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Fortaleza lança embalagem biodegradável para rejunte

23/09/2021

Compostas por papel cartão e biopolímero, a embalagem do Rejunta Acrílico pode ser descartada em compostagem

A Fortaleza, marca atuante no ramo da construção por argamassas e rejuntes, lançou uma  embalagem biodegradável para o seu Rejunta Acrílico. A inovação é uma iniciativa da equipe de P&D da Bostik, com o intuito de minimizar o impacto ambiental por meio da redução de 100% do plástico de origem fóssil na embalagem. A mudança também veio acompanhada de um ganho ergonômico no processo de fechamento dos potes e na redução do espaço necessário para armazenamento do produto.

“Comprometida com a sustentabilidade, a Fortaleza adiciona valor ao produto com a nova embalagem sem alterar o preço para o consumidor”, afirma Eduardo Cardoso, gerente de marketing da Bostik C&C Brasil. A embalagem do Rejunta Acrílico Fortaleza é composta por papel cartão e biopolímero. Segundo a Bostik, ambos são provenientes de fontes vegetais renováveis de amido de milho e eucalipto, permitindo o descarte em compostagem ou coleta seletiva de resíduos domésticos.

A parceria entre Fortaleza e a Bostik foi estabelecida em 2012, quando a Bostik comprou a Usina Fortaleza. Já em 2015, a Bostik foi adquirida pela Arkema, fabricante global de materiais especiais. “Comprometida com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, a Arkema tem incentivado as empresas que fazem parte do grupo a investirem em iniciativas ligadas a diversos objetivos, como por exemplo a redução da emissão de poluentes.” conta Eric Schmitt, CEO do Grupo Arkema no Brasil e Cone Sul.

“O Rejunta Acrílico é o primeiro produto a receber este tipo de embalagem, que contribui para um ciclo com redução no consumo de combustível e emissão de CO2 devido a menor peso da carga. A intenção é que todos os produtos em pote da Fortaleza possam seguir este modelo de embalagem até 2023”, afirma Henrique Guedes, gerente de P&D, Bostik C&C Brasil. A marca tem um portfólio de mais de 100 produtos diferentes com foco em construção.

Segundo a Bostik, o Rejunta Acrílico Fortaleza é um rejunte sem solventes, antimofo e 100% impermeável, sendo pronto para uso e oferecendo acabamento liso. O Rejunta Acrílico Fortaleza na embalagem biodegradável estará disponível nas lojas e home centers à medida que os produtos na embalagem anterior forem acabando em estoque.

Fundada em 1969, a Fortaleza é uma indústria de produtos de construção civil que oferece argamassas, rejuntes, impermeabilizantes, soluções para pisos, adesivos e selantes, bricolagem e engenharia. Em 2012, a Fortaleza foi adquirida pela Bostik, unindo sua tradição ao posicionamento inovador da líder mundial em produção de soluções adesivas.

A Bostik, uma empresa do grupo Arkema, é líder global em adesivos especiais nos mercados de construção, consumo e industrial. Há mais de um século, desenvolve soluções adesivas que podem podem ser encontrados em todos os lugares. Com vendas anuais superior a € 2 bilhões de euros, a empresa emprega mais de 6.000 colaboradores e está presente em mais de 40 países.

O grupo francês Arkema oferece um portfólio de tecnologias estruturado em 3 segmentos dedicados a Materiais Especiais: Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento. A Arkema oferece soluções tecnológicas focalizadas em áreas como novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade. O Grupo registrou vendas de € 8 bilhões em 2020 e opera em cerca de 55 países com 20.500 funcionários em todo o mundo.

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Grupo Carrefour, Green Mining e Ambev implementam ação para coleta e reciclagem de garrafas de Guaraná Antarctica em São Paulo

22/09/2021

O Grupo Carrefour Brasil firmou parceria com a startup brasileira Green Mining, especializada em logística reversa, e com a Cervejaria Ambev para levar a ação de reciclagem para seis lojas Carrefour Express de São Paulo.

Lançada esta semana com o slogan “Pequeno Grande Passo”, a campanha disponibiliza coletores personalizados para descarte de vidro e embalagens plásticas vazias em lojas Carrefour Express situadas em São Paulo (SP). Os recicláveis serão recolhidos pelos coletores da Green Mining que levarão o material até o ponto de concentração (hub). Ao atingir um certo volume, o material será prensado e destinado para reciclagem no Rio de Janeiro, sendo o vidro levado direto para a fábrica Ambev Vidros e o PET destinado para a produção de novas embalagens de Guaraná Antarctica, devolvendo, assim, o material à cadeia produtiva.

“Nossas decisões são tomadas com o objetivo de minimizar o impacto ambiental em toda a cadeia de produção, promover a inclusão e democratizar o acesso às práticas sustentáveis”, afirma Lucio Vicente, Diretor de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil. “Estamos em constante movimento pela preservação do meio ambiente e a parceria com a Green Mining e com a Ambev representa a perspectiva de um futuro melhor, pautado pelo desenvolvimento sustentável”, complementa.

Para garantir que todo o material seja destinado corretamente, a Green Mining realiza a pesagem dos resíduos em cada etapa do processo, registrando os dados no sistema da startup que garante a rastreabilidade com segurança da tecnologia blockchain. “A rastreabilidade é o futuro da logística reversa porque impede que qualquer dado inserido no sistema seja alterado. Seguimos na missão de mudança dessa cultura de descarte inadequado e, com essas grandes parceiras, inovamos e promovemos um modelo de economia circular de verdade, mantendo o nosso propósito ambiental, social e econômico”, diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining.

“Como sempre dizemos, a sustentabilidade é o nosso negócio e não apenas parte dele. Em 2018, traçamos metas de sustentabilidade ambiciosas para 2025, incluindo toda nossa cadeia de valor. Antes disso, sempre tivemos compromissos ambientais dentro das nossas operações e, hoje, temos conquistas que refletem a solidez dessa jornada. Atualmente, nossas metas para 2025 estão apoiadas em cinco pilares: gestão da água, ações climáticas, agricultura sustentável, embalagem circular e ecossistema de empreendedores. Com eles, impulsionamos o progresso na direção dos ODS, usando a nossa escala e parcerias para gerar uma mudança positiva significativa”, finaliza Carolina Pecorari, Diretora de Sustentabilidade da Ambev.

A Green Mining integra o grupo de empresas do Pacto Global da Organização das Nações Unidas, assim como o Grupo Carrefour Brasil e a Ambev, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

Os pontos de descarte de vidro e embalagens plásticas vazias estão dispostas nos seguintes endereços das lojas Carrefour Express:

•Alameda Ribeirão Preto, 580 – Bela Vista, SP
•Rua Albuquerque Lins, 603 – Santa Cecília, SP
•Av. João Carlos da Silva Borges, 789 – Vila Cruzeiro, SP
•Rua Pedro de Toledo 145, Vila Clementino, SP
•Rua Fradique Coutinho, 125 – Pinheiros, SP
•Av. Dr. Gentil de Moura, 287 e 293 – Alto do Ipiranga, SP

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Embalagens para nutrição enteral da Unipac atendem a demanda crescente do segmento hospitalar e clínico

22/09/2021

A Unipac vem atuando na produção de embalagens para nutrição enteral utilizadas em sistemas fechados, ou seja, para uso hospitalar e clínico e destinadas a pessoas que precisam se alimentar por meio de um tubo ou sonda flexível.

O produto atende à demanda de empresas globais e permite a nacionalização do fornecimento de um tipo de embalagem que possui características específicas para a segurança alimentar. Com estrutura coextrudada de seis camadas, é feita de polipropileno e EVOH, matéria-prima que possibilita melhor barreira a gases para sistemas multicamadas. Possui resistência a temperaturas de até 135°C, sendo indicada para aplicações que exijam processamento térmico e envase a quente (hot filled) ou esterilização dentro da embalagem, tal como os processos em autoclave (retort).

A embalagem para nutrição enteral produzida pela Unipac possui 1 litro, com gramatura leve e olhal, um tipo de suporte para pendurar o produto pela extremidade inferior. Para que a alimentação seja administrada ao paciente, o sistema fechado é conectado a uma bomba infusora, que permite a programação de dosagem durante o período de tratamento.

O desenvolvimento de embalagens para nutrição enteral teve início em 2012, visando atender às demandas de clientes. Para a produção do produto, a Unipac investiu em uma sala limpa fechada e climatizada para atender às Boas Práticas de Fabricação (BPF), com base nas resoluções da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), na aquisição de máquina sopradora e cabeçote específico para multicamadas e na capacitação técnica de seus colaboradores.

As embalagens para alimentação enteral passam por testes diversos, tais como o de análise sensorial para verificar resíduos e odor; de migração total, que verifica se há migração de alguma substância para o produto; e o de transmissão de taxa de oxigênio, entre outros, feitos em parceria com centros de tecnologia. “Nossas equipes possuem sólidos conhecimentos no desenvolvimento de tecnologias que permitem a fabricação de embalagens de qualidade, como também adequadas às exigências legais e necessidades de nossos clientes, de forma a garantir o desempenho em sua finalidade”, explica André Silvestre, Gerente de Vendas do Segmento Embalagem da Unipac.

A expectativa da empresa é que o mercado de nutrição enteral cresça a taxa de dois dígitos em 2021 e nos próximos anos. “O produto atende a todas as normas vigentes e exigências dos clientes. Temos tecnologia, capacidade produtiva e know-how para atender a um segmento fundamental à manutenção da vida e estamos aptos a absorver demandas de segmentos específicos no mercado interno e externo”, finaliza Silvestre.

Com 45 anos em 2021, a Unipac é fornecedora de clientes que atuam nos segmentos automotivo, de defensivos agrícolas, logístico, entre outros. Executa seis tipos de processos de transformação em suas unidades produtivas – sopro, injeção, injeção estrutural, extrusão de chapas, termoformagem e rotomoldagem – que estão instaladas em Pompeia (matriz) e Limeira (filial), ambas em São Paulo, e nos sites de seus clientes, por meio do modelo in house, nas cidades de Regente Feijó/SP, Paulínia/SP e Maracanaú/CE. Possui em torno de 1.000 colaboradores. Conta com uma área voltada à inovação e um moderno centro de pesquisa de engenharia avançada em materiais e processos, além de ferramentaria própria para a produção de moldes.

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Adimax lança linha de alimentos para animais domésticos em embalagem fabricada com Poliéster Reciclado Pós-Consumo da Terphane

16/09/2021

Lançamento com a linha Ecophane é inédito no mercado de pet food.

Com a proposta de reforçar seu compromisso com as boas práticas ambientais e com o desafios de minimizar o impacto de seus produtos/embalagens no meio ambiente, a Adimax, uma das maiores fabricantes de alimentos para cães e gatos do Brasil, adotou a linha de filmes sustentáveis Ecophane da Terphane para os produtos da marca ‘Fórmula Natural’. “Estas embalagens são inéditas no mercado brasileiro de pet food”, celebra André Gani, diretor de Vendas & Marketing da Terphane.

Como explica Leonardo Dalmagro, gerente de desenvolvimento de Embalagens da Adimax, “o projeto é o resultado da busca constante da empresa por alternativas que aprimorem seu produto final e o mantenha alinhado aos princípios de sustentabilidade durante todo o seu ciclo de vida, desde a produção, passando pela embalagem e chegando ao descarte”.

As embalagens plásticas da ‘Fórmula Natural’, com capacidade para 500 gramas, são produzidos pelo Grupo Copobrás com os filmes PET PCR (poliéster reciclado pós-consumo) da linha Ecophane. Segundo a Terphane, este filme tem, no mínimo, 30% de PET reciclado em sua composição.

Além disso, os filmes da linha Ecophane são os únicos de poliéster com PCR (PET reciclado pós-consumo) no Brasil aprovados pela Anvisa, inclusive para contato direto com alimentos, garante a Terphane. Nos Estados Unidos e Europa, a linha Ecophane já é comercializada com sucesso, com aprovação da FDA e EFSA (união Europeia), informa a fabricante.

Lançados em 2019, estes filmes estão alinhados à uma demanda crescente do mercado global por materiais que garantam a produção de embalagens recicláveis e com conteúdo reciclado. Além de garantirem um menor uso de matérias-primas virgens, estes filmes estão inseridos no conceito de Economia Circular: o PET descartado na forma de embalagens, garrafas ou outros itens é coletado, reciclado e volta a ser embalagem.

“Desenvolvemos a linha Ecophane com base na plataforma de Sustentabilidade da Terphane, que está alinhada às necessidades de proprietários de marcas como a Adimax, ou seja, empresas que querem associar suas marcas e produtos a embalagens cada vez mais sustentáveis”, completa André Gani. Nesta plataforma de Sustentabilidade, a Terphane afirma ter estabelecido como prioridades ações socialmente e economicamente positivas em suas plantas, produtos e na comunidade, além de, sempre que possível, integrá-las ao conceito de Economia Circular.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fundada em 2002, a Adimax é hoje uma das maiores fabricantes de alimentos para cães e gatos no Brasil. Com sede em Salto de Pirapora (Sorocaba- SP); filiais em Abreu e Lima (PE), Uberlândia (MG) e Goianápolis (GO); e Centros de Distribuição nas regiões Sudeste, Nordeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil, a empresa produz mais de 300 itens em diversas categorias. Entre as marcas de destaque estão a Fórmula Natural, Origens, Magnus e Qualidy.

O Grupo Copobras – que engloba Copobras e Incoplast – possui mais de 50 anos de trajetória e 12 unidades produtivas em seis estados para atender ao mercado nacional e internacional. Com a inovação em seu DNA, aposta em tendências e investe em uma equipe altamente capacitada, trazendo para o mercado diversas soluções que oferecem praticidade, conforto e segurança para a vida das pessoas e contribuindo para os anseios das novas dinâmicas de consumo. Com esse olhar visionário, conquistou a liderança do mercado de descartáveis com a Copobras e o topo do segmento Pet Food com a marca Incoplast.

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Projeto Eco patrocinado pela Lord fala sobre sustentabilidade do plástico a voluntários

16/09/2021

Projeto teve início nesta semana e contou com a presença de aproximadamente 250 pessoas

Esta semana foi dado início ao Projeto Eco, que tem como principal objetivo difundir na sociedade os benefícios do plástico e a sua sustentabilidade. O projeto conta com a Lord – uma das principais fabricantes de embalagens plásticas flexíveis do Brasil – como principal apoiador.

Nesta primeira etapa, o programa recebeu cerca de 250 pessoas, que se inscreveram de forma 100% voluntária. Durante os dois dias de treinamento, os voluntários souberam mais sobre os benefícios do plástico no dia a dia, os diferentes tipos de resinas e formas de produção, a importância dos aditivos e masterbatches em diferentes aplicações plásticas e sua essencial contribuição para importantes segmentos da economia brasileira, como o agronegócio.

O Projeto Eco ainda terá algumas etapas para aprofundamento do assunto e de questões relacionadas ao material e à sustentabilidade, as quais acontecerão até novembro. Já no ano que vem, os voluntários participantes darão o passo mais importante: serão os multiplicadores na sociedade, levando todo o conteúdo recebido para escolas, ETEC´s e até mesmo, universidades. “O público jovem é o principal foco da empresa, uma vez que, em breve, essas pessoas serão os responsáveis por toda a cadeia de consumo”, destaca a coordenadora de marketing da Lord, Maria Claudia Muraro.

“Estamos fazendo a transição de uma economia linear para uma economia circular e abraçarmos inteiramente o Projeto Eco porque temos a plena convicção de que plástico e sustentabilidade devem caminhar juntos nessa nova realidade, de um futuro mais sustentável”, comenta Herman Moura presidente da Lord.

A Lord é especializada no desenvolvimento e na produção de filmes e embalagens plásticas flexíveis, atendendo ao mercado nacional e internacional há mais de 50 anos. A empresa atua nos segmentos agrícola, alimentício, bebidas, conversão, higiênicos e descartáveis, industrial, varejo entre outros.

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Dow abre inscrições para Prêmio Packaging Innovation Awards 2021

13/09/2021

Realizado desde 1986, o Packaging Innovation Awards prestigia tecnologias e processos inovadores desenvolvidos por participantes de toda a cadeia de valor do mercado de embalagens.

Estão abertas as inscrições para 33ª edição do Packaging Innovation Awards, premiação realizada pela Dow que reúne anualmente as principais novidades na indústria de embalagens com foco no avanço tecnológico, na sustentabilidade e na melhoria da experiência do usuário.

“Todos os anos, o Packaging Innovation Awards destaca os projetos, novos pontos de vista e ideias que estão ampliando os horizontes da indústria para apresentar verdadeiras inovações que podem simplificar o comércio, impactar a sociedade e impulsionar a economia circular do plástico”, comenta Andres Salgado, diretor de marketing do Negócio de Embalagens Especiais e Plásticos para a América Latina da Dow.

O prazo para submeter um projeto, seja ele referente a qualquer área da cadeia de valor de embalagem, vai até o dia 14 de outubro e pode ser feito no site: www.dow.com/en-us/market/mkt-packaging/packaging-innovation-award.html. Já as amostras dos projetos precisam chegar até o dia 5 de novembro. A participação no prêmio é gratuita e os projetos inscritos podem envolver os diferentes tipos de embalagem, desenvolvidas em qualquer material. Todas as inscrições devem contemplar produtos comerciais que estejam no mercado.

“Todas as inscrições serão revisadas e avaliadas por um painel independente e de prestígio de profissionais de todo o mundo, em uma ampla variedade de áreas, incluindo design, engenharia, varejo, conversão e academia. Esses jurados irão analisar e julgar cada projeto com base em três critérios: tecnologia, sustentabilidade e experiência do usuário”, explica Salgado.

Os vencedores na categoria prata, ouro e diamante, além do Prêmio Diamante (de maior honra), que será destinado para o autor do projeto com excelência nas três categorias, serão anunciados no primeiro trimestre de 2022.

Agenda do Packaging Innovation Awards 2021

A Dow é uma empresa global de ciência dos materiais, com um portfólio de produtos que inclui plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones voltados para mercados como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.

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Terphane vence Prêmio Abre da Embalagem Brasileira na categoria Ouro

13/09/2021

  • A embalagem foi premiada na categoria Estratégica
  • ‘Soluções para Varejo e e-commerce”

Depois de ficar entre as finalistas do Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira, a embalagem da Salada La Vita foi confirmada como a vencedora Ouro na categoria estratégica ‘Soluções para Varejo e e-commerce’.

Os jurados foram unânimes em afirmar que a embalagem da Salada La Vita se destacou pelo caráter inovador para esta categoria de produto (salada pronta para consumo): uma bandeja APET (poliéster amorfo) com tampa feita com um filme de poliéster (PET) selável e de fácil abertura. Segundo a empresa, a solução vai ao encontro de uma necessidade crescente do varejo e do e-commerce de oferecer saladas para consumo on the go (em movimento), com total conveniência e funcionalidade.

A produção da embalagem foi possível graças ao filme PET da Terphane. O filme escolhido para a tampa da embalagem foi o da linha Sealphane. Entre seus atributos, destaca a fabricante, estão a selagem automática que garante eficiência e rapidez ao processo, além de evitar perdas de produto e diminuir o risco de contaminação pela manipulação. A tampa é totalmente transparente, permitindo a clara visualização do produto já que o filme possui funcionalidade anti embaçamento (antifog).

Como reforçou Nick Kramer, Diretor Industrial da empresa La Vita, “após diversos testes, o filme da Terphane se mostrou ideal para atender às necessidades de nosso produto, a salada fresca. Além de manter as propriedades dos alimentos inalteradas, o atributo do antifog permitiu melhorar a apresentação no PDV, garantindo uma exposição adequada e ganho de competitividade.”.

De acordo com a Terphane, esta embalagem também permite que a bandeja selada seja empilhada durante o manuseio e distribuição, proporcionando otimização logística e economia de espaço no transporte e na armazenagem. Ela também possibilita a apresentação do produto nas posições vertical ou horizontal na gôndola (PDV).

“Toda a solução está alinhada a um outro conceito bastante importante nos dias atuais, o da segurança alimentar. A embalagem pode conter diversos compartimentos, igualmente selados, e que possibilitam separar proteína, cereais e molho, mantendo o frescor de cada item e aumentando sua vida de prateleira (shelf life)”, explica José Ricardo Sorbile, Gerente Nacional de Vendas da Terphane. Segundo ele, a embalagem também pode ser refrigerada e o filme permite a selagem até 210ºC, sem deformação.

A embalagem da Salada La Vita se destaca ainda pela sustentabilidade: ela é mono material – bandeja e tampa de poliéster – e reciclável. Além disso, segundo a emrpesa, o filme PET utilizado tem apenas 25µm e não atinge nem 1g por embalagem de salada – um peso muito menor quando comparado ao de uma tampa rígida. Isto contribui para gerar um volume menor de resíduo.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Termotécnica celebra 60 anos de fundação

08/09/2021

Companhia é líder em soluções de embalagens em EPS

A Termotécnica completou 60 anos neste dia 29 de agosto. Desde a sua fundação, a Termotécnica tem sido pioneira e protagonista no mercado de soluções de embalagens em EPS (popularmente conhecido como isopor*) no país e vem se reinventando atendendo às novas demandas dos clientes e dos consumidores. “Nesta trajetória desbravamos novos caminhos, novas soluções, migramos para outros mercados. Desenvolvemos soluções antes inexistentes, trabalhando em conjunto com os clientes para oferecer as melhores alternativas de proteção e para quebrar as barreiras logísticas de transporte e distribuição de produtos, sempre buscando novas aplicações para esse material tão versátil”, afirma Albano Schmidt.

Albano Schmidt

Ao longo dessas seis décadas, a Termotécnica vem dando saltos de crescimento, com pontos de inflexão ao longo do caminho. O desenvolvimento de produtos com engenharia e ferramental próprios, foram os primeiros passos para alcançar a autonomia. Nos anos 1970, a empresa deu início ao atendimento de clientes do varejo, com caixas térmicas para alimentos e bebidas. Nesta época, a companhia cresceu muito também nas aplicações de barreiras de calor, explorando a característica de isolamento térmico, desenvolvendo tecnologia e engenharia de projetos construtivos para grandes frigoríficos e câmaras frias.

Na década de 1980, passou a produzir a própria matéria-prima, com a fundação da planta Termocell, junto à matriz em Joinville (SC). Com isso, a Termotécnica verticalizou sua produção, ganhando ainda mais autonomia nas operações. É em 1980 também a inauguração da filial em Manaus (AM) para atender de perto às necessidades de importantes clientes, principalmente da Linha Marrom (áudio e vídeo). Nos anos 1990, a Termotécnica introduziu o conceito shrink na Linha Branca (eletrodomésticos) no Brasil. Com esta solução a empresa promoveu uma grande mudança neste segmento, mudando de forma definitiva o modelo de embalagem para refrigeradores.

Ainda em 1990, a empresa assinou o primeiro convênio com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e criou a sua própria área interna de Pesquisa e Desenvolvimento. Ao todo, são 97 patentes (desenho industrial, modelo de utilidade e invenções) e 19 marcas registradas. Como reconhecimento dessa trajetória de inovação, recentemente a Termotécnica conquistou o Prêmio Inovação Catarinense “Professor Caspar Erich Stemmer”, na categoria Empresa Inovadora, concedido pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc).

Nos anos 2000, a Termotécnica investiu em novas expansões com a inauguração das unidades fabris em São José dos Pinhais (PR) e Rio Claro (SP) para atender principalmente ao mercado de Linha Branca. E em 2012, inaugurou a unidade fabril em Petrolina (PE), voltada para soluções para o agronegócio, com a marca DaColheita. A crescente demanda dos produtos do Vale do São Francisco possibilitou a expansão para a região Nordeste.

Ao longo de sua história, a Termotécnica também vem sendo reconhecida pela sua atuação sustentável, e tem estado presente em quatro edições do Guia Exame de Sustentabilidade. Nos anos 2000, viabilizou, de forma pioneira, as operações de logística reversa e reciclagem do EPS no país, antecipando-se em alguns anos à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com o programa Reciclar EPS, a Termotécnica tem buscado uma mudança cultural no Brasil, promovendo a conscientização da população de que o EPS é um plástico reciclável que precisa ser descartado de forma correta para ter seu ciclo de vida prolongado.

A Termotécnica afirma que, ao longo de 13 anos, foram mais de 44 mil toneladas de EPS coletadas, recicladas e devolvidas ao mercado como material de alto valor agregado. Segundo a empresa, o Programa Reciclar EPS contabiliza ainda cerca de 1.000 pontos de coleta do material em várias regiões do país e geração de emprego e renda para cerca de 5.000 famílias. Por esses resultados, a Termotécnica foi reconhecida em 2021 no 26º Prêmio FIESP de Mérito Ambiental, com menção honrosa na categoria médias e grandes empresas, com o case “Reciclar EPS – da logística reversa a novos produtos”.

Nos últimos dois anos, a Termotécnica ampliou o portfólio no agronegócio em soluções pós-colheita e internacionalizou o uso do EPS no transporte global das frutas brasileiras. A empresa vem desenvolvendo novas soluções para valorizar produtos técnicos e atua fortemente na cadeia térmica, oferecendo soluções para o transporte seguro de vacinas. Também tem trabalhado junto aos clientes das linhas Branca, Marrom e Automotiva para ampliar seus canais de vendas por e-commerce, garantindo maior segurança dos produtos durante toda a logística de embalamento, armazenagem, transporte e entrega ao cliente final.

“Tecnologias como indústria 4.0, internet das coisas, rastreabilidade, manutenção da temperatura, função ativa para segurança sanitária e ampliação da validade dos produtos acondicionados, novas resinas e materiais de origem vegetal e biodegradáveis: o que o mundo, os mercados, clientes e consumidores quiserem – a Termotécnica vai estar à frente provendo essas soluções”, assegura o Presidente da Termotécnica.

Mais recentemente, desde que se iniciou a pandemia por coronavírus, a Termotécnica vem desenvolvendo soluções inovadoras para o segmento fármaco. Em agosto de 2020 lançou a nanotecnologia do Safe Pack – EPS antiviral, para redução do risco e velocidade da contaminação por vírus. Também desenvolveu unidades conservadoras que podem ser aplicadas no transporte de vacinas em temperaturas extremamente baixas.

“Posso dizer com muita convicção que hoje, ao completarmos 60 anos, estamos muito mais próximos da missão de ‘ser uma empresa de classe mundial, onde as pessoas tenham prazer e orgulho de trabalhar’. No entanto, o nosso espírito se mantém inquieto, perseguindo o novo, trazendo conceitos modernos de excelência em gestão, mas sempre traduzidos para o jeito Termotécnica de ser”, comemora Albano Schmidt.

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Unipac reitera sinergia com inpEV para reciclagem de embalagens vazias de agroquímicos

02/09/2021

A Unipac celebrou o Dia Nacional do Campo Limpo no último dia 18 de agosto, uma data criada pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV) com o objetivo de reconhecer a participação dos diferentes agentes da logística reversa de embalagens vazias de agroquímicos no Brasil – agricultores, revendas, cooperativas, indústrias e poder público – e comemorar os resultados alcançados com a atuação conjunta.

De acordo com dados do inpEV, em 2020, o Sistema Campo Limpo promoveu a correta destinação de 49,9 mil toneladas de embalagens de agroquímicos, ou seja, 94% das embalagens comercializadas no Brasil foram enviadas para reciclagem ou incineração. Do total recebido pelo Sistema em 2020, 93% foram recicladas e transformadas em novas embalagens e tampas ou outros produtos, como conduítes e dutos, tubo para esgoto, drenos e conexões. O trabalho só foi possível graças a uma estrutura composta de 411 unidades de recebimento e 3,9 mil recebimentos itinerantes.

Segundo sua cultura de sustentabilidade, a Unipac defende o trabalho de conscientização dos agentes envolvidos e de toda a comunidade sobre a responsabilidade de pensar e agir de forma sustentável, com efeito direto na vida das gerações presente e futuras. “O Brasil é uma referência no recebimento de embalagens para defensivos agrícolas no mundo e o inpEV, ao promover ações socioambientais em parcerias com cooperativas, escolas, universidades, entre outros públicos, visando incentivar a conservação ambiental e o compromisso de todos com a natureza e seu ciclo sustentável, tornou-se uma referência para outros setores e é prova de que é possível fazer a logística reversa com resultados positivos”, comenta André Silvestre, Gerente de Vendas do Segmento Embalagem da Unipac.

O Grupo Jacto busca regularmente sinergias com o inpEV, com o objetivo de fomentar o recebimento e a destinação correta do maior número possível de embalagens e também afirma investir em pesquisa, desenvolvimento de processos e materiais sustentáveis, a exemplo da tecnologia em máquinas para fabricação de embalagens com resinas recicladas pós-consumo.

“Como integrante da cadeia, somos corresponsáveis pelo bom desempenho desse ciclo. Desenvolvemos produtos e processos voltados ao menor impacto ao meio ambiente e tecnologias mais limpas, a exemplo da embalagem com proteção por plasma destinadas exclusivamente ao envase de defensivos agrícolas, que é livre de solventes, sem emissão de resíduos sólidos e reduz potencialmente o aquecimento global, o que favorece a reciclagem do produto final, garantindo à empresa do agronegócio a segurança e a integridade dos defensivos agrícolas desde o envase até a sua utilização no campo”, afirma Silvestre.

Exemplo de sucesso

A logística reversa de embalagens de agroquímicos é obrigatória (Lei federal nº 9.974/00) e está inserida na Política Nacional de Resíduos Sólidos. A legislação define as atribuições de empresas e poder público no que se refere à destinação de embalagens e produtos pós-consumo, bem como suas devidas responsabilidades.

Segundo a Unipac, todos os produtos fabricados pela empresa, embalagens ou tampas, podem ser reciclados e reaproveitados na fabricação de outros tipos de produtos, conforme normas vigentes.

Com 45 anos em 2021, a Unipac atua nos segmentos automotivo, de defensivos agrícolas, logístico, entre outros. Executa seis tipos de processos de transformação em suas unidades produtivas – sopro, injeção, injeção estrutural, extrusão de chapas, termoformagem e rotomoldagem – que estão instaladas em Pompeia (matriz) e Limeira (filial), ambas em São Paulo, e nos sites de seus clientes, por meio do modelo in house, nas cidades de Regente Feijó/SP, Paulínia/SP e Maracanaú/CE. Possui em torno de 1.000 colaboradores, que atuam de forma colaborativa e participativa, em um ambiente organizacional favorável ao desenvolvimento constante.

Conta com uma área voltada à inovação e um moderno centro de pesquisa de engenharia avançada em materiais e processos e mantém uma ferramentaria para a produção de moldes para os mais variados processos de transformação. A Unipac é uma das unidades de negócio do Grupo Jacto, composto por importantes empresas que atuam nos segmentos agrícola, tecnologia de aplicação de polímeros (automotivo, embalagens e logística), transporte, equipamentos para serviços de limpeza e higienização, e soluções para a área médica. Fundado em 1948 e presente nos cinco continentes, o Grupo é 100% nacional.

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Nugali lança linha de chocolates utilizando Poliéster biodegradável

29/08/2021

  • Segundo empresa, trata-se da primeira linha de chocoloates que usam poliéster biodegradável no Brasil
  • O lançamento é com o filme PET sustentável e biodegradável da linha Ecophane, da Terphane.

A Nugali Chocolates apresentou para o mercado brasileiro seus produtos embalados com os filmes PET biodegradáveis da linha sustentável Ecophane, da Terphane. “O lançamento é único nesta categoria de produtos no país”, explica André Gani, diretor de Vendas & Marketing da Terphane.

A estrutura da embalagem laminada biodegradável é composta pela solução Ecophane, além de papel e filme selante biodegradável Greenflex desenvolvido pela Sulprint Embalagens. Como explica Gani, “nesta estrutura, o filme de poliéster Ecophane biodegradável foi metalizado para proporcionar a barreira necessária ao produto. Sua laminação com os outros materiais biodegradáveis permitiu superar o desafio de se criar uma embalagem 100% biodegradável em ambiente de aterro sanitário”.

“A aplicação deste material possibilita implementar diversos projetos; o filme PET Ecophane biodegradável combina com as duas linhas de polímeros biodegradáveis que usamos no desenvolvimento da linha Greenflex de embalagens 100% sustentáveis. Assim, conseguimos trabalhar com filmes de diferentes níveis de barreira, mantendo as características de processamento das embalagens, sem alterar os equipamentos de envase”, destaca André Santos, Gerente P&D da Sulprint.

Gani completa: “Desde o início do projeto, a Sulprint deixou claro que a Nugali Chocolates queria uma embalagem sustentável e que mantivesse a integridade e qualidade do produto, representando os atributos da marca. Esta, aliás, é uma reinvidicação fundamental em uma categoria tão competitiva como a de chocolates”.

Para Enrico Maiolino, da Nugali, “Os consumidores reagiram de forma bastante positiva à nova embalagem, com boa aceitação do conceito. Isto porque o consumidor está cada vez mais atento à importância de produtos eco friendly e tende a preferir marcas mais sustentáveis. Assim, a substituição das embalagens plásticas feitas com resinas convencionais por embalagens 100% biodegradáveis faz parte da estratégia da Nugali para se tornar uma empresa cada vez mais sustentável”.

Outro ponto positivo na adoção da embalagem biodegradável pela Nugali é que não foi preciso fazer nenhuma alteração nas linhas de envase, mantendo a mesma eficiência do processo anteriormente usado com materiais regulares. A eficiência também foi mantida nos processos de distribuição e houve um ganho importante de visibilidade e atratividade da marca no ponto de venda, afirma a empresa.

Segundo a Terphane, as embalagens produzidas com os filmes biodegradáveis de poliéster Ecophane podem ser destinadas para o aterro sanitário, junto com o lixo orgânico comum. Sua decomposição gera húmus que pode ser usado para fertilizar o solo; o gás liberado na degradação pode ser convertido em energia. A degradação não gera nenhum tipo de micro plásticos, garante a empresa. Além disso, a linha biodegradável Ecophane também pode ser reciclada.

Os filmes sustentáveis da linha Ecophane – com conteúdo reciclado e biodegradáveis – são os únicos aprovados pela Anvisa (Brasil) para contato direto com alimentos, afirma e Terphane. Nos Estados Unidos e Europa, a linha Ecophane já é comercializada com sucesso e tem aprovação da FDA (Food & Drug Administration) e da EFSA (união Europeia).

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fundada em 1977, a Sulprint Embalagens possui know how em estruturas técnicas, trazendo soluções inovadoras e sustentáveis para diversos segmentos. Com parques fabris nas cidades de Santa Cruz do Sul e Vera Cruz/RS, a Sulprint tem autonomia em todos os processos de fabricação de embalagens flexíveis.

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Dow inaugura centro de inovação para a América Latina em Jundiaí

27/08/2021

Entre os inúmeros estudos realizados nos laboratórios, há também o foco nas tecnologias para embalagens de alimentos e bebidas, centralizadas no Pack Studios – centro de inovação para o desenvolvimento de soluções de embalagem

A Dow escolheu o Brasil para ser sede do centro de inovação para a América Latina, o Latin America Inspiration Center. Localizado em Jundiaí (SP), o Latin America Inspiration Center concentra em um único lugar uma estrutura de pesquisa e desenvolvimento que será o núcleo tecnológico de inovação sustentável e colaborativa da Dow para a América Latina. A empresa é uma das indústrias químicas que mais investe, globalmente, em Pesquisa e Desenvolvimento. De Jundiaí, atenderá a clientes e parceiros de todos os países em que a Dow atua na América Latina.

Com 9.291 metros quadrados, o Latin America Inspiration Center conta com laboratórios de alta tecnologia e equipamentos de última geração, além de laboratórios de avaliação sensorial e de análise de desempenho de materiais, espaços de colaboração para processos de design thinking, salas multiuso e espaços para treinamentos presenciais ou digitais.

Indústria da embalagem

Segundo a Dow, as instalações do novo centro estão preparadas para impulsionar a inovação sustentável da indústria da embalagem, com foco nas tecnologias do segmento de alimentos e bebidas.

Os laboratórios da área de Embalagem & Especialidades Plásticas (P&SP) possuem equipamentos para testes físicos de desempenho mecânico (impacto, perfuração, rasgamento, tração); medidas de propriedades físico-químicas e ópticas dos filmes; quantificação de aditivos via cromatografia (GC-MS e HPLC); caracterização de polímeros e embalagens (composição, degradação, contaminação) via Espectroscopia infravermelha, análise térmica (DSC e TGA) e reologia; e visualização e caracterização de multicamadas em embalagens via Microscopia de estágio quente.

O Innovation Center abriga o Pack Studios, espaço de pesquisa colaborativa e desenvolvimento de projetos com clientes e parceiros da área de Embalagem & Especialidades Plásticas (P&SP). De acordo com as Dow, a atuação colaborativa visa desenvolver melhorias e novas soluções para a indústria do plástico que impactem positivamente o mercado e o meio ambiente. Um dos destaques é a extrusora de nove camadas, que é capaz de fazer embalagens 100% preparadas para a reciclagem.

O ambiente conta com uma ferramenta de transmissão ao vivo, permitindo que clientes e colaboradores acompanhem a prototipagem, a produção e os testes de maneira remota. Criado na América Latina, o projeto se estendeu para outros Pack Studios no mundo.

A estrutura inclui, ainda, uma máquina de reciclagem mecânica, produção de filmes, moldagem por injeção e por sopro, túnel de encolhimento, termoformadora e ensacadora de forma, enchimento e selagem.

Nesse ambiente, a Dow irá fomentar parcerias colaborativas com seus clientes, donos de marcas e a comunidade científica para acelerar esforços em direção à inovação da indústria latino-americana. “Acreditamos que inovação começa com colaboração. Trabalhamos de perto com nossos clientes para ajudá-los a solucionar seus desafios e assim, contribuir para torná-los mais sustentáveis e para melhorar seu desempenho e produtividade”, enfatiza Ana Claudia Rueda, Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento e Serviços Técnicos da Dow América Latina.

Integração e colaboração

A Dow afirma que pretende desenvolver inovações em ciência dos materiais por meio de três pilares estratégicos na América Latina: Inovação Sustentável, Aceleração Digital e Ecossistema Inovador. Na prática, isso significa ajudar seus clientes e a cadeia de valor dos segmentos em que atua a desenvolver soluções mais sustentáveis com foco na proteção do clima, em uma economia circular e no manuseio de materiais mais seguros para as pessoas e para o planeta; usar a conectividade e a digitalização para promover rápidas aprendizagens e respostas às mudanças no mercado; e dispor de um time diversificado de especialistas que garantam a inovação com segurança e agilidade.

Segundo a empresa, é por isso que, além da estrutura avançada, um dos grandes diferenciais do Latin America Inspiration Center é seu time multidisciplinar. Ao todo, cerca de 200 especialistas irão conectar as tecnologias, os laboratórios e as equipes de suporte técnico e pesquisa e desenvolvimento da Dow aos outros laboratórios que a Dow possui no México, Colômbia, Brasil e Argentina, bem como à rede global de especialistas, permitindo a replicação e adaptação de soluções desenvolvidas em outras geografias para a realidade dos mercados locais.

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Produção do setor de embalagens plásticas flexíveis tem queda de 1,2 % na segunda metade de 2021

27/08/2021

Apesar do desempenho do setor de embalagens plásticas flexíveis ter ficado aquém do esperado no segundo trimestre de 2021, o Presidente da ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), empresário Rogério Mani, está otimista quanto a uma recuperação gradual nos próximos meses. Segundo ele, a queda de 1,2 % na produção do setor foi puxada pelo desempenho inferior de alimentos e bebidas no período. “Acreditamos que seja uma situação pontual e sazonal e que com o avanço da vacinação e redução de grande parte das medidas de restrição nas maiores cidades do país, em breve voltaremos a um ritmo de produção e consumo mais equilibrado.”

Segundo pesquisa Maxiquim recentemente divulgada e elaborada com exclusividade para a ABIEF, a indústria produziu 487 mil toneladas de embalagens plásticas flexíveis no segundo trimestre deste ano, sendo que o setor de alimentos continuou sendo o principal cliente, absorvendo 46% desse total. O segundo principal mercado foi o de embalagens industriais, com uma participação de 19%.

Entre os materiais, PEBD (polietileno de baixa densidade) e PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) foram os mais usados, com uma participação de 73% nas 487 mil toneladas produzidas. Na sequência aparecem PP (polipropileno), com 18% e PEAD (polietileno de alta densidade), com 9%. Por aplicação, este volume foi dividido em embalagens multicamadas, com 163 mil ton; monocamada, 156 mil ton; shrink, 69 mil ton; stretch, 53 mil ton; sacolas e sacos, 40 mil ton; outros, 5 mil ton.

O estudo aponta ainda que, entre os itens importados, chapas, folhas autoadesivas e BOPP (polipropileno biorientado) seguem sendo os principais tipos de embalagens flexíveis adquiridas fora do Brasil. No segundo trimestre de 2021, esses produtos somaram cerca de 85% do total. As chapas e folhas autoadesivas também são as principais embalagens flexíveis exportadas, somando 56% do volume do segundo trimestre de 2021. No período, a balança comercial do setor foi positiva com exportações que totalizaram 31 mil toneladas contra importações da ordem de 20 mil toneladas.

“O desempenho de nossa indústria está atrelado ao desempenho da macroeconomia. Contudo, sabemos que o desempenho deste segundo trimestre também está atrelado, principalmente, a uma readequação dos estoques. A cadeia produtiva como um todo, inclusive o varejo, estava bem estocada e os estoques foram usados. Ou seja, tivemos um fluxo invertido: a cadeia produtiva desovou seus estoques ao mesmo tempo em que houve queda do consumo. Mas nada indica que haja algum risco iminente de falta de produtos”, analisa Mani.

É sabido também que o segundo trimestre de 2021 não foi suficiente para a economia brasileira retomar totalmente o ritmo pré pandemia. “A demanda do consumidor final foi mais fraca do que a previamente esperada e alguns setores que vinham com bom desempenho durante a pandemia apresentaram uma retração, tais como os segmentos de alimentos, descartáveis e bebidas, por conta da sazonalidade e do menor poder de compra do consumidor final. Higiene pessoal e limpeza doméstica, que foram altamente demandados em 2020, também perderam força nos últimos meses. O segmento da Agricultura, por outro lado, depois de um início de ano ruim, vem apresentando recuperação nos últimos meses”, completa o Presidente da ABIEF.

O estudo da Maxiquim também estima que as vendas internas de poliolefinas registrem queda próxima a 10% em comparação ao trimestre anterior e aumento de 19% na comparação com o segundo trimestre de 2020. “A boa notícia é que a disponibilidade de resina está normalizada após as paradas para manutenção. No mercado internacional, a disponibilidade está maior, porém o excedente para exportação ainda não está nos níveis históricos”, finaliza Rogério Mani.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

Fonte de gráficos e diagramas: Maxiquim

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Poliamidas se consolidam como matéria prima em embalagens de comida para animais domésticos

27/08/2021

Por suas propriedades físicas e mecânicas, as poliamidas (também conhecidas pelo nome de marca “Nylon”) tem aumentado sua participação no mercado de embalagens para alimentos para animais domésticos (pet food) no Brasil e no mundo. Atenta a esta tendência, a UBE, um dos principais players globais de poliamida, tem dedicado atenção especial para este segmento.

“Cada vez mais os animais de estimação (pets) são vistos como membros da família e sua saúde e bem-estar são prioridades para os donos. E para garantir que os pets recebam a melhor alimentação, a UBE oferece uma linha de nylon com propriedades barreira que preservam ao máximo os nutrientes, sabor e crocância dos alimentos”, explica Carlos Catarozzo, Diretor da UBE Latin America.

Outras tendências identificadas no mercado de pet food são: consumo on the go (em movimento) com embalagens single serve (porção única); sistemas de dosagem e abre-e-fecha; alimentos funcionais, frescos e sem aditivos; e embalagens sustentáveis (com menos matéria-prima e redução da pegada de carbono). As embalagens mais usadas e alinhadas a estas tendências são sacos, pouches com janelas e esterilizáveis (retort).

Como principais atributos da poliamidas da UBE para estas embalagens, Carlos cita a alta resistência à perfuração e ao excesso de peso, altíssima transparência, preservação de aroma, sabor e crocância, além de suportar altas temperaturas (retort), possuir ótima flexibilidade e barreira a gases, bem como resistência ao impacto e versatilidade em criar diferentes estruturas barreira de acordo com a necessidade do produto.

“Os benefícios do nylon da UBE para embalagens de pet food vão além da manutenção do sabor. Periodicamente, investimos em pesquisa, desenvolvimento e inovação para oferecer diferentes grades de nylon que possibilitem melhores estruturas, inclusive com a substituição do alumínio nas embalagens retort, além de materiais ultra transparentes para os pouches com janela. Esta é uma tendência cada vez mais presente e que garante grande atratividade do produto no PDV ao permitir que o consumidor visualize o alimento que está comprando para o seu animal”, explica Carlos.

O diretor aposta que este segmento continuará a crescer significativamente no Brasil, que já é o terceiro maior mercado de pet food do mundo com um consumo superior a 350 milhões de toneladas/ano. “E a pandemia reforçou este potencial”, aposta Carlos.

Dados apresentados pelo Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), em um evento da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), indicam que 30% dos animais de estimação dos mais de 2.000 consumidores entrevistados foram adquiridos na pandemia. Uma pesquisa do IBGE também mostra que dos quase 71,219 milhões de domicílios no Brasil, 37,673 milhões são lares com cães ou gatos. Ou seja, estes animais estão presentes em 53% dos domicílios brasileiros.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

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Stadler: o desafio da triagem em recicláveis secos e embalagens leves

16/08/2021

Planta da Indaver (Bélgica)

A composição variável e em constante mudança dos materiais residuais representa um desafio para os projetistas de plantas de triagem, que precisam fornecer taxas de pureza consistentemente altas enquanto gerenciam um grau crescente de complexidade. A Stadler, fornecedora de plantas de separação para a indústria de reciclagem, vem projetando e implementando instalações flexíveis, que se adaptem aos requisitos específicos dos materiais processados e de pureza do produto final.

O setor de reciclagem e destinação de resíduos está em constante evolução, com graus de complexidade e volumes crescentes. Novos regulamentos, políticas e metas foram introduzidos em todo o mundo para abordar a questão global de resíduos. Diferentes países adotaram abordagens variadas para coletar e separar recicláveis mistos secos e embalagens leves, enquanto se esforçam para reduzir a quantidade de materiais que vão para aterros. A composição e a densidade desses resíduos também estão em constante mudança, com proporção crescente de filmes e bandejas plásticas. Ao mesmo tempo, a indústria de reciclagem está exigindo altos níveis de pureza das frações separadas, para que seus produtos finais reciclados possam competir com os materiais virgens do mercado. Esses fatores estão impulsionando a demanda por plantas de separação capazes de processar vários materiais de maneira flexível, ao mesmo tempo em que fornecem taxas de pureza consistentemente altas.

O desenvolvimento de plantas de triagem para recicláveis mistos secos e embalagens leves que atendam a esses requisitos exige uma abordagem flexível e personalizada, combinada com um conhecimento de como a composição variável do material residual afeta o processo de triagem. A Stadler tem estado envolvida no projeto das primeiras plantas deste tipo desde o início e desenvolvido inúmeras dessas instalações em todo o mundo.

Considerações de design: composição do material residual

A composição dos resíduos que chegam às estações de triagem pode variar em função de diversos fatores, a começar pela forma como os resíduos são recolhidos e separados, que pode variar de país para país ou mesmo a nível regional. Os recicláveis mistos secos podem incluir papel e papelão, embalagens plásticas, metais ferrosos e não ferrosos e filmes – em alguns casos, também embalagens tetra-pak ou vidro. O vidro e o papel também podem ser recolhidos separadamente. Os sistemas de descarte tendem a resultar em resíduos mais limpos do que a coleta. A forma como as autoridades locais cobram pela coleta de resíduos sólidos urbanos pode afetar a quantidade de pessoas que separam seus resíduos para reciclagem. Diferentes dados demográficos em áreas rurais e urbanas resultarão em fortes variações na composição e haverá até flutuações sazonais.

Jürgen Berger

“Ao desenvolver uma planta de triagem para recicláveis mistos secos e embalagens leves, a composição dos resíduos é uma consideração chave”, disse Jürgen Berger, Diretor de Vendas Internacionais da Stadler. “Por exemplo, o conteúdo misto de filme e papel na coleta de material reciclável seco no Reino Unido requer um processamento mais complexo. Se o vidro for incluído, ele precisa ser removido nos estágios iniciais para proteger o processo”.

Gerenciando complexidade crescente

A introdução de novas metas européias de reciclagem está conduzindo mudanças na forma como os resíduos são recolhidos. Na Bélgica, a decisão foi estender os tipos de plásticos coletados na sacola azul de resíduos de embalagens para incluir todas as embalagens de plástico. Como resultado, a planta de triagem em Willebroek operada pelo fornecedor de soluções de gestão de resíduos Indaver teria que processar volumes muito maiores e gerenciar a complexidade envolvida na separação de mais materiais.

A empresa decidiu investir em uma nova unidade três vezes maior que a anterior. Eles escolheram a Stadler para o projeto de uma planta com a capacidade necessária e capaz de gerenciar a complexidade: “Iniciar o projeto com a Stadler nos deixou muito confiantes de que, no final, teríamos uma instalação de alta qualidade com tecnologias de ponta. Sabíamos desde o início que o projeto estaria em boas mãos e que a Stadler faria o que fosse necessário para dar a partida pontualmente”, afirma Eline Meyvis, engenheira de projeto da unidade de triagem da Indaver.

A Stadler desenvolveu e construiu uma nova planta para separar o alto volume de resíduos de embalagens em 14 frações, com uma taxa de produção de mais de 20 t/h, usando um rasga-sacos, peneiras giratórias, separadores magnéticos, separadores por ar, separadores indutivos, separadores balísticos e separadores óticos. “A flexibilidade de toda a equipe do projeto, incluindo as pessoas no local, foi incrível. Também a vontade de resolver problemas e de fazer funcionar a instalação foi extraordinária. A Stadler entregou uma planta de alta qualidade na qual a Indaver pode confiar”.

A Stadler também gerenciou as complexidades de entregar um projeto durante uma pandemia global: “Não foi um ano fácil com a pandemia do Corona, mas a Stadler fez isso acontecer mesmo assim. Todos os marcos de produção e entrega de peças e máquinas foram alcançados. A construção foi concluída conforme planejado e o comissionamento foi iniciado no prazo. Muitos subcontratados estiveram envolvidos, sob a coordenação estrita da Stadler. Com a COVID-19, foi necessária administração extra e testes a serem feitos. Embora não tenha sido uma tarefa fácil, quaisquer possíveis atrasos e problemas foram compensados por um grande trabalho em equipe e muita flexibilidade de ambos os lados”.

Uma abordagem flexível feita sob medida para o cliente

A Stadler afirma trabalhar com uma abordagem flexível para cada projeto, desenvolvendo uma solução sob medida para as necessidades individuais de cada cliente. Silvio Urias Pereira, Diretor da empresa brasileira de gestão de resíduos Flacipel Comércio de Aparas e Sucatas Ltda, parte do Grupo Multilixo, concluiu que este foi o caso quando a Stadler projetou uma nova planta de triagem de material reciclável seco: “A Stadler trabalha em estreita colaboração com a cliente. Eles nos acompanharam durante toda a fase de ajuste e treinamento para produção e manutenção. Sua equipe técnica possui um amplo conhecimento da planta e dos materiais, o que contribui para uma excelente parceria”.

A planta processa uma entrada de material bastante heterogênea, que passa por uma pré-triagem utilizando um separador balístico Stadler PPK2000 no final da linha. Ele continua com um rasga-sacos, dois separadores balísticos Stadler STT5000, 2 separadores magnéticos, 9 separadores óticos, um separador indutivo e um sistema de sucção.

“Este projeto está em fase de planejamento há quase oito anos e, graças ao trabalho em conjunto com a Stadler, tornou-se possível”, afirma Pereira. “Foi um trabalho a 4 mãos, unindo o conhecimento da Flacipel sobre o material e demanda pela qualidade do produto final com o bom desempenho e tecnologia dos equipamentos Stadler. Com esta planta, é possível atender às altas demandas de nosso mercado, atendendo às expectativas de nossos clientes com um produto diferenciado e de qualidade”.

Flexibilidade incorporada ao processo de design e entrega

“Os principais desafios a serem enfrentados ao projetar e construir uma planta para recicláveis mistos secos e embalagens leves são as mudanças na composição do material, na embalagem e nos requisitos de pureza, porque podem afetar a qualidade e a recuperação dos produtos”, explica Jürgen Berger. “Essas mudanças podem acontecer entre a fase de projeto e o comissionamento final da planta, e essa possibilidade precisa ser levada em consideração. Na Stadler, temos experiência para resolver esses problemas, integrando flexibilidade e capacidade sobressalente em nosso projeto”.

Esta abordagem foi particularmente importante quando a Stadler projetou uma planta de triagem flexível e preparada para o futuro para o Grupo Schroll, na França, para quem a empresa já havia projetado e construído 5 plantas. A pedido do cliente, a instalação foi concebida de forma a permitir a futura expansão e a triagem de novas frações, bem como a possibilidade de instalação de robôs. A Stadler atendeu a essa demanda incluindo duas linhas de separação independentes – uma para o tratamento de multimaterial e outra para material oco – uma configuração que oferece mais flexibilidade.

Vincent Schroll, co-proprietário do Grupo Schroll, afirmou: “a evolução técnica do equipamento atende aos requisitos crescentes de nossos centros de triagem.” Pascal Schroll co-proprietário acrescenta: “Agradecemos a capacidade da Stadler de cumprir os compromissos, aconselhar-nos e responder às mudanças durante a configuração do equipamento”.

Atendendo à crescente demanda por reciclagem

O esforço para abordar a questão global de resíduos, trabalhando em direção a uma economia circular, está impulsionando um crescimento no setor de reciclagem. Como resultado, a Stadler viu um aumento na demanda por novas plantas de triagem, bem como reformas e expansões das instalações existentes.

Este foi o caso da Viridor, uma das principais empresas de reciclagem, gestão de recursos e resíduos do Reino Unido, que realizou uma reforma de 15,4 milhões de libras esterlinas em sua Planta de Reciclagem de Materiais Masons (MRF) em 2020. Como um dos dois planejadores desta planta, a Stadler afirma ter transformado sua operação, aumentando sua capacidade de 65.000 tpa para 75.000 tpa, e melhorando a qualidade da produção, alcançando 98,5% de pureza em jornais e panfletos e 95% para polímeros como PET, HDPE e plásticos mistos.

O Diretor de Reciclagem da Viridor, Colin Richardson, disse: “Este foi de longe o maior investimento em uma MRF do Reino Unido nos últimos anos. A Viridor está focada em desenvolver oportunidades para colocar materiais de reciclagem de qualidade de volta na economia a que pertencem. O plano de investimento da planta Masons foi projetado especificamente não apenas para atingir uma maior capacidade, mas para combinar a qualidade de sua produção com os requisitos do mercado. A planta agora tem o mesmo material de alimentação de antes, mas a reforma resultou em sermos capazes de lidar com um adicional de 10.000 toneladas de material por ano. Estamos satisfeitos com o desempenho da planta e seus equipamentos desde que a reforma foi concluída”.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

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Braskem lança nova resina de polietileno para o segmento de embalagens rígidas

11/08/2021

Empresa apresenta ao mercado novo grade da família Braskem Rigeo, 100% reciclável, com foco em rigidez, resistência ao impacto e à quebra sob tensão ambiental

A Braskem disponibiliza para o mercado uma nova opção de produto que integra o portfólio da família Rigeo: o HD1954M, polietileno de alta densidade (PEAD) que proporciona uma combinação entre rigidez, resistência ao impacto e às intempéries (Environmental Stress Cracking-ESCR), proporcionando otimização às embalagens e ganhos de produtividade, afirma a empresa.

“Esse lançamento vai ao encontro das demandas do mercado químico e agroquímico, que tradicionalmente são bastante exigentes em relação à qualidade. Neste mercado, propriedades como rigidez, resistência ao impacto e ao Environmental Stress Cracking, são características-chave que trazem maior segurança aos produtos do segmento”, explica Leandro Fiorin, Líder de Engenharia de Aplicação da Braskem.

Com o grade HD1954M, a Braskem amplia o portfólio da família Braskem Rigeo, lançada em 2017, e até então composta pelos grades 4950HSM e HD1053M, sendo todos recicláveis.

Enquanto o grade Rigeo 4950HSM possui fluidez adequada para a produção de embalagens de pequenos volumes, o Rigeo HD1954M pode ser utilizado para a produção de embalagens até 20L. Já o Rigeo HD1053M é uma ótima opção para embalagens de volumes até 60 litros, afirma a Braskem.

“O atendimento às exigências da indústria é essencial, mas não é único. Em conjunto com os nossos clientes, buscamos desenvolver produtos robustos tecnicamente e alinhados com os princípios da Economia Circular”, reforça Fiorin. “Desta forma, o Rigeo HD1954M é mais uma solução que visa atender às necessidades do mercado, resultando em embalagens mais leves e sustentáveis, sem prejuízos às suas propriedades”.

Contando com 8 mil Integrantes, a Braskem oferece um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58,5 bilhões (US$ 11,3 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

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Acondicionamento em EPS amplia vida de prateleira e mantém propriedades da fruta na cadeia de comercialização de mamão

06/08/2021

  • Uso da solução proporciona vantagens competitivas para produtores de mamão, distribuidores e varejistas
  • Soluções em EPS da Termotécnica ampliam o shelf life da fruta com ganhos de qualidade, preço e ampliação de novos mercados

A Termotécnica afirma que sua linha de conservadoras DaColheita é ideal para o transporte, armazenamento e exposição das frutas no varejo, como o mamão, que precisa de um acondicionamento que preserve a sua qualidade em toda a cadeia logística. Segundo a fabricante da embalagem, a conservadora feita em EPS (mais conhecido como isopor® – marca registrada de terceiro) amplia o shelf life da fruta, mantendo sua qualidade e frescor do campo até o consumidor final mesmo em mercados distantes. É o caso da 3M Hortifruti, que atua no Ceasa/RS (Centrais de Abastecimento do Rio Grande do Sul), em Porto Alegre, e que utiliza as conservadoras DaColheita para mamão para trazer a fruta produzida no Espírito Santo para distribuição no mercado gaúcho.

Segundo a Termotécnica, estudos comparativos realizados pelo Laboratório Agrotropical em todas as etapas do processo logístico, do campo ao ponto de venda, demonstram que a conservadora em EPS DaColheita mantém as frutas em maturação nível 2, o ideal para a qualidade comercial, até 9 dias após a colheita, contra 6 dias das embalagens similares em papelão. Os padrões de conservação como aparência, textura, nível de maturação e coloração interna e externa das frutas (shelf life) foram 30% maiores nas embalagens DaColheita.

Desde a colheita até chegar à mesa do consumidor final, a fruta permanece mais fresca, nutritiva e saborosa, afirma a Termotécnica. As conservadoras DaColheita reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos e fungos nos alimentos, garante a fabricante. Elas desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo. Sua estrutura também diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos.

A Termotécnica afirma que tudo isso traz grandes vantagens para todos os envolvidos na cadeia de distribuição. Para os produtores, proporciona-lhes menor índice de devolução dos lotes de frutas fora do padrão de qualidade exigido pelos clientes e permite a abertura de novos mercados mais distantes. Para os distribuidores e varejistas, propicia maior giro no PDV, têm sua marca associada a frutas de qualidade, com a manutenção do preço. “As nossas conservadoras têm esse apelo de limpeza, leveza, praticidade e design para exposição das frutas no PDV ou para entrega por delivery via e-commerce. Ou seja, as nossas conservadoras DaColheita tem bom desempenho em toda a cadeia: do embalamento da fruta, à facilidade e custo/benefício logístico de transporte e armazenamento, até o varejo e, finalmente, até a mesa dos consumidores”, reforça o diretor Superintendente da Termotécnica, Nivaldo de Oliveira.

Aliado a isso, questões como logística reversa das embalagens, diminuição das emissões de gases do efeito estufa e do desperdício de alimentos em toda a cadeia são cada vez mais importantes para os consumidores. Segundo a Termotécnica,as caixas conservadoras DaColheita contribuem nestas três frentes no quesito sustentabilidade:

1) Na reciclagem pós-consumo, pois o EPS é um material que pode ser 100% reciclado e se transformar em matéria-prima para outras aplicações, como rodapés e molduras.

2) Aumento do shelf-life dos produtos frescos em até 30%, o que contribui para a redução do desperdício na cadeia de distribuição e consumo.

3) Contribui para a redução da pegada de carbono, com a diminuição da emissão de Co2 equivalente, no transporte devido ao peso mais leve das soluções, o que reduz o consumo de combustível.

“Nossa abordagem ambiental traz a economia circular na prática. Inclui uma visão integrada desde a concepção de produtos, eficiência operacional, passando por logística reversa, reciclagem e indo até novas cadeias produtivas, fechando o ciclo da economia circular. Pensando na cadeia logística como um todo é uma solução diferenciada e inovadora para este mercado e que atende às exigências por uma atuação responsável das empresas em termos de sustentabilidade”, diz Albano Schmidt.

Nivaldo de Oliveira reforça que “a embalagem é um veículo importante de posicionamento e de comunicação destes benefícios e agregação de valor. Toda a tecnologia de conservação e o design das nossas soluções em EPS DaColheita propiciam aos nossos clientes comunicar ao mercado esses diferenciais de qualidade e sustentabilidade”.

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Salada La Vita ganha embalagem com filme selável de fácil abertura

06/08/2021

A novidade é fruto de um desenvolvimento com o filme de poliéster da Terphane, da linha Sealphane.

A pandemia acelerou algumas tendências de consumo que vinham sendo percebidas, entre elas alimentos prontos oferecidos no varejo tradicional e no e-commerce. Neste segmento, um dos itens que cresce de forma animadora é a categoria FLV (frutas, legumes e vegetais) prontos para o consumo.

​Atenta a este movimento do mercado, a Salada La Vita lançou em maio deste ano uma linha pronta para o consumo em uma embalagem igualmente inovadora: uma bandeja APET (poliéster amorfo) com tampa feita com um filme de poliéster (PET) selável e de fácil abertura . “A solução vai ao encontro dessa necessidade crescente do varejo e do e-commerce de oferecer saladas para consumo “on the go” (em movimento), com  conveniência e funcionalidade”, explica José Ricardo Sorbile, Gerente Nacional de Vendas da Terphane.

Mas a solução só foi possível graças ao filme PET da Terphane. O filme escolhido para a tampa da embalagem foi o da linha Sealphane. Entre seus atributos, a empresa destaca a selagem automática que garante eficiência e rapidez ao processo, além de evitar perdas de produto e diminuir o risco de contaminação pela manipulação. Segundo a Terphane, a tampa é totalmente transparente, permitindo a clara visualização do produto já que o filme possui tratamento antifog (anti embaçamento).

Como reforçou o porta-voz Nick Kramer, Diretor Industrial da empresa La Vita, “após diversos testes, o filme da Terphane se mostrou ideal para atender às necessidades de nosso produto – a salada fresca. Além de manter as propriedades dos alimentos inalteradas, o atributo do antifog permitiu melhorar a apresentação no PDV, garantindo uma exposição adequada e ganho de competitividade.”.

A Terphane afirma que esta embalagem também permite que a bandeja selada seja empilhada durante o manuseio e distribuição, garantindo otimização logística e economia de espaço no transporte e na armazenagem. Ela também possibilita a apresentação do produto nas posições vertical ou horizontal na gôndola (PDV).

“Toda a solução está alinhada a um outro conceito bastante importante nos dias atuais, o da segurança alimentar. A embalagem pode conter diversos compartimentos, igualmente selados, e que possibilitam separar proteína, cereais e molho, mantendo o frescor de cada item e aumentando sua vida de prateleira “, explica Sorbile. Segundo ele, a embalagem também pode ser refrigerada e o filme permite a selagem até 210ºC, sem deformação.

O lançamento da Salada La Vita também se destaca pela sustentabilidade da embalagem: ela é mono material – bandeja e tampa de poliéster – e reciclável. Além disso, a Terphane afirma que o filme PET utilizado tem apenas 25µm e não atinge nem 1g por embalagem de salada; um peso muito menor quando comparado ao de uma tampa rígida. Isto contribui para gerar um volume menor de lixo. “O conjunto destaca a marca e o produto no PDV e aumenta sua competitividade pelo caráter inovador e adequado ao novo canal do e-commerce”, conclui José Ricardo Sorbile.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Dow e Ulma Packaging introduzem embalagem termoformada rica em polietileno no mercado de frango fresco

06/08/2021

  • Em parceria com a fabricante de máquinas e serviços de embalagem ULMA Packaging, a Dow leva a primeira embalagem termoformada com alto teor de polietileno para o segmento.
  • Segundo a Dow, a embalagem é a solução mais sustentável porque tem menos embalagem por produto, menor pegada de carbono, pode ajudar a diminuir o desperdício de alimentos e é tecnicamente reciclável.
  • Fabricante do material afirma que, por sua alta resistência mecânica e selagem hermética, a embalagem é a prova de vazamento e oferece melhor experiência de compra. Permite gôndolas e manuseio limpos, além de atender às novas tendências de consumo alimentar decorrentes da pandemia, com aumento de compras online, proporcionando segurança para o serviço delivery, sem contaminação de outros produtos, além de ser uma embalagem lavável.
  • Material estende o tempo de vida útil do frango fresco por até dois finais de semana, aumentando o tempo na prateleira e oferecendo produtos frescos e seguros para consumo final, com diminuição de manutenção para os varejistas, garante a Dow.

Em parceria com a fabricante de máquinas ULMA Packaging e transformadores licenciados na América Latina, a Dow traz para o mercado de cortes de frangos frescos e refrigerados a primeira embalagem termoformada rica em polietileno desenvolvida com Phormanto, uma tecnologia inovadora que, segundo a empresa, oferece uma solução sustentável e disruptiva para o segmento. A nova embalagem é capaz de manter os alimentos frescos e prontos para consumo por até dois finais de semana, oferecendo alta confiabilidade, higiene e segurança em uma estrutura tecnicamente reciclável, garante a Dow. Como resultado, os produtores obtêm benefícios na oferta de produtos que se destacam na gôndola, em uma embalagem sustentável que contribui para a diminuição de avarias, perdas e desperdício de alimentos. Segundo a fabricante do material, o varejista tem menor manutenção de gôndolas e o consumidor recebe alimentos seguros e confiáveis, em embalagens práticas e sustentáveis com melhor experiência e manuseio limpo durante a compra.

A tecnologia Phormanto e o Mercado de Carne de Frango

Segundo a Dow, Phormanto é uma tecnologia patenteada pela empresa para embalagens termoformadas flexíveis, rica em polietileno, com estrutura reciclável, alta transparência, além de possibilitar a respirabilidade específica ou aplicação de atmosfera modificada atendendo aos requisitos do produto a ser embalado, com estrutura simplificada (sem a necessidade de poliamida).​ Criada em 2012, Phormanto é uma solução versátil, podendo atender diversos mercados e já presente em segmentos de queijos, alimentos embutidos e snacks e pela primeira vez, sendo adaptada às necessidades da avicultura.

O mercado de frango ocupa um importante espaço na economia dos países latino-americanos. Além da forte exportação, a proteína avícola está cada vez mais presente no cardápio das populações locais. Dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) apontam que a produção de frangos triplicou nos países do Mercosul e da América Central nas últimas três décadas, com Brasil, México e Argentina à frente desse mercado. A produção brasileira é a terceira no ranking global e o consumo interno representa o quarto maior mercado consumidor de frangos, em todo o mundo.

O cenário de pandemia reforçou a demanda interna, com maior procura pelo frango – proteína com preço mais acessível – no lugar da carne bovina. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (Abrapa), a produção para o mercado interno poderá crescer cerca de 6,5% em 2021, com aumento estimado em 4,4% no consumo per capita, correspondente a 47 quilos.

Com base nesse contexto, atenta às particularidades dos cortes de aves e aos rígidos requisitos técnicos para esse segmento, a Dow e a ULMA encontraram no Phormanto uma solução para os desafios dessa cadeia.

“Os consumidores estão cada vez mais exigentes e cuidadosos em suas escolhas no momento de compra. Buscam por praticidade, alimentos frescos e sustentabilidade. Isso se reflete diretamente nas embalagens que, segundo pesquisas, precisam ser mais sustentáveis, inteligentes, práticas e adaptadas para diferentes momentos, com o máximo de eficiência e proteção do produto. No mercado avícola existe uma carência na experiência de compra além das oportunidades de melhoria em toda a cadeia, que podem ser atendidas a partir da mudança de embalagem.” explica Sabine Rossi, Gerente de Desenvolvimento de Novos Mercados da Dow.

Para a ULMA Packaging, a proposta da tecnologia Phormanto possibilitou o desenvolvimento de uma solução inédita para o mercado de aves. A empresa atua no mercado de termoformadoras de alto desempenho e desenvolve produtos e serviços para fornecer soluções completas a seus clientes. “Além de nossa liderança e presença global, o que nos diferencia é o nosso extenso catálogo, que incorpora tecnologias de ponta, um serviço amigável e flexível e nossa capacidade de fornecer soluções chave na mão. A parceria com a Dow reflete e reforça esse compromisso, avançando em tecnologias de design e fabricação de embalagens para agregar valor à toda a cadeia”, analisa José Segovia, Diretor da ULMA Packaging.

Segundo a Dow, a tecnologia Phormanto é uma alternativa inédita em comparação à termoformagem tradicional para esse segmento e às opções atuais de embalagem. A empresa afirma que, por suas propriedades, o material Phormanto proporciona alta resistência mecânica com respirabilidade específica para a proteína avícola, quando fornecida de forma fresca ou refrigerada.

A Dow assegura que o material Phormanto é à prova de vazamentos e pode ser projetado para embalagens de fácil abertura, com aspectos visuais diferenciados, como brilho e transparência, além de permitir a exposição vertical, facilitando a visibilidade da marca e contribuindo para otimizar o espaço em prateleiras e gôndolas. Combinadas, essas propriedades permitem a produção de embalagens seguras e confiáveis, que estendem da vida útil do alimento em até duas vezes mais, um impacto significativo na comparação com outras soluções disponíveis, garante a fabricante. Essa extensão pode reduzir o índice de desperdício no varejo em até 40%, segundo dados do estudo “Stop Waste – Save Food” (2016-2020), realizado pela Denkstatt.

Ainda segundo o mesmo estudo, vale ressaltar que o setor de alimentos é responsável por cerca de 30% das emissões de gases efeito estufa. Além do combate ao desperdício de alimentos, a nova embalagem desenvolvida com Phormanto colabora para a redução das emissões de CO2 resultantes da produção de embalagens.

“Esta nova oferta para a indústria de proteína animal está intimamente ligada à nossa meta de ‘fechar o ciclo’ da economia circular e ao nosso compromisso de trabalhar diretamente com nossos clientes, proprietários de marcas e a cadeia de valor. Queremos colaborar no redesenho das aplicações de embalagens recicláveis, proporcionando claros benefícios sociais e ambientais”, Sabine Rossi, Gerente de Desenvolvimento de Novos Mercados da Dow.

A Dow oferece um portfólio de materiais plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones para uma variedade de produtos e soluções a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

A ULMA Packaging atua no desenvolvimento e fabricação de equipamentos e sistemas de embalagem, compreendendo soluções completas que abrangem desde a manipulação e carga do produto primário, até o encaixotamento e paletização final, passando pelo empacotamento, com a possibilidade de opção entre cinco diferentes tecnologias de embalagem: Filme Extensível, Flow Pack (HFFS), Termoformado, Termoselado e Vertical (VFFS). A ULMA Packaging opera em mais de 60 países com presença própria em 24, contando com mais de 1700 funcionários.

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Unipac inicia fornecimento de embalagens revestidas via tecnologia de plasma à Syngenta

05/08/2021

Empresa entrega os primeiros lotes de embalagens com a tecnologia plasma, uma aplicação inédita no envase de defensivos agrícolas

A parceria estratégica que une a Unipac e a Syngenta, fabricante de soluções agroquímicas , dá mais um passo adiante com a entrega, no último mês de Maio, das primeiras embalagens de 5 e 20 litros fabricadas com a tecnologia plasma e destinadas exclusivamente ao envase de defensivos agrícolas – utilização inédita da tecnologia neste segmento no Brasil.

Segundo a fabricante das embalagens, a tecnologia atende às estratégias de sustentabilidade e competitividade da Syngenta e estão em consonância com os direcionadores estratégicos da Unipac.

“Como líderes de mercado em embalagens rígidas para defensivos agrícolas, temos de inovar, sempre com o foco do cliente, gerando propostas diferenciadas e com competitividade e sustentabilidade. Contamos com uma máquina rodando em plena capacidade para a produção das embalagens para a Syngenta, na quantidade e no prazo acordados por ambas as empresas” explica André Silvestre, Gerente de Vendas do Segmento Embalagem da Unipac. “É com muita alegria que cumprimos mais um passo no compromisso que une as nossas empresas e estamos certos do crescimento dos negócios”, completa.

As empresas possuem uma parceria que já dura mais de quatro décadas. E desde 2009, a Unipac mantém uma unidade in house dentro do parque fabril da multinacional, em Paulínia/SP, atuando na produção de embalagens para defensivos agrícolas e no fluxo logístico para abastecimento das linhas de produção.

Solução sustentável e competitiva

Conhecida como “o quarto estado da matéria”, a tecnologia de plasma permite que gases e vapores sejam excitados eletronicamente e se tornem altamente reativos, formando uma camada de barreira na parte interna das embalagens plásticas, com o objetivo de evitar a migração de solventes e a perda de ingredientes ativos.

A Unipac afirma que o processo de plasma é livre de solventes, sem emissão de resíduos sólidos favorecendo também a reciclagem do produto final. Segundo a fabricante, o uso para este tipo de aplicação é algo inédito no Brasil e favorece o caráter sustentável, se comparado a outras tecnologias de barreira convencionais, indo ao encontro dos objetivos buscados pela Unipac e Syngenta.

Os estudos sobre o uso da tecnologia plasma iniciaram-se em 2017, em conjunto pelas duas empresas, que asseguram que a solução reduz custos, melhora o controle da qualidade e traz vantagens logísticas e de segurança, favorecendo a expansão de sua utilização no Brasil e no exterior.

A Unipac detém o domínio da tecnologia de plasma e busca atender parceiros estratégicos que busquem reduzir a emissão de poluentes, em sintonia com critérios de sustentabilidade e competitividade.. A empresa afirma que as suas embalagens com proteção por plasma seguem protocolos baseados em normas internacionais de avaliação de compatibilidade com produtos químicos e em requisitos regulatórios vigentes. A tecnologia está homologada e atende às regulamentações para acondicionamento e transporte de produtos perigosos.

Completando 45 anos em 2021, a Unipac é uma indústria de transformação de polímeros atuando nos segmentos automotivo, de defensivos agrícolas, logístico, entre outros. Executa seis tipos de processos de transformação em suas unidades produtivas – sopro, injeção, injeção estrutural, extrusão de chapas, termoformagem e rotomoldagem – que estão instaladas em Pompeia (matriz) e Limeira (filial), ambas em São Paulo, e nos sites de seus clientes, por meio do modelo in house, nas cidades de Regente Feijó/SP, Paulínia/SP e Maracanaú/CE. A Unipac é uma das unidades de negócio do Grupo Jacto e possui em torno de 1.000 colaboradores. Conta com uma área voltada à inovação e um moderno centro de pesquisa de engenharia em materiais e processos. Mantém também uma ferramentaria própria para a produção de moldes para diferentes processos de transformação.

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Abief debate reciclagem de embalagens plásticas flexíveis em evento virtual

14/07/2021

Um Seminário virtual organizado em parceria entre a Plásticos em Revista e a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) reuniu importantes players da cadeia de valor para discutir tendências, entraves e soluções para a reciclagem das embalagens plásticas flexíveis. Todos foram unânimes em concluir que a economia circular rege os novos modelos de negócio e que, portanto, pensar na reciclagem destas embalagens é garantir o crescimento sustentável do setor.

Segundo o Presidente da ABIEF, empresário Rogério Mani, “criatividade e engajamento de todos os elos da cadeia de transformação são fundamentais, assim como o uso da tecnologia para criar soluções que garantam valor para o plástico”.

Anualmente a indústria de flexíveis transforma 2 milhões de toneladas de embalagens. “Este número demonstra como a sustentabilidade pode ser a grande oportunidade de investimento das próximas décadas. Dados da Fundação Ellen MacArthur indicam que o equivalente entre US$ 80 e US$ 120 bilhões em plásticos são descartados anualmente de forma inapropriada. Há, portanto, uma demanda crescente de oportunidades para o desenvolvimento de soluções”, pondera Mani.

Segundo ele, é possível reciclar todas as embalagens plásticas; os entraves ainda são o custo e ter uma cadeia focada e organizada para reciclar mecanicamente tudo o que for possível e retornar o material para a produção. “Onde a reciclagem mecânica não é viável, contamos com a reciclagem química. É preciso discutir ainda a desoneração do material reciclado, um item importante, inclusive, para fomentar mais investimentos e trabalhar em novas soluções.”

Um passo para trás

Para Paulo Teixeira, Executivo da Abiplast, a questão é até mais histórica. “Vivemos um problema do século 20 embora estejamos no século 21: a gestão de resíduos. Antes de discutirmos se a reciclagem será mecânica ou química, precisamos estudar, junto ao governo, a gestão de resíduos no país e criar modelos de negócio que o setor privado possa levar para as prefeituras como uma alternativa à política pública e que atraia investimentos. Só assim teremos escala na produção de materiais reciclados capaz de alimentar um sistema de produção circular.”

A lógica de Teixeira parte do princípio de buscar soluções junto a parceiros de todos os setores e garantir escala e payback do projeto. E para tal, vale trabalhar com cooperativas, municípios, empresas e governo. Este ‘passo para trás’ ajudará a resolver a questão dos resíduos e permitirá avançar com as soluções de circularidade, inclusive no que tange à educação do consumidor final, com sistemas de “cash back“, por exemplo, e a alavancar ‘eco startups’.

Novamente, o potencial é gigante pois dos 379 kg de resíduos gerados por cada brasileiro anualmente, entre 35% e 40% poderiam ser reciclados. “Precisamos trabalhar em planos macro onde os brand owners têm um papel fundamental como aceleradores. Um caminho é eles exigirem embalagens com conteúdo reciclado”, diz Rogério Mani.

Paulo Teixeira, da Abiplast completa: “A sociedade comprou a ideia de que não usar plástico é ser sustentável e esta é uma questão global. O desafio portanto também é desconstruir essa imagem.” Ele lembra que a circularidade está no DNA dos plásticos e este deve ser o direcionador do setor.

Eduardo Prestes, da Crisis Solutions, vai além e completa: “A grande briga do plástico não é técnica, mas de comunicação por conta das imagens e narrativas. Assim a questão é: a indústria tem condições de competir na era da comunicação global do jeito que é hoje? Infelizmente é na área de comunicação que as coisas serão definidas. Um exemplo? Apesar de sabermos que a sacola plástica é reutilizável, somos muito tímidos em comunicar isso, assim como todas as outras qualidades do plástico. Temos que comunicar melhor e de forma mais clara para não perdermos a ‘licença social’ de uso do plástico!”

Soluções

Soluções para reciclar as embalagens flexíveis já existem e começam a ganhar escala. Algumas delas foram apresentados por Cesar Sanches, diretor global de Sustentabilidade do Valgroup. Ele citou a embalagem ‘Super R’ desenvolvida com base no conceito ‘pronta para reciclar’. “Esta é uma solução economicamente eficiente, com resistência mecânica e a temperatura, que pode ser usada com produtos líquidos e sólidos e que pode ser personalizada.” Outra solução da empresa são os filmes shrink com conteúdo reciclado pós consumo; a Valgroup também recicla 300 milhões de garrafas PET pós consumo por mês, usadas em novas embalagens.

Sobre reciclagem de filmes, uma outra solução foi apresentada pela Ambev a partir da tecnologia de destintamento da Deink Brasil, ou seja, a retirada de 100% da tinta dos filmes shrink/stretch, os quais voltam a ser pellees utilizáveis na produção de novos filmes. “Este foi um passo importante para a Ambev se considerarmos que as embalagens flexíveis representam 35% de todos os plásticos que utilizamos”, celebrou Lisa Lieberbaum, gerente de Sustentabildiade em Embalagem.

Mas sempre que se fala de reciclagem pós consumo, o entrave fica por conta da coleta e separação. A startup Green Mining, acelerada pela própria Ambev, enxergou nesta deficiência uma oportunidade e criou um sistema que ajuda na eficiência – e inteligência – da logística reversa.

Segundo o fundador, Rodrigo Oliveira, a partir do volume de produtos entregues nos diversos PDV atendidos pela Ambev, o sistema identifica o volume e o tipo de embalagem que será descartado pós consumo, além de plotar as informações em um mapa. A partir destes dados, é possível roteirizar a coleta e engajar os estabelecimentos nesta cadeia de reciclagem. “Racionalizamos o descarte para trazer de volta os materiais. E este é um grande desafio especialmente com os filmes shrink, por conta da leveza do material. Para se ter uma ideia, 1 tonelada de material coletado pós consumo equivale a 50 mil embalagens.”

Como sintetizou Edison Terra, vice-presidente negócios de Olefinas e Poliolefinas da Braskem América do Sul, “o momento é de transformação e não podemos pensar em soluções como sempre pensamos. Temos que trabalhar para rejuvenescer o plástico, mesmo que isso impacte em algumas aplicações. É muito difícil reciclar o que não foi pensado para ser reciclado.”

Segundo a Abief, ficam como desafios para este novo momento da indústria:

  • o trabalho mais próximo às cooperativas;
  • um novo olhar para o design das embalagens;
  • uma nova – e mais eficiente – forma de comunicar os benefícios do plástico;
  • novas tecnologias para reciclagem;
  • uma participação ativa nas etapas de coleta e separação dos materiais pós consumo.

“A indústria de embalagens plásticas, e do plástico em geral, precisa de uma trégua. Estamos fazendo um mea culpa, mas precisamos de um tempo para digerir todas as informações e tomar as ações necessárias, com base em muita tecnologia de ponta e num diálogo franco, aberto e transparente com a sociedade. E isso só poderá ser feito com a participação de todos”, finalizou o Presidente da ABIEF, Rogério Mani.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

Fonte: Abief

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Sidel estabelece metas de redução de carbono

19/06/2021

Em linha com o Acordo de Paris, a Sidel estipulou e se comprometeu com o alvo de redução das emissões de carbono fundamentada na ciência climática através da Science Based Targets initiative (SBTi). Os alvos são a redução de 30% de emissões de CO2 em todas as fábricas e instalações da empresa, e uma redução de 25% de emissões de CO2 nas compras e utilização e dos equipamentos da Sidel até 2030. A filosofia da empresa sobre Responsabilidade Social Corporativa é enfatizada agora no novo Relatório de Sustentabilidade, e a Sidel também está lançando uma nova campanha de comunicação externa, denominada “you’re never alone”.

A Sidel diz que, ao longo de sua história, seus engenheiros e designers tem lançado inovações ecológicas no design de embalagens, equipamentos e serviços com o objetivo de consumir menos recursos. Segundo a empresa, essa experiência preparou o caminho para que ela iniciasse uma maior mudança sustentável dentro da empresa e além.

“Sustentabilidade é o ponto central de tudo o que fazemos e queremos provocar a mudança consciente tanto na indústria como no mercado mais amplo. Nossos compromissos se estendem a todas as fábricas em que a Sidel opera mundialmente, e também através daquilo que entregamos aos nossos clientes e o que adquirimos de nossos fornecedores” afirma Monica Gimre (foto), CEO & Presidente da Sidel. “Sabemos que uma única empresa ou indivíduo não podem viabilizar a transformação sustentável sozinhos. Por isso, a Sidel está em prontidão com as ferramentas que nossos clientes precisam em sua jornada de sustentabilidade. Essa é a nossa mensagem aos nossos clientes: quando se trata de criar um mundo mais limpo e ecológico de modo consciente, you are never alone”, afirma a Sra. Gimre.

A Sidel é uma das líderes no fornecimento de equipamentos e soluções de serviços para o acondicionamento de bebidas, alimentos, produtos para casa e cuidados pessoais em PET, lata, vidro e outros materiais. Contando com mais de 5.500 funcinários ao redor do mundo, A Sidel afirma possuir mais de 40.000 máquinas instaladas em mais de 190 países, com quase 170 anos de experiência.

Mais informações sobre os as metas de sustentabilidade da Sidel:
www.sidel.com/pt/sustainability_vision

Relatório de Sustentabilidade da Sidel: www.sidel.com/pt/sustainability_reports

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Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis Tem Resultado Abaixo do Esperado no 1o. Trimestre de 2021

13/05/2021

A economia brasileira segue em ritmo de incertezas, principalmente em razão da pandemia da Covid-19 e já há reflexos desta situação na indústria de embalagens plásticas flexíveis. Pesquisa feita pela Maxiquim, com exclusividade para a ABIEF, indica que, apesar dos principais usuários de embalagem terem apresentado um bom comportamento no mês de janeiro, houve queda na maioria dos setores em fevereiro e o mês de março também fechou com variações negativas, comprometendo o resultado trimestral.

Assim, estima-se que no primeiro trimestre de 2021 a indústria de embalagens flexíveis tenha apresentado produção inferior ao trimestre anterior, com uma queda aproximada de 1%, fechando em 493 mil toneladas produzidas. Por aplicação, este volume foi dividido em embalagens multicamadas, com 165 mil ton; monocamada, 157 mil ton; shrink, 70 mil ton; stretch, 54 mil ton; sacolas e sacos, 40 mil ton; outros, 7 mil ton.

Os setores que mais puxaram o desempenho inferior foram bebidas, produtos de limpeza e agropecuária. O setor de alimentos continuo líder no consumo de flexíveis com 228 mil ton, seguido por aplicações industriais, 93 mil toneladas; bebidas, 50 mil ton; descartáveis, 40 mil ton; limpeza doméstica, 27 mil ton; higiene pessoal, 20 mil ton; e agropecuária, 17 mil ton. O restante ficou dividido entre pet food e outras aplicações menores.

“Sabemos ainda que a baixa disponibilidade de resinas, tanto no mercado local quanto no internacional, prejudicou o setor. A nevasca que atingiu o Texas em fevereiro prejudicou muito a produção de polietileno (PE) e de polipropileno (PP) nos Estados Unidos e essas unidades ainda não retomaram a totalidade de sua produção. E como os EUA são um importante fornecedor para o Brasil, a disponibilidade de resinas ficou limitada, aumentando os preços que já estavam altos. O setor de transformação sentiu uma redução significativa de margem, por não conseguir repassar os aumentos integralmente”, comenta o empresário Rogério Mani, Presidente da ABIEF.

As vendas internas de poliolefinas caíram 2% no 4T de 2020 na comparação com o trimestre anterior, mas houve um aumento de 25% na comparação com o 4T 19. Para o 1T de 2021, o estudo da Maxiquim estima um aumento aproximado de 2% no comparativo com o trimestre anterior e de 19% na comparação com o 1T de 2020. A baixa disponibilidade de resinas segue no mercado internacional, principalmente nos EUA, ainda por conta dos eventos climáticos que diminuíram o excedente de resinas dedicado à exportação para a América Latina. “Sabemos que internamente, a disponibilidade de matéria-prima também está menor que o usual, como resultado das paradas programadas na principal petroquímica”, conclui Rogério Mani.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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UBE participa da Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis Tappi/CETEA

21/04/2021

Em sua 11a edição, o evento reuniu a cadeia do setor de flexíveis para discutir tendências e tecnologias que impactarão no futuro das embalagens.

Com o tema ‘Mitos e verdades sobre a reciclagem do nylon’ – a UBE participou participação na 11a Conferência Internacional Virtual de Embalagens Flexíveis TAPPI/CETEA, que ocorreu entre 12 a 15 de abril. O evento foi organizado pelo CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagem) em parceria com a Divisão de Extrusão e Embalagens Flexíveis (IFPED) da TAPPI.

A palestra da UBE foi conduzida por José Angel Prieto, da área de Pesquisa & Desenvolvimento da subsidiária da Espanha. Prieto abordou as tecnologias de reciclagem do nylon (poliamida) e buscou esclarecer, através de dados, as suposições existentes no mercado sobre sua viabilidade. “Muito se fala sobre a possibilidade de a poliamida encontrada nas embalagens flexíveis ser um contaminante na corrente de reciclagem de polietileno, mas a verdade é que não há dados que comprovem essas suposições”, pontua o especialista. Este foi justamente o desafio de Prieto na Conferência: mostrar que as embalagens com nylon são recicláveis.

Prieto apresentou um estudo feito pela UBE que, segundo a empresa, mostra a viabilidade da reciclagem de um filme multicamadas com diferentes porcentagens de nylon. “Começando pela trituração dos filmes, diluição, passando pela peletização e, por fim, a extrusão, ficou demonstrado que a poliamida não atrapalha o processo de reciclagem na corrente de polietileno”.

Outro aspecto que foi abordado no evento é a possibilidade de se produzir, com nylon, embalagens que usam menos material e com melhor desempenho. “Este tópico também está ligado à sustentabilidade, uma vez que embalagens mais finas têm um impacto positivo ao gerar um volume menor de embalagens após o descarte e podem ser recicladas após o uso”, afirma Prieto.

“Se o objetivo deste evento era divulgar os trabalhos de P&D e Inovação realizados pela indústria no Brasil e no exterior, além de proporcionar aperfeiçoamento profissional para os participantes, a apresentação da UBE teve um impacto bastante positivo ao mostrar que as embalagens contendo nylon (poliamida) são recicláveis conforme mostram os estudos”, finaliza Prieto.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

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Milliken apresenta aditivo que aumenta a barreira ao vapor de água em embalagens flexíveis de polietileno durante a 11ª Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis

16/04/2021

Os recentes trabalhos de P&D e inovação realizados pela indústria no Brasil e no exterior para o setor de embalagem foram apresentados na 11ª Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis. A Milliken esteve entre as empresas convidadas do evento online, organizado pelo Centro de Tecnologia de Embalagem (Cetea), em parceria com a Divisão de Extrusão e Embalagens Flexíveis (IFPED) da TAPPI. O evento aconteceu entre os dias 12 e 15 de abril.

De acordo com Márcio Biaso, Gerente Senior da Milliken, as aplicações do aditivo UltraGuard Natural  têm demonstrado resultados bastante positivos no aumento e melhorias de barreira à umidade em embalagens flexíveis de polietileno. “Os ganhos são substanciais, variando de 20% a 60%, a depender da resina e da estrutura aplicadas nas embalagens. Isso sem prejuízo de desempenho”, afirma.

Biaso fez palestra técnica durante o evento a respeito do aditivo. Segundo a Milliken, o produto possui, dentre outros atributos, a vantagem de otimizar as estruturas e substituição de materiais, contribuindo para o desenvolvimento de embalagens mais sustentáveis e com redução nos custos operacionais. Em outra apresentação na Conferência, o executivo trouxe aos participantes da conferência a visão global da Milliken sobre o desenvolvimento de produtos para toda a cadeia produtiva da indústria de embalagem, em diversos segmentos do mercado.

Especialista em ciência dos materiais, com mais de 150 anos de história, a Milliken & Company atua nos setores de têxteis, pisos, química e saúde, possuindo oito mil colaboradores, distribuídos por 46 localidades.

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BASF apresenta projetos e inovações para embalagens em evento virtual

05/04/2021

  • Projetos e soluções giram em torno da sustentabilidade e da preservação de recursos
  • Tópicos apresentados em evento virtual procuraram contribuir para a Interpack 2021

A visão dos especialistas sobre todo o ciclo de vida de embalagens – desde a produção ao uso, incluindo opções de reciclagem – fizeram parte do evento virtual realizado em março pela BASF. As apresentações foram realizadas como uma contribuição alternativa da empresa para a Interpack 2021, feira mundial de embalagens realizada na Alemanha, que não pode ocorrer devido à pandemia do coronavírus. Os tópicos vão desde inovações de produtos a novas tecnologias e projetos de clientes.

Projetos de economia circular

Dentro de seu programa de economia circular, a BASF estabeleceu o objetivo de processar anualmente, a partir de 2025, um total de 250 mil toneladas de matérias-primas recicladas e à base de resíduos em vez de matérias-primas fósseis. Além disso, a companhia está construindo a pegada de CO2 de todos os produtos de venda e pretende concluir este processo até ao final de 2021.

Tecnologia de tinta à base de água para a impressão de embalagens flexíveis

Para as embalagens de papel e papelão, as tintas à base de água são utilizadas há muito tempo e são aceitas como uma solução mais segura e sustentável. Juntamente com os parceiros da rede PRETHINK INK, a BASF está trabalhando para mostrar que essa tecnologia também é viável na impressão em filme para as aplicações das embalagens flexíveis. Os especialistas da BASF e parceiros, como o fabricante de tinta Quimovil, o fabricante de máquinas Comexi e o fabricante de embalagens Silbo, discutiram suas experiências e ofereceram conselhos práticos sobre a utilização “à base de água”.

Reciclagem mecânica de poliamidas em estruturas de filme multicamadas

Atualmente, diversos protocolos de reciclagem não classificam poliamidas em filmes multicamadas como recicláveis. Porém, a BASF apresenta as últimas conclusões sobre a reciclagem mecânica de poliamidas em filmes multicamadas a partir de experiências recentes. Tanto a poliamida 6 como várias outras copoliamidas foram estudadas e avaliadas a este respeito.

Ultramid: introdução de uma família de produtos de granulados de extrusão de poliamida 6

Nesta família de produtos, é possível determinar a pegada de CO2 e reduzi-la usando diversas opções. Já está disponível a linha Ultramid Ccycled, que oferece diversos grades fabricados a partir de resíduos reciclados do processo de produção, em diferentes etapas: tanto derivados da produção de poliamidas na BASF, como também opções que incorporam materiais classificados como Post-Consumer, reforçando o conceito de circularidade. Assim, a BASF também pode oferecer aos seus clientes materiais com um balanço de massa de materiais reciclados. A empresa também oferece o Ultramid BMBcert: o método de balanço de biomassa (BMB), certificado pela REDcert, que ajuda a conservar as matérias-primas fósseis.

Novos grades de Ultradur com perfis de propriedades feitos sob medida

O Ultradur B6560 M2 FC TF, resina de PBT termoformável, combina as características da família Ultradur, proporcionando adicionalmente excelentes propriedades de barreira de oxigênio, vapor de água e aroma, afirma a BASF.

Segundo a BASF, Por meio destas propriedades mecânicas intrínsecas, o Ultradur permite embalagens fabricadas com um único material, não sendo necessário mais revestimentos. Ao conectar e ramificar as cadeias de polímeros por meio de aditivos especiais, é possível obter uma elevada resistência do polímero fundido. O material é adequado para extrusão de filmes e termoformagem de embalagens ou peças técnicas, bem como outras aplicações de alta temperatura.

O Ultradur B1520 FC R1 é um PBT de alta fluidez especialmente desenvolvido para embalagens de parede fina moldadas por injeção para cosméticos e produtos alimentícios. É o produto escolhido para embalagens aromáticas e de uma única camada. Dessa forma, é possível eliminar embalagens secundárias em função das propriedades de barreira a umidade e oxigênio proporcionadas pelo novo material. As embalagens também podem ser mais finas, o que constitui um pré-requisito para a produção econômica e ecológica.

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