Caxias do Sul tem projeto para construção de planta para fabricação de grafeno

27/05/2019

Matéria reproduzida do Pioneiro (Por Babiana Mugnol)

Com produção em larga escala, intenção é baratear custo da matéria-prima super resistente, leve e flexível

Um projeto que está sendo desenvolvido pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) pode transformar a Serra em uma mina de ouro, ou melhor, de grafeno, por conta da produção de uma matéria-prima que hoje custa, em média, US$ 100 o grama. Para se ter ideia, é duas vezes e meia mais do que custa o grama de ouro, por exemplo.

Pesquisadores da UCS vão anunciar oficialmente, nesta segunda-feira (27) durante reunião-almoço da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC), os planos para a produção em escala industrial do grafeno. Há projeto para construção de uma planta dentro do parque de ciência e tecnologia da universidade. O professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Processos e Tecnologias, Diego Piazza, atua nesta pesquisa e espera baixar para um quarto o preço atualmente praticado no mercado deste material super resistente, leve e flexível. Para se ter uma ideia, 20 gramas de grafeno cabem dentro de um potinho de vidro de café.

Para a construção desta planta industrial, a UCS vai buscar apoio de investidores interessados na aplicação da matéria-prima em novos produtos. Já conta também com parcerias para a troca de conhecimentos, como a cooperação com a Universidade Mackenzie, de São Paulo, para capacitação de pessoas e projetos de pesquisa avançada.

A transformação dos resultados destas pesquisas da UCS sobre o grafeno, em soluções para o mercado, já avança para a instância de providências práticas. Já foi assinado um termo de cooperação com a 2D Materials, empresa com sede em Singapura que detém expertise na produção do material, e com a empresa Marcopolo, para permitir a contratação e o desenvolvimento de pesquisas, projetos e serviços técnicos e tecnológicos em materiais avançados. O acordo tem validade de cinco anos.

Diego adianta que uma das aplicações que vem sendo estudadas é no uso de tintas de maior resistência a base do material grafeno, por exemplo.

Grafeno

O grafeno é uma matéria-prima a base de carbono, da grossura de um átomo, altamente flexível e condutora de eletricidade e calor. Sua resistência é 200 vezes superior à do aço. É um material praticamente transparente e impermeável. Apenas para exemplificar, três milhões de camadas de grafeno têm menos de um milímetro de espessura, o que torna o elemento excelente na construção de equipamentos eletrônicos. O novo material é comparado ao silício por acelerar ainda mais a corrida para eletrônica do futuro.

Fonte: O Pioneiro / Foto: Claudia Velho (Divulgação)

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Copoliéster da Eastman é adotada pela Pressca na fabricação de Espumador de Leite

27/05/2019

A Pressca, marca de utilidades domésticas de Santa Catarina,  escolheu o copoliéster TritanTM da Eastman para fabricação do inovador Espumador de Leite Pressca. Segundo a empresa, o novo eletrodoméstico facilita o preparo de um leite aerado – frio ou quente – para ser usado em bebidas com café, como capuccinos, macchiatos, mochas, assim como shakes e frapês.

A peça central do Espumador de Leite Pressca é um copo transparente feito com Tritan. A jarra de 200mL tem 9×6 cm e possui um êmbolo que força a passagem do leite através de uma trama de plástico para criar uma espuma consistente e com pequenas bolhas. Ele está disponível com base e êmbolo em sete cores.

“Optamos por trabalhar com o Tritan no projeto do espumador pela durabilidade do copoliéster. Produtos similares feitos em vidro quebram com facilidade e as resinas plásticas disponíveis no mercado não atendiam aos nossos altos padrões de transparência. Além disso, outras características do material, como o fato de Tritan ser livre de BPA e ter um ótimo acabamento, também foram importantes na hora da escolha do material”, explica Ciro Pereira, diretor da Pressca.

Além disso, afirma a Eastman, a combinação de resistência tanto à alta temperatura quanto química fazem do Tritan uma escolha segura para uso no micro-ondas e na lava-louças.

Parceria renovada

Esta não é a primeira parceria entre a Eastman e a Pressca. Anteriormente, a empresa de utensílios domésticos utilizou Tritan no copo interno da cafeteira portátil Pressca, produto que funciona por infusão e pressão manual.

“Em função da grande variação de temperatura e à pressão exercida no momento de preparo, era importante ter um material resistente. E esse objetivo foi atingido com Tritan”, comenta Pereira.

“Estamos satisfeitos em ser parte de mais um projeto com a Pressca. O Tritan oferece segurança e flexibilidade de design a um produto que precisa ir além da funcionalidade. Com ele, o elegante Espumador de Leite Pressca atende às demandas dos exigentes consumidores que amam café e formas diferenciadas para os seus utensílios – sem se preocupar com o vidro quebrando”, diz Rogério Dias, gerente de Vendas de Plásticos Especiais da Eastman na América Latina.

O fabricante afirma que o Espumador de Leite é ideal para bebedores de café que querem preparar bebidas no estilo de cafeterias em casa. O produto por ser encontrado em cafeterias, empórios, lojas de produtos naturais, padarias e está disponível para venda através de e-commerce.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados que produz uma ampla gama de produtos para mercados finais tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A empresa emprega, aproximadamente, 14.500 pessoas ao redor do mundo e atende clientes em mais de 100 países. A companhia alcançou, em 2018, aproximadamente, 10 bilhões de dólares em receitas e está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Braskem unifica portfólio de soluções para o segmento de tampas

27/05/2019

A iniciativa da Braskem de unificar seu portfólio reforça a atuação da companhia neste segmento que, em contínua expansão, tem potencial de crescimento estimado em até 8% ano. “O segmento de tampas possui diversos desafios, desde a garantia da integridade do produto envasado e a facilidade de manuseio e descarte, até a busca continua por soluções cada vez mais sustentáveis para os processos e produtos. Em conjunto com especialistas do nosso Centro de Inovação e Tecnologia, oferecemos aos nossos clientes o portfólio mais completo do mercado, com soluções capazes de atender necessidades técnicas específicas do segmento, como a redução de peso, processabilidade, controle de gosto e odor além da segurança do produto”, afirma Flávio Costa, líder do Segmento de Tampas da Braskem.

Segundo a empresa, o seu portfólio oferece respostas para as megatendências e outras questões que impactam não apenas a indústria de embalagens, mas também o mundo em geral. Com essa iniciativa a empresa afirma contribuir para a redução do desperdício de alimentos (por meio de resinas que proporcionem maior vida útil), redução do peso das tampas e reciclabilidade, aspecto que está de acordo com o compromisso público em prol da Economia Circular que a companhia assumiu em 2018.

Para o segmento de bebidas, um dos maiores dentro do mercado de tampas, que abrange desde leites e refrigerantes até líquidos envasados a quente, como chá e energéticos, a Braskem continua oferecendo uma grande variedade de resinas de polietileno e polipropileno. O destaque do portfólio são as soluções desenvolvidas para tampas destinadas a bebidas carbonatadas, que podem ser moldadas por meio dos processos de injeção ou compressão. De acordo com Costa, este mercado possui hoje dois tipos de tampa, as de duas peças, que utilizam uma tampa somada a um liner interno, e as de uma peça única.

“A tecnologia desenvolvida pela Braskem possibilita a combinação de molde e resina, trazendo bom desempenho para as tampas de uma peça só. Neste caso, o produto possui um batoque interno que, quando aplicado no gargalo, garante a total vedação para reter o gás da bebida sem a necessidade da deposição do liner interno. O polietileno de alta densidade (PEAD) aplicado nesta solução permite a deformação necessária do mecanismo interno sobre o gargalo, mesmo sob as variações devido à pressão interna da embalagem, garantindo total vedação para a bebida”, destaca o executivo.

Outro nicho importante deste mercado é o de água mineral: por ser um líquido extremamente sensível a variações externas, há um rigoroso controle das propriedades organolépticas das resinas, visando garantir que não sejam alteradas as características da bebida relativas a odor, sabor e coloração quando em contato com o produto plástico. Estas alterações podem ser relacionadas tanto à presença de uma série de compostos inerentes ao processo de fabricação da resina, como à moldagem da tampa, aditivos e pigmentos utilizados.

“Nossas resinas passam pelo VOC teste, processo realizado na homologação da tampa. Para ampliar a garantia, desenvolvemos em nosso portfólio processos produtivos de acordo com parâmetros de homologação ainda mais exigentes, seguindo a especificidade de nossos clientes. Também aumentamos nosso conhecimento técnico e de controle de condições de fabricação, no caso das resinas de classe organoléptica realizamos o controle lote a lote”, completa.

As resinas do selo Maxio também integram o portfólio da Braskem para o segmento de tampas. A linha é composta por matérias-primas que, segundo a Braskem, proporcionam redução do consumo de energia, maior produtividade e redução de peso do produto final, o que garante mais eficiência e, consequentemente, ganhos ambientais. A empresa afirma que os benefícios são obtidos graças à evolução contínua das resinas, preservando ou melhorando propriedades mecânicas, químicas e óticas de produtos acabados.

A Braskem oferece ainda uma ampla gama de soluções para o mercado de tampas utilizadas nos setores alimentício, industrial e cosméticos e higiene pessoal. “Nossa equipe de Desenvolvimento de Mercado está preparada para apoiar o cliente, de forma customizada, na identificação do material mais adequado para cada aplicação, dentro da variedade de opções em polipropileno e em polietileno disponível em nosso portfólio”, conclui.

Tampinha Legal

Em linha com o compromisso público assumido pela Braskem em prol da Economia Circular, a companhia apóia o projeto Tampinha Legal, que estimula a coleta de tampas de plástico e as encaminha para venda em indústrias recicladoras, sendo que 100% dos recursos obtidos são revertidos para entidades assistenciais.

Criado no Rio Grande do Sul, o Tampinha Legal é o maior programa socioambiental de caráter educativo da indústria de transformação do plástico na América Latina. Com o apoio da Plastivida (Instituto socioambiental dos plásticos), o projeto tem se expandido pelo Brasil com o objetivo de propor a mudança do comportamento social e a disseminação de informação quanto a importância da destinação correta dos resíduos plásticos, incentivando sua valorização no retorno à cadeia produtiva.

Fonte: Braskem

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Ineos Styrolution desenvolve processo para reciclagem química de Poliestireno

23/05/2019

  • Marco importante nos esforços da empresa para reduzir os resíduos de estireno após o consumo;
  • Produção de poliestireno virgem apenas a partir de materiais despolimerizados;
  • Projeto contribui para os esforços da Ineos Styrolution em eficiência de recursos, reciclagem e redução de danos ecológicos.

A Ineos Styrolution anunciou que completou o primeiro teste bem-sucedido na produção de poliestireno virgem a partir de materiais despolimerizados. Os experimentos, conduzidos na unidade da companhia em Antuérpia (Bélgica), podem ser considerados uma prova prática da reciclabilidade do poliestireno, afirma a empresa.

Segundo a Ineos Styrolution, a amostra de poliestireno multipropósito, 100% produzida a partir de monômeros de estireno reciclados, representa um divisor de águas na produção de poliestireno. O material é resultado de uma produção experimental de poliestireno a partir de matéria-prima de monômeros de estireno obtidos a partir da despolimerização de plástico estirênico. Os testes – feitos em cooperação com parceiros comerciais e universidades – resultaram na produção de material virgem com as mesmas propriedades do poliestireno produzido a partir de monômeros de estireno novos. garante a empresa.

“Estamos muitos animados por termos alcançado esse marco”, comentou Michiel Verswyvel, Especialista Global em P&D. “Devido à sua decomposição relativamente limpa em seus blocos de construção, o poliestireno é praticamente projetado para ser reciclado. Estamos trabalhando conjuntamente com nossa equipe global de projetos para tornar este processo estável em um nível comercial, aprendendo mais, por exemplo, sobre os requisitos de pureza da matéria-prima “, complementou.

“É ótimo ver especialistas de todo o mundo contribuírem com sua expertise para este projeto”, acrescenta Alexander Glück, Presidente da Ineos Styrolution para as Américas. “Esta colaboração global mostra o nosso forte compromisso com a reciclagem química e a sustentabilidade. “

Rob Buntinx, Presidente para Europa, Oriente Médio e Ásia, declarou: “Estou convencido de que alcançamos um marco significativo na comprovação de que o poliestireno é reciclável e contribui para a redução de resíduos de consumo. Estamos agora ansiosos para viabilizar o processo para um nível industrial e economizar recursos valiosos “.

O anúncio é parte dos esforços da Ineos Styrolution para a produção cíclica do estireno, com o objetivo de poupar recursos valiosos, reciclar os resíduos de estireno e reduzir os danos ao meio ambiente. As medidas da companhia incluem tanto projetos de pesquisa quanto a colaboração através da cadeia de valor e parcerias com os clientes.

A Ineos Styrolution é uma empresa líder global em fornecimento de estireno, com foco em monômero de estireno, poliestireno, ABS Standard e especialidades de estireno. A empresa fornece aplicações em estireno para muitos produtos do dia-a-dia em um vasto leque de indústrias, que incluem automotiva, eletrônica, linha branca, construção, médica, brinquedos/esportiva/de lazer e de embalagens. Em 2018, as vendas foram de 5,4 bilhões de euros. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.500 colaboradores e opera 20 plantas em dez países.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Ineos Styrolution

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Braskem apresenta novos grades para produção de baldes industriais

23/05/2019

Soluções foram criadas para aumentar a resistência e capacidade de empilhamento dos baldes

A Braskem apresentou na Feiplastic 2019 dois novos grades de polipropileno desenvolvidos para a produção de baldes industriais, com foco em resistência e capacidade de empilhamento. Uma das novas soluções é o Polipropileno CG 600NA, um copolímero produzido para a injeção de baldes industriais. Segundo a Braskem, o produto tem maior rigidez e permite que os seus clientes desenvolvam baldes com paredes mais finas e, ao mesmo tempo, mais resistentes, mantendo a capacidade de alto empilhamento.

A outra solução apresentada foi o Polipropileno CG 220NA, um tipo de copolímero também produzido para aplicação em baldes industriais. Neste caso, afirma a empresa, o diferencial é a resistência ao impacto, aplicando-se à armazenagem de materiais que possam, por exemplo, sofrer algum tipo de colisão durante o transporte.

Carolina Bulhões, gerente de Engenharia de Aplicação Polipropileno na Braskem, destaca que os novos grades também podem ser utilizados nas embalagens para alimentos que requerem baixa transferência de odor e sabor. “A empresa tem investido cada vez mais em inovação e tecnologia para oferecer ao mercado o portfólio mais completo para embalagens rígidas”, explica a gerente.

As soluções de polipropileno já estão disponíveis no mercado e são 100% recicláveis. “Temos a preocupação de criar soluções que tragam cada vez mais valor para as embalagens, mas também temos o compromisso de promover a sustentabilidade na cadeia do plástico, formando um ciclo sustentável da produção ao descarte”, afirma Carolina Bulhões.

A Braskem definiu uma série de iniciativas em prol da Economia Circular, um novo conceito de consumo que propõe um processo produtivo que contemple a redução, reutilização, a recuperação e a reciclagem de materiais e energia. Esta nova forma de pensar os processos produtivos e os hábitos busca trazer equilíbrio e racionalidade a cada fase do ciclo, minimizando o impacto das atividades das empresas e da sociedade ao meio ambiente.

Além das resinas para baldes industriais, os participantes da Feiplastic também tiveram a oportunidade de conhecer uma solução recém-lançada pela Braskem para ser aplicada na produção de big bags, sacarias utilizadas para embalar e transportar grãos, fertilizantes e produtos químicos. A resina Maxio® PG35L, com baixo índice de fluidez e que contém aditivação anti-UV, foi desenvolvida especialmente para atender ao elevado nível de exigência dos clientes em relação a propriedades mecânicas da fita de ráfia e para garantir benefícios de aumento de produtividade da etapa de extrusão.

Fonte: Braskem

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Cipatex leva soluções para mineração na Exponor Chile 2019

23/05/2019

Empresa reforça posicionamento como uma das principais fornecedoras de mantas de PVC para o setor

A Cipatex, fabricante de revestimentos sintéticos, participa da Exposição Internacional da Indústria de Mineração – Exponor 2019, uma das principais feiras de negócios de mineração da América Latina e do mundo. O evento ocorre entre os dias 27 e 30 de maio, em Antofagasta, no Chile, o maior produtor de cobre do planeta. A empresa apresentará em seu estande o Cipageo, geomembranas de PVC empregadas na impermeabilização de lagoas de evaporação e decantação, em pilhas de lixiviação e tanques de rejeitos minerais.

Organizado pela Associação de Indústrias de Antofagasta, o evento internacional é realizado a cada dois anos. Na décima oitava edição, a feira deve reunir mais de mil expositores de 30 países e contará com a presença de importantes mineradoras, geradores de energia e empresas fornecedoras. “Delegações técnicas do setor de mineração visitarão os estandes a fim de conhecer produtos, tecnologias e inovações, o que torna a Exponor uma importante ferramenta para ampliar a possibilidade de novos negócios e networking”, comenta Aureovaldo Casari, gerente de agroindústria e mineração da Cipatex.

Conforme Casari, durante o evento a empresa reforçará seu posicionamento como uma das principais fornecedoras de mantas de PVC para a indústria mundial de mineração. Com matriz em Cerquilho, interior de São Paulo, a Cipatex fornece o produto para o setor no Chile desde 2000.

A Cipatex afirma que as suas geomembranas Cipageo, produzidas pelo processo de calandragem, são tolerantes a diversos tipos de ácidos, sais e bases, apresentando resistência ao envelhecimento e às influências do meio ambiente. De acordo com a empresa, o produto pode ser empregado em qualquer tipo de superfície, em virtude do seu grande alongamento, maleabilidade e flexibilidade . Entre os benefícios do material, garante a Cipatex, está a praticidade de instalação e transporte, o que gera redução nos custos de mão-de-obra e equipamentos.

A Exponor já faz parte do calendário da empresa, onde os visitantes podem conferir de perto as possibilidades de aplicação e as vantagens do material. Além de atender ao mercado de minerção, as geomembranas são indicadas para a construção civil, indústria e agricultura.

Criada em 1964, a Cipatex oferece ao mercado soluções em revestimentos sintéticos, contando hoje com uma linha de produtos que atende aos setores de calçados, piscinas, bolsas e acessórios, utilidades domésticas, construção, móveis, vestuário, automóveis, esporte e lazer, brindes, material escolar e comunicação visual. Ao todo, a Cipatex conta com cerca de 1.200 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Cipatex

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Grupo BASF aumenta vendas no 1o. trimestre; resultados menores na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior

23/05/2019

Primeiro trimestre de 2019:

  • Vendas de € 16,2 bilhões (alta de 3%)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de € 1,7 bilhão (queda de 24%)
  • Resultados caem principalmente devido às baixas contribuições dos segmentos de Materiais e Químicos
  • Bom desempenho dos resultados no segmento de Soluções para Agricultura

Panorama para 2019 confirmado:

  • Ligeiro aumento nas vendas
  • Ligeiro aumento do EBIT antes dos itens extraordinários no período

“No primeiro trimestre de 2019 as vendas do Grupo BASF cresceram 3%, atingindo € 16,2 bilhões”, disse Dr. Martin Brudermüller, Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, na Reunião Anual de Acionistas da empresa, realizada no Centro de Convenções Rosengarten em Mannheim, Alemanha. Em comparação com o primeiro trimestre de 2018, os resultados advindos das atividades operacionais (EBIT) antes dos itens extraordinários apresentaram decréscimo de € 549 milhões, correspondendo a € 1,7 bilhão. “Como esperado, isso se deve principalmente às contribuições consideravelmente menores dos segmentos de Materiais e Químicos. Nesses segmentos, tivemos margens excepcionalmente altas de isocianatos e sólidas margens do cracker no primeiro trimestre do ano anterior”, disse Brudermüller. O EBIT antes dos itens extraordinários também apresentou queda em “Outros” e no segmento de “Nutrição & Cuidados”, enquanto no segmento de Tecnologias para Superfície os resultados ficaram no mesmo nível do trimestre anterior. Por outro lado, os segmentos de Soluções para Agricultura e Soluções Industriais registram grande melhoria nos resultados.

O crescimento econômico global no primeiro trimestre de 2019 foi influenciado pelos avanços geopolíticos e conflitos comerciais, principalmente entre os Estados Unidos e a China. Consequentemente, o Grupo BASF observou uma demanda mais fraca das principais indústrias clientes, especialmente do setor automotivo.

Os preços caíram em 2% em comparação ao primeiro trimestre do ano anterior, fato atribuído principalmente aos negócios com produtos de isocianatos e cracker. Os preços mais elevados nos segmentos de Tecnologias para Superfície, Soluções para a Agricultura e Soluções Industriais só compensaram parcialmente o declínio esperado de preço nos segmentos de Materiais e Químicos. Devido ao comportamento cauteloso de compra dos clientes, os volumes de vendas no Grupo BASF apresentaram queda de 4%. O crescimento nas vendas foi devido principalmente aos efeitos de portfólio no segmento de Soluções para Agricultura, resultantes da aquisição de importantes negócios e ativos da Bayer em agosto de 2018. Os efeitos cambiais também tiveram um impacto positivo nas vendas em todos os segmentos.

Em € 26 milhões, no geral, os itens extraordinários no EBIT foram positivos no primeiro trimestre de 2019, em comparação ao decréscimo de € 18 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. O resultado especial proveniente dos desinvestimentos nos segmentos de Soluções para a Agricultura e Soluções Industriais excedeu os custos de integração, taxas especiais de medidas de reestruturação e outras taxas.

O EBIT teve uma queda de € 505 milhões em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 1,8 bilhão. O resultado antes do imposto de renda caiu em € 520 milhões, passando a € 1,6 bilhão. A alíquota do imposto aumentou de 24,1% para 25,4%.

O resultado após impostos das operações contínuas apresentou queda de € 415 milhões para € 1,2 bilhão. O resultado depois de impostos das operações descontinuadas, que abrange as atividades de petróleo e gás da BASF, aumentou em € 97 milhões, atingindo o patamar de € 274 milhões. Este fato é, em grande parte, devido ao significativo aumento dos volumes, principalmente na Rússia, assim como à suspensão da depreciação e amortização desde o reconhecimento do grupo para alienação no terceiro trimestre de 2018.

O resultado líquido apresentou queda de € 273 milhões, para € 1,4 bilhão. O lucro por ação foi de € 1,53 no primeiro trimestre de 2019 – primeiro trimestre de 2018: € 1,83. O lucro por ação ajustado pelos itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis totalizou € 1,65 (primeiro trimestre de 2018: € 1,93).

No primeiro trimestre de 2019, o fluxo de caixa das atividades operacionais totalizou € 373 milhões, € 858 milhões abaixo dos números para o mesmo trimestre no ano anterior. O fluxo de caixa livre apresentou uma queda de € 604 milhões no mesmo trimestre no ano anterior para menos € 368 milhões, principalmente como resultado dos melhores fluxos de caixa das atividades operacionais.

Fusão da Wintershall e DEA

Depois da aprovação por todas as autoridades relevantes, em 1º de maio de 2019, a BASF e a LetterOne concluíram a fusão da Wintershall e DEA. “Com a Wintershall Dea criamos a empresa europeia independente líder em exploração e produção, com operações internacionais nas principais regiões. Ao combinar as duas entidades com sede na Alemanha, a BASF e a LetterOne assentam as bases para um forte e próspero crescimento da Wintershall Dea”, disse Dr. Hans-Ulrich Engel, Vice-Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, em uma teleconferência sobre os resultados do primeiro trimestre de 2019.

Dividendo proposto de € 3,20 por ação

A Junta de Diretores Executivos e o Conselho Fiscal propuseram à Reunião Anual de Acionistas que o dividendo tenha um aumento de € 0,10, passando a € 3,20 por ação. “Assim, a ação da BASF oferece um rendimento de dividendos atraente, de 5,3%, com base no preço da ação no final do ano de 2018, de € 60,40”, disse Brudermüller. Depois da adoção da resolução relevante pela Reunião Anual de Acionistas, um total de € 2,9 bilhões será pago aos acionistas da BASF SE em 8 de maio.

Panorama para 2019 confirmado

As expectativas da BASF para o ambiente econômico global em 2019 continuam inalteradas:

  • Crescimento do produto interno bruto: 2,8%
  • Crescimento da produção industrial: 2,7%
  • Crescimento da produção de químicos: 2,7%
  • Taxa de câmbio média euro/dólar de US$ 1,15 por euro
  • Preço médio do petróleo de US$ 70 dólares por barril de petróleo Brent

A BASF confirma a previsão de vendas e receitas para o Grupo BASF feita no Relatório BASF de 2018 e espera um ligeiro crescimento das vendas, assim como ligeiro aumento do EBIT antes dos itens extraordinários, que deve ficar no nível inferior da faixa de 1% a 10%. O retorno sobre capital empregado (ROCE) deve ser um pouco mais alto do que o percentual do custo de capital, com o ROCE um pouco mais baixo do que em 2018.

Desempenho do negócio nos segmentos no primeiro trimestre de 2019

As vendas no segmento de Químicos, que abrange Petroquímicos e Intermediários, sofreram queda de 13% em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 2,5 bilhões. A divisão de Petroquímicos, em particular, observou brusca queda nas vendas, enquanto a divisão de Intermediários registrou um ligeiro declínio. O desempenho das vendas foi influenciado pelos menores volumes e preços nas duas divisões.

Em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários apresentou queda de € 169 milhões, para € 306 milhões. As duas divisões registraram resultados mais baixos, principalmente a de Petroquímicos. O desempenho do EBIT antes dos itens extraordinários se deve, em grande parte, às menores margens na divisão de Petroquímicos, principalmente para produtos de steam cracker, além dos menores volumes nas duas divisões. Além disso, os custos fixos das duas divisões apresentaram um discreto aumento. Na divisão de Petroquímicos, o aumento foi devido principalmente às altas despesas de manutenção, enquanto na divisão de Intermediários o desempenho dos custos fixos foi influenciado negativamente especialmente pelos efeitos cambiais.

No segmento de Materiais, que abrange Materiais de Performance e Monômeros, as vendas de € 2,9 bilhões apresentaram uma queda de 15% em comparação ao primeiro trimestre de 2018. As duas divisões, de Monômeros e de Materiais de Performance, apresentaram queda nas vendas, principalmente devido aos menores preços dos isocianatos na divisão de Monômeros.

O EBIT antes dos itens excepcionais teve uma queda nas duas divisões, atingindo € 323 bilhões, em comparação aos € 816 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. Esta queda resulta principalmente das menores margens de isocianatos na divisão de Monômeros. Na divisão de Materiais de Performance, as maiores margens não conseguiram compensar os menores volumes, principalmente no setor automotivo. Além disso, os custos fixos das duas divisões foram um pouco mais elevados do que no mesmo trimestre do ano anterior, principalmente por causa dos efeitos cambiais.

No segmento de Soluções Industriais, que abrange Dispersões e Pigmentos e Químicos de Performance, as vendas de € 2,2 bilhões foram 2% mais baixas do que as vendas no mesmo trimestre do ano anterior. As vendas na divisão de Dispersões e Pigmentos se mantiveram no mesmo nível do primeiro trimestre de 2018, enquanto as vendas na divisão de Químicos de Performance apresentaram uma ligeira queda. O declínio no período se deveu principalmente à transferência do negócio de químicos para papel e água da BASF, que antes foi reportado em Químicos de Performance, para o grupo Solenis.

O segmento de Soluções Industriais aumentou o EBIT antes dos itens extraordinários em 15%, em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 264 milhões. Isso se deveu principalmente ao EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente mais alto na divisão de Químicos de Performance, resultante dos preços mais elevados, aumento do volume e efeitos cambiais positivos. A divisão de Dispersões e Pigmentos também apresentou ligeiro aumento no EBIT antes dos itens extraordinários, principalmente por causa dos preços mais elevados e dos efeitos cambiais positivos. O EBIT do segmento incluiu receitas especiais na divisão de Químicos de Performance advindas da transferência do negócio de químicos para papel e água da BASF para o grupo Solenis.

Em comparação ao primeiro trimestre de 2018, as vendas no segmento de Tecnologias para Superfície, que abrange Catalisadores, Tintas e Químicos para Construção, aumentaram em 13%, para € 3,6 bilhões. O crescimento das vendas na divisão de Catalisadores foi particularmente acentuado. As vendas também apresentaram um aumento considerável na divisão de Químicos para Construção. Na divisão de Tintas, as vendas ficaram no mesmo nível que no mesmo trimestre no ano anterior. O aumento nas vendas pode ser atribuído aos preços mais elevados em todas as divisões, assim como aos efeitos cambiais positivos e maiores volumes nas divisões de Catalisadores e Químicos para Construção.

Em € 159 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários para o segmento se manteve no nível do mesmo trimestre no ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários na divisão de Químicos para Construção apresentou uma melhoria considerável, devido principalmente às margens mais elevadas. Na divisão de Catalisadores, os resultados tiverem um discreto aumento em consequência do crescimento das vendas. Por outro lado, a divisão de Tintas registrou um EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente menor, principalmente devido ao enfraquecimento do negócio automotivo.

As vendas de € 1,6 bilhão no segmento Nutrição & Cuidados, que abrange Care Chemicals e Nutrição e Saúde, se mantiveram no nível do mesmo trimestre no ano anterior. As vendas consideravelmente mais elevadas na divisão de Nutrição e Saúde foram compensadas pelas vendas um pouco mais baixas na divisão de Care Chemicals.

Em € 222 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários ficou 13% abaixo dos € 254 milhões registrados no primeiro trimestre de 2018. Isso pode ser atribuído principalmente aos maiores custos fixos da divisão de Nutrição e Saúde, em grande parte devido ao reembolso do seguro recebido no mesmo trimestre do ano anterior, em razão das quedas na produção em 2017. Além disso, as margens tiveram uma queda no negócio de nutrição animal, resultando em um significativo declínio na receita da divisão de Nutrição e Saúde em geral. Uma grande melhoria na receita da divisão de Care Chemicals, principalmente devido às margens mais elevadas, teve um efeito de compensação.

As vendas de € 2,6 bilhões no segmento de Soluções para Agricultura foram 53% mais altas do que no primeiro trimestre de 2018. Este fato pode ser atribuído principalmente aos efeitos de portfólio da aquisição de importantes negócios e ativos da Bayer, em agosto de 2018. A BASF também alcançou maior nível de preço no negócio legado, enquanto os volumes de vendas foram consideravelmente mais baixos no período, principalmente devido a fatores climáticos.

O EBIT antes dos itens extraordinários de € 740 milhões foi 75% mais alto do que no primeiro trimestre de 2018, em grande parte por causa da contribuição dos negócios adquiridos. O EBIT incluiu receitas especiais de desinvestimentos, segundo as condições impostas pelas autoridades antitruste no escopo da aquisição dos negócios da Bayer. No primeiro trimestre de 2019, o EBIT excedeu as taxas especiais para a integração dos negócios adquiridos.

As vendas em Outros apresentaram um aumento considerável em comparação ao mesmo trimestre no ano anterior. Isso se deve principalmente às atividades remanescentes do negócio de químicos para papel e água da BASF, que não foram incluídos na transferência para a Solenis e, desde então, são reportados em Outros. O EBIT antes dos itens extraordinários ficou bem abaixo dos números para o primeiro trimestre de 2018, principalmente devido aos resultados cambiais e efeitos de valorização de nosso programa de incentivo em longo prazo.

Fonte: BASF

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Evonik divulga resultados do primeiro trimestre de 2019

21/05/2019

  • Vendas cresceram 1% para 3,29 bilhões de euros
  • Ebitda ajustado recuou para 539 milhões de euros
  • Fluxo de caixa livre melhorou significativamente para 159 milhões de euros
  • Previsão para 2019 foi elevada: Ebitda ajustado ficará, no mínimo, estável

As vendas da Evonik foram de 3,29 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2019, o que significa um aumento de 1% em comparação ao mesmo período do exercício anterior. O Ebitda ajustado recuou 3% para 539 milhões de euros.

“A despeito do enfraquecimento da economia global, conseguimos manter a nossa posição no que diz respeito a volumes e resultados”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva. “Em termos de fluxo de caixa livre, conseguimos até registrar um ganho significativo. No geral, nosso portfólio agora é mais robusto do que antes em relação às tendências macroeconômicas. O desinvestimento do nosso negócio de metacrilatos contribuiu para isso”.

Custos iniciais não recorrentes para novas unidades de produção e um gargalo temporário no fornecimento de matérias-primas no segmento Performance Materials contribuíram para a queda do Ebitda ajustado. Em consequência, a margem Ebitda ajustada encolheu de 17,1% para 16,4%. A receita líquida ajustada recuou 5% para 249 milhões de euros, o que corresponde a um lucro ajustado por ação de 0,53 euro.

O fluxo de caixa livre melhorou em 109 milhões de euros em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando 159 milhões de euros. Isso se deveu sobretudo a uma formação menor de capital de giro líquido e a uma redução nos pagamentos de aposentadorias.

Perspectivas foram elevadas

Como resultado do acordo de venda do negócio de metacrilatos, as perspectivas para as operações continuadas foram revisadas. A Evonik agora prevê que os valores de Ebitda ajustado e vendas fiquem, no mínimo, no mesmo nível do ano passado. A receita da planejada aquisição da empresa americana PeroxyChem não está incluída na perspectiva ajustada. Em 2018, as operações contínuas registraram um Ebitda ajustado de 2,15 bilhões de euros e vendas de 13,3 bilhões de euros.

Os progressos significativos alcançados com o programa de economia de custos, aplicado na empresa toda, também contribuíram para as receitas. Mais da metade dos 1.000 empregos a serem reduzidos será concretizada até o fim deste ano.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: O desenvolvimento dos negócios desse segmento se manteve no primeiro trimestre de 2019. As vendas cresceram 3% para 1,4 bilhão de euros. O crescimento se deveu sobretudo ao aumento nos preços de venda; os volumes, por outro lado, ficaram ligeiramente abaixo daqueles registrados no mesmo período do ano anterior. A demanda por polímeros de alta performance (poliamida 12) e membranas continuou alta, de maneira que o aumento nos preços teve um impacto positivo que resultou num correspondente forte incremento nas vendas. Maiores volumes em vendas também foram registrados na linha de crosslinkers como resultado da alta demanda, especialmente por aplicações em compósitos no mercado de energia eólica; e pela sílica, que se beneficiou de uma tendência em aplicações de borracha e pneus. Apesar dos custos iniciais da nova planta de sílica nos EUA, o Ebitda ajustado avançou 2% para 324 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas aumentaram 3% para 1,15 bilhão de euros no primeiro trimestre de 2019. Isso se deveu, sobretudo, a uma elevação nos volumes de vendas, enquanto os preços de venda baixaram. As vendas de aminoácidos essenciais para nutrição animal registraram ligeira queda, em decorrência da redução nos preços de venda, embora os volumes entregues tenham aumentado de maneira significativa. O negócio de care solutions registrou um desenvolvimento, tendo se beneficiado do aumento da demanda por aplicações especiais, por exemplo, da indústria cosmética. O Ebitda ajustado foi de 180 milhões de euros, 14% abaixo do valor registrado no mesmo período do ano anterior, em parte devido a despesas relacionadas ao planejado início das atividades na nova planta de metionina em Singapura, previsto para meados deste ano.

Performance Materials: No primeiro trimestre de 2019, as vendas encolheram 7% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O total de 559 milhões de euros decorreu de menores volumes de venda, preços em queda e efeitos negativos do câmbio. O desenvolvimento da linha de performance intermediates (química do C4) foi prejudicado por uma restrição no fornecimento de matérias-primas causada por problemas técnicos em um fornecedor e também pelo preço mais baixo da nafta, ocasionando o recuo nas vendas. Já na linha de negócios Functional Solutions as vendas registraram aumento. Esse negócio se beneficiou principalmente de uma maior demanda por alcoolatos. O Ebitda ajustado do segmento recuou 9% para 59 milhões de euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Tecniplas exporta tanques de PRFV para a Argentina

21/05/2019

A caminho: tanques foram produzidos em peças únicas, a despeito das suas dimensões

Reservatórios serão instalados na planta de celulose da Arauco

A Tecniplas, referência brasileira em tanques e equipamentos especiais Plástico Reforçado com Fibras de Vidro (PRFV), acaba de despachar dois reservatórios para a Argentina. Os tanques serão instalados na fábrica de celulose que a Arauco opera na cidade de Puerto Esperanza, na Província de Misiones.

Com 13,5 m de altura e 4,5 m de diâmetro, o tanque de maior dimensão foi projetado para armazenar até 200 m³ de dióxido de cloro – pressão de -8″ WG (vácuo). “Um dos seus diferenciais é o fato de dispor de isolamento térmico garantido por chapas de poliuretano”, detalha Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas.

Já o segundo reservatório – de 11,3 m de altura, 4 m de diâmetro e 135 m³ de capacidade – será utilizado no armazenamento de cloro, solução de clorato e hipoclorito de sódio a uma temperatura de 80 ºC e sob pressão atmosférica. “Seu projeto construtivo contempla uma inclinação interna de 2%, o que possibilita o esgotamento rápido e seguro do tanque”.

Ambos foram produzidos em peça única, a despeito das dimensões, e contam com uma série de bocais e acessórios, o que tornou ainda mais complexa a fabricação. Fornecidos com data books e memórias de cálculo estrutural, os reservatórios fabricados pela Tecniplas estão aptos a resistir a cargas de vento de até 45 m/s (162 km/h), conforme a ABNT NBR 6123.

Durante a fabricação dos tanques, lembra Rossi, a Arauco fez uma série de inspeções na fábrica da Tecniplas em Cabreúva, no interior de São Paulo. “Nosso processo fabril e sistema de qualidade foram aprovados sem ressalvas pela Arauco, que nos homologou como fornecedora estratégica das plantas situadas na Argentina e no Chile”. De capital chileno, a empresa tem equipamentos da Tecniplas operando ininterruptamente desde a década de 1990.

Em 2018, as exportações responderam por 22% do faturamento da Tecniplas. Para este ano, Rossi acredita que a fatia tende a ser ainda maior, em função dos grandes projetos que estão para acontecer na América Latina. “Daí levando em conta não só o setor de celulose e papel, mas também de mineração e químico”, completa.

Fundada em 1976, a Tecniplas é uma fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atende os setores de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tecniplas

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Covestro confirma previsão para o ano após balanço do 1º trimestre

21/05/2019

  • Leve queda nos volumes principais (-1,8%)
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-16,0%)
  • Ebitda de 442 mi de euros alinhado às expectativas (-58,4%)
  • Receita líquida de 179 mi de euros menor que ano anterior (-72,2%)
  • Fluxo de caixa operacional livre 45 mi de euros negativo
  • Previsões para o ano fiscal de 2019 confirmadas

A alta pressão competitiva influenciou os resultados do primeiro trimestre de 2019 da Covestro. Apesar da demanda sólida no geral, os volumes principais tiveram leve queda de 1,8%, principalmente devido aos volumes mais baixos no segmento de policarbonatos. Uma expressiva queda nos preços de venda levou a uma redução de 16,0% nas vendas totais, para 3,2 bilhões de euros. O Ebitda do Grupo, de 442 milhões de euros (-58,4%), que contrasta com os resultados excepcionalmente positivos do ano anterior, mostrou-se alinhado às previsões. Como resultado, a receita líquida também caiu para 179 milhões de euros (-72,2%). Com 45 milhões de euros negativos, o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) ficou abaixo do ano anterior (364 milhões de euros), devido à redução nos fluxos de caixa de atividades operacionais e à elevação dos investimentos. Segundo a empresa, embora os resultados como um todo tenham ficado significativamente abaixo dos excepcionais resultados do trimestre do ano anterior, eles ficaram na faixa esperada.

“O primeiro trimestre manteve-se alinhado às nossas previsões e confirma nossas expectativas reduzidas para o ano completo”, explica o CEO Markus Steilemann. “Por isso, agora é ainda mais importante definir o rumo correto para o nosso crescimento futuro, com investimentos e esforços para elevar a eficiência. Afinal, a demanda por nossos materiais inovadores e sustentáveis continua intacta.”

Covestro confirma metas para o ano fiscal de 2019

Thomas Toepfer, CFO da Covestro, compara os resultados do primeiro trimestre ao mesmo período de 2018: “O trimestre do ano anterior foi influenciado por margens excepcionalmente altas em vários grupos de produtos. Por isso, em linha com nossas expectativas, nossos resultados ficaram abaixo dos do mesmo período do ano passado. Antecipando a continuidade do ambiente desafiador que influenciará os resultados ao longo do ano, estamos focando especialmente na eficiência da produção e dos processos e em investimentos direcionados.”

Seguindo esse foco, a Covestro elevou sua participação para 80% na joint venture DIC Covestro Polymer no Japão a partir de 1º de abril de 2019, expandindo seus promissores negócios globais de poliuretanos termoplásticos. A Covestro planeja investimentos totais de mais de 900 milhões de euros este ano para reformar e expandir suas plantas produtivas e ampliá-las para áreas em crescimento, tais como a de filmes especializados. A expectativa é de que os programas de eficiência proporcionem economias de custos de 350 milhões de euros por ano no médio prazo.

Para o ano fiscal de 2019, a Covestro mantém a projeção de crescimento do volume principal de até 5%. Espera-se que o FOCF fique entre 300 e 700 milhões de euros, com ROCE de 8% a 13%. A previsão é que o Ebitda do ano fiscal atinja de 1,5 a 2,0 bilhões de euros, com expectativa de que o Ebitda do segundo trimestre se mantenha próximo do nível do primeiro trimestre de 2019.

Iniciativas estratégicas mostram avanços

As iniciativas estratégicas para avançar na digitalização e na inovação trouxeram benefícios no primeiro trimestre. A nova plataforma comercial digital B2B Asellion foi lançada com sucesso no fim de março, permitindo que os clientes da Covestro façam pedidos de produtos on-line e comprem 24h por dia com apenas alguns cliques no link covestro.asellion.com.

A Covestro também uniu forças à empresa de biotecnologia sediada nos EUA Genomatica para pesquisar e desenvolver materiais de alto desempenho baseados em matérias-primas renováveis. O objetivo da cooperação é reduzir o uso de recursos de origem fóssil como petróleo bruto, usando matérias-primas sustentáveis no lugar.

Crescimento de vendas e lucro no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades

Os volumes principais no segmento de poliuretanos mantiveram-se amplamente estáveis (-0,2%) no primeiro trimestre de 2019. As vendas no segmento caíram 24,3% para 1,476 milhão de euros devido à queda nos preços de venda, com todas as três regiões registrando vendas mais baixas. O Ebitda caiu para 157 milhões de euros (-75,4%) devido às margens mais baixas.

Puxados pela queda na demanda da indústria automotiva, os volumes principais no segmento de policarbonatos caíram 6,3%. As vendas nesse segmento caíram 16,7% para 860 milhões de euros, também devido aos preços de venda mais baixos. Com margens em queda e preços estáveis das matérias-primas, o Ebitda caiu para 155 milhões de euros (-48,8%).

No segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades, os volumes principais praticamente não sofreram alterações em relação ao trimestre do ano anterior (-0,1%). As vendas no segmento subiram 5,9% para 627 milhões de euros, impulsionadas pela alta na média dos preços de venda, por volumes levemente mais altos e movimentos da taxa de câmbio. Alavancado pela alta das margens e dos volumes de vendas, o Ebitda subiu 7,4% para 146 milhões de euros.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em segmentos como o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

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Faturamento do setor de Compósitos deve crescer pelo terceiro ano consecutivo

20/05/2019


Postes e cruzetas: compósitos têm crescido como materiais substitutos do concreto e madeira

Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) prevê um salto de 5,5% no faturamento de 2019, totalizando R$ 2,797 bilhões.

Em 2019, o setor brasileiro de compósitos deve emplacar o terceiro ano consecutivo de crescimento, com um faturamento estimado de R$ 2,797 bilhões – alta de 5,5% em comparação ao resultado do período anterior. Esse é o principal dado do mais recente monitoramento feito pela Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco).

“Notamos uma tendência de alta na maioria dos segmentos consumidores do material, com destaque para a indústria automotiva, representada pelas montadoras de veículos pesados e agrícolas, e de energia, na qual ocorre uma intensa substituição da madeira e concreto usados em cruzetas e postes pelos compósitos, devido ao seu baixo peso e resistência à corrosão”, resume Erika Bernardino Aprá, presidente da Almaco.

Em contrapartida, o mercado de construção segue andando de lado, muito em função da dificuldade de obtenção de crédito imobiliário. “Já os investimentos em infraestrutura dependem de projetos governamentais, que permanecem escassos. Isso impacta diretamente nas vendas, por exemplo, de tubulações de compósitos”.

Com uma fatia de 35% do consumo local de compósitos de poliéster, a construção civil aparece à frente de transporte (30%), corrosão/saneamento (19%) e náutico (3%), entre outros. Já a geração de energia eólica responde por 90% da demanda por compósitos de epóxi. O setor de petróleo fica em segundo lugar, com 5%.

De acordo com o levantamento da Maxiquim, em 2019 serão consumidas 210 mil toneladas de compósitos, volume 4,5% superior ao anotado em 2018. A geração de emprego, por sua vez, deve crescer 3,7%, totalizando 65 mil vagas.

“Caso se confirmem essas previsões, será o nosso terceiro ano seguido de balanço positivo. Então, em dezembro, poderemos dizer que, enfim, a curva de crescimento se inverteu definitivamente. Agora, cabe ao governo colaborar com a indústria e fazer as reformas necessárias para que o Brasil volte a ser um ambiente favorável aos investimentos privados”, conclui a presidente da Almaco.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Almaco

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Evonik lança novo PEEK radiopaco para tecnologia de implantes

20/05/2019

  • A Evonik está expandindo o leque de polímeros biocompatíveis de PEEK para aplicação na tecnologia médica.
  • Empresa de especialidades químicas desenvolveu um novo material plástico radiopaco para implantes, à base de poliéter-éter-cetona (PEEK).

A Evonik está colocando no mercado o PEEK radiopaco para implantes, com sulfato de bário. Essa classe de produtos permite o contraste radiográfico, sem a desvantagem da formação de artefatos, algo que pode ocorrer com outros materiais populares para tecnologia de implantes. Além disso, afirma a Evonik, os implantes feitos a partir do novo Vestakeep i-Grade PEEK da Evonik não esquentam durante a tomografia de ressonância magnética.

Novos caminhos no desenvolvimento de implantes não metálicos

Segundo a Evonik, o seu Vestakeep i-Grade PEEK apresenta biocompatibilidade e bioestabilidade, é fácil de processar e está estabelecido há anos como material de desempenho em aplicações na tecnologia médica como, por exemplo, implantes espinhais, medicina esportiva, dispositivos cardiovasculares, cirurgia maxilofacial e outras aplicações.

A Evonik fornece o i-Grade PEEK em forma de grânulos ou produtos semiacabados, como chapas ou barras plásticas. Dependendo da aplicação, o Vestakeep i-Grade PEEK pode ser fornecido com sulfato de bário, com diferentes taxas de enchimento.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Braskem e Antilhas lançam embalagem monomaterial para embalagens Stand up Pouch

17/05/2019

O produto reforça o conceito de Economia Circular ao favorecer o processo cíclico de reciclagem e retorno do produto à cadeia.

Em linha com seu compromisso em Economia Circular, a Braskem se uniu à Antilhas Flexíveis, empresa brasileira e reconhecida no mercado por suas inovações em embalagens, para o desenvolvimento de uma embalagem stand-up pouch monomaterial. A novidade foi apresentada durante a Feiplastic 2019, de 22 a 26 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

“A transformação da Economia Linear para a Economia Circular passa por desenvolvimentos como esta embalagem, que tem todo o seu ciclo produtivo considerado de forma sustentável. Estamos muito satisfeitos em apresentar esta solução ao mercado durante a Feiplastic, demonstrando que a tecnologia é uma grande aliada na criação de produtos que favorecem a reciclagem e se mantém competitivos”, afirma Yuri Tomina, gerente de Desenvolvimento de Mercado de Polietileno da Braskem.

Embalagens monomateriais, ou seja, produzidas a partir de uma única matéria-prima, favorecem a cadeia de reciclagem plástica, pois facilitam o processo de separação dos materiais. Segundo Tomina, o compromisso da Braskem em prol da Economia Circular define iniciativas que a companhia adotou para estimular o ciclo sustentável da cadeia plástica e, entre elas, está o trabalho com parceiros na concepção de produtos que ampliem a eficiência da reciclagem e o retorno do produto à cadeia.

Fabio Sant’ana, especialista de Desenvolvimento de Mercado de Polietileno da Braskem, explica que a companhia se uniu à Antilhas Flexíveis para chegar nesta solução. “Feita totalmente à base de polietileno, este produto tem alto índice de reciclabilidade por não possuir mistura de matérias-primas. Desta forma, sua reciclagem gera uma resina pós-consumo de maior qualidade e, consequentemente, com uma gama maior de possibilidades de aplicação”, explica.

A produção de embalagens stand-up pouch – que se mantém em pé independentemente da matéria que envolve – em puro polietileno, sem laminação, foi realizada com a tecnologia EB (Electron Beam). O processo inovador de impressão externa por cura com feixe de elétrons foi patenteado com exclusividade pela Antilhas.

“O processo garante qualidade de impressão superior, com o mesmo brilho de material laminado e possibilidade de acabamentos externos com apelo sensorial. A tecnologia permite ainda benefícios adicionais com um processo que gera a redução de até 50% no consumo de energia elétrica, sem perder a qualidade de cor e brilho do material final e redução de até 95% dos compostos orgânicos voláteis, fator que reduz a emissão de gases causadores do efeito estufa”, afirma Rodrigo Massini, gerente executivo da Antilhas Flexíveis.

A embalagem stand-up pouch monomaterial já está disponível ao mercado e pode ser utilizada em aplicações nos setores de cosméticos e alimentício. Os visitantes da Feiplastic puderam conferir protótipos do material no estande da Braskem, onde também foram expostos exemplos do produto já produzido a partir da embalagem monomaterial reciclada, com identificação de matéria-prima 100% oriunda de polietileno reciclado.

“Estamos muito satisfeitos em apresentar aos clientes a solução completa, com demonstração do desenvolvimento tecnológico aplicado na solução e a qualidade do produto pós-consumo gerado a partir desta inovação”, ressalta Sant’ana.

A Antilhas atua no mercado de embalagens em papel, cartão e plástico flexível. Fundada há 30 anos, a unidade de negócios de flexíveis da Antilhas Embalagens possui o selo FSSC 22000 – Certificação de Sistema de Segurança de Alimentos. A Antilhas Flexíveis tem como destaque entre seus produtos, além do processo de impressão com a tinta Gelflex-EB®, o Stretch Hood, filme de Polietileno (PE) extrudado utilizado para a unitização de embalagens de transporte.

Fonte: Braskem

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BASF apresentou inovações e soluções sustentáveis na Feiplastic 2019

17/05/2019

Soluções da BASF para as indústrias automotiva, de embalagens, da construção, de bens de consumo, aplicações industriais, plasticultura, entre outras, fizeram parte do portfólio apresentado pela companhia no stand da Feiplastic 2019.

“A Feiplastic foi uma excelente oportunidade para apresentar nossas soluções e estreitar o relacionamento com o mercado”, considera Murilo Feltran, gerente de marketing e produto de Materiais de Performance da BASF. “Além das tecnologias inovadoras, nosso forte é a atuação em estreita colaboração com nossos clientes, entendendo suas necessidades e desenvolvendo soluções de acordo com cada necessidade”, afirma.

Materiais de desempenho

Uma das principais novidades foi a plataforma digital exclusiva para oferecer o portfólio de soluções para a indústria de calçados, como um novo canal de relacionamento com os clientes. A BASF fornece PU e TPU para produção de solas, entressolas, palmilhas e outros componentes que, segundo a empresa, permitem a fabricação de calçados de maior desempenho, conforto e durabilidade, atendendo às tendências e demandas dos consumidores. A ferramenta online, de interface amigável, está disponível no link http://www.shop.basf.com.br/calcados.

Entre os materiais com destaque na Feiplastic estão as soluções sustentáveis para o mercado de isolamento térmico, que têm como base o HFO e a água aplicados como agentes expansores de quarta geração para o mercado de refrigeração. A tecnologia é uma alternativa aos agentes de expansão utilizados convencionalmente e permite a redução nas emissões de gases de efeito estufa.

Também apresentando pegada sustentável, foi apresentado o polímero compostável e biodegradável ecovio®, obtido a partir de matérias-primas renováveis. O material tem desemepenho semelhante aos plásticos normalmente utilizados, atendendo requisitos de aparência, propriedades mecânicas e processabilidade, sofrendo degradação somente em condições de compostagem, afirma a BASF. Pode ser aplicado em filmes para agricultura, produção de copos, sacolas compostáveis certificadas e embalagens diversas, entre outras possibilidades.

A poliamida Ultramid® Deep Gloss agora está disponível também em cores. O material originalmente usado na cor black piano, está abrindo possibilidades para projetos mais versáteis de interiores de carros, com cores contrastantes e que seguem tendências de mercado. Segundo a BASF, o material possui propriedades diferenciadas, tais como resistência a riscos, à radiação UV e alta resistência química. Além disso, afirma a empresa, o alto nível de brilho reproduz estruturas com detalhes fiéis, permitindo uma mistura bem contrastante de luz e sombra, sem revestimento adicional.

Durante a feira, a BASF também promoveu a sua poliamida semicristalina que permite que a luz passe sem barreiras. Segundo a empresa, o Ultramid® Vision combina a transparência à luz com uma baixíssima dispersão, sendo a primeira poliamida semicristalina do mundo para componentes semitransparentes ou transparentes para ambientes com muitos desafios químicos. A BASF afirma que a poliamida é resistente aos raios UV, às altas temperaturas, aos riscos, a químicos e atende aos requisitos de segurança contra a propagação do fogo. A solução pode ser usada em diversas áreas de aplicação, sendo recomendada especialmente para peças de controle visual, iluminação ou design de luz.

Embalagens

A embalagem tem papel fundamental na garantia da qualidade de alimentos, desde a produção até a mesa do consumidor. As poliamidas são a melhor opção quando há a necessidade de aumentar o tempo de vida dos produtos através do aumento de propriedades mecânicas, proteção para migração de gorduras, barreira ao oxigênio e aromas. Por meio da parceria com seus clientes, a BASF buscou atender solicitações de melhoria de propriedades óticas, maior flexibilidade e menor encanoamento, sem perder as propriedades tradicionais das poliamidas. E o resultado foi, segundo a empresa, o desenvolvimento do Ultramid C37 LC, copolímero de poliamida com o menor ponto de fusão das poliamidas tradicionais encontradas no mercado – perto dos 180º.C. A BASF afirma que o material é o mais indicado para sacos encolhíveis e filmes termoformados e outras aplicações onde a estrutura a ser utilizada é assimétrica.

Aditivos para plásticos

A BASF afirma que vem buscando soluções em aditivos para plástico ecologicamente corretas, focadas em sustentabilidade e que visam evitar a degradação e estender a vida útil dos plásticos. Esses requisitos se tornaram mais rigorosos também nas aplicações automotivas e, alinhado ao aumento da durabilidade das espumas de poliol e poliuretano, o seu PUR 70 encontra um nicho de aplicação. Segundo a empresa, o aditivo diminui drasticamente a emissão de aldeídos e componentes orgânicos voláteis, é livre de amina e atende aos requisitos VDA 278 10/11.

De acordo com a empresa, o seu Tinuvin® XT 55, um aditivo estabilizador à luz, confere durabilidade, além de melhorar os processos de fabricação. Tem aplicações em monofilamento de polietileno, usados para produção de grama sintética e poliolefinas, fitas para telas de sombreamento, andaimes, geotêxteis e big bags, entre outros. O fabricante afirma que o aditivo auxilia na resistência às condições climáticas adversas, incluindo exposição prolongada à luz ultravioleta, temperatura elevada e oscilante, além de poluentes ambientais.

Já o Irgastab IS 3066L, utilizado nas aplicações em PVC, promove melhoria na produtividade e maior viabilidade econômica, além de estar em conformidade com o FDA para aplicações em contato com alimentos, assegura a BASF.

Fonte: BASF

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INP e Apex-Brasil celebram crescimento de 709% em exportações nos 15 anos de Think Plastic Brazil

15/05/2019

Empresas participantes do Programa de exportação do plástico transformado brasileiro, que completou 15 anos em 2018, representam 59% das vendas internacionais do setor.

Com o apoio da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) o INP (Instituto Nacional do Plástico) celebra os 15 anos de seu Programa de exportação e internacionalização do plástico transformado brasileiro, o Think Plastic Brazil. O direcionamento da Agência em serviços como Coach Estratégico de Internacionalização, Inteligência de Mercado, Capacitação, Competitividade, Sustentabilidade, Inovação e Design permitiu que as 259 empresas que passaram pelo Programa durante este período (nos segmentos de Agronegócios, Artigos para Casa, Construção Civil e Embalagens) saltassem dos USD 85 milhões vendidos internacionalmente em 2004 para USD 687,0 milhões em 2018, crescimento de 709%.

Desde o início do Think Plastic Brazil, foram realizados mais de 390 projetos, incluindo a participação em 89 Feiras Internacionais, a organização de 52 Projetos Compradores e 14 Projetos Vendedores, 6 Missões Prospectivas e mais de 150 cursos. Estas ações, formatadas pela parceria INP e Apex-Brasil, ampliaram o destaque das empresas do setor em todo o mundo.

Para as companhias participantes, o Programa Think Plastic Brazil é considerado um dos principais canais de acesso aos mercados internacionais, conforme pesquisa realizada em março de 2019, com foco no planejamento estratégico para os próximos cinco anos. “As indústrias certamente têm potencial para se promover e conquistar o mercado internacional, mas o caminho solo é, de fato, mais complexo. Por isso, ter o apoio da Apex-Brasil e do INP, por meio do Think Plastic Brazil, significa abrir novos horizontes, especialmente pela grande experiência dos profissionais envolvidos”, explica Miguel Bahiense, diretor superintendente do INP e gerente do Programa. “Os pontos de conhecimentos permitem a maximização do aproveitamento das empresas no mercado internacional. Nos últimos 15 anos o desempenho foi louvável e atingimos o momento de reconhecimento pela excelência do trabalho, não só na relação com a Apex-Brasil, mas também com os associados. Entramos agora em uma fase em que buscamos crescer ainda mais, já que ocupamos plenamente o espaço que a parceria com a Apex-Brasil nos permitiu e agora vamos em busca da ampliação do trabalho”, complementou.

Cases de Sucesso:

Inovação e Design

Para Fábio Duarte, designer e gerente comercial da Crippa, o acesso a mercados internacionais possibilitou o despertar de desenvolvimento de produtos inovadores na empresa, que resultou na criação do SMART S, sistema de escorredores que fica quase invisível sobre a pia: “Estamos há 4 anos no Programa Think Plastic Brazil e foi somente com a participação na feira Ambiente, na Alemanha, que entendemos a tendência de produtos conceituais mas acessíveis. Hoje, já temos como base da Crippa essa política de investimento em produtos diferenciados e no Salone del Mobile de Milano, principal evento de decoração do mundo, já notamos que nosso produto está pronto para a disputa global. Nada disso seria possível sem o direcionamento em design, sustentabilidade e apoio geral do Programa promovido pelo INP e pela Apex-Brasil”, explica.

Ampliação de negócios

Everson Targas, da Plasútil, se recorda de um momento quando a companhia estava em vias de troca de representante comercial no Chile, há quase 8 anos. “Foi exatamente quando uma Missão Empresarial para o País nos trouxe a possibilidade de encontrar o distribuidor daquele mercado, que nos acompanha até hoje. Sem isso, era certo que não teríamos este cliente. Os Projetos Compradores e Projetos Vendedores promovidos pelo INP e pela Apex-Brasil por meio do Think Plastic Brazil são fundamentais para aumentar e solidificar a presença nos mercados internacionais”, afirmou.

Inteligência de Mercado

Eduardo Cabezas, da Alfamec, destaca a conquista de novos mercados como México e Porto Rico, obtidos por sua participação na feira Home & Housewares 2018, em Chicago, por meio do Think Plastic Brazil. “O volume e o detalhamento de informações repassados pelo Think Plastic Brazil, tanto a partir de pesquisas de mercado promovidas pela Apex-Brasil e pelos Institutos de Pesquisa parceiros quanto por meio de workshops, treinamentos e direcionamentos de tendências, são fundamentais para o desenvolvimento da companhia. Sem o trabalho desenvolvido pelo Programa o acesso a informações diferenciais ficaria muito mais difícil, restringindo nossos planejamentos estratégicos”, disse.

Capacitação

Francisco Trucharte, da Metaltru, acompanha as ações do INP e da Apex-Brasil pelo Think Plastic Brazil há quase 12 anos e hoje exporta para 31 países. A conquista do 31º, o Qatar, aconteceu após a participação na feira Ambiente: “A experiência oferecida pelo Programa é completa, desde o acompanhamento em feiras internacionais até as ações de capacitação. Ao lado dos profissionais do Think Plastic Brazil, a Metaltru obteve experiência e informações principal para investimentos em embalagens, design de produtos e acesso às tendências e estratégias de marketing e comunicação. Isso tudo nos permitiu entrar no Oriente Médio, um destino que antes não estava em nosso radar”, informou Trucharte.

O Programa Think Plastic Brasil foi criado em dezembro de 2003, quando a cadeia brasileira de plásticos integrados foi selecionada como uma das 10 maiores do mundo e reconhecida por sua alta tecnologia, assim como a capacidade de seus recursos humanos. O projeto foi realizado em colaboração com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e sob a coordenação do Instituto Nacional do Plástico (INP), para promover a exportação de produtos plásticos convertidos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Think Plastic Brazil

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Solvay apresentou dois novos estabilizadores UV para o mercado brasileiro de plásticos na Feiplastic 2019

15/05/2019

A Solvay Technology Solutions apresentou na Feiplastic 2019 dois novos estabilizadores UV para poliolefinas: o Cyasorb Cynergy Solutions M528 para aplicações de injeção e sopro, e o Cyasorb Cyxtra V9900 para peças automotivas.

Segundo a Solvay, o Cyasorb Cynergy Solutions M528 é um estabilizador à luz especificamente desenvolvido para produtos de polietileno soprados ou injetados, atendendo a elevadas exigências de durabilidade e oferecendo proteção UV a longo prazo, além de resistência térmica. A empresa afirma que o produto pode ser usado em uma ampla variedade de polímeros, em doses muito reduzidas quando comparado aos aditivos estabilizadores tradicionais, permitindo maior flexibilidade de formulação e redução de custos operacionais.

A Solvay também está introduzindo no mercado brasileiro o Cyasorb Cyxtra V9900. O produto é o primeiro de uma nova plataforma tecnológica de estabilização UV criada pela empresa. Especialmente desenvolvido para atender aos rigorosos requerimentos da indústria automobilística, o estabilizador proporciona resistência à radiação UV em peças plásticas interiores e exteriores de polipropileno (PP) e de compostos a base de poliolefinas TPO e TPE, afirma a Solvay.

Além de atender às normas automotivas globais de envelhecimento artificial e de durabilidade, assegura a Solvay, o produto excede as exigências de baixo VOC (composto orgânico volátil), odor e fogging, sem interferir na aderência de pintura. O Cyasorb Cyxtra V9900 é fabricado com a tecnologia Cyflow que não gera pó ou aglomerados e facilita sua incorporação no processo de extrusão.

“A indústria continua buscando soluções que permitam que os plásticos tenham um desempenho melhor e durem mais tempo, ao mesmo tempo que mantém uma boa relação custo-benefício”, comenta Andrea Landuzzi, Diretor Global de Marketing da área de negócios Polymer Additives da Solvay.

“As mais recentes tecnologias conferem à Solvay a liderança na capacidade de extensão da vida útil dos plásticos e facilitam os vários esforços da indústria para melhorar os processos de reciclagem, bem como no desenvolvimento de sistemas de economia circular. O M528 e o V9900 reforçam nosso compromisso de aproveitar nossos mais de 60 anos de experiência em estabilização UV para fornecer soluções inovadoras que lidam com os principais desafios sociais e dos clientes”, disse Landuzzi.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Braskem registra lucro líquido de 1 bilhão no primeiro trimestre de de 2019

15/05/2019

A Braskem registrou Ebitda de R$ 2,77 bilhões no primeiro trimestre de 2019, um crescimento de 45% em relação ao último trimestre de 2018 e de 5% sobre o mesmo período do ano passado. Em dólar, o Ebitda foi de US$ 729 milhões, uma queda de 11% na comparação com igual trimestre do ano passado.

Esses resultados foram impactos por efeitos não recorrentes como a receita com PIS/COFINS pagos a maior entre janeiro de 2012 a fevereiro de 2017 e a reversão de provisões relacionadas à Conta de Desenvolvimento Energético e ao Regime Especial da Indústria Química (Reiq). Sem esses efeitos, o Ebitda foi de US$ 336 milhões, queda de 16% e 60%, respectivamente, ao quarto trimestre e ao primeiro trimestre de 2018.

“O primeiro trimestre se mostrou desafiador em razão dos menores spreads petroquímicos no mercado internacional, dada a revisão de crescimento da economia global para o ano de 2019”, afirma o presidente da Braskem, Fernando Musa. “Neste cenário, seguiremos focados com a nossa estratégia de atuação a fim de superar os desafios globais do ciclo petroquímico”, completa Musa, referindo-se à diversificação geográfica e de base de matéria-prima equilibrada entre nafta e gás.

A receita líquida de vendas da Braskem atingiu R$ 13 bilhões no primeiro trimestre de 2019, praticamente em linha ao registrado no mesmo período do ano passado. O lucro líquido da companhia foi de R$ 1,03 bilhão, revertendo o prejuízo de R$ 78 milhões observado no trimestre anterior e mantendo-se em linha ao primeiro trimestre do ano passado.

No lado operacional, a taxa de utilização das centrais petroquímicas no Brasil foi de 88% no primeiro trimestre, dois pontos percentuais inferiores ao mesmo trimestre do ano passado, impactada por problemas operacionais. A taxa de utilização das plantas nos EUA e na Europa foi de 90%, superior ao 4T18 devido à normalização do fluxo logístico na Europa, porém inferior ao mesmo período do ano passado em função de paradas não programadas. No México, a taxa de utilização das plantas de polietileno foi de 79%, seis pontos percentuais acima do quarto trimestre de 2018 devido ao maior fornecimento de etano no período.

Mercado brasileiro de resinas

A demanda de resinas no mercado brasileiro foi de 1,4 milhão de toneladas, 7,8% e 4,2% superior ao quarto trimestre e ao primeiro trimestre do ano passado, respectivamente, em função do movimento de reabastecimento ocorrido no período. As vendas de resinas da Braskem totalizaram 878 mil toneladas, resultado 10% superior ao último trimestre do ano passado e superior ao crescimento do mercado. A participação de mercado da Braskem ficou em 64% no período.

No primeiro trimestre de 2019, a companhia exportou, a partir do Brasil, 356 mil toneladas de resinas, um crescimento de 16% em relação ao quarto trimestre de 2018. Foram exportadas 194 mil toneladas dos principais químicos produzidos no Brasil, uma queda de 10% sobre o trimestre anterior, influenciado pelo menor volume de gasolina.

Nos Estados Unidos, a demanda de polipropileno foi inferior devido ao alto nível de estoque na cadeia e ao fraco desempenho do segmento de fibras têxteis. Na Europa, a demanda se recuperou no trimestre e o mercado mostrou crescimento principalmente em função de uma antecipação à temporada de paradas programadas que irão acontecer no segundo trimestre deste ano. A demanda de polietileno no México foi de 504 mil toneladas, uma retração de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior, em função da queda no investimento público e privado e à desaceleração no crescimento econômico.

Investimento e competitividade

Os planos de expansão da Braskem seguem avançando. A empresa já concluiu 56,2% do investimento total previsto para construção da nova planta de Polipropileno nos Estados Unidos, a sexta unidade industrial desta resina no país. Já foram aportados US$ 426 milhões na nova unidade, que deve começar a operar em 2020.

Durante a Feiplastic, a maior feira do Plástico na América Latina, a Braskem anunciou uma nova solução para o mercado de embalagem conhecida como stand-up pouch monomaterial, um produto que facilita o processo de reciclagem dos materiais por conter apenas uma matéria-prima. Esse lançamento feito de polietileno é voltado ao segmento de cosméticos e alimentos e foi realizado em parceria com a Antilhas Flexíveis.

Além disso, a Braskem lançou uma nova solução que une a resina pós-consumo oriunda da logística reversa de sacarias da empresa ao Polietileno Verde (I’m greenT). A matéria prima traz o conceito de zero emissão de gás carbônico, uma vez que a emissão de CO2 durante o processo de reciclagem é compensada pela fixação do gás durante o processo produtivo do polietileno verde.

Fonte: Braskem

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Eastman apresenta inovações em embalagens sustentáveis ​​na Luxe Pack New York

14/05/2019

Fornecedora em plásticos destaca inovações em reciclagem e bioplástico de engenharia

A Eastman exibirá suas últimas novidades no Luxe Pack New York, de 15 a 16 de maio, no Javits Center. A empresa apresentará duas inovações que abordam o desafio mundial relacionados ao tema dos resíduos de plástico e também dois produtos – o bioplástico de engenharia Eastman Trēva ™ e o copoliéster Cristal EV600™.

Trēva é um plástico à base de celulose para embalagens opacas e coloridas (foto). Segundo a Eastman, ele pode servir como um substituto direto para o ABS e permite oportunidades de reduções de matéria-prima nessas aplicações, com melhor desempenho e menor impacto ambiental. Seu bio-conteúdo de mais de 40%, afirma a empresa, permite que as marcas progridam em direção aos compromissos de sustentabilidade, enquanto se afastam dos materiais listados na Proposição 65 (lei californiana que exige advertências sobre substâncias químicas potencialmente perigosas que podem causar doenças como defeitos congênitos ou outros danos reprodutivos).

“Trēva é um bioplástico de alto desempenho com uma história robusta de início de vida. Com nossas inovações de reciclagem recém-anunciadas, em especial a tecnologia de renovação do carbono, estamos adicionando uma opção de fim de vida sustentável para este material “, disse Kendra Harrold, diretora de Marketing para Embalagens.

O Cristal EV600 é um novo polímero de alto fluxo com o polimento e a sensação de vidro. Segundo a Eastman, ele proporciona uma transparência profunda e incolor com luminosidade superior. A empresa afirma que ele supera outros copoliésteres, obtendo melhor estética e tendo como resultado um efeito cintilante luxuoso para aplicações em paredes de espessura média a grossa.

A Eastman anunciou recentemente duas inovações em reciclagem: a reciclagem circular avançada e a tecnologia de renovação do carbono. Elas permitem a reciclagem de poliéster misto e resíduos plásticos mistos.

Usando a metanólise, a reciclagem circular avançada decompõe os produtos à base de poliéster em seus blocos de construção poliméricos. Estes podem, então, ser reintroduzidos na produção de polímeros à base de poliéster, fornecendo uma solução circular. A Eastman projeta que a operação estará funcionando em escala total de 24 a 36 meses.

Segundo a Eastman, a sua tecnologia de renovação do carbono converte resíduos plásticos misturados (incluindo plásticos difíceis de reciclar, como embalagens de cosméticos) de volta aos seus componentes moleculares. Estes são reintroduzidos na produção de uma variedade de materiais, como plásticos e produtos celulósicos. A produção comercial está planejada para 2019, usando os ativos existentes.

Kendra Harrold disse: “Essas inovações são apenas o começo. A Eastman está comprometida em trabalhar com nossos parceiros da cadeia de valor para criar soluções reais para uma verdadeira economia circular. “

A Eastman é uma empresa global de materiais atuando em mercados finais tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A empresa emprega, aproximadamente, 14.500 pessoas ao redor do mundo e atende clientes em mais de 100 países. A companhia alcançou, em 2018, aproximadamente, 10 bilhões de dólares em receitas e está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Ineos Styrolution planeja nova fábrica para produção do compósito Stylight

13/05/2019

  • StyLight® é a linha de produtos termoplásticos estéticos da Ineos Styrolution
  • Demanda das indústrias automotiva, eletrônica e de esportes é decisiva para o investimento na nova planta de produção

A Ineos Styrolution, líder global em estireno, anunciou em 22 de abril passado que planeja construir uma nova planta para o compósito StyLight®. O estabelecimento da nova linha de produção reflete o crescente aumento da demanda dos clientes, afirma a Ineos Styrolution.

Desde seu lançamento durante a feira K 2016, em Düsseldorf, o StyLight tem recebido a atenção de designers das indústrias automotiva, eletrônica e esportiva de todo o mundo. Segundo o fabricante, o compósito baseado em estireno acrilonitrilo (SAN) e fibra de carbono/vidro, fabricado por compressão, oferece uma combinação que une rigidez estrutural, estética, processabilidade, estabilidade dimensional e qualidade de superfície próxima da “Classe A”. O portfólio da linha foi recentemente expandido para incluir o StyLight baseado em polipropileno (PP).

As parcerias iniciais de desenvolvimento com os institutos alemães de pesquisa NMF (Neue Materialien Fürth GmbH) e NMB (Neue Materialien Bayreuth GmbH) foram fundamentais para otimizar as propriedades e o processamento do produto. Outras parcerias, com as empresas Roctool e, mais recentemente, com a ARRK Shapers levaram à validação do StyLight, cumprindo com as especificações para os interiores dos veículos dos principais fabricantes de automóveis.

Apesar de a Ineos Styrolution priorizar uma locação na Alemanha, o local específico para a nova planta de produção ainda está para ser definido. A nova fábrica está planejada para iniciar o funcionamento em 2022.

“Desde a introdução do StyLight, nós dedicamos recursos significativos para otimizar a qualidade do material e os parâmetros de processamento do produto. Tendo seguido o desenvolvimento de StyLight desde o início, estou entusiasmado para ver a reação dos clientes e estou ansioso por este próximo passo “, explica Pierre Juan, Vice-presidente de Negócios Futuros e Inovação.

“A decisão de construir uma linha de produção para o StyLight é parte de um programa maior de investimentos da Ineos Styrolution “, acrescenta Kevin McQuade, CEO da companhia. “Atividades recentes como a aquisição de novos ativos de poliestireno na China, a construção de um nova planta de ASA com 100.000 toneladas em Bayport, Texas, e o desenvolvimento de uma nova linha de produção de ABS de 50.000 toneladas em Wingles, na França, demonstra nosso compromisso contínuo como os principais fornecedores globais de estirênicos. Este investimento é, no entanto, grandioso, pois produzirá um novo tipo de material inventado pela Ineos Styrolution e oferece aos nossos clientes uma alta performance e soluções práticas”.

A Ineos Styrolution atua no fornecimento de estirênicos, com foco em monômero de estireno, poliestireno, ABS Standard e especialidades de estireno. Com plantas de produção contando com mais de 85 anos de experiência, a Ineos Styrolution fornece aplicações em estireno para muitos produtos do dia-a-dia em um vasto leque de indústrias, que incluem automotiva, eletrônica, linha branca, construção, médica, brinquedos/esportiva/de lazer e de embalagens. Em 2018, as vendas foram de 5,4 bilhões de euros. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.500 colaboradores e opera 20 plantas em dez países.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Ineos Styrolution

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Cipatex apresenta geomembranas na Aquishow

13/05/2019

A Cipatex, líder em revestimentos sintéticos, apresenta soluções em impermeabilização de lagoas e tanques durante a Aquishow Brasil 2019, que ocorre entre os dias 14 e 17 de maio, em Santa Fé do Sul/SP. A participação no evento, que reúne todos os elos da cadeia produtiva da aquicultura, reforça o posicionamento da empresa no setor.

Segundo Aureovaldo Casari, gerente de agroindústria e mineração da Cipatex, a presença na Aquishow é muito importante para os negócios da empresa. “Vamos apresentar as possibilidades de aplicação e a tecnologia empregada no Cipageo®, geomembranas de PVC de alta performance que confere estanqueidade aos sistemas de produção e cultivo de peixes e camarões em água doce ou salgada”, afirma. O produto pode ser utilizado em lagoas e tanques escavados e estruturados.

Para tanques ou viveiros escavados, a Cipatex fornece geomembranas com grande resistência ao envelhecimento e às intempéries. Segundo a empresa, o material pode ser confeccionado sob medida, garantindo praticidade ao produtor, com instalação rápida e segura. Este tipo de tanque é indicado para criação em cativeiro em larga escala, seja na carcinicultura ou piscicultura.

Para tanques estruturados/circulares, formados por armações metálicas, a empresa desenvolveu geomembrana reforçada com uma tela de alta tenacidade. De acordo com a Cipatex, o sistema atende, principalmente, à produção comercial de peixes em áreas reduzidas, onde é possível a criação com grande adensamento.

A Cipatex afirma que as geomembranas Cipageo® são fabricadas em várias espessuras, de acordo com as dimensões do projeto e necessidades do produtor, sendo tolerantes a diversos tipos de ácidos, sais e bases. O material também tem a opção de ser confeccionado com geotêxtil acoplado ou reforço interno, conferindo maior resistência à tração, punção e rasgo, afirma a empresa.

Conforme Casari, o evento, que deve reunir mais de três mil pessoas, surge como grande oportunidade para estreitar o relacionamento com produtores, prospectar novos clientes e trocar experiências.

Criada em 1964, a Cipatex oferece ao mercado soluções em revestimentos sintéticos, contando hoje com uma linha de produtos que atende aos setores de calçados, piscinas, bolsas e acessórios, utilidades domésticas, construção, móveis, vestuário, automóveis, esporte e lazer, brindes, material escolar e comunicação visual. Ao todo, a Cipatex conta com cerca de 1.200 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Serviço: Aquishow
Data: de 14 a 17 de maio de 2019
Local: Estande Cipatex – 84
Av. Waldemar Lopes Ferraz, s/n, Estância Turística de Santa Fé do Sul/SP

Fonte: Assessoria de Imprensa – Aquishow

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ExxonMobil anuncia projeto de 2 bilhões de dólares para expansão de complexo químico no Texas (EUA)

10/05/2019

  • Expansão da planta de Baytown criará aproximadamente 2.000 empregos durante a construção
  • Projeto irá maximizar o valor da crescente produção da Bacia Permiana
  • Estudo da empresa afirma que a ExxonMobil contribuiu com mais de US $ 43 bilhões para o produto interno bruto dos EUA em 2017

A ExxonMobil disse hoje que vai investir U$ 2 bilhões para expandir sua planta química de Baytown, no Texas, a qual criará aproximadamente 2 mil empregos durante a construção e contribuirá para um retorno de aproximadamente 15% – valor que a empresa espera de seus investimentos químicos.

A expansão da planta de Baytown se soma à iniciativa “Growing the Gulf” da empresa, de 2017, que delineou planos para construir e expandir instalações de manufatura ao longo da Costa do Golfo dos EUA, criando mais de 45.000 empregos bem remunerados em toda a região, afirma a empresa.

“Nossos investimentos substanciais nos Estados Unidos dão suporte aos planos de crescimento de longo prazo da ExxonMobil e resultarão em milhares de empregos com altos salários”, disse Darren W. Woods, presidente e diretor executivo da ExxonMobil. “Através dos bilhões de dólares que estamos investindo na Bacia Permiana para aumentar a produção de petróleo e a expansão de nossas operações ao longo da Costa do Golfo, nossa empresa está fazendo contribuições significativas e duradouras para a economia dos EUA e as muitas comunidades onde operamos. “

A ExxonMobil contratou a Ernst & Young para examinar as contribuições que a empresa fez à economia dos EUA em 2017 – o ano em que a iniciativa “Growing the Gulf” foi lançada. Segundo a empresa, a pesquisa concluiu que, durante 2017, a ExxonMobil contribuiu com mais de US $ 43 bilhões para o PIB dos EUA e as suas atividades econômicas direta, indireta e induzida sustentaram quase 177.000 empregos em todo o país.

“Esta pesquisa, focalizada em um único ano, é um retrato poderoso de como nossos negócios nos Estados Unidos beneficiam diretamente a economia americana”, disse Woods. “Isso ressalta as muitas maneiras pelas quais a empresa e nossos funcionários estão contribuindo para a prosperidade em todo o país”.

A pesquisa da Ernst & Young também concluiu que, em 2017:

  • As operações da ExxonMobil nos EUA deram suporte a quase U$ 6,72 bilhões em renda de mão-de-obra direta – uma média de U$ 208.000 por trabalhador em termos de remuneração anual total, incluindo salários e benefícios.
  • O impacto das operações e investimentos da ExxonMobil incluem mais de US $ 7 bilhões em pagamentos de impostos e royalties.
  • A empresa fez investimentos de capital em 20 estados.

Woods disse que os recentes investimentos da empresa, tais como uma grande expansão da produção de petróleo e gás na Bacia do Permiano e a planejada expansão em Baytown, continuarão impulsionando a economia dos EUA.

“Nossa expansão química em Baytown nos colocará em uma posição sólida para maximizar o valor da crescente produção da Bacia Permiana e fornecerá produtos de maior valor e maior demanda produzidos em nossas instalações de refino e plantas químicas da Costa do Golfo”, disse Woods.

“Espera-se que a demanda global por produtos químicos seja maior do que o crescimento da demanda de energia e o crescimento do PIB nos próximos 20 anos”, disse Woods.

A expansão, prevista para se iniciar em 2022, inclui uma nova unidade de polímeros Vistamaxx ™, utilizados para gerar produtos que oferecem níveis mais altos de elasticidade, maciez e flexibilidade, afirma a empresa. A nova unidade produzirá cerca de 400.000 toneladas de polímeros Vistamaxx ™ por ano.

O projeto também permitirá que a ExxonMobil entre no mercado de alfa-olefinas lineares. As alfa olefinas lineares são usadas em inúmeras aplicações, incluindo óleos industriais e de motor de alto desempenho, ceras e blocos de construção para surfactantes, polietileno para embalagem e outras especialidades químicas. A nova unidade produzirá cerca de 350.000 toneladas de alfa-olefinas lineares por ano.

Segundo a empresa, a planta da ExxonMobil em Baytown é o maior complexo petroquímico integrado nos EUA. Fundado em 1919, o complexo está localizado em aproximadamente 3.400 acres ao longo do Houston Ship Channel, cerca de 40 km a leste de Houston. A instalação inclui uma refinaria, fábrica de produtos químicos, fábrica de olefinas, fábrica de plásticos e um centro de tecnologia global.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Exxon Mobil

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Activas firma parceria com Fintech Weel para oferecer capital de giro a mais de 7 mil empresas da Indústria Plástica

10/05/2019

Uma das maiores distribuidoras de resinas do país e a startup financeira se unem em acordo inédito para transpor o obstáculo entre as PMEs desse segmento e o acesso a capital de giro rápido e de baixo custo.

A Activas, uma das maiores distribuidoras de resinas do país, acaba de firmar um acordo inédito com a startup financeira Weel, Fintech que oferece capital de giro online para pequenas e médias empresas brasileiras por meio da antecipação de recebíveis.

Pelo acordo, a Activas passa a oferecer à sua carteira de clientes, formada por mais de 7 mil pequenos e médios transformadores de plástico, o acesso a uma modalidade rápida, digital e desburocratizada de obtenção de capital de giro. Caracterizada pela inexistência de dívidas e parcelas – uma vez que a operação simplesmente antecipa valores futuros – a antecipação é comumente utilizada no Brasil, tanto para equilibrar o fluxo de caixa como para disponibilizar recursos para investimentos na produção.

No cotidiano, os pequenos e médios transformadores enfrentam diversos desafios financeiros, tais como a volatilidade e reajustes inesperados nos preços das resinas. Isso se combina a um cenário de escassez de recursos financeiros externos e de constante exigência no alongamento de prazos de recebimento do pagamento de mercadorias vendidas, que nos últimos anos têm saído dos tradicionais 28/35/42 dias para até 120 dias de prazo, o que afeta substancialmente o fluxo de caixa dos transformadores.

“É inaceitável que uma das maiores indústrias do país ainda não possa contar com um parceiro financeiro que a ajude a crescer. A antecipação, para esses empresários, é a saída mais viável, uma vez que funciona como uma espécie de autofinanciamento. Essas empresas já têm capital disponível – este apenas não entrou ainda na conta corrente”, avalia Simcha Neumark (foto), CEO e fundador da Weel.

Na modalidade financeira praticada pela Weel, o gestor da empresa acessa diretamente a plataforma da fintech via web por meio de uma senha de segurança ou através dos principais sistemas de gestão (ERPs) para PMEs do mercado, registrando as faturas que pretende antecipar em um formulário digital. As informações dos sacados e do emissor das faturas são checadas pela plataforma Weel, que rapidamente disponibiliza as cotações das notas fiscais já aprovadas.

Dessa forma o gestor pode estudar a proposta e decidir seu interesse sobre sua realização, sem nenhum custo. A Weel afirma que, diferentemente da avaliação de risco tradicional, em que só são consultados os registros de negativação do mercado, a tecnologia da Weel analisa informações de mais de 15 mil pontos diferentes, incluindo cartórios, redes sociais etc.

Segundo a Weel, a vantagem em relação ao procedimento tradicional de antecipação começa pelo prazo de obtenção de acesso ao capital, passando pela facilidade da operação (toda digital, sem a necessidade de envio de documentos físicos) e termina com tarifas atrativas. Enquanto uma operação de antecipação tradicional leva em média 48 horas para ser consolidada, podendo chegar até uma semana dependendo da operação, a Weel garante o montante até mesmo no próprio dia da realização (dependendo do horário de solicitação). Além disso, seus algoritmos baseados em inteligência artificial e big data permitem precificar cada fatura de forma individualizada: quanto maior a solidez do sacado, menor o risco e, portanto, menor a tarifa cobrada, afirma a empresa.

“Com essa parceria, a Activas criou um grande facilitador no relacionamento comercial com seus clientes. Já para a Weel, é uma oportunidade incrível de ampliar o contato com empresas do setor, consolidando-se como sua parceira de crescimento”, acrescenta o CEO da Weel.

Com escritório em São Paulo, a Weel mantém um laboratório de inteligência artificial e tecnologia operacional em Israel. Seu centro de P&D dedica-se ao desenvolvimento de algoritmos de risco, aprendizado profundo de máquina e análise de big data aplicada à análise, seleção, validação e precificação dinâmica de recebíveis.

Em operação desde 2016, a Weel utiliza estas tecnologias para produzir ofertas de financiamento instantâneas para as PMEs brasileiras. A Weel firmou parcerias estratégicas com empresas de software de gestão que abrangem milhares de usuários empresariais em todos os segmentos da indústria, incluindo SAP Business One, Omie, ERPFlex e Arquivei.

“Pela opção eletrônica de esteira operacional e de análise e validação, podemos individualizar a seleção de cada recebível, de forma escalável, gerando condições dinâmicas de acesso e preço competitivo. Trata-se de um benefício especialmente importante para as PMEs, que se viam desassistidas diante das dificuldades impostas pelo processo tradicional, além de seus altos custos”, afirma o diretor geral da Weel no Brasil, Carlos Guidi.

Com isso, complementa o diretor, “contribuímos com a evolução do ambiente de negócios no Brasil, pois atuamos na inclusão financeira, propiciando acesso e redução dos custos de financiamento, fomentando o crescimento e a sustentabilidade dos negócios”.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Weel

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Mecalor abre filial no México para atender indústria de plástico local

09/05/2019

Acreditando no mercado mexicano, a Mecalor, empresa brasileira atuante no segmento de refrigeração industrial e institucional, vai inaugurar um escritório no distrito industrial de Querétaro, cidade localizada a 220 km da capital, Cidade do México.

“O mercado mexicano é segundo maior da América Latina e é o que está mais longe da gente, portanto merece uma atenção especial. Lá já temos representantes e equipamentos instalados, mas agora decidimos ir para valer. Com a possibilidade de no futuro montar uma fábrica”, argumenta János Szegö, CEO da Mecalor Brasil.

A economia mexicana é a segunda maior da América Latina e está entre as quinze mais importantes do mundo. Com uma economia muito integrada à dos EUA, destino de 80% das suas exportações, o novo governo do México promete diversificar e fomentar o desenvolvimento econômico com incentivos à produção industrial e o incremento da demanda. A expectativa é de que esse crescimento seja favorecido pelo aumento da oferta de emprego, forte consumo das famílias e por maiores investimentos em comparação com 2018.

Há 60 anos no Brasil, a Mecalor fornece soluções de engenharia térmica para diversos segmentos da indústria. Ela produz e comercializa chillers e outros periféricos para resfriamento e controle de temperatura com precisão. A Mecalor atua em setores como: plástico, hospitalar, alimentício, farmacêutico, ar condicionado e automotivo. Neste último, destaca-se pela fabricação de câmaras climáticas para teste em automóveis.

No México, as operações vão começar com foco na indústria de transformação do plástico. “A ideia é iniciar a operação no setor de plástico, mas com o tempo vender também produtos e soluções para os demais segmentos, principalmente o hospitalar, onde tempos grande expertise e somos líder de mercado no Brasil”, explica Szegö.

Em 2019, a estratégia da empresa está sendo focalizar fortemente em exportação. Desde que iniciou atividades em comércio exterior, há dez anos, as vendas internacionais cresceram bastante, principalmente para a América Latina, mesmo em um ambiente de crise econômica no Brasil. As exportações da Mecalor representam hoje cerca de 20% do faturamento anual da empresa. A tendência com o início da operação do México é aumentar a representatividade desses negócios também nos países da América Central e para os Estados Unidos.

Segundo János Szegö, na primeira fase, a filial mexicana vai importar totalmente os equipamentos do Brasil. Com o crescimento da demanda, a intenção é iniciar uma segunda etapa com a montagem local dos produtos. Após essa fase, a evolução das vendas determinará a possibilidade de produção total no México, com a abertura de uma fábrica.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Mecalor

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Milliken firma parceria com PureCycle para nova tecnologia de reciclagem de Polipropileno

06/05/2019

Trabalho em conjunto da Milliken, PureCycle e Nestlé deve permitir que o polipropileno (PP) reciclado ganhe características iguais às da matéria-prima virgem, afirmam as empresas

O processo de reciclagem patenteado PureCycle, desenvolvido e licenciado pela Procter & Gamble (P & G), separa cor, odor e outros contaminantes da matéria-prima de resíduos plásticos para transformá-los em resina plástica semelhante à virgem. A Milliken, cujos aditivos terão um papel fundamental no revigoramento do polipropileno reciclado, estabeleceu uma relação de fornecimento exclusiva com a PureCycle para ajudar a resolver o desafio da destinação dos plásticos ao fim da sua utilização. A Nestlé, maior produtora de alimentos e bebidas do mundo, está trabalhando com o PureCycle para desenvolver novos materiais de embalagem que ajudem a prevenir a geração de lixo plástico, de acordo com o compromisso da empresa de tornar 100% de suas embalagens recicláveis ​​ou reutilizáveis ​​até 2025.

Com essa nova movimentação, a PureCycle dá um passo importante para abrir sua primeira fábrica de reciclagem de polipropileno (PP), garantindo que o produto tenha característica de “plástico virgem”.

“Nossos parceiros estão nos ajudando a caminhar mais rápido para levarmos essa solução ao mercado”, avalia Mike Otworth, CEO da PureCycle Technologies. “Esta é uma validação do nosso método, e nos ajuda a seguir em frente com mais agilidade para tornarmos a reciclagem de plásticos uma realidade. O uso dos aditivos da Milliken fará com que o polipropileno reciclado ultrapuro (UPRP, na sigla em inglês) da PureCyle seja de alta qualidade e acrescente valor máximo – tanto para os proprietários de marcas quanto para os consumidores. Acreditamos que essa parceria colocará a PureCycle como líder na recuperação e produção de polipropileno”.

“A Milliken entende que a criação de um futuro sustentável requer uma colaboração significativa com outros pioneiros da indústria”, comenta Halsey Cook, presidente e CEO da Milliken & Company. “Acreditamos na tecnologia PureCycle combinada com os principais aditivos plásticos da Milliken. Esta união é uma oportunidade transformadora que eleva a viabilidade do polipropileno reciclado e ajuda a resolver o desafio do ciclo de vida dos plásticos”.

Com tecnologia licenciada de P&G, a PureCycle está construindo a primeira planta industrial em Lawrence County, no estado de Ohio (EUA), que irá reciclar cerca de 54 mil toneladas de polipropileno por ano, a partir de 2021.

Hoje, cerca de 20% do tereftalato de polietileno (PET) – que é comumente usado para fazer garrafas de plástico e outros bens de consumo – é reciclado. Em contrapartida, menos de 1% do polipropileno (PP) é atualmente reciclado. A PureCycle é a primeira empresa que tem foco único na reciclagem e reintegração do polipropileno, destinado a aplicações em produtos de consumo altamente sensíveis, tais como embalagens de alimentos e bebidas, interior de automóveis, eletrônicos, mobiliário e muitos outros produtos.

Segundo a PureCycle, suas tecnologias produzirão PP reciclado de alta qualidade, que estará amplamente disponível para suprimento às indústrias. A P&G afirma que a nova tecnologia ajuda a alcançar os objetivos de reciclagem da empresa – dobrando o uso de resina reciclada em embalagens plásticas e garantindo que 90% das embalagens sejam ou recicláveis ou parte de programas para reciclagem. O novo método de produção também está alinhado com a visão da P&G de usar 100% de materiais reciclados ou renováveis, além de proporcionar que zero resíduos do consumidor final sejam direcionados a aterros sanitários.

“A nossa abordagem da inovação não só inclui produtos e embalagens, mas tecnologias que permitam que tenhamos um impacto positivo no meio ambiente. Esta tecnologia tem a capacidade de revolucionar a indústria de reciclagem de plásticos, permitindo que a P&G e empresas de todo o mundo tenham acesso a fontes de plásticos reciclados com desempenho e propriedades quase idênticos aos de materiais virgens, para uma ampla gama de aplicações”, acredita Kathy Fish, diretora de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Procter & Gamble.

O mercado global de polipropileno é estimado em mais de US$ 80 bilhões, de acordo com pesquisa da Transparency Market, e deve alcançar US$ 133 bilhões em 2023. A APR – Associação de Recicladores de Plástico dos Estados Unidos já identificou uma demanda de mais 450 mil toneladas de polipropileno reciclado apenas na América do Norte. A maior parte dessa procura é de material de alta qualidade, de acordo com a entidade.

A PureCycle Technologies é uma empresa de portfólio da Innventure, uma parceria da Wasson Enterprise. A Innventure tem mais de 20 anos de experiência na identificação de tecnologias disruptivas e na criação de novas empresas bem-sucedidas. O grupo combina a experiência da Wasson Enterprise (WE), uma empresa de investimento baseada na família liderada pelo CEO da Walgreens Boots Alliance, Greg Wasson, e o XL Tech Group (XLTG), empresa precursora da Innventure. Das 11 empresas criadas pelos fundadores da Innventure em 20 anos, 10 alcançaram late-stage funding, incluindo seis IPOs bem-sucedidos. O acordo de fornecimento inicial da Innventure com a Procter & Gamble ocorreu em dezembro de 2015.

A Milliken é uma empresa com foco na inovação desde que foi fundada, em 1865. Em seus laboratórios e centros de desenvolvimento e de aplicação em todo o mundo, cientistas e engenheiros trabalham diariamente criando revestimentos, especialidades químicas, aditivos e tecnologias de coloração. A empresa acumula mais de 2.200 patentes nos EUA e mais de 5 mil patentes no mundo todo, desde sua fundação.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Milliken

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Reed Alcântara Machado relata recorde de negócios internacionais durante Feiplastic 2019

02/05/2019

Após cinco dias do evento, a Feiplastic encerrou-se no dia 26 com intensa visitação e volume de negócios. Segundo a organizadora da feira, Reed Alcântara Machado, somente nas rodadas internacionais foram contabilizados até o momento R$ 14, 9 milhões ($ 3.8 milhões) em negócios e uma expectativa de R$ 52,6 milhões ($ 13.38 milhões) para os próximos 12 meses.

De acordo com a Reed Alcântara Machado, os visitantes informaram haver uma verba declarada de R$ 1,6 bilhões para compras. A feira contou com 430 rodadas de negócios internacionais, onde cerca de 70 empresas brasileiras fizeram negócios com 22 compradoras, vindas de países como EUA, Canadá, México e outros países da América do Sul.

Além do evento internacional, a Feiplastic também promoveu as rodadas de negócios nacionais, nas quais aconteceram mais de 120 reuniões com 12 empresas compradoras, dentre elas Colgate e Ambev. De acordo com a organização, 96% das reuniões foram avaliadas pelos compradores e expositores participantes como boa ou ótima e com expectativa de negócios. A expectativa é de R$ 21 milhões.

“A Feiplastic se consolida como a maior feira geradora de negócios para a indústria do plástico. Os expositores reconhecem que a feira encontrou uma proposta de valor consistente para o mercado. Acredito que atingimos um modelo definitivo para o que se espera do setor”, avaliou Leandro Lara, diretor da Reed Exhibitions.

No Clube dos Compradores, área com benefícios exclusivos, um grupo qualificado de executivos realizou reuniões focadas em negócios de grande escala. “A Feiplastic é reconhecida pela alta capacidade de atrair compradores qualificados e conectá-los com as soluções mais inovadoras do mercado”, explica Leandro Lara.

A feira contou com a visitação de mais de 50 mil pessoas de 30 países ao longo dos cinco dias do evento. Dos visitantes internacionais, 86% são da América do Sul, 6% da Europa, 4% da América do Norte e 2% da África. Foram mais de 1.000 marcas expositoras em um espaço de 35 mil m².

“A feira deste ano teve uma presença de público com maior poder de tomada de decisão do que a edição de 2017. Concluímos que vamos fechar de 25% a 30% a mais de vendas em função dessa semana e da criação dos novos relacionamentos que a feira nos proporcionou”, reforça Fábio Bordin, diretor para as Américas da Ineos Styrolution.

Para César Ortega, diretor comercial da Cromex, a feira teve uma participação acima do esperado tanto na quantidade de pessoas como no nível do público que frequentou o estande. “O retorno que tivemos com as reuniões foi bastante positivo e as convertemos em vendas – nessa semana, acima de 5% do volume mensal. Sem dúvida após a feira teremos um aumento significativo de 10% nas vendas”, disse.

“A Feiplastic trouxe para nós um grande público. Foram vendidas 20% a mais de máquinas do que na edição de 2017 e estamos muito satisfeitos com a movimentação no nosso estande. Não ficamos nenhum dia parados”, disse Roberto Candido de Melo, gerente de manutenção da Haitian.

“A feira foi muito importante para consolidarmos a marca Unipar. Pensando na cadeia como um todo, temos a certeza de que, a longo prazo, teremos uma conversão de 80% de todas as negociações que tivemos aqui no estande. Realmente a Feiplastic fez diferença para a prospecção de novos negócios”, revela Juliana Alcázar Pedro, coordenadora de marketing de produto da Unipar.

Quem também estima novos negócios é a Tomra. “A feira foi muito boa, pois recebemos muitas visitas dos clientes que nós prospectamos e clientes potenciais. Estimamos que a conversão seja de mais de 10%”, destaca Jamile Perozini, gerente de escritório da Tomra.

Negócios internacionais

A BASF cita o interesse de investidores de fora do país como um fator relevante para a feira. “Todos os relacionamentos foram positivos. Os clientes gostaram muito das nossas novidades e a movimentação no estande foi maior do que na outra edição. Vemos uma revolução na indústria do setor e também o interesse de investidores de fora. Não temos os dados da taxa de conversão ainda, mas acreditamos em uma estimativa de mais de 30%”, conta Murilo Feltran, gerente de marketing de produto da BASF.

Carlos Benedetti, diretor comercial da Nova Trigo, também comemora as parcerias internacionais. “Nossa experiência na feira foi altamente positiva e superou as nossas expectativas. Geramos muitas parcerias internacionais com a Ecopet e com a Traincon que irão alavancar os negócios da Nova Trigo, a partir da Feiplastic. As prospecções foram positivas, pois um público qualificado compareceu ao evento; enxergamos uma conversão acima de 30%”.

Expositores preparam-se para Feiplastic 2021

Os resultados desta edição proporcionaram a renovação de vários contratos com a Reed Exhibitions para a 18ª Feiplastic, que acontecerá em 2021. “A feira foi muito boa e melhor que a nossa expectativa. Em relação às negociações, acreditamos que teremos cerca de 20% de conversão de clientes novos. Nós vamos inovar ainda mais na próxima edição da Feiplastic”, contou Nara Mato, responsável pelo desenvolvimento de marketing da Karina.

A Mitsui também comemora as conquistas e confirma participação na próxima edição. “Nosso estande foi muito visitado e gerou novos negócios. Tivemos procura por matéria-prima, até mesmo de clientes que não seriam prospecções diretas. Com relação aos relacionamentos que estreitamos, acreditamos que teremos uma conversão de 15% por conta do nosso nicho de atuação, que é bem específico. Conquistas que garantiram a renovação para a próxima edição”, finalizou Bruna Azevedo De Freitas, analista de vendas da Mitsui.

Arena do Inova Plastic discutiu inovações e o futuro do plástico

Uma das novidades da 17ª Feiplastic foi a arena Inova Plastic, que contou com diversos painéis e expositores debatendo estratégias, inovação e o futuro do plástico em aplicações alinhadas às novas necessidades da sociedade, do mercado e seus impactos na natureza.

No primeiro dia, o destaque foi a palestra “O Mundo da Inovação e a Inovação do Mundo”, ministrada pelo consultor Leonardo Dornelas, da Inventta. Ele trouxe um panorama de como a tecnologia mudou radicalmente o mundo em pouco tempo. “A inteligência artificial, por exemplo, está em constante aprimoramento e em pouco tempo será capaz de analisar contexto e informações. Os robôs muito rapidamente vão entrar nas nossas vidas. A tecnologia vai trazer grandes mudanças na sociedade”, disse.

Em seguida, a palestra “O papel das pequenas e médias indústrias no Cenário de Inovação” teve a participação dos representantes das empresas Birmind, Nanox e Printgreen que responderam a perguntas do público sobre qual é o papel das startups na inovação industrial.

Também no primeiro dia a JBS Ambiental apresentou seu case de Economia Circular do Plástico. De acordo com Fábio Cardin Maranho, executivo da empresa, a implantação da reciclagem surgiu da necessidade de se descartarem adequadamente os resíduos produzidos na indústria pecuária, sendo hoje um dos braços da empresa. “O diferencial da JBS Ambiental é investir na logística reversa. Hoje podemos dizer que os resíduos valem ouro”, explicou.

No segundo dia, a palestra “Inovação de plásticos na mobilidade”, do engenheiro Jef Chandley Cruz, da RTP Company Mercosul, abriu a arena Inova Plastic e trouxe muitas informações importantes sobre o uso do plástico no setor automotivo. Uma delas foi como a substituição do alumínio pelo plástico nos componentes do veículo automotor tem tornado a produção muito mais barata.

No mesmo dia, a segunda palestra intitulada de “A nova rota do mercado automotivo e como os materiais compósitos podem te ajudar a recalculá-la” abordou as inovações com o uso do plástico na produção e o grande desafio relacionado à sustentabilidade e emissão de CO² dos veículos.

De acordo com o engenheiro Jef Chandley Cruz, que fez a apresentação, a solução está em investir em materiais mais leves que aumentem a autonomia dos veículos e os torne menos poluentes. As cifras citadas impressionam: para cada quilo retirado do veículo são poupados 0,09 g de CO²/Km que iriam para a atmosfera.

No terceiro dia, o tema foi a sustentabilidade. A questão quase sempre é vista apenas sob o ponto de vista ambiental, mas de acordo com os palestrantes o tema é muito mais complexo, pois envolve também economia e sociedade.

“Estamos tentando mudar a visão que a sociedade tem do plástico. Ele é um ótimo produto, traz leveza aos carros e durabilidade aos alimentos, por exemplo. Precisamos discutir a reciclagem e como esse processo deve começar a partir das grandes empresas, tornando sua economia circular”, disse Bruno Igel da WiseWood.

No penúltimo dia, um dos temas debatidos foi a inovação na era digital. Participaram deste painel Fábio Buckeridge (CDO da Braskem), Fabiano Assunção Sant’Ana, (digital head South America da BASF) e Fernando Birman (CDO da Solvay).

Os três falaram nas transformações que se aproximam com as macrotendências da economia circular, economia compartilhada, veículos autônomos e inteligência artificial. “O desafio para os próximos cinco anos é que mais pessoas dominem inteligência artificial e programação”, disse Buckeridge.

O último dia do Inova Plastic teve a presença de José Ricardo Roriz (presidente da Abiplast), Rafael Navarro (vice-presidente da ANPEI) e Horácio Forjaz (FAPESP). Com o tema “Desafios e Oportunidades de Inovação para o Setor”, o painel se propôs a fazer um apanhado de tudo que foi discutido durante a semana da Feiplastic. “Temos oportunidade no Brasil. Temos mercado e temos bons instrumentos. Somos um país abundante”, disse Rafael Navarro.

Horácio Forjaz frisou que as inovações fazem parte da história da humanidade, mas que nunca houve uma necessidade tão grande delas. “A inovação nunca foi tão importante para a preservação de empresas e até países. No Brasil, nosso desafio é maior, mas nem por isso vamos deixar de aproveitar as oportunidades”, completou enfatizando que o futuro do país também depende de um pacto nacional pelo desenvolvimento.

Além da função de gerar negócios para o setor do plástico, a Feiplastic buscou desmistificar as notícias negativas propagadas a respeito dos plásticos. “A visão negativa que se construiu em torno do plástico é muitas vezes emocional. As alternativas que temos a este produto muitas vezes são piores em termos de sustentabilidade ambiental e financeira”, disse Fábio Buckeridge, CDO da Braskem durante a palestra Inovação na Era Digital no Inova Plastic.

Foco na sustentabilidade e economia circular

Em parceria com a Abiplast e com apoio da Braskem, a Feiplastic trouxe para esta edição uma novidade na Operação Reciclar, que transcendeu o pavilhão de exposições, com 8 horas de coleta de resíduos nas margens do córrego Carandiru, próximo ao conjunto habitacional Cingapura. Ao todo foram coletadas 33 toneladas na operação outside.

A segunda atividade da Operação Reciclar aconteceu durante os cinco dias de evento, com o apoio de agentes coletores no pavilhão de exposições. A coleta foi periódica em todos os expositores da Feiplastic que fabricaram produtos plásticos para demonstração e resultou em 57,1 toneladas.

Com 90,1 toneladas de resíduos coletados em 2019, o projeto reforça o compromisso e comprometimento com a sustentabilidade, fomentando a correta destinação dos resíduos. “O principal desafio talvez seja estimular a compreensão de que o descarte correto do plástico é responsabilidade de todos”, explica Patrícia Oliveira, gerente de produto da Feiplastic.

José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), reforça a importância da iniciativa: “A Operação Reciclar é uma ação de conscientização do consumidor sobre a necessidade do correto descarte de resíduos sólidos. Como indústria, aperfeiçoamos nossos processos e produtos para melhorar o índice de reciclagem no Brasil, mas contamos também com o apoio da população no que tange ao descarte consciente para atingir os ideais de sustentabilidade”, esclarece.

A Feiplastic 2019 contou ainda com o espaço interativo “Movimento Plástico Transforma”, que apresentou ações para sensibilizar a sociedade sobre os benefícios do plástico – uma iniciativa pioneira do PICPlast.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic 2019

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