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Chem-Trend apresentou novidades em diversos segmentos na Feiplar Composites & Feipur 2018

13/11/2018

A Chem-Trend, empresa do Grupo Freudenberg que atua no mercado de agentes desmoldantes, participou da edição 2018 da Feiplar Composites & Feipur apresentando novas linhas de produtos, com foco em sustentabilidade e desempenho para diversos segmentos de indústrias. E aproveitou a ocasião para lançar oficialmente seu mais recente Relatório de Sustentabilidade para seus parceiros e clientes.

Tecnologia em Compósitos

A Chem-Trend possui um sistema consolidado para o mercado de compósitos (limpadores, seladores, primers e desmoldantes). Entre os produtos que diminuem o tempo de preparação do molde, a linha Flex-Z®, fabricada localmente e composta por produtos com diferentes níveis de “slip” (alto, médio, baixo), é elaborada com solvente ambientalmente amigável.

Segundo a empresa, com o sistema “wipe on leave on”, é possível obter uma fácil aplicação, sem a necessidade de remover excessos, e ainda promover resultado com alto brilho e durabilidade para o ferramental retirando as imperfeições. A Chem Trend afirma que ele reduz o acúmulo de produto, fazendo com que o molde fique limpo por mais tempo, sendo indicado para moldagens de todos os tamanhos em processos abertos e fechados.

Fabricado no Brasil, o Chem-Trend® Flow Promoter possui função auxiliar, ou seja, não substitui o desmoldante, mas melhora o acabamento superficial de peças rotacionalmente moldadas devido à cobertura em áreas de difícil preenchimento e fluxo, rápida secagem e formação de filme protetor, garante a empresa.

Já a linha Zyvax®1070W, de agentes desmoldantes à base de água e não inflamável, é destinada para o segmento aeroespacial. Segundo a Chem-Trend, sua formulação reduz o tempo de aplicação e o aumento de calor. É livre de silicone, fazendo com que a limpeza das peças seja mais rápida e exija um menor esforço físico.

Tecnologia em Poliuretanos

Para o mercado de Poliuretanos (PU), a empresa desenvolveu várias novas linhas.

A série Chem-Trend® PU-21 é composta por produtos convencionais, com tecnologia híbrida e base aquosa, tendo como características o alto flash point e baixa emissão de VOCs – Compostos Orgânicos Voláteis -, elementos químicos potencialmente perigosos à saúde e ao meio ambiente. Essa linha é indicada para a aplicação de espuma flexível moldada de PU e, segundo a empresa, oferece benefícios como acabamento superficial de qualidade, poder de desmoldagem, baixo acúmulo na cavidade do molde e redução do nível de refugo e retrabalho, além de redução de riscos associados a flamabilidade e promoção de um abiente mais seguro.

Para solados e palmilhas em PU, foi desenvolvida uma linha especial à base de água, o Chem-Trend® PU-23W, que garante acabamento superficial, aplicação em uma ampla faixa de trabalho com diferentes temperaturas e durabilidade em processos que são submetidos à pintura posterior.

Para o segmento de pele integral (IMC e revestimento com couro) e indústria moveleira, a Chem-Trend também desenvolveu uma nova linha de produtos à base de água, o Chem-Trend® PU-25, que oferece itens compatíveis com diversos tipos de sistemas de poliuretano em uma ampla faixa de temperatura.

“Nossos clientes estão cada vez mais atentos às questões sustentáveis e acabam optando por parceiros que desenvolvem soluções mais amigáveis ao meio ambiente. Pensando nisso, a Chem-Trend reformulou seu portfólio de produtos, sem perder a qualidade já reconhecida pelo mercado”, comenta Patricia Ajeje, Diretora de Vendas da empresa no Brasil. “Os diversos desenvolvimentos só corroboram a ideia de que não fornecemos apenas especialidades químicas, e sim produtividade e qualidade de processo e produtos aos clientes. É a forma como adicionamos valor”, finaliza.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Chem-Trend

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CPA e Purcom lançam resina de poliuretano derivada de vegetais para compósitos na Feiplar

04/11/2018

QuickFloor: primeira aplicação de PUGreen®

Durante a a Feiplar Composites, que ocorre de 06 a 08/11, no Expo Center Norte, em São Paulo, as empresas CPA e Purcom estarão apresentando uma resina de poliuretano derivada de vegetais, o PUGreen®. Segundo os fabricantes, as características do material atendem às principais demandas do setor de compósitos, a exemplo de leveza, resistência, qualidade do acabamento e sustentabilidade.

Segundo Paulo Macaúbas, responsável pela área de desenvolvimento de novos negócios e produtos da CPA, a formulação do PUGreen® baseia-se numa blenda de diversos óleos vegetais. “É uma resina derivada de fontes renováveis, com conteúdo de 90% a 100% de sólidos e emissão zero de voláteis, o que a transforma num produto singular no Brasil quando o assunto é poliuretano vegetal. Assim, além de ser ambientalmente amigável e não poluir a atmosfera, o PUGreen® é inodoro, o que melhora a condição de trabalho do aplicador”, explica.

A empresa afirma que, em paralelo ao apelo ecológico, o PUGreen® oferece outros benefícios quando comparado às resinas usadas para moldar compósitos. Entre eles, o maior alongamento típico do poliuretano e os superiores índices de resistência à abrasão, somados ao bom balanço de propriedades de tração e impacto, garantem os fabricantes. “Outro diferencial é a diminuição de peso, que fica entre 6% e 12%, a depender do tipo de peça. Essa característica atende à crescente tendência da indústria de compósitos pela busca por leveza. Destaque também para o baixo pico exotérmico, que resulta em contração praticamente nula e, portanto, melhor acabamento superficial”, complementa Macaúbas.

União de competências

Em operação desde 2006 e especializada na fabricação de resinas vegetais para revestimentos de pisos industriais, a CPA vem investindo ao longo dos últimos anos no desenvolvimento de produtos para o mercado de compósitos, além de resinas, adesivos estruturais e selantes. Esse movimento resultou na criação do PUGreen® e na aliança com a Purcom, maior casa de sistemas independente da América Latina e que há mais de quinze anos abastece os moldadores de compósitos.

“Desenvolvemos polióis de fontes renováveis desde a nossa fundação, mas basicamente para a produção de espumas – e não de resinas. Agora, por meio da parceria com a CPA, incluímos em nosso portfólio resinas de PU vegetais para os mais diversos processos de transformação de compósitos. Em linhas gerais, o PUGreen® é um produto com tecnologia CPA e expertise Purcom”, observa Giuseppe Santachè, diretor comercial da empresa.

A Purcom será responsável pela fabricação da novidade, em conjunto com a CPA – a comercialização, por sua vez, ficará por conta exclusiva da casa de sistemas. No seu estande na Feiplar, assim como no da CPA, os visitantes poderão conferir amostras do QuickFloor, primeiro produto moldado com PUGreen®.

Desenvolvido pela G12 Innovation e produzido pela Compósitos AJB, o QuickFloor é um revestimento de piso modular e industrializado, aplicável em áreas molhadas das edificações, como banheiro, cozinha e lavanderia. Segundo a empresa, trata-se de uma solução prática, limpa e sustentável, que contribui com a impermeabilização da área, pois as placas fabricadas com PUGreen® são impermeáveis e moldadas em uma única peça. “Nosso próximo passo será atender ao mercado de transporte, com foco em ônibus e caminhões, além de um projeto na indústria naval”, avisa Santachè.

Serviço
Feiplar
Quando: 06-08/11
Onde: Expo Center Norte, São Paulo (SP)
CPA: estande E26
Purcom: estande A6

Fonte: Assessoria de Imprensa – CPA / Purcom

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Evonik apresenta portfolio para compósitos e poliuretanos durante Feiplar Composites & Feipur 2018

04/11/2018

Materiais compósitos e poliuretanos tem ampla aplicação na indústria automotiva

Com a participação de várias linhas de negócios, a Evonik apresentará o seu portfólio de matérias-primas para os segmentos de compósitos, poliuretanos e plásticos de engenharia.

A Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, participará da Feiplar Composites & Feipur 2018 – Feira e Congresso Internacionais de Compósitos, Poliuretano e Plásticos de Engenharia, que ocorrerá entre os dias 6 e 8 de novembro, das 12 às 20 horas, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Com um variado portffólio de produtos inovadores, a empresa apresentará materiais de núcleo para estruturas sanduíches, matrizes para resinas termoplásticas e termofixas, bem como componentes essenciais para matrizes, tais como reticuladores, catalisadores, modificadores de resistência ao impacto ou aditivos de processamento.

A linha de Poliuretanos da Evonik apresentará ainda um portfólio combinado após a aquisição da linha de aditivos de performance da Air Products, bem como os novos desenvolvimentos decorrentes da sinergia desta aquisição.

O objetivo é promover novos produtos e reforçar a posição da Evonik como uma das principais fornecedoras de soluções para as indústrias que atuam nos mercados de energia eólica, óleo e gás, automotivo, aeroespacial e esporte e lazer, entre outros que exigem cada vez mais soluções de alta tecnologia e customizadas para cada aplicação.

Alguns dos produtos da linha de Poliuretanos a serem exibidos durante a feira são:

  • Tegostab® B 84205 – silicone que propicia isolamento térmico e distribuição de densidade uniforme em sistemas que demandam fluidez, como geladeiras e painéis.
  • Tegostab® B 8491 – segundo a Evonik, este é um silicone de performance balanceada e alta estabilidade à degradação química em sistemas que demandam fluidez com bom acabamento estético.
  • Polycat® 203 – catalisador de gel que propicia estabilidade em sistemas e rápida reação inicial quando usado em sistemas de spray contendo HFO.
  • Polycat® 218 – catalisador de sopro não emissivo e com baixo odor para sistemas contendo agentes de expansão de baixo GDP.
  • Dabco® PM 301 – agente que melhora a eficiência dos agentes de expansão HFC e HFO, afirma a empresa.
  • Dabco® NE 1550 – catalisador de gel reativo de baixo odor. Segundo a Evonik, não causa manchas em policarbonatos. Não resulta em FOG.
  • Produtos da série Ortegol® LA – sequestradores de aldeídos para atender às normas de emissões.
  • Ortegol® PE 40 – estabilizante para sólidos/melamina em poliol, possibilita estabilizar misturas entre polióis incompatíveis.

Para materiais de núcleo e matrizes termoplásticas e termofixas, serão destaques:

  • Rohacell HERO – Espuma rígida de PMI (polimetacrilimida) utilizada como material de núcleo em estruturas de compósitos tipo sanduíche recentemente desenvolvida para o mercado aeroespacial.
  • Vestakeep – polímero de PEEK (Polieteretercetona) que pode ser utilizado como matriz termoplástica para as fibras em materiais compostos. Vestakeep é apropriado para a aplicação em fibras unidirecionais e tecidos feitos de fibras de carbono, vidro ou aramida.
  • Vestamid HTplus – polímero de poliamida de baixa viscosidade que proporciona boa impregnação de fibras em aplicações de compósitos. Com temperatura de transição vítrea (Tg) de 125 °C e uma janela de processo de 300 °C, esta é uma matriz termoplástica que, segundo a Evonik, suporta elevadas temperaturas e é apropriada para aplicações automotivas e aeroespaciais quando combinadas com fibras de carbono, vidro e aramida.
  • Vestalite – Formulações de resina epóxi e PU para soluções automotivas leves. Os produtos Vestalite® são soluções para compostos de alto desempenho, fabricados em materiais à base de epóxis e poliuretanos. Segundo a Evonik, permitem um processamento rápido, econômico e de alto desempenho, o que os torna adequados para aplicações em material composto no setor automotivo.
  • Nanopox – concentrado de nanosílica em resina epóxi. Os produtos da linha Nanopox são utilizados para substituir uma parte da resina epóxi em formulações existentes, tipicamente na gama de 20-30%. Podem ser combinados com as resinas epóxi comercialmente disponíveis e curada com os endurecedores tipicamente utilizados.
  • Albidur – concentrado de partículas de borracha de silicone em resinas reativas. Os diferentes tipos Albidur podem ser usados para melhorar a dureza de formulações termorrígidas, afirma a Evonik.
  • Albiflex: concentrados de copolímeros elastoméricos em resinas epóxi. Os produtos da linha Albiflex podem ser copolímeros de epóxi de silicone ou acrílicos terminados em poliuretanos, projetados para aumentar a flexibilidade de formulações de termorrígidos. Podem ser usados em revestimentos flexíveis (coatings) e selantes utilizados em aplicações elétricas/eletrônicas.

Sílicas e Silanos para os mercados de adesivos, selantes e compósitos:

  • Aerosil® R 202 e Aerosil® R 208 – sílicas pirogênicas pós-tratadas e altamente hidrofóbicas. A Evonik afirma que os materiais se destacam por conferir eficiência de espessamento, bom desempenho reológico e estabilidade à armazenagem em formulações epóxi, poliuretano e outros sistemas.
  • Aerosil® R 805, Aerosil® R 812 S e Aerosil® R 106 – sílicas pirogênicas pós-tratadas e hidrofóbicas, que, segundo a Evonik, se destacam por conferir alta transparência aos diversos sistemas.
  • Dynasylan® 1146 – um silano multifuncional que atua como promotor de adesão, baixo teor de VOC, manuseio fácil e seguro e baixo impacto ambiental. Segundo a Evonik, ele aumenta a hidrofobicidade do sistema, diminuindo a absorção de água durante o armazenamento.

Eventos simultâneos

Paralelamente à feira, a Evonik participará dos Painéis Setoriais e do VI Congresso SAMPE Brazil – Sociedade para o Avanço de Materiais e Engenharia de Processos. Confira as apresentações:

Painel Isolamento Térmico
Dia 6/11 – das 9h20 às 10h00
Tema: Soluções em aditivos para as novas tendências do mercado

Painel Calçadista
Dia 7/11 – das 9h20 às 10h00
Tema: Soluções em aditivos para o mercado de calçados.

Painel Automotivo
Dia 7/11 – das 11h40 às 12h20
Tema: Aditivos para cumprir com as mais restritas normas de emissões.

Painel Espumas Flexíveis
Dia 8/11 – das 10h20 às 11h00
Tema: Soluções para cumprir com as novas tendências do mercado

VI Congresso SAMPE Brazil 2018:
Dia 06/11 – 10h50
Qualificação de termoplásticos reforçados com fibra de carbono em tubulações de composites termoplásticos para aplicações de óleo e gás – Carsten Schuett, Evonik (Alemanha)

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Maligan desenvolve mala de poliéster à prova d´água

19/10/2018

Mala à prova d´água da Maligan durante ensaio realizados no IPT

A empresa paulistana Maligan desenvolveu a primeira mala à prova d´água da América do Sul. Depois de três anos de estudos, a empresa submeteu o modelo à qualificação técnica do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) para atender às exigências do grau de proteção IP67, que atesta se determinado produto é à prova d´água e poeira.

“Apresentamos uma inovação ao mercado brasileiro quando o assunto é transporte hermético dos mais diferentes tipos de itens. Ao mesmo tempo, nos credenciamos para exportar, pois a exigência dessa qualificação é bastante comum em outros países”, afirma Marcelo Sartore, diretor da Maligan.

Ideal para profissionais que atuam em plataformas offshore, militares, mergulhadores, médicos e equipes de TV, entre outros, a mala à prova d´água da Maligan é feita de poliéster reforçado com fibras de vidro, combinando leveza e resistência.

“A parte interna, de espuma de polietileno cortada a laser, é totalmente customizada de acordo com o design do produto que será transportado. Também é possível gravar o logo do cliente e embutir carrinho e rodas”.

Fundada em 1978, na cidade de São Paulo (SP), a Maligan é a maior fabricante brasileira de malas e cases especiais. Ao longo desse período, produziu mais de 200 mil malas para o transporte de equipamentos e ferramentas usadas nos setores hospitalar, industrial, comercial e de automação, entre outros. Além de fabricar dezenas de modelos de “prateleira”, a Maligan conta com um departamento dedicado exclusivamente ao desenvolvimento de produtos customizados.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Maligan

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Maligan lança soft case para equipamentos médicos

28/08/2018

Referência na fabricação de malas e cases especiais, a Maligan acaba de lançar um soft case voltado ao acondicionamento e transporte de equipamentos médicos. Diferentemente dos produtos similares hoje encontrados no mercado, a novidade da Maligan conta com uma estrutura rígida de compósitos.

“Trata-se de um material que combina elevados índices de resistência mecânica e leveza, características ideais quando se procura um case”, afirma Marcelo Sartore, diretor da Maligan.

Outro diferencial do lançamento, segundo a empresa, é o corte a laser das espumas de polietileno expandido aplicadas no interior do produto. “São todas feitas sob medida para acondicionar de forma segura qualquer tipo de equipamento médico, a exemplo de endoscópios, pinças de laparoscopia, ultrassons e conjuntos urológicos”. A segurança é prioritária no transporte desses itens, cujos preços ultrapassam facilmente a casa dos R$ 100 mil.

Ainda internamente, o soft case da Maligan dispõe de acabamento em EVA e manta perfilada (“caixa de ovo”) de poliuretano. Por fora, couro ecológico e fechamento com zíper reforçado. “Além de médicos, instrumentadores e profissionais da área de saúde em geral, empresas especializadas na locação de equipamentos fazem parte do público-alvo do nosso soft case’”, conclui Sartore.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Maligan

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Tecniplas divulga soluções em tancagem para fabricantes de estações de tratamento durante a Fenasan

09/08/2018

Empresa é líder nacional em reservatórios de plástico reforçado com fibras de vidro

Consolidar sua posição de fornecedora de tanques e equipamentos especiais em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro) para os fabricantes de estações de tratamento de água e efluentes: esse é o objetivo da Tecniplas ao participar mais uma vez da Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente (Fenasan) – de 18 a 20/09, no Expo Center Norte, em São Paulo.

“Mostraremos o nosso portfólio completo de reservatórios e equipamentos, com destaque para os megatanques e os tanques monolíticos de grandes dimensões”, adianta Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

Os primeiros, com capacidade máxima de 4,5 mil m³, são ideais para o armazenamento de água ou efluente bruto, caso dos tanques de detenção. Já os reservatórios monolíticos – ou seja, produzidos em uma peça única – podem ter até 400 m³ de capacidade e reforços para a operação em áreas sujeitas a elevadas cargas de vento, condição bastante comum, por exemplo, na Região Sul do Brasil.

“Ambos podem ser fabricados com resinas próprias para o contato com água potável. Também ajustamos a translucidez desses polímeros para que a luz solar não contribua com a proliferação de algas”, detalha.

Outro objetivo da Tecniplas nessa edição da Fenasan é alertar o mercado sobre a importância do cumprimento das normas técnicas por parte dos fabricantes de tanques de PRFV. “Pretendemos mostrar um patamar de tecnologia e qualidade diferente do que, em regra, é utilizado atualmente. Isso porque a Tecniplas atua há mais de quarenta anos na fabricação de reservatórios e equipamentos que trabalham com produtos químicos altamente corrosivos, bem mais complexos do que água e esgoto”.

Rossi destaca ainda que, por processar um material nobre como o PRFV, ambientalmente amigável e resistente a vazamentos, a Tecniplas tem plenas condições de atender às exigências da nova Lei de Licitações, que moderniza a Lei 8.666/93 e dá mais liberdade aos entes públicos para optar pela especificação técnica correta, e não apenas pelo menor preço. “Todos os nossos tanques são fabricados de acordo com a norma ASME RTP-1. Isso oferece ainda mais tranquilidade às concessionárias de serviço de abastecimento de água e tratamento de esgoto”, completa.

Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos são consumidos pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tecniplas

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Nova Scott fornece matéria prima para fabricação de postes e cruzetas em compósitos

02/08/2018

Novas matérias-primas são lançadas para acompanhar crescimento do mercado

A Nova Scott (Serra, ES), uma joint venture entre a Scott Bader (Inglaterra) e a Andercol (Colômbia), participa do crescente mercado de postes e cruzetas em compósitos com fibra de vidro (também conhecido como PRFV-plástico reforçado com fibra de vidro) e disponibiliza novas matérias-primas para atender às necessidades técnicas deste setor. Nos últimos anos, o interesse das concessionárias de energia elétrica por estes produtos tem sido crescente. Embora o preço seja mais elevado em relação aos postes fabricados em concreto ou madeira, suas vantagens em custo-benefício têm grande destaque, afirma a empresa:

  • Peso muito abaixo de seus concorrentes (aproximadamente 8 a 10 vezes inferior aos postes em concreto e 3 a 4 vezes em relação aos postes em madeira)
  • Vida útil cerca de 5 vezes maior que a dos postes em madeira e duas vezes maior que dos postes em concreto
  • Elevada imunidade à corrosão
  • Isolamento elétrico superior
  • Baixa manutenção
  • Diversidade de tamanhos e formas
  • Facilidade de transporte (devido ao seu baixo peso e dependendo da área de deslocamento, apenas duas pessoas podem ser suficientes para carregar um poste em compósito, o que é uma grande vantagem em lugares de difícil acesso. Além disso, é possível realizar o transporte em veículos leves ou através de embarcações via reboque)
  • Melhor absorção de impacto (os postes em composites causam menor dano em caso de acidentes com veículos)
  • Aplicabilidade em diversos setores como transmissão, distribuição, iluminação, telecomunicação, etc.
  • Possibilidade de se produzir em diferentes cores a partir da utilização do gelcoat.

Para este mercado, a Nova Scott fornece atualmente a linha Gelic de gelcoats antichamas para aplicações mais exigentes, bem como gelcoats orto e iso com alta resistência UV, de acordo com as necessidades de seus clientes. Já a Novapol, empresa parceira do Grupo Andercol, disponibiliza a linha Cristalan 1847 e Cristalan 955 e 955/01 de resinas de alta elongação, adequados para a produção dos postes via filament winding (ou enrolamento filamentar) e cruzetas via pultrusão.

A NovaScott é uma joint venture entre a Scott Bader e a Andercol, criada para introduzir uma variedade de especialidades no mercado brasileiro de compósitos. A Nova Scott fornece para diferentes regiões do país e via exportação, tendo como clientes e parceiros O-tek, Pincol e ASW.

A Scott Bader foi fundada em 1921 e hoje é uma companhia química global com faturamento de US$300 milhões, com um quadro de 600 funcionários no âmbito mundial. É uma empresa comunitária, sem acionistas externos, e atua nos segmentos de gelcoats, adesivos e soluções para a indústria náutica. Seus produtos são usados pelos principais fabricantes de barcos, pás eólicas e veículos de transporte.

A Andercol é o negócio químico do Grupo Orbis, um grupo empresarial de US$1 bilhão de faturamento, atuante nas indústrias de tintas, químicos, tubulações e comércio, com atividades nas Américas e com sede em Medellin na Colômbia. Tem fábricas na América do Sul, incluindo a Novapol no município de Serra, ES, que atua no mercado de resinas de poliéster insaturado no Brasil.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplar & Feipur

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Engcom lança tanque de transporte de vinhaça em compósitos durante a Fenasucro

02/08/2018

Especializada no desenvolvimento de projetos que envolvem o uso de materiais compósitos, a Engcom (Rio Claro, SP) escolheu a Fenasucro como plataforma de lançamento do seu tanque de transporte de vinhaça. Entre os dias 21-24/08, em Sertãozinho (SP), os profissionais do setor sucroalcooleiro conhecerão o tanque que promete tornar mais rápida, segura e eficiente a movimentação de vinhaça nas usinas.

O design limpo e moderno é um dos destaques do tanque desenvolvido – e patenteado – pela Engcom. Segundo a Engcom, seu formato de gota aumenta a estabilidade do transporte, pois o centro de gravidade é 235 mm mais baixo do que outros tanques do mercado. “Tal característica reduz consideravelmente os riscos de tombamento do veículo. Assim, as viagens podem ser feitas em tempo menor, evitando que a usina tenha que adquirir vários tanques para transportar a mesma quantidade de vinhaça”, explica Arnaldo Gatto, diretor da Engcom.

De acordo com a empresa, outra melhoria frente ao produto hoje disponível no mercado é o peso: o tanque da Engcom tem 500 kg a menos. “Isso se reflete diretamente no consumo de combustível e no desgaste dos pneus”. Com capacidade de 18 m³ até 36 m³, os tanques da Engcom podem ser acoplados a “cavalos” já utilizados pelas usinas para o transporte de vinhaça.

A Engcom afirma que, a despeito do peso menor, o tanque apresenta dimensionamento estrutural superior, ou seja, maior resistência mecânica. “Selecionamos matérias-primas de ponta, como tecidos multiaxiais, que melhoram a absorção dos esforços em diversas direções, e adesivos estruturais para a união de peças internas, que combinam maior robustez e redução de peso”, detalha. Por conta desse perfil, o tanque da Engcom está apto a transportar vinhaça concentrada, com densidade de 1,4 kg/m³, ultrapassando a capacidade de 1,05 kg/m³ do produto atualmente comercializado no Brasil.

Quanto aos aspectos comerciais do projeto, a Engcom irá licenciar empresas que têm capacidade técnica comprovada para a fabricação de equipamentos especiais de compósitos. “Uma vez licenciado, o transformador passará a usufruir de assistência técnica e, caso necessário, de consultoria da Engcom”. O primeiro a fechar negócio com a empresa chama-se UPR. Situado também em Rio Claro, está concluindo a fabricação do tanque que será exposto na Fenasucro.

A propósito da feira, Gatto trabalha com uma estimativa de negociar licenciamentos para a fabricação de, aproximadamente, 50 tanques de transporte de vinhaça. “Nossa expectativa é bem animadora, sobretudo porque o mercado de álcool e açúcar tem se mostrado bastante receptivo às características desse novo produto”, ele observa.

Além de lançar o tanque, a Engcom apresentará na Fenasucro os detalhes acerca do seu recém-inaugurado Centro de Desenvolvimento Tecnológico (CDTec). Trata-se de uma estrutura apoiada por softwares de modelagem, cálculos e ensaios que a empresa colocou à disposição dos transformadores de compósitos. “Começa como uma consultoria para terceiros. Uma vez que haja alguma interface com os objetivos da Engcom, podemos nos tornar parceiros dos projetos apresentados por meio da execução de memória de cálculo e protótipos, por exemplo”, conclui.

Fundada em 2014 na cidade de Rio Claro (SP), a Engcom é uma empresa especializada no desenvolvimento, avaliação, inspeção e gestão de projetos que envolvem o uso de materiais compósitos. Seus profissionais – engenheiros, economistas e administradores – somam décadas de experiência nos setores químico e petroquímico, cloro-soda, óleo e gás e sucroalcooleiro, entre outros.

SERVIÇO
26ª Feira Internacional de Tecnologia Sucroenergética (Fenasucro & Agrocana)
Quando: 21-24/08
Onde: Centro de Eventos Zanini (Sertãozinho, SP)
Engcom: estandes AC48 e C30

Fonte: Assessoria de Imprensa – Engcom

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Lord lança adesivo poliuretano de cura rápida

29/07/2018

Lançamento da Lord tem como alvo a indústria automotiva

Especialista no desenvolvimento de adesivos estruturais e coatings, a Lord, subsidiária local da norte-americana Lord Corporation, anuncia o lançamento do Lord Fusor 2001/2003 NG. À base de poliuretano (PU), o produto é indicado para a colagem de peças de compósitos em processos caracterizados pela elevada cadência produtiva, comuns, por exemplo, na indústria automotiva.

A Lord afirma que, em comparação aos adesivos PU convencionais, o Lord Fusor 2001/2003 NG mantém o mesmo tempo de aplicação (open time) – período máximo para a aplicação do adesivo na peça após a mistura dos dois componentes –, mas reduz de 2h30 para 45 min o tempo de manuseio da peça (handling time). “Devido à curva de cura muito mais rápida, o Lord Fusor 2001/2003 NG proporciona um aumento considerável na produtividade”, comenta Andrios de Souza, supervisor de vendas da Lord.

Essa característica, observa Souza, atende a uma das principais demandas das montadoras, alvo principal do lançamento da Lord. “É o produto ideal para a colagem de para-choques, tetos e painéis, entre outras peças de compósitos presentes em ônibus, caminhões e veículos agrícolas”.

Sob o ponto de vista da aplicação, o Lord Fusor 2001/2003 NG é similar aos demais adesivos à base de PU produzidos pela Lord. “Apresenta a mesma viscosidade da geração anterior. Assim, o usuário não precisa fazer qualquer alteração na sua linha para utilizar essa nova formulação”, garante o supervisor de vendas da Lord, lembrando que o produto será a maior atração do estande da empresa na Feiplar Composites, principal feira da indústria latino-americana de materiais compósitos.

Com matriz em Cary (Carolina do Norte, EUA), a Lord atua no Brasil desde 1972, a partir de uma fábrica situada em Jundiaí (SP). Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos e coatings, bem como sistemas de controle de vibração e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lord

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Solvay lança compósito de termoplástico reforçado com fibra de carbono para aplicações offshore de petróleo e gás

18/06/2018

A Solvay está lançando o Evolite™ F1050,  compósito termoplástico  com reforço contínuo de fibra de carbono para aplicações exigentes da exploração e produção de petróleo e gás offshore.

Segundo a Solvay, o Evolite™ F1050 é uma fita unidirecional que combina a excelente resistência química e a temperatura do polímero especial Solef® PVDF com o desempenho inerente de alta resistência da fibra de carbono.

As aplicações típicas do novo produto da Solvay para petróleo e gás incluem tubos flexíveis híbridos offshore e tubos de compostos termoplásticos (TCPs, na sigla em inglês).

O Evolite™ F1050 oferece o desempenho e a facilidade de processamento exigidos pela indústria de petróleo e gás. De acordo com a Solvay, o novo material compósito possui resistência mecânica e química, pode ser utilizado em aplicações de alta temperatura, é compatível com processos ATL (Automated Tape Laying) e permite conversão personalizada de fibra/matriz para desempenho máximo.

Os compósitos termoplásticos são um elemento importante da estratégia de crescimento da Solvay, aproveitando a integração vertical do Grupo em polímeros especiais e em tecnologia avançada e expertise de compósitos de fibra de carbono.

Graças ao seu portfólio abrangente e a seu conhecimento técnico, a Solvay está posicionada para oferecer compósitos termoplásticos para atender aos exigentes desafios do setor.

Segundo a empresa, o Evolite™ F1050 é o primeiro lançamento de um portfólio de produtos que possibilitará soluções de custos totais instalados menores para operadores de petróleo e gás, por meio da redução de peso que ele oferece.

A nova Unidade Global de Negócios Composite Materials da Solvay é uma fornecedora global de soluções de materiais leves, que permitem que os clientes da empresa nos setores aeroespacial, automotivo e em outros setores exigentes, concebam, desenvolvam e usem de maneira eficiente estruturas complexas de alta qualidade e alto desempenho. O portfolio da Composite Materials inclui pré-impregnados, sistemas de resinas, adesivos e películas, fibra de carbono, têxteis, ferramentas e consumíveis de embalagem a vácuo. A Solvay Composite Materials combina os antigos negócios da Cytec Aerospace Materials e Industrial Materials.

A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 24.500 pessoas em 61 países. As vendas líquidas pro forma foram de € 10,1 bilhões em 2017. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Tecniplas apresenta no Concasan tanques projetados para áreas com elevadas cargas de vento

19/05/2018

Empresa também mostrará os seus megatanques no Congresso Catarinense de Saneamento

Líder brasileira em tanques e equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), a Tecniplas é uma das expositoras do Congresso Catarinense de Saneamento (Concasan). Agendado para os dias 06, 07 e 08/06, em Florianópolis (SC), o Concasan é promovido anualmente pela Companhia Catarinense de Saneamento (CASAN), com o apoio do Sindicato dos Engenheiros no Estado de Santa Catarina (SENGE-SC).

Na edição deste ano, a Tecniplas pretende divulgar a importância de se projetar os tanques de compósitos levando em conta os sucessivos aumentos nas cargas de vento na Região Sul do país. Isso porque as rajadas de quase 200 km/h, comuns em determinadas épocas, podem danificar ou até mesmo arrancar os reservatórios das bases, caso não tenham sido construídos de forma adequada.

“Em linhas gerais, projetamos os tanques sujeitos a cargas de ventos com a adição de anéis de reforço, que os protegem contra as pressões externas e evitam amassamentos que podem danificar a estrutura”, explica Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

Outras atrações do estande da Tecniplas, adianta Rossi, serão os tanques de processo e armazenamento indicados para o trabalho com água, efluentes e produtos químicos. “A ideia é mostrar o quão mais vantajosa é a utilização de reservatórios de compósitos em comparação aos similares feitos de outros materiais, como concreto ou aço vitrificado”.

Em relação aos primeiros, Rossi ressalta que é necessária uma bem executada impermeabilização, em função da natural porosidade do concreto. “Além de elevar o preço, o revestimento tem vida útil limitada. Os compósitos, por sua vez, são impermeáveis, imunes à corrosão, possuem elevada resistência mecânica e podem ser formulados com resinas próprias para o contato com a água potável”.

Na comparação com o aço vitrificado, os benefícios são a maior facilidade de instalação – os tanques de compósitos são monolíticos, e não formados por milhares de placas parafusadas – e a ausência de vazamentos. “Fora que a cadeia produtiva do material que processamos é toda local, enquanto que o aço usado nos reservatórios é importado, o que deixa o cliente exposto às oscilações cambiais”, compara.

Megatanques oblatados

A Tecniplas também mostrará no Concasan os seus megatanques de compósitos. Com diâmetro máximo de 15 m e capacidade para armazenar até 4,5 milhões de litros, os gigantescos reservatórios são fabricados em seções na planta da empresa e, pelo processo de oblatação, redimensionados para permitir o transporte rodoviário.

“Ovalizamos e acinturamos as seções para que assumam o formato semelhante ao do número oito e fiquem com 5 m de largura. Assim, é possível transportar um megatanque numa carreta convencional, o que pode significar a redução do tempo de transporte de 90 para 10 dias”. Depois, na unidade do cliente, as seções são redimensionadas e laminadas umas sobre as outras. “A Tecniplas é única fabricante brasileira de tanques de compósitos a deter a tecnologia de oblatação”, observa Rossi.

Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos são consumidos pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tecniplas

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Setor de compósitos voltou a crescer em 2017

16/05/2018

Faturamento foi de R$ 2,598 bilhões, alta de 1,9% em comparação com o ano anterior

Em 2017, o setor de compósitos faturou R$ 2,598 bilhões, alta de 1,9% em comparação com 2016. Trata-se do primeiro resultado positivo desde 2014, quando teve início a crise econômica brasileira. O consumo de matérias-primas aumentou 23,2%, totalizando 196 mil toneladas, enquanto o número de postos de trabalho apresentou queda de 0,9%, perfazendo 59 mil vagas. Os dados são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

“O mercado de transporte foi fundamental para que conseguíssemos esse desempenho, com destaque para a demanda aquecida por veículos utilizados no campo, como tratores e colheitadeiras. Vale a pena ressaltar também a participação dos postes para as redes elétricas, no setor de infraestrutura”, explica Gilmar Lima, presidente da ALMACO. As diferenças entre os indicadores de faturamento e de volume de matérias-primas devem-se basicamente às oscilações de preços registradas no período.

Para 2018, o estudo da Maxiquim projeta um faturamento de R$ 2,841 bilhões, ou seja, uma elevação de 9,4% ante o resultado de 2017, enquanto o consumo de matérias-primas deve crescer 4,8%, totalizando 205 mil toneladas.

“Transporte, agronegócio e infraestrutura continuarão a evoluir. Em paralelo, segmentos que estavam com muitas dificuldades nos últimos dois anos, como construção civil, energia eólica e gás, devem se recuperar. E novos nichos continuarão a surgir, mesmo que lentamente, apoiados pela flexibilidade e leveza típicas dos compósitos”, afirma Gilmar Lima.

A despeito dos números de 2017 e das previsões otimistas para este ano, o presidente da ALMACO ainda não considera plenamente encerrada a má fase que o setor de compósitos amarga desde 2014. “Perdemos muito no último triênio. Em termos de volume, repetimos em 2016 os números de 2006”, calcula. Por isso, ele observa, as empresas que integram a cadeia produtiva do material voltaram os seus esforços apenas para a sobrevivência, deixando em segundo plano a criatividade, o conhecimento e a manutenção dos talentos. “Agora, precisamos continuar alertas, repensar as nossas organizações e buscar alianças financeiras e estratégicas que nos ajudem a investir em educação, inovação e comunicação”.

De acordo com Lima, o papel da ALMACO nessa retomada deve ser o de provocar e tirar as empresas da zona de tranquilidade, colaborando com o fortalecimento não só dos fabricantes de matérias-primas, distribuidores e transformadores, mas também dos usuários de compósitos, comunidade em geral e órgãos governamentais. “É hora de sermos inquietos e investirmos em pessoas, relacionamento, conhecimento e gestão de excelência humanizada. Vamos levantar a bandeira da união e da antecipação, pois se não cuidarmos uns dos outros, vamos morrer juntos”, conclui.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Fonte: Almaco

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Solvay lança tecnologia inovadora de colagem de compósitos para a indústria aeroespacial/aeronáutica

15/05/2018

A Solvay está lançando o FusePlyTM, uma tecnologia inovadora de colagem de compósitos para aplicação na construção de aeronaves. Segundo a Solvay, com essa nova tecnologia é possível a construção de peças de compósitos confiáveis e coladas usando processos de fabricação convencionais, por meio da criação de estruturas coladas por covalência, eliminando assim a necessidade de vários rebites e fixadores.

A Solvay afirma que a tecnologia FusePlyTM atende às necessidades dos fabricantes de aeronaves que buscam desempenho, taxas de construção melhores e redução de peso. De acordo com a empresa, a nova tecnologia oferece diversos benefícios, entre os quais maior confiabilidade, maior desempenho das peças, mais leveza, pela substituição de fixadores mecânicos por colagem FusePlyTM, e liberdade de design, uma vez que os adesivos oferecem maior flexibilidade de projeto durante a fabricação e montagem a um custo menor.

A tecnologia FusePlyTM pode ser facilmente integrada aos processos de fabricação existentes como uma atualização para os métodos tradicionais de preparação de superfície.

A Solvay apresentará a nova tecnologia de colagem FusePlyTM na SAMPE Long Beach 2018, nos Estados Unidos, exibindo amostras no seu estande (M25) e apresentando-se no programa da conferência SAMPE, no dia 23 de maio, às 10h30.

A nova Unidade Global de Negócios Composite Materials da Solvay é uma fornecedora global de soluções de materiais leves tecnologicamente avançados, que permitem aos clientes dos setores aeroespacial/aeronáutico, automotivo e em outros segmentos exigentes conceberem, desenvolverem e usarem estruturas de qualidade, alto desempenho e complexas. A Composite Materials possui um amplo portfólio de produtos, incluindo pré-impregnados, sistemas de resinas, adesivos e películas, fibra de carbono, têxteis, ferramentas e consumíveis de embalagem a vácuo. A Solvay Composite Materials combina os antigos negócios da Cytec Aerospace Materials e Industrial Materials.

Fonte: Solvay

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Tecniplas mostra soluções para a armazenagem de fluidos na Fiema

08/04/2018

  • Feira de Tecnologia e Meio Ambiente acontece na próxima semana, em Bento Gonçalves
  • Exemplos de tanques de PRFV fabricados pela Tecniplas

A Tecniplas participa mais uma vez da Feira de Negócios, Tecnologia e Conhecimento em Meio Ambiente (Fiema), evento que acontece entre os dias 10 e 12/04, em Bento Gonçalves (RS). Líder brasileira em tanques e equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), a empresa pretende ressaltar na Fiema as vantagens das soluções que desenvolve para a armazenagem de diferentes tipos de fluidos.

“Os tanques da Tecniplas são dimensionados para o armazenamento de água potável a produtos químicos altamente corrosivos. Em comparação aos reservatórios feitos de outros materiais, como aço e concreto, os nossos produtos apresentam maiores índices de durabilidade, além de outros benefícios como ausência de porosidade e pontos suscetíveis à corrosão”, afirma Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

A Região Sul do país conta com diversos tanques e equipamentos especiais da Tecniplas em operação. “É o caso, por exemplo, de reservatórios adquiridos por empresas que fabricam ou manipulam produtos químicos, indústrias alimentícias e plantas de celulose e papel, entre outras”, observa Rossi.

O diretor da Tecniplas destaca também os fornecimentos recentes que a empresa fez para a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan). “O último foi o de um tanque monolítico de 250 m³ para a armazenagem de água potável”. Ajustado às exigências da Portaria 2914, do Ministério da Saúde, que dispõe sobre os procedimentos de controle de qualidade da água para o consumo humano, o reservatório faz parte do sistema de abastecimento da cidade de Palma Sola.

Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos são consumidos pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tecniplas

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Dilutec lança gelcoat que retarda a propagação de chamas e reduz a emissão de estireno

08/04/2018

UL 94: teste de queima de corpo-de-prova produzido com o novo gelcoat da Dilutec

Empresa afirma que o produto atende às exigências de inflamabilidade da norma UL 94 V-0

Uma das principais fabricantes brasileiras de gelcoat – híbrido de resinas e pigmentos que protege e dá acabamento às peças de compósitos –, a Dilutec anunciou o lançamento do Colorgel® FR LE. Segundo a empresa, o produto atende à norma de inflamabilidade de materiais plásticos UL 94, na classificação V-0, e é caracterizado pela baixa emissão de compostos orgânicos voláteis (VOC) na atmosfera, caso do monômero de estireno.

O fato de atender à UL 94 significa que as peças fabricadas com o Colorgel® FR LE retardam a propagação das chamas, afirma a Dilutec. Ou seja, depois de removida a fonte de ignição, a superfície deixa de queimar, característica necessária para aplicações nos setores de transporte – rodoviário, ferroviário e náutico – industrial, elétrico, em produtos como postes e cruzetas, e de geração de energia eólica, tanto nas pás como nos nacelles e spinners.

“O produto também é ambientalmente amigável, pois apresenta baixos índices de emissão de VOC, atributo garantido pela elevada compatibilidade da resina utilizada na sua formulação com o monômero de estireno”, explica Marcos Brambilla, gerente técnico da Dilutec. Depois de polimerizado, o Colorgel® FR LE perde 0,66% de massa, contra 2,27% de um gelcoat padrão, de acordo com os ensaios realizados pela Newtech, empresa acreditada pelo Inmetro.

Foram necessários cerca de dois anos para que a Dilutec completasse o desenvolvimento do Colorgel® FR LE. “Por se tratar de um gelcoat complexo, levamos mais tempo para balancear a fórmula com as resinas e aditivos corretos e para ajustar a estabilidade”. A aplicação do novo produto, detalha Brambilla, pode ser feita com gelcoateadeira e pistola de caneco invertido ou por meio da pintura com rolo ou pincel, na versão topcoat.

Marcos Pannellini, gerente comercial da Dilutec, calcula que exista no Brasil uma demanda mensal de cerca de 300 toneladas de gelcoats com as características do Colorgel® FR LE. “Esse volume é atendido hoje em dia por produtos importados ou por soluções caseiras, como a aditivação de gelcoats comuns feita pelos próprios transformadores de compósitos. Por isso estamos bastante otimistas com a reação do mercado ao nosso lançamento”.

Para assistir ao vídeo do ensaio de queima de um corpo-de-prova produzido com o gelcoat Colorgel® FR LE, acesse https://tinyurl.com/y7z6oqrb.

Além de produzir gelcoat e thinner, a Dilutec (www.dilutec.com.br) é distribuidora das resinas da Ashland na Região Centro-Oeste e dos equipamentos para a moldagem de compósitos da BÜFAtec Spain na América Latina. Fundada em 1995, mantém unidades fabris em Piracicaba (SP) e Senador Canedo (GO).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dilutec

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Projetos da Saertex são finalistas no JEC Innovation Award 2018

07/03/2018

A premiação JEC Innovation Award, que é entregue durante a exposição JEC World em Paris, na França, é considerada a mais importante competição da indústria de compósitos. A Saertex, empresa líder na fabricação de tecidos multiaxiais e materiais de reforço, inscreveu três projetos e todos foram selecionados como finalistas. A cerimônia de premiação acontece no dia 7 de março. A Saertex já levou para casa estes prêmios cobiçados em 2014 e em 2017.

Neste ano, a Saertex, empresa familiar da região de Münsterland, Alemanha, participa na categoria “Rail Vehicle” (veículos ferroviários), junto com as empresas SMT e a Alan Harper, com um projeto que envolveu a renovação de painéis do piso em 66 trens do Deutsche Bahn ICE, removendo a madeira e introduzindo os materiais compósitos retardantes à chama Saertex LEO com fibra de vidro.

Na categoria “Marine” (náutico), o Saertex LEO integrou o design de um solário (dock) completo em compósitos para um navio de cruzeiro de 110m de comprimento, construído em parceria com o estaleiro Meyer/Neptun em Papenburg (Alemanha).

Na categoria “Construction and Infrastructure” (construcao e infraestrutura), o carbono autoadesivo SAERfix foi usado para reparar uma tubulação de concreto reforçado que estava em condições precárias. O projeto (foto), desenvolvido em associação com o cliente espanhol Grupo Navec, apresentou excelente resultado, afirma a empresa. Neste caso, A Saertex e a Henkel são as coinovadoras do projeto sob a liderança do Grupo Navec.

A premiação JEC Award é concedida por um júri de especialistas durante a realização da JEC World em Paris. A premiação é um reflexo da força de inovação das empresas do setor de materiais compósitos, sendo premiadas um total de 10 categorias.

Criada em 1982, em Saerbeck, Alemanha, a Saertex é líder na fabricação de tecidos multiaxiais e materiais de reforço, os quais conferem redução de peso, aumento de rigidez e alta resistência à corrosão. Atualmente, oferece uma ampla variedade de itens, tais como os tecidos técnicos em fibras orientadas, a manta moldada SAERcore, o complexo sanduíche SAERfoam, os tecidos auto-adesivos SAERfix, os materiais compósitos retardadores de fogo Saertex LEO e a tecnologia de reabilitação de tubulação Saertex-Liner (Saertex multiCom).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Saertex

Evonik promove novo núcleo de espuma de acrílico para aplicação em estrutura sanduíche de compósitos durante a JEC World em Paris

02/03/2018

Um novo desenvolvimento da Evonik Industries em tecnologia de materiais de núcleo faz sua estreia na JEC World 2018 em Paris. O novo integrante da família de produtos Performance Foam é o Rohacryl™ uma espuma estrutural baseada na química do acrílico, com alto potencial para aplicações em compósitos.

Segundo a Evonik, a espuma Rohacryl™ é uma solução de material de núcleo com excelentes propriedades mecânicas, além de apresentar estabilidade térmica e de ser leve, fácil de processar e ambientalmente amigável.

Esse produto é a mais nova solução em materiais da linha Performance Foams, um negócio que já conhecido por oferecer a espuma de alto desempenho Rohacell® PMI. Seus produtos para materiais de núcleo estrutural são empregados há mais de 40 anos em indústrias que incluem os setores aeroespacial, automotivo, eletrônico, de tecnologia médica, equipamentos esportivos e outros. Com o lançamento do RohacrylTM, a Evonik dá o próximo passo na expansão de seu portfólio de produtos para o mercado mundial de compósitos.

O que motivou o desenvolvimento inicial do Rohacryl™ foi a tendência na indústria de energia eólica por pás de turbina cada vez maiores e que precisam cumprir requisitos altamente exigentes. De maneira ideal, os materiais usados na produção de pás devem ser leves e ao mesmo tempo oferecer melhores propriedades mecânicas e, simultaneamente, a habilidade de continuar estáveis na cura a altas temperaturas. As diversas soluções em materiais disponíveis no mercado ou ofereciam boas propriedades mecânicas ou resistiam a altas temperaturas de cura, mas antes do lançamento da espuma Rohacryl™ nenhuma solução em material de núcleo podia oferecer as duas características em um único produto, afirma a Evonik. Outras indústrias com métodos de produção e necessidade de eficiência similares podem também achar o novo produto interessante para suas aplicações.

Uma amostra do Rohacryl™ será apresentada no estande da Evonik na feira (J40, hall 5). Representantes da empresa estarão presentes para compartilhar detalhes do produto e discutir se esta é a solução perfeita em material de núcleo para os clientes interessados.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Programa de logística reversa de compósitos supera meta inicial

02/03/2018

Iniciativa foi responsável pelo recolhimento de 2.100 kg de peças de ônibus em Curitiba

O programa de logística reversa de peças de compósitos superou a meta inicial de recolhimento de resíduos. Criado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco) e em operação na cidade de Curitiba (PR), foi responsável pela destinação de 2.100 kg de resíduos, ou 110% do projetado para a primeira fase – 1.900 kg, considerando o período de setembro de 2016 a dezembro de 2017, conforme estabelecido junto à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Paraná (SEMA). A partir de agora, a meta de reciclagem passa a ser anual, sendo prevista a coleta mínima de 1.500 kg de compósitos em 2018.

“Estamos satisfeitos com o resultado, pois conseguimos implantar um modelo efetivo de logística reversa para os compósitos, mesmo num cenário de intensa retração econômica. Trata-se de uma iniciativa inovadora globalmente, que poderá ser replicada não somente em outros estados, mas também em toda a América Latina”, comenta Gilmar Lima, presidente da Almaco.

De início, o programa contempla a logística reversa de componentes de ônibus, como tetos, grades e para-choques. Os aspectos práticos ficam a cargo da Geoquímica, empresa responsável por recolher as peças de compósitos em oficinas e garantir a destinação correta – no caso, o coprocessamento em fornos de cimenteiras. Localizada em São José dos Pinhais (PR), a Geoquímica já trabalha com a logística reversa de embalagens de lubrificantes e filtros automotivos.

“A maior dificuldade que ainda enfrentamos é conscientizar toda a cadeia de geração de valor sobre a importância desse programa. Além de fazer bem ao planeta, é vital para que o setor de compósitos continue competindo e crescendo de forma sustentável”, afirma Lima. Hoje em dia, o plano elaborado pela Almaco conta com o apoio da consultoria Masimon e de nove empresas da cadeia produtiva de compósitos: Ashland, CPIC, Jushi, Marcopolo, Mascarello, Morquímica, Neobus, Owens Corning e Tecnofibras. Também colaboram com o projeto a Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (FABUS) e o Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE). “É importante ressaltar o enorme apoio que tivemos da Secretaria do Meio Ambiente do Paraná”.

A fiscalização já começou e a responsabilidade pelo pós-consumo passou a ser dos fabricantes das peças. Caso não façam parte do programa, estarão sujeitos a multas pesadas – já foram registradas no Paraná autuações de mais de R$ 150 mil para as empresas que descumpriram acordos de logística reversa.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, trens e aviões.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Almaco

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Setor de celulose e papel deve impulsionar a demanda por tanques de PRFV, avalia Tecniplas

20/02/2018

Empresa é a maior fabricante brasileira de reservatórios de Plástico Reforçado com Fibra de Vidro

A continuidade da expansão do setor de celulose e papel, na esteira da demanda internacional aquecida, e a esperada definição no campo político devem contribuir para a retomada econômica. Essas são as expectativas para 2018 da Tecniplas, maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro).

“As plantas de celulose e papel especificam equipamentos mais complexos e de alto valor agregado, em linha com o que estamos acostumados a produzir. E a estabilidade política tende a deixar as empresas mais seguras para investir”, comenta Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas. Ele ressalta, porém, que é difícil cravar um percentual de crescimento nas vendas da empresa. “Não deve ser nada substancial. A tendência é de melhora mais acentuada a partir de 2019”.

Ano passado, apesar da recessão econômica, a Tecniplas conseguiu manter o seu nível de faturamento num patamar estável. A receita foi o fortalecimento da presença em nichos da indústria química, como o de fertilizantes. “O Brasil se tornou referência nessa área e os projetos de expansão ocorridos em 2017 nos ajudaram em termos de volume de pedidos”. Apesar da boa fase vivida por esse segmento, o principal fornecimento da Tecniplas no ano passado foi para uma empresa de alimentos. “Trata-se de um tanque monolítico de 400 m³, o maior reservatório de PRFV produzido em uma peça única no Brasil”.

O mercado de saneamento, por sua vez, manteve o ritmo bastante lento dos anos anteriores, observa o diretor da Tecniplas. O único destaque ficou por conta de um fornecimento para a Casan – dois tanques monolíticos de 250 m³ cada. “A Tecniplas jamais deixa de lado a preocupação com a qualidade dos seus equipamentos”, completa.

Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos são consumidos pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tecniplas

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Simpósio Internacional sobre Polímeros Naturais e Compósitos promovido pela Unesp e UFABC focalizará desafios para a Bioeconomia Sustentável

15/02/2018

O 8º International Symposium on Natural Polymers and Composites – ISNaPol está recebendo trabalhos técnicos e acadêmicos para participação no evento, que ocorrerá entre os dias 27 e 30 de maio de 2018 na cidade de São Pedro-SP. Neste ano, o evento terá como tema principal “Desafios para a Bioeconomia Sustentável”. O objetivo é a reunir um fórum composto por empresários, cientistas, tecnólogos e estudantes de graduação e pós-graduação para discutir novos desafios de pesquisa e as estratégias para o desenvolvimento sustentável de matérias-primas naturais, polímeros e biorrefinarias.

O evento contará com 7 seções com tópicos de destaque em pesquisa e desenvolvimento, tais como: os compósitos, fibras naturais e celulose, polímeros biodegradáveis, biorrefinarias, nanotecnologia e avaliação do ciclo de vida (ACV).O ISNaPol contará com a presença de renomados pesquisadores nas áreas destacadas.

O evento é organizado através de uma parceria entre a Unesp/Botucatu-SP e a UFABC, e conta com a coordenação dos professores Alcides Lopes Leão do Departamento de Bioprocessos e Biotecnologia da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA) e do professor Derval dos Santos Rosa, do Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais aplicadas (CECS – UFABC).

Os interessados em submeter trabalhos poderão fazê-lo de acordo com as orientações no site do evento (http://eventos.ufabc.edu.br/isnapol2018/index.php/abstract-submission) e terão até o dia 23 de fevereiro de 2018 para apresentrem seus trabalhos para seleção. As orientações para inscrição também estão disponíveis no site.
Os melhores trabalhos serão escolhidos pelo comitê cientifico e poderão ser publicados nas edições especiais dos periódicos:
• Journal of Natural Fibers (http://www.tandfonline.com/loi/wjnf/)
• Green Materials (www.icevirtuallibrary.com/journal/jgrma)
• Revista Matéria (http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1517-7076&lng=en&nrm=iso).

Mais informações estão disponíveis no site do evento e nas redes sociais:
http://eventos.ufabc.edu.br/isnapol2018/
https://www.facebook.com/isnapol2018
https://twitter.com/isnapol2018
https://www.instagram.com/isnapol2018/

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Solvay assina contrato com a Boeing para o fornecimento de materiais ao programa de aeronaves 777X

16/01/2018

O Grupo Solvay assinou um acordo com a Boeing para o fornecimento de materiais compósitos e adesivos avançados destinados à produção de aviões 777X.

A Solvay fornecerá uma variedade de tecnologias de materiais, incluindo prepregs de fibra de carbono, prepregs fenólicos resistentes à chama para aplicações interiores, filme de revestimento para proteção contra raios e adesivo de ligação estrutural. Esses materiais serão aplicados nas aeronaves 777X, inclusive nos estabilizadores verticais e horizontais, na nacela, portas de trem de pouso, asas e estruturas interiores.

“A Boeing é um dos principais parceiros estratégicos da Solvay e a assinatura deste acordo demonstra nossa capacidade de desenvolver soluções em materiais que atendam aos desafios técnicos, de fornecimento e de custo da Boeing. Nossas equipes esperam continuar sua colaboração com a Boeing e apoiar a produção do 777X “, disse Carmelo Lo Faro, presidente da Unidade Global de Negócios Composite Materials da Solvay.

A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 27.000 pessoas em 58 países. As vendas líquidas pro forma foram de € 10,9 bilhões em 2016. A empresa tem clientes em diversos mercados finais globais, como o aeronáutico, automotivo, dispositivos inteligentes e médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre outros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Tecniplas fornece à Casan tanque monolítico de 250 m³ para armazenamento de água potável

09/12/2017

Maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais em compósitos de PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), a Tecniplas acaba de concluir a produção de um reservatório (foto) adquirido pela Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN). De acordo com Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas, um dos diferenciais desse projeto é o fato de o tanque ter sido produzido em uma peça única (monolítica), apesar das suas dimensões.

“Com 250 m³, 5 m de diâmetro e 12,75 m de altura, é o maior reservatório monolítico a entrar em operação na Casan”, ele afirma, lembrando que é possível fabricar tanques desse tipo com até 400 m³ de capacidade. Acima disso, a Tecniplas recorre à oblatação, tecnologia que permite a fabricação, em seções, de tanques de até 4.500 m³.

O reservatório da Casan armazenará água potável e fará parte do sistema de abastecimento da cidade de Palma Sola, no oeste catarinense. Por conta do tipo de aplicação, observa o diretor da Tecniplas, o tanque foi produzido de acordo com as exigências da Portaria 2914, do Ministério da Saúde, que dispõe sobre os procedimentos de controle de qualidade da água para o consumo humano.

“Utilizamos resinas próprias para o contato com água potável. Também ajustamos a translucidez desses polímeros para que a luz solar não contribua com a proliferação de algas”, detalha Rossi.

Fundada em 1976, a Tecniplas opera em Cabreúva (SP) uma planta para a fabricação de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV. Além de atuar no mercado de saneamento básico, a empresa está presente nos setores de álcool e açúcar, papel e celulose, alimentos e bebidas, química e petroquímica e fertilizantes.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tecniplas

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BASF e empresa coreana DONG-IL CNE assinam acordo para desenvolvimento de soluções em compósitos de poliuretano para as indústrias da construção e infraestrutura

30/11/2017

A Basf e a Dong-il Cne assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) para desenvolver postes de eletricidade leves e inovadores, bem como tubos para óleo e gás e outras soluções voltadas para infraestrutura avançada. Na etapa inicial da parceria, a Dong-il Cne fornecerá sua experiência de fabricação para a produção de postes de eletricidade com a marca Basf , feitos com o poliuretano (PU) Elastolit® da BASF. Os parceiros também vão explorar outras aplicações de materiais leves para atender à crescente demanda por compósitos mais resistentes e leves para as indústrias de construção e infraestrutura.

“Estamos muito satisfeitos com a parceria com a Dong-il Cne na busca de novas oportunidades, abordando o mercado global de compósitos, que tem a estimativa de atingir quase 40 bilhões de dólares em 2021”, afirma Andy Postlethwaite, vice-presidente sênior da divisão da BASF de Materiais de Performance. “Nossos postes de eletricidade ultraleves ajudarão a fornecer eletricidade, sem interrupções, para cidades em toda a Ásia, principalmente em áreas onde as condições climáticas são extremas, como Filipinas, Indonésia, Malásia, Coréia, Japão e Austrália”.

Com o acordo, a Basf e a Dong-il Cne também irão pesquisar várias novas tecnologias, incluindo pultrusão de PU, PU com enrolamento filamentar de fibra de carbono, assim como tubos de óleo e gás com processos de enrolamento filamentar de PU que suportam altas temperaturas.

“Ao combinar as vastas competências da Basf em tecnologias e materiais compósitos com as nossas capacidades integradas de fabricação, essa parceria criará novas aplicações de materiais que irão ajudar a enfrentar os desafios de infraestrutura urbana trazidos pelo aumento populacional em toda a Ásia”, considera Choi Young Ki, presidente da Dong-il Cne . A empresa possui uma extensa experiência de fabricação no mercado de materiais compósitos de alto desempenho na Ásia, abrangendo as indústrias automotiva, de construção naval, construção civil e engenharia civil, bem como a indústria química.

Os postes de eletricidade fabricados com PU utilizando a tecnologia exclusiva de enrolamento filamentar da Basf são extremamente leves e robustos, além de flexíveis. Segundo a empresa, os postes conseguem resistir a condições climáticas extremas, como tufões, e podem ser otimizados para condições específicas. Além disso, eles pesam menos e são ainda mais duráveis e resistentes do que os postes de concreto tradicionais, garante a empresa.

Sobre a Dong-il Cne Corporation: Desde a sua fundação em 1980, a Dong-il Cne tornou-se a única empresa profissional do país a oferecer um serviço completo para prevenção da poluição ambiental e fabricação de compósitos. Além disso, produzem materiais compósitos de alto desempenho amplamente utilizados em toda a indústria, incluindo automotivas, de construção naval, construção civil e engenharia civil, bem como a indústria química.

Sobre a Basf : O Grupo Basf conta com aproximadamente 112 mil colaboradorese o seu portfólio é organizado em 5 segmentos: Químicos, Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais, Soluções para Agricultura e Petróleo e Gás. A Basf gerou vendas de mais de € 58 bilhões em 2016.

Fonte: BASF

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Polinox destaca os cuidados necessários na seleção de catalisador para RTM

30/11/2017

AAP ou blenda de AAP com MEK são as melhores alternativas

Há algumas semanas, a Polinox apoiou a organização de um evento sobre Fast RTM. Indicada para a fabricação de peças de compósitos consumidas pelas montadoras, a tecnologia é uma evolução do tradicional processo de RTM – em linhas gerais, combina o RTM de alta pressão com o sistema de compressão.

No Brasil, o RTM aparece com 12% de participação no ranking das tecnologias de moldagem de compósitos, segundo o último levantamento da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO). Pode parecer pouco, mas é o processo automatizado mais utilizado no país, à frente de enrolamento filamentar (9%), laminação contínua (7%), infusão (6%), pultrusão (5%) e BMC/SMC (5%).

Em termos de matérias-primas, assim como devem ser especificadas resinas e reforços próprios para RTM, com os catalisadores a situação é a mesma. “Ainda há no Brasil o paradigma de um catalisador para todos os processos. Ao adotar esse comportamento, o fabricante da peça acaba não tirando proveito das particularidades de cada produto”, afirma Sérgio Andrade, gerente industrial da Polinox.

Inicialmente, Andrade recomenda que o moldador utilize um catalisador de acetil acetona (AAP) no processo de RTM. “O AAP eleva o geltime, dando tempo de a resina ser injetada por toda a superfície do molde. Na sequência, uma vez que a resina gelificou, a polimerização acontece de forma acelerada, o que permite uma desmoldagem mais rápida se comparada à obtida com os outros catalisadores. Isso é fundamental numa tecnologia de média tiragem como o RTM”.

Agora, caso o fabricante deseje reduzir o geltime da resina, o melhor caminho é recorrer a uma blenda. “Recomendamos a blenda de AAP com metil etil cetona ou MEK”, observa Andrade.

Com fábrica em Itupeva (SP), a Polinox dispõe de capacidade para a produzir 360 toneladas/mês de catalisadores. Ao todo, são mais de 40 tipos – MEKP, BPO, AAP, TBPB, CHP e blendas – indicados para as tecnologias de moldagem aberta e fechada de compósitos, do tradicional processo de spray-up usado na fabricação de caixas d´água e piscinas até a complexa infusão de cascos de embarcações e pás eólicas.

Atualmente, a Polinox atende a mais de duas mil empresas, entre elas, as líderes dos setores de construção, transporte, infraestrutura, corrosão e náutico. Fundada em 1960, a Polinox é a única empresa 100% brasileira do seu segmento a dispor de sistemas de gestão baseados em normas internacionais, como ISO 9001 e ISO 14001.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Polinox

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Solvay e Strata criam joint venture nos Emirados Árabes Unidos na área de materiais aeroespaciais para fornecer à Boeing

23/11/2017

  • A parceria expande a capacidade industrial dos Emirados Árabes Unidos com planta industrial para fabricação de fibra de carbono pré-impregnada de alta tecnologia, na cidade de Al Ain
  • A unidade será comissionada em 2020 e vai ancorar um setor de fabricação avançado em franco crescimento

A Solvay, empresa internacional de multiespecialidades químicas, e a Strata, empresa de fabricação de aeroestruturas de compósitos, formalizaram joint venture (JV) para fornecer materiais compósitos avançados para a Boeing, a serem fabricados em uma planta de alta tecnologia a ser construída em Al Ain, nos Emirados Árabes Unidos. Após a assinatura do acordo de JV, os parceiros buscarão as devidas aprovações das autoridades que regulam a concorrência.

Essa joint venture 50/50 será o primeiro fornecedor de fibras de carbono pré-impregnadas (também conhecidas como “prepregs”) dos Emirados Árabes Unidos. O material possui alto desempenho e durabilidade, sendo usado na fabricação de estruturas de compósitos para aplicações aeronáuticas/aeroespaciais, incluindo a aeronave de última geração da Boeing, o avião 777X.

A parceria marca a entrada da Solvay na produção de materiais avançados nos Emirados Árabes Unidos e a entrada da Mubadala, por meio da sua subsidiária integral Strata, na fabricação destes materiais para a indústria aeroespacial.

“Nos últimos dez anos, a Mubadala ajudou a criar uma indústria aeroespacial avançada e sustentável, de alinhada com a visão de diversificação econômica de Abu Dhabi”, disse Khaled Abdulla Al Qubaisi, CEO da área aeroespacial, renováveis e ICT da Mubadala. “Este acordo com a Solvay se encaixa perfeitamente na nossa estratégia de crescimento, focalizando nas capacidades de fabricação de alta tecnologia e demonstrando o nosso compromisso de fornecer produtos competitivos para os principais fabricantes de equipamentos originais (OEM’s, na sigla em inglês) do mundo”.

“A joint venture demonstra as potencialidades da Solvay em tecnologias de compósitos aeroespaciais, inclusive para estruturas primárias de aeronaves, como um pilar de crescimento para nosso negócio de materiais avançados”, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay.

A nova instalação industrial de cerca de 800 metros quadrados fornecerá fibras de carbono pré-impregnadas à Boeing para aplicações de estrutura primária nos seus novos aviões 777X. A tecnologia de prepreg da Solvay consiste em reforços de fibras pré-impregnadas com uma matriz de resina, usadas para fabricar peças de compósitos, proporcionando desempenho excepcional com menor peso em comparação com estruturas metálicas, afirma a empresa.

Badr Al-Olama, presidente da Strata Manufacturing e diretor do setor aeroespacial, afirmou que o acordo é uma história de sucesso dos Emirados Árabes Unidos para a Strata e sua acionista Mubadala. “Estamos orgulhosos em ser parte integrante da cadeia de suprimentos aeroespaciais global e por expandir nossa parceria com a Boeing por meio desta entrada na fabricação de materiais avançados”, disse.

“A Solvay irá trazer sua expertise técnica em materiais compósitos avançados para esta parceria e aproveitar sua relação comercial de longa data com a Boeing para transformar essa parceria em um sucesso”, afirmou Carmelo Lo Faro, presidente da Unidade Global de Negócio Composite Materials da Solvay.

O conteúdo em compósitos das aeronaves de última geração continua a crescer à medida que os fabricantes de grandes aeronaves comerciais buscam reduzir o peso, melhorar a eficiência de combustível e reduzir as emissões de CO2.

Sobre o Grupo Solvay: A Solvay é uma empresa química de multiespecialidades, oferecendo produtos e soluções para aviões, carros, dispositivos inteligentes e médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre outras aplicações que promovem a sustentabilidade. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 27.000 pessoas em 58 países. O faturamento líquido pro forma foi de € 10,9 bilhões em 2016, dos quais 90% foram obtidos em atividades nas quais a Solvay está entre as 3 maiores empresas do mundo. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Sobre a Mubadala: A Mubadala Investment Company é uma investidora global pioneira que aplica capital para acelerar o crescimento econômico de longo prazo de Abu Dhabi. Como a principal empresa de investimentos estratégicos de Abu Dhabi, a Mubadala atua em 13 setores e em mais de 30 países ao redor do mundo, criando valor para o seu principal acionista, o governo de Abu Dhabi. Esse trabalho inclui o desenvolvimento de líderes industriais globais em setores como aeroespacial, ICT, semicondutores, metais, mineração e energia renovável e a gestão de diversas participações financeiras. A empresa aproveta a sua expertise em em petróleo e gás para investir em todo o espectro de hidrocarbonetos e aumentar o potencial de crescimento dos Emirados Árabes Unidos, por meio de investimentos em serviços de saúde, imóveis e defesa.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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