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Tomra Recycling Brasil anuncia Daniel Ghiringhello, novo Diretor Comercial para o mercado brasileiro

04/05/2022

Daniel Ghiringhello (foto) assume o mercado brasileiro a partir de Maio 2022, substituindo Carina Arita líder comercial da Tomra Recycling Brasil por 11 anos, que iniciará novas funções dentro do grupo Tomra.

A Tomra Recycling Brasil vai promover mudanças em nível de gestão de alto nível. Depois de mais de 11 anos como gerente comercial, Carina Arita vai abraçar uma nova oportunidade dentro do grupo, passando a Head of Sales Australia, deixando um legado de alto impacto no mercado brasileiro. Daniel Ghiringhello vai assumir funções de Head of Sales, com o objetivo principal de dar continuidade ao trabalho desenvolvido nos últimos anos, que mudou o paradigma da reciclagem.

“Estou muito animado e motivado com este novo desafio. O Brasil tem grande potencial para se tornar um player importante dentro da economia circular e a Tomra é parte essencial nesse processo. Sinto que tenho o dever de continuar trabalhando para esse objetivo”, explica o novo responsável da Tomra Recycling Brasil.

Por sua parte, Ty Rhoad, Diretor Regional das Américas, reforçou a confiança na nova escolha para seguir dirigindo os destinos da Tomra no Brasil: “Estamos entusiasmados por ter Daniel se juntando à nossa família Tomra. Ele traz uma riqueza de conhecimento e experiência da indústria e é altamente respeitado. Ele será perfeito para continuar a paixão da Tomra e fornecerá soluções essenciais para o crescente mercado brasileiro. Não tenho dúvidas de que ele será visto como um recurso importante nos próximos anos”.

Brasil: um país com um tremendo potencial de crescimento

O trabalho desenvolvido pela Tomra Recycling nos últimos 11 anos no mercado brasileiro permitiu alavancar o grande potencial de crescimento do país. Conhecido pelos muitos processos manuais na hora de reciclar, a Tomra conseguiu ir abrindo portas para a automação. Atualmente, já estão em ação mais de uma centena de máquinas em plantas brasileiras. Segundo a Tomra, os empresários confiam cada vez mais no potencial da empresa para aumentar não apenas a produtividade, mas também a qualidade para atingir os níveis exigidos pelas normas internacionais.

Daniel Ghiringhello destaca a equipe do Brasil com quem vai trabalhar e demonstra-se confiante nesta nova etapa e sobre o que o futuro reserva: ”A Tomra tem a melhor estrutura e histórico do mercado brasileiro, e eu queria trabalhar com os melhores. Para este primeiro ano, espero engajar nossa base de clientes e comunicar claramente que a Tomra está crescendo no Brasil e tem um novo Head of Sales. Espero conseguir implementar a visão estratégica da Tomra e atingir as nossas metas de desempenho e com isso promover um impacto bastante positivo no mercado, reduzir o desperdício e promover o crescimento da economia circular”.

O novo responsável da Tomra Recycling Brasil vem acrescentar valor ao trabalho desenvolvido até aqui. Com um Master em Business na Bath University, Reino Unido, o novo responsável da Tomra Recycling representava a Pellenc ST no Brasil, e procura trazer o seu know-how para aumentar a visibilidade da empresa e conseguir dinamizar a fatia de mercado, que vem crescendo nos últimos anos.

A Tomra Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 8.200 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, segundo a empresa.

Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, A Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 1.1B euros em 2021 e emprega mais de 4.600 pessoas globalmente.

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Tomra celebra 50º aniversário anunciando a missão de “mundo sem resíduos”

06/04/2022

Centro de Testes da Tomra

A Tomra, fornecedora global de sistemas avançados de coleta e triagem, está comemorando o seu 50º aniversário.

Cada uma das quatro divisões do grupo – (Collection, Food, Recycling y Mining)– celebrou o marco com um compromisso coletivo para “transformar o futuro de como nós obtemos, usamos e reutilizamos os recursos naturais do planeta para propiciar um mundo sem resíduos”.

Tove Andersen, presidente e CEO da Tomra, explicou: “Vivemos em um mundo que precisa de uma grande transformação. Precisamos urgentemente melhorar a sustentabilidade, desenvolver a economia circular e fazer uso mais eficiente dos recursos naturais – desafios que as soluções da Tomra podem ajudar a resolver.

“Cinquenta anos após seu início discreto, a Tomra pode se orgulhar por ser uma líder de mercado global altamente respeitada. Esta é a prova viva da nossa capacidade de adaptar, inovar e fornecer as soluções que nossos clientes realmente precisam. Este também é um momento de olhar para frente, porque agora estamos abrindo o capítulo da história da Tomra onde intensificamos nosso papel de liderar a revolução de recursos.”

A Tomra foi fundada na Noruega em 1º de abril de 1972 pelos irmãos Petter e Tore Planke. Depois de ver uma mercearia local se esforçando com a coleta manual de garrafas vazias em sua loja, os irmãos desenvolveram a primeira máquina de logistica reversa totalmente automatizada (RVM) na garagem de sua família. Esta invenção foi pioneira para processos de reciclagem e seu conceito é usado hoje em todo o mundo.
Ao longo dos anos, a tecnologia da Tomra se expandiu para incluir sistemas avançados de seleção para as indústrias de alimentos, reciclagem e mineração. Essas soluções inovadoras otimizam a recuperação de recursos naturais e minimizam os resíduos, beneficiando empresas, governos, consumidores e o meio ambiente.

Tove acrescentou: “A transformação está no centro de tudo o que a Tomra faz. A Tomra transforma ideias e tecnologia para criar ferramentas inteligentes e pioneiras. Transformamos empresas em negócios mais rentáveis e sustentáveis e transformamos a forma como os recursos do mundo são obtidos, usados e reutilizados, o que também ajuda a transformar o dia a dia das pessoas.”

Hoje, a Tomra emprega mais de 4.600 pessoas em todo o mundo e tem vendas anuais de € 1 bilhão. Comprometido com a inovação, 20% da força de trabalho do grupo e 8% de sua receita são dedicados à pesquisa e desenvolvimento. Para atender à ambição da Tomra de aumentar a coleta global de recicláveis para 40% e aumentar os plásticos em sistemas de circuito fechado para 30% até 2030, a empresa planeja continuar seu crescimento e aumentar o número de colaboradores. A expansão explorará novas oportunidades de negócios, desenvolverá soluções para mitigar as mudanças climáticas e, ao fazê-lo, preservará os recursos naturais para as gerações futuras.

Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra Recycling, disse: “Continuamos inovando e apoiando nossos clientes para atingir suas metas de negócios, bem como aquelas estabelecidas pela legislação. Ao comemorarmos nosso 50º aniversário, gostaríamos de reconhecer nossos clientes e parceiros que tornaram possível nosso sucesso duradouro.” A transformação digital está no centro da visão da empresa para o futuro com a Tomra Insight, uma plataforma de análise de dados baseada em nuvem com capacidade de serviço remoto. Oferece aos recicladores uma abordagem de última geração para melhorar o desempenho da seleção e reduzir os custos operacionais.

A Tomra Recycling é uma fornecedora líder global de soluções de seleção baseadas em sensores e serviços digitais conectados que transformam resíduos em matérias-primas secundárias. A empresa instalou mais de 8.200 unidades de triagem para reciclagem de resíduos e metais em mais de 100 países em todo o mundo. Projetadas e construídas para maximizar os rendimentos de reciclagem, as máquinas Tomra podem ser testadas em qualquer um de seus sete centros de teste em todo o mundo.

Os sistemas de seleção da Tomra ajudam a fechar o ciclo para metais, plásticos, papel, embalagens, vidro e outros materiais. Com sua nova geração Autosort, os materiais recicláveis são separados sem dificuldade até mesmo dos fluxos de resíduos mistos mais complexos, afirma a Tomra. O sistema de triagem multifuncional deu um salto evolutivo ao longo dos anos com suas tecnologias complementares, dando aos recicladores mais flexibilidade operacional para atender às demandas de um mercado dinâmico.

A tecnologia de seleção baseada em sensores desempenha um papel significativo na criação de um mundo sem resíduos, desviando recursos valiosos da incineração ou dos aterros sanitários. A equipe interna da empresa de especialistas em seleção, engenheiros mecânicos, especialistas nas aplicações e desenvolvedores de software visa fornecer soluções ainda mais avançadas no futuro para mitigar a crise mundial de recursos naturais.

A Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 1.1B euros em 2021 e emprega mais de 4.600 pessoas globalmente.

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Melosch, líder em serviços ambientais na Alemanha, se beneficia da plataforma de dados Tomra Insight

28/02/2022

Relatório do Tomra Insight

Empresa familiar tradicional demonstra que a classificação orientada por dados aumenta o rendimento, melhora a qualidade do produto e aumenta a lucratividade

Como uma empresa de quarta geração que valoriza a confiabilidade e o desenvolvimento contínuo por meio da tecnologia, a The Melosch Company reconhece o enorme potencial da plataforma de dados Tomra Insight. Segundo a Tomra, o seu Tomra Insight possui a capacidade de aprimorar o setor de gerenciamento e reciclagem de resíduos, coletando dados de unidades de classificação automatizadas para fornecer uma visão geral de desempenho totalmente transparente. Além disso, a análise estatística pode ser usada para otimizar instantaneamente as configurações da máquina e tomar decisões informadas por dados que impactam positivamente os negócios a longo prazo, assegura a empresa.

Onde a tradição encontra a inovação

A Melosch Company é uma empresa familiar no norte da Alemanha cujas origens remontam a 1907. Com experiência principal em reciclagem de papel há mais de 100 anos, a empresa oferece soluções de descarte sob medida e modernas instalações de processamento para preparar matérias-primas secundárias de maneira ideal. A triagem municipal de papel usado continua sendo um forte pilar de seus negócios hoje e opera em 11 plantas de produção com 5 sistemas de triagem de papel, empregando aproximadamente 350 pessoas e processando mais de 150.000 toneladas métricas de papel reciclável de alta pureza anualmente. Este rendimento requer cerca de 250.000 toneladas métricas de resíduos de papel mistos dos municípios.

Vadim Sander, gerente de filial da fábrica da Melosch Company em Ahrensburg, explica: “A qualidade de nossas matérias-primas pode variar de acordo com a localização, mas a qualidade do que é vendido aos processadores deve ser consistentemente alta. Para atender aos requisitos de qualidade de nossos clientes, decidimos adotar a digitalização e continuar na vanguarda do nosso setor”.

A tarefa de Sander era encontrar uma solução de triagem automatizada economicamente viável, especialmente em um mercado com alta demanda e escassez de mão de obra. Ele observa: “À medida que a indústria de embalagens e papel transita constantemente para uma economia circular, as expectativas de qualidade de nossos clientes aumentaram muito. Qualidade costumava significar adicionar classificadores manuais para remover impurezas e distinguir entre os tipos de papel. Agora, trata-se de fornecer qualidade quase perfeita em uma fração do tempo. Com o ambiente de trabalho não a nosso favor, parecia lógico atualizar nossas linhas com a mais nova geração Autosort com Tomra Insight para descobrir novas oportunidades de otimização. As unidades de classificação totalmente automatizadas e conectadas maximizam o rendimento e estabilizam nossa força de trabalho. Nossos clientes também estão satisfeitos porque as unidades de classificação da Tomra oferecem rendimentos consistentemente puros”.

Tomra Insight

Segundo a Tomra, o seu Tomra Insight coleta dados quase em tempo real e os armazena com segurança na nuvem para que possam ser acessados remotamente por meio de desktops e dispositivos móveis baseados na web. Como a plataforma mede continuamente a qualidade do fluxo de material na linha de classificação, os operadores têm o poder dos dados para otimizar as configurações para responder às mudanças na composição do material. E como o Tomra Insight fornece dados detalhados que não estavam disponíveis anteriormente, afirma a Tomra, os gerentes agora podem tomar decisões operacionais e de negócios com base em informações claras e detalhadas.

O valor de ter sempre à mão os dados da linha de classificação oferece um enorme potencial. O tempo de inatividade pode ser reduzido monitorando a integridade da máquina, apoiando o gerenciamento de manutenção preditivo e baseado em condições, evitando assim paradas não programadas da máquina. O monitoramento de variações na taxa de transferência também pode melhorar a eficiência por meio dos dados do Tomra Insight, afirma a Tomra. No caso da The Melosch Company, a infraestrutura mais antiga e outras restrições significavam que o papel era alimentado na linha de classificação em um ângulo de 90°, resultando em má distribuição do material pela correia do acelerador. Segundo a Tomra, por meio dos gráficos baseados em dados do Tomra Insight, foi detectada uma oportunidade desconhecida e a empresa instalou uma chapa metálica para alterar o ângulo de alimentação e distribuir uniformemente o material de entrada. Dependendo do fluxo de material, os processos de otimização de dados podem aumentar potencialmente os rendimentos em uma tonelada inteira por hora sem comprometer a qualidade.

A plataforma de dados também pode reduzir os custos operacionais, minimizando as perdas e fornecendo qualidade ideal, afirma a Tomra. Depois de instalar duas máquinas Autosort de nova geração com o Tomra Insight, a The Melosch Company agora tem menos reclamações de material, demonstrando que os dados de classificação oferecem uma vantagem competitiva em matérias-primas secundárias vendáveis.

Autosort na fábrica da Melosch

Resultados finais impulsionados por dados

A fábrica de Ahrensburg da Melosch Company opera com duas máquinas Autosort de nova geração que estão conectadas ao Tomra Insight e foram instaladas em 2020 e 2021. Devido aos resultados alcançados por meio do software, a fábrica de Erfurt conectará em breve suas duas unidades Autosort da geração anterior também com o Tomra Insight. Nas instalações de Pinneberg, um novo Autosort complementou outra máquina Autosort existente. Sander diz: “Estamos sempre em busca de potencial para melhorar. Com os dados, temos uma nova fonte de informações e fica mais fácil acompanhar as tendências. Simplesmente ter transparência na palma da sua mão com o aplicativo móvel – é necessário para atender à pressão de otimizar.”

Segundo a Tomra, a planta de Ahrensburg já obteve dois benefícios significativos nos primeiros meses de uso do Tomra Insight – maior rendimento e quase 97% de pureza na destintagem sem trabalho manual.

Além dos gráficos de desempenho e composição, o Tomra Insight também permite que os usuários criem relatórios específicos para lotes em vez de um período de tempo específico.

The Melosch Company diz que o que mais gosta no Tomra Insight é a maneira como ele possibilita ter dados quase em tempo real de qualquer lugar. Sander diz: “É fantástico ver tantos dados sobre o desempenho de nossas máquinas e taxas de qualidade sempre que queremos. Agora sempre sabemos o que está acontecendo em nossas fábricas: usamos o aplicativo móvel para comparar os dados exatos com nossa avaliação subjetiva do material antes de ser classificado. As informações mostram se devemos fazer ajustes na linha e os dados nos dizem se esses ajustes estão funcionando. Isso elimina as suposições do gerenciamento de rendimentos.”

“Eu esperava que o Tomra Insight fosse útil, mas não tínhamos certeza do quanto. Inclui recursos de relatórios que não consideramos antes, que impactaram positivamente nossos resultados. Além disso, a comunicação aberta com a Tomra é extremamente valiosa – eles perguntam sobre nossas necessidades ou recursos que gostaríamos de ver no futuro. Atualizações recentes incluíram relatórios em lote; gráficos que fornecem a composição de defeitos em porcentagens; conversões de unidade de peso imperial para métrico; e melhorias de usabilidade que nos ajudam a aproveitar ainda mais nossos dados.”

“Com mais atualizações no pipeline, temos certeza de que o Tomra Insight nos permite melhorar nossas taxas de recuperação, nossa qualidade de produto e nossa lucratividade.”

A Tomra Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Tomra Recycling assina parceria com a GM&C, maior processador de resíduos eletrônicos da América Latina

27/01/2022

A Tomra Recycling Brasil assinou recentemente um acordo de parceria com a GM&C, o maior processador de resíduos eletrônicos do Brasil. O acordo tem especial relevância, dado que se trata de uma linha de processamento inédita para valorização de resíduos eletrônicos com foco na seperação de metais.

A união foi celebrada entre três partes: GM&C, a maior empresa de soluções em logística reversa e reciclagem da América Latina, a Tomra Recycling, a maior produtora de sistemas de separação ótica do mundo e o Grupo Fragmaq, o maior fabricante de trituradores e soluções para resíduos do país.

A GM&C, localizada em São Jose dos Campos, conta com 19 anos de experiência no mercado de logística reversa e reciclagem de produtos eletroeletrônicos. Com um foco constante em pesquisa, inovação e tecnologia para separação de metais, a empresa é a maior da América Latina em capacidade de processamento, bem como em tecnologias na separação de metais. No ano de 2018, a GM&C chegou ao número de 20 mil toneladas de eletrônicos coletados e processados em todo o Brasil, com 68% deste volume coletado no Sudeste, seguido do Sul e demais regiões. O produto recuperado é reciclado e retorna para a cadeia, impulsionando a Economia Circular.

Instalações da GM&C

A linha contará com o equipamento Finder da Tomra Recycling. Segundo a empresa, este equipamento é especializado em separar eficientemente frações de metais de alta pureza, até mesmo das frações mais difíceis em termos de composição, granulometria, mistura de resíduos e fluxos de metais.

A Tomra afirma que a sua tecnologia de processamento de imagens Suppixx oferece aos clientes um nível muito alto de resolução, possibilitando identificar partículas finas com precisão e, posteriormente, separá-las com um alto grau de pureza. Com detecção de recorrência na esteira, o Suppixx permite que os operadores da linha tenham alta capacidade e resultado de qualidade superior constante, garante a Tomra. A empresa também afirma que as características de flexibilidade modular e reconhecimento inteligente de objetos (IOR) possibilitam a adaptação do Finder em várias aplicações dentro dos segmentos de recuperação de metais, inclusive recuperação de cabos e fios e seleção de aço-inox, assim como a reciclagem de polímeros, compreendendo a separação de PS/ABS/PE/PP entre outros.

Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Brasil

Para Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Brasil, “é uma alegria firmar essa parceria com a GM&C pela relevância que eles tem no mercado, além da oportunidade de estabelecer no Brasil a nossa primeira referência de seleção por sensores aplicada ao tratamento de resíduos eletroeletrônicos, que é uma aplicação consolidada na Europa e Estados Unidos, mas ainda não tínhamos no Brasil”.

Por seu lado, Marcelo Oliveira, CEO da GM&C, segue a mesma linha de pensamento: “estamos muitos felizes com esta parceria pois se sabe no mercado mundial sobre a qualidade do produto que a Tomra oferece e como agrega valor”. Oliveira explica: “está no nosso DNA a utilização de tecnologias de ponta na seperação de metais e nos últimos anos estamos focados na valorização de resíduos. Entendemos que estas tecnologias nos darão mais condições de negociar com nossos parceiros finais que transformam a matéria prima em produtos”.

Marcelo Oliveira, CEO da GM&C

Já Hélio Júnior, Diretor da Fragmaq, reitera os termos de uma parceria que já é bem sucedida: “a GM&C oferecerá ainda mais a seus clientes a possibilidade de que possam praticar, de fato, a economia circular. Investir em novas tecnologias reforça o compromisso da GM&C com a agenda ESG”. Hélio Júnior reforça ainda o impacto que a tecnologia da Tomra vai ter no dia-a-dia das operações: “ao utilizar os equipamentos Tomra em seu processo, a GM&C contribuirá ainda mais para a economia circular, já que haverá um nível de separação ainda maior e uma significativa redução dos rejeitos de processo”.

O mercado de equipamentos eletrônicos tem crescido a uma velocidade bastante alta e o mercado brasileiro não é exceção. Para Carina Arita, este é um mercado que faltava ser desenvolvido pela Tomra no Brasil. “A Tomra é líder no mercado brasileiro nos segmentos de reciclagem de resíduos e de plásticos e faltava avançar no segmento de resíduos eletrônicos. O principal benefício é a valorização dos metais e dos plásticos contidos nesse fluxo de resíduo, realizada de forma eficiente, com alta capacidade de processamento e alta qualidade de produtos, e portanto, promovendo a economia circular, ganho de escala e fluidez no processo”.

A Tomra Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Segundo a empresa, cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Tomra e Ivar IKS apresentam resultados de triagem e reciclagem de Resíduos Sólidos Urbanos de origem mista como alternativa à Coleta Seletiva

16/12/2021

A Tomra e uma planta de separação de resíduos norueguesa da empresa Ivar IKS demonstraram que a triagem de resíduos de origem mista é uma solução alternativa para a coleta seletiva. Depois de interromper a coleta seletiva de plásticos em sua região e intensificar a triagem de resíduos mistos, a planta aumentou as taxas de recuperação de 28% para 82% e atingiu taxas de reciclagem de 56,4%, afirmam as empresas. Com isso, está cumprindo assim as metas de reciclagem da UE para 2025 antes do tempo, permitindo que a Ivar Iks ocupe, hoje, o primeiro lugar no processamento de RSU em volume.

Situada em Forus, entre as cidades de Stavanger e Sandnes no sudoeste da Noruega, a Ivar gerencia todos os resíduos e a coleta de lixo de 10 municípios, abrangendo uma população aproximada de 325 mil habitantes. Com sua planta de triagem de resíduos sólidos municipais, ela recupera grandes volumes de materiais recicláveis antes da incineração, reduzindo as emissões de CO2 e a dependência global de material virgem ao fornecer conteúdo reciclado de qualidade para novos produtos e embalagens.

Com as metas locais e internacionais de reciclagem se tornando progressivamente mais rigorosas, a Ivar reconheceu a necessidade de melhorar seus métodos de gestão de resíduos e decidiu examinar mais de perto o potencial oculto dos resíduos domiciliares da região. Com o objetivo de encontrar a abordagem mais eficaz e ecologicamente correta para a gestão de resíduos, a empresa procurou a consultoria da Tomra. Para identificar as oportunidades na separação de resíduos mistos e avaliar seu potencial de desempenho, a planta enviou amostras de RSU da região para a unidade de teste da Tomra na Alemanha. Lá, esses materiais foram submetidos a extensos testes nas máquinas de seleção da empresa. A análise de teste mostrou que, enquanto a recuperação de papel de fluxos de RSU teve um desempenho razoavelmente bom, a recuperação de plásticos apresentou oportunidades de melhorias. A análise do teste revelou que o lixo doméstico ainda continha grandes quantidades de plástico reciclável, mesmo levando em conta que ele deveria ser descartado separadamente através de coleta seletiva. A equipe considerou a análise como uma clara demanda de ação concreta e orientada para o futuro.

Abraçando novas oportunidades

Com base na análise e nas possibilidades ainda intocadas na triagem de RSU, um novo plano de negócios foi desenvolvido. O resultado: a construção de uma nova planta de triagem de resíduos mistos totalmente automatizada, composta por novas instalações de seleção de plásticos e triagem de papel, além da eliminação da coleta seletiva de plásticos naquela região. Antes coletados separadamente, os plásticos agora também são descartados na caixa cinza (resíduos mistos) e recuperados nas novas instalações. Como consequência, apenas os rejeitos da planta são transportados para a planta de geração de energia e usados para a produção de eletricidade e para sistemas de aquecimento remoto. Em suma, os materiais descartados pelo município voltaram a ser valorizados da forma mais otimizada, afirma a Tomra.

No final de 2014, o projeto de construção da planta começou com a escolha da Sutco Recycling Technik como fornecedora da planta combinada de resíduos e separação de papel da Ivar. A Sutco, por sua vez, selecionou a Tomra Recycling como parceira do projeto para equipamentos de triagem. Desde que a nova planta começou a operar em janeiro de 2019, 22 unidades de triagem Autosort de última geração da Tomra separam plásticos (PET, PS, PEBD, PEAD, PP) e papel (mistos de papel, papelão, embalagens de bebidas) a partir dos resíduos mistos recolhidos nas calçadas. Além disso, metais (alumínio, aço) são recuperados dos resíduos.

“Estamos muito satisfeitos com a oportunidade de dar consultaria à Ivar no planejamento da nova planta, de fornecer nosso mais recente equipamento de triagem baseado em sensores e em acompanhar um projeto tão emocionante e revolucionário”, comenta Oliver Lambertz, vice-presidente da Tomra Recycling e Chefe de Desenvolvimento de Negócios. Combinando os  processos, equipamentos de planta e tecnologias de triagem, a planta de triagem de resíduos estabeleceu os seguintes objetivos: selecionar quase todos os plásticos PE, PP, PS ou PET adequados para a reciclagem (mecânica); recuperar 95% das frações identificadas; e obter taxas de pureza de 95-98%.

De resíduos mistos a monofrações recicláveis

Os resíduos gerados pelos municípios que a Ivar atende contêm grande quantidade de materiais valiosos e recicláveis, que, em uma forma mais pura e homogênea, podem ser posteriormente processados, reciclados e reintroduzidos no mercado como reciclados de qualidade. Hoje, a Ivar processa 40 toneladas de RSU por hora, a partir dos quais papel, plásticos, metais e resíduos são separadas em várias etapas:

Pré-seleção

Uma vez que o material coletado é alimentado na planta, itens com dimensões maiores 350 mm são classificados por uma peneira vibratória “finger” e triturados em pedaços menores, antes que duas peneiras rotativas separem o material em três granulometrias: 0-60 mm; 60-150 mm; e 150-320 mm. Em uma segunda etapa, as máquinas Autosort da Tomra recuperam 90% das frações de plástico de tamanho médio (60-150 mm) e grande (150-320 mm) antes de extrair o papel misturado. Finalmente, os ímãs e separadores indutivos removem os metais não ferrosos e ferrosos.

Recuperação de plásticos e papel

Depois que os plásticos foram pré-selecionados, eles são classificados por tipo de material. Primeiro, os separadores balísticos separam o filme plástico dos plásticos rígidos. Posteriormente, 14 máquinas Autosort realizam a separação de plásticos rígidos em PP, PEAD, PS, PET e criam uma fração limpa de filme plástico PEBD. Para aumentar ainda mais os níveis de pureza, essas frações de material limpo passam por uma segunda etapa de seleção, também realizada por máquinas Autosort, para remover os contaminantes restantes. As frações finais de PS e PET de alta qualidade são então embaladas em fardos específicos para cada tipo de material e enviadas para diferentes fábricas de reciclagem mecânica na Europa. PEBD, PEAD e PP são lavados, secos e peletizados na própria fábrica em Forus e vendidos como grânulos.

Ao mesmo tempo, a fração mista de papel, bem como a alimentação mista de papel e papelão proveniente da coleta seletiva, é processada em uma linha de triagem separada. Das 23.250 toneladas de papel separadas por turno, 95,7% do material alimentado é transformado em quatro produtos de papel vendáveis, como De-ink, Papelão ondulado, Tetra Pak e papelão.

Tecnologia Tomra para separação dos resíduos

Quando a Tomra foi selecionada como fornecedora de tecnologia da planta de triagem de resíduos da Ivar, ficou claro que uma avançada tecnologia de triagem baseada em sensores era necessária. Especificamente, a Tomra forneceu 22 de suas máquinas Autosort  para extrair papel e plásticos do lixo doméstico.

Equipada com tecnologia de seleção por infravermelho, que combina infravermelho próximo (NIR) e espectrômetro visual (VIS), a máquina pode identificar e separar de forma precisa e rápida diferentes materiais de acordo com a natureza do material e sua cor, afirma a Tomra. Na Forus, as máquinas Autosort classificam o papel em três frações-alvo e os plásticos em seis. Sua precisão de seleção se baseia principalmente na tecnologia integrada e patenteada Flying Beam, que distribui uniformemente a luz por toda a esteira transportadora, faz a leitura e analisa todo o material que passa por um scanner. O sensor envia o respectivo sinal para os blocos de válvula da máquina, que transformam as informações do scanner em ação, tanto ejetando quanto descartando itens lidos.

Rudolf Meissner, Supervisor Chefe de Sistemas de Seleção de Resíduos da Ivar, afirmou: “Os separadores e a consultoria da Tomra nos convenceram desde o início. Conforme percebemos em primeira mão, eles são uma ferramenta essencial para a separação automatizada de resíduos, operando com alto rendimento e gerando altos níveis de eficiência e pureza – a meta que todas as plantas de separação estão perseguindo e a razão pela qual essas máquinas definitivamente devem integrar qualquer instalação moderna de triagem e reciclagem. Combinado com seu serviço confiável, pudemos transformar nosso processo de separação de resíduos em uma atividade econômica e competitiva”.

Ao iniciar as operações em 2019, a Ivar definiu uma meta geral para recuperar quase todos os tipos de plástico (PE, PP, PS, PET) e uma meta mais concreta para atingir taxas de pureza de 95-96% em PEBD, PP, PEAD, PS e PET. Graças às máquinas de seleção, o objetivo da planta logo se tornou realidade, com taxas de pureza de até 98% sendo alcançadas, afirma a Tomra. Quanto ao papel, estudos de seleção mostraram que mais de 85% de todas as embalagens cartonadas de bebidas no lixo doméstico residual foram separadas com sucesso do fluxo de lixo doméstico, garante a fabricante norueguesa.

Uma nova vida para plásticos

Após a extração dos recicláveis do material de alimentação, algumas frações selecionadas passam por um extenso processo de reciclagem no local. Os fardos homogêneos de PET e PS, bem como metais ferrosos e não ferrosos, são vendidos para recicladores europeus. Já as poliolefinas (PEBD, PEAD e PP) são fragmentadas em flakes, lavadas a quente, secas e peletizadas no local antes de serem vendidas como commodities industriais. Milhares de toneladas de PE e PP recuperadas de RSU foram desviadas da incineração para serem integradas na produção de reciclados de poliolefinas de qualidade.

Reduzindo o impacto ambiental

Segundo a Tomra, o estudo de caso do Ivar prova que a triagem antes do descarte pode preservar os materiais recicláveis – que antes eram incinerados – e contribuir fortemente para a proteção do clima. Antes da inauguração da Central de Triagem, o índice de recuperação a partir da coleta seletiva na região atendida pelo Ivar já era alto: 65% dos resíduos coletados nos municípios eram separados. No entanto, com a planta em pleno funcionamento, as taxas de recuperação de recicláveis chega a 74%, assegura a Tomra.

De uma perspectiva ambiental, a atividade integrada de separação, recuperação e reciclagem de plásticos de fluxos de resíduos domiciliares – em vez de depender apenas de sistemas de coleta seletiva – leva a uma redução de duas vezes nas emissões de CO2, afirma a Tomra. Primeiro, menos plásticos são incinerados (os plásticos tem alto poder calorífico, mas são baseados em carbono de origem fóssil). Em segundo lugar, o fornecimento de plásticos reciclados de alta qualidade reduz a necessidade de produção de resinas virgens. Com isso, a Ivar contribui para o fornecimento de materiais ecologicamente mais favoráveis e atua de acordo com os princípios da economia circular, resultando na redução de 33.000 toneladas métricas de emissões de CO2 por ano, o que equivale a retirar 20.000 carros movidos a combustível fóssil das estradas, garante a Tomra.

Olhando para trás e além

Os resultados mostraram que a separação de Resíduos Sólidos Urbanos antes da incineração traz vários benefícios: na Noruega, a necessidade da coleta separada de embalagens de plástico e seus custos associados foram eliminados, permitindo que a Ivar fornecesse material reciclado pronto para o mercado – para fabricação de novos produtos e embalagens- , ao mesmo tempo em que reduz consideravelmente sua pegada de CO2. Além disso, os parceiros já começaram a investigar se o vidro e os biorresíduos poderiam ser extraídos lucrativamente da fração de finos (0-60 mm).

Automatizar o processo de seleção com a tecnologia mais recente contribuiu fortemente para essa mudança. No entanto, os parceiros estão convencidos de que a automação apenas complementa a triagem de resíduos, mas nunca substituirá os sistemas locais de coleta seletiva. Em vez disso, os componentes da gestão ideal de resíduos devem andar de mãos dadas – da coleta à separação de resíduos mistos e à reciclagem – para ter o maior impacto sobre o quanto se recicla. Na Noruega está funcionando, afirma a Tomra.

A Tomra Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Central de Tratamento de RSU do Ecoparque Pernambuco usa tecnologia baseada em sensores da Tomra para triagem de resíduos plásticos

24/11/2021

Planta de triagem do Ecoparque Pernambuco

Ecoparque passou a ser uma Central de Valorização de resíduos, em consonância com a têndência ESG

A Central de triagem localizada em Igarassu, ao norte de Recife, recebe cerca de 250.000 toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU) por ano, recupera mais de 12.500 toneladas de materiais recicláveis e produz cerca de 50.000 toneladas de combustível derivado de resíduos (CDR). Nessa instalação estão em operação 3 unidades do sistema de seleção Tomra Autosort em uma linha de triagem dedicados a recuperação de plásticos, incluindo polietileno de alta densidade (PEAD), polipropileno (PP), tereftalato de polietileno (PET) e plástico filme de polietileno (PEBD), garantindo o processamento em alta velocidade, grande volume e atingindo elevados níveis de pureza das frações finais desejadas.

O material de entrada geral – resíduo bruto como sai das residências – é submetido a diversos processos mecânicos como a abertura de sacos, peneiramentos, triagem manual e separação balística, segregando os resíduos em diferentes fluxos de material, até chegar em três unidades Autosort. Como parte desse processo, os sistemas de seleção ejetam polímeros plásticos por tipo de material e posteriormente o material é selecionado por cores manualmente.

Autosort – Separador de resíduos plásticos por Infravermelho próximo

Segundo a Tomra, a sua tecnologia de seleção por infravermelho próximo – Autosort – é capaz de identificar e separar com precisão e rapidez diferentes materiais, de acordo com propriedade específica, extraindo frações finais de alto valor e alta pureza que geram preços de mercado mais altos. No total, a planta do Ecoparque Pernambuco tem capacidade de processar 35 toneladas por hora (tph) de resíduos sólidos urbanos de residências e empresas da região.

Nielson Ximenes, Gerente Industrial, comenta: “O Ecoparque-PE foi a primeira planta de triagem mecanizada com produção de CDR a partir do lixo urbano bruto a entrar em atividade na America Latina. A equipe da Tomra participou de todo o start up da planta, proporcionando treinamento de triagem ao colaboradores, e operação dos equipamentos.”

Nielson Ximenes, Gerente Industrial do Ecoparque-PE

Carina Arita, gerente comercial da Tomra no Brasil, acrescenta: “A Tomra tem dedicado os últimos 10 anos tropicalizando as soluções de triagem baseada em sensores e estamos muito felizes por termos sido escolhidos pelo Ecoparque-PE para instalar nossa tecnologia nessa instalação inovadora e disruptiva para o mercado brasileiro, que não apenas valoriza os recicláveis com grande escala e qualidade, mas também está preparada com flexibilidade capaz de se adaptar a quaisquer mudanças do mercado no futuro.”

Carina Arita, Gerente Comercial da Tomra Brasil

Rafael Escudeiro, gerente de serviço, comenta: “O maior desafio na implantação dos equipamentos do Ecoparque-PE foi a customização necessária para o resíduo brasileiro, de modo que a planta alcançasse o desempenho desejado pelo cliente. E todo esse trabalho foi possível porque a Tomra conta com engenheiros locais, brasileiros, treinados para fazer todo o tipo de assistência técnica.”

Alexandre Menelau, Head do projeto, afirma: “Uma planta mecanizada precisa de tecnologia para que os resíduos sejam separados adequadamente, em velocidade e volume que dêem sustentabilidade à planta. Com a implantação dessa unidade de tratamento, nós deixamos de ser um aterro e passamos a ser uma Central de Valorização de resíduos em consonância com a têndência ESG que hoje é amplamente divulgada e absorvida por nossos clientes”.

“Em instalações como essa do Ecoparque-PE, vemos que é possível avançar com o atendimento à Politica Nacional de Residuos Sólidos (PNRS), valorizar materiais recicláveis, gerar emprego e renda, promover a Economia Circular e reduzir a emissão de Gases de Efeito Estufa, resultando na redução dos impactos das Mudanças Climáticas”, complementa Carina Arita.

Vídeo da instalação disponível em: https://video.Tomra.com/residuos-solidos-urbanos

A Tomra Recycling (https://www.Tomra.com/pt/sorting/recycling) desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, afirma a empresa. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, a Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Tomra realiza quarta edição do Tomra Talks sobre a implementação da economia circular

11/10/2021

Visita ao Centro de Testes da Tomra em Mülheim-Kärlich

A quarta edição do Tomra Leads, agora Tomra Talks, foi concluída em 6 de outubro passado. Dois dias  onde os líderes do setor puderam compartilhar suas experiências sobre como implementar a economia circular. Através de uma visita à inovadora fábrica de Lahnstein, também foram vistos os benefícios que podem ser alcançados quando vários atores da cadeia de reciclagem trabalham juntos como uma equipe.

Sob o tema “Fechando o ciclo de plástico”, o evento, com duração de dois dias e realizado em Frankfurt nos dias 5 e 6 de outubro, conseguiu reunir 280 participantes de países de todo o mundo entre os presenciais e o que se conectaram na plataforma digital.

Em sua quarta edição, a conferência internacional consolida-se como um evento único no setor. O Tomra Talks foi projetado para compartilhar informações e acelerar o progresso da reciclagem e da gestão de resíduos com um objetivo difícil, mas claro: passar de uma economia linear para uma economia circular em um mundo em que o crescimento ininterrupto do volume de resíduos está gerando uma espiral que se tornou um verdadeiro incômodo para todos: políticos, legisladores, consumidores, fabricantes, recicladores e transformadores. A boa notícia é que as possibilidades de aumentar a reciclabilidade dos resíduos são grandes e, com a tecnologia atual e com o trabalho conjunto de todos os envolvidos, o caminho rumo à economia circular pode ser acelerado em todos os níveis.

Durante os dois dias do evento, os participantes puderam visitar a inovadora planta de Lahnstein, uma avançada planta de reciclagem mecânica gerenciada em conjunto pela Tomra, Borealis e Zimmermann. O segundo dia foi dedicado às conferências, onde os participantes puderam conhecer Tove Andersen, a nova Presidente e CEO do Grupo Tomra; eles ouviram em primeira mão as últimas tendências e apresentações de um seleto grupo de palestrantes, participaram dos debates organizados por temas e aproveitaram, mais uma vez, as oportunidades de networking que um evento dessas características oferece.

Visita à Planta Experimental Lahnstein e ao Centro de Testes Tomra em Mühlheim-Kärlich

A fábrica alemã em Lahnstein, que processa resíduos plásticos domésticos rígidos e flexíveis, foi cuidadosamente selecionada para fazer parte do Tomra Talks. Conforme explicado durante o evento: “Lahnstein nos permite entender os grandes avanços que podem ser alcançados em termos de transformação para uma economia circular quando diferentes atores importantes da cadeia decidem unir forças. O fato é que esta planta gera material reciclado de alta qualidade para que fabricantes e processadores possam utilizá-lo sem problemas nas aplicações mais exigentes”, afirmou Volker Rehrmann, Vice-Presidente Executivo e Diretor de Economia Circular da Tomra.

Por sua vez, e já no Centro de Testes Tomra, os participantes tiveram a oportunidade de ver ao vivo as mais recentes inovações tecnológicas para os plásticos: os equipamentos de separação de flakes Autosort Flake e Innosort Flake; junto com o Autosoft Speedair, um sistema personalizável projetado para estabilizar materiais leves (como plástico flexível ou papel) na esteira de aceleração, que agora pode chegar a 5m/s), permitindo que muito mais material seja processado; a identificação e separação de cartuchos de silicone com Autosort e Gain trabalhando em conjunto; a nova plataforma Tomra Insight baseada na nuvem que conecta equipamentos e permite a tomada de decisões informadas, assim como um equipamento de logística reversa da Tomra Collection, a Tomra R1.

Tove Andersen, nova CEO da TOMRA, na abertura do dia de conferências

Dezesseis palestrantes, networking e um jantar de encerramento

O segundo dia foi muito completo e teve a palestra de Tove Andersen, nova presidente e CEO do Grupo Tomra, que deu as boas-vindas à conferência “Fechando o ciclo do plástico”. “Na verdade, é muito simples”, disse ela. “Nossas décadas de experiência mostraram e demonstraram que é a triagem dos resíduos que determina o resultado da reciclagem. Nosso objetivo é reciclar os resíduos de plástico de forma que possamos mantê-los em circulação o máximo de tempo possível. Quanto mais clara, prática e ambiciosa for a legislação verde, mais cedo poderemos manter esse material em um ciclo fechado globalmente”.

Os demais palestrantes abordaram questões técnicas, jurídicas e práticas de como alcançá-lo. Por exemplo, os participantes tomaram conhecimento de um estudo recente do think tank londrino Eunomia, encomendado pela Tomra, o qual concluiu que as emissões de gases de efeito estufa poderiam ser reduzidas, ao se aumentarem significativamente as taxas de reciclagem e pela melhoria da gestão de recursos. As reduções de emissões, em todo o mundo, poderiam chegar a uma quantidade anual equivalente a 2.760 milhões de toneladas métricas de CO2, comparável ao produzido por mais de 600 milhões de carros em circulação por ano.

Em conjunto com as suas empresas colaboradoras do setor dos plásticos, a Tomra tem um ambicioso plano de permitir a recuperação de todo o material possível para a reciclagem, bem como aumentar a quantidade desse material reciclado em ciclo fechado. Este pode ser um passo decisivo para reduzir as emissões de CO2 e conservar recursos naturais.

Link para receber o vídeo de resumo da conferência: https://solutions.Tomra.com/Tomra-talks-2021-video

A Tomra Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos, contando hoje com cerca de 7.400 sistemas instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra Recycling afirma ter sido responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos. A empresa faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Tomra: A gestão de resíduos contribui para proteção do clima

11/08/2021

Planta Ivar IKS, na Noruega

Estudo encomendado pela Tomra indica que Sistemas de recursos holísticos podem economizar emissões de 2,76 bilhões de toneladas de CO2

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS) de 2016 foram concretizados pela Comissão Européia: a nova lei climática da UE aumenta a meta de redução de emissões de 40% para, pelo menos, 55% até 2030, a fim de atender às expectativas da Cúpula Mundial do Clima que se realizará em novembro, em Glasgow. Nesse contexto, a atuação da Tomra pretende contribuir para atingir esses objetivos e aprimorar a gestão de resíduos. Um novo estudo encomendado pela Tomra e conduzido pela Eunomia, empresa de consultoria de sustentabilidade com sede em Londres, demonstra o potencial para um sistema de gestão de resíduos otimizado no que diz respeito às mudanças climáticas. Segundo o estudo, no geral, é possível uma redução de 2,76 bilhões de toneladas de CO2 / ano.

Tal redução pode ser alcançada, segundo a empresa, pelo uso de Sistemas de Recursos Holísticos – a combinação otimizada das principais práticas de gerenciamento de resíduos para coleta, seleção e reciclagem para promover a transição para uma economia circular, contribuindo para evitar o esgotamento de recursos naturais, reduzir o descarte e contribuir para um mundo neutro em carbono.

Os Sistemas de Recursos Holísticos são uma combinação ideal de regulamentos de estrutura política – como responsabilidade estendida do produtor -, sistemas de devolução de embalagens e processos técnicos para a triagem de resíduos. A Eunomia, examinou vários modelos para identificar o cenário mais eficiente e econômico para um sistema holístico.

Os resultados indicam que:

  • Os sistemas de devolução de embalagens para garrafas PET e latas de bebidas, com uma eficiência de retorno acima de 90%, devem desempenhar um papel central em tal sistema.
  • Com relação ao restante do lixo doméstico, apenas resíduos orgânicos, papel, têxteis e equipamentos elétricos e eletrônicos devem ser coletados separadamente.
  • O resto deve permanecer em um fluxo de resíduos mistos, que pode ser mais eficientemente separado em materiais reutilizáveis para reciclagem posterior.

Isso permitirá que modelos holísticos personalizados regionalmente cortem as emissões globais de CO2 em até 5% – o equivalente a deixar no solo todos os vôos comerciais em todo o mundo e tirar 65% dos carros das estradas.

“Agora é a hora de ação real para garantir que as sociedades parem de desperdiçar recursos, com todas as consequências negativas relacionadas. Em muitos lugares, a pandemia ajudou a cumprir as metas do Acordo Climático de Paris”, ressalta Volker Rehrmann, Vice-Presidente Executivo e Chefe da Divisão de Reciclagem / Mineração e Economia Circular da Tomra. “Mas, mesmo para manter esse nível, será exigida uma implementação determinada e consistente, incluindo sistemas holísticos, para fechar os ciclos.”

Os três elementos da gestão holística de resíduos são:

  • Sistemas de devolução de embalagens (deposit return schemes – DRS) para embalagens PET e latas de bebidas com eficiência de retorno acima de 90%. Eles maximizam a recuperação de material de alta qualidade e alta intensidade de carbono enquanto reduzem o lixo.
  • Coletas seletivas de resíduos orgânicos, papel, têxteis e equipamentos elétricos e eletrônicos (REEE) permitem que esses materiais sejam reciclados para o maior aproveitamento do carbono. Segundo a Tomra, embora coletas seletivas sejam uma parte intrínseca dos recursos holísticos, os índices de recuperação, mesmo nas melhores práticas, não são boas o suficiente. Uma triagem adicional da fração de resíduos restante sempre será necessária.
  • A triagem de resíduos misturados (mixed waste sorting – MWS) gera taxas adicionais de coleta e reciclagem acima e além do que os outros elementos podem oferecer, afirma a Tomra. A incineração ou a disposição em aterro de plásticos e outros materiais com alto teor de carbono geram emissões desnecessárias de gases de efeito estufa (GEE). A MWS reduz essas emissões e retorna mais materiais ao sistema para incorporação em novos produtos. Segundo a empresa, a MWS precisa ser considerada uma prioridade de investimento agora, já que é uma barreira necessária para garantir que os sistemas de gerenciamento de resíduos recuperem o máximo de recursos possível para reciclagem.

Para discutir mais a fundo esses conceitos e o white paper recentemente lançado (https://solutions.Tomra.com/hrs-whitepaper-download), a Tomra realizou um webcast ao vivo “Sistemas de recursos holísticos” com o Dr. Volker Rehrmann, EVP, Tomra e o convidado Joe Papineschi, Presidente da Eunomia, em 7 de julho de 2021 (https://solutions.Tomra.com/ce-webcast-registration).

Caso 1: Melhores práticas em DRS – Lituânia

Em fevereiro de 2016, o governo da Lituânia implementou um “sistema de devolução de embalagens” para dar aos consumidores um incentivo para devolver embalagens de bebidas a serem usadas para reciclagem. A Tomra apoiou a Lituânia com a implementação de seu sistema de depósito de garrafas, lançado em fevereiro de 2016. O lançamento foi a primeira vez que a Tomra trabalhou com um modelo “throughput” na Europa. Segundo a Tomra, o sistema de devolução de garrafas da Lituânia superou as expectativas, com 91,9% de todas as garrafas de bebidas devolvidas para reciclagem até o final de 2017.
Mais informações: https://www.Tomra.com/en/collection/reverse-vending/case-studies/roll-out-lithuania

Caso 2: Melhores práticas MWS – IVAR IKS / Stavanger

Um modelo exemplo da estrutura de Sistemas de Recursos Holísticos está na região ao redor de Stavanger, na Noruega. Antes da análise, a região oferecia um sistema abrangente de coleta seletiva de resíduos orgânicos (alimentos e jardim), papel, plásticos, vidro e têxteis. Agora, o sistema IVAR IKS processa todos os seus resíduos sólidos urbanos misturados em uma das Plantas de Triagem de RSU mais avançadas da Europa. O resultado: uma planta de triagem de resíduos mistos recém-construída e totalmente automatizada, incluindo novas instalações para beneficiamento de plásticos e triagem de papel. A IVAR IKS alcançou aumento significativo nas taxas gerais de reciclagem, com a recuperação de plásticos e metais, sendo mais notável na redução das emissões das mudanças climáticas, afirma a Tomra. As mudanças implementadas no sistema, incluindo a separação de resíduos mistos, resultaram nas maiores taxas de reciclagem na sua classe. De acordo com a empresa, em 2021, a IVAR IKS ficou em primeiro lugar na Noruega em taxas de coleta de embalagens de plástico pós-consumo.

Para assistir ao Webcast na íntegra: https://video.Tomra.com/the-holistic-resource-systemmp4

A Tomra Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, segundo a empresa. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, a Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Ineos Styrolution inicia comercialização de Poliestireno mecanicamente reciclado (PCR)

07/07/2021

  • Novo material já disponível para uma ampla gama de aplicações, incluindo contato com alimentos
  • Processo desenvolvido em colaboração com a Tomra
  • Solução inovadora para material pós-consumo (PCR)

A Ineos Styrolution anunciou hoje a disponibilidade de poliestireno reciclado mecanicamente na região da EMEA (Europa, África e Oriente Médio). A produção da nova família Styrolution PS ECO 440 é baseada no processo de classificação com a tecnologia de infravermelho próximo (NIR) da Tomra, fornecendo uma pureza de poliestireno de mais de 99,9%, afirma a empresa. O novo material está disponível em branco e cinza claro.

Esta nova solução de poliestireno é adequada para uma ampla gama de aplicações, incluindo contato com alimentos. Isso permitirá que os clientes atinjam os seus respectivos objetivos de sustentabilidade e contribuam para o desenvolvimento de uma economia circular. Segundo a empresa, a nova família Styrolution PS ECO não é apenas feita de material reciclado, mas também é totalmente reciclável. Isso significa que o material oferece uma verdadeira circularidade, garante a Ineos Styrolution.

O primeiro grade disponível é o Styrolution PS ECO 440 MR100 WHITE. O sufixo “MR100” indica que o material contém 100% de conteúdo reciclado pós-consumo.

A Ineos Styrolution segue o conceito de usar o material Styrolution PS ECO dentro de uma barreira funcional, tornando o material adequado para aplicações de contato com alimentos, tais como bandejas de embalagem de alimentos de espuma de poliestireno. O conceito, que está em conformidade com os requisitos do Regulamento FC (UE) n.º 10/2011, é baseado em uma camada de poliestireno virgem envolvendo o poliestireno reciclado.

Dr. Frank Eisenträger, Diretor de Produto PS para a EMEA na Ineos Styrolution diz: “Começaremos a produção na EMEA com até 1.000 toneladas em 2021, trabalhando duro para aumentar os volumes, em linha com nossa promessa de usar em média 30% de conteúdo reciclado em produtos destinado a embalagens de poliestireno na Europa até 2025. ”

Jürgen Priesters, SVP, Circular Economy da Tomra acrescenta: “Como parceiro estratégico na condução da transformação, estamos entusiasmados em contribuir para uma solução exclusiva que oferece a verdadeira circularidade do poliestireno”.

A nova solução complementa os esforços da Ineos Styrolution para comercializar poliestireno reciclado com base em tecnologias de reciclagem química.

A Ineos Styrolution é um fornecedor líder global de estirênicos, com foco em monômero de estireno, poliestireno, padrão ABS e especialidades estirênicas. A empresa fornece aplicações estirênicas para muitos produtos de uso diário em uma ampla gama de indústrias, incluindo automotiva, eletrônica, doméstica, construção, saúde, embalagens e brinquedos / esportes / lazer. Em 2020, as vendas foram de 4 bilhões de euros. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.600 pessoas e opera 20 unidades de produção em dez países.

Fundada em 1972, a Tomra fornece soluções baseadas em tecnologia que habilitam a economia circular com sistemas avançados de coleta e classificação que otimizam a recuperação de recursos e minimizam o desperdício. A empresa diz possuir aproximadamente 100.000 instalações em mais de 80 mercados em todo o mundo e teve receitas totais de ~ 9,9 bilhões de NOK em 2020. O Grupo emprega ~ 4.300 globalmente e está listada publicamente na Bolsa de Valores de Oslo.

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Empresa portuguesa Interecycling instala equipamentos de separação da Tomra em linha de reciclagem de materiais eletro-eletrônicos descartados

12/05/2021

A Interecycling, S.A., empresa portuguesa associada ao Grupo Marcovil-Metalomecânica de Viseu, S.A., especializada na reciclagem de resíduos de equipamentos eletro-eletrônicos (REEE), conta com a Tomra Recycling para sua nova linha de separação de metais e plásticos. A integração de um equipamento Finder e de um Finder-NIR conseguiu aumentar a eficiência de sua fábrica, implementando a separação de metais e plásticos para posterior recuperação.

O setor de reciclagem tem experimentado um grande crescimento nos últimos anos, principalmente devido ao aumento da demanda por material reciclável como matéria-prima, bem como às exigências em nível de legislação que internacionalmente estão promovendo processos que permitem alcançar uma economia circular. Por esta razão, há uma necessidade crescente de reciclar e recuperar os diferentes componentes.

Eduardo Morán, Gerente de Vendas de Área Ibérica da Tomra

Eduardo Morán, Gerente de Vendas de Área Ibérica da Tomra, assinala: “Há um interesse crescente no setor em ter tecnologias de seleção baseadas em sensores que ajudem a maximizar os benefícios e a atender às exigências atuais e futuras. A tendência é clara e as regulamentações se tornarão cada vez mais exigentes. Portanto, estamos confiantes de que a tecnologia da Tomra ajudará a cumprir a legislação e as novas regulamentações, tanto a nível local quanto europeu”, diz ele.

O Grupo Marcovil, fundado em 1987 e com tecnologias no campo da engenharia mecânica, desenvolve, fabrica e instala máquinas e soluções “Turnkey” que promovem a economia circular. Seus desenvolvimentos permitem uma correta separação de resíduos e recuperação de matérias primas secundárias. A Interecycling, uma empresa portuguesa associada ao Grupo Marcovil, é especializada na reciclagem de resíduos eletro-eletrônicos e voltou-se para a Tomra com o objetivo de adquirir tecnologia que conseguisse maior eficiência em sua linha de reciclagem de equpamentos eletro-eletrônicos (REEE), realizando uma correta separação automatizada de metais e polímeros.

Bruno Silva, Representante de Vendas do Grupo Marcovil

“A Tomra, desde sua fundação nos anos 70, é conhecida por sua forte capacidade tecnológica, que se traduz em uma ampla gama de máquinas e soluções industriais de alta confiabilidade e precisão, sujeitas a um processo contínuo de melhoria e inovação. É por isso que escolhemos o equipamento da Tomra Recycling”, diz Bruno Silva, Representante de Vendas do Grupo Marcovil. “Tanto o Finder 2400 como o Finder 1800 com NIR conseguem recuperações impressionantes tanto por sua capacidade de produção quanto por seu alto percentual de material recuperável, o que é praticamente impossível de se obter utilizando outras soluções no mercado. Desta forma, podemos obter metais e plásticos de qualidade excepcional. Além disso, o equipamento tem uma vantagem adicional: ele evita ter que enviar grandes quantidades de material para aterro, com tudo o que isso implica tanto econômica quanto ambientalmente”, continua ele.

Eduardo Morán acrescenta: “A principal vantagem de utilizar este equipamento é, sem dúvida, poder separar automaticamente os diferentes componentes dos REEE, reduzindo drasticamente a ineficiência envolvida na realização manual desta separação. A produção (t/h) é exponencialmente aumentada, assim como a recuperação de metais e polímeros recuperáveis, com o benefício econômico que isso implica”.

Soluções específicas para necessidades específicas

A Interecycling recorreu à Tomra devido à necessidade de processar 4t/h de material REEE. “Atualmente, graças aos equipamentos Finder e Finder-NIR, alcançamos 6 t/h”, diz Bruno Silva .

Eles também queriam recuperar as frações metálicas e plásticas, com especial interesse na recuperação de placas de circuito impresso e cabos de cobre, devido ao seu alto valor de mercado. Segundo a Tomra, isto foi conseguido graças aos sensores que equipam o Finder e o Finder com o NIR da empresa.

O processo começa com o Finder 2400, que separa os metais em um concentrado metálico e uma fração de plástico sem metal. Esta fração metálica é processada posteriormente pelo Finder 1800 com NIR, que separa as placas de circuito impresso (placas eletrônicas) e, em uma segunda etapa da máquina, é capaz de gerar também uma fração de fios elétricos. Devido à combinação de diferentes sensores, o dispositivo identifica plásticos visíveis por tipo de polímero, bem como diferentes tipos de frações metálicas (como placas, fios ou aço inoxidável), aperfeiçoando assim o processo.

Segundo a Tomra, o Finder 2400 atinge frações de alta pureza independentemente da complexidade do material ou do tamanho da partícula. Graças às suas tecnologias patenteadas IOR (Intelligent Object Recognition) e SUPPIXX, juntamente com seu sensor eletromagnético (EM3) de última geração, ele detecta objetos metálicos com precisão, separando a fração metálica da fração plástica em um processo que é eficaz em termos de rendimento, pureza e eficiência, afirma a Tomra. “Neste caso, o equipamento tem como objetivo obter um concentrado metálico. Mas, se necessário, a máquina também pode gerar uma monofração de aço inoxidável de alta qualidade, pois é capaz de identificar a alta intensidade de sinal eletromagnético deste material”, explica Eduardo Morán.

O Finder 1800 com o NIR é um Finder (com seu sensor eletromagnético EM3 junto com IOR e SUPPIXX), ao qual também é adicionado um sensor NIR (Near Infrared) para a identificação de polímeros visíveis. O sensor NIR permite separar, por tipo de polímero, os plásticos visíveis que compõem os REEE, assim como os PCBs e cabos que são materiais compostos de metal+polímero e que requerem ambos os sensores (NIR-EM3) para sua correta identificação.

Graças ao serviço técnico da Tomra distribuído mundialmente, as restrições de movimento decretadas pela crise sanitária da COVID-19 não atrasaram o projeto.

“Na Tomra, estamos próximos aos clientes e, mesmo nestes tempos difíceis, temos sido capazes de oferecer um excelente serviço, instalar e otimizar os equipamentos, para que os clientes possam trabalhar com um certo grau de normalidade em tempos de pandemia”, diz Eduardo Morán.

“Embora o coronavírus tenha trazido consigo desafios que, devido ao trabalho remoto, poderiamm ter reduzido a produtividade, nunca fechamos a empresa, mostrando sempre um forte compromisso com clientes, fornecedores e parceiros”, diz Bruno Silva.

Por sua vez, David Nogueira, do Serviço Técnico da Tomra em Portugal, explica como eles conseguiram isso: “Embora Portugal tenha tido muitas restrições, nós conseguimos otimizar o tempo de instalação de ambos os equipamentos. Começamos com uma revisão da situação da fábrica e passamos uma semana montando as máquinas. Também realizamos testes e ajustes nas duas unidades para maximizar a pureza e tornar a fração plástica livre de metal.

A Tomra Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. Segundo a empresa, ela foi responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos. A Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Tomra lança nova ferramenta de assistência remota para suporte técnico ao cliente

21/04/2021

A Tomra Sorting Recycling lançou o Tomra Care Visual Assist, uma nova ferramenta de assistência remota que, segundo a empresa, aprimora o suporte global fornecido pela Tomra ao cliente e ajuda a maximizar o tempo de atividade da máquina.

A Tomra explica que o Tomra Care Visual Assist coloca os seus especialistas na frente da máquina do cliente virtualmente, permitindo que a Tomra resolva problemas remotamente. A ferramenta reduz significativamente a necessidade de visitas em campo e aprimora o suporte ao cliente.

Usando-se um aplicativo, pode ser realizado tanto o atendimento pelos engenheiros da Tomra conectados com clientes, como engenheiros de serviço da Tomra podem estar em campo conectados com especialistas-chave em soluções mais complexas ou específicas, de modo que uma ampla gama de problemas pode ser resolvida rapidamente, garante a empresa.

Além de ajudar a melhorar o desempenho da máquina, o Tomra Care Visual Assist também proporciona uma forma interessante de se realizar treinamento e compartilhar elevado nível de conhecimento de especialistas qualificados com os engenheiros de serviço da Tomra e a equipe dos clientes.

Peter Geisler, Diretor de Serviços da Tomra Sorting Recycling, comenta: “O Tomra Care Visual Assist dá aos nossos clientes acesso aos nossos engenheiros especializados, os quais não precisam estar presentes em loco. O aplicativo é muito fácil de se usar e não requer nenhum equipamento além de um celular com câmera. Quando um cliente solicita suporte por mensagem, e-mail ou telefonema, um de nossos especialistas envia um convite para iniciar a sessão. Quando o chamado é aberto, ele se conecta diretamente com o especialista Tomra mais adequado para ajudá-los no desafio específico que estão enfrentando. Quando conectados, eles se comunicam por voz e vídeo”.

Durante a pandemia COVID-19, o Tomra Care Visual Assist provou ser particularmente benéfico como uma solução que não apenas supera as restrições de viagens, mas também cumpre os requisitos de distanciamento social.

Peter acrescenta: “O Tomra Care Visual Assist permite um maior nível de clareza na comunicação e transferência de informações entre a pessoa no local e o especialista que fornece orientação remota. Os técnicos de nossos clientes e os engenheiros da Tomra no local obtêm o suporte de que precisam para resolver qualquer problema imediatamente, trazendo as máquinas de volta rapidamente à operação. Se uma peça sobressalente for necessária, os especialistas da Tomra podem identificar facilmente o que é necessário e garantir que a peça sobressalente certa seja enviada, aumentando a taxa de correção na primeira vez. “

A Tomra firma que esta nova ferramenta faz parte da gama de serviços Tomra Care que visa garantir que as unidades dos clientes tenham o mais alto nível de eficiência durante toda a sua vida útil.

Peter conclui: “Estamos entusiasmados com a implementação do Tomra Care Visual Assist e confiantes de que será bem recebido por nossos clientes, que agora têm uma nova forma obter acesso e se beneficiar de nossa grande experiência em tecnologias de seleção baseada em sensores”.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Segundpo a empresa, cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 992 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Tomra: Navegando pelas últimas mudanças na legislação internacional sobre resíduos

21/03/2021

Artigo de Tom Eng (*)

Vice-presidente sênior e head da Tomra Recycling, Tom Eng fornece uma visão geral de algumas das mudanças recentes nas legislações européia e internacional de resíduos e destaca as implicações dessas mudanças para os gestores de resíduos.

“O setor global de resíduos e reciclagem é fortemente regulamentado e, além da legislação internacional, quase todos os países têm seus próprios regulamentos que devem ser cumpridos pelos gestores de resíduos. A legislação de resíduos é a espinha dorsal da indústria de reciclagem e, na maior parte, quaisquer alterações na legislação são bem-vindas porque quase sempre visam melhorar ainda mais os padrões de qualidade de reciclagem ou aumentar as taxas de reciclagem – seja em nível local, nacional ou internacional.

Gostaria de dar uma olhada em três das mudanças legislativas mais recentes que entraram em vigor: as Emendas de Resíduos de Plástico da Convenção de Basileia, a proibição da China de importação de resíduos sólidos e, resumidamente, o Acordo Verde Europeu.

Emendas à Convenção de Basileia sobre Resíduos de Plástico

Apesar de mais países gradualmente implementarem medidas e legislação para recuperar e reciclar plásticos, o aterro continua sendo a primeira opção para milhões de toneladas de plásticos em todo o mundo. Durante a Conferência da Basileia, realizada na primavera de 2019, os governos concordaram em alterar a Convenção da Basileia para incluir os resíduos de plástico em uma estrutura legalmente vinculativa. 186 países concordaram com essa emenda, que impõe novas restrições à movimentação de sucata de plástico que não sejam destinados à reciclagem ambientalmente correta. Essas novas restrições não se aplicam nos Estados Unidos.

As alterações entraram em vigor no dia 1 de janeiro de 2021. Qualquer resíduo de plástico não perigoso que não seja reciclável, ou seja, “difícil” de reciclar, é agora classificado como resíduo que requer “consideração especial” e sua movimentação está agora sujeita à notificação prévia e requisitos de consentimento da à Convenção de Basileia. O objetivo das alterações é controlar os embarques internacionais da maioria das sucatas e resíduos plásticos destinados à reciclagem ou descarte, tornando o comércio global de resíduos plásticos mais transparente e melhor regulamentado. A legislação também visa impedir que o plástico não reciclável seja ‘escondido’ em remessas de plástico reciclável que são enviadas para países em desenvolvimento que não têm como gerenciar esse material. Historicamente se constatou que, depois que os países em desenvolvimento recuperaram o material plástico que podem usar, o resto muitas vezes acaba em aterros sanitários ou simplesmente são queimados.

Esta nova legislação afetará diretamente os gestores de resíduos que tratam resíduos residenciais porque alguns dos plásticos classificados como resíduos perigosos pela Convenção são encontrados em fluxos de resíduos residenciais. Como tal, para exportar sucata de plásticos residenciais misturados, os gestores agora terão que aderir a um procedimento detalhado de Consentimento Prévio Informado (PIC), com materiais exigindo consentimento prévio dos países exportadores e importadores.

As Emendas sobre Resíduos de Plástico da Convenção de Basileia, sem dúvida, impactarão os gestores de resíduos que atualmente dependem dos mercados de exportação para sua sucata plástica. O processo de obtenção de consentimento prévio pode levar a atrasos de vários meses para as exportações, e os gestores de resíduos podem constatar que precisam armazenar grandes volumes de sucata em suas fábricas enquanto aguardam para receber seu consentimento prévio informado (PIC). Se os gestores não cumprirem o requisito, seu material poderá ser devolvido às custas do exportador. Pode haver atrasos no envio do material se ele for interrompido durante o trânsito e, em alguns casos, se os requisitos não forem cumpridos, uma ação formal – potencialmente incluindo penalidades financeiras – pode ser tomada pelas autoridades no país de destino do material.

Embora a maioria dos plásticos misturados agora exija consentimento prévio informado (PIC), há algumas exceções. Resíduos da “Lista Verde” terão permissão para continuarem a ser exportados sem consentimento prévio informado. Os resíduos da Lista Verde incluem plásticos que consistem quase que exclusivamente em um tipo de plástico destinado a operações de reciclagem, além de misturas de polipropileno (PP), polietileno (PE) e tereftalato de polietileno (PET) que são destinados à reciclagem separada. Todas as outras exportações e importações de sucata de plástico devem ser notificadas e receber consentimento para exportação antes do movimento.

s avanços na tecnologia de seleção automatizada estão possibilitando a obtenção de resultados de pureza excecionais na reciclagem de plásticos – desde plásticos coloridos e transparentes, como PET e PEAD, a outros polímeros como polipropileno, poliestireno e PVC. Na medida em que a legislação, a infraestrutura e, em particular, a combinação certa de tecnologia de seleção estejam em vigor, é possível atingir níveis de pureza de mais de 99,99% em fluxos de polímero único, o que era anteriormente inviável. Este material não só poderá ser enviado internacionalmente sem consentimento prévio, mas também terá um preço de mercado muito mais alto que os plásticos misturados; portanto, há estímulos comerciais e legislativos para separar e classificar os plásticos misturados em fluxos únicos.

A decisão da China de proibir a importação de resíduos sólidos

Outra lei de resíduos que entrou em vigor no início de 2021 é a proibição da China de importações de resíduos sólidos, incluindo plásticos, produtos de papel e têxteis. A China foi um importante destino final para esses materiais nos últimos 40 anos, mas sua política de limitação de materiais recuperados importados começou em 2013 e a decisão mais recente de banir a importação de resíduos sólidos reflete o compromisso das autoridades chinesas em promover mais reciclagem de resíduos sólidos domésticos e reduzir a dependência do país das importações.

A decisão da China de proibir as importações de resíduos sólidos terá consequências de longo alcance para os gestores de resíduos que, até agora, dependiam da China como mercado final para seus materiais. Este último movimento foi seguido por outros países, incluindo Malásia, Tailândia e Índia, que tomaram medidas para proibir a importação de resíduos plásticos e, em alguns países, também a importação de papéis mistos.

Tal como acontece com as Emendas de Resíduos de Plástico da Convenção de Basileia, o não cumprimento da nova proibição de importação de resíduos sólidos da China pode resultar em multas pesadas tanto para o transportador de resíduos quanto para o importador, definido entre RMB 500.000 (equivalente a aproximadamente US$ 71.000) e RMB 5 milhões (equivalente a aproximadamente US $710.000). As autoridades aduaneiras também ordenarão que os resíduos sólidos sejam devolvidos ao local de exportação para eliminação.

Os gestores de resíduos que historicamente dependiam da exportação deste material para a China – ou para outros países que agora também proibiram esses materiais – agora terão que encontrar novos mercados finais para seus resíduos sólidos ou investir em tecnologia de seleção para atingir as taxas de pureza excecionalmente altas que a China exige para resíduos sólidos a fim de conceder uma licença de importação.

Por exemplo, no caso de resíduos de produtos de papel, a China tem sido historicamente o maior mercado importador de aparas do mundo. Porém, agora só concederá licenças de importação para aparas de papel com nível de pureza superior a 99,5%. Isso significa que os gestores que desejam continuar exportando seus resíduos de papel para a China terão que aumentar e investir em seus esforços de triagem, remoção de tinta e reciclagem.

Isso pode ser obtido aproveitando-se dos avanços mais recentes em tecnologia baseada em sensores para reciclagem de papel para separar papéis de não-papeis e também produzir frações finais de alta pureza de diferentes tipos de papel, como papelão marrom, caixas impressas, caixas revestidas de plástico, papel tingido, papel de jornal e papel impresso em quatro cores (CMYK). A seleção baseada em sensor pode permitir que os gestores de resíduos continuem exportando seu material para a China ou, se preferirem, encontrem rotas alternativas no país ou no exterior para comercialização – onde seu material terá um preço de mercado muito mais alto como resultado de seus níveis de pureza.

O Acordo Verde Europeu

Coincidindo com a decisão da China de proibir todas as importações de resíduos sólidos, a Europa também está tomando outras medidas para abordar a questão da poluição do plástico, introduzindo novas regras de embarque que proíbem o envio de resíduos de plástico não separados da União Européia para países estrangeiros. No âmbito do Acordo Verde Europeu da Comissão Europeia, que entrou em vigor em 1 de janeiro de 2021, existem novas regras que regem a exportação, importação e transferência intra-UE de resíduos de plástico. Estas novas regras proíbem a exportação de resíduos de plástico da UE para países não pertencentes à OCDE, exceto resíduos de plástico “limpos” que são enviados para reciclagem.

Da mesma forma que as Emendas de Resíduos de Plástico da Convenção de Basileia e a proibição de importação de resíduos sólidos da China, essas regulamentações mais rígidas implicam que os gestores de resíduos não serão mais capazes de exportar facilmente seus resíduos de plástico, a menos que possam gerar frações de plástico de material único com alta pureza. Portanto, pode-se ver, mais uma vez, onde a tecnologia de seleção baseada em sensores pode ajudar, permitindo que os gestores de resíduos atinjam os níveis de pureza exigidos pelas novas regras – níveis de pureza que são muito mais elevados do que aqueles alcançados por outras técnicas de triagem.

Um cenário legislativo em evolução

Os regulamentos que explorei neste artigo são apenas algumas das mudanças mais recentes que afetarão diretamente os gestores de resíduos. A próxima legislação significativa que deverá entrar em vigor durante 2021 em todos os estados membros da União Européia é a proibição de plásticos descartáveis. Com uma base de clientes global, a Tomra Sorting monitora ativamente todas as mudanças legislativas, tanto em nível nacional quanto internacional. Isso nos coloca em uma posição forte para apoiar nossos clientes à medida que essas mudanças acontecem. Manter-nos informados sobre quaisquer mudanças a serem introduzidas nos permite adaptar nossa tecnologia e processos para garantir que sejam adequados para os seus propósitos, sejam à prova de mudanças futuras e, o mais importante, ajudem nossos clientes a prosperar em um mercado internacional desafiador e competitivo.”

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Segundo a empresa, cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra afirma ter sido responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos.  A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 885 milhões de euros e emprega mais de 4.500 pessoas globalmente. Para mais informações sobre a Tomra Sorting Recycling visite https:// www.Tomra.com/pt/sorting/recycling

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Tomra e Borealis abrem fábrica para separação de resíduos plásticos pós-consumo e reciclagem mecânica avançada

02/02/2021

  • A planta conceito separa os resíduos plásticos pós-consumo e produzirá pellets de polímero totalmente formulados, prontos para o mercado
  • As grandes marcas e transformadores serão capazes de acessar o material para qualificação e validação de mercado no início de 2021
  • Colaboração pioneira reúne experiência vital para o avanço da economia circular

A Tomra e a Borealis anunciaram hoje (01/02) o início operacional de sua planta conceito de reciclagem mecânica avançada em Lahnstein, Alemanha.

“Esta fábrica é apenas o começo do que é possível quando os principais participantes da cadeia de valor se unem para causar um impacto realmente significativo no mercado”, disse Volker Rehrmann, vice-presidente executivo e chefe de economia circular da Tomra. “Tendo acabado de lançar a nova Divisão de Economia Circular, está claro o grande papel que a gestão de resíduos e projetos essenciais como este têm na caminhada em direção a um futuro sustentável. Estamos orgulhosos de ter iniciado uma das fábricas de reciclagem mecânica mais avançadas quando se trata de resíduos de polímeros pós-consumo. Isso se tornará um facilitador importante à medida que acelerarmos a transformação para uma economia circular nos próximos anos e estamos entusiasmados por fazer parte deste projeto pioneiro”.

“Esta planta incorpora os princípios da plataforma EverMinds fundada pela Borealis, que busca inovar a circularidade dos plásticos por meio da colaboração”, disse Lucrèce Foufopoulos, vice-presidente executivo da Borealis em Poliolefinas, Inovação e Tecnologia e Soluções de Economia Circular. “Oferecer material reciclado de alta qualidade às grandes marcas e aos transformadores, adequado para uso em aplicações altamente exigentes, é a mais recente contribuição da Borealis para uma economia mais circular de plásticos. A vida exige progresso e, por meio da colaboração, reinventamos para uma vida mais sustentável” .

A operação da planta é um empreendimento conjunto entre Tomra, Borealis e Zimmerman. A Borealis é responsável pelo sucesso comercial da planta e contribui com sua experiência e conhecimento em inovação, reciclagem e compostagem. Da mesma forma, a Tomra contribui como fornecedora de soluções baseadas em tecnologia e traz sua experiência, processos estabelecidos e conhecimento de mercado que, por sua vez, tornam possível a economia circular através de sistemas de coleta e triagem. A Zimmerman é uma empresa de gerenciamento de resíduos com experiência na triagem de vários tipos de resíduos, incluindo plásticos, e é responsável pelo sucesso das operações da fábrica e da qualidade do produto.

A planta de última geração processa resíduos plásticos rígidos e flexíveis de residências. E, ao contrário de muitas fábricas de reciclagem atuais, ela produzirá soluções para uso em aplicações de plástico de alta demanda em vários setores, incluindo automotivo e produtos de consumo. Com alta pureza, baixo odor, alta consistência do produto e frações de cor clara, esses polímeros reciclados de grau Borcycle M atenderão aos requisitos de qualidade do cliente em toda a cadeia de valor, afirmam as empresas.
O objetivo desta planta de demonstração é produzir material para que os proprietários de marcas e transformadores possam testar, validar e qualificar o uso dessa resina reciclada em suas aplicações altamente exigentes. O sucesso técnico estabelecerá as bases para uma planta de reciclagem avançada em escala comercial.

“Na P&G, estamos fazendo embalagens tendo em mente a ‘próxima vida’ do produto, a fim de ajudar a impulsionar uma economia circular mais robusta. Devemos aumentar o fornecimento de plástico reciclado de alta qualidade para permitir que a indústria cumpra essa visão”, afirma Gian De Belder, Diretor Técnico da Procter & Gamble (P&G), Sustentabilidade de Embalagens de P&D. “A nova abordagem inovadora que a Tomra e a Borealis estão adotando mostra o potencial para mudar a quantidade e a qualidade do PCR disponível para nossas marcas e nos ajuda a atingir nossa meta para 2030 de reduzir nosso uso de plástico virgem em embalagens em 50%, o equivalente a 300 mil toneladas anualmente. Os primeiros testes do material parecem muito promissores!”.

“Na Henkel, queremos reduzir o plástico virgem de origem fóssil para 50 por cento até 2025 – por exemplo, aumentando a participação de plásticos reciclados para mais de 30 por cento globalmente. Um grande desafio para embalagens mais circulares é a disponibilidade de plásticos reciclados de alta qualidade que posam ser usados nas embalagens de nossas marcas”, comenta Thorsten Leopold, Diretor Internacional de Tecnologia de Embalagem para Cuidados Domiciliares da Henkel.  “Estamos, portanto, muito animados pelo fato de que este projeto reúne três especialistas comprovados ao longo da cadeia de valor, com a ambição de elevar a reciclagem mecânica a um novo nível. “

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 6.000 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, a Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 885 milhões de euros e emprega mais de 4.500 pessoas globalmente.

A Borealis é um dos maiores fornecedores mundiais de soluções de poliolefinas e líder no mercado europeu de produtos químicos básicos, fertilizantes e reciclagem mecânica de plásticos. Com sede em Viena, Áustria, a Borealis emprega 6.900 funcionários e opera em mais de 120 países. Em 2019, a Borealis gerou EUR 8,1 bilhões em receita de vendas e um lucro líquido de EUR 872 milhões. OMV, a empresa internacional de petróleo e gás sediada na Áustria, possui 75% das ações da Borealis, enquanto os 25% restantes pertencem a uma holding da Mubadala, com sede em Abu-Dhabi. O grupo fornece serviços e produtos para clientes em todo o mundo por meio da Borealis e de duas importantes joint ventures: Borouge (com a Abu Dhabi National Oil Company, ou ADNOC, com base nos Emirados Árabes Unidos); e Baystar (com Total, com base nos EUA).

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Tomra Sorting Recycling e Stadler UK escolhidos como fornecedores de tecnologia para a reforma de planta da Viridor no Reino Unido

21/01/2021

Em 2019, a Stadler UK Limited foi nomeada pela Viridor como um dos dois principais parceiros de contrato para a reforma de £15,4 milhões de Masons sua planta de triagem de materiais (Materials Recycling Facility – MRF) perto de Ipswich, modernizando a instalação como parte da renovação do contrato de dez anos do condado de Viridor-Suffolk. Viridor opera esta planta em nome da Suffolk Waste Partnership.

A Viridor especificou as soluções de seleção com base nos sensores da Tomra Sorting Recycling em sua documentação de licitação para a reforma. Tendo já trabalhado juntos em vários projetos em todo o mundo, Stadler e Tomra trabalharam em estreita colaboração desde os estágios iniciais da concorrência para garantir que a planta e o equipamento atendessem aos requisitos específicos da Viridor.

Ao investir fortemente na atualização da planta, a Viridor foi capaz de transformar suas operações, aumentando a capacidade de 65.000 toneladas por ano (tpa) para 75.000 tpa (equivalente a 17 toneladas por hora). A planta agora está operando em plena capacidade e em níveis ideais de processamento. A qualidade da saída também melhorou consideravelmente graças aos novos equipamentos Tomra instalados durante a atualização.

O material de entrada da planta é uma mistura de materiais recicláveis secos (não incluindo vidro) do Condado de Suffolk. O material é primeiro processado usando um equipamento de separação mecânica totalmente novo, incluindo um tambor dosador, um separador balístico Stadler PPK, uma peneira rotativa, separadores balísticos Stadler STT2000, separadores magnéticos e de indução. Após a separação mecânica, o material (exceto a fibra) passa por um processo de separação por ar antes de chegar às unidades de seleção baseadas em sensores óticos Tomra Autosort® recém-instaladas.

Antes da atualização, três separadores óticos Tomra estavam instalados na MRF. Estes foram substituídos por 11 novas unidades Tomra Autosort. Como uma das unidades existentes tinha apenas quatro anos, a Tomra simplesmente fez o upload do software mais recente.

As unidades foram programadas para classificar e recuperar fibra mista (papelão, papel e jornais e panfletos misturados) e para classificar plásticos misturados por polímero em mono frações de plásticos com alta pureza (PET, HDPE, plásticos duros, filme, potes, tubos e bandejas).

O sistema Autosort reúne tecnologias da Tomra para fornecer precisão avançada de tarefas de seleção complexas em alta capacidade. A Tomra afirma que o Autosort é capaz de separar materiais difíceis ou mesmo impossíveis de separar usando tecnologias convencionais, oferecendo precisão de seleção de alto desempenho consistente em todas as frações alvo – mesmo nas aplicações mais complexas.

Uma vez que o material de alimentação da planta foi processado pelas unidades Autosort relevantes, ele recebe uma verificação final de controle de qualidade antes de ser enfardado para o transporte aos clientes finais, todos sediados no Reino Unido. Qualquer material que sobrar após a recuperação de todas as frações alvo é enviado para recuperação de energia ou para aterro.

Com os novos equipamentos mecânicos e com os sensores instalados, a Viridor afirma estar colhendo uma série de benefícios operacionais, incluindo:
• Maior capacidade – a planta pode processar uma tonelagem maior de material de alimentação (10.000 toneladas adicionais por ano)
• Melhor pureza do mercado das frações separadas, por exemplo, 98,5% de pureza em jornais e panfletos, e mais de 95% para polímeros como PET, HDPE e plásticos mistos
• Eficiências de custo resultantes da planta funcionando em plena capacidade
• Risco reduzido de paradas da planta
• Soluções preparadas para o futuro – o equipamento é projetado para as necessidades de um mercado em constante mudanças de comportamento, e pode ser reprogramado para lidar com as mudanças no fluxo de material de alimentação
• Redução de custos derivada da seleção de PET e HDPE – anteriormente, esse material era enviado para Viridor Rochester para reprocessamento, mas agora pode ser reprocessado no local, reduzindo a pegada de carbono e economizando nos custos de reprocessamento

Steven Walsh, Engenheiro Comercial da Tomra Sorting Recycling, comenta: “Estamos muito satisfeitos em trabalhar com a Stadler neste projeto, já tendo trabalhado com eles em uma série de outros projetos nacional e internacionalmente. Antes da reforma, esta unidade da Viridor só podia classificar plásticos misturados para processamento adicional na planta de Recuperação de Plásticos (Plastic Recovery Facility – PRF) de Rochester e era extremamente focada na seleção manual, usada para refinar a seleção de todos os tipos de plásticos. Agora, porém, a Masons está entre as plantas mais altamente automatizadas no Reino Unido e, ao integrar o equipamento Tomra e se beneficiar da experiência técnica da Tomra, a Viridor pode recuperar materiais de qualidade superior prontos para alimentar a economia circular”.

Benjamin Eule, Diretor da Stadler UK Limited, acrescenta: “Nossa função era desmontar a planta existente e, fornecer e instalar uma solução totalmente pronta para operação da planta recém-reformada. Foi uma das renovações mais rápidas em que já trabalhamos. Levamos apenas cerca de três meses desde a discussão inicial até a assinatura dos contratos e, depois que os contratos foram assinados, estávamos no local cinco meses depois para realizar a instalação. Demorou duas semanas para desmontar a planta e tudo era novo, exceto um separador ótico Tomra no qual a Tomra simplesmente atualizou para o software mais recente, pois tinha apenas alguns anos. A instalação – incluindo a retirada do equipamento antigo – levou 80 dias no total. Instalamos novas estruturas de suporte, esteiras transportadoras e todos os componentes elétricos necessários no processo. Também gerenciamos os processos de comissionamento com e sem material”.

O Diretor de Reciclagem da Viridor, Derek Edwards, disse: “Este é de longe o maior investimento em uma planta MRF do Reino Unido nos últimos anos. A Viridor está fortemente focada no desenvolvimento de oportunidades para colocar materiais recicláves de qualidade de volta na economia a que pertencem. Isso começa com a visão de resíduos como um recurso, em vez de lixo e, graças ao compromisso da Suffolk com a reciclagem e nosso investimento na planta Masons MRF, estamos bem posicionados para aproveitar ao máximo as oportunidades de reciclagem do condado e vender esse material para clientes finais que estão no Reino Unido.

O Sr. Edwards acrescentou: “O plano de investimento da planta Masons foi projetado especificamente não apenas para alcançar maior capacidade, mas para combinar a qualidade de produção com os requisitos do mercado. A planta tem o mesmo material de alimentação de antes, mas agora pode processar um adicional de 10.000 toneladas de material por ano. Estamos muito satisfeitos com o desempenho da planta e seus equipamentos desde que a reforma foi concluída”.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários qualificados oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 6.000 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, a Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 885 milhões de euros e emprega mais de 4.500 pessoas globalmente.

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Tomra afirma que mudanças na gestão de resíduos com tecnologias já existentes podem reduzir emissões de gases estufa em até 5%

25/11/2020

  • Tomra pede mudança na abordagem da gestão de resíduos como parte da ação contra as mudanças climáticas
  • A previsão dos especialistas em resíduos da Eunomia para 2030 indica que a classificação de resíduos desempenhará um papel fundamental na limitação das mudanças climáticas causadas pelo homem.

A Tomra, líder mundial em máquinas para triagem de resíduos, renovou a urgência de uma nova abordagem para combater as mudanças climáticas. Em um estudo encomendado pela Tomra, os resultados divulgados pela firma britânica Eunomia concluem que, embora se afirme rotineiramente que a gestão de resíduos é responsável por apenas 3% das emissões globais de gases de efeito estufa, modelos regionalmente personalizados e holísticos podem desempenhar um papel vital na redução das emissões globais de CO2 em até a 5% – o equivalente a deixar em solo todos os vôos comerciais em todo o mundo e tirar 65% dos carros das estradas.

A empresa norueguesa está investindo fortemente na expansão de seu portfólio ao incluir uma Divisão de Economia Circular em seu organograma. A nova unidade impulsionará o desenvolvimento e a implementação global de sistemas holísticos de gestão de resíduos e habilitará pessoas e empresas a se transformarem dentro do contexto de uma economia circular.

A Tomra afirma que comprovou esses resultados na cidade norueguesa de Stavanger e seus arredores: em apenas um ano, desde que implementou mudanças na coleta de resíduos e inaugurou a sua nova unidade de triagem, a região já está perto de atingir a meta de redução de emissões de gases de efeito estufa proposta pela Eunomia.

“Precisamos de uma mudança radical. Mesmo na Alemanha, onde um caro sistema de gerenciamento de resíduos está em vigor há mais de 30 anos, 50 por cento das embalagens plásticas ainda acabam no lixo ”, disse Dr. Volker Rehrmann, vice-presidente executivo da Tomra. “Isso resulta em desperdício de recursos e emissões desnecessárias de CO2, que prejudicam o meio ambiente.”

A Tomra decidiu, portanto, iniciar uma grande sacudida na pirâmide de resíduos. Embora a redução e a reutilização tenham o maior potencial para reduzir as emissões de carbono, levará tempo para que tenham um impacto significativo. Segundo a empresa, sistemas melhores para coleta e reciclagem podem ser implementados já, com base em tecnologias e técnicas comprovadas, sendo vitais para alcançar uma economia circular eficiente. Isso, por sua vez, dará uma contribuição rápida e significativa para limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius. Com base em novos cálculos feitos pela Eunomia, uma economia anual de emissões de gases de efeito estufa de até 2,5 bilhões de toneladas está ao nosso alcance, tornando a melhor gestão de resíduos um dos maiores contribuintes potenciais para combater as mudanças climáticas em todo o mundo.

“O impacto das nossas sociedades desperdiçadoras sobre as emissões globais de gases de efeito estufa não é bem compreendido. O papel de mudar os padrões de consumo e gerenciar melhor os resíduos tem sido subestimado”, disse Dr. Dominic Hogg, presidente da Eunomia Research & Consulting. “Esta pesquisa mostra que, com o uso de abordagens comprovadas e amplamente apoiadas por cidadãos, governos e empresas, a gestão adequada de resíduos pode ter um efeito significativo nos objetivos climáticos do acordo de Paris, ao mesmo tempo em que é fundamental para lidar com a poluição do plástico do oceano.

Trabalhando em conjunto com cientistas, os especialistas da Tomra estão utilizando seu histórico de experiência prática para desenvolver processos holísticos de coleta e reciclagem, que podem ser personalizados para atender aos requisitos de vários mercados, afirma a empresa.

É, no entanto, imperativo que o atalho rápido para o “green deal” seja acompanhado por uma estrutura legislativa bem elaborada, incluindo a responsabilidade estendida do produtor (EPR), que alinhe incentivos econômicos ao impulso para uma economia circular e crie condições de concorrência equitativas para os produtores de produtos.

A Tomra Circular Economy foi criada em 2019 para se concentrar especificamente no objetivo de capacitar as pessoas e as empresas a se transformarem no contexto da economia circular e a fechar o ciclo para resíduos pós-consumo. Com sua experiência nas áreas de negócios de venda reversa e reciclagem, bem como conhecimento de processo, a Tomra afirma estar posicionada de forma única para ajudar a fechar o ciclo e fazer a transição do mundo para uma economia circular. Ao todo, a Tomra tem mais de 100.000 instalações em mais de 80 mercados em todo o mundo e teve receitas totais de cerca de 9,3 bilhões de coroas norueguesas em 2019. O Tomra Group emprega aproximadamente 4.500 pessoas em todo o mundo e está listado publicamente na Bolsa de Valores de Oslo.

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Tomra Insight, a plataforma de gestão de dados da Tomra, agora oferece mais novidades e funcionalidades para o recicladores

12/11/2020

Novo desenvolvimento aprimorou a plataforma baseada em nuvem com a capacidade de desbloquear o poder do big data; portal baseado na web permite fácil acessibilidade

Tomra Insight, a plataforma de gestão de dados baseada em nuvem que permite aos usuários dos equipamentos da Tomra melhorarem a eficiência operacional, está sendo implementada em mais setores.

Após seu lançamento no ano passado pela Tomra Sorting Recycling, o Tomra Insight agora também está sendo disponibilizado para os clientes da Tomra Mining e Tomra Food. E para todos esses três setores, a plataforma foi aprimorada com novos recursos e funcionalidades. Isso torna o Tomra Insight ainda mais capaz agora do que era quando foi lançado ara recicladores em março de 2019.

Tomra Insight é um serviço baseado em assinatura que transforma os separadores óticos em dispositivos conectados, gerando dados de processo valiosos. Esses dados são coletados quase em tempo real, armazenados com segurança na nuvem e podem ser acessados de qualquer lugar e entre fábricas por meio de um portal da web disponível para desktops e dispositivos móveis.

Felix Flemming, vice-presidente e chefe digital da Tomra Sorting, comentou: “Ao capturar e usar dados valiosos, a Tomra Insight está transformando a triagem de um processo operacional em uma ferramenta de gerenciamento estratégico. Esta ferramenta está se tornando mais poderosa à medida que a desenvolvemos continuamente em resposta às necessidades e prioridades dos clientes. Novas funcionalidades e recursos são lançados a cada três semanas – uma rotina durante a qual a Tomra trabalha em estreita colaboração com os clientes na busca de objetivos compartilhados”.

Os dados capturados pela Tomra Insight fornecem métricas de desempenho que ajudam as empresas a otimizar o desempenho das máquinas. Segundo a Tomra, os custos operacionais são reduzidos por simplificar o pedido de peças de reposição e o acesso flexível aos dados e documentação. A empresa afirma que o tempo de inatividade é reduzido ao se monitorar a integridade e o desempenho do equipamento de triagem quase em tempo real, identificando lacunas na produção e analisando as possíveis causas-raiz, ao tempo em que dá suporte à gestão da manutenção para que seja preditiva – baseada na condição do equipamento – e evitando paradas não programadas. O rendimento é maximizado pela avaliação das variações e correspondente otimização do equipamento de seleção, garante a empresa. E a classificação para a qualidade desejada é aprimorada por fornecer dados importantes de composição de material, o que permite que as decisões sejam baseadas em informações mais detalhadas, assegura o fabricante.

Os recicladores estão fazendo melhorias de eficiência

Para empresas de reciclagem, a plataforma de dados Tomra Insight pode ser conectada aos sistemas de seleção da Tomra baseados em infravermelho próximo, cores, laser e raio-x. Segundo a Tomra, a obtenção de dados detalhados dessas máquinas está ajudando os recicladores a melhorar a eficiência operacional e a lucratividade.

Os recicladores podem consultar dados históricos e ao vivo antes de tomarem decisões que afetem seu processo de produção. Por meio do monitoramento contínuo da composição do produto, os operadores podem ajustar as configurações da máquina de forma rápida e ideal em resposta às mudanças de composição do material. Além disso, dados detalhados permitem que os gerentes tomem decisões operacionais e de negócios com base em informações mais completas. Comparações precisas agora podem ser feitas entre fábricas, turnos e lotes de materiais. Como os dados são armazenados com segurança na nuvem, também é possível monitorar remotamente as plantas quase em tempo real – especialmente útil nas circunstâncias atuais de distanciamento físico relacionadas ao COVID-19 e restrições de viagem.

Um dos primeiros usuários do Tomra Insight foi a Wellman International, um dos maiores fabricantes e recicladores de PET do mundo. A planta de processamento da Wellman na Holanda, que tem uma capacidade anual de processamento de flakes de PET de 42.000 toneladas, conectou à Tomra Insight seis separadores: cinco máquinas Autosort, que pré-seleciona garrafas PET, e um Autosort Flake, que purifica os flakes após a lavagem com foco na separação de contaminantes de PVC.

Jorrit Beetsma, Técnico de Processos da Wellman International, comentou: “Além da qualidade dos dados, também gostamos da facilidade de uso do Tomra Insight. Antes, só podíamos extrair dados indo fisicamente para a tela de cada máquina e nem sempre era fácil transferir esses dados para um computador. Agora é fácil consultar os dados remotamente de nosso escritório. Outra grande diferença é que antes usávamos dados para ajudar nas questões de manutenção e serviço, mas agora os dados também ajudam a analisar os materiais de entrada e melhorar a eficiência da classificação. As máquinas da Tomra são as únicas que podem fazer isso”.

Johannes Jacoby, gerente de produto digital da Tomra Sorting Recycling, disse: “A Wellman procurou o Tomra Insight para trazer mais transparência às suas atividades de seleção. Por um lado, eles queriam entender melhor quais eventos estavam causando paradas de máquinas, para reduzir o tempo de inatividade. Além disso, eles esperavam uma análise mais detalhada da perda de material durante o processo de recuperação, para avaliar com precisão a qualidade dos materiais adquiridos e otimizar o processo de reciclagem. O Tomra Insight ajudou significativamente com esses objetivos”.

Segundo a Tomra, os seus engenheiros ajudam os clientes a analisarem dados importantes todos os meses, como parte do serviço de assinatura Tomra Insight. Além disso, a Tomra trabalha em estreita colaboração com as operações de reciclagem para desenvolver continuamente a plataforma de dados como parte do serviço de assinatura.

Adições recentes ao Tomra Insight deram acesso a estatísticas adicionais, tais como composição de produtos, distribuição de materiais ao longo do tempo e a capacidade de conectar mais máquinas. As melhorias também incluíram uma nova página de painel com uma visão geral das máquinas conectadas do cliente, pedidos de peças de reposição e atividades de serviço; uma tabela de eventos e alarmes que permite aos usuários pesquisar ainda mais no tempo; uma maneira conveniente de exportar dados para arquivos Excel ou PDF; e a possibilidade de solicitar cotações de preços de peças de reposição, afirma a Tomra.

O número de usinas de reciclagem que usam o Tomra Insight triplicou no ano passado e espera-se que mais assinem o serviço à medida que tomem conhecimento dos seus benefícios. A Tomra afirma que os recicladores podem solicitar uma avaliação sem riscos da Tomra Insight entrando em contato com o gerente regional de vendas da empresa ou a equipe diretamente em http://insight.Tomra.com.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 6.000 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, afirma a Tomra. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 885 milhões de euros e emprega mais de 4.500 pessoas globalmente.

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Tomra Sorting Recycling lança solução baseada em sensores para triagem e purificação de resíduos reciclados de poliolefinas

18/10/2020

19 de Setembro de 2020 – Segundo a Tomra Sorting Recycling, com as suas novas soluções de seleção baseada em sensores aplicadas a flakes, os recicladores podem agora atingir elevados índices de recuperação e pureza de poliolefinas – polietilenos (PE) e polipropileno (PP). Até agora, as soluções de seleção de flakes da empresa focalizavam-se principalmente em tereftalato de polietileno (PET).

As duas soluções de seleção ótica de flakes – a nova unidade Innosort Flake e o Autosort Flake – fazem parte do conceito “Sinfonia de todos os Tipos” da Tomra, em que a sua nova geração do Autosort e seus produtos complementares trabalham juntos para criar uma sinfonia harmonizada, a fim de selecionar todos os tipos de resíduos com níveis avançados de precisão e sofisticação.  Segundo a empresa, juntos, o novo Innosort Flake e o Autosort Flake adicionam os “sons de flakes puros” à sinfonia da Tomra.

A seleção dos flakes é a etapa final na preparação para a reciclagem de plásticos e ocorre depois que as garrafas já foram moídas, peneiradas, lavadas e secas. Historicamente, a capacidade de seleção de flakes da Tomra Sorting Recycling se concentrou na recuperação de flakes de PET de plásticos mistos. No entanto, segundo a empresa, devido ao desempenho aprimorado oferecido pelo novo Innosort Flake, a Tomra Sorting Recycling agora também passou a oferecer uma linha de seleção ótica completa que consiste em seleção de garrafas e flakes para poliolefinas (PO), com máquinas alinhadas. O Autosort é usado para pré-selecionar o material e o Innosort Flake é usado para a classificação dos flakes.

Autosort Flake

O Innosort Flake original que a Tomra lançou no final de 2018 tinha uma largura total de 1 ou 1,5 metros e foi projetado exclusivamente para a seleção de flakes de PET. Agora, a nova edição do Innosort Flake tem 2 metros de largura e usa o infravermelho próximo (NIR) com tecnologia Flying Beam PO-specific e Dual Full Colour Camera para oferecer alto rendimento. Segundo a Tomra, Flying Beam é a única tecnologia NIR do mercado que permite a correção de sinal automática, de forma contínua, e garante um desempenho de seleção estável e confiável, juntamente com menor manutenção e consumo de energia.

Innosort Flake

A Tomra afirma que a nova tecnologia de sensor NIR oferece uma solução única para aplicações com Poliolefinas (PO). Os flakes de Poliolefinas são selecionados por tipo de material e por cor e o sensor PO específico usado na tecnologia Flying Beam funciona em conjunto com a tecnologia Dual Full Colour Camera para reunir informações espectrais suficientes para selecionar com precisão flakes de PP e PE tão pequenos quanto 2mm. Ela usa uma configuração de câmera frontal e traseira que permite ver a cor de cada flake e identificar até os menores detalhes, como impressões ou tinta. Segundo a Tomra, a unidade pode purificar o fluxo de PE e o fluxo de PP, identificando e removendo a contaminação indesejada do polímero, bem como as impurezas da cor. Quaisquer contaminantes remanescentes são removidos, resultando em níveis de pureza que atendem aos padrões exigidos pela legislação atual do setor e pelos clientes finais, garante a fabricante norueguesa.

Em aplicações de ponta, como na reciclagem “garrafa a garrafa”, onde o nível de contaminação do material de alimentação é baixo mas os requisitos de qualidade são particularmente altos, outra solução de seleção de flakes da Tomra – o Autosort Flake – pode ser usada para atingir tanto uma alta pureza como rendimentos elevados e estáveis, garante a empresa. O Autosort Flake detecta simultaneamente material, cor e metal, afirma a Tomra.

Valerio Sama, chefe de gerenciamento de produtos da Tomra Sorting Recycling, comenta: “Com o uso crescente de poliolefinas – prevê-se que o mercado global de poliolefinas atinja cerca de 400 bilhões de dólares em 2027 – a seleção desse tipo de material se tornará um domínio cada vez mais importante da reciclagem de plásticos. Precisamos ser capazes de aumentar a pureza e o rendimento dos plásticos reciclados a um nível onde o material seja adequado para reutilização em embalagens de alimentos – e também precisamos trazer esse material de volta ao ciclo como parte de um modelo de economia circular.”

Sama continua: ““PE e PP são poliolefinas e, se misturados, impactam negativamente o processo de reciclagem. Separar PE e PP é um desafio complexo, mesmo para a tecnologia de seleção baseada em sensores, mas decidimos desenvolver um novo sensor NIR especificamente para esta aplicação. Com o lançamento de nosso novo Innosort Flake, reforçamos ainda mais nossa posição como o fornecedor de tecnologia para separação de flakes de plástico e adicionamos os “sons de flakes puros” à Sinfonia da Tomra. Nossos clientes podem ainda confiar em nós como “one stop shop” para todas as suas necessidades de seleção de garrafas e flakes. Entretanto, nós não apenas vendemos a tecnologia, mas oferecemos aos nossos clientes um conhecimento profundo da aplicação, experiência em consultoria e suporte de serviço contínuo”.

William Zeng, Gerente de Produto do Innosort Flake na Tomra Sorting Recycling, acrescenta: “Estamos muito satisfeitos por sermos os primeiros na indústria a combinar uma câmera colorida dupla e um sensor NIR específico para Poliolefinas, juntos, em uma única máquina – a nossa nova solução Innosort Flake. Mesmo que os flakes tenham uma cor diferente de cada lado, eles podem ser selecionados conforme necessário. O design altamente flexível da unidade permite que até quatro módulos funcionem independentemente uns dos outros e a largura de dois metros permite que várias etapas de seleção sejam aplicadas na mesma máquina e ao mesmo tempo – como uma nova seleção (seleção por uma segunda vez) e recuperação. É um desenvolvimento muito empolgante na reciclagem de plásticos, do qual temos orgulho de estar na vanguarda”.

Sama conclui: “Nosso foco permanece em melhorias contínuas em nosso desempenho de seleção baseada em sensores – proporcionando maior capacidade, maior eficiência e menores índices de perda. Atualmente, estamos procurando desenvolver uma solução para a seleção de PVC e esperamos compartilhar mais detalhes sobre este projeto no devido tempo”.

A Tomra Sorting Recycling (https:// www.Tomra.com/pt/sorting/recycling)desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. A empresa afirma ter sido responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, possuindo cerca de 6.000 sistemas instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 885 milhões de euros e emprega mais de 4.500 pessoas globalmente.

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Tomra Sorting Recycling publica novo eBook sobre o potencial da conectividade de máquinas de separação de resíduos em plantas de reciclagem

25/09/2020

A conectividade das máquinas fornecem dados essenciais de produção e serviço para conduzir o processo de gerenciamento estratégico.

25 de Setembro de 2020 – As máquinas conectadas e o armazenamento de dados na nuvem estão transformando a forma como as empresas coletam, acessam e analisam dados. A indústria de reciclagem está descobrindo o poder dos dados relatados pelos sistemas de seleção ótica conectados. Esse recurso está proporcionando uma nova era de otimização de processos orientada por dados, sugere o novo eBook “Digitalização – Conecte para Aumentar a Produtividade na Indústria de Reciclagem”, da empresa líder global em seleção baseada em sensores, Tomra Sorting Recycling.

Antes da Indústria 4.0 e da Internet das Coisas (IIoT), os dados de produção permaneciam na base local dos separadores óticos, dificultando a coleta e a análise. Agora, por meio de sensores integrados e relatórios armazenados na nuvem, os separadores óticos são transformados em máquinas de entrega de dados para promover o processo de gerenciamento estratégico. Dados quase em tempo real fornecem informações sobre as falhas de produção, permitem que as empresas reajam mais rapidamente às mudanças e melhorem a qualidade e o rendimento do produto reciclado.

O e-book de download gratuito avalia se os relatórios de serviço armazenados, pedidos de peças de reposição e manuais de produtos melhoram a eficiência da manutenção da máquina. Ele também olha para um futuro não muito distante, onde os dados de produção aproveitados, combinados com análises avançadas, resultarão no desenvolvimento de novas tecnologias e processos de seleção que irão melhorar a eficiência da triagem e aumentar a pureza do produto final.

Uma cópia gratuita do novo eBook da Tomra sobre as vantagens da conectividade em seleção ótica pode ser acessado em https://solutions.Tomra.com/digitalization-ebook

A Tomra Sorting Recycling (https:// www.Tomra.com/pt/sorting/recycling) desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Segundo a Tomra, cerca de 6.000 sistemas já foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 815 milhões de euros e emprega mais de 4.000 pessoas globalmente.

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Tomra aposta em serviço técnico personalizado como diferencial de mercado

06/09/2020

O mercado brasileiro é cada vez mais exigente no que diz respeito à reciclagem e a Tomra Sorting Recycling vem acompanhando esse aumento de exigência com atenção, ao mesmo tempo em que oferece uma tecnologia atualizada capaz de atender ao nível da demanda das plantas locais. No entanto, a empresa entendeu que só vender equipamentos de alta tecnologia não é suficiente: assim, o seu objetivo é oferecer uma solução integrada que reflita os valores da empresa nas várias etapas de negócios. Tomra Care foi o nome escolhido pela empresa para esse elemento diferenciador. Uma das empresas brasileiras onde os serviços do Tomra Care tem sido postos em prática é a Ecofabril, localizada na cidade de Jundiaí em São Paulo.

Sob o lema “é necessário mais do que máquinas para que a operação atinja seu desempenho máximo”, a Tomra afirma que o seu objetivo é melhorar continuamente, proporcionando assistência individualizada durante todas as etapas de seu processo de tomada de decisão. “Quer seja na fase de pré-venda, de venda ou de pós-venda, o nosso conhecimento estabelecido do setor, processos e aplicações garantem produtividade máxima da operação do cliente”, explica Rafael Escudeiro, o responsável de Suporte Técnico da Tomra no Brasil.

Abordagem holística

A Tomra afirma considerar todos os projetos como uma parceria com o cliente, com o objetivo de fornecer uma solução completa que atenda aos requisitos operacionais e de negócios. Assim, a interação com o cliente começa com uma análise detalhada dos seus requisitos e necessidades operacionais. Trabalhando em colaboração, a Tomra auxilia no desenvolvimento de um fluxograma personalizado que combina as suas tecnologias, conforme necessário. A abordagem colaborativa continua durante todo o projeto, indo até o instante da instalação e além. A solução completa também pode incluir a plataforma Tomra Insight, baseada na Web, que transforma todos os separadores fornecidos pela empresa em dispositivos conectados para monitorar e acompanhar o desempenho da instalação completa.

Rafael Escudeiro, responsável de Suporte Técnico da Tomra no Brasil

Depois que a instalação está totalmente operacional, a Tomra oferece ao cliente a opção de um contrato de serviço, único no mercado segundo a empresa, para garantir que a solução continue entregando resultados otimizados. O contrato personalizado pode incluir a presença de suporte ao produto no local, conforme necessário, 7 dias / semana, visitas do engenheiro de aplicação, suporte de urgência em níveis, resposta direcionada à planta, treinamento, bem como cobertura de peças de reposição e desgaste para garantir o tempo de atividade máximo e proteger o investimento do cliente.

Para Rafael Escudeiro esse diferencial “é a chave do sucesso na hora de conseguir novos clientes”. O responsável pelo serviço técnico da Tomra no Brasil vai mais longe e sublinha: “Hoje a Tomra é reconhecida no mercado local por prestar uma assistência técnica diferenciada, pois conta com um vasto estoque local de peças de reposição e uma equipe treinada para realizar todos os níveis de assistências necessários. Com o acúmulo de experiência, a Tomra comprovou que, na rotina de produção, os clientes dão muita importância a três fatores: menor tempo de parada da linha de produção, desempenho constante na separação e despesas de manutenção planejadas. Para atender às expectativas de nossos clientes, nós criamos o Tomra Care, que conta com um portfólio de produtos”.

Claudio Rosseto, Gerente Industrial da Ecofabril

Localizada em São Paulo e fundada em 1994, a Ecofabril iniciou suas atividades com a transformação de garrafas PET em fibras de poliéster. Uma das pioneiras na reciclagem de PET no Brasil, atualmente conta com uma capacidade instalada de 36.000 toneladas por ano, o que representa aproximadamente 1 bilhão de garrafas PET recicladas. Com contrato de serviço ativo com o Tomra Care, Claudio Rosseto, Gerente Industrial da Ecofabril, comenta: “após realizarmos o contrato de serviços, notamos que o nível de conservação do equipamento melhorou muito devido às visitas agendadas dos técnicos da Tomra. Eles realizam todas as aferições do equipamento, limpezas técnicas, acompanhamento de componentes (que são trocados por horas de uso) e também fazem atualizações de software, assim como um pente fino nas receitas que estão no equipamento. Dessa forma, garante-se que o equipamento esteja sempre operacional e mantendo níveis constantes de eficiência”.

O Gerente Industrial da Ecofabril comenta ainda que “os principais benefícios ocorrem em momentos de corretivas do equipamento, quando somos atendidos imediatamente. Exemplo: tivemos uma queda de energia e perdemos o programa do equipamento. Os técnicos conectaram-se com o sistema através do link configurado no equipamento e restauraram o backup em minutos, o que é uma salvaguarda fantástica. Relativamente a peças, dado que existe um grande estoque no Brasil, o processo de substituição é sempre facilitado”, explica.

Décio Boschetti, proprietário da Sulpet

Outra empresa também com serviço ativo do Tomra Care é a Sulpet, localizada no Rio Grande do Sul. A planta da empresa também adquiriu a tecnologia da Tomra recentemente e contratou a assistência técnica personalizada: “O serviço pós-venda e assistência técnica da Tomra é, sem dúvidas, um diferencial para a empresa. Mais do que a tecnologia das máquinas, o que nos satisfaz é o atendimento. Sempre muito ágil, prestativa e preocupada com o cliente, a empresa se destaca pelo excelente suporte técnico”, explica Décio Boschetti, fundador e dono da Sulpet.

Tomra Care: uma solução integrada de proximidade

Segundo a Tomra, o seu serviço Tomra Care veio suprir uma lacuna no mercado mundial e, mais especificamente, no mercado brasileiro. Na ótica de Rafael Escudeiro, “no passado muitas empresas estrangeiras venderam equipamentos no mercado local, mas, quando o equipamento apresentava um problema, essa empresas não contavam com assistência técnica especializada local e muito menos peças de reposição, de modo que o equipamento ficava parado por muito tempo com graves prejuízos para as plantas que ficavam com a sua produção parada”.

Com o serviço oferecido pela Tomra, acrescenta Escudeiro, “o que verificamos foi uma conquista da confiança dos clientes, podendo assim alavancar as vendas de equipamentos no mercado local. Mais que isso, conseguimos mudar um pouco a cultura brasileira que não se preocupa tanto com as manutenções, passando de uma cultura de manutenção corretiva para preventiva, o que permite que as máquinas estejam sempre em funcionamento e com isso mais retorno do negócio”.

A Tomra afirma que, durante a pandemia da COVID-19, o diferencial do Tomra Care mostrou-se mais evidente através do serviço remoto, que se revelou essencial neste momento delicado. “Durante a pandemia, grande parte dos vôos nacionais e internacionais foram cancelados e muitos países fecharam as fronteiras, limitando assim as visitas presenciais em alguns clientes. Felizmente nossos equipamentos contam com a opção de acesso remoto, que nos possibilita, de qualquer lugar do mundo, acessar o equipamento. Esse tipo de atendimento foi muito utilizado nos últimos meses e, felizmente, conseguimos dar suporte a todos os clientes durante estes tempos difíceis”, conclui Rafael Escudeiro.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 6.000 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A empresa foi responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores utilizados na indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 815 milhões de euros e emprega mais de 4.000 pessoas globalmente.

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Soluções integradas de triagem de garrafas e seleção de flakes abrem caminho para o aumento da qualidade do material reciclado

09/07/2020

Agora, mais do que nunca, está se dando ênfase ao manuseio dos resíduos de plásticos de maneira responsável e sustentável, para garantir que ele possa ser reutilizado. Com novas regulamentações sendo introduzidas a respeito do conteúdo reciclado dentro de garrafas plásticas, uma nova abordagem para a reciclagem é fundamental. Para que isso ocorra, é necessário implementar processos de reciclagem eficientes, para que os plásticos sejam manuseados corretamente e se possa ter a maior pureza possível.

As plantas devem optar pela solução da mais alta eficiência, que hoje correspondem a linhas de triagem de garrafas e seleção de flakes integradas, oriundas de de um único fabricante, em vez de uma combinação de diferentes fornecedores.

A pressão sobre as plantas de reciclagem

Apesar da batalha em curso contra a poluição do plástico, a taxa de produção de materiais plásticos continua aumentando em escala global. Segundo a Tomra Sorting Recycling, os números mais recentes indicam que mais de 359 milhões de toneladas de plástico foram produzidas para o mercado global em 2018, o que significa um aumento de 3,2% em relação ao ano anterior. No total, a quantidade de plástico produzido triplicou desde 1990.

Por outro lado, a maioria deste material plástico produzido não está tendo um destino adequado. Somente na Europa, quase 40% do plástico produzido é direcionado para embalagens de alimentos e produtos que são, na prática, materiais descartáveis. A maioria desses produtos está sendo incinerada ou descartada em aterros sanitários. Isso, associado ao fato de que mais de um milhão de garrafas plásticas são vendidas a cada minuto em todo o mundo, se traduz em uma pressão sem precedentes sobre os produtores e varejistas de plásticos.

Com esse aumento no volume, reforça-se a necessidade de sistemas de reciclagem eficientes para garantir que todo o material seja manuseado corretamente e devolvido ao loop.

Existe também uma exigência de maior pureza dos plásticos reciclados para garantir que eles atendam às regulamentações legais. As leis de conteúdo reciclado introduzidas na Europa em Outubro de 2018 exigem que os produtores devem garantir que as garrafas de plástico tenham um mínimo de 25% de conteúdo reciclado até 2025, de modo que os operadores das fábricas devem implantar sistemas que possam aumentar a pureza e o rendimento de seus plásticos reciclados a um nível adequado para reutilização em embalagens de alimentos.

Também foram feitas promessas à Circular Plastics Alliance no sentido do aumento dos níveis de conteúdo reciclado nos produtos. Os que aderiram à iniciativa estão tomando medidas para impulsionar o mercado de plásticos reciclados da União Européia em até 10 milhões de toneladas até 2025.

Utilizando as eficiências da seleção de flakes

Uma maneira pela qual as plantas de reciclagem podem melhorar a pureza e o rendimento dos plásticos que reciclam é através da seleção de flakes. Isso pode ajudar a melhorar a qualidade de saída do processo de reciclagem e também permitir que mais tipos de plásticos passem por uma triagem eficiente, a fim de que os materiais reciclados possam ser reintegrados ao ciclo, ajudando a alcançar as metas de reciclagem estabelecidas pela União Europeia.

Atualmente, há uma alta demanda por poliolefinas, mas os níveis de reciclagem ainda são muito baixos. Poliolefinas são o nome coletivo de materiais que incluem polietileno (PE) e polipropileno (PP), incluindo diferentes variações dos polímeros básicos, como polietileno de alta densidade (PEAD) e polietileno de baixa densidade e polietileno de baixa densidade linear (PEBD, PEBDL). Embora o mercado de reciclagem de reciclados puros e de alta qualidade tenha sido tradicionalmente mais focalizado no PET, a demanda por poliolefinas recicladas sinaliza sua importância para o mercado e a necessidade de que esses materiais sejam reciclados com eficiência. Para acelerar ainda mais as taxas de reciclagem e a qualidade da produção, as fábricas cada vez mais depositam sua confiança na triagem de flakes, que é uma tecnologia já usada com sucesso nas plantas de reciclagem de PET e que demarca a diferença entre fazer downcycling e valorizar os plásticos.

O processo de separação de flakes de garrafas PET consiste em várias etapas: após uma primeira etapa de triagem das garrafas, rejeitando as impurezas por cor e tipo de material, bem como um processo de lavagem subsequente, as garrafas são colocadas em um moedor ou triturador e transformadas em flakes. Depois que as garrafas são trituradas, os flakes resultantes contêm grandes quantidades de PP / PE (que vem principalmente das tampas das garrafas), pedaços de metal, PVC dos rótulos restantes e pequenas quantidades de outros contaminantes. Os flakes passam por um processo de limpeza vigoroso que envolve diferentes combinações de separadores de metal, peneiras e separação por ar, além de várias etapas de flotação, lavagem a quente e a frio, enxágue e secagem, o que reduz a contaminação geral.

Embora muito eficazes, pequenas quantidades de contaminantes restantes são capazes de permanecer no processo devido ao seu tamanho, densidade ou características magnéticas. De fato, pequenas impurezas e desvios de cor podem afetar negativamente o material reciclado, que mais tarde será usado para fazer outra garrafa de bebida PET. Portanto, a separação de todas as impurezas para gerar grãos de PET com a mesma qualidade dos plásticos primários deve ser a meta. Segundo a Tomra, é necessária uma solução de alta tecnologia baseada em sensores a fim de que os flakes sejam purificados até os padrões exigidos, com a remoção dos contaminantes que sobram. Graças a essas máquinas precisas, é possível alcançar níveis muito altos de pureza, o que, no final, permite que mais garrafas PET sejam recicladas e mantidas no circuito e fora dos aterros sanitários.

A necessidade de uma abordagem integrada

No entanto, segundoa Tomra, a implantação de uma máquina de separação de flakes sozinha não ajudará a melhorar o rendimento geral e a pureza dos materiais reciclados, a menos que faça parte de uma solução cuidadosamente integrada.

Para alcançar as mais altas purezas, as empresas precisam ter um sistema que integre a triagem de garrafas e a separação de flakes, idealmente do mesmo fabricante. A triagem permite que as garrafas de plástico não apenas sejam separadas de outros tipos de plásticos, mas também pela cor do material. Um processo preciso de triagem de garrafas é uma etapa importante pois reduz a maior parte da contaminação de cores e materiais, de modo que, quando as garrafas resultantes são trituradas e transformadas em flakes, a quantidade de contaminação restante é perfeitamente gerenciável pelos sensores altamente sensíveis durante a seleção de flakes, que efetuam a identificação e remoção de pequenas partículas contaminantes geradas durante o processo de trituração.

A existência de sistemas de seleção automáticos para a triagem de plásticos antes do início da produção de flakes torna possível ajustar o desempenho da triagem de garrafas e a seleção de flakes como um todo, de acordo com o material de entrada e a contaminação, o que é crucial para melhorar o resultado final e alcançar novos níveis de pureza, aumentando a eficiência e o rendimento geral.

Benefícios para as plantas

Com a decisão de uma abordagem integrada, afirma a Tomra, as plantas podem esperar várias melhorias – tanto do ponto de vista operacional quanto financeiro. Um processo eficiente de triagem das garrafas antes da seleção de flakes pode ajudar a reduzir a necessidade de triagem manual, pois a tecnologia de seleção pode remover qualquer material não utilizável, o que, por sua vez, resulta na redução dos custos operacionais (ou recursos humanos podem ser utilizados em outros locais da usina de reciclagem).

Além disso, usando-se um mesmo fornecedor para ambas as máquinas – triagem de garrafas e seleção de flakes – podem ser alcançados níveis mais altos de precisão, pois as soluções são construídas para funcionar em conjunto. Com o alinhamento das máquinas, uma solução simplificada de serviço e manutenção é alcançada, o que significa menos tempo de inatividade e maior capacidade geral.

Soluções integradas na seleção de flakes para atender aos requisitos de hoje e de amanhã

Para que governos e empresas atendam aos regulamentos de 25% de conteúdo reciclado e atendam à crescente demanda de reciclados de alta qualidade, é necessário introduzir uma nova abordagem para a reciclagem integrada. Soluções modernas e altamente integradas de triagem de garrafas e seleção de flakes devem ser um dos principais contribuintes para o futuro da reciclagem de plásticos.

Fonte: Tomra Sorting Recycling

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Tomra Sorting Recycling lança novidades e soluções avançadas de seleção para processos de reciclagem em apresentação online

12/06/2020

Autosort de nova geração, lançado durante a apresentação online da Tomra

O dia 9 de junho marcou o lançamento global das novidades e soluções avançadas de seleção da Tomra Sorting Recycling para atender à atual e futura demanda por triagem de material, de forma mais rápida, eficiente e inteligente. Sob o tema “Sinfonia de todos os tipos”, a Tomra Sorting Recycling lançou formalmente dois novos produtos – a nova geração da tecnologia Autosort e o Autosort SpeedAir, assim como também apresentou planos para o lançamento de uma terceira novidade, o Autosort Cybot.

Os lançamentos dos produtos deveriam ocorrer originalmente na IFAT 2020, mas com o evento cancelado devido à pandemia de Covid-19, a Tomra adaptou seus planos e, em vez disso, lançou os novos produtos de forma digital. O tema “Sinfonia de todos os tipos” da Tomra foi escolhido para refletir a maneira como o Autosort de última geração e seus produtos complementares criam uma sinfonia perfeitamente harmonizada para selecionar todos os tipos de resíduos com precisão e sofisticação avançadas.

Especialistas da equipe global da Tomra fizeram apresentações sobre os lançamentos para aproximadamente 1000 participantes digitais em todo o mundo, incluindo representantes da imprensa internacional e regional. As sessões interativas de perguntas e respostas permitiram aos participantes obter mais informações sobre os novos produtos e ouvir as previsões da Tomra sobre o futuro global da seleção baseada em sensores.

Pelo feedback positivo recebido dos participantes, a Tomra Sorting acredita no grande interesse pelo modelo mais avançado de seu sistema Autosort de nova geração. O sistema de seleção baseado em sensores altamente compacto pode ser usado para diversas aplicações de separação de materiais. Segundo a Tomra, o sistema é também flexível e atualizável, reunindo as mais recentes tecnologias da Tomra para oferecer alta precisão em tarefas complexas de separação com alta capacidade. O sistema pode ser facilmente integrado a qualquer processo de seleção existente ou novo, conforme confirmado por um grande número de projetos-piloto iniciais, afirma a empresa.

De acordo com a Tomra, a nova geração do Autosort é equipada com diversos sensores e utiliza análise de dados para identificar os objetos, sendo capaz de separar materiais difíceis ou anteriormente impossíveis de serem separados através de tecnologias convencionais. Incorporada como item de série no mais recente Autosort está a tecnologia Sharp Eye da Tomra, que aumenta a intensidade da iluminação enquanto mantém o mesmo consumo de energia, aprimora a nitidez da seleção e melhora a eficiência de separação de frações complexas, afirma a empresa norueguesa.

O sistema também apresenta uma nova e aprimorada versão da tecnologia de detecção avançada Flying Beam, exclusiva e patenteada pela Tomra. Segundo a empresa, os benefícios da nova versão incluem uma melhor eficiência de luz que permite maior desempenho com baixos custos operacionais; design compacto permitindo instalação fácil e flexível; e a eficiência aprimorada do sinal de luz, que resulta em melhor detecção.

Graças à integração da tecnologia Sharp Eye e Flying Beam, o Autosort oferece consistentemente alto desempenho em termos de precisão de separação em todas as frações alvo – mesmo nas aplicações mais complexas, garante a fabricante do sistema.

Entre os opcionais do sistema tem o novo Deep Laiser, que se destaca por sua flexibilidade e diversidade de informações que é capaz de obter, afirma a Tomra. O reconhecimento de objetos permite uma otimização mais profunda da identificação, o que melhora significativamente o desempenho do processo de seleção, assegura a empresa. Outra área de aplicação é o uso de Inteligência Artificial via Deep Learning. O Deep Laiser é um dos primeiros sistemas de Deep Learning totalmente integrados do mercado.

Fabrizio Radice, vice-presidente comercial e de marketing global da Tomra Sorting Recycling, comenta: “Trabalhamos em estreita colaboração com nossos clientes e integradores de linhas completas para garantir que nossos produtos atendam consistentemente aos requisitos exigidos pelos clientes finais. Nosso sistema Autosort de nova geração é um desenvolvimento incrivelmente empolgante, pois o uso de sensores versáteis e software inteligente permitirá atender às demandas de toda uma série de aplicações de seleção atuais e futuras”.

Os participantes do evento de lançamento digital da Tomra também conheceram outra novidade desenvolvida pela Tomra – o Autosort SpeedAir, um componente adicional da linha Autosort da Tomra. De acordo coma Tomra, o Autosort SpeedAir é um sistema altamente personalizável, projetado para estabilizar materiais leves – como filmes plásticos ou papel – na esteira de aceleração, promovendo uma capacidade maior e melhorando a qualidade da seleção.

Autosort SpeedAir

A demanda da indústria por maiores capacidades reflete-se na necessidade de esteiras de aceleração com velocidades ainda mais altas. O Autosort SpeedAir incorpora entradas de ar acionadas por ventiladores controlados que geram um fluxo de ar constante sobre a esteira de aceleração para impedir que o material na esteira de aceleração se mova. Ao dobrar a velocidade das esteiras de aceleração para até 6 metros por segundo, a capacidade é muito maior e a qualidade da saída é consistentemente alta. Segundo a Tomra, os clientes se beneficiam de um melhor retorno do investimento, além de menores custos de instalação e operação. Além disso, é o primeiro sistema no mercado sem fechamento sobre a esteira, afirma a fabricante. Com isso, o acesso à unidade para manutenção é muito mais rápido e a probabilidade de um bloqueio de material é muito menor em comparação aos sistemas convencionais no mercado, assim como o risco de parada do sistema.

Além do lançamento da nova geração Autosort e Autosort SpeedAir, o terceiro e último produto mencionado no evento foi o lançamento do primeiro robô da Tomra, o Autosort Cybot. O sistema compreende um scanner Autosort de nova geração, um sensor eletromagnético e um braço robótico. É o primeiro robô do mercado que combina quatro tecnologias ao mesmo tempo: espectroscopia de infravermelho próximo (NIR) e luz visível (VIS), Deep Laiser e, se necessário, indução para recuperação de metais ferrosos e não ferrosos. Segundo a Tomra, o braço robótico Autosort Cybot é capaz de separar simultaneamente o fluxo de material em quatro frações diferentes, dependendo do tamanho do material, cor e critérios das frações alvo.

Autosort Cybot

Com instalações de triagem e reciclagem que exigem níveis de automação ainda mais altos, o Autosort Cybot estará disponível em breve, sendo outro componente de valor agregado que complementa a linha Autosort, mas que também pode operar como uma unidade autônoma. Antes de seu lançamento oficial, testes de material podem ser realizados no Centro de Testes da Tomra para confirmar suas capacidades.

Valerio Sama, vice-presidente de desenvolvimento de produtos, acrescenta: “A adição de um braço robótico ao nosso sistema Autosort oferece novas oportunidades de soluções altamente automatizadas no processo de triagem e seleção e proporcionará um nível ainda mais alto de controle de qualidade de recicláveis como PEAD, PET e PP”.

Tom Eng, vice-presidente sênior da Tomra Sorting Recycling, conclui: “Estamos muito satisfeitos com o desempenho do evento de lançamento digital. A Covid-19 estimulou novas maneiras de trabalhar e se comunicar e, como tal, ficamos mais do que felizes em testar uma plataforma de lançamento digital pela primeira vez e provavelmente não a última, devido ao seu sucesso! O lançamento proporcionou uma oportunidade de mostrar nossa variedade de tecnologias complementares, conectadas e perfeitamente harmonizadas que, juntas, oferecem uma sinfonia capaz de selecionar todo tipo de resíduo com desempenhos de seleção incomparáveis e com capacidade e eficiências impressionantes. Os participantes tiveram a chance de ouvir a sinfonia – os sons de todas as nossas máquinas – e foram cativados por ela!”.

Sessão virtual de Perguntas e Respostas, após apresentação “Sinfonia de todos os tipos” da Tomra

A “Sinfonia de todos os tipos” da Tomra continua e será agora realizada em diversos idiomas para alcançar pessoas ao redor do mundo, considerando a grande abrangência de sua atuação. No Brasil, o evento em português ocorrerá no dia 19/06 às 9h também de forma digital.

Para mais detalhes sobre os produtos e as novidades da Tomra apresentados no evento de lançamento digital realizado ontem, visite www.symphonyofallsorts.com.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Segundo a empresa, cerca de 6.000 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 815 milhões de euros e emprega mais de 4.000 pessoas globalmente.

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Tomra Sorting Recycling se dedica à Economia Circular e assina acordo com a Exchange4Change Brasil para promover e dinamizar o tema

07/04/2020

Carina Arita (C) e Beatriz Luz (D)

A Economia Circular é um tema cada vez mais relevante nos dias de hoje e a Tomra Sorting Recycling tem dedicado atenção ao tema.

A Economia Circular é o futuro. Como um dos principais key-players do mercado, a Tomra vem há anos fomentando e alertando para a necessidade de uma economia circular em substituição da Economia Linear que ainda predomina nos dias de hoje e compromete as metas mundiais das taxas de reciclagem recomendadas. É sob essa permissa que a Tomra trabalha diariamente para conseguir estar na vanguarda com a melhor tecnologia e no fornecimento de equipamento de separação que vai permitir a efetiva recuperação dos recicláveis descartados no lixo a fim de conseguir melhores resultados a curto prazo.

Desde a revolução industrial, os recursos naturais são explorados de forma imprudente para satisfazer à demanda infinita da humanidade por matéria prima virgem, levando os recursos a se tornarem escassos e com uma pressão sem precedentes. Particularmente, o plástico encontra-se hoje no foco, tendo o seu uso sendo questionado. Atualmente, cerca de 40% das embalagens plásticas são dispostas em aterros, 32% acabam poluindo a natureza e 8 milhões de toneladas de plástico são arrastadas para os oceanos, o que representa uma perda anual entre 80 e 120 bilhões de dólares de materiais. Rever a maneira como os recursos são obtidos, usados e reutilizados é a principal forma para superar a barreira da disponibilidade limitada de recursos naturais.

O Brasil é o quarto maior produtor de resíduos plásticos do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Índia. Embora o país tenha uma alta taxa de coleta de plástico para a reciclagem, ainda encontramos na composição média do resíduo descartado no Brasil 13% de plásticos, tanto flexíveis quanto rígidos, conforme apresentado pelo Ministério do Meio Ambiente no Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Ou seja, cerca de 9,5 milhões de toneladas de plásticos foram aterradas em 2018, considerando-se a geração de 79 milhões de toneladas de lixo nesse mesmo ano, de acordo com o Panorama dos Resíduos Sólidos 2018/2019, produzido pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe). Esse material plástico com potencial de reciclagem poderia ser recuperado se os resíduos sólidos fossem processados e triados antes do seu descarte final.

Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Sorting Recycling Brasil, afirma: “Continuar usando nossos recursos de maneira insustentável e ineficiente não pode mais ser uma opção. Na Tomra, levamos esse problema global a sério e desenvolvemos continuamente novas soluções de triagem baseada em sensores com tecnologia de ponta para atingir de uma forma sustentável os objetivos dos nossos clientes”.

Brasil: desafios e oportunidades

Na mesma linha que o paradigma mundial, o Brasil surge como um dos principais interessados na mudança.No entanto, com um caminho ainda longo para percorrer, de forma a mudar a mentalidade do país. Carina Arita explica que, “em virtude de preocupações com o futuro, aumentou no país a pressão popular para que as grandes marcas se movam em direção à uma economia mais circular, buscando fonte de recursos alternativos, ou seja àqueles insumos reciclados.”

No Brasil todo o material reciclável pós-consumo que é recuperado dos resíduos, seja por catadores ou em centrais de triagem, é facilmente comercializado e aproveitado pela indústria recicladora. “O desafio, atualmente, está em como aumentar o volume de material recuperado, aumentando assim a fonte de material para a reciclagem. Para suprir essa demanda as Centrais de Triagem de Resíduo Sólido Urbano com grandes capacidades como 500 toneladas por dia, 1000 toneladas por dia ou até maiores, podem promover a recuperação dos recicláveis contidos nesse resíduos que atualmente estão sendo depositados em Aterros e lixões para retornarem a cadeia produtiva”, reforça a responsável da Tomra.

O principal objetivo da Economia Circular é racionalizar o uso dos recursos naturais tornando-os circulares, ou seja, reciclando os materiais e retornando-os para o ciclo produtivo diversas vezes. Carina Arita acredita que a implementação das Centrais de Triagem de Grandes Capacidades pode proporcionar a recuperação desses materiais em larga escala, aumentando assim o volume de material para a indústria recicladora processá-los e retorná-los a cadeia.

Tomra e Exchange4Change Brasil: um acordo para conscientizar

Foi assinada a participação da Tomra Sorting Recycling no Hub de Economia Circular conduzido pela Exchange4Change Brasil, pela coordenação da Beatriz Luz, que visa promover a troca de experiências e facilitar a construção de sinergias entre empresas de vários setores e variados elos da cadeia, acelerando a implementação da Economia Circular no Brasil. O HUB-EC se materializa através de um ecossistema único que reúne empresas líderes comprometidas a trabalharem juntas para superarem barreiras, quebrarem paradigmas e viabilizarem projetos. O HUB-EC conta com a participação de organizações variadas como Gerdau, Nespresso, Plastiweber, IPT, Electrolux entre outros. Também já promoveu discussões junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e FINEP.

“Nós temos um grande interesse nesta iniciativa pois acreditamos que irá contribuir diretamente para impulsionar a conscientoização das empresas e órgãos governamentais de que só é possível aumentar a circularidade dos materiais através da união de toda cadeia produtiva. Além disso, acreditamos que através da implantação das centrais de triagem de Resíduos Sólidos, seguido de uma industria recicladora bem estruturada e com o uso desses materiais secundários pela indústria, podemos viabilizar a circularidade dos materiais no Brasil.”, explica Carina Arita.

Na ótica de Beatriz Luz, “primeiramente, é importante que o mercado compreenda a necessidade urgente de redefinir o mindset de negócios e que é possível crescer e se desenvolver sem deixar pra trás um passivo ambiental e social. A importância de trazermos o debate da Economia Circular para o Brasil é a demonstração deste senso de urgência e que não podemos mais trabalhar de forma compartimentada e com um olhar de curto prazo. As empresas brasileiras precisam começar a olhar além das suas fronteiras e trabalhar de forma sistêmica envolvendo todos os elos da sua cadeia de valor no processo de avaliação de problemas e desenvolvimento de soluções”.

Nesse sentido acrescenta: “a Tomra traz para o Brasil uma tecnologia única que permite a valorização dos resíduos e a possibilidade de trazermos um olhar de negócio para a reciclagem. A atuação que a Tomra vem tendo de destacar o olhar sistêmico e demonstrar a possibilidade existente de parcerias entre os diversos elos da cadeia é essencial para a viabilização do negócio.”

É importante que o mercado brasileiro tenha um olhar diferenciado para a reciclagem, que não basta investir em tecnologia se a cadeia não estiver conectada e que a coleta seletiva e o trabalho dos catadores são apenas uma pequena parte do processo. “Temos que unir todos os atores e trabalhar na articulação completa da cadeia de valor para garantir o fornecimento de matéria prima de qualidade para o mercado com rastreabilidade, escala e viabilidade econômica. Acreditamos que a Tomra é um destes atores importantes que irão fortalecer o debate trazendo sua experiência global, seu pioneirismo e soluções inovadoras acelerando a compreensão e a implementação da Nova Economia do Plástico no Brasil”, conclui Beatriz Luz.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 6.000 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, a Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.

Para obter mais informações sobre a Tomra Sorting Recycling visite https:// www.Tomra.com/pt/sorting/recycling ou siga-nos no LinkedIn, Twitter or Facebook.</p

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E-book da Tomra Sorting detalha potencial da Inteligência Artificial para a indústria de reciclagem

20/02/2020

Imitando a aprendizagem humana, o ‘deep learning’ mostra promessa de encontrar soluções para seleção de desafios onde não existem soluções atualmente

O ‘Deep Learning’ está em ascensão no setor de reciclagem, de acordo com o novo e-book “Harnessing the Potential of AI” do fabricante de soluções em seleção baseada em sensores, Tomra Sorting, Inc. Desmistificando um equívoco comum sobre a IA, este último e-book da Tomra narra a longa história e as contribuições de 30 anos que a AI já fez para a indústria de reciclagem, bem como o futuro promissor que está por vir.

“Nos próximos meses e anos, aqueles que estão na indústria de reciclagem ouvirão muito mais sobre o ‘Deep Learning’, um componente poderoso da inteligência artificial”, diz Daniel Bender, gerente técnico de Deep Learning da Tomra Sorting. “O ‘Deep Learning’ promete oferecer soluções para os desafios de seleção mais complexos do setor. As operações de reciclagem na vanguarda do uso da IA para selecionar materiais terão uma vantagem significativa sobre as empresas que não o fazem”.

O e-book gratuito para download detalha como o ‘Deep Learning’ funciona e aprende a identificar materiais para resolver problemas não solucionáveis no aprendizado de máquinas clássicas. O e-book afirma que o ‘Deep Learning’ é a chave para alcançar índices de recuperação mais consistentes do que na seleção manual, elevando a pureza do material e reduzindo os custos.

Para baixar cópia em inglês do novo eBook da TOMRA sobre IA e Deep learning, visite: https://solutions.tomra.com/ai-ebook

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.

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Tomra introduz “Deep Learning” em suas máquinas de seleção de resíduos

20/11/2019

Tomra expôs na Waste Expo Brasil a sua nova tecnologia Gain de seleção baseada em “Deep Learning” para alta precisão em tarefas complexas de seleção a alta capacidade de processamento

A Tomra Sorting Recycling lançou a tecnologia de seleção baseada em “Deep Learning”, denominada Gain, para aprimorar o desempenho de suas máquinas de seleção baseadas em sensores. A tecnologia Gain será disponibilizada como uma opção complementar para as máquinas Autosort da empresa. Ao classificar objetos a partir dos dados do sensor, o Gain permite a seleção de objetos que anteriormente não podiam ser separados com altos níveis de pureza e sem comprometer a capacidade do Autosort.

A tecnologia Gain da Tomra foi lançada oficialmente durante a Waste Expo Brasil, que ocorreu durante os dias 12 a 14 de Novembro, em São Paulo. Mais uma vez, a Diretora Comercial da Tomra Sorting Recycling Brasil, Carina Arita, marcou presença e explicou: “Ao trazer o “Deep Learning” às nossas tecnologias de triagem, a Tomra está adicionando mais sofisticação e eficácia às máquinas de triagem Autosort. A tecnologia Gain também ajudará as máquinas de seleção a se adaptarem a novos fluxos de resíduos, que serão cada vez mais importantes à medida que avançamos em direção a uma economia circular”.

A executiva da Tomra reforçou que “para alcançar uma economia verdadeiramente circular, eliminando o desperdício e reutilizando recursos naturais limitados, tecnologias como as soluções de triagem da Tomra serão essenciais e é por isso que trabalhamos diariamente numa base de inovação sustentada que já é direcionamento da Tomra”. Além da introdução do Deep Learning, Carina Arita enalteceu a importância de outras tecnologias que vão continuar a ser impulsionadas no mercado brasileiro como o Autosort Flake, “que é uma tecnologia que pode acrescentar muito mercado numa ocasião em que os níveis de pureza se tornam cada vez mais importantes”.

Seleção aprimorada através de algoritmos de “Deep Learning”

O “Deep Learning”, como método de inteligência artificial (IA), permite que os computadores imitem o aprendizado humano. Os seres humanos fazem associações com o que viram antes e o que estão vendo agora para identificar vários objetos ou materiais. As máquinas são ensinadas a fazer o mesmo, mas de forma muito mais rápida. As máquinas Tomra contemplam inteligência artificial desde suas primeiras versões, mas essa tecnologia evoluiu continuamente e agora a tecnologia Gain a eleva a um novo patamar com algoritmos de “Deep Learning”.

O aprendizado de máquina clássico requer recursos projetados por um especialista em domínio, enquanto o “Deep Learning”, que é um subconjunto do aprendizado de máquina, não. Ele aprende de milhares de imagens os tipos específicos, que devem ser separados na tarefa de seleção. O “Deep Learning” imita a atividade de um grande número de camadas de neurônios no cérebro humano para aprender tarefas complexas. Dessa forma, durante o treinamento da máquina, o Gain aprende como conectar os neurônios artificiais para selecionar objetos.

A primeira aplicação é separar os tubos de silicone

A primeira versão da tecnologia Gain lançada pela Tomra foi desenvolvida especificamente para ejetar tubos de silicone de um fluxo de polietileno (PE), usando informações da câmara. Como o silicone remanescente nos tubos atrapalha o processo da reciclagem, então é necessário separá-los do material de PE aceito para melhorar o resultado da triagem.

Além de detectar formas comuns de tubos de silicone, o Gain também pode detectar tubos duplos menores, usados principalmente para adesivos de dois componentes, bem como tubos deformados ou parcialmente destruídos. Graças às máquinas da Tomra que separam os materiais por jatos de ar, até tubos grudados podem ser identificados – tarefa para a qual até os braços robóticos mais rápidos disponíveis no mercado atualmente estão enfrentando dificuldades.

A nova tecnologia foi treinada para esta tarefa com milhares de imagens e atinge uma ejeção geral de 99% dos tubos usando-se dois sistemas de seleção em sequência.

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O Mercado de Exportação de Resíduos Plásticos Globais pode ser retomado ?

31/10/2019

(Artigo de autoria da Tomra Sorting Recycling*)

Com a introdução de proibições de importação de plástico em todo o Sudeste Asiático, o mercado global de exportação desacelerou enormemente nos últimos 12 meses

Países como a China, Tailândia, Malásia e Índia restringiram a importação de plásticos e outros resíduos, deixando os países exportadores em uma situação bem difícil. Essas proibições não apenas levaram o mercado de exportações a diminuir significativamente, mas também causaram o acúmulo de resíduos plásticos em países que normalmente exportariam esses materiais, já que eles ainda não têm a infraestrutura necessária para lidar com os resíduos internamente.

No entanto, uma nova legislação que está sendo apresentada por governos e legisladores pode ajudar a retomar o mercado exportador por meio de leis de conteúdo reciclado.

A situação exportadora causada pela ‘China National Sword’

Sem a possibilidade de exportar resíduos plásticos, alguns países enfrentam uma crise de lixo doméstico, com lixo literalmente acumulando do lado de fora dos centros de tratamento e reciclagem – alguns especialistas acreditam que no ano passado, a ‘China National Sword’ causou uma “crise global de resíduos plásticos”. Embora a China ainda aceite algumas formas de sucata, os limites de pureza são tão altos que a maioria dos exportadores está vendo como uma proibição generalizada.

E são esses exportadores que estão sentindo a tensão para gerenciar plásticos e outros resíduos. Por exemplo, no Japão – um dos maiores exportadores para a China antes da restrição da National Sword – os resíduos plásticos estão se tornando um problema, já que a infraestrutura do país e as incineradoras não conseguem lidar com o grande volume de resíduos.

Nos EUA, mais e mais empresas estão se tornando dependentes do envio de resíduos para aterros devido às proibições de exportação. De acordo com os números mais recentes, 30% menos de sucata de plástico foi exportada nos primeiros seis meses de 2018, em comparação com o ano anterior, com a maioria dos plásticos de menor qualidade entrando no aterro. Os países da UE também exportaram menos, reduzindo de mais de 3 milhões de toneladas a cada 6 meses, para pouco mais de 2 milhões.

Essas proibições deveria forçar governos e legisladores dos países exportadores a melhorar e inovar a infraestrutura de reciclagem, no entanto, em algumas circunstâncias, deu um passo para trás.

Uma nova abordagem nas exportações

Juntamente com as proibições de exportação, governos globais tomaram medidas para controlar a exportação de resíduos para garantir que ainda haja espaço para o mercado existir. Na 14ª reunião da Conferência das Partes da Convenção da Basileia, em maio de 2019, 186 países concordaram em estabelecer novas restrições para o controle da exportação de resíduos plásticos. A Convenção de Basileia atua como o órgão regulador do comércio de resíduos perigosos e regula como é descartado.

Uma ideia originalmente proposta pelos representantes noruegueses em setembro de 2018, uma nova emenda às leis atuais classifica resíduos de plástico misturados incluídos na ‘lista de âmbar’ de materiais residuais, bem como adicionando o material à lista para ‘consideração especial’ como parte do Anexo II da Convenção.

Através desta emenda, os países exportadores terão que obter o consentimento e permissão das nações importadoras de resíduos para enviar resíduos para eles. Isso, por sua vez, obriga os exportadores a ter uma maior qualidade e pureza de resíduos plásticos, dando aos importadores um recurso de melhor qualidade e valor. Uma Parceria sobre Resíduos Plásticos também foi estabelecida para reunir uma série de partes interessadas para auxiliar na implementação dessas restrições.

Com efeito, a última emenda da Convenção da Basileia apoia o motivo pelo qual muitos países importadores proibiram e restringiram os resíduos para começar. Ao receber uma maior qualidade e pureza do plástico, ele pode ser eficientemente reciclado ou reutilizado, comparado a plásticos contaminados ou de baixa pureza – mas isso pressiona novamente as nações exportadoras a usarem plástico com um nível de material reciclado suficientemente alto para serem reutilizadas.

Retomar a exportação por meio de leis de conteúdo reciclado

Existe uma maneira pela qual os exportadores podem atender aos padrões estabelecidos pela Convenção da Basileia e pelos países importadores. Através da implementação de leis de conteúdo reciclado, em que o nível de resíduos plásticos seria de maior pureza, o mercado exportador pode atender às restrições estabelecidas pelos importadores.

O objetivo das leis de conteúdo reciclado é ter uma abordagem mais circular aos plásticos, garantindo que o material esteja em um padrão suficientemente bom para ser reutilizado, em vez de desperdiçado, mantendo assim o nível de conteúdo reciclado alto. Ao adotar este método obrigatório para os plásticos, ele permite o movimento contínuo do plástico através dos mercados e ajuda a revitalizar o mercado de exportação em declínio – não será mais um caso de transporte de resíduos de sucata, mas um material de qualidade que tenha valor.

Juntamente com as ambiciosas metas de reciclagem estabelecidas por governos e legisladores, o passo para adotar as leis de conteúdo reciclado é fundamental para uma economia circular sustentável – e que pode contar com o mercado exportador.

Esforços já estão sendo feitos em escala global para introduzir um maior nível de conteúdo reciclado com resíduos de plástico. Na Austrália, as leis compulsórias em torno da embalagem serão introduzidas até 2025, onde 100% do material tem que ser reutilizável, compostável ou reciclável – apesar desses esforços, o governo australiano está sendo criticado por não se mover rapidamente o suficiente sobre esta questão.

Diversos estados nos EUA já possuem leis de conteúdo reciclado em operação para a criação de novos produtos e embalagens. Na Califórnia, foi submetido um novo mandato de conteúdo reciclado que exigiria 75 por cento de plástico reciclado pós-consumo para ser usado em recipientes de bebidas após 2030. O projeto de lei proposto funcionaria em fases, começando com 25% de conteúdo reciclado até 2025, nada menos que 50% até 2030 e trabalhando até 75% após 2030.

A União Européia introduziu legislação onde haverá um mínimo de conteúdo reciclado para garrafas PET de 25% até 2025 e 30% até 2030. Uma coalizão de 34 empresas, instituições de caridade e associações comerciais também pediu que o órgão regulador da Europa avance mais quanto a introdução de leis mais rígidas de conteúdo reciclado. Em outros lugares da Europa, a Alemanha está estabelecida, enquanto a França também está comprometida com o design ecológico de embalagens, para torná-las reutilizáveis, recicláveis ou 100% compostáveis até 2025.

Quanto à Alemanha, a nova Lei de Embalagem da Alemanha (Germany Packaging Act – GPA) entrou em vigor em 1 de janeiro de 2019, substituindo a Portaria de Embalagem de 1998. De acordo com a nova lei, produtores e distribuidores agora têm que participar de um sistema de descarte e reciclagem em conformidade com os regulamentos de coleta e reciclagem de embalagens. Com o objetivo de reduzir o descarte e promover a reciclagem, a lei visa metas de reciclagem de até 90% em 2022.

As ambições dos órgãos governamentais de aderir à legislação de conteúdo reciclado são evidentes, no entanto, os esforços precisam ser focados na implementação para garantir que seja um sucesso. Através de leis internas eficientes de conteúdo reciclado, os países exportadores podem mais uma vez olhar para fora para a indústria global de resíduos, já que o plástico que eles não precisam mais terá qualidade e pureza suficientes para ser aceito pelos países importadores.

Um futuro sustentável

Para um futuro sustentável, uma nova abordagem deve ser dada ao manuseio e gerenciamento de resíduos. Para atender às restrições impostas por governos e legisladores sobre a exportação de resíduos, as leis de conteúdo reciclado permitirão uma maior qualidade de plástico para os países importadores e nos ajudarão a criar uma economia mais circular.

(*) Sobre a Tomra Sorting Recycling

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para classificar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.