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Braskem anuncia estudos com a Universidade de Illinois para produção de polietileno a partir da captura e utilização de CO2

23/12/2020

Exemplo inspirado em mecanismos já existentes na natureza, onde uma folha e um fotossistema artificiais realizam a captura de CO2 oriunda dos gases de combustão e o converte em Eteno utilizando luz solar. Crédito: Universidade de Illinois em Chicago

A Braskem se uniu à Universidade de Illinois em Chicago (UIC), nos Estados Unidos, para pesquisar uma rota de desenvolvimento de eteno, matéria-prima utilizada na produção de resinas termoplásticas, aplicando tecnologia de captura e utilização do gás carbônico (CO2) emitido em processos industriais. Tais emissões são produzidas sempre que carvão, petróleo, gás natural ou outros combustíveis fósseis, ricos em carbono, são queimados para geração de energia, por exemplo. A tecnologia disruptiva da UIC em parceria com a Braskem possui grande potencial global para aplicações industriais, ao conectar a produção de polímeros à captura e conversão de CO2, um dos componentes do efeito estufa e um dos principais contribuintes para as mudanças climáticas.

O projeto está em fase inicial de desenvolvimento e a Braskem terá a missão de aliar ao tema seu know-how na comercialização de matérias-primas e produção de polímeros para escalar a tecnologia, contribuindo para a validação dos estudos teóricos e experimentais produzidos pela universidade. “Reduzir as emissões de carbono é uma premissa fundamental para combater as mudanças climáticas, compromisso que faz parte dos nossos macro-objetivos para o desenvolvimento sustentável. O objetivo da parceria com a Universidade de Illinois em Chicago, é avaliar a possibilidade de capturar e converter o CO2 emitido em nossa operação industrial para torná-lo matéria-prima em nossos processos de produção de polímeros”, afirma Luiz Alberto Falcon, responsável pela plataforma de reciclagem da Braskem.

De acordo com um estudo da International Energy Agency, a indústria química mundial emite, anualmente, cerca de 1,5 bilhões de toneladas de CO2 provenientes de uso de energia somada aos seus processos industriais. As estimativas iniciais do potencial da tecnologia indicam que, se todo esse gás fosse convertido e recuperado, seriam geradas mais de 300 milhões de toneladas de produtos químicos ou resinas, como os produzidos pela Braskem. Além disso, o uso de energia renovável no processo é chave para a redução da pegada de carbono e melhoria da atratividade tecnologia sob perspectivas econômicas e ambientais.

De acordo com o professor Meenesh Singh, responsável pelo projeto na Universidade de Illinois em Chicago, a parceria com a Braskem contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia integrada, sustentável e com maior eficiência energética. “Combustíveis fósseis, como gás natural e carvão, são usados extensivamente em caldeiras industriais para geração de vapor para produção de produtos químicos. Operações mais sustentáveis das caldeiras, com maior eficiência energética e redução da intensidade de carbono, exigem uma captura contínua de CO2 e sua reciclagem para produzir produtos químicos como eteno, causariam um grande impacto na economia circular dos processos de fabricação. O objetivo da parceria entre UIC e Braskem é estabelecer um sistema completamente integrado, sustentável e com baixo consumo de energia, capaz de capturar continuamente o CO2 do gás de combustão e convertê-lo em eteno para a produção de polietileno. Para desenvolver o sistema com o desempenho necessário, nosso grupo na UIC contará com a experiência demonstrada em reações de redução eletroquímica de CO2 e irá combiná-la com a tecnologia que está sendo patenteada para ativamente capturar o CO2 de gases de combustão” explica o professor Singh.

Atualmente, a Braskem possui uma equipe com mais de 300 profissionais dedicados ao tema da inovação, com 216 projetos no pipeline de inovação e tecnologia para atender as diferentes áreas de negócio e 903 documentos de patentes depositados no Brasil e no exterior.

Para Gus Hutras, responsável pela área de Tecnologia de Processos da Braskem, é essencial buscar parcerias com universidades para o desenvolvimento de projetos com potencial transformador na indústria. “A inovação faz parte da nossa cultura empresarial, sendo uma forma de pensar e agir intrínseca à nossa atuação, com papel fundamental em nossa trajetória. Estimulamos os nossos integrantes a desafiar e serem desafiados, para que possam exercitar diferentes olhares e experiências, construindo novos caminhos de aprendizado. Estamos sempre atentos às oportunidades de trabalho colaborativo e no intercâmbio de ideias e conhecimento, seja com universidades, startups ou outros players, em âmbito global”, finaliza.

Inovação em prol da economia circular de carbono neutro

A Braskem anunciou, em novembro deste ano, a ampliação de seus esforços para se tornar uma empresa carbono neutro até 2050. Para alcançar esta meta, a estratégia da companhia considera iniciativas de redução, compensação e captura de carbono, assim como ampliação do portfólio I’m greenT, que inclui os produtos com foco em economia circular, e o engajamento para que nos próximos 10 anos haja o descarte adequado de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos.

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Braskem e Multinova lançam filme de polietileno para controle do inseto Tripes que dispensa uso de inseticida em produções de banana

20/11/2020

Material desenvolvido com apoio da UNESP já foi testado por produtores e teve sua eficácia comprovada no combate ao inseto Tripes

A primeira solução anti-inseto livre de inseticidas do mercado brasileiro foi criada a partir da resina de polietileno (PE) comercializada pela Braskem, em parceria com a Universidade Estadual Paulista (UNESP) e a Multinova, fabricante de soluções em plástico. Segundo a Braskem, o aditivo anti-ultravioleta utilizado para controlar a ação de incidência do sol foi produzido para refletir o mesmo comprimento de ondas perceptível pela visão do inseto. O tripes ataca principalmente a produção de bananas nas estações mais quentes do ano, favorecendo o aparecimento de erupções na casca (pontos pretos em alto relevo), diminuindo a qualidade visual da fruta.

O aditivo anti-inseto reflete para fora do saco o mesmo comprimento de onda perceptível pela visão do inseto. Com isso, ao entrar na sacola, o inseto não consegue enxergar e isso faz com que ele saia do ambiente planta/sacola. A grande vantagem do filme é servir como alternativa ao produtor, no lugar de outras opções que utilizam agroquímicos para combater esse tipo de praga.

O filme anti-inseto sem inseticida será lançado para o mercado em novembro e a expectativa da Braskem é atingir capacidade de produção de 7 mil toneladas por ano de matéria-prima específica para essa finalidade. “O agronegócio é um dos principais setores da economia brasileira e um dos principais mercados para a Braskem. Nesse sentido, na Braskem estamos empenhados em desenvolver soluções que agreguem mais valor à produção agrícola e que garantam mais sustentabilidade ao negócio dos produtores rurais”, explica a agrônoma Beatriz Gallucci, parte da equipe da Plataforma Agro da Braskem.

Os estudos para o desenvolvimento de mais essa solução da Plataforma Agro da Braskem começaram em 2018, com testes preliminares da região do Vale do Ribeira (SP). Em 2019, com os primeiros resultados positivos em mãos, as pesquisas foram ampliadas para propriedades rurais na Bahia, Ceará, Minas Gerais, São Paulo e Santa Catarina. Os testes foram acompanhados pela UNESP, que confirmou que o produto apresentou desempenho similar ao tratamento convencional, que é a utilização de sacolas plásticas com inseticida ou a pulverização de inseticida diretamente no cacho de banana.

Segundo Juliana Domingues Lima, professora da UNESP responsável por acompanhar os testes da solução anti-inseto livre de inseticidas, a produção de alimento segura e a adoção de práticas de produção menos prejudiciais ao meio ambiente e aos trabalhadores rurais estão sendo cada vez mais requeridas pela sociedade e, nesse sentido, a indústria de insumos agrícolas, os pesquisadores e os produtores também buscam por inovações que atendam às exigências. “Além de dispensar o uso de agroquímicos, a solução desenvolvida pela Braskem e Multinova ainda protege a produção de banana de outros tipos de danos físicos como aqueles causados pelo excesso de radiação”, completa.

Segundo a Braskem, outra vantagem do filme anti-inseto feita com o seu polietileno é a fácil e rápida instalação, pois, por não haver inseticida na composição, o produtor não necessita de uma mão-de-obra especializada para manuseio de produtos químicos e, consequentemente, o custo com a aplicação diminui, diferentemente de outras soluções disponíveis no mercado contendo inseticida. O filme plástico deve ser colocado logo no início da formação da flor da banana (coração), e permanece até a colheita. Por não conter inseticida, uma outra vantagem, após o uso e descarte adequado, é que o material é 100% reciclável e pode ser transformado em outra solução.

Hoje o portfólio de produtos da Plataforma Agro da Braskem já oferece soluções em polietileno (PE), polipropileno (PP) e PVC, que auxiliam no cultivo protegido, em proteção e armazenagem, na irrigação e na infraestrutura. Outra iniciativa recente da Plataforma, também em parceria com a UNESP e Multinova, é a manta expandida em combinação com um filme de PE com um aditivo térmico para proteger a produção de banana em regiões que atingem temperaturas abaixo dos 12°C, evitando o efeito de chilling, dano fisiológico comum em frutas tropicais que são expostas a friagem.

“Nosso papel com a Plataforma Agro na Braskem é somar forças com quem está mais próximo dos produtores rurais para criar soluções nas quais o produtor possa aumentar sua produtividade e, ao mesmo tempo, reduzir impactos ambientais”, reforça Gallucci.

Os produtores rurais podem encontrar a manta anti-inseto sem inseticida no canal de vendas da Multinova . A solução pode ser utilizada por pequenos, médios e grandes produtores. “A bananicultura é um dos principais cultivos do Brasil e o Tripes pode trazer muitos prejuízos para os produtores. Por acompanhar os desafios dos produtores de banana para enfrentar esse tipo de praga, nos mobilizamos para encontrar uma solução viável, de baixo custo, sustentável e eficaz para nossos clientes”, finaliza Jair da Rosa, gerente comercial de Novos Negócios da Multinova.

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Setor de Embalagens Plásticas Flexíveis supera desempenho geral da Indústria no 3o. trimestre de 2020

18/11/2020

Estudo feito pela W4Chem para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) indica que a indústria de embalagens flexíveis apresentou desempenho superior ao da indústria como um todo no terceiro trimestre do ano. O resultado se deve ao uso das embalagens flexíveis em itens de primeira necessidade, como alimentos, bebidas, varejo, entre outros. “Especialmente o setor de alimentos manteve o bom desempenho verificado nos últimos meses, ou seja, praticamente inalterado mesmo com a pandemia do COVID-19. Inclusive, houve momentos em que itens de indulgência, como doces e snacks, foram largamente consumidos, favorecendo as embalagens flexíveis”, relata o empresário Rogério Mani, Presidente da ABIEF.

“Enquanto no segundo trimestre o desempenho da indústria de embalagens flexíveis foi impulsionado por produtos essenciais, como alimentos, higiene e limpeza, no terceiro trimestre a recuperação foi mais generalizada e os consumidores voltaram a comprar outros itens, impulsionados, por exemplo, pelo auxílio emergencial”, completa Rogério.

Neste cenário, o setor de flexíveis registrou uma produção de 562 mil toneladas, uma alta de 8,8% em comparação ao trimestre anterior. No acumulado de Janeiro a Setembro de 2020, a produção chegou a 1,588 milhão de toneladas; as importações totalizaram 50 mil t e as exportações 94 mil t.

A indústria de alimentos continuou sendo o principal cliente, absorvendo 203 mil toneladas. O setor de aplicações industriais vem a seguir, com um consumo de 98 mil t de embalagens flexíveis; o de descartáveis, 68 mil t e bebidas, 56 mil t.

As embalagens multicamadas são as mais representativas no universo das flexíveis, respondendo por 185 mil das 562 mil t produzidas no terceiro trimestre de 2020. A segunda maior aplicação se refere às embalagens monocamada, com 154 mil t, seguidas por filmes shrink (encolhíveis), com 75 mil t.

Foram produzidas 10% mais embalagens com PEBD (polietileno de baixa densidade) e PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) no terceiro trimeste, em comparação ao segundo trimestre, representando 416 mil t. Com PEAD (polietileno de alta densidade), a alta foi de 8,3% (65 mil t). O PP (polipropileno) apresentou um acréscimo de 3,7% (81 mil t). Matérias-primas recicladas tiveram uma participação de 5% (30 mil t) no volume total (562 mil t).

“O desempenho do setor só não foi superior porque vivenciamos, no período avaliado, uma redução drástica da oferta de matérias-primas, como resinas e outros insumos (aditivos e pigmentos) e embalagens de outros tipos (caixas de papelão). As indústrias do setor atuaram com estoques reduzidos o que comprometeu a produção”, pontua Rogério Mani.

Mesmo assim, a consultoria W4Chem estima que as vendas internas de poliolefinas (polietileno e polipropileno) tenham aumentado cerca de 23% no terceiro trimestre, em comparação ao segundo trimestre de 2020, e 1%, na comparação com o terceiro trimestre de 2019. “A indústria petroquímica nacional foi favorecida pelo desabastecimento mundial de resinas termoplásticas – por isso o recorde de vendas em agosto e setembro. Mas lembramos que a oferta restrita de resinas no mercado interno resultou em momentos difíceis para algumas empresas produtoras de embalagens, que necessitaram buscar matérias-primas alternativas”, finaliza o Presidente da ABIEF.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Solução de alta barreira para embalagens flexíveis monomaterial em PE será tema de webinar promovido pela Milliken

07/11/2020

A Milliken programou para o dia 12 de novembro, às 9 horas, o webinar online e gratuito para apresentar o seu UltraBalance Natural 1002. Segundo a empresa, o material permite aumentar ou proporcionar melhorias de barreira à umidade em embalagens flexíveis de polietileno.

A Milliken afirma que, com a solução, é possível reduzir a espessura e o peso dos filmes e, em certos casos, até dispensar o uso da camada metalizada, obtendo-se flexíveis monomaterial (somente de polietileno). Tudo isso sem prejuízo do desempenho. “Os ganhos em barreira à umidade são substanciais, variando de 20% a 60%, dependendo da resina e da estrutura aplicadas nas embalagens”, afirma Márcio Biaso, Senior Account Manager da empresa.

O UltraBalance 1002 já é utilizado no mercado internacional, tendo estabelecido novos padrões de acondicionamento em diversos segmentos – entre eles os de cereais matinais, grãos, biscoitos, variados alimentos e produtos de limpeza em pó, assegura a Milliken.

As inscrições para o evento, que será realizado pela plataforma Teams, podem ser feitas por meio deste link.

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Tomra Sorting Recycling lança solução baseada em sensores para triagem e purificação de resíduos reciclados de poliolefinas

18/10/2020

19 de Setembro de 2020 – Segundo a Tomra Sorting Recycling, com as suas novas soluções de seleção baseada em sensores aplicadas a flakes, os recicladores podem agora atingir elevados índices de recuperação e pureza de poliolefinas – polietilenos (PE) e polipropileno (PP). Até agora, as soluções de seleção de flakes da empresa focalizavam-se principalmente em tereftalato de polietileno (PET).

As duas soluções de seleção ótica de flakes – a nova unidade Innosort Flake e o Autosort Flake – fazem parte do conceito “Sinfonia de todos os Tipos” da Tomra, em que a sua nova geração do Autosort e seus produtos complementares trabalham juntos para criar uma sinfonia harmonizada, a fim de selecionar todos os tipos de resíduos com níveis avançados de precisão e sofisticação.  Segundo a empresa, juntos, o novo Innosort Flake e o Autosort Flake adicionam os “sons de flakes puros” à sinfonia da Tomra.

A seleção dos flakes é a etapa final na preparação para a reciclagem de plásticos e ocorre depois que as garrafas já foram moídas, peneiradas, lavadas e secas. Historicamente, a capacidade de seleção de flakes da Tomra Sorting Recycling se concentrou na recuperação de flakes de PET de plásticos mistos. No entanto, segundo a empresa, devido ao desempenho aprimorado oferecido pelo novo Innosort Flake, a Tomra Sorting Recycling agora também passou a oferecer uma linha de seleção ótica completa que consiste em seleção de garrafas e flakes para poliolefinas (PO), com máquinas alinhadas. O Autosort é usado para pré-selecionar o material e o Innosort Flake é usado para a classificação dos flakes.

Autosort Flake

O Innosort Flake original que a Tomra lançou no final de 2018 tinha uma largura total de 1 ou 1,5 metros e foi projetado exclusivamente para a seleção de flakes de PET. Agora, a nova edição do Innosort Flake tem 2 metros de largura e usa o infravermelho próximo (NIR) com tecnologia Flying Beam PO-specific e Dual Full Colour Camera para oferecer alto rendimento. Segundo a Tomra, Flying Beam é a única tecnologia NIR do mercado que permite a correção de sinal automática, de forma contínua, e garante um desempenho de seleção estável e confiável, juntamente com menor manutenção e consumo de energia.

Innosort Flake

A Tomra afirma que a nova tecnologia de sensor NIR oferece uma solução única para aplicações com Poliolefinas (PO). Os flakes de Poliolefinas são selecionados por tipo de material e por cor e o sensor PO específico usado na tecnologia Flying Beam funciona em conjunto com a tecnologia Dual Full Colour Camera para reunir informações espectrais suficientes para selecionar com precisão flakes de PP e PE tão pequenos quanto 2mm. Ela usa uma configuração de câmera frontal e traseira que permite ver a cor de cada flake e identificar até os menores detalhes, como impressões ou tinta. Segundo a Tomra, a unidade pode purificar o fluxo de PE e o fluxo de PP, identificando e removendo a contaminação indesejada do polímero, bem como as impurezas da cor. Quaisquer contaminantes remanescentes são removidos, resultando em níveis de pureza que atendem aos padrões exigidos pela legislação atual do setor e pelos clientes finais, garante a fabricante norueguesa.

Em aplicações de ponta, como na reciclagem “garrafa a garrafa”, onde o nível de contaminação do material de alimentação é baixo mas os requisitos de qualidade são particularmente altos, outra solução de seleção de flakes da Tomra – o Autosort Flake – pode ser usada para atingir tanto uma alta pureza como rendimentos elevados e estáveis, garante a empresa. O Autosort Flake detecta simultaneamente material, cor e metal, afirma a Tomra.

Valerio Sama, chefe de gerenciamento de produtos da Tomra Sorting Recycling, comenta: “Com o uso crescente de poliolefinas – prevê-se que o mercado global de poliolefinas atinja cerca de 400 bilhões de dólares em 2027 – a seleção desse tipo de material se tornará um domínio cada vez mais importante da reciclagem de plásticos. Precisamos ser capazes de aumentar a pureza e o rendimento dos plásticos reciclados a um nível onde o material seja adequado para reutilização em embalagens de alimentos – e também precisamos trazer esse material de volta ao ciclo como parte de um modelo de economia circular.”

Sama continua: ““PE e PP são poliolefinas e, se misturados, impactam negativamente o processo de reciclagem. Separar PE e PP é um desafio complexo, mesmo para a tecnologia de seleção baseada em sensores, mas decidimos desenvolver um novo sensor NIR especificamente para esta aplicação. Com o lançamento de nosso novo Innosort Flake, reforçamos ainda mais nossa posição como o fornecedor de tecnologia para separação de flakes de plástico e adicionamos os “sons de flakes puros” à Sinfonia da Tomra. Nossos clientes podem ainda confiar em nós como “one stop shop” para todas as suas necessidades de seleção de garrafas e flakes. Entretanto, nós não apenas vendemos a tecnologia, mas oferecemos aos nossos clientes um conhecimento profundo da aplicação, experiência em consultoria e suporte de serviço contínuo”.

William Zeng, Gerente de Produto do Innosort Flake na Tomra Sorting Recycling, acrescenta: “Estamos muito satisfeitos por sermos os primeiros na indústria a combinar uma câmera colorida dupla e um sensor NIR específico para Poliolefinas, juntos, em uma única máquina – a nossa nova solução Innosort Flake. Mesmo que os flakes tenham uma cor diferente de cada lado, eles podem ser selecionados conforme necessário. O design altamente flexível da unidade permite que até quatro módulos funcionem independentemente uns dos outros e a largura de dois metros permite que várias etapas de seleção sejam aplicadas na mesma máquina e ao mesmo tempo – como uma nova seleção (seleção por uma segunda vez) e recuperação. É um desenvolvimento muito empolgante na reciclagem de plásticos, do qual temos orgulho de estar na vanguarda”.

Sama conclui: “Nosso foco permanece em melhorias contínuas em nosso desempenho de seleção baseada em sensores – proporcionando maior capacidade, maior eficiência e menores índices de perda. Atualmente, estamos procurando desenvolver uma solução para a seleção de PVC e esperamos compartilhar mais detalhes sobre este projeto no devido tempo”.

A Tomra Sorting Recycling (https:// www.Tomra.com/pt/sorting/recycling)desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. A empresa afirma ter sido responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, possuindo cerca de 6.000 sistemas instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 885 milhões de euros e emprega mais de 4.500 pessoas globalmente.

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Dow desativa produção em plantas de polietileno nas Américas, incluindo em Bahia Blanca (Argentina)

08/05/2020

Jim Fitterling, CEO da Dow, disse, durante uma teleconferência em 30 de abril sobre o balanço do primeiro trimestre de 2020, que a empresa irá paralisar a operação de três unidades de polietileno e duas unidades de elastômeros nas Américas, equivalente a 10% de sua capacidade global. Segundo Fitterling, o objetivo é evitar excesso de oferta e acúmulo de estoques.

“Estamos adotando ações para desativar as unidades ou reduzir as taxas operacionais, de acordo com as tendências da demanda nos EUA, Europa e América Latina”, afirmou.

A Dow planeja paralisar as plantas por pelo menos um mês. A capacidade total das plantas é de cerca de 907.000 toneladas / ano.

As unidades que serão paralisadas um planta de PE em Freeport, Texas (EUA), e duas unidades de PE em fase gasosa – uma em Seadrift, no Texas (EUA), e a outra em Bahia Blanca, na Argentina (foto). Duas unidades de elastômeros Na Louisiana também serão desativadas.

As vendas do primeiro trimestre de 2020 na unidade de embalagens e plásticos especiais da Dow – incluindo PE – caíram 10% para US $ 4,6 bilhões. O volume de vendas foi estável – o crescimento nas vendas de materiais para embalagens de produtos essenciais foi compensado pelas menores vendas de eteno.

No geral, a Dow cortará despesas em US $ 350 milhões e reduzirá sua meta de investimentos para 2020 de US $ 2 bilhões para US $ 1,25 bilhão.

Fitterling enfatizou que a Dow está em uma situação financeira muito boa: “As ações que estamos anunciando hoje se baseiam em nosso foco para fornecer agilidade adicional, impulsionar a geração de caixa e ajustar nossos gastos às realidades atuais”.

Fitterling disse que a Dow tomou essas medidas para equilibrar as reduções na demanda que a empresa viu surgir com a pandemia do COVID-19. “Veremos algum impacto no segundo trimestre nos volumes de venda direcionados para o setor industrial e é por isso que restringimos parte da oferta de materiais”, ele disse. “Isso ocorrerá principalmente como reflexo do desempenho de aplicações industriais, aplicações automotivas e remessas industriais”, acrescentou.

No entanto, Fitterling disse ter esperanças de uma “virada na economia no setor industrial” entre maio e junho, quando as fábricas de automóveis reabrirem nos EUA e Europa. Ele também manifestou otimismo na recuperação geral da crise do coronavírus.

“Estamos começando a receber sinais de alguns estados americanos para uma reabertura em maio e também de algumas partes da Europa como Alemanha, Áustria e Suíça. Acho que, à medida que a confiança aumenta e a testagem avança, as pessoas poderão ter mais segurança para retornar às fábricas e os consumidores também para voltar ao mercado ”, disse Fitterling.

“E, nesse ponto, será fácil reativar essas unidades de PE e atender a essa demanda”, acrescentou.

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Dow oferecerá PEBD e PEBDL baseados em reciclados pós-consumo na América do Norte

15/01/2020

  • Dow combina suas resinas de polietileno virgem com os pellets de resina pós-consumo (PCR) da Avangard Innovative, obtidos a partir de filmes plásticos
  • Contrato exclusivo permitirá lançamento dos primeiros produtos baseados em PCR da Dow na América do Norte

Em um contrato exclusivo, a Avangard Innovative LP, empresa de Houston (Texas) especialista em valorização de resíduos, fornecerá à Dow pellets de resina pós-consumo (PCR) obtidos a partir de filme plástico, o que corresponde a uma adição significativa ao portfólio de circularidade plástica da Dow – alinhado ao objetivo da empresa de promover a economia circular de plásticos.

As duas empresas esperam começar a oferecer no final deste ano as primeiras inovações baseadas em PCR da Dow a clientes norte-americanos que estão exigindo perfis de sustentabilidade mais consistentes em aplicações direcionados, tais como revestimentos, embalagens retráteis e embalagens protetoras, entre outras aplicações. A Dow inicialmente utilizará a PCR da Avangarde para criar produtos de polietileno linear de baixa densidade (PEBDL) e polietileno de baixa densidade (PEBD).

“Estamos oferecendo aos nossos clientes as ferramentas necessárias para fornecer aos consumidores produtos feitos de plástico reciclado, tais como os revestimentos que colocam em suas lixeiras e e a embalagem retrátil que eles usam para empacotar e enviar mercadorias embaladas”, disse Victor Zapata, diretor comercial para reciclagem na América Latina e América do Norte. “Esta colaboração combina a tecnologia de coleta e classificação de resíduos da Avangard e ​​com o conhecimento da Dow em ciência de materiais, além da sua experiência em aplicações e escala operacional, a fim de oferecer um processamento consistente e um fornecimento confiável de PEBD e PEBDL baseados em PCR para nossos clientes em toda a América do Norte”.

Promovendo soluções para a economia circular de plástico

A colaboração entre a Dow e a Avangard impulsiona esforços que garantem que o valor do plástico não seja perdido após apenas somente um ciclo de uso de material.

“Qualquer plástico perdido no meio ambiente como lixo é inaceitável”, disse Nestor de Mattos, vice-presidente comercial da Dow na América do Norte para Embalagens e Plásticos Especiais. “É por isso que estamos colaborando com a Avangard para promover novas soluções que mantenham o valor dos plásticos usados. Esse esforço não apenas ajuda a Dow a atingir suas metas de sustentabilidade, mas também ajuda nossos clientes a alcançarem seus próprios objetivos de sustentabilidade, promovendo a mudança para uma economia cicular dos plásticos “.

Contrato com a Dow dá continuidade ao crescimento da Avangard

O contrato exclusivo para fornecimento de PCR à Dow, que será combinado com resinas virgens para criar novos produtos de PEBD e PEBDL, vem em seguida ao anúncio da Avangard de que está expandindo sua coleta e classificação de filmes no próximo ano – facilitada por uma segunda fábrica em Houston e novas plantas em Nevada e no México .

“A combinação de nossa colaboração com a Dow e a nossa expansão planejada torna este um momento muito emocionante para a Avangard Innovative”, disse Rick Perez, CEO da Avangard. “Construímos uma experiência de coleta e classificação de filmes ao longo de 35 anos, posicionando-nos de maneira única para oferecer materiais de PCR que permitirão à Dow desenvolver produtos circulares para seus clientes “.

A Avangard foi certificada como uma empresa comercial minoritária (MBE) pelo Conselho de Desenvolvimento de Fornecedores Minoritários de Houston (HMSDC) e pelo Estado do Texas.

O portfólio da Dow é composto pelos segmentos Materiais de Desempenho, Intermediários Industriais e Plásticos e oferece aos clientes de indústrias de alto crescimento, tais como embalagens, infraestrutura e bens de consumo, uma gama de produtos e soluções diferenciados. A Dow opera 113 unidades de produção em 31 países e emprega cerca de 37.000 funcionários em todo o mundo. Em 2018, a empresa gerou um faturamento de cerca de US $ 50 bilhões (pro forma)

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ExxonMobil apresenta soluções e aplicações voltadas para a região do Oriente Médio durante a Plastex 2020, no Egito

14/01/2020

  • Destaque em aplicações de embalagem
  • Aumentando o conteúdo reciclado em aplicações de alto valor
  • Apresentando soluções de filmes agrícolas resistentes e que usam menos material

A ExxonMobil demonstrou em seu estande na feira Plastex soluções para uma variedade de aplicações, incluindo embalagens, agricultura, construção civil e higiene e cuidados pessoais. A Plastex 2020 foi realizado no Cairo, Egito, de 9 a 12 de janeiro.

“Há uma demanda crescente na região do Oriente Médio por soluções inovadoras de embalagens que ofereçam desempenho ao mesmo tempo em que façam mais com menos”, disse Adeline Duponchel, gerente regional de desenvolvimento de mercado de polietileno da ExxonMobil. “Na Plastex, os visitantes tiveram a oportunidade de ver soluções inovadoras para uma ampla gama de aplicações, discutir seus desafios e descobrir os benefícios de trabalhar juntos para desenvolver soluções inovadoras e diferenciadas”, complementou Duponchel.

Os principais destaques da presença da ExxonMobil na Plastex incluíram:

▪ Aplicações de embalagem fabricadas com os polímeros de PE Exceed XP, Exceed e Enable, incluindo: Stand-up Pouches totalmente de polietileno (PE); sacos para aplicações pesadas ​​fabricados com polietileno reciclado (PE) em multiciclos; embalagem retrátil (shrink); e, filmes de embalagem stretch.

▪ Repensando a Reciclagem (“Rethink Recycle”) com polímeros Vistamaxx – segundo a ExxonMobil, os polímeros Vistamaxx são elastômeros termoplásticos à base de propileno que são compatíveis com outros materiais poliolefínicos. De acordo com a empresa, é uma solução comprovada e econômica, permitindo uma maior utilização de conteúdo reciclado para aplicações de alto valor. O fabricante afirma que os polímeros Vistamaxx podem melhorar as propriedades de produtos contendo conteúdo reciclado (como resistência ao impacto), agindo como um compatibilizador entre PE e polipropileno (PP) em fluxos de conteúdo reciclado.

▪ Filmes agrícolas. A Exxon Mobil diz que, como os filmes são feitos com polímeros PE de desempenho, eles são mais resistentes e finos que os filmes convencionais, tem uma vida útil mais longa e usam menos material.

“Além do “Rethink Recycle”, os polímeros de desempenho Vistamaxx ajudam a criar novas possibilidades em uma ampla variedade de aplicações, pois podem aprimorar atributos como resistência, aderência, vedação, maciez, clareza, dispersão, adesão, elasticidade e flexibilidade”, disse Gertrud Masure, Gerente de Desenvolvimento de Mercado de Vistamaxx para o EMEAF da ExxonMobil.

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LyondellBasell e Neste anunciam produção em escala comercial de polipropileno e polietileno de baixa densidade de base biológica a partir de materiais renováveis

26/06/2019

Segundo as empresas, esta colaboração marca a primeira vez que polipropileno de base biológica e o polietileno de baixa densidade de base biológica foram produzidos simultaneamente em escala comercial.

A LyondellBasell (www.lyondellbasell.com), uma das empresas líderes no segmento de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, e a Neste (www.neste.com), produtora de diesel renovável a partir de resíduos, anunciaram conjuntamente no dia 18 de junho a primeira produção em paralelo, em escala comercial, de polipropileno de base biológica e de polietileno de baixa densidade de base biológica.

A equipe de produção da LyondellBasell em Wesseling, Alemanha, mostrou o primeiro lote de biopolímeros obtidos a partir de materiais renováveis.

O projeto conjunto utilizou hidrocarbonetos renováveis ​​da Neste, derivados de matérias-primas de base biológicas sustentáveis, como resíduos e óleos residuais, afirma a empresa. O projeto produziu com sucesso vários milhares de toneladas de plásticos de base biológica que, segundo as empresas, são aprovados para a produção de embalagens de alimentos e serão comercializados sob as marcas Circulen e Circulen Plus, a nova família de produtos de economia circular da LyondellBasell.

“A LyondellBasell tem um espírito inovador que abrange décadas e uma realização como essa demonstra ações concretas que estamos tomando em apoio a uma economia circular”, disse Richard Roudeix, Vice-Presidente Sênior de Olefinas e Poliolefinas da LyondellBasell para Europa, Ásia & Internacional. “Através do uso de recursos renováveis, estamos contribuindo para a luta contra a mudança climática e ajudando nossos clientes a atingir suas metas ambientais.”

“Estamos empolgados em permitir que a indústria de plásticos introduza mais materiais de base biológica em sua oferta. É muito gratificante ver os hidrocarbonetos renováveis ​​da Neste operando perfeitamente em uma escala comercial de produção de polímeros de base biológica, fornecendo uma opção de substituição para materiais fósseis “, disse o presidente e CEO da Neste, Peter Vanacker. “Esta colaboração pioneira com a LyondellBasell representa um marco importante na comercialização dos polímeros ​e produtos químicos renováveis da Neste, com foco no desenvolvimento de soluções renováveis ​​e circulares para marcas sustentáveis ​​voltadas para o futuro”.

Pioneirismo

O desenvolvimento anunciado pelas duas empresas combinou as matérias-primas renováveis ​​exclusivas da Neste e as capacidades técnicas da LyondellBasell. Segundo a LyondellBasell, a flexibilidade do seu cracker na unidade de Wesseling, na Alemanha, permitiu o processamento de uma nova matéria-prima renovável, que foi convertida diretamente em polietileno de base biológica e polipropileno de base biológica. As duas empresas afirmam que uma terceira entidade independente testou os produtos poliméricos usando traçadores de carbono e confirmou que eles continham mais de 30% de conteúdo renovável.

A LyondellBasell vendeu alguns dos produtos renováveis ​​produzidos no testes para vários clientes – um deles é a Cofresco, uma empresa do Grupo Melitta (com marcas como Toppits® e Albal®) que é o principal fornecedor europeu de produtos de marca no segmento de filmes para uso doméstico. A Cofresco planeja usar o polietileno de base biológica Circulen Plus para criar materiais sustentáveis para embalagem de alimentos.

A LyondellBasell é uma das maiores empresas de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, vendendo produtos em mais de 100 países. A empresa é a maior produtora mundial de compostos de polímeros e o maior licenciador de tecnologias de poliolefinas.

A Neste é um produtor de diesel renovável, refinado a partir de resíduos, oferecendo soluções ​​também para as indústrias de aviação e plásticos. A empresa também é um refinador de produtos petrolíferos. Em 2018, a receita da Neste foi de 14,9 bilhões de euros.

Fonte: Lyondell Basell

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Chevron Phillips em negociação para comprar a canadense Nova Chemicals – Reuters

23/06/2019

A Chevron Phillips Chemical Corp está considerando fazer uma oferta de U$ 15 bilhões pela Nova Chemicals, empresa com sede em Calgary (Canada). A oferta inclui a dívida da Nova.

A joint venture entre a Phillips 66 e a Chevron Corp, sediada em Woodlands (Texas, EUA), que já é uma grande empresa petroquímica global, pode se expandir mais ainda com a aquisição da Nova Chemicals.

Fontes não identificadas disseram à Reuters na quinta-feira (20/06) que a Chevron Phillips já fez a proposta, mas há a possibilidade de outro comprador ainda surgir. O dono da Nova Chemical, o fundo soberano de Abu Dhabi, Mubadala Investment Co., vem tentando vender a petroquímica desde o início do ano, mas não há nenhuma certeza de que irá aceitar a proposta da Chevron Philiphs Chemical. A Mubadala também pode decidir manter uma participação na Nova Chemicals, acrescentou uma das fontes.

Tanto a Chevron Phillips Chemical Co. como a Nova Chemicals não confirmaram as informações.

Fundada em 1954, a Nova Chemicals relatou um Ebitda de U$ 271 milhões no primeiro trimestre de 2019, abaixo dos U$ 418 milhões registrados no mesmo período de 2018, de acordo com dados do site da empresa.

A Nova Chemicals tem 2.900 funcionários globalmente e fabrica polietileno e etileno. Produz também poliestireno expandido usado na construção, em embalagens, copos e recipientes, manuseio de materiais, segurança e outras aplicações.

Se o negócio se concretizar, pode fazer da Chevron Phillips a terceira maior produtora de polietileno da América do Norte, logo após a Exxon Mobil Chemical Company e a Dow Chemical Company, disse Ashish Chitalia, analista da área química da firma de pesquisa Wood Mackenzie. A aquisição também significará que a Chevron Phillips se tornará a maior produtora de polietileno de alta densidade na América do Norte, seguida pela LyondellBasell, acrescentou Chitalia.

Uma das variáveis a serem levadas em conta na transação é o fato de que há expectativas de que haja excesso de oferta de polietileno nos próximos três anos. Além disso, a indústria petroquímica está lutando com os impactos da guerra comercial EUA-China, que pode reduzir os preços e prejudicar o crescimento nos EUA.

O governo de Abu Dhabi adquiriu a Nova Chemicals em 2009 por U$ 500 milhões, evitando que a empresa se submetesse a uma reestruturação financeira, em virtude da sua alta dívida na época. Desde então, os negócios da Nova cresceram rapidamente, como resultado da expansão vertiginosa das atividades de shale gas na América do Norte.

No ano passado, a Dow venceu uma ação judicial de US $ 1 bilhão contra a Nova em uma disputa relacionada a um cracker de etileno em Alberta.

No início deste ano, a joint venture da Nova com a Borealis AG, sediada em Viena, chamada Novealis, iniciou a construção de uma unidade de 625.000 toneladas métricas de Polietileno, em Pasadena, Texas, em parceria com a petrolífera francesa Total SA. A unidade pertence a uma joint venture Total-Novealis denominada Bayport Polymers LCC e deve iniciar operações em 2021.

Outros grandes projetos incluem um cracker e uma expansão de polietileno em Sarnia, Ontário, com previsão de partida para o quarto trimestre de 2021 e um recente projeto de flexibilização de matérias-primas em Sarnia.

Fundada no ano 2000, a Chevron Philips Chemical tem instalações fabris nos Estados Unidos, Cingapura, Arábia Saudita, Catar e Bélgica. O faturamento total da empresa foi U$ 12 bi no ano passado, de acordo com seu site.

Fonte: Reuters, Calgary Herald, Chron

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Braskem e Antilhas lançam embalagem monomaterial para embalagens Stand up Pouch

17/05/2019

O produto reforça o conceito de Economia Circular ao favorecer o processo cíclico de reciclagem e retorno do produto à cadeia.

Em linha com seu compromisso em Economia Circular, a Braskem se uniu à Antilhas Flexíveis, empresa brasileira e reconhecida no mercado por suas inovações em embalagens, para o desenvolvimento de uma embalagem stand-up pouch monomaterial. A novidade foi apresentada durante a Feiplastic 2019, de 22 a 26 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

“A transformação da Economia Linear para a Economia Circular passa por desenvolvimentos como esta embalagem, que tem todo o seu ciclo produtivo considerado de forma sustentável. Estamos muito satisfeitos em apresentar esta solução ao mercado durante a Feiplastic, demonstrando que a tecnologia é uma grande aliada na criação de produtos que favorecem a reciclagem e se mantém competitivos”, afirma Yuri Tomina, gerente de Desenvolvimento de Mercado de Polietileno da Braskem.

Embalagens monomateriais, ou seja, produzidas a partir de uma única matéria-prima, favorecem a cadeia de reciclagem plástica, pois facilitam o processo de separação dos materiais. Segundo Tomina, o compromisso da Braskem em prol da Economia Circular define iniciativas que a companhia adotou para estimular o ciclo sustentável da cadeia plástica e, entre elas, está o trabalho com parceiros na concepção de produtos que ampliem a eficiência da reciclagem e o retorno do produto à cadeia.

Fabio Sant’ana, especialista de Desenvolvimento de Mercado de Polietileno da Braskem, explica que a companhia se uniu à Antilhas Flexíveis para chegar nesta solução. “Feita totalmente à base de polietileno, este produto tem alto índice de reciclabilidade por não possuir mistura de matérias-primas. Desta forma, sua reciclagem gera uma resina pós-consumo de maior qualidade e, consequentemente, com uma gama maior de possibilidades de aplicação”, explica.

A produção de embalagens stand-up pouch – que se mantém em pé independentemente da matéria que envolve – em puro polietileno, sem laminação, foi realizada com a tecnologia EB (Electron Beam). O processo inovador de impressão externa por cura com feixe de elétrons foi patenteado com exclusividade pela Antilhas.

“O processo garante qualidade de impressão superior, com o mesmo brilho de material laminado e possibilidade de acabamentos externos com apelo sensorial. A tecnologia permite ainda benefícios adicionais com um processo que gera a redução de até 50% no consumo de energia elétrica, sem perder a qualidade de cor e brilho do material final e redução de até 95% dos compostos orgânicos voláteis, fator que reduz a emissão de gases causadores do efeito estufa”, afirma Rodrigo Massini, gerente executivo da Antilhas Flexíveis.

A embalagem stand-up pouch monomaterial já está disponível ao mercado e pode ser utilizada em aplicações nos setores de cosméticos e alimentício. Os visitantes da Feiplastic puderam conferir protótipos do material no estande da Braskem, onde também foram expostos exemplos do produto já produzido a partir da embalagem monomaterial reciclada, com identificação de matéria-prima 100% oriunda de polietileno reciclado.

“Estamos muito satisfeitos em apresentar aos clientes a solução completa, com demonstração do desenvolvimento tecnológico aplicado na solução e a qualidade do produto pós-consumo gerado a partir desta inovação”, ressalta Sant’ana.

A Antilhas atua no mercado de embalagens em papel, cartão e plástico flexível. Fundada há 30 anos, a unidade de negócios de flexíveis da Antilhas Embalagens possui o selo FSSC 22000 – Certificação de Sistema de Segurança de Alimentos. A Antilhas Flexíveis tem como destaque entre seus produtos, além do processo de impressão com a tinta Gelflex-EB®, o Stretch Hood, filme de Polietileno (PE) extrudado utilizado para a unitização de embalagens de transporte.

Fonte: Braskem

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ExxonMobil apresenta novas soluções para reciclagem e embalagens flexíveis durante Feiplastic 2019

22/04/2019

  • Destaque para o projeto de recicalgem de redes de pesca descartadas utilizando polímero de desempenho Vistamaxx™
  • Apresentando a nova resina Exceed™XP 8784 para soluções de embalagens flexíveis
  • Apresentando soluções para embalagens flexíveis, filmes para agricultura, compostos, indústria automotiva e PVC

A ExxonMobil demonstrará durante a Feiplastic 2019 (stand L43) como seu portfólio de polímeros pode ajudar a criar novas soluções para os desafios contemporâneos. O evento está ocorrendo no Expo Center Norte, São Paulo/SP – Brasil, de 22 a 26 de Abril. Os destaques da empresa são novos produtos e aplicações que estão sendo apresentados para os mercados brasileiro e latino-americano pela primeira vez:

▪ Repensando a reciclagem com o polímero Vistamaxx™, como parte do projeto Atando Cabos para compatibilização de PE e PP – redes de pesca descartadas na costa chilena foram transformadas em produtos de qualidade.
▪ Exceed™ XP 8784 – novo grade de resina de polietileno que, segundo a empresa, oferece processabilidade aprimorada aliada a alta resistência mecânica, com propriedades de selagem para filmes multicamadas para aplicações de embalagens laminadas, filmes com barreira, sachês e embalagens para produtos congelados.

“A Feiplastic é o ambiente perfeito para apresentação de novos grades e de aplicações inovadoras para os mercados brasileiro e latino-americano, ”, afirma David Hergenrether (vice-presidente da linha de negócio de polietileno da ExxonMobil). “Queremos encontrar nossos clientes e novos potenciais da região durante a feira para discutir desafios do mercado e demostrar como, juntos, podemos criar soluções diferenciadas.”

Os clientes que forem visitar o stand da ExxonMobil na Feiplastic poderão discutir inovações e planos com os especialistas em polímeros da empresa, que poderão apresentar informações adicionais sobre soluções em diversas áreas de aplicação:

▪ Embalagens e filmes para agricultura com uso dos polímeros Exceed ™ XP, Exceed ™ e Enable ™.
▪ Novas soluções para compostos e blendas com os polímeros Vistamaxx™ e aditivos Oppera™
▪ Vedações automotivas duráveis e leves com termoplástico vulcanizável Santoprene™ (TPV’s)
▪ Piso de PVC mais flexível, fios e cabos e partes automotivas com plastificantes Jayflex™ DINP e DIDP que, segundo a empresa, promovem um balanceamento de propriedades com desempenho e permanência.

A ExxonMobil Química é uma das maiores empresas químicas do mundo e detém uma posição de liderança na produção de commodities de produtos químicos, possuindo capacidade produtiva em todas as regiões do globo para atender mercados grandes e de rápida expansão. Mais de 90% da capacidade de produção de produtos químicos da ExxonMobil está integrada com suas refinarias ou plantas de processamento de gás natural.

Fonte: Assessoria de Imprensa – ExxonMobil

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Olimpíadas de 2020: hóquei sobre a grama contará com gramado de polietileno derivado da cana-de-açúcar da Braskem

26/01/2019

Braskem e alemã Polytan serão as fornecedoras dos campos de hóquei, produzidos a partir do polietileno “verde” I’m greenT, para os Jogos Olímpicos de Tóquio, no ano que vem

Tóquio estabeleceu para si mesma o objetivo de organizar, em 2020, a primeira edição dos Jogos Olímpicos da história com neutralização de carbono, utilizando tecnologias verdes. A Polytan, fornecedora líder de campos de hóquei de primeira linha, e Parceira Global da FIH (Federação Internacional de Hóquei), está contribuindo de maneira importante com esta meta ao desenvolver o gramado sustentável Poligras Tokyo GT produzido com 60% de seus filamentos a partir da tecnologia do polietileno renovável I’m greenTM, da Braskem. A Polytan está utilizando o plástico verde para adicionar uma dimensão sustentável ao campo de fibras de monofilamento (grama sintética), feitas a partir do polietileno e já reconhecidas pelo mercado.

Uma camada feita de base elástica garante absorção ideal e constitui parte importante de todo o sistema do gramado de hóquei. A camada elástica da Polytan PolyBase GT confere ao gramado um equilíbrio ambiental ainda maior. Um aglutinante de alto desempenho, graças às suas baixas emissões de CO2, é utilizado para a amarração elástica permanente dos grânulos.

“A FIH está contente com o fato de que essa nova tecnologia de gramado apoiará o objetivo de Tóquio quanto à neutralização de carbono e contribuirá de forma positiva para os Jogos. Temos uma prioridade estratégica de melhorar a pegada ambiental do hóquei, por isso parcerias com empresas progressivas, como Polytan e Braskem, são cruciais. Estamos satisfeitos em constatar que este gramado sintético utiliza 66% menos água do que os campos de edições anteriores dos Jogos Olímpicos. A FIH acredita que o hóquei pode contribuir para um meio ambiente mais sustentável a partir da utilização de todas as possibilidades tecnológicas oferecidas pelo gramado moderno”, afirma o CEO da FIH, Thierry Weil.

“Com o desenvolvimento da Poligras Tokyo GT, conseguimos não apenas tornar o campo de hóquei mais sustentável, como também melhorar seu desempenho de maneira significativa. O gramado da modalidade nunca foi tão ecologicamente correto e nunca antes permitiu um jogo tão dinâmico e preciso”, diz Friedemann Söll, diretor de Gestão de Produtos da Polytan.

“Estamos muito orgulhosos pela escolha da Polytan e da FIH pelo polietileno I’m greenTM da Braskem para os campos de hóquei dos jogos de Tóquio em 2020. A cidade estabeleceu para si mesma o objetivo de organizar a primeira edição dos jogos com neutralização de carbono, e estamos felizes pelo fato de que a Braskem possa contribuir também”, acrescenta Marco Jansen, diretor comercial de Química Renovável da Braskem para Europa e América do Norte.

O polietileno verde I’m greenTM é um plástico obtido a partir do etanol da cana-de-açúcar. A Polytan optou por essa matéria-prima para a produção do seu gramado artificial pelo impacto positivo da pegada de carbono do polietileno verde I’m greenTM em relação ao polietileno de origem fóssil. Cada quilo do polietileno verde utilizado nos campos durante as olímpiadas evitará a emissão de quase 5kg de CO2, afirma a Braskem

Os pisos sintéticos da Polytan incluem desde superfícies de absorção de impacto leve até campos multifuncionais para todos os tipos de clima, além de superfícies de alta velocidade para eventos esportivos internacionais. Além do desenvolvimento, da fabricação e da instalação de suas próprias superfícies esportivas, a gama de serviços oferecidos pela Polytan também inclui marcação de linhas, reparo, limpeza e manutenção.

Fonte: Braskem

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Linha de Resinas Maxio, da Braskem, incorpora primeira resina em polietileno para rotomoldagem

12/12/2018

Lançamento tem foco nos setores de construção civil, infraestrutura e agronegócio

Para atender a mercados com níveis técnicos e de qualidade mais exigentes, a Braskem lançou o primeiro grade de polietileno para se juntar à família Maxio, o PEAD HD4601U, que permite aumento da produtividade e economia de insumos, segundo a empresa.

A Braskem afirma que a resina HD4601U, com sua alta resistência e durabilidade, atenderá a clientes que atuam nos setores de construção civil / infraestrutura e do agronegócio, podendo ser aplicado em cisternas, tanques grandes, poços de visita e peças para máquinas agrícolas que exigem elevada resistência mecânica.

A nova resina possibilita que o processo de transformação por rotomoldagem ocorra de maneira mais rápida se comparada às resinas similares, resultando em menor consumo de energia e maior produtividade, garante a empresa

A linha Maxio é composta por resinas que proporcionam redução do consumo de energia, maior produtividade e redução de peso do produto final, o que gera mais eficiência e, consequentemente, ganhos ambientais. Os benefícios são obtidos graças à evolução contínua das resinas, preservando ou melhorando propriedades mecânicas, químicas e óticas de produtos acabados.

De acordo com o especialista em rotomoldagem da área de Engenharia de Aplicação da Braskem, Eliomar Pimento, com o uso do novo grade foi possível verificar que houve a redução de 7% a 10% do tempo de ciclo de produção de cada peça, uma economia anual com gás natural de aproximadamente R$ 130 mil e de 1.600 kWh de energia elétrica, além da redução das emissões de CO2 em mais de 130 toneladas (dados reais aplicados).

“Com o desenvolvimento desta resina em novas aplicações, identificamos junto aos nossos clientes um potencial ganho de produtividade e economia no processo, mantendo seu excelente balanço entre rigidez e resistência ao impacto em peças de grandes volumes e alinhado ao conceito da família Maxio”, destaca Pimenta.

“A Braskem está trazendo ao mercado uma resina com propriedades já conhecidas atendendo demandas de alto desempenho, porém, a partir de agora, contribuindo também com uma maior eficiência produtiva de nossos clientes e redução do impacto ambiental”, afirma Fabiano Zanatta, responsável comercial de rotomodagem da Braskem.

Fonte: Braskem

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RadiciGroup, Versalis e Safitex se unem para reciclar grama sintética de campos esportivos

15/11/2018

Versalis (Eni), RadiciGroup e Safitex uniram forças para tornar reciclável a grama sintética de campos esportivos, em linha com os princípios da economia circular. O projeto foi apresentado na Ecomondo, feira de tecnologias verdes realizada em Rimini (Itália), de 5 a 8 de novembro, e é o resultado da colaboração entre a Versalis, fornecedora da matéria-prima (polietileno), RadiciGroup, fabricante de fibras para aplicações esportivas, e a Safitex, fabricante de grama sintética.

O projeto envolve uma cadeia de fornecimento totalmente italiana e visa reforçar a circularidade desta aplicação, a fim de reduzir seu impacto ao final da vida útil. Atualmente, o gramado sintético é descartado em aterros ou incinerado, o que produz emissões de gases de efeito estufa. Graças à colaboração entre estes três líderes industriais italianos, em busca do caminho “Made Green in Italy”, o gramado sintético pode agora ser reciclado ao final de sua vida útil, assim como os outros plásticos: será recolhido, triturado e processado para outras aplicações na área de esportes (caneleiras, cotoveleiras) ou para mobiliário (vasos, acessórios e equipamentos de jardinagem).

Para avaliar o desempenho ambiental do projeto, as três empresas realizaram uma Avaliação do Ciclo de Vida (LCA), cada uma para seu próprio produto, quantificando o impacto ambiental com dados científicos e regras de cálculo válidas em todos os países europeus. Os resultados dos estudos realizados sobre o polímero (Versalis), fibras (Radigreen da RadiciGroup) e gramado (EcoNext da Safitex) foram verificados por um organismo de certificação independente (Certiquality), que emitiu, para cada um deles, um certificado de Pegada Ambiental do Produto (* PEF ) – método reconhecido em toda a Europa que permite medir o desempenho ambiental dos produtos ao longo de todo o seu ciclo de vida.

Fonte: Assessoria de Imprensa – RadiciGroup

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Embalagens do Café Favorito serão produzidas com Polietileno Verde da Braskem

05/10/2018

A Braskem será fornecedora de Plástico Verde para a tradicional marca carioca Café Favorito. A resina será aplicada nas embalagens para café almofada de 500g.

“Anualmente, produzimos mais de um milhão de toneladas de café, vendido principalmente nas regiões dos Lagos e Serrana e no sul do estado do Rio de Janeiro. O uso do Plástico Verde em nossas embalagens reforça nosso esforço na busca de uma atuação sustentável”, explica Adriana de Oliveira, diretora comercial do Café Favorito.

Atualmente, mais de 150 marcas mundo afora já adotaram o Plástico Verde em embalagens para os mais diversos segmentos, como alimentício, higiene pessoal e bens duráveis. Com as mesmas propriedades e desempenho do polietileno de origem fóssil, a resina renovável pode ser utilizada nas mesmas cadeias produtivas do plástico e da reciclagem convencionais.

A embalagem do Café Favorito utilizará o selo I’m greenTM para que o consumidor possa reconhecer a aplicação do Plástico Verde em sua composição. “Para conquistar o diferencial do uso do selo, o produto precisa conter, ao mesmo, 51% de material renovável. A avaliação é feita por meio de um teste de verificação de carbono 14”, explica Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

A Braskem produz polietileno de origem renovável desde 2010, no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). Com capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano, esta é a maior unidade industrial de eteno derivado do etanol do planeta.

Fonte: Braskem

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Polietileno “Verde” da Braskem é apresentado em linha de tubos da Irritec na Feira da Irrigação em Campinas

18/09/2018

A Irritec, fabricante de origem italiana, apresenta na Feira Internacional da Irrigação 2018, em Campinas (SP), entre os dias 19 e 21 de setembro, sua nova linha de tubos MultibarTC para aplicação em cultivos de árvores e pomares, vinhedos e viveiros de mudas. Os produtos são feitos com o polietileno I’m greenT, de origem renovável.

Segundo o fabricante, a linha traz três características particulares que a tornam ideal para instalação em áreas com declive acentuado e para culturas com ciclos de fertirrigação frequentes: dispositivo autocompensante, que regula a vazão de aplicação e garante a uniformidade de aplicação ao longo da linha; dispositivos antidrenante, que permite que todos os gotejadores abram e fechem simultaneamente, o que garante alta precisão na irrigação; e também o dispositivo anti-sifão, que evita que entrem sujeiras no gotejador quando o tubo é esvaziado.

“Por se tratar de um projeto pioneiro na agricultura, é muito relevante para a área de Químicos Renováveis da Braskem, já que marca a entrada do Plástico Verde no segmento de irrigação”, conta Pedro Moldenhauer de Lima, Gerente Comercial da Braskem.

O polietileno I’m greenT, derivado da cana-de-açúcar, conta com a mesma resistência, durabilidade e peso do plástico convencional derivado do petróleo. O material também é 100% reciclável.

Luiz Carlos Fernandes, Diretor Geral da Irritec, conta que a empresa escolheu adotar o Plástico Verde na linha MultibarTC porque se trata da linha de produtos com maior valor agregado e também são aqueles que apresentam a maior vida útil, sendo assim os mais indicados para serem produzidos com material sustentável. “Faz parte da missão da Irritec a busca contínua de materiais e soluções inovadoras que garantam a criação de produtos cada vez mais eficientes para a Agricultura, com o menor impacto ambiental”, conta o executivo.

O tubo gotejador fabricado com o Plástico Verde ainda apresenta o diferencial de ser um produto alinhado com a tendência mundial de buscar soluções sustentáveis ecologicamente. “Nada mais interessante de que termos um produto destinado à aplicação no campo produzido com material vindo do próprio campo”, afirma Fernandes.

Serviço:
Lançamento da linha na II FIIB (Feira Internacional de Irrigação do Brasil – www.feiradeirrigacao.com.br )
Local: EXPO Dom Pedro – Av. Guilherme Campos, 500 – Jardim Santa Genebra – Campinas (SP) –
Anexo ao Parque D. Pedro Shopping.
Data: 19 a 21 de setembro de 2018
Horários da feira: Das 9h às 17h | Entrada gratuita

Fonte: Braskem

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Polietileno “verde” da Braskem é utilizado em linhas de cadeiras lançadas pela Tramontina

26/07/2018

Feito à base de cana-de-açúcar, material possui mesma resistência, durabilidade e peso do plástico derivado de fontes fósseis

Combinar sofisticação em design com práticas ecologicamente corretas é a proposta das cadeiras Jet e Paco, resultado da parceria entre a Braskem e a Tramontina. Os produtos são feitos com o Plástico “verde” I’m greenT.

A resina “verde”, derivada da cana-de-açúcar, possui as mesmas características físicas do PE convencional, podendo ser totalmente aproveitada pela cadeia de reciclagem tradicional. Segundo a Braskem, um dos seus principais diferenciais é a captura de 3,09 toneladas de CO2 a cada tonelada produzida, contribuindo para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa na atmosfera.

Com a mesma resistência, durabilidade e peso das cadeiras feitas com o plástico de origem fóssil, as linhas Jet e Paco utilizam o selo I’m greenT da Braskem, para que o consumidor reconheça os produtos feitos com o Plástico “verde”, produzido em sua fábrica localizada em Triunfo, no Rio Grande do Sul (RS). A planta possui capacidade para a produzir 200 mil toneladas de resina renovável por ano.

Para veicular o selo, as peças precisam passar por um teste de verificação do carbono 14, o mesmo feito para saber a idade de materiais fósseis. Para ser aprovada, a peça precisa conter ao menos 51% de material renovável.

As cadeiras Jet e Paco já estão sendo vendidas em lojas on-line e físicas.

Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, e receita líquida de R$ 50 bilhões (em 2017). Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Há 107 anos a Tramontina iniciou como uma pequena ferramentaria no Sul do Brasil, na cidade de Carlos Barbosa (RS). Hoje produz mais de 18 mil itens em dez fábricas no país – oito no Rio Grande do Sul, uma em Belém (PA) e outra em Recife (PE). Atualmente, conta com mais de oito mil colaboradores e leva seus produtos para mais de 120 países, nos segmentos utensílios e equipamentos para cozinha, eletros, ferramentas para agricultura, jardinagem, manutenção industrial e automotiva, veículos utilitários, construção civil, além de materiais elétricos e móveis de madeira ou plástico.

Fonte: Braskem

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Braskem se une com produtores para o desenvolvimento de embalagens para exportação de frutas

01/03/2018

Parceria entre empresas brasileiras vai garantir mais qualidade e proteção ao mamão papaia

Para fortalecer suas vendas externas e aumentar sua rentabilidade, o grande desafio do fruticultor brasileiro é garantir a proteção e a conservação de seus produtos até que cheguem às mãos do consumidor. Atenta às demandas do agronegócio brasileiro, a Braskem desenvolveu, em parceria com clientes, uma nova solução em plástico exclusiva para o mercado de mamão papaia.

A petroquímica trabalhou junto com a Union of Growers of Brazilian Papaya (UGBP), empresa de produtores de Linhares (ES) – região conhecida como capital nacional da exportação de mamão. Juntas, as empresas desenvolveram uma embalagem mais segura e atrativa e o grande desafio foi encontrar um filme apropriado para a aplicação e que não prejudicasse a fruta. “A gente queria oferecer um ganho de qualidade ao consumidor e fixar a nossa marca. Para isso, conseguimos desenvolver juntos uma embalagem que atendesse a todos os requisitos”, afirma Rodrigo Martins, diretor da UGBP.

Agora, o mamão papaia é exportado para outros países envolvido em um filme de polietileno, que confere a qualidade, segurança e estética que os agricultores capixabas desejavam. Segundo Martins, a utilização do plástico pode reduzir alguns dos prejuízos mais comuns às frutas no mercado. Após diversos testes, constatou-se que a embalagem permite a maturação mais uniforme da fruta, garante a proteção contra contaminações e aumenta o tempo de exposição nas bancas em até quatro dias.

A nova embalagem já está disponível no Brasil e nos Estados Unidos – um dos principais consumidores de mamão papaia no mundo – nas versões individual e caixa. “A parceria com os produtores da UGBP foi muito produtiva e bem-sucedida. Nosso maior desafio foi alinhar a tecnologia da nossa resina com as demandas dos agricultores, sempre visando os desejos do consumidor em mercados tão diferentes, no Brasil e no exterior. Foi mais um teste bem sucedido para o portifólio da Braskem no setor de embalagens”, observa Albertoni Bloisi, responsável pela área de Desenvolvimento de Mercado na Braskem.

Com produção média de 600 toneladas de papaia por mês, a UGBP exporta para França, Alemanha, Itália, Holanda, Portugal, Polônia, Espanha, Inglaterra, Canadá e Estados Unidos. No mercado nacional, a organização vende para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Fonte: Braskem

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A trajetória de inovação em embalagens multicamadas para a indústria de alimentos

11/01/2018

Por Angels Domenech (*)

A demanda global por embalagens plásticas de alto desempenho continua a crescer e estar na vanguarda de avanços importantes que possibilitem o desenvolvimento de embalagens inovadoras e com novas funcionalidades, além de sustentáveis, é essencial. As soluções devem atender às principais exigências e tendências dos consumidores, entre as quais, embalagens capazes de manter os alimentos frescos por mais tempo, que sejam mais leves e resistentes e que ofereçam sistemas de abertura e fechamento rápido, características que garantem mais praticidade para o consumidor.

Um dos grandes desafios globais é melhorar a conservação dos alimentos para, com isso, atender ao crescimento estimado de 70% na demanda global por alimentos entre 2000 e 2050. Esse cenário tem levado a um aumento nas instalações de equipamentos de coextrusão de filmes de barreira e no uso de materiais com propriedades de barreira ao oxigênio a fim de ampliar o tempo de vida útil dos alimentos, minimizando os processos oxidativos. Entre os materiais de barreira tradicionais estão os copolímeros de etileno e álcool vinílico (EVOH), que oferecem barreira ao oxigênio; as poliamidas (PA), que se caracterizam por sua resistência à perfuração; e os politereftalatos de etileno (PET), que apresentam alta rigidez, além de características óticas que possibilitam embalagens diferenciadas por suas propriedades de brilho e transparência.

As embalagens também devem ser tratadas com base em um enfoque holístico que vai além da camada estrutural, ou seja, que considere os requisitos funcionais de todas as camadas que acompanham os materiais de barreira. Dessa forma, é fundamental oferecer soluções capazes de melhorar a qualidade dos produtos reciclados, independentemente de incluírem ou não materiais com propriedades de barreira e, com isso, contribuir para ampliar o valor funcional e sustentável das embalagens.

Entre as camadas que compõe as embalagens, estão

· Camada de selagem: no caso das embalagens com altas propriedades de barreira, se o selante não oferecer a hermeticidade adequada, há o risco de se perder totalmente a barreira e, consequentemente, o conteúdo.
· Camada de adesivo: as resinas tradicionais de barreira (EVOH, PA ou PET) contêm grupos polares, enquanto as outras camadas de filme (a de selagem, por exemplo) são compostas de material poliolefínico não polar, o que requer uma camada de adesivo para unir as camadas durante todo o ciclo de vida da embalagem.
· Camada de tenacidade: previne a perda de barreira resultante de rupturas durante o transporte e manipulação da embalagem. Essa camada, que geralmente tem como base uma poliolefina como, por exemplo, o polietileno, requer o uso de adesivos para se manter unida ao material de barreira.

Como mencionado, as embalagens contêm uma camada de selante que deve garantir sua hermeticidade e, consequentemente, uma melhor conservação dos alimentos. As resinas que garantem essa melhor conservação dos alimentos, amplamente utilizadas no setor de embalagens flexíveis com barreira, vêm demonstrando excelente eficácia de selagem contra os contaminantes presentes em alimentos tradicionais acondicionados em embalagens de barreira, como carnes, queijos e molhos, entre outros.

Para a camada de adesão em processos de coextrusão com materiais de barreira, existem soluções exclusivas para o mercado crescente de embalagens de barreira submetidas a tratamentos térmicos como, por exemplo, as embalagens para alimentos prontos. Entre as resinas, estão produtos que oferecem uma ótima adesão entre as camadas de barreira: por exemplo, entre EVOH ou PA e a camada subsequente da embalagem, geralmente à base de polipropileno para resistir ao tratamento térmico.

Para a camada de tenacidade, existem resinas que se destacam por seu excelente desempenho em termos de propriedades mecânicas e óticas. Neste ponto, as resinas que oferecem um equilíbrio inédito entre rigidez e resistência, facilidade de processamento e uso mais eficiente dos materiais sem prejuízo para as propriedades, possibilitam embalagens mais sustentáveis.

Em função do compromisso das empresas com a sustentabilidade e a demanda entre os consumidores por embalagens com menor impacto ambiental, torna-se cada vez mais imprescindível oferecer soluções que possibilitem a reciclagem, com perda mínimo de valor, tanto dos materiais de barreira (polares) quanto dos materiais poliolefínicos (não polares) presentes nas embalagens, o que é possível no caso do propileno e do polietileno.

Dadas as vantagens claras que oferecem, o uso das embalagens de barreira deverá continuar a crescer, razão pela qual torna-se cada vez mais necessário gerenciar soluções que facilitem a reciclagem dos filmes de barreira pós-consumo sem comprometer seu desempenho ou estética.

Para que esses filmes de barreira pós-consumo possam ser reciclados, é necessário uma boa compatibilidade entre os materiais de barreira e os outros materiais. Compatibilizantes que apresentam alta reatividade e viscosidade ultrabaixa. A viscosidade facilita a dispersão de uma maneira uniforme na matriz poliolefínica e a reatividade faz com que as resinas de barreira polares, como EVOH ou PA, fiquem encapsuladas, rodeadas pelo compatibilizante, que atua como um surfactante. Os benefícios oferecidos por essa nova tecnologia vão além da sustentabilidade: é possível reutilizar os resíduos dos materiais de barreira gerados durante a conversão das embalagens nas próprias embalagens.

Testes têm demonstrado que os novos filmes fabricados com os compatibilizantes que apresentam alta reatividade e viscosidade ultrabaixa mantêm a mesma transparência que a do filme de controle e que a resistência ao impacto é mantida ou melhorada. Estes compatibilizantes oferecem a possibilidade de se utilizar os resíduos dos filmes de barreira para substituir parte do polietileno, garantindo, assim, melhor aproveitamento dos produtos reciclados.

Assim, é fundamental trabalhar em conjunto com todos os participantes da cadeia de valor de embalagens e liderar o desenvolvimento de produtos e soluções integradas para as embalagens para alimentos, tratando de um dos problemas mais urgentes da nossa sociedade: a redução do desperdício de alimentos.

(*) Angels Domenech é diretora de Pesquisa & Desenvolvimento para Embalagens & Plásticos de Especialidades da Dow para a América Latina.

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Aramco e SABIC assinam acordo de 20 bilhões de dólares para construção de complexo industrial para conversão de petróleo bruto em químicos e plásticos

27/11/2017

As duas maiores empresas da Arábia Saudita, Saudi Aramco e SABIC, assinaram um acordo para construir uma megacomplexo integrado de refino de petróleo e geração petroquímica, com investimentos previstos de 20 bilhões de dólares. A instalação converterá petróleo bruto em produtos químicos e plásticos. O acordo governa a execução do Projeto Básico (Front End Engineering Design -FEED), com duração prevista de dois anos, antes da tomada de decisão final sobre o investimento.

O complexo, que processará 400 mil barris de petróleo bruto por dia e produzirá 9 milhões de toneladas de produtos químicos e derivados quando iniciar suas operações em 2025, ajudará a diversificar a economia da Arábia Saudita, hoje preponderantemente dependente de exportações de petróleo bruto, afirmou o CEO da Aramco, Amin Nasser, durante a cerimônia de assinatura do Memorando de Entendimento com o CEO da SABIC, Yousef al Benyan, na cidade de Dharan.

A construção do complexo deverá se iniciar no último trimestre de 2019 e deverá criar aproximadamente 30.000 empregos diretos e indiretos. Até 2030, espera-se que a planta tenha um impacto de 1,5 porcento sobre o PIB da Arábia Saudita. Como possível localização para o complexo, a Saudi Aramco está avaliando a cidade portuária de Yanbu, situada às margens do Mar Vermelho e que já é um centro industrial, afirmou Nasser.

O CEO da SABIC, Yousef al-Benyan, disse que esta é a primeira vez que as duas maiores empresas de Arábia Saudita cooperam num empreendimento industrial conjunto e afirmou que a participação das duas empresas no novo projeto será compartilhada por igual.

O objetivo do projeto compartilhado pela Aramco, conhecida formalmente como Saudi Arabian Oil Co., e pela Sabic (Saudi Basic Industries) é produzir químicos e derivados para atender ao crescente mercado de bens de consumo, particularmente na Ásia, além de produzir matérias primas plásticas, tais como Polietileno e Polipropileno, além de butadieno e aromáticos.

Fontes: Reuters / Bloomberg

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Braskem fecha parceria com Pegasus Polymers para distribuir Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular na China

02/10/2017

Petroquímica busca expandir o acesso a clientes e mercados

A Braskem anunciou em Setembro sua nova parceria com a Pegasus Polymers para distribuir o UTEC® – Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular (UHMWPE, da sigla em inglês) – na China. A demanda chinesa pela resina tem uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 10,74%, devido ao seu uso em mercados-chave, como separadores de baterias, tubos e fibras.

“Nossa parceria com a Pegasus Polymers confirma nosso compromisso com o mercado mundial de UTEC®. Estamos empolgados por poder continuar a fortalecer e expandir nossos negócios na China, aproveitando ainda mais nosso desenvolvimento de novas aplicações e nossas unidades industriais para oferecer a nossos clientes uma solução proprietária”, afirma Christopher Gee, diretor de negócios globais da Braskem para a UTEC®.

A Pegasus Polymers é uma divisão do Grupo Ravago, fornecedor de serviços número um no mercado global de plásticos, borracha e produtos químicos, e possui escritórios de vendas em Guangzhou, Hong Kong, Fujian, Xangai, Suzhou, Xi’an, Tianjin e Changchun, bem como instalações de distribuição e depósitos em Guangzhou, Xiamen, Xangai, Ningbo, Qingdao e Tianjin.

“Estamos orgulhosos por sermos o distribuidor oficial dos produtos UTEC® da Braskem, na China. Com a rede de vendas da Pegasus, o know-how industrial profundo no produto UHMWPE e no UTEC® de alta qualidade, acreditamos estar trazendo soluções de alto valor agregado para o mercado”, afirma Johnson Huang, diretor comercial da Grande China para a Pegasus.

No início deste ano, a Braskem iniciou suas operações em sua nova fábrica de UTEC® em La Porte, Texas, que complementa a capacidades da linha produtiva de Camaçari, na Bahia. Além disso, a empresa aprimorou suas capacidades de pesquisa e desenvolvimento para a resina ao longo de 2016 no Centro de Inovações e Tecnologia da empresa em Pittsburgh, Pensilvânia. Esses recursos permitem à petroquímica expandir sua liderança técnica em UHMWPE.

A Braskem vem pesquisando oportunidades para expandir sua presença neste mercado, visando beneficiar seus clientes atuais e futuros. Desde a inauguração da nova estrutura de produção de UTEC no Texas, foram desenvolvidos dois novos produtos, atualmente em fase de testes para sua potencial comercialização.

Segundo a Braskem, o UTEC® é um polímero de engenharia com excelentes propriedades mecânicas, como alta resistência à abrasão, resistência ao impacto e baixo coeficiente de atrito. É um produto autolubrificante, de alta resistência, leve e usinável, usado para produtos semiacabados. O UTEC é oito vezes mais leve do que o aço e dura dez vezes mais do que o Polietileno de Alta Densidade, afirma a Braskem. É utilizado em uma vasta gama de aplicações nas seguintes indústrias: automotivo e transporte, eletrônicos, fibras e têxteis, equipamentos industriais e pesados, manuseio de materiais, petróleo e gás, tubulação e mineração, plásticos porosos e recreação e consumidor.

Sobre a Braskem: Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos e teve faturamento de R$ 55 bilhões em 2016. Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Sobre a Pegasus Polymers: O Grupo Ravago é líder global na distribuição, revenda e composição de commodities, engenharia e polímeros especiais de plástico e borracha. Na Ásia, a Ravago tem uma rede de distribuição de mais de 15 escritórios espalhados por 8 locais. A Pegasus Polymers tornou-se parte do Grupo Ravago em 2006 e já vem operando na Ásia desde 1990. Ao longo dos anos, a rede de distribuição de plástico e borracha da Pegasus cresceu significativamente com 8 pontos em toda a China até o momento. A Pegasus fornece um amplo portfólio de produtos de commodities, engenharia e plásticos de alto desempenho para todos os segmentos da indústria. A Pegasus opera sob duas entidades legais. A Pegasus Petrochemical Asia Limited (Hong Kong) e a Pegasus Trading (Shanghai) Co., Ltd. (China) possuem 6 pontos de armazenagem e podem disponibilizar serviços técnicos profissionais aos clientes da UHMWPE na Indústria de hastes e chapas, tubos, fibras, filtração e separadores de baterias.

Fonte: Braskem

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Braskem renova com distribuidor Sojitz Pla-Net para o fornecimento de Plástico Verde no Japão e Ásia-Pacífico

15/09/2017

A Braskem acaba de renovar um contrato de longo prazo com a Sojitz Pla-Net Corporation para o fornecimento do Polietileno Verde I’m greenT, polímero de origem renovável. O contrato envolve um volume crescente de um amplo portfólio de produtos que continuarão a ser vendidos no Japão e na região da Ásia-Pacífico.

A renovação do contrato vai aumentar a disponibilidade de produtos renováveis na região, atendendo a mais de 100 clientes e diferentes mercados, como lojas de conveniência, produtos domésticos e logística. “A Sojitz renova a parceria com a Braskem com objetivo de promover as vantagens do Plástico Verde e os benefícios que ele traz não só para os transformadores, mas também para o público que utilizará o produto de origem renovável. Acreditamos que este negócio está em expansão e que a preocupação com o meio ambiente se tornará mais forte em diversos setores”, relata Yoshinori Suzuki, gerente geral sênior de embalagens da Sojitz.

Por longos anos, a Sojitz mantém um importante relacionamento comercial com a Braskem. Em 2012, as empresas celebraram o início do contrato de distribuição do polietileno verde na região. “A renovação deste contrato reafirma o propósito da Braskem em seu processo de internacionalização e expansão de mercados. Isso significa não apenas ampliar o portfólio de resinas verdes, mas também investir em operações cada vez mais sustentáveis”, diz Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

O Polietileno Verde I’m greenT é feito a partir do eteno obtido da cana-de-açúcar. Ele também apresenta as mesmas características do polietileno tradicional, ou seja, não necessita de adaptações nas máquinas de transformação e é 100% reciclável. A planta de polietileno verde da Braskem possui capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano.

Fonte: Braskem

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Braskem e Ciel et Terre Brasil inovam no mercado de energia solar

12/09/2017

Solução para geração solar flutuante proporciona benefícios ao consumidor e ao meio ambiente

As restrições ambientais para empreendimentos de grande porte como hidrelétricas, termos à óleo e carvão, associadas à necessidade de produzir energia próximo ao ponto de consumo, impactam na redução no custo da energia e levam os brasileiros a se interessar por outros tipos de energia, especialmente a geração solar. O Brasil ainda precisa ser desafiado com a criação de soluções inovadoras para diferentes mercados e, pensando em atender clientes com este potencial, a Braskem firmou parceria com a Ciel et Terre Brasil, joint venture da francesa Ciel & Terre com a empresa brasileira Sunlution, proprietária da tecnologia Hydrelio® de geração fotovoltaica flutuante, que apresenta vantagens sobre a tecnologia tradicional de geração solar em terra.

O Hydrelio®, tecnologia desenvolvida pela Ciel & Terre, é pioneira no mercado mundial para usinas flutuantes de geração solar e é composta por painéis fotovoltaicos dispostos sobre flutuadores de polietileno de alta densidade fabricados com resinas da Braskem. Com o objetivo de apoiar o parceiro a desenvolver o mercado nacional, a petroquímica trabalhou não só na adequação da resina de polietileno, mas também na identificação de transformadores para a produção local dos flutuadores, além de suporte na modelagem do negócio no mercado brasileiro.

“O papel da Braskem no desenvolvimento desta solução tem sido fundamental. A demanda inicial, que era definir uma resina que atendesse os requisitos técnicos para os flutuadores, tornou-se uma oportunidade de negócio de elevado potencial, frente à gama de mercados em que o Hydrelio® poderá ser viabilizado e empregado”, comenta afirma Jorge Alexandre, responsável por Desenvolvimento de Mercado de PE para construção civil e infraestrutura da Braskem.

As placas solares sobre flutuadores podem ser aplicadas em uma gama variada de superfícies de água, tais como lagos industriais e de retenção, reservatórios de irrigação e de água potável, estações de dessalinização e de tratamento de águas, açudes e canais. Entre os benefícios mais expressivos na utilização desta tecnologia, afirma a Ciel & Terre, estão a liberação de terrenos em terra firme – que seriam ocupados pelo sistema tradicional de geração solar – para usos voltados à produção rural (criação, agricultura, etc.), redução de custos de ligação à rede pela utilização de infraestruturas elétricas existentes, aumento da produtividade fotovoltaica devido à refrigeração natural do sistema pela superfície da água, manutenção mais simples e barata, entre outros.

A Ciel & Terre aposta no Hydrelio® como solução sustentável não somente para Geração Distribuída mas também para a geração híbrida de energia e espera um volume de negócios expressivo até o final do ano. “A Ciel & Terre tem vasto conhecimento de centrais fotovoltaicas e, ao desenvolvermos o Hydrelio®, temos como expectativa elevar a potência de geração de energia solar fazendo duas fontes operarem ao mesmo tempo em uma única infraestrutura. O nosso produto Hydrelio® é a solução de menor investimento para incrementar a geração de energia nas hidrelétricas e usinas eólicas existentes e acreditamos que o Brasil tem um potencial enorme para este mercado”, comenta Orestes Gonçalves Junior Sócio Diretor da Ciel & Terre Brasil.

O primeiro projeto implementado no Brasil com o Hydrelio® acaba de ser concluído na Fazenda Figueiredo, em Cristalina (GO), que apostou nessa nova tecnologia para resolver sua necessidade de consumo de energia. A construção da usina fotovoltaica sobre um lago de acúmulo de água da chuva permitiu a geração de energia em uma área que estava em desuso, com maior eficiência em função do resfriamento da temperatura dos painéis fotovoltaicos instalados no espelho d’água, além de diminuir a evaporação da água do lago. Segundo a Ciel & Terre International, estudos realizados pela empresa apontam que este tipo de tecnologia gera aproximadamente 14% mais eletricidade do que a geração solar em terra ou no telhado.

A Ciel & Terre vem desenvolvendo centrais fotovoltaicas flutuantes para uso privado (comercial ou industrial) ou estatal desde 2010 e pretende gerar energia solar não somente em fazendas agropecuárias, como também em reservatórios de usinas hidrelétricas. Com isso, afirma a empresa, aproveitam-se as vantagens de infraestrutura já existentes nas instalações, principalmente com foco na redução da evaporação e na conservação da água, preservando os ecossistemas existentes e melhorando da qualidade da água, além de reduzir o desenvolvimento de algas e a erosão das margens dos reservatórios, com a diminuição da ondulação.

Fonte: Braskem

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Manta de polietileno para proteção de pisos acabados chega ao consumidor final

14/08/2017

Material que contém três camadas de PE garante economia e proteção e agora pode ser adquirido diretamente por quem está reformando

Atentas às necessidades do consumidor final, a Braskem e a Multinova apresentam nova solução para a proteção de pisos acabados, evitando danos na fase final de obras. Já utilizado pelo mercado de construção civil, o material estará à venda no varejo a partir de agosto.

Segundo a Braskem, a manta Multitriplex oferece economia e facilidade em reformas e é de fácil aplicação, com alta resistência e aderência, dispensando o uso de cola. “A manta traz facilidade para o consumidor, já que é fácil de aplicar e retirar. Com ela conseguimos garantir aos clientes eficiência e segurança durante a obra”, afirma Jair da Rosa, consultor de mercado da Multinova.

O produto tem três camadas, sendo a primeira com filme de polietileno expandido, que evita o escorregamento e ainda torna o produto mais leve, com maior durabilidade e menor custo; a segunda com plástico bolha que amortece a queda de materiais como martelos e baldes; e por último um filme de polietileno que protege contra líquidos. A união das camadas e as características de seus materiais evitam problemas como arranhões, trincas, manchas e umidade, em todos os tipos de pisos. A Multitriplex ainda é reciclável.

“Temos um relacionamento de muitos anos com a Multinova, com foco em otimização, inovação e desenvolvimento de novos mercados. Estamos felizes em fazer parte deste novo momento da companhia e em ajudar a viabilizar uma solução completa os consumidores”, afirma Jorge Alexandre, responsável por Desenvolvimento de Mercado de PE da Braskem.

Fonte: Braskem

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