Abiquim: exportações puxam produção de resinas termoplásticas, enquanto demanda interna se mantém estável

22/03/2017

Segundo dados da Abiquim, a produção de resinas termoplásticas cresceu 5,7% em 2016, sobretudo pelas exportações que aumentaram 31,7%

De acordo com a equipe de Economia e Estatística da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), as vendas internas e a demanda nacional de resinas termoplásticas, após apresentaram forte recuo em 2015, apresentaram desempenho estável em 2016. As vendas internas tiveram elevação de 1,1% em volume, enquanto a demanda nacional das principais resinas, medida pela somatória das vendas internas mais importações, registou apenas 0,2% de crescimento no ano passado, em comparação ao ano anterior.

As exportações, no entanto, apresentaram significativo crescimento de 31,7%, devido principalmente ao câmbio favorável. Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, o ambiente internacional também contribuiu para o resultado: “A desvalorização do real frente ao dólar incentivou as exportações das resinas brasileiras, mas também deve-se destacar que o crescimento de outros mercados e o momento favorável do ciclo petroquímico foram decisivos para que as empresas brasileiras aumentassem suas exportações”.

Fátima Giovanna ainda complementa que o não crescimento da demanda interna levou as empresas a direcionar seus produtos para outros mercados até pela natureza das operações, que não permite redução da produção de forma acentuada. Então, para manter os ativos trabalhando com segurança, houve a necessidade de se manter a produção, buscando alternativas no mercado externo, muitas delas com margens reduzidas. Segundo dados da Abiquim, as vendas internas mais as importações tiveram desempenho fraco, crescendo 0,2% em 2016, em comparação ao ano anterior. O CAN (vendas internas + importações – vendas externas) registrou queda de 2,8%. O produtor nacional se esforçou para recuperar parte do mercado ocupado pelas importações, mas teve que encontrar nas exportações a saída para a crise econômica brasileira.

Diante deste cenário, Fátima Giovanna finaliza: “Esse quadro mostra claramente que o nosso mercado permanece estagnado, no entanto, parou de cair. Dada a capilaridade das resinas termoplásticas em termos da diversificação de aplicações em diversas cadeias, a se manter o ritmo de fechamento dos dados do quarto trimestre do ano passado, a demanda deve voltar a apresentar algum crescimento neste ano”.

Em relação à demanda interna de resinas, o PVC e PE + EVA registraram queda de -1,5% e -0,5%, respectivamente. Já o PP cresceu 1,4%, o PET 1,1%, e o PS 4,1%. Ao todo, foram produzidas no Brasil 7.520 mil toneladas de resinas em 2016, que equivalem a uma taxa de utilização da capacidade instalada de 80%

O cenário do mercado brasileiro de resinas termoplásticas, explica Fátima Giovanna Coviello Ferreira, reflete o momento atual delicado da indústria química brasileira, cuja produção não registra crescimento há 10 anos, o que comprova um período de dificuldade e de falta de competitividade, que culmina no elevado índice de ociosidade atual e na falta de atratividade para novos investimentos para o setor. Os novos investimentos só virão, principalmente em um setor capital intensivo, com a ocupação das instalações atuais e melhora das condições gerais de mercado. Não se pode deixar de mencionar que a retomada da atividade econômica e da demanda interna voltarão a pressionar os resultados da balança comercial de produtos químicos. Outra preocupação do segmento diz respeito à entrada em operação de novos projetos petroquímicos nos Estados Unidos e a possibilidade de que parte dessa nova oferta se direcionar para o mercado brasileiro.

Por essas razões, a indústria química carece de ações urgentes, de curto prazo, que possam estimular as atuais plantas ao retorno da operação em um nível maior de utilização da capacidade, bem como medidas mais estruturantes, de longo prazo, que possam atrair novos investimentos e efetivamente fazer com que as oportunidades de investimentos existentes possam transformar-se, definitivamente, em realidade.

Fonte: Abiquim

Curta nossa página no

Aditive Plásticos leva masterbatches funcionais de aditivos para Plástico Brasil

22/03/2017

A Aditive Plásticos, empresa nacional localizada na região central de São Paulo, que atua no mercado de concentrados de aditivos há cerca de 20 anos, está apresentando soluções para o mercado na Feira Plásticos Brasil, entre as quais:

Masterfil Anticolapsante – é um aditivo de ação migratória que lubrifica e tem função tensoativa, melhorando a distribuição das células de gás em PEBD, mantendo a formação estrutural dos núcleos e evitando o colapso das mantas de EPE após sua expansão. Segundo a Aditive, isso oferece grande vantagem sobre os concorrentes devido à redução da densidade das mantas em relação aos grades do mercado, além de melhorar a distribuição das células devido à sinergia da resina e ao teor ativo.

Em paralelo, a Aditive desenvolveu um Anti UV Agroespecífico para aplicação em Bale Wrap (utilizados na agroindústria para armazenar fardos de feno ao ar livre, mantendo as propriedade do alimento). Esse aditivo Anti-UV Agro é um fotoestabilizante especial que mantém as propriedades do filme polimérico mesmo quando há a ação fertilizantes e/ou outros agentes químicos, afirma a Aditive.

A linha de Condutivos da Aditive abrange todos os tipos de aplicações, tais como, injeção, filme ou sopro. Os materiais condutivos alteram a resistência elétrica superficial do produto, alcançando valores de resistividade como 10E3 e 10E4 ohm de maneira permanente, o que evita riscos de geração de faíscas, descargas elétricas e explosões nas mais diferentes aplicações, afirma a empresa.

A linha Antichama foi desenvolvida para filmes e peças; além disso, atende às novas exigências e normatizações reguladoras mundiais desenvolvida para diversos tipos de resinas termoplásticas, tais como, poliolefinas em geral, poliamidas, poliestireno, ABS, PBT e PC.

Fonte: Aditive

Curta nossa página no

Feira Plástico Brasil inicia-se nesta segunda (24/03) no São Paulo Expo

19/03/2017

Inicia-se nesta segunda-feira (24 de março), no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, a PLÁSTICO BRASIL – Feira Internacional do Plástico e da Borracha.  Uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e da ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química, com organização e promoção da Informa Exhibitions, a Plástico Brasil apresentará avanços tecnológicos e tendências globais de diversos segmentos que compõem a cadeia produtiva do plástico: instrumentação, controle e automação, máquinas, equipamentos e acessórios, moldes e ferramentas, produtos básicos e matérias-primas, reciclagem, resinas sintéticas, serviços e projetos técnicos e outros.

O evento deverá receber uma visitação de transformadores e profissionais de setores consumidores, como como construção civil, automóveis e autopeças, agricultura, móveis, eletrônicos, instrumentos médicos, vestuário e calçados, eletrodomésticos e químico.

Em sua edição inaugural, Plástico Brasil conta com o apoio da EUROMAP – European Plastics and Rubber Machinery, que agrega os fabricantes europeus de máquinas de plásticos e borracha, além da SPI – Plastics Industry Trade Association, entidade que reúne todo o setor de plásticos nos Estados Unidos.

A Plástico Brasil contará com atividades e eventos paralelos tais como :

  • “Seminário Internacional Plástico Brasil – Rumo à Indústria 4.0”: no dia 20, a partir das 13h30. As palestras serão apresentadas por especialistas nacionais e internacionais da VDMA, a associação que representa os fabricantes de máquinas na Alemanha
  • PETtalk – Conferência Internacional da Indústria do Plástico. Promovido pela ABIPET – Associação Brasileira da Indústria do PET, o evento ocupa parte da programação técnica de dois dias da feira, 21 e 22 de março. O conteúdo vai tratar de sistemas de injeção, para condicionamento da resina e para fechamento e rotulagem; aditivos e pigmentação; resina PET; processos de envase e equipamentos; entre outros temas.
  • Seminário Eficiência Energética como Diferencial Competitivo. Realizado pela ABIMAQ, o seminário terá a participação de especialistas e representantes de empresas que irão comentar cases e práticas adotadas em indústrias do setor de plásticos e borracha. As palestras acontecem no dia 23 de março no mezanino do São Paulo Expo.
  • Espaço “SMED – Single Minute Exchange of Die – Troca Rápida de Moldes”: resultado de uma parceria da Plástico Brasil com o SENAI e um grupo de empresas expositoras: Romi, Stäubli, Berg Steel, Piovan e Previsão.
  • Arena Técnica da Plástico Brasil – palestras rápidas sobre lançamentos, inovações e novas tecnologias.
  • Recicla Plástico Brasil – ação com objetivo de disseminar a educação ambiental em torno da reciclagem do plástico e sua reutilização, promovida pela Plastivida, Instituto do PVC, ABIMAQ, ABIQUIM e Informa Exhibitions

Serviço:

PLÁSTICO BRASIL – Feira Internacional do Plástico e da Borracha
Data: 20 a 24 de março de 2017
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Realização: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química.
Promoção e organização: Informa Exhibitions
Patrocínio Oficial: Romi
Mais informações, acesse: http://www.plasticobrasil.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

Polimold apresenta sua linha de sistemas de Câmara Quente, Porta Moldes, Controladores e acessórios na Plastico Brasil

19/03/2017

A Polimold, fabricante brasileira de Câmaras Quentes e Porta Moldes, mostrará na Plástico Brasil (Stand D080) toda a sua gama de produtos usados no dia-a-dia da ferramentaria e do transformador de plásticos.

A Polimold trará para o evento seus Sistemas de Câmara Quente, Porta Moldes Padronizados, as tecnologias embarcadas no Controlador de Temperatura e do Sequenciador de injeção, bem como também toda sua linha de Componentes e Acessórios para a utilização em Moldes de Injeção e Bases de Estampo.

Entre os destaques em Sistemas de Câmara Quente estão:
– Sistema para múltiplas cavidades para injeção de Pré-formas
– Sistema Valvulado com 10 vias Facility, muito utilizado na indústria automobilística.
– Modelo virtual de um Sistema Facility para que o visitante conheça todos os detalhes do sistema, além de outros recursos visuais.

Os Porta Moldes Padronizados e suas inúmeras formas de montagens também serão exibidos.

As tecnologias do Controlador de Temperatura Polimold Mini Smart e do sequenciador de injeção Timer Control estarão também presentes e todos seus recursos poderão ser demonstrados. Haverá também o lançamento da nova Linha de Acessórios com a marca própria Polimold – itens que se juntarão à linha de Componentes para Moldes e Estampos, Pinos, Molas e Cilindros de Nitrogênio.

Sobre a Polimold: Maior fabricante de Porta Moldes e Sistemas de Câmara Quente da América Latina, exporta seus produtos para diversos países da Europa, Ásia, América do Sul e com participação nos Estados Unidos e México. Sua linha de produtos destinados à construção de ferramentas para injeção plástica e estamparia incluem: Sistemas de Câmara Quente, Porta Moldes, Controladores de Temperatura, Sequenciadores de Injeção, Pinos Extratores, Bases de Estampo, Acessórios para Moldes e Estampo, além de Molas e Cilindros de Nitrogênio.

Fonte: Polimold

Curta nossa página no

G4 lançará novas máquinas para embalagens e mostrará sua linha completa na Plástico Brasil

19/03/2017

Um dos maiores fabricantes brasileiros de equipamentos para a produção de embalagens e sacolas plásticas, a G4 Máquinas marcará presença na primeira edição da feira Plástico Brasil. Promovida pela Abimaq e Abiquim, a exposição será realizada de 20 a 24 de março no São Paulo Expo, na capital paulista.

Em um estande com 150 m2, a G4 Máquinas apresentará uma completa linha de soluções para as indústrias do setor. Atualmente, a empresa fornece seis famílias de produtos (com larguras úteis entre 700 e 1.300 mm) e uma série de acessórios, como desbobinadores, mesas empilhadoras e gofradores.

Embalagens Trapezoidais

Os profissionais que visitarem a G4 Máquinas na feira Plástico Brasil também conhecerão o mais novo lançamento da marca. A Start TR 700 é o primeiro modelo trapezoidal projetado pela empresa. Oferece diversas vantagens para os fabricantes de embalagens para flores e hortaliças, afirma a empresa.

Segundo a G4, a Start TR 700 é a máquina mais rápida do segmento (até 60 metros por minuto), sendo totalmente automatizada e contando com uma interface prática para o operador, com o uso de um monitor colorido touch screen. Sua construção foi pensada para garantir uma maior versatilidade e baixa manutenção.

Ao contrário das máquinas tradicionais, a TR 700 utiliza cabeçotes superior e inferior. Produz embalagens com solda fundo, beira-lateral ou solda lateral em sacos blocados. Em complemento, a G4 criou muitos opcionais exclusivos para o equipamento.

Atendimento Diferenciado

Ao longo da semana, as equipes de engenharia, vendas e suporte técnico da G4 Máquinas estarão de plantão no stand (espaço B040) para demonstrar os equipamentos, planejar unidades de produção, detalhar todas as opções de compra e apresentar a estrutura diferenciada de pós-vendas da marca.

G4 Máquinas – Boy Service

Fundada em 2001, a G4 tem as suas origens na Boy Service Máquinas, uma empresa que realizava serviços de manutenção em equipamentos do setor de embalagens plásticas. Há oito anos, lançou sua primeira máquina e investiu na construção de uma moderna fábrica na cidade de Agudos (SP).

Atualmente, conta com uma ampla linha de produtos e segue desenvolvendo novas soluções para os empresários do segmento. Possui representantes em todo o Brasil e exporta seus produtos para vários países da América Latina, como o Chile, Costa Rica, Equador, México e Peru.

Plástico Brasil 2017

A Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha será realizada pela primeira vez entre os dias 20 e 24 de março. A exposição acontecerá no novo centro de eventos São Paulo Expo. Os profissionais poderão conhecer as novidades das indústrias do setor das 10 às 19 horas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – G4

Curta nossa página no

Fabricantes internacionais de matérias primas apresentam novidades na Feiplastic 2017

19/03/2017

Marcas como Braskem, Dow, Rhodia Solvay e Milliken apresentam ampla gama de produtos inovadores para a confecção de embalagens, filmes e peças automotivas

Um dos setores importantes da FEIPLASTIC 2107 – Feira Internacional do Plástico, o de “Resinas”, juntamente com outros fabricantes de matérias-primas essenciais na cadeia de produção do plástico, estarão representados no evento por marcas de alto reconhecimento nacional e internacional. Braskem, Dow, Rhodia Solvay, Milliken, Eastman e Colorfix são algumas das principais marcas que levarão uma extensa gama de materiais inovadores para a confecção de embalagens, filmes e peças automotivas, por exemplo, a serem apresentados ao público da FEIPLASTIC.

A FEIPLASTIC 2017 é organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e acontece no Expo Center Norte, em São Paulo, de 3 a 7 de abril. Além do setor de “Resinas Sintéticas”, a Feira contemplará o de “Produtos Básicos e Matérias-Primas”, “Máquinas, Equipamentos e Acessórios”, “Moldes e Ferramentas”, “Transformadores de Plástico”, “Instrumentação, Controle e Automação” e “Serviços e Projetos Técnicos”.

A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com volume anual superior a 20 milhões de toneladas e faturamento anual de R$ 54 bilhões, apresenta alguns produtos como o Flexus, marca do polietileno de base metalocênica indicado para utilização em embalagens que exigem características como maior resistência, brilho, transparência e selagem; e o Flexus Cling, da mesma família de resinas, que foi especialmente desenvolvido para extrusão de filmes stretch (estiráveis), utilizados por indústrias para proteger cargas durante transporte. Junto com o Flexus, o Proxess, família de PEBDL metalocênico, é desenhado para atender ao mercado de embalagens flexíveis, indicado para o de empacotamento automático (FFS) ou sacarias industriais, e também para filmes termoencolhíveis, agrícolas e barreira.

A empresa também apresenta uma outra marca: Amppleo, resina de polipropileno de alta resistência, especialmente desenvolvida para a produção de espumas de alto desempenho, capaz de suportar temperaturas de até 100°C sem se deformar, além de possibilitar a fabricação de espumas com ampla versatilidade de aplicações dentro de uma grande escala de densidade. Com ela, a empresa pretende estabelecer parcerias para o desenvolvimento de novas aplicações nos mercados automotivo, industrial, de embalagens, construção civil e eletrodomésticos.

Durante o evento, a Dow apresentará suas mais recentes inovações em resinas: DOWLEX™GM, INNATE™, OPULUX™HGT e AGILITY™. A família DOWLEX™GM proporciona o desenvolvimento de filmes com melhores óticas e aprimora atributos como transparência e brilho, de forma a ter maior destaque no ponto de venda.  Já a família INNATE™ apresenta um equilíbrio inédito entre tenacidade e rigidez, combinado a uma excelente resistência ao rasgo e à perfuração, o que possibilita a produção de embalagens mais leves e resistentes.

O OPULUX™ HGT, solução recente em verniz de alto brilho que substitui o processo de laminação, incrementando a resistência térmica e mecânica de embalagens flexíveis, complementa o portfólio da Dow para o mercado de embalagens. E a nova família AGILITY™ de resinas de polietileno de baixa densidade, indicadas tanto para processos de filme soprado quanto de revestimento por extrusão, possibilita uma maior produtividade nas linhas de produção, mantendo a uniformidade e a qualidade dos filmes.

A Rhodia Solvay levará à FEIPLASTIC lançamentos de quatro unidades globais de negócio: “Plásticos de Engenharia”, “Specialty Polymers”e “Technology Solutions”. Uma das principais novidades no evento será o lançamento no mercado regional da nova poliamida Technyl® REDx com “molécula inteligente” para peças de alta exigência térmica. Este material inovador, que supera o desempenho dos plásticos especiais convencionais, é destinado a aplicações em peças submetidas a estresse térmico constante, especialmente para os motores automobilísticos da nova geração.

Também contemplando o setor automotivo, o projeto Polimotor 2 oferece um amplo portfólio de soluções que incluem os polímeros especiais das marcas Torlon® (PAI), Avaspire® (PAEK), Ketaspire® (PEEK) eRyton® (PPS). A empresa divulgará ainda os novos desenvolvimentos de polímeros especiais – incluindo fluorpolímeros – para aplicação de baterias automotivas em veículos híbridos e elétricos, que começam a ganhar mercado especialmente na Europa.

Outra novidade é o Technyl® 4earth®, um novo processo patenteado pela Solvay que transforma fontes estáveis de têxteis técnicos pós-industriais ou em fim de vida – tais como airbags para automóveis – em plásticos de engenharia de primeira qualidade. Esta tecnologia exclusiva oferece novos produtos ecológicos reduzindo significativamente o impacto ambiental de peças de poliamida.

O foco da unidade global de negócios “Technology Solutions /Polymer Additives” na Feiplastic são os aditivos estabilizadores a luz e antioxidantes. O destaque desse negócio são os produtos da linha Cyasorb® Cynergy Solutions desenvolvidos para aplicações com elevados requerimentos técnicos como: filmes de PE para cobertura de estufas agrícolas, compostos de PP para peças automotivas interiores e exteriores, rotomoldagem e geosintéticos.

A Milliken, empresa global de especialidades químicas, revestimento e materiais de alto desempenho, vai apresentar seu produto clarificante concentrado NX UltraClear®, que proporciona ao polipropileno (PP) altíssima transparência, ideal para a confecção de embalagens e recipientes cujo conteúdo precisa estar protegido e à vista. A ação do clarificante é capaz de superar o tradicional aspecto translúcido do PP em embalagens termoformadas (moldadas em altas temperaturas), criando uma transparência similar àquela do PET e PS (poliestireno), mas com os benefícios ambientais e de desempenho do material.

A Eastman, empresa de especialidades químicas e fibras, estará presente na FEIPLASTIC 2017 apresentando seu portfólio de Plásticos Especiais, com destaque para Tritan e Glass Polymer, além de TPU’s e Plastificantes Scandiflex. Em Plásticos Especiais, a Eastman apresentará o projeto Philips Duravita, com novas Jarras para Blenders. Neste ano, a empresa oferecerá eventos diários, com destaque para o “Eastman Strike: Desafio Tritan”: a empresa montará uma pista de boliche e o jogo será realizado com garrafas feitas com Tritan, testando sua resistência.

Após dois anos em desenvolvimento, a Colorfix Masterbatches vai lançar o ColorID. Trata-se de um aplicativo digital com a função de identificar a cor solicitada pelo cliente, de forma mais rápida e assertiva. O cliente irá apresentar a cor e o representante comercial, de forma online, fará a leitura, identificando a tonalidade e ainda indicando as possíveis variáveis e a sua ficha técnica. De acordo com a Colorfix, o ColorID conta com um armazenamento de 800 cores, nas versões com e sem textura, em PE (polietileno), PP (polipropileno) e PS (poliestireno).

Entre os expositores de Resinas e Matérias-Primas confirmados para a FEIPLASTIC 2017, estão: ETENO, VIDEOLAR –INNOVA, COLORMIX, FORTYMIL, A SCHULMAN, DRY COLOR, MAIS POLIMEROS, AKRO-PLASTIC, EASTMAN, PIRAMIDAL, AMPACET, ECOMASTER, REPLAS, COLORFIX, ELEKEIROZ, BRASKEM, CRISTAL MASTER, EVONIK, ACTIVAS, CROMEX, INBRA, PEPASA, DACARTO,
STYROLUTION, ASTON, KARINA, KURARAY, REMO, PRO-COLOR, MILLIKEN, EXXONMOBIL, SOFTER, MITSUI, KRISOLL, TERMOCOLOR, MULTICEL, CUYO, ARKEMA, MULTICOLOR, SNETOR, BAERLOCHER, NEXO, SABIC, BASELL, NZ COOPERPOLYMER, BASF, BIESTERFELD, OMYA, LANXESS, BOREALIS, ASACLEAN, APTA RESINAS, BRASCHEMICAL, PONTUAL POLIMEROS, COVESTRO, CABOT, PROQUIMIL, RAPOSO, CARBOMIL, CORBION, INNOVA, CHEMSON, RADICI PLASTIC, PETROPOL, CHEM-TREND, RHODIA SOLVAY, CLARIANT, SUN ACE, INEOS STYROLUTION, COIM, THATHI, UBE, TORAY

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

Curta nossa página no

Feiplastic 2017 mostra o o potencial da reciclagem de plásticos na “Operação Reciclar”

19/03/2017

A reciclagem dos plásticos é um dos destaques da Feira Internacional do Plástico, que tem caráter educativo e visa incentivar a colaboração entre cidadãos, poder público e empresas

Uma das principais características dos plásticos é a sua reciclabilidade –  propriedade que será demonstrada durante a Operação Reciclar, ao longo da Feiplastic 2017 – Feira Internacional do Plástico. O propósito dessa operação é incentivar a coleta e reciclagem de materiais plásticos mostrando, na prática, todo o potencial de reciclabilidade e variedade de aplicações das resinas plásticas em diversos segmentos da indústria, além de demonstrar o seu impacto no desenvolvimento da economia, saúde e bem-estar da população.

A Feiplastic 2017 é organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e ocorre no Expo Center Norte, em São Paulo, de 3 a 7 de abril.  A Operação Reciclar está de cara nova e pela primeira vez sob a curadoria da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico). O patrocínio master é da Braskem e tem o Apoio Institucional da Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo.

O público poderá conferir, ao vivo, a reciclagem de materiais plásticos e a transformação do plástico reciclado em novos produtos, no espaço da Operação Reciclar. Além disso, as empresas recicladoras Alcaplas, Neuplast e Plaskaper, todas com certificação SENAPLAS, doarão resina reciclada para transformação em produtos.

A Operação Reciclar está dividida em cinco vertentes: “Exposição de Soluções em Plástico Reciclado”, “Palestras Técnicas”, “Retorna Machine” (equipamento que recolhe resíduos sólidos reutilizáveis e/ou recicláveis e, em troca, entrega um brinde àqueles que depositarem resíduos plásticos, ou então, confere pontos que podem ser trocados por produtos e serviços aos visitantes que depositarem outros tipos de resíduos), “Conteúdo Educativo” (material ilustrativo apresentado em vídeos, painéis e publicações segmentadas) e “Demonstração do processo de Reciclagem” (máquinas em funcionamento para que os visitantes possam acompanhar todo o processo de reciclagem dos materiais, além de conhecer o trabalho institucional das empresas apoiadoras).

A Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos da Abiplast, que reúne recicladores e sindicatos patronais de todo o Brasil, terá as seguintes ações na operação:

  • Exposição do selo SENAPLAS (Selo Nacional de Plásticos Reciclados), que visa identificar e valorizar as empresas recicladoras que trabalham dentro dos critérios sociais, ambientais e econômicos exigidos por lei. Atualmente são 13 empresas certificadas que estarão expondo seus materiais gráficos no estande da Operação Reciclar.
  • Distribuição da Cartilha de Reciclabilidade de Materiais Plásticos Pós-Consumo, um material destinado aos designers de embalagens cujos objetivos são aumentar o índice de reciclabilidade, estimular a economia circular e auxiliar no cumprimento das metas estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 1.2305/2010)
  • Doação de resina reciclada para exposição na área técnica da Operação Reciclar.

Os visitantes da Feira que passarão no stand da Operação Reciclar terão oportunidade de concorrer a sorteios de bicicletas fabricadas com plástico reciclado, produzidas pela Muzzicycles, primeira bicicleta do mundo feita com material reciclado. Segundo o idealizador da bicicleta, Juan Muzzi, o quadro dela é totalmente fabricado em material plástico oriundo do pós-consumo, é leve, confortável e macia, não necessita de amortecedor e é resistente à radiação ultravioleta.

A empresa Sinctronics™, primeiro ecossistema integrado de soluções sustentáveis voltado para o mercado de eletroeletrônicos, levará à Operação Reciclar produtos eletroeletrônicos desmontados, amostras de materiais plásticos e metais triturados, resina plástica reciclada e amostras da madeira plástica produzida com uma mistura de plásticos e metais. Sua atuação é no sentido de “fechar” o ciclo de vida dos produtos, seja reintroduzindo em sua própria cadeia produtiva ou em outra cadeia que possa reaproveitar totalmente os componentes triturados, como na construção civil, por exemplo.

Uma pesquisa realizada pela Reed Exhibitions com os participantes da Feiplastic de edições anteriores e com visitantes de outros eventos correlatos e interessados no setor de plástico mostra que a reciclagem é considerada por 51% dos pesquisados como o segmento que gera maior interesse na Feira.

A Feiplastic 2017 tem como apoiadores a Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos e as empresas Sinctronics™, Muzzicycles, Leite Jussara, Plastipak, Globalpet, Instituto Jogue Limpo, Cimflex, Termotécnica, Wortex Máquinas, Haitian, CGM Contentores, Toledo do Brasil e Valor Sustentável.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

Curta nossa página no

Fibermaq confia na retomada das vendas de máquinas para compósitos

19/03/2017

Crescimento de 30% previsto para o ano significa o retorno aos patamares de 2015

A Fibermaq, líder brasileira em equipamentos para a moldagem de compósitos, prevê para este ano um salto de 30% no faturamento. A projeção, à primeira vista bastante otimista, significa na verdade um retorno aos patamares de 2015. “Ano passado, a nossa receita caiu mais de 25%. Por conta da crise econômica, faltou confiança para as empresas investirem. Sem contar que sentimos um forte aumento da inadimplência”, analisa Christian de Andrade, diretor da Fibermaq.

Se o melhor a fazer é esquecer 2016, pelo menos o final do ano passado deixou algumas boas lembranças para a Fibermaq. “Iniciamos o fornecimento de máquinas para as empresas que atuam no setor de energia eólica. Também notamos certa recuperação na demanda dos moldadores de peças de compósitos para ônibus”.

Esses dois fatores somam-se às boas notícias recebidas pela Fibermaq no início deste ano. A primeira ficou por conta de um contrato para fornecimento de máquinas de enrolamento filamentar – serão usadas na fabricação de postes. “São equipamentos especiais, com muito mais tecnologia embarcada”. Depois, de olho em aplicações no setor eólico, a empresa concluiu nas últimas semanas o desenvolvimento de máquinas para a aplicação de materiais diversos, como putties e massas de colagem.

“Também finalizamos o projeto de uma nova pistola para a aplicação, via spray, de adesivos à base d´água, bem como de bombas hidráulicas e pneumáticas para o envase de materiais viscosos”. De acordo com Andrade, essas novidades têm um campo bastante amplo de aplicação. “Saem um pouco do nosso dia a dia de equipamentos para a moldagem de compósitos. As bombas para envase, por exemplo, podem ser usadas pela indústria farmacêutica e alimentícia, entre outras”, observa.

Distribuidora da Autometrix

Outra novidade da Fibermaq é o início da parceria com a norte-americana Autometrix, empresa especializada em sistemas automáticos para o corte de tecidos de reforços usados em peças de compósitos. “Atuaremos como distribuidores autorizados dos equipamentos da Autometrix no Brasil. Há potenciais clientes para as suas soluções nos setores de transportes, incluindo aviões e helicópteros, energia eólica, próteses e artigos esportivos”.

Fundada em 1978, na cidade de São Paulo, a Fibermaq é pioneira na fabricação de máquinas e acessórios para a moldagem de compósitos, epóxi e adesivos em geral. Ao longo desse período, mais de 5.000 laminadoras, gelcoateadeiras, injetoras de RTM e máquinas de enrolamento filamentar, entre outras, foram comercializadas pela empresa no Brasil e em toda a América Latina.

Fonte: Fibermaq

Curta nossa página no

Braskem e À La Garçonne levam o Plástico Verde para o São Paulo Fashion Week

19/03/2017

Braskem continua a parceria com o maior evento de moda do País para demonstrar como o plástico pode contribuir com a sustentabilidade no mercado fashion

Para demonstrar como a associação entre o uso inteligente de tecnologias, o universo do plástico e a criatividade é tendência para uma moda mais sustentável, a Braskem segue nas passarelas na próxima edição do São Paulo Fashion Week, que acontece entre 13 a 17 de março. A fabricante de resinas plásticas e a marca À La Garçonne, comandada por Fábio Souza e Alexandre Herchcovitch, fecharam parceria para a produção de peças exclusivas, produzidas em impressão 3D com Plástico Verde, para a coleção que será apresentada em 16 de março.

Algumas pulseiras e botões usados na coleção serão totalmente personalizados e confeccionados na impressora 3D da Made In Space, parceira da Braskem no projeto “Imprimindo o Futuro”, que levou o plástico de origem renovável para a impressão 3D, em gravidade zero,na Estação Espacial Internacional, no ano passado. O Plástico Verde foi desenvolvido com tecnologia brasileira, tem a cana-de-açúcar como matéria prima e seu diferencial é a contribuição para a redução da emissão dos gases do efeito estufa na atmosfera, já que captura gás carbônico durante o processo de crescimento da cana.

Usado pela primeira vez na moda, o Plástico Verde tem total aderência com a proposta da À La Garçonne, que foi estabelecida em cima de conceitos de preservação ambiental, reciclagem upcycling e reúso. “A possibilidade de fazer pequenas peças customizadas dá total abertura à criação. Além disso, o material aceita todo tipo de forma e sua fonte é natural”, destaca Alexandre Herchcovitch.

“Nosso objetivo é demonstrar que é possível aliar ideias sustentáveis à paixão pela moda. Tanto a impressão 3D quanto o Plástico Verde ajudam a expandir os limites da criatividade e permitem romper com o ciclo de desperdício nesse mercado, produzindo de acordo com a demanda e utilizando fonte renovável, com a possibilidade de reciclagem. Por esse motivo, entendemos que, mais do que nunca, o plástico está na moda”, afirma Claudia Bocciardi, diretora de Marketing da Braskem.

A Braskem participa, também no dia 16 de março, de conversa sobre moda, sustentabilidade e impressão 3D, no talk “Moda, design, Inovação: Impactos Exponenciais”. Bate papo integra a Programação do Projeto Estufa, iniciativa do SPFW que dará projeção às reflexões em torno do futuro e do fazer diferente e que conta com apoio da empresa. Na ocasião, Alexandre Herchcovitch, Claudia Cappra ( diretora comercial de Químicos Renováveis da Braskem) e Matthew Napoli (vice-presidente da Made In Space) vão debater como o plástico pode atuar de forma positiva por uma moda mais sustentável.

Com uma agenda que provocará discussões sobre mercado, design, novos materiais, processos, tecnologias e idéias, as conversas do Projeto Estufa acontecem até o dia 17 de março, na Fundação Bienal. O propósito é impulsionar novas formas de criar, produzir e distribuir.

Quem se interessar em conhecer mais sobre como o plástico e a impressão 3D contribuem com a sustentabilidade, a Braskem construiu um espaço aberto aos visitantes do SPFW, onde se poderá ver de perto uma impressora 3D em funcionamento utilizando o Plástico Verde da Braskem.

Esta é a segunda vez que a Braskem participa do São Paulo Fashion Week. Na edição N41, a empresa apoiou o desfile do estilista João Pimenta e levou para a passarela os paratletas da elite do esporte nacional Silvânia Costa, Mateus Evangelista, Claudiney Santos e Elizabeth Rodrigues, integrantes da Equipe Brasileira de Paratletismo. A trilha sonora ficou por conta dos músicos e dos instrumentos de plástico da Orquestra Plástica do NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), projeto que articula, por meio da música, os campos da sustentabilidade e da inclusão socioprodutiva.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Polímeros biodegradáveis da Evonik recebem certificação ISO 13485

19/03/2017

A marca RESOMER® da Evonik, composta por polímeros biodegradáveis para aplicação em dispositivos médicos (MD), agora possui certificação ISO 13485, padrão que rege especificamente os produtos MD. Os polímeros e copolímeros bioabsorvíveis são usados para fabricar implantes comerciais biorreabsorvíveis.

Uma auditoria abrangente conduzida pela empresa certificadora DQS Medizinprodukte GmbH no final de novembro de 2016 confirmou que os produtos RESOMER® cumprem todos os requisitos definidos pela norma ISO 13485. A DQS examinou especialmente o sistema de gerenciamento de riscos e sua garantia de qualidade e processos de documentação. A próxima recertificação deve ocorrer em um ano.

A qualidade e a segurança desempenham papel crucial na fabricação de dispositivos médicos. Tendo isso em mente, a Evonik apoia os clientes que atuam nesse mercado mediante o fornecimento de produtos apropriados e contribuindo, assim, para que eles atinjam os seus objetivos.

Fonte: Assesoria de Imprensa – Evonik

Curta nossa página no

Na Feiplastic, Colorfix Masterbatches lançará aplicativo que identifica a cor in loco

18/03/2017

Após dois anos de desenvolvimento, a empresa paranaense Colorfix Masterbatches irá lançar durante a Feiplastic 2017, em São Paulo, o ColorID. Trata-se de um aplicativo com a função de identificar a cor solicitada pelo cliente, de forma mais rápida e assertiva. Para o diretor superintendente da companhia, Francielo Fardo, a ferramenta irá modificar o conceito de desenvolvimento dos masterbatches.

“Diferentemente da sequência tradicional no qual os clientes nos enviam um padrão de cor, e, posteriormente, nós o desenvolvemos e enviamos de volta uma amostra, com o aplicativo ColorID o cliente irá apresentar a cor e o representante comercial, de forma online, fará a leitura, identificando a tonalidade e ainda indicando as possíveis variáveis e a sua ficha técnica”, explica Fardo.

Essa é uma inovação no segmento da transformação do plástico brasileiro. A tecnologia é bastante difundida no segmento de tecidos nos EUA. Em um primeiro momento, o ColorID conta com um armazenamento de 800 cores, nas versões com e sem textura, em PE (polietileno), PP (polipropileno) e PS (poliestireno).

Catálogo de Tendências

O aplicativo tem por objetivo ser uma ferramenta complementar ao catálogo Cores & Tendências, desenvolvido pela Colorfix desde 2014. Neste ano, ele chega aos clientes na versão 3.0. A edição é inspirada nas cores da natureza e também nas tendências apontadas por estudos de cores de mercado para a indústria, moda e design.

Seguindo o conceito de inovação e comprometimento, o slogan do catálogo deste ano é ‘Re-pensar’, que, aliado à cor do ano (verde Greenery), significa a esperança, a recomeço, o repensar e o renovar. Além do verde, o catálogo apresenta mais nove cores que serão tendências neste ano, entre as tonalidades do azul, amarelo, laranja, rosa e marrom, com efeitos diversos (metalizados, perolados, interferência e soft touch) e de forma transparente.

Todas as cores são desenvolvidas em PP/PE e acompanham suas características técnicas. Entre elas, o código, a aplicação, a resina de aplicação, a temperatura, a solidez à migração e à luz, e a sua toxicidade.

Feiplastic

A Feiplastic ocorre de 3 a 7 de abril no Expocenter Norte, em São Paulo. A Colorfix participa desta feira desde 2009. “É de extrema importância participar de eventos deste porte. Primeiro porque reúnem informações do setor em um único local, o que agrega valor aos negócios através da troca de informações no contato pessoal. Segundo, pela proximidade dos clientes que têm a possibilidade de conhecer novos produtos e tirar suas dúvidas com toda a equipe da companhia que se mobiliza para o evento. Por último, há a questão de estar presente no mercado, demonstrando o que há de novidade e tecnologia em nossa linha de produção”, declara Fardo.

Além do ColorID e do Catálogo de Tendências, durante a feira também serão apresentados os aditivos transparentes, clearfix colorants e marmorizados. Os Clearfix Colorants tem entre os principais benefícios a alta transparência em polipropileno clarificado, cores vivas e limpas, alta resistência a migração e nucleação, afirma a empresa. OEfeito marmorizado é muito utilizado em peças de jardim, utensílios domésticos, brinquedos, embalagens para cosméticos, entre outros.

Palestras

A Colorfix oferecerá minipalestras aos visitantes de seu stand, com duração de 15 minutos cada. Entre os assuntos abordados, estão: “Colorimetria: avaliação visual e instrumental”, “Aditivos para ganho de alta performance e sustentabilidade”, e “Como dimensionar o produto para atender as necessidades e custos do cliente”.

16h – Aditivos para ganho de alta performance e sustentabilidade
17h – Como dimensionar o produto para atender as necessidades e custos do cliente
18h – Colorimetria: avaliação visual e instrumental
19h – Aplicativo ColorID

A Colorfix Masterbatches, desde 1990, trabalha na inovação e no desenvolvimento de concentrados de cor e aditivos. Com a matriz localizada em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná, a companhia conta ainda com unidades em São Paulo (São Caetano) e Pernambuco (Jaboatão dos Guararapes).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Colorfix

Curta nossa página no

Termotécnica lança linha Monoforte para fechamento de galpões

18/03/2017

Sistema construtivo feito em EPS (isopor®) inclui nova linha, voltada para obras comerciais e industriais

Engajados no fortalecimento do mercado da construção civil em EPS, a Termotécnica apresenta um novo produto na linha Monoforte, que realiza o fechamento de galpões em obras comerciais e industriais. Os painéis, já utilizados em obras residenciais e de edifícios, passaram por uma série de ajustes com o objetivo de viabilizar o atendimento desse mercado com custos competitivos e eficácia, afirma a Termotécnica.

Reforço na equipe comercial

Para reforçar a atuação comercial do Sistema Construtivo Monoforte, a Termotécnica contratou novos representantes comerciais que atuarão nos mercados do Sul e Sudeste, especialmente focalizados em obras comerciais e industriais. Recentemente, a Termotécnica reuniu essa equipe para dois dias de treinamento, na sede da empresa, em Joinville (SC), com o objetivo de alinhar o conhecimento desses profissionais aos princípios e valores da Termotécnica.

O Sistema Construtivo Monoforte em EPS corresponde a paredes feitas de painéis monolíticos de concreto armado com isolamento térmico que podem substituir a alvenaria estrutural ou de vedação. As tubulações de hidráulica, esgoto e elétrica do Monoforte são instaladas entre os painéis e a tela metálica, resultando em um sistema resistente, rápido e econômico. O sistema permite que todo o processo construtivo seja otimizado, com a redução no tempo de execução e na mão de obra necessária que, dependendo do projeto, pode ser superior a 30%. A facilidade se estende ao transporte e manuseio do material, que é leve e compacto, afirma a Termotécnica. Além disso, o isolamento térmico e acústico é outro diferencial do Sistema Monoforte, segundo o fabricante.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Termotécnica

Curta nossa página no

Evonik divulga principais indicadores financeiros e perspectivas para 2017

18/03/2017
  • Um bom desempenho em 2016 – aquisições fortalecem segmentos de crescimento
  • Previsões cumpridas: EBITDA ajustado no limite superior do intervalo em €2,165 bilhões
  • Dividendo proposto: constante em um nível atraente de €1,15 por ação
  • Perspectivas para 2017: receitas e lucros mais altos, EBITDA ajustado entre €2,2 e €2,4 bilhões

A Evonik Industries AG atingiu plenamente a sua previsão de receitas em 2016. Com um EBITDA ajustado de €2,165 bilhões, as receitas se situaram no limite superior do intervalo de €2,0 bilhões a €2,2 bilhões. Embora os volumes tenham apresentado um sólido crescimento de 3%, as vendas caíram 6% para €12,7 bilhões em decorrência da queda nos preços.

“Em 17%, a nossa margem EBITDA ajustada continua boa”, disse Klaus Engel, Presidente da Diretoria Executiva.  “A bem-sucedida aquisição da divisão de aditivos especiais da Air Products e a planejada aquisição do negócio de sílica da Huber representam um impulso adicional de crescimento, além de abrir novas perspectivas para o nosso atraente portfólio”.

Na Reunião Anual de Acionistas a ser realizada em 23 de maio, a Diretoria Executiva e o Conselho de Administração da Evonik irão propor um dividendo de €1,15 por ação. Com base no preço de fechamento das ações no final de 2016, isso representa um dividend yield de 4,1%, posicionando a Evonik entre as principais empresas químicas do mundo. “O alto fluxo de caixa livre de €810 milhões nos permite realizar esse nível de desembolso sem prejudicar as nossas ambiciosas metas de crescimento”, acrescentou Engel.

Em seguida a um desempenho excepcionalmente forte no ano anterior, a situação das receitas se normalizou em 2016. A Evonik conseguiu compensar só parcialmente o fraco impulso da economia global, o baixo preço do petróleo e a normalização dos preços dos produtos para nutrição animal. Assim, o EBITDA ajustado ficou 12% abaixo do nível excepcional do ano anterior.  A receita líquida ajustada também caiu em relação ao ano anterior, situando-se €930 milhões.

A posição financeira da Evonik continua muito sólida. “A estrutura do nosso balanço se mantém saudável, mesmo após a aquisição do negócio de aditivos especiais da Air Products”, disse a CFO da empresa, Ute Wolf. Isso também é evidenciado por sólidos ratings de grau de investimento.  “A eficiência do capital e o fluxo de caixa continuarão desempenhando um papel central na gestão da empresa”, acrescentou Wolf.  O retorno sobre o capital empregado (ROCE) foi de 14% em 2016, situando-se mais uma vez bem acima do custo de capital.

A Evonik acredita que os segmentos de crescimento Nutrition & Care e Resource Efficiency farão uma contribuição positiva para as receitas em 2017 em decorrência da integração bem-sucedida do negócio de aditivos especiais da Air Products. Além disso, as sólidas posições de mercado da empresa, seu portfólio equilibrado e sua concentração em negócios de forte crescimento continuarão impulsionando o seu desempenho.

Apesar da crescente incerteza inerente à situação geopolítica e à alta volatilidade do mercado, a Evonik pretende aumentar suas receitas e seu resultado operacional em 2017 e projeta um EBITDA ajustado entre €2,2 e €2,4 bilhões.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

Curta nossa página no

Lanxess anuncia resultados positivos no exercício financeiro de 2016

18/03/2017

• O Ebitda pré-excepcionais no exercício financeiro de 2016 aumenta 12,4%, para 995 milhões de euros
• A margem Ebitda pré-excepcionais melhora de 11,2 para 12,9%
• O lucro líquido aumenta em 16,4%, para 192 milhões de euros
• Crescimento de volumes em todos os segmentos
• Dividendo proposto para 2016 a 0,70 euros por ação; um aumento de 17%
• Entrada forte no primeiro trimestre de 2017: aumento de aproximadamente 20% no Ebitda pré-excepcionais
• Orientações para o ano completo de 2017: Ebitda pré-excepcionais ligeiramente acima do nível do ano anterior
• Processo de aquisição planejada da Chemtura progredindo bem

No ano fiscal de 2016, a empresa de especialidades químicas Lanxess avançou com sucesso, registrando fortes dados de desempenho. O Ebitda pré-excepcionais aumentou 12,4%, para 995 milhões de euros, em comparação com 885 milhões de euros no ano anterior. Os principais impulsionadores desse desenvolvimento positivo foram volumes maiores em todos os segmentos, o aumento associado na utilização da capacidade e a economia de custos resultante da melhoria da competitividade de plantas e processos. Em consequência de tudo isso, o Ebitda pré-excepcionais atingiu o topo de orientação recente de 960 milhões de euros para 1 bilhão de euros. A margem Ebitda pré-excepcionais do Grupo melhorou de 11,2% para 12,9%. O lucro líquido também aumentou em 16,4%, saindo de 165 milhões de euros e chegando a 192 milhões de euros. As vendas diminuíram ligeiramente, passando de 7,9 bilhões de euros em 2015 para 7,7 bilhões de euros, principalmente devido ao ajuste dos preços de venda condicionados aos menores custos das matérias-primas.

Também em 2016, a empresa tomou várias decisões estratégicas importantes e realinhou seu portfólio. A Arlanxeo, uma joint venture com a Saudi Aramco para o negócio de borracha sintética, começou a operar em 1º de abril. A Lanxess encerrou em agosto a aquisição da unidade de negócios Clean & Disinfect, da empresa norte-americana Chemours. Em setembro, a Lanxess anunciou a aquisição da empresa química norte-americana Chemtura, um dos principais fornecedores de aditivos retardantes de chamas e lubrificantes. Ambas as aquisições fortalecem a posição da Lanxess nos mercados de especialidades químicas premium.

“A Lanxess está de volta a sua trajetória de sucesso. Alcançamos marcos importantes em nossa reorganização para tornar a Lanxess uma empresa mais estável e rentável e progredimos bastante em nosso caminho para o crescimento sustentável. Isso se reflete em nossos resultados de negócios que foram muito positivos em 2016 “, disse Matthias Zachert, Presidente da Diretoria da Lanxess AG. “Pretendemos continuar neste caminho de crescimento, sobretudo por meio da aquisição planeada da Chemtura, e aumentar ainda mais a nossa força operacional”.

Balanço substancialmente melhor

No final do ano fiscal passado, os passivos financeiros líquidos diminuíram substancialmente de EUR 1.2 bilhão para EUR 269 milhões. Isso aconteceu, principalmente, por conta da joint venture com a Saudi Aramco. Em 2016, as despesas de capital ascenderam a 439 milhões de euros, mais ou menos o mesno nível do ano anterior, que foi de 434 milhões de euros. A empresa está planejando investimentos de capital de 450 milhões de euros a 500 milhões de euros para o ano de 2017.

“Reforçamos significativamente o nosso balanço em 2016 e continuamos neste caminho de estabilidade financeira. Conseguimos o financiamento para a aquisição planejada da Chemtura rapidamente e em condições atraentes, mantendo, ao mesmo tempo, nossa classificação de investment grade“, explicou Michael Pontzen, CFO da Lanxess AG.

O financiamento da aquisição prevista da Chemtura, que tem um valor de cerca de 2,4 bilhões de euros, é assegurado principalmente por dois bonds corporativos, um bond híbrido e a liquidez existente. Já em 2016, a Lanxess pôde dispor de três bonds – cada um com um volume de 500 milhões de euros.

Aquisição planejada da Chemtura

A aquisição planejada da Chemtura é um passo crucial no caminho de crescimento da Lanxess e continua evoluindo dentro do cronograma previsto. No início de março, as autoridades da Coréia do Sul aprovaram a aquisição, assim como autoridades antitruste nos Estados Unidos e no Brasil. No início de fevereiro de 2017, os acionistas da Chemtura votaram por ampla maioria a favor da fusão planejada. A Lanxess espera receber todas as autorizações regulamentares remanescentes e fechar a transação até meados de 2017.

Maior dividendo proposto para 2016

O bom desempenho da empresa em 2016 deve ser refletido em um maior dividendo novamente. A Diretoria e o Conselho Consultivo deverão propor à Assembleia Geral Anual de 26 de maio de 2017 um aumento de 17% em relação ao ano anterior, atingindo o patamar de EUR 0,70. Isto resultaria num pagamento total de dividendos de cerca de EUR 64 milhões.

Desenvolvimento de negócios por segmento

As vendas do segmento de Advanced Intermediates em 2016 foram de cerca de 1,74 bilhão de euros, 4,6% abaixo do valor do ano anterior, que foi de 1,83 bilhão de euros. Devido à antecipada queda da procura no setor dos agroquímicos no quarto trimestre, o Ebitda pré-excepcionais diminuiu ligeiramente, 3,8%, atingindo 326 milhões de euros, face a um valor muito forte de 339 milhões de euros no ano anterior. No entanto, a margem Ebitda pré-excepcionais foi ligeiramente acima do ano anterior, saltando de 18,6% para 18,7%.

As vendas no segmento de Performance Chemicals melhoraram em 2,7%, passando de cerca de 2,09 bilhões de euros para cerca de 2,14 bilhões de euros. O Ebitda pré-excepcionais avançou 14,7 por cento em relação ao ano anterior, de 326 milhões de euros, para 374 milhões de euros. Esta melhoria nos resultados foi atribuída principalmente ao forte crescimento do volume e à melhor utilização da capacidade. A margem Ebitda pré-excepcionais melhorou em conformidade para 17,5%, em comparação com 15,6% em 2015.

No segmento de High Performance Materials, as vendas diminuíram ligeiramente 2,7 por cento, de EUR 1,09 milhão para EUR 1,06 milhão. No entanto, o Ebitda pré-excepcionais avançou cerca de 43% para 159 milhões de euros, o que foi substancialmente superior ao nível do ano anterior de 111 milhões de euros. Os principais fatores aqui foram maiores volumes em grupos de produtos mais rentáveis e maior utilização da capacidade. A margem Ebitda pré excepcionais cresceu, respectivamente, para 15,1 por cento, em comparação com 10,2 por cento em 2015.

Dado um ambiente competitivo difícil, as vendas no segmento Arlanxeo diminuíram 5,2% para EUR 2,71 bilhões, a partir de um patamar de EUR 2,86 bilhões um ano antes. Apesar do desenvolvimento positivo dos volumes, o Ebitda pré-excepcionais foi de 4.6% abaixo do nível do ano anterior de 391 milhões de euros, com 373 milhões de euros. Em um ambiente competitivo ainda desafiador, o efeito de preços de venda reduzidos compensou o custo resultante de preços de matéria-prima mais baixos. A margem Ebitda pré-excepcionais de 13,8% foi praticamente no mesmo nível do ano anterior, atingindo 13,7%.

Perspectivas para 2017

O bom desempenho observado em 2016 continuou em 2017. A Lanxess teve um início muito bom para o novo ano fiscal e espera Ebitda pré-excepcionais entre 300 milhões de euros e 320 milhões de euros para o primeiro trimestre de 2017. Isso representaria um aumento nos ganhos de cerca de 20% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior (262 milhões de euros).

Para todo o ano de 2017, a Lanxess espera um ligeiro aumento no Ebitda pré-excepcionais em relação a 2016. O fechamento bem-sucedido da aquisição planejada da Chemtura geraria uma contribuição adicional de lucros que a Lanxess ainda não incluiu em sua atual orientação para 2017.

Tradicionalmente, a empresa especifica sua orientação quando anuncia seus dados do primeiro trimestre. A declaração trimestral será publicada em 11 de maio de 2017.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Arlanxeo

Curta nossa página no

Indústria 4.0: Seminário Internacional na Plástico Brasil fornece soluções práticas para empresas

17/03/2017

Palestras serão apresentadas no dia 20 de março, primeiro dia da feira, por especialistas nacionais e internacionais da VDMA – Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas. As inscrições estão abertas.

Linhas de produção em que sistemas inteligentes colocam máquinas para interagir com outras máquinas;  dispositivos que alertam para a tomada de ações;  informação processada e distribuída em tempo real entre subsidiárias separadas por um oceano de distância. A configuração produtiva conhecida como “Indústria 4.0” parecia obra de ficção científica há poucos anos; , hoje ela é uma realidade cada vez mais próxima dos fabricantes brasileiros.

A Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 20 a 24 de março, no São Paulo Expo, irá realizar o “Seminário Internacional Plástico Brasil – Rumo à Indústria 4.0” no dia 20, a partir das 13h30.

As palestras serão apresentadas por especialistas nacionais e internacionais da VDMA, a associação que representa os fabricantes de máquinas na Alemanha, um dos países mais avançados na implantação da Indústria 4.0.
Realizada pela ABIMAQ e VDMA, a iniciativa visa principalmente oferecer aos visitantes da Plástico Brasil – transformadores e profissionais da indústria do plástico, que atendem e atuam em diversos segmentos – uma melhor compreensão sobre as novas aplicações e soluções práticas dentro do escopo da Indústria 4.0.  As palestras acontecem no mezanino do São Paulo Expo e a inscrições podem ser feitas pelo link http://plasticobrasil.com.br/pt/a-industria-do-plastico-rumo-a-industria-40. O investimento é de R$ 80 para associados da ABIMAQ, ABIQUIM e VDMA e R$ 120 para demais interessados.

Programação:

Dia 20 de março
13h30: Abertura – Moderador: Paulo Roberto dos Santos, da Zorfatec
13h45: Keynote Speaker Internacional: Global Trends for Plastics and Rubber Machinery (Tendências Globais para Plásticos e Máquinas de Borracha), por Thorsten Kü, Diretor Executivo da Câmara de Máquinas para Indústria do Plástico e da Borracha, VDMA – Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas
14h25: Palestra: Máquinas para Plásticos e a Indústria 4.0, por Paulo Garrido, Chefe da Engenharia de Aplicação de Máquinas para Plásticos da Indústrias Romi
14h45: Palestra: Plástico Verde – Manufatura Aditiva, por Everton Simões Van Dal, da Braskem
15h30: Keynote Speaker Internacional: Standardisation as the Key for Industry 4.0 (Padronização como Chave para Indústria 4.0), por Harald Weber, Gerente de Tecnologia, VDMA – Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas
16h10: Palestra: Internet das Coisas
16h35: Palestra: Novo Perfil do Profissional da Indústria 4.0, por Osvaldo Maia, Gerente de Inovação e de Tecnologia do Senai São Paulo
17h: Perguntas dos participantes
17h30: Encerramento

A Feira Plástico Brasil é uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e da ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química, com organização e promoção da Informa Exhibitions, a Plástico Brasil será palco de avanços tecnológicos e tendências globais dos  segmentos que compõem a cadeia produtiva do plástico: instrumentação, controle e automação, máquinas, equipamentos e acessórios, moldes e ferramentas, produtos básicos e matérias-primas, reciclagem, resinas sintéticas, serviços e projetos técnicos e outros. O evento vai receber uma visitação de transformadores e profissionais da indústria do plástico, que atendem e atuam em diversos segmentos, como construção civil, automóveis e autopeças, agricultura, móveis, eletrônicos, instrumentos médicos, vestuário e calçados e eletrodomésticos, entre outros.

Serviço: PLÁSTICO BRASIL – Feira Internacional do Plástico e da Borracha
Data: 20 a 24 de março de 2017
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Realização: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química.
Promoção e organização: Informa Exhibitions
Patrocínio Oficial: Romi

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

Curta nossa página no

Plástico Brasil apresenta lançamentos do segmento de matérias-primas

17/03/2017

Braskem, Activas, Aditive, Advanced Polymers, Bevi Plastic, Cristal Master, FG Resinas, Global Plastics, Mais Polímeros, MMS Plásticos, Piramidal, Plascomcor, Premix e Replas são algumas das marcas que levarão para a feira seus principais produtos, lançamentos e serviços

Um dos segmentos representados na Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 20 a 24 de março, no São Paulo Expo, é o de matérias-primas. Durante a feira, algumas das principais marcas do segmento estarão presentes para apresentar seus produtos e lançamentos. Entre as empresas estão a Braskem, Activas, Aditive, Advanced Polymers, Bevi Plastic, Cristal Master, FG Resinas, Global Plastics, Mais Polímeros, MMS Plásticos, Piramidal, Plascomcor, Premix e Replas e outras.

A Bevi Plastic atua há 29 anos no mercado, apresentando soluções em cores e aditivos. A empresa é certificada ISO 9000-2008 e atende todas as normas nacionais e internacionais. O destaque em seu stand na Plástico Brasil é seu principal diferencial: fabricar sob encomenda qualquer tipo de cor em todos os tipos de resina, seja ela material de engenharia, poliolefinico, estirenicos, PVC e material biodegradáveis, em pequenas quantidades (25 Kg) de masterbatch.

Já o Grupo MMS Plásticos, com mais de 19 anos de know-how no segmento de matérias-primas, apresenta as chapas de fabricação própria (PSAI, PS Cristal, ABS, Policlear G, PP Corrugado e Acrílico Diffuse), além das Bobinas PSAI, ABS, Policlear G as Resinas de Poliestireno (PS) da UNIGEL, que a empresa distribui. Os serviços de Laminação, Moagem e Regranulação também estarão em evidência em seu estande.

Desde 2003 atuando no mercado de beneficiamento e industrialização de termoplásticos, a Plascomcor vai expor produtos de duas de suas linhas: a Plascomplus, representada por Compostos Técnicos, Aditivados, Tingidos e Blendas Poliméricas; e a Plascomaster, composta por concentrados de cor ou aditivos funcionais.

Além da distribuição das principais resinas termoplásticas e filmes de BOPP, a Replas, com mais de 30 anos de experiência no segmento e uma das principais distribuidoras de usinas termoplásticas do País, também está atuando no mercado de filmes de polietileno e termo-contrátil (shrink) por meio de sua fábrica em Manaus-AM, com capacidade de produção para 350 kg/hora.

Os filmes de polietileno de baixa densidade da marca – utilizados pelas indústrias alimentícia, de bebidas, moveleiras, pisos e cerâmicas, entre outras – apresentam boa selagem, transparência e resistência ao rasgo, alta resistência mecânica e controle do encolhimento e espessura do filme.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

Curta nossa página no

PETtalk define temas que serão apresentados na Plástico Brasil

17/03/2017

Novidades tecnológicas em processos e sistemas industriais, reciclagem, meio ambiente, design, Política Nacional de Resíduos Sólidos e apresentação de números do setor fazem parte da programação que será oferecida aos visitantes em dois dias da feira, 21 e 22 de março

Tradicional encontro para apresentar novas tecnologias, cenários e temas atuais e relevantes do segmento,  este ano o PETtalk – Conferência Internacional da Indústria do Plástico será realizado durante a Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, no São Paulo Expo. Promovido pela ABIPET – Associação Brasileira da Indústria do PET, o evento ocupa parte da programação técnica de dois dias da feira, 21 e 22 de março. O conteúdo vai tratar de sistemas de injeção, para condicionamento da resina e para fechamento e rotulagem; aditivos e pigmentação; resina PET; processos de envase e equipamentos; entre outros temas.

Dentro do macro tema da Reciclagem, serão abordados: equipamentos para separação óptica; pós-condensação; filtragem; e soluções para bottle-to-bottle. Design de embalagem e ecodesign também fazem parte da grade, assim como a apresentação dos números do setor (consumo de resina PET, mercados consumidores de embalagens de PET, tendências de consumo e Reciclagem).

A Política Nacional de Resíduos Sólidos, em vigor desde 2010, mais uma vez recebe atenção no PETtalk, dado seu impacto direto na indústria de embalagens, apontada pela legislação como corresponsável pela destinação adequada dos resíduos.

O encontro é voltado para fabricantes de máquinas e equipamentos, prestadores de serviços, usuários das embalagens (brand owners), produtores de resinas e preformas, sopradores, recicladores e outros profissionais ligados à cadeia produtiva. As inscrições para PETtalk na Plástico Brasil estão abertas e podem ser feitas no site da ABIPET (www.abipet.org.br). O investimento é de R$ 340 para associados da entidade e R$ 620 para não associados. As vagas são limitadas.

Fonte: Assessoria Técnica – Plástico Brasil

Curta nossa página no

Ineos Styrolution mostrará inovações estirênicas na Feiplastic 2017

15/03/2017

A Ineos Styrolution e seus especialistas em estirênicos estarão disponíveis na Feiplastic 2017, stand J70. Demonstrando o forte compromisso da empresa com a América do Sul e uma ampla gama de soluções estirênicas e aplicações de clientes.

A Ineos Styrolution apresentará uma ampla linha de produtos estirênicos na Feiplastic 2017, em São Paulo, para várias indústrias importantes, incluindo automóveis, eletrônicos, produtos domésticos, construção, saúde e embalagens.

“Estamos satisfeitos em retornar à Feiplastic”, disse Alexander Glueck, presidente para as Américas na Ineos Styrolution. “Com base na nossa estratégia de crescimento, temos um compromisso forte nessa região. Nossas soluções são feitas sob medida para as indústrias que são fortes aqui e os clientes valorizam nosso foco. “

Os destaques apresentados para a indústria automotiva incluem um Novodur ® (ABS) otimizado soldável a laser e o StyLight®, a nova geração de composites da Ineos Styrolution.

A indústria de construção será beneficiada com um novo Styroflex® (SBC) de baixa emissão, que, segundo a empresa, é particularmente adequado para reduzir o ruído e cumpre as rígidas regulamentações de VOC para edifícios públicos, obtendo melhores resultados do que outros materiais no mercado.

O novo Terluran® Standard White (ABS) foi desenvolvido para aplicações predominantemente na indústria de produtos domésticos, sendo excelente para autocoloração. Ele também é ideal para os clientes da indústria de eletrônicos, que produz em grandes quantidades, permitindo uma coloração personalizada, brilhante e estável, em um processo de produção econômico.

O portfólio de soluções estirênicas para a indústria de embalagens é muito amplo e contempla Novodur® (ABS) e Luran® (SAN) para embalagens de cosméticos, além de Styrolux ® e Styroflex ® (ambos SBC) para embalagens de qualidade que garantem segurança alimentar.

A indústria da saúde se beneficia de categorias médicas específicas que cumprem os regulamentos e oferecem pacotes de serviços HD especiais. As últimas novidades da INEOS Styrolution incluem uma categoria do Novodur (ABS), o primeiro polímero médico certificado preenchido com fibra de vidro, e uma categoria de Styrolux® (SBC), que foi desenvolvida especificamente para câmaras de gotejamento – além dos produtos da família K Resin que se tornaram membros do portfólio da INEOS Styrolution recentemente.

“Vamos mostrar uma ampla gama de soluções estirênicas para nossos clientes – mas também vamos apresentar uma gama de aplicações desenvolvidas por nossos clientes com base em nossos produtos”, conclui Paulo Motta, Diretor de Negócios da América do Sul.

A Ineos Styrolution é uma fornecedora global de estirenos com foco em monômero de estireno, poliestireno, ABS Standard e especialidades estirênicas. A empresa fornece aplicações estirênicas para muitos produtos do dia a dia em uma ampla gama de indústrias, incluindo automóveis, eletrônicos, produtos domésticos, construção, saúde, brinquedos / esportes / lazer e embalagens. Em 2016, a empresa registrou vendas de €4,5 bilhões. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.100 pessoas e opera 15 unidades de produção em nove países.

Fonte: Ineos Styrolution

Curta nossa página no

Palestrante norte-americano abrirá o Fórum Feiplastic abordando o tema da resiliência nas organizações

11/03/2017

Especialista norte-americano George S. Everly aborda a questão destacando sua importância nas mudanças de cenários das organizações

O palestrante norte-americano George S. Everly (foto), convidado pela Harvard Business Review Brasil (HBR Brasil), abre no dia 3 de abril, às 11h, o Fórum FEIPLASTIC, abordando o tema “Resiliência e os desafios das organizações diante do inesperado”. O Fórum acontece em conjunto com a Feira Internacional do Plástico e é composto por uma série de palestras que visam promover o debate e a troca de conhecimentos entre profissionais ligados à cadeia de produção do plástico. A curadoria é da RFM Editores e, após a apresentação, haverá debate com a presença de importantes líderes do setor plástico.

A FEIPLASTIC – Feira Internacional do Plástico acontecerá no Expo Center Norte, em São Paulo, de 3 a 7 de abril.

Resiliência é a atitude de controlar respostas diante de situações física ou mentalmente estressantes. Essa conduta ganhou nos últimos anos uma dimensão mais estratégica, atraindo a atenção de pesquisadores, políticos, integrantes do poder público, de organizações diversas e do mundo corporativo. O resiliente tem o desafio de como reagir de forma produtiva e oportunista diante do inesperado para impulsionar um novo salto ou novo plano de vôo, frente a um mar de adversidades. O palestrante George Everly desenvolverá esse tema, destacando-o nas batalhas travadas pelas empresas como componente quase invisível e difícil de rastrear, materializando-se a partir de agentes de mudanças no mercado capazes de alterar o cenário.

George S. Everly, Jr. é PhD, autor e pesquisador premiado, listado como um dos “Top 10 Autores” do mundo pela BioMed. Professor associado em Psiquiatria na Faculdade de Medicina da Johns Hopkins University, ministra aula de Psicologia na Universidade Loyola, em Maryland, também é o diretor executivo de Resiliency Science Institute da Universidade de Maryland.

Como autor, co-autor e editor, tem 20 livros e mais de 100 trabalhos profissionais. Sua mais recente obra é “The Secrets of Resilient Leadership: When Failure Is Not an Option … Six Essential Characteristics for Leading in Adversity”  (Os segredos da liderança resiliente: quando o fracasso não é uma opção… Seis características essenciais para liderar na adversidade).

O Fórum FEIPLASTIC prosseguirá com palestras programadas para os dias 4, 5, 6 e 7, sempre a partir das 11h30. O tema central deste ano é “A Importância do Plástico na Sociedade e nas Cadeias Produtivas Brasileiras: Foco nas Soluções e nos Resultados Práticos”. Os temas específicos que serão tratados nos dias posteriores são os seguintes:

Dia 4 –  “Inovação e a importância do plástico na indústria da construção civil”.
Dia 5 –  “Inovação e a importância do plástico na indústria automobilística”, com Celso Pláceres, diretor da Engenharia de Manufatura da Volkswagen do Brasil.
Dia 6 – “Inovação do plástico na indústria das embalagens”, com Bruno Antunes, principal da consultoria The Boston Consulting Group.
Dia 7 – “Sustentabilidade e Tecnologia”, Julio Natalense, líder de Sustentabilidade da LATAM-DOW.

Realizada desde 1987 como uma parceria entre a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico – e a Reed Exhibitions Alcantara Machado sob o título de BRASILPLAST, e desde 2013 como FEIPLASTIC, a FEIPLASTIC apresenta novas tecnologias das principais empresas que são referência no setor, em segmentos como plásticos, resinas, máquinas e reciclagem, proporcionando aos seus visitantes interação com novidades do mercado, além de geração de negócios e networking qualificado.

Além da exposição de produtos, a edição de 2017 traz diversas novidades: palestras que abordarão temas relevantes para o setor do plástico, inovação, sustentabilidade e tecnologia, além da Área de Inovação. A feira será realizada em um novo local, o Expo Center Norte, um dos mais modernos pavilhões do Brasil.

Serviço
FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 3 a 7 de abril de 2017
Horário: das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.feiplastic.com.br

Curta nossa página no

Poliuretanos Termoplásticos da Huntsman são usados para proteger o transporte de peças automotivas até a montadora

11/03/2017

Distribuidor Major Polymers ajuda PolyFlex Products na seleção de TPUs com alta resistência à abrasão para embalagens retornáveis especializadas

Duas séries de poliuretanos termoplásticos (TPU) da Huntsman vêm ajudando a transformar o transporte de peças automotivas, garantindo que componentes automotores de alto valor agregado cheguem aos seus destinos livres de danos e contaminações; além disso, as OEMs e os fabricantes de peças para OEMs (tier 1) conseguem inclusive reduzir custos.

A PolyFlex Products, fabricante de embalagens retornáveis especializadas, sediada nos Estados Unidos, está utilizando duas séries de TPUs resistentes à abrasão da Huntsman, Irogran® e Avalon®, para melhorar o desempenho e a durabilidade de suas bandejas, contêineres, recipientes e prateleiras personalizadas. Mudar para o TPU ajudou a Polyflex a aumentar a garantia de seus calços para cinco anos. Além disso, reduziu os incidentes de danos nos calços causados por uso atípico.

O calço é usado para estabilizar os produtos em trânsito. Em sua forma mais básica, ele completa os contêineres e evita que as peças se movimentem durante o transporte. A Polyflex opera na extremidade mais técnica do espectro de calços, produzindo sistemas complexos, feitos sob medida para se adaptarem a produtos específicos. Para a indústria automotiva, isso inclui soluções feitas sob medida que se encaixam com segurança em torno de motores, transmissões de engrenagens, eixos, para-brisas e painéis de carrocerias, protegendo-os contra danos e avarias, o que está associado ao transporte por caminhão, trem e navio.

Por muitos anos, a Polyflex tem produzido calços personalizados para OEMs automotivas. A empresa desenvolve e produz peças em termoplásticos e borrachas que funcionam em conjunto com prateleiras de metal que são empilhadas dentro de contêineres e então transportadas por estradas, ferrovias e mares. Até recentemente, a Polyflex usava polipropileno para fabricar seus calços automotivos, mas o material em questão não possuía as propriedades de resistência e durabilidade necessárias. Com o tempo, conforme os componentes pesados e pontiagudos eram repetidamente desembalados, os calços começavam a se partir e quebrar.

Em busca de uma melhor solução, a Polyflex considerou a utilização de TPUs. Auxiliada pela Major Polymers, distribuidora dos TPUs Huntsman, a empresa selecionou duas séries de TPUs resistentes à abrasão da Huntsman, cada uma com uma escala de dureza Shore diferente: 90A para componentes pesados, e 60A para peças que precisam ser liberadas por deslizamento. Utilizando os novos materiais, a Polyflex rapidamente percebeu a sua durabilidade. Eles também constataram que:

  • O TPU pode ser usado para criar calços complexos, de todos os formatos e tamanhos
  • A excelente propriedade de amortecimento de vibrações do TPU cria uma superfície de movimentação mais estável
  • O uso do TPU pode reduzir o peso do calço, o que leva à redução dos custos de transporte
  • Os TPUs podem possuir propriedades de descarga eletrostática, que são ideais para a movimentação de componentes eletrônicos
  • O calço em TPU é totalmente reciclável.

Além disso, o TPU oferece resistência a baixas temperaturas, mantendo as mesmas propriedades físicas mesmo a temperaturas abaixo de zero. Isso é algo importante em estados norte-americanos como o Michigan, conhecidos pela fabricação de carros e pelos invernos longos e rigorosos. Mesmo em condições de congelamento, o TPU consegue manter a sua flexibilidade, o que ajuda a preservar a qualidade do transporte.

Por trabalhar com a Major Polymers e a Huntsman, a Polyflex pôde expandir o uso do TPU em uma gama muito mais ampla de aplicações dos calços. Recentemente, a empresa começou a testar um terceiro tipo de TPU para o transporte de componentes automotivos. Ken Bylo, vice-presidente da PolyFlex Products, disse: “O uso de TPU em calços automotivos vem crescendo gradativamente na última década. Nós fomos um dos primeiros a adotar este material com esta finalidade, e com o auxílio da Major Polymers e da Huntsman, estamos expandindo sua função. Levou um tempo para que as empresas da indústria automotiva percebessem os benefícios do TPU, mas agora houve uma verdadeira mudança no setor.”

“As OEMs estão agora solicitando de maneira proativa as soluções baseadas em TPU. Inicialmente, houve algumas preocupações referentes ao investimento adiantado adicional necessário; geralmente, o TPU é mais caro, mas o retorno sobre o investimento é bastante claro em termos de durabilidade, bem como diversos outros benefícios. Seja transportando pequenos componentes ou peças de mais de 350 kg, o TPU vem se tornando o material ideal para calços para nossos clientes automotivos. Nós o valorizamos devido a sua durabilidade, e nossos clientes tem a garantia de que ele manterá seus componentes intactos no transporte até as montadoras.”, complementa Bylo.

Ken Scarpace, presidente da Major Polymers, disse: “A mudança da Polyflex para o TPU foi bastante fácil graças ao suporte técnico que fornecemos em conjunto com a Huntsman. O principal desafio foi ajudar a Polyflex a produzir peças maiores usando um material que respondesse de maneira diferente quando comparado a outros tipos de termoplásticos e borrachas. Com a assistência da equipe de TPU da Huntsman, pudemos oferecer informações que garantiram uma transição sem problemas. Estamos muito contentes porque a Polyflex e seus clientes ficaram bastante impressionados com os resultados e porque agora a equipe está buscando utilizar outras séries em diferentes aplicações de calços.”

Eric M. Holdt, gerente de vendas de distribuição nas Américas da Huntsman, disse: “Nossos produtos e sistemas em poliuretano são usados em toda a indústria automotiva na produção de peças de carros, desde os estofados dos assentos e do isolamento acústico até os componentes de toque macio que ficam no interior e os cabos que ficam sob o capô. Sendo assim, é compreensível que nossas séries Irogran® e Avalon® também estejam adicionando ainda mais valor à cadeia de suprimentos da produção de carros.”

A Major Polymers Distribution Inc. é uma fornecedora de materiais termoplásticos da região Centro-Oeste dos Estados Unidos localizada em St. Clair, Michigan, especializada em compostos e polímeros de engenharia.

A PolyFlex Products, localizada em Farmington Hills, Michigan, desenvolve e produz bandejas reutilizáveis personalizadas, contêineres retornáveis e outros produtos de embalagem para o manuseio de materiais e para aplicações de processamento de fabricação automatizada. Além de atender a todo território norte-americano, a Polyflex Products também atua nos mercados do México e Alemanha e utiliza de novas tecnologias para desenvolver soluções personalizadas a partir de processos de moldagem de plástico, de poliuretano ou de borracha.

A Huntsman Corporation é um fabricante global de capital aberto e vendedor de produtos químicos diferenciados com uma receita de aproximadamente US$ 10 bilhões em 2015. A empresa opera mais de 100 unidades fabris e de Pesquisa & Desenvolvimento em cerca de 30 países e emprega aproximadamente 15.000 colaboradores.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Huntsman

Curta nossa página no

Trecora expõe ceras de polietileno na Feiplastic 2017

11/03/2017

Durante a Feiplastic, a empresa texana Trecora, fabricante de ceras de polietileno, oxidantes e alfa-olefinas, estará expondo seus produtos em um stand no Expo Center Norte, de 03 a 07 de abril de 2017.

A Trecora está presente no Brasil na Indústria do Plástico especialmente nos segmentos de PVC, HMA (adesivos de fusão a quente) e Masterbatches / Revestimentos.

Os produtos da Trecora Chemical são ceras de polietileno de ponto de fusão elevado e de baixa a média viscosidade derivados da fabricação de resinas de PEAD.

Estes produtos podem ser utilizados numa variedade de aplicações, incluindo como aditivoS de desempenho para adesivos de fusão a quente (HMA) ; Como modificador de penetração e ponto de fusão para parafina e ceras microcristalinas; como lubrificante e auxiliar de transformação de plásticos, PVC e borracha; e como um aditivo de agitação seco para tintas. Em formas oxidadas, as aplicações para cera de polietileno incluem utilização em emulsões têxteis, como a porção de cera de formulações de polimento e como lubrificante em extrusão de PVC.

A Trecora Resources possui e opera uma planta localizada no Texas, especializada em hidrocarbonetos de alta pureza e outros petroquímicos. A Trecora também possui e opera uma unidade produtora de ceras especiais de polietileno e provê serviços de processamento sob medida no complexo Petroquímico de Pasadena, também no Texas.

Fonte: Trecora

Curta nossa página no

Eficiência energética como diferencial competitivo é tema de seminário na Plástico Brasil

11/03/2017

Realizado pela ABIMAQ, encontro acontece no quarto dia feira, 23 de março, e apresenta soluções para um tema essencial à redução dos custos operacionais das indústrias e ao uso racional dos recursos naturais. As inscrições estão abertas

A Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, que acontece de 20 e 24 de março, no São Paulo Expo, vai sediar o Seminário Eficiência Energética como Diferencial Competitivo. Realizado pela ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, o seminário visa apresentar as soluções mais atuais sobre um tema relacionado não só à redução dos custos operacionais das indústrias – essencial em tempos de retração da atividade econômica –, mas também ao uso racional dos recursos naturais.

Especialistas e representantes de grandes empresas vão comentar cases e práticas adotadas em indústrias do setor de plásticos e borracha. As palestras acontecem no dia 23 de março no mezanino do São Paulo Expo, e a inscrições podem ser feitas pelo link http://plasticobrasil.com.br/pt/seminario-eficiencia-energetica. O investimento é de R$ 80 para associados da ABIMAQ, ABIQUIM e VDMA e R$ 120 para demais interessados.

Confira a programação:

Dia 23 de março

  • 14h: Abertura
  • 14h20: Palestra: A Qualidade no Mercado de Eficiência Energética, por Alexandre Sedlacek Moana, Presidente da ABESCO –  Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia
  • 14h45: Palestra: ISO 50001 – A Norma de Gestão de Energia na Indústria de Plásticos, por Edgard Dutra, Diretor Comercial da Metaplan Equipamentos Ltda
  • 15h10: Palestra: Soluções e Cases do Setor Plástico, por Sidnei Amano, Coordenador do CNEE – Centro de Negócios de Eficiência Energética da Weg Equipamentos Elétricos S/A – Região Sudeste
  • 15h35: Palestra: Eficiência Energética na Produção de Plásticos, por Cristiano dos Santos Gonçalves, Diretor Industrial da Schneider Electric Brasil Ltda
  • 16h: Palestra: Benefícios da Cogeração nas Indústrias de Borracha, por Oliver Jones, Engenheiro Novos Produtos da Ecogen Brasil Soluções Energéticas S.A.
  • 16h25: Perguntas dos participantes
  • 16h45: Encerramento

A Feira Plástico Brasil é uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e da ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química, com organização e promoção da Informa Exhibitions, a Plástico Brasil será palco de avanços tecnológicos e tendências globais dos  segmentos que compõem a cadeia produtiva do plástico: instrumentação, controle e automação, máquinas, equipamentos e acessórios, moldes e ferramentas, produtos básicos e matérias-primas, reciclagem, resinas sintéticas, serviços e projetos técnicos e outros. O evento vai receber uma visitação de transformadores e profissionais da indústria do plástico, que atendem e atuam em diversos segmentos, como construção civil, automóveis e autopeças, agricultura, móveis, eletrônicos, instrumentos médicos, vestuário e calçados e eletrodomésticos, entre outros.

Serviço: PLÁSTICO BRASIL – Feira Internacional do Plástico e da Borracha
Data: 20 a 24 de março de 2017
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Realização: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química.
Promoção e organização: Informa Exhibitions
Patrocínio Oficial: Romi

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

Curta nossa página no

Empresas italianas apresentam suas máquinas e soluções para o mercado brasileiro na Plástico Brasil

11/03/2017

Numa iniciativa da ASSOCOMAPLAST – entidade que representa os fabricantes italianos de máquinas, equipamentos e moldes para a indústria de plásticos – a Plástico Brasil vai abrigar o Pavilhão Italiano. Neste espaço, um grupo de empresas italianas vai apresentar seus produtos e soluções com a expectativa de conquistar novos clientes e ampliar seus negócios no Brasil.

Inovação e tecnologia

A Bandera, por exemplo, destaca entre seus lançamentos uma inovadora tecnologia de embalagem isolante para preservação de alimentos, enquanto a Eletronic System, líder em sistemas de controle e automação, vai apresentar novas interfaces de seus softwares. A FB Balzanelli trará novidades em bobinas automáticas e sistemas de paletização e a Frigosystem vai mostrar as novas versões do seu dry cooler – que ganhou uma gama maior de controladores de temperatura de água e óleo – e do chiller de ar para filme plástico.

Presente na indústria brasileira de automóveis e lentes, a Helios Quartz vem à Plástico Brasil para demonstrar as inovações em tecnologia de raios infravermelho e ultravioleta e, com isso, estreitar o relacionamento com a indústria do plástico. Já a IPM destaca sua ampla gama de máquinas para extrusão, corte, fenda e dobra, transportadores, empilhadores, rosqueadores e outros equipamentos construídas sob demanda.

A ITIB tem uma grande oferta de aplicações com tubulações onduladas que podem ser usadas na construção civil, infraestrutura, agricultura, segmento médico, indústria automotiva e outras. A Macchi aposta no crescimento das embalagens tipo “stand-up-pouch” e oferece uma linha de extrusão projetada para trabalhar com filmes de diferentes espessuras e rigidez. Também na área de extrusão, a Maris destaca entre seus lançamentos as aplicações que utilizam sua tecnologia patenteada recentemente.

A Presma vem ao Pavilhão Italiano da Plástico Brasil para promover sua gama de máquinas e mostrar as facilidades que elas podem proporcionar aos transformadores, com destaque para a injetora para plásticos e borrachas para atender a produções não padronizadas. Com foco na automação, a Proximon oferece uma série de soluções, como turbomixers de alta velocidade (simples ou combinados com refrigeradores de alta eficiência) e misturadores. A empresa divulga também a Proximon Lab, uma sala de testes construída em suas instalações na Itália para realizar ensaios com seus misturadores e os produtos dos clientes.

A Feira Plástico Brasil é uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e da ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química, com organização e promoção da Informa Exhibitions, a Plástico Brasil será palco de avanços tecnológicos e tendências globais dos  segmentos que compõem a cadeia produtiva do plástico: instrumentação, controle e automação, máquinas, equipamentos e acessórios, moldes e ferramentas, produtos básicos e matérias-primas, reciclagem, resinas sintéticas, serviços e projetos técnicos e outros. O evento vai receber uma visitação de transformadores e profissionais da indústria do plástico, que atendem e atuam em diversos segmentos, como construção civil, automóveis e autopeças, agricultura, móveis, eletrônicos, instrumentos médicos, vestuário e calçados e eletrodomésticos, entre outros.

Serviço: PLÁSTICO BRASIL – Feira Internacional do Plástico e da Borracha
Data: 20 a 24 de março de 2017
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Realização: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química.
Promoção e organização: Informa Exhibitions
Patrocínio Oficial: Romi

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

Curta nossa página no

Feira Plástico Brasil fará demonstrações de troca rápida de moldes

11/03/2017

Através de parceria da Plástico Brasil com SENAI e as empresas Romi, Stäubli, Berg Steel, Piovan e Previsão, sessões diárias vão apresentar a troca rápida de moldes, acompanhada de mini palestras

Diminuir o tempo de montagem do molde (tempo de setup) na injetora para melhorar a produtividade tem sido um dos grandes desafios da atividade industrial nas últimas décadas. Com o intuito de contribuir para a capacitação e o desenvolvimento tecnológico do setor, a Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 20 a 24 de março, no São Paulo Expo, vai apresentar o espaço “SMED – Single Minute Exchange of Die – Troca Rápida de Moldes”.

O SMED é uma metodologia que tem como objetivo a redução do tempo de setup para menos de 10 minutos (o “single minute” do nome) e será demonstrado na feira por meio da troca de moldes de uma injetora – um dos processos que mais demandam parada de máquina dos transformadores de plástico.

O espaço “SMED – Single Minute Exchange of Die – Troca Rápida de Moldes” é resultado de uma parceria da Plástico Brasil com o SENAI e um grupo de empresas expositoras: Romi, Stäubli, Berg Steel, Piovan e Previsão.

A combinação de moldes equipados com sistema de placas magnéticas e o posicionamento racional de talhas, carrinhos, bancadas e racks pretende provar aos visitantes da feira que é possível aumentar a produtividade das linhas sem investimentos vultuosos.

Estão previstas quatro sessões de troca rápida de moldes em cada um dos cinco dias da feira, às 11h, 13h, 15h e 19h. Enquanto os operadores executam o procedimento, instrutores do SENAI e especialistas das empresas parceiras farão mini palestras explicando todo o processo aos visitantes. Um cronômetro instalado no espaço vai aumentar o desafio do tempo de setup em um dígito.

A Feira Plástico Brasil é uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e da ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química, com organização e promoção da Informa Exhibitions, a Plástico Brasil será palco de avanços tecnológicos e tendências globais dos  segmentos que compõem a cadeia produtiva do plástico: instrumentação, controle e automação, máquinas, equipamentos e acessórios, moldes e ferramentas, produtos básicos e matérias-primas, reciclagem, resinas sintéticas, serviços e projetos técnicos e outros. O evento vai receber uma visitação de transformadores e profissionais da indústria do plástico, que atendem e atuam em diversos segmentos, como construção civil, automóveis e autopeças, agricultura, móveis, eletrônicos, instrumentos médicos, vestuário e calçados e eletrodomésticos, entre outros.

Serviço: PLÁSTICO BRASIL – Feira Internacional do Plástico e da Borracha
Data: 20 a 24 de março de 2017
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Realização: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química.
Promoção e organização: Informa Exhibitions
Patrocínio Oficial: Romi

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

Curta nossa página no

Cromex apresentará novidades em masterbatches na Feiplastic 2017

10/03/2017

A empresa  vai levar ao evento os últimos lançamentos em de cores e aditivos para plástico

Entre os dias 03 e 07 de abril, a Cromex participará da Feiplastic – Feira Internacional da Indústria de Plástico, palco da apresentação de tendências e lançamentos no setor de plásticos. A empresa levará aos visitantes soluções em concentrados de cores e aditivos para os mais variados segmentos do mercado.

Durante o evento, a Cromex vai expor toda a sua gama de soluções – produtos e serviços, num espaço de 232 m2 – para a indústria de transformação de plásticos. A equipe de profissionais da empresa estará à disposição do público visitante para detalhar os produtos e serviços em um stand interativo e mais aberto para que as pessoas circulem pelo local e conheçam toda o portfolio da empresa, com a orientação de especialistas.

Lançamentos em destaque

A Cromex irá apresentar novidades no evento, como o seu novo portfólio de produtos para os mercados de Fios e Cabos, Agribusiness e PET. Em destaque, estarão os últimos lançamentos da empresa, como o aditivo antimicrobiano, que, segundo à Cromex, confere aos plásticos ação bactericida (elimina as bactérias e impede sua proliferação) e pode ser usado em vários polímeros, tais como PE, PP, PS, ABS e PET, em todos os processos de transformação.

Outro lançamento é o masterbatch preto – Superblack®, com mais negro de fumo. A empresa afirma que o produto possui poder de cobertura e dispersão, sendo adequado para aplicação em diferentes formulações plásticas, sem perder as características e estética do produto final. Também estarão em exposição a linha de concentrados brancos para o mercados de descartáveis, além dos coloridos e aditivos para marcadores a laser,  embalagens rígidas, flexíveis, construção civil e  reciclados.

Sustentabilidade

A Cromex afirma que todos os seus concentrados coloridos são isentos de metais pesados, em linha com a sua preocupação com o meio ambiente e saúde. A empresa desenvolve em seus laboratórios produtos que atendem a diversas regulamentações e, ao mesmo tempo, mantêm seu padrão colorífico.  O masterbatch isento de metais pesados preserva o meio ambiente no momento do seu descarte em função de não possuir substâncias consideradas perigosas e não contaminar solo ou água com metais pesados.

A Cromex atua na produção de masterbatches de cores e aditivos para plásticos e está há mais de 40 anos no mercado, possuindo atualmente capacidade produtiva de 132 mil toneladas anuais. Em suas duas fábricas, uma na cidade de São Paulo e outra em Simões Filho (BA), a empresa gera mais de 500 empregos diretos e conta com certificações ISO 9001, 14001 e OHSAS 18001, além de obedecer a normativas internacionais como REACH, FDA entre outras.. Seu portfólio conta com mais de 13 mil cores e aditivos, desenvolvidos em laboratórios próprios, para atender a 18 segmentos diferentes no setor de transformados plásticos, como brinquedos, embalagens e tampas para diversos segmentos (alimentos, bebidas, cosméticos, higiene pessoal, limpeza, construção civil, automotivo e agrobusiness).

Fonte: Cromex

Curta nossa página no

Bemis cria embalagens stand-up pouch sem alumínio para a Cargill

09/03/2017

Mudança diminuiu em 25% a emissão de carbono e reduziu o consumo de matéria-prima da embalagem

A Bemis, uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo, desenvolveu embalagens em formato stand-up pouch (sachê) com estrutura foilless (sem alumínio) para a linha de atomatados da Cargill, fabricante dos molhos de tomate Pomarola e Tarantella.

Entre os principais benefícios da mudança, afirma a Bemis, pode-se citar a redução de 25% das emissões de dióxido de carbono da embalagem e menor consumo de matéria-prima através da redução da gramatura da embalagem em 8%. Além disso, o processo de reciclagem das embalagens foi facilitado.
“Reduzir as emissões de carbono em 25% da embalagem representa 826.200 kg de CO2 a menos no ambiente, o equivalente a emissão de CO2 de aproximadamente 468 carros em circulação nas cidades por um ano”, afirma Márcio Barela, Coordenador de Sustentabilidade da Cargill.

“Utilizando a ferramenta de desenvolvimento Stage Gate, trabalhamos em conjunto com o cliente para entender suas necessidades e desenvolvemos um plano de ação minucioso de ajuste de maquinário, consultorias e treinamentos. Isso possibilitou que o novo conceito de embalagens fosse implementado de forma assertiva, atendendo ao cronograma de implementação definido pela Cargill”, explica Antonio Ponce, Gerente de Marketing de Shelf Stable de Alimentos e Bebidas da Bemis.

Além da sustentabilidade, outras vantagens da troca de estrutura da embalagem são o apelo visual no ponto de venda (sem aspecto amassado), resistência mecânica e proteção do produto, afirma a Bemis.

“A embalagem do produto é um dos elos de conexão entre marca e consumidor. A nova embalagem é visualmente mais atrativa e pode contribuir para uma melhor experiência do consumidor no ponto de venda”, afirma Daniel Pontes, Gerente de Marketing da Cargill.

Com sede em Neenah, Wisconsin (EUA), a Bemis atende aos mercados de alimentos, bebidas, cosméticos, farmacêuticos, higiene pessoal, limpeza doméstica, médico-hospitalares e pet food com embalagens flexíveis, rígidas, cartonadas, tubos laminados e rótulos. A companhia conta com 18 mil funcionários em 60 unidades, localizadas em 12 países nas Américas do Norte e Latina, Europa e Ásia-Pacífico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Bemis

Curta nossa página no

Sepro apresentará novos robôs para máquinas injetoras nas feiras brasileiras de plástico

07/03/2017
Robô Strong 50 foi projetado para máquinas injetoras de até 1600 toneladas de força de fechamento

Robô Strong 50 foi projetado para máquinas injetoras de até 1600 toneladas de força de fechamento

Após dois anos de recessão, a indústria brasileira de plásticos está mostrando sinais de recuperação e a Sepro do Brasil está planejando participar de ambas as feiras de plásticos programadas para acontecer em São Paulo este ano. O fornecedor de robôs para máquinas injetoras, que faz parte da Sepro Group de La Roche sur Yon, na França, terá seu Stand próprio (D-208) na feira Plástico Brasil, que se realizará de 20 a 24 de março. Na feira Feiplastic, que acontecerá de 3 a 7 de abril, a Sepro terá também um stand (B57) e quatro outros robôs operando nos stands de vários fornecedores de injetoras.

O Sepro Group é o fornecedor de robôs que apresenta crescimento mais rápido no mercado global de injeção de plásticos. Em 2016, a empresa comemorou os seus quatro anos consecutivos de recorde de vendas, reportando mais de 104 milhões de euros em volume de negócios, o que representa um aumento de 12% em relação a 2015. Graças à constante expansão da sua linha de produtos e base tecnológica, bem como seu crescimento em regiões globais importantes, como o Brasil, a Sepro conseguiu quadruplicar suas vendas desde o início da crise financeira em 2009.

Robôs Strong

A Sepro exibirá três robôs, grandes e pequenos, em seu stand na feira Plástico Brasil, que acontecerá no São Paulo Expo. A atração mais esperada da feira é o robô Strong 50, que foi projetado para máquinas injetoras de até 1600 toneladas de força de fechamento. Esses grandes robôs são frequentemente usados na indústria automotiva e, portanto, o Strong 50 manipulará componentes automotivos durante a feira.

O Strong 50 é o robô de médio porte dentre os três modelos da linha Strong, desenvolvido para proporcionar velocidade e precisão a robôs de 3 eixos para moldadores que possuem aplicações exigindo uma funcionalidade simples de coleta e posicionamento e operações simples downstream. A linha Strong usa uma abordagem de projeto e métodos de produção que permitiram à Sepro criar um robô acessível, com capacidades aprimoradas, afirma a empresa. As especificações básicas para os três robôs da linha são:

sepro-strong-specifications

Robô de 5 eixos e alto desempenho

Representando a linha Sepro 5X de robôs com cinco eixos de servomovimento, o robô 5X-25 será apresentado manuseando uma grade frontal de automóvel. A linha 5X Line baseia-se na mesma plataforma mecânica básica que os robôs S5 de 3 eixos, mas adiciona uma rotação numérica de 2 eixos, desenvolvido em parceria com a Stäubli Robotics.

Diferente dos punhos pneumáticos, os quais podem se mover somente em um arco contínuo de 0° a 90° ou de 0° a 180°, os pulsos 5X podem se mover de 0 a 180° e de 0 a 270° ou qualquer parte destas rotações com precisão absoluta, afirma a Sepro. Isso permite ao robô completar movimentos muito complicados em todos os eixos simultaneamente e fazê-lo com muita precisão e com repetibilidade, assegura a empresa. O servopunho consegue agarrar e posicionar as peças em qualquer ângulo, tornando o robô muito mais fácil de configurar e operar, permitindo o uso de ferramentas mais simples na extremidade do braço.

Especificações para os três robôs da Linha 5X Line são:

sepro-5x-specifications

Novo S5 Picker

A Plástico Brasil marca a estréia sul-americana do mais novo saca-canal da Sepro. O S5 Picker é um saca-canal cartesiano rápido e polivalente, com 3 eixos cartesianos. Projetado com o mesmo design mecânico básico que a linha Sepro Success de robôs econômicos de uso geral, o S5 Picker vem com uma pinça de coleta simples, mas pode ser fornecido opcionalmente com uma rotação de pulso R1 e pode ser equipado com ferramentas simples na extremidade do braço. O coletor padrão opera inteiramente dentro do espaço da máquina injetora. Uma configuração opcional aumenta o curso horizontal de 23,6 pol. (600 mm) para 39,4 polegadas (1000 mm) para que possa ser usado para remover os canais ou pequenas peças para fora da máquina injetora.

O S5 Picker é um saca canal cartesiano sobre viga, rápido e polivalente, com 3 eixos cartesianos

O S5 Picker é um saca canal cartesiano sobre viga, rápido e polivalente, com 3 eixos cartesianos

Os robôs Sepro também irão operar nos stands de dois conhecidos fornecedores de máquinas de injeção:
· a Sumitomo Demag, no stand B-070, fará uso de um robô Sepro S5-25 de três eixos em uma aplicação de etiquetagem em molde, em uma máquina Demag Intelect de 350T.
· a Romi, stand E-106, moldará um balde retangular em uma máquina Romi de 600T. Ele será removido por um robô Sepro Success 33 para aplicação geral.

Robôs Sepro na Feiplastic

A Sepro terá um stand (B-57) na Feiplastic que será realizada no Expo Center Norte, em São Paulo, de 3 a 7 de abril. A empresa exibirá um S5 Picker (descrito acima) e outros robôs Sepro poderão ser vistos em demonstrações de moldagem por injeção em outros lugares durante a feira.
· A Haitian (D-50) vai operar um Sepro 5X-25 em uma máquina Jupiter II de 550T, extraindo uma peça automotiva e simulando uma operação de flambagem.
· A Haitian estará também na seção “Ilha da Inovação” da feira, que apresenta novas tecnologias. Um Sepro Success 11 vai operar em uma máquina Haitian Zeres de 150T. Ele vai moldar uma peça de cosméticos em um molde de 8 cavidades com um checkpoint de controle de peso.
· A Alfainjet (Borchê), no E-35, também contará com um Success 11 operando em uma máquina injetora de alta velocidade Borchê BH de 120T.
· A Alfamach (Yizumi), no stande E-48, terá ainda outro Success 11 extraindo uma peça automotiva de um molde de cavidade simples em uma máquina Yizumi Elec FE 180T.

A Sepro foi uma das primeiras empresas no mundo a desenvolver robôs cartesianos para máquinas injetoras de plásticos, lançando seu primeiro “manipulador” controlado por CNC em 1981. Atualmente, após equipar mais de 30.000 máquinas injetoras, a Sepro Group é um dos maiores fornecedores de robôs do mundo. Seus robôs de 3, 5 e 6 eixos, suas unidades especiais e sistemas completos de automação são totalmente compatíveis com a plataforma de controle “Visual”, desenvolvida pela Sepro especialmente para máquinas injetoras. Este controlador exclusivo é uma peça-chave no que a empresa se refere como ‘integração ágil’ – uma abordagem colaborativa para conectividade de equipamentos e interoperabilidade que pode ser adaptada para atender às necessidades específicas de processadores e máquinas injetoras.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Sepro

Curta nossa página no

Mais de 600 expositores já confirmaram presença na Plast 2018 em Milão

06/03/2017

Findo o prazo inicial para inscrições, mais de 600 empresas já confirmaram a sua participação na PLAST 2018 – Exposição internacional para as indústrias do plástico e da borracha – que acontecerá em Milão (Itália) de 29 de Maio a 1 de Junho de 2018. A área já reservada pelos expositores equivale a cerca de dois terços daquela ocupada na última feira em 2015.

Este é um resultado expressivo, especialmente devido ao fato de que muitos expositores italianos e estrangeiros reafirmaram a sua intenção de exibir plantas e sistemas em operação, proporcionando assim uma vitrine tecnológica ampla e atualizada.

A PLAST 2018 confirma a sua estatura como o evento europeu mais importante para o setor em 2018. Juntamente com as feiras paralelas da Innovation Alliance (IPACK-IMA, MEAT-TECH, PRINT4ALL e INTRALOGISTICA ITALIA), a PLAST 2018 ocupará todos pavilhões da FieraMilano, correspondendo ao segundo maior evento a acontecer lá, depois do Salone del Mobile.

A próxima edição da PLAST contará com três mostras satélite dedicadas a três áreas de excelência industrial: a RUBBER (em sua terceira edição, com conteúdo voltado para a área de borracha), a 3D PLAST (segunda edição, com foco em impressão 3D e tecnologias relacionadas) e a PLAST -MAT (estreando em 2018, dedicado a soluções inovadoras em materiais plásticos).

Nos próximos meses, o escritório organizador do PLAST continua a sua intensa campanha promocional: após a sua presença em várias feiras em Janeiro – da Índia à Rússia, da Alemanha aos Emirados Árabes Unidos – a PLAST 2018 estará presente nos próximos meses na Koplas (Seul, 7-11 de março), Plástico Brasil (São Paulo, 20-24 de março), Plastexpo (Casablanca, 5-8 de abril), Chinaplas (Guangzhou, 16-19 maio), Plastpol (Kielce, 23-26 maio), FIP (Lyon, 13-16 de Junho).

O interesse na PLAST 2018 expresso pelas empresas é um sinal importante, complementado pelo otimismo moderado expresso nas últimas semanas em pesquisa realizada pela ASSOCOMAPLAST (Associação Italiana dos Fabricantes de Máquinas e Moldes de Plásticos e Borracha ) junto a empresas das indústrias de plásticos e borracha, à luz de melhorias registradas nas ordens de encomendas tanto para a exportação como para os mercados domésticos.

De particular relevância é a atitude positiva dos operadores em relação ao mercado interno a qual, pelo menos em parte, é atribuível a expectativas positivas para o Plano Nacional da Indústria 4.0, que prevê instrumentos de apoio às empresas – em primeiro lugar super-amortização, hiper-amortização , e a lei de equipamentos de capital “Nuova Sabatini” – para investimentos em ativos operacionais.

As empresas ainda podem se registrar para a PLAST 2018 até o segundo e último prazo final de 30 de Abril de 2017, beneficiando de um desconto de 10% nas taxas de participação.

A lista de participantes está disponível no site plastonline.org.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PLAST 2018

Curta nossa página no

O valor das empresas no Brasil

06/03/2017

Por José Ricardo Roriz Coelho (Presidente da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico)*

Hoje o maior sonho de boa parte dos empresários brasileiros é vender sua empresa.

Com o negócio, vão-se as dores de cabeça: sucessivos litígios trabalhistas, licenças que levam anos para sair em definitivo, crédito escasso, juros altos, tributos sobre tributos e tantos outros inconvenientes que prejudicam o dia a dia do empreendedor no país.

O diagnóstico é aterrorizante, mas é a realidade que vivemos. Precisamos urgentemente resgatar o valor que as empresas têm para o país. Elas são o maior vetor para o crescimento de investimento, emprego e capacitação profissional, pesquisa e inovação.

Não estão incluídas aqui companhias que não têm em seu DNA a busca incessante por excelência em gestão, rigorosos padrões éticos e de compliance.

Uma empresa deve ter o foco em inovação e no desenvolvimento de produtos. Precisa encantar seus clientes -e não desperdiçar suas energias em vencer a burocracia, enfrentar a insegurança jurídica e honrar as sufocantes e desproporcionais despesas financeiras, como acontece hoje no Brasil.

No final do ano passado, o governo federal lançou um minipacote de reformas para reaquecer a economia, centrado no crescimento, na produtividade e na desburocratização. A iniciativa é salutar. Agora em março se encerram os primeiros prazos para a implantação do programa.

O cenário ainda é preocupante. O ano passado terminou com um expressivo aumento no número de pedidos de recuperação judicial – incríveis 44,8% em relação a 2015. Há que se somar a isso o elevado endividamento das empresas, a dificuldade de acesso ao crédito e a baixa perspectiva de crescimento econômico para este ano.

A atividade industrial é fundamental para o país voltar a crescer. Um ambiente de negócios mais favorável proporciona a retomada da indústria e abre oportunidades de desenvolvimento de atividades empreendedoras de alto valor agregado.

Todos os setores são importantes, mas com as dificuldades apresentadas tem perdido espaço a indústria de transformação, que é justamente a área com maior capacidade de alavancar a economia.

A indústria de transformação é também a que mais inova, com maior capacidade de desenvolvimento tecnológico. É responsável por cerca de 30% do total do investimento produtivo privado (excluído setor público e famílias) e por aproximadamente 25% das vagas de emprego acima de cinco salários mínimos, além de representar perto de 30% da arrecadação tributária nacional, a despeito de corresponder por apenas 11,8% do PIB em 2015.

Se por um lado o governo está atuando para melhorar a manutenção de empresas no país, por outro tem realizado ações que reforçam a percepção de que o setor industrial deve perder ainda mais espaço.

Houve um claro direcionamento de menor atuação do BNDES no crédito de longo prazo e enfraquecimento do conteúdo local.

Com desburocratização e incentivos à produtividade e ao crescimento, conseguiremos resgatar a capacidade das empresas. Negócios que estão em dificuldade não investem, não contratam, não inovam. Quando quebram, geram desemprego, débitos com fornecedores, clientes e com o fisco.

Acabam destruindo elos importantes da cadeia produtiva e jogam fora décadas de conhecimento desenvolvido e talentos tão necessários ao país.

A principal tarefa do governo neste momento deve ser ajudar a resgatar a força das empresas para que elas fomentem investimentos e novos negócios. Caso contrário, permaneceremos estagnados, vendo nossa competitividade se distanciar cada vez mais dos países que concorrem conosco.

*Artigo publicado na Folha de S.Paulo;

Foto: arquivo

Curta nossa página no

BASF divulga balanço de 2016 com lucro líquido de 4,1 bilhões de euros

06/03/2017

4º trimestre de 2016:

  • Vendas de €14,8 bilhões (acréscimo de 7% ao compararmos com o trimestre do ano anterior)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de €1,2 bilhões (acréscimo de 15% ao compararmos com o trimestre do ano anterior)

Exercício 2016:

  • EBIT antes dos itens extraordinários de €6,3 bilhões (decréscimo de 6% ao compararmos com o ano anterior)
  • Aumento considerável de ganhos no segmento de Químicos; ganhos substancialmente menores no segmento de Óleo e Gás e Outros;
  • Ganhos por ação €4,42 (acréscimo de 2%)
  • Proposta de dividendos para o exercício

Outlook 2017:

  • Crescimento significativo nas vendas em todos os segmentos
  • EBIT antes dos itens extraordinários ligeiramente maior

Em 2016, a BASF alcançou as metas traçadas relativas ao crescimento e aos lucros. O segmento de Químicos cresceu com sucesso e a rentabilidade aumentou mais. Como esperado, os lucros no segmento de Óleo e Gás não alcançaram o nível do ano anterior. “Ao longo do ano conseguimos aumentar o crescimento da BASF. Nossos volumes de vendas aumentaram de trimestre para trimestre. Na Ásia, em particular, aumentamos continuamente nossos volumes de vendas no segmento de químicos, mostrando que os altos investimentos realizados nos últimos anos em pesquisa e desenvolvimento e novas capacidades de produção estão dando frutos”, disse o Dr. Kurt Bock, Presidente do Conselho Executivo da BASF SE, na Conferência Anual de Imprensa em Ludwigshafen, Alemanha.

No quarto trimestre de 2016, as vendas aumentaram para € 14,8 bilhões, corresponde a um incremento de 7% em relação ao mesmo trimestre de 2015, devido principalmente a maiores volumes. Para o Grupo BASF, bem como para o segmento de químicos, que engloba Químicos, Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais, os volumes aumentaram em 6%. O lucro das operações (EBIT) antes dos itens extraordinários foi de € 1,2 bilhão, € 157 milhões a mais que o trimestre do ano anterior. Ganhos substancialmente maiores em Químicos, Materiais e Soluções Funcionais e Óleo e Gás mais que compensaram os ganhos mais baixos em Soluções para Agricultura e Outros.

Para o exercício completo de 2016, as vendas diminuíram em 18%, totalizando € 57,6 bilhões, devido principalmente ao desinvestimento nas atividades de comércio e armazenamento de gás, como parte do swap de ativos com a Gazprom no final de setembro de 2015. Este negócio contribuiu com € 10,1 bilhões nas vendas em 2015. No total, os efeitos de portfólio reduziram as vendas em 15 %. Além disso, os preços mais baixos das matérias-primas levaram a uma queda nos preços de venda (decréscimo de 4%). A empresa conseguiu aumentar continuamente os volumes das vendas ao longo do ano. Ao compararmos com o ano anterior, os volumes aumentaram em 2%, e no segmento de Químicos, em 4%. Os efeitos cambiais reduziram ligeiramente as vendas (decréscimo de 1%).

Em € 6,3 bilhões, o EBIT antes dos itens extraordinários foi € 430 milhões abaixo do nível do ano anterior, sendo em grande parte consequência de um declínio de cerca de € 850 milhões no segmento de Óleo e Gás, principalmente devido à queda dos preços e do desinvestimento das atividades de comércio e armazenamento de gás natural. As atividades transferidas para a Gazprom contribuíram com cerca de € 260 milhões para o EBIT antes dos itens extraordinários em 2015. No segmento de Soluções para Agricultura, o EBIT antes dos itens extraordinários atingiu ao nível do ano anterior. O segmento de Químicos apresentou um aumento significativo nos lucros graças às melhorias acentuadas das contribuições dos segmentos de Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais.

Em € 4,1 bilhões, o lucro líquido superou o nível do ano anterior de € 4,0 bilhões. O lucro por ação aumentou de € 4,34 para € 4,42.

Proposta de dividendos de €3,00

Em um ambiente de mercado volátil, o preço das ações da BASF evoluiu muito positivamente, fechando o ano em € 88,31, aproximadamente 25% superior ao do final do ano anterior. Com dividendos reinvestidos, o desempenho das ações da BASF aumentou em 30%, superando significativamente o DAX 30 (+ 7%), o DJ EURO STOXX 50 (+ 4%) e o MSCI World Chemicals (+ 11%). “Continuamos com a nossa política de dividendos e, na Assembleia Geral dos Acionistas, iremos propor o aumento de dividendos novamente, em € 0,10, resultando em € 3,00”, disse Bock. Assim, as ações da BASF oferecem mais uma vez um alto retorno de dividendos de 3,4%, com base no preço de fechamento das ações no final de 2016.

Perspectiva para o exercício de 2017

Bock: “Estamos cautelosamente otimistas para 2017. Queremos continuar a crescer, com todos os segmentos contribuindo para tal. E acima de tudo: queremos aumentar nossos ganhos novamente, também no segmento de Óleo e Gás. Provavelmente, a economia global irá crescer tão rápido quanto foi em 2016. Em virtude das incertezas políticas, a volatilidade permanecerá alta. ” Espera-se uma diminuição significativa no crescimento na União Europeia. Para os Estados Unidos, prevê-se uma ligeira recuperação no crescimento. É provável que o crescimento na China fique ainda mais lento. Espera-se que a recessão no Brasil e na Rússia terminem.

Para sua perspectiva, a BASF adota as seguintes condições econômicas para 2017 (números do ano anterior entre parênteses):

  • Crescimento econômico global: +2,3% (+2,3%)
  • Crescimento na produção mundial de químicos (excluindo produtos farmacêuticos): +3,4% (+3,4%)
  • Taxa de câmbio média entre o euro e o dólar de $1,05 por euro ($1,11 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) de $55 por barril ($44 por barril)

Espera-se que em 2017, as vendas do Grupo BASF cresçam consideravelmente. Tal crescimento será apoiado pelas vendas ligeiramente maiores no segmento de Produtos de Performance e por aumentos significativos nos segmentos restantes, incluindo Outros.

Bock: “Queremos aumentar ligeiramente o EBIT antes dos itens extraordinários em comparação com 2016. Prevemos contribuições significativamente maiores do segmento de Óleo e Gás. Nos segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura, assumimos que o EBIT antes dos itens extraordinários será ligeiramente superior, enquanto que a contribuição do segmento de Químicos corresponderá ao nível do ano anterior “.

Em virtude das grandes incertezas políticas e econômicas, a BASF continuará com sua conduta rigorosa no tocante a gastos e custos. O programa estratégico de excelência, DrivE, contribui para esta meta. A partir do final de 2018, a empresa espera que este programa contribua com cerca de €1 bilhão em ganhos, por ano, em relação a 2015. A contribuição nos lucros foi de €350 milhões em 2016.

Após uma fase de altos investimentos, a BASF reduziu seus investimentos em mais de 1 bilhão de euros em 2016, como anunciado anteriormente. A empresa investiu um total de 3,9 bilhões de euros em despesas de capital (excluindo adições de imóveis, instalações e equipamentos resultante de aquisições, capitalização, obrigações de restauração e investimentos em TI). “Nos próximos anos, planejamos investir em um nível comparável. Estamos agora preenchendo a capacidade existente em nossas novas fábricas e, portanto, aproveitando o dinamismo do volume visto no ano passado”, disse Bock.

Desenvolvimento dos segmentos no 4º trimestre e no exercício de 2016

No segmento de Químicos, as vendas do quarto trimestre aumentaram em 12%, para € 3,6 bilhões, impulsionadas pelo aumento dos volumes e dos preços. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 386 milhões, totalizando € 635 milhões, atribuído principalmente a maiores margens, especialmente em isocianatos e produtos de cracker. Para o ano todo, as vendas diminuíram em 8%, totalizando € 13,5 bilhões. Isso se deve à queda dos preços em função do declínio nos preços das matérias-primas, especialmente na divisão de Petroquímicos. Os volumes mais altos não conseguiram compensar neste caso. O EBIT antes dos itens extraordinários caiu em € 92 milhões, totalizando € 2,1 bilhões, principalmente devido aos maiores custos fixos das novas startups de plantas de produção. As menores margens nas divisões de Petroquímicos e Intermediários também reduziram o EBIT antes dos itens extraordinários. Margens mais elevadas para os isocianatos na divisão de Monômeros ajudaram a retardar o declínio.

No segmento de Produtos de Performance, as vendas no quarto trimestre diminuíram em 1%, totalizando € 3,6 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários subiu ligeiramente para € 231 milhões, apoiado por melhores margens. Em € 15 bilhões, as vendas do ano todo foram 4% inferiores ao nível do ano anterior; fato atribuído principalmente à queda dos preços de venda e aos desinvestimentos concluídos em 2015. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 379 milhões, totalizando € 1,7 bilhões; fato atribuído principalmente à uma redução significativa dos custos fixos devido a medidas de reestruturação e a uma gestão rígida dos custos fixos, bem como à melhoria das margens.

No segmento de Materiais e Soluções Funcionais, as vendas do quarto trimestre cresceram em 10%, totalizando € 5,0 bilhões, movidas por maiores volumes. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 69 milhões, totalizando € 458 milhões devido ao crescimento dos volumes, a uma mistura de produtos favorável e a conduta mantida no tocante aos custos. As vendas do exercício do ano aumentaram em 1%, totalizando € 18,7 bilhões. Ao aumentar os volumes em todas as divisões, os preços mais baixos e os efeitos cambiais levemente negativos puderam ser mais do que compensados. O crescimento dos volumes foi atribuído principalmente à maior demanda de produtos para a indústria automotiva. Os negócios com a indústria da construção viram volumes de vendas em um nível geral elevado. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 297 milhões, totalizando € 1,9 bilhão em relação a 2015. Todas as divisões contribuíram para esse aumento considerável de lucros, em particular, a divisão de Materiais de Performance.

No segmento de Soluções para Agricultura, as vendas no quarto trimestre aumentaram em 10%, totalizando 1,3 bilhões de euros, atribuído a volumes mais elevados. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em € 65 milhões, totalizando € 79 milhões devido a custos fixos mais elevados, em parte devido às novas instalações de produção ou expansão, por exemplo, para o herbicida dicamba. No acumulado do ano, as vendas diminuíram em 4%, totalizando € 5,6 bilhões; resultado do menor volume de vendas e dos efeitos cambiais negativos. O ambiente de mercado desafiador para os produtos de proteção de cultivos afetou particularmente a demanda por inseticidas na América do Sul e por fungicidas na Europa. Os preços foram compatíveis com os de 2015. A gestão rígida de custos permitiu a redução dos custos fixos no segmento de Soluções para Agricultura. Devido a este desenvolvimento, o EBIT antes dos itens extraordinários correspondeu ao nível do ano anterior em € 1,1 bilhão, apesar do declínio das vendas.

No segmento de Óleo e Gás, as vendas do quarto trimestre aumentaram em 26%, totalizando € 922 milhões, devido ao aumento dos volumes e dos preços. O EBIT antes dos itens extraordinários cresceu em € 36 milhões, totalizando € 163 milhões. As vendas do ano todo diminuíram em 79%, totalizando € 2,8 bilhões em relação ao ano anterior. Devido ao swap de ativos com a Gazprom concluído no final de setembro de 2015, as contribuições da atividade de comércio e armazenagem de gás natural e da Wintershall Noordzee BV cessaram a partir do quarto trimestre de 2015. Estas atividades contribuíram com € 10,1 bilhões nas vendas em 2015. No segmento contínuo de petróleo e gás, os volumes cresceram em 15% em relação a 2015, ao passo que os efeitos de preço e câmbio foram de menos de 15%. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu de € 849 milhões para € 517 milhões em 2016, resultado da queda dos preços do petróleo e do gás, além do desinvestimento do negócio de comércio e armazenamento de gás para a Gazprom. As atividades transferidas para a Gazprom contribuíram com cerca de 260 milhões de euros para o EBIT antes dos itens extraordinários em 2015.

As vendas no segmento Outros diminuíram em 22%, totalizando € 518 milhões no quarto trimestre. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu para menos € 386 milhões, abaixo de menos € 114 milhões no quarto trimestre de 2015. As vendas do ano todo caíram em 28% para € 2,0 bilhões em relação a 2015. Baixos preços e volumes no comércio de matérias-primas foram os principais responsáveis, juntamente com a expiração dos contratos de abastecimento relacionados com a saída da participação da BASF na operação conjunta da Ellba Eastern Private Ltd. em Singapura no final de 2014. O EBIT antes dos itens extraordinários no segmento Outros diminuiu em € 162 milhões totalizando menos € 1,1 bilhão. Isso se deu em grande parte aos efeitos de valorização do programa de incentivos de longo prazo. Os efeitos cambiais positivos ajudaram a retardar o declínio.

Fonte: BASF

Curta nossa página no

Evonik apresenta aditivo para a produção de pneus durante feira Tire Technology Expo 2017, na Alemanha

05/03/2017

evonik-vestenamer

Na feira, em Hannover, a Evonik expôs um aditivo de processo que melhora a processabilidade de compostos de borracha

Segundo a Evonik, o seu aditivo de processo Vestenamer® simplifica a mistura e produção de vários componentes de pneus. O produto também melhora a dispersão de misturas difíceis de polímeros e reduz a viscosidade do composto, enquanto mantém as propriedades dinâmicas positivas do vulcanizado inalteradas em geral ou aumenta essas propriedades ainda mais em alguns casos, afirma a empresa.

Melhor processabilidade de componentes de borracha

Os modernos pneus de alto desempenho precisam ter baixa resistência ao rolamento e excelente tração em pistas molhadas, além de alta resistência à abrasão. Isso só é possível com o uso de cargas altamente ativas como o negro de fumo e, particularmente, as sílicas precipitadas. Especialmente as misturas com altas concentrações de carga demandam processos de mistura de múltiplos estágios para garantir uma boa dispersão. Como auxiliar de dispersão, o aditivo Vestenamer® pode reduzir de modo considerável os ciclos de mistura e, ao mesmo tempo, otimizar a consistência dos lotes na produção, diz a Evonik. Em decorrência disso, a quantidade de etapas de mistura no processo pode ser reduzida e o processo projetado com mais eficiência.

Alta dureza e resistência à abrasão, além de uma deformação por compressão muito baixa são os requisitos importantes quando se trata de compostos para diversas faixas de aros. A Evonik assegura que o Vestenamer® melhora a processabilidade do composto de borracha por meio da redução da viscosidade na temperatura da mistura e, desse modo, evita o “bagging” no laminador.

O Vestenamer® é um aditivo semicristalino também denominado “Trans-Octenamer Rubber” (TOR). Como auxiliar de processamento de polímeros, ele atua como plastificante em compostos de borracha durante a mistura e o processamento. No entanto, durante a vulcanização do componente de borracha, ele é reticulado (crosslinked) juntamente com a borracha e, como elastômero, é plenamente integrado à rede do polímero. Desse modo, as propriedades da mistura se mantêm estáveis na aplicação final.

Fonte: Evonik

Curta nossa página no

Grupo Solvay divulga resultados de 2016

05/03/2017

Solvay_logoFaturamento alcançou 10,9 bilhões de euros; lucro líquido somou 846 milhões de euros

O Grupo Solvay alcançou um faturamento de 10,9 bilhões de euros em 2016, segundo anúncio feito no dia 24/2, na sede do grupo, em Bruxelas, Bélgica. O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 2,28 bilhões de euros, com uma elevação de 7,5% sobre 2015. A margem sobre o EBITDA bateu recorde em 2016 e alcançou 21%, um índice relevante para a indústria química em geral. O lucro líquido em uma base subjacente alcançou 846 milhões de euros contra 768 milhões de euros em 2015. A empresa obteve em 2016 uma geração de caixa de 876 milhões de euros, que representou um aumento de 384 milhões de euros em relação ao ano anterior.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, “a empresa registrou em 2016 um crescimento sólido do EBITDA, apoiado por nosso processo de transformação organizacional e pela melhoria do perfil dos nossos clientes. A busca pela excelência operacional, por resultado rápido de sinergias e uma dinâmica contínua de preços contribuíram de forma sólida para o nosso desempenho”, disse. Para Clamadieu, ‘a atualização do nosso portfólio nos permitiu reduzir significativamente nossa intensidade dos gases de efeito de estufa. No geral, estes elementos combinados aumentam a criação de valor sustentável para os nossos clientes e acionistas”.

O CEO do Grupo Solvay acrescentou que a empresa continua no rumo certo para alcançar os seus objetivos de médio prazo. “Para 2017, esperamos que o EBITDA subjacente cresça em um dígito de nível médio, impulsionado principalmente por nossas áreas de Advanced Materials e Advanced Formulations, e gere mais 800 milhões de euros de caixa”, disse.

A Solvay é uma empresa química cujos produtos e soluções são utilizados em aviões, carros, dispositivos inteligentes e médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre muitas outras aplicações. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 27.000 pessoas em 58 países. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Rhodia

Curta nossa página no

Balanço global da DSM mostra resultados positivos em 2016

05/03/2017

dsm

Em âmbito global, as vendas foram de € 7,92 bilhões, com destaque para a alta de 17% do lucro operacional (EBITDA), que chegou a € 1,26 bilhão

A DSM registrou um desempenho positivo em 2016, superior ao projetado em seus objetivos estratégicos, conforme demonstra o relatório da companhia divulgado em fevereiro. A empresa holandesa contabilizou aumento de 3% nas vendas globais, que atingiram € 7,92 bilhões, e um crescimento orgânico de 4%, além de uma alta de 17% do lucro operacional (EBITDA), que chegou a € 1,26 bilhão.

Em âmbito global, a área de Nutrição (nutrição e saúde humana, nutrição animal, especialidades alimentícias) alcançou vendas globais de € 5,17 bilhões, montante 4% superior ao do ano anterior; a área de Materiais de Desempenho registrou vendas de € 2,51 bilhões (queda de 1%); as vendas do Centro de Inovações foram de € 67 milhões (alta de 7%); e as vendas das atividades corporativas bateram € 71 milhões.

Ao abordar os resultados do ano, o CEO da DSM e presidente do Conselho de Administração da companhia, Feike Sijbesma, ressaltou o fato da empresa alcançar as metas estabelecidas ao final de 2015. “Reportamos um ano muito positivo, com lucro operacional e retorno do capital empregado muito acima do objetivo de médio prazo estabelecidos em nossa estratégia para o triênio que vai até 2018, que é impulsionar um crescimento rentável”, comenta.

Para este ano, Sijbesma conta que, embora as condições macroeconômicas sejam incertas, a DSM está confiante em cumprir novamente os seus objetivos estratégicos. “Continuaremos a executar as nossas iniciativas de crescimento e, somando-se a isso, estamos firmes com os programas de melhoria contínua de produtividade atrelada à redução de custos em todo o grupo”, reforça.

A DSM optou por reduzir o seu período de planejamento estratégico de cinco para três anos (2016/18). Entre os seus objetivos específicos, destaque para o aumento do EBTIDA, elevação do retorno de capital empregado e a redução do FTD (full-time equivalente, método para mensurar o grau de envolvimento dos colaboradores em suas atividades ou em um determinado projeto). Para tanto, a empresa concentra esforços em três fatores centrais: aceleração do crescimento dos negócios, melhora da produtividade atrelada à redução de custos e disciplina para investimentos dos recursos por meio do menor envolvimento dos recursos financeiros nas operações e redução do capital de giro.

América Latina em alta

As vendas da subsidiária latino-americana da DSM alcançaram € 544 milhões, que representaram 7% das vendas globais da empresa. Na região, onde está presente em 13 países, a companhia conta com 2,07 mil colaboradores (em âmbito global, a DSM conta com 20,78 mil colaboradores). Para o presidente da DSM na América Latina, Maurício Adade, o volume de vendas na região foi significativo principalmente diante do fato de que algumas economias do continente passaram por um momento desafiador.

A Royal DSM atua em mercados mundiais como alimentos e suplementos dietéticos, cuidados pessoais, rações, dispositivos médicos, peças automotivas, tintas, componentes elétricos e eletrônicos, proteção da vida, energia alternativa e materiais biológicos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – DSM

Curta nossa página no

Sepro América teve outro ano recorde e planeja iniciar a montagem de robôs nos EUA

22/02/2017

sepro-warrendale

Mais uma vez, a América do Norte foi o principal mercado regional do Grupo Sepro, representando 21% das vendas globais de 103 milhões de euros alcançadas pela empresa em 2016. Este foi o quarto ano consecutivo de vendas recorde para a a Sepro. Os robôs para grandes máquinas injetoras de plástico foram os líderes em vendas e, com isso em mente, a Sepro anunciou planos para expandir suas instalações (foto) em Warrendale, na Pensilvânia (EUA), e começar a montar robôs grandes por lá.

Em 2016, a participação de mercado da Sepro America para toda a linha de robôs aumentou 5,1% em relação a 2015. Sua fatia de mercado em robôs pequenos (para máquinas injetoras com menos de 750 toneladas) aumentou ligeiramente, mas a participação da Sepro no mercado de robôs grandes aumentou em 14,3% na comparação anual. O vice-presidente de vendas e marketing da Sepro America, Jim Healy, acredita que isso pode ser atribuído aos novos robôs grandes que sua empresa introduziu nos últimos 18 meses.

“A Sepro sempre foi um player forte em robôs para grandes máquinas”, diz ele, “mas desde que nós introduzimos três novas famílias de robôs grandes de feixe cartesiano e uma linha de robôs de braço articulado de 6 eixos, isso realmente solidificou nossa posição. Dito isto, nossa participação no mercado de robôs pequenos continua a crescer de forma constante. “

Durante a feira NPE 2015 em Orlando, na Flórida, a Sepro lançou três novas linhas de robôs para máquinas injetoras com forças de fechamento entre 800 a 5.000 toneladas. Estas linhas incluíram dois robôs de 5 eixos na linha de produtos premium 7X e duas famílias de grandes robôs de 3 eixos, a linha tecnológica S7 e a linha Strong de robôs universais. Um ano depois disso, em abril de 2016, a Sepro concluiu um acordo com a Yaskawa Motoman que acrescentou quatro novos robôs de 6 eixos articulados para máquinas injetoras entre 800 e 5.000 toneladas. Eles complementam a gama menor de robôs de 6 eixos oferecidos em parceria com a Stäubli Robotics. Mais recentemente, na feira de plásticos K 2016 em Dusseldorf, Alemanha, em outubro, a empresa completou seu portfólio de robôs grande com a introdução do 7X-100XL. Com alcance horizontal máximo de até 10 m (32 pés), ele é capaz de manipular uma carga (peça mais ferramentaria) de até 220 lbs (100 kg).

Montagem de robôs nos EUA está sendo planejada

A Sepro America começará a montar robôs em Warrendale, PA (Pittsburgh) no quarto trimestre de 2017. A Sepro vai adquirir feixes e outros componentes localmente, enquanto que os componentes com maior contéudo técnicos continuarão a ser fabricados na fábrica do Grupo Sepro, na França.

“Nosso principal objetivo é otimizar a entrega aos clientes norte-americanos, mas”, diz Jim Healy, “o fator crítico é o controle de qualidade”.

A Sepro já possui uma capacidade substancial de engenharia e montagem em Warrendale, onde atualmente projeta e constrói complexas células de automação integradas para entrega na América do Norte. Assim, a montagem de robôs é um próximo passo lógico e fácil no crescimento da Sepro America. Inicialmente, o foco será nos novos robôs grandes da Sepro (para injetoras acima de 800 toneladas) nas gamas Strong, S7 e 7X, para entrega a clientes nos Estados Unidos, Canadá e possivelmente no México.

A Sepro mudou-se para a sua planta atual em dezembro de 2013. O prédio já inclui uma grande área de “oficina”, que engloba montagem, testes e espaço de armazém, mas uma expansão adicional está sendo planejada.

A Sepro foi uma das primeiras empresas no mundo a desenvolver robôs cartesianos para máquinas injetoras, introduzindo seu primeiro “manipulador” controlado por CNC em 1981. Hoje, tendo equipado mais de 30.000 máquinas injetoras, o Grupo Sepro é um dos maiores vendedores independentes de robôs do mundo. Seus servo-robôs de 3, 5 e 6 eixos, unidades especiais e sistemas completos de automação são todos suportados pela plataforma de controle “Visual” desenvolvida pela Sepro especialmente para transformadores por injeção. Este controlador exclusivo é um componente-chave no que a empresa se refere como “integração ágil” – uma abordagem colaborativa no que diz respeito à conectividade de equipamentos e interoperabilidade, que pode ser adaptada para atender exatamente às necessidades específicas de transformadores e OEMs de injeção.

Fonte: Grupo Sepro

Curta nossa página no

Arburg demonstra produção eficiente de peças plásticas durante a Plástico Brasil 2017

22/02/2017
Alfredo Fuentes, novo diretor da Arburg Brasil

Alfredo Fuentes, novo diretor da Arburg Brasil

  • Máquinas da série Golden Electric: acesso econômico à produção por moldagem por injeção elétrica
  • Máquina de alto desempenho: a Allrounder híbrida produz itens de embalagem de forma eficiente
  • Arburg está muito bem posicionada no Brasil

A Arburg demonstrará a produção econômica de peças injetadas durante a feira Plástico Brasil 2017, em São Paulo (SP), de 20 a 24 de março de 2017. Uma máquina Allrounder 470 E Golden Electric da nova série de máquinas elétricas de nível inicial irá produzir tampas para paliteiros no stand da Arburg (nº F188). Uma injetora híbrida Allrounder 720 H irá demonstrar a produção econômica de pratos de piquenique.

“Além de máquinas elétricas, soluções rápidas e eficientes em termos de produção são de grande interesse para a indústria de embalagens. Estaremos mostrando ambas na Plástico Brasil”, explica Alfredo Fuentes, que está na direção da Arburg Brasil desde janeiro de 2017. “Após dois anos difíceis, esperamos nos beneficiar de um ambiente de negócios positivo em 2017. Nossa equipe de 16 membros altamente qualificados na Arburg Brasil oferece aos clientes um excelente serviço, orientação especializada e produtos premium confiáveis”.

arburg_099282-allrounder-golden-electric-370_570Nível inicial na produção por injeção elétrica

A Arburg adicionou a série de máquinas “Golden Electric” à sua gama de produtos no segundo semestre de 2016, com o objetivo de facilitar a entrada econômica na produção por injeção elétrica. Assim como as suas bem sucedidas homólogas hidráulicas da série “Golden Edition”, as novas máquinas elétricas oferecem uma boa relação preço / desempenho graças uma consistente padronização, como por exemplo uma combinação fixa de distância entre os tirantes, força de fechamento e tamanho da unidade de injeção, afirma a Arburg.

Isto será demonstrado pela Arburg na Plástico Brasil 2017 com uma Allrounder 470 E Golden Electric. Esta máquina tem uma força de fechamento de 1.000 kN e unidade de injeção de tamanho 290. Ela usará um molde de oito cavidades da Btomec para produzir tampas de paliteiros fabricadas em PP, pesando 1,5 gramas cada.

Alto desempenho, precisão e eficiência energética

A Allrounder Golden Electric está disponível em quatro tamanhos de máquina, com forças de fechamento de 600 a 2.000 kN. O sistema de fechamento “toggle” (tesouras) de cinco pontos duplos garante ciclos rápidos e de alto desempenho, afirma a Arburg. Os acionadores do eixo operam com alta precisão. A rosca, regulada pela posição, garante alta qualidade da peça moldada, segundo a empresa.

A nova série de máquinas elétricas também apresenta motores refrigerados por líquido e servo-inversores, além de oferecer benefícios em termos de eficiência energética, tempos  de ciclo a seco curtos e alta reprodutibilidade, afirma a Arburg. Em comparação com as máquinas hidráulicas padrão, a alta eficiência dos servo motores, a contínua adaptação de potência e a recuperação de energia durante a frenagem conseguem economias de energia de até 55%, assegura a empresa. As máquinas também são fáceis de manter graças a unidades de injeção giratórias, módulos de cilindros plug-in e lubrificação e refrigeração aprimorados.

arburg-pratos

Solução de embalagem automatizada

Com uma população de mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil requer novas soluções para embalagens e produtos nos setores de alimentos, bebidas e cosméticos. A Arburg está demonstrando uma aplicação eficiente em termos de produção com uma versão para Embalagem da máquina híbrida Allrounder 720 H. Esta máquina de alto desempenho, com uma força de fechamento de 2.900 kN e uma unidade de injeção de tamanho 1300, irá produzir pratos de piquenique de 18 gramas (diâmetro 150 milímetros) em Poliestireno, com um ciclo de cerca de 4,5 segundos. A Arburg conta com parceiros brasileiros para esta aplicação de alto volume em embalagens: o molde de 4 cavidades é da RK Ferramentaria e a automação para a remoção e fixação das peças moldadas vem da OK.

Versão para embalagem de uma máquina de alto desempenho

A Arburg fornece versões para Embalagem (P) das séries de alto desempenho Hidrive e Alldrive híbridas e elétricas. As máquinas eficientes de alta velocidade proporcionam alta produtividade para aplicações na indústria de bebidas, ao mesmo tempo em que reduzem o consumo de energia e se destacam na combinação de distância entre os tirantes, força de fechamento e curso de abertura. Outros destaques incluem movimentos de moldes rápidos e precisos, que economizam energia graças a unidades de fechamento servo-elétricas do tipo “toggle” (tesouras), elevadas vazões de plastificação graças a roscas com barreiras e acionadores de dosagem servo-elétricos, além de roscas reguladas dinamicamente por posição e fluxos de volume de injeção eficazes.

Fonte: Arburg

Curta nossa página no

“Operação Reciclar” da Feiplastic 2017 terá a participação de empresas relevantes do segmento

22/02/2017

operacao-reciclarIniciativa de caráter educativo mostrará, na prática, a importância da reciclagem do plástico; empresas como Braskem, Wortex, CGM Soluções para o Meio Ambiente, Haitian e Toledo Indústria de Balanças participarão ativamente da operação

A Operação Reciclar que acontece tradicionalmente durante a FEIPLASTIC – Feira Internacional do Plástico – vai mostrar para os visitantes neste ano, na prática e ao vivo, a importância da reciclagem de materiais plásticos. Trata-se de uma iniciativa de caráter educativo que visa incentivar a coleta e a reciclagem desses materiais. A Operação Reciclar coloca em evidência todo o potencial de reciclabilidade e variedade de aplicações das resinas plásticas em diversos segmentos da indústria. A FEIPLASTIC 2017 é organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e acontece no Expo Center Norte, em São Paulo, de 3 a 7 de abril.

Durante os dias do evento, todo o resíduo plástico gerado na Feira será coletado e armazenado por uma equipe especializada. Parte desse material será reciclado e o público poderá conferir todo o processo da reciclagem do plástico gerado na Operação, que neste ano contará com uma área de 312 m². Os produtos gerados ao final do processo serão vasos de plástico, posteriormente doados já com terra e semente. Na edição de 2015,  foram coletadas e recicladas cerca de 10 toneladas de plásticos. Em todas as edições, a Operação também realiza uma exposição com produtos desenvolvidos com plástico reciclado.

No espaço da Operação Reciclar haverá ainda exposição de conteúdo ilustrativo e interativo, com totens e outros recursos que mostram o ciclo de vida do plástico e o modo de como ele se insere no cotidiano das pessoas, proporcionando desenvolvimento, economia, bem-estar e saúde. Os visitantes poderão também acompanhar, através de um monitor, a evolução da quantidade de material que está sendo reciclada ao longo da feira.

Dada a importância da reciclagem na cadeia industrial do setor, marcas de referência na indústria do plástico como Braskem, Wortex Máquinas, CGM Soluções para o Meio Ambiente, Haitian e Toledo Indústria de Balanças estão participando ativamente da Operação Reciclar. A Braskem é a patrocinadora master, enquanto Wortex, Haitian e CGM Soluções para o Meio Ambiente são “empresas apoiadoras”, que fornecem máquinas e equipamentos.

Também participam como “empresas parceiras”, doando materiais recicláveis produzidos no evento, as fabricantes e distribuidoras de máquinas e equipamentos Alfainjet, SIMCO, JonWai, Brásia, Tederic e Chenh Song.  Além dessas, a Flock Color, fabricante de máquinas direcionadas para serigrafia, sinalização e embalagens e a Ampacet, uma das empresas líderes mundiais na produção de Masterbatches, integram o programa de reciclagem da FEIPLASTIC.  A curadoria da Operação Reciclar está a cargo da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico).

Em pesquisa feita pela Reed Exhibitions na edição anterior da Feira, a reciclagem é considerada por 51% dos pesquisados como segmento que gera maior interesse na FEIPLASTIC. Espera-se, portanto, que esses visitantes deverão comparecer ao evento especialmente para conhecer de perto as novidades e soluções de empresas expositoras que são especializadas em equipamentos de renovação do plástico.

Sobre a FEIPLASTIC: Realizada desde 1987 através de uma parceria entre a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico e a Reed Exhibitions Alcantara Machado como BRASILPLAST, e desde 2013 como FEIPLASTIC, a feira apresenta tecnologias das principais empresas que são referência no setor, em segmentos como plásticos, resinas, máquinas e reciclagem, proporcionando aos seus visitantes interação com o que há de mais moderno no mercado, além de geração de negócios e networking qualificado.

Além da exposição de produtos, a edição de 2017 traz diversas novidades: palestras que abordarão temas relevantes para o setor do plástico, inovação, sustentabilidade e tecnologia, além da Área de Inovação e a realização em um novo local, o Expo Center Norte, um dos mais modernos pavilhões do Brasil.

Serviço

FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 3 a 7 de abril de 2017
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.feiplastic.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

Curta nossa página no

Feiras IPACK-IMA E PLAST 2018 preparadas para exibir materiais inovadores em Milão, em 2018

22/02/2017

plast2015

As duas feiras, integradas na Aliança para a Inovação que irá ocorrer no Pavilhão da Fiera Milano, de 29 de Maio a 1 de Junho de 2018, criaram uma nova exposição satélite dedicada a materiais e embalagens inovadores, organizada em colaboração com a Material ConneXion Italia e apresentada em 7 de Fevereiro no Museu Triennale Design, em Milão

Materiais e produtos inovadores e funcionalizados para o segmento premium são o foco da Innovative Material Solutions 2018, a nova exibição satélite da IPACK-IMA e PLAST que fará sua estréia na Fiera Milano como parte do evento “Innovation Alliance”, a ser realizado de 29 de maio a 1 de junho de 2018. A nova exposição foi apresentado em 7 de fevereiro no Museu Triennale Design, em Milão.

Organizada em colaboração com a Material ConneXion Italia, a feira será totalmente dedicada a soluções de materiais inovadores, incluindo matérias-primas, produtos semi-acabados e componentes para produtos de alto valor agregado, embalagens e recipientes inovadores. Ele servirá como um caldeirão de idéias e inspirações criativas para áreas corporativas estratégicas, desde o P&D até o Marketing.

Para satisfazer às necessidades das empresas e dar a melhor cobertura possível aos vários setores de produtos, o evento será dividido em duas seções, localizadas nos pavilhões da PLAST e da IPACK-IMA no centro do recinto de exposições Rho-Pero: PLAST-MAT e IPACK-MAT.

A primeira (PLAST-MAT) será dedicado à inovação em materiais plásticos, com um forte enfoque na sustentabilidade ambiental e desempenho técnico avançado.

A segunda (IPACK-MAT) irá focalizar soluções de embalagens avançadas, com uma ênfase específica em anti-falsificação, embalagens inteligentes e embalagens de alto valor agregado e / ou de baixo impacto ambiental.

Além da área de exposição que abrange dois pavilhões, a Innovative Material Solutions 2018 também terá uma mostra que apresentará uma visão geral de todas as empresas que participam da iniciativa e demonstrará os produtos mais significativos. Serão também organizadas iniciativas para empresas que oferecem e procuram soluções e materiais avançados para o design, fabricação e embalagem de produtos.

A IPACK-IMA 2018 é a feira das tecnologias de processamento e embalagem para as indústrias alimentícias e não-alimentícias, organizada pela Ipack Ima srl, uma empresa criada em conjunto pela UCIMA (Associação Italiana dos Fabricantes de Máquinas Automáticas de Embalagem) e pela Fiera Milano.

A PLAST 2018 é a feira de tecnologias para a indústria de materiais plásticos e de borracha, organizada pela Promaplast srl, uma empresa de serviços da ASSOCOMAPLAST (Associação Italiana dos Fabricantes de Máquinas e Moldes para Plásticos e Borrachas).

A Material ConneXion é uma rede mundial de pesquisa e consultoria para materiais inovadores e sustentáveis. Fundada em 1997 em Nova York, a Material ConneXion é agora propriedade da editora americana Sandow Media Group e também tem filiais na Europa e na Ásia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PLAST 2018

Curta nossa página no

Braskem bate recordes operacionais em 2016 mas registra prejuízo de R$ 768 milhões no ano

22/02/2017

Braskem_balanco_2otri

  • Vendas e EBITDA registram marca histórica
  • Prejuízo no Quarto trimestre foi de R$ 2,63 bilhões, incorporando multas e indenizações previstas em acordo da Operação Lava Jato

A Braskem alcançou índices elevados de produção e vendas que culminaram em um resultado recorde do EBITDA em 2016. Segundo prévia não auditada dos resultados, o EBITDA consolidado da Companhia cresceu 23% em relação ao ano anterior e registrou R$ 11,5 bilhões (US$ 3,3 bilhões, alta de 18% em dólar).

Esse resultado é explicado pelo bom desempenho operacional das plantas industriais, os níveis atuais de spreads de resinas no mercado internacional, o maior volume de exportações do Brasil, a boa performance das operações dos Estados Unidos e da Europa, o início da produção do Complexo Petroquímico do México, além da depreciação média do real de 5%.

“Os resultados de 2016 comprovaram a estratégia bem-sucedida da Braskem”, diz Fernando Musa, presidente da Companhia. “A Braskem manteve o foco na eficiência operacional em linha com seu posicionamento de buscar a diversificação de matérias-primas e a internacionalização de suas operações nas Américas.”

Com o foco direcionado na produtividade e competividade de seu parque industrial, a Braskem registrou taxa média recorde de utilização dos crackers no Brasil de 92%, alta de três pontos percentuais em relação ao ano anterior. No ano, a produção de resinas termoplásticas foi de 4,9 milhões de toneladas, 4% superior a 2015, enquanto a de petroquímicos básicos cresceu 3%, alcançando 8,5 milhões de toneladas no mesmo período.

Embora as vendas de resinas da companhia tenham recuado 1% no mercado brasileiro em 2016 para 3,4 milhões de toneladas, a estratégia da Braskem de redirecionar parte da sua produção para o exterior foi bem-sucedida. As exportações de resinas aumentaram 24% no ano e totalizaram 1,7 milhão de toneladas, também marca histórica. As vendas dos principais petroquímicos básicos tiveram alta de 5%, para 1,8 milhão de toneladas.

Nos Estados Unidos e na Europa, o índice médio de operação das sete plantas de polipropileno – cinco unidades nos EUA e duas na Alemanha – foi de 100%, dois pontos acima do ano anterior. A produção alcançou 2 milhões de toneladas, alta de 2% e recorde histórico da Companhia. Esse também foi o volume de vendas da Braskem a partir desses mercados.

A fim de atender os clientes da Europa e dos EUA, a Braskem começou a operar, no início deste ano, sua planta de polietileno de ultra-alto peso molecular em La Porte, no estado norte-americano do Texas, fruto de um investimento de US$ 40 milhões.

Com o início da produção da Braskem Idesa no México em abril de 2016, a taxa média de operação das três plantas de polietileno do Complexo Petroquímico, localizado em Nanchital, subiu para 73% no quarto trimestre de 2016, alta de 10 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior, em linha com a esperada curva de crescimento da produção. Em 2016, o EBITDA da Braskem Idesa totalizou R$ 537 milhões (US$ 165 milhões), com margem EBITDA de 34%.

No fim de 2016, a Braskem assinou o Acordo Global, no qual se comprometeu a pagar R$ 3,1 bilhões em multa e indenização às autoridades a fim de encerrar as alegações da Operação Lava Jato. Em razão disso, o resultado da Companhia no quarto trimestre acabou afetado negativamente, apresentando um prejuízo de R$ 2,63 bilhões no período. No ano, o resultado da Braskem foi de R$ 768 milhões negativo, dos quais R$ 452 milhões na Controladora.

Investimentos

A Braskem planeja investir aproximadamente R$ 1,8 bilhão em 2017, dos quais a maior parcela é destinada a projetos no Brasil de manutenção, produtividade, SSMA e eficiência operacional, além do programa de investimento para o uso de gás etano como matéria prima no Polo Petroquímico de Camaçari, na Bahia (R$ 236 milhões).

A Braskem apresenta um volume de produção anual superior a 20 milhões de toneladas, incluindo a produção de produtos químicos e petroquímicos básicos. Seu faturamento anual é de R$ 54 bilhões. A empresa atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Planta francesa Suez Regene Atlantique otimiza qualidade de flakes de PET reciclado após modernização

20/02/2017

tomra-plant-regene

Suez Regene Atlantique é uma planta francesa (foto) controlada pelo grupo Suez, especializada na recuperação e reciclagem de garrafas de PET. Em 2013, a empresa fez um investimento estratégico significativo na modernização e melhoria do processo de seleção ótica para a reciclagem de garrafas. Esta atualização ocorreu pela aquisição de novos equipamentos avançados de separação. Como parte deste processo, a Suez Regene Atlantique recebeu quatro máquinas de separação Autosort da Tomra e uma unidade Autosort Flake, junto com um sistema de controle automático.

Como resultado da modernização das suas instalações, a Suez Regene Atlantique se beneficiou de várias maneiras, mas sem dúvida a mais importante foi a enorme melhoria da qualidade do seu produto final. Atualmente, a planta produz mais de 50 toneladas de flakes por dia.

Objetivo: a máxima pureza possível

Durante a discussão conceitual do projeto, a Tomra Sorting e a Regene Atlantique decidiram conjuntamente que, para produzir flakes de PET de máxima pureza possível, três resultados deveriam ser garantidos: uma elevada produção de matéria prima, uma alta consistência do produto e um elevado rendimento do produto

Processo recém-projetado

Para atingir esses objetivos, foi concebido um processo onde as garrafas PET embaladas em fardos são transportadas de centros de triagem localizados no sudoeste da França. Estes fardos são então levados para a estação de abertura dos fardos, onde as suas tiras de metal são cortadas manualmente antes das garrafas serem então carregadas na esteira de alimentação. A esteira leva o material o triturador, onde as garrafas são desagregadas individualmente antes de passar por um Autosort. A Regene Atlantique optou pelo conceito de seleção positiva para a sua primeira fase de classificação ótica. Nesse conceito de seleção positiva, a máquina de triagem irá selecionar garrafas de PET desejadas, e assim, garantir que quaisquer contaminantes que estejam presentes caiam através da força gravitacional. Após este primeiro passo de separação, duas outras unidades Autosort são então utilizadas para eliminar todos os contaminantes ainda presentes no fluxo principal de material PET.

Após estas três fases de separação ótica, todo o material rejeitado é levado para um quarto Autosort. Ele irá devolver todas as garrafas que foram removidas por engano pelo processamento anterior e também recuperar uma nova categoria de garrafas PET coloridas, que agora podem incluir ou não garrafas opacas. Depois da triagem ótica ter sido completada, as garrafas passam então por uma inspeção manual. Uma vez que isto ocorreu, as garrafas são então trituradas e assim emergem na sua forma de produto final: flakes.

Estes flakes passam então através de um tanque de flotação em que todo o material que contém polipropileno (PP) ou polietileno (PE) flutuará na superfície. Estes materiais podem então ser simplesmente removidos, enquanto o produto PET afunda e segue no processo de reciclagem. Uma vez que os materiais PE e PP foram separados, os flakes de PET são então lavados a uma temperatura de 93 ° C para dissolver quaisquer colas presentes e para remover todos os rótulos colados nos produtos. Depois que este processo de lavagem estiver concluído, outra operação de flotação é necessária para remover as etiquetas destacadas durante a lavagem.

Em uma etapa seguinte, os flakes tem a sua removida. Uma vez limpo e completamente seco, os flakes são então peneirados para separar as partículas mais finas e grandes. Os flakes grandes e sobredimensionados serão triturados novamente para se obter a distribuição de tamanho de partícula desejada. Estes flakes são então enviados para um tambor magnético e um separador indutivo. Esta combinação de equipamentos garante a remoção de quaisquer contaminantes metálicos remanescentes do material em flakes. O primeiro rolo captura metais ferroso, enquanto o segundo elimina metais não-ferrosos como o alumínio.

Como passo final, o material processado é enviado para o Autosort Flake. Esta máquina remove os últimos contaminantes. Aqui, o fluxo de material é dividido em três canais na primeira separação. Em seguida, o material ejetado é percorrido novamente através do canal de recuperação para uma segunda verificação. Finalmente, os operadores embalam os flakes em grandes sacos (big bags), cada um pesando aproximadamente uma tonelada. Após a embalagem, estes sacos são colocados em uma zona de armazenamento temporário para aguardar controle de qualidade: cada saco deve passar por um teste para avaliação dos vários contaminantes. A análise abrange uma gama de contaminantes que inclui PVC e metal – e quando se produzem flakes cristal (com azul claro) – os flakes opacos e coloridos de PET são eliminados também. Depois que estas medidas de controle de qualidade foram concluídas, os grandes sacos podem então ser despachados.

Planta apresente uma das melhores qualidades de flakes disponíveis no mercado europeu

Como resultado direto desse novo conceito de processamento, a qualidade da produção melhorou drasticamente, o tempo de manutenção essencial foi significativamente reduzido e o volume anual de resíduos da planta diminuiu em 300 toneladas.

Esta instalação melhorada agora permite à Suez produzir uma das melhores qualidades de flakes disponíveis no mercado europeu de hoje. Os clientes industriais utilizam os flakes produzidos pela Suez para produzir embalagens de qualidade alimentícia – principalmente para aplicações em chapas; e eles também são usados em fibras têxteis para uso em lã polar ou carpetes para o setor automotivo. Além disso, a saída do flake é usada igualmente para fabricar garrafas, completando assim verdadeiramente o círculo do processo da reciclagem. A transformação de resíduos em recursos valiosos contribui para uma solução importante para os problemas globais urgentes do nosso tempo – esgotamento dos recursos naturais e proteção ambiental.

Receitas consideravelmente mais elevadas

David Bourge, Gerente de Fábrica da Suez, Regene Atlantique, disse: “Graças à nossa parceria com a Tomra, conseguimos otimizar nossas operações de reciclagem de PET. Ao combinar o Autosort (separador de garrafas) com o Autosort Flake (separador de flakes), multiplicamos a nossa produção com alta qualidade por dois, resultando em receitas consideravelmente mais elevadas.

Como está o mercado Brasileiro

A indústria brasileira de reciclagem de PET também está buscando produção com qualidades de flake de PET mais elevadas, uma vez que as empresas estão se licenciando junto a ANVISA para a produção de material com qualidade para grau alimentício. Segundo Carina Arita, gerente comercial da Tomra no Brasil, “devido a essa demanda por alta qualidade de flake, a maioria de nossos clientes no Brasil também está adotando o conceito de seleção positiva e, graças ao avanço da nossa tecnologia, temos velocidade de processamento e de válvulas capazes de executar essa tarefa com sucesso, proporcionando uma separação mais eficiente”.

Já Carlos Manchado, diretor para todo continente americano, observa que “essa tendência é notória também nos outros países da América do Sul, principalmente considerando que esses países estão seguindo as especificações de qualidade exigidas pelos orgãos Europeus  e pela FDA (Food and Drug Admnistration) nos Estados Unidos. Ao final a resina PET reciclada pode ser considerada uma commodity, tornando-se um produto de circulação global”.

Sobre a Tomra Sorting Recycling

A Tomra Sorting Recycling (www.Tomra.com/recycling) desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 50 países de todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte e foto: Assessoria de Imprensa – Tomra

Curta nossa página no

Covestro divulga balanço anual recorde

20/02/2017
Conselho de Administração da Covestro

Conselho de Administração da Covestro

•Volumes totais cresceram 7,5% em relação ao ano anterior
• EBITDA ajustado subiu 22,7% para 2,0 bilhões de euros
• Forte crescimento no Fluxo de Caixa Operacional Livre
• Lucro líquido mais que dobrou
• Dividendo proposto de 1,35 euro por ação
• Cenário confiante para 2017

2016 foi um ano recorde para a fabricante de polímeros Covestro. Impulsionados pela demanda por materiais inovadores, os volumes totais do Grupo cresceram 7,5%. Com maior capacidade de utilização em suas plantas ao redor do mundo, o EBITDA ajustado subiu 22,7% para 2,0 bilhões de euros, um crescimento frente 2015. O lucro líquido mais que dobrou, de 343 milhões de euros para 795 milhões de euros. Com base nisso, a Covestro espera pagar a seus acionistas um dividendo de 1,35 euro por ação.

“Nossa estratégia está dando resultado. Estes excelentes números destacam a força fundamental da Covestro”, explica o CEO Patrick Thomas. “A crescente demanda por nossos produtos inovadores e sustentáveis mostra que estamos conseguindo substituir os materiais tradicionais por plásticos de qualidade superior”.

O Fluxo de Caixa Operacional Livre cresceu 41,8%, atingindo 1,4 bilhão de euros. A Covestro também melhorou sua rentabilidade: o retorno sobre capital empregado (ROCE) atingiu 14,2%, excedendo significativamente o ano anterior. Em contraste, as vendas do Grupo Covestro caíram 1,5%, alcançando 11,9 bilhões de euros como resultado de menores preços de vendas e efeitos financeiros.

Capacidade de produção otimizada e crescente demanda

Em 2016, o crescimento dos volumes totais superou o PIB global de forma significativa, enfatizando, portanto, o forte posicionamento estratégico da Covestro com relação a importantes tendências nas principais indústrias de clientes atendidos. A companhia foi capaz de aumentar consistentemente os volumes de vendas e otimizar ainda mais a utilização de suas capacidades de produção já existentes.

A Covestro também deu início à expansão de sua capacidade em regiões de grande crescimento a fim de atender à crescente demanda. Isso acontece particularmente no mercado da Ásia, onde a empresa deu início a uma operação para a produção de matérias-primas para revestimentos (HDI) e duplicou sua capacidade para policarbonatos.

Na Europa, a plataforma de produção está sendo também otimizada. A expansão da capacidade de produção do MDI, o precursor da espuma rígida, no site de Brunsbüttel (Alemanha) foi iniciada em junho. A capacidade será duplicada para 400 mil toneladas métricas por ano até 2018. Além disso, a Covestro provou, em 2016, que o CO2 pode ser usado como uma matéria-prima para produtos disponíveis no mercado: no ano passado, em Dormagen (Alemanha), a empresa colocou em funcionamento a primeira planta industrial do mundo a usar o CO2 como matéria-prima para componentes de espuma flexível.

Maior flexibilidade financeira

A Covestro pagou todos os empréstimos pendentes da Bayer no ano fiscal passado. Em março, a companhia fez a primeira emissão no valor total de 1,5 bilhão de euros como parte de um programa de emissão de títulos, facilitando os fundos para a quitação total dos empréstimos. Ao final de 2016, a dívida financeira líquida era de 1,5 bilhão de euros, cerca de 700 milhões de euros abaixo do nível do ano anterior.

“O programa de emissão nos dá maior flexibilidade financeira”, pontua o CFO Frank H. Lutz. “Junto com nosso fluxo de caixa positivo, agora temos fundos suficientes para financiarmos investimentos de forma independente”.

Forte demanda para Poliuretanos e Policarbonatos

Em 2016, o segmento de Poliuretanos da Covestro atingiu um crescimento de volume total de 7,7%, na comparação com o ano anterior, motivado por um forte crescimento em todos os grupos de produtos, particularmente no MDI, assim como o aumento de 41,2% no EDITDA ajustado, alcançando 881 milhões de euros. A demanda foi impulsionada por indústrias-chave como os setores automotivo e de construção. Em outubro, devido a uma parada de produção não planejada em um fornecedor, a Covestro se viu forçada a operar os sites europeus de MDI e TDI em capacidade reduzida e, portanto, declarou força maior. A situação foi revertida no final do ano.

O crescimento de volume total em Policarbonatos foi de 10,3%, na comparação com 2016. Mais uma vez os volumes de vendas cresceram de forma acentuada, particularmente nas regiões APAC e NAFTA. O EBITDA ajustado subiu 25,7%, atingindo 704 milhões de euros no segmento. A demanda da indústria eletroeletrônica foi um dos principais fatores de crescimento.

No segmento de Coatings, Adesivos e Especialidades (CAS), os volumes totais permaneceram estáveis, apesar da já prevista rescisão contratual de operações comerciais. O EBITDA ajustado subiu 1,8% para 500 milhões de euros. A redução no preço das matérias-primas teve um efeito positivo no resultado. Além disso, a tendência por produtos de maior qualidade também aumentou a demanda por produtos do CAS.

Maior rentabilidade no Q4 de 2016

O bem sucedido desempenho da Covestro continuou no quarto trimestre de 2016. De outubro a dezembro, os volumes totais subiram 4,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Graças ao aumento nos preços de vendas, as vendas do Grupo subiram 7,8%, alcançando 3 bilhões de euros. O EBITDA ajustado cresceu 52,3% para 390 milhões de euros. O lucro líquido de 124 milhões de euros também ficou bem acima do quarto trimestre de 2015 (-84 milhões de euros). O Fluxo de Caixa Operacional Livre subiu 3,6%, atingindo 407 milhões de euros.

Crescimento rentável previsto

Em 2017, a Covestro continuará trabalhando para desenvolver materiais inovadores, em linha com a visão da companhia: ‘Fazer do mundo um lugar melhor’. “Com nosso claro foco em um crescimento sustentável em linha com as macrotendências globais, nós estabelecemos uma forte posição para lucrar com a evolução do mercado no longo prazo. Encaramos 2017 com muita confiança”, declara Patrick Thomas.

Como uma empresa global com operações em estreita proximidade com seus clientes regionais, a Covestro também se considera bem posicionada em um mercado marcado por incertezas geopolíticas e volatilidade econômica. Baseada nas atuais previsões econômicas globais e nas perspectivas das indústrias que atende, a Covestro espera um desempenho sólido em relação aos indicadores-chave em 2017. A companhia antecipa um aumento percentual de um dígito (baixo a médio) no crescimento do volume total do Grupo. A Covestro projeta Fluxo de Caixa Operacional Livre levemente acima da média dos últimos três anos e um ROCE um pouco maior que o nível de 2016.

Com vendas de 11,9 bilhões de euros em 2016, a Covestro está entre os maiores fabricantes mundiais de polímeros. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e também as indústrias de esportes e lazer. A Covestro possui 30 sites de produção em todo o mundo e, no final de 2016, empregava cerca de 15.600 pessoas.

Fonte: Covestro

Curta nossa página no

Evonik apresenta material que proporciona mais liberdade de design em aplicações ópticas

19/02/2017

evonik-trogamid-camadasA Evonik participará da edição deste ano da MIDO – Feira Internacional de Ótica, Optometria e Oftalmologia , em Milão, Itália, em fevereiro. Durante a feira, a Evonik apresentará uma inovação para a fabricação de armações de óculos: o Implex, tecnologia baseada em Trogamid®, uma poliamida transparente que, segundo a empresa, permite mais liberdade de design aos fabricantes.

Ao contrário dos métodos de produção tradicionais, esta nova tecnologia envolve o recorte das armações acabadas a partir de uma pré-forma única, curva, omitindo assim  as etapas de usinagem e acabamento necessárias após o processo de moldagem por injeção, afirma a Evonik. A pré-forma é fabricada com antecedência a partir de múltiplas camadas funcionais – a base, feita em Trogamid®, a camada de adesivo e o revestimento – ou o filme resistente a arranhões – e pode ser produzida de modo relativamente rápido e flexível, permitindo variar tanto o tamanho da pré-forma quanto o seu raio de curvatura.

Variedade de design

De acordo com a Evonik, a tecnologia Implex conquista os clientes por seus atributos de fácil manuseio, boa produtividade e a capacidade de ser personalizada segundo uma variedade de cores, texturas e padrões. Para os fabricantes de armações de óculos, a capacidade de desenvolver designs de modo ainda mais rápido constitui uma vantagem importante da tecnologia inovadora.

A inovação atende à demanda dos clientes pelo uso de duas soluções em material da Evonik: o Trogamid® CX9704, uma poliamida transparente, é usada na armação de base – sua maleabilidade permite aos fabricantes variar a forma do produto;  a segunda camada, estrutural, que é produzida com Trogamid® CX9711, possui excelentes características de processamento, além de ser altamente resistente a produtos químicos, afirma a Evonik.

A cooperação entre a Evonik e a Tungfung

O desenvolvimento do Implex foi baseado em décadas de experiência em materiais acumulada pela Evonik no setor de plásticos e na expertise técnica da Tungfung, um fabricante profissional de óculos de Hong Kong, na indústria óptica. A Evonik oferece o material e o know-how em produto, enquanto a Tungfung atua como parceira especializada na produção de armações de óculos de ótima qualidade.

O Grupo Tungfung é o principal fornecedor de matérias-primas e componentes para óculos e dispõe da maior variedade de produtos de Hong Kong. O Grupo oferece soluções de produção one-stop: da aquisição e fabricação das matérias-primas e componentes para os óculos à prestação de serviços pós-venda aos seus clientes.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

Curta nossa página no

Termotécnica contabiliza mais de 30 mil toneladas de EPS reciclado

19/02/2017

reciclar-eps

Na condição de maior indústria transformadora de EPS (isopor®) da América Latina, a Termotécnica também atua na conscientização da sociedade para a reciclagem do material, disponibilizando pontos de coleta e usinas de reciclagem para a transformação do material pós-consumo em novos produtos e soluções.

Ao sair da fábrica, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, refrigeradores e fogões são embalados em EPS – sigla para poliestireno expandido, mais conhecido como isopor®. Ao comprá-los, o consumidor recebe um volume grande deste produto, mas, na hora do descarte, fica a dúvida sobre qual o destino correto para o EPS.

A Termotécnica vem orientando a comunidade sobre como proceder com o material a ser descartado através do Programa Reciclar EPS, nascido em 2007, antes, inclusive, da implementação do PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos).

A partir da implantação do programa, a Termotécnica passou a investir no desenvolvimento de uma ampla cadeia de logística reversa, o que foi um desafio substancial pelo fato do EPS ser um material extremamente leve (98% de seu volume é composto por ar). Com investimentos da ordem de R$15 milhões, instalaram-se unidades de reciclagem em Manaus, Indaiatuba, Rio Claro, São José dos Pinhais, Joinville, Petrolina e Sapucaia do Sul.

Portal online indica o ponto de entrega mais próximo

Com o objetivo de fortalecer a divulgação do Programa, a Termotécnica disponibilizou o Portal Reciclar EPS: http://www.reciclareps.com.br .Se o usuário tem a intenção de verificar onde está o ponto de entrega mais próximo, é só acessar o portal. Ao clicar no link “Onde reciclar”, o site identifica e direciona, em qualquer ponto do território nacional, o local mais próximo para recolhimento de EPS para reciclagem.

É importante esclarecer que o EPS é 100% reciclável. De acordo com a Plastivida – Instituto Sócio-ambiental dos Plásticos, no Brasil, cerca de 34,5% do EPS pós-consumo é reciclado. Um terço de toda esta reciclagem é feita pela Termotécnica.

Números representativos do Programa Reciclar EPS são:
– Mais de 30 mil toneladas de EPS reciclado pela Termotécnica desde 2007;
– 100 empregos diretos;
– Redução de 1/3 em energia e insumos;
– Mais de 1.200 Pontos de Coleta;
– 391 cooperativas envolvidas;
– mais de 5mil famílias impactadas.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Construção Civil, Embalagens e Peças Técnicas, Conservação, Agronegócios e Movimentação de Cargas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

Curta nossa página no

Acrílico destaca-se entre os materiais usados por empresas de comunicação visual

19/02/2017

indac-acrilico-blazzi

Beleza, durabilidade, brilho e oferta ampla de cores, texturas e espessuras, além da qualidade no acabamento e alta resistência ao calor e às intempéries – estes são alguns dos atributos que fazem do acrílico a matéria-prima preferida em inúmeros projetos de comunicação visual – principalmente os externos.

Na PPCaponi, fundada em 1943, Pedro Caponi conhece bem esses atributos e, por experiência própria, não recomenda a troca do acrílico por plásticos mais baratos: “Estou no ramo há mais de 45 anos, de modo que vivi plenamente a evolução do setor. Vejo que a troca, na maioria das vezes, acontece porque falta conhecimento dos profissionais de criação para especificar melhor os materiais”.

Para Thiago L. Carneiro, sócio-diretor da Acrilopes, empresa que está há 15 anos no mercado, antes de fazer sua escolha, o consumidor precisa ser bem orientado. “Primeiro, devemos entender a real necessidade do cliente. O acrílico é nosso carro-chefe e quase sempre é a melhor indicação pois suas características são de primeira linha. Temos condições de aplicar nele diversas técnicas, sem que se perca sua beleza final. Aliás, a qualidade final do trabalho sempre é excelente”, afirma.

Carneiro assume que é preciso reconhecer quando oferecer algo diferente. “Muitas vezes nós indicamos a troca por outros materiais. Os clientes chegam com uma idéia de trabalho que não precisa de alta qualidade, mas, sim, custo menor. Então indicamos o material que mais atende a esses casos. No entanto, é preciso sempre frisar que alguns materiais oferecem um resultado final e acabamento estético muito inferiores ao acrílico. Os processos acabam sendo mais trabalhosos também.  Daí, é preciso que o transformador leve tudo isso em conta ao oferecer o que parece mais barato.”

Thiago observa ainda que, se a escolha do material for pautada apenas por preço, pode haver comprometimento da qualidade. E o escritório de design ou publicidade pode acabar fazendo a compra errada: “A escolha só por preço é ruim para o cliente e sua marca. Não se pode esperar uma qualidade de primeira de um material de segunda. Por isso, o projetista deve fazer bem sua análise e orientar bem o comprador”.

Raymon Soares, da Support Brand, sabe que a inovação é palavra-chave neste mercado em que quase tudo é efêmero, principalmente as campanhas publicitárias. Assim, só sobrevivem nele as empresas transformadoras que conseguem acompanhar a velocidade das mudanças. “Devemos estar atentos às tendências. Oferecer produtos que nem o mercado imagina que sejam possíveis”.

Nesse mercado, as matérias-primas assumem papel importante, principalmente quando permitem maior versatilidade ao transformador. “Beleza, fácil aplicação e usinagem, alta resistência e flexibilidade. Tudo isso faz do acrílico um material de 1001 utilidades. Quando os materiais e a relação de custo/benefício são devidamente apresentados, o cliente facilmente irá decidir pelo acrílico”, explica Soares. Há 32 anos no mercado, a Support Brand contabiliza trabalhos de referência no mercado, tendo entre os clientes o Banco Original, Colunas, ATM e Itaú – para esse, aliás, exportou letras e logos de acrílico blindados.

O mercado de comunicação visual consome cerca de 60% de todo o acrílico distribuído no país, correspondente a 7.500 toneladas em 2016, segundo estimativa do INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico).

Embora a cifra pareça elevada, o Instituto acredita que o acrílico possa contribuir ainda mais para o mercado de comunicação visual, sendo que a falta de informação sobre o material ainda inibe seu consumo. “Além de tornar os produtos mais atraentes e duráveis, o acrílico ainda agrega valor ao produto e à marca que ele ostenta. É muito importante que o transformador ressalte isso ao seu cliente antes de oferecer um material de qualidade inferior. Até porque, a satisfação do cliente final é parte deste negócio”, explica Soares.

Para projetistas, designers e arquitetos que têm dúvidas sobre o material, o INDAC mantém o programa Acrílico em Ação, por meio do qual ajuda o cliente a pensar seu projeto e encontrar um transformador de acrílico indicado para cada caso.

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico (INDAC) é uma organização criada há 17 anos por empresários do setor com o objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados.

A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Fonte: Assessoria de Imprensa – INDAC

Curta nossa página no

Faturamento da Lord cresce em 2016

19/02/2017

Empresa opera em Jundiaí (SP) uma fábrica de adesivos e coatings

Fabricante de adesivos estruturais e coatings, a Lord, subsidiária local da norte-americana Lord Corporation, registrou alta de 15% no faturamento de 2016, afirma a empresa.

“Apesar das condições de mercado muito difíceis, a Lord encerrou o ano passado numa posição muito mais eficiente e competitiva para atuar num cenário ainda repleto de desafios econômicos e estruturais”, comenta Danny Siekierski, gerente geral da empresa na América do Sul.

O bom resultado, a despeito da retração econômica generalizada, baseou-se na combinação entre o suporte aos clientes globais do setor de borracha que passaram a atuar no Brasil, ganho de fatia de mercado sustentado por novos projetos e melhora do nível de exportação para os países do Mercosul.

“Também foi importante a ampliação da nossa rede de distribuidores, com a introdução de mais um player voltado para o segmento de elastômeros”, ressalta. O mercado de borracha responde por 60% da operação da empresa no Brasil.

Na área industrial – que, para a Lord, também engloba as aplicações em transporte –, os destaques ficaram por conta principalmente da obtenção de homologações para o fornecimento a determinadas montadoras de ônibus e caminhões.

“Em paralelo, tivemos a consolidação da produção no Brasil e Argentina de veículos leves, como Jeep Renegade, Fiat Toro e GM Cruze, modelos que usam os nossos produtos no processo de grafagem do capô”, detalha o executivo.

Para 2017, Siekierski confia numa elevação de 6% da receita da Lord, movimento apoiado basicamente por lançamentos de produtos. “Parte do nosso plano de investimento será dedicada à otimização da planta que operamos em Jundiaí (SP) e à melhoria dos processos produtivos. Também teremos um programa bastante sólido de 5S, que demandará recursos em diversas áreas da empresa”, completa.

Com matriz em Cary (EUA), a Lord Corporation atua no Brasil desde 1972. Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos, coatings, sistemas de controle de vibração e ruído e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lord

Curta nossa página no

Adirplast busca eliminar perda de pellets no segmento de plásticos

19/02/2017

adirplast-estoque

Iniciativa tem o objetivo de promover a sustentabilidade e a responsabilidade socioambiental entre os distribuidores associados e seus clientes transformadores de plásticos

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) estabeleceu como objetivo que a perda de pellets plásticos nas empresas associadas e nos transformadores seja zero. Para alcançar a meta, a associação realizará um trabalho ostensivo de conscientização junto às empresas do setor para conter e evitar o descarte incorreto do material.

A iniciativa tem como base as regras preconizadas pela Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e segue recomendações da Operation Clean Sweep (OCS) e do programa de gestão ambiental conduzido pelas organizações norte-americanas APC (American Plastics Council) e SPI (Society for the Plastics Industry). “No que se refere à implantação de políticas mais sustentáveis, a Adirplast tem um importante papel a desempenhar junto à indústria transformadora. Devido a nossa capilaridade, temos condições de nos comunicar com um número expressivo de indústrias e contribuir para o processo de conscientização de práticas que traduzam a responsabilidade socioambiental a ser expressa pelo setor”, afirma Ricardo Mason, diretor da Fortymil, da Adirplast e da Plastivida.

Ainda segundo Mason, ao difundir e adotar as práticas recomendadas pela OCS, as empresas do setor também podem ganhar: “Temos a oportunidade de elevar a indústria brasileira de transformação a um patamar de excelência, superior até aos índices mundiais de eficiência. É um desafio enorme e uma oportunidade única, com potencial de ganhos expressivos para a cadeia”, diz.

Investir para a menor perda de pellets não é bom apenas para o meio ambiente, concorda José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast. O compromisso da entidade traz também benefícios financeiros para as empresas que evitarem desperdícios: “A parceria da Abiplast nessa campanha vai ampliar ainda mais a divulgação dos benefícios em se adotar melhores práticas de produção dentro de toda a cadeia de negócios, de pequenas a grandes empresas”.

Estima-se que, por ano, o setor perca toneladas de plástico, seja pelo desperdício ou pela falta de um sistema mais eficiente de reciclagem. Não por menos, a OCS recomenda às empresas do setor o aperfeiçoamento e melhor organização do local de trabalho. Suas normas regem os trabalhos de cerca de 200 empresas norte-americanas e dez organizações internacionais do setor do plástico. “Evitar e corrigir derramamentos, criar e publicar procedimentos internos para atingir metas de perda zero de pellets, fornecer treinamento para os funcionários e responsabilizá-los pela prevenção, contenção, limpeza e descarte desses derramamentos – são algumas das práticas que devemos incentivar, também com a distribuição de uma cartilha”, conta Laércio Gonçalves, presidente da Adirplast e da Activas Plásticos Industriais.

Sustentabilidade é uma das três bandeiras levantadas pela Adirplast neste ano. “Ao alcançar a perda zero de pellets, nossa cadeia dará uma contribuição significativa à sociedade e confirmará sua responsabilidade socioambiental”, acrescenta Gonçalves.

A Adirplast, fundada em 2007, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas e filmes de BOPP-PET. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 3,5 bilhões, em 2016, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, as empresas associadas à Adirplast contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de resinas plásticas no Brasil. Para atendê-los, emprega 180 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

Curta nossa página no

Acionistas da Chemtura aprovam aquisição feita pela Lanxess

19/02/2017

lanxesschemtura

A Lanxess, empresa alemã do segmento de especialidades químicas, deu um passo significativo na aquisição da companhia norte-americana Chemtura. Os acionistas da Chemtura aprovaram a fusão em uma reunião especial na Filadélfia, Estados Unidos. 99,88% dos votos foram favoráveis à fusão, representando 81,77% das ações ordinárias da empresa. Nos termos do acordo de fusão, os acionistas da Chemtura receberão 33,50 dólares por cada ação em circulação no fechamento da transação.

Matthias Zachert, Presidente da Lanxess, comentou a aprovação da incorporação por parte dos acionistas. “Estamos satisfeitos com o apoio dos acionistas da Chemtura. Essa aprovação é um marco importante no caminho da Lanxess para se tornar um dos principais players no campo da química de aditivos”.

No final de dezembro de 2016, as autoridades antitrust dos Estados Unidos já haviam liberado a aquisição. A Lanxess espera fechar a transação em meados de 2017, depois que todas as aprovações regulamentares restantes forem recebidas.

Aditivos, retardantes de chamas e lubrificantes são os principais produtos da Chemtura e complementam o atual portfólio da Lanxess. Após o fechamento da transação, essas atividades serão integradas à unidade de negócios Rhein Chemie Additives (ADD) da Lanxess para formar um novo segmento. Hoje, a unidade já fornece uma ampla gama de aditivos especiais e produtos de serviço para a fabricação de plásticos, borrachas, lubrificantes e revestimentos e emprega cerca de 1.600 pessoas, em mais de 20 locais em todo o mundo.

Além dos aditivos, o portfólio da Chemtura também inclui uretanos e organometálicos, que também serão integrados à Lanxess. A Chemtura tem cerca de 2.500 funcionários em todo o mundo e opera em 20 locais em 11 países.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lanxess

Curta nossa página no

Dilutec dribla crise e cresce 15% em 2016

19/02/2017

Empresa é uma das maiores fabricantes brasileiras de gelcoat e thinner

O ano passado foi ruim para a indústria brasileira, mas houve algumas exceções. Entre elas, a Dilutec, uma das principais fabricantes de gelcoat e thinner do país. “Seguimos na contramão de todos os indicadores e fechamos o período com um crescimento de 15%, tanto em volume produzido como em faturamento”, comemora Marcos Pannellini, gerente comercial.

No caso do gelcoat, operação baseada em Senador Canedo (GO) e que responde por 60% dos negócios da Dilutec, o desempenho positivo deveu-se principalmente à solução de problemas vivenciados por moldadores de compósitos carentes de atendimento especializado – gelcoat é um híbrido de resinas e pigmentos que dá cor a esse tipo de plástico especial.

“Muitas empresas enfrentavam dificuldades na produção das peças de compósitos devido à limitação de oferta de gelcoat e, em alguns casos, baixa qualidade. Então, fomos para a rua, identificamos os moldadores que estavam insatisfeitos e homologamos produtos que realmente atendem às suas necessidades. Com isso, a demanda subiu mês a mês”, lembra.

Destaque também para o foco na customização dos gelcoats, estratégia adotada sempre pela Dilutec para se diferenciar da concorrência. Além de formular cores exclusivas – por exemplo, tons que lembram as louças sanitárias antigas, como pergamon e rosa shell –, a empresa afirma que “acerta” o gelcoat conforme as peculiaridades dos processos de moldagem dos seus usuários. “Não trabalhamos com dois ou três produtos de prateleira, o que obrigaria o fabricante da peça a se adaptar. Ao contrário, entendemos o seu sistema produtivo e ajustamos o nosso gelcoat para garantir o melhor resultado em termos de aplicação, acabamento e durabilidade”.

Acontece o mesmo em relação ao thinner, observa Pannellini. Em vez de se especializar em apenas dois tipos – um para limpeza; outro para diluição de tintas –, a empresa buscou na produção sob medida o seu maior diferencial. Tanto é assim que, hoje em dia, estão catalogadas no laboratório da Dilutec mais de 200 formulações.

“Por conta disso, programamos para o primeiro trimestre de 2017 uma expansão que nos dará capacidade para fabricar 1 milhão de litros de thinner por mês”. Localizada em Piracicaba (SP), a planta da Dilutec tem potencial atualmente para produzir 400 mil litros/mês. Em paralelo, a fábrica de gelcoat receberá em abril novos equipamentos que ampliarão em 40% a capacidade instalada.

Além de fabricar gelcoat e thinner, a Dilutec é distribuidora das resinas da Ashland na Região Centro-Oeste e dos equipamentos para a moldagem de compósitos da BÜFAtec Spain na América Latina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dilutec

Curta nossa página no

Romi apresenta soluções para paredes finas em ciclos ultrarrápidos e automação na feira Plástico Brasil

17/02/2017
Injetora ROMI ES 300

Injetora ROMI ES 300

Desenvolvendo continuamente soluções que proporcionam vantagens competitivas para seus clientes, a Romi estará presente na Plástico Brasil, que será realizada entre os dias 20 e 24 de março de 2017, no São Paulo Exhibition & Convention Center. A Plástico Brasil apresentará os últimos avanços tecnológicos e as principais tendências globais que envolvem a cadeia produtiva do plástico.

Em seu stand, a Romi apresentará seis equipamentos: as injetoras ROMI EN 600 e ROMI EN 220, a injetora para paredes finas em ciclos ultrarrápidos ROMI ES 300, as sopradoras ROMI C 5TS e ROMI MX 20L e o Centro de Usinagem ROMI D 800. Além do baixo nível de consumo energético e de ruído, performance e confiabilidade, toda a linha de injetoras e sopradoras está equipada com o novo comando de operação CM20, afirma a Romi.

Interface - Comando CM20

Interface – Comando CM20

Segundo a empresa, o comando CM20 possui altíssima velocidade e capacidade de processamento, interface gráfica multitouch de 19″ full HD e plena conectividade, sendo possível acessá-lo remotamente via browser, tablets ou smartphones. Os recursos interativos do comando CM20 e as diversas possibilidades de automação dos equipamentos Romi proporcionam aos clientes o aumento da eficiência e da produtividade em sua cadeia produtiva, rumo à Indústria 4.0, assegura a fabricante de máquinas para processamento de plásticos e ferramentaria industrial com sede em Santa Bárbara do Oeste (SP).

No stand da Romi, o visitante poderá contar com o suporte técnico da equipe, recebendo orientações sobre aplicações, suporte comercial e informações sobre as opções de financiamento disponíveis. “Nossos esforços estão totalmente direcionados para oferecer aos nossos clientes soluções completas e tecnológicas para aumentar a sua competitividade no mercado. Os visitantes da Plástico Brasil podem contar com a Romi em todos os momentos para, juntos, buscarmos as melhores oportunidades, adequadas às necessidades de cada empresa”, afirma William dos Reis, Diretor da Unidade de Máquinas para Plásticos.

Fonte: Romi

Curta nossa página no

Indústria de bebidas aposta em Polietileno de origem renovável

17/02/2017

braskem-pe-verde-bebidas

Adoção do PE verde é crescente entre empresas do segmento

Em todo o mundo, o setor de bebidas é um dos mais engajados na busca de soluções inovadoras que tornem seu negócio mais sustentável e, portanto, com menor impacto no meio ambiente. O segmento é, por exemplo, um dos que adota o polietileno produzido a partir de etanol de cana-de-açúcar -tecnologia desenvolvida pela Braskem.

A última empresa brasileira a adotar o Plástico Verde “I’m green”, foi a Serra da Cantareira Águas Minerais. A companhia passou a utilizar a matéria-prima renovável em tampas de água mineral da marca Puraqua.  Ainda em 2016, a Woolworths, uma das principais redes de supermercados da África do Sul, também anunciou o uso do polietileno de origem renovável em suas embalagens de leite. Já a alemã Eckes-Guanini passou a usar o Plástico Verde em seus sucos orgânicos para as marcas Bramhults e Valsolille.

Outras empresas que firmaram parceria com a Braskem foi a japonesa Asahi, aplicando o Plástico nas tampas dos refrigerantes da marca Mitsuya Cider, de 1,5 litro. Já a  a Suntory, também japonesa e líder no segmento, recentemente passou a utilizar a resina nas tampas de suas garrafas de água mineral de 550 ml “Suntory Aso Tennensui”, cuja produção anual é estimada em 26 milhões de unidades.

Em 2015, a Pernod Ricard Brasil, afiliada da multinacional francesa de destilados, vinhos e champanhes, foi a primeira empresa de destilados a adotar o Plástico Verde  nas tampas dos seus produtos Rum Montilla e Vodka Orloff. O polietileno de origem renovável também pode ser encontrado em rolhas de garrafas de vinho fabricadas pela Nomacorc. Denominadas Select®Bio, as rolhas são 100% recicláveis e apresentam o mesmo desempenho em controle do oxigênio que a linha convencional, além de evitar a deterioração e desperdício causados por processos como oxidação e redução, afirma a Braskem.

A Tetra Pak, maior fornecedora mundial de embalagens tipo longa vida, usa desde 2012 tampas feitas de Plástico Verde. Além disso, há mais de dois anos, a companhia também usa polietileno de baixa densidade (LDPE) “I’m green” como componente das camadas de suas embalagens cartonadas. A Nestlé foi uma das indústrias pioneiras no uso do Plástico Verde, ao adotar a solução nas linhas Ninho e Molico em junho de 2011, pouco depois do lançamento da resina.

Pegada de Carbono

Em abril, o plástico verde “I’m green” recebeu a certificação da pegada de carbono do Ministério do Desenvolvimento da Indústria e do Comércio (MDIC), dentro das ações para implementar a Política Nacional de Mudanças Climáticas em setores prioritários. De acordo com a medição, realizada pela Carbon Trust e pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), o polietileno de origem renovável tem uma pegada de emissões negativa, ou seja, ajuda a sequestrar o gás poluente da atmosfera.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Plástico Brasil vai realizar ação para promover educação ambiental relacionada à reciclagem do plástico

13/02/2017

plastico-brasil

Batizado de Recicla Plástico Brasil, projeto tem o objetivo de disseminar a educação ambiental em torno da reciclagem do plástico e sua reutilização

Numa iniciativa da Plastivida, Instituto Brasileiro do PVC, ABIMAQ, ABIQUIM e Informa Exhibitions, a Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, que ocorrerá entre 20 e 24 de março, vai realizar o Recicla Plástico Brasil, uma ação com objetivo de disseminar a educação ambiental em torno da reciclagem do plástico e sua reutilização bem como promover a sua imagem.

O projeto, que conta com o apoio institucional da Secretaria do Verde e Meio Ambiente da cidade de São Paulo, vai mostrar o ciclo de vida dos plásticos e como ele participa do dia a dia das pessoas. O Recicla Plástico Brasil também vai destacar a coleta seletiva dos plásticos, usando o stand como modelo para simular a coleta seletiva de uma cidade, formatada com a responsabilidade compartilhada entre prefeitura, sociedade civil, indústria e varejo, nos moldes da PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Ações práticas e conhecimento

O stand do Recicla Plástico Brasil será construído para valorizar as aplicações dos plásticos nos diversos setores da sociedade e será ambientado de forma a expor produtos feitos em plástico. Na prática, o espaço vai simular ambientes como cozinha, sala/home office (ambientação, mobília e decoração utilizando o plástico), área para lazer e brinquedos, com grama sintética, mobiliários plásticos, brinquedos, deck de madeira plástica e materiais esportivos e uma área médica com os produtos de plástico, como frascos de medicamentos, próteses, bolsas de sangue e seringas, entre outros. Convidados da Plástico Brasil poderão fazer visitas guiadas ao Stand para obter uma visão mais detalhada do processo de reciclagem dos plásticos e sua aplicabilidade nos diversos segmentos da economia.

Simultaneamente e de forma complementar, o espaço vai rodar uma Linha de reciclagem e transformação do plástico, que vai funcionar ao vivo dentro da feira. Neste espaço, os resíduos gerados no evento serão selecionados, tratados, moídos e transformados em novos produtos reciclados.

O Recicla Plástico Brasil conta também com a promoção de conteúdo e conhecimento, com a realização de 2 workshops. No de Sustentabilidade, palestrantes vão abordar temas como o Fórum Setorial dos Plásticos – Por um Mar Limpo; Estudo de Ecoeficiência de Janelas de PVC; Programa Atuação Responsável – Melhoria Contínua da Indústria Química; Reciclagem de EPS; Sistema Completo de Reciclagem de Material Pós-Consumo. No Workshop Mobiliários Adaptados em PVC, profissionais convidados vão aprender a usar produtos de PVC na confecção de mobiliários adaptados (cadeiras, mesas, andadores) a crianças com disfunção neuromotora. Além da oficina de construção do mobiliário, a programação incluir palestra

Mais sustentabilidade

O Recicla Plástico Brasil conta ainda com outras atividades, que acontecem durante a feira.

Reciclagem de credenciais: as credencias da feira, confeccionadas em plástico, serão coletadas em máquinas de Papa Cartão localizadas na saída do pavilhão e no estande do Recicla Plástico Brasil. Esse material será destinado à reciclagem, viabilizando a fabricação de porta copos, placas de sinalização, caixas, marcadores de páginas, cartões de visitas e outros, que ficarão expostos no estande do projeto.

Reciclagem de EPS: haverá no estande um espaço dedicado exclusivamente ao EPS, em que será demonstrado como uma degasadora retira o ar do material reduzindo seu volume, eliminando o principal entrave para reciclagem do EPS. Haverá também uma exposição de produtos fabricados a partir de EPS reciclado.

Projeto Tampinha Legal: lançado no 2º Congresso Brasileiro do Plástico, o projeto foi idealizado pela Plastivida em parceria com o Sinplast, Simplás e Simplav, tem como objetivo incentivar coleta de tampas plásticas de garrafa para que sejam reutilizadas e recicladas. Ao final da Plástico Brasil, o material reciclado será recolhido pela Recicladora a fim de gerar recursos que viabilizem a produção de mobiliários adaptados para crianças com disfunção neuromotora.

Sobre a Plástico Brasil: Uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e da ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química, com organização e promoção da Informa Exhibitions, a Plástico Brasil será palco de avanços tecnológicos e tendências globais dos diversos segmentos que compõem a cadeia produtiva do plástico: instrumentação, controle e automação, máquinas, equipamentos e acessórios, moldes e ferramentas, produtos básicos e matérias-primas, reciclagem, resinas sintéticas, serviços e projetos técnicos e outros. É esperado que o evento receba uma visitação altamente qualificada de transformadores e profissionais de setores consumidores, como como construção civil, automóveis e autopeças, agricultura, móveis, eletrônicos, instrumentos médicos, vestuário e calçados, eletrodomésticos e químico.

Serviço:

PLÁSTICO BRASIL – Feira Internacional do Plástico e da Borracha
Data: 20 a 24 de março de 2017
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Realização: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química.
Promoção e organização: Informa Exhibitions
Mais informações, acesse: http://www.plasticobrasil.com.br

Fonte: Plástico Brasil

Curta nossa página no