Na França, Sidel fornece garrafas para álcool em gel a estabelecimentos de saúde locais

27/04/2020

Na luta contra a Covid-19, a Sidel transformou seu centro para desenvolvimento de embalagens PET e soluções de sopro na França em um centro de produção para a fabricação excepcional de garrafas para gel hidroalcoólico. Um primeiro lote de 5.000 garrafas plásticas de PET para o produto antisséptico já foi fornecido ao Hospital de Dijon, e um segundo foi distribuído para farmácias e hospitais da cidade de Le Havre, Normandia.

Na França, assim como em qualquer outro lugar no momento, há grande demanda por gel hidroalcoólico para desinfecção. Assim, o governo francês fez um apelo geral pedindo auxílio quanto à produção desse artigo atualmente em escassez. Várias indústrias bem como hospitais têm atendido ao apelo e estão produzindo o gel. Mas os estabelecimentos de saúde têm enfrentado dificuldades para distribuí-lo aos funcionários, visto que ele tem sido produzido em frascos grandes.

“Com habilidades colaborativas e trabalho ágil e criativo, nossos funcionários engajados conseguiram transformar nosso centro de excelência em um pequeno centro de produção em apenas dois dias”, revela Vincent Le Guen, Vice President Packaging da Sidel. Um primeiro pedido foi recebido do Hospital de Dijon em meados de março, solicitando frascos de tamanho menor para acondicionamento do gel hidroalcoólico. A empresa respondeu rapidamente e encontrou as matérias-primas e parceiras certas para produzir as garrafas, que são fabricadas usando um molde de 500 ml que a Sidel já tinha, preformas fornecidas por uma importante empresa de bebidas e tampas esportivas fornecidas por uma fabricante de tampas. A tampa esportiva permite controlar o fluxo do gel e mantê-lo seguro. Em uma semana, as primeiras 5.000 garrafas PET já foram enviadas ao Hospital de Dijon.

Enquanto isso, outras iniciativas similares foram instauradas. “Entramos em contato com um deputado na Normandia e conversamos sobre como a Sidel poderia dar apoio às instituições de cuidado à saúde locais nessa época desafiadora. O deputado nos informou que farmácias também estão tendo dificuldades na distribuição do gel. Assim, além da garrafa de 500 ml para os hospitais, projetamos rapidamente um formato menor, de 200 ml, que é mais prático para o uso individual e distribuição nas farmácias locais. Ao todo, mais de 1.000 garrafas foram entregues às farmácias locais em 1º. de abril, todas 100% recicláveis e potencialmente recarregáveis após esterilização”, prossegue Vincent.

A Sidel tem priorizado suas atividades e tomado posição no sentido de usar os recursos disponíveis para apoiar a comunidade. Normalmente, o laboratório em Octeville-sur-Mer é um centro de desenvolvimento de embalagens dedicado a auxiliar os clientes da Sidel com suas consultas em relação a opções e viabilidade de design de embalagens PET. A unidade geralmente não é reservada para produção industrial.

“Essa iniciativa é um gesto de solidariedade aos nossos profissionais da saúde. Vai nos ajudar a fazer a diferença em vencer a escassez de suprimentos que surgiu devido à situação atual”, acrescenta Vincent. “A flexibilidade sempre foi destaque em nossas soluções e serviços. Ao trabalhar nesse modo, nossa capacidade de produção semanal é de até 20.000 garrafas, e podemos atender a mais solicitações desse tipo. A Sidel faz um apelo à generosidade de qualquer parceiro comercial em fornecer mais preformas e tampas para manter a continuidade da atividade. Além disso, também estamos preparados para apoiar outras empresas que precisariam de moldes para produzir garrafas em suas linhas de envase, desejando assumir responsabilidade adicional na luta que todos temos contra o vírus”, conclui.

Os funcionários da Sidel estão prontos para produzir várias dezenas de milhares de garrafas para álcool em gel a fim de atender às necessidades locais nas próximas semanas tanto quanto for preciso.

Curta nossa página no

Organização da Interplast transfere feira para novembro de 2020

27/04/2020

A organização da Interplast– Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, anunciou nova data para a realização do evento – de 3 a 6 de novembro de 2020. A decisão foi tomada após pedido de grande parte dos expositores e da incerteza de controle da pandemia do covid-19 até Agosto, período para o qual a feira estava previamente programada.

Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil, diz que a mudança reforça o compromisso dos organizadores do evento de criar um ambiente de negócios, tecnologia, inovação e conhecimento fundamental para o desenvolvimento contínuo da indústria de transformação do plástico. “Levamos em conta o respeito com o investimento dos expositores, a necessidade de todos se reorganizarem e a importância de garantir a visitação de qualidade ao evento”, explica.“Neste momento em que o país requer serenidade e contribuição coletiva, reforçamos nosso compromisso de zelar pela segurança e integridade de todos nossos parceiros”, acrescenta.

A Interplast está consolidada como um dos principais eventos do Brasil, reunindo a cadeia completa do plástico no mesmo ambiente, abrangendo desde fornecedores de moldes, até fabricantes de matéria-prima, máquinas e equipamentos, além de contar com atividades simultâneas de conhecimento técnico e rodada de negócios.

O mercado de Santa Catarina concentra um importante polo com cerca de mil indústrias de transformação de plástico, somando mais de 32 mil empregos diretos nas unidades fabris. Aproximadamente 1 milhão de toneladas de plástico são processados no estado anualmente, incluindo grandes empresas de atuação nacional e internacional, com destaque para a fabricação de peças técnicas, embalagens e descartáveis.

Para Spirandelli, a Interplast é de fundamental importância para a indústria catarinense como canal de acesso a tecnologias mundiais e ao conhecimento técnico, indispensáveis para o fortalecimento e o desenvolvimento do setor, o que inclusive coloca o Estado como referência para o mercado brasileiro da indústria do plástico.“Uma feira cumpre o seu papel de relacionamento, negócios e capacitação, consolidando-se como o investimento em marketing B2B mais completo. É uma ferramenta que gera mais credibilidade nas negociações, pois nada substitui o face a face e após a pandemia esse contato será ainda mais importante”, argumenta Spirandelli.

A Interplast 2020 está com os 22 mil m² dos três pavilhões do Centro de Convenções e Exposições EXPOVILLE totalmente ocupado, com a presença de 400 marcas de expositores confirmados, em 240 estandes. O evento terá também mais de 40 horas de conteúdo voltados aos profissionais do setor. “Temos a responsabilidade e a oportunidade de fazer a melhor edição da Interplast, exatamente no momento de retomada da economia, onde expositores precisarão alavancar contatos e vendas, e compradores necessitarão adequar métodos e processos para garantir mais competitividade”, destaca Spirandelli.

Serviço:
Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico
EuroMold – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos
Data: de 3 a 6 de novembro de 2020
Horário: 13h às 20h
Local: Centro de Convenções e Exposições EXPOVILLE – R. XV de Novembro, 4315 – Glória, Joinville – SC
Realização: Simpesc (Sindicato da Indústria do Material Plástico de SC)
Organização: Messe Brasil

Curta nossa página no

Eastman doa materiais para auxiliar no combate à proliferação de COVID-19 no Brasil

26/04/2020

A empresa fornece materiais plásticos para ajudar a produzir mais de 20.000 protetores faciais para proteger os profissionais de saúde em todo o país

O mundo está enfrentando uma batalha significativa contra a pandemia de COVID-19. A Eastman está comprometida em participar desta luta e, no Brasil, está doando seus copoliésteres para duas empresas que as usam para a produção de equipamentos de proteção: a 3D Lab, fabricante de filamentos de impressão 3D, e a MMS Plásticos, distribuidora brasileira de plásticos.

A 3D Lab está usando o copoliéster Eastar para contribuir com a produção de protetores faciais para a proteção dos profissionais de saúde no país. As peças tem distribuição gratuita, principalmente para hospitais públicos.

“Sabíamos que precisávamos nos solidarizar com as pessoas durante esse período desafiador, principalmente, porque temos o material perfeito para esse tipo de equipamento. O Eastar possui a resistência química necessária para que toda a superfície seja limpa com vários desinfetantes médicos e as peças resistem ao uso constante ”, diz Rogério Dias, gerente de Plásticos Especiais da Eastman na América Latina.

Dias conta que, quando a necessidade de um material de proteção facial foi identificada, a Eastman rapidamente se adiantou e ofereceu o Eastar, que tem um longo histórico de uso em uma ampla gama de produtos que inclui dispositivos médicos e protetores faciais.

“Temos que fazer a nossa parte. É muito importante preservar a comunidade de saúde a evitar novas contaminações. Como a produção e a montagem dos protetores faciais levam apenas algumas horas, muito pode ser criado em um curto período de tempo, o que pode ajudar a salvar vidas ”, completa Dias.

Rápida mobilização

Em uma outra iniciativa, a MMS Plásticos usa o copoliéster Eastman Cadence para ajudar a produzir a cobertura do protetor facial. Essas máscaras protetoras também ajudarão a preservar a saúde dos profissionais médicos no Brasil.

Os esforços do Simperj (Sindicato das Indústrias de Plásticos do Rio de Janeiro) têm sido o catalisador de iniciativas como a empreendida pela MMS Plásticos.

“Com a determinação da quarentena, começamos a mobilizar na Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) uma grande rede dentro da indústria para doar produtos e equipamentos para combater o coronavírus. A MMS Plásticos e a Eastman responderam prontamente a nossos pedidos e, juntos, estamos devolvendo à sociedade da melhor maneira possível, protegendo vidas”, explica Rafael Sette, diretor de sustentabilidade do Simperj.

Ambas as doações ajudarão a produzir mais de 20.000 mil protetores. Além desses esforços, a Eastman está fazendo sua parte para impedir a proliferação de COVID-19 em outras regiões onde atua.

Fundada em 1920, a Eastman é uma empresa global de materiais especiais que produz uma ampla gama de produtos para mercados finais tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman emprega, aproximadamente, 14.500 pessoas ao redor do mundo e atende clientes em mais de 100 países. A companhia está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA.

A 3D Lab é uma empresa atuante no segmento de impressão 3D no Brasil, que está no mercado há 6 anos. Oferecendo soluções na fabricação de filamentos, impressão 3D e oferta de cursos, serviços de manutenção e prototipagem.

A MMS Plásticos é uma empresa brasileira que atua no mercado de transformação e distribuição de plásticos há 24 anos, fabricando e distribuindo chapas, bobinas e resinas termoplásticas para os mais diversos mercados. Com uma unidade industrial instalada em Guarulhos, a MMS Plásticos possui uma capacidade de produção de 600 toneladas por mês e 120 funcionários.

Curta nossa página no

Em novo comunicado, organizadores informam que Chinaplas não será mais realizada neste ano. Próxima edição será em Abril de 2021

24/04/2020

Em comunicado oficial, a Adsale Exhibition Services, organizador da feira Chinaplas, informou hoje que, em virtude do alto grau de incerteza na pandemia do COVID-19 em todo o mundo e seguindo as sugestões preventivas do Conselho Estatal da China, a 34ª CHINAPLAS, a Exposição Internacional das Indústrias de Plástico e Borracha, não será mais realizada neste ano.

A próxima edição da feira será realizada em 2021, entre os dias 13 a 16 de abril. O local do evento será alterado do Centro de Exposições e Convenções Nacional de Xangai para o Centro de Convenções e Exposições Mundiais de Shenzhen em Shenzhen.

A Adsale Exhibition Services Ltd., havia anunciado anteriormente que o evento havia sido adiado de Abril deste ano para Agosto, em virtude do surto de coronavírus na China no início do ano. O cancelamento da feira em 2020, anunciado hoje (24 de abril), é a atualização mais recente desde então.

No aviso oficial divulgado hoje, a Adsale Exhibition Services Ltd. disse que a decisão de não realizar a feira em 2020 foi tomada sob as circunstâncias de que “a China agora tem uma tarefa enorme de lutar contra novos casos de infecções locais, enquanto impede a próxima onda de surtos oriunda de casos importados.

O comunicado cita também que o Conselho de Estado da China emitiu em 6 de abril uma circular intitulada “Controle adicional e medidas preventivas para o novo coronavírus em locais de eventos, unidades e grupos importantes”.

Nas “Sugestões Preventivas” contidas na circular, foi claramente mencionado que todos os tipos de exposições devem ser interrompidos por enquanto.

“Como organizadores do show, temos que colocar a segurança e a saúde de todos os participantes do evento como nossa principal prioridade”, enfatizou a Adsale Exhibition Services Ltd. Em relação à taxa de participação ou admissão pagas, a equipe do Adsale tomará as providências necessárias e notificará os expositores e visitantes em breve.

Curta nossa página no

Covid-19: Arburg e Ems-Chemie fabricam óculos de proteção para uso em hospitais e serviços de resgate na Alemanha

23/04/2020

Hoje em dia, nada é o mesmo que era há algumas semanas atrás. E, no entanto, a crise do Covid 19 deixou uma coisa muito clara: as empresas na Alemanha e na Europa estão mostrando solidariedade para ajudar rapidamente. Por iniciativa do fabricante alemão de máquinas para plásticos Arburg, o grupo suíço de especialidades químicas Ems-Chemie e o fabricante alemão de óculos de segurança Uvex, junto com a Arburg, vinham pensando em como  fornecer ajuda rápida para serviços de resgate, hospitais e pessoal médico na situação atual . A resposta: Produzir óculos de proteção para proteger os olhos e o tecido conjuntivo da contaminação, destinados a pessoal especializado, como médicos, enfermeiros e equipes de emergência.

O Dr. Thomas Walther, Chefe de Tecnologia de Aplicação de Arburg, recebeu um “pedido de ajuda” de um médico do hospital de Rottweil na segunda-feira (30/03). Ela tinha ouvido falar que, em uma feira comercial, a Arburg havia produzido óculos de proteção que ela e seus colegas precisavam urgentemente e perguntou se ele poderia ajudá-la. Thomas Walther transmitiu esse pedido diretamente a Gerhard Böhm, diretor administrativo de vendas da Arburg, que já está envolvido em várias iniciativas de auxílio regional e também já havia iniciad vários projetos de brainstorming desse tipo na empresa. Ambos concordaram rapidamente que a ajuda poderia ser fornecida imediatamente com os recursos que já estavam disponíveis. Foi assim que o projeto “óculos de proteção” começou. Gerhard Böhm afirma: “Tudo o que pudermos fazer na situação atual para ajudar com nosso know-how e nossas capacidades como um dos maiores fabricantes mundiais de máquinas de processamento de plástico, vamos colocá-lo em ação rapidamente”.

Parceria entre Ems, Uvex e Arburg

Em relação aos óculos de proteção, rapidamente ficou claro que, com algumas medidas de coordenação entre as três empresas, que já vinham trabalhando intensamente em parceria há muito tempo, esses artigos poderiam ser produzidos na Arburg em quantidades relevantes e com relativamente pouco esforço. Portanto, era lógico que a produção de um lote inicial de 20.000 pares de óculos na fábrica matriz em Lossburg deveria começar o mais rápido possível, a fim de remediar a escassez imediata. “Isso se deve ao fato de que os três parceiros sabem das potencialidades dos plásticos, especialmente em tecnologia médica. Com nossa campanha, garantimos que os gargalos resultantes fossem imediatamente remediados. E isso é para o benefício de muitos dos ajudantes que agora são particularmente importantes”, diz Gerhard Böhm.

Para mais informações (em inglês), clique aqui.

Curta nossa página no

Covid-19: Grupo Solvay acelera importação de polímeros para uso na fabricação de equipamentos médicos

22/04/2020

O Grupo Solvay, que no Brasil também atua com a marca Rhodia, está antecipando a importação de polímeros especiais sulfonados para uso na produção de peças que compõem os respiradores artificiais, um dos equipamentos médicos fundamentais para o atendimento de pacientes acometidos pela COVID-19.

Esse lote de polímeros especiais produzidos nas fábricas internacionais da Solvay deverá suprir as necessidades imediatas de clientes da empresa no Brasil, que são fabricantes de equipamentos e instrumentos médicos e cirúrgicos.

“Estamos empenhados em atender às necessidades do mercado local desse segmento ligado à Saúde, contribuindo para o combate à pandemia de COVID-19”, diz Josimar Fazolare, diretor de Vendas e Marketing para a América do Sul da unidade global de negócios Specialty Polymers do Grupo Solvay.

A empresa – acrescenta ele – está priorizando internacionalmente o fornecimento de polímeros especiais para o mercado de Saúde e acaba de fazer um acordo de fornecimento prioritário para a Boeing, que está produzindo máscaras de proteção fácil para profissionais de saúde.

Mais informações sobre os produtos da Solvay para fabricação emergencial de respiradores, equipamentos médicos e EPI’s usados no combate à pandemia de coronavírus estão disponíveis na webpage exclusiva COVID-19 criada pela empresa.

Curta nossa página no

Braskem se une a parceiros para doar material a hospitais e comunidades no combate ao coronavírus

22/04/2020

  • Empresa doa resinas termoplásticas que serão transformadas em 3 milhões de máscaras para serem doadas
  • Braskem e parceiros no combate ao coronavírus
  • Doação de resinas termoplásticas que permitem produzir máscaras e aventais de uso hospitalar. Podem ser produzidos mais de 60 milhões de máscaras ou 1 milhão de aventais;
  • Doação de cestas básicas por três meses para mais de 1.200 famílias que atuam em reciclagem;
  • 50 mil famílias no entorno de suas plantas no Brasil receberão produtos de higiene e limpeza;
  • Apoio ao governo de Alagoas na implementação de hospital de campanha;
  • Fornecimento de matéria-prima para impressão 3D em 8 centros de pesquisa para produção de máscaras de proteção hospitalar.

A Braskem se juntou a parceiros da cadeia da química e do plástico para doar materiais essenciais para o combate ao novo coronavírus nos hospitais da rede pública. A resina termoplástica doada pode produzir mais de 60 milhões de máscaras ou mais de 1 milhão de aventais. Doará também material para fabricação de embalagens para 750 mil litros de álcool líquido e em gel, para mais de 500 mil almotolias (um tipo de frasco plástico para álcool em gel utilizado em hospitais), além de 10 mil caixas de hipoclorito para diluição ou uso como água sanitária e mais de 150 mil sacos plásticos para lixo hospitalar. No mercado internacional, a Braskem está buscando respiradores para fornecer à rede pública. Os itens beneficiarão hospitais de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. O trabalho conjunto, que envolve clientes e entidades de classe, já conta com 32 iniciativas.

A doação de matéria-prima para produção de equipamentos de proteção e embalagens já ultrapassa 370 toneladas. Essas terão seu valor alavancado pelos parceiros da petroquímica. A Braskem já havia anunciado uma linha adicional de crédito de R$ 1 bilhão para ajudar principalmente as pequenas e médias empresas da cadeia a atravessar os próximos meses de crise gerada pelo coronavírus.

“A covid-19 impõe uma situação desafiadora para nossa sociedade e acreditamos que a união é parte fundamental para a superação deste momento. Nossa empresa tem um propósito claro de melhorar a vida das pessoas e não poderia ser diferente agora. Por meio de parcerias com nossa cadeia de valor, integrantes de um setor importante para a economia brasileira e para o desenvolvimento do país, somamos forças para viabilizar a entrega de itens essenciais para o sistema público de saúde e para as comunidades”, diz Jorge Soto (foto), diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. “Nos engajamos também com organizações empresariais, ONGs, universidades e centros de pesquisa. O momento é de união para trabalharmos juntos na luta contra o coronavírus”, acrescenta.

Uma das iniciativas mais representativas é a doação de polipropileno, matéria-prima para produção do TNT (nãotecido). O produto será fabricado pela parceira Fitesa e doado em conjunto com a empresa para ser usado em máscaras cirúrgicas e aventais de proteção, por exemplo.

A participação da Braskem envolve também a doação de equipamentos, cestas básicas, kits de limpeza para as demais ações.

Em Maceió (AL), a Braskem e as empresas parceiras vão contribuir na construção de um hospital de campanha nas instalações do Ginásio do Sesi. O hospital temporário terá como foco o atendimento médico voltado para problemas cotidianos. “O objetivo é contribuir para que a rede pública de saúde da cidade não fique sobrecarregada e possa se dedicar aos pacientes com suspeita ou confirmação de covid-19”, explica Soto.

Para a sociedade diretamente, a empresa doará mais de 50 mil kits de limpeza, que incluem produtos como desinfetante, detergente e sabonete, e terão como foco famílias que vivem nas regiões de Duque de Caxias (RJ); Salvador, Camaçari, Candeias, Dias D’Ávila e Simões Filho (BA); Maceió e Marechal Deodoro (AL); São Paulo, Santo André, Cubatão e Mauá (SP); Nova Santa Rita, Montenegro e Triunfo (RS). Esses são locais nos quais a Braskem tem operação.

Haverá, ainda, a doação de mais de 100 mil frascos com álcool em gel para comunidades da região metropolitana de São Paulo e do município de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. A iniciativa prevê também a doação de cestas básicas por três meses para mais de mil famílias de catadores de material reciclado em Alagoas, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Em linha com os esforços empreendidos em prol do uso da impressão 3D no combate à covid-19 em todo o mundo, a Braskem irá disponibilizar matérias-primas para oito centros de pesquisa no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. “Acreditamos no potencial de impacto positivo que a impressão 3D possui, em especial em casos como este. Esse já é um ramo no qual atuamos e, por isso, possuímos resinas específicas para este fim, que podem contribuir com o avanço de soluções”, diz Jorge Soto.

Além da Braskem e Fitesa, integram as iniciativas empresas e entidades como BrasALPLA , Plimax , Indústrias Reunidas Raymundo da Fonte , Companhia Nacional do Álcool , Raízen , Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA) , UNICA , Senai (SP) , Emplas , Newsul , Soroplast , Mauser, Ingleza , Alemolde, Raízes-Vibraço , Simperj , ABIHPEC , Cristal Embalagens , AZPlast , SR Embalagens , Epema , Unicamp , Plástico Itália , Grupo Chiaccio , 3D Criar e Projeto Higia.

Saúde e segurança dos integrantes da Braskem no enfrentamento da Covid-19

A Braskem também tomou uma série de medidas preventivas para zelar pela saúde e segurança de todos os integrantes. A empresa determinou trabalho remoto (flex office) para funcionários que fazem parte dos grupos vulneráveis e dos escritórios. Na linha de produção, a Braskem está atuando com equipe reduzida para a continuidade segura das operações e reforçou orientações dos órgãos de saúde.

Viagens nacionais e internacionais a trabalho foram suspensas, assim como a participação dos integrantes em reuniões e eventos presenciais. Além disso, todos os funcionários que apresentarem sintomas semelhantes aos da covid-19 são orientados a comunicar imediatamente à área de Saúde da Braskem.

Curta nossa página no

Braskem registrou prejuízo líquido de R$ 2,79 bilhões no ano fiscal 2019

22/04/2020

Ebitda foi R$ 5,9 bilhões e geração líquida de caixa de R$ 3 bilhões no ano passado

A Braskem mostrou resiliência diante do ciclo de baixa no cenário petroquímico global e fechou o ano de 2019 com Ebitda recorrente de R$ 5,9 bilhões e geração líquida de caixa de R$ 3 bilhões. Na comparação com o ano anterior, foram resultados 46% e 56% inferiores respectivamente, impactados sobretudo pelos menores spreads no mercado internacional e pelo menor crescimento global. A companhia registrou prejuízo líquido de R$ 2,79 bilhões. Dois fatores contribuíram para isso: o impacto negativo da depreciação do real frente ao dólar sobre a exposição líquida da empresa não designada para hedge accounting; e, acima disso, a provisão contábil de R$ 3,38 bilhões referente à implementação dos programas de compensação financeira, apoio à realocação e promoção de atividades educacionais e ao fechamento de poços de sal em Maceió (AL). Esses programas foram fruto de acordos com autoridades de Alagoas.

“Os resultados da companhia foram significativos, diante do cenário petroquímico mundial tão desafiador. Quanto a Alagoas, estamos trabalhando para garantir a segurança das pessoas, ao mesmo tempo em que estamos dando encaminhamento ao cumprimento do acordo assinado com autoridades locais e continuamos engajados nos estudos técnicos para retomada da produção de cloro-soda na nossa planta”, diz Roberto Simões, presidente da Braskem.

No quarto trimestre, a Braskem registrou Ebitda recorrente de R$ 993 milhões e geração livre de caixa de R$ 292 milhões, respectivamente menos 32% e 33% em relação ao mesmo período de 2018. A receita líquida de vendas foi de R$ 12,6 bilhões nos últimos três meses do ano.

Em 2019 como um todo, a Braskem realizou investimentos operacionais (US$ 470 milhões) e em projetos estratégicos (US$ 229 milhões) que totalizaram US$ 700 milhões, 21% inferior ao valor estimado no início do ano e ultrapassando a meta de redução de US$ 100 milhões estabelecida ao término do primeiro semestre, como resultado de seu compromisso com a higidez financeira.

A alavancagem corporativa, medida pela relação dívida líquida/EBITDA em dólares, foi de 4,71x.

No Brasil, a taxa de utilização das centrais petroquímicas foi de 85%, 6 p.p. inferior à 2018. Nos EUA, a taxa de utilização das plantas de PP foi de 89%, 2 p.p superior a 2018. No México, a taxa de utilização das plantas de PE foi de 76%, 1 p.p inferior a 2018, em função do menor fornecimento de etano.

Segurança, pessoas, meio ambiente e responsabilidade social

A taxa de frequência de acidentes com e sem afastamento (taxa CAF+SAF) por milhão de horas trabalhadas, considerando integrantes e terceiros, foi de 1,31 no ano, 58% abaixo da média do setor. A segurança é um valor inegociável da companhia, que tem como meta trabalhar para melhorar esse indicador.

Como parte do reconhecimento do esforço da Braskem em iniciativas ambientais, a companhia foi reconhecida como “Lista Triplo A” nos índices CDP (Carbon Disclousure Program) Água e Clima, referente ao exercício de 2018, consolidando-se como referência na gestão de riscos climáticos e de recursos hídricos. Além disso, foi reconhecida pelo sexto ano consecutivo como empresa líder em Desenvolvimento Sustentável pelo Pacto Global da ONU, sendo a única brasileira entre as 10 mil associadas.

Pelo pilar da economia circular, houve a ampliação da marca I’m greenT, que resultou na venda de 1.651 toneladas de resina reciclada (PCR) no ano, além de 699 toneladas de hexano reciclado vendido.

A Braskem e a Made in Space, empresa norte-americana contratada pela NASA para desenvolver novas tecnologias para operação em gravidade zero, criaram uma recicladora de plástico, que foi lançada ao espaço em novembro, durante a 12ª missão comercial de reabastecimento da empresa Northrop Grumman (NG12) à Estação Espacial Internacional, com o objetivo de transformar os resíduos plásticos em novas matérias-primas para a impressora 3D da estação.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Chinaplas 2020 é remarcada para 3-6 de agosto em Xangai

22/04/2020

Os organizadores da feira Chinaplas – Adsale Exhibition Services Ltd., comunicaram que a Chinaplas 2020 foi remarcada para o período de 3 a 6 de agosto de 2020 na NECC em Xangai.

Ada Leung, gerente geral da Adsale, expressou: “Como um importante criador de tendências, a Chinaplas respondeu rapidamente às necessidades do mercado. Muitas atividades de mercado, como consumo, fabricação e investimento, etc., foram suspensas durante a pandemia na China. O adiamento da Chinaplas para agosto em Xangai ajudará os fornecedores e clientes da indústria de plásticos a focalizarem em novos negócios durante o período de recuperação do mercado.”

Nesta pandemia, plásticos e borracha têm sido utilizados como matéria-prima importante para suprimentos de prevenção, tais como roupas de proteção médica, máscaras médicas, óculos, luvas, equipamentos médicos, embalagens farmacêuticas e suprimentos de desinfecção. Muitas empresas das indústrias de plástico e borracha estão doando dinheiro e materiais e aceleraram seu processo de fabricação para ajudar nas medidas de controle de epidemias.

Recentemente, o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da República Popular da China anunciou o escopo dos materiais de proteção para emergências médicas. Na lista, há filme respirável, TNT, rolos e folhas em PE / PC anti-embaçamento, vedações, zíperes, agentes antiestáticos e outras matérias-primas importantes para a produção de roupas e máscaras de proteção médica; bem como materiais de embalagem de plástico, como garrafas plásticas e etiquetas.

A pandemia também levará as indústrias a repensar os processos de fabricação futuros, a busca de estilos de vida saudáveis pelos consumidores, o deslocamento seguro e privado e a esterilização de eletrodomésticos. Se as empresas puderem neste momento transformar e atualizar suas atividades, haverá um potencial para crescimento dos negócios.

Para mais informações (em inglês), clique aqui.

Curta nossa página no

Universidade de Caxias do Sul lança planta para produção de Grafeno em escala industrial

21/04/2020

Da esq. para a dir.: Reitor Evaldo Kuiava; pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Juliano Gimenez; coordenador do UCSGraphene, Diego Piazza; coordenador-executivo do TecnoUCS, Enor Tonolli Jr; Presidente da FUCS, José Quadros dos Santos

Resultado de 15 anos de pesquisa avançada da instituição em nanomateriais, UCSGraphene atua na prestação de serviços tecnológicos para setores promissores

Um novo paradigma sobre o papel da Universidade de Caxias do Sul como indutora do desenvolvimento. Com esta perspectiva a gestão da Fundação Universidade de Caxias do Sul (FUCS) e a Reitoria da UCS apresentaram a entidades, autoridades públicas, empresários e comunidade regional o UCSGraphene, a primeira planta de produção de grafeno em escala industrial da América Latina implementada por uma universidade, com capacidade produtiva de até 500 kg/ano, com possibilidade de ampliação para 5.000 kg/ano. A solenidade ocorreu na tarde da quarta-feira, dia 15/04, na sede do empreendimento, no campus-sede, com transmissão on-line pelas páginas do facebook da UCS e do UCSGraphene (acesse).

“Estamos colocando Caxias, o Rio Grande do Sul e o Brasil no mapa mundial da tecnologia”, sentenciou o presidente da FUCS, José Quadros dos Santos, atribuindo a concretização do projeto, vinculado ao Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação da Universidade de Caxias do Sul – TecnoUCS, à “persistência do reitor Evaldo Kuiava de propor o desafio de mudar a lógica acadêmica da pesquisa e da inovação”. Oriundo das pesquisas em nanomateriais feitas pela área de Engenharia e Ciências dos Materiais desde 2005, o UCSGraphene efetiva a nova visão da UCS de transformar o conhecimento produzido no âmbito acadêmico em soluções inovadoras para o setor empresarial, o poder público e a sociedade.

Outros exemplos recentes – todos apresentados nos últimos 15 dias – são a coordenação da produção de ventiladores pulmonares para pacientes da Covid-19, a realização de testes sobre a doença com ações de campo e o lançamento do serviço de telemedicina através do Centro de Saúde Digital. “Foram respostas de altíssimo padrão a demandas da sociedade, conseguidas graças às capacidades técnicas reunidas nesta instituição”, definiu Quadros, aliando o UCSGraphene à mesma perspectiva. “O lançamento desta planta é um fato que pode mudar a história da indústria caxiense”, definiu.

Pesquisa para a inovação – O reitor Evaldo Kuiava defendeu que a UCS constantemente se mantém executando sua missão institucional de produzir e sistematizar (por meio da pesquisa avançada) e socializar (entregando para a sociedade) o conhecimento, ao mesmo tempo que vai atualizando a forma de fazê-lo. Se até algum tempo o processo se encerrava no campo teórico das publicações científicas, o novo paradigma implica na transformação daquilo que se cria e desenvolve dentro da academia em aplicações práticas na vida das pessoas, na forma de novos produtos e processos. “Ao redirecionar nossa atuação sem nos desconectarmos da nossa essência enquanto Universidade, de existir com base no ensino e na pesquisa, também nisso estamos sendo inovadores”, considerou.

Na mesma linha, o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Juliano Gimenez, salientou a excelência da UCS em ensino e pesquisa nas áreas vinculadas ao UCSGraphene – Ciência dos Materiais, Engenharia Química, Biotecnologia, Ambiental e da Saúde – o que faz do lançamento da planta uma contribuição para a retomada do crescimento econômico vinculada à produção industrial. “Nosso intuito com esta iniciativa é a prestação de serviços tecnológicos que atendam aos anseios das empresas para que elas possam desenvolver novos produtos ou melhorar os já existentes, gerando resultados para o segmento produtivo e melhor qualidade de vida para toda a sociedade”, descreveu.

Valor agregado e competitividade – O coordenador-executivo do TecnoUCS, Enor Tonolli Jr, também destacou a importância da combinação entre educação, ciência e tecnologia, propiciada pelas universidades, centros de pesquisa e incubadoras tecnológicas, como caminho para o avanço econômico e social, através de inovações. “Uma solução como esta que a Universidade apresenta hoje só tem sentido pelo potencial de gerar valor agregado e competitividade para o mercado”, sustentou.

Responsável pela apresentação técnica do empreendimento, o coordenador do UCSGraphene, Diego Piazza, salientou o anseio da Universidade de, com o projeto, “fazer do Brasil uma referência em tecnologia e inovação, gerando riqueza e benefícios sociais”. Para tanto, conceitos como a automatização produtiva e o de ‘planta verde’ da unidade (com tratamento e reaproveitamento de água e resíduos), somam-se à capacidade do UCSGraphene de fomentar o desenvolvimento na “busca da diversificação das matrizes econômicas regional, estadual e nacional”, preconizou.

Sobre o UCSGraphene:

– Conectado ao Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação da Universidade de Caxias do Sul – TecnoUCS, resulta de 15 anos de pesquisas avançadas da UCS em nanomateriais.
– Atua com a produção, a aplicação e a caracterização de grafeno e seus derivados, nanomateriais e demais materiais.
– Entrou em operação em 14 de março, com capacidade de produção de até 500 kg/ano e possibilidade de ampliação a até 5.000 kg/ano em 12 meses.
– Está habilitado à prestação de serviços tecnológicos para setores portadores de futuro dos mercados nacional e internacional.
– Dentre as aplicações pesquisadas e que a UCS alcançou expertise estão os segmentos de revestimentos avançados, materiais inteligentes, medicina regenerativa, energias alternativas, blindagem, metais, compósitos, polímeros e cerâmicas.
– É a primeira planta de produção de grafeno em escala industrial da América Latina instalada por uma universidade ou centro de pesquisa.

Sobre o Grafeno:

– É obtido do grafite a partir da reordenação hexagonal dos átomos do carbono. Foi isolado pela primeira vez em 2004, na Inglaterra, em pesquisa que ganharia o Prêmio Nobel de Física em 2010.
– É o material mais leve e resistente do mundo (200 vezes mais resistente do que o aço), superando até mesmo o diamante, e o mais fino que existe (da espessura de um átomo, ou 1 milhão de vezes menor que um fio de cabelo).
– Possui excelente condutividade térmica e elétrica, transparência e maleabilidade, sendo resistente ao impacto e à flexão.
– Devido à alta resistência mecânica, capacidade de transmissão de dados e economia de energia é considerado um dos maiores recursos da atualidade para aplicações em alta tecnologia.
– Em nanotecnologia é bastante utilizado na produção de componentes eletrônicos, baterias, telas e displays LCD, anticorrosivos, solventes, revestimentos, entre outros.

Foto:  Roger Clots/especial UCS

Curta nossa página no

Dow desenvolve nova resina para filmes de polietileno biorientado (BOPE) e reforça compromisso com Economia Circular

21/04/2020

A resina Innate TF permite produção de filmes biorientados para serem usados na confecção de embalagens monomateriais

Buscando aprimorar o portfólio de soluções para o mercado de embalagens recicláveis, a Dow lança a resina Innate TF. Novidade na América Latina, a nova resina permite a produção de filmes de polietileno biorientados (BOPE) com excelentes propriedades óticas e mecânicas, além de alta rigidez, afirma a Dow. A pioneira nesse mercado a usar essa tecnologia é a Oben Holding Group.

O Innate TF foi desenhado para proporcionar ampla janela de processo em equipamentos usados para fabricação de polipropileno biorientado (BOPP) e atender às necessidades dos produtores regulares de BOPP que procuram inovação de portfólio e o fornecimento de substratos que facilitem a confecção de embalagens monomateriais. Esta nova resina pode ser utilizada em máquinas comerciais de BOPP ou em novas máquinas hibridas já disponíveis no mercado. Segundo a Dow, o novo filme de polietileno biorientado possui excelente desempenho mecânico, selagem e, quando laminado com filme de polietileno tradicional, permite a produção de embalagens recicláveis para diferentes aplicações, tais como ração para animais, alimentos processados, itens de higiene pessoal, produtos de limpeza etc.

“Na Dow, acreditamos que a embalagem deva cumprir seu propósito de maneira eficiente sem impactar o ambiente. Por isso trabalhamos constantemente no desenvolvimento de novas ferramentas para o desenho de embalagens eficientes e recicláveis. O lançamento da resina Innate TF representa mais um importante passo em direção ao nosso comprometimento com essa cadeia de valor”, afirma Marcus Vinicius Carvalho, Gerente de Marketing para o setor de Embalagens Flexíveis da Dow na América Latina.

“Esta nova resina oferece excelente processabilidade, permitindo a produção de uma variedade de produtos planos e seláveis, combinados em coextrusões com resinas Elite, gerando um grande potencial para o desenvolvimento de filmes à base de polietileno biorientado”, complementa Erik Sosa, diretor técnico da Oben Holding Group.

A resina Innate TF já está em fase comercial e é fornecida pela Dow. O filme de polietileno biorientado (BOPE) é comercializado pela Oben Holding Group em diferentes países da America Latina.

A Dow combina alcance global, escala e integração de ativos, inovação focada e liderança em frentes de negócio diversificadas para alcançar crescimento lucrativo. O portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones da Dow oferece uma variedade de produtos e soluções para segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

O Oben Holding Group é um grupo industrial dedicado ao desenvolvimento, produção e comercialização de filmes de polipropileno, poliéster e poliamida, produtos de polipropileno revestido e termoformado. O grupo iniciou suas operações em 1991 com a primeira fábrica no Equador. Hoje, possui 10 fábricas localizadas em 6 países, 2 centros de distribuição e 5 escritórios comerciais em diferentes países das Américas. Seus principais mercados estão em todas as Américas. No entanto, atualmente exportam para mais de 35 países, incluindo Europa e África. A matriz principal está localizada em Lima, no Peru, onde está concentrada a maior capacidade de fabricação. Toda a organização é composta por mais de 1.800 funcionários.

Curta nossa página no

Filmes de PET com resina pós-consumo da Terphane tem aprovação da Anvisa para contato direto com alimentos

21/04/2020

A Terphane, líder em filmes PET (poliéster) na América Latina, confirmou que os novos filmes da linha Ecophane são os únicos de poliéster com PCR (PET reciclado pós-consumo) aprovados pela Anvisa, inclusive para contato direto com alimentos. Nos Estados Unidos e Europa, a linha Ecophane já é comercializada com sucesso e foi aprovada pela FDA e EFSA (União Europeia).

Lançados em 2019, estes filmes estão alinhados a uma demanda crescente do mercado global por filmes que garantam a produção de embalagens recicláveis e com conteúdo reciclado.

“A linha Ecophane é o resultado de extensivas pesquisas e muita tecnologia de ponta aplicada ao seu desenvolvimento. Conseguimos criar um filme PET com no mínimo 30% de PCR em sua composição”, explica Marcos Vieira, Diretor de P&D Global da Terphane. Esta expertise tecnológica resultou em mais de 10 tipos de filmes da linha Ecophane, disponíveis para as mais diversas aplicações.

Além de permitirem um menor uso de matérias-primas virgens, os novos filmes da linha Ecophane, da Terphane, estão inseridos no conceito de Economia Circular: o PET descartado na forma de embalagens ou outros itens é coletado, reciclado e volta a ser embalagem.

“O desenvolvimento da linha Ecophane não vai ao encontro apenas das métricas de sustentabilidade estabelecidas pela Terphane, mas atende a uma busca dos brand owners que querem associar suas marcas e produtos a embalagens cada vez mais sustentáveis”, completa André Gani, Diretor de Vendas & Marketing da Terphane. A Terphane estabeleceu como prioridades em sua jornada de sustentabilidade, ações ambientalmente, socialmente e economicamente positivas em suas plantas, produtos e na comunidade.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Curta nossa página no

UBE América e Michigan State University anunciam parceria para pesquisa inédita sobre embalagem de e-commerce para alimentos

21/04/2020

A UBE America, subsidiária da japonesa UBE nos EUA, anunciou uma parceria com a Escola de Embalagem da Michigan State University (MSU SoP) no projeto ‘Estudo de mercado de embalagens de alimentos para e-commerce’. A proposta é unir a expertise da Universidade com a experiência de um dos principais players globais de nylon para avaliar as necessidades da cadeia de suprimentos de alimentos e bebidas e desenvolver soluções em embalagem que atendam às especificidades do e-commerce. “Ao combinarmos os recursos da universidade com o grande alcance de nossa indústria, estamos prontos para enfrentar o desafio de mudar o paradigma da embalagem nos canais digitais de vendas”, sintetiza Daniel Hernandes, Gerente de Vendas UBE Latin America.

Assim, o estudo coletará informações relevantes para a otimização das embalagens para e-commerce, sendo os principais tópicos:

  • pesquisa sobre os formatos e materiais atuais de embalagem usados no e-commerce e nas cadeias de suprimento tradicionais;
  • quantificação e categorização dos impactos da e-supply chain nos formatos tradicionais de embalagem;
  • identificação de deficiências específicas e de áreas para melhoria;
  • estabelecimento de oportunidades para mudanças de materiais e de design;
  • estudos de shelf life para validar o desempenho dos novos materiais na cadeia de suprimento do e-commerce.

A primeira fase do estudo inclui uma pesquisa desenvolvida especificamente para empresas envolvidas na produção/distribuição de embalagens para e-commerce (varejo, convertedores, fabricantes, end users, etc). Os resultados, que incluem as embalagens flexíveis mono e multi material, serão fundamentais para reduzir as falhas e aumentar a eficiência de toda a cadeia de suprimentos, levando à segunda etapa do estudo. Esta etapa avaliará as mudanças de cenário da embalagem. Com isto em mente, o nylon será pesquisado como o material para o desenvolvimento de embalagens otimizadas para este crescente canal de distribuição.

Os resultados do estudo deverão ser anunciados ainda no primeiro semestre de 2020.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos 24%; cimento e materiais de construção 37%; máquinas 11%; meio ambiente e energia 9%; e farmacêuticos 1%. Ao todo são três plantas de nylon – no Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam 25% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

A Escola de Embalagem da Michigan State University, que figurou como #1 no Best Colleges 2017, se dedica à geração de conhecimento, ciência e tecnologia de embalagem desde 1952. Pioneira na disciplina de embalagem e a única instituição dos EUA com programa de doutorado (Ph.D.) em embalagem, a Escola tem preparado líderes nesta área em todo o mundo, com uma reputação destacada e com a criação de uma comunidade com excelência em pesquisa e educação. A Escola acredita que a embalagem é uma área interdisciplinar que integra ciência, engenharia, tecnologia e gestão para proteger e identificar produtos para distribuição, armazenagem, comercialização e uso. Ela abrange ainda os processos de design, avaliação e produção das embalagens. Trata-se de um sistema integral para a cadeia de valor que impacta na qualidade do produto, satisfação do usuário, eficiência na distribuição e segurança.

Curta nossa página no

Pandemia intensifica trabalho nos Distribuidores e Transformadores de Resinas Plásticas

21/04/2020

A pandemia do Coronavírus, que tem afetado toda a economia mundial e colocado a vida de milhões de pessoas em risco, aumentou em até 20% a demanda por produtos descartáveis, principalmente das áreas médicas e farmacêutica. Nas empresas ligadas à Adirplast, o foco está em atender o mercado de maneira responsável, com o trabalho sendo feito, sempre que possível, em home office ou evitando aglomeração de pessoas

O plástico tem se mostrado um importante aliado na luta mundial contra a disseminação do Coronavírus. A descartabilidade e higiene proporcionadas pelo material são imprescindíveis. Nos últimos dias, as empresas transformadoras desses produtos revelaram ter altas na demanda, conta o presidente da Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), Laercio Gonçalves. “Esse é um momento delicado para o mundo, em que todos estão assustados e recolhidos. Mas para garantir que não falte produto nos hospitais e gôndolas, nossos clientes, principalmente os maiores, têm trabalhado até mais. Para 70% deles, que trabalham com os segmentos de embalagens, de produtos hospitalares, de limpeza e higiene ou farmacêuticos, a demanda, inclusive, cresceu em até 20% nos últimos dias”, disse Gonçalves.

O depoimento de Gonçalves está de acordo com o relatório divulgado pela Bloomberg NEF. O documento mostra que as preocupações com a higiene dos alimentos devido ao Covid-19 devem aumentar o uso de embalagens plásticas. “Neste momento, sabemos da importância de nosso papel como distribuidores oficiais e estamos trabalhando para corresponder à demanda de nossos clientes e não deixar faltar produtos essenciais ao mercado”, explicou o presidente da Adirplast.

O país ainda não está no momento mais crítico desta crise, por isso, é preciso cautela ao avaliar a situação e tentar prever o mercado, ressaltou Gonçalves. “Esse é um problema que deve se prorrogar por algum tempo. Por isso, estamos trabalhando para evitar que a produtividade caia bruscamente, como na China, onde caiu em dois terços.”

Entre as empresas ligadas à entidade, os associados estão atentos às principais oscilações do cenário e às diferentes informações que chegam a cada dia. Para evitar a disseminação entre seus quadros de funcionários, a ordem é, quando possível, fazer home office. “Quando não, temos pedido para que se evite a aglomeração de pessoas nos escritórios e unidades e estimulamos frequentemente as boas práticas de higiene”, explicou o executivo.

Mercado em 2020

O Coronavírus vai passar, confia o presidente da entidade. “Esse é um problema pontual que iremos superar. Daí, acredito que os mercados, além do setor plástico, devam se restabelecer e apresentar, inclusive, certo crescimento”.

Há outros dois fatores, no entanto, que preocupam mais Gonçalves no que diz respeito a mercado. O primeiro deles é a limitação da produção por parte dos grandes players mundiais. “Isso tem feito com que estejamos passando por um momento de escassez de matérias-primas plásticas. A falta de matéria-prima, aliada a outros problemas como alta do dólar, queda do preço do barril de petróleo e ao próprio desempenho da indústria, pode certamente promover não apenas uma maior oscilação dos preços das resinas, mas a instabilidade do negócio em si”.

Assim como o Coronavírus, o atraso na aprovação, pelo governo, de uma reforma tributária que promova um equilíbrio fiscal maior no país é outro entrave que os distribuidores de resinas esperam ver eliminado o mais rapidamente possível do país.

Mercado em 2019

Entre os associados Adirplast, considerando as vendas das commodities (PEs+PP+PS), foi observado um crescimento médio de 2,0% a.a, entre o período de 2015 e 2019. Em 2019, o crescimento de vendas entre essas resinas foi de 5,9% em relação a 2018. “Passamos de 372.632 toneladas vendidas em 2018, para 394.530 toneladas no ano passado”, explicou o presidente da associação.

Para mais informações sobre os números da entidade entre 2015 e 2019, acesse:

http://Adirplast.org.br/vendas-dos-associados-Adirplast/

http://Adirplast.org.br/wp-content/uploads/2020/02/Adirplast-2015-2019.pdf.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, ampliar os laços com as empresas produtoras e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Curta nossa página no

Eastman aborda lacuna de oferta e demanda em Conferência de Reciclagem de Plásticos

21/04/2020

A fornecedora de polímeros ​​discutiu a possível escassez de matéria-prima reciclada

A fornecedora global de plásticos especiais Eastman colocou em pauta a crescente demanda por materiais reciclados na Conferência e Feira de Reciclagem de Plásticos 2020, realizada em Nashville (EUA), de 17 a 19 de fevereiro. O 15º evento anual reuniu importantes vozes em sustentabilidade para discutir questões complexas enfrentadas pelo setor de reciclagem de plásticos. Holli Alexander (foto), gerente de Iniciativas Estratégicas de Sustentabilidade da Eastman, participou de uma mesa redonda, na sessão de encerramento, intitulada “Como lidar com a lacuna de oferta e demanda”.

“Na Eastman, fomos pioneiros em tecnologias de reciclagem que definirão a economia circular nos próximos anos”, diz Holli. “Nosso objetivo é trabalhar em toda a cadeia de valor para encontrar soluções viáveis ​​para escalar essas inovações. O fornecimento de matéria-prima reciclada apresenta tanto um desafio como uma oportunidade para nossos parceiros de canal e para todo o setor”.

A empresa anunciou duas grandes iniciativas de reciclagem no ano passado. A tecnologia de renovação do carbono (CRT) é um processo de reciclagem química que redireciona o lixo plástico misturado dos aterros sanitários e o converte em componentes moleculares simples, que são reintroduzidos na produção de uma variedade de produtos Eastman. A CRT agora está operando em escala. Na verdade, a Eastman fechou um acordo, em novembro de 2019, para fornecer matéria-prima proveniente da Circular Polymers, uma recuperadora de resíduos pós-consumo. A colaboração desviará milhões de quilos de carpetes descartados dos aterros em seu primeiro ano, de acordo com Mark Costa, presidente do conselho e CEO da Eastman.

A segunda inovação em reciclagem da companhia, a tecnologia de renovação do poliéster (PRT), anteriormente conhecida como reciclagem circular avançada, é um processo de reciclagem química especificamente para resíduos de poliéster, incluindo PET colorido e copoliésteres, que produz materiais do tipo virgem. A primeira fase da PRT usa a glicólise para desmontar os resíduos de PET em seus blocos de construção fundamentais, que são usados ​​para produzir novos poliésteres com altos níveis de conteúdo reciclado, alcançados por meio de alocação de massa balanceada, de maneira certificada. Uma fase posterior da PRT que utiliza metanol para quebrar uma grande variedade de resíduos de poliésteres estará totalmente operacional até 2022, afirma a empresa.

A empresa está alavancando essas inovadoras tecnologias de Reciclagem Circular Avançada para aplicações em embalagens de cosméticos, de alimentos, de bebidas e em sua linha de resinas para filmes retráteis, incluindo os copolímeros Eastman Embrace Encore e Eastman Embrace Float, aprovados pela APR. Com a CRT e a PRT, os plásticos difíceis de reciclar podem ser transformados um número ilimitado de vezes para criar produtos que podem reivindicar altos níveis de conteúdo reciclado certificado, criando um ciclo fechado.

Na Conferência de Reciclagem de Plásticos, Alexander esteve com outros especialistas em sustentabilidade identificando possíveis regras e estratégias baseadas no mercado que possam garantir o equilíbrio de oferta/demanda à medida que as marcas buscam avançar nos planos de aumentar o consumo de plásticos reciclados.

Curta nossa página no

Milliken patrocina Fórum de Economia circular da National Geographic

21/04/2020

Presidente e CEO da Milliken discute soluções sustentáveis para o fim da vida útil dos plásticos

Na esteira do Fórum de Economia Circular da National Geographic, a Milliken & Company reforçou seu compromisso com a economia circular do mundo. Junto com a Waste Management e a Ellen MacArthur Foundation, a empresa foi patrocinadora do fórum que reuniu aproximadamente 400 pensadores, que debateram soluções para a eliminação de resíduos.

“Fechar o ciclo do lixo requer um plano holístico”, disse Halsey M. Cook, presidente e CEO da Milliken & Company. “Estamos comprometidos com fóruns e conversas que levarão a inovações articuladas e sustentáveis.”

A experiência da Milliken na área de ciência de materiais pode ajudar a catalisar colaborações em torno dos resíduos, focalizando-se especificamente no desafio dos plásticos no fim da vida útil, uma das principais ênfases dos seus objetivos de sustentabilidade para 2025. O fórum, organizado pela National Geographic, reuniu líderes da indústria, organizações não-governamentais e do governo para uma abordagem de soluções multifacetadas para atingir a meta de resíduo zero.

“Nosso objetivo é tornar a fabricação de produtos reciclados mais eficaz”, disse David Moody, presidente da Divisão Química da Milliken. “Mas não podemos fazer este trabalho sozinhos. Os líderes que se reuniram hoje serão sem dúvida uma parte da solução”.

“Os plásticos são parte integrante da nossa vida cotidiana, desde o transporte sustentável até os serviços de saúde e a segurança. Podemos manter, e até mesmo melhorar, o papel crucial que eles desempenham por meio da reciclagem intencional e da melhoria dos processos de fabricação de plásticos reciclados. Já estamos realizando este trabalho com as inovações da Milliken. Estamos comprometidos em levar isso ainda mais adiante”, continuou Moody.

Segundo a Milliken, o seu aditivo melhorador de desempenho DeltaMax revolucionou a fabricação com polipropileno reciclado, um dos plásticos cuja utilização é a que mais cresce no mundo. De acordo com a empresa, o novo aditivo equilibra a qualidade do produto e os desafios da produção na fabricação de novos produtos com polipropileno reciclado, permitindo a utilização de até 100% de resinas de polipropileno reciclado pós-industrial e pós-consumo, a partir das quais são fabricados novos produtos.

O fórum da National Geographic está ajudando a estimular a colaboração e a inspirar inovações entre as partes interessadas, cadeias de valor e indústrias. A Milliken espera desempenhar um papel crítico na redefinição da sustentabilidade da produção e impactar positivamente o mundo através de inovações baseadas em P&D.

O fórum, que foi transmitido ao vivo, pode agora ser visto em:

https://www.nationalgeographic.com/circular-economy-2020/livestream/

A Milliken vem atendendo aos desafios do dia a dia com soluções inovadoras há mais de 150 anos. A experiência em pesquisa, desenvolvimento e produção abrange uma variedade de disciplinas, incluindo produtos químicos especiais, revestimento de pisos e tecidos de desempenho e proteção.

Curta nossa página no

Tomra Sorting Recycling se dedica à Economia Circular e assina acordo com a Exchange4Change Brasil para promover e dinamizar o tema

07/04/2020

Carina Arita (C) e Beatriz Luz (D)

A Economia Circular é um tema cada vez mais relevante nos dias de hoje e a Tomra Sorting Recycling tem dedicado atenção ao tema.

A Economia Circular é o futuro. Como um dos principais key-players do mercado, a Tomra vem há anos fomentando e alertando para a necessidade de uma economia circular em substituição da Economia Linear que ainda predomina nos dias de hoje e compromete as metas mundiais das taxas de reciclagem recomendadas. É sob essa permissa que a Tomra trabalha diariamente para conseguir estar na vanguarda com a melhor tecnologia e no fornecimento de equipamento de separação que vai permitir a efetiva recuperação dos recicláveis descartados no lixo a fim de conseguir melhores resultados a curto prazo.

Desde a revolução industrial, os recursos naturais são explorados de forma imprudente para satisfazer à demanda infinita da humanidade por matéria prima virgem, levando os recursos a se tornarem escassos e com uma pressão sem precedentes. Particularmente, o plástico encontra-se hoje no foco, tendo o seu uso sendo questionado. Atualmente, cerca de 40% das embalagens plásticas são dispostas em aterros, 32% acabam poluindo a natureza e 8 milhões de toneladas de plástico são arrastadas para os oceanos, o que representa uma perda anual entre 80 e 120 bilhões de dólares de materiais. Rever a maneira como os recursos são obtidos, usados e reutilizados é a principal forma para superar a barreira da disponibilidade limitada de recursos naturais.

O Brasil é o quarto maior produtor de resíduos plásticos do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Índia. Embora o país tenha uma alta taxa de coleta de plástico para a reciclagem, ainda encontramos na composição média do resíduo descartado no Brasil 13% de plásticos, tanto flexíveis quanto rígidos, conforme apresentado pelo Ministério do Meio Ambiente no Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Ou seja, cerca de 9,5 milhões de toneladas de plásticos foram aterradas em 2018, considerando-se a geração de 79 milhões de toneladas de lixo nesse mesmo ano, de acordo com o Panorama dos Resíduos Sólidos 2018/2019, produzido pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe). Esse material plástico com potencial de reciclagem poderia ser recuperado se os resíduos sólidos fossem processados e triados antes do seu descarte final.

Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Sorting Recycling Brasil, afirma: “Continuar usando nossos recursos de maneira insustentável e ineficiente não pode mais ser uma opção. Na Tomra, levamos esse problema global a sério e desenvolvemos continuamente novas soluções de triagem baseada em sensores com tecnologia de ponta para atingir de uma forma sustentável os objetivos dos nossos clientes”.

Brasil: desafios e oportunidades

Na mesma linha que o paradigma mundial, o Brasil surge como um dos principais interessados na mudança.No entanto, com um caminho ainda longo para percorrer, de forma a mudar a mentalidade do país. Carina Arita explica que, “em virtude de preocupações com o futuro, aumentou no país a pressão popular para que as grandes marcas se movam em direção à uma economia mais circular, buscando fonte de recursos alternativos, ou seja àqueles insumos reciclados.”

No Brasil todo o material reciclável pós-consumo que é recuperado dos resíduos, seja por catadores ou em centrais de triagem, é facilmente comercializado e aproveitado pela indústria recicladora. “O desafio, atualmente, está em como aumentar o volume de material recuperado, aumentando assim a fonte de material para a reciclagem. Para suprir essa demanda as Centrais de Triagem de Resíduo Sólido Urbano com grandes capacidades como 500 toneladas por dia, 1000 toneladas por dia ou até maiores, podem promover a recuperação dos recicláveis contidos nesse resíduos que atualmente estão sendo depositados em Aterros e lixões para retornarem a cadeia produtiva”, reforça a responsável da Tomra.

O principal objetivo da Economia Circular é racionalizar o uso dos recursos naturais tornando-os circulares, ou seja, reciclando os materiais e retornando-os para o ciclo produtivo diversas vezes. Carina Arita acredita que a implementação das Centrais de Triagem de Grandes Capacidades pode proporcionar a recuperação desses materiais em larga escala, aumentando assim o volume de material para a indústria recicladora processá-los e retorná-los a cadeia.

Tomra e Exchange4Change Brasil: um acordo para conscientizar

Foi assinada a participação da Tomra Sorting Recycling no Hub de Economia Circular conduzido pela Exchange4Change Brasil, pela coordenação da Beatriz Luz, que visa promover a troca de experiências e facilitar a construção de sinergias entre empresas de vários setores e variados elos da cadeia, acelerando a implementação da Economia Circular no Brasil. O HUB-EC se materializa através de um ecossistema único que reúne empresas líderes comprometidas a trabalharem juntas para superarem barreiras, quebrarem paradigmas e viabilizarem projetos. O HUB-EC conta com a participação de organizações variadas como Gerdau, Nespresso, Plastiweber, IPT, Electrolux entre outros. Também já promoveu discussões junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e FINEP.

“Nós temos um grande interesse nesta iniciativa pois acreditamos que irá contribuir diretamente para impulsionar a conscientoização das empresas e órgãos governamentais de que só é possível aumentar a circularidade dos materiais através da união de toda cadeia produtiva. Além disso, acreditamos que através da implantação das centrais de triagem de Resíduos Sólidos, seguido de uma industria recicladora bem estruturada e com o uso desses materiais secundários pela indústria, podemos viabilizar a circularidade dos materiais no Brasil.”, explica Carina Arita.

Na ótica de Beatriz Luz, “primeiramente, é importante que o mercado compreenda a necessidade urgente de redefinir o mindset de negócios e que é possível crescer e se desenvolver sem deixar pra trás um passivo ambiental e social. A importância de trazermos o debate da Economia Circular para o Brasil é a demonstração deste senso de urgência e que não podemos mais trabalhar de forma compartimentada e com um olhar de curto prazo. As empresas brasileiras precisam começar a olhar além das suas fronteiras e trabalhar de forma sistêmica envolvendo todos os elos da sua cadeia de valor no processo de avaliação de problemas e desenvolvimento de soluções”.

Nesse sentido acrescenta: “a Tomra traz para o Brasil uma tecnologia única que permite a valorização dos resíduos e a possibilidade de trazermos um olhar de negócio para a reciclagem. A atuação que a Tomra vem tendo de destacar o olhar sistêmico e demonstrar a possibilidade existente de parcerias entre os diversos elos da cadeia é essencial para a viabilização do negócio.”

É importante que o mercado brasileiro tenha um olhar diferenciado para a reciclagem, que não basta investir em tecnologia se a cadeia não estiver conectada e que a coleta seletiva e o trabalho dos catadores são apenas uma pequena parte do processo. “Temos que unir todos os atores e trabalhar na articulação completa da cadeia de valor para garantir o fornecimento de matéria prima de qualidade para o mercado com rastreabilidade, escala e viabilidade econômica. Acreditamos que a Tomra é um destes atores importantes que irão fortalecer o debate trazendo sua experiência global, seu pioneirismo e soluções inovadoras acelerando a compreensão e a implementação da Nova Economia do Plástico no Brasil”, conclui Beatriz Luz.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 6.000 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, a Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.

Para obter mais informações sobre a Tomra Sorting Recycling visite https:// www.Tomra.com/pt/sorting/recycling ou siga-nos no LinkedIn, Twitter or Facebook.</p

Curta nossa página no

Covid-19: Solvay fornece polímeros especiais para a Boeing fabricar máscaras de proteção facial

04/04/2020

Protótipo de máscara de proteção facial feita com película transparente e filamento AM com base em PPSU de classe médica da Solvay.

Em resposta às necessidades urgentes dos profissionais de saúde por equipamentos de proteção para combater a COVID-19, o Grupo Solvay está fornecendo à Boeing uma película transparente de classe médica para a produção de máscaras de proteção facial.

A Solvay foi procurada pela Boeing devido à sua experiência no uso de polímeros especiais, compósitos e adesivos em vários programas comerciais e de defesa.

A película será fabricada pela área de filmes da Solvay com o uso dos polímeros especiais transparentes da linha médica Radel PPSU (polifenilssulfona) ou Udel PSU (polisulfona) que já são amplamente utilizados para dispositivos médicos porque podem ser esterilizados e resistem a desinfetantes agressivos.

“Estamos honrados em levar nosso conhecimento em produtos para nossos clientes neste momento de crise”, afirma Jeff Hrivnak, Gerente Global de Desenvolvimento de Negócios da área de saúde da Solvay Specialty Polymers. “Estamos orgulhosos de ajudar a Boeing a enfrentar esse desafio no fornecimento de máscaras de proteção facial mais resistentes – um item agora em demanda crítica pelos profissionais de saúde”, disse.

Mais informações e contatos estão disponíveis na webpage exclusiva COVID-19 criada pela Solvay sobre sua produção de emergência de polímeros para enfrentamento à pandemia de coronavírus.

Fundada em 1863, a Solvay possui 24.100 empregados em 64 países e obteve vendas líquidas de € 10,2 bilhões em 2019.

Curta nossa página no

Empresas associadas ao Indac produzem escudos protetores em acrílico e outros itens para proteger contra a proliferação do Covid-19

04/04/2020

Proteção para atendimento ao público da Bold. Máscara protetora individual da Artcryl.

Já que nem todos os brasileiros conseguirão estar protegidos em casa durante a progressão do coronavírus, empresas ligadas ao INDAC desenvolveram e vem produzindo barreiras protetoras, máscaras e outros itens em acrílico e em outros materiais que ajudam a diminuir o contato entre esses profissionais e o público, principalmente em hospitais.

Empresas filiadas ao INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico) encontraram uma maneira de ajudar o País a atravessar a pandemia causada pelo coronavírus produzindo peças em acrílico e até em outros materiais. Alguns desses itens, conta Ralf Sebold, diretor da Bold, foram projetados em conjunto com médicos de dois hospitais da região de Joinville e Jaraguá do Sul, SC, onde a empresa está localizada. Boa parte do material produzido, como 1000 máscaras protetoras, foi doada aos hospitais e ao corpo de bombeiros da região. Outros produtos, como os escudos protetores de acrílico, que podem ser instalados em balcões de atendimento de hospitais, farmácias, mercados e bancos, são comercializados.

A Solugrav, empresa de Tubarão, também em Santa Catarina, foi outra associada ao INDAC que se mobilizou e produziu máscaras, incubadoras e abridores de portas. Todo o material foi doado para o Hospital da cidade

No mesmo sentido, outras empresas ligadas ao Instituto, como a Acrinox, que fica no Distrito Federal, doou ao Pronto Socorro do Hospital Regional de Samambaia, em Brasília, protetores faciais e cabine de incubação de pacientes. Aliás, as cabines, que segundo ele foram bastante usadas na China, estão mesmo sendo feitas exclusivamente para doação. “Esse é um momento em que devemos pensar no próximo, afirma”.

Outras empresas, como a Artcryl, também têm disponibilizado mão-obra para tornar os itens mais acessíveis ou mesmo tentado produzir esses produtos, principalmente os que precisam ser feitos sob medida, como as barreiras protetoras, a toque de caixa. “Infelizmente, somos empresas pequenas e não temos recursos para doar tudo o que produzimos, mas estamos aqui para fornecer o que for possível. As barreiras em acrílico, por exemplo, temos conseguido instalar em no máximo dois dias”, conta Rodrigo Cataldi Lopes, da Tudo em Acrílico.

Protetor para atendimento ao público da Tudo em Acrílico. Cabine de incubação de pacientes da Acrinox.

Além de evitar o contato direto entre o público e os profissionais que trabalham nos balcões de atendimento, as barreiras protetoras em acrílico são leves, seguras, resistentes e podem ser instaladas em qualquer ambiente ou tipo de superfície. Elas também podem ser facilmente higienizadas, tanto com água e sabão, como com desinfetantes.

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada há 19 anos, com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado. A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Serviço

Bold – http://www.bold.net – 47 3274-6565
Solugrav – http://www.solugrav.com.br – 48 3052-3322
Acrinox – http://www.acrinox.com.br – 61 3202-7577
Artcryl – http://www.artcryl.com.br – 11 4207-5652
Tudo em Acrílico – http://www.tudoemacrilico.com.br – 11 3732-1688

Curta nossa página no

Feira Argenplás em Buenos Aires é adiada para Novembro

31/03/2020

Os organizadores da feira Argenplás, que estava programada para se realizar no próximo mês de Junho em Buenos Aires (Argentina), emitiram comunicado informando o adiamento do evento para o próximo mês de Novembro. Reproduzimos a seguir o comunicado:

“Como é de conhecimento público e frente à situação causada pelo COVID-10, queremos anunciar a postergação da Argenplás, a qual foi reprogramada para o período de 24 a 27 de Novembro deste ano no Centro Costa Salguero.

Dois fatores primordiais nos levaram a tomar esta decisão:

Primeiro, acatar a decisão do Governo Nacional e do Governo da cidade de Buenos Aires que determina a proibição de eventos e espetáculos com mais de 200 participantes, assim como evitar grandes concentrações de pessoas em espaços públicos ou privados. Ainda que esta medida seja atualmente de 30 dias de duração, queremos lutar por uma feira que reúna sem restrição alguma a todos os protagonistas do setor, da região e de outros continentes.

Em segundo lugar, cremos que será afetado todo o esforço e investimentos que realizam nossos expositores e visitantes, que contribuem com o êxito da exposição, patrocinando, assistindo às conferências, como também na construção dos stands, equipamentos, gastos de marketing, promoção, instalação de maquinaria e traslado de pessoal, entre outros.

Cremos ter tomado a melhor decisão para a industria e estamos muito agradecidos pelo apoio.”

Gabriel Pascual
Presidente MBG & Events

Lic. Antonio Paolini
Presidente CAIP

Curta nossa página no

Stadler comissiona nova planta automatizada de triagem de embalagens de bebidas na Dinamarca

26/03/2020

Da esquerda para a direita: Lars Krejberg, diretor executivo da Dansk Retursystem, Príncipe Frederick, Prefeito Michael de Taastrup, Ministra Lea Wermelin e Thomas Dalsgaard, chairman do Danish Return System

Planta construída para a Dansk Retursystem inicia operação no bem-sucedido sistema de devolução de embalagens de bebidas da Dinamarca

A Stadler concluiu o comissionamento de uma nova planta de triagem de embalagens de bebidas projetada e construída para a Dansk Retursystem em Taastrup, Dinamarca. A entrega completa está prevista para abril, no final do período de testes de um mês.

A cerimônia de inauguração da fábrica, realizada em 10 de março, foi realizada pelo diretor executivo da Dansk Retursystem, Lars Krejberg Petersen, e contou com a presença de convidados de honra como Frederick, príncipe herdeiro da Dinamarca e Lea Wermelin, ministra do Meio Ambiente. A planta processará as garrafas PET e latas de alumínio coletadas em todo o país através do sistema de retorno, produzindo fardos de garrafas PET e latas de alumínio para reciclagem.

Com capacidade de 110 m3 por hora, espera-se processar cerca de 55% das latas recicladas e garrafas de PET do país, totalizando mais de 25.000 toneladas de material por ano, trabalhando 16 horas por dia em dois turnos, por 300 dias do ano.

Uma colaboração público-privada bem-sucedida para uma economia circular

A Dansk Retursystem é uma empresa sem fins lucrativos de propriedade de cervejarias dinamarquesas e regulamentada por ordem estatutária sob a Lei de Proteção Ambiental da Dinamarca. Fundada em 2000, opera o sistema de depósito e retorno do país para garrafas e latas de bebidas, com o objetivo de reciclar o máximo de material possível. Todos os lucros são reinvestidos na empresa para melhorar o sistema e garantir que a alta taxa de retorno seja mantida ou aumentada ainda mais. A Agência Dinamarquesa de Proteção Ambiental monitora as atividades da Dansk Retursystem e revisa periodicamente sua operação para renovar seu direito exclusivo de operar o sistema de depósito e devolução do país por um novo período.

A Dansk Retursystem é um exemplo de uma colaboração bem-sucedida entre os setores público e privado. Seu modelo de negócios cria uma economia circular que envolve toda a cadeia: fabricantes de embalagens de bebidas, cervejarias, varejistas, consumidores, empresas de transporte e empresas de reciclagem. A Dansk Retursystem coleta garrafas e latas de máquinas de venda reversa encontradas em 3000 pontos em todo o país, sendo eles varejistas, lojas, escritórios, cafés e restaurantes, ou através dos bancos de retorno de depósito “pantstation” localizados em 12 cidades. A planta classifica todas as embalagens coletadas em garrafas de vidro e plástico e latas de alumínio, que são recicladas em novas embalagens. O resultado desse sistema extremamente eficaz é que 9 em cada 10 garrafas marcadas para depósito são devolvidas e recicladas, com muito pouco desperdício no processo.

Planta automatizada de alta capacidade da Stadler:  economia circular de retorno

A classificação eficiente e precisa das garrafas e latas coletadas é crucial para o sucesso da operação da Dansk Retursystem, por isso a empresa optou por um processo de licitação em toda a Europa para selecionar o fornecedor para sua nova planta.

A empresa identificou a Stadler como “um integrador profissional dedicado capaz de fornecer uma solução completa para fluxos de materiais”, explica Lars Krejberg Petersen, CEO da Dansk Retursystem, que também está muito satisfeito com o apoio recebido ao longo do projeto: “A Stadler também teve um ótimo desempenho nos parâmetros flexíveis”.

Tendo vencido o concurso, a Stadler projetou a planta e iniciou a montagem em novembro de 2019.

A planta usa separação magnética para classificar as latas de alumínio, ejetando qualquer material ferroso e a tecnologia Near Infrared (NIR) para as garrafas PET. Também faz parte do processo a remoção de etiquetas soltas. No final da linha, as enfardadeiras compactam as latas de alumínio em uma linha de saída e as garrafas PET na outra.

O projeto apresentou desafios particulares devido ao alto nível de automatização e flexibilidade da planta, o que exigiu a engenhosidade da Stadler para desenvolver uma solução sob medida. Armin Winand, gerente conjunto de projetos, explica: “Esta é uma planta de triagem totalmente automatizada com alto rendimento. Abordamos isso com bunkers intermediários extra grandes, com capacidade de até 240m³ em várias etapas do processo, e um transportador de bunkers de tamanho similar, com 20 metros de comprimento, 4 metros de largura e 4 metros de altura. Este é o maior bunker Stadler já projetado e construído. No final do processo, os fardos de alumínio e PET são transportados automaticamente para a área de armazenamento”.

“A planta também se destaca por sua extrema flexibilidade, que permite ao cliente selecionar diferentes modos de operação de acordo com os requisitos”, acrescenta Urban Konzic, da equipe de vendas. “Além disso, o gerenciamento da descarga de materiais recebidos é automatizado, com o sistema Stadler indicando aos motoristas de caminhão de entrega em qual dos 5 bunkers eles devem descarregar”.

Este é o primeiro projeto da Stadler para a Dansk Retursystem: “A experiência da Dansk Retursystems em reciclagem, combinada com a vasta experiência da Stadler em instalações de construção, significa que teremos uma planta totalmente automatizada e altamente tecnológica para garantir uma reciclagem ainda mais eficiente de latas e garrafas. Isso beneficiará o meio ambiente e o clima”, conclui Lars Krejberg Petersen.

Fundada em 1791,, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras de transporte, tambores de triagem e removedores de rótulos.

Curta nossa página no

Mecalor expõe chillers compactos na Expo Guadalajara

18/03/2020

A Mecalor levou para a Expo Guadalajara, prestigiada feira do setor de plástico no México, um conjunto de equipamentos de ponta para atender aos fabricantes de máquinas de injeção da indústria de transformação. O evento mobilizou grandes empresas do segmento na região, importante centro industrial mexicano.

Há um ano com atuação própria no México, a empresa vem cumprindo suas metas comerciais e já está presente em todo o país, com um time de vendas e pós-vendas, além de estoque próprio para atender à demanda do setor por chillers. A indústria da transformação de plástico é o principal segmento da Mecalor nessa primeira fase de expansão no México.

“A participação em feiras como a Expo Guadalajara é fundamental para a divulgação da marca no mercado mexicano. Ainda mais nessa região, onde estamos iniciando as vendas dos nossos chillers”, afirmou Flávio Pereira, gerente de exportação da Mecalor. A empresa é líder no Brasil em soluções de engenharia térmica e fabrica chillers e outros equipamentos periféricos para a indústria de plástico.

Na Expo Guadalajara foram mostrados modelos compactos de equipamentos para o mercado de injeção: Termochiller DUO, Termorregulador e um chiller pequeno, além do DryCooler. “Esses chillers têm uma boa receptividade pelo mercado local”, comenta Pereira. O Drycooler é uma máquina da linha de água industrial sustentável, com menos consumo energético e de água.

O México é estratégico no projeto de expansão da Mecalor no mercado internacional, em especial na América Latina. Embora o cenário internacional ainda seja de retração econômica, a empresa manteve suas metas nesse primeiro ano, o que abre possibilidade para a fabricação local e vendas no mercado dos Estados Unidos.

Curta nossa página no

Organizadores da FEIMEC comunicam adiamento da Feira

18/03/2020

A ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, entidade realizadora, e a Informa Markets, organizadora da FEIMEC – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos, atendendo e seguindo as determinações das autoridades sanitárias do Ministério da Saúde, Governo do Estado de São Paulo e Município de São Paulo, que decretam a suspensão temporária de eventos com o intuito de conter a propagação do vírus COVID-19, decidiu pela postergação da FEIMEC 2020, que aconteceria de 05 a 09 de maio, em São Paulo.

Os organizadores afirma lamentar o adiamento do evento, mas consideram que, neste cenário atual, é de suma importância acatar as orientações dos órgãos competentes para prevenir e conter um possível crescimento exponencial da doença, protegendo a saúde e o bem-estar de todos os envolvidos direta e indiretamente com o evento, como os expositores, patrocinadores, visitantes e fornecedores.

A nova data do evento será divulgada assim que possível.

Curta nossa página no

Ineos Composites processa 25 milhões de garrafas PET pós-consumo mensalmente

18/03/2020

  • Empresa fabrica resinas termofixas na cidade paulista de Araçariguama
  • Centro de reciclagem: Ineos reaproveita 25 milhões de garrafas PET por mês

As garrafas PET pós-consumo podem ser transformadas em matérias-primas de produtos de longa vida útil (décadas) e alto valor agregado. A Ineos Composites, por exemplo, utiliza PET reciclado na fabricação de algumas de suas resinas termofixas, polímeros que, combinados com fibras de vidro, dão origem a tanques, tubos, piscinas e tetos de ônibus, entre muitas outras aplicações.

Por mês, calcula Alex Garcia, coordenador de processos da Ineos, a unidade da empresa situada em Araçariguama (SP) reaproveita o equivalente a mais de 25 milhões de garrafas PET de 500 ml. “O PET substitui parte do ácido tereftálico e do anidrido ftálico da resina termofixa. A quantidade usada vai depender do tipo e das características do produto que desejamos fabricar”.

Sob o ponto de vista de desempenho, não há qualquer restrição ao uso de resinas baseadas em PET reciclado. Ao contrário, a depender da formulação, produtos desse tipo chegam a ser mais flexíveis e resistentes do que os oriundos 100% de matérias-primas virgens, afirma a empresa.

“Isso só acontece graças a um rigoroso controle de qualidade e classificação da matéria-prima que adquirimos”, salienta Garcia. “Todos os lotes de resina reciclada são submetidos a testes para determinar o grau de pureza e o teor de resíduos, como areia, olefinas e metais. Também são feitos ensaios de cor e aparência. O controle do recebimento do PET é uma das fases mais importantes de todo o processo”, comenta.

Outra vantagem garantida pelas resinas derivadas de PET pós-consumo é o preço menor. Segundo a Ineos Composites, na comparação direta com uma resina termofixa do tipo tereftálica, por exemplo, a diferença é de 7% a 10% no preço.

“A falta de conhecimento ainda pode levar a algum tipo de preconceito sobre essas resinas. Mas isso é cada vez mais raro e, quando acontece, respondemos rapidamente mostrando os milhares de casos bem-sucedidos de aplicação das nossas resinas que contêm PET reciclado”, finaliza o coordenador de processos da Ineos.

Certificação RC 14001

Segundo a Ineos Composites, a sua unidade de Araçariguama é a primeira fábrica de resinas termofixas do Brasil a contar com a certificação RC 14001. Em linhas gerais, a RC 14001 é uma junção do programa Responsible Care, que abrange questões relacionadas à segurança, meio ambiente, saúde e proteção de patrimônio, com a ISO 14001, cujo foco é a gestão ambiental das empresas.

A Ineos Composites é uma empresa líder global em resinas termofixas (poliéster insaturado e éster-vinílicas), gelcoats e aditivos low profile para a indústria de compósitos. Segundo a empresa, seus produtos caracterizam-se pelos elevados índices de resistência à corrosão, temperatura e impactos. São largamente consumidos pelos setores de transportes, construção, geração de energia eólica e lazer, entre outros.

A Ineos é uma das maiores empresas químicas do mundo e a 50ª maior companhia global, empregando cerca de 20.000 pessoas em 171 unidades em 24 países. É uma empresa privada com vendas em 2018 de US$ 60 bilhões e EBITDA de US$ 7 bilhões. Além de seu crescimento em produtos petroquímicos, adquiriu campos de petróleo e gás no Reino Unido, Dinamarca e Noruega.

Curta nossa página no

Preparativos para a Argenplás 2020 mobilizam setor do Plástico na Argentina e América Latina

05/03/2020

Sob o lema: “Uma indústria comprometida com o meio ambiente, a economia circular e a inovação”, a Câmara Argentina da Indústria do Plástico (CAIP) promoverá de 8 a 11 de junho de 2020, em Buenos Aires, uma das mais importantes exposições da indústria plástica da América Latina: a Argenplás.

Com um grande número de empresas participantes, a Exposição Internacional de Plásticos, Argenplás, abre suas portas a cada dois anos para visitantes de todo o mundo, consolidando-se mais uma vez como a mais importante exposição de plástico da Argentina e uma das mais prestigiadas da região.

Os setores relacionados à indústria do plástico que estarão presentes na XVIII Exposição Internacional de Plásticos, Argenplás 2020, são:

• Embalagem
• Automotivo e Transporte
• Construção Civil
• Eletro-eletrônicos
• Eletrônica e mecânica
• Telecomunicações/TI
• Utilidades domésticas
• Produtos médicos e cuidados de saúde
• Fabricação de produtos plásticos
• Fabricação e processamento de borracha
• Indústria química
• Agricultura
• Energia / fotovoltaica
• Esporte e lazer

Prevê-se a visita de mais de 18 mil profissionais do setor (empresários, executivos, engenheiros, técnicos, fabricantes, transformadores e usuários de produtos plásticos, transformadores de matérias-primas, gerentes de tecnologia e produção, vendas e marketing).

Mais informações estão disponíveis no site da Argenplás 2020: http://www.argenplas.com.ar/por

Serviço:

ARGENPLAS: XVIII Exposição Internacional de Plásticos
Data: 8-11 de junho de 2020
Número de visitantes: + 18.000 (de acordo com o PSR 2018)
Horário de exibição: 14:00 às 20:30
Horário de credenciamento: 13:45 às 20:00
Local: Centro Costa Salguero – Av. Rafael Obligado s / n, Buenos Aires, Argentina
Organizadores: CAIP – Câmara Argentina da Indústria do Plástico
Marca: MBG & EVENTS
EVENTOS PWI do mercado
Catálogo oficial, imprensa e divulgação: Emma Fiorentino Publishing House.

Curta nossa página no