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Solvay assina acordo para vender seu negócio de Poliamida para a BASF

21/09/2017

BASF concorda em adquirir a Poliamida da Solvay por € 1,6 bilhão

O Grupo Solvay assinou um acordo vinculativo com a empresa química alemã BASF para a venda de seus negócios de Poliamida, um passo crucial na transformação da Solvay em uma empresa de química de multiespecialidades.

“O desinvestimento planejado da Solvay na área de Poliamida marca um ponto de virada na transformação profunda que começamos há quatro anos. A conclusão bem-sucedida desta operação reforçará a posição da Solvay como uma empresa produtora de química de multiespecialidades, permitindo um crescimento maior e mais sustentável”, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay.

A BASF é um investidor estratégico para a Poliamida, com a qual a complementará seus negócios e sua presença global. A Solvay e a BASF compartilham o mesmo compromisso com os melhores padrões de saúde, segurança e meio ambiente em seus sites industriais

A área de Poliamida tem aumentado sua lucratividade nos últimos anos. Como um player integrado, suas atividades vão desde a etapa inicial nos intermediários e polímeros até a etapa final com o desenvolvimento de plásticos de engenharia de alto valor agregado. Esta operação abrange todo o negócio de Poliamida da Solvay na Europa, América do Norte e na Ásia, bem como o negócio de plásticos de engenharia na América Latina, e envolve o total de 2.400 empegados.

A Solvay manterá seus negócios de Intermediários de Poliamida (cyclohexanol, ácido adípico, sal nylon e HMD – hexametilenodiamina) e de fibras têxteis de poliamida no Brasil.

Segundo o acordo, a operação está baseada em um valor total de empresa de 1,6 bilhão de euros, o que representa cerca de 8 vezes o EBITDA dessa área de negócio em 2016 e em torno de 7 vezes o EBITDA nos últimos doze meses. O pagamento líquido em caixa desta transação está estimado em 1,1 bilhão de euros. Levando em consideração que os passivos financeiros da ordem de 0,2 bilhão de euros serão transferidos para o comprador, a posição financeira líquida do Grupo Solvay aumentará para cerca de 1,3 bilhão de euros.

A área de negócios Poliamida envolvida nesta transação será reclassificada como ativos e passivos mantidos para venda e operação descontinuada até o final deste mês. Como resultado da descontinuação, o negócio de poliamida na América Latina mantido pelo Grupo Solvay sofrerá uma provisão de desvalorização (impairment) de aproximadamente € 100 milhões no final de setembro. Esta provisão (impairment) de valor deve ser mais do que compensada pelo ganho de capital no fechamento da transação.

A execução dos acordos definitivos em relação a esta transação é esperada para os próximos meses, após consulta aos órgãos sociais relevantes. A Solvay e a BASF pretendem fechar a transação no terceiro trimestre de 2018, depois de obtidas as aprovações regulamentares usuais e recebido o consentimento formal de um sócio de joint venture. Esse parceiro já se comprometeu a conceder seu consentimento à Basf, sujeito à entrega de documentos definitivos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Dart do Brasil reduz consumo energético com uso de resina Maxio da Braskem

24/08/2017

Solução da Braskem oferece maior eficiência e competitividade ao mercado transformador

A Braskem avança em mais uma parceria com clientes ao homologar e fornecer nova resina de Polipropileno (PP) para a Dart do Brasil, fabricante da marca Tupperware®. Segundo a Braskem, o polímero RP 340R faz parte da linha Maxio® e oferece maior índice de fluidez e eficiência, além de ganhos ambientais, gerando resultados, como aumento de produtividade e redução nos custos energéticos.

Com o acompanhamento técnico e o foco nas demandas do cliente, a Braskem busca oportunidades para oferecer resinas mais eficientes. “A mudança possibilitou um aumento de mais de 10% no ciclo de produção e uma redução no consumo energético que superou os 7%, ampliando de forma significativa a competitividade do cliente, sem a necessidade de um investimento em novos equipamentos de injeção”, afirma Arinaldo Zanotta, Engenheiro de Aplicação da Braskem.

O uso da resina Maxio® foi aplicado à aproximadamente 80% da linha de produtos da Dart, que conta mais de 40 injetoras em seu parque fabril no Rio de Janeiro. A empresa aprovou a resina em testes no Centro de Tecnologia da Tupperware na Bélgica, o que permitiu a sua homologação no Brasil e também na Europa, viabilizando seu uso global. “Esse é um grande passo. Com essa aprovação, podemos comercializar a resina para todas as unidades da Tupperware no mundo”, destaca Jefferson Bravo, Gerente de Contas da Braskem.

Linha Maxio®

Segundo a empresa, o selo Maxio® indica as resinas ecoeficientes do portfólio da Braskem que proporcionam aos clientes redução do consumo de energia, maior produtividade no processo produtivo e redução de peso do produto final, o que garante mais eficiência e, consequentemente, ganhos ambientais. Os benefícios são obtidos graças à evolução contínua das resinas, preservando ou melhorando propriedades mecânicas, químicas e óticas de produtos acabados.

Fonte: Braskem

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Eastman celebra 10 anos de lançamento de copoliéster

26/06/2017

  • Eastman Tritan ™: Um Reconhecimento por 10 anos De Transformação De Mercados
  • O inovador copoliéster desencadeou o desenvolvimento de produtos e de design de milhares de marcas globais

A Eastman está celebrando o 10º aniversário do copoliéster Eastman Tritan ™, material que vem ajudando empresas e marcas a inovar em termos de design.Segundo a empresa, o Tritan oferece equilíbrio entre transparência e resistência química e um perfil livre de BPA.

Atualmente, a Eastman dispõe de trinta e três grades de Tritan ™, cada um formulado especialmente para atender às necessidades exclusivas de marcas, moldadores, designers, varejistas e consumidores de marcas globais e regionais em mercados variados como os de eletrodomésticos, artigos domésticos comerciais, armazenamento de alimentos, garrafa d’água, cuidados infantis, bens duráveis ​​de consumo, embalagens médicas, dispositivos médicos, smart cards, filtração de água e decorações in-mold.

Newell Rubbermaid, NuGen, OGGI Corporation, Capital Brands, Libbey, Cuisinart, Hamilton Beach, NUK, Nalgene, Thermos, Lolly Baby, Philips e Camelbak estão entre os principais players que desenvolvem novos produtos ou atualizam linhas existentes com o Tritan ™. Também estão incluídas nessa lista marcas como Drinique, Ivory Baby Bottles, Carcal, Midea Group e Wolfgang Puck.

“Na Eastman, acompanhamos como tendências globais estão afetando nossos clientes, sejam eles, atuais ou potenciais, a criar materiais de alto desempenho e com vantagens sustentáveis ​​e, então, oferecemos nossa a expertise para ajudá-los a trazer novos produtos para o mercado”, diz Burt Capel, vice-presidente e gerente geral do negócio de plásticos especiais da Eastman Chemical Company.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais que produz uma ampla gama de produtos encontrados em itens que as pessoas usam todos os dias. A Eastman trabalha com seus clientes para oferecer produtos e soluções inovadoras em atrativos mercados finais tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Balanço da Covestro registra um primeiro trimestre forte

02/05/2017

  • Volumes totais cresceram 9,0% em relação ao ano anterior
  • EBITDA ajustado subiu 66,5% para 846 milhões de euros
  • Lucro líquido subiu 157,1% para 468 milhões de euros
  • Fluxo de Caixa Operacional Livre 174% maior na comparação anual
  • Projeção foi elevada

Após um ano fiscal bem sucedido em 2016, a fabricante de polímeros Covestro manteve os bons resultados no primeiro trimestre de 2017 e elevou suas projeções para o ano. Graças a uma demanda ainda forte por polímeros inovadores, os volumes totais do Grupo cresceram 9,0%. O aumento na capacidade de utilização de produção e as consequentes melhorias nas margens também permitiram um crescimento no EBITDA. Em 846 milhões de euros, o EBITDA subiu 66,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O lucro líquido registrou crescimento de 157,1%, atingindo 468 milhões de euros. No primeiro trimestre de 2016 o lucro líquido totalizou 182 milhões de euros.

“A alta demanda pelos nossos produtos indica que plásticos inovadores são importantes para lidar com os desafios impostos por megatendências globais, como urbanização, mudança climática ou a evolução da mobilidade. Prova disso é nosso forte crescimento em volumes e os ganhos resultantes em todos os segmentos”, afirma o CEO da Covestro, Patrick Thomas. “Nós mantemos nosso clima positivo e entregamos um EBITDA melhorado pelo nono trimestre consecutivo. Continuamos otimistas para o restante do ano e, portanto, elevamos nossa projeção”.

Baseada na performance positiva do primeiro trimestre, a companhia ajustou as projeções apresentadas no Relatório Anual 2016 para o ano de 2017. A Covestro ainda espera um crescimento no volume total de baixo a médio dígito. A empresa agora projeta um Fluxo de Caixa Operacional Livre significativamente acima da média dos últimos três anos (a previsão anterior era de crescimento levemente acima da média dos últimos três anos). Além disso, a Covestro agora espera um retorno sobre o capital investido (ROCE) significativamente maior que o nível de 2016 (a projeção inicial era de um ROCE um pouco maior que o nível de 2016).

Vendas e fluxo de caixa substancialmente maiores

O robusto crescimento no volume total e um aumento geral de 13,4% nos preços de venda – especialmente no segmento de Poliuretanos, onde os preços subiram até 25,8% na comparação com o mesmo trimestre de 2016 – resultaram em um aumento de 24,7% nas vendas, atingindo 3,586 bilhões de euros. O Fluxo de Caixa Operacional Livre também teve uma trajetória positiva, representando 211 milhões de euros – 174% acima do mesmo período na comparação com o ano anterior graças à melhoria no fluxo de caixa operacional.

“Nosso otimismo para o ano fiscal de 2017 foi confirmado no primeiro trimestre”, afirma o CFO Frank H. Lutz. “Nossos números provam que estamos em posição de nos beneficiarmos do crescimento nas indústrias em que atuamos junto a nossos clientes e, também, melhorar nossa eficiência operacional. Além disso, nossa estratégia de criar uma forte presença global está valendo a pena. As vendas e rentabilidade em nossos três principais mercados – China, Alemanha e Estados Unidos – estão cada vez mais equilibradas”.

Aumento acentuado nos volumes totais em todos os segmentos

No primeiro trimestre, os volumes totais no segmento de Poliuretanos cresceram substancialmente – 6,8% na comparação anual. Todos os grupos de produtos, particularmente MDI e TDI, contribuíram para este aumento. O fator chave aqui foi uma maior demanda do setor de construção em todo o mundo, bem como das indústrias de móveis e colchões nas regiões NAFTA e APAC. Em 482 milhões de euros, o EBITDA mais que dobrou na comparação anual. Isso se deu principalmente devido a margens maiores.

Diante da positiva demanda de mercado neste segmento foi decidido manter a produção do MDI em Tarragona, na Espanha. Ao mesmo tempo, a Covestro está trabalhando para converter uma fábrica na cidade alemã de Brunsbüttel. A empresa espera dobrar a capacidade de produção de MDI nesta planta para cerca de 400 mil toneladas métricas no decorrer de 2018.

O segmento de Policarbonatos também registrou novamente forte crescimento – 14,7% nos volumes totais na comparação anual. Os volumes vendidos nas três regiões subiram, principalmente devido a uma maior demanda das indústrias automotiva e eletroeletrônica. O EBITDA do segmento subiu 31,1%, atingindo 232 milhões de euros. Para atender a crescente demanda, a Covestro duplicou sua capacidade de produção de policarbonato em Xangai, na China, para cerca de 400 mil toneladas métricas por ano em 2016. Com uma capacidade de produção total de cerca de 1,5 milhão de toneladas métricas por ano, a empresa é hoje a principal fabricante do plástico de alta performance.

Os volumes totais no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades subiram 8,1% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Os volumes mais significantes vieram particularmente das regiões APAC e EMLA. Em 146 milhões de euros no primeiro trimestre, o EBIDTA subiu 5,0% na comparação anual. No ano passado, a Covestro inaugurou uma fábrica de escala mundial para matérias-primas de revestimentos na China. Em contraste aos dois outros segmentos, os preços do segmento permaneceram, em média, no mesmo nível do ano anterior.

Início de ano positivo

No geral, a Covestro  teve um início de ano muito positivo em 2017. Neste sentido, a posição estratégica da empresa é forte, tanto com relação às principais tendências nas indústrias atendidas quanto em regiões-chave. Além disso, inovações e cooperações têm um papel cada vez mais importante. Um bom exemplo é a recém-anunciada colaboração entre Audi, BASF e Covestro que levaram ao desenvolvimento de um novo revestimento com endurecedor biodegradável para a indústria de automóveis. Pela primeira vez, um revestimento contendo um endurecedor biodegradável foi aplicado em corpos de prova do Audi Q2 na planta da montadora. O carro com o novo revestimento foi apresentado na European Coatings Show (ECS) 2017 em Nuremberg, na Alemanha.

Com vendas de 11,9 bilhões de euros em 2016, a Covestro está entre os maiores fabricantes mundiais de polímeros. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados na vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e também as indústrias de esportes e lazer. A Covestro possui 30 sites de produção em todo o mundo e, no final de 2016, empregava cerca de 15.600 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Braskem desenvolve nova resina para aplicação em peças técnicas

17/04/2017

Solução rígida para suportar peso e resistente ao impacto em baixas temperaturas

Buscando aprimorar seu portfólio de produtos e se antecipar às demandas do mercado, a Braskem lançou a resina CG 210N. Segundo a empresa, trata-se de um copolímero heterofásico com excelente balanço de propriedades, utilizada para promover melhor desempenho de ciclos de injeção rápida. A novidade pode ser utilizada para o mercado agrícola, automotivo, de eletrodomésticos e brinquedos – peças que requerem maior rigidez.

Entre as vantagens da nova resina, afirma a Braskem, está a elevada rigidez para suportar empilhamento e boa resistência ao impacto à baixa temperatura – ideal para aplicação de peças técnicas de paredes finas. Além disso, a resina proporciona ganhos no ciclo de produção, garantindo maior produtividade, mas preservando as propriedades da peça e respeitando o seu design, garante a empresa. “A nova resina entra em um mercado de aplicação em que a Braskem ainda não atuava e, para o desenvolvimento deste material foi uma ação conjunta das áreas comercial, engenharia de aplicação, produto e industrial”, afirma Daniel Horácio, da área de Desenvolvimento de Produto de Polipropileno.

A resina, que foi originalmente desenvolvida para o agronegócio, mais precisamente para caixas agrícolas, tem o objetivo de aumentar a integridade dos produtos, com soluções de qualidade e competitividade de custos. “Com o material é possível garantir maior confiabilidade no processo logístico, manuseio e armazenagem dos materiais em comparação com sucedâneos como as caixas de cartão. Esses atributos são importantes diferenciadores para qualquer negócio, principalmente quando a logística é longa, em especial o processo de exportação”, complementa Paulo Mattos, da área de Negócios Internacionais.

Fonte: Braskem

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Distribuidores marcam presença nas principais feiras de Plástico do País

23/03/2017

Plástico Brasil e Feiplastic contam com a presença da Adirplast e seus associados

Oito distribuidores associados à Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), que respondem por metade de toda resina comercializada no varejo nacional, 50% do setor de varejo, estão presentes em dois dos eventos mais importantes do segmento. O primeiro deles, Plástico Brasil, acontece desde o dia 20 (segunda-feira) e vai até o dia 24 de março, no São Paulo EXPO Center Norte. O segundo é a Feiplastic. Será realizada, de 3 a 7 de abril, no Centro de Exposições do Anhembi, também em São Paulo.

A prestação de serviço e parceria estabelecida com os milhares de pequenos e médios transformadores é o foco dessas empresas nos eventos. Vale lembrar que os distribuidores associados à entidade atendem 20% das mais de 11 mil empresas de transformação de plástico do país, a grande maioria composta por empresas pequenas e familiares.

Nos locais, são destaques os diferenciais oferecidos pelas afiliadas à Adirplast aos clientes, como qualidade e procedência dos produtos, além de uma grande gama de resinas ofertadas, com mais de 2.500 grades, assistência técnica, financiamento e pronta-entrega. “Nosso foco é o cliente. Por isso, é nele que pensamos quando oferecemos serviços que outras empresas que atuam no setor não conseguem”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

Daniela Guerini, da Mais Polímeros, explica que, mais que um simples fornecedor, o distribuir oficial de resinas é um parceiro das pequenas e médias empresas: “São muitos os benefícios de se manter essa parceria, pela confiabilidade fiscal e tributária, garantia de procedência, qualidade e suporte técnico dos produtos e, também, para o caso de eventuais problemas. Nossa grande capilaridade ainda permite a pronta-entrega em todo o território nacional”, explicou.

Outro ponto destacado por essas empresas nas feiras está na vantagem de se fazer negócio com distribuidor local ao invés de optar pela importação. “Entregamos resinas em qualquer lugar do Brasil em até 24 horas. Já, ao importar, o cliente fica sujeito a taxações e atrasos na entrega, que geralmente é 40 dias, burocracias de importação e variação cambial na compra indent”, completa Fábio Romulo, diretor da Remo Plásticos.

Premix, Piramidal, Replas, Mais Polímeros e Premix estão na Plástico Brasil. Já na Feiplastic, será possível visitar os estantes das distribuidoras Activas, Eteno, Fortymill e Remo Plásticos, além de rever Piramidal, Replas e Mais Polímeros. Na Feiplastic a Adirplast também contará com um estande próprio, que será um local para os demais associados se reunirem e apresentarem seu portfólio.

As principais atrações de cada empresa durante a Plástico Brasil e a Feiplastic são:

PIRAMIDAL: Irá comemorar 30 anos de mercado e apresentará sua linha completa de Resinas Commodities e de Resinas de Engenharia.

REPLAS: além do seu portfólio, fará o comunicado oficial de inauguração de sua nova planta em Manaus, AM, para produção de Xirinque.

MAIS POLÍMEROS: apesentará todo o portfólio de seus principais fornecedores e parceiros como BRASKEM e UNIGEL.  A empresa também promete divulgar nova parceria comercial com trader internacional para importações diretas em PET, ABS, Poliamidas e outros materiais.

PREMIX: irá mostrar todo o seu portfólio, para atendimento ao cliente, contará com uma equipe completa para atender os transformadores e suas necessidades.

ACTIVAS: promete atendimento personalizado ao cliente, para isso, levará toda sua equipe técnica para seu estande e, assim, entender melhor as necessidades do cliente e oferecer a melhor solução. Também mostra portfólio bastante diversificado.

ETENO: com o objetivo de ser um ponto de apoio para os clientes e fornecedores, a distribuidora contará com toda sua equipe de vendas e técnica.

FORTYMILL: irá expor toda a linha de PE, PP e EVA da Braskem, além de novos produtos e serviços desenvolvidos pela empresa de Compostos e Reciclagem do Grupo, a Plastimil.

REMO PLÁSTICOS: apresentará sua linha de produtos REMO e LGCHEM para ABS / SAN / PMMA / PC / BLENDAS E COMPOSTOS voltados principalmente para a linha Automotiva, Eletroeletrônica, Linha Branca e Construção Civil.

Sobre a Adirplast: A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas e filmes de BOPP-PET. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 3,5 bilhões em 2016, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país.

Fonte: Adirplast

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Fabricantes internacionais de matérias primas apresentam novidades na Feiplastic 2017

19/03/2017

Marcas como Braskem, Dow, Rhodia Solvay e Milliken apresentam ampla gama de produtos inovadores para a confecção de embalagens, filmes e peças automotivas

Um dos setores importantes da FEIPLASTIC 2107 – Feira Internacional do Plástico, o de “Resinas”, juntamente com outros fabricantes de matérias-primas essenciais na cadeia de produção do plástico, estarão representados no evento por marcas de alto reconhecimento nacional e internacional. Braskem, Dow, Rhodia Solvay, Milliken, Eastman e Colorfix são algumas das principais marcas que levarão uma extensa gama de materiais inovadores para a confecção de embalagens, filmes e peças automotivas, por exemplo, a serem apresentados ao público da FEIPLASTIC.

A FEIPLASTIC 2017 é organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e acontece no Expo Center Norte, em São Paulo, de 3 a 7 de abril. Além do setor de “Resinas Sintéticas”, a Feira contemplará o de “Produtos Básicos e Matérias-Primas”, “Máquinas, Equipamentos e Acessórios”, “Moldes e Ferramentas”, “Transformadores de Plástico”, “Instrumentação, Controle e Automação” e “Serviços e Projetos Técnicos”.

A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, com volume anual superior a 20 milhões de toneladas e faturamento anual de R$ 54 bilhões, apresenta alguns produtos como o Flexus, marca do polietileno de base metalocênica indicado para utilização em embalagens que exigem características como maior resistência, brilho, transparência e selagem; e o Flexus Cling, da mesma família de resinas, que foi especialmente desenvolvido para extrusão de filmes stretch (estiráveis), utilizados por indústrias para proteger cargas durante transporte. Junto com o Flexus, o Proxess, família de PEBDL metalocênico, é desenhado para atender ao mercado de embalagens flexíveis, indicado para o de empacotamento automático (FFS) ou sacarias industriais, e também para filmes termoencolhíveis, agrícolas e barreira.

A empresa também apresenta uma outra marca: Amppleo, resina de polipropileno de alta resistência, especialmente desenvolvida para a produção de espumas de alto desempenho, capaz de suportar temperaturas de até 100°C sem se deformar, além de possibilitar a fabricação de espumas com ampla versatilidade de aplicações dentro de uma grande escala de densidade. Com ela, a empresa pretende estabelecer parcerias para o desenvolvimento de novas aplicações nos mercados automotivo, industrial, de embalagens, construção civil e eletrodomésticos.

Durante o evento, a Dow apresentará suas mais recentes inovações em resinas: DOWLEX™GM, INNATE™, OPULUX™HGT e AGILITY™. A família DOWLEX™GM proporciona o desenvolvimento de filmes com melhores óticas e aprimora atributos como transparência e brilho, de forma a ter maior destaque no ponto de venda.  Já a família INNATE™ apresenta um equilíbrio inédito entre tenacidade e rigidez, combinado a uma excelente resistência ao rasgo e à perfuração, o que possibilita a produção de embalagens mais leves e resistentes.

O OPULUX™ HGT, solução recente em verniz de alto brilho que substitui o processo de laminação, incrementando a resistência térmica e mecânica de embalagens flexíveis, complementa o portfólio da Dow para o mercado de embalagens. E a nova família AGILITY™ de resinas de polietileno de baixa densidade, indicadas tanto para processos de filme soprado quanto de revestimento por extrusão, possibilita uma maior produtividade nas linhas de produção, mantendo a uniformidade e a qualidade dos filmes.

A Rhodia Solvay levará à FEIPLASTIC lançamentos de quatro unidades globais de negócio: “Plásticos de Engenharia”, “Specialty Polymers”e “Technology Solutions”. Uma das principais novidades no evento será o lançamento no mercado regional da nova poliamida Technyl® REDx com “molécula inteligente” para peças de alta exigência térmica. Este material inovador, que supera o desempenho dos plásticos especiais convencionais, é destinado a aplicações em peças submetidas a estresse térmico constante, especialmente para os motores automobilísticos da nova geração.

Também contemplando o setor automotivo, o projeto Polimotor 2 oferece um amplo portfólio de soluções que incluem os polímeros especiais das marcas Torlon® (PAI), Avaspire® (PAEK), Ketaspire® (PEEK) eRyton® (PPS). A empresa divulgará ainda os novos desenvolvimentos de polímeros especiais – incluindo fluorpolímeros – para aplicação de baterias automotivas em veículos híbridos e elétricos, que começam a ganhar mercado especialmente na Europa.

Outra novidade é o Technyl® 4earth®, um novo processo patenteado pela Solvay que transforma fontes estáveis de têxteis técnicos pós-industriais ou em fim de vida – tais como airbags para automóveis – em plásticos de engenharia de primeira qualidade. Esta tecnologia exclusiva oferece novos produtos ecológicos reduzindo significativamente o impacto ambiental de peças de poliamida.

O foco da unidade global de negócios “Technology Solutions /Polymer Additives” na Feiplastic são os aditivos estabilizadores a luz e antioxidantes. O destaque desse negócio são os produtos da linha Cyasorb® Cynergy Solutions desenvolvidos para aplicações com elevados requerimentos técnicos como: filmes de PE para cobertura de estufas agrícolas, compostos de PP para peças automotivas interiores e exteriores, rotomoldagem e geosintéticos.

A Milliken, empresa global de especialidades químicas, revestimento e materiais de alto desempenho, vai apresentar seu produto clarificante concentrado NX UltraClear®, que proporciona ao polipropileno (PP) altíssima transparência, ideal para a confecção de embalagens e recipientes cujo conteúdo precisa estar protegido e à vista. A ação do clarificante é capaz de superar o tradicional aspecto translúcido do PP em embalagens termoformadas (moldadas em altas temperaturas), criando uma transparência similar àquela do PET e PS (poliestireno), mas com os benefícios ambientais e de desempenho do material.

A Eastman, empresa de especialidades químicas e fibras, estará presente na FEIPLASTIC 2017 apresentando seu portfólio de Plásticos Especiais, com destaque para Tritan e Glass Polymer, além de TPU’s e Plastificantes Scandiflex. Em Plásticos Especiais, a Eastman apresentará o projeto Philips Duravita, com novas Jarras para Blenders. Neste ano, a empresa oferecerá eventos diários, com destaque para o “Eastman Strike: Desafio Tritan”: a empresa montará uma pista de boliche e o jogo será realizado com garrafas feitas com Tritan, testando sua resistência.

Após dois anos em desenvolvimento, a Colorfix Masterbatches vai lançar o ColorID. Trata-se de um aplicativo digital com a função de identificar a cor solicitada pelo cliente, de forma mais rápida e assertiva. O cliente irá apresentar a cor e o representante comercial, de forma online, fará a leitura, identificando a tonalidade e ainda indicando as possíveis variáveis e a sua ficha técnica. De acordo com a Colorfix, o ColorID conta com um armazenamento de 800 cores, nas versões com e sem textura, em PE (polietileno), PP (polipropileno) e PS (poliestireno).

Entre os expositores de Resinas e Matérias-Primas confirmados para a FEIPLASTIC 2017, estão: ETENO, VIDEOLAR –INNOVA, COLORMIX, FORTYMIL, A SCHULMAN, DRY COLOR, MAIS POLIMEROS, AKRO-PLASTIC, EASTMAN, PIRAMIDAL, AMPACET, ECOMASTER, REPLAS, COLORFIX, ELEKEIROZ, BRASKEM, CRISTAL MASTER, EVONIK, ACTIVAS, CROMEX, INBRA, PEPASA, DACARTO,
STYROLUTION, ASTON, KARINA, KURARAY, REMO, PRO-COLOR, MILLIKEN, EXXONMOBIL, SOFTER, MITSUI, KRISOLL, TERMOCOLOR, MULTICEL, CUYO, ARKEMA, MULTICOLOR, SNETOR, BAERLOCHER, NEXO, SABIC, BASELL, NZ COOPERPOLYMER, BASF, BIESTERFELD, OMYA, LANXESS, BOREALIS, ASACLEAN, APTA RESINAS, BRASCHEMICAL, PONTUAL POLIMEROS, COVESTRO, CABOT, PROQUIMIL, RAPOSO, CARBOMIL, CORBION, INNOVA, CHEMSON, RADICI PLASTIC, PETROPOL, CHEM-TREND, RHODIA SOLVAY, CLARIANT, SUN ACE, INEOS STYROLUTION, COIM, THATHI, UBE, TORAY

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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Plástico Brasil apresenta lançamentos do segmento de matérias-primas

17/03/2017

Braskem, Activas, Aditive, Advanced Polymers, Bevi Plastic, Cristal Master, FG Resinas, Global Plastics, Mais Polímeros, MMS Plásticos, Piramidal, Plascomcor, Premix e Replas são algumas das marcas que levarão para a feira seus principais produtos, lançamentos e serviços

Um dos segmentos representados na Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 20 a 24 de março, no São Paulo Expo, é o de matérias-primas. Durante a feira, algumas das principais marcas do segmento estarão presentes para apresentar seus produtos e lançamentos. Entre as empresas estão a Braskem, Activas, Aditive, Advanced Polymers, Bevi Plastic, Cristal Master, FG Resinas, Global Plastics, Mais Polímeros, MMS Plásticos, Piramidal, Plascomcor, Premix e Replas e outras.

A Bevi Plastic atua há 29 anos no mercado, apresentando soluções em cores e aditivos. A empresa é certificada ISO 9000-2008 e atende todas as normas nacionais e internacionais. O destaque em seu stand na Plástico Brasil é seu principal diferencial: fabricar sob encomenda qualquer tipo de cor em todos os tipos de resina, seja ela material de engenharia, poliolefinico, estirenicos, PVC e material biodegradáveis, em pequenas quantidades (25 Kg) de masterbatch.

Já o Grupo MMS Plásticos, com mais de 19 anos de know-how no segmento de matérias-primas, apresenta as chapas de fabricação própria (PSAI, PS Cristal, ABS, Policlear G, PP Corrugado e Acrílico Diffuse), além das Bobinas PSAI, ABS, Policlear G as Resinas de Poliestireno (PS) da UNIGEL, que a empresa distribui. Os serviços de Laminação, Moagem e Regranulação também estarão em evidência em seu estande.

Desde 2003 atuando no mercado de beneficiamento e industrialização de termoplásticos, a Plascomcor vai expor produtos de duas de suas linhas: a Plascomplus, representada por Compostos Técnicos, Aditivados, Tingidos e Blendas Poliméricas; e a Plascomaster, composta por concentrados de cor ou aditivos funcionais.

Além da distribuição das principais resinas termoplásticas e filmes de BOPP, a Replas, com mais de 30 anos de experiência no segmento e uma das principais distribuidoras de usinas termoplásticas do País, também está atuando no mercado de filmes de polietileno e termo-contrátil (shrink) por meio de sua fábrica em Manaus-AM, com capacidade de produção para 350 kg/hora.

Os filmes de polietileno de baixa densidade da marca – utilizados pelas indústrias alimentícia, de bebidas, moveleiras, pisos e cerâmicas, entre outras – apresentam boa selagem, transparência e resistência ao rasgo, alta resistência mecânica e controle do encolhimento e espessura do filme.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

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Braskem vende a quantiQ

24/01/2017

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A Braskem assinou no último dia 10 uma contrato com a GTM do Brasil, subsidiária da GTM Holdings S.A., por meio do qual se comprometeu a vender a totalidade do capital social da sua controlada quantiQ, uma das maiores distribuidoras de produtos químicos do Brasil.

O valor da transação é de R$ 550 milhões, dos quais R$ 450 milhões serão pagos no ato da venda e o restante em até 12 meses. A conclusão da alienação está sujeita a condições precedentes usuais nesse tipo de operação, dentre as quais se inclui a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

“A alienação da quantiQ está em linha com a estratégia de reforçar nossa atuação no setor petroquímico, otimizando o portfólio de ativos da Braskem dentro do nosso compromisso com a disciplina financeira”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem.

A GTM é um dos maiores distribuidores químicos da América Latina com operações no Brasil, México, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru e Argentina. É controlada pela Advent International, um dos maiores investidores globais de private equity.

Os ativos da quantiQ, criada em 1991 como Ipiranga Química, são oriundos da aquisição e posterior incorporação dos negócios de distribuição do grupo Ipiranga em 2007 e da Quattor em 2010. Com quatro centros de distribuições e sete bases logísticas, a distribuidora atende mais de 50 segmentos de mercado, incluindo commodities e especialidades químicas. A Braskem manterá relações comerciais com a quantiQ.

Fonte: Braskem

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Apesar da queda no consumo de resinas plásticas, Adirplast está confiante nas perspectivas para 2017

22/12/2016

adirplastCom queda prevista de 4% no consumo de resinas plásticas no país neste ano, em relação ao ano anterior, distribuidores associados à Adirplast acreditam que iniciativas de valorização às empresas transformadoras nacionais podem fortalecer a indústria brasileira do plástico

A Adirplast (Associação de Distribuidores de Resinas Plásticas) apresentou no dia 8 de dezembro, em São Paulo, estudo que aponta queda prevista de 4% a 5% na comercialização de resinas plásticas no país em relação a 2015. O material, analisado pela 2U Inteligência de Marketing, considerou, entre outras informações, as vendas de PE’s (polietilenos) e PP’s (polipropilenos) feitas durante janeiro e setembro deste ano no Brasil – não apenas por empresas vinculadas à entidade. Não bastasse a queda deste ano, é preciso lembrar que o setor já amargava números 5% menores em 2015, quando comparado a 2014.

Considerando apenas o mercado de PE’s e levando em conta apenas o primeiro semestre deste ano, já que números totais ainda não foram consolidados, as quedas são mais acentuadas. Na comparação com mesmo período do ano passado, as vendas caíram 12,2%. A explicação pode estar na importação, mas não de resinas apenas. Isso porque, apesar de as PE’s terem sido as resinas plásticas mais importadas no período, com 30% do mercado, as importações também estão caindo e devem fechar este ano ao menos 5,5% menores do que ao final de 2015. A importação de produtos acabados, inclusive embalagens, além, claro, da própria diminuição de consumo no país, colaboraram em muito para esse cenário. O consumo aparente de resinas de PE’s, PP’s e PS+EPS no país em 2016 será aproximadamente 4% menor que o de 2015, quando foram comercializadas 3,8 milhões de toneladas de resinas PE’s e PP’s.

Apesar do cenário negativo, os associados à entidade, responsáveis por um faturamento de R$ 3,5 bilhões por ano, comemoram estabilidade em suas atividades e contabilizam quase 50% do setor de varejo. O que é uma conquista, considerando que o setor é muito pulverizado e sem regras claras de competição, no qual concorrem centenas de empresas, entre distribuidores sem bandeiras e transformadores revendedores.

No mercado nacional de resinas, o varejo atende a cerca de 20% da demanda. A comercialização dos outros 80% é feita diretamente pelas petroquímicas aos grandes transformadores. No entanto, o mercado é formado, quase que em sua totalidade (80%) por pequenas e médias empresas que precisam de apoio.

Entre os diferenciais oferecidos pelas afiliadas à Adirplast aos clientes, destaca a entidade, está a procedência e qualidade dos produtos, a grande gama de resinas ofertadas, com mais de 2.500 grades, assistência técnica, o financiamento das compras e a entrega em menos de 24 horas. “Nosso foco é o cliente. Sabemos que quando um transformador brasileiro perde venda para as importações de produtos acabados, todos nós perdemos. Por isso, resolvemos ter uma postura mais ativa diante de temas que influenciam diretamente o nosso negócio e, consequentemente, a cadeia do plástico. Um deles é na forma como nossos clientes gerem seu negócio”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade e da Activas Plásticos Industriais.

A preocupação com a eficiência da gestão empresarial é o que tem permitido que as empresas associadas à Adirplast obtenham resultados acima da média do mercado, apesar da significativa redução de tamanho do mercado e dos sérios inconvenientes causados pela inadimplência no setor. Por isso, gestão é uma das bandeiras da entidade, que deve promover cursos e palestras sobre o assunto para seus clientes: “Acreditamos que a gestão aprimorada é o que pode de fato mudar a história dos pequenos e médios transformadores de plástico no país. Por isso, pedimos que as petroquímicas entrem conosco neste desafio. É preciso mais atenção com mercado local e transformador fidelizado”, explica Osvaldo Cruz, diretor da Entec Polímeros e vice-presidente da Adirplast.

A Adirplast, que completa 10 anos em 2017, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de plásticos. Seu objetivo é estreitar os laços que unem os segmentos da indústria, além de demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 3,5 bilhões, em 2015, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros comercializados no país. Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas ostentam bandeiras dos produtores, o que garante ao cliente final a qualidade do produto e do serviço de logística. Além disso, contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de resinas plásticas no Brasil. Para atendê-los, emprega 180 representantes externos e mantém 150 contact centers, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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Braskem amplia portfólio com resina que confere brilho às embalagens

08/12/2016

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Destinado especialmente para frascos soprados rígidos, lançamento reforça a oferta de produtos para o segmento de sopro

Atenta às tendências de mercado, a Braskem ampliou o portfólio de especialidades com nova resina que proporciona mais brilho e melhor acabamento às embalagens sopradas rígidas, afirma a empresa.

Os mercados prioritários para a nova resina são os de cosméticos, higiene e limpeza e alimentos. A novidade confere às embalagens uma película de brilho e melhor acabamento, o que dá mais visibilidade ao produto na prateleira perante os concorrentes opacos.

“O cuidado com o recipiente é tão importante quanto o conteúdo armazenado, pois a embalagem é responsável por reforçar a identidade da marca para o mercado e o consumidor”, afirma Zolder Stekhardt, gerente de conta responsável pelo mercado de sopro para embalagens de consumo na Braskem. “Com esse lançamento, a Braskem amplia sua oferta de produto oferecendo um portfolio ainda mais completo para a produção de recipientes por moldagem por coextrusão e sopro, agregando mais valor para a embalagem final”, completa Zolder.

A Braskem possui mais de 15 grades de polietileno para o segmento de sopro e busca desenvolver novas soluções que apresentem propriedades eficientes no que diz respeito à resistência, facilidade de processamento e alta produtividade e sustentabilidade, características que garantem embalagens de melhor qualidade, acabamento e maior resistência.

Fonte: Braskem

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SABIC constrói planta piloto na Holanda para desenvolvimento de novos grades de PP

22/11/2016

sabicpr281aA SABIC terá uma nova planta-piloto para desenvolvimento de novas gerações de polipropilenos em Sittard-Geleen, na Holanda, até o final de março do próximo ano. A planta, que utilizará a tecnologia de polimerização em fase gasosa, dará suporte à produção em plantas em escala industrial, situadas nas proximidades. A intenção é testar a produção de materiais que atendam às necessidades das diferentes indústrias, como a automotiva, de tubos, eletrodomésticos e embalagens avançadas.

A planta piloto é a mais recente de uma série de investimentos feitos pela SABIC na unidade de produção e P&D de Brightlands Chemelot, em Sittard-Geleen. A empresa abriu lá em Maio novas instalações de pesquisa. Lina Prada, diretora de Tecnologia Global de PP, diz que a planta piloto é mais uma demonstração do compromisso da SABIC de investir em inovação. “Quando ela der a partida no próximo ano, teremos muito mais capacidade de desenvolver novos materiais em PP para comercialização em nossos sites europeus atuais em Geleen e em Gelsenkirchen, na Alemanha”, diz Prada.

A SABIC está adotando uma abordagem rápida para a construção e instalação da planta-piloto. Ela contratou o projeto à Zeton, uma empresa que projeta e constrói plantas piloto e de escala de demonstração, com sedes em Enschede, Holanda e Burlington, Ontário, no Canadá. A Zeton desenvolveu um sistema montado sobre uma plataforma deslizante que acelera os tempos de implementação e permite uma completa flexibilidade de design. A planta dará partida em dezembro, depois que a Zeton construir e testar a planta em Enschede. De lá, a planta será parcialmente desmontada em aproximadamente 15 módulos para entrega em Geleen.

A SABIC está procurando, em particular, desenvolver grades com melhor rigidez / impacto, propriedades de fluxo e outras propriedades secundárias específicas, necessárias em diferentes indústrias. A SABIC planeja se concentrar no desenvolvimento de grades de impacto de polipropileno, bem como copolímeros aleatórios e homopolímeros. Também realizará experimentos em catalisadores avançados. A usina complementará as plantas piloto utilizadas pela SABIC em outros locais estratégicos e apoiará as iniciativas de inovação estratégica para atender às necessidades do mercado em constante evolução.

Fonte:  SABIC – Assessoria de Imprensa

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Braskem lançou novas resinas com selo Maxio®

22/11/2016

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Durante a Feira K, a Braskem apresentou duas resinas certificadas pela linha Maxio®, a FT 120WV e PG 480. Segundo a empresa, o selo Maxio® foi criado para indicar as resinas ecoeficientes do portfólio da companhia que proporcionam aos clientes redução do consumo de energia, maior produtividade no processo produtivo ou redução de peso do produto final, o que garante mais eficiência e, consequentemente, ganhos ambientais.

A resina FT 120WV, desenvolvida para produção de tampas e peças técnicas, possui como diferencial a oportunidade de extrair mais produtividade no processo de injeção, afirma a Braskem. Como exemplo, testes realizados em clientes apontaram uma redução de 7,5% no ciclo de produção, além de uma redução de 3,5% no índice de perdas. Já a Maxio® PG 480, quando aplicada na produção de fitas de ráfia, registrou ganhos de produtividade de 15% com manutenção de propriedades mecânicas e redução na variação de espessura, assegura a empresa.

“A ecoeficiência da linha Maxio® permite diminuir progressivamente os custos de produção e os impactos ambientais, contribuindo para melhorar a vida das pessoas e a preservação do meio ambiente. Os nossos clientes também ganham com aumento de produção e eficiência de processos”, afirmou Walmir Soller, diretor do negócio de Polipropileno da Braskem.

Em 2015, o volume total de vendas de resinas com selo Maxio® foi de 110 mil toneladas, distribuídas entre os dez itens que compõem o portfolio da linha. Algumas das principais aplicações estão em utilidades domésticas (UD), embalagens rígidas, tampas, farma e cosméticos.

Linha Maxio®: Além de atender um dos principais pilares do crescimento da Braskem que é a inovação, o selo Maxio® foi criado para identificar as resinas com melhor ecoeficiência dentro do portfólio da petroquímica que proporcionam aos clientes redução do consumo de energia, maior produtividade no processo produtivo ou redução de peso do produto final, afirma a empresa. Os benefícios são obtidos graças à evolução contínua das resinas, preservando ou melhorando propriedades mecânicas, químicas e óticas de produtos acabados.

Fonte: Braskem

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Mercado de BOPP-PET busca recuperação depois de acumular queda de até 30 % no último ano

03/10/2016

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Distribuidores de BOPP-PET afiliados à ADIRPLAST amargam um ano complicado, mas planejam recuperar um pouco das perdas neste segundo semestre

Em função da crise atravessada pelo País, quase todos os setores da economia foram impactados. Entre eles, o de distribuição de filmes BOPP (Polipropileno Biorientado) e PET (filmes de poliéster). Segundo Marcelo Prando, da Replas, distribuidora exclusivo da Videolar no Brasil, o BOPP foi muito impactado pela situação econômica do país: “Esse segmento atua muito na indústria alimentícia, de produtos de higiene pessoal, rótulos e etiquetas adesivas, setores que também sentiram a recessão. Nossa queda reflete a queda nas vendas desses mercados. Assim, já contamos com números de 25% a 30% menores”, explica.

Além da crise, Rubens José Savioli, da Polymark Embalagens, distribuidora de BOPP, diz que a maior oferta que demanda também afetou os negócios. “Nos últimos anos, aqui no Brasil, tivemos a entrada de outros produtores, o que fortaleceu a agressividade entre as concorrências e dificultou a valorização dos melhores serviços, nivelando a qualidade com uma melhor satisfação em termos de preços”, conta.

Cecília Vero, da TIV Plásticos, ressalta ainda que a alta do dólar e aumento dos custos também não ajudaram os distribuidores brasileiros de BOPP-PET. “O mercado manteve-se muito pressionado pela combinação de queda do real e aumento dos custos, queda de atividade econômica, restrição ao acesso de capital e aperto de crédito. Tudo isso levou a um 2015 extremamente complicado (na esteira de 2014) e o 1º trimestre de 2016 mostrou continuidade desse movimento”.

Otimismo e união

Embora os dados não sejam favoráveis, os distribuidores se mostram mais confiantes para enfrentar o segundo semestre de 2016, que já apresentou uma pequena melhora nas vendas, resultado da queda do dólar e uma aparente pausa na deterioração do cenário econômico. “Entramos em setembro já com um índice de 10% de melhora nas vendas”, comemora Prando.

Para aproveitar a onda positiva e manter-se fortes no mercado, as empresas de distribuição de BOPP-PET tiveram de passar por um realinhamento. “Cortamos drasticamente nosso custo fixo e reduzimos nossa operação em 20% do volume em relação ao que tínhamos em 2013 e 2014. Também renegociamos a totalidade de nossos contratos, descontinuamos alguns itens em nossa linha e focamos mais em produtos com maior rentabilidade”, explica Vero, da TIV Plásticos, que ainda diz ter pulverizado mais a base de clientes e apertado as restrições de crédito, além de desenvolver especialidades que atendam os clientes de forma diferenciada – tudo como forma de superar os tempos difíceis.

Na Polymark Embalagens não foi diferente. “Realinhamento de preços, otimização da oferta pela maior produtividade, ajustes no mix de produtos e no quadro de colaboradores, além da busca por produtos de maior valor agregado foram algumas ações que tomamos desde o ano passado e continuamos este ano”.

O trabalho em conjunto com as demais empresas do setor, por meio da ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) é uma dessas ações. “Já fomos associados e voltamos agora. Junto à entidade conseguimos um volume de informações e de indicadores do mercado internacional e nacional, que sempre nos ajuda a desenhar melhor as estratégias da empresa frente ao setor”, diz Vero.

Para Savioli, que se afiliou recentemente à entidade, o trabalho em grupo aumenta a visibilidade e amplia a atuação do setor no mercado.

Marcelo Prando, que também participa da diretoria da entidade, reforça a necessidade do debate em grupo: “A afiliação traz a oportunidade de trabalharmos para que medidas, como a da reforma tributária e da melhoria de gestão das empresas transformadoras de plástico, saiam do papel”, finaliza.

A Adirplast foi fundada em 2007 e tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidação com petroquímicas. Seu objetivo é estreitar os laços que unem estes dois segmentos da indústria e demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de mais de R$ 3 bilhões, em 2015, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros comercializados no país. Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas ostentam bandeiras dos produtores e contam com uma carteira de 8.000 clientes, de um universo de 11.500 transformadores de resinas plásticas no Brasil.

Fonte: Adirplast

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Victrex exibe lançamentos na linha de produtos e serviços voltados aos polímeros PEEK na K 2016

28/09/2016

Feira que ocorre em outubro, na Alemanha, terá como destaque o novo composto Victrex AE 250 desenvolvido para a indústria aeroespacial

victrex-magmaA Victrex, fornecedora de soluções em polímeros PAEK de alta performance, apresentará novidades em seu portfólio na K 2016, feira internacional de plásticos e borracha. O evento acontece em Düsseldorf,na Alemanha, de 19 a 26 de outubro. Além de novos tipos de polímeros Victrex PEEK e suas diversas aplicações, o foco estará nas soluções integradas do futuro e, em particular, nas novas tecnologias. Entre elas, o novo composto Victrex AE 250, desenvolvido para a indústria aeroespacial, cuja produção utiliza tecnologia de moldagem híbrida. Soluções para engrenagens e  e-motors serão destaque no stand automotivo, enquanto novos tipos de polímero PEEK e uma estrutura de compostos PEEK expandida estarão em evidência na seção da indústria de petróleo e gás.

O stand da Victrex, localizado no salão 5 (stand B09), exibirá essas novas soluções, tecnologias e serviços baseados no PAEK, com exemplos de seu uso crescente em aplicações críticas. Tendo começado há mais de 35 anos como o primeiro produtor comercial do PEEK termoplástico de alta performance, a empresa hoje aplica uma abordagem específica que utiliza conhecimentos especializados sobre materiais para oferecer produtos e soluções integradas para as indústrias. Pesquisa e desenvolvimento orientados e combinados aos investimentos e voltados principalmente para os programas industriais e médicos da Victrex também permitiram o estabelecimento de parcerias estratégicas como, por exemplo, com a Magma Global Limited na indústria de petróleo e gás.

Óleo e gás: Magma oferece a mais longa tubulação com base em PEEK

Recentemente, a estrutura mais longa do mundo com base em Victrex PEEK foi desenvolvida sob a forma de spoolable m-pipe® pela Magma Global Limited, que proporciona uma tubulação de intervenção submarina de custo competitivo e confiável, segundo a empresa. Esta tubulação de composto flexível pode ser usada em condições extremas e em profundidades de até 3.000 metros (10.000 pés), suportando pressões de mais de 1.000 bar (15ksi), afirma a Victrex.

Enquanto isso, a Victrex está investindo em uma unidade de produção especificamente para compósitos. Ademais, a empresa apresenta novos polímeros para a indústria de petróleo e gás, incluindo um termoplástico que oferece gama única de propriedades em sistemas de vedação, seja em criogenia(até -196ºC) ou acima de 200°C, assegura a Victrex. Outro destaque é o Victrex OGS 125, especificamente desenvolvido para otimizar a moldagem por compressão de grandes vedações.

Aeroespacial: novos compostos Victrex

Os requisitos também são altos na indústria aeroespacial onde, por exemplo, especificações exatas têm de ser cumpridas para os suportes de peso na aeronave. Um objetivo primordial, além de confiabilidade, durabilidade e leveza, é a redução de custos. As vantagens obtidas na relação custo-benefício com produção e montagem de componentes individuais baseados em novas opções de design e fabricação, por exemplo, podem contribuir para atender esse anseio da indústria.

Precisamente nesse aspecto os recém introduzidos compostos Victrex AE 250, em várias formas de pré-impregnação, oferecem grande potencial para a indústria da aviação. Em combinação com a tecnologia de moldagem híbrida, suportes, grampos, clipes e caixas para estruturas primárias e secundárias podem ser fabricados em minutos, contrapondo o processo com materiais metálicos ou termofixos que pode levar horas. Em 2016, a Victrex apresentará estes novos compostos PAEK pela primeira vez na feira K 2016.

Automotivo: engrenagens e e-motors de custo eficiente e alto desempenho

O pacote completo de engrenagens com base em PEEK disponibilizado pela Victrex para a indústria automotiva desde o ano passado também será apresentado na K 2016. A empresa ampliou sua expertise por meio da aquisição de uma empresa especializada em engrenagens dos Estados Unidos, com p objetivo de oferecer serviços personalizados e completos para obter design preciso e rápido, desenvolvimento, testes e produção de engrenagens ao longo da cadeia de fornecimento.

Outra solução de futuro para e-motors, o filme APTIV, tem se destacado no setor automotivo. Usado como forro de ranhura para isolamento elétrico, o filme ultrafino à base de PEEK permite a utilização de 5% a mais de cobre em comparação com materiais utilizados até então. Segundo a Victrex, isto permite aumento da densidade de potência de motor do mesmo tamanho ou reduz a quantidade de espaço que ocupa, bem como diminui os custos até U$ 20 por motor.

Os filmes APTIV da Victrex têm sido utilizados com sucesso também na produção de aeronaves já há algum tempo. Outro setor que utiliza o material é a indústria eletrônica, como na membrana do micro alto-falante para mais de um milhão de dispositivos móveis. O material garante reprodução de som precisa – apesar da demanda por maior desempenho – e vida útil 300% maior do que a de outros materiais.

Fonte – Victrex

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Braskem desenvolve nova resina de PP para a produção de espumas

24/09/2016

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Material leve, resistente e reciclável pode ser utilizado nos mercados automotivo, industrial, eletrodomésticos, embalagens e construção civil

A Braskem está apresentando ao mercado brasileiro uma nova resina de polipropileno (PP-HMS), com propriedades de High Melt Strength (alta resistência do material fundido, em português). Com o produto, que foi especialmente desenvolvido para a produção de espumas de alto desempenho e tem a versatilidade como uma de suas características, a empresa pretende estabelecer parcerias para o desenvolvimento de novas aplicações, visando os mercados automotivo, industrial, embalagens, construção civil e eletrodomésticos.

O PP-HMS permitirá o desenvolvimento de soluções mais leves, seguras e sustentáveis, sendo indicado, por exemplo, para o revestimento interno de veículos. O novo produto é capaz de suportar temperaturas de até 100°C sem deformar e possibilita a produção de espumas com ampla versatilidade de aplicações dentro da escala de densidade, que pode ir de 35 a 300 quilogramas por metro cúbico, afirma a Braskem. Além disso, o PP-HMS pode ser reciclado, sendo assim uma alternativa mais sustentável.

“Desenvolver uma resina de alta tecnologia demonstra não apenas a ampla capacidade da Braskem de inovar, mas também de ouvir e entender as necessidades dos clientes, oferecendo soluções diferenciadas e sustentáveis. As propriedades únicas dessa nova resina possibilitam uma grande variedade de aplicações e a oportunidade de desenvolver, em conjunto com a cadeia, produtos cada vez mais eficazes e versáteis”, afirma Walmir Soller, diretor do negócio de Polipropileno da Braskem.

Os estudos para o desenvolvimento do PP-HMS foram realizados no Centro de Inovação e Tecnologia da Braskem no polo petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul, e no Centro de Inovação de Pittsburgh, nos Estados Unidos, que recentemente partiu uma linha de produção de espumas em escala piloto para apoiar novos desenvolvimentos.

O lançamento oficial do novo produto será feito na Feira K, maior feira da indústria de plásticos e borrachas do mundo, realizado na Alemanha, de 19 a 26 de outubro.

Fonte: Braskem

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K-2016: Potencial para reciclagem de plásticos continua enorme

03/06/2016

k2016Tecnologicamente, a reciclagem de plásticos não é mais um problema hoje em dia. A reciclagem do refugo gerado dentro das fábricas já se tornou uma prática estabelecida em toda a indústria. Para os transformadores de plásticos que trabalham com matérias-primas “puras”, a fábrica “sem resíduos” tem se tornado lugar comum. E para os resíduos pós-consumo, há cada vez mais estratégias maduras de reutilização, permitindo que o regranulado produzido com eles substitua o material virgem, sem problema.

De acordo com a associação de produtores de plásticos “PlasticsEurope”, o consumo de plásticos na indústria européia como um todo chegou a 47,8 milhões de toneladas, com cerca da metade, 25,8 milhões de toneladas, sendo coletadas após o uso. A PlasticsEurope investigou as taxas de coleta nos 28 estados da União Européia mais a Noruega e a Suíça e constatou que ainda há uma forte variação entre eles.

Cerca de 125.000 toneladas de resíduos de PVC, incluindo perfis de janelas, são reciclados anualmente na Europa. O material regenerado pode ser usado sem dificuldade para a produção de artigos para o setor da construção, tais como perfis e tubos

Cerca de 125.000 toneladas de resíduos de PVC, incluindo perfis de janelas, são reciclados anualmente na Europa. O material regenerado pode ser usado sem dificuldade para a produção de artigos para o setor da construção, tais como perfis e tubos

Embora a proibição da deposição de resíduos plásticos em aterros esteja sendo anunciada em nove países, a proporção que vai para aterro em outros países é ainda muito elevada – até 70 por cento. No geral, do total de resíduos coletados na Europa, cerca de dois terços estão sendo agora reutilizados, enquanto que 30,8 por cento são depositados em aterro. Dos resíduos plásticos que são reutilizados, cerca de metade – 7,7 milhões de toneladas – é reciclada e o restante é incinerado para gerar energia.

As principais frações são as poliolefinas

Com cerca de 9,5 milhões de toneladas de PP, 8 milhões de toneladas de PEBD e PELBD e 6 milhões de toneladas de PEAD e PEMD, as poliolefinas são os plásticos mais usados na Europa, em termos quantitativos, e correspondem conjuntamente a cerca de metade do consumo total. Se estes resíduos são puros (constituídos por um único tipo de plástico), eles podem ser processados eficientemente, de modo que existem inúmeras empresas de reciclagem dedicadas à reciclagem de poliolefinas.

A situação é mais complicada quando PE e PP são misturados, uma vez que eles são muito difíceis de separar por causa da sua densidade semelhante e os processos de triagem de NIR (infravermelho próximo) são hoje estado-da-arte. No entanto, PE e PP também podem ser utilizados em conjunto para conversão em produtos de alto valor.

Para muitos produtos, tais como sacos de lixo, já se tornou comum hoje em dia usar material reciclado, o que faz sentido tanto do ponto de vista econômico como ecológico.

Para muitos produtos, tais como sacos de lixo, já se tornou comum hoje em dia usar material reciclado, o que faz sentido tanto do ponto de vista econômico como ecológico. (Foto: Polifilm / Messe Düsseldorf)

Reciclagem de PET já estabelecida, mas com espaço para expansão

A resina PET, cuja maior parte é usada para a produção de garrafas, é responsável por cerca de 7 por cento do consumo anual total de plásticos na Europa – cerca de 3,1 milhões de toneladas. No geral, os 30 países da Europa alcançam uma taxa média de coleta de 57 por cento. Em 2014, por exemplo, foram coletados 1,75 milhões de toneladas de resíduos de PET pós-consumo. No entanto, até o momento são coletadas quase que exclusivamente garrafas, geralmente em sistemas de coleta dedicados. Embora o objetivo original tenha sido devolver para a produção de garrafas os flocos de garrafa coletados, a indústria tem procurado e encontrado clientes em outras áreas. Para os fabricantes de filme / chapa, os flocos de garrafa pós consumo vem se tornando cada vez mais interessantes e em 2014 eles usaram a maior fatia – 34 por cento – dos resíduos recolhidos em seu ramo industrial. Quase 30 por cento dos flocos foram usados em aplicações de sopro, 26 por cento na indústria das fibras e o resto em fitas para embalagem e outros produtos.

“A produção do regranulado necessário para aplicações de moldagem por injeção destinadas à produção de novas garrafas para aplicações em contato ou sem contato com alimentos é baixo por causa da queda acentuada no preço do material virgem”, explica Elfriede Hell, Chefe de Tecnologia de Reciclagem na fabricante austríaca Starlinger. Ao contrário das garrafas usadas, as bandejas e filmes pós-consumo geralmente acabam sendo incinerados para a geração de energia ou até mesmo vão parar em aterros. “Mas as coisas recentemente vem mudando. Temos um bom número de clientes interessados especificamente em projetos para reciclagem de bandejas e filmes “, salienta Hell

A reciclagem de PVC atinge altas taxas de utilização

A reciclagem de PVC se desenvolveu de forma encorajadora nos últimos anos. O PVC é um material cujas notáveis propriedades mecânicas o tornaram indispensável – em especial no setor da construção, onde ele detém uma fatia de 70 por cento, mas também nos segmentos de embalagens, móveis e tecnologia médica.  O PVC reciclado é utilizado particularmente em aplicações de construção, por exemplo, em novos perfis e tubos, bem como na horticultura e agricultura.

Materiais compostos são frequentemente inadequados para a reciclagem

Enquanto os produtos pós-consumo feitos de polímeros puros prestam-se bem ao reprocessamento, a situação para os produtos compostos constituídos por duas ou mais matérias-primas é inteiramente diferente. Por isso, o Dr Michael Scriba, Diretor Gerente da mtm-plastics e membro da Plastics Recyclers Europe (PRE) , propõe que, a partir de agora, as embalagens sejam fabricadas de forma a facilitar a sua reciclagem, já que são responsáveis pela maior parte dos resíduos pós-consumo. Neste aspecto, é particularmente importante que se dispense o uso de cargas como carbonato de cálcio nas embalagens de PE e PP tanto quanto possível, que se evitem compostos de plástico-papel, que se utilize a pigmentação de forma moderada e se tenha certeza de que a densidade de todos os produtos seja bem diferente de 1 g / cm, para que a separação com base na densidade seja possível.

Ao mesmo tempo, estão sendo realizados esforços na indústria para desenvolver estratégias de reutilização de resíduos mistos. A empresa Trenntechnik Ulm GmbH está implementando uma abordagem muito interessante ao desenvolver um processo de separação química para filmes compósitos PE / PA, construindo também uma planta de produção com capacidade de 10 toneladas por dia.

A Trenntechnik Ulm GmbH instalou uma linha especificamente para a separação química de filmes compostos PA / PE em Memmingen, Alemanha. Utilizando este método e um solvente adequado, será possível também recuperar outras matérias-primas

A Trenntechnik Ulm GmbH instalou uma linha especificamente para a separação química de filmes compostos PA / PE em Memmingen, Alemanha. Utilizando este método e um solvente adequado, será possível também recuperar outras matérias-primas (Foto: Trentechnik Ulm / Messe Düsseldorf)

Resumo

Embora a reciclagem seja um tema muito discutido atualmente e também esteja bastante presente em inúmeros projetos na indústria de plásticos, os especialistas continuam afirmando que muito pouco material proveniente de resíduos plásticos é usado no lugar de material virgem, embora tanto os sistemas de coleta como a viabilidade técnica da reciclagem tenham se desenvolvido enormemente . Qualquer pessoa que queira saber mais a respeito dessas novas soluções técnicas podem fazê-lo na feira K 2016, a principal feira mundial para a indústria de plásticos e borracha, que ocorrerá de19-26 de Outubro, em Düsseldorf, na Alemanha.

 Para a garrafa de detergente fabricada com polietileno através do processo de extrusão-sopro, a Ecover Bélgica N.V., fabricante de produtos de limpeza ecológicos, utiliza resíduos de plástico recolhidos no mar por pescadores


Para a garrafa de detergente fabricada com polietileno através do processo de extrusão-sopro, a Ecover Bélgica N.V., fabricante de produtos de limpeza ecológicos, utiliza resíduos de plástico recolhidos no mar por pescadores (Foto:  Ecover / Messe Düsseldorf)

Pode-se supor, portanto, que as taxas de reciclagem irão continuar a aumentar nos próximos anos, já que há uma forte demanda por reciclados, tanto por razões ambientais como económicas. A poluição dos mares com resíduos tem colocado em evidência, internacionalmente, o tratamento irresponsável dedicado à destinação final dos resíduos, oferecendo maior força às demandas de outros consumidores para um tratamento sustentável dos recursos.

Fonte: Serviço de Imprensa – k 2016/Messe Düsseldorf

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Braskem Idesa produz primeiro lote de polietileno no México

07/04/2016

Braskem-Mexico

A Braskem Idesa, joint venture da Braskem com o grupo mexicano Idesa, atingiu hoje, 07 de abril, um importante marco com a produção do primeiro lote de polietileno no Complexo Petroquímico do México.

Esse marco faz parte do processo gradual de partida iniciado em dezembro com a entrada em operação da área de utilidades, seguida do cracker, em março. Após a partida da primeira planta de polietileno de alta densidade, ocorrida hoje, a expectativa é de que as outras duas plantas de polietileno comecem a operar ainda neste mês. Ao longo dos próximos meses, o objetivo é atingir a capacidade de produção de 1,05 milhão de toneladas de polietileno em bases anuais.

“Com o início da operação do Complexo Petroquímico no México, a Braskem demonstra a sua capacidade de realização de um projeto greenfield de grande porte, com o desafio adicional de executá-lo no exterior”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem. O Complexo Petroquímico está alinhado à estratégia da Braskem de internacionalização de suas operações nas Américas e de maior acesso a matéria-prima competitiva base gás.

Localizado no estado de Veracruz, o Complexo contempla um cracker de etano, integrado a três plantas de polietileno, além das plantas de utilidades (energia, água e vapor). O fornecimento de etano está assegurado por um contrato de 20 anos com a Pemex (estatal mexicana de petróleo e gás), a um preço competitivo, com referência no gás norte americano.

A Braskem Idesa já tem uma carteira de clientes estruturada, formada por mais de 350 empresas no México e também diversas parcerias com distribuidores para ampliar o acesso ao mercado.

O Complexo Petroquímico ajudará a reduzir parte do déficit do setor químico no México, que chega  a US$ 20 bilhões, segundo a Associação Nacional da Indústria Química do México, podendo gerar um impacto positivo na balança comercial mexicana entre US$ 1,5 bilhão e US$ 2 bilhões por ano.

Fonte: Braskem

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Família de resinas da Braskem melhora performance de eletroportáteis

25/02/2016

A família Braskem Maxio® proporciona aumento de produtividade, economia de energia e redução de peso, segundo a empresa

Braskem_ventiladorCom objetivo de garantir maior qualidade em seus produtos para sua carteira de clientes, a Braskem oferece ao mercado a Braskem Maxio®, família que alia sustentabilidade, tecnologia e inovação. O resultado é uma maior produtividade com redução de consumo de energia no processo, afirma a empresa. A marca exclusiva da petroquímica hoje é utilizada em alguns ventiladores da marca Arno, do Grupo SEB, grande consórcio francês que produz eletroportáteis.

Segundo a Braskem, com vantagens por meio de redução de consumo energético, menores temperaturas de processamento, aumento da produtividade com menor ciclo de produção e redução de peso em produtos finais, a matéria-prima de Braskem Maxio® foi responsável por uma redução de 8% no tempo de produção da peça e diminuição de 16% no peso, sem qualquer perda das propriedades finais do produto. “Procuramos no Brasil e no mundo sempre parceiros estratégicos que ofereçam condições comerciais diferenciadas em relação a outros players internacionais. Além da logística, o suporte de desenvolvimento nos agrega valor e, em nível tecnológico, a petroquímica não deve nada para as outras empresas do ramo ao redor do mundo”, afirma Gerson E. Aversa, gerente de compras do Grupo Seb.

Os ganhos obtidos com a resina dessa linha estão alinhados aos pilares do selo Braskem Maxio®. “Ao oferecermos a linha Braskem Maxio®, conseguimos aliar inovação, aumento de competitividade aos clientes e ainda agregar uma pegada mais sustentável ao processo, pois essa solução permite menor consumo energético, reduz o peso do produto final e aumenta a produtividade do transformador”, afirma Rodrigo Belloli, gerente do segmento de eletrodomésticos da Braskem.

Em 2015, a família Braskem Maxio®, ganhou um aplicativo para smartphones que calcula os ganhos econômicos e ambientais que a família Braskem Maxio® pode trazer para processos de injeção. Os benefícios são estimados de forma simples e rápida, bastando apenas que o usuário insira dados sobre a peça produzida em duas situações: utilizando uma resina comum e utilizando uma resina Maxio®. O aplicativo está disponível para plataformas Android e iOS sob o título Braskem Maxio®.

Linha Maxio®: O portfólio de resinas Braskem Maxio® foi desenvolvido para oferecer redução do consumo de energia, maior produtividade e menor peso, o que garante mais eficiência e, consequentemente, ganhos ambientais, afirma a Braskem. Os benefícios são obtidos graças à evolução contínua das resinas, preservando ou melhorando propriedades mecânicas, químicas e óticas de produtos acabados, segundo a empresa.

Controlada pela Organização Odebrecht, a Braskem produz um volume anual de 16 milhões de toneladas de resinas e outros produtos petroquímicos básicos. Com faturamento de R$ 53 bilhões, a Braskem atua em mais de 70 países, conta com cerca de 8 mil integrantes e opera 40 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México.

Fonte: Braskem

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Nova família de resinas INNATE da Dow equilibra rigidez e tenacidade

21/01/2016
Engenheira Gianna Buaszczyk (Dow)

Engenheira Gianna Buaszczyk (Dow)

No mês de outubro do ano passado, a Dow anunciou o lançamento de uma nova família de resinas para Embalagens de Precisão INNATE™, que, segundo a empresa, apresenta níveis de desempenho capazes de ajudar os clientes a atenderem algumas das necessidades mais desafiadoras de embalagens da atualidade. Para explorar o tema em mais profundidade, o Blog do Plástico conduziu uma entrevista com a Engenheira de Pesquisa e Desenvolvimento da Dow, Gianna Buaszczyk:

Pergunta (Blog do Plástico) – Como as novas resinas da linha INNATE se diferenciam dos outros grades de resinas de PEBDL atualmente existentes no mercado para aplicações semelhantes ?

Resposta (Eng. Gianna Buaszczyk): As Resinas para Embalagens de Precisão INNATE™ trazem o grande diferencial de balanço entre rigidez e tenacidade. Foram desenvolvidas a partir de um revolucionário catalisador molecular patenteado aliado a uma tecnologia de processo avançada que permite um controle preciso e uniforme da química de resinas, o que resulta em níveis de desempenho e combinações de propriedades de filmes inéditas que:
• Satisfazem as necessidades de embalagens até então não atendidas
• Criam novos nichos de mercado
• Oferecem desempenho superior para as embalagens

Dow-graficoA resina experimental XUS 59910.02 (densidade 0,918 g/cm3 e fluidez 0,85 g/10min a 2,16kg e 190oC), primeira resina para embalagens de precisão da nova família INNATE™, oferece à cadeia de valor de embalagens o grande diferencial de balanço entre rigidez e tenacidade, possibilitando inúmeras combinações com outras resinas e redução de espessura, apresentando também resistência ao abuso significativamente maior: em um filme de 25 μm, a resina experimental XUS 59910.02 apresentou uma resistência à queda de dardo significativamente maior do que a uma resina da concorrência de módulo similar, o metaloceno PEBDL (fluidez 1,0; 0,918 d), bem como maior resistência do que a resina de menor módulo, metaloceno ELITE™ 5400G (fluidez 1,0; 0,916 d), conforme gráfico ao lado.

Apresenta também excelente processabilidade e excelente desempenho de selagem à quente

P – Como foi possível obter em um mesmo polímero propriedades aparentemente contraditórias como rigidez e tenacidade, assim como resistência mecânica e boa processabilidade?

R – As Resinas para Embalagens de Precisão INNATE™ são uma nova categoria de copolímeros base etileno. São diferentes das outras resinas da Dow em função do uso de um revolucionário catalisador molecular patenteado aliado a uma tecnologia de processo avançada que permite um controle preciso da arquitetura molecular, de forma inédita. Isso possibilita atingir propriedades diferenciadas, como aumento da tenacidade sem sacrificar outras propriedades chaves.

P – Quais são as principais aplicações da nova família de resinas INNATE e quais as vantagem que elas oferecem sobre as concorrentes?

R – As resinas podem ser aplicadas em embalagens flexíveis para alimentos, filmes industriais, sacaria industrial de alta resistência e em gramas artificiais.

Dow-Innate_embalagemEmbalagens para Alimentos e Especialidades: Durabilidade, resistência ao abuso e excelente processabilidade, quando utilizadas sozinhas ou em combinação com outros materiais, fazem das Resinas para Embalagens de Precisão INNATE™ uma excelente opção para embalagens de alimentos e produtos de consumo em geral. Elas oferecem:

  • Filmes com a resistência necessária para otimização das embalagens
  • Filmes com a rigidez necessária para o envase de produto, exposição e armazenamento eficiente de embalagens como, por exemplo, stand-up pouches
  • Melhor tenacidade aliada a uma excelente resistência a quebras por flexão (“flex crack”), importante propriedade para embalagens para líquidos
  • Integridade da embalagem, garantindo maior durabilidade para o produto

Filmes Industriais e de Consumo: Os filmes produzidos com as Resinas para Embalagens de Precisão INNATE™ possuem a tenacidade e resistência necessárias para enfrentar praticamente qualquer desafio de aplicação como, por exemplo, sacaria industrial de alta resistência. Os usuários contarão com:

  • Resistência ao abuso significativamente superior, o que garante maior resistência à queda;
  • Desempenho de selagem à quente similar ao das resinas comuns disponíveis no mercado;
  • Possibilidade de redução da espessura dos filmes, para obter diferenciação no mercado.

P – A resinas INNATE estão sendo produzidas em que plantas da Dow Chemical ? Quais os volumes atualmente produzidos? Quais são os planos para expansão da capacidade?

R – Hoje, a Dow tem capacidade para produção nas Américas e na Europa suficiente para atender à demanda dos próximos anos. Os planos de expansão serão definidos gradativamente.

P – Foi necessária alguma alteração no processo produtivo / plantas de PEBDL para obtenção das novas resinas ou a mudança foi somente no catalisador empregado na polimerização ?

R – Trata-se da utilização de um novo catalisador em combinação com tecnologia de processo avançada.

P – É possível fornecer alguma informação adicional sobre o catalisador empregado no processo? É catalisador metaloceno ?

R – Não se trata de tecnologia de catalisador metaloceno. INNATE™ é uma nova categoria de copolímeros base etileno.

P – Como é possível reduzir o peso da embalagem ? Através da redução da espessura?

R – As resinas INNATE™ tem propriedades diferenciadas, o que torna possível fazer a redução de espessura sem comprometer a resistência do filme, que deve ser avaliado para cada aplicação.

P – Por que a estabilidade do balão em processos de blown film com as resinas INNATE é melhor do que com os polímeros convencionais de PEBDL?

R – Porque as resinas INNATE apresentam maior resistência de fundido, o que se traduz em maior estabilidade de balão. Além disso, elas apresentam uma taxa maior de redução de viscosidade com aumento da tensão de cisalhamento comparado às resinas de mercado, o que permite trabalhar com menores temperaturas de fusão, além de se observar menor amperagem no motor.

P – A nova família pode ser usada em aplicações de co-extrusão ? Quais?

R – O alvo das resinas INNATE é, justamente, clientes com recurso de coextrusão para a produção de filmes. Os filmes coextrusados produzidos com as resinas INNATE oferecem uma resistência ao abuso até duas vezes maior que os materiais padrões disponíveis atualmente no mercado.

P – A introdução da nova família de resinas INNATE cria novos nichos de mercado e aplicações para o PEBDL ? Quais?

R – As resinas INNATE possibilitam a criação de novos nichos de mercado, uma vez que trazem a oportunidade de desenvolvimento de embalagens com novas características em termos de eficiência por meio da substituição de materiais.

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Dow apresenta nova família de resinas de PEBDL de alto desempenho para os mercados de embalagens

27/10/2015

Trata-se do lançamento mais relevante de uma nova família de resinas da Dow nos últimos dois anos

Primeiras aplicações da nova família de resinas de PELDB da Dow incluem embalagens flexíveis para alimentos (Foto: Dow)

Primeiras aplicações da nova família de resinas de PELDB da Dow incluem embalagens flexíveis para alimentos (Foto: Dow)

O negócio de Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow acaba de lançar as Resinas para Embalagens de Precisão INNATE™, uma nova família de resinas de Polietileno Linear de Baixa Densidade que oferece níveis de desempenho sem precedentes, capazes de ajudar os clientes a atenderem algumas das necessidades mais desafiadoras de embalagens da atualidade, afirma a empresa. As novas resinas foram desenvolvidas a partir de um catalisador molecular patenteado, aliado a uma tecnologia de processo avançada. Com a nova família de resinas INNATE, os transformadores poderão explorar novas oportunidades no setor de embalagens, através de um equilíbrio único entre rigidez e tenacidade, facilidade de processamento e sustentabilidade, segundo a Dow.

“As resinas INNATE foram desenvolvidas após inúmeras discussões com transformadores e proprietários de marca, além de uma análise detalhada das tendências de mercado”, apontou Diego Donoso, Presidente Global do negócio de Embalagens e Especialidades de Plásticos da Dow. “Estamos muito entusiasmados com as possibilidades que a família de resinas INNATE™ trará para o design das embalagens”.

David Parrillo, Diretor Global de Pesquisa e Desenvolvimento para Embalagens e Especialidade de Plásticos da Dow, acrescentou, “A química por trás das resinas INNATE permite que os clientes controlem propriedades de uma forma totalmente inédita para criarem um novo padrão de desempenho por meio da combinação de rigidez, tenacidade e processabilidade do filme, tudo isso com uma única resina”.

Segundo a Dow, as resinas INNATE ajudarão a criar novos nichos de mercado e categorias para aplicações diversas, que vão desde embalagens flexíveis para alimentos até sacaria industrial de alta resistência. A empresa afirma que as resinas INNATE oferecem:

  • Excelente perfil de sustentabilidade graças à possibilidade de redução de peso da embalagem
  • Oportunidade de desenvolvimento de embalagens com novas características em termos de eficiência por meio da substituição de materiais
  • Uma resistência ao abuso até duas vezes maior em filmes coextrudados comparado às resinas-padrão de polietileno disponíveis no mercado
  • Tenacidade sem afetar a rigidez e outras propriedades importantes do filme
  • Facilidade de processamento com excelente estabilidade de balão

“As Resinas para Embalagens de Precisão INNATE, desenvolvidas a partir de um revolucionário catalisador patenteado e de tecnologia de processo, atendem aos requisitos atuais de proprietários de marcas, varejistas e transformadores: a capacidade de criar combinações precisas que se traduzem em embalagens de alto desempenho para o segmento de alimentos, de consumo e de filmes industriais”, afirmou Nestor de Mattos, Diretor de Marketing para Embalagens e Especialidades de Plásticos. “As resinas INNATE™ são verdadeiras inovações no cenário da tecnologia de resinas para embalagens”.

A Dow possui um portfólio integrado áreas de Especialidades Químicas, Materiais Avançados, Ciências Agrícolas e Plásticos e oferece uma variedade de soluções e produtos baseados em tecnologia para aproximadamente 180 países e em setores como embalagens, eletrônicos, água, revestimentos e agricultura. Em 2014, a Dow teve vendas anuais de mais de US$ 58 bilhões e empregou aproximadamente 53.000 funcionários em todo o mundo. Os mais de 6.000 produtos da Companhia são produzidos em 201 unidades fabris em 35 países ao redor do mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Victrex leva portfólio automotivo ampliado à Fakuma 2015

29/09/2015

Soluções para substituir peças metálicas também miram os setores aeroespacial, eletrônico, médico e de energia

Victrex_Kleiss gearsA Victrex, provedora de soluções à base de polímero PEEK, participa da 24ª edição da Fakuma International Trade Fair, feira do segmento de plásticos que ocorre na Alemanha, em Friedrichshafen, de 13 a 17 de outubro. Durante a programação, a Victrex apresentará seu portfólio para a indústria automotiva. O leque da oferta para este segmento foi recentemente ampliado com a aquisição da Kleiss Gears, empresa norte-americana especializada em engrenagens termoplásticas. Além disso, a expansão da capacidade de produção do termoplástico poliariletercetona (PAEK) também acelera o lançamento de produtos em mercados importantes como o aeroespacial, eletrônico, médico e de energia.

Segundo a Victrex, os principais benefícios das peças automotivas fabricadas com os seus polímeros são a maior eficiência no uso de combustível, conforto ao dirigir e vida útil prolongada, resultados alcançados devido ao aperfeiçoamento nas peças, redução de inércia, integração de componentes e novas abordagens de design, tornando-as mais funcionais.

Outro diferencial competitivo da Victrex, segundo a empresa, envolve a utilização de máquinas injetoras de plásticos convencionais para produzir em massa componentes de alto desempenho e complexidade. A oferta de produtos da Victrex abrange desde resinas da família PEEK, até os filmes APTIV®, tubos, adesivos e componentes de tecnologia médica, além de componentes mais avançados como as engrenagens da Kleiss Gears.

“Temos uma meta importante na criação de valor por meio de soluções com polímeros de alta performance. Desta forma, somos capazes de ajudar os clientes a solucionar problemas usando a nossa experiência e investimento específico em P&D e tecnologia”, explica Rainer Müller, gerente regional de Vendas da Victrex.

Alternativas eficazes e de alto desempenho em relação às engrenagens de metal, as soluções em plástico têm ainda como benefícios a redução da vibração, ruído e aspereza (NVH) de até 50%, além da diminuição significativa no consumo de energia e peso, afirma a Victrex.  “Não importa se o cliente está à procura de uma solução de materiais ou uma solução completa do sistema. Agora temos capacidade de acelerar o desenvolvimento e a adoção de engrenagens baseadas em PEEK e satisfazer a difíceis exigências de aplicações, tais como as encontradas na indústria automotiva”, destaca Müller.

Tecnologia no setor aeroespacial

Segmento em franca expansão, a indústria aeroespacial também será um dos focos da Victrex durante a Fakuma. Um dos objetivos da empresa é desenvolver tecnologias pioneiras e alcançar maior eficiência de produção em processos, tais como:

  • Processo híbrido de moldagem : permite que os engenheiros combinem a resistência das fibras contínuas dos compostos VICTREX PAEK com a flexibilidade do design de moldagem por injeção do PEEK.  O processo híbrido de moldagem permite produção mais rápida (questão de minutos) e eficiente em termos de custo do componente, ao passo que a produção com metal ou termofixos pode levar horas.
  • Tecnologia da moldagem por fusão de núcleo: segundo a Victrex, o processo da especialista holandesa de moldagem por injeção, Egmond Plastic BV, pode proporcionar economia de custo de mais de 30% na produção de tanques de combustível complexos, combinada com desempenho superior e redução de peso em até 50%, em comparação com componentes metálicos usinados.
  • Processo de moldagem por injeção otimizada:  Desenvolvido pela especialista britânica em moldagem de precisão por injeção, Denroy Plastics Ltd. A Denroy uniu forças com a Victrex e Bombardier para desenvolver tecnologia otimizada de suporte para peças de tamanho pequeno e médio, anteriormente fabricadas com alumínio e titânio.A partir de agora, as peças podem ser substituídas por unidades com base em PEEK. Elas têm a mesma vida útil da aeronave e reduzem o peso e os custos radicalmente, afirma a Victrex.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Victrex

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Solvay e RTP ampliam a disponibilidade global de resinas PPSU para aplicações em aeronaves

04/09/2015

Novo acordo de licenciamento permite que a RTP Company produza e venda resinas PPSU, oferecendo prazos de entrega mais curtos e maior flexibilidade para atender aos pedidos dos clientes

A Solvay Specialty Polymers, um dos líderes globais na fabricação e fornecimento de termoplásticos de alto desempenho, anunciou um novo acordo de licenciamento que permite à RTP Company, produtora global de compostos termoplásticos avançados, produzir e vender a linha de resinas de polifenilsulfona (PPSU) Radel® R-7000 da Solvay para a indústria aeronáutica mundial. O acordo expandirá significativamente os canais de fornecimento em uma escala global para esta família de polímeros de alto desempenho amplamente reconhecida pela indústria, ajudando a encurtar os prazos de entrega e a ampliar as opções de resinas PPSU Radel® R-7000 em cores customizadas, em pequenos ou grandes volumes.

As resinas da família de produtos Radel® R-7000 PPSU são especialmente formuladas para aplicações no interior de cabines de aeronaves, como assentos, unidades de serviços aos passageiros, compartimentos para bagagens e grades de ventilação. Além de fornecer uma excelente estética, resistência ao impacto e resistência química superiores, segundo a Solvay, estas resinas também atendem aos rigorosos regulamentos da Federal Aviation Administration (FAA), dos Estados Unidos, que estabelecem padrões para inflamabilidade, liberação de calor, geração de fumaça e emissões de gases tóxicos.

“A família de polímeros Radel® R-7000 PPSU da Solvay tem desempenho comprovado em aplicações em interiores de aeronaves, onde vem sendo utilizado há mais de 25 anos, em uma ampla gama de aeronaves comerciais, incluindo o A320 da Airbus e os modelos 737, 747, 757, 767, 777 e 787 da Boeing”, disse Michael Finelli, vice-presidente sênior da unidade de negócios de Sulfonas da Solvay Specialty Polymers. “O alto desempenho e o amplo portfólio dessa linha de produtos os estabeleceu como os materiais preferidos  de OEMs (fabricantes de equipamentos originais) e de empresas de MRO (serviços de manutenção, reparo e revisão) globais do setor aeronáutico. Este acordo entre a RTP Company e a Solvay ocorre de forma natural, dadas as capacidades globais de produção e distribuição de compostos da RTP Company, largamente reconhecidas , e nosso relacionamento de longa data para a venda de uma ampla gama de polímeros em vários mercados, incluindo o aeronáutico”.

A Solvay continuará a fabricar, vender e distribuir seus polímeros da série Radel® R-7000 PPSU. Esse novo acordo de licenciamento dá à RTP Company acesso às formulações e tecnologia de produção de polímeros Radel® R-7000 PPSU da Solvay e permite que a RTP Company fabrique e venda produtos utilizando códigos e a reconhecida marca Radel® da Solvay. Além disso, o acordo  oferecerá maior flexibilidade para clientes que queiram encomendar lotes menores de cores customizadas em conformidade com as paletas de cores de fabricantes de aeronaves ou de determinadas companhias aéreas.

“Este acordo de licenciamento com a Solvay agora nos permite oferecer aos clientes uma gama ainda mais ampla de polímeros de alto desempenho que atendem os rígidos regulamentos da indústria aeronáutica”, disse Ben Wiltsie, gerente geral de produtos retardantes de chamas da RTP Company. “Este acordo cria uma cadeia de fornecimento global mais ágil, que faz uso otimizado de dois reconhecidos fornecedores de materiais para o mercado aeroespacial”.

Sobre a RTP Company:  Com sede em Winona, Minnesota, EUA, a RTP Company é uma produtora global de compostos termoplásticos customizados. A empresa tem 18 fábricas na América do Norte, Europa e Ásia, e representantes de vendas localizados em todo o mundo. Os engenheiros da RTP Company desenvolvem compostos termoplásticos customizados em mais de 60 diferentes sistemas de resinas para aplicações que requerem cores e propriedades específicas como condutividade elétrica, alta elasticidade, retardamento de chama, alta resistência térmica, elevada rigidez  e alta resistência ao desgaste.

Sobre a Solvay Specialty Polymers: A Solvay Specialty Polymers fabrica mais de 1500 produtos agrupados em 35 marcas de polímeros de alto desempenho – fluoropolímeros, fluoroelastômeros, fluidos fluorados, poliamidas semi-aromáticas, sulfonas, polímeros aromáticos de ultra-alto desempenho, polímeros de alta barreira e compostos reticulados de alto desempenho –  para uso nas indústrias Aeronáutica, de Energias Alternativas, Automotiva, de Saúde, de Membranas, de Petróleo e Gás, de Embalagens, de Construção Civil, de Semicondutores, de Fios e Cabos e outras.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Bayer MaterialScience muda de nome e passa a se chamar Covestro

03/09/2015
  • Fabricante de materiais tem nova identidade
  • Covestro inicia suas operações e agora é legalmente e economicamente independente
  • Entrada no mercado de capitais é esperada para meados de 2016

covestroUma das principais fabricantes de polímeros do mundo tem uma nova identidade. A partir de 1º de Setembro de 2015, a Bayer MaterialScience passa a operar sob o nome Covestro (pronuncia-se Covéstro). A companhia hoje é legalmente e economicamente independente, mas continuará sendo uma subsidiária 100% da Bayer AG. A Bayer pretende conduzir a entrada da Covestro no mercado de capitais até meados de 2016 a fim de concentrar-se exclusivamente em seus negócios de ciências da vida.

“A independência nos permitirá reunir nossas forças para enfrentar a competição global de forma mais rápida, efetiva e flexível”, afirma o CEO da Covestro, Patrick Thomas.

“Fazer do mundo um lugar melhor”

A Covestro possui uma nova e colorida logo. Sua visão também é nova: “Fazer do mundo um lugar melhor”. “Nós cumprimos essa visão inspirando a inovação e conduzindo o crescimento por meio de tecnologias e produtos rentáveis que beneficiam a sociedade e reduzem os impactos ambientais”, explica Thomas.

A Covestro fornece produtos para indústrias-chave em todo mundo, tais como os setores automotivo, de construção e eletrônico, bem como as indústrias de esportes, moveleira e têxtil. Com seus produtos e soluções em aplicações, a companhia ajuda a solucionar os maiores desafios do nosso tempo, da mudança climática à escassez de recursos, mobilidade e urbanização ao crescimento populacional e mudanças demográficas.

Produtos versáteis para indústrias-chave

Os produtos da Covestro incluem matérias-primas para a espuma premium de poliuretano que, em sua forma flexível, é usada em móveis, colchões e assentos automotivos; em sua forma rígida, ela é usada no isolamento de prédios e em equipamentos de refrigeração.

A companhia também produz policarbonatos de alta performance, que são materiais muito versáteis para componentes automotivos, estruturas para coberturas, dispositivos médicos e muito mais. O portfolio da Covestro ainda é composto por especialidades químicas, incluindo matérias-primas para revestimentos, adesivos e filmes.

A Covestro é administrada por um Conselho formado por quatro membros. Os membros do Conselho de Administração, presidido pelo CEO Patrick Thomas, também incluem Frank H. Lutz (Diretor Financeiro e de Relações Trabalhistas), Dr. Klaus Schaefer (Produção e Tecnologia) e o Dr. Markus Steilemann (Inovação).

Sobre a Covestro: Com vendas de 11,7 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Suas atividades estão focadas na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em diversas áreas. O grupo Covestro possui 30 sites de produção ao redor do mundo e até o final de 2014 empregava cerca de 14.200 colaboradores. A Covestro é uma empresa do Grupo Bayer.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Novo composto de Nylon 6/6 da Teknor Apex apresenta melhor tenacidade a baixa temperatura para aplicações de injeção

12/08/2015

A Teknor Apex Company aumentou a resistência ao impacto a baixa temperatura de um composto de nylon 6/6, proporcionando melhor desempenho em clima frio para aplicações moldadas por injeção tão diversificadas como elementos de fixação, bicos injetores de combustível, braçadeiras para cabos, articulações moldadas integradas e equipamento esportivo, segundo comunicado da empresa.

O novo Chemlon® 109 HBK778 apresenta uma resistência a impacto Izod com entalhe  a -40 °C 50% maior do que o produto padrão da empresa – o Chemlon 109, um composto de nylon 6/6 reforçado. A -10 °C, ele apresenta quase a mesma resistência ao impacto que à temperatura ambiente, enquanto o Chemlon 109 padrão apresenta queda de cerca de 75% (veja o gráfico), afirma a Teknor Apex.

Teknor-Apex_2

Entre as principais propriedades físicas do novo grade Chemlon 109 HBK778 estão a resistência ao impacto Izod com entalhe de 18 kJ/m2 a – 40 °C e a resistência à flexão de 52 MPa (veja a tabela).

Teknor-Apex_1As boas propriedades de fluxo tornam o Chemlon 109 HBK778 adequado à fabricação de peças complexas tais como clipes e elementos de fixação, em que a resistência à flexão do material permite-lhes suportar as tensões de montagem e do uso final.

“Além da excelente tenacidade em baixa temperatura, o Chemlon 109 HBK778 oferece propriedades físicas comparáveis às do Chemlon 109 padrão, que é usado com sucesso em muitas aplicações e recebeu especificações automotivas da Chrysler, Ford e General Motors,” afirmou Michael Roberts, vice-presidente da Divisão de nylon da Teknor Apex. “A Teknor Apex está preparada para fornecer mundialmente este novo produto”.

A Teknor Apex Company, uma empresa privada fundada em 1924, é um dos fabricantes de compostos plásticos especiais que ocupa posição de liderança do mundo. A Teknor Apex produz vinil flexível e rígido, elastômeros termoplásticos, nylons, compostos sob encomenda e especiais, masterbatches de cor, produtos químicos especiais, bioplásticos e mangueiras. A empresa está sediada em Pawtucket, Rhode Island, EUA e opera em treze instalações localizadas nos Estados Unidos, Holanda, Reino Unido e Cingapura.

A Divisão de nylon da Teknor Apex Company é um fornecedor internacional de termoplásticos de engenharia para os mercados de transporte, produtos de consumo e industriais. Ela produz compostos reforçados e especialmente modificados de poliamida 6, 6/6, 6/10 e 6/12 das marcas Chemlon® e Beetle®.

Fonte: Assessoria de Imprensa Teknor Apex

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