K 2022: Bilheteria online já aberta!

16/05/2022

Os ingressos para a K 2022, a principal feira mundial para a indústria de plásticos e borracha, que ocorrerá de 19 a 26 de outubro, já estão disponíveis na loja de ingressos online em www.k-online.com. O eTicket pode ser impresso ou digitalizado diretamente na tela do seu smartphone na entrada da feira – dando acesso direto ao recinto da feira sem muita espera. Os bilhetes diários custam 55 euros, enquanto que os bilhetes de três dias custam 120 euros. Alunos e estudantes pagam 15 euros por um bilhete diário.

Com a função MyOrganizer no aplicativo, qualquer visitante já pode organizar os expositores de seu interesse com apenas alguns passos e, assim, preparar com precisão seu próprio percurso pelas salas da exposição. Depois de se registrar na loja de ingressos online, os visitantes podem usar o MyOrganizer com um login pessoal ou sem se registrar. Este login habilita o uso conveniente da ferramenta em diferentes dispositivos (smartphone, PC) por um longo período de tempo. Uma vez compilada, a lista pode ser ajustada ou complementada sempre que for chamada.

Se você ainda está procurando hospedagem para o K 2022, a melhor opção é utilizar o serviço oferecido pela BCD Travel Solutions. Este parceiro de feiras de longa data possui a melhor visão geral dos hotéis disponíveis em Düsseldorf e na região durante a maior feira do mundo para a indústria de plásticos e borracha e pode ajudar com reservas específicas. Da mesma forma, vôos e passagens de trem também podem ser reservadas através da BCD Travel Solutions. O visitante também pode desfrutar de uma estadia confortável em um dos navios do hotel KD que ficarão ancorados no coração da cidade, não muito longe do recinto de exposições do K 2022.

Os bilhetes de ônibus e trem para o transporte público local podem ser adquiridos facilmente usando o aplicativo eezy, de acordo com o princípio de check-in/check-out. Os bilhetes de estacionamento também podem ser comprados com antecedência para sua conveniência. Para obter mais informações sobre como chegar, acesse: www.k-online.com/2772.

Noções básicas:

A feira K foi organizada pela primeira vez pela Messe Düsseldorf em 1952 e é realizada a cada três anos. A última feira K em 2019 registrou 3.330 expositores de 63 países em 177.000 m² de área líquida de exposição e 224.116 visitantes profissionais, 73% dos quais vieram do exterior. Mais informações em www.k-online.com.

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Reed Exhibitions anuncia adiamento da Inovaplastic para 2023

16/05/2022

A RX (Reed Exhibitions) e a Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), parceiras na organização e realização da Inovaplastic – Feira Internacional do Plástico, com apoio do Sindiplast, Siresp e INP, comunicam o adiamento do evento para março de 2023, a se realizar na cidade de São Paulo (SP). Segundo os organizadores, a mudança de data será fundamental para que os expositores consigam manter o padrão de qualidade da Inovaplastic, programando com a devida antecedência as novidades, atrações e ações de interatividade com o público.

“Queremos que nossos expositores e visitantes possam se beneficiar ao máximo da participação em nossas feiras – o que não seria possível com a realização da Inovaplastic em 2022 , devido ao impacto da pandemia na cadeia de produção desta indústria. Acreditamos que a cadeia esteja normalizada até o final do primeiro trimestre de 2023, o que irá permitir que os expositores e visitantes da Inovaplastic se beneficiem integralmente dessa extraordinária plataforma de negócios”, afirma Claudio Della Nina, presidente da RX LATAM.

A Abiplast apoia a decisão da RX. O presidente da associação, José Ricardo Roriz Coelho, lembra que a feira vem sendo realizada nos anos ímpares. Foi assim com a Brasiplast e Feiplastic, ao longo de 35 anos de história. “Como 2021 foi um ano excepcionalmente desafiador, por conta dos impactos dos quais já se vislumbra uma recuperação, estamos convictos de que em 2023 teremos uma edição memorável da Inovaplastic, que carrega em seu DNA a inovação e comprometimento com a Economia Circular”, avalia Roriz.

“A preparação para a Inovaplastic já está a pleno vapor e estamos trabalhando para mostrar o que há de mais moderno e inovador, novos modelos negócios, novos atores da cadeia produtiva, novos materiais e soluções para reciclagem, e para continuarmos nos consolidando como a Feira de Inovação da Cadeia Produtiva dos Plásticos”, conclui Roriz.

O INP e o Siresp também confirmaram o apoio e a presença na feira, conforme reforça Edison Terra, presidente das duas instituições: “O INP e o Siresp são parte integrante da feira, que representa o ecossistema produtivo do nosso setor. Somos apoiadores institucionais e estaremos presentes, participando ativamente durante a nova data de realização da Inovaplastic”, comenta. Esse esforço para a concretização da edição da Inovaplastic em 2023 inicia-se desde já, com a ação de organizadores e expositores preparando atividades para assegurar o engajamento da audiência e gerar conteúdo relevante para o público durante a feira.

Segundo os organizaores, a Inovaplastic tem como principal propósito enaltecer as boas práticas de aplicação do plástico e matérias-primas para o mercado de alta tecnologia e inovação. A primeira edição foi realizada em 1987, como Brasilplast, com o apoio da Abiplast, e a partir de 2013 se internacionalizou como Feiplastic, o evento mais importante e tradicional da América do Sul. Com a missão de disseminar conteúdo e atualizar seu público com as principais tecnologias e inovações da indústria do plástico, em 2021 passou a se chamar Inovaplastic, afirmam os organizadores.

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Capacidade de expansão da Milliken aumenta com novas instalações para armazenamento de produtos da Zebra-chem, na Alemanha

09/05/2022

Empresa planeja um aumento na produção da fábrica em Bad Bentheim

A Milliken & Company está se movendo para atender às necessidades antecipadas do mercado, ampliando as instalações e a capacidade de produção da empresa alemã Zebra-chemGmbH, adquirida em março passado. A Zebra-chem é especializada em compostos e produtos químicos para produzir concentrados de aditivos e agentes de expansão para poliolefinas, PVC e termoplásticos de engenharia.

A expansão permitirá que a Milliken aumente a capacidade de produção da fábrica de Bad Bentheim em 60% até o final do ano. A empresa também planeja instalar novos equipamentos de fabricação e contratar funcionários extras na fábrica, que será renomeada para Birch I. Um novo armazém, chamado Birch II, foi construído nas proximidades. Há mais de um século, a Milliken vem mantendo o seu legado de nomear locais com nomes de árvores, uma homenagem à preocupação da empresa com a sustentabilidade.

“Estamos vendo uma alta demanda de vários mercados finais onde esses produtos estão agregando valor, e a nossa base de clientes acolheu o nosso portfólio de soluções mais amplo”, disse o gerente de vendas da Milliken Tugce Asici-van Houselt. “Essas instalações continuarão servindo o mercado global, com foco na Europa, no Oriente Médio e na África”.

Segundo a Milliken, os modificadores de viscosidade e de desempenho feitos na fábrica alemã aumentam o fluxo de fusão de resinas PP recicladas com pouca ou nenhuma perda de propriedades físicas, permitindo que mais conteúdo reciclado seja utilizado pelos conversores e proprietários de marcas sem comprometer o desempenho geral.

“A Milliken é conhecida por sua inovação sustentável”, observa Wim Van de Velde, Vice-presidente Global, da Milliken’s Plastic Additives Business. “Estamos entusiasmados em poder alavancar sua posição de liderança na Europa para ajudar a acelerar as soluções de mercado que melhoram e aumentam a fabricação com plásticos reciclados. Esta expansão sinaliza que o mercado está respondendo claramente”.

A instalação também produz concentrados sólidos que servem como agentes químicos de expansão para a produção de termoplásticos espumados. Estes agentes – que permitem uma leveza e um melhor isolamento térmico e acústico sem comprometer as propriedades mecânicas – são adequados para uso em PVC, polietileno, polipropileno e poliestireno. Eles podem ser usados por conversores tanto em métodos de extrusão, quanto em métodos de processamento de espuma em moldagem por injeção, afirma a empresa.

A Milliken vem atendendo aos desafios do dia a dia com soluções inovadoras há mais de 150 anos. A experiência em pesquisa, desenvolvimento e produção abrange uma variedade de disciplinas, incluindo produtos químicos especiais, revestimento de pisos e tecidos de desempenho e proteção.

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Braskem e Lummus firmam parceria para licenciamento global da tecnologia de eteno verde

06/05/2022

Parceria focaliza-o licenciamento global da tecnologia do eteno verde para produção em escala comercial, o que irá acelerar a elaboração de produtos químicos e plásticos produzidos a partir de bioetanol, matéria-prima renovável

A Braskem e a Lummus Technology firmaram uma parceria que visa licenciar internacionalmente a tecnologia utilizada na produção de eteno renovável da Braskem. A parceria irá acelerar o uso de bioetanol na produção de químicos e plásticos, apoiando os esforços do setor para uma economia circular de carbono neutro.

A Braskem é uma das pioneiras na produção de resinas plásticas a partir de fonte renovável e, recentemente, anunciou a meta de produzir 1 milhão de toneladas de polietileno I’m greenT bio-based até 2030. Segundo a empresa, a cooperação será um elemento chave para atingir esta meta e a nova parceria com a Lummus trará a expertise e as habilidades complementares para encurtar o prazo desta meta, ampliando, ao mesmo tempo, o alcance geográfico da tecnologia.

A Lummus Technology, uma reconhecida líder em tecnologias de produção de eteno, licenciou aproximadamente 40% do fornecimento global desse hidrocarboneto, o que concedeu à empresa a capacidade técnica e a experiência para desenvolver e comercializar a tecnologia por trás do eteno renovável. Esta parceria possibilita o licenciamento da tecnologia globalmente, além dos dois primeiros projetos a serem desenvolvidos nos EUA e na Tailândia – este último ainda em avaliação e sujeito às aprovações dos respectivos órgãos de governança competentes.

Esta parceria também está alinhada com o objetivo da Braskem de melhorar a vida das pessoas e apoiar formas de promover um futuro climático seguro. A demanda pelo eteno renovável está crescendo e o licenciamento de uma tecnologia comprovada – que tem sido usada por mais de 10 anos – fornece a confiança necessária para investimentos futuros. Juntas, a Braskem e a Lummus vão garantir o crescimento da produção de eteno renovável em todo o mundo.

“A Lummus contribui com sua experiência em licenciamento e conhecimento de processo para esta parceria, com a finalidade de ampliar o alcance da tecnologia comprovada de eteno renovável da Braskem em todo o mundo. Por meio desta iniciativa, acreditamos também estar contribuindo com uma alternativa para a evolução do setor em direção à economia circular de carbono neutro”, disse Walmir Soller, vice-presidente de Olefinas & Poliolefinas da Braskem na Europa e Ásia.

“Estamos realmente entusiasmados com esta parceria, que ajuda o mundo a diversificar as fontes de matéria-prima para produtos químicos e plásticos com biomassa. Aproveitando a experiência e expertise combinadas da Lummus e da Braskem para produzir eteno verde, vamos reduzir a pegada de carbono e desempenhar um papel promissor na transição energética. A Braskem já vem operando a tecnologia com sucesso em larga escala e juntos vamos expandir a produção mundial de produtos químicos e polímeros de baixo carbono a partir de matérias-primas renováveis, ajudando nossos clientes a descarbonizar seus ativos e produzir produtos mais verdes”, disse Leon de Bruyn, presidente e CEO da Lummus Technology.

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Demanda por tanques em PRFV pode aumentar devido à elevação do preço do petróleo

06/05/2022

Tecniplas aposta no aquecimento da demanda com o aumento da exploração local

A cotação do barril do petróleo atingiu seu maior nível desde 2008. Já impulsionado pela reabertura global das economias devido ao arrefecimento da pandemia em alguns mercados-chave, o preço do petróleo atingiu níveis elevados depois da invasão da Ucrânia pela Rússia. Alguns analistas acreditam que esse movimento pode tornar ainda mais viável a exploração local, situação que beneficiaria a cadeia doméstica de suprimentos, da qual a Tecniplas, fabricante de tanques e equipamentos especiais, faz parte.

“Temos expertise na produção de reservatórios para a armazenagem de fluidos usados nas operações das plataformas de petróleo. São produtos com média agressividade química, mas que costumam necessitar de agitação, o que acaba submetendo os tanques a um grande esforço mecânico”, explica Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

Em média, tanques para o setor de petróleo feitos de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro) – a Tecniplas afirma ser a maior fabricante brasileira desse tipo de reservatório – costumam ter entre 200 m³ e 400 m³ de capacidade. Seus principais atrativos são os altos índices de durabilidade e compatibilidade química com os fluidos normalmente presentes na exploração de petróleo.

A maioria dos tanques, salienta Rossi, destina-se a plataformas onshore e a portos para abastecimento de navios-plataformas. “Mas também já fornecemos para plataformas offshore. Em regra, são equipamentos menores e fabricados de acordo com regulamentações internacionais de resistência ao fogo”.

Trabalhar baseado em rigorosas normas técnicas, aliás, é condição indispensável para atuar em um mercado conhecido pela rigidez nas inspeções. Qualquer desvio provoca recusa por parte do usuário final. Afinal, uma simples parada para manutenção significará altíssimos impactos econômicos.

Fundada em 1976, a Tecniplas está Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², atendendo aos setores de álcool e açúcar, papel e celulose, clorossoda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

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Evonik divulga resultados do primeiro trimestre significativamente acima das expectativas

06/05/2022

  • O EBITDA ajustado aumentou 25% para 735 milhões de euros.
  • Alta nos custos compensada com sucesso
  • Estoques aumentados por medida de precaução

O início da Evonik em 2022 excedeu as expectativas do mercado de capitais. Tendo por base os resultados preliminares, que a Evonik acaba de divulgar, o resultado ajustado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA ajustado) subiu para 735 milhões de euros no primeiro trimestre. O consenso dos analistas era de que ficaria em cerca de 652 milhões de euros.

“Conseguimos ajustar os preços de venda em todas as divisões e, dessa maneira, compensamos o aumento nos custos variados”, contou Christian Kullmann, Presidente da Diretoria Executiva. “Embora as condições comerciais estivessem dominadas por incertezas e gargalos, a Evonik começou o ano em boa posição.

Os principais impulsores do crescimento até aqui foram as divisões Nutrition & Care e Performance Materials. Os aminoácidos essenciais para nutrição animal se beneficiaram do incremento da demanda e de preços de venda mais altos. Segundo a empresa, o fato de operar unidades de produção em escala mundial em Singapura, Antuérpia e Alabama está compensando na medida em que a Evonik pode assegurar entregas confiáveis e mais econômicas para a Ásia, a Europa e as Américas. Um crescimento significativo nas receitas também foi registrado nos segmentos de liberação de fármacos e ingredientes ativos para cosméticos.

A divisão Performance Materials se beneficiou do aumento da demanda e dos preços de venda nos produtos C4. Na situação atual, suas cláusulas de preços que tem como base a nafta atuaram como uma proteção natural contra as altas no preço do petróleo.

Essas evoluções também se refletem nas vendas da empresa, que cresceram 34% para 4,5 bilhões de euros nos primeiros três meses de 2022, na comparação ano a ano. O resultado líquido ajustado subiu 49% para 356 milhões de euros.

O fluxo de caixa livre somou 133 milhões de euros no primeiro trimestre, em comparação aos 312 milhões de euros no mesmo período do exercício anterior. “A inflação de custos e, sobretudo, o aumento dos custos da matéria-prima elevaram o valor dos nossos estoques”, disse Ute Wolf, CFO da Evonik. “Além disso, aumentamos os estoques como precaução, para estar preparados em caso de interrupções na cadeia de fornecimento”.

Em vista das projeções mais baixas para o crescimento econômico global, a Evonik revisou as suas expectativas para 2022. “Estamos enfrentando um período de incerteza econômica incomum”, disse Kullmann. “Os aumentos nos preços da energia e as incertezas consideráveis em relação ao fornecimento de matérias-primas estão pressionando a indústria e a economia como um todo”.

A Evonik agora prevê um crescimento global de 3,3%. “Tendo como base o nosso sólido início de ano e supondo que não haverá nenhum escalada adicional na situação geopolítica, estamos confirmando as nossas perspectivas para o ano inteiro”, disse Kullmann.

A empresa espera notificar um EBITDA ajustado entre 2,5 e 2,6 bilhões de euros e vendas entre 15,5 e 16,5 bilhões de euros. Em 2021, o EBITDA ajustado da Evonik foi de 2,38 bilhões de euros, com vendas valendo 15 bilhões de euros.

A Evonik é uma das líderes mundiais em especialidades químicas. A empresa atua em mais de 100 países no mundo inteiro. Em 2021, registrou vendas de 15 bilhões de euros, um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,38 bilhões de euros e possui cerca de 33.000 colaboradores.

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PEAD e PVC são os principais materiais utilizados na construção de redes para saneamento básico no Brasil

06/05/2022

Resistência e durabilidade são as principais vantagens do material

Em julho de 2020, foi sancionado o novo Marco Legal de Saneamento, o qual prevê a universalização dos serviços de água e esgoto até o ano de 2033. A nova lei tem como intuito alcançar quase 35 milhões de brasileiros que não têm acesso à água potável, segundo dados apresentados pelo Instituto Trata Brasil. Também prevê a instalação de coleta de esgoto para 100 milhões de brasileiros carentes do serviço no país, ainda de acordo com o instituto. Para atender essa fatia da população, o uso do plástico nas obras de saneamento é fundamental.

O PVC, por exemplo, é o material mais utilizado na fabricação de tubos e conexões, essenciais nas instalações de sistemas domésticos, como residências e estabelecimentos comerciais. Segundo o Instituto Brasileiro do PVC, o material está presente em 90% das instalações prediais. É uma solução superior aos tubos de metal por ser leve, mais resistente e ter um custo menor de produção.

Um estudo conduzido em 2019 pelo Conselho Europeu de Fabricantes de PVC (ECVM) e a Associação Europeia de Tubos e Acessórios de Plástico indica que as encanações no material têm vida útil maior que 100 anos, importante também quando se trata de construções perenes, como rede de água e esgoto dentro das residências. É o material que tem menor probabilidade de precisar de manutenção, por não sofrer corrosão.

Já o PEAD (polietileno de alta densidade) é largamente utilizado nas construções de saneamento básico por distribuidoras de água e companhias de captação de esgoto. Sua composição química se torna essencial nessas ligações por não permitir que os tubos passem por esclerosamento, ou seja, é muito mais difícil, nesse material, que se acumulem partículas nas paredes dos tubos. Dessa forma, fica garantido que a rede fluvial não perca sua capacidade de vazão. Quando se trata de circulação de esgoto, há também partículas abrasivas que podem corroer os tubos de aço e ferro fundido com o passar do tempo. Nesse cenário, o PEAD se mostra como o melhor material para essa aplicação por ser mais resistente.

Não à toa, é o material mais utilizado para obras de saneamento básico não só no Brasil, mas ao redor do mundo. Tanto que a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, a SABESP, tem feito substituições de sua infraestrutura por tubos em PEAD no âmbito de seu programa para redução de perdas. Segundo Adriano Meirelles, diretor Comercial da FGS, a etapa atual do projeto, que conta com financiamento da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA, na sigla em inglês), já possui investimento em torno de 3,5 bilhões de reais em mudanças, dentre elas a substituição pelos tubos em polietileno.

“A água é um bem extremamente valioso e os índices de perda das companhias estaduais e municipais são muito altos. Em São Paulo, por exemplo, a Sabesp está indo cada vez mais longe buscar água, pois as bacias hídricas próximas já estão sendo usadas em seu potencial máximo. Nesse sentido, a companhia iniciou um projeto que custou mais ou menos um bilhão e meio de reais, com o objetivo de buscar novas fontes a 90km da cidade. Graças ao PEAD foi possível pensar em um programa para diminuição de perdas, atualmente em torno de 30~40%. Se diminuirmos essa porcentagem para apenas um dígito, não vamos precisar buscar água tão longe e a economia será muito grande”, explica o diretor.

Segundo Simone Carvalho, membro do comitê técnico do PICPlast, outros benefícios que os tubos plásticos oferecem são o baixo índice de condutividade, o que evita a mudança drástica na temperatura da água encanada, e a alta possibilidade de reciclagem, característica do plástico. “O material presente nas tubulações é reciclável, portanto, além de ter longa vida útil quando aplicado em projetos de saneamento, ele ainda pode ser reciclado e transformado em outros produtos, o que confere uma duração ainda maior”, explica.

Proporcionar rede de água e esgoto para 100% dos brasileiros é um dos muitos desafios que as iniciativas pública e privada terão para que o Brasil possa se desenvolver e proporcionar plena cidadania para seus habitantes. Nesse cenário, o uso do plástico nas obras, por meio de encanamentos em PVC e PEAD, se torna um atalho para agilizar esse processo.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem, maior produtora de resinas das Américas, e ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação e reciclagem plástica. O PICPlast já investiu cerca de R$ 20 milhões em ações em prol da imagem do plástico e programas de capacitações.

A iniciativa é baseada em dois pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, e promoção das vantagens do plástico. O PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

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Stadler e Krones fecham o ciclo da economia circular na planta Kunststoff Recycling Grünstadt na Alemanha

04/05/2022

A Stadler e a Krones colaboraram no projeto e instalação de uma nova planta de triagem e lavagem para a Kunststoff Recycling Grünstadt GmbH (KRG), uma empresa alemã de reciclagem que atende à indústria de processamento de plásticos. A unidade de processamento de resíduos de embalagens de polietileno de alta dencidade (PEAD) e polipropileno (PP) pós-consumo é a primeira do tipo no país: a unidade fecha o ciclo da economia circular do plástico com a produção de materiais reciclados de altíssima qualidade que podem ser reutilizados nas mesmas aplicações de embalagem – incluindo aqueles que requerem material de qualidade alimentíca. A planta foi projetada para produzir anualmente cerca de 30.000 toneladas de materiais reciclados que podem ser devolvidos ao ciclo de fabricação. Além disso, o próprio processo oferece benefícios ambientais por meio da redução da perda de material e do consumo de água, economizando o equivalente a 36.100 toneladas de CO2 por ano ao processar cerca de 38.000 toneladas de resíduos plásticos.

Separando plásticos por cor: fechando o ciclo da economia circular

Com sua nova fábrica, a KRG visa produzir reciclados de alta qualidade, capazes de atender às demandas das empresas de bens de marca e do setor de bens de consumo rápido (FMCG). Isso não seria possível seguindo a prática comum na reciclagem de embalagens pós-consumo de PEAD e PP, que produz reciclados de cor escura de baixa qualidade que só podem ser usados em aplicações inferiores.

Para alcançar o resultado desejado, os materiais pré-selecionados provenientes das Fábricas de Embalagens Leves são primeiramente processados através da linha de triagem projetada e instalada pela Stadler. Com capacidade de aproximadamente 10 toneladas/hora, a linha opera em dois modos diferentes, dependendo do material que está sendo alimentado – um para materiais PP e outro para PEAD. Os materiais de entrada são peneirados para eliminar os finos, os metais são separados usando um ímã sobre correia e correntes parasitas, e o filme leve é extraído por um classificador de ar.

Sete separadores de infravermelho próximo (NIR) separam o material restante em 6 frações de produto separadas por cor. Parte dos materiais de saída é imediatamente alimentada em 2 linhas Krones, localizadas no mesmo galpão, enquanto o restante é enfardado e armazenado para processamento posterior.

Nas linhas Krones, cada uma com capacidade de 2 toneladas/hora, o material pré-selecionado é moído em flakes e pré-lavado antes de ser processado em seu sistema patenteado de lavagem a quente. O enxágue final e a classificação de acordo com a cor e o polímero completam o processo para produzir flocos perfeitamente limpos com a alta qualidade necessária para reciclagem em suas aplicações de embalagem original.

“Esta planta dá um grande passo na qualidade avançada do material reciclado, que pode ir para aplicações desafiadoras onde é necessário alcançar a redução de odores e até mesmo qualidades de grau alimentício. As embalagens de PEAD e PP podem ser recicladas para a mesma aplicação novamente, de modo que, por exemplo, um frasco de xampu de PEAD ou pote de margarina de PP terá uma segunda vida como frasco, pote ou tampa. Até agora, isso só era feito para garrafas PET”, explica o Sr. Michael Auburger, Gerente de Produtos de Soluções de Reciclagem da Krones.

Um design personalizado onde a colaboração estreita foi fundamental

A Stadler e a Krones desenvolveram uma relação de colaboração bem-sucedida ao longo dos anos em vários projetos conjuntos, que levaram a unir forças em uma parceria para aproveitar as vantagens da reciclagem de plásticos, combinando suas respectivas habilidades e tecnologias especializadas.

Segundo as empresas, esta parceria foi particularmente valiosa neste projeto, onde a linha de triagem Stadler precisa trabalhar em conjunto com a linha Krones: “Como as duas linhas estão interligadas, há interfaces em seus controles. Para nossos colegas do departamento de engenharia de controle, era, portanto, uma tarefa complexa coordenar a troca de sinais entre as linhas em relação aos padrões de segurança e modos de operação. Através de reuniões direcionadas dos especialistas e gerentes de projeto de ambas as empresas, este desafio também foi superado com sucesso”, explica Pascal Locher, Gerente de Projeto da Stadler.

A abordagem colaborativa da Stadler com os clientes também foi fundamental para a implementação bem-sucedida do projeto, e apreciada pelo Sr. Jörg Berbalk, CEO da KRG: “O desempenho da Stadler durante a instalação, a coordenação, o processo, a comunicação foi e é exemplar e incomparável. Em suma, acreditamos no conceito e estamos convencidos de que a combinação de Stadler e Krones é muito boa para a tarefa em mãos.”

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários qualificados oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

O Grupo Krones, com sede em Neutraubling, Alemanha, planeja, desenvolve e fabrica máquinas e linhas completas para as áreas de tecnologia de processo, envase e embalagem. E a Krones também oferece uma solução adequada para a reciclagem garrafa-a-garrafa de embalagens PET. O portfólio de produtos incluído na House of Krones é complementado por vários produtos e serviços das subsidiárias da Krones, com temas relacionados à digitalização, por exemplo, decoração digital de contêineres, intralogística e produção interna de válvulas. Todos os dias, milhões de garrafas, latas e recipientes com formatos especiais são manuseados nas linhas da Krones, principalmente nas cervejarias, no setor de refrigerantes e nos produtores de vinhos suaves ou espumantes e bebidas destiladas, mas também nos setores de alimentos e luxo indústrias de bens, além dos setores químico, cosmético e farmacêutico.

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Tomra Recycling Brasil anuncia Daniel Ghiringhello, novo Diretor Comercial para o mercado brasileiro

04/05/2022

Daniel Ghiringhello (foto) assume o mercado brasileiro a partir de Maio 2022, substituindo Carina Arita líder comercial da Tomra Recycling Brasil por 11 anos, que iniciará novas funções dentro do grupo Tomra.

A Tomra Recycling Brasil vai promover mudanças em nível de gestão de alto nível. Depois de mais de 11 anos como gerente comercial, Carina Arita vai abraçar uma nova oportunidade dentro do grupo, passando a Head of Sales Australia, deixando um legado de alto impacto no mercado brasileiro. Daniel Ghiringhello vai assumir funções de Head of Sales, com o objetivo principal de dar continuidade ao trabalho desenvolvido nos últimos anos, que mudou o paradigma da reciclagem.

“Estou muito animado e motivado com este novo desafio. O Brasil tem grande potencial para se tornar um player importante dentro da economia circular e a Tomra é parte essencial nesse processo. Sinto que tenho o dever de continuar trabalhando para esse objetivo”, explica o novo responsável da Tomra Recycling Brasil.

Por sua parte, Ty Rhoad, Diretor Regional das Américas, reforçou a confiança na nova escolha para seguir dirigindo os destinos da Tomra no Brasil: “Estamos entusiasmados por ter Daniel se juntando à nossa família Tomra. Ele traz uma riqueza de conhecimento e experiência da indústria e é altamente respeitado. Ele será perfeito para continuar a paixão da Tomra e fornecerá soluções essenciais para o crescente mercado brasileiro. Não tenho dúvidas de que ele será visto como um recurso importante nos próximos anos”.

Brasil: um país com um tremendo potencial de crescimento

O trabalho desenvolvido pela Tomra Recycling nos últimos 11 anos no mercado brasileiro permitiu alavancar o grande potencial de crescimento do país. Conhecido pelos muitos processos manuais na hora de reciclar, a Tomra conseguiu ir abrindo portas para a automação. Atualmente, já estão em ação mais de uma centena de máquinas em plantas brasileiras. Segundo a Tomra, os empresários confiam cada vez mais no potencial da empresa para aumentar não apenas a produtividade, mas também a qualidade para atingir os níveis exigidos pelas normas internacionais.

Daniel Ghiringhello destaca a equipe do Brasil com quem vai trabalhar e demonstra-se confiante nesta nova etapa e sobre o que o futuro reserva: ”A Tomra tem a melhor estrutura e histórico do mercado brasileiro, e eu queria trabalhar com os melhores. Para este primeiro ano, espero engajar nossa base de clientes e comunicar claramente que a Tomra está crescendo no Brasil e tem um novo Head of Sales. Espero conseguir implementar a visão estratégica da Tomra e atingir as nossas metas de desempenho e com isso promover um impacto bastante positivo no mercado, reduzir o desperdício e promover o crescimento da economia circular”.

O novo responsável da Tomra Recycling Brasil vem acrescentar valor ao trabalho desenvolvido até aqui. Com um Master em Business na Bath University, Reino Unido, o novo responsável da Tomra Recycling representava a Pellenc ST no Brasil, e procura trazer o seu know-how para aumentar a visibilidade da empresa e conseguir dinamizar a fatia de mercado, que vem crescendo nos últimos anos.

A Tomra Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 8.200 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, segundo a empresa.

Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, A Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 1.1B euros em 2021 e emprega mais de 4.600 pessoas globalmente.

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Aditivo da Milliken ajuda a reduzir quantidade de plástico nos frascos de Advil

19/04/2022

Os novos frascos do analgésico Advil, que estão chegando às prateleiras do varejo nos Estados Unidos, usam uma tecnologia inédita de plástico sustentável para medicamentos sem necessidade de prescrição. A iniciativa é da GSK Consumer Healthcare, que tem o compromisso de reduzir 20% do plástico em mais de 80 milhões de frascos do produto.

Segundo a Milliken, isso foi possível graças a uma tecnologia de nucleação por ela fornecida, o UltraGuard, que é adicionada à própria resina. A empresa afirma que a tecnologia UltraGuard otimiza as propriedades de barreira do material e, com isso, possibilita a redução da quantidade de resina necessária para moldar e fabricar os frascos de polietileno de alta densidade (PEAD), mantendo as mesmas propriedades de proteção do produto. Nos Estados Unidos, o PEAD pode ser diretamente reciclado, quando separado corretamente de outros tipos de materiais.

Em matéria publicada pela revista Healthcare Packaging, Sarah McDonald, vice-presidente de sustentabilidade da GSK, explica que “utilizamos uma resina de PEAD bimodal e, adicionando esse agente, conseguimos reduzir a quantidade de plástico que usamos para fabricar os frascos, mantendo as mesmas qualidades de barreira protetora”. Na prática, reforça MacDonald, “isso significa que não precisamos de uma camada de barreira específica para que ela não afete a reciclabilidade”.

Essa mudança de material permite uma redução de 20% no uso de material para os frascos de PEAD, mantendo todas as características importantes de desempenho do frasco, o que segundo a empresa resultará numa redução de quase 227 toneladas de plástico no meio ambiente por ano.

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Braskem e EDF Renewables fecham acordo para uso de energia renovável

19/04/2022

O contrato prevê fornecimento de energia eólica por 20 anos, ampliando a matriz de energia limpa da petroquímica; projeto viabilizará a implantação de um complexo eólico na Bahia.

Comprometida com as metas de sustentabilidade ligadas à ecoeficiência operacional e ao combate às mudanças climáticas, a Braskem fechou um contrato de compra de energia eólica com a EDF Renewables do Brasil. O acordo será âncora para viabilizar a construção de um novo complexo eólico no sudoeste da Bahia, contribuindo para a instalação de novas fontes de energia renovável no Brasil.

O novo acordo vai permitir à petroquímica obter energia por 20 anos, a partir de 2024. A expectativa é que ocorra uma redução na emissão de gases de efeito estufa de cerca de 700 mil toneladas de CO2 pela Braskem por esse período, acelerando o uso das energias renováveis em sua matriz energética, alinhada com os objetivos de descarbonização e transição energética.

Este é o quinto contrato de energia renovável de origem eólica e/ou solar de longo prazo que a Braskem firma em 4 anos e o segundo com a EDF Renewables, alcançando mais de 150 MW médios de energia oriunda destas fontes, que representam cerca de 30% do portfólio da energia elétrica comprada no Brasil e colocam a Braskem perto de alcançar a marca estimada de 2,2 milhões de toneladas de CO2 em emissões evitadas apenas com estes contratos, contribuindo para a meta de redução de 15% de emissões de Gases de Efeito Estufa de escopo 1 e 2 até 2030 e neutralidade de carbono até 2050.

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Unipac ganha prêmio internacional de inovação em embalagens

18/04/2022

Empresa é reconhecida pela aplicação pioneira e inédita de tecnologia de plasma na fabricação de embalagens destinadas ao mercado de defensivos agrícolas

A Unipac foi reconhecida pelas embalagens desenvolvidas com a tecnologia de plasma, desta vez internacionalmente. A empresa recebeu o Prêmio Packaging Innovation Awards (Prêmio de Inovação em Embalagens, em português), promovido pela Dow, na categoria Prata.

A conquista foi revelada em cerimônia realizada em 31 de março, transmitida nas redes sociais da Dow, que apontou os destaques em inovação sustentável na área de embalagens, entre 189 projetos inscritos, dos quais 36 foram finalistas. O Packaging Innovation Awards prestigia, desde 1986, as principais novidades na indústria mundial de embalagens, com foco no avanço tecnológico, na sustentabilidade e na melhoria da experiência do usuário. As soluções são avaliadas por juízes independentes, atuantes em diferentes setores e em diversas partes do mundo.

Em 2021, com o mesmo projeto, a Unipac obteve o 1º lugar na categoria Sustentabilidade e conquistou o troféu ouro no Prêmio ABRE, da Associação Brasileira de Embalagem.

Excelência em qualidade e sustentabilidade

A Unipac afirma que foi a primeira empresa, no Brasil, a fabricar embalagens rígidas para defensivos agrícolas com tecnologia de plasma, dentro dos rigorosos protocolos baseados em normas internacionais de avaliação de compatibilidade com produtos químicos e em requisitos regulatórios vigentes. O resultado traduz-se em embalagens em consonância com as necessidades de segurança e proteção requeridas no envase e transporte desses produtos, com viés sustentável e ambientalmente amigável.

“Esta premiação é especial por ser promovida pela Dow e por ter abrangência internacional, o que permite apresentar nosso know-how na produção de embalagens de alto desempenho, reforçando o papel da Unipac na vanguarda tecnológica e sua capacidade de desenvolver processos mais sustentáveis”, afirma Mauro Fernandes, Diretor Comercial da empresa.

A tecnologia de plasma, conhecida como “o quarto estado da matéria”, permite que gases e vapores sejam excitados eletronicamente e se tornem altamente reativos, processo que forma uma camada de barreira nanométrica na parte interna das embalagens plásticas, evitando a migração de solventes e a perda de ingredientes ativos. Como resultado, oferece menor impacto ambiental, pois exige menor consumo de energia e emite menos gases de efeito estufa (GEE). É um processo estável, livre de solventes e o produto final é 100% reciclável.

Com 46 anos em 2022, a Unipac é fornecedora de empresas nacionais e internacionais que atuam nos segmentos automotivo, embalagens, logístico, entre outros. Executa seis tipos de processos de transformação em suas unidades produtivas – sopro, injeção, injeção estrutural, extrusão de chapas, termoformagem e rotomoldagem – que estão instalados em Pompeia (matriz) e Limeira (filial), ambas em São Paulo, e nos sites de seus clientes, por meio do modelo in house, nas cidades de Regente Feijó/SP, Paulínia/SP e Maracanaú/CE. Possui em torno de 1.000 colaboradores, que atuam de forma colaborativa e participativa, em um ambiente organizacional favorável ao desenvolvimento constante.

Conta com uma área voltada à inovação e um moderno centro de pesquisa de engenharia avançada em materiais e processos. Além disso, investe em programas e parcerias com outros Centros de Pesquisa e de Inovação e tem capacidade para integrar novas tecnologias digitais para o desenvolvimento de produtos e serviços. Mantém uma ferramentaria para a produção de moldes para os vários processos de transformação. A Unipac é uma das unidades de negócio do Grupo Jacto, composto por importantes empresas que atuam nos segmentos agrícola, tecnologia de aplicação de polímeros (automotivo, embalagens e logística), transporte, equipamentos para serviços de limpeza e higienização, e soluções para a área médica.

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Piovan do Brasil comemora 40 anos

18/04/2022

A Piovan do Brasil é a filial brasileira do Grupo Piovan, com sede na cidade de Osasco, em São Paulo, Brasil. Seguindo a estratégia da Piovan de estar sempre próximo de seus clientes, em nível mundial, no começo dos anos 80 a Piovan iniciou sua produção no Brasil. Naquela época, o Brasil enfrentava rígidas restrições às importações, interferindo e retardando o crescimento do mercado.

Foi quando a Sede da Piovan ofereceu ao mercado brasileiro tecnologias em sistemas de automação industrial para processamento de plásticos. Inicialmente, a oferta da Piovan no Brasil abrangia equipamentos como alimentadores, unidades de dosagem volumétrica de estação única, secadores e moinhos.

Dez anos depois, com a abertura dos mercados à importação, a Piovan do Brasil se instalou como filial brasileira do Grupo Piovan, na região de Santo Amaro, em São Paulo. Isso permitiu alcançar a liderança de mercado em menos de três anos, afirma a empresa, o que motivou a construção da fábrica brasileira que foi instalada em 2000, na cidade de Osasco, São Paulo, para produção local.

Atualmente, a Piovan do Brasil conta com 106 funcionários em uma área de 7.600 m², divididos entre produção, engenharia, vendas e serviços, além de uma rede de agentes comerciais e técnicos em toda a América do Sul, para estar cada vez mais próximo de seus clientes e parceiros.

Os 40 anos de experiência da Piovan do Brasil permitem projetar, desenvolver e produzir localmente produtos e soluções integradas para armazenamento, transporte, manuseio e dosagem para processamento de plásticos, incluindo sistemas para controle de temperatura e resfriamento de processos, da Aquatech, marca do Grupo Piovan especializada em refrigeração industrial.

Segundo a Piovan do Brasil, o seu conhecimento adquirido com a instalação de milhares de sistemas a levou a ser reconhecida como líder no mercado de sistemas de automação para a indústria do plástico e a expandir sua atuação no setor alimentício. Com a marca Penta, a Piovan do Brasil ampliou sua oferta de sistemas de automação turn-key para armazenamento, transporte e manuseio de alimentos no formato de pó como açúcar, farinha, leite e chocolate.

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Dow divulga os vencedores do Packaging Innovation Awards 2021

16/04/2022

A bolsa stand-up reciclável da OF Packaging venceu o prêmio Diamante, categoria principal.

Em uma cerimônia virtual, realizada no último dia 31 de março, a Dow anunciou os ganhadores do Prêmio Packaging Innovation Awards 2021, que representaram as melhores inovações focadas em sustentabilidade para diversas aplicações.

Há mais de três décadas, o Packaging Innovation Awards reconhece projetos de embalagem excepcionais de todo o mundo, apresentando os avanços mais inovadores com base nos critérios de sustentabilidade, desenvolvimentos tecnológicos e experiência aprimorada dos usuários.

O maior reconhecimento desta edição, o Diamond Award (prêmio Diamante), foi para OF Packaging e sua bolsa stand-up reciclável e de alta barreira Brookfarm, que demonstrou excelência em todos os critérios de julgamento. OF Packaging recebeu um desafio do seu cliente Brookfarm para criar uma estrutura de embalagem de alta barreira para proteger seus produtos de muesli e granola, que também podem ser reciclados nos processos de calçada. A inovadora embalagem ‘Roll n Recycle’ foi criada em colaboração com seus parceiros PREP Design e Results Group.

“A recuperação de embalagens em fim de vida é um desafio. Normalmente, as embalagens flexíveis não são reconhecidas com facilidade por máquinas de recuperação de materiais e a coleta manual desses materiais é difícil – se não, impraticável”, explica Joe Foster, CEO do Close the Loop Group e diretor administrativo da OF Packaging. “Foi preciso muito envolvimento de nossa equipe e dos nossos parceiros, além de mais de um ano de trabalho duro e testes para tornar essa nova embalagem uma realidade. Muitas vezes, a reciclagem de embalagens começa em casa, então, nossa solução permite que os consumidores transformem a embalagem plana vazia 100% polietileno em uma forma 3D, adequada para sua lixeira, para que esteja pronta para reciclagem através dos processos existentes. É uma grande honra receber o Prêmio Diamante e estamos muito gratos por este reconhecimento por profissionais da indústria de todo o mundo.”

Um grupo de juízes independentes de sete países, que representava mais de 300 anos de experiência combinada no setor, avaliou 189 propostas de empresas do mundo todo e projetos de embalagens que vão desde aplicações de alimentos e bebidas a cuidados domésticos e até produtos eletrônicos. Além do vencedor do Prêmio Diamante, 35 outros projetos inspiradores foram reconhecidos: nove vencedores finalistas Diamante, 13 prêmios Ouro e 13 ganhadores Prata.

“A Dow e a indústria de embalagens têm metas muito ambiciosas para acabar com o desperdício, fechar o ciclo e proteger o clima. Olhando para as inscrições deste ano, temos certeza de que estamos na direção certa. Há um foco robusto no projeto para a reciclabilidade, que inicia o ciclo virtuoso e permite que marcas e consumidores desempenhem seu papel na criação de uma economia circular. Também é bom ver a atenção dada à eficiência de recursos e materiais mais seguros”, diz Diego Donoso, presidente de negócios da Dow Packaging & Specialty Plastics. “Meu agradecimento a todos os participantes e à equipe organizadora por um evento de premiação envolvente e energizante.”

A experiência dos prêmios

“O que tornou o 2021 Packaging Innovation Awards particularmente emocionante foi o encontro cara a cara, o que permitiu que os jurados se envolvessem em discussões animadas com muito entusiasmo”, conta o juiz David Luttenberger, diretor global de embalagens do Mintel Group, Ltd. “Com essas inscrições, vi como estamos entrando em uma nova fase, ou próxima geração, de soluções sustentáveis, que gosto de chamar de soluções responsáveis. Porque a responsabilidade traz consigo uma espécie de intuição. E vimos isso neste ano, especialmente com o ganhador Diamante criando uma solução com a capacidade de ação do consumidor em mente.”

Brasil e América Latina tiveram destaque entre os vencedores com um total de 8 prêmios e um finalista na categoria principal Diamond. Confira a lista dos vencedores da nossa região:

Finalista Diamante:

•Embalagens coletivas Kleenex Collective pack por Kimberly-Clark – México

Vencedores do Prêmio Ouro:

•Tampa giratória Dupla ação da SBP
•Bolsa stand-up de polietileno reciclável por Microplast-Coldeplast
•Embalagem de energia multiuso Veja com acionador ‘snap on’ por Reckitt Benckiser
•Garrafa de água reciclada gravada a laser por Valgroup & Danone
•Embalagens recicláveis de erva-mate por Molinos Rio da Prata

Vencedores do Prêmio Prata:

•Barreira de plasma para embalagens de agroquímicos por Unipac
•Embalagem de alimentos de cana-de-açúcar por Foldsign.co

Os prêmios continuam a reconhecer soluções de embalagem de classe mundial que demonstram avanço tecnológico, embalagem responsável e experiência aprimorada do usuário.

A Dow possui um portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow aplicáveis a uma grande variedade de produtos e soluções em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e aplicações para o consumidor. A Dow opera 104 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2021, gerou aproximadamente US$ 55 bilhões em vendas.

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11ª Interplast celebra recordes de público e de geração de negócios

11/04/2022

Na retomada do modelo presencial, evento reuniu 400 marcas, 30 mil pessoas e deve movimentar mais R$ 300 milhões nos próximos doze meses

A indústria plástica voltou ao ritmo de efervescência com a 11ª Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, que aconteceu de 5 a 8 de abril, no Centro de Convenções da Expoville, em Joinville (SC).

Durante os quatro dias, 30 mil pessoas circularam pelo evento, entre visitantes, expositores, congressistas e participantes da Rodada de Negócios.

Entre o público, representantes de 695 cidades e 24 estados, especialmente de Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Destaque, ainda, para visitantes procedentes da região Nordeste. A feira também foi prestigiada por visitantes estrangeiros, vindos de 17 países, com destaque para os da América do Sul, como Paraguai e Argentina.

Apresentando as principais tecnologias, equipamentos, matérias primas e inovações desenvolvidas pela indústria desde o início da pandemia, houve presença de 400 marcas nacionais e internacionais.

Como resultado desse encontro, a 11ª Interplast estima a geração de R$ 300 milhões em negócios, que devem ser movimentados ao longo dos próximos doze meses. O valor representa crescimento de 16% em relação à edição anterior, realizada em 2018.

Para a diretoria da Messe Brasil, a movimentação de pessoas e negócios registrados no evento comprova que a Interplast continua protagonista, sendo vitrine para a indústria do plástico no país, marcando a retomada dos eventos presenciais e projetando a importância do estado de Santa Catarina para o setor.

“A Interplast é a única feira que reúne toda a cadeia do plástico. Nesta edição, ainda mais especial por bater recordes de público e de negócios, no momento de retomada pós pandemia, mostramos a força do nosso estado, que apresenta altas taxas de crescimento da indústria e concentra algumas das principais empresas de transformação de plástico no Brasil, reconhecidas pela qualidade dos seus produtos em âmbito mundial”, afirma Richard Spirandelli.

Público qualificado

Além do número recorde, o público da Interplast mostra-se cada vez mais qualificado, o que resulta negociações mais assertivas e rentáveis.

Pela primeira vez expondo no evento, a Virtual Automação teve suas expectativas superadas.

“Medindo em números, eu traduziria que 85% do público é bastante qualificado e interessado em buscar soluções. O resultado também foi bem satisfatório em termos de geração negócios: vendemos dois equipamentos e outros seis estão previstos para fechamento nas próximas semana”, comemora o consultor comercial da Virtual Automação, Jaan Tammerik.

O alto nível do público visitante da Interplast pode ser demonstrado nos seguintes números: 10% dos visitantes são sócios/proprietários das empresas; 12% são gerentes; 10% são diretores.

Em relação ao fechamento do negócio, 39% dos visitantes possuem decisão na compra, e 33% participam dos processos de pesquisa, planejamento e recomendação das aquisições.

Além disso, 19% dos visitantes da Interplast atuam em empresas com mais de 500 funcionários. Entre os produtos de maior interesse na feira, 14% dos visitantes vieram buscar máquinas e equipamentos, 12% matérias primas e insumos, e 8% automação industrial.

Rodada de Negócios

Além das relações comerciais iniciadas e concretizadas nos estandes da feira, a Rodada de Negócios foi outro importante momento para a consolidação de novas parcerias.

Neste ano, a estimativa é que a rodada tenha movimentado R$ 5 milhões em negócios, em 586 reuniões realizadas, com a participação de 40 fornecedores e 20 compradores.

Depois de participar da Rodada de Negócios realizada em 2020, de forma on line, a empresa de injeção plástica CR Produtos, de Bragança Paulista (SP), aprovou a experiência presencial.

“O feed back e a troca de cartões foram muito bons. Viemos em busca de fornecedores de resina de matéria prima e máquinas e encontramos alguns contatos de empresas aqui da região Sul às quais eu não tinha acesso, em São Paulo. Aqui já tivemos retorno do que viemos procurar. Com certeza vamos voltar outras vezes”, afirmou a compradora da CR Produtos, Monica Maria Silva.

Conteúdo técnico aprovado pelo público

Também essencial para o desenvolvimento de empresas e profissionais, o conteúdo técnico foi um dos pontos valorizados pela 11ª Interplast que ofereceu ampla programação gratuita.

Um dos destaques foi a Jornada do Grafeno, com a participação de 120 pessoas que puderam conhecer mais sobre a tecnologia que permite produzir plásticos mais resistentes que o aço.

De acordo com Érica Ferreira, diretora de inovação da Zextec, empresa especializada em melhoria de processos industriais, com foco no desenvolvimento de nano soluções a partir do grafeno, o objetivo da jornada foi desmistificar o grafeno e mostrar aos profissionais da área como ele pode ser aplicado em diversos tipos de indústria, seus diferenciais, benefícios e, também, sua viabilidade econômica.

“A Interplast está sendo importante para dar mais visibilidade ao grafeno, mostrar que ele é economicamente viável, além de apresentar seus benefícios técnicos como maior durabilidade, resistência ao calor e flexibilidade. Na feira estamos fazendo muitos contatos que devem se tornar novas parcerias nos próximos dias”, avalia Érica.

A programação de conteúdo técnico apresentou, também, os Workshops dos expositores, que reuniram 540 participantes; o congresso técnico CINTEC Plásticos 2022, realizado em parceria com o IST, Senai SC e Fiesc, e que reuniu 180 pessoas; e o 1º Fórum de Economia Circular Plástico Sul, iniciativa que teve apoio do Simpesc, Simpep, Sinplast-RS e Simplas, e que foi prestigiado por 140 participantes.

Sustentabilidade na Interplast

Tema em alta em todos os setores da sociedade, a sustentabilidade também ganhou espaço especial na 11ª Interplast, com o 1º Fórum de Economia Circular Plástico Sul.

Durante uma tarde, o público acompanhou discussões acerca de políticas públicas na indústria de reciclagem e desafios da política nacional de resíduos sólidos; impacto da guerra na Europa nos investimentos da petroquímica brasileira; embalagens flexíveis PCR de alto desempenho e ecossistema circular; e conheceu cases de sucesso de grandes empresas como JBS Ambiental e O Boticário.

O evento foi realizado em formato híbrido com participação de público presencial e transmissão ao vivo pelo canal da Plástico Sul no Youtube (youtube/plasticosultv), onde o conteúdo permanece disponível para visualização.

De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina (Simpesc), Albano Schmidt, o evento foi relevante por abordar todos os aspetos da economia circular, tais como logística, legislação, exemplos práticos de cooperativas, produtos finais, aditivação, entre outros.

“A discussão do tema em um Fórum como esse é fundamental porque junta todas as partes interessadas e em um evento dessa natureza, com a repercussão que ele traz, conseguimos alcançar muito mais pessoas e sensibilizar todos os atores dessa cadeia”, declarou.

Além de destacar a economia circular em sua programação de conteúdo técnico, a 11ª Interplast também fez seu papel e destinou para reciclagem 15 toneladas de resíduos gerados durante a feira, beneficiando diversas famílias que trabalham com essa atividade.

Superação e metas para 2024

Para o diretor da Messe Brasil, Richard Spirandelli, os resultados obtidos pela 11ª Interplast comprovam a importância do evento para a indústria plástica e reforça a responsabilidade de dar continuidade ao processo de evolução do evento.

“Para a próxima edição, trabalharemos mais forte nos eventos paralelos, buscando apresentar novidades e assuntos que tragam competitividade à indústria; buscaremos parcerias com publicações e entidades a nível mundial para ampliar a abrangência da feira, a fim de atrair expositores e visitantes de fora do Brasil, especialmente da América do Sul”, prevê.

A 12ª Interplast será realizada em agosto de 2024, voltando a acontecer em sua data original, durante o segundo semestre do ano. E Spirandelli destaca: “Já estamos com fila de espera para os espaços da próxima edição”.

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Mecalor lança nova tecnologia de Termoreguladores na Interplast

07/04/2022

Parceria com empresa suíça prevê representação em toda a América Latina

A maior novidade da Mecalor na Interplast 2022 é apresentação da linha de Termoreguladores de alta precisão HB-Therm, marca suíça especializada em injeção técnica nos segmentos automotivo, médico, eletroeletrônico e industrial.

“Fizemos um acordo com a empresa HB-Therm para atender com exclusividade toda a América Latina. A Interplast é o palco ideal para esse lançamento, uma vez que a região Sul é muito importante para o processo de injeção plástica de alto nível”, revela Marcelo Zimmaro, diretor comercial da Mecalor.

A empresa também vai levar para a feira o DryCooler Mecalor “AluDry” versão 2022. O equipamento, substituto das antigas torres de resfriamento industrial, traz a implementação de várias inovações que amentam a eficiência e reduzem os custos de manutenção. O público da Interplast poderá conhecer ainda a linha de chillers e termochillers, no estande da Mecalor.

“Nosso objetivo é disponibilizar estas tecnologias de ponta para os transformadores de plástico da região, que contam com eficiência operacional como fator de sobrevivência hoje em dia”, afirma Zimmaro.

Para ele, a Interplast deste ano será uma feira com visitantes mais qualificados e realmente interessados nas tecnologias. “A pandemia trouxe esta evolução para os eventos presenciais. Na minha visão isso é positivo e, portanto, o evento tende a ser um sucesso”, conclui.

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Economia circular e indústria 4.0 são destaques da Interplast nesta quinta-feira

07/04/2022

A 11ª Interplast – Feira e Congresso de Integração da Indústria Plástica apresenta nesta quinta-feira (7/4), mais um dia com intensa programação de conteúdo técnico.

Um dos destaques será o 1º Fórum de Economia Circular Plástico Sul, que acontece das 13h30 às 19h. O evento será direcionado aos profissionais da indústria de transformação de plásticos, indústria de reciclagem, fornecedores, cooperativas, ONGs, sociedades civis e demais interessados no tema.

Entre os temas do fórum, estão análise de políticas públicas na indústria de reciclagem e desafios da política nacional de resíduos sólidos; impacto da guerra na Europa nos investimentos da petroquímica brasileira; embalagens flexíveis PCR de alto desempenho e ecossistema circular; cases de sucesso das empresas JBS Ambiental e O Boticário.

O evento será realizado em formato híbrido com participação de público presencial e transmissão ao vivo pelo canal da Plástico Sul no Youtube (youtube/plasticosultv).

O fórum é realizado pela Plástico Sul, com organização da Messe Brasil e apoio do Simpesc, Simpep, Sinplast-RS e Simplas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site da Interplast (interplast.com.br/forum-economia-circular-plasticos), onde também está disponível a programação completa.

Já o congresso técnico CINTEC Plásticos 2022 trará temas ligados à inovação e tecnologias para a indústria de transformação do plástico.

Na grade de palestras, Manufatura aditivada aplicada; Educação 4.0 – Manufatura Preditiva; Indústria 4.0 aplicada à manutenção preditiva; Microfabricação de peças aplicado à Bioengenharia; Uso de Recursos da biomassa na produção de materiais plásticos; Tendência de cores para 2023; Sistema de manufatura e processamento a laser.

O CINTEC Plásticos é uma realização da Messe Brasil, em parceria com o IST, Senai SC e Fiesc.

O Congresso acontece das 14h às 18h30. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site da Interplast (interplast.com.br/congresso-plasticos/).

Workshops

Também na quinta-feira, das 7h às 18h, a Câmara Setorial para Máquinas, Equipamentos e Instrumentos para Controle de Qualidade, Ensaio e Medição (CSQI) da ABIMAQ realiza o Workshop de Qualidade, Instrumentação e Medição. Confira a programação:

14h – Qualidade & durabilidade de materiais plásticos – Ensaios de intemperismo acelerados para determinação da degradação de materiais plásticos expostos ao Sol e condições climáticas
Palestrante: Engenheiro Carlos Maciel – Diretor da Bass Equipamentos.

14h30 – Soluções e tecnologias para a indústria plástica
Palestrante: Danilo Lapastine – Presidente da Hexagon

15h – Aplicação de instrumentos de pressão na indústria plástica.
Palestrante: Hugo Silva – Gerente de contas especiais da Wika do Brasil

15h30 – Controle da Qualidade na Medição de Espessura, práticas recomendadas para o bom uso e conservação dos instrumentos
Palestrante: Amilton Mainard – Diretor da Mainard Medidores de Espessura

16h – Soluções para medição na indústria plástica
Palestrante: Nelson da Cunha Pinto Filho da Mitutoyo

16h30 – Plastômetro de Extrusão para Medição de Índice de Fluidez e Viscosidade Intrínseca
Palestrante: Alaide Ferreira da Digitrol

17h – Sensores de posição linear sem contato para a indústria de plástico
Palestrante: Jhuniur Agustín Apaza Yana da MTS Brasil

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site da Interplast (interplast.com.br/metrologia-abimaq-csqi/).

A Interplast

A 11ª Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, acontece de 5 a 8 de abril, no Centro de Convenções e Exposições da Expoville (rua XV de Novembro, 4315 – Glória).

O horário de visitação é das 13h às 20h e a entrada é gratuita, mediante credenciamento prévio feito pelo site do evento interplast.com.br/credenciamento-interplast-feira-do-plastico/.

A Interplast é realizada pelo Sindicato da Indústria do Material Plástico de Santa Catarina (Simpesc) e organizada pela Messe Brasil.

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Rodada de Negócios e capacitações marcam segundo dia da Interplast

07/04/2022

Corredores movimentados, estandes prestigiados e salas cheias marcaram a programação da 11ª Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, na quarta-feira (6/4).

Uma das atrações do dia foi a 6ª edição da Rodada de Negócios. Atração consolidada da Interplast, tem o objetivo de aproximar empresas compradoras e fornecedoras, atendendo às suas demandas e otimizando os processos de negociação que envolvem desde serviços até a comercialização de grandes maquinários e equipamentos.

Neste ano, a dinâmica reuniu 21 empresas compradoras e 35 fornecedoras, vindas dos estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. Ao todo, foram realizadas cerca de 550 reuniões, com a participação de aproximadamente 140 profissionais.

Pela primeira vez no evento, a empresa Pewag, com sede na Áustria e filial brasileira instalada em Porto Alegre (RS), participou da Rodada de Negócios como fornecedora de olhais giratórios para moldes de injeção.

De acordo com o engenheiro de vendas da empresa, Nilvo Krauze Júnior, a ação foi positiva por apresentar novos possíveis parceiros e favorecer o contato direto com eles.

“Das oito empresas com quem conversamos, apenas uma já era cliente e todas as demais apresentam potencial de venda”, comentou.

Entre os compradores da Rodada Negócios, estava a Weg Motores que já esteve presente em outras duas edições. Neste ano, a empresa tinha especial interesse em fornecedores para injeção de peças, mas os contatos renderam novas possibilidades de produtos e serviços para outros setores do grupo.

“Fizemos contato com 20 empresas e, algumas delas, já atendem a Weg em alguns segmentos, mas podem ampliar o atendimento para outras áreas. Acabamos abrindo o leque e fizemos contato com fornecedores de manutenção, pigmentos, caldeiraria, além de instituições que oferecem cursos de capacitação que levaremos para os times de recursos humanos”, conta o analista de materiais da Weg Motores, Manolo Floriano.

Grafeno atraiu grande público

Na programação de conteúdos a Jornada do Grafeno, tecnologia que permite produzir plásticos mais resistentes que o aço, foi um dos destaques do segundo dia de Interplast, e reuniu mais de 100 participantes.

De acordo com Érica Ferreira, diretora de inovação da Zextec, empresa especializada em melhoria de processos industriais, com foco no desenvolvimento de nano soluções a partir do grafeno, o objetivo da jornada foi desmistificar o grafeno e mostrar aos profissionais da área como ele pode ser aplicado em diversos tipos de indústria, seus diferenciais, benefícios e, também, sua viabilidade econômica.

Segundo ela, o público mostrou-se receptivo às informações e buscou se aprofundar em questões práticas sobre como utilizar o grafeno em seus processos, que tipos de adaptações seriam necessárias em equipamentos e maquinários.

“A Interplast está sendo importante para dar mais visibilidade ao grafeno, mostrar que ele é economicamente viável, seus benefícios técnicos como maior durabilidade, resistência ao calor, flexibilidade. Na feira estamos fazendo muitos contatos que devem se tornar novas parcerias nos próximos dias”, avalia Érica.

O interesse pelo grafeno foi um dos principais fatores que atraiu a Rotoplastyc Soluções em Rotomoldagem, de Carazinho (RS), à 11ª Interplast.

Para o gerente industrial da empresa, Jeferson Nagorny, o que mais chamou sua atenção foi a aplicabilidade do grafeno em vários tipos de material e a possível compatibilidade às tecnologias com as quais trabalha.

“Saímos daqui com a expectativa de poder fazer a aplicação do grafeno no processo. Ele pode trazer resistência e redução de até 30% do peso dos nossos maquinários, o que vai levar valor agregado ao nosso cliente e ao cliente final”, prevê.

Workshops gratuitos

A programação da 11ª Interplast também ofereceu diversos Workshops que apresentaram temas atuais, ministrados por renomados profissionais e empresas.

A grade de Workshops continua na quinta-feira (7/4), a partir das 14h. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site interplast.com.br/workshop-expositores/.

A Interplast

A 11ª Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, acontece de 5 a 8 de abril, no Centro de Convenções e Exposições da Expoville (rua XV de Novembro, 4315 – Glória).

O horário de visitação é das 13h às 20h e a entrada é gratuita, mediante credenciamento prévio feito pelo site do evento: www.interplast.com.br/credenciamento-interplast-feira-do-plastico/.

A Interplast é realizada pelo Sindicato da Indústria do Material Plástico de Santa Catarina (Simpesc) e organizada pela Messe Brasil.

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Interplast concentra inovações e tecnologias dos últimos quatro anos

06/04/2022

Com a pandemia, evento bienal não foi realizado em 2020 e deve atrair visitantes de todas as regiões do Brasil e de outros países

A 11ª Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, está sendo realizada de 5 a 8 de abril de 2022, em Joinville, SC. Após quatro anos, sem acesso presencial aos lançamentos, inovações e tecnologias, a feira está sendo um sucesso de público, atraindo profissionais da indústria do plástico de todo o Brasil e de outros países. Na edição de 2018, os visitantes da feira vieram de 12 diferentes países, 24 estados brasileiros e 683 diferentes cidades, superando a marca de 28 mil pessoas.

“Observamos um mercado carente por inovações e tecnologias. Por mais que a interação online tenha suprido as demandas do mercado no período de pandemia, a interação presencial com os fornecedores, visualizar máquinas e equipamentos em funcionamento, conhecer as novas matérias primas e ampliar o conhecimento técnico, são fundamentais para esse momento”, comenta Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil.

A Interplast está consolidada como um dos principais eventos do Brasil que reúne a cadeia completa do plástico no mesmo ambiente, abrangendo de fornecedores de moldes a matéria-prima, máquinas e equipamentos, além de contar com atividades simultâneas de conhecimento técnico e rodada de negócios.

A feira ocupa os 22 mil m² dos pavilhões do Centro de Convenções e Exposições EXPOVILLE, com a presença de cerca de 400 marcas expositoras, e mais de 40 horas de conteúdo voltados aos profissionais do setor.

A Interplast é realizada em ambiente favorável ao mercado, considerando que Santa Catarina concentra um importante polo com mais de mil indústrias de transformação do plástico, destacando-se no cenário nacional como segundo polo do setor, conforme levantamento da Abiplast.

As indústrias do plástico empregam mais de 37 mil pessoas diretamente em Santa Catarina e estima-se o dobro de empregos indiretos. Mais de 1 milhão de toneladas de plástico são processadas no estado anualmente, incluindo grandes empresas de atuação nacional e internacional, com destaque para a fabricação de peças técnicas, embalagens para conservação de alimentos e medicamentos, artigos de transporte, produtos para construção civil, autopeças, peças de eletroetrônicos, eletrodomésticos, utilidades domésticas e produtos descartáveis.

Entre os diferenciais da indústria do plástico catarinense destacam-se a mão de obra preparada e interessada na qualificação constante, assim como instituições de ensino públicas e privadas, que disponibilizam oportunidades de formação aos profissionais. Outra característica marcante são os focos de atuação bem definidos por regiões do estado: o Sul em descartáveis, o Norte em produtos para construção civil e peças técnicas e o Oeste em embalagens. O acesso ao abastecimento de fontes energéticas, serviços de portos, qualidade de vida e investimentos em tecnologia e inovação são fatores determinantes para destacar Santa Catarina no cenário da indústria nacional.

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Stadler projeta e instala unidade de classificação de embalagens leves de última geração na Alemanha

06/04/2022

O provedor de serviços ambientais PreZero é impulsionado pelo objetivo de reduzir o consumo de recursos naturais em um mundo onde eles não são mais desperdiçados – visando material 100% reutilizável. Como parte dessa estratégia, contratou a Stadler, empresa alemã especializada no planejamento, produção e montagem de plantas de reciclagem e triagem chave na mão, para projetar e instalar uma nova unidade de triagem de embalagens leves de última geração em Eitting.

Segundo a empresa, a sua nova instalação é a mais avançada unidade de triagem de embalagens leves da Europa, capaz de separar as frações de embalagens por cor e, muito importante, até mesmo filtrar plásticos pretos. Isso resulta em uma fração de saída de altíssima qualidade que pode ser reciclada em novos produtos. Com uma produção anual de aproximadamente 120.000 toneladas, é também a maior planta de triagem de embalagens leves da Europa.

Inovação com visão de futuro para alta capacidade e classificação precisa

A planta de triagem recebe embalagens leves compostas de folhas de alumínio, sucata ferrosa e não ferrosa, alumínio, compostos com teor de alumínio, filme plástico PE, redes e espuma, plásticos PP e PS, EPS, garrafas PET, outros PETs, PVC e embalagens de plástico, caixas TetraPak, papel e papelão. O processo, que inclui preparação avançada de finos e classificação automatizada de cores de filme, resulta em 18 frações de saída diferentes separadas por material e cor.

“Este foi o maior projeto até agora para nós, com 272 esteiras transportadoras instaladas, preenchendo o pavilhão em cinco níveis e suportadas por mais de 1.000 toneladas de aço”, explica Wolfgang Köser, um dos Gerentes do Projeto. “Para alcançar a classificação de alta qualidade que a PreZero estava procurando, usamos tecnologia de ponta em nosso projeto”, acrescenta Benny Kalmbach, o outro Gerente do Projeto. “O equipamento avançado incluiu 38 classificadores óticos NIR (Infravermelho), nossos separadores balísticos e classificação secundária assistida por robôs.”

A Stadler afirma que a sua equipe de projeto desenvolveu um projeto que não apenas entregava a qualidade e a capacidade exigidas, mas também a facilidade de operação. “O conceito de nível contínuo facilita a operação do sistema e garante boa acessibilidade a todos os equipamentos para limpeza e manutenção”, afirma Wolfgang Köser.

A gestão totalmente automatizada do bunker na planta é outro processo de última geração: “Isso significa, por exemplo, que não há mais funcionários permanentemente vinculados à prensa enfardadeira. Além disso, os pesos de fardos desejados – e consequentemente os comprimentos dos fardos – podem ser alcançados de acordo com as especificações do cliente através das células de pesagem em todos os bunkers. Isso tem a vantagem de que os caminhões podem ser carregados de maneira ideal para o melhor resultado de transporte possível”, explica Benny Kalmbach.

Um projeto complexo entregue no prazo

Graças a uma estreita colaboração bem-sucedida das equipes da Stadler e da PreZero, o projeto foi concluído em muito pouco tempo, como explica Wolfgang Köser: “Tínhamos um cronograma muito apertado, com apenas 12 meses desde a assinatura do contrato até o start-up com material, mas conseguimos finalizá-lo dentro do prazo com uma boa e estreita cooperação entre nós da Stadler e as equipes da PreZero e as outras empresas envolvidas no projeto. Processos de tomada de decisão curtos e uma abordagem orientada a objetivos nos permitiram avançar rapidamente em todas as etapas.”

Stefan Kaiser, chefe do departamento Engineering Sorting Systems International na PreZero Recycling Deutschland, está muito satisfeito com todo o processo e “a comunicação aberta, o pensamento direto, a colaboração focada e eficiente e a entrega no prazo. Apreciei particularmente como a equipe da Stadler ouve o cliente e seu pensamento pró-ativo para novas ideias, atuando como parceiros.”

O start-up da planta de triagem ocorreu dentro do cronograma no início de janeiro de 2022 e “a fase de ramp-up está funcionando perfeitamente”, diz Stefan Kaiser.

No caminho para um mundo onde os recursos não são desperdiçados

Com a visão de que qualquer resíduo que não seja reciclado é uma matéria-prima desperdiçada, a PreZero busca a melhoria contínua de seus processos, trabalhando para a criação de um mundo onde os recursos não sejam mais desperdiçados – visando 100% de reaproveitamento material. Como parte do Grupo Schwarz, uma empresa líder no varejo de alimentos na Europa, ela é capaz de desenvolver soluções inovadoras ao longo de toda a cadeia de valor – da produção ao varejo, coleta, triagem e reciclagem até a reutilização – para fechar o ciclo.

A nova planta de triagem de embalagens leves projetada pela Stadler faz parte da estratégia da PreZero para atingir esse objetivo: “Para nós, este é o primeiro passo na transição de uma planta de resíduos para uma planta de produção de padrões industriais”, explica Stefan Kaiser. Para a Stadler, o projeto proporcionou mais uma oportunidade de desenvolver soluções inovadoras para atender a indústria de reciclagem com reciclados de alta qualidade, apoiando a transição para uma economia circular eficiente.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários qualificados oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

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Tomra celebra 50º aniversário anunciando a missão de “mundo sem resíduos”

06/04/2022

Centro de Testes da Tomra

A Tomra, fornecedora global de sistemas avançados de coleta e triagem, está comemorando o seu 50º aniversário.

Cada uma das quatro divisões do grupo – (Collection, Food, Recycling y Mining)– celebrou o marco com um compromisso coletivo para “transformar o futuro de como nós obtemos, usamos e reutilizamos os recursos naturais do planeta para propiciar um mundo sem resíduos”.

Tove Andersen, presidente e CEO da Tomra, explicou: “Vivemos em um mundo que precisa de uma grande transformação. Precisamos urgentemente melhorar a sustentabilidade, desenvolver a economia circular e fazer uso mais eficiente dos recursos naturais – desafios que as soluções da Tomra podem ajudar a resolver.

“Cinquenta anos após seu início discreto, a Tomra pode se orgulhar por ser uma líder de mercado global altamente respeitada. Esta é a prova viva da nossa capacidade de adaptar, inovar e fornecer as soluções que nossos clientes realmente precisam. Este também é um momento de olhar para frente, porque agora estamos abrindo o capítulo da história da Tomra onde intensificamos nosso papel de liderar a revolução de recursos.”

A Tomra foi fundada na Noruega em 1º de abril de 1972 pelos irmãos Petter e Tore Planke. Depois de ver uma mercearia local se esforçando com a coleta manual de garrafas vazias em sua loja, os irmãos desenvolveram a primeira máquina de logistica reversa totalmente automatizada (RVM) na garagem de sua família. Esta invenção foi pioneira para processos de reciclagem e seu conceito é usado hoje em todo o mundo.
Ao longo dos anos, a tecnologia da Tomra se expandiu para incluir sistemas avançados de seleção para as indústrias de alimentos, reciclagem e mineração. Essas soluções inovadoras otimizam a recuperação de recursos naturais e minimizam os resíduos, beneficiando empresas, governos, consumidores e o meio ambiente.

Tove acrescentou: “A transformação está no centro de tudo o que a Tomra faz. A Tomra transforma ideias e tecnologia para criar ferramentas inteligentes e pioneiras. Transformamos empresas em negócios mais rentáveis e sustentáveis e transformamos a forma como os recursos do mundo são obtidos, usados e reutilizados, o que também ajuda a transformar o dia a dia das pessoas.”

Hoje, a Tomra emprega mais de 4.600 pessoas em todo o mundo e tem vendas anuais de € 1 bilhão. Comprometido com a inovação, 20% da força de trabalho do grupo e 8% de sua receita são dedicados à pesquisa e desenvolvimento. Para atender à ambição da Tomra de aumentar a coleta global de recicláveis para 40% e aumentar os plásticos em sistemas de circuito fechado para 30% até 2030, a empresa planeja continuar seu crescimento e aumentar o número de colaboradores. A expansão explorará novas oportunidades de negócios, desenvolverá soluções para mitigar as mudanças climáticas e, ao fazê-lo, preservará os recursos naturais para as gerações futuras.

Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra Recycling, disse: “Continuamos inovando e apoiando nossos clientes para atingir suas metas de negócios, bem como aquelas estabelecidas pela legislação. Ao comemorarmos nosso 50º aniversário, gostaríamos de reconhecer nossos clientes e parceiros que tornaram possível nosso sucesso duradouro.” A transformação digital está no centro da visão da empresa para o futuro com a Tomra Insight, uma plataforma de análise de dados baseada em nuvem com capacidade de serviço remoto. Oferece aos recicladores uma abordagem de última geração para melhorar o desempenho da seleção e reduzir os custos operacionais.

A Tomra Recycling é uma fornecedora líder global de soluções de seleção baseadas em sensores e serviços digitais conectados que transformam resíduos em matérias-primas secundárias. A empresa instalou mais de 8.200 unidades de triagem para reciclagem de resíduos e metais em mais de 100 países em todo o mundo. Projetadas e construídas para maximizar os rendimentos de reciclagem, as máquinas Tomra podem ser testadas em qualquer um de seus sete centros de teste em todo o mundo.

Os sistemas de seleção da Tomra ajudam a fechar o ciclo para metais, plásticos, papel, embalagens, vidro e outros materiais. Com sua nova geração Autosort, os materiais recicláveis são separados sem dificuldade até mesmo dos fluxos de resíduos mistos mais complexos, afirma a Tomra. O sistema de triagem multifuncional deu um salto evolutivo ao longo dos anos com suas tecnologias complementares, dando aos recicladores mais flexibilidade operacional para atender às demandas de um mercado dinâmico.

A tecnologia de seleção baseada em sensores desempenha um papel significativo na criação de um mundo sem resíduos, desviando recursos valiosos da incineração ou dos aterros sanitários. A equipe interna da empresa de especialistas em seleção, engenheiros mecânicos, especialistas nas aplicações e desenvolvedores de software visa fornecer soluções ainda mais avançadas no futuro para mitigar a crise mundial de recursos naturais.

A Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 1.1B euros em 2021 e emprega mais de 4.600 pessoas globalmente.

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Plástico Sul promove 1° Fórum de Economia Circular durante Interplast

06/04/2022

Na próxima quinta-feira acontece o 1° Fórum de Economia Circular Plástico Sul. O evento será presencial, no auditório Tulipa, Expoville, Joinville (SC), das 13h30min às 19h30min. Confira a programação completa! ✅Inscreva-se para o evento presencial: https://www.interplast.com.br/forum-economia-circular-plasticos/

✅Para assistir online acesse o link e já ative o lembrete: https://youtu.be/CoR6iI8NCH0

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11ª Interplast estreia com expectativa de recorde de público e negócios

06/04/2022

Na terça-feira (5/4), a 11ª Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, estreou com sucesso de público e expectativa de números recordes.

O evento foi prestigiado pelo prefeito de Joinville, Adriano Silva, vereadores e secretários municipais, lideranças e representantes de entidades setoriais, empresários e profissionais da indústria plástica, imprensa e visitantes que já aguardavam pela abertura da feira.

Após quatro anos sem acesso presencial, a 11ª edição da Interpast marca a retomada das grandes feiras do setor plástico com a presença de 400 marcas que apresentam ao mercado os principais lançamentos de equipamentos e tecnologias desenvolvidos durante o período.

Em relação ao público, o número de visitantes credenciados quando a feira abriu, já era o dobro do registrado na abertura do evento, em 2018. Entre os inscritos, visitantes vindos de todos os estados brasileiros, além de estrangeiros.

“Nossa expectativa é que teremos o dobro de visitantes que recebemos em 2018, e que vamos superar em 50% a marca dos R$ 260 milhões em negócios alcançados na edição anterior”, prevê Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil, empresa realizadora da Interplast.

O diretor destacou, também, a importância da feira na promoção da educação ambiental, mostrando como o plástico pode ser utilizado sem agredir o meio ambiente e como pode se tornar um gerador de renda.

E relatou: “Para se ter ideia, todo o resíduo plástico gerado na Interplast está sendo reciclado por uma cooperativa e os números da reciclagem no evento chegam a três toneladas beneficiando diversas famílias”.

As práticas de reciclagem e a economia circular também serão destaque na programação de eventos paralelos da Interplast que vai oferecer mais de 60 horas de conteúdos gratuitos.

“O evento cumpre o seu papel de disseminador de conhecimento, onde serão abordados temas como a utilização de grafeno na indústria do plástico, metrologia aplicada ao setor, congresso de inovação, workshops, além da Rodada de Negócios que reunirá mais de 20 compradores e mais de 60 fornecedores”, concluiu Spirandelli.

Logística reversa e incentivos para o setor

O esforço da indústria plástica para fomentar a logística reversa e as transformações dos materiais pós-consumo em novas matérias primas foi comentado pelo presidente do Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina (Simpesc), Albano Schmidt, que reforçou a necessidade de políticas públicas que incentivem essas iniciativas.

“É fundamental contarmos com incentivos governamentais, como redução de tributos, comunicação eficiente voltada para a educação e conscientização da população, começando pelas escolas, compras públicas que privilegiem materiais de origem reciclada”, afirmou.

Sobre a importância da feira, Schmidt comentou: “É com grande alegria e satisfação que retomamos a Interplast de forma presencial, com toda a movimentação que o evento traz para o nosso setor, com negócios realizados, visitação em indústrias locais e essa importante troca de experiências”.

A Interplast

A 11ª Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico acontece de 5 a 8 de abril, no Centro de Convenções e Exposições da Expoville (rua XV de Novembro, 4315 – Glória).

O horário de visitação é das 13h às 20h e a entrada é gratuita, mediante credenciamento prévio feito pelo site do evento https://www.interplast.com.br/credenciamento-interplast-feira-do-plastico/.

A Interplast é realizada pelo Sindicato da Indústria do Material Plástico de Santa Catarina (Simpesc) e organizada pela Messe Brasil.

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Solvay busca criar valor ao explorar uma separação em duas empresas independentes listadas em bolsa

04/04/2022

  • Ambição é aprimorar o foco estratégico, otimizar oportunidades de crescimento e construir a base para o futuro
  • SpecialtyCo quer ser líder em especialidades puras com potencial de crescimento acelerado
  • EssentialCo será líder em produtos químicos essenciais com geração de caixa resiliente

A Solvay anunciou em 15/03 que está analisando os planos de separar a companhia em duas empresas independentes de capital aberto:

• A EssentialCo compreenderia os principais negócios de monotecnologia, incluindo Soda Ash, Peróxidos, Sílica e Coatis, que compõem o segmento de Químicos da empresa, bem como o negócio de Químicos Especiais. Esses negócios geraram aproximadamente € 4,1 bilhões em vendas líquidas em 2021.

• A SpecialtyCo abrangeria o segmento de Materiais da empresa, incluindo seus Polímeros Especiais, Compósitos de Alto Desempenho, bem como a maioria de seu segmento de Soluções, que reúne as unidades globais de negócios Novecare, Soluções de Tecnologia, Aroma Performance e Petróleo e Gás. Esses negócios combinados geraram aproximadamente € 6,0 bilhões em vendas líquidas em 2021.

“O plano de se separar em duas empresas líderes representa um momento crucial em nossa jornada para transformar e simplificar a Solvay. Desde que lançamos nossa estratégia GROW em 2019, tomamos uma série de ações para fortalecer nosso desempenho financeiro e operacional, focar nosso portfólio em negócios de maior crescimento e margens mais altas, e reforçamos nosso propósito de negócios em toda a organização. Mudamos a cultura profundamente, com paixão por desempenho e meritocracia em sua essência. Nosso foco bem-sucedido em caixa, custos e retornos fortaleceu a área de Materiais e Segmentos de Soluções para serem mais autossustentáveis e rentáveis. Ao mesmo tempo, o segmento de Químicos continuou seu forte histórico de geração de caixa resiliente”, disse Ilham Kadri (foto), CEO da Solvay.

“Apesar dos desafios do atual ambiente global – acrescentou a CEO da Solvay – estamos confiantes de que a prossecução deste plano nos permitirá criar valor atraente para os acionistas no longo prazo. Nossos funcionários talentosos e dedicados trabalharam duro para transformar a Solvay, e seus esforços nos permitiram dar este importante passo para a criação de duas empresas fortes. Esperamos criar oportunidades em cada empresa para que nossos funcionários prosperem e cresçam e estamos confiantes de que ambas as empresas manterão os mesmos níveis de foco no cliente e compromisso com a criação de valor.”

“A notícia de hoje é um marco importante para a Solvay. Na última década, a Solvay passou por grandes evoluções e a transformação se acelerou sob a liderança de Ilham Kadri, com foco no crescimento lucrativo e na simplificação da empresa, ao mesmo tempo em que impulsiona a inovação e eleva o nível de sustentabilidade. Este anúncio marca a próxima fase da transformação. Em nome de todo o Conselho, estamos ansiosos para orientar o próximo capítulo de criação de valor sustentável da Solvay para acionistas, clientes e funcionários”, disse Nicolas Boël, Presidente do Conselho de Administração da Solvay

Benefícios da separação – Após a conclusão, a separação estabeleceria dois fortes líderes do setor que se beneficiariam da flexibilidade estratégica e financeira para se concentrar em seus modelos de negócios distintos, mercado e prioridades das partes interessadas.

Após a separação, cada empresa independente estaria posicionada para:

• Intensificar o foco em sua estratégia e oportunidades de crescimento;
• Priorizar recursos para atender às suas necessidades comerciais exclusivas;
• Aplicar modelos operacionais diferenciados para melhor atender seus clientes;
• Buscar estruturas de capital distintas e prioridades de alocação de capital;
• Impulsionar iniciativas de sustentabilidade, incluindo alcançar a neutralidade de carbono antes de 2040 para SpecialtyCo e antes de 2050 para EssentialCo;
• Atrair e reter os talentos mais adequados para negócios distintos; e
• Fornecer uma tese clara de investimento e visibilidade para atrair uma base de investidores de longo prazo adequada a cada empresa.

EssentialCo, um líder de produtos químicos essenciais com geração de caixa resiliente – A EssentialCo forneceria tecnologias que provaram ser essenciais em vários mercados finais atraentes e resilientes (incluindo construção, bens de consumo, automotivo) e se beneficiaria de uma base de fortes posições de liderança.

Como uma empresa independente, a EssentialCo estaria posicionada para reforçar ainda mais sua liderança por meio de oportunidades de expansão e consolidação, incluindo a aceleração do crescimento em carbonato de sódio natural e bicarbonato de sódio, buscando o crescimento na região Ásia-Pacífico e ampliando ainda mais sua liderança em um mercado de peróxido em consolidação.

Também desempenharia um papel fundamental na aceleração da transição energética iniciada em seu negócio de carbonato de sódio para ser neutra em carbono antes de 2050. Após a separação, a EssentialCo fortaleceria seu modelo operacional, aprimorando sua liderança em custos e maximizando a geração de caixa.

SpecialtyCo, um líder de especialidades químicas com potencial de crescimento acelerado – Como uma empresa independente, a SpecialtyCo forneceria soluções inovadoras e de valor agregado que suportam um mundo mais sustentável, gerando crescimento acima do mercado e fortes retornos. A SpecialtyCo seria composta por dois segmentos de negócios:

• Materiais: O segmento de Materiais é líder da indústria em materiais avançados, focado em trazer novas soluções aos clientes que abordam desafios críticos de desempenho e ambientais. A Materials tem um amplo portfólio de materiais exclusivos e patenteados baseados em tecnologias de polímeros de alto desempenho e compostos de fibra de carbono, com posições de liderança global em todos os principais mercados. Esses negócios têm um forte histórico de crescimento acima do mercado, apoiado por megatendências subjacentes, incluindo eletrificação, redução de peso, mobilidade sustentável e digitalização.

Com foco na inovação, um mecanismo comercial robusto e uma compreensão única de sua base de clientes, a Materials estaria posicionada para impulsionar a penetração contínua de suas soluções sustentáveis para ajudar os clientes a revolucionar seus setores (transporte, eletrônicos, saúde). O segmento se beneficiaria de maiores investimentos em capacidade, inovação e capacidades comerciais para apoiar o crescimento orgânico acima do mercado com retornos superiores e margens líderes do setor.

• Consumidores e Recursos: O segmento Consumidores e Recursos consiste principalmente em negócios dentro do atual segmento de Soluções da Solvay e seria líder de mercado no fornecimento de ingredientes especiais focados em soluções mais naturais e sustentáveis, antecipando as necessidades dos clientes em rápida evolução.

Com um modelo de negócios comprovado e leve em ativos que é apoiado por megatendências subjacentes, incluindo ingredientes ecologicamente corretos e eficiência de recursos, o segmento está bem posicionado para direcionar a indústria de consumo para soluções de base biológica, naturais e circulares, alavancando seu portfólio de soluções e aplicações inovadoras. O segmento estaria posicionado para impulsionar o crescimento do mercado com fortes retornos.

Visão geral da transação proposta – Cada empresa teria uma estrutura de capital sob medida que melhor suportasse seus objetivos de criação de valor. A SpecialtyCo estaria comprometida com uma forte classificação de grau de investimento.

A empresa teria total flexibilidade financeira no momento da separação para financiar seu plano de crescimento. A EssentialCo manteria uma política financeira prudente para apoiar a geração de caixa. A atual classificação de grau de investimento da Solvay SA deve ser preservada até a separação.

A Solvay SA está comprometida em oferecer aos atuais detentores de títulos sênior e híbridos em USD e EUR a opção de serem transferidos para a SpecialtyCo no devido tempo. O dividendo no início destina-se a estar alinhado com o nível atual da Solvay.

Sob o plano de separação, os acionistas da Solvay manteriam suas atuais ações da Solvay, que continuarão listadas na Euronext Bruxelas e na Euronext Paris. A separação seria efetivada por meio de uma cisão parcial da Solvay, por meio da qual os negócios de especialidades seriam cindidos para a SpecialtyCo.

Os acionistas da Solvay no momento da separação receberiam ações da SpecialtyCo proporcionalmente à sua participação na Solvay SA. Espera-se que as ações de cada empresa sejam listadas na Euronext Bruxelas e na Euronext Paris.

A empresa espera estruturar a separação de uma maneira que seja eficiente em termos fiscais para uma maioria significativa de acionistas em jurisdições importantes. A composição dos Conselhos e das equipas de gestão, bem como a designação de cada empresa, serão divulgadas posteriormente.

A transação está sujeita às condições gerais de mercado e condições habituais de fechamento, incluindo a aprovação final do Conselho de Administração da Solvay, consentimento de certos financiadores e aprovação dos acionistas em assembleia geral extraordinária, e deve ser concluída no segundo semestre de 2023.

O Conselho de Administração da Solvac, acionista de referência de longa data da Solvay, confirmou seu apoio à transação da Solvay. A Solvay pretende atualizar os investidores sobre as estratégias da SpecialtyCo e da EssentialCo antes da conclusão da separação.

Consultores – Morgan Stanley e BNP Paribas estão atuando como consultores financeiros para a transação, enquanto Cleary Gottlieb Steen & Hamilton e Linklaters atuam como consultores jurídicos.

O Grupo Solvay é uma companhia de química e de materiais com 21.000 empregados em 63 países. As soluções do Grupo podem ser encontrados em residências, alimentos e bens de consumo, aviões, carros, baterias, dispositivos inteligentes, equipamentos de saúde, sistemas de purificação de água e ar. Fundada em 1863, a Solvay está hoje entre as três principais empresas do mundo na maioria de suas atividades e obteve vendas líquidas de € 10,1 bilhões em 2021. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

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Covestro e Orbhes lançam, no mercado brasileiro, primeiro colchão produzido com tecnologia CO2

04/04/2022

A Covestro, uma das principais fabricantes mundiais de materiais de polímeros, e a Orbhes, fabricante nacional de colchões de alta qualidade com marcas conhecidas, como Restonic, apresentam ao mercado brasileiro os primeiros colchões produzidos com tecnologia CO2.

Isso é possível graças ao uso da exclusiva tecnologia Triturn , da Covestro, que permite a reutilização do dióxido de carbono como matéria-prima para a produção de poliol. Com este poliol de base CO2, chamado cardyon, até 20% de matéria-prima fóssil pode ser substituída na produção, reduzindo a dependência de recursos fósseis e impulsionando uma mudança sustentável.

Em parceria com a Covestro, a Orbhes utilizará a tecnologia para a produção das linhas de colchões Stallion, Kingpedic e Restonic, expressando seu compromisso rumo à sustentabilidade e economia circular.

“O lançamento com a Orbhes é fruto de um trabalho de anos realizado pela Covestro no Brasil e reforça a visão global da empresa de que uma economia circular só será possível com parcerias para soluções conjuntas”, destaca Fernanda Porto, representante técnica-comercial da Covestro Latam, responsável pelo projeto.

REutilizar, REduzir e REalizar

Há mais de 50 anos, a Covestro inventou a espuma de poliuretano que garante o conforto dos colchões. Em todas estas décadas, diferentes inovações trouxeram novas possibilidades à indústria de colchões e a Covestro segue inovando, buscando novas soluções capazes de atender às demandas atuais dos clientes e também da sociedade.

Este é o papel da tecnologia Triturn e de outras no portfólio da Covestro. Ao recuperar o CO₂ e inseri-lo novamente na cadeia de valor, a tecnologia permite que diferentes stakeholders da cadeia conduzam mudanças rumo a uma maior sustentabilidade.

“Tecnologias como o Triturn, da Covestro, são essenciais para apoiar a transformação da indústria de colchões rumo à sustentabilidade e economia circular”, afirma Rogério Coelho, diretor executivo do Grupo Orbhes e presidente da Associação Brasileira da Indústria de Colchões. “A Orbhes já possui iniciativas relacionadas à compensação de CO2 por meio de plantio de árvores, mas ao tornamos nossos produtos mais sustentáveis enviamos uma clara mensagem ao mercado e a nossos consumidores finais sobre a importância destes conceitos para a empresa”.

A Covestro é uma das principais fabricantes mundiais de materiais de polímeros de alta qualidade e seus componentes. A Covestro atende clientes do mundo todo em indústrias-chave como mobilidade, construção e decoração, além dos setores elétrico e eletrônico. Além disso, os polímetros da Covestro são usados em setores como de esportes e lazer, cosméticos e saúde, além da própria indústria química. A empresa tem o compromisso de se tornar totalmente circular e está trabalhando para atingir a neutralidade climática até 2035 (escopos 1 e 2). A Covestro gerou vendas 15,9 bilhões de euros no ano fiscal de 2021. No fim de 2021, a empresa tinha 50 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,9 mil pessoas (em jornada integral).

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Novo Guia de compatibilizantes da Dow focaliza compatibilizantes para reciclagem de embalagens multimateriais

04/04/2022

A Dow desenvolveu o Guia de Compatibilizantes, que traz um portfólio inovador de soluções que melhoram a capacidade de reprocessamento de materiais. O conteúdo está disponível na plataforma “O Futuro do Plástico”, criada pela Dow com o objetivo de incentivar convertedores da indústria do plástico a terem olhar estratégico que contemple rentabilidade do negócio, benefícios ao meio ambiente e à sociedade ao implementar a transição para a economia circular. O guia explica como os compatibilizantes podem ser usados para tornar tecnicamente recicláveis mesmo em estruturas complexas como as embalagens multimateriais.

Repensar o design de embalagem a partir da lógica da circularidade é uma prioridade para a toda a cadeia de bens de consumo. A Dow afirma que tem como meta investir em soluções para embalagens desenhadas para reciclabilidade como um dos caminhos para a economia circular.

A partir dessa premissa, a Dow tem investido em soluções que permitem o desenvolvimento de embalagens monomaterial, como é o caso do Stand Up Pouch de polietileno e de embalagens termoformadas feitas com a tecnologia Phormanto. Porém, vale ressaltar que, em determinadas aplicações, as embalagens requerem altas barreiras ao oxigênio para a conservação de alimentos e de produtos perecíveis. Com isso, são necessários materiais adicionais, como EVOH (Copolímero de Etileno e Álcool Vinílico) e Poliamida, trazendo o desafio de balancear o melhor desempenho da conservação do alimento e da sua embalagem com a sua reciclabilidade.

Para solucionar esse desafio, a Dow afirma ter desenvolvido um portfólio de compatibilizantes que visam melhorar a capacidade de reprocessamento de diferentes materiais no processo de reciclagem. Os compatibilizantes são substâncias que, quando adicionadas às estruturas, permitem que elas sejam recicladas mais facilmente e incorporadas na cadeia de reciclagem de polietileno (PE) existente. Como resultado desse processo, origina-se a resina pós-consumo com melhor qualidade e desempenho – preservando as suas propriedades mecânicas, garante a Dow.

“Uma vez compatibilizado, esse material plástico pós-consumo pode resultar em um filme reciclado de melhor performance, especialmente em relação às propriedades óticas, se comparado a filmes reciclados sem a presença de compatibilizantes”, explica Gianna Buaszczyk, engenheira de Pesquisa e Desenvolvimento na Dow Brasil.

Os compatibilizantes podem ser adicionados a estruturas feitas de diferentes polímeros, como as de EVOH/PE e PA/PE. Eles tornam esses materiais compatíveis, permitindo a reciclagem na cadeia de polietileno. Para tornar a embalagem tecnicamente reciclável desde o momento do seu desenvolvimento, é recomendado incorporar o compatibilizante na estrutura da embalagem.

Além disso, esses elementos ajudam a solucionar outro problema constante: os resíduos (aparas) que sobram do processo de produção de embalagens, que geram custo de armazenagem ou de descarte. Quando o compatibilizante é adicionado no processo de recuperação das aparas, pode gerar, em média, um ganho de até 15% em função do reaproveitamento desse material frente ao descarte.

Entre os compatibilizantes desenvolvidos com exclusividade pela Dow está o Retain 3000. Segundo a empresa, a sua utilização permite adicionar valor às estruturas – que podem voltar ao ciclo de produção pós-consumo na forma de uma resina reciclada de qualidade. Trata-se de uma solução para possibilitar a reciclagem de diversos tipos de embalagens de forma eficiente, otimizar o custo com o reúso de aparas e ser um caminho rumo às metas de sustentabilidade na indústria.

“Criar uma cadeia circular para o plástico de forma a promover a reciclagem segue como uma das metas de sustentabilidade mais importantes para nós, da Dow. Por isso, em minha recente colaboração para a plataforma digital Futuro do Plástico, destaco a utilização dos compatibilizantes como tecnologia inovadora para a expansão da reciclagem e, por consequência, da economia circular. A plataforma dispõe de um guia que explica como os compatibilizantes podem ser usados para tornar tecnicamente recicláveis mesmo estruturas complexas, como as embalagens multimateriais”, afirma Gianna Buaszczyk, engenheira de Pesquisa e Desenvolvimento na Dow Brasil.

Plataforma “O Futuro do Plástico”

“O Futuro do Plástico” surgiu para guiar os convertedores na jornada da economia linear para o modelo circular. A transição pode ser complexa, mas a plataforma auxilia e facilita o caminho com conteúdos, como artigos, vídeos, seções rápidas e materiais exclusivos.

A plataforma existe para incentivar convertedores da indústria do plástico a terem olhar estratégico que contemple rentabilidade do negócio, benefícios ao meio ambiente e à sociedade ao implementar a transição para a economia circular.

Esse projeto é resultado de uma estratégia adotada pela Dow de colocar a sustentabilidade na base do desenvolvimento de novas soluções para a indústria do plástico. O objetivo da empresa é colaborar e inovar para oferecer produtos que contribuam para um mundo melhor por meio de três áreas centrais: proteção ao clima, produção de materiais mais seguros e economia circular.

A Dow possui um portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow com uma grande variedade de produtos e soluções de base científica, ofertados a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e aplicações para o consumidor. A Dow opera 104 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2021, gerou aproximadamente US$ 55 bilhões em vendas.

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Adirplast assina compromisso para o futuro dos oceanos

04/04/2022

A entidade criou um Comitê de sustentabilidade que tem como objetivo empreender ações durante o ano. A primeira foi a assinatura do Compromisso para o Futuro dos Oceanos

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) é signatária em vários projetos ambientais como, por exemplo, o Pellet Zero e o Tampinha Legal, entre outros. Agora a associação reforça o seu comprometimento criando o Comitê de Sustentabilidade. “O nosso objetivo é intensificar a nossa ação para o uso consciente do plástico e desenvolver diversas ações de incentivo a reciclagem”, explica Laercio Gonçalves, presidente da Adirplast.

Uma das primeiras ações do Comitê foi assinar a carta Compromisso para o Futuro dos Oceanos, da Cátedra UNESCO para Sustentabilidade do Oceano. “Este é um passo importante e essencial no desenvolvimento de um trabalho consistente”, explica Osvaldo Cruz, integrante do Comitê. O documento assinado pela entidade propõe oito pontos fundamentais. A promoção, disseminação e o apoio a ações para a difusão da “Cultura Oceânica”. A ideia é de chamar a atenção de todos para o Oceano e para o movimento em prol de sua sustentabilidade. Além disso, o programa tem como objetivo contribuir para que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, em especial do ODS 14, sejam atingidos. Colaborar para superação dos desafios da Década do Oceano também está entre os pontos importantes do programa, assim como desenvolver ou incentivar ações que busquem minimizar os impactos negativos do descarte inadequado dos plásticos e que promovam, ao invés disso, uma economia sustentável.

Para reforçar o Comitê, a entidade também conta com a experiência de duas especialistas no assunto: Silvia Piedrahita Rolim, engenheira química e especialista em Gestão Ambiental pela Faculdade de Saúde Pública da USP, e Claudia Veiga, que tem especialização em Administração da Comunicação com o Mercado pela FGV, além de mais de 25 anos de experiência com questões ambientais. Juntas elas irão planejar e colocar em práticas ações de sustentabilidade. “A Adirplast sempre se demonstrou atenta ao tema sustentabilidade e o desejo de fazer algo efetivo que trouxesse contribuições para a sociedade. A partir desse objetivo, estamos idealizando juntos um projeto , a fim de criar um movimento de conscientização e sensibilização da sociedade sobre a importância da ação de cada cidadão na destinação correta dos resíduos e preservação do meio ambiente”, explica Silvia.

Em boa parte, a adesão da Adirplast a projetos ambientais está ligada ao combate à falsa ideia de que a produção do plástico ou de que mesmo o plástico como produto seja o inimigo número um do meio ambiente. “Sabemos da importância do plástico na vida do ser humano, por isso trabalhamos incansavelmente para derrubar o falso mito de vilão que o produto carrega. Nós como empresários e cidadãos estamos trabalhando para trazer novas tecnologias e práticas sustentáveis para o nosso negócio e para toda a sociedade”, explica Cruz.

Além disso, finaliza Gonçalves, presidente da entidade, é preciso que se ressalte que o plástico é um produto 100% reciclável: “Se a embalagem vai parar no oceano, isso é resultado da falta de um sistema eficiente de coleta e recuperação de materiais reutilizáveis e não do plástico, que é um produto de inúmeras qualidades e que nos ajuda a produzir produtos mais higiênicos, leves e duráveis”.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes biorientados, plásticos de engenharia, masterbatches e compostos. Atualmente, a associação agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2020. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros, masterbatches, compostos e filmes biorientados comercializados no país. Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas garantem ao cliente final a qualidade do produto e dos serviços de logística e crédito. Além disso, contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil.

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Coberturas Retráteis de Acrílico agregam mais sofisticação e versatilidade a ambientes externos

04/04/2022

Extremamente versáteis, as coberturas retráteis de acrílico permitem que ambientes externos sejam aproveitados durante o ano todo. Além de leves, essas estruturas são charmosas

Não é só de verão que vivem muitos ambientes externos de casas e pontos comerciais, como restaurantes e até mesmo centros esportivos. Também, por isso, as coberturas retráteis de acrílico têm se tornado tendência entre os projetos de decoração e ambientação de áreas externas, como piscinas, varandas e jardins de casas. Esse sistema é composto de estruturas de coberturas retráteis e modulares. Diferentemente das coberturas retráteis comuns, elas contam com um sistema de abertura Rail-Less, ou seja, sem trilhos. Isso dá ao conjunto um movimento suave e linear dos módulos retráteis, além de evitar que trilhos tenham que ser instalados no piso destes lugares.

Além de poder aproveitar esses ambientes em diferentes estações do ano e mesmo em dias chuvosos, as coberturas retráteis de acrílico contribuem com a funcionalidade e a melhor eficiência de piscinas, por exemplo. Marco Pie, do departamento técnico comercial da Cobertura Telescópica, empresa responsável pelo desenvolvimento desses produtos no Brasil, explica que essas coberturas reduzem os gastos com a manutenção e o aquecimento da piscina em até 50%. Isso acontece porque a cobertura protege a área de sujeiras externas e eleva a temperatura do local e da água em até 12°C nos dias mais frios. Nos dias quentes, a fácil abertura total da área permite que ela seja aproveitada integralmente. “Vale considerar também que no caso das piscinas, a cobertura ainda se mostra uma excelente opção de proteção para crianças de animais de estimação”, diz Pie.

O executivo, que já trabalha com as coberturas retráteis há cerca de 15 anos e já entregou mais de 320 unidades do produto em diferentes locais do país, conta que desenvolveu a Cobertura Retrátil Rail-Less, que é um sistema composto essencialmente por elementos que funcionam como painéis, o que facilita sua produção e instalação. Além disso, o sistema, por dispensar a utilização de trilhos, trabalha de forma independente, o que o torna também mais seguro. Pie conta ainda que esse sistema de cobertura pode ser construído com diferentes materiais, mas ele indica o acrílico principalmente porque as chapas são leves e resistentes às trepidações do sistema. Além disso, elas possuem proteção contra raios ultravioletas do sol e, por isso, não amarelam com o tempo.

A grande maioria das Coberturas Retráteis Rail-Less (80% delas, conta Marco Pie) foi instalada para proteger piscinas. Mas restaurantes e outros pontos comerciais também estão entre os clientes frequentes do produto. Aliás, a maior cobertura retrátil de acrílico da América-Latina foi instalada sobre a cobertura do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, justamente para proteger uma área que abriga restaurantes. Outro grande projeto da empresa, diz Pie, é a cobertura retrátil do Sesi de Roraima. A estrutura, que protege a piscina do local, é de 28×18 metros.

Ainda segundo o executivo da Cobertura Telescópica, o preço do metro quadrado da Cobertura Retrátil Rail-Less varia de R$ 1.500 a R$ 3.000, incluindo os tetos e laterais.

Coberturas fixas em acrílico e outros benefícios do material

O acrílico também é uma excelente opção para os projetos de coberturas fixas. Recentemente o material foi utilizado na construção da cobertura de acesso do Mercado Público de Vacaria, no RS, onde são realizadas feiras e outros eventos.

Assim como mencionou Marco Pie, a leveza é um dos principais atributos das chapas acrílicas. Isso faz com que as estruturas onde tradicionalmente é empregado o vidro fiquem mais leves e, por isso, livres de boa parte da estrutura metálica pensada apenas para dar suporte à cobertura. O resultado é um projeto visualmente mais limpo e leve. No entanto, no caso do acrílico, renunciar ao peso não significa renunciar à resistência. Pelo contrário, as chapas de acrílico são dez vezes mais resistentes a impactos do que o vidro, afirma o ILAC. Isso permite que elas resistam melhor que o vidro inclusive a impactos causados por tempestades de granizo, por exemplo.

Outro ponto positivo do acrílico em relação ao vidro é seu alto percentual de transparência. As chapas de acrílico transparente permitem a passagem de 92% da luz. Já o vidro oferece um índice menor comparativamente às mesmas espessuras.

O uso das chapas acrílicas é vantajoso também em relação as chapas de policarbonato alveolares. Isso porque as chapas acrílicas não sujam ou amarelam com o tempo.

O ILAC – Instituto Latino-Americano do Acrílico é fruto do trabalho de integração das empresas do setor de acrílico na América Latina e tem como objetivo inicial a troca de informações e conhecimento sobre aplicações finais e processamento do acrílico em cada um dos países que participam ou virem a participar do grupo. O Instituto segue as premissas do seu antecessor INDAC, que há mais de 20 vinha atuando para gerar negócios e difundir o acrílico como matéria-prima. Atualmente, 32 empresas são associadas ao ILAC, que deve crescer ainda mais em 2022. Entre elas: Acrilaria, Acriresinas, Acrílico Design, Acrilmarco, Acrimax, Acrinox, Acriplanos, Actos, Art Cryl, Bold, Brascril, Caampion, Castcril, Cristal Cores, CutLite, Emporium, Day Brasil, Inkcryl, JR Laser, Menaf, Mitsubishi Chemical, Osvaldo Cruz, Proneon, Sheet Cril, Tronord, Tudo em Acrílico, Unigel e Work Special, juntam-se ao quadro as empresas Paolini e Lamanna, da Argentina, Formaplax, da Colômbia e Induacril do Chile.

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UBE participa do lançamento do Programa Metano Zero

04/04/2022

Carlos Catarozzo, diretor da UBE América Latina, um dos principais players globais de membranas para separação de gases, participou, na semana passada, do lançamento de medidas de incentivo à produção e ao uso sustentável do biometano, um combustível renovável obtido a partir da purificação do biogás e que pode substituir os combustíveis fósseis.

Estas medidas fazem parte do programa ‘Metano Zero’, uma iniciativa do Governo brasileiro para atuar na proteção ambiental a partir do tratamento de resíduos orgânicos para gerar biogás e biometano.

“A questão é extremamente relevante no contexto atual. A inserção do biometano no REIDI (Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura) permitirá a construção de novas plantas para a produção do biometano, aumentando a oferta do produto”, celebra Carlos.

O Brasil é o primeiro país a tomar medidas concretas desde o Acordo Global do Metano, assinado por mais de 100 países na COP26 – UN Climate Change Conference. “Estas são soluções climáticas encabeçadas pelos Ministérios do Meio Ambiente e de Minas e Energia, com foco no produtor rural e no empreendedor e que geram emprego verde e renda para todos os brasileiros”, completa Carlos.

O programa ‘Metano Zero’ tratará o lixo orgânico, da cidade e do campo (resíduos de aves, suínos, cana, laticínios e aterro sanitário), transformando-o em biogás para ser usado como energia ou em biometano para uso em veículos pesados (caminhões, tratores e ônibus), a fim de reduzir o custo dos combustíveis. O biofertilizante é outro importante produto gerado a partir do tratamento dos resíduos. Já o Crédito de Metano visa gerar receita extra para as usinas de biogás e de biometano.

“Não é de hoje que a UBE Corporation Europe defende a importância da inclusão do biometano em programas como este. Tanto que estamos prontos para apoiar a indústria e os clientes locais com membranas de última geração. Como um dos principais fornecedores globais de membranas para separar gases, vamos trabalhar junto com o mercado para atingir as metas definidas pelo governo e auxiliar a indústria na geração de energia verde”, celebra o Executivo da UBE.

A UBE afirma que as suas membranas garantem eficiência e segurança no upgrade do biogás para o biometano, resultando em um combustível que atende as normas estabelecidas pela ANP (Agência Nacional do Petróleo), mais versátil que os outros energéticos e que pode ser aplicado de forma complementar ao gás natural e ao diesel.

Dentre as principais vantagens do uso da tecnologia de membranas frente a outras tecnologias para o processo de upgrade de biogás, pode-se destacar a não utilização de insumos químicos ou água para remoção do CO2. Devido à sua configuração modular, tanto a operação, manutenção e um possível scale-up da planta são muito simples.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos. A UBE possui mais de 35 anos de expertise na tecnologia de membranas para separação de gases. Em 1989, a UBE forneceu os primeiros separadores de CO2 para uma planta piloto de tratamento de biogás na Alemanha. A UBE vem aprimorando a tecnologia ao longo dos anos e suas principais vantagens são a alta resistência a H2S, podendo operar com concentrações de até 30.000ppm, sem danos ao material. A UBE garante que a alta resistência química, térmica e mecânica da poliimida patenteada pela empresa garante uma vida útil longa. A permeabilidade e a seletividade do UBE CO2 Separator garantem um processo compacto de baixo CAPEX e OPEX, assegura a UBE.

Todas as membranas da UBE são fabricadas no Japão e o escritório brasileiro, localizado em São Paulo, atende a toda América Latina, com ênfase no Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

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Entec traz polímeros sustentáveis para o mercado brasileiro

28/03/2022

A distribuidora oficial do grupo Ravago trouxe para o país duas novas tecnologias para mitigar a presença do plástico na natureza: um biopolímero e um aditivo, que misturados às resinas plásticas aceleram a sua decomposição

A necessidade de preservar a natureza e diminuir a invasão, sem precedentes, de plásticos, especialmente nos oceanos, tem se tornado uma preocupação da cadeia do setor plástico, envolvendo petroquímicas, distribuidores, transformadores e público final. A Entec, distribuidora pertencente ao grupo Ravago, reconhece sua responsabilidade em relação ao tema: “Além de incentivar a circularidade dos materiais por meio da coleta seletiva e da reciclagem do plástico, estamos em busca de soluções para os nossos clientes que, somadas às demais, contribuam para um final ainda mais adequado ao plástico, especialmente se este não for descartado corretamente”, explica Osvaldo Cruz, diretor da Entec.

Algumas dessas soluções, citadas por Cruz, foram trazidas para o Brasil pela empresa. São dois polímeros que a Entec está oferecendo aos seus clientes: o biopolímero NuplastiQ e o aditivo Eco One. Importados dos Estados Unidos, os produtos são responsáveis por acelerar a decomposição de peças plásticas duráveis em aterros ou ambientes marinhos, afirma a Entec.

“Não podemos mais ignorar as restrições que têm sido impostas contra o plástico. Nossa missão como profissionais da área e, principalmente, como cidadãos, é deixar um legado. Essas novas tecnologias deixam o plástico menos persistente e mitigam sua presença na natureza”, conta Antonio Bescorovaine, coordenador de Polímeros Sustentáveis da Entec Brasil.

Segundo a Entec, um dos produtos, o NuPlastiQ, produzido pela BioLogiQ e comercializado desde 2017, melhora a biodegradabilidade de plásticos convencionais – como PE, PP e PS – por um mecanismo natural que não é a fragmentação. A Enteq afirma que o NuPlastiQ, feito de plantas, demonstrou não afetar a vida útil do produto (ou embalagem) nem a reciclabilidade mecânica quando utilizado de acordo com as recomendações do fabricante.

A Entec garante que o NuPlastiQ preserva características dos plásticos como baixo custo, durabilidade e reciclabilidade, ao mesmo tempo em que dá um passo significativo no sentido de abordar o problema da persistência ambiental. Segundo a empresa, o NuPlastiQ almeja um perfil de biodegradação similar ao da madeira: durável durante o uso e mais rapidamente biodegradável nos infelizes casos nos quais atinge o meio ambiente. O NuPlastiQ está disponível em blendas prontas para extrusão com PE, PP e PS.

O outro produto da Entec, o Eco One, produzido pela EcoLogic LLC, é um aditivo enzimático que, adicionado à cadeia do polímero, atrai micro organismos quando o plástico é colocado em um ambiente anaeróbico, – como nos lixões e aterros sanitários – no qual os fungos, enzimas e bactérias formarão colônias de decomposição sobre a superfície do plástico, promovendo a biodegradação desse material, afirma a empresa.

Segundo a Entec, o Eco One pode ser adicionado a diferentes tipos de plásticos como PE, PP, PS, PET, PVC, entre outros, sem necessidade de alterar a configuração da máquina, além do fato que a reciclabilidade do material continua intacta.

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70 anos da feira K em Düsseldorf

23/03/2022

No mesmo ano em que a rainha Elizabeth II subiu ao trono, em que a primeira válvula cardíaca artificial foi implantada nos EUA e em que o musical “Singin’ in the Rain” inspirou milhões no cinema, se fez história também na Alemanha com a edição inaugural da feira K, sediada em Düsseldorf de 11 a 19 de outubro de 1952. Naquela época, ninguém suspeitava que este evento que estava apenas decolando se tornaria a principal feira mundial da indústria de plásticos e borracha.

Hoje, a K em Düsseldorf pode relembrar uma história de sucesso de 70 anos. É a plataforma de informações e negócios mais relevante da indústria de plásticos e borracha em todo o mundo. Sua posição é indiscutível como a feira líder para toda a indústria, onde a liderança temática e a inovação andam de mãos dadas para abrir o caminho para visões para o futuro. Em nenhuma outra plataforma a internacionalidade é tão alta quanto em Düsseldorf. Para a K 2022, de 19 a 26 de outubro, são esperados cerca de 3.000 expositores de 61 países e o Centro de Exposições de Düsseldorf já está com o espaço de exposição completamente.

Como tudo começou

No entanto, a feira K em Düsseldorf também começou pequena: o evento de estreia “Wunder der Kunststoffe” (Maravilhas do Plástico) em 1952 registrou 270 empresas expositoras – exclusivamente da Alemanha. Eles ocuparam aproximadamente 14.000 metros quadrados de espaço de exposição líquido.

Na estreia, 165.000 visitantes ficaram maravilhados especialmente com os bens de consumo coloridos exibidos pelos processadores de plásticos. Isso porque de 1952 a 1959 K Düsseldorf foi puramente uma vitrine da indústria alemã. Qualquer visitante interessado, fosse um leigo ou especialista, era admitido para visitar a feira. As principais atrações em exposição foram produtos projetados para tornar a vida mais bonita e conveniente. Hoje, nós achamos graça da publicidade da época, a qual também era voltada para a “dona de casa moderna” e apresentava a ela as conquistas do pós-guerra, como capas de chuva de PVC da moda ou meias de nylon transparentes – símbolos estéticos do milagre econômico.

Quanto mais a indústria de plásticos foi se especializando e os plásticos de alta tecnologia para soluções especiais em eletrônica, medicina, automotiva ou aeroespacial atraíam atenção além dos polímeros padrão, mais especialistas visitavam a feira. Em 1963, foi feita um corte: a K em Düsseldorf tornou-se uma feira de nível internacional com foco em interesses especiais. Desde então, mantém sua posição como uma das principais feiras comerciais globais para toda a indústria. A edição de 2019 recebeu mais de 220.000 visitantes comerciais de quase 170 países.

A origem internacional e a composição dos expositores também garantirão a completude das gamas de produtos e uma visão abrangente do mercado mundial na próxima feira K no outono. Em nenhum outro lugar os visitantes encontrarão tamanha riqueza de inovações, e nenhuma outra feira fornecerá tamanha variedade de impulsos para o futuro da indústria global de plásticos e borracha.

Microsite do evento: mergulhe nos 70 anos de K em Düsseldorf

Antes mesmo da K 2022 abrir seus portões, já existe a oportunidade de entrar no clima do aniversário da feira. Estamos celebrando a K com seu próprio microsite, convidando você a mergulhar em sete décadas de história K e a sorrir e se maravilhar com fotos e histórias históricas. Embarque em uma viagem no tempo em https://70years.k-online.de/en

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Feira Interplast apresenta tecnologias em máquinas e equipamentos possibilitam melhorias nas indústrias de transformação do plástico

22/03/2022

A Interplast 2022 – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, que será realizada de 5 a 8 de abril, em Joinville, reunirá um acumulado de três anos de lançamentos em máquinas e equipamentos, considerando que a feira não foi realizada no período da pandemia. As inovações passam a ser uma importante alternativa para as indústrias de transformação do plástico investirem na modernização dos parques fabris e melhorias dos processos.

A ARBURG, uma das fabricantes líderes mundiais de injetoras de altíssima qualidade para processamento de plásticos, apresenta na Interplast a injetora elétrica Golden Electric. Segundo a empresa, as máquinas elétricas ARBURG são potentess e, ao mesmo tempo, econômicas, tendo o dimensionamento perfeitamente graduado e se ajustando a qualquer aplicação. A injetora Golden Electric é o modelo básico da companhia. Entre os diferenciais, destacam-se os tempos de ciclo seco curtos e os movimentos simultâneos. O preenchimento do molde é reprodutível, a demanda de energia excepcionalmente baixa, além dos baixos requisitos de refrigeração e baixo nível de ruído, garante a empresa.

Especializada na fabricação de máquinas com tecnologia de fibra óptica, a Welle Laser leva para a Interplast o portfólio de máquinas de marcação e corte laser. As máquinas para marcação e gravação laser atendem os mais diversos mercados, com soluções para marcar polímeros e metais com quatro linhas de máquinas, aderentes a qualquer demanda do cliente.

A Unic Brasil leva para a Interplast máquinas injetoras de plástico e destaca as novas tecnologias para processos de injeção. Segundo a empresa, as injetoras contam com a tecnologia diferenciadas para dosagem elétrica e são flexíveis para uso nos mais diferenciados processos de injeção de peças termoplásticas, com baixo consumo de energia. A máquina em destaque da Único Brasil na feira é da fabricante LK e vem equipadas com tecnologia de servomotores, aplicados na bomba hidráulica e na dosagem. Essa característica resulta em uma máquina injetora híbrida e com movimentos simultâneos.

A máquina injetora de plástico FIT-280 que opera com simultaneidade de movimentos será o destaque da TSONG na Interplast. A simultaneidade de movimentos combinada com a configuração do conjunto de injeção e acionamento por servo motor garantem menor tempo de ciclo, aumentando a produtividade com economia de energia elétrica. A série de máquinas possui forças de fechamento variando de 90 a 1600 toneladas e o acionamento servo motor resulta em economia de energia de até 75%, comparado às máquinas de motor convencional, afirma a empresa. A série de injetoras FIT pode ser adaptada para qualquer tipo de aplicação, atendendo às normas de segurança de NR-12 e contando com dois anos de garantia do fabricante.

Os visitantes da Interplast terão a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre as linhas de reciclagem de PE, PP e PET e a estação de tratamento de efluentes industriais da Seibt. Uma linha de reciclagem de PET de 1.500Kg/h é capaz de reciclar aproximadamente 45.000 garrafas PET por hora. A estação de tratamento de efluentes industriais da Seibt é um sistema desenvolvido para tratamento, reuso e emissão correta do efluente líquido e do lodo gerado no processo de reciclagem de plásticos.

A Cortadeira Rebobinadeira Vemax VRXS STDH é o lançamento que a Vemax leva para o estande da Interplast. O equipamento conta com eixos diferenciais e foi desenvolvida para trabalhos pesados com papel, filmes plásticos ou autoadesivos, atendendo a empresas de embalagens flexíveis, rótulos e etiquetas. A cortadeira rebobinadeira Vemax possui o Sistema integrado de Controle, que, através de uma rede interna, possibilita a comunicação direta com o PLC da máquina e com todos os outros componentes eletrônicos. Com essa tecnologia é possível fazer qualquer reparo ou mudança de programação a distância e online.

Uma célula de produção inteligente compreendendo injetora, robô e periféricos, totalmente integrada e com automação, será o destaque da Wittmann Battenfeld em seu estande na Interplast. O produto é voltado para os transformadores de plástico por injeção. Com a integração, é possível estabelecer a comunicação entre os equipamentos de fabricação, produtos e seus componentes para alcançar uma produção eficiente e personalizada. A célula de produção conta com tecnologia da biblioteca modular Wittmann 4.0, que contempla inúmera possibilidades. O foco é voltado para funções inteligentes para auto-otimização dos aparelhos individuais, uma plataforma uniforme para transmissão de dados entre a injetora e os periféricos da Wittmann, vários módulos para serviço e manutenção, além da facilidade de integração em um sistema MES.

A presença da SIMCO Máquinas na Interplast será uma oportunidade para as indústrias do segmento plástico conhecerem de perto as máquinas de alta tecnologia, conectadas com a indústria 4.0. A SIMCO apresenta suas linhas em injetoras termoplásticas, periféricos, centro de usinagem e bancada expositora 3D. As máquinas industriais da SIMCO são voltadas para os segmentos de usinagem, transformação de plásticos e impressão 3D.

Especializada na produção de termoformadoras, a MTF lança na Interplast seu novo modelo de termoformadora de alta produção para o segmento de embalagens. Os equipamentos contam com um novo visual e estrutura de rápida assistência técnica para toda a América Latina. As termoformadoras foram desenvolvidas com tecnologia 100% nacional, com reduzido consumo de energia em relação a equipamentos com menos tecnologia, afirma a empresa.

A fabricante de máquinas injetoras de plástico Haitian leva para a Interplast a terceira geração de injetoras com sistema de algoritmos inteligentes. As máquinas com algoritmos inteligentes são preparadas para integração MES e o futuro Learning Machine. A Haitian afirma que, com a terceira geração das suas injetoras, o cliente adquire um sistema com uma plataforma inteligente, de fácil adaptação e conectividade com os sistemas MES existentes no mercado. A capacidade de personalização permite a integração em processos automatizados, celulares e linhas de produção.

Especializada no desenvolvimento de moldes, a Sulbras aproveita sua participação na Interplast para apresentar ao mercado o novo Centro de Tecnologia de Moldes, com capacidade de produção de moldes de até 10 toneladas. Segundo a empresa, o Centro de Tecnologia de Moldes está equipado com máquinas de última geração e tem capacidade de atuação desde o desenvolvimento do molde até o ciclo de aprovação da peça injetada, por meio de equipe técnica qualificada.

Com atuação focalizada na indústria de transformação do plástico, a CPicolo leva para o estande da Interplast soluções para linhas de extrusão de tubos, filmes, chapas e reciclagem, incluindo um portfólio de periféricos para estas linhas. A empresa representa no mercado brasileiro fabricantes mundiais relevantes como CYCJET, Bayerteq, Econ, FB Balzanelli, iNOEX, Omipa, Rollepaal, Tecnomatic, Tecno System, Tecom e Unicor.

Referência em projetos e fabricação de equipamentos para solda de materiais termoplásticos, a Cemas do Brasil apresentará na Interplast tecnologias inovadoras no mercado nacional para solda de termoplásticos, como laser e nanoSTAKE. Segundo a empresa, o principal diferencial das tecnologias está na alta produtividade, qualidade estética, repetibilidade e confiabilidade do processo.

A multinacional japonesa Aoki, fabricante de máquinas e moldes para a produção de embalagens plásticas e líder no mercado de embalagens especiais, leva para Interplast a tecnologia de processamento ISBM. A tecnologia permite a moldagem por injeção-estiramento-sopro em estágio único ou ciclo quente, sem reaquecimento de preforma.

Referência no mercado por representar marcas internacionais líderes em soluções e tecnologias para a indústria do plástico, a BY Engenharia expõe máquinas e equipamentos voltados para o aumento de produtividade e qualidade dos produtos. Entre os destaques está o equipamento para cortar e chanfrar tubos de PVC sem remoção de material da italiana SICA, fabricante de máquinas para processar tubos plásticos.

Líder mundial no fornecimento de máquinas e equipamentos voltados para indústria transformadora de plástico, a Milacron lança na Interplast a nova série (-B) da já conceituada linha de máquinas injetoras elétricas Roboshot, controladas por inteligência artificial, assim como as novas soluções em sistemas de câmara quente e sofisticados controladores de temperatura da canadense Mold Masters. Segundo a empresa, a sua nova tecnologia de máquinas para moldagem por injeção totalmente elétrica traz maior velocidade de injeção, movimentos mais suaves e silenciosos e ainda mais economia de energia. Sua performance resulta em maior produtividade, maior precisão e qualidade das peças e baixíssimo custo de manutenção, garante a Milacron.

Os Chillers da Evacon são resfriadores de líquidos especialmente desenvolvidos para processos industriais, feitos para suportar ambientes extremos, sendo duráveis e confiáveis. De acordo com a empresa, os equipamentos tem como finalidade produzir água gelada de forma eficiente e com baixo custo operacional e de forma totalmente autônoma, pois são construídos com tecnologia de ponta, tendo em seu coração compressores herméticos scroll, condensadores resfriados a ar ou água, evaporador de placas e controle através de painel CLP.

Serviço
Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico
EuroMold – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos
Data: 5 a 8 de abril de 2022
Horário: 13h às 20h
Local: Centro de Convenções e Exposições EXPOVILLE – R. XV de Novembro, 4315 – Glória, Joinville – SC
Realização: Simpesc (Sindicato da Indústria do Material Plástico de SC)
Organização: Messe Brasil

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Associados Adirplast do segmento de Plásticos de Engenharia prevêem leve recuperação em 2022

21/03/2022

O total das vendas dos distribuidores de plásticos de engenharia associados à Adirplast referente ao mês de janeiro de 2022 revelou um aumento de 34,8% de volume em relação a dezembro de 2021. Apesar do saldo positivo, o ano de 2022 ainda requer atenção

Os associados da Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) do segmento de Plásticos de Engenharia começaram o ano com o “pé direito”: um aumento de 34,8% de volume em relação a dezembro do ano passado. Mas, apesar da alta, os números representam uma redução de 30,5% em relação a janeiro de 2021.

“O ano passado foi melhor comparado a 2020. Tivemos uma retomada das importações, mesmo que mais devagar, assim como a regularização do fornecimento das petroquímicas globais. Para 2022 temos expectativa de crescimento da produção de automóveis, produtos médico hospitalares, embalagens multicamadas e peças técnicas. Os plásticos de engenharia estão em todos os setores que demandam especificações mais detalhadas. Mas mantemos um otimismo, embora moderado, em relação a este segmento”, diz Laercio Gonçalves, presidente da entidade e diretor da Activas.

A questão da importação foi sentida por todos associados do segmento. Para João Rodrigues, da Thathi Polímeros, o ano de 2021 trouxe pendências em relação a plásticos de engenharia como POM (Acetal), PA6 (Poliamida 6), PA66 (Poliamida 66) e PBT (Polibutileno Tereftatalo). “Essas dificuldades permanecem por todo ano e devem continuar em 2022 com resinas POM e PA66, mas com menor impacto em PA6 e PBT. Além disso, matérias-primas auxiliares como as fibras de vidro também tiveram baixa oferta local dos fabricantes, nos obrigando a importar. Isso de alguma forma contribuiu para limitar os resultados na produção de compostos locais”. Mas Rodrigues afirma que, por outro lado, também houve um ganho com a estratégia de importar poliamidas e poliéster. “Tivemos uma atuação importante em 2021 e fomos capazes de atender a praticamente todos os clientes sem crise de abastecimento e atrasos sistemáticos de programações de entrega”, explica.

A dificuldade das importações também foi sentida pela associada Entec. De acordo com Luiz Squilante, gerente de vendas da distribuidora, o problema aconteceu por diversos fatores. “Muito em função do mau tempo que atingiu os EUA no início de 2021, mas também por problemas logísticos como, por exemplo, dificuldade de encontrar navios disponíveis, lead time extremamente longos, altos custos de frete, containers, etc”.

Mas um ponto positivo de 2021 precisa ser ressaltado. Segundo Joel Pereira de Araújo, da Master Polymers o mercado está ficando mais técnico. “Hoje a procura por especialidades está aumentando. As características técnicas do produto passaram a ser mais importantes que o preço. Novos desenvolvimentos estiveram mais voltados à diferenciação e qualidade/durabilidade do produto para um consumidor mais exigente”, explicou.

O que esperar de 2022

Para Fabricio Bento, da Polyfast, existirá um pequeno crescimento em relação a 2021. “Mas ainda existem muitas incertezas, pois estamos em um ano de eleições. Além do que, acreditamos que no primeiro semestre ainda teremos indisponibilidade de produto, preços elevados e demanda reprimida, que em nossa análise, é a maior vilã do esperado pífio crescimento do setor para 2022”.

Já Rodrigues é mais otimista: “Os contatos externos diretamente com grandes empresas químicas exportadoras desses polímeros e agentes exportadores nos abrem perspectivas otimistas tanto pela oferta quanto pelas condições competitivas para avançarmos. Claro que, por outro lado, o baixo crescimento da economia previsto para 2022 não favorece. A falta de componentes no setor automotivo, queda na produção e consumo, aumentos nos preços dos combustíveis e energia e as taxas de desemprego ainda altas afetam o ânimo de que tanto precisamos”.

Para Squilante, haverá uma melhora na disponibilidade das Matérias Primas. “Ainda que não de forma integral, pelos menos deverá haver mais disponibilidade de produto em relação ao ano anterior, pois já temos visto isso em relação à ABS”.

Araújo também acredita na normalização da oferta de produto e queda dos preços a partir do segundo semestre. “Todavia o aumento do petróleo, alto custo da energia e fretes internacionais continuam afetando a disponibilidade de produtos como PA 66 e 66, bem como EVOH. O aumento de preços neste início de 2022 chega a 10% em dólares americanos no caso das Poliamidas 6 e 66”.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes biorientados, plásticos de engenharia, masterbatches e compostos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, estreitar o relacionamento com as empresas produtoras e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a associação agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2020. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros, masterbatches, compostos e filmes biorientados comercializados no país.

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Conservadoras para frutas DaColheita usadas para embalagem de goiaba

21/03/2022

O Brasil é líder mundial na produção de goiaba vermelha e a receita anual dos pomares brasileiros chega a R$ 800 milhões (IBGE). São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro são os estados que concentram 80% do total da produção da fruta. Os produtores de goiaba para comercialização da fruta in natura, que representa 14% do total desta produção, estão buscando a diferenciação no mercado com agregação de valor no varejo. Para preservar a qualidade da fruta durante toda a cadeia de produção, logística e consumo, as embalagens DaColheita fabricadas pela Termotécnica estão ganhando cada vez mais espaço.

As embalagens em EPS são usadas para o transporte, armazenamento e exposição das frutas no varejo, como a goiaba, que precisam de um acondicionamento que preserve a sua qualidade em toda a cadeia logística. Por ser muito sensível a danos mecânicos, qualquer batida, amassamento no seu manuseio, armazenamento e transporte já acelera o processo de apodrecimento da fruta, diminuindo a vida útil na comercialização e a manutenção do valor. Dessa forma, essas embalagens são úteis para o embalamento das goiabas, pois absorvem e protegem as frutas destes impactos em relação a outras embalagens.

Segundo a Termotécnica, as suas soluções pós-colheita podem ampliar em até 30% o shelf-life (vida de prateleira) das frutas, mantendo suas propriedades nutricionais por mais tempo. A empresa afirma que os resultados são certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e HDG) para diversas culturas. , conferindo redução de perdas e desperdício de alimentos e tornando a linha DaColheita sustentável e adequada para acondicionar as frutas da colheita até o consumidor, além de reduzir a absorção de impactos no transporte e melhorar a exposição no varejo.

Além disso, afirma a Termotécnica, permitem alto isolamento térmico, facilidade no empilhamento e transporte. Isso representa também dias a mais com a fruta saudável nas gôndolas com vantagens para o varejista.  Em comparação com as embalagens em papelão, por exemplo, as conservadoras em EPS são até 60% mais leves, reduzindo o peso em cerca de 30%, o que representa também economia no frete, garante a empresa.

De acordo com a fabricante das conservadoras, os produtores se beneficiam com menor índice de devolução dos lotes de frutas fora do padrão de qualidade exigido pelos clientes e permite a abertura de novos mercados mais distantes. Para os distribuidores e varejistas, propicia maior giro no PDV, têm sua marca associada a frutas de qualidade, com a manutenção do preço.

Outrs vantagem citada pelo fabricante é que, desde a colheita até chegar à mesa do consumidor final, a fruta permanece mais fresca, nutritiva e saborosa. As conservadoras reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos e fungos nos alimentos, afirma a empresa. Elas desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo. Sua estrutura também diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos.

“As nossas conservadoras têm esse apelo de limpeza, leveza, praticidade e design para exposição das frutas no PDV ou para entrega por delivery via e-commerce. Ou seja, as nossas conservadoras DaColheita performam em toda a cadeia: do embalamento da fruta, à facilidade e custo/benefício logístico de transporte e armazenamento, até o varejo e, finalmente, até a mesa dos consumidores”, reitera o diretor Superintendente da Termotécnica, Nivaldo de Oliveira.

No quesito sustentabilidade, as caixas conservadoras DaColheita contribuem em três frentes, afirma a Termotécnica:

1) Na reciclagem pós-consumo, pois o EPS é um material que pode ser 100% reciclado e se transformar em matéria-prima para outras aplicações, como rodapés e molduras.
2) Aumento do shelf-life dos produtos frescos em até 30%, o que contribui para a redução do desperdício na cadeia de distribuição e consumo.
3) Contribui para a redução da pegada de carbono, com a diminuição da emissão de Co2 equivalente, no transporte devido ao peso mais leve das soluções, o que reduz o consumo de combustível.

“Nossa abordagem ambiental traz a economia circular na prática. Inclui uma visão integrada desde a concepção de produtos, eficiência operacional, passando por logística reversa, reciclagem e indo até novas cadeias produtivas, fechando o ciclo da economia circular. Pensando na cadeia logística como um todo é uma solução diferenciada e inovadora para este mercado e que atende às exigências por uma atuação responsável das empresas em termos de sustentabilidade”, diz o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Nivaldo de Oliveira reforça que “a embalagem é um veículo importante de posicionamento e de comunicação destes benefícios e agregação de valor. Toda a tecnologia de conservação e o design das nossas soluções em EPS DaColheita propiciam aos nossos clientes comunicar ao mercado esses diferenciais de qualidade e sustentabilidade”. E complementa: “Já temos muitos cases de sucesso da marca DaColheita para soluções para frutas junto a toda a cadeia, desde os fruticultores no campo, o canal de distribuição, inclusive na exportação de frutas premium. Isso nos dá muito potencial para diversificar o atendimento para diversos tipos de frutas, como é o caso da goiaba”.

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Plastiweber lança projeto para capacitar cooperativas de reciclagem e aumentar volume de coleta de plástico

20/03/2022

Programa Cooperativa Mais Circular já conta com cinco pontos parceiros no Rio Grande Sul; meta para o próximo ano é de 25 cooperativas envolvidas, viabilizando a compra de 3 mil toneladas de material por ano

A Plastiweber acaba de lançar o projeto Cooperativa Mais Circular, com o objetivo de fortalecer a cadeia de coleta de plástico pós-consumo. O programa já fechou parceria com cinco cooperativas de reciclagem no Rio Grande do Sul para oferecer treinamentos e orientações aos funcionários administrativos e operacionais destes centros. Através da iniciativa, a empresa homologa as cooperativas como fornecedoras e compra o plástico pelo preço de mercado.

Através da atual estrutura do Cooperativa Mais Circular, a Plastiweber já trabalha com cerca de 200 trabalhadores de reciclagem e consegue coletar, junto às cooperativas, uma média de 270 toneladas de plástico ao ano – número que corresponde a 3% do total de material processado pela empresa hoje. A quase totalidade do volume restante é reciclado a partir de processos de logística reversa com outros parceiros.

A meta da companhia para o próximo ano é expandir o programa, ter parcerias com 25 cooperativas, envolver cerca de mil coletores no trabalho e bater a marca de três mil toneladas de plástico compradas por ano nestes pontos. O Cooperativa Mais Circular faz parte do projeto NatureCycle, que reforça o plástico como um ativo econômico. Além dos treinamentos e capacitações, a Plastiweber afirma que também conecta as cooperativas com compradores que pagam valores mais altos pelo resíduo, apresenta os catadores a outros projetos e empresas que oferecem bonificações por volume de material entregue, orienta na busca por incentivos fiscais e cursos de capacitação.

Para a gestora do projeto, Andréia Queiroz, alcançar escala no contexto da economia circular só é possível com a qualificação de todos os atores da cadeia: “Como uma empresa que trabalha com a reciclagem do plástico, nós precisamos de um volume cada vez maior de material para expandir nossas operações, chamar a atenção da indústria para o valor da resina reciclada e consolidar a lógica circular no sistema produtivo. Desse modo, não podemos ignorar que parte essencial do processo está nas cooperativas de reciclagem, com o trabalho dos profissionais que coletam e nos vendem o plástico. Por isso, queremos ajudar a estruturar melhor a operação, capacitar as equipes administrativas, dar insights do mercado e educar os funcionários para potencializar a operação. É uma forma de valorizar o setor e fortalecer os elos necessários à circularidade”.

Para Tiago Pavelski, presidente da associação Belo Horizonte, uma das primeiras do projeto, a Plastiweber agrega valor para que possam realizar uma gestão de qualidade dos materiais: “Os treinamentos e as orientações apresentadas pela empresa permitem que nossa atuação se amplie em escala, além de transformar nossa forma de agir e pensar acerca da reciclagem dos resíduos plásticos. O cooperativismo garantido pela Plastiweber proporciona o aumento do volume de coleta de plástico, mais empregos e a destinação correta desses materiais.”

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Stadler, ZenRobotics e Remeo constroem instalação avançada de recuperação de materiais na Finlândia

28/02/2022

Planta de triagem da Remeo

A Stadler e a ZenRobotics construíram a nova planta de triagem pioneira com a Remeo Oy, uma empresa finlandesa especializada em gestão ambiental. A Stadler projetou e construiu a planta em colaboração com a Remeo, enquanto a ZenRobotics forneceu tecnologias de classificação de resíduos robótica baseadas em IA. A unidade localizada na região da Grande Helsinque, na Finlândia, destaca-se não apenas pela tecnologia de ponta em Inteligência Artificial (IA), processos de ponta e alto nível de automação, mas também pela integração de resíduos comercial e industrial (C&I), com linhas de resíduos de Construção e Demolição (C&D) na mesma planta – uma novidade na indústria. A instalação foi concluída antes do previsto, apesar das dificuldades criadas pela pandemia de Covid-19.

A nova planta foi inaugurada em 14 de fevereiro de 2022 com uma cerimônia de inauguração organizada pelo CEO da Remeo, Johan Mild, e pelo diretor de negócios, Mauri Lielahti. O ministro finlandês de Assuntos Econômicos, Mika Lintillä, cortou a fita, declarando a instalação oficialmente aberta, e destacou o salto significativo que a instalação inovadora constitui para a economia circular finlandesa. Um show de luzes e música simbolizou a nova era da economia circular na Finlândia e as inovações neste campo. O evento foi transmitido ao vivo devido às restrições da Covid-19. O público on-line também viu imagens da construção da planta e teve um tour virtual pelas instalações.

Um desafio de design único: duas plantas em uma, alta automação

A nova planta da Remeo apresentou desafios de projeto únicos e complexos por ser a primeira de seu tipo, combinando uma planta de C&D capaz de processar 30 t/h e uma planta de C&I com capacidade de 15 t/h, e por seu alto nível de automação. Resolvê-los exigiu a melhor engenhosidade e pensamento inovador da Remeo, Stadler e ZenRobotics, bem como uma colaboração excepcionalmente próxima entre os parceiros.

“A combinação de nossa experiência com a linha de C&D, a sólida familiaridade da Stadler com a linha de C&I e o impressionante conhecimento de robótica da ZenRobotics fizeram desta uma excelente cooperação com os melhores resultados”, Mauri Lielahti, Diretor de Negócios e Processamento da Remeo. “Apreciamos a capacidade de inovação da Stadler, sua disposição em buscar novas soluções e sua disposição para ouvir as necessidades do cliente. Temos trabalhado em estreita colaboração com a ZenRobotics desde 2014 e temos uma cooperação de desenvolvimento contínua. Graças ao conhecimento que adquirimos em nossa antiga unidade de reciclagem, sabíamos o que deveríamos e o que não deveríamos fazer. Foi fácil trabalhar com eles”.

Separadores Balísticos da Stadler na planta da Remeo

O resultado desta colaboração é um design que “combina separadores balísticos, peneiras giratórias, tambores 3D, separadores ópticos, separadores de ar, robôs de triagem, ímãs, separadores indutivos, bem como os robôs ZenRobotics, tornando-o a instalação de triagem de resíduos mais avançada da União Europeia”, diz Nikolaus Hofmann, Engenheiro de Vendas da Stadler.

Juha Mieskonen, chefe de vendas da ZenRobotics, acrescenta: “A instalação da Remeo está equipada com 12 braços robóticos que coletam objetos de resíduos volumosos de C&D que pesam até 30 kg e, juntos, realizam até 24.000 coletas por hora. Em outras palavras, os robôs fazem todo o trabalho pesado que não é seguro nem viável para humanos. Eles classificam várias frações no local, incluindo diferentes qualidades de madeira, metais, pedra e plástico. Os robôs podem ser treinados para reconhecer novas frações, se necessário, graças a vários sensores e inteligência artificial. A instalação integra duas linhas de processamento diferentes e apresenta dois sistemas robóticos consecutivos em cada linha. É a maior planta desse tipo totalmente robotizada, o que trouxe novas operações e aspectos de segurança a serem considerados no projeto”.

Braço robótico da ZenRobotics fazendo a triagem de material pesado

“Os aspectos mais inovadores do design podem ser descritos com o princípio ‘Design pela função’”, explica Nikolaus Hofmann. “A função das linhas foi o condutor em todas as decisões de design. Por exemplo, os resíduos de C&D tendem a enroscar-se, especialmente em transições de 90 graus das esteiras transportadoras, por isso os eliminamos no projeto o máximo possível. Para acomodar isso, projetamos um edifício estreito e longo em vez de uma estrutura quadrada”.

Essa abordagem de projeto se estendeu à busca das melhores soluções de manutenção, “para garantir uma instalação de classificação confiável e segura para o futuro”, diz Nikolaus Hofmann. “O layout foi projetado para facilitar a manutenção, com quase todos os motores acessíveis a partir de passarelas e plataformas de manutenção. O layout agrupa equipamentos semelhantes sempre que possível e permite a possibilidade futura de expansão. O sistema de desempoeiramento com vários pontos de sucção em toda a planta e duas grandes unidades de filtro instaladas fora do prédio contribuem ainda mais para a limpeza da planta”.

Essa abordagem “Design pela função” provou ser eficaz em traduzir as demandas do cliente em um design que atende totalmente às suas expectativas: “A qualidade, usabilidade e manutenção são excelentes. Agradecemos a adequação do propósito das soluções e que a perspetiva do usuário seja levada em consideração”, comenta Mauri Lielahti.

O resultado bem-sucedido de um projeto tão único e complexo reside na confiança recíproca e estreita colaboração entre Remeo, Stadler e ZenRobotics – desde a fase de projeto até a conclusão da construção e instalação.

Nikolaus Hofmann explica: “A fase de design do projeto requer muitas etapas de comunicação e interação para encontrar a melhor solução adequada. O trabalho próximo entre a Remeo e a Stadler foi fantástico na definição de todos os requisitos específicos para o processo de triagem e a disposição do equipamento de triagem. A comunicação e o fluxo de informações com a ZenRobotics também foram excelentes e nos permitiram desenvolver soluções sem problemas.”

Mauri Lielahti acrescenta: “Não é segredo que a pandemia foi um desafio para todos nós e também acrescentou seus próprios desafios ao nosso projeto. Tivemos que fazer toda a fase de planejamento em reuniões online. O processo exigiu comunicação rigorosa, mas funcionou bem. A equipe de vendas da Stadler esteve envolvida o tempo todo e achamos que este foi um dos pilares para que este projeto tenha sido um sucesso. Sentimos que não havia lacunas entre as equipes de vendas e fabricação e, em nossa experiência, isso garante um projeto bem-sucedido.”

O processo de construção foi complicado pela pandemia, começando por colocar a equipe de montagem no local, como explica Nikolaus Hofmann: “eles foram obrigados a ficar em quarentena depois de chegar à Finlândia e trabalhar em grupos, mas fizeram um ótimo trabalho!” A logística também foi afetada, de modo que “a coordenação de todos os fornecedores externos e a entrega de todas as máquinas no local foi um desafio. Alguns transportes de grandes dimensões foram atrasados devido a problemas na balsa. Tivemos que improvisar muito e focar todos os nossos esforços para cumprir o cronograma.”

Apesar dessas dificuldades, o projeto foi concluído três meses e meio antes do previsto. “Esta foi uma grande conquista, principalmente na época da pandemia”, diz Juha Mieskonen. “A fase de montagem e instalação da planta correu muito bem: as operações do dia-a-dia foram bem organizadas durante todo o processo. A comunicação entre as três partes funcionou muito bem e contribuiu muito para a conclusão bem-sucedida da instalação.”

Um projeto importante à escala europeia com um enorme impacto na gestão de resíduos finlandesa

Essa planta de triagem da Remeo é única na Europa, pois utiliza a tecnologia mais recente e, graças à sua operação, a recuperação de materiais desempenhará um papel muito maior do que a recuperação de energia pela primeira vez. A capacidade anual de processamento da instalação é de 120.000 toneladas de resíduos de construção e demolição e de 60.000 toneladas de resíduos comerciais e industriais. Esses resíduos são reciclados em alternativas de alta qualidade aos materiais virgens, dando uma nova vida aos resíduos e reduzindo a necessidade de incineração.

A planta da Remeo cobrirá mais de 30% de todas as necessidades de material para reciclagem de resíduos na região de Helsinque, na Finlândia. Ao fazê-lo, esta instalação também elimina a necessidade de exportar os resíduos da Finlândia, uma vez que a capacidade de reciclá-los internamente aumenta. A instalação da Remeo oferece uma reciclagem eficaz perto do local de origem dos resíduos, reduzindo as emissões de transporte devido às curtas distâncias. Devido aos recursos eficientes de reciclagem, a Remeo também está ajudando seus clientes a atingir a taxa mínima de reciclagem de 70% exigida por lei.

O futuro da economia circular

A infraestrutura moderna de reciclagem é crucial para permitir uma transição rápida para uma economia circular. A indústria de reciclagem está cada vez mais buscando tecnologias avançadas para ajudar a lidar com os requisitos de classificação de resíduos cada vez maiores, ao mesmo tempo em que aumenta a receita. A planta da Remeo é um excelente exemplo de empresas precursoras que se unem para criar soluções eficazes e inovadoras que abrem o caminho para o futuro da gestão de resíduos.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários qualificados oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

A Remeo Oy é uma empresa finlandesa especializada em gestão ambiental e economia circular. A Remeo desenvolve novas soluções de economia circular para a recuperação de resíduos e a readequação destes como matéria-prima para as necessidades industriais. A Remeo emprega aproximadamente 400 profissionais em 13 locais e em oito instalações de recuperação de materiais.

A ZenRobotics é um fornecedor de robôs de triagem inteligentes para a indústria de resíduos, aplicando robôs de triagem baseados em inteligência artificial (IA) a um ambiente complexo de triagem de resíduos. Os robôs inteligentes da ZenRobotics, alimentados pelo avançado software de IA da própria empresa, tornam a reciclagem mais eficiente, precisa e lucrativa. A ambição da ZenRobotics é tornar a economia circular uma realidade, transformando o lixo global em matéria-prima limpa.

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Melosch, líder em serviços ambientais na Alemanha, se beneficia da plataforma de dados Tomra Insight

28/02/2022

Relatório do Tomra Insight

Empresa familiar tradicional demonstra que a classificação orientada por dados aumenta o rendimento, melhora a qualidade do produto e aumenta a lucratividade

Como uma empresa de quarta geração que valoriza a confiabilidade e o desenvolvimento contínuo por meio da tecnologia, a The Melosch Company reconhece o enorme potencial da plataforma de dados Tomra Insight. Segundo a Tomra, o seu Tomra Insight possui a capacidade de aprimorar o setor de gerenciamento e reciclagem de resíduos, coletando dados de unidades de classificação automatizadas para fornecer uma visão geral de desempenho totalmente transparente. Além disso, a análise estatística pode ser usada para otimizar instantaneamente as configurações da máquina e tomar decisões informadas por dados que impactam positivamente os negócios a longo prazo, assegura a empresa.

Onde a tradição encontra a inovação

A Melosch Company é uma empresa familiar no norte da Alemanha cujas origens remontam a 1907. Com experiência principal em reciclagem de papel há mais de 100 anos, a empresa oferece soluções de descarte sob medida e modernas instalações de processamento para preparar matérias-primas secundárias de maneira ideal. A triagem municipal de papel usado continua sendo um forte pilar de seus negócios hoje e opera em 11 plantas de produção com 5 sistemas de triagem de papel, empregando aproximadamente 350 pessoas e processando mais de 150.000 toneladas métricas de papel reciclável de alta pureza anualmente. Este rendimento requer cerca de 250.000 toneladas métricas de resíduos de papel mistos dos municípios.

Vadim Sander, gerente de filial da fábrica da Melosch Company em Ahrensburg, explica: “A qualidade de nossas matérias-primas pode variar de acordo com a localização, mas a qualidade do que é vendido aos processadores deve ser consistentemente alta. Para atender aos requisitos de qualidade de nossos clientes, decidimos adotar a digitalização e continuar na vanguarda do nosso setor”.

A tarefa de Sander era encontrar uma solução de triagem automatizada economicamente viável, especialmente em um mercado com alta demanda e escassez de mão de obra. Ele observa: “À medida que a indústria de embalagens e papel transita constantemente para uma economia circular, as expectativas de qualidade de nossos clientes aumentaram muito. Qualidade costumava significar adicionar classificadores manuais para remover impurezas e distinguir entre os tipos de papel. Agora, trata-se de fornecer qualidade quase perfeita em uma fração do tempo. Com o ambiente de trabalho não a nosso favor, parecia lógico atualizar nossas linhas com a mais nova geração Autosort com Tomra Insight para descobrir novas oportunidades de otimização. As unidades de classificação totalmente automatizadas e conectadas maximizam o rendimento e estabilizam nossa força de trabalho. Nossos clientes também estão satisfeitos porque as unidades de classificação da Tomra oferecem rendimentos consistentemente puros”.

Tomra Insight

Segundo a Tomra, o seu Tomra Insight coleta dados quase em tempo real e os armazena com segurança na nuvem para que possam ser acessados remotamente por meio de desktops e dispositivos móveis baseados na web. Como a plataforma mede continuamente a qualidade do fluxo de material na linha de classificação, os operadores têm o poder dos dados para otimizar as configurações para responder às mudanças na composição do material. E como o Tomra Insight fornece dados detalhados que não estavam disponíveis anteriormente, afirma a Tomra, os gerentes agora podem tomar decisões operacionais e de negócios com base em informações claras e detalhadas.

O valor de ter sempre à mão os dados da linha de classificação oferece um enorme potencial. O tempo de inatividade pode ser reduzido monitorando a integridade da máquina, apoiando o gerenciamento de manutenção preditivo e baseado em condições, evitando assim paradas não programadas da máquina. O monitoramento de variações na taxa de transferência também pode melhorar a eficiência por meio dos dados do Tomra Insight, afirma a Tomra. No caso da The Melosch Company, a infraestrutura mais antiga e outras restrições significavam que o papel era alimentado na linha de classificação em um ângulo de 90°, resultando em má distribuição do material pela correia do acelerador. Segundo a Tomra, por meio dos gráficos baseados em dados do Tomra Insight, foi detectada uma oportunidade desconhecida e a empresa instalou uma chapa metálica para alterar o ângulo de alimentação e distribuir uniformemente o material de entrada. Dependendo do fluxo de material, os processos de otimização de dados podem aumentar potencialmente os rendimentos em uma tonelada inteira por hora sem comprometer a qualidade.

A plataforma de dados também pode reduzir os custos operacionais, minimizando as perdas e fornecendo qualidade ideal, afirma a Tomra. Depois de instalar duas máquinas Autosort de nova geração com o Tomra Insight, a The Melosch Company agora tem menos reclamações de material, demonstrando que os dados de classificação oferecem uma vantagem competitiva em matérias-primas secundárias vendáveis.

Autosort na fábrica da Melosch

Resultados finais impulsionados por dados

A fábrica de Ahrensburg da Melosch Company opera com duas máquinas Autosort de nova geração que estão conectadas ao Tomra Insight e foram instaladas em 2020 e 2021. Devido aos resultados alcançados por meio do software, a fábrica de Erfurt conectará em breve suas duas unidades Autosort da geração anterior também com o Tomra Insight. Nas instalações de Pinneberg, um novo Autosort complementou outra máquina Autosort existente. Sander diz: “Estamos sempre em busca de potencial para melhorar. Com os dados, temos uma nova fonte de informações e fica mais fácil acompanhar as tendências. Simplesmente ter transparência na palma da sua mão com o aplicativo móvel – é necessário para atender à pressão de otimizar.”

Segundo a Tomra, a planta de Ahrensburg já obteve dois benefícios significativos nos primeiros meses de uso do Tomra Insight – maior rendimento e quase 97% de pureza na destintagem sem trabalho manual.

Além dos gráficos de desempenho e composição, o Tomra Insight também permite que os usuários criem relatórios específicos para lotes em vez de um período de tempo específico.

The Melosch Company diz que o que mais gosta no Tomra Insight é a maneira como ele possibilita ter dados quase em tempo real de qualquer lugar. Sander diz: “É fantástico ver tantos dados sobre o desempenho de nossas máquinas e taxas de qualidade sempre que queremos. Agora sempre sabemos o que está acontecendo em nossas fábricas: usamos o aplicativo móvel para comparar os dados exatos com nossa avaliação subjetiva do material antes de ser classificado. As informações mostram se devemos fazer ajustes na linha e os dados nos dizem se esses ajustes estão funcionando. Isso elimina as suposições do gerenciamento de rendimentos.”

“Eu esperava que o Tomra Insight fosse útil, mas não tínhamos certeza do quanto. Inclui recursos de relatórios que não consideramos antes, que impactaram positivamente nossos resultados. Além disso, a comunicação aberta com a Tomra é extremamente valiosa – eles perguntam sobre nossas necessidades ou recursos que gostaríamos de ver no futuro. Atualizações recentes incluíram relatórios em lote; gráficos que fornecem a composição de defeitos em porcentagens; conversões de unidade de peso imperial para métrico; e melhorias de usabilidade que nos ajudam a aproveitar ainda mais nossos dados.”

“Com mais atualizações no pipeline, temos certeza de que o Tomra Insight nos permite melhorar nossas taxas de recuperação, nossa qualidade de produto e nossa lucratividade.”

A Tomra Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Covestro recebe certificação ISCC Plus para unidades na Alemanha

15/02/2022

  • Plantas de Leverkusen e Dormagen oferecem produtos certificados de massa balanceada
  • Soluções substituem similares de fonte fóssil com mesma qualidade

A Covestro acaba de receber a certificação reconhecida internacionalmente ISCCPlus de fabricação de produtos de massa balanceada para suas unidades em Leverkusen e Dormagen, na Alemanha.

Junto com a também alemã unidade de Krefeld-Uerdingen, certificado há um ano, agora a Covestro é capaz de fornecer grandes volumes de produtos a partir de matérias-primas atribuídas de forma renovável. Entre eles estão: policarbonatos, componentes para espumas rígidas e flexíveis de poliuretano (PU), matérias-primas para revestimentos e adesivos de poliuretano, poliuretanos termoplásticos (TPUs) e filmes especiais. Os produtos se caracterizam pela mesma qualidade e propriedades de seus similares de fonte fóssil.

“Estou muito satisfeita por podermos oferecer a nossos clientes ainda mais produtos certificados de massa balanceada, ajudando-os assim a atingirem suas metas de sustentabilidade e acelerando a transição rumo à economia circular”, afirma Sucheta Govil, Chief Commercial Officer (CCO) da Covestro. “Com isso, estamos apoiando o uso de matérias-primas alternativas e reduzindo as emissões de CO2 ao longo das cadeias de valor”.

Klaus Schäfer, Chief Technology Officer (CTO) da Covestro, disse: “As matérias-primas utilizadas para estes produtos atendem aos rigorosos requisitos de sustentabilidade do padrão ISCC Plus em toda a cadeia de valor. É por isso que queremos ampliar o uso de matérias-primas alternativas em nossa produção. Além dos três sites alemãos, nossas fábricas na Antuérpia (Bélgica) e Xangai (China) já possuem certificação ISCC Plus, e outros sites devem ser certificados em breve”.

No conceito de massa balanceada, matérias-primas de base biológica ou recicladas – neste caso, materiais residuais reprocessados – são introduzidas no momento inicial da extração da matéria-prima, sendo entao proporcionalmente atribuídas aos produtos finais. Isso preserva matérias-primas fósseis e reduz as emissões de gases de efeito estufa, sem deixar de lado a qualidade. Os fabricantes não precisam fazer nenhuma adaptação em suas produções, podendo manter suas formulações, equipamentos e processos.

O ISCC (International Sustainability and Carbon Certification) é um sistema de certificação de sustentabilidade internacionalmente reconhecido para biomassa e bioenergia, entre outros. Ele cobre todos os estágios da cadeia de valor e é amplamente utilizado em todo o mundo. O ISCC Plus inclui ainda outras opções de certificação para aplicação técnicas e químicas, incluindo plásticos derivados de biomassa.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas.

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Braskem e Veolia se unem para implementar projeto de geração de vapor a partir de biomassa eucalipto em Alagoas

15/02/2022

Braskem e Veolia assinaram um acordo de R$ 400 milhões de investimento para produzir energia renovável com o uso de vapor a partir de biomassa de eucalipto em Alagoas. Segundo a Braskem, o projeto vai gerar 900 mil toneladas de vapor/ano, durante 20 anos, o que significará a redução de emissões de aproximadamente 150 mil toneladas de CO2 por ano. Além disso, ele vai criar mais de 400 empregos diretos durante a fase de construção e aproximadamente 100 postos de trabalho na operação (pós-obra).

Prevista para iniciar operações em 2023, a planta em Marechal Deodoro (AL) irá gerar um impacto socioambiental positivo para a região e para o país e está em linha com a estratégia global de desenvolvimento sustentável e com o propósito de transformação sustentável das companhias.

“Sendo a referência mundial para a transformação ecológica, a Veolia tem o compromisso de aumentar a implementação de soluções sustentáveis existentes e criar as soluções do futuro com nossos clientes. A parceria com a Braskem é a prova disso: duas companhias que se unem para liderar com ações as transformações que o mundo e o país necessitam”, destaca o CEO da Veolia Brasil, Pedro Prádanos.

A nova planta de produção de vapor, que promoverá um avanço expressivo da matriz energética para fontes sustentáveis na operação da Braskem em Alagoas, é um grande passo para avançar em dois dos sete macro-objetivos de sustentabilidade da companhia, na dimensão de combate às mudanças climáticas: redução de 15% das emissões de gases de efeito estufa até 2030, e alcançar a neutralidade de carbono até 2050. “O projeto de biomassa de eucalipto introduz uma nova forma sustentável de gerar energia renovável dentro das operações da Braskem. Em parceria com a Veolia, iremos contribuir de forma importante com nosso plano de sustentabilidade. Teremos uma redução de um terço das emissões de gases de efeito estufa na nossa operação em Alagoas, com base nas emissões de 2020”, explica Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem.

“O projeto contribuirá de modo relevante para o desenvolvimento social e regional do Estado de Alagoas. Dinamizará negócios, e criará oportunidades de emprego em nossas instalações e de nossos parceiros, contribuindo para a economia do Estado”, explica Helcio Colodete, diretor industrial de Braskem em Alagoas.

Um projeto ecoeficiente

Com foco na sustentabilidade, mas também na ecoeficiência e na produtividade, a solução visa atender à demanda de vapor necessária para a operação contínua e de alto desempenho da petroquímica. Para atingir esse objetivo, a Veolia será a responsável pelo gerenciamento da maior parte do projeto, incluindo o processo de gestão agroflorestal de mais de 5.5 mil hectares de eucalipto, a concepção do projeto de engenharia e a construção das usinas de processamento de biomassa e de produção de vapor, além da operação e manutenção de toda a instalação durante os 20 anos do contrato. A Braskem realizará investimentos internos para adequar o complexo de Marechal Deodoro ao novo arranjo termoelétrico.

A iniciativa abrange também processos alinhados à transformação digital e à indústria 4.0. Com a implementação do Hubgrade, solução da Veolia que integra ferramentas digitais e expertise humana para monitorar e analisar em tempo real a operação, o projeto garante a otimização da performance e melhoria contínua no desempenho das instalações e no consumo energético.

“Ao cumprir com a demanda de vapor necessária para o funcionamento ininterrupto de seus processos de produção, este projeto atenderá às necessidades de operação e, ao mesmo tempo, aos desafios de sustentabilidade em gestão de energia da Braskem”, finaliza o CEO da Veolia Brasil.

O grupo Veolia atua para ser a empresa de referência da transformação ecológica. Presente nos cinco continentes com quase 179 mil colaboradores, o Grupo concebe e implementa soluções úteis e concretas para a gestão de água, resíduos e energia. Com suas três atividades complementares, a Veolia contribui para o desenvolvimento do acesso aos recursos, à preservação e renovação dos recursos disponíveis.

Em 2020, o grupo Veolia levou água potável para 95 milhões de habitantes e saneamento para 62 milhões, produziu cerca de 43 milhões de MWh e valorizou 47 milhões de toneladas de resíduos. A Veolia Environnement teve em 2020 um faturamento consolidado de 26,010 bilhões de euros.

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Definida a Programação do Congresso Técnico da Interplast 2022

15/02/2022

A Messe Brasil, organizadora da Interplast, em parceira com o IST, SENAI SC e Fiesc, definiu a programação do CINTEC Plásticos 2022. O congresso técnico traz temas ligados a inovação e tecnologias para a indústria de transformação do plástico. Estão contempladas as seguintes palestras:

  • Manufatura aditiva aplicada – Prof. Luis Gonzaga Travassos, Phd – ISI
  • Educação 4.0 – Manufatura Preditiva – Alex Kühnen, Msc. – Senai SC
  • Indústria 4.0 aplicada a manutenção preditiva – Israel Furtado – KRONA
  • Materiais poliméricos aplicados na área da saúde – Palova S. Balzer – Univille
  • Microfabricação de peças aplicado a Bioengenharia – Águedo Aragones – NOWAD Biomateriais
  • Uso de recursos da biomassa na produção de materiais plásticos – Jordão Gheller Júnior – ISI POLÍMEROS
  • Tendência de cores para 2023 – Fabio Fazolim – AVIENT
  • Sistema de manufatura e processamento a laser – Ariel Paulo Rezende – ISI

O Congresso será realizada durante a Interplast, no dia 7 de abril, das 14h às 18h30, no auditório da Sala Bromélia n. 4. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site da feira.

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Solvay lança nova poliamida com conteúdo reciclado para eletrodomésticos

14/02/2022

Segundo a Solvay, o material demonstra menor absorção de água, fluidez aprimorada e excelente acabamento superficial em comparação com poliamidas virgens similares

A Solvay, fornecedora líder global de polímeros especiais, introduziu a nova família de compostos de poliamida (HPPA) Omnix, com base em um mínimo de 33% de conteúdo reciclado, a partir de resina reciclada PIR/PCR. Segundo a Solvay, a resina reciclada é altamente segura e tem um processo controlado pelo fornecedor.

A tecnologia Omnix ReCycle HPPA segue o roteiro One Planet de sustentabilidade da Solvay para melhorar continuamente a pegada ambiental e a circularidade de seu portfólio de produtos.

“Assim como o primeiro HPPA de base reciclada da Solvay com 50% de reforço de fibra de vidro, o Omnix ReCycle é um verdadeiro avanço no mercado de poliamidas para eletrodomésticos. Ele combina as excelentes propriedades mecânicas do HPPA semiaromático virgem com melhor fluxo, menor absorção de água e o melhor aspecto de superfície da categoria”, informa Claire Guerrero, gerente de marketing global para o segmento de embalagens e sustentabilidade da Solvay.

Além disso, segundo Claire Guerrero, o perfil exclusivo de desempenho e sustentabilidade desse produto oferece uma solução de material atraente para proprietários de marcas e fabricantes que buscam aumentar o conteúdo reciclado em seus produtos sem comprometer a estabilidade dimensional, alta rigidez, resistência ao impacto e processabilidade.

A Solvay afirma que o conteúdo reciclado do Omnix ReCycle economiza recursos e resulta em uma pegada de carbono significativamente menor em comparação com o HPPA virgem, mostrando assim um potencial de aquecimento global (GWP, na sigla em inglês) 30% menor. Ao mesmo tempo, ele tem um perfil ideal para substituir poliamidas (PA) de baixo desempenho, bem como metais.

Em eletrodomésticos, por exemplo, ele oferece maior durabilidade do que os polímeros de poliamida PA6 ou PA66 padrão. Isso ajuda os OEMs a reduzirem devoluções por quebras e danos, ao mesmo tempo em que atende à crescente conscientização dos consumidores quanto à longevidade e menor impacto ambiental em suas escolhas de produtos.

Com sua aparência de superfície, o novo HPPA com base reciclada também pode eliminar a necessidade de pintura, o que aumenta seus benefícios gerais de sustentabilidade e facilita a reciclagem no fim da vida útil de aplicações em uma economia de plásticos cada vez mais circular. Outra intenção alvo é a resistência ao desgaste para componentes internos leves em transporte e automotivo.

O Omnix ReCycle da Solvay pode ser processado em injetoras convencionais, inclusive com o uso de moldes aquecidos a água. A Solvay afirma que, após a amostragem e aprovação bem-sucedidas por clientes selecionados, o novo material HPPA sustentável está disponível comercialmente em todo o mundo.

Com 23.000 empregados em 64 países, a Solvay oferece soluções e produtos que podem ser encontrados em residências, alimentos e bens de consumo, aviões, carros, baterias, dispositivos inteligentes, equipamentos de saúde, sistemas de purificação de água e ar. Fundada em 1863, a Solvay está hoje entre as três principais empresas do mundo na maioria de suas atividades e obteve vendas líquidas de € 8,9 bilhões em 2020. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Foto: Solvay

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Plastic Bank chega a 2 bilhões de garrafas PET coletadas para reciclagem no mundo

14/02/2022

Empresa busca frear a poluição dos oceanos e melhorar as condições de vida de coletores por meio de bonificações

A Plastic Bank, empresa social canadense que ajuda a impedir que o plástico polua os oceanos, afirma ter atingido a marca de 2 bilhões de garrafas PET – ou seja, mais de 40 milhões de quilos de plástico – coletadas para reciclagem ao redor do mundo, contando com o apoio de mais 200 companhias globais. Segundo a empresa, o marco do segundo bilhão foi alcançado doze vezes mais rápido do que o do primeiro, demonstrando o compromisso da Plastic Bank em reduzir a poluição nos oceanos e ajudar a melhorar as condições socioeconômicas de coletores em comunidades costeiras vulneráveis. Do volume total coletado, quase 2 milhões de quilos são resultantes da operação no Brasil, afirma o Plastic Bank.

Fundada em 2013 por David Katz, a Plastic Bank atua hoje, além do Brasil, no Egito, nas Filipinas e na Indonésia, e conta com mais de 30 mil coletores e 500 pontos de coleta. O objetivo é construir ecossistemas éticos de reciclagem e reprocessar os materiais para reintroduzi-los na cadeia de fornecimento para manufatura. Para isso, a empresa estrutura pontos de coleta seletiva e integra os coletores em um programa que oferece remuneração extra pelo volume de plástico arrecadado.

Todo o plástico coletado é registrado no sistema em blockchain da Plastic Bank, encaminhado para beneficiamento e transformado no chamado “Plástico Social® ”, que pode ser reintegrado em novos produtos e embalagens como parte de uma cadeia circular. Segundo a empresa, a plataforma protege todas as transações e possibilita a visualização de dados em tempo real, proporcionando transparência, rastreabilidade e escalabilidade ao processo de reciclagem do plástico.

A nível global, a SC Johnson e a Henkel são parceiras no desenvolvimento do ecossistema e, entre as muitas empresas que apoiam os esforços de coleta, estão nomes como Wella, P&G, Coca-Cola, L’Oréal e CooperVision.

“A poluição com plásticos e seu impacto em nossos oceanos é um dos desafios mais significativos do mundo. A coleta de dois bilhões de garrafas PET é uma prova do fato de que cada um de nós pode ser um herói na redução do desperdício de plástico, enquanto melhoramos as vidas das pessoas que o coletam. Nossos heróis – os coletores, proprietários de filiais, parceiros, colaboradores e funcionários – estão conduzindo negócios, consumo, vidas e o planeta em direção à regeneração”, diz o fundador e CEO da Plastic Bank, David Katz.

No Brasil, a empresa afirma já ter coletado o equivalente a mais de 97 milhões de garrafas PET e tem mais de 2.400 registrados no programa. A operação teve início no Rio de Janeiro, onde já existem cerca de quarenta pontos de coleta parceiros, e está em expansão para São Paulo e para o Espírito Santo.

A diretora geral da Plastic Bank no Brasil, Helena Pavese, comenta que a atuação no país é essencial para acelerar as metas globais da empresa: “No Brasil, um território com uma costa litorânea tão extensa, todos deveriam ter a missão clara de ajudar a reduzir o volume de plástico que chega aos oceanos. Queremos transformar um ciclo vicioso de descarte incorreto de lixo e de desvalorização do trabalho de coletores em um novo ciclo, virtuoso, caracterizado pela redução da poluição hídrica e pela melhoria da qualidade de vida de camadas mais vulneráveis da população”.

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Poliamidas se destacam na produção de peças técnicas para uso industrial

14/02/2022

A complexidade de dimensões é uma das principais características das peças técnicas destinados ao setor industrial. Daí a importância de se utilizar um material que atenda a todos os requisitos técnicos não apenas na fabricação, mas também nas etapas de instalação, reposição e eventual substituição das peças.

Segundo a UBE, as suas poliamidas são amplamente utilizadas na produção de peças técnicas globalmente. Como explica Edgar Veloso, Supervisor de Vendas UBE América Latina, “os benefícios do nylon impactam, positivamente, na densidade, resistência química, resistência ao desgaste, resistência elétrica, entre outras propriedades relevantes para o desenvolvimento de projetos e produtos”. Ele lembra ainda que as poliamidas podem ser aditivadas de forma a garantir propriedades necessárias e específicas para cada aplicação.

As poliamidas para peças técnicas industriais se destacam por substituir peças metálicas ou de vidro, com as seguintes vantagens:

  • não necessita de lubrificação;
  • não sofre corrosão (em comparação às peças metálicas);
  • baixa densidade ou peso específico;
  • absorção de vibração com menor propagação de ruído;
  • resistência a diversos produtos químicos (gasolina, diesel, óleos e graxas);
  • baixo custo;
  • bom isolante elétrico;
  • excelente desempenho no processo de usinagem.

As poliamidas são amplamente utilizadas na produção de peças técnicas semiacabadas para diversas aplicações, entre elas, destaque para chapas, tarugos e pranchas, produzidos pelo processo de extrusão, como também, peças injetadas para linhas automotivas, proporcionando ótimo acabamento interno e economia de combustível.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de poliamidas – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

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K 2022: a indústria global de plásticos e borracha se junta para proteção climática, economia circular e digitalização

13/02/2022

  • Banco de dados de expositores já online
  • Alta internacionalização
  • K-Talk, K-MAG e K-monthly já fornecem know-how compartilhado

No início dos anos em que ocorre a K, torna-se evidente mais uma vez o consenso de todos os especialistas em plásticos e borracha: a K em Düsseldorf é o ponto de encontro mais relevante para toda a indústria em todo o mundo. Expositores de todo o mundo vêm a Düsseldorf para demonstrar a excelência operacional da indústria e ativamente delinear o rumo do futuro junto com os visitantes. E esta trajetória leva claramente aos temas da proteção do clima, economia circular e digitalização – e estes são também os três temas orientadores declarados da K 2022.

A troca aberta e o diálogo sobre inovações orientadas para soluções e desenvolvimentos sustentáveis ao longo das fronteiras nacionais e continentes também estarão em foco na K deste ano em Düsseldorf. Ela cumpre os pré-requisitos ideais para o engajamento em uma intensa rede global e para avançar em projetos em conjunto. Porque em nenhum outro lugar a indústria do plástico e da borracha está reunida em um lugar com um grau tão alto de internacionalização.

Fornecedores da Europa, especialmente da Alemanha, Itália, Áustria, Turquia, Holanda, Suíça e França estarão particularmente bem representados neste ano, assim como expositores dos EUA. Ao mesmo tempo, a K reflete claramente as mudanças que afetam o mercado global: o número e as áreas de apresentação das empresas da Ásia tem permanecido em alta constante há vários anos. Pode-se esperar aparições de destaque, especialmente da China, Taiwan, Índia, Coréia do Sul e Japão.

Os cerca de 3.000 expositores de 61 países ocuparão totalmente o Centro de Exposições de Düsseldorf. A base de dados de expositores da K 2022 está acessível em www.k-online.com/2410

A K 2022 já está oferecendo conhecimento especializado com seu K-Talk. Uma vez por mês, esta palestra digital ao vivo em inglês apresenta painéis de discussão empolgantes com um grupo variável de participantes internacionais que lidam com diferentes temas focais, mas sempre com foco nos três temas norteadores do K 2022. O primeiro K-Talk, já realizado em 20 de janeiro sob o título “Proteção Climática e Plásticos – Eles Andam Juntos?” – como todos os K-Talks a seguir – ainda está disponãvel sob demanda. O K-Talk em fevereiro será sobre plásticos na medicina, enquanto a discussão em Março será dedicada ã engenharia mecânica.

Lançada em abril passado, a revista online K-MAG tem como alvo todas as indústrias relacionadas à K e fornece fatos, notícias, histórias e tendências da indústria internacional de plásticos e borracha em alemão e inglês durante todo o ano.

K-monthly é o nome da nova Newsletter da feira K. Os assinantes não apenas recebem as notícias e histórias mais interessantes da K-MAG por e-mail mensalmente, mas também informações atuais sobre K em Düsseldorf e as feiras internacionais da família de produtos K-Global Gate. A assinatura é possível no site K ou no K-MAG.

Certifique-se de lembrar a data: a bilheteria para a 2022 abre em abril de 2022.

A feira K foi organizada pela Messe Düsseldorf pela primeira vez em 1952 e tem sido realizada em intervalos de 3 anos desde então. A última feira K em 2019 registrou 3.330 expositores de 63 países em 177.000 m² de área de exposição e 224.116 visitantes profissionais, sendo 73% destes vindos do exterior. Para mais informações, visite www.k-online.de.

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Mercado de chapas acrílicas no Brasil encolhe em 2021

13/02/2022

No ano passado, o Brasil comercializou 10.630 toneladas de chapas acrílicas, 6% a menos do que em 2020; mas empresários do segmento se dizem otimista em relação a 2022

O mercado brasileiro de chapas acrílicas reduziu-se em 2021 cerca de 6% em relação a 2020. No ano passado, o volume comercializado de chapas no país, incluindo as chapas sustentáveis e as superfícies sólidas, chegou a 10.630 toneladas. Em 2020, esse montante foi de 11.296 toneladas. A queda, segundo João Orlando Vian, consultor executivo do ILAC – Instituto Latino-Americano do Acrílico, pode ser explicada por alguns fatores. O principal deles é o da estagnação econômica vivida mais intensamente por alguns setores do país, como é o caso do setor de comunicação visual, principal consumidor de chapas acrílicas: “A pandemia fez com que as pessoas passassem a consumir através de aplicativos e outros canais digitais. Isso por sua vez, fez com que empresários do setor do varejo não priorizassem os investimentos feitos em comunicação visual. Acreditamos que, neste ano, com a volta gradual das atividades sociais e dos consumidores aos shoppings e outros centros comerciais, esse mercado volte à vida, mas ainda o vemos, pelo menos neste ano, com limitações de crescimento. Isso se deve, em parte, à expansão das vendas online, mas também ao cenário macroeconômico brasileiro e da América Latina”.

Ainda segundo Vian, ao falar em queda deste mercado, é preciso também considerar que 2020 foi um bom ano para quem comercializa acrílico. Isso, porque, no período, houve um aumento da demanda por barreiras de proteção e outros instrumentos em acrílico usadas como anteparos físicos contra o coronavírus em locais públicos e hospitais. Nesse ano, houve um crescimento de 11,4% em relação a 2019, que, por sua vez, foi um ano bastante difícil. Nele o setor amargou uma queda nas vendas de 8,4% em relação a 2018.

Além das barreiras de proteção, o mercado de acrílico aproveitou esses dois últimos anos para ampliar sua atuação em setores como o de móveis corporativos e de decoração. Além disso, diz Vian, o setor mira os mercados de construção civil e de arquitetura, para os quais o acrílico pode oferecer vantagens técnicas e visuais, como a leveza, alta durabilidade e a transparência.

Para 2022, os empresários do setor se dizem um pouco mais otimistas. Mas estar otimista, acreditando que eventuais desafios que surgirem poderão ser superados. Segundo Ralf Sebold, da Bold, estudos mostram que há no mundo uma previsão de crescimento do mercado de chapas acrílicas para um período de mais ou menos 10 anos. O mercado latino-americano de acrílico ainda está em uma fase inicial de desenvolvimento e, por isso, tende a crescer cerca de 6% ao ano até 2031, acredita o executivo. Entre os segmentos consumidores estão o de comunicação visual, que hoje é o que lidera o consumo de acrílico na América Latina. Porém, outros mercados, como os de construção civil e de arquitetura, móveis e de transportes, têm grande potencial e precisam ser explorados.

ILAC – Para os dirigentes da entidade, a expansão regional de atuação do antigo INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico) para o novo ILAC, que integra toda a América Latina, inclusive México, foi sem dúvida a principal conquista do setor neste ano. Segundo Marcelo Thieme, presidente da entidade, o instituto tem um alto potencial gerador de informação que deve ser aproveitado pelo setor. Além disso, diz ele, é mais fácil para todos que os desafios sejam enfrentados em conjunto.

Através do ILAC será possível ao mercado acompanhar mais regularmente não apenas os números do mercado brasileiro de chapas acrílicas – que equivale a cerca de 10.000 toneladas anuais -, mas de todo o mercado latino-americano, que responde por um número aproximado de 50.000 toneladas por ano.

O ILAC – Instituto Latino-Americano do Acrílico é fruto do trabalho de integração das empresas do setor de acrílico na América Latina e tem como objetivo inicial a troca de informações e conhecimento sobre aplicações finais e processamento do acrílico em cada um dos países que participam ou que vierem a participar do grupo. O Instituto segue as premissas do seu antecessor INDAC, que há mais de 20 atua para gerar negócios e difundir o acrílico como matéria-prima.

Atualmente, 32 empresas são associadas ao ILAC, que deve crescer ainda mais em 2022. Entre elas: Acrilaria, Acriresinas, Acrílico Design, Acrilmarco, Acrimax, Acrinox, Acriplanos, Actos, Art Cryl, Bold, Brascril, Caampion, Castcril, Cristal Cores, CutLite, Emporium, Day Brasil, Inkcryl, JR Laser, Menaf, Mitsubishi Chemical, Osvaldo Cruz, Proneon, Sheet Cril, Tronord, Tudo em Acrílico, Unigel e Work Special, juntam-se ao quadro as empresas Paolini e Lamanna, da Argentina, Formaplax, da Colômbia, e Induacril, do Chile.

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Solvay investe 300 milhões de euros em polímeros especiais para atender crescente demanda por baterias de veículos elétricos

11/02/2022

O investimento aumentará a capacidade de produção de Solef, fluoreto de polivinilideno (PVDF), na unidade da Solvay em Tavaux, na França, tornando-a a maior unidade de produção de PVDF da Europa

A Solvay está anunciando investimento de 300 milhões de euros para expandir a capacidade de produção do polímero Solef (fluoreto de polivinilideno – PVDF), em sua unidade em Tavaux, França, com o objetivo de ampliar sua posição de liderança no mercado global de baterias de íons de lítio utilizadas em veículos elétricos e híbridos.

Este novo projeto expandirá a capacidade de produção da empresa na Europa para 35 mil toneladas, criando a maior unidade de produção de PVDF da região. O investimento será concluído em dezembro de 2023 e reforçará a liderança global da Solvay neste campo, posicionando-a para capitalizar a crescente demanda por veículos elétricos e híbridos.

O rápido crescimento desse segmento de veículos está impulsionando uma demanda sem precedentes por PVDF, um fluoropolímero termoplástico usado como aglutinante e revestimento separador em baterias de íons de lítio. Segundo a Solvay, o seu PVDF ajudará os fabricantes a otimizar a eficiência do armazenamento de energia, aumentando a densidade de energia, além da segurança e a potência da bateria.

A Solvay desenvolve soluções para a indústria automotiva há mais de 30 anos. Além do PVDF, a empresa afirma ter em seu portfólio uma série de polímeros e materiais leves que permitem que os OEM’s automotivos reduzam o peso e as emissões de CO2.

Com a previsão de aceleração da transformação para eletrificação na próxima década, a Solvay estima aumentar suas vendas do negócio de Materiais Avançados para o mercado automotivo de aproximadamente 800 milhões de euros em 2021 para mais de 2,5 bilhões de euros até 2030.

“A demanda por veículos elétricos está passando por um grande crescimento”, explicou Michael Finelli, presidente das plataformas de crescimento global da Solvay. “Estamos capitalizando essa poderosa megatendência focando na inovação que gera tecnologias para os nossos clientes e posicionando a Solvay como líder nesse campo. Temos um longo histórico de inovação em tecnologias de PVDF e estamos ampliando nossa liderança por meio desse investimento. Este investimento demonstra ainda mais nosso profundo compromisso com nossos clientes e está alinhado com nossa própria estratégia de crescimento de longo prazo e nossas ambições de sustentabilidade”, disse Michael Finelli.

Segundo ele, os planos da Solvay em Tavaux são um exemplo da execução da estratégia de crescimento da companhia, que foca em investimentos em soluções sustentáveis de alto crescimento em Materiais, alinhadas a importantes megatendências emergentes.

O polímero Solef PVDF da Solvay também foi reconhecido como uma solução sustentável e lucrativa pela World Alliance for Efficient Solutions por sua contribuição para a mobilidade mais limpa e foi um componente essencial usado pelo Solar Impulse, a primeira aeronave movida a energia solar do mundo a dar volta ao mundo, liderada pelo renomado balonista Bertrand Piccard.

Com 23.000 empregados em 64 países, o Grupo Solvay é uma companhia de química e de materiais cujos produtos podem ser encontrados em residências, alimentos e bens de consumo, aviões, carros, baterias, dispositivos inteligentes, equipamentos de saúde, sistemas de purificação de água e ar. Fundada em 1863, a Solvay está hoje entre as três principais empresas do mundo na maioria de suas atividades e obteve vendas líquidas de € 8,9 bilhões em 2020. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

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Evonik desenvolve poli-alfa-olefinas amorfas sustentáveis para a indústria de adesivos

09/02/2022

  • Matérias-primas para adesivos produzidas com biomassa > 90%
  • Redução do uso de recursos fósseis

A Evonik afirma ter ampliado seu portfólio de poli-alfa-olefinas amorfas para a indústria de adesivos mediante a inclusão de uma linha de produtos sustentáveis. Segundo a empresa, os seus novos produtos, comercializados sob a marca Vestoplast eCO, possuem certificação ISCC PLUS em relação ao seu teor de materiais sustentáveis com balanço de massa superior a 90%. A fabricante diz que o uso dessas matérias-primas sustentáveis reduz de maneira significativa as emissões de CO2 na comparação equivalente com o Vestoplast, produzido por fonte petroquímica. Ao usar energia renovável na produção, pode-se reduzir adicionalmente a pegada de CO2.

O Vestoplast é usado principalmente como matéria-prima em adesivos hotmelt aplicados em indústrias variadas, tais como os setores de higiene, automotivo, embalagens e processamento de madeira. O teor de biomassa do Vestoplast eCO é calculado segundo o método do balanço de massa: em outras palavras, o produto é fabricado usando uma mistura de recursos de origem bio e de origem fóssil. As propriedades físicas resultantes são idênticas àquelas dos grades clássicos de origem petroquímica do porftólio da empresa.

“Como empresa de especialidades químicas, estamos adotando medidas importantes para reduzir o impacto dos nossos produtos sobre o meio ambiente. Com o novo portfólio de produtos Vestoplast eCO, queremos reduzir o uso de recursos fósseis na indústria de adesivos em favor de recursos de origem bio”, explica Roberto Vila-Keller, responsável pela linha de negócios Coating & Adhesive Resins. “Com o enfoque do balanço de massa, a Evonik se compromete em aumentar o uso de biomateriais e a reduzir a dependência de recursos fósseis dos nossos clientes”.

A Evonik é uma das líderes mundiais em especialidades químicas. A empresa atua em mais de 100 países em todo o mundo e gerou vendas de 12,2 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 1,91 bilhão de euros em 2020, contando com cerca de 33.000 colaboradores.

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Milliken junta-se ao Projeto de Marcas D’água Digitais HolyGrail 2.0

09/02/2022

O projeto está sendo desenvolvido para avaliar a viabilidade das tecnologias de marcas d’água digitais para a triagem precisa de embalagens em larga escala.

A Divisão de Produtos Químicos da Milliken & Company juntou-se ao Digital Watermarks Project. Trata-se de uma iniciativa em larga escala para testar a viabilidade de tecnologias de marcas d’água digitais para facilitar a triagem de plásticos.

O Digital Watermarks Project fazia parte de uma campanha pioneira promovida pela Ellen MacArthur Foundation – o HolyGrail 1.0, com a participação de proprietários de marcas, varejistas, empresas de reciclagem, produtores de embalagens e provedores de tecnologias para investigar maneiras de melhorar a triagem de plásticos pós-consumo.

No HolyGrail 1.0, descobriu-se que as marcas d’água digitais seriam a tecnologia mais promissora, tendo sido desenvolvida uma prova básica de conceito para triagem inteligente. O HolyGrail 2.0, a segunda interação promovida pela AIM – Associação Europeia de Marcas, levará esse projeto para seu próximo estágio, validando o conceito e a tecnologia em escala semi-industrial.

“É uma excelente iniciativa com a adesão de toda a cadeia de valor do plástico. Sustentabilidade, inovação e tecnologias digitais estão sendo combinadas para ajudar a alcançar o objetivo do European Green New Deal (Novo Acordo Verde Europeu) para tornar a economia da UE sustentável até 2050. Temos muito orgulho de fazer parte de algo que poderá ajudar a promover uma economia circular dos plásticos,” disse Wim Van de Velde, Vice-Presidente Global de Aditivos para Plásticos da Milliken.

A segunda fase terá por objetivo testar a eficiência das práticas de triagem, o engajamento de consumidores e o rastreamento da distribuição de materiais. Ela exigirá a participação de uma grande massa crítica de proprietários de marcas e varejistas, que precisarão modificar as embalagens de produtos com marcas d’água digitais fornecidas por parceiros tecnológicos. Eles farão as adaptações das instalações de triagem maiores para incorporar os leitores de marcas d’água necessários para processar materiais em grande escala.

“Na Milliken, temos uma enorme paixão pela ideia de mudar para melhor o impacto que os plásticos têm sobre o meio ambiente. Uma de nossas maiores prioridades é aprimorar a reciclabilidade dos plásticos, através do desenvolvimento de aditivos que melhorem o desempenho das poliolefinas e permitam gerar maiores percentuais de resinas pós-consumo. O HolyGrail 2.0 se encaixa na nossa visão de um futuro circular,” explicou Velde.

Após a validação do Digital Watermark Project em escala semi-industrial, embalagens codificadas com marcas d’água digitais serão introduzidas em um mercado de teste nacional. Espera-se que o projeto anuncie suas conclusões em meados de 2022.

Especialista em ciência de materiais, a Milliken & Company fornece soluções inovadoras nas indústrias têxteis, de pisos, de especialidades químicas e da saúde, possuindo oito mil associados em 46 localidades ao redor do planeta.

Foto: Holygrail 2.0

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Stadler vê aumento de demanda por reciclagem de filmes e embalagens flexíveis

07/02/2022

Planta de seleção de filme construída pela Stadler

Filmes e embalagens flexíveis são produtos excelentes do ponto de vista do desempenho, o que explica seu uso extensivo, mas apresentam um difícil problema de fim de vida. A solução está na criação de uma economia circular onde esses materiais são devolvidos ao ciclo produtivo. No entanto, a reciclagem desses materiais requer uma abordagem específica devido às suas características. A Stadler, fornecedora de plantas de triagem para a indústria de reciclagem, está vendo um aumento acentuado na demanda por instalações de triagem e reciclagem capazes de fechar esse ciclo.

A pressão para lidar com resíduos de filmes e embalagens flexíveis vem aumentando. A conscientização sobre resíduos plásticos e como reutilizar materiais cresceu e os consumidores estão cada vez mais ativos em seus pedidos por uma abordagem mais ecológica às embalagens. A legislação também está se tornando mais rígida para incentivar os fabricantes a usar Resina Pós-Consumo (PCR), além da resina virgem. Por exemplo, nos Estados Unidos, o parlamento de Nova Jersey enviará ao governador um projeto de lei exigindo 20% de PCR em sacolas plásticas e 40% três anos depois. A California Assembly Bill torna as marcas as únicas responsáveis por atingir 50% de PCR em recipientes de bebidas até 2030, com o objetivo de “tornar os fabricantes parceiros para garantir que eles tenham material suficiente para atender a esse requisito” (1). As grandes marcas internacionais estão se auto impondo o emprego de uma certa porcentagem de PCR em suas embalagens na expectativa de que a legislação em todo o mundo se torne cada vez mais rigorosa.

Como resultado da pressão para a criação de uma economia circular de plásticos, o setor de reciclagem está atraindo investimentos públicos e privados. A Closed Loop Partners – uma empresa de investimento sediada em Nova York que fornece capital e financiamento de projetos para dimensionar produtos, serviços e infraestrutura na vanguarda do desenvolvimento da economia circular – está participando da aquisição de uma participação majoritária na Sims Municipal Recycling e planeja expandir o negócio em municípios adicionais e em outro fluxos de recicláveis pós-consumo. (2)

O desafio de reciclar resíduos de filmes e embalagens flexíveis

Enrico Siewert, Diretor de Desenvolvimento de Produto e Mercado da Stadler

A reciclagem de filmes e embalagens flexíveis apresenta desafios muito específicos e únicos. “O primeiro desafio é a baixa densidade aparente desses materiais, que são muito leves e flexíveis”, explica Enrico Siewert, Diretor de Desenvolvimento de Produto e Mercado da Stadler. “Eles tendem a se movimentar nas esteiras de uma planta de triagem e se enrolam nos rolamentos dos eixos, afetando o desempenho e a manutenção do equipamento. Além disso, esses materiais são suscetíveis à retenção de umidade e tendem a dobrar-se, bloqueando a umidade, sendo necessária muita energia para limpá-los”.

“No entanto, o maior problema é que muitos desses materiais são multicamadas, onde diferentes polímeros – EVOH, PE, PP ou PET – são colocados juntos para alcançar as propriedades de desempenho desejadas. As camadas são fundidas entre si e por isso são muito difíceis de serem separadas mecanicamente. Além disso, eles têm diferentes temperaturas de fusão, o que dificulta o processo de extrusão deste material durante a refabricação de novos produtos.

A reciclagem mecânica não pode lidar facilmente com multicamadas. Em alguns casos, a reciclagem química pode ser uma solução: “trata-se de quebrar os hidrocarbonetos em óleo, que é refinado e transformado em combustível ou transformado em resina com o objetivo de fechar o ciclo”, diz Enrico Siewert. No entanto, este processo ainda está em suas primeiras fases de desenvolvimento, ainda é caro e apresenta dificuldades relevantes.

Equipamento de classificação específico para uma tarefa desafiadora

Filmes e materiais plásticos flexíveis exigem equipamentos de classificação muito específicos devido ao tamanho e comportamento dos materiais em máquinas específicas.

Fardos de material plástico flexível misturado

Segundo a Stadler, o processo (3) começa com os materiais – principalmente de PE e PP – entrando na unidade de processamento como um fardo, que é triturado. O material é alimentado em um separador balístico, onde é dividido em dois fluxos, 2D e 3D. O material 2D é espalhado e passa por separadores óticos para separar PEBD, PP e PEAD.

Segue-se a separação por densidade em um tanque, onde os materiais leves de PE e PP flutuam e os materiais mais pesados afundam e passam por pás, que os limpam. O PE e PP flutuantes são então triturados em pedaços menores e posteriormente limpos com água quente e/ou fria, em diversos dispositivos de fricção. Este processo atinge uma separação muito boa, com cerca de > 70% da saída composta de PE e PP (em grande parte dependente da pureza do material de entrada). O material é refundido em uma resina, que é então filtrada para remover quaisquer partículas remanescentes de impurezas, como papel, sujeira, alumínio e outros polímeros.

A Stadler afirma que a saída deste processo são pellets limpos, de tonalidade cinza escura (quando não se separa o material por cor no início), compostos de até 99% de PE puro. Este material pode ser usado para produzir itens de filme plástico preto, como sacos de lixo. Também pode ser reciclado quimicamente para retirar a coloração ao final do processo e obter uma resina transparente quase como a virgem.

Uma demanda crescente por soluções de classificação de embalagens flexíveis e filmes

A Stadler experimentou um aumento na demanda por soluções de classificação para filme e embalagens flexíveis desde que concluiu sua primeira planta para Integra, em Sofia, na Bulgária, em 2018. Seus separadores balísticos, removedores de etiquetas e esteiras transportadoras estão no centro de sua oferta para plantas de separação de filmes. “Estamos sempre desenvolvendo novos maquinários, estabelecendo parcerias e buscando formas de lidar com esse fluxo de material difícil de reciclar, porque nossos clientes estão exigindo isso”, diz Enrico Siewert. “E estamos refinando nossos sistemas para as usinas de reciclagem química, que estão cada vez mais conscientes da necessidade de sistemas sofisticados de front-end para classificar, filtrar e lavar os materiais antes que eles possam ser quimicamente decompostos”.

Filmes Transparentes

A Stadler também está ativamente envolvida no diálogo contínuo entre a indústria de reciclagem e grandes marcas sobre a adoção de uma abordagem mais sustentável de ‘Design para Reciclagem’ para embalagens que facilite a recuperação de materiais no final de sua vida útil. “Acredito que, na Stadler, somos muito bons em ouvir nossos clientes e entender suas necessidades. Trazemos a equipe certa e experiência no setor, e prestamos atenção. Estamos envolvidos no setor, sempre olhando para a nova tecnologia que chega, para que possamos aconselhar nossos clientes sobre a melhor solução para sua operação – qual tecnologia está disponível, como sequenciar o equipamento corretamente para preencher a lacuna entre o resíduo descartado e o produto reciclado acabado.”

Fundada em 1791, a dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários qualificados oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

Notas:
1. Fonte: Plastic Recycling Update, 1/12/22
2. Fonte: Waste Dive, 1/4/22
3. Processo de classificação descrito pela Stadler

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Tomra Recycling assina parceria com a GM&C, maior processador de resíduos eletrônicos da América Latina

27/01/2022

A Tomra Recycling Brasil assinou recentemente um acordo de parceria com a GM&C, o maior processador de resíduos eletrônicos do Brasil. O acordo tem especial relevância, dado que se trata de uma linha de processamento inédita para valorização de resíduos eletrônicos com foco na seperação de metais.

A união foi celebrada entre três partes: GM&C, a maior empresa de soluções em logística reversa e reciclagem da América Latina, a Tomra Recycling, a maior produtora de sistemas de separação ótica do mundo e o Grupo Fragmaq, o maior fabricante de trituradores e soluções para resíduos do país.

A GM&C, localizada em São Jose dos Campos, conta com 19 anos de experiência no mercado de logística reversa e reciclagem de produtos eletroeletrônicos. Com um foco constante em pesquisa, inovação e tecnologia para separação de metais, a empresa é a maior da América Latina em capacidade de processamento, bem como em tecnologias na separação de metais. No ano de 2018, a GM&C chegou ao número de 20 mil toneladas de eletrônicos coletados e processados em todo o Brasil, com 68% deste volume coletado no Sudeste, seguido do Sul e demais regiões. O produto recuperado é reciclado e retorna para a cadeia, impulsionando a Economia Circular.

Instalações da GM&C

A linha contará com o equipamento Finder da Tomra Recycling. Segundo a empresa, este equipamento é especializado em separar eficientemente frações de metais de alta pureza, até mesmo das frações mais difíceis em termos de composição, granulometria, mistura de resíduos e fluxos de metais.

A Tomra afirma que a sua tecnologia de processamento de imagens Suppixx oferece aos clientes um nível muito alto de resolução, possibilitando identificar partículas finas com precisão e, posteriormente, separá-las com um alto grau de pureza. Com detecção de recorrência na esteira, o Suppixx permite que os operadores da linha tenham alta capacidade e resultado de qualidade superior constante, garante a Tomra. A empresa também afirma que as características de flexibilidade modular e reconhecimento inteligente de objetos (IOR) possibilitam a adaptação do Finder em várias aplicações dentro dos segmentos de recuperação de metais, inclusive recuperação de cabos e fios e seleção de aço-inox, assim como a reciclagem de polímeros, compreendendo a separação de PS/ABS/PE/PP entre outros.

Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Brasil

Para Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Brasil, “é uma alegria firmar essa parceria com a GM&C pela relevância que eles tem no mercado, além da oportunidade de estabelecer no Brasil a nossa primeira referência de seleção por sensores aplicada ao tratamento de resíduos eletroeletrônicos, que é uma aplicação consolidada na Europa e Estados Unidos, mas ainda não tínhamos no Brasil”.

Por seu lado, Marcelo Oliveira, CEO da GM&C, segue a mesma linha de pensamento: “estamos muitos felizes com esta parceria pois se sabe no mercado mundial sobre a qualidade do produto que a Tomra oferece e como agrega valor”. Oliveira explica: “está no nosso DNA a utilização de tecnologias de ponta na seperação de metais e nos últimos anos estamos focados na valorização de resíduos. Entendemos que estas tecnologias nos darão mais condições de negociar com nossos parceiros finais que transformam a matéria prima em produtos”.

Marcelo Oliveira, CEO da GM&C

Já Hélio Júnior, Diretor da Fragmaq, reitera os termos de uma parceria que já é bem sucedida: “a GM&C oferecerá ainda mais a seus clientes a possibilidade de que possam praticar, de fato, a economia circular. Investir em novas tecnologias reforça o compromisso da GM&C com a agenda ESG”. Hélio Júnior reforça ainda o impacto que a tecnologia da Tomra vai ter no dia-a-dia das operações: “ao utilizar os equipamentos Tomra em seu processo, a GM&C contribuirá ainda mais para a economia circular, já que haverá um nível de separação ainda maior e uma significativa redução dos rejeitos de processo”.

O mercado de equipamentos eletrônicos tem crescido a uma velocidade bastante alta e o mercado brasileiro não é exceção. Para Carina Arita, este é um mercado que faltava ser desenvolvido pela Tomra no Brasil. “A Tomra é líder no mercado brasileiro nos segmentos de reciclagem de resíduos e de plásticos e faltava avançar no segmento de resíduos eletrônicos. O principal benefício é a valorização dos metais e dos plásticos contidos nesse fluxo de resíduo, realizada de forma eficiente, com alta capacidade de processamento e alta qualidade de produtos, e portanto, promovendo a economia circular, ganho de escala e fluidez no processo”.

A Tomra Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Segundo a empresa, cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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