Dow renova portfólio de soluções adesivas para laminação em embalagens flexíveis

26/06/2020

Novo portfólio foi desenvolvido para atender às necessidades do mercado latino-americano

Buscando oferecer soluções inovadoras para o segmento de embalagens flexíveis, a Dow apresenta ao mercado latino-americano a renovação de seu portfólio de soluções adesivas para laminação.

Após diversos estudos liderados pela equipe de P&D global e suportada pelo Pack Studios, novo centro de inovação tecnológica da Dow na América Latina, a empresa está disponibilizando variadas opções de adesivos para o processo de laminação. Em outras palavras, a empresa promove a junção de diferentes substratos que compõe uma embalagem. As novas linhas de adesivos sem solvente são:

Nova linha de adesivos solventless Pacacel

Os novos adesivos sem solventes Pacacel são opções para aplicações em embalagens que vão do uso geral ao alto requerimento de desempenho, como o envase de produtos químicos agressivos e estruturas que são submetidas a processos térmicos, como esterilização, pasteurização e cozimento. A Dow afirma que, devido à ampla gama de aplicações, essa nova linha de adesivos permite que os transformadores capturem novas oportunidades de negócio, além de possibilitar a otimização em custos, criando valor para a cadeia de produção.

Segundo a Dow, esta linha permite que as laminadoras operem em alta velocidade e propiciem às estruturas um tempo de corte abaixo de 4 horas, sem interferir na aparência final das embalagens. Além disso, garante a empresa, o Pacacel confere resistência química e térmica às embalagens laminadas, além de compatibilidade com tintas (inclusive para impressão digital). A Dow assegura que, graças ao cumprimento com todas as regulamentações globais, as embalagens laminadas com adesivos Pacacel não apresentam riscos aos alimentos.

Sistema de adesivos solventless Mor-Free

A Dow enfatiza as características de processabilidade da tradicional linha Mor-Free. Segundo a empresa, a linha contempla sistemas de adesivos bicomponentes sem solvente e é projetada para operar a uma alta velocidade de máquina, sem geração de névoa e proporcionando uma cura acelerada das estruturas laminadas. De acordo com a empresa, os produtos possuem uma excepcional força de adesão à estruturas contendo metalização, quando comparados aos sistemas convencionais. Além de proporcionar um tempo de aplicação da mistura (pot life) mais extenso, tais atributos garantem a maximização na eficiência de processo e uma consequente redução nos custos de conversão, garante o fabricante. Adicionalmente, assegura a Dow, a linha Mor-Free é de segura aplicação alimentícia (foto) graças ao cumprimento de regulamentações internacionais, como FDA, ANVISA (Mercosul) e europeia.

Essa linha de adesivos é indicada para laminação de uma ampla variedade de filmes impressos e não impressos como PE, PP, BOPP, PA, além de alumínio e filmes metalizados. As principais aplicações de embalagens para o uso desse adesivo são: alimentos, casa, higiene & cuidados pessoais e rações para animais.

“Os adesivos de laminação são de extrema importância na composição estrutural de uma embalagem, cada qual buscando atender a requisitos específicos, como diferentes níveis de barreira, resistência e shelf life. De igual maneira, nosso portfólio garante a maximização da eficiência nos processos de laminação. Por isso, trabalhamos a inovação de forma colaborativa com a cadeia de valor, a fim de atender as necessidades do mercado local e, ao mesmo tempo, cumprir com as regulamentações a nível global”, comenta Lucas Sasahara, Gerente de Marketing para o setor de Adesivos da Dow na América Latina

Os sistemas Mor-Free e Pacacel já estão em fase comercial e atualmente são produzidos em unidades fabris da América Latina. Ambos sistemas fazem parte de um portfólio mais amplo de Adesivos de Laminação da Dow que incluem também:

Sistema de adesivos base solvente Adcote

A Dow afirma que os adesivos de laminação base solvente oferecem desempenho e garantem eficiência de processo. Segundo a empresa, além de permitir uma alta velocidade de máquina e conferir resistência química e térmica às embalagens laminadas, os sistemas Adcote foram desenvolvidos com uma tecnologia que possibilitam um alto teor de sólidos de aplicação, implicando em um menor consumo de solvente e, consequentemente, reduzindo o impacto ambiental do ponto de vista de produção. Apropriados para todos os tipos de embalagens e seus requerimentos, as soluções adesivas base solvente da Dow também cumprem com requerimentos regulatórios globais de contato com alimentos.

Sistema de adesivos base água Robond

Produzida com tecnologia de base aquosa, esta linha elimina a necessidade do uso de solventes orgânicos no processo de laminação, satisfazendo aos mais exigentes requisitos de segurança alimentícia das embalagens, assegura a Dow. Além disso, permite um ambiente de trabalho mais seguro aos colaboradores. Segundo o fabricante, os adesivos da série Robond possuem um excelente nível de adesão, o que permite passar ao processo de corte das bobinas imediatamente após o processo de laminação, reduzindo, consequentemente, o ciclo da cadeia produtiva.

O portfólio de negócios de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma gama de produtos e soluções científicas para clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, tais como embalagens, infraestrutura e atendimento ao consumidor. A Dow opera 109 plantas em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. A Dow presentou resultados de vendas de aproximadamente US$ 43 bilhões em 2019.

Foto: Dow

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Covid-19 pressiona empresas a reinventarem modo de trabalho e produção

26/06/2020

Sindiplast-ES acredita que pandemia pode estimular a transformação digital e inovação do setor de Transformados Plásticos

O cenário provocado pela pandemia do novo coronavírus trouxe novos hábitos e uma realidade diferente para as empresas. Com o isolamento social e muitos profissionais atuando em regime de teletrabalho, as ferramentas digitais tem auxiliado as organizações em suas comunicações e, em muitos casos, provocado a aceleração dos processos de transformação digital.

O gerente geral da empresa Magnatech Embalagens, Adhemar Mattedi Neto, afirma que, com a pandemia, as reuniões presenciais foram conduzidas para o ambiente virtual, uma prática que ainda não era comum na organização. O gestor ressalta que a mudança trouxe pontos positivos -mais objetividade e economia, por exemplo – por não haver a necessidade de deslocamento. Mas ressalta que ainda sente falta do contato pessoal.

“Hoje, utilizamos ferramentas com o Zoom, o Skype e o Meet para nos comunicarmos com nossos fornecedores. Acredito que esta será uma tendência na maioria das empresas mesmo após a pandemia. Não há mais aquela pausa para o café, para visitar as instalações da empresa e aquele olho no olho do contato presencial. Mas este é um modo de permanecermos próximos e em comunicação constante com nossos fornecedores”, afirma Adhemar Neto.

Muito além das reuniões por videochamada, que já se tornaram hábito na pandemia, a tecnologia continua sendo protagonista nas mudanças das empresas. O presidente do Sindiplast-ES, Jackley Maifredo, destaca que a introdução de várias tecnologias nas indústrias de Transformados Plásticos é um dos desafios do setor, que tem atuado fortemente em âmbito local e nacional na disseminação do conceito de Indústria 4.0.

Maifredo ressalta que, nacionalmente, a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) implementa o Programa Plástico 4.0, o qual auxilia as indústrias de transformados plásticos que desejam entrar na ‘Era da Indústria 4.0’. O programa traz informações sobre as tecnologias existentes para que sejam adotadas e, assim, possam alavancar a produtividade de suas empresas.

“Em parceria com a Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), o Sindiplast-ES também construiu um programa para apoiar as indústrias do setor de Plásticos na sua evolução rumo ao patamar 4.0, com etapas como avaliação de maturidade da empresa; desenvolvimento e formação básica e avançada; mapa de projeto, financiamento e fomento; e desenvolvimento e implementação de tecnologias”, explica.

Outro estímulo ao processo de inovação nas empresas de Plásticos capixaba tem ocorrido por meio do FindesLab, uma iniciativa conjunta da Findes e do Senai para apoiar empresas e os empreendedores em todo o processo de inovação. A Fibravit, empresa especializada no desenvolvimento, fabricação e comercialização de sanitário hidráulico portátil, é uma das associadas ao Sindiplast-ES que utilizou os serviços do laboratório de inovação da Findes para aprimorar um projeto de inovação. O projeto tinha como objetivo implantar uma nova tecnologia na produção, que permite o uso de geolocalização, sensorização e checklist à distância do seu produto. Outra associada presente no FindesLab é a Fortlev, uma das empresas madrinhas do laboratório de inovação da Findes, incentivando projetos e startups selecionadas para o Programa Findeslab de Empreendedorismo Industrial.

“A pandemia do coronavírus deixará aprendizados para todos nós e, no caso das indústrias, isso significará mudanças na forma como produzimos, operamos e nos relacionamos. Temos a expectativa de que este momento contribua com a celeridade de processos relacionados à inovação e à transformação digital em nosso setor, o que certamente proprocionará às empresas de plásticos mais eficiência operacional, otimização dos recursos e capacidade de se adaptar mais rapidamente às mudanças de mercado. Em outras palavras, mais competitividade em nível local, nacional e global”, finaliza Jackley Maifredo.

Foto: Sindiplast-ES (FreePik)

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Nanox desenvolve tecido capaz de eliminar o novo coronavírus por contato

19/06/2020

Em testes de laboratório, material inativou em dois minutos 99,9% da quantidade de SARS-CoV-2; tecnologia desenvolvida por startup apoiada pelo PIPE-FAPESP será usada na produção de máscaras de proteção e roupas hospitalares

  • Em testes de laboratório, material inativou em dois minutos 99,9% da quantidade de SARS-CoV-2;
  • Tecnologia desenvolvida por startup apoiada pelo PIPE-FAPESP será usada na produção de máscaras de proteção e roupas hospitalares

Pesquisadores da empresa paulista Nanox, apoiada pelo Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), desenvolveram um tecido com micropartículas de prata na superfície que demonstrou ser capaz de inativar o coronavírus SARS-CoV-2.

Segundo release divulgado pela Agência Fapesp,  o material foi capaz de eliminar 99,9% da quantidade do vírus após dois minutos de contato, em testes de laboratório.

O desenvolvimento do material teve a colaboração de pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), da Universitat Jaume I, da Espanha, e do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP.

“Já entramos com o pedido de depósito de patente da tecnologia e temos parcerias com duas tecelagens no Brasil que irão utilizá-la para a fabricação de máscaras de proteção e roupas hospitalares”, diz à Agência FAPESP Luiz Gustavo Pagotto Simões, diretor da Nanox.

O tecido é composto por uma mistura de poliéster e de algodão (polycotton) e contém dois tipos de micropartículas de prata impregnadas na superfície por meio de um processo de imersão, seguido de secagem e fixação, chamado pad-dry-cure.

A Nanox já fornecia para indústrias têxteis e de diversos outros segmentos essas micropartículas, que apresentam atividade antibacteriana e fungicida, e em tecidos evitam a proliferação de fungos e bactérias causadoras de maus odores.

Com o surgimento do novo coronavírus e a chegada da pandemia no Brasil, os pesquisadores da empresa tiveram a ideia de avaliar se esses materiais também eram capazes de inativar o SARS-CoV-2, uma vez que já havia sido demonstrado em trabalhos científicos a ação contra alguns tipos de vírus.

Para realizar os ensaios, a empresa se associou a pesquisadores do ICB-USP, que conseguiram logo no início da epidemia no Brasil isolar e cultivar em laboratório o SARS-CoV-2 obtido dos dois primeiros pacientes brasileiros diagnosticados com a doença no Hospital Israelita Albert Einstein (leia mais em agencia.fapesp.br/32692/).

Amostras de tecido com e sem micropartículas de prata incorporadas na superfície foram caracterizadas por pesquisadores da Universitat Jaume I e do CDMF por espectroscopia e colocadas em tubos contendo uma solução com grandes quantidades de SARS-CoV-2, crescidos em células.

As amostras foram mantidas em contato direto com os vírus em intervalos de tempo diferentes, de dois e cinco minutos, para avaliar a atividade antiviral.

Os experimentos foram feitos duas vezes, em dois dias diferentes e por dois grupos diferentes de pesquisadores, de modo que a análise dos resultados fosse feita de forma cega.

Os resultados das análises por quantificação do material genético viral por PCR indicaram que as amostras de tecido com diferentes micropartículas de prata incorporadas na superfície inativaram 99,9% das cópias do novo coronavírus presentes nas células após dois e cinco minutos de contato. “A quantidade de vírus que colocamos nos tubos em contato com o tecido é muito superior à que uma máscara de proteção é exposta e, mesmo assim, o material foi capaz de eliminar o vírus com essa eficácia”, diz Lucio Freitas Junior, pesquisador do laboratório de biossegurança de nível 3 (NB3) do ICB-USP.

“É como se uma máscara de proteção feita com o tecido recebesse um balde de partículas contendo o vírus e ficasse encharcada”, comparou o pesquisador.

Além de testes para avaliação da atividade antiviral, antimicrobiana e fungicida, o material também passou por ensaios para avaliação do potencial alérgico, fotoirritante e fotossensível, para eliminar o risco de causar problemas dermatológicos.

Aplicação em outros materiais

A empresa pretende avaliar agora a duração do efeito antiviral das micropartículas no tecido. Em testes relacionados à propriedade bactericida, os materiais foram capazes de controlar fungos e bactérias em tecidos mesmo após 30 lavagens, afirma Simões.

“Como o material apresenta essa propriedade bactericida mesmo após 30 lavagens, provavelmente mantém a atividade antiviral por esse mesmo tempo”, estima.

De acordo com o pesquisador, as micropartículas podem ser aplicadas em qualquer tecido composto por uma mistura de fibras naturais e sintéticas. Além de tecidos, a empresa está testando agora a capacidade de inativação do novo coronavírus pelas micropartículas de prata incorporadas à superfície de outros materiais, como filmes plásticos e um polímero flexível, semelhante a uma borracha, que utilizou para desenvolver uma máscara de proteção contra o novo coronavírus em parceria com a fabricante de brinquedos Elka .

“O tecido foi o primeiro resultado da aplicação das micropartículas de prata para inativar o novo coronavírus. Mas, em breve, devemos ter vários outros”, afirma Simões.

Máscaras reutilizáveis

Desenvolvido com o apoio do PIPE-FAPESP, material possui partículas à base de sílica e prata com propriedades antimicrobianas e antifúngicas que dificultam a adesão do SARS-CoV-2 na superfície

Em Abril de 2020, a Nanox já havia desenvolvido em parceria com a indústria de plásticos Elka uma máscara reutilizável  para conferir maior nível de proteção contra a contaminação pelo novo coronavírus, o SARS-CoV-2.

A máscara é feita com um polímero flexível – semelhante a uma borracha –, moldável aos contornos do rosto e com micropartículas à base de sílica e prata incorporadas à superfície do material.

Desenvolvidas por meio de projetos apoiados pelo Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), as partículas têm propriedades antimicrobianas.

“As micropartículas de prata e sílica aumentam o nível de proteção ao impedir a presença na máscara de fungos e bactérias, que podem facilitar a adesão do novo coronavírus na superfície de materiais”, disse à Agência FAPESP Luiz Gustavo Pagotto Simões, diretor da Nanox.

A fim de garantir a proteção contra o SARS-CoV-2, a máscara é totalmente esterilizável por meio da lavagem com água e sabão antes e após o uso.

Para proteger as vias respiratórias, o equipamento de proteção individual possui dois filtros descartáveis do tipo PFF2, similares ao do tipo N95 presente nas máscaras usadas hoje pelos profissionais de saúde.

Os filtros são inseridos em respiradores nas laterais da máscara e protegidos por tampas, que impedem o contato físico e a contaminação pelo toque direto com as mãos.

A quantidade de material necessário para produzir os filtros também é muito inferior à utilizada para produção das máscaras convencionais, compara Simões.

“O tempo para substituição dos filtros precisará ser estabelecido pelos serviços de saúde”, pondera.

Fotos: Nanox / divulgação;  Fonte: Agência Fapesp – Elton Allison

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Braskem firma parcerias para produção de calçados e máscaras para profissionais de saúde na linha de frente do combate à covid-19

19/06/2020

  • A resina doada foi utilizada para produção de 18 mil calçados hospitalares e 250 mil máscaras de proteção para hospitais da rede pública em Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins
  • Calçado hospitalar produzido pela Alpargatas em parceria com a Braskem

A Braskem se uniu à Alpargatas, indústria de bens de consumo, para confecção de equipamentos de proteção individual (EPIs), como calçados e máscaras de uso hospitalar, destinados aos profissionais de saúde que atuam na linha de frente de combate à Covid-19. Os calçados já estão sendo distribuídos para hospitais em São Paulo (SP) e as máscaras estão sendo doadas para a rede pública de Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro e Tocantins.

Os calçados foram produzidos a partir de 4,6 toneladas de resina EVA doadas pela Braskem. Já as máscaras foram confeccionadas pela Alpargatas a partir de nãotecido, feito com resina de polipropileno (PP) doada pela Braskem à Fitesa, mais uma parceira da companhia nas iniciativas para o enfrentamento do novo coronavírus.

No estado de São Paulo (SP), os calçados, ao todo 18 mil pares, foram entregues ao governo estadual, responsável pela distribuição aos hospitais. No Rio de Janeiro (RJ) e em Duque de Caxias (RJ), com apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), foram distribuídas mais de 50 mil máscaras de proteção ao Hospital Municipal de Duque de Caxias e aos Hospitais Federais do Andaraí, Bonsucesso, Cardoso Fontes, Graffé Guinle, Ipanema, Lagoa e Servidores, além da Secretaria de Estado de Saúde. Na Bahia, a rede municipal de Camaçari recebeu 150 mil máscaras. Para a rede pública de saúde do Tocantins, a iniciativa repassou 10 mil máscaras.

Já para Maceió (AL), foram doadas 40 mil máscaras, sendo 20 mil para as Secretarias de Saúde do município e do Estado. Parte deste volume será repassada aos profissionais da saúde que atuam no Centro de Triagem inaugurado em abril deste ano pela própria Braskem, com apoio do Governo de Alagoas, com o objetivo de desafogar a rede pública da saúde durante a crise da covid-19. O espaço é utilizado para atender pacientes com sintomas de gripe.

Os hospitais beneficiados foram selecionados pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde das respectivas regiões. “Estamos mobilizando diversos parceiros e demais integrantes da nossa cadeia de valor para encontrar alternativas rápidas, seguras e eficazes que possam ajudar o Brasil a atravessar esse período desafiador. Estamos engajados em uma série de iniciativas que apoiam hospitais e comunidades próximas das nossas unidades fabris no país e a Alpargatas e a Fitesa são aliadas essenciais nesse movimento. O momento é de união e de demonstrar, na prática, o quanto o nosso setor pode ajudar a sociedade, especialmente na área de saúde”, afirma Edison Terra, vice-presidente de Olefinas e Poliolefinas da Braskem na América do Sul.

“Acreditamos que o caminho para superarmos a crise humanitária que estamos vivendo é trabalhar em união de esforços com outras empresas, representantes de comunidades, entidades de ajuda. Com empatia e solidariedade somos mais fortes para combater o coronavírus e seus efeitos”, afirma Roberto Funari, CEO da Alpargatas.

“As doações junto aos parceiros reforçam a importância da consciência coletiva nos mais diversos segmentos para superarmos este momento delicado da saúde mundial. Ficamos felizes em poder fornecer material com o nível de exigência técnica necessária no combate à pandemia. Tornamos isso uma questão prioritária em nossa operação”, afirma Silverio Baranzano, CEO da Fitesa.

Iniciativas da Braskem para apoiar os profissionais da saúde durante o período de covid-19

Além da ação recente com Alpargatas, a Braskem doou mais de 370 toneladas de resinas plásticas para produção de embalagens para 750 mil litros de álcool líquido e em gel e 500 mil almotolias, um tipo de frasco plástico utilizado em ambiente hospitalar para preservar álcool líquido ou em gel. Parte da resina também foi utilizada pela Fitesa, parceira da Braskem, para confecção do nãotecido (TNT) usado na produção de mais de 60 milhões de máscaras e aventais. Todos os itens foram doados para hospitais de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Para os hospitais, a Braskem ainda distribuiu 10 mil caixas de hipoclorito para diluição ou uso como água sanitária e mais de 150 mil sacos plásticos para lixo hospitalar. Além disso, a empresa, está doando 90 toneladas de gás liquefeito de petróleo, conhecido como GLP, para dois hospitais de campanha construídos na cidade de São Paulo, um no centro de eventos do Anhembi, na zona norte, e outro no Complexo Ginásio do Ibirapuera, na zona sul. O gás está sendo utilizado na preparação de mais de três mil refeições diárias para pacientes e profissionais da saúde, no aquecimento de chuveiros e no funcionamento de lavanderias.

Em Maceió (AL), onde a companhia também está presente, uma ação conjunta com o governo estadual viabilizou a construção de um Centro de Triagem com 30 salas de atendimento, salas de raio-x, exames laboratoriais e administração de medicamentos. Os profissionais da saúde atendem a pacientes com sintomas de gripe e a iniciativa evita aglomerações no Hospital Geral do Estado, contribuindo para desafogar a rede pública da cidade.

Ações da Braskem para apoiar comunidades no enfrentamento do novo coronavírus

Neste momento, as iniciativas se concentram na doação direta de itens essenciais considerando o atual cenário. Para os trabalhadores de cooperativas de reciclagem, por um período de três meses, a companhia vai doar cestas básicas. Mais de duas mil famílias, cerca de 15 mil pessoas, serão beneficiadas com essa ação.

Entre o fim de abril e o início de maio, a Braskem também doou mais de 50 mil kits de limpeza contendo produtos como detergente, água sanitária, álcool em gel, sabonete em barra e um folheto informativo com dicas de prevenção à covid-19. A iniciativa beneficiou cerca de 200 mil pessoas nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Para mais informações sobre as iniciativas da Braskem para ajudar o Brasil a enfrentar o novo coronavírus, acesse o site www.braskem.com.br/covid-19 .

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PICPlast divulga estudo sobre a indústria de reciclagem do plástico no Brasil

19/06/2020

  • Indústria de reciclagem mecânica teve um faturamento bruto em 2018, de R$ 2,4 bilhões, gerando 18.662 empregos
  • Em 2018 foram recicladas 757 mil toneladas de plástico pós-consumo, enquanto em 2016 o volume reciclado foi de 550 mil toneladas, um crescimento de 37%

Entender o tamanho da indústria de reciclagem no Brasil foi o objetivo do estudo encomendado pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), e da Braskem e realizado pela MaxiQuim,  com dados referentes ao ano de 2018.

O ponto de partida do estudo foi um mapeamento das indústrias de reciclagem mecânica de plásticos. Foram encontradas 716 empresas em operação, sendo que a maioria da recicladoras (88,54%) encontra-se nas regiões sul e sudeste do país. Fora dessas regiões, o estado da Bahia se destaca com 17 empresas recicladoras.

Em 2018, o faturamento bruto da indústria da reciclagem foi de R$ 2,4 bilhões, com a geração de 18,6 mil empregos e capacidade instalada de 1,8 milhão de toneladas de plásticos.

Após esse mapeamento inicial, foram realizadas entrevistas individuais com 144 indústrias, 20% do universo nacional de recicladores, com o objetivo de entender melhor o volume de plástico reciclado, seu destino, os tipos de plásticos mais reciclados e estabelecer o índice de reciclagem do plástico.

Volumes de reciclagem no Brasil

Segundo o estudo, 3,4 milhões de toneladas de resíduo plástico pós-consumo foram geradas em 2018, sendo que 991 mil toneladas tiveram como destino a coleta seletiva, as cooperativas, os centros de triagem e/ou os sucateiros. Desse volume, 234 mil toneladas ainda se perderam no processo de reciclagem e acabaram tendo como destino os aterros. Dessa forma, o volume total de resíduos plásticos pós-consumo reciclados mecanicamente em 2018 foi de 757 mil toneladas.

“O último estudo que realizamos, em 2016, apontou um volume de resíduos plásticos reciclado de 550 mil toneladas. Ou seja, em dois anos, tivemos um crescimento de 37% na quantidade de plástico reciclado o que aponta para uma evolução do setor”, explica Simone Carvalho do comitê técnico do PICPlast.

O volume total de resíduo plástico consumido em 2018 foi de 1,3 milhão de toneladas, sendo que 34% foi gerado por PET, 21% por PEBD / PEBDL e 18% de PP.

Origem do plástico

A maioria do plástico reciclado tem origem no uso doméstico (54,3%). O restante se divide entre pós-consumo não doméstico (17,3%) e resíduo pós-industrial (28,4%). Entre os plásticos de pós-consumo doméstico, 44,7% era PET e 17,5% era PEBD/ PELBD. O PET também foi o material mais reciclado após o consumo não doméstico. Entre os resíduos industriais, a divisão maior ficou entre PEBD/ PELBD (29%) ou PP (28%).

“Entre o volume de plástico reciclado, 65% são artigos de uso único, que é a grande maioria dos resíduos destinados à reciclagem mecânica, com destaque para as embalagens”, explica Solange Stumpf, sócia da MaxiQuim.

A matéria-prima chegou aos recicladores por meio das próprias indústrias plásticas, (28%), pelos sucateiros (28%), pelos beneficiadores (15%), cooperativas (15%), empresas de gestão de resíduos (11%), catadores (11%) e direto da fonte geradora (2%).

A maioria do resíduo consumido veio do Sudeste do país (50%), seguido pelo Sul (29%), Nordeste (11%), Centro Oeste (6%) e Norte (4%). Aproximadamente 33,5% (ou 421 mil toneladas) do volume de resíduo consumido não provêm do mesmo estado sede dos recicladores. “Isso ocorre porque os recicladores estão concentrados nos grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, e apesar desses lugares possuírem coleta seletiva, a quantidade coletada não é suficiente para a capacidade instalada das recicladoras, complementa Solange.

Perdas no processo de reciclagem

O volume de resíduos plásticos que se perdem no processo de reciclagem é de 159 mil toneladas. Sendo o PET responsável por (54,3%). “O principal motivo das perdas ainda é a contaminação da sucata plástica com materiais indesejados, devido à triagem desqualificada. Além disso, materiais com adesivos, sujeira orgânica e, dependendo do material, cores indesejadas, contribuem para o descarte da sucata adquirida”, complementa Solange.

Produção transformada

Das 757 mil toneladas de resíduos reciclados, 328 mil toneladas ou 43,3% foram transformadas em PET seguidas de 18% transformadas em PEAD e 17% em PEBD/PELBD e 15% em PP. 18% do plástico reciclado é utilizado pela indústria de Higiene Pessoal e Limpeza Doméstica, 13% na Construção Civil, 10% no segmento de Bebidas, lembrando que na indústria de resinas recicladas apenas o PET tem regulação válida da ANVISA para contato com alimentos e bebidas, 9% no segmento de vestuário e têxtil e 9% em utilidades domésticas.

O plástico pós-consumo gerado

Em 2016, haviam sido geradas 2,1 milhões de toneladas de plástico pós- consumo. Em 2018 esse índice é 61% maior, chegando a 3,4 milhões de toneladas de resíduos plásticos. Desse total, 35% eram PEBD / PELBD, 23% eram PP, 18% PET e 14% PEAD. A maioria (52%) dos resíduos vem do Sudeste, sendo o Estado de São Paulo responsável por 30%.

“Vemos um crescente aumento da geração de plástico pós-consumo assim como ficamos bem animados de perceber que mais de 750 mil toneladas de resíduos plásticos foram recicladas, mesmo com a coleta seletiva e a reciclagem dos materiais restritas aos grandes centros. Se compararmos com outros países da União Europeia ou dos Estados Unidos, sabemos que fazemos um excelente trabalho de reciclagem mecânica. Contudo precisamos evoluir também na reciclagem energética, já que os plásticos são fundamentais no processo e já servem como combustível para que o processo ocorra com eficiência, bem como na reciclagem química”, finaliza Solange.

Foto: Movimento Plástico Transforma (site)

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Eastman destaca esforços globais de combate à Covid-19

19/06/2020

Companhia adota diversas iniciativas ao redor do mundo para contribuir com profissionais da saúde e ajudar a enfrentar a pandemia

Ao redor do mundo, membros da Eastman têm colaborado para auxiliar profissionais da saúde que estão na linha de frente de combate à pandemia da Covid-19. A Eastman, uma fabricante de especialidades químicas encontradas em uma gama de produtos utilizados no cotidiano, está fornecendo materiais para ajudar na produção de itens críticos necessários para produtos médicos, de saúde e de higiene que estejam em falta ou com estoque baixo. Até o momento, a companhia fez as seguintes contribuições:

  • 10.000 protetores faciais para hospitais de Massachusetts, graças a uma colaboração com a SMC Ltd.;
  • Doação de resinas de copoliéster para a PRP Creation como parte de um esforço de companhias de cosméticos para produção de 475.000 garrafas de álcool em gel para mãos para organizações de saúde na França;
  • Distribuição de películas para vidros para a Harlow College produzir mais 300 protetores faciais para trabalhadores de hospitais do Reino Unido;
  • Colaboração com a Comissão de Ensino Superior do Tennessee e as universidades do estado para ajudar na produção de 10.000 protetores faciais;
  • Ajuda à Universidade de Purdue com doação de mais de 50 metros quadrados de material para a produção de mais de 3.000 lentes para óculos de proteção e 4.000 protetores faciais para equipes médicas;
  • Parceria com a Rotuba para produção de 75 a 100 mil protetores faciais por semana para proteger profissionais da saúde, donos de pequenos negócios e cidadãos na luta contra a COVID-19;
  • Doação de copoliésteres para companhias (3D Lab e MMS Plásticos) no Brasil produzirem mais de 20.000 protetores faciais para hospitais;
  • Doação de EPIs críticos incluindo 180 máscaras N95 e 4.400 luvas de nitrilo para atendentes primários em Massachusetts;
  • Parceria com o Groupe SEB (Arno) e a MMS Plásticos para a produção de mais de 25.000 protetores faciais para doação, sobretudo, na região nordeste;
  • Doação de US$ 1 milhão em apoio às organizações de apoio comunitário e de apoio à trabalhares da linha de frente no combate à pandemia através da Eastman Foundation;
  • Parceria com a Suntech para produção de óculos de proteção doados pelo Brasil;
  • Doação de 600 unidades de protetores faciais para a prefeitura de Mauá, onde localiza-se uma das plantas da Eastman no Brasil, doar para os trabalhadores essenciais (saúde, limpeza pública, defesa civil, guarda municipal);
  • 3.000 m2 de material doado para a ETC, fabricante de tecnologia de iluminação e de aparelhamento, que vai produzir protetores faciais para serem distribuídos no Wisconsin e nos Estados Unidos;
  • Conversão de uma planta-piloto em sua maior fábrica nos Estados Unidos para produzir álcool em gel para mãos para escolas da área e profissionais que trabalham em emergências.

“Colaborações rápidas e criativas em nossas comunidades estão causando um impacto”, diz o membro do conselho e CEO da Eastman, Mark Costa. “Estou muito orgulhoso do trabalho duro dos funcionários da Eastman, guiados pela perspectiva compartilhada de que nosso trabalho hoje ajudará a conter a expansão do vírus amanhã. A coragem, determinação e espírito inovador de cada um deles vai ajudar a Eastman e nossas comunidades locais a atravessarem essa situação e contribuirem com as necessidades do mundo”.

As capacidades de produção da Eastman já existentes também ajudam a prevenir a propagação da Covid, assim como no tratamento médico daqueles que contraem o vírus ou outras doenças. Os produtos da Eastman estão em produtos de limpeza, embalagens para prevenir a contaminação de alimentos, medicamentos e produtos de cuidados médicos e de cuidados pessoais, produtos de higiene pessoal, sabonetes e antissépticos, equipamentos de proteção individual utilizados por equipes médicas e medicamentos sob prescrição e isentos de prescrição.

A Eastman também produz intermediários tais como polímeros PCT usados em filtros de inaladores, copoliésteres Eastman Tritan e os elastômeros Ecdel, que podem ser encontrados em biorreatores e bolsas de bioerrator utilizados no desenvolvimento de vacinas, o Tritan e os celulósicos Tenite, usados para a entrega de medicamentos de administração intravenosa e em câmaras de bureta e o plastificante não ftalato Eastman 168, usado para a produção de bolsas para aplicações intravenosas e tubulação médica. Por conta da sua durabilidade, afirma a Eastman, produtos médicos feitos com Tritan suportam uma ampla variedade de desinfetantes hospitalares e rigorosos protocolos de limpeza, usados para impedir a propagação de infecções. Os produtos da Eastman também aparecem em descartáveis médicos, como cotonetes e tubos de ensaio, e em produtos duráveis, como monitores de pacientes e termômetros eletrônicos.

Durante a pandemia, os plastificantes não ftalatos Benzoflex, fabricados em Chestertown, nos Estados Unidos, continuam a ser usados em adesivos e rotulagens de embalagens de alimentos, auxiliando a segurança do armazenamento e suprimento desses produtos. As resinas adesivas da Eastman produzidas em Jefferson, também nos EUA, são usadas para fabricação de máscaras N95. Essas mesmas resinas estão presentes em produtos de limpeza e desinfetantes procurados nos mercados. A empresa também produz acetato de etila, um material-chave para a embalagem de testes para COVID-19, que abastecem diretamente hospitais.

Saber que os materiais da Eastman são úteis para o mundo mantém Jeff Mann motivado. Mann é um dos milhares de membros da Eastman que estão mantendo as plantas globais da companhia ativas. “Tenho orgulho do trabalho que estamos fazendo como companhia. Isso me ajuda a entender como o meu trabalho e o do meu time são importantes para o mundo”, diz ele. “Eu acordo todos os dias ciente de que o que faço está fazendo uma diferença na nossa comunidade”.

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Dow estabelece metas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e de resíduos plásticos

17/06/2020

  • A Companhia deve alcançar a neutralidade de carbono até 2050;
  • Um milhão de toneladas métricas de plástico devem ser coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030;
  • 100% dos produtos da Dow serão vendidos em aplicações de embalagens reutilizáveis ou recicláveis até 2035

A Dow anunciou, hoje, novos compromissos para enfrentar as mudanças climáticas e os resíduos plásticos em seu ciclo de produção. Segundo a empresa, o seu objetivo é tornar-se a companhia de ciência dos materiais mais inovadora, centrada no cliente, inclusiva e sustentável do mundo. Pelo 17º ano consecutivo, a Companhia também emitiu seu Relatório de Sustentabilidade (ano 2019), destacando os avanços realizados e os resultados alinhados aos seus Objetivos de Sustentabilidade para 2025.

“O anúncio de hoje é o próximo passo de uma jornada de sustentabilidade iniciada há mais de 30 anos. As mudanças climáticas e os resíduos plásticos estão entre os maiores problemas técnicos, sociais e econômicos que o mundo já enfrentou, e nossos produtos e tecnologias são essenciais para lidarmos com ambos”, disse Jim Fitterling, Chairman e CEO da Dow. “Temos a responsabilidade e a oportunidade de sermos líderes no enfrentamento desses desafios globais. Um futuro mais sustentável é viável, mas somente se continuarmos a encarar esses problemas de frente, se nos responsabilizarmos e trabalharmos juntos para viabilizar novas soluções baseadas na ciência e tecnologia e criando soluções que enderecem diretamente essas duas problemáticas.”

As novas metas de sustentabilidade enunciadas pela Dow, que se alinham aos objetivos de sustentabilidade para 2025, incluem:

  • Proteger o Clima: até 2030, a Dow reduzirá suas emissões anuais líquidas de carbono em cinco (5) milhões de toneladas, ou 15% em relação a 2020. Além disso, a empresa pretende ser neutra em emissões de carbono até 2050, alinhada ao Acordo de Paris. A companhia está comprometida a implementar e avançar em tecnologias para fabricação de produtos que utilizem menos recursos e que ajudem os clientes a reduzirem suas pegadas de carbono.
  • Eliminar os resíduos: até 2030, a Dow ajudará a reduzir a emissão de resíduos por meio da coleta, reutilização e/ou reciclagem de 1 milhão de toneladas métricas de plástico, por meio de suas ações e parcerias. A companhia está investindo e colaborando no desenvolvimento de tecnologias e infraestruturas importantes que aumentem significativamente a reciclagem global.
  • Fechar o Ciclo: até 2035, a Dow ajudará a impulsionar uma economia circular do plástico por meio da adoção de embalagens que sejam reutilizáveis ​​ou recicláveis para a comercialização de 100% de seus produtos. A companhia também está comprometida em redesenhar e oferecer soluções reutilizáveis ​​ou recicláveis ​​para aplicações de embalagens.

Além das ações que a Dow já realizou ao redor do mundo para atingir seus objetivos de sustentabilidade, a companhia confirmou hoje que estabeleceu novos acordos de fornecimento de energia renovável para suas unidades fabris na Argentina, no Brasil e nos Estados Unidos (nos estados do Texas e do Kentucky), garantindo 338 megawatts adicionais de capacidade energética de origem renovável. Segundo a empresa, isso representa uma redução de mais de 225 mil toneladas métricas de CO2. Além disso, a companhia afirma estar a caminho de exceder sua meta de adquirir 750 MW de capacidade de energia renovável até 2025.

A Dow afirma que muitos dos seus produtos reduzem as emissões de gases de efeitos estufa dos clientes de forma mais significativa do que as emissões de carbono usadas para produzi-las, por meio de aplicações como automóveis mais leves e com menor consumo de combustível; edifícios com maior eficiência energética; e alimentos que se mantém seguros e frescos por mais tempo – tudo isso focado em um mundo que deve adicionar uma população de mais 2 bilhões de pessoas até 2050.

Hoje, a Dow também apresentou uma nova linha de resinas plásticas recicladas mecanicamente para aplicações de embalagens plásticas flexíveis e rígidas, que, segundo a empresa, te potencial de redução das pegadas de carbono e energia das aplicações de até 20 a 30%.

Os objetivos da Dow relacionados aos resíduos plásticos estão projetados para garantir que seus investimentos e colaboração, incluindo seus compromissos e investimentos na Alliance to End Plastic Waste e Circulate Capital, tenham metas claras para impedir que os resíduos acabem no meio ambiente e para direcionar a indústria da ciência dos materiais a uma economia circular. Outras ações da Dow para promover tecnologias de reciclagem, ajudar os clientes a desenhar produtos para reciclagem e apoiar projetos de infraestrutura e educação podem ser acessados aqui.

“Reduzir o impacto das mudanças climáticas e eliminar o resíduo plástico são desafios sociais interligados. Como fabricantes de tecnologias essenciais para uma economia de baixo carbono, estamos desenvolvendo e investindo em novos processos de produção de baixa emissão e mais eficientes. E agora estamos olhando para o resíduo como um recurso que nos permitirá continuar inovando em materiais mais sustentáveis” comentou Mary Draves, Vice-presidente e Chief Sustainability Officer da Dow.

A companhia também afirmou que irá colaborar com instituições de ensino e pesquisa, ONGs, especialistas em auditoria, parceiros de tecnologia e entre outros membros da indústria para incentivar o desenvolvimento e a comercialização de produtos e tecnologias de baixo carbono, que reduzam as emissões globais de gases de efeito estufa (GEE). Essas medidas visam assegurar que as empresas possam prestar contas da redução desses gases. A empresa pretende compartilhar mais informações sobre essa colaboração ainda este ano.

Conforme descrito no Relatório de Sustentabilidade da Dow de 2019, divulgado hoje, a Companhia obteve um avanço significativo em relação aos Objetivos de Sustentabilidade para 2025. Segundo a empresa, desde 2006 a Dow reduziu suas emissões de GEE em 15%, incorporou um preço de carbono ao seu planejamento de negócios e investiu em capacidade de energia renovável. A empresa afirma ser a usuária número um de energia limpa na indústria química e está entre as 25 principais corporações globais em termos de uso de energia renovável.

A Dow está presente em negócios de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones, oferecendo uma ampla gama de produtos e soluções em segmentos de mercado de alto crescimento, tais como embalagens, infraestrutura e atendimento ao consumidor. A Dow opera 109 plantas em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. A Dow presentou resultados de vendas de aproximadamente US$ 43 bilhões em 2019.

Foto: Dow

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BASF conclui etapa de integração de equipes após aquisição do negócio de poliamidas da Solvay

17/06/2020

  • Processo de aquisição do negócio de poliamida da Solvay tem mais uma etapa concluída
  • Engenheiro químico, Fernando Barbosa, comanda o negócio da BASF

A BASF está finalizando a fase de integração da equipe de poliamidas, em mais uma etapa importante no processo de aquisição do negócio de poliamidas da Solvay, que passou a fazer parte da área de Materiais de Performance da companhia no início deste ano. Com a ampliação da atividade no setor, o negócio de Materiais de Performance ganha o comando de um vice-presidente para América do Sul, Fernando Barbosa, que já atuava como diretor de Dispersões, Resinas e Aditivos na empresa.

“Temos um enorme potencial no mercado de plásticos de engenharia e a certeza de que seremos os melhores parceiros no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis. Nossa estratégia de foco no cliente se fortalece com a ampliação de portfólio e vemos com otimismo as perspectivas de crescimento do negócio na região”, considera Barbosa. “A fase de integração de equipes está sendo muito valiosa. A BASF valoriza a experiência e competência dos colaboradores e procura potencializar os diversos talentos”, afirma o executivo.

Com a aquisição, a capacidade de oferecer produtos inovadores numa ampla variedade de plásticos de engenharia foi fortalecida na região, inclusive com a possibilidade de um tempo mais curto entre produção e entrega, laboratórios locais, suporte técnico e total apoio no pós-venda.

A companhia também passa a estar presente em toda a cadeia de valor da poliamida 6.6, por meio da integração reversa com a principal matéria-prima, a adiponitrila (ADN), garantindo confiabilidade em termos de fornecimento.

Nova liderança

Fernando Barbosa assumiu no início de junho o posto de vice-presidente para Materiais de Performance da BASF para a América do Sul. Engenheiro químico formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), com MBA em finanças pela Fundação Getúlio Vargas, Barbosa já completa mais de 20 anos de trabalho na BASF. Começou sua carreira na companhia no desenvolvimento e serviço técnico de sistemas de poliuretano, ascendendo profissionalmente até a posição de gerente sênior de sistemas e elastômeros de poliuretano para a América do Sul em 2009. Depois de quase três anos, tornou-se diretor de Químicos para Papel, seguindo para o negócio de Dispersões, Resinas e Aditivos, onde chegou a head para a América do Sul.

A BASF conta com mais de 117.000 colaboradores em quase todos os países do mundo. O portfólio da empresa é organizado em seis segmentos: Químicos, Materiais, Soluções para Indústria, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados Pessoais e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de 59 bilhões de euros em 2019.

A divisão de Materiais de Performance da BASF engloba sob o mesmo teto o know-how de materiais da empresa em relação a plásticos inovadores e personalizados. Mundialmente ativa em quatro grandes setores da indústria – transporte, construção, aplicações industriais e bens de consumo – a divisão tem um amplo portfólio de produtos e serviços combinados.

Foto: BASF/divulgação

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Abipet divulga dados do 11º Censo da Reciclagem do PET no Brasil

17/06/2020

  • Volume reciclado corresponde a 55% das embalagens descartadas em 2019.
  • Com investimento realizado, indústria está pronta para o aumento da reciclagem nos próximos anos

O Brasil reciclou 55% das embalagens de PET descartadas pela população em 2019. O volume equivale a 311 mil toneladas do produto – 12% acima do registrado em 2018 –, que geraram um faturamento de mais de R$ 3,6 bilhões, o correspondente a 36% do faturamento total do setor do PET no Brasil.

As informações são do 11º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, elaborado pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), com a participação de 160 empresas de todo o País. Esse grupo está dividido entre recicladores (22%); aplicadores, que são empresas que adquirem e utilizam o PET reciclado em seus produtos (70%); e integradores, que fazem a reciclagem e também utilizam o material na fabricação de itens que retornam ao mercado (8%).

“O crescimento verificado em 2019 é reflexo do fortalecimento da economia circular, composta por uma indústria diversificada, que utiliza o PET reciclado em seus produtos. A criação dessa cadeia, feita ao longo de 20 anos, resulta em uma demanda consistente, que cria valor à reciclagem do PET”, afirma Auri Marçon, diretor executivo da Abipet.

De acordo com o executivo, o desempenho brasileiro é superior ao de países desenvolvidos, como os Estados Unidos, por exemplo, que reciclam 29% de suas embalagens PET. Mesmo a União Europeia que, apesar de coletar 58,2% do PET pós-consumo, não recicla o material e envia boa parte dele para ser processado em outros países. A amplitude no uso do PET reciclado acontece porque o Brasil é um líder mundial em diferentes aplicações para o PET reciclado, o que gera demanda pelo produto, revertido em faturamento e renda para diversos elos da sociedade.

Os principais consumidores/aplicadores de PET reciclado no Brasil são os fabricantes de pré-formas e garrafas, com 23% do total, num processo conhecido como “bottle to bottle”, principalmente em decorrência do aumento da produção de embalagens em grau alimentício (food grade), que nos últimos anos mostrou uma grande evolução tecnológica. Em seguida vem a indústria têxtil (22%), laminados e termoformados (bandejinhas) (17%), setor químico (15%) e fitas de arquear (10%). Outras aplicações respondem pelo uso dos 10% restantes do PET reciclado.

Em razão dessa diversidade, o PET reciclado é encontrado em peças de vestuário – basicamente o poliéster utilizado na composição dos tecidos –, garrafas plásticas e embalagens utilizadas por grandes fabricantes de refrigerantes e bebidas, produtos de beleza e limpeza, tintas e vernizes, tapetes e carpetes automotivos, entre outros.

O Censo realizado pela Abipet também identificou que, devido às limitações no sistema de coleta, as empresas de reciclagem trabalham, em média, com ociosidade superior a 30%. Isso significa que, em razão de investimentos já realizados, a indústria está pronta para absorver um eventual crescimento da reciclagem nos próximos anos.

Para o Executivo da Abipet, no entanto, esse aumento só virá a partir da construção de grandes centros de triagem para separar materiais recicláveis, do aumento da coleta seletiva e do número de cooperativas de catadores. “Somente essas iniciativas, associadas ao descarte correto feito pelos cidadãos, serão capazes de abastecer as linhas de reciclagem. Precisamos impedir que as embalagens continuem sendo enterradas em lixões e aterros, resultando em um desperdício de matéria-prima que poderia ser muito útil à sociedade, gerando emprego, renda e, obviamente, preservando o meio ambiente”, conclui.

Coronavírus: desafio para 2020?

A dificuldade que a pandemia de coronavírus gera, tanto para a coleta de materiais como para a demanda por produto reciclado, representa o principal desafio para que o Brasil mantenha a curva de crescimento da reciclagem do PET verificada nos últimos anos. A atividade se acelerou em 2019 e retornou ao patamar positivo de 2014, antes da crise econômica.

O risco de infecção pelo coronavírus, porém, traz algum risco de redução da coleta, diante da possibilidade de interrupção da atividade de catadores, cooperativas e comerciantes de recicláveis (sucateiros). Isso mesmo diante de um cenário de aumento do desemprego, que pode levar parte da população a essa atividade de subsistência.

A situação é menos crítica entre os recicladores. No caso do PET, devido a sazonalidades normais dentro da cadeia, as empresas formam estoque de matéria-prima suficiente para um ou dois meses de atividade. Além disso, alguns segmentos consumidores do PET reciclado vêm diminuindo a demanda pelo produto utilizado em seus produtos, como é o caso de setores como têxtil, químico, forrações e peças automotivas e para construção civil.

Por ser uma commodity internacional, o mercado do PET acaba sendo orientado pelo preço do petróleo no mercado mundial, que tem levado à redução do valor da resina virgem em relação ao reciclado. Embora a atual taxa de câmbio compense boa parte dessa queda, a influência dos preços da resina virgem pressionam para baixo o preço do material reciclado, que historicamente não tem tanta flexibilidade para redução, porque já trabalha com margens baixas, tanto na etapa da coleta como na atividade industrial.

Fundada em 1995, a Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), é uma entidade sem fins lucrativos que reúne a cadeia produtiva do setor de PET: fabricantes de resina, embalagens, equipamentos e recicladores de PET. A Entidade representa aproximadamente 80% da indústria no Brasil e é a maior do segmento em toda a América Latina. Tem como objetivos promover a utilização e reciclagem das embalagens de PET, incentivar o desenvolvimento tecnológico, aplicações para o material reciclado e divulgar as ações do setor.

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Tomra Sorting Recycling lança novidades e soluções avançadas de seleção para processos de reciclagem em apresentação online

12/06/2020

Autosort de nova geração, lançado durante a apresentação online da Tomra

O dia 9 de junho marcou o lançamento global das novidades e soluções avançadas de seleção da Tomra Sorting Recycling para atender à atual e futura demanda por triagem de material, de forma mais rápida, eficiente e inteligente. Sob o tema “Sinfonia de todos os tipos”, a Tomra Sorting Recycling lançou formalmente dois novos produtos – a nova geração da tecnologia Autosort e o Autosort SpeedAir, assim como também apresentou planos para o lançamento de uma terceira novidade, o Autosort Cybot.

Os lançamentos dos produtos deveriam ocorrer originalmente na IFAT 2020, mas com o evento cancelado devido à pandemia de Covid-19, a Tomra adaptou seus planos e, em vez disso, lançou os novos produtos de forma digital. O tema “Sinfonia de todos os tipos” da Tomra foi escolhido para refletir a maneira como o Autosort de última geração e seus produtos complementares criam uma sinfonia perfeitamente harmonizada para selecionar todos os tipos de resíduos com precisão e sofisticação avançadas.

Especialistas da equipe global da Tomra fizeram apresentações sobre os lançamentos para aproximadamente 1000 participantes digitais em todo o mundo, incluindo representantes da imprensa internacional e regional. As sessões interativas de perguntas e respostas permitiram aos participantes obter mais informações sobre os novos produtos e ouvir as previsões da Tomra sobre o futuro global da seleção baseada em sensores.

Pelo feedback positivo recebido dos participantes, a Tomra Sorting acredita no grande interesse pelo modelo mais avançado de seu sistema Autosort de nova geração. O sistema de seleção baseado em sensores altamente compacto pode ser usado para diversas aplicações de separação de materiais. Segundo a Tomra, o sistema é também flexível e atualizável, reunindo as mais recentes tecnologias da Tomra para oferecer alta precisão em tarefas complexas de separação com alta capacidade. O sistema pode ser facilmente integrado a qualquer processo de seleção existente ou novo, conforme confirmado por um grande número de projetos-piloto iniciais, afirma a empresa.

De acordo com a Tomra, a nova geração do Autosort é equipada com diversos sensores e utiliza análise de dados para identificar os objetos, sendo capaz de separar materiais difíceis ou anteriormente impossíveis de serem separados através de tecnologias convencionais. Incorporada como item de série no mais recente Autosort está a tecnologia Sharp Eye da Tomra, que aumenta a intensidade da iluminação enquanto mantém o mesmo consumo de energia, aprimora a nitidez da seleção e melhora a eficiência de separação de frações complexas, afirma a empresa norueguesa.

O sistema também apresenta uma nova e aprimorada versão da tecnologia de detecção avançada Flying Beam, exclusiva e patenteada pela Tomra. Segundo a empresa, os benefícios da nova versão incluem uma melhor eficiência de luz que permite maior desempenho com baixos custos operacionais; design compacto permitindo instalação fácil e flexível; e a eficiência aprimorada do sinal de luz, que resulta em melhor detecção.

Graças à integração da tecnologia Sharp Eye e Flying Beam, o Autosort oferece consistentemente alto desempenho em termos de precisão de separação em todas as frações alvo – mesmo nas aplicações mais complexas, garante a fabricante do sistema.

Entre os opcionais do sistema tem o novo Deep Laiser, que se destaca por sua flexibilidade e diversidade de informações que é capaz de obter, afirma a Tomra. O reconhecimento de objetos permite uma otimização mais profunda da identificação, o que melhora significativamente o desempenho do processo de seleção, assegura a empresa. Outra área de aplicação é o uso de Inteligência Artificial via Deep Learning. O Deep Laiser é um dos primeiros sistemas de Deep Learning totalmente integrados do mercado.

Fabrizio Radice, vice-presidente comercial e de marketing global da Tomra Sorting Recycling, comenta: “Trabalhamos em estreita colaboração com nossos clientes e integradores de linhas completas para garantir que nossos produtos atendam consistentemente aos requisitos exigidos pelos clientes finais. Nosso sistema Autosort de nova geração é um desenvolvimento incrivelmente empolgante, pois o uso de sensores versáteis e software inteligente permitirá atender às demandas de toda uma série de aplicações de seleção atuais e futuras”.

Os participantes do evento de lançamento digital da Tomra também conheceram outra novidade desenvolvida pela Tomra – o Autosort SpeedAir, um componente adicional da linha Autosort da Tomra. De acordo coma Tomra, o Autosort SpeedAir é um sistema altamente personalizável, projetado para estabilizar materiais leves – como filmes plásticos ou papel – na esteira de aceleração, promovendo uma capacidade maior e melhorando a qualidade da seleção.

Autosort SpeedAir

A demanda da indústria por maiores capacidades reflete-se na necessidade de esteiras de aceleração com velocidades ainda mais altas. O Autosort SpeedAir incorpora entradas de ar acionadas por ventiladores controlados que geram um fluxo de ar constante sobre a esteira de aceleração para impedir que o material na esteira de aceleração se mova. Ao dobrar a velocidade das esteiras de aceleração para até 6 metros por segundo, a capacidade é muito maior e a qualidade da saída é consistentemente alta. Segundo a Tomra, os clientes se beneficiam de um melhor retorno do investimento, além de menores custos de instalação e operação. Além disso, é o primeiro sistema no mercado sem fechamento sobre a esteira, afirma a fabricante. Com isso, o acesso à unidade para manutenção é muito mais rápido e a probabilidade de um bloqueio de material é muito menor em comparação aos sistemas convencionais no mercado, assim como o risco de parada do sistema.

Além do lançamento da nova geração Autosort e Autosort SpeedAir, o terceiro e último produto mencionado no evento foi o lançamento do primeiro robô da Tomra, o Autosort Cybot. O sistema compreende um scanner Autosort de nova geração, um sensor eletromagnético e um braço robótico. É o primeiro robô do mercado que combina quatro tecnologias ao mesmo tempo: espectroscopia de infravermelho próximo (NIR) e luz visível (VIS), Deep Laiser e, se necessário, indução para recuperação de metais ferrosos e não ferrosos. Segundo a Tomra, o braço robótico Autosort Cybot é capaz de separar simultaneamente o fluxo de material em quatro frações diferentes, dependendo do tamanho do material, cor e critérios das frações alvo.

Autosort Cybot

Com instalações de triagem e reciclagem que exigem níveis de automação ainda mais altos, o Autosort Cybot estará disponível em breve, sendo outro componente de valor agregado que complementa a linha Autosort, mas que também pode operar como uma unidade autônoma. Antes de seu lançamento oficial, testes de material podem ser realizados no Centro de Testes da Tomra para confirmar suas capacidades.

Valerio Sama, vice-presidente de desenvolvimento de produtos, acrescenta: “A adição de um braço robótico ao nosso sistema Autosort oferece novas oportunidades de soluções altamente automatizadas no processo de triagem e seleção e proporcionará um nível ainda mais alto de controle de qualidade de recicláveis como PEAD, PET e PP”.

Tom Eng, vice-presidente sênior da Tomra Sorting Recycling, conclui: “Estamos muito satisfeitos com o desempenho do evento de lançamento digital. A Covid-19 estimulou novas maneiras de trabalhar e se comunicar e, como tal, ficamos mais do que felizes em testar uma plataforma de lançamento digital pela primeira vez e provavelmente não a última, devido ao seu sucesso! O lançamento proporcionou uma oportunidade de mostrar nossa variedade de tecnologias complementares, conectadas e perfeitamente harmonizadas que, juntas, oferecem uma sinfonia capaz de selecionar todo tipo de resíduo com desempenhos de seleção incomparáveis e com capacidade e eficiências impressionantes. Os participantes tiveram a chance de ouvir a sinfonia – os sons de todas as nossas máquinas – e foram cativados por ela!”.

Sessão virtual de Perguntas e Respostas, após apresentação “Sinfonia de todos os tipos” da Tomra

A “Sinfonia de todos os tipos” da Tomra continua e será agora realizada em diversos idiomas para alcançar pessoas ao redor do mundo, considerando a grande abrangência de sua atuação. No Brasil, o evento em português ocorrerá no dia 19/06 às 9h também de forma digital.

Para mais detalhes sobre os produtos e as novidades da Tomra apresentados no evento de lançamento digital realizado ontem, visite www.symphonyofallsorts.com.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Segundo a empresa, cerca de 6.000 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 815 milhões de euros e emprega mais de 4.000 pessoas globalmente.

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Braskem assina contratos com a Petrobras para fornecimento de nafta para unidades industriais na Bahia e Rio Grande do Sul

12/06/2020

A Braskem informou ter assinado dois novos contratos com a Petrobrás para fornecimento de nafta petroquímica, um com foco no abastecimento das unidades industriais na Bahia e outro para atender às fábricas no Rio Grande do Sul. Os documentos garantem o fornecimento de volume mínimo anual de 650 mil toneladas, considerando o adicional máximo de até 2,8 milhões de toneladas por ano, com preço de 100% da referência internacional ARA (Amsterdã, Roterdã e Antuérpia – o custo médio da nafta nesses três grandes mercados). Com prazo de cinco anos, os acordos entram em vigor em dezembro de 2020, quando se encerra o contrato atual.

Segundo a empresa, os acordos garantem competitividade à cadeia de valor e viabilizam investimentos e novos negócios ao setor petroquímico

De acordo com informações do Valor Econômico, os acordos para suprimento de nafta para o complexo de São Paulo e de etano e propano para o polo do Rio de Janeiro, em Duque de Caxias, ainda estão sendo discutidos.

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Stadler focaliza reciclagem de PET no contexto da economia circular

12/06/2020

Leve e barato, o plástico é um dos materiais mais usados no mundo, mas sua extrema durabilidade significa que o gerenciamento eficaz do fim da vida útil é fundamental. A reciclagem é, portanto, uma solução indispensável para o processamento de resíduos plásticos. A reciclagem reduz a demanda por recursos brutos, requer menos energia para processamento e reduz a quantidade de plástico no aterro.

O PET é o plástico mais reciclado e apresenta várias vantagens quando usado para envase de produtos. Em primeiro lugar, é um polímero muito inerte, o que torna as embalagens PET adequadas para armazenar alimentos, já que o material praticamente não interage com o conteúdo. Ele tem a propriedade de criar uma barreira para oxigênio e água e pode ser facilmente moldado, sendo também altamente resistente e muito leve – perfeito para garrafas de bebidas. Além disso, ele pode ser usado para produzir garrafas transparentes, o que não é possível com PE ou PP.

Reciclagem de PET – uma indústria em crescimento

Através de uma reciclagem eficaz e de alta qualidade, a sociedade contemporânea pode avançar para uma abordagem de economia circular, protegendo a natureza e o meio ambiente para as gerações futuras. As taxas de reciclagem estão aumentando como resultado da conscientização pública crescente e maior eficácia nas operações de reciclagem. A Stadler atua nesse contexto, buscando maneiras de maximizar a eficiência do processo de reciclagem e a qualidade da produção. A empresa afirma ter planejado e construído mais de 20 plantas de triagem para garrafas plásticas mistas em todo o mundo, das quais mais de 10 dedicadas exclusivamente ao PET.

Roland Göggel, diretor de vendas para a Alemanha, Áustria e Suíça na Stadler, afirma: “Até recentemente, não havia especificações para o uso de reciclados na fabricação de novos produtos, mas esse não é mais o caso. A União Européia introduziu novos regulamentos estipulando que as garrafas de bebidas devem conter 25% de conteúdo reciclado até 2025 e 30% até 2030. Tão importante quanto estes novos regulamentos é o surgimento de novas rotas de coleta e reciclagem de embalagens plásticas, que, juntamente com as mudanças no comportamento do consumidor, darão um enorme impulso à reciclagem. A indústria de fabricação e processamento de plásticos está agora demonstrando grande interesse na reciclagem, o que não era o caso no passado. No entanto, as metas estabelecidas pelo regulamento da União Européia só podem ser alcançadas se todos os setores envolvidos no processo trabalharem em conjunto”.

Retornando o PET ao ciclo de produção

Dentro do fluxograma do processo da reciclagem e produção, as garrafas PET usadas são coletadas e entregues na usina de reciclagem, onde são removidos os rótulos e as tampas. As garrafas são classificadas por cor e trituradas. O material é lavado, seco e descontaminado, sendo depois fundido a 270°C e granulado. Esse “regranulado” (foto) resultante é misturado com grânulos de PET novos, sendo a mistura fundida e depois processada em uma máquina injetora para produzir “pré-formas” de novas garrafas PET. As pré-formas são transportadas para a fábrica de envase, onde são aquecidas e sopradas, transformando-se em novas garrafas PET. Depois de limpas e etiquetadas, as garrafas estão prontas para recarga e venda. O círculo é fechado quando elas começam uma nova vida.

Benefícios ambientais da reciclagem de PET

A reciclagem reduz o impacto ambiental da indústria de PET de diferentes maneiras. A primeira vantagem é a redução no uso de matérias-primas: novas pré-formas para garrafas podem ser feitas com aproximadamente 35% de regranulado, com uma consequente economia de petróleo bruto que teria sido usado para produzir novo granulado. Além disso, a reciclagem de plástico requer uma quantidade bem menor de energia do que a produção de plásticos a partir de novas matérias-primas (Segundo Rick Leblanc, em “Uma visão geral da reciclagem de plástico”, a quantidade de energia usada para produzir regranulados de PET é 88% menor do que aquela necessária para produzir novos grânulos a partir de matérias primas convencionais).

Uma melhoria adicional ocorreu com o uso mais eficiente de materiais para as pré-formas (foto): “hoje a pré-forma para uma garrafa PET de 1,5 litro pesa apenas 26,8 g – consideravelmente menos que os 38 g de há cinco anos atrás”, explica Roland Göggel. “O uso de regranulado e o uso mais eficiente de materiais resultaram em uma redução significativa nas matérias-primas nos últimos cinco anos.”

A indústria de PET também otimiza o transporte ao produzir as garrafas PET na fábrica de envase, a partir do sopro das pré-formas. Assim, reduz-se drasticamente o número de viagens de caminhão vindos da fábrica de pré-formas: um caminhão pode transportar 700.000 pré-formas, mas apenas 15.000 garrafas PET acabadas. O resultado é um corte significativo no uso e nas emissões de combustível.

A importância dos sistemas de triagem profissional para uma reciclagem eficaz

Para que a reciclagem cumpra seu papel na redução dos resíduos de plástico na indústria de PET, ela precisa de processos eficientes e produtos finais de qualidade que possam competir com materiais virgens no mercado. Roland Göggel afirma: “Na Stadler, nós entendemos a tecnologia do processo durante todo o ciclo de vida do material. Isso significa que podemos projetar a combinação ideal de tecnologias e usá-las de maneira mais eficaz em termos de considerações de custo-benefício para o cliente”.

Alexander Rimmer, CEO da empresa de gerenciamento de reciclagem RCS Rohstoffverwertung GmbH, com sede em Werne, Alemanha, afirmou sobre sua experiência com a Stadler: “Eles nos ofereceram o pacote completo, desde o planejamento do projeto até a construção da modernização de toda a planta, gerenciada e implementada por sua equipe. Apreciamos particularmente o seu conhecimento técnico e o apoio durante todo o projeto. Eles nos ofereceram especialistas técnicos que aconselharam não apenas sobre tecnologia e processos, mas também sobre as possibilidades de implementação especificamente adaptadas aos nossos requisitos técnicos, com boas soluções para os problemas”.

Em função do uso cada vez mais frequente de etiquetas de “corpo inteiro” nas garrafas PET utilizadas pelo mercado, a Stadler desenvolveu um novo removedor de rótulos, usado antes da triagem, que foi incluído no projeto RCS no início da linha. Alexander Rimmer complementa: “Com o removedor de rótulos Stadler, as etiquetas são arrancadas e as garrafas PET são menos danificadas do que com outros fabricantes. Como resultado, podemos registrar uma abrasão menos fina”.

Fechando o círculo de reciclagem

As garrafas PET usadas podem ser um recurso valioso para o setor de embalagens e outras indústrias. No entanto, continua subutilizado em muitas áreas. A Stadler viu uma oportunidade de fechar o círculo de reciclagem e fez uma parceria com a Krones, uma marca bem estabelecida nas indústrias de alimentos e bebidas. Os dois parceiros têm como objetivo aproveitar as vantagens da reciclagem de plásticos em todo o mundo e beneficiar os clientes da maneira mais simples e lucrativa possível. “Queremos fornecer aos nossos clientes a produção de material da mais alta qualidade do setor”, explica Willi Stadler, CEO da Stadler.

Juntos, a Stadler e a Krones oferecerão um pacote completo, desde a triagem até o processo de lavagem, incluindo até a criação de um novo produto plástico: “Essa parceria de cooperação nos permite oferecer engenharia de processos desde misturas heterogêneas de resíduos até a garrafa de plástico acabada”, explica Roland Göggel. “Até onde eu sei, nenhuma outra empresa no mercado pode oferecer essa extensa competência em processos. Ter todo o processamento sob o mesmo teto significa que os conceitos podem ser aprimorados e adaptados ainda mais especificamente à tarefa em questão, tanto em termos qualitativos quanto econômicos. E podemos oferecer soluções não apenas para plásticos como PET, mas também para outros plásticos usados em larga escala, como PE, PP ou PS, dando uma contribuição importante para alcançar as metas de reciclagem da EU”.

A parceria não apenas visa oferecer aos clientes suas soluções testadas, como plantas completas turn-key, mas também desenvolver novas soluções, processos e tecnologias em conjunto para a triagem e tratamento de resíduos. Ao combinar sua experiência e tecnologias especializadas, a Krones e a Stadler esperam gerar um impulso significativo para a tecnologia de reciclagem e a economia circular associada.

Fundada em 1791,, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras de transporte, tambores de triagem e removedores de rótulos.

 

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Covid-19: Materiais Solvay são usados no primeiro reanimador manual brasileiro 100% autoclavável a temperatura de 134º C

11/06/2020

Equipamento desenvolvido pela empresa brasileira Protec contou com apoio da área de polímeros especiais da Solvay

O primeiro reanimador manual 100% autoclavável e que suporta uma temperatura de 134º C foi desenvolvido no Brasil pela Protec, empresa líder nacional na fabricação de reanimadores manuais e circuitos respiratórios.

A criação do produto contou com a utilização do polímero UDEL® PSU (polisulfona) do Grupo Solvay, um material avançado que permite a produção de peças resistentes a altas temperaturas.

O reanimador manual é equipamento essencial em UTI’s e em salas de emergência médica e em situações de resgate médico. Sua finalidade é a promoção de ventilação artificial com o envio de ar comprimido ou enriquecido de oxigênio para os pulmões do paciente. É usado no enfrentamento de parada respiratória, asfixia, afogamento, infarto ou outras situações que podem levar o paciente a sofrer uma parada cardiorrespiratória.

“Com essa linha Premium de reanimador manual desenvolvida no Brasil, nós estamos dando nossa contribuição para o setor de equipamentos médicos hospitalares. E contamos com o apoio da Solvay”, diz Alexander Massadi, Diretor da Protec Export.

“Com esse apoio, acrescenta – pudemos desenvolver vários produtos com qualidade e durabilidade, que oferece resistência, repetibilidade e confiabilidade em reanimação (Ambú), circuitos ventilatórios e conectores para produtos respiratórios. É por este motivo que hoje no Brasil somos a única empresa a atender aos mais renomados fabricantes mundiais”

A Protec, de capital nacional, tem se tornando reconhecida como desenvolvedora de tecnologia nacional na fabricação e comercialização de equipamentos de suporte à vida, dentro de rigorosos níveis de qualidade exigidos pelo setor médico­hospitalar. Sua atuação tem sido ampliada em nível nacional, uma vez que é empresa fornecedora de itens essenciais aplicados no combate à pandemia da COVID-19.

Do mesmo modo, a Solvay, que no Brasil também atua com a marca Rhodia, tem adotado ações adicionais para apoiar os projetos de desenvolvimento de seus clientes nesse período de pandemia de coronavírus, segundo informa Mônica Martins, gerente do mercado Healthcare da Solvay Specialty Polymers na América do Sul.

Uma dessas ações foi acelerar a importação para o País de polímeros especiais para os clientes empenhados em atender à crescente demanda por equipamentos e instrumentos médicos hospitalares.

Toda essa oferta de produtos emergenciais pode ser conhecida no site especial criado pela empresa em COVID-19.

A Solvay é líder mundial na área de polímeros especiais aplicados em diversos mercados industriais. Um dos segmentos mais relevantes é o de polímeros para a produção de peças e partes para equipamentos e instrumentos médicos, incluindo os respiradores, ventiladores artificiais e reanimadores, implantes ortopédicos e odontológicos, caixas de instrumentos cirúrgicos, entre outros. Fundada em 1863 e contando com 24.100 empregados em 64 países, a Solvay obteve vendas líquidas de € 10,2 bilhões em 2019.

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Evonik divulga nova estrutura e metas financeiras atualizadas

11/06/2020

  • Nova estrutura por divisões a partir de 1° de julho reflete a transformação estratégica
  • Sustentabilidade para impulsionar o crescimento e desempenhar papel importante nas decisões gerenciais estratégicas
  • Metas financeiras atualizadas com foco em crescimento, retornos e geração de caixa

A Evonik está reorganizando a sua estrutura em divisões. Esse passo reflete a futura transformação estratégica do portfólio da empresa.

Em 1º de julho, os atuais segmentos operacionais serão transferidos para quatro divisões mais equilibradas em tamanho e tipo de negócio. As divisões serão mais fáceis de administrar por conta de suas funções estratégicas claras – três delas orientadas ao crescimento e uma orientada à eficiência – e serão estruturadas com apoio em plataformas tecnológicas separadas.

“A transformação da Evonik está se tornando cada vez mais visível”, disse Christian Kullmann, Presidente da Diretoria Executiva da empresa. “Conseguimos aumentar a participação dos negócios de especialidades em nosso portfólio e vamos continuar firmes nessa direção”.

As especialidades hoje respondem por 80% do portfólio da Evonik. Em 2010 eram apenas 40%. Esses negócios apresentaram um crescimento orgânico anual das receitas – sem levar em conta as aquisições – de 6% na comparação com os últimos cinco anos.

As quatro novas divisões – Specialty Additives, Nutrition & Care, Smart Materials e Performance Materials – terão uma administração simplificada. A nova configuração envolve a redução de 150 cargos e uma economia anual de 25 milhões de euros até o final de 2021, sobretudo em funções administrativas nos segmentos operacionais.

A nova estruturação em divisões aumentará a transparência financeira, afirma a empresa. A Evonik passará a publicar resultados para quatro em vez de três divisões, facilitando a compreensão do desenvolvimento dos diferentes negócios. Além disso, a empresa divulgará as vendas separadas por subdivisões.

A Evonik também conduziu, pela primeira vez, uma análise de sustentabilidade de todo o seu portfólio, tendo como finalidade sobretudo a melhora da integração do tema em decisões futuras relativas ao portfólio em si e às decisões gerenciais estratégicas da empresa. Os resultados mostram que 90% dos produtos da Evonik incluem um benefício de sustentabilidade positivo que está no nível ou acima do nível de referência do mercado. Segundo a Evonik, mais do que 30% do portfólio da empresa entregam benefícios de sustentabilidade claramente superiores. Essas “Soluções de Próxima Geração (NGS)” contemplam o desejo dos clientes por produtos sustentáveis e oferecem potencial de crescimento acima da média para a Evonik, afirma a empresa.

“Nossas Soluções de Próxima Geração (NGS) estão criando oportunidades de crescimento atraentes”, disse Kullmann. “Estamos vendo uma alta demanda e esperamos continuar aumentando a participação nas vendas desses campeões em sustentabilidade”, acrescentou.

A fim de refletir a sua transformação estratégica e suas expectativas de crescimento, a Evonik atualizou suas metas financeiras de médio prazo. Nas três divisões de crescimento é esperado um aumento nos volumes de venda de mais de 3% ao ano, em média. A empresa pretende criar valor mediante a geração de um retorno de 11% sobre o capital investido – bem acima de seu custo de capital. E, por fim, o objetivo da Evonik é gerar um robusto fluxo de caixa livre em relação ao lucro, tendo como meta uma taxa de conversão de caixa (definido como fluxo de caixa livre em relação ao EBITDA ajustado) superior a 40%.

“Essas novas metas ilustram o nosso esforço na criação de valor para os acionistas mediante um aumento do foco em crescimento, retorno e geração de caixa”, disse Ute Wolf, CFO da empresa.

As novas metas são complementares às já existentes, que continuam válidas. A Evonik ainda planeja gerar uma margem EBITDA de 18-20%, distribuir dividendos confiáveis e reter uma sólida classificação de grau de investimento.

A Evonik é uma das líderes mundiais em especialidades químicas. A empresa atua em mais de 100 países em todo o mundo e gerou vendas de 13,1 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,15 bilhões de euros em 2019, contando com mais de 32.000 colaboradores.

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(Re)pense marca Dia Mundial do Meio Ambiente com live sobre reciclagem

11/06/2020

O Dia Mundial do Meio Ambiente (05/06) foi marcado pelo Projeto (Re)pense com a live “A reciclagem dos plásticos e seus benefícios sociais e ambientais”. Na ocasião, o Presidente do Sinplast-RS, Gerson Haas, mediou o bate-papo online com o Deputado Federal Carlos Gomes, a Deputada Estadual Any Ortiz e o representante de Economia Circular da Braskem, Paulo de Mattos Coelho.

Haas iniciou o debate apresentando os participantes e salientando a responsabilidade da indústria na cadeia de reciclagem efetiva, evidenciando, principalmente, o projeto Tampinha Legal. “Nós todos como empresas e sociedade, com o apoio do poder público, podemos fazer com que os materiais sejam reaproveitados”, destacou.

Com destaque para a Economia Circular, Coelho focou sua fala nas mudanças de comportamento, visão e pensamentos da sociedade. Para o entendimento da Braskem, o conceito é uma corrente formada de diversos elos. “A Economia Circular visa fomentar produtos mais amigáveis, embalagens mais inteligentes e que propiciem a reciclagem em benefício imediato para o meio ambiente”, esclareceu.

A Deputada Estadual Any Ortiz trouxe projetos, que correm na Assembleia Legislativa, de forma equivocada, em seu parecer, sobre o plástico e demais materiais. “Proibir os canudos e copos não vai fazer com que a gente resolva. Temos que criar incentivos e políticas públicas para que esses itens sejam reciclados e possam voltar para dentro da cadeia”, explicou.

Da mesma forma, o Deputado Federal Carlos Gomes encerrou o debate online com dados pertinentes sobre a temática central da live: “3% do que o Brasil recicla, o que não é pouco, gera em torno de R$12 a R$13 bilhões na nossa economia. Estima-se que, de tudo que produzimos, de 30 a 40% pode ser reciclado. Por que estamos desperdiçando?”.

Acesse o bate-papo completo clicando aqui ou siga no Instagram @repenseprojeto para conferir esse e demais conteúdos!

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Braskem registra prejuízo líquido de R$ 3,65 bilhões e receita líquida de vendas de R$ 12,6 bilhões no primeiro trimestre de 2020

04/06/2020

Braskem está dando atenção especial à proteção do caixa”, diz CEO

A Braskem registrou Ebitda de R$ 1,3 bilhão (US$ 294 milhões) no primeiro trimestre de 2020, um crescimento de 32% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. A operação no Brasil teve Ebitda de R$ 1,05 bilhão, registrando crescimento de 214% em relação ao último trimestre de 2019. Já a receita líquida da companhia se manteve estável em relação ao último trimestre do ano passado, atingindo R$ 12,6 bilhões. O resultado se deu, sobretudo, pelo maior volume na comercialização de resinas no mercado brasileiro, de polipropileno (PP) nos EUA e na Europa e de polietileno (PE) no México, além de menores despesas com vendas, gerais e administrativas.

“A Braskem segue focada na disciplina de alocação de capital como forma de manter a sua posição robusta de caixa para que possamos enfrentar esse momento de crise global. Estamos fazendo isso sem deixar de lado a segurança e a saúde das nossas equipes, um valor inegociável para a companhia”, disse Roberto Simões, presidente da Braskem.

A taxa de frequência global de acidentes com e sem afastamento (CAF + SAF) foi de 0,81 (eventos/milhão de horas trabalhadas), 74% abaixo da média do setor.

No trimestre, a companhia registrou prejuízo líquido de R$ 3,65 bilhões. Segundo a empresa, o resultado deve-se principalmente ao impacto da variação cambial no resultado financeiro, dada a depreciação do real e do peso mexicano frente ao dólar ao longo do trimestre.

Em maio, o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ) e a SEC, órgão regulador do mercado de capitais americano, confirmaram o término da monitoria independente na Braskem prevista nos acordos firmados em 2016. A decisão do DoJ e da SEC baseou-se no relatório final dos monitores independentes que atestaram a implementação, pela companhia, de todas as recomendações relativas à estruturação e funcionamento do seu programa de conformidade, concluindo o atendimento aos padrões estabelecidos nos referidos acordos. Com o fim da monitoria independente e certificação pelo Ministério Público Federal do Brasil, DoJ e SEC, a Braskem cumpriu com suas obrigações estabelecidas nos acordos.

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Covestro impulsiona mudança em direção a uma economia circular

04/06/2020

  • A hora da virada
  • Nova visão apresenta passos concretos da companhia
  • Foco em matérias-primas alternativas e energia renovável
  • Diversos projetos de pesquisa para promover reciclagem

A Covestro declara estar totalmente comprometida em tornar a economia circular um modelo para um mundo verdadeiramente sustentável. Para isso, a fabricante de polímeros quer alinhar completamente sua produção e portfolio de produtos, bem como todas as suas áreas, ao conceito circular. Esta visão estratégica será gradualmente implementada com uma série de medidas concretas e projetos. Desta forma, a Covestro quer acelerar a mudança em direção a uma economia circular, especialmente nas indústrias química e de plástico, e contribuir para o objetivo de uma economia neutra em carbono, afirma a empresa.

Especificamente, a Covestro pretende converter suas plantas de produção no mundo todo para uso de matérias-primas alternativas e energia renovável. Além disso, mais de 20 projetos vem trabalhando em pesquisas de novas formas de reciclagem. No fim, a Covestro poderia não só ser um produtor e fornecedor de soluções, mas também liderar a inovação em reciclagem. Segundo a empresa, os seus produtos serão criados com a visão de reciclagem após o uso e ainda mais alinhados aos objetivos de sustentabilidade da ONU. A Covestro também irá cooperar com parceiros em todas as áreas da cadeia de geração de valor e avaliar novas oportunidades de negócios de interesse mútuo.

Economia circular como princípio fundamental global

“A economia circular levará o mundo para um futuro sustentável. Ela deve ser o princípio fundamental para atingirmos uma neutralidade climática e protegermos os (cada vez mais) escassos recursos do nosso planeta”, enfatizou o CEO da Covestro, Markus Steilemann, no dia 26 de maio durante um webcast global para a mídia internacional.

“Produzir, consumir, jogar fora – isso nos leva a um beco sem saída sobre o qual as empresas e a sociedade precisam repensar urgentemente”, acrescentou. “A nossa indústria e nossa empresa podem e querem apoiar essa transformação. Os plásticos são utilizados em praticamente tudo e são essenciais para resolver muitos dos desafios atuais. A Covestro quer ajudar a gerenciar estes desafios para tornar o mundo um lugar melhor”.

A Covestro lançou, em 2019, um programa estratégico a fim de ancorar a circularidade em todas as áreas da empresa de forma holística. Hoje, ele vem sendo implementado e suportado por objetivos concretos e mensuráveis. O foco concentra-se em quatro tópicos:

– Matérias-primas alternativas: biomassa, CO2 bem como resíduos e materiais no fim de sua vida útil substituem matérias-primas fósseis como o petróleo; circulação de carbono.

– Inovação em reciclagem: novas tecnologias energeticamente eficientes asseguram uma maior e eficaz reciclagem dos materiais em fim de vida e dos resíduos.

– Soluções comuns: para impulsionar a economia circular, a Covestro busca cooperações e parcerias.

– Energias renováveis: a economia circular só é verdadeiramente sustentável se a eletricidade também vier de fontes alternativas.

A Covestro é pioneira no desenvolvimento de produtos inovadores baseados em matérias-primas alternativas. Estes incluem componentes derivados de biomassa para tintas automotivas e moveleiras, bem como materiais produzidos a partir de CO2, que são utilizados em colchões, pisos esportivos e têxteis. A companhia enxerga um grande potencial na pesquisa e desenvolvimento, particularmente na reciclagem química, como a reconversão dos plásticos em suas moléculas e seu reuso.

Resíduo plástico como um recurso sustentável

A Covestro também está presente em uma série de colaborações, como o uso da tecnologia de blockchain para aumentar a transparência nas cadeias de suprimento com o intuito de potencializar a economia circular. Como parte da Alliance to End Plastic Waste (AEPW), a Covestro também vem trabalhando para garantir que os resíduos plásticos não sejam descartados de forma descontrolada. “O plástico não pode mais ser descartado no meio-ambiente”, enfatiza Steilemann. “Os plásticos são muito valiosos para serem jogados fora e devem ser aceitos e usados como um recurso sustentável”.

Além de matérias-primas alternativas, a energia renovável é necessária para termos uma economia circular realmente eficiente do ponto de vista de recursos. A Covestro irá, portanto, converter gradualmente sua produção para isso. Em um significativo primeiro passo, a empresa irá obter uma parte considerável da eletricidade para suas plantas na Alemanha de um parque eólico, no Mar do Norte, que vem sendo construído pela empresa dinamarquesa Ørsted.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas (calculadas equivalendo à jornada integral) no fim de 2019.

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Projetos em acrílico têm ajudado a inibir a proliferação do Covid-19 em ambientes públicos

04/06/2020

O acrílico atende às especificações de variados projetos e em diferentes estabelecimentos comerciais – como restaurantes, mercados, farmácias, bancos e até veículos de transporte público de passageiros, entre outros – permitindo que pessoas se encontrem ou que trabalhem de forma mais segura

A pandemia tem mudado a vida de todos no mundo todo. Muitos não podem sair de casa ou, quando podem, precisam evitar proximidade. O distanciamento social virou uma regra, pelo menos até que exista uma vacina ou tratamento eficaz para a Covid-19. Enquanto isso, quem trabalha com o público precisa se precaver para não se contaminar e nem contaminar aos outros. Com esse objetivo, o acrílico têm desempenhado um papel importante nesse sentido. Leve, resistente, fácil de limpar e totalmente transparente, o material é usado em aplicações como escudos protetores, divisórias, cubas e até viseiras médicas, entre outros itens.

Vistas pela primeira vez na Europa e na Ásia, as barreiras de proteção em acrílico para restaurantes permitem que as pessoas se encontrem e sentem-se juntas à mesa, sem que tenham contato direto. As peças podem ser facilmente instaladas em mesas e balcões e se adaptam bem em qualquer ambiente, podendo ser também moldadas e impressas a laser. Nesses projetos, a grande variedade de espessura das chapas, além de cores, pode ainda permitir que o estabelecimento possa aliar sua identidade visual ao projeto de proteção.

Esses escudos se mostram fundamentais em épocas como essas, mas a verdade é que permitem a proteção de quem trabalha com o público durante todo o ano e não apenas nas circunstâncias atuais. Por isso, sua instalação em balcões de atendimento, como os de bancos, caixas de supermercados, correios, lotéricas, farmácias e padarias têm sido ampliada e deve se tornar cada vez mais comum.

E não é só em estabelecimentos comerciais padrões que as barreiras acrílicas podem ajudar a diminuir a contaminação. Essas divisórias também estão sendo usadas no setor de transporte de passageiros, como táxis e aplicativos. Como o acrílico é um material fácil de moldar, foi possível criar, através dele, uma barreira com estética e visualmente agradável para o interior de veículos. Ela é apoiada no encosto dos bancos dianteiros e divide a cabine do carro em dois ambientes. Assim, motorista e passageiros tem o menor contato possível. O produto, que é fabricado e oferecido por diversas empresas associadas ao INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico), tem se tornado cada vez mais comum. Há inclusive empresas de locação de carros que oferecem o item como opcional. Fácil de instalar e de limpar, a peça pode ser adquirida inclusive pela internet. “Fazemos o produto com chapas cristais de 3 ou 4 mm de espessura. Modernas, elas atendem à demanda do setor por mais segurança sem comprometer o visual do carro”, explica Isabella Covre, relações públicas da Emporium Acrílicos.

A área médica também não é novidade para as empresas do setor de acrílico. A produção de incubadoras e berços em acrílico hospitalar para recém-nascidos são alguns dos itens comuns desenvolvidos pelo segmento e por algumas das empresas ligadas ao INDAC. Assim, nada mais natural que as empresas deste setor ofereçam aos hospitais, além de outros segmentos, inúmeros outros projetos e produtos, como viseiras protetoras para profissionais da saúde e cubas, usadas na intubação de pacientes, além de diversos tipos de porta-objetos.

Segundo Carlos Marcelo Thieme, Diretor Presidente do INDAC, esse não é um período fácil para ninguém, nem para as pessoas, nem para as empresas. Mas os associados do INDAC têm procurado se reinventar e ajudar o país da maneira que sabem, trabalhando com o acrílico.

Além das vendas, muitas empresas ligadas à entidade têm doado material para hospitais e centros de atendimento que atuam no combate ao Covid-19. “Acreditamos que esse é o Brasil que dá certo, quando cada um contribui com o que pode”, conta Ralf Sebold, diretor da Bold.

Vantagens na escolha do acrílico como matéria-prima:

Transparência: 92% em qualquer espessura – a maior dentre todos os materiais, além de opções de chapas jateadas ou anti-refletivas;
Resistência ao impacto: 10 vezes superior ao vidro;
Variação de espessuras e tamanhos: de 1,0 a 50,0 mm e chapas de 1 x 1 até 2 x 3 metros;
Facilidade de dobragem, colagem e moldagem;
Inúmeras opções de cores transparentes, como verde vidro, azul piscina, amarelo bebê ou gradações de fumês – adequando-se a necessidade de qualquer projeto.
Limpeza: deve ser feita com água e sabão neutro.

A matéria prima do acrílico (MMA) e toda cadeia produtiva, chapas e peças são nacionais.

Serviço:
Acrinox – http://www.acrinox.com.br – (61) 3202-7577
Acriplanos – http://www.acriplanos.com.br – (71) 3023-9261
Artcryl – http://www.artcryl.com.br – (11) 4207-5652
Bold – http://www.bold.net – (47) 3274-6565
Brascril – http://www.brascril.com.br – (51) 3362-7052
Casa do Acrílico – http://www.acrilico.com.br – (19) 3728-2931
Castcril – http://www.castcril.com.br – (11) 3062 0199
Cristal e Cores – http://www.cristalecores.com.br – (11) 4661-7340
Emporium Acrílicos – http://www.emporiumacrilicos.com.br – (14) 3313-6605
Menaf – http://www.menaf.com.br – (11) 2412-0081
Tudo em Acrílico – http://www.tudoemacrilico.com.br – (11) 3732-1688
Solugrav – http://www.solugrav.com.br – (48) 3052-3322

Para encontrar o fornecedor de acrílico mais perto, acesse: https://www.indac.org.br/guia-acrilico/

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada há 19 anos, com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado.

A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

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Nova linha de PET asséptica e design de garrafa para leite UHT da Sidel impulsiona os negócios da Fattoria Latte Sano na Itália

04/06/2020

Pela primeira vez, a produtora de leite italiana local Fattoria Latte Sano trocou sua produção de leite UHT de embalagens longa vida para as de PET assépticas com uma nova linha de embalagem, que conta com a Sidel Aseptic Combi Predis. Combinada com um novo design de garrafa, essa mudança abre caminho para um crescimento sustentável do negócio com flexibilidade para uma necessidade de produção futura de laticínios sem refrigeração de sua própria marca e de redes varejistas.

Com amor pelo campo e pela criação de gado, a Fattoria Latte Sano tem servido lares na província de Lazio há mais de 70 anos. Localizada a poucos quilômetros de Roma, a empresa se tornou importante e bem conhecida para consumidores e varejistas na região. A Fattoria Latte Sano produz leite, que é coletado em fazendas selecionadas. A empresa comercializa produtos com sua própria marca e também opera como co-packer de laticínios para marcas de varejistas e outras indústrias.

Capacidade de produção de leite incrementada com solução de envase asséptico em PET

Embora o mercado italiano de leite ainda seja dominado pelas embalagens longa vida cartonadas ou de polietileno de alta densidade (PEAD), o envase de leite em PET está se tornando cada vez mais comum no país, oferecendo maior valor agregado na percepção do consumidor.

A Fattoria Latte Sano trocou sua produção de leite de prazo de validade prolongado (ESL) e leite UHT para o material de embalagem PET, que é 100% reciclável. “Uma combinação da demanda do mercado com nossa disposição de buscar uma prática de negócios sustentável serviu de incentivo para que escolhêssemos a solução de embalagem PET asséptica da Sidel com seu sistema integrado de sopro, enchimento e fechamento baseado na tecnologia de esterilização seca de preformas”, comenta Marco Lorenzoni, Presidente da Fattoria Latte Sano.

O fato de vários nomes importantes na indústria mundial de laticínios já ter depositado sua confiança na Sidel contribuiu para a decisão da Fattoria Latte Sano de trabalhar com a empresa. Outro elemento-chave foi a aprovação da Aseptic Combi Predis pela Food & Drug Administration (FDA) em 2017, validada para fabricação e distribuição comercial de bebidas de baixa acidez nos Estados Unidos. Segundo a Sidel, isso fez dela a primeira solução de envase asséptico com a tecnologia de esterilização seca de preformas do mundo. Para a empresa italiana, esse foi um importante reconhecimento do nível de segurança alimentar, reforçando sua confiança ao investir em sua primeira solução asséptica em PET.

A equipe de engenheiros da Sidel colaborou de perto com a equipe da Fattoria Latte Sano para projetar o layout de linha mais otimizado, que ocupa relativamente pouco espaço, bem como para instalar a linha e validá-la. Também deu o suporte para a equipe do cliente aprimorar suas rotinas operacionais e fornecer orientação quanto a boas práticas de fabricação. “Desde o start-up bem-sucedido em janeiro de 2019, a linha de PET asséptica completa mantém os mais altos padrões de segurança alimentar, simplicidade de produção e flexibilidade, bem como os aspectos ergonômicos que buscávamos”, explica Marco Lorenzoni.

Além disso, afirma a Sidel, a linha proporciona liberdade quanto ao cronograma de produção e gama de produtos. Ela pode processar múltiplas SKUs com quatro tipos de leite — integral, semidesnatado, desnatado e orgânico — produzidos assepticamente em garrafas de 1 L e 500 mL com tipos diferentes de rótulos conforme cada marca. A linha também proporciona ganhos ambientais com uma redução significativa no consumo de água e de produtos químicos, garante a Sidel.

Novo design de garrafa PET com contornos de vaca: visual moderno e original

O envase de bebidas lácteas em garrafas PET tem trazido benefícios tanto para produtores quanto para consumidores: desde atender a altos padrões alimentares até proporcionar experiências de consumo diferenciadas. O PET é a solução de embalagem mais sustentável e eficaz quanto ao custo que permite aos fabricantes diferenciar os laticínios nas prateleiras dos supermercados das tradicionais caixas cartonadas ou garrafas de PEAD. A liberdade praticamente ilimitada de design de embalagem que ele proporciona foi muito importante para Fattoria Latte Sano realmente diferenciar a marca da concorrência.

Durante a implementação da linha de embalagem, a Sidel também ajudou a criar o design das novas garrafas PET. Fabricada com material monocamada — para facilitar a reciclagem — e com característicos contornos de vaca na parte superior da garrafa, o novo design confere um visual moderno e original. Segundo a Sidel, a garrafa de 1 L pesa apenas 26 g, pois não há restrições térmicas ligadas ao processo tradicional de enxágue de garrafas, contribuindo para uma economia significativa de PET. Também garante opções de fácil abertura e fechamento, bem como a qualidade e integridade do leite, graças à perfeita vedação entre o gargalo e a tampa sem folha de alumínio, acrescenta o fabricante.

Conforme observado por Luigi Camorali, Account Manager for Sales Southern Europe da Sidel, o processo de criação para a embalagem UHT para a Fattoria Latte Sano foi um marco importante no inteiro projeto de implementação: “Nosso suporte desempenhou um grande papel ao selecionar e qualificar a solução de barreira PET mais adequada para a nova embalagem, e também em recomendar a nosso cliente a solução mais eficaz quanto ao custo para a rotulagem: sugerimos manter o mesmo diâmetro e painel de rotulagem em todas garrafas para minimizar custos adicionais ao trocar os rótulos”, revela Luigi. Os rótulos são aplicados com uma rotuladora Sidel RollQUATTRO Evo, proporcionando a flexibilidade necessária a fim de atender aos requisitos da empresa de laticínios quanto à troca de produtos, aplicação precisa de rótulos e manuseio de frascos leves.

Ao tirar partido da expertise da Sidel em design de embalagens, a Fattoria Latte Sano também buscou ampliar as oportunidades comerciais no segmento de marcas próprias de redes varejistas. “Para ajudar nesse objetivo, o logotipo da empresa foi colocado só no rótulo, em vez de gravado em relevo na garrafa, para que os mesmos frascos em diferentes formatos pudessem ser usados para o envase de bebidas lácteas comercializadas não só sob sua própria marca, mas também outras”, conclui Luigi.

Com uma capacidade de produção de 12.000 garrafas por hora, a linha opera atualmente oito horas por dia, cinco dias por semana com eficiência média superior a 90% para cada formato de garrafa, assegura a empresa. E com seus atributos, a linha oferece à Fattoria Latte Sano uma oportunidade para incrementar a capacidade de produção e ampliar sua participação no mercado de leite UHT.

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Milliken oferece concentrado de Polipropileno transparente para aumentar a disponibilidade de materiais para fabricação de protetores faciais

04/06/2020

Milliken está viabilizando a expansão da oferta de material plástico transparente para viseira de proteção facial

Especialista mundial em ciência de materiais, a Milliken & Company está mais uma vez usando suas capacidades para ajudar a produzir equipamentos médicos de proteção individual (EPIs) necessários no meio da pandemia da COVID-19. A atual escassez de materiais plásticos utilizados para viseiras de proteção facial está levando os fabricantes a disponibilizarem o polipropileno, que apresenta maior oferta no mercado. O material, porém, tende a ser naturalmente translúcido. Por isso os fabricantes de plástico estão recorrendo à Milliken para utilizar o seu concentrado de polipropileno NX UltraClear e gerar materiais plásticos com níveis de transparência adequados para as viseiras de proteção facial usadas na área da saúde.

“Nesta pandemia, a necessidade de EPIs médicos continua aumentando”, diz Halsey M. Cook, presidente e CEO da Milliken & Company. “Estamos empenhados em encontrar soluções que ajudem nossos clientes e nos permitam participar da luta contra a COVID-19 onde quer que possamos fazer a diferença”.

A Milliken tem colaborado com vários fabricantes de plástico, desde grandes multinacionais a empresas regionais, para avaliar o produto NX UltraClear nesta sua nova aplicação. A Impact Plastics está entre as empresas nos Estados Unidos que utilizam os concentrados NX UltraClear para tornar o polipropileno transparente para uso em viseiras de proteção facial. Algumas empresas no Brasil e a Mezger na Alemanha também estão utilizando os concentrados NX® UltraClear para produzir chapas de polipropileno adequadas para essa aplicação.

As viseiras de proteção facial para uso médico feitas com o polipropileno NX UltraClear já estão sendo comercializadas e utilizadas pelos profissionais que estão na linha de frente.

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Movimento Plástico Transforma faz balanço dos seus quatro anos de existência ressaltando a sustentabilidade dos plásticos

04/06/2020

Desde sua criação, há quatro anos, o Movimento faz um balanço de todas as ações já realizadas.

Ressaltar a utilização do plástico, de forma criativa e responsável, em soluções que podem transformar o nosso dia a dia e nosso futuro. Essa é a missão do Movimento Plástico Transforma, iniciativa criada em 2016 que comemora, no mês da reciclagem, mais de 108 mil pessoas impactadas diretamente pelas diversas atividades realizadas em prol da conscientização em torno da economia circular.

A primeira iniciativa voltada para a sociedade assinada pelo Movimento foi a instalação interativa PlastCoLab. A edição inicial, montada na avenida Paulista, no coração de São Paulo, ofereceu workshops, hackathons e exposições distribuídos pelos três andares de um estande no formato de um cubo mágico, com 9 metros de altura. O sucesso paulistano levou a instalação do PlastCoLab para Porto Alegre, Salvador e Brasília, com recorde de público a cada edição, das mais variadas idades. Foram 37 mil pessoas interessadas em descobrir como potes plásticos se transformaram em hortas automatizadas, saber sobre as inúmeras possibilidades da caneta de impressão 3D ou, ainda, simplesmente assistir à performance do robô Beo, confeccionado quase que todo em plástico.

Um público em especial inspirou o Movimento Plástico Transforma a fazer ações específicas para determinada faixa etária. Atenta ao interesse das crianças sobre os projetos apresentados no PlastCoLab, a iniciativa lançou dois outros projetos destinados a meninas e meninos para que eles pudessem se divertir e, ao mesmo tempo, desenvolver consciência ambiental.

Assim surgiu a Estação Plástico Transforma, atividade encontrada no parque temático KidZania, em São Paulo. O espaço traz conceitos sustentáveis e sobre a reciclagem, destacando a responsabilidade de cada indivíduo na circularidade do plástico. Desde a inauguração, em janeiro de 2019, a Estação já recebeu mais de 18 mil visitantes, com idades entre 4 a 14 anos, que conheceram, na prática, os conceitos, a importância do descarte correto e o processo de reciclagem. Instalada no segundo andar do Parque, a estação possui 18m2 e realiza cerca de 15 sessões por dia, cada uma com capacidade para receber até seis crianças.

Para promover conhecimento sustentável ao alcance das mãos, o Movimento Plástico Transforma também lançou o game Eckoblocks. Com layout inspirado no popular jogo Minecraft, o Eckoblocks, visa conscientizar os pequenos cidadãos, de forma didática, educativa e, acima de tudo, divertida. O jogo, que conta com mais de 58 mil downloads, pode ser encontrado gratuitamente nas lojas de aplicativos das plataformas iOs e Android.

Transformar copos em lixeiras – A mais recente ação do Movimento Plástico Transforma foi realizada durante a 95ª Corrida Internacional de São Silvestre, no dia 31 de dezembro de 2019. Graças a uma parceria com a Fundação Cásper Líbero, a Gazeta Esportiva e a Yescom, organizadoras da corrida, os copos plásticos de água distribuídos aos participantes voltam para a sociedade na forma de lixeiras para a coleta seletiva, sendo doadas para instituições de ensino. “Esta ação nos possibilitou impactar não só os participantes da corrida, mas também o público que acompanhou o evento. Mostramos que, ao ganhar um destino certo, embalagens descartáveis podem ser transformadas em objetos que contribuam para uma sociedade mais sustentável”, afirma Simone Carvalho, uma das coordenadoras do Movimento Plástico Transforma.

“Nossa proposta é contribuir para a disseminação de conceitos fundamentais para o nosso presente e futuro pois conscientizar sobre o consumo consciente, o descarte correto e os conceitos da reciclagem do plástico é uma forma de responsabilidade social e ambiental que cabe a todos nós”, afirma Fernanda Maluf, também coordenadora do Movimento Plástico Transforma.

Além de todas estas ações, o Movimento Plástico Transforma possui um site, plasticotransforma.com.br e também perfis nas redes sociais Instagram e Facebook, onde é possível encontrar conceitos importantes sobre economia circular e iniciativas inovadoras de uso, reuso e reciclagem do plástico. São conteúdos que visam apresentar os inúmeros benefícios do plástico no dia a dia e no futuro de todos.

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Projeto Repense do Sinplast promove debate online no Youtube sobre reciclagem nesta Sexta-feira, 5 de junho

04/06/2020

Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, nesta sexta-feira, às 11h, o Projeto Repense do Sinplast-RS irá reunir um time de autoridades políticas e representantes da 2ª e 3ª geração da indústria do plástico para tratar das legislações e incentivos à reciclagem, no Youtube. A iniciativa trará o Deputado Federal Carlos Gomes, a Deputada Estadual Any Ortiz, o representante da Braskem Paulo de Mattos Coelho e o Presidente do Sinplast-RS Gerson Haas, debatendo como o descarte correto do plástico beneficia as pessoas, os profissionais da reciclagem e o meio ambiente. Saiba mais sobre o evento online e acompanhe as demais publicações do projeto no Instagram @repenseprojeto.

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Embalagens em EPS alinham-se a mudanças de comportamento dos consumidores de produtos frescos durante a pandemia

04/06/2020

Com a pandemia de Covid-19, cerca de 81% dos consumidores brasileiros demonstraram preocupação com a higiene e segurança dos alimentos, de acordo com pesquisa realizada em março pela PMA – Produce Marketing Association (pma.agr.br), associação que reúne produtores de FLVs (frutas, legumes e verduras) no Brasil. Por outro lado, o consumo de produtos frescos de qualidade é fundamental para manter a saúde e os níveis de imunidade altos. Segundo a Termotécnica, os supermercadistas relatam aumento significativo de 40% na procura por estes alimentos.

Essa nova realidade vem alterando o comportamento do consumidor. Conforme a mesma pesquisa da PMA, 59% dos consumidores informam que têm procurado mais produtos frescos embalados por motivos de segurança alimentar. O que era a granel agora vem sendo embalado: isso porque as embalagens proporcionam menos interação humana em todo o processo de produção, movimentação e exposição no ponto de venda, até a mesa dos consumidores.

Facilidade na logística de e-commerce e delivery

À medida que os consumidores mudam seus hábitos alimentares e de compra, supermercados e toda a cadeia de fornecimento, por sua vez, estão sofrendo grandes alterações nos negócios. Com a redução da frequência dos consumidores nas lojas físicas, o mercado de FLV vem crescendo sua representatividade no e-commerce. E os aplicativos de entrega de comida, como o Ifood, antes dedicados aos estabelecimentos de gastronomia, já estão realizando as entregas para os supermercados.

Adquiridos via e-commerce e entregues por delivery, os produtos frescos embalados ganham ainda mais força, para garantir que cheguem até a casa do cliente mantendo sua qualidade e segurança. E mesmo nas compras feitas pelo computador mas retirados em um ponto de venda, é preciso que já estejam embalados e prontos para serem levados pelos clientes.

Ainda quanto as questões logísticas, as embalagens em EPS eliminam despesas também com fretes de retorno, já que o EPS é one-way e pode ser 100% reciclado no local de destino. Isso torna as soluções em embalagens EPS sustentáveis e adequadas para acondicionar as FLVs do campo à mesa. Além de reduzir a absorção de impactos no transporte, manter e melhorar a exposição no varejo reduzindo o contato humano com os produtos em toda a cadeia.

As embalagens conservadoras em EPS (poliestireno expandido, também conhecido pela nome de marca Isopor) permitem alto isolamento térmico, absorção de impactos, facilidade no empilhamento, transporte e exposição dos produtos. Todas essas propriedades representam também dias a mais com FLVs saudáveis e frescos nas gôndolas, com vantagens para o varejista e consumidores.

Os produtos embalados também ganham importância uma vez que a rastreabilidade dos produtos é fundamental tanto para garantir a sua procedência e qualidade quanto no processo de entrega.

Redução do contato humano no manuseio de alimentos evitando riscos de contaminação

No artigo “Coronavírus: cuidados na produção, no processamento e no consumo de hortaliças” publicado em seu portal, a Embrapa salienta que “até o momento, não há relatos de que alimentos, incluindo produtos frescos, estejam associados à transmissão do SARS-CoV-2”. No entanto, alerta que as etapas a serem seguidas devem ser realizadas com rigor e responsabilidade, desde o recebimento e a seleção das hortaliças na agroindústria; no processamento, durante o embalamento de FLVs processados; até o transporte refrigerado do produto para os pontos de comercialização.

As embalagens em EPS não apenas preservam a qualidade dos FLVs e prolongam sua vida útil, mas também atuam como uma barreira física que impede o contato dos produtos com as mãos. Mantendo-os protegidos durante todo o processo, evitam o contato humano diretamente sobre os produtos frescos até serem adquiridos pelo consumidor. Com isso, consequentemente, o risco de contaminação de frutas, verduras e legumes durante a cadeia de suprimentos é efetivamente eliminado.

Ampliação da vida de prateleira (shelf-life) dos produtos frescos

Outra mudança no comportamento do consumidor em tempos de isolamento social é a redução da frequência de idas aos supermercados e a presença de um maior volume de compra de uma só vez.

Segundo a Termotécnica, fabricante de conservadoras de alimentos em EPS da marca DaColheita, as embalagens atrasam efetivamente os processos de amadurecimento e envelhecimento, inibem a decomposição microbiana e preservam a qualidade e o valor nutricional das frutas e legumes embalados, prolongando o tempo em que podem ser consumidos. São amplamente utilizadas também para armazenamento prolongado e remessas de longa distância de produtos frescos.

Isso é fundamental em um momento em que as cargas de exportação de FLVs, por exemplo, não estão sendo descarregadas no prazo e deixados parados em armazéns por longos períodos. Os exportadores e importadores de produtos frescos preocupam-se com o fato de que a qualidade se deteriorará consideravelmente quando a produção chegar ao cliente, impactando seu valor e aumentando o desperdício.

A Termotécnica afirma que as suas conservadoras em EPS DaColheita também demonstraram recursos para preservar o valor nutricional de produtos frescos após armazenamento prolongado, mantendo sua qualidade por mais tempo e evitando, ainda, o desperdício de alimentos. Segundo a TErmotécnica, as embalagens em EPS DaColheita podem estender o shelf-life de produtos frescos em 30% e ajudar a enfrentar estas questões logísticas.

Mais higiene em toda a cadeia

As soluções de embalagens em EPS mantêm a atmosfera ideal para prolongar a vida útil das FLVs e podem ajudar a aliviar muitas das preocupações dos consumidores na hora de comprar produtos frescos. O EPS é um material totalmente inerte, higroscópico (repele a umidade) e pode ser lavado, proporcionando um elevado nível de higiene.

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Evonik divulga resultado financeiro do primeiro trimestre de 2020

04/06/2020

  • 1º trimestre: as vendas caíram 1%; o EBITDA ajustado recuou 5%
  • Perspectivas para 2020 adaptadas: EBITDA ajustado deverá ficar entre 1,7 e 2,1 bilhões de euros

As vendas da empresa recuaram 1% para 3,24 bilhões de euros no primeiro trimestre, na comparação com o ano anterior. As receitas ajustadas antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) caíram 5% para 513 milhões de euros.

“Implementamos medidas a tempo e de maneira consistente a fim de proteger da melhor forma possível a saúde dos nossos colaboradores e, ao mesmo tempo, manter as operações”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva. “Estamos fazendo tudo o que está ao nosso alcance para assegurar um fornecimento confiável aos nossos clientes”.

Embora a Evonik esteja enfrentando dificuldades de logística e produção, as cadeias de fornecimento estão intactas e praticamente não há restrições de produção no mundo inteiro, exceto por algumas paralisações determinadas pelo governo em parques industriais menores.

Em todos os locais são adotados rígidos padrões de higiene, afirma a empresa. Sempre que possível no caso de funções administrativas, a Evonik diz ter criado condições para permitir que os colaboradores trabalhassem de casa, aplicando os modelos existentes de horário de trabalho flexível. Um comitê diretivo interno tem monitorado atentamente essa situação dinâmica para permitir que a empresa reaja com rapidez no caso de novos desdobramentos. Mas, a Evonik também dispõe de liquidez e linhas de crédito compromissadas não usadas, assegura a empresa.

“Nossos esforços dos últimos anos de cortar custos e aumentar a eficiência na empresa agora estão surtindo efeito”, disse Ute Wolf, CFO. “Temos um balanço patrimonial robusto e boa folga de liquidez”.

A redução dos volumes e dos preços de venda foram responsáveis pela queda do EBITDA ajustado no primeiro trimestre. O segmento Performance Materials foi afetado ainda pela baixa demanda e a desvalorização dos estoques em decorrência da forte redução do preço do petróleo. Em consequência, a margem EBITDA ajustada baixou de 16,4% para 15,8%.

A receita líquida ajustada recuou 27% para 181 milhões de euros, com queda do lucro ajustado por ação de 0,53 para 0,39 euro. A empresa gerou um fluxo de caixa livre positivo de 113 milhões de euros no primeiro trimestre. Na comparação com o mesmo trimestre ao ano passado, houve uma redução de 46 milhões de euros, basicamente em virtude de maiores encargos fiscais.

Os efeitos da pandemia do coronavírus sobre as vendas e as receitas da Evonik no primeiro trimestre foram moderados. Hoje a empresa vê com maior clareza qual será a extensão dos danos da pandemia sobre a economia global. No início do ano, ainda não era possível ter essa perspectiva.

Diante desse cenário, a Evonik está ajustando a sua previsão para o exercício de 2020. A empresa agora espera vendas entre 11,5 e 13,0 bilhões de euros e um EBITDA ajustado entre 1,7 e 2,1 bilhões de euros. Anteriormente, a Evonik havia projetado vendas estáveis de cerca de 13,1 bilhões de euros e um EBITDA ajustado entre 2,1 a 2,3 bilhões de euros.

A diretoria executiva mantém o seu propósito de pagar dividendos de 1,15 euro por ação para o ano financeiro de 2019. O valor de 0,57 euro por ação será pago em 2 de junho de 2020 a título de adiantamento sobre o lucro líquido. Em 3 de setembro de 2020, será pago o restante de 0,58 euro por ação, dependendo de resolução correspondente a ser tomada na reunião anual dos acionistas em 31 de agosto de 2020.

Desenvolvimento nos Segmentos

Resource Efficiency: Com vendas de 1,44 bilhão de euros no primeiro trimestre de 2020, o segmento alcançou o nível do ano anterior. O segmento se beneficiou da primeira consolidação da PeroxyChem, fabricante de peróxido de hidrogênio e ácido peracético dos EUA, adquirida no início de fevereiro. Os produtos com oxigênio ativo avançaram bem, de modo geral, tanto para aplicações clássicas quanto para especialidades, como, por exemplo, desinfetantes. A linha de crosslinkers também apresentou um bom avanço. O desaquecimento da economia na Ásia e a redução da demanda dos setores automotivo e de revestimentos em razão da pandemia afetou o desenvolvimento dos negócios individuais. Em especial, aditivos para revestimento, sílica para a indústria de pneus e polímeros de alta performance registraram vendas ligeiramente mais baixas. O EBITDA ajustado no segmento Resource Efficiency cresceu 4% para 344 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas caíram 1% para 1,13 bilhão de euros no primeiro trimestre. A linha de aminoácidos essenciais para nutrição animal registrou uma demanda significativamente mais alta e conseguiu aumentar suas vendas e manter os preços praticamente estáveis. O negócio de Health Care também se desenvolveu bem em produtos farmacêuticos e ingredientes alimentícios. As vendas do negócio Baby Care, por outro lado, ficaram significativamente mais baixas, afetadas pelo acirramento da concorrência no setor de superabsorventes. O EBITDA ajustado caiu 3% para 174 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas do segmento Performance Materials recuaram 9% para 472 milhões de euros no primeiro trimestre. As vendas da linha de negócios Performance Intermediates caíram em função da fraca demanda, especialmente nas indústrias automotiva e do petróleo. O negócio também foi impactado pela queda maciça do preço do petróleo. O EBITDA ajustado do segmento recuou 57% para 23 milhões de euros em decorrência da forte redução do preço do petróleo.

 

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Live no Instagram lança o Projeto (Re)pense

02/06/2020

No Dia da Indústria, 25 de maio, o Projeto (Re)pense foi oficialmente lançado no Instagram com a live “Indústria do plástico: ainda mais essencial em tempos de pandemia”. A iniciativa trouxe o Presidente do Sinplast-RS, Gerson Haas, e o Presidente da Abiplast e Vice-Presidente da FIESP, José Ricardo Roriz Coelho, em um bate-papo ao vivo sobre a nova realidade do setor pós Covid-19.

O debate se iniciou com a apresentação do projeto, feita por Haas, que salientou o papel do material durante o momento atual: “O plástico às vezes é bastante batido, por isso, é importante demonstrar a importância dele no momento de pandemia e ainda mais no pós-pandemia”. Roriz seguiu a discussão alertando para a utilização essencial dos descartáveis, tanto nas casas, como nos hospitais. “Nada melhor do que um momento como esse para refletirmos e buscarmos soluções para esse novo mundo, que com certeza será diferente”, salientou.

Com enfoque na reciclagem e meio ambiente, o Presidente da Abiplast destacou as alterações que já estão ocorrendo com a mudança de comportamento global: “Se você olhar as estatísticas de meio ambiente, as águas nunca estiveram tão limpas quanto estão agora e não deixamos de consumir o plástico. Isso mostra que o problema não está no material, e sim no pensamento das pessoas”, afirmou.

Por fim, o cenário econômico e a situação relativa aos empregos foram salientados. Para Haas, a principal questão no estado é a mão de obra qualificada. “Aqui as indústrias geram bastante emprego, principalmente na área de separação de materiais da reciclagem”, destacou. Roriz, além de confirmar a responsabilidade dos empresários, alertou também para o papel do consumidor. “É necessário consumir produtos que empregam aqui no Brasil, afinal, outros países já passaram pela pandemia e agora estão se recuperando”, finalizou.

Perdeu a live ao vivo? Acesse o bate-papo completo clicando aqui ou siga no Instagram @repenseprojeto para conferir esse e demais conteúdos!

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