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Durante Prévia da K 2019, clientes da BASF exibem protótipos fabricados com material plástico quimicamente reciclado

16/07/2019

  • Os parceiros da BASF no Projeto ChemCycling: Jaguar Land Rover, Storopack, Südpack e Schneider Electric.
  • Fase piloto promissora, mas continuam os desafios tecnológicos e econômicos, assim como a necessidade de avanços regulatórios.

Um número cada vez maior de empresas da indústria de plásticos está trabalhando para promover a reciclabilidade dos plásticos e, assim, ajudar, na criação de uma economia circular. Uma das maneiras pelas quais a BASF atua nessa área é através do projeto ChemCycling: no final de 2018, a empresa utilizou pela primeira vez volumes piloto de óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos como matéria-prima em sua própria produção.

Na Prévia da Feira K 2019, uma conferência de imprensa que ocorreu no Centro de Conveções da Messe Düsseldorf entre 1 a 3 de Julho, quatro parceiros apresentaram os primeiros protótipos que foram criados durante a fase piloto do projeto.

A Jaguar Land Rover (JLR), fabricante líder na indústria automotiva, desenvolveu um protótipo do suporte do radiador feito de plástico, usando poliamida 6 reciclada com 30% de fibra de vidro (Ultramid B3WG6 Ccycled Black 00564) para o seu primeiro SUV elétrico: o I-Pace. “Como parte do nosso compromisso de acelerar a fabricação em circuito fechado (Closed-loop manufacturing) em todas as nossas operações, estamos sempre em busca de avanços tecnológicos que ajudem a reduzir o desperdício”, disse Craig Woodburn, gerente global de Compliance Ambiental da JLR. “A capacidade de converter resíduos plásticos de consumo em peças seguras e de qualidade usadas em produtos premium, por meio do processo ChemCycling, é um passo importante no avanço da nossa aspiração de alcançar um futuro com resíduo-zero”.

A Storopack, fornecedora global de embalagens de proteção e peças técnicas moldadas, usou EPS quimicamente reciclado (Styropor P Ccycled) para fabricar embalagens de isolamento térmico para produtos farmacêuticos sensíveis à temperatura, bem como caixas para transporte de peixe fresco e embalagens protetoras para dispositivos eletrônicos. “Ficamos particularmente impressionados com o fato de que o Styropor® P Ccycled pode ser usado em embalagens de alimentos. Já existem várias opções de reciclagem para o Styropor e o projeto ChemCycling ajuda a aumentar ainda mais a o percentual reciclável”, comentou Hermann Reichenecker (foto), presidente do Conselho de Administração da Storopack.

A Südpack, uma das principais produtoras de embalagens em filmes na Europa, fabricou um filme de poliamida e um filme de polietileno que foram convertidos em embalagens com vedação especial para uso com queijo muzzarela. Até o momento, considerava-se que as embalagens multicamadas eram recicláveis até um certo limite. “Embalagens em filme desempenham funções importantes tais como: a proteção do produto, higiene e tempo de vida de prateleira, ao mesmo tempo em que precisa utilizar uma quantidade mínima de plásticos. Esta é a razão pela qual as embalagens em filme são compostas por vários materiais e camadas com diversas propriedades e barreiras. Por meio de inovações como o ChemCycling, chegamos mais próximos de resolver os problemas associados à reciclagem de embalagens flexíveis”, disse Johannes Remmele, sócio-gerente da Südpack.

A Schneider Electric, líder na transformação digital de gestão de energia e automação, fabricou um disjuntor a partir de poliamida (Ultramid) quimicamente reciclada. “Nós ativamente avaliamos a capacidade de matérias-primas secundárias, tais como plásticos reciclados, de atender aos nossos exigentes padrões de qualidade, normas e regulamentações rigorosas da indústria. Nós confiamos na expertise da BASF para demonstrar os benefícios de sustentabilidade de ponta-a-ponta e ao mesmo tempo oferecer um custo atraente. Esperamos que esta experimentação com a BASF abra espaço para mais inovações circulares em Gerenciamento e Distribuição de Energia”, disse Xavier Houot, vice-presidente sênior de meio ambiente, segurança e real state da Schneider Electric Group.

“Os projetos piloto com clientes de várias indústrias mostram que os produtos fabricados com matérias-primas quimicamente recicladas oferecem a mesma alta qualidade e desempenho que os produtos fabricados com materiais primários. O projeto ChemCycling, que usa uma abordagem de balanço de massa para atribuir matematicamente uma parcela do material reciclado ao produto final, pode ajudar nossos clientes a atingir suas metas de sustentabilidade”, disse Jürgen Becky, vice-presidente sênior de Materiais de Performance. Os produtos certificados são indicados com a terminação “Ccycled” em seu nome. Os protótipos apresentados na Prévia da K 2019, em Düsseldorf, fazem parte da fase piloto em andamento do projeto ChemCycling.

Potencial para aumento do percentual de material reciclável

“Com o projeto ChemCycling, a BASF tem como objetivo processar o óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos que atualmente não são recicláveis, tais como plásticos misturados ou contaminados. Se tivermos êxito em desenvolver o projeto até o ponto de disponibilidade no mercado, o ChemCycling será um complemento inovador aos processos existentes de reciclagem e recuperação, com o intuito de resolver o problema dos resíduos plásticos”, comentou Stefan Gräter, responsável pelo projeto ChemCycling na BASF.

O expressivo potencial da reciclagem química foi confirmado pela consultoria McKinsey em um estudo de dezembro de 2018: se os processos de reciclagem existentes forem combinados aos novos, como a reciclagem química, os especialistas acreditam que alcançaremos até 2030 uma taxa de 50% de reutilização e reciclagem de plásticos mundialmente (hoje, 16%). A parcela da reciclagem química poderia então subir do seu valor atual de 1% para aproximadamente 17%, o que equivale à reciclagem de cerca de 74 milhões de toneladas de resíduos plásticos.

Desafios tecnológicos, econômicos e regulatórios

Para passar da fase piloto à implantação no mercado, várias questões precisarão ser resolvidas. As tecnologias existentes para a transformação de resíduos plásticos em matérias-primas recicladas devem ser avançadas e adaptadas para o uso em escala industrial, a fim de garantir a alta qualidade do óleo de pirólise. A BASF está atualmente investigando várias opções para alimentar, a longo prazo, o seu complexo produtivo integrado com volumes comerciais de óleo de pirólise. Além das questões técnicas, os aspectos econômicos também desempenham um papel. Para a reciclagem química ter aceitação no mercado, os órgãos regulatórios também devem reconhecer oficialmente que o processo é uma modalidade de reciclagem. Dentro desse escopo, eles precisam definir como as abordagens de reciclagem química e balanço de massa podem ser incluídas no cálculo das taxas de reciclagem exigidas por lei.

Uso responsável de recursos

“Nosso projeto ChemCycling é um bom exemplo de como a BASF está trabalhando com nossos parceiros no desenvolvimento de soluções para os principais desafios do século 21”, disse Dr. Andreas Kicherer, especialista em sustentabilidade da BASF. Além do projeto ChemCycling, a BASF está envolvida em muitos outros projetos e iniciativas que fortalecem a ideia da economia circular e previnem o descarte dos plásticos no meio ambiente. Por exemplo, o portfólio de produtos da BASF inclui o ecovio®, um plástico compostável certificado, parcialmente fabricado com matérias-primas renováveis. A empresa é membro do World Plastics Council e participa de dois programas da Ellen MacArthur Foundation. Em todas as suas fábricas no mundo, a BASF implementa a “Operação Clean Sweep”, uma iniciativa internacional da indústria de plásticos destinada a evitar a perda de pellets de plástico no meio ambiente. Além disso, no início de 2019 a BASF uniu esforços com aproximadamente 30 outras empresas para fundar a Alliance to End Plastic Waste (AEPW). Nos próximos cinco anos, esta iniciativa pretende investir até $1,5 bilhão em vários projetos e parcerias, principalmente na Ásia e na África. Há quatro áreas-foco principais: desenvolvimento de infraestrutura para coleta de resíduos, promoção de métodos inovadores de reciclagem, educação e engajamento de vários grupos, além da limpeza de áreas com concentração de resíduos plásticos no meio ambiente.

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BASF construirá plantas de plásticos de engenharia e poliuretanos termoplásticos em novo Complexo Integrado em Zhanjiang, na China

30/05/2019

  • As primeiras plantas do Complexo Integrado contribuirão para aumentar a capacidade global de produção de plásticos de engenharia e TPU
  • O projeto de investimento de US $ 10 bilhões da BASF em Zhanjiang está avançando rapidamente

A BASF planeja construir uma planta de compostagem de plásticos de engenharia e uma planta de poliuretano termoplástico (TPU) no Complexo Integrado de Zhanjiang, na China. Estas serão as primeiras plantas de produção a entrar em operação no local.

Até 2022, a nova planta de compostagem de plásticos de engenharia fornecerá uma capacidade adicional de 60.000 toneladas métricas por ano de compostos de plásticos de engenharia da BASF na China. Isso levará a capacidade total da BASF desses produtos na região da Ásia-Pacífico para 290.000 toneladas métricas por ano. Como parte do plano da empresa de implementar um conceito abrangente de fabricação inteligente no Complexo Integrado, com base em tecnologias de ponta, as novas fábricas utilizarão processos de embalagem automatizada, sistemas de controle de alta tecnologia e veículos guiados automaticamente.

“Menos de um ano depois de assinarmos o primeiro Memorando de Entendimento, temos o prazer de anunciar as primeiras fábricas a serem instaladas em nosso Complexo Integrado em Zhanjiang,” disse o Dr. Stephan Kothrade, Presidente da Functions Asia Pacific, Presidente e Chairman da BASF-Grande China. “O projeto está avançando rapidamente e os clientes no sul da China em breve se beneficiarão desses produtos inovadores para atender às suas necessidades imediatas”.

As instalações gerais para o Complexo Integral de Zhanjiang também serão construídas juntamente com as duas novas plantas. A BASF Integrated Site (Guangdong) Co. Ltd (BIG), a nova subsidiária integral da BASF, foi oficialmente fundada. Esta entidade supervisionará as operações do novo Complexo Integrado, focalizando o mercado do sul da China.

“Queremos melhorar nosso suporte aos clientes no mercado do sul da China e em todo o mundo. Faremos isso estabelecendo as novas fábricas perto das indústrias de clientes em crescimento e através de melhorias na eficiência alcançadas através de nossa abordagem de fabricação inteligente. Isso aumentará nossa velocidade de inovação e a eficiência de nossos serviços ”, disse Raimar Jahn, presidente da divisão de materiais de desempenho da BASF. “Em particular, empresas do segmento eletro-eletrônico e fabricantes de automóveis estão recorrendo à BASF para ajudá-los a lidar com tendências como a eletrificação de carros e a miniaturização de dispositivos eletrônicos.”

O crescimento do mercado de TPU, em particular para aplicações de alto padrão, é impulsionado por vários fatores, incluindo o aumento de requisitos regulatórios e as crescentes expectativas dos clientes para melhorar o desempenho de sustentabilidade em áreas como e-mobilidade, peso leve e automação. Segundo a BASF, as suas soluções dão suporte a este crescimento com fios e cabos com segurança aprimorada para uso em automação e no mercado automotivo, bem como materiais leves para bens de consumo. Com as necessidades dos clientes evoluindo rapidamente em todo o mundo, a BASF afirma estar aumentando seu investimento em mercados emergentes para atender às necessidades locais, enquanto continua investindo em economias desenvolvidas.

A BASF assinou o primeiro Memorando de Entendimento sobre o Complexo Integrado com o Governo Provincial de Guangdong, em Berlim, em julho de 2018, e em janeiro de 2019, a empresa assinou um Acordo Estrutural com detalhes adicionais do plano. O Complexo Integrado em Guangdong será o maior investimento da BASF, estimado em até US $ 10 bilhões após a conclusão, e será operado sob a responsabilidade exclusiva da empresa. A cadeia de valor integrada conectará as plantas a montante e a jusante – desde produtos químicos básicos até produtos e soluções mais orientados para o consumidor, atendendo a setores em crescimento tais como bens de consumo ou transporte. No final, o Complexo Integrado de Zhanjiang será o terceiro maior site da BASF em todo o mundo, seguindo Ludwigshafen, na Alemanha, e Antuérpia, na Bélgica.

Fonte: BASF

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Grupo BASF aumenta vendas no 1o. trimestre; resultados menores na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior

23/05/2019

Primeiro trimestre de 2019:

  • Vendas de € 16,2 bilhões (alta de 3%)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de € 1,7 bilhão (queda de 24%)
  • Resultados caem principalmente devido às baixas contribuições dos segmentos de Materiais e Químicos
  • Bom desempenho dos resultados no segmento de Soluções para Agricultura

Panorama para 2019 confirmado:

  • Ligeiro aumento nas vendas
  • Ligeiro aumento do EBIT antes dos itens extraordinários no período

“No primeiro trimestre de 2019 as vendas do Grupo BASF cresceram 3%, atingindo € 16,2 bilhões”, disse Dr. Martin Brudermüller, Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, na Reunião Anual de Acionistas da empresa, realizada no Centro de Convenções Rosengarten em Mannheim, Alemanha. Em comparação com o primeiro trimestre de 2018, os resultados advindos das atividades operacionais (EBIT) antes dos itens extraordinários apresentaram decréscimo de € 549 milhões, correspondendo a € 1,7 bilhão. “Como esperado, isso se deve principalmente às contribuições consideravelmente menores dos segmentos de Materiais e Químicos. Nesses segmentos, tivemos margens excepcionalmente altas de isocianatos e sólidas margens do cracker no primeiro trimestre do ano anterior”, disse Brudermüller. O EBIT antes dos itens extraordinários também apresentou queda em “Outros” e no segmento de “Nutrição & Cuidados”, enquanto no segmento de Tecnologias para Superfície os resultados ficaram no mesmo nível do trimestre anterior. Por outro lado, os segmentos de Soluções para Agricultura e Soluções Industriais registram grande melhoria nos resultados.

O crescimento econômico global no primeiro trimestre de 2019 foi influenciado pelos avanços geopolíticos e conflitos comerciais, principalmente entre os Estados Unidos e a China. Consequentemente, o Grupo BASF observou uma demanda mais fraca das principais indústrias clientes, especialmente do setor automotivo.

Os preços caíram em 2% em comparação ao primeiro trimestre do ano anterior, fato atribuído principalmente aos negócios com produtos de isocianatos e cracker. Os preços mais elevados nos segmentos de Tecnologias para Superfície, Soluções para a Agricultura e Soluções Industriais só compensaram parcialmente o declínio esperado de preço nos segmentos de Materiais e Químicos. Devido ao comportamento cauteloso de compra dos clientes, os volumes de vendas no Grupo BASF apresentaram queda de 4%. O crescimento nas vendas foi devido principalmente aos efeitos de portfólio no segmento de Soluções para Agricultura, resultantes da aquisição de importantes negócios e ativos da Bayer em agosto de 2018. Os efeitos cambiais também tiveram um impacto positivo nas vendas em todos os segmentos.

Em € 26 milhões, no geral, os itens extraordinários no EBIT foram positivos no primeiro trimestre de 2019, em comparação ao decréscimo de € 18 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. O resultado especial proveniente dos desinvestimentos nos segmentos de Soluções para a Agricultura e Soluções Industriais excedeu os custos de integração, taxas especiais de medidas de reestruturação e outras taxas.

O EBIT teve uma queda de € 505 milhões em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 1,8 bilhão. O resultado antes do imposto de renda caiu em € 520 milhões, passando a € 1,6 bilhão. A alíquota do imposto aumentou de 24,1% para 25,4%.

O resultado após impostos das operações contínuas apresentou queda de € 415 milhões para € 1,2 bilhão. O resultado depois de impostos das operações descontinuadas, que abrange as atividades de petróleo e gás da BASF, aumentou em € 97 milhões, atingindo o patamar de € 274 milhões. Este fato é, em grande parte, devido ao significativo aumento dos volumes, principalmente na Rússia, assim como à suspensão da depreciação e amortização desde o reconhecimento do grupo para alienação no terceiro trimestre de 2018.

O resultado líquido apresentou queda de € 273 milhões, para € 1,4 bilhão. O lucro por ação foi de € 1,53 no primeiro trimestre de 2019 – primeiro trimestre de 2018: € 1,83. O lucro por ação ajustado pelos itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis totalizou € 1,65 (primeiro trimestre de 2018: € 1,93).

No primeiro trimestre de 2019, o fluxo de caixa das atividades operacionais totalizou € 373 milhões, € 858 milhões abaixo dos números para o mesmo trimestre no ano anterior. O fluxo de caixa livre apresentou uma queda de € 604 milhões no mesmo trimestre no ano anterior para menos € 368 milhões, principalmente como resultado dos melhores fluxos de caixa das atividades operacionais.

Fusão da Wintershall e DEA

Depois da aprovação por todas as autoridades relevantes, em 1º de maio de 2019, a BASF e a LetterOne concluíram a fusão da Wintershall e DEA. “Com a Wintershall Dea criamos a empresa europeia independente líder em exploração e produção, com operações internacionais nas principais regiões. Ao combinar as duas entidades com sede na Alemanha, a BASF e a LetterOne assentam as bases para um forte e próspero crescimento da Wintershall Dea”, disse Dr. Hans-Ulrich Engel, Vice-Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, em uma teleconferência sobre os resultados do primeiro trimestre de 2019.

Dividendo proposto de € 3,20 por ação

A Junta de Diretores Executivos e o Conselho Fiscal propuseram à Reunião Anual de Acionistas que o dividendo tenha um aumento de € 0,10, passando a € 3,20 por ação. “Assim, a ação da BASF oferece um rendimento de dividendos atraente, de 5,3%, com base no preço da ação no final do ano de 2018, de € 60,40”, disse Brudermüller. Depois da adoção da resolução relevante pela Reunião Anual de Acionistas, um total de € 2,9 bilhões será pago aos acionistas da BASF SE em 8 de maio.

Panorama para 2019 confirmado

As expectativas da BASF para o ambiente econômico global em 2019 continuam inalteradas:

  • Crescimento do produto interno bruto: 2,8%
  • Crescimento da produção industrial: 2,7%
  • Crescimento da produção de químicos: 2,7%
  • Taxa de câmbio média euro/dólar de US$ 1,15 por euro
  • Preço médio do petróleo de US$ 70 dólares por barril de petróleo Brent

A BASF confirma a previsão de vendas e receitas para o Grupo BASF feita no Relatório BASF de 2018 e espera um ligeiro crescimento das vendas, assim como ligeiro aumento do EBIT antes dos itens extraordinários, que deve ficar no nível inferior da faixa de 1% a 10%. O retorno sobre capital empregado (ROCE) deve ser um pouco mais alto do que o percentual do custo de capital, com o ROCE um pouco mais baixo do que em 2018.

Desempenho do negócio nos segmentos no primeiro trimestre de 2019

As vendas no segmento de Químicos, que abrange Petroquímicos e Intermediários, sofreram queda de 13% em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 2,5 bilhões. A divisão de Petroquímicos, em particular, observou brusca queda nas vendas, enquanto a divisão de Intermediários registrou um ligeiro declínio. O desempenho das vendas foi influenciado pelos menores volumes e preços nas duas divisões.

Em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários apresentou queda de € 169 milhões, para € 306 milhões. As duas divisões registraram resultados mais baixos, principalmente a de Petroquímicos. O desempenho do EBIT antes dos itens extraordinários se deve, em grande parte, às menores margens na divisão de Petroquímicos, principalmente para produtos de steam cracker, além dos menores volumes nas duas divisões. Além disso, os custos fixos das duas divisões apresentaram um discreto aumento. Na divisão de Petroquímicos, o aumento foi devido principalmente às altas despesas de manutenção, enquanto na divisão de Intermediários o desempenho dos custos fixos foi influenciado negativamente especialmente pelos efeitos cambiais.

No segmento de Materiais, que abrange Materiais de Performance e Monômeros, as vendas de € 2,9 bilhões apresentaram uma queda de 15% em comparação ao primeiro trimestre de 2018. As duas divisões, de Monômeros e de Materiais de Performance, apresentaram queda nas vendas, principalmente devido aos menores preços dos isocianatos na divisão de Monômeros.

O EBIT antes dos itens excepcionais teve uma queda nas duas divisões, atingindo € 323 bilhões, em comparação aos € 816 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. Esta queda resulta principalmente das menores margens de isocianatos na divisão de Monômeros. Na divisão de Materiais de Performance, as maiores margens não conseguiram compensar os menores volumes, principalmente no setor automotivo. Além disso, os custos fixos das duas divisões foram um pouco mais elevados do que no mesmo trimestre do ano anterior, principalmente por causa dos efeitos cambiais.

No segmento de Soluções Industriais, que abrange Dispersões e Pigmentos e Químicos de Performance, as vendas de € 2,2 bilhões foram 2% mais baixas do que as vendas no mesmo trimestre do ano anterior. As vendas na divisão de Dispersões e Pigmentos se mantiveram no mesmo nível do primeiro trimestre de 2018, enquanto as vendas na divisão de Químicos de Performance apresentaram uma ligeira queda. O declínio no período se deveu principalmente à transferência do negócio de químicos para papel e água da BASF, que antes foi reportado em Químicos de Performance, para o grupo Solenis.

O segmento de Soluções Industriais aumentou o EBIT antes dos itens extraordinários em 15%, em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 264 milhões. Isso se deveu principalmente ao EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente mais alto na divisão de Químicos de Performance, resultante dos preços mais elevados, aumento do volume e efeitos cambiais positivos. A divisão de Dispersões e Pigmentos também apresentou ligeiro aumento no EBIT antes dos itens extraordinários, principalmente por causa dos preços mais elevados e dos efeitos cambiais positivos. O EBIT do segmento incluiu receitas especiais na divisão de Químicos de Performance advindas da transferência do negócio de químicos para papel e água da BASF para o grupo Solenis.

Em comparação ao primeiro trimestre de 2018, as vendas no segmento de Tecnologias para Superfície, que abrange Catalisadores, Tintas e Químicos para Construção, aumentaram em 13%, para € 3,6 bilhões. O crescimento das vendas na divisão de Catalisadores foi particularmente acentuado. As vendas também apresentaram um aumento considerável na divisão de Químicos para Construção. Na divisão de Tintas, as vendas ficaram no mesmo nível que no mesmo trimestre no ano anterior. O aumento nas vendas pode ser atribuído aos preços mais elevados em todas as divisões, assim como aos efeitos cambiais positivos e maiores volumes nas divisões de Catalisadores e Químicos para Construção.

Em € 159 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários para o segmento se manteve no nível do mesmo trimestre no ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários na divisão de Químicos para Construção apresentou uma melhoria considerável, devido principalmente às margens mais elevadas. Na divisão de Catalisadores, os resultados tiverem um discreto aumento em consequência do crescimento das vendas. Por outro lado, a divisão de Tintas registrou um EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente menor, principalmente devido ao enfraquecimento do negócio automotivo.

As vendas de € 1,6 bilhão no segmento Nutrição & Cuidados, que abrange Care Chemicals e Nutrição e Saúde, se mantiveram no nível do mesmo trimestre no ano anterior. As vendas consideravelmente mais elevadas na divisão de Nutrição e Saúde foram compensadas pelas vendas um pouco mais baixas na divisão de Care Chemicals.

Em € 222 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários ficou 13% abaixo dos € 254 milhões registrados no primeiro trimestre de 2018. Isso pode ser atribuído principalmente aos maiores custos fixos da divisão de Nutrição e Saúde, em grande parte devido ao reembolso do seguro recebido no mesmo trimestre do ano anterior, em razão das quedas na produção em 2017. Além disso, as margens tiveram uma queda no negócio de nutrição animal, resultando em um significativo declínio na receita da divisão de Nutrição e Saúde em geral. Uma grande melhoria na receita da divisão de Care Chemicals, principalmente devido às margens mais elevadas, teve um efeito de compensação.

As vendas de € 2,6 bilhões no segmento de Soluções para Agricultura foram 53% mais altas do que no primeiro trimestre de 2018. Este fato pode ser atribuído principalmente aos efeitos de portfólio da aquisição de importantes negócios e ativos da Bayer, em agosto de 2018. A BASF também alcançou maior nível de preço no negócio legado, enquanto os volumes de vendas foram consideravelmente mais baixos no período, principalmente devido a fatores climáticos.

O EBIT antes dos itens extraordinários de € 740 milhões foi 75% mais alto do que no primeiro trimestre de 2018, em grande parte por causa da contribuição dos negócios adquiridos. O EBIT incluiu receitas especiais de desinvestimentos, segundo as condições impostas pelas autoridades antitruste no escopo da aquisição dos negócios da Bayer. No primeiro trimestre de 2019, o EBIT excedeu as taxas especiais para a integração dos negócios adquiridos.

As vendas em Outros apresentaram um aumento considerável em comparação ao mesmo trimestre no ano anterior. Isso se deve principalmente às atividades remanescentes do negócio de químicos para papel e água da BASF, que não foram incluídos na transferência para a Solenis e, desde então, são reportados em Outros. O EBIT antes dos itens extraordinários ficou bem abaixo dos números para o primeiro trimestre de 2018, principalmente devido aos resultados cambiais e efeitos de valorização de nosso programa de incentivo em longo prazo.

Fonte: BASF

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BASF apresentou inovações e soluções sustentáveis na Feiplastic 2019

17/05/2019

Soluções da BASF para as indústrias automotiva, de embalagens, da construção, de bens de consumo, aplicações industriais, plasticultura, entre outras, fizeram parte do portfólio apresentado pela companhia no stand da Feiplastic 2019.

“A Feiplastic foi uma excelente oportunidade para apresentar nossas soluções e estreitar o relacionamento com o mercado”, considera Murilo Feltran, gerente de marketing e produto de Materiais de Performance da BASF. “Além das tecnologias inovadoras, nosso forte é a atuação em estreita colaboração com nossos clientes, entendendo suas necessidades e desenvolvendo soluções de acordo com cada necessidade”, afirma.

Materiais de desempenho

Uma das principais novidades foi a plataforma digital exclusiva para oferecer o portfólio de soluções para a indústria de calçados, como um novo canal de relacionamento com os clientes. A BASF fornece PU e TPU para produção de solas, entressolas, palmilhas e outros componentes que, segundo a empresa, permitem a fabricação de calçados de maior desempenho, conforto e durabilidade, atendendo às tendências e demandas dos consumidores. A ferramenta online, de interface amigável, está disponível no link http://www.shop.basf.com.br/calcados.

Entre os materiais com destaque na Feiplastic estão as soluções sustentáveis para o mercado de isolamento térmico, que têm como base o HFO e a água aplicados como agentes expansores de quarta geração para o mercado de refrigeração. A tecnologia é uma alternativa aos agentes de expansão utilizados convencionalmente e permite a redução nas emissões de gases de efeito estufa.

Também apresentando pegada sustentável, foi apresentado o polímero compostável e biodegradável ecovio®, obtido a partir de matérias-primas renováveis. O material tem desemepenho semelhante aos plásticos normalmente utilizados, atendendo requisitos de aparência, propriedades mecânicas e processabilidade, sofrendo degradação somente em condições de compostagem, afirma a BASF. Pode ser aplicado em filmes para agricultura, produção de copos, sacolas compostáveis certificadas e embalagens diversas, entre outras possibilidades.

A poliamida Ultramid® Deep Gloss agora está disponível também em cores. O material originalmente usado na cor black piano, está abrindo possibilidades para projetos mais versáteis de interiores de carros, com cores contrastantes e que seguem tendências de mercado. Segundo a BASF, o material possui propriedades diferenciadas, tais como resistência a riscos, à radiação UV e alta resistência química. Além disso, afirma a empresa, o alto nível de brilho reproduz estruturas com detalhes fiéis, permitindo uma mistura bem contrastante de luz e sombra, sem revestimento adicional.

Durante a feira, a BASF também promoveu a sua poliamida semicristalina que permite que a luz passe sem barreiras. Segundo a empresa, o Ultramid® Vision combina a transparência à luz com uma baixíssima dispersão, sendo a primeira poliamida semicristalina do mundo para componentes semitransparentes ou transparentes para ambientes com muitos desafios químicos. A BASF afirma que a poliamida é resistente aos raios UV, às altas temperaturas, aos riscos, a químicos e atende aos requisitos de segurança contra a propagação do fogo. A solução pode ser usada em diversas áreas de aplicação, sendo recomendada especialmente para peças de controle visual, iluminação ou design de luz.

Embalagens

A embalagem tem papel fundamental na garantia da qualidade de alimentos, desde a produção até a mesa do consumidor. As poliamidas são a melhor opção quando há a necessidade de aumentar o tempo de vida dos produtos através do aumento de propriedades mecânicas, proteção para migração de gorduras, barreira ao oxigênio e aromas. Por meio da parceria com seus clientes, a BASF buscou atender solicitações de melhoria de propriedades óticas, maior flexibilidade e menor encanoamento, sem perder as propriedades tradicionais das poliamidas. E o resultado foi, segundo a empresa, o desenvolvimento do Ultramid C37 LC, copolímero de poliamida com o menor ponto de fusão das poliamidas tradicionais encontradas no mercado – perto dos 180º.C. A BASF afirma que o material é o mais indicado para sacos encolhíveis e filmes termoformados e outras aplicações onde a estrutura a ser utilizada é assimétrica.

Aditivos para plásticos

A BASF afirma que vem buscando soluções em aditivos para plástico ecologicamente corretas, focadas em sustentabilidade e que visam evitar a degradação e estender a vida útil dos plásticos. Esses requisitos se tornaram mais rigorosos também nas aplicações automotivas e, alinhado ao aumento da durabilidade das espumas de poliol e poliuretano, o seu PUR 70 encontra um nicho de aplicação. Segundo a empresa, o aditivo diminui drasticamente a emissão de aldeídos e componentes orgânicos voláteis, é livre de amina e atende aos requisitos VDA 278 10/11.

De acordo com a empresa, o seu Tinuvin® XT 55, um aditivo estabilizador à luz, confere durabilidade, além de melhorar os processos de fabricação. Tem aplicações em monofilamento de polietileno, usados para produção de grama sintética e poliolefinas, fitas para telas de sombreamento, andaimes, geotêxteis e big bags, entre outros. O fabricante afirma que o aditivo auxilia na resistência às condições climáticas adversas, incluindo exposição prolongada à luz ultravioleta, temperatura elevada e oscilante, além de poluentes ambientais.

Já o Irgastab IS 3066L, utilizado nas aplicações em PVC, promove melhoria na produtividade e maior viabilidade econômica, além de estar em conformidade com o FDA para aplicações em contato com alimentos, assegura a BASF.

Fonte: BASF

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BASF registra discreto aumento nas vendas de 2018 e queda nos lucros devido a menor contribuição de Químicos

12/03/2019

  • Vendas de €62,7 bilhões (acréscimo de 2%)
  • EBIT de €6,4 bilhões (decréscimo de 17%)
  • Fluxo de caixa de atividades operacionais de €7,9 bilhões (decréscimo de 10%). Fluxo de caixa livre de €4 bilhões
  • Dividendo proposto de €3,20 para o exercício de 2018 (2017: €3,10)

Panorama para 2019:

  • Expectativa de discreto crescimento das vendas, em decorrência principalmente de grandes volumes de vendas e efeitos de portfólio
  • EBIT ligeiramente acima do previsto em 2018

A BASF registrou vendas de €62,7 bilhões no ano passado, representando um aumento de 2% em comparação ao ano anterior. Os resultados das atividades operacionais antes de juros e tributos (EBIT) apresentaram queda em relação a 2017, de €7,6 bilhões para €6,4 bilhões, decorrente, principalmente, do segmento de Químicos, que respondeu por aproximadamente dois terços da queda total de lucros. As margens de lucro do isocianato sofreram uma brusca queda no segundo semestre do ano. Além das margens de cracker terem sido menores do que o esperado em 2018, em todas as regiões.

No geral, 2018 foi um ano marcado por difíceis cenários econômicos e geopolíticos globais e conflitos comerciais. No segundo semestre do ano, a BASF sentiu uma retração econômica nos principais mercados, especialmente na indústria automotiva, o maior setor de clientes da empresa. A demanda de clientes chineses, em especial, diminuiu significativamente em decorrência do conflito comercial entre os Estados Unidos e a China. As incertezas aumentaram globalmente e, portanto, muitos participantes do mercado agiram com bastante cautela.

“Estamos lidando com estes desafios. Com a nossa nova estratégia corporativa, usaremos 2019 como um ano de transição para emergirmos ainda mais fortes. Neste ano, estamos adaptando nossas estruturas e processos, focalizando nossa organização expressamente nas necessidades de nossos clientes”, disse o presidente da Junta Diretiva da BASF, Dr. Martin Brudermüller, que apresentou os dados financeiros do exercício de 2018 juntamente com o Chief Financial Officer Dr. Hans-Ulrich Engel.

A BASF implementou aumento de preços em todos os segmentos e divisões em 2018. Houve um discreto aumento de volumes quando comparados ao ano anterior. Os maiores volumes foram registrados nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura, que foram parcialmente compensados pelos baixos volumes nos segmentos de Produtos de Performance e Químicos. A principal razão primordial para os menores volumes no segmento de Produtos de Performance foi a parada da fábrica de citral em Ludwigshafen, que reiniciou a produção no segundo trimestre. Os volumes de vendas no segmento de Químicos sofreram influência negativa devido ao baixo nível de água do rio Reno. No geral, os efeitos cambiais apresentaram um decréscimo de 4%, enquanto que os efeitos de portfólio registraram acréscimo de 1%.

Os menores lucros nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais, Soluções para Agricultura e Produtos de Performance também contribuíram para o declínio no EBIT. No segmento de Soluções para Agricultura, os efeitos cambiais negativos em todas as regiões diminuíram os lucros. Além disso, houve uma forte contribuição negativa das empresas adquiridas da Bayer, cujo controle foi assumido pela BASF somente em agosto. Tal período levou a uma desvantagem devido à sazonalidade do negócio de sementes, que gera lucros predominantemente no primeiro semestre do ano, adicionado ao fato de que incorreram custos para integrar as atividades adquiridas.

Além disso, o longo período com baixo nível de água do rio Reno foi um desafio para a BASF. Na unidade de Ludwigshafen, durante grande parte do terceiro e do quarto trimestre, o recebimento de matérias-primas por via fluvial foi praticamente impossível. Consequentemente, a BASF foi forçada a reduzir as taxas de utilização da capacidade da planta em Ludwigshafen, fato que restringiu os ganhos de 2018 em cerca de €250 milhões.

Os itens extraordinários totalizaram €320 milhões, em função, principalmente, das aquisições dos novos negócios no segmento de Soluções para Agricultura. O resultado, comparado com 2017, teve decréscimo de € 58 milhões. O EBIT diminuiu em 20%, indo para €6 bilhões. Com 9,5 bilhões, o EBITDA antes de itens especiais ficou 12% abaixo do resultado do ano anterior. O EBITDA totalizou €9,2 bilhões, comparado a €10,8 bilhões em 2017.

O lucro por ação caiu de €6,62 para €5,12 em 2018. Ajustado pelos juros, impostos, depreciação e amortização de ativos intangíveis, o lucro por ação totalizou €5,87, apresentando queda de €0,57 em relação ao ano anterior.

Evolução dos lucros do Grupo BASF no quarto trimestre de 2018

As vendas do Grupo BASF aumentaram em 2% no quarto trimestre de 2018, totalizando €15,6 bilhões. Os segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura deram suporte para um possível aumento de 2% nos preços. Os volumes caíram em 3%, resultado principalmente do longo período de baixo nível de água do rio Reno que limitou drasticamente a entrega de matérias-primas essenciais para a unidade de Ludwigshafen, forçando, assim, a redução de sua capacidade de utilização. Os efeitos de portfólio totalizaram um acréscimo de 3% devido à aquisição do negócio da Bayer no segmento de Soluções para Agricultura.

O EBIT no quarto trimestre foi de €630 milhões, representando uma queda de 59% em relação ao ano anterior, devidos aos lucros significativamente menores nos segmentos de Químicos e Soluções para Agricultura. No segmento de Químicos, a principal razão da queda teve relação com as margens menores no negócio de isocianato e cracker. A evolução dos lucros no quarto trimestre no segmento de Soluções para Agricultura foi prejudicada por despesas relacionadas à aquisição. A BASF conseguiu melhorar os ganhos nos segmentos de Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais. Os gargalos no fornecimento, resultantes do baixo nível de água do rio Reno, impactaram negativamente os lucros em aproximadamente €200 milhões no período em questão.

Fluxos de Caixa do Grupo BASF no ano de 2018

Os fluxos de caixa das atividades operacionais caíram de €8,8 bilhões para €7,9 bilhões, principalmente devido à redução do lucro líquido. Em 2018, a mudança no capital de giro líquido reduziu os fluxos de caixa em €530 milhões, comparado com €1,2 bilhão de 2017. O montante utilizado nas atividades de investimento aumentou de €4 bilhões para €11,8 bilhões. Em 2018, os pagamentos líquidos para aquisições e desinvestimentos totalizaram €7,3 bilhões, principalmente relacionados à aquisição de negócios e ativos da Bayer. Os pagamentos feitos para o ativo imobilizado e intangível diminuíram em €102 milhões, indo para €3,9 bilhões. Com €4 bilhões, o fluxo de caixa livre voltou a ter força, porém com €744 milhões a menos que em 2017, devido à diminuição dos fluxos de caixa advindos das atividades operacionais.

Dividendo proposto de €3,20

“A BASF quer aumentar seu dividendo mesmo em tempos difíceis. Por isso, iremos propor à Assembleia Geral de Acionistas um dividendo de €3,20 por ação, €0,10 superior ao do ano anterior. A ação da BASF, portanto, oferece um rendimento de dividendos muito atraente, de 5,3%, com base no preço da ação no final de 2018”, comentou Brudermüller.

Implementação da estratégia da BASF

A BASF desenvolveu ainda mais sua estratégia, implementando-a sistematicamente por meio de inúmeras medidas. Como primeiro passo, desde 1º de janeiro, a BASF alterou a alocação organizacional de cerca de 14 mil colaboradores que anteriormente trabalhavam em unidades centrais. Esta transferência para as divisões de negócios foi muito suave.

“Todo o processo será concluído até o final do terceiro trimestre de 2019 e cerca de 20 mil colegas trabalharão mais próximos de nossos clientes, nos permitindo reconhecer melhor suas necessidades, desenvolver idéias e implementá-las mais rapidamente”, disse Brudermüller.

As alterações na organização afetam áreas como pesquisa e desenvolvimento, engenharia, cadeia de suprimentos, compras, recursos humanos, serviços de informação e meio ambiente, saúde e segurança. A BASF também modificou sua estrutura de relatório e agora conta com seis segmentos, ao invés de quatro: Químicos, Materiais, Soluções para Indústria, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados e Soluções para Agricultura. “A mudança tornará nossa comunicação mais transparente e mais fácil de ser comparada com as dos nossos concorrentes”, disse o presidente da Junta Diretiva.

A BASF empreendeu inúmeras medidas para desenvolver ainda mais seu portfólio. Por exemplo, concluiu a transferência de seus negócios envolvendo químicos para papel e água para a Solenis. O negócio em conjunto, no qual a BASF tem uma participação de 49%, opera sob o nome Solenis desde 1º de fevereiro de 2019. Em 2017, registrou vendas proforma de cerca de €2,4 bilhões e contava com aproximadamente 5,2 mil colaboradores. Hoje, o negócio conjunto oferece um portfólio de produtos expandido para os clientes nos setores de papel e tratamento de água.

Em 18 de janeiro de 2019, a Comissão Europeia concedeu à BASF uma autorização condicional para aquisição do negócio de poliamida da Solvay. Para resolver as preocupações de concorrência da Comissão Europeia, a BASF deve transferir parte do escopo da transação original para um terceiro comprador, nomeadamente os ativos de produção e as capacidades de inovação dos negócios de poliamida da Solvay na Europa. Brudermüller comentou: “Com esta aquisição, a BASF ainda pode atingir seus objetivos estratégicos e fortalecer consideravelmente os negócios com a poliamida 6.6.”

A BASF e a LetterOne esperam agora as aprovações regulatórias necessárias para a fusão de seus respectivos negócios de petróleo e gás em uma joint venture. As duas empresas assinaram um acordo de fusão no final de setembro de 2018. A conclusão da transação está prevista para o primeiro semestre de 2019. As medidas preparatórias para a integração estão sendo realizadas de acordo com o planejado. A BASF espera que a oferta pública inicial (IPO) ocorra no segundo semestre de 2020.

Como parte de sua gestão ativa de portfólio, a BASF analisa continuamente se os negócios podem atender de uma maneira ainda melhor seu potencial em uma esfera de negócio diferente, por exemplo, uma joint venture ou fora da BASF. Neste contexto, a BASF anunciou em outubro de 2018 que está avaliando opções estratégicas, como a fusão com um parceiro forte ou um desinvestimento para seu negócio de químicos para construção. O presidente da Junta Diretiva da BASF comentou: “Nosso objetivo é chegar a um acordo com relação a uma transação durante o ano de 2019. Estamos atualmente preparando um processo estruturado”.

Investimentos em crescimento orgânico na Ásia

A China já é o principal mercado da Ásia e do mundo – tanto para a BASF quanto para toda a indústria química. A BASF quer crescer mais rápido do que o mercado químico global. “Portanto, precisamos participar do crescimento na China, o maior mercado mundial de produtos químicos”, disse Brudermüller. O presidente da Junta Diretiva nomeou vários projetos de investimento com os quais a BASF quer fortalecer ainda mais sua posição na Ásia e acelerar o crescimento orgânico.

No final de outubro de 2018, por exemplo, a BASF assinou um acordo com a SINOPEC para expandir sua parceria na unidade Verbund em Nanjing, China. A joint venture BASF-YPC investirá em uma participação de 50% na construção de mais um steam cracker com capacidade de 1 milhão de toneladas de etileno por ano. A SINOPEC Yangtzi Petrochemical investirá os outros 50%. Além disso, a BASF e a SINOPEC explorarão conjuntamente novas oportunidades de negócios no crescente mercado chinês de materiais para baterias.

A Índia é outro mercado onde a BASF quer investir. A empresa assinou recentemente um memorando de entendimento com a Adani para estudar uma grande aplicação conjunta na cadeia de valor de acrílicos. A unidade designada estaria localizada no porto de Mundra, no estado indiano de Gujarat. Este seria o maior investimento da BASF na Índia até hoje e sua primeira unidade de produção neutra em CO2.

Panorama para o ano de 2019

Neste ano, a expectativa é de que a economia mundial cresça 2,8%, consideravelmente um ritmo mais lento do que em 2018 (3,2%). Na União Europeia, a empresa prevê crescimento mais fraco na demanda doméstica e, também, na demanda de exportação. Por outro lado, a BASF supõe que os Estados Unidos apresentarão um crescimento sólido, embora o efeito estimulador da reforma tributária deva ser menos expressivo do que em 2018. O crescimento na China provavelmente continuará desacelerando, mas permanecerá alto em comparação com as economias avançadas. Por outro lado, há a expectativa de que a recuperação econômica no Brasil deve perseverar.

O panorama é baseado nas seguintes hipóteses econômicas adicionais para o ano de 2019:

  • Crescimento de 2,7% na produção global de químicos em 2019 (2018: +2,7%)
  • Preço médio do petróleo de US$70 por barril de Brent bruto
  • Taxa média de câmbio de U$$1,15 por euro

“Também esperamos que o crescimento nas indústrias de nossos clientes continue. Para o setor automotivo, prevemos uma ligeira recuperação após a menor produção que ocorreu no ano anterior”, disse Brudermüller. A perspectiva da BASF também leva em consideração que os conflitos comerciais entre os Estados Unidos e seus parceiros comerciais irão amenizar ao longo do ano, e que o Brexit ocorrerá sem grandes repercussões econômicas.

“Embora o ambiente seja desafiador e marcado por um alto nível de incerteza, pretendemos crescer de forma lucrativa. Esperamos um discreto aumento nas vendas, principalmente devido aos efeitos de portfólio. Queremos aumentar ligeiramente o EBIT. Além disso, prevemos que o retorno sobre o capital empregado (ROCE) seja um pouco maior do que o custo do percentual de capital, mas diminuirá um pouco em comparação ao patamar de 2018”, disse o presidente da Junta Diretiva da BASF.

Brudermüller enfatizou que os dois primeiros trimestres de 2019 serão relativamente fracos: “Em primeiro lugar, no primeiro semestre de 2018 ainda nos beneficiamos de margens elevadas dos isocianatos, o que aumenta a base de comparação. Em segundo lugar, os custos associados à implementação da nossa estratégia terão um impacto nos lucros, assim como um número maior de paradas programadas nas fábricas em relação ao ano anterior. Os fatores decisivos para alcançar nossas metas para 2019 são um melhor desempenho dos negócios, uma sólida demanda dos clientes, bem como as primeiras contribuições de nosso programa de excelência estratégica no segundo semestre do ano. As mudanças estruturais que iniciamos na BASF também resultarão em itens extraordinários negativos notavelmente mais altos em 2019.”

Fonte: BASF

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BASF é cofundadora da Alliance to End Plastic Waste

17/01/2019

  • Aproximadamente 30 empresas da cadeia de valor do plástico e bens de consumo alocaram mais de 1 bilhão de dólares para ajudar a acabar com o resíduo plástico no meio ambiente
  • BASF apoia a Alliance to End Plastic Waste para disponibilizar soluções que ajudem a resolver o problema mundial de resíduos plásticos

A BASF se tornou hoje cofundadora de uma aliança global de aproximadamente 30 empresas para promover soluções que reduzam e eliminem os resíduos plásticos descartados no meio ambiente, principalmente no oceano. A Alliance to End Plastic Waste (AEPW) comprometeu-se com mais de 1 bilhão de dólares e tem a meta de investir até 1,5 bilhão de dólares nos próximos cinco anos para ajudar a eliminar o resíduo plástico no meio ambiente. Novas soluções serão desenvolvidas e colocadas em escala para minimizar e manejar o resíduo plástico, incluindo a promoção de soluções para plásticos já utilizados, ativando a economia circular.

“Damos imenso apoio aos esforços para reduzir os resíduos plásticos no meio ambiente”, afirma o Dr. Martin Brudermüller, presidente do Conselho Diretivo e diretor de tecnologia da BASF SE, que forneceu suporte para a criação da aliança desde o início. “Somos cofundadores da Alliance to End Plastic Waste pois queremos desenvolver e promover soluções que ajudarão efetivamente a resolver o problema mundial de resíduos plásticos”, explica Brudermüller. “Os plásticos são materiais eficientes que podem economizar recursos e trazer benefícios em saúde, segurança e conveniência para a sociedade. Tais benefícios podem ser contraditórios caso os plásticos e seus resíduos não forem usados, descartados ou reciclados de maneira responsável”.

Entender de onde vem o resíduo plástico é fundamental. Pesquisas realizadas pela Ocean Conservancy mostram que os plásticos no oceano se originam predominantemente dos resíduos em terra. A maior parte do resíduo plástico é disseminada pelos rios, podendo ser rastreada a dez grandes rios ao redor do mundo, principalmente na Ásia e na África. Muitos desses rios percorrem áreas com alta densidade populacional, onde há falta de infraestrutura adequada para coleta e reciclagem de resíduos, levando a um significativo vazamento. A AEPW irá iniciar ações onde há maior necessidade, incluindo projetos que contribuam para soluções em quatro áreas principais:

  • Desenvolvimento de infraestrutura para realizar o manejo dos resíduos e aumentar a reciclagem;
  • Inovação para desenvolver e escalar novas tecnologias que reciclem e recuperem plásticos mais facilmente, criando valor por meio dos plásticos pós-uso;
  • Educação e engajamento de governos em todos os níveis, empresas e comunidades para mobilizar ações; e
  • Limpeza de áreas onde há concentração de resíduos plásticos no meio ambiente, especialmente nos principais disseminadores de resíduos, como os rios, que transportam resíduos terrestres para o oceano.

“Todos concordam que os resíduos plásticos não pertencem aos nossos oceanos ou qualquer lugar no ambiente. Este é um desafio global complexo e sério que exige uma ação rápida e uma liderança forte. Essa nova aliança é o esforço mais abrangente até o momento que visa eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente”, afirma David Taylor, CEO da Procter & Gamble, e presidente da AEPW.

A aliança é uma organização sem fins lucrativos que inclui empresas de toda a cadeia de valor global de plásticos e bens de consumo: fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, convertedores e empresas de manejo de resíduos. A aliança trabalhará com governos, organizações intergovernamentais, universidades, organizações não-governamentais e sociedade civil, para investir em projetos conjuntos para eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente.

O engajamento da BASF com a aliança reforça o comprometimento da empresa com um manejo responsável de plásticos. “Uma medida importante para acabar com a entrada descontrolada de plásticos no meio ambiente é criar círculos fechados onde o plástico possa ser usado como uma nova matéria-prima. A indústria química desempenha um papel importante na inovação e implementação de processos em grande escala para converter resíduos plásticos em novos produtos”, completa Brudermüller.

O recém-iniciado projeto ChemCycling é um exemplo de como a BASF está desenvolvendo tecnologias inovadoras que promovem a recuperação e reciclagem de plásticos. Juntamente com os seus clientes e parceiros, a BASF desenvolveu e fabricou os primeiros produtos baseados em resíduos plásticos quimicamente reciclados.

A BASF também está implementando ativamente o programa internacional Operation Clean Sweep® em todas as suas unidades de produção de pellets de plástico no mundo, visando prevenir a perda de pellets de plástico ao longo da cadeia de valor, por meio de medidas comportamentais, organizacionais e técnicas. Além disso, a BASF participa de várias colaborações e projetos de associações (por exemplo, World Plastics Council,Ellen MacArthur Foundation, CEFLEX) sobre manejo de resíduos e educação.

As seguintes empresas são membro-fundadoras da Alliance to End Plastic Waste: BASF, Berry Global, Braskem, Chevron Phillips Chemical Company LLC, Clariant, Covestro, CP Group, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation USA, Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, Shell, Suez, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total e Veolia.

Fonte: BASF / Alliance to End Plastic Waste

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BASF conquista prêmio da Ford para batentes de suspensão em poliuretano microcelular

09/01/2019

A BASF recebeu um novo prêmio Q1 da Ford, desta vez com as soluções para batentes de suspensão em Cellasto®, tecnologia em poliuretano microcelular da empresa.

“Este prêmio é uma grande honra para nós, representa um reconhecimento, não só pela qualidade da solução, mas também porque cumprimos um rígido e abrangente processo relacionado à produção, logística e um alto nível de excelência operacional”, comemora Jefferson Schiavon, gerente de Cellasto para a América do Sul.

“Gostaríamos de dividir esse reconhecimento com toda a equipe, por seu comprometimento e eficiência, que garantiu o estreitamento das relações com a Ford como parceira”, afirma Sérgio Gonçalves, responsável pela Qualidade de Materiais de Performance da BASF para a América do Sul.

Segundo a BASF, o Cellasto®, elastômero de poliuretano microcelular utilizado nos sistemas de suspensão veiculares, atua na redução do ruído e vibração do veículo, melhora da durabilidade da peça e aumento da segurança e do conforto ao dirigir o carro. A solução atende a uma das grandes tendências automotivas de melhorar a dirigibilidade e segurança nos veículos. Além dos batentes de suspensão, os componentes em Cellasto® são aplicados na indústria automotiva como solução de absorção de energia, por exemplo, em isoladores de mola. A divisão também vem introduzindo na região a tecnologia para top mounts.

Fonte: BASF

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BASF pela primeira vez fabrica produtos com plásticos quimicamente reciclados

21/12/2018

A BASF está inovando na reciclagem de resíduos plásticos através do seu projeto ChemCycling. A reciclagem química é uma maneira inovadora de reutilizar os resíduos plásticos que não são atualmente reciclados, tais como plásticos misturados ou sujos. Dependendo da região, este tipo de resíduo é geralmente enviado para o aterro sanitário ou incinerado com recuperação energética. Mas a reciclagem química oferece outra alternativa. Usando processos termoquímicos, esses plásticos podem ser utilizados para produzir gás de síntese ou óleo de pirólise. As matérias-primas recicladas resultantes podem ser usadas como insumos na produção da BASF, substituindo parcialmente recursos fósseis.

A BASF afirma que fabricou pela primeira vez produtos baseados em resíduos plásticos quimicamente reciclados, sendo, portanto, uma pioneira global na indústria. “O uso responsável dos plásticos é essencial para resolver o problema mundial dos resíduos. Isto se aplica às empresas, assim como a instituições e aos consumidores. Com a reciclagem química, queremos fazer uma contribuição significativa na redução da quantidade de resíduos plásticos”, afirma Dr. Martin Brudermüller, presidente do Conselho Diretivo e CTO (Chief Technology Officer) da BASF SE. “Com o nosso projeto ChemCycling, estamos usando o resíduo plástico como matéria-prima. Desta forma, criamos valor para o meio ambiente, a sociedade e a economia. Nós juntamos forças com parceiros em toda a cadeia de valor para estabelecer um modelo operacional circular”, disse Brudermüller. A BASF está colaborando estreitamente com seus clientes e parceiros, que vão desde empresas de gestão de resíduos até fornecedores de tecnologia e fabricantes de embalagens, com o objetivo de estabelecer uma cadeia de valor circular.

De resíduos a embalagens de queijo e componentes de geladeira

BASF já está desenvolvendo produtos “piloto” que incluem embalagem de queijo muzzarela, componentes de geladeira e painéis de isolamento térmico com dez clientes de diversos setores. Os produtos ChemCycling fornecidos pela BASF possuem exatamente as mesmas propriedades dos produtos de origem fóssil e por isso atendem aos padrões de qualidade e de higiene necessários para embalagens de alimentos. Stefan Gräter (foto, à esquerda.), chefe do projeto ChemCycling da BASF, vê um grande potencial: “Esta nova forma de reciclagem oferece oportunidades para modelos de negócios inovadores para nós e para nossos clientes, que já valorizam produtos e embalagens feitos de materiais reciclados, mas que não podem ou não querem comprometer-se quando o assunto é qualidade”, afirma. Como próximo passo, a BASF planeja disponibilizar comercialmente os primeiros produtos do projeto ChemCycling.

Verbund da BASF oferece condições ideais para ChemCycling

No início da cadeia de produção, a BASF alimenta como matéria prima um óleo derivado de resíduos plásticos, obtido por meio de um processo de pirólise. A BASF obteve a matéria-prima para os produtos “piloto” do seu parceiro Recenso GmbH, da Alemanha. Como alternativa, o gás de síntese, obtido a partir de resíduos plásticos, também podem ser usado.

O primeiro lote deste óleo foi alimentado em outubro no steam cracker (coluna de craqueamento a vapor) da fábrica da BASF em Ludwigshafen (Alemanha). O steam cracker é o ponto de partida para a produção do complexo químico da Basf. Ele quebra ou “craqueia” essa matéria-prima sob temperaturas de aproximadamente 850 graus Celsius. Os principais produtos resultantes do processo são o eteno e o propeno. Estes produtos químicos básicos são usados no complexo de produção para fabricar vários produtos químicos. Fazendo um cálculo de balanço de massa, a parcela de matéria-prima reciclada pode ser alocada matematicamente ao produto final certificado. Cada cliente pode selecionar a porcentagem alocada de material reciclado.

Desafios tecnológicos e regulatórios

Tanto o mercado como a sociedade esperam que a indústria apresente soluções construtivas para lidar com o resíduo plástico. A reciclagem química é um complemento inovador a outros processos de reciclagem e gestão de resíduos. “Precisamos de uma ampla gama de opções de recuperação de resíduos plásticos, uma vez que nem todas as soluções são adequadas para certos tipos de resíduos ou possíveis para cada aplicação do produto. A primeira escolha deve ser sempre a solução com melhor desempenho em uma avaliação de ciclo de vida”, explica Andreas Kicherer (foto, à direita), especialista em sustentabilidade da BASF.

Entretanto, as condições tecnológicas e regulatórias devem ser atendidas antes que o projeto esteja pronto para o mercado. Por um lado, as tecnologias existentes para transformar resíduos plásticos em matérias-primas recicladas, tais como óleo de pirólise ou gás de síntese, devem ser desenvolvidas e adaptadas a fim de garantir uma alta qualidade de forma consistente. Além disso, as estruturas regulatórias regionais influenciarão substancialmente na extensão com que essa abordagem pode ser estabelecida em cada mercado. É essencial, por exemplo, que a reciclagem química e a abordagem de balanço de massa sejam reconhecidas como medidas que contribuam para o cumprimento de metas de reciclagem específicas para produtos e aplicações.

Manejo responsável dos resíduos plásticos é essencial

Os plásticos oferecem muitos benefícios em aplicações técnicas, na medicina e em aplicações cotidianas e  são frequentemente uma alternativa melhor do que outros materiais. O desafio está no manejo responsável do destino dos plásticos pós-consumo. Sistemas funcionais de gestão de resíduos e o comportamento responsável dos consumidores em relação aos plásticos são cruciais para solucionar problemas tais como a poluição causada pelo lixo plástico. Para este fim, a BASF está envolvida em vários projetos, a nível de associação e também internacionalmente. Por exemplo, a empresa é membro do World Plastics Council e participa de dois programas da Ellen MacArthur Foundation. Além disso, a BASF implementou a Operation Clean Sweep, uma iniciativa internacional da indústria de plásticos para evitar a perda de grânulos, flakes e pós de plásticos no meio ambiente. O novo projeto ChemCycling da BASF é outro marco no uso responsável de recursos.

Fonte: BASF

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Nova estratégia da BASF visa crescimento rentável e neutro em termos de emissão de CO2

02/12/2018

“Com a nossa nova estratégia, a BASF está inserida em uma trajetória em direção ao crescimento”, disse o Dr. Martin Brudermüller na apresentação da nova estratégia da BASF em Ludwigshafen. O Presidente do Conselho Administrativo destacou a evolução positiva dos últimos anos. “Desde 2012, nossa receita de operações, antes da depreciação, amortização e itens extraordinários, cresceu em média 8% ao ano, bem mais rápido do que o aumento de 3% nos custos fixos por ano”. O crescimento dos lucros da BASF também ultrapassou o aumento anual de 3,7% na produção química global. Além disso, houve um grande avanço no fluxo de caixa líquido nos últimos anos e um alto retorno sobre o capital empregado (ROCE), mais recentemente 15,4%. Acima de tudo, a nova estratégia visa aumentar as vendas e os volumes. A BASF está se concentrando no crescimento orgânico do negócio. Para crescer mais rapidamente, a empresa focará ainda mais em seus clientes e desenvolverá ofertas sob medida para eles. Com o objetivo de se tornar mais rápida e flexível, a empresa simplificará consideravelmente as estruturas e processos, aperfeiçoará seu portfólio e fortalecerá o Verbund. “Iremos transformar nossa organização para ser mais focada no cliente e ágil”, disse Brudermüller.

O mercado asiático, onde a BASF já está bem estabelecida, desempenha um papel importante em sua estratégia de crescimento. Com uma participação no mercado mundial de mais de 40%, a China é o maior mercado de químicos e direciona o crescimento da produção química global. “Até 2030, a participação da China no mercado aumentará para quase 50% e queremos fazer parte desse crescimento”, disse Brudermüller. “Nosso novo site Verbund em Zhanjiang, na província de Guangdong, e a expansão do site em Nanjing aumentarão significativamente nosso crescimento neste mercado dinâmico.”

BASF estabelece ambiciosas metas financeiras e não financeiras

Com sua nova estratégia, a BASF está buscando metas ambiciosas – financeiras e não financeiras. “Queremos crescer mais fortes do que o mercado e nosso objetivo é aumentar nossos volumes de vendas acima do crescimento da produção global de químicos”, disse o CFO e vice-presidente do Conselho Administrativo Dr. Hans-Ulrich Engel.

A BASF também quer aumentar ainda mais a rentabilidade e visa um aumento no EBITDA antes dos itens extraordinários de 3 a 5% ao ano. “Além disso, a BASF visa obter um retorno sobre o capital empregado bem acima do custo da porcentagem de capital a cada ano. Isso significa que criamos um verdadeiro valor agregado”, disse Engel.

A BASF também busca ser líder aos olhos de seus investidores e tem como objetivo oferecer um valor acima da média em comparação com a indústria química. “Consequentemente, queremos aumentar nosso dividendo por ação a cada ano, apoiados por um forte fluxo de caixa líquido”, disse Engel.

Para ajudar a atingir essas metas ambiciosas, a BASF está iniciando um novo programa que estará em vigor de 2019 a 2021. A meta é de contribuições de ganhos anuais de € 2 bilhões a partir do final de 2021. O programa incluirá medidas voltadas para produção, logística, pesquisa e desenvolvimento, bem como atividades de digitalização, automação e desenvolvimento organizacional.

A empresa também estabeleceu metas ambiciosas não financeiras. “A BASF se compromete a manter uniforme suas emissões de gases de efeito estufa de 2018 até 2030 – mesmo visando um considerável crescimento anual da produção”, disse Brudermüller. “Isso significa que vamos dissociar nossas emissões de gases de efeito estufa do crescimento orgânico.” A meta inclui grandes investimentos planejados, como o novo site Verbund na província de Guangdong, no sul da China. Para tanto, a BASF melhorará a gestão, eficiência e integração de suas fábricas e, sempre que possível, comprará uma parcela maior de eletricidade a partir de fontes de energia renováveis. “Considerando os padrões tecnológicos já muito altos de nossas fábricas, essa é uma meta muito ambiciosa que exigirá criatividade excepcional para fazer as coisas de maneira diferente”, disse Brudermüller. Ele acrescentou que isso exigiria um ambiente regulatório adequado na Alemanha, Europa e em todo o mundo. A empresa afirma que já reduziu suas emissões de gases de efeito estufa em 50% em termos absolutos, em comparação com os níveis de 1990 – ao passo que seus volumes de produção dobraram nesse período.

Além da meta de crescimento neutro de CO2 até 2030, a BASF quer gerar cerca de € 22 bilhões em vendas com produtos Accelerator em 2025. São produtos que contribuem substancialmente para a sustentabilidade na cadeia de valor.

“Entretanto, nada disso será possível sem os nossos colaboradores. É por isso que, pela primeira vez, estamos estabelecendo uma meta para a satisfação dos colaboradores”, disse Brudermüller. “Queremos que mais de 80% dos nossos colaboradores sintam que na BASF eles podem prosperar e ter o melhor desempenho.”

Áreas de atuação para atingimento das metas

“Queremos que nossos clientes tenham uma nova experiência com a BASF”, disse Brudermüller. Portanto, a BASF continuará desenvolvendo sua organização para trabalhar de maneira mais eficaz e eficiente e ser ainda mais centrada no cliente. “Queremos fortalecer nossa paixão por nossos clientes em toda a organização, antecipar e atender ainda mais as necessidades de nossos clientes”, disse Brudermüller. Segundo a BASF, combinar a sua expertise na indústria química com as competências de seus clientes permitirá o desenvolvimento de soluções lucrativas e responsáveis. Para tanto, a BASF está lançando uma série de medidas que, entre outras coisas, aumentará a transparência para os clientes, melhorará o atendimento ao cliente e explorará o potencial de crescimento conjunto, afirma a empresa. A BASF se concentrará nas seguintes áreas de atuação: portfólio, pessoas, inovação, sustentabilidade, operações e digitalização.

Desenvolvimento futuro da estrutura de segmentos da BASF

A BASF realizou uma revisão de sua estrutura de segmentos e fará a introdução de mudanças a partir do início de 2019. “Vamos aprimorar nosso portfólio e focar nossa alocação de capital para áreas de negócios em crescimento”, disse Brudermüller. “A nova estrutura de segmentos da BASF criará mais transparência em relação a como direcionar nossos negócios, a importância das cadeias de valor e o papel do nosso Verbund”.

A partir de 1º de janeiro de 2019, a BASF terá seis segmentos, cada um contendo duas divisões de negócios, com exceção de Soluções para Agricultura, que continuará englobando uma divisão:

  • Químicos: Petroquímicos e Intermediários
  • Materiais: Materiais de Performance e Monômeros
  • Soluções para Indústria: Dispersões e Pigmentos e Químicos de Performance
  • Tecnologias para Superfícies: CataliSadores e Revestimentos
  • Nutrição e Care: Care Chemicals e Nutrição e Saúde
  • Soluções para Agricultura

A BASF pretende posicionar seus negócios de maneira clara perante seus concorrentes relevantes constituindo uma empresa com alto desempenho, permitindo o êxito da empresa em um ambiente de mercado cada vez mais competitivo.

A empresa se concentrará principalmente no crescimento orgânico por meio de investimentos e inovação, mas fará aquisições onde for necessário. “Nossa ênfase principal será em design de processos eficientes e confiáveis. As empresas que não conseguirem alcançar tal posicionamento acabarão fora do mercado”, afirmou Brudermüller.

O Verbund desempenha um papel central

O Verbund (integração da produção e verticalização) continuará desempenhando um papel central para a BASF. O Verbund ajuda a empresa a obter vantagens tecnológicas em todos os segmentos.

Além disso, as cadeias de valor só podem ser operadas com verdadeira eficiência no Verbund. Devido à produção integrada do Verbund, a BASF economiza, em termos de custos, pelo menos € 1 bilhão por ano, por exemplo, em matérias-primas, energia e logística. Ao mesmo tempo, a empresa evita emissões significativas como resultado do Verbund. A BASF continuará a liderar o setor na construção e desenvolvimento de estruturas do Verbund e na consolidação de operações em um número menor de sites altamente eficientes.

Criando uma organização de alto desempenho

Para ter êxito em sua mudança, a empresa também está melhorando os processos internos e a maneira como as pessoas trabalham juntas. Os colaboradores são a chave para a implementação bem-sucedida da nova estratégia. A BASF fornecerá estruturas flexíveis e garantirá que os colaboradores tenham as ferramentas e habilidades necessárias para oferecer aos clientes produtos e serviços diferenciados e personalizados. “É essencial nos tornarmos mais rápidos e mais ágeis e, portanto, mais eficientes e eficazes”, disse Engel.

Como parte do futuro desenvolvimento da organização, a BASF está criando estruturas mais enxutas para serviços, em P&D e em funções de governança. Ao incorporar partes significativas dos serviços funcionais nas divisões de negócios, a empresa está aproximando seus colaboradores de seus clientes. Além disso, as atividades funcionais e de pesquisa remanescentes serão organizadas de maneira mais eficiente. Aproximadamente 20.000 colaboradores em todo o mundo serão direta ou indiretamente afetados por essa reorganização. “Esperamos que todas essas medidas resultem em uma melhor diferenciação das unidades de negócios, além de ganhos substanciais de produtividade”, disse Engel.

Quando for o momento, daremos maior autoridade em termos de tomada de decisão para as unidades de negócios. “Isso significa que vamos permitir mais liberdade empreendedora, mas também atribuir responsabilidades claras”, comenta Engel. Assim, a BASF está aumentando a eficácia das unidades de negócios e, consequentemente, melhorando a satisfação do cliente. Para garantir que a BASF aproveite potenciais oportunidades de mercado em todos os países, a empresa introduzirá modelos de desenvolvimento de mercado complementares. As divisões de negócios decidirão quais mercados locais serão foco, sendo atendidos pelos seus próprios colaboradores e em quais mercados eles irão transferir as atribuições dos negócios para as organizações locais do país. Adicionalmente, a BASF estabeleceu uma força-tarefa de simplificação de processos para tornar os processos-chave menos complicados. A empresa simplificará e encurtará os processos possibilitando uma tomada de decisão mais rápida.

Resolvendo desafios com soluções inovadoras

A BASF sempre trabalhou no desenvolvimento de inovações mais atraentes para seus clientes. “Competitividade e relevância para o cliente são alcançadas por meio da excelência em processos e tecnologias. Nosso novo alinhamento estratégico irá agora aproximar nossas unidades de pesquisa das necessidades dos negócios e dos clientes”, disse Brudermüller. A pesquisa e o desenvolvimento da BASF estarão mais conectados organizacionalmente e, portanto, mais focados nas necessidades dos clientes ajudando a reduzir o tempo de comercialização, acelerando o crescimento orgânico da empresa.

A excelência operacional sempre foi um dos principais pontos fortes da BASF. “Nossos clientes esperam que os produtos sejam entregues no prazo e dentro das especificações”, disse Engel. “Para tanto, devemos gerir nossa produção com segurança, eficiência e confiabilidade”. A BASF aumentará a confiabilidade de suas fábricas e melhorará a flexibilidade. Portanto, a empresa aumentou seu orçamento para € 400 milhões por ano dedicado para alavancar a excelência operacional, o que está significativamente acima da média nos últimos anos.

Alavancar a digitalização por toda a empresa

A digitalização oferece oportunidades inigualáveis ao longo de todo o ciclo de vida dos ativos da BASF. Por exemplo, diferentes processos ou ideias de investimento podem ser simulados em computadores, o que ajuda a minimizar os custos. A realidade aumentada já está sendo usada para dar apoio para a força de trabalho da BASF nas operações diárias. A BASF pretende digitalizar os processos em mais de 350 de suas plantas em todo o mundo até 2022.

A digitalização será parte integrante dos negócios da BASF. A empresa criará valor adicional para os clientes, aumentará seus negócios e melhorará a eficiência através da digitalização. A empresa também irá aumentar a criatividade em P&D, utilizando mais intensamente seu supercomputador Quriosity. Para garantir que a BASF obtenha o melhor valor de seus dados, irá melhorar ainda mais a disponibilidade e a qualidade dos dados, fornecendo a infraestrutura necessária para conectar seus sistemas de back-end e usar os dados existentes para apoiar a tomada de decisões. A BASF ganhará velocidade, impacto e alcance em seus esforços de digitalização para ficar à frente de seus pares na indústria química.

Fonte: BASF

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BASF registra aumento de vendas no terceiro trimestre de 2018

01/11/2018

Lucros menores do que o trimestre correspondente do ano anterior

No terceiro trimestre de 2018, as vendas do Grupo BASF cresceram 8%, atingindo €15,6 bilhões, atribuído principalmente aos maiores preços de venda em todos os segmentos. O crescimento dos volumes e a aquisição dos negócios da Bayer, em agosto de 2018, também contribuíram para o aumento das vendas. Os efeitos cambiais negativos tiveram um impacto de compensação. O resultado das operações antes dos itens extraordinários (EBIT) diminuiu em €232 milhões, indo para €1,5 bilhão, principalmente devido à significativa menor contribuição do segmento de Químicos. O EBIT antes dos itens extraordinários também diminuiu consideravelmente nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura, apresentando um ligeiro declínio no segmento de Produtos de Performance – fato parcialmente compensado por lucros melhores em Outros.

Os itens extraordinários no EBIT totalizaram menos €75 milhões no terceiro trimestre de 2018, comparados a €122 milhões no mesmo período do ano anterior. Além dos custos de integração incorridos, relacionados à aquisição de significativos negócios e ativos da Bayer, as despesas com medidas de reestruturação e outros encargos também foram fatores contribuintes. O terceiro trimestre do ano anterior incluiu receitas especiais no segmento de Produtos de Performance, resultante da transferência do negócio de produtos químicos para couro da BASF para o grupo Stahl. Comparado ao terceiro trimestre de 2017, o EBIT diminuiu em €429 milhões, indo para €1,4 bilhão. O resultado operacional antes da depreciação, amortização e itens extraordinários (EBITDA antes dos itens extraordinários) diminuiu em €254 milhões, indo para €2,3 bilhões e o EBITDA em €465 milhões, indo para €2,2 bilhões.

Na apresentação dos números trimestrais do Grupo BASF, o Presidente do Conselho Administrativo, Dr. Martin Brudermüller, e o CFO Dr. Hans-Ulrich Engel apontaram alguns fatores especiais do terceiro trimestre: “Concluímos a aquisição de negócios significativos e ativos da Bayer e chegamos a um acordo sobre a fusão da Wintershall e DEA”, disse Brudermüller. Após a assinatura do contrato de cessão entre a BASF e a LetterOne, foi necessário ajustar os relatórios financeiros de forma retroativa a partir de 1º de janeiro de 2018. Os valores do ano anterior também foram atualizados.

O baixo nível de água no rio Reno, na Europa, causou impacto nos negócios. “Durante todo o terceiro trimestre, tivemos que lidar com isso, o que levou a cortes de produção e maiores custos com transporte”, disse Brudermüller. E o período apurado está sendo comparado com o excelente terceiro trimestre de 2017 do Grupo BASF, quando o clima de negócios era consideravelmente mais favorável. Brudermüller disse: “Os desafios no ambiente macroeconômico estão crescendo, fato que pode ser notado nos resultados do terceiro trimestre de 2018.”

Panorama para o exercício de 2018

O crescimento da produção industrial ficou aquém das expectativas no terceiro trimestre de 2018, principalmente devido aos acontecimentos na indústria automotiva em setembro, especificamente. A introdução de novos padrões de emissões causou impacto na Europa. Os efeitos do conflito comercial entre os Estados Unidos e a China também estão sendo sentidos, levando a uma desaceleração do crescimento econômico na Ásia em particular, principalmente na China.

Assim, a BASF ajustou sua avaliação do ambiente econômico global em 2018 da seguinte forma (previsão do Relatório Financeiro Semestral de 2018 entre parênteses):

  • Crescimento do produto interno bruto: 3,0% (3,0%)
  • Crescimento da produção industrial: 3,1% (3,2%)
  • Crescimento da produção de químicos: 3,1% (3,4%)
  • Taxa de câmbio média entre o euro e o dólar de $1,20 dólar por euro ($1,20 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) para o ano de $70 dólares por barril ($70 por barril)

A assinatura do acordo definitivo de cessão relativa à incorporação da Wintershall e da DEA reduz as vendas e o EBIT do Grupo BASF pela contribuição de suas atividades de petróleo e gás – retroativo a partir de 1º de janeiro de 2018 e com os números do ano anterior corrigidos, fruto da apresentação como operações descontinuadas.

Como resultado, a previsão do Grupo BASF para o exercício de 2018, contida no relatório de 2017, foi ajustada ao final de setembro (previsão anterior do Relatório BASF 2017 entre parênteses abaixo):

  • Discreto aumento das vendas (discreto aumento)
  • Ligeira queda no EBIT antes dos itens extraordinários (ligeiro aumento)
  • Declínio considerável no EBIT (ligeiro declínio)
  • Evolução dos segmentos no terceiro trimestre de 2018

As vendas no segmento de Químicos aumentaram 7% em comparação ao trimestre do ano anterior, indo para €4,3 bilhões, fruto de preços mais altos em todas as divisões, especialmente em Petroquímicos. Na casa dos €851 milhões, o resultado operacional antes dos itens extraordinários (EBIT) apresentou queda de €251 milhões, comparado ao forte terceiro trimestre de 2017, resultado principalmente das margens menores de isocianatos na divisão de Monômeros e produtos de craqueamento a vapor na divisão de Petroquímicos. Os lucros também foram negativamente impactados por custos fixos mais altos, devido, entre outros fatores, ao aumento das despesas de manutenção. Os lucros maiores da divisão de Intermediários não foram suficientes para compensar tal fator.

As vendas de aproximadamente €4 bilhões no segmento de Produtos de Performance ficaram niveladas com o trimestre do ano anterior. A BASF alcançou preços mais altos em todas as divisões; no entanto, os volumes de vendas diminuíram nas divisões de Nutrição e Saúde, Dispersões e Pigmentos e Care Chemicals. As vendas foram prejudicadas também pelos efeitos cambiais e de portfólio. O resultado das operações antes dos itens extraordinários (EBIT) diminuiu 6% comparado ao terceiro trimestre de 2017, indo para €360 milhões, resultado de volumes menores, custos fixos mais altos e efeitos cambiais negativos. As melhores margens tiveram um efeito de compensação. Excluindo os efeitos cambiais negativos, o EBIT antes dos itens extraordinários foi linear durante o período.

No segmento de Materiais e Soluções Funcionais, as vendas aumentaram 5% em comparação ao terceiro trimestre de 2017, alcançando €5,2 bilhões, fruto principalmente dos preços mais altos em todas as divisões, especialmente nos Catalisadores e Produtos de Performance. Os volumes também aumentaram, enquanto as vendas foram prejudicadas pelos efeitos cambiais. Apesar do crescimento de volumes, o EBIT antes dos itens extraordinários de €347 milhões ficou consideravelmente abaixo do nível do trimestre do ano anterior, principalmente devido aos custos fixos mais altos e margens menores em quase todas as divisões. Entretanto, este segmento da BASF apresentou um aumentou de lucros de um trimestre para o outro ao longo de 2018 e reduziu continuamente a diferença em relação ao trimestre do ano anterior.

As vendas de €1,2 bilhão no segmento de Soluções para Agricultura aumentaram consideravelmente em 26%, comparadas ao terceiro trimestre de 2017 – fator atribuído aos efeitos do portfólio resultantes da transação com a Bayer, de um nível de preço mais alto e de volumes ligeiramente maiores. Os efeitos cambiais negativos continuaram prejudicando a evolução das vendas. Apesar dos resultados sazonalmente negativos dos negócios adquiridos da Bayer, o EBIT antes dos itens extraordinários apresentou queda de apenas €26 milhões no trimestre do ano anterior. A receita gerada pelas operações da BASF, excluindo as atividades da Bayer, aumentou consideravelmente ao compararmos com o terceiro trimestre de 2017. Excluindo os efeitos cambiais negativos, o EBIT antes dos itens extraordinários também aumentou discretamente no geral.

“Após a assinatura do acordo com a LetterOne, as vendas e o EBIT do negócio de óleo e gás não fazem mais parte dos números do Grupo BASF – retroativo a partir de 1º de janeiro de 2018, e com os números do ano anterior corrigidos”, comentou Engel. “Tais atividades não são mais apresentadas como um segmento em nossos relatórios”. Até a conclusão, o resultado do Grupo Wintershall após os impostos será apresentado no resultado antes dos interesses minoritários do Grupo BASF como um item separado (“lucro antes da participação de minoritários advindo de operações descontinuadas”). No terceiro trimestre de 2018, o resultado antes da participação de minoritários advindo de operações descontinuadas aumentou em €86 milhões, indo para €235 milhões, principalmente atribuível a preços e volumes mais elevados, bem como a operações offshore na Líbia no terceiro trimestre de 2018; no ano anterior, tal fato se deu no segundo trimestre. O preço do barril de petróleo bruto Brent foi em média de 75 dólares no terceiro trimestre de 2018 (terceiro trimestre de 2017: $52). Os preços de gás nos mercados à vista na Europa também registraram fortes ganhos em comparação ao trimestre do ano anterior.

As vendas de €827 milhões em Outros foram consideravelmente maiores do que o trimestre do ano anterior (51%), fruto principalmente de maiores volumes de vendas e preços no comércio de matérias-primas. O EBIT antes dos itens extraordinários melhorou consideravelmente, de menos €203 milhões para menos €83 milhões, resultado dos efeitos do valuation do programa de incentivo a longo prazo.

Evolução dos lucros do Grupo BASF e fluxo de caixa

O lucro líquido diminuiu em €136 milhões, indo para €1,2 bilhão. O lucro por ação totalizou €1,31 (terceiro trimestre de 2017: €1,45). O lucro por ação ajustado para itens extraordinários e a amortização do imobilizado incorpóreo foi de €1,51 (terceiro trimestre de 2017: €1,40).

No terceiro trimestre de 2018, o fluxo de caixa das atividades operacionais foi de €2,9 bilhões, €865 milhões abaixo do valor do trimestre homólogo no ano anterior, devido principalmente à mudança no capital de giro líquido, em particular ao aumento no período de caixa vinculado a estoques e à queda no caixa advindo de recebíveis. O fluxo de caixa do acionista foi de €2 bilhões, comparado aos €2,8 bilhões no mesmo trimestre do ano anterior.

Os ativos totais do Grupo BASF aumentaram €6,8 bilhões, indo para €85,6 bilhões. A aquisição de significativos negócios e ativos da Bayer contribuiu com €8 bilhões para este aumento. Como resultado do pagamento do preço de compra para a Bayer, a dívida líquida aumentou €6,5 bilhões em relação a 31 de dezembro de 2017, indo para €18 bilhões. O índice de patrimônio líquido do Grupo BASF ficou na casa dos 43% em 30 de setembro de 2018.

Fonte: BASF

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BASF amplia produção de poliuretano termoplástico expandido em Taiwan

05/10/2018

A BASF anunciou a abertura de uma nova unidade de produção do seu poliuretano termoplástico expandido (E-TPU), o Infinergy®, em sua fábrica em Taiwan (foto). O aumento da capacidade de fornecimento do material inovador vai atender à demanda crescente pela solução para diversas aplicações e indústrias. A inovação tem diversas aplicações e é largamente usada no transporte, mobiliário, construção e equipamentos esportivos.

“A unidade de produção de Changhua terá um papel crucial para nos ajudar a atender à crescente demanda por E-TPU”, afirma Jens Dierssen, diretor global Business Management Infinergy da BASF. “Com a nova unidade de produção, expandimos nosso alcance global para melhor atender aos clientes na região da Ásia-Pacífico”, afirma.

“Este investimento reflete nosso compromisso com o mercado, oferecendo produção eficiente e um processo de qualificação adequado para atender às crescentes demandas de mercado e necessidades dos clientes”, acrescenta Kin Wah Chay, diretor geral da BASF Taiwan.

A espuma de célula fechada e partícula elástica tem uma combinação única de propriedades, como alta recuperação, baixa densidade, durabilidade em uma ampla faixa de temperaturas, resistência química e baixo peso, assegura a empresa. Esta inovação tem sido largamento usada nos transportes, indústria de móveis, construção e equipamentos esportivos, tais como em um assento de bicicleta criado pela Ergon, uma empresa de inovação em ciclismo com sede em Koblenz, Alemanha.

Os assentos de bicicleta da Ergon são compostos por duas estruturas em concha que funcionam isoladamente uma da outra, em um arranjo tipo “sanduíche”. Elas são soprepostas e sustentadas em um mecanismo flutuante pelo amortecedor de elastômero de alto desempenho, fabricado com o Infinergy.

Em um veículo conceitual de três rodas, o 05GEN da Yamaha Motor Co., Ltd., o Infinergy da BASF foi usado nos pneus para melhorar a experiência geral de direção. Sua estrutura celular característica contribuiu com o design marcante do projeto

O material também tem sido adotado na construção, oferecendo uma experiência esportiva mais segura e melhor em pistas de corrida e campos, graças ao excelente efeito de amortecimento das partículas de E-TPU.

Fonte: BASF

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BASF adquire dois fabricantes de materiais para impressão 3D

29/07/2018

Com o objetivo de expandir os negócios da empresa na área de impressão 3D, a BASF New Business GmbH (BNB) comprou todas as ações da Advanc3D Materials GmbH em Hamburgo e da Setup Performance SAS em Lyon. A aquisição representa mais um passo para posicionar a empresa como fornecedora líder de materiais e formulações à base de pó para a impressão 3D industrial.

A Advanc3D Materials oferece pós e formulações plásticas avançadas e sob medida para o processo SLS (sinterização por laser seletivo), além do know-how do processo. A Setup Performance, que opera uma unidade de produção em Lyon, é a parceira mais importante da Advanc3D Materials no desenvolvimento e fabricação de materiais de SLS. A BNB está integrando as duas empresas à sua subsidiária BASF Soluções em Impressão 3D GmbH (B3DPS).

A produção de peças plásticas formadas individualmente, com o uso da fabricação de camada aditiva por um processo de impressão 3D, é cada vez mais importante na indústria. A sinterização por laser seletivo (SLS) é um método de produção que, usando um design estrutural tridimensional, tem a forma de um objeto desenhada por um laser em um pó de um material específico, como poliamida. O material atingido pelo laser derrete e o objeto 3D desejado é produzido camada por camada.

Até agora, muitas peças plásticas complexas tinham que ser produzidas com moldagem por injeção. As maiores vantagens da impressão 3D incluem menor custo em pequena escala e uma produção muito mais rápida, já que não há necessidade de molde. Assim, os fabricantes de peças podem responder muito mais rapidamente aos pedidos e atender mais facilmente às necessidades individuais dos clientes.

“Depois que adquirimos a Innofil3D ano passado e com o consequente fortalecimento de nossa presença no mercado de filamentos plásticos para extrusão de camadas, estamos agora expandindo nosso acesso ao mercado na área de powder bed fusion (fusão por camada de pó). O portfólio complementa nosso leque atual, além de ser totalmente adequado a produtos como poliamida 11, poliamida 12 e polipropileno”, diz Dr. Dietmar Bender, vice-presidente de Manufatura e Tecnologia na BNB. Em abril, a B3DPS introduziu um novo material PA6 para sinterização por laser seletivo, que pode ser facilmente processado pela maioria das máquinas de SLS normalmente usadas no mercado atual.

A Advanc3D Materials já está bem estabelecida no mercado, oferecendo uma ampla gama de produtos e uma competência global de mercado e aplicação. Um pó consistente e extremamente fino, aditivos estabilizadores UV e o bom fluxo livre estão entre os elementos necessários para permitir que os materiais sejam usados na impressão 3D. A Setup Performance é a fabricante terceirizada e parceira de desenvolvimento da Advanc3D. A unidade de desenvolvimento e produção de produto e processo da empresa em Lyon é reconhecida por sua eficiência e curtos ciclos de desenvolvimento de novos produtos.

“Estamos ansiosos por fazer parte da BASF. Com isso poderemos expandir e desenvolver novas formulações para as atividades de produção de aditivo industrial de nossos clientes no mundo todo”, explica François Minec, Diretor Executivo da Advanc3D.

“Este know-how, a infraestrutura e os materiais avançados são um complemento perfeito para nós”, diz Dietmar Bender. Os clientes atuais e novos, principalmente nos setores automotivo e de bens de consumo, agora podem aproveitar o maior portfólio da B2DPS. “Esta aquisição é mais um passo em direção a nosso objetivo de nos tornarmos um fornecedor líder de materiais e formulações à base de pó para a impressão 3D industrial”, considera.

Fonte: BASF

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BASF amplia produção de Poliarilsulfonas na Coréia

20/05/2018

A BASF anunciou o início de uma nova linha de produção do Ultrason®, termoplástico amorfo transparente de elevada resistência térmica baseado em poliarilsulfona, em sua fábrica de Yeosu, na Coreia. Com a nova linha produtiva, a capacidade anual global de Ultrason® vai aumentar de 6 mil para 24 mil toneladas, atendendo ao crescente consumo do mercado em todo o mundo.

“A ampliação da produção nos permite acompanhar o crescimento da demanda oferecendo um alto nível técnico e com um portfólio de produtos que atenda às necessidades específicas das indústrias”, afirma Mario Cerqueira, coordenador regional de Especialidades Plásticas da BASF para a América do Sul. “É um material de alta performance perfeito para aplicações técnicas, muito útil na indústria automotiva, de equipamentos médicos e de conexões para circuito de água quente devido à sua alta resistência térmica, estabilidade dimensional e elevadas propriedades mecânicas”, afirma.

Ultrason® é o nome comercial para a linha da BASF dos produtos com base de polietersulfona (Ultrason® E), polissulfona (Ultrason® S), e polifenilsulfona (Ultrason® P). As últimas inovações incluem o Ultrason® Dimension, uma polietersulfona conhecida por sua extrema estabilidade dimensional e excelentes propriedades de fluxo, afirma a Basf.

A empresa produz Ultrason® em Ludwigshafen, na Alemanha, e em Yeosu, na Coréia. Ambas as plantas estão projetadas para produzir toda a gama de Ultrason® S, E e P, proporcionando à BASF a flexibilidade de otimizar a sua capacidade de suprimento aos clientes no mundo todo.

O Ultrason® é amplamente utilizado nas indústrias eletrônica, automotiva e aeroespacial para a produção de componentes leves e resistentes ao calor. O termoplástico pode suportar temperaturas de até 220°C sem alterar suas propriedades e possui excelente estabilidade química, afirma a BASF. Sua resistência à temperatura permitiu, por exemplo, que o material fosse aplicado no design compacto do novo refletor de farol no carro Hyundai ix35. O material também tem grande aplicação em peças de contato com alimentos, incluindo máquinas de café expresso ou pratos resistentes para microondas, bem como em eletrodomésticos premium. Ele está em conformidade com a FDA americana (Food and Drug Administration) e as regulamentações europeias para aplicações de contato com alimentos. Também é usado na produção de materiais compósitos de fibra de carbono e em membranas para filtração de água, em peças em contato com água quente e dispositivos médicos.

Fonte: BASF

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Chinaplas 2018: novas soluções da BASF reduzem o peso dos veículos

16/04/2018

A BASF irá apresentar na Chinaplas 2018 uma série de novas soluções em materiais para contribuir com as montadoras na redução de peso dos veículos, melhorando seu estilo e conforto. A feira será realizada de 24 a 27 de abril em Xangai, China.

Já em produção para o Hyundai Genesis G70 (foto), um novo farol está entre as soluções apresentadas. Integrando o design do farol, o termoplástico da BASF Ultrason® E possibilita um visual compacto devido ao seu desempenho superior sob condições de calor. A BASF também lançará uma nova solução moderna para maçanetas, fabricadas com um poliuretano termoplástico (TPU), que, segundo a empresa, confere excelente adesão aos materiais termoplásticos, suavidade e resistência a altas temperaturas, alinhadas a um bom amortecimento de vibrações para garantir maior conforto.

O assento de ônibus fabricado com espuma com memória (memory foam) trará um nível superior de conforto aos passageiros. O assento mantém sua estrutura mesmo após ser submetido ao teste de resistência com aplicação de cargas. Sua propriedade de baixo odor resulta em uma boa qualidade do ar para os passageiros dentro do ambiente confinado de um ônibus. As soluções da BASF para mobilidade ajudam a reduzir o consumo de combustível dos veículos, diminuindo o peso.  Como exemplo, um estribo que será apresentado na Chinaplas 2018 é 40% mais leve do que aquele fabricado com materiais convencionais.

Fonte: BASF; Foto: Hyundai

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BASF divulga resultados de 2017 e avalia perspectivas para 2018

08/03/2018

  • Quarto trimestre de 2017: Vendas de €16,1 bilhões (acréscimo de 8% comparado ao mesmo trimestre do ano anterior);  EBIT antes dos itens extraordinários de €1,9 bilhão (acréscimo de 58% comparado ao mesmo trimestre do ano anterior)
  • Acumulado de 2017: Crescimento significativo em todos os segmentos; Lucro por ação de €6,62 (acréscimo de 50%); lucro por ação ajustado de €6,44 (acréscimo de 33%); Fluxo de caixa operacional de €8,8 bilhões (acréscimo de 14%); fluxo de caixa livre de €4,8 bilhões (acréscimo de 34%); Dividendo proposto no valor de €3,10 para o ano fiscal de 2017 (2016: €3,00)
  • Panorama para 2018:;Discreto aumento nas vendas resultado de um maior volume de vendas; EBIT antes dos itens extraordinários com expectativa de nível um pouco maior do que 2017

Após um ano de sucesso em 2017, a BASF iniciou bem o ano de 2018. “No ano passado, atingimos um crescimento significativo, sendo capazes de aumentar ainda mais a nossa rentabilidade. Além disso, estabelecemos bases vitais para o desenvolvimento futuro de nossa empresa – tanto no que se refere a pessoas quanto à estratégia”, comentou o Dr. Kurt Bock, Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, na apresentação do Relatório Anual de 2017 em Ludwigshafen, Alemanha.

No quarto trimestre de 2017, o Grupo BASF registrou vendas de €16,1 bilhões, o que representa um crescimento de 8% em relação ao mesmo trimestre de 2016. Os preços aumentaram em 9%. O volume de vendas da BASF aumentou 4%, sendo impulsionado por todos os segmentos, com exceção de Óleo e Gás. Por outro lado, os efeitos cambiais negativos foram significativamente maiores, causando uma diminuição das vendas em 5%. O lucro operacional no quarto trimestre, antes dos itens extraordinários (EBIT), foi de €1,9 bilhão, apresentando um aumento de 58% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os ganhos significativamente maiores nos segmentos de Químicos, Soluções para Agricultura, Óleo e Gás, bem como em Outros compensaram os ganhos menores nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais e Produtos de Performance.

Houve uma reação mundial das atividades econômicas em 2017. “Aproveitamos o momento e aumentamos exponencialmente nossas vendas e lucros em 2017, comparados ao ano anterior”, disse Bock. A boa demanda permitiu que a BASF vendesse maiores volumes em todas as divisões, aumentando sua rentabilidade consideravelmente. Além disso, os preços mais elevados, especialmente no segmento de Químicos, também contribuíram para isso. No geral, as vendas da BASF cresceram 12%, indo para €64,5 bilhões. Um dos fatores que contribuíram foi o negócio da Chemetall, adquirido no final de 2016, que oferece soluções customizadas para o tratamento de superfície metálicas.

Os lucros da BASF aumentaram, de forma ainda mais exponencial, em aproximadamente um terço. A empresa obteve um EBIT antes dos itens extraordinários de €8,3 bilhões, com uma contribuição significativa proveniente do segmento de Químicos. As maiores margens e volumes nos negócios de Químicos básicos e intermediários mais do que compensaram as margens mais baixas em alguns dos negócios de especialidades da BASF. Os lucros no negócio de produtos químicos – que compreende os segmentos de Químicos, Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais – foram expressivamente maiores do que no ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários neste negócio foi de €7,3 bilhões, apresentando um acréscimo de 26% em relação aos números do ano anterior.

O lucro por ação aumentou de €4,42 para €6,62, equivalente a um aumento de 50%. Considerando o lucro ajustado para itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis, temos o valor de €6,44, comparado a €4,83 no ano anterior.

Melhor fluxo de caixa operacional

Os números advindos das atividades operacionais melhoraram em €1,1 bilhão no acumulado do ano, indo para €8,8 bilhões em 2017, resultado do aumento de 50% no lucro líquido, atingindo €6,1 bilhões. Diferentemente do ano anterior, a mudança no capital de giro líquido reduziu o fluxo de caixa, grande parte atribuída ao maior nível de caixa vinculado a estoques e contas a receber, por razões operacionais.

Os valores utilizados nas atividades de investimento totalizaram €4 bilhões em 2017, em comparação a €6,5 bilhões em 2016. Os pagamentos feitos para ativo imobilizado e intangível totalizaram €4 bilhões, abaixo do valor do ano anterior (€4,1 bilhões). Totalizando €4,8 bilhões, o fluxo de caixa livre foi 34% acima do nível do ano anterior. O índice de patrimônio líquido foi de 44,1% (2016: 42,6%). A dívida líquida diminuiu em €2,9 bilhões, indo para €11,5 bilhões.

Dividendo proposto de €3,10

A BASF irá propor para a Assembleia Geral de Acionistas um dividendo de €3,10 por ação, €0,10 maior do que no ano anterior. Desta forma, a ação da BASF oferece mais uma vez aos seus acionistas um rendimento de dividendos vantajoso, de 3,4%, com base no preço de €91,74 da ação no final do exercício de 2017. No total, €2,8 bilhões seriam pagos aos acionistas da BASF SE.

Evolução dos negócios nas regiões

No que diz respeito ao desenvolvimento nas regiões, Bock comentou: “Ficamos muito satisfeitos com o nosso grande crescimento na Ásia, onde obtivemos retorno dos nossos investimentos dos últimos anos. As maiores margens e volumes permitiram duplicar nossos ganhos na Ásia para €2,2 bilhões, colocando a região como a mais lucrativa da BASF.” Na Europa, o crescimento econômico se expandiu. O EBIT aumentou em 31%, atingindo €4,7 bilhões, fruto principalmente dos maiores ganhos nos segmentos de Químicos e Óleo e Gás. Apesar do crescimento nos Estados Unidos ter sido inicialmente tímido no começo de 2017, observou-se melhora ao longo do ano. Na América do Norte, a BASF aumentou o EBIT de €1,1 bilhão para €1,2 bilhão. O EBIT da BASF na América do Sul, África e Oriente Médio caiu de €432 milhões para €335 milhões.

Desenvolvimento do portfólio da BASF

No ano passado, a BASF tomou decisões importantes para adicionar ao seu portfólio negócios sólidos que apresentassem crescimento rápido. Em 2018, o segmento de Soluções para Agricultura será fortalecido com a aquisição de parte significativa do negócio de sementes e herbicidas da Bayer. “Será excelente para nosso já bem-sucedido negócio de proteção de cultivos e nossas atividades de biotecnologia. E entraremos no negócio de sementes com ativos proprietários em mercados agrícolas chave, o que também nos permitirá implementar mais rapidamente os resultados de nossa pesquisa em sementes” disse Bock.

A BASF quer adquirir o negócio global de poliamida da Solvay este ano, visando expandir a gama de plásticos de engenharia para as indústrias de transporte, construção e bens de consumo, fortalecendo seu acesso a matérias-primas. Além disso, a empresa espera melhorar o acesso a importantes mercados em crescimento na Ásia e América do Sul.

“No entanto, também desinvestimos em negócios quando acreditamos que poderiam ser mais exitosos em uma constelação diferente”, disse Bock. Por exemplo, a BASF transferiu, no fim de setembro de 2017, seu negócio de químicos para couro para o grupo Stahl, um dos principais produtores de químicos para produtos de couro. Em contrapartida, a BASF detém uma participação de 16% no grupo Stahl.

A BASF anunciou mudanças substanciais nas suas atividades de óleo e gás. Está previsto que a BASF e o grupo LetterOne façam uma fusão de suas respectivas atividades de óleo e gás em uma joint venture chamada Wintershall DEA. A nova empresa seria uma das maiores empresas independentes de exploração e produção da Europa, com excelentes perspectivas de crescimento. A médio prazo, a intenção é listar a joint venture na bolsa de valores.

Panorama para o ano de 2018

A BASF espera que a economia global e a produção de produtos químicos cresçam em 2018 aproximadamente no mesmo ritmo que em 2017. Espera-se um maior crescimento em todas as regiões e a BASF antecipa a continuação da recuperação já em curso no Brasil e na Rússia. Além dessas condições básicas normalmente positivas, a BASF, no entanto, vê maior volatilidade no mercado, sendo que o dólar americano está tendo um impacto negativo nas vendas e lucros.

Baseada em suas perspectivas, a BASF prevê as seguintes condições econômicas para 2018 (dados do ano anterior entre parênteses):

  • Crescimento econômico global de +3,0% (+3,1%)
  • Crescimento na produção global de químicos de +3,4% (+3,5%)
  • Taxa média de câmbio entre o euro e dólar de $1,20 por euro ($1,13 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) de $65 por barril ($54 por barril)

“Neste cenário queremos continuar crescendo de forma lucrativa e alcançar um ligeiro aumento nas vendas do Grupo BASF e no EBIT antes dos itens extraordinários em 2018”, disse Bock.

O aumento das vendas deve resultar principalmente do crescimento dos volumes. O aumento dos lucros será liderado por contribuições significativas dos segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Óleo e Gás. Depois do sólido resultado em 2017, a empresa espera um EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente menor no segmento de Químicos, principalmente como resultado de margens mais baixas.

A previsão para 2018 leva em consideração a aquisição acordada de partes significativas do negócio de sementes e herbicidas não seletivos da Bayer, que deverá ser concluída no primeiro semestre de 2018. Com base no momento da aquisição, na sazonalidade do negócio a ser adquirido e nos custos de integração previstos, é provável que tal transação tenha um impacto positivo nas vendas e um impacto negativo nos lucros do segmento de Soluções para Agricultura e do Grupo BASF em 2018.

A previsão não leva em consideração a fusão planejada das atividades de óleo e gás da BASF e LetterOne. Na assinatura dos acordos de transação, o lucro do segmento de Óleo e Gás não seria mais incluído nas vendas e no EBIT do Grupo BASF – retroativamente a partir de 1º de janeiro de 2018 e com os números do exercício anterior atualizados. Ao invés disso, teríamos a apresentação destes números no demonstrativo de receitas perante aos interesses minoritários do Grupo BASF como um item separado, “receitas advindas de operações descontinuadas”. A partir da data de conclusão da transação, a participação da BASF no resultado gerado pela joint venture – Wintershall DEA – seria teoricamente calculado utilizando o método de equivalência patrimonial e incluído no EBIT do Grupo BASF.

Desenvolvimento dos segmentos

Em um ambiente de mercado favorável, as vendas no segmento de Químicos cresceram no quarto trimestre de 2017 em 21%, alcançando €4,2 bilhões, resultado de preços e volumes mais altos. A BASF aumentou suas margens, principalmente de isocianatos, ácidos e polialcoois, produtos de cracker e monômeros acrílicos. Na casa do €1,1 bilhão, o lucro operacional antes dos itens extraordinários (EBIT) foi 67% superior ao do quarto trimestre de 2016. Todas as divisões registraram ganhos maiores.

No acumulado do ano, as vendas no segmento de Químicos aumentaram em €3,4 bilhões em 2017, atingindo €16,3 bilhões, atribuído principalmente a preços mais altos, especialmente na divisão de monômeros. A BASF também aumentou os volumes em todas as divisões. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €2,2 bilhões, alcançando €4,2 bilhões, fruto principalmente de maiores margens de isocianatos na divisão de Monômeros. Margens mais sólidas nas divisões de Petroquímicos e Intermediários também contribuíram para o aumento dos lucros. Um pequeno aumento nos custos fixos causou um efeito compensatório. O impacto negativo sobre os lucros em 2017 causado pelo acidente do North Harbor, na fábrica de Ludwigshafen em outubro de 2016, foi compensado pelos pagamentos do seguro.

As vendas no segmento de Produtos de Performance no quarto trimestre de 2017 aumentaram em 2%, alcançando €3,8 bilhões. O aumento dos volumes em todas as divisões e o sutil aumento de preços em geral mais do que compensaram os efeitos cambiais negativos e do portfólio. Devido à pressão contínua sobre as margens, ao fechamento temporário da fábrica de citral em Ludwigshafen e aos custos fixos mais altos, o EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu de €237 milhões para €111 milhões.

O acumulado de vendas do segmento de Produtos de Performance foi de €16,2 bilhões; €659 milhões acima do valor do exercício anterior, atribuído ao crescimento do volume em todas as divisões. Os preços de venda mais altos nas divisões de Care Chemicals e Dispersões e Pigmentos também apresentaram um impacto positivo nas vendas. Medidas relativas ao portfólio e os efeitos cambiais negativos em todas as divisões reduziram ligeiramente as vendas. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em €361 milhões no acumulado do ano, indo para €1,4 bilhão, resultado das margens mais baixas advindas de preços mais elevados das matérias-primas que não poderiam ser totalmente repassados por meio dos preços de venda.

As vendas no segmento de Materiais e Soluções Funcionais apresentaram um aumento considerável de 7% no quarto trimestre, resultado de preços mais altos atingindo €5,3 bilhões. Os custos maiores de matérias-primas levaram a margens mais baixas, causando um declínio de 42% do EBIT antes dos itens extraordinários perfazendo €267 milhões. Além disso, os custos fixos mais elevados impactaram negativamente os ganhos.

No acumulado de 2017, as vendas aumentaram em €2 bilhões, alcançando €20,7 bilhões, fruto de preços e volumes mais altos, bem como da aquisição do negócio da Chemetall, adquirido da Albemarle em dezembro de 2016. Os efeitos cambiais provocaram uma leve redução nas vendas.

O crescimento dos volumes foi em grande parte atribuído à maior demanda de produtos da BASF para as indústrias automotiva e de construção. O EBIT antes dos itens extraordinários, de €1,6 bilhão, apresentou uma queda de €329 milhões nos números de 2016, principalmente devido a margens mais baixas e maiores custos fixos. Encargos especiais foram registrados em 2017, relacionados aos custos de integração, juntamente com a aquisição da Chemetall e a aquisição do negócio do grupo Henkel, da Europa Ocidental, de materiais de construção para usuários profissionais.

As vendas no segmento de Soluções para Agricultura aumentaram 4% no quarto trimestre, atingindo €1,3 bilhão. Os volumes significativamente maiores mais do que compensaram a queda dos preços e efeitos cambiais negativo. Comparado ao mesmo trimestre do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou 162%, indo de €128 milhões para €207 milhões.

As vendas do acumulado do ano no segmento de Soluções para Agricultura; aumentaram €127 milhões, alcançando €5,7 bilhões, resultado de maiores volumes de vendas. Em um ambiente de mercado continuamente difícil para os produtos de proteção de cultivos, o crescimento das vendas foi impactado negativamente pela queda de preços, principalmente na América do Sul, e pelos efeitos cambiais negativos. O EBIT antes dos itens extraordinários foi de €1 bilhão, apresentando um declínio de €54 milhões no mesmo período do exercício anterior. O ligeiro declínio foi devido a uma menor média das margens advinda de um mix de produtos diferente e à difícil situação do mercado no Brasil. Os lucros também foram impactados negativamente pela paralização das unidades de produção em Beaumont, Texas e Manatí, Porto Rico, por causa dos furacões. Houve um leve aumento dos custos fixos.

No segmento de Óleo e Gás, as vendas do quarto trimestre de 2017 diminuíram 7%, indo para €862 milhões, resultado de menores volumes. Entretanto, os preços mais elevados de óleo e gás impactaram os lucros positivamente. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €97 milhões, alcançando €260 milhões.

No acumulado do ano, as vendas no segmento de Óleo e Gás aumentaram em €476 milhões em relação ao mesmo período do exercício anterior, indo para €3,2 bilhões, fruto de preços e volumes mais elevados. O preço médio do barril de petróleo (Brent) foi de US$54 em 2017 (ano anterior: US$44). Os preços do gás nos principais mercados europeus aumentaram 25% em relação ao ano anterior. O crescimento do volume foi impulsionado por maiores volumes de vendas de gás. Os volumes de produção corresponderam ao nível do ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários cresceu em €276 milhões, alcançando €793 milhões em 2017, devido, principalmente, ao aumento dos preços do petróleo e do gás, bem como ao lucro oriundo da participação da BASF no campo de gás natural Yuzhno Russkoye. Medidas abrangentes destinadas a otimizar projetos de exploração e tecnologia, bem como a implementação exitosa de medidas de economia de custos operacionais também impactaram positivamente. O lucro líquido aumentou em €357 milhões, atingindo €719 milhões.

As vendas no segmento Outros cresceram no quarto trimestre de €518 milhões para €608 milhões. O EBIT antes dos itens extraordinários melhorou de menos €386 milhões para menos €38 milhões, sobretudo como consequência dos efeitos da valorização do programa de incentivo a longo prazo da BASF.

As vendas do acumulado do ano no segmento Outros aumentaram €224 milhões, comparadas a 2016 indo para €2,2 bilhões, resultado principal dos maiores preços de vendas de matérias-primas. Com o número de menos €764 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários em Outros foi de €286 milhões no mesmo exercício do ano anterior. Esta melhoria nos lucros também é atribuída aos efeitos de valorização do programa de incentivo a longo prazo.

Fonte: BASF

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Linha de produtos de PBT da BASF proporciona barreira de oxigênio para embalagens e cápsulas de café

10/12/2017

A BASF está expandindo sua linha de produtos de contato com alimento da classe de PBT – poli(tereftalato de butileno). Segundo a empresa, o seu Ultradur® Barrier apresenta um desempenho superior em relação à transmissão de oxigênio. Houve um grande interesse quando a BASF apresentou seu primeiro PBT para cápsulas de café, no final de 2014, já que o produto oferecia vantagens em comparação às soluções existentes. Como diferencial, afirma a BASF, combinava excelentes propriedades de barreira e preservação do aroma, sem precisar de qualquer revestimento adicional complexo, afirma a BASF.

Afirma a BASF que o seu o inovador Ultradur® Barrier é baseado em um método totalmente novo que melhora as propriedades de barreira de oxigênio para peças de parede fina moldadas por injeção, em conformidade com os regulamentos FC (EU10/2011). Os resultados de diferentes testes independentes foram iguais: os valores da Taxa de Transmissão de Oxigênio (OTR) estão abaixo do limite de quantização, segundo os padrões de teste ISO 15105-2/DIN 53380-3.

O nome Barrier (barreira) reflete a excelente pontuação nos testes, onde o valor da OTR (em [cm³/(m² *dia*atm)]) medido ficou abaixo de 0,10 (medido em amostras de placa de 1mm), afirma a empresa. Segundo Simon Kniesel, Desenvolvimento de Produto de Plásticos de Engenharia da BASF, “o Ultradur Barrier oferece uma qualidade de barreira inigualável na moldagem de camada única por injeção, superando até mesmo as soluções PP/EVOH/PP multicamadas usadas para cápsulas de café. Esse é um grande passo à frente, que permite que nossos clientes ofereçam soluções de embalagem estanque a oxigênio para os donos da marca e uma experiência superior de aroma para os consumidores finais”.

As aplicações-alvo do Ultradur® Barrier são cápsulas de café, embalagem de alimentos e cosméticos

Além de uma OTR excepcionalmente baixa, o produto oferece boas propriedades de barreira contra o vapor de água, óleo mineral e aroma, garante a BASF. Também apresenta boas propriedades organolépticas, o que significa que não afeta o gosto e sabor. Sua resistência química contra hidrocarbonetos torna o produto atraente para a indústria de cosméticos. Por ser uma solução de camada única, não precisa de revestimento adicional ou de embalagem secundária, afirma a empresa.

No caso de cores diferentes, por exemplo, para indicar claramente os sabores do café, a divisão BASF Color Solutions oferece lotes mestres de corante, fabricados especialmente para o material Ultradur® FC, também com certificados de contato com alimento.

“Os mercados alvos são as indústrias de cápsulas de café, onde reduzir a transmissão de oxigênio é um requisito importante, assim como outras indústrias de embalagem de alimentos e a indústria de cosméticos. Estamos muito animados em conversar com os especialistas desses setores sobre a aplicação de nosso Ultradur® Barrier em seus mercados”, afirma Jens Müller, do Marketing de Segmento para Embalagem na Europa, Oriente Médio e África, na Divisão de Materiais da Performance da BASF.

Fonte: Basf

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BASF e empresa coreana DONG-IL CNE assinam acordo para desenvolvimento de soluções em compósitos de poliuretano para as indústrias da construção e infraestrutura

30/11/2017

A Basf e a Dong-il Cne assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) para desenvolver postes de eletricidade leves e inovadores, bem como tubos para óleo e gás e outras soluções voltadas para infraestrutura avançada. Na etapa inicial da parceria, a Dong-il Cne fornecerá sua experiência de fabricação para a produção de postes de eletricidade com a marca Basf , feitos com o poliuretano (PU) Elastolit® da BASF. Os parceiros também vão explorar outras aplicações de materiais leves para atender à crescente demanda por compósitos mais resistentes e leves para as indústrias de construção e infraestrutura.

“Estamos muito satisfeitos com a parceria com a Dong-il Cne na busca de novas oportunidades, abordando o mercado global de compósitos, que tem a estimativa de atingir quase 40 bilhões de dólares em 2021”, afirma Andy Postlethwaite, vice-presidente sênior da divisão da BASF de Materiais de Performance. “Nossos postes de eletricidade ultraleves ajudarão a fornecer eletricidade, sem interrupções, para cidades em toda a Ásia, principalmente em áreas onde as condições climáticas são extremas, como Filipinas, Indonésia, Malásia, Coréia, Japão e Austrália”.

Com o acordo, a Basf e a Dong-il Cne também irão pesquisar várias novas tecnologias, incluindo pultrusão de PU, PU com enrolamento filamentar de fibra de carbono, assim como tubos de óleo e gás com processos de enrolamento filamentar de PU que suportam altas temperaturas.

“Ao combinar as vastas competências da Basf em tecnologias e materiais compósitos com as nossas capacidades integradas de fabricação, essa parceria criará novas aplicações de materiais que irão ajudar a enfrentar os desafios de infraestrutura urbana trazidos pelo aumento populacional em toda a Ásia”, considera Choi Young Ki, presidente da Dong-il Cne . A empresa possui uma extensa experiência de fabricação no mercado de materiais compósitos de alto desempenho na Ásia, abrangendo as indústrias automotiva, de construção naval, construção civil e engenharia civil, bem como a indústria química.

Os postes de eletricidade fabricados com PU utilizando a tecnologia exclusiva de enrolamento filamentar da Basf são extremamente leves e robustos, além de flexíveis. Segundo a empresa, os postes conseguem resistir a condições climáticas extremas, como tufões, e podem ser otimizados para condições específicas. Além disso, eles pesam menos e são ainda mais duráveis e resistentes do que os postes de concreto tradicionais, garante a empresa.

Sobre a Dong-il Cne Corporation: Desde a sua fundação em 1980, a Dong-il Cne tornou-se a única empresa profissional do país a oferecer um serviço completo para prevenção da poluição ambiental e fabricação de compósitos. Além disso, produzem materiais compósitos de alto desempenho amplamente utilizados em toda a indústria, incluindo automotivas, de construção naval, construção civil e engenharia civil, bem como a indústria química.

Sobre a Basf : O Grupo Basf conta com aproximadamente 112 mil colaboradorese o seu portfólio é organizado em 5 segmentos: Químicos, Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais, Soluções para Agricultura e Petróleo e Gás. A Basf gerou vendas de mais de € 58 bilhões em 2016.

Fonte: BASF

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Solvay assina acordo para vender seu negócio de Poliamida para a BASF

21/09/2017

BASF concorda em adquirir a Poliamida da Solvay por € 1,6 bilhão

O Grupo Solvay assinou um acordo vinculativo com a empresa química alemã BASF para a venda de seus negócios de Poliamida, um passo crucial na transformação da Solvay em uma empresa de química de multiespecialidades.

“O desinvestimento planejado da Solvay na área de Poliamida marca um ponto de virada na transformação profunda que começamos há quatro anos. A conclusão bem-sucedida desta operação reforçará a posição da Solvay como uma empresa produtora de química de multiespecialidades, permitindo um crescimento maior e mais sustentável”, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay.

A BASF é um investidor estratégico para a Poliamida, com a qual a complementará seus negócios e sua presença global. A Solvay e a BASF compartilham o mesmo compromisso com os melhores padrões de saúde, segurança e meio ambiente em seus sites industriais

A área de Poliamida tem aumentado sua lucratividade nos últimos anos. Como um player integrado, suas atividades vão desde a etapa inicial nos intermediários e polímeros até a etapa final com o desenvolvimento de plásticos de engenharia de alto valor agregado. Esta operação abrange todo o negócio de Poliamida da Solvay na Europa, América do Norte e na Ásia, bem como o negócio de plásticos de engenharia na América Latina, e envolve o total de 2.400 empegados.

A Solvay manterá seus negócios de Intermediários de Poliamida (cyclohexanol, ácido adípico, sal nylon e HMD – hexametilenodiamina) e de fibras têxteis de poliamida no Brasil.

Segundo o acordo, a operação está baseada em um valor total de empresa de 1,6 bilhão de euros, o que representa cerca de 8 vezes o EBITDA dessa área de negócio em 2016 e em torno de 7 vezes o EBITDA nos últimos doze meses. O pagamento líquido em caixa desta transação está estimado em 1,1 bilhão de euros. Levando em consideração que os passivos financeiros da ordem de 0,2 bilhão de euros serão transferidos para o comprador, a posição financeira líquida do Grupo Solvay aumentará para cerca de 1,3 bilhão de euros.

A área de negócios Poliamida envolvida nesta transação será reclassificada como ativos e passivos mantidos para venda e operação descontinuada até o final deste mês. Como resultado da descontinuação, o negócio de poliamida na América Latina mantido pelo Grupo Solvay sofrerá uma provisão de desvalorização (impairment) de aproximadamente € 100 milhões no final de setembro. Esta provisão (impairment) de valor deve ser mais do que compensada pelo ganho de capital no fechamento da transação.

A execução dos acordos definitivos em relação a esta transação é esperada para os próximos meses, após consulta aos órgãos sociais relevantes. A Solvay e a BASF pretendem fechar a transação no terceiro trimestre de 2018, depois de obtidas as aprovações regulamentares usuais e recebido o consentimento formal de um sócio de joint venture. Esse parceiro já se comprometeu a conceder seu consentimento à Basf, sujeito à entrega de documentos definitivos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Matéria-prima da Basf para componentes automotivos de poliuretano proporciona menos emissões no interior de veículos

14/08/2017

  • Material  permite que as montadoras atendam às regulamentações e aos padrões da indústria, afirma a empresa;
  • Potencial de redução médio de até 20% nas emissões de aldeído

Segundo a BASF, o seu processo de fabricação do Lupranol® (poliol poliéter) foi aprimorado a fim de que os componentes de veículos fabricados a partir dos sistemas de poliuretano da empresa emitam, em média, 20% a menos de aldeído, um Composto Orgânico Volátil (VOC). Assim, os fornecedores automotivos que fabricam, por exemplo, peças acústicas, assentos e volantes ou painéis de instrumentos e portas com espuma de poliuretano, conseguirão atender às crescentes exigências das montadoras na redução de emissões de VOCs no interior dos veículos.

Após a mudança no processo nas plantas de produção da BASF na Ásia, no início de 2017, a modificação está agora sendo feita na Europa e ocorrerá também nos Estados Unidos ao longo do ano. Junto com o isocianato, o poliol é o produto básico para os sistemas de espuma de poliuretano.

As emissões foram otimizadas com a melhoria dos processos de limpeza e acabamento na produção do Lupranol®, de modo que as propriedades mecânicas do material permanecem inalteradas durante os estágios seguintes de espumação e processamento nos clientes. Com isso, os grades de Lupranol® atualmente em uso podem ser substituídos imediatamente, sem necessidade de testes ou novas aprovações dos sistemas de PU que são baseados nesses grades de Poliol. A BASF comercializa sistemas de PU para espuma flexível, semi-rígida e integral sob as marcas Elastoflex® W, Elastoflex® E e Elastofoam® I.

Com os grades melhorados de Lupranol®, as emissões dos componentes automotivos fabricadas com o produto serão cada vez menores. As autopeças produzidas com esses sistemas PU são testadas tanto internamente como também por laboratórios certificados, como o Imat-Uve e o Institut Fresenius. A melhoria dos valores de emissão varia de peça para peça. É possível obter uma redução média de 20%, medida segundo os métodos de teste de câmara comumente aceitos como, por exemplo, o VDA276 e o BMW GS 97014-3, afirma a BASF.

Autoridades governamentais em todo o mundo estão continuamente exigindo emissões cada vez mais baixas no interior de veículos para reduzir o potencial impacto de substâncias voláteis sobre a saúde dos motoristas, mas também para diminuir o cheiro característico de carro novo. Atualmente o foco está em aldeídos como o formaldeído, acetaldeído e propionaldeído, além de aromáticos oriundos dos poliuretanos. A BASF tem trabalhado no desenvolvimento de sistemas de PU que possibilitem componentes automotivos com menores emissões.

Fonte: Assessoria de Imprensa – BASF

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Basf tem lucros significativamente maiores no segundo trimestre e melhor panorama para 2017

14/08/2017

Segundo trimestre de 2017:

  • Vendas de €16,3 bilhões (acréscimo de 12%)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de € 2,3;bilhões (acréscimo de 32%)
  • Lucro por ação de € 1,63 (acréscimo de 37%), lucro por ação ajustado de € 1,78 (acréscimo de 37%)
  • Fluxo de caixa operacional de € 3;bilhões (acréscimo de 29%), fluxo de caixa líquido de € 2,1;bilhões (acréscimo de 59%)

Panorama para 2017:

  • Permanência de previsão de crescimento significativo das vendas
  • Expectativa de que o EBIT antes dos itens extraordinários supere consideravelmente os valores do ano anterior

“A tendência positiva relativa à demanda continuou no segundo trimestre de 2017. Aumentamos nosso volume de vendas em relação ao mesmo período do ano anterior, pelo quinto trimestre consecutivo. Em comparação com o mesmo trimestre do ano passado, melhoramos significativamente nossas vendas e lucros”, disse o Dr. Kurt Bock, Presidente do Conselho Executivo da BASF SE.

As vendas do Grupo BASF atingiram € 16,3 bilhões, aumentando em 12% quando comparadas com o segundo trimestre de 2016 – em grande parte devido aos preços e volumes mais elevados. Diante de custos mais elevados de matérias-primas, a empresa elevou os preços de venda em 7%; fato desencadeado principalmente por preços mais altos no segmento de Químicos. O volume de vendas aumentou em 3%. Os efeitos cambiais causaram um impacto positivo nas vendas e, assim como os efeitos relacionados ao portfólio, representaram um aumento de 1%.

Os lucros operacionais, antes dos itens extraordinários (EBIT) aumentaram em 32% no segundo trimestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano anterior, indo para € 2,3 bilhões. O forte aumento foi resultado, principalmente, dos lucros significativamente maiores nos segmentos de Químicos e Óleo & Gás. Esse aumento só não foi maior devido aos menores lucros nos segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Proteção de Cultivos. O impacto negativo sobre os lucros causado pelo acidente ocorrido na zona do Porto Norte, na planta de Ludwigshafen, em outubro passado, foi compensado pelo pagamento do seguro no valor de € 100 milhões, montante que foi contabilizado predominantemente no segmento de Químicos.

Em torno de € 1,5 bilhão, o lucro líquido superou o valor do segundo trimestre do ano anterior em € 404 milhões. O lucro por ação foi de € 1,63 no segundo trimestre de 2017, contra € 1,19 no mesmo trimestre do ano anterior. O lucro por ação, ajustado para itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis, foi de € 1,78 (mesmo período em 2016: € 1,30).

O fluxo de caixa operacional aumentou de € 2,3 bilhões no segundo trimestre de 2016 para € 3 bilhões no segundo trimestre de 2017. O fluxo de caixa liquido perfez € 2,1 bilhões, versus € 1,3 bilhão no mesmo trimestre do ano anterior. Tal melhoria foi, principalmente, fruto de um maior lucro líquido.

Perspectiva para o ano de 2017

Devido ao desenvolvimento macroeconômico positivo no primeiro semestre do ano, a BASF agora adota uma visão geral um pouco mais positiva das condições intrínsecas para 2017. As expectativas da empresa relativas ao cenário econômico global de 2017 são (previsão anterior entre parênteses):

  • Crescimento do Produto Interno Bruto: 2,5% (2,3%)
  • Crescimento da produção industrial: 2,5% (2,3%)
  • Crescimento na produção de produtos químicos: 3,4% (inalterado)
  • Taxa média de câmbio entre euro e dólar de $1,10 por euro  ($1,05 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) de 50 dólares por barril ($55 por barril)

“Continuamos esperando um aumento significativo (mínimo de 6%) nas vendas para o ano. Dado o aumento significativo dos lucros no primeiro semestre do ano, esperamos um aumento considerável no EBIT antes dos itens extraordinários de pelo menos 11% em 2017”, disse Bock. “Para o segundo semestre de 2017, esperamos um ligeiro aumento no EBIT antes dos itens extraordinários, em comparação ao mesmo período de 2016. Tal previsão leva em consideração a boa evolução do segmento de Químicos no primeiro semestre de 2017, que provavelmente perderá este dinamismo, bem como o preço do petróleo, que foi menor do que o inicialmente esperado e o dólar americano mais desvalorizado do que esperado. Estes fatores causam um impacto negativo nos lucros da BASF”, disse Bock.

Desenvolvimento dos segmentos

No segmento de Químicos, as vendas aumentaram 25% quando comparadas com o segundo trimestre de 2016, atingindo € 4 bilhões – em grande parte fruto do aumento significativo de preços na divisão de Monômeros. Os efeitos cambiais influenciaram as vendas positivamente, ao passo que os volumes apresentaram um ligeiro declínio. Em torno de € 1,1 bilhão, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 662 milhões em relação ao segundo trimestre de 2016, principalmente dadas as maiores margens nas divisões de Monômeros e Petroquímicos. Os custos fixos apresentaram, em geral, uma pequena redução. As vendas no primeiro semestre aumentaram em 30%, indo para € 8,2 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 1,2 bilhão, perfazendo € 2,1 bilhões, resultado de maiores margens e volumes.

As vendas no segmento de Produtos de Performance alcançaram a casa dos €4,1 bilhões, superando em 4% o valor do segundo trimestre do ano anterior, fruto dos aumentos de preços e crescimento dos volumes em todas as divisões. Os efeitos cambiais impactaram as vendas positivamente. Os efeitos causados pelo portfólio desaceleraram a evolução das vendas. A pressão nas margens, principalmente dado o aumento dos preços das matérias-primas e das condições desafiadores do mercado em determinadas áreas de negócios, resultou em uma diminuição (de € 107 milhões) do EBIT antes dos itens extraordinários, indo para € 405 milhões. No primeiro semestre do ano, as vendas de € 8,4 bilhões foram 6% superiores às do período do ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em € 147 milhões, perfazendo € 920 milhões.

As vendas no segundo trimestre no segmento de Materiais e Soluções Funcionais cresceram em 12%, totalizando €5,3 bilhões. Tal crescimento deu-se, principalmente, pelo aumento nos volumes de vendas, pela aquisição do negócio da Chemetall, adquirido da Albemarle em dezembro de 2016, e pelos preços mais altos. Os efeitos cambiais ofereceram suporte adicional para as vendas. A BASF conseguiu aumentar seus volumes de vendas para a indústria automotiva. O EBIT antes dos itens extraordinários caiu em € 113 milhões, totalizando € 422 milhões. O aumento dos lucros na divisão de Catalisadores e a contribuição do negócio da Chemetall compensaram parcialmente as margens mais baixas e custos fixos mais altos. As vendas no primeiro semestre aumentaram em 15%, indo para € 10,5 bilhões. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em € 38 milhões, totalizando € 953 milhões.

O segmento de Proteção de Cultivos registrou um aumento de 5% em vendas, alcançando €1,5 bilhão, em comparação ao segundo trimestre do ano anterior. Os principais determinantes foram volumes maiores, principalmente na América do Norte e Europa Oriental, além dos efeitos cambiais positivos. Os preços ficaram ligeiramente menores, em relação ao segundo trimestre de 2016. Comparado com o mesmo período do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários diminui em € 48 milhões, perfazendo € 272 milhões. Tal resultado deu-se principalmente às médias mais baixas das margens, fruto de um mix diferente de produtos. No primeiro semestre, as vendas aumentaram em 4% comparado com o mesmo período do ano anterior, totalizando € 3,4 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em € 106 milhões, totalizando € 805 milhões.

As vendas no segmento de Oléo e Gás, em comparação ao segundo trimestre de 2016, tiveram um crescimento importante, de 32%, totalizando €814 milhões, determinado pelo aumento dos volumes e preços. O aumento dos volumes ocorreu principalmente devido aos maiores volumes de vendas de gás e à plataforma offshore na Líbia em junho. Os volumes de produção corresponderam aos níveis do segundo trimestre anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 89 milhões, perfazendo € 183 milhões, grande parte como resultado dos preços e dos volumes de vendas mais elevados. O lucro líquido cresceu significativamente. No primeiro semestre, as vendas no segmento cresceram 34% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando € 1,6 bilhão. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 193 milhões, totalizando € 353 milhões.

Na casa dos €476milhões, as vendas no segmento “Outros” ficaram 2% mais baixas do que a do segundo trimestre do ano anterior, como resultado de uma menor comercialização de matérias-primas. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €61 milhões, indo para menos €151 milhões, sobretudo como uma consequência dos efeitos da valorização do programa de incentivo a longo prazo. No primeiro semestre do ano, as vendas ficaram na casa do € 1,1 bilhão no segmento Outros, representando um aumento de 13% em comparação ao mesmo período do ano passado. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €30 milhões, totalizando menos €401 milhões.

Fonte: BASF

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BASF inicia operação em área expandida de sua fábrica de compostos de poliamida e PBT

10/07/2017

  • Capacidade da unidade em Schwarzheide, na Alemanha, teve aumento de 70 mil toneladas por ano
  • Schwarzheide é agora o maior site de compostos da BASF
  • Maior expansão da rede de produção global flexível da BASF

A BASF iniciou a operação da área expandida de sua fábrica de compostos, em Schwarzheide, Alemanha (foto), no dia 21 de junho. Com a expansão da planta, há um aumento de 70.000 toneladas na produção de poliamidas Ultramid®  e PBT (tereftalato de polibutileno) Ultradur®. Este é mais um passo em direção às expansões de capacidade da BASF, em resposta à crescente demanda global por plásticos de engenharia. A capacidade mundial da BASF para a fabricação dos compostos de PA e PBT alcançará mais de 700 mil toneladas por ano. Cerca de 50 novos empregos serão criados.

“Uma planta maior nos permite acompanhar o crescimento de nossos clientes a longo prazo, com o mais alto nível técnico e os melhores plásticos”, disse Jürgen Becky, head da divisão de Materiais de Performance da BASF para a Europa. “A expansão da planta constitui uma tecnologia de ponta no mercado de plásticos e nos dá ainda mais flexibilidade em nosso processo de produção”. Ao mesmo tempo, a capacidade adicional aumenta a flexibilidade na cadeia de produção global da BASF. Assim, a BASF pode, por exemplo, atender às altas demandas da indústria automotiva quando se trata da produção de componentes em grandes volumes. Com a expansão, Schwarzheide se torna o site com a maior capacidade de produção de compostos PA e PBT da BASF no mundo todo.

Os plásticos de engenharia Ultramid® e Ultradur® são utilizados para fabricar componentes de alto desempenho para as indústrias automotiva, elétrica e eletrônica, bem como para os setores de construção e móveis. Os componentes incluem cárter do motor, coxins, sensores e conectores, cadeiras e elementos de fixação. As últimas inovações são o Ultramid® Advanced N, os coletores de admissão de ar fabricados com a poliamida de alta temperatura Ultramid® Endure no novo Alfa Romeo Giulia e a cadeira TeamUP para o escritório do futuro.

Fonte: BASF

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Poliamida de elevada resistência térmica da Basf é usada em componentes do Alfa Romeo Giulia 2017

29/06/2017

Parceria com o ABC Group e a Magneti Marelli para o desenvolvimento de peças inovadoras no sistema dos turbos compressores de 2,0 litros

A BASF está introduzindo uma poliamida de elevada resistência térmica, o Ultramid® Endure, em duas novas aplicações no powertrain do Alfa Romeo Giulia 2017: no coletor de admissão de ar com intercooler integrado e no duto de ar do turbo (lado quente). Devido à alta temperatura embaixo do capô, que pode chegar até a 220oC,  faz-se necessário o uso de um material que suporte essa temperatura de trabalho. Segundo a BASF, é aqui que entra o Ultramid Endure pois, por meio de sua alta resistência térmica, permite que as montadoras consigam a redução do tamanho do motor e do turbo compressor sem comprometer o desempenho. As classes de Ultramid Endure apresentam boa processabilidade, excelente resistência da linha de solda e estão disponíveis globalmente, afirma a BASF.

Duto de ar do turbo (lado quente) produzido pelo ABC Group

A BASF estabeleceu uma parceria com o fornecedor automotivo ABC Group, do Canadá, para desenvolver o duto de ar do turbo (lado quente) do Alfa Romeo Giulia. Para esta aplicação, o ABC Group escolheu o Ultramid Endure D5G3 BM da BASF, com 15% de fibra de vidro para moldagem por processo de sopro, apresentando uma alta resistência no parison e boas propriedades de dilatação, segundo a BASF.

O ABC Group potencializou as capacidades da BASF no tocante à tecnologia de solda, otimizando os parâmetros de solda por infravermelho (IR) para esta peça. A durabilidade do duto de ar está diretamente relacionada com as linhas de solda; portanto, é essencial que tais linhas sejam resistentes para que a peça tenha uma durabilidade maior. “Após a realização de vários ensaios com resina utilizando a moldagem, solda e rigorosos testes de validação, conseguimos atender às demandas nesta aplicação”, considera Mary Anne Bueschkens, CEO do ABC Group. “A peça requer muitas conexões de solda. Nossos engenheiros trabalharam em estreita colaboração com os especialistas da BASF em materiais e juntas para entender os requisitos exclusivos, permitindo-nos aperfeiçoar nossa tecnologia de soldagem por IV, garantindo o sucesso do processo de solda deste duto, que sempre está sob altas temperaturas “.

Coletor de admissão de ar com intercooler integrado da Magneti Marelli

A BASF também trabalhou em conjunto com a Magneti Marelli, um braço da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), para desenvolver o coletor de admissão de ar com intercooler integrado para o Alfa Romeo Giulia.

A necessidade de um material que suporte uma temperatura contínua de 200° C transformou o coletor de admissão de ar em um forte candidato para o Ultramid Endure D3G7, com 35 % de fibras de vidro para moldagem por injeção. O coletor de admissão de ar também exigia um excelente desempenho relativo à pressão de ruptura, demandando que a Magneti Marelli utilizasse um material que apresentasse uma resistência de solda confiável sob temperaturas elevadas.

Com os conhecimentos de design, materiais e processamento da BASF, a Magneti Marelli conseguiu a resistência à ruptura e durabilidade necessárias para a montagem, afirma a empresa. “O suporte técnico da BASF foi útil, pois garantiu que a aplicação atendesse aos requisitos relativos à ruptura”, afirma Marcello Colli, Gerente de Produtos – Corpos de Borboleta, da Magneti Marelli. “A experiência de soldagem da BASF nos possibilitou aplicar este material, que é resistente ao calor, conseguindo metas de durabilidade a longo prazo”.

Segundo a BASF, os grades de Ultramid Endure são adequadas para diversas aplicações no sistema dos turbos compressores, incluindo coletores de admissão de ar, dutos de ar, ressonadores, tampas de extremidades dos intercoolers e corpos de borboleta. Eles conseguem, durante sua longa vida útil, suportar temperaturas de serviço de 220° C e até picos de 240° C. O excelente comportamento em relação ao envelhecimento térmico é resultado de um sistema de estabilização inovador que reduz significativamente o ataque do oxigênio na superfície do polímero, garante a BASF.

Sobre a BASF: O Grupo BASF conta com aproximadamente 114 mil colaboradores em quase todos os setores e países do mundo. O portfolio da empresa é organizado em 5 segmentos: Químicos, Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais, Soluções para Agricultura e Petróleo e Gás. A BASF gerou vendas de mais de € 58 bilhões em 2016.

Sobre o ABC Group: Fundado em 1974, o ABC Group Incorporation é um dos principais fornecedores automotivos de componentes termoplásticos e sistemas para fabricantes de equipamentos originais (OEM) no mundo. A sede global está em Toronto, Canadá. O grupo possui também outras 36 instalações nacionais e internacionais em todo o Canadá, Estados Unidos, México, Brasil, Alemanha, Espanha, Polônia, Japão e China.

Sobre a Magneti Marelli: A Magneti Marelli projeta e produz sistemas e componentes avançados para a indústria automotiva. Com 86 unidades de produção, 12 centros de P&D em 19 países, possui aproximadamente 43.000 colaboradores, tendo apresentado um faturamento de 7,9 bilhões de euros em 2016. O grupo fornece para todos os principais fabricantes de automóveis na Europa, América do Norte e do Sul e Extremo Oriente. As áreas de negócios incluem Sistemas Eletrônicos, Iluminação, Powertrain, Suspensão e Sistemas de Absorção de Choque, Sistemas de Exaustão, Peças de reposição e Serviços, Componentes Plásticos e Módulos, Motorsport. A Magneti Marelli faz parte da FCA.

Fonte: BASF

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BASF tem aumento expressivo nas vendas e lucros globais em comparação com primeiro trimestre de 2016

02/05/2017

  •  Vendas de €16,9 bilhões (+19%)
  • Tendência positiva dos volumes permanece (+8%)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de €2,5 bilhões (+ 29%);  €2,0 bilhões foram gerados pelo negócio de químicos
  • Perspectiva para 2017 confirmada

A BASF completou o primeiro trimestre de 2017 com um aumento considerável nas vendas e lucros, quando comparados ao mesmo trimestre do ano passado. “A BASF teve um bom começo de ano em 2017”, disse o Dr. Kurt Bock, Presidente do Junta Diretiva da BASF SE. “As tendências relativas à demanda que foram observadas ao longo de 2016 continuaram no primeiro trimestre deste ano.”

As vendas do Grupo BASF aumentaram 19% no primeiro trimestre de 2017, atingindo €16,9 bilhões. Em todos os segmentos manteve-se a tendência positiva de volumes observada nos trimestres anteriores, levando a um crescimento de 8% nos volumes de vendas. Além disso, a BASF conseguiu preços de vendas significativamente mais elevados (acréscimo de 8%), principalmente no segmento de Químicos. Os efeitos cambiais e as operações da Chemetall, negócio adquirido da Albemarle em dezembro de 2016, também contribuíram para o aumento das vendas.

O lucro das operações da BASF antes dos itens extraordinários (EBIT) foi 29% maior, atingindo 2,5 bilhões de euros. Deste montante, 2,0 bilhões foram gerados pelo negócio de químicos, que engloba os segmentos de Químicos, Produtos de Performance, bem como Materiais & Soluções Funcionais. Assim, houve um crescimento de 37% nos lucros da divisão de químicos.

A BASF recebeu um pagamento inicial do seguro, no valor de €100 milhões, relacionado ao acidente ocorrido na zona do Porto Norte em Ludwigshafen, em outubro passado. Cerca de três quartos deste valor foram investidos no segmento de Químicos.

O EBIT aumentou € 585 milhões, se comparado ao primeiro trimestre de 2016, totalizando €2,5 bilhões.

O lucro líquido aumentou €322 milhões, somando €1,7 bilhão. O lucro por ação foi de €1,86 no primeiro trimestre de 2017, contra €1,51 no mesmo trimestre de 2016. O lucro por ação, ajustado para itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis, foi de €1,97 (primeiro trimestre de 2016: €1,64).

Perspectiva para o ano de 2017

As expectativas da BASF relativas ao cenário econômico global de 2017 permanecem inalteradas:

  • Crescimento do Produto Interno Bruto: 2,3%
  • Crescimento da Produção Industrial: 2,3%
  • Crescimento na produção de produtos químicos: 3,4%
  • Taxa média de câmbio entre o euro e dólar de US$ 1,05 por euro
  • Preço médio do petróleo (Brent) de US$ 55 por barril durante o ano

“Continuamos cautelosos quando se trata de nossa perspectiva para o ano inteiro. Ainda visualizamos riscos consideráveis em relação ao desenvolvimento macroeconômico e ao ambiente político”, disse Bock. “Confirmamos nossa previsão de 2017 para as vendas e lucros do Grupo BASF. Esperamos um crescimento considerável das vendas para o Grupo BASF em 2017. Conforme nossa definição, tal crescimento equivale a um aumento de pelo menos 6% nas vendas. Queremos atingir um EBIT antes dos itens extraordinários ligeiramente superior ao de 2016. Neste caso, “ligeiramente” significa uma mudança de 1-10%. Esperamos que o aumento seja mais próximo dos 10%.”

Desenvolvimento dos segmentos

No segmento de Químicos, as vendas aumentaram 36%, quando comparadas com o primeiro trimestre anterior, totalizando €4,1 bilhões, em grande parte como resultado do aumento dos preços nas divisões de Petroquímicos e Monômeros. As vendas ainda tiveram um apoio devido ao maior nível do volume de vendas em todas as divisões. Os efeitos cambiais alavancaram um pouco as vendas. Devido à maiores margens e volumes, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou €501 milhões em relação ao primeiro trimestre de 2016, somando €958 milhões. O impacto negativo sobre os lucros no primeiro trimestre de 2017, causado pelo acidente no Porto Norte em Ludwigshafen no quarto trimestre de 2016, foi compensado pelo pagamento inicial do seguro contra danos. Os custos fixos apresentaram um aumento homólogo devido principalmente ao comissionamento de novas fábricas.

As vendas no segmento de Produtos de Performance cresceram 9% se comparadas ao primeiro trimestre de 2016, totalizando €4,3 bilhões; resultado dos maiores volumes nas divisões de Dispersões e Pigmentos, Higiene Pessoal e Químicos de Performance. O segmento apresentou efeitos cambiais positivos em todas as divisões e teve um pequeno aumento em termos de preços de vendas no geral. Os efeitos gerados pelo portfólio prejudicaram o desenvolvimento das vendas. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu €40 milhões, se comparado ao nível estável do primeiro trimestre do ano anterior, devido a margens mais baixas e custos fixos mais elevados, atingindo €515 milhões.

No segmento de Materiais & Soluções Funcionais, as vendas cresceram 18% na comparação com o primeiro trimestre de 2016, somando €5,2 bilhões. Tal crescimento deu-se principalmente pelo aumento acentuado nos volumes de vendas, promovido principalmente pela maior demanda da indústria automotiva. O desenvolvimento das vendas também foi apoiado pela aquisição do negócio da Chemetall, adquirido da Albemarle em dezembro de 2016, juntamente com pequenos aumentos de preços e efeitos cambiais. Em comparação com o primeiro trimestre do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou €75 milhões, alcançando €531 milhões, em especial devido ao crescimento do volume e à aquisição da Chemetall.

O segmento de  Soluções para a Agricultura registrou um aumento de 4% em vendas, quando comparado ao mesmo período de 2016, alcançando €1,9 bilhões, mesmo com um mercado em que as condições permaneceram difíceis. Os principais determinantes foram volumes maiores e efeitos cambiais positivos, com preços estáveis. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu €58 milhões, indo para €533 milhões quando comparado com o forte primeiro trimestre de 2016. Tal resultado deu-se devido às margens médias mais baixas, fruto de um mix diferente de produtos. Os custos fixos aumentaram ligeiramente, em parte devido ao comissionamento de novas fábricas.

As vendas de €829 milhões no segmento de Petróleo e Gás foram 36% maiores do que no primeiro trimestre do ano anterior, fruto principalmente de preços maiores. O preço do barril de petróleo bruto (Brent) foi de US$ 54, em média, no primeiro trimestre de 2017 (primeiro trimestre de 2016: US$ 34). Os preços do gás nos mercados europeus de pronta entrega também aumentaram acentuadamente em comparação com o primeiro trimestre anterior. Os volumes de produção foram iguais ao nível do primeiro trimestre anterior, enquanto os volumes de vendas, especialmente de gás, ultrapassaram o nível do primeiro trimestre de 2016.

O EBIT antes dos itens extraordinários também melhorou consideravelmente, aumentando €104 milhões em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo €170 milhões. Tal melhora deu-se sobretudo devido ao aumento dos preços. O lucro líquido foi significativamente maior.

O segmento “Outros”, quando comparado ao primeiro trimestre do ano anterior, apresentou um aumento nas vendas de €133 milhões, perfazendo €610 milhões, principalmente como resultado do aumento dos preços na comercialização de matérias-primas. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu €31 milhões, totalizando menos €250 milhões. Tal diminuição foi sobretudo uma consequência dos efeitos de valorização do programa de incentivo de longo prazo.

Sob uma perspectiva regional, a BASF conseguiu melhorar consideravelmente as vendas e os lucros, especialmente na região Ásia-Pacífico. Os volumes nessa região aumentaram consideravelmente em todos os segmentos, os preços de venda aumentaram, principalmente no segmento de Químicos. O negócio na China foi o principal determinante deste desenvolvimento.

Fonte: BASF

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BASF apresenta tecnologias e tendências na Feiplastic 2017

31/03/2017

  • Soluções para diversas indústrias onde o plástico está presente levam em conta a sustentabilidade
  • Feira é oportunidade de aproximação com mercado e de impulsionar o desenvolvimento da indústria na América do Sul

A BASF vai participar da Feira Internacional do Plástico, Feiplastic 2017, levando soluções em Materiais de Performance, Dispersões e Pigmentos, Químicos Industriais (poliamidas) e Aditivos para Plásticos. A feira será realizada de 3 a 7 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

“A Feiplastic já se consolidou como uma oportunidade importante para a troca de informações com o mercado, para estreitarmos o relacionamento com nossos parceiros e, principalmente, para levarmos novas tecnologias e tendências para as indústrias onde o plástico está presente”, afirma Murilo Feltran, gerente de marketing de Materiais de Performance da BASF. “A BASF tem entre seus pilares a inovação e a sustentabilidade e oferece soluções que agregam essas características aos negócios de seus clientes”, completa.

O portfólio da BASF atende a variadas indústrias, como a de embalagens, construção, automotiva, bens de consumo, mineração, óleo e gás, entre tantas outras. As principais soluções por indústria são:

Monofilamentos

As poliamidas para monofilamentos Ultramid® B, Ultramid® C possuem características de maciez, transparência e resistência e são utilizadas na produção de fios e redes de pesca, cortadores de grama, cordas e cordéis, afirma a Basf.

Embalagens

Entre as novidades está o Ultramid® C37LC, uma copoliamida para aplicações de filme e monofilamento, como linhas de pesca de maior diâmetro (long lines), por exemplo. Permite fabricação de filme retrátil para embalagens de alimentos, eliminando a adição de poliamidas amorfas, proporcionando uma produção mais enxuta e eficiente. Segundo a Basf, os filmes produzidos com Ultramid® C37LC têm uma baixa cristalinidade e são significativamente mais macios e mais transparentes do que os feitos de copoliamida convencional. Há ainda as poliamidas para extrusão Ultramid® B, Ultramid® C, aplicadas na produção de filmes para embalagens de alimentos frescos e processados devido à sua resistência mecânica e barreira contra oxigênio e aromas, o que aumenta a durabilidade dos produtos.

O bioplástico versátil ecovio®, é formado por polímeros biodegradáveis e compostáveis, que podem ser aplicados em embalagens e na agricultura. Tem elevado desempenho, com comprovada compostabilidade e formulação com conteúdo de fonte renovável, assegura a Basf. Pode ser processado nos equipamentos convencionais de moldagem de polietileno, ser impresso e soldado.

Os termoplásticos amorfos de elevado desempenho da linha Ultrason®, indicados para diversas aplicações, são transparentes, de elevada resistência térmica. De acordo com a Basf, sua ampla gama de propriedades permite o uso em peças de altíssimo requisito técnico. Possui alta resistência mecânica e rigidez, excelente comportamento ao fogo e isolamento elétrico, entre outras propriedades.

Também farão parte do portfólio apresentado na Feiplastic os pigmentos que seguem os requisitos técnicos e regulatórios para aplicações sensíveis, ou seja, que tenham contato com alimentos, medicamentos ou brinquedos. O novo pigmento orgânico Paliotol® Yellow K 1750, por exemplo, é completamente livre de halogênio, possui excelente valor de coloração e alta estabilidade térmica, diz a Basf

Transportes

Os plásticos estão ganhando popularidade entre os materiais usados para produzir peças automotivas devido à sua vantagem de baixo peso, versatilidade no design do projeto e custos mais baixos. Para garantir a manutenção da aparência e durabilidade com proteção contra a ação dos raios UV e o envelhecimento térmico, há a nova geração de HALS metilados da BASF, da área de aditivos para plástico. O Tinuvin® 880 proporciona uma resistência aos raios UV, bem como uma estabilidade térmica drasticamente melhor, crucial para aplicações em interiores. Ele também é projetado para melhorar as propriedades secundárias, eliminando defeitos como deposição no molde e pegajosidade superficial, mesmo em materiais que contenham anti-risco, assegura a empresa.

De acordo com a Basf, a sua família de poliamidas Ultramid® se destaca por suas propriedades mecânicas, como resistência ao impacto e rigidez e pode ser aplicada amplamente na indústria automobilística, na fabricação de coletores de admissão de ar, maçanetas, pedais, sistemas de arrefecimento e ar condicionado e invólucros de airbags, por exemplo. Além disso, tem elevada resistência química e a altas temperaturas de trabalho, além de fácil processabilidade, afirma a empresa.

A área de Materiais de Performance também oferece uma ampla linha de resinas termoplásticas moldadas por injeção, extrusão ou sopro, tecnologias para a fabricação de peças para a indústria automotiva. São materiais com alta estabilidade dimensional e resistência às altas temperaturas. Há, inclusive, versões reforçadas com fibra de vidro. Podem ser usados na fabricação de peças do compartimento do motor, interior, sistemas elétricos e eletrônicos, resultando em veículos mais leves, mais seguros e com maior eficiência energética. Além do Ultramid® há as linhas de produtos Ultradur® (PBT), Ultraform® (POM) e Elastollan® (TPU).

Os sistemas de poliuretano também têm sido amplamente utilizados em peças e partes de veículos para conforto térmico e acústico. São volantes, para-sol, forros de teto, bancos, painel de instrumentos, apoios de braços, encostos de cabeça, isolantes acústicos de cabine, isolamento termoacústico em ônibus e caminhões, entre tantas outras possibilidades. As linhas Elastoflex®, Elastopor®, Elastoskin®, Elastofoam® e Elastonat®, garantem materiais de alta leveza e com excelentes propriedades físicas e mecânicas que promovem versatilidade, funcionalidade e elevada durabilidade, afirma a Basf.

Por fim, para a impermeabilização, proteção e melhoria do desempenho da caçamba de caminhonetes picapes, há revestimentos de poliuretano, poliureia ou híbrido, aplicado in situ em spray, da linha de produtos Elastocast®. Segundo a empresa, ela é resistente ao ataque químico, à corrosão e à abrasão, elevando sua durabilidade e reduzindo custos de manutenção.

Construção

Fibras e fitas utilizadas em inúmeras aplicações, como têxteis técnicos para a indústria da construção, geotêxteis, isolamento de telhados, estruturas de barreira, tapetes, têm de suportar condições climáticas severas, como exposição prolongada à luz UV, variação de temperatura e poluição. Os convertedores também são confrontados com desafios da fabricação industrial, como problemas de processamento. Para vencer esses desafios, a BASF lançou recentemente o estabilizante de luz de alto desempenho Tinuvin® XT 55, que, segundo a empresa, garante ainda bom desempenho de custo, proporcionando ajuste da dosagem de outros componentes da formulação. Este aditivo HALS de última geração permite que a linha de produção funcione sem interrupções, oferece durabilidade superior e estabilidade de cor, entre outras propriedades, assegura o fabricante. Pode ser aplicado também na produção de monofilamentos de poliolefinas e fitas para telas de sombreamento, andaimes, geotêxteis e big bags.

Os sistemas de poliuretano, como o Elastopir® e Elastospray®, são utilizados como isolante térmico na fabricação de painéis ou aplicados in loco em forma de spray e atendem requisitos das normas brasileiras de segurança ao fogo. Estas soluções contribuem para a eficiência energética superior numa ampla gama de sistemas construtivos, diminuindo o consumo de energia com ar condicionado ou aquecimento, e melhorando o conforto térmico dos ambientes, afirma a empresa. Podem ser usados em painéis modulares e coberturas para câmaras frias, celeiros e galpões, residências, shopping centers, grandes superfícies, armazéns, fábricas, entre outras construções.

Para pisos drenantes, o Elastopave® é um sistema de poliuretano com até 87% de permeabilidade – funciona como aglutinante para unir pedras e cascalhos, formando superfícies resistentes, duráveis e que impedem o empoçamento da água.

Bens de consumo

Para a indústria de calçados, sistemas de poliuretano macios e duros e poliuretanos termoplásticos (TPU) são aplicados na fabricação de solas, entressolas, palmilhas, entre outras partes para calçados esportivos, casuais e de segurança (linhas de produto Elastopan®, Elastollan® e Infinergy®). Promovem leveza, ergonomia, flexibilidade, resistência à abrasão, propriedades dielétricas, antiestáticas e antimicrobianas em substituição a materiais como borrachas e cortiças, afirma a Basf.

Os plásticos de engenharia e sistema de poliuretano termoplástico das linhas Ultramid® (Poliamidas 6 e 6.6), Ultradur® (PBT), Ultraform® (POM) e Elastollan® (TPU), são moldados por injeção, extrusão ou sopro para a fabricação de peças para o setor de bens de consumo. São materiais com estabilidade dimensional e resistência às altas temperaturas, disponíveis, inclusive, em versão reforçada com fibra de vidro. Podem ser usados na fabricação de artigos de cutelaria, cadeiras (incluindo peças técnicas, rodas e braços), ferramentas, cápsulas de café, componentes automotivos, entre outros.

Indústria de Refrigeração

A BASF também disponibiliza as linhas Elastocool® e Elastopor®, que são sistemas de poliuretano rígido para fabricar refrigeradores comerciais e de uso doméstico, como freezers e geladeiras. Formulados com agentes expansores que não afetam a camada de ozônio, também promovem eficiência energética.

Indústria de mineração

Para a moldagem de peças para a separação mecânica (peneiras, raspadores, revestimentos internos de tubulação, entre outros) de diversos materiais das indústrias de ferro e carvão, há os sistemas de poliuretanos das linhas Elasturan®, Elastocast® e Elastocoat®. Por sua alta resistência à abrasão, as peneiras fabricadas com estes materiais apresentam elevada funcionalidade e durabilidade.

Indústria de petróleo e gás

As linhas Elastopor®, Elastoshore® e Elastocoat® são sistemas de poliuretano rígido para o isolamento térmico e proteção de tubulações offshore contra a corrosão e a pressão.

Indústria elétrica e eletrônica

A poliamida Ultramid® B27 HM 01 é aplicada no recobrimento de fios e cabos elétricos, principalmente nos países que requerem a aprovação UL 94. Possui características técnicas de estabilidade térmica, resistência mecânica, química, ao impacto e à abrasão, além de alto brilho superficial, afirma a Basf.
Já as resinas termoplásticas moldadas por injeção, extrusão ou sopro Ultramid®, (Poliamidas 6 e 6.6), Ultradur® (PBT), Ultraform® (POM) e Elastollan® (TPU), podem ser aplicadas na fabricação de peças para a indústria elétrica e eletrônica. São materiais com alta estabilidade dimensional e resistência às altas temperaturas, também disponíveis com reforço de fibra de vidro. Podem ser aplicadas em tomadas elétricas, conectores, revestimento de cabos, esteiras, engrenagens, rodízios, materiais hospitalares, e diversas peças de equipamentos industriais.

Pigmentos

A nova marca de pigmentos da BASF, Colors & Effects oferece soluções para aplicações sensíveis, com atenção para toda a cadeia produtiva até o usuário final. A Basf afirma que as suas preparações pigmentárias, além de permitir um processo produtivo mais limpo, também oferecem diversos outros benefícios como soluções sob medida, melhor dispersibilidade e baixa torção, além dos pigmentos de efeito, de boa performance com excelentes resistências. São pigmentos que promovem efeito de branco mais branco, furta-cor, cores metálicas sem metal, perolados, entre outras possibilidades.

A BASF segue as normas mundiais ambientais e tem produtos baseados em matérias-primas de sua própria mina para extração de mica (localizada nos Estados Unidos), zelando pela sustentabilidade da cadeia produtiva com uma operação completamente livre de trabalho infantil, seguindo normas sociais e laborais internacionalmente reconhecidas.

Outra solução são os novos pigmentos funcionais pretos Lumogen® Black e Sicopal® Black. Como se sabe, a elegância que os tons pretos e escuros proporcionam ao visual de um produto podem trazer um problema, por conta do aumento da temperatura causada pela absorção de radiação solar. Quando formulado com os cool pigments, em substituição ao negro de fumo, impedem o aquecimento indesejado dos tons escuros, cortando quase pela metade o efeito da luz solar, afirma a empresa. Podem ser aplicados em plásticos para o interior e exterior.

Fonte: BASF

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BASF divulga balanço de 2016 com lucro líquido de 4,1 bilhões de euros

06/03/2017

4º trimestre de 2016:

  • Vendas de €14,8 bilhões (acréscimo de 7% ao compararmos com o trimestre do ano anterior)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de €1,2 bilhões (acréscimo de 15% ao compararmos com o trimestre do ano anterior)

Exercício 2016:

  • EBIT antes dos itens extraordinários de €6,3 bilhões (decréscimo de 6% ao compararmos com o ano anterior)
  • Aumento considerável de ganhos no segmento de Químicos; ganhos substancialmente menores no segmento de Óleo e Gás e Outros;
  • Ganhos por ação €4,42 (acréscimo de 2%)
  • Proposta de dividendos para o exercício

Outlook 2017:

  • Crescimento significativo nas vendas em todos os segmentos
  • EBIT antes dos itens extraordinários ligeiramente maior

Em 2016, a BASF alcançou as metas traçadas relativas ao crescimento e aos lucros. O segmento de Químicos cresceu com sucesso e a rentabilidade aumentou mais. Como esperado, os lucros no segmento de Óleo e Gás não alcançaram o nível do ano anterior. “Ao longo do ano conseguimos aumentar o crescimento da BASF. Nossos volumes de vendas aumentaram de trimestre para trimestre. Na Ásia, em particular, aumentamos continuamente nossos volumes de vendas no segmento de químicos, mostrando que os altos investimentos realizados nos últimos anos em pesquisa e desenvolvimento e novas capacidades de produção estão dando frutos”, disse o Dr. Kurt Bock, Presidente do Conselho Executivo da BASF SE, na Conferência Anual de Imprensa em Ludwigshafen, Alemanha.

No quarto trimestre de 2016, as vendas aumentaram para € 14,8 bilhões, corresponde a um incremento de 7% em relação ao mesmo trimestre de 2015, devido principalmente a maiores volumes. Para o Grupo BASF, bem como para o segmento de químicos, que engloba Químicos, Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais, os volumes aumentaram em 6%. O lucro das operações (EBIT) antes dos itens extraordinários foi de € 1,2 bilhão, € 157 milhões a mais que o trimestre do ano anterior. Ganhos substancialmente maiores em Químicos, Materiais e Soluções Funcionais e Óleo e Gás mais que compensaram os ganhos mais baixos em Soluções para Agricultura e Outros.

Para o exercício completo de 2016, as vendas diminuíram em 18%, totalizando € 57,6 bilhões, devido principalmente ao desinvestimento nas atividades de comércio e armazenamento de gás, como parte do swap de ativos com a Gazprom no final de setembro de 2015. Este negócio contribuiu com € 10,1 bilhões nas vendas em 2015. No total, os efeitos de portfólio reduziram as vendas em 15 %. Além disso, os preços mais baixos das matérias-primas levaram a uma queda nos preços de venda (decréscimo de 4%). A empresa conseguiu aumentar continuamente os volumes das vendas ao longo do ano. Ao compararmos com o ano anterior, os volumes aumentaram em 2%, e no segmento de Químicos, em 4%. Os efeitos cambiais reduziram ligeiramente as vendas (decréscimo de 1%).

Em € 6,3 bilhões, o EBIT antes dos itens extraordinários foi € 430 milhões abaixo do nível do ano anterior, sendo em grande parte consequência de um declínio de cerca de € 850 milhões no segmento de Óleo e Gás, principalmente devido à queda dos preços e do desinvestimento das atividades de comércio e armazenamento de gás natural. As atividades transferidas para a Gazprom contribuíram com cerca de € 260 milhões para o EBIT antes dos itens extraordinários em 2015. No segmento de Soluções para Agricultura, o EBIT antes dos itens extraordinários atingiu ao nível do ano anterior. O segmento de Químicos apresentou um aumento significativo nos lucros graças às melhorias acentuadas das contribuições dos segmentos de Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais.

Em € 4,1 bilhões, o lucro líquido superou o nível do ano anterior de € 4,0 bilhões. O lucro por ação aumentou de € 4,34 para € 4,42.

Proposta de dividendos de €3,00

Em um ambiente de mercado volátil, o preço das ações da BASF evoluiu muito positivamente, fechando o ano em € 88,31, aproximadamente 25% superior ao do final do ano anterior. Com dividendos reinvestidos, o desempenho das ações da BASF aumentou em 30%, superando significativamente o DAX 30 (+ 7%), o DJ EURO STOXX 50 (+ 4%) e o MSCI World Chemicals (+ 11%). “Continuamos com a nossa política de dividendos e, na Assembleia Geral dos Acionistas, iremos propor o aumento de dividendos novamente, em € 0,10, resultando em € 3,00”, disse Bock. Assim, as ações da BASF oferecem mais uma vez um alto retorno de dividendos de 3,4%, com base no preço de fechamento das ações no final de 2016.

Perspectiva para o exercício de 2017

Bock: “Estamos cautelosamente otimistas para 2017. Queremos continuar a crescer, com todos os segmentos contribuindo para tal. E acima de tudo: queremos aumentar nossos ganhos novamente, também no segmento de Óleo e Gás. Provavelmente, a economia global irá crescer tão rápido quanto foi em 2016. Em virtude das incertezas políticas, a volatilidade permanecerá alta. ” Espera-se uma diminuição significativa no crescimento na União Europeia. Para os Estados Unidos, prevê-se uma ligeira recuperação no crescimento. É provável que o crescimento na China fique ainda mais lento. Espera-se que a recessão no Brasil e na Rússia terminem.

Para sua perspectiva, a BASF adota as seguintes condições econômicas para 2017 (números do ano anterior entre parênteses):

  • Crescimento econômico global: +2,3% (+2,3%)
  • Crescimento na produção mundial de químicos (excluindo produtos farmacêuticos): +3,4% (+3,4%)
  • Taxa de câmbio média entre o euro e o dólar de $1,05 por euro ($1,11 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) de $55 por barril ($44 por barril)

Espera-se que em 2017, as vendas do Grupo BASF cresçam consideravelmente. Tal crescimento será apoiado pelas vendas ligeiramente maiores no segmento de Produtos de Performance e por aumentos significativos nos segmentos restantes, incluindo Outros.

Bock: “Queremos aumentar ligeiramente o EBIT antes dos itens extraordinários em comparação com 2016. Prevemos contribuições significativamente maiores do segmento de Óleo e Gás. Nos segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura, assumimos que o EBIT antes dos itens extraordinários será ligeiramente superior, enquanto que a contribuição do segmento de Químicos corresponderá ao nível do ano anterior “.

Em virtude das grandes incertezas políticas e econômicas, a BASF continuará com sua conduta rigorosa no tocante a gastos e custos. O programa estratégico de excelência, DrivE, contribui para esta meta. A partir do final de 2018, a empresa espera que este programa contribua com cerca de €1 bilhão em ganhos, por ano, em relação a 2015. A contribuição nos lucros foi de €350 milhões em 2016.

Após uma fase de altos investimentos, a BASF reduziu seus investimentos em mais de 1 bilhão de euros em 2016, como anunciado anteriormente. A empresa investiu um total de 3,9 bilhões de euros em despesas de capital (excluindo adições de imóveis, instalações e equipamentos resultante de aquisições, capitalização, obrigações de restauração e investimentos em TI). “Nos próximos anos, planejamos investir em um nível comparável. Estamos agora preenchendo a capacidade existente em nossas novas fábricas e, portanto, aproveitando o dinamismo do volume visto no ano passado”, disse Bock.

Desenvolvimento dos segmentos no 4º trimestre e no exercício de 2016

No segmento de Químicos, as vendas do quarto trimestre aumentaram em 12%, para € 3,6 bilhões, impulsionadas pelo aumento dos volumes e dos preços. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 386 milhões, totalizando € 635 milhões, atribuído principalmente a maiores margens, especialmente em isocianatos e produtos de cracker. Para o ano todo, as vendas diminuíram em 8%, totalizando € 13,5 bilhões. Isso se deve à queda dos preços em função do declínio nos preços das matérias-primas, especialmente na divisão de Petroquímicos. Os volumes mais altos não conseguiram compensar neste caso. O EBIT antes dos itens extraordinários caiu em € 92 milhões, totalizando € 2,1 bilhões, principalmente devido aos maiores custos fixos das novas startups de plantas de produção. As menores margens nas divisões de Petroquímicos e Intermediários também reduziram o EBIT antes dos itens extraordinários. Margens mais elevadas para os isocianatos na divisão de Monômeros ajudaram a retardar o declínio.

No segmento de Produtos de Performance, as vendas no quarto trimestre diminuíram em 1%, totalizando € 3,6 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários subiu ligeiramente para € 231 milhões, apoiado por melhores margens. Em € 15 bilhões, as vendas do ano todo foram 4% inferiores ao nível do ano anterior; fato atribuído principalmente à queda dos preços de venda e aos desinvestimentos concluídos em 2015. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 379 milhões, totalizando € 1,7 bilhões; fato atribuído principalmente à uma redução significativa dos custos fixos devido a medidas de reestruturação e a uma gestão rígida dos custos fixos, bem como à melhoria das margens.

No segmento de Materiais e Soluções Funcionais, as vendas do quarto trimestre cresceram em 10%, totalizando € 5,0 bilhões, movidas por maiores volumes. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 69 milhões, totalizando € 458 milhões devido ao crescimento dos volumes, a uma mistura de produtos favorável e a conduta mantida no tocante aos custos. As vendas do exercício do ano aumentaram em 1%, totalizando € 18,7 bilhões. Ao aumentar os volumes em todas as divisões, os preços mais baixos e os efeitos cambiais levemente negativos puderam ser mais do que compensados. O crescimento dos volumes foi atribuído principalmente à maior demanda de produtos para a indústria automotiva. Os negócios com a indústria da construção viram volumes de vendas em um nível geral elevado. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 297 milhões, totalizando € 1,9 bilhão em relação a 2015. Todas as divisões contribuíram para esse aumento considerável de lucros, em particular, a divisão de Materiais de Performance.

No segmento de Soluções para Agricultura, as vendas no quarto trimestre aumentaram em 10%, totalizando 1,3 bilhões de euros, atribuído a volumes mais elevados. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em € 65 milhões, totalizando € 79 milhões devido a custos fixos mais elevados, em parte devido às novas instalações de produção ou expansão, por exemplo, para o herbicida dicamba. No acumulado do ano, as vendas diminuíram em 4%, totalizando € 5,6 bilhões; resultado do menor volume de vendas e dos efeitos cambiais negativos. O ambiente de mercado desafiador para os produtos de proteção de cultivos afetou particularmente a demanda por inseticidas na América do Sul e por fungicidas na Europa. Os preços foram compatíveis com os de 2015. A gestão rígida de custos permitiu a redução dos custos fixos no segmento de Soluções para Agricultura. Devido a este desenvolvimento, o EBIT antes dos itens extraordinários correspondeu ao nível do ano anterior em € 1,1 bilhão, apesar do declínio das vendas.

No segmento de Óleo e Gás, as vendas do quarto trimestre aumentaram em 26%, totalizando € 922 milhões, devido ao aumento dos volumes e dos preços. O EBIT antes dos itens extraordinários cresceu em € 36 milhões, totalizando € 163 milhões. As vendas do ano todo diminuíram em 79%, totalizando € 2,8 bilhões em relação ao ano anterior. Devido ao swap de ativos com a Gazprom concluído no final de setembro de 2015, as contribuições da atividade de comércio e armazenagem de gás natural e da Wintershall Noordzee BV cessaram a partir do quarto trimestre de 2015. Estas atividades contribuíram com € 10,1 bilhões nas vendas em 2015. No segmento contínuo de petróleo e gás, os volumes cresceram em 15% em relação a 2015, ao passo que os efeitos de preço e câmbio foram de menos de 15%. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu de € 849 milhões para € 517 milhões em 2016, resultado da queda dos preços do petróleo e do gás, além do desinvestimento do negócio de comércio e armazenamento de gás para a Gazprom. As atividades transferidas para a Gazprom contribuíram com cerca de 260 milhões de euros para o EBIT antes dos itens extraordinários em 2015.

As vendas no segmento Outros diminuíram em 22%, totalizando € 518 milhões no quarto trimestre. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu para menos € 386 milhões, abaixo de menos € 114 milhões no quarto trimestre de 2015. As vendas do ano todo caíram em 28% para € 2,0 bilhões em relação a 2015. Baixos preços e volumes no comércio de matérias-primas foram os principais responsáveis, juntamente com a expiração dos contratos de abastecimento relacionados com a saída da participação da BASF na operação conjunta da Ellba Eastern Private Ltd. em Singapura no final de 2014. O EBIT antes dos itens extraordinários no segmento Outros diminuiu em € 162 milhões totalizando menos € 1,1 bilhão. Isso se deu em grande parte aos efeitos de valorização do programa de incentivos de longo prazo. Os efeitos cambiais positivos ajudaram a retardar o declínio.

Fonte: BASF

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