Borealis e Grupo Reclay estabelecem parceria para garantir fluxo e resíduos plásticos para reciclagem e conversão em novos materiais reciclados

17/01/2022

  • A parceria estratégica combinará os pontos fortes e capacidades complementares de ambos os participantes da cadeia de valor da reciclagem de plásticos, começando pela Alemanha
  • O acordo garante resíduos plásticos da Reclay para a Borealis converter e em materiais reciclados de alta qualidade

A Borealis, um dos principais fornecedores mundiais de soluções em poliolefinas e líder de mercado europeu em produtos químicos básicos e fertilizantes, e o Grupo Reclay, especialista internacional em gestão ambiental e de recuperação de materiais, anunciaram ter unido forças para atender à crescente demanda do mercado para o fornecimento de material reciclado para uso em aplicações de plástico de alta qualidade. A parceria começará pela Alemanha, um dos maiores mercados europeus de reciclagem. A parceria acelera ainda mais a transição para a circularidade do plástico, permitindo que clientes e outros parceiros da cadeia de valor atinjam suas próprias metas de sustentabilidade.

Nova parceria capitaliza os pontos fortes da experiência em reciclagem em vários pontos da cadeia.

O novo acordo fornece à Borealis acesso a um fornecimento seguro e estável de matéria-prima na forma de resíduos de embalagens leves (LWP) coletados pelo esquema de Responsabilidade Estendida do Produtor (EPR) da Reclay na Alemanha. Os resíduos de embalagens plásticas serão então processados ​​nas próprias usinas de reciclagem da Borealis, ampliando assim a gama de aplicações para as quais os plásticos reciclados podem ser usados. Isso, por sua vez, permite que parceiros da cadeia de valor, clientes e proprietários de marcas cumpram as cotas de reciclagem e aumentem o volume de plástico reciclado usado em produtos e aplicações.

“O fornecimento confiável de reciclados de alta qualidade é um pré-requisito para o funcionamento de uma economia circular”, explica Lucrèce Foufopoulos, vice-presidente executiva da Borealis Poliolefinas, Inovação, Tecnologia e Soluções de Economia Circular. “Trabalhar em conjunto com o Grupo Reclay é um passo estratégico em direção à integração da cadeia de valor para garantir a matéria-prima de resíduos plásticos e melhorar a reciclabilidade. Isso permitirá que nossos clientes e parceiros alcancem suas metas de circularidade e reduzam sua pegada geral de carbono e, ao mesmo tempo, em que sustenta nossa jornada na Borealis em direção a uma vida mais sustentável”.

“Estamos orgulhosos de trabalhar em parceria com uma empresa inovadora e reconhecida globalmente na indústria química, que caminha para o futuro”, diz Raffael A. Fruscio, Proprietário e Diretor Administrativo do Grupo Reclay. “A Borealis possui processos de última geração no campo da reciclagem avançada; juntos, estaremos estabelecendo um novo padrão em reciclagem de plástico.”

Com sede em Viena, Áustria, a Borealis emprega 6.900 funcionários e opera em mais de 120 países. Em 2020, a Borealis gerou 6,8 bilhões de euros em receita de vendas e um lucro líquido de 589 milhões de euros. A OMV, empresa internacional de petróleo e gás com sede na Áustria, possui 75% da Borealis, enquanto os 25% restantes são de propriedade de uma holding da Mubadala, com sede em Abu-Dhabi. A Borealis opera também em parceria com duas importantes joint ventures: Borouge (com a Abu Dhabi National Oil Company, ou ADNOC, com sede nos Emirados Árabes Unidos); e Baystar (com TotalEnergies, com sede nos EUA).

Fundado em 2002, o Grupo Reclay faz parte do Grupo Raan e é um provedor de serviços orientado internacionalmente na área de Responsabilidade Estendida do Produtor (EPR) e soluções voluntárias para fechamento de ciclos de materiais. Com mais de 170 funcionários em vários locais em todo o mundo, o grupo de empresas de médio porte, gerenciado pelo proprietário, apoia mais de 3.000 clientes internacionais na indústria e comércio a atingir suas metas ambientais e cumprir sua responsabilidade de produtor. A equipe de especialistas cobre toda a cadeia de valor do descarte e reciclagem de resíduos – com o objetivo de desenvolver soluções personalizadas e individuais para os clientes nas respectivas condições de estrutura existentes.

Curta nossa página no

Heubach Group e SK Capital Partners fecham aquisição da Clariant Pigments

17/01/2022

O Heubach Group, líder global na produção de pigmentos e o SK Capital Partners, empresa de investimento privado focalizada em nos setores de materiais especiais, químico e farmacêutico, anunciou hoje a conclusão da aquisição do negócio global de corantes da Clariant (Clariant Pigments). O negócio combinado resultante operará sob a marca Heubach, criando um líder global na tecnologia de pigmentos e líder do setor.

O recém-combinado Heubach Group é um fornecedor global de soluções de cores, fornecendo um amplo portfólio de pigmentos orgânicos, inorgânicos e anticorrosivos, preparações de pigmentos, corantes e materiais especiais. A empresa opera seus negócios globais através de 19 fábricas na Europa, Américas, Ásia e África, empregando aproximadamente 3.000 pessoas. A sede do Grupo Heubach será estabelecida em Viena, Áustria.

Johann Heubach, do Heubach Group, declarou: “A nova Heubach é uma organização de classe mundial com grande talento, tecnologia e ativos. Para nós, a excelência do produto e a sustentabilidade são fundamentais. Estamos bem posicionados para criar valor significativo para nossos clientes e parceiros de negócios em todos os setores que atendemos.”

Aaron Davenport, diretor administrativo da SK Capital, observou: “A combinação da Heubach e da Clariant Pigments cria um líder do setor comprometido com os mais altos padrões de fabricação, qualidade e serviço. Esperamos apoiar a gestão no crescimento e aprimoramento da Companhia, investindo em talento, inovação e expansão de mercado.”

O Heubach Group anunciou a nomeação de Stefan Doboczky como CEO do Heubach Group, a partir de 10 de janeiro de 2022. Doboczky ingressa no Heubach Group, depois de ter atuado mais recentemente como CEO da Lenzing AG, líder global de fibras celulósicas e bioquímicos. Antes da Lenzing, Doboczky foi membro do Conselho de Administração da Royal DSM, o Grupo Holandês de Ciências da Vida e Ciência de Materiais, onde passou quase duas décadas em várias funções de gerenciamento geral. Doboczky é PhD em Ciências Naturais pela Universidade Técnica de Viena (A), bem como MBA pelo IMD em Lausanne (CH). Stefan Doboczky observou “Estou muito animado para ingressar no novo Grupo Heubach. Estou convencido de que, combinando esses negócios de sucesso, criaremos uma oferta poderosa para nossos clientes na área de pigmentos e corantes.”

O Valence Group of Piper Sandler & Co., BofA Securities e Citigroup atuaram como consultores financeiros da Heubach e da SK Capital. O financiamento para a transação foi fornecido pelo BofA Securities, Citigroup, HSBC, KeyBanc, Citizens, ING e MUFG. Lenz & Staehelin AG e Kirkland & Ellis LLP atuaram como consultores jurídicos da Heubach e da SK Capital. Milbank LLP atuou como consultor jurídico da Heubach. A Homburger AG atuou como consultora jurídica da Clariant e o Deutsche Bank AG atuou como consultor financeiro da Clariant.

Curta nossa página no

UBE indica filmes de poliamida como alternativa na agricultura

17/01/2022

Já faz algum tempo que a UBE vem recomendando a utilização da poliamida em estruturas de filmes plásticos para agricultura. Segundoa empresa, os principais atributos do material para esta aplicação são a resistência aos raios ultravioleta, a resistência mecânica, uma baixa permeação aos gases CO2 e O2 e a redução da espessura das camadas

“A poliamida se destaca, principalmente, por suas propriedades mecânicas que garantem maior resistência à perfuração e a intempéries, além de baixa permeabilidade aos gases CO2 e O2. Estas propriedades ajudam a manter a integridade dos produtos no momento da silagem (armazenamento e conservação de plantações e produtos agrícolas)”, explica Edgar Veloso, supervisor de Vendas da UBE América Latina.

Segundo Edgar, a UBE aposta no aumento do uso da poliamida em aplicações agrícolas, não apenas pelas vantagens do material, mas pelo próprio desempenho altamente positivo do mercado. “O mercado agrícola brasileiro tem um papel extremamente importante na economia do país e hoje já corresponde a 5% de todo o PIB”. Segundo o Ministério da Agricultura, o valor bruto da produção agropecuária de 2021 deve chegar a R$ 1,119 trilhão, um resultado 9,9% superior ao registrado em 2020.

“Recomendamos a linha Terpalex (terpolímeros) e as copoliamidas por proporcionarem menor efeito curling (encanoamento do filme), melhor processabilidade, melhor resistência à ruptura e menor barreira aos gases”, destaca Edgar.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de poliamidas – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

Curta nossa página no

Colorfix lança Catálogo de Cores e Tendências com inspiração em cidades brasileiras e estrangeiras

17/01/2022

O ano de 2022 chegou e, com ele, as expectativas para tempos melhores. E a indústria da transformação do plástico, atenta a este momento social, também dá sua contribuição, trazendo para a vitrine as cores que traduzem o momento que vivemos.

A paranaense Colorfix, uma das principais fabricantes de masterbatches (concentrados de cor) e aditivos para plástico, segue esta linha que a inspirou no lançamento do seu oitavo Catálogo de Cores & Tendências 2022.

De acordo com o diretor superintendente da Colorfix, Francielo Fardo, as cores de 2022 celebram a vida. Celebram a reconexão das pessoas com as suas cidades, com os ambientes em que estão inseridas. E a busca pela tranquilidade dentro deste universo.

“Nossos profissionais estão bastante atentos às mudanças e tendências do mercado como um todo. Nestes estudos acompanham diferentes especialistas que atuam em lugares diferentes do globo. Em cima deste aparato de informações, trazem para este ano cores que promovem a reconexão das pessoas com as suas cidades e com os ambientes em que vivem”, resume o diretor.

Segundo Fardo, a seleção de cores trazida pelo novo Catálogo de Cores & Tendências é um convite para a reconexão ao nosso entorno. “Queremos o nosso cliente aproveitando este momento para reinventar e reconectar-se, de forma que isso possa transparecer por meio de cores alegres e vibrantes. Nosso catálogo de 2022 é um convite a respirar e inspirar”, explica.

Cores

Além da cor do ano 2022 Very Peri, que é um azul que convida a todos a reimaginar, a reescrever suas vidas, encontrar novas soluções e conexões, o catálogo Colorfix traz mais 18 cores sólidas principais e oito cores Marble, seis inspiradas em cidades brasileiras – Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Belo Horizonte e Manaus (foto), e duas em cidades estrangeiras – Marble Paris e Marble Seul.

As cidades brasileiras foram inspiradas na paleta de cores do Guia Internacional ColorTrends da Think Plastic e as duas tonalidades internacionais foram inspiradas pelas tendências levantadas pela Pantone. “Unimos as cores a um pouco do contexto de cada cidade, Manaus, por exemplo, nos inspiramos no encontro do Rio Negro e Solimões; Curitiba exaltamos o verde da cidade e Belo Horizonte focalizamos na construção da cidade, que tem forte base na mineração”, comenta o diretor.

Revora

Outra novidade da Colorfix neste ano é o Catálogo de Cores & Tendências desenvolvido exclusivamente para materiais reciclados pós-consumo (PCR). Segundo a Colorfix, além de sustentáveis, os produtos podem agora ter as cores que são tendências e que estão em alta no mercado da transformação do plástico. São 16 cores sólidas e 4 cores Marble inspiradas na natureza.

Todas elas refletem a necessidade da reciclagem, de recriar o que já existiu. Um convite a alinhar os produtos plásticos às tendências de consumo mundiais.

A Colorfix Masterbatches trabalha desde 1990 na inovação e no desenvolvimento de concentrados de cor e/ou aditivos. Com a matriz localizada em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), a empresa conta ainda com unidades em São Caetano do Sul (São Paulo) e Jaboatão dos Guararapes (Pernambuco).

Curta nossa página no

Maior fabricante de pranchas de surf do país utiliza EPS como uma das principais matérias-primas

17/01/2022

Atualmente, cerca de 50% das pranchas fabricadas pela Pró-Ilha têm em sua estrutura blocos de EPS fornecidos pela Termotécnica

As pranchas utilizadas por importantes atletas do surf e do wakeboard que representam o Brasil nos campeonatos mundo afora são produzidas pela Pró-Ilha Surfboards, de São Francisco do Sul (SC). A empresa é a maior fabricante de pranchas para esportes aquáticos do país e a parceria com a Termotécnica vem desde 2015. De acordo com o presidente da Pró-Ilha, Josenir Breis Pereira, cerca de 50% das pranchas produzidas, tanto para sua marca própria como para marcas mundiais licenciadas, já têm em sua estrutura a matéria-prima fornecida pela Termotécnica.

Tanto para os surfistas que estão no topo do ranking quanto para amadores, as pranchas são customizadas pela Pró-Ilha de acordo com as características específicas de cada um. “Cada surfista tem uma prancha com um formato e um tipo de material que mais se adapta às suas características como atleta. Para cada surfista, seja de alta performance ou amadores, nós produzimos a prancha quase totalmente de forma artesanal, aliada com tecnologia de ponta “, diz Josenir.

Em maio de 1984, Josenir Breis Pereira abriu uma loja chamada QT Surf, na Ilha de São Francisco do Sul (SC). Esse foi o início do que, dois anos mais tarde, juntamente com a fabricação de pranchas de surf, viria a se tornar a atual Pró-Ilha Surfboards. Hoje, após mais de 30 anos, a marca é reconhecida como uma das maiores fabricantes de pranchas do país. Os seus mais de 900 m² de área são totalmente voltados para a fabricação de pranchas de surf e com capacidade de produzir até 500 pranchas por mês. Além da loja física com mais de 120 m², a Pró-Ilha apresenta um sistema e-commerce, onde conta com uma linha de acessórios para surf e para outros esportes aquáticos.

Fundada há 60 anos, a Termotécnica possui matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR). Para dar uma destinação sustentável ao EPS pós-consumo, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 44 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre – cerca de 1/3 de todo o material consumido no país.

Curta nossa página no

Covestro assina primeiro acordo global para fornecimento de TDI parcialmente derivado de biomateriais para a Sinomax

13/01/2022

A Covestro assinou seu primeiro contrato comercial para o fornecimento de seu TDI parcialmente derivado de biomateriais – com certificação ISCC Plus de massa balanceada – para a Sinomax, fabricante e distribuidora global de produtos de conforto à base de poliuretano.

O primeiro lote de TDI de massa balanceada deve ser despachado do site integrado da Covestro em Xangai, na China, no primeiro trimestre de 2022, e será aplicado às linhas de produto de colchões, travesseiros e pillow tops da Sinomax. As empresas assinaram o acordo em 15 de dezembro. A Covestro e a Sinomax, baseada em Hong Kong, na China, também concordaram em estender sua parceria regional para nível global, com a Sinomax ampliando suas operações nos Estados Unidos.

O TDI é um elemento-chave da fabricação das espumas flexíveis de poliuretano, que são amplamente utilizadas nas indústrias de móveis, automóveis e calçados. Ele também pode ser utilizado na produção de revestimentos e adesivos de poliuretano.

Eric Cheung, presidente of Sinomax, afirmou: “Nós temos trabalhado duro para reduzir as emissões de carbono, e os produtos de TDI de massa balanceada da Covestro podem nos ajudar a atingir estes objetivos. Com uma presença global, a Covestro tem capacidade de entrega suficiente, estável e rápida nos principais mercados, o que é crucial para o nosso desenvolvimento global”.

“Com este TDI de massa balanceada estamos enriquecendo nosso já amplo portfólio focado em economia circular, em resposta à crescente demanda de produtos mais sustentáveis”, ressaltou Sucheta Govil, Chief Commercial Officer da Covestro. “Ao ajudarmos um crescente número de clientes e parceiros da cadeia de valor a atingirem seus objetivos de sustentabilidade, estamos acelerando, juntos, a transição para a economia circular”.

O cálculo de balanço de massa permite que matérias-primas fósseis e alternativas sejam misturadas na produção, mas tratadas separadamente em sua contabilização. O método também permite o rastreio dos materiais em toda a cadeia de valor e permite que recursos alternativos, tais como componentes bioatribuídos, sejam alocados para produtos finais selecionados.

“Com esta nova forma de incorporar matérias-primas sustentáveis em nosso TDI, a redução da pegada de carbono na indústria de espumas flexíveis pode ser acelerada de forma imediata e também tornar-se facilmente escalável. Estamos animados com este primeiro passo com nosso parceiro Sinomax, que compartilha a mesma visão e compromisso rumo à economia circular”, destaca Marius Wirtz, head de vendas do segmento de Materiais de Performance da Covestro, na região Ásia-Pacífico.

A Covestro também já havia recebido a certificação ISCC Plus para sua fábrica de Xangai. Agora, o site pode fornecer aos clientes da região grandes volumes de TDI, Policarbonato e MDI com matéria-prima alternativa atribuída via balanço de massa. Segunda a Covestro, tais produtos possuem mesma qualidade daqueles de base fóssil e podem ser utilizados como uma solução pronta, podendo ser implementados em processos de produção já existentes sem necessidade de modificações técnicas.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

Curta nossa página no

Piovan adquire 100% da americana IPEG, incluindo marcas Conair e Thermalcare

27/12/2021

Sede da Piovan em Santa Maria di Sala (Veneza, Itália)

O Grupo italiano Piovan adquiriu a empresa americana IPEGo, criando um líder global com um volume de negócios de quase meio bilhão de euros na área de automação industrial para o processamento de polímeros virgens, reciclados e bioresinas. O fechamento do negócio está previsto para o primeiro trimestre de 2022.

A Piovan SpA e a IPEG, Inc. anunciaram a assinatura de um acordo que prevê a aquisição pela Piovan de 100% das ações da IPEG em circulação. A IPEG é um grupo industrial dos EUA que compreende quatro marcas: Conair, Thermalcare, Pelletron e Republic Machine.

O grupo combinado terá uma força de trabalho de mais de 1.800 funcionários, operará 14 instalações em todo o mundo e teria gerado vendas pró-forma de mais de € 450 milhões (com base nos resultados dos doze meses encerrados em 30 de setembro de 2021).

“Estamos particularmente satisfeitos e orgulhosos em combinar nossas habilidades com as do Grupo IPEG, criando o líder global em automação industrial no setor de plásticos. Dois anos antes do previsto, dobramos nosso tamanho desde o ano do IPO e estamos preparados com confiança para enfrentar os desafios futuros e aproveitar as vantagens de quaisquer oportunidades de agregação que possam surgir. ” – diz Nicola Piovan, Presidente Executivo do Grupo Piovan.

Nicola Piovan, Chairman Executivo do Grupo Piovan

“A aquisição de um player americano tão importante e a fusão de duas das maiores empresas do mundo na área de automação industrial para processamento de polímeros virgens, reciclados e bioresinas nos permitirão alcançar importantes oportunidades de crescimento em escala global. ” – afirma Filippo Zuppichin, CEO do Grupo Piovan – “Também permitirá ao Grupo Piovan ter acesso a uma formidável carteira de clientes na América do Norte, com a possibilidade – graças à constituição internacional do Grupo Piovan – de acompanhar os investimentos das principais corporações multinacionais americanas no mundo. Para além disso, permitirá uma oferta mais rápida no mercado americano das tecnologias proprietáriass do Grupo Piovan, particularmente na economia circular. Estamos convictos de que esta transação irá criar um grande valor para os nossos accionistas ”.

Filippo Zuppichin, CEO do Grupo Piovan

O novo tamanho da empresa possibilitará um maior crescimento na área da economia circular e investimentos na digitalização 4.0.

O Grupo Piovan é um líder global no desenvolvimento e fabricação de sistemas de automação para armazenamento, transporte e processamento de polímeros, resinas biológicas, plástico reciclado, fluidos alimentares, pós alimentares e não alimentares. Nos últimos anos, o Grupo tem se engajado especialmente no desenvolvimento e produção de sistemas de automação para processos produtivos para as bioeconomias e economias circulares, para a reciclagem e reutilização de plásticos e para a produção de plásticos que são naturalmente compostáveis, explorando oportunidades de vendas cruzadas. Desde outubro de 2018, a Piovan S.p.A. está listada na Bolsa de Valores italiana no segmento STAR. Com mais de 85 anos de experiência e um volume de negócios de cerca de 282 milhões de euros nos últimos 12 meses, a empresa possui 1.148 colaboradores em 9 fábricas e 33 sucursais / escritórios de atendimento e vendas.

A IPEG, Inc. é uma empresa sediada em Delaware (USA), ativa em automação industrial para transporte e processamento de polímeros e fabricação de chillers industriais, com operações e subsidiárias nos Estados Unidos, Índia, México, Alemanha, China, Taiwan e Cingapura. A empresa, com mais de 700 funcionários em todo o mundo, a IPEGA opera por meio de quatro marcas principais – Conair, Thermal Care, Pelletron e Republic Machine -, quatro fábricas nos Estados Unidos e uma na Índia. Com base nos resultados dos doze meses findos em 30 de setembro de 2021, o IPEG reportou receitas de mais de US $ 192 milhões e EBITDA ajustado de aproximadamente US $ 17,4 milhões.

Curta nossa página no

Covestro recebe classificação “A-” do CDP por esforços de proteção ao clima

27/12/2021

27

Anúncio da meta de neutralidade climática prevista para 2022

A organização sem fins lucrativos CDP (anteriormente Carbon Disclosure Project) classificou a Covestro como uma empresa “A-” em seu ranking de proteção climática deste ano. Isso faz da Covestro uma das principais empresas do mundo nesta área. Pela primeira vez na pesquisa anual, a Covestro obteve uma das melhores classificações devido a seu foco claro na economia circular.

“Estamos muito satisfeitos por ter alcançado essa posição no ranking”, comemora Markus Steilemann, CEO da Covestro. “A classificação A- demonstra que nossos esforços dos últimos anos estão dando frutos. Nossa ambição é manter e expandir ainda mais esse alto nível.”

O CDP reconheceu as conquistas da Covestro nas categorias “Governança”, “Iniciativas de Redução de Emissões” e “Estratégia de Negócios & Planejamento Financeiro”. A empresa alcançou a maior pontuação em cada uma dessas áreas, colocando-a bem à frente da média do setor. No total, mais de 13 mil empresas participaram do ranking, que é avaliado em uma escala de A a D-. A pontuação máxima é atribuída a empresas com um alto nível de transparência em conjunto com ações reais de proteção climática. A pesquisa é considerada um dos principais rankings mundiais de relatórios ambientais e gestão ambiental para empresas.

“No caminho para uma economia circular, também trabalhamos para a neutralidade climática. A classificação do CDP é uma grande confirmação de nossos esforços e sucessos nesta empreitada. Hoje, já podemos fabricar produtos inteiramente sem matérias-primas fósseis, proporcionando uma menor pegada de carbono”, explica Lynette Chung, Diretora de Sustentabilidade da Covestro. “Estamos trabalhando para expandir ainda mais nosso portfólio de produtos sustentáveis e também estamos nos tornando cada vez mais transparentes em nossos relatórios, como reconhecido pelo CDP.”

Progresso contínuo em transparência e ação

Segundo a Covestro, crescimento sustentável e foco absoluto em economia circular são componentes centrais da estratégia corporativa da empresa, intitulada “Futuro Sustentável”. Em setembro, por exemplo, a empresa confirmou planos para investir cerca de 1 bilhão de euros em projetos de economia circular, nos próximos dez anos, e anunciou uma meta de neutralidade climática, baseada em reduções absolutas de emissões de gases de efeito estufa, para 2022.

A transparência na comunicação sobre o progresso da empresa na área de sustentabilidade também continua sendo uma prioridade. A Covestro também publicará, pela primeira vez, junto com seu Relatório Anual 2021, um relatório autônomo em consonância com a recomendação da Força-Tarefa de Divulgação Financeira Relacionada ao Clima (TCFD).

Outro exemplo das ações da Covestro na área de sustentabilidade é o projeto de inovação “Circular Foam”, da União Europeia. Ao lado de 21 parceiros, a empresa assumiu o papel de coordenação do projeto, que visa fechar o ciclo de vida útil das espumas rígidas de poliuretano. Segundo a empresa, isso poderia representar reduções de um milhão de toneladas métricas em resíduos, 2,9 milhões de toneladas métricas de CO2, bem como 150 milhões de euros em custos de incineração – todos os anos na Europa a partir de 2040.

Em paralelo, a Covestro continua expandindo seu portfólio de produtos sustentáveis, ajudando, assim, seus clientes a reduzirem a pegada de carbono na produção a longo prazo.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

Curta nossa página no

Reciclagem: 23,1% dos resíduos plásticos pós-consumo foram reciclados em 2020 no Brasil

27/12/2021

Estudo encomendado pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) apontou que 23,1% dos resíduos plásticos pós-consumo no Brasil foram reciclados em 2020. Em relação a 2019, a redução no primeiro ano da pandemia da Covid-19 foi de menos de 1 ponto percentual. A terceira pesquisa sobre reciclagem mecânica do material é resultado da parceria entre a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), representante do setor de transformados plásticos e reciclagem, e a Braskem.

Realizado anualmente desde 2018 pela consultoria MaxiQuim, o estudo tem como objetivo mensurar o tamanho da indústria de reciclagem de plásticos no Brasil, acompanhando sua evolução anual.

Diminuição de empresas e empregos

A pandemia teve forte impacto sobre a indústria de reciclagem. Já observado nos anos anteriores, o corte no número de empresas e de empregos diretos foi mais agressivo em 2020. Houve variação negativa de 4,9% no número de empresas e 11,7% na quantidade de empregos, em comparação com o ano anterior. Em relação a 2018, a variação negativa é ainda maior: 7,7% no número de empresas e 15,2% no número de empregos. O faturamento dos estabelecimentos que não fecharam, no entanto, teve uma alta de 17,3%, se comparado com 2018 -com os valores corrigidos pelo IPCA.

Volumes de resíduos plásticos consumidos no Brasil

Segundo o estudo, em 2020 foram consumidas 1,4 milhão de toneladas de resíduo plástico na reciclagem, representando um crescimento de 5,8% em comparação a 2019. Um milhão de toneladas são de plástico pós-consumo, ou seja, material descartado em domicílios residenciais e em locais como shoppings centers, estabelecimentos comerciais, escritórios, entre outros, e 368 mil toneladas de plástico pós-industrial, como sobras dos processos da indústria petroquímica, de transformação de plásticos e da própria reciclagem de plásticos.

Do total de resíduos consumidos na reciclagem, 960 mil toneladas referem-se aos utensílios de uso único, categoria que representa as embalagens e outros tipos de descartáveis. São os produtos que mais passaram pelo processo de beneficiamento, representando 68,5% do montante reciclado em 2020, conforme gráfico abaixo.

“Os resíduos consumidos provenientes de artigos de uso único (embalagens e descartáveis) aumentaram proporcionalmente à participação no total consumido. Os descartáveis mais relevantes, que justificam os 6,2% de participação, são as sacolas plásticas e utensílios “stay at home” como, por exemplo, copos, talheres, recipientes de alimentação, etc” explica Solange Stumpf, sócia da MaxiQuim.

Perdas no processo

O principal motivo de perdas no processamento ainda é a contaminação da sucata plástica com materiais indesejados, que ocorre pela dificuldade na triagem. No entanto, o estudo percebeu que o agravante para perdas maiores na comparação com o ano anterior, além do aumento da produção de pós-consumo, foi o deslocamento para resíduos de origem doméstica em detrimento aos de origem não-doméstica, que usualmente são mais limpos. No total, foram 168,8 mil toneladas de material perdido durante os processos de reciclagem, um aumento de 24,5% em comparação a 2019. O PET é o material que mais sofreu perdas, devido também ao volume de consumo.

“Cabe ressaltar ainda que, com a pandemia, muitos recicladores pequenos que adquiriam os rejeitos de sucata de recicladores maiores ficaram muito tempo sem operar, o que contribuiu para maiores perdas efetivas na conversão de entrada da matéria-prima (sucata) para a saída (produto reciclado)”, explica Solange.

Produção de Resina Reciclada

Ainda assim, houve um aumento significativo na produção de resina reciclada – 12,2% em relação a 2018. No ano de 2020, 72% da produção de plásticos reciclados no país foram de origem no resíduo pós-consumo, enquanto 28% foram de resíduo pós-industrial. Em 2018, o plástico pós-consumo representava 69% das resinas recicladas. No total, foram fabricadas 1,2 milhão de toneladas de resinas recicladas em 2020.

Entre as 884 mil toneladas de resinas pós-consumo recicladas no ano passado, 41,4% foram de PET, seguidas por PEAD (19%), PP (16,7%) e PEBD/PELBD (16,1%). Em 2019, os índices foram bem parecidos: 42% PET, 18,2% PEAD,16,5% PEBD/PELBD e 15,8% PP.

Das 366 mil toneladas de PET reciclado, 30% foram aplicadas em frascos e garrafas em geral, para produtos de higiene pessoal e limpeza doméstica. Já a construção civil (22%) e as utilidades domésticas (15%) são os principais destinos do PEAD reciclado. Por sua vez, 33% das resinas PP recicladas foram aplicadas na fabricação de utilidades domésticas como, por exemplo, baldes, bacias, lixeiras, entre outros.

Produção de resina pós-consumo por região

A região Sudeste é a responsável por 55,6% da produção, com 492 mil toneladas, seguida pela região Sul (241 mil toneladas), Nordeste (95 mil toneladas), Centro-Oeste (43 mil toneladas) e Norte (11 mil toneladas). Comparado com 2019, apenas a região Norte apresentou queda (-2,7%) na produção de resina pós-consumo.

Índice de reciclagem mecânica

O índice de reciclagem mecânica dos plásticos pós-consumo ficou em 23,1% no Brasil, redução de menos de 1 ponto percentual em relação a 2019. Esse número é calculado dividindo a quantidade de plástico pós-consumo reciclado pelo volume de plástico pós-consumo de vida curta gerado.

“Pelos resultados da pesquisa, é evidente notar que, apesar da pandemia ter impactado a indústria de reciclagem do plástico, o efeito não foi tão agressivo no índice de resíduos reciclados, o que nos leva a crer que o cenário será mais positivo após a plena retomada da economia brasileira”, comenta Fernanda Maluf, do Grupo Técnico do PICPlast.

“Mesmo com uma pequena queda no índice, é possível perceber que a reciclagem mecânica de plásticos vem se desenvolvendo rapidamente no país. Com todos os problemas verificados na coleta e na triagem, devido à pandemia, a produção de plásticos reciclados seguiu evoluindo em 2020, mostrando que há uma demanda crescente por produtos com conteúdo plástico reciclado”, complementa Solange Stumpf, sócia da MaxiQuim.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e a ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico. A parceria prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação e reciclagem plástica. O PICPlast já investiu cerca de R$ 20 milhões em ações em prol da imagem do plástico e programas de capacitações.

A iniciativa é baseada em dois pilares: aumento da competitividade / inovação do setor de transformação e promoção das vantagens do plástico. O PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial. No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Foto: Braskem

Curta nossa página no

Colorfix obtém certificação ISO 14001

27/12/2021

A empresa paranaense Colorfix, uma das principais fabricantes brasileiras de masterbatches (concentrados de cor) e aditivos para plástico conquistou no último mês de novembro a Certificação ISO 14.001, a qual trata especificamente dos requisitos de um Sistema de Gestão Ambiental e permite à empresa desenvolver uma estrutura para a proteção do meio ambiente e rápida resposta às mudanças das condições ambientais.

Além disso, a norma leva em conta aspectos ambientais influenciados pela organização e os possíveis riscos a serem mitigados por ela. “Esta conquista não trata apenas da gestão interna de nossa indústria, mas também sobre o mundo que queremos. É a materialização do reconhecimento de que nossos recursos naturais são finitos e que devemos respeitá-los e preservá-los para as futuras gerações”, comemora o diretor superintendente da Colorfix, Francielo Fardo.

De acordo com Francielo, a ação da adequação à normativa foi um processo que envolveu a organização como um todo, sendo o setor de Meio Ambiente responsável por acompanhar e orientar os departamentos. Diversas etapas foram cumprindas, incluindo vistoria interna para identificação dos pontos a serem ajustados, reuniões periódicas com as áreas para acompanhamento das execuções de adequações e auditoria interna, a fim de identificar o andamento e atendimento aos requisitos legais (federais, municipais e estaduais).

“A sustentabilidade corporativa traz vantagens de longo prazo para clientes, colaboradores e a sociedade, sendo a norma um orientador de como controlar e reduzir os riscos ambientais e melhorar o desempenho da organização, não ficando apenas na teoria – pois são exigidas as comprovações na prática, além de ser necessário o envolvimento e comprometimento de todos (incluindo, mas não se limitando a, fornecedores, colaboradores, prestadores de serviços)”, explica o diretor.

“Agradecemos o empenho e a dedicação de cada um que fez esta conquista ser possível. O trabalho não para com a certificação – ele continua em permear a cultura de sustentabilidade em toda a empresa, para que todos os colaboradores insiram em seu dia a dia posturas mais respeitosas com o meio ambiente”, reforça Fardo.

Na prática

As mudanças no dia a dia da empresa compreenderam atitudes como a atenção ao descarte do lixo e busca pela redução de resíduos; uso de copos plásticos no processo produtivo para limpeza de máquinas; revisão de documentações e legislações; organização rigorosa das áreas de trabalho e criação e produção de materiais gráficos sobre o assunto.

Além disso, foram implantados diversos treinamentos como cuidados com vazamentos, multiplicação de conhecimento de aspectos técnicos como LAIA, impacto e aspectos ambientais. A Colorfix já possuía um cuidado com a água utilizada no processo produtivo, ponto também significativo para a certificação.

Revora

A marca Revora, lançada neste ano pela Colorfix também é resultado da preocupação da empresa com o meio ambiente. A linha reúne um conjunto de soluções e metodologias de trabalhos voltados à sustentabilidade, a qual envolve toda a cadeia da indústria de transformação: fornecedores, matérias-primas, métodos de produção, embalagens, produto final e descarte consciente.

A Colorfix Masterbatches, desde 1990, trabalha na inovação e no desenvolvimento de concentrados de cor e/ou aditivos. Com a matriz localizada em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), a companhia conta ainda com unidades em São Caetano do Sul (São Paulo) e Jaboatão dos Guararapes (Pernambuco).

Curta nossa página no

Programa Tampinha do Bem é ampliado para escolas da Serra (ES) em 2022

27/12/2021

O Programa Tampinha do Bem, liderado pelo Sindiplast-ES, deve ser ampliado no próximo ano para todas as escolas do município da Serra. O sindicato assinou com a Prefeitura da Serra um Termo de Cooperação para implantação do programa. Além disso, haverá reuniões com as prefeituras de Vila Velha e Cariacica, com o objetivo de levar o programa também para estes municípios.

“Este é um projeto educacional e está sendo implantado nas escolas porque envolvemos os alunos e eles acabam envolvendo e educando seus familiares. Quando você quer mudar uma cultura, você tem de começar pelas crianças”, destaca o presidente do SindiplastES, Jackley Maifredo.

O secretário de Educação da Serra, Alessandro Bermudes, destaca que o Tampinha do Bem tem como finalidade a conscientização. “Além do descarte adequado de material plástico, vamos estimular a reutilização do material e gerar renda para nossa horta, que cuidamos com tanto carinho”, declarou Alessandro Bermudes.

Por meio da educação ambiental, o Tampinha do Bem envolve crianças, adolescentes e suas famílias para o incentivo à adoção da economia circular, o que possibilita o aproveitamento inteligente dos recursos que já se encontram em uso no processo produtivo.

Neste ano, a escola municipal Manuel Vieira Lessa foi a primeira da Serra a receber o programa, bem como a Apae de Viana, o prédio e as indústrias da Findes. Na escola municipal os alunos arrecadaram mais de 600 Kg de plástico como tampas de garrafas de refrigerante, água, suco, óleo, detergente, amaciante, tampas de tubos de creme dental, dentre outros.

Todo o material foi vendido para a reciclagem. Os recursos financeiros são administrados pelas instituições cadastradas no programa. O colégio inteiro foi mobilizado e o dinheiro arrecadado com a venda das tampinhas foi investido na horta da escola.

Curta nossa página no

Rhodia abre 53 vagas para estágios em 2022

23/12/2021

Inscrições podem ser feitas até 06/01/2022 pelo link: bettha.com/estagiorhodia2022

A Rhodia (www.rhodia.com.br), empresa do Grupo Solvay (www.solvay.com), líder em química/têxtil e materiais avançados, abriu as inscrições para o processo seletivo do seu programa de estágios em 2022.

A empresa prevê oferecer 41 vagas para estudantes universitários das áreas de Administração, Ciências Contábeis, Comércio Exterior, Comunicação Social, Cursos de TI, Direito, Economia, Engenharia (todas), Estatística, Logística, Marketing, Psicologia, Química, entre outros.

Essas vagas são destinadas às unidades industriais de Paulínia, Santo André, Itatiba e Taboão da Serra e ao escritório central da empresa na capital paulista.

Outras 12 vagas específicas para o site industrial de Paulínia (SP) são destinadas para estudantes de cursos técnicos de Química, Biotecnologia, Meio Ambiente, Edificações, Mecânica, Mecatrônica, Segurança do Trabalho, Elétrica, Eletrotécnica, Eletrônica, Farmácia, Bioquímica e Petroquímica.

O estágio será de no máximo 30 horas semanais. A Rhodia oferece vale refeição ou restaurante, seguro de vida, assistência médica, assistência odontológica, auxílio-transporte ou fretado e estacionamento. A bolsa-auxílio é compatível com o mercado.

As inscrições devem ser feitas até o dia 06 de janeiro de 2022 através do link: bettha.com/estagiorhodia2022

A Rhodia é uma empresa do Grupo Solvay. Com 23.000 empregados em 64 países, o grupo Solvay fornece produtos podem ser encontrados em residências, alimentos e bens de consumo, aviões, carros, baterias, dispositivos inteligentes, equipamentos de saúde, sistemas de purificação de água e ar. Fundada em 1863, a Solvay está hoje entre as três principais empresas do mundo na maioria de suas atividades e obteve vendas líquidas de € 8,9 bilhões em 2020.

Curta nossa página no

Sealed Air obtém certificação Halal para seus produtos da marca Cryovac

23/12/2021

Indústria de embalagem para carnes está entre as primeiras do segmento a receber a certificação que impulsiona comércio com o mundo islâmico

A Sealed Air, indústria de embalagens e soluções de proteção que fornece embalagens a vácuo da marca Cryovac, acaba de receber a Certificação Halal para sua fábrica de Jaguariúna (SP).

Emitida pela Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (FAMBRAS), esta certificação valida os procedimentos exigidos e a utilização de matérias-primas autorizadas pelo Islamismo, tornando assim seus produtos permitidos para o consumo de muçulmanos.

“O Brasil é um dos maiores exportadores de alimentos já certificados com Halal do mundo e este reconhecimento global possibilita o acesso imediato da indústria brasileira neste mercado, garantindo oportunidade de exportação para as empresas certificadas”, comenta a Gerente de Qualidade da Sealed Air, Natália Pires.

As exportações de carne bovina para os países árabes cresceram em 2021. De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior e Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), somente para os Emirados Árabes o avanço foi de 15%, apenas no primeiro semestre. A executiva explica que a certificação para o segmento de embalagens não é obrigatória, mas uma forte tendência para todos os envolvidos na cadeia de alimentos. “Adquirir este certificado e o selo de garantia Halal de uma instituição com alto nível de confiança de importadores, governos, consumidores – e que é reconhecido globalmente – é um passo muito importante para expansão de fornecimento de embalagens aos nossos clientes que mantém processos de exportação para países muçulmanos”, comenta Natália.

O portfólio de soluções da Sealed Air inclui embalagens para alimentos da marca Cryovac, embalagem protetora da marca Sealed Air, sistemas automatizados da marca Autobag e embalagem da marca Bubble Wrap. Segundo a Cryovac, essas marcas possibilitam coletivamente uma cadeia de suprimento global de alimentos mais eficiente, segura e com menos desperdício. A empresa continua a expandir seu portfólio de soluções sustentáveis, incluindo materiais de embalagem, sistemas automatizados e serviços inteligentes. A Sealed Air gerou US $ 4,9 bilhões em vendas em 2020 e tem aproximadamente 16.500 funcionários que atendem clientes em 115 países

Curta nossa página no

Indústria de brinquedos se prepara para o Natal pós-pandemia

23/12/2021

Plástico é o principal material usado na fabricação

Os brinquedos são itens que nunca faltam na lista de presentes de Natal das crianças. Por isso, fabricantes e varejistas já estão com seus estoques prontos para atender a demanda que vem dos pequenos consumidores.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Brinquedos (Abrinq), o Natal e a Semana das Crianças, juntas, representam 65% das vendas no ano. A indústria nacional oferece cerca de 4.700 itens diferentes, boa parte fabricada em material plástico.

O aumento da inflação e os impactos da pandemia que ainda permanecem são os principais desafios para os fabricantes atualmente. No entanto, algumas empresas já buscam se sobressair, atuando de forma direcionada e estratégica.

“Vimos a necessidade de atuar com uma linha que acompanhe o poder de compra da população que está cada vez menor, devido à alta da inflação causada pela pandemia. Ou seja, focamos na fabricação de brinquedos de até R$ 100, e direcionados para a primeira idade”, afirma Walter Flosi Junior, empresário que atua no ramo de brinquedos plásticos.

Segundo o empresário, a pandemia também trouxe maior conscientização da população, que cada vez mais opta por brinquedos da indústria local em vez dos importados.

Dados da Abrinq mostram que a queda de 49% das importações em 2021 levou fabricantes nacionais, principalmente de brinquedos plásticos e borracha, a registrar crescimento de 21% na produção para suprir o varejo.

Para Mariana Cardoso, integrante do grupo de trabalho do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), o uso do plástico na produção de brinquedos oferece vantagens em relação aos outros materiais, sendo útil tanto para os consumidores como para os fabricantes.

“Os brinquedos plásticos infantis são mais leves, apresentam maior segurança para as crianças, maior durabilidade e praticidade. Além disso, a possibilidade de uso de material reciclado na confecção traz melhor custo-benefício para fabricantes e consumidores”, afirma Cardoso.

Mas é preciso haver conscientização em relação à compra de brinquedos plásticos falsificados, ainda uma realidade muito comum, com maior destaque em datas como o Natal. Além de afetar negativamente a indústria, a pirataria pode ser prejudicial às próprias crianças, que podem ser expostas a materiais sem a devida certificação, com potenciais riscos à saúde. O Selo INMETRO, órgão responsável pela certificação dos brinquedos no Brasil, é uma garantia de que o produto foi testado e está em condições seguras de ser comercializado.

Gravura (fonte): site da Abrinq (www.abrinq.com.br)

Curta nossa página no

Corrida de São Silvestre reciclará copos plásticos utilizados por participantes da prova

23/12/2021

Parceria entre o Movimento Plástico Transforma e a Organização da Prova viabilizará coleta de copos plásticos utilizados para reciclagem e transformação dos itens

Os copos plásticos de água distribuídos a todos os participantes da 96ª Corrida Internacional de São Silvestre, no próximo dia 31 de dezembro, na capital paulista, voltarão para a sociedade como caixas organizadoras. Pelo segundo ano, uma parceria do Movimento Plástico Transforma com a Fundação Cásper Líbero e a Yescom, coletará as embalagens, que serão recicladas, transformadas e doadas para entidades públicas do estado de São Paulo.

A estimativa da Organização da prova é que cerca de 350 mil copos de água sejam consumidos, em diversos pontos distribuídos ao longo do percurso da Corrida de 15 km, que exige muita hidratação dos participantes. A embalagem plástica é o formato mais apropriado para o corredor ingerir o líquido de forma rápida e segura.

Com a parceria, o resíduo coletado durante a prova será transportado até uma unidade de reciclagem, beneficiado com a retirada do lacre e transformado em matéria-prima, que dará origem a novos produtos. Além de dar nova vida aos copos, a parceria viabilizará a doação desses produtos para muitas pessoas. A previsão é que os copos recolhidos pela equipe sejam transformados em até 10 mil caixas organizadoras.

“O resultado positivo da ação realizada na última edição da São Silvestre fez com que repetíssemos a iniciativa nesse ano. Nosso objetivo é mostrar para a sociedade a importância do descarte correto e da reciclagem, não apenas do plástico, mas de todos os resíduos”, afirma Edison Terra, vice-presidente de Olefinas e Poliolefinas na América do Sul da Braskem. Já José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST, reforça como a iniciativa é um exemplo de economia circular. “Mostramos com essa ação o poder de transformação do plástico e sua versatilidade. Além disso, também é uma demonstração para a sociedade de como a indústria está comprometida com a sustentabilidade da cadeia”, complementa.

O Movimento Plástico Transforma também coletará os copos na sala de imprensa e realizará uma ativação com os participantes durante a Expo Atleta, ação para a entrega dos kits, entre 27 e 30 de dezembro, no Palácio das Convenções – Parque Anhembi.

Edição 2019

Esse é o segundo ano da parceria entre o Movimento Plástico Transforma e a Corrida de São Silvestre. Em 2019, os copos recolhidos foram transformados em 1.800 lixeiras, doadas para escolas públicas das cidades de Jaguariúna e São Carlos, no interior de São Paulo. Ao todo, foram produzidos 900 coletores para resíduos recicláveis e 900 para orgânicos, que impactaram a rotina de cerca de 120 mil alunos, nas duas cidades.

Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma tem como objetivo promover conteúdo e ações educativas que demostram que o plástico, aliado à tecnologia, à criatividade e à responsabilidade, traz inúmeras possibilidades para os mais diferentes segmentos. Além do site, em que é possível encontrar conceitos importantes sobre aplicações, reutilização, descarte correto e reciclagem do plástico, o Movimento é responsável por diversos projetos voltados à sociedade que juntos já impactaram mais de 200 mil pessoas. A iniciativa é uma ação do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – fruto da parceria entre a ABIPLAST e a Braskem.

Curta nossa página no

Solvay anuncia júri para Prêmio de Ciência estimado em 300 mil euros

22/12/2021

A edição de 2022 do Prêmio Solvay Science for the Future marcará o aniversário de 100 anos da primeira Conferência Solvay dedicada exclusivamente à Química.

Onze anos depois da histórica Conferência Solvay, o fundador da empresa, Ernest Solvay, realizou em 1922 a primeira conferência científica focalizada exclusivamente em química, também reunindo muitos cientistas que mais tarde se tornariam ganhadores do Prêmio Nobel, para discutir novas teorias em microfísica na química. O prêmio, que será concedido em 2022, marca o aniversário de 100 anos desta conferência química.

A Solvay anunciou no dia 15 de dezembro o júri da quinta edição do Prêmio Solvay Science for the Future, com um prêmio de € 300 mil, que é concedido a cada dois anos a um cientista engajado em pesquisas inovadoras que irão moldar a ciência de amanhã e resolver alguns dos desafios mais urgentes do mundo. O ganhador do Prêmio Solvay será anunciado em 13 de janeiro e a cerimônia de premiação será transmitida ao vivo em 29 de março de 2022.

O vencedor do prêmio será selecionado por um júri independente de cientistas renomados, que incluem dois ganhadores do Prêmio Nobel:

● Sven Lidin, presidente do júri do Prêmio Solvay, professor de química inorgânica na Universidade de Lund;

● Steven Chu, ganhador do Prêmio Nobel de Física em 1997, ex-secretário de energia dos EUA e professor da Universidade de Stanford;

● Ben Feringa, ganhador do Prêmio Nobel de Química em 2016, professor da Universidade de Groningen, ganhador do Prêmio Solvay de 2015

● Susumu Kitagawa, vencedor do Prêmio Solvay de 2017, professor da Universidade de Kyoto;

● Geraldine Lee Richmond, catedrática em ciências e professora de química na Universidade do Oregon, indicada para subsecretária de energia para ciência dos EUA;

● Dame Carol Vivien Robinson, Professora de Química e primeira diretora do Instituto Kavli para Descoberta de Nanociências na Universidade de Oxford.

“A Solvay tem uma longa história de promoção da ciência fundamental e o Prêmio Solvay continua esse legado”, disse Patrick Maestro, membro da Académie des Technologies na França e diretor científico da Solvay. “A inovação baseada na ciência impulsiona a estratégia da Solvay hoje e é um dos principais diferenciais da Solvay entre seus concorrentes.”

Criado em 2013, o Prêmio Solvay perpetua a paixão e o apoio de Ernest Solvay à pesquisa científica. O prêmio é dado a um único destinatário por contribuições fundamentais à química com potencial impacto industrial. O amplo campo do prêmio contempla a química em todos os seus aspectos, como síntese, ciência dos materiais, biofísica ou bioquímica, engenharia química, ciências ambientais ou certos aspectos da biologia molecular.

As indicações são feitas por membros do comitê científico de química e do comitê consultivo (passado e presente) dos Institutos Solvay Internacionais de Física e Química, participantes das Conferências Solvay sobre Química, membros de prestigiosas organizações científicas internacionais e químicos renomados.

Os vencedores anteriores incluem:

● Professora Carolyn Bertozzi (EUA) por sua invenção de reações químicas bio-ortogonais que podem ser realizadas em células e organismos vivos, com avanços potenciais significativos no tratamento de várias doenças, incluindo câncer (2020);

● Professor Susumu Kitagawa (Japão), pelo seu trabalho no desenvolvimento de estruturas metálicas orgânicas, uma nova classe de materiais com uma variedade de possíveis aplicações futuras, incluindo a captura de gases poluentes (2017);

● Professor Ben Feringa (Holanda), por sua pesquisa inovadora sobre motores moleculares, um campo de pesquisa que abre caminho para novas aplicações terapêuticas e tecnológicas com nano-robôs (2015);

● Professor Peter G. Schultz (EUA), por seu trabalho na interface da química e ciências da vida, com importantes implicações para a medicina regenerativa e o tratamento de doenças infecciosas, doenças autoimunes e câncer (2013).

A Solvay é uma empresa de ciências , com 23.000 funcionários em 64 países. As soluções do Grupo Solvay contribuem para produtos que podem ser encontrados em residências, alimentos e bens de consumo, aviões, carros, baterias, dispositivos inteligentes, equipamentos de saúde, sistemas de purificação de água e ar. Fundada em 1863, a Solvay está hoje entre as três principais empresas do mundo na maioria de suas atividades e obteve vendas líquidas de € 8,9 bilhões em 2020. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Curta nossa página no

Tomra e Ivar IKS apresentam resultados de triagem e reciclagem de Resíduos Sólidos Urbanos de origem mista como alternativa à Coleta Seletiva

16/12/2021

A Tomra e uma planta de separação de resíduos norueguesa da empresa Ivar IKS demonstraram que a triagem de resíduos de origem mista é uma solução alternativa para a coleta seletiva. Depois de interromper a coleta seletiva de plásticos em sua região e intensificar a triagem de resíduos mistos, a planta aumentou as taxas de recuperação de 28% para 82% e atingiu taxas de reciclagem de 56,4%, afirmam as empresas. Com isso, está cumprindo assim as metas de reciclagem da UE para 2025 antes do tempo, permitindo que a Ivar Iks ocupe, hoje, o primeiro lugar no processamento de RSU em volume.

Situada em Forus, entre as cidades de Stavanger e Sandnes no sudoeste da Noruega, a Ivar gerencia todos os resíduos e a coleta de lixo de 10 municípios, abrangendo uma população aproximada de 325 mil habitantes. Com sua planta de triagem de resíduos sólidos municipais, ela recupera grandes volumes de materiais recicláveis antes da incineração, reduzindo as emissões de CO2 e a dependência global de material virgem ao fornecer conteúdo reciclado de qualidade para novos produtos e embalagens.

Com as metas locais e internacionais de reciclagem se tornando progressivamente mais rigorosas, a Ivar reconheceu a necessidade de melhorar seus métodos de gestão de resíduos e decidiu examinar mais de perto o potencial oculto dos resíduos domiciliares da região. Com o objetivo de encontrar a abordagem mais eficaz e ecologicamente correta para a gestão de resíduos, a empresa procurou a consultoria da Tomra. Para identificar as oportunidades na separação de resíduos mistos e avaliar seu potencial de desempenho, a planta enviou amostras de RSU da região para a unidade de teste da Tomra na Alemanha. Lá, esses materiais foram submetidos a extensos testes nas máquinas de seleção da empresa. A análise de teste mostrou que, enquanto a recuperação de papel de fluxos de RSU teve um desempenho razoavelmente bom, a recuperação de plásticos apresentou oportunidades de melhorias. A análise do teste revelou que o lixo doméstico ainda continha grandes quantidades de plástico reciclável, mesmo levando em conta que ele deveria ser descartado separadamente através de coleta seletiva. A equipe considerou a análise como uma clara demanda de ação concreta e orientada para o futuro.

Abraçando novas oportunidades

Com base na análise e nas possibilidades ainda intocadas na triagem de RSU, um novo plano de negócios foi desenvolvido. O resultado: a construção de uma nova planta de triagem de resíduos mistos totalmente automatizada, composta por novas instalações de seleção de plásticos e triagem de papel, além da eliminação da coleta seletiva de plásticos naquela região. Antes coletados separadamente, os plásticos agora também são descartados na caixa cinza (resíduos mistos) e recuperados nas novas instalações. Como consequência, apenas os rejeitos da planta são transportados para a planta de geração de energia e usados para a produção de eletricidade e para sistemas de aquecimento remoto. Em suma, os materiais descartados pelo município voltaram a ser valorizados da forma mais otimizada, afirma a Tomra.

No final de 2014, o projeto de construção da planta começou com a escolha da Sutco Recycling Technik como fornecedora da planta combinada de resíduos e separação de papel da Ivar. A Sutco, por sua vez, selecionou a Tomra Recycling como parceira do projeto para equipamentos de triagem. Desde que a nova planta começou a operar em janeiro de 2019, 22 unidades de triagem Autosort de última geração da Tomra separam plásticos (PET, PS, PEBD, PEAD, PP) e papel (mistos de papel, papelão, embalagens de bebidas) a partir dos resíduos mistos recolhidos nas calçadas. Além disso, metais (alumínio, aço) são recuperados dos resíduos.

“Estamos muito satisfeitos com a oportunidade de dar consultaria à Ivar no planejamento da nova planta, de fornecer nosso mais recente equipamento de triagem baseado em sensores e em acompanhar um projeto tão emocionante e revolucionário”, comenta Oliver Lambertz, vice-presidente da Tomra Recycling e Chefe de Desenvolvimento de Negócios. Combinando os  processos, equipamentos de planta e tecnologias de triagem, a planta de triagem de resíduos estabeleceu os seguintes objetivos: selecionar quase todos os plásticos PE, PP, PS ou PET adequados para a reciclagem (mecânica); recuperar 95% das frações identificadas; e obter taxas de pureza de 95-98%.

De resíduos mistos a monofrações recicláveis

Os resíduos gerados pelos municípios que a Ivar atende contêm grande quantidade de materiais valiosos e recicláveis, que, em uma forma mais pura e homogênea, podem ser posteriormente processados, reciclados e reintroduzidos no mercado como reciclados de qualidade. Hoje, a Ivar processa 40 toneladas de RSU por hora, a partir dos quais papel, plásticos, metais e resíduos são separadas em várias etapas:

Pré-seleção

Uma vez que o material coletado é alimentado na planta, itens com dimensões maiores 350 mm são classificados por uma peneira vibratória “finger” e triturados em pedaços menores, antes que duas peneiras rotativas separem o material em três granulometrias: 0-60 mm; 60-150 mm; e 150-320 mm. Em uma segunda etapa, as máquinas Autosort da Tomra recuperam 90% das frações de plástico de tamanho médio (60-150 mm) e grande (150-320 mm) antes de extrair o papel misturado. Finalmente, os ímãs e separadores indutivos removem os metais não ferrosos e ferrosos.

Recuperação de plásticos e papel

Depois que os plásticos foram pré-selecionados, eles são classificados por tipo de material. Primeiro, os separadores balísticos separam o filme plástico dos plásticos rígidos. Posteriormente, 14 máquinas Autosort realizam a separação de plásticos rígidos em PP, PEAD, PS, PET e criam uma fração limpa de filme plástico PEBD. Para aumentar ainda mais os níveis de pureza, essas frações de material limpo passam por uma segunda etapa de seleção, também realizada por máquinas Autosort, para remover os contaminantes restantes. As frações finais de PS e PET de alta qualidade são então embaladas em fardos específicos para cada tipo de material e enviadas para diferentes fábricas de reciclagem mecânica na Europa. PEBD, PEAD e PP são lavados, secos e peletizados na própria fábrica em Forus e vendidos como grânulos.

Ao mesmo tempo, a fração mista de papel, bem como a alimentação mista de papel e papelão proveniente da coleta seletiva, é processada em uma linha de triagem separada. Das 23.250 toneladas de papel separadas por turno, 95,7% do material alimentado é transformado em quatro produtos de papel vendáveis, como De-ink, Papelão ondulado, Tetra Pak e papelão.

Tecnologia Tomra para separação dos resíduos

Quando a Tomra foi selecionada como fornecedora de tecnologia da planta de triagem de resíduos da Ivar, ficou claro que uma avançada tecnologia de triagem baseada em sensores era necessária. Especificamente, a Tomra forneceu 22 de suas máquinas Autosort  para extrair papel e plásticos do lixo doméstico.

Equipada com tecnologia de seleção por infravermelho, que combina infravermelho próximo (NIR) e espectrômetro visual (VIS), a máquina pode identificar e separar de forma precisa e rápida diferentes materiais de acordo com a natureza do material e sua cor, afirma a Tomra. Na Forus, as máquinas Autosort classificam o papel em três frações-alvo e os plásticos em seis. Sua precisão de seleção se baseia principalmente na tecnologia integrada e patenteada Flying Beam, que distribui uniformemente a luz por toda a esteira transportadora, faz a leitura e analisa todo o material que passa por um scanner. O sensor envia o respectivo sinal para os blocos de válvula da máquina, que transformam as informações do scanner em ação, tanto ejetando quanto descartando itens lidos.

Rudolf Meissner, Supervisor Chefe de Sistemas de Seleção de Resíduos da Ivar, afirmou: “Os separadores e a consultoria da Tomra nos convenceram desde o início. Conforme percebemos em primeira mão, eles são uma ferramenta essencial para a separação automatizada de resíduos, operando com alto rendimento e gerando altos níveis de eficiência e pureza – a meta que todas as plantas de separação estão perseguindo e a razão pela qual essas máquinas definitivamente devem integrar qualquer instalação moderna de triagem e reciclagem. Combinado com seu serviço confiável, pudemos transformar nosso processo de separação de resíduos em uma atividade econômica e competitiva”.

Ao iniciar as operações em 2019, a Ivar definiu uma meta geral para recuperar quase todos os tipos de plástico (PE, PP, PS, PET) e uma meta mais concreta para atingir taxas de pureza de 95-96% em PEBD, PP, PEAD, PS e PET. Graças às máquinas de seleção, o objetivo da planta logo se tornou realidade, com taxas de pureza de até 98% sendo alcançadas, afirma a Tomra. Quanto ao papel, estudos de seleção mostraram que mais de 85% de todas as embalagens cartonadas de bebidas no lixo doméstico residual foram separadas com sucesso do fluxo de lixo doméstico, garante a fabricante norueguesa.

Uma nova vida para plásticos

Após a extração dos recicláveis do material de alimentação, algumas frações selecionadas passam por um extenso processo de reciclagem no local. Os fardos homogêneos de PET e PS, bem como metais ferrosos e não ferrosos, são vendidos para recicladores europeus. Já as poliolefinas (PEBD, PEAD e PP) são fragmentadas em flakes, lavadas a quente, secas e peletizadas no local antes de serem vendidas como commodities industriais. Milhares de toneladas de PE e PP recuperadas de RSU foram desviadas da incineração para serem integradas na produção de reciclados de poliolefinas de qualidade.

Reduzindo o impacto ambiental

Segundo a Tomra, o estudo de caso do Ivar prova que a triagem antes do descarte pode preservar os materiais recicláveis – que antes eram incinerados – e contribuir fortemente para a proteção do clima. Antes da inauguração da Central de Triagem, o índice de recuperação a partir da coleta seletiva na região atendida pelo Ivar já era alto: 65% dos resíduos coletados nos municípios eram separados. No entanto, com a planta em pleno funcionamento, as taxas de recuperação de recicláveis chega a 74%, assegura a Tomra.

De uma perspectiva ambiental, a atividade integrada de separação, recuperação e reciclagem de plásticos de fluxos de resíduos domiciliares – em vez de depender apenas de sistemas de coleta seletiva – leva a uma redução de duas vezes nas emissões de CO2, afirma a Tomra. Primeiro, menos plásticos são incinerados (os plásticos tem alto poder calorífico, mas são baseados em carbono de origem fóssil). Em segundo lugar, o fornecimento de plásticos reciclados de alta qualidade reduz a necessidade de produção de resinas virgens. Com isso, a Ivar contribui para o fornecimento de materiais ecologicamente mais favoráveis e atua de acordo com os princípios da economia circular, resultando na redução de 33.000 toneladas métricas de emissões de CO2 por ano, o que equivale a retirar 20.000 carros movidos a combustível fóssil das estradas, garante a Tomra.

Olhando para trás e além

Os resultados mostraram que a separação de Resíduos Sólidos Urbanos antes da incineração traz vários benefícios: na Noruega, a necessidade da coleta separada de embalagens de plástico e seus custos associados foram eliminados, permitindo que a Ivar fornecesse material reciclado pronto para o mercado – para fabricação de novos produtos e embalagens- , ao mesmo tempo em que reduz consideravelmente sua pegada de CO2. Além disso, os parceiros já começaram a investigar se o vidro e os biorresíduos poderiam ser extraídos lucrativamente da fração de finos (0-60 mm).

Automatizar o processo de seleção com a tecnologia mais recente contribuiu fortemente para essa mudança. No entanto, os parceiros estão convencidos de que a automação apenas complementa a triagem de resíduos, mas nunca substituirá os sistemas locais de coleta seletiva. Em vez disso, os componentes da gestão ideal de resíduos devem andar de mãos dadas – da coleta à separação de resíduos mistos e à reciclagem – para ter o maior impacto sobre o quanto se recicla. Na Noruega está funcionando, afirma a Tomra.

A Tomra Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

Curta nossa página no

Stadler projeta e constrói novas plantas de triagem na Itália

13/12/2021

À medida que as metas da Agenda 2030 se aproximam, as empresas de serviços ambientais estão cada vez mais incorporando em seus planos de negócios investimentos em instalações de reciclagem capazes de perseguir a meta de lixo zero, transformando-o em matérias-primas secundárias que podem retornar ao ciclo produtivo com o mínimo de desperdício.

Com esse objetivo, G.A.I.A. Spa e Iren Ambiente (que detém 45% da G.A.I.A. e fornece serviços ambientais a uma população de mais de 3 milhões) contatou a Stadler, a empresa alemã especializada no planejamento, produção e montagem de instalações de reciclagem e triagem chave na mão, para projetar e construir novas plantas de reciclagem em Asti e Parma.

Os requisitos para as duas plantas eram diferentes: classificação de embalagens de plástico da coleta seletiva em Asti e classificação de plástico e papel / papelão em Parma.

A abordagem personalizada da Stadler, capaz de fornecer soluções até mesmo para mudanças solicitadas durante a fase de construção, fez com que a colaboração entre as empresas fosse um sucesso.

A nova planta de triagem no Centro de Tratamento de Resíduos Asti

Inaugurada em outubro passado, a nova planta de separação de embalagens de plástico e metal da coleta seletiva desempenha um papel importante na gestão de resíduos no norte da Itália. Resultado de um investimento de 10 milhões de euros, terá capacidade para processar 50.000 toneladas por ano de material a partir da coleta seletiva de resíduos.

Flaviano Fracaro, CEO da G.A.I.A. e Gerente Técnico da Iren Ambiente Spa, comenta: “A planta de triagem é como uma mina a céu aberto, mas ao invés de extrair matérias-primas do planeta, ela as recupera, evitando a dispersão de plásticos no meio ambiente ou a saturação de aterros sanitários que não precisam mais receber materiais recuperáveis”.

A planta da G.A.I.A. processará materiais provenientes da bacia de Asti, do Grupo Iren (Torino, Génova, Piacenza, Reggio Emilia), Val d’Aosta e outros que possam solicitar os seus serviços.

Depois de processados e limpos, os materiais provenientes das separações distintas serão entregues aos Consórcios Nacionais para a recuperação das embalagens, que os transformarão em matérias-primas secundárias e os reintroduzirão nos ciclos de produção.

A nova planta está equipada com modernas tecnologias em linha com os objetivos do plano industrial da Indústria 4.0 e as máquinas dão suporte ao trabalho dos operadores de triagem manual, resultando num produto de elevada qualidade.

“Escolhemos a Stadler após um amplo processo de avaliação técnica e econômica”, comenta Flaviano Fracaro. A experiência da Stadler no setor também foi decisiva: “A Stadler tem experiência em projetar instalações capazes de tratar com grande eficiência diferentes tipos de materiais e, ao nível do apoio que recebemos, os seus engenheiros e técnicos estiveram ao nosso lado em todas as fases do projeto”.

A planta consiste em uma seção de alimentação e pré-triagem, uma linha de triagem mecânica e ótica, uma cabine de triagem para a seleção manual de produtos volumosos e uma linha de armazenamento e enfardamento.

Uma peneira giratória realiza a primeira seleção de acordo com o tamanho, separando os materiais em três fluxos. O fluxo principal de material, com tamanhos de 50 a 350 mm, é enviado para a linha de triagem principal, consistindo em:
– 10 separadores óticos para separar produtos de plástico
– 1 sistema de separação por ar para melhorar a separação 3D – 2D
– 2 separadores magnéticos para remover metais ferrosos
– 1 separador indutivo para remover metais não ferrosos
– 1 peneira giratória fina com malha de 20 mm para peneirar resíduos finos
– 1 separador balístico STT5000 e 1 separador balístico STT2000 para aumentar a qualidade da recirculação de plástico dentro da planta
– 1 perfurador de garrafas para recuperar garrafas, mesmo se elas estiverem cheias de líquidos

Todos os plásticos selecionados são armazenados em depósitos reversíveis. Esse material alimenta duas linhas de prensagem independentes com enfardadeiras especiais projetadas para plásticos.
No final do processo, os materiais de saída são PET cristal, PET colorido, PET azul claro, HDPE, PP, PE + PP misturados, filme de LDPE + PP, plásticos volumosos (4 produtos diferentes), resíduo, resíduo fino, metais não ferrosos e metais ferrosos.

O projeto apresentou múltiplos desafios, que a Stadler resolveu também graças à sua ampla experiência neste tipo de plantas em todo o mundo. Pietro Navarotto, Diretor da Stadler Itália, explica: “Em Asti tivemos que projetar uma planta com muitas máquinas e esteiras em um pequeno prédio existente, levando em consideração também o espaço para manutenção. Também consideramos a possibilidade de expandir a linha no futuro. Além disso, como a planta classifica vários tipos de materiais, tivemos que realizar muitos testes para verificar a pureza do material reciclado e as taxas de recuperação”.

A nova planta da Iren Ambiente em Parma

A planta de Parma, que será inaugurada em breve, foi projetada para tratar dois fluxos distintos de material da coleta seletiva de papel e plástico. É uma das plantas mais avançadas da Itália para a separação de papel e papelão. Para esta planta, a Stadler projetou e construiu duas linhas de classificação altamente integradas que alcançam uma eficiência espacial muito alta, compartilhando o sistema de enfardamento.

Flaviano Fracaro comenta: “Agradecemos a abordagem profissional dos engenheiros da Stadler e a resposta rápida na implementação de um pedido de última hora na linha de separação de papel. Pedimos a inclusão de quatro separadores óticos NIR e a Stadler conseguiu fazer isso dentro do apertado prazo final.”

A linha de triagem de plástico, que tem capacidade de 9 t/h, processa garrafas PET + HDPE + PP, filme PE + PP, plásticos volumosos, embalagens plásticas mistas, metais não ferrosos e ferrosos, enquanto a linha de triagem de papel, com uma capacidade de 20 t/h, processa papelão, papel misto e papel revista.

As duas linhas têm áreas de entrada diferentes, mas compartilham a mesma seção de saída e linha de enfardamento. Cada linha consiste em uma seção de alimentação, uma seção para separação mecânica e ótica, uma cabine de triagem para classificação manual de materiais volumosos e uma linha de armazenamento e enfardamento.

Na linha de triagem de plástico, após a retirada dos resíduos volumosos da cabine de pré-triagem, os resíduos industriais podem ser encaminhados para uma trituradora. Uma grande peneira giratória realiza a primeira seleção com base no tamanho do material (volumoso, médio e fino).

A fração volumosa é enviada diretamente para a cabine de triagem, onde os operadores a classificam em três frações diferentes. O fluxo principal, de material de tamanho médio (50 – 380 mm), é alimentado a um separador balístico STT5000 que divide os produtos de acordo com suas características balísticas e de peso em finos, 3D (objetos pesados e / ou rolantes) e 2D (planos e objetos leves).

Todas as frações passam então pela planta onde as seguintes máquinas estão localizadas:
– 3 separadores óticos para separar os diferentes tipos de plásticos
– 1 sistema de separação por ar para melhorar a separação 2D – 3D
– 1 separador magnético para remover metais ferrosos
– 1 separador indutivo para a remoção de metais não ferrosos

Uma esteira móvel sob a primeira unidade ótica NIR da linha de papel garante grande flexibilidade no processo de classificação, enquanto o segundo separador ótico pode trabalhar com a seleção positiva ou negativa da primeira unidade NIR, otimizando a recuperação do papel.

A linha de classificação de papel começa com um separador balístico PPK2000_6_3H que é especialmente projetado para separar papelão mais volumoso de papel mais leve. O papelão é enviado diretamente para a cabine de triagem enquanto o fluxo principal (<300 mm) é enviado para duas linhas de separação paralelas. Cada linha consiste em um separador balístico PPK2000_6_1 que remove as frações finas (<50 mm) e dois separadores óticos NIR de 2.800 mm que separam o papel misturado e papel revista do fluxo principal. O material separado é então enviado para a cabine de triagem para separação manual.

Pietro Navarotto explica: “Além da mudança solicitada pelo cliente durante a implantação do projeto, a outra dificuldade foi instalar a linha de papel depois de instalada a linha de plástico. É em momentos como este que a grande experiência de nossos engenheiros e montadores faz a diferença e garante o profissionalismo pelo qual somos conhecidos”.

“Até agora, o desempenho das duas plantas em Parma e Asti correspondeu às nossas expectativas”, disse Flaviano Fracaro. “Esperamos que no futuro elas os superem! “

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

 

Termotécnica apresenta embalagens iPack para vinhos e DaColheita para frutas na feira Tecnovitis 2021

08/12/2021

Soluções em EPS ganham  espaço e se consolidam como opção de embalagem de alta proteção

A Termotécnica expôs na Tecnovitis 2021, em Bento Gonçalves (RS), as embalagens iPack (intelligent packaging) desenvolvidas especialmente para a conservação e o transporte de garrafas de vinhos. A empresa também apresentou na feira a sua linha DaColheita para uva, maçã, morango, kiwi, pitaya e frutas de caroço como pêssego, ameixa e nectarina. Segundo a empresa, essas conservadoras mantêm a qualidade e o frescor das frutas do campo à mesa do consumidor.

Realizada de 1º a 3 de dezembro, a Tecnovitis reuniu expositores e especialistas em tecnologias e produtos ligados à viticultura, para um público de produtores, fornecedores e profissionais da cadeia produtiva da uva. “Os contatos durante a feira são importantes e uma excelente oportunidade para apresentarmos os benefícios das nossas soluções de embalagens para produtores de uvas e demais frutas, vinícolas, distribuidoras, exportadoras e outras empresas envolvidas no setor”, afirma o diretor superintendente da Termotécnica, Nivaldo Fernandes de Oliveira.

Segundo a Termotécnica, os modelos iPack para 6 garrafas e para 1 garrafa são muito aderentes à comercialização de vinhos por e-commerce. A pandemia contribuiu para que os brasileiros adotassem o e-commerce como uma opção relevante na hora da compra. De acordo com informação do Neotrust, o e-commerce faturou R$ 74,76 bilhões nos seis primeiros meses de 2021, alta de 37% em relação ao mesmo período do ano passado.

Frente ao cenário de crescimento do varejo digital, o EPS tem se revelado como uma alternativa atraente para embalagens de produtos de alto valor agregado – como o mercado de vinhos premium – por conferirem alta proteção e isolamento térmico. De acordo com Nivaldo de Oliveira, “as embalagens iPack proporcionam ao cliente ganhos de processos consideráveis, possibilidades de comercialização pelo e-commerce, além de garantir total integridade e funcionalidade do produto para o consumidor”.

Segundo a Termotécnica, as embalagens em EPS permitem um acondicionamento com alta proteção. A empresa afirma que talvez o maior objetivo da embalagem seja justamente esse: manter o produto seguro durante todo o processo, de ponta a ponta. Não somente em relação à sua aparência e estética, mas também no que diz respeito à sua estrutura, minimizando defeitos com impactos. A grande quantidade de ar em sua estrutura torna o EPS (mais conhecido como isopor – marca registrada de empresa terceira) uma ótima proteção, capaz de resistir a quedas, vibrações e choques, e o transforma em uma opção relevante para embalagem quando a intenção é proteger mercadorias de danos e avarias, garantindo que o produto vai chegar intacto ao seu destino.

De acordo com a Termotécnica, o EPS também funciona como um excelente isolante térmico, assegurando a temperatura nas condições ideais em toda a cadeia de produção, distribuição e consumo.

A empresa assegura que o uso do EPS como embalagem também apresenta outras vantagens, tais como:

Versatilidade: molda-se às mais diferentes formas do produto, desde uma taça de cristal a um bloco de motor. Contribui para maior leveza e ergonomia no processo produtivo e logístico.

Custo: o peso da embalagem, é outro fator importante que, neste caso, pode refletir na redução de custos, pois embalagens mais leves podem gerar gastos menores com frete, assim como também podem levar ao investimento em uma logística mais simples.

Sustentabilidade: é 100% reciclável de forma contínua, com baixo consumo de água e energia.

iPack: solução de embalagens em EPS

Segundo a Termotécnica, as suas soluções em embalagens iPack  são projetadas para serem versáteis e atenderem às necessidades de segmentos distintos, desde produtos mais frágeis (taças, garrafas de vinho, televisores) até outros mais complexos (refrigeradores, aquecedores, cooktops, motores).

Atendendo às mudanças no comportamento do consumidor, que elevou a participação do e-commerce como opção de compra, a Termotécnica lançou o conceito da embalagem iPack, reunindo atributos de preservação e proteção requeridos por este novo canal de venda e escoamento de produtos. Pensado de forma a unificar plataformas de produtos e simplificar processos de embalamento, o iPack permite a distribuição de produtos por diversos modais de transporte, sendo em cargas fechadas ou fracionadas, garante a empresa.

A estrutura leve e segura contribui para a ergonomia do processo: a Termotécnica afirma que sua solução foi projetada com preocupação funcional e estética. O EPS é resistente à compressão, possui alta capacidade na absorção de impactos, e também é não higroscópico (não acumula umidade), contribuindo para garantir a entrega dos produtos íntegros e com todas as funcionalidades até o consumidor final.

Em termos de sustentabilidade, O EPS é um plástico formado por 98% de ar e desta forma deve ser reciclado como todo e qualquer outro plástico ao fim do processo. Sua reciclagem requer baixíssima utilização de recursos naturais como água e energia. Por ser 90% mais leve que outros tipos de embalagem, contribui para reduzir o consumo de combustível e a emissão de CO2 durante o transporte.

Conservadoras DaColheita e o shelf life das frutas

Segundo a Termotécnica, as suas conservadoras em EPS DaColheita, também expostas durante a Tecnovitis 2021, proporcionam a preservação da qualidade das frutas durante o processo logístico, desde a colheita até a mesa dos consumidores. Elas acondicionam tanto as frutas a granel quanto em bandejas , além de permitir a exposição no varejo, tornando possível uma fácil visualização dos produtos e reduzindo a manipulação.

O fabricante das conservadoras afirma que, por suas características, a linha DaColheita mantêm as propriedades organolépticas das frutas, como firmeza e textura. Isso garante frutas com qualidade comercial por mais dias, proporcionando menos perdas e melhores preços, afirma a Termotécnica. No que se refere à manutenção do shelf-life (frescor, aspecto visual e qualidade nutricional), as frutas transportadas nas conservadoras DaColheita podem ampliar em até 30% o shelf-life dos produtos acondicionados, garante a fabricante. As frutas desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo.

Segundo a Termotécnica, testes de transporte e armazenamento em diferentes culturas realizados pela AgroTropical e validados pela HDG com as conservadoras DaColheita concluíram que elas tem melhor desempenho em comparação com caixas de papelão, conservando o frescor por mais tempo. A empresa afirma também que as suas conservadoras reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos e fungos nos alimentos. Sua estrutura diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos.

A fabricante catarinense assegura que isso traz grandes vantagens para todos os envolvidos na cadeia de distribuição. Para os produtores, proporciona menor índice de devolução dos lotes de frutas fora do padrão de qualidade exigido pelos clientes e permite a abertura de novos mercados mais distantes. Para os distribuidores e varejistas, propicia maior giro no PDV, têm sua marca associada a frutas de qualidade, com a manutenção do preço.

Com matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR). Para dar uma destinação ambientalmente correta e sustentável ao EPS pós-consumo, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 44 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre – cerca de 1/3 de todo o material consumido no país.

Curta nossa página no

Mercado de compósitos conhece os finalistas do Prêmio Top of Mind 2021

08/12/2021

Premiação é organizada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) desde 2010

A Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) concluiu a pesquisa que apontou as três empresas mais votadas em 27 categorias do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2021. Durante um mês, 7.911 votos de representantes da cadeia produtiva do material e consumidores finais foram computados – votação eletrônica e espontânea.

Promovido pela ALMACO desde 2010, o Top of Mind é a principal premiação do setor de compósitos – material presente em mais de 70 mil aplicações nos setores de construção civil, transporte, energia eólica, químico e náutico, entre outros, incluindo, por exemplo, produtos como caixas d’água, tubos, pás para geração de energia eólica, peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Os vencedores serão conhecidos no dia 09/12, às 19h, por meio de um vídeo postado nas redes sociais e site da ALMACO.

A seguir, confira os finalistas do Top of Mind:

Resina Poliéster: INEOS – Novapol – Polynt-Reichhold
Resina Epóxi: Maxepóxi – Olin – Redelease
Resina Éster-Vinílica: INEOS – Polynt-Reichhold – Redelease
Resina de Poliuretano: Purcom – Redelease – Univar
Fibra de vidro: CPIC – Jushi – Owens Corning
Fibra de carbono: Fibertex – Redelease – Texiglass
Tecidos: Fibertex – Saertex – Texiglass
Adesivos: FCI-Marbocote – Parker LORD – Henkel
Catalisadores: Ambertech – Nouryon – Redelease
Gelcoat: Dilutec – Morquímica – Polynt-Reichhold
Composto de moldagem: FBMix – LyondellBasell – Novapol
Desmoldante: AmberTech – Chem-Trend – Redelease
Poliuretano: Basf – Dow – Purcom
Aditivo: BYK – Polystell – Redelease
Processos manuais (spray-up e hand lay-up): Fibrasol – Gatron – Igui Piscinas
RTM: Caio – Fiacbras – Gatron
SMC: Jointech – LyondellBasell – Novapol
BMC: FB Mix – Fiberville – LyondellBasell
Pultrusão: Cogumelo – Enmac – Gatron
Infusão: Barracuda – Gatron – Intermarine
Enrolamento Filamentar: Petrofisa – Stringal Hurner – Tecniplas
Laminação contínua: Caio – Fibralit – Vetroresina
Fabricante de moldes: Bruno Moldes – Desafio – Gatron
Equipamentos: ABCol – Fibermaq – Transtécnica
Distribuidor: Diprofiber – Redelease – VI Fiberglass
Inovação: Gatron – Polystell – Purcom
Compósitos: INEOS – Marcopolo – Owens Corning
Bons Ventos: Gatron – LM Wind Power – Owens Corning

O Top of Mind da Indústria de Compósitos 2021 é uma ação apoiada pelas seguintes empresas: BYK, Gatron, INEOS Composites, LyondellBasell, Owens Corning, Parker LORD, Polystell, Purcom e Texiglass.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design.

Curta nossa página no

Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico amplia alcance, muda e nome e inclui outros países da América Latina

08/12/2021


Instituto fundado no Brasil em 2001 para representar empresas do setor do acrílico se expande e passa a atuar agora em toda a América Latina; entre os benefícios da ação está o compartilhamento de informações entre os associados

O Indac – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico – passou a se chamar Ilac – Instituto Latino-Americano do Acrílico a partir do mês de novembro. A mudança é fruto do trabalho de integração das empresas do setor de acrílico na América Latina e tem como objetivo inicial a troca de informações e conhecimento sobre aplicações finais e processamento do acrílico em cada um dos países que participam ou que venham a participar do grupo. Segundo Marcelo Thieme, presidente do Ilac, o trabalho feito pelo Indac nos últimos 20 anos mostra que a troca de conhecimento tende a promover de maneira natural a ampliação do uso do acrílico em diferentes projetos e aplicações. Assim, por meio deste canal que se abre, os transformadores brasileiros terão acesso a informações de produtos e projetos feitos fora do país. “Essa é uma integração importante porque nos permitirá trocar experiências com empresários de outros países que possuem mercados mais maduros e já mais adaptados à forte concorrência asiática, como Argentina e Colômbia, por exemplo”, explica Thieme.

Na prática, isso é o que o Indac já faz desde 2001, quando foi fundado. Assim, o Instituto segue com o objetivo de promover o uso correto do acrílico, além de difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações. O que muda agora é seu alcance. Além de 30 empresas brasileiras associadas, entre elas: Acriresinas, Actos, Acrilaria, Acrílico Design, Acrilmarco, Acrimax, Acrinox, Acriplanos, Art Cryl, Brascril, Bold, Campion, Castcril, Cristal e Cores, CutLite, Day Brasil, Emporium, Inkcryl, Menaf, Mitsubishi, Osvaldo Cruz, Proneon, JR Laser, Sheet Cril, Tronord, Tudo em Acrílico e Unigel, juntam-se ao quadro as empresas Paolini, da Argentina, e Formaplax, da Colômbia. A adesão da Plastiglas, do México, empresa que faz parte do grupo Unigel, está sendo estudada e pode acontecer já no próximo ano, acredita Thieme.

A ideia é que, na medida que o Instituto for ganhando mais visibilidade fora do país, novos associados se juntem ao grupo. O trabalho de divulgação, a princípio, será bastante focalizado na internet, conta João Orlando Vian, consultor executivo da entidade: “Todos esses anos de Indac nos deram uma boa experiência sobre o que funciona para esse setor. Nosso site, por exemplo, serve como um portal que abriga os mais diversos tipos de informações sobre o universo do acrílico no Brasil. Isso faz com que todas as buscas pelo produto sejam quase que automaticamente levadas a nós e, consequentemente, aos nossos associados. Através dos nossos canais na internet também estimulamos designers, arquitetos e especificadores a conhecerem melhor o acrílico e todas as suas aplicações. E é esse know-how que devemos agora ampliar para todo o mercado latino-americano.”

O mercado latino-americano de acrílico consome anualmente cerca de 50 mil toneladas do produto, segundo estimativa do Ilac. E esse é um número que também pode aumentar, diz Vian: “Percebemos isso quando comparamos o nosso consumo per capita do acrílico com o de países mais desenvolvidos. Isso mostra que ainda temos bastante trabalho a fazer, principalmente no que diz respeito à conscientização dos especificadores, que deixam de usar o produto porque não conhecem todas as suas vantagens e aplicações”.

Além da falta de conhecimento dos especificadores, diz Antonio Paolini, presidente da argentina Paolini, a busca por preços mais baixos também afeta as empresas do segmento em todo o mercado latino-americano. Em um breve comparativo entre Brasil e Argentina, por exemplo, ele comenta que em ambos os mercados, por questões econômicas, os clientes procuram os materiais transparentes mais baratos possíveis para seus projetos. E isso acontece em detrimento da qualidade ou da vida útil desses produtos. Na prática, acontece ainda que os produtores de chapas instalados na região tenham que competir com a importação de chapas de baixíssima qualidade ou mesmo com fornecedores de outros materiais plásticos como PS, PET, PC e, em menor medida, PETG. “Precisamos continuar trabalhando para que os processadores, clientes e usuários finais entendam as diferenças e a melhor maneira de tratar e manter o acrílico”, afirma Paolini.

O executivo argentino vê com otimismo essa integração das empresas do setor por meio do Ilac, principalmente no que diz respeito à defesa do mercado regional face à importação de produtos acabados da Ásia. “Compartilhar informações sobre nossos negócios, aplicações e sermos capazes de trabalhar juntos é um passo muito importante. Desta forma, podemos juntos aumentar os mercados e defendê-los das importações do Sudeste Asiático. Por lá, eles têm vantagens de custo de matérias-primas e custos de mão de obra, além da escala de produção, o que faz com que nossos clientes daqui se sintam tentados a importar”, explica Paolini.

A Argentina, assim como o restante do mundo, vem sofrendo com as consequências da pandemia de COVID-19, devendo fechar este ano com uma comercialização de chapas acrílicas bem abaixo das 2.000 toneladas. Isso representa um encolhimento de 50% do seu mercado tradicional. Entre as principais aplicações por lá estão as divisórias de ambientes e outros itens ligados à decoração e mobiliário. Em seguida vem o mercado de construção civil, seguido da comunicação visual. Demandas por banheiras e box de banheiros feitos em acrílico, além de iluminação, também são fortes no país.

Já no Brasil, é o mercado de comunicação visual quem lidera o consumo do acrílico, seguido de longe pelo segmento moveleiro. Diferenças como essas podem, por exemplo, indicar o segredo de novos negócios para os dois países. “Para o mercado brasileiro, o principal benefício estará em aprender como deixar um pouco de lado a visão de preço e partir para o desenvolvimento de novas aplicações. Apostar no requinte e em segmentos ainda menos explorados, mas com alto potencial comercial, como o da construção civil, assim como fazem Argentina e México é um caminho”, adiciona Thieme.

Para Sandra Cavalcante, gerente de contas das Américas do Sul e Central da Mitsubishi Chemical, a integração do mercado, por meio de um agente fomentador, pode abrir caminho não apenas para a troca de experiências sobre produtos, mas também servir de alicerce e ponto de partida para uma aproximação, inclusive comercial dos países. “Esse movimento permitirá incrementar a troca de detalhes como o das boas práticas de uso, fabricação e cuidados com o acrílico. Outra modalidade a ser considerada é uma Zona de Livre Comércio, que consiste na eliminação das barreiras tarifárias e não-tarifárias que incidem sobre o comércio entre os países constituintes”, comenta a executiva.

Indac/Ilac

Para que não haja desencontros, o Instituto ainda deve usar os dois nomes em sua comunicação com o público, principalmente na internet. Além disso, quem procurar por Indac na internet também será automaticamente direcionado ao Ilac.

Curta nossa página no

Conselho Científico de K 2022 detalha temas prioritários da Feira nas áreas de Proteção Climática, Economia Circular e Digitalização

01/12/2021

  • Know-how especializado para moldar os principais temas em proteção climática, economia circular e digitalização
  • Energias renováveis, processos que economizam recursos, neutralidade climática – enfrentar os principais desafios é a chave. Essas tarefas globais exigem mentes criativas, tecnologias inovadoras e materiais de alto desempenho.

De 19 a 26 de outubro de 2022, a Indústria internacional de Plásticos e Borracha se reunirá na K 2022, em Düsseldorf (Alemanha), para apresentar suas contribuições para uma solução. Na condição de feira mais relevante do mundo para o setor de plásticos e borracha e suas aplicações industriais, a feira K de Düsseldorf reúne as tendências e os tópicos do futuro, dando assim à indústria novas orientações, especialmente nestes tempos desafiadores. A feira K é a plataforma de inovação e negócios para produtores de matérias-primas, fabricantes máquinas de processamento de plásticos e borracha, bem como uma plataforma de informação e networking indispensável para todas as partes interessadas dos segmentos de usuários mais importantes.

Além disso, ela oferece às indústrias de plásticos e borracha os pré-requisitos ideais para discutir e enfrentar ativamente os desafios atuais em nível global, com foco em soluções. Isso também é evidenciado pelos três temas principais da K 2022: proteção climática, economia circular e digitalização. Esses temas principais, que determinarão de forma sustentável os desenvolvimentos nas indústrias de plástico e borracha nos próximos anos, serão abordados nas exibições dos expositores na K 2022, de 19 a 26 de outubro do próximo ano, e servirão como temas recorrentes para o Show Especial oficial “Plásticos Moldam o Futuro” , o Fórum de Economia Circular e também o Campus de Ciências da feira.

Um suporte de qualidade para o ajuste fino desses temas norteadores na K em Düsseldorf ficará a cargo de um comitê especializado de alto calibre, o Conselho Científico da K 2022. O Conselho já se reuniu duas vezes este ano, em julho e novembro, com o objetivo de destacar os mais importantes aspectos dos temas orientadores individuais, formulando questões atuais e prospectivas e traçando o curso para sua implementação na feira.

Os Membros do Conselho Científico da K 2022 são:

  • Prof. Dr. – Ing. Christian Bonten, Universidade de Stuttgart, chefe do Instituto de Tecnologia de Plásticos (IKT)
  • Prof. Dr. – Ing. Hans-Josef Endres, Leibnitz University Hannover, Instituto de Plásticos e Tecnologia Circular
  • Prof. Dr. Ulrich Giese, Instituto Alemão de Tecnologia da Borracha (DIK) Hannover, Conselho de Administração
  • Univ. – Prof. Dr.-Ing. Christian Hopmann, RWTH Aachen, chefe do Instituto de Processamento de Plásticos
  • Univ. Prof. Dipl.-Ing. Dr. mont. Reinhold W. Lang, Johannes Kepler University Linz, Instituto de Materiais Poliméricos e Testes
  • Prof. Dr. Dr. h.c. Bernhard Rieger, TU München, Wacker-Chair for Macro-molecular Chemistry
  • Prof. Dr. – Ing. Alois K. Schlarb, Universidade Técnica de Kaiserslautern, Cadeira para Compósitos
  • Prof. Dr. Hans-Werner Schmidt, University Bayreuth, Cátedra de Química Macro-molecular I

Os cientistas já elaboraram uma lista abrangente dos aspectos a serem considerados. Esta lista, por exemplo, inclui: reciclagem de componentes, padronização de reciclados, micropartículas no meio ambiente, plásticos biodegradáveis, CO2 como componente de polímeros, Indústria 4.0, marcadores digitais, digitalização como um facilitador para a economia circular, construção de peso leve e e-mobilidade.

Além de aprimorar os temas norteadores, o Conselho Científico do K 2022 também apóia explicitamente medidas para promover jovens talentos nas indústrias de plásticos e borracha.

Para obter mais informações sobre K 2022, acesse: www.k-online.com

Curta nossa página no

Braskem e Cosan criam parceria para alavancar economia circular e neutralidade de carbono

01/12/2021

Companhias irão somar esforços e investimentos para impulsionar seus projetos e contribuir para a agenda de desenvolvimento sustentável

As empresas da Cosan, grupo que investe em negócios dedicados à logística integrada e à diversificação da matriz energética brasileira, e a Braskem, empresa do setor petroquímico, criaram uma parceria para realizar iniciativas na área da sustentabilidade. As companhias assumiram o compromisso conjunto de alavancar a economia circular e neutralidade de carbono – essencial para a sustentabilidade de todo o ciclo de produção e consumo -, por meio de diversas ações que contribuam de forma efetiva na agenda contra as mudanças climáticas.

Os esforços e investimentos serão focados em ações que possam ter seus impactos positivos mensurados. Em conjunto, a Braskem e a Cosan – junto a suas empresas Raízen, Compass, Comgás, Moove e Rumo – afirmam que conduzirão iniciativas para reduzir as emissões de carbono, diminuir o consumo de energia e o uso de recursos naturais, e promover a disseminação de boas práticas ambientais e sociais. Um exemplo disso, é a cadeia de produção do plástico verde, proveniente da cana-de-açúcar, uma matéria-prima renovável. Outro, é a agenda de inovação que vem sendo conduzida pelas empresas para substituir insumos fósseis por matérias-primas renováveis na produção de químicos.

Uma frente da parceria que terá início imediato é a de redirecionar parte dos resíduos gerados em corridas de ruas patrocinadas pela Cosan. As duas empresas estão conduzindo um projeto para recolher, nos eventos esportivos, copos plásticos que serão reciclados e transformados em lixeiras – a serem doadas para escolas públicas. A primeira ação já aconteceu e foram coletados 850 kg de copos de polipropileno, quantidade que será transformada em mais de 500 lixeiras.

“A busca por um futuro mais sustentável requer mudanças fundamentais na forma como toda a sociedade, incluindo o setor empresarial, opera e direciona suas ações. No Grupo Cosan, sabemos da nossa responsabilidade de ajudar a impulsionar o Brasil como protagonista na agenda ambiental e fazemos isso ajudando nossos clientes de diferentes setores a descarbonizarem suas operações e atividades. Essa parceria é uma iniciativa muito promissora e esperamos que possa incentivar cada vez mais a promoção de outras do tipo, que têm potencial de aumentar a escala e o impacto do investimento empresarial em soluções climáticas”, afirma Luis Henrique Guimarães, CEO da Cosan.

“A Braskem é uma referência em seus compromissos em relação à economia circular de carbono neutro, um conceito que associa a mitigação das mudanças climáticas ao desenvolvimento econômico e a um melhor uso de recursos naturais, priorizando insumos mais duráveis, recicláveis e renováveis. Nós e a Cosan vínhamos construindo um relacionamento forte em algumas frentes comerciais. A partir de agora, essa história ganha um novo capítulo: o que antes era uma sinergia comercial passa a ser uma sinergia de propósito. Estamos estabelecendo um compromisso conjunto com as pessoas e o planeta e iremos somar esforços e investimentos para impulsionar projetos de impacto positivo, contribuindo para a agenda de desenvolvimento sustentável”, reforça Roberto Simões, CEO da Braskem.

As duas empresas afirmam que, nos últimos cinco anos, a captura de carbono da relação comercial entre o grupo Cosan, por meio do fornecimento de etanol da Raízen, e a Braskem foi de 2,4 milhões de toneladas, o que equivale à plantação de quase 17 milhões de árvores. Com a continuidade da parceria entre as empresas na frente comercial, a expectativa é de capturar mais de 3 milhões de toneladas de CO2 nos próximos cinco anos, o que equivale a mais de 21 milhões de árvores plantadas.

Curta nossa página no

Arburg cria nova subsidiária para atividades de Manufatura Aditiva

25/11/2021

Freeformer

  • A nova subisidiária se chamará ARBURGadditive GmbH + Co KG
  • Todas as atividades da Arburg relacionadas à Manufatura Aditiva / Impressão 3D estarão reunidas em uma única entidade
  • Dr Victor Roman assumirá o posto de Diretor Executivo a partir de 01/12/2021

A Arburg GmbH + Co KG fundou uma nova subsidiária, a ARBURGadditive GmbH + Co KG. Também com sede em Lossburg, na Alemanha,  a nova empresa abrigará todas as atividades da Arburg relacionadas à manufatura aditiva. O Diretor Administrativo será o Dr. Victor Roman, que ingressará na empresa em 1º de dezembro de 2021.

Ao fundar sua nova empresa, a Arburg destaca a importância e o potencial futuro que a empresa espera da manufatura aditiva como um método de produção suplementar fundamental no processamento de plásticos. Após a invenção e lançamento do Freeformer, além da compra da innovatiQ, o próximo passo lógico era combinar toda a gama de atividades de manufatura aditiva sob o mesmo teto, com o objetivo de fortalecer este campo de negócios e abrir um caminho para um futuro de sucesso.

Um especialista no comando

Dr. Victor Roman

Com o Dr. Victor Roman assumindo o cargo de Diretor Administrativo, a ARBURGadditive GmbH + Co KG se beneficiará da liderança de um experiente especialista da indústria. O Dr. Victor Roman, 52 anos, estudou engenharia mecânica e física antes de trabalhar em um grupo de tecnologia internacional por mais de duas décadas, uma função que lhe deu uma vasta experiência em desenvolvimento, vendas e manufatura aditiva.

Reestruturação irá começar no próximo ano

Ao longo de 2022, a Arburg Plastic Freeforming será totalmente transferida para a nova empresa. Essa divisão agora tem cerca de 40 funcionários trabalhando em vendas, desenvolvimento, tecnologia de aplicação e montagem. A InnovatiQ GmbH + Co KG, que atualmente emprega aproximadamente 25 funcionários, permanecerá uma empresa independente com sede em Feldkirchen, perto de Munique, mas será afiliada à ARBURGadditive GmbH + Co KG. Florian Bautz, Diretor da innovatiQ, no futuro se reportará ao Dr. Victor Roman.

Ampla linha de produtos

A gama de produtos da ARBURGadditive inclui o Freeformer e os sistemas 3D da innovatiQ. O processo Arburg Plastic Freeforming (APF), que usa o Freeformer, foi projetado para atuar como um sistema aberto, permitindo o ajuste do processo de fabricação dos componentes de acordo com requisitos específicos. O processo usa os mesmos grânulos de plástico padrão, do tipo utilizado na moldagem por injeção. Os sistemas de impressão 3D da innovatiQ funcionam com base na tecnologia FFF (Fused Filament Fabrication). Há também o sistema de impressão LiQ 320, que processa borracha de silicone líquido (LSR) em um procedimento especial de LAM (Fabricação aditiva líquida). As várias máquinas funcionam em harmonia, o que lhes permite abranger uma vasta gama de aplicações de manufatura aditiva/impressão 3D.

Curta nossa página no

Central de Tratamento de RSU do Ecoparque Pernambuco usa tecnologia baseada em sensores da Tomra para triagem de resíduos plásticos

24/11/2021

Planta de triagem do Ecoparque Pernambuco

Ecoparque passou a ser uma Central de Valorização de resíduos, em consonância com a têndência ESG

A Central de triagem localizada em Igarassu, ao norte de Recife, recebe cerca de 250.000 toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU) por ano, recupera mais de 12.500 toneladas de materiais recicláveis e produz cerca de 50.000 toneladas de combustível derivado de resíduos (CDR). Nessa instalação estão em operação 3 unidades do sistema de seleção Tomra Autosort em uma linha de triagem dedicados a recuperação de plásticos, incluindo polietileno de alta densidade (PEAD), polipropileno (PP), tereftalato de polietileno (PET) e plástico filme de polietileno (PEBD), garantindo o processamento em alta velocidade, grande volume e atingindo elevados níveis de pureza das frações finais desejadas.

O material de entrada geral – resíduo bruto como sai das residências – é submetido a diversos processos mecânicos como a abertura de sacos, peneiramentos, triagem manual e separação balística, segregando os resíduos em diferentes fluxos de material, até chegar em três unidades Autosort. Como parte desse processo, os sistemas de seleção ejetam polímeros plásticos por tipo de material e posteriormente o material é selecionado por cores manualmente.

Autosort – Separador de resíduos plásticos por Infravermelho próximo

Segundo a Tomra, a sua tecnologia de seleção por infravermelho próximo – Autosort – é capaz de identificar e separar com precisão e rapidez diferentes materiais, de acordo com propriedade específica, extraindo frações finais de alto valor e alta pureza que geram preços de mercado mais altos. No total, a planta do Ecoparque Pernambuco tem capacidade de processar 35 toneladas por hora (tph) de resíduos sólidos urbanos de residências e empresas da região.

Nielson Ximenes, Gerente Industrial, comenta: “O Ecoparque-PE foi a primeira planta de triagem mecanizada com produção de CDR a partir do lixo urbano bruto a entrar em atividade na America Latina. A equipe da Tomra participou de todo o start up da planta, proporcionando treinamento de triagem ao colaboradores, e operação dos equipamentos.”

Nielson Ximenes, Gerente Industrial do Ecoparque-PE

Carina Arita, gerente comercial da Tomra no Brasil, acrescenta: “A Tomra tem dedicado os últimos 10 anos tropicalizando as soluções de triagem baseada em sensores e estamos muito felizes por termos sido escolhidos pelo Ecoparque-PE para instalar nossa tecnologia nessa instalação inovadora e disruptiva para o mercado brasileiro, que não apenas valoriza os recicláveis com grande escala e qualidade, mas também está preparada com flexibilidade capaz de se adaptar a quaisquer mudanças do mercado no futuro.”

Carina Arita, Gerente Comercial da Tomra Brasil

Rafael Escudeiro, gerente de serviço, comenta: “O maior desafio na implantação dos equipamentos do Ecoparque-PE foi a customização necessária para o resíduo brasileiro, de modo que a planta alcançasse o desempenho desejado pelo cliente. E todo esse trabalho foi possível porque a Tomra conta com engenheiros locais, brasileiros, treinados para fazer todo o tipo de assistência técnica.”

Alexandre Menelau, Head do projeto, afirma: “Uma planta mecanizada precisa de tecnologia para que os resíduos sejam separados adequadamente, em velocidade e volume que dêem sustentabilidade à planta. Com a implantação dessa unidade de tratamento, nós deixamos de ser um aterro e passamos a ser uma Central de Valorização de resíduos em consonância com a têndência ESG que hoje é amplamente divulgada e absorvida por nossos clientes”.

“Em instalações como essa do Ecoparque-PE, vemos que é possível avançar com o atendimento à Politica Nacional de Residuos Sólidos (PNRS), valorizar materiais recicláveis, gerar emprego e renda, promover a Economia Circular e reduzir a emissão de Gases de Efeito Estufa, resultando na redução dos impactos das Mudanças Climáticas”, complementa Carina Arita.

Vídeo da instalação disponível em: https://video.Tomra.com/residuos-solidos-urbanos

A Tomra Recycling (https://www.Tomra.com/pt/sorting/recycling) desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, afirma a empresa. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, a Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

Curta nossa página no

Braskem e BASF fazem parceria para fomentar a economia circular

24/11/2021

Iniciativa busca soluções para os desafios ligados à reciclagem e à neutralidade de carbono

Com o propósito de colaborar para a implementação de iniciativas que estimulem a sustentabilidade na indústria, a Braskem e a BASF estão trabalhando juntas para acelerar o processo de transformação do setor químico, com foco nos desafios relacionados à reciclagem e à neutralidade de carbono.

Entre as iniciativas que fazem parte dessa parceria está a estruturação de um fluxo de reciclagem mecânica de plásticos para armazenagem de grãos – conhecidos como silo bolsas – no Agronegócio. Com isso, espera-se que a solução de plástico reciclado para este mercado esteja disponível no Brasil até o final de 2022. As demais iniciativas da parceria envolvem a utilização de matérias-primas de fonte renovável e/ou reciclada, usando o conceito de balanço de massa e a otimização logística das operações.

“É oportuno reforçar a relevância da fomentação deste grupo de trabalho, pois ambas as companhias, Braskem e BASF, compreendem a importância e a necessidade da busca pelo desenvolvimento de soluções sustentáveis na indústria química e do plástico. É fundamental que exista uma readequação não apenas do nosso setor, mas da indústria e do mercado de modo geral, visando à diminuição do impacto das ações e processos no meio ambiente. O desenvolvimento sustentável é um objetivo atrelado à estratégia de negócios, então temos como propósito adotar uma série de iniciativas que contemplam práticas mais sustentáveis nos nossos processos produtivos e na cadeia de valor para a sociedade” afirma Roberto Simões, CEO da Braskem.

“O propósito dessa parceria é identificar sinergias entre as empresas para juntos potencializarmos as ações de economia circular, tema transversal para nós, da BASF, que tem em seu propósito a sustentabilidade, entregando soluções inovadoras para nossos clientes e parceiros”, afirma Manfredo Rübens, presidente da BASF América do Sul. “Temos por exemplo produtos da linha B-Cycle que garantem uma melhor qualidade da reciclagem do material plástico, permitindo que ele retorne mais de uma vez ao uso”, complementa o executivo. Há a expectativa do mercado de reciclagem mecânica triplicar até 2030. Outras oportunidades de parcerias devem surgir com o engajamento das equipes.

As companhias estão comprometidas com a transformação da economia linear para um modelo circular, destacando a participação global na AEPW – Alliance to End Plastic Waste, na busca por soluções que reduzam e evitem a poluição ambiental por resíduos plásticos.

A Braskem assumiu em 2018 um compromisso em prol da economia circular, na qual as necessidades da sociedade são atendidas por materiais, processos e sistemas mais sustentáveis. A companhia busca, até 2025, incluir 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado em seu portfólio, além de tornar-se uma empresa carbono neutro até 2050.

Por sua vez, a BASF, que tem a sustentabilidade como um dos seus pilares estratégicos, anunciou em 2021 novas metas globais em direção à neutralidade climática: prevê reduzir em 25% suas emissões mundiais de gases de efeito estufa até 2030 (tomando como base o ano de 2018) e zerar suas emissões líquidas de CO2, globalmente, até 2050. Para conquistar esses resultados, a BASF planeja investir, aproximadamente, € 1 bilhão até 2025 e entre € 2 bilhões e € 3 bilhões, até 2030.

A BASF, empresa alemã e líder mundial na área Química, comemora em 2021, 110 anos de presença no Brasil, contando com 8 unidades fabris no País. Do total de mais de 110 mil colaboradores da BASF no mundo, 5.850 deles na América do Sul, sendo 4.215 no Brasil. O portfólio da empresa está organizado em seis segmentos: Químicos, Materiais, Soluções Industriais, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados e Soluções Agrícolas. A BASF gerou vendas de € 59 bilhões em 2020 e investiu cerca de € 2 bilhões em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e soluções

Contando com 8 mil integrantes, a Braskem possui um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58,5 bilhões (US$ 11,3 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

Curta nossa página no

Colorfix desenvolve cores que compõe o Guia Internacional Color Trends lançado durante World Plastic Connection Summit 2021

24/11/2021

A Colorfix, uma das principais fabricantes de masterbatches (concentrados de cor) e aditivos para plástico do País, com fábrica no Paraná e filiais em São Paulo e Pernambuco, desenvolveu 55 cores que compõe o Guia Internacional Color Trends, lançado durante World Plastic Connection Summit, evento global online que ocorreu no início do mês de Novembro.

“Uma grande satisfação poder mostrar cores inspiradas na natureza, cores da pele, edificações, moda e tendências. Para nós a cor é uma forma de dar ‘vida’ ao plástico transformado”, destaca o diretor superintendente, Francielo Fardo.

De acordo com a organização do evento, o Guia Internacional de Tendências Color Trends 2021/2022 trabalha com as palavras que definem o Brasil na visão dos estrangeiros – Afeto, Alegria, Hospitalidade – através das cores. A pesquisa e curadoria é do designer Walter Rodrigues, que desenvolveu uma metodologia específica para o mercado de plásticos transformados após entrevistas com empresas brasileiras que participam do programa Think Plastic Brazil.

Filiada, recentemente, ao Think Plastic Brazil (Programa de Exportação e Internacionalização dos Plásticos Transformados Brasileiros), criado pelo Instituto Nacional do Plástico (INP), em parceria com a Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a Colorfix Masterbatches também é uma das empresas patrocinadoras do evento.

“Estamos muito felizes em fazer parte desta iniciativa, que além de fortalecer o setor do plástico como um todo, também é uma forma de auxiliar a Colorfix a desbravar novas fronteiras”, avalia Francielo.

O evento global online além do lançamento de Guia Internacional de Tendências de Cores, contou com mostra internacional de empresas associadas e patrocinadores; seminário internacional; Apresentação de Anuário Internacional e Prêmio Global de Internacionalização para a indústria de plásticos transformados para Agrobusiness, Brinquedos, Construção Civil, Embalagens e Utilidades Domésticas.

A Colorfix Masterbatches, desde 1990, trabalha no desenvolvimento de concentrados de cor e/ou aditivos.. Com a matriz localizada em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná, a companhia conta ainda com unidades em São Caetano do Sul (São Paulo) e Jaboatão dos Guararapes (Pernambuco).

O Programa Think Plastic Brazil foi criado em dezembro de 2003, quando a cadeia nacional integrada dos plásticos foi reconhecida como uma das 10 maiores no mundo, tendo destaque em sua tecnologia, empregabilidade e sustentabilidade. Ele é desenvolvido pelo INP (Instituto Nacional do Plástico) e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para promover a exportação e a internacionalização dos plásticos transformados brasileiros nas verticais Agrobusiness, Brinquedos, Construção Civil, Embalagens e Utilidades Domésticas.

Curta nossa página no

Transcalor, fabricante de equipamentos de refrigeração industrial, completa 10 anos

23/11/2021

Fábrica da Transcalor

Concretizando o sonho do seu fundador, engenheiro Diego Nista, a Transcalor completa dez anos de atividade. Ao longo desse tempo, a empresa consolidou-se como um importante fabricante nacional de equipamentos periféricos, voltados para diversos mercados: desde o processamento de plásticos até o hospitalar, mas principalmente o de HVAC (Heating, Ventilating and Air Conditioning).

Em 2011, recém-formado em engenharia mecânica, Diego Nista resolveu empreender nesse segmento. Nista lembra que se inspirou na Mecalor para abrir o negócio. “Peguei capital emprestado com meu pai e fabricamos três chillers, um termoregulador e um trocador de calor. A ideia era participar de duas feiras de negócios”, conta o executivo. O pai, João Nista, e a esposa e engenheira, Raissa Miriani, foram cofundadores da empresa.

O início

Eles voltaram para o pequeno galpão em São Bernardo (SP) sem vender nem uma máquina. Ao final, o primeiro equipamento comercializado foi um chiller para uma indústria do agronegócio. “Na sequência conseguimos vender os equipamentos das feiras e ainda tivemos a encomenda de um lote de dez chillers pela indústria Química Amparo, da marca Ypê”, lembra Nista.

Parcerias

Em 2013, a Transcalor firmou a primeira parceria, com a empresa dinamarquesa Sondex, especializada em trocadores de calor a placas de alta eficiência. A grande virada nos negócios, porém, aconteceu com a representação da empresa canadense, Smardt Chiller Group Inc., fabricante de chillers com tecnologia centrífuga de mancal magnético oil free (Turbocor). Com a Smardt, a Transcalor entrou no segmento de HVAC e passou a vender para shopping centers, datacenters, hospitais, hotéis, supermercados e edifícios comerciais.

Projeto Sirius

A maior conquista da Transcalor ocorreu com a venda de várias máquinas para o projeto Sirius, laboratório de aceleração de partículas subatômicas de última geração, localizado na cidade de Campinas (SP). “Fomos a única empresa nacional a participar da concorrência para a venda de equipamentos de refrigeração & climatização, com tecnologia Turbocor”, conta o executivo.

Outra conquista importante veio logo a seguir, com a venda dessa mesma tecnologia para a Colgate – Palmolive, o maior equipamento em capacidade unitária já instalado na América do Sul. A expansão em meio à pandemia do Covid-19 exigiu uma parceria mais forte ainda. Foi quando a inspiração que serviu de combustível no início da jornada virou realidade e a Transcalor foi adquirida pela holding controladora da Mecalor. O grupo é o maior fabricante de chillers do Brasil.

Curta nossa página no

Sindiplast-ES e Escola Senai do Plástico do Espírito Santo engajam estudantes do ensino fundamental em ação educativa sobre Economia Circular

23/11/2021

“Em todos esses anos como educadora, nunca vi ‘meus alunos’ tão empolgados com uma visita pedagógica.” A fala entusiasmada é da diretora da Escola de Ensino Fundamental, Manoel Vieira Lessa, localizada em José Anchieta I, na Serra, após visita realizada na Escola do Plástico (foto), na última quinta e sexta-feira (18 e 19/11). A visita fez parte das premiações aos vencedores da gincana de arrecadação de tampas plásticas realizada junto à comunidade, como parte do programa Tampinha do Bem, coordenador pelo Sindiplast-ES.

“Estudantes e professores ficaram muito encantados ao aprender noções de primeiros-socorros, a respeito da produção de materiais a partir do reaproveitamento do plástico, o funcionamento da impressora 3D, além de questões sociais e até perspectivas de vida. Ficamos muito agradecidos, são alunos que muitas vezes não têm condições estruturais”, comentou.

Durante a ação na escola, foram arrecadadas tampas plásticas de garrafas de refrigerante, água, suco, óleo, detergente, amaciante, tampas de tubos de creme dental, dentre outros. Todo o material foi vendido para uma empresa associada do Sindiplast-ES, o recurso financeiro, oriundo da venda, será revertido para manutenção da horta comunitária da escola.

“O nosso maior objetivo com esta ação foi apresentar para as crianças, adolescentes e suas famílias como funciona a economia circular. As tampinhas são consideradas uma matéria-prima de primeira qualidade, material nobre que não pode ser desperdiçado. O nosso projeto incentiva o reaproveitamento, a geração de renda e mais do que isso, um olhar atento às futuras gerações”, destaca o presidente do Sindiplast-ES, Jackley Maifredo.

O programa Tampinha do Bem realiza, por meio da educação ambiental, o envolvimento de crianças, adolescentes e suas famílias para o incentivo à adoção da economia circular, o que possibilita o aproveitamento inteligente dos recursos que já se encontram em uso no processo produtivo.

Escola Senai do Plástico – ES

A Escola Senai do Plástico é composta por cinco espaços didáticos para atividades práticas do curso Técnico em Plástico e demais cursos de qualificação e aperfeiçoamento profissional: laboratório de projetos e concepção de moldes; ferramentaria; manufatura do plástico; ensaios mecânicos do plástico; e laboratório de hidráulica e pneumática. Localizada no bairro Civit, no município da Serra, a escola foi construída em uma área de 600 m², com investimentos de R$4 milhões. O setor de transformação do plástico do Estado, representado pelo SindiplastES, é hoje formado por 44 empresas associadas. Ao todo, são 120 empresas que geram mais de cinco mil empregos.

Curta nossa página no

Dia do reciclador e da reciclagem do lixo: evolução e desafios para a transformação do plástico

23/11/2021

Data celebrada ontem, dia 22 de novembro, lembra importante atuação dos recicladores e constante busca de inovação da indústria

Na celebração do Dia do Reciclador e da Reciclagem (22 de novembro), é preciso ressaltar a contínua evolução da reciclagem no Brasil, graças aos diversos agentes que fazem deste processo uma oportunidade de geração de renda e formação de novos negócios. Entre tantos tipos de resíduos retornados à cadeia produtiva por meio da reciclagem, o plástico é um dos mais importantes e mais procurados, dando origem a novos produtos.

A partir da idéia de que um produto desenvolvido para durar centenas de anos não pode ser descartado após apenas alguns minutos de uso, nasceu a recicladora Wise. Sediada em Itatiba (SP), a empresa foi criada para buscar novas soluções para o plástico. Hoje, recicla mais de 30 mil toneladas do material por ano.

Uma das saídas foi a criação de dormentes poliméricos para ferrovias, que são peças colocadas nas vias férreas para compor e reforçar o trilho, geralmente fabricadas em madeira ou concreto.

Segundo Bruno Igel, diretor da Wise, o produto fabricado em plástico reciclado tem um custo-benefício competitivo em relação às alternativas disponíveis. “Estamos crescendo em termos de volume de reciclagem no país e precisamos pensar cada vez mais em soluções alternativas para destinar esses resíduos”, afirma.

Ele lembra que nos últimos anos houve uma mudança importante no perfil do reciclador brasileiro, antes muito mais local e atuante em periferias. Hoje, há a entrada de grandes players neste setor, o que é muito bom para a evolução do mercado, principalmente em relação ao desenvolvimento de tecnologia.

“Nós temos três grandes desafios, que passam pela necessidade de avanço da tecnologia; pela logística, com boas iniciativas para aumentar a circularidade do plástico; e pelo arcabouço legal que, resumidamente, diz respeito à ausência de regulamentação e ao incentivo para o investimento”, explica Igel.

Para a Mariana Cardoso, integrante do grupo de trabalho do PICPlast, o foco dessa indústria nos próximos anos deve ser o estímulo em relação à inovação e a qualificação profissional. “Por meio de uma série de programas direcionados aos interesses do setor, nossa iniciativa contribui para a competitividade e a produtividade da transformação de plástico no país, promove investimentos para estimular as exportações de produtos transformados, além de direcionar esforços para a promoção das vantagens do plástico, corroborando também com a cadeia da reciclagem” finaliza.

Curta nossa página no

Distribuidores associados à Adirplast priorizam soluções sustentáveis

23/11/2021

Adirplast tem incentivado seus associados a buscar soluções mais sustentáveis para os seus negócios.

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) tem incentivado os seus associados a investirem em novas tecnologias e ações capazes de tornar a distribuição de plásticos um negócio cada vez mais sustentável: “Sabemos da importância do plástico na vida do ser humano e, por isso, trabalhamos incansavelmente para derrubar o falso mito de vilão que o produto carrega. No entanto, também temos a consciência que é preciso apostar em novas tecnologias e práticas dentro de nossas empresas”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

Atentos às mudanças, a Fortymil tem investido em um programa de logística reversa. Através da Plastimil, empresa do Grupo Fortymil focalizada em Economia Circular, ela oferece aos seus clientes a compra ou benefício de resíduos. “Oferecemos também diversos projetos customizados conforme a necessidade de nossos parceiros. Um deles foi o desenvolvimento de um processo inovador que permite reciclar um tipo de plástico usado pelo cliente, que antes era descartado em aterro, transformando-o em material de construção civil”, explica Ricardo Mason, diretor da empresa.

Segundo o executivo, o tema sustentabilidade é tratado na empresa desde a sua fundação, há 48 anos. “Este assunto não é novidade para nós, que nascemos com esta premissa”, conta Mason. Ele conta, inclusive, que foi um dos que contribuiu para a formatação da Rede de Cooperação para o Plástico desde o seu início: “Somos um grupo de pessoas e empresas unidos para fomentar a reciclagem em todos os elos da cadeia”, complemente.

Entre outras ações, a Fortymil também é parceira do Projeto Tampinha Legal, no qual é responsável pelo recolhimento e reciclagem de milhares de tampinhas no Estado de São Paulo. “O segredo para apostar na sustentabilidade é desenvolver projetos que são viáveis economicamente para todo elo da cadeia. É nisso que trabalhamos”, ensina Mason.

Além de se engajar em programas que promovem a reciclagem ou reaproveitamento do plástico, os distribuidores associados à Adirplast também têm apostado na oferta de “produtos verdes”. A Apta Resinas, por exemplo, disponibiliza aos clientes o PLA da Linha Luminy – um material de fonte renovável. “A implementação de soluções mais sustentáveis é acima de tudo um veículo de inovação e virada de chave. Pensar sustentável e colocar os projetos em prática é demonstrar que estamos pensando na sustentabilidade de um modo geral, e, antevendo as contínuas mudanças do mercado”, conta o diretor da Apta, Eduardo Cansi.

Alexandre Pastro, diretor da empresa associada Actplus conta que a oferta de produtos sustentáveis integra a premissa da organização: “Oferecemos soluções sustentáveis para o mercado de tingimento e compostos, utilizado a linha BioPCR Activas que podem ser aplicados em embalagens e peças técnicas em geral”. Além de trabalhar com produtos sustentáveis, Pastro conta que a empresa ainda faz parte de um programa de logística reversa, o qual, por sua vez, está integrada ao Projeto ESG – Economia Circular. “Graças a esse programa, retiramos as sacarias e/ou big bags vazios através de caçambas plásticas de 1.000 litros e esse material volta ao mercado em forma de PCR”, explica.

A associada Pro-Color trabalha com produtos sustentáveis há mais de 10 anos. Na prática, seus produtos permitem que a produção através de material recuperado seja possível. “Oferecemos masterbatches produzidos a partir de resinas recicladas para aplicações específicas. Entre esses produtos, está um aditivo para eliminar odores desagradáveis das resinas recicladas; aditivo dessecante para absorção da umidade presentes nessas resinas e aditivos aromatizantes”, explica Roberto Clauss, diretor da empresa. Segundo ele, a companhia ainda oferece aos clientes aditivos que modificam o índice de fluidez para ajustar a resina a uma determinada aplicação, aditivo clarificante que contribui com melhor aspecto visual da resina recuperada, além de anti-UV. “Isso permite o prolongamento da vida útil do material plástico, contribuindo diretamente com o aumento do ciclo de utilização do produto final”, completa.

No que diz respeito à sua operação, conta Clauss, a sustentabilidade também é premissa dentro da Pro-Color, que tem implementado diversas políticas sustentáveis. “Temos captação de água de chuva, incineração de materiais tóxicos e coleta de materiais plásticos diversos com destino a ações sociais”. O empresário ainda informa que, a partir desse mês de novembro, inicia as atividades industriais na nova planta de Embu da Artes – a Pro-Color Ambiental – 100% dedicada a comercialização de materiais sustentáveis”, finaliza.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes biorientados, plásticos de engenharia, masterbatches e compostos. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2020. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros, masterbatches, compostos e filmes biorientados comercializados no país.

Curta nossa página no

Movimento Plástico Transforma firma parceria com o Grupo Muda para estimular o descarte seletivo

22/11/2021

O Movimento Plástico Transforma e o Grupo Muda fecharam parceria com o objetivo de levar educação ambiental e implementar soluções para o descarte seletivo a moradores de um condomínio residencial na Zona Leste da cidade de São Paulo. A iniciativa beneficiará 200 apartamentos, em 9 blocos, e aproximadamente 800 moradores do condomínio Páteo Andaluz, em São Miguel Paulista. A expectativa é recolher 80m3 por mês.

Por meio do programa “Adote um condomínio”, idealizado pelo Grupo Muda, foi implementado um modelo de operação para efetivar o descarte seletivo de forma individualizada e focalizada na comunicação e na educação ambiental. Juntos, o Movimento e o Instituto são responsáveis pelo treinamento dos prestadores de serviços e condôminos, comunicação voltada para a consciência ambiental, adequação da infraestrutura, com a instalação dos contêineres e coleta dos resíduos. A Cooperativa Central Tietê é quem recebe os resíduos e pode, a partir disso, ampliar a geração de renda dos cooperados.

O Movimento e o Muda realizaram webinares para capacitação e treinamento de funcionários e moradores, além do encontro presencial no dia da inauguração da ação no condomínio, para tirar dúvidas sobre o descarte correto dos resíduos recicláveis, orgânicos e dos recicláveis especiais. “É muito comum, principalmente no início do processo, que os moradores tragam dúvidas simples sobre o que pode e o que não pode ser reciclado, bem como os meios corretos para o descarte dos resíduos – como o cuidado na hora de separar eletrônicos e óleo, por exemplo”, explica Alexandre Furlan CEO do Grupo Muda.

“Está no DNA do Movimento do Plástico Transforma ações que estimulem a educação e a conscientização sobre a importância do descarte correto dos resíduos plásticos e de outros materiais. Nossa expectativa é estimular os moradores a criar essa consciência ambiental, participar ativamente da iniciativa e compartilhar com seus amigos e familiares a experiência, ampliando o esforço e os resultados”, conta Simone Carvalho, uma das coordenadoras do Movimento Plástico Transforma.

Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma tem como objetivo promover conteúdo e ações educativas sobre o uso do plástico. Além do site, em que é possível encontrar conceitos importantes sobre aplicações, reutilização, descarte correto e reciclagem do plástico, o Movimento é responsável por diversos projetos voltados à sociedade. A iniciativa é uma ação do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – fruto da parceria entre a ABIPLAST e a Braskem.

O Grupo Muda é uma empresa que atua desde 2009 com o objetivo de promover práticas sustentáveis nos condomínios residenciais da cidade de São Paulo, por meio da gestão de resíduos e da obtenção de benefícios sociais, ambientais e econômicos para toda a sociedade. Nesse período, implantou a coleta seletiva em 500 condomínios da capital paulista, atingindo mais de 250 mil moradores e 80 mil funcionários dos condomínios. Por mês, destina corretamente mais de 500 toneladas mensais de materiais recicláveis às cooperativas.

Curta nossa página no

Dow anuncia parceria com a Univar Solutions para a ampliação da distribuição de produtos direcionados ao mercado de beleza e cuidados pessoais no Brasil

22/11/2021

A parceria prevê a distribuição de linhas de produtos do portfólio de polímeros orgânicos da Dow, tais como os derivados de celulose, amido, poliacrilatos e polietilenoglicol de alto peso molecular, além de surfactantes vegetais e EDTA, com foco em formulações para a indústria cosmética.

A Dow anunciou um acordo firmado com a Univar Solutions, uma das principais distribuidoras globais de produtos químicos e ingredientes especializados, para ampliar a distribuição dos produtos do portfólio de polímeros orgânicos da Dow, linha que conta com uma gama de materiais que incluem produtos sustentáveis e biodegradáveis, no Brasil. O portfólio de polímeros orgânicos é direcionado para a formulação de produtos de beleza e de cuidados pessoais. Com a parceria, esses produtos e o portfolio de silicone da Dow ganham um alcance significativo na oferta de polímeros orgânicos para o mercado brasileiro e possibilitam à indústria o desenvolvimento de aplicações e produtos inovadores para cuidados com o cabelo, proteção solar, limpeza e cuidados com a pele. Segundo a empresa, os materiais possibilitam aos fabricantes atender demandas e tendências de consumo e de mercado, necessidades funcionais e requisitos regulamentares da indústria de maneira sustentável.

O portfólio da linha de polímeros orgânicos da Dow reúne 13 marcas e variam de polímeros multifuncionais e derivados de celulose a agentes quelantes. Segundo a Dow, os materiais possibilitam menor impacto no meio ambiente sem comprometer o desempenho dos produtos. A empresa afirma que o portfólio também é composto por materiais biodegradáveis experimentados e testados para atender diferentes perfis de consumidores em todo o mundo, criando texturas agradáveis em xampus, condicionadores, sabonetes corporais, tinturas de cabelo, cremes e loções, produtos de limpeza para a pele e outras aplicações.

“Os consumidores têm se tornado cada vez mais exigentes em relação ao desempenho e a sustentabilidade dos produtos. Por isso, é necessário desenvolver tecnologias cada vez mais inovadoras que auxiliem a indústria no desenvolvimento de soluções que atendam a esses desafios. Por meio da parceria com a Univar Solutions, possibilitamos o acesso a ingredientes especiais na formulação necessária para inovar e expandir negócios na indústria cosmética. A qualidade de nosso portfólio e a capacidade de distribuição da Univar Solutions nos posiciona no mercado brasileiro para apoiar a inovação de produtos no setor de beleza e cuidados pessoais”, enfatiza Flávia Venturoli, Diretora Comercial de Soluções aos Consumidores da Dow na América Latina.

Para a Univar Solutions, o acordo reforça a força de uma parceria global de longa data com a Dow. “Estamos entusiasmados com esse novo acordo com a Dow para o fornecimento de materiais que possam apoiar a jornada de sustentabilidade da indústria cosmética e de cuidados pessoais, no Brasil. Nossa parceria é um exemplo brilhante de duas empresas de classe mundial que têm paixão e compromisso com a proteção e preservação do meio ambiente, trabalhando juntas para fornecer ofertas de produtos de soluções inovadoras e sustentáveis aos clientes em escala global”, acrescenta Kelly Gilroy, vice-presidente global de beleza e cuidados pessoais da Univar Solutions.

A Dow oferece um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones que são aplicados em uma grande variedade de produtos e soluções em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas. Referências à

A Univar Solutions é uma das principais distribuidoras globais de produtos químicos e ingredientes especializados, contando com uma grande frota de transporte privado, força de vendas norte-americana, know-how logístico, conhecimento regulatório e de mercado, desenvolvimento de formulações e ferramentas digitais,  oferecendo soluções e serviços para vários mercados, indústrias e aplicações.

Curta nossa página no

Arkema participa do Simpósio SAE de Grafeno

22/11/2021

A Arkema, empresa líder em materiais especiais, estará no Simpósio SAE de Grafeno, evento focado em soluções para o setor de mobilidade, para apresentar o seu Graphistrength – masterbatch de nanotubos de carbono. A alternativa renovável ao grafeno será tema da palestra de Raquel Souza, gerente de novos negócios da Arkema, que acontecerá no dia 24, às 8h55.

De acordo com a Arkema, o Graphistrength é uma solução produzida a partir de bio-etanol, que melhora a condutividade elétrica, propriedades mecânicas e dissipação eletroestática de várias aplicações como dispersões líquidas, elastômeros, termoplásticos, termorrígidos, cerâmica e tintas, entre outros. O material é produzido pela Arkema desde 2009.

Segundo Raquel, há mais de 20 versões de masterbatches Graphistrength com base de polímeros, de elastômeros e em pó (para dispersões líquidas), e alguns grades específicos para baterias que são produzidas em larga escala pela Arkema, totalizando cerca de 400 toneladas ao ano. “Participar do Simpósio SAE nos dá a oportunidade de demonstrar porque o Graphistrength é uma alternativa mais viável ao mercado de grafeno e como podemos ajudar nossos parceiros a enfrentar os desafios de mobilidade sustentável com que o Brasil lida”, afirma a gerente de novos negócios.

O Simpósio SAE Brasil de Grafeno é uma iniciativa da SAE Brasil. O evento online, que acontece nos dias 23 e 24 de novembro, das 9 às 13h, será composto de palestras e debates para apresentar soluções que podem ser implementadas no processo de produção e desenvolvimento de novos produtos para o setor da mobilidade. As inscrições podem ser realizadas pelo site do Simpósio SAE Brasil de Grafeno.

A Arkema oferece um portfólio de tecnologias de qualidade para atender à demanda por materiais inovadores e sustentáveis. O Grupo está estruturado em 3 segmentos dedicados a Materiais Especiais: Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento. O Grupo registrou vendas de € 8 bilhões em 2020 e opera em cerca de 55 países com 20.600 funcionários em todo o mundo.

Curta nossa página no

Novo centro de inovações da Evonik na Alemanha focaliza em desenvolvimentos para a indústria de poliuretano

19/11/2021

  • Investimento destaca a posição da Evonik na indústria do poliuretano (PU)
  • Nova unidade permite um foco estratégico em aplicações de alto crescimento, como a produção sustentável de material sintético e soluções para a mobilidade elétrica
  • Novo laboratório e central de testes vão reduzir os tempos de desenvolvimento de soluções aditivas especiais em PU

Com uma nova unidade contendo laboratório e central de inovação em seu parque químico de Essen Goldschmidt, Alemanha, a Evonik fortalece ainda mais a sua posição na indústria do Poliuretano (PU). O novo laboratório de 400 m2 inaugurado no final de outubro vai aumentar a capacidade da Evonik de desenvolver aditivos e auxiliares de processamento de alto desempenho para uma variedade de aplicações em PU.

Segundo a empresa, o foco se concentra em áreas de aplicação de alto crescimento como a produção de material sintético sustentável para substituição do couro, catalisadores de baixa emissão para revestimentos e adesivos, aditivos de desempenho para a fabricação de solados de PU mais duráveis e confortáveis, além de desmoldantes otimizados em termos de emissões para espumas e elastômeros moldados.

“Com esse novo laboratório e centro de inovação, enviamos um forte sinal ao mercado e destacamos a nossa estratégia de ser não só o maior, mas também o mais inovador provedor de soluções para a indústria do PU”, disse Ralph Marquardt, responsável pela unidade de aditivos de PU na Evonik. “Esse investimento nos permite desenvolver soluções aditivas inovadoras e mais sustentáveis para nossos clientes, ajudando-os a se manterem alinhados com as constantes mudanças da demanda e com os regulamentos ambientais cada vez mais restritivos”.

A Evonik afirma que o seus aditivos especiais e auxiliares de processamento permitem, por exemplo, a produção de materiais sintéticos mais sustentáveis mediante a substituição dos solventes orgânicos por água no processo de produção.

Outra área de aplicação na qual os especialistas em PU da Evonik estão atuando nas novas instalações é a dos catalisadores ambientalmente amigáveis para espumas de poliuretano e materiais com propriedades semelhantes às da borracha (elastômeros). Esses ingredientes são usados na produção de materiais de poliuretano de alto desempenho para, por exemplo, proteger os componentes eletrônicos de telefones celulares contra vibrações ou para prevenir falhas mecânicas em componentes de baterias de carros elétricos durante os processos de carga e descarga. Segundo a Evonik, os seus aditivos e auxiliares de processo também ampliam a durabilidade, a aparência e o conforto de uso de solados de PU.

“Os novos equipamentos de última geração da unidade capacitam a nossa equipe para trabalhar com eficiência e segurança ainda maior no desenvolvimento de novas soluções aditivas para o sucesso de nossos clientes”, afirma Matt Aldag, responsável pelo negócio Advanced PU na Evonik.

A Evonik é uma das líderes mundiais em especialidades químicas. Contando com cerca de 33.000 colaboradores, a empresa atua em mais de 100 países em todo o mundo e gerou vendas de 12,2 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 1,91 bilhão de euros em 2020.

Curta nossa página no

Educação como ferramenta de transformação: os cinco anos de Movimento Plástico Transforma

19/11/2021

Artigo de José Ricardo Roriz Coelho e Edison Terra Filho*

A destinação correta dos resíduos sólidos tem sido tema de constante debate na gestão ambiental. O principal motivo é o impacto gerado pelo consumo e descarte inadequado no meio ambiente. A versatilidade dos plásticos destacou-se ainda mais para a sociedade no combate à pandemia de COVID-19. Ele se mostrou essencial para fabricar máscaras, viseiras e luvas, entre outros Equipamentos de Proteção Individuais – os EPIs – como máscaras, viseiras e luvas, entre outros equipamentos. Além disso, a matéria-prima também serve como barreira física em diversos estabelecimentos, coberturas em máquinas para pagamento e vedação em pratos para alimentação.

Mostrar as inúmeras possibilidades do material, bem como reforçar a importância do seu descarte correto, foi o insight para a criação do Movimento Plástico Transforma, uma iniciativa do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, parceria entre a ABIPLAST e a Braskem. Há cinco anos, o projeto tem como missão promover conteúdo e ações educativas para demostrar que o plástico, aliado à tecnologia, à criatividade e à responsabilidade, traz inúmeras possibilidades para os mais diferentes segmentos.

Por meio de ações educativas e interativas, o projeto procura valorizar e contribuir com o desenvolvimento de uma melhor percepção do plástico na sociedade, além de provocar discussões sobre temas correlacionados, como consumo consciente, reutilização inteligente, descarte e reciclagem do plástico. Ao longo de meia década, o Movimento Plástico Transforma já realizou diversas ações para cumprir com o seu propósito.

A primeira iniciativa voltada para a sociedade foi a instalação interativa PlastCoLab. A edição inicial, realizada em plena avenida Paulista, ofereceu workshops, hackathons e exposições distribuídos pelos três andares de um estande em formato de um cubo mágico, com 9 metros de altura. O sucesso paulistano levou a instalação para Porto Alegre, Salvador e Brasília, com recorde de público a cada edição. Ao todo, mais de 37 mil pessoas ficaram interessadas em descobrir como potes plásticos se transformaram em hortas automatizadas, saber sobre as inúmeras possibilidades da caneta de impressão 3D ou simplesmente assistir à performance do robô Beo, confeccionado quase todo em plástico.

O sucesso do PlastCoLab com o público infantil levou o Movimento a lançar um outro grande projeto, destinado a crianças e adolescentes com idades entre 4 e 14 anos. A Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque temático KidZania, em São Paulo, ensina sobre conceitos sustentáveis e reciclagem. Desde a inauguração, em janeiro de 2019, já recebeu mais de 18 mil visitantes, que conheceram, na prática, os conceitos e a importância do descarte correto e do processo de reciclagem. Por meio de uma brincadeira divertida, tivemos a oportunidade de destacar a importância e os benefícios do uso do plástico, bem como reforçar a participação essencial de cada indivíduo no caminho circular do material. Somente pela educação é possível influenciar o presente para que as futuras gerações apliquem conceitos indispensáveis em casa, na escola e ensine-os a todos ao seu redor.

A mais recente ação do Movimento Plástico Transforma foi uma parceria com a Fundação Cásper Líbero, a Gazeta Esportiva e a Yescom, para a coleta dos copos d’água entregues aos corredores da 95ª Corrida Internacional de São Silvestre. O material coletado na ação foi reciclado e transformado em 1.800 lixeiras para coleta seletiva, entregues às escolas públicas de São Carlos e Jaguariúna, no interior de São Paulo. Esta ação possibilitou impactar não só os participantes da corrida, como o público que acompanhou o evento e os alunos e professores das escolas para onde as lixeiras foram encaminhadas. A ação mostrou que, ao ganhar um destino certo, embalagens de plástico podem ser transformadas em objetos que contribuem com o meio ambiente e para a disseminação de conceitos fundamentais à sociedade. Ao conscientizar sobre o consumo consciente, o descarte correto e a reciclagem do plástico, estamos também agindo de forma responsável.

Esses são alguns exemplos das diversas ações que o Movimento Plástico Transforma vem realizando em seus cinco anos de existência e que já impactaram mais de 200 mil pessoas. É apenas o começo! Uma série de ações e projetos que tiveram que ficar em standby, em função da pandemia, estão em nosso pipeline, para dar continuidade à missão de mostrar os benefícios do plástico e conscientizar a sociedade acerca da versatilidade do material e suas infinitas possibilidades.

*José Ricardo Roriz Coelho é Presidente da ABIPLAST e Edison Terra Filho é vice-presidente executivo da Unidade de Poliolefinas da América do Sul e Europa da Braskem. O Movimento Plástico Transforma é uma ação do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – fruto da parceria entre a ABIPLAST e a Braskem.

Curta nossa página no

Arkema apresenta nova marca

18/11/2021

Nova identidade visual do Grupo francês reforça o seu compromisso com mundo mais sustentável

A Arkema, empresa líder em materiais especiais, divulgou um novo posicionamento e identidade visual com o objetivo de promover sua inovação e sua experiência em ciência dos materiais, além do compromisso da empresa com um mundo sustentável.

Para desempenhar um papel central no desenvolvimento de soluções que atendam aos principais desafios do planeta, a Arkema pretende se tornar um player integral de Materiais Especiais até 2024, com 100% das suas soluções dentro desse portfolio. A estratégia do Grupo francês está baseada em três segmentos complementares com alto potencial de crescimento: soluções adesivas, materiais avançados e soluções de revestimento.

Para a campanha da nova marca, a Arkema lançou globalmente o vídeo “A Onda da Mudança” que traz as aplicações dos materiais especiais da Arkema na vida real – seja na indústria, em esportes competitivos ou no cotidiano das pessoas. Clique aqui para conferir o vídeo.

A Arkema oferece soluções tecnológicas em áreas como novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade. O Grupo registrou vendas de € 8 bilhões em 2020 e opera em cerca de 55 países com 20.600 funcionários em todo o mundo.

Curta nossa página no

Unigel, Electrolux e Termotécnica fecham parceria para refrigerador sustentável

18/11/2021

Embalagens são reutilizadas na produção de peças para produtos da Electrolux

Em 2020, a Unigel anunciou a criação de uma nova marca de produtos sustentáveis para materiais reciclados chamada Ecogel. Agora, a Companhia firmou parceria com a Termotécnica e a Electrolux para utilização do Ecogel na fabricação de peças de refrigeradores da marca. “O Ecogel, marca que cobre poliestirenos com material reciclado pós-consumo em sua composição, apresenta grande potencial para garantir a circularidade do plástico na cadeia produtiva e incentiva empresas e consumidores a praticar o descarte adequado de materiais”, explica o diretor comercial da Unigel, Marcelo Natal.

A Unigel fornece à Termotécnica o monômero de estireno, matéria-prima para a produção de embalagens em EPS (poliestireno expandido, popularmente conhecido como Isopor, que é uma marca registrada) que são utilizadas pela Electrolux para garantir a integridade de seus eletrodomésticos durante o transporte. Além disso, a Unigel fornece o poliestireno para a Electrolux, empregado na fabricação de peças do interior de refrigeradores, como prateleiras e gavetas. A Termotécnica é detentora de um programa de coleta e reciclagem de EPS e poliestireno pós-consumo, gerando um novo material, o Repor, para ser reintroduzido no ciclo produtivo.

Agora, as três empresas estão juntas para fazer a circularidade de materiais acontecer na prática. “Na produção do Ecogel, o Repor é uma importante matéria-prima. Na prática, as embalagens em EPS de eletrodomésticos retornam para a cadeia produtiva após cumprirem com a sua função, sendo transformadas em novos componentes duráveis que serão incorporados aos refrigeradores Electrolux”, comenta Natal.

Segundo a Unigel, desde outubro de 2020, quando o Ecogel foi lançado, o material pós-consumo já reaproveitado equivale a embalagens de 3 mil refrigeradores da Electrolux ou 1,8 milhão de copos descartáveis. A Electrolux está realizando testes desde o ano passado para garantir a segurança e eficácia do produto. No momento, o produto ainda está em fase de implementação. A previsão é que os primeiros refrigeradores com componentes produzidos com Ecogel cheguem ao consumidor já no início de 2022.

O Diretor de Sustentabilidade da Electrolux América Latina, João Zeni, destaca a importância da parceria com a Unigel e ressalta que uma das principais frentes de atuação em sustentabilidade da Electrolux é tornar os produtos entregues aos consumidores cada vez mais eficientes e incorporados ao conceito de economia circular. “Os desafios e metas gerados pela Electrolux são de longo prazo e envolvem toda a sua cadeia de valor. Para isso acontecer, buscamos estabelecer parcerias que possam se tangibilizar como premissas e compromissos da empresa, tais como este com a Unigel. Entendemos que os grandes desafios ambientais e sociais demandam colaboração intrassetorial e de diferentes atores da sociedade, por isso estamos oferecendo este tipo de parcerias, para que assim possamos encontrar os melhores caminhos em colaboração “, explica Zeni.

João Zeni afirma que a Electrolux está comprometida a incentivar e fomentar a economia circular e a gestão de carbono no setor – com algumas metas globais, tal como atingir o uso de 50% de plástico reciclado em seus produtos globalmente até 2030.

“Nossa abordagem ambiental traz a circularidade na prática, incluindo uma visão integrada desde uma concepção de produtos, eficiência operacional, passando por logística reversa e reciclagem e indo até novas cadeias produtivas, fechando o ciclo da economia circular. Pensando na cadeia logística como um todo, dar uma nova vida como embalagens pós-consumo, transformando-as em produtos nobres, atende à demanda da sociedade por uma atuação responsável das empresas em termos de sustentabilidade “, declara Albano Schmidt, presidente da Termotécnica.

De acordo com o diretor comercial da Unigel, Marcelo Natal, a linha Ecogel está tendo boa aceitação no mercado. “Estamos otimistas com os primeiros resultados obtidos pelos clientes que estão testando nossas soluções. Esperamos poder reaproveitar aproximadamente 200 toneladas de material pós-consumo até o final de 2022, que darão origem a novos produtos indispensáveis no dia a dia das pessoas “, afirma Natal.

Curta nossa página no

Unidade de negócios de Materiais de Alto Desempenho (HPM) da Lanxess terá estrutura corporativa legal independente

18/11/2021

50

Nova estrutura absorverá melhores oportunidades de crescimento para os negócios de plásticos de alto desempenho

A empresa de especialidades químicas Lanxess irá transferir sua unidade de negócios de High Performance Materials (HPM) para uma estrutura corporativa legal independente.

A unidade HPM é uma das principais fornecedoras de plásticos de alto desempenho. Os materiais são usados ​​principalmente nas indústrias automotiva, elétrica e eletrônica. A eletromobilidade, em particular, é um campo de aplicação promissor para os plásticos da Lanxess, que são usados ​​predominantemente em carrocerias de automóveis, carcaças de baterias e infraestrutura de carregamento.

“O mercado global para novas formas de mobilidade está se desenvolvendo de forma dinâmica e se reorganizando estrategicamente – criando muitas alianças e parcerias inovadoras. Para aproveitar ao máximo as oportunidades de crescimento nesse mercado e poder atuar com flexibilidade, criaremos uma estrutura jurídica separada para a unidade de negócios”, disse Hubert Fink, membro da Diretoria Global da Lanxess. A companhia começará a implementação desse novo modelo no primeiro semestre de 2022.

O portfólio da unidade de negócios HPM inclui os plásticos de engenharia à base de poliamida e tereftalato de polibutileno (PBT), além de compósitos termoplásticos com fibras. A unidade de negócios é caracterizada pela alta integração de seus processos produtivos.

A unidade de negócios HPM emprega cerca de 1.900 pessoas em 14 unidades, em todo o mundo. As vendas estão na faixa de um dígito de bilhões de euros.

A Lanxess é uma empresa líder em especialidades químicas, com vendas de EUR 6,1 bilhões em 2020. A empresa possui atualmente cerca de 14.900 funcionários em 33 países. O principal negócio da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de intermediários químicos, aditivos, especialidades químicas e plásticos. A Lanxess está listada nos principais índices de sustentabilidade, Dow Jones Sustainability Index (DJSI World e Europa) e FTSE4Good.

Curta nossa página no

Braskem registra lucro líquido de R$ 3,5 bilhões

18/11/2021

Resultado operacional recorrente no trimestre alcança R$ 7,7 bilhões, com geração de caixa de R$ 3,9 bilhões; alavancagem é reduzida a 0,83x

A Braskem divulgou comunicado no dia 9/11 em que indica ter registrado uma recuperação de 12 pontos percentuais de participação de mercado de resinas no Brasil no terceiro trimestre, em linha com a estratégia da Companhia de priorizar o mercado brasileiro. A geração livre de caixa foi recorde trimestral e a alavancagem corporativa atingiu o menor nível desde a formação da Braskem em 2002, afirma a empresa.

  • A participação de mercado brasileiro de resinas no trimestre atingiu 64%, comparando-se a 52% nos três meses anteriores. A recuperação se deu em função do retorno das operações da central petroquímica do ABC, em São Paulo, que passou por uma manutenção programada no trimestre anterior;
  • A geração livre de caixa chegou a R$ 3,9 bilhões, um crescimento de 152% em relação ao 2T21 e de 424% em relação ao 3T20;
  • O resultado operacional recorrente consolidado no terceiro trimestre foi de R$ 7,7 bilhões, 18% inferior ao do trimestre anterior, mas 109% acima do terceiro trimestre do ano passado;
  • O lucro líquido foi de R$ 3,5 bilhões, 52% menor do que no trimestre anterior;
  • A relação de dívida líquida/resultado operacional recorrente (em dólares) foi de 0,83x no trimestre, inferior 24% quando comparada ao trimestre anterior (1,1x). A redução em relação ao mesmo período do ano passado foi de 83%.”Temos uma boa recuperação de participação no mercado brasileiro, o que reflete nosso esforço para atender bem nossos clientes e parceiros”, disse Roberto Simões, presidente da Braskem. “Além disso, reforçamos ainda mais nosso compromisso com a higidez financeira, o que já vem sendo reconhecido pelas agências de classificação de risco. Seguimos firmes no propósito de retornarmos ao grau de investimento em todas as agências”.

Em setembro, a S&P Global Rating elevou o nível de risco em escala global da Companhia para BBB-, com perspectiva estável. Segundo a Braskem, a agência destacou que a elevação do rating para o grau de investimento reflete a melhora considerável dos indicadores de rentabilidade e da geração de caixa, o compromisso da Companhia com a alavancagem e a expectativa da agência de que a Braskem continue se beneficiando com os altos spreads petroquímicos nos próximos trimestres.

Biopolímeros

A Braskem vem se firmando como parceira internacional de grandes empresas que procuram seguir o caminho da produção de produtos com a utilização de matéria-prima renovável.

Nesta semana, a Braskem anunciou a assinatura de um memorando de entendimento com a americana Lummus Technology para licenciar, em conjunto, a tecnologia de eteno verde na América do Norte e na Tailândia.

Em setembro, a Braskem e a SCG Chemicals, uma das maiores petroquímicas integradas da Tailândia e líder da indústria na Ásia, assinaram também um memorando de entendimento para realizar estudos de viabilidade para investir em conjunto em uma nova planta de desidratação de etanol na Tailândia. Essa planta visaria produzir eteno verde e o polietileno I’m green® bio-based.

México

Em agosto, a Braskem Idesa concluiu o projeto de expansão da capacidade de importação do fast track, que atualmente é de 25 mil barris por dia. Como resultado, durante o mês de setembro atingiu o volume de importação histórico de 22,4 mil barris por dia. No 3T21, a fim de complementar o fornecimento de etano pela Pemex, a Braskem Idesa importou uma média de 18,6 mil barris por dia de etano dos Estados Unidos, o que representa cerca de 74% da capacidade atual do fast track.

Adicionalmente, a Companhia está trabalhando em uma expansão do fast track, o que pode permitir à Braskem Idesa atingir uma capacidade máxima de importação de etano de até 35 mil barris por dia, com expectativa de conclusão durante o 2T22.

Em setembro, a Braskem Idesa assinou um aditivo ao contrato de fornecimento de etano com a Pemex, com quitação de pendências contratuais anteriormente existentes; e um convênio com a Pemex e outros entes governamentais que estabelece medidas de apoio para o projeto de construção de um terminal de importação de etano, com a capacidade para atender a totalidade da necessidade de matéria-prima da empresa.

Em outubro, a Braskem Idesa concluiu o seu plano de refinanciamento de dívida, com a substituição do saldo remanescente de US$ 1,35 bilhão do project finance por novas dívidas em formato corporativo, com perfil alongado. O destaque dessas novas dívidas é que elas foram na forma de sutaintability-linked bonds (SLB). Para emitir os SLBs, a Braskem Idesa se comprometeu a reduzir suas emissões de gases, em linha com a estratégia de desenvolvimento sustentável de longo prazo da Companhia.

Alagoas

A Braskem afirma que, desde 2018, vem contribuindo com o poder público na compreensão do fenômeno geológico em Maceió e na minimização dos seus efeitos. A Companhia assinou acordos com o Ministério Público Federal, o Ministério Público Estadual, a Defensoria Pública da União e a Defensoria Pública do Estado de Alagoas para promover a segurança e a compensação financeira dos moradores dos bairros atingidos pelo fenômeno e para a reparação socioambiental e urbanística da região.

De acordo com a empresa, até o dia 22 de outubro, 97% dos imóveis identificados pelo programa criado pelos acordos foram desocupados. Foram feitas mais de 10 mil propostas de compensação financeira e o índice de aceitação é de 99,6%, afirma a Braskem. O valor pago até o momento pela Braskem supera R$ 1,6 bilhão, segundo informado pela petroquímica.

As ações socioambientais avançaram no trimestre com a realização da escuta pública relativa ao trabalho de diagnóstico ambiental que está em andamento, com a participação da comunidade e de instituições técnicas. Além disso, o diagnóstico social nas áreas adjacentes também avançou com entrevistas da população e consulta aos entes públicos. Ele deve ser concluído nos próximos meses.

Segundo a Braskem, o plano de fechamento e monitoramento da região avança conforme previsto e contou com a instalação do último lote de sismógrafos na região de monitoramento, como acordado com a Defesa Civil de Maceió.

Curta nossa página no

Stadler e RecycleMe anunciam cooperação em reciclabilidade prática

17/11/2021

Willi Stadler, CEO da Stadler e Sabrina Goebel, CEO da RecycleMe

Os dois parceiros unem forças na primeira cooperação deste tipo, onde a consultoria em reciclabilidade e a construção de plantas de triagem se unem

A consultoria internacional RecycleMe e a Stadler Anlagenbau GmbH anunciaram sua cooperação para conduzir testes de classificação para determinar a reciclabilidade de embalagens, em uma aliança única ao longo da cadeia de valor da reciclagem.

Os testes serão realizados no Centro de Inovação e Testes da Stadler recentemente inaugurado na Eslovênia (foto abaixo), para a RecycleMe GmbH – uma empresa do Grupo Raan, que também inclui as empresas do Grupo Reclay ativas na área de sistemas ERP. Os clientes da RecycleMe podem analisar o comportamento de classificação de suas embalagens em condições atuais e reais. “Estamos satisfeitos por ter a Stadler como um parceiro globalmente ativo e renomado ao nosso lado”, disse Sabrina Goebel, diretora administrativa da RecycleMe. “Esta cooperação permite-nos oferecer aos nossos clientes testes de triagem nas melhores condições, utilizando a mais recente tecnologia, simulando o comportamento das embalagens na prática – e com quantidades significativas. Isto nos permitirá aumentar ainda mais a qualidade dos resultados nas nossas análises de reciclabilidade e otimização de embalagens.”

A investigação prática da reciclabilidade de embalagens na categoria de produto circulate°optimize faz parte do serviço de consultoria da RecycleMe e já é utilizada por muitos clientes de diversos setores. Depois que o comportamento de uma embalagem é analisado pela RecycleMe e pela Stadler, os clientes recebem relatórios de alta qualidade e bem fundamentados. Eles também recebem uma análise de tendências e recomendações adicionais da equipe da RecycleMe, que é construída por especialistas da economia circular e da indústria de reciclagem. Por meio dessa cooperação única, fabricantes e distribuidores se beneficiarão da experiência de mercado acumulada dos dois parceiros.

Willi Stadler, Diretor Executivo da Stadler e chefe de sua empresa familiar, também está muito otimista sobre a nova parceria: “Estou muito ansioso para os projetos conjuntos e as descobertas que iremos tirar deles. Nosso Centro de Testes e Inovação é representante de uma planta de triagem de última geração. Além disso, temos tecnologia de sensores que nos permite fornecer aos clientes da RecycleMe soluções sob medida.” A Stadler também está convencida dos benefícios da cooperação. “Como um dos especialistas mais procurados na área de construção de plantas premium, nos consideramos pioneiros em nossa indústria. Ao trabalhar com uma empresa inovadora e bem conectada como a RecycleMe GmbH, ganhamos insights importantes sobre os atuais desenvolvimentos do mercado, que iremos incorporar em novos projetos. “

Em sua filosofia corporativa, os dois parceiros da cooperação compartilham um compromisso com uma economia circular funcional e sustentável.

RecycleMe GmbH é uma consultoria de negócios internacional na área de gestão de embalagens sustentáveis. A equipe aconselha e apoia clientes de renome de diversos sectores na otimização da reciclabilidade de embalagens nas atuais condições legais e de mercado e obrigações de responsabilidade alargada do produtor (EPR). Além disso, a RecycleMe GmbH desenvolve soluções digitais e inovadoras para a realização de uma economia circular global funcional.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

Curta nossa página no

Inscrições abertas para o 11º Energiplast

17/11/2021

O tradicional evento do setor plástico é gratuito e aberto para toda a sociedade.

As inscrições estão abertas para o 11º Energiplast, que acontece na próxima quarta-feira (17/11) em formato virtual. Realizado pelo Comitê de Reciclagem do Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do RS (Sinplast-RS), coordenado por Luiz Henrique Hartmann, neste ano tem como tema “A circularidade dos plásticos no ambiente ESG.”

Já tradicional no setor plástico e de reciclagem do Brasil, o Energiplast aborda há mais de uma década a relação dicotômica entre economia e meio ambiente, plástico e energia. Gratuito e aberto para toda a sociedade interessada no setor plástico, propõe uma troca de conhecimentos sobre as temáticas da economia circular, do reaproveitamento e da reciclagem entre os palestrantes nacionais e internacionais com a academia, com formadores de opinião e com representantes da indústria.

O tema do 11º Energiplast

ESG (Environmental, Social and Governance) é uma sigla que se refere a critérios adotados pelas empresas como garantia ao comprometimento com questões ambientais, sociais e de governança. Na indústria do plástico, atenta às questões ambientais, esse debate vem ganhando força. Seja para estreitar o relacionamento com os clientes e consumidores, seja para atrair investimentos ou principalmente pela preservação do planeta, fato é que a produção sustentável ganha foco no mercado. Por isso, a ESG pautará os debates, reflexões e cases apresentados neste ano no Energiplast.

O 11º Energiplast tem o patrocínio da Plastiweber e Naturecycle, Polo Films, Piramidal e Lorenzon e o apoio da FIERGS, ABIPLAST e CNRPLAS e Instituto SustenPlást. As inscrições devem ser feitas pelo Sympla, onde também é possível acessar a programação completa: https://bit.ly/Energiplast2021

Curta nossa página no

Espaço Recicla Plástico será uma das atrações da Interplast 2022

16/11/2021

Processo de reaproveitamento de plásticos será apresentado durante o evento

Destacar o passo a passo da reciclagem do plástico, desde a coleta até a consolidação de um novo produto, é a proposta do espaço Recicla Plástico na Interplast 2022. A iniciativa tem o objetivo de estimular o desenvolvimento de novos projetos, investimentos e o engajamento com o tema reciclagem.

O ambiente apresentará demonstrações de máquinas, equipamentos e rotinas, além da abordagem sobre a importância de reciclar 100% do plástico, em especial o PS e o EPS (poliestireno expandido), além de conscientizar o público sobre a PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos. A ideia é evidenciar a reciclabilidade através de um processo inovador que beneficia tanto os consumidores quanto o meio ambiente.

A Interplast 2022 é uma oportunidade para surpreender os visitantes com as novidades do segmento e para empresas apresentarem seus trabalhos diretamente para o público-alvo, além de prospectarem negócios. O evento reunirá parceiros e abordagens referentes ao ciclo de vida dos plásticos e o conceito da economia circular em um espaço de grande movimentação de pessoas.

Evento simultâneo à Interplast, o Recicla Plástico é idealizado pela Termotécnica, com promoção da Messe Brasil e apoio do Simpesc.

Curta nossa página no

Nova linha de produção de água instalada pela Sidel nos Emirados Árabes focaliza aspectos de desempenho e sustentabilidade

16/11/2021

Sidel afirma que nova linha de água completa aumentou produtividade e abriu caminho para mais oportunidades comerciais para a Zulal Water Factory, em Xarja, EAU (Zulal). Além disso, com a nova garrafa PET mais leve e a otimização no uso dos recursos de infraestrutura, houve uma redução na pegada de carbono geral.

A Zulal foi fundada por S.M. Sheik Dr. Sultão Bin Mohammed Al Qasimi, membro da suprema corte e governante de Xarja, e é parte da SEWA (Sharjah Electricity and Water and Gas Authority) nos Emirados Árabes Unidos. A visão da empresa é fornecer água limpa, pura e potável para todos os habitantes da região. Em 1995, a Zulal foi a primeira organização governamental a atender a esse requisito. É a única empresa de água que fornece água subterrânea 100% pura direto dos poços de Hamdah em Xarja. A água, bem como seu envase, seguem os mais elevados padrões internacionais para água potável.

A relação entre a Zulal e a Sidel remonta ao fim dos anos 90, quando a Zulal instalou sua primeira sopradora da Sidel. Em 2019, a empresa recorreu novamente à Sidel para adquirir uma nova linha de alta velocidade a fim de atender à demanda do mercado. Como fornecedora de soluções de linhas completas, a Sidel assessorou o cliente em design de embalagem e capacidade da linha, bem como no layout e concepção de linha para aprimorar o desempenho geral.

Mais oportunidades comerciais

Após 18 meses de conversas, a Sidel forneceu à Zulal a linha de água Super Combi Compact, que funciona a 45.000 gph (garrafas por hora). O layout foi um elemento-chave da concepção da linha para esse projeto, pois a linha precisava ser instalada no local pré-existente. Segundo a Sidel, os seus especialistas conseguiram acomodar a configuração da Super Combi Compact, dos transportadores e de duas empacotadoras nesse espaço, alcançando com isso cerca de 25% de economia de espaço devido à remodelação da parte de acumulação, combinação e rotulação.

A Sidel afirma que a nova linha proporcionou à Zulal maior eficiência e produtividade da linha, ampliando as oportunidades comerciais. “Após a instalação da linha de água completa da Sidel, agora temos a capacidade de fornecer nossos produtos para companhias aéreas, hotéis, escolas e escritórios de grande porte. Estamos muito satisfeitos com o aumento do desempenho”, comentou Ali Ahmed Ali Al Kindi, gerente do departamento da Zulal na SEWA. Assim como diz o slogan da Sidel, “Performance through understanding”, a comunicação contínua com informações claras desempenhou um papel fundamental nessa cooperação para que entendêssemos melhor as necessidades do cliente e atingíssemos os objetivos.

Novo design de garrafa e linha de produção em conformidade com objetivos de sustentabilidade

Em harmonia com a política de sustentabilidade da SEWA, a Zulal queria otimizar seu impacto ambiental. Ao remodelar as garrafas PET e reduzir o peso, a nova garrafa para os formatos de 330 ml e 500 ml agora pesam 9,75 g e 12,5 g, o que economizou até 0,65 g e 1 g, respectivamente, por garrafa. Isso também contribui para reduzir a pegada de carbono da Zulal com economia de consumo de PET, a saber, uma estimativa de 215 kg para a de 330 ml e 331 kg para a de 500 ml por série de produção de turno. Além disso, afirma a Sidel, graças à sua solução de linha completa, a Zulal gasta 56% menos com energia, aumentando a produtividade em 280% em comparação com a linha que já tinham.

Curta nossa página no

Prêmio Plástico Sul valoriza iniciativas inovadoras e sustentáveis

16/11/2021

Reconhecido nacionalmente por destacar projetos, produtos e ações que desenvolvem inovação e sustentabilidade, o Prêmio Plástico Sul realizou a grande final no último dia 09 de novembro, com a apresentação dos cases vencedores em evento híbrido na cidade de Caxias de Sul (RS). Os trabalhos vencedores mostraram na prática como a aplicação de tecnologias e valores circulares estão contribuindo com o desenvolvimento da indústria do plástico.

O evento foi marcado pela presença de importantes personalidades, como a vice-prefeita de Caxias do Sul, Paula Ioris, do Secretário Municipal do Meio Ambiente, João Osório Martins, do Presidente do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás), Gelson Oliveira, do Presidente do Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast-RS), Gerson Hass, o presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico (CSMAIP), Amilton Mainard, entre outras autoridades. Também participaram de forma online o membro da atual diretoria do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Paraná (Simpep), Marcelo Prevideli e o Presidente do Sindicato das Indústrias de Material Plástico de Santa Catarina (Simpesc), Albano Schmidt. O vice-presidente do Simpesc, Fernado Pedro Oliveira, um dos integrantes da comissão avaliativa do Prêmio, registrou uma mensagem aos participantes do evento no telão principal. Os jurados Luiz Henrique Hartmann (Sinplast) e Jaime Caneda (Simplás) também estiveram presentes no evento.

Em sua segunda edição, o Prêmio Plástico Sul é realizado exclusivamente através de inscrições de cases com valores sustentáveis e inovadores em 10 categorias. Os trabalhos foram avaliados de forma detalhada por sete jurados experientes na cadeia produtiva do plástico e no universo acadêmico, dentro de critérios estabelecidos pela empresa responsável pela pesquisa e curadoria do Prêmio, Maxiquim. Neste ano, a grande novidade foi abertura para participação de todas as empresas da cadeia produtiva: transformadores, fornecedores e indústrias de reciclagem. Após uma disputa acirrada nas apresentações dos cases, um time qualificado de jurados, deu suas notas e escolheu empresas vencedoras nas 10 categorias apresentadas.

O Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade tem apoio da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (ABIEF), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Associação Brasileira de Biopolímeros Compostáveis e Compostagem (ABICOM), Plastivida, Instituto Brasileiro do PVC, Instituto Nacional do Plástico, Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins (Adirplast), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás-RS), Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast-RS), Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina (Simpesc), Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado do Paraná (Simpep), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Vale dos Vinhedos (Simplavi).

A premiação conta ainda com o patrocínio Diamante da Braskem e Clean Plastic; patrocínio Ouro ENTEC Polymers, Plastiweber e Grupo Wortex; e patrocínio Prata da Activas, Advanced Polymers, Aluminiplast, Cromex, Deink, GreenMaster, Mais Polímeros, Piramidal, Plasticor, Replas, Rulli Standard, Sicredi e Termocolor. O apoio especial deste ano é da Interplast 2022, Sebrae, Rocaal, Termotécnica e Therpol.

O Prêmio Plástico Sul de Inovação & Sustentabilidade é uma realização da Revista Plástico Sul, com organização do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) no ano de 2021. As descrições dos cases vencedores poderá ser conferida nas edições posteriores da revista Plástico Sul, versões digital e impressa.

Relação dos vencedores:

Sustentabilidade

Produção Limpa:

1º lugar: CLEAN PLASTIC
2º lugar: UNIPAC
3º lugar: PLASTIWEBER

Logística Reversa:

1º lugar Transformador: TERMOTÉCNICA
1º Lugar Fornecedor: CROMEX
2º lugar: PROQUITEC
3º lugar: NILTEX

Compromisso Social:

1º lugar Transformador: CRISTALCOPO
1º lugar Fornecedor: PLASTIWEBER
2º lugar: TERMOCOLOR
3º lugar: BELLAFORMA

Conteúdo Reciclado:

1º lugar Indústria de Reciclagem: PLASTIWEBER
1º lugar Transformador: GRENDENE
1º lugar Fornecedor: PROQUITEC
2º lugar: DEINK
3º lugar: LORD

Novos aditivos ou biomateriais

1º lugar Fornecedor: RESBRASIL
1º lugar Transformador: TERMOTÉCNICA
2º lugar: ERT
3º lugar: COLORIFX

Gestão Sustentável

1º lugar Indústria de Reciclagem: JBS Ambiental
1º lugar Fornecedor: ACTIVAS
2º lugar:CROMEX
3º lugar: EMBAQUIM

Inovação

Embalagens Inteligentes:

1º lugar: UNIPAC
2º lugar: TERMOTÉCNICA
3º lugar: PLASZOM

Extrusão:

1º lugar: C-PACK
2º lugar: SULPET
3º lugar: TELHAS TELITE

Sopro:

1º lugar: UNIPAC
2º lugar: EMBAQUIM

Injeção:

1º lugar: DZAINER
2º lugar: ACTIVAS
3º lugar: PROQUITEC

Curta nossa página no

Embalagem com toque aveludado é opção para linha de alimentos para animais domésticos da Guabi Natural

16/11/2021

Aguçar os sentidos dos consumidores é um dos grandes desafios das embalagens da atualidade. O consumidor quer mais do que proteção, conveniência e funcionalidade; ele espera que a embalagem ofereça uma experiência sensorial, sempre que possível. E foi pensando nisso que a Guabi Nutrição Animal optou pelo filme de Poliéster (PET) mate soft touch (sem brilho e com toque suave aveludado) da Terphane para as embalagens da linha Pet Food Guabi Natural.

O lançamento aconteceu no 1º semestre deste ano e, de acordo com a empresa, já vem conquistando os consumidores não apenas pelo toque aveludado como também pela grande atratividade no PDV. Segundo Célia Freitas, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane, a solução soft touch usada na camada externa da embalagem também garante resistência térmica na área de solda e barreira a gases e gorduras, importantes para esse produto. “A embalagem ajudou ainda a posicionar o produto numa categoria premium, justamente pelo aspecto mate e soft touch que garantem uma maior qualidade de impressão e destaque para as informações, devido ao maior contraste, nitidez e alta definição das imagens.”

Outro grande diferencial está no “toque”, ou seja, na percepção sensorial. “Assim, o filme soft touch é uma solução inovadora para um mercado tão competitivo como o de pet food, onde se busca diferenciação no PDV e proteção ao produto”, completa Célia. A arte da embalagem também ganha destaque pela sofisticação do aspecto fosco. Pesquisas indicam que os consumidores associam as embalagens com acabamento fosco à produtos premium, mais saudáveis e mais sustentáveis. Além disso, a face fosca garante maior contraste, facilitando a leitura das informações impressas na embalagem.

Jucenei Donizetti Pereira, da área de Engenharia Industrial da Canguru, produtora da embalagem da Guabi, completa salientando que a apresentação diferenciada na gôndola é o grande diferencial da nova embalagem, trazendo ainda mais notoriedade à marca. “O resultado final foi tão positivo que já avaliamos utilizar os filmes soft touch da Terphane em outros projetos, onde se espera um efeito diferenciado e atratividade na gôndola.”

Segundo a Terphane, o uso deste filme na categoria pet food é inovador e inédito no Brasil; nos EUA o material já é vendido com sucesso para esta e outras aplicações. “O interessante desse conceito é realmente a sensação do toque aveludado; o tato pode remeter a uma memória afetiva, dependendo do produto e de sua aplicação. No caso da Guabi Natural, o aspecto mate aveludado remete ao pelo do cachorro. Quando este mesmo material de embalagem é utilizado em um sabonete líquido com aroma de rosas, por exemplo, a sensação do toque aveludado remete às pétalas”, finaliza André Gani, diretor de Vendas & Marketing da Terphane.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Curta nossa página no

Crescimento do setor de mineração abre novas possibilidades para uso de Poliuretanos baseados em policarbonatos dióis da UBE

16/11/2021

Dados divulgados pelo Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração) indicam que, entre janeiro e agosto deste ano, as mineradoras brasileiras faturaram R$ 219,9 bilhões, o que equivale a uma alta de 112% em comparação ao mesmo período de 2020. Em oito meses, a receita do setor superou o faturamento do ano passado (R$ 103,7 bilhões).

As principais motivos do resultado foram a valorização dos principais minerais ao longo do ano e a alta do dólar. Do faturamento total do setor, o minério de ferro é responsável por R$ 162 bilhões. O segundo principal produto é o ouro, com receita bruta de R$ 18 bilhões, seguido pelo cobre, com R$ 11 bilhões em faturamento.

Em toneladas, a produção do setor cresceu 9% entre janeiro a agosto de 2021, em comparação ao mesmo período do ano passado, chegando a 833 milhões de toneladas. As exportações também registraram alta de 94% no período, elevando a participação do setor mineral no saldo comercial do país de 49% para 69%.

“O cenário não poderia ser mais positivo para as linhas de PU (poliuretanos) da UBE”, celebra Paula Alves Donnantuoni, da área de desenvolvimento de Negócios da UBE América Latina. Segundo a especialista, estes materiais são ideais para diversas aplicações no setor de mineração, sendo as principais as peneiras, revestimentos de bombas e hidrociclones.

Para esta indústria, a UBE oferece as plataformas de soluções Eternacoll e Eternathane, cujas propriedades podem ser adaptadas de acordo com a aplicação. Entre os principais benefícios, afirma a UBE, está o melhor desempenho gerado pela retenção das propriedades por mais tempo, que resulta em otimização da estabilidade térmica, resistência ao óleo, estabilidade hidrolítica, resistência à intempéries e resistência química. “As soluções da UBE garantem eficiência e resistência em ambientes industriais agressivos e condições adversas, gerando um produto com maior durabilidade”, afirma Paula.

O poliuretano elastômero é um produto cada vez mais sofisticado e em linha com as atuais exigências tecnológicas de diversos mercados. “Sabemos que num segmento altamente competitivo como a mineração, cada centavo economizado e cada minuto ganho nas paradas para manutenção impactam positivamente nos resultados e garantem maior eficiência e agilidade”, explica Paula.

E completa: “Trata-se de aplicações que exigem durabilidade e resistência e é exatamente isso que os produtos à base de policarbonatos dióis Eternacoll e os pré-polímeros Eternathane da UBE oferecem: resistência superior à das demais soluções encontradas no mercado, com um custo similar ao ofertado nas soluções já conhecidas.”

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de policarbonato diol – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América do Sul, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

Curta nossa página no

Termotécnica e a startup Sensorweb firmam cooperação técnica e lançam solução de monitoramento da Cadeia Fria

16/11/2021

Solução atende às especificações do marco regulatório RDC 430/20 da Anvisa, que dispõe sobre boas práticas de Distribuição, Armazenagem e Transporte de Medicamentos termolábeis

A Termotécnica, empresa atuante no segmento de embalagens técnicas em EPS (Poliestireno Expandido), que há mais de duas décadas atende ao segmento da Cadeia Fria, fornecendo para as campanhas de vacinação do Ministério da Saúde, está lançando a marca TermoChain com uma linha de soluções para controle e monitoramento de temperatura em armazenagem e transporte de medicamentos termolábeis. Para atender às especificações do marco regulatório RDC 430/20 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que dispõe sobre as Boas Práticas de Distribuição, Armazenagem e de Transporte de Medicamentos, a Termotécnica firmou uma cooperação técnica com a startup Sensorweb. Desta maneira, o mercado pode combinar as tecnologias destas empresas para cumprir a nova regulamentação da Anvisa, que passou a vigorar a partir de março de 2021, e que exige que as empresas do setor se adequem, mantendo o monitoramento e controle da temperatura de medicamentos e vacinas em toda a cadeia de distribuição.

“Estamos sempre atentos às novas tendências tecnológicas, às mudanças de comportamento dos consumidores e às necessidades dos clientes para agregarmos as expertises de nosso time multidisciplinar para desenvolver e lançar no mercado soluções inovadoras de forma rápida e eficiente. Agora, em cooperação técnica com a Sensorweb, a Termotécnica oferece uma solução completa, integrando as embalagens para acondicionamento, transporte e conservação de produtos termossensíveis, com sensores físicos e sistema on-line para rastreamento, controle e monitoramento da temperatura ao longo da cadeia logística”, diz o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Douglas Pesavento, CEO da Sensorweb, complementa: “Além de uma solução inovadora, esta cooperação técnica visa oferecer uma alternativa especializada e com respaldo de anos de atuação em cadeia fria de ambas as empresas para apoiar o mercado na adequação à RDC 430/20”. A startup Sensorweb, com sede em Florianópolis (SC), oferece soluções de Internet das Coisas (IoT) e é referência no monitoramento de temperatura para a cadeia fria da Saúde no Brasil. Com uma solução de IoT, está presente em unidades de saúde de mais de 220 clientes e parceiros, compreendendo mais de seis mil sensores de monitoramento instalados em hospitais, clínicas e operadores logísticos que atendem ao segmento, afirma a empresa.

A Termotécnica é fornecedora para campanhas de vacinação nacional como a do H1N1, produzindo conservadoras que abrangem rotas de até 120 horas. Especificamente para transportar as vacinas para Covid-19, as conservadoras da Termotécnica estão sendo utilizadas com diferentes tecnologias e elementos de refrigeração, para atender cada uma das faixas de temperatura, sejam elas de 2 a 8°C ou de -70°C. “Por suas características térmicas, o EPS proporciona grande estabilidade de temperatura, além de ser capaz de absorver impactos e garantir assim a integridade dos medicamentos”, complementa o Gerente de Inovação Empreendedora, Alexandre Cotrim.

A manutenção da temperatura em níveis adequados na indústria farmacêutica e nos serviços de saúde é fundamental, especialmente num país de dimensões continentais e características climáticas regionais, como é o caso do Brasil. “A temperatura é um dos pontos críticos para a indústria farmacêutica. É uma verdadeira corrida contra o tempo. E agora, com a nova resolução da Anvisa, as empresas fornecedoras da Cadeia Fria terão que se adaptar e passam a contar com soluções que se complementam, como é o caso do que estamos oferecendo ao mercado com a linha TermoChain”, explica Albano Schmidt, da Termotécnica.

Curta nossa página no

Produção da indústria de embalagens flexíveis reage no terceiro trimestre de 2021

16/11/2021

Mesmo com o desempenho da economia inferior ao esperado, a indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis registrou no terceiro trimestre de 2021 uma produção 2,6% superior à do trimestre anterior, puxada pelo melhor desempenho de setores como higiene, limpeza, agropecuária e pet food. No acumulado de janeiro a setembro de 2021, o setor cresceu 0,1% em relação a igual período de 2020.

“Os fatores que impediram a recuperação da macroeconomia – basicamente os altos custos logísticos de importação e a demanda do consumidor final ainda tímida por conta da alta da inflação e da estagnação dos salários – não impediram que nosso setor tivesse um melhor desempenho”, celebra Rogério Mani, empresário e presidente da ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis.

Segundo pesquisa W4Chem, feita com exclusividade para a ABIEF, foi possível observar que, apesar do bom desempenho dos principais setores demandantes de embalagens flexíveis no início do 3º trimestre, eles perderam força em agosto. Por outro lado, as indústrias de alimentos e bebidas apresentaram crescimento em agosto, mas sobre uma base fraca de comparação.

A expectativa da W4Chem para o quarto trimestre é boa, em função principalmente da aposta nas comemorações de final de ano. Outros fatores que deverão ter impacto positivo são o avanço da vacinação e o fato das grandes cidades estarem ponderando a redução de medidas restritivas. “Contudo, as empresas do setor plástico ainda reportaram, na sua maioria, uma performance fraca no 3T. Mas estamos confiantes na recuperação no 4T, apesar do otimismo dos meses anteriores ter esfriado”, analisa Mani.

Foram produzidas 536 mil ton de embalagens plásticas flexíveis no 3ºT contra 523 mil ton no trimestre anterior. Desse total, 95% foram produzidas com matérias-primas virgens e 5% com resinas recicladas. A indústria de alimentos permaneceu como principal cliente, absorvendo 222 mil toneladas do total produzido. Outros importantes clientes do setor foram: aplicações industriais, 89 mil ton; agropecuária, 64 mil ton; bebidas, 49 mil ton; e descartáveis, 43 mil ton. 75% do total foram produzidos com PEBD (polietileno de baixa densidade) e PEBDL (polietileno linear de baixa densidade); PP (polipropileno 16%); e PEAD (polietileno de alta densidade) 9%.

Sobre a balança comercial, o estudo da W4Chem identificou que foram importadas 17 mil ton de embalagens flexíveis e exportadas 33 mil ton no 3T. Os principais tipos de embalagem importadas foram chapas, folhas autoadesivas e BOPP que, juntas, representaram 75% do total. As chapas e as folhas autoadesivas também foram as principais embalagens flexíveis exportadas, somando 88% do volume total.

Com mais de 44 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

Curta nossa página no

Gatron fabrica defletores de caminhão-conceito criado pela Volvo

16/11/2021

  • Feitas de compósitos, peças combinam design sinuoso, resistência e baixo peso
  • Defletores laterais e traseiros moldados pela Gatron através do processo de infusão

Denominado Efficiency Concept Truck, o veículo-conceito criado pela Volvo serviu de plataforma para a antecipação de novas tecnologias, entre elas a de um rodotrem basculante desenvolvido pela Randon Implementos, que é uma tonelada mais leve que os convencionais.

É nesse rodotrem, chamado de Concept Trailer, que foram instalados dois defletores laterais e três traseiros produzidos pela Gatron.

Reproduzir o design sinuoso foi um dos maiores desafios do projeto

“Nossa equipe de engenharia atuou bem próxima ao time da Randon para chegar ao melhor resultado em termos de design aerodinâmico e peso dos defletores”, afirma Camila Scarmin, gerente comercial da Gatron.

Fabricados pelos processo de infusão, os defletores têm 1,8 m (laterais) e 2,4 m (traseiros) de comprimento. Reproduzir o design sinuoso foi um dos maiores desafios do projeto. “A infusão possibilitou a moldagem com alto teor de fibras de vidro, ou seja, conseguimos produzir componentes leves e muito resistentes. Além disso, mantivemos fielmente as linhas do design da peça, o que fez toda a diferença no projeto final”, salienta Camila.

Um dos principais desafios desse projeto ficou por conta da produção de moldes que reproduzissem exatamente o design sinuoso dos defletores. “O fato de contarmos com a operação 100% verticalizada foi determinante para que tivéssemos sucesso na transformação de desenhos em peças prontas para serem instaladas no caminhão”, completa.

Fundada em 1989, na cidade de São José dos Pinhais (PR), a Gatron é uma empresa especializada no desenvolvimento de soluções por meio da transformação de materiais compósitos e plásticos de engenharia. Com presença nos setores de geração de energia eólica, agrícola, implementos rodoviários, arquitetura e automotivo, a Gatron atua em todas as etapas dos projetos, da concepção e modelagem à execução, acabamento e instalação.

Curta nossa página no