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Milliken lança novo clarificante que amplia percepção visual e atributos sustentáveis de embalagens e peças de polipropileno

18/11/2020

Segundo empresa, a nova tecnologia eleva a produtividade e garante economia média de energia de 10% durante o processamento, além de aperfeiçoar a aparência e a reciclabilidade das embalagens

Para empresas e consumidores, a sustentabilidade não é mais uma aspiração planejada para o futuro, mas sim um requisito que necessita ser aplicado agora. Ciente disso, a Milliken desenvolveu uma nova geração do seu clarificante Millad NX 8000, que promove alta transparência em embalagens e utilidades domésticas feitas de polipropileno (PP). O lançamento, denominado Millad NX 8000 ECO, alia os diferenciais sustentáveis a vantagens de desempenho para os fabricantes e usuários das soluções plásticas, afirma a empresa.

O Millad NX 8000 ECO é resultado de ajustes na formulação que, segundo a Milliken, otimizam a produção de peças de PP clarificado. “O novo clarificante possibilita aos convertedores o processamento em temperaturas mais baixas, aumentando as taxas de produção e garantindo uma economia média de energia de 10%”, explica Edmar Nogueira, gerente técnico da Milliken. O menor consumo energético é validado pela Underwriters Laboratories (UL), um dos principais órgãos certificadores do mundo, permitindo aos brand owners o uso do selo UL de declaração ambiental em suas embalagens ou utilidades moldadas por injeção.

Segundo a Milliken, o Millad NX 8000 ECO é compatível com todos os processos de transformação e torna o polipropileno clarificado uma alternativa ainda mais viável ao vidro ou a polímeros amorfos como PC, PET, PVC e PS. A empresa afirma que ele ainda proporciona benefícios aos fabricantes de bens de consumo em três importantes frentes: segurança no acondicionamento de alimentos, experiência sensorial e economia circular, garante a empresa.

De acordo com a fabricante, a nova geração do clarificante atende aos recentes e rigorosos requisitos para contatos com alimentos, minimizando riscos de migrações indesejadas de substâncias. “O Millad NX 8000 ECO está em conformidade com padrões de segurança ainda mais elevados do que os atualmente em vigor na maioria dos mercados mundiais”, destaca Rodrigo Silva, gerente comercial da Milliken.

Experiência sensorial e reciclabilidade

No quesito experiência sensorial, o novo clarificante assegura a melhor percepção visual das embalagens sob diferentes tipos de iluminação – especialmente a luz LED, de uso crescente no varejo brasileiro, afirma a Milliken. “Diferentemente das lâmpadas incandescentes e fluorescentes, hegemônicas até pouco tempo atrás, o LED emite luz em comprimentos de onda distintos. Isso pode afetar o aspecto visual das peças clarificadas”, detalha Nogueira. “Devido a ajustes na fórmula, o Millad NX 8000 ECO também contorna essa questão, adequando-se a diferentes ambientes e tecnologias de iluminação”.

Embora entidades de classe dos setores de iluminação e supermercadista não disponham de estatísticas sobre padrões de luz das lojas brasileiras, uma estimativa da McKinsey Global Lighting aponta a importância da adequação dos produtos à nova realidade. Em 2011, 7% dos estabelecimentos comerciais da região utilizavam iluminação LED. Esse índice evoluiu para 45%, em 2016, e deve chegar a 68% em 2022. “Ante o cenário de concorrência cada vez mais acirrada nos pontos de venda, pequenas diferenças visuais podem fazer diferença enorme nos resultados das indústrias”, comenta Silva.

O terceiro pilar de aprimoramento do Millad NX 8000 ECO é uma condição ainda mais favorável ao reaproveitamento dos materiais no pós-consumo. A fórmula simplificada do clarificante facilita processos de coleta e seleção nas usinas de reciclagem, permitindo o trabalho com uma alta gama de embalagens e utensílios domésticos. Essa propriedade é reconhecida, entre outros órgãos, pela Associação Americana de Recicladores de Plásticos, afirma a Milliken.

Embora leve a um novo patamar os atributos que consolidaram a família Millad NX como referência em clarificantes para PP ao longo dos últimos dez anos, o Millad NX 8000 ECO mantém-se com a mesma competitividade das versões já conhecidas pela indústria. “A nova geração é um passo à frente, antecipando-se a possíveis movimentos do mercado. Convém esclarecer que os aditivos atuais continuam sendo úteis e eficazes frente ao atual estágio produtivo e regulatório do Brasil.”, esclarece Nogueira.

Especialista em ciência de materiais e contando com oito mil associados em 46 localidades, a Milliken & Company trabalha com inovações que abrangem têxteis, pisos, produtos químicos especializados e produtos para a saúde.

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Setor de Embalagens Plásticas Flexíveis supera desempenho geral da Indústria no 3o. trimestre de 2020

18/11/2020

Estudo feito pela W4Chem para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) indica que a indústria de embalagens flexíveis apresentou desempenho superior ao da indústria como um todo no terceiro trimestre do ano. O resultado se deve ao uso das embalagens flexíveis em itens de primeira necessidade, como alimentos, bebidas, varejo, entre outros. “Especialmente o setor de alimentos manteve o bom desempenho verificado nos últimos meses, ou seja, praticamente inalterado mesmo com a pandemia do COVID-19. Inclusive, houve momentos em que itens de indulgência, como doces e snacks, foram largamente consumidos, favorecendo as embalagens flexíveis”, relata o empresário Rogério Mani, Presidente da ABIEF.

“Enquanto no segundo trimestre o desempenho da indústria de embalagens flexíveis foi impulsionado por produtos essenciais, como alimentos, higiene e limpeza, no terceiro trimestre a recuperação foi mais generalizada e os consumidores voltaram a comprar outros itens, impulsionados, por exemplo, pelo auxílio emergencial”, completa Rogério.

Neste cenário, o setor de flexíveis registrou uma produção de 562 mil toneladas, uma alta de 8,8% em comparação ao trimestre anterior. No acumulado de Janeiro a Setembro de 2020, a produção chegou a 1,588 milhão de toneladas; as importações totalizaram 50 mil t e as exportações 94 mil t.

A indústria de alimentos continuou sendo o principal cliente, absorvendo 203 mil toneladas. O setor de aplicações industriais vem a seguir, com um consumo de 98 mil t de embalagens flexíveis; o de descartáveis, 68 mil t e bebidas, 56 mil t.

As embalagens multicamadas são as mais representativas no universo das flexíveis, respondendo por 185 mil das 562 mil t produzidas no terceiro trimestre de 2020. A segunda maior aplicação se refere às embalagens monocamada, com 154 mil t, seguidas por filmes shrink (encolhíveis), com 75 mil t.

Foram produzidas 10% mais embalagens com PEBD (polietileno de baixa densidade) e PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) no terceiro trimeste, em comparação ao segundo trimestre, representando 416 mil t. Com PEAD (polietileno de alta densidade), a alta foi de 8,3% (65 mil t). O PP (polipropileno) apresentou um acréscimo de 3,7% (81 mil t). Matérias-primas recicladas tiveram uma participação de 5% (30 mil t) no volume total (562 mil t).

“O desempenho do setor só não foi superior porque vivenciamos, no período avaliado, uma redução drástica da oferta de matérias-primas, como resinas e outros insumos (aditivos e pigmentos) e embalagens de outros tipos (caixas de papelão). As indústrias do setor atuaram com estoques reduzidos o que comprometeu a produção”, pontua Rogério Mani.

Mesmo assim, a consultoria W4Chem estima que as vendas internas de poliolefinas (polietileno e polipropileno) tenham aumentado cerca de 23% no terceiro trimestre, em comparação ao segundo trimestre de 2020, e 1%, na comparação com o terceiro trimestre de 2019. “A indústria petroquímica nacional foi favorecida pelo desabastecimento mundial de resinas termoplásticas – por isso o recorde de vendas em agosto e setembro. Mas lembramos que a oferta restrita de resinas no mercado interno resultou em momentos difíceis para algumas empresas produtoras de embalagens, que necessitaram buscar matérias-primas alternativas”, finaliza o Presidente da ABIEF.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Filmes com acabamento fosco e toque aveludado são apostas da Terphane para destacar produtos no PDV

18/11/2020

Linha de filmes BOPET ajuda os proprietários de marcas a posicionarem suas embalagens em um novo patamar de atratividade.

Um dos grandes desafios da atualidade no desenvolvimento de embalagens é fazer com que os produtos se destaquem da concorrência no PDV. Ou seja, a embalagem é responsável por chamar a atenção do consumidor e comunicar os atributos dos produtos e das marcas, motivando o consumidor a efetivar a compra.

A Terphane, líder em filmes PET (poliéster) na América Latina, desenvolveu uma solução para atender a essa finalidade. “Nossa linha de filmes com acabamento fosco está associada a produtos mais saudáveis e mais sustentáveis, especialmente quando comparada a materiais alternativos mais brilhantes. Os consumidores enxergam a embalagem com acabamento mate como uma opção mais natural e confiável”, explica Célia Freitas Gerente de Desenvolvimento de Mercado Terphane.

Segundo ela, “outra vantagem dos filmes mate é a facilidade de leitura das informações da embalagem, incluindo informações nutricionais, ingredientes, receitas e outros. A superfície sem brilho dos filmes ajuda os consumidores a revisarem as informações que os interessa, o que tem um impacto bastante positivo”.

O portfólio da Terphane é composto por filmes com acabamento mate e diferentes texturas. Segundo a empresa, todos os filmes são aprovados pela Anvisa, FDA e EU para contato com alimentos, inclusive em aplicações de envase a quente (Hot fill).

“O mercado reagiu de forma bastante positiva ao lançamento de nosso primeiro filme mate coextrudado para impressão”, celebra Marcos Vieira, Diretor Global de P&D da Terphane. “Agora trabalhamos para atender à demanda por produtos de maior valor agregado, adicionando ao portfólio os filmes mate barreira (BMAT) e selável (SMAT)”, completa. “Recentemente, criamos o VMAT2Z, nosso novo filme mate de toque aveludado, que traz baixíssimo brilho e alta transparência aliados a um toque aveludado único.”

“A tendência por texturas em embalagens está crescendo rapidamente. Segundo estimativas de especialistas, particularmente nos Estados Unidos, o crescimento é superior a 15% ao ano”, afirma Célia Freitas. “Há uma grande demanda por filmes mate da Terphane, especialmente para embalagens de luxo. Já oferecemos também soluções para diferentes segmentos como cosméticos, lenços umedecidos, pet food, snacks, candies, alimentos congelados, produtos lácteos, carne processada, café, entre outros”, finaliza.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Solução de alta barreira para embalagens flexíveis monomaterial em PE será tema de webinar promovido pela Milliken

07/11/2020

A Milliken programou para o dia 12 de novembro, às 9 horas, o webinar online e gratuito para apresentar o seu UltraBalance Natural 1002. Segundo a empresa, o material permite aumentar ou proporcionar melhorias de barreira à umidade em embalagens flexíveis de polietileno.

A Milliken afirma que, com a solução, é possível reduzir a espessura e o peso dos filmes e, em certos casos, até dispensar o uso da camada metalizada, obtendo-se flexíveis monomaterial (somente de polietileno). Tudo isso sem prejuízo do desempenho. “Os ganhos em barreira à umidade são substanciais, variando de 20% a 60%, dependendo da resina e da estrutura aplicadas nas embalagens”, afirma Márcio Biaso, Senior Account Manager da empresa.

O UltraBalance 1002 já é utilizado no mercado internacional, tendo estabelecido novos padrões de acondicionamento em diversos segmentos – entre eles os de cereais matinais, grãos, biscoitos, variados alimentos e produtos de limpeza em pó, assegura a Milliken.

As inscrições para o evento, que será realizado pela plataforma Teams, podem ser feitas por meio deste link.

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8ª edição do Desafio de Design da Braskem tem como parceiros Grupo Boticário e BRF

24/10/2020

A edição deste ano já está com inscrições abertas e desafiará designers profissionais a desenvolverem soluções criativas e sustentáveis para embalagens

A partir de 16 de outubro, a Braskem abriu as inscrições para a 8ª edição do Desafio de Design. Neste ano, a iniciativa será voltada a profissionais da área de Design de Produtos. Eles serão desafiados a resolver problemáticas relacionadas a embalagens, seguindo o conceito Design for Environment, o qual busca reduzir os impactos ambientais considerando todo seu ciclo de vida.

O desafio da edição será “encontrar soluções concretas e sustentáveis em embalagens”, para dois parceiros da Braskem: a BRF, multinacional do ramo alimentício detentora das marcas Sadia e Perdigão; e o Grupo Boticário, detentor das marcas de beleza O Boticário, Eudora, quem disse, Berenice?, BeautyBox, Multi-B, Vult e Beleza na Web. A ideia vencedora, avaliada de acordo com critérios pré-estabelecidos, receberá um prêmio de R$ 20.000,00. Entre os critérios de avaliação das propostas estão a inovação, a viabilidade de implementação e o alinhamento com a ferramenta de Avaliação de Ciclo de Vida (ACV), aspectos fundamentais no desenvolvimento das soluções e que comprovarão a redução do impacto ambiental dos projetos apresentados.

Por conta da pandemia do novo coronavírus, todas as etapas foram adaptadas para acontecerem em um ambiente 100% digital e on-line, o que possibilitará a participação de profissionais de todo o território nacional. Para se inscrever basta acessar o site ( link ) até 30 de outubro. Como pré-requisito, é necessário ser formado na área relacionada entre os anos de 2015 e 2020. Após o período de inscrições, haverá um webinar no dia 11 de novembro, ocasião em que as empresas darão mais informações sobre o programa.

“Acreditamos no Desafio de Design como ferramenta de aproximação com os ecossistemas acadêmicos, jovens profissionais e o mercado para o desenvolvimento de idéias inovadoras e de impacto social e ambiental na fase inicial do ciclo produtivo – o Design. Por meio do programa, os participantes, nossos clientes e parceiros possuem a efetiva oportunidade de implementar o conceito de economia circular desde a concepção das embalagens”, avalia Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular da Braskem na América do Sul.

“O Grupo Boticário é uma empresa que investe e acredita na inovação como o único caminho sustentável para o negócio e para o mundo. Por isso, fazemos questão de participar de iniciativas como o Desafio de Design da Braskem”, afirma Paulo Roseiro, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Boticário.

A programação desta edição obedecerá ao seguinte calendário:

  • Inscrições: de 16 a 30 de outubro ( link de inscrição );
  • Divulgação dos selecionados: 05 de novembro (24 ao todo; 12 profissionais por hackathon).
  • Desafio Grupo O Boticário
    • Pré-hackathon: 14 de novembro;
    • Hackathon: de 21, 22 e 23 de novembro.
  • Desafio BRF:
    • Pré-hackathon: 28 de novembro;
    • Hackathon: de 05, 06 e 07 de dezembro.

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Parceria entre Sidel e PearlWater aumenta o desempenho de equipamentos de fim de linha

18/10/2020

19 de Outubro de 2020 – Produzindo uma grande variedade de garrafas de 0,5 L a 1,5 L em uma única linha de embalagem em PET, a Pearlwater Mineralquellen AG (Pearlwater) estava determinada a aumentar a eficiência de sua linha de produção e a qualidade das garrafas através do upgrade do desempenho de sua paletizadora, instalada pela Sidel em 2011. A Sidel afirma que, respondendo a solicitação da Pearlwater, pôde aumentar a confiabilidade e flexibilidade da paletizadora para o processamento de diversos tamanhos de packs e melhorou a eficiência da linha em 5% com maior estabilidade dos packs e pallets.

Fundada em 1993, a empresa suíça Pearlwater é especialista no setor de bebidas e produção de água engarrafada, água aromatizada e refrescos. A água, que é figura central do portfólio de suas bebidas, origina-se de cinco fontes de água mineral únicas nos Alpes do Valais (também conhecidos como Alpes Peninos). A gama de produtos da Pearlwater abrange de marcas econômicas a nobres, com foco na qualidade do produto e produção sustentável. Entre suas marcas famosas, estão as águas engarrafadas “Swiss Alpina”,“Aquina” e “Prix Garantie” – água aromatizada para a marca de rede varejista sustentável “Coop Naturaplan”, assim como refrescos comercializados sob as marcas “Aquina” e “Prix Garantie”.

Desde 2011, a empresa pertence ao Coop Switzerland (Coop), que é um grupo internacional com diversos formatos de comercialização e que inclui empresas de atacado e fábricas. A Pearlwater engarrafa cerca de 100 milhões de litros de bebidas e é uma das 4 principais empresas no mercado de água e refrescos na Suíça.

Modernização da paletizadora

Para manter a eficiência de linhas que já estão em funcionamento e a operação dos equipamentos em um nível avançado ao longo do tempo, é importante preservar e otimizar o desempenho das máquinas. Assim, a Pearlwater recorreu à sua OEM e estava especialmente interessada em como aumentar o desempenho dos equipamentos de fim de linha.

Após analisar o desempenho da linha, os engenheiros da Sidel identificaram que a principal perda de desempenho vinha do processamento de packs de garrafas pequenas, no estágio de paletização. Segundo o diagnóstico, o upgrade do transporte e rotação dos packs de garrafas pequenas permitiria melhorar a qualidade do produto e o tempo produtivo da paletizadora. A Sidel propôs então aprimorar o posicionamento da garrafa na paletizadora com um novo sistema de transporte e rotação de packs, o “Electronic Spacer”. “O upgrade para a paletizadora PalKombi Gripping da Pearlwater se concentrou em um novo módulo de entrada de packs, composto por transportadores de correntes modulares, pelos quais os packs são suavemente transferidos e girados, formando filas antes de serem empurrados para o pallet”, explica Danny Bollnow, Service Sales Manager da Sidel.

Segundo a Sidel, esse novo sistema aumenta o desempenho da paletizadora, maximizando o tempo produtivo e a qualidade dos packs e pallets, bem como diminuindo o tempo de troca para o processamento de novos formatos. A empresa afirma que o sistema reduz descartes e impactos entre packs, quando são espaçados para gerar filas corretas, com menos quedas e danos. Com isso, ele minimiza os tempos de indisponibilidade para intervenção manual para reposicionamento correto dos packs e melhora a qualidade do produto, garante a fabricante do sistema. Com princípios de espaçamento eletrônico, packs menores são posicionados suavemente para formar filas corretas, garantindo a precisão do palete e uma produção mais confiável.

“Estamos muito satisfeitos com a execução do projeto, acompanhamento, e a excelente colaboração que tivemos com a equipe da Sidel”, revela Pascal Collaud, Head of Production & Logistics da Pearlwater. “Graças ao upgrade da paletizadora, não houve apenas aumento da confiabilidade e flexibilidade no processamento de diversos tamanhos de packs, mas a empresa agora também pode produzir packs muito pequenos, como o de 3×2 no formato de garrafa de 250 mL.”

Além disso, logo após a adaptação, a equipe da Sidel realizou um treinamento para os operadores da Pearlwater sobre as novas funções da paletizadora, permitindo que os funcionários rapidamente estivessem aptos a operar o equipamento.

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Dow e colombiana Alico desenvolvem embalagem de Polietileno sem metalização para a marca Café Pergamino

17/10/2020

Café + tecnologia + inovação + sustentabilidade, esta é a fórmula das embalagens recicláveis ​​e sem alumínio que foram projetadas em conjunto pela Dow e Alico para a marca Café Pergamino, da Colômbia

A Dow, em parceria com a Alico, empresa colombiana com experiência na projeção e fabricação de embalagens, apresentou ao mercado uma inovadora solução para as necessidades da indústria alimentícia.

De acordo com a Associação Americana de Tecnologias de Embalagem e Processamento (PMMI), 64% dos fabricantes de alimentos buscam soluções recicláveis para seus produtos. A Dow, em seu foco no design para reciclabilidade (Design For Recycling) busca atender e apoiar este setor e oferecer soluções que contam com tecnologia e sustentabilidade. Em conjunto com a Alico, a empresa trabalhou para encontrar uma solução de embalagem flexível reciclável feita com polietileno e sem metalização (alumínio), que garante as características organolépticas e mantém a qualidade do produto como aroma e sabor, além de ser uma embalagem inovadora com um design elegante. Segundo a empresa, a embalagem reflete o frescor da marca Café Pergamino, seu cliente na Colômbia.

“Desde 2013, a Dow trabalha constantemente para desenvolver soluções inovadoras que permitam o design de embalagens alinhadas com a economia circular e que facilitem seu processo de reciclagem sem comprometer o desempenho da embalagem, mantendo características como: altos níveis de barreira contra umidade e oxigênio, necessário para embalar produtos como o café. Temos um portfólio completo de soluções para desenvolver embalagens desenhadas para reciclabilidade (Design For Recycling). No caso do Café Pergamino, destaca-se a família de resinas Elite AT, que, em combinação com outras resinas, permite a substituição do alumínio garantindo as mesmas propriedades”, afirma Yasmín Gómez, Gerente de Marketing da Dow Embalagens e Plásticos Especiais.

“Adicionalmente, é importante destacar que, para desenvolver soluções mais sustentáveis, a colaboração entre todos os elos da cadeia é um fator determinante para o sucesso de uma iniciativa. Neste caso particular é importante ter aliados como Alico e donos das marcas como Café Pergamino para enfrentar os desafios do mercado relacionados à inovação e sustentabilidade”, complementa Gómez.

Segundo Ovidio Salazar, Gerente de Gestão Tecnológica da Alico, “nossa extensa tecnologia aliada às matérias-primas da Dow e nossa constante motivação para inovar nos levaram a ser facilitadores dessa nova inserção de embalagens mais sustentáveis ​​no mercado, com o desenvolvimento do nosso produto Recipack”.

Para a Café Pergamino, “é um grande orgulho ter uma solução pioneira de embalagem. Nos últimos 10 anos, tivemos a alegria de oferecer aos colombianos os melhores cafés produzidos no país, todos de pequenos produtores, torrados à mão e entregues absolutamente frescos ao cliente final. Fazê-lo agora em embalagens responsáveis ​​com o meio ambiente, onde não existe alumínio mas sim um produto reciclável que preserva o aroma e o frescor do nosso produto, nos deixa ainda mais orgulhosos”, afirma Pedro Echavarria, gerente do Café Pergamino

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Unipac lança embalagens inteligentes com sistema de autenticidade

17/10/2020

Primeiro mercado a ser atendido é o de defensivos agrícolas. As embalagens inteligentes confirmarão a autenticidade do produto, contribuindo positivamente com a economia formal.

A Unipac está apresentando ao mercado suas embalagens plásticas inteligentes, que fazem uso da tecnologia para comunicar as condições de um produto. A empresa atenderá, inicialmente, o segmento de defensivos agrícolas e a novidade servirá para comprovar, tanto para o fabricante como para o produtor rural e demais públicos envolvidos, que o conteúdo da embalagem é autêntico.

Desenvolvido em parceria com o CIAg – Centro de Inovação no Agronegócio (fundação sem fins lucrativos, criada e mantida pela controladora do Grupo Jacto, do qual a Unipac faz parte), o sistema fará a leitura – via aplicativo de celular – de uma tag aplicada no selo colocado na tampa da embalagem. A partir daí, todos os dados e informações disponíveis em banco de dados na nuvem para confirmar a autenticidade do produto podem ser acessados.

A identificação é feita com a tampa fechada, pois, uma vez aberta, a tag fica destruída. Quando a embalagem sai da linha de envase, um leitor de radiofrequência captura o número identificador único, presente em cada tag, e o carrega num banco de dados. Desse ponto em diante, a simples abertura da tampa permitirá a identificação da violação por meio do aplicativo.

Segundo a Unipac, dentre os principais benefícios do novo sistema estão: o combate à ilegalidade, preservação da imagem da marca, maior segurança ao produtor, aumento de market share por menor interferência de produtos adulterados e falsificados e a possibilidade de explorar outros tipos de informações pertinentes ao negócio, além de contribuir positivamente com a economia formal.

A solução proposta pela Unipac elimina subjetividades na autenticação da embalagem pelo olho humano, como ocorre no caso de selos holográficos. Além disso, impede o reenvase de produto oriundo de contrafação em embalagem original, pois serve justamente para provar se a embalagem foi ou não violada. Havendo a constatação de rompimento por meio do sistema, provavelmente o produto não é autêntico ou pode ter sido adulterado.

Segundo a empresa, outras vantagens que merecem destaque são: o sistema não afeta a reciclabilidade da embalagem e não precisa alterar a linha de envase do cliente – é necessário somente a instalação do leitor NFC após a indução dos selos, um investimento inferior, se comparado às vantagens que a solução apresenta, garante a Unipac.

Embalagens próprias e de clientes

A solução já está em teste e a previsão é que as embalagens com o sistema desenvolvido pela Unipac estejam no mercado a partir de 2021. O pré-lançamento contempla a aplicação de tags nas versões de 1 litro e de 5 litros do portfólio da Unipac. Para o próximo ano, haverá expansão para as embalagens de 20 litros e a empresa já possui iniciativas de prospecção em outros mercados potenciais.

As embalagens inteligentes da Unipac serão comercializadas por módulos de serviços, como leitura de autenticidade, relatórios de vendas, mapas de locais ondem mais ocorrem adulterações, inteligência de mercado com base em informações capturadas e recomendações de mercado. O aplicativo estará disponível para Android e, em breve, IOS, e utilizará o leitor NFC dos smartphones. Também poderá ser acessado via web.

“O ponto central das embalagens inteligentes no momento é a autenticidade, porém a Unipac pode propor outras soluções, a exemplo da rastreabilidade (leitura passiva). E há, ainda, outras frentes previstas, como uma maior interação do agricultor com o fabricante”, comenta André Silvestre, Gerente de Vendas do Segmento Embalagem da Unipac.

Um sistema necessário

De acordo com um estudo produzido em 2019, pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social das Fronteiras (IDESF), cerca de 20% dos defensivos agrícolas comercializados no Brasil são de origem ilegal. Cálculos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) apontam que o mercado ilegal de agroquímicos causa um prejuízo anual estimado de aproximadamente R$ 8 bilhões.

Muitos compram sem saber que o produto é ilegal e as adulterações podem ocorrer em diversas etapas: onde é comercializado, durante o transporte ou quando chega ao local de aplicação. “Com esse sistema que estamos propondo, cada selo de indução terá um RG único. Então, se houver violação da embalagem e a inclusão de um novo selo, este não coincidirá com as informações existentes na base de dados e vai acusar que o conteúdo não é autêntico. Com isso, queremos ajudar o mercado a reduzir a contrafação. Essa solução vai muito além de vender um serviço ou uma embalagem inteligente. Ela não só vai contribuir com a redução de algo que é impactante para o mercado de defensivos agrícolas, como também promover ainda mais a interação entre o fabricante e o agricultor” finaliza Silvestre.

Com 44 anos de existência em 2020 e contando com mais de 1.000 colaboradores, a Unipac fornece produtos para empresas nacionais e internacionais que atuam nos segmentos automotivo, de defensivos agrícolas, logístico, entre outros. Executa seis tipos de processos de transformação em suas unidades produtivas – sopro, injeção, injeção estrutural, extrusão de chapas, termoformagem e rotomoldagem – que estão instaladas em Pompeia (matriz) e Limeira (filial), ambas em São Paulo, e nos sites de seus clientes, por meio do modelo in house, nas cidades de Regente Feijó/SP, Paulínia/SP e Maracanaú/CE. A Unipac é uma das unidades de negócio do Grupo Jacto, composto por empresas que atuam nos segmentos agrícola, tecnologia de aplicação de polímeros (automotivo, embalagens e logística), transporte, equipamentos para serviços de limpeza e higienização, além de soluções para a área médica.

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Conservadoras de frutas da Termotécnica são utilizadas na exportação de manga do Brasil para Europa

15/10/2020

Solução pós-colheita da Termotécnica mantém propriedades da fruta durante o longo transit-time e diminui custos com frete

Aumento do consumo de frutas em todo o mundo para reforçar a imunidade na pandemia; real desvalorizado; condições climáticas que permitem múltiplas safras no ano. Todos estes fatores estão contribuindo para o aumento nas exportações das frutas brasileiras, com destaque cada vez maior para a manga. De acordo com o Agrostat, sistema de estatísticas do Ministério da Agricultura (Mapa), em 2019 as vendas externas de frutas somaram 997 mil toneladas (alta de 16% em relação a 2018) e US$ 858 milhões em receita (aumento de 8,5%), com destaque para melão, manga, limão, banana e uva. Com os bons resultados, mesmo em meio à pandemia, as exportações brasileiras de frutas apresentam boas perspectivas e devem acelerar no segundo semestre, ultrapassando a marca de US$ 1 bilhão.

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), Guilherme Coelho, também entende que o Brasil pode ser favorecido tanto pela maior procura dos países mais desenvolvidos por alimentos saudáveis e ricos em vitaminas, quanto pela entressafra com o fim do verão nos países de clima temperado. “A gente produz manga e uva o ano inteiro. No Brasil, temos duas safras, enquanto os demais países de clima temperado não conseguem produzir fora da primavera e do verão”, analisa.

Atenta a este cenário, a Termotécnica vem ampliando sua atuação na venda de conservadoras para exportações de frutas. Cargas aéreas para exportação de manga estão sendo despachadas para Europa nas conservadoras DaColheita. De acordo com os traders, além de ser uma fruta bastante produzida, a manga brasileira é muito rentável para exportação pois tem um grande apelo no mercado internacional, principalmente da Europa.

Para atender ao exigente mercado europeu, os exportadores brasileiros de manga estão priorizando a qualidade em relação à quantidade. De acordo com Nivaldo de Oliveira, diretor superintendente da Termotécnica, os produtores de manga para exportação buscam cuidados com o pós-colheita, além da excelência em todas as etapas de produção. Nesse sentido, a escolha da embalagem adequada é de extrema importância para manutenção térmica durante todo o processo e garantia de um produto de qualidade no PDV (Ponto de Venda). “Pensando nessa qualidade, desde a produção da manga premium no campo até a mesa do consumidor, as soluções DaColheita têm sido um diferencial que agrega muito valor” afirma Nivaldo.

Segundo ele, os clientes relatam as vantagens das conservadoras em EPS DaColheita em relação a outros tipos de embalagens. No que se refere a manutenção da vida de prateleira ou shelf-life (frescor, aspecto visual e qualidade nutricional), as frutas se desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo. “O design diferenciado das nossas conservadoras também agrega valor visualmente nos pontos de venda e facilidades logísticas de movimentação e empilhamento, além de serem mais leves, o que garante diminuição no frete, principalmente no modal aéreo. Pensando na cadeia logística como um todo, é uma solução diferenciada e inovadora para este mercado”, afirma o superintendente.

Desenvolvendo soluções de conservadoras em EPS com a marca FarmFresh no mercado internacional, a Termotécnica tem trabalhado com produtores e traders parceiros para contribuir com a ampliação da participação das frutas brasileiras nos mercados externos. A companhia define o posicionamento como um grande “companheiro de viagens” para as frutas cultivadas pelos produtores brasileiros chegarem em perfeito estado a mercados exigentes como o europeu.

Segundo a Termoténica, nessa verdadeira corrida contra o tempo, do produtor ao consumidor, as soluções pós-colheita da Termotécnica ampliam em até 30% o shelf-life das frutas, mantendo suas propriedades nutricionais por mais tempo. Certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e HDG), esses resultados conferem redução de perdas e desperdício de alimentos, o que torna a linha DaColheita adequada para acondicionar as frutas da colheita até o consumidor, reduzir a absorção de impactos no transporte e melhorar a exposição no varejo, garante a fabricante.

Segundo a Termotécnica, há vários benefícios quanto aos custos logísticos da conservadora em EPS DaColheita em relação a outros materiais. Dependendo do tipo de fruta, em comparação com as embalagens em papelão, por exemplo, as conservadoras em EPS são até 60% mais leves, o que representa também em torno de 6% de economia no frete aéreo, afirma a empresa.

A Termotécnica afirma que as soluções de embalagens em EPS DaColheita proporcionam ganhos efetivos e aumento da competitividade para os negócios de exportação através da redução significativa de perdas nos embarques de longa distância e conservação da temperatura, sem quebra de frio na cadeia. Além disso, garante a empresa, há menor desidratação da fruta.

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Terphane apresenta embalagem conceito para ser levada direto ao forno

20/09/2020

As chamadas ‘oven bags’ possibilitam o cozimento ou aquecimento dos alimentos de forma rápida, fácil, segura e mais sustentável.

20/09/2021 – A preocupação do consumidor em garantir conveniência e funcionalidade para as suas refeições é uma realidade sem volta. Especialmente nos grandes centros urbanos, há uma necessidade urgente de alimentos que tenham um preparo fácil e rápido e sejam nutritivos e saborosos. Atenta à esta realidade, a Terphane disponibiliza filmes PET que atendem a esta necessidade de cozimento e/ou aquecimento dos alimentos na própria embalagem, afirma a empresa.

Os chamados filmes para ‘oven bags’ têm como principal diferencial a possibilidade de serem colocados em micro-ondas ou fornos convencionais. “Outra importante vantagem é a possibilidade de se usar uma única embalagem. Ao invés do tradicional assa-fácil onde temos um ‘oven bag’ dentro de uma outra embalagem (pouch ou flowpack), podemos dispensar a embalagem externa e ter uma única embalagem monomaterial (somente poliéster)”, explica Célia Freitas, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane.

Além de permitir a redução do uso de materiais de embalagem, esta é uma solução mais sustentável que o modelo atual por utilizar apenas um material (o poliéster), que é totalmente reciclável. Esta solução já é usada na Europa e nos Estados Unidos e está disponível para o mercado brasileiro. A Terphane também desenvolveu com um parceiro local uma solução técnica que permite que essa embalagem possa ser impressa e ainda suporte as altas temperaturas de cozimento.

Segundo a empresa, a sua embalagem ‘oven bags’ também suporta baixas temperaturas de refrigeração e/ou congelamento (até -30 graus C), sendo, portanto, ideal para vários tipos de produtos derivados de animais (suínos, bovinos e aves), com ou sem tempero, e cujo cozimento acontece na própria embalagem.

A Terphane afirma que a sua proposta leva praticidade e conveniência ao consumidor brasileiro, já que os alimentos são envasados no próprio fabricante, o que contribui para aumentar a segurança alimentar e a higiene. “Estamos falando de uma embalagem hermética e “amigável” ao meio ambiente, que vai da gôndola diretamente ao forno e quando sai, o alimento está pronto para consumo. Os consumidores adoraram a novidade e toda a praticidade. Inclusive ressaltam que não há travessa suja e, no caso do frango, ele sai do forno suculento – além de reduzir o tempo do consumidor na cozinha”, explica Célia.

O cozimento eficiente deve-se ao fato do filme de poliéster ajudar a manter o calor dentro da embalagem, afirma a Terphane, evitando ainda o ressecamento do alimento. Os filmes PET da Terphane para ‘oven bags’ têm aprovação para contato com alimentos, inclusive para ir ao forno.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Dow e parceiros criam plataforma de serviços de embalagens flexíveis baseada no conceito de co-packing

28/08/2020

Programa Incubapack facilita posicionamento de mercado de empresas por meio de desenvolvimento de embalagem, ganho de escala e melhoria de produtos.

A Dow, a Saberpack, EBA e parceiros da cadeia de embalagens se uniram para a criação da Incubapack, plataforma de serviços de embalagens baseada no conceito de co-packing, que abrange todas as etapas produtivas: design, impressão e envase. Segundo a Dow, a plataforma facilita a criação e otimização de invólucros flexíveis para empresas que buscam se destacar no mercado.

A iniciativa tem por objetivo atender marcas que não possuem linhas de produção em grande escala, mas que precisam apresentar embalagens que atendam à demanda específica de seu produto e atraiam o consumidor. A Dow afirma que, por meio de uma plataforma única, a Incubapack oferece ganho de escala para empresas que não possuem maquinário de envase próprio, participando das etapas desde a criação da embalagem, passando pelo processo de impressão da marca e envase do produto. Além disso, o programa também serve como piloto para marcas que queiram utilizar este recurso para testes de novos produtos ou embalagens.

A plataforma, além de proporcionar maior competitividade às marcas, permite que os produtores façam quantidades personalizadas de embalagens, de acordo com suas necessidades, além de ajudar na redução de custos e economia com mão de obra, espaço físico e investimento em equipamentos.

“Acreditamos que a embalagem faz toda a diferença para a comercialização de um produto. Por isso, nos juntamos aos nossos parceiros para facilitar o desenvolvimento e envase de embalagens flexíveis para empresas do mercado brasileiro. Nosso objetivo é contribuir para que nossos clientes sejam cada vez mais competitivos e estejam alinhados às inovações do mercado de embalagens”, afirma Marcus Carvalho, Gerente de Marketing para Embalagens de Alimentos e Especialidades Plásticas na América Latina.

“A integração do envase, desenvolvimento da embalagem e criação, em um único ecossistema, permite ao mercado lançar produtos, testá-los e produzi-los de maneira rápida e com drástica redução de investimentos”, comenta Cesar Saber, CEO da Saberpack Sistemas de Embalagens.

A Incubapack possui três tipos de planos: Light, que contempla embalagem e envase; Total, com embalagem, envase e impressão; e a categoria Plus, que permite a embalagem, envase, impressão e design do produto.

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ExxonMobil lança novo grade para aplicações em polipropileno expandido

23/08/2020

A ExxonMobil lançou um novo grade de resina de polipropileno para aplicações em espuma, o Achieve Advanced PP6302E1. Segundo a empresa, é uma solução sustentável de processamento fácil e com preço atrativo para aplicações de alto volume, incluindo embalagens de alimentos e bebidas, embalagens industriais, produtos de construção e peças automotivas. A ExxonMobil afirma que o novo grade também apresenta alta resistência no material fundido (High Melt Strenght – HMS) e melhora a rigidez do produto em até 30 por cento, em comparação com a espuma de PP HMS padrão, oferecendo oportunidades de redução de custos.

“Historicamente, as aplicações de espuma têm sido dominadas por polímeros amorfos, como Poliestireno, Poliuretanos e PVC. A espuma de PP é um avanço relativamente recente, tendo sido introduzida apenas cerca de 20 anos atrás, mas nunca ganhou muito impulso comercial”, disse Olivier Lorge, gerente de desenvolvimento de mercado global de polipropileno, Vistamaxx e Negócios de Adesivos da ExxonMobil. “Os clientes agora podem desafiar a realidade e repensar o que é possível para peças leves em PP expandido, em aplicações de alto volume, devido ao valor de uso oferecido por nosso novo Achieve Advanced PP6302E1. O potencial comercial do PP expandido agora pode ser explorado e totalmente implementado.”

Segundo a ExxonMobil, o Achieve Advanced PP6302E1 é uma alternativa viável para a espuma de poliestireno, PFAs e VOCs e preocupações com monômeros (Proposição 65-California) que estão sendo cada vez mais regulamentados. A empresa afirma que o material pode eliminar “trade-offs” (compensações) e define novos padrões para peças de espuma de PP sustentáveis, oferecendo valor de uso de várias maneiras. A nova resina é processável em linhas de produção de Poliestireno expandido já existentes, com agentes de expansão variados, além de reduzir o uso de material, ao mesmo tempo em que fornece integridade do produto, afirma a ExxonMobil. O Achieve Advanced PP6302E1 também é reciclável em comunidades que possuam instalações de coleta e reciclagem, assegura a empresa.

“Transformadores, proprietários de marcas e OEMS podem destravar oportunidades em uma variedade de aplicações que se beneficiam da leveza e isolamento, ao mesmo tempo em que aproveitam as propriedades do PP”, disse Lorge.

Em embalagens de alimentos e bebidas (como bandejas de carne, tigelas/refeições /bandejas para micro-ondas, conchas e copos), o Achieve Advanced PP6302E1 oferece rigidez e custo favorável, afirma a ExxonMobil. Ele também oferece propriedades de isolamento e resistência durável à umidade e à gordura, mesmo em aplicações de alta temperatura, como no micro-ondas e lava-louças, garante a empresa. A embalagem mantém a temperatura do conteúdo do produto durante o transporte e as superfícies confortáveis ao toque são possíveis.

“À medida que a legislação, metas de sustentabilidade e preferências mudam, a indústria de embalagens de alimentos está passando por uma mudança do Poliestireno para o Polipropileno, e esta é uma tendência que deverá continuar “, disse Lorge. “Além disso, a resistência ao calor para uso em fornos de micro-ondas continua a ser um fator de diferenciação chave que torna o PP uma escolha mais atraente do que PS. “

Segundo a ExxonMobil, em embalagens industriais (como caixas, divisórias e chapas), o Achieve Advanced PP6302E1 oferece resistência, estabilidade térmica, resistência à umidade e produtos químicos e leveza. A embalagem rígida e durável pode ser reutilizada e é adequada para substituir chapas onduladas para proteção de produtos valiosos.

Na área de construção (como isolamento e juntas de concreto), a nova resina oferece durabilidade e flexibilidade para facilidade de instalação, afirma o fabricante. Os produtos são termicamente estáveis em uma ampla faixa de temperatura e resistentes à umidade para estabilidade dimensional, garante a empresa. Propriedades de isolamento acústico e térmico criam um ambiente mais confortável e eficiente em termos de energia.

A ExxonMobil afirma que, em peças automotivas como forros de teto, dutos, revestimentos de piso, o Achieve Advanced PP6302E1 oferece a rigidez que permite aos fabricantes de veículos manter propriedades críticas de desempenho, ao mesmo tempo em que reduz o peso e aumenta a eficiência do uso de combustível. A estrutura de espuma também pode fornecer benefícios, como isolamento térmico e dissipação de som para um passeio mais confortável.

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Criadores de gado leiteiro na Espanha escolhem envase asséptico em PET da Sidel

23/08/2020

A empresa de laticínios espanhola Andía Lácteos de Cantabria S.L. modernizou sua fábrica em Renedo de Piélagos com a tecnologia de envase asséptico em PET para leite UHT da Sidel.

A Andía Lácteos de Cantabriaé parte do Iparlat Group, que foi criado originalmente pela união espanhola de cooperativas de criadores de gado leiteiro. A empresa envasa principalmente bebidas lácteas comercializadas sob uma marca de varejo espanhola bem conhecida. A mesma varejista deu o estímulo inicial para realizar a troca de embalagem longa vida cartonada e garrafas de PEAD para o envase de leite em PET. Em sua Sidel Aseptic Combi Predis, já em operação, são envasados leite de prazo de validade prolongado (ESL), leite UHT e milkshakes em três formatos (0,25 L, 1 L e 1,5 L), dando à empresa a oportunidade de ampliar seu leque de SKUs.

A Sidel Aseptic Combi Predis, com sua tecnologia de esterilização seca de preformas e tampas, foi integrada a uma linha de envase que a empresa já tinha para garrafas de PEAD. Segundo a Sidel, a integração proporcionou uma produção simples, eficaz quanto ao custo, bem como sustentável e flexível.

“A nova Aseptic Combi Predis de baixa velocidade está funcionando a todo vapor e oferece as melhores condições de segurança alimentar, atendendo perfeitamente a nossos rigorosíssimos requisitos de qualidade de produção”, revela Javier Villafranca, Industrial Director do Iparlat Group. A linha opera atualmente a 9.000 garrafas por hora com eficiência de 97%. Com essa nova linha de embalagem, muitos milhões de garrafas foram produzidas pela Andía Lácteos em 2019. “Conseguimos ampliar nosso portfólio com a produção de novas receitas de leite UHT que antes não podíamos produzir, como leite sem lactose, por exemplo, cuja demanda no mercado tem crescido todo dia. Com essa linha de envase asséptico em PET, poderemos fortalecer significativamente a imagem da nossa marca no mercado espanhol”, explica Javier Villafranca.

As garrafas PET para leite mostraram ser um enorme sucesso, afirma a Sidel. Com o aumento das vendas, a Andía Lácteos de Cantabria decidiu recentemente investir em outra Sidel Aseptic Combi Predis, combinada com a solução de transporte e acumulação Gebo AQFlex®,a fim de aumentar ainda mais sua capacidade produtiva.

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Termotécnica lança tecnologia com ação antimicrobiana para embalagens de Poliestireno expandido (EPS)

19/08/2020

Segundo a empresa, solução de biossegurança reduz o tempo e a carga de atividade viral nas embalagens em EPS fabricadas pela companhia para os segmentos de fármacos, agro, conservação de alimentos e embalagens e componentes para linhas branca, marrom e automotivo.

Atendendo às novas demandas do consumidor por biossegurança em tempos de pandemia por Covid-19, a Termotécnica lançou o Safe Pack Antiviral e Antibacteriano com desenvolvimento inteiramente nacional. Segundo a Termoténica, o Safe Pack utiliza nanotecnologia patenteada para reduzir o tempo e a quantidade dos agentes virais e de bactérias nas embalagens em EPS produzidas pela companhia. “Acredito que é na crise que surgem as melhores oportunidades de inovar. Em uma pesquisa nacional com consumidores em março, 80% dos participantes relataram preocupação com a segurança dos alimentos. Vimos nessa mudança de comportamento dos consumidores diante deste ‘novo normal’, uma demanda importante e agregamos as expertises de nosso time multidisciplinar para desenvolver e lançar no mercado essa solução inovadora em tempo recorde”, diz o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.

Com o Safe Pack Antiviral e Antibacteriano, a Termotécnica afirma ser a primeira empresa a realizar a aplicação desta formulação em embalagens de EPS. Segundo a empresa, a tecnologia fornece proteção por toda estrutura do EPS e, desta forma, inibe o crescimento e a permanência de vírus e bactérias. O aditivo integrado ao Safe Pack foi desenvolvido pela catarinense TNS, de Florianópolis.

O objetivo é oferecer uma atividade antiviral em uma ação conjunta contra vírus envelopados que podem causar doenças como hepatite B (HBV), hepatite C (HCV), influenza A (H1N1), ebola e herpes (HSV). Sua eficácia foi comprovada em testes realizados em laboratórios independentes com laudos que apresentam a redução da atividade viral, de acordo com a norma internacional ISO 21702:2019, e antibacteriana conforme JIS Z 2801:2000, assegura a Termotécnica.

De acordo com a emprsa, as suas embalagens em EPS com nanotecnologia Safe Pack contribuem para reduzir o risco e a velocidade de contaminação e transmissão destes inimigos invisíveis, proporcionando mais segurança aos produtos acondicionados. Isso porque os vírus tendem, de forma geral, a permanecer na superfície onde tenham contato, afirma o fabricante.

Para o seu desenvolvimento, a Termotécnica partiu da idéia de como atender à demanda e adequar-se aoo novo comportamento dos consumidores, que buscam por maior segurança e higiene ao adquirir alimentos, refeições e medicamentos, entre outros produtos. Em pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Saúde da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, os vestígios de vírus do tipo envelopado permaneceram por até 72 horas em superfícies plásticas, por exemplo. Então, como oferecer embalagens que auxiliem na prevenção da transmissão desses vírus e bactérias de forma rápida e eficaz ? Essa foi a premissa para a inovação do Safe Pack.

De acordo com os testes realizados pelo laboratório Núcleo Vitro e pelo laboratório de virologia da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), seguindo a norma internacional ISO 21702:2019, a nanotecnologia inovadora do Safe Pack proporciona desativação de até 99% dos herpes vírus simples humano (HSV-1) e de 90% dos coronavírus da cepa VR-809, gênero alfacoronavírus (pertencente à mesma família dos vírus SARS-CoV-1, Sars-CoV-2 e MERS), além de até 99,9% de eficácia antibacteriana, informa a Termotécnica. Além disso, segundo a empresa, a tecnologia Safe Pack auxilia ainda na inibição e replicação de bactérias que também funcionam como hospedeiros para vírus (bacteriófagos).

Desta forma, afirma a Termotécnica, se uma pessoa contaminada manipular ou espirrar sobre uma embalagem em EPS Safe Pack, ao invés dos vírus permanecerem por dias sobre a superfície, eles podem ser reprimidos em um curto espaço de tempo. Vale ressaltar que esses conclusões foram alcançadas em experimentos conduzidos apenas com os tipos de vírus testados pelo laboratório da UFSC, já mencionados. Os mesmos testes confirmaram a eficácia do nível de proteção antiviral após 60 dias da fabricação das embalagens. “Pensando em toda a cadeia de produção, transporte, armazenamento e consumo de alimentos, vacinas e até das embalagens de eletrodomésticos que são entregues nas casas das pessoas, essa ação do Safe Pack Antiviral e Antibacteriano tem inúmeras e importantes aplicações no mercado”, afirma Albano Schmidt.

As embalagens em EPS da Termotécnica com a ação do Safe Pack Antiviral e Antibacteriano atendem as normas brasileiras de qualidade e podem ter aplicações diversas, com o objetivo de aumentar a segurança das embalagens.

Setor de fármacos

Por já atuar fortemente no segmento Fármaco com as conservadoras térmicas para armazenar e transportar materiais e medicamentos, esta área deve se beneficiar desta nova tecnologia. Atuando no mercado Fármaco há mais de 20 anos, a Termotécnica é fornecedora para campanhas de vacinação nacional, como a do H1N1, com conservadoras térmicas que abrangem rotas de até 120 horas.

A empresa possui um portfólio para esse mercado contando com cerca de 30 itens, com capacidades que variam de 0,5 a 170 litros, contemplando caixas para transporte de ampolas, amostras de sangue, vacinas e até órgãos para transplantes. São térmicas, inertes e resistentes à umidade, proporcionando higiene e garantindo os prazos de validade dos produtos fármacos acondicionados.

Agronegócio

Outra mudança no comportamento do consumidor em tempos de isolamento social é a redução da frequência de idas aos supermercados e a presença de um maior volume de compras de uma só vez. As soluções de conservadoras em EPS mantêm uma atmosfera propícia para prolongar a vida útil das FLVs (frutas, legumes e verduras), mantendo o seu frescor e qualidade do campo à mesa do consumidor. Segundo a Termotécnica, a ação do Safe Pack, aliada às propriedades das suas conservadoras DaColheita, permite que estes produtos frescos permaneçam mais protegidos de vírus e bactérias.

A empresa afirma que a formulação exclusiva das suas conservadoras DaColheita atrasa efetivamente os processos de amadurecimento e envelhecimento, inibindo a decomposição microbiana e preservando a qualidade e o valor nutricional das FLVs embaladas. Desta forma, o prazo de consumo é ampliado, evitando-se ainda o desperdício de alimentos. Por isso, são amplamente utilizadas também para armazenamento prolongado e remessas de longa distância de produtos frescos.

De acordo com a Termotécnica, as embalagens em EPS podem estender a vida de prateleira de produtos frescos em até 30%, ajudando a enfrentar questões logísticas. A linha da Termotécnica conta com mais de 20 itens no portfólio, com capacidade entre 1 quilo a 16 quilos, com conservadoras para diversos tipos de frutas, legumes e verduras.

Conservação de Alimentos

Com a segurança sanitária no topo das prioridades dos consumidores em tempos de pandemia, as embalagens em EPS com ação antimicrobiana podem garantir mais higiene no transporte e armazenamento de alimentos, como os pescados, afirma a Termotécnica. Os alimentos embalados também ganham importância uma vez que a rastreabilidade dos produtos é fundamental tanto para garantir a sua procedência e qualidade quanto no processo de entrega.

As conservadoras em EPS da Termotécnica permitem alto isolamento térmico, absorção de impactos, facilidade no empilhamento, transporte e exposição dos produtos. Isso representa também dias a mais com os alimentos saudáveis e frescos nas gôndolas.

Embalagens e Componentes

A maior parte dos produtos industrializados que chegam à casa dos consumidores, principalmente os mais frágeis e de alto valor agregado, como louças, bebidas finas e eletrodomésticos, está protegida por uma embalagem ou berço de EPS. Com a agregação da nanotecnologia Safe Pack, o consumidor terá maior segurança de que estas embalagens auxiliam no combate de vírus e bactérias, assegura a Termotécnica.

Para o segmento de embalagens e componentes que atendem à Linha Branca, Linha Marrom, Automotivo e Embalagens Especiais, a Termotécnica desenvolveu o conceito iPack – tecnologia patenteada –, que apresenta uma solução inovadora. A partir de um trabalho junto aos fabricantes, há a possibilidade de embalar vários produtos e modelos com apenas um molde. Isso acontece por que as embalagens iPack são projetadas para serem flexíveis, adaptando-se a vários itens de uma mesma linha.

Em relação às questões logísticas, as embalagens e componentes em EPS eliminam despesas também com fretes de retorno, já que o material é one-way e pode ser 100% reciclado no pós-consumo. Além de reduzir a absorção de impactos no transporte, manter e melhorar a exposição no varejo reduzindo o contato humano com os produtos em toda a cadeia.

A Termotécnica é uma das maiores indústrias transformadoras de EPS da América Latina. Com matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR). O EPS é formado por 98% de ar e é 100% reciclável. Para dar uma destinação sustentável ao EPS pós-consumo, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 40 mil toneladas de EPS pós-consumo que, após o uso e reciclagem, foram usados como matéria-prima para outras aplicações. A Termotécnica afirma que o desenvolvimento sustentável está entre as prioridades da companhia e suas ações são conectadas aos ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) da ONU.

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Filmes de PET da Terphane evitam embaçamento em embalagens

16/08/2020

O material já é usado na Europa e EUA, para alimentos frescos, especialmente frutas, legumes e verduras em embalagens plásticas transparentes.

Em resposta à crescente demanda dos consumidores por embalagens que garantam aumento de vida de prateleira (shelf life) e segurança alimentar, a Terphane desenvolveu uma linha de filmes PET que atende aos requisitos de aparência e segurança, afirma a empresa.

E esta preocupação é ainda maior no segmento FLV (frutas, legumes e verduras). Os consumidores querem produtos frescos, mas não abrem mão da segurança e da aparência. Assim, as embalagens devem ter sua hermeticidade garantida e garantir também uma maior vida de prateleira para estes itens; se forem transparentes, permitindo a visualização clara dos alimentos, ainda melhor.

Contudo, as embalagens transparentes tradicionais para gôndolas refrigeradas têm que resolver outro problema: evitar o efeito de embaçamento (fog) que ocorre quando a umidade interna condensa na superfície interna da embalagem, formando pequenas gotas que podem impedir ou distorcer a visualização do produto. Isto resulta em redução de vendas e aumento do desperdício de alimentos.

Para atender a este mercado, a Terphane desenvolveu uma linha de filmes PET antiembaçantes seláveis para servir como tampas ou coberturas de bandejas de FLV. A solução, já usada nos mercados da Europa e Estados Unidos, consiste em bandejas de poliéster (APET), seladas com filmes de PET, substituindo os saquinhos (bags) com zíper, bandejas com tampa rígida (clamshell) ou bandejas de poliestireno expandido (EPS) com filmes de PVC.

O filme antiembaçante evita a condensação da umidade na sua superfície, possibilitando uma visão clara e limpa do produto, mantendo a aparência de produto fresco e, portanto, atraindo mais a atenção dos consumidores.

Segundo a Terphane, os filmes com tratamento antiembaçante apresentam atributos como fácil abertura e selagem, além de um sistema de re-selagem.

Alguns dos filmes antiembaçantes do portfólio da Terphane incluem o Sealphane 10.63CTAF, que é projetado para selar bandejas APET de produtos frescos ou refrigerados. Segundo a Terphane, as bandejas seladas com o Sealphane 10.63CTAF tem alta transparência, redução de fogging e são fáceis de serem abertas pelo consumidor, embora ainda possam mostrar possíveis violações. Outra linha, o Sealphane 10.94TAF, é projetado para uso em embalagens flowpack, stand up pouches (SUP) ou bandejas APET. A Terphane afirma que a selagem resistente permite embalar produtos pesados e também permite mostrar violação da embalagem no caso de tampas para bandejas.

Normalmente, os filmes antiembaçantes BOPET tradicionais usam revestimentos químicos à base de solventes para a selagem a quente. Fabricadas por coextrusão, os filmes da Terphane têm o agente antiembaçante incluído em sua própria estrutura, o que permite o prolongamento da propriedade anti embaçamento e uma melhoria considerável da selagem, inclusive com redução da temperatura necessária para tal, afirma a empresa. Estes são atributos importantes para os proprietários de marcas, varejo e para o consumidor final. A solução antiembaçante da Terphane também facilita a reciclagem pós consumo por se tratar de uma embalagem mono material.

Outra possibilidade é a substituição das embalagens rígidas do tipo clamshell pelos filmes PET da Terphane. Segundo a empresa, além de garantirem a redução do uso de material plástico na embalagem em cerca de 30%, a aplicação também permite utilizar uma mescla de filmes PET tradicionais com filmes contendo PET reciclado pós consumo grau alimentício.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Unipac oferece linha de embalagens para o segmento de defensivos agrícolas

16/08/2020

O armazenamento e transporte de defensivos agrícolas exige soluções que proporcionem maior robustez e segurança. Segundo a Unipac, suas embalagens para defensivos agrícolas são desenvolvidas com o objetivo de garantir a segurança necessária, além da integridade dos produtos, desde o envase até a sua utilização no campo. A empresa afirma que dá suporte aos times de desenvolvimento de seus clientes, desde a concepção da embalagem, com design adequado à aplicação, até a adaptação do produto para cada linha de envase, além de alocar recursos para definir o melhor tipo de material, a estrutura mecânica e a gramatura de embalagem, com foco na relação custo-benefício.

Embalagens recicláveis e mais leves

Em busca da sustentabilidade, a Unipac investiu na construção de um portfólio com opções de embalagens – para as diferentes classes de defensivos – que podem ser recicladas, contribuindo para o aumento do índice de reciclagem dentro do processo de logística reversa estabelecido pelo inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias). A empresa também tem outras iniciativas em andamento e produz embalagens com resina reciclada resina pós-consumo (PCR).

As embalagens da Unipac estão disponíveis tanto com tecnologia monocamada (utilizadas nas classes de produto à base de água) como com tecnologia de barreira (para uso nas classes de produtos à base de solvente químico) – neste caso, disponíveis nas versões Coex (revestimento interno com EVOH -Álcool etileno vinílico – ou Nylon), Fluoretação (barreira por meio de tratamento químico à base de flúor) e Nanocompósitos (utilização de nanopartículas atuando como barreira, impedindo a permeabilidade de gases).

O portfólio completo de produtos inclui desde frascos de 250 ml até embalagens de 20 litros, além de tampas autolacráveis, que permitem maior segurança ao produto acondicionado durante o fluxo logístico. A empresa tem capacidade para projetar conjuntos completos – embalagem e tampa – dentro nas normas vigentes no Brasil e no mundo. Recentemente, a empresa conquistou a homologação da embalagem de 20 litros monocamada mais leve do mercado brasileiro, graças à redução de 13% do peso frente à referência de mercado.

A Unipac, que é uma empresa do grupo Jacto, também tem experiência como fornecedora in house desde a década de 1990. “Apresentamos propostas de valor competitivas e inovadoras, suportadas pela busca da excelência operacional e pelos constantes investimentos que temos realizado, como a aquisição de sopradoras de última geração e demais tecnologias no processo produtivo, que trazem confiabilidade e diferenciação aos clientes com os quais temos alianças estratégicas”, comenta André Silvestre, Gerente de Vendas do Segmento Embalagem da Unipac.

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Desempenho da indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis se mantém estável no 2o. trimestre de 2020

11/08/2020

Pesquisa da W4Chem, feita com exclusividade para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), indica que a indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis comportou-se de forma relativamente estável no 2o. trimestre de 2020, com uma leve queda em relação ao trimestre anterior. Se considerarmos o primeiro semestre do ano, podemos dizer que o setor de flexíveis teve um desempenho superior ao da indústria como um todo.

Este desempenho deve-se especialmente ao desempenho da indústria de alimentos, um grande cliente do setor que, durante a pandemia, tem apresentado variações positivas em sua produção. De modo geral, a população não deixou de comprar alimentos e, em algumas ocasiões, inclusive destinou mais recursos financeiros para este tipo de consumo. O que ocorreu foi uma transição para marcas de menor valor agregado.

Por outro lado, a indústria de bebidas, outro importante cliente dos flexíveis, registrou uma queda de 19% na produção em março, seguida por outra queda de 38% em abril. “Parte dessa queda foi compensada com um grande crescimento em maio, mas que não foi suficiente para retornar aos níveis de consumo”, explica o empresário Rogério Mani, Presidente da ABIEF. A boa notícia é que o 3o. trimestre sinaliza uma retomada na produção das grandes empreas do segmento de bebidas.

As indústrias de higiene e limpeza, também importantes clientes do setor de flexíveis, especialmente neste momento de pandemia, mantiveram um bom desempenho no período, contribuindo para o desempenho estável do setor.

O estudo da W4Chem mostra ainda que a produção de embalagens plásticas flexíveis chegou a 480 mil toneladas no 2o. trimestre do ano. Embalagens de PEBD (polietileno de baixa densidade) e de PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) tiveram uma participação de 72% nese total, seguidas de PP (polipropileno, com uma participação de 16% e PEAD (polietileno de alta densidade), com 12%.

Com isso, o setor fecha o 1o. semestre de 2020 com uma produção total de 967 mil toneladas de embalagens plásticas flexíveis e um consumo aparente de 944 mil toneladas; foram exportadas 54 mil toneladas e importadas 31 mil toneladas.

Segundo Mani, “mais uma vez os números mostram o potencial do setor de embalagens flexíveis, especialmente em momentos de crise, como este do Covid-19. Na verdade, todos os itens plásticos tiveram – e continuarão a ter – um papel fundamental no desenvolvimento social e econômico da sociedade moderna. E, nesta pandemia, o plástico deixou de ser o vilão e voltou a ser reconhecido como um material nobre e de valor imensurável no cotidiano das pessoas, com ênfase à proteção dos alimentos e garantia de acesso a medicamentos”.

Para Mani, ainda há muitos desafios a serem vencidos, especialmente no que tange à sustentabilidade. “Mas, acredito que esta nova percepção e consciência da sociedade sobre a importância do plástico abrirá mais espaço para discussões conjuntas e soluções inseridas no cenário da Economia Circular. Temos que pensar na sustentabilidade e na circularidade das embalagens desde o seu projeto. Desta forma, teremos cada vez mais embalagens com conteúdo reciclado, mono material e com processos simplificados. E estas mesmas embalagens continuarão garantindo segurança alimentar, proteção dos produtos, otimização logística e comunicação adequada com os consumidores.”

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e à preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Conservadoras da Termotécnica são usadas na exportação de limão do Brasil para a Europa e Ásia

18/07/2020

Frutas suportam o longo tempo de trânsito mantendo o frescor e a qualidade nutricional com menores custos logísticos

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais do limão Tahiti e o maior exportador da fruta para a União Europeia, de acordo com a Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados). Ainda que apenas 7% do que é produzido seja destinado ao mercado internacional – cerca de 70 milhões de toneladas -, na última década a exportação do limão dobrou no País. E em 2020, em decorrência da pandemia e da recomendação de profissionais de saúde para se aumentar o consumo de FLVs (frutas, legumes e verduras), visando o reforço da imunidade, a demanda por cítricos em todo o mundo vem crescendo.

Agora em julho, uma grande carga de limão Tahiti acabou de ser despachada para abastecer o mercado da Eurásia, acondicionada em conservadoras DaColheita, fabricadas pela Termotécnica.

O tempo de trânsito longo – cerca de um mês desde a colheita no Brasil até o produto estar disponível para o consumidor nos países compradores – requer que os limões sejam acondicionados em embalagens em EPS que apresentem características como as conservadoras DaColheita. A Termotécnica afirma que, com essa solução de embalagem e conservação, as frutas importadas do Brasil podem suportar a longa jornada de transporte, chegando frescas e com seus valores nutricionais preservados nos mercados distantes. “As nossas soluções pós-colheita valorizam e são um grande ativo para os produtores de frutas brasileiras, pois garantem que elas sejam acondicionadas, transportadas, entregues e expostas aos seus clientes em diversos países com a mesma qualidade, frescor e cuidado do processo de cultivo e colheita”, afirma o diretor superintendente da Termotécnica, Nivaldo Oliveira.

Nessa corrida contra o tempo, entre o produtor e o consumidor de frutas, as soluções pós-colheita da Termotécnica ampliam em até 30% a vida de prateleira das frutas, afirma a Termotécnica, mantendo as propriedades nutricionais dos produtos por mais tempo. Segundo a empresa, os resultados são certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e HDG), atestando redução de perdas e desperdício de alimentos.

De acordo com a Termotécnica, os produtos da linha DaColheita são adequados para acondicionar as frutas da colheita até o consumidor, permitindo alto isolamento térmico, facilidade no empilhamento e transporte e, também, reduzindo a absorção de impactos durante o trânsito do produto. Segundo o fabricante, as conservadoras também permitem uma melhor exposição no varejo e dias a mais com a fruta saudável nas gôndolas.

A Termotécnica ressalta que, em comparação com as embalagens em papelão, por exemplo, as conservadoras em EPS são até 60% mais leves, reduzindo o peso em cerca de 30%, o que representa também economia do frete aéreo.

Na Europa, com a segurança sanitária no topo das preocupações dos consumidores, a Organização de Embalagem e Meio Ambiente solicitou à Comissão Europeia, em março, que reconhecesse a embalagem como um componente essencial para manter o fluxo ininterrupto de grupos de produtos identificados como críticos, tais como os “bens relacionados à saúde e perecíveis, principalmente alimentos”. A Termotécnica posiciona a linha DaColheita como um “companheiro de viagens” para as frutas cultivadas pelos produtores brasileiros chegarem em perfeito estado a mercados exigentes como o europeu e o asiático. “Apresentamos os resultados de testes e quantificamos os ganhos de acordo com cada realidade. Com a ampliação do shelf-life e as características de eficiência logística, como redução no frete, ajudamos os clientes a aumentar a competitividade e, consequentemente, seus volumes de venda e participação nos mercados em todo o mundo”, afirma Nivaldo de Oliveira.

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Terphane apresenta soluções sustentáveis em filmes PET para embalagens de café

15/07/2020

Vantagens dos filmes de poliéster para embalagens de café foram abordadas em um webinar promovido pela ABIC.

A Terphane, fornecedora de filmes PET (poliéster), participou do primeiro webinar da ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café), como parte de uma série que tem como tema principal a “Reciclabilidade das embalagens de café”. Neste webinar, Célia Freitas, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane, apresentou diversas opções de filmes PET para café, com ênfase nos metalizados de alta barreira e nos filmes sustentáveis da linha Ecophane.

“Devemos lembrar que os filmes de poliéster fazem parte da história das embalagens de café. O material está presente em praticamente todas as embalagens. Se não estiver na sua estrutura, certamente está nos selos de fechamento, como no caso de alguns potes e cápsulas.” Célia justifica esta penetração no mercado pelas propriedades mecânicas e físicas que o PET oferece às embalagens de café. Entre elas, a “printabilidade“, altas barreiras a gases, aroma e umidade, e maquinabilidade, tanto no processo de conversão como no envase, afirma a executiva.

Como inovação, Célia cita as estruturas especiais com alta barreira que uma nova metalizadora instalada na planta da Terphane em Cabo de Santo Agostinho (PE) permite produzir. “Graças a toda a tecnologia aplicada em nossa linha de produção, conseguimos criar estruturas que variam de 8 a 50 micra de espessura. Especificamente para café, já atingimos uma redução de espessura (downgauging) de 12 para 10 micra.” Segundo Célia, O processo de metalização também tem a vantagem de eliminar a folha de alumínio da estrutura da embalagem, evitando o efeito de flex cracking (micro rachaduras na folha de alumínio que podem comprometer a qualidade do café) e promovendo a redução da pegada de carbono já que o alumínio dificulta a reciclagem da embalagem pós consumo.

Ainda sobre o aspecto da sustentabilidade, Célia dá ênfase à nova linha de filmes sustentáveis Ecophane, da Terphane, dividida em duas famílias de produtos: os filmes BOPET com no mínimo 30% de PCR (PET reciclado pós consumo) em sua composição e os filmes biodegradáveis. No caso dos biodegradáveis, sua decomposição ocorre em aterros sanitários, num período médio de 04 anos, sempre em condições anaeróbicas. Segundo a Terphane, toda a linha Ecophane já foi aprovada pela Anvisa para contato com alimentos, bem como por órgãos internacionais como a FDA (EUA) e a EFSA (União Europeia).

Dados do censo da Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET – http://www.abipet.org.br) mostram que o Brasil reciclou 55% das embalagens PET descartadas pós consumo em 2019, 12% a mais que no ano anterior. “A proposta da Terphane é justamente trabalhar com este material descartado e reciclado na composição da linha Ecophane PCR, oferecendo um produto ambientalmente responsável para os convertedores e brand owners e contribuindo para reduzir a ociosidade dos recicladores que hoje ainda é superior a 30%, por conta das limitações da coleta.”

Segundo Paula Tavares, consultora em sustentabilidade da ABIC, a associação vem investindo em comunicação e conscientização de seus associados e consumidores: “Quando falamos em sustentabilidade, a ABIC trabalha no tripé social, ambiental e econômico. Seja através das redes sociais, de comunicados internos ou campanhas, a entidade focaliza em ações e parcerias que estimulem a reciclagem e o consumo consciente. O café gera conversas, a ABIC conexões”.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Embaquim aumenta produção de liners com nova máquina de corta/solda

08/07/2020

Com o investimento, a empresa amplia o portfólio de liners ofertados

Desde o início de Julho, está em funcionamento na planta da Embaquim, em São Bernardo do Campo (SP), o novo equipamento para a produção de liners simplificados. Conforme Renata Canteiro, Diretora da empresa, “o objetivo é que a Embaquim também possa oferecer para os seus clientes liners simplificados fabricados com mono material (Polietileno), a partir de bobinas de 1,8 a 2 metros de largura. Esta oferta vai ao encontro de uma demanda dos clientes que já compram os liners especiais”.

“Até então, para atender a esta demanda por liners simplificados, extraíamos as bobinas e enviávamos para os clientes formatarem o liner manualmente em suas empresas”, explica Renata. Segundo ela, esta nova estrutura garantirá aumento de competitividade e valor agregado para os liners da Embaquim.

Liner para Big Bag da Embaquim

A nova máquina de corte/solda foi produzida sob encomenda e tem como diferencial oito cabeçotes de soldas inclinadas, afirma a empresa. O liner produzido pode ter válvula superior e/ou inferior, com tamanhos que variam de 150 a 1200 mm. O novo equipamento também dá a opção de produzir o liner com fundo soldado ou não. Segundo a Embaquim, os seus novos liners atendem às indústrias de alimentos, agroquímicos, químicos em geral, grãos e outras aplicações.

A instalação da nova máquina de corte/solda faz parte de um plano de investimento e expansão da empresa. No início do ano, a Embaquim anunciou a operação de uma nova coextrusora com capacidade para produzir 50 toneladas/mês de filmes com 05 camadas. De acordo com a Embaquim, o equipamento gerou um aumento de 15% na capacidade produtiva total de filmes da empresa, que hoje conta com cinco extrusoras em sua planta.

A Embaquim produz sistemas de embalagem bag-in-box e oferece embalagens plásticas flexíveis (bolsas) de 800 ml até 1.000 litros, com diversas estruturas e várias opções de bocais e tampas. Ela fornece para vários segmentos industriais, entre eles os de alimentos, bebidas, químicos, cosméticos e farmacêuticos. A empresa possui certificação ISO 9001:2015, o que inclui a rastreabilidade de seus produtos, que são testados em termos de características físico-químicas e em simulações de uso.

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Terphane aumenta capacidade de metalização de filmes de Poliéster no Brasil

03/07/2020

O novo equipamento vai atender à crescente demanda nacional.

Como fruto de um investimento de R$ 20 milhões, desde março está em funcionamento na planta da Terphane, em Cabo de Santo Agostinho (PE), uma nova metalizadora da Bobst, produzido no Reino Unido, que permitirá o atendimento à crescente demanda por filmes metalizados.

“O investimento da Terphane em uma nova metalizadora está alinhado à tendência global de busca por embalagens mais sustentáveis e de menor impacto ambiental. Fizemos questão de trazer o que há de melhor no mundo em tecnologia para a metalização de filmes, em um equipamento que será o primeiro do seu tipo em todas as Américas. Com isso continuaremos a promover o desenvolvimento de filmes especiais de alta barreira nestes mercados, oferecendo soluções que não só protejam os alimentos, mas também permitam uma melhor relação custo benefício às embalagens. Embalagens utilizando filmes metalizados permitem migrar das embalagens rígidas para as flexíveis, gerando significativa redução de peso, e por consequência, do uso de recursos materiais, além de permitirem menores custos de transporte e armazenamento”, esclarece José Bosco Silveira Jr., Presidente do Grupo Terphane.

E completa: “Os filmes metalizados também viabilizam a substituição da folha de alumínio que ainda é usada em algumas aplicações em embalagens flexíveis, trazendo uma melhor relação custo/benefício devido à menor espessura do filme e sua processabilidade”.

“Com a finalização do projeto de instalação da nova metalizadora, que durou quase dois anos, a Terphane consolida sua posição como fornecedor local e especializado em filmes metalizados, garantindo para os clientes maior agilidade no atendimento à demanda do mercado por filmes metalizados e reduzindo os lead times”, pontua Edson Albuquerque, Diretor de Operações da Terphane no Brasil.

A Terphane afirma que o novo equipamento também garantirá à empresa maior qualidade de deposição e, consequentemente, redução de possíveis defeitos durante a metalização. A inspeção dos filmes é feita em linha e o equipamento consegue detectar pequenas falhas na metalização, imperceptíveis a olho nu, garante a empresa. “Assim, o tempo de resposta do time de produção para corrigir possíveis problemas é reduzido. Este é o segundo equipamento da Terphane com esta funcionalidade”, explica Albuquerque.

Segundo a empresa, a nova metalizadora possibilitará aumentar o portfólio de filmes metalizados com altíssima barreira e transparência. Desta forma, a empresa poderá atender à demanda do mercado de substituição da folha de alumínio nas embalagens flexíveis, resultando em uma embalagem mais sustentável. Testes com a nova tecnologia aplicada aos filmes-base da Terphane também mostraram que o novo equipamento possibilita o lançamento de novas linhas de produtos. Isto ajudará os convertedores a ampliarem sua capacidade de laminação de estruturas flexíveis em processos mais complexos e em aplicações mais críticas, assegura a Terphane.

Para Eduardo Petroni, CEO da Bobst America do Sul, “A Terphane é conhecida como líder em filmes especiais de poliéster (PET) na América Latina e no mundo. E a Bobst veio como o parceiro ideal para levar o mercado ao próximo patamar de filmes-barreira e metalizados de alta qualidade”.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

A Bobst é um dos principais fornecedores mundiais de equipamentos e serviços de conversão, impressão e processamento de substratos para as indústrias de etiquetas, embalagens flexíveis, cartão e papelão ondulado. Fundada em 1890 na Suíça, a Bobst está presente em mais de 50 países, administra 15 instalações de produção em 8 países e emprega mais de 5.500 pessoas em todo o mundo. A empresa registrou um faturamento consolidado de 1,636 bilhão de francos suíços no ano encerrado em 31 de dezembro de 2019.

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Dow renova portfólio de soluções adesivas para laminação em embalagens flexíveis

26/06/2020

Novo portfólio foi desenvolvido para atender às necessidades do mercado latino-americano

Buscando oferecer soluções inovadoras para o segmento de embalagens flexíveis, a Dow apresenta ao mercado latino-americano a renovação de seu portfólio de soluções adesivas para laminação.

Após diversos estudos liderados pela equipe de P&D global e suportada pelo Pack Studios, novo centro de inovação tecnológica da Dow na América Latina, a empresa está disponibilizando variadas opções de adesivos para o processo de laminação. Em outras palavras, a empresa promove a junção de diferentes substratos que compõe uma embalagem. As novas linhas de adesivos sem solvente são:

Nova linha de adesivos solventless Pacacel

Os novos adesivos sem solventes Pacacel são opções para aplicações em embalagens que vão do uso geral ao alto requerimento de desempenho, como o envase de produtos químicos agressivos e estruturas que são submetidas a processos térmicos, como esterilização, pasteurização e cozimento. A Dow afirma que, devido à ampla gama de aplicações, essa nova linha de adesivos permite que os transformadores capturem novas oportunidades de negócio, além de possibilitar a otimização em custos, criando valor para a cadeia de produção.

Segundo a Dow, esta linha permite que as laminadoras operem em alta velocidade e propiciem às estruturas um tempo de corte abaixo de 4 horas, sem interferir na aparência final das embalagens. Além disso, garante a empresa, o Pacacel confere resistência química e térmica às embalagens laminadas, além de compatibilidade com tintas (inclusive para impressão digital). A Dow assegura que, graças ao cumprimento com todas as regulamentações globais, as embalagens laminadas com adesivos Pacacel não apresentam riscos aos alimentos.

Sistema de adesivos solventless Mor-Free

A Dow enfatiza as características de processabilidade da tradicional linha Mor-Free. Segundo a empresa, a linha contempla sistemas de adesivos bicomponentes sem solvente e é projetada para operar a uma alta velocidade de máquina, sem geração de névoa e proporcionando uma cura acelerada das estruturas laminadas. De acordo com a empresa, os produtos possuem uma excepcional força de adesão à estruturas contendo metalização, quando comparados aos sistemas convencionais. Além de proporcionar um tempo de aplicação da mistura (pot life) mais extenso, tais atributos garantem a maximização na eficiência de processo e uma consequente redução nos custos de conversão, garante o fabricante. Adicionalmente, assegura a Dow, a linha Mor-Free é de segura aplicação alimentícia (foto) graças ao cumprimento de regulamentações internacionais, como FDA, ANVISA (Mercosul) e europeia.

Essa linha de adesivos é indicada para laminação de uma ampla variedade de filmes impressos e não impressos como PE, PP, BOPP, PA, além de alumínio e filmes metalizados. As principais aplicações de embalagens para o uso desse adesivo são: alimentos, casa, higiene & cuidados pessoais e rações para animais.

“Os adesivos de laminação são de extrema importância na composição estrutural de uma embalagem, cada qual buscando atender a requisitos específicos, como diferentes níveis de barreira, resistência e shelf life. De igual maneira, nosso portfólio garante a maximização da eficiência nos processos de laminação. Por isso, trabalhamos a inovação de forma colaborativa com a cadeia de valor, a fim de atender as necessidades do mercado local e, ao mesmo tempo, cumprir com as regulamentações a nível global”, comenta Lucas Sasahara, Gerente de Marketing para o setor de Adesivos da Dow na América Latina

Os sistemas Mor-Free e Pacacel já estão em fase comercial e atualmente são produzidos em unidades fabris da América Latina. Ambos sistemas fazem parte de um portfólio mais amplo de Adesivos de Laminação da Dow que incluem também:

Sistema de adesivos base solvente Adcote

A Dow afirma que os adesivos de laminação base solvente oferecem desempenho e garantem eficiência de processo. Segundo a empresa, além de permitir uma alta velocidade de máquina e conferir resistência química e térmica às embalagens laminadas, os sistemas Adcote foram desenvolvidos com uma tecnologia que possibilitam um alto teor de sólidos de aplicação, implicando em um menor consumo de solvente e, consequentemente, reduzindo o impacto ambiental do ponto de vista de produção. Apropriados para todos os tipos de embalagens e seus requerimentos, as soluções adesivas base solvente da Dow também cumprem com requerimentos regulatórios globais de contato com alimentos.

Sistema de adesivos base água Robond

Produzida com tecnologia de base aquosa, esta linha elimina a necessidade do uso de solventes orgânicos no processo de laminação, satisfazendo aos mais exigentes requisitos de segurança alimentícia das embalagens, assegura a Dow. Além disso, permite um ambiente de trabalho mais seguro aos colaboradores. Segundo o fabricante, os adesivos da série Robond possuem um excelente nível de adesão, o que permite passar ao processo de corte das bobinas imediatamente após o processo de laminação, reduzindo, consequentemente, o ciclo da cadeia produtiva.

O portfólio de negócios de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma gama de produtos e soluções científicas para clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, tais como embalagens, infraestrutura e atendimento ao consumidor. A Dow opera 109 plantas em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. A Dow presentou resultados de vendas de aproximadamente US$ 43 bilhões em 2019.

Foto: Dow

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Nova linha de PET asséptica e design de garrafa para leite UHT da Sidel impulsiona os negócios da Fattoria Latte Sano na Itália

04/06/2020

Pela primeira vez, a produtora de leite italiana local Fattoria Latte Sano trocou sua produção de leite UHT de embalagens longa vida para as de PET assépticas com uma nova linha de embalagem, que conta com a Sidel Aseptic Combi Predis. Combinada com um novo design de garrafa, essa mudança abre caminho para um crescimento sustentável do negócio com flexibilidade para uma necessidade de produção futura de laticínios sem refrigeração de sua própria marca e de redes varejistas.

Com amor pelo campo e pela criação de gado, a Fattoria Latte Sano tem servido lares na província de Lazio há mais de 70 anos. Localizada a poucos quilômetros de Roma, a empresa se tornou importante e bem conhecida para consumidores e varejistas na região. A Fattoria Latte Sano produz leite, que é coletado em fazendas selecionadas. A empresa comercializa produtos com sua própria marca e também opera como co-packer de laticínios para marcas de varejistas e outras indústrias.

Capacidade de produção de leite incrementada com solução de envase asséptico em PET

Embora o mercado italiano de leite ainda seja dominado pelas embalagens longa vida cartonadas ou de polietileno de alta densidade (PEAD), o envase de leite em PET está se tornando cada vez mais comum no país, oferecendo maior valor agregado na percepção do consumidor.

A Fattoria Latte Sano trocou sua produção de leite de prazo de validade prolongado (ESL) e leite UHT para o material de embalagem PET, que é 100% reciclável. “Uma combinação da demanda do mercado com nossa disposição de buscar uma prática de negócios sustentável serviu de incentivo para que escolhêssemos a solução de embalagem PET asséptica da Sidel com seu sistema integrado de sopro, enchimento e fechamento baseado na tecnologia de esterilização seca de preformas”, comenta Marco Lorenzoni, Presidente da Fattoria Latte Sano.

O fato de vários nomes importantes na indústria mundial de laticínios já ter depositado sua confiança na Sidel contribuiu para a decisão da Fattoria Latte Sano de trabalhar com a empresa. Outro elemento-chave foi a aprovação da Aseptic Combi Predis pela Food & Drug Administration (FDA) em 2017, validada para fabricação e distribuição comercial de bebidas de baixa acidez nos Estados Unidos. Segundo a Sidel, isso fez dela a primeira solução de envase asséptico com a tecnologia de esterilização seca de preformas do mundo. Para a empresa italiana, esse foi um importante reconhecimento do nível de segurança alimentar, reforçando sua confiança ao investir em sua primeira solução asséptica em PET.

A equipe de engenheiros da Sidel colaborou de perto com a equipe da Fattoria Latte Sano para projetar o layout de linha mais otimizado, que ocupa relativamente pouco espaço, bem como para instalar a linha e validá-la. Também deu o suporte para a equipe do cliente aprimorar suas rotinas operacionais e fornecer orientação quanto a boas práticas de fabricação. “Desde o start-up bem-sucedido em janeiro de 2019, a linha de PET asséptica completa mantém os mais altos padrões de segurança alimentar, simplicidade de produção e flexibilidade, bem como os aspectos ergonômicos que buscávamos”, explica Marco Lorenzoni.

Além disso, afirma a Sidel, a linha proporciona liberdade quanto ao cronograma de produção e gama de produtos. Ela pode processar múltiplas SKUs com quatro tipos de leite — integral, semidesnatado, desnatado e orgânico — produzidos assepticamente em garrafas de 1 L e 500 mL com tipos diferentes de rótulos conforme cada marca. A linha também proporciona ganhos ambientais com uma redução significativa no consumo de água e de produtos químicos, garante a Sidel.

Novo design de garrafa PET com contornos de vaca: visual moderno e original

O envase de bebidas lácteas em garrafas PET tem trazido benefícios tanto para produtores quanto para consumidores: desde atender a altos padrões alimentares até proporcionar experiências de consumo diferenciadas. O PET é a solução de embalagem mais sustentável e eficaz quanto ao custo que permite aos fabricantes diferenciar os laticínios nas prateleiras dos supermercados das tradicionais caixas cartonadas ou garrafas de PEAD. A liberdade praticamente ilimitada de design de embalagem que ele proporciona foi muito importante para Fattoria Latte Sano realmente diferenciar a marca da concorrência.

Durante a implementação da linha de embalagem, a Sidel também ajudou a criar o design das novas garrafas PET. Fabricada com material monocamada — para facilitar a reciclagem — e com característicos contornos de vaca na parte superior da garrafa, o novo design confere um visual moderno e original. Segundo a Sidel, a garrafa de 1 L pesa apenas 26 g, pois não há restrições térmicas ligadas ao processo tradicional de enxágue de garrafas, contribuindo para uma economia significativa de PET. Também garante opções de fácil abertura e fechamento, bem como a qualidade e integridade do leite, graças à perfeita vedação entre o gargalo e a tampa sem folha de alumínio, acrescenta o fabricante.

Conforme observado por Luigi Camorali, Account Manager for Sales Southern Europe da Sidel, o processo de criação para a embalagem UHT para a Fattoria Latte Sano foi um marco importante no inteiro projeto de implementação: “Nosso suporte desempenhou um grande papel ao selecionar e qualificar a solução de barreira PET mais adequada para a nova embalagem, e também em recomendar a nosso cliente a solução mais eficaz quanto ao custo para a rotulagem: sugerimos manter o mesmo diâmetro e painel de rotulagem em todas garrafas para minimizar custos adicionais ao trocar os rótulos”, revela Luigi. Os rótulos são aplicados com uma rotuladora Sidel RollQUATTRO Evo, proporcionando a flexibilidade necessária a fim de atender aos requisitos da empresa de laticínios quanto à troca de produtos, aplicação precisa de rótulos e manuseio de frascos leves.

Ao tirar partido da expertise da Sidel em design de embalagens, a Fattoria Latte Sano também buscou ampliar as oportunidades comerciais no segmento de marcas próprias de redes varejistas. “Para ajudar nesse objetivo, o logotipo da empresa foi colocado só no rótulo, em vez de gravado em relevo na garrafa, para que os mesmos frascos em diferentes formatos pudessem ser usados para o envase de bebidas lácteas comercializadas não só sob sua própria marca, mas também outras”, conclui Luigi.

Com uma capacidade de produção de 12.000 garrafas por hora, a linha opera atualmente oito horas por dia, cinco dias por semana com eficiência média superior a 90% para cada formato de garrafa, assegura a empresa. E com seus atributos, a linha oferece à Fattoria Latte Sano uma oportunidade para incrementar a capacidade de produção e ampliar sua participação no mercado de leite UHT.

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Embalagens em EPS alinham-se a mudanças de comportamento dos consumidores de produtos frescos durante a pandemia

04/06/2020

Com a pandemia de Covid-19, cerca de 81% dos consumidores brasileiros demonstraram preocupação com a higiene e segurança dos alimentos, de acordo com pesquisa realizada em março pela PMA – Produce Marketing Association (pma.agr.br), associação que reúne produtores de FLVs (frutas, legumes e verduras) no Brasil. Por outro lado, o consumo de produtos frescos de qualidade é fundamental para manter a saúde e os níveis de imunidade altos. Segundo a Termotécnica, os supermercadistas relatam aumento significativo de 40% na procura por estes alimentos.

Essa nova realidade vem alterando o comportamento do consumidor. Conforme a mesma pesquisa da PMA, 59% dos consumidores informam que têm procurado mais produtos frescos embalados por motivos de segurança alimentar. O que era a granel agora vem sendo embalado: isso porque as embalagens proporcionam menos interação humana em todo o processo de produção, movimentação e exposição no ponto de venda, até a mesa dos consumidores.

Facilidade na logística de e-commerce e delivery

À medida que os consumidores mudam seus hábitos alimentares e de compra, supermercados e toda a cadeia de fornecimento, por sua vez, estão sofrendo grandes alterações nos negócios. Com a redução da frequência dos consumidores nas lojas físicas, o mercado de FLV vem crescendo sua representatividade no e-commerce. E os aplicativos de entrega de comida, como o Ifood, antes dedicados aos estabelecimentos de gastronomia, já estão realizando as entregas para os supermercados.

Adquiridos via e-commerce e entregues por delivery, os produtos frescos embalados ganham ainda mais força, para garantir que cheguem até a casa do cliente mantendo sua qualidade e segurança. E mesmo nas compras feitas pelo computador mas retirados em um ponto de venda, é preciso que já estejam embalados e prontos para serem levados pelos clientes.

Ainda quanto as questões logísticas, as embalagens em EPS eliminam despesas também com fretes de retorno, já que o EPS é one-way e pode ser 100% reciclado no local de destino. Isso torna as soluções em embalagens EPS sustentáveis e adequadas para acondicionar as FLVs do campo à mesa. Além de reduzir a absorção de impactos no transporte, manter e melhorar a exposição no varejo reduzindo o contato humano com os produtos em toda a cadeia.

As embalagens conservadoras em EPS (poliestireno expandido, também conhecido pela nome de marca Isopor) permitem alto isolamento térmico, absorção de impactos, facilidade no empilhamento, transporte e exposição dos produtos. Todas essas propriedades representam também dias a mais com FLVs saudáveis e frescos nas gôndolas, com vantagens para o varejista e consumidores.

Os produtos embalados também ganham importância uma vez que a rastreabilidade dos produtos é fundamental tanto para garantir a sua procedência e qualidade quanto no processo de entrega.

Redução do contato humano no manuseio de alimentos evitando riscos de contaminação

No artigo “Coronavírus: cuidados na produção, no processamento e no consumo de hortaliças” publicado em seu portal, a Embrapa salienta que “até o momento, não há relatos de que alimentos, incluindo produtos frescos, estejam associados à transmissão do SARS-CoV-2”. No entanto, alerta que as etapas a serem seguidas devem ser realizadas com rigor e responsabilidade, desde o recebimento e a seleção das hortaliças na agroindústria; no processamento, durante o embalamento de FLVs processados; até o transporte refrigerado do produto para os pontos de comercialização.

As embalagens em EPS não apenas preservam a qualidade dos FLVs e prolongam sua vida útil, mas também atuam como uma barreira física que impede o contato dos produtos com as mãos. Mantendo-os protegidos durante todo o processo, evitam o contato humano diretamente sobre os produtos frescos até serem adquiridos pelo consumidor. Com isso, consequentemente, o risco de contaminação de frutas, verduras e legumes durante a cadeia de suprimentos é efetivamente eliminado.

Ampliação da vida de prateleira (shelf-life) dos produtos frescos

Outra mudança no comportamento do consumidor em tempos de isolamento social é a redução da frequência de idas aos supermercados e a presença de um maior volume de compra de uma só vez.

Segundo a Termotécnica, fabricante de conservadoras de alimentos em EPS da marca DaColheita, as embalagens atrasam efetivamente os processos de amadurecimento e envelhecimento, inibem a decomposição microbiana e preservam a qualidade e o valor nutricional das frutas e legumes embalados, prolongando o tempo em que podem ser consumidos. São amplamente utilizadas também para armazenamento prolongado e remessas de longa distância de produtos frescos.

Isso é fundamental em um momento em que as cargas de exportação de FLVs, por exemplo, não estão sendo descarregadas no prazo e deixados parados em armazéns por longos períodos. Os exportadores e importadores de produtos frescos preocupam-se com o fato de que a qualidade se deteriorará consideravelmente quando a produção chegar ao cliente, impactando seu valor e aumentando o desperdício.

A Termotécnica afirma que as suas conservadoras em EPS DaColheita também demonstraram recursos para preservar o valor nutricional de produtos frescos após armazenamento prolongado, mantendo sua qualidade por mais tempo e evitando, ainda, o desperdício de alimentos. Segundo a TErmotécnica, as embalagens em EPS DaColheita podem estender o shelf-life de produtos frescos em 30% e ajudar a enfrentar estas questões logísticas.

Mais higiene em toda a cadeia

As soluções de embalagens em EPS mantêm a atmosfera ideal para prolongar a vida útil das FLVs e podem ajudar a aliviar muitas das preocupações dos consumidores na hora de comprar produtos frescos. O EPS é um material totalmente inerte, higroscópico (repele a umidade) e pode ser lavado, proporcionando um elevado nível de higiene.

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Indústria brasileira de embalagens plásticas auxilia no combate à pandemia e tem desempenho positivo no primeiro trimestre do ano

29/04/2020

Apesar da produção de automóveis, eletro eletrônicos, artigos de construção e papel e celulose ter registrado queda nos primeiros três meses do ano, setores como os de alimentos, produtos de higiene (doméstica e pessoal) e embalagens tiveram um desempenho mais favorável. Segundo estudo realizado pela Maxiquim, com exclusividade para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), as embalagens plásticas flexíveis se destacaram dentro do setor mais amplo das embalagens, já que são utilizadas diretamente em itens da cesta básica e artigos de higiene e limpeza.

Alimentos como arroz, feijão, macarrão e molhos registraram alta de consumo puxada pelo aumento do número de refeições preparadas em casa. Itens de higiene pessoal, como sabonetes, também apresentaram um crescimento nas vendas no período analisado. “Isto justifica o desempenho das embalagens plásticas flexíveis no período, visto que estes são importantes mercados para o setor”, explica Rogério Mani, Presidente da ABIEF.

O estudo da Maxiquim aponta que a produção de embalagens plásticas flexíveis cresceu 1,6% no Brasil nos primeiros três meses de 2020, em comparação com o último trimestre de 2019, chegando a 487 mil toneladas. Já o consumo aparente de embalagens flexíveis registrou alta de 1,3% no período, atingindo 474 mil toneladas. A resina mais utilizada foi o PP (polipropileno), com um incremento de 3,7% no volume total produzido, seguida por PEAD (polietileno de alta densidade), com um aumento de 3,6% no volume. As exportações brasileiras de flexíveis também tiveram um desempenho positivo, com alta de 5%, gerando US$ 57 milhões de receitas.

“Estes números são importantes para expor o potencial do setor e, principalmente, demonstrar como o plástico – incluindo a embalagem plástica flexível – tem um papel fundamental no desenvolvimento social e econômico da sociedade moderna. Neste período de pandemia, o plástico deixou de ser o vilão e voltou a ser reconhecido como um material nobre e de valor imensurável no cotidiano das pessoas, com ênfase à proteção dos alimentos e garantia de acesso a medicamentos”, atesta Mani.

“Isso não significa que o grande desafio de nosso setor, a sustentabilidade, será deixada de lado. Com a maior consciência da sociedade sobre a importância do plástico, poderemos abrir discussões conjuntas e chegar a soluções inseridas no cenário da Economia Circular. Temos que pensar na sustentabilidade e na circularidade das embalagens desde o seu projeto. Assim, cada vez mais teremos embalagens com conteúdo reciclado, mono material e com processos simplificados. E estas mesmas embalagens continuarão garantindo segurança alimentar, proteção dos produtos, otimização logística e comunicação adequada com os consumidores. Mais do que nunca, o plástico provou que não é lixo, mas sim uma matéria-prima de grande valor”, finaliza o Presidente da ABIEF.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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