Posts Tagged ‘Dow’

Dow anuncia nova vice-presidente comercial para o negócio de Plásticos e Embalagens na América Latina

13/06/2022

Izabel Assis

Izabel Assis é a nova vice-presidente comercial, sucedendo Daniella Souza Miranda, que assume a direção global de Marketing e Digital

Izabel Assis, que atuava como diretora comercial do negócio Soluções Industriais para a América do Norte na Dow, foi nomeada vice-presidente comercial de Packaging & Specialty Plastics (P&SP) para a América Latina, sucedendo a Daniella Souza Miranda, que recentemente assumiu a direção global de Marketing e Digital.

Na Dow desde o ano 2000, Izabel, que é brasileira, passou por diversas operações e áreas no país e fora dele. Nos últimos 11 anos, esteve na sede da Dow em Midland, Michigan, e acumulou experiências em diferentes negócios da companhia, sendo a mais recente como diretora comercial para o negócio Industrial Solutions para a América do Norte.

A executiva se reportará a Diego Donoso, presidente global do negócio Plásticos e Embalagens, e representará a América Latina em decisões globais da unidade de negócio. Assis dará continuidade às estratégias focadas em inovação, sustentabilidade, experiência do cliente e geração de valor

“Em um momento em que a transição para um futuro circular e de baixo carbono se faz cada vez mais relevante e urgente, sinto-me honrada em abraçar esse grande desafio ao lado de um time de profissionais brilhantes na América Latina”, enfatiza.

Daniella Miranda

Daniella Souza Miranda assume a diretoria global de Marketing e Digital do Negócio de P&SP. Daniella conduzirá a colaboração entre organizações de marketing regionais, incluindo a comercialização das soluções circulares e de baixo carbono da Dow, e será responsável pela estrutura global de comercialização da resina pós-consumo (PCR). Ela também liderará a frente de transformação digital da companhia.

Na Dow desde 1997, Daniella passou por diversas posições em diferentes países, negócios e funções, sendo a mais recente como Vice-Presidente Comercial para P&SP na América Latina, função que exercia desde 2018. “Sinto muito orgulho da minha trajetória na Dow ao longo de tantos anos. Por isso, é com sentimento de profunda gratidão que fecho o meu ciclo na América Latina e, ainda no mesmo negócio, inicio uma nova jornada, na qual seguirei trabalhando com foco em inovação, sustentabilidade e experiência dos clientes”, finaliza Daniella.

Curta nossa página no

Campanha Reúse promove a coleta e reciclagem de geladeiras e freezers

06/06/2022

Iniciativa desenvolvida pela Dow, em parceria com Instituto Akatu e a Indústria Fox, visa fomentar a reciclagem de materiais de geladeiras e freezers na região de Jundiaí (SP) e cidades próximas: Itu, Itupeva, Cabreúva, Salto e Valinhos

A Dow, em parceria com Instituto Akatu e a Indústria Fox, anuncia o início da Campanha “Reúse – o descarte correto é só o começo” para a coleta seletiva e a reciclagem de geladeiras e freezers. Com investimento de mais de R$ 1 milhão, iniciativa tem como objetivo facilitar as condições para a gestão dos resíduos e reutilização dos materiais contidos nestes aparelhos, fomentando a circularidade e o desenvolvimento socioeconômico na região onde está sendo realizada.

Ao orientar e estimular a população dos municípios de Jundiaí (SP) e cidades próximas em relação ao descarte adequado de geladeiras e freezers antigos, a campanha Reúse também contribui diretamente para um consumo mais racional de eletricidade por parte da população local, uma vez que ajuda a reduzir o volume em operação de equipamentos antigos e menos eficientes no uso da energia elétrica. A Indústria Fox, situada em Cabreúva (SP), é a responsável pela coleta e reaproveitamento de peças e materiais dos eletrodomésticos descartados. A empresa é pioneira no Brasil em manufatura reversa e atua na desmontagem de aparelhos antigos, reciclagem dos componentes e destruição dos gases CFC (Clorofluorocarboneto), o que contribui para o combate ao aquecimento global e possibilita a proteção da camada de ozônio.

Nas cidades alcançadas pelo projeto, a campanha irá oferecer diferentes modalidades de participação, que incluem desde a possibilidade de agendamento para coleta gratuita da geladeira ou freezer antigo na residência do consumidor até a oferta de desconto na compra dos eletrodomésticos remanufaturados mediante o descarte da geladeira ou freezer usado. As informações sobre como agendar a coleta gratuita e realizar a compra dos equipamentos remanufaturados com desconto estão disponíveis para a população em https://bit.ly/projeto-Reuse.

Além disso, o Instituto Akatu coordenará iniciativas de sensibilização e comunicação do projeto em escolas, nas organizações da sociedade civil locais, junto aos consumidores e à cadeia de reciclagem. O objetivo dessas ações, que estão em fase de desenvolvimento e serão realizadas em parceria com prefeituras, consiste em ampliar a mobilização sobre a gestão de resíduos e divulgar os impactos do descarte incorreto dos aparelhos.

“As ações com a comunidade e público escolar por meio de conteúdos, materiais, e metodologia visam estimular a melhora dos seus hábitos pós-consumo, tais como a eliminação final adequada de geladeira e freezers antigos por meio de um sistema de gestão de resíduos que estimule a eliminação apropriada do equipamento descartado e facilite as condições para o tratamento correto dos resíduos e a reutilização dos materiais contidos nestes aparelhos”, afirma Fernando Martins, coordenador de projetos de educação do Instituto Akatu.

A Campanha Reúse oferece a oportunidade de estabelecer um modelo de reaproveitamento de materiais para a indústria de eletrodomésticos, trazendo parceiros, clientes e toda a sociedade, para possibilitar que não somente as espumas de poliuretano – como também outros componentes de geladeiras e freezers – sejam corretamente extraídos de aparelhos antigos e reciclados.

”Queremos não somente integrar as cadeias de valor na busca por soluções de circularidade de materiais, como também atuamos para acelerar o desenvolvimento socioeconômico nas regiões onde estamos presentes”, enfatiza Thales Oliveira, líder de sustentabilidade do negócio de Poliuretanos da Dow para a América Latina.

Para Marcelo Souza, CEO da Indústria Fox, a parceria nesse projeto contribuirá ainda mais para a sustentabilidade, a diminuição da degradação do meio ambiente e o equilíbrio socioeconômico. “O sucesso da campanha é mais um passo em direção ao modelo de economia circular, onde o desperdício cede lugar para à regeneração, à recuperação, ao prolongamento de ciclos e à transformação de matérias primas secundárias”, enfatiza.

Descarte correto e reaproveitamento inteligente

Criada em 2021, a campanha Reúse tem como objetivo acrescentar valor às espumas de poliuretano (PU) no fim da vida útil e evitar que esses materiais sejam descartados em aterros ou incinerados. As tecnologias para poliuretano estão entre as principais soluções produzidas pela Dow e utilizadas em aplicações de colchões, móveis estofados, sistemas de refrigeração, entre outros.

Em sua primeira fase, as ações foram realizadas na cidade de Hortolândia (SP), com foco na circularidade de colchões e sofás. Segundo a Dow, o projeto recolheu e encaminhou para a reciclagem mais de 3,5 mil itens, que resultaram no reaproveitamento de 83,8 toneladas de resíduos, entre madeira, espuma de poliuretano, tecidos, borracha, molas e outros materiais. De acordo com a empresa, o total de peças coletadas, caso fossem empilhadas, corresponderiam a 13 Torres Eiffel. Além disso, foram realizadas ações educacionais em cerca de 30 escolas da rede de ensino municipal para a sensibilização e a mobilização de alunos e comunidades para o descarte correto desses materiais.

Impulso à economia circular

Segundo a Dow, o desenvolvimento da campanha Reúse está alinhado à estratégia global e regional da empresa na instituição de ações voltadas para questões sociais e de sustentabilidade. Por meio de parcerias colaborativas, a companhia investe na implementação da economia circular ao desenvolver soluções para fechar os ciclos de recursos nos principais mercados, com foco na gestão de resíduos e reciclagem inclusiva. A iniciativa faz parte do conjunto de ações da Dow com foco nas Metas de Sustentabildiade até 2050.

A Dow possuim um portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones, oferecendo uma variedade de produtos e soluções de base científica a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e aplicações para o consumidor. A Dow opera 104 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2021, gerou aproximadamente US$ 55 bilhões em vendas.

Curta nossa página no

Unipac ganha prêmio internacional de inovação em embalagens

18/04/2022

Empresa é reconhecida pela aplicação pioneira e inédita de tecnologia de plasma na fabricação de embalagens destinadas ao mercado de defensivos agrícolas

A Unipac foi reconhecida pelas embalagens desenvolvidas com a tecnologia de plasma, desta vez internacionalmente. A empresa recebeu o Prêmio Packaging Innovation Awards (Prêmio de Inovação em Embalagens, em português), promovido pela Dow, na categoria Prata.

A conquista foi revelada em cerimônia realizada em 31 de março, transmitida nas redes sociais da Dow, que apontou os destaques em inovação sustentável na área de embalagens, entre 189 projetos inscritos, dos quais 36 foram finalistas. O Packaging Innovation Awards prestigia, desde 1986, as principais novidades na indústria mundial de embalagens, com foco no avanço tecnológico, na sustentabilidade e na melhoria da experiência do usuário. As soluções são avaliadas por juízes independentes, atuantes em diferentes setores e em diversas partes do mundo.

Em 2021, com o mesmo projeto, a Unipac obteve o 1º lugar na categoria Sustentabilidade e conquistou o troféu ouro no Prêmio ABRE, da Associação Brasileira de Embalagem.

Excelência em qualidade e sustentabilidade

A Unipac afirma que foi a primeira empresa, no Brasil, a fabricar embalagens rígidas para defensivos agrícolas com tecnologia de plasma, dentro dos rigorosos protocolos baseados em normas internacionais de avaliação de compatibilidade com produtos químicos e em requisitos regulatórios vigentes. O resultado traduz-se em embalagens em consonância com as necessidades de segurança e proteção requeridas no envase e transporte desses produtos, com viés sustentável e ambientalmente amigável.

“Esta premiação é especial por ser promovida pela Dow e por ter abrangência internacional, o que permite apresentar nosso know-how na produção de embalagens de alto desempenho, reforçando o papel da Unipac na vanguarda tecnológica e sua capacidade de desenvolver processos mais sustentáveis”, afirma Mauro Fernandes, Diretor Comercial da empresa.

A tecnologia de plasma, conhecida como “o quarto estado da matéria”, permite que gases e vapores sejam excitados eletronicamente e se tornem altamente reativos, processo que forma uma camada de barreira nanométrica na parte interna das embalagens plásticas, evitando a migração de solventes e a perda de ingredientes ativos. Como resultado, oferece menor impacto ambiental, pois exige menor consumo de energia e emite menos gases de efeito estufa (GEE). É um processo estável, livre de solventes e o produto final é 100% reciclável.

Com 46 anos em 2022, a Unipac é fornecedora de empresas nacionais e internacionais que atuam nos segmentos automotivo, embalagens, logístico, entre outros. Executa seis tipos de processos de transformação em suas unidades produtivas – sopro, injeção, injeção estrutural, extrusão de chapas, termoformagem e rotomoldagem – que estão instalados em Pompeia (matriz) e Limeira (filial), ambas em São Paulo, e nos sites de seus clientes, por meio do modelo in house, nas cidades de Regente Feijó/SP, Paulínia/SP e Maracanaú/CE. Possui em torno de 1.000 colaboradores, que atuam de forma colaborativa e participativa, em um ambiente organizacional favorável ao desenvolvimento constante.

Conta com uma área voltada à inovação e um moderno centro de pesquisa de engenharia avançada em materiais e processos. Além disso, investe em programas e parcerias com outros Centros de Pesquisa e de Inovação e tem capacidade para integrar novas tecnologias digitais para o desenvolvimento de produtos e serviços. Mantém uma ferramentaria para a produção de moldes para os vários processos de transformação. A Unipac é uma das unidades de negócio do Grupo Jacto, composto por importantes empresas que atuam nos segmentos agrícola, tecnologia de aplicação de polímeros (automotivo, embalagens e logística), transporte, equipamentos para serviços de limpeza e higienização, e soluções para a área médica.

Curta nossa página no

Dow divulga os vencedores do Packaging Innovation Awards 2021

16/04/2022

A bolsa stand-up reciclável da OF Packaging venceu o prêmio Diamante, categoria principal.

Em uma cerimônia virtual, realizada no último dia 31 de março, a Dow anunciou os ganhadores do Prêmio Packaging Innovation Awards 2021, que representaram as melhores inovações focadas em sustentabilidade para diversas aplicações.

Há mais de três décadas, o Packaging Innovation Awards reconhece projetos de embalagem excepcionais de todo o mundo, apresentando os avanços mais inovadores com base nos critérios de sustentabilidade, desenvolvimentos tecnológicos e experiência aprimorada dos usuários.

O maior reconhecimento desta edição, o Diamond Award (prêmio Diamante), foi para OF Packaging e sua bolsa stand-up reciclável e de alta barreira Brookfarm, que demonstrou excelência em todos os critérios de julgamento. OF Packaging recebeu um desafio do seu cliente Brookfarm para criar uma estrutura de embalagem de alta barreira para proteger seus produtos de muesli e granola, que também podem ser reciclados nos processos de calçada. A inovadora embalagem ‘Roll n Recycle’ foi criada em colaboração com seus parceiros PREP Design e Results Group.

“A recuperação de embalagens em fim de vida é um desafio. Normalmente, as embalagens flexíveis não são reconhecidas com facilidade por máquinas de recuperação de materiais e a coleta manual desses materiais é difícil – se não, impraticável”, explica Joe Foster, CEO do Close the Loop Group e diretor administrativo da OF Packaging. “Foi preciso muito envolvimento de nossa equipe e dos nossos parceiros, além de mais de um ano de trabalho duro e testes para tornar essa nova embalagem uma realidade. Muitas vezes, a reciclagem de embalagens começa em casa, então, nossa solução permite que os consumidores transformem a embalagem plana vazia 100% polietileno em uma forma 3D, adequada para sua lixeira, para que esteja pronta para reciclagem através dos processos existentes. É uma grande honra receber o Prêmio Diamante e estamos muito gratos por este reconhecimento por profissionais da indústria de todo o mundo.”

Um grupo de juízes independentes de sete países, que representava mais de 300 anos de experiência combinada no setor, avaliou 189 propostas de empresas do mundo todo e projetos de embalagens que vão desde aplicações de alimentos e bebidas a cuidados domésticos e até produtos eletrônicos. Além do vencedor do Prêmio Diamante, 35 outros projetos inspiradores foram reconhecidos: nove vencedores finalistas Diamante, 13 prêmios Ouro e 13 ganhadores Prata.

“A Dow e a indústria de embalagens têm metas muito ambiciosas para acabar com o desperdício, fechar o ciclo e proteger o clima. Olhando para as inscrições deste ano, temos certeza de que estamos na direção certa. Há um foco robusto no projeto para a reciclabilidade, que inicia o ciclo virtuoso e permite que marcas e consumidores desempenhem seu papel na criação de uma economia circular. Também é bom ver a atenção dada à eficiência de recursos e materiais mais seguros”, diz Diego Donoso, presidente de negócios da Dow Packaging & Specialty Plastics. “Meu agradecimento a todos os participantes e à equipe organizadora por um evento de premiação envolvente e energizante.”

A experiência dos prêmios

“O que tornou o 2021 Packaging Innovation Awards particularmente emocionante foi o encontro cara a cara, o que permitiu que os jurados se envolvessem em discussões animadas com muito entusiasmo”, conta o juiz David Luttenberger, diretor global de embalagens do Mintel Group, Ltd. “Com essas inscrições, vi como estamos entrando em uma nova fase, ou próxima geração, de soluções sustentáveis, que gosto de chamar de soluções responsáveis. Porque a responsabilidade traz consigo uma espécie de intuição. E vimos isso neste ano, especialmente com o ganhador Diamante criando uma solução com a capacidade de ação do consumidor em mente.”

Brasil e América Latina tiveram destaque entre os vencedores com um total de 8 prêmios e um finalista na categoria principal Diamond. Confira a lista dos vencedores da nossa região:

Finalista Diamante:

•Embalagens coletivas Kleenex Collective pack por Kimberly-Clark – México

Vencedores do Prêmio Ouro:

•Tampa giratória Dupla ação da SBP
•Bolsa stand-up de polietileno reciclável por Microplast-Coldeplast
•Embalagem de energia multiuso Veja com acionador ‘snap on’ por Reckitt Benckiser
•Garrafa de água reciclada gravada a laser por Valgroup & Danone
•Embalagens recicláveis de erva-mate por Molinos Rio da Prata

Vencedores do Prêmio Prata:

•Barreira de plasma para embalagens de agroquímicos por Unipac
•Embalagem de alimentos de cana-de-açúcar por Foldsign.co

Os prêmios continuam a reconhecer soluções de embalagem de classe mundial que demonstram avanço tecnológico, embalagem responsável e experiência aprimorada do usuário.

A Dow possui um portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow aplicáveis a uma grande variedade de produtos e soluções em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e aplicações para o consumidor. A Dow opera 104 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2021, gerou aproximadamente US$ 55 bilhões em vendas.

Curta nossa página no

Novo Guia de compatibilizantes da Dow focaliza compatibilizantes para reciclagem de embalagens multimateriais

04/04/2022

A Dow desenvolveu o Guia de Compatibilizantes, que traz um portfólio inovador de soluções que melhoram a capacidade de reprocessamento de materiais. O conteúdo está disponível na plataforma “O Futuro do Plástico”, criada pela Dow com o objetivo de incentivar convertedores da indústria do plástico a terem olhar estratégico que contemple rentabilidade do negócio, benefícios ao meio ambiente e à sociedade ao implementar a transição para a economia circular. O guia explica como os compatibilizantes podem ser usados para tornar tecnicamente recicláveis mesmo em estruturas complexas como as embalagens multimateriais.

Repensar o design de embalagem a partir da lógica da circularidade é uma prioridade para a toda a cadeia de bens de consumo. A Dow afirma que tem como meta investir em soluções para embalagens desenhadas para reciclabilidade como um dos caminhos para a economia circular.

A partir dessa premissa, a Dow tem investido em soluções que permitem o desenvolvimento de embalagens monomaterial, como é o caso do Stand Up Pouch de polietileno e de embalagens termoformadas feitas com a tecnologia Phormanto. Porém, vale ressaltar que, em determinadas aplicações, as embalagens requerem altas barreiras ao oxigênio para a conservação de alimentos e de produtos perecíveis. Com isso, são necessários materiais adicionais, como EVOH (Copolímero de Etileno e Álcool Vinílico) e Poliamida, trazendo o desafio de balancear o melhor desempenho da conservação do alimento e da sua embalagem com a sua reciclabilidade.

Para solucionar esse desafio, a Dow afirma ter desenvolvido um portfólio de compatibilizantes que visam melhorar a capacidade de reprocessamento de diferentes materiais no processo de reciclagem. Os compatibilizantes são substâncias que, quando adicionadas às estruturas, permitem que elas sejam recicladas mais facilmente e incorporadas na cadeia de reciclagem de polietileno (PE) existente. Como resultado desse processo, origina-se a resina pós-consumo com melhor qualidade e desempenho – preservando as suas propriedades mecânicas, garante a Dow.

“Uma vez compatibilizado, esse material plástico pós-consumo pode resultar em um filme reciclado de melhor performance, especialmente em relação às propriedades óticas, se comparado a filmes reciclados sem a presença de compatibilizantes”, explica Gianna Buaszczyk, engenheira de Pesquisa e Desenvolvimento na Dow Brasil.

Os compatibilizantes podem ser adicionados a estruturas feitas de diferentes polímeros, como as de EVOH/PE e PA/PE. Eles tornam esses materiais compatíveis, permitindo a reciclagem na cadeia de polietileno. Para tornar a embalagem tecnicamente reciclável desde o momento do seu desenvolvimento, é recomendado incorporar o compatibilizante na estrutura da embalagem.

Além disso, esses elementos ajudam a solucionar outro problema constante: os resíduos (aparas) que sobram do processo de produção de embalagens, que geram custo de armazenagem ou de descarte. Quando o compatibilizante é adicionado no processo de recuperação das aparas, pode gerar, em média, um ganho de até 15% em função do reaproveitamento desse material frente ao descarte.

Entre os compatibilizantes desenvolvidos com exclusividade pela Dow está o Retain 3000. Segundo a empresa, a sua utilização permite adicionar valor às estruturas – que podem voltar ao ciclo de produção pós-consumo na forma de uma resina reciclada de qualidade. Trata-se de uma solução para possibilitar a reciclagem de diversos tipos de embalagens de forma eficiente, otimizar o custo com o reúso de aparas e ser um caminho rumo às metas de sustentabilidade na indústria.

“Criar uma cadeia circular para o plástico de forma a promover a reciclagem segue como uma das metas de sustentabilidade mais importantes para nós, da Dow. Por isso, em minha recente colaboração para a plataforma digital Futuro do Plástico, destaco a utilização dos compatibilizantes como tecnologia inovadora para a expansão da reciclagem e, por consequência, da economia circular. A plataforma dispõe de um guia que explica como os compatibilizantes podem ser usados para tornar tecnicamente recicláveis mesmo estruturas complexas, como as embalagens multimateriais”, afirma Gianna Buaszczyk, engenheira de Pesquisa e Desenvolvimento na Dow Brasil.

Plataforma “O Futuro do Plástico”

“O Futuro do Plástico” surgiu para guiar os convertedores na jornada da economia linear para o modelo circular. A transição pode ser complexa, mas a plataforma auxilia e facilita o caminho com conteúdos, como artigos, vídeos, seções rápidas e materiais exclusivos.

A plataforma existe para incentivar convertedores da indústria do plástico a terem olhar estratégico que contemple rentabilidade do negócio, benefícios ao meio ambiente e à sociedade ao implementar a transição para a economia circular.

Esse projeto é resultado de uma estratégia adotada pela Dow de colocar a sustentabilidade na base do desenvolvimento de novas soluções para a indústria do plástico. O objetivo da empresa é colaborar e inovar para oferecer produtos que contribuam para um mundo melhor por meio de três áreas centrais: proteção ao clima, produção de materiais mais seguros e economia circular.

A Dow possui um portfólio diferenciado de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow com uma grande variedade de produtos e soluções de base científica, ofertados a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e aplicações para o consumidor. A Dow opera 104 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2021, gerou aproximadamente US$ 55 bilhões em vendas.

Curta nossa página no

Dow anuncia parceria com a Univar Solutions para a ampliação da distribuição de produtos direcionados ao mercado de beleza e cuidados pessoais no Brasil

22/11/2021

A parceria prevê a distribuição de linhas de produtos do portfólio de polímeros orgânicos da Dow, tais como os derivados de celulose, amido, poliacrilatos e polietilenoglicol de alto peso molecular, além de surfactantes vegetais e EDTA, com foco em formulações para a indústria cosmética.

A Dow anunciou um acordo firmado com a Univar Solutions, uma das principais distribuidoras globais de produtos químicos e ingredientes especializados, para ampliar a distribuição dos produtos do portfólio de polímeros orgânicos da Dow, linha que conta com uma gama de materiais que incluem produtos sustentáveis e biodegradáveis, no Brasil. O portfólio de polímeros orgânicos é direcionado para a formulação de produtos de beleza e de cuidados pessoais. Com a parceria, esses produtos e o portfolio de silicone da Dow ganham um alcance significativo na oferta de polímeros orgânicos para o mercado brasileiro e possibilitam à indústria o desenvolvimento de aplicações e produtos inovadores para cuidados com o cabelo, proteção solar, limpeza e cuidados com a pele. Segundo a empresa, os materiais possibilitam aos fabricantes atender demandas e tendências de consumo e de mercado, necessidades funcionais e requisitos regulamentares da indústria de maneira sustentável.

O portfólio da linha de polímeros orgânicos da Dow reúne 13 marcas e variam de polímeros multifuncionais e derivados de celulose a agentes quelantes. Segundo a Dow, os materiais possibilitam menor impacto no meio ambiente sem comprometer o desempenho dos produtos. A empresa afirma que o portfólio também é composto por materiais biodegradáveis experimentados e testados para atender diferentes perfis de consumidores em todo o mundo, criando texturas agradáveis em xampus, condicionadores, sabonetes corporais, tinturas de cabelo, cremes e loções, produtos de limpeza para a pele e outras aplicações.

“Os consumidores têm se tornado cada vez mais exigentes em relação ao desempenho e a sustentabilidade dos produtos. Por isso, é necessário desenvolver tecnologias cada vez mais inovadoras que auxiliem a indústria no desenvolvimento de soluções que atendam a esses desafios. Por meio da parceria com a Univar Solutions, possibilitamos o acesso a ingredientes especiais na formulação necessária para inovar e expandir negócios na indústria cosmética. A qualidade de nosso portfólio e a capacidade de distribuição da Univar Solutions nos posiciona no mercado brasileiro para apoiar a inovação de produtos no setor de beleza e cuidados pessoais”, enfatiza Flávia Venturoli, Diretora Comercial de Soluções aos Consumidores da Dow na América Latina.

Para a Univar Solutions, o acordo reforça a força de uma parceria global de longa data com a Dow. “Estamos entusiasmados com esse novo acordo com a Dow para o fornecimento de materiais que possam apoiar a jornada de sustentabilidade da indústria cosmética e de cuidados pessoais, no Brasil. Nossa parceria é um exemplo brilhante de duas empresas de classe mundial que têm paixão e compromisso com a proteção e preservação do meio ambiente, trabalhando juntas para fornecer ofertas de produtos de soluções inovadoras e sustentáveis aos clientes em escala global”, acrescenta Kelly Gilroy, vice-presidente global de beleza e cuidados pessoais da Univar Solutions.

A Dow oferece um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones que são aplicados em uma grande variedade de produtos e soluções em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas. Referências à

A Univar Solutions é uma das principais distribuidoras globais de produtos químicos e ingredientes especializados, contando com uma grande frota de transporte privado, força de vendas norte-americana, know-how logístico, conhecimento regulatório e de mercado, desenvolvimento de formulações e ferramentas digitais,  oferecendo soluções e serviços para vários mercados, indústrias e aplicações.

Curta nossa página no

Dow prorroga inscrições para Packaging Innovation Awards 2021

19/10/2021

Realizado desde 1986, o Packaging Innovation Awards prestigia tecnologias e processos inovadores desenvolvidos por participantes de toda a cadeia de valor do mercado de embalagens.

As inscrições para 33ª edição do Packaging Innovation Awards foram prorrogadas para até o dia 28 de outubro. A premiação, realizada pela Dow, reúne anualmente as principais novidades na indústria de embalagens com foco no avanço tecnológico, na sustentabilidade e na melhoria da experiência do usuário.

“O Packaging Innovation Awards destaca os projetos, novos pontos de vista e ideias que estão ampliando os horizontes da indústria para apresentar verdadeiras inovações que podem simplificar o comércio, impactar a sociedade e impulsionar a economia circular do plástico”, comenta Ana Allegue, diretora de marketing do Negócio de Embalagens Especiais e Plásticos para a América Latina da Dow.

O prazo para submeter um projeto, que pode ser referente a qualquer área da cadeia de valor de embalagem, vai até o dia 28 de outubro e pode ser feito no site: www.dow.com/en-us/market/mkt-packaging/packaging-innovation-award.html. A participação no prêmio é gratuita e os projetos inscritos podem envolver os diferentes tipos de embalagem, desenvolvidas em qualquer material. Todas as inscrições devem contemplar produtos comerciais que estejam no mercado.

“Todas as inscrições serão revisadas e avaliadas por um painel independente e de prestígio de profissionais de todo o mundo, em uma ampla variedade de áreas, incluindo design, engenharia, varejo, conversão e academia. Esses jurados irão analisar e julgar cada projeto com base em três critérios: tecnologia, sustentabilidade e experiência do usuário”, explica a executiva.

Os vencedores na categoria prata, ouro e diamante, além do Prêmio Diamante (de maior honra), que será destinado para o autor do projeto com excelência nas três categorias, serão anunciados no primeiro trimestre de 2022.

“A indústria de embalagens há duas décadas está passando por uma grande transformação, desde a matéria-prima até o chão de fábrica. Essa revolução na cadeia de valor é consequência do impacto da tecnologia, da mudança nos hábitos de compra dos consumidores e da maior consciência, globalmente, do cuidado com o meio ambiente. Os desafios que enfrentamos hoje como setor estão precisamente relacionados a essas questões. Portanto, a inovação é a chave”, finaliza Ana Allegue.

Agenda do Packaging Innovation Awards 2021

Submissão do projeto: www.dow.com/en-us/market/mkt-packaging/packaging-innovation-award.html
Prazo final de inscrições: 28 de outubro de 2021
Prazo para envio de amostras do projeto: 19 de novembro de 2021
Anúncio dos Vencedores: primeiro trimestre de 2022

Curta nossa página no

Dow, Estre, Akatu e Prefeitura de Hortolândia (SP) implementam programa de reaproveitamento de colchões e sofás

13/10/2021

  • A campanha Reuse foi desenvolvida pela Dow e está sendo implementada pelo Instituto Akatu e a Prefeitura Municipal de Hortolândia (SP) para sensibilizar e mobilizar a população em relação ao descarte de resíduos, incluindo colchões
  • Implementada em Hortolândia (SP), a iniciativa prevê a reforma de Postos de Entrega Voluntária; suporte à cooperativa local; ações educativas para professores e alunos da rede pública de ensino; e campanhas direcionadas à população para estimular a coleta e o descarte correto de resíduos e materiais recicláveis
  • Até o momento, cerca de 1.800 colchões e sofás que iriam para aterros sanitários foram coletados e encaminhados à cooperativa local para reaproveitamento dos materiais, incluindo a espuma de poliuretano.
  • Esse número deverá passar de 2.500 sofás e colchões recuperados.
  • Idealizado pela Dow e co-idealizado pelo Instituto Estre, o projeto servirá como piloto para ser replicada em outras localidades.

A Dow está lançando uma campanha para circularidade de colchões: a Reuse, iniciativa que tem como objetivo apoiar a coleta seletiva, sensibilizar e mobilizar a população em relação ao descarte correto e à reciclagem de resíduos. Por meio do Reuse, a Dow quer garantir que a espuma de poliuretano e os demais materiais que compõem os colchões sejam reaproveitados em um novo ciclo de produção, fomentando a circularidade. Até o momento, cerca de 1.800 sofás e colchões, que iriam para aterros sanitários, já foram recolhidos e recuperados pelo Reuse. Até a conclusão do projeto, prevista para dezembro desse ano, esse número deverá passar de 2.500 itens recuperados.

As tecnologias para poliuretano estão entre as principais soluções produzidas pela Dow e utilizadas em aplicações de colchões, móveis estofados e sistemas de refrigeração, entre outros. O desenvolvimento da campanha Reuse está alinhado à estratégia global e regional da companhia na instituição de ações voltadas para questões sociais e de sustentabilidade “Queremos promover a economia circular por meio da sensibilização e da educação, enfatizando os benefícios ambientais, sociais e econômicos da reciclagem de materiais. Estamos implementando uma estrutura que viabiliza a coleta e a entrega dos mais variados produtos, incluindo colchões, a fim de garantir o descarte correto da espuma de poliuretano”, explica Leonardo Censoni, diretor comercial do negócio de Poliuretanos da Dow para a América Latina.

Parceiros do Reuse

O projeto foi idealizado pela Dow e co-idealizado pelo Instituto Estre, organização especializada em educação ambiental com foco em resíduos, e que segue como parceiro do projeto, recebendo visitas sobre a economia circular do poliuretano em seu centro de educação ambiental. O Instituto Akatu é o parceiro responsável pela implementação do projeto junto à Prefeitura de Hortolândia, que disponibiliza a estrutura de suas Secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Serviços Urbanos, Educação, Ciência e Tecnologia e Inclusão e Desenvolvimento Social. O Akatu, que realizou os diagnósticos iniciais, irá monitorar os impactos das ações até o final do projeto, além de coordenar as atividades de comunicação, sensibilização e mobilização da comunidade. “A gestão de resíduos é um tema urgente e o projeto Reuse traz ações junto aos consumidores bem como a participação do poder público, com a revitalização da coleta seletiva e infraestrutura necessária para o descarte e o recebimento adequados dos materiais. Nossa expectativa é essa experiência possibilite identificar e sistematizar soluções, para serem, então, replicadas em outras localidades”, afirma Denise Conselheiro, gerente de educação do Akatu.

Para a Secretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Eliane Nascimento, “a parceria vem ao encontro da postura da Prefeitura Municipal de Hortolândia, que busca equilibrar o desenvolvimento econômico e social às práticas de sustentabilidade ambiental, características típicas de uma cidade moderna e inteligente. O trabalho desenvolvido colabora para fechamento do ciclo da espuma, tão comum em móveis estofados e colchões descartados pela população e tem os moradores como principais aliados”.

Educação, comunicação e melhoria da gestão de resíduos

As ações da campanha Reuse estão centradas em diferentes frentes de atuação, entre elas, uma série de ações educacionais coordenadas pelo Instituto Akatu e direcionadas a professores e alunos da rede municipal, como capacitações e atividades pedagógicas sobre consumo consciente e gestão de resíduos. Ao todo, mais de 30 escolas participam da iniciativa. A adequação de seis PEVs – Postos de Entrega Voluntária – também faz parte do projeto. As unidades receberão infraestrutura para acomodar sofás e colchões descartados pela população, bem como um sistema logístico para enviar esses produtos à cooperativa que realiza a recuperação de materiais, como espumas, madeira, molas e tecidos. A implantação da rede para coleta seletiva e gestão de resíduos contará com uma campanha de engajamento direcionada à população para divulgar pontos de coleta seletiva, assim como os canais de informações e de atendimento para dúvidas e agendamento de retirada de sofás e colchões em domicílio.

Alinhamento às metas globais de Sustentabilidade

Os projetos da Dow com foco em reciclagem e reaproveitamento de materiais fazem parte do conjunto de ações globais para alcançar as Metas em Sustentabilidade da empresa até 2050: a neutralidade em carbono para proteção do clima e a eliminação dos materiais plásticos como resíduos para fortalecer a economia circular. A empresa pretende: reduzir as emissões anuais de carbono em 5 milhões de toneladas até 2030 e alcançar a neutralidade em 2050; investir no desenvolvimento de tecnologias e processos para que 1 milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030; aprimorar o portfólio com foco em design para a reciclabilidade para que, até 2035, a companhia ofereça 100% de produtos reutilizáveis ou recicláveis para as aplicações de embalagens.

A Dow possui um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones aplicados a produtos e soluções de base científica em segmentos de mercado como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.

Sobre o Instituto Akatu: Criado em 15 de março de 2001, o Instituto Akatu é uma organização não governamental sem fins lucrativos que afirma trabalhar pela conscientização e mobilização da sociedade para um novo jeito de viver, com consumo consciente e mais bem-estar para todos. As atividades do Akatu estão focadas na mudança de comportamento do consumidor em duas frentes de atuação: Educação e Comunicação, com o desenvolvimento de campanhas, conteúdos e metodologias, pesquisas, jogos e eventos. O Akatu também atua junto a empresas que buscam caminhos para a nova economia, ajudando a identificar oportunidades que levem a novos modelos de produção e consumo que respeitem o ambiente e o bem-estar, sem deixar de lado a prosperidade.

O Instituto Estre é uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) criada em 2006 e mantida pela Estre Ambiental. Percorrendo o território nacional, promove diálogos e reflexões sobre consumo, resíduos, cidadania, espaços educadores sustentáveis e outros temas pertinentes à educação ambiental e processos coletivos e emancipadores. O Instituto Estre acredita na educação como caminho para a sustentabilidade. Em seus 15 anos de atuação, publicou 3 livros e mais de 500 mil pessoas já participaram de seus programas de Educação Ambiental. Hoje, o Instituto Estre conta com três Centros de Educação Ambiental (Paulínia/SP, Fazenda Rio Grande/PR e Rosário do Catete/SE), mas não limita sua atuação a estes espaços educadores.

Curta nossa página no

Alliz lança embalagem termoformada para linha de frango fresco fabricada com material rico em polietileno da Dow

30/09/2021

Segundo fabricante, a solução mantém o produto fresco para consumo por até 15 dias, sendo inviolável, resistente e hermética, além de eliminar vazamentos e odores, danos e perdas do produto.

A embalagem termoformada a vácuo e rica em polietileno desenvolvida com a linha Phormanto, da Dow, para cortes de frangos frescos e refrigerados da Alliz, empresa de processamento de aves do Grupo Zanchetta, recebeu troféu prata no Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira na categoria ‘Estratégica – Soluções para varejo e e-commerce’. Em sua 21ª edição, a premiação tem como objetivo principal eleger as embalagens que se destacam no mercado brasileiro.

“A nossa proposta foi desenvolver uma embalagem otimizada e tecnicamente reciclável, à prova de vazamentos e odores, a partir de polietilenos de alto desempenho, e que permite porcionamento do produto. O resultado gera menos resíduo para o consumidor, afinal, caso seja descartado corretamente, o material pode entrar na cadeia de reciclagem existente após a higienização adequada e separação dos restos orgânicos”, explica Sabine Rossi, Gerente de Desenvolvimento de Novos Mercados da Dow.

Segundo a empresa, a embalagem também é capaz de manter os alimentos frescos e prontos para consumo por até 15 dias, oferecendo confiabilidade, higiene e segurança. Como resultado, os produtores obtêm benefícios na oferta de produtos que se destacam na gôndola em embalagem sustentável que pode contribuir para a diminuição de avarias, perdas e desperdício de alimentos. Já o consumidor tem uma experiência de ‘mãos limpas’, pois não tem vazamento e cheiro no pacote, além de conseguir levar o produto embalado ao preparo em porções adequadas para sua necessidade.

Para a Alliz, a proposta possibilitou o desenvolvimento de uma solução inédita para o mercado de aves. A empresa é referência nacional na tecnologia de processamento de aves há mais de duas décadas. “Nossa missão é ser uma empresa inovadora, que oferece soluções sustentáveis e que busca excelência para oferecer produtos de qualidade, a fim de atender os mercados, clientes e consumidores finais. Essa parceria com a Dow reflete e reforça esse compromisso, avançando em tecnologias de design e fabricação de embalagens para agregar valor a toda a cadeia”, afirma Carlos Augusto Zanchetta, Diretor de Operações da Alliz.

A Dow afirma que, além do combate ao desperdício de alimentos, a nova embalagem desenvolvida com Phormanto colabora para a redução de 35% das emissões de CO2 por causa da otimização de 50% dos materiais utilizados na sua produção, quando comparada à embalagem referência de mercado. Em comparação a novas tecnologias já implementadas no mercado de proteínas, a redução de impacto é ainda maior, assegura a empresa. Outro diferencial da embalagem está na apresentação na gôndola e em sua cor diferenciada, o que melhora a visualização no PDV. Além disso, segundo a Dow, o design permite comunicação clara, objetiva, deixando em destaque as informações importantes para o consumidor.

Para a Zanchetta, os varejistas ganham com a tecnologia Phormanto ao oferecer carne de frango mais confiável, fresca e refrigerada, “pois a respirabilidade controlada foi projetada para essa proteína e, como resultado, temos um aumento de shelf life (vida de prateleira) de 25% em relação às embalagens de bandejas convencionais. Consumidores ganham, como vimos, uma experiência de compra de ‘mãos limpas’ e reduzem também o desperdício, pois o frango embalado com essa solução tem um prazo de validade maior ou também pode ser congelado, se adequando à necessidade do consumo”, enfatiza o executivo da Alliz.

Pesquisa da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) revela que 98,5% dos lares brasileiros consomem algum tipo de proteína animal, sendo que carne de frango, com 94%, perde apenas para o ovo, com 96% do consumo. “Neste cenário, fica evidente a importância de se ter no mercado de embalagens uma solução inovadora para garantir maior qualidade do produto, avançando mais na questão da sustentabilidade. Isso foi possível graças a um trabalho de colaboração com toda a cadeia, reunindo a fabricante de máquinas ULMA Packaging, da Plaszom Indústria de Plásticos, empresa produtora de embalagens do ramo de flexíveis, a Alliz, do Grupo Zanchetta, e a Dow. Esse case reforça que é parte do nosso comprometimento de ‘fechar o ciclo’ da economia circular e colaborar no redesenho das aplicações de embalagens recicláveis”, finaliza Sabine Rossi.

Curta nossa página no

Dow abre inscrições para Prêmio Packaging Innovation Awards 2021

13/09/2021

Realizado desde 1986, o Packaging Innovation Awards prestigia tecnologias e processos inovadores desenvolvidos por participantes de toda a cadeia de valor do mercado de embalagens.

Estão abertas as inscrições para 33ª edição do Packaging Innovation Awards, premiação realizada pela Dow que reúne anualmente as principais novidades na indústria de embalagens com foco no avanço tecnológico, na sustentabilidade e na melhoria da experiência do usuário.

“Todos os anos, o Packaging Innovation Awards destaca os projetos, novos pontos de vista e ideias que estão ampliando os horizontes da indústria para apresentar verdadeiras inovações que podem simplificar o comércio, impactar a sociedade e impulsionar a economia circular do plástico”, comenta Andres Salgado, diretor de marketing do Negócio de Embalagens Especiais e Plásticos para a América Latina da Dow.

O prazo para submeter um projeto, seja ele referente a qualquer área da cadeia de valor de embalagem, vai até o dia 14 de outubro e pode ser feito no site: www.dow.com/en-us/market/mkt-packaging/packaging-innovation-award.html. Já as amostras dos projetos precisam chegar até o dia 5 de novembro. A participação no prêmio é gratuita e os projetos inscritos podem envolver os diferentes tipos de embalagem, desenvolvidas em qualquer material. Todas as inscrições devem contemplar produtos comerciais que estejam no mercado.

“Todas as inscrições serão revisadas e avaliadas por um painel independente e de prestígio de profissionais de todo o mundo, em uma ampla variedade de áreas, incluindo design, engenharia, varejo, conversão e academia. Esses jurados irão analisar e julgar cada projeto com base em três critérios: tecnologia, sustentabilidade e experiência do usuário”, explica Salgado.

Os vencedores na categoria prata, ouro e diamante, além do Prêmio Diamante (de maior honra), que será destinado para o autor do projeto com excelência nas três categorias, serão anunciados no primeiro trimestre de 2022.

Agenda do Packaging Innovation Awards 2021

A Dow é uma empresa global de ciência dos materiais, com um portfólio de produtos que inclui plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones voltados para mercados como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.

Curta nossa página no

Dow inaugura centro de inovação para a América Latina em Jundiaí

27/08/2021

Entre os inúmeros estudos realizados nos laboratórios, há também o foco nas tecnologias para embalagens de alimentos e bebidas, centralizadas no Pack Studios – centro de inovação para o desenvolvimento de soluções de embalagem

A Dow escolheu o Brasil para ser sede do centro de inovação para a América Latina, o Latin America Inspiration Center. Localizado em Jundiaí (SP), o Latin America Inspiration Center concentra em um único lugar uma estrutura de pesquisa e desenvolvimento que será o núcleo tecnológico de inovação sustentável e colaborativa da Dow para a América Latina. A empresa é uma das indústrias químicas que mais investe, globalmente, em Pesquisa e Desenvolvimento. De Jundiaí, atenderá a clientes e parceiros de todos os países em que a Dow atua na América Latina.

Com 9.291 metros quadrados, o Latin America Inspiration Center conta com laboratórios de alta tecnologia e equipamentos de última geração, além de laboratórios de avaliação sensorial e de análise de desempenho de materiais, espaços de colaboração para processos de design thinking, salas multiuso e espaços para treinamentos presenciais ou digitais.

Indústria da embalagem

Segundo a Dow, as instalações do novo centro estão preparadas para impulsionar a inovação sustentável da indústria da embalagem, com foco nas tecnologias do segmento de alimentos e bebidas.

Os laboratórios da área de Embalagem & Especialidades Plásticas (P&SP) possuem equipamentos para testes físicos de desempenho mecânico (impacto, perfuração, rasgamento, tração); medidas de propriedades físico-químicas e ópticas dos filmes; quantificação de aditivos via cromatografia (GC-MS e HPLC); caracterização de polímeros e embalagens (composição, degradação, contaminação) via Espectroscopia infravermelha, análise térmica (DSC e TGA) e reologia; e visualização e caracterização de multicamadas em embalagens via Microscopia de estágio quente.

O Innovation Center abriga o Pack Studios, espaço de pesquisa colaborativa e desenvolvimento de projetos com clientes e parceiros da área de Embalagem & Especialidades Plásticas (P&SP). De acordo com as Dow, a atuação colaborativa visa desenvolver melhorias e novas soluções para a indústria do plástico que impactem positivamente o mercado e o meio ambiente. Um dos destaques é a extrusora de nove camadas, que é capaz de fazer embalagens 100% preparadas para a reciclagem.

O ambiente conta com uma ferramenta de transmissão ao vivo, permitindo que clientes e colaboradores acompanhem a prototipagem, a produção e os testes de maneira remota. Criado na América Latina, o projeto se estendeu para outros Pack Studios no mundo.

A estrutura inclui, ainda, uma máquina de reciclagem mecânica, produção de filmes, moldagem por injeção e por sopro, túnel de encolhimento, termoformadora e ensacadora de forma, enchimento e selagem.

Nesse ambiente, a Dow irá fomentar parcerias colaborativas com seus clientes, donos de marcas e a comunidade científica para acelerar esforços em direção à inovação da indústria latino-americana. “Acreditamos que inovação começa com colaboração. Trabalhamos de perto com nossos clientes para ajudá-los a solucionar seus desafios e assim, contribuir para torná-los mais sustentáveis e para melhorar seu desempenho e produtividade”, enfatiza Ana Claudia Rueda, Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento e Serviços Técnicos da Dow América Latina.

Integração e colaboração

A Dow afirma que pretende desenvolver inovações em ciência dos materiais por meio de três pilares estratégicos na América Latina: Inovação Sustentável, Aceleração Digital e Ecossistema Inovador. Na prática, isso significa ajudar seus clientes e a cadeia de valor dos segmentos em que atua a desenvolver soluções mais sustentáveis com foco na proteção do clima, em uma economia circular e no manuseio de materiais mais seguros para as pessoas e para o planeta; usar a conectividade e a digitalização para promover rápidas aprendizagens e respostas às mudanças no mercado; e dispor de um time diversificado de especialistas que garantam a inovação com segurança e agilidade.

Segundo a empresa, é por isso que, além da estrutura avançada, um dos grandes diferenciais do Latin America Inspiration Center é seu time multidisciplinar. Ao todo, cerca de 200 especialistas irão conectar as tecnologias, os laboratórios e as equipes de suporte técnico e pesquisa e desenvolvimento da Dow aos outros laboratórios que a Dow possui no México, Colômbia, Brasil e Argentina, bem como à rede global de especialistas, permitindo a replicação e adaptação de soluções desenvolvidas em outras geografias para a realidade dos mercados locais.

Curta nossa página no

Dow e Ulma Packaging introduzem embalagem termoformada rica em polietileno no mercado de frango fresco

06/08/2021

  • Em parceria com a fabricante de máquinas e serviços de embalagem ULMA Packaging, a Dow leva a primeira embalagem termoformada com alto teor de polietileno para o segmento.
  • Segundo a Dow, a embalagem é a solução mais sustentável porque tem menos embalagem por produto, menor pegada de carbono, pode ajudar a diminuir o desperdício de alimentos e é tecnicamente reciclável.
  • Fabricante do material afirma que, por sua alta resistência mecânica e selagem hermética, a embalagem é a prova de vazamento e oferece melhor experiência de compra. Permite gôndolas e manuseio limpos, além de atender às novas tendências de consumo alimentar decorrentes da pandemia, com aumento de compras online, proporcionando segurança para o serviço delivery, sem contaminação de outros produtos, além de ser uma embalagem lavável.
  • Material estende o tempo de vida útil do frango fresco por até dois finais de semana, aumentando o tempo na prateleira e oferecendo produtos frescos e seguros para consumo final, com diminuição de manutenção para os varejistas, garante a Dow.

Em parceria com a fabricante de máquinas ULMA Packaging e transformadores licenciados na América Latina, a Dow traz para o mercado de cortes de frangos frescos e refrigerados a primeira embalagem termoformada rica em polietileno desenvolvida com Phormanto, uma tecnologia inovadora que, segundo a empresa, oferece uma solução sustentável e disruptiva para o segmento. A nova embalagem é capaz de manter os alimentos frescos e prontos para consumo por até dois finais de semana, oferecendo alta confiabilidade, higiene e segurança em uma estrutura tecnicamente reciclável, garante a Dow. Como resultado, os produtores obtêm benefícios na oferta de produtos que se destacam na gôndola, em uma embalagem sustentável que contribui para a diminuição de avarias, perdas e desperdício de alimentos. Segundo a fabricante do material, o varejista tem menor manutenção de gôndolas e o consumidor recebe alimentos seguros e confiáveis, em embalagens práticas e sustentáveis com melhor experiência e manuseio limpo durante a compra.

A tecnologia Phormanto e o Mercado de Carne de Frango

Segundo a Dow, Phormanto é uma tecnologia patenteada pela empresa para embalagens termoformadas flexíveis, rica em polietileno, com estrutura reciclável, alta transparência, além de possibilitar a respirabilidade específica ou aplicação de atmosfera modificada atendendo aos requisitos do produto a ser embalado, com estrutura simplificada (sem a necessidade de poliamida).​ Criada em 2012, Phormanto é uma solução versátil, podendo atender diversos mercados e já presente em segmentos de queijos, alimentos embutidos e snacks e pela primeira vez, sendo adaptada às necessidades da avicultura.

O mercado de frango ocupa um importante espaço na economia dos países latino-americanos. Além da forte exportação, a proteína avícola está cada vez mais presente no cardápio das populações locais. Dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) apontam que a produção de frangos triplicou nos países do Mercosul e da América Central nas últimas três décadas, com Brasil, México e Argentina à frente desse mercado. A produção brasileira é a terceira no ranking global e o consumo interno representa o quarto maior mercado consumidor de frangos, em todo o mundo.

O cenário de pandemia reforçou a demanda interna, com maior procura pelo frango – proteína com preço mais acessível – no lugar da carne bovina. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (Abrapa), a produção para o mercado interno poderá crescer cerca de 6,5% em 2021, com aumento estimado em 4,4% no consumo per capita, correspondente a 47 quilos.

Com base nesse contexto, atenta às particularidades dos cortes de aves e aos rígidos requisitos técnicos para esse segmento, a Dow e a ULMA encontraram no Phormanto uma solução para os desafios dessa cadeia.

“Os consumidores estão cada vez mais exigentes e cuidadosos em suas escolhas no momento de compra. Buscam por praticidade, alimentos frescos e sustentabilidade. Isso se reflete diretamente nas embalagens que, segundo pesquisas, precisam ser mais sustentáveis, inteligentes, práticas e adaptadas para diferentes momentos, com o máximo de eficiência e proteção do produto. No mercado avícola existe uma carência na experiência de compra além das oportunidades de melhoria em toda a cadeia, que podem ser atendidas a partir da mudança de embalagem.” explica Sabine Rossi, Gerente de Desenvolvimento de Novos Mercados da Dow.

Para a ULMA Packaging, a proposta da tecnologia Phormanto possibilitou o desenvolvimento de uma solução inédita para o mercado de aves. A empresa atua no mercado de termoformadoras de alto desempenho e desenvolve produtos e serviços para fornecer soluções completas a seus clientes. “Além de nossa liderança e presença global, o que nos diferencia é o nosso extenso catálogo, que incorpora tecnologias de ponta, um serviço amigável e flexível e nossa capacidade de fornecer soluções chave na mão. A parceria com a Dow reflete e reforça esse compromisso, avançando em tecnologias de design e fabricação de embalagens para agregar valor à toda a cadeia”, analisa José Segovia, Diretor da ULMA Packaging.

Segundo a Dow, a tecnologia Phormanto é uma alternativa inédita em comparação à termoformagem tradicional para esse segmento e às opções atuais de embalagem. A empresa afirma que, por suas propriedades, o material Phormanto proporciona alta resistência mecânica com respirabilidade específica para a proteína avícola, quando fornecida de forma fresca ou refrigerada.

A Dow assegura que o material Phormanto é à prova de vazamentos e pode ser projetado para embalagens de fácil abertura, com aspectos visuais diferenciados, como brilho e transparência, além de permitir a exposição vertical, facilitando a visibilidade da marca e contribuindo para otimizar o espaço em prateleiras e gôndolas. Combinadas, essas propriedades permitem a produção de embalagens seguras e confiáveis, que estendem da vida útil do alimento em até duas vezes mais, um impacto significativo na comparação com outras soluções disponíveis, garante a fabricante. Essa extensão pode reduzir o índice de desperdício no varejo em até 40%, segundo dados do estudo “Stop Waste – Save Food” (2016-2020), realizado pela Denkstatt.

Ainda segundo o mesmo estudo, vale ressaltar que o setor de alimentos é responsável por cerca de 30% das emissões de gases efeito estufa. Além do combate ao desperdício de alimentos, a nova embalagem desenvolvida com Phormanto colabora para a redução das emissões de CO2 resultantes da produção de embalagens.

“Esta nova oferta para a indústria de proteína animal está intimamente ligada à nossa meta de ‘fechar o ciclo’ da economia circular e ao nosso compromisso de trabalhar diretamente com nossos clientes, proprietários de marcas e a cadeia de valor. Queremos colaborar no redesenho das aplicações de embalagens recicláveis, proporcionando claros benefícios sociais e ambientais”, Sabine Rossi, Gerente de Desenvolvimento de Novos Mercados da Dow.

A Dow oferece um portfólio de materiais plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones para uma variedade de produtos e soluções a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

A ULMA Packaging atua no desenvolvimento e fabricação de equipamentos e sistemas de embalagem, compreendendo soluções completas que abrangem desde a manipulação e carga do produto primário, até o encaixotamento e paletização final, passando pelo empacotamento, com a possibilidade de opção entre cinco diferentes tecnologias de embalagem: Filme Extensível, Flow Pack (HFFS), Termoformado, Termoselado e Vertical (VFFS). A ULMA Packaging opera em mais de 60 países com presença própria em 24, contando com mais de 1700 funcionários.

Curta nossa página no

Furgões refrigerados Ibiporã utilizam poliuretanos da Dow na entrega de vacinas contra Covid-19

03/07/2021

  • Estrutura logística para distribuição das vacinas em todo o território nacional conta com os furgões Ibiporã
  • A Ibiporã produz atualmente cerca de 1.800 furgões refrigerados por ano e é parceira da Dow na área de Poliuretanos.
  • No início do ano, a fabricante de furgões foi contratada pelas empresas vencedoras da licitação para realizar o transporte das vacinas contra a Covid-19, em todo o país.
  • Vacinas podem ser movimentadas com segurança para enfrentar os desafios relacionados ao extremo calor e às variadas condições climáticas de cada região brasileira.
  • Até o momento, a Ibiporã já fabricou 88 furgões especificamente para esse destino. Com previsão de mais de 50 a 80 a serem produzidos até o final do ano.

O transporte seguro das vacinas contra o novo coronavírus é peça-chave para o sucesso no combate à pandemia. Embora a malha aeroportuária atenda às grandes capitais e cidades importantes do interior, o transporte rodoviário – o modal mais usado no Brasil – representa um dos maiores desafios nessa logística. Enquanto aeronaves possibilitam a chegada dos lotes de vacinas aos principais centros para a distribuição regional, a entrega para os mais de 5.570 municípios brasileiros é realizada por via terrestre. Essa distribuição, delicada e regulamentada por rígidas normas técnicas de refrigeração, representa um desafio ainda maior, principalmente porque algumas marcas de vacinas precisam ser transportadas em temperaturas muito baixas e por grandes deslocamentos.

Para atender a essa demanda, a Ibiporã, fabricante nacional especializada em furgões refrigerados, foi escolhida como parceira fornecedora de carrocerias refrigeradas às transportadoras vencedoras da licitação para a distribuição das vacinas contra Covid-19, em todo o território brasileiro Com 28 anos de mercado e sediada na cidade de mesmo nome, no Paraná, a Ibiporã atende a grandes marcas da indústria alimentícia, no Brasil e no exterior, e já produziu até o momento 88 furgões especificamente para o transporte de vacinas contra o novo coronavírus. Com previsão de mais de 50 a 80 a serem produzidos até o final do ano.

A tecnologia empregada na produção desses furgões é fornecida pela área de Poliuretanos da Dow, responsável pelo desenvolvimento de soluções para atender aos rígidos parâmetros do mercado de transporte refrigerado. O uso da tecnologia em poliuretano, um dos materiais mais versáteis da indústria plástica, permite a criação de soluções especiais em aplicações para a chamada cadeia do frio – processos que incluem ciclos de manutenção, armazenamento, transporte, condições e garantia de conservação de produtos congelados e refrigerados. “A versatilidade de nossas soluções para espumas de poliuretano possibilita excelentes propriedades de isolamento térmico, força estrutural e aderência, fazendo com que sejam ideais para aumentar a eficiência energética de todos os processos da cadeia do frio, reduzir custos de operação e preencher cavidades e estruturas de diversos formatos, beneficiando a refrigeração durante o transporte e armazenamento de diferentes produtos, incluido as vacinas contra a Covid-19”, explica Edilson Machado, diretor de Marketing do negócio de Poliuretanos da Dow.

Além desses benefícios e de atender às adequações regulatórias, normas e protocolos desse mercado, a parceria entre a Dow e a Ibiporã resulta na utilização de materiais isentos de gases que afetam a camada de ozônio e potencializam o efeito estufa. A produção dos furgões refrigerados para o transporte de vacinas integra o Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (hidroclorofluorcarbonos), apoiado pelo PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, em atendimento ao Protocolo de Montreal. Pactuado em 1987, e da qual o Brasil é signatário, o acordo global busca a diminuição do uso de substâncias que afetam a camada de ozônio. Por meio desses programas, empresas brasileiras do setor de espuma e de refrigeração são apoiadas na conversão de seus processos produtivos para outras substâncias alternativas, como os HFOs, estruturas químicas de vida curtíssima na atmosfera, reduzindo consideravelmente impactos ambientais. A Ibiporã finalizou esse processo de conversão industrial em julho de 2019, saindo na frente das demais empresas, que finalizaram o processo no final do mesmo ano e o no início do ano seguinte.

Parceria no combate a Covid-19

Ricardo Gabriel, gerente comercial da Ibiporã, conta que desde o início dos testes das vacinas, no Brasil, a empresa vinha sendo procurada por parceiros especializados em transporte de medicamentos, atentos à demanda por uma distribuição eficiente e segura das vacinas contra a Covid-19. “Sem a tecnologia de refrigeração com o uso de poliuretano na construção dos furgões, não seria possível levar a vacina para todos os cantos do Brasil, onde a extensão territorial é um desafio, bem como condições climáticas de extremo calor. Acompanhar nossos furgões sendo carregados com milhões de doses de vacinas para distribuição em todos os recantos do país nos deixa honrados e cientes de nossa responsabilidade nessa frente em prol da proteção da população brasileira, ao mesmo tempo em que cumprimos nossa missão por meio de materiais que não agridem a camada de ozônio”, enfatiza o executivo.

Para Edilson Machado, da Dow, a parceria com a Ibiporã integra um conjunto de ações que reúne as diferentes frentes de negócios da companhia em busca de soluções para a mitigação dos impactos da Covid-19, no Brasil. “Diversas ações têm sido realizadas desde janeiro de 2020, quando a pandemia dava seus primeiros sinais, em todo o mundo. Entre elas, a doação de tecnologia de espumas para a produção de colchões para hospitais de campanha, no ano passado. Por meio da parceria com nossos clientes, materializamos nossa crença em colaboração para a busca de soluções conjuntas e que auxiliem as comunidades em que estamos inseridos”, finaliza.

Curta nossa página no

Dow, LyondellBasell e Nova Chemicals lançam conjuntamente fundo multimilionário para acelerar o investimento em infraestrutura de reciclagem de plásticos na América do Norte

03/06/2021

Segundo as empresas, a parceria representa um investimento inicial e um convite às partes interessadas em toda a cadeia de valor da reciclagem de plásticos para unir forças com esta estratégia de capital catalítico

Em 26 de maio, três empresas líderes no segmento de plásticos e ciência de materiais –– Dow, LyondellBasell e Nova Chemicals –– anunciaram o estabelecimento do Closed Loop Circular Plastics Fund, um fundo para investir em tecnologias de reciclagem escaláveis, upgrade de equipamentos e soluções de infraestrutura. O Fundo, administrado pelo Closed Loop Partners, e com um investimento inicial de US $ 25 milhões, convida empresas em toda a cadeia de valor dos plásticos a se unirem para promover a recuperação e reciclagem de plásticos nos EUA e Canadá. O objetivo do fundo catalítico é crescer para o valor de $ 100 milhões, por meio de uma combinação dos investidores fundadores do Fundo, investidores corporativos adicionais e instituições financeiras, a fim de atrair capital adicional além dos próprios comprometimentos do Fundo. Em grande escala, os investimentos do Fundo visam reciclar mais de 500 milhões de libras (aproximadamente 226 milhões de kg) de plásticos ao longo da vida do Fundo.

O Fundo Closed Loop Circular Plastics investirá em três áreas estratégicas para aumentar a quantidade de plástico reciclado disponível para atender à crescente demanda por conteúdo reciclado de alta qualidade em produtos e embalagens:

  • Acesso – Aumento da coleta de materiais plásticos de polietileno (PE) e polipropileno (PP), avançando nos sistemas de coleta de materiais atuais e de última geração, incluindo transporte, logística e tecnologias e infraestrutura de triagem para reciclagem.
  • Otimização – Atualização dos sistemas de reciclagem para agregar, classificar e separar com mais eficiência os plásticos desejados, a fim de aumentar a quantidade total de plástico de alta qualidade, incluindo plásticos de qualidade alimentar e médica, enviados para remanufatura.
  • Fabricação – Investir em instalações e equipamentos que fabricam produtos acabados, embalagens ou bens relacionados usando conteúdo reciclado, incluindo PE e PP reciclados.

Desde a sua fundação em 2014, o portfólio de mais de 50 investimentos da Closed Loop Partners conseguiu evitar que mais de 4.600 milhões de libras de materiais fossem descartados em aterros, retornando para as cadeias de fornecimento de manufatura. ”A partir dessa experiência acumulada, o Closed Loop Circular Plastics Fund investirá em tecnologias, empresas e projetos de infraestrutura que aprimorem a recuperação e a reciclagem de materiais-alvo, incluindo PE e PP pós-consumo e pós-industrial nos EUA e Canadá.

O Fundo implantará uma combinação flexível de financiamento de dívida e capital, e também terá como objetivo estimular co-investimentos convencionais, incluindo aqueles de instituições financeiras, em soluções circulares para plásticos para acelerar ainda mais o impacto na escala. Com instalações estabelecidas, extensas redes de cadeia de suprimentos e mercados, Dow, LyondellBasell e Nova Chemicals estão coletivamente bem posicionadas para ajudar a avançar na transição para um novo sistema mais circular. Juntos, eles estão criando um precedente para um futuro sustentável para a indústria de plásticos, construindo uma avenida para mais investimentos e sinergias com outras partes interessadas na cadeia de valor de recuperação e reutilização de plásticos.

“Os fabricantes de resinas plásticas que vão criar valor para seus acionistas agora e no futuro são aqueles que garantem que 100% de seus produtos serão reciclados ou reutilizados com segurança, e nunca descartados em aterros sanitários ou em outro local do nosso ecossistema. Esperamos investir em infraestrutura sustentável e inovações que permitam e incentivem outras empresas, incluindo os investidores no Closed Loop Circular Plastics Fund, a empregar significativamente mais de seu próprio capital para aumentar ainda mais a escala dessas soluções críticas ”, disse Ron Gonen, fundador e CEO do Closed Loop Partners. “Juntamente com a promoção de modelos escaláveis de embalagens reutilizáveis ​e novos materiais inovadores, o crescimento da infraestrutura de reciclagem e economia circular nos EUA e no Canadá desempenham um papel crítico na eliminação do descarte de plástico e na redução da necessidade de extração de matérias-primas.”

O fornecimento atual de plásticos reciclados atende a apenas 6% da demanda dos plásticos mais usados ​​nos EUA e Canadá. Gargalos sistêmicos, incentivos e políticas desalinhadas, ineficiências tecnológicas e equipamentos desatualizados em toda a cadeia de recuperação de plásticos contribuem para que milhões de toneladas de plástico sejam descartadas em aterros sanitários e oceanos. Aumentar a recuperação e recirculação de plásticos poderia ajudar a atender a um mercado acessível para plásticos com oportunidades potenciais de receita de US $ 120 bilhões apenas nos EUA e Canadá. Dentro disso, existe uma oportunidade significativa para impulsionar a recuperação de PE e PP, com base na “desejabilidade” de mercado para esses materiais e nos valores de produção esperados, bem como em sua ampla variedade de aplicações nas indústrias, incluindo saúde e alimentos e bebidas.

“A Dow está investindo com a Closed Loop Partners como outra forma de catalisar investimentos adicionais em tecnologia e infraestrutura de reciclagem nos EUA e Canadá. Os materiais plásticos são essenciais para uma economia sustentável de baixo carbono e este fundo, juntamente com outros investimentos e colaborações nas quais estamos envolvidos, ajudará a mover a sociedade em direção a uma economia circular, garantindo que o plástico não seja perdido para o meio ambiente ”, disse Jim Fitterling, Presidente e CEO da Dow. “Mas nossos compromissos e capital investido por si só não são suficientes para acabar com o descarte de plásticos. Instamos outras pessoas, em todos os setores da sociedade, a se juntarem a nós e a dar escala às tecnologias, parcerias e capital necessários para construir as cadeias de suprimentos circulares de plásticos do futuro. ”

“Enfrentar o desafio do descarte de plásticos no meio ambiente requer ações coletivas em múltiplas frentes. Como empresa, temos executado uma estratégia multifacetada que inclui inovações em reciclagem mecânica, o avanço das tecnologias de reciclagem molecular e a incorporação de matérias-primas renováveis ​​em nossa fabricação”, disse Bob Patel, CEO da LyondellBasell. “Além dos esforços da nossa empresa, outras melhorias na infraestrutura de reciclagem são críticas para capturar o valor dos plásticos usados ​​e promover a economia circular. Acreditamos que um investimento conjunto bem-sucedido pode transformar os desafios do plástico descartado em oportunidades de negócios sustentáveis. ”

“A Nova Chemicals está ansiosa para unir forças com líderes da indústria que compartilham nosso mesmo compromisso de construir uma economia circular para plásticos”, disse Luis Sierra, Presidente e CEO da Nova Chemicals. “A inovação é a chave para o nosso sucesso coletivo. Se pudermos criar produtos de plástico que sejam mais fáceis de reciclar, trabalhar com menos materiais, incorporar mais conteúdo reciclado e investir na infraestrutura de reciclagem e recuperação, seremos capazes de alcançar um futuro com resíduos de plástico zero. Estamos prontos para trabalhar em toda a cadeia de valor, desenvolvendo novas soluções que irão moldar um amanhã melhor. ”

Foto: Closed Loop

Curta nossa página no

Dow figura com dois projetos brasileiros em ranking do Prêmio LatinoAmérica Verde

21/04/2021

  • Prêmios LatinoAmérica Verde contemplam iniciativas de sustentabilidade mais relevantes em toda a região.
  • Contrato de Compra de Energia solar da Dow com a Atlas Renewable Energy para a unidade de Aratu, na Bahia e Resina PCR HDPE 96032, desenvolvida em parceria com a Boomera LAR, estão entre os 500 melhores projetos sociais e ambientais desenvolvidos na América Latina entre mais de 2,1 mil inscritos.

A Dow foi incluída na seleção entre os melhores projetos do Prêmios LatinoAmérica Verde, considerado um dos mais importantes da região, que reconhece e premia governos, organizações, empresas, microempresas, comunidades e indivíduos que tenham projetos com dados mensuráveis. A Dow foi selecionada com dois projetos brasileiros: o da Resina PCR HDPE 96032 e o contrato de Compra de Energia da Dow com a Atlas Renewable Energy para o consumo de energia solar em Aratu (Bahia).

O Prêmios LatinoAmérica Verde é organizado pela fundação que leva o mesmo nome e foi criado para dar visibilidade às iniciativas sustentáveis regionais. A cada ano, do total de inscritos, 500 projetos são selecionados pela relevância social e ambiental, distribuídos em oito categorias de premiação alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODs) das Organizações das Nações Unidades (ONU). Esse é o segundo ano consecutivo em que a Dow figura no ranking. Em 2020, o projeto “Reciclagem que Transforma” – parceria da Dow com a Boomera e a Fundación Avina – também foi escolhido pelo prêmio.

Os dois projetos da Dow Brasil foram selecionados entre mais de 2,1 mil inscritos na edição 2021 e se destacaram nas categorias: resíduos/reciclagem e energia/energia limpa. “Esse reconhecimento se consolida como mais um importante passo em nossa jornada para a construção de um mundo mais sustentável e reforça a nossa intenção em prosperar, por meio da colaboração com a cadeia de valor, na busca por soluções inovadoras para proteger o clima e impulsionar a economia circular”, afirma Matias Campodonico, Diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade para a América Latina da Dow.

O projeto brasileiro selecionado entre os classificados na categoria resíduos / reciclagem foi o lançamento e a produção industrial da nova resina PCR da Dow. Em parceria com a Boomera LAR, a Dow iniciou a produção industrial da resina PCR HDPE 96032 no final do ano passado. Feita totalmente a partir de plástico pós-consumo, o produto será, inicialmente, comercializado no Brasil. Mas, em breve, novas resinas semelhantes serão lançadas na Colômbia, México e Argentina, onde já foram anunciadas alianças com parceiros locais. Com a nova resina PCR, a Dow traz para o mercado um produto com qualidade de produção para ser incorporado em diferentes aplicações em embalagens, atendendo às metas de incorporação de conteúdo reciclado dos donos de marca (uma média de 25% até 2025, de acordo com a Fundação Ellen MacArthur).

Para suprir essa produção, a Dow desenvolveu um programa de reciclagem que garante uma fonte de resíduos plásticos consistentes e confiáveis. O piloto desse programa foi desenvolvido em São Paulo, em parceria com a Boomera e a Fundación Avina, e reuniu cinco cooperativas de catadores. Chamado de “Reciclagem que Transforma”, o projeto beneficiou mais de 200 catadores e cerca de 450 famílias, afirma a Dow. No comparativo com o mesmo período do ano de 2018, a ação ampliou a quantidade de resíduos enviados para a reciclagem em 37%, assim como a renda per capita dos catadores em 35%. Com metodologia escalável para implementar projetos semelhantes em outras cooperativas, a Dow tem dado andamento ao programa na América Latina, assim como apoio a outros projetos de reciclagem inclusiva com impacto social e econômico.

O contrato de Compra de Energia (PPA) da Dow com a Atlas Renewable Energy para o consumo de energia solar para a unidade de Aratu, na Bahia, é o projeto brasileiro da Dow classificado na categoria energia/energia limpa. Com duração inicial de 15 anos, o contrato representará um aumento de energia renovável consumida pela fábrica de Aratu, que, segundo a Dow, já utiliza 75% de sua demanda vinda de fontes renováveis (hidrelétrica, biomassa e gás natural). Esse contrato contribui para a meta global da Dow em atender 750 MW de sua demanda de energia por meio de fontes renováveis, até 2025, e a meta global de neutralidade em carbono até 2050.

Para isso, o novo parque de energia solar Jacarandá será construído em Juazeiro, na Bahia, e deverá ter capacidade instalada de 187 megawatts-pico (MWp). Além disso, o parque será equipado com mais de 450 mil módulos, com potência suficiente para atender a uma cidade de 750 mil habitantes. O empreendimento evitará a emissão de aproximadamente 35 mil toneladas de CO2 por ano, com base no GHG (Greenhouse Gases Protocol, metodologia desenvolvida pelo World Resources Institute), estando alinhado com o Inventário Global de Emissões da Dow. O contrato também proporcionará maior competitividade à fábrica da Dow em Aratu, reforçando o posicionamento da unidade fabril na produção de soluções para o negócio de Poliuretanos com matriz mais sustentável de energia renovável.

Além dos benefícios ambientais e de negócios, O PPA gerará empregos para moradores da região de Juazeiro, onde o parque solar será construído. Segundo a Dow, dos 1.200 trabalhadores estimados para essa iniciativa, 70% serão locais e espera-se que haja de três a quatro vezes mais mulheres contratadas do que normalmente ocorre em outros projetos solares do Brasil. O programa de contratação coordenado pela Atlas prevê que preenchimento de 50% dos cargos criados para mulheres sejam de mulheres negras e em diferentes cargos da construção civil, eletricidade e administração.

Curta nossa página no

Dia Mundial da Reciclagem – Dow impulsiona projetos para que 1 milhão de toneladas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030

21/03/2021

Junto com a cadeia de valor, a Dow está desenvolvendo soluções para que a indústria produza embalagens com menos quantidade de plásticos em suas estruturas e que essas estruturas sejam recicláveis, além do lançamento de sua primeira resina PCR (plástico pós-consumo).

Durante a pandemia da COVID-19, o papel do plástico ganhou evidência tanto em embalagens como em produtos de segurança e de saúde. Segundo dados da Abrelpe (Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública), o volume de plástico descartado no Brasil, em 2020, aumentou: foram 13,3 milhões de toneladas – 15% a mais que no ano anterior.

No Dia Mundial da Reciclagem, a Dow enfatizou a importância da colaboração entre empresas, governos, instituições, academia e públicos de interesse para abordar questões relacionadas à gestão de resíduos e ao mercado de reciclagem. Por meio de projetos, parcerias e campanhas, a companhia tem impulsionado frentes de ação para que 1 milhão de toneladas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030. O objetivo faz parte do conjunto de Metas de Sustentabilidade da Dow para as próximas décadas. “Queremos agregar valor a esses materiais e diminuir o descarte e o desperdício com ganhos e benefícios sociais, econômicos e ambientais”, enfatiza Tamires Silvestre, Gerente de Sustentabilidade da Dow.

Soluções para indústria da embalagem

Embora as estruturas monomateriais sejam uma tendência no mercado de embalagens, muitas aplicações precisam apresentar diferentes propriedades e necessitam de diferentes tipos de plásticos ou outros materiais para alcançá-las. Para promover e facilitar a reciclabilidade dessas embalagens, a Dow afirma ter desenvolvido um forte portfólio de compatibilizantes que permitem a reciclagem de diferentes materiais combinados em uma mesma estrutura, melhorando a aparência e a processabilidade de filmes reciclados. São exemplos desses materiais: o Retain, um modificador de polímero adicionado no desenvolvimento de embalagens flexíveis multimateriais que antes não podiam ser recicladas e que agora, segundo a Dow, podem entrar em cadeias tradicionais de reciclagem de PE sem prejudicar as características do produto final.

Para alcançar a meta proposta até 2030 e fomentar a circularidade do plástico, a Dow lançou sua primeira resina PCR (pós-consumo reciclado) no Brasil, em parceria com a Boomera LAR, abrindo caminho para o desenvolvimento de soluções recicláveis completas e de alta qualidade para a indústria e o mercado consumidor. Outras parcerias estão em andamento em toda a América Latina para avançar em novos produtos dessa família. “Trabalhamos com o objetivo de reinserir o plástico e outros materiais na cadeia produtiva para fechar o ciclo e promover a nova economia circular, mais inclusiva e sustentável”, explica a executiva da Dow.

Reciclagem – do design à gestão de resíduos

Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), embora o Brasil tenha registrado um aumento de 25 a 30% na coleta de materiais recicláveis durante a pandemia, grande parte desse volume coletado passou a ser encaminhado aos aterros por conta da diminuição da atuação das cooperativas em diversas cidades. O cenário de pandemia colabora para acentuar questões relacionadas à gestão de resíduos não só no Brasil, mas em toda a América Latina. Na região, um terço de todos os resíduos urbanos gerados ainda acaba em aterros sanitários ou no meio ambiente e apenas 10% de tudo o que é coletado é reaproveitado por meio da reciclagem ou de outras técnicas de recuperação de materiais, segundo dados da Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

Outra frente de atuação da Dow são os programas de reciclagem inclusiva desenvolvidos e apoiados pela companhia. O “Reciclagem que Transforma”, projeto piloto desenvolvido em São Paulo, possui planos de expansão para os próximos anos. O apoio à plataforma Latitud R, que coordena projetos de alto impacto econômico relacionados à reciclagem inclusiva e à economia circular na América Latina, é outra importante frente de atuação. Segundo estimativas do Banco Mundial, o mercado de reciclagem proporciona renda para mais de 4 milhões de pessoas e favorece o desenvolvimento sustentável na região.” Com esse apoio, ao lado de outras empresas e instituições, colaboramos de maneira conjunta com nossos projetos e ações em iniciativas que promovem a transição rumo a um novo modelo de economia inclusiva e circular, onde os resíduos se traduzam em valor com ganhos econômicos e sociais para todos”, finaliza Tamires Silvestre.

A Dow possui um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones com uma grande variedade de produtos e soluções oferecidos a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.

Curta nossa página no

Dow apresenta seus novos projetos de Sustentabilidade na América Latina

25/11/2020

  • Empresa apresentou os resultados dos projetos alinhados às metas globais em evento virtual que contou com a participação de John Elkington, especialista em sustentabilidade corporativa.
  • Lançamento de resina de plástico pós-consumo reciclado; aumento do uso de energias renováveis em suas operações; incentivo à projetos de economia circular, logística sustentável e programas de reciclagem inclusiva são algumas das iniciativas da Dow na América Latina.

A Dow promoveu o evento virtual “Diálogos Mais Sustentáveis” para apresentar o resultado dos projetos desenvolvidos na América Latina alinhados às Metas de Sustentabilidade anunciadas globalmente, em junho. A Dow tem como objetivo tornar-se a empresa de ciência de materiais mais sustentável, inclusiva e inovadora do mundo e para isso pretende:

  • reduzir as emissões anuais de carbono em 5 milhões de toneladas até 2030 e alcançar a neutralidade em 2050;
  • investir no desenvolvimento de tecnologias e processos para que 1 milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030;
  • aprimorar o portfólio com foco em design para a reciclabilidade para que, até 2035, a companhia ofereça 100% de produtos reutilizáveis ou recicláveis nas aplicações de embalagens.

Segundo a Dow, a transição da economia linear para a circularidade é o caminho para novas oportunidades de negócios, com ganhos para o mercado, a sociedade e o planeta, com base nos princípios ESG (sigla para Environment, Social and Governance, em português, Meio Ambiente, Social e Governança).

A Dow afirma estar trabalhando com formuladores de políticas, governos, universidades, associações, outras empresas e organizações para o desenvolvimento de soluções com base nas novas metas e com foco em três áreas principais na América Latina:

  1. Proteger o clima
  2. Impulsionar a economia circular – A economia circular tem como base 6 pontos principais: produção, design, reutilização, coleta e classificação, reciclagem e mercados para materiais recuperados. Eles são co-dependentes. A empresa pretende avançar em uma economia circular, oferecendo soluções para promover e acelerar a transição para uma economia circular em mercados-chave.
  3. Entregar materiais mais seguros – A Dow almeja entregar ao mercado produtos que sejam sustentável para as pessoas e para o planeta.

“Estamos posicionados na base das cadeias de valor mais relevantes e nossas soluções desempenham um importante papel na soma de esforços para o alcançar o desenvolvimento sustentável da indústria latino-americana”, reforça Javier Constante, presidente da Dow para a América Latina.

Proteção do clima

Com foco em proteção do clima, a Dow investiu na aquisição de energia eólica para seu complexo fabril em Bahia Blanca, na Argentina, e na ampliação do uso de fontes renováveis de energia nas fábricas de Aratu e Breu Branco, no Brasil. Os contratos firmados na América Latina deverão acelerar a meta global de obter 750MW da demanda de energia renovável até 2025.

Em junho, a Dow firmou Contrato de Compra de Energia (PPA) com a Atlas Renewable Energy, para consumo de energia solar. A nova planta solar irá evitar cerca de 35.000 toneladas de emissões de CO2 por ano com base no GHG (Greenhouse Gases Protocol). Essa quantidade de emissão de CO2 evitada pode ser comparada à retirada de 36,8 mil veículos das ruas de São Paulo.

Na Argentina, no complexo industrial de Bahía Blanca, atualmente, 20% do consumo de energia nesse local de produção vem da energia eólica, de um acordo com a Central Puerto assinado em 2019.

Economia circular

Para desenvolver e fomentar a economia circular na região, a Dow investe em programas e iniciativas que fomentam projetos de circularidade nos principais mercados chave em que atua.

Além de diminuir a quantidade de resíduos descartados, a circularidade proporciona um impacto significativo nas emissões de gases de efeito estufa. “A incorporação de mais conteúdo reciclado de qualidade no ciclo produtivo possibilita a redução da pegada de carbono e está em linha com nossas metas globais”, lembra o presidente da companhia.

Usando tecnologias e design para a reciclabilidade, a Dow está desenvolvendo soluções para que a indústria produza embalagens com menos quantidade de plásticos em suas estruturas e que essas estruturas sejam recicláveis. Além dessas soluções, que incluem famílias de produtos compatibilizantes que facilitam a reciclagem do polietileno e de outros materiais, a companhia acaba de lançar uma nova resina plástica feita a partir de resíduos PCR (pós-consumo reciclado).

Plástico reciclado de volta ao consumo

Em parceria com a Boomera LAR, a Dow iniciou a produção industrial da resina PCR HDPE 96032. Segundo a Dow, a resina é feita totalmente a partir de plástico pós-consumo. Inicialmente, o produto será comercializado no Brasil mas, em breve, novas resinas semelhantes serão lançadas na Colômbia, México e Argentina, onde já foram anunciadas alianças com parceiros locais.

Com a nova resina PCR, a Dow traz para esse mercado um produto para ser incorporado em diferentes aplicações de embalagens, atendendo às metas de incorporação de conteúdo reciclado dos donos de marca (uma média de 25% até 2025, de acordo com a Fundação Ellen MacArthur), mantendo a processabilidade e garantindo alto desempenho do material, afirma a empresa.

Para suprir essa produção, a Dow desenvolveu um programa de reciclagem inclusiva que garante uma fonte de resíduos plásticos consistentes e confiáveis. O piloto desse programa foi desenvolvido em São Paulo, em parceria com a Boomera e a Fundación Avina, e chamado de “Reciclagem que Transforma”. Nesse piloto, iniciado em 2018, a Dow trabalhou com cinco cooperativas, aprimorando processos e práticas de gestão, e formalizando esse mercado.

Além desse programa, a Dow, através da Latitud R, apoia projetos de impacto social e econômico relacionados à reciclagem inclusiva e economia circular para aumentar o acesso dos recicladores informais aos mercados de reciclagem da América Latina e Caribe.

A Dow atua globalmente em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

Curta nossa página no

Dow, em parceria com Boomera LAR, anuncia resina pós-consumo reciclada produzida no Brasil

28/10/2020

  • Nova resina feita com PCR ajuda convertedores, donos de marcas e varejistas a cumprirem seus objetivos de sustentabilidade e permite a entrega de embalagens circulares e de qualidade;
  • Desenvolvimento do produto e comercialização são conduzidos pela Dow, enquanto produção fica a cargo da Boomera LAR;

A Dow, em parceria com a Boomera LAR, anunciou o início da produção industrial da resina PCR HDPE 96032, feita totalmente a partir de polietileno de alta densidade pós-consumo reciclado (PCR).

Desenvolvida com tecnologia da Dow, a nova resina PCR pode ser incorporada em diferentes aplicações de embalagens, suportando as metas de incorporação de conteúdo reciclado de donos de marca e a transição para uma economia circular do plástico, enquanto mantém a processabilidade e o desempenho equivalentes às de embalagens produzidas com resina 100% virgem, afirma a Dow.

Além disso, segundo a empresa a nova resina PCR que será produzida pela Boomera LAR em sua fábrica em Atibaia (SP) apresenta mitigação do odor inerente à matéria-prima reciclada, e possui desempenho e qualidade comprovada por testes feitos no Pack Studios. O novo material se soma ao portfólio de resinas e compatibilizantes da Dow, que contribuem na incorporação do PCR em embalagens, visando a circularidade na cadeia.

“Estamos comprometidos em fornecer soluções de alta qualidade para os desafios da indústria e o lançamento desta resina PCR é um importante avanço na busca pela mudança da economia linear para uma economia circular, sem deixar de levar em consideração os requisitos do mercado de plásticos e embalagens, afirma Tamires Silvestre, Gerente de Sustentabilidade da Dow no Brasil.

“Acreditamos que é fundamental migrar de uma economia linear para uma economia circular e estamos trazendo isso ao mercado através da fabricação de um novo produto circular que chegará a diversas pontas de vários setores. Isto é válido para o plástico e outros materiais, pois, quando impulsionamos uma economia circular, avançamos e geramos impacto social, ambiental e econômico”, comenta Guilherme Brammer, Sócio Fundador da Boomera LAR.

A Dow, responsável pelo desenvolvimento e pela comercialização do produto no Brasil, pretende lançar, em breve, novos produtos desse portfólio, complementando a oferta de resinas PCR na Colômbia, México e Argentina, onde a companhia já anunciou alianças para desenvolver resinas pós-consumo recicladas com parceiros locais selecionados. Estas parcerias estão estrategicamente conectadas com os objetivos globais da Dow, que recentemente anunciou suas novas Metas de Sustentabilidade, que visam a proteção do clima, a eliminação de resíduos e o fechamento do ciclo do plástico.

A Dow oferece um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones para clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

A Boomera Lar é uma joint venture entre a Boomera e a Lar Plásticos criada em 2020 para atuar como uma indústria RSA 4.0. Localizada em Atibaia,SP, é uma plataforma de plásticos reciclados transformados, com um pátio industrial completo. A fábrica conta com equipamentos para fabricação de resinas e produtos feitos a partir de material reciclado.

A Boomera foi criada para valorizar e dar nova vida a resíduos que acabariam em aterros sanitários, especialmente materiais considerados difíceis de reciclar. Com a metodologia proprietária CircularPack, a Boomera afirma trabalhar a economia circular de ponta-a-ponta, contando com um laboratório de materiais e uma estrutura de logística reversa em parceria com mais de 8.000 cooperados. Fundada em 2011, a Boomera afirma ter sido uma das primeiras empresas de Economia Circular certificadas como Empresa B, membro da Fundação Ellen MacArthur.

A Fábrica da LAR Plásticos está localizada em Atibaia (SP). A empresa é especialista em transformação de plásticos descartados e está preparada para atender às necessidades de coleta seletiva e urbana, contenção de lixo, produtos para acondicionamento e transporte, reutilizando materiais de forma inteligente.

Fonte: Dow / Foto: Boomera

Curta nossa página no

 

Dow e colombiana Alico desenvolvem embalagem de Polietileno sem metalização para a marca Café Pergamino

17/10/2020

Café + tecnologia + inovação + sustentabilidade, esta é a fórmula das embalagens recicláveis ​​e sem alumínio que foram projetadas em conjunto pela Dow e Alico para a marca Café Pergamino, da Colômbia

A Dow, em parceria com a Alico, empresa colombiana com experiência na projeção e fabricação de embalagens, apresentou ao mercado uma inovadora solução para as necessidades da indústria alimentícia.

De acordo com a Associação Americana de Tecnologias de Embalagem e Processamento (PMMI), 64% dos fabricantes de alimentos buscam soluções recicláveis para seus produtos. A Dow, em seu foco no design para reciclabilidade (Design For Recycling) busca atender e apoiar este setor e oferecer soluções que contam com tecnologia e sustentabilidade. Em conjunto com a Alico, a empresa trabalhou para encontrar uma solução de embalagem flexível reciclável feita com polietileno e sem metalização (alumínio), que garante as características organolépticas e mantém a qualidade do produto como aroma e sabor, além de ser uma embalagem inovadora com um design elegante. Segundo a empresa, a embalagem reflete o frescor da marca Café Pergamino, seu cliente na Colômbia.

“Desde 2013, a Dow trabalha constantemente para desenvolver soluções inovadoras que permitam o design de embalagens alinhadas com a economia circular e que facilitem seu processo de reciclagem sem comprometer o desempenho da embalagem, mantendo características como: altos níveis de barreira contra umidade e oxigênio, necessário para embalar produtos como o café. Temos um portfólio completo de soluções para desenvolver embalagens desenhadas para reciclabilidade (Design For Recycling). No caso do Café Pergamino, destaca-se a família de resinas Elite AT, que, em combinação com outras resinas, permite a substituição do alumínio garantindo as mesmas propriedades”, afirma Yasmín Gómez, Gerente de Marketing da Dow Embalagens e Plásticos Especiais.

“Adicionalmente, é importante destacar que, para desenvolver soluções mais sustentáveis, a colaboração entre todos os elos da cadeia é um fator determinante para o sucesso de uma iniciativa. Neste caso particular é importante ter aliados como Alico e donos das marcas como Café Pergamino para enfrentar os desafios do mercado relacionados à inovação e sustentabilidade”, complementa Gómez.

Segundo Ovidio Salazar, Gerente de Gestão Tecnológica da Alico, “nossa extensa tecnologia aliada às matérias-primas da Dow e nossa constante motivação para inovar nos levaram a ser facilitadores dessa nova inserção de embalagens mais sustentáveis ​​no mercado, com o desenvolvimento do nosso produto Recipack”.

Para a Café Pergamino, “é um grande orgulho ter uma solução pioneira de embalagem. Nos últimos 10 anos, tivemos a alegria de oferecer aos colombianos os melhores cafés produzidos no país, todos de pequenos produtores, torrados à mão e entregues absolutamente frescos ao cliente final. Fazê-lo agora em embalagens responsáveis ​​com o meio ambiente, onde não existe alumínio mas sim um produto reciclável que preserva o aroma e o frescor do nosso produto, nos deixa ainda mais orgulhosos”, afirma Pedro Echavarria, gerente do Café Pergamino

Curta nossa página no

Dow e parceiros criam plataforma de serviços de embalagens flexíveis baseada no conceito de co-packing

28/08/2020

Programa Incubapack facilita posicionamento de mercado de empresas por meio de desenvolvimento de embalagem, ganho de escala e melhoria de produtos.

A Dow, a Saberpack, EBA e parceiros da cadeia de embalagens se uniram para a criação da Incubapack, plataforma de serviços de embalagens baseada no conceito de co-packing, que abrange todas as etapas produtivas: design, impressão e envase. Segundo a Dow, a plataforma facilita a criação e otimização de invólucros flexíveis para empresas que buscam se destacar no mercado.

A iniciativa tem por objetivo atender marcas que não possuem linhas de produção em grande escala, mas que precisam apresentar embalagens que atendam à demanda específica de seu produto e atraiam o consumidor. A Dow afirma que, por meio de uma plataforma única, a Incubapack oferece ganho de escala para empresas que não possuem maquinário de envase próprio, participando das etapas desde a criação da embalagem, passando pelo processo de impressão da marca e envase do produto. Além disso, o programa também serve como piloto para marcas que queiram utilizar este recurso para testes de novos produtos ou embalagens.

A plataforma, além de proporcionar maior competitividade às marcas, permite que os produtores façam quantidades personalizadas de embalagens, de acordo com suas necessidades, além de ajudar na redução de custos e economia com mão de obra, espaço físico e investimento em equipamentos.

“Acreditamos que a embalagem faz toda a diferença para a comercialização de um produto. Por isso, nos juntamos aos nossos parceiros para facilitar o desenvolvimento e envase de embalagens flexíveis para empresas do mercado brasileiro. Nosso objetivo é contribuir para que nossos clientes sejam cada vez mais competitivos e estejam alinhados às inovações do mercado de embalagens”, afirma Marcus Carvalho, Gerente de Marketing para Embalagens de Alimentos e Especialidades Plásticas na América Latina.

“A integração do envase, desenvolvimento da embalagem e criação, em um único ecossistema, permite ao mercado lançar produtos, testá-los e produzi-los de maneira rápida e com drástica redução de investimentos”, comenta Cesar Saber, CEO da Saberpack Sistemas de Embalagens.

A Incubapack possui três tipos de planos: Light, que contempla embalagem e envase; Total, com embalagem, envase e impressão; e a categoria Plus, que permite a embalagem, envase, impressão e design do produto.

Curta nossa página no

Dow assina novo acordo para desenvolvimento de resina pós consumo reciclada na Argentina

10/08/2020

  • Empresa assina acordo para produzir resina feita a partir de resíduos de plástico pós-consumo.
  • Brasil, México e Colômbia completam a lista de países com projetos similares
  • No Brasil, projeto Reciclagem que Transforma (em parceria com a Boomera e Fundação Avina) teve a participação de cinco cooperativas, que enviaram para a reciclagem 4.429 toneladas de materiais

A Dow assinou um acordo com a Associação de Cooperativas Argentinas (ACA) para desenvolver uma resina plástica de alta qualidade, feita de plástico reciclado pós-consumo, para o mercado argentino.

O acordo, que está alinhado com as novas Metas de Sustentabilidade anunciadas recentemente pela Dow para 2030, tem como objetivo fornecer soluções que ajudem a reduzir o desperdício de resíduos plásticos também na Argentina. Segundo a Dow, a média diária de resíduos sólidos urbanos (RSU) por habitante na Argentina é de 1,1 kg e o total anual de RSU gerado chega a 18 milhões de toneladas – das quais 43% acabam em lixões a céu aberto.

“A Dow, com essa aliança, quer continuar promovendo a mudança de uma economia linear para uma economia circular. Estamos confiantes de que este acordo de colaboração com a ACA aumentará a busca de soluções e as sinergias dos interesses complementares que nos unem”, disse Tamires Silvestre, gerente de Sustentabilidade da Dow.

No Brasil, a Dow possui iniciativas para melhorar os processos de coleta e separação e promover o retorno de resíduos através de produtos como resinas recicladas pós consumo (PCR), tal como no projeto Reciclagem que Transforma (em parceria com a Boomera e Fundação Avina). O projeto piloto, realizado em 2019, contou com a participação de cinco cooperativas, que enviaram para a reciclagem 4.429 toneladas de materiais – 37% a mais que em 2018.

A Dow afirma que, por meio desse novo compromisso e outras ações diretas ou alianças, ajudará a remover 1 milhão de toneladas de plásticos do meio ambiente. A companhia concentrou-se na construção de alianças de valor com parceiros com a mesma opinião e dispostos a trabalhar para encontrar soluções que beneficiem a todos, contando com a colaboração entre a indústria, os consumidores, as ONGs e o governo.

A Dow oferece um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones para uma grande variedade de produtos e soluções de base científica aplicadas a mercados como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

Curta nossa página no

Dow anuncia acordo para consumo de energia solar em unidade na Bahia

04/07/2020

  • O PPA (Power Purchase Agreement, acordo de compra de energia elétrica, em português), assinado com a Atlas Renewable Energy, contribui para as metas de sustentabilidade da Dow e no posicionamento almejado como a empresa química com maiores contratos de energia renovável globalmente.
  • O PPA aumentará a competitividade da unidade de Aratu, que produz soluções para o negócio de Poliuretanos da Dow, e está em linha com a estratégia de compra de energia da empresa, focada no fornecimento de energia renovável a custos competitivos, afirma a Dow. Além de energia solar, o complexo fabril de Aratu é suprido também por energia hídrica, biomassa e gás natural.
  • Segundo a Dow, a nova matriz eliminará cerca de 35 mil toneladas de CO2 emitidas por ano na unidade fabril, o que equivale a evitar emissões correspondentes a mais de 36 mil veículos circulando em um ano.

A Dow anunciou em 30 de junho a assinatura de um Contrato de Compra de Energia (PPA – Power Purchase Agreement, em inglês) com a Atlas Renewable Energy, para o consumo de energia solar para a unidade de Aratu, na Bahia. O contrato tem validade de 15 anos e o fornecimento da energia solar ocorrerá por meio da construção da usina Jacarandá, em Juazeiro, na Bahia.

Este acordo está alinhado às novas Metas de Sustentabilidade globais, anunciadas em 17 de junho pela Dow:

  • Proteger o clima: até 2030, a Dow pretende reduzir suas emissões globalmente em 5 milhões de toneladas de CO2 e, até 2050, ser neutra em carbono;
  • Eliminar resíduos: até 2030, a Dow ajudará a eliminar os resíduos, permitindo que 1 milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas por meio de suas ações e parcerias diretas;
  • Fechar o ciclo: até 2035, a Dow ajudará a “fechar o ciclo”, fazendo com que 100% dos produtos da companhia vendidos nas aplicações de embalagens sejam reutilizáveis ou recicláveis.

“A Dow tem uma presença sólida no Brasil, que é um país rico em recursos naturais e possui uma matriz de energia mais sustentável, diversificada e econômica. Nosso objetivo com as novas Metas de Sustentabilidade é abordar questões como as mudanças climáticas e os resíduos plásticos, que estão entre os maiores problemas técnicos, sociais e econômicos do mundo, propondo soluções práticas e inteligentes. Como nossos produtos e tecnologia são essenciais para a transição para um mundo de baixo carbono, nós constantemente investimos para garantir que possamos atender à demanda global nos mercados em que atuamos”, afirma Javier Constante, Presidente da Dow na América Latina.

Para Claudia Schaeffer, Diretora Global de Negócios da Dow para Energia e Mudanças Climáticas, “o acordo aumentará a competitividade da unidade de Aratu e está alinhado à estratégia de compra de eletricidade da Dow, focada no fornecimento de energia renovável a custos competitivos. Com o contrato, a empresa terá também direito a emitir Certificados de Energia Renovável. Além de energia solar, o restante da eletricidade consumida na unidade de Aratu vem de uma matriz composta de energia hídrica, biomassa e gás natural.” Após a implementação do projeto, a unidade passa a rodar com 75% de energia mais sustentável.

A Atlas tem um histórico de sucesso focado em projetos de energia renovável na América Latina. Sua plataforma de geração de energia sustentável na região inclui alguns dos melhores projetos de energia solar, com contrato de venda de eletricidade de longo prazo (PPAs de 15 a 30 anos).

Luis Pita, diretor geral da Atlas Renewable Energy no Brasil, lembra que, ao cumprir os pilares sociais, econômicos e ambientais do desenvolvimento sustentável, a energia renovável se firma como principal fonte de energia do século XXI. “Nossa parceria com a Dow para fornecimento de energia mais sustentável em muito nos orgulha, pois reforça nosso compromisso em ajudar grandes consumidores de energia no cumprimento de suas metas e políticas de sustentabilidade. Além disso, o projeto terá impacto positivo nas comunidades próximas à usina, com iniciativas que irão promover o bem-estar ambiental e social da população, em especial das mulheres, graças a um programa desenvolvido para promover igualdade de gênero, ao aprimorar ou criar novas habilidades para elas”, afirma. Com esse programa, a empresa espera contratar de três a quatro vezes mais mulheres do que a força de trabalho feminina normalmente contratada em projetos solares no Brasil.

“Estamos comprometidos com práticas sustentáveis, e a prioridade, como parte de nossa estratégia global, é buscar parceiros que estejam alinhados com nossos pilares”, reforça Claudia Schaeffer. Para a executiva, a Atlas compartilha do compromisso da Dow com a mitigação de carbono e dos princípios de responsabilidade social para as comunidades em que a companhia está presente.

Segundo a Dow, o projeto ainda proporcionará maior competitividade à sua fábrica em Aratu, reforçando o posicionamento da unidade fabril na produção de soluções para o negócio de Poliuretanos com matriz mais sustentável de energia renovável.

Neste mesmo complexo industrial são desenvolvidas soluções de Poliuretano para a geração de produtos que atendem a diversos mercados – entre eles isolamento térmico para edificações na indústria da construção e para refrigeração na cadeia do frio – promovendo eficiência energética, conforto térmico e segurança, já que diminuem as emissões de GHG (gases estufa) em geral, CO2 (gás carbônico) e VOC (compostos orgânicos voláteis), utilizam menos recursos e possuem propriedades antichamas.

A Dow cita como exemplo que os seus painéis de isolamento térmico com poliuretano para a construção civil reduzem as emissões de CO2, tanto no processo de fabricação quanto na aplicação a longo prazo, além de apresentar benefícios em relação à construção de obras convencionais em alvenaria, como: eliminação de 100% da água utilizada na montagem, redução de até 60% no consumo de energia e instalação até 10 vezes mais rápida. Além disso, proporcionam mais segurança contra incêndio dos edifícios, pois possuem retardante de fogo, cumprindo com os padrões e certificações mais exigentes da região. Assim, engenheiros e arquitetos desempenham um papel fundamental como embaixadores de edifícios inteligentes, tendo como aliados os painéis de isolamento térmico em poliuretano, ajudando as edificações a alcançarem certificações internacionais como LEED e AQUA.

Outros projetos com foco na sustentabilidade

Em outubro de 2019, a companhia anunciou acordo com a Central Puerto, para o fornecimento de 20% de energia elétrica eólica para sua planta de Bahía Blanca, na Argentina. Uma vez totalmente operacionalizado, o acordo entre a Dow e a Central Puerto dá à companhia acesso a 20 MW de capacidade de eletricidade, o equivalente ao abastecimento de cerca de 10.400 residências. O recurso renovável será integrado à rede nacional de transmissão gerenciada pela CAMMESA para ser usado pela Dow em sua planta de Bahía Blanca.

Em 2014, no próprio complexo industrial de Aratu, houve substituição do gás natural por uma fonte renovável produzida a partir de eucalipto. Segundo a Dow, a floresta de eucaliptos é cultivada de forma sustentável, evitando o desmatamento e possibilitando a diminuição da carga de gás natural em cinco caldeiras existentes na unidade. A biomassa é fornecida por parceria com produtores rurais localizados no litoral norte da Bahia. Cada uma dessas fazendas atende aos critérios de sustentabilidade estabelecidos no Padrão de Madeira para Calor e Eletricidade. Além disso, um excesso de 12 megawatts (MW) de eletricidade renovável é enviado de volta à rede de distribuição de energia pela empresa parceira da Dow.

Além dessas inciativas, a Dow vem realizando outras ações globais para alcançar seus objetivos de sustentabilidade. A empresa anunciou esta semana que estabeleceu acordos de energias renováveis em outras unidades nos Estados Unidos (Texas e Kentucky). Os acordos garantirão 338 megawatts adicionais de capacidade energética, o que representa uma redução de mais de 225 mil toneladas métricas de CO2. Além disso, a Dow também está perto de ultrapassar sua meta de adquirir 750 MW de capacidade de energia renovável até 2025.

“Hoje, mais do que nunca, é preciso buscar soluções para reduzir o impacto das mudanças climáticas,” afirma Júlio Natalense, Líder de Sustentabilidade da Dow para a América Latina. “Nosso compromisso com a sustentabilidade se firmou há décadas e continuamos a inovar e a desenvolver novas tecnologias para reduzir as emissões de nossas operações, além de fabricar produtos que possibilitem um futuro com menos impacto ambiental. Buscamos sempre os melhores parceiros, alinhados aos nossos objetivos, para conquistarmos nossas metas”, finaliza o executivo.

A Atlas Renewable Energy é uma empresa de energia renovável que desenvolve, constrói e opera projetos de energia renovável com contratos de energia de longo prazo na América Latina. O atual portfólio da empresa é de 2GW de projetos contratados em estágio de desenvolvimento, construção ou operação, e tem como objetivo um crescimento adicional de 3.5GW nos próximos anos. Lançada no início de 2017, a Atlas Renewable Energy atua no desenvolvimento, construção e operação de projetos em grande escala. A empresa faz parte do Energy Fund IV, fundado pela Actis, um dos principais investidores em private equity no setor de energia de mercados emergentes. A Atlas afirma que conta com uma das maiores bases de ativos solares da América Latina, fornecendo energia mais sustentável para aproximadamente 1 milhão de famílias e evitando a emissão de quase 800 mil toneladas de CO2.

A Dow possui um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones utilizados por clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

Foto: Atlas

Curta nossa página no

Dow renova portfólio de soluções adesivas para laminação em embalagens flexíveis

26/06/2020

Novo portfólio foi desenvolvido para atender às necessidades do mercado latino-americano

Buscando oferecer soluções inovadoras para o segmento de embalagens flexíveis, a Dow apresenta ao mercado latino-americano a renovação de seu portfólio de soluções adesivas para laminação.

Após diversos estudos liderados pela equipe de P&D global e suportada pelo Pack Studios, novo centro de inovação tecnológica da Dow na América Latina, a empresa está disponibilizando variadas opções de adesivos para o processo de laminação. Em outras palavras, a empresa promove a junção de diferentes substratos que compõe uma embalagem. As novas linhas de adesivos sem solvente são:

Nova linha de adesivos solventless Pacacel

Os novos adesivos sem solventes Pacacel são opções para aplicações em embalagens que vão do uso geral ao alto requerimento de desempenho, como o envase de produtos químicos agressivos e estruturas que são submetidas a processos térmicos, como esterilização, pasteurização e cozimento. A Dow afirma que, devido à ampla gama de aplicações, essa nova linha de adesivos permite que os transformadores capturem novas oportunidades de negócio, além de possibilitar a otimização em custos, criando valor para a cadeia de produção.

Segundo a Dow, esta linha permite que as laminadoras operem em alta velocidade e propiciem às estruturas um tempo de corte abaixo de 4 horas, sem interferir na aparência final das embalagens. Além disso, garante a empresa, o Pacacel confere resistência química e térmica às embalagens laminadas, além de compatibilidade com tintas (inclusive para impressão digital). A Dow assegura que, graças ao cumprimento com todas as regulamentações globais, as embalagens laminadas com adesivos Pacacel não apresentam riscos aos alimentos.

Sistema de adesivos solventless Mor-Free

A Dow enfatiza as características de processabilidade da tradicional linha Mor-Free. Segundo a empresa, a linha contempla sistemas de adesivos bicomponentes sem solvente e é projetada para operar a uma alta velocidade de máquina, sem geração de névoa e proporcionando uma cura acelerada das estruturas laminadas. De acordo com a empresa, os produtos possuem uma excepcional força de adesão à estruturas contendo metalização, quando comparados aos sistemas convencionais. Além de proporcionar um tempo de aplicação da mistura (pot life) mais extenso, tais atributos garantem a maximização na eficiência de processo e uma consequente redução nos custos de conversão, garante o fabricante. Adicionalmente, assegura a Dow, a linha Mor-Free é de segura aplicação alimentícia (foto) graças ao cumprimento de regulamentações internacionais, como FDA, ANVISA (Mercosul) e europeia.

Essa linha de adesivos é indicada para laminação de uma ampla variedade de filmes impressos e não impressos como PE, PP, BOPP, PA, além de alumínio e filmes metalizados. As principais aplicações de embalagens para o uso desse adesivo são: alimentos, casa, higiene & cuidados pessoais e rações para animais.

“Os adesivos de laminação são de extrema importância na composição estrutural de uma embalagem, cada qual buscando atender a requisitos específicos, como diferentes níveis de barreira, resistência e shelf life. De igual maneira, nosso portfólio garante a maximização da eficiência nos processos de laminação. Por isso, trabalhamos a inovação de forma colaborativa com a cadeia de valor, a fim de atender as necessidades do mercado local e, ao mesmo tempo, cumprir com as regulamentações a nível global”, comenta Lucas Sasahara, Gerente de Marketing para o setor de Adesivos da Dow na América Latina

Os sistemas Mor-Free e Pacacel já estão em fase comercial e atualmente são produzidos em unidades fabris da América Latina. Ambos sistemas fazem parte de um portfólio mais amplo de Adesivos de Laminação da Dow que incluem também:

Sistema de adesivos base solvente Adcote

A Dow afirma que os adesivos de laminação base solvente oferecem desempenho e garantem eficiência de processo. Segundo a empresa, além de permitir uma alta velocidade de máquina e conferir resistência química e térmica às embalagens laminadas, os sistemas Adcote foram desenvolvidos com uma tecnologia que possibilitam um alto teor de sólidos de aplicação, implicando em um menor consumo de solvente e, consequentemente, reduzindo o impacto ambiental do ponto de vista de produção. Apropriados para todos os tipos de embalagens e seus requerimentos, as soluções adesivas base solvente da Dow também cumprem com requerimentos regulatórios globais de contato com alimentos.

Sistema de adesivos base água Robond

Produzida com tecnologia de base aquosa, esta linha elimina a necessidade do uso de solventes orgânicos no processo de laminação, satisfazendo aos mais exigentes requisitos de segurança alimentícia das embalagens, assegura a Dow. Além disso, permite um ambiente de trabalho mais seguro aos colaboradores. Segundo o fabricante, os adesivos da série Robond possuem um excelente nível de adesão, o que permite passar ao processo de corte das bobinas imediatamente após o processo de laminação, reduzindo, consequentemente, o ciclo da cadeia produtiva.

O portfólio de negócios de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma gama de produtos e soluções científicas para clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, tais como embalagens, infraestrutura e atendimento ao consumidor. A Dow opera 109 plantas em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. A Dow presentou resultados de vendas de aproximadamente US$ 43 bilhões em 2019.

Foto: Dow

Curta nossa página no

Dow estabelece metas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e de resíduos plásticos

17/06/2020

  • A Companhia deve alcançar a neutralidade de carbono até 2050;
  • Um milhão de toneladas métricas de plástico devem ser coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030;
  • 100% dos produtos da Dow serão vendidos em aplicações de embalagens reutilizáveis ou recicláveis até 2035

A Dow anunciou, hoje, novos compromissos para enfrentar as mudanças climáticas e os resíduos plásticos em seu ciclo de produção. Segundo a empresa, o seu objetivo é tornar-se a companhia de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo. Pelo 17º ano consecutivo, a Companhia também emitiu seu Relatório de Sustentabilidade (ano 2019), destacando os avanços realizados e os resultados alinhados aos seus Objetivos de Sustentabilidade para 2025.

“O anúncio de hoje é o próximo passo de uma jornada de sustentabilidade iniciada há mais de 30 anos. As mudanças climáticas e os resíduos plásticos estão entre os maiores problemas técnicos, sociais e econômicos que o mundo já enfrentou, e nossos produtos e tecnologias são essenciais para lidarmos com ambos”, disse Jim Fitterling, Chairman e CEO da Dow. “Temos a responsabilidade e a oportunidade de sermos líderes no enfrentamento desses desafios globais. Um futuro mais sustentável é viável, mas somente se continuarmos a encarar esses problemas de frente, se nos responsabilizarmos e trabalharmos juntos para viabilizar novas soluções baseadas na ciência e tecnologia e criando soluções que enderecem diretamente essas duas problemáticas.”

As novas metas de sustentabilidade enunciadas pela Dow, que se alinham aos objetivos de sustentabilidade para 2025, incluem:

  • Proteger o Clima: até 2030, a Dow reduzirá suas emissões anuais líquidas de carbono em cinco (5) milhões de toneladas, ou 15% em relação a 2020. Além disso, a empresa pretende ser neutra em emissões de carbono até 2050, alinhada ao Acordo de Paris. A companhia está comprometida a implementar e avançar em tecnologias para fabricação de produtos que utilizem menos recursos e que ajudem os clientes a reduzirem suas pegadas de carbono.
  • Eliminar os resíduos: até 2030, a Dow ajudará a reduzir a emissão de resíduos por meio da coleta, reutilização e/ou reciclagem de 1 milhão de toneladas métricas de plástico, por meio de suas ações e parcerias. A companhia está investindo e colaborando no desenvolvimento de tecnologias e infraestruturas importantes que aumentem significativamente a reciclagem global.
  • Fechar o Ciclo: até 2035, a Dow ajudará a impulsionar uma economia circular do plástico por meio da adoção de embalagens que sejam reutilizáveis ​​ou recicláveis para a comercialização de 100% de seus produtos. A companhia também está comprometida em redesenhar e oferecer soluções reutilizáveis ​​ou recicláveis ​​para aplicações de embalagens.

Além das ações que a Dow já realizou ao redor do mundo para atingir seus objetivos de sustentabilidade, a companhia confirmou hoje que estabeleceu novos acordos de fornecimento de energia renovável para suas unidades fabris na Argentina, no Brasil e nos Estados Unidos (nos estados do Texas e do Kentucky), garantindo 338 megawatts adicionais de capacidade energética de origem renovável. Segundo a empresa, isso representa uma redução de mais de 225 mil toneladas métricas de CO2. Além disso, a companhia afirma estar a caminho de exceder sua meta de adquirir 750 MW de capacidade de energia renovável até 2025.

A Dow afirma que muitos dos seus produtos reduzem as emissões de gases de efeitos estufa dos clientes de forma mais significativa do que as emissões de carbono usadas para produzi-las, por meio de aplicações como automóveis mais leves e com menor consumo de combustível; edifícios com maior eficiência energética; e alimentos que se mantém seguros e frescos por mais tempo – tudo isso focado em um mundo que deve adicionar uma população de mais 2 bilhões de pessoas até 2050.

Hoje, a Dow também apresentou uma nova linha de resinas plásticas recicladas mecanicamente para aplicações de embalagens plásticas flexíveis e rígidas, que, segundo a empresa, te potencial de redução das pegadas de carbono e energia das aplicações de até 20 a 30%.

Os objetivos da Dow relacionados aos resíduos plásticos estão projetados para garantir que seus investimentos e colaboração, incluindo seus compromissos e investimentos na Alliance to End Plastic Waste e Circulate Capital, tenham metas claras para impedir que os resíduos acabem no meio ambiente e para direcionar a indústria da ciência dos materiais a uma economia circular. Outras ações da Dow para promover tecnologias de reciclagem, ajudar os clientes a desenhar produtos para reciclagem e apoiar projetos de infraestrutura e educação podem ser acessados aqui.

“Reduzir o impacto das mudanças climáticas e eliminar o resíduo plástico são desafios sociais interligados. Como fabricantes de tecnologias essenciais para uma economia de baixo carbono, estamos desenvolvendo e investindo em novos processos de produção de baixa emissão e mais eficientes. E agora estamos olhando para o resíduo como um recurso que nos permitirá continuar inovando em materiais mais sustentáveis” comentou Mary Draves, Vice-presidente e Chief Sustainability Officer da Dow.

A companhia também afirmou que irá colaborar com instituições de ensino e pesquisa, ONGs, especialistas em auditoria, parceiros de tecnologia e entre outros membros da indústria para incentivar o desenvolvimento e a comercialização de produtos e tecnologias de baixo carbono, que reduzam as emissões globais de gases de efeito estufa (GEE). Essas medidas visam assegurar que as empresas possam prestar contas da redução desses gases. A empresa pretende compartilhar mais informações sobre essa colaboração ainda este ano.

Conforme descrito no Relatório de Sustentabilidade da Dow de 2019, divulgado hoje, a Companhia obteve um avanço significativo em relação aos Objetivos de Sustentabilidade para 2025. Segundo a empresa, desde 2006 a Dow reduziu suas emissões de GEE em 15%, incorporou um preço de carbono ao seu planejamento de negócios e investiu em capacidade de energia renovável. A empresa afirma ser a usuária número um de energia limpa na indústria química e está entre as 25 principais corporações globais em termos de uso de energia renovável.

A Dow está presente em negócios de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones, oferecendo uma ampla gama de produtos e soluções em segmentos de mercado de alto crescimento, tais como embalagens, infraestrutura e atendimento ao consumidor. A Dow opera 109 plantas em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. A Dow presentou resultados de vendas de aproximadamente US$ 43 bilhões em 2019.

Foto: Dow

Curta nossa página no

Dow interrrompe operações em unidade de Midland (Michigan, EUA) devido a enchentes; inundação gera receios de contaminação química

20/05/2020

Segundo o periódico The Detroit News, a Dow ativou hoje (20/05/2020) o centro de operações de emergência em suas instalações em Midland, depois que as águas da enchente do Rio Tittabawassee, resultante de fortes chuvas, atingiram níveis históricos e se misturaram às lagoas de contenção de plantas químicas da unidade da Dow, aumentando o receio de um sério problema ambiental. Outro preocupação com as cheias é que o alto fluxo da água da enchente revolva dioxinas altamente tóxicas de sedimentos contaminados no fundo do rio, a jusante do local classificado como “Superfund” (que são áreas poluídas, definidas a nível Federal nos Estados Unidos, requerendo medidas de longo prazo para limpeza da contaminação por materiais perigosos).

A Dow interrompeu temporariamente suas operações no Parque industrial de Midland. O rompimento e transbordamento de barragens no rio Tittabawassee obrigou milhares de moradores da região a evacuarem a área. As unidades operacionais da empresa foram paradas, com exceção das instalações necessárias para gerenciar a contenção de produtos químicos, afirmou a empresa em comunicado no final da manhã de hoje.

A Dow informou também que, até o momento, não há relatos de liberação de produtos químicos das suas instalações de fabricação.

As operações da Dow em Michigan empregam cerca de 3.000 pessoas e compreendem 26 unidades industriais, que incluem a produção de plásticos e produtos químicos especiais. Outras empresas também tem operações no complexo da Dow, incluindo DuPont, Corteva Agriscience e Trinseo. As instalações também abrigam um campus de pesquisa e desenvolvimento.

Midland, localizada na região central do Estado de Michigan (EUA), é uma cidade de 42.000 habitantes. A Dow, uma das maiores fabricantes de plásticos e produtos químicos do mundo, opera em Michigan desde 1897.

Mais informações no site do The Detroit News (em inglês)

Foto: City of Midland