Evonik divulga resultados do 3o. trimestre de 2020

19/11/2020

  • Evonik confirma resultados preliminares para o terceiro trimestre: Ebitda ajustado de 519 milhões de euros, vendas de 2,9 bilhões de euros
  • Perspectivas para 2020: Ebitda ajustado estimado entre 1,8 – 2,0 bilhões de euros
  • Perspectiva de fluxo de caixa livre para 2020 é elevada

No terceiro trimestre de 2020, a Evonik registrou um Ebitda ajustado de 519 milhões de euros, 4% abaixo do valor do mesmo trimestre do ano passado. As vendas somaram 2,92 bilhões de euros, comparadas aos 3,23 bilhões de euros do mesmo trimestre do exercício anterior. A Evonik confirma, portanto, os resultados preliminares já anunciados em 15 de outubro.

“Estamos satisfeitos por poder confirmar os resultados já publicados em caráter preliminar, que ficaram claramente acima das expectativas do mercado”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva. “Graças às medidas estratégicas que implementamos neste ano e em anos anteriores, estamos em excelente posição para atravessar a crise”.

A Evonik também confirmou e especificou as perspectivas para o ano completo de 2020. A empresa agora projeta um Ebitda ajustado de 1,8 a 2,0 bilhões de euros (2019: 2,15 bilhões de euros). Anteriormente, era esperado um Ebitda ajustado entre 1,7 e 2,1 bilhões de euros. As perspectivas de vendas se mantêm entre 11,5 e 13,0 bilhões de euros (2019: 13,1 bilhões de euros).

A expectativa em relação ao fluxo de caixa livre também foi elevada: para 2020, a Evonik espera contabilizar cerca de 700 milhões de euros (2019: 717 milhões de euros antes do pagamento dos impostos do carve-out do negócio de metacrilatos). O fluxo de caixa livre em relação ao Ebitda ajustado, a chamada taxa de conversão de caixa, deve ficar acima de 35%. Anteriormente, a Evonik havia previsto um valor semelhante ao do ano anterior, de 33,3%.

“A crise do coronavírus está longe de ter passado e a visibilidade continua muito baixa. Ainda assim, estamos cumprindo o que prometemos”, disse a Ute Wolf, CFO da Evonik.

No terceiro trimestre, a empresa conseguiu gerar um fluxo de caixa livre de 312 milhões de euros, um nível similar ao do mesmo trimestre do ano anterior (2019: 321 milhões de euros antes do pagamento dos impostos do carve-out de metacrilatos).

Evolução nas divisões

Specialty Additives: A divisão se destaca por sua resiliência, preços estáveis e um nível de margem alta sustentável de 27,5%. O desenvolvimento dos negócios nos mercados finais como o da construção e de energias renováveis, por exemplo, se manteve robusto, beneficiando-se também de programas de incentivos governamentais. A demanda, em particular nos setores automotivo e de revestimentos, melhorou em relação ao trimestre anterior, mas ainda ficou abaixo da aferida no mesmo trimestre do ano passado. As vendas em Specialty Additives caíram 10% para 777 milhões de euros no terceiro trimestre, e o Ebitda ajustado recuou 8% para 214 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas na divisão Nutrition & Care encolheram 2% para 715 milhões de euros no terceiro trimestre. A evolução foi caracterizada por uma maior demanda no setor de saúde e cuidados. As vendas de aminoácidos essenciais registraram ligeira queda, sobretudo devido ao câmbio, enquanto os preços de venda subiram nitidamente na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. O Ebitda ajustado aumentou 18% para 140 milhões de euros.

Smart Materials: No terceiro trimestre, a divisão Smart Materials apresentou um desempenho comercial mais animador que no segundo trimestre, mas as vendas e receitas ficaram abaixo dos valores registrados no mesmo período do ano passado. O desaquecimento da economia global, particularmente no segmento de carros novos da indústria automotiva, mas também em outras indústrias, ocasionou um declínio nos volumes, especialmente na linha de polímeros de alta performance e de sílicas para a indústria da borracha. Em contrapartida, a inclusão, pela primeira vez, da PeroxyChem surtiu um efeito claramente positivo. As vendas no terceiro trimestre caíram 5% para 790 milhões de euros. O Ebitda ajustado encolheu 13% para 137 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas dos produtos do C4-Verbund recuaram em consequência da retração da demanda, especialmente nas indústrias automotiva e de combustíveis. A queda maciça do preço do petróleo também pesou sobre o desempenho da atividade. As vendas encolheram 27% para 444 milhões de euros e o Ebitda ajustado baixou 43% para 28 milhões de euros no terceiro trimestre.

Milliken lança novo clarificante que amplia percepção visual e atributos sustentáveis de embalagens e peças de polipropileno

18/11/2020

Segundo empresa, a nova tecnologia eleva a produtividade e garante economia média de energia de 10% durante o processamento, além de aperfeiçoar a aparência e a reciclabilidade das embalagens

Para empresas e consumidores, a sustentabilidade não é mais uma aspiração planejada para o futuro, mas sim um requisito que necessita ser aplicado agora. Ciente disso, a Milliken desenvolveu uma nova geração do seu clarificante Millad NX 8000, que promove alta transparência em embalagens e utilidades domésticas feitas de polipropileno (PP). O lançamento, denominado Millad NX 8000 ECO, alia os diferenciais sustentáveis a vantagens de desempenho para os fabricantes e usuários das soluções plásticas, afirma a empresa.

O Millad NX 8000 ECO é resultado de ajustes na formulação que, segundo a Milliken, otimizam a produção de peças de PP clarificado. “O novo clarificante possibilita aos convertedores o processamento em temperaturas mais baixas, aumentando as taxas de produção e garantindo uma economia média de energia de 10%”, explica Edmar Nogueira, gerente técnico da Milliken. O menor consumo energético é validado pela Underwriters Laboratories (UL), um dos principais órgãos certificadores do mundo, permitindo aos brand owners o uso do selo UL de declaração ambiental em suas embalagens ou utilidades moldadas por injeção.

Segundo a Milliken, o Millad NX 8000 ECO é compatível com todos os processos de transformação e torna o polipropileno clarificado uma alternativa ainda mais viável ao vidro ou a polímeros amorfos como PC, PET, PVC e PS. A empresa afirma que ele ainda proporciona benefícios aos fabricantes de bens de consumo em três importantes frentes: segurança no acondicionamento de alimentos, experiência sensorial e economia circular, garante a empresa.

De acordo com a fabricante, a nova geração do clarificante atende aos recentes e rigorosos requisitos para contatos com alimentos, minimizando riscos de migrações indesejadas de substâncias. “O Millad NX 8000 ECO está em conformidade com padrões de segurança ainda mais elevados do que os atualmente em vigor na maioria dos mercados mundiais”, destaca Rodrigo Silva, gerente comercial da Milliken.

Experiência sensorial e reciclabilidade

No quesito experiência sensorial, o novo clarificante assegura a melhor percepção visual das embalagens sob diferentes tipos de iluminação – especialmente a luz LED, de uso crescente no varejo brasileiro, afirma a Milliken. “Diferentemente das lâmpadas incandescentes e fluorescentes, hegemônicas até pouco tempo atrás, o LED emite luz em comprimentos de onda distintos. Isso pode afetar o aspecto visual das peças clarificadas”, detalha Nogueira. “Devido a ajustes na fórmula, o Millad NX 8000 ECO também contorna essa questão, adequando-se a diferentes ambientes e tecnologias de iluminação”.

Embora entidades de classe dos setores de iluminação e supermercadista não disponham de estatísticas sobre padrões de luz das lojas brasileiras, uma estimativa da McKinsey Global Lighting aponta a importância da adequação dos produtos à nova realidade. Em 2011, 7% dos estabelecimentos comerciais da região utilizavam iluminação LED. Esse índice evoluiu para 45%, em 2016, e deve chegar a 68% em 2022. “Ante o cenário de concorrência cada vez mais acirrada nos pontos de venda, pequenas diferenças visuais podem fazer diferença enorme nos resultados das indústrias”, comenta Silva.

O terceiro pilar de aprimoramento do Millad NX 8000 ECO é uma condição ainda mais favorável ao reaproveitamento dos materiais no pós-consumo. A fórmula simplificada do clarificante facilita processos de coleta e seleção nas usinas de reciclagem, permitindo o trabalho com uma alta gama de embalagens e utensílios domésticos. Essa propriedade é reconhecida, entre outros órgãos, pela Associação Americana de Recicladores de Plásticos, afirma a Milliken.

Embora leve a um novo patamar os atributos que consolidaram a família Millad NX como referência em clarificantes para PP ao longo dos últimos dez anos, o Millad NX 8000 ECO mantém-se com a mesma competitividade das versões já conhecidas pela indústria. “A nova geração é um passo à frente, antecipando-se a possíveis movimentos do mercado. Convém esclarecer que os aditivos atuais continuam sendo úteis e eficazes frente ao atual estágio produtivo e regulatório do Brasil.”, esclarece Nogueira.

Especialista em ciência de materiais e contando com oito mil associados em 46 localidades, a Milliken & Company trabalha com inovações que abrangem têxteis, pisos, produtos químicos especializados e produtos para a saúde.

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Setor de Embalagens Plásticas Flexíveis supera desempenho geral da Indústria no 3o. trimestre de 2020

18/11/2020

Estudo feito pela W4Chem para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) indica que a indústria de embalagens flexíveis apresentou desempenho superior ao da indústria como um todo no terceiro trimestre do ano. O resultado se deve ao uso das embalagens flexíveis em itens de primeira necessidade, como alimentos, bebidas, varejo, entre outros. “Especialmente o setor de alimentos manteve o bom desempenho verificado nos últimos meses, ou seja, praticamente inalterado mesmo com a pandemia do COVID-19. Inclusive, houve momentos em que itens de indulgência, como doces e snacks, foram largamente consumidos, favorecendo as embalagens flexíveis”, relata o empresário Rogério Mani, Presidente da ABIEF.

“Enquanto no segundo trimestre o desempenho da indústria de embalagens flexíveis foi impulsionado por produtos essenciais, como alimentos, higiene e limpeza, no terceiro trimestre a recuperação foi mais generalizada e os consumidores voltaram a comprar outros itens, impulsionados, por exemplo, pelo auxílio emergencial”, completa Rogério.

Neste cenário, o setor de flexíveis registrou uma produção de 562 mil toneladas, uma alta de 8,8% em comparação ao trimestre anterior. No acumulado de Janeiro a Setembro de 2020, a produção chegou a 1,588 milhão de toneladas; as importações totalizaram 50 mil t e as exportações 94 mil t.

A indústria de alimentos continuou sendo o principal cliente, absorvendo 203 mil toneladas. O setor de aplicações industriais vem a seguir, com um consumo de 98 mil t de embalagens flexíveis; o de descartáveis, 68 mil t e bebidas, 56 mil t.

As embalagens multicamadas são as mais representativas no universo das flexíveis, respondendo por 185 mil das 562 mil t produzidas no terceiro trimestre de 2020. A segunda maior aplicação se refere às embalagens monocamada, com 154 mil t, seguidas por filmes shrink (encolhíveis), com 75 mil t.

Foram produzidas 10% mais embalagens com PEBD (polietileno de baixa densidade) e PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) no terceiro trimeste, em comparação ao segundo trimestre, representando 416 mil t. Com PEAD (polietileno de alta densidade), a alta foi de 8,3% (65 mil t). O PP (polipropileno) apresentou um acréscimo de 3,7% (81 mil t). Matérias-primas recicladas tiveram uma participação de 5% (30 mil t) no volume total (562 mil t).

“O desempenho do setor só não foi superior porque vivenciamos, no período avaliado, uma redução drástica da oferta de matérias-primas, como resinas e outros insumos (aditivos e pigmentos) e embalagens de outros tipos (caixas de papelão). As indústrias do setor atuaram com estoques reduzidos o que comprometeu a produção”, pontua Rogério Mani.

Mesmo assim, a consultoria W4Chem estima que as vendas internas de poliolefinas (polietileno e polipropileno) tenham aumentado cerca de 23% no terceiro trimestre, em comparação ao segundo trimestre de 2020, e 1%, na comparação com o terceiro trimestre de 2019. “A indústria petroquímica nacional foi favorecida pelo desabastecimento mundial de resinas termoplásticas – por isso o recorde de vendas em agosto e setembro. Mas lembramos que a oferta restrita de resinas no mercado interno resultou em momentos difíceis para algumas empresas produtoras de embalagens, que necessitaram buscar matérias-primas alternativas”, finaliza o Presidente da ABIEF.

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Filmes com acabamento fosco e toque aveludado são apostas da Terphane para destacar produtos no PDV

18/11/2020

Linha de filmes BOPET ajuda os proprietários de marcas a posicionarem suas embalagens em um novo patamar de atratividade.

Um dos grandes desafios da atualidade no desenvolvimento de embalagens é fazer com que os produtos se destaquem da concorrência no PDV. Ou seja, a embalagem é responsável por chamar a atenção do consumidor e comunicar os atributos dos produtos e das marcas, motivando o consumidor a efetivar a compra.

A Terphane, líder em filmes PET (poliéster) na América Latina, desenvolveu uma solução para atender a essa finalidade. “Nossa linha de filmes com acabamento fosco está associada a produtos mais saudáveis e mais sustentáveis, especialmente quando comparada a materiais alternativos mais brilhantes. Os consumidores enxergam a embalagem com acabamento mate como uma opção mais natural e confiável”, explica Célia Freitas Gerente de Desenvolvimento de Mercado Terphane.

Segundo ela, “outra vantagem dos filmes mate é a facilidade de leitura das informações da embalagem, incluindo informações nutricionais, ingredientes, receitas e outros. A superfície sem brilho dos filmes ajuda os consumidores a revisarem as informações que os interessa, o que tem um impacto bastante positivo”.

O portfólio da Terphane é composto por filmes com acabamento mate e diferentes texturas. Segundo a empresa, todos os filmes são aprovados pela Anvisa, FDA e EU para contato com alimentos, inclusive em aplicações de envase a quente (Hot fill).

“O mercado reagiu de forma bastante positiva ao lançamento de nosso primeiro filme mate coextrudado para impressão”, celebra Marcos Vieira, Diretor Global de P&D da Terphane. “Agora trabalhamos para atender à demanda por produtos de maior valor agregado, adicionando ao portfólio os filmes mate barreira (BMAT) e selável (SMAT)”, completa. “Recentemente, criamos o VMAT2Z, nosso novo filme mate de toque aveludado, que traz baixíssimo brilho e alta transparência aliados a um toque aveludado único.”

“A tendência por texturas em embalagens está crescendo rapidamente. Segundo estimativas de especialistas, particularmente nos Estados Unidos, o crescimento é superior a 15% ao ano”, afirma Célia Freitas. “Há uma grande demanda por filmes mate da Terphane, especialmente para embalagens de luxo. Já oferecemos também soluções para diferentes segmentos como cosméticos, lenços umedecidos, pet food, snacks, candies, alimentos congelados, produtos lácteos, carne processada, café, entre outros”, finaliza.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Mecalor completa 60 anos com expectativa de crescimento

12/11/2020

János Szegö, CEO da Mecalor

A pandemia do Covid-19 impôs novos paradigmas aos indivíduos, governos e empresas em todo o mundo. As novas formas de convivência exigiram mudanças e adaptações. Poucas empresas entenderam a urgência do momento e conseguiram se transformar e se adaptar para enfrentar as duas crises gêmeas: a crise econômica e a crise sanitária.

Acostumada a enfrentar e vencer dificuldades, a Mecalor chega aos seus 60 anos como uma empresa vitoriosa também no que diz respeito às novas adversidades vividas ao longo deste ano. No início de março, quando foi decretada a pandemia e a quarentena no país, a empresa rapidamente reorganizou a produção e colocou cerca de 100 funcionários em regime de trabalho de home office. Embora afetada pela brutal queda da demanda, manteve a produtividade e a qualidade dos serviços de atendimento.

A cíclica instabilidade da economia brasileira, combinada aos diversos planos econômicos, marcou a trajetória da empresa. Essa característica de superação está, contudo, no DNA da companhia. Nasceu com o fundador, o engenheiro húngaro Sándor Szegö, que deixou o seu país em 1956 em busca de um futuro melhor no Brasil. Em 1960, ele abriu uma pequena loja no centro de São Paulo para consertos de eletrodomésticos. A partir de pedidos dos clientes, que sentiam falta de novos produtos no mercado, iniciou a fabricação de equipamentos de refrigeração.

Liderança de Mercado

Desde então, a empresa vem crescendo ininterruptamente e, em pouco tempo, consolidou a marca como sinônimo de qualidade e tecnologia. Há 30 anos, o engenheiro e executivo János Szegö (foto), filho do fundador, atua como CEO da empresa. Foi na sua gestão que a empresa conquistou a liderança de mercado, desenvolvendo equipamentos periféricos e soluções de engenharia térmica para diversos setores da indústria. Hoje, segundo a Mecalor, são cerca de 20 mil chillers instalados no Brasil e no exterior, com uma produção mensal de 150 equipamentos, mais da metade sob demanda. A empresa produz para os segmentos hospitalar, plástico, alimentício, farmacêutico, de datacenters, ar condicionados industriais e automobilístico.

As crises na economia não impediram um desempenho acima da média do mercado. Entre 2004 a 2014, a Mecalor registrou um crescimento de 20%. De 2014 a 2016, segundo a empresa, apresentou um incremento de 5%, mesmo quando todo o mercado caía 30%.

Um bem sucedido projeto de exportação, iniciado há dez anos como alternativa à retração da demanda interna, tornou-a um importante exportador de chillers para as Américas do Sul e Central, resultando na abertura de uma filial no México em 2019, com o objetivo de atender melhor o mercado local e de olho nas vendas para os Estados Unidos.

A pandemia do coronavírus diminuiu o ritmo, mas não interrompeu a expectativa de crescimento. A Mecalor afirma que vai continuar mais uma etapa do seu projeto de expansão ainda este ano: a construção de um prédio novo, ampliação da fábrica e aumento na produção de chillers.

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Tomra Insight, a plataforma de gestão de dados da Tomra, agora oferece mais novidades e funcionalidades para o recicladores

12/11/2020

Novo desenvolvimento aprimorou a plataforma baseada em nuvem com a capacidade de desbloquear o poder do big data; portal baseado na web permite fácil acessibilidade

Tomra Insight, a plataforma de gestão de dados baseada em nuvem que permite aos usuários dos equipamentos da Tomra melhorarem a eficiência operacional, está sendo implementada em mais setores.

Após seu lançamento no ano passado pela Tomra Sorting Recycling, o Tomra Insight agora também está sendo disponibilizado para os clientes da Tomra Mining e Tomra Food. E para todos esses três setores, a plataforma foi aprimorada com novos recursos e funcionalidades. Isso torna o Tomra Insight ainda mais capaz agora do que era quando foi lançado ara recicladores em março de 2019.

Tomra Insight é um serviço baseado em assinatura que transforma os separadores óticos em dispositivos conectados, gerando dados de processo valiosos. Esses dados são coletados quase em tempo real, armazenados com segurança na nuvem e podem ser acessados de qualquer lugar e entre fábricas por meio de um portal da web disponível para desktops e dispositivos móveis.

Felix Flemming, vice-presidente e chefe digital da Tomra Sorting, comentou: “Ao capturar e usar dados valiosos, a Tomra Insight está transformando a triagem de um processo operacional em uma ferramenta de gerenciamento estratégico. Esta ferramenta está se tornando mais poderosa à medida que a desenvolvemos continuamente em resposta às necessidades e prioridades dos clientes. Novas funcionalidades e recursos são lançados a cada três semanas – uma rotina durante a qual a Tomra trabalha em estreita colaboração com os clientes na busca de objetivos compartilhados”.

Os dados capturados pela Tomra Insight fornecem métricas de desempenho que ajudam as empresas a otimizar o desempenho das máquinas. Segundo a Tomra, os custos operacionais são reduzidos por simplificar o pedido de peças de reposição e o acesso flexível aos dados e documentação. A empresa afirma que o tempo de inatividade é reduzido ao se monitorar a integridade e o desempenho do equipamento de triagem quase em tempo real, identificando lacunas na produção e analisando as possíveis causas-raiz, ao tempo em que dá suporte à gestão da manutenção para que seja preditiva – baseada na condição do equipamento – e evitando paradas não programadas. O rendimento é maximizado pela avaliação das variações e correspondente otimização do equipamento de seleção, garante a empresa. E a classificação para a qualidade desejada é aprimorada por fornecer dados importantes de composição de material, o que permite que as decisões sejam baseadas em informações mais detalhadas, assegura o fabricante.

Os recicladores estão fazendo melhorias de eficiência

Para empresas de reciclagem, a plataforma de dados Tomra Insight pode ser conectada aos sistemas de seleção da Tomra baseados em infravermelho próximo, cores, laser e raio-x. Segundo a Tomra, a obtenção de dados detalhados dessas máquinas está ajudando os recicladores a melhorar a eficiência operacional e a lucratividade.

Os recicladores podem consultar dados históricos e ao vivo antes de tomarem decisões que afetem seu processo de produção. Por meio do monitoramento contínuo da composição do produto, os operadores podem ajustar as configurações da máquina de forma rápida e ideal em resposta às mudanças de composição do material. Além disso, dados detalhados permitem que os gerentes tomem decisões operacionais e de negócios com base em informações mais completas. Comparações precisas agora podem ser feitas entre fábricas, turnos e lotes de materiais. Como os dados são armazenados com segurança na nuvem, também é possível monitorar remotamente as plantas quase em tempo real – especialmente útil nas circunstâncias atuais de distanciamento físico relacionadas ao COVID-19 e restrições de viagem.

Um dos primeiros usuários do Tomra Insight foi a Wellman International, um dos maiores fabricantes e recicladores de PET do mundo. A planta de processamento da Wellman na Holanda, que tem uma capacidade anual de processamento de flakes de PET de 42.000 toneladas, conectou à Tomra Insight seis separadores: cinco máquinas Autosort, que pré-seleciona garrafas PET, e um Autosort Flake, que purifica os flakes após a lavagem com foco na separação de contaminantes de PVC.

Jorrit Beetsma, Técnico de Processos da Wellman International, comentou: “Além da qualidade dos dados, também gostamos da facilidade de uso do Tomra Insight. Antes, só podíamos extrair dados indo fisicamente para a tela de cada máquina e nem sempre era fácil transferir esses dados para um computador. Agora é fácil consultar os dados remotamente de nosso escritório. Outra grande diferença é que antes usávamos dados para ajudar nas questões de manutenção e serviço, mas agora os dados também ajudam a analisar os materiais de entrada e melhorar a eficiência da classificação. As máquinas da Tomra são as únicas que podem fazer isso”.

Johannes Jacoby, gerente de produto digital da Tomra Sorting Recycling, disse: “A Wellman procurou o Tomra Insight para trazer mais transparência às suas atividades de seleção. Por um lado, eles queriam entender melhor quais eventos estavam causando paradas de máquinas, para reduzir o tempo de inatividade. Além disso, eles esperavam uma análise mais detalhada da perda de material durante o processo de recuperação, para avaliar com precisão a qualidade dos materiais adquiridos e otimizar o processo de reciclagem. O Tomra Insight ajudou significativamente com esses objetivos”.

Segundo a Tomra, os seus engenheiros ajudam os clientes a analisarem dados importantes todos os meses, como parte do serviço de assinatura Tomra Insight. Além disso, a Tomra trabalha em estreita colaboração com as operações de reciclagem para desenvolver continuamente a plataforma de dados como parte do serviço de assinatura.

Adições recentes ao Tomra Insight deram acesso a estatísticas adicionais, tais como composição de produtos, distribuição de materiais ao longo do tempo e a capacidade de conectar mais máquinas. As melhorias também incluíram uma nova página de painel com uma visão geral das máquinas conectadas do cliente, pedidos de peças de reposição e atividades de serviço; uma tabela de eventos e alarmes que permite aos usuários pesquisar ainda mais no tempo; uma maneira conveniente de exportar dados para arquivos Excel ou PDF; e a possibilidade de solicitar cotações de preços de peças de reposição, afirma a Tomra.

O número de usinas de reciclagem que usam o Tomra Insight triplicou no ano passado e espera-se que mais assinem o serviço à medida que tomem conhecimento dos seus benefícios. A Tomra afirma que os recicladores podem solicitar uma avaliação sem riscos da Tomra Insight entrando em contato com o gerente regional de vendas da empresa ou a equipe diretamente em http://insight.Tomra.com.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 6.000 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, afirma a Tomra. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 885 milhões de euros e emprega mais de 4.500 pessoas globalmente.

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Prêmio Plástico Sul de Inovação & Sustentabilidade apresenta vencedores em evento híbrido

07/11/2020

Primeira edição da Congratulação acontecerá no dia 12 de novembro,em transmissão ao vivo, com participações presenciais e online, reconhecendo cases importantes da indústria do plástico

A Revista Plástico Sul, que está completando neste ano duas décadas de publicação, anunciou em 2019 a criação do 1º Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade, com data agendada para 2020. Os obstáculos impostos pela pandemia do Coronavírus, logo no início do ano, tornaram o projeto mais desafiador. Inicialmente programado para acontecer em evento presencial, no mês de agosto, em Joinville (SC), a programação foi adaptada para versão híbrida (transmissão ao vivo pelo youtube com participações presenciais e online), remarcada para 12 de novembro de 2020, a partir das 19 horas, e realizada em estúdio especial na cidade de Porto Alegre (RS). “Foi preciso tomar decisões rápidas e reinventar nosso Prêmio de forma muito dinâmica. Se empreender um evento tradicional em ano de pandemia já é desafiador, imaginem organizar a 1ª edição de um Prêmio, algo totalmente novo”, explica a diretora da Conceitual Brasil, responsável pela Revista Plástico Sul, Sílvia Viale.

O Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade surge no setor com o objetivo de valorizar empresas que apostam em ações e produtos diferenciados tanto no quesito de economia circular, por exemplo, quanto de tecnologia nos processos de produção. A participação se dá através de inscrições de cases com valores sustentáveis e inovadores, em nove categorias. Nesta primeira edição, os trabalhos foram avaliados de forma detalhada por sete jurados experientes na cadeia produtiva do plástico e no universo acadêmico, dentro de critérios estabelecidos pela empresa responsável pela pesquisa e curadoria do Prêmio, Maxiquim. “Sabemos dos desafios de empreender uma premiação em tal conjuntura, porém, juntos aos nossos parceiros, vencemos. Desta forma, permanecemos com o objetivo de valorizar o desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras na indústria do plástico nacional”, diz a editora da Plástico Sul e Coordenadora Estratégica do Prêmio, Melina Gonçalves.

Além da divulgação dos vencedores com descrição dos seus cases, a cerimônia online contará com outras ações como enquetes ao vivo no chat com direito a presentes da Coza, sorteio de um tablet oferecido pela Termocolor e depoimentos de importantes personalidades do setor. Para participar do sorteio do tablet, é preciso guardar o número do pedido enviado no momento da inscrição e estar assistindo o evento na hora do sorteio.

O Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade tem apoio da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis(ABIEF), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Plastivida, Instituto Brasileiro do PVC, Instituto Nacional do Plástico, Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins (Adirplast), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás-RS), Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast-RS),Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina (Simpesc), Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado do Paraná (Simpep), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Vale dos Vinhedos (Simplavi).

A premiação conta ainda com o patrocínio Ouro da Wortex e Activas, patrocínio Prata da Piramidal, EntecPolymers, Adirplast, Kaneka, Procolor, Rulli Standard, Sepro do Brasil e Simplás, bem como o Apoio Especial da Termocolor, Colorfix e Interplast 2022.

Empresas finalistas:

Categoria: Sustentabilidade

Produção Limpa:
– Colorfix
– Proquitec
– Termotécnica

Logística Reversa:
– Braskem
– Grupo O Boticário
– Termotécnica

Compromisso Social:
– Cristal Copo
– Simplás
– Plastiweber

Conteúdo Reciclado:
– Sulpet
– Plastiweber
– Lineform
– EarthRenawable
– Mega Embalagens
– Braskem

Embalagens Inteligentes:
– Boccati
– Newsul
– EarthRenawable
– Termotécnica

Categoria: Inovação

Extrusão:
– Mega Embalagens
– InBrasil

Sopro:
-Boccati
-Newsul
-Zandei

Injeção:
-Boccati
-Tecnoperfil

Serviço:
1º Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade
Data: 12 de novembro de 2020
Horário: 19:00
Local: YouTube Plástico Sul TV
Link para inscrições gratuitas: https://www.sympla.com.br/premio-plastico-sul-de-inovacao–sustentabilidade__1027704

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Solução de alta barreira para embalagens flexíveis monomaterial em PE será tema de webinar promovido pela Milliken

07/11/2020

A Milliken programou para o dia 12 de novembro, às 9 horas, o webinar online e gratuito para apresentar o seu UltraBalance Natural 1002. Segundo a empresa, o material permite aumentar ou proporcionar melhorias de barreira à umidade em embalagens flexíveis de polietileno.

A Milliken afirma que, com a solução, é possível reduzir a espessura e o peso dos filmes e, em certos casos, até dispensar o uso da camada metalizada, obtendo-se flexíveis monomaterial (somente de polietileno). Tudo isso sem prejuízo do desempenho. “Os ganhos em barreira à umidade são substanciais, variando de 20% a 60%, dependendo da resina e da estrutura aplicadas nas embalagens”, afirma Márcio Biaso, Senior Account Manager da empresa.

O UltraBalance 1002 já é utilizado no mercado internacional, tendo estabelecido novos padrões de acondicionamento em diversos segmentos – entre eles os de cereais matinais, grãos, biscoitos, variados alimentos e produtos de limpeza em pó, assegura a Milliken.

As inscrições para o evento, que será realizado pela plataforma Teams, podem ser feitas por meio deste link.

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Prêmio Sinplast Attilio Bilibio: Abiplast e Multicolor são as homenageadas de 2020

07/11/2020

A tradicional premiação do Sinplast-RS, o Prêmio Attilio Bilibio, já tem seus destaques para 2020. Neste ano, o Sindicato irá homenagear José Ricardo Roriz Coelho, Presidente da Abiplast, pelo seu eficiente trabalho a favor do setor. Além dele, a empresa Multicolor Indústria e Comércio de Pigmentos Ltda., de Farroupilha, dirigida por Rafael Tronco, também receberá a premiação em função da campanha que patrocina com conteúdos positivos relacionados à imagem do plástico, desmistificando falsos argumentos contra o material.

De acordo com Roriz, Presidente da Abiplast, a distinção é uma honra. “Quando a gente trabalha em conjunto, buscando o crescimento do país, das pessoas e da indústria, nós ficamos cada vez mais motivados a atuar nesse sentido”, destacou. Já Tronco, representando a Multicolor, ficou entusiasmado com o reconhecimento. “Esse prêmio nos dá mais vigor para seguirmos trabalhando em prol do mercado em que atuamos, buscando a conscientização de que as pessoas são os principais responsáveis pelo uso adequado e consciente do plástico”, ressaltou.

Mais sobre a premiação: O Prêmio Sinplast Attilio Bilibio é tradição na entidade e leva esse nome para homenagear o empresário e ex-presidente do Sindicato já falecido. A distinção se concede aos homenageados é o Troféu Semente, da artista plástica Gloria Corbetta, e será entregue esse ano em data ainda a ser agendada.

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Arburg apresenta recursos da sua impressora 3D industrial Freeformer durante a formnext connect

03/11/2020

  • Arburg Plastic Freeforming: Aplicações em tecnologia médica, materiais macios e PP
  • Freeformer: Integração no portal do cliente arburgXworld
  • Amplo espectro: peças funcionais desafiadoras feitas de plásticos originais

2 de novembro de 2020 – Quando se trata de peças exigentes fabricadas por manufatura aditiva, o Freeformer está em seu elemento. O processo Arburg Plastic Freeforming (APF) com a sua impressora 3D Freeformer tem aplicações em tecnologia médica, no processamento de materiais macios e PP, assim como na manufatura aditiva de peças multicomponentes. Plásticos de alta temperatura também podem ser processados ​​usando o sistema aberto. Todas essas capacidades especiais serão mostradas pela Arburg durante o formnext connect 2020, inclusive em três apresentações de especialistas. Além disso, a Arburg apresenta a integração do Freeformer ao portal digital do cliente arburgXworld.

O Freeformer nos tamanhos 200-3X e 300-3X também processa granulados de plástico do tipo que é usado em moldagem por injeção. A Arburg diz que isso torna os sistemas abertos muito econômicos e também permite o uso de uma grande variedade de materiais. Isto também torna possível processar materiais biocompatíveis, absorvíveis e esterilizáveis, bem como materiais originais aprovados pela FDA, afirma a empresa. Este fato, por sua vez, abre a porta para novas possibilidades, inclusive para aplicações humanas.

APF para todos os tipos de implantes

“Em tecnologia médica, também podemos realizar aplicações muito exigentes com o processo APF, o que outros processos simplesmente não conseguem”, explica Lukas Pawelczyk, chefe de vendas do Freeformer da Arburg. Como exemplo, ele cita implantes absorvíveis. Além do Resomer Composite LR 706 S ß-TCP, um produto semelhante ao osso humano que promove a formação óssea, o Freeformer foi recentemente usado para processar outro material inovador da Evonik: o polímero da família Resomer-C é usado no setor de tecidos moles.

Implantes de placa semelhantes a ossos, que são gradualmente substituídos pelo tecido do próprio corpo

Para informações adicionais (em inglês), clique aqui

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Arkema ganha prêmio do governo francês por resina termoplástica líquida usada na fabricação de pás de turbinas eólicas

30/10/2020

No último dia 26/10, na presença de Agnès Pannier-Runacher, Ministra Delegada da Indústria, adjunta do Ministro da Economia, Finanças e Recuperação, a Arkema recebeu o Prêmio Pierre Potier 2020 por sua resina termoplástica líquida Elium, uma inovação em compósitos que possibilita a fabricação de pás eólicas 100% recicláveis.

Espera-se que a produção de energia eólica, tanto em terra quanto no mar, desempenhe um papel importante na transição para energias de baixo carbono. Nesse mercado que conta com um crescimento anual de 12 a 15%, dezenas de milhares de pás eólicas são produzidas todos os anos ao redor do mundo. Essas pás eólicas utilizam compósitos à base de resinas termofixas, difíceis de reciclar. Ao final do seu ciclo de vida, serão na maioria das vezes enterradas ou incineradas, causando um impacto ambiental significativo.

A Arkema afirma que a resina termoplástica líquida Elium é a primeira resina que permite a fabricação de pás de turbinas eólicas totalmente recicláveis. A reciclagem, seja mecânica ou química, é um ativo considerável no ciclo de vida das turbinas eólicas. As peças são primeiro moídas e depois aquecidas para despolimerizar a resina, de modo que ela possa ser separada das fibras de reforço. Após purificação e reformulação, uma nova resina termoplástica líquida é obtida com as mesmas características da resina virgem.

A Arkema está no núcleo do consórcio ZEBRA (ZerowastE Blade ReseArch) liderado pelo IRT Júlio Verne, um ambicioso projeto que visa criar a primeira pá de turbina eólica 100% reciclável e contribuir para o desenvolvimento de soluções ecológicas e sustentáveis para a força do vento.

“Estamos imensamente orgulhosos por receber o Prêmio Pierre Potier, que premia uma solução inovadora e sustentável para pás de turbinas eólicas no final de seu ciclo de vida – um grande desafio para o setor devido aos consideráveis volumes envolvidos. Com nossa resina termoplástica Elium, oferecemos uma solução para os desafios ambientais da energia eólica, tornando-a parte de uma economia circular ”, disse Guillaume Clédat, Diretor Global de Vendas e Desenvolvimento da resina Elium.

A Arkema afirma que a resina Elium, que foi desenvolvida no seu centro de pesquisa em Lacq, permite a produção de uma grande variedade de peças termoplásticas de fibra de vidro ou fibrocomposto de carbono de todos os tamanhos e com formatos complexos, além da aplicação no mercado de energia eólica. Segundo a empresa, o benefício econômico da resina vem de duas características principais: sua facilidade de implementação com curtos tempos de endurecimento à temperatura ambiente e sua compatibilidade com as inúmeras tecnologias de processamento de resinas termofixas existentes, limitando assim os investimentos para fabricantes já equipados com essas máquinas e abrindo uma vasta gama de desenvolvimentos em muitos setores, como transporte, construção e indústria náutica.

Criado em 2006 pelo Ministério da Economia, Finanças e Indústria e agora patrocinado pela Fundação Maison de la Chimie e France Chimie, o Prêmio Pierre Potier destaca e premia iniciativas no campo da química que promovem o desenvolvimento sustentável, bem como o desenvolvimento de abordagens eco-responsáveis no setor. Concedido por um júri de especialistas em pesquisa, indústria e ministério, este prêmio se tornou uma referência importante para organizações de apoio empresarial.

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BASF lança novos produtos durante evento virtual em substituição à Fakuma 2020

30/10/2020

Novas tecnologias, soluções para eletromobilidade, impressão 3D e inovações que visam sustentabilidade fizeram parte dos destaques da BASF do evento virtual promovido pela empresa em substuição à participação da empresa na Fakuma, uma das feiras mais importantes do mundo para a cadeia do plástico que foi cancelada este ano em virtude da pandemia de Covid-19. A BASF criou uma plataforma virtual onde realizou apresentações e reuniu informações técnicas sobre suas tecnologias.

Entre as inovações apresentadas está o primeiro poliuretano termoplástico à base de éter, Elastollan 1598 A10FC. Segundo a BASF, ele apresenta as mesmas propriedades mecânicas do éster TPU e combina a aprovação existente para contato com alimentos, resistência microbiana e hidrólise eficaz com importantes propriedades mecânicas, como comportamento à pressão de ruptura em relação à altas temperaturas, permitindo novos campos de aplicação, como para mangueiras pneumáticas.

A BASF também lançou soluções para a indústria automotiva, que atualmente apresenta várias tendências tais como a direção automatizada, eletromobilidade, sustentabilidade, construção leve e eficiência energética. No design interior, o conforto, a sensação tátil e a aparência visual dos componentes estão se tornando também mais importantes. A BASF está oferecendo uma nova geração de materiais estruturais para superfícies premium e atraentes para dar ao interior uma aparência distinta. Segundo a empresa, o Ultramid B3E2G6 ​​SI BK23353 e o Ultramid B3E2G10 SI BK23353 têm base de poliamida 6 reforçada com fibra de vidro e garantem valores de emissão muito baixos e boa estabilidade UV, sendo ideais para o uso em componentes estruturais e partes funcionais visíveis no interior, como ventilação de ar, alavancas da coluna de direção, suportes, entre outras aplicações que exijam rigidez média a muito alta. É possível desenvolver superfícies mate e texturizadas, sem exigir camada adicional de pintura, afirma a fabricante alemã.

O desenvolvimento feito em conjunto com o fabricante americano de motores pesados ​​com emissão zero, Nuvera Fuel Cells, também ganhou destaque. Foi aplicado o Ultramid AdvancedN de poliftalamida (PPA) para fabricar vários componentes em sua última geração de motores de célula de combustível de 45 kW. Os componentes, como coletor, carcaça do termostato, válvula de retenção, ejetor, bem como tubos de escapamento, exigem propriedades de material estáveis ​​em temperaturas variáveis. A BASF afirma que o seu Ultramid AdvancedN 3HG avançado mostra excelente resistência térmica e química, excelentes propriedades mecânicas, alta resistência ao impacto, boa estabilidade dimensional e um desempenho estável a longo prazo. Segundo a Nuvera, com o PPA da BASF, seu know-how de aplicação e serviços técnicos personalizados, foi possível reduzir o custo por unidade em comparação com as soluções de metal e, ao mesmo tempo, chegar ao mercado dentro do prazo.

A BASF também lançou dois novos plásticos de alto desempenho, Ultradur B 4440 e Ultramid B3U42G6, adicionando inovações na área de retardante de chama e polímeros altamente isolantes ao seu portfólio. A empresa afirma que os materiais são opções de processamento econômicas, combinando inovação material e sustentabilIidade, evitando o uso de compostos de antimônio e halogênio. Segundo a BASF, os novos materiais oferecem alta resistência ao rastreamento e excelente comportamento ao fogo, atendendo aos requisitos regulatórios nas áreas de sistemas elétricos e proteção contra o incêndio. Na prática, os produtos retardadores de chama Ultramid e Ultradur são encontrados na indústria de construção, aplicações clássicas de eletrônicos e elétricos e mobilidade elétrica. Na eletromobilidade, o foco está mudando para aplicações dentro de veículos, como plugues de alta tensão, infraestrutura de carregamento, além de módulos e carcaças de bateria. Trazem o benefício adicional de possibilitar o uso de cores brilhantes ou transparentes.

Tendo a sustentabilidade entre seus pilares estratégicos, a empresa também reforçou os avanços do projeto ChemCycling. A reciclagem química é uma forma inovadora de reaproveitar resíduos plásticos que atualmente não são reciclados, como plásticos mistos ou não limpos. Usando processos termoquímicos, esses plásticos podem ser utilizados para produzir gás de síntese ou óleos. As matérias-primas recicladas resultantes podem ser usadas como insumos na produção da BASF, substituindo parcialmente os recursos fósseis.

A BASF afirma ser a primeira empresa química a determinar a pegada de CO₂ para todo o seu portfólio de aproximadamente 45 mil produtos. A “Pegada de Carbono do Produto” (PCF) abrange todas as emissões de gases de efeito estufa relacionadas ao produto: desde a matéria-prima adquirida até o uso de energia nos processos de produção. Isso permite que planos sejam desenvolvidos em conjunto com os clientes para reduzir as emissões de CO₂ ao longo da cadeia de valor e garantir um futuro mais sustentável.

Estas e outras informações seguem disponíveis em conteúdo multimídia na plataforma fakuma.basf.com, com os vídeos das apresentações, informações para soluções digitais, tecnologias de processamento, além das novidades para as inúmeras indústrias de atuação.

A divisão de Materiais de Performance da BASF engloba sob o mesmo teto todo o know-how de materiais da BASF em relação a plásticos inovadores e personalizados. Mundialmente ativa em quatro grandes setores da indústria – transporte, construção, aplicações industriais e bens de consumo, a divisão de Materiais de Performance alcançou vendas globais de € 6,06 bilhões em 2019.

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Romi registra crescimento na entrada de pedidos no terceiro trimestre de 2020

30/10/2020

A Indústrias Romi S.A., empresa líder brasileira na fabricação de máquinas-ferramenta, máquinas para plásticos e fundidos e usinados, registrou, no 3T20, entrada de pedidos de R$313,4 milhões, crescimento de 65,5% em relação ao 3T19.

Segundo a empresa, a Unidade de Fundidos e Usinados, no 3T20, alcançou um crescimento de 74,9% na receita operacional líquida em relação ao 3T19, impulsionado pelas entregas de peças de grande porte. A margem operacional apresentou crescimento de 10,1 p.p., reflexo do maior volume de produção, evolução na eficiência operacional e maior faturamento.

A Romi afirma que a receita operacional líquida no 3T20 da sua Unidade de Máquinas apresentou crescimento de 12,4% em relação ao 3T19, decorrente da retomada dos pedidos a partir de junho deste ano. A evolução da receita, aliada à redução das despesas operacionais, resultou em uma expansão da margem operacional, que, nesse mesmo período de comparação, cresceu 6,3 p.p..

A entrada de pedidos na Unidade de Máquinas Romi, no 3T20, apresentou um crescimento de 140,3%, quando comparada ao 3T19, reflexo do ambiente favorável aos investimentos e das novas alternativas de negócios, como, por exemplo, a locação de máquinas, afirma a empresa.

A entrada de pedidos na Unidade de Fundidos e Usinados, no 3T20, apresentou um crescimento de 40,9%, quando comparada ao 3T19, reflexo das peças de grande porte para o setor de energia e da retomada gradual de todos os demais segmentos industriais, acrescenta a fabricante .

A carteira de pedidos total da Companhia, ao final do terceiro trimestre de 2020, apresentou crescimento de 40,9% em relação a 30 de setembro de 2019, com destaque para as Unidades de Negócios Máquinas Romi e Fundidos e Usinados.

“Os resultados do terceiro trimestre de 2020 refletem o engajamento de todo o time Romi nos últimos meses, não só para enfrentar os desafios que a pandemia nos trouxe, mas também para identificar e aproveitar as oportunidades de negócios que surgiram no período. O ambiente industrial continuou em recuperação, refletindo positivamente na entrada de pedidos e nas carteiras de Máquinas Romi e de Fundidos e Usinados. Neste contexto, a rápida reação de nossa cadeia de supply chain e a melhoria constante nos processos internos, aliadas à um sólido e cuidadoso protocolo de prevenção ao Covid-19, nos permitiram trabalhar e continuar entregando nossas soluções com a qualidade e a excelência já reconhecidas por nossos clientes”, menciona Luiz Cassiano R. Rosolen, diretor-presidente da Romi.

Fonte: Romi

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Adirplast faz retrospectiva dos reflexos da pandemia e aspectos econômicos no setor de distribuição

30/10/2020

O ano de 2020, que começou com o mercado brasileiro do plástico ampliando importações devido à trégua na guerra comercial EUA e China, também ficou marcado pelo banimento de diversos utensílios de plásticos descartáveis. “Em São Paulo, por exemplo, o prefeito sancionou a lei que proibia os estabelecimentos comerciais da cidade de fornecerem utensílios descartáveis de plástico aos clientes. E nós da Adirplast já alertavamos para os problemas causados por uma proibição indiscriminada desses produtos, inclusive para a economia”, comenta Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

A pandemia (Covid-19) atingiu o Brasil e em 17 de março a quarentena foi decretada em vários estados brasileiros. Preocupada com o abastecimento da indústria, inclusive farmacêutica e de alimentos, a Adirplast divulgou nota na qual alertava aos órgãos competentes sobre a importância do plástico como matéria-prima.

A incerteza fez com que abril fosse o pior mês de faturamento não só entre as empresas associadas à Adirplast, mas na economia brasileira em geral. No setor de plásticos o coronavírus causou redução nas vendas das resinas commodities (PEs, PP e PS) das empresas ligadas à Adirplast – em abril foram de 20.069 t, uma redução de 43,6% sobre março. Entre os plásticos de engenharia, em abril foram vendidas 1.072 t, redução de 58,4% ante o mês anterior. Já entre os filmes bi-orientados, que somaram 2.556 t vendidas, a redução foi de 28,9%.

A queda abrupta das importações também impactou o setor transformador. O Brasil, que consome 6 milhões de toneladas de plástico por ano e importa 30% desse volume, vem sendo afetado por problemas na produção internacional do insumo. Em julho, quem dependia de importados já amargava 4 meses de desabastecimento, afirma a Adirplast. Segundo relatório da consultoria Townsend, a importação de PP caiu de 36.076 toneladas em fevereiro para 16.618 toneladas em agosto.

Também sensível à pandemia e às condições econômicas, o mercado respondeu com um aumento vertiginoso do dólar. Durante a primeira metade do ano, o dólar teve uma valorização de 35,6% sobre o real, o que tornou nossa moeda a mais desvalorizada entre as 34 divisas mais líquidas do mundo. Em outra ponta, para evitar quedas ainda maiores nos preços do petróleo, companhias em todo o mundo reduziram suas produções.

Essa variação do câmbio também não trouxe alívio para o setor: é forçado a aceitar os aumentos, mas não consegue repassar esses valores por causa do enfraquecimento da demanda. Em alguns setores da indústria também já tem sido notada a falta de insumos, como PVC e PE para produção de embalagem.

Foi neste cenário que empresas do setor, inclusive filiadas à Adirplast, tiveram que se adequar, investir em tecnologia e contar com a qualificação de seu pessoal para evitar demissões e sobreviver à crise,

Com a retomada da indústria acontecendo de forma gradual desde junho, julho despontou com luz para o final do túnel. O volume total de vendas dos associados Adirplast nesse mês foi 23% maior que o de junho. De janeiro a julho deste ano foram vendidas 259.041 t (incluindo todas as resinas e os filmes de BOPP e BOPET). “A recuperação é gradual”, diz Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

Outro impacto no segmento foi causado pelo Furacão Sally, que atingiu produtores e exportadores de resinas plásticas na região do Golfo do México. Segundo a Adirplast, no início de outubro houve outra surpresa: a Braskem sofreu o ataque de hackers em seu ambiente de TI, o que impactou suas operações por cerca de 10 dias.

“Hoje, ainda não temos expectativas claras para os próximos meses, mas fica a certeza apenas de que sairemos desta mais fortes. Assim como o plástico – que entrou o ano sendo denegrido, mas que ganhou um novo peso no cenário atual, já que é matéria fundamental para a integridade da saúde humana”, finaliza Laércio Gonçalves.

Um olhar apurado

Ver luz ao final do túnel não significa não significa deixar de ver que os empecilhos de 2020 ainda não foram superado. Erasmo Fraccalvieri, diretor da Tecnofilmes, fala sobre alguns dos impactos sofridos pela economia neste ano e expectativas para o que ainda está por vir.

“Desde a chegada da pandemia, pudemos ver de tudo, desde o negacionismo ao alarde excessivo. Continuamos com esta polarização de idéias em todos os campos e setores. Fica evidente a necessidade de uma análise fria e clara da situação. Apesar da Economia não ser uma ciência exata e não depender de viés de ideologia, ela envia sinais clássicos de seu andamento e os fundamentos mantêm-se firmes para a medição do seu pulso.

Passados 10 meses de 2020, o que se vê é uma economia mundial em níveis preocupantes de fragilidade. O mercado internacional de bonds e moedas segue mostrando sinais importantes de alerta de deterioração. Uma segunda onda de contaminação na Europa traz à tona um elevado grau de incerteza. Temos a eleição americana em novembro. O grau de endividamento das empresas americanas está em níveis recordes nas últimas décadas e as perdas permanentes de postos de trabalho sinaliza uma onda de falências ainda fora do radar da grande mídia.

O Brasil ocupa um posto preocupante neste cenário. O fracasso na condução da pandemia nos trouxe até agora, conforme alertado, inflação, escassez de commodities, câmbio descontrolado, choques abruptos de demanda e oferta e uma dívida pública em patamares pra lá de preocupantes. Com a dificuldade de rolarmos nossa dívida, temos uma piora de seu perfil com o aumento das operações compromissadas e a redução de seu prazo, deixando muitas dúvidas quanto ao cronograma de vencimento no primeiro trimestre de 2021.

Com este cenário, é importante manter o foco nos fundamentos. Vejo muitas pessoas passando da euforia ao ceticismo em períodos curtos, analisando ruídos das manchetes de jornais. Não há “novo normal”. Não há “desta vez é diferente”. Há um desafio enorme para a economia nos próximos meses. A pandemia um dia acaba, porém, os impactos econômicos devem perdurar por muito mais tempo”.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país. Os associados contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil.

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Covestro tem crescimento em volumes e resultado no 3º trimestre de 2020

28/10/2020

  • Volumes principais crescem 3,0%
  • Vendas totais de cerca de 2,8 bilhões de euros recuam 12,7%
  • Ebitda de 456 milhões de euros (+7,3%) devido a medidas de corte de custos
  • Receita líquida de 179 milhões de euros (+21,8%)
  • Fluxo de caixa operacional livre sobe para 361 milhões de euros (+48,6%)
  • Guidance de resultado do ano elevada
  • Aquisição anunciada torna a Covestro um dos principais fornecedores de resinas de revestimento sustentáveis

No terceiro trimestre de 2020, a Covestro elevou seus volumes principais em 3,0% em relação ao ano anterior, como resultado de um aumento significativo da demanda. Esse processo foi muito impulsionado pelo crescimento de volumes na região Ásia-Pacífico (APAC), especialmente na China. Ao mesmo tempo, as vendas totais recuaram 12,7% para cerca de 2,8 bilhões de euros, devido aos preços de venda mais baixos.

Conforme comunicado no dia 9 de outubro de 2020 como dados financeiros preliminares, o Ebitda do terceiro trimestre de 2020 superou as expectativas do mercado de capitais. Com 456 milhões de euros, esse número teve alta de 7,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O aumento pode ser atribuído principalmente à redução de despesas atingida com medidas de cortes de custos. A receita líquida subiu 21,8% para 179 milhões de euros, enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) cresceu para 361 milhões de euros (+48,6%), como resultado do aumento nos fluxos de caixa operacionais e da redução das saídas de caixa para adições em propriedades, plantas e equipamentos.

O CEO da Covestro, Markus Steilemann, comenta: “Embora a pandemia de coronavírus ainda cause incertezas, reagimos de maneira decisiva e tomamos as medidas certas, que agora estão rendendo frutos. No terceiro trimestre, a demanda de nossas indústrias consumidoras teve uma forte recuperação. O crescimento de volume que atingimos mostra que estamos atendendo às necessidades dos nossos clientes e oferecendo as soluções certas.”

Guidance do ano definido; projeção de resultados elevada

A Covestro confirmou o guidance para o ano de 2020 conforme revisado no dia 9 de outubro de 2020. Isto pressupõe que as atividades econômicas não voltarão a ser severamente restringidas para controlar a disseminação da pandemia de coronavírus. O Grupo agora prevê um Ebitda de cerca de 1,2 bilhão de euros em 2020 (anterior: 700 milhões a 1,2 bilhão de euros). Em termos de crescimento do volume principal, a Covestro mantém a expectativa de declínio em relação ao ano anterior. O prognóstico atual do Grupo é de FOCF de 0 milhões a 300 milhões de euros (anterior: –200 milhões a 300 milhões de euros) e um retorno sobre o capital empregado (ROCE) de até de 5% (anterior: –1% a 4%).

“A recuperação do impacto da pandemia de coronavírus vem ocorrendo de forma mais dinâmica do que prevemos. Por isso, no terceiro trimestre conseguimos melhorar significativamente o resultado”, explica o CFO da Covestro, Thomas Toepfer. “Com nosso rigoroso foco em eficiência, atingimos economias de custos maiores e também nos beneficiamos de uma boa evolução das margens. Pudemos elevar as previsões do resultado de 2020 com base nisso. Por isso estamos confiantes para o quarto trimestre.”

Aquisição anunciada: Covestro será um dos principais fornecedores de resinas de revestimento sustentáveis

Em 30 de setembro de 2020, a Covestro assinou um acordo de aquisição da área de Resinas e Materiais Funcionais (RFM) da DSM pelo preço de 1,61 bilhão de euros. Esse acordo representa um passo importante para a Covestro na sua estratégia corporativa de longo prazo de fortalecer seus negócios sustentáveis e movidos à inovação. A integração da RFM ao segmento de Coatings, Adesivos e Especialidades amplia significativamente o portfólio da empresa no mercado de de resinas de revestimento sustentáveis.

“A aquisição anunciada impulsiona a trajetória de crescimento da nossa empresa e é um verdadeiro marco no nosso caminho para uma economia circular: junto com a RFM, podemos atender ainda melhor a demanda global por produtos sustentáveis e gerar inovações para a transição para uma economia circular com ainda mais eficácia”, afirma Steilemann.

Em 13 de outubro de 2020, no contexto da aquisição, a Covestro concluiu com êxito um aumento de capital planejado, por meio da emissão com base em capital autorizado, de 10,2 milhões de ações ordinárias ao portador sem valor nominal, subscritas por investidores institucionais. Os valores brutos captados representam 447 milhões de euros e serão usados para financiar a aquisição.

Custos mais baixos em todos os segmentos; crescimento de volume em Poliuretanos e Policarbonatos

O segmento de Poliuretanos teve um crescimento do volume principal de 4,3% no terceiro trimestre de 2020. As vendas caíram 11,0% para 1,3 bilhão de euros, principalmente devido à queda de preços de venda pela concorrência e ao nível mais baixo dos preços de matérias-primas. O Ebitda no segmento de Poliuretanos subiu 12,2% para 220 milhões de euros. O efeito positivo dos volumes vendidos e as despesas mais baixas, como resultado de medidas de corte de custos, elevaram o resultado.

No segmento de Policarbonatos, os volumes principais subiram 3,6% no terceiro trimestre de 2020. As vendas caíram 11,1% para 801 milhões de euros, em grande parte devido à evolução dos preços de venda em decorrência dos preços mais baixos das matérias-primas. O Ebitda no segmento de Policarbonatos subiu 12,1% para 148 milhões de euros. O nível mais baixo de custos, resultante de medidas de corte de custos e margens mais altas, teve efeito positivo sobre o resultado.

No terceiro trimestre de 2020, o segmento de Coatings, Adesivos e Especialidades teve um declínio de 6,9% nos volumes principais, devido à demanda mais fraca por parte das indústrias automotiva e de transportes e construção. As vendas caíram 15,8% para 495 milhões de euros, principalmente devido à baixa nos volumes totais vendidos e nos preços médios de venda. O Ebitda teve queda de 10,8% para 99 milhões de euros no terceiro trimestre de 2020. O efeito negativo sobre os volumes vendidos e um leve declínio nas margens provocaram queda no resultado. Os níveis de custos mais baixos, em decorrência de medidas de corte de custos, não foram capazes de compensar esses efeitos.

Pandemia afeta resultados dos três primeiros trimestres

Após um primeiro semestre desafiador em 2020, a Covestro viu a demanda das suas principais indústrias consumidoras se recuperar ao longo do terceiro trimestre. No entanto, no todo, os resultados dos três primeiros trimestres de 2020 manteve-se abaixo do nível do ano anterior. Nos primeiros nove meses de 2020, os volumes principais caíram 7,9% e as vendas totais tiveram baixa de 19,4% para cerca de 7,7 bilhões de euros. Isso pode ser atribuído principalmente à redução dos preços de venda e à queda nos volumes totais vendidos. Consequentemente, o Ebitda caiu 37,0% para 835 milhões de euros, enquanto a receita líquida totalizou 147 milhões de euros (-71,5%). O FOCF caiu para 136 milhões de euros (-4,9%).

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas no fim de 2019.

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Japonesa UBE focaliza economia circular e desenvolvimentos para reciclagem de poliamidas

28/10/2020

A UBE, uma das empresas líderes mundiais em poliamidas e copoliamidas, vem trabalhando em desenvolvimentos visando a reciclagem do nylon, além da redução do peso das embalagens. A idéia, conforme explica Daniel Hernandes, gerente de vendas da UBE América Latina, é nortear os novos desenvolvimentos pelo conceito da economia circular, tendo como foco a redução do desperdício de alimentos. “Sabemos que a circularidade das embalagens – e dos negócios – também passa pela sustentabilidade social. A boa embalagem é a que garante o amplo acesso aos alimentos e reduz o seu desperdício.”

Para ilustrar o potencial de reciclagem das estruturas que contém nylon em embalagens, Daniel cita um estudo recente conduzido pela UBE em parceria com a italiana Flextech. O resultado foi o desenvolvimento de uma estrutura de três camadas rPE/PA (polietileno reciclado + poliamida) que apresentou melhor desempenho mecânico que a estrutura convencional com matéria prima virgem. O filme já é usado na Europa para embalar peças automotivas.

“As embalagens de desempenho com nylon são recicláveis e usam menos material que as demais alternativas, além de utilizarem menos energia na conversão do filme em embalagem”, explica Daniel. Segundo a UBE, outro caso de sucesso envolvendo a reciclagem do nylon mostrou que o material, mesmo em altas concentrações (>10%), pode ser reciclado dentro do fluxo de polietileno.

Recentemente a UBE teve a oportunidade de apresentar seus resultados com reciclagem de nylon no Fórum ABRE de Economia Circular. Jose Angel Prieto, engenheiro de P&D, mostrou as diversas soluções sustentáveis possíveis com o nylon e enfatizou a versatilidade do material para embalagens recicláveis. Segundo ele, a reciclagem e os materiais de fontes renováveis são estratégicos para a área de Pesquisa e Desenvolvimento da UBE.

Ele também defendeu que o desperdício de alimentos pode comprometer a sustentabilidade social e, por isso, deve ser levado em consideração no projeto de uma embalagem. “É importante entender que a embalagem de nylon pode garantir a integridade do alimento e, consequentemente, reduzir o seu desperdício, tornando a cadeia mais sustentável.” A UBE também acredita que a integração de todos os elos da cadeia de produção de embalagem seja fundamental para promover e alavancar o desenvolvimento de soluções sustentáveis.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos; cimento e materiais de construção; máquinas; meio ambiente e energia; e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase na América do Sul.

Fonte/foto: UBE

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Dow, em parceria com Boomera LAR, anuncia resina pós-consumo reciclada produzida no Brasil

28/10/2020

  • Nova resina feita com PCR ajuda convertedores, donos de marcas e varejistas a cumprirem seus objetivos de sustentabilidade e permite a entrega de embalagens circulares e de qualidade;
  • Desenvolvimento do produto e comercialização são conduzidos pela Dow, enquanto produção fica a cargo da Boomera LAR;

A Dow, em parceria com a Boomera LAR, anunciou o início da produção industrial da resina PCR HDPE 96032, feita totalmente a partir de polietileno de alta densidade pós-consumo reciclado (PCR).

Desenvolvida com tecnologia da Dow, a nova resina PCR pode ser incorporada em diferentes aplicações de embalagens, suportando as metas de incorporação de conteúdo reciclado de donos de marca e a transição para uma economia circular do plástico, enquanto mantém a processabilidade e o desempenho equivalentes às de embalagens produzidas com resina 100% virgem, afirma a Dow.

Além disso, segundo a empresa a nova resina PCR que será produzida pela Boomera LAR em sua fábrica em Atibaia (SP) apresenta mitigação do odor inerente à matéria-prima reciclada, e possui desempenho e qualidade comprovada por testes feitos no Pack Studios. O novo material se soma ao portfólio de resinas e compatibilizantes da Dow, que contribuem na incorporação do PCR em embalagens, visando a circularidade na cadeia.

“Estamos comprometidos em fornecer soluções de alta qualidade para os desafios da indústria e o lançamento desta resina PCR é um importante avanço na busca pela mudança da economia linear para uma economia circular, sem deixar de levar em consideração os requisitos do mercado de plásticos e embalagens, afirma Tamires Silvestre, Gerente de Sustentabilidade da Dow no Brasil.

“Acreditamos que é fundamental migrar de uma economia linear para uma economia circular e estamos trazendo isso ao mercado através da fabricação de um novo produto circular que chegará a diversas pontas de vários setores. Isto é válido para o plástico e outros materiais, pois, quando impulsionamos uma economia circular, avançamos e geramos impacto social, ambiental e econômico”, comenta Guilherme Brammer, Sócio Fundador da Boomera LAR.

A Dow, responsável pelo desenvolvimento e pela comercialização do produto no Brasil, pretende lançar, em breve, novos produtos desse portfólio, complementando a oferta de resinas PCR na Colômbia, México e Argentina, onde a companhia já anunciou alianças para desenvolver resinas pós-consumo recicladas com parceiros locais selecionados. Estas parcerias estão estrategicamente conectadas com os objetivos globais da Dow, que recentemente anunciou suas novas Metas de Sustentabilidade, que visam a proteção do clima, a eliminação de resíduos e o fechamento do ciclo do plástico.

A Dow oferece um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones para clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

A Boomera Lar é uma joint venture entre a Boomera e a Lar Plásticos criada em 2020 para atuar como uma indústria RSA 4.0. Localizada em Atibaia,SP, é uma plataforma de plásticos reciclados transformados, com um pátio industrial completo. A fábrica conta com equipamentos para fabricação de resinas e produtos feitos a partir de material reciclado.

A Boomera foi criada para valorizar e dar nova vida a resíduos que acabariam em aterros sanitários, especialmente materiais considerados difíceis de reciclar. Com a metodologia proprietária CircularPack, a Boomera afirma trabalhar a economia circular de ponta-a-ponta, contando com um laboratório de materiais e uma estrutura de logística reversa em parceria com mais de 8.000 cooperados. Fundada em 2011, a Boomera afirma ter sido uma das primeiras empresas de Economia Circular certificadas como Empresa B, membro da Fundação Ellen MacArthur.

A Fábrica da LAR Plásticos está localizada em Atibaia (SP). A empresa é especialista em transformação de plásticos descartados e está preparada para atender às necessidades de coleta seletiva e urbana, contenção de lixo, produtos para acondicionamento e transporte, reutilizando materiais de forma inteligente.

Fonte: Dow / Foto: Boomera

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Braskem lança portfólio para impressão 3D na América do Sul

28/10/2020

Filamentos, pellets e pó de polipropileno podem ser utilizadas em impressoras industriais e desktop, ampliando a versatilidade dos processos e produzindo peças mais resistentes e estáveis.

A Braskem lançou um portfólio com produtos exclusivos para a indústria de manufatura aditiva, popularmente conhecida como impressão 3D, mercado em plena expansão no país. O setor, cujas principais características são a descentralização de produção e personalização das soluções, também tem ajudado no enfrentamento do novo coronavírus por meio da produção de máscaras do tipo face-shields e componentes de respiradores mecânicos, por exemplo.

A empresa afirma que as suas soluções a partir de polipropileno (PP) se mostraram atraentes e ideais para a manufatura aditiva, em função da reciclabilidade, resistência ao impacto e estabilidade dimensional da matéria-prima, que permite o seu uso em estruturas duráveis de dobradiça, além de possuir tem uma densidade menor que outros tipos de plásticos. O PP para impressão 3D pode ser encontrado em formato de pellet e filamento, ambos produzido no Brasil, além de pó, importado dos Estados Unidos. Os produtos podem ser utilizados tanto em impressoras 3D industriais, como em máquinas do tipo desktop.

Os filamentos de PP da Braskem, que estão disponíveis nos diâmetros de 1,75 e 2,85 mm, foram desenvolvidos com o usuário em mente e entregam um melhor balanço de propriedades mecânicas, estabilidade dimensional e desempenho em impressão aos usuários, afirma a empresa. Já o pó de polipropileno, desenvolvido para o processo de sinterização seletiva a laser (SLS) – processo que utiliza laser para sintetizar pó de polímero -, é resultado de parceria com a ALM (Advanced Laser Materials), subsidiaria da EOS América do Norte, e se destaca em função do desempenho mecânico, estabilidade dimensional das peças impressas e altas taxas de reúso do pó remanescente no leito de impressão ao final de cada ciclo, garante a Braskem. Já o produto de PP na forma de pellets foi desenvolvido em colaboração com a Titan Robotics, com foco na plataforma inovadora de extrusão de pellets em escala industrial Atlas.

Para o gerente de Inovação e Tecnologia para Manufatura Aditiva da Braskem, Fabio Lamon, o novo portfólio da empresa permite que os processos para impressão 3D se tornem ainda mais sustentáveis no Brasil. “A manufatura aditiva, por si só, é um processo cuja natureza é de não-desperdício, pois se baseia na fabricação de uma peça tridimensional por meio da adição de camadas de matéria-prima a partir de um arquivo digital 3D, o que viabiliza a liberdade total de formato e elimina as perdas e os resíduos comuns em diversos processos tradicionais de fabricação. Cabe ressaltar que o polipropileno desenvolvido para essa aplicação possuí a mesma reciclabilidade que as demais resinas termoplásticas produzidas pela Braskem e utilizadas em outros processos de transformação, o que reforça nosso compromisso com a sustentabilidade e a economia circular”, afirma.

A impressão 3D está se tornando cada vez mais relevante para a Braskem, enquanto fabricante de matéria-prima, pela perspectiva de crescimento de mercado. Trata-se de uma tecnologia disruptiva e com forte apelo de inovação transformacional. A tecnologia impulsiona o desenvolvimento de soluções, relevante no contexto de indústria 4.0 e os aspectos de sustentabilidade, por se tratar de um processo de manufatura totalmente descentralizada, que minimiza perdas e descarte de materiais, além de impactos logísticos.

As primeiras iniciativas da companhia nessa área tiveram início em 2013, no projeto Imprimindo o Futuro, uma parceria com Made In Space, fornecedora da NASA, para desenvolvimento de uma impressora 3D para operação em gravidade zero. O equipamento produzido e enviado à Estação Espacial Internacional, em 2016, usa o polietileno I’m green bio-based da Braskem, produzido a partir da cana-de-açúcar, e ganhou, em 2019, o apoio de uma recicladora na qual a equipe de astronautas poderá transformar resíduos plásticos em matérias-primas para produção de novos itens.

Os produtos na forma de filamentos e pellets para uso direto em impressoras 3D podem ser adquiridos diretamente com a Braskem, e os produtos na forma de pó são comercializados globalmente pela ALM (Advanced Laser Materials). Os filamentos de PP da Braskem também podem ser adquiridos por meio da 2M3D, distribuidora oficial de filamentos de impressão 3D da Braskem para a América do Sul.

“O lançamento do portfólio para impressão 3D é mais um passo em nossa evolução. Estamos entusiasmados com o desempenho de nosso polipropileno em relação a outros materiais disponíveis no mercado e acreditamos que a disponibilidade nas formas de pellets, filamentos e pó ajuda a fortalecer ainda mais o grande potencial que vemos para o mercado global de impressão 3D”, comenta Jason Vagnozzi, diretor comercial de Manufatura Aditiva da Braskem.

Impressões 3D no combate ao novo coronavírus

A Braskem doou, em julho, 120 bobinas de filamentos plásticos para produção de máscaras do tipo face-shield e partes de respiradores artificiais, itens essenciais para o combate à pandemia da covid-19. Além disso, a companhia disponibilizou seu time de especialistas em manufatura aditiva para prestar apoio ao trabalho de doze centros de pesquisa em impressão 3D, nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

O filamento de polipropileno (PP) produzido pela Braskem para uso em impressoras 3D foi convertido em hastes para cerca de cinco mil face-shields, distribuídas aos profissionais de saúde que atuam em hospitais da rede pública nas respectivas regiões dos centros de pesquisa.

Na Bahia, o produto foi doado à Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia, que redistribuiu para sete centros tecnológicos do SENAI no interior do estado. No Rio de Janeiro, a iniciativa beneficiou o centro de pesquisa em impressão 3D da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ). No Rio Grande do Sul, o Parque Científico e Tecnológico (Tecnopuc) da PUC-RS e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), coordenados pelo grupo Brothers in Arms, receberam os filamentos. Em São Paulo, o material foi entregue à 3D Criar e a Inkubetech, que apoiam o Projeto Hígia.

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Adegas feitas em acrílico colocam o vinho em foco

24/10/2020

Adegas em acrílico se tornam sofisticados displays de produtos para restaurantes que têm feito do vinho parte importante do seu menu; material permite que casas e apartamentos também ganhem versões mais leves

Nada como um bom prato acompanhado de um bom vinho, dizem os amantes da boa culinária. Mas os donos de restaurantes sabem que para manter o público satisfeito, além de um bom menu e uma boa carta de vinho, é preciso ainda oferecer ao cliente um ambiente que ajude a compor esse momento. É aí que entra a importância da decoração e, junto com ela, a capacidade de dar ainda mais atenção aos produtos que a casa oferece. Daniel Sahagoff, proprietário do Loup, restaurante que abriu as portas há quatro anos na capital paulistana, conhece bem o ramo e foi categórico ao dizer ao seu marceneiro de confiança que queria uma adega que chamasse a atenção dos clientes: “Eu já tinha a experiência do Cantaloup, restaurante que há mais de 20 anos funciona em SP, e quis trazer pra cá algo que não havia em outro lugar. Eu queria que meus clientes tivessem a impressão de que as garrafas flutuassem, sem suporte, e que se replicassem”, explica.

Foi então que o marceneiro de Daniel, Tsutomu Taniguchi, da Marcenaria Taniguchi, propôs a ele o uso do acrílico. Da proposta à finalização, alguns protótipos foram elaborados. Primeiro um protótipo em escala bastante reduzida e depois outros com as peças de apoio e angulação das garrafas. “A acrílico é um material perfeito para o trabalho com adegas. Bastante fácil de manipular e, acima de tudo, translúcido e resistente”, diz Taniguchi.

Mas não foi apenas pela transparência e resistência que o acrílico tornou possível a realização deste projeto. Sua capacidade de condução da luz também foi um ponto crucial na escolha da matéria-prima. Isso porque a adega “acende” em inúmeros pontos devido à iluminação com LED, além de espelhos, que ajudam a propagar a luz e replicam a imagem das garrafas, dando à adega uma profundidade maior do que ela realmente tem.

Satisfeito e orgulhoso de sua adega, Daniel comenta: “acho que conseguimos atingir o objetivo principal que era chamar a atenção. A primeira coisa que todo mundo que vem aqui faz é olhar para a adega”.

Daniel diz agora que o foco está no lançamento de mais um restaurante. Um lugar que vai juntar, em uma casa de três andares, três cardápios diversos. Entre eles, uma espécie de elevador panorâmico, que vai colocar os pratos em destaque e outra adega em acrílico.

Mas as novidades não ficam só na capital paulista. Em Piracicaba, o restaurante Jangada, montou uma adega que também continua chamando à atenção dos clientes e admiradores de um bom vinho. “Nossa ideia era inovar, além de mostrar aos clientes os rótulos servidos pela casa, já que muitas pessoas pedem para ver a adega. Outro ponto importante é que a adega ajudou a deixar o nosso ambiente ainda mais sofisticado e agradável” “, explica Denise Nogueira.

Por lá, o projeto também é assinado por Tsutomu Taniguchi, mas desta vez em parceria com a Artcryl, empresa transformadora de acrílico. Apesar dos muitos trabalhos desenvolvidos em parceria, essa foi a primeira vez que ambas as empresas fizeram uma adega. “Já tinha visto em uma viagem ao exterior uma adega na qual as garrafas pareciam flutuar sobre as prateleiras de acrílico. Quando Taniguchi nos passou o briefing desse projeto, mostramos as imagens que tínhamos a ele, que na hora aderiu à ideia”, conta Taísa de Almeida, da Artcryl.

Construída com chapas de acrílico Castcril, de 12 e 20 mm de espessura, a adega abriga aproximadamente 600 garrafas. Devido à transparência e à iluminação especial, feita em LED e orientada por um Sommelier, as garrafas ficam ainda mais atraentes ao público.

Taniguchi reforça que a combinação do plástico nobre com os móveis em madeira, tanto no projeto do do Loup como no do Jangada, ajuda à compor um visual estético requintado.

Para aqueles que ainda ficam inseguros quanto ao uso e durabilidade do acrílico, Tiago Oliveira, representante da Castcril, explica que o acrílico é um material muito versátil, que possuí 92% de transparência independentemente da sua espessura. No projeto de Piracicaba, por exemplo, foram usadas chapas de 20 mm. “Isso faz com que a adega suporte o peso de todos os garrafas de forma segura. Além disso, é um material de fácil processamento que pode ser trabalhado no corte, polimento, moldagem e não sofre ação de agentes externos – por exemplo, baixa ou alta temperaturas. Assim, não dilata, não resseca e não amarela”, afirma. A empresa oferece 10 anos de garantia contra amarelamento de suas chapas.

Residências e estabelecimentos de menor porte

Felizmente, a sofisticação e leveza do acrílico não estão à disposição apenas de grandes restaurantes ou estabelecimentos comerciais. Donos de residências e escritórios, além de restaurantes de pequeno porte, também podem oferecer aos seus convidados ou clientes a visão de uma adega atraente. Projetos feitos pela Diagonale, em parceria com designers e arquitetos, mostram o poder estético e a versatilidade do material.

Serviço

Para os clientes interessados em montar uma adega ou outros projetos em acrílico, basta entrar em contato com o INDAC – Projetos em Acrílico através do indac@indac.org.br. Se já tem projeto pronto e deseja cotar, é só anexá-lo ao e-mail. O contato também pode ser feito pelo telefone: (11) 3171.0423.

O INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico) é uma organização criada há 19 anos com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado.

A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 30 filiados em todo o país, entre eles: Acriresinas, Bold, Castcril, Cristal Cores, Lucite, Osvaldo Cruz, Emporium, Unigel, Acrilaria, Acrílico Design, Acrilmarco, Acrimax, Acrinox, Acriplanos, Actos, Art Cryl, Brascril, CutLite, Menaf, Proneon, JR Laser, Tronord e Tudo em Acrílico.

Iniciativa de reciclagem de EPS é testada no conceito de solução para cidades inteligentes

24/10/2020

Artigo de Albano Schmidt (*)

“A Termotécnica é uma das parceiras do Projeto Isopor® Amigo, lançado no Ágora Tech Park, parque tecnológico localizado no Perini Business Park, em Joinville (SC). No lançamento, além do Simpesc – Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina, do qual sou presidente, também representei a ABIPLAST – Associação Brasileira da Indústria do Plástico, e a CNRPLAS – Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos. Realizado primeiramente dentro do projeto Perini City Lab, que acontece no ambiente do Perini Business Park, o objetivo da iniciativa é conscientizar e promover junto ao público a reciclagem de bandejas e recipientes de isopor® utilizados para embalar alimentos, promovendo a economia circular na prática. O EPS é um tipo de plástico, mais conhecido pela população como isopor® (marca de empresa terceira). o material pode ser totalmente reciclado, desde que seja descartado corretamente e destinado para a reciclagem.

O Perini City Lab É o primeiro one-stop shop do Brasil de soluções para cidades inteligentes, um projeto do Ágora Tech Park. Como Living Lab, permite que empresas – desde startups até multinacionais – utilizem a infraestrutura do Perini Business Park, O maior parque empresarial multissetorial da América Latina, como campo de testes para tecnologias e iniciativas voltadas às cidades inteligentes. São 2,8 milhões de m², 15 quilômetros de ruas internas pavimentadas, com circulação diária de mais de 8 mil pessoas.

Como uma “cidade privada em ambiente controlado”, o parque é perfeito para desenvolver, validar, implantar e demonstrar soluções e programas para melhoria da qualidade de vida de quem mora nas cidades, permitindo que sejam realizadas simulações antes de levá-las para os ambientes públicos, que têm suas particularidades em termos de legislação e políticas a serem atendidas.

Sem inovação e parcerias para apoiar a rápida urbanização, as cidades do futuro não poderão dar suporte aos seus cidadãos, principalmente aos mais desassistidos e vulneráveis. E a geração e destinação do lixo, que pode ser reciclado e reaproveitado como matéria-prima, é um dos problemas que se agravam cada vez mais nas principais cidades. No entanto, o uso de dados, tecnologia e integração entre os atores da cadeia geram um grande potencial econômico para soluções inovadoras e melhoria da vida urbana.

É um movimento extremamente necessário para repensar a inovação e a sustentabilidade como coirmãs. Neste ecossistema integrado, as soluções e programas são desenvolvidos, testados, modificados e entregues ao mercado, ao poder público e à sociedade com velocidade e efetividade. Como mais uma iniciativa em teste no Perini City Lab, o Projeto Isopor® Amigo conta com a instalação de PEVs (pontos de entrega voluntária) para recolhimento e reciclagem do Isopor® no Ágora Tech Park, nas empresas e em espaços comuns do parque.

Jean Vogel, diretor executivo do Ágora Tech Park, reforça: “O projeto Isopor® Amigo vem compor o ecossistema de sustentabilidade do Perini City Lab e se une aos projetos de coleta de lixo seletivo e de lixo eletrônico que já acontecem no parque, reforçando toda a nossa preocupação, responsabilidade e comprometimento com o desenvolvimento sustentável.

O Perini Business Park e o Ágora Tech Park de primeira hora se prontificaram a sediar uma ação concreta para o Projeto Isopor® Amigo, disponibilizando a sua infraestrutura e o seu know-how, através da gestão do projeto efetuada pela Macnica DHW. Serão testadas a comunicação da campanha, o tamanho, formato e identidade visual dos PEVs, a mecânica do recolhimento e destinação do material.

No Perini City Lab poderemos responder a questões como “Funciona ou não funciona?” e “Onde estão as dificuldades e onde estamos acertando?”. A partir deste beta teste, o Projeto Isopor® Amigo poderá ser empacotado e escalado para além do ambiente controlado do Perini. A ideia é que, futuramente, seja ampliado para outras cidades e estados.”

(*) Albano Schmidt é Presidente da Termotécnica

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Resinas da Ineos Composites ajudam construtoras a conquistar a certificação LEED

24/10/2020

  • Produtos são derivados de fontes renováveis e recicláveis
  • Prédios com a certificação LEED tendem a reduzir as despesas com água, luz e manutenção

A construção civil lidera o consumo brasileiro de compósitos e deve seguir aumentando em termos de fatia de mercado, graças à combinação entre a crescente pressão ambiental sobre as construtoras e a disponibilidade de matérias-primas derivadas de fontes renováveis e recicláveis.

Para corresponder ao apelo da sustentabilidade, cada vez mais as construtoras estão buscando conseguir certificações “verdes” para os seus empreendimentos. A mais tradicional é a LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental). A certificação de um edifício conforme as exigências da LEED requer uma pontuação mínima em determinados critérios. Em um deles, segundo a Ineos Composites, os materiais da sua família de resinas Envirez podem contribuir: o de “Materiais e Recursos”. As resinas podem ser usadas na fabricação de fachadas, revestimentos, perfis, pias e assentos sanitários, entre muitas outras aplicações.

“Em peso, o conteúdo de matéria-prima renovável dessas resinas varia de 8% a 22%, enquanto a quantidade de material reciclado pode chegar a 47%. Tais características atendem às exigências de sustentabilidade da LEED”, explica Márcia Cardoso, porta-voz do departamento técnico da Ineos Composites.

Etanol de milho e soja são as fontes renováveis usadas na formulação dessas resinas, enquanto o material reciclado é oriundo de garrafas PET pós-consumo, afirma a Ineos.

Frente aos polímeros derivados totalmente de petróleo, prossegue Márcia, a produção das resinas Envirez apresenta uma redução do consumo de energia de 800 a 3800 BTU/libra (440 a 2100 kcal/kg). “Já as resinas com conteúdo reciclado diminuem em 7000 BTU/libra (3880 kcal/kg) a demanda por energia durante a fabricação”, calcula.

Na prática, isso significa que um fabricante de pias cuja produção anual é de 50 mil unidades – cada uma pesando, em média, 13 kg –, reduz o seu consumo de energia em 300 barris de petróleo, ou 150 toneladas de óleo.

Márcia ressalta que, entre os benefícios econômicos da certificação LEED, os edifícios tendem a apresentar menores despesas com água, energia e manutenção. “Há um movimento global em prol dessa homologação. Nos EUA, por exemplo, todos os prédios governamentais devem ser ter a certificação LEED. Agora, queremos oferecer às construtoras brasileiras opções de materiais que as ajudem a seguir essa tendência”, completa.

A Ineos Composites é uma líder global em resinas termofixas (poliéster insaturado e éster-vinílicas), gelcoats e aditivos low profile para a indústria de compósitos. Seus produtos são largamente consumidos pelos setores de transportes, construção, geração de energia eólica e lazer, entre outros.

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8ª edição do Desafio de Design da Braskem tem como parceiros Grupo Boticário e BRF

24/10/2020

A edição deste ano já está com inscrições abertas e desafiará designers profissionais a desenvolverem soluções criativas e sustentáveis para embalagens

A partir de 16 de outubro, a Braskem abriu as inscrições para a 8ª edição do Desafio de Design. Neste ano, a iniciativa será voltada a profissionais da área de Design de Produtos. Eles serão desafiados a resolver problemáticas relacionadas a embalagens, seguindo o conceito Design for Environment, o qual busca reduzir os impactos ambientais considerando todo seu ciclo de vida.

O desafio da edição será “encontrar soluções concretas e sustentáveis em embalagens”, para dois parceiros da Braskem: a BRF, multinacional do ramo alimentício detentora das marcas Sadia e Perdigão; e o Grupo Boticário, detentor das marcas de beleza O Boticário, Eudora, quem disse, Berenice?, BeautyBox, Multi-B, Vult e Beleza na Web. A ideia vencedora, avaliada de acordo com critérios pré-estabelecidos, receberá um prêmio de R$ 20.000,00. Entre os critérios de avaliação das propostas estão a inovação, a viabilidade de implementação e o alinhamento com a ferramenta de Avaliação de Ciclo de Vida (ACV), aspectos fundamentais no desenvolvimento das soluções e que comprovarão a redução do impacto ambiental dos projetos apresentados.

Por conta da pandemia do novo coronavírus, todas as etapas foram adaptadas para acontecerem em um ambiente 100% digital e on-line, o que possibilitará a participação de profissionais de todo o território nacional. Para se inscrever basta acessar o site ( link ) até 30 de outubro. Como pré-requisito, é necessário ser formado na área relacionada entre os anos de 2015 e 2020. Após o período de inscrições, haverá um webinar no dia 11 de novembro, ocasião em que as empresas darão mais informações sobre o programa.

“Acreditamos no Desafio de Design como ferramenta de aproximação com os ecossistemas acadêmicos, jovens profissionais e o mercado para o desenvolvimento de idéias inovadoras e de impacto social e ambiental na fase inicial do ciclo produtivo – o Design. Por meio do programa, os participantes, nossos clientes e parceiros possuem a efetiva oportunidade de implementar o conceito de economia circular desde a concepção das embalagens”, avalia Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular da Braskem na América do Sul.

“O Grupo Boticário é uma empresa que investe e acredita na inovação como o único caminho sustentável para o negócio e para o mundo. Por isso, fazemos questão de participar de iniciativas como o Desafio de Design da Braskem”, afirma Paulo Roseiro, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Boticário.

A programação desta edição obedecerá ao seguinte calendário:

  • Inscrições: de 16 a 30 de outubro ( link de inscrição );
  • Divulgação dos selecionados: 05 de novembro (24 ao todo; 12 profissionais por hackathon).
  • Desafio Grupo O Boticário
    • Pré-hackathon: 14 de novembro;
    • Hackathon: de 21, 22 e 23 de novembro.
  • Desafio BRF:
    • Pré-hackathon: 28 de novembro;
    • Hackathon: de 05, 06 e 07 de dezembro.

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Altuglas International, subsidiária da Arkema, cria primeira folha de acrílico flexível

24/10/2020

Segundo a empresa, a sua folha de acrílico flexível, ShieldUp Flex, dá aos designers maior liberdade para moldar suas peças 2D e simplifica os processos de fabricação.

Segundo a empresa, a sua folha de acrílico flexível, ShieldUp Flex, dá aos designers maior liberdade para moldar suas peças 2D e simplifica os processos de fabricação.

Inovação no mundo do plástico flexível transparente, a folha de acrílico ShieldUp Flex pode ser dobrada manualmente, sem qualquer processo de termoformagem, afirma a Altuglas International, subsidiária do Grupo Arkema. Segundo a empresa, a novidade economiza tempo e dinheiro no design de peças curvas 2D ou outras que demandem materiais flexíveis. A equipe de pesquisa da Altuglas International, sediada no Lacq Research Centre (França), conseguiu superar um grande obstáculo tecnológico do PMMA, anteriormente conhecido por sua rigidez. De acordo com a empresa, a folha ShieldUp Flex se tornou flexível, sem adição de plastificantes e sem alterar suas propriedades. Além disso, o material ShieldUp Flex possui resistência química e ao impacto, tornando esta inovação patenteada a solução para projetos que requerem transparência, durabilidade, leveza, resistência ao choque e flexibilidade, garante a empresa.

Lalou Roucayrol, o construtor naval do Arkema 4, o novo trimarã da classe Multi50 do grupo, estava procurando especificamente por esta combinação de benefícios para os vidros do barco (teto e cabine):

  • visibilidade e resistência ao choque muito forte sob condições climáticas extremas, para aumentar a segurança do capitão
  • uma redução significativa de peso, para promover a busca constante de melhores níveis de desempenho do barco, graças ao uso de uma folha mais fina
  • fácil instalação de janela.

Segundo o construtor, a chapa ShieldUp Flex atendeu a todas essas expectativas e, em particular, a sua implementação é bem prática: o processamento é simples e elimina completamente a etapa de termoformagem. Isso permitiu aos projetistas dobrar manualmente a folha cortada nas dimensões desejadas e colá-la diretamente no barco. Como diz Lalou, “ShieldUp Flex era o produto que esperávamos: peso reduzido, melhor resistência e, acima de tudo, implementação flexível sem a necessidade de uma longa e meticulosa fase de termoformagem.”.

Além de sua fácil implementação, a nova folha de acrílico flexível também abre novas possibilidades de design para peças curvas 2D, afirma a Altuglas. Aplicações tradicionais de PMMA como vidros de veículos (RVs, barcos, carros, motocicletas, etc.) e também em vidros industriais, sinalização, iluminação, arquitetura de interiores e design, bem como telas de proteção contra COVID poderão se beneficiar do novo produto, garante o fabricante. Novas aplicações, sejam elas em eletrônica (telas de objetos inteligentes) ou em equipamentos de proteção individual também poderão fazer uso do ShieldUp Flex.

A Altuglas International é uma subsidiária do Arkema Group. Líder mundial em tecnologia de PMMA, a Altuglas International está envolvida no setor de plástico técnico, variando de aplicações de monômeros MAM a vidro acrílico PMMA. A Altuglas International projeta e fabrica produtos inovadores adaptados às necessidades de seus clientes globais.

A Arkema pretende se tornar em 2024 um player puro em Materiais Especiais. O Grupo está estruturado em 3 segmentos complementares dedicados a Materiais Especiais – Soluções Adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento -, representando cerca de 80% das vendas do Grupo, além de um segmento de intermediários. A Arkema oferece soluções tecnológicas para os mercados de novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade. O Grupo registrou vendas de € 8,7 bilhões em 2019 e opera em cerca de 55 países com 20.500 funcionários em todo o mundo. As quatro marcas principais da empresa no segmento são: Altuglas, Plexiglas (região das Américas), Oroglas e Solarkote.

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Empresa espanhola adquire o milésimo separador balístico de resíduos fabricado pela Stadler

19/10/2020

Separador Balístico STT5000_6_1

19 de Outubro de 2020 – A Stadler (http://w-Stadler.de/pt) atingiu o marco de produção de seu milésimo separador balístico. A máquina foi adquirida pela Vaersa, empresa que desenvolve atividades de gestão e remediação de resíduos na região de Valência, na Espanha. O separador balístico STT5000_6_1 foi entregue à planta de triagem de embalagens leves Vaersa, em Castellón, no dia 28 de setembro, onde acabou de iniciar a operação.

A Stadler venceu a concorrência pública da Vaersa para o fornecimento dos separadores balísticos através da maior pontuação. “É um prazer trabalhar com a Stadler. Já sabíamos de sua excelente reputação e que a empresa é uma marca de referência no setor de triagem de resíduos”, afirmou Noelia Almiñana, chefe do departamento de gestão de resíduos da Vaersa.

“A demanda por separadores balísticos no mercado espanhol cresceu muito rapidamente, impulsionada pela automatização das usinas de reciclagem, que também aumentaram significativamente sua capacidade”, explica Luis Sánchez, Diretor de Operações da espanhola Stadler Selecciona SLU. “Sem separadores balísticos, seria muito difícil atingir esses objetivos duplos. Como resultado, hoje mais de 75% das plantas de reciclagem na Espanha dependem dessas máquinas. Na Stadler, fomos os pioneiros nessa tecnologia e melhoramos e atualizamos constantemente seu desempenho ao longo dos anos. É por isso que empresas como a Vaersa escolhem nossos separadores balísticos. O STT5000_6_1 é uma combinação perfeita para a planta de triagem em Castellón e oferece os benefícios de custos de manutenção extremamente baixos”.

Líder global no mercado de separadores balísticos, a Stadler afirma ter sido pioneira nessa solução. O desenvolvimento começou no início da década de 1990, e as primeiras quatro unidades STT2000 foram entregues em 1992 à Fischer para sua planta de triagem em Ravensburg, na Alemanha.

Willi Stadler, CEO da Stadler, com o milésimo separador balístico fabricado pela empresa

“Hoje nossos separadores balísticos são muito eficazes e extremamente duráveis, mas o desenvolvimento inicial não foi fácil”, explica Willi Stadler da Stadler. “Na época, era muito difícil construir uma máquina robusta o suficiente para suportar os desafios dos resíduos. Não tínhamos um eixo propriamente desenvolvido, então compramos um do setor agrícola. No entanto, este eixo não foi projetado para uso com resíduos e não era tão durável quanto gostaríamos”.

O Sr. Hans Fuchs, que era Gerente de Fábrica da Fischer na época, ficou impressionado com a abordagem da Stadler para resolver o problema: “No início, tivemos alguns problemas porque o eixo não foi projetado especificamente para o uso de lixo. A Stadler foi pioneira na área de triagem de resíduos naquela época e o trabalho pioneiro é sempre difícil. É compreensível que demore um certo tempo para resolver todos os problemas que surgem, o que a Stadler então fez bem”.

Posteriormente, a Fischer comprou mais duas máquinas para sua planta de triagem em Villingen-Schwenningen. Foi o início de uma relação duradoura com a Stadler, que continua até hoje. A Fischer foi posteriormente adquirida pela Remondis, que continua sendo cliente da Stadler.

“Hoje os separadores balísticos Stadler não tem falhas e cumprem seu propósito de maneira excelente”, diz o Sr. Fuchs, que permaneceu na empresa e agora é funcionário da Remondis. “Nossa máquina de 2012 registrou muito mais horas de operação do que as garantias da Stadler e os eixos ainda funcionam perfeitamente e nunca tiveram que ser substituídos”.

As razões para a relação duradoura entre a Stadler e a Fischer/Remondis também se devem ao suporte que a Stadler forneceu ao longo dos anos, afirma o Sr. Fuchs: “Durante as várias reformas e otimizações da nossa planta de separação de papel, a Stadler tem estado ao nosso lado com ajuda e aconselhamento. Na década de 2000, começamos a desenvolver um conceito de inspeção de plantas em conjunto com a Stadler, a fim de evitar danos e problemas em épocas de grande volume de materiais (como Natal ou Páscoa). Como resultado, nunca tivemos um tempo de inatividade do sistema ou grandes reparos”.

O primeiro separador balístico com componentes 100% Stadler

Em 1996, a Stadler apresentou seu primeiro separador balístico com um eixo desenvolvido internamente e componentes 100% originais. A máquina foi adquirida pela Böhme, na Alemanha.

Stefan Böhme, CEO da Böhme, afirma: “Em nossa primeira unidade de classificação de embalagens leves, os dois separadores balísticos Stadler, operando em paralelo, sempre cumpriram a tarefa principal de classificação de material após o tambor de peneiramento, que ainda era muito simples na época. O separador balístico era, e continua a ser até hoje, o único dispositivo mecânico capaz de separar com eficiência três frações diferentes ao mesmo tempo, ao separar embalagens leves”.

Planta de Triagem da Böhme

Os separadores balísticos da Stadler desempenham um papel importante na planta de triagem da empresa: “A separação precisa de finos e a separação de materiais 2D e 3D são o padrão aqui. Por muito tempo, temos usado a ajuda de ar para descarregar o material 2D e gerar uma grande parte de nossa fração de filme para reclassificação manual. Uma grande vantagem para a qualidade geral da triagem é também a excelente distribuição do material para as unidades subsequentes, que é gerada pelo separador balístico”.

Também para o Sr. Böhme, a Stadler se destaca por sua capacidade de ajudar a operação do cliente a evoluir e crescer para atender às mudanças na demanda do setor ao longo do tempo: “A Stadler tem uma vasta experiência na implementação de instalações ou reformas de plantas em grande escala. O serviço rápido e confiável de peças de reposição também impressiona: mesmo para os componentes mais antigos, uma solução é sempre encontrada”.

Inovação antecipando os requisitos do cliente

Em 2000, a Stadler apresentou duas importantes inovações: a estrutura pivotante patenteada, que eliminou a necessidade de inclinar toda a máquina para ajustà-la às esteiras, e as pás com perfuração peneirada.

Em 2002, a Stadler estendeu sua oferta de separadores balísticos STT2000 com um novo modelo desenvolvido especificamente para separar papel e papelão, apresentando suas pás patenteadas em forma de Z. No mesmo ano, tendo identificado uma nova exigência de mercado, lançou o STT5000 para materiais pesados, como RSU e resíduos industriais. Esta máquina apresentava um eixo projetado para suportar resíduos úmidos e pás extra robustas para o processamento de fluxos de materiais pesados.

Mais recentemente, a Stadler identificou uma nova demanda para processamento de material extra-pesado, um setor de reciclagem em rápido crescimento devido às preocupações ambientais e às pressões para reutilizar materiais. Para atender a esse requisito, desenvolveu o STT6000 especificamente para separar resíduos de construção e demolição, mineração em aterro e até mesmo RSU com grandes impurezas.

Chefe Adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Stadler, Sr. Christian Nordmann destaca as principais vantagens da máquina: “Não há necessidade de pré-triagem ou pré-trituração do material de entrada. Além disso, diferentemente dos tambores de peneiramento, que separam o material apenas em duas frações, a saída de três frações do STT6000 significa que as impurezas podem ser facilmente removidas, pois ainda estão em seu tamanho original”.

Segundo a Stadler, o seus separadores balísticos são flexíveis e podem ser adaptados para atender a requisitos muito específicos. Por exemplo, a empresa projetou separadores balísticos com menos pás para caber nos pequenos espaços disponíveis nas plantas de triagem no Japão. Também criou máquinas com pás mais longas para atender a necessidades específicas. Também é possível montar até três módulos separadores balísticos um em cima do outro ou em série para obter melhores frações de saída.

A Stadler afirma que os seus separadores balísticos estão operando em mercados em todo o mundo, com mais de 770 unidades vendidas na Europa, cerca de 70 máquinas na América do Norte, mais de 80 na Ásia, 60 na Austrália e mais de 20 na América Latina.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários qualificados oferece serviços personalizados, desde o projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

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Tomra Sorting Recycling lança solução baseada em sensores para triagem e purificação de resíduos reciclados de poliolefinas

18/10/2020

19 de Setembro de 2020 – Segundo a Tomra Sorting Recycling, com as suas novas soluções de seleção baseada em sensores aplicadas a flakes, os recicladores podem agora atingir elevados índices de recuperação e pureza de poliolefinas – polietilenos (PE) e polipropileno (PP). Até agora, as soluções de seleção de flakes da empresa focalizavam-se principalmente em tereftalato de polietileno (PET).

As duas soluções de seleção ótica de flakes – a nova unidade Innosort Flake e o Autosort Flake – fazem parte do conceito “Sinfonia de todos os Tipos” da Tomra, em que a sua nova geração do Autosort e seus produtos complementares trabalham juntos para criar uma sinfonia harmonizada, a fim de selecionar todos os tipos de resíduos com níveis avançados de precisão e sofisticação.  Segundo a empresa, juntos, o novo Innosort Flake e o Autosort Flake adicionam os “sons de flakes puros” à sinfonia da Tomra.

A seleção dos flakes é a etapa final na preparação para a reciclagem de plásticos e ocorre depois que as garrafas já foram moídas, peneiradas, lavadas e secas. Historicamente, a capacidade de seleção de flakes da Tomra Sorting Recycling se concentrou na recuperação de flakes de PET de plásticos mistos. No entanto, segundo a empresa, devido ao desempenho aprimorado oferecido pelo novo Innosort Flake, a Tomra Sorting Recycling agora também passou a oferecer uma linha de seleção ótica completa que consiste em seleção de garrafas e flakes para poliolefinas (PO), com máquinas alinhadas. O Autosort é usado para pré-selecionar o material e o Innosort Flake é usado para a classificação dos flakes.

Autosort Flake

O Innosort Flake original que a Tomra lançou no final de 2018 tinha uma largura total de 1 ou 1,5 metros e foi projetado exclusivamente para a seleção de flakes de PET. Agora, a nova edição do Innosort Flake tem 2 metros de largura e usa o infravermelho próximo (NIR) com tecnologia Flying Beam PO-specific e Dual Full Colour Camera para oferecer alto rendimento. Segundo a Tomra, Flying Beam é a única tecnologia NIR do mercado que permite a correção de sinal automática, de forma contínua, e garante um desempenho de seleção estável e confiável, juntamente com menor manutenção e consumo de energia.

Innosort Flake

A Tomra afirma que a nova tecnologia de sensor NIR oferece uma solução única para aplicações com Poliolefinas (PO). Os flakes de Poliolefinas são selecionados por tipo de material e por cor e o sensor PO específico usado na tecnologia Flying Beam funciona em conjunto com a tecnologia Dual Full Colour Camera para reunir informações espectrais suficientes para selecionar com precisão flakes de PP e PE tão pequenos quanto 2mm. Ela usa uma configuração de câmera frontal e traseira que permite ver a cor de cada flake e identificar até os menores detalhes, como impressões ou tinta. Segundo a Tomra, a unidade pode purificar o fluxo de PE e o fluxo de PP, identificando e removendo a contaminação indesejada do polímero, bem como as impurezas da cor. Quaisquer contaminantes remanescentes são removidos, resultando em níveis de pureza que atendem aos padrões exigidos pela legislação atual do setor e pelos clientes finais, garante a fabricante norueguesa.

Em aplicações de ponta, como na reciclagem “garrafa a garrafa”, onde o nível de contaminação do material de alimentação é baixo mas os requisitos de qualidade são particularmente altos, outra solução de seleção de flakes da Tomra – o Autosort Flake – pode ser usada para atingir tanto uma alta pureza como rendimentos elevados e estáveis, garante a empresa. O Autosort Flake detecta simultaneamente material, cor e metal, afirma a Tomra.

Valerio Sama, chefe de gerenciamento de produtos da Tomra Sorting Recycling, comenta: “Com o uso crescente de poliolefinas – prevê-se que o mercado global de poliolefinas atinja cerca de 400 bilhões de dólares em 2027 – a seleção desse tipo de material se tornará um domínio cada vez mais importante da reciclagem de plásticos. Precisamos ser capazes de aumentar a pureza e o rendimento dos plásticos reciclados a um nível onde o material seja adequado para reutilização em embalagens de alimentos – e também precisamos trazer esse material de volta ao ciclo como parte de um modelo de economia circular.”

Sama continua: ““PE e PP são poliolefinas e, se misturados, impactam negativamente o processo de reciclagem. Separar PE e PP é um desafio complexo, mesmo para a tecnologia de seleção baseada em sensores, mas decidimos desenvolver um novo sensor NIR especificamente para esta aplicação. Com o lançamento de nosso novo Innosort Flake, reforçamos ainda mais nossa posição como o fornecedor de tecnologia para separação de flakes de plástico e adicionamos os “sons de flakes puros” à Sinfonia da Tomra. Nossos clientes podem ainda confiar em nós como “one stop shop” para todas as suas necessidades de seleção de garrafas e flakes. Entretanto, nós não apenas vendemos a tecnologia, mas oferecemos aos nossos clientes um conhecimento profundo da aplicação, experiência em consultoria e suporte de serviço contínuo”.

William Zeng, Gerente de Produto do Innosort Flake na Tomra Sorting Recycling, acrescenta: “Estamos muito satisfeitos por sermos os primeiros na indústria a combinar uma câmera colorida dupla e um sensor NIR específico para Poliolefinas, juntos, em uma única máquina – a nossa nova solução Innosort Flake. Mesmo que os flakes tenham uma cor diferente de cada lado, eles podem ser selecionados conforme necessário. O design altamente flexível da unidade permite que até quatro módulos funcionem independentemente uns dos outros e a largura de dois metros permite que várias etapas de seleção sejam aplicadas na mesma máquina e ao mesmo tempo – como uma nova seleção (seleção por uma segunda vez) e recuperação. É um desenvolvimento muito empolgante na reciclagem de plásticos, do qual temos orgulho de estar na vanguarda”.

Sama conclui: “Nosso foco permanece em melhorias contínuas em nosso desempenho de seleção baseada em sensores – proporcionando maior capacidade, maior eficiência e menores índices de perda. Atualmente, estamos procurando desenvolver uma solução para a seleção de PVC e esperamos compartilhar mais detalhes sobre este projeto no devido tempo”.

A Tomra Sorting Recycling (https:// www.Tomra.com/pt/sorting/recycling)desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. A empresa afirma ter sido responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, possuindo cerca de 6.000 sistemas instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 885 milhões de euros e emprega mais de 4.500 pessoas globalmente.

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