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Dow, Estre, Akatu e Prefeitura de Hortolândia (SP) implementam programa de reaproveitamento de colchões e sofás

13/10/2021

  • A campanha Reuse foi desenvolvida pela Dow e está sendo implementada pelo Instituto Akatu e a Prefeitura Municipal de Hortolândia (SP) para sensibilizar e mobilizar a população em relação ao descarte de resíduos, incluindo colchões
  • Implementada em Hortolândia (SP), a iniciativa prevê a reforma de Postos de Entrega Voluntária; suporte à cooperativa local; ações educativas para professores e alunos da rede pública de ensino; e campanhas direcionadas à população para estimular a coleta e o descarte correto de resíduos e materiais recicláveis
  • Até o momento, cerca de 1.800 colchões e sofás que iriam para aterros sanitários foram coletados e encaminhados à cooperativa local para reaproveitamento dos materiais, incluindo a espuma de poliuretano.
  • Esse número deverá passar de 2.500 sofás e colchões recuperados.
  • Idealizado pela Dow e co-idealizado pelo Instituto Estre, o projeto servirá como piloto para ser replicada em outras localidades.

A Dow está lançando uma campanha para circularidade de colchões: a Reuse, iniciativa que tem como objetivo apoiar a coleta seletiva, sensibilizar e mobilizar a população em relação ao descarte correto e à reciclagem de resíduos. Por meio do Reuse, a Dow quer garantir que a espuma de poliuretano e os demais materiais que compõem os colchões sejam reaproveitados em um novo ciclo de produção, fomentando a circularidade. Até o momento, cerca de 1.800 sofás e colchões, que iriam para aterros sanitários, já foram recolhidos e recuperados pelo Reuse. Até a conclusão do projeto, prevista para dezembro desse ano, esse número deverá passar de 2.500 itens recuperados.

As tecnologias para poliuretano estão entre as principais soluções produzidas pela Dow e utilizadas em aplicações de colchões, móveis estofados e sistemas de refrigeração, entre outros. O desenvolvimento da campanha Reuse está alinhado à estratégia global e regional da companhia na instituição de ações voltadas para questões sociais e de sustentabilidade “Queremos promover a economia circular por meio da sensibilização e da educação, enfatizando os benefícios ambientais, sociais e econômicos da reciclagem de materiais. Estamos implementando uma estrutura que viabiliza a coleta e a entrega dos mais variados produtos, incluindo colchões, a fim de garantir o descarte correto da espuma de poliuretano”, explica Leonardo Censoni, diretor comercial do negócio de Poliuretanos da Dow para a América Latina.

Parceiros do Reuse

O projeto foi idealizado pela Dow e co-idealizado pelo Instituto Estre, organização especializada em educação ambiental com foco em resíduos, e que segue como parceiro do projeto, recebendo visitas sobre a economia circular do poliuretano em seu centro de educação ambiental. O Instituto Akatu é o parceiro responsável pela implementação do projeto junto à Prefeitura de Hortolândia, que disponibiliza a estrutura de suas Secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Serviços Urbanos, Educação, Ciência e Tecnologia e Inclusão e Desenvolvimento Social. O Akatu, que realizou os diagnósticos iniciais, irá monitorar os impactos das ações até o final do projeto, além de coordenar as atividades de comunicação, sensibilização e mobilização da comunidade. “A gestão de resíduos é um tema urgente e o projeto Reuse traz ações junto aos consumidores bem como a participação do poder público, com a revitalização da coleta seletiva e infraestrutura necessária para o descarte e o recebimento adequados dos materiais. Nossa expectativa é essa experiência possibilite identificar e sistematizar soluções, para serem, então, replicadas em outras localidades”, afirma Denise Conselheiro, gerente de educação do Akatu.

Para a Secretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Eliane Nascimento, “a parceria vem ao encontro da postura da Prefeitura Municipal de Hortolândia, que busca equilibrar o desenvolvimento econômico e social às práticas de sustentabilidade ambiental, características típicas de uma cidade moderna e inteligente. O trabalho desenvolvido colabora para fechamento do ciclo da espuma, tão comum em móveis estofados e colchões descartados pela população e tem os moradores como principais aliados”.

Educação, comunicação e melhoria da gestão de resíduos

As ações da campanha Reuse estão centradas em diferentes frentes de atuação, entre elas, uma série de ações educacionais coordenadas pelo Instituto Akatu e direcionadas a professores e alunos da rede municipal, como capacitações e atividades pedagógicas sobre consumo consciente e gestão de resíduos. Ao todo, mais de 30 escolas participam da iniciativa. A adequação de seis PEVs – Postos de Entrega Voluntária – também faz parte do projeto. As unidades receberão infraestrutura para acomodar sofás e colchões descartados pela população, bem como um sistema logístico para enviar esses produtos à cooperativa que realiza a recuperação de materiais, como espumas, madeira, molas e tecidos. A implantação da rede para coleta seletiva e gestão de resíduos contará com uma campanha de engajamento direcionada à população para divulgar pontos de coleta seletiva, assim como os canais de informações e de atendimento para dúvidas e agendamento de retirada de sofás e colchões em domicílio.

Alinhamento às metas globais de Sustentabilidade

Os projetos da Dow com foco em reciclagem e reaproveitamento de materiais fazem parte do conjunto de ações globais para alcançar as Metas em Sustentabilidade da empresa até 2050: a neutralidade em carbono para proteção do clima e a eliminação dos materiais plásticos como resíduos para fortalecer a economia circular. A empresa pretende: reduzir as emissões anuais de carbono em 5 milhões de toneladas até 2030 e alcançar a neutralidade em 2050; investir no desenvolvimento de tecnologias e processos para que 1 milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030; aprimorar o portfólio com foco em design para a reciclabilidade para que, até 2035, a companhia ofereça 100% de produtos reutilizáveis ou recicláveis para as aplicações de embalagens.

A Dow possui um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones aplicados a produtos e soluções de base científica em segmentos de mercado como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.

Sobre o Instituto Akatu: Criado em 15 de março de 2001, o Instituto Akatu é uma organização não governamental sem fins lucrativos que afirma trabalhar pela conscientização e mobilização da sociedade para um novo jeito de viver, com consumo consciente e mais bem-estar para todos. As atividades do Akatu estão focadas na mudança de comportamento do consumidor em duas frentes de atuação: Educação e Comunicação, com o desenvolvimento de campanhas, conteúdos e metodologias, pesquisas, jogos e eventos. O Akatu também atua junto a empresas que buscam caminhos para a nova economia, ajudando a identificar oportunidades que levem a novos modelos de produção e consumo que respeitem o ambiente e o bem-estar, sem deixar de lado a prosperidade.

O Instituto Estre é uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) criada em 2006 e mantida pela Estre Ambiental. Percorrendo o território nacional, promove diálogos e reflexões sobre consumo, resíduos, cidadania, espaços educadores sustentáveis e outros temas pertinentes à educação ambiental e processos coletivos e emancipadores. O Instituto Estre acredita na educação como caminho para a sustentabilidade. Em seus 15 anos de atuação, publicou 3 livros e mais de 500 mil pessoas já participaram de seus programas de Educação Ambiental. Hoje, o Instituto Estre conta com três Centros de Educação Ambiental (Paulínia/SP, Fazenda Rio Grande/PR e Rosário do Catete/SE), mas não limita sua atuação a estes espaços educadores.

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Materiais de origem renovável para calçados são destaques da BASF no Inspiramais 2021

15/07/2021

  • Plásticos de base biológica são parcial ou totalmente feitos de matérias-primas renováveis
  • Evento Inspiramais está sendo apresentado digitalmente entre 13 e 16 de julho, com inovações para diversos setores

Novos produtos para fabricação de calçados desenvolvidos pela BASF serão apresentados no Inspiramais Digital, salão de soluções que está sendo realizado de 13 a 16 de julho em plataforma online. Segundo a BASF, a nova série N da companhia apresenta soluções em poliuretano termoplástico (TPU) e sistema PU (poliuretano) para componentes de calçados com cerca de 50% de sua composição vinda de fonte renovável, diminuindo o uso de materiais de fonte fóssil e as emissões de gases do efeito estufa. Os materiais mantêm as propriedades químicas e mecânicas dos sistemas já existentes, garantindo a performance desejada para cada tipo de calçado, afirma a empresa.

“O Inspiramais é um fórum altamente qualificado, que reúne soluções e materiais, considerando aspectos sociais, econômicos e culturais que impactam diretamente na moda. Nossa linha de base biológica se encaixa perfeitamente no propósito de contribuir para a produção de calçados cada vez mais sustentáveis, com performance, conforto, estabilidade e qualidade e atendendo à criatividade e propostas inovadoras dos designers”, explica Heitor Barbosa, gerente sênior do negócio de calçados da BASF para a América do Sul.

De acordo com a fabricante, fazem parte da nova linha os materiais para palmilha, entressola e sola Elastollan N Bio-based, um poliuretano termoplástico (TPU) produzido com matérias-primas com base em fontes renováveis e com bio-conteúdo de até 62%; e o Elastopan N, material com características únicas de amortecimento e alto desempenho, com bio-conteúdo de até 12%. Além dessas novidades, está sendo apresentado o portfólio mais amplo de soluções que a BASF oferece para o setor calçadista, com experiência de mais de 40 anos e com o apoio de um laboratório de desenvolvimento local.

Também fez parte da programação da empresa no Inspiramais um webinar apresentado no dia 14 de julho, que abordou as principais tendências no mercado calçadista: “TPU para calçados: performance, sustentabilidade e inovação”, com Luiz Roxo, desenvolvedor de aplicações e especialista em TPU na BASF e Flávia Vanelli, especialista em inovação, sustentabilidade, cadeias de valor e representante da Assintecal (Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos).

O Inspiramais (www.inspiramaisdigital.com.br) apresenta a cada semestre o lançamento de mais de 600 materiais desenvolvidos para os segmentos de calçados, confecção, móveis e bijuterias, projetos especiais e palestrantes que inspiram inovação e sustentabilidade para o setor da moda. A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas pelo site

A divisão de Materiais de Performance da BASF engloba sob o mesmo teto todo o know-how de materiais da BASF em relação a plásticos inovadores e personalizados. Mundialmente ativa em quatro grandes setores da indústria – transporte, construção, aplicações industriais e bens de consumo – a divisão tem um amplo portfólio de produtos e serviços. Em 2020, a divisão de Materiais de Performance alcançou vendas globais de €5,63 bilhões. O grupo BASF como um  todo gerou vendas de € 59 bilhões em 2020.

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Covestro cria base para crescimento sustentável com nova estrutura do Grupo

03/07/2021

  • Implementação da estratégia: nova estrutura a partir de 1º de julho
  • Princípio orientador: ser totalmente circular
  • Marco na implementação da nova estratégia alcançado
  • Negócios reorganizados em sete entidades
  • Relatórios financeiros em dois segmentos
  • Foco no cliente e em sustentabilidade

A Covestro reestrutura sua organização de forma efetiva em 1º de julho de 2021 após uma bem-sucedida reorganização de seus três segmentos anteriores – Poliuretanos, Policarbonatos e Coatings, Adesivos, Especialidades – para sete novas entidades personalizadas de negócios. A empresa atinge, desta forma, o primeiro marco na implementação de sua nova estratégia “Futuro Sustentável”, apresentada em fevereiro deste ano. A visão da Covestro de ser totalmente circular é o princípio orientador desta estratégia.

“Tratamos a sustentabilidade de forma séria e estamos trabalhando sistematicamente rumo à economia circular. Isso permitirá que a Covestro se posicione para o futuro”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Nossa nova estrutura agora é a base para o desdobramento da nossa estratégia e o atingimento de um crescimento sustentável. Seremos ainda melhores parceiros para nossos clientes e ainda mais competitivos”.

Orientação para as necessidades dos clientes e exigências do mercado

O Grupo posicionou ainda mais seus negócios com base nas exigências de cada mercado e os alinhou com as necessidades dos clientes.

Em sua nova estrutura, a Covestro organizou as sete entidades de negócios em um formato baseado nos fatores de sucesso de cada uma delas e integrou todas as atividades operacionais em toda a cadeia de valor crítica para o sucesso nestas novas entidades.

O Grupo agora distingue os dois novos segmentos “Soluções e Especialidades” e “Materiais de Performance”.

Soluções e Especialidades: Este segmento reúne seis entidades de negócios Uretanos Personalizados, Poliuretanos Termoplásticos, Coatings e Adesivos, Elastômeros, Plásticos de Engenharia e Filmes Especiais. O foco aqui está em produtos complexos com alto ritmo de inovação combinada com serviços de aplicação tecnológica.

Materiais de Performance: Esta entidade forma um segmento separado reunindo os negócios de policarbonatos, uretanos padrão e químicos básicos. O foco do segmento está no fornecimento confiável de produtos padrão a preços de mercado competitivos.

A partir do terceiro trimestre de 2021, a Covestro irá apresentar seu relatório financeiro com os dois novos segmentos – o próximo relatório será publicado em novembro.

Foco em crescimento sustentável

No segundo capítulo da estratégia – “Impulsionar o crescimento sustentável” – a Covestro combina o alinhamento consistente de seus produtos e processos com as necessidades dos clientes a um foco ainda maior em abordar a sustentabilidade de forma rentável.

“Queremos gerar crescimento sustentável. Isso significa que iremos alinhar nossos investimentos e aquisições de forma consistente aos aspectos de rentabilidade e sustentabilidade”, explica o CFO Thomas Toepfer. “Devido à otimização de alocação de nossos recursos, nossa nova estrutura agora nos permite desenvolver ainda mais nosso portfólio de maneira focada, investindo em segmentos de mercado atrativos e sustentáveis. Nossas atividades de crescimento terão uma orientação ainda mais clara”.

A visão de longo prazo da Covestro será realizada em seu terceiro capítulo estratégico: “Ser totalmente circular”. Como parte disso, o Grupo pretende acelerar a transformação para uma economia que seja neutra para o clima e conserve nossos recursos.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana, mostrando compromisso com a economia circular. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Furgões refrigerados Ibiporã utilizam poliuretanos da Dow na entrega de vacinas contra Covid-19

03/07/2021

  • Estrutura logística para distribuição das vacinas em todo o território nacional conta com os furgões Ibiporã
  • A Ibiporã produz atualmente cerca de 1.800 furgões refrigerados por ano e é parceira da Dow na área de Poliuretanos.
  • No início do ano, a fabricante de furgões foi contratada pelas empresas vencedoras da licitação para realizar o transporte das vacinas contra a Covid-19, em todo o país.
  • Vacinas podem ser movimentadas com segurança para enfrentar os desafios relacionados ao extremo calor e às variadas condições climáticas de cada região brasileira.
  • Até o momento, a Ibiporã já fabricou 88 furgões especificamente para esse destino. Com previsão de mais de 50 a 80 a serem produzidos até o final do ano.

O transporte seguro das vacinas contra o novo coronavírus é peça-chave para o sucesso no combate à pandemia. Embora a malha aeroportuária atenda às grandes capitais e cidades importantes do interior, o transporte rodoviário – o modal mais usado no Brasil – representa um dos maiores desafios nessa logística. Enquanto aeronaves possibilitam a chegada dos lotes de vacinas aos principais centros para a distribuição regional, a entrega para os mais de 5.570 municípios brasileiros é realizada por via terrestre. Essa distribuição, delicada e regulamentada por rígidas normas técnicas de refrigeração, representa um desafio ainda maior, principalmente porque algumas marcas de vacinas precisam ser transportadas em temperaturas muito baixas e por grandes deslocamentos.

Para atender a essa demanda, a Ibiporã, fabricante nacional especializada em furgões refrigerados, foi escolhida como parceira fornecedora de carrocerias refrigeradas às transportadoras vencedoras da licitação para a distribuição das vacinas contra Covid-19, em todo o território brasileiro Com 28 anos de mercado e sediada na cidade de mesmo nome, no Paraná, a Ibiporã atende a grandes marcas da indústria alimentícia, no Brasil e no exterior, e já produziu até o momento 88 furgões especificamente para o transporte de vacinas contra o novo coronavírus. Com previsão de mais de 50 a 80 a serem produzidos até o final do ano.

A tecnologia empregada na produção desses furgões é fornecida pela área de Poliuretanos da Dow, responsável pelo desenvolvimento de soluções para atender aos rígidos parâmetros do mercado de transporte refrigerado. O uso da tecnologia em poliuretano, um dos materiais mais versáteis da indústria plástica, permite a criação de soluções especiais em aplicações para a chamada cadeia do frio – processos que incluem ciclos de manutenção, armazenamento, transporte, condições e garantia de conservação de produtos congelados e refrigerados. “A versatilidade de nossas soluções para espumas de poliuretano possibilita excelentes propriedades de isolamento térmico, força estrutural e aderência, fazendo com que sejam ideais para aumentar a eficiência energética de todos os processos da cadeia do frio, reduzir custos de operação e preencher cavidades e estruturas de diversos formatos, beneficiando a refrigeração durante o transporte e armazenamento de diferentes produtos, incluido as vacinas contra a Covid-19”, explica Edilson Machado, diretor de Marketing do negócio de Poliuretanos da Dow.

Além desses benefícios e de atender às adequações regulatórias, normas e protocolos desse mercado, a parceria entre a Dow e a Ibiporã resulta na utilização de materiais isentos de gases que afetam a camada de ozônio e potencializam o efeito estufa. A produção dos furgões refrigerados para o transporte de vacinas integra o Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs (hidroclorofluorcarbonos), apoiado pelo PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, em atendimento ao Protocolo de Montreal. Pactuado em 1987, e da qual o Brasil é signatário, o acordo global busca a diminuição do uso de substâncias que afetam a camada de ozônio. Por meio desses programas, empresas brasileiras do setor de espuma e de refrigeração são apoiadas na conversão de seus processos produtivos para outras substâncias alternativas, como os HFOs, estruturas químicas de vida curtíssima na atmosfera, reduzindo consideravelmente impactos ambientais. A Ibiporã finalizou esse processo de conversão industrial em julho de 2019, saindo na frente das demais empresas, que finalizaram o processo no final do mesmo ano e o no início do ano seguinte.

Parceria no combate a Covid-19

Ricardo Gabriel, gerente comercial da Ibiporã, conta que desde o início dos testes das vacinas, no Brasil, a empresa vinha sendo procurada por parceiros especializados em transporte de medicamentos, atentos à demanda por uma distribuição eficiente e segura das vacinas contra a Covid-19. “Sem a tecnologia de refrigeração com o uso de poliuretano na construção dos furgões, não seria possível levar a vacina para todos os cantos do Brasil, onde a extensão territorial é um desafio, bem como condições climáticas de extremo calor. Acompanhar nossos furgões sendo carregados com milhões de doses de vacinas para distribuição em todos os recantos do país nos deixa honrados e cientes de nossa responsabilidade nessa frente em prol da proteção da população brasileira, ao mesmo tempo em que cumprimos nossa missão por meio de materiais que não agridem a camada de ozônio”, enfatiza o executivo.

Para Edilson Machado, da Dow, a parceria com a Ibiporã integra um conjunto de ações que reúne as diferentes frentes de negócios da companhia em busca de soluções para a mitigação dos impactos da Covid-19, no Brasil. “Diversas ações têm sido realizadas desde janeiro de 2020, quando a pandemia dava seus primeiros sinais, em todo o mundo. Entre elas, a doação de tecnologia de espumas para a produção de colchões para hospitais de campanha, no ano passado. Por meio da parceria com nossos clientes, materializamos nossa crença em colaboração para a busca de soluções conjuntas e que auxiliem as comunidades em que estamos inseridos”, finaliza.

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COIM adquire fabricante espanhola de adesivos de poliuretano Neoflex

02/06/2021

A aquisição permitirá que COIM expanda seu portfólio no mercado de adesivos industriais.

A C.O.I.M. S.p.A., empresa multinacional com sede na Itália que produz especialidades químicas desde 1962 e opera globalmente com dezoito plantas produtivas e escritórios comerciais, adquiriu a participação majoritária da empresa espanhola Neoflex SL no final de abril de 2021.

A Neoflex, fundada em 1969 na cidade de Elche – Espanha, é especializada em adesivos de poliuretano de um e dois componentes, além de adesivos de poliuretano reativo Hot Melt para indústrias.

“Esta aquisição estratégica permitirá à COIM fortalecer sua presença no mercado de adesivos de poliuretano”, disse Giuseppe Librandi, Presidente e CEO do Grupo COIM. “A integração de nossos poliésteres nos permitirá entrar decisivamente em um mercado de alto valor agregado e de especialidades em crescimento”, continuou Librandi. “Há muitas sinergias com a COIM: a Neoflex fornece soluções com baixo impacto ambiental e também utiliza matérias-primas que a COIM já produz”. “Além disso, ao se fundir a um Grupo estruturado como a COIM, os clientes da Neoflex poderão ser atendidos não apenas a nível europeu, mas em todas as regiões do mundo onde operamos”.

As soluções Neoflex são utilizadas em uma série de mercados como móveis de madeira, têxteis, automotivos, editoriais e de construção civil, a fim de fabricar produtos como esquadrias de portas e janelas, pisos de madeira, móveis, tecidos para vestuário técnico, livros e painéis sanduíche para a indústria da construção civil.

A COIM é o sexto maior grupo químico italiano e número um na Itália no campo de especialidades químicas – na produção de poliésteres, polióis, poliuretanos e resinas especiais – e está entre as principais empresas do mundo no campo de poliésteres para sistemas de poliuretano. A empresa sempre buscou uma estratégia de expansão visando intensificar sua presença global através de subsidiárias e instalações de produção em mercados locais.

“Temos uma abordagem de ‘produtos seguem o mercado’. Tem sido, e continua sendo, o fator determinante para o sucesso da COIM em todo o mundo”, disse Giuseppe Librandi. “Além do crescimento interno, outro fator-chave na expansão do Grupo é nossa política de aquisições com integração, a fim de expandir ainda mais nossa carteira de produtos, como vimos com nossa recente aquisição da Neoflex na Espanha”, concluiu Librandi.

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Milliken mantém laboratório de aplicação ativo durante a pandemia

14/05/2021

O laboratório de Tecnologia e Aplicação da empresa continua atendendo projetos em diferentes setores, mesmo diante dos desafios impostos pela pandemia.

O mercado brasileiro continua sendo relevante para os negócios da Milliken, empresa norte-americana especialista em ciência dos materiais. Durante todo o período da pandemia, a marca está mantendo seu laboratório, sediado na capital paulista, em funcionamento. O local, com mais de 700m², realiza testes de aplicação e performance para atender os mercados de aditivos plásticos, household, poliuretanos, coatings, fertilizantes e sementes.

Rita Siloto, mestre em química e gerente técnica da unidade, lembra que ao longo dos últimos meses, foram necessários ajustes para adaptar as atividades do laboratório, inaugurado em outubro de 2019, à nova realidade do país. “Nosso trabalho sempre foi estar muito próximo aos nossos clientes, pois desenvolvemos soluções customizadas para cada projeto. Mas com o distanciamento social e os protocolos de saúde, tivemos que buscar uma forma de manter esses clientes e fazer novos contatos à distância, através de reuniões on-line”.

Outra mudança colocada em prática pela Milliken é o envio de protótipos para o cliente, independente de onde ele esteja. “Antes desenvolvíamos um produto e recebíamos as pessoas no laboratório para apresentar os resultados. Como isso se tornou impossível, hoje fazemos a entrega ao destinatário”, explica Rita.

A gerente afirma, ainda, que a demanda de clientes do setor de household, mercado tradicional para a Milliken, está sendo maior, em virtude da necessidade de ampliar a linha de produtos de higiene e limpeza. “Como nosso laboratório se manteve aberto e operante em todo o período de pandemia, conseguimos manter os projetos de desenvolvimento e testes, fazendo com que os clientes das empresas que estão com seus laboratórios fechados viessem até nós”.

Como as atividades em alguns setores, a exemplo do administrativo, podem ser realizadas de forma remota, a Milliken aproveitou o momento para fazer algumas reformas, tornando o espaço do laboratório mais amistoso para receber os clientes. “Investimos também na identidade visual que passou a ter o padrão da Milliken em todo o mundo”, conta Rita.

Além da parte física, a companhia ampliou seu quadro funcional com novas contratações. E também investiu no transporte particular dos funcionários que precisam se locomover até o laboratório. “Nós estabelecemos um protocolo rígido para que nossos colaboradores não corram risco de contaminação e possam trabalhar com segurança”.

O setor de household do laboratório desenvolve corantes específicos para as necessidades das empresas que produzem desinfetantes, amaciantes, detergentes em pó e líquido entre outros diversos produtos de limpeza, e ainda uma tecnologia capaz de recuperar a brancura do tecido. Também realiza testes para empresas que atuam neste segmento. A unidade ainda tem uma sala para testes de lavagem, onde são avaliados o branqueamento, manchamento, entre outros testes de envelhecimento, com o objetivo de entender os benefícios dos produtos da marca em diversos tipos de tecido.

Especialista em ciência dos materiais, com mais de 150 anos de história, a Milliken & Company conta com oito mil colaboradores, distribuídos por 46 localidades, desenvolvendo e comercializando soluções nos setores de têxteis, pisos, química e saúde.

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Lanxess anuncia novas dispersões à base de água para sistemas de poliuretanos

14/05/2021

A empresa de produtos químicos especializados Lanxess expande sua linha Trixene Aqua, dispersões de isocianato bloqueados à base de água. A linha de produtos agora inclui novas opções especificamente projetadas para expandir as áreas de aplicação e atender necessidades dos clientes.

Segundo a Lanxess, o Trixene Aqua BI 120 expande o desempenho como promotor de adesão do Aqua BI 220, permitindo que os formuladores o usem em uma ampla gama de pH e ampliando a facilidade de processamento. Isso é benéfico no processamento têxtil onde os produtos podem ser usados, por exemplo, para resinas hidrofóbicas aplicadas no tratamento à prova de água, para tecidos respiráveis e para impressão de tela de seda para melhorar a resistência das impressões aos ciclos de lavagem, afirma a empresa.

Como um produto não-iônico, o Trixene Aqua BI 522 foi projetado para alcançar um revestimento mais duro, com resistência química superior e boas características de secagem, garante a Lanxess. É aplicado em superfícies metálicas e de vidro. De acordo com a empresa, os vidros, por exemplo, recebem excelente durabilidade por este agente de revestimento.

O Trixene Aqua BI 202 nasce pelo foco da Lanxess em tecnologias de dimensionamento de fibras, enquanto o formulador pode se beneficiar de sua combinação com dispersões de poliuretano da linha Witcobond. Segundo a Lanxess, o uso do Aqua BI 202 pode melhorar a resistência dos fios de vidro (foto) picados e prover aos compósitos propriedades mecânicas e flexíveis mais altas, bem como melhorar a resistência ao impacto. As fibras de vidro são utilizadas para a formulação de plásticos de engenharia de alto desempenho, como por exemplo, compósitos à base de poliamida e PBT. Esses plásticos reforçados com fibra de vidro são indispensáveis nas indústrias automotiva e de engenharia civil, entre outros.

Reticulação em sistemas aquosos

Segundo a fabricante, os produtos Trixene Aqua são excelentes reticuladores e promotores de adesão para sistemas de revestimentos aquosos. Eles aumentam a resistência química e mecânica de revestimentos e formulações de dimensionamento para permitir um desempenho e durabilidade muito melhores na aplicação final, garante a empresa. Devido ao grupo isocianato bloqueado, eles são mais estáveis e podem ser facilmente formulados em sistemas 1-K e 2-K, juntamente com uma variedade de resinas aquosas complementares, por exemplo, acrílicas hidroxi-funcionais, poliésteres e uretanos.

Sistemas de um componente com base no Trixene Aqua BI

Os estudos recentes da Lanxess revelam princípios de formulação, seleção preliminar de componentes apropriados, proporção e condições de cura. Os critérios de seleção baseiam-se em uma avaliação preliminar das propriedades dos revestimentos e ajudam o formulador a iniciar o trabalho com os reticuladores Trixene Aqua BI.

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Covestro desenvolve processo para a reciclagem química da espuma flexível de poliuretano de colchões usados

05/04/2021

Pesquisador da Covestro Sebastian Scherf em experimento de reciclagem química de colchões de espuma de poliuretano

  • Processo inovador para recuperação das duas principais matérias-primas
  • Nova planta piloto para reciclagem química em operação

A Covestro afirma ter desenvolvido um processo inovador para a reciclagem química da espuma flexível de poliuretano (PU) de colchões usados; o processo se baseia na participação junto ao projeto PUReSmart, que é coordenado pela empresa Recticel. Este projeto recebeu financiamento do programa de inovação de pesquisa Horizon 2020 da União Europeia

Em média, os colchões contêm entre 15kg e 20kg de espuma, o que resulta em uma grande quantidade de resíduo ao final de sua vida útil. A espuma é basicamente feita a partir de duas importantes matérias-primas. Enquanto outras formas de reciclagem química concentram-se no processamento de uma delas, o processo da Covestro agora permite a recuperação das duas matérias-primas.

Recentemente, a Covestro também iniciou as operações em uma planta piloto para a reciclagem de espuma flexível no site de Leverkusen, na Alemanha, a fim de comprovar os resultados positivos obtidos em laboratório até então. A primeira fase focalizará a reciclagem de uma das matérias-primas, antes de seguir para os pilotos com a recuperação do segundo componente, ainda este ano.

O objetivo da Covestro com este projeto é industrializar os processos de reciclagem química para espumas flexíveis usadas e, por fim, revender ambas matérias-primas recuperadas.

Fechando ciclos de materiais

“O desenvolvimento desta inovadora tecnologia de reciclagem e o investimento na planta piloto são marcos importantes para a nossa visão de alinhamento da Covestro à economia circular”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Ao fazermos isso, queremos substituir os recursos fósseis na produção, reduzir ainda mais a pegada de carbono de nossos materiais e criar novas soluções para lidar com o resíduo plástico. A reciclagem química é particularmente promissora para este fim e precisa ser desenvolvida e utilizada mais intensamente, de forma geral. Além de tudo, ela deve estar na mesma base legal de outros métodos de reciclagem”.

Em cooperação com as empresas Recticel e Redwave – uma divisão da Wolfgang Binder GmbH – e como parte do projeto de pesquisa PUReSmart, a Covestro também desenvolveu uma solução inteligente de classificação para separar as diferentes espumas de PU de colchões pós-consumo, afirma a empresa. O software utiliza algoritmos para identificar de forma correta os tipos de espuma, o que aumenta a eficácia do processo de reciclagem. Este desenvolvimento é outro elemento da estratégia de digitalização da Covestro, combinado com as novas oportunidades que ele representa para as indústrias química e de plásticos.

Co-criação de um ecossistema circular

“Com base em nossas competências e experiências, nós queremos participar da formação de um novo ciclo de geração de valor”, afirma Daniel Meyer, Head Global do segmento de Poliuretanos da Covestro. “Para isso, contamos com a cooperação internacional de parceiros e o desenvolvimento de modelos de negócios inovadores. O objetivo é gerar novas oportunidades de negócios sustentáveis com nossos clientes, outros parceiros e para nós mesmos”.

O projeto é um importante passo que leva a visão de economia circular da Covestro a um novo patamar. O aumento da utilização de materiais usados contribui ainda mais para resolver o desafio social da eliminação sustentável desses resíduos e para alcançar os objetivos da União Europeia para a economia circular e para a proteção do clima e do ambiente.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Covestro conclui a aquisição da área de Resinas & Materiais Funcionais da DSM

02/04/2021

Covestro_DSM

  • Passo significativo para implementar a estratégia de longo prazo da empresa
  • Covestro será um dos principais fornecedores globais de resinas de revestimento sustentáveis
  • Aquisição acrescenta cerca de 1 bilhão de euros em receita
  • Implementação consequente da estratégia de crescimento sustentável

Em 1º de abril de 2021, a Covestro concluiu com sucesso a aquisição da área de Resinas & Materiais Funcionais (RFM) da empresa holandesa DSM. A transação recebeu aprovação das autoridades regulatórias após a Covestro e a DSM assinarem um acordo de aquisição no fim de setembro de 2020. A transação expande substancialmente o portfólio da Covestro de resinas de revestimento sustentáveis, tornando o Grupo um dos principais fornecedores mundiais nesse mercado em crescimento. A integração da área de RFM (na sigla, em inglês) expandirá a receita do Grupo em cerca de 1 bilhão de euros e adicionará mais de 20 unidades à sua rede de produção global.

“A aquisição da RFM da DSM é uma contribuição significativa para a implementação da nossa nova estratégia do Grupo: com esta transação, damos mais um passo importante rumo à sustentabilidade, ao mesmo tempo em que geramos crescimento sustentável”, afirma Markus Steilemann, CEO da Covestro. “Estamos ansiosos para conhecer nossos novos colegas e lhes dar calorosas boas-vindas à Covestro.”

Com a transação, a Covestro está expandindo seus negócios em diversas áreas. O Grupo já é um dos principais fornecedores globais de dispersões de poliuretano base água. A aquisição da RFM incorpora uma linha completa de resinas de poliacrilato base água, além de marcas fortes em termos de sustentabilidade, como Niaga®, soluções para manufatura aditiva e uma área de revestimentos solares avançados. Além disso, a Covestro está aperfeiçoando seu portfólio de tecnologias para incluir tecnologias híbridas base água, resinas de revestimento em pó e resinas de cura por radiação.

Sucheta Govil, Chief Commercial Officer da Covestro, disse: “Com esta transação, fortalecemos nosso amplo portfólio com mais produtos e tecnologias inovadoras que nos permitirão atender às necessidades dos nossos clientes de maneira otimizada. Agora o nosso foco é integrar as equipes, aproveitando talentos e fornecendo o melhor suporte possível aos clientes atuais e novos.”

Após uma análise abrangente, a Covestro tem expectativa de efeitos sinérgicos permanentes (“run-rate”) para acrescentar cerca de 120 milhões de euros ao ano a partir da integração total até 2025. Isso corresponde a aproximadamente dois terços do custo e um terço das sinergias de receita.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana, mostrando compromisso com a economia circular. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Covestro divulga resultados de 2020

24/02/2021

  • Queda de 5,6% nos volumes principais de vendas
  • Vendas totais de cerca de 10,7 bi de euros (-13,7%)
  • EBITDA confirma previsão, com cerca de 1,5 bi de euros (-8,2%)
  • Fluxo de caixa operacional livre sobe para 530 mi de euros (+12,1%)
  • Dividendos propostos de 1,30 de euros; nova política de dividendos
  • Realinhamento da estratégia para se tornar totalmente circular
  • 2021: expectativa de ano fiscal acima do nível pré-pandemia

Apesar de um quarto trimestre bem-sucedido, o Grupo Covestro não conseguiu compensar totalmente as enormes quedas relacionadas à pandemia ocorridas nos primeiros seis meses do ano passado. Em 2020, os volumes principais de vendas do Grupo caíram 5,6% em relação ao período do ano anterior. As vendas totais também diminuíram, com queda de 13,7% em relação ao último ano, para aproximadamente 10,7 bilhões de euros. Com a implementação de amplas medidas de corte de custos, a Covestro conseguiu limitar a queda do EBITDA a 8,2% em relação ao ano anterior, cumprindo as previsões para o ano fiscal de 2020 com aproximadamente 1,5 bilhão de euros (ano anterior: aprox. 1,6 bilhão de euros). A receita líquida totalizou 459 milhões de euros (-16,8%) e o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) subiu para 530 milhões de euros (+12,1%).

“Conseguimos fechar com sucesso esse ano tão fora da normalidade, mantendo nossa capacidade de reação em todos os momentos. Tomamos uma ampla gama de medidas para proteger nossos colaboradores, manter as cadeias de fornecimento ativas e expandir nossa posição de forte liquidez”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Assim, conseguimos atingir nossas metas estratégicas no ano fiscal de 2020. Definimos nossa visão para nos tornarmos totalmente circulares e demos um grande passo nessa direção, com o anúncio da aquisição do negócios de Resinas e Materiais Funcionais da DSM.”

No início do ano, a Covestro anunciou o plano de tornar-se totalmente circular. Para concretizar essa visão de longo prazo e implementar a circularidade em todas as suas áreas de atividades, o Grupo decidiu se concentrar em quatro tópicos: matérias-primas alternativas, reciclagem inovadora, soluções colaborativas e energias renováveis.

“As medidas decisivas que tomamos precocemente contribuíram muito para a entrega de fortes resultados. Apoiados por uma recuperação significativa na demanda a partir de meados do ano, retomamos a nossa trajetória de crescimento no segundo semestre de 2020 e geramos receita quase no mesmo nível do ano anterior”, diz o CFO Thomas Toepfer. “Em um ambiente ainda caracterizado pela incerteza, mantemos a atenção aos custos e continuamos a fortalecer nossa eficiência. Além disso, nos focalizaremos ainda mais em nossos clientes, a fim de gerar valor.”

Para se posicionar de maneira mais robusta na esteira da pandemia do coronavírus e garantir reservas de liquidez, a Covestro implementou numerosas medidas adicionais de corte de custos no último ano. Como resultado, o Grupo economizou um total de 360 milhões de euros a curto prazo. O programa de eficiência “Perspective”, lançado em 2018 e encerrado em 2020, também contribuiu com uma economia de 130 milhões de euros no ano fiscal de 2020.

A Covestro também buscou tomar vários tipos de medidas de financiamento em 2020. Desta forma, o Grupo alinhou seus instrumentos financeiros ao seu desempenho de sustentabilidade onde possível, destacando assim seu compromisso para tornar-se mais sustentável. O empréstimo de 2,5 bilhões de euros, assinado em março de 2020, foi atrelado ao seu rating ESG (Environment, Social, Governance), por exemplo. Quanto melhor o desempenho em ESG da Covestro, menor será o componente de juros do empréstimo.

Realinhamento da estratégia: visão como princípio norteador

Com a clara meta de tornar-se totalmente circular e como resposta para as constantes transformações do mercado, a Covestro realinhou a estratégia do Grupo.

Esse esforço concentra-se em um maior foco no cliente e no crescimento sustentável. A partir de 1º de julho de 2021, a Covestro administrará seus negócios com uma nova e personalizada estrutura centrada em sete entidades de negócios alinhadas às necessidades do cliente e ao cenário competitivo. Além disso, o Grupo irá operar em duas áreas de negócios distintas, “Materiais de Performance” e “Soluções e Especialidades”.

Materiais de Performance: Esta área será constituída por uma entidade de negócios formada por Policarbonatos, Uretanos Padrão e Químicos Básicos.

Soluções e Especialidades: Esta área será constituída por seis novas entidades de negócios chamadas Uretanos Personalizados, Revestimentos e Adesivos, Plásticos de Engenharia, Filmes Especiais, Elastômeros e Poliuretanos Termoplásticos.

Com isso, a Covestro está alinhando de forma consistente seus produtos e processos às necessidades dos seus clientes com um foco ainda maior no tema de sustentabilidade, de forma rentável. No futuro, o Grupo aplicará critérios de sustentabilidade com ainda mais rigor ao realizar investimentos, aquisições e atividades de P&D. Como parte da sua transição para uma economia circular, a Covestro também está expandindo seu portfólio de produtos circulares.

“Nossa visão de nos tornarmos totalmente circulares está guiando a nova estratégia do Grupo. A nova estrutura cria um ponto de partida ideal para o futuro e nos posicionará para nos tornarmos significativamente mais competitivos”, segundo Steilemann. “Isso nos permitirá atender melhor às necessidades dos nossos clientes, tornar nossa empresa mais eficiente e eficaz e gerar um crescimento sustentável. Estamos realmente avançando na transformação para uma economia circular.”

Nova política de dividendos com maior foco em receita

A Covestro está adotando novas bases para o pagamento dos seus dividendos. A política de dividendos passa a se basear mais na receita do Grupo, com o percentual de dividendos perfazendo de 35% a 55% da receita líquida gerada pelo grupo. “Essa política de dividendos está mais atrelada à posição financeira geral da Covestro e nos permitirá elevar os dividendos em anos com receitas fortes”, diz Toepfer. Com base na performance atual, a Covestro planeja distribuir dividendos de 1,30 euro por ação pelo ano fiscal de 2020. Isso corresponde a um índice de distribuição de 55%.

Previsão para 2021: expectativa de ano fiscal acima do nível pré-pandemia de 2019

Para o ano fiscal de 2021, a Covestro espera um crescimento do volume principal entre 10% e 15%. Atribui-se cerca de 6% desse número à aquisição planejada do negócio de Resinas e Materiais Funcionais (RFM) da DSM. Além disso, a Covestro prevê que o FOCF fique entre 900 milhões e 1,4 bilhão de euros, com ROCE de 7% a 12%. Antecipa-se que o EBITDA do Grupo para o ano completo de 2021 fique entre 1,7 bilhão e 2,2 bilhões de euros. No primeiro trimestre de 2021, a projeção do EBITDA está na faixa de 700 a 780 milhões de euros.

Recuperação de demanda em todos os segmentos no segundo semestre de 2020

O segmento de Poliuretanos sofreu uma queda de 6,1% nos volumes principais de vendas no ano fiscal de 2020. Após uma queda de demanda em decorrência da pandemia no primeiro semestre do ano, notou-se uma melhora significativa no segundo semestre. Esse fenômeno, somado a uma posição competitiva vantajosa, levou a um aumento nos volumes principais de vendas. As vendas caíram 13,1% para 5,0 bilhões de euros no ano completo, principalmente devido à baixa dos preços médios de venda no ano e à queda nos volumes totais vendidos. O EBITDA caiu 3,5% para 625 milhões de euros, também devido à redução dos volumes vendidos. No entanto, a redução de custos decorrente das medidas de corte influenciou positivamente o EBITDA.

O segmento de Policarbonatos teve uma queda de 3,0% nos volumes principais de vendas no ano fiscal de 2020. A pandemia fez a demanda encolher nos primeiros seis meses. No segundo semestre do ano, no entanto, uma recuperação robusta da demanda alavancou os volumes principais de vendas para acima do ano anterior. As vendas caíram 14,1% para 3,0 bilhões de euros, principalmente devido à baixa dos preços de venda e à queda nos volumes totais vendidos. Em contraste, o EBITDA subiu 3,2% para 553 milhões de euros, uma tendência atribuída principalmente à queda dos preços das matérias-primas e uma redução de despesas em decorrência das medidas de cortes de custos.

Os volumes principais de vendas do segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades caíram 8,9% no ano fiscal de 2020. Nos primeiros seis meses do ano fiscal de 2020, os volumes principais de vendas diminuíram principalmente devido à queda acentuada da demanda decorrente da pandemia. No fim do ano, a demanda foi retomada e os volumes principais de vendas no quarto trimestre do ano fiscal de 2020 superaram os do ano anterior. As vendas do ano completo caíram 13,9% para 2,0 bilhões de euros, principalmente devido à baixa nos volumes totais vendidos e nos preços médios de venda. O EBITDA caiu 27,3% para 341 milhões de euros. Isso se deve ao declínio nos volumes vendidos, às margens mais baixas e às despesas com a aquisição planejada da DSM. No entanto, a redução de despesas decorrente das medidas de corte de custos teve impacto positivo sobre a receita. Além disso, o EBITDA no período do ano anterior havia sido positivamente impactado pelo efeito isolado da aquisição sucessiva de ações da DIC Covestro Polymer Ltd., sediada no Japão.

Quarto trimestre de 2020 bem acima do ano anterior

Os volumes principais de vendas no quarto trimestre de 2020 subiram 1,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. As vendas totais cresceram 5,0% para 3,0 bilhões de euros, em decorrência da alta nos preços de venda. Totalizando 637 milhões de euros, o EBITDA no quarto trimestre de 2020 mais que dobrou em comparação com o ano anterior. A receita líquida sofreu alta acentuada de 37 milhões de euros do trimestre do ano anterior para 312 milhões de euros. O FOCF também cresceu 19,4% no quarto trimestre, para 394 milhões de euros.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana, mostrando compromisso com a economia circular. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Covestro planeja novas plantas para dispersões de poliuretano e resinas de poliéster na China

09/02/2021

Planta de dispersões de poliuretano da Covestro em Xangai

  • Aumento significativo na capacidade produtiva
  • Aumento na demanda de revestimentos e adesivos base água na Ásia
  • Produtos compatíveis com o meio-ambiente, substituindo produtos base solvente
  • Aplicações versáteis em automóveis, mobiliário, têxteis e calçados

A Covestro planeja uma nova planta de produção para dispersões de poliuretano (PUDs) no Centro Integrado da Covestro em Xangai, na China (CISS). A nova unidade destina-se a atender à crescente demanda da região por revestimentos e adesivos ambientalmente amigáveis. Uma outra linha para resinas de poliéster, a partir das quais são produzidos as PUDs, também será construída lá. A nova planta deverá estar concluída em 2024.

“Com esses investimentos, estamos nos preparando para o crescimento contínuo da demanda por este tipo de produtos e ampliando nossa posição de líder global”, diz Michael Friede, head do segmento Coatings, Adesivos e Especialidades. “No futuro, os clientes continuarão a contar com a substituição de produtos à base de solventes por sistemas aquosos mais sustentáveis e com propriedades igualmente boas. Graças à nossa produção versátil, somos simultaneamente flexíveis e podemos atender a muitos requisitos diferentes.”

A Covestro desenvolve PUDs personalizados para uma ampla variedade de indústrias. A empresa afirma ser a líder em pesquisa e desenvolvimento de produtos e tecnologias de processos e dá suporte a clientes em todo o mundo com serviços técnicos.

Ampla área de aplicações

As áreas de aplicação das dispersões de poliuretano são bastante diversificadas. Por exemplo, as matérias-primas da Covestro das séries Bayhydrol UH, U e UV e Bayhytherm são usadas para camada de base na indústria automotiva e no mercado de repintura automotiva, bem como em revestimentos de madeira e mobiliário e revestimentos robustos para pavimentos. Os adesivos formulados com Dispercoll U são utilizados na fabricação de móveis e sapatos, bem como na indústria automotiva.

Os componentes de baixo teor de solventes desempenham também um papel importante na produção de têxteis revestidos e plásticos reforçados com fibras.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas no fim de 2019.

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Covestro recebe primeira remessa de benzeno sustentável para fabricação de precursor de espumas de poliuretano rígidas

27/01/2021

  • Total entrega 2 mil toneladas de benzeno com certificação ISCC Plus
  • Covestro utiliza benzeno na produção de importantes precursores para diferentes aplicações
  • Uso de matéria-prima alternativa para paineis de isolamento, partes automotivas e equipamentos de refrigeração mais sustentáveis

A Covestro recebeu a primeira remessa de 2 mil toneladas de benzeno sustentável da Total e, segundo a empresa, alcança mais um marco em sua trajetória para uma Economia Circular. A matéria-prima com certificação ISCC Plus foi fornecida pela plataforma de refinaria e petroquímica da Total em Normandia, no noroeste da França, e transportada para o site da Covestro na Antuérpia. Lá, ela será como utilizada como uma precursora para a produção de anilina, um produto importante para a produção do MDI pela Covestro na Alemanha.

O MDI é a base inicial para a produção de espumas rígidas de poliuretano, utilizadas por ano no isolamento térmico de prédios e equipamentos de refrigeração, além de aplicações na indústria automotiva e em muitas outras indústrias.

“Por meio da parceria com a Total, nós estamos ajudando nossos clientes do segmento de espuma rígida a tornarem sua produção ainda mais sustentável e se posicionarem no mercado”, afirma Daniel Meyer, head global do segmento de Poliuretanos na Covestro. “Eles podem utilizar esta matéria-prima imediatamente em seus processos de produção sem nenhuma conversão técnica. A qualidade do produto está ao par daqueles baseados em produtos petroquímicos”.

“Essa parceria comercial com a Covestro demonstra o objetivo da Total em produzir e comercializar novos produtos sustentáveis, ajudando nossos clientes a reduzirem sua pegada de carbono”, afirma Jean-François Renglet, vice-presidente de Marketing da Divisão de Químicos de Base da Total Refining and Chemicals. “Está em linha com a ambição da Total em atingir a neutralidade em carbono até 2050 para todas suas atividades no mundo, da produção aos produtos de energia utilizados por seus clientes”.

Transição gradual para matérias-primas alternativas

Com a transição gradual de sua produção para matérias-primas alternativas, a Covestro visa substituir as matérias-primas fósseis e tornar suas cadeias de valor mais sustentáveis. Recentemente, a empresa recebeu a certificação ISCC Plus para a produção de anilina renovável em Antuérpia, na Bélgica, e MDI em Uerdingen, na Alemanha, além da produção de policarbonato nos dois sites. Para a Covestro, o projeto é parte de um amplo programa com o qual a empresa, junto com parceiros, irá promover a transição para a economia circular e, consequentemente, tornar-se totalmente circular.

As certificações de balanço de massa em toda a cadeia de valor tornam as produções mais sustentáveis – reduzindo a pegada de CO₂ do produto e o uso de matérias-primas fósseis – e mais transparentes. O acrônimo ISCC representa International Sustainability and Carbon Certification, um sistema reconhecido internacionalmente para a certificação de sustentabilidade de biomassa e bioenergia.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas no fim de 2019.

Total é uma companhia de energia que produz e comercializa combustíveis, gás natural e eletricidade. Seus 100 mil funcionários atuam em mais de 130 países.

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Dow anuncia acordo para consumo de energia solar em unidade na Bahia

04/07/2020

  • O PPA (Power Purchase Agreement, acordo de compra de energia elétrica, em português), assinado com a Atlas Renewable Energy, contribui para as metas de sustentabilidade da Dow e no posicionamento almejado como a empresa química com maiores contratos de energia renovável globalmente.
  • O PPA aumentará a competitividade da unidade de Aratu, que produz soluções para o negócio de Poliuretanos da Dow, e está em linha com a estratégia de compra de energia da empresa, focada no fornecimento de energia renovável a custos competitivos, afirma a Dow. Além de energia solar, o complexo fabril de Aratu é suprido também por energia hídrica, biomassa e gás natural.
  • Segundo a Dow, a nova matriz eliminará cerca de 35 mil toneladas de CO2 emitidas por ano na unidade fabril, o que equivale a evitar emissões correspondentes a mais de 36 mil veículos circulando em um ano.

A Dow anunciou em 30 de junho a assinatura de um Contrato de Compra de Energia (PPA – Power Purchase Agreement, em inglês) com a Atlas Renewable Energy, para o consumo de energia solar para a unidade de Aratu, na Bahia. O contrato tem validade de 15 anos e o fornecimento da energia solar ocorrerá por meio da construção da usina Jacarandá, em Juazeiro, na Bahia.

Este acordo está alinhado às novas Metas de Sustentabilidade globais, anunciadas em 17 de junho pela Dow:

  • Proteger o clima: até 2030, a Dow pretende reduzir suas emissões globalmente em 5 milhões de toneladas de CO2 e, até 2050, ser neutra em carbono;
  • Eliminar resíduos: até 2030, a Dow ajudará a eliminar os resíduos, permitindo que 1 milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas por meio de suas ações e parcerias diretas;
  • Fechar o ciclo: até 2035, a Dow ajudará a “fechar o ciclo”, fazendo com que 100% dos produtos da companhia vendidos nas aplicações de embalagens sejam reutilizáveis ou recicláveis.

“A Dow tem uma presença sólida no Brasil, que é um país rico em recursos naturais e possui uma matriz de energia mais sustentável, diversificada e econômica. Nosso objetivo com as novas Metas de Sustentabilidade é abordar questões como as mudanças climáticas e os resíduos plásticos, que estão entre os maiores problemas técnicos, sociais e econômicos do mundo, propondo soluções práticas e inteligentes. Como nossos produtos e tecnologia são essenciais para a transição para um mundo de baixo carbono, nós constantemente investimos para garantir que possamos atender à demanda global nos mercados em que atuamos”, afirma Javier Constante, Presidente da Dow na América Latina.

Para Claudia Schaeffer, Diretora Global de Negócios da Dow para Energia e Mudanças Climáticas, “o acordo aumentará a competitividade da unidade de Aratu e está alinhado à estratégia de compra de eletricidade da Dow, focada no fornecimento de energia renovável a custos competitivos. Com o contrato, a empresa terá também direito a emitir Certificados de Energia Renovável. Além de energia solar, o restante da eletricidade consumida na unidade de Aratu vem de uma matriz composta de energia hídrica, biomassa e gás natural.” Após a implementação do projeto, a unidade passa a rodar com 75% de energia mais sustentável.

A Atlas tem um histórico de sucesso focado em projetos de energia renovável na América Latina. Sua plataforma de geração de energia sustentável na região inclui alguns dos melhores projetos de energia solar, com contrato de venda de eletricidade de longo prazo (PPAs de 15 a 30 anos).

Luis Pita, diretor geral da Atlas Renewable Energy no Brasil, lembra que, ao cumprir os pilares sociais, econômicos e ambientais do desenvolvimento sustentável, a energia renovável se firma como principal fonte de energia do século XXI. “Nossa parceria com a Dow para fornecimento de energia mais sustentável em muito nos orgulha, pois reforça nosso compromisso em ajudar grandes consumidores de energia no cumprimento de suas metas e políticas de sustentabilidade. Além disso, o projeto terá impacto positivo nas comunidades próximas à usina, com iniciativas que irão promover o bem-estar ambiental e social da população, em especial das mulheres, graças a um programa desenvolvido para promover igualdade de gênero, ao aprimorar ou criar novas habilidades para elas”, afirma. Com esse programa, a empresa espera contratar de três a quatro vezes mais mulheres do que a força de trabalho feminina normalmente contratada em projetos solares no Brasil.

“Estamos comprometidos com práticas sustentáveis, e a prioridade, como parte de nossa estratégia global, é buscar parceiros que estejam alinhados com nossos pilares”, reforça Claudia Schaeffer. Para a executiva, a Atlas compartilha do compromisso da Dow com a mitigação de carbono e dos princípios de responsabilidade social para as comunidades em que a companhia está presente.

Segundo a Dow, o projeto ainda proporcionará maior competitividade à sua fábrica em Aratu, reforçando o posicionamento da unidade fabril na produção de soluções para o negócio de Poliuretanos com matriz mais sustentável de energia renovável.

Neste mesmo complexo industrial são desenvolvidas soluções de Poliuretano para a geração de produtos que atendem a diversos mercados – entre eles isolamento térmico para edificações na indústria da construção e para refrigeração na cadeia do frio – promovendo eficiência energética, conforto térmico e segurança, já que diminuem as emissões de GHG (gases estufa) em geral, CO2 (gás carbônico) e VOC (compostos orgânicos voláteis), utilizam menos recursos e possuem propriedades antichamas.

A Dow cita como exemplo que os seus painéis de isolamento térmico com poliuretano para a construção civil reduzem as emissões de CO2, tanto no processo de fabricação quanto na aplicação a longo prazo, além de apresentar benefícios em relação à construção de obras convencionais em alvenaria, como: eliminação de 100% da água utilizada na montagem, redução de até 60% no consumo de energia e instalação até 10 vezes mais rápida. Além disso, proporcionam mais segurança contra incêndio dos edifícios, pois possuem retardante de fogo, cumprindo com os padrões e certificações mais exigentes da região. Assim, engenheiros e arquitetos desempenham um papel fundamental como embaixadores de edifícios inteligentes, tendo como aliados os painéis de isolamento térmico em poliuretano, ajudando as edificações a alcançarem certificações internacionais como LEED e AQUA.

Outros projetos com foco na sustentabilidade

Em outubro de 2019, a companhia anunciou acordo com a Central Puerto, para o fornecimento de 20% de energia elétrica eólica para sua planta de Bahía Blanca, na Argentina. Uma vez totalmente operacionalizado, o acordo entre a Dow e a Central Puerto dá à companhia acesso a 20 MW de capacidade de eletricidade, o equivalente ao abastecimento de cerca de 10.400 residências. O recurso renovável será integrado à rede nacional de transmissão gerenciada pela CAMMESA para ser usado pela Dow em sua planta de Bahía Blanca.

Em 2014, no próprio complexo industrial de Aratu, houve substituição do gás natural por uma fonte renovável produzida a partir de eucalipto. Segundo a Dow, a floresta de eucaliptos é cultivada de forma sustentável, evitando o desmatamento e possibilitando a diminuição da carga de gás natural em cinco caldeiras existentes na unidade. A biomassa é fornecida por parceria com produtores rurais localizados no litoral norte da Bahia. Cada uma dessas fazendas atende aos critérios de sustentabilidade estabelecidos no Padrão de Madeira para Calor e Eletricidade. Além disso, um excesso de 12 megawatts (MW) de eletricidade renovável é enviado de volta à rede de distribuição de energia pela empresa parceira da Dow.

Além dessas inciativas, a Dow vem realizando outras ações globais para alcançar seus objetivos de sustentabilidade. A empresa anunciou esta semana que estabeleceu acordos de energias renováveis em outras unidades nos Estados Unidos (Texas e Kentucky). Os acordos garantirão 338 megawatts adicionais de capacidade energética, o que representa uma redução de mais de 225 mil toneladas métricas de CO2. Além disso, a Dow também está perto de ultrapassar sua meta de adquirir 750 MW de capacidade de energia renovável até 2025.

“Hoje, mais do que nunca, é preciso buscar soluções para reduzir o impacto das mudanças climáticas,” afirma Júlio Natalense, Líder de Sustentabilidade da Dow para a América Latina. “Nosso compromisso com a sustentabilidade se firmou há décadas e continuamos a inovar e a desenvolver novas tecnologias para reduzir as emissões de nossas operações, além de fabricar produtos que possibilitem um futuro com menos impacto ambiental. Buscamos sempre os melhores parceiros, alinhados aos nossos objetivos, para conquistarmos nossas metas”, finaliza o executivo.

A Atlas Renewable Energy é uma empresa de energia renovável que desenvolve, constrói e opera projetos de energia renovável com contratos de energia de longo prazo na América Latina. O atual portfólio da empresa é de 2GW de projetos contratados em estágio de desenvolvimento, construção ou operação, e tem como objetivo um crescimento adicional de 3.5GW nos próximos anos. Lançada no início de 2017, a Atlas Renewable Energy atua no desenvolvimento, construção e operação de projetos em grande escala. A empresa faz parte do Energy Fund IV, fundado pela Actis, um dos principais investidores em private equity no setor de energia de mercados emergentes. A Atlas afirma que conta com uma das maiores bases de ativos solares da América Latina, fornecendo energia mais sustentável para aproximadamente 1 milhão de famílias e evitando a emissão de quase 800 mil toneladas de CO2.

A Dow possui um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones utilizados por clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

Foto: Atlas

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Covestro divulga resultados do ano fiscal de 2019

27/02/2020

  • Volumes principais crescem 2,0%
  • Vendas totais de cerca de 12,4 bi de euros (-15,1%)
  • EBITDA, conforme previsto, de 1,6 bi de euros (-49,9%)
  • Lançado programa para promover economia circular
  • Dividendos propostos de 2,40 euros por ação
  • Perspectiva para 2020: mais um ano desafiador

A Covestro divulgou comunicado informando ter atingido suas metas no ano fiscal de 2019, em um ambiente de mercado desafiador. Os volumes principais subiram 2,0% em relação aos números do ano anterior. As vendas do Grupo caíram 15,1% para aproximadamente 12,4 bilhões de euros, uma vez que os preços de venda permaneceram baixos devido ao aumento da competitividade em todos os segmentos. Consequentemente, segundo a empresa, o EBITDA caiu 49,9% para 1,6 bilhão de euros, em linha com a previsão. A receita líquida foi de 552 milhões de euros (-69,7%), enquanto o fluxo de caixa operacional livre ficou em 473 milhões de euros (-71,7%). Com base nisso, a Covestro planeja distribuir dividendos de 2,40 euros por ação, no mesmo nível do ano anterior.

“2019 foi marcado por muitas incertezas geopolíticas e macroeconômicas. Ainda assim, a demanda por nossos materiais mantém-se intacta, o que confirma a nossa visão de que os plásticos serão mais valiosos do que nunca no futuro”, afirma o CEO Markus Steilemann. “2020 também será desafiador para nós. Porém ainda vemos demanda por plásticos de alta tecnologia a longo prazo a fim de viabilizar um desenvolvimento mais sustentável em uma vasta gama de diferentes tecnologia-chave. É por isso que estamos conduzindo nossos negócios sistematicamente para a economia circular.”

No ano de 2019, a Covestro lançou um programa estratégico global para incorporar a economia circular em todas as divisões. Em particular, a empresa pretende utilizar matérias-primas alternativas, desenvolver iniciativas de reciclagem inovadoras e estabelecer amplas formas de cooperação e novos modelos de negócios.

“A Covestro tem bases financeiras sólidas, ainda que, como esperado, o resultado operacional para o ano fiscal de 2019 tenha ficado abaixo dos níveis recordes dos anos anteriores, devido à pressão contínua sobre os preços. Mesmo neste ambiente atingimos nossas metas”, diz o CFO Thomas Toepfer. “Só teremos sucesso no atual mercado se nos posicionarmos de forma ainda mais eficiente, priorizando projetos e questionando investimentos, a fim de preservar a flexibilidade financeira necessária”, complementa Toepfer.

Considerando que as perspectivas para 2020 seguem desafiadoras, a Covestro acelerou a implementação do programa plurianual de eficiência e eficácia lançado em 2018. Ele já permitiu o corte de 150 milhões de euros no último ano. Para 2020, a empresa pretende alcançar economias de 250 milhões de euros a serem reconhecidas nos lucros ou perdas, enquanto a expectativa de economias acumuladas até o fim de 2021 é de cerca de 350 milhões de euros anualmente. Além disso, foram tomadas várias medidas de curto prazo, como uma gestão de custos mais eficiente e uma nova revisão de todos os investimentos existentes e planejados. Isso deve resultar em uma economia adicional de 200 milhões de euros no atual ano fiscal. Além do foco contínuo na influência comercial da empresa, o foco de 2020 continuará sendo a eficiência.

Explorando o potencial econômico das inovações

Durante a feira de plásticos K 2019, realizada no ano passado em Düsseldorf, na Alemanha, a Covestro apresentou inúmeras inovações de produtos que respondem a atuais desafios globais como urbanização, mobilidade do futuro e mudança climática. Nos próximos anos, o foco será em alavancar ao máximo esse potencial do ponto de vista comercial. Sucheta Govil, novo membro da diretoria e CCO da Covestro desde meados de 2019, irá trabalhar para fortalecer o pulso comercial da Covestro. O objetivo é intensificar o foco no cliente, a digitalização e otimizar as estratégias de marketing, além de identificar as oportunidades de mercado mais cedo.

Revisão contínua dos projetos de investimentos: foco no longo prazo

A Covestro investiu um total de 910 milhões de euros em 2019 (ano anterior: 707 milhões de euros), a maior soma da sua história. Os projetos de investimentos são controlados com foco rigoroso na eficiência e o melhor uso possível do capital. Diante do cenário desafiador, a Covestro anunciou, em janeiro de 2020, uma pausa de 18 a 24 meses em seu projeto de investimento de MDI em Baytown, nos Estados Unidos.

Ainda assim, a Covestro está confiante de que as projeções de crescimento do MDI a longo prazo são altamente promissoras. A nova planta de MDI na unidade de Brunsbüttel, na Alemanha, entrou em operação no primeiro trimestre de 2020 conforme planejado. Isso dobrará sua capacidade de produção para 400.000 toneladas métricas por ano e tornará Brunsbüttel uma das três maiores unidades produtivas de MDI na Europa, garantindo a posição de liderança da Covestro nesse segmento de mercado.

Previsão para o ano fiscal de 2020: mercado segue desafiador

Para 2020 como um todo, a Covestro antecipa um crescimento de dígito único nos volumes principais. O Grupo espera que o FOCF fique entre 0 e 400 milhões de euros e o ROCE, entre 2% e 7%. A Covestro projeta que o EBITDA do ano todo ficará entre 1,0 e 1,5 bilhão de euros. No primeiro trimestre, a expectativa é que o EBITDA fique entre 200 e 280 milhões de euros.

Ainda não é possível prever os impactos financeiros do coronavírus no ano fiscal de 2020, afirma a empresa.

Resultados dos segmentos de Poliuretanos, Policarbonatos e Coatings/Adesivos/Especialidades

Os volumes principais no segmento de Poliuretanos subiram 2,3% ao ano. Uma tendência positiva de demanda nas indústrias de móveis e construção e nas indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos mais que compensou a demanda mais fraca, principalmente da indústria automotiva. As vendas caíram 21,5% para 5.779 milhões de euros, principalmente devido à tendência negativa nos preços médios de venda pela concorrência intensificada. O baixo patamar de preços afetou fortemente as margens, apesar da queda nos preços das matérias-primas. Consequentemente, o EBITDA caiu 63,2% para 648 milhões de euros.

No ano fiscal de 2019, os volumes principais no segmento de Policarbonatos subiram 2,7% ao ano, principalmente devido à demanda mais forte nas indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos, além do setor de construção. As vendas baixaram 14,3% para 3.473 milhões de euros e o EBITDA caiu 48,3% para 536 milhões de euros. Esses declínios também podem ser atribuídos à queda ano a ano dos níveis dos preços de venda, resultante da maior pressão competitiva. Além disso, a venda do negócio de chapas nos Estados Unidos no terceiro trimestre de 2018 também impactou as vendas no ano fiscal de 2019, com efeito negativo de 2,2%.

Os volumes principais de Coatings, Adesivos e Especialidades em 2019 sofreram queda de 1,0% em relação ao ano anterior. A principal razão foi a demanda mais fraca por precursores de revestimentos na indústria automotiva. Com 2.369 milhões de euros, as vendas do segmento mantiveram-se estáveis ano a ano (ano anterior: 2.361 milhões de euros). O EBITDA cresceu 1,1% para 469 milhões de euros. As margens menores, decorrentes da redução dos preços de venda, e os volumes mais baixos tiveram impacto negativo nos lucros, enquanto os efeitos cambiais e o efeito sobre o portfólio da aquisição de ações da DIC Covestro Polymer Ltd., sediada no Japão, elevaram os lucros.

Quarto trimestre de 2019 marcado por concorrência acirrada

Os volumes principais no quarto trimestre de 2019 subiram 3,8%. As vendas totais caíram 12,5% em relação ao trimestre do ano anterior, principalmente devido aos preços de venda mais baixos como resultado da maior pressão concorrencial em todos os segmentos. Em vista disso, o EBITDA foi de 278 milhões de euros (-5,1%) e a receita líquida foi de 37 milhões de euros (-53,2%) no quarto trimestre. O FOCF caiu 9,1% no ano para 330 milhões de euros.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção no mundo todo e, ao final de 2019, empregava cerca de 17,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

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Tecnologias da Covestro recebem selo “Solar Impulse” de Soluções Eficientes

16/01/2020

Secadoras solares para secar alimentos.

A Covestro acaba de receber o Selo “Solar Impulse” de “Soluções Eficientes” para dois projetos cujas soluções se provaram economicamente rentáveis e ambientalmente amigáveis: estufas movidas a energia solar para secagem e preservação de alimentos e uma tecnologia base água para revestimentos têxteis sustentáveis.

Este selo da Fundação Solar Impulse serve como um símbolo confiável e uma garantia de qualidade para quem busca a implementação de soluções limpas.

“Com este selo queremos reconhecer e divulgar desenvolvimentos como estas tecnologias da Covestro – desenvolvimentos que podem promover o crescimento econômico, além de presentar o meio-ambiente”, explica Bertrand Piccard, pioneiro suíço e fundador da Fundação Solar Impulse. “Ao selecionarmos mil soluções eficientes, queremos apoiar e acelerar a implementação de soluções limpas e rentáveis na indústria”.

Christian Haessler, Chefe de Sustentabilidade da Covestro, comemora o novo selo: “Este é um excelente reconhecimento – por especialistas independentes – de que a nossa empresa está comprometida com soluções realmente sustentáveis, que são benéficas para a sociedade, criam valor e reduzem o impacto ambiental. Acima de tudo, isso inclui o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”.

Ideias que dão frutos

Segundo a Covestro, a estufa movida a energia solar é uma solução eficiente, descentralizada, sustentável e com bom custo-benefício para a redução de perdas pós-colheita em produtos agrícolas. A alta eficiência da secadora é possível graças ao uso do policarbonato para a construção de uma estufa em formato de parábola. O material é transparente à luz visível e, em particular, à luz infravermelha e mostra boas propriedades de isolamento térmico, permitindo um rápido aquecimento da secadora.

A instalação das secadoras solares para preservação de alimentos é parte da estratégia de “negócios inclusivos” da Covestro, com a qual a empresa quer fortalecer desenvolvimentos econômicos locais, reduzir a pobreza e apoiar o progresso social integrando comunidades de baixa renda na cadeia de valor.

Até o momento, a Covestro forneceu materiais para a instalação de mais de 1500 secadoras de tamanhos diferentes na Índia e outros países asiáticos, impactando de forma significativa a renda dos agricultores regionais.

A Covestro também recebeu o selo Selo Solar Impulse de “Soluções Eficientes” por sua tecnologia INSQIN para revestimentos têxteis sustentáveis.

Produção sustentável de revestimentos têxteis

A Covestro afirma que a sua tecnologia INSQIN® aumenta de forma significante a sustentabilidade dos revestimentos têxteis. A tecnologia se baseia em revestimentos poliuretânicos de base água, tornando a produção ambientalmente amigável e fácil de ser realizada, diz a empresa. Ela também garante uma redução de 95% no uso de água e 50% de energia no processo produtivo, garante o fabricante de sistemas poliuretânicos.

Para a implementação da tecnologia, a Covestro vem trabalhando diretamente com marcas próprias nas indústrias de roupas e calçados, assim como com fabricantes têxteis. Recentemente a empresa apresentou a tecnologia à indústria automotiva, abrindo novas possibilidades para revestimentos mais sustentáveis, flexíveis e duráveis para o interior dos automóveis – com aparência e toque extraordinários.

A World Alliance for Efficient Solutions, fundada com o patrocínio da Fundação Solar Impulse, colabora com start-ups, empresas, instituições, ONGs e investidores a fim de criar sinergias, compartilhar conhecimento e construir relações para acelerar a implementação de soluções limpas e rentáveis.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais poliméricos e no desenvolvimento de soluções para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

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Momentive anuncia novo distribuidor brasileiro para o mercado de poliuretanos

14/01/2020

Parceria com a Flexível trará mais dinamismo e agilidade na logística de distribuição dos aditivos de uretanos no Brasil

A Momentive Performance Materials (www.momentive.com) anunciou uma parceria com a Flexível Tecnologia em Poliuretanos, que atuará como distribuidora oficial das soluções inovadoras de uretanos para o mercado brasileiro.

Os principais produtos comercializados serão os aditivos de poliuretanos da linha Niax, desenvolvidos para uma ampla gama de aplicações em espumas flexíveis, rígidas, moldadas e microcelulares de diversas indústrias.

Para a Momentive, a parceria com a Flexível trará mais dinamismo e agilidade na logística de distribuição. “Além da experiência de 20 anos em sistemas e insumos para aplicações em espumas, o amplo conhecimento deste distribuidor em poliuretano possibilita aos clientes um excelente suporte técnico”, destaca Celso Trasferetti, executivo de contas de Aditivos de Uretano da Momentive.

O novo distribuidor também acredita na sinergia com a Momentive para levar ao mercado de poliuretanos inovação em produtos, serviços de qualidade e assistência técnica especializada. “Atuamos com a mesma estratégia para manter a liderança no setor, bem como promover o crescimento mútuo das empresas”, afirma Alysson Padovani, gerente comercial da Flexível.

As duas empresas contam com laboratórios e equipamentos avançados, além de equipes especializadas no Controle de Qualidade.

A Momentive Performance Materials Inc. é líder global em silicones e materiais derivados, com uma tradição de 75 anos no mercado. No Brasil, a empresa está localizada em Itatiba, na região de Campinas, interior de São Paulo. A unidade conta com capacidade instalada para a produção de matéria-prima para os segmentos de Tintas, Adesivos, Aditivos de Uretanos, Cosméticos e Cuidados Pessoais, Têxtil, Agricultura, Construção Civil e Especialidades para a Indústria Automobilística e Aeroespacial.

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Covestro divulga resultados do terceiro trimestre de 2019

10/11/2019

  • Volumes principais crescem 5,3%
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-14,6%)
  • Previsão de Ebitda atingida com 425 mi de euros (-50,5%)
  • Receita líquida cai para 147 mi de euros (-70,4%)
  • Fluxo de caixa operacional livre de 243 mi de euros (-58,0%)
  • Perspectiva para 2019 atualizada na previsão existente

No terceiro trimestre de 2019, a Covestro conseguiu atingir crescimento do volume principal de 5,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, em um ambiente econômico continuamente desafiador. Ao mesmo tempo, as vendas totais recuaram 14,6% para 3,2 bilhões de euros, devido aos preços de venda continuamente mais baixos. Com 425 milhões de euros, a previsão de Ebitda foi cumprida para o trimestre, mas caiu 50,5% em relação ao trimestre do ano anterior, como resultado dos efeitos negativos dos preços. A receita líquida caiu para 147 milhões de euros (-70,4%), enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) ficou em 243 milhões de euros (-58,0%). Isso se deu, principalmente, devido à redução dos fluxos de caixa das atividades operacionais e a investimentos planejados.

“Após gerar sólido crescimento de volume no segundo trimestre, a demanda voltou a crescer no terceiro trimestre”, diz o CEO Markus Steilemann. “O ambiente econômico segue desafiador, principalmente no setor automotivo. No entanto, nosso crescimento de volume indica que nossos negócios são bem diversificados em várias indústrias”, afirma. O crescimento pode ser atribuído, sobretudo, às indústrias de construção, móveis, elétrica e eletrônica.

Projeção para o ano confirmada

Com base nos resultados do terceiro trimestre, o CFO Thomas Toepfer confirmou a previsão para o ano como um todo. “Continuamos confiantes de que atingiremos as metas que estabelecemos para o ano fiscal”, enfatiza Toepfer. “As margens do mesmo trimestre do ano anterior foram atipicamente altas, razão pela qual a queda ano a ano nas vendas e nos lucros está alinhada às nossas expectativas.”

Após o terceiro trimestre, o grupo refinou a previsão para o ano fiscal de 2019 dentro das margens publicadas: a Covestro antecipa um crescimento de um dígito do volume principal para 2019. Espera-se que o FOCF do grupo fique entre 300 e 500 milhões de euros, com ROCE de 8% a 10%. A projeção para o Ebitda do ano fiscal é que fique entre 1.570 e 1.650 milhões de euros.

Lançado novo programa de Economia Circular

Para manter o sucesso a longo prazo com suas soluções sustentáveis e inovadoras, a Covestro pretende reforçar seu foco na economia circular para o futuro e lançou um novo programa estratégico com essa finalidade. Nos seus processos produtivos, em particular, o grupo tem como objetivo utilizar, o máximo possível, matérias-primas de fontes sustentáveis, como matéria vegetal, resíduos e CO2. Isso deve eliminar o uso de recursos fósseis como petróleo bruto tanto quanto possível. Acima de tudo, os plásticos usados devem ser reciclados sistematicamente e o máximo possível.

Sustentabilidade e inovação também foram as palavras-chave na K2019, a maior feira comercial de plásticos do mundo realizada em Düsseldorf, Alemanha. Na feira, a Covestro apresentou muitos produtos e tecnologias diferentes que oferecem soluções para desafios globais urgentes. Por exemplo, expôs materiais de alta tecnologia que utilizam carbono em tecidos mais ecológicos, elevam o desempenho de turbinas eólicas e aceleram a expansão da tecnologia 5G.

Crescimento de volume no terceiro trimestre nos segmentos de Poliuretanos e Policarbonatos

Os volumes principais no segmento de Poliuretanos subiram 5,1%. O aumento da demanda nas indústrias de móveis, elétrica e eletrônica, especialmente em aparelhos domésticos e no setor de construção, mais que compensaram a demanda mais fraca na indústria automotiva. Contudo, as vendas nesse segmento caíram 20,1% para 1.478 milhões de euros devido à queda dos preços de venda, ocasionada pela maior pressão competitiva. Esse fenômeno também se refletiu no Ebitda, que caiu para 196 milhões de euros (-54,6%).

Os volumes principais em Policarbonatos subiram 9,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. A indústria elétrica e eletrônica e o setor de construção foram os que mais contribuíram para esse crescimento. As vendas nesse segmento caíram 13,2% para 901 milhões de euros no terceiro trimestre de 2019. O Ebitda caiu 58,1% para 132 milhões de euros, devido, principalmente, à mudança negativa nos preços de venda.

O segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades registrou queda de 4,0% nos volumes principais como resultado da demanda mais fraca por matérias-primas para revestimento por parte de todas as principais indústrias, especialmente do setor automotivo. Como resultado, as vendas caíram 3,0% para 588 milhões de euros. No terceiro trimestre de 2019, o Ebitda caiu 11,9% para 111 milhões de euros, movido por volumes menores e margens mais baixas.

Maior concorrência e novo patamar de preços marcam os primeiros nove meses

Conforme esperado, os primeiros nove meses foram marcados por concorrência crescente e mudança nos preços. O crescimento do volume principal atingiu 1,5%. As vendas totais caíram 15,8% para 9.548 milhões de euros, principalmente como resultado da baixa nos preços de venda. O Ebitda caiu 54,4% para 1.326 milhões de euros. A receita líquida atingiu 515 milhões de euros (-70,5%). O fluxo de caixa operacional livre decresceu para 143 milhões de euros (-89,1%).

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (calculadas equivalendo à jornada integral) no fim de 2018.

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BASF apresenta variedades de poliuretano termoplástico expandido durante a Feira K 2019

04/11/2019

  • Minigrânulos permitem aplicações em paredes finas.
  • Novo método de processamento abre mais opções.
  • Novo opção em preto para aplicações técnicas.

O Infinergy, o primeiro poliuretano termoplástico expandido (E-TPU) da BASF, causou grande repercussão quando foi lançado no mercado em aplicação nos tênis de corrida Boost da Adidas. Ele introduziu no mercado de plásticos uma classe de espumas particuladas que combina as propriedades elásticas do TPU com a leveza da espuma.

Atualmente, segundo a BASF, diversas indústrias se beneficiam das propriedades do material, desde calçados de segurança confortáveis e raquetes de tênis de alto desempenho, até pisos amortecedores para esportes. Na feira de plásticos K 2019, foram apresentadas novas cores, aplicações e métodos inovadores para o Infinergy.

Versão em preto para aplicações técnicas

Sempre branco, o Infinergy agora tem também a versão em preto. É adequado principalmente para aplicações técnicas onde a superfície é muito suscetível à sujeira, incluindo entressolas de tênis. “Com o Infinergy preto, estamos abrindo novas possibilidades para os nossos clientes”, diz Thomas Stührenberg, chefe de marketing da BASF para a Europa. “Agora a variedade de cores é praticamente ilimitada – queremos trabalhar com nossos clientes para que a gama de Infinergy seja ainda mais colorida no futuro”.

Minigrânulos

Os minigrânulos têm menos da metade do tamanho dos grânulos normais do Infinergy: mais ou menos 2,5 a 3, 5 mm de diâmetro. Essas esferas são usadas onde o comportamento de preenchimento do produto padrão alcança seu limite como, por exemplo, em peças moldadas de parede fina.

Assim como seu tamanho reduzido, o formato redondo das partículas também ajuda a melhorar o comportamento de preenchimento, informa a BASF. Assim, as paredes finas são facilmente preenchidas no molde e não ficam comprometidas as propriedades do material, como a resiliência, assegura a empresa.

Os minigrânulos já são usados nos amortecedores de vibração em compressores e selins de bicicleta. A Ergon, que em 2017 foi a primeira empresa a lançar o Infinergy em um selim de bicicleta – o Ergon ST Core Prime -, agora conta com este novo tamanho de grânulo. Um selim E-MTB e um selim urbano completam a gama de selins de bicicleta com o núcleo Infinergy. “Os minigrânulos nos dão opções totalmente novas para o desenvolvimento do produto e design do componente. Nos permite criar formas bem mais delgadas, o que possibilita a fabricação de selins para o segmento desportivo. Particularmente a ponta do selim, que tem paredes mais finas e contornos mais acentuados, agora pode ser projetada com um design mais esguio e sofisticado”, comenta Andreas Krause, chefe de Desenvolvimento Técnico na Ergon.

Infinergy explora novos terrenos sem vapor

Tradicionalmente, o processamento de espumas particuladas, inclusive o Infinergy, demanda vapor para soldar as espumas em um componente. Com as altas demandas relacionadas à qualidade da superfície, esse processo atinge seu limite rapidamente, principalmente para componentes como aplicações decorativas. Isso porque poucas camadas superiores são permeáveis ao vapor.

A startup FOX Velution desenvolveu uma tecnologia totalmente seca para processar espumas de partículas visando superar esses limites e também melhorar significativamente a eficiência energética. Segundo a BASF, a tecnologia variotérmica possibilita a aplicação em construções leves, com camadas superiores visíveis ou táteis, reforço têxtil e em complementos integrados (eletrônicos, elementos de montagem). Desta forma, oferece opções totalmente novas para decoração e funcionalização: os LEDs incorporados aos painéis de espuma Infinergy iluminam o material e as camadas superiores, que podem ser películas coloridas ou tecidos estruturados, por exemplo, e criam novas óticas, afirma a empresa.

Aplicações completamente novas do Infinergy também são encontradas no Vision Venture, o trailer conceitual da Hymer e da BASF. Aqui, segundo a fabricante do material, a solução é a opção adequada para degraus e cantos da cama, além de ser um elemento de conforto no estrado.

A divisão de Materiais de Performance da BASF engloba todo o know-how de materiais da BASF relacionados a plásticos inovadores e personalizados. Mundialmente ativa em quatro grandes setores da indústria – transporte, construção, aplicações industriais e bens de consumo – a divisão tem uma estreita colaboração com os clientes. A competência em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) fornece a base para o desenvolvimento de produtos inovadores e aplicações. Em 2018, a Divisão de Materiais de Performance alcançou vendas globais de € 7,65bi. O Grupo BASF como um todo registrou vendas de € 63 bilhões em 2018.

Fonte: BASF

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BASF apresenta isolamento extrafino para construção e transporte na Feira K 2019

13/09/2019

A BASF vai apresentar seus materiais de isolamento superfinos e de alta performance em novas aplicações durante a maior feira comercial de plásticos do mundo, em Düsseldorf, de 16 a 23 de outubro de 2019. Segundo a empresa, os inovadores produtos Slentite e Slentex (foto) são uma nova geração de materiais de isolamento de elevada eficiência energética baseados em aerogel, com propriedades diferenciadas. Na Feira, a BASF vai apresentar novos exemplos de aplicações em construção, com elementos de fachada de concreto com fibra de carbono, e em veículos, como motorhomes.

Fachadas finas de concreto para prédios residenciais

O uso de novos materiais, combinado com energias renováveis, é a fórmula do sucesso para a casa do futuro. Segundo a BASF, para conseguir construir uma parede especialmente fina, os novos materiais de alta performance Slentite e Slentex podem ser usados para criar uma camada de isolamento entre as camadas de concreto, reduzindo a espessura da parede em até 50% em relação aos materiais convencionais de isolamento. Esses materiais fazem parte do projeto piloto de uma casa que está sendo construída em Leipzig, com uma estrutura híbrida de suporte de carga, feita de concreto com fibra de carbono e concreto armado. A expressiva redução da espessura da parede exterior permite novos conceitos estéticos, além de oferecer um ganho de espaço, cada vez mais valorizado em um prédio urbano.

Além disso, os dois materiais de isolamento podem ser integrados à pré-moldagem automatizada dos elementos na planta de concreto, sem futuros ajustes ao sistema. Este é um recurso oferecido exclusivamente por esses isolantes de alta performance, afirma a BASF. “Por causa de seu desempenho excepcional de isolamento, o Slentite e o Slentex são ideais para a produção de paredes com finos elementos pré-moldados. Com a camada flexível de isolamento Slentex, é possível produzir até mesmo os elementos de parede moldados organicamente, abrindo um escopo totalmente novo para a estética na construção”, considera Alexander Kahnt, arquiteto chefe e pesquisador associado da Universidade de Ciências Aplicadas de Leipzig (HTWK).

Isolamento de alta performance no setor automotivo

Economizar espaço é um critério essencial para os motorhomes, caravans e outros modelos no setor de transportes. As propriedades excepcionais de produto tornam o Slentite e o Slentex ideais para áreas onde os materiais de isolamento convencionais não são adequados, afirma a BASF. O protótipo de motorhome que está sendo fabricado para a K 2019, em uma cooperação entre uma fabricante de veículos recreativos e motorhomes e a BASF, mostra como os materiais finos de isolamento ajudam a criar um espaço valioso para uso interno. Este é mais um marco na implementação de estratégias de eficiência energética e um novo campo de aplicação para os materiais de isolamento.

Slentite – o painel fino para diferentes climas

Segundo a BASF, O Slentite é o primeiro aerogel a ser produzido exclusivamente à base de poliuretano. A empresa afirma que o painel de isolamento de aerogel resistente, composto por cerca de 90% de ar, permeável, permite um isolamento térmico até 50% maior do que os materiais convencionais, para a máxima eficiência em combinação com alto padrão estético. Como um material de isolamento de alta performance pioneiro, a estrutura de poros abertos do Slentite cria um agradável clima interno e ajuda a reduzir os custos de energia, garante a fabricante do material. Seu desempenho de isolamento diferenciado (λ = 18 mW/m -K) se alia à facilidade de processamento. Os painéis limpos, sem poeira, podem ser cortados com facilidade para caber no local e aplicados diretamente às paredes ou revestidos previamente. “Devido à sua combinação única de propriedades de produto, o Slentite permite soluções de isolamento que economizam espaço tanto no setor de construção quanto no de transporte”, explica Marc Fricke, gerente de Projeto e Marketing de Isolamento de Alta Performance da BASF.

Slentex – isolamento flexível

De acordo com a BASF, o Slentex é um material de fácil processamento e não-combustível, totalmente à base de matéria-prima mineral, que agora está disponível para diversas aplicações nos setores de construção e industrial. O produto corresponde a uma camada de isolamento eficiente, extrafina e flexível. A empresa afirma que o seu material alcança uma condutividade térmica muito mais baixa do que os materiais minerais de isolamento convencionais (valor de λD de 19 mW/m • K), permitindo a construção de estruturas de parede muito finas. Segundo o fabricante do material, uma vantagem do Slentex é que ele é não combustível, tem uma classificação de segurança ao fogo A2-s1, d0 e é certificado pela ETA (Electronics Technicians Association). O Slentex permite a difusão do vapor de água (µ ~ 5) e, ao mesmo tempo, é hidrofóbico, sendo ideal para aplicações em fachadas. “Por causa de sua flexibilidade, o material de isolamento se adapta muito bem às geometrias planas e curvas do prédio, além de atender aos mais elevados requisitos de energia que um material de isolamento não combustível pode oferecer”, afirma Wibke Lölsberg, gerente de Projeto e Marketing de Materiais de Isolamento de Alta Performance da BASF.

O Grupo BASF possui aproximadamente 122.000 funcionários e é dividida em seis segmentos: Produtos Químicos, Materiais, Soluções Industriais, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas em torno de €63 Bilhões em 2018.

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Covestro divulga balanço do segundo trimestre de 2019

24/07/2019

  • Leve crescimento nos volumes principais (+1,1%)
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-16,9%)
  • EBITDA de 459 milhões de euros (-53,4%)
  • Receita líquida cai para 189 milhões de euros (-68,7%)
  • Fluxo de caixa operacional livre 55 milhões de euros negativo
  • Previsão de EBITDA de cerca de 410 milhões de euros no 3º tri

A atual pressão da concorrência intensa e as incertezas em grandes mercados de vendas persistiram ao longo do segundo trimestre. Enquanto os volumes principais cresceram 1,1%, as vendas totais caíram para 3,2 bilhões de euros (-16,9%), devido à baixa nos preços de venda. Em 459 milhões, o EBITDA estabilizou-se no nível do primeiro trimestre de 2019 (442 milhões de euros), mas ficou abaixo dos excepcionais resultados registrados no mesmo trimestre do ano anterior (-53,4%). O declínio dos lucros decorreu, principalmente, das margens mais baixas nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos. A receita líquida decresceu para 189 milhões de euros, enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) atingiu -55 milhões de euros, em decorrência dos fluxos de caixa mais baixos de atividades operacionais e investimentos mais altos.

“A situação econômica segue desafiadora, já que as incertezas globais econômicas e políticas persistem”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Ainda assim, atingimos nossas metas de lucros e conseguimos aumentar novamente o nosso volume principal no segundo trimestre. Isso reforça a tendência de soluções mais sustentáveis, que oferecemos a muitas indústrias.”

Covestro confirma previsões para 2019

Os resultados dos primeiros seis meses ficaram bem abaixo do nível do ano anterior. Segundo a Covestro, isso se deve ao fato de 2018 ter sido marcado por margens excepcionalmente altas em alguns grupos de produtos. Por isso, afirma a empresa, os resultados do primeiro semestre de 2019 atingiram as expectativas no ambiente econômico atual.

“Com base nos resultados dos primeiros seis meses, confirmamos as nossas previsões para o ano fiscal. Ao mesmo tempo, também precisamos acompanhar de perto os próximos desenvolvimentos econômicos nos nossos principais mercados de vendas”, explica o CFO Thomas Toepfer. “O desenvolvimento da indústria automobilística foi bem mais fraco que o esperado; por outro lado, o desempenho no setor de construção e na indústria de móveis e madeira foi melhor.”

Para o ano fiscal de 2019, a Covestro mantém a projeção de crescimento do volume principal de até 5%. Espera-se que o FOCF fique entre 300 e 700 milhões de euros, com ROCE de 8% a 13%. A previsão é que o EBITDA do ano fiscal atinja de 1,5 a 2 bilhões de euros, com expectativa de que o EBITDA do terceiro trimestre atinja aproximadamente 410 milhões de euros.

Progressos em investimentos e na otimização do portfólio

No segundo trimestre, a Covestro otimizou ainda mais seu portfólio. O negócio europeu de casas de sistemas está sendo vendido para a H.I.G. Capital por um valor da ordem de dois dígitos de milhões de euros.

Paralelamente, o Grupo continua mantendo o foco em investimentos para geração de valor: em maio, a Covestro avançou na expansão da produção de filmes de policarbonato em Dormagen, Alemanha. O investimento faz parte de um programa que totaliza 100 milhões de euros, com o qual a Covestro pretende reforçar a área de filmes especializados, dotada de altas margens.

Uma vez obtidas as licenças oficiais necessárias, será iniciada a construção de uma unidade dedicada para fornecimento de cloro para a já existente produção de MDI em Tarragona, Espanha, no fim do ano. O primeiro marco interno foi atingido em Baytown, Texas (EUA), onde está prevista uma nova planta de grande escala para produção do precursor de espuma rígida MDI. Agora começará o planejamento técnico detalhado por uma equipe de projeto com 100 integrantes.

Crescimento nos volumes principais de poliuretanos e policarbonatos

No segmento de poliuretanos, os volumes principais cresceram 0,7%. As vendas caíram 24,3% para 1.489 milhões de euros, movidas pela queda nos preços de venda decorrente do aumento da concorrência. A baixa nos preços de venda também se refletiu no EBITDA, que caiu para 172 milhões de euros (-70,5%).

Os volumes principais em policarbonatos subiram 4,4% em relação ao trimestre do ano anterior. Apesar da indústria eletroeletrônica e o setor de construção terem contribuído para esse crescimento, os volumes caíram na indústria automobilística. As vendas apresentaram queda de 15,0% para 898 milhões de euros no segundo trimestre de 2019. O EBITDA no segmento de policarbonatos foi 46,0% mais baixo, somando 154 milhões de euros, principalmente devido à queda nos preços de venda.

O segmento de revestimentos, adesivos e especialidades apresentou um declínio de 4,7% nos volumes principais. Como resultado, as vendas caíram 1,3% para 621 milhões de euros. Contudo, os movimentos da taxa de câmbio e a aquisição gradual das participações na DIC Covestro Polymer Ltd., sediada no Japão, tiveram efeito positivo. O aumento da participação na joint venture japonesa também gerou um efeito positivo não recorrente sobre o EBITDA, que subiu 7,9% para 150 milhões de euros no segundo trimestre de 2019.

Concorrência intensa: um marco do 1º semestre de 2019

No geral, os primeiros seis meses de 2019 foram marcados pelo aumento da concorrência. Os volumes vendidos mantiveram-se predominantemente estáveis (-0,4%), enquanto as vendas totais caíram 16,4% para 6.386 milhões de euros, devido aos preços mais baixos de venda. Especialmente nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos, os preços de venda ficaram bem abaixo daqueles do mesmo período do ano anterior. Como resultado, o EBITDA caiu 56,0% para 901 milhões de euros. A receita líquida atingiu 368 milhões de euros (-70,5%). O fluxo de caixa operacional livre caiu para 100 milhões de euros negativos.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros voltados principalmente para os segmentos automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (equivalendo à jornada integral) no fim de 2018.

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Prévia da K 2019 – Covestro destaca sua visão de um mundo sustentável e digital

17/07/2019

  • Busca por ciclo de material em toda a cadeia de valor
  • Pioneira no caminho para um futuro sem matérias-primas fósseis
  • Programa abrangente para digitalização
  • Soluções inovadoras para indústrias-chave

Durante a conferência de imprensa Prévia da K2019, realizada no Centro de Convenções da Messe Duesseldorf em 2 de julho passado, a fabricante de materiais Covestro apresentou em primeira mão as novidades a serem exibidas na Feira K 2019 em Outubro. Apresentado pelo CEO da Covestro, Dr. Markus Steilemann, e por Jochen Hardt, vice-presidente e especialista em marketing da Covestro, a empresa divulgou suas várias inovações e projetos que visam ampliar as fronteiras de um mundo sustentável e digital.

Na feira de plásticos K 2019, em Düsseldorf, a Covestro apresentará soluções inovadoras em materiais que, segundo a empresa, fornecem respostas aos desafios atuais do mundo. Os visitantes da principal feira do mundo para a indústria de plásticos e borracha encontrarão exemplos disso apresentados pela Covestro no estande A75, no Hall 6. De 16 a 23 de outubro de 2019, produtos e tecnologias para as indústrias automotiva, de construção e eletrônica estarão em exibição , além de aplicações inovadoras e funcionais nos setores da saúde, móveis, esportes e lazer.

“Além do avanço da digitalização, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas serão uma força motriz na sociedade e na economia para os próximos anos”, disse o CEO Markus Steilemann aos jornalistas. “O atingimento desses objetivos não é apenas imperativo para um mundo melhor, mais limpo e mais saudável, mas também possui um grande potencial econômico a longo prazo”, explicou o CEO. “A Covestro está determinada a implementar as metas de sustentabilidade da ONU em muitos níveis.”

Steilemann apontou o desenvolvimento de uma economia circular funcional e uma melhor gestão de recursos fósseis limitados, principalmente o petróleo bruto, como pontos centrais para o aumento da sustentabilidade. “Essas são metas que impactarão a sociedade como um todo e a Covestro quer contribuir para isso. Dentro de nossa empresa, queremos estabelecer ciclos de materiais ao longo de toda a cadeia de valor, desde os fornecedores, passando pela produção e logística, até o uso de nossos produtos e sua reutilização ”, explica Steilemann.

Ao reciclar plásticos usados, será importante poder esgotar todas as possibilidades técnicas. “O método relativamente novo de reciclagem química também é uma opção, que requer suporte adicional”, disse o CEO.

Um aspecto fundamental para o desenvolvimento de uma economia circular na indústria de plásticos e indústria química é fechar o ciclo de carbono com recursos reciclados. Aqui, vale a pena considerar o uso de resíduos de plantas e, cada vez mais, a utilização de gás carbônico como alternativas para os recursos fósseis. A Covestro já alcançou vários resultados nessas áreas. “Queremos nos tornar pioneiros no caminho para um futuro sem recursos baseados em materiais fósseis e enfatizar nossa reivindicação de liderança no setor”, enfatizou Steilemann.

Digitalização cria valor agregado

Outra força motriz é o avanço da digitalização. A Covestro quer aproveitar as oportunidades nessa área e iniciou um programa abrangente, com foco no cliente. Para isso, a empresa está incorporando tecnologias e processos digitais na produção, na cadeia de suprimentos, na pesquisa e desenvolvimento, em todos os pontos de contato com os clientes e no desenvolvimento de novos modelos de negócios. Vários tópicos e exposições na K 2019 destacam a importância da digitalização para a empresa, que espera estabelecer referências nesse campo na indústria de plásticos e de produtos químicos.

Os exemplos abaixo dão uma ideia dos desenvolvimentos que a Covestro apresentará na K 2019.

Sociedade completamente conectada

Um requisito importante para a mobilidade do futuro e a digitalização de todas as áreas da vida e dos negócios é a nova tecnologia de transmissão 5G. Para construir a infra-estrutura para isso, a Covestro está trabalhando em conjunto com a Deutsche Telekom e o Umeå Institute of Design para desenvolver soluções inovadoras em materiais para estações base, antenas e outros componentes do sistema. A Covestro também está trabalhando em uma solução em filme de múltiplas camadas em conjunto com um novo processo de fabricação para as partes de trás da estrutura de smartphones. Ao contrário dos elementos convencionais de metal, estes filmes de policarbonato são permeáveis ​​à radiação de alta frequência.

Interiores de automóveis do futuro

O destaque da exposição na K 2019 é um conceito de interior automotivo abrangente para a mobilidade futura. Em linha com a última tendência, a mostra pretende transformar interiores de automóveis em espaços multifuncionais e móveis para a vida e o trabalho. “Desenvolvemos o conceito em conjunto com parceiros-chave industriais e acadêmicos”, explicou Jochen Hardt, especialista em marketing da Covestro e líder do projeto. “Isso envolve funcionalidade, conforto e design em igual medida, além de eficiência.” O carro do futuro é totalmente conectado em rede e é perfeitamente integrado à vida cotidiana. Os principais recursos de design são superfícies com aparência e toque decorativos, iluminação ambiente integrada, os últimos sistemas de entretenimento digitais e conceitos em assentos de última geração.

Produtos têxteis derivados de gás carbônico

Juntamente com parceiros como a RWTH Aachen University e vários fabricantes de têxteis, a Covestro conseguiu produzir fibras têxteis elásticas a partir de poliuretano termoplástico derivado parcialmente de CO2 e, como resultado, substituiu em parte o petróleo bruto como matéria-prima. O ponto de partida é um produto intermediário chamado cardyon®, que já é usado para para produzir a espuma macia encontrada em colchões e nas camadas de base dos campos esportivos. Os parceiros estão atualmente trabalhando no desenvolvimento da produção de têxteis em escala industrial e querem introduzir um ciclo de material que seja baseado em recursos sustentáveis ​​para a indústria têxtil e de vestuário.

Energias renováveis ​​em ascensão

Além de promover uma economia circular eficiente, a Covestro também está comprometida em expandir ainda mais o uso dos plásticos em energias renováveis, como a energia eólica. A cooperação com parceiros levou ao desenvolvimento de uma resina de poliuretano, bem como de uma tecnologia de processo, que torna possível a fabricação de pás de rotores de turbinas eólicas de forma eficiente e econômica, afirma a empresa. A Covestro recentemente processou seu primeiro pedido comercial nessa área proveniente da China.

Com 2018 vendas de 14,6 bilhões de euros, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados ​​em muitas áreas da vida diária. Os principais segmentos atendidos são os setores automotivo, de construção civil, processamento de madeira e móveis, e elétricos e eletrônicos. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.800 pessoas (calculadas como equivalentes em tempo integral) no final de 2018.

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Huntsman apresenta nova gama de materiais baseados em Poliuretanos para Impressão 3D durante a Prévia da K 2019

11/07/2019

A empresa química Huntsman delineou no dia 3 de julho, durante apresentação na Prévia da Feira K2019, em Düsseldorf, na Alemanha, os detalhes de uma nova gama de materiais para manufatura aditiva desenvolvida pela empresa, que visam atender a necessidades emergentes na indústria da impressão 3D. A plataforma de manufatura aditiva Iroprint da Huntsman contém três diferentes tipos de materiais à base de poliuretano (resinas, pós e filamentos), que podem ser impressos em 3D por meio da utilização de uma variedade de métodos de manufatura aditiva, incluindo estereolitografia (SLA), sinterização de alta velocidade (HSS) e fabricação por filamentos fundidos (FFF).

Inicialmente, a Huntsman vai lançar a sua linha Iroprint de materiais de manufatura aditiva macias e flexíveis na indústria global de calçados e esportes, onde a impressão 3D já está sendo utilizada para criar tanto sapatos personalizados como aqueles fabricados em massa. A longo prazo, a Huntsman planeja ampliar a sua plataforma de manufatura aditiva Iroprint para uma gama mais vasta de aplicações e indústrias.

Atualmente, a plataforma de manufatura aditiva Iroprint inclui três linhas de produtos que foram otimizadas para trabalhar com as principais técnicas de impressão 3D preferidas pelos fabricantes de calçados.

  • Resinas: as resinas Iroprint R são uma gama de sistemas de resinas líquidas de um só componente, macias e duráveis, que podem ser impressas em 3D através de estereolitografia (SLA), processamento de luz digital (DLP) e outros métodos de cura por radiação.
  • Pós: para as empresas que pretendem imprimir em 3D com materiais em pó, os pós Iroprint P são uma linha de poliuretanos termoplásticos (TPU) de alto desempenho para modalidades de impressão através de sinterização de alta velocidade (HSS).
  • Os filamentos F Iroprint são uma coleção de materiais TPU de alto desempenho que possuem um diâmetro consistente e foram concebidos para uso através da técnica de fabricação por filamentos fundidos (FFF) e outras tecnologias de impressão à base de extrusão.

Todas as três linhas de produtos de manufatura aditiva Iroprint foram otimizadas para a produção de componentes de calçados e são fáceis de usar e imprimir, oferecendo resistência avançada à abrasão, ao alongamento e ao rasgo, afirma a Huntsman. Para as modalidades de impressão 3D com cura por radiação, tais como Estereolitografia (SLA) ou Processamento de Luz Digital (DLP), as resinas R Iroprint também oferecem capacidades de longa durabilidade e cura rápida, garante a empresa.

Durante a sua apresentação na Prévia da K2019 em Dusseldorf, na qual a Huntsman lançou a sua plataforma de manufatura aditiva Iroprint, Stephane Peysson (foto), Diretor de Desenvolvimento de Negócio Global da Huntsman Polyurethanes, adiantou: “A nossa equipe de incubação de inovação trabalhou numa colaboração próxima com usuários finais e líderes industriais para desenvolver a nossa carteira de produtos de manufatura aditiva Iroprint. Juntos, nós analisamos detalhadamente os fatores que criam um bom material de impressão 3D e o que tem faltado no mercado até o momento. Acreditamos que o lançamento do nosso portfolio de manufatura aditiva Iroprint preenche a lacuna que existe hoje no mercado em relação a uma gama de materiais de impressão 3D funcionais, duráveis e ao mesmo tempo mais macios, agnósticos à tecnologia, econômicos e fáceis de imprimir – qualquer que seja a técnica de produção 3D preferida.”

“Antes do lançamento da gama Iroprint, nós estivemos construindo relações com parceiros tecnológicos chave que, por sua vez, trabalham com algumas das maiores marcas de calçados do mundo. Antevemos grandes oportunidades para os nossos materiais de manufatura aditiva Iroprint em outros setores do mercado de impressão 3D, desde componentes para a indústria automobilística até objetos para aplicações na área de “Internet das Coisas” (IoT). Estamos vivendo um tempo incrivelmente excitante no mercado de manufatura aditiva, com estimativas sugerindo que o setor deverá crescer mais de 20% até 2024. Estamos ansiosos por discutir o lançamento da nossa plataforma de manufatura aditiva Iroprint com qualquer pessoa que esteja ativamente envolvida na impressão 3D durante a feira K, em Outubro, em Düsseldorf.”

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BASF apresentou inovações e soluções sustentáveis na Feiplastic 2019

17/05/2019

Soluções da BASF para as indústrias automotiva, de embalagens, da construção, de bens de consumo, aplicações industriais, plasticultura, entre outras, fizeram parte do portfólio apresentado pela companhia no stand da Feiplastic 2019.

“A Feiplastic foi uma excelente oportunidade para apresentar nossas soluções e estreitar o relacionamento com o mercado”, considera Murilo Feltran, gerente de marketing e produto de Materiais de Performance da BASF. “Além das tecnologias inovadoras, nosso forte é a atuação em estreita colaboração com nossos clientes, entendendo suas necessidades e desenvolvendo soluções de acordo com cada necessidade”, afirma.

Materiais de desempenho

Uma das principais novidades foi a plataforma digital exclusiva para oferecer o portfólio de soluções para a indústria de calçados, como um novo canal de relacionamento com os clientes. A BASF fornece PU e TPU para produção de solas, entressolas, palmilhas e outros componentes que, segundo a empresa, permitem a fabricação de calçados de maior desempenho, conforto e durabilidade, atendendo às tendências e demandas dos consumidores. A ferramenta online, de interface amigável, está disponível no link http://www.shop.basf.com.br/calcados.

Entre os materiais com destaque na Feiplastic estão as soluções sustentáveis para o mercado de isolamento térmico, que têm como base o HFO e a água aplicados como agentes expansores de quarta geração para o mercado de refrigeração. A tecnologia é uma alternativa aos agentes de expansão utilizados convencionalmente e permite a redução nas emissões de gases de efeito estufa.

Também apresentando pegada sustentável, foi apresentado o polímero compostável e biodegradável ecovio®, obtido a partir de matérias-primas renováveis. O material tem desemepenho semelhante aos plásticos normalmente utilizados, atendendo requisitos de aparência, propriedades mecânicas e processabilidade, sofrendo degradação somente em condições de compostagem, afirma a BASF. Pode ser aplicado em filmes para agricultura, produção de copos, sacolas compostáveis certificadas e embalagens diversas, entre outras possibilidades.

A poliamida Ultramid® Deep Gloss agora está disponível também em cores. O material originalmente usado na cor black piano, está abrindo possibilidades para projetos mais versáteis de interiores de carros, com cores contrastantes e que seguem tendências de mercado. Segundo a BASF, o material possui propriedades diferenciadas, tais como resistência a riscos, à radiação UV e alta resistência química. Além disso, afirma a empresa, o alto nível de brilho reproduz estruturas com detalhes fiéis, permitindo uma mistura bem contrastante de luz e sombra, sem revestimento adicional.

Durante a feira, a BASF também promoveu a sua poliamida semicristalina que permite que a luz passe sem barreiras. Segundo a empresa, o Ultramid® Vision combina a transparência à luz com uma baixíssima dispersão, sendo a primeira poliamida semicristalina do mundo para componentes semitransparentes ou transparentes para ambientes com muitos desafios químicos. A BASF afirma que a poliamida é resistente aos raios UV, às altas temperaturas, aos riscos, a químicos e atende aos requisitos de segurança contra a propagação do fogo. A solução pode ser usada em diversas áreas de aplicação, sendo recomendada especialmente para peças de controle visual, iluminação ou design de luz.

Embalagens

A embalagem tem papel fundamental na garantia da qualidade de alimentos, desde a produção até a mesa do consumidor. As poliamidas são a melhor opção quando há a necessidade de aumentar o tempo de vida dos produtos através do aumento de propriedades mecânicas, proteção para migração de gorduras, barreira ao oxigênio e aromas. Por meio da parceria com seus clientes, a BASF buscou atender solicitações de melhoria de propriedades óticas, maior flexibilidade e menor encanoamento, sem perder as propriedades tradicionais das poliamidas. E o resultado foi, segundo a empresa, o desenvolvimento do Ultramid C37 LC, copolímero de poliamida com o menor ponto de fusão das poliamidas tradicionais encontradas no mercado – perto dos 180º.C. A BASF afirma que o material é o mais indicado para sacos encolhíveis e filmes termoformados e outras aplicações onde a estrutura a ser utilizada é assimétrica.

Aditivos para plásticos

A BASF afirma que vem buscando soluções em aditivos para plástico ecologicamente corretas, focadas em sustentabilidade e que visam evitar a degradação e estender a vida útil dos plásticos. Esses requisitos se tornaram mais rigorosos também nas aplicações automotivas e, alinhado ao aumento da durabilidade das espumas de poliol e poliuretano, o seu PUR 70 encontra um nicho de aplicação. Segundo a empresa, o aditivo diminui drasticamente a emissão de aldeídos e componentes orgânicos voláteis, é livre de amina e atende aos requisitos VDA 278 10/11.

De acordo com a empresa, o seu Tinuvin® XT 55, um aditivo estabilizador à luz, confere durabilidade, além de melhorar os processos de fabricação. Tem aplicações em monofilamento de polietileno, usados para produção de grama sintética e poliolefinas, fitas para telas de sombreamento, andaimes, geotêxteis e big bags, entre outros. O fabricante afirma que o aditivo auxilia na resistência às condições climáticas adversas, incluindo exposição prolongada à luz ultravioleta, temperatura elevada e oscilante, além de poluentes ambientais.

Já o Irgastab IS 3066L, utilizado nas aplicações em PVC, promove melhoria na produtividade e maior viabilidade econômica, além de estar em conformidade com o FDA para aplicações em contato com alimentos, assegura a BASF.

Fonte: BASF

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Lanxess apresenta soluções em plásticos de engenharia, pré-polimeros, pigmentos e aditivos na Feiplastic 2019

17/04/2019

  • Foco em materiais para nova mobilidade
  • Pigmentos para coloração de plásticos
  • Novas aplicações de PU na indústria
  • Plastificantes e retardantes de chama halogenados e não halogenados

A Lanxess exibirá uma série de soluções em materiais para as indústrias de plásticos na Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, que acontece de 22 a 26 de abril no Expo Center Norte, em São Paulo. As unidades de negócios High Performance Materials (HPM), Pigmentos Inorgânicos (IPG), Uretanos (URE), Aditivos (ADD) e Rhein Chemie (RCH) apresentarão uma variedade de produtos e recursos de serviços para atender às necessidades atuais do mercado.

Materiais para novas formas de mobilidade

Um dos principais focos da Lanxess na Feiplastic são as soluções para atender a demandas crescentes na indústria automotiva em todo o mundo, tais como maior eficiência energética e combustíveis alternativos (veículos elétricos e híbridos) – área que apresenta inúmeras oportunidades para suas poliamidas de alta resistência ao calor, da linha Durethan®, produzidas pela divisão de Plásticos de Engenharia de Alto Desempenho (HPM).

O desenvolvimento de motores pequenos, potentes e eficientes também estão exigindo novas alternativas em materiais para o compartimento do motor. Para essas aplicações, a Lanxess apresenta os produtos da sua linha de Poliamidas XTS. Segundo a Lanxess, as suas resinas XTS1 (Poliamida 6) e XTS2 (Poliamida 6.6) resistem, respectivamente, a temperaturas contínuas de até 200 e 230 graus Celsius. No mercado europeu, essas Poliamidas já são utilizadas em coletores de admissão de veículos com motor turbo, por exemplo. Também com relação aos motores turbo, a empresa destaca as Poliamidas para aplicações em peças moldadas por sopro, como dutos de ar dos sistemas de reaproveitamento de gases de motores turbo.

Outros destaques são soluções para veículos híbridos e elétricos. Como exemplo dessas aplicações, a empresa apresentará um suporte da bateria feito em Poliamida reforçado com fibra de vidro. A Lanxess exibirá ainda o projeto de um carter de óleo do motor totalmente feito em plástico, desenvolvido pela Lanxess para a Porsche. Esse componente era antes produzido em alumínio. Segundo a empresa, com o uso do plástico seu peso foi reduzido de 5,6 para 3,5 kg, ao mesmo tempo em que foram integradas mais 12 funções à peça.

Ainda como destaque na feira estarão os compósitos termoplásticos reforçados com fibra contínua, da família de produtos Tepex®, que estão se tornando cada vez mais importantes para o projeto de veículos leves e que podem ser encontrados hoje em um número crescente de aplicações de produção em série. A Lanxess exibirá um assento automotivo dianteiro totalmente produzido em plástico, utilizando as chapas de compósito TEPEX® e sobre-injeção das nervuras em Durethan® reforçado com fibras de vidro.

Pré-polimeros: novos desenvolvimentos para o mercado

A divisão de Uretanos (URE) da Lanxess traz para o evento novas soluções de aplicações para diversos mercados. Entre as novidades, estão as telas de mineração em Vibrathane® 7085 (MDI -Poliester), que, segundo a empresa, oferecem alta resistência à abrasão e a rasgos acima da média.

Outra novidade, assim como o Vibrathane® 7085, são as soluções em materiais de alto desempenho que não necessitam de pós-cura e podem ser utilizados para revestimentos. Segundo a Lanxess, tais materiais trazem ganhos em produtividade e vantagens no consumo de energia. Na feira, o visitante poderá ver exemplos que estão sendo desenvolvidos pela Lanxess em tubos utilizados no segmento da mineração e petróleo e gás.

O estande também terá amostras da nova linha de adesivos para a reciclagem de espumas ou borrachas. Com esses adesivos à base de MDI, a sustentabilidade entra como protagonista: os pedaços de espuma gerados na produção de colchões podem ser agrupados e assim utilizados em conjunto na confecção de uma nova peça. Outro exemplo de aplicação pode ser usado na produção de pisos de playground e academias, que funcionam como eficientes isolantes acústicos.

Pigmentos de Alto Desempenho

A unidade de negócios de Pigmentos Inorgânicos (IPG) da Lanxess apresentará sua linha de pigmentos de óxidos de ferro e cromo, sob as marcas Bayferrox e Colortherm. Essa linha de produtos, desenvolvidos especificamente para a coloração de plásticos, abrange uma gama de tonalidades entre os amarelos, vermelhos, marrons, pretos e verdes, sendo usados em diversas aplicações, incluindo materiais de embalagem; tubos e elementos de conexão; compostos de madeira e plástico (WPC); interiores automotivos; grama sintética; superfícies esportivas e telhas de PVC, entre outras.

Quando se trata de coloração de plásticos, os pigmentos devem atender criteriosas exigências do setor. Segundo a Lanxess, as suas linhas de pigmentos Bayferrox e Colortherm para a indústria de plásticos garantem boa dispersabilidade, estabilidade à altas temperaturas, e alta resistência à luz e intempéries dentre outras características, sendo adequados para atingir rapidamente a concentração final da cor.

Plastificantes, Retardantes de chama e outros aditivos

A divisão de Aditivos (ADD) apresenta na feira sua ampla variedade de aditivos para plásticos, como os plastificantes livres de ftalatos e retardantes de chama halogenados e não halogenados. O portfólio de produtos oferece soluções para aplicações nas diferentes necessidades dos setores automotivo, de construção, moveleiro, têxtil, alimentício, eletrônico, entre outros. As linhas de produtos das marcas Mesamoll®, Adimoll®, Ultramoll®, Disflamoll®, Emerald Innovation®, Firemaster® e Reofos® estão entre os destaque no estande da Lanxess.

Por fim, a outra unidade de negócios que vai participar da Feiplastic é a Rhein Chemie (RCH), especializada em produtos químicos especiais e auxiliares de processamento para as indústrias de borracha, plásticos e corantes. Para a feira deste ano, a Rhein Chemie trará os corantes solúveis da linha de produtos Macrolex®. Segundo a empresa, os produtos usados para colorir garrafas plásticas para as indústrias de alimentos e cosméticos, devido ao seu alto brilho e transparência, bem como aos rigorosos requisitos de pureza colocados nessas aplicações. A linha Macrolex se destaca pelo atendimento às certificações ANVISA e FDA.

A Lanxess é uma empresa líder em especialidades químicas, com vendas de EUR 7,2 bilhões em 2018. Atualmente, a empresa tem cerca de 15,400 funcionários em 33 países e está representada em 60 locais de produção em todo o mundo. O core business da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de intermediários e especialidades químicas, aditivos e plásticos.

SERVIÇO:

Feiplastic – Feira Internacional do Plástico
Data: 22 a 26 de Abril
Local: Expo Center Norte
Endereço: R. José Bernardino Pinto, 333 – Vila Guilherme | São Paulo
Estande Lanxess: J44

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lanxess

Organizadores da Feiplar Composites & Feipur divulgam balanço do evento; Feira recebeu mais de 14.900 visitantes

10/12/2018

Entre os dias 6 e 8 de novembro de 2018, foi realizada a décima edição da Feiplar Composites & Feipur – Feira e Congresso Internacionais de Composites, Poliuretano e Plásticos de Engenharia, no Expo Center Norte, em São Paulo, SP, Brasil. Esta edição recebeu mais de 14.900 visitantes, um número 17 % superior ao evento de 2016, e ainda registrou outros importantes resultados como:

  • O aumento de 15% na quantidade de empresas que visitaram o evento
  • Crescimento de 34% no total de profissionais da América do Sul (excluindo o Brasil)
  • Recorde de participação de empresas fabricantes de peças: 51 empresas expuseram suas peças como Agrale, Annycasty, ASW, Bakof, Batevento, Capoliuretanos, Carbon Store, Carbox, Coart, Cogumelo, Cris-Metal, Engecom, Engiprinters, Fastplas, Fibrasmil, Gede Compósitos, Hogase Espuma, Estilglass, Fadim, Holos, Horus Aeronaves, IsoCompósitos, JE Fiber, Kohlenia, Luxtel, Mantoflex, Mantova, Mmolde, Nova Poliuretanos, Piatex, Plaquitex, Plasbortech, Polispuma, Projeto Júpter, R9 Postes e Cruzetas, Real Poliformas, Retaprene, SAC Composites, Speed Kids, Stratus, Stringal, Sunrise, Tanquetec, Technocoats, Themo-Iso, UCS, Unesp, Unicamp, Unifibra, UPR e VCI Composites. Foram apresentados, no total, 190 produtos acabados.

“Para os expositores, o público visitante foi extremamente qualificado e interessado em novos projetos”, explicou Simone Martins Souza, diretora do Grupo ArtSim, responsável pela organização do evento. “Os fabricantes de peças que expuseram no evento informaram que os resultados com contatos potenciais foi muito acima da expectativa. Até esta edição, viam a feira como um evento para se visitar, mas agora estão considerando como um evento para negócios.”

A exposição contou com mais de 280 empresas que apresentaram seus produtos e tecnologias, sendo 18% de outros países (total de 50 empresas), liderados por China e Estados Unidos, além da Argentina, Itália, Áustria, Suécia, Alemanha, Austrália, Dinamarca, Portugal, República Tcheca, Chile, Bangladesh e Inglaterra.

Paralelamente, cerca de 100 palestras técnicas ministradas no Congresso SAMPE Brasil, Congressos Internacionais e Painéis Setoriais reuniram um público de 2.640 profissionais. A sexta edição do Congresso SAMPE Brasil (Sociedade para o Avanço de Materiais e Engenharia de Processos) contou com apresentações de importantes nomes da indústria e especialistas de materiais como Scott Tolson (Sigmatex), Kim Gingras (Solvay), Magalena Sandstrom (Diab Group), Carsten Schuett (Evonik), Joe Spangler (Teijin), Benjamin Benz (Olin Corporation) e Jose Maria Fernandes Marlet (Alltec Composites). Empresas e entidades como a Alpatechno, ICL, Cannon, Arkema, Covestro, COIM, Almaco, Fadim, IPT, Texiglass, Instituto Federal da Bahia, Tetra Pak, Sabic, Universidade Federal do ABC, Mercedes-Benz Brasil e Universidade do Sagrado Coração mostraram suas novas tecnologias e soluções no Congresso Internacional de Poliuretano, Congresso Internacional de Composites, e Congresso Internacional de Plásticos de Engenharia & Compostos Termoplásticos.

Para complementar o conteúdo técnico, foram realizados os Painéis Setoriais (seminários), que abordaram diversos mercados como Náutico, Isolamento Térmico, Saneamento Básico, Petróleo & Gás, Automotivo, Construção Civil, Mineração, Energia Eólica, Aeroespacial e Espumas Flexíveis, com a participação de empresas e instituições nacionais e internacionais: Abcol, Abeeolica, ABNT, Abratufi, Abrava, Acobar, Agrale, Alan Harper/AH Brasil, Assintecal, BASF, Brana, Chemours, Comissão Setorial de Poliuretanos da Abiquim, Covestro, CPIC, Dow, Embraer, Evonik, Green Composites, Hennecke, Honeywell, Huntsman, Ibcom, IPT, Jushi, Lantor, Lanxess, Lubrizol, M.Cassab, Makerbot, Owens Corning, PNUD-Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Purcom, R&D, Sabesp, Saertex, Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, Sika, Solvay, Stacplastic, Teijin, Texiglass, Toray/Tencate, UBE e Univar.

Ainda foram realizados outros eventos simultâneos como:

  • Compósitos: Tecnologia, inovações e tendências (treinamento Almaco)
  • Tecnologias de ensaios não-destrutivos – NDT – para materiais e estruturas em composites e Avanços na tecnologia out-of-autoclave: materiais, metodologia de processamento e aplicações (cursos SAMPE EUA)
  • Durabilidade dos Compósitos: Modos de falha, Aspectos fundamentais na produçãode postes em compósitos e Inovações tecnológicas no Projeto e produção de tubos e tanques em compósitos (Fórum Ibcom)
  • Aquecimento por radiação infravermelho: noções e aplicações (demonstração técnica da Heraeus Noblelight)
  • Fabricação de postes em PRFV pelo processo de filament winding (demonstração técnica da Fibermaq)
  • Tecnologia Ontec – máquina de telas para reforço de compósitos e Tecnologia GFM-Máquinas para fabricação de filamentos e mantas de fibra de vidro (demonstrações técnicas da Rivitex).

Durante a Feiplar Composites & Feipur 2018 também foi realizada a quinta edição do Desafio Acadêmico em Composites SAMPE, que teve o objetivo de introduzir o tema “perfil em material composites” no meio acadêmico e contou com a inscrição de 51 projetos universitários (recorde mundial). Deste total, 35 foram classificados e 33 participaram das sessões de apresentação de vídeo e ensaios. O vencedor geral do V Desafio Acadêmico SAMPE Brasil foi o Centro Universitário da FEI (vencedor nas categorias A e C). A Unicamp – Universidade Estadual de Campinas venceu na categoria B e o Instituto Mauá de Tecnologia, na Categoria D.

A VI Fiberglass, como tem feito nas últimas edições do evento, organizou um momento especial para os seus clientes e visitantes, através de uma interessante e divertida apresentação do humorista Saulo Laranjeira, que interpreta, entre outros personagens, o Deputado João Plenário (A Praça É Nossa).

A Cerimônia do Prêmio Excelência, que neste ano reuniu mais uma vez os setores de composites, poliuretano e plásticos de engenharia num único evento, no dia 6 de novembro, com um público superior a 170 pessoas, mostrou os grandes nomes do mercado de plásticos de performance diferenciada, seja no desenvolvimento de peças, no fornecimento de matérias-primas e equipamentos, ou na atuação individual dos profissionais. As empresas vencedoras na categoria Produtos Acabados foram Termofixo, Sasazaki, Mantova, Horus Aeronaves, Universidade Caxias do Sul, Dupont, Cogumelo, Plasbortech, M.Molde, Fadim, Unicamp e Real Poliformas. Na categoria Destaque de Fornecedor, a Owens Corning, BASF e Sabic foram premiadas como Fabricantes do Ano, e VI Fiberglass, Purcom e Piramidal, como Distribuidores do Ano. As Personalidades do Ano foram Rodrigo Braga (Owens Corning), Jan Krueder (Química Anastácio) e Thiago Vides (DuPont). A homenagem aos profissionais que se dedicam de forma contínua e destacada no mercado (categoria Conjunto da Obra) consagrou Edouard Zurstrassen (ex-Owens Corning), Hélio da Costa Jr. (Amino Química) e Fernando Moncorvo (Pepasa). O Hall da Fama recebeu novos e importantíssimos nomes: Horst Peterhans (Mastergel) e Luiz Claudio Saldanha (Covestro).

A Feiplar Composites & Feipur 2018 foi patrocinada pelas empresas MCassab, Huntsman, Texiglass, Transtécnica, VI Fiberglass, Chem-Trend, Abcol, MVP, Covestro, Purcom, Owens Corning, Saertex e BASF, e contou com o apoio técnico da Sampe Brasil, Comissão de Poliuretanos da Abiquim, Almaco e Ibcom.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplar & Feipur

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