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K 2022: Indústria européia de plásticos se prepara para maior instabilidade, preços mais altos e menor crescimento

13/06/2022

A indústria européia de plásticos está enfrentando desafios em várias frentes. No setor de embalagens, de longe seu maior mercado, tornou-se vítima de seu próprio sucesso, particularmente como o material ideal para aplicações de uso único e pessoas em movimento. Na construção civil, alguns projetos de infraestrutura podem ser suspensos, à medida que os governos desviam alguns fundos de projetos do setor de infraestrutura para a defesa, embora os negócios estejam sendo impulsionados à proporção que os consumidores obtêm ajuda para melhorar a eficiência energética em suas casas. No setor automotivo, os fornecedores de componentes estão sofrendo porque as montadoras estão cortando a produção – não como reação à demanda reduzida, mas porque não conseguem obter os chips de que precisam para seus eletrônicos.

Desde o início de 2019, a COVID-19 vem tendo grandes efeitos na produção, ocasionalmente positivos, mas principalmente negativos. E agora, justamente quando a Europa e o resto do mundo estavam se recuperando dos devastadores dois anos da pandemia, surgiu o conflito na Ucrânia.

Discutindo a situação no final de março, Martin Wiesweg, Diretor Executivo de Polímeros para a Europa, Oriente Médio e África (EMEA) da consultora IHS Markit, disse que, além de causar um desastre humanitário, a crise está tendo um grande peso no negócio de plásticos, em termos de inflação de custos, piora em gargalos da cadeia de suprimento, incluindo o fornecimento de energia, ao mesmo tempo em que aumenta o espectro de choque de demanda em meio ao medo da estagflação global.

A inflação em toda a União Européia atingiu uma alta histórica de 7,5% em março. A S&P Global Economics disse em 30 de março que espera que o crescimento da zona do euro seja de 3,3% este ano, em comparação com os 4,4% de uma previsão anterior, e que a inflação atinja 5% este ano e fique acima de 2% em 2023.

“No passado, os altos preços do petróleo bruto pesavam negativamente na demanda de plástico na Europa (veja o gráfico)”, diz Wiesweg. Os preços subindo ainda mais podem fazer com que a renda disponível do consumidor caia, impactando as vendas no varejo. Setores impulsionados pela renda discricionária do consumidor, como linha branca, produtos de consumo e automotivo, se sairiam mal à medida que os compradores tentassem economizar dinheiro. “No curto a médio prazo, a Europa poderia ver uma contração da demanda em polímeros.”

Garrafas de plástico, copos, sacos para reciclagem: O que antes era considerado lixo agora é uma matéria-prima útil. (Foto, SABIC)

Processamento de plásticos está a caminho da economia circular

A Alemanha continua a ser a usina de energia da indústria européia de plásticos, com seus múltiplos pontos fortes em materiais, equipamentos e capacidade de processamento. Mas alguns setores estão sofrendo do mesmo jeito. De acordo com a GKV, organização alemã da indústria de processamento de plásticos, as vendas da indústria aumentaram 12,6%, para € 69,4 bilhões em 2021, mas as empresas associadas continuam sob muita pressão para produzir bons resultados. Ele cita “explosões de custos exorbitantes” para matérias-primas e energia, bem como os muitos atrasos nas entregas e suspensões de pedidos resultantes, principalmente em suprimentos automotivos.

O setor automotivo tem apresentado um conjunto único de problemas. Vários fabricantes de automóveis europeus interromperam temporariamente a produção nos últimos meses, com relevantes efeitos negativos na cadeia de suprimentos, incluindo o fechamento permanente de alguns processadores. Os emplacamentos de carros de passageiros caíram 2,4% em 2021, para pouco menos de 10 milhões de unidades nos 27 países da UE, de acordo com a Associação Européia de Fabricantes de Automóveis, ACEA. Jincy Varghese, analista de demanda da ICIS, prevê que a produção automotiva da UE cresça 17% em 2022, embora ainda vá ficar 26% menor em relação aos níveis de 2019. Uma recuperação saudável só é provável no segundo semestre, disse ela em fevereiro.

As perspectivas econômicas gerais para 2022 permanecem muito variadas, disse o presidente da GKV, Roland Roth, na conferência anual de resultados da associação no início de março. Cerca de metade dos membros da associação esperava crescimento de vendas quando questionados ​​no período que antecedeu a conferência, mas cerca de 25% dos associados esperavam novas quedas. Vários estavam pensando em realocar ou encerrar a produção.

Roth pediu uma redução nas sobretaxas do governo sobre os preços da energia. Quanto aos preços dos materiais, ele disse que os aumentos recentes foram “quase insanos”. Em média, os preços dos plásticos na Europa aumentaram mais de 50% no primeiro semestre de 2021 em relação ao ano anterior e permaneceram altos. Em fevereiro de 2021, por exemplo, o PET virgem foi vendido por cerca de € 1/kg. Em março deste ano, o preço rondava os 1,7€/k. O PE linear de baixa densidade passou de cerca de € 1,2/kg para cerca de € 1,9 no mesmo período.

Mas o presidente da GKV permanece otimista: “Em 2022, a indústria de processamento de plásticos continuará a tirar o melhor proveito dos materiais poliméricos e concluir com sucesso as tarefas à frente”, disse ele.

Os alarmes estão disparando a respeito dos preços da energia na Unionplast, que representa as empresas italianas de processamento de plásticos. “A crise nos preços da energia está afetando seriamente um setor que tem mais de 5.000 empresas e mais de 100.000 funcionários”, diz Marco Bergaglio, presidente da associação.

“O aumento descontrolado dos custos de energia e a crescente dificuldade de encontrar matérias-primas é uma mistura mortal para o nosso setor e cria o risco real de não conseguirmos atender às demandas de nossos clientes. Esta situação tem consequências inevitáveis ​​também nos preços de nossos produtos.”

Fabricantes de máquinas europeus em boa forma

A fotografia é melhor com os fornecedores europeus de equipamentos plásticos. Thorsten Kühmann, secretário-geral da EUROMAP, Associação Européia de fabricantes de máquinas de plástico e borracha, disse em março que as carteiras de pedidos das empresas associadas estavam “cheias até a borda. O ano em curso será, portanto, mais um ano muito bom. Esperamos que as vendas aumentem de 5 a 10%.” No entanto, aqui também o aumento dos preços e, agora, a guerra na Ucrânia estão aumentando a incerteza.

Dario Previero é presidente da Amaplast, a associação de produtores italianos de máquinas e moldes para plásticos e borracha. No final do ano passado, ele disse: “Segundo nossas estimativas, no final de 2021 a produção deve estar bem próxima dos níveis pré-pandemia, com alta de 11,5% em relação a 2020. A clara recuperação registrada em 2021 nos dá boas razões para esperar um desempenho além dos níveis pré-crise em 2022.”

Ulrich Reifenhäuser, CSO do Reifenhäuser Group e também presidente do conselho consultivo de expositores da K, diz que a empresa tem uma carteira de pedidos “extraordinariamente positiva” para o ano atual. “Um fator importante aqui foi a demanda extremamente alta por nossas linhas de não-tecidos melt-blown, que tiveram uma contribuição decisiva em todo o mundo para que se pudesse produzir máscaras de proteção médica suficientes para combater a pandemia – especialmente na Europa, com capacidades de produção local”.

Relembrando o ano financeiro que acaba de se encerrar na Engel, a especialista em tecnologia de moldagem por injeção, o CEO Stefan Engleder disse em meados de março: “Estamos fechando um ano com grandes desafios, mas também grandes oportunidades. Fecharemos o ano comercial 2021/2022 com um aumento significativo em relação ao ano anterior. Os gargalos de materiais são atualmente um dos grandes desafios. Até agora, na medida do possível, conseguimos evitar atrasos na entrega.”

Gerd Liebig, CEO de outra grande empresa de tecnologia de injeção, Sumitomo (SHI) Demag, diz que, no geral, os números de consumo são bons. “No entanto, a situação do coronavírus claramente teve um impacto na demanda. Mas estamos prevendo uma rápida recuperação devido à nossa forte estratégia de negócios.” As vendas de máquinas estão a caminho de superar os níveis pré-pandemia também nessa empresa.

“A demanda continua a aumentar para modelos totalmente elétricos, e prevemos que essa proporção continuará aumentando”, diz Liebig. “Estamos prevendo novos aumentos em 2022 nos setores automotivo e de consumo. Há uma década, 20% de nossas máquinas eram totalmente elétricas; agora são mais de 80%.”

Alguns fabricantes de automóveis não podem fabricar carros porque não conseguem obter chips para eletrônicos. Isso teve um efeito indireto na cadeia de suprimento, colocando alguns fornecedores de componentes plásticos em dificuldades. (Foto, Getty Images)

Desafios da embalagem

Os preços altos e crescentes das resinas em todo o mundo significam que o mercado de embalagens está sob pressão contínua, diz Liebig. “Dado que o material reciclado está agora com o mesmo preço do polímero virgem há 12 meses, o impulso para pesos menores agora se estende a todos os substratos de materiais de embalagem, não apenas aos polímeros virgens. Continuamos focalizados na redução do uso de material ao melhorar o processo e permitir que nossos clientes produzam peças com paredes cada vez mais finas.”

A mudança para tampas amarradas (obrigatória a partir de 2024 sob a Diretiva de Plásticos de Uso Único, ou SUPD) e extensões da Responsabilidade Estendida do Produtor (a partir de 2023) inevitavelmente terão uma forte influência, assim como a nova Taxa de Embalagens da UE sobre resíduos de embalagens não recicladas, diz Liebig. (Desde 1º de janeiro de 2021, a UE cobra dos Estados membros € 0,80/kg de resíduos de embalagens plásticas que não são reciclados. Os Estados são livres para escolher como financiar a taxa.)

A indústria europeia de plásticos está, de fato, tendo de lidar com vários atos legislativos relativos aos resíduos de plástico. Por exemplo, agora existe uma obrigatoriedade de que 55% de todas as embalagens plásticas na UE sejam recicláveis ​​até 2030, assim como a taxa sobre resíduos de embalagens plásticas não recicladas. Alguns países também estão introduzindo legislação local (Espanha e França, por exemplo), tornando o mercado não tão nivelado quanto deveria ser.

A indústria já está tendo que enfrentar algumas consequências do SUPD, já que alguns dos seus elementos entraram em vigor em 3 de julho de 2021 na maioria dos países da UE – embora a implementação da legislação não tenha sido totalmente tranquila. Na Itália, por exemplo, ela só se tornou lei em janeiro, com atraso na implementação final; também é mais flexível em suas definições de produtos plásticos do que Bruxelas pretendia originalmente, e enquanto a Diretiva SUP não isenta certos plásticos biodegradáveis, a legislação italiana o faz.

Sobre o tema dos bioplásticos, a associação comercial European Bioplastics diz: “Infelizmente, na Europa, os bioplásticos ainda não obtêm o mesmo grau de apoio que outras indústrias inovadoras recebem dos tomadores de decisões políticas da UE. A Comissão da UE às vezes tem posições contraditórias sobre bioplásticos. As posições dos Estados-Membros sobre os bioplásticos também variam muito, o ambiente regulatório não é harmonizado. Isso desencoraja o investimento em P&D e em capacidades de produção”, diz.

Apesar destes desafios, os avanços nos bioplásticos na Europa é “muito positivo. As capacidades de produção global ainda representam menos de 1% dos mais de 367 milhões de toneladas de todos os plásticos, mas até 2026, a produção de bioplásticos ultrapassará a marca de 2% pela primeira vez.” As capacidades de produção de bioplásticos na Europa estavam perto de 600.000 toneladas em 2021 e podem aumentar para cerca de 1.000.000 toneladas nos próximos cinco anos.

No Reino Unido, agora fora da UE, um novo imposto sobre embalagens plásticas entrou em vigor em 1º de abril deste ano. O imposto será aplicado a componentes de embalagens plásticas que não contenham pelo menos 30% de plástico reciclado e que sejam fabricados no Reino Unido ou importados para o Reino Unido (mais uma vez, há isenções). O imposto será cobrado a uma taxa de £ 200/tonelada (aprox. € 235/tonelada).

Na British Plastics Federation, o diretor-geral Philip Law está determinado a ver o lado positivo. “O Imposto sobre Embalagens Plásticas poderia ser uma plataforma para inovação e ajudar a reduzir o calor do debate público”, diz ele.

A LyondellBasell está desenvolvendo sua própria tecnologia de reciclagem química, MoReTec, em uma planta piloto em Ferrara, Itália. Vários outros fornecedores de polímeros na Europa estão seguindo o exemplo. (Foto, LyondellBasell)

Reciclagem em alta

“Nova legislação e metas para a reciclagem de plásticos, assim como o uso de reciclados, estão mudando a forma como toda a indústria de plásticos deve operar”, diz Elizabeth Carroll, Consultora de Reciclagem e Sustentabilidade da AMI Consulting em Bristol, Reino Unido, que tem um novo relatório sobre a reciclagem mecânica na Europa. “A indústria de reciclagem mecânica de plásticos, portanto, tornou-se o ponto focal de investimentos, aquisições e expansão”, diz ela.

A produção de reciclados de plásticos na Europa foi de 8,2 milhões de toneladas em 2021 e deve crescer a uma taxa de 5,6%/ano até 2030. Isso se compara aos 35,6 milhões de toneladas de plásticos commodities que entraram no fluxo de resíduos em 2021. “Isso implica que a Europa alcançou uma taxa geral de reciclagem de plásticos de 23,1%”, diz Carroll. Esse número provavelmente aumentará à medida que a indústria de plásticos fizer grandes investimentos em tecnologias de reciclagem de diversos tipos.

A perspectiva de como converter plásticos reciclados em produtos de alto valor está ficando mais promissora. Diz Engleder, da Engel: “Graças à rede horizontal ao longo da cadeia de valor, não teremos mais que fazer downcycle de materiais no futuro, mas podemos realmente reciclá-los ou até mesmo fazer upcycle. Se nós trocarmos informações e dados entre as empresas, teremos capacidade para reciclar resíduos plásticos e produzir produtos plásticos de alta qualidade a partir deles novamente. A transformação digital é o pré-requisito para avançar rapidamente nas questões de sustentabilidade.”

Na Sumitomo (SHI) Demag, o CEO Liebig concorda que o processamento de recicláveis ​​em si não é um desafio tecnológico intransponível. “O maior desafio é alcançar um desempenho comparável das peças e estabilizar as propriedades não uniformes do material através de um monitoramento inteligente do processo”, diz ele. “Há muitos projetos promissores em andamento, embora o desempenho da reciclagem ainda dependa da pureza.”

Michael Ruf, CEO da KraussMaffei, que possui tecnologias de injeção e extrusão, diz: “A Economia Circular não é apenas um imperativo ecológico, mas também econômico. É, portanto, um pilar de sustentação da estratégia de produto da KraussMaffei. Os clientes já reciclaram mais de um milhão de toneladas de plásticos com nossos sistemas.”

E na empresa de equipamentos de fabricação de compostos Coperion, Marina Matta, líder da equipe de Tecnologia de Processos de Plásticos de Engenharia, diz: “Estamos observando muitos desenvolvimentos inovadores que melhoram significativamente a qualidade da triagem e lavagem de resíduos. O processo de pirólise também foi significativamente aprimorado recentemente, de modo que esse processo de reciclagem possa ser realizado de maneira muito mais eficiente em termos energéticos.”

Fornecedores de polímeros investindo no “verde”

Os produtores europeus de polímeros estão fazendo grandes esforços para melhorar a sustentabilidade de seus produtos. Na LyondellBasell, fabricante líder em poliolefinas e compostos, Richard Roudeix, vice-presidente sênior de olefinas e poliolefinas na Europa, Oriente Médio, África e Índia, diz: “Tornar-se neutro em carbono até 2050 requer que a indústria atravesse uma transformação profunda em um período de tempo relativamente curto, especialmente se for considerado que algumas tecnologias para descarbonizar completamente nossos processos ainda estão em fase inicial de desenvolvimento. Atualmente, os altos custos de energia estão comprimindo os lucros da indústria no exato momento em que a indústria precisa de recursos adicionais para fazer investimentos em descarbonização.”

Os fornecedores de polímeros não estão totalmente de acordo com os formuladores de políticas européias sobre como migrar para uma economia verde, mas as opiniões estão em processo de convergência. “A LyondellBasell acredita que políticas governamentais alternativas e medidas voluntárias são mais eficazes do que depender exclusivamente de impostos nacionais para atingir metas ambientais”, diz Roudeix. Ele sugere que uma taxa baseada na reciclabilidade de um produto poderia ser usada para financiar melhorias na infraestrutura e nos programas de reciclagem de plásticos.

A LyondellBasell tem como alvo produzir e comercializar anualmente dois milhões de toneladas métricas de polímeros reciclados e de base renovável até 2030. A empresa já lançou plásticos feitos de resíduos plásticos reciclados mecânica e quimicamente, bem como matérias-primas de base biológica.

Comentários semelhantes vêm da SABIC. Em 2019, a empresa lançou polímeros circulares certificados produzidos pelo upcycling de plásticos usados. “No entanto, a realidade é que atualmente há uma demanda maior por plásticos reciclados do que a oferta disponível”, diz um representante. “Os fabricantes precisam encontrar uma maneira de aumentar a escala para instigar uma mudança real.”

É necessário um maior apoio regulatório dos governos para ajudar os players da indústria a dar escala a novas técnicas, como a reciclagem química, diz a SABIC. “Por exemplo, é importante que a estrutura regulatória européia reconheça a resina quimicamente reciclada como equivalente à resina virgem produzida a partir de matéria-prima fóssil, a fim de aumentar a disponibilidade e impulsionar a escalabilidade.”

Na BASF, que, como a SABIC, tem uma ampla gama de plásticos destinada a múltiplos mercados, um representante diz: “Esperamos que os plásticos desempenhem um papel vital para o atingimento de metas de emissões líquidas zero na UE, ajudando a reduzir emissões para setores-chave como a construção civil, setor automotivo ou embalagens de alimentos. Estamos nos esforçando em todo o mundo para atingir a meta de zerar emissões líquidas de CO2 até 2050. Além disso, queremos reduzir nossas emissões de gases de efeito estufa em todo o mundo em 25% até 2030, em comparação com 2018.”

A empresa fabricante de policarbonatos e poliuretanos Covestro tem uma das estratégias mais ousadas entre os fornecedores de polímeros. Sua meta é ter emissões líquidas zero para os escopos 1 e 2 (relacionadas à produção própria e fontes externas de energia) até 2035.

A diretora-gerente da Plastics Europe, Virginia Janssens, diz que seus membros apóiam a meta obrigatória da UE de 30% para conteúdo reciclado em embalagens plásticas até 2030 e anunciaram recentemente 7,2 bilhões de euros de investimentos planejados em reciclagem química até 2030 na Europa.

Ao longo e além do que se espera que sejam as crises temporárias do COVID e da Ucrânia, “o mundo permanece firmemente focalizado na circularidade, poluição plástica e vazamentos ambientais”, diz Wiesweg, da IHS Markit. “O impulso da circularidade estimulará a inovação na reciclagem química, ajudando a alcançar a viabilidade comercial em escala mundial, o que, juntamente com a reciclagem mecânica, substituirá consistentemente a resina plástica virgem”.

K 2022 – a feira mais importante do mundo para a indústria

Em 2022, como a cada três anos, a K em Düsseldorf será novamente a plataforma de informações e negócios mais importante para a indústria global de plásticos e borracha. Em nenhum lugar a internacionalidade é tão alta quanto em Düsseldorf. Expositores e visitantes de todo o mundo se reunirão e aproveitarão as oportunidades, entre19 a 26 de outubro deste ano, não apenas para demonstrar as capacidades da indústria e apresentar inovações, mas também para trocar opiniões sobre a situação da indústria de plásticos e borracha em as várias regiões do mundo, discutir as tendências atuais e definir conjuntamente o rumo do futuro.

Para mais informações sobre a K 2022: www.k-online.com

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Unipac anuncia metas alinhadas aos objetivos globais de sustentabilidade

16/11/2021

Empresa adota estratégias alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e reforça o conceito de economia circular em todo o ciclo de vida de seus produtos

A Unipac, empresa atuante no segmento de transformação de plásticos, vem dando ênfase aos aspectos de sustentabilidade em suas operações. Segundo a empresa, adotar a sustentabilidade como estratégia significa manter uma atuação responsável em todas as fases de suas atividades – administração, fabricação e logística -, para a redução dos impactos no meio ambiente e na sociedade.

A empresa afirma atuar em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) da Organização das Nações Unidas, compostos por 17 objetivos e 169 metas a serem atingidos até 2030. Com causas alinhadas aos ODS 9, 12 e 13, a empresa adotou a construção de infraestruturas, padrões de produção e de consumo sustentáveis e medidas para combater a mudança climática e seus impactos.

Como parte da estratégia, a Unipac está incorporando os princípios do ESG (Environmental, Social and Governance) em suas operações e construindo estratégias e metas de longo prazo que serão essenciais para a perenidade dos negócios. Além disso, adotou indicadores e relatórios de sustentabilidade corporativa. A mensuração do desempenho das ações favorece a transparência e a confiança nas relações com os diversos públicos envolvidos em seus negócios: acionistas, órgãos governamentais, clientes, fornecedores e a sociedade em geral.

Pilares de sustentabilidade

As diversas iniciativas próprias e em parceria vão desde utilização de materiais de origem não fóssil até a logística reversa, consolidando uma área totalmente voltada à gestão da estratégia de circularidade, baseada em quatro pilares de sustentabilidade. O primeiro pilar prioriza processos mais limpos e conta com a implantação de novas tecnologias que reduzem o consumo de energia, emissões de resíduos e GEE (gases do efeito estufa), entre outras iniciativas.

O segundo tem como foco a evolução do portfólio de produtos mais sustentáveis. Dentro desse pilar, a Unipac promoveu novos modelos de negócios circulares e de logística reversa de seus produtos, o desenvolvimento de produtos com materiais reciclados e também de fonte renovável, bem como a transformação digital que conecta seus produtos aos usuários.

A terceira frente busca a expansão dos negócios dentro de uma cadeia de valor mais sustentável junto a fornecedores e clientes, promovendo a reutilização sempre que possível, mas também buscando um processo de compra que reduza o consumo de materiais indiretos – papelão, saco plásticos, paletes e etc.

Por fim, como quarto pilar vem o trabalho contínuo de conscientização dos colaboradores no que diz respeito à utilização correta dos materiais e insumos, separação e coleta seletiva. As iniciativas contínuas fazem parte do sistema de gestão ambiental e favorecem a manutenção do certificado ISO 14001:2015.

Metas e métodos

A Unipac tem como meta, até 2023, reduzir em 10% as emissões de CO2, o consumo de energia elétrica e de água e a geração de resíduos. Para isso, a empresa afirma que estar investindo num parque de máquinas com tecnologias e equipamentos de menor consumo energético; no uso de iluminação a LED; na aplicação de métodos e processos para menor geração de sucatas, sobras e perdas; na elaboração de produtos mais leves – a exemplo dos tanques de combustível e embalagens para envase de defensivos agrícolas – e no maior uso de resinas recicladas, com o reaproveitamento quase total das sobras da produção.

Os esforços para alcançar as metas incluem ainda o reúso da água e tratamento de efluentes e resíduos. Cerca de 30 m³ de água são tratados diariamente, correspondendo a 15,4% da água subterrânea retirada mensalmente. Já para a coleta de resíduos, segue a prática da metodologia 5S: economia, organização, limpeza, higiene e disciplina.

Inovação em várias frentes

Outra iniciativa que se destaca é o modelo de economia circular e de logística reversa, que prolonga o tempo de utilização dos produtos. Exemplo disso, segundo a empresa, é a linha de embalagens plásticas colapsáveis Caixa Móbil, para logística e transporte de peças, que utiliza resina reciclada na sua composição e que, por meio dos serviços de manutenção oferecidos pela Unipac, possibilita o reparo das caixas danificadas, evitando o descarte e custos desnecessários. Ao final de sua vida útil, a caixa é recomprada pela empresa, que se responsabiliza pela destinação correta de seus resíduos.

As iniciativas passam, ainda, pela oferta de veículos elétricos industriais, que utilizam energia limpa e que, além de possibilitar a emissão zero de poluentes, diminuem o nível de ruídos; e os projetos in house, instalações de unidades produtivas de embalagens da Unipac próxima à linha de envase de indústrias de diferentes setores, algo que elimina, por exemplo, a movimentação de caminhões, reduzindo a emissão de CO2 na atmosfera.

“Oferecemos propostas de valor diferenciadas e mantemos o nosso compromisso com a responsabilidade socioambiental. Ao anunciar nossas iniciativas e pilares, pretendemos influenciar, de forma positiva, fornecedores, clientes e demais públicos envolvidos nos mercados nos quais atuamos. Além disso, estendemos as ações à conscientização dos colaboradores quanto ao uso dos materiais e insumos, separação e coleta seletiva, contribuindo positivamente com o ecossistema do qual fazemos parte”, comenta Mauro Fernandes, diretor comercial da Unipac.

Com 45 anos em 2021, a Unipac atua nos segmentos automotivo, de defensivos agrícolas, logístico, entre outros. Executa seis tipos de processos de transformação em suas unidades produtivas – sopro, injeção, injeção estrutural, extrusão de chapas, termoformagem e rotomoldagem – que estão instaladas em Pompeia (matriz) e Limeira (filial), ambas em São Paulo, e nos sites de seus clientes, por meio do modelo in house, nas cidades de Regente Feijó/SP, Paulínia/SP e Maracanaú/CE. Possui em torno de 1.000 colaboradores. A empresa conta com uma área voltada à inovação e um moderno centro de pesquisa de engenharia em materiais e processos. Além disso, investe em programas e parcerias com outros Centros de Pesquisa e de Inovação. A Unipac mantém uma ferramentaria para a produção de moldes para os vários processos de transformação. A Unipac é uma das unidades de negócio do Grupo Jacto, composto por importantes empresas que atuam nos segmentos agrícola, tecnologia de aplicação de polímeros (automotivo, embalagens e logística), transporte, equipamentos para serviços de limpeza e higienização, e soluções para a área médica. Fundado em 1948 e presente nos cinco continentes, o Grupo é 100% nacional.

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Semana do Plástico no Espírito Santo aponta oportunidades com especialistas da área

07/10/2021

O terceiro painel da 14ª Semana do Plástico, evento a ser realizado pelo Sindiplast/ES, traz o tema “Interinstitucional do Plástico – Oportunidades de Negócios – Um olhar polifônico”. Os painelistas serão os presidentes e diretores dos sindicatos dos estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo e do proponente, Espírito Santo.

O objetivo da Semana do Plástico, que acontece dos dias 8 a 13 de novembro, é a troca de experiências e interação entre os sindicatos patronais e apresentação de boas práticas com foco em oportunidades de negócios e aumento de mercado.

Também neste Painel ocorrerá uma palestra com o tema “Indústria 4.0 aplicada ao setor de plástico”, organizada pelo IST/Findeslab. O setor é o quarto maior empregador da indústria de transformação brasileira, com mais de 320 mil empregos gerados.

O evento, de forma geral, irá abordar a “Utilização do Plástico na Saúde” dando enfoque a utilização deste material no dia a dia dos hospitais, proporcionando segurança e avanço para a medicina. As propriedades do plástico, como impermeabilidade, baixo peso, custo, durabilidade, transparência e compatibilidade com outros materiais, garantem a versatilidade do uso deste material na área da saúde.

O evento contará com a participação de pesquisadores do Brasil e do exterior. A semana de intensas atividades é voltada tanto para o setor interno como para a sociedade em geral, realizada de forma presencial e/ou transmitida remotamente.

Mais informações da 14ª Semana do Plástico no link: https://sindiplastes.org.br/semanadoplastico/

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Dow lança plataforma focalizando sobre o futuro dos plásticos

16/09/2021

Tela da Plataforma “Futuro do Plástico”

O objetivo da plataforma é incentivar transformadores da indústria do plástico a terem olhar estratégico que contemple rentabilidade do negócio, benefícios ao meio ambiente e à sociedade ao implementar a transição para a economia circular.

As discussões sobre o plástico passam por muitas esferas – ambiental, social e econômica –, sempre pela perspectiva da necessidade de mudança. Para colaborar com essa conversa e levantar possibilidades reais de transformação, a Dow lança a plataforma Futuro do Plástico, voltada para a própria cadeia, sobretudo para seu cliente transformador – que é justamente quem transforma o plástico em embalagem, por exemplo.

“A plataforma foi desenvolvida com o intuito de promover uma cadeia de ideias e inspirações que caminhem em direção à sustentabilidade. Com a iniciativa, convidamos clientes a se unirem nessa jornada para conhecer, visualizar e chegar a um futuro baseado na circularidade do plástico. A plataforma traz informações sobre economia circular e desafios do plástico, apresenta iniciativas e pessoas que atuam nesse tema e como transformar o negócio para a circularidade, com planos e ferramentas de transformação.”, explica Daniella Souza Miranda, vice-presidente comercial de Embalagens e Especialidades Plásticas (P&SP) da Dow na América Latina.

O Futuro do Plástico também oferece pautas práticas que funcionam como um acervo para esclarecimento de dúvidas, pesquisas e ampliação de conhecimentos sobre o tema. Os conteúdos disponíveis na plataforma são resultados de trabalhos de pesquisa, consulta a fontes internacionais e especialistas brasileiros, organizados de forma prática e concisa, prontos para serem utilizados. O projeto foi criado para ampliar, principalmente, a comunicação com os clientes transformadores, atores essenciais da cadeia estendida do plástico, “que precisam ser estimulados a transformar seus processos produtivos e gestão de negócio, para incorporarem a mudança da economia linear para a circular”, explica a vice-presidente comercial de P&SP da Dow.

A executiva esclarece ainda que, embora a plataforma tenha como público prioritário os clientes da Dow, as informações disponíveis são didáticas e acessíveis para pessoas interessadas em saber mais sobre ações sustentáveis e mudanças no processo produtivo do plástico rumo à economia circular. “Os updates constantes e a variedade de fontes garantem um espaço rico em informação para as mentes inovadoras que já perceberam o potencial da economia circular.”

Mirando em empresas comprometidas com um mercado mais sustentável, o projeto também visa criar eventuais parcerias, deixa a mensagem de que o futuro pode estar a poucos cliques de distância e que o conhecimento e a informação qualificada podem, e devem, ser a base para que, juntos, possamos construir um caminho em que o destino do plástico é traçado com responsabilidade e sem desperdícios.

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Plasvale comemora 44 anos

13/09/2021

A história da Plasvale começou com a produção de baldes em Setembro de 1977. Hoje, a empresa comemora um portfólio de mais de 800 produtos no segmento de utilidades domésticas, sendo uma das principais marcas do segmento no Brasil.

Para celebrar o aniversário, a empresa planejou ações off-line e on-line que reforçam o novo posicionamento de estar cada vez mais conectada aos consumidores. “Estamos há alguns anos buscando produtos de diferentes matérias-primas que facilitem a vida das pessoas, atrelando a novidades e tendências do segmento houseware”, comenta a gerente de Marketing da Plasvale, Samanta Junges Champi.

Atualmente, a Plasvale oferece produtos em plástico livre de BPA, vidro e inox, além de uma linha pet, uma linha de materiais de plástico reprocessado e itens divertidos e que trazem facilidade na hora de cozinhar. O objetivo para seguir crescendo é inovar e ampliar o mix de produtos, expandindo também para o catálogo disponível no e-commerce.

Com um parque fabril de mais de 16 mil metros quadrados e mais de 600 colaboradores, a Plasvale atende todos os estados brasileiros e está presente em mais de 30 mil pontos de venda, afirma a empresa que também exporta para mais de 20 países. Situada em Gaspar (SC), a empresa possui mais de 800 produtos divididos em 23 categorias.

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Mecalor completa 60 anos com expectativa de crescimento

12/11/2020

János Szegö, CEO da Mecalor

A pandemia do Covid-19 impôs novos paradigmas aos indivíduos, governos e empresas em todo o mundo. As novas formas de convivência exigiram mudanças e adaptações. Poucas empresas entenderam a urgência do momento e conseguiram se transformar e se adaptar para enfrentar as duas crises gêmeas: a crise econômica e a crise sanitária.

Acostumada a enfrentar e vencer dificuldades, a Mecalor chega aos seus 60 anos como uma empresa vitoriosa também no que diz respeito às novas adversidades vividas ao longo deste ano. No início de março, quando foi decretada a pandemia e a quarentena no país, a empresa rapidamente reorganizou a produção e colocou cerca de 100 funcionários em regime de trabalho de home office. Embora afetada pela brutal queda da demanda, manteve a produtividade e a qualidade dos serviços de atendimento.

A cíclica instabilidade da economia brasileira, combinada aos diversos planos econômicos, marcou a trajetória da empresa. Essa característica de superação está, contudo, no DNA da companhia. Nasceu com o fundador, o engenheiro húngaro Sándor Szegö, que deixou o seu país em 1956 em busca de um futuro melhor no Brasil. Em 1960, ele abriu uma pequena loja no centro de São Paulo para consertos de eletrodomésticos. A partir de pedidos dos clientes, que sentiam falta de novos produtos no mercado, iniciou a fabricação de equipamentos de refrigeração.

Liderança de Mercado

Desde então, a empresa vem crescendo ininterruptamente e, em pouco tempo, consolidou a marca como sinônimo de qualidade e tecnologia. Há 30 anos, o engenheiro e executivo János Szegö (foto), filho do fundador, atua como CEO da empresa. Foi na sua gestão que a empresa conquistou a liderança de mercado, desenvolvendo equipamentos periféricos e soluções de engenharia térmica para diversos setores da indústria. Hoje, segundo a Mecalor, são cerca de 20 mil chillers instalados no Brasil e no exterior, com uma produção mensal de 150 equipamentos, mais da metade sob demanda. A empresa produz para os segmentos hospitalar, plástico, alimentício, farmacêutico, de datacenters, ar condicionados industriais e automobilístico.

As crises na economia não impediram um desempenho acima da média do mercado. Entre 2004 a 2014, a Mecalor registrou um crescimento de 20%. De 2014 a 2016, segundo a empresa, apresentou um incremento de 5%, mesmo quando todo o mercado caía 30%.

Um bem sucedido projeto de exportação, iniciado há dez anos como alternativa à retração da demanda interna, tornou-a um importante exportador de chillers para as Américas do Sul e Central, resultando na abertura de uma filial no México em 2019, com o objetivo de atender melhor o mercado local e de olho nas vendas para os Estados Unidos.

A pandemia do coronavírus diminuiu o ritmo, mas não interrompeu a expectativa de crescimento. A Mecalor afirma que vai continuar mais uma etapa do seu projeto de expansão ainda este ano: a construção de um prédio novo, ampliação da fábrica e aumento na produção de chillers.

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Prêmio Plástico Sul de Inovação & Sustentabilidade apresenta vencedores em evento híbrido

07/11/2020

Primeira edição da Congratulação acontecerá no dia 12 de novembro,em transmissão ao vivo, com participações presenciais e online, reconhecendo cases importantes da indústria do plástico

A Revista Plástico Sul, que está completando neste ano duas décadas de publicação, anunciou em 2019 a criação do 1º Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade, com data agendada para 2020. Os obstáculos impostos pela pandemia do Coronavírus, logo no início do ano, tornaram o projeto mais desafiador. Inicialmente programado para acontecer em evento presencial, no mês de agosto, em Joinville (SC), a programação foi adaptada para versão híbrida (transmissão ao vivo pelo youtube com participações presenciais e online), remarcada para 12 de novembro de 2020, a partir das 19 horas, e realizada em estúdio especial na cidade de Porto Alegre (RS). “Foi preciso tomar decisões rápidas e reinventar nosso Prêmio de forma muito dinâmica. Se empreender um evento tradicional em ano de pandemia já é desafiador, imaginem organizar a 1ª edição de um Prêmio, algo totalmente novo”, explica a diretora da Conceitual Brasil, responsável pela Revista Plástico Sul, Sílvia Viale.

O Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade surge no setor com o objetivo de valorizar empresas que apostam em ações e produtos diferenciados tanto no quesito de economia circular, por exemplo, quanto de tecnologia nos processos de produção. A participação se dá através de inscrições de cases com valores sustentáveis e inovadores, em nove categorias. Nesta primeira edição, os trabalhos foram avaliados de forma detalhada por sete jurados experientes na cadeia produtiva do plástico e no universo acadêmico, dentro de critérios estabelecidos pela empresa responsável pela pesquisa e curadoria do Prêmio, Maxiquim. “Sabemos dos desafios de empreender uma premiação em tal conjuntura, porém, juntos aos nossos parceiros, vencemos. Desta forma, permanecemos com o objetivo de valorizar o desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras na indústria do plástico nacional”, diz a editora da Plástico Sul e Coordenadora Estratégica do Prêmio, Melina Gonçalves.

Além da divulgação dos vencedores com descrição dos seus cases, a cerimônia online contará com outras ações como enquetes ao vivo no chat com direito a presentes da Coza, sorteio de um tablet oferecido pela Termocolor e depoimentos de importantes personalidades do setor. Para participar do sorteio do tablet, é preciso guardar o número do pedido enviado no momento da inscrição e estar assistindo o evento na hora do sorteio.

O Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade tem apoio da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis(ABIEF), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Plastivida, Instituto Brasileiro do PVC, Instituto Nacional do Plástico, Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins (Adirplast), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás-RS), Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast-RS),Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina (Simpesc), Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado do Paraná (Simpep), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Vale dos Vinhedos (Simplavi).

A premiação conta ainda com o patrocínio Ouro da Wortex e Activas, patrocínio Prata da Piramidal, EntecPolymers, Adirplast, Kaneka, Procolor, Rulli Standard, Sepro do Brasil e Simplás, bem como o Apoio Especial da Termocolor, Colorfix e Interplast 2022.

Empresas finalistas:

Categoria: Sustentabilidade

Produção Limpa:
– Colorfix
– Proquitec
– Termotécnica

Logística Reversa:
– Braskem
– Grupo O Boticário
– Termotécnica

Compromisso Social:
– Cristal Copo
– Simplás
– Plastiweber

Conteúdo Reciclado:
– Sulpet
– Plastiweber
– Lineform
– EarthRenawable
– Mega Embalagens
– Braskem

Embalagens Inteligentes:
– Boccati
– Newsul
– EarthRenawable
– Termotécnica

Categoria: Inovação

Extrusão:
– Mega Embalagens
– InBrasil

Sopro:
-Boccati
-Newsul
-Zandei

Injeção:
-Boccati
-Tecnoperfil

Serviço:
1º Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade
Data: 12 de novembro de 2020
Horário: 19:00
Local: YouTube Plástico Sul TV
Link para inscrições gratuitas: https://www.sympla.com.br/premio-plastico-sul-de-inovacao–sustentabilidade__1027704

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Prêmio Sinplast Attilio Bilibio: Abiplast e Multicolor são as homenageadas de 2020

07/11/2020

A tradicional premiação do Sinplast-RS, o Prêmio Attilio Bilibio, já tem seus destaques para 2020. Neste ano, o Sindicato irá homenagear José Ricardo Roriz Coelho, Presidente da Abiplast, pelo seu eficiente trabalho a favor do setor. Além dele, a empresa Multicolor Indústria e Comércio de Pigmentos Ltda., de Farroupilha, dirigida por Rafael Tronco, também receberá a premiação em função da campanha que patrocina com conteúdos positivos relacionados à imagem do plástico, desmistificando falsos argumentos contra o material.

De acordo com Roriz, Presidente da Abiplast, a distinção é uma honra. “Quando a gente trabalha em conjunto, buscando o crescimento do país, das pessoas e da indústria, nós ficamos cada vez mais motivados a atuar nesse sentido”, destacou. Já Tronco, representando a Multicolor, ficou entusiasmado com o reconhecimento. “Esse prêmio nos dá mais vigor para seguirmos trabalhando em prol do mercado em que atuamos, buscando a conscientização de que as pessoas são os principais responsáveis pelo uso adequado e consciente do plástico”, ressaltou.

Mais sobre a premiação: O Prêmio Sinplast Attilio Bilibio é tradição na entidade e leva esse nome para homenagear o empresário e ex-presidente do Sindicato já falecido. A distinção se concede aos homenageados é o Troféu Semente, da artista plástica Gloria Corbetta, e será entregue esse ano em data ainda a ser agendada.

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Plataforma da BASF traz inovações e aplicações em aditivos para plásticos

09/10/2020

A BASF lançou uma plataforma voltada à indústria do plástico, com informações sobre as inúmeras funcionalidades dos Aditivos para Plásticos https://aditivosplasticos.basf.com/. A proposta do novo site é conectar os participantes da cadeia do plástico, contribuindo com informações sobre temas como sustentabilidade, tecnologias, inovações, desafios e possibilidades de aplicação nas mais diversas indústrias.

“Queremos compartilhar nossa ampla experiência de mais de 50 anos em aditivos para plásticos, que asseguram melhor performance do material, desde a sua produção até a sua utilização, contemplando todo o seu ciclo de vida”, explica Pedro Chuqui, gerente de produto de Aditivos para Plásticos da BASF para a América do Sul. “Os conteúdos reforçam possibilidades, oportunidades e principalmente as questões de sustentabilidade”.

Na indústria automotiva, as soluções para manufatura e de proteção para o plástico permitem uma utilização mais ampla em várias partes do veículo e vem contribuindo de forma importante para a produção de carros mais leves que podem utilizar menos combustível e, consequentemente, emitem menos gases poluentes. Além disso, há benefícios de ganho de segurança, conforto, liberdade de design e durabilidade.

Para construção e eletroeletrônicos, as aplicações vão desde caixas d’agua, passando por tubulações, esquadrias, pisos, cabos, equipamentos, numa infinidade de soluções que precisam de aditivos que garantam proteção, segurança e durabilidade. Os aditivos para plástico da BASF também ajudam os fabricantes de embalagens a atenderem a demandas e requisitos rigorosos, desde o desempenho técnico, funcionalidade, estética, questões regulatórias, até o descarte e reciclagem.

O uso do plástico também segue em crescimento no mercado Agro. Os aditivos protegem o material contra a degradação promovida pelos raios UV e pelos agroquímicos, conferem durabilidade e resistência ao material, garantindo sua sustentabilidade. O plástico tem função importante em silobolsas, estufas, tubos de irrigação, túneis e redes de proteção, por exemplo.

E no segmento têxtil, são produzidas anualmente no mundo cerca de 50 milhões de toneladas métricas de fibras sintéticas em poliamida, poliéster, acrílico e poliolefinas, com novas tecnologias que ampliam o leque de aplicações. São usados para os não tecidos, grama artificial, tapeçaria e estofamento, fibras automotivas, entre outras possibilidades, em materiais que precisam resistir a condições adversas e exigem segurança e durabilidade. Os aditivos atuam de diversas formas, com proteção ao calor, à luz UV, retardantes de chamas, antibactericidas, garantindo as propriedades exigidas para cada aplicação.

O detalhamento de todas essas possibilidades está no site, que inclui um amplo conteúdo técnico de apoio aos fabricantes. A plataforma foi lançada com o webinar “Oportunidades e Perspectivas para a Cadeia do Plástico”, que contou com a presença do presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho, do presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Ciro Marino e do vice-presidente sênior da BASF na América do Sul, Antonio Lacerda.

A BASF é um fornecedor líder de aditivos para plásticos. Seu  portfólio de produtos inclui estabilizadores que proporcionam facilidade de processamento, resistência ao calor e à luz para uma variedade de polímeros e aplicações, incluindo artigos moldados, filmes, fibras, chapas e perfis extrudados.  A BASF gerou vendas de 59 bilhões de euros em 2019. As ações da BASF são comercializadas na bolsa de valores de Frankfurt (BAS) e como American Depositary Receipts (BASFY) nos Estados Unidos.

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Socialplast busca mão de obra qualificada para a indústria do plástico gaúcha

08/07/2020

A indústria do plástico no Rio Grande do Sul segue com a necessidade de mão de obra qualificada. Por outro lado, devido ao momento de crise atual, o desemprego tem aumentado. Pensando nisso, o Sinplast-RS abriu o escopo da plataforma online Socialplast. A ferramenta, entre outras funções, atua como um “Banco de Talentos”, onde as empresas terão acesso a currículos de diferentes áreas ligadas à indústria. Profissionais e estudantes do segmento podem cadastrar e manter seus dados atualizados para participarem da busca e recrutamento de associados e filiados ao Sinplast-RS. O site pode ser acessado através do link http://www.socialplast.org.br/talentos e os interessados podem cadastrar seu currículo sem custos.

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Covid-19 pressiona empresas a reinventarem modo de trabalho e produção

26/06/2020

Sindiplast-ES acredita que pandemia pode estimular a transformação digital e inovação do setor de Transformados Plásticos

O cenário provocado pela pandemia do novo coronavírus trouxe novos hábitos e uma realidade diferente para as empresas. Com o isolamento social e muitos profissionais atuando em regime de teletrabalho, as ferramentas digitais tem auxiliado as organizações em suas comunicações e, em muitos casos, provocado a aceleração dos processos de transformação digital.

O gerente geral da empresa Magnatech Embalagens, Adhemar Mattedi Neto, afirma que, com a pandemia, as reuniões presenciais foram conduzidas para o ambiente virtual, uma prática que ainda não era comum na organização. O gestor ressalta que a mudança trouxe pontos positivos -mais objetividade e economia, por exemplo – por não haver a necessidade de deslocamento. Mas ressalta que ainda sente falta do contato pessoal.

“Hoje, utilizamos ferramentas com o Zoom, o Skype e o Meet para nos comunicarmos com nossos fornecedores. Acredito que esta será uma tendência na maioria das empresas mesmo após a pandemia. Não há mais aquela pausa para o café, para visitar as instalações da empresa e aquele olho no olho do contato presencial. Mas este é um modo de permanecermos próximos e em comunicação constante com nossos fornecedores”, afirma Adhemar Neto.

Muito além das reuniões por videochamada, que já se tornaram hábito na pandemia, a tecnologia continua sendo protagonista nas mudanças das empresas. O presidente do Sindiplast-ES, Jackley Maifredo, destaca que a introdução de várias tecnologias nas indústrias de Transformados Plásticos é um dos desafios do setor, que tem atuado fortemente em âmbito local e nacional na disseminação do conceito de Indústria 4.0.

Maifredo ressalta que, nacionalmente, a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) implementa o Programa Plástico 4.0, o qual auxilia as indústrias de transformados plásticos que desejam entrar na ‘Era da Indústria 4.0’. O programa traz informações sobre as tecnologias existentes para que sejam adotadas e, assim, possam alavancar a produtividade de suas empresas.

“Em parceria com a Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), o Sindiplast-ES também construiu um programa para apoiar as indústrias do setor de Plásticos na sua evolução rumo ao patamar 4.0, com etapas como avaliação de maturidade da empresa; desenvolvimento e formação básica e avançada; mapa de projeto, financiamento e fomento; e desenvolvimento e implementação de tecnologias”, explica.

Outro estímulo ao processo de inovação nas empresas de Plásticos capixaba tem ocorrido por meio do FindesLab, uma iniciativa conjunta da Findes e do Senai para apoiar empresas e os empreendedores em todo o processo de inovação. A Fibravit, empresa especializada no desenvolvimento, fabricação e comercialização de sanitário hidráulico portátil, é uma das associadas ao Sindiplast-ES que utilizou os serviços do laboratório de inovação da Findes para aprimorar um projeto de inovação. O projeto tinha como objetivo implantar uma nova tecnologia na produção, que permite o uso de geolocalização, sensorização e checklist à distância do seu produto. Outra associada presente no FindesLab é a Fortlev, uma das empresas madrinhas do laboratório de inovação da Findes, incentivando projetos e startups selecionadas para o Programa Findeslab de Empreendedorismo Industrial.

“A pandemia do coronavírus deixará aprendizados para todos nós e, no caso das indústrias, isso significará mudanças na forma como produzimos, operamos e nos relacionamos. Temos a expectativa de que este momento contribua com a celeridade de processos relacionados à inovação e à transformação digital em nosso setor, o que certamente proprocionará às empresas de plásticos mais eficiência operacional, otimização dos recursos e capacidade de se adaptar mais rapidamente às mudanças de mercado. Em outras palavras, mais competitividade em nível local, nacional e global”, finaliza Jackley Maifredo.

Foto: Sindiplast-ES (FreePik)

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Movimento Plástico Transforma faz balanço dos seus quatro anos de existência ressaltando a sustentabilidade dos plásticos

04/06/2020

Desde sua criação, há quatro anos, o Movimento faz um balanço de todas as ações já realizadas.

Ressaltar a utilização do plástico, de forma criativa e responsável, em soluções que podem transformar o nosso dia a dia e nosso futuro. Essa é a missão do Movimento Plástico Transforma, iniciativa criada em 2016 que comemora, no mês da reciclagem, mais de 108 mil pessoas impactadas diretamente pelas diversas atividades realizadas em prol da conscientização em torno da economia circular.

A primeira iniciativa voltada para a sociedade assinada pelo Movimento foi a instalação interativa PlastCoLab. A edição inicial, montada na avenida Paulista, no coração de São Paulo, ofereceu workshops, hackathons e exposições distribuídos pelos três andares de um estande no formato de um cubo mágico, com 9 metros de altura. O sucesso paulistano levou a instalação do PlastCoLab para Porto Alegre, Salvador e Brasília, com recorde de público a cada edição, das mais variadas idades. Foram 37 mil pessoas interessadas em descobrir como potes plásticos se transformaram em hortas automatizadas, saber sobre as inúmeras possibilidades da caneta de impressão 3D ou, ainda, simplesmente assistir à performance do robô Beo, confeccionado quase que todo em plástico.

Um público em especial inspirou o Movimento Plástico Transforma a fazer ações específicas para determinada faixa etária. Atenta ao interesse das crianças sobre os projetos apresentados no PlastCoLab, a iniciativa lançou dois outros projetos destinados a meninas e meninos para que eles pudessem se divertir e, ao mesmo tempo, desenvolver consciência ambiental.

Assim surgiu a Estação Plástico Transforma, atividade encontrada no parque temático KidZania, em São Paulo. O espaço traz conceitos sustentáveis e sobre a reciclagem, destacando a responsabilidade de cada indivíduo na circularidade do plástico. Desde a inauguração, em janeiro de 2019, a Estação já recebeu mais de 18 mil visitantes, com idades entre 4 a 14 anos, que conheceram, na prática, os conceitos, a importância do descarte correto e o processo de reciclagem. Instalada no segundo andar do Parque, a estação possui 18m2 e realiza cerca de 15 sessões por dia, cada uma com capacidade para receber até seis crianças.

Para promover conhecimento sustentável ao alcance das mãos, o Movimento Plástico Transforma também lançou o game Eckoblocks. Com layout inspirado no popular jogo Minecraft, o Eckoblocks, visa conscientizar os pequenos cidadãos, de forma didática, educativa e, acima de tudo, divertida. O jogo, que conta com mais de 58 mil downloads, pode ser encontrado gratuitamente nas lojas de aplicativos das plataformas iOs e Android.

Transformar copos em lixeiras – A mais recente ação do Movimento Plástico Transforma foi realizada durante a 95ª Corrida Internacional de São Silvestre, no dia 31 de dezembro de 2019. Graças a uma parceria com a Fundação Cásper Líbero, a Gazeta Esportiva e a Yescom, organizadoras da corrida, os copos plásticos de água distribuídos aos participantes voltam para a sociedade na forma de lixeiras para a coleta seletiva, sendo doadas para instituições de ensino. “Esta ação nos possibilitou impactar não só os participantes da corrida, mas também o público que acompanhou o evento. Mostramos que, ao ganhar um destino certo, embalagens descartáveis podem ser transformadas em objetos que contribuam para uma sociedade mais sustentável”, afirma Simone Carvalho, uma das coordenadoras do Movimento Plástico Transforma.

“Nossa proposta é contribuir para a disseminação de conceitos fundamentais para o nosso presente e futuro pois conscientizar sobre o consumo consciente, o descarte correto e os conceitos da reciclagem do plástico é uma forma de responsabilidade social e ambiental que cabe a todos nós”, afirma Fernanda Maluf, também coordenadora do Movimento Plástico Transforma.

Além de todas estas ações, o Movimento Plástico Transforma possui um site, plasticotransforma.com.br e também perfis nas redes sociais Instagram e Facebook, onde é possível encontrar conceitos importantes sobre economia circular e iniciativas inovadoras de uso, reuso e reciclagem do plástico. São conteúdos que visam apresentar os inúmeros benefícios do plástico no dia a dia e no futuro de todos.

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Live no Instagram lança o Projeto (Re)pense

02/06/2020

No Dia da Indústria, 25 de maio, o Projeto (Re)pense foi oficialmente lançado no Instagram com a live “Indústria do plástico: ainda mais essencial em tempos de pandemia”. A iniciativa trouxe o Presidente do Sinplast-RS, Gerson Haas, e o Presidente da Abiplast e Vice-Presidente da FIESP, José Ricardo Roriz Coelho, em um bate-papo ao vivo sobre a nova realidade do setor pós Covid-19.

O debate se iniciou com a apresentação do projeto, feita por Haas, que salientou o papel do material durante o momento atual: “O plástico às vezes é bastante batido, por isso, é importante demonstrar a importância dele no momento de pandemia e ainda mais no pós-pandemia”. Roriz seguiu a discussão alertando para a utilização essencial dos descartáveis, tanto nas casas, como nos hospitais. “Nada melhor do que um momento como esse para refletirmos e buscarmos soluções para esse novo mundo, que com certeza será diferente”, salientou.

Com enfoque na reciclagem e meio ambiente, o Presidente da Abiplast destacou as alterações que já estão ocorrendo com a mudança de comportamento global: “Se você olhar as estatísticas de meio ambiente, as águas nunca estiveram tão limpas quanto estão agora e não deixamos de consumir o plástico. Isso mostra que o problema não está no material, e sim no pensamento das pessoas”, afirmou.

Por fim, o cenário econômico e a situação relativa aos empregos foram salientados. Para Haas, a principal questão no estado é a mão de obra qualificada. “Aqui as indústrias geram bastante emprego, principalmente na área de separação de materiais da reciclagem”, destacou. Roriz, além de confirmar a responsabilidade dos empresários, alertou também para o papel do consumidor. “É necessário consumir produtos que empregam aqui no Brasil, afinal, outros países já passaram pela pandemia e agora estão se recuperando”, finalizou.

Perdeu a live ao vivo? Acesse o bate-papo completo clicando aqui ou siga no Instagram @repenseprojeto para conferir esse e demais conteúdos!

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Durante 36º Encontro Nacional do Plástico (ENP), Abiplast expressa otimismo e fecha alianças para 2020

06/12/2019

Acordo de cooperação técnica com a ABDI e renovação de programa de exportação com a Apex-Brasil foram assinados durante jantar institucional.

“Apesar de todas as dificuldades, estamos entrando em um período virtuoso”, disse o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), José Ricardo Roriz Coelho, durante o 36º Encontro Nacional do Plástico (ENP). “Temos indícios de que nossa economia começa um processo de recuperação, depois da maior recessão de todos os tempos, e há indicativos de que nos próximos anos teremos mais investimento”. A perspectiva otimista para o setor foi compartilhada com representantes da indústria e do governo durante o jantar anual da entidade, realizado na noite da sexta-feira (29), em São Paulo.

Roriz Coelho falou, no entanto, que há um conjunto de reformas necessárias para a consolidação desse patamar e apontou o Custo Brasil – estimado em R$ 1,5 trilhão – como um entrave ao investimento e à competitividade do País. Para o biênio 2020-2021, o cenário deve ser melhor: “O Brasil deverá ter, no mínimo, o dobro do crescimento econômico observado em 2018 e 2019”.

O presidente da ABIPLAST também destacou que um grande desafio é a mudança do modelo de consumo e de produção, uma transição que oferece muitas oportunidades para o protagonismo do setor plástico.

Nesse contexto, a economia circular e a mineração urbana vêm ganhando cada vez mais espaço nos negócios. Para fomentar projetos e ações que acelerem esses novos modelos, a ABIPLAST assinou no jantar um acordo de cooperação técnica com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Igor Calvet, presidente da entidade, mencionou a resiliência da indústria na defesa do setor, com um olhar para o futuro e para a produção e o consumo sustentáveis.

Ainda na cerimônia, foi assinada a renovação do programa de exportação em conjunto com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), para ampliação de aportes e maximização de metas, garantindo cada vez mais eficiência no apoio às vendas e à presença internacional das indústrias do setor. Em sua fala, o presidente da Apex, Sergio Segovia, evidenciou o sucesso do programa Think Plastic Brazil e os 16 anos dessa parceria, que compreendeu 161 iniciativas, com a geração de US$ 739,3 milhões em negócios.

Representando o governador João Doria, a secretária de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Patricia Ellen, disse que o governo está feliz com o setor – incluído entre os 12 Polos de Desenvolvimento do Estado –, para o qual tem grandes expectativas. Com vistas ao futuro, a executiva disse que a Secretaria está comprometida em melhorar a posição do Brasil no ranking de ambiente de negócios.

Por sua vez, a vereadora Janaina Lima ressaltou que o desafio do setor é construir pontes e ter as decisões públicas baseadas em dados e fatos.

Já os quatro homenageados da 36ª edição do ENP foram: Laura Erica Canteiro, presidente da Embaquim; Albano Schmidt, presidente da Termotécnica e do SIMPESC – Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina; Gilvan Severiano Leite, presidente do SINPLAST/AL – Sindicato das Indústrias de Plásticos e Tintas do Estado de Alagoas; e José da Rocha Pinto, ex-presidente do SIMPERJ – Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro.

Fonte: Abiplast

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Mecalor expõe seus produtos para refrigeração industrial na Feira K 2019

27/09/2019

Dando continuidade ao seu processo de internacionalização, a Mecalor estará expondo na Feira K 2019, em Düsseldorf, pela terceira vez consecutiva. O evento é considerado como o mais importante para a indústria de transformação de plásticos do mundo. “Os nossos produtos têm recebido uma excelente aceitação em mercados exigentes, como europeu e norte-americano, o que tem motivado cada vez mais a expansão da atuação da empresa pelo mundo”, afirmou Marcelo Zimmaro, diretor comercial. Para ele, esse ano a feira terá um sabor especial por causa da inauguração em maio da planta do México, localizada na cidade de Querétaro. “Passamos a atender de maneira especial aos clientes da América Latina”, ressaltou.

Para o stand E15 do hall 10, a Mecalor vai levar uma unidade de água gelada (chiller) compacta de alta eficiência, com recursos de última geração. A escolha do chiller para esta feira é porque, além de ser o produto “carro-chefe”, é também aquele que tem um uso mais abrangente, podendo ser aplicado no resfriamento com água gelada nos mais variados processos de transformação, por exemplo injeção, sopro, extrusão, termoformagem e também flexografia.

O equipamento é da linha Compact Chiller MAS e produzido em estrutura de aço inoxidável AISI 304, contndo com condensadores microcanal de alumínio com proteção anticorrosiva e-coating, bomba de água Grundfos de aço inoxidável, controle de capacidade por inversor de frequência para economia de energia e fluido ecológico R-410A que não agride a camada de ozônio, afirma a empresa.

Além disso, alinhado com as tendências da indústria 4.0, será apresentado o sistema de controle Smart Connect, que disponibiliza uma série de informações provenientes dos sensores distribuídos no equipamento, diz a Mecalor. Estas informações disponíveis na SmartConnect podem ser utilizadas para comunicação com as máquinas injetoras, sopradoras, extrusoras e podem servir para monitoramento via web e assistência técnica à distância, informa a empresa.

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Activas firma parceria com Fintech Weel para oferecer capital de giro a mais de 7 mil empresas da Indústria Plástica

10/05/2019

Uma das maiores distribuidoras de resinas do país e a startup financeira se unem em acordo inédito para transpor o obstáculo entre as PMEs desse segmento e o acesso a capital de giro rápido e de baixo custo.

A Activas, uma das maiores distribuidoras de resinas do país, acaba de firmar um acordo inédito com a startup financeira Weel, Fintech que oferece capital de giro online para pequenas e médias empresas brasileiras por meio da antecipação de recebíveis.

Pelo acordo, a Activas passa a oferecer à sua carteira de clientes, formada por mais de 7 mil pequenos e médios transformadores de plástico, o acesso a uma modalidade rápida, digital e desburocratizada de obtenção de capital de giro. Caracterizada pela inexistência de dívidas e parcelas – uma vez que a operação simplesmente antecipa valores futuros – a antecipação é comumente utilizada no Brasil, tanto para equilibrar o fluxo de caixa como para disponibilizar recursos para investimentos na produção.

No cotidiano, os pequenos e médios transformadores enfrentam diversos desafios financeiros, tais como a volatilidade e reajustes inesperados nos preços das resinas. Isso se combina a um cenário de escassez de recursos financeiros externos e de constante exigência no alongamento de prazos de recebimento do pagamento de mercadorias vendidas, que nos últimos anos têm saído dos tradicionais 28/35/42 dias para até 120 dias de prazo, o que afeta substancialmente o fluxo de caixa dos transformadores.

“É inaceitável que uma das maiores indústrias do país ainda não possa contar com um parceiro financeiro que a ajude a crescer. A antecipação, para esses empresários, é a saída mais viável, uma vez que funciona como uma espécie de autofinanciamento. Essas empresas já têm capital disponível – este apenas não entrou ainda na conta corrente”, avalia Simcha Neumark (foto), CEO e fundador da Weel.

Na modalidade financeira praticada pela Weel, o gestor da empresa acessa diretamente a plataforma da fintech via web por meio de uma senha de segurança ou através dos principais sistemas de gestão (ERPs) para PMEs do mercado, registrando as faturas que pretende antecipar em um formulário digital. As informações dos sacados e do emissor das faturas são checadas pela plataforma Weel, que rapidamente disponibiliza as cotações das notas fiscais já aprovadas.

Dessa forma o gestor pode estudar a proposta e decidir seu interesse sobre sua realização, sem nenhum custo. A Weel afirma que, diferentemente da avaliação de risco tradicional, em que só são consultados os registros de negativação do mercado, a tecnologia da Weel analisa informações de mais de 15 mil pontos diferentes, incluindo cartórios, redes sociais etc.

Segundo a Weel, a vantagem em relação ao procedimento tradicional de antecipação começa pelo prazo de obtenção de acesso ao capital, passando pela facilidade da operação (toda digital, sem a necessidade de envio de documentos físicos) e termina com tarifas atrativas. Enquanto uma operação de antecipação tradicional leva em média 48 horas para ser consolidada, podendo chegar até uma semana dependendo da operação, a Weel garante o montante até mesmo no próprio dia da realização (dependendo do horário de solicitação). Além disso, seus algoritmos baseados em inteligência artificial e big data permitem precificar cada fatura de forma individualizada: quanto maior a solidez do sacado, menor o risco e, portanto, menor a tarifa cobrada, afirma a empresa.

“Com essa parceria, a Activas criou um grande facilitador no relacionamento comercial com seus clientes. Já para a Weel, é uma oportunidade incrível de ampliar o contato com empresas do setor, consolidando-se como sua parceira de crescimento”, acrescenta o CEO da Weel.

Com escritório em São Paulo, a Weel mantém um laboratório de inteligência artificial e tecnologia operacional em Israel. Seu centro de P&D dedica-se ao desenvolvimento de algoritmos de risco, aprendizado profundo de máquina e análise de big data aplicada à análise, seleção, validação e precificação dinâmica de recebíveis.

Em operação desde 2016, a Weel utiliza estas tecnologias para produzir ofertas de financiamento instantâneas para as PMEs brasileiras. A Weel firmou parcerias estratégicas com empresas de software de gestão que abrangem milhares de usuários empresariais em todos os segmentos da indústria, incluindo SAP Business One, Omie, ERPFlex e Arquivei.

“Pela opção eletrônica de esteira operacional e de análise e validação, podemos individualizar a seleção de cada recebível, de forma escalável, gerando condições dinâmicas de acesso e preço competitivo. Trata-se de um benefício especialmente importante para as PMEs, que se viam desassistidas diante das dificuldades impostas pelo processo tradicional, além de seus altos custos”, afirma o diretor geral da Weel no Brasil, Carlos Guidi.

Com isso, complementa o diretor, “contribuímos com a evolução do ambiente de negócios no Brasil, pois atuamos na inclusão financeira, propiciando acesso e redução dos custos de financiamento, fomentando o crescimento e a sustentabilidade dos negócios”.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Weel

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Mecalor abre filial no México para atender indústria de plástico local

09/05/2019

Acreditando no mercado mexicano, a Mecalor, empresa brasileira atuante no segmento de refrigeração industrial e institucional, vai inaugurar um escritório no distrito industrial de Querétaro, cidade localizada a 220 km da capital, Cidade do México.

“O mercado mexicano é segundo maior da América Latina e é o que está mais longe da gente, portanto merece uma atenção especial. Lá já temos representantes e equipamentos instalados, mas agora decidimos ir para valer. Com a possibilidade de no futuro montar uma fábrica”, argumenta János Szegö, CEO da Mecalor Brasil.

A economia mexicana é a segunda maior da América Latina e está entre as quinze mais importantes do mundo. Com uma economia muito integrada à dos EUA, destino de 80% das suas exportações, o novo governo do México promete diversificar e fomentar o desenvolvimento econômico com incentivos à produção industrial e o incremento da demanda. A expectativa é de que esse crescimento seja favorecido pelo aumento da oferta de emprego, forte consumo das famílias e por maiores investimentos em comparação com 2018.

Há 60 anos no Brasil, a Mecalor fornece soluções de engenharia térmica para diversos segmentos da indústria. Ela produz e comercializa chillers e outros periféricos para resfriamento e controle de temperatura com precisão. A Mecalor atua em setores como: plástico, hospitalar, alimentício, farmacêutico, ar condicionado e automotivo. Neste último, destaca-se pela fabricação de câmaras climáticas para teste em automóveis.

No México, as operações vão começar com foco na indústria de transformação do plástico. “A ideia é iniciar a operação no setor de plástico, mas com o tempo vender também produtos e soluções para os demais segmentos, principalmente o hospitalar, onde tempos grande expertise e somos líder de mercado no Brasil”, explica Szegö.

Em 2019, a estratégia da empresa está sendo focalizar fortemente em exportação. Desde que iniciou atividades em comércio exterior, há dez anos, as vendas internacionais cresceram bastante, principalmente para a América Latina, mesmo em um ambiente de crise econômica no Brasil. As exportações da Mecalor representam hoje cerca de 20% do faturamento anual da empresa. A tendência com o início da operação do México é aumentar a representatividade desses negócios também nos países da América Central e para os Estados Unidos.

Segundo János Szegö, na primeira fase, a filial mexicana vai importar totalmente os equipamentos do Brasil. Com o crescimento da demanda, a intenção é iniciar uma segunda etapa com a montagem local dos produtos. Após essa fase, a evolução das vendas determinará a possibilidade de produção total no México, com a abertura de uma fábrica.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Mecalor

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PICPlast divulga nova pesquisa sobre o perfil do transformador de plástico

15/03/2019

Interesse por capacitação em sustentabilidade cresce entre os players do mercado, que apontam fatores externos como o principal desafio para o crescimento do setor

A prioridade para os transformadores de plástico em 2019 é crescer. É o que aponta a nova pesquisa do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, realizada em novembro de 2018. Dos 353 players ouvidos, 39,4% disseram que querem expandir seus negócios e fatores externos são os principais desafios neste sentido. A análise indica que, em 2017, 54,5% dos empresários entre responsabilizavam a gestão interna como aspecto determinante para o crescimento e apenas 23,7% sinalizavam o impacto de movimentações externas. Em 2018, ainda há um olhar atento para dentro das empresas (53,4%), porém os números mostram que questões extrínsecas, como concorrência e cenário político-econômico, preocupam muito mais, indicadas como responsáveis por dificultar o desenvolvimento das empresas de acordo com 82% dos participantes do estudo.

O estudo também mostrou que aumentou o interesse dos transformadores de plástico por capacitação com foco em sustentabilidade. O percentual de entrevistados que demonstraram interesse pelo tema dobrou de 2017 para 2018, atingindo 10%. A busca por desenvolvimento nas áreas de gestão e inovação continuam no topo do ranking de demandas em relação à capacitação, citados por quase 40% dos participantes da análise.

O foco de quem atua na cadeia, assim como ocorreu na pesquisa de 2017, se mantém: abrir novos mercados (55,2%) por meio de produtos (46,7%). O investimento em renovação tecnológica vem logo na sequência, surgindo como prioridade para 39,9% dos ouvidos no estudo, que contou com a participação de 3.613 players do mercado. Outro destaque é o interesse em participar de iniciativas voltadas à eficiência operacional. Ações que promovam a redução de perdas atraem 75,4% dos envolvidos com o setor enquanto 68,3% querem ter mais produtividade.

Desafios para o crescimento – Para 39,4% dos entrevistados a prioridade para os próximos 12 meses é crescer. Ao contrário da amostra do ano anterior, os números de 2018 mostram que fatores externos são as maiores preocupações da indústria de transformação. A análise indica que, em 2017, 53,4% dos entrevistados apontavam questões extrínsecas como responsáveis por dificultar o crescimento de suas empresas. Em 2018, este número saltou para 82%. Preço dos insumos (30,9%), concorrência (30,2%) e cenário político-econômico brasileiro (30,2%) são os principais pontos de atenção para este público.

De acordo com os dados da pesquisa, o perfil do transformador de plástico presente na amostra é masculino (79,3%), com mais de 35 anos (85,7%) e com escolaridade superior à graduação (83%). As empresas que esses transformadores conduzem são familiares em sua maioria (67,7%), possuem de 50 a 500 funcionários (65,3%) e estão localizadas em quase a metade no estado de São Paulo (48,4%).

A extrusão de filmes é o ramo mais citado entre os empresários participantes da pesquisa, com 39,1%, seguido por injeção (29,2%) e sopro (15,3%). Empresas que produzem embalagens ou tampas para o segmento de alimentos e bebidas estão entre as mais ouvidas pelos pesquisadores (28,3%). Também foram entrevistados transformadores que atuam na construção civil (11,3%), bobinas (11,3%), produtos para agronegócios (11,1%), peças para setor automotivo (9,4%) e embalagens para cosméticos (8,8%). Outros segmentos como fármacos, brinquedos e descartáveis aparecem com menor participação.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

As frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma. Para saber mais, acesse www.picplast.com.br e www.plasticotransforma.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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11ª Semana do Plástico do Espírito Santo coloca o plástico em debate a partir da próxima semana

19/10/2018

O setor de Transformados Plásticos do Espírito Santo participa na próxima semana de mais uma edição da Semana do Plástico. O evento promovido pelo Sindiplast-ES será realizado entre os dias 23 e 27 de outubro, na Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) e em unidades do Sesi-ES e Senai-ES. Entre os atrativos da programação estão palestras, workshops, Interface Setorial e Dia de Lazer e Cultura.

A abertura oficial do evento está marcada para as 19h de terça-feira, 23, no Salão da Indústria da Findes, que será o ponto de encontro de empresários e parceiros do setor, além de reunir representantes do poder público e de entidades ligadas à indústria e ao segmento de Plásticos. Durante a cerimônia, serão premiados os vencedores dos prêmios Honra Mérito Empresarial, InovaPlast, Melhor Aluno Escola do Plástico e Gincana do Plástico (Tampinha Legal), promovidos para valorizar o segmento e destacar iniciativas de empreendedorismo, inovação, qualificação e consciência ambiental.

O presidente do Sindiplast-ES, Gilmar Regio, ressalta a importância do evento para aprimorar as práticas de gestão nas empresas e desenvolver, ainda mais, o setor de Transformados Plásticos. Segundo ele, a programação foi pensada, entre outros fatores, para discutir ideias que possam levar a redução de custos e a melhorias de produção das indústrias do setor no Estado.

“Nosso objetivo é fortalecer a imagem do plástico diante da sociedade, promover inovação, buscar novas parcerias e nos aproximarmos de empresas que já são parceiras. A temática deste ano, O Plástico no Agronegócio, foi escolhida por acreditarmos que o agronegócio é um grande eixo de sustentabilidade da economia nacional que pode se desenvolver, ainda mais, com as inovações tecnológicas de nosso setor”, pontua.

Qualificação e relacionamento para empresários e profissionais da área

Esta será a 11ª edição da Semana do Plástico que, já em seu primeiro dia, 23 de outubro, às 10h, no Salão da Indústria da Findes, contará com a Interface Setorial – iniciativa que busca gerar mais negócios regionais. O encontro reunirá empresários de diferentes Arranjos Produtivos Locais e contará ainda com a palestra “Perspectivas da Economia para o Setor de Transformados Plásticos”, ministrada pelo assessor Econômico da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), Marcos Nascimento.

À noite, durante a solenidade oficial de abertura do evento, será a vez de Daniel Fleischer, analista de Relações Institucionais da Braskem, apresentar a palestra “Plástico: vilão ou solução” para os convidados.

Na quarta-feira, dia 24, de 13h30 às 17h30, no Plenário da Findes, haverá o workshop “Compliance como diferencial para a competitividade”, realizado por meio do Programa PicPlast, de capacitação para empresários. Já na quinta-feira, 25, mais um workshop acontece das 14h às 16h, no auditório Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (Faes). Com o tema “O Plástico no Agronegócio”, será ministrado por representantes da Braskem e do Instituto Senai de Inovação e realizado em parceria com instituições do agronegócio.

De terça a sexta-feira, no período noturno, ocorrerá ainda curso e palestra técnica para alunos da Escola Senai do Plástico, com os temas “Avançado em injeção para preparadores e reguladores de máquinas” e “Otimização do Processo de Injeção”.

Espaço para Lazer, Cultura e Família

Para encerrar a semana mais importante para o setor de Plásticos do Estado, o clima será de descontração com a tradicional PlastKids e Dia de Lazer e Cultura. Os profissionais e empresários das empresas associadas ao Sindiplast-ES poderão levar seus familiares para uma confraternização que acontece, a partir de 13h, no Sesi de Jardim da Penha, em Vitória.

Incentivando a criatividade e a cultura, serão apresentados os vencedores do Concursos de Desenho e Redação, promovido com familiares dos colaboradores do setor e destinados a crianças de 7 a 12 anos, em duas categorias específicas para as faixas etárias. Haverá, ainda, brincadeiras, jogos, gincanas e atividades lúdicas desenvolvidas para o entretenimento e a integração.

Programação Completa

23/10 (Terça-feira)
10h às 15h – Interface Setorial com Palestra “Perspectivas da Economia para o Setor de Transformados Plásticos” – Salão da Indústria
19h – Cerimônia de Abertura: Palestra: “Plástico: vilão ou solução” e Premiações dos Prêmios Honra Mérito Empresarial, InovaPlast, Melhor Aluno Escola do Plástico e Gincana do Plástico (Tampinha Legal) – Salão da Indústria

24/10 (Quarta-feira)
13h30 às 17h30 – Picplast: Capacitação para Empresários e Workshop “Compliance como diferencial para a competitividade” – Plenário da Findes

25/10 (Quinta-feira)
14h às 16h – Workshop: “O Plástico no Agronegócio” – Auditório Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (Faes).

De 23 a 26/10 (terça a sexta-feira)
Palestras Técnicas “Otimização do Processo de Injeção” e minicurso “Avançado em injeção para preparadores e reguladores de máquinas” – Escola Senai do Plástico Antônio Carlos Torres

Entrega de Medalhas aos participantes da 2ª Gincana Tampinha Legal nas Unidades Operacionais Sesi/Senai ES – Sesi / Senai ES

27/10 (Sábado)
13h às 17h – Plastkids – Dia de Lazer e Cultura – Sesi Jardim da Penha

Fonte: Abiplast

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PICPlast divulga pesquisa apontando o perfil e expectativas do transformador de plástico no Brasil

23/02/2018

Estudo mostra os principais interesses dos empreendedores da indústria de transformação.

O transformador de plástico no Brasil busca por iniciativas que o ajude a vender mais (59,4%) e acredita que inovação em produtos (49,3%) é o caminho para o crescimento. É o que mostra o estudo de mercado encomendado pelo PICPlast, Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, uma iniciativa setorial da Abiplast e da Braskem. Para 59,4% desta amostra, abrir novos mercados é a prioridade.

A pesquisa revelou ainda o perfil destes empresários: homens (78,1%), com mais de 35 anos (82,3%) e com escolaridade superior à graduação (86,7%), que conduzem empresas familiares (70,1%), com 50 a 500 funcionários (61,5%), localizadas no estado de São Paulo (46,8%).

O estudo também mostra a participação de diferentes áreas da transformação. Para a produção de filmes (ramo de 55,8% dos participantes da pesquisa) são usados equipamentos de extrusão onde a matéria-prima fundida forma filmes flexíveis que, posteriormente, serão transformados em embalagens. Já para a injeção de plásticos (31,7%), são usadas máquinas que injetam o material fundido sob pressão no interior de um molde, formando peças de formatos e aplicações diversas. Outro tipo de transformação do material plástico que aparece em destaque é o sopro-extrusão (20,5%) que produz, por exemplo, frascos para alimentos e bebidas, através da aplicação de ar comprimido que expande o material fundido dentro de um molde.

A pesquisa traz também a participação do setor da reciclagem dos materiais plásticos (9%) onde há a fabricação de grânulos de material reaproveitado que retornarão à cadeia produtiva na forma de novos produtos plásticos, evitando a extração de novos recursos naturais e aplicando o contexto da economia circular.

As empresas ouvidas produzem os mais diferentes tipos de produtos, principalmente embalagens para alimentos e bebidas ou tampas (37,4%). Bobinas plásticas (29,5%), produtos para agronegócios (22,3%), construção civil (18,7%) e embalagens para cosméticos (15,1%) também aparecem com grande relevância entre os itens produzidos.

Investir em renovação tecnológica, principalmente na área de processos e equipamentos, é o desejo de 38,5% dos empresários. O mercado e a concorrência são considerados os principais desafios para o crescimento para cerca de 30% dos entrevistados. Os empreendedores da indústria do plástico têm interesse em iniciativas voltadas à eficiência operacional, comprovado pelos percentuais altos daqueles que querem reduzir perdas (67,7%) e aumentar o controle de qualidade (61,2%).

Para atender a estas demandas, o PICPlast realiza, ao longo do ano, uma série de ações que visa beneficiar os atuantes do setor. Desde 2013 já foram investidos cerca de R$ 15 milhões em iniciativas direcionadas aos transformadores. São projetos que auxiliam desde o pensamento com foco em inovação até gestão financeira e controle de qualidade.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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Indústria de transformação de plásticos brasileira cresce 2,5% em 2017 e espera atingir 3% neste ano

07/02/2018

O desempenho da indústria de transformados plásticos em 2017 superou as expectativas da ABIPLAST e registrou alta de 2,5% em relação a 2016. Só em dezembro o crescimento foi de 3,7% em relação ao mês anterior na série dessazonalizada. Além disso, depois de três anos registrando o fechamento de postos de trabalho, o setor encerrou o ano com a abertura de 4.696 vagas, o que significa um crescimento de 1,5%. Outro dado positivo foi o de consumo aparente, que no ano passado foi de 3,9% ante o período anterior.

O presidente da entidade, José Ricardo Roriz Coelho, vê com otimismo os resultados do ano passado e acredita na continuidade desse comportamento.

“A continuidade da estabilidade econômica aliada às previsões positivas de importantes consumidores de transformados plásticos – como a construção civil e a indústria automotiva – contribuem para que tenhamos uma postura otimista para 2018”, ressalta.

A entidade projetou para 2018 um crescimento de 3% na produção física, 2% em empregos e de 4,5% no consumo aparente. A expectativa de queda nos juros e inflação estável, bem como do crescimento do PIB, também contribuem para essa previsão.

Fonte: Abiplast

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PICPlast apresentou ferramenta inédita de gestão na Feiplastic 2017

19/04/2017

Voltada para pequenas e médias empresas de transformação plástica, plataforma auxilia companhias na tomada de decisões estratégicas e realizações de novos investimentos

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) e da Braskem, marcou presença na Feiplastic 2017 e apresentaou uma ferramenta inédita que irá auxiliar as pequenas e médias empresas do setor plástico na tomada de decisões estratégicas e controle do fluxo de caixa. Com um espaço exclusivo no stand da Braskem, os visitantes puderam conhecer de perto os programas de capacitação desenvolvidos pelo PICPlast, que já ajudou mais de 500 empresas transformadoras da indústria do plástico no Brasil nos últimos 3 anos.

Entre as novidades que foram apresentadas pelo Plano na feira, o destaque ficou por conta da ferramenta “Análises de investimentos”, que foi desenvolvida para ajudar a empresas que estejam planejando realizar algum investimento ou avaliar um projeto como por exemplo adquirir um novo equipamento ou molde. Para tanto, o PICPlast contratou a consultoria Advisia OC&C para desenvolver uma ferramenta que fosse intuitiva e prática e que atendesse a indústria de transformação.

Construído na linguagem Excel, o programa realiza cálculos sofisticados e indica resultados que apontam se os investimentos previstos são realmente vantajosos ou negativos. Disponibilizada gratuitamente para os visitantes da feira, a ferramenta é uma boa solução do ponto de vista financeiro capaz de apontar informações como a taxa de retorno projetada para os investimentos e se é realmente interessante para o empresário tomar crédito para uma expansão que esteja pensando em realizar.

“Com essa nova plataforma, queremos capacitar e profissionalizar as empresas do setor para que elas se tornem mais competitivas no mercado nacional e internacional”, afirma Edison Terra, vice-presidente da Braskem. Já para José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST, a ferramenta irá beneficiar empresas que atuam em diversos segmentos. “São investimentos como esse que impactam positivamente o dia a dia da indústria de transformação”, conta.

Também durante a Feiplastic, os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer a versão atualizada do programa “Custos e rentabilidade”, que já está disponível para as empresas do mercado de forma gratuita. Desenvolvida para companhias que ainda não possuem sistemas de alta performance, ela funciona como uma plataforma simples e auxilia os transformadores na gestão dos negócios. Nela é possível inserir informações importantes sobre a rotina da companhia e gerar relatórios que apontam para cenários futuros e real capacidade da empresa em atender as demandas dos seus clientes.

Para ter acesso ao material, os visitantes devem se cadastrar previamente no site do PICPlast: http://www.picplast.com.br

Fonte: Abiplast

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Trecora expõe ceras de polietileno na Feiplastic 2017

11/03/2017

Durante a Feiplastic, a empresa texana Trecora, fabricante de ceras de polietileno, oxidantes e alfa-olefinas, estará expondo seus produtos em um stand no Expo Center Norte, de 03 a 07 de abril de 2017.

A Trecora está presente no Brasil na Indústria do Plástico especialmente nos segmentos de PVC, HMA (adesivos de fusão a quente) e Masterbatches / Revestimentos.

Os produtos da Trecora Chemical são ceras de polietileno de ponto de fusão elevado e de baixa a média viscosidade derivados da fabricação de resinas de PEAD.

Estes produtos podem ser utilizados numa variedade de aplicações, incluindo como aditivoS de desempenho para adesivos de fusão a quente (HMA) ; Como modificador de penetração e ponto de fusão para parafina e ceras microcristalinas; como lubrificante e auxiliar de transformação de plásticos, PVC e borracha; e como um aditivo de agitação seco para tintas. Em formas oxidadas, as aplicações para cera de polietileno incluem utilização em emulsões têxteis, como a porção de cera de formulações de polimento e como lubrificante em extrusão de PVC.

A Trecora Resources possui e opera uma planta localizada no Texas, especializada em hidrocarbonetos de alta pureza e outros petroquímicos. A Trecora também possui e opera uma unidade produtora de ceras especiais de polietileno e provê serviços de processamento sob medida no complexo Petroquímico de Pasadena, também no Texas.

Fonte: Trecora

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O valor das empresas no Brasil

06/03/2017

Por José Ricardo Roriz Coelho (Presidente da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico)*

Hoje o maior sonho de boa parte dos empresários brasileiros é vender sua empresa.

Com o negócio, vão-se as dores de cabeça: sucessivos litígios trabalhistas, licenças que levam anos para sair em definitivo, crédito escasso, juros altos, tributos sobre tributos e tantos outros inconvenientes que prejudicam o dia a dia do empreendedor no país.

O diagnóstico é aterrorizante, mas é a realidade que vivemos. Precisamos urgentemente resgatar o valor que as empresas têm para o país. Elas são o maior vetor para o crescimento de investimento, emprego e capacitação profissional, pesquisa e inovação.

Não estão incluídas aqui companhias que não têm em seu DNA a busca incessante por excelência em gestão, rigorosos padrões éticos e de compliance.

Uma empresa deve ter o foco em inovação e no desenvolvimento de produtos. Precisa encantar seus clientes -e não desperdiçar suas energias em vencer a burocracia, enfrentar a insegurança jurídica e honrar as sufocantes e desproporcionais despesas financeiras, como acontece hoje no Brasil.

No final do ano passado, o governo federal lançou um minipacote de reformas para reaquecer a economia, centrado no crescimento, na produtividade e na desburocratização. A iniciativa é salutar. Agora em março se encerram os primeiros prazos para a implantação do programa.

O cenário ainda é preocupante. O ano passado terminou com um expressivo aumento no número de pedidos de recuperação judicial – incríveis 44,8% em relação a 2015. Há que se somar a isso o elevado endividamento das empresas, a dificuldade de acesso ao crédito e a baixa perspectiva de crescimento econômico para este ano.

A atividade industrial é fundamental para o país voltar a crescer. Um ambiente de negócios mais favorável proporciona a retomada da indústria e abre oportunidades de desenvolvimento de atividades empreendedoras de alto valor agregado.

Todos os setores são importantes, mas com as dificuldades apresentadas tem perdido espaço a indústria de transformação, que é justamente a área com maior capacidade de alavancar a economia.

A indústria de transformação é também a que mais inova, com maior capacidade de desenvolvimento tecnológico. É responsável por cerca de 30% do total do investimento produtivo privado (excluído setor público e famílias) e por aproximadamente 25% das vagas de emprego acima de cinco salários mínimos, além de representar perto de 30% da arrecadação tributária nacional, a despeito de corresponder por apenas 11,8% do PIB em 2015.

Se por um lado o governo está atuando para melhorar a manutenção de empresas no país, por outro tem realizado ações que reforçam a percepção de que o setor industrial deve perder ainda mais espaço.

Houve um claro direcionamento de menor atuação do BNDES no crédito de longo prazo e enfraquecimento do conteúdo local.

Com desburocratização e incentivos à produtividade e ao crescimento, conseguiremos resgatar a capacidade das empresas. Negócios que estão em dificuldade não investem, não contratam, não inovam. Quando quebram, geram desemprego, débitos com fornecedores, clientes e com o fisco.

Acabam destruindo elos importantes da cadeia produtiva e jogam fora décadas de conhecimento desenvolvido e talentos tão necessários ao país.

A principal tarefa do governo neste momento deve ser ajudar a resgatar a força das empresas para que elas fomentem investimentos e novos negócios. Caso contrário, permaneceremos estagnados, vendo nossa competitividade se distanciar cada vez mais dos países que concorrem conosco.

*Artigo publicado na Folha de S.Paulo;

Foto: arquivo

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Abiplast prevê que o faturamento e a produção da indústria do plástico devem aumentar em 2017

13/02/2017

Estima-se que o faturamento do setor em 2017 chegue à casa de R$ 55,8 bilhões, ou seja, um aumento de 1% frente a 2016, quando o valor foi de 55,3 bilhões

roriz_1De acordo com balanço econômico produzido pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), estima-se que o faturamento do setor em 2017 chegue à casa de R$ 55,8 bilhões, ou seja, um aumento de 1% em relação a 2016, quando o valor foi de 55,3 bilhões. Este montante significou queda de 11,1% na comparação com 2015. “Mesmo que em um nível ainda pequeno, é importante a expectativa de retomada do crescimento este ano”, salienta José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast (foto), acrescentando: “Os dados indicam que o pior já passou”.

A projeção para 2017 é de que a produção física de produtos plásticos também apresente resultado positivo, com aumento de 1,24% ante 2016, alcançando a casa dos 6,32 milhões de toneladas. Estima-se, também, que, em 2017, o consumo aparente de transformados plásticos (resultado da soma da produção com importações, menos exportações) cresça 1,8, atingindo 6,68 milhões de toneladas.

Ainda de acordo com o balanço da entidade, os setores demandantes do plástico também vêm apresentando expectativas mais positivas para 2017. A indústria de alimentação deverá avançar 1,5%; 67% dos fabricantes de eletroeletrônicos projetam crescimento para 2017; o agronegócio brasileiro será melhor do que a média mundial para produtos como soja, milho, açúcar e carnes (bovina, suína e frango) e o setor de construção espera o início de uma recuperação para este ano, avalia a Abiplast.

No que diz respeito à mão de obra empregada, mesmo com um avanço econômico, a Abiplast estima que haja uma retração de 1,8% em relação ao ano anterior. A entidade prevê em 2017 o fechamento de seis mil postos de trabalho.

“É premente que, além de melhores estimativas, o ano de 2017 tenha um cenário político menos conturbado e que sejam realizadas as reformas estruturais, que darão mais segurança jurídica e competitividade à nossa indústria. Mais rapidez no recuo da taxa de juros, para incentivar o investimento, reformas que modernizem e tragam maior segurança jurídica às relações do trabalho e uma reformulação para simplificar o complexo e custoso sistema tributário brasileiro são temas fundamentais para que nossa indústria volte a produzir mais e empregar” –  afirma Roriz.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abiplast

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