Posts Tagged ‘Indústria de Plásticos’

PICPlast divulga pesquisa apontando o perfil e expectativas do transformador de plástico no Brasil

23/02/2018

Estudo mostra os principais interesses dos empreendedores da indústria de transformação.

O transformador de plástico no Brasil busca por iniciativas que o ajude a vender mais (59,4%) e acredita que inovação em produtos (49,3%) é o caminho para o crescimento. É o que mostra o estudo de mercado encomendado pelo PICPlast, Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, uma iniciativa setorial da Abiplast e da Braskem. Para 59,4% desta amostra, abrir novos mercados é a prioridade.

A pesquisa revelou ainda o perfil destes empresários: homens (78,1%), com mais de 35 anos (82,3%) e com escolaridade superior à graduação (86,7%), que conduzem empresas familiares (70,1%), com 50 a 500 funcionários (61,5%), localizadas no estado de São Paulo (46,8%).

O estudo também mostra a participação de diferentes áreas da transformação. Para a produção de filmes (ramo de 55,8% dos participantes da pesquisa) são usados equipamentos de extrusão onde a matéria-prima fundida forma filmes flexíveis que, posteriormente, serão transformados em embalagens. Já para a injeção de plásticos (31,7%), são usadas máquinas que injetam o material fundido sob pressão no interior de um molde, formando peças de formatos e aplicações diversas. Outro tipo de transformação do material plástico que aparece em destaque é o sopro-extrusão (20,5%) que produz, por exemplo, frascos para alimentos e bebidas, através da aplicação de ar comprimido que expande o material fundido dentro de um molde.

A pesquisa traz também a participação do setor da reciclagem dos materiais plásticos (9%) onde há a fabricação de grânulos de material reaproveitado que retornarão à cadeia produtiva na forma de novos produtos plásticos, evitando a extração de novos recursos naturais e aplicando o contexto da economia circular.

As empresas ouvidas produzem os mais diferentes tipos de produtos, principalmente embalagens para alimentos e bebidas ou tampas (37,4%). Bobinas plásticas (29,5%), produtos para agronegócios (22,3%), construção civil (18,7%) e embalagens para cosméticos (15,1%) também aparecem com grande relevância entre os itens produzidos.

Investir em renovação tecnológica, principalmente na área de processos e equipamentos, é o desejo de 38,5% dos empresários. O mercado e a concorrência são considerados os principais desafios para o crescimento para cerca de 30% dos entrevistados. Os empreendedores da indústria do plástico têm interesse em iniciativas voltadas à eficiência operacional, comprovado pelos percentuais altos daqueles que querem reduzir perdas (67,7%) e aumentar o controle de qualidade (61,2%).

Para atender a estas demandas, o PICPlast realiza, ao longo do ano, uma série de ações que visa beneficiar os atuantes do setor. Desde 2013 já foram investidos cerca de R$ 15 milhões em iniciativas direcionadas aos transformadores. São projetos que auxiliam desde o pensamento com foco em inovação até gestão financeira e controle de qualidade.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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Indústria de transformação de plásticos brasileira cresce 2,5% em 2017 e espera atingir 3% neste ano

07/02/2018

O desempenho da indústria de transformados plásticos em 2017 superou as expectativas da ABIPLAST e registrou alta de 2,5% em relação a 2016. Só em dezembro o crescimento foi de 3,7% em relação ao mês anterior na série dessazonalizada. Além disso, depois de três anos registrando o fechamento de postos de trabalho, o setor encerrou o ano com a abertura de 4.696 vagas, o que significa um crescimento de 1,5%. Outro dado positivo foi o de consumo aparente, que no ano passado foi de 3,9% ante o período anterior.

O presidente da entidade, José Ricardo Roriz Coelho, vê com otimismo os resultados do ano passado e acredita na continuidade desse comportamento.

“A continuidade da estabilidade econômica aliada às previsões positivas de importantes consumidores de transformados plásticos – como a construção civil e a indústria automotiva – contribuem para que tenhamos uma postura otimista para 2018”, ressalta.

A entidade projetou para 2018 um crescimento de 3% na produção física, 2% em empregos e de 4,5% no consumo aparente. A expectativa de queda nos juros e inflação estável, bem como do crescimento do PIB, também contribuem para essa previsão.

Fonte: Abiplast

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PICPlast apresentou ferramenta inédita de gestão na Feiplastic 2017

19/04/2017

Voltada para pequenas e médias empresas de transformação plástica, plataforma auxilia companhias na tomada de decisões estratégicas e realizações de novos investimentos

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) e da Braskem, marcou presença na Feiplastic 2017 e apresentaou uma ferramenta inédita que irá auxiliar as pequenas e médias empresas do setor plástico na tomada de decisões estratégicas e controle do fluxo de caixa. Com um espaço exclusivo no stand da Braskem, os visitantes puderam conhecer de perto os programas de capacitação desenvolvidos pelo PICPlast, que já ajudou mais de 500 empresas transformadoras da indústria do plástico no Brasil nos últimos 3 anos.

Entre as novidades que foram apresentadas pelo Plano na feira, o destaque ficou por conta da ferramenta “Análises de investimentos”, que foi desenvolvida para ajudar a empresas que estejam planejando realizar algum investimento ou avaliar um projeto como por exemplo adquirir um novo equipamento ou molde. Para tanto, o PICPlast contratou a consultoria Advisia OC&C para desenvolver uma ferramenta que fosse intuitiva e prática e que atendesse a indústria de transformação.

Construído na linguagem Excel, o programa realiza cálculos sofisticados e indica resultados que apontam se os investimentos previstos são realmente vantajosos ou negativos. Disponibilizada gratuitamente para os visitantes da feira, a ferramenta é uma boa solução do ponto de vista financeiro capaz de apontar informações como a taxa de retorno projetada para os investimentos e se é realmente interessante para o empresário tomar crédito para uma expansão que esteja pensando em realizar.

“Com essa nova plataforma, queremos capacitar e profissionalizar as empresas do setor para que elas se tornem mais competitivas no mercado nacional e internacional”, afirma Edison Terra, vice-presidente da Braskem. Já para José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST, a ferramenta irá beneficiar empresas que atuam em diversos segmentos. “São investimentos como esse que impactam positivamente o dia a dia da indústria de transformação”, conta.

Também durante a Feiplastic, os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer a versão atualizada do programa “Custos e rentabilidade”, que já está disponível para as empresas do mercado de forma gratuita. Desenvolvida para companhias que ainda não possuem sistemas de alta performance, ela funciona como uma plataforma simples e auxilia os transformadores na gestão dos negócios. Nela é possível inserir informações importantes sobre a rotina da companhia e gerar relatórios que apontam para cenários futuros e real capacidade da empresa em atender as demandas dos seus clientes.

Para ter acesso ao material, os visitantes devem se cadastrar previamente no site do PICPlast: http://www.picplast.com.br

Fonte: Abiplast

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Trecora expõe ceras de polietileno na Feiplastic 2017

11/03/2017

Durante a Feiplastic, a empresa texana Trecora, fabricante de ceras de polietileno, oxidantes e alfa-olefinas, estará expondo seus produtos em um stand no Expo Center Norte, de 03 a 07 de abril de 2017.

A Trecora está presente no Brasil na Indústria do Plástico especialmente nos segmentos de PVC, HMA (adesivos de fusão a quente) e Masterbatches / Revestimentos.

Os produtos da Trecora Chemical são ceras de polietileno de ponto de fusão elevado e de baixa a média viscosidade derivados da fabricação de resinas de PEAD.

Estes produtos podem ser utilizados numa variedade de aplicações, incluindo como aditivoS de desempenho para adesivos de fusão a quente (HMA) ; Como modificador de penetração e ponto de fusão para parafina e ceras microcristalinas; como lubrificante e auxiliar de transformação de plásticos, PVC e borracha; e como um aditivo de agitação seco para tintas. Em formas oxidadas, as aplicações para cera de polietileno incluem utilização em emulsões têxteis, como a porção de cera de formulações de polimento e como lubrificante em extrusão de PVC.

A Trecora Resources possui e opera uma planta localizada no Texas, especializada em hidrocarbonetos de alta pureza e outros petroquímicos. A Trecora também possui e opera uma unidade produtora de ceras especiais de polietileno e provê serviços de processamento sob medida no complexo Petroquímico de Pasadena, também no Texas.

Fonte: Trecora

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O valor das empresas no Brasil

06/03/2017

Por José Ricardo Roriz Coelho (Presidente da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico)*

Hoje o maior sonho de boa parte dos empresários brasileiros é vender sua empresa.

Com o negócio, vão-se as dores de cabeça: sucessivos litígios trabalhistas, licenças que levam anos para sair em definitivo, crédito escasso, juros altos, tributos sobre tributos e tantos outros inconvenientes que prejudicam o dia a dia do empreendedor no país.

O diagnóstico é aterrorizante, mas é a realidade que vivemos. Precisamos urgentemente resgatar o valor que as empresas têm para o país. Elas são o maior vetor para o crescimento de investimento, emprego e capacitação profissional, pesquisa e inovação.

Não estão incluídas aqui companhias que não têm em seu DNA a busca incessante por excelência em gestão, rigorosos padrões éticos e de compliance.

Uma empresa deve ter o foco em inovação e no desenvolvimento de produtos. Precisa encantar seus clientes -e não desperdiçar suas energias em vencer a burocracia, enfrentar a insegurança jurídica e honrar as sufocantes e desproporcionais despesas financeiras, como acontece hoje no Brasil.

No final do ano passado, o governo federal lançou um minipacote de reformas para reaquecer a economia, centrado no crescimento, na produtividade e na desburocratização. A iniciativa é salutar. Agora em março se encerram os primeiros prazos para a implantação do programa.

O cenário ainda é preocupante. O ano passado terminou com um expressivo aumento no número de pedidos de recuperação judicial – incríveis 44,8% em relação a 2015. Há que se somar a isso o elevado endividamento das empresas, a dificuldade de acesso ao crédito e a baixa perspectiva de crescimento econômico para este ano.

A atividade industrial é fundamental para o país voltar a crescer. Um ambiente de negócios mais favorável proporciona a retomada da indústria e abre oportunidades de desenvolvimento de atividades empreendedoras de alto valor agregado.

Todos os setores são importantes, mas com as dificuldades apresentadas tem perdido espaço a indústria de transformação, que é justamente a área com maior capacidade de alavancar a economia.

A indústria de transformação é também a que mais inova, com maior capacidade de desenvolvimento tecnológico. É responsável por cerca de 30% do total do investimento produtivo privado (excluído setor público e famílias) e por aproximadamente 25% das vagas de emprego acima de cinco salários mínimos, além de representar perto de 30% da arrecadação tributária nacional, a despeito de corresponder por apenas 11,8% do PIB em 2015.

Se por um lado o governo está atuando para melhorar a manutenção de empresas no país, por outro tem realizado ações que reforçam a percepção de que o setor industrial deve perder ainda mais espaço.

Houve um claro direcionamento de menor atuação do BNDES no crédito de longo prazo e enfraquecimento do conteúdo local.

Com desburocratização e incentivos à produtividade e ao crescimento, conseguiremos resgatar a capacidade das empresas. Negócios que estão em dificuldade não investem, não contratam, não inovam. Quando quebram, geram desemprego, débitos com fornecedores, clientes e com o fisco.

Acabam destruindo elos importantes da cadeia produtiva e jogam fora décadas de conhecimento desenvolvido e talentos tão necessários ao país.

A principal tarefa do governo neste momento deve ser ajudar a resgatar a força das empresas para que elas fomentem investimentos e novos negócios. Caso contrário, permaneceremos estagnados, vendo nossa competitividade se distanciar cada vez mais dos países que concorrem conosco.

*Artigo publicado na Folha de S.Paulo;

Foto: arquivo

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Abiplast prevê que o faturamento e a produção da indústria do plástico devem aumentar em 2017

13/02/2017

Estima-se que o faturamento do setor em 2017 chegue à casa de R$ 55,8 bilhões, ou seja, um aumento de 1% frente a 2016, quando o valor foi de 55,3 bilhões

roriz_1De acordo com balanço econômico produzido pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), estima-se que o faturamento do setor em 2017 chegue à casa de R$ 55,8 bilhões, ou seja, um aumento de 1% em relação a 2016, quando o valor foi de 55,3 bilhões. Este montante significou queda de 11,1% na comparação com 2015. “Mesmo que em um nível ainda pequeno, é importante a expectativa de retomada do crescimento este ano”, salienta José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast (foto), acrescentando: “Os dados indicam que o pior já passou”.

A projeção para 2017 é de que a produção física de produtos plásticos também apresente resultado positivo, com aumento de 1,24% ante 2016, alcançando a casa dos 6,32 milhões de toneladas. Estima-se, também, que, em 2017, o consumo aparente de transformados plásticos (resultado da soma da produção com importações, menos exportações) cresça 1,8, atingindo 6,68 milhões de toneladas.

Ainda de acordo com o balanço da entidade, os setores demandantes do plástico também vêm apresentando expectativas mais positivas para 2017. A indústria de alimentação deverá avançar 1,5%; 67% dos fabricantes de eletroeletrônicos projetam crescimento para 2017; o agronegócio brasileiro será melhor do que a média mundial para produtos como soja, milho, açúcar e carnes (bovina, suína e frango) e o setor de construção espera o início de uma recuperação para este ano, avalia a Abiplast.

No que diz respeito à mão de obra empregada, mesmo com um avanço econômico, a Abiplast estima que haja uma retração de 1,8% em relação ao ano anterior. A entidade prevê em 2017 o fechamento de seis mil postos de trabalho.

“É premente que, além de melhores estimativas, o ano de 2017 tenha um cenário político menos conturbado e que sejam realizadas as reformas estruturais, que darão mais segurança jurídica e competitividade à nossa indústria. Mais rapidez no recuo da taxa de juros, para incentivar o investimento, reformas que modernizem e tragam maior segurança jurídica às relações do trabalho e uma reformulação para simplificar o complexo e custoso sistema tributário brasileiro são temas fundamentais para que nossa indústria volte a produzir mais e empregar” –  afirma Roriz.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abiplast

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PICPLAST e Fundação Dom Cabral finalizam capacitação empresarial para empresários da indústria do plástico

10/07/2016

Ao todo, representantes de mais de 30 empresas acompanharam palestras sobre temas fundamentais para o aprimoramento da gestão de suas empresas

PicplastO PICPlast finalizou no mês de maio os dois últimos módulos do programa de capacitação destinado à empresários da indústria da transformação plástica brasileira. Os trabalhos se iniciaram em março e contaram com a participação de mais de 30 empresas, que puderam acompanhar palestras  sobre estratégia e competitividade empresarial, governança e sucessão, liderança e gestão de processos, custos e finanças e inovação. Todos os trabalhos contaram foram conduzidos pela Fundação Dom Cabral,  em sua sede,  em São Paulo.

No penúltimo módulo, realizado no dia 10/05, os temas discutidos foram custos e finanças. Na oportunidade, os alunos tiveram acesso aos principais indicadores e métricas que impactam diretamente no resultado do negócio e as formas de gerenciá-lo de maneira eficaz para evitar perdas.

Já no último módulo, sobre inovação, dia 11/05, os empresários foram capacitados para compreender o modelo de inovação, criado pela própria Fundação Dom Cabral, e como ele pode ser implementado a partir de um estilo de gestão participativo em todos os processos da companhia. Ao final da capacitação, todos os representantes das empresas que participaram dos seis módulos receberam certificado de conclusão.

Uma das empresas participantes foi a distribuidora Mais Polímeros, que esteve representada por seu gerente comercial, Aparecido Camacho. “Tirar os executivos da empresa para levá-lo à reflexão é uma tarefa complicada, mas executada com maestria pelo PICPlast e a FDC. Dar um tempo e se reunir com outros empresários para falar de estratégia é fundamental para definir objetivos, pensar em novos projetos e trocar experiências”, afirma Camacho.

Outra empresa que esteve presente nas capacitações foi a Pisani, fabricante de embalagens plásticas para as indústrias de bebidas e alimentos. Na ocasião, a empresa esteve representada por Paulo Weber, diretor geral da companhia, que é sediada em Caxias do Sul. De acordo com o executivo, as matérias apresentadas nos dois módulos atendem às necessidades de todas as empresas. “O PICPlast está de parabéns. Os temas discutidos nos dois módulos atenderam às necessidades dos empresários. Na medida em que todas as empresas se capacitam, o mercado fica mais acirrado, nivelado por cima”, afirma o executivo.

O PICPlast é uma iniciativa da Braskem, em conjunto com a Associação Brasileira do Plástico (Abiplast), entidade que representa a indústria da transformação plástica no Brasil. O plano foi lançado em 2013 com o objetivo de desenvolver programas estruturais que contribuam com a competitividade e crescimento da transformação plástica de forma conjunta entre a 2ª e 3ª gerações da cadeia produtiva do plástico.

Essa foi a terceira turma capacitada pela Fundação Dom Cabral desde o lançamento do PICPlast, em 2013. Desde então, foram quase 100 empresas capacitadas em todas as regiões do Brasil.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPLAST

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Jaime Lorandi é reeleito para novo mandato à frente do Simplás

10/07/2016

Simplas-Lorandi

A próxima gestão do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) já tem uma linha de trabalho definida para o triênio 2016-2019. Jaime Lorandi (foto), reeleito para a presidência na última quarta-feira (29), estabeleceu quatro eixos de atuação na entidade que representa mais de 500 empresas de transformação que geram aproximadamente 12 mil empregos diretos em oito municípios (Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real), com estimativa de faturamento anual superior a R$ 3 bilhões. Em um raio de 50 quilômetros, a área de abrangência do Simplás apresenta uma das maiores concentrações de indústrias de transformação de plástico do Brasil. A posse oficial da nova diretoria está prevista para 1o de agosto.

Melhoria e promoção da ética nas relações de trabalho e na Justiça do Trabalho; estímulo à qualificação profissional de gestores empresariais; defesa da elaboração e implementação de um plano de desenvolvimento econômico e social multissetorial para toda a região; e promoção da sustentabilidade por meio da educação para o descarte correto do plástico pós-consumo das residências serão as diretrizes no programa de ação da entidade.

“Há mais de 25 anos, o Simplás representa um setor responsável pela geração de dezenas de milhares de empregos na região. O sucesso da indústria, portanto, tem relação direta com o bem-estar e o progresso de milhares de famílias de empregadores e empregados. Assim, compreendemos que o papel comunitário do sindicato vai além da esfera associativa. Nos próximos três anos vamos trabalhar intensamente para que os benefícios da ética, da qualificação, do desenvolvimento e da sustentabilidade alcancem cada vez mais pessoas, em toda a sociedade”, afirma Lorandi.

Fonte: Assessoria de Imprensa (Simplás); Foto: Neli Alvanoz

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Abiplast e Feiplastic estarão juntas na Argenplás 2016

13/06/2016

Abiplast-Argenplas

De 13 a 16 de junho será realizada a 16ª Argenplas no Centro Costa Salguero, em Buenos Aires (Argentina)

A ABIPLAST – Associação Brasileira da Indústria do Plástico, em parceria com a FEIPLASTIC – Feira Internacional do Plástico , representarão o Brasil no evento. Serão mais de 180 expositores da Argentina e de outros dez países, com participação de aproximadamente 17 mil profissionais do setor.

De acordo com José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST, além de estreitar o relacionamento com outros países e representantes mundiais do plástico, a participação da entidade é importante, pois ressalta sua relevância na cadeia produtiva do plástico, não apenas no Brasil, mas também internacionalmente.

Na oportunidade a ABIPLAST também divulgará a FEIPLASTIC, que ocorrerá de 03 a 07 de Abril de 2017 em São Paulo.

“A Argentina é o segundo destino das exportações brasileiras de transformados plásticos. Historicamente, o Brasil tem saldo comercial com superavit no comércio bilateral”, comenta Roriz Coelho. “Em 2015, exportamos 43,1 mil toneladas de transformados plásticos para Argentina somando US$ 242 milhões, e importamos 37 mil toneladas, por US$ 144 milhões, com saldo positivo de US$ 98 milhões”.

O estande da Abiplast estará localizado no pavilhão 4 / I-05.

Serviço:

Evento: Argenplás – 16ª Exposição Internacional de Plástico
Data: De 13 a 16 de junho de 2016
Endereço: Av. Costanera R. Obligado y J. Salguero, 1445, Buenos Aires, Argentina
Informações: http://www.argenplas.com.ar/pt/

Fonte: Abiplast

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Solvay divulga resultados do primeiro trimestre de 2016

10/05/2016

EBITDA ajustado do Grupo alcançou 602 milhões de euros no período

O Grupo Solvay (dono da Rhodia) obteve um faturamento de 2,93 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2016, conforme anúncio feito em 03/05 pela companhia. O EBITDA ajustado – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – subiu 2% no período, alcançando 602 milhões de euros. O lucro líquido ajustado no primeiro trimestre de 2016 foi de 192 milhões de euros.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, a empresa cumpriu suas prioridades para o trimestre. “A integração tranquila e rápida das equipes e negócios da antiga Cytec como parte do Grupo Solvay nos deixa em boas condições para atingir nossas metas de sinergia, aumentadas recentemente. Nosso lucro cresceu em relação a níveis comparáveis de 2015, apoiado pelo nono trimestre consecutivo de um sólido poder de precificação, que contribuiu para uma margem recorde de 21%”, disse Clamadieu.

“Na área de Materiais Avançados, nós compensamos os ajustes contínuos de estoque dos fabricantes de dispositivos inteligentes com o crescimento em outras aplicações. E na área de Formulações Avançadas, que continua a sofrer com a recessão do setor de petróleo e gás, adotamos medidas para aumentar a competitividade em todos os segmentos operacionais. Nosso foco reforçado no caixa, incluindo uma gestão mais eficiente de capital de giro e alocação seletiva de despesas de capital, resultou em uma melhoria substancial na geração de caixa e abriu caminho para atingir os nossos objetivos para o ano”, acrescentou Clamadieu.

Previsão para 2016 – Com base nos resultados do primeiro trimestre e no atual ambiente macroeconômico internacional, o Grupo Solvay reafirma a sua expectativa de crescimento do EBITDA ajustado em um “dígito alto” em 2016, em comparação com o EBITDA pro forma de 2,37 bilhões de euros obtido em 2015. A expectativa é que este crescimento ocorra no final do período. O free cash flow deverá ultrapassar 650 milhões de euros, em torno de 30% maior do que o nível pro forma no ano anterior.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Messe Düsseldorf disponibiliza venda de ingressos on-line para a feira K 2016 com preços reduzidos

07/04/2016

k2016

  • Impressão dos ingressos poupa tempo e dinheiro
  • Ofertas personalizadas para viagem e alojamento

A partir de agora, os ingressos para visita à K 2016, que ocorrerá de 19 a 26 outubro, estão disponíveis online no site www.k-online.com. A compra do eTicket oferece benefícios duplos – poupa tempo e dinheiro. Os visitantes podem comprar os seus ingressos online, imprimi-los em suas próprias impressoras ou baixá-los como códigos – e depois se deslocar gratuitamente para a feira através de trens ou ônibus. O eTicket também é mais barato do que os ingressos comprados no local. O ingresso para um dia custa 49 euros, enquanto que o preço de balcão em Düsseldorf é de 65 Euros. O ingresso de 3 dias pode ser adquirido online por 108 Euros, sendo 135 Euros no balcão.

As pessoas que estejam ainda à procura de alojamento durante a K 2016 são aconselhadas a fazer uso dos serviços da Düsseldorf Marketing & Tourismus GmbH (DMT). Esta subsidiária da municipalidade local dispõe da melhor visão geral dos hotéis e quartos privados disponíveis em Düsseldorf e arredores durante a principal feira mundial para a indústria de plásticos e borracha e vai ajudá-lo a fazer a sua reserva. Aliás, a pressão sobre o setor hoteleiro tem ficado mais branda. Só dentro dos limites da cidade de Düsseldorf, cerca de 1.000 novos leitos hoteleiros foram criados nos últimos anos e, em cidades vizinhas (por exemplo Essen, Krefeld, Mönchengladbach e Wuppertal), mais 900 novos leitos foram disponibilizados no mesmo período. Na região de Düsseldorf, cerca de 79 mil leitos estão disponíveis no momento. A DMT reuniu todo o seu pacote de serviços online para a K 2016, de modo que uma consulta ao site deles será certamente útil: http://business.duesseldorf-tourismus.de/messe/K/.

Além disso, há uma oferta atraente da Messe Düsseldorf, Deutsche Bahn e DMT especificamente para os visitantes da K 2016 vindos de toda a Alemanha: o preço do bilhete especial de retorno (amarrado a trens específicos e enquanto estiverem disponiveis) para Düsseldorf é de 99 euros para segunda classe e 159 euros para primeira classe. Esta oferta estará disponível on-line por cerca de três meses antes da feira começar.

A K 2016 estará aberta diariamente das 10:00 às 18:30 hs. Todos os ingressos para a feira dão direito também a deslocamentos gratuitos de ida e volta da feira através de ônibus, metrô/bonde e trens dentro do sistema de transporte integrada na VRR e VRS (somente na 2ª classe, em trens sem custo adicional). Mais informações sobre a rede de transportes pode ser encontrada em http://www.vrr.de e www.vrs-info.de.

Na K 2016, mais de 3.000 expositores internacionais estarão apresentando seus mais recentes desenvolvimentos nas áreas de máquinas e equipamentos para a indústria de plásticos e borracha, matérias-primas e auxiliares e produtos semi-acabados, peças técnicas e plásticos reforçados. Cerca de 200.000 visitantes profissionais de todo o mundo são esperados na feira.

Fonte: Messe Düsseldorf

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Simplás lança Curso de Gestão na Prática para Micro e Pequenos Empresários

07/04/2016

Capacitação em parceria com a faculdade Ftec tem inscrições abertas e início marcado para 14 de maio

O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás), com foco no perfil majoritário de suas representadas, desenvolveu e agora está lançando o Curso de Gestão na Prática para Micro e Pequenos Empresários. As aulas, com início marcado para 14 de maio, serão ministradas nas instalações e por professores e especialistas da faculdade Ftec, em Caxias do Sul (RS).

O objetivo da iniciativa é oferecer capacitação com preços competitivos e conceitos de aplicação imediata a associados e contribuintes do Simplás, e também ao público em geral. A carga total atingirá 56 horas, distribuídas em sete módulos de oito horas, com uma aula por mês, sempre aos sábados.

“É um curso inovador, sem similar no mercado, objetivo e extremamente didático, especialmente elaborado para auxiliar o empresário agora. Os professores vão abordar situações práticas do cotidiano das empresas, com ferramentas de uso instantâneo”, revela o diretor de Educação, Inovação e Tecnologia e também vice-presidente do sindicato, Gelson Oliveira.

As aulas abordarão princípios básicos de gestão, liderança, finanças, marketing e produto, vendas, produção, qualidade e inovação (detalhes abaixo). As inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (54) 3228.1251 ou pelo e-mail greice@simplas.com.br.

“Tudo foi desenvolvido pensando no perfil da maioria dos nossos representados, que são executivos de micro e pequenas empresas, com pouquíssimo tempo disponível, mas sempre em busca de atualização. Assim, os horários são diferenciados, para que o empresário não precise abrir mão de seus compromissos durante a semana. Para completar, aperfeiçoamos todo projeto até chegar a um excelente custo-benefício”, conclui Oliveira.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Simplas

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Nova diretoria no Sindiplast-ES toma posse nesta quinta-feira, 07/04

07/04/2016

Cerimônia contará com um painel onde será debatido o tema “Caminhos para aumentar a competitividade da Industria Brasileira”

A nova diretoria do Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Espírito Santo (Sindiplast-ES) toma posse oficialmente nesta quinta-feira, 07, em uma cerimônia realizada, às 19h, no auditório da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes).

Além dos membros da nova e da antiga diretoria, o evento reunirá os associados ao Sindiplast-ES, autoridades públicas e sociedade civil organizada. Também foram convidados sindicatos e federações da indústria de Plásticos de todo o Brasil, além de outros sindicatos filiados à Findes.

Mais do que um evento de posse, a cerimônia será um grande encontro de empresários e autoridades públicas, em que será debatido o tema “Caminhos para aumentar a competitividade da Industria Brasileira” em um painel.

Para falar sobre o assunto, foram convidados representantes do setor, como o vice-presidente da Fiesp e presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz, e o presidente da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco), Gilmar Lima. Ainda participarão do painel, o gerente executivo do Departamento de Economia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco, e a secretária de Estado da Fazenda Ana Paula Vescovi.

O empresário Gilmar Guanandy Régio, da Fibravit, foi eleito presidente do Sindiplast-ES no dia 16 de fevereiro, em uma eleição que contou com 60% de associados votantes. Além de Gilmar Régio, irão assumir a diretoria: Marllon Maykow Torres (Grupo Fortlev), como vice-presidente; Yêda Vietchhesky (Flexibras), como 1º diretor Administrativo; e Leonardo de Castro (Fibrasa), como 1º diretor Financeiro.

Nova diretoria do Sindiplast-ES:

Presidente: Gilmar Guanandy Régio (Fibravit).
Vice-presidente: Marllon Maykow Torres (Grupo Fortlev).
1º Diretor administrativo: Yêda Martha Piazarollo Vietchhesky (Flexibras).
2º Diretor administrativo: Hudson Temporim Moreira (MIG).
1º Diretor Financeiro: Leonardo Souza Rogério de Castro (Fibrasa).
2º Diretor Financeiro: Neviton Helmer Gasparini (Plastin).
Suplentes de Diretoria: Thiago Dalla Bernardina Lacourt (Grupo Fortlev), Rubens Szpilman (Squalus), Josimar Rodrigues Vieira (JRVieira), Celito Rogério Lima (Fibral).
Conselho Fiscal – Efetivos: Edilson Salvagnini (Embali), Fernando Pires Gonçalves (Papelial), Robson Barcelos Regiani (Magnatech). Suplentes: Juscelino José de Oliveira (Agrofit), Bárbara Esteves (RBA Toplastic), Giuliano Souza Rogério de Castro (Fibrasa).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Sindiplast – ES

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Produção de transformados plásticos caiu 8,7% em 2015

25/02/2016

A produção industrial de transformados plásticos no Brasil caiu 8,7% em 2015 em relação a 2014. O total de artefatos plásticos fabricados ficou na casa dos 6,1 milhões de toneladas de artefatos,  segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast).

De acordo com a Abiplast, a retração no setor foi a pior enfrentada desde a crise internacional de 2008, ocasião em que a produção despencou13,3%.

A redução na produção foi causada por quedas expressivas de importantes segmentos industriais que consomem plásticos, tais como o setor automotivo (-25%), alimentos (-2,4%), bebidas (-5,4%), eletroeletrônicos (-30%) e higiene e perfumaria (-3,8%), explicou a Abiplast.

Por um lado, o dólar mais alto está ajudando os setores a aumentarem a sua competitividade no mercado externo. A Abiplast reportou crescimento de 8,8% nas exportações do segmento em 2015. Por outro lado, porém, a valorização do dólar tem um impacto nos custos da indústria e nos preços de matéria-prima.

“Infelizmente, ainda não vemos alteração desse cenário e em 2016 estimamos um recuo de 3,5% na produção do setor de transformados e de 1,3% no emprego”, afirmou na nota o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, ressaltando que o setor já fechou quase 30 mil postos de trabalho. “Somente as exportações devem seguir com um desempenho positivo, de 12%”, concluiu ele.

Fonte: Abiplast / DCI

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Presidente do Sindiplast-ES faz balanço do setor de plásticos do Espírito Santo e fala das perspectivas para 2016

08/02/2016

Sindplast-es-nevitonO presidente do Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Espírito Santo, Neviton Helmer Gasparini (foto), fez um balanço do cenário da indústria de Plásticos no Estado e falou das perspectivas do setor para 2016. Gasparini destacou o trabalho feito pelo Sindicato para fortalecer a indústria local e no apoio aos empresários em busca de alternativas para manter a competitividade frente ao cenário de instabilidade político-econômica. Confira na entrevista a seguir:

Que balanço pode ser feito do ano de 2015 para o setor de Transformados Plásticos do Espírito Santo ?

O ano de 2015 não foi fácil para o empresário do setor de Plásticos. Foi um ano que exigiu esforços extras para evitar demissões e encolhimento, especialmente devido à retração na indústria de Alimentos e Bebidas e na Construção Civil, nossos principais mercados. Muitos utilizaram suas reservas, mas elas também acabam. Por outro lado, algumas áreas do setor intensificaram seus negócios, como a indústria de soluções para armazenamento de água, que se beneficiou da crise hídrica e fechou o ano mais fortalecida.

Nesse contexto apresentado, quais foram as principais realizações do Sindiplast-ES para o fortalecimento do setor ?

É exatamente nesse contexto desafiador que o Sindicato deve intensificar suas ações. Por isso, 2015 foi um ano muito produtivo. A principal ação foi, sem dúvida, a inauguração oficial da Escola Senai do Plástico Antonio Carlos Torres, iniciativa que buscávamos há alguns anos e que se concretizou.  Além disso, o Sindiplast-ES realizou mais uma edição da Semana do Plástico ES; intensificou as visitas aos associados; inscreveu e teve quatro práticas sindicais pré-selecionadas para compor a 1ª Edição do Banco de Boas Práticas Sindicais da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Em outras frentes, articulou e promoveu parcerias para cursos in company, missões técnicas nacionais e internacionais; reduziu a inadimplência; representou o setor em fóruns locais, nacionais e internacionais; promoveu a interiorização do Sindicato, com palestras e exposição itinerantes em municípios fora da Região da Grande Vitória, como Aracruz, Linhares, São Mateus, Colatina e Cachoeiro Itapemirim; finalizou o Plano de Trabalho e orçamento do Sindicato para 2016; entre outras ações.

Quais são as perspectivas do setor para o ano de 2016 ?

Em 2016, o setor deve manter o pé no freio e continuar buscando alternativas para sustentar a sua competitividade. Acredito que será um ano mais conservador, mas temos que nos manter otimistas e buscar opções para o crescimento mesmo que o cenário seja adverso.

O cenário é o mesmo em relação às perspectivas do setor em âmbito nacional ?

A indústria do Plástico em todo o Brasil tem a consciência de que os problemas políticos e econômicos enfrentados pelo País vão continuar afetando o setor. Mas esta é uma visão geral, que pode variar de acordo com o tipo de produção de cada empresa. Algumas vão sentir mais, outras vão sentir menos, sendo que haverá aquelas que poderão crescer dentro deste cenário. As expectativas mais otimistas para 2016 são de que o setor se mantenha estável com relação a 2015.

Que conduta deve o empresariado adotar para que 2016 seja um ano melhor ?

Os empresários devem continuar buscando alternativas dentro de suas possibilidades. Este é um momento em que o esforço empregado na busca de novos mercados deve ser maior. É hora de colocar o pé na estrada e ir atrás dos clientes em potencial. Também é importante estar disposto a ouvir e estreitar o relacionamento com clientes e parceiros; de discutir, planejar e executar estratégias para a conquista de novos mercados. Do mesmo modo, é preciso preparar-se tecnologicamente e ter como foco a excelência da qualidade dos serviços. Para esses últimos pontos, é essencial que os empresários busquem certificações para suas empresas, um significativo diferencial competitivo, e que qualifiquem suas equipes.

Quais são os projetos do Sindiplast-ES para este ano ?

Nosso ano será de continuidade às ações que já estão sendo realizadas. Trabalhamos para garantir mais oportunidades de negócios para os empresários e para fortalecer o setor dentro do Espírito Santo. Para isso, manteremos o diálogo com outros setores e empresas e articularemos com eles encontros de negócios. Assim como já tem sido feito, iremos promover cursos de aperfeiçoamento e qualificação de acordo com a demanda das indústrias e para isso intensificaremos as visitas às associadas para verificar suas necessidades. Não podemos esquecer que este também será um ano de eleições no Sindiplast-ES, portanto, um trabalho de prestação de contas vem sendo preparado para que a transição de gestão seja feita da forma mais transparente possível.

Fonte: Assesoria de Imprensa – Sindiplast (ES)

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Lançamento da Feiplastic 2017 apresenta vantagens especiais para expositores e compradores

21/12/2015

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Evento foi antecipado para o período de 3 a 7 de abril de 2017

Empresários, representantes da cadeia industrial e imprensa estiveram presentes no lançamento da Feiplastic 2017 – Feira Internacional do Plástico, no Hotel Renaissance, em São Paulo, no dia 04 de dezembro. A feira já tem data para acontecer: 3 a 7 de abril de 2017, ocupando 85 mil m² do Pavilhão de Exposições do Anhembi. A Feiplastic reunirá segmentos como máquinas, equipamentos e acessórios, moldes e ferramentas, resinas, instrumentação, controle e automação; serviços e projetos técnicos; produtos básicos e matérias-primas; transformadores de plástico e reciclagem.

De acordo com a organizadora do evento, Reed Exhibitions Alcantara Machado, a antecipação do evento para abril de 2017 visa integrar a feira ao calendário internacional dos principais eventos do setor pelo mundo, facilitando a atração de visitantes compradores internacionais à Feira, principalmente da América Latina

“A indústria de transformação do plástico reúne no Brasil 12.500 empresas, emprega cerca de 350 mil pessoas e é um dos cinco maiores setores industriais no país – disse o presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), José Ricardo Roriz, dando dimensão da importância desse setor para a economia nacional – é uma indústria que valoriza seus profissionais, e que tem na Feiplastic a chance de encontrar toda sua cadeia industrial. Por isso, a feira é o momento em que as decisões de investimento são tomadas”. Roriz destacou ainda que Abiplast tem contrato com a Reed Exhibitions até 2025. “Cada edição tem sido melhor que a anterior, graças à integração das equipes Reed e Abiplast”.

A Feiplastic também tem adesão do Siresp – Sindicato das Indústrias de Resina do Estado de São Paulo, entidade que representa os interesses de seus associados e trabalha pelo crescimento, integração e aperfeiçoamento da indústria petroquímica e do plástico no Brasil. Entre as empresas associadas ao sindicato está a Braskem, referência deste setor na América Latina e um dos principais players mundiais nesta área. “Trata-se do principal evento da cadeia do plástico no país e tem proporcionado ótimas oportunidades de negócio ao setor. Por isso, reforçamos nossa presença na próxima edição do encontro”, ressalta presidente da Siresp e vice-presidente da Braskem, Luciano Guidolin.

Paulo Octávio Pereira de Almeida, vice-presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, apresentou números de satisfação dos expositores e visitantes da última edição da feira, em 2015. Segundo ele, 91% dos expositores pretendiam participar da próxima Feiplastic, enquanto 96% dos visitantes disseram que acreditavam comparecer ao evento em sua edição seguinte. “A feira pode ser considerada um termômetro do mercado, e todas as tendências e expectativas apontam que, até 2017, a economia brasileira já estará em outro momento. Acreditamos que a cadeia do plástico irá se beneficiar das melhoras econômicas. A Feiplastic é um evento focado em negócios, inovação, novos produtos e tecnologias que podem despertar o espírito empreendedor em quem expõe e em quem visita”.

Em 2015, a feira reuniu 1.400 marcas – mais de 200 novas – e mais de 66 mil visitantes. Para sua edição 2017, a Reed Exhibitions Alcantara Machado já prevê visitação de 70 mil compradores no espaço total do Pavilhão do Anhembi. A organizadora e promotora da feira também aumenta agora em 150% seu investimento em publicidade para a próxima edição da feira, garantindo que todos os potenciais visitantes/compradores possam entrar em contato com a Feiplastic.

Outra vantagem que visitantes e expositores podem lançar mão é a expertise da Reed Exhibitions em feiras de negócio em todo o mundo. São mais de 300 mil compradores industriais brasileiros em seu banco de dados, de 4 milhões de nomes. A ideia, em sincronia com o que é ofertado para expositores de todo o portfólio da companhia, é fazer com que os negócios ocorram antes, durante e após o evento. O lançamento antecipado da próxima edição da Feiplastic leva ao mercado flexibilidade e mais opções de parcelamento de investimento na feira, e descontos em todas as ferramentas online e offline.

A organizadora da feira também deu atenção especial às ferramentas digitais já disponíveis para futuros expositores, como o aplicativo para celulares, e-mail marketing e o novo site responsivo, adaptável a diversos tipos de interface (desktop, celular, tablets), facilitando contato entre compradores e empresas.

E, para aprimorar a qualidade da exposição e a oferta de programação paralela, a Feiplastic também ganhará Conselhos Consultivos, de compradores e expositores, com primeiras reuniões previstas para fevereiro de 2016.

Algumas novidades programadas para a Feiplastic 2017

-Prêmio Produto Inovador;
-Área exclusiva para produtos com foco em Inovação
-Programa Ilhas de Transformados Plásticos;
-Eventos de conteúdo técnico e de gestão, com palestras gratuitas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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Abiplast anuncia parceria com Feiplastic 2017

24/11/2015

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), entidade do setor plástico que reúne toda a cadeia dos transformadores do segmento, dará apoio e participará da próxima edição da Feiplastic (Feira Internacional do Plástico), a maior feira da indústria do plástico na América Latina. O evento é realizado pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e já tem data confirmada: 22 a 26 de maio de 2017, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

“Nossa presença na Feiplastic 2017 reforça o reconhecimento da indústria de plásticos em relação ao evento, que é a plataforma oficial de negócios para todos os expositores e compradores do setor na América Latina”, comenta o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz.

Na última edição da Feiplastic, além do encontro com expositores pelos corredores do Anhembi, a Reed Exhibitions Alcantara Machado promoveu rodadas de negócio entre visitantes convidados e expositores. O Premium Club Plus reuniu 40 compradores em 72 reuniões. Durante a Feiplastic, as reuniões do programa Think Plastic Brazil receberam 62 empresas nacionais com compradores estrangeiros. Somadas, ambas iniciativas movimentaram mais de R$ 40 milhões em negócios.

“Nossa parceria com a Abiplast para organizar a Feiplastic está fechada até 2030. Essa aliança reforça que realmente organizamos o evento mais relevante no setor de plásticos”, ressalta Juan Pablo De Vera, presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado no Brasil.

Serviço:
Feiplastic – Feira Internacional do Plástico
Data: 22 a 26 de maio de 2017
Local: Parque de Exposições do Anhembi, São Paulo, Brasil
Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP – Brasil
Site: http://www.feiplastic.com.br/

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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Feira K 2016 terá mostra especial: “Os plásticos moldam o futuro”

21/10/2015

k2016Desde que, há um século, os materiais plásticos foram convertidos pela primeira vez em telefones, interruptores de luz e caixas de rádio, sua diversidade e presença na vida cotidiana têm aumentado enormemente. Sinônimos de inovação, segurança, conforto e, virtualmente, de um escopo ilimitado de aplicações e de design, os materiais poliméricos vem, desde então, conquistando todas as esferas da vida. Sem os plásticos e a borracha, não será possível dominar os enormes desafios do futuro. Falar de plásticos é a mesma coisa que falar de tecnologias de conservação de recursos, de mobilidade, de proteção de alimentos e água potável, de tecnologias médicas inovadoras, de eficiência energética e sustentabilidade.

Durante a K 2016 em Düsseldorf , de 19 a 26 de outubro do próximo ano, a mostra especial intitulada “Plasticos moldam o futuro” vai destacar os desenvolvimentos que já estão tomando forma e as visões que podem se tornar realidade amanhã. Com referência a exemplos, a mostra demonstra até que ponto os plásticos estão deixando sua marca em espaços de convivência modernos – funcionalmente, esteticamente e sustentavelmente. Também será dedicada atenção às questões econômicas e ambientais e mesmo assuntos problemáticos – como lixo marinho, por exemplo – serão abordados.

Apresentações multimídia e um stand com design inovador vão animar o programa da mostra especial no Hall 6, que consistira de blocos de informação e entretenimento, atividades, palestras-âncora e rodadas de discussões. Idéias de alunos e estudantes sobre como moldar o futuro não serão apenas o foco do tradicional Dia da Juventude no domingo da K 2016 (23 de Outubro), mas também irão oferecer um estímulo revigorante a todos os dias da feira. A mostra “Plásticos moldam o futuro” promete contar insights e perspectivas sobre o futuro para expositores e visitantes profissionais da K 2016, bem como para a mídia e o público em geral.

Em 2016, a mostra especial, um projeto da indústria de plásticos alemã, sob a liderança da organização PlasticsEurope Deutschland eV, e da Messe Düsseldorf, estará suplementando as atrações da feira K pela 9ª vez. O encontro mundial mais importante do setor de plásticos e borracha estará novamente cobrindo tudo o que a indústria tem para oferecer. Cerca de 3.000 expositores de todos os continentes estarão participando e todos os 19 pavilhões do recinto de feiras de Düsseldorf já estão totalmente reservados. Cerca de 200.000 visitantes profissionais de todo o mundo são esperados na K 2016.

A K 2016 estará aberta diariamente das 10:00 às 18:30, a partir de quarta-feira, 19 de outubro, até quarta-feira, 26 de outubro de 2016. Todos os detalhes sobre a feira podem ser encontrados em www.k-online.com e nas redes sociais.

Xing: https://www.xing.com/net/pri4bd1eex/k2013
Facebook: https://www.facebook.com/K.Tradefair?fref=ts
Twitter: https://twitter.com/K_tradefair

Fonte: Messe Düsseldorf

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Akro-Plastic inaugura fábrica de compostos de poliamida em São Paulo.

05/10/2015

Akroplastic

A multinacional alemã Akro-Plastic (www.akro-plastic.com),  pertencente ao grupo Feddersen,  oficializou no último dia 16 de Setembro o início das operações em sua unidade de produção de compostos plásticos de engenharia, situada em Itupeva – SP. Com investimentos de 2 milhões de euros, a nova planta terá capacidade produtiva de 5 mil toneladas por ano nesta primeira fase, sendo que a empresa está preparada para expandi-la para 20 mil toneladas anuais.

A cerimônia de inauguração contou com a presença do presidente do Conselho de Administração da Fundação K.D. Feddersen, dr. Matthias Von Rönn, do diretor geral da Holding K.D. Feddersen, Volker Schell, de Fernando Nocolosi, diretor geral da Akro-Plastic do Brasil, e do Prefeito de Itupeva, Ricardo Bocalon.

A nova fábrica reforça o compromisso global da Akro-Plastic com seus clientes e, através da tecnologia ICX® (identical compounding & extrusion), garante que processos e meios de produção e controle são exatamente iguais em suas fábricas da Alemanha, China e Brasil. A máquina utilizada para a produção de compostos é fabricada por uma subsidiária do grupo Feddersen, a Feddem.

O portfólio da Akro-Plastic conta com a vasta especialização em compostos de poliamida, que são produzidos com padrões globais necessários para garantir as mais rigorosas tolerâncias, afirma a empresa. Entre as linhas de produto, destacam-se as soluções em poliamida Akromid® (PA 6.6 ) (PA6) (PA66/6) com reforços de 50, 60 e até 70% de fibra de vidro, usada para substituição de metal. Em aplicações onde a exigência é ainda mais alta,  a Akro-Plastic disponibiliza grades de Akroloy PA® (poliamida semi-aromática) e Akromid T® (PPA),  especialidades que proporcionam rigidez superior e temperaturas de aplicação aliadas à alta performance, segundo a fabricante de compostos.

Outros materiais fornecidos pela Akro-Plastic incluem compostos de Poliamida com fibra de carbono Akromid® ICF  – muito resistentes e leves – e materiais de fonte renovável Akromid® D  (PA 6.10), além de compostos de Poliamida com densidade reduzida Akromid® LITE & Xtralite – produtos que reforçam o compromisso da Akro-Plastic em inovar com sustentabilidade.

A Akro-Plastic possui sede na Alemanha e está presente no mercado há 25 anos, com presença em três continentes. O principal negócio da Akro-Plastic é o desenvolvimento,   produção e comercialização de compostos termoplásticos de alto desempenho, principalmente poliamidas.

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Indústria 4.0 é tema de destaque em Seminário sobre Competitividade no setor plástico

28/09/2015

Federico Tagliani, do Grupo Assa, abordou nova realidade baseada na colaboração de elementos computacionais controlando os processos físicos  

Mesmo que o Brasil não estivesse às voltas com a grave crise econômica atual, ainda assim a indústria nacional teria de estar em busca de novas e mais eficientes formas de produção. Isso é o que se pode deduzir da exposição feita pelo vice-presidente regional do Grupo ASSA, Federico Tagliani, durante o Seminário Competitividade, realizado conjuntamente pela Abiplast e a Plásticos em Revista, no Hotel Meliá Paulista, dia 24/9.

“O Brasil não é tão grande que possamos nos esconder do que acontece no mundo”, ressaltou Tagliani. “Há uma transformação puxada pelas tecnologias. Redes sociais impactam nos negócios e quem não faz nada corre o risco de sair do mercado”, observou, fazendo uma ligeira provocação àqueles que preferem empatar capital no mercado financeiro em vez de investir em produção e inovação.

A indústria inteligente, segundo ele, integra dados e informações baseados em redes que provêem o entendimento, o planejamento e o gerenciamento de todos os aspectos da fabricação e da cadeia de suprimentos.

De acordo com o especialista, vivemos hoje a quarta revolução industrial: a primeira se deu com o advento da máquina a vapor; a segunda, com a massificação da produção; a terceira se deu com o controlador lógico programável; e, hoje, estamos na era dos sistemas ciber-físicos (CPS), em que temos a colaboração de elementos computacionais controlando os processos físicos. Estes podem ser aplicados às áreas mais diversas – aeroespacial, automotiva, química, infraestrutura civil, energia, saúde, manufatura, transporte, entretenimento e produtos de consumo.

As novas aplicações analíticas avançadas podem processar bilhões de dados gerados a partir de todos os objetos em rede, conectados por dispositivos, sensores etc. E, de acordo com Tagliani, a implantação de Sistemas Inteligentes de Fabricação desenha os contornos da transformação no setor industrial mais avançado no mundo.

As economias mais maduras estão atentas a essa tendência. O governo norte-americano, por exemplo, lançou vários planos orientados à modernização do seu setor produtivo, incluindo a criação de institutos de inovação em todo o país. Destacam-se os institutos nas  áreas de Fabricação aditiva (Impressão 3D) em Ohio, Fabricação de Semicondutores de Baixa Potência, na Carolina do Norte, e de Fabricação digital e inovação em design  (DMDI) e Materiais leves, em Michigan.

Na Alemanha, a Indústria 4.0 é uma iniciativa nacional. Lançada na Feira de Hannover em 2013, capturou a atenção de diversos segmentos da manufatura global e o governo criou um plano baseado em sistemas ciber-físicos para fomentar sua nova Revolução Industrial.

Na América Latina, ainda estamos engatinhando nesta área. “E a era da indústria inteligente não comporta atitudes de isolamento”, alerta Tagliani, que cita como exemplo de nossa propensão ao isolamento a adoção do padrão de tomada de três pinos em todo o território nacional.

De acordo com o palestrante, é preciso que o Brasil adote uma agenda de inserção nessa nova “revolução”. E enfatiza: “Recriar uma indústria exige criatividade. Devemos participar dos processos abertos de normatização internacional, qualificar nossa mão de obra, otimizar a cadeia de importação e exportação, fomentar a criação de comissões-espelho na ABNT e coordenar investimentos públicos e privados para acelerar o desenvolvimento de um ecossistema nacional de indústria inteligente, com foco nas vertentes em que existam necessidades e/ou vocações brasileiras”.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abiplast

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Empresários do setor de plásticos do ABC conhecem medidas para redução de custos da energia elétrica

28/09/2015

Em um cenário de elevação do preço da energia elétrica em todo o país, provocado, entre outros fatores, pelo aumento no custo da energia hidrelétrica e o acionamento de usinas termoelétricas, empresas do Grande ABC buscam alternativas para se manterem competitivas. Na noite da quinta-feira, dia 24/09, empresários receberam dicas sobre como economizar o insumo, durante palestra gratuita do SENAI.

No evento, idealizado pelo Arranjo Produtivo Local do Plástico do ABC, e realizado por meio de parceria com a Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC e o SEBRAE SP, foram pontuadas as razões para o aumento do preço da energia elétrica, mencionando, por exemplo, o sistema de bandeiras tarifárias, autorizado pela ANEEL, que vigora desde o início do ano e torna o custo do insumo variável de acordo com os níveis de abastecimento dos reservatórios das hidrelétricas.

Para contornar a elevação dos preços, é necessário estruturar internamente a gestão da energia, seja em uma empresa ou até mesmo em uma residência. É o que explicou Dener Piolo, engenheiro eletrotécnico do SENAI,  especialista em Produtos Tecnológicos, durante a palestra.

“A idéia das ações de eficiência energética é proporcionar que as empresas produzam a mesma coisa, ou até mais, com custos menores. Nosso papel é ajudar as empresas a conseguirem otimizar o uso da energia na produção”, disse.

Mudanças como a substituição do modelo de lâmpadas fluorescentes e de reatores convencionais para reatores eletrônicos e alterações na tecnologia de equipamentos e máquinas utilizadas na produção estão entre as medidas que podem contribuir para a redução da conta com a energia elétrica.

Ao final do evento, Piolo apresentou os serviços e consultorias prestados pelo SENAI relativas a soluções em eficiência energética para a redução dos custos, consumo e diminuição do impacto ambiental no processo produtivo, com o objetivo de maximizar competitividade e a produtividade da indústria.

A palestra marca a retomada das ações do Arranjo Produtivo Local (APL) do Plástico do ABC. O grupo, que se reúne periodicamente, discute assuntos estratégicos para a indústria de plástico e toda sua cadeia produtiva.

A partir de temas relevantes para o setor que estão sendo elencados nas reuniões, o APL Plástico planeja e executa atividades para ampliar o alcance dos debates e a participação dos empresários nas ações.

“Este é o passo inicial para a retomada do APL, mas precisamos de novos atores para conseguir dar mais peso às ações do grupo. Com um arranjo forte, é mais fácil encontrar soluções para desafios comuns aos empresários do setor”, afirmou Giancarlo Bechelli, da empresa Letska, uma das integrantes do APL.

Segundo um estudo realizado em 2014 pela consultoria MaxiQuim sobre o setor químico do ABC, o faturamento das indústrias de transformação plástica chegou a R$ 3,9 bilhões em 2013.

De acordo com dados analisados pelo GT Químico do ABC, com base nas estatísticas do RAIS 2013*, do Ministério do Trabalho e Emprego, existem no ABC cerca de 540 estabelecimentos cadastrados como “indústria de transformação plástica”.

Fonte: Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC

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PICPlast promove debate sobre sucessão familiar voltado para a indústria da transformação plástica

21/09/2015

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) promoverá um treinamento sobre sucessão familiar para empresas brasileiras que atuam na indústria da transformação plástica. A iniciativa, denominada como “Programa de Sucessão Familiar”, tem o objetivo de disseminar estratégias de sucesso para as empresas enfrentarem os desafios comuns impostos às famílias empresárias. O treinamento será ministrado pela Cambridge Institute for Family Enterprise, entidade parceira do PICPlast, e será realizado nos dias 22, 23 e 24 de setembro, em São Paulo.

O evento será conduzido por especialistas brasileiros e internacionais por meio de palestras, estudos de caso, discussões em grupo e relatos de experiências vividas pelos integrantes das famílias. Ao final de cada dia de atividades, a família se reunirá com um consultor, denominado “Facilitador”, que intermediará as discussões sobre os problemas particulares enfrentados por cada grupo.

De acordo com o professor John A. Davis, fundador do Cambridge Institute, os desafios enfrentados pelas empresas familiares hoje são profundos e amplamente sólidos. “Os negócios estão mudando com extrema rapidez, assim como as famílias. O programa educacional desenvolvido pelo PICPlast, em parceria com a Cambridge, possibilita a estas famílias entenderem melhor suas forças e fraquezas, além de aplicar seus métodos para construir e manter famílias e empresas de sucesso ao longo de gerações”, afirma o professor.

O primeiro dia de atividades será dedicado à introdução e aos princípios básicos da sucessão familiar. Na oportunidade, os participantes terão uma extensa agenda com dinâmicas e tendências de empresas de controle familiar, ciclos de vida de sistemas de empresas familiares e geração de riquezas para suportar uma família em crescimento.

No segundo dia de evento, o tema discutido será governança corporativa. Ao longo do dia, famílias assistirão palestras sobre o desenvolvimento de uma governança eficaz na família, nos negócios (conselho de administração) e entre acionistas, transição bem-sucedida de responsabilidade e autoridade para a próxima geração e o desenvolvimento da união familiar em torno de missão e valores compartilhados.

No terceiro e último dia de treinamento, os temas que nortearão o treinamento serão a sucessão e as próximas gerações. Os participantes falarão sobre os conflitos familiares que podem desestabilizar a família e os negócios, a construção da disciplina familiar e o entusiasmo para tocar o negócio, e as formar para preparar a próxima geração para liderar e herdar os negócios com responsabilidade. No final das atividades, os participantes terão de entregar um Plano de Ação para lidar com os desafios encontrados ao longo das dinâmicas.

A iniciativa faz parte de uma série de atividades previstas pelo PICPlast para desenvolver ações de estímulo à inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável da indústria brasileira de transformação plástica baseada em três focos de atuação:  auxiliar as empresas em estratégias para aumentar as exportações de transformados, aumentar a sua competitividade e Inovação no mercado global, e desenvolver ações para promover as vantagens do plástico e sua importância na vida moderna.

O PICPLAST é uma iniciativa da Braskem e da Abiplast.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com capacidade anual de produção de mais de 16 milhões de toneladas de resinas e outros produtos petroquímicos básicos. Com faturamento de R$ 53 bilhões,  a Braskem atua em mais de 70 países, conta com cerca de 8 mil integrantes e opera 36 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA e Alemanha. Lidera ainda a construção de um complexo industrial petroquímico no México, em parceria com a mexicana Idesa, cujo investimento é avaliado em cerca de US$ 5,2 bilhões.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico – ABIPLAST representa o setor de transformados plásticos desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A ABIPLAST representa atualmente 11.670 empresas que empregam um total de 358.000 mil pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPLAST

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José Ricardo Roriz Coelho é reeleito presidente da Abiplast e do Sindiplast-SP

06/08/2015

Mandato das novas diretorias estende-se até agosto de 2019

roriz_1A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) e o Sindicato da Indústria de Material Plástico, Transformação e Reciclagem de Material Plástico do Estado de São Paulo (SINDIPLAST) reelegeram José Ricardo Roriz Coelho (foto) para a presidência de ambas entidades na sexta-feira, 31 de julho de 2015.

A eleição foi feita por aclamação na Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) e com maioria plena dos votos do Sindicato da Indústria de Material Plástico, Transformação e Reciclagem de Material Plástico do Estado de São Paulo (SINDIPLAST).

As novas diretorias tomarão posse em 1o de setembro de 2015 para os mandatos que expiram em agosto de 2019.

Na ABIPLAST, o presidente José Ricardo Roriz Coelho contará com os empresários Alberto Geromini e Otto von Sothew nas 1a e 2a vice-presidências, respectivamente.

No SINDIPLAST, o 1º vice-presidente será Aurelio de Paula e o 2º vice-presidente, Rogerio José Mani.

Desafios serão enfrentados

“Vamos continuar firmes na defesa dos diversos segmentos que compõem a indústria de transformação do plástico”, afirma Roriz. “Nosso setor tem sofrido as consequências da estagnação econômica, da inflação crescente e da desinformação. Lidamos com normas e leis arbitrárias, as quais prejudicam não apenas nosso desempenho, mas afetam toda a sociedade. Estamos preparados para enfrentar os antigos e os novos desafios. Afinal, prezamos o futuro das nossas empresas. E, acima de tudo, somos brasileiros e sabemos que somente um país com uma indústria forte tem chances reais de superar a crise e inaugurar um ciclo virtuoso de crescimento”, conclui José Ricardo Roriz Coelho.

Fonte: Abiplast

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Chem-Trend apresenta novos produtos para aplicações de tampas e fechos

06/08/2015

A mudaChem-Trendnça de cor ou de material durante o processo de fabricação de tampas e fechos para embalagens ou garrafas, muitas vezes, pode levar a altas taxas de descarte.

Com o lançamento dos produtos Lusin® Clean 1060, a Chem-Trend oferece  novas soluções para purga, desenvolvidas especificamente para a limpeza de roscas, cilindros, bicos e câmara quente de máquinas injetoras usadas na fabricação de peças feitas em resinas plásticas, principalmente PE (polietileno).

Pronto para uso, o novo produto é indicado para aplicações em máquinas injetoras e moldes com muitas cavidades. Segundo a Chem-Trend, o produto reduz o tempo de limpeza com elevado padrão de qualidade, respeito ao meio ambiente e eficiência de processos exigidos pelo competitivo mercado atual.

O Lusin® Clean 1060 gera em torno de 50% de economia quando comparado à troca de cor feita com resina virgem, afirma o fabricante. Pode ser usado em temperatura processual de até 290º. De acordo com a Chem-Trend, esse novo agente de purga age rápido e remove completamente resíduos de máquinas injetoras, sendo, portanto, particularmente adequado para processos que demandem muitas trocas de cores ou alterações frequentes de materiais. Além disso, o novo agente de purga também remove pontos pretos, resíduo de carbonização e de material degradado, de acordo com informações da empresa.

“A indústria de alimentos é sensível e tem necessidades muito específicas. A Chem-Trend, através da linha Lusin®, é o parceiro dos transformadores de termoplásticos na busca por produtos que sejam comprovadamente seguros para uso em aplicações onde ocorre contato com alimentos,  atendendo às rigorosas exigências ambientais, resultando em maior eficiência de processo industrial e menores custos para a operação como um todo”, diz Henrique Costa, gerente de termoplásticos da Chem-Trend.

Limpezas com paradas

Para casos nos quais há necessidade de desligamento de maquinário, a Chem-Trend desenvolveu Lusin® Clean 1061, específico para paradas prolongadas (por exemplo, em finais de semana), com o propósito de permitir um startup livre de desperdício.

Complemento do Lusin® Clean 1060, o Lusin® Clean 1061 limpa os componentes de máquinas injetoras, para prevenir formação de pontos pretos nas tampas e fechos. O produto é especificamente formulado para remover resinas de partes da máquina onde, se lá permanecerem por um período muito extenso, provocarão contaminação por pontos pretos.

A Chem-Trend é uma organização global com mais de 50 anos, focada no desenvolvimento, produção e comercialização de agentes desmoldantes para uso nas indústrias de borracha, pneus, poliuretano, compósitos, termoplásticos e fundição sob alta pressão. No Brasil desde 1986, a Chem-Trend mantém em sua planta, em Valinhos (SP), a produção, venda, administração, atendimento e todo o suporte técnico aos seus clientes. A Chem-Trend do Brasil fornece agentes desmoldantes, lubrificantes e limpadores a todo mercado nacional, América do Sul e África do Sul. A Chem-Trend é uma empresa do Grupo Freudenberg, um grupo de tecnologia global que oferece soluções e serviços para mais de 30 segmentos do mercado. Em 2014, o Grupo Freudenberg empregou mais de 40 mil pessoas em cerca de 60 países do mundo e gerou vendas de mais de 7 bilhões de Euros .

Fonte: Assessoria de Imprensa – Chem-Trend

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Pavan Zanetti expôs sopradora e injetora durante a Fispal

30/06/2015
Sopradora PETIMATIC da Pavan Zanetti

Sopradora PETIMATIC da Pavan Zanetti

De 23 a 26 de junho, a fabricante de sopradoras e injetoras Pavan Zanetti esteve expondo na 31ª. edição da Fispal Tecnologia, a feira internacional do setor, que ocorreu no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo. O evento foi visitado por um amplo contingente de clientes da indústria de embalagens para alimentos, bebidas, produtos químicos e farmacêuticos, cosméticos e outros segmentos que se utilizam da transformação do plástico.

Desta vez, a Pavan Zanetti colocou em exposição duas máquinas: a sopradora Petimatic e a injetora HXF.

A Petimatic produz frascos de até 2000 mililitros, dispõe de alimentador automático de pré-formas de PET; painel de operação com tela LCD; sistema de aquecimento de pré-formas dividido em zonas de aquecimento; controle de temperatura da boca ao fundo da pré-forma; sistema operacional de sopro com recuperação de ar de exaustão.

A Injetora automática HXF produz frascos de diversos tamanhos e capacidades. É automática, de alto desempenho e economia de energia. Ideal para brinquedos, pré-forma de PET, utilidades domésticas, produtos com parede fina, produtos em PP/PL, além de PS, PC, conexões em PVC, materiais de engenharia, entre outros. Os modelos opcionais são equipados com bombas fixas e hidráulica proporcional, bomba variável e servo motor.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Pavan Zanetti

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