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Danimer Scientific cria canudinho plástico biodegradável à base de PHA

14/09/2018

Canudos feitos com polihidroxialcanoato (PHA) são biodegradáveis ​​em aterros sanitários, instalações de tratamento de resíduos e oceanos

A Danimer Scientific (www.DanimerScientific.com), desenvolvedora e fabricante de produtos plásticos biodegradáveis, anunciou no dia 11/09 ter criado o primeiro canudinho plástico totalmente biodegradável usando seu material Nodax™, à base de polihidroxialcanoato (PHA).

“O impacto ambiental dos canudos e outros itens descartáveis de plástico se tornou uma questão crítica para as cidades e empresas em todo o país”, disse Scott Tuten, diretor de marketing da Danimer Scientific. “O desafio é que há disponibilidade de poucas alternativas duráveis, mas ecologicamente corretas. Felizmente, pesquisas descobriram que o PHA efetivamente se biodegrada em ambientes que vão desde as instalações de tratamento de resíduos até aterros sanitários e oceanos. Com esse selo de aprovação, estamos empolgados em poder introduzir no mercado resinas para canudos verdadeiramente biodegradáveis, oferecendo-as a empresas que estão procurando substituir canudos de plástico derivado da petroquímica em restaurantes, parques de diversões e vários outros locais”.

Segundo informação da empresa, um estudo de 2018 da Universidade da Geórgia (Estados Unidos) comparou a biodegradação do Nodax ™ PHA da Danimer Scientific a pó de celulose, resíduos alimentares, pellets de plástico convencional e outros materiais, tanto em condições aeróbicas como anaeróbicas. Em um ambiente adequado de gerenciamento de resíduos, o Nodax ™ PHA é biodegradado a uma taxa semelhante ao pó de celulose ou polpa de madeira. O estudo também constatou que o Nodax ™ PHA poderia ser efetivamente processado junto com os restos de alimentos e outros resíduos orgânicos em um aterro sanitário. Além disso, os pesquisadores verificaram que o Nodax ™ PHA começará a se biodegradar ao longo de seis meses na água do oceano, enquanto os plásticos tradicionais permanecem intactos e inalterados no mesmo ambiente.

A Danimer afirma que o seu Nodax ™ PHA da Danimer Scientific possui sete certificações e declarações de compostabilidade industrial e doméstica da TUV AUSTRIA, é biodegradável em ambientes anaeróbicos, solo, água doce e marinha e tem origem 100% biológica. Todos os biopolímeros da Danimer Scientific, incluindo o Nodax ™ PHA, são aprovados pela FDA para contato com alimentos.

A Danimer Scientific, empresa com sede em Bainbridge, na Geórgia (EUA), tem desenvolvido e fabricado, por mais de uma década, biopolímeros renováveis ​​e sustentáveis que ​​ajudam a criar produtos plásticos biodegradáveis ​​e compostáveis. Aplicações para os biopolímeros incluem aditivos, revestimentos aquosos, fibras, filamentos, filmes, adesivos hot-melt e artigos moldados por injeção, entre outros. A empresa detém 125 patentes em quase 20 países para uma série de processos de fabricação e formulações de biopolímeros.

Fonte: Danimer Scientific

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Abiplast ressalta diferenças entre Bioplásticos, e Plásticos Oxidegradáveis e Biodegradáveis

13/09/2018

Em matéria publicada em seu site, reproduzida a seguir, a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico procura esclarecer as diferenças de terminologia e conceito entre plásticos de origem fóssil e biológica, assim como aspectos relacionados à degradação de plásticos. posicionando-se contra o uso de aditivos oxidegradáveis. Segue o texto:

“Muito se fala sobre os diferentes tipos de embalagens e sua reciclagem, mas nem sempre a sua denominação é clara, o que provoca dúvidas no consumidor tanto na hora de adquirir um produto quanto em seu descarte. Dois desses conceitos envolvem diretamente a reciclagem: os termos reciclável e reciclado. O primeiro indica que um produto foi fabricado com um material plástico que após cumprir sua finalidade inicial pode passar por um novo processo de transformação originando novos produtos, enquanto que reciclado indica que o produto foi fabricado com uma matéria-prima recuperada.

Mas as dúvidas não param por aí. A discussão sobre o consumo de determinados plásticos também gera confusão. Os convencionais são de origem fóssil e são derivados do petróleo – 4% da produção mundial de petróleo se destinam à indústria do plástico. Esse plástico pode ser reciclado, ou seja, depois de sua primeira aplicação ele pode voltar para a indústria e se transformar em um outro produto para os segmentos de construção civil, automotivo, mobiliário, embalagens para produtos de limpeza, bebidas, etc.

Já o bioplástico tem as mesmas propriedades do plástico convencional , mas se difere por ter como matéria-prima fontes renováveis como soja, amido de arroz, milho e de cana- de- açúcar. Embora sua fonte seja de origem renovável, não necessariamente o bioplástico será biodegradável, embora seja possível reciclá-lo.

O plástico biodegradável é aquele que ao término de seu ciclo de vida sofre processo de compostagem em até 180 dias pela ação de microrganismos, sob condições específicas de calor, umidade, luz, oxigênio e nutrientes orgânicos . Em geral, esse produto deriva de fontes vegetais tais como a celulose, amido, etc.

Já o oxidegradável tem sido comercializado em muitos países com o apelo de proporcionar a biodegradação, o que não é verdade segundo alerta o atual relatório da Nova Economia do Plástico da Fundação Ellen MacArthur. O estudo alerta que os plásticos que recebem aditivos oxidegradáveis para acelerar seu processo de degradação não se degradam em resíduos inofensivos. Pelo contrário, como se fragmentam em pequenos pedaços contribuem para a poluição microplástica, tornando-se um risco para oceanos e outros ecossistemas.

“Além disso, estes materiais não são adequados para a reutilização efetiva a longo prazo, reciclagem em escala ou compostagem, o que significa que eles não podem fazer parte de uma economia circular”, ressalta Rob Opsomer, da Fundação Ellen MacArthur.

Com o intuito de evitar o risco ambiental em larga escala, a Fundação Ellen MacArthur elaborou um documento em que propõe a proibição de aditivos oxidegradáveis em embalagens e produtos plásticos em todo o mundo. A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) foi a única representante da indústria brasileira a endossar o documento, que foi assinado por mais de 150 organizações de todo o planeta, como empresas líderes, associações industriais, ONGs, cientistas e membros do Parlamento Europeu.

Desde 2015, a Abiplast não recomenda o uso de materiais plásticos aditivados com pró-degradantes. A entidade defende que a solução eficaz para o tratamento dos resíduos pós-consumo está na educação ambiental da população, no consumo consciente, na produção responsável e no descarte adequado das embalagens – o que faz com que os resíduos plásticos retornem para a indústria de transformação e formem novos produtos plásticos. Além disso, por acreditar que toda a cadeia do plástico possui responsabilidade nesse processo, a entidade promoveu a criação da Rede Empresarial de Cooperação para o Plástico, que engaja as principais empresas representantes da cadeia produtiva do plástico, reunidas pelo desafio de viabilizar a economia circular e, em última instância, de evitar que o plástico vá parar no meio ambiente.

A versatilidade do plástico, tanto do ponto de vista de utilização quanto pela diversidade de matérias-primas, possibilita sua total adaptação aos preceitos da Economia Circular. Para isso é fundamental que se trabalhe a viabilidade econômica dessas matérias-primas, principalmente dos materiais reciclados. Atenta a essa necessidade, a Associação promove o debate e a divulgação da importância da produção e do consumo conscientes, da reutilização de embalagens e produtos e também do descarte correto dos produtos plásticos – para que esses sejam sempre destinados à reciclagem retornando dessa forma à cadeia produtiva e otimizando a utilização de recursos naturais e eficiência energética.”

Fonte: Site da Abiplast / Foto: ThisisPlastics (Plastics Industry Association)

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Polietileno “verde” da Braskem é utilizado em linhas de cadeiras lançadas pela Tramontina

26/07/2018

Feito à base de cana-de-açúcar, material possui mesma resistência, durabilidade e peso do plástico derivado de fontes fósseis

Combinar sofisticação em design com práticas ecologicamente corretas é a proposta das cadeiras Jet e Paco, resultado da parceria entre a Braskem e a Tramontina. Os produtos são feitos com o Plástico “verde” I’m greenT.

A resina “verde”, derivada da cana-de-açúcar, possui as mesmas características físicas do PE convencional, podendo ser totalmente aproveitada pela cadeia de reciclagem tradicional. Segundo a Braskem, um dos seus principais diferenciais é a captura de 3,09 toneladas de CO2 a cada tonelada produzida, contribuindo para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa na atmosfera.

Com a mesma resistência, durabilidade e peso das cadeiras feitas com o plástico de origem fóssil, as linhas Jet e Paco utilizam o selo I’m greenT da Braskem, para que o consumidor reconheça os produtos feitos com o Plástico “verde”, produzido em sua fábrica localizada em Triunfo, no Rio Grande do Sul (RS). A planta possui capacidade para a produzir 200 mil toneladas de resina renovável por ano.

Para veicular o selo, as peças precisam passar por um teste de verificação do carbono 14, o mesmo feito para saber a idade de materiais fósseis. Para ser aprovada, a peça precisa conter ao menos 51% de material renovável.

As cadeiras Jet e Paco já estão sendo vendidas em lojas on-line e físicas.

Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, e receita líquida de R$ 50 bilhões (em 2017). Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Há 107 anos a Tramontina iniciou como uma pequena ferramentaria no Sul do Brasil, na cidade de Carlos Barbosa (RS). Hoje produz mais de 18 mil itens em dez fábricas no país – oito no Rio Grande do Sul, uma em Belém (PA) e outra em Recife (PE). Atualmente, conta com mais de oito mil colaboradores e leva seus produtos para mais de 120 países, nos segmentos utensílios e equipamentos para cozinha, eletros, ferramentas para agricultura, jardinagem, manutenção industrial e automotiva, veículos utilitários, construção civil, além de materiais elétricos e móveis de madeira ou plástico.

Fonte: Braskem

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Botanika lança vasos de jardinagem com Polietileno Verde da Braskem

30/11/2017

Polímero renovável estará presente em diferentes modelos de vasos de cultivo inteligente

A Botanika® (www.botanika.com.br) acaba de apresentar ao mercado sua linha de vasos de jardinagem fabricada com Plástico Verde I’m greenT, da Braskem (www.braskem.com.br). Os vasos têm como matéria-prima a cana-de-açúcar, uma fonte renovável, e foram projetados para garantir o melhor desenvolvimento das plantas.

Com um design moderno, os vasos da Botanika® podem ser utilizados para fins decorativos, ornamentais ou de jardinagem em interiores. Além disso, os vasos foram criados com um sistema de rega inteligente e reservatório de água para a autoirrigação, que oferece autonomia para até quatro semanas sem a necessidade de molhar as plantas. Por ser vedado, ainda contam com um sistema que protege contra a proliferação de mosquitos.

“Com os vasos Botanika® buscamos o propósito de trazer mais verde para casa, em todos os sentidos. Inclusive na escolha da matéria-prima”, destaca Marcos Roismann, diretor criativo da marca.

Os vasos, que serão comercializados nacionalmente, poderão ser identificados pelos consumidores por meio do selo “I’m greenT”, visível no produto. O selo é a identificação para produtos feitos com o Plástico Verde da Braskem.

“A parceria entre a Braskem e a Botanika reforça o nosso compromisso em transformar produtos em soluções inovadoras e de alto desempenho”, diz Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

A Mais Polímeros (www.maispolimeros.com.br) , fornecedora de Polietileno Verde da Braskem desde 2016, apoiou o Botanika neste projeto para o desenvolvimento do produto com a resina de origem renovável. “Acreditamos que o novo conceito desenvolvido pela Botanika, utilizando o Plástico Verde, despertará o interesse dos consumidores que buscam soluções mais sustentáveis e diferenciadas”, afirma Daniela Guerini, diretora da MAIS Polímeros.

Fonte: Braskem

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Braskem assina parceria com Haldor Topsoe para desenvolvimento de processo de obtenção do Monoetilenoglicol a partir de açúcar

23/11/2017

  • As empresas investem na construção de uma planta de demonstração na Dinamarca
  • O Monoetilenoglicol (MEG) é um componente da produção de PET

A Braskem e a dinamarquesa Haldor Topsoe, líder mundial em catalisadores e ciência de superfícies, assinaram um acordo de cooperação tecnológica para desenvolver uma rota pioneira de produção de monoetilenoglicol (MEG) a partir de açúcar. A parceria inclui a construção de uma unidade de demonstração na Dinamarca, com início de operações previsto para 2019.

O MEG é um componente fundamental para a produção de PET, resina importante para os setores têxtil e de embalagens e amplamente utilizada para a fabricação de garrafas. O projeto tem como foco a conversão de açúcar em MEG em uma única unidade industrial, o que reduz o investimento inicial na produção e impulsiona a competitividade do processo. Trata-se de um processo de duas etapas desenvolvido nos laboratórios da Topsoe com seus próprios catalisadores.

“Essa iniciativa inovadora combina uma tecnologia de ponta com profunda experiência em design de processos, aumento de escala e operação industrial, que vai nos permitir levar a química renovável a um outro nível. Depois do Polietileno Verde, este é outro passo relevante em nossa visão de utilizar biopolímeros como ferramentas de captura de carbono e para continuar contribuindo com um futuro mais sustentável”, afirma Mateus Lopes, gerente de Inovação em Tecnologias Renováveis da Braskem.

Com o acordo, a Braskem vai expandir seu portfólio de produtos renováveis, oferecendo soluções adicionais ao seu polietileno produzido a partir de cana-de-açúcar, comercializado com o selo I’m greenTM. “Com essa parceria, fortalecemos nossa posição de protagonistas no desenvolvimento de soluções inovadoras que irão alavancar a competitividade de diferentes biomassas e complementar as soluções tradicionais oferecidas pelo setor petroquímico”, ressalta Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

“A catálise irá desempenhar um papel de extrema importância no desenvolvimento de soluções sustentáveis para produção de químicos importantes a partir de fontes renováveis como açúcares. Estamos orgulhosos de entregar essa tecnologia pioneira para o projeto com a Braskem, e esperamos aplicar nossas competências, enquanto líderes mundiais dentro da catálise e da engenharia de processo, em uma comercialização futura dessa importante inovação”, afirma Kim Knudsen, vice-presidente executivo da Haldor Topsoe.

A planta de demonstração irá realizar testes para validar a tecnologia e confirmar sua viabilidade técnica e econômica, um passo fundamental antes do início da produção em escala industrial e operação comercial. A unidade terá flexibilidade para validar a tecnologia de diferentes matérias-primas, tais como sacarose, dextrose e açúcares de segunda geração.

Sobre a Braskem: Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, com faturamento de R$ 55 bilhões em 2016. A companhia exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, Estados Unidos, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Sobre a Haldor Topsoe: A Haldor Topsoe é líder mundial em catalisadores e ciência de superfícies com sede na Dinamarca, contando com equipe para desenvolvimento de projetos, P&D,

engenharia e unidades produtivas, além de vendas e atendimento em todo o mundo. Em 2016, a empresa registrou faturamento aproximado de US$ 860 milhões, emprengando 2,6 mil pessoas

Fonte: Braskem

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Clariant e Enviral anunciam contrato de licenciamento da tecnologia de etanol celulósico

05/10/2017

  • A Clariant e a Enviral assinam um contrato de licenciamento da tecnologia sunliquid®
  • A Enviral, membro do Envien Group, pretende projetar, construir e operar uma nova planta industrial de etanol celulósico para fins comerciais na unidade de Leopoldov, na Eslováquia, com base na tecnologia sunliquid® da Clariant
  • O contrato é fruto dos testes de desempenho realizados com matérias-primas da Enviral na planta pré-comercial de sunliquid® em Straubing, na Alemanha

A Clariant e a Enviral, maior produtora de bioetanol da Eslováquia, anunciaram em 18 de setembro passado a assinatura de um contrato de licenciamento referente à tecnologia de etanol celulósico sunliquid®.

A Enviral adquiriu uma licença para usar a tecnologia sunliquid da Clariant como parte de seu objetivo de criar uma planta para produção comercial em larga escala de etanol celulósico proveniente de resíduos agrícolas. Esta nova planta será de propriedade da Enviral e será operada por ela, além de ser integrada às instalações existentes da empresa em Leopoldov, na Eslováquia, com uma capacidade de produção anual de 50 mil toneladas. A planta utilizará a tecnologia sunliquid da Clariant, além de culturas iniciais provenientes de suas plataformas proprietárias para enzimas e leveduras, para processar matérias-primas da Enviral e transformá-las em etanol celulósico.

Christian Kohlpaintner, membro do Comitê Executivo da Clariant: “Temos o prazer de anunciar o primeiro licenciamento da nossa tecnologia sunliquid. Marcamos assim nossa entrada oficial no mercado e o sucesso na comercialização desta tecnologia altamente inovadora e sustentável. Esta etapa é uma consequência lógica do sucesso da estratégia de inovação da Clariant e proporcionará crescimento além do portfólio atual e sólido da Clariant. O etanol celulósico tem forte potencial para reduzir as emissões de gases do efeito estufa, e temos orgulho de tornar isso uma realidade”.

“Graças à cooperação com a Clariant, a planta da Enviral na Eslováquia será uma das primeiras na Europa a começar a produção comercial de biocombustível avançado. Esse projeto extraordinário é fruto de intenso trabalho, em busca de soluções ideais, bem como do sucesso na validação da tecnologia conduzida na planta pré-comercial da Clariant com a biomassa fornecida pela Eslováquia. Agora, graças a essa tecnologia avançada, podemos tornar isso uma realidade e ajudar a Eslováquia a atingir as metas para biocombustíveis avançados na União Europeia”, explica Matej Sabol, CEO da Enviral.

A Clariant e a Enviral realizaram testes extensivos com as matérias-primas da Enviral, utilizando a tecnologia da Clariant para assegurar uma compatibilidade efetiva e eficiente. Segundo a Clariant, os testes realizados na planta da empresa para demonstração pré-comercial do sunliquid, em Straubing (Alemanha), produziram resultados muito bons, formando assim a base de decisão do projeto. Os próximos passos incluem estudos de engenharia detalhados antes do início oficial das obras, que deve ocorrer no final de 2017.

Como mais uma etapa na comercialização do sunliquid, a Clariant decidiu criar uma nova Business Line de Biocombustíveis como parte da área de negócios Catalysis, que é responsável por dar maior desenvolvimento ao segmento de biocombustíveis e monitorar seu desempenho.

O etanol celulósico é um biocombustível avançado e sustentável, praticamente neutro em termos de carbono. É produzido a partir de resíduos agrícolas, como palha de trigo e forragem de milho, obtidos de agricultores. Por usar resíduos agrícolas, o etanol celulósico pode estender a atual produção de biocombustíveis a novas matérias-primas e melhorar o desempenho.

O etanol também pode ser usado como matéria prima para produção de plásticos, como o polietileno.

A tecnologia sunliquid oferece um modelo de processo completamente integrado baseado em tecnologias de processo já estabelecidas. Características tecnológicas inovadoras, como a produção integrada de matéria-prima e enzimas específicas para os processos e fermentação simultânea de C5 e C6, garantem melhor performance comercial, garante a Clariant.

Fonte: Clariant

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Signature Pack ganha Prêmio de Inovação em Bebidas 2017

28/09/2017

A inovação da SIG conquistou o júri por oferecer valor agregado para o consumidor, para a indústria e para o meio ambiente

A Signature Pack, da SIG, embalagem cartonada asséptica cuja origem do material é atrelada a 100% de matérias-primas de fonte renovável à base de plantas, venceu o Prêmio de Inovação em Bebidas 2017 na categoria ‘Melhor embalagem cartonada ou pouch”. O Prêmio é organizado pela FoodBev.com, anualmente, desde 2002. Este ano, o júri recebeu 227 inscrições de fabricantes e fornecedores da indústria de bebidas, de 33 países. O Prêmio de Inovação em Bebidas reconhece inovações nas áreas de bebidas, embalagem, marketing e sustentabilidade.

A SIG afirma que, além do papelão (de origem vegetal) usado na Signature Pack, os plásticos usados na embalagem cartonada também são de origem renovável.

Os jurados foram unânimes em afirmar que a Signature Pack é um importante passo rumo à sustentabilidade desta indústria. Ao receber o prêmio durante a feira drinktec, Udo Felten, Gerente de Produto Relacionado à Sustentabilidade Ambiental Global & Outros Assuntos da SIG, disse: “Temos muito orgulho em receber o Prêmio de Inovação em Bebidas 2017. A resposta positiva dos jurados e experts internacionais confirma que a Signature Pack oferece valor agregado para a indústria e para os consumidores. Ao escolher a Signature Pack, os fabricantes de bebidas ajudam a reduzir o uso de materiais de fonte fóssil e a substituí-los por materiais de origem vegetal, ou seja, uma matéria-prima natural. Esta é uma vantagem clara para o meio ambiente e o retorno dos clientes é muito positivo. O lançamento da Signature Pack no mercado é um passo importante dentro da estratégia Way Beyond Good que reflete nosso caminho para nos tornarmos uma empresa de “balanço positivo”, devolvendo mais para a sociedade e para o meio ambiente do que retiramos deles.”

A SIG Combibloc é uma das principais fornecedoras mundiais de embalagens cartonadas e máquinas de envase para alimentos e bebidas. Em 2016, a empresa faturou € 1,724 bilhão, com mais de 5 mil colaboradores.

Fonte: Assessoria de Imprensa – SIG

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Bioplástico da Eastman conquista o rótulo de produto certificado pelo Departamento de Agricultura dos EUA

26/09/2017

Os profissionais de sustentabilidade da marca e designers de engenharia podem conhecer mais sobre o produto no Bio-Based Live, em San Diego

A Eastman Chemical Company, produtora de classe mundial de materiais de celulose, apresentará o seu produto Eastman TRĒVA no Bio-Based Live, que será realizado em San Diego – Califórnia, nos dias 26 a 27 de setembro. O material, projetado para ajudar as empresas a avançar no trade-off entre sustentabilidade e desempenho, recebeu recentemente a etiqueta de produto biobaseado, certificado pelo programa BioPreferred® do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Segundo a Eastman, esta certificação verificou que o TRĒVA GC6011 tem um conteúdo de 45% de biobase e que o TRĒVA GC6021 tem um conteúdo de 42% de biobase.

A Eastman afirma que o TRĒVA oferece uma combinação de propriedades termoplásticas e desempenho, flexibilidade de design e preço – algo que outros bioplásticos não conseguem combinar. A celulose do TRĒVA é proveniente exclusivamente de florestas geridas de forma sustentável, que são certificadas pelo Forest Stewardship Council (FSC). Livre de BPA e ftalatos, o TRĒVA resiste melhor do que outros termoplásticos de engenharia a alguns dos produtos químicos mais severos, incluindo óleos de pele, protetores solares e produtos de limpeza domésticos, assegura a Eastman. Além disso, o TRĒVA não causa o efeito indesejado de arco-íris que alguns plásticos apresentam com luz polarizada, o que melhora a experiência do usuário com telas de dispositivos eletrônicos e displays de varejo, garante o fabricante do material.

Esses atributos, segundo a Eastman, tornam o TRĒVA uma escolha adequada para lentes de óculos, eletrônicos que entram em contato com a pele, fones de ouvido, displays eletrônicos, gabinetes de equipamentos eletrônicos e componentes automotivos interiores automotivos nos quais a resistência química e a estética são desejadas, além de outras aplicações que exigem sustentabilidade e requisitos de segurança.

Durante a Bio-Based Live, estão sendo apresentadas várias atividades da Eastman:

· Apresentação de produtos sustentáveis: Holli Alexander, Gerente de Iniciativas Estratégicas da Sustentabilidade Global na Eastman realizará uma apresentação na terça-feira, 26 de setembro, às 11h30 (PDT) sobre o tema de Sustentabilidade: o requisito mais importante, exceto por alguns outros.

· Painel de produtos sustentáveis: Também no dia 26 de setembro às 12h, Alexander participará de um painel de discussão sobre maneiras de incorporar a sustentabilidade no modelo de negócios, juntamente com representantes da Elk Packaging, TIPA Corp. e Totally Green Bottles and Caps.

Além do TRĒVA, estarão expostas outras soluções no stand da Eastman:

· Fio celulósico Eastman Naia ™: Com certificação pelo Programa BioPreferred do USDA, a Naia da Eastman permite que as marcas criem tecidos confortáveis, fáceis de cuidar e luxuosos, ao mesmo tempo que cumprem os requisitos de contato direto com a pele. Possui certificação da Classe II com o rótulo Oeko-Tex .

· Fibra celulósica Eastman Vestera ™: Segundo a Eastman, esta fibra celulósica também é certificada pelo Programa BioPreferred do USDA e proporciona suavidade, absorção, opacidade e padronização aprimoradas para ajudar as marcas a obter a estrutura ideal para toalhetes descartáveis, higiene pessoal, itens de serviço e outros produtos.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais que produz uma ampla gama de produtos e soluções inovadoras para mercados finais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Eastman lança bioplástico de engenharia à base de celulose

04/07/2017

Segundo a empresa, o Eastman Trēva é um termoplástico versátil que combina alta performance e sustentabilidade

A Eastman Chemical Company, líder na produção de materiais à base de celulose, lançou recentmente o inovador bioplástico de engenharia Trēva. Segundo Burt Capel, vice-presidente e gerente geral da unidade de negócios de Plásticos Especiais da empresa, “A Eastman agrega como vantagem seus quase 100 anos de expertise em celulose para o design e a performance do Trēva, para chegar ao melhor perfil sustentável e ao desempenho desejados pelas marcas, fabricantes, moldadores e outras companhias em sua cadeia de valores”. Capel apresentou oficialmente o lançamento à imprensa durante a Feira Chinaplas, em Guangzhou, na China.

Segundo a Eastman, os benefícios de Trēva são o tripé: sustentabilidade, desempenho de uso final e flexibilidade de design e marca.

Benefícios de Sustentabilidade

A empresa não forneceu detalhes sobre a composição química do novo material, mas informou que metade da composição de Trēva ​​é celulose, material proveniente de florestas de manejo sustentável que são certificadas pelo Forest Stewardship Council (FSC). O novo material é livre de BPA (Bisfenol A) e de ftalatos.

Sua fluidez, durabilidade e estabilidade dimensional permitem menor uso de materiais, peças mais finas e de vida útil mais longa, o que melhora as avaliações do ciclo de vida (LCA), afirma a empresa.

Desempenho de uso final

A Eastman assegura que o Trēva ​​oferece excelente resistência química quando comparado a outros termoplásticos de engenharia, compreendendo a resistência a alguns dos produtos químicos mais agressivos e incluindo óleos para tratamento de pele, protetores solares e produtos de limpeza domésticos.

A baixa taxa de tensões internas residuais do material significa, na prática, a eliminação do efeito não desejado da arco-íris que alguns plásticos apresentam sob luz polarizada, o que melhora a experiência do usuário com telas de dispositivos eletrônicos e displays de varejo, afirma a empresa.

Design e flexibilidade da marca

As características de fluidez do Trēva ​​também possibilitam liberdade de design, o que permite que ele seja usado com peças de design complexo e em peças de paredes finas, relata a Eastman. Sob condições de processamento recomendadas, o recente teste de fluxo espiral de 30 mil de parede fina mostra que as taxas de fluxo de Trēva ​​são significativamente melhores do que as “blendas” de policarbonato, de policarbonato / ABS e são comparáveis ​​às resinas ABS, afirma a empresa.

De acordo com a Eastman, o Trēva ​​é projetado para permitir brilho superficial superior, transparência e toque sensorial térmico, potencializado por meio de uma combinação do material de base e a experiência tecnológica da empresa. O material também oferece grande possibilidade de incorporação de cores e processos secundários mais fáceis, além de capacidade de decoração, o que cria opções adicionais de design e de branding.

Aplicações

Segundo a Eastman, a combinação de benefícios de sustentabilidade e de segurança de Trēva, melhorias no desempenho do uso final e na flexibilidade de design e marca tornam a escolha de material ideal para as seguintes aplicações:

● Armações de óculos, eletrônicos que entram em contato com a pele, como fones de ouvido e muitos outros dispositivos de uso pessoal
● Telas de Aparelhos eletrônicos, como lentes, já que os consumidores precisam enxergar através delas
● Eletrônicos, gabinetes de equipamentos eletrônicos e outros produtos com alto design e especificações complexas
● Componentes interiores automotivos nos quais a resistência química e a estética são desejadas
● Outras aplicações que exigem alta sustentabilidade e requisitos de segurança

“A Eastman está empenhada em atender as necessidades almejadas de clientes atuais e potenciais”, disse Capel. “Há enorme interesse por parte de marcas de todo o mundo e estamos entusiasmados em trabalhar em estreita colaboração com eles, para criar a próxima geração de produtos de alto desempenho e sustentáveis”.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais que produz matérias primas para mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Braskem apresenta soluções inteligentes para embalagens na Interpack 2017

03/05/2017

A Braskem participará da Interpack, em Düsseldorf, Alemanha, de 4 a 10 de maio, no estande G15 (Hall 9). No evento, a empresa apresentará novas aplicações para o Plástico Verde I’m greenT, como, por exemplo, a embalagem de café da Peeze e outras para o segmento de personal care, da Speick e L’Erbolario. Resina de polipropileno desenvolvida para produção de espumas de alta performance também será exibida, além de pesquisas e avanços na tecnologia para embalagens inteligentes.

“O Plástico Verde é resultado de um projeto de pesquisa e desenvolvimento que recebeu cerca de US$ 300 milhões em investimentos e envolvimento de diversas pessoas. Atualmente o biopolímero é exportado para Europa, EUA, Ásia, África e América do Sul e mais de 150 marcas o utilizam ao redor do mundo. Para a Braskem, participar da principal feira mundial de embalagens é uma oportunidade para reforçar a nossa presença global”, afirma Gustavo Sergi, responsável pelo Negócio de Químicos Renováveis da Braskem.

Resina para produção de espumas

A Braskem apresenta também a sua marca Amppleo, resina de polipropileno com propriedades de High Melt Strength. O produto foi desenvolvido para a produção de espumas versáteis de alto desempenho para aplicação nos mercados de embalagens, industrial e automotivo, afirma a Braskem.

Segundo a empresa, a resina é capaz de suportar temperaturas de até 130°C sem se deformar e possibilita a fabricação de espumas com ampla versatilidade de aplicações dentro de uma grande escala de densidade que pode ir de 30 kg a 300 kg por metro cúbico, apresentando redução de peso frente a outros materiais e um excelente isolamento térmico e acústico. Além disso, o material pode ser totalmente reciclado.

Pesquisas em embalagens inteligentes

Outro destaque para a edição deste ano ficará por conta dos avanços em pesquisas de embalagens inteligentes, as quais poderão informar ao consumidor sobre a qualidade e o estado de conservação de produtos variados, desde alimentos a cosméticos, através da mudança de cor. A Braskem, em parceria com a Universidade norte-americana de Clemson e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), no Brasil, trabalha no desenvolvimento desta tecnologia.

Parcerias que viabilizam inovação

A Braskem apresentará copos de Polipropileno em parceria com a empresa Gizeh e de Plástico Verde em parceria com empresa finlandesa Stora Enso.

Será divulgada também parceria entre a Braskem e a Made In Space, empresa norte-americana líder no desenvolvimento de impressoras 3D para a Nasa, para o fornecimento de Plástico Verde para a manufatura de ferramentas e peças na Estação Espacial Internacional (ISS).

O café que será servido no estande é produzido pela Peeze, única refinaria de café na Holanda que fornece 100% de café certificado e que tem embalagem feita com Plástico Verde I’m greenT. As embalagens sustentáveis são resultado de uma parceria anunciada em outubro de 2016 entre as empresas.

A Braskem produz anualmente um volume de termoplásticos superior a 20 milhões de toneladas, incluindo a produção de outros produtos químicos e petroquímicos básicos, apresentando um faturamento anual de R$ 54 bilhões. A Braskem atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Fonte: Braskem

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Cidade de Paris proíbe sacos plásticos de fontes não renováveis e não compostáveis em supermercados

07/01/2017

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Em 16 de dezembro, Paris proibiu o uso de sacolas plásticas convencionais em seus supermercados, permitindo somente a utilização de sacolas plásticas compostáveis obtidas a partir de fontes biológicas, assim como sacolas de papel e algodão.

Para justificar a decisão, a prefeitura disse que a medida tinha como objetivo reforçar a provisão da “lei de transição de energia” em embalagens, além de dar ênfase aos esforços da cidade para se tornar líder na luta contra a mudança climática e na campanha por uma economia circular.

Serão realizados seminários para conscientização da população sobre a destinação final das sacolas plásticas descartáveis e também para informar o público sobre os diferentes tipos de sacolas biodegradáveis.

Esta medida vai complementar uma outra iniciativa já em execução pelos supermercados, relativa à coleta de produtos alimentícios que não foram vendidos e restos de verduras e legumes.

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Italiana Bio-On anuncia acordo de licenciamento para produção e comercialização de bioplásticos biodegradáveis PHAs

22/12/2016

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  • Assinado um novo contrato de licenciamento múltiplo no valor total de 55 milhões de euros
  • Previstas novas instalações na Europa e Ásia para produzir até 100 mil toneladas/ano de bioplásticos PHAs
  • O objetivo é substituir o plástico tradicional por biopolímeros obtidos pela fermentação bacteriana de resíduos agroindustriais

A Bio-on, empresa italiana de biotecnologia especializada na produção de Polihidroxialcanoatos (PHAs), anunciou a assinatura de um novo contrato de licenciamento múltiplo no valor de 55 milhões de euros com uma multinacional de destaque, líder do setor, cujo nome não foi divulgado. O objetivo do novo cliente da Bio-on é, ao longo dos próximos três anos, substituir o plástico tradicional por biopolímeros biodegradáveis derivados de resíduos agroindustriais, utilizando bioplásticos PHAs da Bio-on. Assim, afirma a Bio-on, um refugo se transformará em matéria prima para um novo plástico, com um impacto positivo para as pessoas e para o planeta.

A primeira licença passa a vigorar com a assinatura do acordo, enquanto que uma segunda licença será ativada no primeiro semestre de 2017, com a conclusão das atividades preparatórias no lançamento do projeto industrial. Todas os licenciamentos e as respectivas receitas, que totalizam 55 milhões de euros, ocorrerão continuamente dentro dos próximos 24 a 36 meses. Para apoiar o desenvolvimento industrial, as duas empresas assinaram outros dois acordos para estudar e desenvolver novas aplicações dos materiais até o segundo trimestre de 2017. O valor envolvido nessa atividade é de um milhão de euros.

O plano prevê a construção de uma série de instalações para a produção de PHAs, com uma capacidade de produção de 100.000 toneladas por ano. As instalações de produção terão, cada uma, a capacidade de produzir de 10.000 a 30.000 toneladas por ano e serão construídas na Europa e na Ásia de acordo com um programa trienal para atender às necessidades de produção autônoma dos biopolímeros PHAs por parte da multinacional cliente da Bio-on. Graças a esse acordo, a empresa poderá, já a partir de 2020, substituir uma parte significativa do plástico tradicional usado nos próprios produtos por um material 100% natural e biodegradável ao mesmo tempo, afirma a Bio-on.

“Este acordo múltiplo representa para nós um uma importante conquista – explica Marco Astorri, Presidente e CEO da Bio-on. É o coroamento do longo trabalho e da negociação complexa que realizamos a partir do segundo trimestre de 2016 e está em conformidade com as previsões para 2017 e 2018,indicadas no novo plano industrial que apresentamos em novembro passado. A assinatura de um contrato desse valor com uma multinacional prestigiosa e líder no próprio setor confirma o grande valor da nossa tecnologia e representa mais uma afirmação no mercado dos bioplásticos PHAs, hoje a única verdadeira alternativa ao problema ambiental gerado pelos plásticos tradicionais”.

Segundo a Bio-on, os bioplásticos PHAs desenvolvidos pela empresa são poliésteres lineares obtidos a partir da fermentação bacteriana de fontes vegetais renováveis, sem nenhuma competição com a produção de alimentos, e garantem as mesmas propriedades termomecânicas dos plásticos tradicionais, com a vantagem de serem ecossustentáveis e totalmente biodegradáveis de modo natural à temperatura ambiente.

Com base no acordo anunciado hoje, os bioplásticos PHAs que serão produzido com a tecnologia licenciada pela Bio-on será obtido de subprodutos da indústria açucareira (entre eles melaço e caldos de refugo de cana de açúcar e de beterraba açucareira) e da produção do amido e seus derivados. Todo o bioplástico obtido nas novas instalações, 100 mil toneladas por ano, será utilizado pela multinacional exclusivamente dentro do seu próprio ciclo produtivo para criar produtos acabados prontos para a venda. Em outros casos, as licenças da Bio-on prevêem que o bioplástico possa ser colocado no mercado e vendido para outras empresas de impressão.

A Bio-on S.p.A., uma Intellectual Property Company (IPC) italiana que opera no setor de bioplásticos efetuando pesquisa aplicada e desenvolvimento de tecnologias modernas de biofermentação no campo dos materiais ecossustentáveis e biodegradáveis de maneira natural. Em particular, a Bio-on desenvolve aplicações industriais através da criação de caracterizações de produtos, componentes e manufaturados de plástico. Desde fevereiro de 2015, a Bio-on S.p.A. se ocupa também do desenvolvimento da química natural e sustentável do futuro.

A Bio-on afirma que o seu PHA tem a capacidade de substituir as principais famílias de plásticos tradicionais pelas suas propriedades, características termomecânicas e versatilidade. Os PHAs da Bio-on é um plástico biológico classificável como 100% natural e completamente biodegradável: essas características foram certificadas pela Vinçotte e USDA (United States Department of Agriculture), afirma a empresa. A estratégia do emissor prevê a comercialização de licenças de uso para a produção de PHAs e dos serviços acessórios relativos, o desenvolvimento de atividades de pesquisa e desenvolvimento (também por meio de novas colaborações com universidades, centros de pesquisa e parceiros industriais), além da construção de instalações industriais projetadas pela Bio-on.

Fonte: Bio-on

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Serra da Cantareira Águas Minerais lança marca Puraqua e passa a utilizar o Plástico Verde

22/12/2016

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Bioplástico renovável da Braskem estará presente nas tampas das embalagens de água mineral

A Serra da Cantareira Águas Minerais lançou a Puraqua, primeira marca brasileira de seu segmento a adotar o Plástico Verde em tampas de garrafas. A resina, cuja origem é o etanol da cana-de-açúcar, reforça a proposta da empresa de adotar elevados padrões de sustentabilidade em todo o processo produtivo.

A fonte utilizada pela linha Puraqua fica dentro na reserva ambiental do Parque da Cantareira, dentro de um cinturão de preservação da fauna e flora, o que garante a leveza e pureza da água, afirma a empresa. Além disso, o processo de engarrafamento foi elaborado para assegurar que as características naturais permaneçam as mesmas desde a extração até o consumo final.

O consumidor poderá identificar a embalagem a partir do selo “I’m greenT“, visível na frente e no verso do produto. A marca é a identificação da Braskem para embalagens que são de origem renovável. Atualmente, mais de 80 produtos são feitos de PE Verde, desde embalagem de bebidas, alimentos até produtos de beleza, ferramentas de jardinagem e componentes automotivos.

No ramo de envase de água mineral há 6 anos, a Serra da Cantareira Águas Minerais possui uma linha completa de produtos de água mineral natural. Com embalagens descartáveis e retornáveis a empresa conta com uma base sólida de distribuidores na região da Grande São Paulo e litoral paulista. Localizada dentro de uma reserva ambiental, qualidade e sustentabilidade são os focos da operação.

Fonte: Braskem

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K 2016 Düsseldorf – A maior plataforma global para as indústrias de plásticos e borracha começa em duas semanas

05/10/2016

Cerca de 3.100 empresas das indústrias de plásticos e borracha estarão novamente apresentando produtos, processos e soluções práticas que estabelecerão a tendência do setor nos próximos anos

Crescimento demográfico, urbanização, consumo de energia em ascensão, redução de recursos e mudanças climáticas – há uma série de desafios para dominar. A situação mundial pede mentes criativas, tecnologia inovadora e materiais de alto desempenho. De 19 a 26 de outubro, a indústria internacional de plásticos e borracha estará reunida na feira K2016, em Düsseldorf (Alemanha), apresentando as suas soluções. Na qualidade de feira âncora mundial para o segmento e para aplicações industriais, a K2016 une as tendências centrais da indústria e tendências para o futuro em um único local. É consenso no setor que a feira K é a plataforma de negócios e inovações não só para os produtores de matérias-primas, fabricantes de máquinas para plásticos e borracha e transformadores, mas também para clientes das indústrias-chave que usam peças e produtos de plásticos e borracha.

A disponibilidade de espaço de exposição na K 2016 se esgotou há muitos meses. Em torno de 3.100 expositores de quase 60 países estarão participando do evento e mostrando os seus produtos e serviços em mais de 170.000 metros quadrados de espaço de exposição. Werner M. Dornscheidt, Presidente e CEO da Messe Düsseldorf, não tem dúvidas: “Em nenhum lugar do mundo se pode ter acesso a uma gama tão completa de matérias-primas, processos e equipamentos quanto na K, em Düsseldorf. Esta é a principal plataforma global para a indústria de plásticos e borracha e cada empresa tem como objetivo apresentar-se aqui com inovações voltadas para o futuro. Outra característica única é a alta internacionalização de expositores e visitantes. Isso garante, em primeiro lugar, que os visitantes do setor podem esperar uma oferta de padrão mundial de mercado. E, em segundo lugar, os expositores aqui têm acesso a especialistas da indústria de mais de 100 países e se reúnem com clientes que eles não iriam se encontrar de outram maneira”.

Mais uma vez, o contingente mais forte de expositores vem da Europa, especialmente da Alemanha, Itália, Áustria, Suíça, França e Turquia, mas há também um número impressionante de participantes provenientes dos EUA. Ao mesmo tempo, a feira K é uma clara indicadora de mudanças no mercado global: ao longo dos últimos anos, o número de empresas asiáticas e o espaço de exposição reservado por eles tem aumentado de forma consistente. Este ano, particularmente, a China, Taiwan, Índia, Japão e Coreia do Sul estarão impressionando os visitantes com a sua forte presença. Em virtude da K receber empresas altamente diversificadas de todo o mundo, o foco não é colocado apenas nos principais pontos de discussão da indústria – como a eficiência no uso de energia, recursos e materiais -, mas também em segmentos de nicho.

Como sempre, a K 2016 irá ocupar todo o espaço de exposição da Messe Düsseldorf, com produtos e serviços em exposição em todos os 19 pavilhões do recinto. As áreas de negócio centrais da indústria (a seguir) foram agrupados convenientemente nos vários pavilhões:

  • máquinas e equipamentos,
  • matérias-primas e produtos auxiliares,
  • produtos semi-acabados, peças técnicas e plásticos reforçados e
  • Serviços

Máquinas e equipamentos – estréias mundiais

Neste ano, os fabricantes internacionais de máquinas e equipamentos, que constituem o maior grupo de expositores da feira K, vão apresentar uma abundância de estreias mundiais. Ocupando cerca de dois terços do recinto de exposições, os expositores deste grupo particular estarão mostrando seus produtos nos pavilhões de 1 a 4 e de 9 a 17. Engenheiros e fabricantes de máquinas de todo o mundo estão trabalhando a todo vapor para poder apresentar demonstrações ao vivo de novas unidades complexas de produção em outubro. A K 2016 oferece uma oportunidade única para atrair a atenção mundial para inovações, já que nenhum outro evento no mundo todo atrai tal audiência internacional especializada. Ulrich Reifenhäuser, Chairman do Conselho de Expositores da K 2016, está muito confiante de que a feira vai dar um grande impulso à indústria. “Uma abundância de inovações que prometem benefícios genuínos para os clientes já foram anunciados nos preparativos para a feira. Estou particularmente animado com as novidades que podemos esperar em relação à Indústria 4.0. A possibilidade de prover suporte à produção com a digitalização e a interligação de máquinas no processo de produção oferece aos transformadores de plásticos novas oportunidades para acelerar a partida da produção e para tornar a produção mais flexível, bem como para incrementar a garantia de qualidade e manutenção. Estou certo de que haverá muito interesse nesta área na K 2016. “

Matérias – primas e materiais auxiliares – materiais do futuro

Especialistas em matérias-primas e materiais auxiliares estarão apresentando a vanguarda da ciência de polímeros: materiais com uma eficiência de recursos superior e que ajudam a alcançar um melhor equilíbrio entre o desempenho econômico e ecológico. Além da otimização dos polímeros convencionais, os principais tópicos deste ano vão se centrar em aditivos, cargas, biopolímeros e polímeros funcionais, bem como em polímeros de auto-reforçados.

Produtos semi-acabados, peças técnicas e plásticos reforçados- um mercado em crescimento

Esta indústria é conhecida pela sua forte capacidade de inovação e uma ampla diversidade de produtos. Há uma ênfase maior do que nunca em produtos eficientes em termos de consumo de energia e recursos, à medida que eles são capazes de satisfazer os requisitos mais exigentes. Fornecedores de matérias-primas, produtos semi-acabados e peças técnicas estarão expondo nos pavilhões de 5 a 8-B.

Sentindo o pulso do avanço da tecnologia

A K 2016 representa a cadeia de valor completa da indústria em uma amplitude e profundidade sem paralelos. A borracha também desempenha um papel importante aqui. Embora seja pequena em comparação com a indústria de plásticos, o segmento da borracha é de grande importância para as indústrias-chave de usuários, além de ser altamente inovadora. A “Rubber Road” (Estrada da Borracha) no Pavilhão 6 é um elemento permanente na feira K. 12 empresas vão participar dessa “vitrine” do setor de borracha. Para todos os visitantes interessados em tecnologia de elastômeros, haverá novamente um Guia para o setor na K 2016 intitulado “Rubber & TPE Pocket Guide (Guia de bolso da K 2016 para Borracha e TPE).

A feira K sempre teve o seu dedo no pulso do desenvolvimento tecnológico. Isto é confirmado não só pelas apresentações em stands de expositores, mas também pelo programa de apoio, o qual proporciona um valor agregado real para os visitantes. A mostra especial “The Science Campus” (Campus da Ciência), os “Bioplastics Business Breakfasts” (Cafés da Manhã de negócios sobre Bioplásticos), a “Design Chain Conference” (Conferência da Cadeia de Design), a “3Dfab+print” e a “Plastics Training Initiative” (iniciativa de treinamento em plásticos) focalizam-se em aspectos específicos e tópicos relacionadas com a indústria: a oportunidade perfeita para reunir informações estratégicas.

Mostra especial “Plastics shape the future”

A mostra especial “Plastics shape the future” (Os Plásticos moldam o futuro) vai destacar como os materiais poliméricos moldaram o nosso mundo moderno não apenas funcionalmente, mas também em termos de estética e sustentabilidade. Este evento trata de questões ligadas ao desempenho econômico e ambiental e também focaliza o problema do lixo marinho.

Apresentações e um design inovador do stand serão características proeminentes da mostra – a qual ocorrerá no Pavilhão 6 e compreenderá apresentações de pessoas de destaque na indústria, palestras introdutórias, eventos e painél de discussão. Durante toda a feira, estudantes de todos os níveis também serão bem-vindos para expressar as suas idéias sobre a “moldagem do futuro”. A mostra “Plastics shape the future” terá dias temáticos pela primeira vez, ou seja, a cada dia será atribuído um determinado tema, oferecendo uma variedade de palestras e uma rodada central de discussões sobre o tema em questão:

  • Quarta-feira, 19.10. Indústria de Plásticos 4.0
  • Quinta-feira, 20.10. Novos Materiais
  • Sexta-feira, 21.10. Construção leve
  • Sábado, 22.10. Lixo Marinho
  • Domingo, 23h10. Jovens e treinamento
  • Segunda-feira, 24.10. Plástico se reúne com o Design
  • Terça-feira, 25.10. Eficiência de recursos

Essa mostra especial, um projeto da indústria de plásticos alemã encabeçada pela PlasticsEuropeDeutschland e.V. e Messe Düsseldorf, estará enriquecendo a oferta de exposição da feira K pela nona vez seguida.

“Science Campus”: o diálogo entre a ciência e as empresas

O Science Campus (Campus da Ciência), um fórum onde as empresas e as universidades podem trocar informações, também fornece aos expositores e visitantes da K2016 uma visão abrangente das atividades científicas e descobertas em pesquisas sobre plásticos e borracha. Desde o seu lançamento em 2013, o Science Campus cresceu em tamanho e registrou um número crescente de universidades participantes, institutos e agências de financiamento. No coração do próximo Science Campus estarão quatro tópicos centrais que deverão afetar dramaticamente o desenvolvimento dos mercados da indústria para os próximos anos. Esses tópicos são:

  • eficiência de recursos
  • digitalização da cadeia de valor / Indústria 4.0
  • novos materiais, e
  • construção leve

A esses quatro tópicos acima, acrescenta-se também a educação científica. Cientistas do “K 2016 Innovation Circle” (Círculo de Inovação da K 2016) e as equipes dos seus institutos irão preparar e apresentar informações sobre os tópicos centrais. Além do Science Campus, esses tópicos também serão refletido em outros lugares na feira como nas demonstrações nos stands dos expositores, na mostra especial “Plastics shape the future” e no Innovation Compass (Bússola da Inovação).

3D fab + print

Poucas tecnologias estão dando origem a tanta discussão quanto a impressão 3D. Em todo o mundo, métodos de fabricação aditiva estão inspirando usuários na indústria de design e embalagens, engenharia automotiva e aeroespacial, tecnológica médica e dentária e fabricação de máquinas e plantas. Naturalmente, a K 2016 também estará lançando luz sobre esta tecnologia especial. Três anos atrás, a Messe Düsseldorf lançou a marca 3D fab + print, a fim de destacar este assunto importante – não só na feira K, mas também em outras feiras, como por exemplo, na drupa (do setor de impressão e mídias cruzadas); na MEDICA – Feira Mundial de Medicina; e na COMPAMED – Soluções de alta tecnologia para a tecnologia médica. Em cooperação com a KCI Publishing BV, o portal http://www.3dfabprint.com apresenta tecnologias estado-da-arte, bem como visões e melhores práticas. Na K 2016, todos os expositores que mostrarem soluções para o segmento de fabricação aditiva serão apresentados em um caderno especial.

Bioplásticos: potenciais e oportunidades

Ao longo dos últimos anos, os bioplásticos vem atraindo uma imensa atenção como um complemento e uma alternativa aos plásticos convencionais. Olhando para o futuro, a indústria está atualmente debatendo os prós e contras, o papel futuro e o mercado potenciplásticos – tanto os de base biológica como os plásticos biodegradáveis. Qualquer pessoa que queira saber mais sobre as potencialidades e possibilidades dos bioplásticos terá muitas oportunidades para fazê-lo nos stands de expositores da K 2016. Além disso, a revista “bioplastics Magazine”, em cooperação com a Messe Düsseldorf, estará organizando três eventos sobre esse tema específico: todas as manhãs, de 20 a 22 de outubro, as informações mais recentes serão apresentadas no evento “Bioplastics Business Breakfasts”, onde os participantes também poderão compartilhar suas experiências no assunto.

Design Chain Conference

Lançado na K 2013, a “Design Chain Conference” (Conferência da cadeia de Design) teve um feedback muito positivo. Desta vez, a Design Chain@K conference, organizada pela Crain Communications, voltará a fornecer informações sobre aspectos práticos e técnicos das inovações na cadeia de design. O evento dá aos designers e produtores de materiais uma oportunidade para mostrar como os polímeros são utilizados em diferentes aplicações de produtos. O programa inclui exemplos das indústrias automotiva, médica, eletrônicos de consumo e de embalagem.

Avaliação dos visitantes

A importância da K para a indústria é demonstrada não só pelo número de expositores e a qualidade da oferta, mas também e especialmente pelos visitantes profissionais. Em outubro de 2013, um total de 218.000 visitantes de mais de 100 países vieram a Düsseldorf. Os organizadores da K 2016 esperam um número semelhante este ano. Mais de metade (59 por cento) vieram do exterior, sendo que os maiores grupos de visitantes internacionais vieram da Holanda, Índia, França, Bélgica, EUA, Itália e Reino Unido. O veredito dos especialistas foi claro: mais de 90 por cento deles ficaram muito impressionados com a abundância de informações, inovações e soluções técnicas. Os visitantes deram altas notas de avaliação para a densidade de produtos inovadores e a presença de líderes de mercado. E isso se aplica não só para os fabricantes de produtos de plástico e borracha. A K é bem conhecida e apreciada entre os compradores finais das várias indústrias usuárias finais de plásticos e borracha, as quais consideram o evento como uma importante fonte de novas ideias para o seu setor e os seus produtos.

Serviços on-line inteligentes

O portal web http://www.k-online.com, em particular, estará mantendo todos os visitantes e expositores autalizados antes, durante e depois da feira. Os expositores da K 2016 estão apresentando as suas empresas e portfolio de produtos no banco de dados de expositores. Este serviço. Este serviço fornece aos visitantes uma ferramenta valiosa para a busca de empresas, produtos e informações.

Dispondo de serviços personalizados, tais como “MyOrganizer” e “MyCalendar” para o agendamento de reuniões e compromissos e MyCatalogue para a compilação de catálogo individual da feira, o portal da K ajuda os visitantes a se prepararem para a feira.

Muito conveniente também é a oportunidade que os visitantes tem para comprar os seus tickets online, baixar os códigos associados ou imprimi-los em casa. O principal benefício do eTickets é que eles custam menos. Tickets para um dia estarão disponíveis on-line por 49 euros, em comparação com 65 euros na bilheteria da feira. Tickets para três dias custam 108 euros online e 135 euros na bilheteria da feira. Para deslocamento até o centro de exposições, o ticket on-line também servem como um bilhete para o transporte público local.

Com o aplicativo K app, os visitantes em deslocamento também têm acesso a informações importantes.

Olhando para o futuro – a partir de 19 de outubro de 2016

Com a maior densidade de informações no mundo, a K é uma plataforma de negócios e informações que olha para o futuro. As empresas e os especialistas do segmento de Pesquisa e Desenvolvimento estão trabalhando lado a lado para fornecer aps visitantes uma visão sobre as perspectivas e cenários que irão moldar o futuro da indústria de plásticos e borracha. Tudo isso espera por você a partir de 19 de Outubro.

Fonte: Messe Düsseldorf

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Plástico verde da Braskem chega às embalagens de cosméticos naturais e veganos

03/08/2016

Braskem-Biovegan2O Plástico Verde da Braskem agora é usado em embalagens de cosméticos naturais e veganos da Aroma e Magia. As resinas de polietileno de cana-de-açúcar serão usadas na nova marca Bio Vegan.

A Bio Vegan foi criada para atender à demanda do consumidor por produtos fabricados de forma ambientalmente responsável. Por isso, os cosméticos são desenvolvidos de forma a gerar menos impacto na natureza e trazer um ritual de harmonia e bem-estar para quem os utiliza. Entre os lançamentos estão o esfoliante corporal, sabonete Líquido, óleo para banho e loção hidratante corporal.

“Desenvolver os cosméticos Bio Vegan foi um verdadeiro desafio, pois procuramos criar cosméticos o mais verde possível e que contribuíam para um momento de conforto e bem-estar. O resultado de tanta pesquisa foi surpreendente e encantador”, explica Maria de Lourdes Vertuan, farmacêutica-bioquímica e diretora da Bio Vegan.

Com o objetivo de ajudar o consumidor a reconhecer o produto que usam a matéria-prima 100% renovável, a Braskem criou o selo “I’m greenT“. O Plástico Verde adotado pela Bio Vegan captura e fixa gás carbônico da atmosfera, colaborando para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa. O produto apresenta as mesmas características do polietileno tradicional e pode ser reciclado na cadeia já existente.

“A cada ano conquistamos clientes focados em contribuir com o meio ambiente e que também possuem o objetivo de melhorar a vida das pessoas. Apostar na utilização do Plástico Verde reafirma o compromisso das duas companhias com a inovação e a sustentabilidade em seus negócios”, afirma Gustavo Sergi, diretor de Renováveis da Braskem.

Os cosméticos estão disponíveis em farmácias, lojas de decoração e lojas de cosméticos naturais.

Fonte: Braskem

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Braskem recebe certificações para produção de Polietileno Verde

08/02/2016

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Unidades de Triunfo alcançaram o melhor indicador de performance desde o início das operações

A Braskem recebeu por mais um ano as certificações internacionais ISCC PLUS e Bonsucro para suas unidades PE5 (polietileno) e UNIB2 (petroquímicos básicos), ambas do Polo Petroquímico de Triunfo (RS). Os selos asseguram a adoção de critérios de sustentabilidade no processo produtivo de plástico verde.

Com as certificações, a petroquímica atende à demanda dos clientes de Polietileno Verde, produzido a partir de etanol de cana-de-açúcar, em alinhamento com as orientações da European Bioplastics e demais práticas e requisitos sustentáveis. O reconhecimento reafirma ainda o compromisso com sustentabilidade e respeito ao meio ambiente adotados pela empresa em seus processos.

Lançado há cinco anos, o Plástico Verde I’m greenT tem como principal diferencial a captura de 2,15 quilos de CO2 a cada quilo de material produzido, segundo a Braskem.

Paralelamente, as unidades de petroquímicos básicos UNIB 1 (BA) e UNIB 2 (RS) mantiveram a Certificação do Padrão Bonsucro. Este parâmetro atende à Diretiva RED (Renewable Energy Directives), que fixa a meta para a União Europeia de que, em 2020, 20% de toda a energia consumida pela comunidade deve provir de fonte renovável, já considerada nos protocolos da companhia.

Controlada pela Organização Odebrecht, a Braskem produz um volume anual de 16 milhões de toneladas de resinas e outros produtos petroquímicos básicos. Com faturamento de R$ 53 bilhões, a Braskem atua em mais de 70 países, conta com cerca de 8 mil integrantes e opera 40 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México.

Fonte: Braskem

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Pernod Ricard Brasil adota tampas produzidas com Plástico Verde da Braskem

21/12/2015

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  • Multinacional francesa é a primeira empresa de destilados do mundo a ter o selo I’m greenT
  • Plástico Verde será usadao em tampas dos produtos da Pernod Ricard Brasil

A Pernod Ricard Brasil, afiliada da multinacional francesa de destilados, vinhos e champanhes, anunciou a adoção, nas tampas dos produtos de seu portfólio local, do Plástico Verde I’m greenT, da Braskem. O investimento em PE Verde é o primeiro do mundo de uma empresa de destilados.

Iniciado há um ano, o projeto de substituição da tampa plástica tradicional pela de polietileno de origem renovável, produzido a partir de etanol de cana-de-açúcar, foi desenvolvido pela Braskem em colaboração com as empresas Guala e Plastamp, fornecedores locais da Pernod Ricard Brasil, e reforça o compromisso das companhias em reduzir o impacto de suas atividades no meio ambiente.

“A Plastamp sempre priorizou a inovação, sustentabilidade e tecnologia na matriz de desenvolvimento de seus produtos.” afirma Norberto Coelho, diretor comercial da Plastamp. “Em conjunto com as empresas Pernod Ricard e Braskem, a Plastamp festeja o sucesso do lançamento de uma alternativa de tampa conta-gotas, que utiliza o Plástico Verde, tornando-a competitiva, elegante e funcional para ancorar o fechamento de uma grande marca de bebidas da Pernod Ricard Brasil”.

Na visão do gerente comercial da Guala, Silvio Marcellini, “o projeto com a utilização de Plástico Verde na produção de tampas de segurança (core business da empresa) é visto pela Guala Closures Group como outro passo significativo e estratégico em seu compromisso com a sustentabilidade e de trabalho em parceria com seus fornecedores e clientes”.

Para a Braskem, a parceria demonstra o empenho da empresa em estar ao lado de indústrias de diferentes segmentos para oferecer soluções sustentáveis. Lançado há cinco anos, o Plástico Verde I’m greenT é resultado de um longo trabalho de pesquisa. Segundo a empresa, por ser produzido a partir de um material de fonte renovável, ajuda a capturar e fixar o CO2 da atmosfera,  representando, aproximadamente, 2,15 toneladas de gás carbônico para cada tonelada de eteno produzida.

Fonte: Braskem

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Plástico Verde da Braskem completa cinco anos e amplia espaço no mercado mundial

29/10/2015

Polietileno de origem renovável já está presente em vários países, com um número cada vez maior de parcerias

Polietileno-verdePrimeiro polietileno de origem renovável a ser produzido em escala industrial no mundo, o Plástico Verde I’m greenT da Braskem completou em setembro cinco anos de mercado. Atualmente, a resina fabricada a partir de etanol de cana-de-açúcar é uma realidade presente no dia a dia de indústrias de diferentes segmentos e também dos consumidores de países das Américas do Sul e Norte, Europa, Ásia e Oceania.

As pesquisas de uma matéria-prima renovável, capaz de manter a qualidade da produção e atribuir vantagens ambientais, começaram em 2007. Três anos depois, a Braskem fez um aporte de US$ 290 milhões para inaugurar sua fábrica de PE Verde em Triunfo, no Rio Grande do Sul.

Ao longo desse período, diversas conquistas fizeram com que o Polietileno Verde ganhasse força e espaço no mercado mundial. Hoje, mais de 80 marcas, que vão de embalagens de alimentos a produtos de higiene pessoal, ferramentas de jardinagem e até de componentes de carros utilizam a resina. Entre os clientes, estão Johnson & Johnson, Faber-Castell, Kimberly-Clark, Shiseido e Tramontina.

Como exemplo das conquistas, a Tetra Pak® inovou em 2011 e foi o primeiro fornecedor de embalagens de alimentos líquidos a utilizar Plástico Verde em suas tampas. A partir de 2014, a empresa incorporou polietileno de origem renovável como componente das camadas de suas embalagens produzidas no Brasil.

Outro ponto importante na trajetória foi a parceria firmada com a Embalixo em 2011 para a produção de sacos de lixo.

Processo produtivo e sequestro de carbono

O processo de produção começa com a desidratação do etanol para transformá-lo em eteno, que segue para as unidades de polimerização, onde é transformado no polietileno. A resina plástica derivada da cana-de-açúcar é levada, então, para empresas de terceira geração, os transformadores, que irão transformá-lo em produtos plásticos acabados. Segundo a Braskem, por ser feito com uma matéria-prima uma fonte renovável, o PE Verde ajuda a capturar e fixar o CO2 da atmosfera, o principal causador do efeito estufa, representando, aproximadamente, 2,15 toneladas de gás carbônico para cada tonelada de Plástico Verde produzido.

Afirma também a Braskem que outro aspecto positivo para o mercado é que as propriedades mecânicas e de processabilidade do I’m greenT são idênticas àquelas apresentadas pelo petroquímico convencional. A Braskem produz o polietileno de origem renovável de alta densidade (PEAD) e baixa densidade linear (PEBDL) em escala industrial desde setembro de 2010, sendo que a partir de 2013 foi incorporado ao portfólio o Polietileno de origem renovável de baixa densidade (PEBD). Além disso, as várias alternativas de aplicação são possíveis devido à oferta de 30 grades nestas famílias de produtos.

Vanguarda

Segundo Antonio Morschbacker, diretor de Tecnologias Renováveis da Braskem, “o pioneirismo da Braskem na produção do Plástico Verde reflete investimentos feitos, desde o início da companhia, em pesquisas que visam o desenvolvimento de novas tecnologias que permitam a produção de produtos sustentáveis”.

A empresa conta com diversos produtos da química renovável ainda em fase de pesquisa e desenvolvimento. Uma das iniciativas foi anunciada em 2014, quando a empresa juntou-se à norte-americana Amyris e à francesa Michelin para o desenvolvimento de tecnologia voltada à produção de isopreno de fonte renovável, insumo químico utilizado pela indústria de pneus. As três empresas trabalharão unidas para acelerar os estudos bioquímicos que utilizam açúcares oriundos da cana-de-açúcar e de insumos de celulose. No final de 2013, a Braskem também firmou acordo com a Genomatica, startup norte-americana de biotecnologia, a fim de desenvolver nova tecnologia para a produção de butadieno de origem renovável, visando atender ao mercado de borrachas sintéticas.

Fonte: Braskem

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Tramontina lança linha de jardinagem com Plástico Verde da Braskem

06/07/2015

Coleção Sweet Garden utiliza matéria-prima de fonte renovável

sweet-garden_tramontinaA Tramontina apresenta ao mercado sua nova linha de utilidades para jardinagem, a coleção Sweet Garden, fabricada com o Plástico Verde I’m greenT da Braskem. Essa coleção traz ao mercado produtos coloridos e com design afetivo, feitos para tornar a área verde um ambiente aconchegante e inspirador. O plástico verde tem como origem o etanol da cana-de-açúcar, uma fonte 100% renovável e que captura gás carbônico da atmosfera em seu processo produtivo.

Com um design afetivo, a coleção Sweet Garden foi desenvolvida pela Zon Design e traz o selo I’m greenT para identificar a procedência de fonte renovável. Composta por regadores com capacidade para sete litros; kit cocoon, com contenedor, pazinha larga, pazinha estreita, garfo e ancinho; cachepôs Mimmo, em quatro cores (rosa, azul, cinza e amarelo) e dois tamanhos (1,7 litros e 5,5 litros); e kit presente especial, com 13 acessórios para cuidar de plantas e flores. Os kits de plástico verde da Braskem já podem ser encontrados no site de Tramontina e em lojas especializadas.

Resultado da combinação de inovação, tecnologia e sustentabilidade, o biopolímero da Braskem, feito a partir do etanol, captura 2,15 quilos de CO2 a cada quilo de plástico verde produzido, com 80% da energia consumida em todo o processo proveniente de fonte renovável.

Fonte: Braskem

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Prysmian expande linha de cabos sustentáveis com o Plástico Verde da Braskem

10/06/2015

Família Afumex Green cresce incluindo cabos da classe de tensão 0,6/1kV (até 1.000V)

prysmianAlinhada às principais frentes de desenvolvimento de tecnologias sustentáveis, a Prysmian, maior fabricante mundial de cabos elétricos e de telecomunicações, expande a sua linha de cabos Afumex Green, com o novo componente Afumex Green 1kV (1.000 Volts).  Referência em segurança e qualidade, o lançamento utiliza, na sua isolação, o polietileno “Verde” da Braskem, derivado da cana-de-açúcar.

“A preocupação com sustentabilidade está no DNA da Prysmian. Com este lançamento, aumentamos nossa gama de produtos “verdes”. Inovamos ao apresentar, há três anos, o primeiro cabo ecológico do mundo, o Afumex Green 750V. Agora, com a extensão da linha para o Afumex Green classe de tensão 0,6/1kV, seguimos com nosso compromisso de sempre oferecer ao mercado inovações tecnológicas no segmento de fios e cabos. O próximo passo é ampliar o uso do polietileno de origem renovável para famílias de cabos de concessionárias para distribuição de energia em redes aéreas e subterrâneas”, declara Humberto Duplat Paiva, diretor comercial da Prysmian.

Os cabos Afumex Green 1kV atendem às exigências das normas (NBR5410 e NBR13570) para instalações elétricas em locais com grande concentração de pessoas e, até mesmo, em ambientes confinados, uma vez que não propaga chama em caso de incêndios e tem baixa emissão de fumaça e gases tóxicos. Além disso, são utilizados para energizar máquinas, equipamentos e iluminação em geral, sendo aplicáveis em estádios, aeroportos, shoppings, escolas, edifícios comerciais e residenciais, entre outros.

Para apresentar ao mercado o novo Afumex Green, a Prysmian investiu R$ 10 milhões em Pesquisa & Desenvolvimento e em equipamentos para produção. A nova geração dos cabos será produzida nas fábricas de Sorocaba e Santo André (SP), a partir de maio, e será destinada para toda a América do Sul.

Segundo a Braskem, o seu polietileno “verde” captura 2,15 quilos de CO2 a cada quilo de plástico produzido, sendo que 80% da energia consumida em todo o processo é proveniente de fonte renovável.

Sobre a Prysmian: O Grupo Prysmian conta com 19 mil colaboradores, 91 fábricas e está presente em 50 países, com 17 centros de Pesquisa e Desenvolvimento na Europa, Estados Unidos e América do Sul. Com três unidades de negócio – Energia (cabos aéreos, terrestres e submarinos para a transmissão e distribuição de energia elétrica), Telecomunicações (cabos e fibras ópticas para transmissão de dados, imagem e voz e cabos convencionais em cobre) e Petróleo (Umbilicais, Dutos Flexíveis de Produção e Cabos Especiais para plataformas e bombas submersas), o Grupo Prysmian está presente em todos os continentes. No Brasil, com mais de 20% de market share, a empresa possui oito unidades fabris localizadas em Santo André e Sorocaba (quatro fábricas), em SP, Joinville, em SC, Vila Velha e Cariacica, no ES, além de dois centros de Pesquisa e Desenvolvimento. Conta com mais de 1.400 funcionários que são responsáveis pela produção de aproximadamente 80 mil toneladas de cabos por ano.

Sobre a Braskem: A Braskem possui 36 plantas industriais distribuídas pelo Brasil, Estados Unidos e Alemanha e produz anualmente mais de 16 milhões de toneladas de resinas termoplásticas e outros produtos petroquímicos. A Braskem tem capacidade para fabricar anualmente 200 mil toneladas de polietileno derivado de etanol de cana-de-açúcar.

Fonte: Braskem

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BASF apresenta poliamida para filmes de embalagens flexíveis com matéria prima renovável

28/05/2014
  • Até 100% de biomassa
  • Produto com formulação e qualidade idênticas

A BASF agora oferece uma poliamida de alta desempenho (Ultramid) derivado de matérias primas renováveis. O método inovador substitui até 100% dos recursos fósseis, usados no começo do processo de produção integrada, por biomassa certificada. Um certificado confirma aos clientes que a BASF usou a quantidade de matérias primas renováveis exigidas pelo cliente na cadeia de valor.

O Ultramid resultante é idêntico em termos de formulação e qualidade, mas associado a menores emissões de gás efeito estufa e maior economia de recursos fósseis. Além disso, as fábricas e tecnologias existentes na cadeia de valor podem continuar a ser usadas sem mudanças.

“A demanda do consumidor por produtos feitos de matéria prima renovável continua a aumentar”, diz Joachim Queisser, vice-presidente sênior da unidade regional europeia de Poliamidas e Precursores da BASF. “Essa oferta abre excelentes possibilidades para os fabricantes de filmes de embalagem comercializarem seus produtos conforme a demanda”.

A BASF apresentou esse método inovador na Feira de Comércio Interpack, que aconteceu de 8 a 14 de maio em Dusseldorf, Alemanha.

Produtos Ultramid® para aplicações versáteis

Com mais de 60 anos de experiência, a BASF é a principal fornecedora de poliamida e intermediários de poliamida de alta qualidade para a indústria de plásticos de engenharia, filmes, fibras e monofilamento. Sua linha de produtos inclui o Ultramid ® B (poliamida 6), Ultramid® C (poliamida 6/6.6 co-polímero), Ultramid® A (poliamida 6.6) e Ultramid® S Balance (poliamida 6.10).

A BASF possui fábricas de polimerização Ultramid® em Ludwigshafen, Alemanha; Antuérpia, Bélgica; Freeport, Texas e São Paulo, Brasil. Outra unidade de produção está sendo construída em Xangai, China. A produção de poliamida para aplicações em filmes, têxteis, fibras para carpete e plásticos de engenharia está integrada à estrutura Verbund global da BASF com intermediários de poliamida (ou seja, ácido adípico, anolon, caprolactama), matérias primas químicas amônia, ciclohexano, ácido sulfúrico), energia, recuperação de derivados, logística e outros serviços.

Fonte: BASF

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Projeto piloto em Joinville realiza tratamento de resíduos sólidos orgânicos em sacos compostáveis de plástico biodegradável da BASF

05/03/2014
  • Sacos de ecovio® – polímero compostável certificado da BASF, com conteúdo parcialmente de fonte renovável – juntamente com resíduos orgânicos, transformam-se em adubo de valor
  • Processo automático utilizando composteira JORA Brasil demonstra forma alternativa e eficiente para a compostagem de resíduos orgânicos com sacos de ecovio®

ecovio_BasfA BASF implementou um projeto piloto em Joinville/SC com o objetivo de demonstrar a compostagem automática de resíduos orgânicos urbanos com sacos de ecovio®. Essa tecnologia de compostagem se adapta com facilidade às necessidades residencial e comercial, pois trata o resíduo orgânico no próprio local onde foi gerado.    Isso oferece  um modelo de gestão alternativo ao  apresentado em 2013 pela BASF em Mogi Mirim (mais informações  em: http://wp.me/pDBte-1sO.

O projeto foi implementado em parceria com o condomínio Joinville Country Club, com a Jora Brasil – fabricante da composteira automática, com a Romapack – fabricante dos sacos de ecovio® e a consultoria Inambi. Os resultados demonstram a eficácia de um método alternativo de compostagem de resíduos orgânicos com sacos ecovio® que podem ser implementados em locais privados com grande quantidade de geração de resíduos, como shoppings, restaurantes, clubes, empresas, escolas e até bairros.

Moradores do Joinville Country Club  (22 residências) participaram de um workshop de educação ambiental com foco na coleta seletiva de seus resíduos orgânicos domésticos em sacos de ecovio®. Os resíduos foram coletados durante seis semanas e depositados diretamente em uma composteira automática no próprio condomínio. Foram coletados 720 quilos de resíduos das residências e também do restaurante do clube local, os quais foram transformados em 360 quilos de adubo orgânico de qualidade que serão utilizados no campo de golfe do próprio condomínio. A qualidade do adubo produzido foi avaliada pelo laboratório Unithal.

“Em média, resíduos orgânicos demoram 30 dias para se compostar, ao serem coletados em sacos de ecovio®  o processo torna-se fácil e mais higiênico, pois  evita a necessidade de lavagem de recipientes. Os sacos plásticos convencionais não são adequados porque não se degradam em processo de compostagem”, compara Karina Daruich, gerente de biopolímeros da BASF.

A BASF já está utilizando um modelo automático de composteira similar no restaurante da fábrica da BASF, em Ludwigshafen, na Alemanha, onde foi demonstrada a mobilidade e simplicidade do uso do equipamento. O mesmo modelo também foi empregado com  sacos de ecovio® na feira K de 2013, principal feira global do segmento de plásticos.

“Nossas composteiras são as únicas que transformam os resíduos orgânicos em adubo de valor e funcionam a um baixo custo de energia – 10 a 15 vezes menor que equipamentos desidratadores, ou seja, que apenas reduzem volume e não transformam o resíduo em adubo pronto para fertilizar as plantas”, afirma Eduardo Schreiber diretor da Jora Brasil.

“A preocupação com o meio ambiente e com a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos – lei federal número 12.305/10) nos fez pensar em uma alternativa viável para a destinação do lixo que coincide com os propósitos dos parceiros”, comenta Pierre Richter síndico do condomínio Joinville Country Club.

Para a BASF, o resultado do projeto e o conceito de circuito fechado demonstram oportunidades que podem beneficiar a sociedade e serem implementadas, por exemplo, em grandes eventos, como o campeonato mundial de futebol deste ano.

Fonte: BASF

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DSM introduz grade de extrusão ao portfólio de sua poliamida 410 de base biológica

06/02/2014

DSM_Ecopax_ExtrusaoA  Royal DSM introduziu um grade de extrusão de maior viscosidade ao seu portfólio de poliamida 410 EcoPaXX ™  para os mercados de filmes, fibras e monofilamentos, que, de acordo com a empresa, tanto valorizam a excelente estabilidade térmica, ampla gama de processamento e ótima resistência à fusão encontradas no EcoPaXX. A introdução acontece após a adoção bem sucedida do polímero pelo mercado de moldagem por injeção.

“O sucesso no desenvolvimento do EcoPaXX é um exemplo claro do compromisso da DSM com a sustentabilidade. Após sua introdução no mercado, desenvolvimento e comercialização subsequentes de aplicações posteriores, a DSM aumenta sua produção de polímeros para total escala industrial. Além disso, a produção pode ser ampliada ainda mais, permitindo que a DSM atenda plenamente às exigências dos clientes”, afirma Kees Tintel, gerente de negócios do EcoPaXX.

O EcoPaXX, gama de produtos de poliamida 410 de base biológica, começou a ser desenvolvido pela DSM em 2009, sendo introduzido e muito bem recebido pelo mercado já no ano seguinte. Hoje ele é usado em uma ampla gama de aplicações que se beneficiam de sua combinação única de excelentes propriedades e histórico ecológico.

No mercado automotivo, o EcoPaXX é aplicado em revestimento para motores turbo pela Daimler, BMW e Bentley, principalmente em razão de sua combinação única de resistência à alta temperatura, estabilidade dimensional e superfície de alta qualidade. A VW escolheu o EcoPaXX para uso em um de seus mais recentes motores para o revestimento do virabrequim, onde a resistência ao calor e aos produtos químicos, juntamente com a estabilidade dimensional, são requisitos fundamentais. Por causa de sua boa resistência a combustíveis, o EcoPaXX é utilizada por vários clientes em uma série de aplicações de contato com combustível. O produto também é extremamente resistente a meios polares, como líquidos de arrefecimento.

Em outros segmentos de mercado, como o da construção civil, o EcoPaXX é usada em perfis isolantes para janelas de alumínio. Nestes casos, a combinação de suas características ecológicas com sua elevada resistência à temperatura faz com que ele seja adequado para cobertura a pó, em linha, a mais de 200ºC.

Na indústria de esporte e lazer, onde a combinação de rigidez com resistência e/ou recuperação de curvatura costumam ser requisitos importantes, o EcoPaXX encontra muitas aplicações, como bindings (peça que prende a bota) de esqui e/ou snowboard, além de outras utilidades para esportes de inverno. Devido à sua excelente resistência à hidrólise, o EcoPaXX é também usado em rodízios para carrinhos de companhias aéreas que precisam resistir à limpeza a vapor pressurizado.

Segundo a DSM,  o EcoPaXX também oferece vantagens em aplicações, como tubos, filmes e fibras por causa de sua excelente estabilidade térmica, ampla faixa de processamento e resistência à fusão.

Fonte: DSM

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Solvay lança no Brasil linha de biomateriais para implantes ortopédicos e cardiovasculares

10/12/2013

A meta é atender a forte demanda brasileira por biomateriais termoplásticos na fabricação de implantes

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Implante Cardiovascular fabricado com material da linha  Solviva

A linha de biomateriais para implantes Solviva® ​​- fabricados pela unidade de negócios Solvay Specialty Polymers nos EUA – já está disponível comercialmente no Brasil.

Essa nova linha de produtos, que foi apresentada em primeira mão a clientes da empresa durante o 46º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia, realizado recentemente no Paraná, complementa a extensa oferta de polímeros da Solvay e é voltada principalmente para aplicações ortopédicas e cardiovasculares.

O portfólio de biomateriais da Solvay, comercializado nos EUA e na Europa e recentemente lançado na China, é direcionado para atender à crescente demanda do mercado brasileiro de implantes cirúrgicos e complementa sua linha de polímeros de alta performance já utilizada na área de saúde para usos não implantáveis.

“Com um amplo portfólio de polímeros, estamos posicionados como um fornecedor estratégico no mercado global médico hospitalar e a presença da linha de biomateriais Solviva® no Brasil sinaliza e reforça ainda mais o compromisso da Solvay com este mercado”, diz Mônica Martins, Gerente de Mercado Healthcare para a América do Sul. A disponibilidade dos biomateriais Solviva® proporcionará oportunidades de desenvolvimento importantes para a área de saúde em nosso país, acrescenta Mônica.

A Solvay Specialty Polymers vai atender ao mercado brasileiro com o suporte de sua unidade em São Bernardo do Campo (SP). A empresa continuará a avaliar o mercado global e analisará outras expansões em potencial em regiões geográficas importantes.

“Como um dos principais fornecedores de polímeros de alto desempenho para aplicações na área da saúde, estamos prontos para dar o próximo passo em nossa estratégia global de negócios e expandir a linha de biomateriais Solviva® para o mercado brasileiro”, assinala Paulo Motta, Diretor de negócios para a região América do Sul da Solvay Specialty Polymers.

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Implante de coluna cervical

O sucesso comercial da Solvay nos EUA e na Europa com os produtos  Solviva® tem como destaque o uso crescente do Zeniva® PEEK no mercado de cirurgia de coluna (Spine Cages). O Zeniva® PEEK possui um módulo de elasticidade muito próximo ao do osso, além de excelente biocompatibilidade, tenacidade e resistência à fadiga, segundo informações da Solvay.

Além do Zeniva®, a linha Solviva® também oferece o Polifenileno Auto-Reforçado Proniva® SRP, um dos termoplásticos mais rígidos e fortes do mundo -sem carga – que oferece biocompatibilidade excepcional e rigidez, segundo a empresa; a Polifenilsulfona Veriva® PPSU, que proporciona resistência excelente combinada à transparência e excelente biocompatibilidade, e a Polisulfona Eviva® PSU, que oferece mais resistência e transparência, de acordo com a Solvay.

A linha Solviva® pode ser esterilizada através de todos os métodos convencionais, incluindo autoclave, radiação gama e óxido de etileno. Estes produtos estão disponíveis em grânulos para processos de injeção ou extrusão, bem como na forma de tarugos, utilizados em processos de usinagem.

Os polímeros Solviva® são fabricados em conformidade com a norma ISO 13485 e seguem as Boas Práticas de Fabricação (GMP, na sigla em inglês). Os processos de fabricação dos biomateriais da Solvay são validados e seus controles proporcionam a total rastreabilidade do produto. Além disso, todos os materiais são testados em um laboratório credenciado que é certificado com a norma ISO 17025.

A experiência da Solvay como um fornecedor importante de materiais na área da saúde se estende por mais de 20 anos. A empresa é líder na fabricação de plásticos de alta performance, oferecendo uma ampla gama de materiais para instrumentos de saúde e dispositivos médicos, junto com sua linha  de biomateriais Solviva® para dispositivos implantáveis.

A empresa é um fornecedor de serviço completo, oferecendo design, assistência técnica e suporte de desenvolvimento de aplicações para o mercado global de saúde. A Solvay também continua a dedicar uma parte considerável das atividades de pesquisa e desenvolvimento para tecnologia e comercialização de novos e exclusivos polímeros para atender as necessidades dos fabricantes de equipamentos originais e processadores médicos.

Fonte:  Solvay

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DSM e KACO desenvolvem tampa de virabrequim feita em poliamida 410 que reduz custos e peso

02/09/2013
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Tampa de virabrequim fabricada em poliamida 4.10 da DSM para motores Volkswagen de próxima geração

A Royal DSM, juntamente com sua parceira especialista em componentes automotivos KACO, deram um passo importante para melhorar a eficiência no uso de combustível nos automóveis. As duas empresas desenvolveram uma tampa leve multifuncional de virabrequim em EcoPaXX® – uma poliamida 4.10 da DSM proveniente de fontes renováveis – para a mais recente geração de motores a diesel desenvolvidos pelo Grupo Volkswagen.

A tampa fabricada com poliamida incorpora vedações integrais em teflon (PTFE) e borracha de silicone líquida (LSR), assim como vários insertos metálicos. Ela será usada em uma nova plataforma modular MDB da Volkswagen para motores a diesel implementados nas suas marcas Audi, Seat, Škoda e VW. A Volkswagen, juntamente com todos os principais produtores de automóveis, está em constante busca por novas maneiras de aumentar a sustentabilidade de seus produtos, e a nova cobertura do virabrequim derivada de fontes renováveis é um bom exemplo das soluções que está implantando.

Segundo a DSM, quando comparados às tampas feitas em alumínio, os custos das tampas produzidas com a poliamida da DSM são consideravelmente mais baixos, em parte graças ao uso de uma célula de produção integrada totalmente automatizada para a fabricação do componente na KACO. O peso também foi reduzido consideravelmente, pois o EcoPaXX é 45% menos denso do que o alumínio.

De acordo com a DSM, o desenvolvimento representa um avanço significativo em termos de sustentabilidade, desde o momento da produção até o uso do veículo. A poliamida 410 EcoPaXX da DSM  é 70% derivada de fontes renováveis (óleo de mamona). A KACO utiliza a célula de produção energeticamente eficiente não só para moldar a tampa do virabrequim, mas também para integrar duas vedações separadas: a primeira, em PTFE, é colocada no molde por um robô, sendo o EcoPaXX moldado sobre ela;  a segunda, em LSR, é então moldada diretamente na peça usando um processo 2K. Isto resulta em uma redução de energia utilizada durante a produção, sem nenhum desperdício de material. Por fim, como a tampa do virabrequim pesa muito menos do que a sua versão em alumínio, o veículo funciona com mais eficiência, economizando combustível e reduzindo as emissões de dióxido de carbono ao longo de sua vida.

As tampas termoplásticas de virabrequim ainda são incomuns, sendo que as poliamidas 6 ou a 66 são o material de preferência. A especificação dimensional muito rígida da versão VW, assim como as cargas elevadas que a tampa tem que suportar, tornaram particularamente severo o desafio de produzir a peça em termoplástico. Segundo a DSM, a empresa enfrentou o desafio, juntamente com a KACO, graças ao desempenho excepcional da sua poliamida 4.10 – propriedades mecânicas muito boas a elevadas temperaturas, combinadas com uma excelente tenacidade fazem dele um material ideal para o alto desempenho requerido durante o uso em condições extremas. As habilidades da KACO em integrar vedações estáticas e dinâmicas na peça de uma forma inteligente também foram um fator chave para o sucesso.

Andreas Genesius, chefe de Gestão de Projetos da KACO, ressalta a importância do processo de produção livre de resíduos “A peça sai da célula de injeção pronta para ser montada no bloco do motor”, diz ele. “Não é necessário fazer nenhum corte ou remoção de aparas. Através de uma abordagem holística em relação ao design e à produção de peças automotivas, estamos contribuindo para o progresso tecnológico sustentável, sem comprometer o desempenho ou a competitividade da peça”.

Genesius acrescenta que a chave para o sucesso do lançamento da tampa do virabrequim, após um período de desenvolvimento extremamente curto, foi o trabalho estratégico conjunto com os principais parceiros, incluindo a DSM, nas áreas de design de peças, desenvolvimento de material, design de processo e combinação de diferentes materiais.

A tampa do virabrequim é uma obra-prima de projeto de engenharia. A orientação das fibras, o número e a posição dos pontos de injeção e a concepção e integração dos vários insertos foram otimizados para minimizar o empenamento e garantir vedações rigorosas entre a tampa e o bloco do motor e o cárter de óleo. A tampa também tem que resistir ao aperto dos parafusos de fixação no bloco do motor e no cárter (cada um dos quais é construído com tolerâncias diferentes), bem como de ferramentas utilizadas para fixar a posição da correia de FEAD (Front End Accessory Drive). Com as suas excelentes propriedades mecânicas, o EcoPaXX proporcionou uma resposta para estas exigências, afirma a DSM.

Fonte: DSM

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