologia médica.”

Discurso de abertura focalizado no futuro da tecnologia médica

Um ponto alto do evento veio com o discurso de abertura proferido pelo Prof. Dr-Ing. Marc Kraft, Chefe do Departamento de Tecnologia Médica da Technical University Berlin e presidente da associação “Technologies of Life Sciences” da VDI. Com base em alguns exemplos, ele destacou as tendências atuais em tecnologia médica que devem continuar nas próximas décadas, estabelecendo a base para o painel de discussão seguinte. Neste contexto, o Prof. Ute Schäfer (Universidade de Graz), o Dr. Andreas Herold (B. Braun), Niklas Kuczaty (VDMA Working Group Medical Technology) e Gerhard Böhm (Arburg) discutiram o tema “Tecnologia médica – desafios e perspectivas para 2050 “. Todos concordaram que, em 2050, as empresas orientadas para a tecnologia teriam uma vantagem clara. A essa altura, é claro, muitos produtos já não sairiam das fábricas, mas seriam, em vez disso, fabricados individualmente e perto do paciente – por exemplo, diretamente no hospital ou mesmo na sala de operações. No entanto, a qualidade continuaria sendo o mais importante. “Percebemos uma mega-tendência no campo da Manufatura Aditiva e também um aumento na importância da digitalização e da sustentabilidade”, reconheceu Gerhard Böhm. “Todos esses são tópicos com os quais também estamos intensamente preocupados. A Arburg está, portanto,  preparada para um futuro em que o plástico continuará sendo um material valioso e importante para a vida.”

Doze palestras informativas

No início da conferência, quatro sessões de painel simultâneas foram realizadas, cada qual contendo três palestras sobre “Soluções”, “Inovações” e “Visões”. Os tópicos variaram desde conceitos para a produção de peças injetadas em LSR (borracha de silicone líquido) e sistemas microfluídicos até os desafios enfrentados pelo setor de saúde, detalhes do Regulamento de Dispositivos Médicos (MDR) e métodos digitais para documentação de peças integradas, assim como exemplos de aplicações inovadoras de ferramentas de alto desempenho e fabricação aditiva de implantes customizados. Muitos participantes aproveitaram esta oportunidade para fazer suas perguntas durante o evento usando o recurso de chat.

Três discussões e apresentações interativas ao vivo

O Arburg Summit: Medical 2020 foi encerrado com três “Discussões interativas ao vivo”. Aqui, tópicos como sala limpa, processamento de LSR e produção de aditivos foram discutidos. Havia dois especialistas da Arburg presentes para cada tópico. Além disso, os especialistas foram acompanhados até os equipamentos em exposição por equipes de câmeras para apresentar as aplicações ao vivo.

Uma das aplicações incluía a produção de máscaras em LSR em uma injetora Allrounder elétrica 570 A. No início da pandemia do coronavírus, a Arburg e seus parceiros deram início a esse projeto em tempo recorde e desenvolveram conjuntamente os protetores faciais.

Uma versão em aço inoxidável da injetora Allrounder 370 A elétrica foi usada para mostrar como a tecnologia de sala limpa pode fabricar produtos em massa, tais como porta-agulhas para canetas de insulina.

Por último, um Freeformer 300-3X foi usado para demonstrar a fabricação aditiva de implantes reabsorvíveis.

Os participantes que desejavam se informar melhor puderam também marcar um encontro nos dias seguintes com os especialistas do Online Meeting Lounge.

Feedback positivo em geral

“Os palestrantes de prestígio oriundos do meio da ciência e da indústria, assim como nossos próprios especialistas no campo de tecnologia médica e aplicações, não apenas apresentaram tendências e inovações”, disse Gerhard Böhm, analisando o evento virtual. “Eles também responderam a questões pulsantes em sessões transmitidas ao vivo e criaram com muito sucesso uma experiência ‘tangível’.”

Juliane Hehl, Sócia-gerente e responsável por Marketing, também ficou extremamente impressionada com o Arburg Summit: Medical. “Nós nos aventuramos com sucesso em um novo território. O nosso interesse não era apresentar uma alternativa bem organizada para uma feira cancelada – as pessoas estão achando isso cada vez mais entendiante”, disse a sócia-gerente. “E esse fator de tédio vai crescer rapidamente no futuro. Mas, em contraste com isso, estaremos focalizando consistentemente no valor agregado para nossos clientes. E certamente continuaremos neste caminho com alguns formatos interessantes.”

Curta nossa página no

Braskem e Haldor Topsoe produzem pela primeira vez etileno glicol renovável a partir de açúcar

26/11/2020

O produto inovador e sustentável é resultado da cooperação tecnológica iniciada em 2017 e tem larga aplicação nos mercados de embalagens e têxtil.

A Braskem e a dinamarquesa Haldor Topsoe, empresa líder no fornecimento de catalisadores, tecnologia e serviços para as indústrias química e de refino, anunciam a primeira produção de MEG (monoetilenoglicol) de origem renovável em escala de demonstração. Fruto da cooperação entre as duas empresas, o desenvolvimento da tecnologia MOSAIKT de produção de bio-MEG vem progredindo conforme cronograma planejado, na unidade de demonstração localizada em Lyngby, na Dinamarca.

A unidade de demonstração iniciou sua operação em 2019 com o objetivo de demonstrar as principais características de design da tecnologia pioneira que transforma açúcar em MEG renovável. Desde então, outras áreas da unidade foram construídas, entraram em operação e o processo produtivo vem sendo otimizado.

O MEG é matéria-prima do PET (tereftalato de polietileno), que tem inúmeras aplicações e é fundamental para setores como o têxtil e de embalagens, principalmente garrafas de bebidas. Atualmente, o MEG é feito predominantemente com matérias-primas fósseis, como nafta, gás ou carvão. O mercado global de MEG representa um valor de aproximadamente 25 bilhões de dólares.

A tecnologia também produzirá, em menor quantidade, o MPG (monopropilenoglicol), produto com um amplo leque de aplicações que vão desde resinas poliéster insaturadas (UPR), muito comuns na construção civil, a produtos cosméticos.

A próxima etapa inclui a disponibilização de amostras para testes e validação com parceiros estratégicos. Os resultados de operação da planta de demonstração e da validação dos produtos serão essenciais para a tomada de decisão quanto à aplicação da tecnologia em escala comercial.

O desenvolvimento do bio-MEG é estratégico para a Braskem. ” A primeira produção de MEG com a tecnologia MOSAIKT representa um grande passo no desenvolvimento do nosso projeto e reforça o compromisso da Braskem com a Economia Circular por meio dos Químicos Renováveis. Essa tecnologia tem o potencial de revolucionar o mercado de PET. Por isso, estamos cada vez mais próximos de iniciar a construção dessa nova cadeia de valor, para entregar a solução sustentável que a sociedade procura”, avalia Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis e Especialidades da Braskem.

“Estamos extremamente satisfeitos por termos alcançado a primeira produção de MEG de base biológica junto com a Braskem. A Topsoe tem a visão estratégica de fornecer tecnologias para reduzir ou mesmo eliminar as emissões de carbono da produção de combustíveis e produtos químicos. Avançar nas tecnologias para produzir químicos de base renovável e torná-los uma opção comercialmente atraente é um passo essencial no caminho para um futuro mais sustentável “, disse Kim Knudsen, Diretor de Estratégia e Inovação da Haldor Topsoe.

Curta nossa página no

Tomra afirma que mudanças na gestão de resíduos com tecnologias já existentes podem reduzir emissões de gases estufa em até 5%

25/11/2020

  • Tomra pede mudança na abordagem da gestão de resíduos como parte da ação contra as mudanças climáticas
  • A previsão dos especialistas em resíduos da Eunomia para 2030 indica que a classificação de resíduos desempenhará um papel fundamental na limitação das mudanças climáticas causadas pelo homem.

A Tomra, líder mundial em máquinas para triagem de resíduos, renovou a urgência de uma nova abordagem para combater as mudanças climáticas. Em um estudo encomendado pela Tomra, os resultados divulgados pela firma britânica Eunomia concluem que, embora se afirme rotineiramente que a gestão de resíduos é responsável por apenas 3% das emissões globais de gases de efeito estufa, modelos regionalmente personalizados e holísticos podem desempenhar um papel vital na redução das emissões globais de CO2 em até a 5% – o equivalente a deixar em solo todos os vôos comerciais em todo o mundo e tirar 65% dos carros das estradas.

A empresa norueguesa está investindo fortemente na expansão de seu portfólio ao incluir uma Divisão de Economia Circular em seu organograma. A nova unidade impulsionará o desenvolvimento e a implementação global de sistemas holísticos de gestão de resíduos e habilitará pessoas e empresas a se transformarem dentro do contexto de uma economia circular.

A Tomra afirma que comprovou esses resultados na cidade norueguesa de Stavanger e seus arredores: em apenas um ano, desde que implementou mudanças na coleta de resíduos e inaugurou a sua nova unidade de triagem, a região já está perto de atingir a meta de redução de emissões de gases de efeito estufa proposta pela Eunomia.

“Precisamos de uma mudança radical. Mesmo na Alemanha, onde um caro sistema de gerenciamento de resíduos está em vigor há mais de 30 anos, 50 por cento das embalagens plásticas ainda acabam no lixo ”, disse Dr. Volker Rehrmann, vice-presidente executivo da Tomra. “Isso resulta em desperdício de recursos e emissões desnecessárias de CO2, que prejudicam o meio ambiente.”

A Tomra decidiu, portanto, iniciar uma grande sacudida na pirâmide de resíduos. Embora a redução e a reutilização tenham o maior potencial para reduzir as emissões de carbono, levará tempo para que tenham um impacto significativo. Segundo a empresa, sistemas melhores para coleta e reciclagem podem ser implementados já, com base em tecnologias e técnicas comprovadas, sendo vitais para alcançar uma economia circular eficiente. Isso, por sua vez, dará uma contribuição rápida e significativa para limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius. Com base em novos cálculos feitos pela Eunomia, uma economia anual de emissões de gases de efeito estufa de até 2,5 bilhões de toneladas está ao nosso alcance, tornando a melhor gestão de resíduos um dos maiores contribuintes potenciais para combater as mudanças climáticas em todo o mundo.

“O impacto das nossas sociedades desperdiçadoras sobre as emissões globais de gases de efeito estufa não é bem compreendido. O papel de mudar os padrões de consumo e gerenciar melhor os resíduos tem sido subestimado”, disse Dr. Dominic Hogg, presidente da Eunomia Research & Consulting. “Esta pesquisa mostra que, com o uso de abordagens comprovadas e amplamente apoiadas por cidadãos, governos e empresas, a gestão adequada de resíduos pode ter um efeito significativo nos objetivos climáticos do acordo de Paris, ao mesmo tempo em que é fundamental para lidar com a poluição do plástico do oceano.

Trabalhando em conjunto com cientistas, os especialistas da Tomra estão utilizando seu histórico de experiência prática para desenvolver processos holísticos de coleta e reciclagem, que podem ser personalizados para atender aos requisitos de vários mercados, afirma a empresa.

É, no entanto, imperativo que o atalho rápido para o “green deal” seja acompanhado por uma estrutura legislativa bem elaborada, incluindo a responsabilidade estendida do produtor (EPR), que alinhe incentivos econômicos ao impulso para uma economia circular e crie condições de concorrência equitativas para os produtores de produtos.

A Tomra Circular Economy foi criada em 2019 para se concentrar especificamente no objetivo de capacitar as pessoas e as empresas a se transformarem no contexto da economia circular e a fechar o ciclo para resíduos pós-consumo. Com sua experiência nas áreas de negócios de venda reversa e reciclagem, bem como conhecimento de processo, a Tomra afirma estar posicionada de forma única para ajudar a fechar o ciclo e fazer a transição do mundo para uma economia circular. Ao todo, a Tomra tem mais de 100.000 instalações em mais de 80 mercados em todo o mundo e teve receitas totais de cerca de 9,3 bilhões de coroas norueguesas em 2019. O Tomra Group emprega aproximadamente 4.500 pessoas em todo o mundo e está listado publicamente na Bolsa de Valores de Oslo.

Curta nossa página no

Gerdau e Braskem anunciam parceria com ITA e Alkimat para desenvolvimento de soluções em eletromobilidade

25/11/2020

Focalizada em componentes de transmissão automotiva, parceria envolve o uso de impressão 3D

A Gerdau e a Braskem firmaram parceria com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e a Alkimat Tecnologia para o desenvolvimento de soluções inovadoras para o setor de eletromobilidade utilizando manufatura aditiva (impressão 3D). O projeto terá foco em componentes para sistemas de transmissão automotiva, com potencial para alavancar a expansão da indústria automotiva elétrica no país.

A colaboração das organizações de segmentos distintos dará pioneirismo e complementaridade ao projeto, fortalecendo a cadeia de manufatura aditiva no Brasil. A Gerdau contribuirá com o conhecimento que possui em materiais metálicos, a Braskem entrará com sua experiência e conhecimento em polímeros, o ITA coordenará o projeto em função da sua competência em pesquisa de manufatura e a Alkimat colaborará com sua expertise em impressão 3D.

“A mobilidade é uma das principais tendências em transformação, com contribuição relevante para a resolução dos desafios da nossa sociedade. Na Gerdau, acreditamos na construção em rede, na inovação aberta, fomentando parcerias com a academia e instituições que complementam estrategicamente soluções disruptivas para a cadeia de valor”, afirma Juliano Prado, vice-presidente da Gerdau e responsável pela Gerdau Next.

O professor Ronnie Rego, do ITA, explica que o advento da mobilidade elétrica abalou a ordem dos stakeholders de propulsão automotiva e a lacuna existente resulta na demanda por soluções disruptivas, mais do que incrementais. “Se nós brasileiros queremos efetivamente nos desvincular do estigma de colônia tecnológica, só há um caminho: a cooperação entre academia e indústria. Nessa aliança, unimos esforços para entregar ao mercado e à sociedade soluções de mobilidade que o futuro irá exigir”, diz.

Para a Braskem, a inovação e a sustentabilidade caminham juntas. “Observamos com atenção diversos setores nos quais o impacto ambiental pode ser melhorado. Sem dúvida, a eletromobilidade traz ganhos consideráveis, em especial na redução de emissões de carbono. Nossa expertise em polímeros terá contribuição para o desenvolvimento de soluções que alavanquem este setor por meio da manufatura aditiva”, afirma Fabio Lamon, gerente global de Inovação e Tecnologia para Manufatura Aditiva da Braskem.

“As mudanças decorrentes da recuperação pós-covid marcarão uma ‘nova normalidade’, na qual o fortalecimento da economia local, com menor dependência externa, terá importância fundamental. Iniciativas como esta, impulsionada por empresas referência em seus setores, deveriam ser adotadas por todos e estimuladas pelos governos”, comenta Jose Mascheroni, diretor da Alkimat.

O potencial da impressão 3D

A manufatura aditiva é um processo controlado por computador que, a partir de um modelo digital, torna possível a criação de objetos tridimensionais por meio da deposição de materiais, camada a camada. Daí a popularização do termo impressão 3D que, apesar do enorme potencial de aplicação no contexto da indústria 4.0, é também bastante simples, podendo ser utilizado por grandes empresas em projetos disruptivos e também individualmente, pelas pessoas em suas casas. Trata-se de um processo de manufatura descentralizado, que minimiza perdas e descarte de materiais, além de ter impactos logísticos.

Dentre as principais vantagens datecnologia, destaca-se a integração de funcionalidades, a redução de lead time, a possibilidade de redução de peso e, também, a liberdade de design, que permite a obtenção de peças com geometrias complexas. Nesse contexto, a manufatura aditiva é uma grande aliada no desenvolvimento de soluções que atendam às novas exigências do mercado de mobilidade, que surgem com as questões de mobilidade elétrica, compartilhada e autônoma.

Com 119 anos de história, a Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. A companhia está presente em 10 países e conta com mais de 30 mil colaboradores diretos e indiretos em todas as suas operações. Maior recicladora da América Latina, a Gerdau tem na sucata uma importante matéria-prima: 73% do aço que produz é feito a partir desse material. Segundo a empresa, todos os anos são 11 milhões de toneladas de sucata que são transformadas em diversos produtos de aço.

A Braskem possui 8 mil integrantes atuando nos segmentos da química e do plástico, com um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 52,3 bilhões (US$ 13,2 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

Curta nossa página no

Dow apresenta seus novos projetos de Sustentabilidade na América Latina

25/11/2020

  • Empresa apresentou os resultados dos projetos alinhados às metas globais em evento virtual que contou com a participação de John Elkington, especialista em sustentabilidade corporativa.
  • Lançamento de resina de plástico pós-consumo reciclado; aumento do uso de energias renováveis em suas operações; incentivo à projetos de economia circular, logística sustentável e programas de reciclagem inclusiva são algumas das iniciativas da Dow na América Latina.

A Dow promoveu o evento virtual “Diálogos Mais Sustentáveis” para apresentar o resultado dos projetos desenvolvidos na América Latina alinhados às Metas de Sustentabilidade anunciadas globalmente, em junho. A Dow tem como objetivo tornar-se a empresa de ciência de materiais mais sustentável, inclusiva e inovadora do mundo e para isso pretende:

  • reduzir as emissões anuais de carbono em 5 milhões de toneladas até 2030 e alcançar a neutralidade em 2050;
  • investir no desenvolvimento de tecnologias e processos para que 1 milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030;
  • aprimorar o portfólio com foco em design para a reciclabilidade para que, até 2035, a companhia ofereça 100% de produtos reutilizáveis ou recicláveis nas aplicações de embalagens.

Segundo a Dow, a transição da economia linear para a circularidade é o caminho para novas oportunidades de negócios, com ganhos para o mercado, a sociedade e o planeta, com base nos princípios ESG (sigla para Environment, Social and Governance, em português, Meio Ambiente, Social e Governança).

A Dow afirma estar trabalhando com formuladores de políticas, governos, universidades, associações, outras empresas e organizações para o desenvolvimento de soluções com base nas novas metas e com foco em três áreas principais na América Latina:

  1. Proteger o clima
  2. Impulsionar a economia circular – A economia circular tem como base 6 pontos principais: produção, design, reutilização, coleta e classificação, reciclagem e mercados para materiais recuperados. Eles são co-dependentes. A empresa pretende avançar em uma economia circular, oferecendo soluções para promover e acelerar a transição para uma economia circular em mercados-chave.
  3. Entregar materiais mais seguros – A Dow almeja entregar ao mercado produtos que sejam sustentável para as pessoas e para o planeta.

“Estamos posicionados na base das cadeias de valor mais relevantes e nossas soluções desempenham um importante papel na soma de esforços para o alcançar o desenvolvimento sustentável da indústria latino-americana”, reforça Javier Constante, presidente da Dow para a América Latina.

Proteção do clima

Com foco em proteção do clima, a Dow investiu na aquisição de energia eólica para seu complexo fabril em Bahia Blanca, na Argentina, e na ampliação do uso de fontes renováveis de energia nas fábricas de Aratu e Breu Branco, no Brasil. Os contratos firmados na América Latina deverão acelerar a meta global de obter 750MW da demanda de energia renovável até 2025.

Em junho, a Dow firmou Contrato de Compra de Energia (PPA) com a Atlas Renewable Energy, para consumo de energia solar. A nova planta solar irá evitar cerca de 35.000 toneladas de emissões de CO2 por ano com base no GHG (Greenhouse Gases Protocol). Essa quantidade de emissão de CO2 evitada pode ser comparada à retirada de 36,8 mil veículos das ruas de São Paulo.

Na Argentina, no complexo industrial de Bahía Blanca, atualmente, 20% do consumo de energia nesse local de produção vem da energia eólica, de um acordo com a Central Puerto assinado em 2019.

Economia circular

Para desenvolver e fomentar a economia circular na região, a Dow investe em programas e iniciativas que fomentam projetos de circularidade nos principais mercados chave em que atua.

Além de diminuir a quantidade de resíduos descartados, a circularidade proporciona um impacto significativo nas emissões de gases de efeito estufa. “A incorporação de mais conteúdo reciclado de qualidade no ciclo produtivo possibilita a redução da pegada de carbono e está em linha com nossas metas globais”, lembra o presidente da companhia.

Usando tecnologias e design para a reciclabilidade, a Dow está desenvolvendo soluções para que a indústria produza embalagens com menos quantidade de plásticos em suas estruturas e que essas estruturas sejam recicláveis. Além dessas soluções, que incluem famílias de produtos compatibilizantes que facilitam a reciclagem do polietileno e de outros materiais, a companhia acaba de lançar uma nova resina plástica feita a partir de resíduos PCR (pós-consumo reciclado).

Plástico reciclado de volta ao consumo

Em parceria com a Boomera LAR, a Dow iniciou a produção industrial da resina PCR HDPE 96032. Segundo a Dow, a resina é feita totalmente a partir de plástico pós-consumo. Inicialmente, o produto será comercializado no Brasil mas, em breve, novas resinas semelhantes serão lançadas na Colômbia, México e Argentina, onde já foram anunciadas alianças com parceiros locais.

Com a nova resina PCR, a Dow traz para esse mercado um produto para ser incorporado em diferentes aplicações de embalagens, atendendo às metas de incorporação de conteúdo reciclado dos donos de marca (uma média de 25% até 2025, de acordo com a Fundação Ellen MacArthur), mantendo a processabilidade e garantindo alto desempenho do material, afirma a empresa.

Para suprir essa produção, a Dow desenvolveu um programa de reciclagem inclusiva que garante uma fonte de resíduos plásticos consistentes e confiáveis. O piloto desse programa foi desenvolvido em São Paulo, em parceria com a Boomera e a Fundación Avina, e chamado de “Reciclagem que Transforma”. Nesse piloto, iniciado em 2018, a Dow trabalhou com cinco cooperativas, aprimorando processos e práticas de gestão, e formalizando esse mercado.

Além desse programa, a Dow, através da Latitud R, apoia projetos de impacto social e econômico relacionados à reciclagem inclusiva e economia circular para aumentar o acesso dos recicladores informais aos mercados de reciclagem da América Latina e Caribe.

A Dow atua globalmente em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

Curta nossa página no

Braskem e Multinova lançam filme de polietileno para controle do inseto Tripes que dispensa uso de inseticida em produções de banana

20/11/2020

Material desenvolvido com apoio da UNESP já foi testado por produtores e teve sua eficácia comprovada no combate ao inseto Tripes

A primeira solução anti-inseto livre de inseticidas do mercado brasileiro foi criada a partir da resina de polietileno (PE) comercializada pela Braskem, em parceria com a Universidade Estadual Paulista (UNESP) e a Multinova, fabricante de soluções em plástico. Segundo a Braskem, o aditivo anti-ultravioleta utilizado para controlar a ação de incidência do sol foi produzido para refletir o mesmo comprimento de ondas perceptível pela visão do inseto. O tripes ataca principalmente a produção de bananas nas estações mais quentes do ano, favorecendo o aparecimento de erupções na casca (pontos pretos em alto relevo), diminuindo a qualidade visual da fruta.

O aditivo anti-inseto reflete para fora do saco o mesmo comprimento de onda perceptível pela visão do inseto. Com isso, ao entrar na sacola, o inseto não consegue enxergar e isso faz com que ele saia do ambiente planta/sacola. A grande vantagem do filme é servir como alternativa ao produtor, no lugar de outras opções que utilizam agroquímicos para combater esse tipo de praga.

O filme anti-inseto sem inseticida será lançado para o mercado em novembro e a expectativa da Braskem é atingir capacidade de produção de 7 mil toneladas por ano de matéria-prima específica para essa finalidade. “O agronegócio é um dos principais setores da economia brasileira e um dos principais mercados para a Braskem. Nesse sentido, na Braskem estamos empenhados em desenvolver soluções que agreguem mais valor à produção agrícola e que garantam mais sustentabilidade ao negócio dos produtores rurais”, explica a agrônoma Beatriz Gallucci, parte da equipe da Plataforma Agro da Braskem.

Os estudos para o desenvolvimento de mais essa solução da Plataforma Agro da Braskem começaram em 2018, com testes preliminares da região do Vale do Ribeira (SP). Em 2019, com os primeiros resultados positivos em mãos, as pesquisas foram ampliadas para propriedades rurais na Bahia, Ceará, Minas Gerais, São Paulo e Santa Catarina. Os testes foram acompanhados pela UNESP, que confirmou que o produto apresentou desempenho similar ao tratamento convencional, que é a utilização de sacolas plásticas com inseticida ou a pulverização de inseticida diretamente no cacho de banana.

Segundo Juliana Domingues Lima, professora da UNESP responsável por acompanhar os testes da solução anti-inseto livre de inseticidas, a produção de alimento segura e a adoção de práticas de produção menos prejudiciais ao meio ambiente e aos trabalhadores rurais estão sendo cada vez mais requeridas pela sociedade e, nesse sentido, a indústria de insumos agrícolas, os pesquisadores e os produtores também buscam por inovações que atendam às exigências. “Além de dispensar o uso de agroquímicos, a solução desenvolvida pela Braskem e Multinova ainda protege a produção de banana de outros tipos de danos físicos como aqueles causados pelo excesso de radiação”, completa.

Segundo a Braskem, outra vantagem do filme anti-inseto feita com o seu polietileno é a fácil e rápida instalação, pois, por não haver inseticida na composição, o produtor não necessita de uma mão-de-obra especializada para manuseio de produtos químicos e, consequentemente, o custo com a aplicação diminui, diferentemente de outras soluções disponíveis no mercado contendo inseticida. O filme plástico deve ser colocado logo no início da formação da flor da banana (coração), e permanece até a colheita. Por não conter inseticida, uma outra vantagem, após o uso e descarte adequado, é que o material é 100% reciclável e pode ser transformado em outra solução.

Hoje o portfólio de produtos da Plataforma Agro da Braskem já oferece soluções em polietileno (PE), polipropileno (PP) e PVC, que auxiliam no cultivo protegido, em proteção e armazenagem, na irrigação e na infraestrutura. Outra iniciativa recente da Plataforma, também em parceria com a UNESP e Multinova, é a manta expandida em combinação com um filme de PE com um aditivo térmico para proteger a produção de banana em regiões que atingem temperaturas abaixo dos 12°C, evitando o efeito de chilling, dano fisiológico comum em frutas tropicais que são expostas a friagem.

“Nosso papel com a Plataforma Agro na Braskem é somar forças com quem está mais próximo dos produtores rurais para criar soluções nas quais o produtor possa aumentar sua produtividade e, ao mesmo tempo, reduzir impactos ambientais”, reforça Gallucci.

Os produtores rurais podem encontrar a manta anti-inseto sem inseticida no canal de vendas da Multinova . A solução pode ser utilizada por pequenos, médios e grandes produtores. “A bananicultura é um dos principais cultivos do Brasil e o Tripes pode trazer muitos prejuízos para os produtores. Por acompanhar os desafios dos produtores de banana para enfrentar esse tipo de praga, nos mobilizamos para encontrar uma solução viável, de baixo custo, sustentável e eficaz para nossos clientes”, finaliza Jair da Rosa, gerente comercial de Novos Negócios da Multinova.

Curta nossa página no

Solvay inicia negociações exclusivas para a venda de seu negócio de Materiais de Processo para a Composites One

20/11/2020

A transação permanece sujeita a informações prévias e procedimentos de consulta com os funcionários e aprovação das autoridades regulatórias relevantes.

A Solvay e a Composites One entraram em um período de negociação exclusivo para a aquisição do negócio de Materiais de Processo (PM) da Solvay pela Composites One. O negócio de Materiais de Processo oferece uma ampla variedade de materiais, incluindo filmes para “vacuum bagging“, tecidos respiráveis, lonas destacáveis, fitas selantes, além de válvulas e mangueiras. Além disso, o negócio é líder na fabricação de kits consumíveis sob medida e ferramentas duras e macias.

“A Solvay fortaleceu significativamente o negócio de Materiais de Processo ao longo dos últimos anos. A transação proposta agregará valor aos nossos acionistas e permitirá que a Solvay continue a se focalizar no núcleo do nosso portfólio de tecnologia de compósitos. Os funcionários e clientes do negócio de Materiais de Processo se beneficiarão da bem estabelecida e reconhecida infraestrutura de distribuição da Composites One. A intenção da Composites One é crescer e investir no negócio, promovendo inovação, confiabilidade e atendimento ao cliente e tirando proveito do excelente trabalho que nossos colegas têm feito até agora. ” disse Carmelo Lo Faro, Presidente da Unidade de Negócios Global de Materiais Compósitos da Solvay.

“Como seu distribuidor por mais de dois anos, trabalhamos em estreita colaboração com a liderança experiente e membros da equipe da Solvay e vimos seu foco em servir os clientes – sabemos que este negócio é um excelente complemento para a Composites One. Por meio de sua excelente equipe, o negócio de Materiais de Processo nos fornecerá uma conexão global com os clientes dos setores eólicos e aeroespaciais ”, comentou Steve Dehmlow, CEO da Composites One.

A conclusão da transação, esperada no início do primeiro trimestre, permanecerá sujeita aos subsequentes processos sociais e à aprovação das autoridades regulatórias relevantes.

Curta nossa página no

Rocheleau e Nordson aumentam a produção para dar suporte à enorme demanda por materiais usados em testes de Covid

19/11/2020

Dezenas de novas sopradoras Rocheleau, equipadas com roscas e cilindros Xaloy da Nordson, irão fabricar pipetas usadas em testes de Covid-19

A Rocheleau Tool & Die Co. encomendou dezenas de roscas e cilindros da Xaloy, empresa pertencente à Nordson Corporation, para equipar máquinas sopradoras que serão usadas por fabricantes de pipetas, itens essenciais dos procedimentos de teste para Covid-19.

Fornecedores internacionais de produtos para testes médicos têm investido pesadamente para expandir a produção de materiais de consumo plásticos usados em laboratórios para atender à demanda global por testes de Covid-19. A Rocheleau tem tido uma enorme demanda por seus sistemas de moldagem por sopro para a fabricação de pipetas de Polietileno de Baixa Densidade. A Rocheleau está equipando suas sopradoras com componentes Xaloy da Nordson, incluindo cilindros bimetálicos com revestimentos X-800 e roscas de barreira Fusion.

“Estamos construindo equipamentos para a produção de pipetas em tempo recorde”, disse Steven R. Rocheleau, presidente. “Cada máquina inclui componentes de vários fornecedores e a Nordson nos deu confiança ao entregar roscas e cilindros provenientes de sua fábrica de Austintown, Ohio, antes do planejado, permitindo que nos concentremos em outras questões que exigem atenção.”

A rosca Xaloy Fusion foi especificada para o projeto por causa de sua capacidade de manter uma temperatura do material fundido consistentemente baixa ao mesmo tempo em que permite altas taxas de produção, observou Rob Cook, gerente da Nordson nas Américas para vendas para processadores. “Embora o material reaproveitado durante o processo de sopro seja mais sensível às variáveis ​​do processo do que a resina virgem, a rosca Fusion garante uma fusão uniforme”, disse o Sr. Cook. “A baixa temperatura do material fundido permite tempos de resfriamento mais curtos e a produção de mais peças por minuto. Isto também dá espaço para que que os fabricantes de pipetas possam usar aditivos sensíveis ao calor em determinados produtos, sem a necessidade de se alterar a regulagem da máquina.”

O revestimento X-800 para os cilindros Xaloy é uma liga à base de níquel com carbeto de tungstênio, a qual oferece uma vida útil mais longa do que revestimentos de carbeto alternativos.

O esforço da Rocheleau para atender à demanda urgente por pipetas exemplifica o importante papel que os plásticos têm desempenhado no combate à Covid-19, disse o Sr. Rocheleau. “Como uma empresa familiar, somos gratos pela oportunidade de gerar um impacto durante a pandemia, ao atender a uma demanda global urgente por pipetas. Foi muito encorajador para nossos funcionários fazerem isso acontecer, tendo a ciência de que eles tem feito uma contribuição para a luta contra a pandemia. “

As roscas e cilindros Xaloy são componentes básicos para a extrusão e moldagem de produtos médicos, equipamentos de proteção individual e embalagens usadas no combate à Covid-19, observou Seeni Congivaram, diretor de vendas e marketing de produtos Xaloy. “Hoje, tubos e conectores, bolsas de sangue, kits de procedimentos e outros dispositivos médicos estão desempenhando um papel crítico na resposta ao aumento de casos hospitalares causados ​​pela pandemia. Filmes e folhas tem sido essenciais para prevenir a disseminação da infecção por coronavírus. E as embalagem tem possibilitado que milhões de pessoas em lockdown possam receber alimentos frescos e refeições quentes. “

A Rocheleau Tool & Die Co. é um cliente de longa data de componentes Xaloy para seus sistemas de moldagem por sopro.

A Nordson Corporation atende a uma ampla variedade de mercados finais de consumo não durável, durável e de tecnologia, incluindo embalagens, não tecidos, eletrônicos, médicos, eletrodomésticos, energia, transporte, construção e montagem e acabamento de produtos em geral. Fundada em 1954 e sediada em Westlake, Ohio, a empresa possui operações e escritórios de suporte em mais de 30 países.

A sua divisão Nordson Polymer Processing Systems fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogeneizar, filtrar, medir e dar forma a materiais plásticos e de revestimento fluido. A Nordson oferece uma linha completa de roscas e cilindros para extrusão e moldagem por injeção, além de sistemas de filtração, bombas e válvulas e matrizes de extrusão e sistemas de peletização para atender às necessidades em constante evolução da indústria de polímeros.

Curta nossa página no

Braskem reafirma compromisso com a economia circular e neutralidade de emissões de carbono até 2050

19/11/2020

Combate às mudanças climáticas e eliminação de resíduos plásticos são os principais objetivos de sustentabilidade da empresa para as próximas décadas

A Braskem anunciou a ampliação dos seus esforços para se tornar uma empresa neutra em emissões de carbono até 2050. Para alcançar a neutralidade de carbono, a estratégia da companhia vai se concentrar em três frentes de atuação: (I) redução das emissões com foco na eficiência energética, bem como no aumento do uso de energia renovável nas operações atuais, estabelecendo parcerias visando inovação e tecnologia; (II) compensação de emissões com potenciais investimentos na produção de químicos e polímeros de origem renovável; (III) captura de emissões de carbono por meio da pesquisa e do desenvolvimento para seu uso como matéria-prima.

Entre as metas definidas, a companhia pretende, até 2030, diminuir em 15% as emissões de gases de efeito estufa e ampliar seu portfólio I’m green, que compreende os produtos com foco em economia circular, para incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado; alcançando 1 milhão de toneladas desses produtos até 2030. Além disso, vai trabalhar para que nos próximos dez anos haja o descarte adequado de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos.

O compromisso global da Braskem em se tornar neutra em emissões de carbono e eliminar o descarte inadequado de resíduos plásticos nas próximas décadas indica que a empresa se coloca como corresponsável diante do desafio de prevenir e combater as mudanças de clima. “A Braskem tem uma longa história em adotar ações para criar um mundo mais sustentável. Investimos em fontes renováveis desde a nossa fundação, em 2002 e, como pioneiros e líderes na produção de biopolímeros, temos estado na linha de frente da criação de mudanças positivas que impactam as pessoas, a sociedade e o meio ambiente. Pretendemos continuar na liderança num momento em que a indústria vai em direção a uma economia circular de carbono neutro. Com as ações de desenvolvimento sustentável que anunciamos hoje, esperamos atingir a neutralidade de carbono até 2050”, ressalta Roberto Simões, presidente da Braskem.

O compromisso com a economia circular de carbono neutro é fruto da evolução da companhia que já vem, há mais de dez anos, adotando políticas e metas com este propósito, na qual os recursos deixam de ser somente explorados e descartados e passam a ser reaproveitados em um novo ciclo. A Braskem afirma que, ao final de 2019, a empresa já havia alcançado 70% das metas relacionadas ao tema – que foram traçadas em 2009 e revisitadas em 2013 –, conquistando resultados tais como a redução de 20% da intensidade de emissões de gases de efeito estufa; a viabilização do maior projeto de água de reuso industrial do hemisfério sul; a produção e comercialização de produtos de origem renovável, como o plástico feito à base de cana-de-açúcar e, posteriormente, a ampliação do portfólio de produtos para economia circular, com a chegada do EVA verde e de resinas feitas a partir de plástico reciclado.

A Braskem que as suas iniciativas para as próximas décadas estão alinhadas à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), aos seus 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e ao Acordo de Paris para o controle dos impactos das mudanças climáticas.

“Nosso propósito empresarial é melhorar a vida das pessoas criando soluções sustentáveis da química e do plástico e, com a ampliação dos nossos esforços para alcançar essas metas, também conseguiremos enriquecer ainda mais o debate sobre a importância do plástico, especialmente para o desenvolvimento sustentável do nosso planeta. Seguiremos expandindo nossas parcerias com clientes, fornecedores e a sociedade, na busca pelo engajamento de outras empresas na causa e, juntos, construiremos um mundo melhor”, afirma Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem.

Mudanças climáticas

A Braskem seguirá focalizada em seus projetos de eficiência energética e no aumento do uso de energia renovável, com o objetivo de reduzir em 15% as emissões de gases do efeito estufa até 2030. Atualmente, 43% do consumo total de energia da Braskem no Brasil já é oriundo de fonte renovável. Recentemente, a empresa anunciou a celebração de mais um contrato de longo prazo para compra de energia solar para os próximos 20 anos. Segundo a Braskem, esse contrato deve evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera nas próximas duas décadas.

Adicionalmente, a companhia manterá seus esforços na análise de investimentos para o desenvolvimento de produtos químicos e polímeros de origem renovável ou em tecnologias que permitam à Braskem alcançar a neutralidade de carbono até 2050.

Segundo a Braskem, o seu polietileno de origem renovável, derivado da cana-de-açúcar e produzido pela empresa em escala industrial desde 2010, captura até 3,09 toneladas de CO2 por tonelada produzida e foi reconhecido pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Brasil do Pacto Global como um dos cases mais transformadores em desenvolvimento sustentável no Brasil.

Resíduos plásticos

A Braskem pretende ampliar seu portfólio I’m green com o objetivo de incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado; e, até 2030, 1 milhão de toneladas destes produtos.

Atualmente, a Braskem tem em seu portfólio produtos de resinas termoplásticas com conteúdo reciclado. Segundo a empresa, tais resinas apresentam as mesmas propriedades, qualidade e segurança que os materiais feitos com resinas virgens. Estas resinas com conteúdo reciclado são utilizadas em vários setores do mercado, tais como o calçadista, o moveleiro, utensílios domésticos e o segmento de embalagens, entre outros.

Entendendo que as parcerias com as principais partes interessadas são um forte instrumento para a gestão de resíduos plásticos, a Braskem pretende ainda trabalhar para dar destinação adequada a 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos até 2030. Uma das mais recentes parcerias da Braskem foi anunciada em outubro, com a Tecipar, empresa brasileira especializada em engenharia ambiental. O objetivo é evitar que mais de 2 mil toneladas de resíduos plásticos domiciliares sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo. O volume é equivalente a 36 milhões de embalagens plásticas de polietileno e polipropileno e será utilizado como matéria-prima para o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis para a indústria do plástico.

Mais informações podem ser acessadas em www.braskem.com.br/macroobjetivos.

Com 8 mil Integrantes , a Braskem possui um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, tais como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 52,3 bilhões (US$ 13,2 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

Curta nossa página no

Arkema passa a fazer parte do índice Dow Jones Sustainability World

19/11/2020

Arkema conquistou o sexto lugar na categoria “Químicos” do DJSI World entre 114 empresas avaliadas, dos quais apenas dez foram selecionadas. O Grupo está, portanto, sendo reconhecido por seu desempenho em sustentabilidade e por integrar sua abordagem de responsabilidade social corporativa (RSC) em sua estratégia de desenvolvimento.

O índice DJSI World inclui as empresas de melhor desempenho em termos de RSC nas classificações do questionário não-financeiro SAM da Standard & Poor’s. O Grupo também foi classificado no DJSI Europe como a segunda melhor empresa do setor.

Entre os critérios avaliados, o comprometimento e desempenho do Grupo nas dimensões ambiental, econômica e em governança, são em particular reconhecidas em um nível muito alto. Na avaliação, a Arkema se destaca particularmente em relação à sua estratégia climática, redução da pegada ambiental, seus relatórios sociais e ambientais, bem como sua gestão de risco.

“Estou muito orgulhoso pela Arkema ter se juntando aos índices DJSI Europe e DJSI World pela primeira vez, já que eles são benchmarking para responsabilidade social corporativa e são reconhecidos por nossos clientes, bem como pelos investidores. Essa conquista é um forte reconhecimento do nosso compromisso. É também um incentivo para continuar e acelerar a integração total da sustentabilidade junto com nossos stakeholders e colocar nosso conhecimento e inovação a serviço de uma transição para um mundo mais sustentável. Gostaria de agradecer a todos das equipes da Arkema que têm se dedicado e trabalhado por vários anos para atingir este grande objetivo ”,afirmou Thierry Le Hénaff, Presidente e CEO da Arkema.

A composição dos índices de sustentabilidade Dow Jones é determinada uma vez por ano com base em critérios rigorosos critérios ambientais, sociais e de governança. Apenas 10% das melhores empresas analisadas globalmente em cada setor estão incluídos no DJSI World, enquanto 20% das melhores empresas sediadas na Europa estão incluídas no DJSI Europe. Os índices fornecem algumas orientações para investidores institucionais sobre orientação para investimentos sustentáveis (SRI, investimento socialmente responsável).

A Arkema oferece um portfólio de tecnologias de qualidade para atender à demanda cada vez maior por materiais inovadores e sustentáveis. O Grupo está estruturado em 3 segmentos dedicados a Materiais Especiais: Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento. A Arkema oferece soluções tecnológicas para enfrentar os desafios de, entre outras coisas, novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade. O Grupo registrou vendas de € 8,7 bilhões em 2019 e opera em cerca de 55 países com 20.500 funcionários em todo o mundo.

Curta nossa página no

Tecniplas amplia em 50% vida útil de equipamento usado em fábrica de papel

19/11/2020

Novo plano de laminação de torre up flow garante 15 anos ininterruptos de operação

Uma das maiores vantagens dos compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro) é a versatilidade. Não só de design, mas também por permitir a combinação de diferentes tipos e quantidades de matérias-primas. A Tecniplas, fabricante de tanques e equipamentos especiais de PRFV, tirou proveito da versatilidade dos materiais compósitos e desenvolveu um equipamento para uma fábrica de papel cuja vida útil foi ampliada em 50%, afirma a empresa.

Trata-se de uma torre up flow usada no processo de branqueamento da massa de celulose, explica Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas. “O cliente operou durante uma década um equipamento desse tipo. Porém, durante os últimos cinco anos de uso foram necessárias algumas reformas estruturais, em função da elevada agressividade do ambiente”. Além de trabalhar com fluidos altamente corrosivos, a torre opera a 70 ºC.

Com apoio da fabricante de resinas Ineos Composites, o departamento de engenharia da Tecniplas refez os cálculos estruturais baseando-se na norma ASME-RTP1 e levando em conta uma carga de vento de 144 km/h (com 2,22 m de diâmetro, a torre tem 42 m de altura e é composta por duas seções de 21 m cada montadas em campo.

“Após os cinco primeiros anos em operação, verificamos um fator de corrosão de cerca de 1 mm por ano”, calcula o diretor da Tecniplas. Então, a empresa considerou nove mantas de vidro de 450 g/m² para a barreira química no plano de laminação da nova torre. Além disso, todo o equipamento – liner, barreira química e estrutura – foi produzido com resina éster-vinílica.

Graças a essa nova combinação de matérias-primas, a nova torre up flow está apta a operar por 15 anos, sem a necessidade de interrupções para manutenção. “Conseguimos atender à demanda do cliente de uma forma relativamente simples e 100% baseada em normas técnicas”, conclui Rossi.

Fundada em 1976, a Tecniplas é a maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atende os setores de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Curta nossa página no

Evonik divulga resultados do 3o. trimestre de 2020

19/11/2020

  • Evonik confirma resultados preliminares para o terceiro trimestre: Ebitda ajustado de 519 milhões de euros, vendas de 2,9 bilhões de euros
  • Perspectivas para 2020: Ebitda ajustado estimado entre 1,8 – 2,0 bilhões de euros
  • Perspectiva de fluxo de caixa livre para 2020 é elevada

No terceiro trimestre de 2020, a Evonik registrou um Ebitda ajustado de 519 milhões de euros, 4% abaixo do valor do mesmo trimestre do ano passado. As vendas somaram 2,92 bilhões de euros, comparadas aos 3,23 bilhões de euros do mesmo trimestre do exercício anterior. A Evonik confirma, portanto, os resultados preliminares já anunciados em 15 de outubro.

“Estamos satisfeitos por poder confirmar os resultados já publicados em caráter preliminar, que ficaram claramente acima das expectativas do mercado”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva. “Graças às medidas estratégicas que implementamos neste ano e em anos anteriores, estamos em excelente posição para atravessar a crise”.

A Evonik também confirmou e especificou as perspectivas para o ano completo de 2020. A empresa agora projeta um Ebitda ajustado de 1,8 a 2,0 bilhões de euros (2019: 2,15 bilhões de euros). Anteriormente, era esperado um Ebitda ajustado entre 1,7 e 2,1 bilhões de euros. As perspectivas de vendas se mantêm entre 11,5 e 13,0 bilhões de euros (2019: 13,1 bilhões de euros).

A expectativa em relação ao fluxo de caixa livre também foi elevada: para 2020, a Evonik espera contabilizar cerca de 700 milhões de euros (2019: 717 milhões de euros antes do pagamento dos impostos do carve-out do negócio de metacrilatos). O fluxo de caixa livre em relação ao Ebitda ajustado, a chamada taxa de conversão de caixa, deve ficar acima de 35%. Anteriormente, a Evonik havia previsto um valor semelhante ao do ano anterior, de 33,3%.

“A crise do coronavírus está longe de ter passado e a visibilidade continua muito baixa. Ainda assim, estamos cumprindo o que prometemos”, disse a Ute Wolf, CFO da Evonik.

No terceiro trimestre, a empresa conseguiu gerar um fluxo de caixa livre de 312 milhões de euros, um nível similar ao do mesmo trimestre do ano anterior (2019: 321 milhões de euros antes do pagamento dos impostos do carve-out de metacrilatos).

Evolução nas divisões

Specialty Additives: A divisão se destaca por sua resiliência, preços estáveis e um nível de margem alta sustentável de 27,5%. O desenvolvimento dos negócios nos mercados finais como o da construção e de energias renováveis, por exemplo, se manteve robusto, beneficiando-se também de programas de incentivos governamentais. A demanda, em particular nos setores automotivo e de revestimentos, melhorou em relação ao trimestre anterior, mas ainda ficou abaixo da aferida no mesmo trimestre do ano passado. As vendas em Specialty Additives caíram 10% para 777 milhões de euros no terceiro trimestre, e o Ebitda ajustado recuou 8% para 214 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas na divisão Nutrition & Care encolheram 2% para 715 milhões de euros no terceiro trimestre. A evolução foi caracterizada por uma maior demanda no setor de saúde e cuidados. As vendas de aminoácidos essenciais registraram ligeira queda, sobretudo devido ao câmbio, enquanto os preços de venda subiram nitidamente na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. O Ebitda ajustado aumentou 18% para 140 milhões de euros.

Smart Materials: No terceiro trimestre, a divisão Smart Materials apresentou um desempenho comercial mais animador que no segundo trimestre, mas as vendas e receitas ficaram abaixo dos valores registrados no mesmo período do ano passado. O desaquecimento da economia global, particularmente no segmento de carros novos da indústria automotiva, mas também em outras indústrias, ocasionou um declínio nos volumes, especialmente na linha de polímeros de alta performance e de sílicas para a indústria da borracha. Em contrapartida, a inclusão, pela primeira vez, da PeroxyChem surtiu um efeito claramente positivo. As vendas no terceiro trimestre caíram 5% para 790 milhões de euros. O Ebitda ajustado encolheu 13% para 137 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas dos produtos do C4-Verbund recuaram em consequência da retração da demanda, especialmente nas indústrias automotiva e de combustíveis. A queda maciça do preço do petróleo também pesou sobre o desempenho da atividade. As vendas encolheram 27% para 444 milhões de euros e o Ebitda ajustado baixou 43% para 28 milhões de euros no terceiro trimestre.

Milliken lança novo clarificante que amplia percepção visual e atributos sustentáveis de embalagens e peças de polipropileno

18/11/2020

Segundo empresa, a nova tecnologia eleva a produtividade e garante economia média de energia de 10% durante o processamento, além de aperfeiçoar a aparência e a reciclabilidade das embalagens

Para empresas e consumidores, a sustentabilidade não é mais uma aspiração planejada para o futuro, mas sim um requisito que necessita ser aplicado agora. Ciente disso, a Milliken desenvolveu uma nova geração do seu clarificante Millad NX 8000, que promove alta transparência em embalagens e utilidades domésticas feitas de polipropileno (PP). O lançamento, denominado Millad NX 8000 ECO, alia os diferenciais sustentáveis a vantagens de desempenho para os fabricantes e usuários das soluções plásticas, afirma a empresa.

O Millad NX 8000 ECO é resultado de ajustes na formulação que, segundo a Milliken, otimizam a produção de peças de PP clarificado. “O novo clarificante possibilita aos convertedores o processamento em temperaturas mais baixas, aumentando as taxas de produção e garantindo uma economia média de energia de 10%”, explica Edmar Nogueira, gerente técnico da Milliken. O menor consumo energético é validado pela Underwriters Laboratories (UL), um dos principais órgãos certificadores do mundo, permitindo aos brand owners o uso do selo UL de declaração ambiental em suas embalagens ou utilidades moldadas por injeção.

Segundo a Milliken, o Millad NX 8000 ECO é compatível com todos os processos de transformação e torna o polipropileno clarificado uma alternativa ainda mais viável ao vidro ou a polímeros amorfos como PC, PET, PVC e PS. A empresa afirma que ele ainda proporciona benefícios aos fabricantes de bens de consumo em três importantes frentes: segurança no acondicionamento de alimentos, experiência sensorial e economia circular, garante a empresa.

De acordo com a fabricante, a nova geração do clarificante atende aos recentes e rigorosos requisitos para contatos com alimentos, minimizando riscos de migrações indesejadas de substâncias. “O Millad NX 8000 ECO está em conformidade com padrões de segurança ainda mais elevados do que os atualmente em vigor na maioria dos mercados mundiais”, destaca Rodrigo Silva, gerente comercial da Milliken.

Experiência sensorial e reciclabilidade

No quesito experiência sensorial, o novo clarificante assegura a melhor percepção visual das embalagens sob diferentes tipos de iluminação – especialmente a luz LED, de uso crescente no varejo brasileiro, afirma a Milliken. “Diferentemente das lâmpadas incandescentes e fluorescentes, hegemônicas até pouco tempo atrás, o LED emite luz em comprimentos de onda distintos. Isso pode afetar o aspecto visual das peças clarificadas”, detalha Nogueira. “Devido a ajustes na fórmula, o Millad NX 8000 ECO também contorna essa questão, adequando-se a diferentes ambientes e tecnologias de iluminação”.

Embora entidades de classe dos setores de iluminação e supermercadista não disponham de estatísticas sobre padrões de luz das lojas brasileiras, uma estimativa da McKinsey Global Lighting aponta a importância da adequação dos produtos à nova realidade. Em 2011, 7% dos estabelecimentos comerciais da região utilizavam iluminação LED. Esse índice evoluiu para 45%, em 2016, e deve chegar a 68% em 2022. “Ante o cenário de concorrência cada vez mais acirrada nos pontos de venda, pequenas diferenças visuais podem fazer diferença enorme nos resultados das indústrias”, comenta Silva.

O terceiro pilar de aprimoramento do Millad NX 8000 ECO é uma condição ainda mais favorável ao reaproveitamento dos materiais no pós-consumo. A fórmula simplificada do clarificante facilita processos de coleta e seleção nas usinas de reciclagem, permitindo o trabalho com uma alta gama de embalagens e utensílios domésticos. Essa propriedade é reconhecida, entre outros órgãos, pela Associação Americana de Recicladores de Plásticos, afirma a Milliken.

Embora leve a um novo patamar os atributos que consolidaram a família Millad NX como referência em clarificantes para PP ao longo dos últimos dez anos, o Millad NX 8000 ECO mantém-se com a mesma competitividade das versões já conhecidas pela indústria. “A nova geração é um passo à frente, antecipando-se a possíveis movimentos do mercado. Convém esclarecer que os aditivos atuais continuam sendo úteis e eficazes frente ao atual estágio produtivo e regulatório do Brasil.”, esclarece Nogueira.

Especialista em ciência de materiais e contando com oito mil associados em 46 localidades, a Milliken & Company trabalha com inovações que abrangem têxteis, pisos, produtos químicos especializados e produtos para a saúde.

Curta nossa página no

Setor de Embalagens Plásticas Flexíveis supera desempenho geral da Indústria no 3o. trimestre de 2020

18/11/2020

Estudo feito pela W4Chem para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) indica que a indústria de embalagens flexíveis apresentou desempenho superior ao da indústria como um todo no terceiro trimestre do ano. O resultado se deve ao uso das embalagens flexíveis em itens de primeira necessidade, como alimentos, bebidas, varejo, entre outros. “Especialmente o setor de alimentos manteve o bom desempenho verificado nos últimos meses, ou seja, praticamente inalterado mesmo com a pandemia do COVID-19. Inclusive, houve momentos em que itens de indulgência, como doces e snacks, foram largamente consumidos, favorecendo as embalagens flexíveis”, relata o empresário Rogério Mani, Presidente da ABIEF.

“Enquanto no segundo trimestre o desempenho da indústria de embalagens flexíveis foi impulsionado por produtos essenciais, como alimentos, higiene e limpeza, no terceiro trimestre a recuperação foi mais generalizada e os consumidores voltaram a comprar outros itens, impulsionados, por exemplo, pelo auxílio emergencial”, completa Rogério.

Neste cenário, o setor de flexíveis registrou uma produção de 562 mil toneladas, uma alta de 8,8% em comparação ao trimestre anterior. No acumulado de Janeiro a Setembro de 2020, a produção chegou a 1,588 milhão de toneladas; as importações totalizaram 50 mil t e as exportações 94 mil t.

A indústria de alimentos continuou sendo o principal cliente, absorvendo 203 mil toneladas. O setor de aplicações industriais vem a seguir, com um consumo de 98 mil t de embalagens flexíveis; o de descartáveis, 68 mil t e bebidas, 56 mil t.

As embalagens multicamadas são as mais representativas no universo das flexíveis, respondendo por 185 mil das 562 mil t produzidas no terceiro trimestre de 2020. A segunda maior aplicação se refere às embalagens monocamada, com 154 mil t, seguidas por filmes shrink (encolhíveis), com 75 mil t.

Foram produzidas 10% mais embalagens com PEBD (polietileno de baixa densidade) e PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) no terceiro trimeste, em comparação ao segundo trimestre, representando 416 mil t. Com PEAD (polietileno de alta densidade), a alta foi de 8,3% (65 mil t). O PP (polipropileno) apresentou um acréscimo de 3,7% (81 mil t). Matérias-primas recicladas tiveram uma participação de 5% (30 mil t) no volume total (562 mil t).

“O desempenho do setor só não foi superior porque vivenciamos, no período avaliado, uma redução drástica da oferta de matérias-primas, como resinas e outros insumos (aditivos e pigmentos) e embalagens de outros tipos (caixas de papelão). As indústrias do setor atuaram com estoques reduzidos o que comprometeu a produção”, pontua Rogério Mani.

Mesmo assim, a consultoria W4Chem estima que as vendas internas de poliolefinas (polietileno e polipropileno) tenham aumentado cerca de 23% no terceiro trimestre, em comparação ao segundo trimestre de 2020, e 1%, na comparação com o terceiro trimestre de 2019. “A indústria petroquímica nacional foi favorecida pelo desabastecimento mundial de resinas termoplásticas – por isso o recorde de vendas em agosto e setembro. Mas lembramos que a oferta restrita de resinas no mercado interno resultou em momentos difíceis para algumas empresas produtoras de embalagens, que necessitaram buscar matérias-primas alternativas”, finaliza o Presidente da ABIEF.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

Curta nossa página no

Filmes com acabamento fosco e toque aveludado são apostas da Terphane para destacar produtos no PDV

18/11/2020

Linha de filmes BOPET ajuda os proprietários de marcas a posicionarem suas embalagens em um novo patamar de atratividade.

Um dos grandes desafios da atualidade no desenvolvimento de embalagens é fazer com que os produtos se destaquem da concorrência no PDV. Ou seja, a embalagem é responsável por chamar a atenção do consumidor e comunicar os atributos dos produtos e das marcas, motivando o consumidor a efetivar a compra.

A Terphane, líder em filmes PET (poliéster) na América Latina, desenvolveu uma solução para atender a essa finalidade. “Nossa linha de filmes com acabamento fosco está associada a produtos mais saudáveis e mais sustentáveis, especialmente quando comparada a materiais alternativos mais brilhantes. Os consumidores enxergam a embalagem com acabamento mate como uma opção mais natural e confiável”, explica Célia Freitas Gerente de Desenvolvimento de Mercado Terphane.

Segundo ela, “outra vantagem dos filmes mate é a facilidade de leitura das informações da embalagem, incluindo informações nutricionais, ingredientes, receitas e outros. A superfície sem brilho dos filmes ajuda os consumidores a revisarem as informações que os interessa, o que tem um impacto bastante positivo”.

O portfólio da Terphane é composto por filmes com acabamento mate e diferentes texturas. Segundo a empresa, todos os filmes são aprovados pela Anvisa, FDA e EU para contato com alimentos, inclusive em aplicações de envase a quente (Hot fill).

“O mercado reagiu de forma bastante positiva ao lançamento de nosso primeiro filme mate coextrudado para impressão”, celebra Marcos Vieira, Diretor Global de P&D da Terphane. “Agora trabalhamos para atender à demanda por produtos de maior valor agregado, adicionando ao portfólio os filmes mate barreira (BMAT) e selável (SMAT)”, completa. “Recentemente, criamos o VMAT2Z, nosso novo filme mate de toque aveludado, que traz baixíssimo brilho e alta transparência aliados a um toque aveludado único.”

“A tendência por texturas em embalagens está crescendo rapidamente. Segundo estimativas de especialistas, particularmente nos Estados Unidos, o crescimento é superior a 15% ao ano”, afirma Célia Freitas. “Há uma grande demanda por filmes mate da Terphane, especialmente para embalagens de luxo. Já oferecemos também soluções para diferentes segmentos como cosméticos, lenços umedecidos, pet food, snacks, candies, alimentos congelados, produtos lácteos, carne processada, café, entre outros”, finaliza.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Curta nossa página no

Mecalor completa 60 anos com expectativa de crescimento

12/11/2020

János Szegö, CEO da Mecalor

A pandemia do Covid-19 impôs novos paradigmas aos indivíduos, governos e empresas em todo o mundo. As novas formas de convivência exigiram mudanças e adaptações. Poucas empresas entenderam a urgência do momento e conseguiram se transformar e se adaptar para enfrentar as duas crises gêmeas: a crise econômica e a crise sanitária.

Acostumada a enfrentar e vencer dificuldades, a Mecalor chega aos seus 60 anos como uma empresa vitoriosa também no que diz respeito às novas adversidades vividas ao longo deste ano. No início de março, quando foi decretada a pandemia e a quarentena no país, a empresa rapidamente reorganizou a produção e colocou cerca de 100 funcionários em regime de trabalho de home office. Embora afetada pela brutal queda da demanda, manteve a produtividade e a qualidade dos serviços de atendimento.

A cíclica instabilidade da economia brasileira, combinada aos diversos planos econômicos, marcou a trajetória da empresa. Essa característica de superação está, contudo, no DNA da companhia. Nasceu com o fundador, o engenheiro húngaro Sándor Szegö, que deixou o seu país em 1956 em busca de um futuro melhor no Brasil. Em 1960, ele abriu uma pequena loja no centro de São Paulo para consertos de eletrodomésticos. A partir de pedidos dos clientes, que sentiam falta de novos produtos no mercado, iniciou a fabricação de equipamentos de refrigeração.

Liderança de Mercado

Desde então, a empresa vem crescendo ininterruptamente e, em pouco tempo, consolidou a marca como sinônimo de qualidade e tecnologia. Há 30 anos, o engenheiro e executivo János Szegö (foto), filho do fundador, atua como CEO da empresa. Foi na sua gestão que a empresa conquistou a liderança de mercado, desenvolvendo equipamentos periféricos e soluções de engenharia térmica para diversos setores da indústria. Hoje, segundo a Mecalor, são cerca de 20 mil chillers instalados no Brasil e no exterior, com uma produção mensal de 150 equipamentos, mais da metade sob demanda. A empresa produz para os segmentos hospitalar, plástico, alimentício, farmacêutico, de datacenters, ar condicionados industriais e automobilístico.

As crises na economia não impediram um desempenho acima da média do mercado. Entre 2004 a 2014, a Mecalor registrou um crescimento de 20%. De 2014 a 2016, segundo a empresa, apresentou um incremento de 5%, mesmo quando todo o mercado caía 30%.

Um bem sucedido projeto de exportação, iniciado há dez anos como alternativa à retração da demanda interna, tornou-a um importante exportador de chillers para as Américas do Sul e Central, resultando na abertura de uma filial no México em 2019, com o objetivo de atender melhor o mercado local e de olho nas vendas para os Estados Unidos.

A pandemia do coronavírus diminuiu o ritmo, mas não interrompeu a expectativa de crescimento. A Mecalor afirma que vai continuar mais uma etapa do seu projeto de expansão ainda este ano: a construção de um prédio novo, ampliação da fábrica e aumento na produção de chillers.

Curta nossa página no

Tomra Insight, a plataforma de gestão de dados da Tomra, agora oferece mais novidades e funcionalidades para o recicladores

12/11/2020

Novo desenvolvimento aprimorou a plataforma baseada em nuvem com a capacidade de desbloquear o poder do big data; portal baseado na web permite fácil acessibilidade

Tomra Insight, a plataforma de gestão de dados baseada em nuvem que permite aos usuários dos equipamentos da Tomra melhorarem a eficiência operacional, está sendo implementada em mais setores.

Após seu lançamento no ano passado pela Tomra Sorting Recycling, o Tomra Insight agora também está sendo disponibilizado para os clientes da Tomra Mining e Tomra Food. E para todos esses três setores, a plataforma foi aprimorada com novos recursos e funcionalidades. Isso torna o Tomra Insight ainda mais capaz agora do que era quando foi lançado ara recicladores em março de 2019.

Tomra Insight é um serviço baseado em assinatura que transforma os separadores óticos em dispositivos conectados, gerando dados de processo valiosos. Esses dados são coletados quase em tempo real, armazenados com segurança na nuvem e podem ser acessados de qualquer lugar e entre fábricas por meio de um portal da web disponível para desktops e dispositivos móveis.

Felix Flemming, vice-presidente e chefe digital da Tomra Sorting, comentou: “Ao capturar e usar dados valiosos, a Tomra Insight está transformando a triagem de um processo operacional em uma ferramenta de gerenciamento estratégico. Esta ferramenta está se tornando mais poderosa à medida que a desenvolvemos continuamente em resposta às necessidades e prioridades dos clientes. Novas funcionalidades e recursos são lançados a cada três semanas – uma rotina durante a qual a Tomra trabalha em estreita colaboração com os clientes na busca de objetivos compartilhados”.

Os dados capturados pela Tomra Insight fornecem métricas de desempenho que ajudam as empresas a otimizar o desempenho das máquinas. Segundo a Tomra, os custos operacionais são reduzidos por simplificar o pedido de peças de reposição e o acesso flexível aos dados e documentação. A empresa afirma que o tempo de inatividade é reduzido ao se monitorar a integridade e o desempenho do equipamento de triagem quase em tempo real, identificando lacunas na produção e analisando as possíveis causas-raiz, ao tempo em que dá suporte à gestão da manutenção para que seja preditiva – baseada na condição do equipamento – e evitando paradas não programadas. O rendimento é maximizado pela avaliação das variações e correspondente otimização do equipamento de seleção, garante a empresa. E a classificação para a qualidade desejada é aprimorada por fornecer dados importantes de composição de material, o que permite que as decisões sejam baseadas em informações mais detalhadas, assegura o fabricante.

Os recicladores estão fazendo melhorias de eficiência

Para empresas de reciclagem, a plataforma de dados Tomra Insight pode ser conectada aos sistemas de seleção da Tomra baseados em infravermelho próximo, cores, laser e raio-x. Segundo a Tomra, a obtenção de dados detalhados dessas máquinas está ajudando os recicladores a melhorar a eficiência operacional e a lucratividade.

Os recicladores podem consultar dados históricos e ao vivo antes de tomarem decisões que afetem seu processo de produção. Por meio do monitoramento contínuo da composição do produto, os operadores podem ajustar as configurações da máquina de forma rápida e ideal em resposta às mudanças de composição do material. Além disso, dados detalhados permitem que os gerentes tomem decisões operacionais e de negócios com base em informações mais completas. Comparações precisas agora podem ser feitas entre fábricas, turnos e lotes de materiais. Como os dados são armazenados com segurança na nuvem, também é possível monitorar remotamente as plantas quase em tempo real – especialmente útil nas circunstâncias atuais de distanciamento físico relacionadas ao COVID-19 e restrições de viagem.

Um dos primeiros usuários do Tomra Insight foi a Wellman International, um dos maiores fabricantes e recicladores de PET do mundo. A planta de processamento da Wellman na Holanda, que tem uma capacidade anual de processamento de flakes de PET de 42.000 toneladas, conectou à Tomra Insight seis separadores: cinco máquinas Autosort, que pré-seleciona garrafas PET, e um Autosort Flake, que purifica os flakes após a lavagem com foco na separação de contaminantes de PVC.

Jorrit Beetsma, Técnico de Processos da Wellman International, comentou: “Além da qualidade dos dados, também gostamos da facilidade de uso do Tomra Insight. Antes, só podíamos extrair dados indo fisicamente para a tela de cada máquina e nem sempre era fácil transferir esses dados para um computador. Agora é fácil consultar os dados remotamente de nosso escritório. Outra grande diferença é que antes usávamos dados para ajudar nas questões de manutenção e serviço, mas agora os dados também ajudam a analisar os materiais de entrada e melhorar a eficiência da classificação. As máquinas da Tomra são as únicas que podem fazer isso”.

Johannes Jacoby, gerente de produto digital da Tomra Sorting Recycling, disse: “A Wellman procurou o Tomra Insight para trazer mais transparência às suas atividades de seleção. Por um lado, eles queriam entender melhor quais eventos estavam causando paradas de máquinas, para reduzir o tempo de inatividade. Além disso, eles esperavam uma análise mais detalhada da perda de material durante o processo de recuperação, para avaliar com precisão a qualidade dos materiais adquiridos e otimizar o processo de reciclagem. O Tomra Insight ajudou significativamente com esses objetivos”.

Segundo a Tomra, os seus engenheiros ajudam os clientes a analisarem dados importantes todos os meses, como parte do serviço de assinatura Tomra Insight. Além disso, a Tomra trabalha em estreita colaboração com as operações de reciclagem para desenvolver continuamente a plataforma de dados como parte do serviço de assinatura.

Adições recentes ao Tomra Insight deram acesso a estatísticas adicionais, tais como composição de produtos, distribuição de materiais ao longo do tempo e a capacidade de conectar mais máquinas. As melhorias também incluíram uma nova página de painel com uma visão geral das máquinas conectadas do cliente, pedidos de peças de reposição e atividades de serviço; uma tabela de eventos e alarmes que permite aos usuários pesquisar ainda mais no tempo; uma maneira conveniente de exportar dados para arquivos Excel ou PDF; e a possibilidade de solicitar cotações de preços de peças de reposição, afirma a Tomra.

O número de usinas de reciclagem que usam o Tomra Insight triplicou no ano passado e espera-se que mais assinem o serviço à medida que tomem conhecimento dos seus benefícios. A Tomra afirma que os recicladores podem solicitar uma avaliação sem riscos da Tomra Insight entrando em contato com o gerente regional de vendas da empresa ou a equipe diretamente em http://insight.Tomra.com.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 6.000 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, afirma a Tomra. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 885 milhões de euros e emprega mais de 4.500 pessoas globalmente.

Curta nossa página no

Prêmio Plástico Sul de Inovação & Sustentabilidade apresenta vencedores em evento híbrido

07/11/2020

Primeira edição da Congratulação acontecerá no dia 12 de novembro,em transmissão ao vivo, com participações presenciais e online, reconhecendo cases importantes da indústria do plástico

A Revista Plástico Sul, que está completando neste ano duas décadas de publicação, anunciou em 2019 a criação do 1º Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade, com data agendada para 2020. Os obstáculos impostos pela pandemia do Coronavírus, logo no início do ano, tornaram o projeto mais desafiador. Inicialmente programado para acontecer em evento presencial, no mês de agosto, em Joinville (SC), a programação foi adaptada para versão híbrida (transmissão ao vivo pelo youtube com participações presenciais e online), remarcada para 12 de novembro de 2020, a partir das 19 horas, e realizada em estúdio especial na cidade de Porto Alegre (RS). “Foi preciso tomar decisões rápidas e reinventar nosso Prêmio de forma muito dinâmica. Se empreender um evento tradicional em ano de pandemia já é desafiador, imaginem organizar a 1ª edição de um Prêmio, algo totalmente novo”, explica a diretora da Conceitual Brasil, responsável pela Revista Plástico Sul, Sílvia Viale.

O Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade surge no setor com o objetivo de valorizar empresas que apostam em ações e produtos diferenciados tanto no quesito de economia circular, por exemplo, quanto de tecnologia nos processos de produção. A participação se dá através de inscrições de cases com valores sustentáveis e inovadores, em nove categorias. Nesta primeira edição, os trabalhos foram avaliados de forma detalhada por sete jurados experientes na cadeia produtiva do plástico e no universo acadêmico, dentro de critérios estabelecidos pela empresa responsável pela pesquisa e curadoria do Prêmio, Maxiquim. “Sabemos dos desafios de empreender uma premiação em tal conjuntura, porém, juntos aos nossos parceiros, vencemos. Desta forma, permanecemos com o objetivo de valorizar o desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras na indústria do plástico nacional”, diz a editora da Plástico Sul e Coordenadora Estratégica do Prêmio, Melina Gonçalves.

Além da divulgação dos vencedores com descrição dos seus cases, a cerimônia online contará com outras ações como enquetes ao vivo no chat com direito a presentes da Coza, sorteio de um tablet oferecido pela Termocolor e depoimentos de importantes personalidades do setor. Para participar do sorteio do tablet, é preciso guardar o número do pedido enviado no momento da inscrição e estar assistindo o evento na hora do sorteio.

O Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade tem apoio da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis(ABIEF), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Plastivida, Instituto Brasileiro do PVC, Instituto Nacional do Plástico, Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins (Adirplast), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás-RS), Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast-RS),Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina (Simpesc), Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado do Paraná (Simpep), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Vale dos Vinhedos (Simplavi).

A premiação conta ainda com o patrocínio Ouro da Wortex e Activas, patrocínio Prata da Piramidal, EntecPolymers, Adirplast, Kaneka, Procolor, Rulli Standard, Sepro do Brasil e Simplás, bem como o Apoio Especial da Termocolor, Colorfix e Interplast 2022.

Empresas finalistas:

Categoria: Sustentabilidade

Produção Limpa:
– Colorfix
– Proquitec
– Termotécnica

Logística Reversa:
– Braskem
– Grupo O Boticário
– Termotécnica

Compromisso Social:
– Cristal Copo
– Simplás
– Plastiweber

Conteúdo Reciclado:
– Sulpet
– Plastiweber
– Lineform
– EarthRenawable
– Mega Embalagens
– Braskem

Embalagens Inteligentes:
– Boccati
– Newsul
– EarthRenawable
– Termotécnica

Categoria: Inovação

Extrusão:
– Mega Embalagens
– InBrasil

Sopro:
-Boccati
-Newsul
-Zandei

Injeção:
-Boccati
-Tecnoperfil

Serviço:
1º Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade
Data: 12 de novembro de 2020
Horário: 19:00
Local: YouTube Plástico Sul TV
Link para inscrições gratuitas: https://www.sympla.com.br/premio-plastico-sul-de-inovacao–sustentabilidade__1027704

Curta nossa página no

Solução de alta barreira para embalagens flexíveis monomaterial em PE será tema de webinar promovido pela Milliken

07/11/2020

A Milliken programou para o dia 12 de novembro, às 9 horas, o webinar online e gratuito para apresentar o seu UltraBalance Natural 1002. Segundo a empresa, o material permite aumentar ou proporcionar melhorias de barreira à umidade em embalagens flexíveis de polietileno.

A Milliken afirma que, com a solução, é possível reduzir a espessura e o peso dos filmes e, em certos casos, até dispensar o uso da camada metalizada, obtendo-se flexíveis monomaterial (somente de polietileno). Tudo isso sem prejuízo do desempenho. “Os ganhos em barreira à umidade são substanciais, variando de 20% a 60%, dependendo da resina e da estrutura aplicadas nas embalagens”, afirma Márcio Biaso, Senior Account Manager da empresa.

O UltraBalance 1002 já é utilizado no mercado internacional, tendo estabelecido novos padrões de acondicionamento em diversos segmentos – entre eles os de cereais matinais, grãos, biscoitos, variados alimentos e produtos de limpeza em pó, assegura a Milliken.

As inscrições para o evento, que será realizado pela plataforma Teams, podem ser feitas por meio deste link.

Curta nossa página no

Prêmio Sinplast Attilio Bilibio: Abiplast e Multicolor são as homenageadas de 2020

07/11/2020

A tradicional premiação do Sinplast-RS, o Prêmio Attilio Bilibio, já tem seus destaques para 2020. Neste ano, o Sindicato irá homenagear José Ricardo Roriz Coelho, Presidente da Abiplast, pelo seu eficiente trabalho a favor do setor. Além dele, a empresa Multicolor Indústria e Comércio de Pigmentos Ltda., de Farroupilha, dirigida por Rafael Tronco, também receberá a premiação em função da campanha que patrocina com conteúdos positivos relacionados à imagem do plástico, desmistificando falsos argumentos contra o material.

De acordo com Roriz, Presidente da Abiplast, a distinção é uma honra. “Quando a gente trabalha em conjunto, buscando o crescimento do país, das pessoas e da indústria, nós ficamos cada vez mais motivados a atuar nesse sentido”, destacou. Já Tronco, representando a Multicolor, ficou entusiasmado com o reconhecimento. “Esse prêmio nos dá mais vigor para seguirmos trabalhando em prol do mercado em que atuamos, buscando a conscientização de que as pessoas são os principais responsáveis pelo uso adequado e consciente do plástico”, ressaltou.

Mais sobre a premiação: O Prêmio Sinplast Attilio Bilibio é tradição na entidade e leva esse nome para homenagear o empresário e ex-presidente do Sindicato já falecido. A distinção se concede aos homenageados é o Troféu Semente, da artista plástica Gloria Corbetta, e será entregue esse ano em data ainda a ser agendada.

Curta nossa página no

Arburg apresenta recursos da sua impressora 3D industrial Freeformer durante a formnext connect

03/11/2020

  • Arburg Plastic Freeforming: Aplicações em tecnologia médica, materiais macios e PP
  • Freeformer: Integração no portal do cliente arburgXworld
  • Amplo espectro: peças funcionais desafiadoras feitas de plásticos originais

2 de novembro de 2020 – Quando se trata de peças exigentes fabricadas por manufatura aditiva, o Freeformer está em seu elemento. O processo Arburg Plastic Freeforming (APF) com a sua impressora 3D Freeformer tem aplicações em tecnologia médica, no processamento de materiais macios e PP, assim como na manufatura aditiva de peças multicomponentes. Plásticos de alta temperatura também podem ser processados ​​usando o sistema aberto. Todas essas capacidades especiais serão mostradas pela Arburg durante o formnext connect 2020, inclusive em três apresentações de especialistas. Além disso, a Arburg apresenta a integração do Freeformer ao portal digital do cliente arburgXworld.

O Freeformer nos tamanhos 200-3X e 300-3X também processa granulados de plástico do tipo que é usado em moldagem por injeção. A Arburg diz que isso torna os sistemas abertos muito econômicos e também permite o uso de uma grande variedade de materiais. Isto também torna possível processar materiais biocompatíveis, absorvíveis e esterilizáveis, bem como materiais originais aprovados pela FDA, afirma a empresa. Este fato, por sua vez, abre a porta para novas possibilidades, inclusive para aplicações humanas.

APF para todos os tipos de implantes

“Em tecnologia médica, também podemos realizar aplicações muito exigentes com o processo APF, o que outros processos simplesmente não conseguem”, explica Lukas Pawelczyk, chefe de vendas do Freeformer da Arburg. Como exemplo, ele cita implantes absorvíveis. Além do Resomer Composite LR 706 S ß-TCP, um produto semelhante ao osso humano que promove a formação óssea, o Freeformer foi recentemente usado para processar outro material inovador da Evonik: o polímero da família Resomer-C é usado no setor de tecidos moles.

Implantes de placa semelhantes a ossos, que são gradualmente substituídos pelo tecido do próprio corpo

Para informações adicionais (em inglês), clique aqui

Curta nossa página no

Romi registra crescimento na entrada de pedidos no terceiro trimestre de 2020

30/10/2020

A Indústrias Romi S.A., empresa líder brasileira na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou, no 3T20, entrada de pedidos de R$313,4 milhões, crescimento de 65,5% em relação ao 3T19.

Segundo a empresa, a Unidade de Fundidos e Usinados, no 3T20, alcançou um crescimento de 74,9% na receita operacional líquida em relação ao 3T19, impulsionado pelas entregas de peças de grande porte. A margem operacional apresentou crescimento de 10,1 p.p., reflexo do maior volume de produção, evolução na eficiência operacional e maior faturamento.

A Romi afirma que a receita operacional líquida no 3T20 da sua Unidade de Máquinas apresentou crescimento de 12,4% em relação ao 3T19, decorrente da retomada dos pedidos a partir de junho deste ano. A evolução da receita, aliada à redução das despesas operacionais, resultou em uma expansão da margem operacional, que, nesse mesmo período de comparação, cresceu 6,3 p.p..

A entrada de pedidos na Unidade de Máquinas Romi, no 3T20, apresentou um crescimento de 140,3%, quando comparada ao 3T19, reflexo do ambiente favorável aos investimentos e das novas alternativas de negócios, como, por exemplo, a locação de máquinas, afirma a empresa.

A entrada de pedidos na Unidade de Fundidos e Usinados, no 3T20, apresentou um crescimento de 40,9%, quando comparada ao 3T19, reflexo das peças de grande porte para o setor de energia e da retomada gradual de todos os demais segmentos industriais, acrescenta a fabricante .

A carteira de pedidos total da Companhia, ao final do terceiro trimestre de 2020, apresentou crescimento de 40,9% em relação a 30 de setembro de 2019, com destaque para as Unidades de Negócios Máquinas Romi e Fundidos e Usinados.

“Os resultados do terceiro trimestre de 2020 refletem o engajamento de todo o time Romi nos últimos meses, não só para enfrentar os desafios que a pandemia nos trouxe, mas também para identificar e aproveitar as oportunidades de negócios que surgiram no período. O ambiente industrial continuou em recuperação, refletindo positivamente na entrada de pedidos e nas carteiras de Máquinas Romi e de Fundidos e Usinados. Neste contexto, a rápida reação de nossa cadeia de supply chain e a melhoria constante nos processos internos, aliadas à um sólido e cuidadoso protocolo de prevenção ao Covid-19, nos permitiram trabalhar e continuar entregando nossas soluções com a qualidade e a excelência já reconhecidas por nossos clientes”, menciona Luiz Cassiano R. Rosolen, diretor-presidente da Romi.

Fonte: Romi

Curta nossa página no