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Tecnologia de grama sintética da Dow é testada por times de hóquei que se reuniram no Rio em evento-teste das Olimpíadas

21/12/2015

Hockey-Rio-2016

Seleções de oito países estiveram presentes no evento-teste de hóquei do Rio 2016 realizado no Parque Olímpico de Deodoro em 24 de novembro. O evento marcou o lançamento do campo de hóquei, pintado com cores que remetem ao Brasil

O palco para a competição de hóquei está pronto. Quatro seleções masculinas e quatro seleções femininas reuniram-se no Parque Olímpico de Deodoro, no Rio de Janeiro, entre 24 e 28 de novembro, para o evento-teste “Aquece Rio” – que compreende o ensaio técnico mais importante para os Jogos Olímpicos Rio 2016. A Dow está contribuindo com suas resinas para garantir uma superfície de padrão mundial e alto desempenho para o torneio olímpico de hóquei no Rio. A Dow é Parceira Olímpica Mundial e a Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos.

O evento também marcou o lançamento de um componente importante do “Look of the Games”, identidade visual das Olimpíadas Rio 2016: as cores utilizadas no gramado do campo de hóquei, característica muito esperada desde o sucesso de Riverbank Arena dos Jogos Olímpicos de Londres 2012  e seu atrativo jogo de cores que combinava azul e rosa. Para as Olimpíadas do Rio, o Comitê Organizador do Rio 2016 e a Federação Internacional de Hóquei (FIH) optaram por um gramado azul com linhas verdes – padrão de cores que combina com a identidade visual dos Jogos Rio 2016 e reflete o espírito de celebração dos primeiros Jogos Olímpicos realizados no Brasil.
 
Condições de jogo de padrão mundial

As partidas de hóquei dos Jogos Olímpicos Rio 2016 serão disputadas em campos que contam com um sistema de grama sintética inovador, cujos fios foram desenvolvidos com as Resinas de Polietileno de baixa densidade linear Dowlex™ da Dow, além das tecnologias de poliuretanos da Companhia.

Segundo a Dow, o sistema é projetado para oferecer durabilidade superior por todo o tempo de vida útil do campo, além de uniformidade em todos os jogos que fazem parte da agitadíssima programação da competição. A colorabilidade é uma característica importante do componente dos fios, possibilitando características estéticas e design personalizados para a superfície de jogo.

O desempenho dos jogadores e a qualidade do campo foram as principais preocupações durante o desenvolvimento do sistema de grama sintética de hóquei para as Olimpíadas do Rio 2016. Amostras de grama sintética foram inspecionadas pelas equipes de Gerenciamento das Instalações e de Look of the Games do Rio 2016, além de membros da Federação Internacional de Hóquei e do Serviço de Transmissão dos Jogos Olímpicos (OBS) a fim de garantir que as cores escolhidas atendessem aos requisitos específicos para jogadores, árbitros, espectadores e equipes responsáveis pelas transmissões.

“Estamos muito entusiasmados com o fato das soluções e experiência da Dow na oferta de materiais para superfícies de jogo de padrão internacional servirem de palco para uma das competições mais esperadas das Olimpíadas do Rio”, destacou Nathan Wiker, Diretor Global de Marketing para Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow. “O hóquei é um jogo extremamente rápido. As cores do gramado permitirão que os espectadores do estádio e os que assistirão aos jogos pela TV acompanhem todas as jogadas mais facilmente graças ao alto nível de contraste entre a bola e o campo”.

Os jogos de hóquei serão realizados no Centro Olímpico de Hóquei, no Parque Olímpico de Deodoro, entre 6 e 19 de agosto de 2016. A competição reunirá as 12 melhores seleções masculinas e femininas do mundo. O complexo incluirá dois campos e uma área de aquecimento.

O portfólio da Dow nas áreas de Especialidades Químicas, Materiais Avançados, Ciências Agrícolas e Plásticos oferece uma ampla variedade de soluções e produtos baseados em tecnologia para aproximadamente 180 países e em setores de grande crescimento, como embalagens, eletrônicos, água, revestimentos e agricultura. Em 2014, a Dow teve vendas anuais de mais de US$ 58 bilhões e empregou aproximadamente 53.000 funcionários em todo o mundo. Os mais de 6.000 produtos da Companhia são produzidos em 201 unidades fabris em 35 países ao redor do mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow / Foto: Miriam Jeske/Brasil 2016 / Autoridade Pública Olímpica

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Dow inaugura primeiro Centro de Desenvolvimento de Aplicações de plásticos do Brasil

12/04/2011

Localizado em Jundiaí, SP, o local será um pólo de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias e soluções sustentáveis para o mercado latinoamericano de plásticos

A The Dow Chemical Company inaugura hoje, 12 de abril, em Jundiaí, São Paulo, o primeiro laboratório de plásticos do Brasil focado no desenvolvimento de soluções sustentáveis. O local será destinado a pesquisas e testes de produtos para as mais diversas áreas de aplicação, como embalagens especiais para alimentos, filmes e embalagens industriais, embalagens rígidas e soluções para o mercado de tubos de polietileno (tubos de pressão, distribuição de água e irrigação).

“A Dow deseja estar cada vez mais presente no mercado latinoamericano de plásticos. Queremos que este centro contribua significativamente para o avanço de toda a cadeia plástica nos países da América Latina, com pesquisas e estudos sobre o mercado e a busca contínua de soluções sustentáveis para os negócios e para o meio ambiente”, afirma Nestor de Mattos, diretor de vendas da área de Plásticos da Dow Brasil.

Uma equipe de químicos, engenheiros e técnicos será responsável pelo atendimento aos clientes, realização de testes e pelo desenvolvimento de soluções cada vez mais sustentáveis, como por exemplo, resinas com melhor desempenho (que propiciam a redução da quantidade de matéria-prima), ou ainda estruturas 100% recicláveis, entre outros.

“Iremos desenvolver junto com nossos clientes soluções inovadoras que proporcionem uma diferenciação no mercado. Aliando o portfólio da Dow a essa estrutura, ganharemos ainda mais rapidez, agilidade e capacitação de nossos clientes”, afirma.

O laboratório ocupa uma área de 1100 m2 distribuídos nas seguintes seções:

Laboratório de caracterização de polímeros: neste espaço será possível realizar análises de identificação de materiais (qual o tipo de polímero, aditivos, identificação microscópica de estruturas, contaminantes, entre outros).

Laboratório de Testes Físicos: destinado à realização de todos os testes requeridos pelo órgão de normatização American Society for Testing Materials (ASTM) como mensuração de impacto ao dardo, rasgo, ótica, tensão de ruptura, escoamento e perfuração, além de análise dessas propriedades a baixa temperatura (até -40ºC). “Esses testes são imprescindíveis para o desenvolvimento de aplicações para os mais diversos mercados de aplicação de plástico, tais como embalagens flexíveis, rígidas e tubos industriais”, comenta Carlos Costa, gerente de pesquisa e desenvolvimento de filmes industriais e embalagens de consumo para a área de Plásticos da Dow na América Latina.

Planta Piloto: neste local será implantada uma linha de extrusão de última geração, com capacidade de produzir filmes pelo processo tubular e plana que, em pequena escala, reproduz as condições de operação das máquinas industriais. “Isso proporcionará a nós e a nossos clientes muito mais agilidade para o desenvolvimento de soluções”, afirma Costa.

Na planta, já estão instaladas uma unidade de laminação para testes de performance e uma máquina de unitização para realização de testes de performance em paletização. Outros equipamentos, como termoformadora e empacotadora automática, estão previstos para 2012.

“Todos esses equipamentos têm por objetivo aprofundar o conhecimento do desempenho das nossas resinas nas aplicações dos nossos clientes e facilitar seu sucesso no mercado final”, explica o executivo.

Sala de Treinamento: com capacidade para 70 pessoas, o local será destinado ao treinamento da equipe Dow e também para que os clientes da companhia treinem sua própria equipe técnica.

Segundo Carlos Costa, o Centro de Desenvolvimento de Aplicações de Plásticos também será utilizado para os diversos projetos que a companhia está desenvolvendo em parceria com universidades de São Paulo. Os resultados das principais pesquisas a serem realizadas neste espaço serão compartilhados com clientes em Seminários Técnicos promovidos pela companhia.

Além da nova estrutura em Jundiaí, a The Dow Chemical Company possui laboratórios em todos os continentes (Europa – Espanha; Pacifico – Singapura; Estados Unidos – Texas).  Conta ainda com o Laboratório de Aplicação em Freeport Texas, com capacidade de produção industrial (máquinas industriais), testes organolépticos e planta piloto de produção de polímeros. O local é interconectado a todos os demais laboratórios da companhia e pode ser utilizado para demandas especiais de clientes, como a produção piloto de uma solução ou ainda testes específicos para aprovação de um produto em um determinado mercado.

Sobre a Dow

O portfólio líder e diversificado da Dow nas áreas de Químicos Especiais, Materiais Avançados, Ciências Agrícolas e Plásticos oferece uma ampla variedade de soluções e produtos baseados em tecnologia para mais de 160 países e em setores de grande crescimento, como eletrônicos, água, energia, tintas e revestimentos e agricultura. Em 2010, a Dow teve vendas anuais de US$ 53.7 bilhões e empregou aproximadamente 50.000 funcionários em todo o mundo. Os mais de 5.000 produtos da Companhia são produzidos em 188 unidades fabris em 35 países ao redor do mundo.

Fonte: PorterNovelli / Dow