Hillenbrand compra Milacron por U$ 2 bilhões

18/07/2019

  • Com a aquisção, a Hillenbrand, controladora da Coperion, adiciona ao seu portfolio de tecnologias de processamento de plásticos os segmentos de injeção e extrusão da Milacron, câmara-quente da Mold-Master, bases e componentes de molde da DME
  • Aumenta Escala e Diversificação
  • Empresa combinada deverá gerar receita anual de aproximadamente US $ 3 bilhões e fluxo de caixa livre de mais de US $ 325 milhões até 2021

A Hillenbrand, Inc. e a Milacron Holdings Corp. anunciaram em 12/07 ter chegado a um acordo definitivo sob o qual a Hillenbrand irá adquirir a Milacron em uma transação mista, envolvendo dinheiro e ações, avaliada em aproximadamente US $ 2 bilhões, incluindo a dívida líquida de aproximadamente US $ 686 milhões da Milacron, estimada em 31 de março de 2019.

Sob os termos do acordo, que foi aprovado por unanimidade pelos Conselhos de Administração de ambas as companhias, os acionistas da Milacron receberão US $ 11,80 em dinheiro e uma relação de troca fixa de 0,1612 ações ordinárias da Hillenbrand para cada ação ordinária da Milacron que eles possuam. Com base no preço de fechamento da ação da Hillenbrand em 11 de julho de 2019, o último dia de negociação antes do anúncio, a soma do pagamento implícito em dinheiro e ações a ser recebido pelos acionistas da Milacron é de $ 18,07 por ação, representando um prêmio de aproximadamente 34% para o preço de fechamento da ação da Milacron em 11 de julho de 2019. No fechamento, os acionistas da Hillenbrand deterão aproximadamente 84% da companhia combinada e os acionistas da Milacron deterão aproximadamente 16%.

A Milacron fabrica, distribui e presta serviços de engenharia e sistemas personalizados na indústria de processamento e tecnologia de plásticos, cujo tamanho estimado é de aproximadamente US $ 30 bilhões, bem como em tecnologias de fluidos e sistemas de processamento. A Milacron opera em três segmentos: Sistemas de Processamento e Controle de Material Fundido, que projeta e fabrica sistemas avançados de câmara quente e controle de processo, bases e componentes de molde; Tecnologias de Processamento Avançado de Plásticos, que projeta e fabrica equipamentos e sistemas de processamento de plásticos, incluindo moldagem por injeção, extrusão e sistemas auxiliares; e Fluid Technologies, que fabrica produtos que são usados ​​em uma variedade de processos de usinagem.

Os negócios da marca Uniloy anteriormente pertencentes à Milacron na área de moldagem de plásticos por sopro, foram vendidos separadamente ao Osgood Capital Group e Cyprium Investment Partners e não integram a transação com a Hillenbrand.

A aquisição da Milacron representa um passo fundamental na visão de Hillenbrand de se tornar empresa industrial diversificada de classe mundial ao adicionar ao portfolio da Hillenbrand novos negócios estratégicos em sistemas de canais quentes e moldagem por injeção,através de marcas líderes como Milacron e Mold-Masters. Juntas, a empresa combinada terá maior escala e uma significativa diversificação de produtos, aprimorando sua capacidade de atender aos clientes através de tecnologias complementares em toda a cadeia de valor de plásticos, incluindo produção de resinas de base plástica, compostos, processamento de produtos plásticos por extrusão e injeção, além de reciclagem.

Joe Raver, presidente e CEO da Hillenbrand, disse: “Esta transação transforma significativamente nosso portfólio e oferta de produtos, adicionando as soluções tecnológicas líderes da Milacron e uma base de clientes instalada considerável para nos ajudar a impulsionar o crescimento de longo prazo. A Milacron se alinha à nossa estratégia de crescimento rentável e a estrutura de aquisições e temos a expectativa de que as potencialidades adicionais de seus segmentos de alto desempenho acelerem a geração de fluxo de caixa livre e melhorem as margens em todos os negócios. Eu tenho muito respeito pelos funcionários talentosos da Milacron e espero recebê-los na Hillenbrand, enquanto embarcamos nesse próximo passo em nossa estratégia e criamos valor adicionado para nossos acionistas, clientes, funcionários e comunidades “.

Tom Goeke, diretor executivo da Milacron, disse: “Após cuidadosa revisão, nossa diretoria concluiu unanimemente que uma combinação com a Hillenbrand representa uma oportunidade única para fornecer aos acionistas da Milacron um valor significativo e imediato e a capacidade de se beneficiar do potencial positivo da companhia combinada. A Hillenbrand tem um enorme histórico de crescimento e agregação de valoir em seu portfólio de produtos. Juntos, continuaremos a fornecer aos clientes produtos inovadores e sistemas personalizados. Essa combinação é resultado do tremendo progresso da equipe da Milacron em melhorar nossa posição como líder global em tecnologia e processamento de plásticos. Estou confiante de que encontramos um parceiro forte em Hillenbrand e estamos ansiosos para uma transição perfeita “.

A Hillenbrand é uma empresa industrial diversificada global com várias marcas líderes que atendem a uma ampla variedade de indústrias em todo o mundo, já atuando no segmento de plásticos através da marca Coperion K-Tron. O portfólio da Hillenbrand é composto por dois segmentos de negócios: o Grupo de Equipamentos de Processo e Batesville. Os negócios do Grupo de Equipamentos de Processo projetam, desenvolvem, fabricam e fornecem equipamentos industriais em todo o mundo. Batesville é um líder no segmento funerário na América do Norte.

Fonte: Milacron

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Prévia da K 2019 – Covestro destaca sua visão de um mundo sustentável e digital

17/07/2019

  • Busca por ciclo de material em toda a cadeia de valor
  • Pioneira no caminho para um futuro sem matérias-primas fósseis
  • Programa abrangente para digitalização
  • Soluções inovadoras para indústrias-chave

Durante a conferência de imprensa Prévia da K2019, realizada no Centro de Convenções da Messe Duesseldorf em 2 de julho passado, a fabricante de materiais Covestro apresentou em primeira mão as novidades a serem exibidas na Feira K 2019 em Outubro. Apresentado pelo CEO da Covestro, Dr. Markus Steilemann, e por Jochen Hardt, vice-presidente e especialista em marketing da Covestro, a empresa divulgou suas várias inovações e projetos que visam ampliar as fronteiras de um mundo sustentável e digital.

Na feira de plásticos K 2019, em Düsseldorf, a Covestro apresentará soluções inovadoras em materiais que, segundo a empresa, fornecem respostas aos desafios atuais do mundo. Os visitantes da principal feira do mundo para a indústria de plásticos e borracha encontrarão exemplos disso apresentados pela Covestro no estande A75, no Hall 6. De 16 a 23 de outubro de 2019, produtos e tecnologias para as indústrias automotiva, de construção e eletrônica estarão em exibição , além de aplicações inovadoras e funcionais nos setores da saúde, móveis, esportes e lazer.

“Além do avanço da digitalização, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas serão uma força motriz na sociedade e na economia para os próximos anos”, disse o CEO Markus Steilemann aos jornalistas. “O atingimento desses objetivos não é apenas imperativo para um mundo melhor, mais limpo e mais saudável, mas também possui um grande potencial econômico a longo prazo”, explicou o CEO. “A Covestro está determinada a implementar as metas de sustentabilidade da ONU em muitos níveis.”

Steilemann apontou o desenvolvimento de uma economia circular funcional e uma melhor gestão de recursos fósseis limitados, principalmente o petróleo bruto, como pontos centrais para o aumento da sustentabilidade. “Essas são metas que impactarão a sociedade como um todo e a Covestro quer contribuir para isso. Dentro de nossa empresa, queremos estabelecer ciclos de materiais ao longo de toda a cadeia de valor, desde os fornecedores, passando pela produção e logística, até o uso de nossos produtos e sua reutilização ”, explica Steilemann.

Ao reciclar plásticos usados, será importante poder esgotar todas as possibilidades técnicas. “O método relativamente novo de reciclagem química também é uma opção, que requer suporte adicional”, disse o CEO.

Um aspecto fundamental para o desenvolvimento de uma economia circular na indústria de plásticos e indústria química é fechar o ciclo de carbono com recursos reciclados. Aqui, vale a pena considerar o uso de resíduos de plantas e, cada vez mais, a utilização de gás carbônico como alternativas para os recursos fósseis. A Covestro já alcançou vários resultados nessas áreas. “Queremos nos tornar pioneiros no caminho para um futuro sem recursos baseados em materiais fósseis e enfatizar nossa reivindicação de liderança no setor”, enfatizou Steilemann.

Digitalização cria valor agregado

Outra força motriz é o avanço da digitalização. A Covestro quer aproveitar as oportunidades nessa área e iniciou um programa abrangente, com foco no cliente. Para isso, a empresa está incorporando tecnologias e processos digitais na produção, na cadeia de suprimentos, na pesquisa e desenvolvimento, em todos os pontos de contato com os clientes e no desenvolvimento de novos modelos de negócios. Vários tópicos e exposições na K 2019 destacam a importância da digitalização para a empresa, que espera estabelecer referências nesse campo na indústria de plásticos e de produtos químicos.

Os exemplos abaixo dão uma ideia dos desenvolvimentos que a Covestro apresentará na K 2019.

Sociedade completamente conectada

Um requisito importante para a mobilidade do futuro e a digitalização de todas as áreas da vida e dos negócios é a nova tecnologia de transmissão 5G. Para construir a infra-estrutura para isso, a Covestro está trabalhando em conjunto com a Deutsche Telekom e o Umeå Institute of Design para desenvolver soluções inovadoras em materiais para estações base, antenas e outros componentes do sistema. A Covestro também está trabalhando em uma solução em filme de múltiplas camadas em conjunto com um novo processo de fabricação para as partes de trás da estrutura de smartphones. Ao contrário dos elementos convencionais de metal, estes filmes de policarbonato são permeáveis ​​à radiação de alta frequência.

Interiores de automóveis do futuro

O destaque da exposição na K 2019 é um conceito de interior automotivo abrangente para a mobilidade futura. Em linha com a última tendência, a mostra pretende transformar interiores de automóveis em espaços multifuncionais e móveis para a vida e o trabalho. “Desenvolvemos o conceito em conjunto com parceiros-chave industriais e acadêmicos”, explicou Jochen Hardt, especialista em marketing da Covestro e líder do projeto. “Isso envolve funcionalidade, conforto e design em igual medida, além de eficiência.” O carro do futuro é totalmente conectado em rede e é perfeitamente integrado à vida cotidiana. Os principais recursos de design são superfícies com aparência e toque decorativos, iluminação ambiente integrada, os últimos sistemas de entretenimento digitais e conceitos em assentos de última geração.

Produtos têxteis derivados de gás carbônico

Juntamente com parceiros como a RWTH Aachen University e vários fabricantes de têxteis, a Covestro conseguiu produzir fibras têxteis elásticas a partir de poliuretano termoplástico derivado parcialmente de CO2 e, como resultado, substituiu em parte o petróleo bruto como matéria-prima. O ponto de partida é um produto intermediário chamado cardyon®, que já é usado para para produzir a espuma macia encontrada em colchões e nas camadas de base dos campos esportivos. Os parceiros estão atualmente trabalhando no desenvolvimento da produção de têxteis em escala industrial e querem introduzir um ciclo de material que seja baseado em recursos sustentáveis ​​para a indústria têxtil e de vestuário.

Energias renováveis ​​em ascensão

Além de promover uma economia circular eficiente, a Covestro também está comprometida em expandir ainda mais o uso dos plásticos em energias renováveis, como a energia eólica. A cooperação com parceiros levou ao desenvolvimento de uma resina de poliuretano, bem como de uma tecnologia de processo, que torna possível a fabricação de pás de rotores de turbinas eólicas de forma eficiente e econômica, afirma a empresa. A Covestro recentemente processou seu primeiro pedido comercial nessa área proveniente da China.

Com 2018 vendas de 14,6 bilhões de euros, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados ​​em muitas áreas da vida diária. Os principais segmentos atendidos são os setores automotivo, de construção civil, processamento de madeira e móveis, e elétricos e eletrônicos. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.800 pessoas (calculadas como equivalentes em tempo integral) no final de 2018.

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Brasília recebe o PlastCoLab, instalação que une interatividade e o movimento maker no universo do plástico

17/07/2019

Iniciativa gratuita, que foi sucesso em São Paulo, Porto Alegre e Salvador, destaca projetos que unem inovação à versatilidade do plástico.

Brasília será palco da iniciativa que mostra como o plástico, por meio do movimento maker, pode se transformar em projetos que reúnem interatividade, tecnologia e inovação. O PlastCoLab, chega à capital nacional na próxima sexta-feira, 19 de julho, após seu sucesso em São Paulo, Porto Alegre e Salvador, onde já atraiu mais de 25 mil visitantes. A proposta é ressaltar a utilização do plástico de forma criativa e responsável. A atração gratuita funcionará entre 19 a 28 de julho no shopping Conjunto Nacional, das 9h às 22h (segunda a sábado) e das 14h às 20h (domingo).

O PlastCoLab é uma instalação formada por quatro estações, cada uma de uma cor diferente, todas inspiradas no icônico cubo mágico, famoso brinquedo dos anos 80. Na estação azul funcionará o Robô resolvedor de Cubo Mágico que promete desvendar os segredos do ícone da cultura geek em poucos segundos. No mesmo local também será possível interagir com uma prótese humana impressa em 3D e um braço mecânico, protótipos que mostram como o plástico contribui para a acessibilidade das pessoas.

A Horta Urbana é a estrela da estação verde. Com sensores e válvulas automatizadas, ela recebe água com nutrientes na quantidade necessária para as plantas. A horta, pensada para pequenos espaços, foi criada com a reutilização e reciclagem de diversos itens de plástico, como recipientes transformados em vasos, tubos de PVC que demonstram como o material é versátil e acessível.

Na estação vermelha será possível observar uma impressora 3D em funcionamento, produzindo vários diferentes objetos com filamentos plásticos.

Já na estação laranja o público terá acesso à uma mesa interativa, que traz caneta de impressão 3D, convidando os visitantes a soltarem a imaginação e criar as mais diferentes formas. Diversos outros brinquedos inteligentes também estarão disponíveis para serem manuseados. Este também será o espaço dos personagens impressos em 3D do jogo Eckoblocks. O jogo, já disponível para plataformas mobile, tem como objetivo engajar crianças sobre a importância da reciclagem e o fundamental papel que elas exercem nesse processo

No PlastCoLab será possível ainda ver e interagir com o Robô BEO, um robô inteiro confeccionado em plástico que dança e interage com as pessoas, respondendo perguntas e executando ações solicitadas por elas.

“Brasília, por concentrar um público que vive o dia a dia das políticas públicas e também antenado nos avanços da tecnologia do país, tem tudo a ver com o projeto PlastCoLab. É mais uma oportunidade de apresentar o universo de aplicação, a inovação e os benefícios do plástico em projetos totalmente ligados a nova economia”, diz José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast.

“A característica itinerante do PlastCoLab nos possibilita reforçar, nas mais diferentes localidades do país, como o plástico é importante para a cultura maker, um movimento que está crescendo cada vez mais. Por meio de experiências e interações, o público conhecerá como o plástico é fundamental como tendência para o desenvolvimento de projetos inovadores, sustentáveis e acessíveis”, diz Edison Terra, Vice-Presidente executivo da Braskem.

Serviço:
PlastCoLab
Data: 19 a 28 de julho
Horário: 9h às 22h (segunda a sábado) e das 14h às 20h (domingo).
Local: SDN CNB – Conjunto A. Asa Norte – B
Quanto: Gratuito.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e Abiplast, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, e prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma. Para saber mais, acesse www.picplast.com.br e plasticotransforma.com.br

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Durante Prévia da K 2019, clientes da BASF exibem protótipos fabricados com material plástico quimicamente reciclado

16/07/2019

  • Os parceiros da BASF no Projeto ChemCycling: Jaguar Land Rover, Storopack, Südpack e Schneider Electric.
  • Fase piloto promissora, mas continuam os desafios tecnológicos e econômicos, assim como a necessidade de avanços regulatórios.

Um número cada vez maior de empresas da indústria de plásticos está trabalhando para promover a reciclabilidade dos plásticos e, assim, ajudar, na criação de uma economia circular. Uma das maneiras pelas quais a BASF atua nessa área é através do projeto ChemCycling: no final de 2018, a empresa utilizou pela primeira vez volumes piloto de óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos como matéria-prima em sua própria produção.

Na Prévia da Feira K 2019, uma conferência de imprensa que ocorreu no Centro de Conveções da Messe Düsseldorf entre 1 a 3 de Julho, quatro parceiros apresentaram os primeiros protótipos que foram criados durante a fase piloto do projeto.

A Jaguar Land Rover (JLR), fabricante líder na indústria automotiva, desenvolveu um protótipo do suporte do radiador feito de plástico, usando poliamida 6 reciclada com 30% de fibra de vidro (Ultramid B3WG6 Ccycled Black 00564) para o seu primeiro SUV elétrico: o I-Pace. “Como parte do nosso compromisso de acelerar a fabricação em circuito fechado (Closed-loop manufacturing) em todas as nossas operações, estamos sempre em busca de avanços tecnológicos que ajudem a reduzir o desperdício”, disse Craig Woodburn, gerente global de Compliance Ambiental da JLR. “A capacidade de converter resíduos plásticos de consumo em peças seguras e de qualidade usadas em produtos premium, por meio do processo ChemCycling, é um passo importante no avanço da nossa aspiração de alcançar um futuro com resíduo-zero”.

A Storopack, fornecedora global de embalagens de proteção e peças técnicas moldadas, usou EPS quimicamente reciclado (Styropor P Ccycled) para fabricar embalagens de isolamento térmico para produtos farmacêuticos sensíveis à temperatura, bem como caixas para transporte de peixe fresco e embalagens protetoras para dispositivos eletrônicos. “Ficamos particularmente impressionados com o fato de que o Styropor® P Ccycled pode ser usado em embalagens de alimentos. Já existem várias opções de reciclagem para o Styropor e o projeto ChemCycling ajuda a aumentar ainda mais a o percentual reciclável”, comentou Hermann Reichenecker (foto), presidente do Conselho de Administração da Storopack.

A Südpack, uma das principais produtoras de embalagens em filmes na Europa, fabricou um filme de poliamida e um filme de polietileno que foram convertidos em embalagens com vedação especial para uso com queijo muzzarela. Até o momento, considerava-se que as embalagens multicamadas eram recicláveis até um certo limite. “Embalagens em filme desempenham funções importantes tais como: a proteção do produto, higiene e tempo de vida de prateleira, ao mesmo tempo em que precisa utilizar uma quantidade mínima de plásticos. Esta é a razão pela qual as embalagens em filme são compostas por vários materiais e camadas com diversas propriedades e barreiras. Por meio de inovações como o ChemCycling, chegamos mais próximos de resolver os problemas associados à reciclagem de embalagens flexíveis”, disse Johannes Remmele, sócio-gerente da Südpack.

A Schneider Electric, líder na transformação digital de gestão de energia e automação, fabricou um disjuntor a partir de poliamida (Ultramid) quimicamente reciclada. “Nós ativamente avaliamos a capacidade de matérias-primas secundárias, tais como plásticos reciclados, de atender aos nossos exigentes padrões de qualidade, normas e regulamentações rigorosas da indústria. Nós confiamos na expertise da BASF para demonstrar os benefícios de sustentabilidade de ponta-a-ponta e ao mesmo tempo oferecer um custo atraente. Esperamos que esta experimentação com a BASF abra espaço para mais inovações circulares em Gerenciamento e Distribuição de Energia”, disse Xavier Houot, vice-presidente sênior de meio ambiente, segurança e real state da Schneider Electric Group.

“Os projetos piloto com clientes de várias indústrias mostram que os produtos fabricados com matérias-primas quimicamente recicladas oferecem a mesma alta qualidade e desempenho que os produtos fabricados com materiais primários. O projeto ChemCycling, que usa uma abordagem de balanço de massa para atribuir matematicamente uma parcela do material reciclado ao produto final, pode ajudar nossos clientes a atingir suas metas de sustentabilidade”, disse Jürgen Becky, vice-presidente sênior de Materiais de Performance. Os produtos certificados são indicados com a terminação “Ccycled” em seu nome. Os protótipos apresentados na Prévia da K 2019, em Düsseldorf, fazem parte da fase piloto em andamento do projeto ChemCycling.

Potencial para aumento do percentual de material reciclável

“Com o projeto ChemCycling, a BASF tem como objetivo processar o óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos que atualmente não são recicláveis, tais como plásticos misturados ou contaminados. Se tivermos êxito em desenvolver o projeto até o ponto de disponibilidade no mercado, o ChemCycling será um complemento inovador aos processos existentes de reciclagem e recuperação, com o intuito de resolver o problema dos resíduos plásticos”, comentou Stefan Gräter, responsável pelo projeto ChemCycling na BASF.

O expressivo potencial da reciclagem química foi confirmado pela consultoria McKinsey em um estudo de dezembro de 2018: se os processos de reciclagem existentes forem combinados aos novos, como a reciclagem química, os especialistas acreditam que alcançaremos até 2030 uma taxa de 50% de reutilização e reciclagem de plásticos mundialmente (hoje, 16%). A parcela da reciclagem química poderia então subir do seu valor atual de 1% para aproximadamente 17%, o que equivale à reciclagem de cerca de 74 milhões de toneladas de resíduos plásticos.

Desafios tecnológicos, econômicos e regulatórios

Para passar da fase piloto à implantação no mercado, várias questões precisarão ser resolvidas. As tecnologias existentes para a transformação de resíduos plásticos em matérias-primas recicladas devem ser avançadas e adaptadas para o uso em escala industrial, a fim de garantir a alta qualidade do óleo de pirólise. A BASF está atualmente investigando várias opções para alimentar, a longo prazo, o seu complexo produtivo integrado com volumes comerciais de óleo de pirólise. Além das questões técnicas, os aspectos econômicos também desempenham um papel. Para a reciclagem química ter aceitação no mercado, os órgãos regulatórios também devem reconhecer oficialmente que o processo é uma modalidade de reciclagem. Dentro desse escopo, eles precisam definir como as abordagens de reciclagem química e balanço de massa podem ser incluídas no cálculo das taxas de reciclagem exigidas por lei.

Uso responsável de recursos

“Nosso projeto ChemCycling é um bom exemplo de como a BASF está trabalhando com nossos parceiros no desenvolvimento de soluções para os principais desafios do século 21”, disse Dr. Andreas Kicherer, especialista em sustentabilidade da BASF. Além do projeto ChemCycling, a BASF está envolvida em muitos outros projetos e iniciativas que fortalecem a ideia da economia circular e previnem o descarte dos plásticos no meio ambiente. Por exemplo, o portfólio de produtos da BASF inclui o ecovio®, um plástico compostável certificado, parcialmente fabricado com matérias-primas renováveis. A empresa é membro do World Plastics Council e participa de dois programas da Ellen MacArthur Foundation. Em todas as suas fábricas no mundo, a BASF implementa a “Operação Clean Sweep”, uma iniciativa internacional da indústria de plásticos destinada a evitar a perda de pellets de plástico no meio ambiente. Além disso, no início de 2019 a BASF uniu esforços com aproximadamente 30 outras empresas para fundar a Alliance to End Plastic Waste (AEPW). Nos próximos cinco anos, esta iniciativa pretende investir até $1,5 bilhão em vários projetos e parcerias, principalmente na Ásia e na África. Há quatro áreas-foco principais: desenvolvimento de infraestrutura para coleta de resíduos, promoção de métodos inovadores de reciclagem, educação e engajamento de vários grupos, além da limpeza de áreas com concentração de resíduos plásticos no meio ambiente.

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Huntsman apresenta nova gama de materiais baseados em Poliuretanos para Impressão 3D durante a Prévia da K 2019

11/07/2019

A empresa química Huntsman delineou no dia 3 de julho, durante apresentação na Prévia da Feira K2019, em Düsseldorf, na Alemanha, os detalhes de uma nova gama de materiais para manufatura aditiva desenvolvida pela empresa, que visam atender a necessidades emergentes na indústria da impressão 3D. A plataforma de manufatura aditiva Iroprint da Huntsman contém três diferentes tipos de materiais à base de poliuretano (resinas, pós e filamentos), que podem ser impressos em 3D por meio da utilização de uma variedade de métodos de manufatura aditiva, incluindo estereolitografia (SLA), sinterização de alta velocidade (HSS) e fabricação por filamentos fundidos (FFF).

Inicialmente, a Huntsman vai lançar a sua linha Iroprint de materiais de manufatura aditiva macias e flexíveis na indústria global de calçados e esportes, onde a impressão 3D já está sendo utilizada para criar tanto sapatos personalizados como aqueles fabricados em massa. A longo prazo, a Huntsman planeja ampliar a sua plataforma de manufatura aditiva Iroprint para uma gama mais vasta de aplicações e indústrias.

Atualmente, a plataforma de manufatura aditiva Iroprint inclui três linhas de produtos que foram otimizadas para trabalhar com as principais técnicas de impressão 3D preferidas pelos fabricantes de calçados.

  • Resinas: as resinas Iroprint R são uma gama de sistemas de resinas líquidas de um só componente, macias e duráveis, que podem ser impressas em 3D através de estereolitografia (SLA), processamento de luz digital (DLP) e outros métodos de cura por radiação.
  • Pós: para as empresas que pretendem imprimir em 3D com materiais em pó, os pós Iroprint P são uma linha de poliuretanos termoplásticos (TPU) de alto desempenho para modalidades de impressão através de sinterização de alta velocidade (HSS).
  • Os filamentos F Iroprint são uma coleção de materiais TPU de alto desempenho que possuem um diâmetro consistente e foram concebidos para uso através da técnica de fabricação por filamentos fundidos (FFF) e outras tecnologias de impressão à base de extrusão.

Todas as três linhas de produtos de manufatura aditiva Iroprint foram otimizadas para a produção de componentes de calçados e são fáceis de usar e imprimir, oferecendo resistência avançada à abrasão, ao alongamento e ao rasgo, afirma a Huntsman. Para as modalidades de impressão 3D com cura por radiação, tais como Estereolitografia (SLA) ou Processamento de Luz Digital (DLP), as resinas R Iroprint também oferecem capacidades de longa durabilidade e cura rápida, garante a empresa.

Durante a sua apresentação na Prévia da K2019 em Dusseldorf, na qual a Huntsman lançou a sua plataforma de manufatura aditiva Iroprint, Stephane Peysson (foto), Diretor de Desenvolvimento de Negócio Global da Huntsman Polyurethanes, adiantou: “A nossa equipe de incubação de inovação trabalhou numa colaboração próxima com usuários finais e líderes industriais para desenvolver a nossa carteira de produtos de manufatura aditiva Iroprint. Juntos, nós analisamos detalhadamente os fatores que criam um bom material de impressão 3D e o que tem faltado no mercado até o momento. Acreditamos que o lançamento do nosso portfolio de manufatura aditiva Iroprint preenche a lacuna que existe hoje no mercado em relação a uma gama de materiais de impressão 3D funcionais, duráveis e ao mesmo tempo mais macios, agnósticos à tecnologia, econômicos e fáceis de imprimir – qualquer que seja a técnica de produção 3D preferida.”

“Antes do lançamento da gama Iroprint, nós estivemos construindo relações com parceiros tecnológicos chave que, por sua vez, trabalham com algumas das maiores marcas de calçados do mundo. Antevemos grandes oportunidades para os nossos materiais de manufatura aditiva Iroprint em outros setores do mercado de impressão 3D, desde componentes para a indústria automobilística até objetos para aplicações na área de “Internet das Coisas” (IoT). Estamos vivendo um tempo incrivelmente excitante no mercado de manufatura aditiva, com estimativas sugerindo que o setor deverá crescer mais de 20% até 2024. Estamos ansiosos por discutir o lançamento da nossa plataforma de manufatura aditiva Iroprint com qualquer pessoa que esteja ativamente envolvida na impressão 3D durante a feira K, em Outubro, em Düsseldorf.”

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Novo e-book da Tomra Sorting Recycling identifica como a cadeia de valor do plástico pode reduzir seu desperdício

09/07/2019

A ameaça existencial para os oceanos e a vida marinha é uma razão justa e correta para reduzir o desperdício de plásticos; outra boa razão são as novas oportunidades de negócios rentáveis.

A Tomra Sorting Recycling publicou um novo eBook que compartilha ideias transformadoras para reduzir o desperdício de plástico em toda sua cadeia de valor. A publicação gratuita para download destaca como a adoção mais ampla de uma economia circular não é apenas vital para o meio ambiente, mas também pode trazer novas oportunidades de negócios.

O mais recente e-book da Tomra adota a visão realista de que o plástico se tornou insubstituível em nossa vida cotidiana por causa de suas inúmeras vantagens, mas é preciso que haja uma ação urgente para evitar uma exacerbação da ameaça que os resíduos plásticos já representam para nossos oceanos e a vida marinha. O cerne da questão, diz o e-book, é o que fazemos com o plástico após o uso e como os plásticos voltam a entrar na economia circular. Ao implementar medidas eficazes na cadeia de valor dos plásticos, podemos garantir a saúde a longo prazo de nossas economias, comunidades e meio ambiente.

O e-book da Tomra identifica muitas das ações que precisam ser tomadas para evitar uma catástrofe ambiental. Além disso, reforça as ações necessárias de todas as principais partes interessadas do setor na cadeia de valor dos plásticos: fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, consumidores, empresas de gestão de resíduos, instalações de reciclagem e legisladores.

Além dos benefícios ambientais da reciclagem de resíduos, o e-book observa como mudanças econômicas positivas também podem ser esperadas. As economias que usam modelos de descartes e descartáveis estão adotando novas oportunidades de negócios por meio de tecnologias avançadas de classificação que purificam e entregam reciclados de alta qualidade.

Para baixar sua cópia do eBook, visite: https://solutions.Tomra.com/plastic-value-chain-ebook

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Tomra

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Organização da Feira K 2019 em Düsseldorf disponibiliza recursos e serviços para visitantes.

26/06/2019

  • Tópicos de destaque em um microsite dedicado.
  • Planta interativa dos pavilhões de exposição.
  • Organizador de visitas.
  • Nova Ferramenta de Matchmaking.
  • Aplicativo da K.
  • Newsletter da K.

Agora, só faltam quatro meses para a K 2019 abrir novamente as portas da principal Feira Mundial de Plásticos e Borracha. De 16 a 23 de outubro, o Centro de Exposições de Düsseldorf estará lotado, com mais de 3.000 expositores de 60 países. Se você é um visitante profissional, já pode começar a planejar sua visita agora para aproveitar ao máximo tudo o que a feira oferece. A K 2019 tem uma variedade de serviços para dar suporte aos visitantes de todo o mundo, permitindo que você aproveite da melhor maneira possível seu tempo em Düsseldorf.

Tópicos de destaque na K 2019 no site K-online.com

Quatro temas “quentes” foram escolhidos para a K 2019 pelos acadêmicos e especialistas do Grupo de Inovação da K 2019: Plásticos para Desenvolvimento Sustentável e Economia Circular, Digitalização e Indústria de Plásticos 4.0, Integração de Sistemas: Funcionalidade através do Material, Processo e Design e Jovens Talentos na indústria.

Esses “quentes” agora têm seu próprio microsite dedicado no Portal da K, com entrevistas em vídeo contínuas, artigos e notícias baseadas em cada tópico. É um ótimo lugar para os visitantes começarem a planejar sua visita à feira.

Planta interativa dos pavilhões de exposição

A planta interativa dos pavilhões abrange instalações internas e externas e é a ferramenta ideal para você se orientar no centro de exposições. Cada pavilhão pode ser acessado com um simples toque, e uma função de zoom contínuo permite que você focalize estandes individuais, onde você pode visualizar todas as informações sobre o expositor e seus produtos. A nova função de busca de expositores cobre todo o banco de dados da K ​​e exibe os resultados diretamente na planta dos pavilhões.

Organizador de visita

Usando a função “My Organizer” (Meu organizador), os visitantes precisam apenas de alguns toques / cliques para compilar uma lista de expositores de seu interesse, a fim de que possam planejar sua rota através dos pavilhões em detalhes, antes de sua chegada na feira. Após o registro, o “My Organizer” pode ser usado na bilheteria com um login pessoal, embora também esteja disponível sem registro. O login permite o uso conveniente em vários dispositivos (por exemplo, smartphones e PCs) por um longo período de tempo. Uma vez que uma lista tenha sido compilada, ela pode ser editada ou alterada toda vez que for acessada.

Nova ferramenta de “Matchmaking”

Um dos principais benefícios da feira K em Düsseldorf é a possibilidade de estabelecer contatos internacionais (networking). Mas qual é a maneira mais fácil para os expositores e visitantes fazerem contato em nossa era digital? A nova ferramenta inteligente “Matchmaking Tool” fornece uma plataforma ideal para encontrar novos contatos de forma rápida e conveniente e para fazer networking com eles. Visitantes e expositores na K 2019 já podem pesquisar por contatos e produtos que considerem relevantes e interessantes. A ferramenta sugere contatos adequados imediatamente, permitindo que você entre em contato com eles e agende reuniões durante a feira. O acesso é através do portal da web, em https://www.k-online.com/matchmaker2 para visitantes, e em https://www.k-online.com/matchmaking_exh_2 para expositores ou através do aplicativo K Matchmaking no IOS e no Android. A ferramenta rapidamente detecta os seus interesses e apresenta recomendações e sugestões personalizadas de contatos.

O aplicativo da K: Levando para casa todo o universo da feira K

O App da K disponibiliza todas as informações importantes sobre a K em um dispositivo móvel em inglês e alemão, fornecendo pesquisas sobre expositores e produtos (também off-line), notícias sobre a feira e expositores e o plano interativo dos pavilhões, bem como o My Organizer e funções de matchmaking. O aplicativo é gratuito e pode ser baixado na AppStore ou no Google Play. Juntamente com o aplicativo K Matchmaking, o aplicativo da K oferece a melhor maneira de se preparar para a feira.

A Newsletter da K

A Newsletter da K 2019 fornece informações detalhadas no período que antecede a feira, apresentando as notícias dos expositores juntamente com produtos inovadores – todos classificados de acordo com uma temática ou de acordo com a aplicação, por ex. aplicações médicas, construção de veículos ou embalagem. A newsletter da K estará disponível para assinatura via k-online.com a partir de agosto.

Sobre a Feira K:

A K foi organizada pela Messe Düsseldorf pela primeira vez em 1952. Ela ocorre em intervalos de três anos. A última edição da K em 2016 registrou 3.293 expositores de 61 países, cobriu um espaço de exposição líquido de cerca de 173.000 metros quadrados e atraiu 232.053 visitantes profissionais, incluindo 71 por cento de visitantes de fora da Alemanha.

Fonte:  Messe Duesseldorf

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LyondellBasell e Neste anunciam produção em escala comercial de polipropileno e polietileno de baixa densidade de base biológica a partir de materiais renováveis

26/06/2019

Segundo as empresas, esta colaboração marca a primeira vez que polipropileno de base biológica e o polietileno de baixa densidade de base biológica foram produzidos simultaneamente em escala comercial.

A LyondellBasell (www.lyondellbasell.com), uma das empresas líderes no segmento de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, e a Neste (www.neste.com), produtora de diesel renovável a partir de resíduos, anunciaram conjuntamente no dia 18 de junho a primeira produção em paralelo, em escala comercial, de polipropileno de base biológica e de polietileno de baixa densidade de base biológica.

A equipe de produção da LyondellBasell em Wesseling, Alemanha, mostrou o primeiro lote de biopolímeros obtidos a partir de materiais renováveis.

O projeto conjunto utilizou hidrocarbonetos renováveis ​​da Neste, derivados de matérias-primas de base biológicas sustentáveis, como resíduos e óleos residuais, afirma a empresa. O projeto produziu com sucesso vários milhares de toneladas de plásticos de base biológica que, segundo as empresas, são aprovados para a produção de embalagens de alimentos e serão comercializados sob as marcas Circulen e Circulen Plus, a nova família de produtos de economia circular da LyondellBasell.

“A LyondellBasell tem um espírito inovador que abrange décadas e uma realização como essa demonstra ações concretas que estamos tomando em apoio a uma economia circular”, disse Richard Roudeix, Vice-Presidente Sênior de Olefinas e Poliolefinas da LyondellBasell para Europa, Ásia & Internacional. “Através do uso de recursos renováveis, estamos contribuindo para a luta contra a mudança climática e ajudando nossos clientes a atingir suas metas ambientais.”

“Estamos empolgados em permitir que a indústria de plásticos introduza mais materiais de base biológica em sua oferta. É muito gratificante ver os hidrocarbonetos renováveis ​​da Neste operando perfeitamente em uma escala comercial de produção de polímeros de base biológica, fornecendo uma opção de substituição para materiais fósseis “, disse o presidente e CEO da Neste, Peter Vanacker. “Esta colaboração pioneira com a LyondellBasell representa um marco importante na comercialização dos polímeros ​e produtos químicos renováveis da Neste, com foco no desenvolvimento de soluções renováveis ​​e circulares para marcas sustentáveis ​​voltadas para o futuro”.

Pioneirismo

O desenvolvimento anunciado pelas duas empresas combinou as matérias-primas renováveis ​​exclusivas da Neste e as capacidades técnicas da LyondellBasell. Segundo a LyondellBasell, a flexibilidade do seu cracker na unidade de Wesseling, na Alemanha, permitiu o processamento de uma nova matéria-prima renovável, que foi convertida diretamente em polietileno de base biológica e polipropileno de base biológica. As duas empresas afirmam que uma terceira entidade independente testou os produtos poliméricos usando traçadores de carbono e confirmou que eles continham mais de 30% de conteúdo renovável.

A LyondellBasell vendeu alguns dos produtos renováveis ​​produzidos no testes para vários clientes – um deles é a Cofresco, uma empresa do Grupo Melitta (com marcas como Toppits® e Albal®) que é o principal fornecedor europeu de produtos de marca no segmento de filmes para uso doméstico. A Cofresco planeja usar o polietileno de base biológica Circulen Plus para criar materiais sustentáveis para embalagem de alimentos.

A LyondellBasell é uma das maiores empresas de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, vendendo produtos em mais de 100 países. A empresa é a maior produtora mundial de compostos de polímeros e o maior licenciador de tecnologias de poliolefinas.

A Neste é um produtor de diesel renovável, refinado a partir de resíduos, oferecendo soluções ​​também para as indústrias de aviação e plásticos. A empresa também é um refinador de produtos petrolíferos. Em 2018, a receita da Neste foi de 14,9 bilhões de euros.

Fonte: Lyondell Basell

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Chevron Phillips em negociação para comprar a canadense Nova Chemicals – Reuters

23/06/2019

A Chevron Phillips Chemical Corp está considerando fazer uma oferta de U$ 15 bilhões pela Nova Chemicals, empresa com sede em Calgary (Canada). A oferta inclui a dívida da Nova.

A joint venture entre a Phillips 66 e a Chevron Corp, sediada em Woodlands (Texas, EUA), que já é uma grande empresa petroquímica global, pode se expandir mais ainda com a aquisição da Nova Chemicals.

Fontes não identificadas disseram à Reuters na quinta-feira (20/06) que a Chevron Phillips já fez a proposta, mas há a possibilidade de outro comprador ainda surgir. O dono da Nova Chemical, o fundo soberano de Abu Dhabi, Mubadala Investment Co., vem tentando vender a petroquímica desde o início do ano, mas não há nenhuma certeza de que irá aceitar a proposta da Chevron Philiphs Chemical. A Mubadala também pode decidir manter uma participação na Nova Chemicals, acrescentou uma das fontes.

Tanto a Chevron Phillips Chemical Co. como a Nova Chemicals não confirmaram as informações.

Fundada em 1954, a Nova Chemicals relatou um Ebitda de U$ 271 milhões no primeiro trimestre de 2019, abaixo dos U$ 418 milhões registrados no mesmo período de 2018, de acordo com dados do site da empresa.

A Nova Chemicals tem 2.900 funcionários globalmente e fabrica polietileno e etileno. Produz também poliestireno expandido usado na construção, em embalagens, copos e recipientes, manuseio de materiais, segurança e outras aplicações.

Se o negócio se concretizar, pode fazer da Chevron Phillips a terceira maior produtora de polietileno da América do Norte, logo após a Exxon Mobil Chemical Company e a Dow Chemical Company, disse Ashish Chitalia, analista da área química da firma de pesquisa Wood Mackenzie. A aquisição também significará que a Chevron Phillips se tornará a maior produtora de polietileno de alta densidade na América do Norte, seguida pela LyondellBasell, acrescentou Chitalia.

Uma das variáveis a serem levadas em conta na transação é o fato de que há expectativas de que haja excesso de oferta de polietileno nos próximos três anos. Além disso, a indústria petroquímica está lutando com os impactos da guerra comercial EUA-China, que pode reduzir os preços e prejudicar o crescimento nos EUA.

O governo de Abu Dhabi adquiriu a Nova Chemicals em 2009 por U$ 500 milhões, evitando que a empresa se submetesse a uma reestruturação financeira, em virtude da sua alta dívida na época. Desde então, os negócios da Nova cresceram rapidamente, como resultado da expansão vertiginosa das atividades de shale gas na América do Norte.

No ano passado, a Dow venceu uma ação judicial de US $ 1 bilhão contra a Nova em uma disputa relacionada a um cracker de etileno em Alberta.

No início deste ano, a joint venture da Nova com a Borealis AG, sediada em Viena, chamada Novealis, iniciou a construção de uma unidade de 625.000 toneladas métricas de Polietileno, em Pasadena, Texas, em parceria com a petrolífera francesa Total SA. A unidade pertence a uma joint venture Total-Novealis denominada Bayport Polymers LCC e deve iniciar operações em 2021.

Outros grandes projetos incluem um cracker e uma expansão de polietileno em Sarnia, Ontário, com previsão de partida para o quarto trimestre de 2021 e um recente projeto de flexibilização de matérias-primas em Sarnia.

Fundada no ano 2000, a Chevron Philips Chemical tem instalações fabris nos Estados Unidos, Cingapura, Arábia Saudita, Catar e Bélgica. O faturamento total da empresa foi U$ 12 bi no ano passado, de acordo com seu site.

Fonte: Reuters, Calgary Herald, Chron

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Danone, Veolia, Nestlé e Tetra Park se unem para criar novo modelo comercial para incentivar recuperação e reciclagem de plásticos

22/06/2019

A Iniciativa 3R reúne ONGs, especialistas e grandes empresas como Danone, Nestlé, Tetra Pak e Veolia em modelos de negócios pioneiros de “economia circular”

A Iniciativa 3R é um esforço global planejado para reduzir a pegada de plástico e embalagens de empresas de bens de consumo, produtores, varejistas e outros, padronizando seus esforços e criando instrumentos negociáveis ​​que podem aumentar as reduções através de um esquema de crédito baseado no mercado.

A Iniciativa 3R trabalha usando um esquema de crédito para alavancar a economia circular – incentivando e encorajando empresas a assumir a liderança dentro e além de suas cadeias de valor para abordar a questão dos resíduos plásticos em escala.

A Iniciativa 3R foi fundada pela Danone, Veolia, Nestlé, Tetra Pak e é liderada pela Verra, criadora de padrões internacionais, e pela BVRio, desenvolvedora do mercado ambiental, ambas organizações sem fins lucrativos. A Conservation International e o South Pole contribuem como consultores.

Um padrão transparente para relatórios corporativos

A conscientização do público sobre a poluição plástica está crescendo, e cada vez mais empresas estão implementando atividades de redução de resíduos plásticos e assumindo compromissos globais. No entanto, muitos ainda acham difícil aprimorar suas ações e informar seus clientes sobre seu progresso em um formato universalmente aceito. A Iniciativa 3R oferece um modelo comercialmente sustentável, transparente, econômico e escalável. Um de seus componentes é o 3R Corporate Standard, em relação ao qual os esforços das corporações para reduzir seus resíduos plásticos podem ser avaliados de forma independente. É certificado por terceiros, para que as empresas possam usar o padrão para quantificar com credibilidade os impactos de seus próprios esforços e seus investimentos em recuperação de resíduos e reciclagem.

“Padrões confiáveis ​​e gerenciados independentemente serão fundamentais para o estabelecimento de mecanismos de mercado confiáveis ​​para lidar com resíduos plásticos em escala. A Iniciativa 3R fornecerá esses padrões por meio de um processo robusto, envolvendo várias partes interessadas, como empresas, ONGs e governos, e extensas consultas públicas “, declarou David Antonioli, CEO da Verra.

O mecanismo de crédito 3R para projetos de atividades

Outro componente importante é o 3R Crediting Mechanism, uma ferramenta inovadora que permite a negociação de créditos emitidos por atividades de recuperação e reciclagem de plásticos em todo o mundo. Ela permite que as empresas superem as ações internas e apoiem ​​projetos em “hotspots de vazamento de plástico” que geram benefícios ambientais e sociais verificáveis. As empresas podem comprar créditos para apoiar financeiramente e acelerar projetos que recuperam e reciclam plásticos e embalagens, contribuindo assim para a sua circularidade.

“É empolgante fazer parte da criação de um esquema muito necessário para aumentar a recuperação de plásticos e aumentar as taxas de reciclagem globalmente. Este inovador mecanismo 3R – Reduzir, Recuperar, Reciclar – é o resultado do trabalho de especialistas reunidos, arregaçando as mangas e assumindo o desafio de melhorar a coleta”, disse Mario Abreu, Vice-Presidente Global de Sustentabilidade da Tetra Pak. “O desenvolvimento e o financiamento de soluções para mitigar possíveis vazamentos para o meio ambiente é um dos principais objetivos e apóia o objetivo da Tetra Pak de enviar zero de caixas para aterros sanitários.

“A Conservation International está entusiasmada por fazer parte desta importante iniciativa, que dará às empresas as ferramentas necessárias para manter o plástico fora do ambiente e dos oceanos do mundo, ajudando os países a alcançar seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, disse Jennifer Morris, presidente da Conservation International.

Benefícios sociais e ambientais

Além de combater o lixo plástico, o mecanismo de crédito também traz benefícios sociais diretos. No Brasil, por exemplo, o mecanismo permitirá que os catadores desfavorecidos gerem renda adicional e melhorem suas condições de trabalho por meio da venda de créditos de recuperação de resíduos plásticos. No sudeste da Ásia, os créditos 3R vão desbloquear novos investimentos em infraestrutura de coleta e reciclagem de resíduos em falta para reduzir a poluição do plástico em sua origem.

Mais de uma dúzia de pilotos iniciais de potenciais projetos de emissão de créditos, visando diferentes tipos de plásticos e atividades de embalagem e recuperação, serão desenvolvidos nos próximos anos na América Latina, África e Sudeste Asiático.

“Até hoje, houve muito pouco investimento em esforços de recuperação e reciclagem de resíduos, especialmente no mundo em desenvolvimento, onde o apoio é mais necessário”, disse Moura Costa. “A Iniciativa 3R oferece às corporações a possibilidade de demonstrar ao público que estão dispostos e são capazes de combater a poluição plástica, com o objetivo de transformar modelos de negócios insustentáveis ​​em sistemas operacionais verdadeiramente circulares.”

A Iniciativa 3R (www.3RInitiative.org), nomeada segundo seus objetivos de reduzir o desperdício de plástico, recuperar plástico do meio ambiente e aumentar as taxas de reciclagem, visa: (1) catalisar o projeto responsável, o uso e a recuperação de materiais de embalagem; (2) apoiar as empresas na redução de suas pegadas de resíduos plásticos e na mitigação de possíveis vazamentos no meio ambiente; e (3) estimular o desenvolvimento de novos projetos de recuperação e reciclagem de plásticos em todo o mundo. A Iniciativa 3R começará com foco em embalagens plásticas e, com o tempo, cobrirá uma gama mais ampla de materiais recicláveis ​​para atender às necessidades ambientais e de mercado. O Padrão 3R para Contabilidade Corporativa permitirá que as empresas avaliem e relatem de forma robusta suas pegadas de resíduos de plástico e comuniquem ações de mitigação confiáveis. Isto será complementado pela Norma 3R para a Contabilidade do Projeto, que estabelecerá as regras e metodologias para quantificar e contabilizar a remoção e / ou reciclagem de resíduos, incorporar salvaguardas sociais para proteger os catadores e estabelecer um sistema de verificação usando terceiros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – 3R

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PICPlast investe em plataforma digital de educação e lança game Eckoblocks

20/06/2019

Jogo foi criado com o objetivo de incentivar práticas sustentáveis e ressaltar a importância da reciclagem e o papel fundamental das pessoas nesse processo.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, o PICPlast, anuncia mais uma iniciativa visando a educação e conscientização sobre a importância da reciclagem: o lançamento do Eckoblocks, um game para plataforma móvel que tem como objetivo engajar crianças sobre questões relacionadas à sustentabilidade e à preservação do meio ambiente. Pioneiro, o PICPlast é fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), e da Braskem.

A ação faz parte do Movimento Plástico Transforma, a plataforma de conteúdo do PICPlast direcionado para a sociedade, que tem como objetivo mostrar como o plástico, aliado à tecnologia, à inovação e à utilização responsável, podem mudar o futuro da sociedade. Ao longo de cinco anos de atuação, o Plano já investiu R$ 10 milhões em ações, com grande foco em Educação, que destacam as vantagens da matéria-prima.

“Com o Eckoblocks, queremos desenvolver essa consciência na criança, com uma atividade que educa ao mesmo tempo que diverte”, diz Edison Terra, Vice-Presidente Executivo da Braskem. “Trata-se de mais um importante passo de aproximação com a sociedade, uma forma lúdica de evidenciar a relevância do consumo consciente e do descarte correto”, afirma José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast.

Voltado para crianças de 6 a 11 anos, o Eckoblocks possui download gratuito para celulares e tablets com sistemas iOS e Android. O visual é inspirado no game Minecraft®, sucesso mundial entre o público infantil. Os jogadores navegam por dois ambientes – cidade e natureza – e são estimulados a coletar resíduos recicláveis contemplando diversos tipos de matérias-primas. O objetivo principal é promover o crescimento da cidade de forma sustentável, por meio da administração de recursos.

Desde 2017, o PICPlast vem investindo em ações que geram agenda positiva para o plástico e que ultrapassam os interlocutores da indústria da transformação. É o caso, por exemplo, do PlastCoLab, espaço interativo, inspirado no movimento maker, que reúne inovação e tecnologia associado ao plástico. Realizado em São Paulo, Porto Alegre e Salvador, o espaço deve contar com novas edições em outras cidades ainda este ano.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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Solvay faz parceria na área de polímeros especiais para impressão 3D de uso industrial

20/06/2019

Primeiro projeto junto com a Stratasys, que deve estar pronto em 2020, visa a aplicações na área aeroespacial/aeronáutica

A Solvay anunciou acordo de cooperação com a Stratasys para desenvolver novos filamentos de manufatura aditiva (AM) de alto desempenho para uso exclusivo nas impressoras 3D FDM® F900® da Stratasys.

“Os clientes da Stratasys têm solicitado repetidamente materiais mais diversificados e de alto desempenho, ao mesmo tempo em que muitos dos nossos clientes da Solvay desejam que os polímeros de alto desempenho sejam habilitados para uso nesses sistemas de impressão industrial 3D. Portanto, a parceria entre as duas empresas agora nos permite atender a essas necessidades crescentes”, disse Christophe Schramm, Gerente de Negócios de Additive Manufacturing da unidade global de negócios Specialty Polymers da Solvay.

Como parte de seu plano conjunto de produtos, a Solvay e a Stratasys trabalharão juntas para desenvolver um filamento de AM de alto desempenho baseado no polímero de polifenilsulfona da Solvay Radel® (PPSU) , que atenderá às exigências rigorosas de conformidade FAR* 25.853 para uso em aplicações aeroespaciais. Ambas as empresas pretendem comercializar este novo filamento Radel® PPSU em 2020.

Outros produtos que atendam às necessidades específicas da indústria em outros importantes mercados de uso final de AM também serão posteriormente lançados.

“A Solvay é uma líder confiável para materiais diversificados e testados para as indústrias aeroespacial, automotiva e médica. Estamos orgulhosos de dispor deste novo acordo de colaboração, que dará aos clientes a capacidade de expandir ainda mais a impressão em 3D FDM em aplicações de produção”, disse Rich Garrity, presidente da Stratasys Americas.

A Solvay tem um histórico de 25 anos com os grades de PPSU Radel® desenvolvidos especificamente para uso em componentes internos de cabine de aeronaves, que estão em conformidade com todos os requisitos comerciais e regulatórios de inflamabilidade, densidade de fumaça, liberação de calor e emissões de gases tóxicos, afirma a empresa. Estes grades também oferecem excelente resistência química e rigidez excepcionais, assegura a Solvay.

“A parceria com a Stratasys é um passo importante na estratégia da Solvay para criar um ecossistema sólido e diversificado de AM para melhor atender nossos clientes. A combinação da seleção e da expertise dos materiais da Solvay com os recursos de impressão 3D repetíveis e de alta qualidade da Stratasys abrirá novas possibilidades para a manufatura aditiva em mais das indústrias que atendemos atualmente de manufatura “tradicional”, acrescentou Christophe Schramm, da Solvay.

A Stratasys é líder global em manufatura aditiva ou tecnologia de impressão 3D e é fabricante de impressoras 3D FDM® e PolyJet™. As tecnologias da empresa são usadas para criar protótipos, moldes e peças de produção nas indústrias, incluindo a aeroespacial, automotiva, saúde, produtos de consumo e educação. O ecossistema de soluções e expertise da impressão 3D da Stratasys inclui: impressoras 3D, materiais, software, serviços especializados e produção de peças sob demanda.

A Solvay é uma empresa de materiais avançados e de especialidades químicas, com produtos e soluções utilizados em aviões, automóveis, dispositivos inteligentes e instrumentos médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre outras aplicações. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 24.500 pessoas em 62 países. As vendas líquidas pro forma foram de € 10,3 bilhões em 2018. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

*Federal Aviation Regulations 253 (Regulamentação da Associação Federal de Aviação dos Estados Unidos)

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Tanques de PRFV para água potável são os destaques da Tecniplas na Fispal

20/06/2019

Tanques da Tecniplas instalados em fábrica de gêneros alimentícios

A Tecniplas participa mais uma vez da Fispal Tecnologia, importante feira do setor de alimentos e bebidas da América Latina – de 25 a 28/06, no São Paulo Expo. Especializada na fabricação de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibra de Vidro), a empresa destacará no evento a adequação dos seus reservatórios à Portaria de Consolidação nº 05, de 28/09/2017, Anexo XX (Laudo de Inocuidade). A regulamentação dispõe sobre a inocuidade dos materiais que ficam em contato com água potável.

“A Tecniplas possui Laudo de Inocuidade das resinas utilizadas na fabricação dos tanques de PRFV, conforme exige a Portaria. Isso nos habilita a fornecer reservatórios usados para a armazenagem não só de água potável, mas de qualquer tipo de insumo consumido pela indústria de alimentos e bebidas”, explica Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

Além de ser atóxico e inócuo, ele salienta, o PRFV é mais competitivo do que o aço inox normalmente empregado na fabricação dos tanques para a armazenagem de matérias-primas do setor alimentício.

“Com as mesmas dimensões e características técnicas, os tanques de plástico reforçado podem custar até 35% menos do que os de aço inox. Sem contar que são monolíticos, ou seja, moldados em uma única peça. Isso significa que não existem pontos de solda, áreas normalmente sujeitas a vazamentos”, detalha.

Em comparação com tanques de aço vitrificado, que são compostos por centenas de painéis parafusados e revestidos de borracha, a comparação é ainda mais favorável para o PRFV, afirma Rossi. “Só precisamos homologar a superfície interna ou liner do tanque para o contato com a água. No aço vitrificado, é necessário o aval para todos os componentes que dão forma ao reservatório, o que implica em sensível aumento do custo”, complementa o diretor da Tecniplas.

Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos são consumidos pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tecniplas

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Uso de adesivos estruturais é tendência para desenvolver veículos mais leves

20/06/2019

 

Montadora: adesivação estrutural ajuda a reduzir o peso dos veículos

Junção com adesivos reduz o custo e aumenta a produtividade das montadoras

Carros mais eficientes, que consumam – e poluam – menos. Esse é o desejo de todas as montadoras. Além de investir em motores mais econômicos, as fabricantes têm dado preferência a materiais leves, a exemplo de compósitos de plásticos com fibras de vidro e carbono. No entanto, para unir para-choques e tetos de compósitos ao restante da carroceria, não é possível usar solda convencional e tampouco faz sentido recorrer a pesados parafusos ou rebites. Recorre-se então à união das peças com adesivos estruturais, através da solda ou união química.

“Os adesivos estruturais são facilmente adaptáveis aos processos de produção das montadoras, atendendo a requisitos como agilidade na aplicação e cura sob temperatura ambiente. Também ajudam a reduzir o peso dos veículos, distribuem de maneira mais uniforme as tensões e aprimoram os aspectos estéticos das peças unidas”, afirma Gabriel Matos, assistente técnico de vendas da Lord.

Outra vantagem fica por conta do fato dos adesivos unirem materiais de composição química totalmente distinta como, por exemplo, compósitos e reforços metálicos. A adesão estrutural, portanto, amplia o leque de possibilidades de combinação de materiais e, com isso, garante mais liberdade de design aos projetistas, além de reduzir etapas de processo e possibilitar o desenvolvimento de componentes mais leves.

De forma geral, os adesivos cumprem três funções em um automóvel: adesão, vedação e fixação. A adesão está relacionada com a união de componentes estruturais à carroceria, tais como um front-end. A fixação baseia-se na junção de elementos cilíndricos, como no caso de uma engrenagem ao eixo, e a vedação tem como objetivo impedir a passagem de gases ou líquidos entre as superfícies, como acontece no cárter do motor.

Há muito espaço para a evolução dos adesivos estruturais no segmento de veículos leves. “A substituição de pontos de solda nas carrocerias é um exemplo. Adesivos de elevada resistência mecânica permitem que a montadora elimine a solda MIG do seu processo, o que significa redução de custo, aumento de produtividade e diminuição do retrabalho que a soldagem normalmente exige quando é feita em chapas finas, mais sujeitas a marcações e distorções”, completa Matos.

Com matriz em Cary (EUA), a a subsidiária local da norte-americana Lord Corporation atua no Brasil desde 1972 – mantém uma unidade produtiva em Jundiaí (SP). Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos e revestimentos, bem como sistemas de controle de vibração e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial. A companhia emprega cerca de 3 mil funcionários em 26 países e opera 19 fábricas e 10 centros de P&D em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lord

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Twin Tulipware escolhe copoliéster da Eastman para fabricar garrafas para hidratação

20/06/2019

Quando a Twin Tulipware lançou a família de garrafas Multi, o copoliéster Tritan da Eastman foi uma escolha baseada na experiência da empresa com outros produtos fabricados com o material. A transparência do copoliéster e a sua resistência ao impacto foram fatores determinantes na seleção da resina da Eastman.

A garrafa Multi de 750mL e a mini garrafa Multi de 450mL são projetadas para atender a variadas necessidades dos consumidores. A garrafa maior é desenhada para acompanhar as necessidades de hidratação e resistência de jovens adultos e ativos. O tamanho compacto da mini garrafa Multi é ideal para mãos pequenas e para as necessidades de crianças em idade escolar.

Ambas as garrafas estão disponíveis em seis cores e projetadas para manter sua aparência e brilho, mesmo após anos de uso e limpezas. Segundo a Eastman, as garrafas também se beneficiam da resistência a odores e a manchas apresentada pelo copoliéster Tritan, assim como da sua adequação tanto para bebidas frias como quentes.

A Twin Tulipware realiza testes de impacto para controle de qualidade para aferir a durabilidade das garrafas na moldagem final.

“Trabalhando com nosso fornecedor, temos acesso ao conhecimento técnico da Eastman”, diz Daniel Soekamto, diretor da Twin Tulipware Indonésia. “Um engenheiro da Eastman até voou para a nossa fábrica para solucionar problemas de pré-produção. A Eastman continuou a fornecer análises técnicas de quaisquer problemas que encontramos após a produção.”

A Twin Tulipware é uma empresa da Indonésia, fundada há 19 anos, atuando no segmento de utensílios domésticos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Evonik apresenta aplicações de Polímeros Superabsorventes na produção agrícola

20/06/2019

Ao ser utilizado em solos e substratos, o produto aumenta a eficiência do uso de água, nutrientes e ativos, possibilita o plantio em condições extremas e aumenta o rendimento e qualidade das culturas, afirma a Evonik.

Entre as soluções da Evonik para o setor do agrenegócio está uma linha de produtos que contempla os Polímeros Superabsorventes utilizados na agricultura e outros segmentos. Um dos destaques é o Stockosorb 660, desenvolvido especialmente para o uso na produção agrícola.

Segundo a Evonik, este seu Polímero Superabsorvente (SAP) altamente reticulado é capaz de absorver e disponibilizar às plantas um grande volume de água de até 300 vezes o seu próprio peso. Em contato com a água, os cristais sintéticos (grânulos) “incham” rapidamente, formando o hidrogel através da absorção e retenção de água, nutrientes e ativos, que são liberados para a planta de forma gradual e eficiente durante o processo de secagem do solo.

Esta absorção de nutrientes ocorre através da troca de cátions que são liberados gradualmente para as plantas segundo um Processo Osmótico. “Desta forma, o Stockosorb 660 pode ser aplicado em cultivos perenes, semi-perenes e anuais, como Silvicultura, Cafeicultura, Citricultura, Cultivo de Cana-de-Açúcar, Horticultura, Paisagismo, Gramados e Sojicultura, entre outros”, explica Henrique Oliveira, Executivo de Contas da linha Agro, da Evonik.

Vantagens para o solo e a planta

A Evonik afirma que o seu Polímero Superabsorvente oferece vantagens para o solo tais como o aumento da sua capacidade de retenção de água e a melhoria das suas características físicas. Além disso, assegura o fabricante, o material promove a descompactação, reduz a taxa de erosão e a perda de nutrientes por lixiviação, aumenta a capacidade de troca catiônica (CTC) e é fonte de K2O.

Segundo a empresa, o SAP também traz benefícios para a planta pois promove o aumento da taxa de sobrevivência das mudas, possibilita o plantio em condições extremas de solo e clima, aumenta a produtividade e qualidade da cultura, promove aumento da biomassa das raízes e uniformidade da cultura, prolonga “shelf-life” (sobrevida) de mudas e plantas e confere maior vigor e sanidade à cultura.

Sustentabilidade

A Evonik assegura que o Stockosorb 660 não é tóxico e é ambientalmente correto, sendo biodegradável e, portanto, não contaminando plantas, solo ou lençóis freáticos. Possui degradação fúngica (Phanerochaete chrysosporium, Pleurotus ostreatus, etc.) e bacteriana, afirma a empresa. Isento de acrilamida, o produto é totalmente solubilizado e mineralizado, após um período de 6 a 8 anos, garante a fabricante alemã.

Pesquisas demonstram que o SAP é totalmente reintegrado no ciclo do carbono do solo, sem efeitos negativos ou tóxicos no solo e/ou sobre os microrganismos, informa a empresa.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Tomra realiza conferência mundial sobre reciclagem de plásticos na Bulgária

19/06/2019

Líderes do setor compartilham conhecimento sobre soluções para o tratamento de resíduos plásticos e convidados tiverem a oportunidade de ver as tecnologias de reciclagem da Tomra em ação.

Líderes e influenciadores nas indústrias de reciclagem e gestão de resíduos se reuniram na Conferência Global Tomra Leads em 2019 para discutir soluções para os problemas colocados pelos resíduos plásticos. Com o tema “Reciclando em um mundo de plástico”, o evento de dois dias realizado em 4 e 5 de junho em Sofia, na Bulgária, abordou tendências e inovações de toda a cadeia de valor do plástico. Os 214 participantes de 31 países também tiveram a oportunidade de ver como as tecnologias da Tomra Sorting Recycling recuperam materiais recicláveis provenientes de resíduos urbanos em uma nova planta de reciclagem de plásticos de € 40 milhões. Esta foi a terceira edição da conferência ‘Tomra Leads Global’, um evento projetado para compartilhar conhecimento e acelerar o progresso da reciclagem e do gerenciamento de resíduos por meio de palestras, apresentações, discussões e oportunidades de networking. A visita à planta foi realizada na Integra Plastics na cidade de Elin Pelin, nos arredores da capital.

Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra Sorting Solutions, Recycling, comentou: “As Conferências Globais da Tomra Leads estão provando ser um fórum útil e popular para a troca de informações e idéias. O foco do evento deste ano foi algo que preocupa profundamente centenas de milhões de pessoas em todo o mundo: o que pode ser feito para combater o plástico descartado que se acumula nos aterros sanitários, vagando nos oceanos e matando a vida marinha. A conferência mostrou como a reciclagem de resíduos de plástico tem um papel fundamental a desempenhar – e como, ao mesmo tempo que beneficia o ambiente, esta é também uma oportunidade de negócio. O resíduo pode ser valioso”.

Percepções de especialistas em uma ampla gama de questões

No segundo dia da conferência, renomados palestrantes, especialistas no setor, compartilharam suas percepções sobre as tendências do mercado de reciclagem, a economia circular e o uso da matéria prima virgem e os modelos de investimento financeiro. Tom Eng abriu esta parte da conferência com um discurso de boas vindas intitulado “O futuro da reciclagem – você está pronto?” Muitas respostas a essa pergunta foram dadas nas apresentações e nos paineis de discussões que se seguiram.

Quatro apresentações foram feitas durante a manhã. O Dr. Volker Rehrmann, Vice-Presidente e Executivo Chefe de Economia Circular da Tomra, compartilhou a perspectiva da Tomra sobre a economia circular e o papel que a empresa desempenhará. Andy Grant, Diretor Técnico – Governo Local da Eunomia Pesquisa & Consultoria, falou sobre os sistemas de coleta de resíduos e o impacto na reciclagem de plásticos. Herman Van Roost, Gerente de Desenvolvimento de Negócios de Reciclagem da TOTAL Refinaria & Petroquímica, fez uma apresentação sobre os fundamentos e os desafios da inovação dos plásticos circulares. O professor Ed Kosior, diretor administrativo da consultoria Nextek, falou sobre a reciclabilidade dos plásticos. E Iilya Kardashliev, Chefe do Departamento de Infraestrutura do Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento (EBRD), explicou modelos financeiros para apoiar investimentos em reciclagem de plástico.

À tarde, os visitantes tiveram a opção de participar na conferência “Reciclagem de Plásticos” ou na conferência “Legislação”, que ocorreu simultâneamente. Ambas conferências foram seguidas por painéis de discussão.

Uma discussão abordou a superação de desafios na cadeia de valor dos plásticos. Este foi aberto por László Székely, Responsável por Economia de Novos Plásticos da Tomra. Antes disso, foi apresentado um estudo de caso sobre as exigências de um conversor, apresentada por Graeme Smith, Gerente de Inovação e Sustentabilidade do Grupo Mondi, especializado em embalagens e papel. Seguiu-se com um painel de discussões por uma hora, que envolveu László Székely, Herman Van Roost, Volker Rehrman, Ed Kosior e Graeme Smith, e foi presidida por Jim Keefe, editor-chefe na Recycling Today, publicação dos Estados Unidos da América.

Em paralelo, outro painel abordou informações e idéias sobre como as empresas de reciclagem e gestão de resíduos devem responder às mudanças nas regulamentações. Para definir o cenário, Tina Adjic, consultora sênior da ADSinsight, forneceu uma atualização sobre a legislação da UE sobre resíduos. Para dar uma visão geral do momento atual, Fabrizio Radice, Vice-Presidente Global de Vendas e Marketing da Tomra Sorting Recycling, analisou o que realmente está sendo reciclado atualmente, como a nova legislação afetará as práticas atuais e o que será necessário para novos projetos de fabricantes de embalagens. O alinhamento da legislação e dos negócios foi analisado durante a discussão, que envolveu Andy Grant, Tina Adjic, Fabrizio Radice e Roland Ramusch, e foi presidido pelo Vice-Presidente de Assuntos Governamentais da Tomra, Thomas Morgenstern.

Finalmente, os visitantes da conferência receberam uma mensagem real da importância da economia circular quando Kristine Berg, Assessora de Economia Circular da Tomra, apresentou um vídeo sobre a “eXxpedition”, a expedição de vela realizada em 2018 que contou com uma equipe só de mulheres. Isso mostrou com clareza chocante por que o vasto trecho de oceano atravessado pela expedição é conhecido como Great Pacific Garbage Patch (http://video.Tomra.com/exxpedition-the-great-pacific-garbage-patch).

Visita à planta mostra o papel fundamental da Tomra na economia circular

Para ver a reciclagem de plásticos em prática, os participantes da conferência fizeram uma visita pelas novas instalações da Integra Plastics, com investimento de € 40 milhões, na região de Sofia, inauguradas em fevereiro de 2019. A nova fábrica emprega 85 pessoas e 14 máquinas Tomra Autosort. Um dos equipamentos Autosort é combinado com o sistema de Deteção de Objeto Laser (LOD) e dois deles foram especialmente desenvolvidos para esta planta, para separar materiais flexíveis pretos. Há capacidade anual de reciclar 40.000 toneladas de plásticos pós-consumo de cores mistas.

A especialidade da Integra é a produção de polietileno de baixa densidade reciclado (LDPE), polietileno de alta densidade (PEAD) e resina de polipropileno (PP). Para ver como isso é alcançado, foi apresentado aos visitantes todo o processo da planta da Integra para a reciclagem de plásticos. O processo inicia-se pela recepção do material em fardos. A seguir, esses são abertos em uma unidade Rompe fardos, sendo, na sequencia, triturados e desagregados por um grande triturador. O material é, então, conduzido através de esteiras transportadoras, onde ímãs e uma peneira retiram materiais indesejados, como metais e outros materiais finos. Em seguida, o material é selecionado por máquinas Tomra em seis fluxos, classificados por tipo de poliolefina e cor, antes dos plásticos serem lavados a quente. Após a lavagem e secagem, os flakes de plástico são finalmente limpos de quaisquer impurezas, cores e / ou materiais remanescentes através de unidades Tomra adicionais, antes de serem encaminhados para extrusão, onde são fundidos, degasados, homogeneizados e transformados em pellets ou grãos de resina. Na fase final, os pellets são embalados em sacos de uma tonelada, prontos para reutilização em uma ampla gama de aplicações. A Integra é capaz de produzir diferentes qualidades de resinas personalizadas, como diferentes tipos de materiais combinados com cores diferentes.

Beatriz Luz, Fundadora da Exchange4change, resumiu assim a sua participação no evento: “Tomra Leads foi uma grande oportunidade de ver como a teoria pode ser colocada em prática em larga escala. A presença de industrias de todas as etapas da cadeia de valor do plástico reunidas em um único evento nos proporcionou visualizar o todo e o papel a ser desempenhado por cada um na Economia Circular. Tecnologia, escala e colaboração são elementos essenciais que reunidos podem transformar Resíduo em Recurso em qualquer lugar do mundo. No Brasil não será diferente. A solução tecnológica correta agregada com um ecosistema bem organizado é possível combater a poluição plástica no Brasil”.

Sobre a Tomra Sorting Recycling

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para classificar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 pessoas globalmente.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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Terphane lança, globalmente, linha sustentável de filmes de PET

07/06/2019

O principal diferencial dos novos filmes é a composição com 30% ou mais de PET reciclado, pós consumo, grau alimentício.

A Terphane, um dos líderes em filmes PET (poliéster) na América Latina, lançou, globalmente, a linha Ecophane de filmes sustentáveis. Os novos filmes estão alinhados à uma demanda crescente do mercado global por filmes que garantam a produção de embalagens recicláveis e com conteúdo reciclado.

“A linha Ecophane é o resultado de extensivas pesquisas e muita tecnologia de ponta aplicada ao seu desenvolvimento. Conseguimos criar um filme PET com no mínimo 30% de PCR (PET reciclado pós consumo) em sua composição”, explica Marcos Vieira, Diretor de P&D Global da Terphane. Esta expertise tecnológica resultou em mais de 10 tipos de filmes da linha Ecophane, disponíveis para as mais diversas aplicações.

Segundo a empresa, além de garantirem um menor uso de matérias-primas virgens, os novos filmes da estão inseridos no conceito de Economia Circular: o PET descartado na forma de embalagens ou outros itens é coletado, reciclado e volta a ser embalagem.

“O desenvolvimento da linha Ecophane não vai ao encontro apenas das métricas de sustentabilidade estabelecidas pela Terphane, mas atende a uma busca dos brand owners que querem associar suas marcas e produtos a embalagens cada vez mais sustentáveis”, completa André Gani, Diretor de Vendas & Marketing da Terphane. A Terphane estabeleceu as ações ambientalmente, socialmente e economicamente positivas em suas plantas, produtos e na comunidade como prioridades em sua jornada de sustentabilidade

A embalagem flexível ajuda muito nesta jornada por seu excelente desempenho em termos de otimização de funcionalidade e de melhor uso dos recursos, afirma a empresa. O documento europeu “The Perfect Fit, a FPE (Flexible Packaging Europe)” –  mostra que eficácia e eficiência são fatores fundamentais para definir a sustentabilidade de uma embalagem, levando em consideração todos os aspectos da cadeia de valor do produto, a própria embalagem, o consumo e todos os impactos no ciclo de vida. “E a embalagem flexível, mais do que se pensa, é a melhor escolha. Isso porque os fabricantes de embalagens e os donos de marca podem atingir o ‘ponto ideal’ que otimiza a eficácia funcional e a eficiência do material. Isso se chama relação perfeita entre produto e embalagem”, explica Gani.

No documento, enfatiza-se ainda o fato da embalagem flexível ser altamente adaptável e um design inteligente garantir ainda mais benefícios de sustentabilidade. Esses benefícios vão desde o tamanho correto para as porções e o refechamento das embalagens para minimizar o desperdício, passando pela impressão de informações que garantam seu uso e armazenamento corretos, até embalagens funcionais, mais leves, que reduzam os impactos de armazenamento, distribuição e transporte.

Por serem mais leves, as embalagens flexíveis também reduzem os impactos ambientais e oferecem vantagens significativas para o armazenamento e transporte dos produtos. “Definitivamente as embalagens flexíveis estão na vanguarda de uma agenda cada vez mais exigente, a das ‘embalagens sustentáveis’. Embora ainda existam alguns entraves na cadeia da reciclagem, a embalagem flexível é a que mais se aproxima da ‘escolha perfeita’ em termos de solução mais sustentável disponível no mercado. E os novos filmes Ecophane surgem para fechar este circuito ao utilizarem uma boa parte das embalagens descartadas pós consumo e poderem ser novamente reciclados”, atesta Marcos Vieira.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Terphane

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Tomra Sorting Recycling lança plataforma de dados baseada em nuvem

06/06/2019

Plataforma baseada na Web fornecem informações para melhorar a eficiência, reduzir custos operacionais e auxiliar na tomada de decisões estratégicas

A Tomra Sorting Recycling lançou uma plataforma de dados baseada em Nuvem, o Tomra Insight, que abre oportunidades para os usuários dos seus sistemas de seleção. Esses dados podem transformar a triagem de um processo operacional em uma ferramenta de gerenciamento estratégico para a tomada de decisões em todas as etapas do valor e da cadeia de produção.

Segundo a empresa, o Tomra Insight transforma as máquinas de seleção em dispositivos conectados que geram dados do processo. A nova plataforma coleta esses dados na nuvem e os transforma em informações de produção acessíveis por meio de uma interface da web. O pacote seguro de transmissão e armazenamento de dados baseado na nuvem, respeitando todos os requisitos de privacidade, é fornecido em parceria com o serviço de computação em nuvem Microsoft Azure. As funções de monitoramento e relatório dessa nova plataforma on-demand complementarão, e não substituirão, os sistemas de controle de processos existentes.

De acordo com a Tomra, a sua plataforma Insight opera praticamente em tempo real e pode ser acessado por meio de uma conexão segura e com interface amigável em desktops e dispositivos móveis de qualquer lugar, a qualquer hora. Como benefício imediato, afirma a empresa, os usuários terão a liberdade de analisar remotamente as métricas de desempenho e de gerenciar proativamente as máquinas para otimização de desempenho e manutenção preventiva.

O acesso às métricas digitais ajudará os operadores dos equipamentos a otimizar o desempenho de seleção, analisando as informações de capacidade de processamento, dimensões e distribuição do material, índices de material ejetado e aceito, além de outras variáveis. Segundo a Tomra, essas informações podem ajudar a reduzir o tempo de parada, direcionar esforços e intervenções para ações relevantes, maximizar o rendimento, melhorar a eficiência dos operadores e do pessoal de manutenção e reduzir os custos operacionais. A análise de dados também permite, através de relatórios e alarmes personalizados, gerenciar a manutenção preventivament – baseada nas condições reais – e prever demanda por peças e manutenção, garante o fabricante.

Felix Flemming, VP e chefe do dpto. Digital da Tomra Sorting, comentou: “Estamos orgulhosos em lançar uma interface funcional e segura que irá proporcionar o uso potencial da Big Data para nossos clientes e permitir que eles monitorem e otimizem seus processos de seleção. Os dados operacionais das máquinas em todo o mundo também nos ajudarão a melhorar os programas de serviço e manutenção, prever a vida útil das peças e desenvolver melhores configurações de máquinas, tecnologias e aplicações”.

A Tomra afirma que trará a sua atitude de liderança proativa em soluções de seleção baseadas em ótica e sensores para o Tomra Insight, investindo continuamente em avanços tecnológicos da plataforma. No futuro, assegura a empresa, a análise avançada de dados otimizará ainda mais os processos, permitindo a avaliação de dados a longo prazo, análise aprofundada entre as máquinas e entre plantas e melhor integração com outras linhas de negócios.

Segundo a Tomra, além de servir como um centro digital de aprendizagem, aprimoramento, melhores práticas e novos desenvolvimentos na tecnologia de seleção, a nova plataforma proporcionará aos clientes acessar uma ampla base de conhecimento. Na qualidade de portal e catalisador para otimização da seleção, a plataforma Insight conectará os clientes em um movimento de todo o setor, garante a Tomra.

Fonte: Assesoria de Imprensa – Tomra

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Evonik reorganiza seu negócio de poliamidas

06/06/2019

A Evonik está reorganizando o seu negócio de polímeros de performance dentro do grupo de poliamidas. A empresa de especialidades químicas já deu início à construção de um novo complexo fabril de poliamida 12 (PA 12) e está expandindo a sua produção de poliamidas transparentes no Parque Químico de Marl, na Alemanha (foto). Dessa maneira, concentra suas atividades em materiais de performance, voltados para mercados em crescimento, tais como os setores automotivo, petróleo e gás, impressão 3D e óptico. Como parte do processo de reorganização, a Evonik vai se afastar totalmente do negócio de poliftalamida (PPA) na unidade de Witten (Alemanha).

Foco em materiais especiais

“Com a reorganização do nosso negócio de poliamidas, vamos concentrar nossas forças de produção e inovação em materiais especiais para aplicações promissoras em mercados atraentes, como redução de peso de componentes, manufatura aditiva e compósitos. Em contrapartida, teremos uma fundação sólida para o crescimento contínuo”, diz Dr. Ralf Düssel, responsável pela linha de negócios High Performance Polymers na Evonik. “Para os nossos clientes, essa mudança significará um foco mais intenso no desenvolvimento de sofisticadas soluções especiais.”

O investimento de cerca de 400 milhões de euros da Evonik na Alemanha aumentará em mais de 50% a capacidade geral da empresa para a produção de PA 12. O projeto vai complementar a produção de PA 12, existente no Parque Químico de Marl, no estado da Renânia do Norte-Westfália, com plantas adicionais para o polímero e seus precursores. O complexo fabril deve iniciar suas operações no primeiro semestre de 2021.

Ao mesmo tempo, a Evonik também expandirá a sua produção de poliamidas transparentes em Marl. O incremento na capacidade produtiva deve ser concluído no primeiro trimestre de 2020. A mudança dobrará a capacidade total da empresa para a produção desse material de performance.

Em outra etapa do processo de reorganização de seu negócio de poliamidas, a Evonik vai descontinuar a produção e a venda de poliftalamida em sua unidade de Witten até o final do primeiro trimestre de 2020. Os colaboradores da planta de PPA serão transferidos para Marl, onde trabalharão na nova unidade de produção de PA 12.

“Na medida em que concentramos nossas atividades no mercado de polímeros de performance, vamos aproveitar as sinergias internas para acomodar nossos colaboradores de longa data de Witten em empregos seguros na nova planta de poliamida 12 em Marl. A experiência de décadas desses colaboradores na produção de polímeros e compostos nos será muito útil”, diz Dr. Iordanis Savvopoulos, responsável pela linha de produtos Granules & Compounds na Evonik.

A Evonik emprega atualmente cerca de 300 pessoas em Witten. A empresa de especialidades químicas opera diversas unidades de produção de substâncias orgânicas nos cerca de 16 hectares que compõem o parque fabril, um dos maiores complexos industriais de matérias-primas para as indústrias de tintas, revestimentos e adesivos. Em 2018, a nova unidade produtiva de copoliésteres especiais iniciou as atividades no parque industrial de Witten.

Biopolímeros completam o portfólio de produtos

Polímeros de base biológica da série Terra permanecem no portfólio comercial e continuarão complementando a agora reorganizada linha de polímeros de performance.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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LyondellBasell e Odebrecht S.A. encerram tratativas sobre a venda da Braskem

04/06/2019

Em nota divulgada hoje, a LyondellBasell, uma das maiores empresas de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, anunciou o encerramento de discussões com a Odebrecht S.A. sobre a potencial aquisição da Braskem.

“A combinação da LyondellBasell com a Braskem é muito atrativa por conta dos fortes complementaridades, portfólios de produtos e pegadas operacionais das duas empresas. No entanto, após uma análise cuidadosa, decidimos conjuntamente não prosseguir com a transação. Queremos agradecer às equipes da Odebrecht e da Braskem cooperação durante todo o processo “, disse o CEO da LyondellBasell, Bob Patel.

Em comunicado divulgado hoje sob a forma de “Fato Relevante”, a Braskem também informou o encerramento das negociações.

“A Braskem S.A., em prosseguimento ao Fato Relevante divulgado em 15 de junho de 2018, vem comunicar aos seus acionistas e ao mercado que foi informada pela Odebrecht S.A., sua acionista controladora, da decisão em conjunto com a LyondellBasell de encerrar as tratativas a respeito da potencial transação envolvendo a transferência à LyondellBasell da totalidade da participação da Odebrecht no capital social da Braskem. A administração da Companhia seguirá em busca de oportunidades que tenham o potencial de agregar valor à Braskem e, consequentemente, a todos os seus acionistas”, informa a nota informativa da empresa.

A Braskem é controlada pela Odebrecht S.A., que possui 50,1% do capital votante da empresa. A Petrobrás detém 47 % do total das ações com direito a voto.

Se a transação entre a LyondellBasell e a Odebrecht tivesse sido fechada, a nova empresa resultante da operação se tornaria uma das maiores produtoras mundiais de resinas plásticas, com receitas líquidas de cerca de U$ 50 bilhões por ano.

De acordo com o Brazil Journal, publicação que divulgou a notícia em primeira mão ontem à noite (03/06), o fator decisivo para a LyondellBasell desistir da compra foi o pedido de recuperação judicial da Atvos, empresa que comercializa etanol, feita pela Odebrecht na semana passada. Estimada em R$ 12 bilhões, a dívida da Atvos tem ações da Braskem como garantia. Além disso, existe a possibilidade de um dos credores invocar uma cláusula de “cross default”, como chamam o processo de aceleração das dívidas das outras empresas do Grupo Odebrecht.

Como a Odebrecht Engenharia e Construção (OEC) e a ODB SA controlam as ações da Braskem indiretamente, o portal explica que o cross default fará com que a recuperação judicial da Atvos torne as dívidas vencidas e, por consequência, coloque as ações da Braskem nas mãos dos credores dos dois veículos.

“Deixou de haver o que os advogados de M&A chamam de ‘rep fundamental’ num contrato de compra e venda: a representação [feita pelo vendedor] de que as ações estão livre e desembaraçadas”, explicou uma das fontes.

A Braskem também sofreu impacto financeiro de desdobramentos recentes da Operação Lava Jato, como o acordo de leniência fechado no último dia 31 de maio com a Controladoria Geral da União e a Advocacia Geral da União, no valor de 2,87 bilhões, relacionado ao pagamento de danos e multas ligados a contratos irregulares envolvendo recursos públicos.

A venda da Braskem também já vinha enfrentando outras incertezas, tais como uma ação do Ministério Público de Alagoas devido a rachaduras e fissuras em alguns logradouros de Maceió, um problema que aparentemente pode estar relacionado à sua extração de sal gema na região e que pode resultar em exigências de indenizações à empresa, ainda de valor indeterminado.

Fontes: LyondellBasell, Braskem, Brazil Journal

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SABIC anuncia linha de compostos de PBT produzidos a partir de garrafas PET quimicamente recicladas

30/05/2019

A SABIC apresentou no último dia 16 de maio o seu portfólio LNP Elcrin iQ de compostos de tereftalato de polibutileno (PBT) derivados de tereftalato de polietileno reciclado (rPET). A empresa diz que a nova linha de produtos dá apoio à economia circular e ajuda a reduzir o desperdício de plástico. Ao reciclar quimicamente o PET descartado pelo consumidor (principalmente a partir de garrafas de água descartáveis) transformando-o em materiais como o PBT – que possui maior valor, propriedades melhores e adequação para aplicações mais duráveis -, a empresa diz estar incentivando o uso de resinas recicladas. Esses produtos também oferecem uma menor pegada ambiental “berço-portão” do que a resina de PBT virgem, conforme medido pela Demanda de Energia Cumulativa (CED) e pelo Potencial de Aquecimento Global (GWP), afirma a SABIC.

Vida mais longa que PET

Essa tecnologia, segundo a empresa, supera algumas das limitações da reciclagem mecânica ao usar processos químicos para despolimerizar garrafas PET e outros resíduos de PET, transformando-os em seus precursores químicos, purificando-os e depois usando-os para criar uma nova resina PBT. A SABIC diz que a tecnologia pode oferecer benefícios de desempenho e processamento, tais como uma boa resistência química, colorabilidade, alto fluxo para maior rendimento e retardamento de chama (FR).

Segundo a SABIC, a resina LNP Elcrin iQ é uma solução pronta para o uso de PBT virgem e outros materiais de PBT convencionais, tornando mais fácil para os fabricantes melhorar a sustentabilidade de seus produtos. Como resultado da substituição da matéria-prima virgem usada para fabricar o PBT, demonstrou-se – através da avaliação de ciclo de vida revisada por pares – que a resina LNP Elcrin iQ reduziu as pegadas de energia e carbono do material em até 61% e 49%, respectivamente, afirma a SABIC. Além disso, garante a empresa, cada quilograma de resina LNP Elcrin iQ usa até 67 garrafas PET pós-consumo (0,5 litro).

O portfólio Elcrin iQ oferece aos clientes múltiplas opções, incluindo grades reforçados com fibra de vidro e minerais, além de formulações resistentes à radiação UV e compostos não halogenados resistentes ao fogo, afirma a SABIC. Algumas dos grades do LNP Elcrin iQ têm até o potencial de atingir a conformidade com os regulamentos da Food & Drug Association (FDA) americana para para contato com alimentos, assegura a empresa.

As aplicações potenciais para esses novos polímeros incluem componentes internos duráveis e componentes estéticos ​para eletrônicos de consumo, conectores automotivos e invólucros para dispositivos médicos. Tais aplicações podem prolongar a vida útil da resina PET original de uso único, o que ajuda a manter o material fora do fluxo de resíduos por um período mais longo.

“As garrafas PET descartadas pelo consumidor perdem valor e propriedades de desempenho por meio da reciclagem mecânica convencional”, disse Joshua Chiaw, diretor de negócios globais de LNP, SABIC. “Esse processo de reciclagem limita os tipos de aplicações nas quais o rPET pode ser usado. Em contraste, o processo de reciclagem química da SABIC ajuda a melhorar o desempenho e a qualidade do produto final da resina. Como resultado, esses materiais de PBT são potencialmente mais desejáveis ​​para aplicações duráveis. No geral, os materiais LNP Elcrin iQ podem ajudar a reduzir a dependência da resina virgem e atender à demanda da indústria e dos consumidores por um maior uso de materiais mais sustentáveis. ”

“O desenvolvimento de materiais LNP Elcrin iQ é um passo importante para a SABIC e ilustra nosso compromisso com nossos clientes, com a indústria global de plásticos e com a AEPW (Aliança para o Fim dos Resíduos Plásticos), à qual nos juntamos como membros fundadores”, disse Frank Kuijpers, Gerente Geral de Sustentabilidade Corporativa da SABIC. “Nosso processo inovador de reciclagem química de materiais PET de uso único dá suporte direto ao objetivo da AEPW de desenvolver novas tecnologias que ajudem a minimizar o desperdício, facilitar a recuperação e a reciclagem de plásticos e criar valor a partir de todos os plásticos pós-uso.”

Fonte: SABIC

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BASF construirá plantas de plásticos de engenharia e poliuretanos termoplásticos em novo Complexo Integrado em Zhanjiang, na China

30/05/2019

  • As primeiras plantas do Complexo Integrado contribuirão para aumentar a capacidade global de produção de plásticos de engenharia e TPU
  • O projeto de investimento de US $ 10 bilhões da BASF em Zhanjiang está avançando rapidamente

A BASF planeja construir uma planta de compostagem de plásticos de engenharia e uma planta de poliuretano termoplástico (TPU) no Complexo Integrado de Zhanjiang, na China. Estas serão as primeiras plantas de produção a entrar em operação no local.

Até 2022, a nova planta de compostagem de plásticos de engenharia fornecerá uma capacidade adicional de 60.000 toneladas métricas por ano de compostos de plásticos de engenharia da BASF na China. Isso levará a capacidade total da BASF desses produtos na região da Ásia-Pacífico para 290.000 toneladas métricas por ano. Como parte do plano da empresa de implementar um conceito abrangente de fabricação inteligente no Complexo Integrado, com base em tecnologias de ponta, as novas fábricas utilizarão processos de embalagem automatizada, sistemas de controle de alta tecnologia e veículos guiados automaticamente.

“Menos de um ano depois de assinarmos o primeiro Memorando de Entendimento, temos o prazer de anunciar as primeiras fábricas a serem instaladas em nosso Complexo Integrado em Zhanjiang,” disse o Dr. Stephan Kothrade, Presidente da Functions Asia Pacific, Presidente e Chairman da BASF-Grande China. “O projeto está avançando rapidamente e os clientes no sul da China em breve se beneficiarão desses produtos inovadores para atender às suas necessidades imediatas”.

As instalações gerais para o Complexo Integral de Zhanjiang também serão construídas juntamente com as duas novas plantas. A BASF Integrated Site (Guangdong) Co. Ltd (BIG), a nova subsidiária integral da BASF, foi oficialmente fundada. Esta entidade supervisionará as operações do novo Complexo Integrado, focalizando o mercado do sul da China.

“Queremos melhorar nosso suporte aos clientes no mercado do sul da China e em todo o mundo. Faremos isso estabelecendo as novas fábricas perto das indústrias de clientes em crescimento e através de melhorias na eficiência alcançadas através de nossa abordagem de fabricação inteligente. Isso aumentará nossa velocidade de inovação e a eficiência de nossos serviços ”, disse Raimar Jahn, presidente da divisão de materiais de desempenho da BASF. “Em particular, empresas do segmento eletro-eletrônico e fabricantes de automóveis estão recorrendo à BASF para ajudá-los a lidar com tendências como a eletrificação de carros e a miniaturização de dispositivos eletrônicos.”

O crescimento do mercado de TPU, em particular para aplicações de alto padrão, é impulsionado por vários fatores, incluindo o aumento de requisitos regulatórios e as crescentes expectativas dos clientes para melhorar o desempenho de sustentabilidade em áreas como e-mobilidade, peso leve e automação. Segundo a BASF, as suas soluções dão suporte a este crescimento com fios e cabos com segurança aprimorada para uso em automação e no mercado automotivo, bem como materiais leves para bens de consumo. Com as necessidades dos clientes evoluindo rapidamente em todo o mundo, a BASF afirma estar aumentando seu investimento em mercados emergentes para atender às necessidades locais, enquanto continua investindo em economias desenvolvidas.

A BASF assinou o primeiro Memorando de Entendimento sobre o Complexo Integrado com o Governo Provincial de Guangdong, em Berlim, em julho de 2018, e em janeiro de 2019, a empresa assinou um Acordo Estrutural com detalhes adicionais do plano. O Complexo Integrado em Guangdong será o maior investimento da BASF, estimado em até US $ 10 bilhões após a conclusão, e será operado sob a responsabilidade exclusiva da empresa. A cadeia de valor integrada conectará as plantas a montante e a jusante – desde produtos químicos básicos até produtos e soluções mais orientados para o consumidor, atendendo a setores em crescimento tais como bens de consumo ou transporte. No final, o Complexo Integrado de Zhanjiang será o terceiro maior site da BASF em todo o mundo, seguindo Ludwigshafen, na Alemanha, e Antuérpia, na Bélgica.

Fonte: BASF

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ExxonMobil dobra capacidade de fabricação de especialidades de elastômeros no País de Gales

30/05/2019

A ExxonMobil anunciou ter concluído a expansão de sua fábrica de especialidades de elastômeros em Newport, no País de Gales, a qual dobrou a capacidade de produção da fábrica e aumentou a capacidade de fabricação global de elastômeros termoplásticos Santoprene ™ em 25%.

“Os plásticos de alto desempenho da ExxonMobil ajudam a tornar os produtos automotivos e de consumo mais leves, resultando em melhor eficiência no uso de combustível e maior desempenho, em comparação com os produtos feitos com materiais tradicionais”, disse Karen McKee, presidente da ExxonMobil Chemical Company. “Esse investimento em Newport dobra a capacidade de fabricação de produtos de maior valor na unidade.”

Segundo a ExxonMobil, os elastômeros termoplásticos Santoprene são projetados para funcionar como a borracha vulcanizada e podem ser reutilizados e reprojetados, levando a reduções no peso de transporte, melhores capacidades de reciclagem e fabricação mais sustentável.

O projeto criou aproximadamente 35 empregos de produção em tempo integral, além de 130 empregos durante a construção. A ExxonMobil também fabrica Santoprene em Pensacola, Flórida.

Fonte: ExxonMobil

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Novo purificador de flakes de PET da Tomra potencializa indústrias de reciclagem

30/05/2019

Carina Arita, Diretora da Tomra Brasil, explicando o funcionamento do Innosort Flake durante a Feiplastic 2019

Ao lançar recentemente o seu equipamento purificador de flakes de PET Innosort Flake, a Tomra busca cada vez mais adaptar-se a diferentes demandas e especificidades do mercado de reciclagem e reaproveitamento de resíduos plásticos.

O Innosort Flake corresponde a mais um passo da Tomra para atender de forma específica ao crescimento do mercado de flakes de PET e às exigências de alta pureza do produto que são demandadas, por exemplo, pela tecnologia bottle-to-bottle de reciclagem de resíduos de PET oriundos de garrafas plásticas.

Esse mercado já vinha sendo atendido pela linha de produtos Autosort Flake. Porém, segundo Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Brasil, o Autosort Flake corresponde a um produto de categoria “super-premium“, aplicando-se simultaneamente à purificação de flakes de vários tipos de materiais plásticos, tais como PE, PP e PET, além de perfis de janelas de PVC. Em plantas que trabalham somente com flakes de PET, algumas funcionalidades do Autosort Flake terminam sendo utilizadas abaixo do seu potencial pleno. Com o lançamento do Innosort Flake, afirma Carina, o reciclador pode dispor de um produto com recursos “Premium“, específico para sua aplicação, com uma relação custo-benefício otimizada, além de altos rendimento e grau de pureza.

“Tanto o Autosort Flake como o Innosort Flake trabalham com tecnologias de duplos sensores: Infravermelho próximo (NIR) e Câmera (RGB). Todavia, enquanto o Autosort Flake opera com 16 faixas de espectro, contemplando a separação de materiais como poliolefinas (PE,PP), PVC e PET – além da separação por cores -, o foco do Innosort Flake é a purificação do PET, operando com 4 canais. Neste caso, os outros materiais diferentes do PET são tratados como contaminantes”, explica Carina.

As aplicações de PET reciclado, especialmente na indústria de envase, requerem um grau de pureza muito alto – daí a necessidade de um equipamento com tecnologia dedicada à separação de flakes de PET. “Para aplicações de outros tipos de material reciclado (PE, por exemplo), as exigências de pureza não são tão elevadas quanto às do PET”, complementa Carina.

Com tecnologia patenteada Flying Beam, o Innosort Flake oferece uma resolução ultra-alta e identificação de polímero de 2 mm. A solução permite a remoção de vastas proporcões de contaminantes e reduz significativamente possíveis perdas de flakes de PET, afirma Carina.

O Innosort Flake detecta as propriedades do material de diversos polímeros, bem como as cores dessas frações, incluindo materiais transparentes e opacos. Esta purificação do PET resulta em maiores níveis de qualidade e maior rendimento, com capacidade de processamento de até 4,5 toneladas, garante a Tomra.

As principais aplicações do Innosort são a purificação de flakes de PET, a purificação de flakes transparentes e opacos e a seleção de flakes de cores misturadas.

Além do Innosort Flake, a Tomra esteve promovendo outros produtos aplicados à separação e purificação de resíduos sólidos durante a Feiplastic 2019, no mês passado, em São Paulo:

  • Autosort: Com foco na separação e classificação, o Autosort tem aplicações em correntes de resíduos em Coleta Seletiva (termplásticos, caixa de bebidas, papelão, vidro), Resíduos Sólidos Urbanos (termplásticos, papel misto, papelão, metais), Termoplásticos em geral (PET, PP, PVC, PS, PEBD, PELBD, PEAD, bandejas, garrafas, etc) e outras.
  • Autosort Flake: O sistema tem foco na purificação de correntes de material plástico, combinando a detecção de cores, materiais e metais de forma simultânea, com alta pureza e rendimentos. As principais aplicações são a purificação de flakes de PET, flakes de PE/PP e Purificação de PVC
  • Autosort Fines: Foi projetado para separar frações pequenas (granulometrias menores) em diversas aplicações, em particular resíduos Eletroeletrônicos contendo PS, ABS, PC, PPO, PPE, PBT, PMMA, PP e PE
  • Autosort Laser: Baseado nos sensores laser, eletromagnético e NIR, o equipamento permite a separação de vidro a partir de resíduos domiciliares e resíduos comerciais e industriais, separando-o de resíduos de cerâmica, pedras, porcelana, metais e plásticos

Uma aplicação em destaque durante a feira foi a separação de Garrafa PET vs. Bandeja PET monocamadas. O modelo anterior do Autosort já separava bandejas multicamadas. A inovação em destaque é comercialmente significativa pois pequenas e críticas diferenças nas propriedades químicas das bandejas de PET para alimentos e garrafas PET significam que elas devem ser separadas para reciclagem com produtos equivalentes.

Além disso, a Tomra acaba de lançar no Brasil uma plataforma de dados baseada em cloud, o Tomra Insight, que abre novas e valiosas oportunidades para os usuários dos sistemas de seleção. Esses dados podem transformar a triagem de um processo operacional em uma ferramenta de gerenciamento estratégico para a tomada de decisões em todas as etapas do valor e da cadeia de produção. O Tomra Insight transforma as máquinas de seleção em dispositivos conectados que geram dados do processo. A nova plataforma coleta esses dados na nuvem e os transforma em informações de produção acessíveis por meio de uma interface da web.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Segundo a empresa, mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972. A empresa tem um volume de negócios anual de cerca de € 750m, e emprega mais de 3.500 funcionários ao redor do mundo.

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Caxias do Sul tem projeto para construção de planta para fabricação de grafeno

27/05/2019

Matéria reproduzida do Pioneiro (Por Babiana Mugnol)

Com produção em larga escala, intenção é baratear custo da matéria-prima super resistente, leve e flexível

Um projeto que está sendo desenvolvido pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) pode transformar a Serra em uma mina de ouro, ou melhor, de grafeno, por conta da produção de uma matéria-prima que hoje custa, em média, US$ 100 o grama. Para se ter ideia, é duas vezes e meia mais do que custa o grama de ouro, por exemplo.

Pesquisadores da UCS vão anunciar oficialmente, nesta segunda-feira (27) durante reunião-almoço da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC), os planos para a produção em escala industrial do grafeno. Há projeto para construção de uma planta dentro do parque de ciência e tecnologia da universidade. O professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Processos e Tecnologias, Diego Piazza, atua nesta pesquisa e espera baixar para um quarto o preço atualmente praticado no mercado deste material super resistente, leve e flexível. Para se ter uma ideia, 20 gramas de grafeno cabem dentro de um potinho de vidro de café.

Para a construção desta planta industrial, a UCS vai buscar apoio de investidores interessados na aplicação da matéria-prima em novos produtos. Já conta também com parcerias para a troca de conhecimentos, como a cooperação com a Universidade Mackenzie, de São Paulo, para capacitação de pessoas e projetos de pesquisa avançada.

A transformação dos resultados destas pesquisas da UCS sobre o grafeno, em soluções para o mercado, já avança para a instância de providências práticas. Já foi assinado um termo de cooperação com a 2D Materials, empresa com sede em Singapura que detém expertise na produção do material, e com a empresa Marcopolo, para permitir a contratação e o desenvolvimento de pesquisas, projetos e serviços técnicos e tecnológicos em materiais avançados. O acordo tem validade de cinco anos.

Diego adianta que uma das aplicações que vem sendo estudadas é no uso de tintas de maior resistência a base do material grafeno, por exemplo.

Grafeno

O grafeno é uma matéria-prima a base de carbono, da grossura de um átomo, altamente flexível e condutora de eletricidade e calor. Sua resistência é 200 vezes superior à do aço. É um material praticamente transparente e impermeável. Apenas para exemplificar, três milhões de camadas de grafeno têm menos de um milímetro de espessura, o que torna o elemento excelente na construção de equipamentos eletrônicos. O novo material é comparado ao silício por acelerar ainda mais a corrida para eletrônica do futuro.

Fonte: O Pioneiro / Foto: Claudia Velho (Divulgação)

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Copoliéster da Eastman é adotada pela Pressca na fabricação de Espumador de Leite

27/05/2019

A Pressca, marca de utilidades domésticas de Santa Catarina,  escolheu o copoliéster TritanTM da Eastman para fabricação do inovador Espumador de Leite Pressca. Segundo a empresa, o novo eletrodoméstico facilita o preparo de um leite aerado – frio ou quente – para ser usado em bebidas com café, como capuccinos, macchiatos, mochas, assim como shakes e frapês.

A peça central do Espumador de Leite Pressca é um copo transparente feito com Tritan. A jarra de 200mL tem 9×6 cm e possui um êmbolo que força a passagem do leite através de uma trama de plástico para criar uma espuma consistente e com pequenas bolhas. Ele está disponível com base e êmbolo em sete cores.

“Optamos por trabalhar com o Tritan no projeto do espumador pela durabilidade do copoliéster. Produtos similares feitos em vidro quebram com facilidade e as resinas plásticas disponíveis no mercado não atendiam aos nossos altos padrões de transparência. Além disso, outras características do material, como o fato de Tritan ser livre de BPA e ter um ótimo acabamento, também foram importantes na hora da escolha do material”, explica Ciro Pereira, diretor da Pressca.

Além disso, afirma a Eastman, a combinação de resistência tanto à alta temperatura quanto química fazem do Tritan uma escolha segura para uso no micro-ondas e na lava-louças.

Parceria renovada

Esta não é a primeira parceria entre a Eastman e a Pressca. Anteriormente, a empresa de utensílios domésticos utilizou Tritan no copo interno da cafeteira portátil Pressca, produto que funciona por infusão e pressão manual.

“Em função da grande variação de temperatura e à pressão exercida no momento de preparo, era importante ter um material resistente. E esse objetivo foi atingido com Tritan”, comenta Pereira.

“Estamos satisfeitos em ser parte de mais um projeto com a Pressca. O Tritan oferece segurança e flexibilidade de design a um produto que precisa ir além da funcionalidade. Com ele, o elegante Espumador de Leite Pressca atende às demandas dos exigentes consumidores que amam café e formas diferenciadas para os seus utensílios – sem se preocupar com o vidro quebrando”, diz Rogério Dias, gerente de Vendas de Plásticos Especiais da Eastman na América Latina.

O fabricante afirma que o Espumador de Leite é ideal para bebedores de café que querem preparar bebidas no estilo de cafeterias em casa. O produto por ser encontrado em cafeterias, empórios, lojas de produtos naturais, padarias e está disponível para venda através de e-commerce.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados que produz uma ampla gama de produtos para mercados finais tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A empresa emprega, aproximadamente, 14.500 pessoas ao redor do mundo e atende clientes em mais de 100 países. A companhia alcançou, em 2018, aproximadamente, 10 bilhões de dólares em receitas e está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Braskem unifica portfólio de soluções para o segmento de tampas

27/05/2019

A iniciativa da Braskem de unificar seu portfólio reforça a atuação da companhia neste segmento que, em contínua expansão, tem potencial de crescimento estimado em até 8% ano. “O segmento de tampas possui diversos desafios, desde a garantia da integridade do produto envasado e a facilidade de manuseio e descarte, até a busca continua por soluções cada vez mais sustentáveis para os processos e produtos. Em conjunto com especialistas do nosso Centro de Inovação e Tecnologia, oferecemos aos nossos clientes o portfólio mais completo do mercado, com soluções capazes de atender necessidades técnicas específicas do segmento, como a redução de peso, processabilidade, controle de gosto e odor além da segurança do produto”, afirma Flávio Costa, líder do Segmento de Tampas da Braskem.

Segundo a empresa, o seu portfólio oferece respostas para as megatendências e outras questões que impactam não apenas a indústria de embalagens, mas também o mundo em geral. Com essa iniciativa a empresa afirma contribuir para a redução do desperdício de alimentos (por meio de resinas que proporcionem maior vida útil), redução do peso das tampas e reciclabilidade, aspecto que está de acordo com o compromisso público em prol da Economia Circular que a companhia assumiu em 2018.

Para o segmento de bebidas, um dos maiores dentro do mercado de tampas, que abrange desde leites e refrigerantes até líquidos envasados a quente, como chá e energéticos, a Braskem continua oferecendo uma grande variedade de resinas de polietileno e polipropileno. O destaque do portfólio são as soluções desenvolvidas para tampas destinadas a bebidas carbonatadas, que podem ser moldadas por meio dos processos de injeção ou compressão. De acordo com Costa, este mercado possui hoje dois tipos de tampa, as de duas peças, que utilizam uma tampa somada a um liner interno, e as de uma peça única.

“A tecnologia desenvolvida pela Braskem possibilita a combinação de molde e resina, trazendo bom desempenho para as tampas de uma peça só. Neste caso, o produto possui um batoque interno que, quando aplicado no gargalo, garante a total vedação para reter o gás da bebida sem a necessidade da deposição do liner interno. O polietileno de alta densidade (PEAD) aplicado nesta solução permite a deformação necessária do mecanismo interno sobre o gargalo, mesmo sob as variações devido à pressão interna da embalagem, garantindo total vedação para a bebida”, destaca o executivo.

Outro nicho importante deste mercado é o de água mineral: por ser um líquido extremamente sensível a variações externas, há um rigoroso controle das propriedades organolépticas das resinas, visando garantir que não sejam alteradas as características da bebida relativas a odor, sabor e coloração quando em contato com o produto plástico. Estas alterações podem ser relacionadas tanto à presença de uma série de compostos inerentes ao processo de fabricação da resina, como à moldagem da tampa, aditivos e pigmentos utilizados.

“Nossas resinas passam pelo VOC teste, processo realizado na homologação da tampa. Para ampliar a garantia, desenvolvemos em nosso portfólio processos produtivos de acordo com parâmetros de homologação ainda mais exigentes, seguindo a especificidade de nossos clientes. Também aumentamos nosso conhecimento técnico e de controle de condições de fabricação, no caso das resinas de classe organoléptica realizamos o controle lote a lote”, completa.

As resinas do selo Maxio também integram o portfólio da Braskem para o segmento de tampas. A linha é composta por matérias-primas que, segundo a Braskem, proporcionam redução do consumo de energia, maior produtividade e redução de peso do produto final, o que garante mais eficiência e, consequentemente, ganhos ambientais. A empresa afirma que os benefícios são obtidos graças à evolução contínua das resinas, preservando ou melhorando propriedades mecânicas, químicas e óticas de produtos acabados.

A Braskem oferece ainda uma ampla gama de soluções para o mercado de tampas utilizadas nos setores alimentício, industrial e cosméticos e higiene pessoal. “Nossa equipe de Desenvolvimento de Mercado está preparada para apoiar o cliente, de forma customizada, na identificação do material mais adequado para cada aplicação, dentro da variedade de opções em polipropileno e em polietileno disponível em nosso portfólio”, conclui.

Tampinha Legal

Em linha com o compromisso público assumido pela Braskem em prol da Economia Circular, a companhia apóia o projeto Tampinha Legal, que estimula a coleta de tampas de plástico e as encaminha para venda em indústrias recicladoras, sendo que 100% dos recursos obtidos são revertidos para entidades assistenciais.

Criado no Rio Grande do Sul, o Tampinha Legal é o maior programa socioambiental de caráter educativo da indústria de transformação do plástico na América Latina. Com o apoio da Plastivida (Instituto socioambiental dos plásticos), o projeto tem se expandido pelo Brasil com o objetivo de propor a mudança do comportamento social e a disseminação de informação quanto a importância da destinação correta dos resíduos plásticos, incentivando sua valorização no retorno à cadeia produtiva.

Fonte: Braskem

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Ineos Styrolution desenvolve processo para reciclagem química de Poliestireno

23/05/2019

  • Marco importante nos esforços da empresa para reduzir os resíduos de estireno após o consumo;
  • Produção de poliestireno virgem apenas a partir de materiais despolimerizados;
  • Projeto contribui para os esforços da Ineos Styrolution em eficiência de recursos, reciclagem e redução de danos ecológicos.

A Ineos Styrolution anunciou que completou o primeiro teste bem-sucedido na produção de poliestireno virgem a partir de materiais despolimerizados. Os experimentos, conduzidos na unidade da companhia em Antuérpia (Bélgica), podem ser considerados uma prova prática da reciclabilidade do poliestireno, afirma a empresa.

Segundo a Ineos Styrolution, a amostra de poliestireno multipropósito, 100% produzida a partir de monômeros de estireno reciclados, representa um divisor de águas na produção de poliestireno. O material é resultado de uma produção experimental de poliestireno a partir de matéria-prima de monômeros de estireno obtidos a partir da despolimerização de plástico estirênico. Os testes – feitos em cooperação com parceiros comerciais e universidades – resultaram na produção de material virgem com as mesmas propriedades do poliestireno produzido a partir de monômeros de estireno novos. garante a empresa.

“Estamos muitos animados por termos alcançado esse marco”, comentou Michiel Verswyvel, Especialista Global em P&D. “Devido à sua decomposição relativamente limpa em seus blocos de construção, o poliestireno é praticamente projetado para ser reciclado. Estamos trabalhando conjuntamente com nossa equipe global de projetos para tornar este processo estável em um nível comercial, aprendendo mais, por exemplo, sobre os requisitos de pureza da matéria-prima “, complementou.

“É ótimo ver especialistas de todo o mundo contribuírem com sua expertise para este projeto”, acrescenta Alexander Glück, Presidente da Ineos Styrolution para as Américas. “Esta colaboração global mostra o nosso forte compromisso com a reciclagem química e a sustentabilidade. “

Rob Buntinx, Presidente para Europa, Oriente Médio e Ásia, declarou: “Estou convencido de que alcançamos um marco significativo na comprovação de que o poliestireno é reciclável e contribui para a redução de resíduos de consumo. Estamos agora ansiosos para viabilizar o processo para um nível industrial e economizar recursos valiosos “.

O anúncio é parte dos esforços da Ineos Styrolution para a produção cíclica do estireno, com o objetivo de poupar recursos valiosos, reciclar os resíduos de estireno e reduzir os danos ao meio ambiente. As medidas da companhia incluem tanto projetos de pesquisa quanto a colaboração através da cadeia de valor e parcerias com os clientes.

A Ineos Styrolution é uma empresa líder global em fornecimento de estireno, com foco em monômero de estireno, poliestireno, ABS Standard e especialidades de estireno. A empresa fornece aplicações em estireno para muitos produtos do dia-a-dia em um vasto leque de indústrias, que incluem automotiva, eletrônica, linha branca, construção, médica, brinquedos/esportiva/de lazer e de embalagens. Em 2018, as vendas foram de 5,4 bilhões de euros. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.500 colaboradores e opera 20 plantas em dez países.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Ineos Styrolution

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Braskem apresenta novos grades para produção de baldes industriais

23/05/2019

Soluções foram criadas para aumentar a resistência e capacidade de empilhamento dos baldes

A Braskem apresentou na Feiplastic 2019 dois novos grades de polipropileno desenvolvidos para a produção de baldes industriais, com foco em resistência e capacidade de empilhamento. Uma das novas soluções é o Polipropileno CG 600NA, um copolímero produzido para a injeção de baldes industriais. Segundo a Braskem, o produto tem maior rigidez e permite que os seus clientes desenvolvam baldes com paredes mais finas e, ao mesmo tempo, mais resistentes, mantendo a capacidade de alto empilhamento.

A outra solução apresentada foi o Polipropileno CG 220NA, um tipo de copolímero também produzido para aplicação em baldes industriais. Neste caso, afirma a empresa, o diferencial é a resistência ao impacto, aplicando-se à armazenagem de materiais que possam, por exemplo, sofrer algum tipo de colisão durante o transporte.

Carolina Bulhões, gerente de Engenharia de Aplicação Polipropileno na Braskem, destaca que os novos grades também podem ser utilizados nas embalagens para alimentos que requerem baixa transferência de odor e sabor. “A empresa tem investido cada vez mais em inovação e tecnologia para oferecer ao mercado o portfólio mais completo para embalagens rígidas”, explica a gerente.

As soluções de polipropileno já estão disponíveis no mercado e são 100% recicláveis. “Temos a preocupação de criar soluções que tragam cada vez mais valor para as embalagens, mas também temos o compromisso de promover a sustentabilidade na cadeia do plástico, formando um ciclo sustentável da produção ao descarte”, afirma Carolina Bulhões.

A Braskem definiu uma série de iniciativas em prol da Economia Circular, um novo conceito de consumo que propõe um processo produtivo que contemple a redução, reutilização, a recuperação e a reciclagem de materiais e energia. Esta nova forma de pensar os processos produtivos e os hábitos busca trazer equilíbrio e racionalidade a cada fase do ciclo, minimizando o impacto das atividades das empresas e da sociedade ao meio ambiente.

Além das resinas para baldes industriais, os participantes da Feiplastic também tiveram a oportunidade de conhecer uma solução recém-lançada pela Braskem para ser aplicada na produção de big bags, sacarias utilizadas para embalar e transportar grãos, fertilizantes e produtos químicos. A resina Maxio® PG35L, com baixo índice de fluidez e que contém aditivação anti-UV, foi desenvolvida especialmente para atender ao elevado nível de exigência dos clientes em relação a propriedades mecânicas da fita de ráfia e para garantir benefícios de aumento de produtividade da etapa de extrusão.

Fonte: Braskem

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Cipatex leva soluções para mineração na Exponor Chile 2019

23/05/2019

Empresa reforça posicionamento como uma das principais fornecedoras de mantas de PVC para o setor

A Cipatex, fabricante de revestimentos sintéticos, participa da Exposição Internacional da Indústria de Mineração – Exponor 2019, uma das principais feiras de negócios de mineração da América Latina e do mundo. O evento ocorre entre os dias 27 e 30 de maio, em Antofagasta, no Chile, o maior produtor de cobre do planeta. A empresa apresentará em seu estande o Cipageo, geomembranas de PVC empregadas na impermeabilização de lagoas de evaporação e decantação, em pilhas de lixiviação e tanques de rejeitos minerais.

Organizado pela Associação de Indústrias de Antofagasta, o evento internacional é realizado a cada dois anos. Na décima oitava edição, a feira deve reunir mais de mil expositores de 30 países e contará com a presença de importantes mineradoras, geradores de energia e empresas fornecedoras. “Delegações técnicas do setor de mineração visitarão os estandes a fim de conhecer produtos, tecnologias e inovações, o que torna a Exponor uma importante ferramenta para ampliar a possibilidade de novos negócios e networking”, comenta Aureovaldo Casari, gerente de agroindústria e mineração da Cipatex.

Conforme Casari, durante o evento a empresa reforçará seu posicionamento como uma das principais fornecedoras de mantas de PVC para a indústria mundial de mineração. Com matriz em Cerquilho, interior de São Paulo, a Cipatex fornece o produto para o setor no Chile desde 2000.

A Cipatex afirma que as suas geomembranas Cipageo, produzidas pelo processo de calandragem, são tolerantes a diversos tipos de ácidos, sais e bases, apresentando resistência ao envelhecimento e às influências do meio ambiente. De acordo com a empresa, o produto pode ser empregado em qualquer tipo de superfície, em virtude do seu grande alongamento, maleabilidade e flexibilidade . Entre os benefícios do material, garante a Cipatex, está a praticidade de instalação e transporte, o que gera redução nos custos de mão-de-obra e equipamentos.

A Exponor já faz parte do calendário da empresa, onde os visitantes podem conferir de perto as possibilidades de aplicação e as vantagens do material. Além de atender ao mercado de minerção, as geomembranas são indicadas para a construção civil, indústria e agricultura.

Criada em 1964, a Cipatex oferece ao mercado soluções em revestimentos sintéticos, contando hoje com uma linha de produtos que atende aos setores de calçados, piscinas, bolsas e acessórios, utilidades domésticas, construção, móveis, vestuário, automóveis, esporte e lazer, brindes, material escolar e comunicação visual. Ao todo, a Cipatex conta com cerca de 1.200 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Cipatex

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Grupo BASF aumenta vendas no 1o. trimestre; resultados menores na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior

23/05/2019

Primeiro trimestre de 2019:

  • Vendas de € 16,2 bilhões (alta de 3%)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de € 1,7 bilhão (queda de 24%)
  • Resultados caem principalmente devido às baixas contribuições dos segmentos de Materiais e Químicos
  • Bom desempenho dos resultados no segmento de Soluções para Agricultura

Panorama para 2019 confirmado:

  • Ligeiro aumento nas vendas
  • Ligeiro aumento do EBIT antes dos itens extraordinários no período

“No primeiro trimestre de 2019 as vendas do Grupo BASF cresceram 3%, atingindo € 16,2 bilhões”, disse Dr. Martin Brudermüller, Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, na Reunião Anual de Acionistas da empresa, realizada no Centro de Convenções Rosengarten em Mannheim, Alemanha. Em comparação com o primeiro trimestre de 2018, os resultados advindos das atividades operacionais (EBIT) antes dos itens extraordinários apresentaram decréscimo de € 549 milhões, correspondendo a € 1,7 bilhão. “Como esperado, isso se deve principalmente às contribuições consideravelmente menores dos segmentos de Materiais e Químicos. Nesses segmentos, tivemos margens excepcionalmente altas de isocianatos e sólidas margens do cracker no primeiro trimestre do ano anterior”, disse Brudermüller. O EBIT antes dos itens extraordinários também apresentou queda em “Outros” e no segmento de “Nutrição & Cuidados”, enquanto no segmento de Tecnologias para Superfície os resultados ficaram no mesmo nível do trimestre anterior. Por outro lado, os segmentos de Soluções para Agricultura e Soluções Industriais registram grande melhoria nos resultados.

O crescimento econômico global no primeiro trimestre de 2019 foi influenciado pelos avanços geopolíticos e conflitos comerciais, principalmente entre os Estados Unidos e a China. Consequentemente, o Grupo BASF observou uma demanda mais fraca das principais indústrias clientes, especialmente do setor automotivo.

Os preços caíram em 2% em comparação ao primeiro trimestre do ano anterior, fato atribuído principalmente aos negócios com produtos de isocianatos e cracker. Os preços mais elevados nos segmentos de Tecnologias para Superfície, Soluções para a Agricultura e Soluções Industriais só compensaram parcialmente o declínio esperado de preço nos segmentos de Materiais e Químicos. Devido ao comportamento cauteloso de compra dos clientes, os volumes de vendas no Grupo BASF apresentaram queda de 4%. O crescimento nas vendas foi devido principalmente aos efeitos de portfólio no segmento de Soluções para Agricultura, resultantes da aquisição de importantes negócios e ativos da Bayer em agosto de 2018. Os efeitos cambiais também tiveram um impacto positivo nas vendas em todos os segmentos.

Em € 26 milhões, no geral, os itens extraordinários no EBIT foram positivos no primeiro trimestre de 2019, em comparação ao decréscimo de € 18 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. O resultado especial proveniente dos desinvestimentos nos segmentos de Soluções para a Agricultura e Soluções Industriais excedeu os custos de integração, taxas especiais de medidas de reestruturação e outras taxas.

O EBIT teve uma queda de € 505 milhões em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 1,8 bilhão. O resultado antes do imposto de renda caiu em € 520 milhões, passando a € 1,6 bilhão. A alíquota do imposto aumentou de 24,1% para 25,4%.

O resultado após impostos das operações contínuas apresentou queda de € 415 milhões para € 1,2 bilhão. O resultado depois de impostos das operações descontinuadas, que abrange as atividades de petróleo e gás da BASF, aumentou em € 97 milhões, atingindo o patamar de € 274 milhões. Este fato é, em grande parte, devido ao significativo aumento dos volumes, principalmente na Rússia, assim como à suspensão da depreciação e amortização desde o reconhecimento do grupo para alienação no terceiro trimestre de 2018.

O resultado líquido apresentou queda de € 273 milhões, para € 1,4 bilhão. O lucro por ação foi de € 1,53 no primeiro trimestre de 2019 – primeiro trimestre de 2018: € 1,83. O lucro por ação ajustado pelos itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis totalizou € 1,65 (primeiro trimestre de 2018: € 1,93).

No primeiro trimestre de 2019, o fluxo de caixa das atividades operacionais totalizou € 373 milhões, € 858 milhões abaixo dos números para o mesmo trimestre no ano anterior. O fluxo de caixa livre apresentou uma queda de € 604 milhões no mesmo trimestre no ano anterior para menos € 368 milhões, principalmente como resultado dos melhores fluxos de caixa das atividades operacionais.

Fusão da Wintershall e DEA

Depois da aprovação por todas as autoridades relevantes, em 1º de maio de 2019, a BASF e a LetterOne concluíram a fusão da Wintershall e DEA. “Com a Wintershall Dea criamos a empresa europeia independente líder em exploração e produção, com operações internacionais nas principais regiões. Ao combinar as duas entidades com sede na Alemanha, a BASF e a LetterOne assentam as bases para um forte e próspero crescimento da Wintershall Dea”, disse Dr. Hans-Ulrich Engel, Vice-Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, em uma teleconferência sobre os resultados do primeiro trimestre de 2019.

Dividendo proposto de € 3,20 por ação

A Junta de Diretores Executivos e o Conselho Fiscal propuseram à Reunião Anual de Acionistas que o dividendo tenha um aumento de € 0,10, passando a € 3,20 por ação. “Assim, a ação da BASF oferece um rendimento de dividendos atraente, de 5,3%, com base no preço da ação no final do ano de 2018, de € 60,40”, disse Brudermüller. Depois da adoção da resolução relevante pela Reunião Anual de Acionistas, um total de € 2,9 bilhões será pago aos acionistas da BASF SE em 8 de maio.

Panorama para 2019 confirmado

As expectativas da BASF para o ambiente econômico global em 2019 continuam inalteradas:

  • Crescimento do produto interno bruto: 2,8%
  • Crescimento da produção industrial: 2,7%
  • Crescimento da produção de químicos: 2,7%
  • Taxa de câmbio média euro/dólar de US$ 1,15 por euro
  • Preço médio do petróleo de US$ 70 dólares por barril de petróleo Brent

A BASF confirma a previsão de vendas e receitas para o Grupo BASF feita no Relatório BASF de 2018 e espera um ligeiro crescimento das vendas, assim como ligeiro aumento do EBIT antes dos itens extraordinários, que deve ficar no nível inferior da faixa de 1% a 10%. O retorno sobre capital empregado (ROCE) deve ser um pouco mais alto do que o percentual do custo de capital, com o ROCE um pouco mais baixo do que em 2018.

Desempenho do negócio nos segmentos no primeiro trimestre de 2019

As vendas no segmento de Químicos, que abrange Petroquímicos e Intermediários, sofreram queda de 13% em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 2,5 bilhões. A divisão de Petroquímicos, em particular, observou brusca queda nas vendas, enquanto a divisão de Intermediários registrou um ligeiro declínio. O desempenho das vendas foi influenciado pelos menores volumes e preços nas duas divisões.

Em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários apresentou queda de € 169 milhões, para € 306 milhões. As duas divisões registraram resultados mais baixos, principalmente a de Petroquímicos. O desempenho do EBIT antes dos itens extraordinários se deve, em grande parte, às menores margens na divisão de Petroquímicos, principalmente para produtos de steam cracker, além dos menores volumes nas duas divisões. Além disso, os custos fixos das duas divisões apresentaram um discreto aumento. Na divisão de Petroquímicos, o aumento foi devido principalmente às altas despesas de manutenção, enquanto na divisão de Intermediários o desempenho dos custos fixos foi influenciado negativamente especialmente pelos efeitos cambiais.

No segmento de Materiais, que abrange Materiais de Performance e Monômeros, as vendas de € 2,9 bilhões apresentaram uma queda de 15% em comparação ao primeiro trimestre de 2018. As duas divisões, de Monômeros e de Materiais de Performance, apresentaram queda nas vendas, principalmente devido aos menores preços dos isocianatos na divisão de Monômeros.

O EBIT antes dos itens excepcionais teve uma queda nas duas divisões, atingindo € 323 bilhões, em comparação aos € 816 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. Esta queda resulta principalmente das menores margens de isocianatos na divisão de Monômeros. Na divisão de Materiais de Performance, as maiores margens não conseguiram compensar os menores volumes, principalmente no setor automotivo. Além disso, os custos fixos das duas divisões foram um pouco mais elevados do que no mesmo trimestre do ano anterior, principalmente por causa dos efeitos cambiais.

No segmento de Soluções Industriais, que abrange Dispersões e Pigmentos e Químicos de Performance, as vendas de € 2,2 bilhões foram 2% mais baixas do que as vendas no mesmo trimestre do ano anterior. As vendas na divisão de Dispersões e Pigmentos se mantiveram no mesmo nível do primeiro trimestre de 2018, enquanto as vendas na divisão de Químicos de Performance apresentaram uma ligeira queda. O declínio no período se deveu principalmente à transferência do negócio de químicos para papel e água da BASF, que antes foi reportado em Químicos de Performance, para o grupo Solenis.

O segmento de Soluções Industriais aumentou o EBIT antes dos itens extraordinários em 15%, em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 264 milhões. Isso se deveu principalmente ao EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente mais alto na divisão de Químicos de Performance, resultante dos preços mais elevados, aumento do volume e efeitos cambiais positivos. A divisão de Dispersões e Pigmentos também apresentou ligeiro aumento no EBIT antes dos itens extraordinários, principalmente por causa dos preços mais elevados e dos efeitos cambiais positivos. O EBIT do segmento incluiu receitas especiais na divisão de Químicos de Performance advindas da transferência do negócio de químicos para papel e água da BASF para o grupo Solenis.

Em comparação ao primeiro trimestre de 2018, as vendas no segmento de Tecnologias para Superfície, que abrange Catalisadores, Tintas e Químicos para Construção, aumentaram em 13%, para € 3,6 bilhões. O crescimento das vendas na divisão de Catalisadores foi particularmente acentuado. As vendas também apresentaram um aumento considerável na divisão de Químicos para Construção. Na divisão de Tintas, as vendas ficaram no mesmo nível que no mesmo trimestre no ano anterior. O aumento nas vendas pode ser atribuído aos preços mais elevados em todas as divisões, assim como aos efeitos cambiais positivos e maiores volumes nas divisões de Catalisadores e Químicos para Construção.

Em € 159 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários para o segmento se manteve no nível do mesmo trimestre no ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários na divisão de Químicos para Construção apresentou uma melhoria considerável, devido principalmente às margens mais elevadas. Na divisão de Catalisadores, os resultados tiverem um discreto aumento em consequência do crescimento das vendas. Por outro lado, a divisão de Tintas registrou um EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente menor, principalmente devido ao enfraquecimento do negócio automotivo.

As vendas de € 1,6 bilhão no segmento Nutrição & Cuidados, que abrange Care Chemicals e Nutrição e Saúde, se mantiveram no nível do mesmo trimestre no ano anterior. As vendas consideravelmente mais elevadas na divisão de Nutrição e Saúde foram compensadas pelas vendas um pouco mais baixas na divisão de Care Chemicals.

Em € 222 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários ficou 13% abaixo dos € 254 milhões registrados no primeiro trimestre de 2018. Isso pode ser atribuído principalmente aos maiores custos fixos da divisão de Nutrição e Saúde, em grande parte devido ao reembolso do seguro recebido no mesmo trimestre do ano anterior, em razão das quedas na produção em 2017. Além disso, as margens tiveram uma queda no negócio de nutrição animal, resultando em um significativo declínio na receita da divisão de Nutrição e Saúde em geral. Uma grande melhoria na receita da divisão de Care Chemicals, principalmente devido às margens mais elevadas, teve um efeito de compensação.

As vendas de € 2,6 bilhões no segmento de Soluções para Agricultura foram 53% mais altas do que no primeiro trimestre de 2018. Este fato pode ser atribuído principalmente aos efeitos de portfólio da aquisição de importantes negócios e ativos da Bayer, em agosto de 2018. A BASF também alcançou maior nível de preço no negócio legado, enquanto os volumes de vendas foram consideravelmente mais baixos no período, principalmente devido a fatores climáticos.

O EBIT antes dos itens extraordinários de € 740 milhões foi 75% mais alto do que no primeiro trimestre de 2018, em grande parte por causa da contribuição dos negócios adquiridos. O EBIT incluiu receitas especiais de desinvestimentos, segundo as condições impostas pelas autoridades antitruste no escopo da aquisição dos negócios da Bayer. No primeiro trimestre de 2019, o EBIT excedeu as taxas especiais para a integração dos negócios adquiridos.

As vendas em Outros apresentaram um aumento considerável em comparação ao mesmo trimestre no ano anterior. Isso se deve principalmente às atividades remanescentes do negócio de químicos para papel e água da BASF, que não foram incluídos na transferência para a Solenis e, desde então, são reportados em Outros. O EBIT antes dos itens extraordinários ficou bem abaixo dos números para o primeiro trimestre de 2018, principalmente devido aos resultados cambiais e efeitos de valorização de nosso programa de incentivo em longo prazo.

Fonte: BASF

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Evonik divulga resultados do primeiro trimestre de 2019

21/05/2019

  • Vendas cresceram 1% para 3,29 bilhões de euros
  • Ebitda ajustado recuou para 539 milhões de euros
  • Fluxo de caixa livre melhorou significativamente para 159 milhões de euros
  • Previsão para 2019 foi elevada: Ebitda ajustado ficará, no mínimo, estável

As vendas da Evonik foram de 3,29 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2019, o que significa um aumento de 1% em comparação ao mesmo período do exercício anterior. O Ebitda ajustado recuou 3% para 539 milhões de euros.

“A despeito do enfraquecimento da economia global, conseguimos manter a nossa posição no que diz respeito a volumes e resultados”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva. “Em termos de fluxo de caixa livre, conseguimos até registrar um ganho significativo. No geral, nosso portfólio agora é mais robusto do que antes em relação às tendências macroeconômicas. O desinvestimento do nosso negócio de metacrilatos contribuiu para isso”.

Custos iniciais não recorrentes para novas unidades de produção e um gargalo temporário no fornecimento de matérias-primas no segmento Performance Materials contribuíram para a queda do Ebitda ajustado. Em consequência, a margem Ebitda ajustada encolheu de 17,1% para 16,4%. A receita líquida ajustada recuou 5% para 249 milhões de euros, o que corresponde a um lucro ajustado por ação de 0,53 euro.

O fluxo de caixa livre melhorou em 109 milhões de euros em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando 159 milhões de euros. Isso se deveu sobretudo a uma formação menor de capital de giro líquido e a uma redução nos pagamentos de aposentadorias.

Perspectivas foram elevadas

Como resultado do acordo de venda do negócio de metacrilatos, as perspectivas para as operações continuadas foram revisadas. A Evonik agora prevê que os valores de Ebitda ajustado e vendas fiquem, no mínimo, no mesmo nível do ano passado. A receita da planejada aquisição da empresa americana PeroxyChem não está incluída na perspectiva ajustada. Em 2018, as operações contínuas registraram um Ebitda ajustado de 2,15 bilhões de euros e vendas de 13,3 bilhões de euros.

Os progressos significativos alcançados com o programa de economia de custos, aplicado na empresa toda, também contribuíram para as receitas. Mais da metade dos 1.000 empregos a serem reduzidos será concretizada até o fim deste ano.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: O desenvolvimento dos negócios desse segmento se manteve no primeiro trimestre de 2019. As vendas cresceram 3% para 1,4 bilhão de euros. O crescimento se deveu sobretudo ao aumento nos preços de venda; os volumes, por outro lado, ficaram ligeiramente abaixo daqueles registrados no mesmo período do ano anterior. A demanda por polímeros de alta performance (poliamida 12) e membranas continuou alta, de maneira que o aumento nos preços teve um impacto positivo que resultou num correspondente forte incremento nas vendas. Maiores volumes em vendas também foram registrados na linha de crosslinkers como resultado da alta demanda, especialmente por aplicações em compósitos no mercado de energia eólica; e pela sílica, que se beneficiou de uma tendência em aplicações de borracha e pneus. Apesar dos custos iniciais da nova planta de sílica nos EUA, o Ebitda ajustado avançou 2% para 324 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas aumentaram 3% para 1,15 bilhão de euros no primeiro trimestre de 2019. Isso se deveu, sobretudo, a uma elevação nos volumes de vendas, enquanto os preços de venda baixaram. As vendas de aminoácidos essenciais para nutrição animal registraram ligeira queda, em decorrência da redução nos preços de venda, embora os volumes entregues tenham aumentado de maneira significativa. O negócio de care solutions registrou um desenvolvimento, tendo se beneficiado do aumento da demanda por aplicações especiais, por exemplo, da indústria cosmética. O Ebitda ajustado foi de 180 milhões de euros, 14% abaixo do valor registrado no mesmo período do ano anterior, em parte devido a despesas relacionadas ao planejado início das atividades na nova planta de metionina em Singapura, previsto para meados deste ano.

Performance Materials: No primeiro trimestre de 2019, as vendas encolheram 7% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O total de 559 milhões de euros decorreu de menores volumes de venda, preços em queda e efeitos negativos do câmbio. O desenvolvimento da linha de performance intermediates (química do C4) foi prejudicado por uma restrição no fornecimento de matérias-primas causada por problemas técnicos em um fornecedor e também pelo preço mais baixo da nafta, ocasionando o recuo nas vendas. Já na linha de negócios Functional Solutions as vendas registraram aumento. Esse negócio se beneficiou principalmente de uma maior demanda por alcoolatos. O Ebitda ajustado do segmento recuou 9% para 59 milhões de euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Tecniplas exporta tanques de PRFV para a Argentina

21/05/2019

A caminho: tanques foram produzidos em peças únicas, a despeito das suas dimensões

Reservatórios serão instalados na planta de celulose da Arauco

A Tecniplas, referência brasileira em tanques e equipamentos especiais Plástico Reforçado com Fibras de Vidro (PRFV), acaba de despachar dois reservatórios para a Argentina. Os tanques serão instalados na fábrica de celulose que a Arauco opera na cidade de Puerto Esperanza, na Província de Misiones.

Com 13,5 m de altura e 4,5 m de diâmetro, o tanque de maior dimensão foi projetado para armazenar até 200 m³ de dióxido de cloro – pressão de -8″ WG (vácuo). “Um dos seus diferenciais é o fato de dispor de isolamento térmico garantido por chapas de poliuretano”, detalha Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

Já o segundo reservatório – de 11,3 m de altura, 4 m de diâmetro e 135 m³ de capacidade – será utilizado no armazenamento de cloro, solução de clorato e hipoclorito de sódio a uma temperatura de 80 ºC e sob pressão atmosférica. “Seu projeto construtivo contempla uma inclinação interna de 2%, o que possibilita o esgotamento rápido e seguro do tanque”.

Ambos foram produzidos em peça única, a despeito das dimensões, e contam com uma série de bocais e acessórios, o que tornou ainda mais complexa a fabricação. Fornecidos com data books e memórias de cálculo estrutural, os reservatórios fabricados pela Tecniplas estão aptos a resistir a cargas de vento de até 45 m/s (162 km/h), conforme a ABNT NBR 6123.

Durante a fabricação dos tanques, lembra Rossi, a Arauco fez uma série de inspeções na fábrica da Tecniplas em Cabreúva, no interior de São Paulo. “Nosso processo fabril e sistema de qualidade foram aprovados sem ressalvas pela Arauco, que nos homologou como fornecedora estratégica das plantas situadas na Argentina e no Chile”. De capital chileno, a empresa tem equipamentos da Tecniplas operando ininterruptamente desde a década de 1990.

Em 2018, as exportações responderam por 22% do faturamento da Tecniplas. Para este ano, Rossi acredita que a fatia tende a ser ainda maior, em função dos grandes projetos que estão para acontecer na América Latina. “Daí levando em conta não só o setor de celulose e papel, mas também de mineração e químico”, completa.

Fundada em 1976, a Tecniplas é uma fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atende os setores de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tecniplas

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Covestro confirma previsão para o ano após balanço do 1º trimestre

21/05/2019

  • Leve queda nos volumes principais (-1,8%)
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-16,0%)
  • Ebitda de 442 mi de euros alinhado às expectativas (-58,4%)
  • Receita líquida de 179 mi de euros menor que ano anterior (-72,2%)
  • Fluxo de caixa operacional livre 45 mi de euros negativo
  • Previsões para o ano fiscal de 2019 confirmadas

A alta pressão competitiva influenciou os resultados do primeiro trimestre de 2019 da Covestro. Apesar da demanda sólida no geral, os volumes principais tiveram leve queda de 1,8%, principalmente devido aos volumes mais baixos no segmento de policarbonatos. Uma expressiva queda nos preços de venda levou a uma redução de 16,0% nas vendas totais, para 3,2 bilhões de euros. O Ebitda do Grupo, de 442 milhões de euros (-58,4%), que contrasta com os resultados excepcionalmente positivos do ano anterior, mostrou-se alinhado às previsões. Como resultado, a receita líquida também caiu para 179 milhões de euros (-72,2%). Com 45 milhões de euros negativos, o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) ficou abaixo do ano anterior (364 milhões de euros), devido à redução nos fluxos de caixa de atividades operacionais e à elevação dos investimentos. Segundo a empresa, embora os resultados como um todo tenham ficado significativamente abaixo dos excepcionais resultados do trimestre do ano anterior, eles ficaram na faixa esperada.

“O primeiro trimestre manteve-se alinhado às nossas previsões e confirma nossas expectativas reduzidas para o ano completo”, explica o CEO Markus Steilemann. “Por isso, agora é ainda mais importante definir o rumo correto para o nosso crescimento futuro, com investimentos e esforços para elevar a eficiência. Afinal, a demanda por nossos materiais inovadores e sustentáveis continua intacta.”

Covestro confirma metas para o ano fiscal de 2019

Thomas Toepfer, CFO da Covestro, compara os resultados do primeiro trimestre ao mesmo período de 2018: “O trimestre do ano anterior foi influenciado por margens excepcionalmente altas em vários grupos de produtos. Por isso, em linha com nossas expectativas, nossos resultados ficaram abaixo dos do mesmo período do ano passado. Antecipando a continuidade do ambiente desafiador que influenciará os resultados ao longo do ano, estamos focando especialmente na eficiência da produção e dos processos e em investimentos direcionados.”

Seguindo esse foco, a Covestro elevou sua participação para 80% na joint venture DIC Covestro Polymer no Japão a partir de 1º de abril de 2019, expandindo seus promissores negócios globais de poliuretanos termoplásticos. A Covestro planeja investimentos totais de mais de 900 milhões de euros este ano para reformar e expandir suas plantas produtivas e ampliá-las para áreas em crescimento, tais como a de filmes especializados. A expectativa é de que os programas de eficiência proporcionem economias de custos de 350 milhões de euros por ano no médio prazo.

Para o ano fiscal de 2019, a Covestro mantém a projeção de crescimento do volume principal de até 5%. Espera-se que o FOCF fique entre 300 e 700 milhões de euros, com ROCE de 8% a 13%. A previsão é que o Ebitda do ano fiscal atinja de 1,5 a 2,0 bilhões de euros, com expectativa de que o Ebitda do segundo trimestre se mantenha próximo do nível do primeiro trimestre de 2019.

Iniciativas estratégicas mostram avanços

As iniciativas estratégicas para avançar na digitalização e na inovação trouxeram benefícios no primeiro trimestre. A nova plataforma comercial digital B2B Asellion foi lançada com sucesso no fim de março, permitindo que os clientes da Covestro façam pedidos de produtos on-line e comprem 24h por dia com apenas alguns cliques no link covestro.asellion.com.

A Covestro também uniu forças à empresa de biotecnologia sediada nos EUA Genomatica para pesquisar e desenvolver materiais de alto desempenho baseados em matérias-primas renováveis. O objetivo da cooperação é reduzir o uso de recursos de origem fóssil como petróleo bruto, usando matérias-primas sustentáveis no lugar.

Crescimento de vendas e lucro no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades

Os volumes principais no segmento de poliuretanos mantiveram-se amplamente estáveis (-0,2%) no primeiro trimestre de 2019. As vendas no segmento caíram 24,3% para 1,476 milhão de euros devido à queda nos preços de venda, com todas as três regiões registrando vendas mais baixas. O Ebitda caiu para 157 milhões de euros (-75,4%) devido às margens mais baixas.

Puxados pela queda na demanda da indústria automotiva, os volumes principais no segmento de policarbonatos caíram 6,3%. As vendas nesse segmento caíram 16,7% para 860 milhões de euros, também devido aos preços de venda mais baixos. Com margens em queda e preços estáveis das matérias-primas, o Ebitda caiu para 155 milhões de euros (-48,8%).

No segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades, os volumes principais praticamente não sofreram alterações em relação ao trimestre do ano anterior (-0,1%). As vendas no segmento subiram 5,9% para 627 milhões de euros, impulsionadas pela alta na média dos preços de venda, por volumes levemente mais altos e movimentos da taxa de câmbio. Alavancado pela alta das margens e dos volumes de vendas, o Ebitda subiu 7,4% para 146 milhões de euros.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em segmentos como o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

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Faturamento do setor de Compósitos deve crescer pelo terceiro ano consecutivo

20/05/2019


Postes e cruzetas: compósitos têm crescido como materiais substitutos do concreto e madeira

Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) prevê um salto de 5,5% no faturamento de 2019, totalizando R$ 2,797 bilhões.

Em 2019, o setor brasileiro de compósitos deve emplacar o terceiro ano consecutivo de crescimento, com um faturamento estimado de R$ 2,797 bilhões – alta de 5,5% em comparação ao resultado do período anterior. Esse é o principal dado do mais recente monitoramento feito pela Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco).

“Notamos uma tendência de alta na maioria dos segmentos consumidores do material, com destaque para a indústria automotiva, representada pelas montadoras de veículos pesados e agrícolas, e de energia, na qual ocorre uma intensa substituição da madeira e concreto usados em cruzetas e postes pelos compósitos, devido ao seu baixo peso e resistência à corrosão”, resume Erika Bernardino Aprá, presidente da Almaco.

Em contrapartida, o mercado de construção segue andando de lado, muito em função da dificuldade de obtenção de crédito imobiliário. “Já os investimentos em infraestrutura dependem de projetos governamentais, que permanecem escassos. Isso impacta diretamente nas vendas, por exemplo, de tubulações de compósitos”.

Com uma fatia de 35% do consumo local de compósitos de poliéster, a construção civil aparece à frente de transporte (30%), corrosão/saneamento (19%) e náutico (3%), entre outros. Já a geração de energia eólica responde por 90% da demanda por compósitos de epóxi. O setor de petróleo fica em segundo lugar, com 5%.

De acordo com o levantamento da Maxiquim, em 2019 serão consumidas 210 mil toneladas de compósitos, volume 4,5% superior ao anotado em 2018. A geração de emprego, por sua vez, deve crescer 3,7%, totalizando 65 mil vagas.

“Caso se confirmem essas previsões, será o nosso terceiro ano seguido de balanço positivo. Então, em dezembro, poderemos dizer que, enfim, a curva de crescimento se inverteu definitivamente. Agora, cabe ao governo colaborar com a indústria e fazer as reformas necessárias para que o Brasil volte a ser um ambiente favorável aos investimentos privados”, conclui a presidente da Almaco.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Almaco

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Evonik lança novo PEEK radiopaco para tecnologia de implantes

20/05/2019

  • A Evonik está expandindo o leque de polímeros biocompatíveis de PEEK para aplicação na tecnologia médica.
  • Empresa de especialidades químicas desenvolveu um novo material plástico radiopaco para implantes, à base de poliéter-éter-cetona (PEEK).

A Evonik está colocando no mercado o PEEK radiopaco para implantes, com sulfato de bário. Essa classe de produtos permite o contraste radiográfico, sem a desvantagem da formação de artefatos, algo que pode ocorrer com outros materiais populares para tecnologia de implantes. Além disso, afirma a Evonik, os implantes feitos a partir do novo Vestakeep i-Grade PEEK da Evonik não esquentam durante a tomografia de ressonância magnética.

Novos caminhos no desenvolvimento de implantes não metálicos

Segundo a Evonik, o seu Vestakeep i-Grade PEEK apresenta biocompatibilidade e bioestabilidade, é fácil de processar e está estabelecido há anos como material de desempenho em aplicações na tecnologia médica como, por exemplo, implantes espinhais, medicina esportiva, dispositivos cardiovasculares, cirurgia maxilofacial e outras aplicações.

A Evonik fornece o i-Grade PEEK em forma de grânulos ou produtos semiacabados, como chapas ou barras plásticas. Dependendo da aplicação, o Vestakeep i-Grade PEEK pode ser fornecido com sulfato de bário, com diferentes taxas de enchimento.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Braskem e Antilhas lançam embalagem monomaterial para embalagens Stand up Pouch

17/05/2019

O produto reforça o conceito de Economia Circular ao favorecer o processo cíclico de reciclagem e retorno do produto à cadeia.

Em linha com seu compromisso em Economia Circular, a Braskem se uniu à Antilhas Flexíveis, empresa brasileira e reconhecida no mercado por suas inovações em embalagens, para o desenvolvimento de uma embalagem stand-up pouch monomaterial. A novidade foi apresentada durante a Feiplastic 2019, de 22 a 26 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

“A transformação da Economia Linear para a Economia Circular passa por desenvolvimentos como esta embalagem, que tem todo o seu ciclo produtivo considerado de forma sustentável. Estamos muito satisfeitos em apresentar esta solução ao mercado durante a Feiplastic, demonstrando que a tecnologia é uma grande aliada na criação de produtos que favorecem a reciclagem e se mantém competitivos”, afirma Yuri Tomina, gerente de Desenvolvimento de Mercado de Polietileno da Braskem.

Embalagens monomateriais, ou seja, produzidas a partir de uma única matéria-prima, favorecem a cadeia de reciclagem plástica, pois facilitam o processo de separação dos materiais. Segundo Tomina, o compromisso da Braskem em prol da Economia Circular define iniciativas que a companhia adotou para estimular o ciclo sustentável da cadeia plástica e, entre elas, está o trabalho com parceiros na concepção de produtos que ampliem a eficiência da reciclagem e o retorno do produto à cadeia.

Fabio Sant’ana, especialista de Desenvolvimento de Mercado de Polietileno da Braskem, explica que a companhia se uniu à Antilhas Flexíveis para chegar nesta solução. “Feita totalmente à base de polietileno, este produto tem alto índice de reciclabilidade por não possuir mistura de matérias-primas. Desta forma, sua reciclagem gera uma resina pós-consumo de maior qualidade e, consequentemente, com uma gama maior de possibilidades de aplicação”, explica.

A produção de embalagens stand-up pouch – que se mantém em pé independentemente da matéria que envolve – em puro polietileno, sem laminação, foi realizada com a tecnologia EB (Electron Beam). O processo inovador de impressão externa por cura com feixe de elétrons foi patenteado com exclusividade pela Antilhas.

“O processo garante qualidade de impressão superior, com o mesmo brilho de material laminado e possibilidade de acabamentos externos com apelo sensorial. A tecnologia permite ainda benefícios adicionais com um processo que gera a redução de até 50% no consumo de energia elétrica, sem perder a qualidade de cor e brilho do material final e redução de até 95% dos compostos orgânicos voláteis, fator que reduz a emissão de gases causadores do efeito estufa”, afirma Rodrigo Massini, gerente executivo da Antilhas Flexíveis.

A embalagem stand-up pouch monomaterial já está disponível ao mercado e pode ser utilizada em aplicações nos setores de cosméticos e alimentício. Os visitantes da Feiplastic puderam conferir protótipos do material no estande da Braskem, onde também foram expostos exemplos do produto já produzido a partir da embalagem monomaterial reciclada, com identificação de matéria-prima 100% oriunda de polietileno reciclado.

“Estamos muito satisfeitos em apresentar aos clientes a solução completa, com demonstração do desenvolvimento tecnológico aplicado na solução e a qualidade do produto pós-consumo gerado a partir desta inovação”, ressalta Sant’ana.

A Antilhas atua no mercado de embalagens em papel, cartão e plástico flexível. Fundada há 30 anos, a unidade de negócios de flexíveis da Antilhas Embalagens possui o selo FSSC 22000 – Certificação de Sistema de Segurança de Alimentos. A Antilhas Flexíveis tem como destaque entre seus produtos, além do processo de impressão com a tinta Gelflex-EB®, o Stretch Hood, filme de Polietileno (PE) extrudado utilizado para a unitização de embalagens de transporte.

Fonte: Braskem

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BASF apresentou inovações e soluções sustentáveis na Feiplastic 2019

17/05/2019

Soluções da BASF para as indústrias automotiva, de embalagens, da construção, de bens de consumo, aplicações industriais, plasticultura, entre outras, fizeram parte do portfólio apresentado pela companhia no stand da Feiplastic 2019.

“A Feiplastic foi uma excelente oportunidade para apresentar nossas soluções e estreitar o relacionamento com o mercado”, considera Murilo Feltran, gerente de marketing e produto de Materiais de Performance da BASF. “Além das tecnologias inovadoras, nosso forte é a atuação em estreita colaboração com nossos clientes, entendendo suas necessidades e desenvolvendo soluções de acordo com cada necessidade”, afirma.

Materiais de desempenho

Uma das principais novidades foi a plataforma digital exclusiva para oferecer o portfólio de soluções para a indústria de calçados, como um novo canal de relacionamento com os clientes. A BASF fornece PU e TPU para produção de solas, entressolas, palmilhas e outros componentes que, segundo a empresa, permitem a fabricação de calçados de maior desempenho, conforto e durabilidade, atendendo às tendências e demandas dos consumidores. A ferramenta online, de interface amigável, está disponível no link http://www.shop.basf.com.br/calcados.

Entre os materiais com destaque na Feiplastic estão as soluções sustentáveis para o mercado de isolamento térmico, que têm como base o HFO e a água aplicados como agentes expansores de quarta geração para o mercado de refrigeração. A tecnologia é uma alternativa aos agentes de expansão utilizados convencionalmente e permite a redução nas emissões de gases de efeito estufa.

Também apresentando pegada sustentável, foi apresentado o polímero compostável e biodegradável ecovio®, obtido a partir de matérias-primas renováveis. O material tem desemepenho semelhante aos plásticos normalmente utilizados, atendendo requisitos de aparência, propriedades mecânicas e processabilidade, sofrendo degradação somente em condições de compostagem, afirma a BASF. Pode ser aplicado em filmes para agricultura, produção de copos, sacolas compostáveis certificadas e embalagens diversas, entre outras possibilidades.

A poliamida Ultramid® Deep Gloss agora está disponível também em cores. O material originalmente usado na cor black piano, está abrindo possibilidades para projetos mais versáteis de interiores de carros, com cores contrastantes e que seguem tendências de mercado. Segundo a BASF, o material possui propriedades diferenciadas, tais como resistência a riscos, à radiação UV e alta resistência química. Além disso, afirma a empresa, o alto nível de brilho reproduz estruturas com detalhes fiéis, permitindo uma mistura bem contrastante de luz e sombra, sem revestimento adicional.

Durante a feira, a BASF também promoveu a sua poliamida semicristalina que permite que a luz passe sem barreiras. Segundo a empresa, o Ultramid® Vision combina a transparência à luz com uma baixíssima dispersão, sendo a primeira poliamida semicristalina do mundo para componentes semitransparentes ou transparentes para ambientes com muitos desafios químicos. A BASF afirma que a poliamida é resistente aos raios UV, às altas temperaturas, aos riscos, a químicos e atende aos requisitos de segurança contra a propagação do fogo. A solução pode ser usada em diversas áreas de aplicação, sendo recomendada especialmente para peças de controle visual, iluminação ou design de luz.

Embalagens

A embalagem tem papel fundamental na garantia da qualidade de alimentos, desde a produção até a mesa do consumidor. As poliamidas são a melhor opção quando há a necessidade de aumentar o tempo de vida dos produtos através do aumento de propriedades mecânicas, proteção para migração de gorduras, barreira ao oxigênio e aromas. Por meio da parceria com seus clientes, a BASF buscou atender solicitações de melhoria de propriedades óticas, maior flexibilidade e menor encanoamento, sem perder as propriedades tradicionais das poliamidas. E o resultado foi, segundo a empresa, o desenvolvimento do Ultramid C37 LC, copolímero de poliamida com o menor ponto de fusão das poliamidas tradicionais encontradas no mercado – perto dos 180º.C. A BASF afirma que o material é o mais indicado para sacos encolhíveis e filmes termoformados e outras aplicações onde a estrutura a ser utilizada é assimétrica.

Aditivos para plásticos

A BASF afirma que vem buscando soluções em aditivos para plástico ecologicamente corretas, focadas em sustentabilidade e que visam evitar a degradação e estender a vida útil dos plásticos. Esses requisitos se tornaram mais rigorosos também nas aplicações automotivas e, alinhado ao aumento da durabilidade das espumas de poliol e poliuretano, o seu PUR 70 encontra um nicho de aplicação. Segundo a empresa, o aditivo diminui drasticamente a emissão de aldeídos e componentes orgânicos voláteis, é livre de amina e atende aos requisitos VDA 278 10/11.

De acordo com a empresa, o seu Tinuvin® XT 55, um aditivo estabilizador à luz, confere durabilidade, além de melhorar os processos de fabricação. Tem aplicações em monofilamento de polietileno, usados para produção de grama sintética e poliolefinas, fitas para telas de sombreamento, andaimes, geotêxteis e big bags, entre outros. O fabricante afirma que o aditivo auxilia na resistência às condições climáticas adversas, incluindo exposição prolongada à luz ultravioleta, temperatura elevada e oscilante, além de poluentes ambientais.

Já o Irgastab IS 3066L, utilizado nas aplicações em PVC, promove melhoria na produtividade e maior viabilidade econômica, além de estar em conformidade com o FDA para aplicações em contato com alimentos, assegura a BASF.

Fonte: BASF

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INP e Apex-Brasil celebram crescimento de 709% em exportações nos 15 anos de Think Plastic Brazil

15/05/2019

Empresas participantes do Programa de exportação do plástico transformado brasileiro, que completou 15 anos em 2018, representam 59% das vendas internacionais do setor.

Com o apoio da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) o INP (Instituto Nacional do Plástico) celebra os 15 anos de seu Programa de exportação e internacionalização do plástico transformado brasileiro, o Think Plastic Brazil. O direcionamento da Agência em serviços como Coach Estratégico de Internacionalização, Inteligência de Mercado, Capacitação, Competitividade, Sustentabilidade, Inovação e Design permitiu que as 259 empresas que passaram pelo Programa durante este período (nos segmentos de Agronegócios, Artigos para Casa, Construção Civil e Embalagens) saltassem dos USD 85 milhões vendidos internacionalmente em 2004 para USD 687,0 milhões em 2018, crescimento de 709%.

Desde o início do Think Plastic Brazil, foram realizados mais de 390 projetos, incluindo a participação em 89 Feiras Internacionais, a organização de 52 Projetos Compradores e 14 Projetos Vendedores, 6 Missões Prospectivas e mais de 150 cursos. Estas ações, formatadas pela parceria INP e Apex-Brasil, ampliaram o destaque das empresas do setor em todo o mundo.

Para as companhias participantes, o Programa Think Plastic Brazil é considerado um dos principais canais de acesso aos mercados internacionais, conforme pesquisa realizada em março de 2019, com foco no planejamento estratégico para os próximos cinco anos. “As indústrias certamente têm potencial para se promover e conquistar o mercado internacional, mas o caminho solo é, de fato, mais complexo. Por isso, ter o apoio da Apex-Brasil e do INP, por meio do Think Plastic Brazil, significa abrir novos horizontes, especialmente pela grande experiência dos profissionais envolvidos”, explica Miguel Bahiense, diretor superintendente do INP e gerente do Programa. “Os pontos de conhecimentos permitem a maximização do aproveitamento das empresas no mercado internacional. Nos últimos 15 anos o desempenho foi louvável e atingimos o momento de reconhecimento pela excelência do trabalho, não só na relação com a Apex-Brasil, mas também com os associados. Entramos agora em uma fase em que buscamos crescer ainda mais, já que ocupamos plenamente o espaço que a parceria com a Apex-Brasil nos permitiu e agora vamos em busca da ampliação do trabalho”, complementou.

Cases de Sucesso:

Inovação e Design

Para Fábio Duarte, designer e gerente comercial da Crippa, o acesso a mercados internacionais possibilitou o despertar de desenvolvimento de produtos inovadores na empresa, que resultou na criação do SMART S, sistema de escorredores que fica quase invisível sobre a pia: “Estamos há 4 anos no Programa Think Plastic Brazil e foi somente com a participação na feira Ambiente, na Alemanha, que entendemos a tendência de produtos conceituais mas acessíveis. Hoje, já temos como base da Crippa essa política de investimento em produtos diferenciados e no Salone del Mobile de Milano, principal evento de decoração do mundo, já notamos que nosso produto está pronto para a disputa global. Nada disso seria possível sem o direcionamento em design, sustentabilidade e apoio geral do Programa promovido pelo INP e pela Apex-Brasil”, explica.

Ampliação de negócios

Everson Targas, da Plasútil, se recorda de um momento quando a companhia estava em vias de troca de representante comercial no Chile, há quase 8 anos. “Foi exatamente quando uma Missão Empresarial para o País nos trouxe a possibilidade de encontrar o distribuidor daquele mercado, que nos acompanha até hoje. Sem isso, era certo que não teríamos este cliente. Os Projetos Compradores e Projetos Vendedores promovidos pelo INP e pela Apex-Brasil por meio do Think Plastic Brazil são fundamentais para aumentar e solidificar a presença nos mercados internacionais”, afirmou.

Inteligência de Mercado

Eduardo Cabezas, da Alfamec, destaca a conquista de novos mercados como México e Porto Rico, obtidos por sua participação na feira Home & Housewares 2018, em Chicago, por meio do Think Plastic Brazil. “O volume e o detalhamento de informações repassados pelo Think Plastic Brazil, tanto a partir de pesquisas de mercado promovidas pela Apex-Brasil e pelos Institutos de Pesquisa parceiros quanto por meio de workshops, treinamentos e direcionamentos de tendências, são fundamentais para o desenvolvimento da companhia. Sem o trabalho desenvolvido pelo Programa o acesso a informações diferenciais ficaria muito mais difícil, restringindo nossos planejamentos estratégicos”, disse.

Capacitação

Francisco Trucharte, da Metaltru, acompanha as ações do INP e da Apex-Brasil pelo Think Plastic Brazil há quase 12 anos e hoje exporta para 31 países. A conquista do 31º, o Qatar, aconteceu após a participação na feira Ambiente: “A experiência oferecida pelo Programa é completa, desde o acompanhamento em feiras internacionais até as ações de capacitação. Ao lado dos profissionais do Think Plastic Brazil, a Metaltru obteve experiência e informações principal para investimentos em embalagens, design de produtos e acesso às tendências e estratégias de marketing e comunicação. Isso tudo nos permitiu entrar no Oriente Médio, um destino que antes não estava em nosso radar”, informou Trucharte.

O Programa Think Plastic Brasil foi criado em dezembro de 2003, quando a cadeia brasileira de plásticos integrados foi selecionada como uma das 10 maiores do mundo e reconhecida por sua alta tecnologia, assim como a capacidade de seus recursos humanos. O projeto foi realizado em colaboração com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e sob a coordenação do Instituto Nacional do Plástico (INP), para promover a exportação de produtos plásticos convertidos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Think Plastic Brazil

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Solvay apresentou dois novos estabilizadores UV para o mercado brasileiro de plásticos na Feiplastic 2019

15/05/2019

A Solvay Technology Solutions apresentou na Feiplastic 2019 dois novos estabilizadores UV para poliolefinas: o Cyasorb Cynergy Solutions M528 para aplicações de injeção e sopro, e o Cyasorb Cyxtra V9900 para peças automotivas.

Segundo a Solvay, o Cyasorb Cynergy Solutions M528 é um estabilizador à luz especificamente desenvolvido para produtos de polietileno soprados ou injetados, atendendo a elevadas exigências de durabilidade e oferecendo proteção UV a longo prazo, além de resistência térmica. A empresa afirma que o produto pode ser usado em uma ampla variedade de polímeros, em doses muito reduzidas quando comparado aos aditivos estabilizadores tradicionais, permitindo maior flexibilidade de formulação e redução de custos operacionais.

A Solvay também está introduzindo no mercado brasileiro o Cyasorb Cyxtra V9900. O produto é o primeiro de uma nova plataforma tecnológica de estabilização UV criada pela empresa. Especialmente desenvolvido para atender aos rigorosos requerimentos da indústria automobilística, o estabilizador proporciona resistência à radiação UV em peças plásticas interiores e exteriores de polipropileno (PP) e de compostos a base de poliolefinas TPO e TPE, afirma a Solvay.

Além de atender às normas automotivas globais de envelhecimento artificial e de durabilidade, assegura a Solvay, o produto excede as exigências de baixo VOC (composto orgânico volátil), odor e fogging, sem interferir na aderência de pintura. O Cyasorb Cyxtra V9900 é fabricado com a tecnologia Cyflow que não gera pó ou aglomerados e facilita sua incorporação no processo de extrusão.

“A indústria continua buscando soluções que permitam que os plásticos tenham um desempenho melhor e durem mais tempo, ao mesmo tempo que mantém uma boa relação custo-benefício”, comenta Andrea Landuzzi, Diretor Global de Marketing da área de negócios Polymer Additives da Solvay.

“As mais recentes tecnologias conferem à Solvay a liderança na capacidade de extensão da vida útil dos plásticos e facilitam os vários esforços da indústria para melhorar os processos de reciclagem, bem como no desenvolvimento de sistemas de economia circular. O M528 e o V9900 reforçam nosso compromisso de aproveitar nossos mais de 60 anos de experiência em estabilização UV para fornecer soluções inovadoras que lidam com os principais desafios sociais e dos clientes”, disse Landuzzi.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Braskem registra lucro líquido de 1 bilhão no primeiro trimestre de de 2019

15/05/2019

A Braskem registrou Ebitda de R$ 2,77 bilhões no primeiro trimestre de 2019, um crescimento de 45% em relação ao último trimestre de 2018 e de 5% sobre o mesmo período do ano passado. Em dólar, o Ebitda foi de US$ 729 milhões, uma queda de 11% na comparação com igual trimestre do ano passado.

Esses resultados foram impactos por efeitos não recorrentes como a receita com PIS/COFINS pagos a maior entre janeiro de 2012 a fevereiro de 2017 e a reversão de provisões relacionadas à Conta de Desenvolvimento Energético e ao Regime Especial da Indústria Química (Reiq). Sem esses efeitos, o Ebitda foi de US$ 336 milhões, queda de 16% e 60%, respectivamente, ao quarto trimestre e ao primeiro trimestre de 2018.

“O primeiro trimestre se mostrou desafiador em razão dos menores spreads petroquímicos no mercado internacional, dada a revisão de crescimento da economia global para o ano de 2019”, afirma o presidente da Braskem, Fernando Musa. “Neste cenário, seguiremos focados com a nossa estratégia de atuação a fim de superar os desafios globais do ciclo petroquímico”, completa Musa, referindo-se à diversificação geográfica e de base de matéria-prima equilibrada entre nafta e gás.

A receita líquida de vendas da Braskem atingiu R$ 13 bilhões no primeiro trimestre de 2019, praticamente em linha ao registrado no mesmo período do ano passado. O lucro líquido da companhia foi de R$ 1,03 bilhão, revertendo o prejuízo de R$ 78 milhões observado no trimestre anterior e mantendo-se em linha ao primeiro trimestre do ano passado.

No lado operacional, a taxa de utilização das centrais petroquímicas no Brasil foi de 88% no primeiro trimestre, dois pontos percentuais inferiores ao mesmo trimestre do ano passado, impactada por problemas operacionais. A taxa de utilização das plantas nos EUA e na Europa foi de 90%, superior ao 4T18 devido à normalização do fluxo logístico na Europa, porém inferior ao mesmo período do ano passado em função de paradas não programadas. No México, a taxa de utilização das plantas de polietileno foi de 79%, seis pontos percentuais acima do quarto trimestre de 2018 devido ao maior fornecimento de etano no período.

Mercado brasileiro de resinas

A demanda de resinas no mercado brasileiro foi de 1,4 milhão de toneladas, 7,8% e 4,2% superior ao quarto trimestre e ao primeiro trimestre do ano passado, respectivamente, em função do movimento de reabastecimento ocorrido no período. As vendas de resinas da Braskem totalizaram 878 mil toneladas, resultado 10% superior ao último trimestre do ano passado e superior ao crescimento do mercado. A participação de mercado da Braskem ficou em 64% no período.

No primeiro trimestre de 2019, a companhia exportou, a partir do Brasil, 356 mil toneladas de resinas, um crescimento de 16% em relação ao quarto trimestre de 2018. Foram exportadas 194 mil toneladas dos principais químicos produzidos no Brasil, uma queda de 10% sobre o trimestre anterior, influenciado pelo menor volume de gasolina.

Nos Estados Unidos, a demanda de polipropileno foi inferior devido ao alto nível de estoque na cadeia e ao fraco desempenho do segmento de fibras têxteis. Na Europa, a demanda se recuperou no trimestre e o mercado mostrou crescimento principalmente em função de uma antecipação à temporada de paradas programadas que irão acontecer no segundo trimestre deste ano. A demanda de polietileno no México foi de 504 mil toneladas, uma retração de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior, em função da queda no investimento público e privado e à desaceleração no crescimento econômico.

Investimento e competitividade

Os planos de expansão da Braskem seguem avançando. A empresa já concluiu 56,2% do investimento total previsto para construção da nova planta de Polipropileno nos Estados Unidos, a sexta unidade industrial desta resina no país. Já foram aportados US$ 426 milhões na nova unidade, que deve começar a operar em 2020.

Durante a Feiplastic, a maior feira do Plástico na América Latina, a Braskem anunciou uma nova solução para o mercado de embalagem conhecida como stand-up pouch monomaterial, um produto que facilita o processo de reciclagem dos materiais por conter apenas uma matéria-prima. Esse lançamento feito de polietileno é voltado ao segmento de cosméticos e alimentos e foi realizado em parceria com a Antilhas Flexíveis.

Além disso, a Braskem lançou uma nova solução que une a resina pós-consumo oriunda da logística reversa de sacarias da empresa ao Polietileno Verde (I’m greenT). A matéria prima traz o conceito de zero emissão de gás carbônico, uma vez que a emissão de CO2 durante o processo de reciclagem é compensada pela fixação do gás durante o processo produtivo do polietileno verde.

Fonte: Braskem

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Eastman apresenta inovações em embalagens sustentáveis ​​na Luxe Pack New York

14/05/2019

Fornecedora em plásticos destaca inovações em reciclagem e bioplástico de engenharia

A Eastman exibirá suas últimas novidades no Luxe Pack New York, de 15 a 16 de maio, no Javits Center. A empresa apresentará duas inovações que abordam o desafio mundial relacionados ao tema dos resíduos de plástico e também dois produtos – o bioplástico de engenharia Eastman Trēva ™ e o copoliéster Cristal EV600™.

Trēva é um plástico à base de celulose para embalagens opacas e coloridas (foto). Segundo a Eastman, ele pode servir como um substituto direto para o ABS e permite oportunidades de reduções de matéria-prima nessas aplicações, com melhor desempenho e menor impacto ambiental. Seu bio-conteúdo de mais de 40%, afirma a empresa, permite que as marcas progridam em direção aos compromissos de sustentabilidade, enquanto se afastam dos materiais listados na Proposição 65 (lei californiana que exige advertências sobre substâncias químicas potencialmente perigosas que podem causar doenças como defeitos congênitos ou outros danos reprodutivos).

“Trēva é um bioplástico de alto desempenho com uma história robusta de início de vida. Com nossas inovações de reciclagem recém-anunciadas, em especial a tecnologia de renovação do carbono, estamos adicionando uma opção de fim de vida sustentável para este material “, disse Kendra Harrold, diretora de Marketing para Embalagens.

O Cristal EV600 é um novo polímero de alto fluxo com o polimento e a sensação de vidro. Segundo a Eastman, ele proporciona uma transparência profunda e incolor com luminosidade superior. A empresa afirma que ele supera outros copoliésteres, obtendo melhor estética e tendo como resultado um efeito cintilante luxuoso para aplicações em paredes de espessura média a grossa.

A Eastman anunciou recentemente duas inovações em reciclagem: a reciclagem circular avançada e a tecnologia de renovação do carbono. Elas permitem a reciclagem de poliéster misto e resíduos plásticos mistos.

Usando a metanólise, a reciclagem circular avançada decompõe os produtos à base de poliéster em seus blocos de construção poliméricos. Estes podem, então, ser reintroduzidos na produção de polímeros à base de poliéster, fornecendo uma solução circular. A Eastman projeta que a operação estará funcionando em escala total de 24 a 36 meses.

Segundo a Eastman, a sua tecnologia de renovação do carbono converte resíduos plásticos misturados (incluindo plásticos difíceis de reciclar, como embalagens de cosméticos) de volta aos seus componentes moleculares. Estes são reintroduzidos na produção de uma variedade de materiais, como plásticos e produtos celulósicos. A produção comercial está planejada para 2019, usando os ativos existentes.

Kendra Harrold disse: “Essas inovações são apenas o começo. A Eastman está comprometida em trabalhar com nossos parceiros da cadeia de valor para criar soluções reais para uma verdadeira economia circular. “

A Eastman é uma empresa global de materiais atuando em mercados finais tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A empresa emprega, aproximadamente, 14.500 pessoas ao redor do mundo e atende clientes em mais de 100 países. A companhia alcançou, em 2018, aproximadamente, 10 bilhões de dólares em receitas e está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Ineos Styrolution planeja nova fábrica para produção do compósito Stylight

13/05/2019

  • StyLight® é a linha de produtos termoplásticos estéticos da Ineos Styrolution
  • Demanda das indústrias automotiva, eletrônica e de esportes é decisiva para o investimento na nova planta de produção

A Ineos Styrolution, líder global em estireno, anunciou em 22 de abril passado que planeja construir uma nova planta para o compósito StyLight®. O estabelecimento da nova linha de produção reflete o crescente aumento da demanda dos clientes, afirma a Ineos Styrolution.

Desde seu lançamento durante a feira K 2016, em Düsseldorf, o StyLight tem recebido a atenção de designers das indústrias automotiva, eletrônica e esportiva de todo o mundo. Segundo o fabricante, o compósito baseado em estireno acrilonitrilo (SAN) e fibra de carbono/vidro, fabricado por compressão, oferece uma combinação que une rigidez estrutural, estética, processabilidade, estabilidade dimensional e qualidade de superfície próxima da “Classe A”. O portfólio da linha foi recentemente expandido para incluir o StyLight baseado em polipropileno (PP).

As parcerias iniciais de desenvolvimento com os institutos alemães de pesquisa NMF (Neue Materialien Fürth GmbH) e NMB (Neue Materialien Bayreuth GmbH) foram fundamentais para otimizar as propriedades e o processamento do produto. Outras parcerias, com as empresas Roctool e, mais recentemente, com a ARRK Shapers levaram à validação do StyLight, cumprindo com as especificações para os interiores dos veículos dos principais fabricantes de automóveis.

Apesar de a Ineos Styrolution priorizar uma locação na Alemanha, o local específico para a nova planta de produção ainda está para ser definido. A nova fábrica está planejada para iniciar o funcionamento em 2022.

“Desde a introdução do StyLight, nós dedicamos recursos significativos para otimizar a qualidade do material e os parâmetros de processamento do produto. Tendo seguido o desenvolvimento de StyLight desde o início, estou entusiasmado para ver a reação dos clientes e estou ansioso por este próximo passo “, explica Pierre Juan, Vice-presidente de Negócios Futuros e Inovação.

“A decisão de construir uma linha de produção para o StyLight é parte de um programa maior de investimentos da Ineos Styrolution “, acrescenta Kevin McQuade, CEO da companhia. “Atividades recentes como a aquisição de novos ativos de poliestireno na China, a construção de um nova planta de ASA com 100.000 toneladas em Bayport, Texas, e o desenvolvimento de uma nova linha de produção de ABS de 50.000 toneladas em Wingles, na França, demonstra nosso compromisso contínuo como os principais fornecedores globais de estirênicos. Este investimento é, no entanto, grandioso, pois produzirá um novo tipo de material inventado pela Ineos Styrolution e oferece aos nossos clientes uma alta performance e soluções práticas”.

A Ineos Styrolution atua no fornecimento de estirênicos, com foco em monômero de estireno, poliestireno, ABS Standard e especialidades de estireno. Com plantas de produção contando com mais de 85 anos de experiência, a Ineos Styrolution fornece aplicações em estireno para muitos produtos do dia-a-dia em um vasto leque de indústrias, que incluem automotiva, eletrônica, linha branca, construção, médica, brinquedos/esportiva/de lazer e de embalagens. Em 2018, as vendas foram de 5,4 bilhões de euros. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.500 colaboradores e opera 20 plantas em dez países.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Ineos Styrolution

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Cipatex apresenta geomembranas na Aquishow

13/05/2019

A Cipatex, líder em revestimentos sintéticos, apresenta soluções em impermeabilização de lagoas e tanques durante a Aquishow Brasil 2019, que ocorre entre os dias 14 e 17 de maio, em Santa Fé do Sul/SP. A participação no evento, que reúne todos os elos da cadeia produtiva da aquicultura, reforça o posicionamento da empresa no setor.

Segundo Aureovaldo Casari, gerente de agroindústria e mineração da Cipatex, a presença na Aquishow é muito importante para os negócios da empresa. “Vamos apresentar as possibilidades de aplicação e a tecnologia empregada no Cipageo®, geomembranas de PVC de alta performance que confere estanqueidade aos sistemas de produção e cultivo de peixes e camarões em água doce ou salgada”, afirma. O produto pode ser utilizado em lagoas e tanques escavados e estruturados.

Para tanques ou viveiros escavados, a Cipatex fornece geomembranas com grande resistência ao envelhecimento e às intempéries. Segundo a empresa, o material pode ser confeccionado sob medida, garantindo praticidade ao produtor, com instalação rápida e segura. Este tipo de tanque é indicado para criação em cativeiro em larga escala, seja na carcinicultura ou piscicultura.

Para tanques estruturados/circulares, formados por armações metálicas, a empresa desenvolveu geomembrana reforçada com uma tela de alta tenacidade. De acordo com a Cipatex, o sistema atende, principalmente, à produção comercial de peixes em áreas reduzidas, onde é possível a criação com grande adensamento.

A Cipatex afirma que as geomembranas Cipageo® são fabricadas em várias espessuras, de acordo com as dimensões do projeto e necessidades do produtor, sendo tolerantes a diversos tipos de ácidos, sais e bases. O material também tem a opção de ser confeccionado com geotêxtil acoplado ou reforço interno, conferindo maior resistência à tração, punção e rasgo, afirma a empresa.

Conforme Casari, o evento, que deve reunir mais de três mil pessoas, surge como grande oportunidade para estreitar o relacionamento com produtores, prospectar novos clientes e trocar experiências.

Criada em 1964, a Cipatex oferece ao mercado soluções em revestimentos sintéticos, contando hoje com uma linha de produtos que atende aos setores de calçados, piscinas, bolsas e acessórios, utilidades domésticas, construção, móveis, vestuário, automóveis, esporte e lazer, brindes, material escolar e comunicação visual. Ao todo, a Cipatex conta com cerca de 1.200 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Serviço: Aquishow
Data: de 14 a 17 de maio de 2019
Local: Estande Cipatex – 84
Av. Waldemar Lopes Ferraz, s/n, Estância Turística de Santa Fé do Sul/SP

Fonte: Assessoria de Imprensa – Aquishow

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ExxonMobil anuncia projeto de 2 bilhões de dólares para expansão de complexo químico no Texas (EUA)

10/05/2019

  • Expansão da planta de Baytown criará aproximadamente 2.000 empregos durante a construção
  • Projeto irá maximizar o valor da crescente produção da Bacia Permiana
  • Estudo da empresa afirma que a ExxonMobil contribuiu com mais de US $ 43 bilhões para o produto interno bruto dos EUA em 2017

A ExxonMobil disse hoje que vai investir U$ 2 bilhões para expandir sua planta química de Baytown, no Texas, a qual criará aproximadamente 2 mil empregos durante a construção e contribuirá para um retorno de aproximadamente 15% – valor que a empresa espera de seus investimentos químicos.

A expansão da planta de Baytown se soma à iniciativa “Growing the Gulf” da empresa, de 2017, que delineou planos para construir e expandir instalações de manufatura ao longo da Costa do Golfo dos EUA, criando mais de 45.000 empregos bem remunerados em toda a região, afirma a empresa.

“Nossos investimentos substanciais nos Estados Unidos dão suporte aos planos de crescimento de longo prazo da ExxonMobil e resultarão em milhares de empregos com altos salários”, disse Darren W. Woods, presidente e diretor executivo da ExxonMobil. “Através dos bilhões de dólares que estamos investindo na Bacia Permiana para aumentar a produção de petróleo e a expansão de nossas operações ao longo da Costa do Golfo, nossa empresa está fazendo contribuições significativas e duradouras para a economia dos EUA e as muitas comunidades onde operamos. “

A ExxonMobil contratou a Ernst & Young para examinar as contribuições que a empresa fez à economia dos EUA em 2017 – o ano em que a iniciativa “Growing the Gulf” foi lançada. Segundo a empresa, a pesquisa concluiu que, durante 2017, a ExxonMobil contribuiu com mais de US $ 43 bilhões para o PIB dos EUA e as suas atividades econômicas direta, indireta e induzida sustentaram quase 177.000 empregos em todo o país.

“Esta pesquisa, focalizada em um único ano, é um retrato poderoso de como nossos negócios nos Estados Unidos beneficiam diretamente a economia americana”, disse Woods. “Isso ressalta as muitas maneiras pelas quais a empresa e nossos funcionários estão contribuindo para a prosperidade em todo o país”.

A pesquisa da Ernst & Young também concluiu que, em 2017:

  • As operações da ExxonMobil nos EUA deram suporte a quase U$ 6,72 bilhões em renda de mão-de-obra direta – uma média de U$ 208.000 por trabalhador em termos de remuneração anual total, incluindo salários e benefícios.
  • O impacto das operações e investimentos da ExxonMobil incluem mais de US $ 7 bilhões em pagamentos de impostos e royalties.
  • A empresa fez investimentos de capital em 20 estados.

Woods disse que os recentes investimentos da empresa, tais como uma grande expansão da produção de petróleo e gás na Bacia do Permiano e a planejada expansão em Baytown, continuarão impulsionando a economia dos EUA.

“Nossa expansão química em Baytown nos colocará em uma posição sólida para maximizar o valor da crescente produção da Bacia Permiana e fornecerá produtos de maior valor e maior demanda produzidos em nossas instalações de refino e plantas químicas da Costa do Golfo”, disse Woods.

“Espera-se que a demanda global por produtos químicos seja maior do que o crescimento da demanda de energia e o crescimento do PIB nos próximos 20 anos”, disse Woods.

A expansão, prevista para se iniciar em 2022, inclui uma nova unidade de polímeros Vistamaxx ™, utilizados para gerar produtos que oferecem níveis mais altos de elasticidade, maciez e flexibilidade, afirma a empresa. A nova unidade produzirá cerca de 400.000 toneladas de polímeros Vistamaxx ™ por ano.

O projeto também permitirá que a ExxonMobil entre no mercado de alfa-olefinas lineares. As alfa olefinas lineares são usadas em inúmeras aplicações, incluindo óleos industriais e de motor de alto desempenho, ceras e blocos de construção para surfactantes, polietileno para embalagem e outras especialidades químicas. A nova unidade produzirá cerca de 350.000 toneladas de alfa-olefinas lineares por ano.

Segundo a empresa, a planta da ExxonMobil em Baytown é o maior complexo petroquímico integrado nos EUA. Fundado em 1919, o complexo está localizado em aproximadamente 3.400 acres ao longo do Houston Ship Channel, cerca de 40 km a leste de Houston. A instalação inclui uma refinaria, fábrica de produtos químicos, fábrica de olefinas, fábrica de plásticos e um centro de tecnologia global.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Exxon Mobil

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Activas firma parceria com Fintech Weel para oferecer capital de giro a mais de 7 mil empresas da Indústria Plástica

10/05/2019

Uma das maiores distribuidoras de resinas do país e a startup financeira se unem em acordo inédito para transpor o obstáculo entre as PMEs desse segmento e o acesso a capital de giro rápido e de baixo custo.

A Activas, uma das maiores distribuidoras de resinas do país, acaba de firmar um acordo inédito com a startup financeira Weel, Fintech que oferece capital de giro online para pequenas e médias empresas brasileiras por meio da antecipação de recebíveis.

Pelo acordo, a Activas passa a oferecer à sua carteira de clientes, formada por mais de 7 mil pequenos e médios transformadores de plástico, o acesso a uma modalidade rápida, digital e desburocratizada de obtenção de capital de giro. Caracterizada pela inexistência de dívidas e parcelas – uma vez que a operação simplesmente antecipa valores futuros – a antecipação é comumente utilizada no Brasil, tanto para equilibrar o fluxo de caixa como para disponibilizar recursos para investimentos na produção.

No cotidiano, os pequenos e médios transformadores enfrentam diversos desafios financeiros, tais como a volatilidade e reajustes inesperados nos preços das resinas. Isso se combina a um cenário de escassez de recursos financeiros externos e de constante exigência no alongamento de prazos de recebimento do pagamento de mercadorias vendidas, que nos últimos anos têm saído dos tradicionais 28/35/42 dias para até 120 dias de prazo, o que afeta substancialmente o fluxo de caixa dos transformadores.

“É inaceitável que uma das maiores indústrias do país ainda não possa contar com um parceiro financeiro que a ajude a crescer. A antecipação, para esses empresários, é a saída mais viável, uma vez que funciona como uma espécie de autofinanciamento. Essas empresas já têm capital disponível – este apenas não entrou ainda na conta corrente”, avalia Simcha Neumark (foto), CEO e fundador da Weel.

Na modalidade financeira praticada pela Weel, o gestor da empresa acessa diretamente a plataforma da fintech via web por meio de uma senha de segurança ou através dos principais sistemas de gestão (ERPs) para PMEs do mercado, registrando as faturas que pretende antecipar em um formulário digital. As informações dos sacados e do emissor das faturas são checadas pela plataforma Weel, que rapidamente disponibiliza as cotações das notas fiscais já aprovadas.

Dessa forma o gestor pode estudar a proposta e decidir seu interesse sobre sua realização, sem nenhum custo. A Weel afirma que, diferentemente da avaliação de risco tradicional, em que só são consultados os registros de negativação do mercado, a tecnologia da Weel analisa informações de mais de 15 mil pontos diferentes, incluindo cartórios, redes sociais etc.

Segundo a Weel, a vantagem em relação ao procedimento tradicional de antecipação começa pelo prazo de obtenção de acesso ao capital, passando pela facilidade da operação (toda digital, sem a necessidade de envio de documentos físicos) e termina com tarifas atrativas. Enquanto uma operação de antecipação tradicional leva em média 48 horas para ser consolidada, podendo chegar até uma semana dependendo da operação, a Weel garante o montante até mesmo no próprio dia da realização (dependendo do horário de solicitação). Além disso, seus algoritmos baseados em inteligência artificial e big data permitem precificar cada fatura de forma individualizada: quanto maior a solidez do sacado, menor o risco e, portanto, menor a tarifa cobrada, afirma a empresa.

“Com essa parceria, a Activas criou um grande facilitador no relacionamento comercial com seus clientes. Já para a Weel, é uma oportunidade incrível de ampliar o contato com empresas do setor, consolidando-se como sua parceira de crescimento”, acrescenta o CEO da Weel.

Com escritório em São Paulo, a Weel mantém um laboratório de inteligência artificial e tecnologia operacional em Israel. Seu centro de P&D dedica-se ao desenvolvimento de algoritmos de risco, aprendizado profundo de máquina e análise de big data aplicada à análise, seleção, validação e precificação dinâmica de recebíveis.

Em operação desde 2016, a Weel utiliza estas tecnologias para produzir ofertas de financiamento instantâneas para as PMEs brasileiras. A Weel firmou parcerias estratégicas com empresas de software de gestão que abrangem milhares de usuários empresariais em todos os segmentos da indústria, incluindo SAP Business One, Omie, ERPFlex e Arquivei.

“Pela opção eletrônica de esteira operacional e de análise e validação, podemos individualizar a seleção de cada recebível, de forma escalável, gerando condições dinâmicas de acesso e preço competitivo. Trata-se de um benefício especialmente importante para as PMEs, que se viam desassistidas diante das dificuldades impostas pelo processo tradicional, além de seus altos custos”, afirma o diretor geral da Weel no Brasil, Carlos Guidi.

Com isso, complementa o diretor, “contribuímos com a evolução do ambiente de negócios no Brasil, pois atuamos na inclusão financeira, propiciando acesso e redução dos custos de financiamento, fomentando o crescimento e a sustentabilidade dos negócios”.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Weel

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Mecalor abre filial no México para atender indústria de plástico local

09/05/2019

Acreditando no mercado mexicano, a Mecalor, empresa brasileira atuante no segmento de refrigeração industrial e institucional, vai inaugurar um escritório no distrito industrial de Querétaro, cidade localizada a 220 km da capital, Cidade do México.

“O mercado mexicano é segundo maior da América Latina e é o que está mais longe da gente, portanto merece uma atenção especial. Lá já temos representantes e equipamentos instalados, mas agora decidimos ir para valer. Com a possibilidade de no futuro montar uma fábrica”, argumenta János Szegö, CEO da Mecalor Brasil.

A economia mexicana é a segunda maior da América Latina e está entre as quinze mais importantes do mundo. Com uma economia muito integrada à dos EUA, destino de 80% das suas exportações, o novo governo do México promete diversificar e fomentar o desenvolvimento econômico com incentivos à produção industrial e o incremento da demanda. A expectativa é de que esse crescimento seja favorecido pelo aumento da oferta de emprego, forte consumo das famílias e por maiores investimentos em comparação com 2018.

Há 60 anos no Brasil, a Mecalor fornece soluções de engenharia térmica para diversos segmentos da indústria. Ela produz e comercializa chillers e outros periféricos para resfriamento e controle de temperatura com precisão. A Mecalor atua em setores como: plástico, hospitalar, alimentício, farmacêutico, ar condicionado e automotivo. Neste último, destaca-se pela fabricação de câmaras climáticas para teste em automóveis.

No México, as operações vão começar com foco na indústria de transformação do plástico. “A ideia é iniciar a operação no setor de plástico, mas com o tempo vender também produtos e soluções para os demais segmentos, principalmente o hospitalar, onde tempos grande expertise e somos líder de mercado no Brasil”, explica Szegö.

Em 2019, a estratégia da empresa está sendo focalizar fortemente em exportação. Desde que iniciou atividades em comércio exterior, há dez anos, as vendas internacionais cresceram bastante, principalmente para a América Latina, mesmo em um ambiente de crise econômica no Brasil. As exportações da Mecalor representam hoje cerca de 20% do faturamento anual da empresa. A tendência com o início da operação do México é aumentar a representatividade desses negócios também nos países da América Central e para os Estados Unidos.

Segundo János Szegö, na primeira fase, a filial mexicana vai importar totalmente os equipamentos do Brasil. Com o crescimento da demanda, a intenção é iniciar uma segunda etapa com a montagem local dos produtos. Após essa fase, a evolução das vendas determinará a possibilidade de produção total no México, com a abertura de uma fábrica.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Mecalor

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Milliken firma parceria com PureCycle para nova tecnologia de reciclagem de Polipropileno

06/05/2019

Trabalho em conjunto da Milliken, PureCycle e Nestlé deve permitir que o polipropileno (PP) reciclado ganhe características iguais às da matéria-prima virgem, afirmam as empresas

O processo de reciclagem patenteado PureCycle, desenvolvido e licenciado pela Procter & Gamble (P & G), separa cor, odor e outros contaminantes da matéria-prima de resíduos plásticos para transformá-los em resina plástica semelhante à virgem. A Milliken, cujos aditivos terão um papel fundamental no revigoramento do polipropileno reciclado, estabeleceu uma relação de fornecimento exclusiva com a PureCycle para ajudar a resolver o desafio da destinação dos plásticos ao fim da sua utilização. A Nestlé, maior produtora de alimentos e bebidas do mundo, está trabalhando com o PureCycle para desenvolver novos materiais de embalagem que ajudem a prevenir a geração de lixo plástico, de acordo com o compromisso da empresa de tornar 100% de suas embalagens recicláveis ​​ou reutilizáveis ​​até 2025.

Com essa nova movimentação, a PureCycle dá um passo importante para abrir sua primeira fábrica de reciclagem de polipropileno (PP), garantindo que o produto tenha característica de “plástico virgem”.

“Nossos parceiros estão nos ajudando a caminhar mais rápido para levarmos essa solução ao mercado”, avalia Mike Otworth, CEO da PureCycle Technologies. “Esta é uma validação do nosso método, e nos ajuda a seguir em frente com mais agilidade para tornarmos a reciclagem de plásticos uma realidade. O uso dos aditivos da Milliken fará com que o polipropileno reciclado ultrapuro (UPRP, na sigla em inglês) da PureCyle seja de alta qualidade e acrescente valor máximo – tanto para os proprietários de marcas quanto para os consumidores. Acreditamos que essa parceria colocará a PureCycle como líder na recuperação e produção de polipropileno”.

“A Milliken entende que a criação de um futuro sustentável requer uma colaboração significativa com outros pioneiros da indústria”, comenta Halsey Cook, presidente e CEO da Milliken & Company. “Acreditamos na tecnologia PureCycle combinada com os principais aditivos plásticos da Milliken. Esta união é uma oportunidade transformadora que eleva a viabilidade do polipropileno reciclado e ajuda a resolver o desafio do ciclo de vida dos plásticos”.

Com tecnologia licenciada de P&G, a PureCycle está construindo a primeira planta industrial em Lawrence County, no estado de Ohio (EUA), que irá reciclar cerca de 54 mil toneladas de polipropileno por ano, a partir de 2021.

Hoje, cerca de 20% do tereftalato de polietileno (PET) – que é comumente usado para fazer garrafas de plástico e outros bens de consumo – é reciclado. Em contrapartida, menos de 1% do polipropileno (PP) é atualmente reciclado. A PureCycle é a primeira empresa que tem foco único na reciclagem e reintegração do polipropileno, destinado a aplicações em produtos de consumo altamente sensíveis, tais como embalagens de alimentos e bebidas, interior de automóveis, eletrônicos, mobiliário e muitos outros produtos.

Segundo a PureCycle, suas tecnologias produzirão PP reciclado de alta qualidade, que estará amplamente disponível para suprimento às indústrias. A P&G afirma que a nova tecnologia ajuda a alcançar os objetivos de reciclagem da empresa – dobrando o uso de resina reciclada em embalagens plásticas e garantindo que 90% das embalagens sejam ou recicláveis ou parte de programas para reciclagem. O novo método de produção também está alinhado com a visão da P&G de usar 100% de materiais reciclados ou renováveis, além de proporcionar que zero resíduos do consumidor final sejam direcionados a aterros sanitários.

“A nossa abordagem da inovação não só inclui produtos e embalagens, mas tecnologias que permitam que tenhamos um impacto positivo no meio ambiente. Esta tecnologia tem a capacidade de revolucionar a indústria de reciclagem de plásticos, permitindo que a P&G e empresas de todo o mundo tenham acesso a fontes de plásticos reciclados com desempenho e propriedades quase idênticos aos de materiais virgens, para uma ampla gama de aplicações”, acredita Kathy Fish, diretora de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Procter & Gamble.

O mercado global de polipropileno é estimado em mais de US$ 80 bilhões, de acordo com pesquisa da Transparency Market, e deve alcançar US$ 133 bilhões em 2023. A APR – Associação de Recicladores de Plástico dos Estados Unidos já identificou uma demanda de mais 450 mil toneladas de polipropileno reciclado apenas na América do Norte. A maior parte dessa procura é de material de alta qualidade, de acordo com a entidade.

A PureCycle Technologies é uma empresa de portfólio da Innventure, uma parceria da Wasson Enterprise. A Innventure tem mais de 20 anos de experiência na identificação de tecnologias disruptivas e na criação de novas empresas bem-sucedidas. O grupo combina a experiência da Wasson Enterprise (WE), uma empresa de investimento baseada na família liderada pelo CEO da Walgreens Boots Alliance, Greg Wasson, e o XL Tech Group (XLTG), empresa precursora da Innventure. Das 11 empresas criadas pelos fundadores da Innventure em 20 anos, 10 alcançaram late-stage funding, incluindo seis IPOs bem-sucedidos. O acordo de fornecimento inicial da Innventure com a Procter & Gamble ocorreu em dezembro de 2015.

A Milliken é uma empresa com foco na inovação desde que foi fundada, em 1865. Em seus laboratórios e centros de desenvolvimento e de aplicação em todo o mundo, cientistas e engenheiros trabalham diariamente criando revestimentos, especialidades químicas, aditivos e tecnologias de coloração. A empresa acumula mais de 2.200 patentes nos EUA e mais de 5 mil patentes no mundo todo, desde sua fundação.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Milliken

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Reed Alcântara Machado relata recorde de negócios internacionais durante Feiplastic 2019

02/05/2019

Após cinco dias do evento, a Feiplastic encerrou-se no dia 26 com intensa visitação e volume de negócios. Segundo a organizadora da feira, Reed Alcântara Machado, somente nas rodadas internacionais foram contabilizados até o momento R$ 14, 9 milhões ($ 3.8 milhões) em negócios e uma expectativa de R$ 52,6 milhões ($ 13.38 milhões) para os próximos 12 meses.

De acordo com a Reed Alcântara Machado, os visitantes informaram haver uma verba declarada de R$ 1,6 bilhões para compras. A feira contou com 430 rodadas de negócios internacionais, onde cerca de 70 empresas brasileiras fizeram negócios com 22 compradoras, vindas de países como EUA, Canadá, México e outros países da América do Sul.

Além do evento internacional, a Feiplastic também promoveu as rodadas de negócios nacionais, nas quais aconteceram mais de 120 reuniões com 12 empresas compradoras, dentre elas Colgate e Ambev. De acordo com a organização, 96% das reuniões foram avaliadas pelos compradores e expositores participantes como boa ou ótima e com expectativa de negócios. A expectativa é de R$ 21 milhões.

“A Feiplastic se consolida como a maior feira geradora de negócios para a indústria do plástico. Os expositores reconhecem que a feira encontrou uma proposta de valor consistente para o mercado. Acredito que atingimos um modelo definitivo para o que se espera do setor”, avaliou Leandro Lara, diretor da Reed Exhibitions.

No Clube dos Compradores, área com benefícios exclusivos, um grupo qualificado de executivos realizou reuniões focadas em negócios de grande escala. “A Feiplastic é reconhecida pela alta capacidade de atrair compradores qualificados e conectá-los com as soluções mais inovadoras do mercado”, explica Leandro Lara.

A feira contou com a visitação de mais de 50 mil pessoas de 30 países ao longo dos cinco dias do evento. Dos visitantes internacionais, 86% são da América do Sul, 6% da Europa, 4% da América do Norte e 2% da África. Foram mais de 1.000 marcas expositoras em um espaço de 35 mil m².

“A feira deste ano teve uma presença de público com maior poder de tomada de decisão do que a edição de 2017. Concluímos que vamos fechar de 25% a 30% a mais de vendas em função dessa semana e da criação dos novos relacionamentos que a feira nos proporcionou”, reforça Fábio Bordin, diretor para as Américas da Ineos Styrolution.

Para César Ortega, diretor comercial da Cromex, a feira teve uma participação acima do esperado tanto na quantidade de pessoas como no nível do público que frequentou o estande. “O retorno que tivemos com as reuniões foi bastante positivo e as convertemos em vendas – nessa semana, acima de 5% do volume mensal. Sem dúvida após a feira teremos um aumento significativo de 10% nas vendas”, disse.

“A Feiplastic trouxe para nós um grande público. Foram vendidas 20% a mais de máquinas do que na edição de 2017 e estamos muito satisfeitos com a movimentação no nosso estande. Não ficamos nenhum dia parados”, disse Roberto Candido de Melo, gerente de manutenção da Haitian.

“A feira foi muito importante para consolidarmos a marca Unipar. Pensando na cadeia como um todo, temos a certeza de que, a longo prazo, teremos uma conversão de 80% de todas as negociações que tivemos aqui no estande. Realmente a Feiplastic fez diferença para a prospecção de novos negócios”, revela Juliana Alcázar Pedro, coordenadora de marketing de produto da Unipar.

Quem também estima novos negócios é a Tomra. “A feira foi muito boa, pois recebemos muitas visitas dos clientes que nós prospectamos e clientes potenciais. Estimamos que a conversão seja de mais de 10%”, destaca Jamile Perozini, gerente de escritório da Tomra.

Negócios internacionais

A BASF cita o interesse de investidores de fora do país como um fator relevante para a feira. “Todos os relacionamentos foram positivos. Os clientes gostaram muito das nossas novidades e a movimentação no estande foi maior do que na outra edição. Vemos uma revolução na indústria do setor e também o interesse de investidores de fora. Não temos os dados da taxa de conversão ainda, mas acreditamos em uma estimativa de mais de 30%”, conta Murilo Feltran, gerente de marketing de produto da BASF.

Carlos Benedetti, diretor comercial da Nova Trigo, também comemora as parcerias internacionais. “Nossa experiência na feira foi altamente positiva e superou as nossas expectativas. Geramos muitas parcerias internacionais com a Ecopet e com a Traincon que irão alavancar os negócios da Nova Trigo, a partir da Feiplastic. As prospecções foram positivas, pois um público qualificado compareceu ao evento; enxergamos uma conversão acima de 30%”.

Expositores preparam-se para Feiplastic 2021

Os resultados desta edição proporcionaram a renovação de vários contratos com a Reed Exhibitions para a 18ª Feiplastic, que acontecerá em 2021. “A feira foi muito boa e melhor que a nossa expectativa. Em relação às negociações, acreditamos que teremos cerca de 20% de conversão de clientes novos. Nós vamos inovar ainda mais na próxima edição da Feiplastic”, contou Nara Mato, responsável pelo desenvolvimento de marketing da Karina.

A Mitsui também comemora as conquistas e confirma participação na próxima edição. “Nosso estande foi muito visitado e gerou novos negócios. Tivemos procura por matéria-prima, até mesmo de clientes que não seriam prospecções diretas. Com relação aos relacionamentos que estreitamos, acreditamos que teremos uma conversão de 15% por conta do nosso nicho de atuação, que é bem específico. Conquistas que garantiram a renovação para a próxima edição”, finalizou Bruna Azevedo De Freitas, analista de vendas da Mitsui.

Arena do Inova Plastic discutiu inovações e o futuro do plástico

Uma das novidades da 17ª Feiplastic foi a arena Inova Plastic, que contou com diversos painéis e expositores debatendo estratégias, inovação e o futuro do plástico em aplicações alinhadas às novas necessidades da sociedade, do mercado e seus impactos na natureza.

No primeiro dia, o destaque foi a palestra “O Mundo da Inovação e a Inovação do Mundo”, ministrada pelo consultor Leonardo Dornelas, da Inventta. Ele trouxe um panorama de como a tecnologia mudou radicalmente o mundo em pouco tempo. “A inteligência artificial, por exemplo, está em constante aprimoramento e em pouco tempo será capaz de analisar contexto e informações. Os robôs muito rapidamente vão entrar nas nossas vidas. A tecnologia vai trazer grandes mudanças na sociedade”, disse.

Em seguida, a palestra “O papel das pequenas e médias indústrias no Cenário de Inovação” teve a participação dos representantes das empresas Birmind, Nanox e Printgreen que responderam a perguntas do público sobre qual é o papel das startups na inovação industrial.

Também no primeiro dia a JBS Ambiental apresentou seu case de Economia Circular do Plástico. De acordo com Fábio Cardin Maranho, executivo da empresa, a implantação da reciclagem surgiu da necessidade de se descartarem adequadamente os resíduos produzidos na indústria pecuária, sendo hoje um dos braços da empresa. “O diferencial da JBS Ambiental é investir na logística reversa. Hoje podemos dizer que os resíduos valem ouro”, explicou.

No segundo dia, a palestra “Inovação de plásticos na mobilidade”, do engenheiro Jef Chandley Cruz, da RTP Company Mercosul, abriu a arena Inova Plastic e trouxe muitas informações importantes sobre o uso do plástico no setor automotivo. Uma delas foi como a substituição do alumínio pelo plástico nos componentes do veículo automotor tem tornado a produção muito mais barata.

No mesmo dia, a segunda palestra intitulada de “A nova rota do mercado automotivo e como os materiais compósitos podem te ajudar a recalculá-la” abordou as inovações com o uso do plástico na produção e o grande desafio relacionado à sustentabilidade e emissão de CO² dos veículos.

De acordo com o engenheiro Jef Chandley Cruz, que fez a apresentação, a solução está em investir em materiais mais leves que aumentem a autonomia dos veículos e os torne menos poluentes. As cifras citadas impressionam: para cada quilo retirado do veículo são poupados 0,09 g de CO²/Km que iriam para a atmosfera.

No terceiro dia, o tema foi a sustentabilidade. A questão quase sempre é vista apenas sob o ponto de vista ambiental, mas de acordo com os palestrantes o tema é muito mais complexo, pois envolve também economia e sociedade.

“Estamos tentando mudar a visão que a sociedade tem do plástico. Ele é um ótimo produto, traz leveza aos carros e durabilidade aos alimentos, por exemplo. Precisamos discutir a reciclagem e como esse processo deve começar a partir das grandes empresas, tornando sua economia circular”, disse Bruno Igel da WiseWood.

No penúltimo dia, um dos temas debatidos foi a inovação na era digital. Participaram deste painel Fábio Buckeridge (CDO da Braskem), Fabiano Assunção Sant’Ana, (digital head South America da BASF) e Fernando Birman (CDO da Solvay).

Os três falaram nas transformações que se aproximam com as macrotendências da economia circular, economia compartilhada, veículos autônomos e inteligência artificial. “O desafio para os próximos cinco anos é que mais pessoas dominem inteligência artificial e programação”, disse Buckeridge.

O último dia do Inova Plastic teve a presença de José Ricardo Roriz (presidente da Abiplast), Rafael Navarro (vice-presidente da ANPEI) e Horácio Forjaz (FAPESP). Com o tema “Desafios e Oportunidades de Inovação para o Setor”, o painel se propôs a fazer um apanhado de tudo que foi discutido durante a semana da Feiplastic. “Temos oportunidade no Brasil. Temos mercado e temos bons instrumentos. Somos um país abundante”, disse Rafael Navarro.

Horácio Forjaz frisou que as inovações fazem parte da história da humanidade, mas que nunca houve uma necessidade tão grande delas. “A inovação nunca foi tão importante para a preservação de empresas e até países. No Brasil, nosso desafio é maior, mas nem por isso vamos deixar de aproveitar as oportunidades”, completou enfatizando que o futuro do país também depende de um pacto nacional pelo desenvolvimento.

Além da função de gerar negócios para o setor do plástico, a Feiplastic buscou desmistificar as notícias negativas propagadas a respeito dos plásticos. “A visão negativa que se construiu em torno do plástico é muitas vezes emocional. As alternativas que temos a este produto muitas vezes são piores em termos de sustentabilidade ambiental e financeira”, disse Fábio Buckeridge, CDO da Braskem durante a palestra Inovação na Era Digital no Inova Plastic.

Foco na sustentabilidade e economia circular

Em parceria com a Abiplast e com apoio da Braskem, a Feiplastic trouxe para esta edição uma novidade na Operação Reciclar, que transcendeu o pavilhão de exposições, com 8 horas de coleta de resíduos nas margens do córrego Carandiru, próximo ao conjunto habitacional Cingapura. Ao todo foram coletadas 33 toneladas na operação outside.

A segunda atividade da Operação Reciclar aconteceu durante os cinco dias de evento, com o apoio de agentes coletores no pavilhão de exposições. A coleta foi periódica em todos os expositores da Feiplastic que fabricaram produtos plásticos para demonstração e resultou em 57,1 toneladas.

Com 90,1 toneladas de resíduos coletados em 2019, o projeto reforça o compromisso e comprometimento com a sustentabilidade, fomentando a correta destinação dos resíduos. “O principal desafio talvez seja estimular a compreensão de que o descarte correto do plástico é responsabilidade de todos”, explica Patrícia Oliveira, gerente de produto da Feiplastic.

José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), reforça a importância da iniciativa: “A Operação Reciclar é uma ação de conscientização do consumidor sobre a necessidade do correto descarte de resíduos sólidos. Como indústria, aperfeiçoamos nossos processos e produtos para melhorar o índice de reciclagem no Brasil, mas contamos também com o apoio da população no que tange ao descarte consciente para atingir os ideais de sustentabilidade”, esclarece.

A Feiplastic 2019 contou ainda com o espaço interativo “Movimento Plástico Transforma”, que apresentou ações para sensibilizar a sociedade sobre os benefícios do plástico – uma iniciativa pioneira do PICPlast.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic 2019

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