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Colorfix lança linhas de aditivos voltadas paa a produção de Utensílios Domésticos Sustentáveis

18/10/2021

Segmento exige produtos de qualidade, necessidade de atendimentos às normas, cores, efeitos e texturas diferenciadas

As resinas plásticas mais utilizadas pelo segmento de Utilidades Domésticas (UD) são o Polietileno (PE), o Policloreto de Vinila (PVC) e o Polipropileno (PP). Esses materiais (“commodities” plásticas), segundo a Indústria Brasileira de Transformação e Reciclagem de Material Plástico (Abiplast), representam cerca de 78,3% dos insumos consumidos no país.

Esse é um dos segmentos mais exigentes com os quais a paranaense Colorfix Masterbatches trabalha, seja pelo desenvolvimento de produtos de qualidade, a busca por diferentes efeitos e texturas e também pelo cumprimento das normas exigidas pelos órgãos reguladores como ISO e FDA no caso de embalagens e materiais que têm contato com alimentos.

“Muitos utensílios domésticos duram muitos anos. Em função disso, os clientes do segmento UD sempre buscam conquistar seus consumidores com novidades e inovação como cores, tendências e materiais com diferentes efeitos e texturas, a fim de que os utensílios domésticos deixem de ser apenas funcionais e passem a ser também objetos de decoração, sendo ao mesmo tempo amigos do meio ambiente”, aponta o diretor superintendente da Colorfix Masterbaches, Francielo Fardo.

A Colorfix afirma que vem trabalhando com o desenvolvimento de materiais para gerar produtos sustentáveis, com maior durabilidade e vida útil mais longa. Outra característica buscada, no caso dos Biodegradáveis, é que o impacto ao meio ambiente seja o menor possível durante a decomposição do material.

“Ao propor novas soluções ao mercado, discutimos incansavelmente as alternativas que levem a caminhos da preservação ambiental, com a redução da produção do lixo, bem como a possibilidade da reciclagem de materiais. Para as linhas de utensílios domésticas, não tem sido diferente: são horas de estudos antes de colocar a solução no mercado”, aponta Francielo que destaca quatro destas inovações disponibilizadas pela empresa ao segmento UD. “Temos a linha de aditivos Revora PCR, Revora ADI, Revora PE Verde e as cores da linha Revora BIO e Revora PE verde que agregam valor e ajuda na preservação do meio ambiente”.

Atualmente, a Colorfix diz contar com mais de 70 mil itens desenvolvidos entre aditivos e cores tendências disponíveis a seus clientes. Segundo a empresa, as linhas de aditivos tem as seguintes características:

  • RevoraAdi (não compostável): aditivos que agregam sustentabilidade ao processo e/ou produto de transformação de plástico que precisa utilizar resina virgem. A Colorfix afirma que esses aditivos diminuem desperdício de matéria prima, aumentam a produtividade das máquinas economizando energia elétrica e aumentam a durabilidade dos produtos finais, diminuindo a geração de resíduos.
  • RevoraBio (compostável): Segundo o fabricante, são masterbatches e aditivos 100% biodegradáveis, tornando o produto plástico final 100% compostável.
  • RevoraVerde (não compostável): São masterbatches e aditivos que usam como veículo resinas de obtidas a partir de fontes renováveis, como a cana-de-açúcar. De acordo com a Colorfix, esses produtos diminuem a pegada de carbono e tornam possível produtos feitos 100% de bioplásticos.
  • RevoraPCR: São concentrados de aditivos ou cor veiculados em resina pós-consumo, fabricadas a partir de plásticos já utilizados, recolhidos, reciclados e que retornam à indústria para serem transformados novamente. Geralmente perdem propriedades mecânicas e possuem dificuldade de coloração, uma vez que são mais escuras que uma resina virgem. Segundo Colorfix, esses aditivos aumentam as propriedades mecânicas de resinas pós-consumo e possui cores para que o produto final (foto) tenha resultados muito próximos àqueles feitos com resina virgem.

A Colorfix Masterbatches, desde 1990, trabalha no desenvolvimento de concentrados de cor e/ou aditivos para processos e produtos de plásticos. Com a matriz localizada em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná, a companhia conta ainda com unidades em São Caetano do Sul (São Paulo) e Jaboatão dos Guararapes (Pernambuco).

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Colorfix aposta no crescimento do uso do plástico na Construção Civil

29/08/2021

Com o setor aquecido nos últimos tempos, empresas do ramo de construção precisam reduzir custos e diversificar matérias-primas. A indústria do plástico, de olho nesta necessidade, oferece alternativas.

A utilização do plástico em muitos dos canteiros de obras país afora pode se tornar um bom negócio. “Cabe a nós, que trabalhamos com soluções e pesquisas constantes, mostrar ao mercado que existem boas alternativas no setor de transformação do plástico que podem ajudar a Construção Civil a continuar crescendo com menor custo”, explica o superintendente da Colorfix Masterbatches, Francielo Fardo, empresa que atua na área de transformação do plástico há mais de 30 anos.

O plástico já é uma realidade no dia a dia de obras em todo o país. Componentes de terminais da instalação elétrica, como caixas, espelhos, tomadas, interruptores, esquadrias e portas, tubos e conexões, telhas e forros são atualmente alguns dos itens de plásticos mais encontrados em um canteiro de obras. A preferência do mercado tem relação com os benefícios que esses produtos trazem como leveza, possibilidade de reuso e maior durabilidade.

Outro item muito utilizado são as caixas d’água feitas em polietileno, que são leves e de fácil instalação, manutenção e limpeza, além de porssuir maior resistência a intempéries. As caixas em PE vem substituindo as caixas de amianto.

As propriedades do PVC (alta resistência à corrosão, durabilidade, facilidade de corte e colagem, isolamento elétrico, não-propagação de chama e resistência aos agentes químicos usuais, como produtos de limpeza) garantem o seu espaço em aplicações como tubulações e conexões elétricas e hidráulicas, nos revestimentos de fios e cabos elétricos, tubos condutores para fiações elétricas (conduítes) e componentes terminais para a instalação de luz. Em várias dessas aplicações, o uso do PVC apresenta vantagens sensíveis, como por exemplo em relação aos eletrodutos galvanizados.

“A Construção Civil já tem essa afinidade com o plástico e isso o uso do material pode ser ampliado para outros produtos que podem substituir os tradicionais à base de ferro e/ou cimento, por exemplo”, exemplifica Fardo.

A Colorfix afirma que tem investido em pesquisas em masterbatches e aditivos para melhorar o desempenho dos produtos finais, disponibilizando para o mercado um leque de linhas que agregam valor e diminuem custos para a construção. Segundo a empresa, a sua linha Revora é uma dessas soluções que já está ao alcance de quem quer construir com economia e com sustentabilidade.

A Colorfix oferece linhas de aditivos destinadas a aprimorar as propriedades de materiais plásticos, como, por exemplo, o Flamefix, que é utilizado como retardante de chama. Outros produtos, como o Revora UV, proporcionam o aumento da vida útil em peças plásticas, como por exemplo, caixas d’água e telhas. Já o Stactifix é usado para para repelir a poeira em superfícies.

Produtos para aumentar a resistência ao impacto, como o Exofix, são usados como agente expansor e também diminuir o peso das peças, enquanto que o Revora Bact foi desenvolvido para ser antimicrobiano nas caixas d’água.

Segundo Fardo, cada material plástico tem suas peculiares para atender demandas que necessitam de aplicações específicas. “O que vale destacar é que a sustentabilidade e a economia circular agregam valor ao setor da Construção Civil. Quando se fala em sustentabilidade, não devemos levar em consideração apenas a reciclagem e o reuso de materiais. Devemos também estar preocupados com a durabilidade do material, os danos causados pela sua extração do meio ambiente e também pela sua industrialização”, ressalta o superintendente da Colorfix.

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Colorfix oferece masterbatches sustentáveis para os segmentos de higiene, beleza e cosméticos

19/06/2021

Embalagens podem ser desenvolvidas dentro do conceito de Design Circular

Masterbatches com a cor ideal e aditivos que podem corrigir imperfeições de processo e de características de performance mecânica são algumas das soluções que a Colorfix oferece aos segmentos de higiene, beleza e cosméticos

O conceito de Design Circular de produtos para os segmentos de cosméticos, higiene e beleza no Brasil vem ganhando cada vez mais espaço no mercado. O consumidor contemporâneo está cada vez mais atento e exigindo que embalagens e demais componentes que acondicionam produtos consumidos no varejo estejam dentro de um conceito sustentável, ou seja, algo que realmente se faça presente em toda a cadeia de produção das embalagens.

Segundo o diretor superintendente da paranaense Colorfix Masterbatches, Francielo Fardo, empresa que atua há mais de 30 anos no mercado de transformação do plástico, essa tendência tem sido percebida pela companhia, que tem uma fatia de 10% da carteira composta por clientes deste segmento. “Em nossos estudos e pesquisas vemos que o mercado está cada vez mais voltado para um consumo de produtos que sejam amigos do meio ambiente”, avalia.

Conforme o executivo, o giro dos produtos deste segmento de mercado acaba sendo muito rápido, por se tratar de consumo não durável. “Profissionais da área de design também estão atentos a esta demanda, buscando respostas rápidas, criativas e sustentáveis, que acabam por demandar também a indústria da transformação do plástico”, comenta Fardo.

A Colorfix, de olho nesta necessidade, afirma ter desenvolvido soluções que vão ao encontro dos anseios de empresas e profissionais que atuam no segmento cosméticos. Dentro deste conceito destaca-se a linha denominada Revora.

“Essa linha apresenta facilidades para que o conceito de Design Circular seja aplicado na prática. Ou seja, utilizando do conceito Revora, proporcionamos ao mercado soluções que ajudam a criar, por exemplo, embalagens e acessórios criativos, com ressignificados. Um dos mercados mais abertos, promissores e que valorizam esses diferenciais é justamente o de cosméticos”, destaca Fardo.

Para a Colorfix, as modificações dos produtos e processos não ocorrem de uma forma imediata e automática, pois uma série de ajustes precisam ser identificados e revisados para um projeto contemplar conceitos voltados a Economia Circular. “Esta curva de aprendizado e adaptação, por exemplo, precisa ser levada em consideração para entendermos qual é o melhor momento para promovermos as melhores alternativas ao mercado”, considera Fardo.

Segundo a Colorfix, a sua linha Revora possui masterbatches feitos com resinas biodegradáveis, resinas verdes e resinas PCR, aditivos para otimizar o uso de resinas pós-consumo e aditivos que tornam o uso de resinas convencionais mais sustentáveis. Com todas essas soluções já disponíveis ao mercado, a meta da Colorfix é aumentar em 40% a carteira de clientes do segmento cosméticos, higiene e beleza até o final de 2022. A empresa afirma que essas soluções sustentáveis agregarão valor percebido nas embalagens e produtos para esse importante segmento do mercado brasileiro.

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Milliken promove webinar para mostrar a tecnologia de corantes às empresas do setor de household

15/06/2021

O objetivo do evento, realizado em parceria com a Univar Solutions, foi apresentar a versatilidade do produto. Os participantes também tiveram a oportunidade de acompanhar, por meio de tour virtual, os testes nos laboratórios das empresas, no dia 16 de junho.

As empresas têm buscado soluções mais eficientes e inovadoras em produtos saneantes como amaciantes, desinfetantes, detergentes e demais linhas voltadas para o uso doméstico e profissional. De acordo com Edgar Curdoglo, gerente de contas da Milliken, a aplicação de corantes vai muito além do apelo visual dos produtos junto aos consumidores.

Já consolidada como uma empresa inovadora no mercado de household, a Milliken tem investido em tecnologias para atender aos clientes desse segmento da indústria. Também é pioneira em prover corantes poliméricos para o setor de saneantes com sua linha Liquitint. “Trata-se de um produto inédito e que traz vários benefícios. Diferentemente do que pode acontecer com um corante tradicional em pó, ele não mancha o tecido, nem o piso ou a máquina de lavar. Nosso objetivo com o webinar foi demonstrar as vantagens da tecnologia de uma forma dinâmica”, afirma Curdoglo.

Para atender ao mercado local com maior agilidade, a Milliken tem parceria exclusiva com a Univar Solutions, responsável pela distribuição dos corantes Liquitint. A empresa oferece também suporte técnico aos clientes. “Fazemos uma venda consultiva de acordo com a necessidade do cliente. Nosso laboratório está equipado para realizar testes e aplicações”, diz Aline Belleza, coordenadora de mercado da Univar Solutions.

Webinar com tour virtual

Com o distanciamento social e os protocolos de saúde, ainda necessários para o controle da pandemia da Covid-19, a Milliken tem buscado outros canais de comunicação com os clientes para levar informações atualizadas sobre seus produtos e serviços. Por isso, a empresa promoveu o webinar gratuito, no dia 16 de junho, num formato diferente do que tem sido apresentado pelo mercado.

“Tivemos uma dinâmica interativa para apresentar o produto Liquitint. Fizemos um tour virtual nos laboratórios da Milliken e da Univar Solutions para que os clientes pudessem ter a experiência mais próxima do real de conhecer a infraestrutura que oferecemos e os testes que são realizados para validação dos corantes”, explica Jaqueline Morais, especialista do laboratório de Tecnologia e Aplicação da Milliken.

Os participantes puderam fazer perguntas pelo chat durante o webinar. As questões que não foram respondidas serão atendidas por email. As inscrições foram feitas pelo link: https://evento.revistahec.com.br/

Curdoglo afirma que o mercado de household é um dos mais importantes para a expansão da Milliken na América Latina. “A Milliken foi pioneira no desenvolvimento de corantes poliméricos para atender clientes desse mercado, que ainda tem muito a ser explorado”.

Além dos corantes para saneantes, a empresa iniciou o desenvolvimento de outros aditivos destinados ao setor de Personal Care. Ainda este ano, a Milliken deve organizar um webinar para apresentar as tecnologias e aplicações para esse segmento da indústria.

A Milliken é uma empresa focalizada na ciência e inovação e vem atendendo aos mercados de produtos químicos especiais, revestimento de pisos e tecidos de desempenho e proteção há mais de 150 anos.

A Univar Solutions, atuante na distribuição de produtos químicos e ingredientes, tem um portfólio dos melhores fabricantes. Com conhecimentos em logística, mercado, assuntos regulatórios e formulações, a empresa afirma estar preparada para oferecer serviços e produtos a uma ampla gama de mercados, indústrias e aplicações.

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Milliken mantém laboratório de aplicação ativo durante a pandemia

14/05/2021

O laboratório de Tecnologia e Aplicação da empresa continua atendendo projetos em diferentes setores, mesmo diante dos desafios impostos pela pandemia.

O mercado brasileiro continua sendo relevante para os negócios da Milliken, empresa norte-americana especialista em ciência dos materiais. Durante todo o período da pandemia, a marca está mantendo seu laboratório, sediado na capital paulista, em funcionamento. O local, com mais de 700m², realiza testes de aplicação e performance para atender os mercados de aditivos plásticos, household, poliuretanos, coatings, fertilizantes e sementes.

Rita Siloto, mestre em química e gerente técnica da unidade, lembra que ao longo dos últimos meses, foram necessários ajustes para adaptar as atividades do laboratório, inaugurado em outubro de 2019, à nova realidade do país. “Nosso trabalho sempre foi estar muito próximo aos nossos clientes, pois desenvolvemos soluções customizadas para cada projeto. Mas com o distanciamento social e os protocolos de saúde, tivemos que buscar uma forma de manter esses clientes e fazer novos contatos à distância, através de reuniões on-line”.

Outra mudança colocada em prática pela Milliken é o envio de protótipos para o cliente, independente de onde ele esteja. “Antes desenvolvíamos um produto e recebíamos as pessoas no laboratório para apresentar os resultados. Como isso se tornou impossível, hoje fazemos a entrega ao destinatário”, explica Rita.

A gerente afirma, ainda, que a demanda de clientes do setor de household, mercado tradicional para a Milliken, está sendo maior, em virtude da necessidade de ampliar a linha de produtos de higiene e limpeza. “Como nosso laboratório se manteve aberto e operante em todo o período de pandemia, conseguimos manter os projetos de desenvolvimento e testes, fazendo com que os clientes das empresas que estão com seus laboratórios fechados viessem até nós”.

Como as atividades em alguns setores, a exemplo do administrativo, podem ser realizadas de forma remota, a Milliken aproveitou o momento para fazer algumas reformas, tornando o espaço do laboratório mais amistoso para receber os clientes. “Investimos também na identidade visual que passou a ter o padrão da Milliken em todo o mundo”, conta Rita.

Além da parte física, a companhia ampliou seu quadro funcional com novas contratações. E também investiu no transporte particular dos funcionários que precisam se locomover até o laboratório. “Nós estabelecemos um protocolo rígido para que nossos colaboradores não corram risco de contaminação e possam trabalhar com segurança”.

O setor de household do laboratório desenvolve corantes específicos para as necessidades das empresas que produzem desinfetantes, amaciantes, detergentes em pó e líquido entre outros diversos produtos de limpeza, e ainda uma tecnologia capaz de recuperar a brancura do tecido. Também realiza testes para empresas que atuam neste segmento. A unidade ainda tem uma sala para testes de lavagem, onde são avaliados o branqueamento, manchamento, entre outros testes de envelhecimento, com o objetivo de entender os benefícios dos produtos da marca em diversos tipos de tecido.

Especialista em ciência dos materiais, com mais de 150 anos de história, a Milliken & Company conta com oito mil colaboradores, distribuídos por 46 localidades, desenvolvendo e comercializando soluções nos setores de têxteis, pisos, química e saúde.

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Lanxess anuncia novas dispersões à base de água para sistemas de poliuretanos

14/05/2021

A empresa de produtos químicos especializados Lanxess expande sua linha Trixene Aqua, dispersões de isocianato bloqueados à base de água. A linha de produtos agora inclui novas opções especificamente projetadas para expandir as áreas de aplicação e atender necessidades dos clientes.

Segundo a Lanxess, o Trixene Aqua BI 120 expande o desempenho como promotor de adesão do Aqua BI 220, permitindo que os formuladores o usem em uma ampla gama de pH e ampliando a facilidade de processamento. Isso é benéfico no processamento têxtil onde os produtos podem ser usados, por exemplo, para resinas hidrofóbicas aplicadas no tratamento à prova de água, para tecidos respiráveis e para impressão de tela de seda para melhorar a resistência das impressões aos ciclos de lavagem, afirma a empresa.

Como um produto não-iônico, o Trixene Aqua BI 522 foi projetado para alcançar um revestimento mais duro, com resistência química superior e boas características de secagem, garante a Lanxess. É aplicado em superfícies metálicas e de vidro. De acordo com a empresa, os vidros, por exemplo, recebem excelente durabilidade por este agente de revestimento.

O Trixene Aqua BI 202 nasce pelo foco da Lanxess em tecnologias de dimensionamento de fibras, enquanto o formulador pode se beneficiar de sua combinação com dispersões de poliuretano da linha Witcobond. Segundo a Lanxess, o uso do Aqua BI 202 pode melhorar a resistência dos fios de vidro (foto) picados e prover aos compósitos propriedades mecânicas e flexíveis mais altas, bem como melhorar a resistência ao impacto. As fibras de vidro são utilizadas para a formulação de plásticos de engenharia de alto desempenho, como por exemplo, compósitos à base de poliamida e PBT. Esses plásticos reforçados com fibra de vidro são indispensáveis nas indústrias automotiva e de engenharia civil, entre outros.

Reticulação em sistemas aquosos

Segundo a fabricante, os produtos Trixene Aqua são excelentes reticuladores e promotores de adesão para sistemas de revestimentos aquosos. Eles aumentam a resistência química e mecânica de revestimentos e formulações de dimensionamento para permitir um desempenho e durabilidade muito melhores na aplicação final, garante a empresa. Devido ao grupo isocianato bloqueado, eles são mais estáveis e podem ser facilmente formulados em sistemas 1-K e 2-K, juntamente com uma variedade de resinas aquosas complementares, por exemplo, acrílicas hidroxi-funcionais, poliésteres e uretanos.

Sistemas de um componente com base no Trixene Aqua BI

Os estudos recentes da Lanxess revelam princípios de formulação, seleção preliminar de componentes apropriados, proporção e condições de cura. Os critérios de seleção baseiam-se em uma avaliação preliminar das propriedades dos revestimentos e ajudam o formulador a iniciar o trabalho com os reticuladores Trixene Aqua BI.

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Milliken apresenta aditivo que aumenta a barreira ao vapor de água em embalagens flexíveis de polietileno durante a 11ª Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis

16/04/2021

Os recentes trabalhos de P&D e inovação realizados pela indústria no Brasil e no exterior para o setor de embalagem foram apresentados na 11ª Conferência Internacional de Embalagens Flexíveis. A Milliken esteve entre as empresas convidadas do evento online, organizado pelo Centro de Tecnologia de Embalagem (Cetea), em parceria com a Divisão de Extrusão e Embalagens Flexíveis (IFPED) da TAPPI. O evento aconteceu entre os dias 12 e 15 de abril.

De acordo com Márcio Biaso, Gerente Senior da Milliken, as aplicações do aditivo UltraGuard Natural  têm demonstrado resultados bastante positivos no aumento e melhorias de barreira à umidade em embalagens flexíveis de polietileno. “Os ganhos são substanciais, variando de 20% a 60%, a depender da resina e da estrutura aplicadas nas embalagens. Isso sem prejuízo de desempenho”, afirma.

Biaso fez palestra técnica durante o evento a respeito do aditivo. Segundo a Milliken, o produto possui, dentre outros atributos, a vantagem de otimizar as estruturas e substituição de materiais, contribuindo para o desenvolvimento de embalagens mais sustentáveis e com redução nos custos operacionais. Em outra apresentação na Conferência, o executivo trouxe aos participantes da conferência a visão global da Milliken sobre o desenvolvimento de produtos para toda a cadeia produtiva da indústria de embalagem, em diversos segmentos do mercado.

Especialista em ciência dos materiais, com mais de 150 anos de história, a Milliken & Company atua nos setores de têxteis, pisos, química e saúde, possuindo oito mil colaboradores, distribuídos por 46 localidades.

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Milliken lança aditivo para diversas aplicações na indústria de embalagens termoformadas

04/02/2021

Segundo a empresa, o aditivo oferece um Limite de Migração Específico (SML) mais favorável que os produtos da sua geração anterior

Projetado para ser usado por transformadores da indústria plástica, o Hyperform HPN 909ei, mais recente aditivo da Divisão Química da Milliken & Company para homopolímeros de polipropileno (PP), oferece um equilíbrio de propriedades físicas e estéticas. Lançado globalmente, o novo aditivo já está disponível para o mercado brasileiro.

A formulação do aditivo também traz um aspecto importante para garantir a segurança dos alimentos acondicionados nas embalagens. A Milliken explica que o HPN 909ei é adaptado especificamente para minimizar a migração do aditivo, especialmente no contato com alimentos. Segundo a empresa, ele possui um Limite de Migração Específico (SML) mais favorável que os produtos da geração anterior da família HPN. “Um número menor de SMLs significa dizer que há uma substância a menos que deve ser monitorada e testada, o que exige menor controle dos clientes”, explica Rodrigo Silva, gerente da Milliken. Com essa simplificação, a segurança é aumentada. Isso é vital, visto que estes grades de resina PP são normalmente utilizados para moldar copos e tampas de bebidas, embalagens de alimentos e bandejas, entre outras superfícies plásticas, afirma a empresa.

Via de regra, os nucleantes tradicionais exigem o sacrifício de resistência ao impacto para se obter maior rigidez. No entanto, segundo a Milliken, o Hyperform HPN 909ei oferece maior rigidez (módulo de flexão) ao mesmo tempo em que mantém o desempenho de impacto. A empresa afirma também que o aditivo possui contração isotrópica otimizada (contração semelhante em ambas as direções, reduzindo assim o empenamento), além de uma temperatura de deflexão ao calor mais alta – o que resulta em uma resistência térmica aprimorada, vital para aplicações de envase a quente (“hot-fill”) e microondas. Entre outras vantagens, também ajuda a substituir os efeitos de nucleação dos pigmentos, reduzindo assim a complexidade do projeto, garante o fabricante.

Segundo a Milliken, o HPN 909ei apresenta também uma otimização de “haze” e redução ainda maior dos níveis de amarelamento, o que traz uma aparência geral mais “clean” e transparente aos produtos finais, aprimorando as propriedades ópticas das peças produzidas. Rodrigo Silva destaca as embalagens de comidas em porção expostas nas gôndolas e refrigeradores dos supermercados. “O consumidor quer ver o que está consumindo, isso traz maior segurança”, diz.

Ainda segundo o executivo, tais características potencializam ainda mais a pegada sustentável do HPN-909ei, permitindo que os transformadores substituam outras resinas em várias aplicações por polipropileno reciclável, com sua baixa pegada de carbono geral.

Especialista em ciência dos materiais, com mais de 150 anos de história, a Milliken & Company conta com oito mil colaboradores, distribuídos por 46 localidades ao redor do mundo.

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Milliken lança novo clarificante que amplia percepção visual e atributos sustentáveis de embalagens e peças de polipropileno

18/11/2020

Segundo empresa, a nova tecnologia eleva a produtividade e garante economia média de energia de 10% durante o processamento, além de aperfeiçoar a aparência e a reciclabilidade das embalagens

Para empresas e consumidores, a sustentabilidade não é mais uma aspiração planejada para o futuro, mas sim um requisito que necessita ser aplicado agora. Ciente disso, a Milliken desenvolveu uma nova geração do seu clarificante Millad NX 8000, que promove alta transparência em embalagens e utilidades domésticas feitas de polipropileno (PP). O lançamento, denominado Millad NX 8000 ECO, alia os diferenciais sustentáveis a vantagens de desempenho para os fabricantes e usuários das soluções plásticas, afirma a empresa.

O Millad NX 8000 ECO é resultado de ajustes na formulação que, segundo a Milliken, otimizam a produção de peças de PP clarificado. “O novo clarificante possibilita aos convertedores o processamento em temperaturas mais baixas, aumentando as taxas de produção e garantindo uma economia média de energia de 10%”, explica Edmar Nogueira, gerente técnico da Milliken. O menor consumo energético é validado pela Underwriters Laboratories (UL), um dos principais órgãos certificadores do mundo, permitindo aos brand owners o uso do selo UL de declaração ambiental em suas embalagens ou utilidades moldadas por injeção.

Segundo a Milliken, o Millad NX 8000 ECO é compatível com todos os processos de transformação e torna o polipropileno clarificado uma alternativa ainda mais viável ao vidro ou a polímeros amorfos como PC, PET, PVC e PS. A empresa afirma que ele ainda proporciona benefícios aos fabricantes de bens de consumo em três importantes frentes: segurança no acondicionamento de alimentos, experiência sensorial e economia circular, garante a empresa.

De acordo com a fabricante, a nova geração do clarificante atende aos recentes e rigorosos requisitos para contatos com alimentos, minimizando riscos de migrações indesejadas de substâncias. “O Millad NX 8000 ECO está em conformidade com padrões de segurança ainda mais elevados do que os atualmente em vigor na maioria dos mercados mundiais”, destaca Rodrigo Silva, gerente comercial da Milliken.

Experiência sensorial e reciclabilidade

No quesito experiência sensorial, o novo clarificante assegura a melhor percepção visual das embalagens sob diferentes tipos de iluminação – especialmente a luz LED, de uso crescente no varejo brasileiro, afirma a Milliken. “Diferentemente das lâmpadas incandescentes e fluorescentes, hegemônicas até pouco tempo atrás, o LED emite luz em comprimentos de onda distintos. Isso pode afetar o aspecto visual das peças clarificadas”, detalha Nogueira. “Devido a ajustes na fórmula, o Millad NX 8000 ECO também contorna essa questão, adequando-se a diferentes ambientes e tecnologias de iluminação”.

Embora entidades de classe dos setores de iluminação e supermercadista não disponham de estatísticas sobre padrões de luz das lojas brasileiras, uma estimativa da McKinsey Global Lighting aponta a importância da adequação dos produtos à nova realidade. Em 2011, 7% dos estabelecimentos comerciais da região utilizavam iluminação LED. Esse índice evoluiu para 45%, em 2016, e deve chegar a 68% em 2022. “Ante o cenário de concorrência cada vez mais acirrada nos pontos de venda, pequenas diferenças visuais podem fazer diferença enorme nos resultados das indústrias”, comenta Silva.

O terceiro pilar de aprimoramento do Millad NX 8000 ECO é uma condição ainda mais favorável ao reaproveitamento dos materiais no pós-consumo. A fórmula simplificada do clarificante facilita processos de coleta e seleção nas usinas de reciclagem, permitindo o trabalho com uma alta gama de embalagens e utensílios domésticos. Essa propriedade é reconhecida, entre outros órgãos, pela Associação Americana de Recicladores de Plásticos, afirma a Milliken.

Embora leve a um novo patamar os atributos que consolidaram a família Millad NX como referência em clarificantes para PP ao longo dos últimos dez anos, o Millad NX 8000 ECO mantém-se com a mesma competitividade das versões já conhecidas pela indústria. “A nova geração é um passo à frente, antecipando-se a possíveis movimentos do mercado. Convém esclarecer que os aditivos atuais continuam sendo úteis e eficazes frente ao atual estágio produtivo e regulatório do Brasil.”, esclarece Nogueira.

Especialista em ciência de materiais e contando com oito mil associados em 46 localidades, a Milliken & Company trabalha com inovações que abrangem têxteis, pisos, produtos químicos especializados e produtos para a saúde.

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Solução de alta barreira para embalagens flexíveis monomaterial em PE será tema de webinar promovido pela Milliken

07/11/2020

A Milliken programou para o dia 12 de novembro, às 9 horas, o webinar online e gratuito para apresentar o seu UltraBalance Natural 1002. Segundo a empresa, o material permite aumentar ou proporcionar melhorias de barreira à umidade em embalagens flexíveis de polietileno.

A Milliken afirma que, com a solução, é possível reduzir a espessura e o peso dos filmes e, em certos casos, até dispensar o uso da camada metalizada, obtendo-se flexíveis monomaterial (somente de polietileno). Tudo isso sem prejuízo do desempenho. “Os ganhos em barreira à umidade são substanciais, variando de 20% a 60%, dependendo da resina e da estrutura aplicadas nas embalagens”, afirma Márcio Biaso, Senior Account Manager da empresa.

O UltraBalance 1002 já é utilizado no mercado internacional, tendo estabelecido novos padrões de acondicionamento em diversos segmentos – entre eles os de cereais matinais, grãos, biscoitos, variados alimentos e produtos de limpeza em pó, assegura a Milliken.

As inscrições para o evento, que será realizado pela plataforma Teams, podem ser feitas por meio deste link.

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Plataforma da BASF traz inovações e aplicações em aditivos para plásticos

09/10/2020

A BASF lançou uma plataforma voltada à indústria do plástico, com informações sobre as inúmeras funcionalidades dos Aditivos para Plásticos https://aditivosplasticos.basf.com/. A proposta do novo site é conectar os participantes da cadeia do plástico, contribuindo com informações sobre temas como sustentabilidade, tecnologias, inovações, desafios e possibilidades de aplicação nas mais diversas indústrias.

“Queremos compartilhar nossa ampla experiência de mais de 50 anos em aditivos para plásticos, que asseguram melhor performance do material, desde a sua produção até a sua utilização, contemplando todo o seu ciclo de vida”, explica Pedro Chuqui, gerente de produto de Aditivos para Plásticos da BASF para a América do Sul. “Os conteúdos reforçam possibilidades, oportunidades e principalmente as questões de sustentabilidade”.

Na indústria automotiva, as soluções para manufatura e de proteção para o plástico permitem uma utilização mais ampla em várias partes do veículo e vem contribuindo de forma importante para a produção de carros mais leves que podem utilizar menos combustível e, consequentemente, emitem menos gases poluentes. Além disso, há benefícios de ganho de segurança, conforto, liberdade de design e durabilidade.

Para construção e eletroeletrônicos, as aplicações vão desde caixas d’agua, passando por tubulações, esquadrias, pisos, cabos, equipamentos, numa infinidade de soluções que precisam de aditivos que garantam proteção, segurança e durabilidade. Os aditivos para plástico da BASF também ajudam os fabricantes de embalagens a atenderem a demandas e requisitos rigorosos, desde o desempenho técnico, funcionalidade, estética, questões regulatórias, até o descarte e reciclagem.

O uso do plástico também segue em crescimento no mercado Agro. Os aditivos protegem o material contra a degradação promovida pelos raios UV e pelos agroquímicos, conferem durabilidade e resistência ao material, garantindo sua sustentabilidade. O plástico tem função importante em silobolsas, estufas, tubos de irrigação, túneis e redes de proteção, por exemplo.

E no segmento têxtil, são produzidas anualmente no mundo cerca de 50 milhões de toneladas métricas de fibras sintéticas em poliamida, poliéster, acrílico e poliolefinas, com novas tecnologias que ampliam o leque de aplicações. São usados para os não tecidos, grama artificial, tapeçaria e estofamento, fibras automotivas, entre outras possibilidades, em materiais que precisam resistir a condições adversas e exigem segurança e durabilidade. Os aditivos atuam de diversas formas, com proteção ao calor, à luz UV, retardantes de chamas, antibactericidas, garantindo as propriedades exigidas para cada aplicação.

O detalhamento de todas essas possibilidades está no site, que inclui um amplo conteúdo técnico de apoio aos fabricantes. A plataforma foi lançada com o webinar “Oportunidades e Perspectivas para a Cadeia do Plástico”, que contou com a presença do presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho, do presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Ciro Marino e do vice-presidente sênior da BASF na América do Sul, Antonio Lacerda.

A BASF é um fornecedor líder de aditivos para plásticos. Seu  portfólio de produtos inclui estabilizadores que proporcionam facilidade de processamento, resistência ao calor e à luz para uma variedade de polímeros e aplicações, incluindo artigos moldados, filmes, fibras, chapas e perfis extrudados.  A BASF gerou vendas de 59 bilhões de euros em 2019. As ações da BASF são comercializadas na bolsa de valores de Frankfurt (BAS) e como American Depositary Receipts (BASFY) nos Estados Unidos.

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Cromex chama a atenção para os perigos dos metais pesados nas resinas pós-consumo

15/01/2020

A Cromex divulgou nota à imprensa com considerações sobre o uso de metais pesados em masterbatches (concentrados de cor) e os riscos potenciais para a saúde humana decorrentes do uso de material plástico reciclado contendo metais pesados oriundos dos masterbatches. Diz a empresa na sua nota:

O plástico reciclado pode ser aplicado puro ou em mistura com a resina virgem e destinado para as mais diversas aplicações, como utensílios domésticos, embalagens rígidas e flexíveis. Porém, há um grande problema para o qual muitas empresas ainda não atentaram na hora de escolher trabalhar com resina pós-consumo: a contaminação por metais pesados.

Sabe-se que os produtos finais podem conter metais pesados oriundos dos pigmentos que os colorem. No processo de reciclagem, no momento da separação, considera-se como critério de seleção o tipo de resina (PE, PP, PET, etc.), quando também se deveria considerar se o material é ou não isento de metal e para qual aplicação final ele se destina, já que, uma vez que é feita a reciclagem de um produto plástico que contenha pigmentação à base de metal pesado, ele pode vir a contaminar outros materiais por migração.

Riscos que os metais pesados podem causar à saúde:

Os metais pesados são obtidos por meio de atividades extrativas como a mineração. Metais pesados como o cádmio, chumbo e cromo estão presentes nos pigmentos utilizados em alguns concentrados de cor (masterbatches) amplamente utilizados na indústria do plástico no Brasil. O grande problema é que, quando em contato com o nosso organismo, essas substâncias tendem a se acumular, sendo dificilmente eliminadas. Em altas quantidades podem ser tóxicas, causando danos nas funções mental e nervosa e prejudicando também os órgãos.

Certificar-se de que oferecem aos seus clientes produtos isentos de metais pesados é um posicionamento de mercado e uma atitude responsável por parte das empresas preocupadas com a saúde das pessoas e o bem-estar da sociedade e que desejam construir a imagem de uma marca responsável, à frente das crescentes exigências nacionais e internacionais. Por isso, é importante que os transformadores plásticos exijam matérias-primas isentas de metais, estimulando toda a cadeia a abolir o uso dessas substâncias“.

Comissão de Estudo Especial de Compósitos Concentrados de Aditivos Químicos

No dia 06 de dezembro de 2019, ocorreu a reunião de instalação da Comissão de Estudo Especial de Compósitos Concentrados de Aditivos Químicos – ABNT/CEE-243, que discutirá a normalização no campo de concentrados de aditivos químicos (masterbatches), compreendendo sua aplicação na fabricação de produtos plásticos com controle de substâncias químicas restritivas e limites orientativos. Participaram da reunião indústrias fabricantes de aditivos, pigmentos, masterbatches, compostos e também associações de classe. A Comissão discutirá o estabelecimento de limites para vários químicos, entre os quais os metais pesados.

A Cromex afirma que não faz uso de metais pesados nos seus produtos. A empresa é membro da Comissão e diz que contribuirá com sua experiência para ajudar outras empresas a também tornarem-se ambientalmente responsáveis.

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Momentive anuncia novo distribuidor brasileiro para o mercado de poliuretanos

14/01/2020

Parceria com a Flexível trará mais dinamismo e agilidade na logística de distribuição dos aditivos de uretanos no Brasil

A Momentive Performance Materials (www.momentive.com) anunciou uma parceria com a Flexível Tecnologia em Poliuretanos, que atuará como distribuidora oficial das soluções inovadoras de uretanos para o mercado brasileiro.

Os principais produtos comercializados serão os aditivos de poliuretanos da linha Niax, desenvolvidos para uma ampla gama de aplicações em espumas flexíveis, rígidas, moldadas e microcelulares de diversas indústrias.

Para a Momentive, a parceria com a Flexível trará mais dinamismo e agilidade na logística de distribuição. “Além da experiência de 20 anos em sistemas e insumos para aplicações em espumas, o amplo conhecimento deste distribuidor em poliuretano possibilita aos clientes um excelente suporte técnico”, destaca Celso Trasferetti, executivo de contas de Aditivos de Uretano da Momentive.

O novo distribuidor também acredita na sinergia com a Momentive para levar ao mercado de poliuretanos inovação em produtos, serviços de qualidade e assistência técnica especializada. “Atuamos com a mesma estratégia para manter a liderança no setor, bem como promover o crescimento mútuo das empresas”, afirma Alysson Padovani, gerente comercial da Flexível.

As duas empresas contam com laboratórios e equipamentos avançados, além de equipes especializadas no Controle de Qualidade.

A Momentive Performance Materials Inc. é líder global em silicones e materiais derivados, com uma tradição de 75 anos no mercado. No Brasil, a empresa está localizada em Itatiba, na região de Campinas, interior de São Paulo. A unidade conta com capacidade instalada para a produção de matéria-prima para os segmentos de Tintas, Adesivos, Aditivos de Uretanos, Cosméticos e Cuidados Pessoais, Têxtil, Agricultura, Construção Civil e Especialidades para a Indústria Automobilística e Aeroespacial.

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BASF inaugura a segunda fase de sua nova fábrica de antioxidantes em Xangai

30/12/2019

  • Nova planta irá dar suporte ao mercado de antioxidantes em rápido crescimento na China
  • Planta com capacidade de 42.000 toneladas por ano

A BASF inaugurou em 17 de dezembro a segunda fase de sua nova fábrica de antioxidantes de escala mundial em sua unidade de Caojing (foto) em Shanghai, na China. A segunda fase compreende uma planta de síntese para produzir os antioxidantes Irgafos 168 e Irganox 1076. Com a conclusão da segunda fase, a planta terá uma capacidade anual de 42.000 toneladas, para atender principalmente a clientes na China.

“Quando decidimos construir uma nova planta para apoiar nosso crescente negócio de antioxidantes, procuramos construí-la de maneira rápida, segura e eficiente”, disse Hermann Althoff, vice-presidente sênior de Produtos Químicos de Desempenho da Ásia-Pacífico da BASF. “A planta foi projetada para atingir altos padrões ambientais, usando os processos de produção mais eficientes. Localizado no Parque da Indústria Química de Xangai, ela também se beneficia da proximidade com o nosso Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Xangai, que fornece suporte técnico aos produtores de polímeros e à indústria de transformação. ”

Sustentabilidade incorporada ao projeto e operações

As unidades de antioxidantes líquidos, conformação e mistura de pós foram inauguradas em janeiro de 2019 como parte da primeira fase da planta. Foi a primeira vez que a BASF usou um conceito modular para construir uma planta. Isso permitiu a conclusão do projeto em apenas 10 meses – metade do tempo de uma construção no próprio local. 10 módulos da planta com um peso de até 440 toneladas por módulo foram pré-fabricados fora do local da planta em apenas 230 dias. Eles foram montados na unidade da BASF em apenas cinco dias após uma jornada de 24 horas no rio Yangtze e no mar da China Oriental.

A sustentabilidade operacional da planta é uma parte essencial de seu design, afirma a BASF. Comparada às plantas de antioxidantes existentes, a tecnologia de processo da nova planta apresenta menor intensidade energética e menos desperdício é gerado por tonelada de produtos fabricados. Por exemplo, a planta irá reutilizar grande parte de sua água de processo para produção e uma tecnologia de secagem diferente é usada para reduzir os resíduos sólidos.

Graças a esses recursos, a fábrica recebeu recentemente uma subvenção de RMB50 milhões (aproximadamente € 6,5 milhões) do governo de Xangai. A subvenção foi criada em 2015 sob um programa criado para transformar e atualizar a economia industrial da cidade. Ela incentiva as empresas em Xangai a investir em tecnologias que beneficiam o meio ambiente, como um uso mais eficiente de energia, bem como a redução de resíduos e emissões.

Os antioxidantes ajudam a evitar reações de oxidação térmica quando os plásticos são processados ​​a altas temperaturas. A oxidação pode causar perda de resistência ao impacto, alongamento, rachaduras na superfície e descoloração dos materiais. Quase todos os materiais poliméricos sofrem reações de degradação oxidativa em uma ou todas as etapas de fabricação, processamento e uso final.

A BASF possui uma rede de produção global e produz antioxidantes em unidades de produção na Ásia, Europa, América do Norte e Oriente Médio.

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Clariant lança nova marca de aditivos sequestradores de oxigênio para embalagens PET

04/12/2019

  • Extensão da validade de bebidas e alimentos embalados
  • Eercados incluem garrafas de sucos de frutas e cerveja
  • Combina proteção aprimorada de alimentos com design sustentável de embalagens

A Clariant anunciou a criação de uma nova marca patenteada de masterbatches de aditivos sequestradores de oxigênio: Cesa ProTect.

O principal mercado-alvo para o novo masterbatch de aditivos é o de embalagens monocamada de tereftalato de polietileno (PET), embora outros materiais à base de poliéster também possam se beneficiar. Bem conhecido por seu uso generalizado em garrafas de refrigerante e água, o PET tem muitas vantagens. Em comparação com outros polímeros, oferece excelente transparência, é adequado para contato com alimentos e é fácil de processar, além de ser o polímero mais reciclado atualmente.

“O PET já é um bom material de barreira”, afirma Antonello Decortes, Global Innovation Manager na Clariant, “mas aplicações sensíveis ainda podem sofrer com a entrada de oxigênio. Isso não é um problema para a água ou a maioria dos refrigerantes carbonatados, mas os sucos de laranja perdem a potência das vitaminas e mudam de cor; os laticínios podem azedar, as cápsulas de café têm perda de sabor e basta 1 ppm de oxigênio para mudar o sabor e o aroma da cerveja. Os aditivos Cesa ProTect podem ajudar a aumentar o prazo de validade desses produtos e garantir que menos alimentos sejam descartados.”

Segundo a Clariant, os ingredientes ativos dos masterbatches Cesa ProTect não desaceleram a penetração de oxigênio através das paredes PET do recipiente. Ao invés disso, trata-se de um “sequestrador de oxigênio”, que absorve moléculas de O2 à medida que entram, para que não atinjam o produto protegido.

Cesa ProTect só é ativo após o processamento e os recipientes de PET tratados com o produto estão protegidos após a produção, podendo ser enchidos e transportados. A linha de aditivos também é ideal para distribuição em cadeia frigorífica, já que apresentou bom desempenho quando usado com produtos refrigerados, afirma a empresa.

Segundo Decortes, “o período exato que os masterbatches de aditivos Cesa ProTect conseguem proteger os alimentos e bebidas depende de diversos fatores, como carga de aditivos, tamanho e design da embalagem. Em testes com uma garrafa de 23 g e 0,5 litro, uma carga de 3,6% do masterbatch Cesa ProTect conseguiu manter os níveis de oxigênio abaixo de 1 ppm por 588 dias, ou mais de 18 meses. Por outro lado, o PET não tratado manteve os níveis abaixo de 1 ppm por apenas 22 dias, e um sequestrador de oxigênio concorrente durou apenas 63 dias. Mesmo a uma carga de 2%, os masterbatches Cesa ProTect mostraram eficácia por 266 dias.”

“Com base nesses resultados”, declara Alessandro Dulli, Global Head of Segment and Business Development Packaging, “acreditamos que Cesa ProTect é um dos mais poderosos masterbatches sequestradores de oxigênio no mercado.”

Segundo a Clariant, o masterbatch Cesa ProTect também demonstra ter pouco ou nenhum impacto no aspecto visual ou nas propriedades mecânicas da embalagem. Quando Cesa ProTect é usado nas dosagens recomendadas, afirma a empresa, os recipientes acabados de diferentes tamanhos e formas mantêm um nível de transparência de acordo com as expectativas do mercado. O produto é altamente compatível com PET e não demonstra impactar o processamento, segundo o fabricante. Ainda estão pendentes as aprovações para contato com alimentos.

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Milliken apresenta segunda geração de linha de modificadores de desempenho para PP

03/10/2019

Produto mantém pegada sustentável, em nova versão sem cor e com aprovação FDA, focalizando principalmente os produtores de resinas e o segmento de embalagens alimentícias.

Depois do lançamento da linha DeltaMax em abril deste ano, a Milliken apresenta ao mercado a segunda geração de modificadores de desempenho, agora sem cor e com aprovação FDA. Segundo a empresa, o produto mantém a sua pegada sustentável, com foco em produtores de resina e no setor alimentício, possibilitando também o incremento do uso de polipropileno (PP) reciclado.

A nova geração do produto será lançada na Feira K, em Düsseldorf, na Alemanha, entre os dias 16 e 23 de outubro.

De acordo com Rodrigo Silva, Gerente Comercial da Milliken, o produto estará disponível no mesmo período para homologações regionais. “Como as legislações diferem conforme a região, será necessário que as empresas homologuem o novo DeltaMax”, afirma.

De acordo com a Milliken, a segunda geração de seus modificadores de desempenho diferencia-se da primeira pela cor e pela aprovação para contato com alimentos. Enquanto a anterior tinha uma cor alaranjada, segundo Silva, a nova linha é incolor. “Isso favorece na confecção de embalagens e peças por injeção de polipropileno (PP), copolímero de impacto para produtos alimentícios e demais aplicações, e também favorece o incremento da parcela de PP reciclado na mistura”, explica. “Na realidade a segunda geração DeltaMax é uma linha de produtos multiuso, que pode ser utilizada em diversas aplicações, como no caso de produtos linha branca (geladeiras, fogões, etc) que anteriormente não conseguiam atingir a cor ideal com a primeira geração do DeltaMax”.

Segundo a Milliken, os concentrados (masterbatches) da linha DeltaMax garantem um equilíbrio inédito entre resistência ao impacto e a fluidez não obtidos com o uso dos modificadores de impacto convencionais, sem, contudo, comprometer a rigidez da Resina. “O Deltamax e destinado a transformadores que queiram otimizar a resistência ao impacto da resina para gerar peças acabadas mais robustas, sem ter que sacrificar o índice de fluidez e nem perder processabilidade”, assegura Silva.

A Milliken afirma que o DeltaMax otimiza propriedades físicas e a processabilidade da resina, seja ela virgem ou reciclada.

Silva explica que “essa melhora decorre da melhor dispersão das partículas de borracha presentes no PP copolímero de impacto. Com isso, a tecnologia proporciona aos transformadores ganhos simultâneos – tanto em índice de fluidez quanto em propriedades de impacto. Essa era uma lacuna do mercado, agora ocupada de forma inovadora por DeltaMax”.

De acordo com a Milliken, os novos modificadores de desempenho são especialmente aplicáveis à produção de peças de geometria complexa e/ou que requeiram resistência significativa ao impacto – em outras palavras, a produtos cujas vidas úteis impliquem graus intensivos de manuseio, choques e stress mecânico. Exemplos são caixas organizadoras, baldes, cestos e outras utilidades domésticas; elementos para construção civil; e componentes automotivos.

Ganhos operacionais e em sustentabilidade

Segundo a empresa, o uso dos novos concentrados permite aos transformadores utilizar até 100% de material reciclado, desde que a matéria-prima apresente a qualidade exigida (baixo grau de contaminantes), ou aumentar o teor de resina reciclada em misturas típicas com resina virgem. “Isso fomenta a economia circular e melhores práticas de produção. É um apelo expressivo, haja vista os planos ambiciosos de grandes marcas da indústria em ampliar o uso de plásticos reciclados”, ressalta Silva.

A Milliken afirma também que a melhora na processabilidade, viabilizada pelo aumento do índice de fluidez da resina, reverte-se em ganhos de ciclo operacional: o transformador produz mais peças num mesmo período e, consequentemente, consome menos energia. A possibilidade de aumento do percentual de reciclado em misturas também proporciona ganhos financeiros, uma vez que a matéria-prima recuperada tem custo menor. Testes realizados pela Milliken registraram reduções do ciclo operacional de 10% a 15%, dependendo da aplicação, e economia de energia na mesma faixa. Como consequência, a redução na emissão de CO2 sofreu queda média de 10%, assegura a empresa.

Nos Estados Unidos, onde foi introduzido em meados do ano passado, DeltaMax já vem sendo utilizado na fabricação de caixas organizadoras, cestos e peças de circulação de ar para telhados (vents). Aplicações no setor de autopeças estão sendo consolidadas. Os transformadores também devem considerar possíveis interferências de cor em aplicações de grande exigência estética. A coloração alaranjada dos novos modificadores de desempenho pode demandar ajustes nas formulações de pigmentação.

A expectativa da Milliken é de que DeltaMax tenha uma boa receptividade também no Brasil, por quebrar um paradigma no trabalho com PP copolímero de impacto. “É uma tecnologia inovadora, que melhora significativamente o desempenho durante a transformação e também as propriedades dos produtos finais”, define Edmar Nogueira, Gerente Técnico da Milliken.

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Cromex apresenta novidades em masterbatches e aditivos durante a K 2019

03/10/2019

Dentre os lançamentos, a empresa apresentará sua linha de aditivos desenvolvida para o mercado de reciclagem.

Entre os dias 16 a 23 de outubro, a Cromex estará expondo na Feira K 2019 – principal feira mundial da indústria de plásticos e borracha – no pavilhão 8a, stand F37, para reforçar a sua atuação no mercado internacional e apresentar as suas novidades em masterbatches de cores e aditivos para os principais mercados da indústria do plástico, como o de embalagens rígidas e flexíveis, cosméticos, agricultura e reciclagem.

Os principais destaques são:

Linha de masterbatches pretos

Segundo a Cromex, seu portfólio de masterbatches pretos é capaz de atender desde clientes que exigem um produto com altas concentrações e alto desempenho, através da linha premium, até aqueles que precisam de um menor custo – nesse caso, a empresa pode oferecer a linha economy. Se os clientes procuram um meio termo entre alto desempenho e baixo e custo, a empresa fornece ainda a linha standard.

A Cromex ressalta que suas soluções podem também agregar propriedades adicionais por meio da aditivação dos masterbatches pretos, adicionando benefícios extras ao produto final como a proteção aos raios UV, resistência a propagação de chamas, efeito antimicrobiano, aumento da condutividade elétrica e outros.

Linha de aditivos para reciclagem

Outra novidade da empresa é a linha de aditivos para reciclagem. Segund a Cromex, os aditivos permitem ganhos em processamento, nas propriedades mecânicas e organolépticas do reciclado e redução de perdas.

Dentre os produtos está o novo extensor de cadeia para PET, que, segundo a Cromex, é capaz de melhorar as propriedades mecânicas e reológicas, aumentando a viscosidade da resina, garantindo maior resistência e possibilitando incremento de velocidade em sua produção

Os auxiliares de fluxo também serão apresentados na feira e proporcionam aumento de produtividade ao reduzir o atrito da resina na superfície metálica da máquina durante o processo, contribuindo com o fluxo do material com consequente redução do consumo de energia, afirma a empresa

Os dessecantes, produtos que capturam a umidade durante o processo, melhoram o desempenho e diminuem a ocorrência de defeitos no filme plástico, sendo capazes de reduzir o tempo de secagem do material antes do processamento, garante a Cromex.

A empresa afirma também que os seus branqueadores ópticos e blue-toners melhoram o aspecto visual da resina, reduzindo o tom amarelado do reciclado.

Além disso, os compostos de purga reduzem a necessidade de paradas de máquina, pois promovem uma limpeza rápida para a troca de cor e/ou resina, com consequente diminuição de gastos e redução da necessidade do uso de conteúdo petroquímico.

Think Green, Live AllColors | Masterbatches isentos de metais pesados

Com amplas possibilidade de cores, a Cromex conta com um portfólio de cores robusto, que incluem também efeitos como perolado, metalizado, fluorescente, termocrômico, fosforescente, fotocrômico, glitter e de interferência, possibilitando a criação de cores diferenciadas para compor o design dos produtos e atrair o consumidor no ponto de venda, estimulando a compra. A Cromex afirma ser uma das empresas pioneiras a adotar um portfólio totalmente isento de metais pesados. Pensando nisso, criaram o selo Think Green, Live AllColors, um símbolo para representar os esforços da marca em prover soluções que minimizam os impactos ambientais.

A Cromex está no mercado há mais de 40 anos e conta com a maior planta fabril de materbatches da América do Sul, exportando seus produtos para cerca de 60 países.

Serviço: Cromex na Feira K 2019
Localização:Hall 8a, StandF37
Data: De 16 à 23 de outubro.
Local:Düsseldorf, Alemanha

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Masterbatch de aditivos da Clariant torna embalagens plásticas de cor preta “visíveis” aos sistemas de separação para reciclagem

15/09/2019

  • Permite o uso da cor preta para diversos produtos tradicionais
  • Soluções disponíveis para diversos polímeros e aplicações

Os novos masterbatches de aditivos Cesa-IR da Clariant já estão disponíveis para tornar plásticos de coloração escura visíveis aos sensores de infravermelho próximo (NIR) usados nos sistemas de separação de polímeros. Embora muitas empresas usem embalagens pretas para comercializar seus produtos de categoria premium, os problemas que elas causam aos sistemas de reciclagem têm gerado recomendações para que o preto seja gradualmente retirado da paleta. Segundo a Clariant, os seus novos masterbatches ajudam a resolver essa questão e permitem elevar as taxas de reciclagem.

A nova linha de produtos faz parte do programa “Design for Recycling” da Clariant. Reconhecendo que a reciclagem é a base de uma economia circular, a Clariant Masterbatches e seu grupo Packaging Market estão mobilizando recursos para permitir que uma porcentagem cada vez maior de embalagens plásticas seja reciclada.

Na maioria dos sistemas de separação automática, a radiação infravermelha é irradiada sobre os materiais de embalagem e, como os diferentes polímeros refletem essa radiação de maneira diversa, os sensores NIR conseguem fazer a diferenciação entre polietileno de alta densidade (HDPE), polietileno de baixa densidade (LDPE), polipropileno, poliéster e diversos outros polímeros comumente usados nas embalagens atuais. Infelizmente, os pigmentos Negro de Fumo normalmente utilizados em plásticos pretos absorvem toda ou parte da radiação NIR que incide sobre eles. Com isso, os sensores de separação não conseguem “ver” a embalagem preta, tampouco diferenciar um polímero do outro.

“Como resultado desse fenômeno”, explica Alessandro Dulli, Diretor Global de Embalagens da Clariant Masterbatches, “grande parte dos materiais de cor escura que ingressam no fluxo de reciclagem não é recuperada. Por isso, muitas marcas têm sido pressionadas a evitar o preto, por razões ambientais. Em estreita colaboração com essas companhias, a Clariant desenvolveu uma maneira de se obter uma cor preta predominante nos plásticos sem comprometer a capacidade essencial de detecção durante os processos de reciclagem”.

Foram desenvolvidas formulações de Cesa-IR específicas para permitir a detecção via infravermelho do polietileno de alta e baixa densidade na cor preta em produtos moldados por injeção ou moldagem por extrusão e sopro; bem como do polipropileno preto (PP) em filmes e produtos moldados por injeção; além de PET e C-PET pretos em lâminas e filmes.

Em testes realizados pela Tomra Sorting Recycling, empresa norueguesa líder em instrumentação para soluções de reciclagem, o polipropileno (PP) contendo Negro de Fumo era essencialmente indistinguível, sob radiação NIR, da superfície de fundo como uma correia transportadora. Entretanto, o mesmo material feito com outro sistema de coloração, com os masterbatches de aditivos CESA-IR, foi prontamente detectado, com níveis de refletividade próximos aos de PP sem cor, garante a Clariant.

Fonte: Clariant

Evonik apresentará portfólio de polímeros e aditivos especiais na Feira K 2019

27/08/2019

A Evonik Industries, uma das principais empresas de especialidades químicas do mundo, participará da Feira K 2019 que será realizada em Düsseldorf, Alemanha, de 16 a 23 de outubro. A empresa apresentará seu portfólio de polímeros de desempenho e aditivos especiais no estande B28, Hall 6. A presença na feira é parte da campanha “Vivendo melhor com a Evonik”.

O portfólio de polímeros de desempenho da Evonik abrange a sua linha de poliamidas Vestamid, produtos usados na indústria automotiva, na produção industrial e em bens de consumo – em alguns casos há mais de 50 anos.

Este ano marca o 40° aniversário do elastômero de poliamida 12 (PEBA), um material popular e consolidado especialmente na indústria de equipamentos esportivos – segundo a Evonik, graças ao seu desempenho e liberdade de design oferecida. Para comemorar, a Evonik lançará um novo integrante da linha de produtos, cuja transparência e brilho permitem aos designers muito mais liberdade do que já tinham com o PEBA, afirma a empresa.

O investimento de aproximadamente 400 milhões de euros – o maior já realizado na Alemanha – aumentará a capacidade total da empresa para poliamida 12 em mais de 50% até 2021. A poliamida 12 e a poliamida 612 da marca Vestamid são as mais usadas em tubos automotivos no mundo inteiro. Novos desenvolvimentos se concentram em produtos condutivos e em aplicações para veículos elétricos e híbridos.

Outros produtos do portfólio que serão apresentados na feira são as poliamidas transparentes com alta resistência química, Trogamid, e o Vestakeep PEEK, utilizado em aplicações tribológicas e de alta temperatura. A Evonik também atua no desenvolvimento e na fabricação de pós poliméricos para impressão 3D. Segundo a empresa, o Vestenamer, um aditivo termoplástico de processo, permite o processamento eficiente de resíduos de borracha e a minimização da degradação de propriedades comumente associada ao uso de reciclados.

Na área dos aditivos especiais para fabricantes de masterbatches e compostos e para processadores serão apresentados crosslinkers, comonômeros e agentes de dispersão para pigmentos e cargas, além de aditivos para melhoria de processos e do desempenho. Segundo a Evonik, esses produtos melhoram propriedades mecânicas como resistência a riscos, fluidez, resistência a bloqueios e os efeitos antiaglomerantes, além de contribuir para a otimização das propriedades antichamas.

Os crosslinkers da família de produtos Taicros, por exemplo, são usados em placas de circuito impresso que cumprem o moderno padrão de tecnologia celular 5G, enquanto derivados de triacetona amina são importantes componentes para estabilizadores de luz em aplicações como gramados artificiais em estádios. Segundo informações da Evonik, desde 2018 as soluções Tegomer para melhora das propriedades mecânicas e de fluidez – por exemplo, resistência a riscos – são complementadas pela tecnologia Accurel, que permite a incorporação de líquidos em sólidos.

A ampliação do portfólio de produtos permite a implementação de tendências como melhor resistência a chamas, novos desenvolvimentos na indústria de embalagens e o emprego sustentável de materiais reciclados mediante o emprego de absorventes de odor, afirma a empresa.

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Na K 2019, Milliken irá destacar soluções que aprimoram a sustentabilidade

06/08/2019

De olho no avanço da economia circular, os visitantes da feira em Düsseldorf, na Alemanha, querem saber como podem aumentar o uso de plástico reciclado, estimular a reutilização de produtos pós-consumo, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e contribuir para uma melhor reciclagem. Eles também querem diminuir o uso de energia e limitar os resíduos gerados durante a produção.

“A redução de resíduos e a reciclagem de plásticos são megatendências necessárias que afetam atualmente o setor de produtos de consumo”, observa Herrin Hood, gerente global de linha de produtos do negócio de Aditivos para Plásticos da Milliken. “Como todos, nós trabalhamos para limitar o uso excessivo de plásticos, fomentar a reciclagem de polipropileno e avançar para uma economia circular. A Milliken vem apoiando totalmente esses esforços com inovações tecnológicas ​​que impactam a cor, a transparênica, o desempenho e a sustentabilidade”.

Existem muitas abordagens possíveis para lidar com esses problemas; os visitantes do estande da Milliken (Hall 6/A27) na feira K 2019, de 16 a 23 de outubro, poderão constatar as várias maneiras pelas quais a empresa está atuando nesse sentido através de seus aditivos e corantes.

A Milliken fez uma parceria com a PureCycle Technologies, sediada em Chicago (EUA), para promover a reciclagem em circuito fechado de resina de polipropileno (PP). Utilizando tecnologia desenvolvida e licenciada pela Procter & Gamble, a PureCycle planeja abrir em Ohio, em 2021, sua primeira fábrica, alicerçada em um método de reciclagem patenteado que, segundo a empresa, restaura a qualidade virgem de resíduos de resina PP. Isso permitirá que o material reciclado se torne verdadeiramente circular e seja reutilizado em sua aplicação original, em vez de empregado em produtos de menor valor.

Uma série de tecnologias da Milliken está ajudando os convertedores a fabricar de forma mais sustentável, reduzindo o consumo de energia, permitindo o uso de mais soluções monomaterial em embalagens, e promovendo a reciclabilidade de resinas como o polipropileno ou o uso de uma porcentagem maior de PP reciclado em produtos transformados.

“A Milliken tem prioridades claras para ajudar a criar uma economia circular para os plásticos”, acrescenta Hood. “Melhorar a reciclabilidade dos plásticos, substituindo plásticos descartáveis ​​por plásticos duráveis ​​e reutilizáveis, ​​e aumentar o uso de biopolímeros a partir do desenvolvimento de produtos que elevem o desempenho e as propriedades estéticas ajudarão a criar uma indústria de plásticos mais sustentável à medida que trabalhamos para criar um impacto positivo no mundo.”

Sustentabilidade aliada à transparência

Segundo a Milliken, o seu clarificante Millad NX 8000, presente em quase 80% do PP clarificado do mundo, não apenas transforma o polipropileno em uma alternativa leve e cristalina ao vidro. Ele também aumenta a sustentabilidade do material ao permitir que os convertedores o processem a uma temperatura mais baixa, o que resulta em tempos de ciclo mais rápidos e economia de energia na moldagem por injeção, afirma a empresa. A Milliken fornece grades para vários processos, incluindo moldagem por injeção, termoformagem e moldagem por sopro.

A presença do LED no mercado de iluminação industrial global, quase nula uma década atrás, deverá superar 50% este ano. Vários fatores de desempenho estão impulsionando essa mudança, que traz implicações para o impacto visual das embalagens plásticas nas gôndolas das lojas. A Milliken está trabalhando com um fornecedor líder global em iluminação para entender melhor as tendências que afetam a aparência das embalagens e como é possível lidar com tais efeitos através de soluções eficazes.

Além disso, os proprietários de marcas (brand owners) que utilizam a resina de PP NX UltraClear podem exibir uma etiqueta de Validação de Reivindicação Ambiental (ECV) da UL (Underwriters Laboratories) em suas embalagens moldadas por injeção, atestando sua adequação à economia circular para o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, afirma a Milliken. Esses benefícios estão impulsionando a forte demanda pelo aditivo e por isso a Milliken está construindo uma planta de clarificantes de classe mundial, a maior do gênero em sua história, em Blacksburg, Carolina do Sul (EUA). A instalação aumentará a capacidade de produção do Millad NX 8000 em aproximadamente 50% a partir de sua inauguração, em 2020.

De acordo com a Milliken, ao permitir que PP clarificado com o Millad NX 8000 substitua materiais alternativos, os proprietários de marcas e transformadores melhoram suas opções para produzir mais produtos monomateriais ​​(uma garrafa ou um recipiente de PP com rótulo e tampa do mesmo material, por exemplo). O polipropileno também é mais leve, mostrou ter uma melhor pontuação de reciclagem do que o PET e o poliestireno, e ainda oferece a possibilidade de fechar o circuito de NX UltraClear PP para NX UltraClear PP por meio do processo de reciclagem inovador da PureCycle.

Otimizando o desempenho dos plásticos

Uma das principais funções dos aditivos é melhorar o desempenho dos polímeros que eles modificam. Segundo a Milliken, seu agentes de nucleação Hyperform HPN para PP e polietileno melhoram o desempenho do polipropileno reciclado (rPP) e permitem a produção de peças mais robustas e mais leves, aumentando a rigidez dos produtos, em comparação com o PP nucleado convencionalmente. Também auxilia na produtividade do processamento e oferece propriedades equilibradas e ajustáveis, garante a empresa.

Na K 2019, a Milliken apresentará seu mais recente grade, o Hyperform HPN 715, que oferecerá novas oportunidades para o PP substituir as resinas de engenharia mais caras em aplicações exigentes, afirma a Millken. O Hyperform HPN 715 oferece um equilíbrio otimizado de vários fatores-chave, ao mesmo tempo em que proporciona temperaturas mais altas de deflexão térmica em comparação com outros nucleantes avançados, garante a fabricante do aditivo. Isto permite que o PP seja utilizado em recipientes para micro-ondas, componentes sob o capô de automóveis e em produtos de uso doméstico.

Os modificadores de desempenho DeltaMax para PP, por sua vez, aumentam a resistência ao impacto e as propriedades de fluxo de resinas de rPP, blendas e copolímeros de polipropileno de impacto (ICPs), informa a Milliken. Na K 2019, a Milliken planeja apresentar novos componentes de sua família DeltaMax.

A empresa afirma que o seu modificador de performance DeltaMax pode elevar o índice de fluidez do PP em até cinco vezes, mantendo as propriedades de impacto e rigidez. A Milliken diz que isso permite que os convertedores aumentem a eficiência operacional e criem designs de peças mais inovadores mediante o fluxo mais favorável através dos moldes. Segundo a fabricante do aditivo, a tecnologia DeltaMax também é eficaz na modificação de resinas recicladas pós-consumo e pós-industriais, elevando a resistência ao impacto e o índice de fluidez a níveis iguais ou melhores que os da resina virgem. Isso permite que os componedores e convertedores incorporem até 100% de PP reciclado sem sacrificar o desempenho ou o processamento, garante a empresa.

Durante a feira, o portfólio ClearShield UV Absorber também será apresentado. Segundo a Milliken, ele oferece proteção contra luz ultravioleta prejudicial a produtos acondicionados em PET, como alimentos, bebidas e outros artigos de consumo. Essa tecnologia amplia a vida útil do conteúdo embalado, protegendo a imagem da marca e permitindo formulações mais sustentáveis ​​com corantes, aromas e essências naturais, afirma a Milliken.

Desempenho em cores para Plásticos

Os corantes KeyPlast da Milliken para plásticos podem ser usados ​​por produtores de masterbatches líquidos e sólidos, produtores de resinas e componedores e são adequados para uso com uma ampla gama de sistemas de polímeros e resinas. Estes incluem PET em aplicações transparentes de contato com alimentos, bem como outros polímeros transparentes amorfos, como poliestireno (PS), policarbonato (PC), acrílico (PMMA) e polissulfona (PSU). Os corantes KeyPlast que melhoram a aparência visual de polímeros virgens proporcionam cores estáveis ​​e com fidelidade de reprodução. Os corantes ClearTint da Milliken também estarão em exposição na K 2019.

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Clariant toma iniciativas para apoiar embalagens plásticas mais sustentáveis

18/07/2019

  • Oferta de soluções para desafios na indústria de embalagens
  • Quatro abordagens distintas
  • Masterbatches de aditivos exercem papel fundamental

Como parte de um programa que envolve toda a Clariant para criar uma indústria de plásticos mais sustentável, o Segmento de Mercado de Embalagens, da Unidade de Negócios de Masterbatches, está trabalhando para ajudar proprietários de marcas e produtores de embalagens a realizarem seus objetivos de desenvolver soluções mais amigáveis ao meio ambiente. Segundo a empresa, o seu portfólio de masterbatches de aditivos, aliado à expertise interna e à colaboração com outras organizações do setor, permite oferecer soluções em quatro áreas importantes:

  • Desenvolvimento de embalagens altamente recicláveis;
  • Fabricação de embalagens plásticas que possam ser reutilizadas facilmente;
  • Apoio ao uso de polímeros bio-baseados;
  • Aumento da aceitação de embalagens compostáveis.

“A embalagem plástica é um recurso essencial para as marcas e representa uma forma segura de entregar produtos ao consumidor em condições ótimas”, declara Alessandro Dulli, Clariant Masterbatches Global Head of Packaging. “A embalagem também exerce papel importante na diferenciação e na identidade das marcas. Não devemos nos esquecer de que é importante que a indústria e os consumidores trabalhem para criar um modelo mais sustentável de embalagens. Ninguém conseguirá atingir esse objetivo sozinho. É necessário contar com a colaboração de todos os grupos de interesse e isso é o que estamos buscando com essa nova iniciativa”.

Reciclagem

A reciclagem já está recuperando grandes volumes de resíduos plásticos para reintrodução no mercado como embalagens novas, mas ainda existem grandes desafios para o aumento do uso da resina pós-consumo (PCR). A Clariant afirma estar trabalhando para ajudar a superar tais desafios de diversas formas:

Novos masterbatches de aditivos que sequestram o oxigênio e reduzem a necessidade de embalagens com múltiplas camadas e materiais, a fim de prolongar o prazo de validade dos produtos embalados. Com apenas um material envolvido, o plástico se torna mais reciclável.

Os masterbatches de aditivos CESA®-IR estão agora disponíveis para produção de plásticos com coloração escura, visíveis aos sensores de infravermelho próximo (NIR) usados nos sistemas de separação de polímeros, possibilitando sua reciclagem com eficiência.

Masterbatches líquidos inovadores possibilitam a redução das emissões de carbono relacionadas a processos logísticos complexos e estoques pesados.

Extensores de cadeia, tecnologia de controle de odores, clareadores de cores e outros aditivos que aumentam a qualidade e facilitam a comercialização de materiais plásticos reciclados.

Reuso

“Se todas as embalagens plásticas pudessem ser reutilizadas apenas uma vez, a quantidade de material que entra no fluxo de resíduos seria cortada pela metade imediatamente”, observa Alessandro Dulli, “Embora não haja expectativa de que possamos reutilizar todos os plásticos, nosso dever conosco e com nosso planeta é fazer o melhor que pudermos”.

Atualmente, a maioria das embalagens é projetada para completar seu ciclo de vida assim que o produto é entregue, mas é preciso redefinir os parâmetros se quisermos que os recipientes sobrevivam por mais tempo. A Clariant afirma que, entre os seus produtos que estão disponíveis para ajudar nesse esforço se destacam aditivos que:

  • Aumentam a durabilidade e a resistência a arranhões dos plásticos;
  • Diminuem a tendência dos materiais ficarem amarelados com o tempo;
  • Resistem à degradação causada pela lavagem e esterilização;
  • Evitam o desbotamento das cores e outras perdas estéticas;
  • Controlam a fragilidade e o surgimento de fissuras por tensão.

A Clariant desenvolve soluções em projetos de cocriação com clientes em laboratórios especializados, como os que integram a rede Clariant ColorWorks™, a fim de desenvolver e testar materiais sob condições de envelhecimento simuladas para confirmar a duração dos ciclos de vida. A empresa afirma que essa expertise auxilia projetos globais complexos que visam proteger a identidade de marca, além de prestar suporte em questões regulatórias envolvendo a extensão dos ciclos de vida dos produtos.

Polímeros bio-baseados

Os polímeros bio-baseados, mais comumente chamados de “bioplásticos”, são feitos a partir de materiais renováveis, ao invés de materiais fósseis como petróleo ou gás natural. Eles estão atraindo cada vez mais interesse porque usam matérias-primas de origem vegetal e podem reduzir as emissões de carbono em comparação com outros polímeros. Várias dessas resinas são basicamente idênticas aos plásticos convencionais e podem se beneficiar das mesmas soluções de projeto de reciclagem mencionadas acima. Ao mesmo tempo, a Clariant apoia os clientes que tem como objetivo oferecer um produto de origem 100% bio-baseados, ao desenvolver cores e aditivos que empregam matérias-primas renováveis, afirma a empresa.

Polímeros compostáveis

Polímeros compostáveis – como ácido polilático (PLA) ou polihidroxialcanoatos (PHA) – são geralmente considerados como uma possível solução para o problema do descarte, pois se degradam mais facilmente com o tempo em comparação com os plásticos não compostáveis. Eles também podem representar uma solução interessante para aplicações em alimentos, nos casos em que embalagens contaminadas por alimentos não possam ser recicladas. As embalagens feitas de polímeros compostáveis podem fornecer a resposta, já que os resíduos contaminados podem se submeter à compostagem.

A Clariant afirma estar trabalhando para melhorar a vida útil dos biopolímeros, como PLA, bem como a estética desses materiais, com uma gama de cores que ajudam a preservar e aprimorar a identidade de marca. Com mais de 20 anos de experiência na fabricação de masterbatches para compostagem, a Clariant afirma garantir o atendimento de todos os requisitos.

“Na Clariant,” afirma Alessandro Dulli, “temos orgulho de imaginar o futuro, promovendo a sustentabilidade e desenvolvendo soluções práticas para os desafios que enfrentamos; afinal, projetar para o meio ambiente nada mais é do que projetar para todos nós”.

Fonte: Clariant

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Caxias do Sul tem projeto para construção de planta para fabricação de grafeno

27/05/2019

Matéria reproduzida do Pioneiro (Por Babiana Mugnol)

Com produção em larga escala, intenção é baratear custo da matéria-prima super resistente, leve e flexível

Um projeto que está sendo desenvolvido pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) pode transformar a Serra em uma mina de ouro, ou melhor, de grafeno, por conta da produção de uma matéria-prima que hoje custa, em média, US$ 100 o grama. Para se ter ideia, é duas vezes e meia mais do que custa o grama de ouro, por exemplo.

Pesquisadores da UCS vão anunciar oficialmente, nesta segunda-feira (27) durante reunião-almoço da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC), os planos para a produção em escala industrial do grafeno. Há projeto para construção de uma planta dentro do parque de ciência e tecnologia da universidade. O professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Processos e Tecnologias, Diego Piazza, atua nesta pesquisa e espera baixar para um quarto o preço atualmente praticado no mercado deste material super resistente, leve e flexível. Para se ter uma ideia, 20 gramas de grafeno cabem dentro de um potinho de vidro de café.

Para a construção desta planta industrial, a UCS vai buscar apoio de investidores interessados na aplicação da matéria-prima em novos produtos. Já conta também com parcerias para a troca de conhecimentos, como a cooperação com a Universidade Mackenzie, de São Paulo, para capacitação de pessoas e projetos de pesquisa avançada.

A transformação dos resultados destas pesquisas da UCS sobre o grafeno, em soluções para o mercado, já avança para a instância de providências práticas. Já foi assinado um termo de cooperação com a 2D Materials, empresa com sede em Singapura que detém expertise na produção do material, e com a empresa Marcopolo, para permitir a contratação e o desenvolvimento de pesquisas, projetos e serviços técnicos e tecnológicos em materiais avançados. O acordo tem validade de cinco anos.

Diego adianta que uma das aplicações que vem sendo estudadas é no uso de tintas de maior resistência a base do material grafeno, por exemplo.

Grafeno

O grafeno é uma matéria-prima a base de carbono, da grossura de um átomo, altamente flexível e condutora de eletricidade e calor. Sua resistência é 200 vezes superior à do aço. É um material praticamente transparente e impermeável. Apenas para exemplificar, três milhões de camadas de grafeno têm menos de um milímetro de espessura, o que torna o elemento excelente na construção de equipamentos eletrônicos. O novo material é comparado ao silício por acelerar ainda mais a corrida para eletrônica do futuro.

Fonte: O Pioneiro / Foto: Claudia Velho (Divulgação)

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BASF apresentou inovações e soluções sustentáveis na Feiplastic 2019

17/05/2019

Soluções da BASF para as indústrias automotiva, de embalagens, da construção, de bens de consumo, aplicações industriais, plasticultura, entre outras, fizeram parte do portfólio apresentado pela companhia no stand da Feiplastic 2019.

“A Feiplastic foi uma excelente oportunidade para apresentar nossas soluções e estreitar o relacionamento com o mercado”, considera Murilo Feltran, gerente de marketing e produto de Materiais de Performance da BASF. “Além das tecnologias inovadoras, nosso forte é a atuação em estreita colaboração com nossos clientes, entendendo suas necessidades e desenvolvendo soluções de acordo com cada necessidade”, afirma.

Materiais de desempenho

Uma das principais novidades foi a plataforma digital exclusiva para oferecer o portfólio de soluções para a indústria de calçados, como um novo canal de relacionamento com os clientes. A BASF fornece PU e TPU para produção de solas, entressolas, palmilhas e outros componentes que, segundo a empresa, permitem a fabricação de calçados de maior desempenho, conforto e durabilidade, atendendo às tendências e demandas dos consumidores. A ferramenta online, de interface amigável, está disponível no link http://www.shop.basf.com.br/calcados.

Entre os materiais com destaque na Feiplastic estão as soluções sustentáveis para o mercado de isolamento térmico, que têm como base o HFO e a água aplicados como agentes expansores de quarta geração para o mercado de refrigeração. A tecnologia é uma alternativa aos agentes de expansão utilizados convencionalmente e permite a redução nas emissões de gases de efeito estufa.

Também apresentando pegada sustentável, foi apresentado o polímero compostável e biodegradável ecovio®, obtido a partir de matérias-primas renováveis. O material tem desemepenho semelhante aos plásticos normalmente utilizados, atendendo requisitos de aparência, propriedades mecânicas e processabilidade, sofrendo degradação somente em condições de compostagem, afirma a BASF. Pode ser aplicado em filmes para agricultura, produção de copos, sacolas compostáveis certificadas e embalagens diversas, entre outras possibilidades.

A poliamida Ultramid® Deep Gloss agora está disponível também em cores. O material originalmente usado na cor black piano, está abrindo possibilidades para projetos mais versáteis de interiores de carros, com cores contrastantes e que seguem tendências de mercado. Segundo a BASF, o material possui propriedades diferenciadas, tais como resistência a riscos, à radiação UV e alta resistência química. Além disso, afirma a empresa, o alto nível de brilho reproduz estruturas com detalhes fiéis, permitindo uma mistura bem contrastante de luz e sombra, sem revestimento adicional.

Durante a feira, a BASF também promoveu a sua poliamida semicristalina que permite que a luz passe sem barreiras. Segundo a empresa, o Ultramid® Vision combina a transparência à luz com uma baixíssima dispersão, sendo a primeira poliamida semicristalina do mundo para componentes semitransparentes ou transparentes para ambientes com muitos desafios químicos. A BASF afirma que a poliamida é resistente aos raios UV, às altas temperaturas, aos riscos, a químicos e atende aos requisitos de segurança contra a propagação do fogo. A solução pode ser usada em diversas áreas de aplicação, sendo recomendada especialmente para peças de controle visual, iluminação ou design de luz.

Embalagens

A embalagem tem papel fundamental na garantia da qualidade de alimentos, desde a produção até a mesa do consumidor. As poliamidas são a melhor opção quando há a necessidade de aumentar o tempo de vida dos produtos através do aumento de propriedades mecânicas, proteção para migração de gorduras, barreira ao oxigênio e aromas. Por meio da parceria com seus clientes, a BASF buscou atender solicitações de melhoria de propriedades óticas, maior flexibilidade e menor encanoamento, sem perder as propriedades tradicionais das poliamidas. E o resultado foi, segundo a empresa, o desenvolvimento do Ultramid C37 LC, copolímero de poliamida com o menor ponto de fusão das poliamidas tradicionais encontradas no mercado – perto dos 180º.C. A BASF afirma que o material é o mais indicado para sacos encolhíveis e filmes termoformados e outras aplicações onde a estrutura a ser utilizada é assimétrica.

Aditivos para plásticos

A BASF afirma que vem buscando soluções em aditivos para plástico ecologicamente corretas, focadas em sustentabilidade e que visam evitar a degradação e estender a vida útil dos plásticos. Esses requisitos se tornaram mais rigorosos também nas aplicações automotivas e, alinhado ao aumento da durabilidade das espumas de poliol e poliuretano, o seu PUR 70 encontra um nicho de aplicação. Segundo a empresa, o aditivo diminui drasticamente a emissão de aldeídos e componentes orgânicos voláteis, é livre de amina e atende aos requisitos VDA 278 10/11.

De acordo com a empresa, o seu Tinuvin® XT 55, um aditivo estabilizador à luz, confere durabilidade, além de melhorar os processos de fabricação. Tem aplicações em monofilamento de polietileno, usados para produção de grama sintética e poliolefinas, fitas para telas de sombreamento, andaimes, geotêxteis e big bags, entre outros. O fabricante afirma que o aditivo auxilia na resistência às condições climáticas adversas, incluindo exposição prolongada à luz ultravioleta, temperatura elevada e oscilante, além de poluentes ambientais.

Já o Irgastab IS 3066L, utilizado nas aplicações em PVC, promove melhoria na produtividade e maior viabilidade econômica, além de estar em conformidade com o FDA para aplicações em contato com alimentos, assegura a BASF.

Fonte: BASF

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Cromex apresenta soluções em masterbatches de cores e aditivos para transformados plásticos durante Feiplastic 2019

22/04/2019

Entre os dias 22 e 26 de abril a Cromex participa da Feiplastic para apresentação de tendências e soluções para os variados segmentos do mercado de transformação de plásticos. Durante o evento, a empresa vai expor toda a sua gama de soluções para a indústria de transformação de plásticos em um espaço de 232 m²

Com inúmeras opções de cores, a Cromex destacará no evento “a Cor do Ano 2019” – inspirada nas tonalidades dos corais existentes nas profundezas dos oceanos. Living Coral é a cor direcionada para aplicações em embalagens.

Além da Living Coral, a Cromex apresentará 5 paletas de cores que se harmonizam com a cor do ano e proporcionam mais liberdade aos designers para comporem seus projetos e explorarem várias possibilidades inspiradas por essas cores.

A equipe de profissionais da empresa estará à disposição do público visitante para detalhar este lançamento em cores e também o portfólio de concentrados brancos, pretos e compostos com propriedades condutivas para aplicações específicas.

Em relação às inovações em aditivos, a Cromex afirma que está atuando com foco no mercado de reciclagem, com uma linha de produtos específicos tais como branqueadores ópticos e toners para melhorar o aspecto de cor da resina reciclada. Além disso, será apresentado também um novo extensor de cadeia que recupera a cadeia do polímero, rompida durante o processamento. Com isso, temos aumento das propriedades mecânicas e reológicas do reciclado, o que muitas vezes permite reduzir o tempo do processo de pós-condensação para PET ou até mesmo eliminá-lo, dependendo da viscosidade desejada.  Outros produtos são os redutores de odor com baixas dosagens para retirar o odor do recuperado, antioxidantes, auxiliares de fluxo, reforços minerais, entre outros.

Think Green, live all colors – A Cromex afirma ter sido uma das empresas pioneiras a ter um portfólio de masterbatches de cores e aditivos totalmente isento de metais pesados.

O masterbatch isento de metais pesados evita o risco de contaminação cruzada e contribui para o meio ambiente devido ao fato de não possuir substâncias consideradas perigosas e não contaminar solo ou água com metais pesados no momento do descarte de embalagens ou produtos plásticos.

Os benefícios de não se usarem metais pesados também se estendem aos colaboradores, proporcionando-lhes mais segurança no ambiente de trabalho, uma vez que há a redução de risco de contaminação do organismo durante a manipulação dos concentrados.

Segundo Cesar Ortega, Diretor de Vendas da Cromex, a empresa tem investido em tecnologia, P&D e na qualificação de pessoas para ampliar e melhorar sua gama de soluções. “Com uma equipe de vendedores, distribuidores e assistência técnica regionais, o foco da companhia na feira é estreitar o relacionamento com clientes, aumentar a visibilidade da marca, divulgar nosso portfólio de produtos, além de proporcionar contatos com outros empresários, futuros clientes e conquistar novas oportunidades.”

A Cromex é especialista no desenvolvimento e na produção de concentrados de cores standard e de efeitos especiais (perolados, metalizados, fluorescentes, glitter, termocrômicos, fotocrômicos) e possui uma linha produtos voltadas para diversas aplicações e segmentos (automotivo, cosmético, higiene pessoal e beleza, brinquedos, mono e multifilamentos, agricultura, fios e cabos, embalagens) entre outros.

Serviço: Cromex na Feiplastic 2019
Rua D – Estande n011
Data: de 22 a 26 de abril
Horário: 11h às 20h
Local: Expo Center Norte, São Paulo (SP)

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Clariant apresenta portfólio de pigmentos, aditivos e masterbatches na Feiplastic

22/04/2019

  • Pigmentos, masterbatches e aditivos para a cocriação de projetos com clientes
  • Economia de recursos, reciclagem, maior proteção contra incêndio e colaboração estão no topo da agenda

A empresa de especialidades químicas suiça Clariant focalizará sua exposição na Feiplastic 2019 (stand B45) sobre como a cocriação e a colaboração podem apoiar a sustentabilidade da indústria de plásticos na América Latina, considerando seus diversos produtos e mercados. A Feiplastic 2019 ocorrerá de 22 a 26 de abril, no Expo Center Norte, São Paulo, Brasil .

Em sintonia com o foco e as iniciativas de sustentabilidade que crescem no setor, a Clariant se concentra em projetos colaborativos com clientes, a fim de desenvolver soluções personalizadas que atendam às necessidades específicas de fabricantes, conversores, segmentos de mercado e consumidores, sem comprometer a funcionalidade ou a eficiência. Ao apresentar uma solução mais sustentável para a fabricação de produtos plásticos, a Clariant oferece inovações que, segundo a empresa, empregam matérias-primas renováveis e mais compatíveis com o meio ambiente ao longo de todo o ciclo de vida do produto. O foco é reduzir a complexidade e o uso de resinas, e ao mesmo tempo aumentar o desempenho. Muitos produtos são certificados com o selo EcoTain® da Clariant, que atesta seu desempenho com base em 36 critérios de sustentabilidade.

Os destaques do portfólio de pigmentos, aditivos e masterbatches da Clariant foram divulgados na Plastimagen (México, 2 a 5 de abril de 2019) e agora serão apresentados na Feiplastic:

Para ajudar a elevar as taxas de reciclagem, a Clariant apresentará um estabilizador de polímeros que, segundo a empresa, é usado para aumentar a reciclagem de resíduos plásticos na fabricação de filmes de poliolefinas. O AddWorks® PKG 906 (exemplo de aplicação na foto) aplica-se à produção de BOPP – material amplamente usado em embalagens de produtos alimentícios e confeitaria – além de ser aplicável para processos de filmes soprados e fundidos. A Clariant afirma que ele previne a formação de gel e manchas pretas, além de proteger a resina reciclada, mantendo velocidades normais de linhas de produção, sem provocar o rompimento dos filmes. De acordo com o fabriante, o produto gera economia de custo em matérias-primas ao substituir a resina virgem com quantidades maiores de resina ou filme reciclado e vem na forma de grânulos de escoamento livre, fáceis de abastecer.

Outro produto apresentado na feira, o estabilizador de processamento AddWorks LXR 568, proporciona estabilidade MFR (Melting Flow Ratio) superior e proteção à cor, assegura a Clariant. Em conjunto com um antioxidante fenólico, também traz estabilidade superior ao calor e evita a degradação da resina plástica, tornando-a mais resistente e aumentando sua vida útil, afirma a empresa.

Outras soluções a serem apresentadas na feira são caracterizadas pela Clariant como responsáveis pela redução do consumo de insumos durante a produção. Por exemplo, os agentes de expansão Hydrocerol®, segundo a empresa, reduzem o peso e a densidade dos artigos plásticos, fortalecendo sua estrutura e diminuindo a quantidade de materiais descartados no meio ambiente, bem como o consumo de energia durante a produção.

Da mesma forma, o fabricante afirma que seus masterbatches líquidos HiFormer™ podem reduzir o consumo de energia e de água nos processos de produção, enquanto a concentração de pigmentos e aditivos diminui a quantidade de materiais a serem transportados e armazenados.

A Clariant afirma que o uso de pigmentos tais como o PV Fast™ Yellow H4G também podem beneficiar os consumidores por meio de uma coloração segura e sustentável de brinquedos e bens de consumo. Este pigmento orgânico amarelo foi criado com o objetivo de substituir os pigmentos prejudiciais de cromato de chumbo, contribuindo para um ambiente mais seguro tanto para os profissionais quanto para os usuários dos produtos.

Ainda no tópico de maior segurança, afirma a Clariant, smartphones e outros dispositivos eletrônicos podem se beneficiar do seu Exolit® OP 1400, que possui certificação EcoTain. O fabricante afirma tratar-se de um retardante de chamas não halogenado com desempenho UL 94 Vo de 0,4 mm, que permite a modelagem de peças complexas de poliamida sem depósitos no molde ou floração (blooming).

Matérias-primas renováveis têm um impacto positivo em diversas áreas – desde embalagem, brinquedos e têxteis até o setor automotivo. De acordo com a Clariant, o seu PV Fast Pink E – um pigmento com resistência às intempéries e à luz para aplicações de alta qualidade – utiliza matérias-primas renováveis que não competem com a produção de alimentos. Assim como a linha de lubrificantes e agentes dispersantes Licocare® RBW, que possui certificação EcoTain. Com base na cera renovável de farelo de arroz, esses agentes satisfazem os requisitos exigentes de indústrias como as de transportes, eletricidade e eletrônicos, oferecendo ofeecendo melhor fluidez e menor força de liberação dos moldes das peças, além de permitir uma distribuição de pigmentos mais homogênea, afirma a empresa.

Mônica Ferreira Vassimon, Presidente da Clariant América Latina, comenta: “A indústria de plásticos na América Latina busca maneiras de aprimorar a sustentabilidade em suas próprias operações, como também impactar positivamente os diversos mercados que atende. Sustentabilidade é um fator-chave em nossos projetos com os clientes, assim como desempenho e funcionalidade dos produtos. A partir de um processo de colaboração, podemos oferecer soluções capazes de gerar benefícios do ponto de vista ambiental e de eficiência na fabricação.”

A Clariant é uma empresa de especialidades químicas com sede em Muttenz, próximo a Basel, na Suíça. Em 31 de dezembro de 2018, a companhia empregava 17.901 colaboradores. No ano fiscal de 2018, a Clariant registrou vendas de CHF 6.623 bilhões com seus negócios em operação. A empresa reporta seus resultados em quatro áreas de negócios: Care Chemicals, Catalysis, Natural Resources, Plastics & Coatings.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Clariant

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