Braskem lança nos EUA filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono para impressão 3D

14/05/2021

A Braskem anunciou a expansão de seu portfólio de produtos de impressão 3D para incluir um novo filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono para manufatura aditiva (“CF-PP”) (“FL900PP-CF”), oferecendo propriedades mecânicas e térmicas superiores, assim como um baixo empenamento, afirma a empresa. O novo filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono permite que os usuários imprimam em 3D peças leves e rígidas para aplicações na indústria automotiva, aeroespacial, náutica, em artigos esportivos e outros mercados. O novo grade é feito com fibra de carbono 100% reciclada, com o mesmo desempenho que esperado de fibra de carbono virgem.

Jason Vagnozzi, Diretor Comercial de Manufatura Aditiva da Braskem, afirmou: “Como líderes do mercado de polipropileno nos Estados Unidos, estamos orgulhosos em lançar nosso novo filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono para impressão 3D, oferecendo aos nossos clientes industriais e consumidores finais novas e incomparáveis capacidades de produção ​​para manufatura aditiva de peças de alta resistência e peso leve. Independentemente do cliente ser uma start-up, universidade, fabricante de equipamentos, transformador, componedor ou proprietário de uma marca, o filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono da Braskem está abrindo novos caminhos em termos de expandir os limites do design de impressão 3D e possibilidades de engenharia. Este mais recente lançamento de produto para impressão 3D reflete o compromisso contínuo da Braskem em trazer novas soluções poderosas para o setor de impressão 3D, aproveitando nosso laboratório de manufatura aditiva dentro do Centro de Inovação e Tecnologia (I&T) da Braskem na América do Norte, localizado em Pittsburgh, Pensilvânia. “

Segundo a Braskem, os principais atributos do seu filamento de polipropileno da reforçado com fibra de carbono para impressão 3D são:

  • Conteúdo de fibra de carbono 100% reciclado
  • Alta rigidez e resistência – 6x mais forte do que os filamentos PP tradicionais
  • Otimizado para impressão de alta resolução
  • Leve / baixa densidade
  • Excelente resistência química
  • Baixo encolhimento / empenamento
  • Altamente resistente à água – não absorve umidade, não é necessário secar

Os novos carretéis de filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono são projetados para serem usados ​​tanto em aplicações de impressão 3D industriais quanto pessoais, como por exemplo na prototipagem rápida, design de produto personalizado, redução de peso, otimização de geometrias e projeto de peças sobressalentes. Os filamentos de polipropileno reforçado com fibra de carbono estão disponíveis nos diâmetros de 1,75 mm e 2,85 mm para atender a uma ampla gama de aplicações de impressora 3D e estão disponíveis para compra online através da eStore da M. Holland.

Outras informações sobre o portfólio de manufatura aditiva da Braskem, incluindo filamentos, pós para fabricação de filamentos fundidos (FFF), Sinterização Seletiva a Laser (SLS) e extrusão de pellets de alta velocidade estão disponíveis em https://www.braskem.com/usa/3d- impressão.

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Arburg cancela evento “Technology Days 2021” em sua matriz na Alemanha

14/05/2021

  • O impacto da epidemia global de coronavírus ainda é muito prevalente
  • Prioridade na Segurança dos visitantes e funcionários

A Arburg cancelou o evento Technology Days que estava planejando realizar entre 7 e 12 de junho de 2021. Consultas com órgãos oficiais e a devida consideração das ramificações da epidemia global de coronavírus que ainda são claramente evidentes motivaram a decisão, que foi tomada na semana passada. O chamado ‘freio de emergência federal’ aplicado pelo governo alemão teve uma influência decisiva nesta situação.

“Lamentamos profundamente este cancelamento, mas somos obrigados a dar esse passo devido aos parâmetros prevalecentes”, explica Juliane Hehl, Sócia-gerente responsável por Marketing na Arburg. “Até o momento final estávamos esperançosos e realmente trabalhando a todo vapor para que estes “Technology Days” se realizassem sob a forma, enfim, de uma feira presencial”, afirma a acionista referindo-se a todo o planejamento e esforços investidos nos últimos meses. “Nossos “Technology Days” são uma marca em si, além de ser o maior evento “in-house” em todo o Mundo dos Plásticos – então realmente fizemos tudo o que era possível para facilitar, finalmente, uma experiência de evento pessoal e presencial para nossos clientes”, complementa.

Segurança dos visitantes e funcionários

O adiamento do calendário tradicional deste evento de Março para Junho, a extensão de quatro para seis dias, um sistema de gerenciamento de visitantes e convites em observância de regras relativas à prevenção da Covid, um conceito de higiene e testes meticulosamente planejados – com todas essas medidas, a segurança dos visitantes e os funcionários sempre estiveram na vanguarda das deliberações da empresa.

Technology Days 2022

“Por pior que seja a situação atual: acreditamos que o mundo todo está ansioso para voltar aos eventos normais e às feiras”, afirma Juliane Hehl. Os “Technology Days” poderiam ter funcionado como um farol para todo um setor, então foi totalmente correto e apropriado que tivéssemos feito todos os esforços para organizar e realizar o evento. “Portanto, estendemos um convite ainda mais caloroso ao Mundo dos Plásticos para visitar nossos Technology Days aqui em Lossburg em março de 2022!”

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Resinas de epóxi éster-vinílicos da Ineos são usadas na fabricação de vergalhões de compósitos

14/05/2021

Polímeros resistem à alcalinidade do concreto

Ainda pouco usuais no Brasil, os vergalhões (rebars) de compósitos ou plástico reforçado com fibras de vidro (PRFV) têm sido a resposta mais efetiva das construtoras internacionais aos ataques às estruturas de concreto. O crescente aumento do tráfego em estradas e os eventos climáticos extremos e repentinos, que resultam em inundações, provocam rachaduras no concreto. Esses espaços possibilitam a entrada de água, que corrói o vergalhão de aço e enfraquece a estrutura, podendo colapsá-la.

“A situação é mais crítica em regiões litorâneas ou onde neva, pois o sal jogado nas ruas para derreter o gelo aumenta a velocidade da corrosão”, observa Alexandre Jorge, gerente de produtos e vendas da Ineos Composites. A empresa é fornecedora global de resinas para compósitos, entre elas, as do tipo epóxi éster-vinílicas Derakane 411 e Hetron 922, ambas indicadas para a fabricação de vergalhões por causa da maior resistência à alcalinidade do concreto, entre outros fatores.

Segundo a Ineos Composites, os vergalhões de PRFV feitos com resinas Derakane 411 ou Hetron 922 são imunes à corrosão e despontaram, então, como a melhor saída para o problema. Mas a resistência química não é a única vantagem, afirma a empresa. A leveza típica do material – um vergalhão de compósitos pesa 25% do seu correspondente metálico – reduz o tempo e as despesas com a instalação. Destaque também para a facilidade de corte do vergalhão de PRFV, associada à resistência à tração até duas vezes maior que a do aço e aos baixos índices de condutividade térmica e de dilatação, afirma a Ineos Composites.

Os vergalhões de compósitos ainda se diferenciam graças a algumas propriedades particulares do material – como a transparência eletromagnética, vital para a construção de espaços onde serão instalados equipamentos como radares e aparelhos de ressonância.

No Brasil, a pioneira na fabricação desses vergalhões é a Stratus Compostos Estruturais, de São José dos Campos (SP). Marcos Lima, gerente de negócios da empresa, lembra que o primeiro desenvolvimento ocorreu em 2006, a partir de uma solicitação de uma grande empreiteira local. “Os vergalhões fizeram parte de um pacote para a construção de mais de duas mil casas populares na Guatemala”.

Lima salienta que a Stratus também é a primeira empresa do país a fabricar armaduras de PRFV, estruturas formadas por vergalhões, estribos e contraventamentos – aplicadas em paredes diafragmas comuns em obras de túneis de metrôs.

“Também fazem parte do nosso portfólio diversos fornecimentos de vergalhões para a construção de praças de pedágios. Nesse caso, o produto foi indicado pela combinação de resistência mecânica e transparência eletromagnética”, explica.

Normatização

Na opinião do gerente de negócios da Stratus, um dos maiores entraves para a evolução dos vergalhões de PRFV no país é a ausência de uma norma publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), nos mesmos moldes que acontece nos EUA, com a regulamentação da ACI-440 (American Concrete Institute). “Trata-se de um ponto importante em relação à segurança técnica e jurídica para a aplicação desse tipo de vergalhão no Brasil”.

A Ineos Composites é líder global em resinas termofixas (poliéster insaturado e éster-vinílicas), gelcoats e aditivos low profile para a indústria de compósitos. Seus produtos são largamente consumidos pelos setores de transportes, construção, geração de energia eólica e lazer, entre outros.

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DSM fornece fibras para proteção balística em coletes a serem usados pela PM de São Paulo

14/05/2021

  • Os coletes da Polícia Militar do Estado de São Paulo serão fabricados pela empresa MKU e confeccionados com fibra Dyneema
  • Tecnologia de blindagem unidirecional será usada pela fabricante líder em soluções de defesa

A Polícia Militar do Estado de São Paulo passa a utilizar coletes balísticos equipados com Dyneema, fibra de polietileno de ultra-alto peso molecular (UHMwPE, sigla em inglês) fabricada pela DSM. Segundo a empresa, a sua fibra é a mais forte e mais leve do mundo. Os coletes são desenvolvidos pela MKU Ltd, empresa global atuante no segmento de soluções de defesa e segurança interna.

O colete híbrido, desenvolvido pela MKU e que vai equipar os profissionais da PM que atuam no Estado de São Paulo, utiliza predominantemente material Dyneema de blindagem unidirecional (UD), oferecendo excelente absorção de energia e de alta proteção em uma solução leve, aumentando o conforto e a mobilidade do usuário. Segundo a DSM, a sua fibra é 15 vezes mais forte do que o aço e 40% mais leve que a aramida, oferecendo alta resistência à umidade, abrasão, produtos químicos e raios UV, podendo ser aplicada em soluções balísticas para blindagem pessoal e de veículos que combinam força máxima com peso mínimo.

A Polícia Militar do Estado de São Paulo é a primeira a utilizar-se da lei no Brasil que permite a abertura de uma licitação para equipamentos de proteção individual com base na última norma .06 do Instituto Nacional de Justiça dos EUA (National Institute of Justice — NIJ) para coletes à prova de balas. A lei abrange uma conformidade abrangente e rigorosa para o desempenho e teste de materiais balísticos. Além da certificação das normas .06 do NIJ, a licitação definiu requisitos de alta leveza no nível IIIA.

Para garantir o desempenho de acordo com os relatórios de balística e certificação do NIJ, os coletes foram testados exaustivamente tanto durante o processo de licitação quanto após o seu recebimento. “Junto com o material Dyneema, a MKU foi capaz de fornecer um colete à prova de balas de nível IIIA que aumenta a ergonomia do usuário e reduz o peso em mais de 20%, quando comparado ao material de aramida existente”, diz Marcelo van de Kamp, Diretor de Negócios Global de Proteção Pessoal da DSM.

“A MKU está empenhada em fornecer as soluções mais recentes e de ponta para a polícia de São Paulo. Esses coletes oferecem não só a melhor proteção, mas também são extremamente leves e confortáveis de usar”, complementa Neeraj Gupta, Diretor Executivo da MKU Ltd.

A DSM é a inventora e fabricante de Dyneema. Produzida em processo de tecelagem patenteado, a tecnologia é leve, flexível, e versátil. Segundo a DSM, além de ter alta absorção de energia e elasticidade mínima, flutua na água, não incha, nem dilata e não absorve líquido ou óleo. Hoje, a Dyneema está presentes em inúmeros setores: proteção pessoal, marítimo, indústria de pesca, elevação de materiais pesados, esportes, aviação, estilo de vida e muitos outros.

A Royal DSM é uma empresa global baseada em ciência. A DSM oferece soluções inovadoras para nutrição humana, nutrição animal, cuidados pessoais e aroma, dispositivos médicos, produtos e aplicações ecológicos e nova mobilidade e conectividade. A DSM e suas empresas associadas geram vendas líquidas anuais de cerca de € 10 bilhões, com aproximadamente 23 mil funcionários. A empresa foi fundada em 1902.

A MKU é um fabricante de dispositivos eletro-ópticos, soluções de blindagem pessoal e de plataforma para forças militares e de segurança interna, com uma base de clientes em mais de 100 países. Operando da Índia e da Alemanha, a MKU forneceu proteção a mais de 2 milhões de soldados e mais de 2.000 plataformas em 230 forças até o momento. Ao longo dos anos, a MKU desenvolveu vários produtos patenteados que aumentam a capacidade e reduzem o risco para os soldados em serviço.

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Milliken mantém laboratório de aplicação ativo durante a pandemia

14/05/2021

O laboratório de Tecnologia e Aplicação da empresa continua atendendo projetos em diferentes setores, mesmo diante dos desafios impostos pela pandemia.

O mercado brasileiro continua sendo relevante para os negócios da Milliken, empresa norte-americana especialista em ciência dos materiais. Durante todo o período da pandemia, a marca está mantendo seu laboratório, sediado na capital paulista, em funcionamento. O local, com mais de 700m², realiza testes de aplicação e performance para atender os mercados de aditivos plásticos, household, poliuretanos, coatings, fertilizantes e sementes.

Rita Siloto, mestre em química e gerente técnica da unidade, lembra que ao longo dos últimos meses, foram necessários ajustes para adaptar as atividades do laboratório, inaugurado em outubro de 2019, à nova realidade do país. “Nosso trabalho sempre foi estar muito próximo aos nossos clientes, pois desenvolvemos soluções customizadas para cada projeto. Mas com o distanciamento social e os protocolos de saúde, tivemos que buscar uma forma de manter esses clientes e fazer novos contatos à distância, através de reuniões on-line”.

Outra mudança colocada em prática pela Milliken é o envio de protótipos para o cliente, independente de onde ele esteja. “Antes desenvolvíamos um produto e recebíamos as pessoas no laboratório para apresentar os resultados. Como isso se tornou impossível, hoje fazemos a entrega ao destinatário”, explica Rita.

A gerente afirma, ainda, que a demanda de clientes do setor de household, mercado tradicional para a Milliken, está sendo maior, em virtude da necessidade de ampliar a linha de produtos de higiene e limpeza. “Como nosso laboratório se manteve aberto e operante em todo o período de pandemia, conseguimos manter os projetos de desenvolvimento e testes, fazendo com que os clientes das empresas que estão com seus laboratórios fechados viessem até nós”.

Como as atividades em alguns setores, a exemplo do administrativo, podem ser realizadas de forma remota, a Milliken aproveitou o momento para fazer algumas reformas, tornando o espaço do laboratório mais amistoso para receber os clientes. “Investimos também na identidade visual que passou a ter o padrão da Milliken em todo o mundo”, conta Rita.

Além da parte física, a companhia ampliou seu quadro funcional com novas contratações. E também investiu no transporte particular dos funcionários que precisam se locomover até o laboratório. “Nós estabelecemos um protocolo rígido para que nossos colaboradores não corram risco de contaminação e possam trabalhar com segurança”.

O setor de household do laboratório desenvolve corantes específicos para as necessidades das empresas que produzem desinfetantes, amaciantes, detergentes em pó e líquido entre outros diversos produtos de limpeza, e ainda uma tecnologia capaz de recuperar a brancura do tecido. Também realiza testes para empresas que atuam neste segmento. A unidade ainda tem uma sala para testes de lavagem, onde são avaliados o branqueamento, manchamento, entre outros testes de envelhecimento, com o objetivo de entender os benefícios dos produtos da marca em diversos tipos de tecido.

Especialista em ciência dos materiais, com mais de 150 anos de história, a Milliken & Company conta com oito mil colaboradores, distribuídos por 46 localidades, desenvolvendo e comercializando soluções nos setores de têxteis, pisos, química e saúde.

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Informa Markets aposta na transformação digital e reforça seu posicionamento como plataforma de relacionamento e conexão

14/05/2021

Empresa organizadora de eventos intensifica seus investimentos em soluções digitais e se reposiciona como plataforma de relacionamento e conexão entre clientes e mercados especializados

Conectar pessoas durante o ano todo é o lema da Informa Markets há alguns anos. Presente nos principais setores da economia, a empresa global de organização de eventos vem trabalhando, há quase cinco anos, na ampliação de seu portfólio e investindo em soluções digitais que fortalecem as estratégias de conexão do setor e possibilitam o fomento dos negócios em seus mercados de atuação.

Para comunicar esta estratégia, a Informa Markets acaba de lançar seu novo posicionamento de mercado, atuando como plataforma de relacionamento e conexão entre pessoas e mercados por meio de soluções de audiência, conteúdo digital especializado, feiras de negócios, eventos híbridos e inteligência de mercado, construindo uma jornada de relacionamento e negócios entre empresas e mercados, 365 dias do ano, de maneira integrada entre o modelo físico e digital. Para destacar seu pioneirismo no setor e apresentar suas soluções aos clientes e ao mercado, a empresa passa a atuar com três pilares:

· Marketing Services: Produtos e serviços de marketing com foco em audiência e mercados especializados.

· Eventos: criação e organização de feiras de negócios, eventos exclusivos, reuniões de negócios e atividades presenciais e híbridas.

· Pesquisa e Inteligência de Mercado: baseado em dados e comportamento para entrega de insights e tendências de consumo para ajudar na tomada de decisão.

“A transformação do posicionamento da empresa aconteceu naturalmente a partir da compreensão das necessidades de nossos clientes e das mudanças do mercado. Nosso desafio foi internalizar as demandas e entender as melhores maneiras de oferecer soluções que garantissem resultados e focassem em geração de negócios”, a partir da ótica dos clientes e comunidades empresariais que a Informa Markets Brasil atua, explica Rodrigo Moreira, Diretor de Transformação Digital e Estratégia da Informa.

Em 2020 a empresa deu um grande passo para a digitalização de seus negócios. Foram mais de 20 semanas digitais, 60 webinars, 300 transmissões ao vivo e reuniu mais de 108 mil pessoas e 500 patrocinadores. Ao todo, foram realizadas 40 mil conexões via matchmaking através da plataforma digital. “Fomos capazes de reunir, em um mesmo ambiente, conceitos que fazem o sucesso dos eventos presenciais: Conteúdo, Networking e Negócios”, explica Moreira.

Diante da realidade da combinação do físico e do digital, a empresa entendeu que, em 2021, seria necessário ir além. Diante de um acordo global da Informa Markets com a plataforma Swapcard, tecnologia líder global para realização de experiências digitais e híbridas, a empresa oferece ao setor soluções no que diz respeito à realização de eventos, jornadas digitais, geração de negócios e transmissão de conteúdo. A primeira iniciativa na plataforma já está no ar: a Digital Journey by Hospitalar.

“O ano de 2020 foi, seguramente, o mais desafiador da Informa em todo o mundo. O setor de eventos como um todo sofreu as consequências da pandemia. Mas, todos os investimentos, estudos e inovações que desenvolvemos nos últimos anos nos permitiram passar por este desafio e ainda criar novas soluções e ampliar nosso portfólio. Temos também muitos planos e novidades para o futuro, conectados com as necessidades dos nossos clientes”, explica Marco Basso, Presidente da Informa Markets.

Marco acrescenta ainda que a Informa Markets está trabalhando e seguindo todas as orientações de segurança global e local para a realização de suas atividades presenciais assim que possível. “Mas caso não haja a possibilidade da realização no ambiente físico, todas as feiras serão entregues na versão digital. Assim que os eventos presenciais forem retomados, o formato híbrido permanece e passa a fazer a parte da experiência dos produtos”.

A Informa Markets cria plataformas de relacionamento e conexão de pessoas e mercados nos ambientes físico e digital. O portfólio global da empresa é composto por mais de 550 marcas internacionais, sendo mais de 30 no Brasil, em mercados como Saúde, Infraestrutura, Construção, Alimentos e Bebidas, Agronegócio, Tecnologia e Telecom, Energia, Metal Mecânico, Indústria, Móveis, entre outros.

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Lanxess anuncia novas dispersões à base de água para sistemas de poliuretanos

14/05/2021

A empresa de produtos químicos especializados Lanxess expande sua linha Trixene Aqua, dispersões de isocianato bloqueados à base de água. A linha de produtos agora inclui novas opções especificamente projetadas para expandir as áreas de aplicação e atender necessidades dos clientes.

Segundo a Lanxess, o Trixene Aqua BI 120 expande o desempenho como promotor de adesão do Aqua BI 220, permitindo que os formuladores o usem em uma ampla gama de pH e ampliando a facilidade de processamento. Isso é benéfico no processamento têxtil onde os produtos podem ser usados, por exemplo, para resinas hidrofóbicas aplicadas no tratamento à prova de água, para tecidos respiráveis e para impressão de tela de seda para melhorar a resistência das impressões aos ciclos de lavagem, afirma a empresa.

Como um produto não-iônico, o Trixene Aqua BI 522 foi projetado para alcançar um revestimento mais duro, com resistência química superior e boas características de secagem, garante a Lanxess. É aplicado em superfícies metálicas e de vidro. De acordo com a empresa, os vidros, por exemplo, recebem excelente durabilidade por este agente de revestimento.

O Trixene Aqua BI 202 nasce pelo foco da Lanxess em tecnologias de dimensionamento de fibras, enquanto o formulador pode se beneficiar de sua combinação com dispersões de poliuretano da linha Witcobond. Segundo a Lanxess, o uso do Aqua BI 202 pode melhorar a resistência dos fios de vidro (foto) picados e prover aos compósitos propriedades mecânicas e flexíveis mais altas, bem como melhorar a resistência ao impacto. As fibras de vidro são utilizadas para a formulação de plásticos de engenharia de alto desempenho, como por exemplo, compósitos à base de poliamida e PBT. Esses plásticos reforçados com fibra de vidro são indispensáveis nas indústrias automotiva e de engenharia civil, entre outros.

Reticulação em sistemas aquosos

Segundo a fabricante, os produtos Trixene Aqua são excelentes reticuladores e promotores de adesão para sistemas de revestimentos aquosos. Eles aumentam a resistência química e mecânica de revestimentos e formulações de dimensionamento para permitir um desempenho e durabilidade muito melhores na aplicação final, garante a empresa. Devido ao grupo isocianato bloqueado, eles são mais estáveis e podem ser facilmente formulados em sistemas 1-K e 2-K, juntamente com uma variedade de resinas aquosas complementares, por exemplo, acrílicas hidroxi-funcionais, poliésteres e uretanos.

Sistemas de um componente com base no Trixene Aqua BI

Os estudos recentes da Lanxess revelam princípios de formulação, seleção preliminar de componentes apropriados, proporção e condições de cura. Os critérios de seleção baseiam-se em uma avaliação preliminar das propriedades dos revestimentos e ajudam o formulador a iniciar o trabalho com os reticuladores Trixene Aqua BI.

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Braskem tem lucro líquido de R$ 2,5 bilhões no primeiro trimestre de 2021

13/05/2021

A Braskem registrou no primeiro trimestre resultados positivos. Foi o terceiro trimestre consecutivo de crescimento no resultado operacional recorrente, somado a uma redução da alavancagem, ao crescimento do lucro líquido e ao aumento de receita líquida de vendas. O resultado operacional recorrente foi de R$ 6,9 bilhões no primeiro trimestre, 54% acima do trimestre anterior, em função principalmente dos melhores spreads internacionais utilizados como referência no Brasil, nos EUA, na Europa e no México, além de maior volume de vendas nos EUA e na Europa;

  • A alavancagem, medida pela relação dívida líquida/resultado operacional recorrente, em dólares, foi de 1,8x, menor 39% do que a medida no quarto trimestre de 2020 e menor 69% do que no primeiro trimestre do ano passado;
  • O lucro líquido foi de R$ 2,5 bilhões, 195% superior ao trimestre anterior;
  • A receita líquida de vendas foi de R$ 22,7 bilhões, crescimento de 21% em relação ao trimestre anterior e 80% maior do que o registrado no primeiro trimestre de 2020.

“O primeiro trimestre termina com a Braskem em uma posição financeira sólida em função, principalmente, da evolução contínua dos resultados da companhia. Estamos mantendo o foco na busca para retornar ao nível de grau de investimento pelas agências de crédito”, afirma Roberto Simões, presidente da Braskem.

Outro ponto de destaque da Braskem é o engajamento social neste momento de pandemia. “Iniciamos uma nova campanha de doação e solidariedade para minimizar o impacto causado pela pandemia. A sociedade precisa de todos nós neste momento”, completa Simões.

A Braskem está distribuindo 48 mil cestas básicas, 25 mil kits de limpeza e 3 toneladas de hortifrútis nas comunidades próximas às suas instalações e que foram diretamente afetadas pela crise social, causada pela pandemia da Covid-19. Ao todo, a companhia destinará neste ano R$ 15 milhões para iniciativas e parcerias em diversos estados do Brasil.

Em fevereiro, a companhia firmou parceria estratégica com a maior empresa global de logística, a A.P. Moller – Maersk, e a PSA Corporation Ltd (PSA), uma das maiores operadoras portuárias no mundo, para a utilização de seus terminais em Cingapura e iniciar operação de transbordo para servir o continente asiático. O acordo permitirá à companhia fornecer aos seus clientes na Ásia acesso regular ao portfólio de polímeros, em mais um passo para a diversificação geográfica da Braskem.

A Braskem conquistou em 2021 a certificação como Operador Econômico Autorizado (OEA) – Modalidade Conformidade, concedida pela Receita Federal do Brasil. Ser um operador OEA é ser reconhecido internacionalmente por adotar processos de gestão, que minimizam os eventos de riscos existentes em suas operações de importação e que cumprem voluntariamente critérios de conformidade, confiabilidade e segurança aplicados à cadeia logística global, assim como obrigações tributárias e aduaneiras.

Além disso, foi iniciada a operação do complexo eólico de Folha Larga Norte, em Campo Formoso (BA), um empreendimento da EDF Renewables viabilizado pelo contrato de fornecimento de 20 anos para a Braskem. O uso de energia renovável é parte essencial do compromisso da Braskem de se tornar carbono neutro até 2050 e a parceria com a EDF Renewables vai significar uma redução de 280 mil toneladas de CO2 ao longo do contrato.

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Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis Tem Resultado Abaixo do Esperado no 1o. Trimestre de 2021

13/05/2021

A economia brasileira segue em ritmo de incertezas, principalmente em razão da pandemia da Covid-19 e já há reflexos desta situação na indústria de embalagens plásticas flexíveis. Pesquisa feita pela Maxiquim, com exclusividade para a ABIEF, indica que, apesar dos principais usuários de embalagem terem apresentado um bom comportamento no mês de janeiro, houve queda na maioria dos setores em fevereiro e o mês de março também fechou com variações negativas, comprometendo o resultado trimestral.

Assim, estima-se que no primeiro trimestre de 2021 a indústria de embalagens flexíveis tenha apresentado produção inferior ao trimestre anterior, com uma queda aproximada de 1%, fechando em 493 mil toneladas produzidas. Por aplicação, este volume foi dividido em embalagens multicamadas, com 165 mil ton; monocamada, 157 mil ton; shrink, 70 mil ton; stretch, 54 mil ton; sacolas e sacos, 40 mil ton; outros, 7 mil ton.

Os setores que mais puxaram o desempenho inferior foram bebidas, produtos de limpeza e agropecuária. O setor de alimentos continuo líder no consumo de flexíveis com 228 mil ton, seguido por aplicações industriais, 93 mil toneladas; bebidas, 50 mil ton; descartáveis, 40 mil ton; limpeza doméstica, 27 mil ton; higiene pessoal, 20 mil ton; e agropecuária, 17 mil ton. O restante ficou dividido entre pet food e outras aplicações menores.

“Sabemos ainda que a baixa disponibilidade de resinas, tanto no mercado local quanto no internacional, prejudicou o setor. A nevasca que atingiu o Texas em fevereiro prejudicou muito a produção de polietileno (PE) e de polipropileno (PP) nos Estados Unidos e essas unidades ainda não retomaram a totalidade de sua produção. E como os EUA são um importante fornecedor para o Brasil, a disponibilidade de resinas ficou limitada, aumentando os preços que já estavam altos. O setor de transformação sentiu uma redução significativa de margem, por não conseguir repassar os aumentos integralmente”, comenta o empresário Rogério Mani, Presidente da ABIEF.

As vendas internas de poliolefinas caíram 2% no 4T de 2020 na comparação com o trimestre anterior, mas houve um aumento de 25% na comparação com o 4T 19. Para o 1T de 2021, o estudo da Maxiquim estima um aumento aproximado de 2% no comparativo com o trimestre anterior e de 19% na comparação com o 1T de 2020. A baixa disponibilidade de resinas segue no mercado internacional, principalmente nos EUA, ainda por conta dos eventos climáticos que diminuíram o excedente de resinas dedicado à exportação para a América Latina. “Sabemos que internamente, a disponibilidade de matéria-prima também está menor que o usual, como resultado das paradas programadas na principal petroquímica”, conclui Rogério Mani.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Empresa portuguesa Interecycling instala equipamentos de separação da Tomra em linha de reciclagem de materiais eletro-eletrônicos descartados

12/05/2021

A Interecycling, S.A., empresa portuguesa associada ao Grupo Marcovil-Metalomecânica de Viseu, S.A., especializada na reciclagem de resíduos de equipamentos eletro-eletrônicos (REEE), conta com a Tomra Recycling para sua nova linha de separação de metais e plásticos. A integração de um equipamento Finder e de um Finder-NIR conseguiu aumentar a eficiência de sua fábrica, implementando a separação de metais e plásticos para posterior recuperação.

O setor de reciclagem tem experimentado um grande crescimento nos últimos anos, principalmente devido ao aumento da demanda por material reciclável como matéria-prima, bem como às exigências em nível de legislação que internacionalmente estão promovendo processos que permitem alcançar uma economia circular. Por esta razão, há uma necessidade crescente de reciclar e recuperar os diferentes componentes.

Eduardo Morán, Gerente de Vendas de Área Ibérica da Tomra

Eduardo Morán, Gerente de Vendas de Área Ibérica da Tomra, assinala: “Há um interesse crescente no setor em ter tecnologias de seleção baseadas em sensores que ajudem a maximizar os benefícios e a atender às exigências atuais e futuras. A tendência é clara e as regulamentações se tornarão cada vez mais exigentes. Portanto, estamos confiantes de que a tecnologia da Tomra ajudará a cumprir a legislação e as novas regulamentações, tanto a nível local quanto europeu”, diz ele.

O Grupo Marcovil, fundado em 1987 e com tecnologias no campo da engenharia mecânica, desenvolve, fabrica e instala máquinas e soluções “Turnkey” que promovem a economia circular. Seus desenvolvimentos permitem uma correta separação de resíduos e recuperação de matérias primas secundárias. A Interecycling, uma empresa portuguesa associada ao Grupo Marcovil, é especializada na reciclagem de resíduos eletro-eletrônicos e voltou-se para a Tomra com o objetivo de adquirir tecnologia que conseguisse maior eficiência em sua linha de reciclagem de equpamentos eletro-eletrônicos (REEE), realizando uma correta separação automatizada de metais e polímeros.

Bruno Silva, Representante de Vendas do Grupo Marcovil

“A Tomra, desde sua fundação nos anos 70, é conhecida por sua forte capacidade tecnológica, que se traduz em uma ampla gama de máquinas e soluções industriais de alta confiabilidade e precisão, sujeitas a um processo contínuo de melhoria e inovação. É por isso que escolhemos o equipamento da Tomra Recycling”, diz Bruno Silva, Representante de Vendas do Grupo Marcovil. “Tanto o Finder 2400 como o Finder 1800 com NIR conseguem recuperações impressionantes tanto por sua capacidade de produção quanto por seu alto percentual de material recuperável, o que é praticamente impossível de se obter utilizando outras soluções no mercado. Desta forma, podemos obter metais e plásticos de qualidade excepcional. Além disso, o equipamento tem uma vantagem adicional: ele evita ter que enviar grandes quantidades de material para aterro, com tudo o que isso implica tanto econômica quanto ambientalmente”, continua ele.

Eduardo Morán acrescenta: “A principal vantagem de utilizar este equipamento é, sem dúvida, poder separar automaticamente os diferentes componentes dos REEE, reduzindo drasticamente a ineficiência envolvida na realização manual desta separação. A produção (t/h) é exponencialmente aumentada, assim como a recuperação de metais e polímeros recuperáveis, com o benefício econômico que isso implica”.

Soluções específicas para necessidades específicas

A Interecycling recorreu à Tomra devido à necessidade de processar 4t/h de material REEE. “Atualmente, graças aos equipamentos Finder e Finder-NIR, alcançamos 6 t/h”, diz Bruno Silva .

Eles também queriam recuperar as frações metálicas e plásticas, com especial interesse na recuperação de placas de circuito impresso e cabos de cobre, devido ao seu alto valor de mercado. Segundo a Tomra, isto foi conseguido graças aos sensores que equipam o Finder e o Finder com o NIR da empresa.

O processo começa com o Finder 2400, que separa os metais em um concentrado metálico e uma fração de plástico sem metal. Esta fração metálica é processada posteriormente pelo Finder 1800 com NIR, que separa as placas de circuito impresso (placas eletrônicas) e, em uma segunda etapa da máquina, é capaz de gerar também uma fração de fios elétricos. Devido à combinação de diferentes sensores, o dispositivo identifica plásticos visíveis por tipo de polímero, bem como diferentes tipos de frações metálicas (como placas, fios ou aço inoxidável), aperfeiçoando assim o processo.

Segundo a Tomra, o Finder 2400 atinge frações de alta pureza independentemente da complexidade do material ou do tamanho da partícula. Graças às suas tecnologias patenteadas IOR (Intelligent Object Recognition) e SUPPIXX, juntamente com seu sensor eletromagnético (EM3) de última geração, ele detecta objetos metálicos com precisão, separando a fração metálica da fração plástica em um processo que é eficaz em termos de rendimento, pureza e eficiência, afirma a Tomra. “Neste caso, o equipamento tem como objetivo obter um concentrado metálico. Mas, se necessário, a máquina também pode gerar uma monofração de aço inoxidável de alta qualidade, pois é capaz de identificar a alta intensidade de sinal eletromagnético deste material”, explica Eduardo Morán.

O Finder 1800 com o NIR é um Finder (com seu sensor eletromagnético EM3 junto com IOR e SUPPIXX), ao qual também é adicionado um sensor NIR (Near Infrared) para a identificação de polímeros visíveis. O sensor NIR permite separar, por tipo de polímero, os plásticos visíveis que compõem os REEE, assim como os PCBs e cabos que são materiais compostos de metal+polímero e que requerem ambos os sensores (NIR-EM3) para sua correta identificação.

Graças ao serviço técnico da Tomra distribuído mundialmente, as restrições de movimento decretadas pela crise sanitária da COVID-19 não atrasaram o projeto.

“Na Tomra, estamos próximos aos clientes e, mesmo nestes tempos difíceis, temos sido capazes de oferecer um excelente serviço, instalar e otimizar os equipamentos, para que os clientes possam trabalhar com um certo grau de normalidade em tempos de pandemia”, diz Eduardo Morán.

“Embora o coronavírus tenha trazido consigo desafios que, devido ao trabalho remoto, poderiamm ter reduzido a produtividade, nunca fechamos a empresa, mostrando sempre um forte compromisso com clientes, fornecedores e parceiros”, diz Bruno Silva.

Por sua vez, David Nogueira, do Serviço Técnico da Tomra em Portugal, explica como eles conseguiram isso: “Embora Portugal tenha tido muitas restrições, nós conseguimos otimizar o tempo de instalação de ambos os equipamentos. Começamos com uma revisão da situação da fábrica e passamos uma semana montando as máquinas. Também realizamos testes e ajustes nas duas unidades para maximizar a pureza e tornar a fração plástica livre de metal.

A Tomra Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. Segundo a empresa, ela foi responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos. A Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Stadler completa instalação de nova planta mecânica de separação de resíduos em Ibiza, na Espanha

30/04/2021

A Stadler projetou e instalou a nova planta de triagem mecânica de 50.000 m2 (foto) que atenderá a ilha de Ibiza. A instalação foi finalizada em dezembro de 2020 pela UTE (consórcio temporário) GIREF, que é responsável pelo planejamento, construção e gestão das instalações do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Ibiza e Formentera.

Toni Roig, Gerente das novas instalações da UTE GIREF

Toni Roig, gerente das novas instalações da UTE GIREF, afirma: “Fizemos a licitação para o fornecimento dos equipamentos e analisamos várias propostas. A Stadler, empresa de prestigiada reputação na concepção, fornecimento e instalação de equipamentos com a qual já tínhamos trabalhado anteriormente, apresentou a melhor proposta – técnica e economicamente – com uma solução que cumprisse os nossos requisitos”.

Critérios sustentáveis orientaram o projeto e a construção da instalação, que está localizada em Ca na Putxa, próximo ao aterro sanitário da ilha. A água obtida por um processo de osmose do lixiviado de aterro foi usada para misturar o concreto. O sistema de purificação de ar da planta usa um biofiltro para eliminação de odores. Está prevista a instalação de painéis fotovoltaicos na cobertura dos 30.000 m2 de área coberta.

 

A planta de triagem consiste em três linhas automatizadas. Duas linhas idênticas são usadas para separar resíduos sólidos urbanos e embalagens leves em turnos separados. Uma terceira linha independente é dedicada aos resíduos orgânicos da coleta segregada e usa as mais recentes tecnologias de triagem para processos de tratamento biológico.

Luis Sánchez, Diretor de Operações da Stadler na Espanha

Luis Sánchez, Diretor de Operações da Stadler na Espanha, afirma: “O processo usa tecnologia de ponta para aumentar as taxas de recuperação e separar a maioria dos materiais recicláveis”. A unidade foi projetada para processar até 120.000 toneladas de resíduos sólidos urbanos, 6.000 toneladas de embalagens e 20.000 toneladas de resíduos orgânicos de coleta seletiva.

A instalação visa cumprir os regulamentos europeus de tratamento de resíduos e se esforça para ser um modelo de operação sustentável e para aumentar a consciência pública. Para este fim, o complexo inclui uma sala de conferências com equipamentos de interpretação para acolher visitas guiadas e atividades de divulgação.
“A Stadler nos apoiou e forneceu consultoria especializada em todo o processo de inicialização da planta. Isso nos permitiu atingir taxas ideais de tratamento de resíduos em tempo recorde. Com base na nossa experiência, podemos dizer que Stadler é sinônimo de profissionalismo”, acrescenta Toni Roig.

Tecnologia da Stadler para a triagem

As instalações da Stadler apresentam tecnologias de triagem inovadoras para aumentar a sustentabilidade do processo, reduzir a necessidade de aterros e, em última instância, promover uma economia circular.

Graças a essas tecnologias na planta de Ca na Putxa, após a triagem e abertura dos sacos, os resíduos podem ser alimentados no processo de peneiramento, que usa peneiras giratórias para separar as frações que são principalmente orgânicas daquelas que têm um alto teor de embalagens e materiais recicláveis. O material orgânico é então refinado em duas linhas para obter composto de máxima qualidade e resíduos bioestabilizados por meio de um processo de tratamento biológico.

Os demais materiais são processados por meio de separadores balísticos. Dependendo de sua rigidez, eles são alimentados em diferentes calhas para separação ótica de ferrosos e não ferrosos. Depois de passar pelo controle de qualidade, os materiais selecionados são armazenados em depósitos automatizados para enfardamento posterior. A saída ao final do processo consiste em PET, PEAD, PEBD, PP, Tetrapack, P / C, filme orgânico, frações de ferro e alumínio e resíduos.

“Estamos muito felizes por termos escolhido a Stadler para fornecer o equipamento. Eles foram extremamente profissionais desde o início e superaram todos os desafios decorrentes de estarmos em uma ilha. A pandemia global Covid-19 surgiu enquanto estávamos no meio do processo de instalação. Ainda assim, cumpriram rigorosamente todos os protocolos de segurança, tanto no recomeço dos trabalhos de instalação como no envio do seu pessoal o mais rapidamente possível. Isso nos permitiu atingir todos os objetivos do projeto, apesar das dificuldades”, conclui Toni Roig.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários ferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

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Robô industrial da Stäubli vence Prêmio Red Dot 2021 de “Design de Produto”

23/04/2021

Segundo a empresa, o prêmio foi atribuído à série TS2 de quatro eixos pelo seu design compacto e inteligente, desempenho e conectividade

Criado em 1955 na Alemanha, o Red Dot Design Award é uma das marcas de qualidade mais procuradas para bom design. O prêmio é dividido em três competições, organizadas uma vez por ano:

  • Design de Produto, o prêmio original lançado em 1955
  • Marcas e Design de Comunicação, adicionado em 1993
  • Conceito de Design desde 2005

O Red Dot Award documenta as tendências mais proeminentes em todo o mundo. Os designs premiados são exibidos em exposições ao redor do mundo e nos museus Red Dot Design, bem como em anuários, além de serem veiculados online.

A Stäubli venceu o Reddot Product Design Award 2021 por seus robôs industriais disruptivos TS2 SCARA.

Christophe Coulongeat, Gerente de Divisão do Grupo Stäubli, disse: “Estamos muito orgulhosos em receber este prestigioso prêmio. Ele recompensa a paixão e o comprometimento das equipes da Stäubli que projetam produtos e soluções com desempenho, precisão e confiabilidade incomparáveis para vários ambientes, tanto agressivos como estéreis ”.

Série TS2 – redefinindo robôs SCARA

A série de quatro eixos incorporando tecnologia de acionamento proprietária permite tempos de ciclo ultracurtos e incorpora um design pioneiro para compatibilidade de higiene que expande a gama de aplicações potenciais em ambientes sensíveis, afirma a Stäubli.

Segundo a empresa, os robôs TS2 SCARAs apresentam um design modular e incorporam pela primeira vez a tecnologia de acionamento proprietária da Stäubli que estabeleceu novos padrões em sistemas de seis eixos. Eles são um componente chave para o desempenho da família TS2 de quatro eixos. O princípio de eixo oco permite um design exclusivo para sala limpa que torna o cabeamento externo desatualizado.

A fim de oferecer maiores benefícios para todas as aplicações, a família de robôs TS2 inclui quatro modelos: o TS2-40 com um alcance de 460 mm, o TS2-60 com um alcance de 620 mm, o TS2-80 com um alcance de 800 mm e o TS2- 100 com um raio de trabalho de 1.000 mm. A capacidade de carga das quatro máquinas é de 8,4 quilos.

A Stäubli afirma que os robôs TS2 estão entre os robôs industriais SCARA mais compactos e leves. Segundo a empresa, eles apresentam:

  • Topo no mercado SCARA para desempenho dinâmico
  • Tempos de ciclo mais rápidos
  • Melhor repetibilidade da classe
  • Resolução de codificador mais alta para melhor precisão de trajetória dinâmica
  • Melhor classificação de IP da classe

Segundo a Stäubli, essas melhorias na nova família TS2 são aparentes à primeira vista. A empresa destaca o design compacto e fechado com mídia interna e linhas de abastecimento.

Máquinas e quatro eixos também adequadas para ambientes sensíveis

A Stäubli é líder de mercado no setor de Ciências da Vida e pretende consolidar esta posição de mercado com os robôs TS2 SCARA. Os robôs estão disponíveis em versões específicas para aplicações farmacêuticas, médicas e alimentícias, bem como em variantes que atendem UL e ESD para eletrônicos. Para isso, os robôs padrão são adaptados para operar em ambientes de produção sensíveis, ampliando assim o escopo de operação. A empresa afirma que o foco está em aplicações que requerem os mais rigorosos requisitos de higiene e / ou sala limpa, desde alimentos e produtos farmacêuticos até aplicações fotovoltaicas. Todos os modelos TS2 podem funcionar com óleo H1 de grau alimentício sem qualquer perda de desempenho, afirma a Stäubli.

De acordo com a empresa, outro opcional é que as máquinas de quatro eixos estão disponíveis com um sistema integrado de troca de ferramentas. Isso permite que os robôs SCARA de alta velocidade mudem as garras e ferramentas automaticamente, o que pode aumentar significativamente o tempo de atividade em certas aplicações. Segundo a Stäubli, outra vantagem do sistema é que a trava de baioneta também permite a substituição manual da ferramenta ou pinça em segundos. Todas as conexões de mídia e sinal são automáticas, garante o fabricante

Design modular com múltiplas vantagens

Um estudo cuidadoso de todos os quatro modelos revela semelhanças entre eles. Isso não é coincidência, mas sim o resultado do novo design modular. Todas as máquinas têm o mesmo pedestal da geração TX2 de seis eixos. Antebraços, eixos e sistemas de acionamento também são idênticos em alguns modelos. Dois modelos de antebraço, por exemplo, se encaixam em todos os quatro modelos, com a variante menor no TS2-40 e TS2-60 e a maior nos modelos TS2-80 e TS2-100.

O chefe global de P&D da Stäubli, Philippe Dejean, destaca as vantagens da nova linha modular TS2: “graças ao seu desempenho em termos de velocidade, precisão e confiabilidade, os quatro modelos de robô TS2 trazem o melhor custo total de propriedade da classe em todo o ciclo de vida do robô. Seu tamanho reduzido, design encapsulado e alta modularidade abrem novas possibilidades de uso em todos os ambientes.”

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Chinaplas 2021 chega ao fim em Shenzhen com mais de 150 mil visitantes

21/04/2021

A Chinaplas 2021 foi encerrada em 16 de abril passado com um total de 152.134 visitantes (149.771 chineses e 2.363 do exterior), afirma a Adsale Exhibition Services, organizadora do evento. Apesar da pandemia de Covid-19 e da mudança para um novo local de exibição no Shenzhen World Exhibition & Convention Center, a Chinaplas mais uma vez mostrou ser uma plataforma de alto padrão para apresentação de novas tecnologias e de produtos mais recentes para as indústrias de plásticos e borracha.

Embora o número total de visitantes neste ano tenha caído 6,85% em relação à edição anterior em Guangzhou, em 2019, o número de visitantes locais aumentou 23,46% em comparação com a mesma edição. Além disso, segundo os organizadores da feira, a plataforma oficial de transmissão ao vivo atraiu uma audiência de 363 mil pessoas, o que ajudou a Chinaplas a atingir compradores globais durante os quatro dias do evento.

Com uma área de exposição de mais de 350 mil metros quadrados, a Chinaplas 2021 recebeu mais de 3.600 expositores líderes de todo o mundo, apresentando mais de 3.800 máquinas, matérias-primas, produtos químicos e outras soluções.

Eventos simultâneos refletem novas tendências de plásticos

Além de inúmeras exposições e demonstrações, a Chinaplas 2021 apresentou uma série de eventos simultâneos sob o tema “Nova Era. Novo potencial. Inovação para Sustentabilidade ”, dando apoio às indústrias de plásticos e borracha para aproveitarem as oportunidades de mercado e se prepararem para os desafios da nova era.

A nova edição da Chinaplas ocorrerá em Xangai, de 25 a 28 de abril de 2022.

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Tomra lança nova ferramenta de assistência remota para suporte técnico ao cliente

21/04/2021

A Tomra Sorting Recycling lançou o Tomra Care Visual Assist, uma nova ferramenta de assistência remota que, segundo a empresa, aprimora o suporte global fornecido pela Tomra ao cliente e ajuda a maximizar o tempo de atividade da máquina.

A Tomra explica que o Tomra Care Visual Assist coloca os seus especialistas na frente da máquina do cliente virtualmente, permitindo que a Tomra resolva problemas remotamente. A ferramenta reduz significativamente a necessidade de visitas em campo e aprimora o suporte ao cliente.

Usando-se um aplicativo, pode ser realizado tanto o atendimento pelos engenheiros da Tomra conectados com clientes, como engenheiros de serviço da Tomra podem estar em campo conectados com especialistas-chave em soluções mais complexas ou específicas, de modo que uma ampla gama de problemas pode ser resolvida rapidamente, garante a empresa.

Além de ajudar a melhorar o desempenho da máquina, o Tomra Care Visual Assist também proporciona uma forma interessante de se realizar treinamento e compartilhar elevado nível de conhecimento de especialistas qualificados com os engenheiros de serviço da Tomra e a equipe dos clientes.

Peter Geisler, Diretor de Serviços da Tomra Sorting Recycling, comenta: “O Tomra Care Visual Assist dá aos nossos clientes acesso aos nossos engenheiros especializados, os quais não precisam estar presentes em loco. O aplicativo é muito fácil de se usar e não requer nenhum equipamento além de um celular com câmera. Quando um cliente solicita suporte por mensagem, e-mail ou telefonema, um de nossos especialistas envia um convite para iniciar a sessão. Quando o chamado é aberto, ele se conecta diretamente com o especialista Tomra mais adequado para ajudá-los no desafio específico que estão enfrentando. Quando conectados, eles se comunicam por voz e vídeo”.

Durante a pandemia COVID-19, o Tomra Care Visual Assist provou ser particularmente benéfico como uma solução que não apenas supera as restrições de viagens, mas também cumpre os requisitos de distanciamento social.

Peter acrescenta: “O Tomra Care Visual Assist permite um maior nível de clareza na comunicação e transferência de informações entre a pessoa no local e o especialista que fornece orientação remota. Os técnicos de nossos clientes e os engenheiros da Tomra no local obtêm o suporte de que precisam para resolver qualquer problema imediatamente, trazendo as máquinas de volta rapidamente à operação. Se uma peça sobressalente for necessária, os especialistas da Tomra podem identificar facilmente o que é necessário e garantir que a peça sobressalente certa seja enviada, aumentando a taxa de correção na primeira vez. “

A Tomra firma que esta nova ferramenta faz parte da gama de serviços Tomra Care que visa garantir que as unidades dos clientes tenham o mais alto nível de eficiência durante toda a sua vida útil.

Peter conclui: “Estamos entusiasmados com a implementação do Tomra Care Visual Assist e confiantes de que será bem recebido por nossos clientes, que agora têm uma nova forma obter acesso e se beneficiar de nossa grande experiência em tecnologias de seleção baseada em sensores”.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Segundpo a empresa, cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 992 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Arburg assina Acordo de Distribuição do Freeformer para Manufatura Aditiva nos EUA e Canadá com Würth Additive Group

21/04/2021

  • Parceiro de vendas renomado para o mercado dos EUA e Canadá
  • Freeformer é uma acréscimo importante ao portfólio do Würth Additive Group

Em 19 de abril, a subsidiária americana da Arburg assinou um contrato com o Würth Additive Group. Uma das empresas líderes mundiais na área de “eficiência da cadeia de suprimentos”, a Würth Additive é agora parceira para a distribuição do Freeformer nos EUA e Canadá. Este acordo estende o alcance da Arburg Plastic Freeforming (APF) nesta região, ampliando-o para o mercado de manufatura em geral, bem como para as indústrias de petróleo e gás, equipamentos pesados ​​e transporte.

Graças à sua ampla experiência e portfólio, o Würth Additive Group é um importante player na indústria de Manufatura Aditiva, tornando-se um parceiro ideal para oferecer a tecnologia Freeformer da Arburg”, disse Friedrich Kanz, diretor administrativo da subsidiária da Arburg nos EUA. Gerry Berberian, Gerente Nacional de Vendas para Manufatura Aditiva da Arburg Inc., acrescentou: “Estamos satisfeitos em trabalhar com a Würth Additive para levar o revolucionário processo APF a uma comunidade mais ampla de fabricantes em todo o país”.

Parceria com Arburg é um marco importante

“O Freeformer e o processo APF nos permitem abrir possibilidades completamente novas no campo da Manufatura Aditiva industrial”, disse AJ Strandquist, CEO do Würth Additive Group. “Nossos clientes vão se beneficiar da adaptabilidade do Freeformer, pois é um sistema aberto e permite a máxima customização por meio de um extenso banco de dados de materiais. Além disso, o processo APF preenche as lacunas que tínhamos anteriormente com clientes que usam materiais com aditivos. Agora podemos fornecer suporte em todas as vias que eles precisam para ter sucesso. A adição do Freeformer da Arburg ao nosso portfólio leva nosso serviço de Manufatura Aditiva a um nível mais alto. “

“Estamos entusiasmados por continuar a expandir o nosso portfólio de fornecedores estratégicos de Manufatura Aditiva com a parceria com a Arburg”, disse Dan Hill, CEO da Würth Industry North America. “A formação de nossa nova empresa, Würth Additive Group, foi crítica à medida que continuamos a fornecer e expandir a habilitação, implementação e suporte de soluções de cadeia de suprimentos digitais que são confiáveis ​​e benéficas para nossos clientes operarem.”

O processo APF econômico reduz os custos das peças

O processo exclusivo APF está no mercado desde 2013 e funciona à base de grânulos de plástico. O sistema aberto e o extenso banco de dados de materiais permitem que os clientes utilizem seus materiais de produção atuais para criar protótipos ou passar diretamente para a produção em séries pequenas, usando a manufatura aditiva. O Freeformer 200-3X e o 300-3X podem ser usados para fabricar componentes termoplásticos de um ou vários materiais, de forma aditiva. Graças ao processamento de grânulos de plástico convencionais como matéria prima, os custos das peças são uma fração do que é típico na indústria de Manufatura Aditiva.

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Dow figura com dois projetos brasileiros em ranking do Prêmio LatinoAmérica Verde

21/04/2021

  • Prêmios LatinoAmérica Verde contemplam iniciativas de sustentabilidade mais relevantes em toda a região.
  • Contrato de Compra de Energia solar da Dow com a Atlas Renewable Energy para a unidade de Aratu, na Bahia e Resina PCR HDPE 96032, desenvolvida em parceria com a Boomera LAR, estão entre os 500 melhores projetos sociais e ambientais desenvolvidos na América Latina entre mais de 2,1 mil inscritos.

A Dow foi incluída na seleção entre os melhores projetos do Prêmios LatinoAmérica Verde, considerado um dos mais importantes da região, que reconhece e premia governos, organizações, empresas, microempresas, comunidades e indivíduos que tenham projetos com dados mensuráveis. A Dow foi selecionada com dois projetos brasileiros: o da Resina PCR HDPE 96032 e o contrato de Compra de Energia da Dow com a Atlas Renewable Energy para o consumo de energia solar em Aratu (Bahia).

O Prêmios LatinoAmérica Verde é organizado pela fundação que leva o mesmo nome e foi criado para dar visibilidade às iniciativas sustentáveis regionais. A cada ano, do total de inscritos, 500 projetos são selecionados pela relevância social e ambiental, distribuídos em oito categorias de premiação alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODs) das Organizações das Nações Unidades (ONU). Esse é o segundo ano consecutivo em que a Dow figura no ranking. Em 2020, o projeto “Reciclagem que Transforma” – parceria da Dow com a Boomera e a Fundación Avina – também foi escolhido pelo prêmio.

Os dois projetos da Dow Brasil foram selecionados entre mais de 2,1 mil inscritos na edição 2021 e se destacaram nas categorias: resíduos/reciclagem e energia/energia limpa. “Esse reconhecimento se consolida como mais um importante passo em nossa jornada para a construção de um mundo mais sustentável e reforça a nossa intenção em prosperar, por meio da colaboração com a cadeia de valor, na busca por soluções inovadoras para proteger o clima e impulsionar a economia circular”, afirma Matias Campodonico, Diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade para a América Latina da Dow.

O projeto brasileiro selecionado entre os classificados na categoria resíduos / reciclagem foi o lançamento e a produção industrial da nova resina PCR da Dow. Em parceria com a Boomera LAR, a Dow iniciou a produção industrial da resina PCR HDPE 96032 no final do ano passado. Feita totalmente a partir de plástico pós-consumo, o produto será, inicialmente, comercializado no Brasil. Mas, em breve, novas resinas semelhantes serão lançadas na Colômbia, México e Argentina, onde já foram anunciadas alianças com parceiros locais. Com a nova resina PCR, a Dow traz para o mercado um produto com qualidade de produção para ser incorporado em diferentes aplicações em embalagens, atendendo às metas de incorporação de conteúdo reciclado dos donos de marca (uma média de 25% até 2025, de acordo com a Fundação Ellen MacArthur).

Para suprir essa produção, a Dow desenvolveu um programa de reciclagem que garante uma fonte de resíduos plásticos consistentes e confiáveis. O piloto desse programa foi desenvolvido em São Paulo, em parceria com a Boomera e a Fundación Avina, e reuniu cinco cooperativas de catadores. Chamado de “Reciclagem que Transforma”, o projeto beneficiou mais de 200 catadores e cerca de 450 famílias, afirma a Dow. No comparativo com o mesmo período do ano de 2018, a ação ampliou a quantidade de resíduos enviados para a reciclagem em 37%, assim como a renda per capita dos catadores em 35%. Com metodologia escalável para implementar projetos semelhantes em outras cooperativas, a Dow tem dado andamento ao programa na América Latina, assim como apoio a outros projetos de reciclagem inclusiva com impacto social e econômico.

O contrato de Compra de Energia (PPA) da Dow com a Atlas Renewable Energy para o consumo de energia solar para a unidade de Aratu, na Bahia, é o projeto brasileiro da Dow classificado na categoria energia/energia limpa. Com duração inicial de 15 anos, o contrato representará um aumento de energia renovável consumida pela fábrica de Aratu, que, segundo a Dow, já utiliza 75% de sua demanda vinda de fontes renováveis (hidrelétrica, biomassa e gás natural). Esse contrato contribui para a meta global da Dow em atender 750 MW de sua demanda de energia por meio de fontes renováveis, até 2025, e a meta global de neutralidade em carbono até 2050.

Para isso, o novo parque de energia solar Jacarandá será construído em Juazeiro, na Bahia, e deverá ter capacidade instalada de 187 megawatts-pico (MWp). Além disso, o parque será equipado com mais de 450 mil módulos, com potência suficiente para atender a uma cidade de 750 mil habitantes. O empreendimento evitará a emissão de aproximadamente 35 mil toneladas de CO2 por ano, com base no GHG (Greenhouse Gases Protocol, metodologia desenvolvida pelo World Resources Institute), estando alinhado com o Inventário Global de Emissões da Dow. O contrato também proporcionará maior competitividade à fábrica da Dow em Aratu, reforçando o posicionamento da unidade fabril na produção de soluções para o negócio de Poliuretanos com matriz mais sustentável de energia renovável.

Além dos benefícios ambientais e de negócios, O PPA gerará empregos para moradores da região de Juazeiro, onde o parque solar será construído. Segundo a Dow, dos 1.200 trabalhadores estimados para essa iniciativa, 70% serão locais e espera-se que haja de três a quatro vezes mais mulheres contratadas do que normalmente ocorre em outros projetos solares do Brasil. O programa de contratação coordenado pela Atlas prevê que preenchimento de 50% dos cargos criados para mulheres sejam de mulheres negras e em diferentes cargos da construção civil, eletricidade e administração.

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ColombiaPlast é transferida para Setembro de 2022

21/04/2021

A próxima edição da ColombiaPlast acontecerá de 26 a 30 de setembro de 2022, concomitantemente com a XXXIII Feira Industrial Internacional de Bogotá (FIB), no Centro de Convenções Conferias, em Bogotá, Colômbia.

A ColombiaPlast estava originalmente agendada para junho de 2021, mas após conversas com expositores e parceiros, os organizadores decidiram adiar o evento em razão dos efeitos relacionados à COVID-19 em todo o mundo. Essa medida foi tomada para garantir a confiabilidade do planejamento tanto para expositores como para visitantes. O objetivo é organizar uma feira que atenda às expectativas de todos e proporcione um ambiente confortável para que os profissionais tomem conhecimento das tendências e novidades, façam negócios e estreitem contatos.

Em dezembro de 2020, a Acoplasticos, a Messe Düsseldorf e a Corferias firmaram acordo para a organização conjunta da ColombiaPlast 2022, com o objetivo de fortalecer a sua posição como uma feira líder para as indústrias de plásticos, borracha, petroquímica e embalagens na região da América Latina. Com este acordo, pela primeira vez uma feira comercial da América Latina passará a fazer parte do portfólio “Global Gate” da Messe Düsseldorf de feiras de plásticos e borracha e, portanto, será apoiada pela extensa rede de escritórios de vendas e subsidiárias da Messe Düsseldorf em 141 países.

Para obter mais informações sobre a ColombiaPlast 2022, entre em contato com a Messe Düsseldorf; Robert Nikolic, tel: 0211 4560-408; e-mail: NikolicR@messe-duesseldorf.de.

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UBE participa da Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis Tappi/CETEA

21/04/2021

Em sua 11a edição, o evento reuniu a cadeia do setor de flexíveis para discutir tendências e tecnologias que impactarão no futuro das embalagens.

Com o tema ‘Mitos e verdades sobre a reciclagem do nylon’ – a UBE participou participação na 11a Conferência Internacional Virtual de Embalagens Flexíveis TAPPI/CETEA, que ocorreu entre 12 a 15 de abril. O evento foi organizado pelo CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagem) em parceria com a Divisão de Extrusão e Embalagens Flexíveis (IFPED) da TAPPI.

A palestra da UBE foi conduzida por José Angel Prieto, da área de Pesquisa & Desenvolvimento da subsidiária da Espanha. Prieto abordou as tecnologias de reciclagem do nylon (poliamida) e buscou esclarecer, através de dados, as suposições existentes no mercado sobre sua viabilidade. “Muito se fala sobre a possibilidade de a poliamida encontrada nas embalagens flexíveis ser um contaminante na corrente de reciclagem de polietileno, mas a verdade é que não há dados que comprovem essas suposições”, pontua o especialista. Este foi justamente o desafio de Prieto na Conferência: mostrar que as embalagens com nylon são recicláveis.

Prieto apresentou um estudo feito pela UBE que, segundo a empresa, mostra a viabilidade da reciclagem de um filme multicamadas com diferentes porcentagens de nylon. “Começando pela trituração dos filmes, diluição, passando pela peletização e, por fim, a extrusão, ficou demonstrado que a poliamida não atrapalha o processo de reciclagem na corrente de polietileno”.

Outro aspecto que foi abordado no evento é a possibilidade de se produzir, com nylon, embalagens que usam menos material e com melhor desempenho. “Este tópico também está ligado à sustentabilidade, uma vez que embalagens mais finas têm um impacto positivo ao gerar um volume menor de embalagens após o descarte e podem ser recicladas após o uso”, afirma Prieto.

“Se o objetivo deste evento era divulgar os trabalhos de P&D e Inovação realizados pela indústria no Brasil e no exterior, além de proporcionar aperfeiçoamento profissional para os participantes, a apresentação da UBE teve um impacto bastante positivo ao mostrar que as embalagens contendo nylon (poliamida) são recicláveis conforme mostram os estudos”, finaliza Prieto.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

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Adirplast divulga nota contestando artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo sobre pesquisa relativa ao uso de plásticos por clientes de aplicativos de entrega

21/04/2021

No último dia 09/04, o Jornal O Estado de São Paulo publicou uma reportagem sobre pesquisa feita junto a usuários de aplicativos de entrega de comida que se diziam insatisfeitos com o uso do plástico.

Os dirigentes da Adirplast – Associação dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins – apontam alguns erros nas informações passadas pela matéria. Segundo eles, esses erros levam à manutenção de mitos que contribuem para dificultar ainda mais a implantação de políticas públicas sérias de reciclagem. Alegam os dirigentes que somente essas políticas, juntamente com a educação ambiental da população, podem verdadeiramente evitar que materiais 100% recicláveis, como o plástico, acabem em lixões ou no mar.

Segue abaixo resposta aberta da entidade ao jornal.

Imagem Negativa do Plástico está Atrelada Principalmente à Desinformação

Utensílios plásticos de uso único podem e devem ser reciclados. Demonizar esses produtos não resolve as questões ambientais e ainda pode aumentar o problema, já que o descarte inadequado desses e de outros diversos itens é o que verdadeiramente tem colocado em risco a preservação do meio ambiente

Não foi com surpresa que a Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) recebeu as informações da pesquisa contratada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e pela organização Oceana; afinal, não é de hoje que o plástico vem sendo apontado como inimigo número um do meio ambiente e, principalmente, como poluente dos oceanos. Os dados da pesquisa em questão foram publicados no dia 09 de abril pelo jornal O Estado de São Paulo, na matéria “Clientes de iFood e UberEats são contra uso de plástico e querem mudanças”.

A falta de informação aprofundada sobre o tema, aliada a dados incompletos ou mesmo errados, é um dos grandes motivos pelos quais muitas pessoas, entidades e governantes trabalham para banir o uso do plástico no mundo. Além disso, também explica por que 72% das 1.000 pessoas que participaram da pesquisa, todas usuárias tanto do iFood quanto do UberEats e de outros aplicativos, disseram que gostariam de receber seus pedidos sem plástico descartável.

A própria matéria do Estadão, por exemplo, ajuda a fortalecer algumas inverdades sobre os itens descartáveis feitos de plástico. Uma delas é que o plástico utilizado nesses produtos está “praticamente no final de sua vida útil”. Isso não é verdade. Os plásticos utilizados para atender aos pedidos de delivery de comida têm totais condições para serem reciclados e voltarem à vida na forma de inúmeros outros produtos, como tubulações elétricas, embalagem de produtos agrícolas e de lubrificantes, vasos de plantas e artigos de construção civil, entre outros tantos produtos. Para tanto, basta que sejam reciclados. E aí está o problema. Nós, como sociedade, não temos feito nossa tarefa de selecionar adequadamente nosso lixo e encaminhá-lo para uma recicladora. Daí, parece mais fácil culpar e banir os itens plásticos do que investir no conceito e conhecimento sobre economia circular.

Outra desinformação da reportagem é de que a maior parte do lixo plástico descartável “vai parar nos oceanos”, embora nenhuma fonte tenha sido apresentada para endossar essa informação. Infelizmente os aterros sanitários ainda são o fim de vida mais comum para o plástico não reciclado no Brasil, embora essa realidade esteja caminhando para um fim de vida mais positivo. Cerca de 23% das 3 milhões de toneladas de embalagens plásticas para alimentos produzidas anualmente no país são recicladas. Isso significa que cerca de 700 mil toneladas desses plásticos já são reutilizadas, ao invés de serem apenas descartados, aponta levantamento do Instituto Socioambiental dos Plásticos (Plastivida) e da Associação Brasileira da Indústria Plástica (Abiplast).

E esse número só não é maior porque no país as pessoas ainda não separam adequadamente seu lixo. Vale ressaltar que existem atualmente cerca de 200 recicladoras de plásticos do país e muitas delas trabalham aquém de sua capacidade. Além disso, há inúmeros pontos de coleta seletiva em praticamente todos os municípios brasileiros, onde cerca de 1 milhão de pessoas estão envolvidas diretamente na coleta, separação e reciclagem de materiais descartados.

Assim, discutir e promover a correta separação do lixo no Brasil é vital. É preciso que as pessoas aprendam a separar o plástico, além de outros materiais que podem e devem ser reciclados, como também o vidro, os metais e o papel, do lixo orgânico. Essa simples mudança de hábito poderia não apenas evitar a poluição de solo e água por detritos, como também gerar melhoria da qualidade de vida de muitos brasileiros.

Como já ressaltou a Plastivida em outra oportunidade, “o banimento de produtos plásticos não educa a sociedade a consumir conscientemente, sem desperdício”. Além disso, esse tipo de ação também não favorece a reciclagem ou cobra do poder público os investimentos necessários para que seja feita uma “ampliação da capilaridade dos serviços de coleta seletiva para que os recicláveis cheguem às empresas de reciclagem” e de políticas tributárias que incentivem a reciclagem em nosso país. É o material não reutilizado e mal descartado que polui; o plástico é 100% reciclável, basta que as pessoas aprendam a descartá-lo corretamente.

Ponto interessante da pesquisa, no entanto, é que 68% dessas mesmas pessoas que participaram do levantamento disseram achar que recebem embalagens na medida certa. Isso mostra que entre a percepção de que o plástico é um material nocivo ao meio ambiente e a realidade dos benefícios e da praticidade proporcionada por esses produtos, impera a última. O plástico é um material que vem sendo usado pela indústria alimentícia há muitos anos e que ajuda não apenas a conservar os alimentos, mas também evitar que eles sejam contaminados por agentes externos. Outras opções de produtos estão sendo propostas pela indústria, mas resta saber quais são verdadeiramente mais benéficas para o meio ambiente e para o consumidor.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país.”

Foto: iFood (Portal do Entregador)

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BASF oferece TPU produzido a partir de recursos renováveis para calçados

20/04/2021

Nesta sexta-feira, às 10h, especialistas participam de evento online para falar sobre as novas soluções focadas em sustentabilidade

Há mais de 40 anos, a BASF desenvolve materiais de calçados personalizados e de alto desempenho. Agora, o portfólio de poliuretano da companhia ganha mais um reforço com o Elastollan N Bio-based, um poliuretano termoplástico (TPU) de base biológica produzido a partir de recursos renováveis.

Para entender mais sobre essa nova solução, nesta sexta-feira (23/04), Luiz Roxo, desenvolvedor de aplicações e especialista em TPU na BASF, e Flávia Vanelli, especialista em inovação, sustentabilidade, cadeias de valor e representante da Assintecal (Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos), conversam sobre o setor calçadista e as principais tendências no mercado.

“A BASF busca constantemente inovar para atender às principais demandas globais de sustentabilidade. O TPU para calçados é sinônimo de performance, sustentabilidade e inovação. Por meio dessa tecnologia, tornamos a produção de sapatos cada vez mais sustentável. Os nossos clientes podem escolher entre TPU ou um sistema PU (poliuretano), de acordo com a aplicação do calçado. Nessa abordagem, a substituição de matérias-primas fósseis por renováveis ​​já ocorre durante a fabricação de produtos químicos básicos. Isso permite diminuir o gasto de recursos fósseis, reduzir os gases de efeito estufa e garantir as propriedades químicas e mecânicas estabelecidas dos sistemas existentes”, afirma Heitor Barbosa, gerente sênior do negócio de calçados da BASF para a América do Sul.

O Elastollan N possui boa resistência à abrasão e à tração, além de garantir flexibilidade de baixa temperatura e capacidade de amortecimento.”Os fabricantes de calçados e, especialmente, os designers de sapatos têm usado os plásticos como seu material preferido, porque combinam estética, estabilidade e diversas possibilidades de design. O nosso extenso portfólio ajuda nossos clientes a desenvolverem projetos inovadores e de impacto no mercado”, comenta Luiz Roxo.

Serviço:
TPU para calçados
Data: 23/04
Horário: 10h
Link para o evento: https://acontece.onono.com.br/inscricao-da-live-23-04.

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Milliken apresenta aditivo que aumenta a barreira ao vapor de água em embalagens flexíveis de polietileno durante a 11ª Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis

16/04/2021

Os recentes trabalhos de P&D e inovação realizados pela indústria no Brasil e no exterior para o setor de embalagem foram apresentados na 11ª Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis. A Milliken esteve entre as empresas convidadas do evento online, organizado pelo Centro de Tecnologia de Embalagem (Cetea), em parceria com a Divisão de Extrusão e Embalagens Flexíveis (IFPED) da TAPPI. O evento aconteceu entre os dias 12 e 15 de abril.

De acordo com Márcio Biaso, Gerente Senior da Milliken, as aplicações do aditivo UltraGuard Natural  têm demonstrado resultados bastante positivos no aumento e melhorias de barreira à umidade em embalagens flexíveis de polietileno. “Os ganhos são substanciais, variando de 20% a 60%, a depender da resina e da estrutura aplicadas nas embalagens. Isso sem prejuízo de desempenho”, afirma.

Biaso fez palestra técnica durante o evento a respeito do aditivo. Segundo a Milliken, o produto possui, dentre outros atributos, a vantagem de otimizar as estruturas e substituição de materiais, contribuindo para o desenvolvimento de embalagens mais sustentáveis e com redução nos custos operacionais. Em outra apresentação na Conferência, o executivo trouxe aos participantes da conferência a visão global da Milliken sobre o desenvolvimento de produtos para toda a cadeia produtiva da indústria de embalagem, em diversos segmentos do mercado.

Especialista em ciência dos materiais, com mais de 150 anos de história, a Milliken & Company atua nos setores de têxteis, pisos, química e saúde, possuindo oito mil colaboradores, distribuídos por 46 localidades.

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Mecalor triplica espaço da fábrica em 2021

15/04/2021

CEO da Mecalor, János Szegö

Empresa quer aumentar seu market share no segmento de periféricos

Previsões para o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021 apontam para a retomada da economia, impulsionada pelo crescimento do PIB industrial. Esse desempenho é um alento se comparado com 2020, que foi prejudicado pela pandemia da Covid-19.

De olho nas projeções positivas de 2021 , a Mecalor planeja aumentar seu market share e ao mesmo tempo fortalecer a participação em alguns segmentos, como o de HVAC (ar-condicionado de precisão). A empresa prepara uma grande transformação que vai movimentar em 2021 o mercado de equipamentos periféricos voltados para soluções de engenharia térmica.

A empresa anunciou a ampliação da área industrial com o objetivo de triplicar a fabricação de chillers e outras máquinas. O plano é terminar as obras até novembro deste ano. Desde 2017, a direção da empresa pensa nessa expansão da fábrica devido ao rápido crescimento das linhas de produção. “Estamos olhando para dez a 15 anos à frente, por isso demos continuidade ao projeto”, ressaltou János Szegö, CEO da Mecalor.

Linha Presys-Klima

Instalada no Parque Novo Mundo, bairro da zona norte de São Paulo, a fábrica vai ganhar uma área nova para produção de chillers e outras máquinas. A empresa começou a preparar o lançamento da linha Presys-Klima, que são equipamentos mais sofisticados, voltados para o mercado de ar-condicionado de precisão (HVCA) para Datacenter.

“Contaremos com uma linha completa desses chillers, projetada do zero. Serão cinco famílias de produtos. Já terminamos a reformulação e começamos a oferecer esses novos equipamentos para o segmento de ar-condicionado de precisão”, disse o CEO.

Segundo ele, há boas perspectivas também para a comercialização dos chillers de grande porte. Esses equipamentos são específicos para o mercado de HVAC, usados para aplicações em vários segmentos, como hotéis, shoppings, empresas grandes, supermercados e outras edificações.

Com a expansão da fábrica, a Mecalor vai construir ainda dois laboratórios de ensaios e estudos. Um deles irá simular o desempenho dos equipamentos novos. “Poderemos provar para os clientes que nossas máquinas fazem o que falamos”, afirmou Szegö. O outro laboratório vai conduzir testes em chillers.

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Covestro desenvolve processo para a reciclagem química da espuma flexível de poliuretano de colchões usados

05/04/2021

Pesquisador da Covestro Sebastian Scherf em experimento de reciclagem química de colchões de espuma de poliuretano

  • Processo inovador para recuperação das duas principais matérias-primas
  • Nova planta piloto para reciclagem química em operação

A Covestro afirma ter desenvolvido um processo inovador para a reciclagem química da espuma flexível de poliuretano (PU) de colchões usados; o processo se baseia na participação junto ao projeto PUReSmart, que é coordenado pela empresa Recticel. Este projeto recebeu financiamento do programa de inovação de pesquisa Horizon 2020 da União Europeia

Em média, os colchões contêm entre 15kg e 20kg de espuma, o que resulta em uma grande quantidade de resíduo ao final de sua vida útil. A espuma é basicamente feita a partir de duas importantes matérias-primas. Enquanto outras formas de reciclagem química concentram-se no processamento de uma delas, o processo da Covestro agora permite a recuperação das duas matérias-primas.

Recentemente, a Covestro também iniciou as operações em uma planta piloto para a reciclagem de espuma flexível no site de Leverkusen, na Alemanha, a fim de comprovar os resultados positivos obtidos em laboratório até então. A primeira fase focalizará a reciclagem de uma das matérias-primas, antes de seguir para os pilotos com a recuperação do segundo componente, ainda este ano.

O objetivo da Covestro com este projeto é industrializar os processos de reciclagem química para espumas flexíveis usadas e, por fim, revender ambas matérias-primas recuperadas.

Fechando ciclos de materiais

“O desenvolvimento desta inovadora tecnologia de reciclagem e o investimento na planta piloto são marcos importantes para a nossa visão de alinhamento da Covestro à economia circular”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Ao fazermos isso, queremos substituir os recursos fósseis na produção, reduzir ainda mais a pegada de carbono de nossos materiais e criar novas soluções para lidar com o resíduo plástico. A reciclagem química é particularmente promissora para este fim e precisa ser desenvolvida e utilizada mais intensamente, de forma geral. Além de tudo, ela deve estar na mesma base legal de outros métodos de reciclagem”.

Em cooperação com as empresas Recticel e Redwave – uma divisão da Wolfgang Binder GmbH – e como parte do projeto de pesquisa PUReSmart, a Covestro também desenvolveu uma solução inteligente de classificação para separar as diferentes espumas de PU de colchões pós-consumo, afirma a empresa. O software utiliza algoritmos para identificar de forma correta os tipos de espuma, o que aumenta a eficácia do processo de reciclagem. Este desenvolvimento é outro elemento da estratégia de digitalização da Covestro, combinado com as novas oportunidades que ele representa para as indústrias química e de plásticos.

Co-criação de um ecossistema circular

“Com base em nossas competências e experiências, nós queremos participar da formação de um novo ciclo de geração de valor”, afirma Daniel Meyer, Head Global do segmento de Poliuretanos da Covestro. “Para isso, contamos com a cooperação internacional de parceiros e o desenvolvimento de modelos de negócios inovadores. O objetivo é gerar novas oportunidades de negócios sustentáveis com nossos clientes, outros parceiros e para nós mesmos”.

O projeto é um importante passo que leva a visão de economia circular da Covestro a um novo patamar. O aumento da utilização de materiais usados contribui ainda mais para resolver o desafio social da eliminação sustentável desses resíduos e para alcançar os objetivos da União Europeia para a economia circular e para a proteção do clima e do ambiente.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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BASF apresenta projetos e inovações para embalagens em evento virtual

05/04/2021

  • Projetos e soluções giram em torno da sustentabilidade e da preservação de recursos
  • Tópicos apresentados em evento virtual procuraram contribuir para a Interpack 2021

A visão dos especialistas sobre todo o ciclo de vida de embalagens – desde a produção ao uso, incluindo opções de reciclagem – fizeram parte do evento virtual realizado em março pela BASF. As apresentações foram realizadas como uma contribuição alternativa da empresa para a Interpack 2021, feira mundial de embalagens realizada na Alemanha, que não pode ocorrer devido à pandemia do coronavírus. Os tópicos vão desde inovações de produtos a novas tecnologias e projetos de clientes.

Projetos de economia circular

Dentro de seu programa de economia circular, a BASF estabeleceu o objetivo de processar anualmente, a partir de 2025, um total de 250 mil toneladas de matérias-primas recicladas e à base de resíduos em vez de matérias-primas fósseis. Além disso, a companhia está construindo a pegada de CO2 de todos os produtos de venda e pretende concluir este processo até ao final de 2021.

Tecnologia de tinta à base de água para a impressão de embalagens flexíveis

Para as embalagens de papel e papelão, as tintas à base de água são utilizadas há muito tempo e são aceitas como uma solução mais segura e sustentável. Juntamente com os parceiros da rede PRETHINK INK, a BASF está trabalhando para mostrar que essa tecnologia também é viável na impressão em filme para as aplicações das embalagens flexíveis. Os especialistas da BASF e parceiros, como o fabricante de tinta Quimovil, o fabricante de máquinas Comexi e o fabricante de embalagens Silbo, discutiram suas experiências e ofereceram conselhos práticos sobre a utilização “à base de água”.

Reciclagem mecânica de poliamidas em estruturas de filme multicamadas

Atualmente, diversos protocolos de reciclagem não classificam poliamidas em filmes multicamadas como recicláveis. Porém, a BASF apresenta as últimas conclusões sobre a reciclagem mecânica de poliamidas em filmes multicamadas a partir de experiências recentes. Tanto a poliamida 6 como várias outras copoliamidas foram estudadas e avaliadas a este respeito.

Ultramid: introdução de uma família de produtos de granulados de extrusão de poliamida 6

Nesta família de produtos, é possível determinar a pegada de CO2 e reduzi-la usando diversas opções. Já está disponível a linha Ultramid Ccycled, que oferece diversos grades fabricados a partir de resíduos reciclados do processo de produção, em diferentes etapas: tanto derivados da produção de poliamidas na BASF, como também opções que incorporam materiais classificados como Post-Consumer, reforçando o conceito de circularidade. Assim, a BASF também pode oferecer aos seus clientes materiais com um balanço de massa de materiais reciclados. A empresa também oferece o Ultramid BMBcert: o método de balanço de biomassa (BMB), certificado pela REDcert, que ajuda a conservar as matérias-primas fósseis.

Novos grades de Ultradur com perfis de propriedades feitos sob medida

O Ultradur B6560 M2 FC TF, resina de PBT termoformável, combina as características da família Ultradur, proporcionando adicionalmente excelentes propriedades de barreira de oxigênio, vapor de água e aroma, afirma a BASF.

Segundo a BASF, Por meio destas propriedades mecânicas intrínsecas, o Ultradur permite embalagens fabricadas com um único material, não sendo necessário mais revestimentos. Ao conectar e ramificar as cadeias de polímeros por meio de aditivos especiais, é possível obter uma elevada resistência do polímero fundido. O material é adequado para extrusão de filmes e termoformagem de embalagens ou peças técnicas, bem como outras aplicações de alta temperatura.

O Ultradur B1520 FC R1 é um PBT de alta fluidez especialmente desenvolvido para embalagens de parede fina moldadas por injeção para cosméticos e produtos alimentícios. É o produto escolhido para embalagens aromáticas e de uma única camada. Dessa forma, é possível eliminar embalagens secundárias em função das propriedades de barreira a umidade e oxigênio proporcionadas pelo novo material. As embalagens também podem ser mais finas, o que constitui um pré-requisito para a produção econômica e ecológica.

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UBE discute ‘O Futuro das Embalagens de Alta Perfomance” em evento online

05/04/2021

Como parte das atividades da plataforma ‘Change & Challenge’, a UBE (www.ube.ind.br), uma das líderes mundiais em poliamidas e copoliamidas, realizou o evento virtual “O futuro da embalagem de performance” que reuniu mais de 900 profissionais, entre brand owners, varejistas, produtores de nylon e de poliolefinas, convertedores de embalagens flexíveis, recicladores e organizações.

A proposta foi mostrar que o nylon é reciclável e que é possível trabalhar este aspecto sustentável em toda a cadeia de valor, sempre alinhado ao conceito de Economia Circular. Foram discutidas tendências, oportunidades, inovações e sustentabilidade das embalagens que contêm nylon, com foco na redução do desperdício de alimentos. Entre os vários temas, destaque para os ganhos de processabilidade e propriedades de filmes reciclados PE/PA (polietileno/poliamida), utilizando compatibilizantes.

Especificamente sobre reciclagem, os especialistas abordaram a reciclagem de embalagens multicamada à base de solvente (APK); os desafios e soluções da reciclagem mecânica de embalagens multicamada (NGR) que resultaram em filmes plásticos barreira para aplicação em construção civil e na produção de sacos para lixo; e a reciclagem química e mecânica de filmes PE/PA a partir de uma solução apresentada pela BASF.

A UBE também apresentou sua solução para a reciclagem de filmes PE/PA que atende ao protocolo da Recyclass. O material resultante desta reciclagem já está sendo usado para produzir embalagens de peças automotivas.

As apresentações destacaram que as poliamidas agregam desempenho e e sustentabilidade aos filmes e reduz a quantidade de material necessário, além de serem recicláveis. As empresas participantes enfatizaram que estão construindo um modelo de economia circular para as embalagens flexíveis com base nas diretrizes da CEFLEX: coletar e reciclar 100% das embalagens flexíveis na Europa até 2025.

O evento contou com o apoio e participação de diversos players globais da cadeia de valor da embalagem flexível como APK AG, Flexible Packaging Europe (FPE), BASF Packaging, Mitsubishi Chemical Performance Polymers, Windmoeller & Hoelscher Group, Braskem, Sealed Air Corporation, CEFLEX (Circular Economy for Flexible Packaging), LANXESS, Grupa Azoty S.A., DSM, NUREL, Domo Chemicals, Next Generation Recycling Machines e Mitsui Chemicals Europe GmbH.

A plataforma Change & Challenge reforça o compromisso da UBE com a criação de um futuro mais sustentável para as embalagens de alimentos, diante do desafio global de escassez.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos; cimento e materiais de construção; máquinas; meio ambiente e energia; e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

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Braskem recebe certificação ISCC Plus para produção de resinas e químicos a partir de matérias-primas circulares

04/04/2021

Testes de novas rotas sustentáveis para produção de resinas a partir de matéria-prima renovável e circular terão continuidade ao longo de 2021, em São Paulo e Rio Grande do Sul, e serão alternativas à nafta, principal insumo petroquímico

A Braskem recebeu a certificação ISCC Plus, Certificação Internacional de Sustentabilidade e Carbono, na sigla em inglês, para utilização de matérias-primas alternativas, como o óleo de pirólise – processo químico que quebra as moléculas das resinas termoplásticas a partir do calor – para que as unidades industriais da companhia, localizadas no Sul e Sudeste, transformem esse insumo em novos polímeros.

“Na prática, significa que estamos cada vez mais perto – e com a chancela de uma organização internacional – de ampliar a comercialização de resinas e produtos químicos mais sustentáveis, com as mesmas características dos produzidos atualmente por meio de matérias-primas fósseis. Entre as matérias-primas que pretendemos testar está o óleo de pirólise, que utiliza em seu processo produtivo plásticos com maior dificuldade técnica de serem reciclados mecanicamente, como embalagens flexíveis compostas por diferentes materiais. Os estudos nesse sentido também nos aproximam de rotas ainda mais sustentáveis, para além da cana-de-açúcar, e são uma alternativa à nafta do petróleo”, explica Luiz Alberto Falcon, responsável pela plataforma de Reciclagem da Braskem.

A certificação ISCC Plus baseia-se no conceito de balanço de massa, que é um conjunto de regras técnicas que garantem que a mesma quantidade de matéria-prima, produzida a partir de material pós-consumo e que entra no processo, saia como produto final com as mesmas características das resinas e químicos de origem fóssil. Esse controle permite que a sustentabilidade dos produtos circulares seja devidamente creditada e reconhecida. Na Braskem, até então, a ISCC Plus era válida apenas para a produção do polietileno I’m greenTM bio-based, feito a partir do etanol da cana-de-açúcar.

Com esse novo passo, a ISCC Plus passa a ser válida para as unidades industriais da Braskem no Polo Petroquímico do Grande ABC, no estado de São Paulo, e no Polo Petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul. São nessas unidades em que a companhia dará sequência, ao longo de 2021, aos testes para essas rotas, em especial as que envolvem o uso do óleo de pirólise e outras matérias-primas renováveis.

A novidade está alinhada com o recém-anunciado acordo de cooperação firmado entre a Braskem, a Fábrica Carioca de Catalisadores (FCC S.A.), SENAI CETIQT e COPPE/UFRJ para viabilizar as próximas fases dos testes . O corpo de pesquisa formado por estas instituições investirá cerca de R$ 2,7 milhões, entre recursos financeiros e humanos, para o desenvolvimento de novos catalisadores, com o intuito de aperfeiçoar o rendimento durante o processo de pirólise tornando este processo de reciclagem química mais atrativo e economicamente viável para aplicação em escala industrial.

Recentemente, nos Estados Unidos, a Braskem anunciou outras duas iniciativas para ampliar o uso de matérias-primas mais sustentáveis. O trabalho conjunto com a Encina permitirá o uso de tecnologia capaz de criar produtos químicos sustentáveis a partir de plástico pós-consumo, desenvolvendo polipropileno (PP) circular com as mesmas características da resina fóssil, para utilização e embalagens de alimentos e produtos de consumo e higiene. Na América do Norte, a Braskem também anunciou a parceria com a Agilyx para o início de um estudo de viabilidade para desenvolvimento e construção de um projeto avançado para produção de matéria-prima oriunda da reciclagem de plástico . O objetivo é encontrar um caminho eficiente e sustentável para a produção de PP a partir de matéria-prima produzida utilizando resíduos plásticos mistos.

Todas essas iniciativas estão em linha com a estratégia de diversificação de matéria-prima da Braskem e vai ao encontro dos macro-objetivos da empresa para ampliar o conceito de economia circular na cadeia do plástico e se tornar uma empresa carbono neutro até 2050 . Uma das metas é ampliar o portfólio I’m greenTM para incluir, nos próximos 10 anos, 1 milhão de toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos produzidos com conteúdo renovável e circular.

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Lanxess divulga resultados de 2020 e previsões para 2021

04/04/2021

• As vendas diminuíram 10,3% com relação ao ano anterior, para EUR 6,1 bilhões
• EBITDA pré-excepcionais no limite superior da faixa guiada em EUR 862 milhões
• Margem EBITDA pré-excepcionais em positivos 14,1%
• Proposta de dividendos para o ano fiscal de 2020: EUR 1,00
• Ano fiscal de 2021 caracterizado pelo crescimento

A Lanxess está começando o novo ano fiscal de 2021 com confiança: A empresa de especialidades químicas espera que muitos de seus clientes industriais se recuperem e, portanto, antecipa EBITDA pré-excepcionais entre EUR 900 milhões e EUR 1 bilhão para o ano inteiro.

A Lanxess se mostrou robusta no ano fiscal de 2020, mesmo com o ano dominado pela pandemia de coronavírus. A empresa de especialidades químicas atingiu EBITDA pré-excepcionais de EUR 862 milhões, apenas 15,4% abaixo do valor do ano anterior de EUR 1,019 bilhão. Os ganhos estão, portanto, no limite superior da faixa guiada entre EUR 820 milhões e EUR 880 milhões. Em 26 de janeiro, o Grupo divulgou números preliminares para o quarto trimestre, depois que muitos negócios se desenvolveram melhor do que o esperado. A margem EBITDA pré-excepcional atingiu os encorajadores 14,1%, contra 15,0% do ano anterior.

“Tivemos um bom desempenho no ano pandêmico de 2020, com um bom resultado no quarto trimestre. Nossa margem de lucro mostra que a posição estável do Grupo está resistindo ao teste da crise. Gostaria de agradecer a toda a equipe da Lanxess, que fez todo o possível neste ano difícil para manter o negócio funcionando”, disse Matthias Zachert, Presidente do Conselho de Administração da Lanxess AG. “Com essa equipe e nossa posição forte, podemos enfrentar 2021 com otimismo e nos concentrar totalmente no crescimento.”

Com EUR 6,104 bilhões, as vendas do Grupo Lanxess em 2020 diminuíram 10,3% em relação ao valor do ano anterior de EUR 6,802 bilhões. O lucro líquido de operações contínuas aumentou acentuadamente para EUR 908 milhões, após EUR 240 milhões no ano anterior. Isso se deve ao produto da venda de sua participação na operadora do parque químico Currenta, que a Lanxess concluiu no final de abril. Os passivos financeiros líquidos * diminuíram de EUR 1,742 bilhões no final de 2019 para EUR 1,012 bilhões em 31 de dezembro de 2020.

Apesar da pandemia de coronavírus: dividendo deve aumentar novamente

O dividendo também deve ser aumentado novamente para o ano excepcional de 2020. O Conselho de Administração e Conselho de Supervisão irá propor um dividendo de EUR 1,00 por ação – cerca de 5% a mais do que no ano anterior – para a Assembleia Anual de Acionistas, que irá ser realizada virtualmente em 19 de maio de 2021. Isso corresponde a um pagamento total de cerca de EUR 87 milhões.

Portfólio de reestruturação continua:  sinais apontam para crescimento

Com as vendas dos negócios de membrana, produtos químicos de cromo e o anúncio da venda do negócio de produtos químicos para couro, em 2020, a Lanxess desinvestiu sistematicamente em áreas que não cabiam mais no foco estratégico de produtos químicos especiais. O Grupo lançou assim as bases para um desenvolvimento mais lucrativo. A venda de sua participação na operadora do parque químico Currenta também proporcionou uma sólida base financeira.

Em 2021, todos os sinais apontam para crescimento – com foco em negócios com produtos de proteção ao consumidor. Em poucas semanas, a Lanxess anunciou três aquisições nesta área. Com a compra da especialista francesa em biocidas INTACE já concluída, a empresa de especialidades químicas ampliou sua linha de fungicidas para papel e embalagens. No futuro, a Lanxess expandirá significativamente sua oferta para o crescente mercado de higiene animal com o portfólio do fornecedor de desinfetantes e higiene Theseo. A transação deve ser concluída no segundo trimestre de 2021.

Em meados de fevereiro de 2021, a empresa de especialidades químicas anunciou a segunda maior aquisição de sua história. Ao adquirir o grupo norte-americano Emerald Kalama Chemical, a Lanxess pode fortalecer ainda mais seu segmento de Proteção ao Consumidor e explorar novos campos de aplicação com altas margens, como a indústria de alimentos e saúde animal. O Grupo espera que a transação seja concluída no segundo semestre do ano após as aprovações regulatórias.

“Os produtos de proteção ao consumidor são caracterizados por taxas de crescimento atraentes e margens fortes. Queremos crescer nesta área e começamos a trabalhar nisso desde o início do ano,” disse Zachert.

Desenvolvimento de segmento em 2020: Proteção ao Consumidor tem performance forte

O desempenho de vendas e lucros no segmento de Intermediários Avançados foi influenciado pela pandemia de coronavírus em 2020 como um todo. A fraca demanda e preços mais baixos tiveram um efeito negativo nesta unidade de negócios em particular. As vendas caíram 11,2%, de EUR 2,251 bilhões para EUR 1,999 bilhão. Em EUR 336 milhões, o EBITDA pré-excepcional foi 12,3% menor do que o valor do ano anterior de EUR 383 milhões. A margem EBITDA pré-excepcional ficou quase estável em 16,8%, contra 17,0% no ano anterior.

No segmento de aditivos especiais, os volumes de vendas – especialmente nas indústrias automotiva e de aviação – também diminuíram significativamente devido à pandemia de coronavírus. As taxas de câmbio também afetaram negativamente as vendas e os lucros. Em EUR 1,728 bilhão, as vendas caíram 12,1% em relação ao valor do ano anterior de EUR 1,965 bilhão, em parte devido aos preços de venda ligeiramente mais baixos. EBITDA pré-excepcional caiu 19,5%, de EUR 353 milhões para EUR 284 milhões. A margem EBITDA pré-excepcional para o ano fiscal de 2020 ficou em 16,4%, contra 18,0% no ano anterior.

Os negócios do segmento de Proteção ao Consumidor, recém-criados em 2020, tiveram um forte desempenho ao longo do ano. Isso foi impulsionado por fortes negócios de agroquímicos em Saltigo e boa demanda por desinfetantes. O efeito positivo do portfólio da aquisição da fabricante brasileira de biocidas IPEL também mais do que compensou os efeitos adversos da taxa de câmbio. As vendas totalizaram EUR 1,110 bilhão, 5,7% acima do valor do ano anterior de EUR 1,050 bilhão. EBITDA pré-excepcional cresceu 17,7% de EUR 198 milhões para EUR 233 milhões. A margem EBITDA pré-excepcional atingiu fortes 21,0%, contra 18,9% um ano atrás.

No segmento de Materiais de Engenharia, as vendas e os lucros foram afetados pela fraca demanda da indústria automotiva no primeiro semestre do ano. As vendas caíram 17,9% de EUR 1,450 bilhão para EUR 1,190 bilhão, em parte devido aos preços de venda mais baixos e efeitos negativos da taxa de câmbio. EBITDA pré-excepcional caiu 36,6%, de EUR 238 milhões para EUR 151 milhões. Além da demanda fraca, os ganhos também foram reduzidos por uma paralisação significativa para manutenção planejada e dificuldades com a subsequente retomada da produção na Bélgica. A margem EBITDA pré-excepcional de 12,7% ficou abaixo da cifra de 16,4% registrada no ano anterior

A Lanxess é uma empresa líder em especialidades químicas, com vendas de EUR 6,1 bilhões em 2020. A empresa tem atualmente cerca de 14.300 funcionários em 33 países. O principal negócio da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de intermediários químicos, aditivos, especialidades químicas e plásticos. A Lanxess está listada nos principais índices de sustentabilidade, Dow Jones Sustainability Index (DJSI World e Europa) e FTSE4Good.

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Empresas do Rio de Janeiro concluem programa de treinamento sobre Gestão da Inovação promovido pelo PICPlast

03/04/2021

PICPlast dá sequência a treinamentos voltados à indústria da transformação com conteúdo disponibilizado em plataforma online

O Programa Gestão de Inovação (PGI) do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma das iniciativas voltada aos os colaboradores envolvidos na indústria da transformação. Realizada em parceria com a consultoria Avantec-BR, a ação já formou quatro turmas, com participantes dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. A quarta turma, com empresas do Rio de Janeiro, concluiu o treinamento mesmo com a pandemia. Para tal, foi necessária a adaptação dos treinamentos presenciais, o que propiciou um aprendizado para todos no uso de novas ferramentas e maneiras de comunicação e interação.

“Desde a sua criação, o PICPlast vem realizando diversos encontros com transformadores, com a proposta de compartilhar conhecimentos para o desenvolvimento da cadeia. A inviabilidade de reuniões presenciais não poderia interromper esse trabalho, por isso migramos para a plataforma online, seguindo o conteúdo planejado” explica Fernanda Maluf, membro do PICPlast.

Para realizar o PGI online, os organizadores pesquisaram as melhores ferramentas para que os inscritos pudessem acessar o material de forma segura. O que era realizado em encontros presenciais mensalmente passou a ser feito em vídeo conferências, semanais ou quinzenais. “Sem dúvida, foi um aprendizado para todos nós”, diz Fernanda.

Comprometimento – O momento delicado não desanimou as 12 empresas participantes do PGI/RJ, que chegaram a fazer os dois primeiros módulos de forma presencial. Os cerca de 60 envolvidos conseguiram manter uma regularidade no acompanhamento do treinamento online. “Ficamos impressionados com a disciplina das empresas. Mesmo com todas as dificuldades e incertezas do momento que vivemos, elas conseguiram dar prioridade e importância ao treinamento”, afirma Antonio Xavier, consultor da Avantec-BR.

De acordo com os organizadores, o ambiente virtual trouxe algumas vantagens para o programa. “Na versão presencial, as dinâmicas eram feitas em grupos com participação de várias empresas. No modelo remoto, foram realizadas atividades individualizadas por companhia. Dessa forma, o que antes era exercitado com situações hipotéticas, passou a ser aplicado em casos reais, adaptados à situação das empresas”, revelam os consultores da Avantec-BR, Luís Cassinelli e Manoel Lisboa.

Os encontros online do PGI RJ foram realizados, em média, com duração de duas horas, a fim de cumprir cerca de 140h de carga horária durante os meses de treinamento. Além do conteúdo programático, os consultores promoveram 23 happy hours virtuais para conversas informais sobre inovação e compartilhamento de experiências. Também foram criados grupos em aplicativos de troca de mensagens instantâneas, que viabilizaram a geração de negócios entre as empresas, além de integração e interação de todas as quatro turmas.

“O Programa de Gestão de Inovação supriu a demanda sistêmica de desenvolvimento da cultura de renovação e de mudança. Ficamos muito satisfeitos com a ferramenta que encontramos e agora a metodologia de capacitação faz parte do Sistema de Inovação da Dover-Roll, preparando-nos para garantir nosso crescimento e perenidade como corporação”, afirma José Clark, Diretor da Engetech, uma das empresas participantes.

Álvaro Selvati, proprietário da participante Fibromar, afirma que sua forma de gerir mudou completamente após participar do PGI. “Posso dizer que a maior inovação nos 30 anos de história da empresa aconteceu durante o curso. Percebemos que inovar não está limitado apenas a novos produtos. É também uma mudança na postura e nas estratégias da companhia, é pensar de forma generalizada. Enquanto empresário, eu só tenho a agradecer e recomendar o programa”, afirma o gestor.

Também participaram do PGI/RJ as empresas Artmed Embalagens, Bauen Plásticos, Bywer, Ecomaster, FL Indústria e Comércio de Produtos Descartáveis, Indústria de Plásticos São Sebastião, Lillo do Brasil, MMS Plástico, UF Embalagens e Valeplast.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação e reciclagem plástica. Baseado em dois pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, e promoção das vantagens do plástico. O PICPlast também conta com investimentos voltados para o reforço na qualificação profissional e gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Contando com uma equipe de 8 mil colaboradores, a Braskem possui um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 52,3 bilhões (US$ 13,2 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico — ABIPLAST representa o setor de transformados plásticos e reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, projetos em Economia Circular, entre outras. A ABIPLAST representa atualmente 11.974 empresas que empregam um total de 337.863 pessoas.

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Segmento do plástico reúne-se na Rodada de Negócios Virtual Interplast

03/04/2021

A Rodada de Negócios Virtual Interplast acontecerá de 14 de abril a 7 de maio, com foco na apresentação de produtos e serviços para o setor de plásticos. O evento online tem a vantagem de ampliar a segmentação de participantes por interesse de soluções e conta com a flexibilização dos horários de reuniões. Outra vantagem é a participação remota com segurança, possibilitando realizar várias reuniões em curto intervalo de tempo.

Segundo os organizaodres, o evento acontece em momento em que a indústria do plástico apresenta demanda para diversificar a rede de fornecedores. A Rodada de Negócios Interplast conta com a expertise da Messe Brasil, organizadora da feira Interplast e com mais de 25 anos de experiência em eventos do segmento industrial. A vivência e o relacionamento com o setor permitem reunir os principais fabricantes do país, conhecer as demandas e selecionar os melhores fornecedores para a indústria.

“A indústria do plástico de todo o país encontra nos eventos da Messe Brasil, ao longo dos seus 25 anos de trajetória, a oportunidade de desenvolver fornecedores com acesso a inovação e tecnologias, possibilitando a renovação contínua do banco de contatos”, destaca Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil. Com as restrições para eventos presenciais que completam já um ano, a organizadora de feiras oferece agora essa oportunidade da Rodada Virtual para suprir essa demanda. “É uma chance para as empresas terem acesso às novidades do mercado e negociarem diretamente com profissionais de poder de decisão”, acrescenta.

Com a dinâmica virtual, as reuniões serão personalizadas para a demanda de cada comprador de segmentos como Automotivo, Embalagens e Construção Civil, otimizando as chances de efetivar negócios. “A rodada virtual é a maneira mais produtiva e segura no momento para reunir a indústria do plástico com fornecedores de todo o Brasil, com o propósito de fechar novos negócios”, comenta Spirandelli.

Entre as empresas compradoras já confirmadas estão: EcoFlexTubos, Sulbras Moldes, Renault do Brasil, Plastilit, Metalúrgica TRAPP, Porto de Itapoá, WEG Equipamentos Elétricos, Krona Tubos e Conexões, SUMIG Solda e Corte, CISER Parafusos e Porcas e C-PACK Creative Packing S.A.

Dinâmica da Rodada de Negócios Virtual

O evento tem o patrocínio da Krona, apoio do Simpesc e terá reuniões virtuais entre compradores e vendedores, com fornecedores de diversificados produtos, serviços e inovações para esses mercados.

As salas virtuais para reuniões de negócios são viabilizadas por meio do Google Meet, com horários previamente agendados pela organização do evento. As apresentações dos fornecedores têm duração de 20 minutos e as soluções atendem à demanda indicada pelas empresas compradoras.

Conforme experiência em rodadas anteriores, a taxa de efetivação de negócios chega a 80%, índice justificado pelo acesso facilitado ao comprador ou aos responsáveis por decisões nas empresas, apontado como uma tarefa difícil quando ainda não se tem relacionamento com o cliente.

As empresas compradoras da Rodada de Negócios Virtual INTERPLAST apontaram demandas nas seguintes categorias de compras:

  • Instrumentação, controle e automação
  • Máquinas (Injetora, Sopradora, Extrusora) e acessórios
    Moldes e ferramentas
  • Produtos básicos e matérias-primas químicas
  • Transformadores plásticos
  • Tecnologia de ensaios e medição
  • Tecnologia de ar comprimido
  • Meio ambiente e tratamento de efluentes
  • Equipamentos de proteção individual e ergonomia
  • Processamento de informações

Informações adicionais e inscrições podem ser feitas no site https://materiais.messebrasil.com.br/rodada-de-negocios-virtual-do-plastico

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BASF expande portfolio de PPSU para fabricação de garrafas por injeção, extrusão-sopro e injeção-sopro

02/04/2021

Ultrason® P für Trinkflaschen / Ultrason® P for bottles

  • Com o portfólio da BASF de polifenilsulfona (PPSU), é possível usar os três principais métodos de processamento
  • Material é usado para produzir garrafas seguras e robustas em muitos modelos, formas e cores, diz a empresa

A BASF expandiu seu portfólio do polímero de engenharia Ultrason P para uso na fabricação de garrafas pelos três métodos de processamento que são padrão na indústria. Segundo a empresa, os dois grades de polifenilsulfona (PPSU) Ultrason P 2010 e P 3010 podem ser usados para fabricar garrafas e mamadeiras seguras para uso, robustas e quimicamente resistentes, bem como disponíveis em muitos modelos, formas e cores pelos processos de injeção-sopro, extrusão-sopro e moldagem por injeção. A BASF afirma que esses três processos se beneficiam das propriedades personalizadas do termoplástico de alta temperatura: ele não contém substâncias nocivas, é aprovado para o contato com alimentos, tem excelente resistência, resistência química e estabilidade térmica de até 180°C por longos períodos de uso, garante a empresa.

DE acordo com a BASF, as garrafas feitas com a sua resina de polifenilsulfona transparente podem facilmente suportar esterilização no micro-ondas ou em água muito quente – independentemente do método utilizado para fabricá-las. “A produção de garrafas e mamadeiras de alta qualidade, seguras e estilosas apresenta um desafio que não pode ser comparado ao de garrafas PET, de polipropileno ou de copoliéster convencionais”, afirma Georg Grässel do Desenvolvimento Global de Negócios da BASF Ultrason. “Todos os métodos de processamento globalmente difundidos têm seus próprios requerimentos específicos para o material utilizado – e é aqui que o Ultrason P provou seu valor para clientes em diversos países. Eles podem escolher o material mais adequado do nosso portfólio e podem se beneficiar do suporte técnico de aplicação no local, assim como da disponibilidade global de diferentes grades”.

Durante a moldagem por extrusão-sopro, o plástico fundido é extrudado de cima para baixo através de uma matriz circular para formar um “parison” em forma de mangueira. Ar é soprado internamente para inflar o parison dentro de um molde, de modo que a mangueira plástica assume assim a forma do mesmo. A viscosidade média de Ultrason P 3010 é particularmente adequada a esse processo, devido à sua elevada resistência do material fundido, em contraste com outros materiais de PPSU do mercado, afirma a BASF. Isso permite que o parison quente e alongado permaneça estável mesmo próximo da matriz, garantindo uma moldagem por sopro uniforme. Para geometrias complexas com diferentes espessuras e designs, um controle do parison programado pode ser usado. Isso evita que o peso do parison cause seu próprio alongamento e resultE em espessuras uniformes ao longo do comprimento total da garrafa.

Quando o processo de injeção é utilizado, o corpo da garrafa pode ser moldado por injeção com ou sem uma rosca da tampa e base, o que proporciona grande flexibilidade quando se trata do design da garrafa ou do método utilizado para remoção de ar de mamadeiras. Hoje, o Estado da Arte é a fabricação com moldes de cavidades únicas e múltiplas, em combinação com um sistema de câmara quente. Segundo a BASF, o seu Ultrason P 2010 de alto fluxo e baixa viscosidade é particularmente adequado para o processo, uma vez que torna possível o uso de paredes finas, mesmo quando há longas trajetórias de fluxo – sem comprometer a resistência química ou ao impacto.

O processo de fabricação mais difundido de todos, especialmente na fabricação de mamadeiras na Ásia, é a moldagem por injeção-sopro. Inicialmente, uma espécie de “tubo de ensaio” rosqueado na extremidade (região da tampa) é é produzido pelo método convencional de moldagem por injeção. Em seguida, o “tubo de ensaio” é reaquecido e, finalmente, expandido e inflado com ar dentro de um molde de sopro, fazendo com o material assuma o formato do molde. As vantagens do PPSU Ultrason P 3010 devem-se principalmente rápido tempo de ciclo à moldagem precisa da rosca no local onde vai ser colocada a tampa da garrafa.

Os dois tipos de Ultrason P são adequados tanto para moldagem por injeção sozinha como para o processo de injeção-sopro (injeção seguida de sopro) porque são particularmente fáceis de serem processadas usando-se sistemas de câmara quente configurados de forma adequada, sem perdas de material. Isso torna possível produzir garrafas com Ultrason P que podem ser usadas por um longo tempo e em muitas áreas de aplicação diferentes, sem comprometer a qualidade das propriedades mecânicas e ópticas, garante a BASF.

Ultrason é o nome comercial da gama de produtos de polietersulfona (Ultrason E), polissulfona (Ultrason S) e polifenilsulfona (Ultrason P) da BASF. O material de alto desempenho é usado para fabricar componentes leves nas indústrias eletrônica, automotiva e aeroespacial, bem como em membranas de filtração de água e em peças que entram em contato com água quente e alimentos. Segundo a BASF, as marcas Ultrason podem substituir termofixos, metais e cerâmicas em muitas aplicações.

A divisão de Materiais de Performance da BASF engloba sob o mesmo teto todo know-how de materiais da BASF em relação a plásticos inovadores e personalizados. Mundialmente ativa em quatro grandes setores da indústria – transporte, construção, aplicações industriais e bens de consumo – a divisão de Materiais de Performance da BASF tem um amplo portfólio de produtos e serviços e alcançou vendas globais de €5,63 bilhões em 2020.

O Grupo BASF conta com mais de 110.000 funcionários em quase todos os países do mundo. O portfólio do Grupo está organizado em seis segmentos: Químicos, Materiais, Soluções Industriais, Tecnologias de Superfície, Nutrição e Cuidados e Soluções Agrícolas. A BASF gerou vendas de € 59 bilhões em 2020.

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Covestro conclui a aquisição da área de Resinas & Materiais Funcionais da DSM

02/04/2021

Covestro_DSM

  • Passo significativo para implementar a estratégia de longo prazo da empresa
  • Covestro será um dos principais fornecedores globais de resinas de revestimento sustentáveis
  • Aquisição acrescenta cerca de 1 bilhão de euros em receita
  • Implementação consequente da estratégia de crescimento sustentável

Em 1º de abril de 2021, a Covestro concluiu com sucesso a aquisição da área de Resinas & Materiais Funcionais (RFM) da empresa holandesa DSM. A transação recebeu aprovação das autoridades regulatórias após a Covestro e a DSM assinarem um acordo de aquisição no fim de setembro de 2020. A transação expande substancialmente o portfólio da Covestro de resinas de revestimento sustentáveis, tornando o Grupo um dos principais fornecedores mundiais nesse mercado em crescimento. A integração da área de RFM (na sigla, em inglês) expandirá a receita do Grupo em cerca de 1 bilhão de euros e adicionará mais de 20 unidades à sua rede de produção global.

“A aquisição da RFM da DSM é uma contribuição significativa para a implementação da nossa nova estratégia do Grupo: com esta transação, damos mais um passo importante rumo à sustentabilidade, ao mesmo tempo em que geramos crescimento sustentável”, afirma Markus Steilemann, CEO da Covestro. “Estamos ansiosos para conhecer nossos novos colegas e lhes dar calorosas boas-vindas à Covestro.”

Com a transação, a Covestro está expandindo seus negócios em diversas áreas. O Grupo já é um dos principais fornecedores globais de dispersões de poliuretano base água. A aquisição da RFM incorpora uma linha completa de resinas de poliacrilato base água, além de marcas fortes em termos de sustentabilidade, como Niaga®, soluções para manufatura aditiva e uma área de revestimentos solares avançados. Além disso, a Covestro está aperfeiçoando seu portfólio de tecnologias para incluir tecnologias híbridas base água, resinas de revestimento em pó e resinas de cura por radiação.

Sucheta Govil, Chief Commercial Officer da Covestro, disse: “Com esta transação, fortalecemos nosso amplo portfólio com mais produtos e tecnologias inovadoras que nos permitirão atender às necessidades dos nossos clientes de maneira otimizada. Agora o nosso foco é integrar as equipes, aproveitando talentos e fornecendo o melhor suporte possível aos clientes atuais e novos.”

Após uma análise abrangente, a Covestro tem expectativa de efeitos sinérgicos permanentes (“run-rate”) para acrescentar cerca de 120 milhões de euros ao ano a partir da integração total até 2025. Isso corresponde a aproximadamente dois terços do custo e um terço das sinergias de receita.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana, mostrando compromisso com a economia circular. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Stadler: Avanços nos processos de reciclagem de plásticos rumo à criação de uma economia circular

29/03/2021

O desenvolvimento de uma economia circular para lidar com a emergência de resíduos de plástico depende da criação de demanda para material reciclado de alta qualidade. A Stadler, fornecedora líder de plantas de triagem para a indústria de reciclagem, experimentou uma mudança no mercado, com mais de 80% de seus projetos para plantas de separação de plástico em 2020 envolvendo atualizações e modernizações significativas de instalações já existentes para atender a uma produção consistente e de alta qualidade necessária para entrar na economia circular dos plásticos.

O plástico é um produto excepcional, com inúmeros benefícios que o tornaram indispensável na vida moderna. Sua durabilidade extrema, no entanto, cria um difícil problema ao fim de sua vida útil, o qual precisa ser tratado com urgência. A solução está na mudança para uma economia circular, onde o plástico é reutilizado ou reciclado, ao invés de se transformar em resíduo. A indústria de reciclagem tem um papel central a desempenhar neste processo, com o desafio de maximizar a quantidade de plástico recuperado de resíduos e produzir uma produção de Resina Pós-Consumo (PCR) consistente e de alta qualidade, que consiga competir com a resina virgem.

“Temos que retirar do omelete novamente os ingredientes individuais iniciais”, explica Enrico Siewert, Diretor de Desenvolvimento de Produto e Mercado da Stadler. “Os avanços da tecnologia nos últimos 10 anos revolucionaram a indústria. Hoje, podemos separar plásticos de forma muito eficiente, em percentagens muito altas. Uma planta de triagem mecânica Stadler pode atingir até 95% de pureza. Com equipamentos eletrostáticos ou de lavagem, pode ser próximo a 100%”.

Enrico Siewert, Diretor de Desenvolvimento de Produto e Mercado da Stadler

Uma demanda crescente por reciclagem eficaz de plásticos

A consciência social está pressionando, de forma cada vez mais intensa, as partes interessadas a mudarem a forma como operam. As políticas públicas estão cada vez mais exigindo que os fabricantes usem certas percentagens de resíduos plásticos ou conteúdo reciclado em novos produtos. Muitas grandes marcas se comprometeram a gerenciar melhor o fim da vida útil de seus produtos e embalagens de plástico.

“Os fabricantes também estão encontrando novos usos para o PCR, de modo que a reciclagem não precisa se limitar à transformação de garrafa em garrafa”, acrescenta Enrico Siewert. “Por exemplo, podemos fazer pallets com nosso plástico reciclado. Quando você considera que 95% dos produtos são transportados em pallets de madeira, pense no duplo benefício ambiental da conversão para pallets de plástico! Outros usos inovadores da PCR são dormentes de ferrovias, também substituindo a madeira. Eles são extremamente duráveis, não são vulneráveis à água e insetos e têm preços competitivos”.

Outros usos que estão se tornando cada vez mais populares são fossas sépticas para tratamento de água subterrânea, em substituição ao concreto, e tanques para estações de retenção de água sob estacionamentos. Os produtos voltados para o consumidor incluem baldes de tinta, que nos Estados Unidos mudaram de aço para polipropileno feito de copos de iogurte e produtos semelhantes.

Pressão social, mudanças políticas, novos usos para PCR: todos esses fatores estão levando a uma demanda crescente por PCR de alta qualidade que pode ser convertido em novos produtos.

Rumo a uma economia circular de plásticos: a indústria de reciclagem está evoluindo

A indústria de reciclagem está respondendo a essa demanda, atualizando suas instalações para atingir a consistência e a alta qualidade necessárias para que o PCR entre na economia circular dos plásticos e aumente sua processabilidade.
A Stadler está no centro desse contexto: “Desenvolvemos a tecnologia avançada de que as usinas de reciclagem precisam”, explica Enrico Siewert. “Estamos constantemente inovando e desenvolvendo novos processos, adaptando as plantas de nossos clientes às suas necessidades em constante mudança. Estamos vendo em primeira mão que a indústria está se intensificando para atender a essa nova demanda: no ano passado, as atualizações, modernizações e expansões de plantas representaram mais de 80% de nossos projetos no setor de plásticos, um aumento de mais de 38% em relação a 2019”.

Um problema que desacelerou a demanda por PCR é a perceção da falta de consistência, que pode danificar o equipamento do fabricante ou afetar a qualidade do produto final. No entanto, os avanços da tecnologia resolveram isso: “Os equipamentos de separação e reciclagem já foram testados de forma extensa, chegando ao ponto em que você pode ter uma matéria-prima muito confiável. O cliente pode confiar que cada caminhão de PCR que chega em sua fábrica, que está sendo misturado ao seu material virgem, é consistente de um ano para o outro e de um carregamento para o outro. Isto é muito importante.”

“Temos a tecnologia para processar plásticos com eficiência e produzir PCR de alta qualidade de forma consistente, que pode ser usada para fazer novos produtos – não necessariamente voltados para o consumidor ou de grau alimentício, mas produtos que têm um lugar valioso no mercado. Os fabricantes reconhecem que existe um problema e desejam fazer algo a respeito. À medida que a consciência dessas possibilidades cresce, a demanda por PCR aumentará, impulsionando o desenvolvimento de uma economia circular do plástico”, conclui Enrico Siewert.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

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Tomra: Navegando pelas últimas mudanças na legislação internacional sobre resíduos

21/03/2021

Artigo de Tom Eng (*)

Vice-presidente sênior e head da Tomra Recycling, Tom Eng fornece uma visão geral de algumas das mudanças recentes nas legislações européia e internacional de resíduos e destaca as implicações dessas mudanças para os gestores de resíduos.

“O setor global de resíduos e reciclagem é fortemente regulamentado e, além da legislação internacional, quase todos os países têm seus próprios regulamentos que devem ser cumpridos pelos gestores de resíduos. A legislação de resíduos é a espinha dorsal da indústria de reciclagem e, na maior parte, quaisquer alterações na legislação são bem-vindas porque quase sempre visam melhorar ainda mais os padrões de qualidade de reciclagem ou aumentar as taxas de reciclagem – seja em nível local, nacional ou internacional.

Gostaria de dar uma olhada em três das mudanças legislativas mais recentes que entraram em vigor: as Emendas de Resíduos de Plástico da Convenção de Basileia, a proibição da China de importação de resíduos sólidos e, resumidamente, o Acordo Verde Europeu.

Emendas à Convenção de Basileia sobre Resíduos de Plástico

Apesar de mais países gradualmente implementarem medidas e legislação para recuperar e reciclar plásticos, o aterro continua sendo a primeira opção para milhões de toneladas de plásticos em todo o mundo. Durante a Conferência da Basileia, realizada na primavera de 2019, os governos concordaram em alterar a Convenção da Basileia para incluir os resíduos de plástico em uma estrutura legalmente vinculativa. 186 países concordaram com essa emenda, que impõe novas restrições à movimentação de sucata de plástico que não sejam destinados à reciclagem ambientalmente correta. Essas novas restrições não se aplicam nos Estados Unidos.

As alterações entraram em vigor no dia 1 de janeiro de 2021. Qualquer resíduo de plástico não perigoso que não seja reciclável, ou seja, “difícil” de reciclar, é agora classificado como resíduo que requer “consideração especial” e sua movimentação está agora sujeita à notificação prévia e requisitos de consentimento da à Convenção de Basileia. O objetivo das alterações é controlar os embarques internacionais da maioria das sucatas e resíduos plásticos destinados à reciclagem ou descarte, tornando o comércio global de resíduos plásticos mais transparente e melhor regulamentado. A legislação também visa impedir que o plástico não reciclável seja ‘escondido’ em remessas de plástico reciclável que são enviadas para países em desenvolvimento que não têm como gerenciar esse material. Historicamente se constatou que, depois que os países em desenvolvimento recuperaram o material plástico que podem usar, o resto muitas vezes acaba em aterros sanitários ou simplesmente são queimados.

Esta nova legislação afetará diretamente os gestores de resíduos que tratam resíduos residenciais porque alguns dos plásticos classificados como resíduos perigosos pela Convenção são encontrados em fluxos de resíduos residenciais. Como tal, para exportar sucata de plásticos residenciais misturados, os gestores agora terão que aderir a um procedimento detalhado de Consentimento Prévio Informado (PIC), com materiais exigindo consentimento prévio dos países exportadores e importadores.

As Emendas sobre Resíduos de Plástico da Convenção de Basileia, sem dúvida, impactarão os gestores de resíduos que atualmente dependem dos mercados de exportação para sua sucata plástica. O processo de obtenção de consentimento prévio pode levar a atrasos de vários meses para as exportações, e os gestores de resíduos podem constatar que precisam armazenar grandes volumes de sucata em suas fábricas enquanto aguardam para receber seu consentimento prévio informado (PIC). Se os gestores não cumprirem o requisito, seu material poderá ser devolvido às custas do exportador. Pode haver atrasos no envio do material se ele for interrompido durante o trânsito e, em alguns casos, se os requisitos não forem cumpridos, uma ação formal – potencialmente incluindo penalidades financeiras – pode ser tomada pelas autoridades no país de destino do material.

Embora a maioria dos plásticos misturados agora exija consentimento prévio informado (PIC), há algumas exceções. Resíduos da “Lista Verde” terão permissão para continuarem a ser exportados sem consentimento prévio informado. Os resíduos da Lista Verde incluem plásticos que consistem quase que exclusivamente em um tipo de plástico destinado a operações de reciclagem, além de misturas de polipropileno (PP), polietileno (PE) e tereftalato de polietileno (PET) que são destinados à reciclagem separada. Todas as outras exportações e importações de sucata de plástico devem ser notificadas e receber consentimento para exportação antes do movimento.

s avanços na tecnologia de seleção automatizada estão possibilitando a obtenção de resultados de pureza excecionais na reciclagem de plásticos – desde plásticos coloridos e transparentes, como PET e PEAD, a outros polímeros como polipropileno, poliestireno e PVC. Na medida em que a legislação, a infraestrutura e, em particular, a combinação certa de tecnologia de seleção estejam em vigor, é possível atingir níveis de pureza de mais de 99,99% em fluxos de polímero único, o que era anteriormente inviável. Este material não só poderá ser enviado internacionalmente sem consentimento prévio, mas também terá um preço de mercado muito mais alto que os plásticos misturados; portanto, há estímulos comerciais e legislativos para separar e classificar os plásticos misturados em fluxos únicos.

A decisão da China de proibir a importação de resíduos sólidos

Outra lei de resíduos que entrou em vigor no início de 2021 é a proibição da China de importações de resíduos sólidos, incluindo plásticos, produtos de papel e têxteis. A China foi um importante destino final para esses materiais nos últimos 40 anos, mas sua política de limitação de materiais recuperados importados começou em 2013 e a decisão mais recente de banir a importação de resíduos sólidos reflete o compromisso das autoridades chinesas em promover mais reciclagem de resíduos sólidos domésticos e reduzir a dependência do país das importações.

A decisão da China de proibir as importações de resíduos sólidos terá consequências de longo alcance para os gestores de resíduos que, até agora, dependiam da China como mercado final para seus materiais. Este último movimento foi seguido por outros países, incluindo Malásia, Tailândia e Índia, que tomaram medidas para proibir a importação de resíduos plásticos e, em alguns países, também a importação de papéis mistos.

Tal como acontece com as Emendas de Resíduos de Plástico da Convenção de Basileia, o não cumprimento da nova proibição de importação de resíduos sólidos da China pode resultar em multas pesadas tanto para o transportador de resíduos quanto para o importador, definido entre RMB 500.000 (equivalente a aproximadamente US$ 71.000) e RMB 5 milhões (equivalente a aproximadamente US $710.000). As autoridades aduaneiras também ordenarão que os resíduos sólidos sejam devolvidos ao local de exportação para eliminação.

Os gestores de resíduos que historicamente dependiam da exportação deste material para a China – ou para outros países que agora também proibiram esses materiais – agora terão que encontrar novos mercados finais para seus resíduos sólidos ou investir em tecnologia de seleção para atingir as taxas de pureza excecionalmente altas que a China exige para resíduos sólidos a fim de conceder uma licença de importação.

Por exemplo, no caso de resíduos de produtos de papel, a China tem sido historicamente o maior mercado importador de aparas do mundo. Porém, agora só concederá licenças de importação para aparas de papel com nível de pureza superior a 99,5%. Isso significa que os gestores que desejam continuar exportando seus resíduos de papel para a China terão que aumentar e investir em seus esforços de triagem, remoção de tinta e reciclagem.

Isso pode ser obtido aproveitando-se dos avanços mais recentes em tecnologia baseada em sensores para reciclagem de papel para separar papéis de não-papeis e também produzir frações finais de alta pureza de diferentes tipos de papel, como papelão marrom, caixas impressas, caixas revestidas de plástico, papel tingido, papel de jornal e papel impresso em quatro cores (CMYK). A seleção baseada em sensor pode permitir que os gestores de resíduos continuem exportando seu material para a China ou, se preferirem, encontrem rotas alternativas no país ou no exterior para comercialização – onde seu material terá um preço de mercado muito mais alto como resultado de seus níveis de pureza.

O Acordo Verde Europeu

Coincidindo com a decisão da China de proibir todas as importações de resíduos sólidos, a Europa também está tomando outras medidas para abordar a questão da poluição do plástico, introduzindo novas regras de embarque que proíbem o envio de resíduos de plástico não separados da União Européia para países estrangeiros. No âmbito do Acordo Verde Europeu da Comissão Europeia, que entrou em vigor em 1 de janeiro de 2021, existem novas regras que regem a exportação, importação e transferência intra-UE de resíduos de plástico. Estas novas regras proíbem a exportação de resíduos de plástico da UE para países não pertencentes à OCDE, exceto resíduos de plástico “limpos” que são enviados para reciclagem.

Da mesma forma que as Emendas de Resíduos de Plástico da Convenção de Basileia e a proibição de importação de resíduos sólidos da China, essas regulamentações mais rígidas implicam que os gestores de resíduos não serão mais capazes de exportar facilmente seus resíduos de plástico, a menos que possam gerar frações de plástico de material único com alta pureza. Portanto, pode-se ver, mais uma vez, onde a tecnologia de seleção baseada em sensores pode ajudar, permitindo que os gestores de resíduos atinjam os níveis de pureza exigidos pelas novas regras – níveis de pureza que são muito mais elevados do que aqueles alcançados por outras técnicas de triagem.

Um cenário legislativo em evolução

Os regulamentos que explorei neste artigo são apenas algumas das mudanças mais recentes que afetarão diretamente os gestores de resíduos. A próxima legislação significativa que deverá entrar em vigor durante 2021 em todos os estados membros da União Européia é a proibição de plásticos descartáveis. Com uma base de clientes global, a Tomra Sorting monitora ativamente todas as mudanças legislativas, tanto em nível nacional quanto internacional. Isso nos coloca em uma posição forte para apoiar nossos clientes à medida que essas mudanças acontecem. Manter-nos informados sobre quaisquer mudanças a serem introduzidas nos permite adaptar nossa tecnologia e processos para garantir que sejam adequados para os seus propósitos, sejam à prova de mudanças futuras e, o mais importante, ajudem nossos clientes a prosperar em um mercado internacional desafiador e competitivo.”

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Segundo a empresa, cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra afirma ter sido responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos.  A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 885 milhões de euros e emprega mais de 4.500 pessoas globalmente. Para mais informações sobre a Tomra Sorting Recycling visite https:// www.Tomra.com/pt/sorting/recycling

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Milliken anuncia a aquisição da Zebra-chem

21/03/2021

Investimento em masterbatches de peróxido acelera o crescimento na reciclagem de plásticos

A Milliken & Company adquiriu formalmente a Zebra-chem GmbH, uma empresa química global conhecida por seus masterbatches de peróxido e agente de expansão. Com um número crescente de marcas e países definindo metas para aumentar o uso de materiais reciclados, os fabricantes de plásticos enfrentam os desafios de utilizar plásticos reciclados de maneira eficaz. Masterbatches de peróxido, como os da Zebra-chem e da Milliken, tornam possível incorporar até 100% de conteúdo reciclado nesses novos plásticos, afirma a empresa.

“O foco de longo prazo da Milliken em inovação e sustentabilidade nos estimula a pensar em como contribuir para alguns dos principais desafios da atualidade, como a forma eficaz de incorporar plásticos reciclados na fabricação”, afirma Halsey Cook, presidente e CEO da Milliken & Company.

Sediada em Bad Bentheim, Alemanha, a Zebra-chem possui um amplo portfólio de agentes de expansão e masterbatches de peróxido para aplicação na maioria dos termoplásticos e plásticos de engenharia.

“A posição de liderança da Zebra-chem na Europa permite à Milliken alavancar suas plataformas de inovação equivalentes, a presença global e a experiência comercial para acelerar as soluções de mercado que melhoram e ampliam a fabricação com plásticos reciclados”, comenta Wim Van de Velde, vice-presidente da Divisão Química da Milliken para Europa, Oriente Médio e África. “Nossas habilidades combinadas facilitarão o desenvolvimento de soluções mais rápidas e personalizadas que atinjam as metas de sustentabilidade dos nossos clientes.”

Combinar os pontos fortes da Milliken e da Zebra-chem abre um novo potencial para expandir soluções que aceleram e melhoram a reciclagem de plástico. Segundo a Milliken, os clientes se beneficiarão de recursos aprimorados de pesquisa e desenvolvimento, conhecimento compartilhado e um portfólio de produtos ampliado de fabricantes líderes.

À medida que a Zebra-chem se integra à Milliken, suas operações diárias continuarão sem interrupção, incluindo relacionamentos com fornecedores e clientes existentes. O escritório Jones Day representou a Milliken na transação, com a BDO atuando como consultora financeira da empresa.

Especialista em ciência dos materiais, com mais de 150 anos de história, a Milliken & Company conta com oito mil colaboradores, distribuídos por 46 localidades, promovendo soluções inovadoras nos setores de têxteis, pisos, química e saúde.

A Zebra-chem é uma empresa de compostos especiais que produz aditivos e masterbatches agentes de expansão para PVC, poliolefinas e termoplásticos de engenharia – possibilitados pela produção de microgrânulos extremamente pequenos. Como resultado, os produtos da empresa têm propriedades de fluxo e dispersibilidade muito boas, e seu programa de entrega inclui produtos padrão, bem como desenvolvimentos específicos para a maioria dos termoplásticos e elastômeros termoplásticos. Os produtos típicos são masterbatches de peróxido orgânico, masterbatches de dissulfeto de molibdênio e masterbatches agentes de expansão.

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Dia Mundial da Reciclagem – Dow impulsiona projetos para que 1 milhão de toneladas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030

21/03/2021

Junto com a cadeia de valor, a Dow está desenvolvendo soluções para que a indústria produza embalagens com menos quantidade de plásticos em suas estruturas e que essas estruturas sejam recicláveis, além do lançamento de sua primeira resina PCR (plástico pós-consumo).

Durante a pandemia da COVID-19, o papel do plástico ganhou evidência tanto em embalagens como em produtos de segurança e de saúde. Segundo dados da Abrelpe (Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública), o volume de plástico descartado no Brasil, em 2020, aumentou: foram 13,3 milhões de toneladas – 15% a mais que no ano anterior.

No Dia Mundial da Reciclagem, a Dow enfatizou a importância da colaboração entre empresas, governos, instituições, academia e públicos de interesse para abordar questões relacionadas à gestão de resíduos e ao mercado de reciclagem. Por meio de projetos, parcerias e campanhas, a companhia tem impulsionado frentes de ação para que 1 milhão de toneladas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030. O objetivo faz parte do conjunto de Metas de Sustentabilidade da Dow para as próximas décadas. “Queremos agregar valor a esses materiais e diminuir o descarte e o desperdício com ganhos e benefícios sociais, econômicos e ambientais”, enfatiza Tamires Silvestre, Gerente de Sustentabilidade da Dow.

Soluções para indústria da embalagem

Embora as estruturas monomateriais sejam uma tendência no mercado de embalagens, muitas aplicações precisam apresentar diferentes propriedades e necessitam de diferentes tipos de plásticos ou outros materiais para alcançá-las. Para promover e facilitar a reciclabilidade dessas embalagens, a Dow afirma ter desenvolvido um forte portfólio de compatibilizantes que permitem a reciclagem de diferentes materiais combinados em uma mesma estrutura, melhorando a aparência e a processabilidade de filmes reciclados. São exemplos desses materiais: o Retain, um modificador de polímero adicionado no desenvolvimento de embalagens flexíveis multimateriais que antes não podiam ser recicladas e que agora, segundo a Dow, podem entrar em cadeias tradicionais de reciclagem de PE sem prejudicar as características do produto final.

Para alcançar a meta proposta até 2030 e fomentar a circularidade do plástico, a Dow lançou sua primeira resina PCR (pós-consumo reciclado) no Brasil, em parceria com a Boomera LAR, abrindo caminho para o desenvolvimento de soluções recicláveis completas e de alta qualidade para a indústria e o mercado consumidor. Outras parcerias estão em andamento em toda a América Latina para avançar em novos produtos dessa família. “Trabalhamos com o objetivo de reinserir o plástico e outros materiais na cadeia produtiva para fechar o ciclo e promover a nova economia circular, mais inclusiva e sustentável”, explica a executiva da Dow.

Reciclagem – do design à gestão de resíduos

Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), embora o Brasil tenha registrado um aumento de 25 a 30% na coleta de materiais recicláveis durante a pandemia, grande parte desse volume coletado passou a ser encaminhado aos aterros por conta da diminuição da atuação das cooperativas em diversas cidades. O cenário de pandemia colabora para acentuar questões relacionadas à gestão de resíduos não só no Brasil, mas em toda a América Latina. Na região, um terço de todos os resíduos urbanos gerados ainda acaba em aterros sanitários ou no meio ambiente e apenas 10% de tudo o que é coletado é reaproveitado por meio da reciclagem ou de outras técnicas de recuperação de materiais, segundo dados da Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

Outra frente de atuação da Dow são os programas de reciclagem inclusiva desenvolvidos e apoiados pela companhia. O “Reciclagem que Transforma”, projeto piloto desenvolvido em São Paulo, possui planos de expansão para os próximos anos. O apoio à plataforma Latitud R, que coordena projetos de alto impacto econômico relacionados à reciclagem inclusiva e à economia circular na América Latina, é outra importante frente de atuação. Segundo estimativas do Banco Mundial, o mercado de reciclagem proporciona renda para mais de 4 milhões de pessoas e favorece o desenvolvimento sustentável na região.” Com esse apoio, ao lado de outras empresas e instituições, colaboramos de maneira conjunta com nossos projetos e ações em iniciativas que promovem a transição rumo a um novo modelo de economia inclusiva e circular, onde os resíduos se traduzam em valor com ganhos econômicos e sociais para todos”, finaliza Tamires Silvestre.

A Dow possui um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones com uma grande variedade de produtos e soluções oferecidos a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.

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UBE fornece resina de Nylon-6 para tanques de hidrogênio de alta pressão do novo veículo Mirai da Toyota

21/03/2021

No início deste mês, a matriz da UBE no Japão, uma das líderes mundiais em poliamidas e copoliamidas, anunciou que a resina de poliamida 6 “UBE Nylon™ 1218IU” foi aprovada para produção das camisas dos tanques de hidrogênio de alta pressão para o novo veículo “Mirai”. Trata-se de um modelo FCEV (full cell electric vehicle) lançado pela Toyota Motor Corporation. A celebração da parceria foi anunciada pelo Presidente da UBE, Masato Izumihara.

O UBE Nylon™ 1218IU é usado como um componente da camada mais interna do tanque de hidrogênio de alta pressão fabricado no “Mirai” e, segundo a UBE, superou os requisitos mais exigentes dentre as resinas que evitam que o hidrogênio vaze para o exterior. A empresa garante que a resina, além de ter um excelente desempenho de prevenção de permeação de hidrogênio (como uma típica resina de nylon-6), também apresenta propriedades mecânicas excelentes, como durabilidade contra mudanças repentinas de temperatura do tanque devido ao enchimento e liberação de hidrogênio e resistência ao impacto em um ambiente de baixa temperatura.

A UBE começou a fabricar e vender a resina de nylon-6 em 1959 e hoje é um dos líderes globais, com uma capacidade de produção de 198.000 toneladas anualmente. Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo possui três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção da planta de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

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Terphane afirma que sua nova linha de filmes de PET é eficaz na inativação do coronavírus

21/03/2021

Segundo a empresa, a tecnologia Terphane Active Protection apresentou, em testes de laboratório, eficácia de até 99,65% de inativação do vírus SARS-CoV-2.

A Terphane desenvolveu a tecnologia Terphane Active Protection que, segundo a empresa, inativa o vírus SARS-CoV-2 em até 99,65% (*). A Terphane afirma que a sua nova linha de filmes PET Terphane AV apresenta propriedades antimicrobianas e antivirais, podendo ser utilizado em embalagens para contato com alimentos.

De acordo com a empresa, a propriedade antiviral dos novos filmes PET Terphane AV foi testada e aprovada pelo Laboratório de Biologia Molecular – Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP. O experimento foi realizado seguindo as Boas Práticas Laboratoriais (BPLs), metodologias descritas e adaptadas de acordo com a Standard Practice to Assess Virucidal Activity of Chemicals Intended for Disinfection of Inanimate, Nonporous Environmental Surfaces E1053-2 e de acordo com a norma ISO21702.

“Se a superfície da embalagem for contaminada com o vírus do SARS-CoV-2, o filme Terphane AV acelerará o processo de inativação do vírus, reduzindo o risco de propagação. Desta forma, embalagens feitas com os nossos produtos conferem maior proteção para o consumidor final e contribuem para aumentar o controle das infecções e garantir maior prevenção na transmissão de microrganismos patógenos, principalmente o Sars-CoV-2”, comenta José Bosco Silveira Jr., Presidente do Grupo Terphane.

O filme Terphane AV apresenta as mesmas propriedades físicas e mecânicas dos demais filmes Terphane, incluindo as propriedades de barreira, sendo aprovado para contato com alimentos conforme a regulamentação da Anvisa, afirma a fabricante.

O filme Terphane AV é usado na camada externa das embalagens plásticas flexíveis multicamadas. As ações antimicrobiana e antiviral foram testadas, inclusive, após os processos de impressão e laminação do filme. A tecnologia também pode ser utilizada na linha Ecophane de filmes sustentáveis da Terphane, sem prejuízo de suas propriedades.

Segundo Bosco, “o principal conceito por trás do desenvolvimento da tecnologia Terphane Active Protection é o cuidado com as pessoas nas diversas situações de manuseio e de uso de uma embalagem, desde sua saída das plantas industriais, passando pelo check-out do supermercado, pelo uso no domicílio, até chegar ao descarte e a reciclagem. Estamos falando de apoiar na proteção de toda a cadeia de valor da embalagem e do produto”.

Por estas características, afirma a empresa, a tecnologia Terphane Active Protection tem potencial de aplicação em filmes para embalagens de diversos segmentos, mas especialmente em embalagens para alimentos e embalagens para delivery. As aplicações que hoje utilizam o filme PET podem migrar para a estrutura com Terphane Active Protection, como por exemplo, sachês de condimentos (ketchup, mostarda, maionese, etc) embalagens de café, leite em pó, tampas para potes de iogurte e atomatados, entre outras.

No entanto, o Presidente da Terphane alerta que a nova tecnologia Terphane Active Protection não muda os cuidados pessoais que todos devem ter durante a pandemia. “Devemos continuar mantendo todos os protocolos de segurança e higiene para evitar a contaminação. Esta tecnologia é um passo complementar para evitar a transmissão do vírus nas cadeias de abastecimento, consumo e descarte das embalagens. Isto, aliado ao bom senso e ao cuidado de todos com todos, será essencial para continuarmos a combater esta pandemia.”

(*) Os filmes Terphane AV foram eficazes para reduzir as partículas virais por inativação acima de 97% até 99,65% em laboratório, demonstrando ter capacidade de inativar as partículas virais de SARS-CoV-2 pelo tempo de contato a partir de 40 minutos. A ressalva, contudo, é que as condições do laboratório não são idênticas às condições de propagação do vírus em outros ambientes.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Indústria brasileira de embalagens plásticos flexíveis fecha 2020 com alta no faturamento, produção e consumo per capita

21/03/2021

Apesar do ano de 2020 ter sido conturbado em função da pandemia, a indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis registrou alta de 5,4% no volume produzido em comparação com o ano anterior. Conforme mostra estudo realizado para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) pela Maxiquim, a produção atingiu 2,088 milhões de toneladas. O faturamento mostrou um desempenho também positivo, com alta de 30%, chegando a R$ 27,7 bilhões.

Também foram registradas altas no consumo aparente (7,2%) e no consumo per capita (6,3%) de embalagens plásticas flexíveis. O consumo aparente subiu de 1,910 milhão de toneladas, em 2019, para 2,046 milhões de t em 2020. Já o consumo per capita em 2020 chegou a 9,7 Kg/habitante contra 9,1 Kg/hab em 2019.

“Sem dúvida nossa indústria teve um desempenho acima da média de outros setores produtivos. Mas isto só aconteceu porque, desde o início da pandemia, as empresas do setor agiram rápido e se adequaram ao novo cenário para evitar que setores estratégicos como alimentos, medicamentos e bebidas não ficassem desabastecidos de embalagens e que o consumidor final não sofresse com a falta de produtos”, pondera o empresário Rogério Mani, Presidente da ABIEF.

Rogério lembra ainda que a evolução da produção de embalagens flexíveis foi sentida em praticamente todos os trimestres de 2020, exceto nos últimos três meses do ano. Já o consumo aparente oscilou, mas manteve-se em alta em todos os trimestres. “Vimos que tanto a produção como o consumo se comportaram melhor no segundo semestre de 2020”, completa o Presidente da ABIEF.

Um recorte no estudo da Maxiquim mostra que o principal mercado para as embalagens plásticas flexíveis em 2020 continuou sendo a indústria de alimentos, que consumiu 826 mil ton do total das 2,088 milhões de ton de embalagens flexíveis produzidas. Na sequência, vieram as aplicações industriais, com 371 mil toneladas, seguidas por descartáveis (239 mil ton); bebidas (200 mil ton); agropecuária (172 mil ton); higiene pessoal (101 mil ton); limpeza doméstica (101 mil ton); pet food (45 mil ton); e outros (32 mil ton).

O market share por aplicação estabeleceu a liderança para as embalagens multicamadas, com 693 mil ton. Na sequência: monocamada, 602 mil ton; shrink, 279 mil ton; sacolas e sacos, 238 mil ton; stretch, 216 mil ton; e outros, 60 mil ton.

As resinas PEBD (polietileno de baixa densidade) e PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) foram as mais usadas em 2020 pela indústria de flexíveis, totalizando 1,535 mil ton. O PP (polipropileno) aparece em segundo lugar com 324 mil ton e o PEAD (polietileno de alta densidade) vem em seguida, com 229 mil ton. “Aqui vemos uma certa ‘dança’ dos números, principalmente pela falta de matéria-prima e pelo aumento do seu preço, especialmente a partir do segundo semestre de 2020”, avalia Rogério.

Diferentemente do que vinha acontecendo em outros anos, em 2020 a balança comercial do setor não foi positiva, caindo 42%. Isto porque as importações, em toneladas, cresceram 8% e as exportações recuaram 18%; em faturamento as importações caíram 3% e as exportações caíram 5%, registrando, respectivamente, receitas de US $ 217 milhões e de US$ 226 milhões.

2020 também foi marcado como o ano em que as embalagens flexíveis aumentaram sua participação no universo dos transformados plásticos, passando de 28% (2019) para 31%, num volume total transformado de 6,781 milhões de toneladas. Das 572 mil ton de produtos plásticos transformados importados no ano passado, 65 mil ton corresponderam a embalagens flexíveis.

“Estes números revelam que a indústria de embalagens plásticas flexíveis consegue um bom desempenho inclusive em momento críticos, como foi 2020. Mas há sérias preocupações em relação a 2021. O setor teme não conseguir driblar uma possível falta de matéria-prima e, principalmente, nossa indústria não tem mais como absorver aumentos no preço das resinas termoplásticas. Por isso o principal conselho que damos para os associados da ABIEF é: cautela. Avaliem cuidadosamente o cenário, quase que diariamente e, mais do que nunca, pensem como uma cadeia, onde a ação de um dos elos poderá ter uma influência significativa no desempenho dos demais. Precisamos agir juntos e encontrar soluções para mantermos nossa indústria ativa e atendendo às demandas da sociedade e dos vários mercados.”, finaliza Rogério.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também incorpora às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, compreendendo fabricantes de filmes monocamada coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Braskem abre terminal logístico em Cingapura em parceria com A.P. Moller – Maersk e PSA Corporation

20/03/2021

Equipes da Braskem e da Maersk

Parceria estratégica dará aos clientes regionais da petroquímica acesso estragégico e contínuo a polímeros

A Braskem firmou parceria estratégica com a A.P. Moller – Maersk, maior empresa global de logística, e com a PSA Corporation Ltd (PSA) para a abertura de um novo terminal logístico em Cingapura. O acordo permitirá à Braskem fornecer aos seus clientes na Ásia acesso regular ao seu portfólio de polímeros.

Junto à entrada da primeira embarcação da Braskem com polietileno no Porto de Cingapura, no início deste ano, esse desdobramento reforça a presença da companhia como player relevante na Ásia. Por mais de 10 anos, Cingapura já foi sede das operações da Braskem na Ásia, por meio de um escritório comercial regional, sendo que a criação desse terminal permitirá o pleno atendimento da crescente demanda de mercados como China, Índia, Japão, Indonésia e Tailândia.

Com a nova parceria com a A.P. Moller – Maersk e PSA, a companhia gerenciará as operações do terminal focando em logística global e serviços hub-in-transit com múltiplas transportadoras no Porto de Cingapura.

Esse novo acontecimento decorre da parceria existente entre a Braskem e a PSA, cujo esquema especial de Forward Hubbing permite que a Braskem utilize a PSA Cingapura, maior Hub de transbordo de contêineres do mundo, como ponto focal de distribuição regional. A parceria permite que a Braskem tenha o menor tempo de processamento e amplo acesso aos detalhes de estoque da PSA Cingapura.

“Nossa estratégia de crescimento é totalmente baseada em inovação e no desenvolvimento sustentável. Ter uma presença forte e consistente em uma potência como Cingapura cria oportunidades únicas para nos tornarmos ágeis e ao mesmo tempo consistentes”, diz Roger Marchioni, diretor da Braskem Ásia.

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Mondial investe na produção nacional de Fritadeiras “Air Fryers” de 5 litros

20/03/2021

Desenvolvida por meio de parceria com a Braskem, fornecedora da matéria-prima do produto, a produção no Brasil responde ao aumento de demanda do mercado, que apresentou crescimento recorde em 2020

O ano de 2020 provocou mudanças em diversos hábitos e rotinas dos brasileiros. Entre outras descobertas, os consumidores perceberam a necessidade de deixar suas casas mais confortáveis e práticas. O resultado para o mercado foi um crescimento significativo na procura por eletrodomésticos que auxiliam no dia a dia. Dentre os diversos produtos disponíveis no mercado, as Fritadeiras “Air Fryers” seguiram no topo da lista devido ao seu conceito que concilia praticidade, versatilidade e alimentação mais saudável.

Líder na categoria de eletrodomésticos portáteis, a Mondial registrou um grande crescimento nas vendas de suas Fritadeiras “Air Fryers” (sem óleo) em 2020, em comparação ao ano de 2019. E, aproveitando o cenário positivo de vendas, a fabricante decidiu investir no país e trazer para o Brasil a produção de dois de seus modelos, ambos com capacidade de 5 litros. As AFN-50-BI e AFN-50-RI passam a ser produzidas na maior unidade fabril da Mondial, localizada em Conceição do Jacuípe, na Bahia. “Essa decisão traz benefícios em vários sentidos. Ao aumentarmos a nossa produção nacional, conseguimos gerar um número maior de empregos. Hoje, nosso quadro é de quatro mil colaboradores, sem considerar os empregos indiretos que chegam na casa dos 12 mil. Além disso, o consumidor também ganha, pois assim garantimos a melhor relação custo-benefício”, explica Giovanni M. Cardoso, co-fundador da Mondial Eletrodomésticos.

Viabilizar essa nacionalização, afirma a Mondial, só foi possível devido à construção e manutenção do bom relacionamento com toda a cadeia produtiva, entre elas com a Braskem, parceira da empresa no fornecimento de resinas termoplásticas para diferentes produtos. As equipes técnicas e comerciais da petroquímica, em conjunto com a equipe técnica da Mondial, escolheram a melhor e mais apropriada matéria-prima para este desenvolvimento, considerando as propriedades mecânicas e estéticas das peças, que necessitam de brilho e resistência térmica. Por meio de conversas de diagnóstico e testes técnicos, foi possível adaptar um copolímero de alta resistência térmica, já existente no portfólio de polipropilenos da Braskem, tornando-o ideal para aplicação nas partes plásticas da Air Fryer.

Segundo a Mondial, além dos benefícios técnicos, a nacionalização desta produção também traz outras vantagens para a empresa, tais como a redução do tempo de entrega do produto, a incorporação de nova tecnologia possibilitando também novos desenvolvimentos e a redução no custo total do produto. A inovação relacionada ao desenvolvimento e aplicação desta nova resina também é um aspecto de destaque no projeto, que contribuí para a parceria de sucesso entre a Braskem e a Mondial.

“Esse projeto é mais um passo que reforça o nosso compromisso em contribuir com a maior industrialização no território brasileiro. Acreditamos que o relacionamento com nossos clientes é essencial para o desenvolvimento econômico da cadeia do plástico e isso só é possível se atuarmos juntos. Para estar cada vez mais associada à estratégia e ao crescimento de seus clientes, as equipes técnicas e comerciais da Braskem sempre estão disponíveis para apoiar em outras oportunidades como essa”, comenta Renato Yoshino, diretor dos negócios de Agro, Infraestrutura e Indústria na Braskem.

A fábrica de Conceição do Jacuípe possui 100 mil m² de área construída e recebeu, no início de 2020, investimento de R$ 49 milhões para aumento de produção e reformas de ampliação. A unidade já está produzindo o modelo nas cores preta e vermelha. Já os processos de concepção e desenvolvimento dos produtos da marca permanecem nas mãos da equipe de Design Center, instalada no escritório central da empresa, em Barueri (SP).

Líder também na categoria de Fritadeiras “Air Fryers”, a Mondial detém cerca de 40% do market share e mantém em seu portfólio 10 modelos. Com capacidade entre 3,5 e 5,5 litros, as fritadeiras estão disponíveis nas cores preta e vermelha, com painel na cor do produto, ou em aço inox.

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Conservadoras DaColheita da Termotécnica são usadas na exportação de figos in natura para Canadá e Europa

16/03/2021

Solução em EPS da Termotécnica permite manutenção do resfriamento da fruta, frescor e qualidade nutricional

A produção de frutas para o mercado externo seguiu firme em 2020 e alcançou a marca de mais de 1 milhão de toneladas exportadas, crescimento de 6% em relação ao ano anterior. O setor faturou 875 milhões de dólares, 3% a mais que em 2019. (Fonte: Agrostat, sistema de estatísticas do Mapa – Ministério da Agricultura). Com uma participação cada vez maior neste setor, a Termotécnica vem registrando aumento no fornecimento de conservadoras para exportações de frutas in natura, tais como limão Tahiti, uva, manga e, mais recentemente, no início de 2021, também o figo. Cargas aéreas de figos frescos estão sendo despachadas para Europa e para o Canadá nas conservadoras em EPS DaColheita, afirma a fabricante.

Luis Christofoli, diretor Comercial da Adelpho Frutas, com sede em Valinhos (SP), responsável pela exportação de figos – uma fruta especialmente sensível e que requer um cuidado extra no seu embalamento e transporte –, aponta as vantagens das conservadoras em EPS DaColheita em relação a outros tipos de embalagens. “O que percebemos logo de início com o uso das conservadoras em EPS para acondicionamento dos figos é a aparência. As frutas parecem mais limpas e higienizadas. Outra vantagem você sente na câmara fria. A fruta se resfria muito mais rápido do que nas embalagens de papelão, o que se traduz em maior durabilidade e qualidade durante todo o armazenamento e transporte. Além disso, as conservadoras em EPS são mais leves. E, com a cotação do dólar e os fretes aéreos nas alturas, essa característica garante maior economia para o importador”, atesta Christofoli.

Desenvolvendo soluções de conservadoras em EPS com a marca DaColheita (FarmFresh no mercado internacional), a Termotécnica tem trabalhado com produtores e traders parceiros para contribuir com a ampliação da participação das frutas brasileiras nos mercados externos. De acordo com o diretor Superintendente da Termotécnica, Nivaldo de Oliveira “a nossa solução de conservadoras em conjunto com os nossos pallets, ambos de EPS, proporcionam uma redução de até 70% no peso total das cargas em relação a outros tipos de embalagens, além de uma significativa economia no frete aéreo”.

Para atender a mercados exigentes, como do Canadá e dos países europeus, os exportadores brasileiros estão priorizando a qualidade em relação à quantidade. Os produtores de frutas para exportação buscam cuidados com o pós-colheita, além da excelência em todas as etapas de produção. As frutas premium tipo exportação exigem todo um cuidado, desde a seleção na hora da colheita até a sua exposição para o consumo. Nesse sentido a escolha da embalagem adequada é de extrema importância para manutenção térmica durante todo o processo e garantia de um produto de qualidade no PDV (ponto de venda).

Nivaldo de Oliveira reforça que “a embalagem é um veículo importante de posicionamento e de comunicação destes benefícios e agregação de valor. Toda a tecnologia de conservação e o design das nossas soluções em EPS DaColheita propiciam aos nossos clientes comunicar ao mercado esses diferenciais de qualidade das frutas brasileiras tipo exportação”.

Com o aumento da preocupação com a segurança sanitária, cada vez mais também os consumidores no exterior querem os produtos prontos para consumo, evitando ao máximo a manipulação. “As nossas conservadoras têm esse apelo de limpeza, leveza, praticidade e design para exposição das frutas no PDV ou para entrega por delivery via e-commerce. Ou seja, as nossas conservadoras DaColheita desempenham um papel em toda a cadeia: do embalamento da fruta, à facilidade e custo/benefício logístico de transporte e armazenamento, até o varejo e, finalmente, até a mesa dos consumidores”, afirma o diretor da Termotécnica.

Outra questão importante para atender ao mercado externo é a preocupação com a sustentabilidade. Questões como logística reversa das embalagens e diminuição do desperdício em toda a cadeia são cada vez mais importantes. Por isso, desde que iniciou o trabalho junto aos exportadores de frutas, a Termotécnica faz parte da Global Packaging Alliance, uma parceria global para a reciclagem de embalagens.

As soluções pós-colheita também contribuem para reduzir drasticamente as perdas por impactos mecânicos. No que se refere a manutenção do shelf-life (frescor, aspecto visual e qualidade nutricional), as frutas se desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo, afirma a Termotécnica. Nesta corrida contra o tempo, do produtor ao consumidor, as soluções pós-colheita da Termotécnica ampliam em até 30% o shelf-life das frutas, mantendo suas propriedades nutricionais por mais tempo, garante a fabricante.

A Termotécnica afirma que testes de transporte e armazenamento de figos realizados com as conservadoras DaColheita concluíram que ela tem um melhor desempenho que caixas de papelão, conservando o frescor da fruta por mais tempo (comparativo abaixo).

Segundo a empresa, as suas conservadoras DaColheita reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos e fungos nos alimentos. Sua estrutura diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos, afirma a Termotécnica.

“Nossas soluções proporcionam ganhos efetivos e aumento da competitividade para os negócios de exportação de frutas. Pensando na cadeia logística como um todo é uma solução diferenciada e inovadora para este mercado”, reforça Nivaldo de Oliveira.

A Termotécnica completa 60 anos em 2021, possui matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba. A empresa tem também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

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Braskem registra prejuízo líquido de R$ 6,6 bilhões no ano de 2020

11/03/2021

A Braskem divulgou o balanço de 2020, indicando um resultado operacional recorrente de R$ 11 bilhões no ano, 86% superior ao de 2019, devido, principalmente, aos melhores spreads de resinas no mercado internacional em função da alta demanda global e ao aumento no volume de vendas de resinas no Brasil. A receita de vendas chegou a R$ 58 bilhões, num crescimento de 12% em relação ao ano anterior. Nesse cenário, a alavancagem corporativa apresentou uma redução importante e terminou o ano em 2,94x, afirma a empresa.

“Nosso principal foco continua sendo manter um alto padrão de segurança e com atenção constante à saúde das pessoas para atendermos os clientes. Estamos trabalhando para superar o momento tão difícil que o mundo atravessa com a pandemia do Covid-19 e seguimos firmes no propósito de solucionar os desafios que a Braskem enfrenta, como a desalavancagem da Companhia, para voltarmos a ser uma empresa com grau de investimento”, disse Roberto Simões, presidente da Braskem.

Em dezembro, a Braskem concluiu um importante avanço em relação ao evento geológico de Alagoas e seus potencias impactos, com a celebração dos acordos para compensação dos moradores e para reparação socioambiental. Após a homologação dos acordos com as autoridades competentes, as ações civis públicas contra a Braskem relacionadas à compensação dos moradores e à reparação socioambiental no contexto do evento geológico em Alagoas foram extintas.

A Companhia registrou prejuízo líquido de R$ 6,6 bilhões no ano. Segundo a empresa, o prejuízo resultou principalmente das provisões referentes ao evento geológico de Alagoas, no montante de R$ 6,9 bilhões, e do impacto da variação cambial no resultado financeiro dada a depreciação do real frente ao dólar sobre a exposição líquida de US$ 3,4 bilhões.

Em 2020, a Braskem anunciou a ampliação dos seus esforços para se tornar uma empresa carbono neutro até 2050 e de diminuir em 15% as emissões de gases de efeito estufa até 2030, além de ampliar seu portfólio para, até 2025, ter 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado; alcançando 1 milhão de toneladas desses produtos até 2030. A empresa também afirmou que vai trabalhar para que nos próximos dez anos haja o descarte adequado de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos.

Nesse contexto, no quarto trimestre de 2020, as vendas de produtos reciclados atingiram cerca de 6 mil toneladas, um aumento de 310% em relação ao trimestre anterior. No ano, a taxa de utilização de eteno verde foi de 87%, aumento de 9 pontos percentuais em relação a 2019, e as vendas de PE Verde chegaram ao patamar de 170 mil toneladas, aumento de 5% em relação ao ano anterior, sendo os dois valores recordes históricos desde o início da operação de biopolímeros da Companhia em 2010.

Em energia, a Braskem reforçou sua estratégia de ter uma base cada vez maior de fontes renováveis. No ano passado, anunciou contratos de longo prazo importantes para compra de energia renovável, como o firmado com a Canadian Solar Inc., uma das maiores empresas do ramo solar do mundo. Esse acordo viabiliza a construção de uma usina no norte de Minas Gerais com capacidade instalada de 152 MWp, o suficiente para abastecer uma cidade de 430 mil habitantes. Em outro acordo, com a Voltalia, a compra de energia solar pela Braskem ajudou a viabilizar a expansão do complexo solar Serra do Mel, no Rio Grande do Norte, que terá capacidade para abastecer uma cidade de 1 milhão de habitantes. Já em 2021, A Braskem assinou contrato para aquisição de energia eólica da Casa dos Ventos, uma das pioneiras e maiores investidoras no desenvolvimento de projetos do segmento no Brasil.

Um importante destaque de 2020 foi a renovação dos contratos de fornecimento de nafta, etano e propano no Brasil com a Petrobras, por um prazo de cerca de 5 anos, garantindo a continuidade operacional das unidades no Brasil pelos próximos anos.

Houve também a retomada da produção de cloro-soda e dicloretano da unidade (foto) localizada no bairro do Pontal da Barra, em Maceió, que estava paralisada desde maio de 2019. Para o retorno da planta de cloro-soda, a Braskem concluiu o projeto para a produção de salmoura como matéria-prima a partir da aquisição de sal importado, o que permite a volta da produção integrada de PVC e soda cáustica.

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FCI desenvolve revestimento anticorrosivo para tanques de compósito em contato com água potável

11/03/2021

Ycon CS Acqua conta com o Laudo de Inocuidade, conforme exigência da Portaria de Consolidação nº 5, do Ministério da Saúde

A FCI, empresa especializada na fabricação de desmoldantes e produtos anticorrosivos, lançou um revestimento próprio para tanques que armazenam água potável. Denominado Ycon CS Acqua, o produto foi desenvolvido a pedido da Vantare, fabricante de reservatórios modulares de compósitos (plástico reforçado com fibras de vidro – PRFV).

Renato Ferrara, gerente técnico da FCI, explica que o Ycon CS Acqua possui o Laudo de Inocuidade, conforme exigência da Portaria de Consolidação nº 5, do Ministério da Saúde. “Os testes foram conduzidos pela Newtech, laboratório acreditado pelo INMETRO, e a aprovação se deu logo na primeira rodada de ensaios”, observa.

À base de resina isoftálica, a novidade da FCI caracteriza-se pelos elevados índices de resistência (mecânica e química), aderência e elasticidade. “Depois de aplicado, o Ycon CS Acqua promove um filme de alta espessura e totalmente inerte em contato com a água”, detalha Ferrara, lembrando que o produto é ideal para a proteção não só de substratos de compósitos, mas também de concreto, aço-carbono e aço inox.

Para Arnaldo Gatto, diretor da Vantare, a novidade da FCI atendeu plenamente às suas expectativas, sobretudo no que se refere à resistência à abrasão e ao dobramento.

“Não ocorreram trincas ou quebras da película, problemas relativamente comuns quando se trata de um revestimento desse tipo. Outro ponto positivo ficou por conta da extrema facilidade de aplicação, com ótima tixotropia”. Em linhas gerais, tixotropia é o fenômeno relacionado a um líquido cuja viscosidade diminui por agitação e aumenta em repouso.

Fabricante de tanques de compósitos modulares, a Vantare aplicou 0,5 mm de Ycon CS Acqua nas faces internas das placas de um reservatório de 12 m de diâmetro, 12 m de altura e capacidade para armazenar 1.400 m³ de água potável. Segundo a fabricante, por serem modulares – as placas de compósitos são fabricadas pelo processo de infusão –, os seus reservatórios superam os equivalentes de aço vitrificado, pois não corroem, são mais leves e, portanto, mais fáceis de transportar, e têm custo inferior, uma vez que a produção é 100% local.

Situada em Barueri (SP), a FCI é uma empresa especializada na fabricação de desmoldantes semipermanentes e produtos anticorrosivos, bem como no fornecimento de adesivos estruturais. São especialidades químicas consumidas por indústrias que processam diversos tipos de materiais, com destaque para borracha, metal, pneumáticos, compósitos e termoplástico.

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Braskem Idesa anuncia memorando de entendimento para discutir fornecimento de etano no México

11/03/2021

Agência de transporte de gás mexicana retoma serviço suspenso em Dezembro

A Braskem Idesa assinou memorando de entendimento com a estatal de petróleo e gás mexicana Pemex para discutir o contrato de fornecimento de etano no país e o desenvolvimento de um terminal para a importação da matéria-prima. Além disso, a empresa assinou um contrato de 15 anos de transporte de gás com a agência estatal Cenagás – o prazo desse contrato está condicionado à assinatura da negociação definitiva com a Pemex. Com isso, o complexo petroquímico da Braskem Idesa no México já começou a receber o gás natural cujo transporte havia sido interrompido pela Cenagás em dezembro.

O memorando de entendimento com a Pemex prevê termos e condições para a discussão de potenciais aditivos ao contrato de fornecimento. A Braskem Idesa disse em comunicado ao mercado que “não consegue prever o resultado das discussões com a Pemex”, mas que manterá o mercado informado sobre desdobramentos relevantes. O contrato de fornecimento de etano entre Braskem Idesa e Pemex segue em vigor e válido, até que seja eventualmente aditado.

A Braskem Idesa é uma empresa formada pela associação da Braskem e o Grupo Idesa, uma das principais petroquímicas mexicanas. Juntas, as empresas desenvolveram no Estado de Veracruz um complexo petroquímico para a produção de eteno e polietileno de alta e baixa densidades. Segundo a empresa, o projeto de US$ 5,2 bilhões foi o maior investimento privado no México nas últimas décadas.

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Adirplas avalia que escassez de insumos plásticos pode perdurar até 2022

11/03/2021

Desencontro entre oferta e demanda por insumos plásticos vem limitando a produção de transformadores e elevando os preços da matéria prima em todo o mundo

O cenário de desabastecimento de insumos plásticos que se tornou realidade para muitas empresas transformadoras no Brasil não é vento passageiro, acreditam os dirigentes da Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins). “Nunca tivemos tantos acontecimentos que impactaram a produção e o consumo ocorrendo ao mesmo tempo e em um curto período”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade. Segundo ele, essa é uma crise que começou a ser desenhada no início da pandemia, com as dificuldades de produção e a insegurança de como manter trabalhadores em operação, tanto aqui no país como no restante do mundo.

Se de um lado o coronavírus parou o mundo e a produção de insumos, do outro fez aumentar a demanda de produtos das áreas de saúde e higiene. Além disso, diz Laercio, o setor de embalagens, que retomou rapidamente seus pedidos, fez com que o desequilíbrio entre oferta e demanda ficasse ainda mais latente.

E não foram só as falhas em se prever aumento nas demandas que propiciaram o cenário atual. Osvaldo Cruz, diretor da Entec Ravago (distribuidora internacional de resinas), explica que as questões climáticas também vêm atrapalhando a indústria. “No quarto trimestre de 2020, os EUA e o Golfo do México foram impactados por tempestades e furacões que contribuíram para retardar ainda mais o início das operações das plantas petroquímicas da região. Além disso, as companhias da região têm apresentado sucessivos problemas técnicos”, diz Cruz. E, como se não bastasse, lembra, o setor ainda foi surpreendido nas últimas semanas pelo congelamento e baixas temperaturas do Texas, que fizeram com que, mais uma vez, várias refinarias fossem fechadas: “Isso deve impactar certamente ainda mais na produção de plásticos”.

As incertezas externas têm afetado diretamente o Brasil, afirma Laercio Gonçalves. Segundo ele, o país importa historicamente 30% do consumo aparente de resinas termoplásticas e a demora na chegada desses produtos por aqui afeta o mercado nacional, mesmo que haja notados esforços de produção local.

Além disso, explica o presidente da Adirplast, é o resultante da relação entre oferta e demanda que sabidamente controla o preço dos produtos. E no setor de resinas não é diferente. Falta de produto no mercado e alta procura significam, certamente, preços mais altos. Assim, esse desequilíbrio vivido hoje pelo mercado fez com que o preço de algumas resinas saltasse em até 90%, tanto aqui no Brasil como no mundo. E, no caso específico do Brasil, aponta Laercio, parte deste aumento também se justifica pela alta do dólar, que impacta diretamente os insumos petroquímicos, entre outros custos do setor, como frete.

Segundo Gonçalves, a alta nos preços não é um fenômeno de curto prazo. “Ao contrário. Essa é uma tendência que se explica por vários motivos, como, por exemplo, pelo preço do barril de petróleo que saltou de US$ 40 no final de 2020 para US$ 60 atualmente. A alta de mais de 20% da nafta e do etano são outros indicadores. Soma-se a isso um dólar de R$ 5,45, e paradas nas plantas nos EUA, além de manutenções no Brasil”, explica o presidente da Adirplast. Não fosse o bastante, o executivo ainda aponta que é preciso levar em conta a expectativa de crescimento das economias brasileira e mundial, que devem continuar pressionando os preços para cima.

Tanto Gonçalves quanto Cruz acreditam que a crise do desabastecimento deve perdurar por todo o ano, chegando ao primeiro trimestre de 2022. Com ela, deve seguir também a alta de preços. “Essa instabilidade toda, tanto do mercado quanto da indústria, faz com que nós, distribuidores, estejamos sempre antenados e preparados para que nosso planejamento de compras, por exemplo, realmente atenda nossos clientes e suas demandas futuras, para que possamos sanar de alguma forma esses gaps de produção e ajudar os pequenos e médios transformadores de plásticos a transpor da melhor forma possível esse momento”, finaliza Osvaldo.

Um pouco mais otimista

Embora o cenário não pareça favorável, Erasmo Fraccalvieri, diretor da Tecnofilmes, distribuidora de filmes bio-orientados, não acredita que ele deva perdurar por tanto tempo. Segundo o executivo, as dinâmicas de oferta e de demanda das resinas plásticas nas Américas precisam ser analisadas com cuidado. “O Texas responde por menos de 5% da produção mundial de petróleo. E, mesmo o congelamento de parte da sua produção, não afetou as dinâmicas dos contratos futuros. Podemos sim ter um desconforto, mas momentâneo e localizado”. Para Fraccalvieri, ainda vale o cenário feito em dezembro de 2020: “pressão de alta no primeiro trimestre e queda forte em abril”. Isso porque, continua ele: “se o impacto não for relevante a níveis mundiais, pouco muda a dinâmica global desenhada”, finaliza.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2020. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país.

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Braskem investe US$ 61 milhões na expansão da produção de polietileno derivado da cana-de-açúcar

24/02/2021

A expansão atenderá à alta demanda global do mercado de biopolímeros e contribuirá para a Braskem se tornar empresa carbono neutro até 2050

A Braskem expandirá sua capacidade de produção de eteno verde, matéria-prima produzida a partir do etanol da cana-de-açúcar e utilizada para a produção de resinas renováveis. A unidade industrial desse produto fica em Triunfo, no Rio Grande do Sul, e a capacidade atual, de 200 mil toneladas por ano, passará para 260 mil toneladas anuais. O projeto de expansão se iniciará ainda em 2021, está orçado em US$ 61 milhões e deve ser finalizado no quarto trimestre de 2022.

“A expansão da capacidade de produção de biopolímeros é reflexo do crescimento na demanda da sociedade e dos nossos parceiros por produtos sustentáveis, que tem aumentado consideravelmente nos últimos anos. Esta iniciativa também reforça nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável, que anda lado a lado com os valores da cadeia em que estamos inseridos e de nossos clientes. Esse aumento ne capacidade de produção de nossa unidade industrial tem como objetivo manter a Braskem na liderança do mercado de biopolímeros”, explica Marco Jansen, responsável global por biopolímeros na Braskem.

Segundo a Braskem, os seus estudos para a produção dos biopolímeros produzidos a partir da cana-de-açúcar começaram em 2007, no Centro de Tecnologia e Inovação do Polo Petroquímico de Triunfo (RS). A empresa investiu US$ 290 milhões na construção da unidade industrial e, em 2010, apresentou ao mercado o polietileno (PE) de origem renovável, representado hoje pela marca “I’m green bio-based”.

Nos últimos anos a Braskem ampliou a produção com a oferta de novas soluções renováveis, como o EVA “I’m green bio-based”, resina utilizada em setores como automobilístico e calçadista, entre outros.

De acordo com a Braskem, o empenho da empresa em criar soluções a partir da cana-de-açúcar está diretamente relacionado à estratégia de sustentabilidade da companhia, que segue investindo em produtos desenvolvidos a partir de matéria-prima de origem renovável. Hoje, o portfólio de resinas renováveis é exportado para mais de 30 países e já é utilizado em produtos de mais de 250 grandes marcas, como Allbirds, DUO UK, Grupo Boticário, Join The Pipe, Johnson & Johnson, Natura & Co, Nissin, Shiseido e Tetra Pak, informa a Braskem.

“Não é mais possível pensar em um modelo de negócio que não considere processos produtivos com menor impacto ambiental e práticas de economia circular. O mundo tem inúmeros desafios pela frente, tais como as mudanças climáticas e a disponibilidade de recursos naturais como a água. Sendo parte importante no desenvolvimento econômico de vários setores da economia, a Braskem se coloca como corresponsável para ajudar o mercado a caminhar na direção certa”, complementa Jansen.

O polietileno renovável da Braskem mantém a mesma qualidade e versatilidade do produto de origem fóssil. Por outro lado, afirma a empresa, tem a vantagem de capturar, ao longo de sua cadeia de produção, até 3,09 toneladas de gás carbônico por cada tonelada produzida. Na produção de EVA renovável a captura é de até 2,1 toneladas de CO2 por tonelada produzida, garante a Braskem. As emissões de gás carbônico contribuem para o aumento do efeito estufa na atmosfera terrestre.

A expansão da capacidade de produção de biopolímeros vai representar uma redução de 185 mil toneladas de CO2 na meta da Braskem de se tornar uma empresa carbono neutro até 2050 . “A neutralização de carbono é um dos caminhos mais viáveis para minimizar os impactos das mudanças climáticas. Nesse sentido, aumentar a nossa produção de plástico feito a partir da cana-de-açúcar trará ganhos significativos para nós e para nossos clientes mundo afora em questões relacionadas à sustentabilidade”, diz Jansen. O executivo também afirma que todas as etapas para o processo de expansão da capacidade de produção de eteno verde da Braskem serão realizadas sem interrupção da produção atual, atendendo normalmente aos clientes.

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Covestro divulga resultados de 2020

24/02/2021

  • Queda de 5,6% nos volumes principais de vendas
  • Vendas totais de cerca de 10,7 bi de euros (-13,7%)
  • EBITDA confirma previsão, com cerca de 1,5 bi de euros (-8,2%)
  • Fluxo de caixa operacional livre sobe para 530 mi de euros (+12,1%)
  • Dividendos propostos de 1,30 de euros; nova política de dividendos
  • Realinhamento da estratégia para se tornar totalmente circular
  • 2021: expectativa de ano fiscal acima do nível pré-pandemia

Apesar de um quarto trimestre bem-sucedido, o Grupo Covestro não conseguiu compensar totalmente as enormes quedas relacionadas à pandemia ocorridas nos primeiros seis meses do ano passado. Em 2020, os volumes principais de vendas do Grupo caíram 5,6% em relação ao período do ano anterior. As vendas totais também diminuíram, com queda de 13,7% em relação ao último ano, para aproximadamente 10,7 bilhões de euros. Com a implementação de amplas medidas de corte de custos, a Covestro conseguiu limitar a queda do EBITDA a 8,2% em relação ao ano anterior, cumprindo as previsões para o ano fiscal de 2020 com aproximadamente 1,5 bilhão de euros (ano anterior: aprox. 1,6 bilhão de euros). A receita líquida totalizou 459 milhões de euros (-16,8%) e o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) subiu para 530 milhões de euros (+12,1%).

“Conseguimos fechar com sucesso esse ano tão fora da normalidade, mantendo nossa capacidade de reação em todos os momentos. Tomamos uma ampla gama de medidas para proteger nossos colaboradores, manter as cadeias de fornecimento ativas e expandir nossa posição de forte liquidez”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Assim, conseguimos atingir nossas metas estratégicas no ano fiscal de 2020. Definimos nossa visão para nos tornarmos totalmente circulares e demos um grande passo nessa direção, com o anúncio da aquisição do negócios de Resinas e Materiais Funcionais da DSM.”

No início do ano, a Covestro anunciou o plano de tornar-se totalmente circular. Para concretizar essa visão de longo prazo e implementar a circularidade em todas as suas áreas de atividades, o Grupo decidiu se concentrar em quatro tópicos: matérias-primas alternativas, reciclagem inovadora, soluções colaborativas e energias renováveis.

“As medidas decisivas que tomamos precocemente contribuíram muito para a entrega de fortes resultados. Apoiados por uma recuperação significativa na demanda a partir de meados do ano, retomamos a nossa trajetória de crescimento no segundo semestre de 2020 e geramos receita quase no mesmo nível do ano anterior”, diz o CFO Thomas Toepfer. “Em um ambiente ainda caracterizado pela incerteza, mantemos a atenção aos custos e continuamos a fortalecer nossa eficiência. Além disso, nos focalizaremos ainda mais em nossos clientes, a fim de gerar valor.”

Para se posicionar de maneira mais robusta na esteira da pandemia do coronavírus e garantir reservas de liquidez, a Covestro implementou numerosas medidas adicionais de corte de custos no último ano. Como resultado, o Grupo economizou um total de 360 milhões de euros a curto prazo. O programa de eficiência “Perspective”, lançado em 2018 e encerrado em 2020, também contribuiu com uma economia de 130 milhões de euros no ano fiscal de 2020.

A Covestro também buscou tomar vários tipos de medidas de financiamento em 2020. Desta forma, o Grupo alinhou seus instrumentos financeiros ao seu desempenho de sustentabilidade onde possível, destacando assim seu compromisso para tornar-se mais sustentável. O empréstimo de 2,5 bilhões de euros, assinado em março de 2020, foi atrelado ao seu rating ESG (Environment, Social, Governance), por exemplo. Quanto melhor o desempenho em ESG da Covestro, menor será o componente de juros do empréstimo.

Realinhamento da estratégia: visão como princípio norteador

Com a clara meta de tornar-se totalmente circular e como resposta para as constantes transformações do mercado, a Covestro realinhou a estratégia do Grupo.

Esse esforço concentra-se em um maior foco no cliente e no crescimento sustentável. A partir de 1º de julho de 2021, a Covestro administrará seus negócios com uma nova e personalizada estrutura centrada em sete entidades de negócios alinhadas às necessidades do cliente e ao cenário competitivo. Além disso, o Grupo irá operar em duas áreas de negócios distintas, “Materiais de Performance” e “Soluções e Especialidades”.

Materiais de Performance: Esta área será constituída por uma entidade de negócios formada por Policarbonatos, Uretanos Padrão e Químicos Básicos.

Soluções e Especialidades: Esta área será constituída por seis novas entidades de negócios chamadas Uretanos Personalizados, Revestimentos e Adesivos, Plásticos de Engenharia, Filmes Especiais, Elastômeros e Poliuretanos Termoplásticos.

Com isso, a Covestro está alinhando de forma consistente seus produtos e processos às necessidades dos seus clientes com um foco ainda maior no tema de sustentabilidade, de forma rentável. No futuro, o Grupo aplicará critérios de sustentabilidade com ainda mais rigor ao realizar investimentos, aquisições e atividades de P&D. Como parte da sua transição para uma economia circular, a Covestro também está expandindo seu portfólio de produtos circulares.

“Nossa visão de nos tornarmos totalmente circulares está guiando a nova estratégia do Grupo. A nova estrutura cria um ponto de partida ideal para o futuro e nos posicionará para nos tornarmos significativamente mais competitivos”, segundo Steilemann. “Isso nos permitirá atender melhor às necessidades dos nossos clientes, tornar nossa empresa mais eficiente e eficaz e gerar um crescimento sustentável. Estamos realmente avançando na transformação para uma economia circular.”

Nova política de dividendos com maior foco em receita

A Covestro está adotando novas bases para o pagamento dos seus dividendos. A política de dividendos passa a se basear mais na receita do Grupo, com o percentual de dividendos perfazendo de 35% a 55% da receita líquida gerada pelo grupo. “Essa política de dividendos está mais atrelada à posição financeira geral da Covestro e nos permitirá elevar os dividendos em anos com receitas fortes”, diz Toepfer. Com base na performance atual, a Covestro planeja distribuir dividendos de 1,30 euro por ação pelo ano fiscal de 2020. Isso corresponde a um índice de distribuição de 55%.

Previsão para 2021: expectativa de ano fiscal acima do nível pré-pandemia de 2019

Para o ano fiscal de 2021, a Covestro espera um crescimento do volume principal entre 10% e 15%. Atribui-se cerca de 6% desse número à aquisição planejada do negócio de Resinas e Materiais Funcionais (RFM) da DSM. Além disso, a Covestro prevê que o FOCF fique entre 900 milhões e 1,4 bilhão de euros, com ROCE de 7% a 12%. Antecipa-se que o EBITDA do Grupo para o ano completo de 2021 fique entre 1,7 bilhão e 2,2 bilhões de euros. No primeiro trimestre de 2021, a projeção do EBITDA está na faixa de 700 a 780 milhões de euros.

Recuperação de demanda em todos os segmentos no segundo semestre de 2020

O segmento de Poliuretanos sofreu uma queda de 6,1% nos volumes principais de vendas no ano fiscal de 2020. Após uma queda de demanda em decorrência da pandemia no primeiro semestre do ano, notou-se uma melhora significativa no segundo semestre. Esse fenômeno, somado a uma posição competitiva vantajosa, levou a um aumento nos volumes principais de vendas. As vendas caíram 13,1% para 5,0 bilhões de euros no ano completo, principalmente devido à baixa dos preços médios de venda no ano e à queda nos volumes totais vendidos. O EBITDA caiu 3,5% para 625 milhões de euros, também devido à redução dos volumes vendidos. No entanto, a redução de custos decorrente das medidas de corte influenciou positivamente o EBITDA.

O segmento de Policarbonatos teve uma queda de 3,0% nos volumes principais de vendas no ano fiscal de 2020. A pandemia fez a demanda encolher nos primeiros seis meses. No segundo semestre do ano, no entanto, uma recuperação robusta da demanda alavancou os volumes principais de vendas para acima do ano anterior. As vendas caíram 14,1% para 3,0 bilhões de euros, principalmente devido à baixa dos preços de venda e à queda nos volumes totais vendidos. Em contraste, o EBITDA subiu 3,2% para 553 milhões de euros, uma tendência atribuída principalmente à queda dos preços das matérias-primas e uma redução de despesas em decorrência das medidas de cortes de custos.

Os volumes principais de vendas do segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades caíram 8,9% no ano fiscal de 2020. Nos primeiros seis meses do ano fiscal de 2020, os volumes principais de vendas diminuíram principalmente devido à queda acentuada da demanda decorrente da pandemia. No fim do ano, a demanda foi retomada e os volumes principais de vendas no quarto trimestre do ano fiscal de 2020 superaram os do ano anterior. As vendas do ano completo caíram 13,9% para 2,0 bilhões de euros, principalmente devido à baixa nos volumes totais vendidos e nos preços médios de venda. O EBITDA caiu 27,3% para 341 milhões de euros. Isso se deve ao declínio nos volumes vendidos, às margens mais baixas e às despesas com a aquisição planejada da DSM. No entanto, a redução de despesas decorrente das medidas de corte de custos teve impacto positivo sobre a receita. Além disso, o EBITDA no período do ano anterior havia sido positivamente impactado pelo efeito isolado da aquisição sucessiva de ações da DIC Covestro Polymer Ltd., sediada no Japão.

Quarto trimestre de 2020 bem acima do ano anterior

Os volumes principais de vendas no quarto trimestre de 2020 subiram 1,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. As vendas totais cresceram 5,0% para 3,0 bilhões de euros, em decorrência da alta nos preços de venda. Totalizando 637 milhões de euros, o EBITDA no quarto trimestre de 2020 mais que dobrou em comparação com o ano anterior. A receita líquida sofreu alta acentuada de 37 milhões de euros do trimestre do ano anterior para 312 milhões de euros. O FOCF também cresceu 19,4% no quarto trimestre, para 394 milhões de euros.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana, mostrando compromisso com a economia circular. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Feira PLAST de Milão é postergada para data ainda indeterminada após o fim de 2021

09/02/2021

Em virtude da pandemia em curso e das incertezas em relação ao cronograma e métodos da campanha de vacinação – elementos que continuam a condicionar as atividades na indústria de plásticos e borracha e, mais importante, limitam fortemente as viagens de operadores italianos e estrangeiros – e conforme solicitado pelos expositores, os organizadores da feira PLAST em Milão (Itália) decidiram adiar o evento para uma data futura a ser definida, mas certamente após o final de 2021.

Segundo os organizadores, a situação atual e a impossibilidade de vislumbrar opções futuras com algum grau de confiança razoável tornam impossível planejar e organizar adequadamente um evento internacional da envergadura da PLAST – Feira Internacional para as Indústrias de Plásticos e Borracha-, a qual representa uma vitrine para tecnologias e sistemas complexos. Tanto os organizadores quanto os participantes requerem uma quantidade significativa de tempo para planejar o evento e isso não pode ser garantido no momento.

A difícil decisão de adiar a feira foi tomada com relutância, mas de forma responsável, sendo o objetivo principal garantir a segurança de todas as partes envolvidas. Os organizadores esperam poder agendar a próxima feira PLAST sob as melhores condições e com visitação presencial.

As novas datas serão definidas nas próximas semanas.

A edição anterior da feira aconteceu em Milão de 29 de maio a 1 de junho de 2018. Ela contou com 1.510 expositores de 55 países, ocupou uma área útil de 55.000 m2 em seis pavilhões da Fiera Milano em Rho-Pero e atraiu 63.000 visitantes de 117 países.

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Grupo Arkema adquire fabricante brasileira de adesivos e selantes Poliplás

09/02/2021

Negociação ocorreu por meio da subsidiária Bostik e visa fortalecer presença no mercado de adesivos e selantes

O grupo francês Arkema, por meio da sua Bostik, líder global em soluções inovadoras para adesivos e selantes, iniciou processo de aquisição da Poliplás Ltda, empresa brasileira produtora de tecnologias híbridas para adesivos e selantes. A negociação faz parte da estratégia do conglomerado francês de consolidar a presença da Bostik no segmento de adesivos para construção, e ampliar a participação do grupo em regiões com forte potencial de expansão.

Fundada em 1995, a Poliplás conta com 95 funcionários em sua planta em São José do Rio Preto, faturou R$ 65 milhões em 2020, e está presente em mais de 15 países, sendo líder na América Latina na fabricação de adesivos e selantes híbridos. Esta tecnologia, com amplo espectro de funcionalidades, é estratégica para a Bostik globalmente.

Atendendo ao mercado através de sua marca com o mesmo nome, a Poliplás passa a complementar a oferta da Bostik, que está presente no Brasil com a marca Fortaleza (argamassas, rejuntes, bricolagem, entre outros). As duas identidades serão mantidas.

O atual Diretor Geral da Poliplás Ltda, José Ricardo Checa, continuará na equipe, integrando-se ao time Bostik e sendo o responsável pela expansão comercial do negócio de Adesivos e Selantes.

Estratégia global

O presidente da Arkema Brasil, Eric Schmitt, ressalta a importância da aquisição e as perspectivas futuras. “Estamos dando todos os passos para implementar soluções inovadoras e a aquisição da Poliplás faz parte da estratégia de crescimento da Bostik no segmento da construção civil, reforçando a liderança global em adesivos e selantes híbridos. Assim, pretendemos ampliar nossa área de atuação, levando mais produtos e conquistando mais clientes”, disse.

Fabrício Buzeto, diretor geral da Bostik, destaca que a empresa é sustentada pela inovação. “Buscamos a inovação vigorosamente, aplicando os avanços tecnológicos mais recentes ao desenvolvimento de adesivos “inteligentes”. Observamos com atenção as tendências do mercado e trabalhamos para implementar soluções pioneiras e sustentáveis. Com a Poliplás, líder na fabricação de adesivos e selantes híbridos, vamos ampliar de forma consistente nosso leque de produtos, e oferecendo mais diversidade e qualidade”.

Com plantas localizadas em São Roque (SP) e Araraquara (SP),a Bostik passou a fazer parte do grupo Arkema em 2015. Hoje, está presente em 49 países, incluindo 54 centros técnicos de distribuição, vendas e administração, e agora expande sua presença no Brasil com a aquisição da Poliplás.

O Grupo Arkema está estruturado em 3 segmentos dedicados a Materiais Especiais: Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento. O Grupo registrou vendas de € 8,7 bilhões em 2019 e opera em cerca de 55 países com 20.500 funcionários em todo o mundo.

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Adirplast fecha os números de 2020 e vê incertezas em 2021

09/02/2021

O volume total distribuído pelos associados da Adirplast, incluindo todos os produtos (Polietilenos,PP,PS, Plásticos de Engenharia e filmes bi-orientados), atingiu 438.392 toneladas em 2020. Os números mostram uma redução de 8,5% das vendas feitas em relação a 2019

Entre as empresas associadas à Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) os números indicam que 2020 não foi um ano fácil para os distribuidores. “O volume de venda de resinas plásticas em dezembro de 2020 foi de 17.934 toneladas, o que representa uma redução de 12,2% em relação a novembro; enquanto o total em 2020 alcançou 400.595 t, revelando uma diminuição de 11,0% em relação a 2019”, explica o presidente da entidade Laercio Gonçalves.

Resinas Commodity

Em relação à quantidade vendida de Polietilenos, Polipropileno e Poliestireno, Gonçalves afirma que em dezembro foi de 17.021 t, com redução de 12,4% sobre novembro. “Em 2020, o total chegou a 374.526 t, ou seja, nós amargamos neste ano uma redução de 5,1% em relação a 2019”.

Para Silvia Regina da Silva, da Premix, o ano de 2020 foi desafiador. “Na Premix, tivemos queda de 23% em volumes”, explica. E ela segue receosa em relação a 2021: “Já tínhamos uma leitura de que teríamos problemas, principalmente pela falta de resinas. E o cenário que vemos hoje é pior até do que estimamos. Assim, para o primeiro trimestre deste ano, não vejo crescimento, mas queda”.

Plásticos de Engenharia

Os associados do segmento de plástico de engenharia também estão sofrendo com a queda de volumes, puxada principalmente pela influência da retração do setor automobilístico. O volume total da distribuição de plásticos de engenharia alcançou 26.069 t, com redução de 7,8% em relação a novembro e significativa redução de 48% sobre 2019.

Segundo Vladimir de Oliveira, da Krisoll, as empresas experimentaram em 2020 cenários antagônicos no que diz respeito à demanda e ao abastecimento. “Isso refletiu diretamente nos preços dos plásticos de engenharia. Tivemos as paralisações de importantes plantas de poliamida por conta da pandemia e também de problemas climáticos nos EUA que afetaram diretamente no desabastecimento desse produto”. Oliveira ainda diz que houve um descompasso entre a retomada das atividades produtivas com a oferta de produtos, mas que, graças à volta parcial das atividades industriais, foi possível no quarto trimestre recuperar parte das perdas causadas, sobretudo durante o segundo trimestre de 2020”.

2021 também é visto com cautela pelo executivo: “São muitas variáveis que ofuscam as previsões para este ano, como as questões ligadas ao controle da pandemia, o fim dos subsídios governamentais e as demandas reprimidas de alguns setores. É viável considerar que os ajustes estruturais feitos em 2020 por necessidade de adaptação sejam virtuosos na composição dos resultados de 2021”. Oliveira projeta para a Krisoll um primeiro trimestre análogo ao quarto trimestre de 2020, o que significa algo como 5% acima do primeiro trimestre desse ano.

Filmes bi-orientados

Entre os associados Adirplast, o segmento de filmes bi-orientados foi o que conseguiu o melhor resultado em 2020. As vendas de dezembro alcançaram 2.481 t e o volume total do ano atingiu 37.797 t. Com isso, apesar do volume total de dezembro ter sido 19,4% menor que o de novembro, o resultado total de 2020 foi 9,5% superior ao de 2019. Também vale observar que o BOPP teve um leve aumento na relação sobre o BOPET, indo de 78,4%, em 2019, para 80%, em 2020. Segundo Raul Almeida, da Plastilux, o ano passado permitiu com que o mercado voltasse a operar com valores mais justos. “Tivemos um crescimento importante. A escassez do produto fez com que nossas margens fossem recompostas e isso trouxe o setor para uma realidade saudável”.

O executivo conta que a Plastilux, no primeiro semestre de 2020, reduziu o seu volume por precaução contra a inadimplência e que, no segundo semestre, já com o mercado operando de forma mais “acirrada”, foi possível recompor os resultados. Almeida também reforça que 2021 será um ano saudável para os negócios. “Teremos um primeiro trimestre bem justo devido às manutenções nas fábricas dos fornecedores e as dificuldades de importação, mas isso deverá já estar normalizado entre abril e junho”, complementa.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2020. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas garantem ao cliente final a qualidade do produto e dos serviços de logística e crédito. Além disso, contam com uma carteira de 7.000 clientes, atendendo cerca de 65% dos transformadores de plásticos no Brasil. Para isso, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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