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Dow abre inscrições para Prêmio Packaging Innovation Awards 2021

13/09/2021

Realizado desde 1986, o Packaging Innovation Awards prestigia tecnologias e processos inovadores desenvolvidos por participantes de toda a cadeia de valor do mercado de embalagens.

Estão abertas as inscrições para 33ª edição do Packaging Innovation Awards, premiação realizada pela Dow que reúne anualmente as principais novidades na indústria de embalagens com foco no avanço tecnológico, na sustentabilidade e na melhoria da experiência do usuário.

“Todos os anos, o Packaging Innovation Awards destaca os projetos, novos pontos de vista e ideias que estão ampliando os horizontes da indústria para apresentar verdadeiras inovações que podem simplificar o comércio, impactar a sociedade e impulsionar a economia circular do plástico”, comenta Andres Salgado, diretor de marketing do Negócio de Embalagens Especiais e Plásticos para a América Latina da Dow.

O prazo para submeter um projeto, seja ele referente a qualquer área da cadeia de valor de embalagem, vai até o dia 14 de outubro e pode ser feito no site: www.dow.com/en-us/market/mkt-packaging/packaging-innovation-award.html. Já as amostras dos projetos precisam chegar até o dia 5 de novembro. A participação no prêmio é gratuita e os projetos inscritos podem envolver os diferentes tipos de embalagem, desenvolvidas em qualquer material. Todas as inscrições devem contemplar produtos comerciais que estejam no mercado.

“Todas as inscrições serão revisadas e avaliadas por um painel independente e de prestígio de profissionais de todo o mundo, em uma ampla variedade de áreas, incluindo design, engenharia, varejo, conversão e academia. Esses jurados irão analisar e julgar cada projeto com base em três critérios: tecnologia, sustentabilidade e experiência do usuário”, explica Salgado.

Os vencedores na categoria prata, ouro e diamante, além do Prêmio Diamante (de maior honra), que será destinado para o autor do projeto com excelência nas três categorias, serão anunciados no primeiro trimestre de 2022.

Agenda do Packaging Innovation Awards 2021

A Dow é uma empresa global de ciência dos materiais, com um portfólio de produtos que inclui plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones voltados para mercados como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.

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Dow inaugura centro de inovação para a América Latina em Jundiaí

27/08/2021

Entre os inúmeros estudos realizados nos laboratórios, há também o foco nas tecnologias para embalagens de alimentos e bebidas, centralizadas no Pack Studios – centro de inovação para o desenvolvimento de soluções de embalagem

A Dow escolheu o Brasil para ser sede do centro de inovação para a América Latina, o Latin America Inspiration Center. Localizado em Jundiaí (SP), o Latin America Inspiration Center concentra em um único lugar uma estrutura de pesquisa e desenvolvimento que será o núcleo tecnológico de inovação sustentável e colaborativa da Dow para a América Latina. A empresa é uma das indústrias químicas que mais investe, globalmente, em Pesquisa e Desenvolvimento. De Jundiaí, atenderá a clientes e parceiros de todos os países em que a Dow atua na América Latina.

Com 9.291 metros quadrados, o Latin America Inspiration Center conta com laboratórios de alta tecnologia e equipamentos de última geração, além de laboratórios de avaliação sensorial e de análise de desempenho de materiais, espaços de colaboração para processos de design thinking, salas multiuso e espaços para treinamentos presenciais ou digitais.

Indústria da embalagem

Segundo a Dow, as instalações do novo centro estão preparadas para impulsionar a inovação sustentável da indústria da embalagem, com foco nas tecnologias do segmento de alimentos e bebidas.

Os laboratórios da área de Embalagem & Especialidades Plásticas (P&SP) possuem equipamentos para testes físicos de desempenho mecânico (impacto, perfuração, rasgamento, tração); medidas de propriedades físico-químicas e ópticas dos filmes; quantificação de aditivos via cromatografia (GC-MS e HPLC); caracterização de polímeros e embalagens (composição, degradação, contaminação) via Espectroscopia infravermelha, análise térmica (DSC e TGA) e reologia; e visualização e caracterização de multicamadas em embalagens via Microscopia de estágio quente.

O Innovation Center abriga o Pack Studios, espaço de pesquisa colaborativa e desenvolvimento de projetos com clientes e parceiros da área de Embalagem & Especialidades Plásticas (P&SP). De acordo com as Dow, a atuação colaborativa visa desenvolver melhorias e novas soluções para a indústria do plástico que impactem positivamente o mercado e o meio ambiente. Um dos destaques é a extrusora de nove camadas, que é capaz de fazer embalagens 100% preparadas para a reciclagem.

O ambiente conta com uma ferramenta de transmissão ao vivo, permitindo que clientes e colaboradores acompanhem a prototipagem, a produção e os testes de maneira remota. Criado na América Latina, o projeto se estendeu para outros Pack Studios no mundo.

A estrutura inclui, ainda, uma máquina de reciclagem mecânica, produção de filmes, moldagem por injeção e por sopro, túnel de encolhimento, termoformadora e ensacadora de forma, enchimento e selagem.

Nesse ambiente, a Dow irá fomentar parcerias colaborativas com seus clientes, donos de marcas e a comunidade científica para acelerar esforços em direção à inovação da indústria latino-americana. “Acreditamos que inovação começa com colaboração. Trabalhamos de perto com nossos clientes para ajudá-los a solucionar seus desafios e assim, contribuir para torná-los mais sustentáveis e para melhorar seu desempenho e produtividade”, enfatiza Ana Claudia Rueda, Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento e Serviços Técnicos da Dow América Latina.

Integração e colaboração

A Dow afirma que pretende desenvolver inovações em ciência dos materiais por meio de três pilares estratégicos na América Latina: Inovação Sustentável, Aceleração Digital e Ecossistema Inovador. Na prática, isso significa ajudar seus clientes e a cadeia de valor dos segmentos em que atua a desenvolver soluções mais sustentáveis com foco na proteção do clima, em uma economia circular e no manuseio de materiais mais seguros para as pessoas e para o planeta; usar a conectividade e a digitalização para promover rápidas aprendizagens e respostas às mudanças no mercado; e dispor de um time diversificado de especialistas que garantam a inovação com segurança e agilidade.

Segundo a empresa, é por isso que, além da estrutura avançada, um dos grandes diferenciais do Latin America Inspiration Center é seu time multidisciplinar. Ao todo, cerca de 200 especialistas irão conectar as tecnologias, os laboratórios e as equipes de suporte técnico e pesquisa e desenvolvimento da Dow aos outros laboratórios que a Dow possui no México, Colômbia, Brasil e Argentina, bem como à rede global de especialistas, permitindo a replicação e adaptação de soluções desenvolvidas em outras geografias para a realidade dos mercados locais.

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Dow e Ulma Packaging introduzem embalagem termoformada rica em polietileno no mercado de frango fresco

06/08/2021

  • Em parceria com a fabricante de máquinas e serviços de embalagem ULMA Packaging, a Dow leva a primeira embalagem termoformada com alto teor de polietileno para o segmento.
  • Segundo a Dow, a embalagem é a solução mais sustentável porque tem menos embalagem por produto, menor pegada de carbono, pode ajudar a diminuir o desperdício de alimentos e é tecnicamente reciclável.
  • Fabricante do material afirma que, por sua alta resistência mecânica e selagem hermética, a embalagem é a prova de vazamento e oferece melhor experiência de compra. Permite gôndolas e manuseio limpos, além de atender às novas tendências de consumo alimentar decorrentes da pandemia, com aumento de compras online, proporcionando segurança para o serviço delivery, sem contaminação de outros produtos, além de ser uma embalagem lavável.
  • Material estende o tempo de vida útil do frango fresco por até dois finais de semana, aumentando o tempo na prateleira e oferecendo produtos frescos e seguros para consumo final, com diminuição de manutenção para os varejistas, garante a Dow.

Em parceria com a fabricante de máquinas ULMA Packaging e transformadores licenciados na América Latina, a Dow traz para o mercado de cortes de frangos frescos e refrigerados a primeira embalagem termoformada rica em polietileno desenvolvida com Phormanto, uma tecnologia inovadora que, segundo a empresa, oferece uma solução sustentável e disruptiva para o segmento. A nova embalagem é capaz de manter os alimentos frescos e prontos para consumo por até dois finais de semana, oferecendo alta confiabilidade, higiene e segurança em uma estrutura tecnicamente reciclável, garante a Dow. Como resultado, os produtores obtêm benefícios na oferta de produtos que se destacam na gôndola, em uma embalagem sustentável que contribui para a diminuição de avarias, perdas e desperdício de alimentos. Segundo a fabricante do material, o varejista tem menor manutenção de gôndolas e o consumidor recebe alimentos seguros e confiáveis, em embalagens práticas e sustentáveis com melhor experiência e manuseio limpo durante a compra.

A tecnologia Phormanto e o Mercado de Carne de Frango

Segundo a Dow, Phormanto é uma tecnologia patenteada pela empresa para embalagens termoformadas flexíveis, rica em polietileno, com estrutura reciclável, alta transparência, além de possibilitar a respirabilidade específica ou aplicação de atmosfera modificada atendendo aos requisitos do produto a ser embalado, com estrutura simplificada (sem a necessidade de poliamida).​ Criada em 2012, Phormanto é uma solução versátil, podendo atender diversos mercados e já presente em segmentos de queijos, alimentos embutidos e snacks e pela primeira vez, sendo adaptada às necessidades da avicultura.

O mercado de frango ocupa um importante espaço na economia dos países latino-americanos. Além da forte exportação, a proteína avícola está cada vez mais presente no cardápio das populações locais. Dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) apontam que a produção de frangos triplicou nos países do Mercosul e da América Central nas últimas três décadas, com Brasil, México e Argentina à frente desse mercado. A produção brasileira é a terceira no ranking global e o consumo interno representa o quarto maior mercado consumidor de frangos, em todo o mundo.

O cenário de pandemia reforçou a demanda interna, com maior procura pelo frango – proteína com preço mais acessível – no lugar da carne bovina. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (Abrapa), a produção para o mercado interno poderá crescer cerca de 6,5% em 2021, com aumento estimado em 4,4% no consumo per capita, correspondente a 47 quilos.

Com base nesse contexto, atenta às particularidades dos cortes de aves e aos rígidos requisitos técnicos para esse segmento, a Dow e a ULMA encontraram no Phormanto uma solução para os desafios dessa cadeia.

“Os consumidores estão cada vez mais exigentes e cuidadosos em suas escolhas no momento de compra. Buscam por praticidade, alimentos frescos e sustentabilidade. Isso se reflete diretamente nas embalagens que, segundo pesquisas, precisam ser mais sustentáveis, inteligentes, práticas e adaptadas para diferentes momentos, com o máximo de eficiência e proteção do produto. No mercado avícola existe uma carência na experiência de compra além das oportunidades de melhoria em toda a cadeia, que podem ser atendidas a partir da mudança de embalagem.” explica Sabine Rossi, Gerente de Desenvolvimento de Novos Mercados da Dow.

Para a ULMA Packaging, a proposta da tecnologia Phormanto possibilitou o desenvolvimento de uma solução inédita para o mercado de aves. A empresa atua no mercado de termoformadoras de alto desempenho e desenvolve produtos e serviços para fornecer soluções completas a seus clientes. “Além de nossa liderança e presença global, o que nos diferencia é o nosso extenso catálogo, que incorpora tecnologias de ponta, um serviço amigável e flexível e nossa capacidade de fornecer soluções chave na mão. A parceria com a Dow reflete e reforça esse compromisso, avançando em tecnologias de design e fabricação de embalagens para agregar valor à toda a cadeia”, analisa José Segovia, Diretor da ULMA Packaging.

Segundo a Dow, a tecnologia Phormanto é uma alternativa inédita em comparação à termoformagem tradicional para esse segmento e às opções atuais de embalagem. A empresa afirma que, por suas propriedades, o material Phormanto proporciona alta resistência mecânica com respirabilidade específica para a proteína avícola, quando fornecida de forma fresca ou refrigerada.

A Dow assegura que o material Phormanto é à prova de vazamentos e pode ser projetado para embalagens de fácil abertura, com aspectos visuais diferenciados, como brilho e transparência, além de permitir a exposição vertical, facilitando a visibilidade da marca e contribuindo para otimizar o espaço em prateleiras e gôndolas. Combinadas, essas propriedades permitem a produção de embalagens seguras e confiáveis, que estendem da vida útil do alimento em até duas vezes mais, um impacto significativo na comparação com outras soluções disponíveis, garante a fabricante. Essa extensão pode reduzir o índice de desperdício no varejo em até 40%, segundo dados do estudo “Stop Waste – Save Food” (2016-2020), realizado pela Denkstatt.

Ainda segundo o mesmo estudo, vale ressaltar que o setor de alimentos é responsável por cerca de 30% das emissões de gases efeito estufa. Além do combate ao desperdício de alimentos, a nova embalagem desenvolvida com Phormanto colabora para a redução das emissões de CO2 resultantes da produção de embalagens.

“Esta nova oferta para a indústria de proteína animal está intimamente ligada à nossa meta de ‘fechar o ciclo’ da economia circular e ao nosso compromisso de trabalhar diretamente com nossos clientes, proprietários de marcas e a cadeia de valor. Queremos colaborar no redesenho das aplicações de embalagens recicláveis, proporcionando claros benefícios sociais e ambientais”, Sabine Rossi, Gerente de Desenvolvimento de Novos Mercados da Dow.

A Dow oferece um portfólio de materiais plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones para uma variedade de produtos e soluções a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

A ULMA Packaging atua no desenvolvimento e fabricação de equipamentos e sistemas de embalagem, compreendendo soluções completas que abrangem desde a manipulação e carga do produto primário, até o encaixotamento e paletização final, passando pelo empacotamento, com a possibilidade de opção entre cinco diferentes tecnologias de embalagem: Filme Extensível, Flow Pack (HFFS), Termoformado, Termoselado e Vertical (VFFS). A ULMA Packaging opera em mais de 60 países com presença própria em 24, contando com mais de 1700 funcionários.

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Furgões refrigerados Ibiporã utilizam poliuretanos da Dow na entrega de vacinas contra Covid-19

03/07/2021

  • Estrutura logística para distribuição das vacinas em todo o território nacional conta com os furgões Ibiporã
  • A Ibiporã produz atualmente cerca de 1.800 furgões refrigerados por ano e é parceira da Dow na área de Poliuretanos.
  • No início do ano, a fabricante de furgões foi contratada pelas empresas vencedoras da licitação para realizar o transporte das vacinas contra a Covid-19, em todo o país.
  • Vacinas podem ser movimentadas com segurança para enfrentar os desafios relacionados ao extremo calor e às variadas condições climáticas de cada região brasileira.
  • Até o momento, a Ibiporã já fabricou 88 furgões especificamente para esse destino. Com previsão de mais de 50 a 80 a serem produzidos até o final do ano.

O transporte seguro das vacinas contra o novo coronavírus é peça-chave para o sucesso no combate à pandemia. Embora a malha aeroportuária atenda às grandes capitais e cidades importantes do interior, o transporte rodoviário – o modal mais usado no Brasil – representa um dos maiores desafios nessa logística. Enquanto aeronaves possibilitam a chegada dos lotes de vacinas aos principais centros para a distribuição regional, a entrega para os mais de 5.570 municípios brasileiros é realizada por via terrestre. Essa distribuição, delicada e regulamentada por rígidas normas técnicas de refrigeração, representa um desafio ainda maior, principalmente porque algumas marcas de vacinas precisam ser transportadas em temperaturas muito baixas e por grandes deslocamentos.

Para atender a essa demanda, a Ibiporã, fabricante nacional especializada em furgões refrigerados, foi escolhida como parceira fornecedora de carrocerias refrigeradas às transportadoras vencedoras da licitação para a distribuição das vacinas contra Covid-19, em todo o território brasileiro Com 28 anos de mercado e sediada na cidade de mesmo nome, no Paraná, a Ibiporã atende a grandes marcas da indústria alimentícia, no Brasil e no exterior, e já produziu até o momento 88 furgões especificamente para o transporte de vacinas contra o novo coronavírus. Com previsão de mais de 50 a 80 a serem produzidos até o final do ano.

A tecnologia empregada na produção desses furgões é fornecida pela área de Poliuretanos da Dow, responsável pelo desenvolvimento de soluções para atender aos rígidos parâmetros do mercado de transporte refrigerado. O uso da tecnologia em poliuretano, um dos materiais mais versáteis da indústria plástica, permite a criação de soluções especiais em aplicações para a chamada cadeia do frio – processos que incluem ciclos de manutenção, armazenamento, transporte, condições e garantia de conservação de produtos congelados e refrigerados. “A versatilidade de nossas soluções para espumas de poliuretano possibilita excelentes propriedades de isolamento térmico, força estrutural e aderência, fazendo com que sejam ideais para aumentar a eficiência energética de todos os processos da cadeia do frio, reduzir custos de operação e preencher cavidades e estruturas de diversos formatos, beneficiando a refrigeração durante o transporte e armazenamento de diferentes produtos, incluido as vacinas contra a Covid-19”, explica Edilson Machado, diretor de Marketing do negócio de Poliuretanos da Dow.

Além desses benefícios e de atender às adequações regulatórias, normas e protocolos desse mercado, a parceria entre a Dow e a Ibiporã resulta na utilização de materiais isentos de gases que afetam a camada de ozônio e potencializam o efeito estufa. A produção dos furgões refrigerados para o transporte de vacinas integra o Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (hidroclorofluorcarbonos), apoiado pelo PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, em atendimento ao Protocolo de Montreal. Pactuado em 1987, e da qual o Brasil é signatário, o acordo global busca a diminuição do uso de substâncias que afetam a camada de ozônio. Por meio desses programas, empresas brasileiras do setor de espuma e de refrigeração são apoiadas na conversão de seus processos produtivos para outras substâncias alternativas, como os HFOs, estruturas químicas de vida curtíssima na atmosfera, reduzindo consideravelmente impactos ambientais. A Ibiporã finalizou esse processo de conversão industrial em julho de 2019, saindo na frente das demais empresas, que finalizaram o processo no final do mesmo ano e o no início do ano seguinte.

Parceria no combate a Covid-19

Ricardo Gabriel, gerente comercial da Ibiporã, conta que desde o início dos testes das vacinas, no Brasil, a empresa vinha sendo procurada por parceiros especializados em transporte de medicamentos, atentos à demanda por uma distribuição eficiente e segura das vacinas contra a Covid-19. “Sem a tecnologia de refrigeração com o uso de poliuretano na construção dos furgões, não seria possível levar a vacina para todos os cantos do Brasil, onde a extensão territorial é um desafio, bem como condições climáticas de extremo calor. Acompanhar nossos furgões sendo carregados com milhões de doses de vacinas para distribuição em todos os recantos do país nos deixa honrados e cientes de nossa responsabilidade nessa frente em prol da proteção da população brasileira, ao mesmo tempo em que cumprimos nossa missão por meio de materiais que não agridem a camada de ozônio”, enfatiza o executivo.

Para Edilson Machado, da Dow, a parceria com a Ibiporã integra um conjunto de ações que reúne as diferentes frentes de negócios da companhia em busca de soluções para a mitigação dos impactos da Covid-19, no Brasil. “Diversas ações têm sido realizadas desde janeiro de 2020, quando a pandemia dava seus primeiros sinais, em todo o mundo. Entre elas, a doação de tecnologia de espumas para a produção de colchões para hospitais de campanha, no ano passado. Por meio da parceria com nossos clientes, materializamos nossa crença em colaboração para a busca de soluções conjuntas e que auxiliem as comunidades em que estamos inseridos”, finaliza.

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Dow, LyondellBasell e Nova Chemicals lançam conjuntamente fundo multimilionário para acelerar o investimento em infraestrutura de reciclagem de plásticos na América do Norte

03/06/2021

Segundo as empresas, a parceria representa um investimento inicial e um convite às partes interessadas em toda a cadeia de valor da reciclagem de plásticos para unir forças com esta estratégia de capital catalítico

Em 26 de maio, três empresas líderes no segmento de plásticos e ciência de materiais –– Dow, LyondellBasell e Nova Chemicals –– anunciaram o estabelecimento do Closed Loop Circular Plastics Fund, um fundo para investir em tecnologias de reciclagem escaláveis, upgrade de equipamentos e soluções de infraestrutura. O Fundo, administrado pelo Closed Loop Partners, e com um investimento inicial de US $ 25 milhões, convida empresas em toda a cadeia de valor dos plásticos a se unirem para promover a recuperação e reciclagem de plásticos nos EUA e Canadá. O objetivo do fundo catalítico é crescer para o valor de $ 100 milhões, por meio de uma combinação dos investidores fundadores do Fundo, investidores corporativos adicionais e instituições financeiras, a fim de atrair capital adicional além dos próprios comprometimentos do Fundo. Em grande escala, os investimentos do Fundo visam reciclar mais de 500 milhões de libras (aproximadamente 226 milhões de kg) de plásticos ao longo da vida do Fundo.

O Fundo Closed Loop Circular Plastics investirá em três áreas estratégicas para aumentar a quantidade de plástico reciclado disponível para atender à crescente demanda por conteúdo reciclado de alta qualidade em produtos e embalagens:

  • Acesso – Aumento da coleta de materiais plásticos de polietileno (PE) e polipropileno (PP), avançando nos sistemas de coleta de materiais atuais e de última geração, incluindo transporte, logística e tecnologias e infraestrutura de triagem para reciclagem.
  • Otimização – Atualização dos sistemas de reciclagem para agregar, classificar e separar com mais eficiência os plásticos desejados, a fim de aumentar a quantidade total de plástico de alta qualidade, incluindo plásticos de qualidade alimentar e médica, enviados para remanufatura.
  • Fabricação – Investir em instalações e equipamentos que fabricam produtos acabados, embalagens ou bens relacionados usando conteúdo reciclado, incluindo PE e PP reciclados.

Desde a sua fundação em 2014, o portfólio de mais de 50 investimentos da Closed Loop Partners conseguiu evitar que mais de 4.600 milhões de libras de materiais fossem descartados em aterros, retornando para as cadeias de fornecimento de manufatura. ”A partir dessa experiência acumulada, o Closed Loop Circular Plastics Fund investirá em tecnologias, empresas e projetos de infraestrutura que aprimorem a recuperação e a reciclagem de materiais-alvo, incluindo PE e PP pós-consumo e pós-industrial nos EUA e Canadá.

O Fundo implantará uma combinação flexível de financiamento de dívida e capital, e também terá como objetivo estimular co-investimentos convencionais, incluindo aqueles de instituições financeiras, em soluções circulares para plásticos para acelerar ainda mais o impacto na escala. Com instalações estabelecidas, extensas redes de cadeia de suprimentos e mercados, Dow, LyondellBasell e Nova Chemicals estão coletivamente bem posicionadas para ajudar a avançar na transição para um novo sistema mais circular. Juntos, eles estão criando um precedente para um futuro sustentável para a indústria de plásticos, construindo uma avenida para mais investimentos e sinergias com outras partes interessadas na cadeia de valor de recuperação e reutilização de plásticos.

“Os fabricantes de resinas plásticas que vão criar valor para seus acionistas agora e no futuro são aqueles que garantem que 100% de seus produtos serão reciclados ou reutilizados com segurança, e nunca descartados em aterros sanitários ou em outro local do nosso ecossistema. Esperamos investir em infraestrutura sustentável e inovações que permitam e incentivem outras empresas, incluindo os investidores no Closed Loop Circular Plastics Fund, a empregar significativamente mais de seu próprio capital para aumentar ainda mais a escala dessas soluções críticas ”, disse Ron Gonen, fundador e CEO do Closed Loop Partners. “Juntamente com a promoção de modelos escaláveis de embalagens reutilizáveis ​e novos materiais inovadores, o crescimento da infraestrutura de reciclagem e economia circular nos EUA e no Canadá desempenham um papel crítico na eliminação do descarte de plástico e na redução da necessidade de extração de matérias-primas.”

O fornecimento atual de plásticos reciclados atende a apenas 6% da demanda dos plásticos mais usados ​​nos EUA e Canadá. Gargalos sistêmicos, incentivos e políticas desalinhadas, ineficiências tecnológicas e equipamentos desatualizados em toda a cadeia de recuperação de plásticos contribuem para que milhões de toneladas de plástico sejam descartadas em aterros sanitários e oceanos. Aumentar a recuperação e recirculação de plásticos poderia ajudar a atender a um mercado acessível para plásticos com oportunidades potenciais de receita de US $ 120 bilhões apenas nos EUA e Canadá. Dentro disso, existe uma oportunidade significativa para impulsionar a recuperação de PE e PP, com base na “desejabilidade” de mercado para esses materiais e nos valores de produção esperados, bem como em sua ampla variedade de aplicações nas indústrias, incluindo saúde e alimentos e bebidas.

“A Dow está investindo com a Closed Loop Partners como outra forma de catalisar investimentos adicionais em tecnologia e infraestrutura de reciclagem nos EUA e Canadá. Os materiais plásticos são essenciais para uma economia sustentável de baixo carbono e este fundo, juntamente com outros investimentos e colaborações nas quais estamos envolvidos, ajudará a mover a sociedade em direção a uma economia circular, garantindo que o plástico não seja perdido para o meio ambiente ”, disse Jim Fitterling, Presidente e CEO da Dow. “Mas nossos compromissos e capital investido por si só não são suficientes para acabar com o descarte de plásticos. Instamos outras pessoas, em todos os setores da sociedade, a se juntarem a nós e a dar escala às tecnologias, parcerias e capital necessários para construir as cadeias de suprimentos circulares de plásticos do futuro. ”

“Enfrentar o desafio do descarte de plásticos no meio ambiente requer ações coletivas em múltiplas frentes. Como empresa, temos executado uma estratégia multifacetada que inclui inovações em reciclagem mecânica, o avanço das tecnologias de reciclagem molecular e a incorporação de matérias-primas renováveis ​​em nossa fabricação”, disse Bob Patel, CEO da LyondellBasell. “Além dos esforços da nossa empresa, outras melhorias na infraestrutura de reciclagem são críticas para capturar o valor dos plásticos usados ​​e promover a economia circular. Acreditamos que um investimento conjunto bem-sucedido pode transformar os desafios do plástico descartado em oportunidades de negócios sustentáveis. ”

“A Nova Chemicals está ansiosa para unir forças com líderes da indústria que compartilham nosso mesmo compromisso de construir uma economia circular para plásticos”, disse Luis Sierra, Presidente e CEO da Nova Chemicals. “A inovação é a chave para o nosso sucesso coletivo. Se pudermos criar produtos de plástico que sejam mais fáceis de reciclar, trabalhar com menos materiais, incorporar mais conteúdo reciclado e investir na infraestrutura de reciclagem e recuperação, seremos capazes de alcançar um futuro com resíduos de plástico zero. Estamos prontos para trabalhar em toda a cadeia de valor, desenvolvendo novas soluções que irão moldar um amanhã melhor. ”

Foto: Closed Loop

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Dow figura com dois projetos brasileiros em ranking do Prêmio LatinoAmérica Verde

21/04/2021

  • Prêmios LatinoAmérica Verde contemplam iniciativas de sustentabilidade mais relevantes em toda a região.
  • Contrato de Compra de Energia solar da Dow com a Atlas Renewable Energy para a unidade de Aratu, na Bahia e Resina PCR HDPE 96032, desenvolvida em parceria com a Boomera LAR, estão entre os 500 melhores projetos sociais e ambientais desenvolvidos na América Latina entre mais de 2,1 mil inscritos.

A Dow foi incluída na seleção entre os melhores projetos do Prêmios LatinoAmérica Verde, considerado um dos mais importantes da região, que reconhece e premia governos, organizações, empresas, microempresas, comunidades e indivíduos que tenham projetos com dados mensuráveis. A Dow foi selecionada com dois projetos brasileiros: o da Resina PCR HDPE 96032 e o contrato de Compra de Energia da Dow com a Atlas Renewable Energy para o consumo de energia solar em Aratu (Bahia).

O Prêmios LatinoAmérica Verde é organizado pela fundação que leva o mesmo nome e foi criado para dar visibilidade às iniciativas sustentáveis regionais. A cada ano, do total de inscritos, 500 projetos são selecionados pela relevância social e ambiental, distribuídos em oito categorias de premiação alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODs) das Organizações das Nações Unidades (ONU). Esse é o segundo ano consecutivo em que a Dow figura no ranking. Em 2020, o projeto “Reciclagem que Transforma” – parceria da Dow com a Boomera e a Fundación Avina – também foi escolhido pelo prêmio.

Os dois projetos da Dow Brasil foram selecionados entre mais de 2,1 mil inscritos na edição 2021 e se destacaram nas categorias: resíduos/reciclagem e energia/energia limpa. “Esse reconhecimento se consolida como mais um importante passo em nossa jornada para a construção de um mundo mais sustentável e reforça a nossa intenção em prosperar, por meio da colaboração com a cadeia de valor, na busca por soluções inovadoras para proteger o clima e impulsionar a economia circular”, afirma Matias Campodonico, Diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade para a América Latina da Dow.

O projeto brasileiro selecionado entre os classificados na categoria resíduos / reciclagem foi o lançamento e a produção industrial da nova resina PCR da Dow. Em parceria com a Boomera LAR, a Dow iniciou a produção industrial da resina PCR HDPE 96032 no final do ano passado. Feita totalmente a partir de plástico pós-consumo, o produto será, inicialmente, comercializado no Brasil. Mas, em breve, novas resinas semelhantes serão lançadas na Colômbia, México e Argentina, onde já foram anunciadas alianças com parceiros locais. Com a nova resina PCR, a Dow traz para o mercado um produto com qualidade de produção para ser incorporado em diferentes aplicações em embalagens, atendendo às metas de incorporação de conteúdo reciclado dos donos de marca (uma média de 25% até 2025, de acordo com a Fundação Ellen MacArthur).

Para suprir essa produção, a Dow desenvolveu um programa de reciclagem que garante uma fonte de resíduos plásticos consistentes e confiáveis. O piloto desse programa foi desenvolvido em São Paulo, em parceria com a Boomera e a Fundación Avina, e reuniu cinco cooperativas de catadores. Chamado de “Reciclagem que Transforma”, o projeto beneficiou mais de 200 catadores e cerca de 450 famílias, afirma a Dow. No comparativo com o mesmo período do ano de 2018, a ação ampliou a quantidade de resíduos enviados para a reciclagem em 37%, assim como a renda per capita dos catadores em 35%. Com metodologia escalável para implementar projetos semelhantes em outras cooperativas, a Dow tem dado andamento ao programa na América Latina, assim como apoio a outros projetos de reciclagem inclusiva com impacto social e econômico.

O contrato de Compra de Energia (PPA) da Dow com a Atlas Renewable Energy para o consumo de energia solar para a unidade de Aratu, na Bahia, é o projeto brasileiro da Dow classificado na categoria energia/energia limpa. Com duração inicial de 15 anos, o contrato representará um aumento de energia renovável consumida pela fábrica de Aratu, que, segundo a Dow, já utiliza 75% de sua demanda vinda de fontes renováveis (hidrelétrica, biomassa e gás natural). Esse contrato contribui para a meta global da Dow em atender 750 MW de sua demanda de energia por meio de fontes renováveis, até 2025, e a meta global de neutralidade em carbono até 2050.

Para isso, o novo parque de energia solar Jacarandá será construído em Juazeiro, na Bahia, e deverá ter capacidade instalada de 187 megawatts-pico (MWp). Além disso, o parque será equipado com mais de 450 mil módulos, com potência suficiente para atender a uma cidade de 750 mil habitantes. O empreendimento evitará a emissão de aproximadamente 35 mil toneladas de CO2 por ano, com base no GHG (Greenhouse Gases Protocol, metodologia desenvolvida pelo World Resources Institute), estando alinhado com o Inventário Global de Emissões da Dow. O contrato também proporcionará maior competitividade à fábrica da Dow em Aratu, reforçando o posicionamento da unidade fabril na produção de soluções para o negócio de Poliuretanos com matriz mais sustentável de energia renovável.

Além dos benefícios ambientais e de negócios, O PPA gerará empregos para moradores da região de Juazeiro, onde o parque solar será construído. Segundo a Dow, dos 1.200 trabalhadores estimados para essa iniciativa, 70% serão locais e espera-se que haja de três a quatro vezes mais mulheres contratadas do que normalmente ocorre em outros projetos solares do Brasil. O programa de contratação coordenado pela Atlas prevê que preenchimento de 50% dos cargos criados para mulheres sejam de mulheres negras e em diferentes cargos da construção civil, eletricidade e administração.

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Dia Mundial da Reciclagem – Dow impulsiona projetos para que 1 milhão de toneladas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030

21/03/2021

Junto com a cadeia de valor, a Dow está desenvolvendo soluções para que a indústria produza embalagens com menos quantidade de plásticos em suas estruturas e que essas estruturas sejam recicláveis, além do lançamento de sua primeira resina PCR (plástico pós-consumo).

Durante a pandemia da COVID-19, o papel do plástico ganhou evidência tanto em embalagens como em produtos de segurança e de saúde. Segundo dados da Abrelpe (Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública), o volume de plástico descartado no Brasil, em 2020, aumentou: foram 13,3 milhões de toneladas – 15% a mais que no ano anterior.

No Dia Mundial da Reciclagem, a Dow enfatizou a importância da colaboração entre empresas, governos, instituições, academia e públicos de interesse para abordar questões relacionadas à gestão de resíduos e ao mercado de reciclagem. Por meio de projetos, parcerias e campanhas, a companhia tem impulsionado frentes de ação para que 1 milhão de toneladas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030. O objetivo faz parte do conjunto de Metas de Sustentabilidade da Dow para as próximas décadas. “Queremos agregar valor a esses materiais e diminuir o descarte e o desperdício com ganhos e benefícios sociais, econômicos e ambientais”, enfatiza Tamires Silvestre, Gerente de Sustentabilidade da Dow.

Soluções para indústria da embalagem

Embora as estruturas monomateriais sejam uma tendência no mercado de embalagens, muitas aplicações precisam apresentar diferentes propriedades e necessitam de diferentes tipos de plásticos ou outros materiais para alcançá-las. Para promover e facilitar a reciclabilidade dessas embalagens, a Dow afirma ter desenvolvido um forte portfólio de compatibilizantes que permitem a reciclagem de diferentes materiais combinados em uma mesma estrutura, melhorando a aparência e a processabilidade de filmes reciclados. São exemplos desses materiais: o Retain, um modificador de polímero adicionado no desenvolvimento de embalagens flexíveis multimateriais que antes não podiam ser recicladas e que agora, segundo a Dow, podem entrar em cadeias tradicionais de reciclagem de PE sem prejudicar as características do produto final.

Para alcançar a meta proposta até 2030 e fomentar a circularidade do plástico, a Dow lançou sua primeira resina PCR (pós-consumo reciclado) no Brasil, em parceria com a Boomera LAR, abrindo caminho para o desenvolvimento de soluções recicláveis completas e de alta qualidade para a indústria e o mercado consumidor. Outras parcerias estão em andamento em toda a América Latina para avançar em novos produtos dessa família. “Trabalhamos com o objetivo de reinserir o plástico e outros materiais na cadeia produtiva para fechar o ciclo e promover a nova economia circular, mais inclusiva e sustentável”, explica a executiva da Dow.

Reciclagem – do design à gestão de resíduos

Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), embora o Brasil tenha registrado um aumento de 25 a 30% na coleta de materiais recicláveis durante a pandemia, grande parte desse volume coletado passou a ser encaminhado aos aterros por conta da diminuição da atuação das cooperativas em diversas cidades. O cenário de pandemia colabora para acentuar questões relacionadas à gestão de resíduos não só no Brasil, mas em toda a América Latina. Na região, um terço de todos os resíduos urbanos gerados ainda acaba em aterros sanitários ou no meio ambiente e apenas 10% de tudo o que é coletado é reaproveitado por meio da reciclagem ou de outras técnicas de recuperação de materiais, segundo dados da Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

Outra frente de atuação da Dow são os programas de reciclagem inclusiva desenvolvidos e apoiados pela companhia. O “Reciclagem que Transforma”, projeto piloto desenvolvido em São Paulo, possui planos de expansão para os próximos anos. O apoio à plataforma Latitud R, que coordena projetos de alto impacto econômico relacionados à reciclagem inclusiva e à economia circular na América Latina, é outra importante frente de atuação. Segundo estimativas do Banco Mundial, o mercado de reciclagem proporciona renda para mais de 4 milhões de pessoas e favorece o desenvolvimento sustentável na região.” Com esse apoio, ao lado de outras empresas e instituições, colaboramos de maneira conjunta com nossos projetos e ações em iniciativas que promovem a transição rumo a um novo modelo de economia inclusiva e circular, onde os resíduos se traduzam em valor com ganhos econômicos e sociais para todos”, finaliza Tamires Silvestre.

A Dow possui um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones com uma grande variedade de produtos e soluções oferecidos a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.

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Dow apresenta seus novos projetos de Sustentabilidade na América Latina

25/11/2020

  • Empresa apresentou os resultados dos projetos alinhados às metas globais em evento virtual que contou com a participação de John Elkington, especialista em sustentabilidade corporativa.
  • Lançamento de resina de plástico pós-consumo reciclado; aumento do uso de energias renováveis em suas operações; incentivo à projetos de economia circular, logística sustentável e programas de reciclagem inclusiva são algumas das iniciativas da Dow na América Latina.

A Dow promoveu o evento virtual “Diálogos Mais Sustentáveis” para apresentar o resultado dos projetos desenvolvidos na América Latina alinhados às Metas de Sustentabilidade anunciadas globalmente, em junho. A Dow tem como objetivo tornar-se a empresa de ciência de materiais mais sustentável, inclusiva e inovadora do mundo e para isso pretende:

  • reduzir as emissões anuais de carbono em 5 milhões de toneladas até 2030 e alcançar a neutralidade em 2050;
  • investir no desenvolvimento de tecnologias e processos para que 1 milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030;
  • aprimorar o portfólio com foco em design para a reciclabilidade para que, até 2035, a companhia ofereça 100% de produtos reutilizáveis ou recicláveis nas aplicações de embalagens.

Segundo a Dow, a transição da economia linear para a circularidade é o caminho para novas oportunidades de negócios, com ganhos para o mercado, a sociedade e o planeta, com base nos princípios ESG (sigla para Environment, Social and Governance, em português, Meio Ambiente, Social e Governança).

A Dow afirma estar trabalhando com formuladores de políticas, governos, universidades, associações, outras empresas e organizações para o desenvolvimento de soluções com base nas novas metas e com foco em três áreas principais na América Latina:

  1. Proteger o clima
  2. Impulsionar a economia circular – A economia circular tem como base 6 pontos principais: produção, design, reutilização, coleta e classificação, reciclagem e mercados para materiais recuperados. Eles são co-dependentes. A empresa pretende avançar em uma economia circular, oferecendo soluções para promover e acelerar a transição para uma economia circular em mercados-chave.
  3. Entregar materiais mais seguros – A Dow almeja entregar ao mercado produtos que sejam sustentável para as pessoas e para o planeta.

“Estamos posicionados na base das cadeias de valor mais relevantes e nossas soluções desempenham um importante papel na soma de esforços para o alcançar o desenvolvimento sustentável da indústria latino-americana”, reforça Javier Constante, presidente da Dow para a América Latina.

Proteção do clima

Com foco em proteção do clima, a Dow investiu na aquisição de energia eólica para seu complexo fabril em Bahia Blanca, na Argentina, e na ampliação do uso de fontes renováveis de energia nas fábricas de Aratu e Breu Branco, no Brasil. Os contratos firmados na América Latina deverão acelerar a meta global de obter 750MW da demanda de energia renovável até 2025.

Em junho, a Dow firmou Contrato de Compra de Energia (PPA) com a Atlas Renewable Energy, para consumo de energia solar. A nova planta solar irá evitar cerca de 35.000 toneladas de emissões de CO2 por ano com base no GHG (Greenhouse Gases Protocol). Essa quantidade de emissão de CO2 evitada pode ser comparada à retirada de 36,8 mil veículos das ruas de São Paulo.

Na Argentina, no complexo industrial de Bahía Blanca, atualmente, 20% do consumo de energia nesse local de produção vem da energia eólica, de um acordo com a Central Puerto assinado em 2019.

Economia circular

Para desenvolver e fomentar a economia circular na região, a Dow investe em programas e iniciativas que fomentam projetos de circularidade nos principais mercados chave em que atua.

Além de diminuir a quantidade de resíduos descartados, a circularidade proporciona um impacto significativo nas emissões de gases de efeito estufa. “A incorporação de mais conteúdo reciclado de qualidade no ciclo produtivo possibilita a redução da pegada de carbono e está em linha com nossas metas globais”, lembra o presidente da companhia.

Usando tecnologias e design para a reciclabilidade, a Dow está desenvolvendo soluções para que a indústria produza embalagens com menos quantidade de plásticos em suas estruturas e que essas estruturas sejam recicláveis. Além dessas soluções, que incluem famílias de produtos compatibilizantes que facilitam a reciclagem do polietileno e de outros materiais, a companhia acaba de lançar uma nova resina plástica feita a partir de resíduos PCR (pós-consumo reciclado).

Plástico reciclado de volta ao consumo

Em parceria com a Boomera LAR, a Dow iniciou a produção industrial da resina PCR HDPE 96032. Segundo a Dow, a resina é feita totalmente a partir de plástico pós-consumo. Inicialmente, o produto será comercializado no Brasil mas, em breve, novas resinas semelhantes serão lançadas na Colômbia, México e Argentina, onde já foram anunciadas alianças com parceiros locais.

Com a nova resina PCR, a Dow traz para esse mercado um produto para ser incorporado em diferentes aplicações de embalagens, atendendo às metas de incorporação de conteúdo reciclado dos donos de marca (uma média de 25% até 2025, de acordo com a Fundação Ellen MacArthur), mantendo a processabilidade e garantindo alto desempenho do material, afirma a empresa.

Para suprir essa produção, a Dow desenvolveu um programa de reciclagem inclusiva que garante uma fonte de resíduos plásticos consistentes e confiáveis. O piloto desse programa foi desenvolvido em São Paulo, em parceria com a Boomera e a Fundación Avina, e chamado de “Reciclagem que Transforma”. Nesse piloto, iniciado em 2018, a Dow trabalhou com cinco cooperativas, aprimorando processos e práticas de gestão, e formalizando esse mercado.

Além desse programa, a Dow, através da Latitud R, apoia projetos de impacto social e econômico relacionados à reciclagem inclusiva e economia circular para aumentar o acesso dos recicladores informais aos mercados de reciclagem da América Latina e Caribe.

A Dow atua globalmente em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

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Dow, em parceria com Boomera LAR, anuncia resina pós-consumo reciclada produzida no Brasil

28/10/2020

  • Nova resina feita com PCR ajuda convertedores, donos de marcas e varejistas a cumprirem seus objetivos de sustentabilidade e permite a entrega de embalagens circulares e de qualidade;
  • Desenvolvimento do produto e comercialização são conduzidos pela Dow, enquanto produção fica a cargo da Boomera LAR;

A Dow, em parceria com a Boomera LAR, anunciou o início da produção industrial da resina PCR HDPE 96032, feita totalmente a partir de polietileno de alta densidade pós-consumo reciclado (PCR).

Desenvolvida com tecnologia da Dow, a nova resina PCR pode ser incorporada em diferentes aplicações de embalagens, suportando as metas de incorporação de conteúdo reciclado de donos de marca e a transição para uma economia circular do plástico, enquanto mantém a processabilidade e o desempenho equivalentes às de embalagens produzidas com resina 100% virgem, afirma a Dow.

Além disso, segundo a empresa a nova resina PCR que será produzida pela Boomera LAR em sua fábrica em Atibaia (SP) apresenta mitigação do odor inerente à matéria-prima reciclada, e possui desempenho e qualidade comprovada por testes feitos no Pack Studios. O novo material se soma ao portfólio de resinas e compatibilizantes da Dow, que contribuem na incorporação do PCR em embalagens, visando a circularidade na cadeia.

“Estamos comprometidos em fornecer soluções de alta qualidade para os desafios da indústria e o lançamento desta resina PCR é um importante avanço na busca pela mudança da economia linear para uma economia circular, sem deixar de levar em consideração os requisitos do mercado de plásticos e embalagens, afirma Tamires Silvestre, Gerente de Sustentabilidade da Dow no Brasil.

“Acreditamos que é fundamental migrar de uma economia linear para uma economia circular e estamos trazendo isso ao mercado através da fabricação de um novo produto circular que chegará a diversas pontas de vários setores. Isto é válido para o plástico e outros materiais, pois, quando impulsionamos uma economia circular, avançamos e geramos impacto social, ambiental e econômico”, comenta Guilherme Brammer, Sócio Fundador da Boomera LAR.

A Dow, responsável pelo desenvolvimento e pela comercialização do produto no Brasil, pretende lançar, em breve, novos produtos desse portfólio, complementando a oferta de resinas PCR na Colômbia, México e Argentina, onde a companhia já anunciou alianças para desenvolver resinas pós-consumo recicladas com parceiros locais selecionados. Estas parcerias estão estrategicamente conectadas com os objetivos globais da Dow, que recentemente anunciou suas novas Metas de Sustentabilidade, que visam a proteção do clima, a eliminação de resíduos e o fechamento do ciclo do plástico.

A Dow oferece um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones para clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

A Boomera Lar é uma joint venture entre a Boomera e a Lar Plásticos criada em 2020 para atuar como uma indústria RSA 4.0. Localizada em Atibaia,SP, é uma plataforma de plásticos reciclados transformados, com um pátio industrial completo. A fábrica conta com equipamentos para fabricação de resinas e produtos feitos a partir de material reciclado.

A Boomera foi criada para valorizar e dar nova vida a resíduos que acabariam em aterros sanitários, especialmente materiais considerados difíceis de reciclar. Com a metodologia proprietária CircularPack, a Boomera afirma trabalhar a economia circular de ponta-a-ponta, contando com um laboratório de materiais e uma estrutura de logística reversa em parceria com mais de 8.000 cooperados. Fundada em 2011, a Boomera afirma ter sido uma das primeiras empresas de Economia Circular certificadas como Empresa B, membro da Fundação Ellen MacArthur.

A Fábrica da LAR Plásticos está localizada em Atibaia (SP). A empresa é especialista em transformação de plásticos descartados e está preparada para atender às necessidades de coleta seletiva e urbana, contenção de lixo, produtos para acondicionamento e transporte, reutilizando materiais de forma inteligente.

Fonte: Dow / Foto: Boomera

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Dow e colombiana Alico desenvolvem embalagem de Polietileno sem metalização para a marca Café Pergamino

17/10/2020

Café + tecnologia + inovação + sustentabilidade, esta é a fórmula das embalagens recicláveis ​​e sem alumínio que foram projetadas em conjunto pela Dow e Alico para a marca Café Pergamino, da Colômbia

A Dow, em parceria com a Alico, empresa colombiana com experiência na projeção e fabricação de embalagens, apresentou ao mercado uma inovadora solução para as necessidades da indústria alimentícia.

De acordo com a Associação Americana de Tecnologias de Embalagem e Processamento (PMMI), 64% dos fabricantes de alimentos buscam soluções recicláveis para seus produtos. A Dow, em seu foco no design para reciclabilidade (Design For Recycling) busca atender e apoiar este setor e oferecer soluções que contam com tecnologia e sustentabilidade. Em conjunto com a Alico, a empresa trabalhou para encontrar uma solução de embalagem flexível reciclável feita com polietileno e sem metalização (alumínio), que garante as características organolépticas e mantém a qualidade do produto como aroma e sabor, além de ser uma embalagem inovadora com um design elegante. Segundo a empresa, a embalagem reflete o frescor da marca Café Pergamino, seu cliente na Colômbia.

“Desde 2013, a Dow trabalha constantemente para desenvolver soluções inovadoras que permitam o design de embalagens alinhadas com a economia circular e que facilitem seu processo de reciclagem sem comprometer o desempenho da embalagem, mantendo características como: altos níveis de barreira contra umidade e oxigênio, necessário para embalar produtos como o café. Temos um portfólio completo de soluções para desenvolver embalagens desenhadas para reciclabilidade (Design For Recycling). No caso do Café Pergamino, destaca-se a família de resinas Elite AT, que, em combinação com outras resinas, permite a substituição do alumínio garantindo as mesmas propriedades”, afirma Yasmín Gómez, Gerente de Marketing da Dow Embalagens e Plásticos Especiais.

“Adicionalmente, é importante destacar que, para desenvolver soluções mais sustentáveis, a colaboração entre todos os elos da cadeia é um fator determinante para o sucesso de uma iniciativa. Neste caso particular é importante ter aliados como Alico e donos das marcas como Café Pergamino para enfrentar os desafios do mercado relacionados à inovação e sustentabilidade”, complementa Gómez.

Segundo Ovidio Salazar, Gerente de Gestão Tecnológica da Alico, “nossa extensa tecnologia aliada às matérias-primas da Dow e nossa constante motivação para inovar nos levaram a ser facilitadores dessa nova inserção de embalagens mais sustentáveis ​​no mercado, com o desenvolvimento do nosso produto Recipack”.

Para a Café Pergamino, “é um grande orgulho ter uma solução pioneira de embalagem. Nos últimos 10 anos, tivemos a alegria de oferecer aos colombianos os melhores cafés produzidos no país, todos de pequenos produtores, torrados à mão e entregues absolutamente frescos ao cliente final. Fazê-lo agora em embalagens responsáveis ​​com o meio ambiente, onde não existe alumínio mas sim um produto reciclável que preserva o aroma e o frescor do nosso produto, nos deixa ainda mais orgulhosos”, afirma Pedro Echavarria, gerente do Café Pergamino

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Dow e parceiros criam plataforma de serviços de embalagens flexíveis baseada no conceito de co-packing

28/08/2020

Programa Incubapack facilita posicionamento de mercado de empresas por meio de desenvolvimento de embalagem, ganho de escala e melhoria de produtos.

A Dow, a Saberpack, EBA e parceiros da cadeia de embalagens se uniram para a criação da Incubapack, plataforma de serviços de embalagens baseada no conceito de co-packing, que abrange todas as etapas produtivas: design, impressão e envase. Segundo a Dow, a plataforma facilita a criação e otimização de invólucros flexíveis para empresas que buscam se destacar no mercado.

A iniciativa tem por objetivo atender marcas que não possuem linhas de produção em grande escala, mas que precisam apresentar embalagens que atendam à demanda específica de seu produto e atraiam o consumidor. A Dow afirma que, por meio de uma plataforma única, a Incubapack oferece ganho de escala para empresas que não possuem maquinário de envase próprio, participando das etapas desde a criação da embalagem, passando pelo processo de impressão da marca e envase do produto. Além disso, o programa também serve como piloto para marcas que queiram utilizar este recurso para testes de novos produtos ou embalagens.

A plataforma, além de proporcionar maior competitividade às marcas, permite que os produtores façam quantidades personalizadas de embalagens, de acordo com suas necessidades, além de ajudar na redução de custos e economia com mão de obra, espaço físico e investimento em equipamentos.

“Acreditamos que a embalagem faz toda a diferença para a comercialização de um produto. Por isso, nos juntamos aos nossos parceiros para facilitar o desenvolvimento e envase de embalagens flexíveis para empresas do mercado brasileiro. Nosso objetivo é contribuir para que nossos clientes sejam cada vez mais competitivos e estejam alinhados às inovações do mercado de embalagens”, afirma Marcus Carvalho, Gerente de Marketing para Embalagens de Alimentos e Especialidades Plásticas na América Latina.

“A integração do envase, desenvolvimento da embalagem e criação, em um único ecossistema, permite ao mercado lançar produtos, testá-los e produzi-los de maneira rápida e com drástica redução de investimentos”, comenta Cesar Saber, CEO da Saberpack Sistemas de Embalagens.

A Incubapack possui três tipos de planos: Light, que contempla embalagem e envase; Total, com embalagem, envase e impressão; e a categoria Plus, que permite a embalagem, envase, impressão e design do produto.

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Dow assina novo acordo para desenvolvimento de resina pós consumo reciclada na Argentina

10/08/2020

  • Empresa assina acordo para produzir resina feita a partir de resíduos de plástico pós-consumo.
  • Brasil, México e Colômbia completam a lista de países com projetos similares
  • No Brasil, projeto Reciclagem que Transforma (em parceria com a Boomera e Fundação Avina) teve a participação de cinco cooperativas, que enviaram para a reciclagem 4.429 toneladas de materiais

A Dow assinou um acordo com a Associação de Cooperativas Argentinas (ACA) para desenvolver uma resina plástica de alta qualidade, feita de plástico reciclado pós-consumo, para o mercado argentino.

O acordo, que está alinhado com as novas Metas de Sustentabilidade anunciadas recentemente pela Dow para 2030, tem como objetivo fornecer soluções que ajudem a reduzir o desperdício de resíduos plásticos também na Argentina. Segundo a Dow, a média diária de resíduos sólidos urbanos (RSU) por habitante na Argentina é de 1,1 kg e o total anual de RSU gerado chega a 18 milhões de toneladas – das quais 43% acabam em lixões a céu aberto.

“A Dow, com essa aliança, quer continuar promovendo a mudança de uma economia linear para uma economia circular. Estamos confiantes de que este acordo de colaboração com a ACA aumentará a busca de soluções e as sinergias dos interesses complementares que nos unem”, disse Tamires Silvestre, gerente de Sustentabilidade da Dow.

No Brasil, a Dow possui iniciativas para melhorar os processos de coleta e separação e promover o retorno de resíduos através de produtos como resinas recicladas pós consumo (PCR), tal como no projeto Reciclagem que Transforma (em parceria com a Boomera e Fundação Avina). O projeto piloto, realizado em 2019, contou com a participação de cinco cooperativas, que enviaram para a reciclagem 4.429 toneladas de materiais – 37% a mais que em 2018.

A Dow afirma que, por meio desse novo compromisso e outras ações diretas ou alianças, ajudará a remover 1 milhão de toneladas de plásticos do meio ambiente. A companhia concentrou-se na construção de alianças de valor com parceiros com a mesma opinião e dispostos a trabalhar para encontrar soluções que beneficiem a todos, contando com a colaboração entre a indústria, os consumidores, as ONGs e o governo.

A Dow oferece um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones para uma grande variedade de produtos e soluções de base científica aplicadas a mercados como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

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Dow anuncia acordo para consumo de energia solar em unidade na Bahia

04/07/2020

  • O PPA (Power Purchase Agreement, acordo de compra de energia elétrica, em português), assinado com a Atlas Renewable Energy, contribui para as metas de sustentabilidade da Dow e no posicionamento almejado como a empresa química com maiores contratos de energia renovável globalmente.
  • O PPA aumentará a competitividade da unidade de Aratu, que produz soluções para o negócio de Poliuretanos da Dow, e está em linha com a estratégia de compra de energia da empresa, focada no fornecimento de energia renovável a custos competitivos, afirma a Dow. Além de energia solar, o complexo fabril de Aratu é suprido também por energia hídrica, biomassa e gás natural.
  • Segundo a Dow, a nova matriz eliminará cerca de 35 mil toneladas de CO2 emitidas por ano na unidade fabril, o que equivale a evitar emissões correspondentes a mais de 36 mil veículos circulando em um ano.

A Dow anunciou em 30 de junho a assinatura de um Contrato de Compra de Energia (PPA – Power Purchase Agreement, em inglês) com a Atlas Renewable Energy, para o consumo de energia solar para a unidade de Aratu, na Bahia. O contrato tem validade de 15 anos e o fornecimento da energia solar ocorrerá por meio da construção da usina Jacarandá, em Juazeiro, na Bahia.

Este acordo está alinhado às novas Metas de Sustentabilidade globais, anunciadas em 17 de junho pela Dow:

  • Proteger o clima: até 2030, a Dow pretende reduzir suas emissões globalmente em 5 milhões de toneladas de CO2 e, até 2050, ser neutra em carbono;
  • Eliminar resíduos: até 2030, a Dow ajudará a eliminar os resíduos, permitindo que 1 milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas por meio de suas ações e parcerias diretas;
  • Fechar o ciclo: até 2035, a Dow ajudará a “fechar o ciclo”, fazendo com que 100% dos produtos da companhia vendidos nas aplicações de embalagens sejam reutilizáveis ou recicláveis.

“A Dow tem uma presença sólida no Brasil, que é um país rico em recursos naturais e possui uma matriz de energia mais sustentável, diversificada e econômica. Nosso objetivo com as novas Metas de Sustentabilidade é abordar questões como as mudanças climáticas e os resíduos plásticos, que estão entre os maiores problemas técnicos, sociais e econômicos do mundo, propondo soluções práticas e inteligentes. Como nossos produtos e tecnologia são essenciais para a transição para um mundo de baixo carbono, nós constantemente investimos para garantir que possamos atender à demanda global nos mercados em que atuamos”, afirma Javier Constante, Presidente da Dow na América Latina.

Para Claudia Schaeffer, Diretora Global de Negócios da Dow para Energia e Mudanças Climáticas, “o acordo aumentará a competitividade da unidade de Aratu e está alinhado à estratégia de compra de eletricidade da Dow, focada no fornecimento de energia renovável a custos competitivos. Com o contrato, a empresa terá também direito a emitir Certificados de Energia Renovável. Além de energia solar, o restante da eletricidade consumida na unidade de Aratu vem de uma matriz composta de energia hídrica, biomassa e gás natural.” Após a implementação do projeto, a unidade passa a rodar com 75% de energia mais sustentável.

A Atlas tem um histórico de sucesso focado em projetos de energia renovável na América Latina. Sua plataforma de geração de energia sustentável na região inclui alguns dos melhores projetos de energia solar, com contrato de venda de eletricidade de longo prazo (PPAs de 15 a 30 anos).

Luis Pita, diretor geral da Atlas Renewable Energy no Brasil, lembra que, ao cumprir os pilares sociais, econômicos e ambientais do desenvolvimento sustentável, a energia renovável se firma como principal fonte de energia do século XXI. “Nossa parceria com a Dow para fornecimento de energia mais sustentável em muito nos orgulha, pois reforça nosso compromisso em ajudar grandes consumidores de energia no cumprimento de suas metas e políticas de sustentabilidade. Além disso, o projeto terá impacto positivo nas comunidades próximas à usina, com iniciativas que irão promover o bem-estar ambiental e social da população, em especial das mulheres, graças a um programa desenvolvido para promover igualdade de gênero, ao aprimorar ou criar novas habilidades para elas”, afirma. Com esse programa, a empresa espera contratar de três a quatro vezes mais mulheres do que a força de trabalho feminina normalmente contratada em projetos solares no Brasil.

“Estamos comprometidos com práticas sustentáveis, e a prioridade, como parte de nossa estratégia global, é buscar parceiros que estejam alinhados com nossos pilares”, reforça Claudia Schaeffer. Para a executiva, a Atlas compartilha do compromisso da Dow com a mitigação de carbono e dos princípios de responsabilidade social para as comunidades em que a companhia está presente.

Segundo a Dow, o projeto ainda proporcionará maior competitividade à sua fábrica em Aratu, reforçando o posicionamento da unidade fabril na produção de soluções para o negócio de Poliuretanos com matriz mais sustentável de energia renovável.

Neste mesmo complexo industrial são desenvolvidas soluções de Poliuretano para a geração de produtos que atendem a diversos mercados – entre eles isolamento térmico para edificações na indústria da construção e para refrigeração na cadeia do frio – promovendo eficiência energética, conforto térmico e segurança, já que diminuem as emissões de GHG (gases estufa) em geral, CO2 (gás carbônico) e VOC (compostos orgânicos voláteis), utilizam menos recursos e possuem propriedades antichamas.

A Dow cita como exemplo que os seus painéis de isolamento térmico com poliuretano para a construção civil reduzem as emissões de CO2, tanto no processo de fabricação quanto na aplicação a longo prazo, além de apresentar benefícios em relação à construção de obras convencionais em alvenaria, como: eliminação de 100% da água utilizada na montagem, redução de até 60% no consumo de energia e instalação até 10 vezes mais rápida. Além disso, proporcionam mais segurança contra incêndio dos edifícios, pois possuem retardante de fogo, cumprindo com os padrões e certificações mais exigentes da região. Assim, engenheiros e arquitetos desempenham um papel fundamental como embaixadores de edifícios inteligentes, tendo como aliados os painéis de isolamento térmico em poliuretano, ajudando as edificações a alcançarem certificações internacionais como LEED e AQUA.

Outros projetos com foco na sustentabilidade

Em outubro de 2019, a companhia anunciou acordo com a Central Puerto, para o fornecimento de 20% de energia elétrica eólica para sua planta de Bahía Blanca, na Argentina. Uma vez totalmente operacionalizado, o acordo entre a Dow e a Central Puerto dá à companhia acesso a 20 MW de capacidade de eletricidade, o equivalente ao abastecimento de cerca de 10.400 residências. O recurso renovável será integrado à rede nacional de transmissão gerenciada pela CAMMESA para ser usado pela Dow em sua planta de Bahía Blanca.

Em 2014, no próprio complexo industrial de Aratu, houve substituição do gás natural por uma fonte renovável produzida a partir de eucalipto. Segundo a Dow, a floresta de eucaliptos é cultivada de forma sustentável, evitando o desmatamento e possibilitando a diminuição da carga de gás natural em cinco caldeiras existentes na unidade. A biomassa é fornecida por parceria com produtores rurais localizados no litoral norte da Bahia. Cada uma dessas fazendas atende aos critérios de sustentabilidade estabelecidos no Padrão de Madeira para Calor e Eletricidade. Além disso, um excesso de 12 megawatts (MW) de eletricidade renovável é enviado de volta à rede de distribuição de energia pela empresa parceira da Dow.

Além dessas inciativas, a Dow vem realizando outras ações globais para alcançar seus objetivos de sustentabilidade. A empresa anunciou esta semana que estabeleceu acordos de energias renováveis em outras unidades nos Estados Unidos (Texas e Kentucky). Os acordos garantirão 338 megawatts adicionais de capacidade energética, o que representa uma redução de mais de 225 mil toneladas métricas de CO2. Além disso, a Dow também está perto de ultrapassar sua meta de adquirir 750 MW de capacidade de energia renovável até 2025.

“Hoje, mais do que nunca, é preciso buscar soluções para reduzir o impacto das mudanças climáticas,” afirma Júlio Natalense, Líder de Sustentabilidade da Dow para a América Latina. “Nosso compromisso com a sustentabilidade se firmou há décadas e continuamos a inovar e a desenvolver novas tecnologias para reduzir as emissões de nossas operações, além de fabricar produtos que possibilitem um futuro com menos impacto ambiental. Buscamos sempre os melhores parceiros, alinhados aos nossos objetivos, para conquistarmos nossas metas”, finaliza o executivo.

A Atlas Renewable Energy é uma empresa de energia renovável que desenvolve, constrói e opera projetos de energia renovável com contratos de energia de longo prazo na América Latina. O atual portfólio da empresa é de 2GW de projetos contratados em estágio de desenvolvimento, construção ou operação, e tem como objetivo um crescimento adicional de 3.5GW nos próximos anos. Lançada no início de 2017, a Atlas Renewable Energy atua no desenvolvimento, construção e operação de projetos em grande escala. A empresa faz parte do Energy Fund IV, fundado pela Actis, um dos principais investidores em private equity no setor de energia de mercados emergentes. A Atlas afirma que conta com uma das maiores bases de ativos solares da América Latina, fornecendo energia mais sustentável para aproximadamente 1 milhão de famílias e evitando a emissão de quase 800 mil toneladas de CO2.

A Dow possui um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones utilizados por clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

Foto: Atlas

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Dow renova portfólio de soluções adesivas para laminação em embalagens flexíveis

26/06/2020

Novo portfólio foi desenvolvido para atender às necessidades do mercado latino-americano

Buscando oferecer soluções inovadoras para o segmento de embalagens flexíveis, a Dow apresenta ao mercado latino-americano a renovação de seu portfólio de soluções adesivas para laminação.

Após diversos estudos liderados pela equipe de P&D global e suportada pelo Pack Studios, novo centro de inovação tecnológica da Dow na América Latina, a empresa está disponibilizando variadas opções de adesivos para o processo de laminação. Em outras palavras, a empresa promove a junção de diferentes substratos que compõe uma embalagem. As novas linhas de adesivos sem solvente são:

Nova linha de adesivos solventless Pacacel

Os novos adesivos sem solventes Pacacel são opções para aplicações em embalagens que vão do uso geral ao alto requerimento de desempenho, como o envase de produtos químicos agressivos e estruturas que são submetidas a processos térmicos, como esterilização, pasteurização e cozimento. A Dow afirma que, devido à ampla gama de aplicações, essa nova linha de adesivos permite que os transformadores capturem novas oportunidades de negócio, além de possibilitar a otimização em custos, criando valor para a cadeia de produção.

Segundo a Dow, esta linha permite que as laminadoras operem em alta velocidade e propiciem às estruturas um tempo de corte abaixo de 4 horas, sem interferir na aparência final das embalagens. Além disso, garante a empresa, o Pacacel confere resistência química e térmica às embalagens laminadas, além de compatibilidade com tintas (inclusive para impressão digital). A Dow assegura que, graças ao cumprimento com todas as regulamentações globais, as embalagens laminadas com adesivos Pacacel não apresentam riscos aos alimentos.

Sistema de adesivos solventless Mor-Free

A Dow enfatiza as características de processabilidade da tradicional linha Mor-Free. Segundo a empresa, a linha contempla sistemas de adesivos bicomponentes sem solvente e é projetada para operar a uma alta velocidade de máquina, sem geração de névoa e proporcionando uma cura acelerada das estruturas laminadas. De acordo com a empresa, os produtos possuem uma excepcional força de adesão à estruturas contendo metalização, quando comparados aos sistemas convencionais. Além de proporcionar um tempo de aplicação da mistura (pot life) mais extenso, tais atributos garantem a maximização na eficiência de processo e uma consequente redução nos custos de conversão, garante o fabricante. Adicionalmente, assegura a Dow, a linha Mor-Free é de segura aplicação alimentícia (foto) graças ao cumprimento de regulamentações internacionais, como FDA, ANVISA (Mercosul) e europeia.

Essa linha de adesivos é indicada para laminação de uma ampla variedade de filmes impressos e não impressos como PE, PP, BOPP, PA, além de alumínio e filmes metalizados. As principais aplicações de embalagens para o uso desse adesivo são: alimentos, casa, higiene & cuidados pessoais e rações para animais.

“Os adesivos de laminação são de extrema importância na composição estrutural de uma embalagem, cada qual buscando atender a requisitos específicos, como diferentes níveis de barreira, resistência e shelf life. De igual maneira, nosso portfólio garante a maximização da eficiência nos processos de laminação. Por isso, trabalhamos a inovação de forma colaborativa com a cadeia de valor, a fim de atender as necessidades do mercado local e, ao mesmo tempo, cumprir com as regulamentações a nível global”, comenta Lucas Sasahara, Gerente de Marketing para o setor de Adesivos da Dow na América Latina

Os sistemas Mor-Free e Pacacel já estão em fase comercial e atualmente são produzidos em unidades fabris da América Latina. Ambos sistemas fazem parte de um portfólio mais amplo de Adesivos de Laminação da Dow que incluem também:

Sistema de adesivos base solvente Adcote

A Dow afirma que os adesivos de laminação base solvente oferecem desempenho e garantem eficiência de processo. Segundo a empresa, além de permitir uma alta velocidade de máquina e conferir resistência química e térmica às embalagens laminadas, os sistemas Adcote foram desenvolvidos com uma tecnologia que possibilitam um alto teor de sólidos de aplicação, implicando em um menor consumo de solvente e, consequentemente, reduzindo o impacto ambiental do ponto de vista de produção. Apropriados para todos os tipos de embalagens e seus requerimentos, as soluções adesivas base solvente da Dow também cumprem com requerimentos regulatórios globais de contato com alimentos.

Sistema de adesivos base água Robond

Produzida com tecnologia de base aquosa, esta linha elimina a necessidade do uso de solventes orgânicos no processo de laminação, satisfazendo aos mais exigentes requisitos de segurança alimentícia das embalagens, assegura a Dow. Além disso, permite um ambiente de trabalho mais seguro aos colaboradores. Segundo o fabricante, os adesivos da série Robond possuem um excelente nível de adesão, o que permite passar ao processo de corte das bobinas imediatamente após o processo de laminação, reduzindo, consequentemente, o ciclo da cadeia produtiva.

O portfólio de negócios de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma gama de produtos e soluções científicas para clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, tais como embalagens, infraestrutura e atendimento ao consumidor. A Dow opera 109 plantas em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. A Dow presentou resultados de vendas de aproximadamente US$ 43 bilhões em 2019.

Foto: Dow

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Dow estabelece metas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e de resíduos plásticos

17/06/2020

  • A Companhia deve alcançar a neutralidade de carbono até 2050;
  • Um milhão de toneladas métricas de plástico devem ser coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030;
  • 100% dos produtos da Dow serão vendidos em aplicações de embalagens reutilizáveis ou recicláveis até 2035

A Dow anunciou, hoje, novos compromissos para enfrentar as mudanças climáticas e os resíduos plásticos em seu ciclo de produção. Segundo a empresa, o seu objetivo é tornar-se a companhia de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo. Pelo 17º ano consecutivo, a Companhia também emitiu seu Relatório de Sustentabilidade (ano 2019), destacando os avanços realizados e os resultados alinhados aos seus Objetivos de Sustentabilidade para 2025.

“O anúncio de hoje é o próximo passo de uma jornada de sustentabilidade iniciada há mais de 30 anos. As mudanças climáticas e os resíduos plásticos estão entre os maiores problemas técnicos, sociais e econômicos que o mundo já enfrentou, e nossos produtos e tecnologias são essenciais para lidarmos com ambos”, disse Jim Fitterling, Chairman e CEO da Dow. “Temos a responsabilidade e a oportunidade de sermos líderes no enfrentamento desses desafios globais. Um futuro mais sustentável é viável, mas somente se continuarmos a encarar esses problemas de frente, se nos responsabilizarmos e trabalharmos juntos para viabilizar novas soluções baseadas na ciência e tecnologia e criando soluções que enderecem diretamente essas duas problemáticas.”

As novas metas de sustentabilidade enunciadas pela Dow, que se alinham aos objetivos de sustentabilidade para 2025, incluem:

  • Proteger o Clima: até 2030, a Dow reduzirá suas emissões anuais líquidas de carbono em cinco (5) milhões de toneladas, ou 15% em relação a 2020. Além disso, a empresa pretende ser neutra em emissões de carbono até 2050, alinhada ao Acordo de Paris. A companhia está comprometida a implementar e avançar em tecnologias para fabricação de produtos que utilizem menos recursos e que ajudem os clientes a reduzirem suas pegadas de carbono.
  • Eliminar os resíduos: até 2030, a Dow ajudará a reduzir a emissão de resíduos por meio da coleta, reutilização e/ou reciclagem de 1 milhão de toneladas métricas de plástico, por meio de suas ações e parcerias. A companhia está investindo e colaborando no desenvolvimento de tecnologias e infraestruturas importantes que aumentem significativamente a reciclagem global.
  • Fechar o Ciclo: até 2035, a Dow ajudará a impulsionar uma economia circular do plástico por meio da adoção de embalagens que sejam reutilizáveis ​​ou recicláveis para a comercialização de 100% de seus produtos. A companhia também está comprometida em redesenhar e oferecer soluções reutilizáveis ​​ou recicláveis ​​para aplicações de embalagens.

Além das ações que a Dow já realizou ao redor do mundo para atingir seus objetivos de sustentabilidade, a companhia confirmou hoje que estabeleceu novos acordos de fornecimento de energia renovável para suas unidades fabris na Argentina, no Brasil e nos Estados Unidos (nos estados do Texas e do Kentucky), garantindo 338 megawatts adicionais de capacidade energética de origem renovável. Segundo a empresa, isso representa uma redução de mais de 225 mil toneladas métricas de CO2. Além disso, a companhia afirma estar a caminho de exceder sua meta de adquirir 750 MW de capacidade de energia renovável até 2025.

A Dow afirma que muitos dos seus produtos reduzem as emissões de gases de efeitos estufa dos clientes de forma mais significativa do que as emissões de carbono usadas para produzi-las, por meio de aplicações como automóveis mais leves e com menor consumo de combustível; edifícios com maior eficiência energética; e alimentos que se mantém seguros e frescos por mais tempo – tudo isso focado em um mundo que deve adicionar uma população de mais 2 bilhões de pessoas até 2050.

Hoje, a Dow também apresentou uma nova linha de resinas plásticas recicladas mecanicamente para aplicações de embalagens plásticas flexíveis e rígidas, que, segundo a empresa, te potencial de redução das pegadas de carbono e energia das aplicações de até 20 a 30%.

Os objetivos da Dow relacionados aos resíduos plásticos estão projetados para garantir que seus investimentos e colaboração, incluindo seus compromissos e investimentos na Alliance to End Plastic Waste e Circulate Capital, tenham metas claras para impedir que os resíduos acabem no meio ambiente e para direcionar a indústria da ciência dos materiais a uma economia circular. Outras ações da Dow para promover tecnologias de reciclagem, ajudar os clientes a desenhar produtos para reciclagem e apoiar projetos de infraestrutura e educação podem ser acessados aqui.

“Reduzir o impacto das mudanças climáticas e eliminar o resíduo plástico são desafios sociais interligados. Como fabricantes de tecnologias essenciais para uma economia de baixo carbono, estamos desenvolvendo e investindo em novos processos de produção de baixa emissão e mais eficientes. E agora estamos olhando para o resíduo como um recurso que nos permitirá continuar inovando em materiais mais sustentáveis” comentou Mary Draves, Vice-presidente e Chief Sustainability Officer da Dow.

A companhia também afirmou que irá colaborar com instituições de ensino e pesquisa, ONGs, especialistas em auditoria, parceiros de tecnologia e entre outros membros da indústria para incentivar o desenvolvimento e a comercialização de produtos e tecnologias de baixo carbono, que reduzam as emissões globais de gases de efeito estufa (GEE). Essas medidas visam assegurar que as empresas possam prestar contas da redução desses gases. A empresa pretende compartilhar mais informações sobre essa colaboração ainda este ano.

Conforme descrito no Relatório de Sustentabilidade da Dow de 2019, divulgado hoje, a Companhia obteve um avanço significativo em relação aos Objetivos de Sustentabilidade para 2025. Segundo a empresa, desde 2006 a Dow reduziu suas emissões de GEE em 15%, incorporou um preço de carbono ao seu planejamento de negócios e investiu em capacidade de energia renovável. A empresa afirma ser a usuária número um de energia limpa na indústria química e está entre as 25 principais corporações globais em termos de uso de energia renovável.

A Dow está presente em negócios de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones, oferecendo uma ampla gama de produtos e soluções em segmentos de mercado de alto crescimento, tais como embalagens, infraestrutura e atendimento ao consumidor. A Dow opera 109 plantas em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. A Dow presentou resultados de vendas de aproximadamente US$ 43 bilhões em 2019.

Foto: Dow

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Dow interrrompe operações em unidade de Midland (Michigan, EUA) devido a enchentes; inundação gera receios de contaminação química

20/05/2020

Segundo o periódico The Detroit News, a Dow ativou hoje (20/05/2020) o centro de operações de emergência em suas instalações em Midland, depois que as águas da enchente do Rio Tittabawassee, resultante de fortes chuvas, atingiram níveis históricos e se misturaram às lagoas de contenção de plantas químicas da unidade da Dow, aumentando o receio de um sério problema ambiental. Outro preocupação com as cheias é que o alto fluxo da água da enchente revolva dioxinas altamente tóxicas de sedimentos contaminados no fundo do rio, a jusante do local classificado como “Superfund” (que são áreas poluídas, definidas a nível Federal nos Estados Unidos, requerendo medidas de longo prazo para limpeza da contaminação por materiais perigosos).

A Dow interrompeu temporariamente suas operações no Parque industrial de Midland. O rompimento e transbordamento de barragens no rio Tittabawassee obrigou milhares de moradores da região a evacuarem a área. As unidades operacionais da empresa foram paradas, com exceção das instalações necessárias para gerenciar a contenção de produtos químicos, afirmou a empresa em comunicado no final da manhã de hoje.

A Dow informou também que, até o momento, não há relatos de liberação de produtos químicos das suas instalações de fabricação.

As operações da Dow em Michigan empregam cerca de 3.000 pessoas e compreendem 26 unidades industriais, que incluem a produção de plásticos e produtos químicos especiais. Outras empresas também tem operações no complexo da Dow, incluindo DuPont, Corteva Agriscience e Trinseo. As instalações também abrigam um campus de pesquisa e desenvolvimento.

Midland, localizada na região central do Estado de Michigan (EUA), é uma cidade de 42.000 habitantes. A Dow, uma das maiores fabricantes de plásticos e produtos químicos do mundo, opera em Michigan desde 1897.

Mais informações no site do The Detroit News (em inglês)

Foto: City of Midland

 

Dow desativa produção em plantas de polietileno nas Américas, incluindo em Bahia Blanca (Argentina)

08/05/2020

Jim Fitterling, CEO da Dow, disse, durante uma teleconferência em 30 de abril sobre o balanço do primeiro trimestre de 2020, que a empresa irá paralisar a operação de três unidades de polietileno e duas unidades de elastômeros nas Américas, equivalente a 10% de sua capacidade global. Segundo Fitterling, o objetivo é evitar excesso de oferta e acúmulo de estoques.

“Estamos adotando ações para desativar as unidades ou reduzir as taxas operacionais, de acordo com as tendências da demanda nos EUA, Europa e América Latina”, afirmou.

A Dow planeja paralisar as plantas por pelo menos um mês. A capacidade total das plantas é de cerca de 907.000 toneladas / ano.

As unidades que serão paralisadas um planta de PE em Freeport, Texas (EUA), e duas unidades de PE em fase gasosa – uma em Seadrift, no Texas (EUA), e a outra em Bahia Blanca, na Argentina (foto). Duas unidades de elastômeros Na Louisiana também serão desativadas.

As vendas do primeiro trimestre de 2020 na unidade de embalagens e plásticos especiais da Dow – incluindo PE – caíram 10% para US $ 4,6 bilhões. O volume de vendas foi estável – o crescimento nas vendas de materiais para embalagens de produtos essenciais foi compensado pelas menores vendas de eteno.

No geral, a Dow cortará despesas em US $ 350 milhões e reduzirá sua meta de investimentos para 2020 de US $ 2 bilhões para US $ 1,25 bilhão.

Fitterling enfatizou que a Dow está em uma situação financeira muito boa: “As ações que estamos anunciando hoje se baseiam em nosso foco para fornecer agilidade adicional, impulsionar a geração de caixa e ajustar nossos gastos às realidades atuais”.

Fitterling disse que a Dow tomou essas medidas para equilibrar as reduções na demanda que a empresa viu surgir com a pandemia do COVID-19. “Veremos algum impacto no segundo trimestre nos volumes de venda direcionados para o setor industrial e é por isso que restringimos parte da oferta de materiais”, ele disse. “Isso ocorrerá principalmente como reflexo do desempenho de aplicações industriais, aplicações automotivas e remessas industriais”, acrescentou.

No entanto, Fitterling disse ter esperanças de uma “virada na economia no setor industrial” entre maio e junho, quando as fábricas de automóveis reabrirem nos EUA e Europa. Ele também manifestou otimismo na recuperação geral da crise do coronavírus.

“Estamos começando a receber sinais de alguns estados americanos para uma reabertura em maio e também de algumas partes da Europa como Alemanha, Áustria e Suíça. Acho que, à medida que a confiança aumenta e a testagem avança, as pessoas poderão ter mais segurança para retornar às fábricas e os consumidores também para voltar ao mercado ”, disse Fitterling.

“E, nesse ponto, será fácil reativar essas unidades de PE e atender a essa demanda”, acrescentou.

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Greif e Campo Limpo se unem à Dow para viabilizar envasamento de álcool em gel para doação em São Paulo

27/04/2020

Dow irá doar mais de 25 toneladas de álcool em gel a cinco cidades paulistas

Com o objetivo de auxiliar a população no combate à proliferação da Covid-19, a Dow readequou as linhas de produção de sua unidade em Hortolândia (SP) para a fabricação de álcool em gel, que será doado a hospitais públicos e unidades de saúde do estado de São Paulo. Para esta iniciativa, a empresa trabalhou em conjunto com parceiros engajados na luta contra o novo coronavírus.

Para a conservação do produto, ou seja, para as embalagens, a Dow contou com dois parceiros estratégicos: a Greif, fornecedora de embalagens industriais, e a Campo Limpo, fornecedora de tampas fabricadas com material reciclado.

A Greif, cliente e fornecedora global da Dow, teve um papel importante nesse projeto ao doar para o envasamento do álcool em gel 3,4 mil embalagens que inicialmente teriam uma destinação diferente, mas que foram aprovadas pelos órgãos reguladores,

O trabalho de aprovação das embalagens foi intenso, pois elas normalmente são utilizadas para outras finalidades, como a armazenagem ou transporte de produtos químicos e lubrificantes, por exemplo. Mas, devido à sua versatilidade e resistência, as embalagens conseguiram ser aprovadas em tempo recorde, para o uso emergencial. O produto será disponibilizado em bombonas plásticas, produzidas com polietileno de alta densidade (PEAD), seguindo as exigências e recomendações do INMETRO.

“Mais do que nunca, numa crise, foi possível ver que as grandes colaborações mostram os valores que unem parceiros. A Dow só consegue atingir suas ambições graças a esses parceiros, clientes, fornecedores e órgãos reguladores, que caminham juntos por um bem maior. Isso nos mostra que, quando há união, os resultados são ainda melhores”, afirma Sabine Rossi, Gerente de Desenvolvimento de Mercado da Dow no Brasil.

Já a Campo Limpo, localizada em Taubaté (SP), irá fornecer todas as tampas das embalagens seguindo as especificações de desempenho necessárias. As tampas produzidas pela companhia são feitas com RPC (resina pós-consumo) 100% reciclado e garante a segurança contra vazamentos no manuseio e no transporte.

União em prol de um único objetivo

Como o álcool em gel não faz parte do portfólio da Dow, foi necessário ainda que a companhia readaptasse sua fábrica de Hortolândia (SP), a qual originalmente fabrica silicones, e contasse com o esforço conjunto de diversas unidades de negócio da companhia, além da colaboração de clientes e fornecedores, para viabilizar a produção na unidade.

O objetivo da Dow é distribuir 25 toneladas de álcool em gel (30 mil litros na conversão do produto), para as cidades paulistas de Campinas, Guarujá, Hortolândia, Jacareí e Jundiaí. O material será destinado para nove hospitais públicos, 18 unidades de Pronto Atendimento (UPAs), 185 Unidades de Saúde (UBS) e quatro Centros de Atenção Psicossociais (CAPS), o que vai abastecê-los por três meses. A doação será feita por meio do Governo do Estado de São Paulo.

A companhia conta ainda com a colaboração de outras empresas. O Grupo Cesari fornecerá o transporte do etanol para a fábrica de Hortolândia e fará a limpeza do tanque que realizará o transporte. A Intertank, especializada em tanques de pequeno e médio portes, emprestará os contêineres metálicos para fracionar o etanol que ficará armazenado na fábrica de Hortolândia. O transporte para os locais indicados pelas secretarias de Saúde das cidades contará com apoio do Grupo Toniato.

A empresa de logística EBMAC, com sede em Cambé, no Paraná, se encarregará do transporte das embalagens para a fábrica de Hortolândia; e a Transbueno, do Grupo Bueno, localizada em Jacareí, São Paulo, fará a retirada e entrega das tampas da embalagem em Hortolândia, local da fabricação do álcool em gel. A distribuição será viabilizada via secretarias de Saúde de cada localidade.

A Greif conta com mais de 140 anos de existência e produz embalagens industriais de aço, plástico, fibra, flexíveis, corrugadas, recondicionadas, IBCs e acessórios para embalagens

A Campo Limpo é pioneira na produção de embalagens que usam plástico reciclado oriundo de logística reversa das embalagens vazias de defensivos agrícolas (Sistema Campo Limpo) e produz também um sistema de vedação de alta desempenho.

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Embalagens produzidas por empresas brasileiras se destacam na premiação Packaging Innovation Award da Dow

28/01/2020

Embalagem para frutas frescas desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Finalista na principal categoria da premiação, Diamond Award, e reconhecida com uma menção honrosa na categoria Collaboration, a Embrapa concorreu, em parceria com o Instituto Nacional de Tecnologia e o IMA, Instituto de Macromoléulas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Empresas ganharam notoriedade na premiação que reconhece as principais realizações do setor de embalagens e movimenta a cadeia com novas ideias.

A 31ª edição do Packaging Innovation Award, premiação realizada pela Dow, que reúne anualmente as principais novidades na indústria de embalagens, foi marcada pelo reconhecimento de empresas brasileiras entre as finalistas e vencedoras. As três companhias nacionais – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Incom Packing e Unilever – se destacaram na avaliação dos jurados, sendo reconhecidas pelas inovações em seus projetos dentro das categorias Diamond, Gold e Silver award, além de menções honrosas nas categorias Collaboration e Sustainability.

A Unilever, vencedora na categoria Silver, apresentou a Love Beauty and Planet, primeira marca vegana que, segundo a empresa, utiliza embalagens plásticas 100% feitas de material reciclado em sua composição. Para o desenvolvimento da linha, a empresa escolheu cinco pilares: formulações vindas de matérias-primas sustentáveis, material 100% reciclado nas garrafas, tecnologia de enxágue rápido, redução da pegada de carbono e apoio a influenciadores ambientalistas. A linha de shampoos, condicionadores e cremes já está em fase comercial nas grandes drogarias e supermercados brasileiros.

Já a empresa brasileira de embalagens para cosméticos, Incom Packing, recebeu o reconhecimento na categoria Silver com o perfume SPOT, cuja embalagem é inspirada em uma taça de vidro de Martini. O design inovador do frasco trouxe o conceito invertido, onde a tampa serve como a base do produto e a fragrância fica no topo. Diversos testes foram realizados, dimensões e proporções revistas para que o projeto se tornasse viável, incluindo a escolha de materiais resistentes. Para o frasco, os fabricantes utilizaram vidro e, para a tampa, a opção escolhida foi a resina Surlyn da Dow, que trouxe a semelhança ao vidro. Com isso, a Incom Packing mostrou que é possível combinar recursos estéticos com conhecimento teórico para fornecer soluções inovadoras. O produto já está em fase comercial e foi lançado pela marca Hinode, especialista no segmento de beleza e cuidados com o corpo.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) também teve uma participação notória no Packaging Innovation Award. Finalista na principal categoria da premiação, Diamond Award, e reconhecida com uma menção honrosa na categoria Collaboration, a companhia concorreu, em parceria com o Instituto Nacional de Tecnologia e o IMA, Instituto de  Macromoléculas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com uma embalagem que mantém as frutas frescas e sem marcas por mais tempo. O produto foi desenvolvido como um sistema de duas peças. A primeira serve como um estojo para substituir a caixa de madeira tradicional e é feita de polietileno de alta densidade (PEAD). Já a segunda, onde as frutas são embaladas, é feita de PET e é colocada sobre a caixa PEAD ao seu redor. As bordas superiores desta peça se ligam à parte superior da caixa de PEAD e as frutas são guardadas na camada PET dentro da caixa circundante. Graças às essas peças, a embalagem teve como um dos seus principais diferenciais a personalização de formato e tamanho de acordo com cada fruta, o que reduz substancialmente lesões mecânicas durante o transporte até o varejo. Outro atributo importante é que o recipiente, por ser um sistema fechado, otimiza o uso de refrigeração, diminui o gasto com energia e mantém a qualidade das frutas, reduzindo as perdas pós-colheita para menos de 5%.

“Para nós, é um prazer reunir anualmente importantes empresas e profissionais para reconhecer grandes projetos e debater sobre inovação na indústria. A edição de 2019 do Packaging Innovation contou com uma média de 250 inscrições de mais de 30 países. Celebramos ainda mais o resultado obtido no Brasil, que tem mostrado seu potencial para trazer tecnologias inovadoras e sustentáveis. Agradecemos a cada um dos participantes e parabenizamos os vencedores por seu excelente trabalho”, diz Angels Domenech, Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento do Negócio de Plásticos para a Dow na América Latina.

Já Daniella Souza, Vice-Presidente do negócio de Plásticos para a Dow na América Latina, afirma: “O Packaging Innovation Award está em sua 31ª edição e é a premiação mais antiga do setor de embalagens, reconhecendo, em âmbito mundial, os avanços do setor e incentivando organizações no desenvolvimento de soluções que visam, prioritariamente, a inovação e a sustentabilidade”.

As inscrições para a 32ª edição da premiação começarão em breve.

A Packaging and Specialty Plastics (P&SP), uma unidade de negócios da Dow oferece tecnologias para mercados de uso final em embalagens de alimentos, higiene pessoal, infraestrutura, bens de consumo e transporte. A P&SP é uma das maiores produtoras mundiais de resinas de polietileno, polímeros funcionais e adesivos.

A Dow está presente no Brasil desde 1.956. A companhia reúne atualmente cerca de 2.700 funcionários em suas 11 instalações, incluindo 9 unidades de produção em Aratu (BA), Breu Branco (PA), Campinas (SP), Guarujá (SP), Jacareí (SP), Jundiaí (SP), Palmyra (PA), Santa Vitória (MG) e Santos Dumont (MG), atendendo a clientes nos mercados de embalagens, infraestrutura e cuidados ao consumidor.
Na América Latina, a Dow opera 18 complexos de produção em 4 países e teve vendas líquidas pro forma de US$ 4,9 bilhões em 2018.

Globalmente, a companhia opera 113 fábricas em 31 países e emprega aproximadamente 37.000 funcionários. A Dow teve vendas pro forma de aproximadamente US$ 50 bilhões em 2018.

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Dow oferecerá PEBD e PEBDL baseados em reciclados pós-consumo na América do Norte

15/01/2020

  • Dow combina suas resinas de polietileno virgem com os pellets de resina pós-consumo (PCR) da Avangard Innovative, obtidos a partir de filmes plásticos
  • Contrato exclusivo permitirá lançamento dos primeiros produtos baseados em PCR da Dow na América do Norte

Em um contrato exclusivo, a Avangard Innovative LP, empresa de Houston (Texas) especialista em valorização de resíduos, fornecerá à Dow pellets de resina pós-consumo (PCR) obtidos a partir de filme plástico, o que corresponde a uma adição significativa ao portfólio de circularidade plástica da Dow – alinhado ao objetivo da empresa de promover a economia circular de plásticos.

As duas empresas esperam começar a oferecer no final deste ano as primeiras inovações baseadas em PCR da Dow a clientes norte-americanos que estão exigindo perfis de sustentabilidade mais consistentes em aplicações direcionados, tais como revestimentos, embalagens retráteis e embalagens protetoras, entre outras aplicações. A Dow inicialmente utilizará a PCR da Avangarde para criar produtos de polietileno linear de baixa densidade (PEBDL) e polietileno de baixa densidade (PEBD).

“Estamos oferecendo aos nossos clientes as ferramentas necessárias para fornecer aos consumidores produtos feitos de plástico reciclado, tais como os revestimentos que colocam em suas lixeiras e e a embalagem retrátil que eles usam para empacotar e enviar mercadorias embaladas”, disse Victor Zapata, diretor comercial para reciclagem na América Latina e América do Norte. “Esta colaboração combina a tecnologia de coleta e classificação de resíduos da Avangard e ​​com o conhecimento da Dow em ciência de materiais, além da sua experiência em aplicações e escala operacional, a fim de oferecer um processamento consistente e um fornecimento confiável de PEBD e PEBDL baseados em PCR para nossos clientes em toda a América do Norte”.

Promovendo soluções para a economia circular de plástico

A colaboração entre a Dow e a Avangard impulsiona esforços que garantem que o valor do plástico não seja perdido após apenas somente um ciclo de uso de material.

“Qualquer plástico perdido no meio ambiente como lixo é inaceitável”, disse Nestor de Mattos, vice-presidente comercial da Dow na América do Norte para Embalagens e Plásticos Especiais. “É por isso que estamos colaborando com a Avangard para promover novas soluções que mantenham o valor dos plásticos usados. Esse esforço não apenas ajuda a Dow a atingir suas metas de sustentabilidade, mas também ajuda nossos clientes a alcançarem seus próprios objetivos de sustentabilidade, promovendo a mudança para uma economia cicular dos plásticos “.

Contrato com a Dow dá continuidade ao crescimento da Avangard

O contrato exclusivo para fornecimento de PCR à Dow, que será combinado com resinas virgens para criar novos produtos de PEBD e PEBDL, vem em seguida ao anúncio da Avangard de que está expandindo sua coleta e classificação de filmes no próximo ano – facilitada por uma segunda fábrica em Houston e novas plantas em Nevada e no México .

“A combinação de nossa colaboração com a Dow e a nossa expansão planejada torna este um momento muito emocionante para a Avangard Innovative”, disse Rick Perez, CEO da Avangard. “Construímos uma experiência de coleta e classificação de filmes ao longo de 35 anos, posicionando-nos de maneira única para oferecer materiais de PCR que permitirão à Dow desenvolver produtos circulares para seus clientes “.

A Avangard foi certificada como uma empresa comercial minoritária (MBE) pelo Conselho de Desenvolvimento de Fornecedores Minoritários de Houston (HMSDC) e pelo Estado do Texas.

O portfólio da Dow é composto pelos segmentos Materiais de Desempenho, Intermediários Industriais e Plásticos e oferece aos clientes de indústrias de alto crescimento, tais como embalagens, infraestrutura e bens de consumo, uma gama de produtos e soluções diferenciados. A Dow opera 113 unidades de produção em 31 países e emprega cerca de 37.000 funcionários em todo o mundo. Em 2018, a empresa gerou um faturamento de cerca de US $ 50 bilhões (pro forma)

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Evonik e Dow desenvolvem síntese direta em escala industrial de Propileno Glicol a partir de propeno e peróxido de hidrogênio

25/12/2019

Fluidos descongelantes para aviões com base em Propileno Glicol desempenham função importante na segurança, continuidade e pontualidade das viagens aéreas em condições climáticas severas

  • Parceria estratégica para desenvolver uma tecnologia disruptiva até à maturidade de mercado
  • Planta piloto será alocada para o site da Evonik em Hanau
  • Propileno Glicol é usada na produção de resinas de poliéster e como agente descongelante
  • Novo processo preserva recursos e reduz custos de investimento

As empresas Dow e Evonik firmaram parceria tecnológica exclusiva com a finalidade de desenvolver um método exclusivo para a síntese direta de Propileno Glicol (PG) a partir de propeno e peróxido de hidrogênio até à sua maturidade de mercado.

A base do método denominado Hyprosyn foi criada nos últimos anos por um time de mais de 100 colaboradores da Evonik. O elemento crucial é um sistema catalítico desenvolvido pelos pesquisadores da Evonik que permite a síntese direta do PG diretamente a partir de propeno e peróxido de hidrogênio, em um processo que se destaca por um alto rendimento e um consumo de energia comparativamente baixo, afirma a empresa.

Cerca de 1,9 milhão de toneladas de Propileno Glicol foram consumidas no mundo em 2018. A substância é empregada na produção de resinas de poliéster ou como agente descongelante. É também um importante aditivo alimentar e serve como umectante e cossurfactante em muitos produtos no mercado de cuidados pessoais e do lar.

“Estamos muito satisfeitos com a cooperação com a Dow a fim de levar o Hyprosyn ao estágio de maturidade de mercado. A Dow é de longe a maior produtora de PG do mundo e é líder no campo da ciência de materiais. A experiência técnica e de mercado da Dow será inestimável no desenvolvimento dessa tecnologia”, afirma Michael Träxler, responsável pela linha de negócios Active Oxygens da Evonik.

Até o final de 2020, uma planta piloto será erguida no site de Hanau da Evonik, seguida de implementação em larga escala nos próximos anos.

“Acreditamos que a nova tecnologia de síntese direta Hyprosyn possibilitará uma alternativa mais competitiva para a produção de PG com um melhor perfil ambiental e nos permitirá mais flexibilidade no atendimento das necessidades dos nossos clientes”, disse Andrew Jones, diretor global de negócios para óxido de propeno, Propileno Glicol, cloro-álcali e vinil na Dow. A Dow é o único produtor global de PG com cinco unidades de produção localizadas em quatro continentes.

No processo tradicional, o óxido de propileno (PO) é convertido em PG mediante o uso de água. Segundo a Evonik, a tecnologia Hyprosyn oferece diversas vantagens em relação a esse processo:

  • O novo processo consome significativamente menos energia ao mesmo tempo em que oferece um rendimento nitidamente mais alto;
  • O processo Hyprosyn combina todas as etapas de reação em um único reator, eliminando a necessidade de investir em uma unidade de PO.
  • As plantas de PG existentes podem ser adaptadas com facilidade;
  • Somente peróxido de hidrogênio e propeno são processados como insumo, o que aumenta a flexibilidade e reduz os custos totais do investimento.

“Além das potenciais receitas provenientes de licenças, essa parceria também demonstra como criamos novas áreas de aplicação para o peróxido de hidrogênio, além de nos posicionar como fornecedor preferencial”, acrescentou Träxler. Em anos recentes, o H2O2 se estabeleceu como importante agente oxidante na síntese química – especialmente em resultado do processo HPPO para a produção de óxido de propileno.

“Estamos animados por colaborar com a Evonik para colocar essa nova tecnologia inovadora e sustentável no mercado. Acreditamos que seja um desenvolvimento importante em apoio à crescente demanda dos nossos clientes de PG no mundo inteiro”, diz Jones.

A Evonik é uma das maiores fabricantes mundiais de peróxido de hidrogênio, uma das duas matérias-primas usadas no processo Hyprosyn. As 13 unidades de produção da empresa, localizadas em diversas partes do mundo e com uma capacidade anual de 950.000 toneladas, asseguram um abastecimento ideal de peróxido de hidrogênio (H2O2).

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Prêmio Mundial de Inovação em Embalagens da Dow escolhe garrafa de PET com aparência de vidro da japonesa DNP como vencedora

18/11/2019

  • A Dai Nippon Printing Co. Ltd. conquista os Top Honors no 2019 Packaging Innovation Awards da Dow
  • Os vencedores dos prêmios representam algumas das mais inovadoras novidades em embalagens em termos de tecnologia, experiência do usuário e de sustentabilidade.

A Dow anunciou os vencedores do 2019 Packaging Innovation Awards, que reconhece as principais realizações do setor de embalagens em design, materiais, tecnologias e processos inovadores .

A maior premiação, o Diamond Award, foi concedida para a Dai Nippon Printing Co. Ltd., por sua garrafa de plástico PET DNP Functional Film Complex, uma alternativa ambientalmente amigável e consciente, que proporciona uma aparência de vidro distinta devido a uma destacável camada externa que pode atuar como barreira ao oxigênio quando combinada com o PET. Atualmente, muitas garrafas de bebidas são feitas de vidro por conta de suas propriedades de barreira e percepção de luxo, apesar de seu peso maior e maior risco de quebra. O vidro frequentemente se despedaça enquanto é coletado ou classificado e seu resíduo pode contaminar outros produtos que poderiam ser reciclados. A inovação da empresa mantém todas as qualidades que os consumidores adoram nas garrafas de vidro – a sensação e a percepção de luxo – enquanto cria um produto reciclável, leve e praticamente inquebrável.

“Este ano, recebemos um número recorde de inscrições de designs inovadores de embalagens de todo o mundo”, disse Diego Donoso, presidente de negócios da Dow Packaging & Specialty Plastics, se referindo às quase 250 inscrições de empresas de mais de 30 países. “Parabéns a todos os vencedores de 2019. Estou continuamente impressionado com as inovações de classe mundial que vemos ano após ano. ”

O prêmio Packaging Innovation Awards de 2019, organizado pela Dow, anteriormente conhecido como DuPont Awards for Packaging Innovation, está agora em sua 31ª edição e é a premiação independente mais antiga do setor de embalagens. A cada ano, o painel de juízes é composto por profissionais de todo o mundo em uma ampla gama de áreas, incluindo design, engenharia, varejo, conversão e academia.

“É uma honra fazer parte de um evento dedicado à busca das melhores inovações em embalagens, independentemente da localização e aplicação”, disse o juiz David Luttenberger, diretor global de embalagens do Mintel Group, Ltd. “Estou realmente impressionado com os vencedores deste ano e animado por ver tantas empresas de todo o mundo constantemente inovando para atender às demandas dos consumidores e práticas sustentáveis.”

Além do Diamond Award, os juízes também selecionaram oito finalistas Diamond, 10 vencedores do Gold Award, 12 vencedores do Silver Award e duas categorias de Menção Honrosa:

Vencedor do Diamond

Dai Nippon Printing Co. Ltd., Garrafa de plástico para PET de filme funcional DNP

Finalistas Diamond

  • Embrapa Tecnologia de Alimentos, Desenvolvimento de Embalagens Inovadoras para Frutas
  • Procter & Gamble, Caixa do Detergente Tide Eco-Box
  • Henkel, tecnologia EPIX ™ para embalagens sustentáveis
  • Danone Nutricia Research, OpTri, um Frasco Dobrável para Nutrição Parenteral
  • Amcor, Paperly ™ Embalagem à Base de Papel Termoformador
  • Werner & Mertz GmbH e Mondi Group, Bolsa Frosch 100% Reciclável e Sustentável, Feita em Polietileno
  • ProAmpac e L’Oréal, REDKEN® Flahs Lift Bonder Inside
  • Truman’s, Truman’s Starter Kit

Vencedores do Gold Award

  • Kawakami Sangyo Co., Ltd., UKIYO-E PUTIPUTI
  • Meiji Co., Ltd., meiji The Chocolate 6COLLECTIONS Pacote Sortido
  • Duallok, Uma Solução Elegante de Embalagem Resistente a Crianças
  • Amcor, 46 oz. Coffeemate® natural bliss® Cold Brew com Base Amcor Geo-Strap ™
  • ALICO SA, ReciPack
  • CI TAKIRON Corporation, Zíper Sensorial SANZIP
  • Amcor, Molson Coors – Sacola Térmica de 12 Unidades
  • Reckitt Benckiser, Finish 0%
  • DuPont Teijin Films, Processo de Despolimerização LuxCR™
  • Huhtamaki PPL Ltd., Bag-in-Bag para Extrema Resistência a Quedas

Vencedores do Silver Award

  • Amcor, Embalagem de Biscoito para Bicho de Estimação Full Moon Perdue Natural
  • Hangzhou Holmes Food Co., Ltd., Embalagem “Fresh Lock” Baicaowei
  • Weener Plastics, Tampa de Dispenser de Sabão 100% PCR
  • Hangzhou Qunle Packaging Co., Ltd., Embalagem do Petisco “Fortune Stick”
  • KW Container, TruSnap ™ com Recipiente de Tinta TwistCap
  • Incom Packing, SPOT
  • Blue Apron, Embalagem Sustentável em Gel
  • Huhtamaki PPL Ltd., Embalagem para Resistência a Quedas e Barreira
  • ITC Limited, Business Packaging, “Pacote de Farinha de Trigo Respirável” com Controle de Liberação de Ar
  • Procter & Gamble / Gillette, Lâmina de Barbear Joy
  • Schur Star Systems, Embalagem Zip-Pop Schur®Star
  • Unilever, Love Beauty and Planet

Menção Honrosa de Colaboração

  • Werner & Mertz GmbH e Mondi Group, Bolsa Frosch 100% Reciclável e Sustentável, Feita em Polietileno

Menção Honrosa em Comércio Eletrônico

  • PAC Worldwide, Scent Blocking Protective Mailer
  • Smart Karton, Pack Inteiro de Papel
  • Procter & Gamble (China) Sales Co., Ltd., Embalagens para Comércio Eletrônico
  • Procter & Gamble, Caixa do Detergente Tide Eco-Box
  • Henkel, tecnologia EPIX ™ para Embalagens Sustentáveis
  • Truman’s, Truman’s Starter Kit

Para mais informações e imagens de cada participação premiada, visite www.DowPackagingAwards.com

A Packaging and Specialty Plastics (P&SP), uma unidade de negócios da Dow, oferece produtos para mercados de uso final em embalagens de alimentos, higiene pessoal, infraestrutura, bens de consumo e transporte. A P&SP é uma das maiores produtoras mundiais de resinas de polietileno, polímeros funcionais e adesivos e colabora com toda a cadeia de valor no desenvolvimento sustentável de aplicações e no design do ciclo de vida da economia circular para plásticos. A Dow opera 113 fábricas em 31 países e emprega aproximadamente 37.000 pessoas. A Dow apresentou vendas pro forma de aproximadamente US$ 50 bilhões em 2018.

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O Boticário desenvolve processo de reciclagem para tampas de perfumaria feitas com ionômero da Dow

09/11/2019

Com o processo, as tampas produzidas com Surlyn pós consumo, que antes não completavam o ciclo de reciclagem, transformam-se em novas tampas, voltando ao consumidor

O Boticário desenvolveu um processo inédito na América Latina para a reciclagem de tampas de perfumaria produzidas com Surlyn, ionômero fabricado pela Dow. Por ter uma grande complexidade, essa matéria-prima, apesar de ser reciclável em outras categorias, não vinha sendo viável no setor de cosméticos. Agora, as tampas podem ser recolhidas depois do consumo, separadas por cooperativas de reciclagem e, por fim, retornadas ao consumidor em novos produtos — dentro do processo de Logística Reversa.

O Surlyn é a resina utilizada em tampas de perfumaria. Segundo a Dow, sua maior propriedade comercial é a transparência, que confere aspecto premium às embalagens, além da versatilidade de design e alta resistência química. Segundo dados da Euromonitor International, o mercado de beleza e cuidados pessoais teve uma alta de 1,53%. Na categoria de perfumaria, a Abihpec destaca o pulo de 8,1% nas vendas dos fabricantes em 2018 e estima que, para 2019, o crescimento em vendas seja de 4,1%, a R$ 50,43 bilhões.

Por isso, o Grupo Boticário e todas as marcas que abrange – O Boticário; Eudora; quem disse, berenice?; The Beauty Box; Multi B e Vult, que têm o meio ambiente como um dos seus principais pilares, entendeu a importância de olhar para esse novo mercado e criar essa solução. Além de permitir o retorno sustentável das embalagens que vêm dos consumidores (PCR – pós consumo), o novo processo de reciclagem também reaproveita os rejeitos de Surlyn que são descartados em processos industriais (PIR – pós industrial).

“O desenvolvimento dessa tecnologia, que por meio da reciclagem inovadora proposta pelo Grupo Boticário causa pouco impacto na coloração das novas tampas, faz com que esses materiais (pós consumo e industriais) tornem-se novas peças para as perfumarias comercializadas pelo Grupo”, afirma Eduardo Fonseca, Diretor de Assuntos Institucionais do Grupo Boticário.

Segundo a empresa, o Boti Recicla é o maior programa de logística reversa do país, permitindo que consumidores retornem suas embalagens nos mais de 4 mil pontos de venda espalhados pelo Brasil e é a primeira etapa para a consolidação desse novo processo.

“A partir daí, inicia-se a participação das cooperativas, que separam as tampas recolhidas dos consumidores e ganham também um novo mercado, já que esses itens passam agora a ter um valor comercial e criam novas demandas. O terceiro passo é encaminhar todo esse material para a empresa de reciclagem Wise. É nessa etapa que o material descartado entra no processo de recuperação, através da lavagem, moagem e extrusão, dando origem aos pellets do Surlyn reciclado”, explica Alexandre Bouza, Head do Boticário.

Por fim, o material é encaminhado para a Aptar, empresa produtora das bombas e tampas dos produtos do Grupo Boticário, que passa a utilizar a resina reciclada em sua produção que será posteriormente direcionada para os consumidores.

O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos, unidade de negócios do Grupo Boticário. Inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), a marca tem a maior rede franqueada de cosméticos do país com mais de 3.700 pontos de venda, em 1.750 cidades brasileiras, e mais de 900 franqueados. Presente em 15 países, há mais de 40 anos desenvolve novos produtos e conta com um portfólio com mais de 850 itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais. O programa de logística reversa da marca, o Boti Recicla, é um dos maiores do país em pontos de coleta – em todas as lojas os consumidores podem devolver as embalagens vazias, que são encaminhadas para a reciclagem correta. A sua fábrica de cosméticos de Camaçari (BA) é a primeira do segmento a receber o certificado LEED de construção sustentável no Brasil.

A Dow está presente no Brasil desde 1956. A companhia reúne atualmente cerca de 2.700 funcionários em suas 11 instalações, incluindo 9 unidades de produção em Aratu (BA), Breu Branco (PA), Campinas (SP), Guarujá (SP), Jacareí (SP), Jundiaí (SP), Palmyra (PA), Santa Vitória (MG) e Santos Dumont (MG), atendendo a clientes nos mercados de embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor.  A Dow opera 18 complexos de manufatura em 4 países da América Latina e entregou vendas líquidas pro forma de US $ 4,9 bilhões em 2018. Ao redor do mundo, a Companhia opera 113 fábricas em 31 países e emprega aproximadamente 37.000 funcionários. A Dow teve vendas pro forma de aproximadamente US$ 50 bilhões em 2018.

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Participação da Dow na K 2019 apresenta destaques da América Latina e debates sobre os desafios da indústria

04/11/2019

Empresa promoveu discussão sobre práticas para o desenvolvimento de uma economia circular na cadeia do plástico

Entre os dias 16 e 23 de outubro, em Düsseldorf, na Alemanha, aconteceu a K 2019, principal feira de plásticos e borracha do mundo. Na ocasião, a empresa exibiu casos de estudo e mais de 100 protótipos que ilustram os avanços em inovação e tecnologia, incentivando discussões sobre a implementação de uma economia circular na indústria e a eliminação dos resíduos plásticos do meio ambiente, além de promover a melhor experiência para os clientes presentes na feira K.

O objetivo foi explorar novas oportunidades a partir dos desafios enfrentados pelo setor na atualidade e apresentar soluções que alinhadas com uma agenda sustentável, mostrando como uma abordagem coletiva à ciência dos materiais nos permite proteger recursos preciosos, construir de maneira mais efetiva, transportar de maneira mais eficiente e cuidar de maneira mais holística.

As inovações da América Latina ganharam papel de destaque nos principais temas abordados pela Dow na feira:

Surlyn: Sofisticação e Inovação em tampas para o mercado de perfumes e bebidas

Segundo a Dow, a solução inovadora é destaque nos perfumes Le Tempo, da L’Bel – Belcorp, pelo efeito metalizado translúcido que permitiu alcançar conceitos de embalagens de luxo com altos padrões de qualidade e resistência. A solução também é aplicada na linha La Victorie, do Grupo Boticário, que tem como destaque o desafio técnico de produzir uma tampa grossa redonda com flocos de ouro flutuando por dentro, mantendo a transparência desejada. O resultado é um conceito de embalagem inovador e sofisticado que quebra a convenção das tampas retas comumente produzidas no Brasil, afirma a Dow.

Para o mercado de bebidas, o Surlyn vem sendo usado pela primeira vez para tampas da tequila Punta Diamante, da marca Don Ramon.

Filme VP 30: Embalagens de arroz mais resistentes ao impacto

Segundo a Dow, o Filme VP 30 é elaborado com resinas de alto desempenho, o que garante maior integridade física em razão da sua alta resistência ao impacto, não se rompendo mesmo com selagem em maiores temperaturas. A empresa firma que o filme também possui outros diferenciais que são fundamentais para o produtor, tais como a espessura 30% menor, o que permite a produção de mais embalagens e a comercialização por unidade de comprimento (metro) ao invés de peso (quilo), envasando até 30% mais pacotes de arroz e possibilitando que a máquina trabalhe com maior rapidez.

Phormanto: inovação no mercado de frango in natura e versatilidade para embalagens

Tecnologia para embalagens flexíveis produzidas por termoformagem. De acordo com a Dow, os seus filmes Phormanto, ricos em polietileno, têm estrutura reciclável, garantem alta claridade e transparência, além de possibilitar o desenvolvimento da respirabilidade específica da estrutura, de acordo com os requisitos do produto a ser embalado. Segundo o fabricante, a tecnologia está sendo aplicada no Brasil para transformar o mercado e a cadeia de valor do frango in natura por meio de uma mudança disruptiva de embalagem. A Dow garante que a solução possibilita um aumento significativo de shelf life ou tempo de gôndola, garantindo frescor e qualidade do produto por até 15 dias.

O Phormanto também é utilizado para outros alimentos, como cookies, biscoitos, nuts e outros snacks naturais da empresa brasileira Nutrienti, que possibilitou oferecer ao consumidor uma embalagem on-the-go que aumenta o tempo de vida útil do produto sem comprometer a crocância e o sabor, assegura a Dow.

Um novo destino para o Plástico – Aulas Verdes

Em parceria com a startup Conceptos Plásticos, o projeto Aulas Verdes utiliza tijolos de resíduos plásticos para a construção de salas de aula na Colômbia. A iniciativa está alinhada à economia circular, que defende a reinserção de sobras em novos ciclos para se obter o máximo de aproveitamento de materiais. Grande parte dos resíduos é recolhida por pessoas da própria região e o que é coletado se torna matéria-prima por meio de processos elaborados para o reaproveitamento, integrando um novo ciclo. Cada tijolo contém mais de 70% de plástico recuperado e, para construir uma escola, cerca de quatro toneladas de materiais plásticos são aproveitadas. Atualmente o projeto já conta com três escolas construídas, que também representam 12 toneladas de plástico retiradas do meio ambiente.

A Dow oferece uma variedade de produtos e soluções tecnológicos para clientes de mercados de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados com o consumidor. A Dow opera 113 fábricas em 31 países, empregando aproximadamente 37.000 pessoas. Em 2018, as vendas da empresa contabilizaram aproximadamente U$50 bilhões.

Fonte: Dow

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Dow e Boomera desenvolverão nova resina plástica feita com material reciclado

20/03/2019

  • Acordo é de cinco anos e investimento inicial será de R$ 400 mil
  • Especialistas das companhias trabalham para apresentar primeiro protótipo ainda este ano

A Dow e a Boomera, startup especializada em economia circular, estão colaborando para o desenvolvimento de uma nova resina plástica feita de material reciclado pós-consumo (PCR). As empresas esperam apresentar o primeiro protótipo da resina no final deste ano.

A Boomera atua em projetos de reciclagem com sua metodologia CircularPack®, através da qual usa sua expertise de tecnologia e design conectando parceiros para transformar materiais que iriam para o lixo em novos produtos. Dow e Boomera assinaram um memorando de entendimento de cinco anos e o investimento inicial é de R$ 400 mil.

“Reconhecemos que nenhum lixo, seja ele plástico ou não, deveria acabar na natureza. Inovações e o desenvolvimento de novos produtos e mercados para o material pós-consumo são essenciais para resolver a questão do desperdício plástico. Dow e Boomera estão dando um passo importante nessa direção”, ressalta Carolina Mantilla, diretora de Sustentabilidade do negócio de Plásticos da Dow para América Latina.

“A Boomera vem desenvolvendo soluções em PCR e logística reversa há mais de 7 anos no Brasil e sempre buscamos na tecnologia o apoio necessário para criar produtos que voltem para a sociedade com alta performance. A parceria com a Dow nos fortalece muito, com toda a experiência em aditivos dedicados à reciclagem e os especialistas dedicados a esta iniciativa”, destaca Guilherme Brammer, CEO da Boomera.

“Há uma forte demanda do mercado para as resinas plásticas recicladas pós-consumo e, com a solução que estamos criando com a Boomera, conseguiremos atender a indústria com uma tecnologia capaz de abordar os desafios de sustentabilidade das empresas”, reforça Carolina.

Os times de especialistas da Dow e da Boomera tem trabalhado em conjunto no Centro de Inovação da Dow, em Jundiaí (SP), usando fontes de plástico pós-consumo para o desenvolvimento desta nova resina.

Essa parceria é um exemplo das ações tomadas pela Dow para combater os resíduos plásticos no meio ambiente. Recentemente, a empresa também realizou:

  • Investimentos locais em infraestrutura de Pesquisa & Desenvolvimento: o mais recente investimento de P&D da Dow na região foi a aquisição de uma recicladora para o Centro de Inovação da empresa em Jundiaí (SP). O investimento total foi de mais de R$ 1 milhão e a máquina será parte integrante do desenvolvimento da resina pós-consumo, ajudando a melhorar os processos produtivos e a qualidade da resina.
  • Aliança para eliminar resíduos plásticos (Alliance to End Plastic Waste – AEPW): A Dow é uma das fundadoras da organização, comprometida a investir inicialmente US$1 bilhão – com o objetivo de aumentar este valor para US$1,5 bilhão em até 5 anos – para desenvolver e escalar soluções para ajudar a melhorar a gestão de resíduos plásticos e promover soluções pós-consumo. A Aliança possui atualmente 30 empresas e vai ajudar a promover uma transição para uma economia circular.
  • Investimento em pessoas e empresas que trabalham para soluções: em outubro, a Dow anunciou que se tornou investidora-fundadora do Circulate Capital, uma iniciativa de US$ 100 milhões para incubar e financiar empresas e infraestrutura que evitem o resíduos nos oceanos. A missão da Circulate Capital é viabilizar investimentos nos setores de gestão de resíduos e reciclagem para atrair o capital institucional adicional necessário para impulsionar iniciativas integradas em todo o sul e sudeste da Ásia.
  • Limpeza dos resíduos existentes: A recente iniciativa da Dow batizada de #PullingOurWeight teve início no primeiro semestre de 2018 e reuniu mais de 5.600 funcionários, famílias e parceiros da Dow que participaram de 55 ações de limpeza em todo o mundo, removendo cerca de 24 toneladas de lixo e resíduos de praias e hidrovias.
  • Inovação para reciclagem: O investimento em inovação é outra parte fundamental dos esforços da Dow para eliminar os resíduos plásticos no meio ambiente. A tecnologia RecycleReady da Dow permite o desenvolvimento de embalagens que podem ser recicladas. A empresa segue também focada nas tecnologias de materiais para embalagem multicamada.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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