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Volume produzido pela indústria brasileira de embalagens flexíveis ultrapassa 1 milhão de toneladas no primeiro semestre de 2020

08/09/2020

A ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) acaba de divulgar os dados de sua pesquisa setorial feita com exclusividade pela W4Chem. De acordo com o levantamento, o setor produziu 1,026 milhão de toneladas, com um consumo aparente de 1,003 milhão de ton. Neste período a importação de embalagens plásticas flexíveis ficou na casa das 31 mil toneladas e as exportações chegaram a 54 mil toneladas.

Chama a atenção na pesquisa o desempenho da indústria de alimentos como principal cliente do setor. Do total de embalagens produzidas no semestre, 38% foram absorvidas pelo setor alimentício. O segundo principal cliente são as aplicações industriais (18%), seguidas pelos descartáveis, com 13%. A indústria de bebidas e o setor de agropecuária tiveram desempenho semelhante, 9% cada, assim como higiene pessoal e limpeza doméstica, com 5% cada. Pet food começa a ganhar mais espaço e já responde por 2% do consumo de embalagens plásticas flexíveis produzidas no país.

Esta é a primeira vez que o estudo da W4Chem, feito para a ABIEF, traz a segmentação pelo tipo de estrutura utilizada nas embalagens. O resultado mostra que as estruturas multicamadas – stretch, shrink, BOPP, coextrudados, laminados e embalagens barreira – ainda são dominantes, com uma participação de 33% no total produzido. Na sequência vem monocamada com 28% (stretch, shrink e bobina); shrink com 13%; sacolas de varejo e sacos de lixo também com 13%; stretch com 10% e outros (lonas e filmes agrícolas) com 3%.

“A partir deste relatório também foi incluído no dimensionamento do mercado o volume de poliolefinas recicladas utilizadas em embalagens flexíveis. Por isso, os volumes totais dos dois primeiros trimestres de 2020 também foram revisados”, explica Rogério Mani, empresário e Presidente da ABIEF. Segundo ele, este ajuste foi necessário para refletir de forma fidedigna a realidade do mercado. “As resinas recicladas são uma realidade e já tem uma participação importante no mercado nacional.”

Com mais de 40 anos de atividades, a ABIEF trabalha para o crescimento sustentável do mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental. A entidade reúne empresas de todo o Brasil, fabricantes de filmes monocamada coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; e embalagens especiais.

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Adirplast tem recuperação de vendas em Junho e Julho e prevê segundo semestre estável

05/09/2020

Volume total de vendas dos associados da Adirplast no mês de julho foi 23% maior que o de junho. De janeiro a julho deste ano foram vendidas 259.041 toneladas (incluindo todas as resinas e os filmes de BOPP e BOPET)

Mesmo com a pandemia afetando todos os setores da economia brasileira, os associados da Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) estão conseguindo recuperar parte de suas vendas. Segundo a entidade, a demanda no mês de julho foi 23% maior do que a de junho, que já tinha apresentado uma tendência de alta. “A recuperação é gradual. Junho foi 31,1% maior que maio, que por sua vez foi 11,8% maior que abril – pior mês do histórico da associação”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade.

O volume de vendas total dos associados Adirplast (incluindo todas as resinas e os filmes BOPP e BOPET) de janeiro a julho de 2020 foi de 259.041 toneladas. Comparando esse período com os mesmos meses de 2019, houve uma queda de 6,9% nas vendas. Considerando os volumes por grupo de produtos, em julho deste ano foram vendidos pelas empresas associadas à entidade 36.560 toneladas das commodities PEs, PP e PS, 2.663 toneladas de plástico de engenharia (PA6, PA6.6, PMMA, PC, PBT, ABS-SAN, POM e PU) e 3.462 toneladas de filmes Bi-orientados (BOPP e BOPET). “Estes volumes representam cerca de 10% do consumo brasileiro de resinas plásticas, inclusive recicladas. Não entra nesta conta apenas o PVC”, observa Gonçalves.

Para o vice-presidente da Adirplast, Osvaldo Cruz, a retomada das vendas em junho e julho foi significativa. Porém, ainda não é capaz de neutralizar a brutal parada da economia iniciada na segunda quinzena de março e que teve seu pico em abril. “É preciso observar que, no acumulado do ano, ainda estamos em patamar 6,9% inferior ao igual período de 2019, que, diga-se de passagem, também não foi um ano de grande desempenho nem para o setor plásticos nem para a economia do país”, ratifica.

Apesar de pontuar a realidade, Cruz diz que, diante das condições atuais, em meio a uma pandemia, foi possível ver nos meses de junho e julho deste ano uma capacidade formidável de reação do mercado nacional. “Se levarmos em conta os prognósticos mais sombrios que apareciam nos noticiários, essa reação traz um alento e sinaliza um segundo semestre melhor para a economia e, consequentemente, para os setores produtivo e da distribuição. Há luz no fim do túnel!”, ressalta.

O ano teve sua história transformada pela pandemia do Covid-19, explica Daniela Antunes Guerini, diretora da Mais Polímeros. “Já no mês de março as projeções mudaram, devido à queda do volume de venda. Abril trouxe um novo cenário (um dos piores da história), volume baixo, vários pedidos de prorrogação, inadimplência e uma incerteza enorme. Maio foi o mês de controlar os problemas e tentar entender nosso mercado. Já em junho, com grande parte das Indústrias retomando suas atividades, iniciou-se uma fase de reposição de estoques na cadeia. A partir de então, os volumes subiram consideravelmente, porém, ainda não voltamos aos níveis de pré pandemia”, resume.

Para a executiva da Mais Polímeros, a demanda atual tende a se manter até outubro. “A partir do mês 10, acontece uma queda já esperada das vendas devido à redução dos estoques para fechamento do ano. Assim, estimamos que o ano termine com volumes 10% menores do que os do ano passado”.

Cláudia Savioli, diretora da Polymark, conta que este tem sido um ano de mudanças profundas na empresa e seus negócios – e não apenas pela transformação digital a qual já vinha implantando. “Esse é um período oné é necessária muita resiliência para se adaptar às mudanças e reconfigurar funções e processos”, conta Savioli. Segundo ela, o mercado de embalagens flexíveis se mostrou forte desde maio. “O setor tem conseguido reconquistar o valor das embalagens flexíveis, material versátil e de extrema importância para a conservação de outros produtos. Esse fator e mais as vendas reprimidas de abril têm feito nossa demanda crescer. Mas as margens foram apertadas”, explica.

Mesmo assim, diz Savioli, os desafios ainda não foram superados e o segundo semestre vai trazer um novo componente para o jogo: a falta de produto. “A falta de resina limita o crescimento de todo o mercado. Por isso, teremos que ter mais amplitude em estoques e diversificação, aumentar os custos de segurança e valer-nos de bons negócios e de boa comunicação, com transparência e comprometimento. Puxados pela maior demanda, os preços continuarão aumentando. Serão meses intensos”.

Para a APTA Resinas, distribuidora de plástico de engenharia, que é distribuidora exclusiva no Brasil da ExxonMobil (Metalocenos), de PP e de PE importados, apenas os meses de maio e abril foram muito ruins, conta Eduardo Cansi, diretor da empresa. “Nos demais meses, tivemos bons resultados”, conta. Assim, o executivo segue otimista e acredita que o segundo semestre siga tendência de alta apresentada nesses últimos dois meses do primeiro semestre do ano.

A percepção de que o segundo semestre seja melhor que o primeiro e siga estável é comum entre os associados da Adirplast. Todos estão cientes dos obstáculos à frente, mas acreditam também que o pior já passou. “Hoje temos um mercado mais unido. Além disso, a expectativa de mudanças podem auxiliar no crescimento do setor, tais como a da aprovação da Reforma Tributária e até mesmo do início da conscientização das pessoas e dos governantes de que o plástico não é um vilão, mas um grande aliado no que se refere a conservação de alimentos ou de cuidados com a saúde, “, finaliza Gonçalves.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, ampliar os laços com as empresas produtoras e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país. Os associados à Adirplast contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 150 representantes externos e mantém 200 postos de atendimento, contando com equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Fabricante indiana de BOPP reduz variações de espessura e tempo parado e aumenta produção com nova matriz plana Nordson EDI

18/11/2019

Matriz Autoflex da EDI Nordson acabou com as variações de espessura e flacidez que forçavam a limpeza frequente da matriz e passou a produzir filmes para embalagens com menos embaçamento e melhor brilho

A Asia Poly Films Industries, uma produtora indiana de filmes de polipropileno biaxialmente orientado (BOPP) para embalagens, reduziu substancialmente o tempo de inatividade e aumentou o rendimento de uma linha de filme laminado, ao trocar uma matriz relativamente nova de um fornecedor concorrente por uma nova matriz EDI Autoflex, disse a Nordson Corporation.

Desde que começou a produzir filmes de BOPP em 2017, a Asia Poly Films frequentemente tinha problemas decorrentes variações de espessura e flacidez do filme ao usar a matriz adquirida na época, tornando impossível atingir o grau de planura exigido pelos clientes. Era necessário limpar a matriz a cada dois ou três meses – um processo que acarretava de 48 a 60 horas de inatividade na produção cada vez que era necessário parar a linha para limpeza. A matriz também exibia uma variação de espessura que só poderia ser mantida dentro de limites aceitáveis ​​se a velocidade da linha fosse limitada a não mais que 2.800 kg/hr.

Segundo a Nordson, desde a instalação da matriz EDI em fevereiro de 2019, a Asia Poly Films está operando continuamente a linha de filmes a 3.500 kg/hr, com a variação de espessura sendo mantida “bem dentro dos níveis aceitáveis”, de acordo com Dipesh Patel, diretor da empresa. “Além disso, enquanto nossa matriz anterior precisava de duas horas para se estabilizar após a partida da linha e começar a produzir filmes com um nível aceitável de variação de espessura, a nova matriz EDI se estabiliza em apenas 15 ou 20 minutos”, acrescenta ele.

Usando a nova matriz EDI com a mesma extrusora, controles e materiais plásticos anteriores, a Asia Poly Films tem produzido filmes com menor embaçamento e melhor brilho, disse Patel.

A matriz EDI é uma unidade de manifold triplo Autoflex VI-R. Da mesma forma que a matriz usada anteriormente pela Asia Poly Films, a matriz Autoflex é automática, usando dados de um sistema de medição computadorizado a jusante para ajustar o perfil de espessura transversal, fazendo mudanças na parte superior flexível da matriz, explica Nordson.

“O sistema Autoflex responde mais rapidamente às variações de espessura do que outras matrizes automáticas”, disse Mrunal Sanghvi, gerente geral de vendas na Índia para o negócio de Sistemas de Processamento de Polímeros da Nordson. “Além disso, a Nordson projetou de forma “customizada” o canal de fluxo (manifold) dentro da matriz para otimizar o fluxo de polímeros específicos usados ​​pela Asia Poly Films. Essas são duas razões pelas quais a matriz EDI permitiu à Asia Poly Films obter produtos vendáveis ​​em um tempo mais curto após a inicialização, manter tolerâncias mais rigorosas durante a produção e aumentar o rendimento, ao mesmo tempo em que mantinha a uniformidade e a qualidade do produto. ”

A Asia Poly Films Industries produz filmes de embalagens flexíveis BOPP para várias aplicações. A empresa foi criada em 2015 em Morbi, Gujarat, Índia e iniciou a produção comercial de filmes BOPP em 2017.

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Distribuidores de filmes BOPP associados à Adirplast prevêem mercado estagnado em 2019

30/08/2019

O volume de filmes BOPP comercializado em 2018 no país foi de 152 mil toneladas. Os associados da Adirplast foram responsáveis por 22 mil toneladas do total. Para 2019, previsão é de estagnação, além de margens mais apertadas

O mercado de filmes biorientados de polipropileno e poliéster (BOPP e BOPET) também tem sentido as oscilações econômicas mundiais. Embora a previsão inicial para este ano fosse de crescimento, o primeiro semestre foi complicado: “Os volumes aumentaram um pouco, no entanto, a margem de lucro está cada vez menor. Temos quedas de preços e questões tributárias, que pioram muito e dificultam os negócios para este ano”, afirmou Cecília Vero, da TIV Plásticos e diretora da Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), em encontro promovido nesta semana pela entidade.

O volume de filmes BOPP comercializado em 2018 no Brasil foi de aproximadamente 152 mil toneladas. Os associados da Adirplast foram responsáveis por pouco mais de 22 mil toneladas desse montante. Para 2019, a previsão é de que o mercado feche com números muito próximos.

Além da demanda estagnada e de uma margem mais apertada de lucro, a diretora da Adirplast ainda reforçou que 2019 trouxe de volta ao setor o fantasma da inadimplência. “Precisamos estar atentos a este problema que voltou com bastante força neste ano. Precisamos também analisar o segundo semestre com cautela”.

Apesar dos percalços, há quem acredite na melhora do mercado já neste ano. Um deles é Luciano Ost, da Polo Films, que atualmente é um dos maiores fornecedores brasileiros de filmes BOPP, responsável por 28% do mercado nacional. O empresário foi um dos convidados para debater o assunto com associados da entidade: “Sou muito otimista quanto a capacidade de nosso negócio. A demanda mundial de BOPP em 2019 está prevista para 9,9 milhões de toneladas; para a demanda doméstica, a previsão é de 148 mil toneladas”.

O executivo ainda explicou a necessidade do mercado se atualizar com as novas demandas. “A força da indústria de filmes de BOPP deriva dos altos volumes usados nas embalagens primárias, particularmente para alimentos, o que não é fácil de substituir de maneira econômica. O crescimento nos mercados de alimentos embalados em todo o mundo continuará a ser um fator-chave para a demanda futura, sustentada pelo crescimento populacional, a urbanização e o aumento da renda nos mercados em desenvolvimento. Precisamos estar atentos às tendências”.

Outro ponto importante para os associados da Adirplast é a importância da reforma tributária para a melhora nos negócios. Cecília Vero vê com bons olhos as mudanças que estão apontando no Congresso: “Este é um ponto essencial para a melhoria de toda a nossa cadeia de negócios, principalmente para terminarmos este ano de uma maneira positiva”.

Para o presidente da entidade, Laercio Gonçalves, estes encontros entre fornecedores e associados são saudáveis para todo o segmento: “Precisamos de toda a cadeia unida; trazer a Polo Films para debater com os associados representantes de filmes BOPP é essencial para garantir um 2019 mais positivo para todos”.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e plásticos de engenharia. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2018. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda. Os distribuidores associados à Adirplast são responsáveis pela emissão mensal de aproximadamente 25.000 notas fiscais e 80.000 duplicatas.

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Mercado de BOPP-PET busca recuperação depois de acumular queda de até 30 % no último ano

03/10/2016

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Distribuidores de BOPP-PET afiliados à ADIRPLAST amargam um ano complicado, mas planejam recuperar um pouco das perdas neste segundo semestre

Em função da crise atravessada pelo País, quase todos os setores da economia foram impactados. Entre eles, o de distribuição de filmes BOPP (Polipropileno Biorientado) e PET (filmes de poliéster). Segundo Marcelo Prando, da Replas, distribuidora exclusivo da Videolar no Brasil, o BOPP foi muito impactado pela situação econômica do país: “Esse segmento atua muito na indústria alimentícia, de produtos de higiene pessoal, rótulos e etiquetas adesivas, setores que também sentiram a recessão. Nossa queda reflete a queda nas vendas desses mercados. Assim, já contamos com números de 25% a 30% menores”, explica.

Além da crise, Rubens José Savioli, da Polymark Embalagens, distribuidora de BOPP, diz que a maior oferta que demanda também afetou os negócios. “Nos últimos anos, aqui no Brasil, tivemos a entrada de outros produtores, o que fortaleceu a agressividade entre as concorrências e dificultou a valorização dos melhores serviços, nivelando a qualidade com uma melhor satisfação em termos de preços”, conta.

Cecília Vero, da TIV Plásticos, ressalta ainda que a alta do dólar e aumento dos custos também não ajudaram os distribuidores brasileiros de BOPP-PET. “O mercado manteve-se muito pressionado pela combinação de queda do real e aumento dos custos, queda de atividade econômica, restrição ao acesso de capital e aperto de crédito. Tudo isso levou a um 2015 extremamente complicado (na esteira de 2014) e o 1º trimestre de 2016 mostrou continuidade desse movimento”.

Otimismo e união

Embora os dados não sejam favoráveis, os distribuidores se mostram mais confiantes para enfrentar o segundo semestre de 2016, que já apresentou uma pequena melhora nas vendas, resultado da queda do dólar e uma aparente pausa na deterioração do cenário econômico. “Entramos em setembro já com um índice de 10% de melhora nas vendas”, comemora Prando.

Para aproveitar a onda positiva e manter-se fortes no mercado, as empresas de distribuição de BOPP-PET tiveram de passar por um realinhamento. “Cortamos drasticamente nosso custo fixo e reduzimos nossa operação em 20% do volume em relação ao que tínhamos em 2013 e 2014. Também renegociamos a totalidade de nossos contratos, descontinuamos alguns itens em nossa linha e focamos mais em produtos com maior rentabilidade”, explica Vero, da TIV Plásticos, que ainda diz ter pulverizado mais a base de clientes e apertado as restrições de crédito, além de desenvolver especialidades que atendam os clientes de forma diferenciada – tudo como forma de superar os tempos difíceis.

Na Polymark Embalagens não foi diferente. “Realinhamento de preços, otimização da oferta pela maior produtividade, ajustes no mix de produtos e no quadro de colaboradores, além da busca por produtos de maior valor agregado foram algumas ações que tomamos desde o ano passado e continuamos este ano”.

O trabalho em conjunto com as demais empresas do setor, por meio da ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) é uma dessas ações. “Já fomos associados e voltamos agora. Junto à entidade conseguimos um volume de informações e de indicadores do mercado internacional e nacional, que sempre nos ajuda a desenhar melhor as estratégias da empresa frente ao setor”, diz Vero.

Para Savioli, que se afiliou recentemente à entidade, o trabalho em grupo aumenta a visibilidade e amplia a atuação do setor no mercado.

Marcelo Prando, que também participa da diretoria da entidade, reforça a necessidade do debate em grupo: “A afiliação traz a oportunidade de trabalharmos para que medidas, como a da reforma tributária e da melhoria de gestão das empresas transformadoras de plástico, saiam do papel”, finaliza.

A Adirplast foi fundada em 2007 e tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidação com petroquímicas. Seu objetivo é estreitar os laços que unem estes dois segmentos da indústria e demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de mais de R$ 3 bilhões, em 2015, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros comercializados no país. Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas ostentam bandeiras dos produtores e contam com uma carteira de 8.000 clientes, de um universo de 11.500 transformadores de resinas plásticas no Brasil.

Fonte: Adirplast

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Braskem lança novos termopolímeros para substituir resinas importadas

15/12/2010
As resinas também estarão disponíveis para toda a América Latina

A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e biopolímeros do mundo, acaba de lançar dois termopolímeros: o Symbios 4102 e Symbios 3102. Os produtos chegam para reforçar o portfólio dos segmentos de BOPP (polipropileno biorientado) e filmes de PP.

Com a novidade, o mercado brasileiro passa a ter uma opção nacional para substituir este material, que até então só era importado. As resinas também estarão disponíveis para os demais clientes da empresa na América Latina.

As propriedades das resinas Symbios são ideais para o processo de empacotamento automático, já que apresentam desempenho superior. O Symbios 4102 foi desenvolvido para a camada de selagem em coextrusão de filmes biorientados, com temperatura inicial de selagem inferior a 115°C em face não tratada. Sua aditivação é adequada para o processo de metalização. Já o Symbios 3102, com fluidez mais alta, foi desenhado para atender ao segmento de filmes de PP, mantendo as demais características do anterior.

Os novos produtos Symbios foram especialmente desenvolvidos para atender as necessidades das camadas externas de embalagens. Aliando propriedades funcionais diferenciadas, os produtos oferecem baixa temperatura de selagem, excelentes propriedades óticas e de processamento, retenção do tratamento superficial, bom desempenho no processo de metalização e alta compatibilidade com as camadas adjacentes.

Fonte: Braskem

Vitopel leva tecnologia e inovação para embalagens plásticas para a Embala Nordeste.

25/08/2010

A empresa abordará a importância das embalagens na competitividade dos produtos.

A Vitopel, terceira maior produtora mundial de filmes flexíveis, participará da Embala Nordeste – V Feira Internacional de Embalagens e Processos Industriais, que acontecerá no Recife, nos dias 23 a 26 de agosto, no Centro de Convenções de Pernambuco. Durante o evento, a empresa abordará os benefícios da aplicação do filme flexível de BOPP nas  embalagens, considerando aspectos de proteção ao produto, aparência, produtividade e sustentabilidade. Segundo José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Vitopel, mercadorias embaladas ganham competitividade. “Ainda mais quando as embalagens aliam inovação e tecnologia para melhor preservação dos produtos, assim como para destacá-lo entre seus concorrentes nas prateleiras, e gerar sustentabilidade, com o menor impacto ambiental, tanto na produção, quanto no pós-consumo”, afirma o executivo.

Os filmes de BOPP conferem às embalagens todos esses benefícios. Régis Sá, especialista em Marketing e Inteligência de Mercado da Vitopel, que no evento ministrará a palestra “BOPP rompendo fronteiras em novas tecnologias e mercados”, complementa: “a tecnologia aplicada nesse tipo de material resulta em maior resistência à umidade e às variações de temperatura, aumentando a proteção à mercadoria embalada e seu tempo de vida, além de ser um material 100% reciclável e de espessura reduzida – o que representa menor quantidade de produto a ser descartado.”

A empresa vai expor na feira toda a sua linha de produtos, diferentes tipos de filmes flexíveis com tecnologia BOPP – metalizado, mate e transparente – aplicados em rótulos, embalagens de biscoitos, salgadinhos, pet food, na indústria gráfica, entre outros. Segundo Roriz Coelho, a participação da Vitopel na Embala Nordeste reitera a presença da empresa neste crescente mercado. “Consolidando uma forte expansão de consumo, o Nordeste se transformou em uma das regiões brasileiras com amplas oportunidades para fornecedores de embalagens e serviços”, conclui o executivo.

A Vitopel também levará à Embala Nordeste o Vitopaper®, papel sintético, feito com vários tipos de plásticos do pós-consumo (embalagens, tampinhas, rótulos, sacolinhas plásticas, entre outros). O resultado é um produto semelhante ao papel couchê, que não molha, não rasga, permite a escrita manual com canetas esferográficas, canetas de ponta porosa ou lápis e a impressão pelos processos gráficos editoriais usuais, como off-set plana ou rotativa. Isso com a vantagem de absorver menos tinta, gerando uma economia ao redor de 20% em relação a outros materiais. E o produto é ainda 100% reciclável. “A cada tonelada de Vitopaper® produzido, são retirados das ruas e lixões cerca de 850 quilos de resíduos plásticos”, afirma José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Vitopel.

Desde seu lançamento, em 2009, já foram produzidas mais de mil toneladas de Vitopaper® e a Vitopel trabalha este ano para triplicar a produção. O papel pode ser utilizado para impressão de livros técnicos e científicos, livros didáticos, livros de arte, material corporativo institucional, peças para o mercado promocional e de comunicação visual. A Vitopel conta com patente mundial para este produto, assim como para outros desenvolvimentos. A empresa investe anualmente cerca de US$ 2 milhões em pesquisa e desenvolvimento (P&D).

Sobre a Vitopel – Anualmente, produz 150 mil toneladas de filmes flexíveis em suas três unidades, duas no Brasil (Mauá e Votorantim, no Estado de São Paulo) e uma em Totoral (Argentina). Em Votorantim se localiza a única Planta Piloto e Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da América Latina, o que lhe permite a busca constante por soluções em filmes flexíveis para as mais diversas demandas do mercado. A empresa atende clientes como Nestlé e Unilever, Kraft Foods, PepsiCo., Coca-Cola, Ambev, Bunge, Tetra Pak, International Paper, Suzano Papel e Celulose, Marilan, Arcor, entre outros. Com presença global e escritórios no Brasil, Estados Unidos e Argentina, a Vitopel, estabelece parcerias comerciais pelos cinco continentes. Além de sua liderança no mercado brasileiro, a Vitopel exporta para países da América Latina e América Central, Europa e África.

Fonte: Yellow Comunicação