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Braskem anuncia parceria com Gelmart International para fornecimento de EVA derivado de cana-de-acúcar para produção de peças íntimas

22/09/2021

O EVA I’m green bio-based da Braskem, uma matéria-prima de origem sustentável, é utilizado em linha de sutiãs da Gelmart

A Braskem anunciou sua parceria com a Gelmart International, uma das maiores fabricantes de peças íntimas de vestuário do mundo. A Braskem está fornecendo seu biopolímero EVA I’m green, obtido a partir de cana-de-açúcar, para a produção do primeiro bojo de sutiã de origem renovável do mundo. A nova linha kindly de peças íntimas sustentáveis da Gelmart foi lançada em agosto e está disponível para venda exclusivamente em 3.300 lojas do Walmart nos Estados Unidos, bem como no site Walmart.com.

A Gelmart projetou, desenvolveu e produziu mais de 1,25 bilhão de unidades de peças íntimas, sutiãs e peças modeladoras para os maiores varejistas e marcas do mundo. A linha de sutiãs kindly, da Gelmart, resulta de mais de três anos de desenvolvimento próprio, que resultou no primeiro sutiã de base vegetal com produção em massa do mundo. A linha kindly tem o objetivo de incorporar mais materiais ecológicos, como o biopolímero EVA I’m greenM da Braskem, em substituição aos tradicionais materiais de espuma utilizados.

“Como líder global em biopolímeros, a Braskem tem um compromisso de longa data com a criação de um futuro mais sustentável. Nosso portfólio inovador de materiais de bio-based I’m green tem ajudado marcas e fabricantes globais a fazerem a transição de matérias-primas produzidas a partir de combustíveis fósseis para soluções mais ecológicas. Estamos muito animados em anunciar nossa parceria com a Gelmart, empresa cuja liderança visionária está ajudando a transformar a indústria global de vestuário com novas ofertas criativas que oferecem o mesmo nível de qualidade e conforto com uma pegada mais sustentável para o planeta”, afirma Edison Terra, vice-presidente executivo da Braskem.

“É com muita satisfação que lançamos no mercado o primeiro bojo de sutiã de base vegetal. No entanto, a sustentabilidade real não existe sem acessibilidade. É importante para nós que nossas marcas sejam conhecidas não apenas por oferecerem produtos de qualidade, mas também por criarem um movimento em busca de um estilo de vida mais ecológico e acessível a todos. Por isso, encontrar o parceiro ideal que nos oferecesse materiais ecológicos de alta qualidade e em escala era um fator essencial na nossa estratégia. A Braskem foi nossa escolha natural por ser uma das maiores fornecedoras de biopolímeros, sendo que seu profundo conhecimento em EVA Verde e abordagem colaborativa foram a combinação perfeita”, afirma Yossi Nasser, presidente da Gelmart International.

O cultivo da cana-de-açúcar, fonte renovável para a produção do EVA I’m green, contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa a partir da captura de CO2. O material possui as mesmas propriedades que o EVA oriundo de fontes fósseis e pode ser utilizado em roupas, calçados, brinquedos infantis, espumas em geral e outras aplicações.

“Hoje, os consumidores têm adotado uma abordagem mais holística em suas decisões de compra; por isso, escolhem cada vez mais produtos que são desenvolvidos e fabricados tendo como principal preocupação o foco na sustentabilidade. Temos orgulho de atuar com a Gelmart para ajudar com o avanço da indústria de vestuário em sua jornada de sustentabilidade, entregando produtos que atendam às necessidades dos consumidores”, diz Giancarlos Delevati, gerente de contas e desenvolvimento de negócios da Braskem.

“Nos meus mais de 40 anos de atuação na indústria, este foi o projeto mais desafiador no qual já trabalhei – e certamente o mais recompensador. Foi um trabalho de três anos em busca de um bojo sustentável que fosse mais de 80% de base vegetal. Nosso objetivo é que os consumidores nunca tenham de escolher entre função, sustentabilidade e preço, a partir da criação de um futuro mais sustentável com produtos que ofereçam um belo design e que as pessoas se sintam bem em vestir”, afirma Eve Bastug, diretora de produtos da Gelmart International.

A marca I’m green representa o portfólio sustentável da Braskem, que oferece produtos reciclados e de fonte renovável, em linha com o compromisso da companhia com a economia circular. O portfólio I’m green de químicos e polímeros da Braskem agora inclui uma gama de soluções produzidas a partir de rejeitos plásticos pós-consumo, bem como materiais de fonte renovável, incluindo o EVA verde.

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Braskem e Eplast desenvolvem primeiro hospital do Brasil com sistema construtivo concreto-PVC

16/09/2021

Instalado no município de Vertentes, em Pernambuco, o hospital municipal levou apenas 120 dias para ser construído e possui cerca de 2.200 metros quadrados

A Braskem e a Eplast concluíram a construção do primeiro hospital com o sistema construtivo concreto-PVC. Localizado na cidade de Vertentes/PE e com cerca de 2.200 metros quadrados, o espaço utilizou para obra o sistema modular composto por diferentes perfis vazados de PVC, que são acoplados por encaixes “macho e fêmea” e unidos por perfis “chaveta”. Para construções com essa tecnologia, os perfis são encomendados sob medida, de acordo com a necessidade do projeto, e, após instalados no local desejado, são preenchidos com concreto e aço estrutural.

Segundo a Braskem, o sistema construtivo concreto PVC oferece inúmeras vantagens, entre elas, reduz em mais de 65%% (ou 2/3) o tempo da obra – se comparado com a alvenaria comum-, garante durabilidade elevada e menor necessidade de manutenção, além de oferecer um processo de construção mais limpo por reduzir drasticamente o desperdício de materiais e o volume de resíduos finais. O projeto do hospital de Vertentes, que contou com 60 toneladas dessa inovadora tecnologia para construção da estrutura do prédio, levou apenas 120 dias, incluindo a terraplanagem, para ser concluído. Se fosse construído no modelo tradicional, poderia levar em média um ano para ser finalizado.

“O sistema construtivo concreto PVC se destaca pelas inúmeras vantagens que oferece ao processo de obra e ao meio ambiente. Vale ressaltar ainda que o PVC é um material que evita a proliferação de microorganismos, o que torna a esterilização do ambiente mais rápida e efetiva. Todo o time envolvido está honrado por ter participado do projeto do Hospital Municipal de Vertentes por saber que novos leitos foram criados para atender quem precisa, em um momento tão delicado para a saúde pública com a pandemia da covid-19”, explica Almir Cotias, diretor de negócios de Vinílicos na Braskem.

De acordo com a Braskem, o projeto também traz benefícios ao meio ambiente: redução de 27% no consumo de material, aumento de 75% na economia de água e energia durante a obra, redução de 80% de resíduos finais, além dos perfis de PVC serem recicláveis.

“O mercado busca sistemas de construção industrializados, que otimizem os processos, reduzam os resíduos, os custos da obra, mas especialmente os prazos de execução. O sistema Concreto PVC é significativamente mais vantajoso em todos os aspectos quando comparado aos sistemas ditos convencionais e, até mesmo, aos demais sistemas industrializados já homologados pelo Governo. Seria impossível fazer um hospital desse porte em um prazo tão reduzido utilizando-se outros métodos de construção”, pontua Sérgio de Pinho, representante da Eplast Nordeste S.A – principal indústria fornecedora dos perfis de PVC.

Pioneirismo no desenvolvimento do sistema construtivo concreto PVC

A Braskem também esteve envolvida em outros projetos que utilizaram a tecnologia de PVC. Um exemplo foi a construção da Escola Municipal Renice Seraphim, realizada em 2018 na cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo. A empresa forneceu resina para a produção dos perfis de PVC para a obra, que inclui 25 salas de aula e atende cerca de mil alunos. O sistema inovador vem se destacando e ganhando força nos setores de construção civil e arquitetura, devido a sua flexibilidade para execução de diferentes obras, como escolas, casas, hospitais, entre outros ambientes.

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Braskem e tailandesa SCG Chemicals estudam investimento conjunto na obtenção de eteno derivado de fontes renováveis para produção de Polietileno “Verde”

13/09/2021

A Braskem assinou memorando de entendimento (MOU) com a SCG Chemicals, uma das maiores empresas petroquímicas da Tailândia, para realizar estudos para investir conjuntamente em uma nova planta de desidratação de etanol na Tailândia para produção de eteno e polietileno I’m greenTM. Se implementada, esta cooperação pode dobrar a capacidade existente do Polietileno “Verde” I’m green.

“Em meio à crescente demanda por soluções sustentáveis e por economia circular em todo o mundo, continuamos em busca de oportunidades para expandir a disponibilidade de bio-PE I’m greenTM. Além de atender às expectativas dos clientes e contribuir para o compromisso de neutralidade de carbono até 2050, este projeto pode ser um marco para a presença da Braskem na Ásia. Temos a satisfação de desenvolver esta potencial parceria com a SCG Chemicals, a qual compartilha semelhante visão com respeito à sustentabilidade e tem um histórico de sucesso na indústria química na Ásia”, afirma Roger Marchioni, Diretor da Braskem para a Ásia.

Tanawong Areeratchakul, presidente da SCG Chemicals acrescenta: “Estamos comprometidos com a sustentabilidade e o avanço da economia circular para uma sociedade e meio ambiente melhores. Esse MOU significa que estamos explorando possíveis opções de parceria e investimento com a Braskem para trazer a produção de biopolímeros para a Ásia. Isso nos ajudaria a cumprir nossa promessa de nos tornarmos “Empresas Químicas para a Sustentabilidade” e de garantir a gestão social e ambiental de acordo com os padrões ESG (Ambientais, Sociais e de Governança), ao mesmo tempo em que promovemos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS) e atendemos ao mercado crescente demanda por produtos ambientalmente corretos de acordo com as diretrizes para o desenvolvimento da Economia Bio-Circular-Verde: Modelo BCG da Tailândia.”

Se os estudos de viabilidade forem aprovados de comum acordo entre as partes, a unidade de produção ficará localizada em Map Ta Phut, Rayong, Tailândia. Este projeto permitiria a combinação do know-how de tecnologia e biopolímeros da Braskem com o conhecimento da SCG Chemicals do mercado asiático e expertise na produção de PE.

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Standard & Poor melhora classificação de risco da Braskem

08/09/2021

A Braskem retornou ao grau de investimento, segundo a agência de classificação de risco S&P

A Braskem retornou ao grau de investimento, segundo a agência de classificação de risco S&P Global Ratings (S&P). A S&P elevou o rating da companhia para BBB-, com perspectiva estável. Segundo informado em release da Braskem, a agência destacou que a elevação do rating para grau de investimento reflete a melhora considerável dos indicadores de rentabilidade e de geração de caixa, o compromisso da empresa com a alavancagem e a expectativa de que a Braskem continue se beneficiando com os altos spreads petroquímicos nos próximos trimestres.

“Essa elevação da classificação é resultado dos esforços contínuos de todos os colaboradores da Braskem. Reiteramos nosso firme compromisso com a higidez financeira, que é fundamental para atendermos bem nossos clientes, parceiros e acionistas”, disse Pedro Freitas, vice-presidente de Finanças, Suprimentos e de Relações Institucionais da Braskem.

Nos últimos trimestres, a empresa registrou fortes resultados operacionais, com aumento da receita líquida de vendas e do lucro líquido. Também reduziu consistentemente a dívida bruta e a alavancagem corporativa, que se encontra em seu menor patamar histórico. Além disso, segundo a companhia, manteve uma forte posição de liquidez e a maior parte das dívidas tem vencimento no longo prazo (50% a partir de 2030).

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Braskem e 3DCriar firmam parceria para a distribuição de filamentos para impressão 3D

27/08/2021

Objetivo é oferecer soluções inovadoras no ecossistema de manufatura aditiva para o segmento industrial

Com o objetivo de fortalecer a cadeia da manufatura aditiva no Brasil, a Braskem e a 3DCriar iniciam parceria para a distribuição de soluções inovadoras da Braskem no ecossistema de impressão 3D para o segmento industrial. O foco da companhia é consolidar um elo com a startup por meio da oferta de filamentos de polipropileno (PP) específicos para o processo de impressão 3D.

Características como reciclabilidade, leveza e versatilidade dos produtos de polipropileno são atraentes para a manufatura aditiva e, por isso, essa matéria-prima é tão bem aceita nessa indústria. A expectativa é de que, com o apoio da 3DCriar, startup acelerada pelo Braskem Labs em 2020, a petroquímica se estabeleça como referência no setor caracterizado pela customização das soluções.

“Os primeiros produtos que estarão disponíveis para aquisição serão os filamentos de PP para impressão 3D. Além de fornecer os produtos, nosso objetivo também é contribuir diretamente no desenvolvimento da indústria de manufatura aditiva, e nesse propósito surge a 3DCriar, que faz um trabalho de destaque implementando a impressão 3D em indústrias de diversos segmentos por meio do 3DaaS – 3D as a Service -, solução que viabiliza a instalação de impressoras 3D, fornecimento de matéria-prima e consultoria para identificação de oportunidades, suporte técnico e desenvolvimento de aplicações em que a manufatura aditiva agrega valor”, afirma o gerente de Inovação e Tecnologia para Manufatura Aditiva da Braskem, Fabio Lamon.

Os filamentos de PP da Braskem, disponíveis nos diâmetros de 1,75 e 2,85 mm, são adequadas para a manufatura aditiva devido a características como reciclabilidade, resistência ao impacto, resistência química, estabilidade dimensional, efeito dobradiça durável (living hinge), resistência à absorção de umidade e densidade intrínseca significativamente menor que a maioria dos plásticos, o que contribui para redução de peso do produto final.

“A parceria chega em um momento importante, onde a manufatura aditiva toma um espaço cada vez mais permanente nas indústrias, em especial na fabricação de dispositivos de assistência à produção e manutenção interna. Por meio da colaboração com a Braskem e da nossa participação no Braskem Labs, podemos aprimorar um modelo de negócios que alavanca a soma dos nossos pilares de negócios: o melhor portfólio de impressoras 3D, insumos de alta performance e nossa expertise única em manufatura aditiva. A possibilidade de trabalhar com uma das maiores indústrias químicas do mundo em uma nova fronteira é extremamente animadora para nós”, explica Daniel Huamani, diretor de tecnologia da 3DCriar.

A impressão 3D está se tornando cada vez mais relevante para a Braskem, enquanto fabricante de matéria-prima, pela perspectiva de crescimento de mercado. É uma tecnologia disruptiva com forte apelo de inovação transformacional, impulsionando o desenvolvimento de novas soluções. Além disso, o contexto de indústria 4.0 e da sustentabilidade também são bastante relevantes, por se tratar de um processo de produção totalmente descentralizado e que minimiza perdas e descarte de materiais, além de impactar processos logísticos.

As primeiras iniciativas da companhia nessa área tiveram início em 2013, no projeto “Imprimindo o Futuro”, uma parceria com Made In Space, fornecedora da NASA, para desenvolvimento de uma impressora 3D para operação em gravidade zero. O equipamento produzido e enviado à Estação Espacial Internacional, em 2016, usa o polietileno I’m greenTM bio-based da Braskem, produzido a partir da cana-de-açúcar, e ganhou, em 2019, o apoio de uma recicladora na qual a equipe de astronautas poderá transformar resíduos plásticos em matérias-primas para produção de novos itens.

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Braskem registra lucro atinge R$ 7,4 bilhões no segundo trimestre de 2021

12/08/2021

Resultado cresce pelo quarto trimestre consecutivo; resultado operacional recorrente de R$ 9,4 bi no 2T21

A Braskem divulgou os resultados do segundo trimestre deste ano, no qual apresentou um forte resultado operacional recorrente, com aumento da receita líquida de vendas e do lucro líquido. Em função disso, a companhia seguiu reduzindo a sua dívida bruta e a sua alavancagem corporativa, a qual chegou ao patamar mais baixo de sua história ao final do trimestre.

  • No trimestre, o resultado operacional recorrente foi de R$ 9,4 bilhões, 35% superior ao trimestre anterior e 522% acima do mesmo período do ano passado;
  • A receita líquida de vendas alcançou R$ 26,4 bilhões, crescimento de 16% e de 136% em relação ao primeiro trimestre deste ano e ao segundo trimestre de 2020, respectivamente;
  • O lucro líquido foi de R$ 7,4 bilhões, 198% maior do que no trimestre anterior;
  • A relação em dólares de dívida líquida/resultado operacional recorrente em dólares foi de 1,1 vez no trimestre, inferior 39% quando comparada ao trimestre anterior (1,8 vez). A redução em relação ao mesmo período do ano passado foi de 85%.

“Os resultados da Braskem no trimestre refletem o positivo momento do cenário petroquímico internacional e o nosso compromisso com a higidez financeira, mantendo firme nosso objetivo de voltarmos ao nível de risco de grau de investimento. Estamos trabalhando duro para continuar a contribuir para a retomada econômica e para atender bem nossos clientes e parceiros, sempre tendo como prioridade a segurança e a saúde de nossos integrantes”, disse Roberto Simões, presidente da Braskem.

O resultado operacional recorrente da companhia foi gerado pela melhoria dos spreads internacionais e pelo maior volume de vendas de polipropileno nos EUA e de polietileno no México. No mercado brasileiro, a Braskem registrou uma queda na demanda por resinas no segundo trimestre de 7%, quando comparado ao primeiro trimestre do ano. Tal queda se deu principalmente pela normalização da demanda em alguns segmentos da economia, como construção civil, embalagens, bens de consumo, entre outros. Apesar disso, a demanda permanece em patamares saudáveis. Na comparação com o segundo trimestre do ano passado, quando a economia desaqueceu por causa da pandemia de Covid-19, houve aumento de 34%.

Para reduzir a dívida bruta, a Braskem concluiu uma série de operações no segundo trimestre, totalizando US$ 643 milhões. Adicionalmente, em julho, a companhia concluiu o resgate total do bônus com vencimento em 2022 no montante de US$ 255 milhões e o pré-pagamento do empréstimo bancário no valor de US$ 100 milhões.

Como reflexo, em maio, a agência de classificação de risco Fitch Ratings alterou a perspectiva do rating da Braskem para positiva, no nível de risco em escala global de BB+ e, em julho, a agência Moody’s alterou a perspectiva do rating da Braskem para estável, no nível de risco em escala global de Ba1.

ESG

Alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU para 2030, a Braskem assumiu novos compromissos estruturados em sete dimensões: saúde e segurança, resultados econômicos e financeiros, eliminação de resíduos plásticos, combate às mudanças climáticas, ecoeficiência operacional, responsabilidade social e direitos humanos e inovação sustentável.

Um marco importante para tornar públicos os esforços da companhia nesse sentido foi o lançamento do Relatório Integrado 2020, contemplando os padrões de reporte GRI (Global Report Initiative), IIRC (International Integrated Reporting Council) e, pela primeira vez, SASB (Sustainability Accounting Standards Board). Mais informação em: http://www.braskem.com.br/portal/Principal/arquivos/relatorio-anual/Braskem_RI2020_PT.pdf

Outro marco importante foi a aprovação, em Assembleia Geral Extraordinária realizada em julho, da reforma e consolidação do Estatuto Social da Companhia para transformar o Comitê de Conformidade em Comitê de Conformidade e Auditoria Estatutário (CCAE). A formação do CCAE é uma recomendação do Código Brasileiro de Governança Corporativa, recepcionado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na Instrução CVM no 480/09. O comitê será formado por membros independentes sendo dois externos nomeados a partir de lista selecionada por empresa de headhunter.

Seguindo nas ações de apoio na assistência ao combate à Covid-19 e aos efeitos sociais causados pela pandemia, a Braskem destinou neste ano R$ 15 milhões para projetos que incluíram a distribuição de mais de 55 mil cestas básicas e 25 mil kits de higienização. O programa de voluntariado da Braskem também entrou nesse esforço e, para aumentar ainda mais seu impacto, a companhia multiplicou em cinco vezes as doações de seus integrantes, em formato de cestas básicas.

Alagoas

A companhia assinou acordos com o Ministério Público Federal, o Ministério Público Estadual, a Defensoria Pública da União e a Defensoria Pública do Estado de Alagoas para promover a segurança e a compensação financeira dos moradores dos bairros atingidos pelo fenômeno e para a reparação socioambiental e urbanística da região.

Para dar conta da compensação dos moradores, da reparação socioambiental e urbanística e do fechamento seguro dos poços de sal na região, a Braskem fez o provisionamento de R$ 10,2 bilhões havendo saldo atual de R$ 7,7 bilhões.

A Braskem afirma que vem cumprindo o cronograma acertado com as autoridades alagoanas, sendo que 13.807 imóveis localizados no mapa de ações prioritárias da Defesa Civil alagoana já foram desocupados, o que corresponde a quase 96% do total.

O Programa de Compensação Financeira e Apoio à Realocação (PCF) chegou em julho a 8.298 propostas apresentadas aos moradores, comerciantes e empresários da área de desocupação, com um índice de aceitação de 99,7%. Até agora, o Programa pagou mais de R$ 1,3 bilhão entre indenizações e auxílios financeiros.

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Braskem lança nova resina de polietileno para o segmento de embalagens rígidas

11/08/2021

Empresa apresenta ao mercado novo grade da família Braskem Rigeo, 100% reciclável, com foco em rigidez, resistência ao impacto e à quebra sob tensão ambiental

A Braskem disponibiliza para o mercado uma nova opção de produto que integra o portfólio da família Rigeo: o HD1954M, polietileno de alta densidade (PEAD) que proporciona uma combinação entre rigidez, resistência ao impacto e às intempéries (Environmental Stress Cracking-ESCR), proporcionando otimização às embalagens e ganhos de produtividade, afirma a empresa.

“Esse lançamento vai ao encontro das demandas do mercado químico e agroquímico, que tradicionalmente são bastante exigentes em relação à qualidade. Neste mercado, propriedades como rigidez, resistência ao impacto e ao Environmental Stress Cracking, são características-chave que trazem maior segurança aos produtos do segmento”, explica Leandro Fiorin, Líder de Engenharia de Aplicação da Braskem.

Com o grade HD1954M, a Braskem amplia o portfólio da família Braskem Rigeo, lançada em 2017, e até então composta pelos grades 4950HSM e HD1053M, sendo todos recicláveis.

Enquanto o grade Rigeo 4950HSM possui fluidez adequada para a produção de embalagens de pequenos volumes, o Rigeo HD1954M pode ser utilizado para a produção de embalagens até 20L. Já o Rigeo HD1053M é uma ótima opção para embalagens de volumes até 60 litros, afirma a Braskem.

“O atendimento às exigências da indústria é essencial, mas não é único. Em conjunto com os nossos clientes, buscamos desenvolver produtos robustos tecnicamente e alinhados com os princípios da Economia Circular”, reforça Fiorin. “Desta forma, o Rigeo HD1954M é mais uma solução que visa atender às necessidades do mercado, resultando em embalagens mais leves e sustentáveis, sem prejuízos às suas propriedades”.

Contando com 8 mil Integrantes, a Braskem oferece um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58,5 bilhões (US$ 11,3 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

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Braskem prioriza diversidade e inclusão no seu Programa de Estágio 2022

06/08/2021

Companhia conta com seleção às cegas e demais iniciativas com o objetivo de ter um quadro interno cada vez mais diverso e inclusivo. Inscrições começam no dia 2 de agosto

A Braskem abre as inscrições, de 02 a 27 de agosto, para seu Programa de Estágio 2022, pelo site https://www.braskem.com.br/carreira . Focada nos pilares de diversidade, equidade e inclusão, a companhia realiza diferentes iniciativas no processo seletivo a fim de aumentar a diversidade e representatividade dos candidatos, com foco principalmente em universitários negros.

Com condução 100% on-line e gamificada, a seleção busca alinhamento do perfil do candidato com a cultura e os valores da empresa. Nesta edição, o programa oferece mais de 212 vagas para os seguintes estados: São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Alagoas.

Para atingir suas metas, a Braskem também flexibilizou alguns critérios de seleção – um deles é o inglês. O idioma deixou de ser obrigatório e os candidatos que ingressarem no programa serão elegíveis a bolsa de inglês. Além disso, a avaliação de currículos acontece às cegas, sem acesso a informações como idade, instituição de ensino e experiência prévia. Outro destaque é que o teste de raciocínio lógico foi substituído por uma avaliação de tomada de decisão permitindo conhecer de forma mais inclusiva os candidatos.

A companhia ainda conta com o apoio da Cia de Talentos para realizar iniciativas direcionadas a atração, contratação, desenvolvimento e inclusão de grupos minorizados na sociedade.

Em 2021, o Programa de Estágio da Braskem contratou 250 estudantes. Desse total, 38% negros, 54% mulheres, 45% pessoas de baixa renda e 5% acima de 28 anos. “A Braskem busca ter, cada vez mais, um ambiente de trabalho inclusivo e diverso. Com o nosso Programa de Estágio buscamos, ano a ano, inovar e superar nossos desafios para alcançar a nossa meta de aumentar a representatividade de grupos minorizados no nosso quadro de colaboradores, principalmente a de negros”, explica Camila Fossati, responsável pela área de Diversidade e pelo Programa de Estágio da Braskem.

Neste ano, a Braskem traz quatro etapas diferentes para selecionar os candidatos: Exploração é a fase em que o candidato troca experiências com personagens em um game, para conhecer a companhia e seu negócio; Inovação é a dinâmica que trabalha ideias que causem impacto dentro e fora da empresa; a fase de Transformação será realizada em grupo, para os candidatos aprovados nas duas primeiras etapas, na qual os líderes da Braskem terão a oportunidade de avaliar como os participantes tomam decisões práticas para transformar ideias em ação; e, por fim, acontece a Entrevista Individual, que é a porta de entrada para iniciar a carreira na companhia.

As vagas são para estudantes universitários que estejam cursando a partir do segundo ano de graduação nos cursos de: Engenharias (Química, Elétrica, Mecânica e Produção), Administração, Economia, Ciências Contábeis, Psicologia, Química, Publicidade, entre outros. É necessário ter disponibilidade para estagiar em média 30 horas semanais. O Programa de Estágio da Braskem tem duração de um a dois anos, com início a partir de janeiro de 2022.

Experiências

Segundo o estudante de Relações Públicas, Robert Santos, 21 anos, o processo seletivo para o Programa de Estágio da Braskem é muito humanizado. Mesmo nas fases iniciais, quando interagiu apenas com o sistema, sentiu que a companhia teve uma preocupação com o bem-estar dos candidatos. “A Braskem é uma empresa muito acolhedora, que te motiva a ser você em todos os momentos. Somos convidados a participar de agendas que buscam mostrar a importância do respeito, da autoaceitação e do acolhimento ao próximo. A empresa não se limita ao discurso, mas promove ações que impactam de verdade na visão e posicionamentos de cada colaborador”, explica.

Já para Letícia Ramos, 22 anos, estudante de Psicologia, o game é um diferencial notável e foi o que mais chamou a sua atenção durante o processo seletivo. Segundo ela, a ausência de testes de lógica, de inglês e de exatas evidencia uma preocupação da companhia em proporcionar uma experiência diferenciada, pois o candidato focaliza-se em ser ele mesmo e consegue transmitir seus conhecimentos e sua experiência. Ela ainda comenta sobre questões relacionadas a diversidade, equidade e inclusão: “Trabalhar diversidade, equidade e inclusão são pontos cruciais no meio corporativo, porque somos regidos por vieses inconscientes e estamos imersos em estruturas de preconceito, o que nos faz julgar, desrespeitar e menosprezar determinadas pessoas por conta de suas características. Sendo uma mulher preta e pobre, passei por diversas situações de racismo, de menosprezo e sempre tive em mente que para tudo que fosse fazer eu teria que ser a melhor, mil vezes mais dedicada, pois caso contrário não seria nem notada. O meio corporativo tem uma potência em termos de empregabilidade e exemplo para outras empresas e até para a sociedade, e deve exercer essa potência para tornar os ambientes cada vez mais respeitosos, inclusivos, favorecendo o bem-estar geral”, declara.

Por fim, para Sarah Nogueira, 24 anos, estudante de Engenharia Química, a Braskem realiza um processo seletivo inovador, desafiador e transformador, uma vez que o game dá a oportunidade de experimentar como é a realidade da companhia, através dos desafios propostos. Segundo ela, a relação da empresa com o tema diversidade e inclusão foi um dos fatores que levou em consideração na hora de escolher a Braskem. “É uma empresa onde realmente, no dia a dia, podemos vivenciar a diversidade e a inclusão. Nos times, é normal ter pessoas de diferentes raças, cores, gêneros, de diversas regiões do país e do mundo e com vastas bagagens e experiências. É ótimo trabalhar em um ambiente onde você pode aceitar o outro como ele é e reconhecer sua importância para o time, além de poder ser você mesmo e trazer suas contribuições”, finaliza.

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Plataforma Ultimaker para Impressão 3D adiciona polipropileno reforçado com fibra de carbono da Braskem

22/07/2021

A Braskem anunciou que seu filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono (PP) para impressão 3D e manufatura aditiva já está disponível no Ultimaker Marketplace.

“Temos o prazer de dar as boas-vindas à Braskem na Ultimaker Material Alliance! A adição do perfil de impressão do filamento de PP reforçado com fibra de carbono da Braskem no Ultimaker Marketplace traz um compósito de engenharia (usando fibra de carbono 100% reciclada) com uma gama verdadeiramente atraente de atributos do produto e sendo também muito fácil de imprimir. Com o FL900PP-CF da Braskem em nossa plataforma de marketplace, nós tornamos possíveis aplicações como protótipos funcionais, ferramentas e peças de uso final que exigem estabilidade dimensional elevada sob condições operacionais, mantendo a resistência química inerente, baixa densidade, tenacidade e impermeabilidade do PP. O filamento de PP reforçado com fibra de carbono da Braskem é uma adição exclusiva e genuinamente valiosa ao nosso programa de parceiros de materiais “, afirma Andrea Gasperini, Parceira e Gerente de Desenvolvimento de Ecossistema da Ultimaker.

Segundo a Braskem, o seu filamento para impressão 3D de polipropileno da reforçado com fibra de carbono possui os principais atributos:

  • Conteúdo de fibra de carbono 100% reciclado
  • Alta rigidez e resistência – 6x mais forte do que os filamentos PP tradicionais
  • Otimizado para impressão de alta resolução
  • Leve / baixa densidade
  • Resistência química
  • Baixa contração / empenamento
  • Altamente resistente à água – não absorve umidade, não é necessária secagem

Jason Vagnozzi, Diretor Comercial de Manufatura Aditiva da Braskem, afirmou: “Estamos entusiasmados em ter o filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono da Braskem disponibilizado no Ultimaker Marketplace. Isso é uma prova da inovação, dos atributos excepcionais do produto e da alta qualidade do nosso polipropileno para Manufatura Aditiva. Independentemente de você ser uma start-up, universidade, fabricante de equipamentos, transformador, componedor ou proprietário de uma marca, o filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono da Braskem está abrindo novos caminhos em termos de expandir os limites do design de impressão 3D e das possibilidades de engenharia. “

Segundo a Braskem, os seus carretéis de filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono são projetados para serem usados ​​tanto em aplicações de impressão 3D industriais quanto pessoais, tornando-os uma opção apropriada para prototipagem rápida, design de produto personalizado, leveza, otimização de geometrias e projeto de peças de reposição. Os filamentos de polipropileno reforçado com fibra de carbono estão disponíveis nos diâmetros de 1,75 mm e 2,85 mm para atender a uma ampla gama de aplicações de impressoras 3D.

O filamento de polipropileno (PP) reforçado com fibra de carbono da Braskem (“CF-PP”) (“FL900PP-CF”) no site do Ultimaker Marketplace pode ser acessado em: https://marketplace.ultimaker.com/app/cura/materials/1234567 / FL900PPCF. O material produto é feito com fibra de carbono 100% reciclada fornecida pela Vartega e otimizada para uso com o polipropileno da Braskem. Todas as caixas de filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono da Braskem vendidas terão informações sobre como reciclar o filamento de fibra de carbono usado por meio do programa.

Fundada em 2011, a Ultimaker conta com 380 funcionários globalmente e disponibiliza para seus clientes uma plataforma que oferece uma variedade de produtos e serviços de impressão 3D, integrando hardware, software e materiais.

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Mercado de silo bolsa para armazenagem de grãos cresce mais de 36% em 2020

03/07/2021

A solução de armazenagem de grãos, produzida pela Pacifil Brasil com resina da Braskem, acompanhou as safras recordes brasileiras e vivenciou um aumento de demanda expressivo, que deve se manter em 2021

As safras de grãos brasileiros têm batido recordes consecutivos. O resultado expressivo no campo aqueceu também o mercado de silo bolsa, solução de armazenagem produzida em plástico, que teve um aumento de mais de 36% na demanda em 2020 e segue crescendo em 2021. A Pacifil, parceiro comercial da Braskem, é líder no mercado brasileiro desta solução, a qual contribui para reduzir o déficit de estocagem de grãos no país.

O silo bolsa é um túnel flexível, produzido com polietileno (PE), disponível em diferentes dimensões e com capacidade para conservar grãos por mais de 12 meses. A solução é de simples manuseio na hora da armazenagem, já que não depende de nenhum tipo de estrutura física especial. Entre as principais vantagens que o uso traz ao produtor rural estão a possibilidade de estocagem na própria lavoura, o baixo custo operacional e a alta rentabilidade, uma vez que permite que o produtor faça a programação da comercialização dos grãos.

“A parceria entre a Braskem e a Pacifil é bastante frutífera e um dos resultados é a contínua inserção no mercado do silo bolsa produzido a partir de polietileno. Conhecemos a relevância da solução para o produtor, pois ela sana os desafios de estocagem de grãos, gerando maior independência e rentabilidade. Por isso, estamos muito satisfeitos com esse aumento de mercado da Pacifil. O crescimento demonstra como as nossas equipes têm em seu DNA a constante busca por soluções inovadoras, melhorando a vida dos consumidores e sempre alinhada com os propósitos e estratégias de seus clientes, fornecendo apoio do início ao fim do processo”, comenta Eduardo Pascowitch, gerente comercial responsável pela conta da Pacifil e líder do segmento de Plasticultura na Braskem.

Ana Paiva, especialista em Desenvolvimento de Mercado da Plataforma Agro da Braskem, explica que a ensilagem dos grãos e sua posterior extração do silo bolsa são operações simples que utilizam apenas uma embutidora (para enchimento da bolsa) e uma extratora (para retirada dos grãos da bolsa). “O período extenso de armazenamento da safra é garantido pela retirada do oxigênio de dentro do silo bolsa, o que impede o desenvolvimento de pragas e insetos e mantém a qualidade inicial do produto, assegurando o valor e evitando a queda no valor final. O silo bolsa empodera o agricultor, uma vez que coloca em suas mãos a decisão sobre o melhor momento para comercializar a safra”, diz.

“Há mais de 20 anos a Pacifil comercializa o silo bolsa e a parceria com a Braskem é fundamental para entregarmos aos produtores uma solução de qualidade. Em 2020, tivemos um aumento de cerca de 10% de marketshare por conta desse produto, o que consolidou a nossa liderança no segmento e reforçou a necessidade do uso do silo bolsa no agronegócio brasileiro por ser um sistema versátil, o qual ajuda em vários momentos da cultura de grãos. Entre os modelos de silo bolsa que mais se destacam estão os de 100m ou 125m, que possuem maior capacidade de armazenagem, menor custo por tonelada e menor ajustes na operação, aumentando a velocidade de estocagem”, comenta Gustavo Bazzano, diretor comercial da Pacifil.

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ONG transforma lixo marinho em objetos plásticos

19/06/2021

Coleta de lixo marinho se transforma em objetos como bancos de praça, brinquedos e quilhas de pranchas de surf

A ECO Local Brasil é uma instituição que tem como objetivo mitigar os impactos causados pelo descarte indevido dos resíduos plásticos no meio ambiente. Desde 2002, a organização não governamental (ONG) é responsável por ativações ambientais de limpeza de praia, principalmente no litoral Sul e Sudeste do Brasil.

Até agora, a ECO Local Brasil já transformou mais de 70 toneladas de plástico por meio de logística reversa, realizando centenas de ações, entre coleta de resíduos nas praias, visitas a escolas para conscientização dos alunos e doação de objetos feitos com a matéria-prima reciclada – como quilhas de surf e brinquedos. Para isso, a organização também conta com uma rede de projetos parceiros em todo o litoral Sul e Sudeste. Eles enviam os resíduos para a instituição, que os devolve em forma de matéria-prima transformada. “O que nós entendemos, como ONG, é que não basta ficar apontando para o problema. É preciso também chegar com a solução. Por isso a gente encabeçou essa responsabilidade”, conta o fundador da ONG, Filipe Oliveira. “Nós entendemos que seria importante também sermos responsáveis pelo transporte e por dar um destino final àquilo que a gente coleta”.

Após 16 anos de atuação, em 2018, seus participantes entenderam que não bastava recolher, era preciso também tratar. Então, a ONG se reorganizou e criou também uma empresa na área de prestação de serviços para fazer o gerenciamento do material por categorias. O plástico retirado das ações ambientais é transformado em pellets (grânulos) sustentáveis, com os quais as indústrias transformadoras fabricam novos produtos plásticos. A empresa também produz seus próprios objetos, que vão desde bancos de praça e lixeiras até quilhas para pranchas de surf.

Reciclagem em números

Em 2019, o Brasil reciclou 838 mil toneladas de plástico, um aumento de 10% em relação a 2018, segundo dados da pesquisa da reciclagem do Plástico, realizada anualmente pelo PICPlast. O estudo também mostra diminuição de 15,1% nas perdas do processo de reciclagem. Ainda que o país tenha avançado na reciclagem, há muito a ser feito.

O Movimento Plástico Transforma, que tem como objetivo reforçar conceitos como consumo consciente, destinação correta dos resíduos, reciclagem de plásticos pós-consumo e transformação em novos produtos, avalia que é necessária uma adaptação da indústria e dos consumidores à nova realidade. Segundo a instituição, a pesquisa demonstra que os principais motivos de perda no processo da reciclagem são de contaminação da sucata por descuido no descarte e, também, por triagem desqualificada. Cerca de 45% dos materiais coletados são PET, material reciclável.

Ainda que grande parte dos resíduos plásticos descartados incorretamente no meio ambiente seja de produtos finais, como embalagens, a perda dos pellets pela indústria do plástico também é uma fonte de preocupação. Atenta a isso, a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) é licenciadora do Programa Pellet Zero no Brasil, do qual a Braskem é signatária. A iniciativa tem como objetivo prevenir a perda de pellets, matéria-prima usada para fabricar os produtos plásticos. Para o Movimento Plástico Transforma, a iniciativa é importante para mitigar a perda dos pellets no meio ambiente, já que é também responsabilidade da indústria do plástico seguir um cronograma focalizado em conceitos da economia circular. A recuperação desse material não só evita problemas ambientais como pode significar diminuição no custo de sua produção a longo prazo.

Pellets e a mobilização da cadeia do plástico

A Abiplast é licenciadora do Programa Pellet Zero no Brasil desde o fim de 2019. A iniciativa consiste em evitar e conter vazamento de pellets (grânulos plásticos antes da transformação), os quais podem ser levados para córregos, rios e mares. A Braskem é signatária do PPZ pela Plastivida (também licenciadora) e já alcançou a última estrela do programa.

O PPZ-OCS® visa o engajamento de todo o setor dos plásticos em uma ação contínua e eficaz de contenção dos pellets e demais formas de resina, evitando a contaminação dos corpos d’água e, consequentemente, do oceano.

Segundo o Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar, existem 274 municípios brasileiros ao longo de 8.500 km de costa, . Esses números ilustram o tamanho do desafio do combate ao lixo no mar. Trata-se de um problema complexo, que demanda uma nova postura de todos os setores da sociedade na execução de ações pragmáticas e viáveis.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e Abiplast, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais para contribuir com a competitividade e o crescimento da transformação e reciclagem plástica. Baseado em dois pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados para o reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

Em relação à atividade de promoção das vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

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Braskem desenvolve cera de polietileno obtido a partir do etanol de cana-de-açúcar

19/06/2021

Com a nova solução, a empresa amplia seu portfólio I’m green

A Braskem lançou uma cera de polietileno (PE) produzida a partir de fonte renovável, direcionada para a produção de adesivos, cosméticos, tintas e compostos utilizados em processos de transformação das resinas termoplásticas. O produto, comumente utilizado como um agente modificador de viscosidade em diversas formulações, possui as mesmas propriedades e performance da versão feita com PE de origem fóssil. Produzido a partir do etanol da cana-de-açúcar, a nova solução oferece menor pegada de CO2, é reciclável e tem aplicação multimercado, afirma a empresa.

Com a chegada da cera de PE de fonte renovável ao mercado mundial, a Braskem amplia o portfólio I’m green bio-based com produtos que vão além das resinas existentes e fornecidas até hoje. A marca I’m green é composta por soluções de fonte renovável e reciclada.

“Há mais de uma década, a Braskem produz plástico de origem renovável. Deste então, a Braskem vem buscando formas de apoiar seus clientes na busca de novos produtos para redução da pegada de carbono. Depois do PE e do EVA I’m green bio-based, agora trazemos a cera de PE de fonte renovável para o mercado global de adesivos, cosméticos, tintas e compostos, o que reforça o compromisso de nos tornamos uma empresa carbono neutro até 2050″, explica Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis e Especialidades da Braskem.

O polietileno I’m green bio-based utilizado na fabricação da cera de PE renovável absorve gás carbônico da atmosfera durante seu ciclo produtivo. Segundo a Braskem, a fabricação do polietileno renovável a partir do etanol gera economia de energia em torno de 80% em relação às rotas tradicionais. “Trabalhamos diariamente com o objetivo de unir inovação e desenvolvimento sustentável para gerar um melhor impacto ao planeta e à sociedade, e este lançamento é mais um dos frutos do nosso esforço na descarbonização da cadeia de valor na qual estamos inseridos”, finaliza Gustavo.

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Braskem divulga novos compromissos de desenvolvimento sustentável

19/06/2021

A Braskem, alinhada com os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU para 2030, assumiu novos compromissos. A empresa estruturou esses compromissos em sete dimensões: saúde e segurança, resultados financeiros e econômicos, eliminação de resíduos plásticos, combate às mudanças climáticas, ecoeficiência operacional, responsabilidade social e direitos humanos e inovação sustentável. Para cada um deles, a Braskem definiu metas e objetivos claros.

“As sete dimensões se conectam e promovem o desenvolvimento sustentável em sua totalidade. São compromissos com as pessoas e com o planeta. A eliminação de resíduos plásticos, a ampliação do portfólio I’m green, a promoção da inclusão, equidade e diversidade, a neutralização das emissões de carbono até 2050 são exemplos de metas que já estamos perseguindo”, afirma Roberto Simões, presidente da Braskem.

Em saúde e segurança, a meta da Braskem é zerar as doenças ocupacionais e reduzir pela metade a frequência de acidentes de trabalho. Para isso, contará com ações de educação, gestão de terceiros e desenvolvimento de ferramentas de digital e de indústria 4.0 para melhoria dos aspectos de saúde, segurança e meio ambiente.

Na questão dos resultados financeiros, a Braskem tem como objetivo se colocar entre as melhores do mundo do índice Dow Jones de Desenvolvimento Sustentável, assim como adotar as melhores práticas globais com foco em ESG (sigla em inglês para meio ambiente, saúde e governança). Atualmente, os executivos da companhia, por exemplo, têm metas pessoais vinculadas às metas ESG.

No esforço pela eliminação de resíduos plásticos, a companhia diz que irá ampliar seu portfólio I’m green para incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado; e, até 2030, 1 milhão de toneladas desses produtos. Até 2030, vai trabalhar para eliminar que 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos seriam enviados para incineração, aterros, ou depositados no meio ambiente.

No combate às mudanças climáticas, as metas são reduzir em 15% as emissões diretas de gases de efeito estufa até 2030 e alcançar a neutralidade de carbono até 2050. Essas metas passam por ação de redução de emissões com foco em eficiência energética e o uso de energia renovável nas operações atuais, além da compensação de emissões com investimentos em químicos e polímeros de origem renovável.

Em ecoeficiência operacional, a meta é fazer uma gestão mais eficiente do uso de água, com iniciativas de reuso, e garantir 100% de uso de fontes seguras. Além disso, aumentar a eficiência energética.

Na dimensão responsabilidade social e direitos humanos, as metas são promover o desenvolvimento das comunidades do entorno das plantas industriais, ter mais mulheres em cargos de liderança e mais integrantes negros. Para garantir diversidade, a Braskem vem já adotando práticas como o chamado currículo às cegas, para promover a equidade de oportunidades, e a flexibilização de critérios para a contratação de pessoas, eliminando critérios que criavam barreiras de igualdade de inserção.

Por fim, a dimensão de inovação sustentável prevê aumentar a porcentagem de projetos sustentáveis no portfólio de inovação e tecnologia, alcançando 85% até 2025 e 90% até 2030.

A Braskem afirma ter alcançado 85% dos objetivos estabelecidos no seu primeiro ciclo de melhoria de longo prazo entre 2009 e 2020.

Mais informações no link www.braskem.com.br/macroobjetivos

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Braskem instala “Ilha de Reciclagem” no seu Centro de Tecnologia e Inovação em Triunfo (RS)”

02/06/2021

Modelo Digital em 3D da Ilha da Reciclagem

A Braskem implementará, a partir de julho, uma nova estrutura no seu Centro de Tecnologia e Inovação, situado no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). Conhecida como Ilha de Reciclagem, a instalação será responsável por testar o desempenho das resinas recicladas e desenvolver produtos inovadores e sustentáveis que atendam às necessidades do mercado e cumpram o seu papel na redução do impacto ao meio ambiente. A iniciativa também visa fomentar o desenvolvimento da cadeia de reciclagem e seu mercado.

O projeto atenderá todas as regiões onde a empresa atua. Por meio de um hub de hardware, com equipamentos específicos para teste de resinas recicladas, será possível entender os desafios técnicos do reaproveitamento de matéria-prima, atendendo às exigências de confiabilidade e as necessidades dos clientes e brand owners.

Segundo a Braskem, o investimento de 150 mil reais reforça a preocupação da empresa em promover tecnologias para desenvolver resinas recicladas com maior qualidade, fazendo com que elas tenham cada vez mais relevância na cadeia de valor do plástico. Além de auxiliar o mercado com pesquisa e desenvolvimento, o projeto está diretamente relacionado com o compromisso da companhia de incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado em seu portfólio, um dos principais macro objetivos da empresa.

A diretora de Economia Circular da Braskem na América do Sul, Fabiana Quiroga, explica que a iniciativa é uma aliada para alavancar a reciclagem e a utilização de resina reciclada no Brasil. “Estamos cumprindo o papel da indústria de desenvolver soluções inovadoras e sustentáveis para o plástico. O avanço na qualidade das resinas pós-consumo é um fator importante para ampliar as aplicações dos produtos reciclados, e assim, fortalecer a economia circular”, comenta a executiva.

De acordo com Fábio Fell, coordenador do Laboratório de Aplicação do CTI e responsável pela Ilha de Reciclagem, os experimentos da nova instalação complementarão os estudos da companhia para entender quais as aplicações e o tipo de design de produto que mais facilitam no processo de reciclagem. “Esse tipo de informação será essencial para nortear escolhas relacionadas a esses dois pontos, pensando-se no potencial de estímulo à economia circular. A iniciativa também reforçará a Braskem como referência no apoio aos clientes e em pesquisa e desenvolvimento de resinas termoplásticas. A combinação entre tecnologia de ponta e nossos profissionais especialistas em economia circular será um dos nossos diferenciais para oferecer produtos com ainda mais qualidade ao mercado”, afirma Fell.

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Movimento Plástico Transforma apóia o Tampinha Legal, iniciativa que coleta tampas plásticas para reciclagem

26/05/2021

Liderada pela parceria entre a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e a Braskem, a iniciativa promove a imagem do plástico, apresentando projetos de inovação e educação.

Há mais de 4 anos a iniciativa “Tampinha Legal” fomenta a coleta de tampas plásticas em prol de entidades assistenciais do terceiro setor. O programa conta com o patrocínio do Movimento Plástico Transforma, que mostra o potencial de transformação do plástico e é liderado pela parceria entre a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e a Braskem. Segundo os coordenadores do Movimento Plástico Transforma, o Tampinha Legal é o maior programa socioambiental de caráter educativo em economia circular da indústria de transformação do plástico na América Latina.

Para Fernanda Maluf, uma das coordenadoras do Movimento Plástico Transforma, “a parceria reforça a importância da reciclagem e estimula o engajamento da população com a causa, de maneira educativa”.

Segundo a coordenadora do Instituto SustenPlást, Simara Souza, o Movimento Plástico Transforma mostra que o plástico é aliado em frentes como a inovação e a responsabilidade socioambiental, promovendo os conceitos da economia circular, assim como o Tampinha Legal. “O Tampinha Legal proporciona ações modificadoras de comportamento de massa, ou seja, a sociedade civil é inserida, na prática, na economia circular. É importante nos cercarmos de iniciativas que façam com que o plástico pós-consumo seja valorizado por todos. Esta matéria-prima nobre deve retornar para a indústria para a produção de novos artefatos e também novas possibilidades”, explica.

Com os recursos obtidos por meio do Tampinha Legal, as entidades assistenciais participantes podem adquirir medicamentos, alimentos, equipamentos, ração animal e/ou materiais escolares, e também custear tratamentos e exames de saúde humana e animal, melhorias em suas sedes, entre outras ações, impactando positivamente em muitas vidas.

O Tampinha Legal é iniciativa do Instituto SustenPlást e, por meio de ações modificadoras de comportamento de massa, promove conscientização quanto ao destino adequado dos resíduos plásticos, colocando em prática os princípios da economia circular.

Todos os segmentos da sociedade são convidados a juntar tampinhas e destiná-las para entidades assistenciais cadastradas junto ao programa, o qual busca a melhor valorização de mercado para o material.

Os valores obtidos são destinados integralmente para as instituições sem rateios ou repasses e sem que o programa receba comissões e/ou gratificações sobre o material coletado. Só em 2020, a arrecadação ultrapassou 1 milhão de reais, que foi totalmente destinada aos participantes.

Recentemente, o Instituto lançou também o Copinho Legal, que conta com o apoio da Abiplast e adesão de empresas membros da Câmara Setorial dos Fabricantes de Descartáveis Plásticos da associação. O Copinho Legal segue o modelo do Tampinha Legal, destinando os recursos obtidos com a venda dos descartáveis plásticos (copos, pratos e talheres) para as entidades assistenciais.

O Tampinha Legal atua no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Goiás e no Distrito Federal. Além do site – tampinhalegal.com.br, também é possível acompanhar a transparência do trabalho do programa por redes sociais, como YouTube, Instagram e Facebook, e pelo aplicativo Tampinha Legal, onde é possível localizar os pontos de coleta mais próximos, entidades assistenciais e empresas participantes. Em Porto Alegre, o Tampinha Legal conta com o apoio estratégico da Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais da FIERGS.

Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma visa ressaltar a utilização do plástico, de forma criativa e responsável, em soluções que podem transformar o dia a dia e o futuro. A primeira iniciativa voltada para a comunicação com a sociedade assinada pelo Movimento Plástico Transforma foi a instalação interativa PlastCoLab. A ação atingiu mais de 37 mil pessoas e contou com quatro edições, realizadas nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Brasília. Outro projeto relevante é a Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque KidZania, em São Paulo, que visa demonstrar – de forma lúdica e educativa – as principais etapas do processo de reciclagem do plástico e já atingiu mais de 18 mil pessoas. No site www.plasticotransforma.com.br e nas redes sociais do projeto é possível encontrar conceitos importantes sobre economia circular e iniciativas inovadoras de uso, reuso, descarte correto e reciclagem do plástico.

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Braskem lança nos EUA filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono para impressão 3D

14/05/2021

A Braskem anunciou a expansão de seu portfólio de produtos de impressão 3D para incluir um novo filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono para manufatura aditiva (“CF-PP”) (“FL900PP-CF”), oferecendo propriedades mecânicas e térmicas superiores, assim como um baixo empenamento, afirma a empresa. O novo filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono permite que os usuários imprimam em 3D peças leves e rígidas para aplicações na indústria automotiva, aeroespacial, náutica, em artigos esportivos e outros mercados. O novo grade é feito com fibra de carbono 100% reciclada, com o mesmo desempenho que esperado de fibra de carbono virgem.

Jason Vagnozzi, Diretor Comercial de Manufatura Aditiva da Braskem, afirmou: “Como líderes do mercado de polipropileno nos Estados Unidos, estamos orgulhosos em lançar nosso novo filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono para impressão 3D, oferecendo aos nossos clientes industriais e consumidores finais novas e incomparáveis capacidades de produção ​​para manufatura aditiva de peças de alta resistência e peso leve. Independentemente do cliente ser uma start-up, universidade, fabricante de equipamentos, transformador, componedor ou proprietário de uma marca, o filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono da Braskem está abrindo novos caminhos em termos de expandir os limites do design de impressão 3D e possibilidades de engenharia. Este mais recente lançamento de produto para impressão 3D reflete o compromisso contínuo da Braskem em trazer novas soluções poderosas para o setor de impressão 3D, aproveitando nosso laboratório de manufatura aditiva dentro do Centro de Inovação e Tecnologia (I&T) da Braskem na América do Norte, localizado em Pittsburgh, Pensilvânia. “

Segundo a Braskem, os principais atributos do seu filamento de polipropileno da reforçado com fibra de carbono para impressão 3D são:

  • Conteúdo de fibra de carbono 100% reciclado
  • Alta rigidez e resistência – 6x mais forte do que os filamentos PP tradicionais
  • Otimizado para impressão de alta resolução
  • Leve / baixa densidade
  • Excelente resistência química
  • Baixo encolhimento / empenamento
  • Altamente resistente à água – não absorve umidade, não é necessário secar

Os novos carretéis de filamento de polipropileno reforçado com fibra de carbono são projetados para serem usados ​​tanto em aplicações de impressão 3D industriais quanto pessoais, como por exemplo na prototipagem rápida, design de produto personalizado, redução de peso, otimização de geometrias e projeto de peças sobressalentes. Os filamentos de polipropileno reforçado com fibra de carbono estão disponíveis nos diâmetros de 1,75 mm e 2,85 mm para atender a uma ampla gama de aplicações de impressora 3D e estão disponíveis para compra online através da eStore da M. Holland.

Outras informações sobre o portfólio de manufatura aditiva da Braskem, incluindo filamentos, pós para fabricação de filamentos fundidos (FFF), Sinterização Seletiva a Laser (SLS) e extrusão de pellets de alta velocidade estão disponíveis em https://www.braskem.com/usa/3d- impressão.

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Braskem tem lucro líquido de R$ 2,5 bilhões no primeiro trimestre de 2021

13/05/2021

A Braskem registrou no primeiro trimestre resultados positivos. Foi o terceiro trimestre consecutivo de crescimento no resultado operacional recorrente, somado a uma redução da alavancagem, ao crescimento do lucro líquido e ao aumento de receita líquida de vendas. O resultado operacional recorrente foi de R$ 6,9 bilhões no primeiro trimestre, 54% acima do trimestre anterior, em função principalmente dos melhores spreads internacionais utilizados como referência no Brasil, nos EUA, na Europa e no México, além de maior volume de vendas nos EUA e na Europa;

  • A alavancagem, medida pela relação dívida líquida/resultado operacional recorrente, em dólares, foi de 1,8x, menor 39% do que a medida no quarto trimestre de 2020 e menor 69% do que no primeiro trimestre do ano passado;
  • O lucro líquido foi de R$ 2,5 bilhões, 195% superior ao trimestre anterior;
  • A receita líquida de vendas foi de R$ 22,7 bilhões, crescimento de 21% em relação ao trimestre anterior e 80% maior do que o registrado no primeiro trimestre de 2020.

“O primeiro trimestre termina com a Braskem em uma posição financeira sólida em função, principalmente, da evolução contínua dos resultados da companhia. Estamos mantendo o foco na busca para retornar ao nível de grau de investimento pelas agências de crédito”, afirma Roberto Simões, presidente da Braskem.

Outro ponto de destaque da Braskem é o engajamento social neste momento de pandemia. “Iniciamos uma nova campanha de doação e solidariedade para minimizar o impacto causado pela pandemia. A sociedade precisa de todos nós neste momento”, completa Simões.

A Braskem está distribuindo 48 mil cestas básicas, 25 mil kits de limpeza e 3 toneladas de hortifrútis nas comunidades próximas às suas instalações e que foram diretamente afetadas pela crise social, causada pela pandemia da Covid-19. Ao todo, a companhia destinará neste ano R$ 15 milhões para iniciativas e parcerias em diversos estados do Brasil.

Em fevereiro, a companhia firmou parceria estratégica com a maior empresa global de logística, a A.P. Moller – Maersk, e a PSA Corporation Ltd (PSA), uma das maiores operadoras portuárias no mundo, para a utilização de seus terminais em Cingapura e iniciar operação de transbordo para servir o continente asiático. O acordo permitirá à companhia fornecer aos seus clientes na Ásia acesso regular ao portfólio de polímeros, em mais um passo para a diversificação geográfica da Braskem.

A Braskem conquistou em 2021 a certificação como Operador Econômico Autorizado (OEA) – Modalidade Conformidade, concedida pela Receita Federal do Brasil. Ser um operador OEA é ser reconhecido internacionalmente por adotar processos de gestão, que minimizam os eventos de riscos existentes em suas operações de importação e que cumprem voluntariamente critérios de conformidade, confiabilidade e segurança aplicados à cadeia logística global, assim como obrigações tributárias e aduaneiras.

Além disso, foi iniciada a operação do complexo eólico de Folha Larga Norte, em Campo Formoso (BA), um empreendimento da EDF Renewables viabilizado pelo contrato de fornecimento de 20 anos para a Braskem. O uso de energia renovável é parte essencial do compromisso da Braskem de se tornar carbono neutro até 2050 e a parceria com a EDF Renewables vai significar uma redução de 280 mil toneladas de CO2 ao longo do contrato.

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Braskem recebe certificação ISCC Plus para produção de resinas e químicos a partir de matérias-primas circulares

04/04/2021

Testes de novas rotas sustentáveis para produção de resinas a partir de matéria-prima renovável e circular terão continuidade ao longo de 2021, em São Paulo e Rio Grande do Sul, e serão alternativas à nafta, principal insumo petroquímico

A Braskem recebeu a certificação ISCC Plus, Certificação Internacional de Sustentabilidade e Carbono, na sigla em inglês, para utilização de matérias-primas alternativas, como o óleo de pirólise – processo químico que quebra as moléculas das resinas termoplásticas a partir do calor – para que as unidades industriais da companhia, localizadas no Sul e Sudeste, transformem esse insumo em novos polímeros.

“Na prática, significa que estamos cada vez mais perto – e com a chancela de uma organização internacional – de ampliar a comercialização de resinas e produtos químicos mais sustentáveis, com as mesmas características dos produzidos atualmente por meio de matérias-primas fósseis. Entre as matérias-primas que pretendemos testar está o óleo de pirólise, que utiliza em seu processo produtivo plásticos com maior dificuldade técnica de serem reciclados mecanicamente, como embalagens flexíveis compostas por diferentes materiais. Os estudos nesse sentido também nos aproximam de rotas ainda mais sustentáveis, para além da cana-de-açúcar, e são uma alternativa à nafta do petróleo”, explica Luiz Alberto Falcon, responsável pela plataforma de Reciclagem da Braskem.

A certificação ISCC Plus baseia-se no conceito de balanço de massa, que é um conjunto de regras técnicas que garantem que a mesma quantidade de matéria-prima, produzida a partir de material pós-consumo e que entra no processo, saia como produto final com as mesmas características das resinas e químicos de origem fóssil. Esse controle permite que a sustentabilidade dos produtos circulares seja devidamente creditada e reconhecida. Na Braskem, até então, a ISCC Plus era válida apenas para a produção do polietileno I’m greenTM bio-based, feito a partir do etanol da cana-de-açúcar.

Com esse novo passo, a ISCC Plus passa a ser válida para as unidades industriais da Braskem no Polo Petroquímico do Grande ABC, no estado de São Paulo, e no Polo Petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul. São nessas unidades em que a companhia dará sequência, ao longo de 2021, aos testes para essas rotas, em especial as que envolvem o uso do óleo de pirólise e outras matérias-primas renováveis.

A novidade está alinhada com o recém-anunciado acordo de cooperação firmado entre a Braskem, a Fábrica Carioca de Catalisadores (FCC S.A.), SENAI CETIQT e COPPE/UFRJ para viabilizar as próximas fases dos testes . O corpo de pesquisa formado por estas instituições investirá cerca de R$ 2,7 milhões, entre recursos financeiros e humanos, para o desenvolvimento de novos catalisadores, com o intuito de aperfeiçoar o rendimento durante o processo de pirólise tornando este processo de reciclagem química mais atrativo e economicamente viável para aplicação em escala industrial.

Recentemente, nos Estados Unidos, a Braskem anunciou outras duas iniciativas para ampliar o uso de matérias-primas mais sustentáveis. O trabalho conjunto com a Encina permitirá o uso de tecnologia capaz de criar produtos químicos sustentáveis a partir de plástico pós-consumo, desenvolvendo polipropileno (PP) circular com as mesmas características da resina fóssil, para utilização e embalagens de alimentos e produtos de consumo e higiene. Na América do Norte, a Braskem também anunciou a parceria com a Agilyx para o início de um estudo de viabilidade para desenvolvimento e construção de um projeto avançado para produção de matéria-prima oriunda da reciclagem de plástico . O objetivo é encontrar um caminho eficiente e sustentável para a produção de PP a partir de matéria-prima produzida utilizando resíduos plásticos mistos.

Todas essas iniciativas estão em linha com a estratégia de diversificação de matéria-prima da Braskem e vai ao encontro dos macro-objetivos da empresa para ampliar o conceito de economia circular na cadeia do plástico e se tornar uma empresa carbono neutro até 2050 . Uma das metas é ampliar o portfólio I’m greenTM para incluir, nos próximos 10 anos, 1 milhão de toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos produzidos com conteúdo renovável e circular.

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Empresas do Rio de Janeiro concluem programa de treinamento sobre Gestão da Inovação promovido pelo PICPlast

03/04/2021

PICPlast dá sequência a treinamentos voltados à indústria da transformação com conteúdo disponibilizado em plataforma online

O Programa Gestão de Inovação (PGI) do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma das iniciativas voltada aos os colaboradores envolvidos na indústria da transformação. Realizada em parceria com a consultoria Avantec-BR, a ação já formou quatro turmas, com participantes dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. A quarta turma, com empresas do Rio de Janeiro, concluiu o treinamento mesmo com a pandemia. Para tal, foi necessária a adaptação dos treinamentos presenciais, o que propiciou um aprendizado para todos no uso de novas ferramentas e maneiras de comunicação e interação.

“Desde a sua criação, o PICPlast vem realizando diversos encontros com transformadores, com a proposta de compartilhar conhecimentos para o desenvolvimento da cadeia. A inviabilidade de reuniões presenciais não poderia interromper esse trabalho, por isso migramos para a plataforma online, seguindo o conteúdo planejado” explica Fernanda Maluf, membro do PICPlast.

Para realizar o PGI online, os organizadores pesquisaram as melhores ferramentas para que os inscritos pudessem acessar o material de forma segura. O que era realizado em encontros presenciais mensalmente passou a ser feito em vídeo conferências, semanais ou quinzenais. “Sem dúvida, foi um aprendizado para todos nós”, diz Fernanda.

Comprometimento – O momento delicado não desanimou as 12 empresas participantes do PGI/RJ, que chegaram a fazer os dois primeiros módulos de forma presencial. Os cerca de 60 envolvidos conseguiram manter uma regularidade no acompanhamento do treinamento online. “Ficamos impressionados com a disciplina das empresas. Mesmo com todas as dificuldades e incertezas do momento que vivemos, elas conseguiram dar prioridade e importância ao treinamento”, afirma Antonio Xavier, consultor da Avantec-BR.

De acordo com os organizadores, o ambiente virtual trouxe algumas vantagens para o programa. “Na versão presencial, as dinâmicas eram feitas em grupos com participação de várias empresas. No modelo remoto, foram realizadas atividades individualizadas por companhia. Dessa forma, o que antes era exercitado com situações hipotéticas, passou a ser aplicado em casos reais, adaptados à situação das empresas”, revelam os consultores da Avantec-BR, Luís Cassinelli e Manoel Lisboa.

Os encontros online do PGI RJ foram realizados, em média, com duração de duas horas, a fim de cumprir cerca de 140h de carga horária durante os meses de treinamento. Além do conteúdo programático, os consultores promoveram 23 happy hours virtuais para conversas informais sobre inovação e compartilhamento de experiências. Também foram criados grupos em aplicativos de troca de mensagens instantâneas, que viabilizaram a geração de negócios entre as empresas, além de integração e interação de todas as quatro turmas.

“O Programa de Gestão de Inovação supriu a demanda sistêmica de desenvolvimento da cultura de renovação e de mudança. Ficamos muito satisfeitos com a ferramenta que encontramos e agora a metodologia de capacitação faz parte do Sistema de Inovação da Dover-Roll, preparando-nos para garantir nosso crescimento e perenidade como corporação”, afirma José Clark, Diretor da Engetech, uma das empresas participantes.

Álvaro Selvati, proprietário da participante Fibromar, afirma que sua forma de gerir mudou completamente após participar do PGI. “Posso dizer que a maior inovação nos 30 anos de história da empresa aconteceu durante o curso. Percebemos que inovar não está limitado apenas a novos produtos. É também uma mudança na postura e nas estratégias da companhia, é pensar de forma generalizada. Enquanto empresário, eu só tenho a agradecer e recomendar o programa”, afirma o gestor.

Também participaram do PGI/RJ as empresas Artmed Embalagens, Bauen Plásticos, Bywer, Ecomaster, FL Indústria e Comércio de Produtos Descartáveis, Indústria de Plásticos São Sebastião, Lillo do Brasil, MMS Plástico, UF Embalagens e Valeplast.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação e reciclagem plástica. Baseado em dois pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, e promoção das vantagens do plástico. O PICPlast também conta com investimentos voltados para o reforço na qualificação profissional e gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Contando com uma equipe de 8 mil colaboradores, a Braskem possui um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 52,3 bilhões (US$ 13,2 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico — ABIPLAST representa o setor de transformados plásticos e reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, projetos em Economia Circular, entre outras. A ABIPLAST representa atualmente 11.974 empresas que empregam um total de 337.863 pessoas.

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Braskem abre terminal logístico em Cingapura em parceria com A.P. Moller – Maersk e PSA Corporation

20/03/2021

Equipes da Braskem e da Maersk

Parceria estratégica dará aos clientes regionais da petroquímica acesso estragégico e contínuo a polímeros

A Braskem firmou parceria estratégica com a A.P. Moller – Maersk, maior empresa global de logística, e com a PSA Corporation Ltd (PSA) para a abertura de um novo terminal logístico em Cingapura. O acordo permitirá à Braskem fornecer aos seus clientes na Ásia acesso regular ao seu portfólio de polímeros.

Junto à entrada da primeira embarcação da Braskem com polietileno no Porto de Cingapura, no início deste ano, esse desdobramento reforça a presença da companhia como player relevante na Ásia. Por mais de 10 anos, Cingapura já foi sede das operações da Braskem na Ásia, por meio de um escritório comercial regional, sendo que a criação desse terminal permitirá o pleno atendimento da crescente demanda de mercados como China, Índia, Japão, Indonésia e Tailândia.

Com a nova parceria com a A.P. Moller – Maersk e PSA, a companhia gerenciará as operações do terminal focando em logística global e serviços hub-in-transit com múltiplas transportadoras no Porto de Cingapura.

Esse novo acontecimento decorre da parceria existente entre a Braskem e a PSA, cujo esquema especial de Forward Hubbing permite que a Braskem utilize a PSA Cingapura, maior Hub de transbordo de contêineres do mundo, como ponto focal de distribuição regional. A parceria permite que a Braskem tenha o menor tempo de processamento e amplo acesso aos detalhes de estoque da PSA Cingapura.

“Nossa estratégia de crescimento é totalmente baseada em inovação e no desenvolvimento sustentável. Ter uma presença forte e consistente em uma potência como Cingapura cria oportunidades únicas para nos tornarmos ágeis e ao mesmo tempo consistentes”, diz Roger Marchioni, diretor da Braskem Ásia.

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Mondial investe na produção nacional de Fritadeiras “Air Fryers” de 5 litros

20/03/2021

Desenvolvida por meio de parceria com a Braskem, fornecedora da matéria-prima do produto, a produção no Brasil responde ao aumento de demanda do mercado, que apresentou crescimento recorde em 2020

O ano de 2020 provocou mudanças em diversos hábitos e rotinas dos brasileiros. Entre outras descobertas, os consumidores perceberam a necessidade de deixar suas casas mais confortáveis e práticas. O resultado para o mercado foi um crescimento significativo na procura por eletrodomésticos que auxiliam no dia a dia. Dentre os diversos produtos disponíveis no mercado, as Fritadeiras “Air Fryers” seguiram no topo da lista devido ao seu conceito que concilia praticidade, versatilidade e alimentação mais saudável.

Líder na categoria de eletrodomésticos portáteis, a Mondial registrou um grande crescimento nas vendas de suas Fritadeiras “Air Fryers” (sem óleo) em 2020, em comparação ao ano de 2019. E, aproveitando o cenário positivo de vendas, a fabricante decidiu investir no país e trazer para o Brasil a produção de dois de seus modelos, ambos com capacidade de 5 litros. As AFN-50-BI e AFN-50-RI passam a ser produzidas na maior unidade fabril da Mondial, localizada em Conceição do Jacuípe, na Bahia. “Essa decisão traz benefícios em vários sentidos. Ao aumentarmos a nossa produção nacional, conseguimos gerar um número maior de empregos. Hoje, nosso quadro é de quatro mil colaboradores, sem considerar os empregos indiretos que chegam na casa dos 12 mil. Além disso, o consumidor também ganha, pois assim garantimos a melhor relação custo-benefício”, explica Giovanni M. Cardoso, co-fundador da Mondial Eletrodomésticos.

Viabilizar essa nacionalização, afirma a Mondial, só foi possível devido à construção e manutenção do bom relacionamento com toda a cadeia produtiva, entre elas com a Braskem, parceira da empresa no fornecimento de resinas termoplásticas para diferentes produtos. As equipes técnicas e comerciais da petroquímica, em conjunto com a equipe técnica da Mondial, escolheram a melhor e mais apropriada matéria-prima para este desenvolvimento, considerando as propriedades mecânicas e estéticas das peças, que necessitam de brilho e resistência térmica. Por meio de conversas de diagnóstico e testes técnicos, foi possível adaptar um copolímero de alta resistência térmica, já existente no portfólio de polipropilenos da Braskem, tornando-o ideal para aplicação nas partes plásticas da Air Fryer.

Segundo a Mondial, além dos benefícios técnicos, a nacionalização desta produção também traz outras vantagens para a empresa, tais como a redução do tempo de entrega do produto, a incorporação de nova tecnologia possibilitando também novos desenvolvimentos e a redução no custo total do produto. A inovação relacionada ao desenvolvimento e aplicação desta nova resina também é um aspecto de destaque no projeto, que contribuí para a parceria de sucesso entre a Braskem e a Mondial.

“Esse projeto é mais um passo que reforça o nosso compromisso em contribuir com a maior industrialização no território brasileiro. Acreditamos que o relacionamento com nossos clientes é essencial para o desenvolvimento econômico da cadeia do plástico e isso só é possível se atuarmos juntos. Para estar cada vez mais associada à estratégia e ao crescimento de seus clientes, as equipes técnicas e comerciais da Braskem sempre estão disponíveis para apoiar em outras oportunidades como essa”, comenta Renato Yoshino, diretor dos negócios de Agro, Infraestrutura e Indústria na Braskem.

A fábrica de Conceição do Jacuípe possui 100 mil m² de área construída e recebeu, no início de 2020, investimento de R$ 49 milhões para aumento de produção e reformas de ampliação. A unidade já está produzindo o modelo nas cores preta e vermelha. Já os processos de concepção e desenvolvimento dos produtos da marca permanecem nas mãos da equipe de Design Center, instalada no escritório central da empresa, em Barueri (SP).

Líder também na categoria de Fritadeiras “Air Fryers”, a Mondial detém cerca de 40% do market share e mantém em seu portfólio 10 modelos. Com capacidade entre 3,5 e 5,5 litros, as fritadeiras estão disponíveis nas cores preta e vermelha, com painel na cor do produto, ou em aço inox.

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Braskem registra prejuízo líquido de R$ 6,6 bilhões no ano de 2020

11/03/2021

A Braskem divulgou o balanço de 2020, indicando um resultado operacional recorrente de R$ 11 bilhões no ano, 86% superior ao de 2019, devido, principalmente, aos melhores spreads de resinas no mercado internacional em função da alta demanda global e ao aumento no volume de vendas de resinas no Brasil. A receita de vendas chegou a R$ 58 bilhões, num crescimento de 12% em relação ao ano anterior. Nesse cenário, a alavancagem corporativa apresentou uma redução importante e terminou o ano em 2,94x, afirma a empresa.

“Nosso principal foco continua sendo manter um alto padrão de segurança e com atenção constante à saúde das pessoas para atendermos os clientes. Estamos trabalhando para superar o momento tão difícil que o mundo atravessa com a pandemia do Covid-19 e seguimos firmes no propósito de solucionar os desafios que a Braskem enfrenta, como a desalavancagem da Companhia, para voltarmos a ser uma empresa com grau de investimento”, disse Roberto Simões, presidente da Braskem.

Em dezembro, a Braskem concluiu um importante avanço em relação ao evento geológico de Alagoas e seus potencias impactos, com a celebração dos acordos para compensação dos moradores e para reparação socioambiental. Após a homologação dos acordos com as autoridades competentes, as ações civis públicas contra a Braskem relacionadas à compensação dos moradores e à reparação socioambiental no contexto do evento geológico em Alagoas foram extintas.

A Companhia registrou prejuízo líquido de R$ 6,6 bilhões no ano. Segundo a empresa, o prejuízo resultou principalmente das provisões referentes ao evento geológico de Alagoas, no montante de R$ 6,9 bilhões, e do impacto da variação cambial no resultado financeiro dada a depreciação do real frente ao dólar sobre a exposição líquida de US$ 3,4 bilhões.

Em 2020, a Braskem anunciou a ampliação dos seus esforços para se tornar uma empresa carbono neutro até 2050 e de diminuir em 15% as emissões de gases de efeito estufa até 2030, além de ampliar seu portfólio para, até 2025, ter 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado; alcançando 1 milhão de toneladas desses produtos até 2030. A empresa também afirmou que vai trabalhar para que nos próximos dez anos haja o descarte adequado de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos.

Nesse contexto, no quarto trimestre de 2020, as vendas de produtos reciclados atingiram cerca de 6 mil toneladas, um aumento de 310% em relação ao trimestre anterior. No ano, a taxa de utilização de eteno verde foi de 87%, aumento de 9 pontos percentuais em relação a 2019, e as vendas de PE Verde chegaram ao patamar de 170 mil toneladas, aumento de 5% em relação ao ano anterior, sendo os dois valores recordes históricos desde o início da operação de biopolímeros da Companhia em 2010.

Em energia, a Braskem reforçou sua estratégia de ter uma base cada vez maior de fontes renováveis. No ano passado, anunciou contratos de longo prazo importantes para compra de energia renovável, como o firmado com a Canadian Solar Inc., uma das maiores empresas do ramo solar do mundo. Esse acordo viabiliza a construção de uma usina no norte de Minas Gerais com capacidade instalada de 152 MWp, o suficiente para abastecer uma cidade de 430 mil habitantes. Em outro acordo, com a Voltalia, a compra de energia solar pela Braskem ajudou a viabilizar a expansão do complexo solar Serra do Mel, no Rio Grande do Norte, que terá capacidade para abastecer uma cidade de 1 milhão de habitantes. Já em 2021, A Braskem assinou contrato para aquisição de energia eólica da Casa dos Ventos, uma das pioneiras e maiores investidoras no desenvolvimento de projetos do segmento no Brasil.

Um importante destaque de 2020 foi a renovação dos contratos de fornecimento de nafta, etano e propano no Brasil com a Petrobras, por um prazo de cerca de 5 anos, garantindo a continuidade operacional das unidades no Brasil pelos próximos anos.

Houve também a retomada da produção de cloro-soda e dicloretano da unidade (foto) localizada no bairro do Pontal da Barra, em Maceió, que estava paralisada desde maio de 2019. Para o retorno da planta de cloro-soda, a Braskem concluiu o projeto para a produção de salmoura como matéria-prima a partir da aquisição de sal importado, o que permite a volta da produção integrada de PVC e soda cáustica.

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Braskem Idesa anuncia memorando de entendimento para discutir fornecimento de etano no México

11/03/2021

Agência de transporte de gás mexicana retoma serviço suspenso em Dezembro

A Braskem Idesa assinou memorando de entendimento com a estatal de petróleo e gás mexicana Pemex para discutir o contrato de fornecimento de etano no país e o desenvolvimento de um terminal para a importação da matéria-prima. Além disso, a empresa assinou um contrato de 15 anos de transporte de gás com a agência estatal Cenagás – o prazo desse contrato está condicionado à assinatura da negociação definitiva com a Pemex. Com isso, o complexo petroquímico da Braskem Idesa no México já começou a receber o gás natural cujo transporte havia sido interrompido pela Cenagás em dezembro.

O memorando de entendimento com a Pemex prevê termos e condições para a discussão de potenciais aditivos ao contrato de fornecimento. A Braskem Idesa disse em comunicado ao mercado que “não consegue prever o resultado das discussões com a Pemex”, mas que manterá o mercado informado sobre desdobramentos relevantes. O contrato de fornecimento de etano entre Braskem Idesa e Pemex segue em vigor e válido, até que seja eventualmente aditado.

A Braskem Idesa é uma empresa formada pela associação da Braskem e o Grupo Idesa, uma das principais petroquímicas mexicanas. Juntas, as empresas desenvolveram no Estado de Veracruz um complexo petroquímico para a produção de eteno e polietileno de alta e baixa densidades. Segundo a empresa, o projeto de US$ 5,2 bilhões foi o maior investimento privado no México nas últimas décadas.

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Braskem investe US$ 61 milhões na expansão da produção de polietileno derivado da cana-de-açúcar

24/02/2021

A expansão atenderá à alta demanda global do mercado de biopolímeros e contribuirá para a Braskem se tornar empresa carbono neutro até 2050

A Braskem expandirá sua capacidade de produção de eteno verde, matéria-prima produzida a partir do etanol da cana-de-açúcar e utilizada para a produção de resinas renováveis. A unidade industrial desse produto fica em Triunfo, no Rio Grande do Sul, e a capacidade atual, de 200 mil toneladas por ano, passará para 260 mil toneladas anuais. O projeto de expansão se iniciará ainda em 2021, está orçado em US$ 61 milhões e deve ser finalizado no quarto trimestre de 2022.

“A expansão da capacidade de produção de biopolímeros é reflexo do crescimento na demanda da sociedade e dos nossos parceiros por produtos sustentáveis, que tem aumentado consideravelmente nos últimos anos. Esta iniciativa também reforça nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável, que anda lado a lado com os valores da cadeia em que estamos inseridos e de nossos clientes. Esse aumento ne capacidade de produção de nossa unidade industrial tem como objetivo manter a Braskem na liderança do mercado de biopolímeros”, explica Marco Jansen, responsável global por biopolímeros na Braskem.

Segundo a Braskem, os seus estudos para a produção dos biopolímeros produzidos a partir da cana-de-açúcar começaram em 2007, no Centro de Tecnologia e Inovação do Polo Petroquímico de Triunfo (RS). A empresa investiu US$ 290 milhões na construção da unidade industrial e, em 2010, apresentou ao mercado o polietileno (PE) de origem renovável, representado hoje pela marca “I’m green bio-based”.

Nos últimos anos a Braskem ampliou a produção com a oferta de novas soluções renováveis, como o EVA “I’m green bio-based”, resina utilizada em setores como automobilístico e calçadista, entre outros.

De acordo com a Braskem, o empenho da empresa em criar soluções a partir da cana-de-açúcar está diretamente relacionado à estratégia de sustentabilidade da companhia, que segue investindo em produtos desenvolvidos a partir de matéria-prima de origem renovável. Hoje, o portfólio de resinas renováveis é exportado para mais de 30 países e já é utilizado em produtos de mais de 250 grandes marcas, como Allbirds, DUO UK, Grupo Boticário, Join The Pipe, Johnson & Johnson, Natura & Co, Nissin, Shiseido e Tetra Pak, informa a Braskem.

“Não é mais possível pensar em um modelo de negócio que não considere processos produtivos com menor impacto ambiental e práticas de economia circular. O mundo tem inúmeros desafios pela frente, tais como as mudanças climáticas e a disponibilidade de recursos naturais como a água. Sendo parte importante no desenvolvimento econômico de vários setores da economia, a Braskem se coloca como corresponsável para ajudar o mercado a caminhar na direção certa”, complementa Jansen.

O polietileno renovável da Braskem mantém a mesma qualidade e versatilidade do produto de origem fóssil. Por outro lado, afirma a empresa, tem a vantagem de capturar, ao longo de sua cadeia de produção, até 3,09 toneladas de gás carbônico por cada tonelada produzida. Na produção de EVA renovável a captura é de até 2,1 toneladas de CO2 por tonelada produzida, garante a Braskem. As emissões de gás carbônico contribuem para o aumento do efeito estufa na atmosfera terrestre.

A expansão da capacidade de produção de biopolímeros vai representar uma redução de 185 mil toneladas de CO2 na meta da Braskem de se tornar uma empresa carbono neutro até 2050 . “A neutralização de carbono é um dos caminhos mais viáveis para minimizar os impactos das mudanças climáticas. Nesse sentido, aumentar a nossa produção de plástico feito a partir da cana-de-açúcar trará ganhos significativos para nós e para nossos clientes mundo afora em questões relacionadas à sustentabilidade”, diz Jansen. O executivo também afirma que todas as etapas para o processo de expansão da capacidade de produção de eteno verde da Braskem serão realizadas sem interrupção da produção atual, atendendo normalmente aos clientes.

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Braskem retoma operação na planta de Cloro-Soda em Maceió com sal importado

09/02/2021

  • Investimento em logística e adequação tecnológica permitem operação dentro de padrões de segurança, saúde e meio ambiente.
  • As atividades são licenciadas e acompanhadas pelas autoridades competentes.

A Braskem iniciou a produção de cloro-soda e dicloretano em sua unidade de Maceió (AL), que estava paralisada desde maio de 2019. Assim a companhia volta a produzir PVC e soda cáustica de forma integrada no Estado. Para o retorno da planta, a Braskem concluiu o projeto para a produção de salmoura como matéria-prima a partir da aquisição de sal importado.

A retomada das atividades vai permitir que a empresa continue operando, com a preservação de mais de 2,5 mil postos de trabalho qualificados. A produção integrada PVC e soda cáustica ajuda a movimentar a cadeia produtiva da química e do plástico no Estado de Alagos, abrangendo cerca de 40 outras indústrias de setores importantes, como hospitalar e de construção civil e gerando aproximadamente 12 mil empregos, entre Maceió e Marechal Deodoro.

O novo processo operacional será realizado com sal seco importado, já que a Braskem paralisou definitivamente, desde maio de 2019, a extração de sal em Maceió.

A Braskem afirma ter investido R$ 60 milhões em adequações tecnológicas e de infraestrutura na planta industrial e na logística rodoviária e portuária para integrar o processo de transporte de sal, seguindo as melhores práticas em saúde, segurança e meio ambiente. O sal chega pelo Porto de Maceió, onde é armazenado, e em seguida é transportado até a unidade industrial por meio de carretas, que circulam em horário comercial. O sal é, então, dissolvido em tanques para produção da salmoura (matéria-prima). O antigo salmouroduto, que recentemente passou por manutenção, passa a servir para o transporte de água.

Em paralelo, a empresa afirma seguir dedicada ao apoio prioritário à realocação de moradores e compensação financeira dos residentes afetados pelo evento geológico de 2018 em Maceió, conforme acordos firmados com autoridades.

A empresa reafirmou seu compromisso com o Estado e com uma atuação empresarial responsável. Segundo a Braskem, toda a equipe utiliza os equipamentos de proteção necessários, adotando todas as medidas de saúde recomendadas pelas autoridades sanitárias para prevenção ao coronavírus. A fabricante de PVC diz que suas instalações industriais foram adaptadas, com intensificação na higienização e sanitização dos ambientes, ar condicionado com adaptações validadas por infectologistas, estações de trabalho e transporte demarcados para uso com distanciamento social adequado, além de entrega de kit individual com máscaras de tecido e álcool gel.

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