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Tomra registra aumento de interesse em tecnologias de triagem durante a IFAT 2018

28/05/2018

Novos regulamentos mais rígidos e preocupações dos consumidores refletem-se em aumento de consultas recebidas na principal feira de tecnologias ambientais

A Tomra Sorting Recycling registrou altos níveis de interesse em suas tecnologias de seleção baseada em sensores durante a IFAT 2018, a principal feira mundial de tecnologias ambientais, que foi concluída em 18 de maio.

O evento de quatro dias em Munique, na Alemanha, atraiu mais de 130.000 pessoas de quase 200 países. Muitos visitaram o stand de exposição da Tomra para conhecer as mais recentes soluções de triagem da empresa, expostas nas seções ‘Reciclagem de Metais’ e ‘Resíduos’ do estande, e ouvir sobre as expectativas da Tomra para inovações futuras, destacadas nas áreas ‘Economia Circular’ e ‘Futuro’ do estande.

Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra Sorting Recycling, comentou: “O grande número de profissionais da indústria que participam da IFAT 2018 e a alta qualidade de consultas recebidas pela Tomra mostram como a demanda está crescendo pelas soluções de triagem. Isso se deve, em parte, a novos regulamentos mais rígidos, como a política nacional da China, mas também reflete a crescente conscientização ambiental dos consumidores.

“Mais países em todo o mundo estão pedindo tecnologias de reciclagem e seleção eficazes e há um interesse real no progresso futuro por meio da inovação. A Tomra acredita que os avanços mais significativos no futuro próximo serão na maior sofisticação da inteligência artificial, que já está integrada nas máquinas da Tomra de forma mais avançada do que em qualquer outro fabricante”.

Pilares de inovação da Tomra

A tecnologia inovadora continua sendo o foco central da reciclagem da Tomra. Um exemplo recente disso é o novo sistema Deteção de Objeto por Laser (LOD) da Tomra, capaz de detectar material que a tecnologia de infravermelho (NIR) não consegue. Segundo a empresa, isso permite que as operações de reciclagem de resíduos e sucata alcancem níveis de pureza do produto final anteriormente inatingíveis – uma vantagem ainda mais desejável agora que a China introduziu sua rígida política ‘National Sword’, que proíbe a importação de 24 tipos de resíduos sólidos, incluindo vários plásticos e misturas de papéis não triadas.

Outro exemplo recente da tecnologia inovadora da Tomra é o Autosort Black, a primeira máquina a recuperar polímeros pretos de materiais de embalagem.

Outro pilar da inovação está em desenvolvimentos em uma ampla variedade de aplicações. Um bom exemplo é como a Tomra Sorting Solutions aprimorou o Autosort, de modo que agora é possível separar as bandejas de PET de camada única das garrafas PET. Essa nova aplicação aprimora a capacidade anterior do Autosort de separar as bandejas de multicamadas.

Continuando a focalizar no futuro da inovação, a Tomra deu passos para melhorar mais a sua abordagem digital ao suporte aos clientes. Para demonstrar isso, a estação de consultoria com tema “Futuro” no estande da Tomra na IFAT permitiu que os visitantes visualizassem dados ao vivo, usando para isso o Tomra Insight. Este sistema de software e telemática fornece aos clientes informações remotas e em tempo real sobre o gerenciamento e o desempenho de suas máquinas de reciclagem.

A economia circular continua a impulsionar o compromisso da Tomra com um futuro sustentável. Como exemplo disso, em 2017 a Tomra subscreveu a New Plastics Economy, uma iniciativa de três anos liderada pela Ellen MacArthur Foundation, que reúne empresas, governos, cientistas e cidadãos para acelerar a transição para um sistema global de plásticos guiado pelos princípios da economia circular.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Tomra Sorting apresenta a nova tecnologia “Sharp Eye’ para a separação entre bandejas de PET monocamada e garrafas PET

14/05/2018

A nova aplicação, possibilitada pela maior intensidade luminosa, é um avanço bem-vindo em um momento em que a demanda por garrafas plásticas e bandejas cresce internacionalmente

 

A Tomra Sorting Solutions lançou a nova tecnologia denonimada Tomra Sharp Eye, a qual permite separar bandejas de PET monocamada de garrafas PET. Ela aprimora a capacidade da máquina anterior da Tomra, o Autosort, de separar as bandejas multicamadas. Esse avanço é comercialmente emblemático porque pequenas diferenças – mas críticas – entre as propriedades químicas das bandejas de PET usadas em alimentos e as garrafas PET determinam que elas precisam ser separadas para o processo de reciclagem. Além disso, segundo a empresa, a inteligência artificial incorporada nos sistemas Tomra também permite a análise contínua de produtos classificados, tornando as futuras plantas mais inteligentes.

Valerio Sama, Gerente de Produto da Tomra Sorting Recycling, comentou: “Esperamos que nossa nova tecnologia Tomra Sharp Eye seja bem-vinda pelas Centrais de Triagem e pelas plantas de reciclagem de PET. A demanda por essa tecnologia deve crescer, considerando-se o estilo de vida moderno e internacional que está promovendo o aumento do uso de garrafas plásticas de bebidas e bandejas de plástico usadas para frutas, verduras e outros alimentos”.

A chave para este avanço é um aprimoramento da tecnologia de seleção por sensores Flying Beam® da Tomra. O sistema de identificação por infravermelho próximo (NIR) da Tomra faz a leitura de cada ponto (sem necessidade de lâmpadas externas) focalizando apenas na área da esteira que está sendo escaneada. Segundo a Tomra, isso permite uma ampla variedade de ajustes, fazendo com que essa tecnologia possa distinguir até as menores diferenças moleculares nos materiais que passam pela linha de reciclagem. Agora, com o Sharp Eye, a Tomra introduziu uma lente maior para maior intensidade de luz, possibilitando a detecção de propriedades espectrais mais complexas. Um vídeo da nova aplicação pode ser acessado no link: https://www.Tomra.com/pt-br/sorting/recycling/your-application/waste-sorting/pet-bottle-vs-tray

Segundo a Tomra, o processo passo a passo que culmina com a separação de bandejas de PET monocamada e garrafas PET é consistente e flexível. Durante a preparação para a triagem de plásticos misturados em cada um dos diferentes polímeros, o material de coleta seletiva ou proveniente de resíduos sólidos urbanos (RSU) passa por diversas etapas de tratamento mecânico – como peneiramento, abertura de sacos, separação 2D/3D que divide o fluxo de material rolantes e rígidos ainda misturados – para daí então se iniciar a etapa seleção ótica. Para separar o PET misto contido nesse fluxo dos demais polímeros, o Autosort funciona como um sistema combinado, detectando o tipo de material e a cor em combinação com o formato dos objetos. Mesmo com uma entrada de material muito misturada, esse processo atinge uma eficiência de classificação de 95% ou mais, afirma a Tomra.

Mais de um milhão de garrafas de plástico são compradas em todo o mundo a cada minuto e nos próximos cinco anos esse número deverá aumentar em mais 20%. Em resposta, os regulamentos da UE estão ficando mais rigorosos e organizações como a “Plastics Recyclers Europe” estão divulgando orientações sobre a reciclagem de bandejas de PET. Isso incentivará a criação de mercado para a triagem e o tratamento das bandejas de PET, promovendo assim a reciclagem desse tipo de embalagem.

Uma máquina Tomra Autosort com a nova tecnologia Tomra Sharp Eye está disponível para demonstrações, sob agendamento, no Centro de Testes da empresa, próximo a Koblenz, na Alemanha.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Tomra na Feira IFAT 2018: diversas tecnologias para “Uma Solução de Reciclagem”

17/04/2018

Serão quatro estações de consultoria para ilustrar as tecnologias de triagem da Tomra, além de oportunidades para concorrer ao Prêmio de inovação e visitar o Centro de Testes da empresa

A Tomra Sorting Recycling destacará suas tecnologias de triagem baseada em sensores na feira IFAT 2018, a principal feira mundial de tecnologias ambientais, em Munique, na Alemanha, de 14 a 18 de maio. O tema principal do estande da Tomra (Stand B6. 339/438) será “Um planeta, uma solução de reciclagem”.

Para que os participantes aproveitem ao máximo a presença da Tomra na IFAT 2018, a fornecedora de soluções para reciclagem convida os visitantes, previamente ao evento, a acessar à página online pré-evento da empresa. Nela há oportunidades para ampliar a experiência do visitante com a Tomra na IFAT através de várias opções:

  • agendamento de reunião com um Especialista da Tomra, que pode fornecer o tipo de informação solicitado pelo visitante
  • reserva de vaga em uma das quatro apresentações da Tomra Leads olhando para o futuro que a Tomra realizará em seu estande;
  • envio de idéia inovadora para o Prêmio InPulse da empresa, que premiará a melhor ideia apresentada, seja sobre tecnologia, serviço, gerenciamento de projetos, um novo aplicativo ou qualquer outra coisa;
  • reserva de vaga na visita ao Centro de Testes da Tomra, perto de Koblenz, na sexta-feira, 18 de maio, quando será possível ver diversas máquinas de triagem Tomra em operação, durante o dia de Demonstração da Tomra Leads. (Os visitantes do Centro de teste deverão fazer seus próprios planos de viagem).

Uma solução universal de reciclagem

O estande da Tomra na IFAT 2018 contará com quatro estações de consultoria, cada uma com um foco distinto: reciclagem de metais, resíduos, a economia circular e o futuro. Essas estações ilustram a integridade das soluções da Tomra para os dias atuais e o compromisso da empresa com inovações para o futuro.

A estação ‘Reciclagem de Metais’ do estande da Tomra fará a pergunta “Você tem cabeça de ferro?” Lá a Tomra explicará por que as pessoas não deve temer a nova e dura política ‘National Sword’ da China – proibindo a importação de 24 tipos de resíduos sólidos, incluindo vários plásticos e papéis mistos não triados. Informações serão discutidas sobre as aplicações da Tomra para Zorba, Zurik, alumínio, veículos em fim de vida, lixo eletrônico e cabos. Os monitores mostrarão vídeos de quatro máquinas em ação: Finder, X-Tract, Combisense e o novo sistema LOD (Laser Object Detection), que é capaz de atender aos requisitos de pureza de produtos da ‘National Sword’.

Depois de perguntar aos visitantes “Você gosta de lixo?”, A estação de “Resíduos” do estande da Tomra irá aconselhar como maximizar a reciclagem de resíduos sólidos urbanos. A Tomra fornece máquinas para diversas aplicações como papel, madeira picada, embalagens, Flakes, garrafas PET, plásticos pretos, resíduos de construção e demolição e resíduos comerciais e industriais. Monitores mostrarão vídeos das máquinas Autosort, Autosort Flake, Autosort Laser (foto), LOD e X-Tract da Tomra.

A estação do estande da Tomra intitulada “Economia circular” perguntará “Você está pronto para ser reutilizado?”. Aqui, o foco estará em como as tecnologias da Tomra de hoje podem ajudar a transformar o mundo em um lugar melhor amanhã. Um vídeo instigante irá resumir a extensão preocupante dos danos ambientais causados pelos resíduos, particularmente os plásticos, ao nosso planeta e seus oceanos. Como uma reação ativa a esse problema, no ano passado a Tomra juntou-se à New Plastics Economy – uma iniciativa que reúne empresas, governos, cientistas e cidadãos para acelerar a transição para um sistema global de plásticos guiado pelos princípios da economia circular.

A quarta e última estação da exibição da Tomra tem como tema “O Futuro” e levanta a questão “Você quer olhar para dentro?” Aqui a Tomra dará uma visão da pesquisa e desenvolvimento e das novas máquinas e tecnologias. O mais significativo de todos os avanços é provavelmente a crescente sofisticação da inteligência artificial, que já está integrada às máquinas da Tomra de forma mais presente do que as demais máquinas do mercado. Nesta parte do estande, os visitantes poderão, ao vivo, interagir com dados usando o Tomra Insight, a ferramenta de telemática que oferece aos clientes insights em tempo real sobre o gerenciamento e o desempenho de suas máquinas de reciclagem.

Cada uma das quatro estações do estande da Tomra terá a presença de um especialista para responder a perguntas e fornecer mais informações, além de ajudar a organizar visitas ao Centro de Testes da empresa.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas já foram instalados em 80 países em todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho de alta capacidade (NIR) do mundo para aplicações de triagem de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua a ser líder na indústria dedicada à recuperação de frações de alta pureza de fluxos de resíduos. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e análise de processos para a indústria de alimentos, mineração e outras indústrias. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972, que tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Novo sistema de detecção de objeto por laser da Tomra identifica objetos pretos e vidro para aumentar pureza de papel reciclado

19/03/2018

A Tomra Sorting apresenta o seu novo sistema de Detecção de Objeto por Laser (LOD), o qual, quando usado em combinação com o Autosort ou com o Finder, aumenta a capacidade de seleção dos processos, permitindo que as operações de reciclagem de resíduos urbanos, resíduos eletroeletrônicos e sucata metálica atinjam níveis únicos de pureza do produto final no mercado, afirma a empresa. Com a tecnologia Tomra laser, que seleciona com base nas características espectrais e espaciais do material processado, o novo LOD detecta materiais que a tecnologia do infravermelho próximo (NIR) é incapaz de identificar.

“A tecnologia NIR não pode detectar itens como plástico preto e borracha, vidro e outros itens de resíduos”, explica Carlos Manchado Atienza, diretor regional das Américas para a Tomra Sorting, Inc. “Ao combinar nossa nova tecnologia LOD, que pode detectar esses itens, com nossos poderosos sistemas Autosort e Finder, a Tomra mais uma vez lidera a indústria no desenvolvimento e adaptação de tecnologia para atender às constantes especificações em evolução no mercado”.

O LOD oferece às instalações de reciclagem uma solução de baixo consumo e baixo investimento para atender aos requisitos de pureza do cliente. Segundo a empresa, o novo sistema de classificação Tomra aumenta a pureza do produto final em até 4%, sem sacrificar a produtividade do circuito. Seu design modular permite que o sistema LOD flexível seja adicionado na mesma plataforma que o equipamento de classificação Tomra de última geração já existente. Alternativamente, pode ser adicionado ao circuito como sua etapa de seleção própria.

Desenvolvido para instalação e programação simples e rápidas em plantas existentes, o novo LOD é montado mecanicamente em uma plataforma. Ao contrário de outros sistemas, este arranjo permite que materiais de entrada grandes e pequenos passem sob o laser sem bloqueio.

“A LOD é o complemento perfeito para o equipamento Tomra existente dentro de uma linha de processamento para promover aos níveis de pureza que atendam aos requisitos do produto final cada vez exigentes, como o caso da China National Sword”, comenta Ralph Uepping, diretor técnico de reciclagem na Tomra Sorting. “O aumento dos níveis de pureza do produto expande o potencial do mercado e aumenta o potencial de lucro para os clientes”.

Separando vidro de papel

Ao contrário de métodos alternativos que apresentam alto consumo de energia, o novo sistema LOD da Tomra, de forma econômica, separa o vidro, material plástico e plástico preto do papel, aumentando significativamente a qualidade do produto, afirma a empresa. A tecnologia de detecção de fundo independente garante que o laser identifique os materiais não visíveis pelo NIR (infravermelho) presentes na esteira, reduzindo o ruído de fundo e dando às operações a flexibilidade para usar qualquer tipo de alimentação a linha, garante a Tomra.

De acordo com a empresa, quando combinado com a sua tecnologia de infravermelho do Autosort – seja adicionado a um sistema existente ou adicional à linha – o LOD oferece aos clientes uma solução eficiente para melhorar a qualidade do produto sem sistemas de ar que provoquem suspensão de partículas de poeira, levem a perda de papel ou aumentem tempo de indisponibilidade da linha para limpeza. Um design aberto permite que uma variedade de materiais, desde pequenos pedaços de papel até caixas grandes passem pelo laser sem medo de obstrução ou recalibração do classificador.

Aumento do valor agregado da Zorba e Zurik

Segundo a Tomra, o LOD oferece integração fácil e rápida em instalações de processamento de sucata metálica associando-se ao seu sistema Finder, que possui o Reconhecimento Inteligente de Objeto (IOR) para seleção de metais não ferrosos, como alumínio e aço inox. O LOD separa a borracha preta, o vidro e o material plástico dos produtos Zorba e Zurik, permitindo que as operações transformem essas commodities em produtos mais valiosos. A pureza do material oferecida pelo LOD pode permitir redução no controle de qualidade necessário no final do processo, reduzindo custos operacionais.

Para operações em espaços pequenos, o novo LOD pode ser instalado na plataforma Finder existente para aumentar a qualidade do produto final em 3-4% e assim atender aos novos regulamentos de importação de sucata da China em 2018. O separador baseado no sensor laser é flexível pode se adaptar a sistemas com larguras de 1.200 mm, 1.800 mm ou 2.400 mm, afirma a empresa.

Fonte: Assessoria de Imprensa Tomra

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Planta de recuperação de plásticos da Montello SpA, na Itália, utiliza 40 máquinas Tomra para separação de resíduos

20/02/2018

Quarenta máquinas da Tomra com inovadora tecnologia de sensores permitem que o centro da Montello SpA, localizado perto de Bérgamo, Itália, dê uma segunda vida às toneladas de plástico pós-consumo que chegam de toda região de Lombardia.

Montello SpA, Bérgamo é uma história de sucesso e um exemplo de reconversão industrial visando a economia verde. O redirecionamento da empresa remonta a 1996, quando, no período de crise da indústria siderúrgica, a administração decidiu suspender a produção de barras de ferro para construção civil e se transformar em um dos mais avançados centros de tratamento de resíduos da Europa, o único na Itália que realiza o ciclo completo.

Foi uma decisão acertada. Atualmente, Montello S.p.A. ocupa uma área industrial de 350.000 m2, sendo 120.000 m2 cobertos. A empresa emprega cerca de 500 funcionários. A tecnologia permeia toda a empresa, que conta com máquinas de seleção ótica da Tomra Sorting Recycling capazes de identificar os diferentes tipos de plástico. Apenas uma percentagem pequena ocorre manualmente.

Cerca de 150 mil toneladas de embalagens de plástico pós-consumo são recuperadas e recicladas. Isso representa, para o meio ambiente, cerca de 200 mil toneladas de emissões de CO2 por ano. Além disso, a empresa faz triagem e tratamento de cerca de 300 mil toneladas de resíduos orgânicos coletados separadamente, da qual a empresa extrai o biogás (para a produção de energia que alimenta suas instalações) e fertilizantes de qualidade.

A colaboração com a Tomra Sorting Recycling se deu desde o início. Em 1999, foi construída a primeira planta de seleção automática na Itália para selecionar garrafas plásticas de acordo com os requisitos do consórcio italiano para reciclagem e recuperação de plásticos, COREPLA (PET transparente, PET azulado, PET colorido e PEAD). Segundo a Tomra, esta escolha foi tão eficaz que o fluxograma do processo definido nesta primeira instalação ainda é considerado como referência em todas plantas de triagem COREPLA equipadas com sistemas de seleção baseada em sensores.

Hoje, a planta Montello possui 40 máquinas de seleção Autosort, que são usadas principalmente para selecionar e reciclar embalagens plásticas pós-consumo.

As máquinas Autosort da Tomra combinam sensores de espectroscopia NIR (infravermelho próximo) e VIS (espectro visível) em um sistema de seleção modular que rápida e precisamente reconhece e separa grande quantidade de material de acordo com o seu tipo e composição, obtendo assim frações de cada material com grande pureza. A tecnologia NIR é utilizada para a detecção dos polímeros e a tecnologia VIS para as cores.

Além das embalagens plásticas de Milão e Bergamo, 60% do plástico proveniente da Lombardia também chega na planta de Montello. No caso de Milão (através da empresa de coleta de resíduos AMSA), junto com os plásticos são levadas as latas de alumínio, que também são selecionadas.

O trabalho de triagem é realizado através de peneiras, balísticos e aspiradores, mas, acima de tudo, pelos separadores Autosort da Tomra de alta resolução NIR (infravermelhos), distribuídos em 6 linhas diferentes; a separação é realizada por tipo de polímero e, no caso das garrafas de PET, também por cor, a uma velocidade de 3 m/s. A matéria-prima secundária obtida é subdividida em: flakes de PET (politereftalato de etileno), grãos de resina de PEAD (polietileno de alta densidade) de frascos como detergentes, grãos de resina de LDPE (polietileno de baixa densidade) e poliolefinas misturadas, provenientes de sacos de compras e embalagens de filme plástico.

A matéria-prima secundária é revendida para produção de novas embalagens, objetos, recipientes, material de construção, vasos e outros itens plásticos. Além disso, tem um produto acabado que é produzido em Montello: a geomembrana estruturada, que é usada como isolante na construção.

Nestas instalações, 80% de plástico é transformado em matéria-prima secundária e outros 20% em combustível derivado de resíduos (usado como substituto do carvão de coque em cimenteiras e alto fornos). Nada é enviado para o aterro sanitário.

“Entre as tecnologias aplicadas ao nosso sistema de produção, as soluções fornecidas pela Tomra garantem ótimo desempenho e estamos muito satisfeitos com isso”, disse Angelo Giavazzi, o diretor técnico de Produção da Montello S.p.A.

Esta planta ocupa o primeiro lugar na Itália entre as instalações da COREPLA devido à quantidade de material que processa por ano e à eficiência da separação. Isso também é possível graças a tecnologia da Tomra Sorting Recycling.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Planta de tratamento de resíduos sólidos da ilha de Maiorca, na Espanha, implanta novos equipamentos de recuperação de plásticos da Tomra

12/12/2017

Tirme reestrutura a sua planta de triagem de coleta seletiva, através de Stadler, e incorpora quatro Autosorts da Tomra Sorting Recycling

Tirme, o Parque de Tecnologias Ambientais de Maiorca, na Espanha, responsável pelo tratamento de resíduos sólidos urbanos na ilha, voltou a confiar na Tomra. A empresa implantou uma das primeiras plantas de triagem automáticas da Espanha e já possui equipamentos da marca desde 2002. Agora, ela atualizou a sua planta de reciclagem de embalagens, incorporando quatro unidades Autosort da Tomra Sorting Recycling, que se somam às existentes. Este sistema de classificação multifuncional é capaz de recuperar uma ampla gama de materiais recicláveis.

O projeto foi realizado pela Stadler, uma das empresas com maior experiência no segmento de instalações de triagem e tratamento de resíduos sólidos. “Os quatro novos Autosorts vieram para substituir equipamentos obsoletos, também da Tomra, após 14 anos de operação. Com a sua implementação ao processo, foi possível melhorar o desempenho e a qualidade do material selecionado, aumentar a eficiência e obter maior rentabilidade para a planta”, diz Luis Sánchez Vela, diretor da Stadler Espanha.

O primeiro dos Autosorts, com uma largura de 1000 mm, está configurado para polietileno de alta densidade (PEAD); os outros três, 600 mm de largura, para Tetrapak, plástico misto e recirculação, respectivamente. Esta recirculação no final do processo, destaca-se como a principal novidade desta reforma. Através do último Autosort, os materiais recicláveis são reprocessados, aumentando assim o índice de recuperação final.

Mas, além de incorporar novos equipamentos, eles também conseguiram aproveitar os recursos existentes, deslocando as unidades em diferentes pontos da planta. “O antigo Monosort foi deixado na fábrica para períodos de picos temporários e algumas unidades foram para recuperação de PET”, explica Luis Sánchez.

Do mesmo modo, um antigo Polisort de largura 2000 mm (originalmente utilizado para a fração plástico misto e tetrapak) foi reconfigurado para a seleção de PET, uma vez que é um dos materiais mais abundantes por ser usado na maioria das garrafas de bebidas.

Planta mais eficiente

“Desde 2002, a composição da coleta seletiva, tanto nos seus materiais como em densidade, variaram muito. Precisávamos, portanto, de uma melhoria do processo. Stadler nos deu a solução com o novo Autosort da Tomra Sorting Recycling. Com esta aquisição, fizemos uma nova distribuição de fluxos de materiais muito mais produtiva”, diz Simón Gili (foto abaixo), da Área de Engenharia e Desenvolvimento da Tirme.

“Com o Autosort melhoramos muito a recuperação de materiais valiosos e com isso a rentabilidade da planta melhorou bastante. Estamos muito satisfeitos. Os quatro novos sistemas foram instalados na parte final da seleção e estão funcionando muito bem”, acrescenta.

“Nós conhecemos essa tecnologia desde 2002, porque antes da reforma tivemos as quatro unidades Monosort e uma Polisort, mas, obviamente, a tecnologia avançou muito desde então. Com a modificação na planta, obtivemos claramente uma melhor eficiência. Na verdade, esperamos uma capacidade anual de 20.600 toneladas por ano de resíduos de coleta seletiva com essa taxa de trabalho e com a estrutura atual”, diz Simón Gili.

Máquina versátil e flexível

O Autosort baseia-se nos sensores de infravermelho próximo (NIR) e Espectrometria Visível (VIS). O primeiro reconhece os materiais pelas propriedades espectrais específicas; o segundo, todas as cores do espectro visível. A combinação desses sensores permite formar um sistema modular capaz de realizar desde as classificações básicas até as mais complexas, permitindo a separação por material e por cor, simultaneamente.

Graças a esses atributos, a Tirme conseguiu atualizar sua planta de triagem de resíduos de coleta seletiva, incorporando sistemas com tecnologia avançada. Além disso, segundo a Tomra, os sistemas são robustos e apresentam facilidade de manutenção.

“Estes novos equipamentos são muito mais versáteis do que o antigo Monosort, o qual só pode classificar um único tipo de material predefinido de fábrica. Dependendo das necessidades do momento ou do material que entra na planta, os novos modelos oferecem mais opções de configuração, podendo mudar a tarefa de classificação a qualquer momento “, diz Simón Gili.

Ser capaz de mudar a configuração dos sistemas é estratégico para uma planta que, como Tirme, está em um destino de férias como Maiorca. “Nós já reconfiguramos duas frações Autosort de PEAD para plástico misto, trocando o produto a ser selecionado. O resíduo varia de acordo com o fluxo turístico de Maiorca e a estação do ano. Sem dúvida, a flexibilidade da tecnologia da Tomra é um importante valor agregado”.

Uma colaboração produtiva

Em relação à execução do trabalho realizado, Simón Gili  aprecia positivamente o trabalho da Stadler, confirmando que a empresa “fez um importante esforço de coordenação para efetuar as alterações da instalação em apenas um mês, aproveitando uma paralisação de manutenção programada da planta”.

Na verdade, a planta prevê a próxima instalação de uma Unidade de Controle Central (CCU) da Tomra Sorting Recycling para monitorar remotamente todas as unidades Autosorts da planta e obter dados em tempo real sobre a seleção de materiais em cada um dos equipamentos operacionais da Tomra.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Tomra Sorting Recycling marca presença na Waste Expo

20/11/2017

A Tomra Sorting Recycling vai marcar presença na Waste Expo 2017 (Stand A5A), que ocorre entre os dias 21,22 e 23 de Novembro em São Paulo. Trata-se de um evento totalmente focalizado na Gestão de Resíduos Sólidos

No Brasil, cerca de 80 milhões de toneladas de resíduos são gerados por ano e apenas 3% desse total é reciclado. Outro dado preocupante, segundo estudo anual da ABRELPE (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), corresponde ao fato de que 59,8% das cidades brasileiras fazem uso de destinos considerados inadequados para o descarte de lixo. Além disso, cerca de 500 municípios não possuem sequer coleta domiciliar.

Ciente dos desafios apresentados por tal quadro, a Tomra Sorting Recycling acredita ter um papel importante na mudança do panorama do setor.

A Tomra Sorting Solutions desenvolve e oferece soluções de triagem baseada em sensores. A empresa acredita que o impulso para o tratamento adequado dos resíduos passa pela recuperação dos materiais valorizáveis que atualmente estão sendo descartados, de forma a aumentar o ciclo de vida desses produtos, colocando-os de volta na atividade econômica através da reciclagem.

De acordo com Carina Arita (foto), Diretora Comercial da Tomra Brasil, “os benefícios da reciclagem abrangem a saúde publica – pelo tratamento dos resíduos sólidos-, a geração de empregos diretos e indiretos, a movimentação da economia da indústria da reciclagem e a proteção do meio ambiente pela substituição do uso de recursos naturais, além de outros benefícios intrínsecos como o próprio atendimento da Politica Nacional de Resíduos Sólidos”.

Considerando o potencial desse mercado e o alinhamento da sua tecnologia com os benefícios que pode proporcionar para a sociedade e o meio ambiente, a Tomra Sorting Recycling tem acreditado e investido na sua subsidiária no Brasil desde 2011, visando impulsionar a reciclagem através da separação baseada em sensores óticos. A empresa vai estar presente na segunda edição da Waste Expo Brasil para apresentar ao mercado suas soluções já existentes e consolidadas em todo o mundo, assim como os últimos lançamentos no segmento de Resíduos Sólidos, tais como a separação de vidro através do Autosort Laser.

Segundo Carina Arita, “a Tomra Sorting Solutions está à disposição para conhecer a realidade dos resíduos em cada cidade do Brasil e da América do Sul, a fim de discutir e buscar soluções com suas tecnologias de última geração, as quais vão aos poucos conquistando terreno no mercado brasileiro ao atender às diferentes demandas”.

Waste Expo

De forma a dar respostas a desafios das atuais políticas do país, a Waste Expo Brasil (www.wasteexpo.com.br) vai reunir especialistas do setor para explorar alternativas para a gestão de resíduos sólidos e identificar possíveis caminhos para uma mudança de mentalidade. O painel de oradores contará com a presença do Ministro de Estado do Meio Ambiente, José Sarney Filho. Também ocorrerá o lançamento de um estudo inédito do Programa da Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA: o Atlas da Gestão de Resíduos na América Latina.

Apresentação do Autosort Laser

Lançando no último mês de Outubro, o Autosort Laser permite a seleção de vidro, cerâmica, pedras, metais e plásticos de resíduos domiciliares e comerciais. As suas capacidades permitem que as Plantas de Triagem de Resíduos possam recuperar ainda mais materiais e reduzir o volume de resíduos que seguirá para os aterros, reduzindo também os custos de descarte. Além disso, o Autosort Laser ajuda a criar receitas adicionais através da recuperação de mais um produto com valor comercial.

Para Carina Arita, que estará apresentando o novo sistema ótico durante a feira (stand A5A) e esclarecendo dúvidas e questionamentos, o Autosort Laser “tem uma tecnologia de separação a laser com base no bem-sucedido sistema de infravermelhos (NIR) e na flexível série Autosort da Tomra, que é um separador com mais de 4.000 unidades instaladas em todo o mundo”.

O Autosort Laser da Tomra oferece uma combinação de sensores capaz de detectar simultaneamente ainda mais propriedades do material no mesmo ponto, selecionando, portanto, as frações de material de forma mais eficiente. Ao contrário de tecnologia existentes, o Autosort Laser se destaca em separar o vidro fino, grosso ou opaco de resíduos sólidos urbanos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Tomra Sorting Recycling organiza Conferência Global sobre reciclagem e gerenciamento de resíduos

24/10/2017

Evento de dois dias reuniu especialistas da indústria, clientes e mídia para examinar ideias para o futuro e tecnologias inovadoras para hoje.

A Tomra Sorting Recycling realizou uma conferência global nos dias 10 e 11 de outubro para compartilhar informações dos principais especialistas em reciclagem e gerenciamento de resíduos e demonstrar os avanços da empresa em máquinas de separação baseadas em sensores. Sob o tema “Perspectivas Futuras na Reciclagem”, o evento de dois dias na Alemanha contou com uma série de apresentações e discussões em grupo no Centro de Congressos Rhein-Mosel, em Koblenz, e demonstrações técnicas no Centro de Testes da Tomra na sede europeia na mesma cidade. Entre os participantes, destaque para a presença internacional de líderes da indústria, representantes empresariais e membros da mídia especializada.

Tom Eng, vice-presidente sênior e líder da Tomra Sorting Solutions, Recycling, comentou: “Ao reunir alguns dos especialistas mundiais com mais conhecimento em reciclagem e gerenciamento de resíduos, esta conferência estimulou uma fantástica troca de ideias. Os participantes trocaram novos conhecimentos sobre toda a indústria, desde idéias ambientais até práticas técnicas. Estamos muito satisfeitos por ter recebido tanto feedback positivo, com muitos participantes nos dizendo que acharam o evento informativo e inspirador. É emocionante que todos nós estejamos no cerne de uma indústria em direção a um futuro inovador e ambientalmente importante”.

Um destaque popular do congresso foi a série de apresentações e sessões de perguntas e respostas centradas na economia circular – de particular interesse em um momento em que a responsabilidade ambiental das marcas de varejo está tendo uma influência crescente nas decisões de compra dos consumidores. George Kremlis, da Direção Geral de Meio Ambiente da Comissão Européia, fez uma apresentação sobre um plano de ação da União Européia para a economia circular; Helga Vanthournout, Especialista Sênior do McKinsey Center for Business and Environment, falou sobre os impactos da economia circular nos negócios; e Tom Eng compartilhou reflexões sobre a prontidão para a economia circular.

Os visitantes do Congresso também tiveram a oportunidade de ver duas inovações técnicas em ação no Centro de Testes da Tomra: o novo Autosort Laser, que possibilita a separação de vidro fino, grosso ou opaco de resíduos sólidos urbanos (MSW), para ajudar a reduzir os custos de aterro sanitário e criar receitas adicionais através da recuperação de produtos comercializáveis; os participantes também receberam uma prévia exclusiva do Autosort Black , a primeira máquina capaz de classificar materiais de embalagem de plástico preto, o que ajudará a atender as metas de triagem e reciclagem cada vez mais apertadas. O Autosort Black será trazido ao mercado no início de 2018.

As apresentações e discussões sobre as questões principais da economia circular contaram com a participação de todos os delegados da conferência. Além disso, os visitantes também se separaram em dois grupos – um com foco em resíduos sólidos urbanos e outro com foco em metais – para participar de demonstrações no que se refere aos desafios futuros que enfrentam seus segmentos particulares. (O nome de todos os palestrantes pode ser encontrados no final deste artigo.)

Novas soluções para separar vidro e embalagens de plásticos preto de Resíduos Sólidos Urbanos

Uma das duas inovações técnicas mais importantes demonstradas no Centro de Testes da Tomra foi o Autosort Laser, que é uma máquina de separação baseada em sensores, utilizando a tecnologia laser. Aos visitantes do congresso foi demonstrado como a tecnologia de separação por infravermelho (NIR) do Autosort Laser garante a estabilidade de classificação e permite separar vidro de polímeros transparentes, que são cada vez mais usados em itens como seringas, isqueiros e garrafas para bebês e cosméticos.

A outra inovação técnica significativa foi o uso combinado das máquinas Autosort e Autosort Black , que possibilita a recuperação de valiosos polímeros pretos dos materiais de embalagem. Enquanto a tecnologia de classificação baseada em sensor na detecção NIR é incapaz de detectar ou diferenciar entre plásticos pretos, o classificador de plástico preto pode separar polímeros diferentes, como PE, PP, PET e PS pretos. Para habilitar este processo, a máquina Autosort primeiro recupera os materiais plásticos pretos, que normalmente são parte dos fluxos de resíduos, para criar um fluxo único preto, sendo seguida do Autosort Black .

Uma outra máquina de reciclagem de plásticos, o Autosort Flake, também foi demonstrada no Centro de Testes. Ao combinar a detecção de cores e informações de material aprimoradas para classificar por cor e material ao mesmo tempo, novos padrões de classificação de alta precisão foram trazidos para um mercado que exige cada vez mais saídas de alta qualidade com plásticos rPET (tereftalato de polietileno reciclado). O Autosort Flake, como o Autosort Laser, contempla a tecnologia patenteada Flying Beam da Tomra, combinada com a tecnologia Fourline, que possui o NIR de maior resolução (perto de 1mm) disponível no mercado de classificação.

Aumentar a rentabilidade da classificação de metais

Olhando para a classificação de metais, as demonstrações das máquinas X-Tract e Combisense ilustram como a combinação das tecnologias baseadas em sensores tornam a triagem mais lucrativa, agregando valor na zorba (sucata não ferrosa triturada). Ao processar a zorba em um equipamento de transmissão de raios X, separando o alumínio dos metais pesados, o X-Tract funciona com uma precisão tão alta que pode atingir purezas de alumínio de 98-99%, afirma a Tomra Dos metais pesados remanescentes, a Combisense, em seguida, separa fragmentos valiosos de cobre, latão e metais cinzentos.

Em outra demonstração no Centro de Testes, a Tomra explicou sua tecnologia de separação LIBS (espectroscopia de degradação induzida por laser). Ao empregar um laser que pode monitorar toda a largura da esteira, tem-se a vantagem de eliminar a complexa e dispendiosa necessidade de separar os materiais em pistas simples. Isso permite a triagem e separação de diferentes ligas de alumínio com níveis de eficiência altos e sem precedentes, conseguindo precisões de classificação de 99% de pureza (ou maior) com alta capacidade de processamento, de três a sete toneladas por hora, assegura a Tomra

O serviço é igualmente importante

Para atingir os objetivos de sustentabilidade, a economia circular dependerá não só de máquinas de reciclagem ultra eficientes, mas também de empresas e pessoas que as produzam e as mantenham. Este foi o tema de uma apresentação de Peter Geisler, Diretor de Serviço Reciclagem, intitulado “Minimizar tempos de inatividade e maximizando o lucro – é tudo sobre serviço”. O reconhecimento da importância do suporte ao cliente é demonstrado através do Tomra Care, um pacote abrangente de serviços que cobre consultoria de processos, testes de sistema, financiamento, seguros, treinamento de pessoal e atualizações.

Painel de Palestrantes:

Nas sessões de discussões sobre resíduos:
• Antonio Furfari, Diretor Geral da Plastics Recyclers Europe, fez uma apresentação sobre Plásticos na Economia Circular
• Kjell Fredriksen, Consultor Senior da Mepex Consulting, refletiu sobre o Futuro da Triagem de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU)
• Jürgen Priesters, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Tomra Sorting, falou sobre a Importância da Qualidade da Separação dos Plásticos para Reciclagem, Tecnologia, Matéria-prima e Custos
• Laszlo Szekely, Engenheiro de Desenvolvimento de Negócios da Tomra Sorting, falou sobre Separação de Vidro proveniente de RSU

Sessão paralelas na discussão dos metais:
• Maarten Labberton, Diretor do Grupo de Embalagens no European Aluminium, observou os Desafios e Potenciais da Reciclagem de Embalagens de Alumínio
• Prof. Geoff Scamans, Chief Scientific Officer at Innoval Technology, explicou como a Reciclagem é o Futuro para o Alumínio em Carros
• Richard Barrett, Editor da Metal Bulletin Magazine, foi o moderador do painel de discussões sobre os Futuros Desafios para a Reciclagem de Metais
• Frank van de Winkel, Responsável da Tomra Sorting BD, fez palestra sobre a classificação automática da produção de alumínio com a tecnologia LIBS
• Tom Jansen, Responsável de Vendas da Tomra Sorting Sales Manager, falou sobre as últimas tendências no que diz respeito a tecnologias ELV
• Brian Gist, Diretor Global de Venda em Metais da Tomra Sorting, concluiu as sessões com o resumo dos principais temas abordados

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 4.900 sistemas foram instalados em 50 países em todo o mundo.  Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho de alta capacidade (NIR) do mundo para aplicações de triagem de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua se dedicando à recuperação de frações de alta pureza de fluxos de resíduos. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972, com  um volume de negócios de cerca de € 750m , atualmente empregando mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Novo equipamento da Tomra utiliza tecnologia a laser para separar vidros de polímeros em resíduos domiciliares e comerciais

25/09/2017

  • Tomra Sorting Recycling lança Autosort Laser
  • Tecnologia reduz resíduos a serem descartados em aterros

A Tomra Sorting Recycling anunciou o lançamento de uma máquina de separação por sensores baseada em tecnologia laser. Segundo a empresa, o seu Autosort Laser (www.Tomra-autosort-laser.com) permite a seleção de vidro, cerâmica, pedras, metais e plásticos de resíduos domiciliares e comerciais. As suas capacidades permitem que as plantas de recuperação de materiais possam reaver ainda mais resíduos e, portanto, reduzir o volume de material que seguirá para os aterros, reduzindo significativamente os custos de descarte, afirma a empresa. Além disso, o Autosort Laser ajuda a criar receitas adicionais através da recuperação de produtos com valor comercial.

A tecnologia de separação a laser é baseada no sistema de infravermelhos (NIR) e na série fléxível do Autosort da Tomra, um separador com mais de 4.000 unidades instaladas em todo o mundo. A Tomra afirma que o seu Autosort Laser oferece uma combinação de sensores capazes de detectar simultaneamente mais propriedades da corrente de resíduos no mesmo ponto, selecionando, portanto, as frações de material de forma mais eficiente. Ao contrário de tecnologias concorrentes, o Autosort Laser se diferencia por separar o vidro – fino, grosso ou opaco – de resíduos sólidos urbanos.

Uma das primeiras empresas a usar o Autosort Laser é a Remondis GmbH, na Alemanha. Harry Amann, gerente da planta, comentou sobre a instalação: “Estamos muito orgulhosos por ter o primeiro Autosort Laser instalado em nossa fábrica em Erftstadt, na Renânia. Uma grande redução de custos e uma excelente qualidade de produto na saída simplificaram o processo da nossa planta. Não preciso dizer que esperamos um retorno rápido neste projeto”.

Segundo a Tomra, o Autosort Laser possui um sistema de plano de fundo independente que garante a estabilidade de classificação e permite separar o vidro fino, grosso ou opaco em relação a polímeros transparentes, cada vez mais utilizados em itens como injeções, isqueiros, garrafas para bebês ou cosméticos. A série Autosort apresenta uma tecnologia patenteada Flying Beam e Fourline para alta velocidade e precisão, afirma a empresa. Com a interface de usuário padrão da Tomra, os operadores podem selecionar facilmente uma variedade de programas de seleção em sua tela sensível ao toque, enquanto o recurso de calibração contínua permite o monitoramento e otimização em tempo real, assegura a Tomra. O Autosort Laser pode ser facilmente integrado em função do design compacto.

O grupo Tomra tem a tecnologia laser em seu portfólio de sistemas de separação desde 1997. Como um método de identificação globalmente estabelecido, a tecnologia de seleção própria da Tomra foi especialmente adaptada e desenvolvida para as necessidades exclusivas da indústria de reciclagem.

Peter Mentenich, gerente sênior de produtos da Tomra Sorting Recycling comentou: “Estou muito satisfeito por ver as primeiras instalações bem-sucedidas e o lançamento do Autosort Laser em nosso portfólio de produtos. Ele garante uma maior rentabilidade para nossos clientes e ajuda a reduzir significativamente a quantidade de material que vai para aterros sanitários. Um bom exemplo novamente de que a sustentabilidade e os negócios não são mutuamente exclusivos – ambos podem ser alcançados com tecnologia inovadora de gerenciamento de resíduos e reciclagem”.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos, tendo sido responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos.  A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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Tomra Sorting Recycling nomeia Fabrizio Radice como diretor comercial e marketing global

28/06/2017

Como novo Diretor Global Comercial e Marketing, Fabrizio assumirá o papel principal de desenvolver e implementar a estratégia de vendas de curto e longo prazo do fluxo de negócios da Tomra Recycling. Ele se reportará a Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra Sorting Recycling.

Fabrizio Radice é um executivo experiente que tem atuado durante 20 anos com desenvolvimento de negócios. Ele fez parte de equipes executivas globais e forneceu assistência especializada para fóruns, sobretudo em áreas como vendas, marketing, desenvolvimento e atendimento aos diversos desafios do gerenciamento de mudanças. Em suas experiências passadas, ele foi responsável por recrutar, construir, gerenciar e desenvolver equipes internacionais multinacionais bem-sucedidas com um breve relatório para supervisionar e entregar serviços corporativos em setores fundamentais.

Ao longo dos anos, Fabrizio Radice adquiriu uma experiência substancial em desenvolvimento de negócios internacionais em nível de alta gestão, especialmente na área B2B, com multinacionais de alto perfil como Philips, Yageo, Flir e, mais recentemente, Agilent. Ele se formou com um Dr. Ing. Licenciado em Engenharia Eletrônica pela Universidade Politécnica de Milão em 1996 e foi premiado com um MBA Executivo em Estudos de Negócios Internacionais pela mesma universidade em 2004.

Comentando este novo compromisso, Tom Eng disse: “Fabrizio é apaixonado e entusiasmado por abrir novos caminhos e aproveitar as oportunidades para construir novos negócios a partir do zero. Isso é muito importante porque, apesar de termos feito grandes avanços em diversos mercados e segmentos nas últimas duas décadas, ainda há muito potencial para recuperar diversos outros tipos de materiais recicláveis e ampliar sua contribuição produtiva, devolvendo-os de forma sustentável ao ciclo de recursos. Ele aumentará a nossa forte presença no mercado, proporcionará uma nova perspectiva e uma energia nova considerável para nossas parcerias de clientes e soluções globais de reciclagem”.

Fabrizio Radice disse: “Estou muito entusiasmado com este importante desafio internacional e estou orgulhoso de me juntar ao líder do mercado no negócio de reciclagem. É uma honra poder dirigir esta excelente equipe de vendas e marketing internacional.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Visando aproximar-se dos clientes, Tomra lança website em português para o mercado brasileiro

12/06/2017

A Tomra lançou em maio a versão em português do seu website (foto) voltado para o mercado brasileiro. É um passo adiante para estreitar o relacionamento com os clientes de um mercado exigente e cada vez mais presente na Internet. Com esta ferramenta, a empresa procura estar mais perto das necessidades dos seus clientes, através de um recurso dinâmico que lhes permita conhecer melhor o mundo da Tomra, não só no tema da reciclagem, mas também em outros segmentos.

O website da Tomra, https://www.Tomra.com/pt, oferece uma visão global das últimas notícias da empresa – não só no Brasil, mas também em nível mundial. Em concordância com as diretrizes globais da empresa, o site “reflete valores importantes para a Tomra tais como proximidade, inovação, flexibilidade, dinamismo e comprometimento com seus clientes”, explica Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Sorting Recycling Brasil.

Um dos pontos fortes desta ferramenta é o conteúdo, disposto de forma leve para a leitura, facilitando a busca do usuário pela informação. Desta forma, o site reúne, em sua página inicial, as principais informações relacionadas à empresa, segmentadas por tópicos de interesse. Dados sobre produtos, catálogos, imagens, vídeos, além de especificações técnicas e artigos relacionados com a Tomra estão a apenas um clique de distância.

“Este lançamento demonstra a importância do Brasil na estratégia comercial da empresa, dado o enorme potencial no mercado da reciclagem”, refere Carlos Manchado, Diretor Regional para as Américas. Com um número crescente de brasileiros conectados à Internet, ”vemos o atendimento e o relacionamento com os clientes por meio das plataformas digitais como uma ferramenta estratégica de gestão”, conclui o Diretor Regional.

Com esta plataforma de comunicação e de proximidade, a Tomra procura a curto prazo conseguir atrair clientes no mercado brasileiro. A tecnologia baseada em sensores óticos está aos poucos mudando o panorama do mercado de reciclagem e é importante sensibilizar o mercado para a importância de uma maior eficiência da triagem para a reciclagem nas plantas. A empresa acredita que o site em português é um passo importante na tentativa de ajudar esclarecer as dúvidas e informar de forma minuciosa todos os produtos do portifólio Tomra.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 50 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua sendo a precursora na indústria dedicada à recuperação de frações de elevada pureza a partir de fluxos de resíduos, uma estratégia de reciclagem que maximiza o rendimento. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte: Tomra

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Tomra celebra o 45º aniversário depois de um ano de resultados recordes

30/05/2017

Desde a sua fundação em 1 de abril de 1972, a Tomra passou de pioneiro na tecnologia de reciclagem automatizada para uma empresa com diversas soluções baseadas em sensores que estão ajudando a liderar uma revolução inter-indústria para a sustentabilidade dos recursos.

Começando em uma pequena vila em Asker, na Noruega, os irmãos Petter e Tore Planke criaram uma solução para um problema: um comerciante local queria uma máquina automatizada que pudesse, rápida e facilmente, recuperar garrafas usadas e vazias para reciclagem: assim nascia a Tomra. Até o final de 1972, a Tomra tinha instalado 29 máquinas na Noruega e seus sucessos rapidamente começaram a gerar interesse no exterior.

Desde esse humilde começo, a Tomra diversificou sua oferta e expandiu seu alcance. Durante os primeiros 30 anos de sua história, a empresa concentrou o crescimento de seu negócio nos sistemas de venda reversa em mercados com o depósito para embalagens de bebidas. Em 2000, a empresa começou a desenvolver uma plataforma de negócios mais abrangente e, através de uma série de aquisições estratégicas durante as últimas duas décadas, a Tomra tornou-se um líder no fornecimento de tecnologia de separação ótica para ampla variedade de materiais.

Quase 45 anos depois, a Tomra registrou, em 2016, receitas recordes de aproximadamente €710m, com 90.000 sistemas instalados em mais de 80 mercados em todo o mundo.

As soluções baseadas em sensores da Tomra são usadas hoje em venda reversa, reciclagem, mineração e triagem de alimentos. As aplicações de reciclagem incluem diversos fluxos de resíduos e metais nos quais os separadores óticos suportam gerenciadores de resíduos com recuperação e triagem de recursos secundários valiosos, enquanto que as soluções de triagem e seleção de alimentos da Tomra são utilizadas para aumentar a capacidade de processamento, qualidade, segurança, rendimento e lucro.

Os equipamentos de mineração garantem uma recuperação mais eficiente de minerais e minérios. Segundo a Tomra, em 2015, seus equipamentos localizaram o Lucara Diamond, em Botswana, o segundo maior diamante de qualidade da história.

Stefan Ranstrand, Presidente e CEO da Tomra, disse: “Nosso crescimento e longevidade deve-se, em parte, à crescente compreensão de que o mundo precisa utilizar seus recursos naturais de maneira melhor, a fim de garantir a sustentabilidade. Estamos orgulhosos do sucesso que a nossa empresa alcançou até agora e estamos ansiosos para, próximos anos, continuar a construir e desenvolver soluções de ponta para ajudar nossos clientes a atender às suas necessidades de negócios e contribuir para um futuro melhor e mais sustentável”.

Tomra aos 45: Duas principais áreas de negócio

A Tomra está centrada em duas áreas de negócio: Soluções de Coleta (venda reversa e recuperação de materiais) e Soluções de Separação (reciclagem, mineração e alimentos). A empresa continua se focalizando em como transformar a maneira como o mundo obtém, usa e reutiliza seus recursos, analisando as próximas inovações importantes e como elas podem apoiar o meio ambiente e, com isso, os objetivos de negócios dos clientes.

Produtividade ideal dos recursos

“Os recursos globais estão sob mais pressão do que nunca”, continua Ranstrand. “Uma população crescente – e um consumo crescente – significam que recursos finitos estão sendo usados em um ritmo insustentável. O mundo está consumindo mais recursos e produzindo mais resíduos do que a natureza pode substituir ou absorver a cada ano. Agora, mais do que nunca, o mundo precisa de uma revolução de recursos”.

“A Tomra aspira a ser líder na revolução de recursos ao explorar e habilitar constantemente novos meios de otimizar a produtividade dos recursos. Desta forma, a tecnologia baseada em sensores da Tomra está desempenhando um papel fundamental no apoio à economia circular e também ajudando as organizações a aumentar a produtividade sem ter um impacto prejudicial sobre o meio ambiente”.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Tomra

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Tomra aposta em crescimento da reciclagem de PET no Brasil com o Autosort Flake

17/05/2017

A crescente utilização de PET reciclado em aplicações exigentes vem aumentando a demanda no mundo todo por equipamentos de separação de material reciclado que forneçam alto grau de pureza e produtividade.

Após anos de bem-sucedida atuação no segmento de separação de correntes de resíduos plásticos pós-consumo, utilizando tecnologias de Infravermelho Próximo (NIR) e óticas, a Tomra Sorting Reciclying deu um passo à frente com o lançamento, no ano passado, da nova versão do Autosort Flake, equipamento utilizado na purificação de polímeros moídos em um processo de reciclagem que combina detecção do tipo de material e cores.

O Autosort Flake é usado, por exemplo, na obtenção de correntes de PET reciclado de alta pureza, como por exemplo as destinadas a aplicações “bottle-to-bottle” (garrafas plásticas fabricadas integralmente com material reciclado).

Segundo Carina Arita (foto), diretora comercial da Tomra Brasil, a nova tecnologia do Autosort Flake permitiu dobrar os níveis de produtividade do equipamento para até 3 toneladas por hora, o que faz com que os equipamentos se tornem altamente rentáveis para plantas de reciclagem de PET. O nível de perda também é muito baixo, atingindo níveis de apenas 0,3 a 0,5%, de acordo com o material de entrada. Levando em conta que o nível médio de perdas da indústria hoje está em torno de 1,5%,  o investimento no equipamento se paga em apenas 1 ano, afirma Carina.

A fim de alcançar a mais alta pureza de flakes de PET, todos os resíduos de substâncias orgânicas, metais, PVC e outros materiais diferentes do PET devem ser eliminados. No processo de purificação, inicialmente as garrafas recicladas passam por um processo de triagem, seguido por um processo de moagem e lavagem – incluindo tanques de separação densimétrica e aspiradores.

Porém, estas etapas ainda não são suficientes para fornecer a qualidade necessária para algumas aplicações. Uma mínima contaminação da corrente já impede a utilização do material reciclado em aplicações tais como “bottle-to-bottle” (garrafa-para-garrafa). Os flakes de PET destinados à produção de uma nova garrafa transparente devem oferecer um grau de pureza maior que 99,99% (o que equivale a menos de 100 ppm de contaminantes).

A Tomra assegura que o seu Autosort Flake permite atingir tal grau de pureza, além de permitir o isolamento e eliminação de materiais de cor preta e metais. Segundo a Tomra, o Autosort Flake é capaz de analisar e classificar flakes por tipos de material e de cor, ao mesmo tempo e de forma precisa. A combinação da configuração mecânica com sistemas de sensores duplos melhora a eficiência de seleção dos flakes de plásticos significativamente, afirma a empresa. A detecção de contaminantes de cores é realizada por uma câmera RGB de alta resolução. Além disso, um espectrômetro de infravermelho próximo (NIR) permite a detecção de materiais tais como PET, PEAD, PP, PVC, PS, PLA, PET e outros. Os sensores óticos e de infravermelho realizam uma leitura simultânea e enviam a informação para válvulas situadas a curta distância da corrente de material, que acionam jatos de ar com o intuito de expelir da corrente as impurezas eventualmente presentes no fluxo de material a ser purificado. O equipamento trabalha com uma granulometria dos flakes entre 2 a 12 mm.

Tal como acontece no equipamento Autosort, o novo Autosort Flake da Tomra conta com a patente tecnológica Flying Beam® combinada com o novo desenvolvimento do módulo ótico Fourline 2mm, que é atualmente a mais alta resolução NIR disponível no mercado de equipamentos por sensor. Este recurso oferece aos clientes calibração contínua para evitar erros que podem levar a períodos de inatividade, dando assim uma estabilidade não atingível pela concorrência, afirma a Tomra. Desta forma, contribui para uma baixa necessidade de manutenção e baixo consumo de energia.

Segundo a Tomra, as principais vantagens do Autosort Flake incluem a alta capacidade com um elevado rendimento, o design modular e de fácil integração e a capacidade de classificar por cor (por exemplo, flakes de PET coloridos) e por material (por exemplo, PET, PEAD, PP, etc.) – e qualquer de suas combinações, ao mesmo tempo. Além dos flakes de PET, é possível a purificação de flakes de qualquer material (por exemplo, PEAD do PP). O equipamento também está disponível em uma versão básica contendo apenas o espectrofotômetro de infravermelho (NIR) para uso exclusivo na triagem de materiais. O Autosort Flake fornece estatística online do material processado acessível remotamente.

Durante a Feiplastic 2017, realizada no início de abril no Expo Center Norte, em São Paulo, a Tomra Brasil esteve divulgando a tecnologia do Autosort Flake para clientes potenciais que visitaram seu stand em busca de informações sobre as inovações da empresa para o mercado de reciclagem de plásticos. De acordo com Carina Arita, o fluxo de visitantes foi ótimo e as perspectivas de expansão do mercado brasileiro apresentam-se bastante promissoras neste início de 2017, especialmente em se tratando de uma conjuntura econômica recessiva que afetou todos os setores nos últimos dois anos.

Três unidades do novo Autosort Flake já foram vendidas pela sucursal brasileira da Tomra, sendo que uma delas foi para um cliente brasileiro que possui planta nos EUA. A última venda se deu para uma empresa paraguaia.

Além do Autosort Flake, a Tomra esteve demonstrando também durante a Feiplastic o Autosort, seu tradicional equipamento de separação multifuncional que recupera uma grande variedade de materiais a partir de fluxos de resíduos diferentes, resíduos de coleta seletiva, embalagens, papel, resíduos domiciliares e outros tipos de tarefas de separação.

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Tomra Sorting Recycling marca presença na Feiplastic com mensagem positiva para o mercado brasileiro de reciclagem

23/03/2017

De 03 a 07 de Abril de 2017, a Tomra Sorting Recycling vai estar presente na Feiplastic, na Expo Center Norte, São Paulo. Localizado em frente à “Operação Reciclar”, o stand da Tomra (N29) vai, este ano, demonstrar o Autosort e falar sobre o Autosort Flake. No entanto, mais que marcar presença na feira, o objetivo principal da Tomra é passar uma mensagem positiva para o mercado brasileiro de reciclagem, em uma palestra a ser realizada na “Arena do conhecimento” na terça-feira, dia 04/04/2017, das 14h às 14h45h, no sentido de discutir como os sensores óticos podem trazer melhorias de processo em tempos de crise e fazer toda a diferença na hora de reciclar.

Realizada desde 1987 em parceria entre a Abiplast e a Reed Exhibitions como Brasilplast e, desde 2013 com o nome de Feiplastic, a feira integra os principais decisores da cadeia do plástico às tecnologias do futuro. Desta forma, a Tomra Sorting Recycling não quis deixar de marcar presença, e durante todo o evento quem visitar o stand poderá conhecer os equipamentos da Tomra, assim como manter contato com a Diretora Comercial Carina Arita, que vai responder a questões e dúvidas, mas também falar de projetos já existentes no sentido de consolidar conhecimentos sobre os processos.

O stand vai contar com a presença de um Autosort para demonstração, a Demo Unit. Para quem desconhece o processo de automatização da TORMA, esta é uma excelente oportunidade para ter um primeiro contato. A Demo Unit é um equipamento compacto, mas em funcionamento em escala real simulando a separação dos diversos plásticos por tipo de material e por cor.

Relativamente aos equipamentos, o Autosort Flake é um sistema de purificação de polímeros moídos (normalmente denominado como flakes ou escamas) no processo de reciclagem que combina detecção do tipo de material e cores com a maior informação relevante para maximizar a recuperação de produtos recicláveis de alta qualidade que os mercados exigentes demandam cada vez mais. A tecnologia inovadora dessa nova geração do Autosort Flake também detecta metais, e o seu processamento duplo oferece aos clientes um rendimento muito bom no processamento do material, juntamente com uma saída de alta vazão constante – tudo a partir de uma única máquina.

Tal como acontece no equipamento Autosort, o novo Autosort Flake da Tomra conta com a patente tecnológica Flying Beam® combinada com o novo desenvolvimento do módulo ótico Fourline 2mm, que é atualmente a mais alta resolução NIR disponível no mercado de equipamentos por sensor. Este recurso inovador oferece aos clientes calibração contínua para evitar erros que podem levar a períodos de inatividade, dando assim uma estabilidade não atingível pela concorrência, afirma a Tomra. Desta forma, contribui para uma baixa necessidade de manutenção e baixo consumo de energia

Papel da Tomra Sorting Recycling no mercado brasileiro

De acordo com o Diretor Regional para o continente Americano, Carlos Manchado, a presença da Tomra Sorting na Feiplastic “é uma grande oportunidade de se expor ao mercado de plásticos de forma ampla. Além da nossa experiência na Feiplastic 2015 ter sido muito positiva, considerando as vendas realizadas”. O Diretor Regional reforça ainda “que a tecnologia da Tomra é muito nova no mercado brasileiro e oferece muitos benefícios às empresas que a implementam devido ao ganho de produtividade, ganho de qualidade no material e estabilidade de processo”.

Para além da visibilidade que a Feiplastic possa vir a trazer, o objetivo da Tomra passa também por trazer uma mensagem positiva ao mercado brasileiro, que tem sofrido algumas alterações nos últimos anos, ganhando uma maior consciência para as questões de reciclagem. Para Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Sorting Brasil, “o mercado está sofrendo os reflexos da crise, assim como toda a economia do país”. No entanto, “a crise tem um lado positivo, no qual as empresas olham para dentro de seus processos e produtos e buscam redução de custo, aspecto que a reciclagem pode proporcionar quando as empresas começam a substituir a matéria prima virgem por matéria prima reciclada.

Nesse cenário de economia, a Tomra entra ação com o desenvolvimento de tecnologias de ponta, que permitem maximizar a recuperação dos materiais de alta qualidade. Através da identificação e seleção dos materiais valorizáveis, é possível a recuperação de recicláveis descartados no lixo e recuperar aqueles materiais com valor agregado, o que se torna bastante vantajoso para o mercado e para as plantas que otimizam os seus resultados e aumentam os lucros.

A Tomra Sorting Recycling conta hoje com 40 equipamentos vendidos na América Latina que estão instalados sobretudo em recicladores de PET, PEAD e PP, como por exemplo a ArqPlast, indústria de utilidades domésticas fabricadas em polipropileno que completa o ciclo do material desde a sucata até ao produto acabado. Há também o exemplo da planta Balsamo Reciclagem que produz resina reciclada de PEAD, ou ainda recicladores de PET como a Clodam, Resilider, CNP, Cabelma, CicloPET, entre outros.

Palestra na “Arena do Conhecimento”
Tema: Melhoria de processo em tempos de crise – Seleção automática de plástico
• Data: 04/04 – Terça-feira
• Horário: 14h00 às 14h45

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 50 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua sendo a precursora na indústria dedicada à recuperação de frações de elevada pureza a partir de fluxos de resíduos, uma estratégia de reciclagem que maximiza o rendimento. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte: Tomra

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Planta francesa Suez Regene Atlantique otimiza qualidade de flakes de PET reciclado após modernização

20/02/2017

tomra-plant-regene

Suez Regene Atlantique é uma planta francesa (foto) controlada pelo grupo Suez, especializada na recuperação e reciclagem de garrafas de PET. Em 2013, a empresa fez um investimento estratégico significativo na modernização e melhoria do processo de seleção ótica para a reciclagem de garrafas. Esta atualização ocorreu pela aquisição de novos equipamentos avançados de separação. Como parte deste processo, a Suez Regene Atlantique recebeu quatro máquinas de separação Autosort da Tomra e uma unidade Autosort Flake, junto com um sistema de controle automático.

Como resultado da modernização das suas instalações, a Suez Regene Atlantique se beneficiou de várias maneiras, mas sem dúvida a mais importante foi a enorme melhoria da qualidade do seu produto final. Atualmente, a planta produz mais de 50 toneladas de flakes por dia.

Objetivo: a máxima pureza possível

Durante a discussão conceitual do projeto, a Tomra Sorting e a Regene Atlantique decidiram conjuntamente que, para produzir flakes de PET de máxima pureza possível, três resultados deveriam ser garantidos: uma elevada produção de matéria prima, uma alta consistência do produto e um elevado rendimento do produto

Processo recém-projetado

Para atingir esses objetivos, foi concebido um processo onde as garrafas PET embaladas em fardos são transportadas de centros de triagem localizados no sudoeste da França. Estes fardos são então levados para a estação de abertura dos fardos, onde as suas tiras de metal são cortadas manualmente antes das garrafas serem então carregadas na esteira de alimentação. A esteira leva o material o triturador, onde as garrafas são desagregadas individualmente antes de passar por um Autosort. A Regene Atlantique optou pelo conceito de seleção positiva para a sua primeira fase de classificação ótica. Nesse conceito de seleção positiva, a máquina de triagem irá selecionar garrafas de PET desejadas, e assim, garantir que quaisquer contaminantes que estejam presentes caiam através da força gravitacional. Após este primeiro passo de separação, duas outras unidades Autosort são então utilizadas para eliminar todos os contaminantes ainda presentes no fluxo principal de material PET.

Após estas três fases de separação ótica, todo o material rejeitado é levado para um quarto Autosort. Ele irá devolver todas as garrafas que foram removidas por engano pelo processamento anterior e também recuperar uma nova categoria de garrafas PET coloridas, que agora podem incluir ou não garrafas opacas. Depois da triagem ótica ter sido completada, as garrafas passam então por uma inspeção manual. Uma vez que isto ocorreu, as garrafas são então trituradas e assim emergem na sua forma de produto final: flakes.

Estes flakes passam então através de um tanque de flotação em que todo o material que contém polipropileno (PP) ou polietileno (PE) flutuará na superfície. Estes materiais podem então ser simplesmente removidos, enquanto o produto PET afunda e segue no processo de reciclagem. Uma vez que os materiais PE e PP foram separados, os flakes de PET são então lavados a uma temperatura de 93 ° C para dissolver quaisquer colas presentes e para remover todos os rótulos colados nos produtos. Depois que este processo de lavagem estiver concluído, outra operação de flotação é necessária para remover as etiquetas destacadas durante a lavagem.

Em uma etapa seguinte, os flakes tem a sua removida. Uma vez limpo e completamente seco, os flakes são então peneirados para separar as partículas mais finas e grandes. Os flakes grandes e sobredimensionados serão triturados novamente para se obter a distribuição de tamanho de partícula desejada. Estes flakes são então enviados para um tambor magnético e um separador indutivo. Esta combinação de equipamentos garante a remoção de quaisquer contaminantes metálicos remanescentes do material em flakes. O primeiro rolo captura metais ferroso, enquanto o segundo elimina metais não-ferrosos como o alumínio.

Como passo final, o material processado é enviado para o Autosort Flake. Esta máquina remove os últimos contaminantes. Aqui, o fluxo de material é dividido em três canais na primeira separação. Em seguida, o material ejetado é percorrido novamente através do canal de recuperação para uma segunda verificação. Finalmente, os operadores embalam os flakes em grandes sacos (big bags), cada um pesando aproximadamente uma tonelada. Após a embalagem, estes sacos são colocados em uma zona de armazenamento temporário para aguardar controle de qualidade: cada saco deve passar por um teste para avaliação dos vários contaminantes. A análise abrange uma gama de contaminantes que inclui PVC e metal – e quando se produzem flakes cristal (com azul claro) – os flakes opacos e coloridos de PET são eliminados também. Depois que estas medidas de controle de qualidade foram concluídas, os grandes sacos podem então ser despachados.

Planta apresente uma das melhores qualidades de flakes disponíveis no mercado europeu

Como resultado direto desse novo conceito de processamento, a qualidade da produção melhorou drasticamente, o tempo de manutenção essencial foi significativamente reduzido e o volume anual de resíduos da planta diminuiu em 300 toneladas.

Esta instalação melhorada agora permite à Suez produzir uma das melhores qualidades de flakes disponíveis no mercado europeu de hoje. Os clientes industriais utilizam os flakes produzidos pela Suez para produzir embalagens de qualidade alimentícia – principalmente para aplicações em chapas; e eles também são usados em fibras têxteis para uso em lã polar ou carpetes para o setor automotivo. Além disso, a saída do flake é usada igualmente para fabricar garrafas, completando assim verdadeiramente o círculo do processo da reciclagem. A transformação de resíduos em recursos valiosos contribui para uma solução importante para os problemas globais urgentes do nosso tempo – esgotamento dos recursos naturais e proteção ambiental.

Receitas consideravelmente mais elevadas

David Bourge, Gerente de Fábrica da Suez, Regene Atlantique, disse: “Graças à nossa parceria com a Tomra, conseguimos otimizar nossas operações de reciclagem de PET. Ao combinar o Autosort (separador de garrafas) com o Autosort Flake (separador de flakes), multiplicamos a nossa produção com alta qualidade por dois, resultando em receitas consideravelmente mais elevadas.

Como está o mercado Brasileiro

A indústria brasileira de reciclagem de PET também está buscando produção com qualidades de flake de PET mais elevadas, uma vez que as empresas estão se licenciando junto a ANVISA para a produção de material com qualidade para grau alimentício. Segundo Carina Arita, gerente comercial da Tomra no Brasil, “devido a essa demanda por alta qualidade de flake, a maioria de nossos clientes no Brasil também está adotando o conceito de seleção positiva e, graças ao avanço da nossa tecnologia, temos velocidade de processamento e de válvulas capazes de executar essa tarefa com sucesso, proporcionando uma separação mais eficiente”.

Já Carlos Manchado, diretor para todo continente americano, observa que “essa tendência é notória também nos outros países da América do Sul, principalmente considerando que esses países estão seguindo as especificações de qualidade exigidas pelos orgãos Europeus  e pela FDA (Food and Drug Admnistration) nos Estados Unidos. Ao final a resina PET reciclada pode ser considerada uma commodity, tornando-se um produto de circulação global”.

Sobre a Tomra Sorting Recycling

A Tomra Sorting Recycling (www.Tomra.com/recycling) desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 50 países de todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte e foto: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Tomra associa-se à New Plastics Economy, iniciativa global para reorientar o uso dos plásticos segundo os princípios da economia circular

24/01/2017

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O fornecedor global de soluções baseadas em sensores de alta tecnologia Tomra Sorting Recycling, se inscreveu como membro da New Plastics Economy, uma iniciativa de três anos que trabalha para um sistema global de plásticos guiado pelos princípios da economia circular.

Liderada pela Fundação Ellen MacArthur, a iniciativa reúne empresas, governos, cientistas e cidadãos para acelerar a transição para um sistema global mais eficaz para os plásticos. Os três objetivos principais do projeto são: a criação de uma melhor economia de plásticos pós-consumo, a redução do desvio de plásticos para o meio ambiente e a dissociação da produção de plásticos de matérias-primas à base de combustíveis fósseis.

A Tomra é um dos cinco novos membros da iniciativa New Plastics Economy, que trabalha com mais de 40 organizações de toda a cadeia de valor dos plásticos e é apoiada por acadêmicos, empresários e filantropos.

Como parte da iniciativa, os novos membros apresentaram detalhes de projetos piloto inovadores voltados a repensar o futuro dos plásticos em um workshop em Londres, em dezembro de 2016. Entre esses, um projeto inicial proposto pela Tomra Sorting Recycling focaliza-se na classificação de plásticos.

“Trabalhar com a Fundação Ellen MacArthur como membro da rede New Plastics Economy é uma boa oportunidade para continuar nossos esforços para rever a forma como o plástico é usado e reciclado em todo o mundo”, disse Stefan Ranstrand, presidente e CEO da Tomra. Os objetivos da iniciativa complementam nossa própria visão de liderar a revolução dos recursos e ajudam a desenvolver uma economia circular para os plásticos “.

“Lixo marinho é uma preocupação crescente em todo o mundo e será o nosso foco principal como um membro da iniciativa. Resíduos plásticos representam uma grande proporção do lixo marinho e aumentando-se o valor do plástico recuperado, ao torná-lo útil para a reciclagem e reutilização, se reduzirão os volumes de lixo marinho. Nossas tecnologias são capazes de mudar a forma como os plásticos são reciclados, em termos de qualidade e quantidade, e estamos ansiosos para fazer uma contribuição significativa para o desenvolvimento de um melhor sistema global de plásticos “, diz Ranstrand.

Em janeiro de 2017, a New Plastics Economy apresentou suas últimas conclusões aos líderes governamentais e empresas na Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial, em Davos.

Rob Opsomer, líder da iniciativa, comenta: “A New Plastics Economy está trabalhando para repensar completamente e redesenhar o nosso sistema global de plásticos, e melhorar a forma como os plásticos são gerenciados após o seu uso, e queremos dar um passo muito importante nesse campo. Tenho satisfação por poder contar com o envolvimento ativo de todos os participantes, incluindo a Tomra, na colaboração para definir direção, estabelecer sistemas e normas comuns e dar início à inovação – para avançar para um sistema de plásticos que funcione”.

Sobre a Tomra Sorting Recycling

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 50 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos, a Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas. Para obter mais informações sobre a Tomra Sorting Recycling visite www.Tomra.com/recycling

Fonte: Assessoria de Imprensa Tomra

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Caso de sucesso na triagem de resíduos sólidos em planta espanhola pode ser replicado no Brasil

17/09/2016

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A triagem e a reciclagem de resíduos sólidos no Brasil foi, nos últimos anos, um dos temas mais abordados, mas também um dos mais controversos. Pilar importante na sociedade, a verdade é que a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) – Lei 12.305 promulgada em Agosto de 2010, não se concretizou como tinha sido estruturada inicialmente. O objetivo desta lei era evitar que o material fosse para os aterros, e, com isso, reduzir os riscos e os danos ambientais. No entanto, seis anos depois, pouco ou quase nada foi feito.

De acordo com a PNRS, as metas referentes aos resíduos sólidos urbanos inicialmente propostas diziam que em 2014 haveria a eliminação total dos lixões no Brasil, fato que não aconteceu. A plena vigência da PNRS, que se devia ter dado em 2014, não foi suficiente para mudar a cultura de produção e gestão do lixo no Brasil. Esta é a avaliação do presidente da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), Carlos Silva Filho, sobre os dados do Panorama Dos Resíduos Sólidos no Brasil. O documento mostra que, entre 2010 e 2014, a geração de lixo cresceu 10,36%.

“Nem mesmo com a edição da PNRS, que traz entre os princípios, como primeira ação na hierarquia dos resíduos, a minimização da geração, a gente percebe que isso ainda não está em curso. Nós ainda estamos em linha de crescimento de geração [de lixo], tanto no total quanto per capita”, destacou Carlos Filho. A média brasileira de produção de lixo por pessoa é 1,062 quilo (kg) por dia, de acordo com as últimas estatísticas.

Entre os entraves para o funcionamento da PNRS, Carlos Filho aponta a falta de vontade política dos gestores municipais, assim como a pouca capacidade técnica para viabilização da solução adequada e recursos. “Não adianta dar mais prazo, não adianta estender a lei. O que se precisa é conjugar esses três fatores e colocar isso em prática. Do contrário, vamos continuar sofrendo com uma gestão inadequada”, declarou. Para ele, dar mais tempo para cumprimento da lei pode agravar problemas ambientais já registrados hoje, como contaminação do solo e águas.

A pesquisa aponta que mais de 41% das 78,6 milhões de toneladas de resíduos sólidos gerados no país em 2014 tiveram como destino lixões e aterros controlados – locais que oferecem riscos ao meio ambiente e à saúde. A PNRS preconiza o fim dos lixões. No entanto, de acordo com a pesquisa, 3.334 dos 5.570 municípios brasileiros ainda mantém este tipo de estrutura. A maioria deles em cidades pequenas e médias.

Equipamentos de triagem da TOMRA Sorting Recycling podem ajudar na solução desse problema real do Brasil. Trata-se de solução comprovada (não em fase de teste ou protótipo), existente em vários países do mundo e aplicável a resíduos semelhantes ao nosso.

Os mercados mundiais e a aposta nos grandes investimentos

O tema da reciclagem tem gerado significativo debate em nível mundial. Para além de uma forte sensibilização à população, a aposta dos mercados mundiais tem se voltado nos últimos tempos para os grandes investimentos em alta tecnologia que permitem uma grande recuperação dos materiais, com menos recursos. Um exemplo é a planta Ecocentral Granada, em Espanha.

Localizada em Alhendín (Granada), a unidade possui uma capacidade nominal de 450 mil t/ano e é uma das principais plantas de recuperação de resíduos na Espanha. Ao todo são quatro linhas de tratamento com capacidade para processar 30 t/h, contando com 10 separadores automáticos AUTOSORT da TOMRA Sorting Recycling. As linhas de processamento são agrupadas duas a duas, de forma simétrica, permitindo que a planta trabalhe com dois tipos diferentes de materiais ao mesmo tempo, com estabilidade e versatilidade do processo.

A Ecocentral Granada emprega diretamente cerca de 190 funcionários e trata os RSU gerados por 144 municípios (812.000 habitantes), assim como os recipientes recolhidos de forma seletiva de toda a província (923.000 habitantes). A recuperação de RSU da Ecocentral em 2015 foi de 10,80% da entrada total, o que equivale a 38.525 toneladas de materiais recicláveis recuperados. A este número somam-se ainda outras 5.670 toneladas de materiais recicláveis recuperados da coleta seletiva, com uma eficiência de recuperação de cerca de 72,5%.

A automatização e as últimas alterações na Ecocentral Granada fizeram com que ela se tornasse uma referência na Espanha e um bom exemplo de alta performance de recuperação. A inclusão das tecnologias avançadas para o tratamento de Resíduos Sólidos, a exemplo dos equipamentos de classificação baseados em sensores óticos da TOMRA, foi relevante para o aumento de eficiência e na melhoria da gestão.

Atualmente, a planta dispõe de 10 unidades AUTOSORT, sendo 4 equipamentos instalados na linha da fração rolante de duas linhas do processo; outros 4 equipamentos estão em paralelo também instalados na linha da fração rolante nas outras duas linhas simétricas, e os 2 equipamentos óticos estão instalados para a recuperação de embalagens e para a recuperação de papel e papelão no rejeito de todas as quatro linhas.

Segundo explicou Ricardo Alonso Pérez, Engenheiro de Serviço de Resíduos da Ecocentral Granada: “Com a introdução dos AUTOSORT, a recuperação de papel e papelão teve um aumento de recuperação de 0,8% a 1% sobre o total da entrada da planta. Atualmente se recuperam por turno entre 5 a 8 toneladas de papel e papelão de grande qualidade”.

Quanto à recuperação de outros materiais como o PET, o PEAD, caixa de bebida, etc: “as vantagens vão desde a alta disponibilidade e alta eficiência de separação, estabilidade e versatilidade para poder separar novos produtos que o mercado demande, a troca dos produtos a serem selecionados ou a reconfiguração da cascata de seleção dos materiais em caso de tratamento de diferentes fluxos de materiais (RSU ou coleta seletiva, por exemplo)”, afirmou Alonso.

A ponte para o mercado brasileiro

A Ecocentral Granada é um exemplos de plantas ao redor do mundo que estão optando pela automatização de processos com equipamentos da TOMRA Sorting Recycling. São mercados mundiais com grandes semelhanças ao mercado brasileiro pela quantidade de lixo que produzem. No entanto, o Brasil ainda está uns passos atrás, no que diz respeito, a grandes volumes de recuperação de materiais recicláveis, ou seja, através de plantas de processamento em alta capacidade de resíduos.

Apesar da grande relutância das empresas brasileiras, muito por causa do nível de investimento avultado, a verdade é que estes tipos de plantas automatizadas são economicamente viáveis, mesmo no mercado brasileiro que está em ascensão. Só pelo fato de permitir recuperar recicláveis que estão em falta no país, devia ser uma das prioridades da política brasileira, assim como das próprias empresas, que iriam obter resultados mais rápidos e ver assim o investimento devolvido a médio prazo.

Fonte: Tomra Sorting Recycling

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Arqplast escolhe equipamentos da Tomra Sorting Recycling para separar matéria-prima reciclada

07/07/2016

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Sediada no município de Boituva, a 130km de São Paulo, a Arqplast Utilidades Domésticas (foto) está há 16 anos no mercado de Utilidades Domésticas. A empresa fabrica produtos com matéria prima 100% reciclada. Isto significa que toda a matéria-prima utilizada provém da sucata, sem misturas com  plástico virgem. Em 2015, a Arqplast deu um passo importante na consolidação de resultados e na qualidade dos produtos finais com a instalação de dois equipamentos Autosort da Tomra Sorting Recycling que permitem processar cinco toneladas de plásticos por hora.

O Autosort combina os sensores NIR (Near Infrared) e VIS e permite reconhecer e separar com precisão e velocidade uma grande quantidade de materiais em função do tipo e composição, obtendo frações de elevada pureza. Na fábrica da Arqplast, os dois equipamentos processam Polipropileno (PP) que vem misturado com Polietileno (PE), por vezes com até 30% de impurezas. Esta solução proporcionada pela Tomra Sorting Recycling veio alterar a realidade da fábrica, que até então tinha processos bastante manuais e elevadas perdas, assim como altos custos de produção.

Arqplast evolui com tecnologia baseada em sensores

Negócio familiar, a Arqplast disponibiliza para o mercado mais de 200 produtos 100% reciclados. São baldes, bacias, cestos, caixas multiuso, containers, móveis, maletas, coletores para lixo, pallets e uma grande variedade de utilidades domésticas em geral que deixam de virar lixo para se transformar produtos úteis. Atualmente, a empresa possui na fábrica cerca de 150 máquinas que produzem 90 toneladas de PP diariamente.

Antes da chegada dos equipamentos da Tomra Sorting Recycling, houve todo um processo de evolução que permitiu chegar aos níveis e valores atuais. Num primeiro momento, a empresa trabalhava na linha de produção apenas com os produtos finais de plástico. Mais tarde, após uma “verticalização” dos processos, começaram a trabalhar com a resina de sua própria produção – depois de instaladas linhas de extrusão. Finalmente, começaram a comprar pós-consumo, pré-escolhido, e fardos de PP para lavar e moer. Contudo, todos estes processos tinham uma componente muito manual, que provocava muitas perdas e altos custo.

Para reforçar a posição no mercado brasileiro, a planta da Arqplast está neste momento em contato com a Associação Brasileira da Indústria do Plástico, de forma a conseguir obter o Selo Nacional de Plásticos Reciclados – SENAPLAS -, que certifica a origem da resina reciclada em seus produtos. O certificado procura ainda identificar e valorizar as empresas Recicladoras, que trabalham dentro dos critérios Socioambientais e Econômicos exigidos pela Lei.

O processo antes e depois da Tomra Sorting Recycling

Como explicado por Arquimedes Silva, proprietário da fábrica, antes da entrada dos equipamentos da Tomra Sorting Recycling na fábrica, o processo passava por comprar fardos de PP que eram selecionados à mão por material e cor. Silva sublinha ainda que “internamente, estava enraizado que não era possível selecionar tudo e que era necessário recorrer ao mercado para conseguir PP moído já selecionado”. Para agravar a situação, além das altas perdas em todo o processo, havia um custo elevado com o pigmento para coloração do material, que também era importado e altamente dispendioso.

Com a entrada dos equipamentos em funcionamento em Março de 2015, de imediato aumentou a capacidade de seleção, o que permitiu que todo o material necessário fosse produzido dentro da fábrica, evitando assim material moído por terceiros. Além disso, o produto obtido passou a ser mais puro e com maior qualidade. Com os equipamentos da Tomra, foi possível reduzir os custos operacionais e de manutenção. Agora, a Arqplast está preparada para organizar o material em famílias de cores, o que permitiu uma redução na utilização dos pigmentos para alcançar as cores desejadas.

Maior recuperação

Segundo explicou Arquimedes Silva: “Com a introdução dos equipamentos Autosort, a recuperação de PE e PP teve um incremento de 3500 kg/h em comparação com os 1500 kg/h que vinham sendo registrados anteriormente, traduzindo-se assim num maior volume de entradas na fábrica. Atualmente recuperam-se entre 80 e 90 toneladas de boa qualidade de produto neste fluxo diariamente”.

“Os equipamentos da Tomra Sorting Recycling permitiram reduzir o número de funcionários na triagem, aumentando a eficiência e a pureza do material recuperado, o que permitiu recolocar o pessoal em outras áreas mais estratégicas da planta”, afirmou o proprietário.

Arquimedes Silva destacou ainda “os reduzidos custos de manutenção, assim como a facilidade na limpeza dos equipamentos, que são bastantes fáceis de operar”.

Processo de utilização

Neste momento, os dois equipamentos da Tomra têm funções diferentes na fábrica da Arqplast. Como o foco está na recuperação de PP, o primeiro equipamento seleciona todo o material que pode ser utilizado, sendo depois enviado para uma seleção manual por cores.

Já o segundo, está dividido em dois processamentos. Num primeiro processamento, separa PE, que tem um alto valor de mercado e que pode ser vendido posteriormente. O que for rejeitado num primeiro processamento, passa diretamente para o segundo, com o principal objetivo de separar PS positivo.

O conceito principal passa por enviar PP livre de impurezas para depois ser separado manualmente por cores, dado que é uma tarefa mais fácil dentro da fábrica. Considerando, que o material tem por vezes 30/40% de contaminação de outros polímeros com elevado valor de mercado, a segunda unidade, tem como objetivo a recuperação desse material.

A Arqplast teve o primeiro conhecimento da Tomra Sorting Recycling em 2013, ocasião em que tomou contato com a tecnologia de separação automática. Depois de várias demonstrações em plantas brasileiras e no exterior, em 2014 consumou-se o acordo entre as duas empresas e há um ano os equipamentos entraram em pleno funcionamento.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras.

Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Recycling

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Tomra Recycling celebra 20º aniversário na IFAT Munique desenvolvendo a indústria de separação baseada em sensores

23/06/2016

TOMRA_Optimal-performance_why-risk-anything-elseNo 50º aniversário da IFAT Munique, ocorre uma outra comemoração: a seção da Tomra Recycling comemora duas décadas de negócios. Lançada inicialmente como empresa norueguesa Titech Autosort em 1996, a empresa emergiu a partir de um projeto P&D que se iniciou em 1993.

Combinando a sua experiência prática com a sua pioneira tecnologia, a Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica atualmente uma inovadora tecnologia de separação baseada em sensores óticos para a indústria de reciclagem global e de tratamento de resíduos.

Inovação contínua e avanços tecnológicos

Responsável pela introdução do primeiro sensor de infravermelho próximo (NIR) utilizado para a separação de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua a ser pioneira na indústria, com os seus métodos de extração de frações de alta pureza a partir de resíduos urbanos, contribuindo para maximizar produtividade e lucros.

O portfólio de sensores da empresa se expandiu principalmente pelas significativas aquisições de empresas como a RealVisionsort, CommodasUltrasort, Odenberg e Best, bem como através do uso simples ou de multi-sensores que permitiu estender o número de aplicações de seleção por sensores. Esta estratégia continua a criar novas oportunidades para as empresas no que diz respeito à recuperação de materiais recicláveis, permitindo-as dar resposta de forma cada vez mais flexível às exigências atuais e futuras de mercado.

Da mesma forma, o número aplicações desenvolvidas pela Tomra Sorting Recycling em colaboração com os clientes tem crescido nos últimos anos e tem assumido um perfil internacional: Atualmente mais de 4.400 sistemas já foram instalados em 50 países no mundo, afirma a empresa.

A tecnologia de triagem automatizada tem experimentado um salto ao longo de duas décadas, que produzem melhorias expressivas na resolução do sensor. Avançadas fontes de luz facilitam a separação de materiais com alta precisão e eficiência, sendo que ao mesmo tempo se reduziu o consumo de energia. Tais avanços tecnológicos permitem agora a detecção de objetos ultra-finos – tais como materiais de 0,5mm, enquanto que objetos maiores podem ser digitalizados com melhor precisão.

As tendências do mercado e outros fatores de pressão

Com legislações nacionais que estabeleçam claramente as taxas de recuperação de resíduos e que promovam vigorosamente a separação de muitos tipos diferentes de materiais em frações homogêneas, a separação baseada em sensor sustentada por um compreensivo serviço de suporte desde o início, oferece uma solução técnica, comercial e ambiental ideal para cumprir essas metas cada vez mais rigorosas.

Melhor desempenho, estabilidade e segurança

Num mercado onde o preço das matérias-primas é baixo, as margens de lucro são apertadas e o acesso ao financiamento continua a ser um desafio, a confiança e a consistência da qualidade do produto tornam-se ainda mais importantes.

Tom Eng, Diretor-Geral da Tomra Sorting Recycling, explica: “Todo o futuro da empresa está em linha quando investes em equipamento. Então, nós apreciamos o quanto é importante acertarmos desde a primeira vez”.

Eng continua: “20 anos é um verdadeiro marco na indústria de separação por sensores. Vinte anos significa que um cliente pode confiar nos nossos produtos. É importante trazer para o cliente a sensação de segurança”.

A razão pela qual os clientes se podem sentir seguros, acredita Eng, é muito simples: “Desde o início, trata-se de pessoas. Temos pessoas de qualidade desde o início que ainda hoje estão na empresa. Isso é uma riqueza e profundidade de conhecimento que vai além do produto que você vende”.

Titech em Tomra

A empresa passa por um programa de mudança de marca desde Fevereiro de 2012, de forma a tornar-se mais alinhada com a sua matriz norueguesa, Tomra Systems ASA. A empresa adquiriu a Titech em 2004.

O passo final no processo de mudança de marca da Tomra Sorting Recycling passava por racionalizar o seu portfólio de produtos, removendo a palavra ‘Titech’ dos nomes dos modelos associados aos seus sistemas de classificação do ano passado. Por exemplo, o produto mais vendido pela companhia, uma vez conhecido como Titech Autosort, agora é simplesmente designado ‘AUTOSORT ‘.

Comentando sobre a mudança de marca, o Diretor-Comercial da Tomra Sorting Recycling, Jonathan Clarke, disse: “Ao completar a mudança de marca dentro do nosso negócio, estamos aumentando significativamente a visibilidade da Tomra em todo o mundo. Sinergias entre tecnologias dos diversos segmentos tem ressaltado a habilidade da Tomra Sorting para desenvolver a classificação baseada em sensores para novos segmentos, mercados e aplicações. Estamos agora melhor posicionados para responder aos desafios dos clientes e da indústria mais rápido do que antes, enquanto continuamos a oferecer os produtos com melhor valor”.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras.

Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Recycling

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Tomra Sorting Recycling apresenta tecnologia de classificação por sensores em Conferência Européia de Reciclagem de Plásticos

23/11/2015
Equipamento Titech Autosort para separação de resíduos plásticos

Equipamento Autosort para separação de resíduos plásticos

Como incrementar a quantidade de resíduos de plásticos que chegam às recicladoras e como conseguir uma alta qualidade do produto final com soluções de tecnologias avançadas foram os principais temas em debate da Conferência europeia de Reciclagem de Plásticos, que se realizou em Madri, no dia 28 de outubro.

A Tomra Sorting Recycling (www.Tomra.com/recycling) foi uma das empresas convidadas e Judit Jansana, Diretora Comercial para Espanha e Portugal, uma das oradoras principais nas sessões centrais da Conferência. Sob o tema “Potencializar a qualidade na linha de classificação”, ela se focalizou em apresentar as melhores soluções que podem ser adotadas por plantas de recuperação de materiais para aprimorar os processos de recuperação e reciclagem de plásticos, e assim, obter um produto final que satisfaça e exceda as especificações de qualidade.

Judit-Jansana

Judit Jansana, Diretora Comercial da Tomra para Espanha e Portugal

O uso da tecnologia de classificação por sensores para incrementar a quantidade e qualidade do plástico recuperado nas linhas de classificação foi o núcleo central da intervenção, que terminou com uma análise sobre as ameaças e oportunidades para o setor do plástico. Jansana descreveu como funcionam os equipamentos de classificação da Tomra, dotados de tecnologia de sensores que permitem identificar objetos na esteira transportadora, baseando-se na sua forma, tamanho, cor e tipo de material… para separá-los de forma precisa e rápida com jatos de ar ou dedos mecânicos, maximizando assim a eficiência da classificação. Para a classificação dos diferentes resíduos, os equipamentos dispõem de diferentes tecnologias de detecção, tais como câmaras, sensores raio-X, infravermelhos (NIR), espectrometria visível (VIS), sensores eletromagnéticos, etc.

Além disso, Jansana expôs várias possíveis formas de se incrementar a quantidade de plásticos a recuperar. Como, por exemplo, aumentando a recuperação nas próprias plantas de classificação de resíduos, especialmente nas plantas de tratamento de restos de fração ou de resíduos sólidos (plantas de RSU). Jansana explicou também que é igualmente possível incrementar a qualidade do plástico obtido nas plantas de Resíduos Sólidos Urbanos, estendendo o processo atual com equipamentos de separação automática adicionais para a separação de PET multicamada  ou para a classificação por cores (como a separação de PEAD natural do resto das cores, por exemplo), com um projeto adequado das linhas de tratamento, à base de equipamentos com sensores, que permitem facilmente separar o plásticos de outros resíduos e classificá-los por tipos, obtendo assim um alto grau de pureza e a qualidade técnica. Com a tecnologia de sensores, pode-se inclusive remover os objetos com retardantes à base de Bromo, conteúdos existentes em muitos produtos plásticos procedentes dos resíduos elétricos- eletrônicos, hoje proibidos pela norma européia. Judit Jansana ilustrou a sua exposição com exemplos gráficos de configurações de diferentes equipamentos Tomra nas linhas de classificação.

Relativamente ao segmento dos resíduos de embalagens, Jansana estimou ser necessário uma mudança normativa para incentivar o projetos dos mesmos (misturas, materiais compostos ou aditivos), que facilitem a sua reciclagem no final da sua vida útil. Já em relação às oportunidades do setor, Jansana destacou o desenvolvimento de novas aplicações como PP, misturas de plásticos e multicamadas.

A Conferência Europeia de Reciclagem de Plásticos é um fórum internacional dedicado à reciclagem de plástico, em que se expõe e se debatem as soluções e os desafios que enfrenta a indústria atualmente, representando assim mesmo uma oportunidade de estabelecer contato com os principais setores da indústria de reciclagem de plástico.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa reinvidica já ter instalado mais de 4.400 sistemas em 40 países de todo o mundo. A empresa foi responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 550 milhões de euros e emprega mais de 2.400 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Entrevista com Carina Arita – Diretora Comercial da Tomra Sorting Recycling Brasil

11/11/2015
Carina Arita

Carina Arita

A Tomra Sorting Recycling concebe e fabrica tecnologias para a separação baseada em sensores para a indústira da reciclagem e da gestão de resíduos. Conta com mais de 4400 sistemas instalados em 40 países.. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelhos próximos do mundo para aplicações no campo da reciclagem de resíduos, a Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, despela e controle de processos para a indústria alimentar e de mineração, entre outras. A Tomra Sorting está no Brasil desde 2011, por meio de sua filial, e conta com equipe para instalação e manutenção de seus próprios equipamentos Titech. O Blog do Plástico entrevistou a Diretora Comercial da Tomra Brasil, Carina Arita

Blog do Plástico: Carina, qual o tipo de sistema de separação de resíduos plásticos para reciclagem dominante hoje no mercado brasileiro ?

Carina Arita: Atualmente predominam sistemas manuais. Entretanto com a necessidade de aumento de escala, qualidade e pureza, as empresas estão buscando tecnologias de sistemas automatizados para a seleção.

BP – Quais são os desafios com que se depara o mercado brasileiro em matéria de reciclagem de plásticos?

CA – Como muitos outros países em desenvolvimento, o Brasil se esforça para crescer e ainda combater a pobreza e a desigualdade, promovendo a inclusão social dos grupos e comunidades mais desfavorecidos. Um destes grupos é o dos catadores de resíduos. Apesar das condições sociais e de trabalho precárias, os catadores constituem a base da cadeia produtiva de reciclagem, pois estima-se que, atualmente, 90 % de todo o material reciclado no Brasil seja recuperado por suas mãos. Um estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima em cerca de 400.000 o número de catadores existentes no Brasil, enquanto o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) garante chegar a 800.000 o número de trabalhadores dedicados a essa atividade. É um grupo tão importante que o texto legal da Política Nacional de Resíduos Sólidos, de 2010 estabelece como um de seus objetivos a integração dos catadores nos sistemas formais de gestão de resíduos e destaca para os recicladores o quanto pode ser rentável a sua inclusão no setor formal.

BP – Pela experiência da Tomra Sorting Recycling no Brasil, qual o perfil padrão do cliente de seus sistemas de separação de resíduos plásticos?

CA – Todas aquelas empresas que apresentam em seu processo produtivo uma etapa de triagem e seleção de tipos de plásticos e cores, sejam eles fabricantes de resina reciclada ou aparistas. Como o mercado ainda esta em desenvolvimento, não ha um perfil padrão estabelecido. Assim, a Tomra conta com uma equipe especializada em assessorar as empresas a desenvolverem a solução ideal, seja ela completa ou em fases, buscando o melhor custo-beneficio.

BP – Que vantagens estão associadas à utilização dos processos de automação da Tomra Sorting Recycling?

CA – Os equipamentos Autosort facilitam o trabalho dos triadores, realizando as tarefas de separação mais complicadas que envolvem as frações mais difíceis de identificar visualmente, tais como distinguir o polietileno de alta densidade (PEAD) do polipropileno (PP). Limpando e removendo as impurezas, o Autosort deixa apenas os materiais que interessam recuperar, sem necessidade de se trabalhar entre dejetos orgânicos ou sanitários insalubres.

Além disso, os equipamentos Autosort permitem utilizar vários programas de trabalho distintos para separar diferentes materiais, como por exemplo PET, PEAD, PP ou filme de PEAD, separando-os também por cores. Os triadores trabalharão em tarefas de separação por cores e dos materiais mais fáceis de identificar, como PET e Tetrapak. Isso incrementa a produtividade e a rentabilidade de todo o processo e garante a qualidade dos produtos separados, o que leva a lucros maiores na venda dos subprodutos.

BP – Pela experiência da Tomra Sorting Recycling no Brasil, em quanto tempo, em média, retorna o capital investido no sistema de separação de refugos plásticos da Tomra ?

CA – O retorno de investimento do sistema de separação ótica (considerando inclusão desta etapa em linha pre-existente) é estimado de 1 a 3 anos.

BP – Quais são a infraestrutura adequada para uma boa operação do sistema da Tomra ?   

CA – Cada projeto é elaborado para necessidades especificas, de forma customizada e única. Descrevo a seguir um exemplo de solução simplificada:

O processo começa quando os resíduos a serem separados são levados por uma pá carregadeira a uma moega e uma esteira de alimentação. Em seguida, há uma primeira cabine de controle manual. Aqui os elementos volumosos, que podem frear ou bloquear o processo, são retirados e depositados em contêineres localizados abaixo da cabine. Depois desse controle estão localizados os rasgadores de sacos, encarregados de rasgar os sacos para facilitar o esvaziamento dentro do separador balístico que vem em seguida. Este equipamento separa os elementos rolantes e pesados (3D) dos achatados e leves (2D), ou seja, separa as garrafas plásticas do papel e papelão e dos filmes de plástico. Acima da linha de rolantes (3D), que é a mais abundante, está um equipamento separador Autosort que identifica e separa os plásticos por tipo e cor. Em uma primeira etapa, o equipamento separa o polietileno de alta densidade (PEAD), que segue pela esteira transportadora até uma cabine de controle. Ali é separado manualmente: o PEAD natural, para um lado e o PEAD colorido, para outro. Há grande vantagem nessa prática: um plástico PEAD, difícil de ser distinguido visualmente do polipropileno (PP), é retirado da linha antes de entrar na cabine de triagem secundária. Nessa cabine, triadores enfileiram-se de ambos os lados da esteira de triagem e separam os elementos mais simples de serem identificados: filme plástico, PET, PP e Tetrapak. Posteriormente o PET será reprocessado através do Autosort (“programa 2”), que separa o PET transparente do colorido, deixando uma última separação, a do PET verde das demais cores, para a cabine de controle manual. Por último, o PP será reprocessado através do Autosort (“programa 3”) que irá soprar o PP natural para separá-lo das outras cores. Como vantagem, com um só equipamento Autosort é possível separar diferentes materiais, bastando apenas alterar o programa de trabalho. Deste modo, o processo é uma perfeita combinação de maquinário e trabalhadores, para obter os padrões máximos de eficiência, qualidade e de segurança e saúde no trabalho.

BP – Qual é o ranking do sistema Autosort da Tomra entre as principais tecnologias para seleção e separação de resíduos plásticos comercializadas no Brasil?

CA – O sistema Autosort é o mais vendido pois se trata de um sistema multifuncional baseado em sensores capaz de identificar cada um dos polímeros (PET, PEAD, PP, PS, PVC, ABS, etc.), papel, papelão, tetrapak – por critério de material e de cor. E como esses são os materiais recicláveis com mais abundância no resíduo urbano, torna-se o sistema com as aplicações mais comuns. Além de poder trabalhar em linha ou de forma independente.

BP – Quais os diferenciais técnicos oferecidos pelos sistemas de separação de resíduos plástico da Tomra Sorting em relação aos outros existentes no mercado ?

CA – Considerando a nossa tecnologia diferenciada (flying beam com duoline), ela atinge maior resolução com baixo ruído de sinal, resultando em maior eficiência, produtividade e pureza. Com o lançamento da nova geração recentemente, promovemos uma otimização do sistema com a redução de fontes de iluminação infravermelho, consequentemente reduzindo o consumo elétrico em 70%. E o novo modulo de válvulas de ejeção apresentam velocidade superior a 1ms.

BP – Como funcionam as tecnologias Duoline e Flying Beam?

CA – A tecnologia flying beam de espelho poligonal rotativo é utilizada para a distribuição da iluminação e para a captação do espectro refletido focalizando principalmente o ponto de leitura, desta forma é possível varrer a largura da esteira toda, realizando essa leitura em duas linhas de pixels (duoline) obtendo as informações de material, cor, formato e posicionamento na esteira. Realizando tudo isso com rapidez, baixo consumo elétrico e alta performance.

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Tomra Sorting Solutions ganha Prêmio Internacional de Design por sua interface de usuário

29/09/2015

TOMRA-CUI

A interface de usuário comum da Tomra (CUI, Common User Interface), criada pela Tomra Sorting Solutions e a Design Partners, recebeu o prêmio internacional de excelência em design (IDEA, International Design Excellence Award) deste ano, em uma cerimônia em Seattle, EUA, no dia 22 de agosto. A IDEA é uma das competições de design mais prestigiadas no mundo e já está em sua 35.ª edição, sendo organizada pela Sociedade dos Designers Industriais da América (IDSA, Industrial Designers Society of America). Entre os 1700 produtos que participaram  da  IDEA 2015, foram selecionados 28 prêmios de ouro, 53 de prata e 83 de bronze em 20 categorias.

A CUI da Tomra foi premiada com prata na categoria “Design Digital”. Os critérios de avaliação incluíram inovação, beneficios para o usuário, responsabilidade, apelo visual e estética apropriada. A CUI foi criada para que o usuário possa ter mais flexibilidade nos ajustes de seleção e para permitir um controle amigável do usuário.

“Receber um prêmio prata numa competição tão prestigiada é uma aprovação da qualidade do design presente nos sistemas de seleção Tomra e um aumento do valor agregado dos nossos produtos junto aos clientes. A CUI da Tomra é um design de interface de usuário inovador que torna os sistemas Tomra de seleção mais acessíveis, facilitando o seu uso e operação. A vantagem desta nova interface de usuário é permitir que nossos clientes obtenham melhor controle e performance do seu sistema de separação e, em última análise, o aumento da sua produtividade”, explica John McGloughlin, Responsável pela Inovação, Estratégia e Design na Tomra Sorting Food.

A CUI já foi implementada nas séries de reciclagem Finder da Tomra, no Sistema de Separação de Batatas (FPS, Field Potato Sorter) e no Halo, ambos sistemas de separação baseados em sensores para a indústria alimentícia , bem como no sistema de mineração COM Tertiary EM e será ampliado às demais linhas de produto.

O CEO da Design Partners, Brian Stephens, comentou o prêmio recebido recentemente: “O design de qualidade constrói as marcas de forma significativa, melhorando as vidas dos consumidores e motivando o sucesso comercial. A diversidade e o status destes prêmios reconhecem a criatividade e a excelência técnica necessárias para criar este valor em diferentes indústrias”.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Recicladora Multilixo consolida parceria com a Tomra com aquisição de segundo separador ótico

15/09/2015

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A fábrica de reciclagem de resíduos comerciais e industriais do grupo Multilixo já conta com um equipamento Autosort (foto) com capacidade para processar 3,5 toneladas de papel e plástico (recicláveis secos de escritórios) por hora. Segundo a empresa, esse equipamento permitiu duplicar a capacidade de produção da fábrica, aumentar as vendas e facilitar o trabalho dos operários. Devido aos resultados positivos, o grupo adquiriu recentemente o segundo separador ótico Autosort, de forma a aumentar ainda mais a capacidade de produção da fábrica.

A Multilixo, com uma experiência de 18 anos no setor da gestão de resíduos, é formada por um grupo de empresas que desenvolvem projetos e sistemas de gestão nos campos de logística integrada na coleta, transporte e gestão de todos os tipos de resíduos.

Uma das empresas do grupo, a Flacipel, tem a sua fábrica de reciclagem de resíduos comerciais situada em Guarulhos, São Paulo. A recente modernização do seu processo produtivo com a aquisição dos separadores óticos de resíduos Autosort, fabricados pela Tomra Sorting Recycling, permitiu que se passasse de uma separação de plásticos e papel totalmente manual, a cargo de 60 pessoas em 3 esteiras, para uma separação semiautomatizada. Com isso, a fábrica duplicou a sua produção, além de obter um produto de maior qualidade.

O novo Autosort foi instalado na linha 2D, soprando a fração de papel branco, separando plásticos, cartão e papel de cor. O equipamento tem uma capacidade de processamento de 3,5 toneladas de material por hora e permitiu um aumento da produção de 27 a 35 fardos de material por dia.

Silvio Urias Pereira, proprietário da fábrica, manifestou a sua satisfação com os resultados: “O equipamento superou as minhas expectativas. O meu objetivo atual é adquirir mais equipamentos para a separação de resíduos. A qualidade do produto é excelente e, com esta tecnologia, a capacidade de produção aumentou 100%. Tal como em outras ocasiões, a TOMRA ofereceu todo o seu apoio, tanto técnico como de formação, para facilitar a adaptação dos operários à linha de seleção semiautomatizada. Algo que se produziu rapidamente, já que atualmente estão totalmente familiarizados com o processo. A adaptação ao seu manuseio foi simples, a máquina foi integrada com toda a facilidade na linha e melhoraram-se as condições de trabalho. Além disso, a sua manutenção é simples e não implica nenhum problema; apenas é necessário cumprir o plano estabelecido”, afirmou Silvio.

“Estamos muito satisfeitos com a mudança. A fração de papel branco é muito boa. Além disso aumentou-se a recuperação de filme plástico. Em ambos os casos, as vendas aumentaram significativamente. E até ao momento não houve nenhuma redução de mão-de-obra, apenas se melhorou a qualidade do produto e a produção”, concluiu Silvio.

Autosort estará presente na próxima feira RWM Brasil 2015

A tecnologia do Autosort, um sistema multifuncional de precisão e capacidade, poderá ser vista em um equipamento em demonstração na 3.ª edição da RWM Brasil 2015, que se realizará em São Paulo nos próximos dias 29 e 30 de setembro.

A Tomra Sorting Recycling voltará a participar com os seus produtos nesta feira dedicada à gestão de resíduos sólidos urbanos, uma das mais importantes da sua especialidade no Brasil. A Tomra Sorting Recycling estará no estande número B1.

A Tomra Sorting Recycling explica que o Autosort combina os sensores NIR e VIS e permite reconhecer e separar com precisão e velocidade uma grande quantidade de materiais em função do tipo e composição, obtendo frações de elevada pureza. É um sistema compacto que se caracteriza pela sua fácil instalação e integração em fábricas, o seu fácil manuseio, a simplicidade dos seus componentes e a sua potência, confiabilidade e precisão, assegura o fabricante. O Autosort incorpora a tecnologia FLying Beam®, permitindo economizar até 70% da energia ao iluminar exclusivamente a área que se está analisando. Inclui também a tecnologia Duoline para realizar uma dupla análise, garantindo precisão ao processo de separação. A sua elevada eficiência energética e a sua manutenção simples e reduzida ajudam, além disso, a reduzir os custos de funcionamento, segundo a Tomra.

O Autosort permite diferentes configurações para se adaptar a diferentes aplicações, separando desde papel e papelão (impresso, revestido ou para destintar) até numerosos tipos de plástico (PE, PP, PS, PVC, PET, EPS, ABS entre si, por tipo de polímero e por cores). Também se aplica à limpeza de madeira virgem, compensada e aglomerada, separação de material orgânico ou inorgânico ou, em combinação com um sensor eletromagnético, à recuperação de metais não ferrosos, incluindo cabos elétricos ou placas de circuitos impressos, etc.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 40 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelhos próximos para aplicações de separação de resíduos, o grupo Tomra também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 550 milhões de euros e emprega mais de 2.400 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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