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BASF participa de edição virtual do Inspiramais e apresenta novo projeto de chinelo em PU e TPU via impressão 3D

23/08/2020

  • Modelo proposto pela companhia é composto por PU (poliuretano), material pouco utilizado nesse tipo de calçado, e TPU (poliuretano termoplástico) – via impressão 3D, uma inovação no mercado de calçados
  • Evento semestral acontece de forma online devido à pandemia do coronavírus

A BASF é uma das principais fornecedoras para a indústria calçadista. Na segunda edição deste ano do Inspiramais, que acontece virtualmente entre os dias 25 e 27 de agosto, a empresa apresentará novidades para o setor.

Voltado para design e inovação da América Latina, o Inspiramais expõe o lançamento de mais de mil materiais desenvolvidos pelas empresas participantes. Nesta edição, a BASF (em parceria com a Tecpol e a Additiva 3D Printing) traz uma proposta de chinelos nas versões feminina e masculina, compostos por poliuretano (PU) – solução que permite maior flexibilidade para design e conforto – e TPU (poliuretano termoplástico) via impressão 3D.

Para isso, estará exposto na plataforma virtual da edição do evento o seu protótipo de chinelo inspirado no universo das motocicletas. “Apesar de termos uma forte presença na produção de tênis, o segmento de chinelos ainda não se aventurou em usar materiais como o poliuretano para a fabricação de seus produtos. Nosso objetivo é mostrar as vantagens que essa solução pode levar para as marcas, além da grande versatilidade de design que os materiais oferecem”, explica Heitor Barbosa, gerente do negócio de calçados para BASF América do Sul.

O protótipo da chinelo vai estar online na plataforma do evento. Os visitantes poderão conferir toda a composição do produto e suas informações técnicas via realidade virtual.

Além da exposição, a BASF ainda participa de uma palestra no segundo dia do evento, 26 de agosto. Com o tema “Chinelo em PU e TPU 3D: conforto, design e inovação”, terá a participação de Rudnei Assis, expert do mercado de calçados na BASF, Hamilton Dinarte, diretor comercial e desenvolvedor de produtos da Tecpol, e Bruno da Costa Oliveira, coordenador de Negócios da Additiva 3D Printing. Os especialistas vão falar sobre o uso do poliuretano em calçados e sua versatilidade.

Nessa palestra ainda serão apresentados dois modelos de chinelos. Em parceria com a Tecpol e a Additiva 3D Printing, os modelos-conceito serão desenvolvidos inteiramente com PU e TPU de impressão 3D. A partir das 13:45, todos os visitantes do Inspiramais terão acesso e poderão assistir.

A divisão de Materiais de Performance da BASF engloba sob o mesmo teto todo know-how de materiais da BASF em relação a plásticos inovadores e personalizados. Mundialmente ativa em quatro grandes setores da indústria – transporte, construção, aplicações industriais e bens de consumo a divisão de Materiais de Performance alcançou vendas globais de € 6,06 bilhões em 2019.

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BASF trabalha em processo inovador para reciclagem de colchões

12/08/2020

  • Colchões antigos fornecem matérias-primas para novos colchões
  • Os primeiros testes-piloto estão em andamento na Alemanha

A BASF desenvolveu um processo de reciclagem química para colchões usados e está iniciando testes-piloto na fábrica de Schwarzheide, em Brandemburgo, na Alemanha. Os materiais dos colchões antigos devem ser reciclados de modo a serem utilizados para a produção de novos colchões. “O objetivo é recuperar as matérias-primas com uma qualidade comparável à das matérias-primas não recicladas/virgens”, explica Shankara Keelapandal, da gerência de produto de Isocianatos da Europa. Com o processo, a BASF está abrindo novos caminhos e respondendo às expectativas crescentes em matéria de sustentabilidade da indústria de espuma e de colchões, bem como às expectativas dos consumidores. Trata-se de um passo importante para, eventualmente, reintroduzir os resíduos pós-consumo nos ciclos de vida dos produtos.

O processo da BASF “quebra” as moléculas de poliuretano flexível e recupera o poliol usado inicialmente. A partir daí, a BASF pode produzir novas espumas com uma pegada de carbono significativamente menor, pois menos recursos fósseis são usados. “Os projetos desta natureza são bastante interessantes porque, embora os colchões sejam fáceis de recolher e de selecionar, no final do seu ciclo de vida acabam por ser incinerados ou depositados num aterro”, explica o diretor técnico do projeto, Arno Volkmann. Os primeiros volumes do material reciclado serão entregues aos parceiros envolvidos no final deste ano para desenvolver projetos-piloto em conjunto. “O projeto é tecnicamente complexo, mas o potencial de reduzir os volumes de resíduos e economizar recursos faz com que tudo valha a pena” comenta Keelapandal.

Com o novo processo, a BASF afirma intensificar seus esforços para aumentar a sustentabilidade e dá mais um passo em direção a uma economia circular. Com o objetivo de dissociar o crescimento econômico do uso de recursos finitos, a BASF acelera a adoção do princípio da economia circular em suas operações diárias. “É por isso que desenvolvemos uma solução para fechar o ciclo para espuma de poliuretano flexível com a reciclagem química de colchões”, acrescenta Keelapandal.

Estudo compara destinação de colchões

A Política Nacional de Resíduos Sólidos brasileira, instituída em 2010, traz critérios determinando os materiais que devem ser destinados à coleta seletiva ou entrar em sistema de logística reversa a ser implementado pelas empresas. Um estudo feito pela Fundação Espaço Eco (FEE) “Comparação do desempenho ambiental e econômico da destinação final de colchões”, feita para a Associação Brasileira das Indústrias de Colchões (Abicol), compara as alternativas de destinação. Entre os dados, foi verificado que enviar 1000 colchões de espuma para coprocessamento pouparia o consumo energético equivalente a 12 residências durante um ano. Também evitaria as emissões de 10 toneladas de carbono para a atmosfera, o que representa uma viagem em torno da Terra em um carro de passeio.

“Avaliamos o desempenho ambiental e econômico do que seria viável no Brasil, levando em conta a destinação para aterro, reciclagem mecânica, coprocessamento ou recuperação energética”, explica Rafael Viñas, gerente de Sustentabilidade Aplicada da FEE. “O novo processo de reciclagem química é a combinação de alternativas mais ecoeficientes. É um dado interessante para fomentar a estruturação de logística reversa e parque industrial para esta destinação na América do Sul” considera.

A BASF conta com mais de 117.000 colaboradores em quase todos os países do mundo em seis segmentos de mercado: Químicos, Materiais, Soluções para Indústria, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados Pessoais e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de 59 bilhões de euros em 2019.

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BASF e Parnaplast desenvolvem filme antiembaçante para máscaras acessíveis e outras aplicações

11/08/2020

  • Desenvolvimento surgiu da demanda da Fundação Grupo Volkswagen por máscaras para incluir pessoas portadoras de deficiência auditiva que fazem leitura labial
  • Material está sendo doado para projeto “Costurando o Futuro”, voltado para a empregabilidade e empreendedorismo

Um dos desafios trazidos pelas exigências sanitárias, impostas pela pandemia do Covid-19, é o uso de máscaras de proteção. Para os portadores de deficiência auditiva, torna-se uma barreira a mais na comunicação, já que muitos dependem da leitura labial. A partir da ideia apresentada por um colaborador de uma das marcas do Grupo VW no Brasil, a Fundação Grupo Volkswagen e as empreendedoras de seu projeto “Costurando o Futuro” iniciaram a construção de protótipos de máscaras com filme plástico na região da boca, buscando a acessibilidade e humanização na comunicação entre as pessoas, com e sem deficiência. Com o objetivo de aprimorar estes protótipos, foi apresentado à BASF o desafio de sugerir um filme que reduzisse o embaçamento no momento da fala, a fim de não comprometer a visualização da leitura labial.

“Ficamos felizes ao receber o pedido de suporte e desenvolvimento de uma solução para as máscaras. Rapidamente desenvolvemos uma proposta técnica e compartilhamos com a equipe de desenvolvimento da Parnaplast, indicando para a produção do filme um sistema de extrusão da poliamida Ultramid C40 L, usando o inovador processo Glass”, explica Anderson Silva, coordenador de serviços técnicos em poliamidas da BASF. “O filme é muito transparente, flexível, e possui boa resistência necessária para a etapa de costura”.

O processo Glass, da Parnaplast, recria um resfriamento muitíssimo acelerado, seguindo a lógica da fabricação do vidro. Quanto mais rápido ele resfria, mais amorfa a estrutura do plástico, proporcionando propriedades diferenciadas, como alta transparência, brilho, flexibilidade e resistência. “A propriedade antiembaçamento foi conquistada com uma mistura de materiais específicos para essa aplicação”, comenta Vinicius Luiz Kremer, gerente comercial da Parnaplast.

Segundo a BASF, o material é adequado inclusive para materiais e embalagens de grau cirúrgico, com garantia de resistência, permitindo esterilização em autoclave, ETO ou raios gama, ou ainda para filmes flexíveis para termoformagem de embalagens de produtos alimentícios.

O filme para máscara foi produzido e doado em pequenas bobinas de aproximadamente 15 kg para manuseio ergonômico pelas costureiras do “Costurando o Futuro”. Já foi doado material suficiente para a produção de mais de 100 mil máscaras e uma segunda remessa já está sendo planejada. O projeto “Costurando o Futuro”, iniciativa da Fundação Grupo Volkswagen, é voltado à empregabilidade a ao empreendedorismo em comunidades por meio da formação profissional em costura. As máscaras são comercializadas pelo preço de custo e toda a renda é revertida para as empreendedoras.

A BASF está trazendo para o Brasil também a nova copoliamida Ultramid RX2296 (grade modificado do Ultramid Flex F38), fabricada com 33% de matérias-primas renováveis, que poderá ser usada nesse tipo de aplicação. Segundo a empresa, esse material apresenta ótima processabilidade em filmes multicamadas tanto para embalagens de alimentos quanto aplicações técnicas. A solução foi empregada na fabricação de protetores faciais na Europa.

“Compartilhamos com a Fundação Grupo Volkswagen e com a Parnaplast a satisfação de poder contribuir com um projeto que já está beneficiando muitas pessoas, seja gerando trabalho e renda, seja facilitando a comunicação e garantindo a inclusão de pessoas portadoras de deficiência auditiva”, afirma Anderson.

“Ficamos muito felizes em contar com a parceria da BASF e da Parnaplast nesta ação, que nos encheu de orgulho! Não só pela tecnologia envolvida no desenvolvimento do material, mas principalmente pela receptividade e prontidão que demonstraram desde nossas primeiras conversas. E nem preciso dizer que o produto é um sucesso: desde o lançamento no início de Julho, mais de 5.000 máscaras já foram vendidas, contribuindo assim com a geração de renda para as empreendedoras do projeto “Costurando o Futuro”, bem como com a inclusão de pessoas portadoras de deficiência e a humanização da comunicação, fundamentais em um momento tão delicado como o que vivemos. Esse tipo de ação é o que nos move!”, afirma Vitor Hugo Neia, Diretor de Administração e Relações Institucionais da Fundação Grupo Volkswagen. As máscaras já estão disponíveis na loja virtual do projeto “Costurando o Futuro” www.costurandoofuturo.org.br.

Com mais de 117.000 colaboradores, o Grupo BASF é organizado em seis segmentos: Químicos, Materiais, Soluções para Indústria, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados Pessoais e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de 59 bilhões de euros em 2019.

A Fundação Grupo Volkswagen compartilha o propósito de mover pessoas pelo conhecimento. Desde 1979, a Fundação investe em ações de educação e desenvolvimento de comunidades com recursos dos rendimentos provenientes de um fundo constituído pela Volkswagen alemã, abraçando três causas prioritárias: mobilidade urbana, mobilidade social e inclusão de pessoas portadoras de deficiência. Além disso, apoia tecnicamente algumas ações de responsabilidade social de empresas do Grupo Volkswagen no Brasil. Atualmente, fazem parte da governança da Fundação representantes da Volkswagen do Brasil, Volkswagen Caminhões e Ônibus e Volkswagen Financial Services.

BASF conclui etapa de integração de equipes após aquisição do negócio de poliamidas da Solvay

17/06/2020

  • Processo de aquisição do negócio de poliamida da Solvay tem mais uma etapa concluída
  • Engenheiro químico, Fernando Barbosa, comanda o negócio da BASF

A BASF está finalizando a fase de integração da equipe de poliamidas, em mais uma etapa importante no processo de aquisição do negócio de poliamidas da Solvay, que passou a fazer parte da área de Materiais de Performance da companhia no início deste ano. Com a ampliação da atividade no setor, o negócio de Materiais de Performance ganha o comando de um vice-presidente para América do Sul, Fernando Barbosa, que já atuava como diretor de Dispersões, Resinas e Aditivos na empresa.

“Temos um enorme potencial no mercado de plásticos de engenharia e a certeza de que seremos os melhores parceiros no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis. Nossa estratégia de foco no cliente se fortalece com a ampliação de portfólio e vemos com otimismo as perspectivas de crescimento do negócio na região”, considera Barbosa. “A fase de integração de equipes está sendo muito valiosa. A BASF valoriza a experiência e competência dos colaboradores e procura potencializar os diversos talentos”, afirma o executivo.

Com a aquisição, a capacidade de oferecer produtos inovadores numa ampla variedade de plásticos de engenharia foi fortalecida na região, inclusive com a possibilidade de um tempo mais curto entre produção e entrega, laboratórios locais, suporte técnico e total apoio no pós-venda.

A companhia também passa a estar presente em toda a cadeia de valor da poliamida 6.6, por meio da integração reversa com a principal matéria-prima, a adiponitrila (ADN), garantindo confiabilidade em termos de fornecimento.

Nova liderança

Fernando Barbosa assumiu no início de junho o posto de vice-presidente para Materiais de Performance da BASF para a América do Sul. Engenheiro químico formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), com MBA em finanças pela Fundação Getúlio Vargas, Barbosa já completa mais de 20 anos de trabalho na BASF. Começou sua carreira na companhia no desenvolvimento e serviço técnico de sistemas de poliuretano, ascendendo profissionalmente até a posição de gerente sênior de sistemas e elastômeros de poliuretano para a América do Sul em 2009. Depois de quase três anos, tornou-se diretor de Químicos para Papel, seguindo para o negócio de Dispersões, Resinas e Aditivos, onde chegou a head para a América do Sul.

A BASF conta com mais de 117.000 colaboradores em quase todos os países do mundo. O portfólio da empresa é organizado em seis segmentos: Químicos, Materiais, Soluções para Indústria, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados Pessoais e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de 59 bilhões de euros em 2019.

A divisão de Materiais de Performance da BASF engloba sob o mesmo teto o know-how de materiais da empresa em relação a plásticos inovadores e personalizados. Mundialmente ativa em quatro grandes setores da indústria – transporte, construção, aplicações industriais e bens de consumo – a divisão tem um amplo portfólio de produtos e serviços combinados.

Foto: BASF/divulgação

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BASF inclui soluções para fabricação de equipamentos médicos em plataforma online

02/06/2020

  • Site facilita acesso a materiais para as indústrias de alimentos e de produtos hospitalares
  • Plataforma inclui matérias-primas e formulações para cuidados pessoais, higiene e limpeza, entre outros

Os fabricantes de equipamentos e insumos médicos, bem como os de alimentos e suplementos podem encontrar soluções na plataforma online, We Care, que reúne informações e facilita o acesso à diversas matérias-primas e formulações voltadas para o combate ao coronavírus. A nova plataforma é uma iniciativa da BASF para apoiar o combate ao coronavírus e ajudar a enfrentar a crise causada pela pandemia. Foi criada para atender o aumento da demanda por produtos de diversos segmentos, como de cuidados pessoais, higiene, limpeza doméstica e farmacêuticos.

Para a produção de equipamentos e insumos médicos, há soluções que abrangem desde fibras para tecidos elásticos até materiais para aparelhos. Como exemplo, o Ultrason S, Polisulfona (PSU), são próprios para aplicações em equipamentos que exigem altas temperaturas, como estojos para esterilização de artigos médicos e odontológicos ou para fabricação de componentes de respiradores e ventiladores usados no tratamento ao Covid-19. Há também o Neopentil Glicol, resina de poliéster saturada que tem sido usada para produção de painéis divisórios em hospitais e a PolyTHF, fibra sintética altamente elástica usada na fabricação de tecidos que incluem propriedades não alergênicas e de resistência microbiana.

Os produtos disponíveis nessa nova plataforma fazem parte do portfólio oferecido pelo e-commerce , que disponibiliza diversas soluções da BASF.

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BASF inicia produção de espessante para álcool em gel em Guaratinguetá

08/05/2020

  • A solução, que confere viscosidade ao álcool em gel era produzida e importada da Alemanha e agora passa a contar também com a produção local
  • A companhia tem apoiado ações de empresas parceiras para doação a instituições de saúde e comunidades

A BASF já está produzindo, no Complexo Químico de Guaratinguetá, o Luviset 360, matéria-prima que atua como espessante na fabricação de álcool em gel e até então era produzida e importada da Alemanha. Isso decorre de um aumento expressivo no consumo do produto para assepsia, que tem sido um importante aliado no combate ao novo coronavírus. O espessante produzido pela companhia é uma dispersão aquosa de copolímero acrílico que confere viscosidade à formulação.

“O aumento repentino de demanda por álcool em gel, por conta da emergência sanitária, causou escassez de espessantes no mercado. Por isso, buscamos em nosso portfólio a melhor alternativa que entregasse viscosidade a formulações de álcool em gel e que pudesse ter disponibilidade imediata”, explica Tatiana Kalman, vice-presidente de Care Chemicals da BASF para a América do Sul. “Acreditamos que a indústria química tem um papel essencial nesse momento de crise, pois temos produtos, soluções, tecnologias e serviços que atendem indústrias de extrema relevância no combate ao Covid-19, incluindo o setor de produtos de cuidados pessoais, higiene e limpeza”, considera.

O Luviset já fazia parte do portfólio para cuidados pessoais, usado para diferentes finalidades cosméticas, e atende aos requisitos previstos nas Listas de Substâncias estabelecidas pela ANVISA para a Regularização de Produtos Cosméticos, assim como a avaliação toxicológica garantindo o perfil de segurança do produto. Para apoiar os fabricantes, junto a alternativa da matéria-prima, a equipe técnica da BASF desenvolveu uma proposta de formulação para o produto acabado.

Recentemente a empresa também lançou a plataforma We Care (https://we-care.basf.com.br/wecare-home), para compartilhar informações sobre formulações e produtos que auxiliam no combate ao coronavírus, direcionado a diferentes indústrias.

Engajamento social

O momento de crise que o mundo inteiro compartilha vem gerando exemplos de solidariedade e cooperação entre as pessoas e empresas. As ações preventivas de higiene estão entre as principais frentes para impedir a disseminação do vírus. A BASF aderiu às ações humanitárias de clientes e parceiros, doando insumos para produção de álcool em gel, além de produtos de higiene e limpeza para hospitais, serviços de saúde e comunidades. “O último mês demonstra que somente juntos podemos vencer a crise”, considera Tatiana.

Com a doação do espessante para a produção de álcool gel a empresas parceiras, já foram produzidas toneladas do antisséptico que estão sendo destinados por essas companhias a pessoas em vulnerabilidade social, governo e às redes públicas de saúde. “Ficamos satisfeitos em poder contribuir com nossos clientes em ações tão importantes. Mais do que nunca, é fundamental estar junto de nossos clientes e parceiros para conseguir atender as atuais demandas com agilidade e segurança”, explica Renata Oki, diretora de Personal Care da BASF para a América do Sul.

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BASF fecha aquisição do negócio de poliamida da Solvay

03/02/2020

A BASF concluiu em 30 de janeiro a aquisição do negócio de poliamida (PA 6.6) da Solvay. A transação amplia os recursos em poliamidas da BASF com produtos bem conhecidos, como o Technyl. Isso permitirá que a BASF ofereça suporte a seus clientes com mais soluções em plásticos de engenharia, por exemplo, para veículos autônomos e mobilidade eletrônica. A transação também aumento o acesso da empresa a mercados em crescimento na Ásia, bem como na América do Norte e do Sul. Através da integração vertical com a fabricação de adiponitrila (ADN), matéria prima chave, a BASF estará presente em toda a cadeia de valor da poliamida 6.6 e melhorará sua confiabilidade no fornecimento. O preço de compra do negócio de poliamida, adquirido pela BASF em dinheiro e sem dívidas, é de € 1,3 bilhões; as vendas geradas em 2018 foram de cerca de 1,0 bilhão de euros. O negócio será integrado às divisões Performance Materials e Monômeros da BASF.

A transação entre a Solvay e a BASF inclui oito unidades de produção na Alemanha, França, China, Índia, Coréia do Sul, Brasil e México, além de centros de pesquisa e desenvolvimento e centros de consultoria técnica na Ásia, América do Norte e do Sul. Além disso, abrange ações de duas joint ventures (JV) na França: a participação de 50% da Solvay na Butachimie, uma JV com a Invista para produzir ADN e hexametilenodiamina (HMD), e uma participação de 51% na nova JV Alsachimie entre a BASF e a DOMO Chemicals, para produzir ácido adípico.

Aproximadamente 700 funcionários da Solvay ingressam na BASF. A JV Alsachimie entre a BASF e a DOMO Chemicals na França emprega aproximadamente 650 funcionários e a JV Butachimie entre a BASF e a Invista possui aproximadamente 400 funcionários.

Essa é a última etapa da transação acertada entre a Solvay e a BASF, para a qual a Comissão Europeia exigiu a cessão de alguns dos ativos da área de Performance Polyamides da Solvay para terceiros.

Esses ativos, que foram adquiridos pela empresa Domo Chemicals, incluem os locais de produção de poliamidas da Solvay em Belle-Etoile e Valence (França), além de participação na joint venture recém-criada entre a BASF e a Domo. Também envolvem locais de produção em Gorzow (Polônia), Blanes (Espanha) e atividades comerciais na Alemanha e Itália.

A BASF adquirirá todas as atividades de Performance Polyamides da Solvay que não foram compradas pela Domo Chemicals e que fazem parte do contrato original entre a Solvay e a BASF, assinado no final de 2017.

A conclusão do negócio permitirá à Solvay fortalecer seu recentemente anunciado programa de crescimento denominado G.R.O.W., cuja estratégia tem como base três pilares principais – Materiais Avançados, Produtos Químicos e Soluções.

O Grupo Solvay informa ainda que no Brasil mantém sem alterações suas atividades de produção e comercialização de produtos químicos intermediários, polímeros e fibras e fios têxteis de poliamida, cujas fábricas estão instaladas em Paulínia e em Santo André (SP).

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BASF inaugura a segunda fase de sua nova fábrica de antioxidantes em Xangai

30/12/2019

  • Nova planta irá dar suporte ao mercado de antioxidantes em rápido crescimento na China
  • Planta com capacidade de 42.000 toneladas por ano

A BASF inaugurou em 17 de dezembro a segunda fase de sua nova fábrica de antioxidantes de escala mundial em sua unidade de Caojing (foto) em Shanghai, na China. A segunda fase compreende uma planta de síntese para produzir os antioxidantes Irgafos 168 e Irganox 1076. Com a conclusão da segunda fase, a planta terá uma capacidade anual de 42.000 toneladas, para atender principalmente a clientes na China.

“Quando decidimos construir uma nova planta para apoiar nosso crescente negócio de antioxidantes, procuramos construí-la de maneira rápida, segura e eficiente”, disse Hermann Althoff, vice-presidente sênior de Produtos Químicos de Desempenho da Ásia-Pacífico da BASF. “A planta foi projetada para atingir altos padrões ambientais, usando os processos de produção mais eficientes. Localizado no Parque da Indústria Química de Xangai, ela também se beneficia da proximidade com o nosso Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Xangai, que fornece suporte técnico aos produtores de polímeros e à indústria de transformação. ”

Sustentabilidade incorporada ao projeto e operações

As unidades de antioxidantes líquidos, conformação e mistura de pós foram inauguradas em janeiro de 2019 como parte da primeira fase da planta. Foi a primeira vez que a BASF usou um conceito modular para construir uma planta. Isso permitiu a conclusão do projeto em apenas 10 meses – metade do tempo de uma construção no próprio local. 10 módulos da planta com um peso de até 440 toneladas por módulo foram pré-fabricados fora do local da planta em apenas 230 dias. Eles foram montados na unidade da BASF em apenas cinco dias após uma jornada de 24 horas no rio Yangtze e no mar da China Oriental.

A sustentabilidade operacional da planta é uma parte essencial de seu design, afirma a BASF. Comparada às plantas de antioxidantes existentes, a tecnologia de processo da nova planta apresenta menor intensidade energética e menos desperdício é gerado por tonelada de produtos fabricados. Por exemplo, a planta irá reutilizar grande parte de sua água de processo para produção e uma tecnologia de secagem diferente é usada para reduzir os resíduos sólidos.

Graças a esses recursos, a fábrica recebeu recentemente uma subvenção de RMB50 milhões (aproximadamente € 6,5 milhões) do governo de Xangai. A subvenção foi criada em 2015 sob um programa criado para transformar e atualizar a economia industrial da cidade. Ela incentiva as empresas em Xangai a investir em tecnologias que beneficiam o meio ambiente, como um uso mais eficiente de energia, bem como a redução de resíduos e emissões.

Os antioxidantes ajudam a evitar reações de oxidação térmica quando os plásticos são processados ​​a altas temperaturas. A oxidação pode causar perda de resistência ao impacto, alongamento, rachaduras na superfície e descoloração dos materiais. Quase todos os materiais poliméricos sofrem reações de degradação oxidativa em uma ou todas as etapas de fabricação, processamento e uso final.

A BASF possui uma rede de produção global e produz antioxidantes em unidades de produção na Ásia, Europa, América do Norte e Oriente Médio.

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Cultivo com mulching de bioplástico compostável avança na agricultura

21/12/2019

Por Mario Cerqueira*

Na agricultura, a técnica de cobertura do solo ao redor das mudas com um filme plástico, conhecida como mulching, é um recurso importante de proteção do cultivo para garantir maior produtividade e qualidade da colheita – e dispõe agora de um aliado que reforça e valoriza os ganhos de economia circular: o uso do bioplástico compostável.

A grande vantagem do uso do material compostável em relação aos plásticos convencionais é que os filmes do material não precisam ser removidos e, pelo contrário, transformam-se em adubo em seu fim de vida útil, servindo como fertilizante para a terra. Ele se degrada naturalmente pelos microrganismos presentes no solo, que reconhecem sua estrutura como alimento que pode ser metabolizado. O material pode, inclusive, ser arado no solo depois da colheita mecânica, diminuindo o enorme trabalho de retirada de material, reduzindo os custos com mão de obra, eliminando os resíduos indesejados no meio ambiente, beneficiando o plantio e aumentando sua produtividade.

Para que o plástico possa ser considerado compostável, deve atender a três critérios segundo normas certificadoras: o de biodegradação, se decompondo em água, dióxido de carbono e biomassa; o de desintegração, ficando o material indistinguível do solo; além do material produzido não poder apresentar nenhuma toxicidade. O ecovio, polímero da BASF também obtido a partir de matérias-primas renováveis à base de milho, segue todos esses critérios e possui certificações internacionais de compostabilidade.

O mulching é um recurso usado para conservar a temperatura, melhorar aproveitamento de nutrientes e proteger diversas culturas como tomate, morango, uva, pepino, melão, melancia, berinjela, pimentão e alface, entre outras. Os filmes mulching feitos de ecovio podem contribuir para um aumento de cerca de 20% na produção de tomate, além de garantir menor consumo de água e um melhor controle de ervas daninhas com menos uso de herbicidas, se comparado com o uso do plástico tradicional. Também foi observada maior resistência da cultura a doenças fúngicas, melhor desenvolvimento da raiz, melhor crescimento da planta, redução no tempo de colheita e qualidade homogênea dos frutos.

Além de contribuir para a produção eficiente de alimentos e para uma agricultura sustentável, a aplicação dos bioplásticos compostáveis está se expandindo para inúmeras possibilidades, como para a produção de utensílios descartáveis, sacolas plásticas, cápsulas de café, embalagens de alimentos e outros produtos que também podem ser direcionados para a compostagem.

Os bioplásticos podem ser ainda aliados no gerenciamento de resíduos sólidos orgânicos urbanos, usados na coleta e destinação às centrais de compostagem, eliminando a fase de separação das embalagens. O compromisso por um futuro sustentável passa por apresentar soluções efetivas que ofereçam redução de resíduos, possibilidade de reciclagem, compostagem, enfim, favoreçam a economia circular.

Mario Cerqueira, engenheiro químico, é coordenador regional de Especialidades Plásticas da BASF para a América do Sul

* As informações e opiniões expostas neste artigo são de exclusiva responsabilidade do autor, não necessariamente coincidindo com a opinião do Blog do Plástico

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BASF apresenta variedades de poliuretano termoplástico expandido durante a Feira K 2019

04/11/2019

  • Minigrânulos permitem aplicações em paredes finas.
  • Novo método de processamento abre mais opções.
  • Novo opção em preto para aplicações técnicas.

O Infinergy, o primeiro poliuretano termoplástico expandido (E-TPU) da BASF, causou grande repercussão quando foi lançado no mercado em aplicação nos tênis de corrida Boost da Adidas. Ele introduziu no mercado de plásticos uma classe de espumas particuladas que combina as propriedades elásticas do TPU com a leveza da espuma.

Atualmente, segundo a BASF, diversas indústrias se beneficiam das propriedades do material, desde calçados de segurança confortáveis e raquetes de tênis de alto desempenho, até pisos amortecedores para esportes. Na feira de plásticos K 2019, foram apresentadas novas cores, aplicações e métodos inovadores para o Infinergy.

Versão em preto para aplicações técnicas

Sempre branco, o Infinergy agora tem também a versão em preto. É adequado principalmente para aplicações técnicas onde a superfície é muito suscetível à sujeira, incluindo entressolas de tênis. “Com o Infinergy preto, estamos abrindo novas possibilidades para os nossos clientes”, diz Thomas Stührenberg, chefe de marketing da BASF para a Europa. “Agora a variedade de cores é praticamente ilimitada – queremos trabalhar com nossos clientes para que a gama de Infinergy seja ainda mais colorida no futuro”.

Minigrânulos

Os minigrânulos têm menos da metade do tamanho dos grânulos normais do Infinergy: mais ou menos 2,5 a 3, 5 mm de diâmetro. Essas esferas são usadas onde o comportamento de preenchimento do produto padrão alcança seu limite como, por exemplo, em peças moldadas de parede fina.

Assim como seu tamanho reduzido, o formato redondo das partículas também ajuda a melhorar o comportamento de preenchimento, informa a BASF. Assim, as paredes finas são facilmente preenchidas no molde e não ficam comprometidas as propriedades do material, como a resiliência, assegura a empresa.

Os minigrânulos já são usados nos amortecedores de vibração em compressores e selins de bicicleta. A Ergon, que em 2017 foi a primeira empresa a lançar o Infinergy em um selim de bicicleta – o Ergon ST Core Prime -, agora conta com este novo tamanho de grânulo. Um selim E-MTB e um selim urbano completam a gama de selins de bicicleta com o núcleo Infinergy. “Os minigrânulos nos dão opções totalmente novas para o desenvolvimento do produto e design do componente. Nos permite criar formas bem mais delgadas, o que possibilita a fabricação de selins para o segmento desportivo. Particularmente a ponta do selim, que tem paredes mais finas e contornos mais acentuados, agora pode ser projetada com um design mais esguio e sofisticado”, comenta Andreas Krause, chefe de Desenvolvimento Técnico na Ergon.

Infinergy explora novos terrenos sem vapor

Tradicionalmente, o processamento de espumas particuladas, inclusive o Infinergy, demanda vapor para soldar as espumas em um componente. Com as altas demandas relacionadas à qualidade da superfície, esse processo atinge seu limite rapidamente, principalmente para componentes como aplicações decorativas. Isso porque poucas camadas superiores são permeáveis ao vapor.

A startup FOX Velution desenvolveu uma tecnologia totalmente seca para processar espumas de partículas visando superar esses limites e também melhorar significativamente a eficiência energética. Segundo a BASF, a tecnologia variotérmica possibilita a aplicação em construções leves, com camadas superiores visíveis ou táteis, reforço têxtil e em complementos integrados (eletrônicos, elementos de montagem). Desta forma, oferece opções totalmente novas para decoração e funcionalização: os LEDs incorporados aos painéis de espuma Infinergy iluminam o material e as camadas superiores, que podem ser películas coloridas ou tecidos estruturados, por exemplo, e criam novas óticas, afirma a empresa.

Aplicações completamente novas do Infinergy também são encontradas no Vision Venture, o trailer conceitual da Hymer e da BASF. Aqui, segundo a fabricante do material, a solução é a opção adequada para degraus e cantos da cama, além de ser um elemento de conforto no estrado.

A divisão de Materiais de Performance da BASF engloba todo o know-how de materiais da BASF relacionados a plásticos inovadores e personalizados. Mundialmente ativa em quatro grandes setores da indústria – transporte, construção, aplicações industriais e bens de consumo – a divisão tem uma estreita colaboração com os clientes. A competência em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) fornece a base para o desenvolvimento de produtos inovadores e aplicações. Em 2018, a Divisão de Materiais de Performance alcançou vendas globais de € 7,65bi. O Grupo BASF como um todo registrou vendas de € 63 bilhões em 2018.

Fonte: BASF

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BASF apresenta isolamento extrafino para construção e transporte na Feira K 2019

13/09/2019

A BASF vai apresentar seus materiais de isolamento superfinos e de alta performance em novas aplicações durante a maior feira comercial de plásticos do mundo, em Düsseldorf, de 16 a 23 de outubro de 2019. Segundo a empresa, os inovadores produtos Slentite e Slentex (foto) são uma nova geração de materiais de isolamento de elevada eficiência energética baseados em aerogel, com propriedades diferenciadas. Na Feira, a BASF vai apresentar novos exemplos de aplicações em construção, com elementos de fachada de concreto com fibra de carbono, e em veículos, como motorhomes.

Fachadas finas de concreto para prédios residenciais

O uso de novos materiais, combinado com energias renováveis, é a fórmula do sucesso para a casa do futuro. Segundo a BASF, para conseguir construir uma parede especialmente fina, os novos materiais de alta performance Slentite e Slentex podem ser usados para criar uma camada de isolamento entre as camadas de concreto, reduzindo a espessura da parede em até 50% em relação aos materiais convencionais de isolamento. Esses materiais fazem parte do projeto piloto de uma casa que está sendo construída em Leipzig, com uma estrutura híbrida de suporte de carga, feita de concreto com fibra de carbono e concreto armado. A expressiva redução da espessura da parede exterior permite novos conceitos estéticos, além de oferecer um ganho de espaço, cada vez mais valorizado em um prédio urbano.

Além disso, os dois materiais de isolamento podem ser integrados à pré-moldagem automatizada dos elementos na planta de concreto, sem futuros ajustes ao sistema. Este é um recurso oferecido exclusivamente por esses isolantes de alta performance, afirma a BASF. “Por causa de seu desempenho excepcional de isolamento, o Slentite e o Slentex são ideais para a produção de paredes com finos elementos pré-moldados. Com a camada flexível de isolamento Slentex, é possível produzir até mesmo os elementos de parede moldados organicamente, abrindo um escopo totalmente novo para a estética na construção”, considera Alexander Kahnt, arquiteto chefe e pesquisador associado da Universidade de Ciências Aplicadas de Leipzig (HTWK).

Isolamento de alta performance no setor automotivo

Economizar espaço é um critério essencial para os motorhomes, caravans e outros modelos no setor de transportes. As propriedades excepcionais de produto tornam o Slentite e o Slentex ideais para áreas onde os materiais de isolamento convencionais não são adequados, afirma a BASF. O protótipo de motorhome que está sendo fabricado para a K 2019, em uma cooperação entre uma fabricante de veículos recreativos e motorhomes e a BASF, mostra como os materiais finos de isolamento ajudam a criar um espaço valioso para uso interno. Este é mais um marco na implementação de estratégias de eficiência energética e um novo campo de aplicação para os materiais de isolamento.

Slentite – o painel fino para diferentes climas

Segundo a BASF, O Slentite é o primeiro aerogel a ser produzido exclusivamente à base de poliuretano. A empresa afirma que o painel de isolamento de aerogel resistente, composto por cerca de 90% de ar, permeável, permite um isolamento térmico até 50% maior do que os materiais convencionais, para a máxima eficiência em combinação com alto padrão estético. Como um material de isolamento de alta performance pioneiro, a estrutura de poros abertos do Slentite cria um agradável clima interno e ajuda a reduzir os custos de energia, garante a fabricante do material. Seu desempenho de isolamento diferenciado (λ = 18 mW/m -K) se alia à facilidade de processamento. Os painéis limpos, sem poeira, podem ser cortados com facilidade para caber no local e aplicados diretamente às paredes ou revestidos previamente. “Devido à sua combinação única de propriedades de produto, o Slentite permite soluções de isolamento que economizam espaço tanto no setor de construção quanto no de transporte”, explica Marc Fricke, gerente de Projeto e Marketing de Isolamento de Alta Performance da BASF.

Slentex – isolamento flexível

De acordo com a BASF, o Slentex é um material de fácil processamento e não-combustível, totalmente à base de matéria-prima mineral, que agora está disponível para diversas aplicações nos setores de construção e industrial. O produto corresponde a uma camada de isolamento eficiente, extrafina e flexível. A empresa afirma que o seu material alcança uma condutividade térmica muito mais baixa do que os materiais minerais de isolamento convencionais (valor de λD de 19 mW/m • K), permitindo a construção de estruturas de parede muito finas. Segundo o fabricante do material, uma vantagem do Slentex é que ele é não combustível, tem uma classificação de segurança ao fogo A2-s1, d0 e é certificado pela ETA (Electronics Technicians Association). O Slentex permite a difusão do vapor de água (µ ~ 5) e, ao mesmo tempo, é hidrofóbico, sendo ideal para aplicações em fachadas. “Por causa de sua flexibilidade, o material de isolamento se adapta muito bem às geometrias planas e curvas do prédio, além de atender aos mais elevados requisitos de energia que um material de isolamento não combustível pode oferecer”, afirma Wibke Lölsberg, gerente de Projeto e Marketing de Materiais de Isolamento de Alta Performance da BASF.

O Grupo BASF possui aproximadamente 122.000 funcionários e é dividida em seis segmentos: Produtos Químicos, Materiais, Soluções Industriais, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas em torno de €63 Bilhões em 2018.

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Japonesa DIC adquire o negócio global de pigmentos da BASF

31/08/2019

A BASF e a empresa de química fina japonesa DIC chegaram a um acordo sobre a aquisição do negócio global de pigmentos da BASF. O preço de compra em dinheiro e sem dívidas é de € 1,15 bilhão. A conclusão da transação está prevista para o quarto trimestre de 2020. A operação está sujeita à aprovação das autoridades relevantes.

“Atingimos nosso objetivo de encontrar um comprador que considera os pigmentos como um negócio estratégico principal”, disse o Dr. Markus Kamieth, membro do Conselho de Administração da BASF SE, responsável pelo segmento de Soluções Industriais. “A DIC tem planos ambiciosos de crescimento e anunciou o desenvolvimento adicional dos negócios nos próximos anos. Estamos convencidos de que o negócio de pigmentos será capaz de liberar todo o seu potencial na DIC. ”

A DIC é uma empresa japonesa listada na Bolsa de Tóquio com cerca de 20.000 funcionários em todo o mundo. A empresa sediada em Tóquio foi fundada em 1908, atua em mais de 60 países e gerou vendas de aproximadamente 800 bilhões de ienes em 2018, o que equivale a cerca de€ 6,8 bilhões. Sob o lema “Cor e conforto”, a DIC atua em três segmentos: embalagens & gráficos, produtos funcionais e cores & displays. Cores & Displays incluem um portfólio de pigmentos.

“Delineamos um caminho claro de crescimento para a DIC, com o objetivo de aumentar nossas vendas para 1 trilhão de ienes, ou seja, aproximadamente 8 bilhões de euros, até 2025. Nesse contexto, o portfólio de pigmentos da BASF é uma adição estratégica importante para cumprir nossos objetivos com mais rapidez. Isso nos permitirá expandir nossa posição como um dos principais fornecedores de pigmentos do mundo e oferecer aos nossos clientes soluções ainda mais versáteis ”, comentou Kaoru Ino, presidente e diretor executivo da DIC sobre o acordo alcançado.

Para o Dr. Alexander Haunschild, vice-presidente sênior e diretor administrativo da a BASF Colors & Effects, subsidiária da BASF focada em pigmentos, o contrato é uma oportunidade para continuar o caminho de crescimento iniciado em 2016: “Vemos a DIC como uma empresa que está disposta a investir, comprometida com inovações e interessada ​​no sucesso do negócio a longo prazo.”

Myron Petruch, Executivo da DIC e CEO da empresa do grupo DIC que atua no mercado de pigmentos, a Sun Chemical, acrescenta: “Como parceiro comercial de longa data da BASF, valorizamos a experiência e o engajamento dos funcionários da BASF no negócio de pigmentos. Ao combinar nossos negócios, a DIC / Sun Chemical confirma a ambição de ser um dos fornecedores de pigmentos mais inovadores do mundo. ”

Os negócios de pigmentos da BASF, com cerca de 2.600 funcionários, geraram vendas globalmente de aproximadamente € 1 bilhão em 2018 e fornecem matérias-primas para a formulação de revestimentos e tintas, plásticos, produtos de impressão e embalagem, produtos químicos para construção, adesivos, ligantes de fibras, papel e outras indústrias.

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Durante Prévia da K 2019, clientes da BASF exibem protótipos fabricados com material plástico quimicamente reciclado

16/07/2019

  • Os parceiros da BASF no Projeto ChemCycling: Jaguar Land Rover, Storopack, Südpack e Schneider Electric.
  • Fase piloto promissora, mas continuam os desafios tecnológicos e econômicos, assim como a necessidade de avanços regulatórios.

Um número cada vez maior de empresas da indústria de plásticos está trabalhando para promover a reciclabilidade dos plásticos e, assim, ajudar, na criação de uma economia circular. Uma das maneiras pelas quais a BASF atua nessa área é através do projeto ChemCycling: no final de 2018, a empresa utilizou pela primeira vez volumes piloto de óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos como matéria-prima em sua própria produção.

Na Prévia da Feira K 2019, uma conferência de imprensa que ocorreu no Centro de Conveções da Messe Düsseldorf entre 1 a 3 de Julho, quatro parceiros apresentaram os primeiros protótipos que foram criados durante a fase piloto do projeto.

A Jaguar Land Rover (JLR), fabricante líder na indústria automotiva, desenvolveu um protótipo do suporte do radiador feito de plástico, usando poliamida 6 reciclada com 30% de fibra de vidro (Ultramid B3WG6 Ccycled Black 00564) para o seu primeiro SUV elétrico: o I-Pace. “Como parte do nosso compromisso de acelerar a fabricação em circuito fechado (Closed-loop manufacturing) em todas as nossas operações, estamos sempre em busca de avanços tecnológicos que ajudem a reduzir o desperdício”, disse Craig Woodburn, gerente global de Compliance Ambiental da JLR. “A capacidade de converter resíduos plásticos de consumo em peças seguras e de qualidade usadas em produtos premium, por meio do processo ChemCycling, é um passo importante no avanço da nossa aspiração de alcançar um futuro com resíduo-zero”.

A Storopack, fornecedora global de embalagens de proteção e peças técnicas moldadas, usou EPS quimicamente reciclado (Styropor P Ccycled) para fabricar embalagens de isolamento térmico para produtos farmacêuticos sensíveis à temperatura, bem como caixas para transporte de peixe fresco e embalagens protetoras para dispositivos eletrônicos. “Ficamos particularmente impressionados com o fato de que o Styropor® P Ccycled pode ser usado em embalagens de alimentos. Já existem várias opções de reciclagem para o Styropor e o projeto ChemCycling ajuda a aumentar ainda mais a o percentual reciclável”, comentou Hermann Reichenecker (foto), presidente do Conselho de Administração da Storopack.

A Südpack, uma das principais produtoras de embalagens em filmes na Europa, fabricou um filme de poliamida e um filme de polietileno que foram convertidos em embalagens com vedação especial para uso com queijo muzzarela. Até o momento, considerava-se que as embalagens multicamadas eram recicláveis até um certo limite. “Embalagens em filme desempenham funções importantes tais como: a proteção do produto, higiene e tempo de vida de prateleira, ao mesmo tempo em que precisa utilizar uma quantidade mínima de plásticos. Esta é a razão pela qual as embalagens em filme são compostas por vários materiais e camadas com diversas propriedades e barreiras. Por meio de inovações como o ChemCycling, chegamos mais próximos de resolver os problemas associados à reciclagem de embalagens flexíveis”, disse Johannes Remmele, sócio-gerente da Südpack.

A Schneider Electric, líder na transformação digital de gestão de energia e automação, fabricou um disjuntor a partir de poliamida (Ultramid) quimicamente reciclada. “Nós ativamente avaliamos a capacidade de matérias-primas secundárias, tais como plásticos reciclados, de atender aos nossos exigentes padrões de qualidade, normas e regulamentações rigorosas da indústria. Nós confiamos na expertise da BASF para demonstrar os benefícios de sustentabilidade de ponta-a-ponta e ao mesmo tempo oferecer um custo atraente. Esperamos que esta experimentação com a BASF abra espaço para mais inovações circulares em Gerenciamento e Distribuição de Energia”, disse Xavier Houot, vice-presidente sênior de meio ambiente, segurança e real state da Schneider Electric Group.

“Os projetos piloto com clientes de várias indústrias mostram que os produtos fabricados com matérias-primas quimicamente recicladas oferecem a mesma alta qualidade e desempenho que os produtos fabricados com materiais primários. O projeto ChemCycling, que usa uma abordagem de balanço de massa para atribuir matematicamente uma parcela do material reciclado ao produto final, pode ajudar nossos clientes a atingir suas metas de sustentabilidade”, disse Jürgen Becky, vice-presidente sênior de Materiais de Performance. Os produtos certificados são indicados com a terminação “Ccycled” em seu nome. Os protótipos apresentados na Prévia da K 2019, em Düsseldorf, fazem parte da fase piloto em andamento do projeto ChemCycling.

Potencial para aumento do percentual de material reciclável

“Com o projeto ChemCycling, a BASF tem como objetivo processar o óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos que atualmente não são recicláveis, tais como plásticos misturados ou contaminados. Se tivermos êxito em desenvolver o projeto até o ponto de disponibilidade no mercado, o ChemCycling será um complemento inovador aos processos existentes de reciclagem e recuperação, com o intuito de resolver o problema dos resíduos plásticos”, comentou Stefan Gräter, responsável pelo projeto ChemCycling na BASF.

O expressivo potencial da reciclagem química foi confirmado pela consultoria McKinsey em um estudo de dezembro de 2018: se os processos de reciclagem existentes forem combinados aos novos, como a reciclagem química, os especialistas acreditam que alcançaremos até 2030 uma taxa de 50% de reutilização e reciclagem de plásticos mundialmente (hoje, 16%). A parcela da reciclagem química poderia então subir do seu valor atual de 1% para aproximadamente 17%, o que equivale à reciclagem de cerca de 74 milhões de toneladas de resíduos plásticos.

Desafios tecnológicos, econômicos e regulatórios

Para passar da fase piloto à implantação no mercado, várias questões precisarão ser resolvidas. As tecnologias existentes para a transformação de resíduos plásticos em matérias-primas recicladas devem ser avançadas e adaptadas para o uso em escala industrial, a fim de garantir a alta qualidade do óleo de pirólise. A BASF está atualmente investigando várias opções para alimentar, a longo prazo, o seu complexo produtivo integrado com volumes comerciais de óleo de pirólise. Além das questões técnicas, os aspectos econômicos também desempenham um papel. Para a reciclagem química ter aceitação no mercado, os órgãos regulatórios também devem reconhecer oficialmente que o processo é uma modalidade de reciclagem. Dentro desse escopo, eles precisam definir como as abordagens de reciclagem química e balanço de massa podem ser incluídas no cálculo das taxas de reciclagem exigidas por lei.

Uso responsável de recursos

“Nosso projeto ChemCycling é um bom exemplo de como a BASF está trabalhando com nossos parceiros no desenvolvimento de soluções para os principais desafios do século 21”, disse Dr. Andreas Kicherer, especialista em sustentabilidade da BASF. Além do projeto ChemCycling, a BASF está envolvida em muitos outros projetos e iniciativas que fortalecem a ideia da economia circular e previnem o descarte dos plásticos no meio ambiente. Por exemplo, o portfólio de produtos da BASF inclui o ecovio®, um plástico compostável certificado, parcialmente fabricado com matérias-primas renováveis. A empresa é membro do World Plastics Council e participa de dois programas da Ellen MacArthur Foundation. Em todas as suas fábricas no mundo, a BASF implementa a “Operação Clean Sweep”, uma iniciativa internacional da indústria de plásticos destinada a evitar a perda de pellets de plástico no meio ambiente. Além disso, no início de 2019 a BASF uniu esforços com aproximadamente 30 outras empresas para fundar a Alliance to End Plastic Waste (AEPW). Nos próximos cinco anos, esta iniciativa pretende investir até $1,5 bilhão em vários projetos e parcerias, principalmente na Ásia e na África. Há quatro áreas-foco principais: desenvolvimento de infraestrutura para coleta de resíduos, promoção de métodos inovadores de reciclagem, educação e engajamento de vários grupos, além da limpeza de áreas com concentração de resíduos plásticos no meio ambiente.

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BASF construirá plantas de plásticos de engenharia e poliuretanos termoplásticos em novo Complexo Integrado em Zhanjiang, na China

30/05/2019

  • As primeiras plantas do Complexo Integrado contribuirão para aumentar a capacidade global de produção de plásticos de engenharia e TPU
  • O projeto de investimento de US $ 10 bilhões da BASF em Zhanjiang está avançando rapidamente

A BASF planeja construir uma planta de compostagem de plásticos de engenharia e uma planta de poliuretano termoplástico (TPU) no Complexo Integrado de Zhanjiang, na China. Estas serão as primeiras plantas de produção a entrar em operação no local.

Até 2022, a nova planta de compostagem de plásticos de engenharia fornecerá uma capacidade adicional de 60.000 toneladas métricas por ano de compostos de plásticos de engenharia da BASF na China. Isso levará a capacidade total da BASF desses produtos na região da Ásia-Pacífico para 290.000 toneladas métricas por ano. Como parte do plano da empresa de implementar um conceito abrangente de fabricação inteligente no Complexo Integrado, com base em tecnologias de ponta, as novas fábricas utilizarão processos de embalagem automatizada, sistemas de controle de alta tecnologia e veículos guiados automaticamente.

“Menos de um ano depois de assinarmos o primeiro Memorando de Entendimento, temos o prazer de anunciar as primeiras fábricas a serem instaladas em nosso Complexo Integrado em Zhanjiang,” disse o Dr. Stephan Kothrade, Presidente da Functions Asia Pacific, Presidente e Chairman da BASF-Grande China. “O projeto está avançando rapidamente e os clientes no sul da China em breve se beneficiarão desses produtos inovadores para atender às suas necessidades imediatas”.

As instalações gerais para o Complexo Integral de Zhanjiang também serão construídas juntamente com as duas novas plantas. A BASF Integrated Site (Guangdong) Co. Ltd (BIG), a nova subsidiária integral da BASF, foi oficialmente fundada. Esta entidade supervisionará as operações do novo Complexo Integrado, focalizando o mercado do sul da China.

“Queremos melhorar nosso suporte aos clientes no mercado do sul da China e em todo o mundo. Faremos isso estabelecendo as novas fábricas perto das indústrias de clientes em crescimento e através de melhorias na eficiência alcançadas através de nossa abordagem de fabricação inteligente. Isso aumentará nossa velocidade de inovação e a eficiência de nossos serviços ”, disse Raimar Jahn, presidente da divisão de materiais de desempenho da BASF. “Em particular, empresas do segmento eletro-eletrônico e fabricantes de automóveis estão recorrendo à BASF para ajudá-los a lidar com tendências como a eletrificação de carros e a miniaturização de dispositivos eletrônicos.”

O crescimento do mercado de TPU, em particular para aplicações de alto padrão, é impulsionado por vários fatores, incluindo o aumento de requisitos regulatórios e as crescentes expectativas dos clientes para melhorar o desempenho de sustentabilidade em áreas como e-mobilidade, peso leve e automação. Segundo a BASF, as suas soluções dão suporte a este crescimento com fios e cabos com segurança aprimorada para uso em automação e no mercado automotivo, bem como materiais leves para bens de consumo. Com as necessidades dos clientes evoluindo rapidamente em todo o mundo, a BASF afirma estar aumentando seu investimento em mercados emergentes para atender às necessidades locais, enquanto continua investindo em economias desenvolvidas.

A BASF assinou o primeiro Memorando de Entendimento sobre o Complexo Integrado com o Governo Provincial de Guangdong, em Berlim, em julho de 2018, e em janeiro de 2019, a empresa assinou um Acordo Estrutural com detalhes adicionais do plano. O Complexo Integrado em Guangdong será o maior investimento da BASF, estimado em até US $ 10 bilhões após a conclusão, e será operado sob a responsabilidade exclusiva da empresa. A cadeia de valor integrada conectará as plantas a montante e a jusante – desde produtos químicos básicos até produtos e soluções mais orientados para o consumidor, atendendo a setores em crescimento tais como bens de consumo ou transporte. No final, o Complexo Integrado de Zhanjiang será o terceiro maior site da BASF em todo o mundo, seguindo Ludwigshafen, na Alemanha, e Antuérpia, na Bélgica.

Fonte: BASF

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Grupo BASF aumenta vendas no 1o. trimestre; resultados menores na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior

23/05/2019

Primeiro trimestre de 2019:

  • Vendas de € 16,2 bilhões (alta de 3%)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de € 1,7 bilhão (queda de 24%)
  • Resultados caem principalmente devido às baixas contribuições dos segmentos de Materiais e Químicos
  • Bom desempenho dos resultados no segmento de Soluções para Agricultura

Panorama para 2019 confirmado:

  • Ligeiro aumento nas vendas
  • Ligeiro aumento do EBIT antes dos itens extraordinários no período

“No primeiro trimestre de 2019 as vendas do Grupo BASF cresceram 3%, atingindo € 16,2 bilhões”, disse Dr. Martin Brudermüller, Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, na Reunião Anual de Acionistas da empresa, realizada no Centro de Convenções Rosengarten em Mannheim, Alemanha. Em comparação com o primeiro trimestre de 2018, os resultados advindos das atividades operacionais (EBIT) antes dos itens extraordinários apresentaram decréscimo de € 549 milhões, correspondendo a € 1,7 bilhão. “Como esperado, isso se deve principalmente às contribuições consideravelmente menores dos segmentos de Materiais e Químicos. Nesses segmentos, tivemos margens excepcionalmente altas de isocianatos e sólidas margens do cracker no primeiro trimestre do ano anterior”, disse Brudermüller. O EBIT antes dos itens extraordinários também apresentou queda em “Outros” e no segmento de “Nutrição & Cuidados”, enquanto no segmento de Tecnologias para Superfície os resultados ficaram no mesmo nível do trimestre anterior. Por outro lado, os segmentos de Soluções para Agricultura e Soluções Industriais registram grande melhoria nos resultados.

O crescimento econômico global no primeiro trimestre de 2019 foi influenciado pelos avanços geopolíticos e conflitos comerciais, principalmente entre os Estados Unidos e a China. Consequentemente, o Grupo BASF observou uma demanda mais fraca das principais indústrias clientes, especialmente do setor automotivo.

Os preços caíram em 2% em comparação ao primeiro trimestre do ano anterior, fato atribuído principalmente aos negócios com produtos de isocianatos e cracker. Os preços mais elevados nos segmentos de Tecnologias para Superfície, Soluções para a Agricultura e Soluções Industriais só compensaram parcialmente o declínio esperado de preço nos segmentos de Materiais e Químicos. Devido ao comportamento cauteloso de compra dos clientes, os volumes de vendas no Grupo BASF apresentaram queda de 4%. O crescimento nas vendas foi devido principalmente aos efeitos de portfólio no segmento de Soluções para Agricultura, resultantes da aquisição de importantes negócios e ativos da Bayer em agosto de 2018. Os efeitos cambiais também tiveram um impacto positivo nas vendas em todos os segmentos.

Em € 26 milhões, no geral, os itens extraordinários no EBIT foram positivos no primeiro trimestre de 2019, em comparação ao decréscimo de € 18 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. O resultado especial proveniente dos desinvestimentos nos segmentos de Soluções para a Agricultura e Soluções Industriais excedeu os custos de integração, taxas especiais de medidas de reestruturação e outras taxas.

O EBIT teve uma queda de € 505 milhões em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 1,8 bilhão. O resultado antes do imposto de renda caiu em € 520 milhões, passando a € 1,6 bilhão. A alíquota do imposto aumentou de 24,1% para 25,4%.

O resultado após impostos das operações contínuas apresentou queda de € 415 milhões para € 1,2 bilhão. O resultado depois de impostos das operações descontinuadas, que abrange as atividades de petróleo e gás da BASF, aumentou em € 97 milhões, atingindo o patamar de € 274 milhões. Este fato é, em grande parte, devido ao significativo aumento dos volumes, principalmente na Rússia, assim como à suspensão da depreciação e amortização desde o reconhecimento do grupo para alienação no terceiro trimestre de 2018.

O resultado líquido apresentou queda de € 273 milhões, para € 1,4 bilhão. O lucro por ação foi de € 1,53 no primeiro trimestre de 2019 – primeiro trimestre de 2018: € 1,83. O lucro por ação ajustado pelos itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis totalizou € 1,65 (primeiro trimestre de 2018: € 1,93).

No primeiro trimestre de 2019, o fluxo de caixa das atividades operacionais totalizou € 373 milhões, € 858 milhões abaixo dos números para o mesmo trimestre no ano anterior. O fluxo de caixa livre apresentou uma queda de € 604 milhões no mesmo trimestre no ano anterior para menos € 368 milhões, principalmente como resultado dos melhores fluxos de caixa das atividades operacionais.

Fusão da Wintershall e DEA

Depois da aprovação por todas as autoridades relevantes, em 1º de maio de 2019, a BASF e a LetterOne concluíram a fusão da Wintershall e DEA. “Com a Wintershall Dea criamos a empresa europeia independente líder em exploração e produção, com operações internacionais nas principais regiões. Ao combinar as duas entidades com sede na Alemanha, a BASF e a LetterOne assentam as bases para um forte e próspero crescimento da Wintershall Dea”, disse Dr. Hans-Ulrich Engel, Vice-Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, em uma teleconferência sobre os resultados do primeiro trimestre de 2019.

Dividendo proposto de € 3,20 por ação

A Junta de Diretores Executivos e o Conselho Fiscal propuseram à Reunião Anual de Acionistas que o dividendo tenha um aumento de € 0,10, passando a € 3,20 por ação. “Assim, a ação da BASF oferece um rendimento de dividendos atraente, de 5,3%, com base no preço da ação no final do ano de 2018, de € 60,40”, disse Brudermüller. Depois da adoção da resolução relevante pela Reunião Anual de Acionistas, um total de € 2,9 bilhões será pago aos acionistas da BASF SE em 8 de maio.

Panorama para 2019 confirmado

As expectativas da BASF para o ambiente econômico global em 2019 continuam inalteradas:

  • Crescimento do produto interno bruto: 2,8%
  • Crescimento da produção industrial: 2,7%
  • Crescimento da produção de químicos: 2,7%
  • Taxa de câmbio média euro/dólar de US$ 1,15 por euro
  • Preço médio do petróleo de US$ 70 dólares por barril de petróleo Brent

A BASF confirma a previsão de vendas e receitas para o Grupo BASF feita no Relatório BASF de 2018 e espera um ligeiro crescimento das vendas, assim como ligeiro aumento do EBIT antes dos itens extraordinários, que deve ficar no nível inferior da faixa de 1% a 10%. O retorno sobre capital empregado (ROCE) deve ser um pouco mais alto do que o percentual do custo de capital, com o ROCE um pouco mais baixo do que em 2018.

Desempenho do negócio nos segmentos no primeiro trimestre de 2019

As vendas no segmento de Químicos, que abrange Petroquímicos e Intermediários, sofreram queda de 13% em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 2,5 bilhões. A divisão de Petroquímicos, em particular, observou brusca queda nas vendas, enquanto a divisão de Intermediários registrou um ligeiro declínio. O desempenho das vendas foi influenciado pelos menores volumes e preços nas duas divisões.

Em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários apresentou queda de € 169 milhões, para € 306 milhões. As duas divisões registraram resultados mais baixos, principalmente a de Petroquímicos. O desempenho do EBIT antes dos itens extraordinários se deve, em grande parte, às menores margens na divisão de Petroquímicos, principalmente para produtos de steam cracker, além dos menores volumes nas duas divisões. Além disso, os custos fixos das duas divisões apresentaram um discreto aumento. Na divisão de Petroquímicos, o aumento foi devido principalmente às altas despesas de manutenção, enquanto na divisão de Intermediários o desempenho dos custos fixos foi influenciado negativamente especialmente pelos efeitos cambiais.

No segmento de Materiais, que abrange Materiais de Performance e Monômeros, as vendas de € 2,9 bilhões apresentaram uma queda de 15% em comparação ao primeiro trimestre de 2018. As duas divisões, de Monômeros e de Materiais de Performance, apresentaram queda nas vendas, principalmente devido aos menores preços dos isocianatos na divisão de Monômeros.

O EBIT antes dos itens excepcionais teve uma queda nas duas divisões, atingindo € 323 bilhões, em comparação aos € 816 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. Esta queda resulta principalmente das menores margens de isocianatos na divisão de Monômeros. Na divisão de Materiais de Performance, as maiores margens não conseguiram compensar os menores volumes, principalmente no setor automotivo. Além disso, os custos fixos das duas divisões foram um pouco mais elevados do que no mesmo trimestre do ano anterior, principalmente por causa dos efeitos cambiais.

No segmento de Soluções Industriais, que abrange Dispersões e Pigmentos e Químicos de Performance, as vendas de € 2,2 bilhões foram 2% mais baixas do que as vendas no mesmo trimestre do ano anterior. As vendas na divisão de Dispersões e Pigmentos se mantiveram no mesmo nível do primeiro trimestre de 2018, enquanto as vendas na divisão de Químicos de Performance apresentaram uma ligeira queda. O declínio no período se deveu principalmente à transferência do negócio de químicos para papel e água da BASF, que antes foi reportado em Químicos de Performance, para o grupo Solenis.

O segmento de Soluções Industriais aumentou o EBIT antes dos itens extraordinários em 15%, em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 264 milhões. Isso se deveu principalmente ao EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente mais alto na divisão de Químicos de Performance, resultante dos preços mais elevados, aumento do volume e efeitos cambiais positivos. A divisão de Dispersões e Pigmentos também apresentou ligeiro aumento no EBIT antes dos itens extraordinários, principalmente por causa dos preços mais elevados e dos efeitos cambiais positivos. O EBIT do segmento incluiu receitas especiais na divisão de Químicos de Performance advindas da transferência do negócio de químicos para papel e água da BASF para o grupo Solenis.

Em comparação ao primeiro trimestre de 2018, as vendas no segmento de Tecnologias para Superfície, que abrange Catalisadores, Tintas e Químicos para Construção, aumentaram em 13%, para € 3,6 bilhões. O crescimento das vendas na divisão de Catalisadores foi particularmente acentuado. As vendas também apresentaram um aumento considerável na divisão de Químicos para Construção. Na divisão de Tintas, as vendas ficaram no mesmo nível que no mesmo trimestre no ano anterior. O aumento nas vendas pode ser atribuído aos preços mais elevados em todas as divisões, assim como aos efeitos cambiais positivos e maiores volumes nas divisões de Catalisadores e Químicos para Construção.

Em € 159 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários para o segmento se manteve no nível do mesmo trimestre no ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários na divisão de Químicos para Construção apresentou uma melhoria considerável, devido principalmente às margens mais elevadas. Na divisão de Catalisadores, os resultados tiverem um discreto aumento em consequência do crescimento das vendas. Por outro lado, a divisão de Tintas registrou um EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente menor, principalmente devido ao enfraquecimento do negócio automotivo.

As vendas de € 1,6 bilhão no segmento Nutrição & Cuidados, que abrange Care Chemicals e Nutrição e Saúde, se mantiveram no nível do mesmo trimestre no ano anterior. As vendas consideravelmente mais elevadas na divisão de Nutrição e Saúde foram compensadas pelas vendas um pouco mais baixas na divisão de Care Chemicals.

Em € 222 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários ficou 13% abaixo dos € 254 milhões registrados no primeiro trimestre de 2018. Isso pode ser atribuído principalmente aos maiores custos fixos da divisão de Nutrição e Saúde, em grande parte devido ao reembolso do seguro recebido no mesmo trimestre do ano anterior, em razão das quedas na produção em 2017. Além disso, as margens tiveram uma queda no negócio de nutrição animal, resultando em um significativo declínio na receita da divisão de Nutrição e Saúde em geral. Uma grande melhoria na receita da divisão de Care Chemicals, principalmente devido às margens mais elevadas, teve um efeito de compensação.

As vendas de € 2,6 bilhões no segmento de Soluções para Agricultura foram 53% mais altas do que no primeiro trimestre de 2018. Este fato pode ser atribuído principalmente aos efeitos de portfólio da aquisição de importantes negócios e ativos da Bayer, em agosto de 2018. A BASF também alcançou maior nível de preço no negócio legado, enquanto os volumes de vendas foram consideravelmente mais baixos no período, principalmente devido a fatores climáticos.

O EBIT antes dos itens extraordinários de € 740 milhões foi 75% mais alto do que no primeiro trimestre de 2018, em grande parte por causa da contribuição dos negócios adquiridos. O EBIT incluiu receitas especiais de desinvestimentos, segundo as condições impostas pelas autoridades antitruste no escopo da aquisição dos negócios da Bayer. No primeiro trimestre de 2019, o EBIT excedeu as taxas especiais para a integração dos negócios adquiridos.

As vendas em Outros apresentaram um aumento considerável em comparação ao mesmo trimestre no ano anterior. Isso se deve principalmente às atividades remanescentes do negócio de químicos para papel e água da BASF, que não foram incluídos na transferência para a Solenis e, desde então, são reportados em Outros. O EBIT antes dos itens extraordinários ficou bem abaixo dos números para o primeiro trimestre de 2018, principalmente devido aos resultados cambiais e efeitos de valorização de nosso programa de incentivo em longo prazo.

Fonte: BASF

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BASF apresentou inovações e soluções sustentáveis na Feiplastic 2019

17/05/2019

Soluções da BASF para as indústrias automotiva, de embalagens, da construção, de bens de consumo, aplicações industriais, plasticultura, entre outras, fizeram parte do portfólio apresentado pela companhia no stand da Feiplastic 2019.

“A Feiplastic foi uma excelente oportunidade para apresentar nossas soluções e estreitar o relacionamento com o mercado”, considera Murilo Feltran, gerente de marketing e produto de Materiais de Performance da BASF. “Além das tecnologias inovadoras, nosso forte é a atuação em estreita colaboração com nossos clientes, entendendo suas necessidades e desenvolvendo soluções de acordo com cada necessidade”, afirma.

Materiais de desempenho

Uma das principais novidades foi a plataforma digital exclusiva para oferecer o portfólio de soluções para a indústria de calçados, como um novo canal de relacionamento com os clientes. A BASF fornece PU e TPU para produção de solas, entressolas, palmilhas e outros componentes que, segundo a empresa, permitem a fabricação de calçados de maior desempenho, conforto e durabilidade, atendendo às tendências e demandas dos consumidores. A ferramenta online, de interface amigável, está disponível no link http://www.shop.basf.com.br/calcados.

Entre os materiais com destaque na Feiplastic estão as soluções sustentáveis para o mercado de isolamento térmico, que têm como base o HFO e a água aplicados como agentes expansores de quarta geração para o mercado de refrigeração. A tecnologia é uma alternativa aos agentes de expansão utilizados convencionalmente e permite a redução nas emissões de gases de efeito estufa.

Também apresentando pegada sustentável, foi apresentado o polímero compostável e biodegradável ecovio®, obtido a partir de matérias-primas renováveis. O material tem desemepenho semelhante aos plásticos normalmente utilizados, atendendo requisitos de aparência, propriedades mecânicas e processabilidade, sofrendo degradação somente em condições de compostagem, afirma a BASF. Pode ser aplicado em filmes para agricultura, produção de copos, sacolas compostáveis certificadas e embalagens diversas, entre outras possibilidades.

A poliamida Ultramid® Deep Gloss agora está disponível também em cores. O material originalmente usado na cor black piano, está abrindo possibilidades para projetos mais versáteis de interiores de carros, com cores contrastantes e que seguem tendências de mercado. Segundo a BASF, o material possui propriedades diferenciadas, tais como resistência a riscos, à radiação UV e alta resistência química. Além disso, afirma a empresa, o alto nível de brilho reproduz estruturas com detalhes fiéis, permitindo uma mistura bem contrastante de luz e sombra, sem revestimento adicional.

Durante a feira, a BASF também promoveu a sua poliamida semicristalina que permite que a luz passe sem barreiras. Segundo a empresa, o Ultramid® Vision combina a transparência à luz com uma baixíssima dispersão, sendo a primeira poliamida semicristalina do mundo para componentes semitransparentes ou transparentes para ambientes com muitos desafios químicos. A BASF afirma que a poliamida é resistente aos raios UV, às altas temperaturas, aos riscos, a químicos e atende aos requisitos de segurança contra a propagação do fogo. A solução pode ser usada em diversas áreas de aplicação, sendo recomendada especialmente para peças de controle visual, iluminação ou design de luz.

Embalagens

A embalagem tem papel fundamental na garantia da qualidade de alimentos, desde a produção até a mesa do consumidor. As poliamidas são a melhor opção quando há a necessidade de aumentar o tempo de vida dos produtos através do aumento de propriedades mecânicas, proteção para migração de gorduras, barreira ao oxigênio e aromas. Por meio da parceria com seus clientes, a BASF buscou atender solicitações de melhoria de propriedades óticas, maior flexibilidade e menor encanoamento, sem perder as propriedades tradicionais das poliamidas. E o resultado foi, segundo a empresa, o desenvolvimento do Ultramid C37 LC, copolímero de poliamida com o menor ponto de fusão das poliamidas tradicionais encontradas no mercado – perto dos 180º.C. A BASF afirma que o material é o mais indicado para sacos encolhíveis e filmes termoformados e outras aplicações onde a estrutura a ser utilizada é assimétrica.

Aditivos para plásticos

A BASF afirma que vem buscando soluções em aditivos para plástico ecologicamente corretas, focadas em sustentabilidade e que visam evitar a degradação e estender a vida útil dos plásticos. Esses requisitos se tornaram mais rigorosos também nas aplicações automotivas e, alinhado ao aumento da durabilidade das espumas de poliol e poliuretano, o seu PUR 70 encontra um nicho de aplicação. Segundo a empresa, o aditivo diminui drasticamente a emissão de aldeídos e componentes orgânicos voláteis, é livre de amina e atende aos requisitos VDA 278 10/11.

De acordo com a empresa, o seu Tinuvin® XT 55, um aditivo estabilizador à luz, confere durabilidade, além de melhorar os processos de fabricação. Tem aplicações em monofilamento de polietileno, usados para produção de grama sintética e poliolefinas, fitas para telas de sombreamento, andaimes, geotêxteis e big bags, entre outros. O fabricante afirma que o aditivo auxilia na resistência às condições climáticas adversas, incluindo exposição prolongada à luz ultravioleta, temperatura elevada e oscilante, além de poluentes ambientais.

Já o Irgastab IS 3066L, utilizado nas aplicações em PVC, promove melhoria na produtividade e maior viabilidade econômica, além de estar em conformidade com o FDA para aplicações em contato com alimentos, assegura a BASF.

Fonte: BASF

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BASF registra discreto aumento nas vendas de 2018 e queda nos lucros devido a menor contribuição de Químicos

12/03/2019

  • Vendas de €62,7 bilhões (acréscimo de 2%)
  • EBIT de €6,4 bilhões (decréscimo de 17%)
  • Fluxo de caixa de atividades operacionais de €7,9 bilhões (decréscimo de 10%). Fluxo de caixa livre de €4 bilhões
  • Dividendo proposto de €3,20 para o exercício de 2018 (2017: €3,10)

Panorama para 2019:

  • Expectativa de discreto crescimento das vendas, em decorrência principalmente de grandes volumes de vendas e efeitos de portfólio
  • EBIT ligeiramente acima do previsto em 2018

A BASF registrou vendas de €62,7 bilhões no ano passado, representando um aumento de 2% em comparação ao ano anterior. Os resultados das atividades operacionais antes de juros e tributos (EBIT) apresentaram queda em relação a 2017, de €7,6 bilhões para €6,4 bilhões, decorrente, principalmente, do segmento de Químicos, que respondeu por aproximadamente dois terços da queda total de lucros. As margens de lucro do isocianato sofreram uma brusca queda no segundo semestre do ano. Além das margens de cracker terem sido menores do que o esperado em 2018, em todas as regiões.

No geral, 2018 foi um ano marcado por difíceis cenários econômicos e geopolíticos globais e conflitos comerciais. No segundo semestre do ano, a BASF sentiu uma retração econômica nos principais mercados, especialmente na indústria automotiva, o maior setor de clientes da empresa. A demanda de clientes chineses, em especial, diminuiu significativamente em decorrência do conflito comercial entre os Estados Unidos e a China. As incertezas aumentaram globalmente e, portanto, muitos participantes do mercado agiram com bastante cautela.

“Estamos lidando com estes desafios. Com a nossa nova estratégia corporativa, usaremos 2019 como um ano de transição para emergirmos ainda mais fortes. Neste ano, estamos adaptando nossas estruturas e processos, focalizando nossa organização expressamente nas necessidades de nossos clientes”, disse o presidente da Junta Diretiva da BASF, Dr. Martin Brudermüller, que apresentou os dados financeiros do exercício de 2018 juntamente com o Chief Financial Officer Dr. Hans-Ulrich Engel.

A BASF implementou aumento de preços em todos os segmentos e divisões em 2018. Houve um discreto aumento de volumes quando comparados ao ano anterior. Os maiores volumes foram registrados nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura, que foram parcialmente compensados pelos baixos volumes nos segmentos de Produtos de Performance e Químicos. A principal razão primordial para os menores volumes no segmento de Produtos de Performance foi a parada da fábrica de citral em Ludwigshafen, que reiniciou a produção no segundo trimestre. Os volumes de vendas no segmento de Químicos sofreram influência negativa devido ao baixo nível de água do rio Reno. No geral, os efeitos cambiais apresentaram um decréscimo de 4%, enquanto que os efeitos de portfólio registraram acréscimo de 1%.

Os menores lucros nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais, Soluções para Agricultura e Produtos de Performance também contribuíram para o declínio no EBIT. No segmento de Soluções para Agricultura, os efeitos cambiais negativos em todas as regiões diminuíram os lucros. Além disso, houve uma forte contribuição negativa das empresas adquiridas da Bayer, cujo controle foi assumido pela BASF somente em agosto. Tal período levou a uma desvantagem devido à sazonalidade do negócio de sementes, que gera lucros predominantemente no primeiro semestre do ano, adicionado ao fato de que incorreram custos para integrar as atividades adquiridas.

Além disso, o longo período com baixo nível de água do rio Reno foi um desafio para a BASF. Na unidade de Ludwigshafen, durante grande parte do terceiro e do quarto trimestre, o recebimento de matérias-primas por via fluvial foi praticamente impossível. Consequentemente, a BASF foi forçada a reduzir as taxas de utilização da capacidade da planta em Ludwigshafen, fato que restringiu os ganhos de 2018 em cerca de €250 milhões.

Os itens extraordinários totalizaram €320 milhões, em função, principalmente, das aquisições dos novos negócios no segmento de Soluções para Agricultura. O resultado, comparado com 2017, teve decréscimo de € 58 milhões. O EBIT diminuiu em 20%, indo para €6 bilhões. Com 9,5 bilhões, o EBITDA antes de itens especiais ficou 12% abaixo do resultado do ano anterior. O EBITDA totalizou €9,2 bilhões, comparado a €10,8 bilhões em 2017.

O lucro por ação caiu de €6,62 para €5,12 em 2018. Ajustado pelos juros, impostos, depreciação e amortização de ativos intangíveis, o lucro por ação totalizou €5,87, apresentando queda de €0,57 em relação ao ano anterior.

Evolução dos lucros do Grupo BASF no quarto trimestre de 2018

As vendas do Grupo BASF aumentaram em 2% no quarto trimestre de 2018, totalizando €15,6 bilhões. Os segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura deram suporte para um possível aumento de 2% nos preços. Os volumes caíram em 3%, resultado principalmente do longo período de baixo nível de água do rio Reno que limitou drasticamente a entrega de matérias-primas essenciais para a unidade de Ludwigshafen, forçando, assim, a redução de sua capacidade de utilização. Os efeitos de portfólio totalizaram um acréscimo de 3% devido à aquisição do negócio da Bayer no segmento de Soluções para Agricultura.

O EBIT no quarto trimestre foi de €630 milhões, representando uma queda de 59% em relação ao ano anterior, devidos aos lucros significativamente menores nos segmentos de Químicos e Soluções para Agricultura. No segmento de Químicos, a principal razão da queda teve relação com as margens menores no negócio de isocianato e cracker. A evolução dos lucros no quarto trimestre no segmento de Soluções para Agricultura foi prejudicada por despesas relacionadas à aquisição. A BASF conseguiu melhorar os ganhos nos segmentos de Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais. Os gargalos no fornecimento, resultantes do baixo nível de água do rio Reno, impactaram negativamente os lucros em aproximadamente €200 milhões no período em questão.

Fluxos de Caixa do Grupo BASF no ano de 2018

Os fluxos de caixa das atividades operacionais caíram de €8,8 bilhões para €7,9 bilhões, principalmente devido à redução do lucro líquido. Em 2018, a mudança no capital de giro líquido reduziu os fluxos de caixa em €530 milhões, comparado com €1,2 bilhão de 2017. O montante utilizado nas atividades de investimento aumentou de €4 bilhões para €11,8 bilhões. Em 2018, os pagamentos líquidos para aquisições e desinvestimentos totalizaram €7,3 bilhões, principalmente relacionados à aquisição de negócios e ativos da Bayer. Os pagamentos feitos para o ativo imobilizado e intangível diminuíram em €102 milhões, indo para €3,9 bilhões. Com €4 bilhões, o fluxo de caixa livre voltou a ter força, porém com €744 milhões a menos que em 2017, devido à diminuição dos fluxos de caixa advindos das atividades operacionais.

Dividendo proposto de €3,20

“A BASF quer aumentar seu dividendo mesmo em tempos difíceis. Por isso, iremos propor à Assembleia Geral de Acionistas um dividendo de €3,20 por ação, €0,10 superior ao do ano anterior. A ação da BASF, portanto, oferece um rendimento de dividendos muito atraente, de 5,3%, com base no preço da ação no final de 2018”, comentou Brudermüller.

Implementação da estratégia da BASF

A BASF desenvolveu ainda mais sua estratégia, implementando-a sistematicamente por meio de inúmeras medidas. Como primeiro passo, desde 1º de janeiro, a BASF alterou a alocação organizacional de cerca de 14 mil colaboradores que anteriormente trabalhavam em unidades centrais. Esta transferência para as divisões de negócios foi muito suave.

“Todo o processo será concluído até o final do terceiro trimestre de 2019 e cerca de 20 mil colegas trabalharão mais próximos de nossos clientes, nos permitindo reconhecer melhor suas necessidades, desenvolver idéias e implementá-las mais rapidamente”, disse Brudermüller.

As alterações na organização afetam áreas como pesquisa e desenvolvimento, engenharia, cadeia de suprimentos, compras, recursos humanos, serviços de informação e meio ambiente, saúde e segurança. A BASF também modificou sua estrutura de relatório e agora conta com seis segmentos, ao invés de quatro: Químicos, Materiais, Soluções para Indústria, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados e Soluções para Agricultura. “A mudança tornará nossa comunicação mais transparente e mais fácil de ser comparada com as dos nossos concorrentes”, disse o presidente da Junta Diretiva.

A BASF empreendeu inúmeras medidas para desenvolver ainda mais seu portfólio. Por exemplo, concluiu a transferência de seus negócios envolvendo químicos para papel e água para a Solenis. O negócio em conjunto, no qual a BASF tem uma participação de 49%, opera sob o nome Solenis desde 1º de fevereiro de 2019. Em 2017, registrou vendas proforma de cerca de €2,4 bilhões e contava com aproximadamente 5,2 mil colaboradores. Hoje, o negócio conjunto oferece um portfólio de produtos expandido para os clientes nos setores de papel e tratamento de água.

Em 18 de janeiro de 2019, a Comissão Europeia concedeu à BASF uma autorização condicional para aquisição do negócio de poliamida da Solvay. Para resolver as preocupações de concorrência da Comissão Europeia, a BASF deve transferir parte do escopo da transação original para um terceiro comprador, nomeadamente os ativos de produção e as capacidades de inovação dos negócios de poliamida da Solvay na Europa. Brudermüller comentou: “Com esta aquisição, a BASF ainda pode atingir seus objetivos estratégicos e fortalecer consideravelmente os negócios com a poliamida 6.6.”

A BASF e a LetterOne esperam agora as aprovações regulatórias necessárias para a fusão de seus respectivos negócios de petróleo e gás em uma joint venture. As duas empresas assinaram um acordo de fusão no final de setembro de 2018. A conclusão da transação está prevista para o primeiro semestre de 2019. As medidas preparatórias para a integração estão sendo realizadas de acordo com o planejado. A BASF espera que a oferta pública inicial (IPO) ocorra no segundo semestre de 2020.

Como parte de sua gestão ativa de portfólio, a BASF analisa continuamente se os negócios podem atender de uma maneira ainda melhor seu potencial em uma esfera de negócio diferente, por exemplo, uma joint venture ou fora da BASF. Neste contexto, a BASF anunciou em outubro de 2018 que está avaliando opções estratégicas, como a fusão com um parceiro forte ou um desinvestimento para seu negócio de químicos para construção. O presidente da Junta Diretiva da BASF comentou: “Nosso objetivo é chegar a um acordo com relação a uma transação durante o ano de 2019. Estamos atualmente preparando um processo estruturado”.

Investimentos em crescimento orgânico na Ásia

A China já é o principal mercado da Ásia e do mundo – tanto para a BASF quanto para toda a indústria química. A BASF quer crescer mais rápido do que o mercado químico global. “Portanto, precisamos participar do crescimento na China, o maior mercado mundial de produtos químicos”, disse Brudermüller. O presidente da Junta Diretiva nomeou vários projetos de investimento com os quais a BASF quer fortalecer ainda mais sua posição na Ásia e acelerar o crescimento orgânico.

No final de outubro de 2018, por exemplo, a BASF assinou um acordo com a SINOPEC para expandir sua parceria na unidade Verbund em Nanjing, China. A joint venture BASF-YPC investirá em uma participação de 50% na construção de mais um steam cracker com capacidade de 1 milhão de toneladas de etileno por ano. A SINOPEC Yangtzi Petrochemical investirá os outros 50%. Além disso, a BASF e a SINOPEC explorarão conjuntamente novas oportunidades de negócios no crescente mercado chinês de materiais para baterias.

A Índia é outro mercado onde a BASF quer investir. A empresa assinou recentemente um memorando de entendimento com a Adani para estudar uma grande aplicação conjunta na cadeia de valor de acrílicos. A unidade designada estaria localizada no porto de Mundra, no estado indiano de Gujarat. Este seria o maior investimento da BASF na Índia até hoje e sua primeira unidade de produção neutra em CO2.

Panorama para o ano de 2019

Neste ano, a expectativa é de que a economia mundial cresça 2,8%, consideravelmente um ritmo mais lento do que em 2018 (3,2%). Na União Europeia, a empresa prevê crescimento mais fraco na demanda doméstica e, também, na demanda de exportação. Por outro lado, a BASF supõe que os Estados Unidos apresentarão um crescimento sólido, embora o efeito estimulador da reforma tributária deva ser menos expressivo do que em 2018. O crescimento na China provavelmente continuará desacelerando, mas permanecerá alto em comparação com as economias avançadas. Por outro lado, há a expectativa de que a recuperação econômica no Brasil deve perseverar.

O panorama é baseado nas seguintes hipóteses econômicas adicionais para o ano de 2019:

  • Crescimento de 2,7% na produção global de químicos em 2019 (2018: +2,7%)
  • Preço médio do petróleo de US$70 por barril de Brent bruto
  • Taxa média de câmbio de U$$1,15 por euro

“Também esperamos que o crescimento nas indústrias de nossos clientes continue. Para o setor automotivo, prevemos uma ligeira recuperação após a menor produção que ocorreu no ano anterior”, disse Brudermüller. A perspectiva da BASF também leva em consideração que os conflitos comerciais entre os Estados Unidos e seus parceiros comerciais irão amenizar ao longo do ano, e que o Brexit ocorrerá sem grandes repercussões econômicas.

“Embora o ambiente seja desafiador e marcado por um alto nível de incerteza, pretendemos crescer de forma lucrativa. Esperamos um discreto aumento nas vendas, principalmente devido aos efeitos de portfólio. Queremos aumentar ligeiramente o EBIT. Além disso, prevemos que o retorno sobre o capital empregado (ROCE) seja um pouco maior do que o custo do percentual de capital, mas diminuirá um pouco em comparação ao patamar de 2018”, disse o presidente da Junta Diretiva da BASF.

Brudermüller enfatizou que os dois primeiros trimestres de 2019 serão relativamente fracos: “Em primeiro lugar, no primeiro semestre de 2018 ainda nos beneficiamos de margens elevadas dos isocianatos, o que aumenta a base de comparação. Em segundo lugar, os custos associados à implementação da nossa estratégia terão um impacto nos lucros, assim como um número maior de paradas programadas nas fábricas em relação ao ano anterior. Os fatores decisivos para alcançar nossas metas para 2019 são um melhor desempenho dos negócios, uma sólida demanda dos clientes, bem como as primeiras contribuições de nosso programa de excelência estratégica no segundo semestre do ano. As mudanças estruturais que iniciamos na BASF também resultarão em itens extraordinários negativos notavelmente mais altos em 2019.”

Fonte: BASF

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BASF é cofundadora da Alliance to End Plastic Waste

17/01/2019

  • Aproximadamente 30 empresas da cadeia de valor do plástico e bens de consumo alocaram mais de 1 bilhão de dólares para ajudar a acabar com o resíduo plástico no meio ambiente
  • BASF apoia a Alliance to End Plastic Waste para disponibilizar soluções que ajudem a resolver o problema mundial de resíduos plásticos

A BASF se tornou hoje cofundadora de uma aliança global de aproximadamente 30 empresas para promover soluções que reduzam e eliminem os resíduos plásticos descartados no meio ambiente, principalmente no oceano. A Alliance to End Plastic Waste (AEPW) comprometeu-se com mais de 1 bilhão de dólares e tem a meta de investir até 1,5 bilhão de dólares nos próximos cinco anos para ajudar a eliminar o resíduo plástico no meio ambiente. Novas soluções serão desenvolvidas e colocadas em escala para minimizar e manejar o resíduo plástico, incluindo a promoção de soluções para plásticos já utilizados, ativando a economia circular.

“Damos imenso apoio aos esforços para reduzir os resíduos plásticos no meio ambiente”, afirma o Dr. Martin Brudermüller, presidente do Conselho Diretivo e diretor de tecnologia da BASF SE, que forneceu suporte para a criação da aliança desde o início. “Somos cofundadores da Alliance to End Plastic Waste pois queremos desenvolver e promover soluções que ajudarão efetivamente a resolver o problema mundial de resíduos plásticos”, explica Brudermüller. “Os plásticos são materiais eficientes que podem economizar recursos e trazer benefícios em saúde, segurança e conveniência para a sociedade. Tais benefícios podem ser contraditórios caso os plásticos e seus resíduos não forem usados, descartados ou reciclados de maneira responsável”.

Entender de onde vem o resíduo plástico é fundamental. Pesquisas realizadas pela Ocean Conservancy mostram que os plásticos no oceano se originam predominantemente dos resíduos em terra. A maior parte do resíduo plástico é disseminada pelos rios, podendo ser rastreada a dez grandes rios ao redor do mundo, principalmente na Ásia e na África. Muitos desses rios percorrem áreas com alta densidade populacional, onde há falta de infraestrutura adequada para coleta e reciclagem de resíduos, levando a um significativo vazamento. A AEPW irá iniciar ações onde há maior necessidade, incluindo projetos que contribuam para soluções em quatro áreas principais:

  • Desenvolvimento de infraestrutura para realizar o manejo dos resíduos e aumentar a reciclagem;
  • Inovação para desenvolver e escalar novas tecnologias que reciclem e recuperem plásticos mais facilmente, criando valor por meio dos plásticos pós-uso;
  • Educação e engajamento de governos em todos os níveis, empresas e comunidades para mobilizar ações; e
  • Limpeza de áreas onde há concentração de resíduos plásticos no meio ambiente, especialmente nos principais disseminadores de resíduos, como os rios, que transportam resíduos terrestres para o oceano.

“Todos concordam que os resíduos plásticos não pertencem aos nossos oceanos ou qualquer lugar no ambiente. Este é um desafio global complexo e sério que exige uma ação rápida e uma liderança forte. Essa nova aliança é o esforço mais abrangente até o momento que visa eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente”, afirma David Taylor, CEO da Procter & Gamble, e presidente da AEPW.

A aliança é uma organização sem fins lucrativos que inclui empresas de toda a cadeia de valor global de plásticos e bens de consumo: fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, convertedores e empresas de manejo de resíduos. A aliança trabalhará com governos, organizações intergovernamentais, universidades, organizações não-governamentais e sociedade civil, para investir em projetos conjuntos para eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente.

O engajamento da BASF com a aliança reforça o comprometimento da empresa com um manejo responsável de plásticos. “Uma medida importante para acabar com a entrada descontrolada de plásticos no meio ambiente é criar círculos fechados onde o plástico possa ser usado como uma nova matéria-prima. A indústria química desempenha um papel importante na inovação e implementação de processos em grande escala para converter resíduos plásticos em novos produtos”, completa Brudermüller.

O recém-iniciado projeto ChemCycling é um exemplo de como a BASF está desenvolvendo tecnologias inovadoras que promovem a recuperação e reciclagem de plásticos. Juntamente com os seus clientes e parceiros, a BASF desenvolveu e fabricou os primeiros produtos baseados em resíduos plásticos quimicamente reciclados.

A BASF também está implementando ativamente o programa internacional Operation Clean Sweep® em todas as suas unidades de produção de pellets de plástico no mundo, visando prevenir a perda de pellets de plástico ao longo da cadeia de valor, por meio de medidas comportamentais, organizacionais e técnicas. Além disso, a BASF participa de várias colaborações e projetos de associações (por exemplo, World Plastics Council,Ellen MacArthur Foundation, CEFLEX) sobre manejo de resíduos e educação.

As seguintes empresas são membro-fundadoras da Alliance to End Plastic Waste: BASF, Berry Global, Braskem, Chevron Phillips Chemical Company LLC, Clariant, Covestro, CP Group, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation USA, Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, Shell, Suez, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total e Veolia.

Fonte: BASF / Alliance to End Plastic Waste

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BASF conquista prêmio da Ford para batentes de suspensão em poliuretano microcelular

09/01/2019

A BASF recebeu um novo prêmio Q1 da Ford, desta vez com as soluções para batentes de suspensão em Cellasto®, tecnologia em poliuretano microcelular da empresa.

“Este prêmio é uma grande honra para nós, representa um reconhecimento, não só pela qualidade da solução, mas também porque cumprimos um rígido e abrangente processo relacionado à produção, logística e um alto nível de excelência operacional”, comemora Jefferson Schiavon, gerente de Cellasto para a América do Sul.

“Gostaríamos de dividir esse reconhecimento com toda a equipe, por seu comprometimento e eficiência, que garantiu o estreitamento das relações com a Ford como parceira”, afirma Sérgio Gonçalves, responsável pela Qualidade de Materiais de Performance da BASF para a América do Sul.

Segundo a BASF, o Cellasto®, elastômero de poliuretano microcelular utilizado nos sistemas de suspensão veiculares, atua na redução do ruído e vibração do veículo, melhora da durabilidade da peça e aumento da segurança e do conforto ao dirigir o carro. A solução atende a uma das grandes tendências automotivas de melhorar a dirigibilidade e segurança nos veículos. Além dos batentes de suspensão, os componentes em Cellasto® são aplicados na indústria automotiva como solução de absorção de energia, por exemplo, em isoladores de mola. A divisão também vem introduzindo na região a tecnologia para top mounts.

Fonte: BASF

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BASF pela primeira vez fabrica produtos com plásticos quimicamente reciclados

21/12/2018

A BASF está inovando na reciclagem de resíduos plásticos através do seu projeto ChemCycling. A reciclagem química é uma maneira inovadora de reutilizar os resíduos plásticos que não são atualmente reciclados, tais como plásticos misturados ou sujos. Dependendo da região, este tipo de resíduo é geralmente enviado para o aterro sanitário ou incinerado com recuperação energética. Mas a reciclagem química oferece outra alternativa. Usando processos termoquímicos, esses plásticos podem ser utilizados para produzir gás de síntese ou óleo de pirólise. As matérias-primas recicladas resultantes podem ser usadas como insumos na produção da BASF, substituindo parcialmente recursos fósseis.

A BASF afirma que fabricou pela primeira vez produtos baseados em resíduos plásticos quimicamente reciclados, sendo, portanto, uma pioneira global na indústria. “O uso responsável dos plásticos é essencial para resolver o problema mundial dos resíduos. Isto se aplica às empresas, assim como a instituições e aos consumidores. Com a reciclagem química, queremos fazer uma contribuição significativa na redução da quantidade de resíduos plásticos”, afirma Dr. Martin Brudermüller, presidente do Conselho Diretivo e CTO (Chief Technology Officer) da BASF SE. “Com o nosso projeto ChemCycling, estamos usando o resíduo plástico como matéria-prima. Desta forma, criamos valor para o meio ambiente, a sociedade e a economia. Nós juntamos forças com parceiros em toda a cadeia de valor para estabelecer um modelo operacional circular”, disse Brudermüller. A BASF está colaborando estreitamente com seus clientes e parceiros, que vão desde empresas de gestão de resíduos até fornecedores de tecnologia e fabricantes de embalagens, com o objetivo de estabelecer uma cadeia de valor circular.

De resíduos a embalagens de queijo e componentes de geladeira

BASF já está desenvolvendo produtos “piloto” que incluem embalagem de queijo muzzarela, componentes de geladeira e painéis de isolamento térmico com dez clientes de diversos setores. Os produtos ChemCycling fornecidos pela BASF possuem exatamente as mesmas propriedades dos produtos de origem fóssil e por isso atendem aos padrões de qualidade e de higiene necessários para embalagens de alimentos. Stefan Gräter (foto, à esquerda.), chefe do projeto ChemCycling da BASF, vê um grande potencial: “Esta nova forma de reciclagem oferece oportunidades para modelos de negócios inovadores para nós e para nossos clientes, que já valorizam produtos e embalagens feitos de materiais reciclados, mas que não podem ou não querem comprometer-se quando o assunto é qualidade”, afirma. Como próximo passo, a BASF planeja disponibilizar comercialmente os primeiros produtos do projeto ChemCycling.

Verbund da BASF oferece condições ideais para ChemCycling

No início da cadeia de produção, a BASF alimenta como matéria prima um óleo derivado de resíduos plásticos, obtido por meio de um processo de pirólise. A BASF obteve a matéria-prima para os produtos “piloto” do seu parceiro Recenso GmbH, da Alemanha. Como alternativa, o gás de síntese, obtido a partir de resíduos plásticos, também podem ser usado.

O primeiro lote deste óleo foi alimentado em outubro no steam cracker (coluna de craqueamento a vapor) da fábrica da BASF em Ludwigshafen (Alemanha). O steam cracker é o ponto de partida para a produção do complexo químico da Basf. Ele quebra ou “craqueia” essa matéria-prima sob temperaturas de aproximadamente 850 graus Celsius. Os principais produtos resultantes do processo são o eteno e o propeno. Estes produtos químicos básicos são usados no complexo de produção para fabricar vários produtos químicos. Fazendo um cálculo de balanço de massa, a parcela de matéria-prima reciclada pode ser alocada matematicamente ao produto final certificado. Cada cliente pode selecionar a porcentagem alocada de material reciclado.

Desafios tecnológicos e regulatórios

Tanto o mercado como a sociedade esperam que a indústria apresente soluções construtivas para lidar com o resíduo plástico. A reciclagem química é um complemento inovador a outros processos de reciclagem e gestão de resíduos. “Precisamos de uma ampla gama de opções de recuperação de resíduos plásticos, uma vez que nem todas as soluções são adequadas para certos tipos de resíduos ou possíveis para cada aplicação do produto. A primeira escolha deve ser sempre a solução com melhor desempenho em uma avaliação de ciclo de vida”, explica Andreas Kicherer (foto, à direita), especialista em sustentabilidade da BASF.

Entretanto, as condições tecnológicas e regulatórias devem ser atendidas antes que o projeto esteja pronto para o mercado. Por um lado, as tecnologias existentes para transformar resíduos plásticos em matérias-primas recicladas, tais como óleo de pirólise ou gás de síntese, devem ser desenvolvidas e adaptadas a fim de garantir uma alta qualidade de forma consistente. Além disso, as estruturas regulatórias regionais influenciarão substancialmente na extensão com que essa abordagem pode ser estabelecida em cada mercado. É essencial, por exemplo, que a reciclagem química e a abordagem de balanço de massa sejam reconhecidas como medidas que contribuam para o cumprimento de metas de reciclagem específicas para produtos e aplicações.

Manejo responsável dos resíduos plásticos é essencial

Os plásticos oferecem muitos benefícios em aplicações técnicas, na medicina e em aplicações cotidianas e  são frequentemente uma alternativa melhor do que outros materiais. O desafio está no manejo responsável do destino dos plásticos pós-consumo. Sistemas funcionais de gestão de resíduos e o comportamento responsável dos consumidores em relação aos plásticos são cruciais para solucionar problemas tais como a poluição causada pelo lixo plástico. Para este fim, a BASF está envolvida em vários projetos, a nível de associação e também internacionalmente. Por exemplo, a empresa é membro do World Plastics Council e participa de dois programas da Ellen MacArthur Foundation. Além disso, a BASF implementou a Operation Clean Sweep, uma iniciativa internacional da indústria de plásticos para evitar a perda de grânulos, flakes e pós de plásticos no meio ambiente. O novo projeto ChemCycling da BASF é outro marco no uso responsável de recursos.

Fonte: BASF

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Nova estratégia da BASF visa crescimento rentável e neutro em termos de emissão de CO2

02/12/2018

“Com a nossa nova estratégia, a BASF está inserida em uma trajetória em direção ao crescimento”, disse o Dr. Martin Brudermüller na apresentação da nova estratégia da BASF em Ludwigshafen. O Presidente do Conselho Administrativo destacou a evolução positiva dos últimos anos. “Desde 2012, nossa receita de operações, antes da depreciação, amortização e itens extraordinários, cresceu em média 8% ao ano, bem mais rápido do que o aumento de 3% nos custos fixos por ano”. O crescimento dos lucros da BASF também ultrapassou o aumento anual de 3,7% na produção química global. Além disso, houve um grande avanço no fluxo de caixa líquido nos últimos anos e um alto retorno sobre o capital empregado (ROCE), mais recentemente 15,4%. Acima de tudo, a nova estratégia visa aumentar as vendas e os volumes. A BASF está se concentrando no crescimento orgânico do negócio. Para crescer mais rapidamente, a empresa focará ainda mais em seus clientes e desenvolverá ofertas sob medida para eles. Com o objetivo de se tornar mais rápida e flexível, a empresa simplificará consideravelmente as estruturas e processos, aperfeiçoará seu portfólio e fortalecerá o Verbund. “Iremos transformar nossa organização para ser mais focada no cliente e ágil”, disse Brudermüller.

O mercado asiático, onde a BASF já está bem estabelecida, desempenha um papel importante em sua estratégia de crescimento. Com uma participação no mercado mundial de mais de 40%, a China é o maior mercado de químicos e direciona o crescimento da produção química global. “Até 2030, a participação da China no mercado aumentará para quase 50% e queremos fazer parte desse crescimento”, disse Brudermüller. “Nosso novo site Verbund em Zhanjiang, na província de Guangdong, e a expansão do site em Nanjing aumentarão significativamente nosso crescimento neste mercado dinâmico.”

BASF estabelece ambiciosas metas financeiras e não financeiras

Com sua nova estratégia, a BASF está buscando metas ambiciosas – financeiras e não financeiras. “Queremos crescer mais fortes do que o mercado e nosso objetivo é aumentar nossos volumes de vendas acima do crescimento da produção global de químicos”, disse o CFO e vice-presidente do Conselho Administrativo Dr. Hans-Ulrich Engel.

A BASF também quer aumentar ainda mais a rentabilidade e visa um aumento no EBITDA antes dos itens extraordinários de 3 a 5% ao ano. “Além disso, a BASF visa obter um retorno sobre o capital empregado bem acima do custo da porcentagem de capital a cada ano. Isso significa que criamos um verdadeiro valor agregado”, disse Engel.

A BASF também busca ser líder aos olhos de seus investidores e tem como objetivo oferecer um valor acima da média em comparação com a indústria química. “Consequentemente, queremos aumentar nosso dividendo por ação a cada ano, apoiados por um forte fluxo de caixa líquido”, disse Engel.

Para ajudar a atingir essas metas ambiciosas, a BASF está iniciando um novo programa que estará em vigor de 2019 a 2021. A meta é de contribuições de ganhos anuais de € 2 bilhões a partir do final de 2021. O programa incluirá medidas voltadas para produção, logística, pesquisa e desenvolvimento, bem como atividades de digitalização, automação e desenvolvimento organizacional.

A empresa também estabeleceu metas ambiciosas não financeiras. “A BASF se compromete a manter uniforme suas emissões de gases de efeito estufa de 2018 até 2030 – mesmo visando um considerável crescimento anual da produção”, disse Brudermüller. “Isso significa que vamos dissociar nossas emissões de gases de efeito estufa do crescimento orgânico.” A meta inclui grandes investimentos planejados, como o novo site Verbund na província de Guangdong, no sul da China. Para tanto, a BASF melhorará a gestão, eficiência e integração de suas fábricas e, sempre que possível, comprará uma parcela maior de eletricidade a partir de fontes de energia renováveis. “Considerando os padrões tecnológicos já muito altos de nossas fábricas, essa é uma meta muito ambiciosa que exigirá criatividade excepcional para fazer as coisas de maneira diferente”, disse Brudermüller. Ele acrescentou que isso exigiria um ambiente regulatório adequado na Alemanha, Europa e em todo o mundo. A empresa afirma que já reduziu suas emissões de gases de efeito estufa em 50% em termos absolutos, em comparação com os níveis de 1990 – ao passo que seus volumes de produção dobraram nesse período.

Além da meta de crescimento neutro de CO2 até 2030, a BASF quer gerar cerca de € 22 bilhões em vendas com produtos Accelerator em 2025. São produtos que contribuem substancialmente para a sustentabilidade na cadeia de valor.

“Entretanto, nada disso será possível sem os nossos colaboradores. É por isso que, pela primeira vez, estamos estabelecendo uma meta para a satisfação dos colaboradores”, disse Brudermüller. “Queremos que mais de 80% dos nossos colaboradores sintam que na BASF eles podem prosperar e ter o melhor desempenho.”

Áreas de atuação para atingimento das metas

“Queremos que nossos clientes tenham uma nova experiência com a BASF”, disse Brudermüller. Portanto, a BASF continuará desenvolvendo sua organização para trabalhar de maneira mais eficaz e eficiente e ser ainda mais centrada no cliente. “Queremos fortalecer nossa paixão por nossos clientes em toda a organização, antecipar e atender ainda mais as necessidades de nossos clientes”, disse Brudermüller. Segundo a BASF, combinar a sua expertise na indústria química com as competências de seus clientes permitirá o desenvolvimento de soluções lucrativas e responsáveis. Para tanto, a BASF está lançando uma série de medidas que, entre outras coisas, aumentará a transparência para os clientes, melhorará o atendimento ao cliente e explorará o potencial de crescimento conjunto, afirma a empresa. A BASF se concentrará nas seguintes áreas de atuação: portfólio, pessoas, inovação, sustentabilidade, operações e digitalização.

Desenvolvimento futuro da estrutura de segmentos da BASF

A BASF realizou uma revisão de sua estrutura de segmentos e fará a introdução de mudanças a partir do início de 2019. “Vamos aprimorar nosso portfólio e focar nossa alocação de capital para áreas de negócios em crescimento”, disse Brudermüller. “A nova estrutura de segmentos da BASF criará mais transparência em relação a como direcionar nossos negócios, a importância das cadeias de valor e o papel do nosso Verbund”.

A partir de 1º de janeiro de 2019, a BASF terá seis segmentos, cada um contendo duas divisões de negócios, com exceção de Soluções para Agricultura, que continuará englobando uma divisão:

  • Químicos: Petroquímicos e Intermediários
  • Materiais: Materiais de Performance e Monômeros
  • Soluções para Indústria: Dispersões e Pigmentos e Químicos de Performance
  • Tecnologias para Superfícies: CataliSadores e Revestimentos
  • Nutrição e Care: Care Chemicals e Nutrição e Saúde
  • Soluções para Agricultura

A BASF pretende posicionar seus negócios de maneira clara perante seus concorrentes relevantes constituindo uma empresa com alto desempenho, permitindo o êxito da empresa em um ambiente de mercado cada vez mais competitivo.

A empresa se concentrará principalmente no crescimento orgânico por meio de investimentos e inovação, mas fará aquisições onde for necessário. “Nossa ênfase principal será em design de processos eficientes e confiáveis. As empresas que não conseguirem alcançar tal posicionamento acabarão fora do mercado”, afirmou Brudermüller.

O Verbund desempenha um papel central

O Verbund (integração da produção e verticalização) continuará desempenhando um papel central para a BASF. O Verbund ajuda a empresa a obter vantagens tecnológicas em todos os segmentos.

Além disso, as cadeias de valor só podem ser operadas com verdadeira eficiência no Verbund. Devido à produção integrada do Verbund, a BASF economiza, em termos de custos, pelo menos € 1 bilhão por ano, por exemplo, em matérias-primas, energia e logística. Ao mesmo tempo, a empresa evita emissões significativas como resultado do Verbund. A BASF continuará a liderar o setor na construção e desenvolvimento de estruturas do Verbund e na consolidação de operações em um número menor de sites altamente eficientes.

Criando uma organização de alto desempenho

Para ter êxito em sua mudança, a empresa também está melhorando os processos internos e a maneira como as pessoas trabalham juntas. Os colaboradores são a chave para a implementação bem-sucedida da nova estratégia. A BASF fornecerá estruturas flexíveis e garantirá que os colaboradores tenham as ferramentas e habilidades necessárias para oferecer aos clientes produtos e serviços diferenciados e personalizados. “É essencial nos tornarmos mais rápidos e mais ágeis e, portanto, mais eficientes e eficazes”, disse Engel.

Como parte do futuro desenvolvimento da organização, a BASF está criando estruturas mais enxutas para serviços, em P&D e em funções de governança. Ao incorporar partes significativas dos serviços funcionais nas divisões de negócios, a empresa está aproximando seus colaboradores de seus clientes. Além disso, as atividades funcionais e de pesquisa remanescentes serão organizadas de maneira mais eficiente. Aproximadamente 20.000 colaboradores em todo o mundo serão direta ou indiretamente afetados por essa reorganização. “Esperamos que todas essas medidas resultem em uma melhor diferenciação das unidades de negócios, além de ganhos substanciais de produtividade”, disse Engel.

Quando for o momento, daremos maior autoridade em termos de tomada de decisão para as unidades de negócios. “Isso significa que vamos permitir mais liberdade empreendedora, mas também atribuir responsabilidades claras”, comenta Engel. Assim, a BASF está aumentando a eficácia das unidades de negócios e, consequentemente, melhorando a satisfação do cliente. Para garantir que a BASF aproveite potenciais oportunidades de mercado em todos os países, a empresa introduzirá modelos de desenvolvimento de mercado complementares. As divisões de negócios decidirão quais mercados locais serão foco, sendo atendidos pelos seus próprios colaboradores e em quais mercados eles irão transferir as atribuições dos negócios para as organizações locais do país. Adicionalmente, a BASF estabeleceu uma força-tarefa de simplificação de processos para tornar os processos-chave menos complicados. A empresa simplificará e encurtará os processos possibilitando uma tomada de decisão mais rápida.

Resolvendo desafios com soluções inovadoras

A BASF sempre trabalhou no desenvolvimento de inovações mais atraentes para seus clientes. “Competitividade e relevância para o cliente são alcançadas por meio da excelência em processos e tecnologias. Nosso novo alinhamento estratégico irá agora aproximar nossas unidades de pesquisa das necessidades dos negócios e dos clientes”, disse Brudermüller. A pesquisa e o desenvolvimento da BASF estarão mais conectados organizacionalmente e, portanto, mais focados nas necessidades dos clientes ajudando a reduzir o tempo de comercialização, acelerando o crescimento orgânico da empresa.

A excelência operacional sempre foi um dos principais pontos fortes da BASF. “Nossos clientes esperam que os produtos sejam entregues no prazo e dentro das especificações”, disse Engel. “Para tanto, devemos gerir nossa produção com segurança, eficiência e confiabilidade”. A BASF aumentará a confiabilidade de suas fábricas e melhorará a flexibilidade. Portanto, a empresa aumentou seu orçamento para € 400 milhões por ano dedicado para alavancar a excelência operacional, o que está significativamente acima da média nos últimos anos.

Alavancar a digitalização por toda a empresa

A digitalização oferece oportunidades inigualáveis ao longo de todo o ciclo de vida dos ativos da BASF. Por exemplo, diferentes processos ou ideias de investimento podem ser simulados em computadores, o que ajuda a minimizar os custos. A realidade aumentada já está sendo usada para dar apoio para a força de trabalho da BASF nas operações diárias. A BASF pretende digitalizar os processos em mais de 350 de suas plantas em todo o mundo até 2022.

A digitalização será parte integrante dos negócios da BASF. A empresa criará valor adicional para os clientes, aumentará seus negócios e melhorará a eficiência através da digitalização. A empresa também irá aumentar a criatividade em P&D, utilizando mais intensamente seu supercomputador Quriosity. Para garantir que a BASF obtenha o melhor valor de seus dados, irá melhorar ainda mais a disponibilidade e a qualidade dos dados, fornecendo a infraestrutura necessária para conectar seus sistemas de back-end e usar os dados existentes para apoiar a tomada de decisões. A BASF ganhará velocidade, impacto e alcance em seus esforços de digitalização para ficar à frente de seus pares na indústria química.

Fonte: BASF

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BASF registra aumento de vendas no terceiro trimestre de 2018

01/11/2018

Lucros menores do que o trimestre correspondente do ano anterior

No terceiro trimestre de 2018, as vendas do Grupo BASF cresceram 8%, atingindo €15,6 bilhões, atribuído principalmente aos maiores preços de venda em todos os segmentos. O crescimento dos volumes e a aquisição dos negócios da Bayer, em agosto de 2018, também contribuíram para o aumento das vendas. Os efeitos cambiais negativos tiveram um impacto de compensação. O resultado das operações antes dos itens extraordinários (EBIT) diminuiu em €232 milhões, indo para €1,5 bilhão, principalmente devido à significativa menor contribuição do segmento de Químicos. O EBIT antes dos itens extraordinários também diminuiu consideravelmente nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura, apresentando um ligeiro declínio no segmento de Produtos de Performance – fato parcialmente compensado por lucros melhores em Outros.

Os itens extraordinários no EBIT totalizaram menos €75 milhões no terceiro trimestre de 2018, comparados a €122 milhões no mesmo período do ano anterior. Além dos custos de integração incorridos, relacionados à aquisição de significativos negócios e ativos da Bayer, as despesas com medidas de reestruturação e outros encargos também foram fatores contribuintes. O terceiro trimestre do ano anterior incluiu receitas especiais no segmento de Produtos de Performance, resultante da transferência do negócio de produtos químicos para couro da BASF para o grupo Stahl. Comparado ao terceiro trimestre de 2017, o EBIT diminuiu em €429 milhões, indo para €1,4 bilhão. O resultado operacional antes da depreciação, amortização e itens extraordinários (EBITDA antes dos itens extraordinários) diminuiu em €254 milhões, indo para €2,3 bilhões e o EBITDA em €465 milhões, indo para €2,2 bilhões.

Na apresentação dos números trimestrais do Grupo BASF, o Presidente do Conselho Administrativo, Dr. Martin Brudermüller, e o CFO Dr. Hans-Ulrich Engel apontaram alguns fatores especiais do terceiro trimestre: “Concluímos a aquisição de negócios significativos e ativos da Bayer e chegamos a um acordo sobre a fusão da Wintershall e DEA”, disse Brudermüller. Após a assinatura do contrato de cessão entre a BASF e a LetterOne, foi necessário ajustar os relatórios financeiros de forma retroativa a partir de 1º de janeiro de 2018. Os valores do ano anterior também foram atualizados.

O baixo nível de água no rio Reno, na Europa, causou impacto nos negócios. “Durante todo o terceiro trimestre, tivemos que lidar com isso, o que levou a cortes de produção e maiores custos com transporte”, disse Brudermüller. E o período apurado está sendo comparado com o excelente terceiro trimestre de 2017 do Grupo BASF, quando o clima de negócios era consideravelmente mais favorável. Brudermüller disse: “Os desafios no ambiente macroeconômico estão crescendo, fato que pode ser notado nos resultados do terceiro trimestre de 2018.”

Panorama para o exercício de 2018

O crescimento da produção industrial ficou aquém das expectativas no terceiro trimestre de 2018, principalmente devido aos acontecimentos na indústria automotiva em setembro, especificamente. A introdução de novos padrões de emissões causou impacto na Europa. Os efeitos do conflito comercial entre os Estados Unidos e a China também estão sendo sentidos, levando a uma desaceleração do crescimento econômico na Ásia em particular, principalmente na China.

Assim, a BASF ajustou sua avaliação do ambiente econômico global em 2018 da seguinte forma (previsão do Relatório Financeiro Semestral de 2018 entre parênteses):

  • Crescimento do produto interno bruto: 3,0% (3,0%)
  • Crescimento da produção industrial: 3,1% (3,2%)
  • Crescimento da produção de químicos: 3,1% (3,4%)
  • Taxa de câmbio média entre o euro e o dólar de $1,20 dólar por euro ($1,20 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) para o ano de $70 dólares por barril ($70 por barril)

A assinatura do acordo definitivo de cessão relativa à incorporação da Wintershall e da DEA reduz as vendas e o EBIT do Grupo BASF pela contribuição de suas atividades de petróleo e gás – retroativo a partir de 1º de janeiro de 2018 e com os números do ano anterior corrigidos, fruto da apresentação como operações descontinuadas.

Como resultado, a previsão do Grupo BASF para o exercício de 2018, contida no relatório de 2017, foi ajustada ao final de setembro (previsão anterior do Relatório BASF 2017 entre parênteses abaixo):

  • Discreto aumento das vendas (discreto aumento)
  • Ligeira queda no EBIT antes dos itens extraordinários (ligeiro aumento)
  • Declínio considerável no EBIT (ligeiro declínio)
  • Evolução dos segmentos no terceiro trimestre de 2018

As vendas no segmento de Químicos aumentaram 7% em comparação ao trimestre do ano anterior, indo para €4,3 bilhões, fruto de preços mais altos em todas as divisões, especialmente em Petroquímicos. Na casa dos €851 milhões, o resultado operacional antes dos itens extraordinários (EBIT) apresentou queda de €251 milhões, comparado ao forte terceiro trimestre de 2017, resultado principalmente das margens menores de isocianatos na divisão de Monômeros e produtos de craqueamento a vapor na divisão de Petroquímicos. Os lucros também foram negativamente impactados por custos fixos mais altos, devido, entre outros fatores, ao aumento das despesas de manutenção. Os lucros maiores da divisão de Intermediários não foram suficientes para compensar tal fator.

As vendas de aproximadamente €4 bilhões no segmento de Produtos de Performance ficaram niveladas com o trimestre do ano anterior. A BASF alcançou preços mais altos em todas as divisões; no entanto, os volumes de vendas diminuíram nas divisões de Nutrição e Saúde, Dispersões e Pigmentos e Care Chemicals. As vendas foram prejudicadas também pelos efeitos cambiais e de portfólio. O resultado das operações antes dos itens extraordinários (EBIT) diminuiu 6% comparado ao terceiro trimestre de 2017, indo para €360 milhões, resultado de volumes menores, custos fixos mais altos e efeitos cambiais negativos. As melhores margens tiveram um efeito de compensação. Excluindo os efeitos cambiais negativos, o EBIT antes dos itens extraordinários foi linear durante o período.

No segmento de Materiais e Soluções Funcionais, as vendas aumentaram 5% em comparação ao terceiro trimestre de 2017, alcançando €5,2 bilhões, fruto principalmente dos preços mais altos em todas as divisões, especialmente nos Catalisadores e Produtos de Performance. Os volumes também aumentaram, enquanto as vendas foram prejudicadas pelos efeitos cambiais. Apesar do crescimento de volumes, o EBIT antes dos itens extraordinários de €347 milhões ficou consideravelmente abaixo do nível do trimestre do ano anterior, principalmente devido aos custos fixos mais altos e margens menores em quase todas as divisões. Entretanto, este segmento da BASF apresentou um aumentou de lucros de um trimestre para o outro ao longo de 2018 e reduziu continuamente a diferença em relação ao trimestre do ano anterior.

As vendas de €1,2 bilhão no segmento de Soluções para Agricultura aumentaram consideravelmente em 26%, comparadas ao terceiro trimestre de 2017 – fator atribuído aos efeitos do portfólio resultantes da transação com a Bayer, de um nível de preço mais alto e de volumes ligeiramente maiores. Os efeitos cambiais negativos continuaram prejudicando a evolução das vendas. Apesar dos resultados sazonalmente negativos dos negócios adquiridos da Bayer, o EBIT antes dos itens extraordinários apresentou queda de apenas €26 milhões no trimestre do ano anterior. A receita gerada pelas operações da BASF, excluindo as atividades da Bayer, aumentou consideravelmente ao compararmos com o terceiro trimestre de 2017. Excluindo os efeitos cambiais negativos, o EBIT antes dos itens extraordinários também aumentou discretamente no geral.

“Após a assinatura do acordo com a LetterOne, as vendas e o EBIT do negócio de óleo e gás não fazem mais parte dos números do Grupo BASF – retroativo a partir de 1º de janeiro de 2018, e com os números do ano anterior corrigidos”, comentou Engel. “Tais atividades não são mais apresentadas como um segmento em nossos relatórios”. Até a conclusão, o resultado do Grupo Wintershall após os impostos será apresentado no resultado antes dos interesses minoritários do Grupo BASF como um item separado (“lucro antes da participação de minoritários advindo de operações descontinuadas”). No terceiro trimestre de 2018, o resultado antes da participação de minoritários advindo de operações descontinuadas aumentou em €86 milhões, indo para €235 milhões, principalmente atribuível a preços e volumes mais elevados, bem como a operações offshore na Líbia no terceiro trimestre de 2018; no ano anterior, tal fato se deu no segundo trimestre. O preço do barril de petróleo bruto Brent foi em média de 75 dólares no terceiro trimestre de 2018 (terceiro trimestre de 2017: $52). Os preços de gás nos mercados à vista na Europa também registraram fortes ganhos em comparação ao trimestre do ano anterior.

As vendas de €827 milhões em Outros foram consideravelmente maiores do que o trimestre do ano anterior (51%), fruto principalmente de maiores volumes de vendas e preços no comércio de matérias-primas. O EBIT antes dos itens extraordinários melhorou consideravelmente, de menos €203 milhões para menos €83 milhões, resultado dos efeitos do valuation do programa de incentivo a longo prazo.

Evolução dos lucros do Grupo BASF e fluxo de caixa

O lucro líquido diminuiu em €136 milhões, indo para €1,2 bilhão. O lucro por ação totalizou €1,31 (terceiro trimestre de 2017: €1,45). O lucro por ação ajustado para itens extraordinários e a amortização do imobilizado incorpóreo foi de €1,51 (terceiro trimestre de 2017: €1,40).

No terceiro trimestre de 2018, o fluxo de caixa das atividades operacionais foi de €2,9 bilhões, €865 milhões abaixo do valor do trimestre homólogo no ano anterior, devido principalmente à mudança no capital de giro líquido, em particular ao aumento no período de caixa vinculado a estoques e à queda no caixa advindo de recebíveis. O fluxo de caixa do acionista foi de €2 bilhões, comparado aos €2,8 bilhões no mesmo trimestre do ano anterior.

Os ativos totais do Grupo BASF aumentaram €6,8 bilhões, indo para €85,6 bilhões. A aquisição de significativos negócios e ativos da Bayer contribuiu com €8 bilhões para este aumento. Como resultado do pagamento do preço de compra para a Bayer, a dívida líquida aumentou €6,5 bilhões em relação a 31 de dezembro de 2017, indo para €18 bilhões. O índice de patrimônio líquido do Grupo BASF ficou na casa dos 43% em 30 de setembro de 2018.

Fonte: BASF

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BASF amplia produção de poliuretano termoplástico expandido em Taiwan

05/10/2018

A BASF anunciou a abertura de uma nova unidade de produção do seu poliuretano termoplástico expandido (E-TPU), o Infinergy®, em sua fábrica em Taiwan (foto). O aumento da capacidade de fornecimento do material inovador vai atender à demanda crescente pela solução para diversas aplicações e indústrias. A inovação tem diversas aplicações e é largamente usada no transporte, mobiliário, construção e equipamentos esportivos.

“A unidade de produção de Changhua terá um papel crucial para nos ajudar a atender à crescente demanda por E-TPU”, afirma Jens Dierssen, diretor global Business Management Infinergy da BASF. “Com a nova unidade de produção, expandimos nosso alcance global para melhor atender aos clientes na região da Ásia-Pacífico”, afirma.

“Este investimento reflete nosso compromisso com o mercado, oferecendo produção eficiente e um processo de qualificação adequado para atender às crescentes demandas de mercado e necessidades dos clientes”, acrescenta Kin Wah Chay, diretor geral da BASF Taiwan.

A espuma de célula fechada e partícula elástica tem uma combinação única de propriedades, como alta recuperação, baixa densidade, durabilidade em uma ampla faixa de temperaturas, resistência química e baixo peso, assegura a empresa. Esta inovação tem sido largamento usada nos transportes, indústria de móveis, construção e equipamentos esportivos, tais como em um assento de bicicleta criado pela Ergon, uma empresa de inovação em ciclismo com sede em Koblenz, Alemanha.

Os assentos de bicicleta da Ergon são compostos por duas estruturas em concha que funcionam isoladamente uma da outra, em um arranjo tipo “sanduíche”. Elas são soprepostas e sustentadas em um mecanismo flutuante pelo amortecedor de elastômero de alto desempenho, fabricado com o Infinergy.

Em um veículo conceitual de três rodas, o 05GEN da Yamaha Motor Co., Ltd., o Infinergy da BASF foi usado nos pneus para melhorar a experiência geral de direção. Sua estrutura celular característica contribuiu com o design marcante do projeto

O material também tem sido adotado na construção, oferecendo uma experiência esportiva mais segura e melhor em pistas de corrida e campos, graças ao excelente efeito de amortecimento das partículas de E-TPU.

Fonte: BASF

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BASF adquire dois fabricantes de materiais para impressão 3D

29/07/2018

Com o objetivo de expandir os negócios da empresa na área de impressão 3D, a BASF New Business GmbH (BNB) comprou todas as ações da Advanc3D Materials GmbH em Hamburgo e da Setup Performance SAS em Lyon. A aquisição representa mais um passo para posicionar a empresa como fornecedora líder de materiais e formulações à base de pó para a impressão 3D industrial.

A Advanc3D Materials oferece pós e formulações plásticas avançadas e sob medida para o processo SLS (sinterização por laser seletivo), além do know-how do processo. A Setup Performance, que opera uma unidade de produção em Lyon, é a parceira mais importante da Advanc3D Materials no desenvolvimento e fabricação de materiais de SLS. A BNB está integrando as duas empresas à sua subsidiária BASF Soluções em Impressão 3D GmbH (B3DPS).

A produção de peças plásticas formadas individualmente, com o uso da fabricação de camada aditiva por um processo de impressão 3D, é cada vez mais importante na indústria. A sinterização por laser seletivo (SLS) é um método de produção que, usando um design estrutural tridimensional, tem a forma de um objeto desenhada por um laser em um pó de um material específico, como poliamida. O material atingido pelo laser derrete e o objeto 3D desejado é produzido camada por camada.

Até agora, muitas peças plásticas complexas tinham que ser produzidas com moldagem por injeção. As maiores vantagens da impressão 3D incluem menor custo em pequena escala e uma produção muito mais rápida, já que não há necessidade de molde. Assim, os fabricantes de peças podem responder muito mais rapidamente aos pedidos e atender mais facilmente às necessidades individuais dos clientes.

“Depois que adquirimos a Innofil3D ano passado e com o consequente fortalecimento de nossa presença no mercado de filamentos plásticos para extrusão de camadas, estamos agora expandindo nosso acesso ao mercado na área de powder bed fusion (fusão por camada de pó). O portfólio complementa nosso leque atual, além de ser totalmente adequado a produtos como poliamida 11, poliamida 12 e polipropileno”, diz Dr. Dietmar Bender, vice-presidente de Manufatura e Tecnologia na BNB. Em abril, a B3DPS introduziu um novo material PA6 para sinterização por laser seletivo, que pode ser facilmente processado pela maioria das máquinas de SLS normalmente usadas no mercado atual.

A Advanc3D Materials já está bem estabelecida no mercado, oferecendo uma ampla gama de produtos e uma competência global de mercado e aplicação. Um pó consistente e extremamente fino, aditivos estabilizadores UV e o bom fluxo livre estão entre os elementos necessários para permitir que os materiais sejam usados na impressão 3D. A Setup Performance é a fabricante terceirizada e parceira de desenvolvimento da Advanc3D. A unidade de desenvolvimento e produção de produto e processo da empresa em Lyon é reconhecida por sua eficiência e curtos ciclos de desenvolvimento de novos produtos.

“Estamos ansiosos por fazer parte da BASF. Com isso poderemos expandir e desenvolver novas formulações para as atividades de produção de aditivo industrial de nossos clientes no mundo todo”, explica François Minec, Diretor Executivo da Advanc3D.

“Este know-how, a infraestrutura e os materiais avançados são um complemento perfeito para nós”, diz Dietmar Bender. Os clientes atuais e novos, principalmente nos setores automotivo e de bens de consumo, agora podem aproveitar o maior portfólio da B2DPS. “Esta aquisição é mais um passo em direção a nosso objetivo de nos tornarmos um fornecedor líder de materiais e formulações à base de pó para a impressão 3D industrial”, considera.

Fonte: BASF

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BASF amplia produção de Poliarilsulfonas na Coréia

20/05/2018

A BASF anunciou o início de uma nova linha de produção do Ultrason®, termoplástico amorfo transparente de elevada resistência térmica baseado em poliarilsulfona, em sua fábrica de Yeosu, na Coreia. Com a nova linha produtiva, a capacidade anual global de Ultrason® vai aumentar de 6 mil para 24 mil toneladas, atendendo ao crescente consumo do mercado em todo o mundo.

“A ampliação da produção nos permite acompanhar o crescimento da demanda oferecendo um alto nível técnico e com um portfólio de produtos que atenda às necessidades específicas das indústrias”, afirma Mario Cerqueira, coordenador regional de Especialidades Plásticas da BASF para a América do Sul. “É um material de alta performance perfeito para aplicações técnicas, muito útil na indústria automotiva, de equipamentos médicos e de conexões para circuito de água quente devido à sua alta resistência térmica, estabilidade dimensional e elevadas propriedades mecânicas”, afirma.

Ultrason® é o nome comercial para a linha da BASF dos produtos com base de polietersulfona (Ultrason® E), polissulfona (Ultrason® S), e polifenilsulfona (Ultrason® P). As últimas inovações incluem o Ultrason® Dimension, uma polietersulfona conhecida por sua extrema estabilidade dimensional e excelentes propriedades de fluxo, afirma a Basf.

A empresa produz Ultrason® em Ludwigshafen, na Alemanha, e em Yeosu, na Coréia. Ambas as plantas estão projetadas para produzir toda a gama de Ultrason® S, E e P, proporcionando à BASF a flexibilidade de otimizar a sua capacidade de suprimento aos clientes no mundo todo.

O Ultrason® é amplamente utilizado nas indústrias eletrônica, automotiva e aeroespacial para a produção de componentes leves e resistentes ao calor. O termoplástico pode suportar temperaturas de até 220°C sem alterar suas propriedades e possui excelente estabilidade química, afirma a BASF. Sua resistência à temperatura permitiu, por exemplo, que o material fosse aplicado no design compacto do novo refletor de farol no carro Hyundai ix35. O material também tem grande aplicação em peças de contato com alimentos, incluindo máquinas de café expresso ou pratos resistentes para microondas, bem como em eletrodomésticos premium. Ele está em conformidade com a FDA americana (Food and Drug Administration) e as regulamentações europeias para aplicações de contato com alimentos. Também é usado na produção de materiais compósitos de fibra de carbono e em membranas para filtração de água, em peças em contato com água quente e dispositivos médicos.

Fonte: BASF

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