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Braskem e Haldor Topsoe produzem pela primeira vez etileno glicol renovável a partir de açúcar

26/11/2020

O produto inovador e sustentável é resultado da cooperação tecnológica iniciada em 2017 e tem larga aplicação nos mercados de embalagens e têxtil.

A Braskem e a dinamarquesa Haldor Topsoe, empresa líder no fornecimento de catalisadores, tecnologia e serviços para as indústrias química e de refino, anunciam a primeira produção de MEG (monoetilenoglicol) de origem renovável em escala de demonstração. Fruto da cooperação entre as duas empresas, o desenvolvimento da tecnologia MOSAIKT de produção de bio-MEG vem progredindo conforme cronograma planejado, na unidade de demonstração localizada em Lyngby, na Dinamarca.

A unidade de demonstração iniciou sua operação em 2019 com o objetivo de demonstrar as principais características de design da tecnologia pioneira que transforma açúcar em MEG renovável. Desde então, outras áreas da unidade foram construídas, entraram em operação e o processo produtivo vem sendo otimizado.

O MEG é matéria-prima do PET (tereftalato de polietileno), que tem inúmeras aplicações e é fundamental para setores como o têxtil e de embalagens, principalmente garrafas de bebidas. Atualmente, o MEG é feito predominantemente com matérias-primas fósseis, como nafta, gás ou carvão. O mercado global de MEG representa um valor de aproximadamente 25 bilhões de dólares.

A tecnologia também produzirá, em menor quantidade, o MPG (monopropilenoglicol), produto com um amplo leque de aplicações que vão desde resinas poliéster insaturadas (UPR), muito comuns na construção civil, a produtos cosméticos.

A próxima etapa inclui a disponibilização de amostras para testes e validação com parceiros estratégicos. Os resultados de operação da planta de demonstração e da validação dos produtos serão essenciais para a tomada de decisão quanto à aplicação da tecnologia em escala comercial.

O desenvolvimento do bio-MEG é estratégico para a Braskem. ” A primeira produção de MEG com a tecnologia MOSAIKT representa um grande passo no desenvolvimento do nosso projeto e reforça o compromisso da Braskem com a Economia Circular por meio dos Químicos Renováveis. Essa tecnologia tem o potencial de revolucionar o mercado de PET. Por isso, estamos cada vez mais próximos de iniciar a construção dessa nova cadeia de valor, para entregar a solução sustentável que a sociedade procura”, avalia Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis e Especialidades da Braskem.

“Estamos extremamente satisfeitos por termos alcançado a primeira produção de MEG de base biológica junto com a Braskem. A Topsoe tem a visão estratégica de fornecer tecnologias para reduzir ou mesmo eliminar as emissões de carbono da produção de combustíveis e produtos químicos. Avançar nas tecnologias para produzir químicos de base renovável e torná-los uma opção comercialmente atraente é um passo essencial no caminho para um futuro mais sustentável “, disse Kim Knudsen, Diretor de Estratégia e Inovação da Haldor Topsoe.

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Gerdau e Braskem anunciam parceria com ITA e Alkimat para desenvolvimento de soluções em eletromobilidade

25/11/2020

Focalizada em componentes de transmissão automotiva, parceria envolve o uso de impressão 3D

A Gerdau e a Braskem firmaram parceria com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e a Alkimat Tecnologia para o desenvolvimento de soluções inovadoras para o setor de eletromobilidade utilizando manufatura aditiva (impressão 3D). O projeto terá foco em componentes para sistemas de transmissão automotiva, com potencial para alavancar a expansão da indústria automotiva elétrica no país.

A colaboração das organizações de segmentos distintos dará pioneirismo e complementaridade ao projeto, fortalecendo a cadeia de manufatura aditiva no Brasil. A Gerdau contribuirá com o conhecimento que possui em materiais metálicos, a Braskem entrará com sua experiência e conhecimento em polímeros, o ITA coordenará o projeto em função da sua competência em pesquisa de manufatura e a Alkimat colaborará com sua expertise em impressão 3D.

“A mobilidade é uma das principais tendências em transformação, com contribuição relevante para a resolução dos desafios da nossa sociedade. Na Gerdau, acreditamos na construção em rede, na inovação aberta, fomentando parcerias com a academia e instituições que complementam estrategicamente soluções disruptivas para a cadeia de valor”, afirma Juliano Prado, vice-presidente da Gerdau e responsável pela Gerdau Next.

O professor Ronnie Rego, do ITA, explica que o advento da mobilidade elétrica abalou a ordem dos stakeholders de propulsão automotiva e a lacuna existente resulta na demanda por soluções disruptivas, mais do que incrementais. “Se nós brasileiros queremos efetivamente nos desvincular do estigma de colônia tecnológica, só há um caminho: a cooperação entre academia e indústria. Nessa aliança, unimos esforços para entregar ao mercado e à sociedade soluções de mobilidade que o futuro irá exigir”, diz.

Para a Braskem, a inovação e a sustentabilidade caminham juntas. “Observamos com atenção diversos setores nos quais o impacto ambiental pode ser melhorado. Sem dúvida, a eletromobilidade traz ganhos consideráveis, em especial na redução de emissões de carbono. Nossa expertise em polímeros terá contribuição para o desenvolvimento de soluções que alavanquem este setor por meio da manufatura aditiva”, afirma Fabio Lamon, gerente global de Inovação e Tecnologia para Manufatura Aditiva da Braskem.

“As mudanças decorrentes da recuperação pós-covid marcarão uma ‘nova normalidade’, na qual o fortalecimento da economia local, com menor dependência externa, terá importância fundamental. Iniciativas como esta, impulsionada por empresas referência em seus setores, deveriam ser adotadas por todos e estimuladas pelos governos”, comenta Jose Mascheroni, diretor da Alkimat.

O potencial da impressão 3D

A manufatura aditiva é um processo controlado por computador que, a partir de um modelo digital, torna possível a criação de objetos tridimensionais por meio da deposição de materiais, camada a camada. Daí a popularização do termo impressão 3D que, apesar do enorme potencial de aplicação no contexto da indústria 4.0, é também bastante simples, podendo ser utilizado por grandes empresas em projetos disruptivos e também individualmente, pelas pessoas em suas casas. Trata-se de um processo de manufatura descentralizado, que minimiza perdas e descarte de materiais, além de ter impactos logísticos.

Dentre as principais vantagens datecnologia, destaca-se a integração de funcionalidades, a redução de lead time, a possibilidade de redução de peso e, também, a liberdade de design, que permite a obtenção de peças com geometrias complexas. Nesse contexto, a manufatura aditiva é uma grande aliada no desenvolvimento de soluções que atendam às novas exigências do mercado de mobilidade, que surgem com as questões de mobilidade elétrica, compartilhada e autônoma.

Com 119 anos de história, a Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. A companhia está presente em 10 países e conta com mais de 30 mil colaboradores diretos e indiretos em todas as suas operações. Maior recicladora da América Latina, a Gerdau tem na sucata uma importante matéria-prima: 73% do aço que produz é feito a partir desse material. Segundo a empresa, todos os anos são 11 milhões de toneladas de sucata que são transformadas em diversos produtos de aço.

A Braskem possui 8 mil integrantes atuando nos segmentos da química e do plástico, com um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 52,3 bilhões (US$ 13,2 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

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Braskem e Multinova lançam filme de polietileno para controle do inseto Tripes que dispensa uso de inseticida em produções de banana

20/11/2020

Material desenvolvido com apoio da UNESP já foi testado por produtores e teve sua eficácia comprovada no combate ao inseto Tripes

A primeira solução anti-inseto livre de inseticidas do mercado brasileiro foi criada a partir da resina de polietileno (PE) comercializada pela Braskem, em parceria com a Universidade Estadual Paulista (UNESP) e a Multinova, fabricante de soluções em plástico. Segundo a Braskem, o aditivo anti-ultravioleta utilizado para controlar a ação de incidência do sol foi produzido para refletir o mesmo comprimento de ondas perceptível pela visão do inseto. O tripes ataca principalmente a produção de bananas nas estações mais quentes do ano, favorecendo o aparecimento de erupções na casca (pontos pretos em alto relevo), diminuindo a qualidade visual da fruta.

O aditivo anti-inseto reflete para fora do saco o mesmo comprimento de onda perceptível pela visão do inseto. Com isso, ao entrar na sacola, o inseto não consegue enxergar e isso faz com que ele saia do ambiente planta/sacola. A grande vantagem do filme é servir como alternativa ao produtor, no lugar de outras opções que utilizam agroquímicos para combater esse tipo de praga.

O filme anti-inseto sem inseticida será lançado para o mercado em novembro e a expectativa da Braskem é atingir capacidade de produção de 7 mil toneladas por ano de matéria-prima específica para essa finalidade. “O agronegócio é um dos principais setores da economia brasileira e um dos principais mercados para a Braskem. Nesse sentido, na Braskem estamos empenhados em desenvolver soluções que agreguem mais valor à produção agrícola e que garantam mais sustentabilidade ao negócio dos produtores rurais”, explica a agrônoma Beatriz Gallucci, parte da equipe da Plataforma Agro da Braskem.

Os estudos para o desenvolvimento de mais essa solução da Plataforma Agro da Braskem começaram em 2018, com testes preliminares da região do Vale do Ribeira (SP). Em 2019, com os primeiros resultados positivos em mãos, as pesquisas foram ampliadas para propriedades rurais na Bahia, Ceará, Minas Gerais, São Paulo e Santa Catarina. Os testes foram acompanhados pela UNESP, que confirmou que o produto apresentou desempenho similar ao tratamento convencional, que é a utilização de sacolas plásticas com inseticida ou a pulverização de inseticida diretamente no cacho de banana.

Segundo Juliana Domingues Lima, professora da UNESP responsável por acompanhar os testes da solução anti-inseto livre de inseticidas, a produção de alimento segura e a adoção de práticas de produção menos prejudiciais ao meio ambiente e aos trabalhadores rurais estão sendo cada vez mais requeridas pela sociedade e, nesse sentido, a indústria de insumos agrícolas, os pesquisadores e os produtores também buscam por inovações que atendam às exigências. “Além de dispensar o uso de agroquímicos, a solução desenvolvida pela Braskem e Multinova ainda protege a produção de banana de outros tipos de danos físicos como aqueles causados pelo excesso de radiação”, completa.

Segundo a Braskem, outra vantagem do filme anti-inseto feita com o seu polietileno é a fácil e rápida instalação, pois, por não haver inseticida na composição, o produtor não necessita de uma mão-de-obra especializada para manuseio de produtos químicos e, consequentemente, o custo com a aplicação diminui, diferentemente de outras soluções disponíveis no mercado contendo inseticida. O filme plástico deve ser colocado logo no início da formação da flor da banana (coração), e permanece até a colheita. Por não conter inseticida, uma outra vantagem, após o uso e descarte adequado, é que o material é 100% reciclável e pode ser transformado em outra solução.

Hoje o portfólio de produtos da Plataforma Agro da Braskem já oferece soluções em polietileno (PE), polipropileno (PP) e PVC, que auxiliam no cultivo protegido, em proteção e armazenagem, na irrigação e na infraestrutura. Outra iniciativa recente da Plataforma, também em parceria com a UNESP e Multinova, é a manta expandida em combinação com um filme de PE com um aditivo térmico para proteger a produção de banana em regiões que atingem temperaturas abaixo dos 12°C, evitando o efeito de chilling, dano fisiológico comum em frutas tropicais que são expostas a friagem.

“Nosso papel com a Plataforma Agro na Braskem é somar forças com quem está mais próximo dos produtores rurais para criar soluções nas quais o produtor possa aumentar sua produtividade e, ao mesmo tempo, reduzir impactos ambientais”, reforça Gallucci.

Os produtores rurais podem encontrar a manta anti-inseto sem inseticida no canal de vendas da Multinova . A solução pode ser utilizada por pequenos, médios e grandes produtores. “A bananicultura é um dos principais cultivos do Brasil e o Tripes pode trazer muitos prejuízos para os produtores. Por acompanhar os desafios dos produtores de banana para enfrentar esse tipo de praga, nos mobilizamos para encontrar uma solução viável, de baixo custo, sustentável e eficaz para nossos clientes”, finaliza Jair da Rosa, gerente comercial de Novos Negócios da Multinova.

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Braskem reafirma compromisso com a economia circular e neutralidade de emissões de carbono até 2050

19/11/2020

Combate às mudanças climáticas e eliminação de resíduos plásticos são os principais objetivos de sustentabilidade da empresa para as próximas décadas

A Braskem anunciou a ampliação dos seus esforços para se tornar uma empresa neutra em emissões de carbono até 2050. Para alcançar a neutralidade de carbono, a estratégia da companhia vai se concentrar em três frentes de atuação: (I) redução das emissões com foco na eficiência energética, bem como no aumento do uso de energia renovável nas operações atuais, estabelecendo parcerias visando inovação e tecnologia; (II) compensação de emissões com potenciais investimentos na produção de químicos e polímeros de origem renovável; (III) captura de emissões de carbono por meio da pesquisa e do desenvolvimento para seu uso como matéria-prima.

Entre as metas definidas, a companhia pretende, até 2030, diminuir em 15% as emissões de gases de efeito estufa e ampliar seu portfólio I’m green, que compreende os produtos com foco em economia circular, para incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado; alcançando 1 milhão de toneladas desses produtos até 2030. Além disso, vai trabalhar para que nos próximos dez anos haja o descarte adequado de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos.

O compromisso global da Braskem em se tornar neutra em emissões de carbono e eliminar o descarte inadequado de resíduos plásticos nas próximas décadas indica que a empresa se coloca como corresponsável diante do desafio de prevenir e combater as mudanças de clima. “A Braskem tem uma longa história em adotar ações para criar um mundo mais sustentável. Investimos em fontes renováveis desde a nossa fundação, em 2002 e, como pioneiros e líderes na produção de biopolímeros, temos estado na linha de frente da criação de mudanças positivas que impactam as pessoas, a sociedade e o meio ambiente. Pretendemos continuar na liderança num momento em que a indústria vai em direção a uma economia circular de carbono neutro. Com as ações de desenvolvimento sustentável que anunciamos hoje, esperamos atingir a neutralidade de carbono até 2050”, ressalta Roberto Simões, presidente da Braskem.

O compromisso com a economia circular de carbono neutro é fruto da evolução da companhia que já vem, há mais de dez anos, adotando políticas e metas com este propósito, na qual os recursos deixam de ser somente explorados e descartados e passam a ser reaproveitados em um novo ciclo. A Braskem afirma que, ao final de 2019, a empresa já havia alcançado 70% das metas relacionadas ao tema – que foram traçadas em 2009 e revisitadas em 2013 –, conquistando resultados tais como a redução de 20% da intensidade de emissões de gases de efeito estufa; a viabilização do maior projeto de água de reuso industrial do hemisfério sul; a produção e comercialização de produtos de origem renovável, como o plástico feito à base de cana-de-açúcar e, posteriormente, a ampliação do portfólio de produtos para economia circular, com a chegada do EVA verde e de resinas feitas a partir de plástico reciclado.

A Braskem que as suas iniciativas para as próximas décadas estão alinhadas à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), aos seus 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e ao Acordo de Paris para o controle dos impactos das mudanças climáticas.

“Nosso propósito empresarial é melhorar a vida das pessoas criando soluções sustentáveis da química e do plástico e, com a ampliação dos nossos esforços para alcançar essas metas, também conseguiremos enriquecer ainda mais o debate sobre a importância do plástico, especialmente para o desenvolvimento sustentável do nosso planeta. Seguiremos expandindo nossas parcerias com clientes, fornecedores e a sociedade, na busca pelo engajamento de outras empresas na causa e, juntos, construiremos um mundo melhor”, afirma Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem.

Mudanças climáticas

A Braskem seguirá focalizada em seus projetos de eficiência energética e no aumento do uso de energia renovável, com o objetivo de reduzir em 15% as emissões de gases do efeito estufa até 2030. Atualmente, 43% do consumo total de energia da Braskem no Brasil já é oriundo de fonte renovável. Recentemente, a empresa anunciou a celebração de mais um contrato de longo prazo para compra de energia solar para os próximos 20 anos. Segundo a Braskem, esse contrato deve evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera nas próximas duas décadas.

Adicionalmente, a companhia manterá seus esforços na análise de investimentos para o desenvolvimento de produtos químicos e polímeros de origem renovável ou em tecnologias que permitam à Braskem alcançar a neutralidade de carbono até 2050.

Segundo a Braskem, o seu polietileno de origem renovável, derivado da cana-de-açúcar e produzido pela empresa em escala industrial desde 2010, captura até 3,09 toneladas de CO2 por tonelada produzida e foi reconhecido pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Brasil do Pacto Global como um dos cases mais transformadores em desenvolvimento sustentável no Brasil.

Resíduos plásticos

A Braskem pretende ampliar seu portfólio I’m green com o objetivo de incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado; e, até 2030, 1 milhão de toneladas destes produtos.

Atualmente, a Braskem tem em seu portfólio produtos de resinas termoplásticas com conteúdo reciclado. Segundo a empresa, tais resinas apresentam as mesmas propriedades, qualidade e segurança que os materiais feitos com resinas virgens. Estas resinas com conteúdo reciclado são utilizadas em vários setores do mercado, tais como o calçadista, o moveleiro, utensílios domésticos e o segmento de embalagens, entre outros.

Entendendo que as parcerias com as principais partes interessadas são um forte instrumento para a gestão de resíduos plásticos, a Braskem pretende ainda trabalhar para dar destinação adequada a 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos até 2030. Uma das mais recentes parcerias da Braskem foi anunciada em outubro, com a Tecipar, empresa brasileira especializada em engenharia ambiental. O objetivo é evitar que mais de 2 mil toneladas de resíduos plásticos domiciliares sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo. O volume é equivalente a 36 milhões de embalagens plásticas de polietileno e polipropileno e será utilizado como matéria-prima para o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis para a indústria do plástico.

Mais informações podem ser acessadas em www.braskem.com.br/macroobjetivos.

Com 8 mil Integrantes , a Braskem possui um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, tais como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 52,3 bilhões (US$ 13,2 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

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Braskem lança portfólio para impressão 3D na América do Sul

28/10/2020

Filamentos, pellets e pó de polipropileno podem ser utilizadas em impressoras industriais e desktop, ampliando a versatilidade dos processos e produzindo peças mais resistentes e estáveis.

A Braskem lançou um portfólio com produtos exclusivos para a indústria de manufatura aditiva, popularmente conhecida como impressão 3D, mercado em plena expansão no país. O setor, cujas principais características são a descentralização de produção e personalização das soluções, também tem ajudado no enfrentamento do novo coronavírus por meio da produção de máscaras do tipo face-shields e componentes de respiradores mecânicos, por exemplo.

A empresa afirma que as suas soluções a partir de polipropileno (PP) se mostraram atraentes e ideais para a manufatura aditiva, em função da reciclabilidade, resistência ao impacto e estabilidade dimensional da matéria-prima, que permite o seu uso em estruturas duráveis de dobradiça, além de possuir tem uma densidade menor que outros tipos de plásticos. O PP para impressão 3D pode ser encontrado em formato de pellet e filamento, ambos produzido no Brasil, além de pó, importado dos Estados Unidos. Os produtos podem ser utilizados tanto em impressoras 3D industriais, como em máquinas do tipo desktop.

Os filamentos de PP da Braskem, que estão disponíveis nos diâmetros de 1,75 e 2,85 mm, foram desenvolvidos com o usuário em mente e entregam um melhor balanço de propriedades mecânicas, estabilidade dimensional e desempenho em impressão aos usuários, afirma a empresa. Já o pó de polipropileno, desenvolvido para o processo de sinterização seletiva a laser (SLS) – processo que utiliza laser para sintetizar pó de polímero -, é resultado de parceria com a ALM (Advanced Laser Materials), subsidiaria da EOS América do Norte, e se destaca em função do desempenho mecânico, estabilidade dimensional das peças impressas e altas taxas de reúso do pó remanescente no leito de impressão ao final de cada ciclo, garante a Braskem. Já o produto de PP na forma de pellets foi desenvolvido em colaboração com a Titan Robotics, com foco na plataforma inovadora de extrusão de pellets em escala industrial Atlas.

Para o gerente de Inovação e Tecnologia para Manufatura Aditiva da Braskem, Fabio Lamon, o novo portfólio da empresa permite que os processos para impressão 3D se tornem ainda mais sustentáveis no Brasil. “A manufatura aditiva, por si só, é um processo cuja natureza é de não-desperdício, pois se baseia na fabricação de uma peça tridimensional por meio da adição de camadas de matéria-prima a partir de um arquivo digital 3D, o que viabiliza a liberdade total de formato e elimina as perdas e os resíduos comuns em diversos processos tradicionais de fabricação. Cabe ressaltar que o polipropileno desenvolvido para essa aplicação possuí a mesma reciclabilidade que as demais resinas termoplásticas produzidas pela Braskem e utilizadas em outros processos de transformação, o que reforça nosso compromisso com a sustentabilidade e a economia circular”, afirma.

A impressão 3D está se tornando cada vez mais relevante para a Braskem, enquanto fabricante de matéria-prima, pela perspectiva de crescimento de mercado. Trata-se de uma tecnologia disruptiva e com forte apelo de inovação transformacional. A tecnologia impulsiona o desenvolvimento de soluções, relevante no contexto de indústria 4.0 e os aspectos de sustentabilidade, por se tratar de um processo de manufatura totalmente descentralizada, que minimiza perdas e descarte de materiais, além de impactos logísticos.

As primeiras iniciativas da companhia nessa área tiveram início em 2013, no projeto Imprimindo o Futuro, uma parceria com Made In Space, fornecedora da NASA, para desenvolvimento de uma impressora 3D para operação em gravidade zero. O equipamento produzido e enviado à Estação Espacial Internacional, em 2016, usa o polietileno I’m green bio-based da Braskem, produzido a partir da cana-de-açúcar, e ganhou, em 2019, o apoio de uma recicladora na qual a equipe de astronautas poderá transformar resíduos plásticos em matérias-primas para produção de novos itens.

Os produtos na forma de filamentos e pellets para uso direto em impressoras 3D podem ser adquiridos diretamente com a Braskem, e os produtos na forma de pó são comercializados globalmente pela ALM (Advanced Laser Materials). Os filamentos de PP da Braskem também podem ser adquiridos por meio da 2M3D, distribuidora oficial de filamentos de impressão 3D da Braskem para a América do Sul.

“O lançamento do portfólio para impressão 3D é mais um passo em nossa evolução. Estamos entusiasmados com o desempenho de nosso polipropileno em relação a outros materiais disponíveis no mercado e acreditamos que a disponibilidade nas formas de pellets, filamentos e pó ajuda a fortalecer ainda mais o grande potencial que vemos para o mercado global de impressão 3D”, comenta Jason Vagnozzi, diretor comercial de Manufatura Aditiva da Braskem.

Impressões 3D no combate ao novo coronavírus

A Braskem doou, em julho, 120 bobinas de filamentos plásticos para produção de máscaras do tipo face-shield e partes de respiradores artificiais, itens essenciais para o combate à pandemia da covid-19. Além disso, a companhia disponibilizou seu time de especialistas em manufatura aditiva para prestar apoio ao trabalho de doze centros de pesquisa em impressão 3D, nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

O filamento de polipropileno (PP) produzido pela Braskem para uso em impressoras 3D foi convertido em hastes para cerca de cinco mil face-shields, distribuídas aos profissionais de saúde que atuam em hospitais da rede pública nas respectivas regiões dos centros de pesquisa.

Na Bahia, o produto foi doado à Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia, que redistribuiu para sete centros tecnológicos do SENAI no interior do estado. No Rio de Janeiro, a iniciativa beneficiou o centro de pesquisa em impressão 3D da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ). No Rio Grande do Sul, o Parque Científico e Tecnológico (Tecnopuc) da PUC-RS e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), coordenados pelo grupo Brothers in Arms, receberam os filamentos. Em São Paulo, o material foi entregue à 3D Criar e a Inkubetech, que apoiam o Projeto Hígia.

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8ª edição do Desafio de Design da Braskem tem como parceiros Grupo Boticário e BRF

24/10/2020

A edição deste ano já está com inscrições abertas e desafiará designers profissionais a desenvolverem soluções criativas e sustentáveis para embalagens

A partir de 16 de outubro, a Braskem abriu as inscrições para a 8ª edição do Desafio de Design. Neste ano, a iniciativa será voltada a profissionais da área de Design de Produtos. Eles serão desafiados a resolver problemáticas relacionadas a embalagens, seguindo o conceito Design for Environment, o qual busca reduzir os impactos ambientais considerando todo seu ciclo de vida.

O desafio da edição será “encontrar soluções concretas e sustentáveis em embalagens”, para dois parceiros da Braskem: a BRF, multinacional do ramo alimentício detentora das marcas Sadia e Perdigão; e o Grupo Boticário, detentor das marcas de beleza O Boticário, Eudora, quem disse, Berenice?, BeautyBox, Multi-B, Vult e Beleza na Web. A ideia vencedora, avaliada de acordo com critérios pré-estabelecidos, receberá um prêmio de R$ 20.000,00. Entre os critérios de avaliação das propostas estão a inovação, a viabilidade de implementação e o alinhamento com a ferramenta de Avaliação de Ciclo de Vida (ACV), aspectos fundamentais no desenvolvimento das soluções e que comprovarão a redução do impacto ambiental dos projetos apresentados.

Por conta da pandemia do novo coronavírus, todas as etapas foram adaptadas para acontecerem em um ambiente 100% digital e on-line, o que possibilitará a participação de profissionais de todo o território nacional. Para se inscrever basta acessar o site ( link ) até 30 de outubro. Como pré-requisito, é necessário ser formado na área relacionada entre os anos de 2015 e 2020. Após o período de inscrições, haverá um webinar no dia 11 de novembro, ocasião em que as empresas darão mais informações sobre o programa.

“Acreditamos no Desafio de Design como ferramenta de aproximação com os ecossistemas acadêmicos, jovens profissionais e o mercado para o desenvolvimento de idéias inovadoras e de impacto social e ambiental na fase inicial do ciclo produtivo – o Design. Por meio do programa, os participantes, nossos clientes e parceiros possuem a efetiva oportunidade de implementar o conceito de economia circular desde a concepção das embalagens”, avalia Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular da Braskem na América do Sul.

“O Grupo Boticário é uma empresa que investe e acredita na inovação como o único caminho sustentável para o negócio e para o mundo. Por isso, fazemos questão de participar de iniciativas como o Desafio de Design da Braskem”, afirma Paulo Roseiro, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Boticário.

A programação desta edição obedecerá ao seguinte calendário:

  • Inscrições: de 16 a 30 de outubro ( link de inscrição );
  • Divulgação dos selecionados: 05 de novembro (24 ao todo; 12 profissionais por hackathon).
  • Desafio Grupo O Boticário
    • Pré-hackathon: 14 de novembro;
    • Hackathon: de 21, 22 e 23 de novembro.
  • Desafio BRF:
    • Pré-hackathon: 28 de novembro;
    • Hackathon: de 05, 06 e 07 de dezembro.

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Dia do Professor e panorama setorial marcam eventos online do Sinplast-RS

18/10/2020

Abiplast e Braskem participarão das lives no Youtube e Instagram

É tempo de repensar, dialogar sobre a educação e o papel dos professores acerca do cenário transformador e atual. Pensando nisso, o Projeto (Re)pense, promovido pelo Sinplast-RS, trará Geraldo Rufino, fundador da JR Diesel, a maior empresa da América Latina em reciclagem, na palestra online “O Poder da Positividade”. O evento ocorrerá neste dia 19 de outubro, segunda-feira, às 19h, no Instagram @repenseprojeto.

A palestra tem como objetivo comemorar o Dia do Professor (15 de outubro) e será mediada por Daniel Fleischer, Relações Institucionais da Braskem, além de contar com a participação do Presidente do Sindicato, Gerson Haas. A ocasião também apresentará o pré-lançamento do projeto “Caminhos da Reciclagem”, voltado para os docentes. Para participar, basta acessar o perfil na hora agendada. O evento é gratuito e aberto ao público geral!

Ainda na mesma semana, o Presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho, estará presente no Youtube do Sinplast-RS para falar sobre matérias-primas, desabastecimento e outros temas. O evento “Panorama Setorial e Política Econômica” ocorre na terça-feira, 20 de outubro, a partir das 11h30. Para participar, basta ser uma empresa associada e em dia com todas as contribuições junto ao Sindicato. As inscrições estão abertas e devem ser feitas pelo email franciele@sinplast.org.br para acesso ao link do evento no You Tube do Sinplast-RS.

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Tampas de desodorantes feitas a partir de copos reciclados usados durante o Rock in Rio são apresentadas pela Natura

18/10/2020

Marcas firmaram o compromisso de reciclar os copos utilizados pelo público durante os sete dias do Rock in Rio 2019, para transformá-los em tampas das novas unidades de Desodorante da Natura.

A Cidade do Rock na edição de 2019 do festival foi palco de mais uma operação de reciclagem,  focalizada no reaproveitamento dos copos utilizados pelo público. Uma parceria inédita entre Natura, Heineken e Rock in Rio possibilitou que 10 toneladas de copos plásticos dessem origem a tampas de novos produtos da Natura. Segundo os parceiros  da iniciativa, foram produzidas 670 mil unidades de tampas do novo Desodorante Corporal Spray de Natura Humor e evitou-se  a emissão de 15 toneladas de CO2 no meio ambiente.

Com o objetivo de oferecer novos caminhos sustentáveis para os resíduos gerados no festival, a ação promoveu a reciclagem dos copos em três fases. O primeiro passo, a coleta dos resíduos, foi dado pelo Rock in Rio, que promove ações de gestão de resíduos desde 2011, com atuação de cooperativas parceiras do evento, responsáveis pela triagem dos materiais. Após o processo de separação dos copos, o plástico foi convertido em resina reciclada, com apoio da petroquímica Braskem, parceira da Natura no fornecimento de matérias-primas plásticas utilizadas nas embalagens da marca. Por fim, com apoio da Silgan, também parceira da Natura, a resina reciclada foi modelada e transformada em tampas das embalagens dos novos Deos de Natura Humor.

“A Natura tem um compromisso histórico com a sustentabilidade, que é um dos pilares de atuação da marca. Desde 2007, somos uma empresa Carbono Neutro e acreditamos que o compromisso de reduzir as emissões de carbono e gerar impacto positivo na sociedade e no meio ambiente é um desafio coletivo”, explica Maria Paula Fonseca, diretora global da marca Natura.

“Vivemos um momento global onde as marcas precisam ter um papel ativo na transformação da vida das pessoas. Por isso, estamos felizes em poder inspirar o mundo com atitudes positivas como esta, pois por meio dela podemos reforçar a mensagem que todo cuidado com o meio-ambiente é importante e que o futuro da natureza tem que ser uma preocupação coletiva”, comenta Vanessa Brandão, diretora de marcas premium do Grupo Heineken no Brasil.

Em reforço ao compromisso da Natura com a sustentabilidade, o uso do plástico pós-consumo promove a reinserção do resíduo plástico no ciclo produtivo. A iniciativa também auxilia na conscientização do consumidor final sobre o caminho realizado pelos resíduos descartados adequadamente. Além disso, a resina reciclada é uma alternativa viável para melhorar a pegada ambiental dos produtos e contribuir com a captura de carbono.

Para Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio, “é muito bom quando encontramos marcas que compartilham os mesmos valores que os nossos. O Rock in Rio implementa um plano de gestão de resíduos muito abrangente e hoje temos uma taxa de reciclagem na ordem dos 80%. Desde 2011, numa parceria com a Comlurb, os resíduos recicláveis gerados na Cidade do Rock são separados e vendidos por cooperativas parceiras, o que ainda gera renda para os catadores. Desta forma, quando Natura e Heineken nos procuraram com essa ideia ousada e brilhante, abraçamos imediatamente e parte do trabalho já estava organizado para que estes copos pudessem seguir para a reciclagem”, garante Roberta.

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de higiene e cosmética. Líder no setor de venda direta no Brasil, com mais de 1,7 milhão de consultoras, faz parte de Natura &Co, resultado da combinação entre as marcas Natura, Avon, The Body Shop e Aesop. Com operações na Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, México, Peru e Malásia, a Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação BCorp no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico.

O Grupo Heineken chegou ao Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA e, em 2017, adquiriu a Brasil Kirin Holding S.A (“Brasil Kirin”), tornando-se o segundo player no mercado brasileiro de cervejas. O Grupo gera mais de 13 mil empregos e tem 15 unidades produtivas no país, sendo 12 cervejarias, duas micro cervejarias e uma unidade de concentrados para refrigerantes. No Brasil, o portfólio de cervejas do Grupo Heineken é composto por Heineken, Sol, Amstel, Kaiser, Bavaria, Eisenbahn, Baden Baden, Devassa, Schin, Glacial, No Grau e Kirin Ichiban. O portfólio de não alcoólicos inclui Água Schin, Schin Tônica, Skinka e os refrigerantes Itubaína, Viva Schin e FYs. Com sede em São Paulo, a companhia é uma subsidiária da Heineken NV, a maior cervejaria da Europa.

O Rock in Rio foi criado em 1985 e se tornou responsável por colocar o Brasil na rota de shows internacionais. Batendo recordes de público a cada edição, é um dos maiores festivais de música e entretenimento do mundo. Em 2013, recebeu a certificação da norma ISO 20121 – Eventos Sustentáveis. A empresa que gere o evento afirma que, desde a primeira edição, o festival já gerou 237 mil empregos diretos e indiretos e investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 110 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros.

Com uma visão de futuro global, a Braskem está engajada em contribuir com a cadeia de valor para o fortalecimento da Economia Circular, possuindo um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais e 8 mil colaboradores no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 52,3 bilhões (US$ 13,2 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

A Silgan Dispensing Systems é uma empresa global líder em triggers, pumps, pulverizadores e tampas dispensadoras, atendendo grandes empresas de produtos de bens de consumo nos mercados de beleza e cuidados pessoais, cuidados da casa e da saúde. No Brasil, onde atua através de três fábricas – Jundiaí, Mogi das Cruzes e Valinhos -, além de sistemas dispensadores, fabrica tubos laminados e embalagens plásticas para cosméticos, como tampas para perfumaria e embalagens para maquiagem.

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Braskem firma parceria para retirada de resíduos plásticos domiciliares de aterro sanitário em São Paulo

09/10/2020

Objetivo da Braskem é estimular a Economia Circular, reinserindo resíduos plásticos na cadeia de valor e transformando-os em matéria-prima para a indústria

O acordo firmado entre Braskem e Tecipar, empresa brasileira especializada em engenharia ambiental, evitará que mais de duas mil toneladas de resíduos plásticos sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana do Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo, afirma a Braskem O volume é equivalente a 36 milhões de embalagens plásticas de polietileno e polipropileno. A parceria está alinhada com o compromisso da Braskem com a Economia Circular e com a estratégia de negócio da companhia, engajada em contribuir para o desenvolvimento da cadeia de reciclagem e seu mercado.

A parceria viabilizou a criação de uma usina de triagem para separação de resíduos sólidos e orgânicos de materiais recolhidos na coleta pública dos municípios de Barueri e Santana de Parnaíba. Após a separação, o plástico separado pela Tecipar será direcionado para reciclador parceiro da Braskem. As resinas recicladas, de polietileno e polipropileno, serão utilizadas como matéria-prima para o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis para a indústria do plástico.

Este é o primeiro contrato da Braskem para retirada de resíduos plásticos de aterros sanitários. Para Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular da empresa na América do Sul, a iniciativa é um passo importante para a rede de parcerias que a companhia tem construído com fornecedores, clientes, integrantes da cadeia do plástico e a sociedade, em geral, para minimizar impactos ambientais e gerar valor aos produtos feitos a partir de plástico reciclado. “Existe um mercado de reciclagem bastante promissor no Brasil, que gera emprego e renda para muitas pessoas e que pode ajudar o país a superar um dos seus principais desafios: a gestão de resíduos”, afirma.

O engenheiro ambiental e responsável pela planta de separação de resíduos na Tecipar, Lucas Faveri, explica que a tecnologia utilizada na parceria com a Braskem se trata de um modelo semi-mecanizado inédito no estado de São Paulo e que pode ser escalado, auxiliando municípios a reduzir custos com coleta seletiva e alavancando índices de reciclagem. Um levantamento recente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) aponta que um terço dos municípios paulistas ainda não contam com coleta seletiva.

“Muitas iniciativas com foco no aumento da reciclabilidade esbarram no alto custo operacional dos sistemas de triagem e coleta de resíduos. Informação e viabilidade econômica são duas questões muito importantes nesse processo e, neste sentido, as parcerias entre empresas, como a que estamos firmando com a Braskem, e o movimento em busca de hábitos mais sustentáveis que percebemos na sociedade, nos ajudam a inovar e pensar em soluções muito mais eficazes”, ressalta Faveri.

O apoio a tecnologias e sistemas que possam facilitar a reciclagem no país está alinhado às ações em prol da Economia Circular da Braskem. Além da parceria com a Tecipar, a Braskem vem trabalhando com empresas especializadas em reciclagem mecânica. A empresa também segue investindo em pesquisa e tecnologia para alavancar a reciclagem química no país. “É um trabalho conjunto, no qual o engajamento da população para o consumo consciente e o descarte adequado dos resíduos plásticos é fundamental”, afirma a executiva da Braskem.

As resinas recicladas de polietileno e polipropileno contribuem para a ampliação do portfólio de soluções sustentáveis da Braskem, sob a marca I’m greenTM, utilizados por grandes empresas para produção de itens plásticos com melhor pegada ambiental, a exemplo das cadeiras de plástico reciclado lançadas recentemente pela Tramontina e a linha de lavadoras semiautomáticas e automáticas da Colormaq, com componentes de resina plástica pós-consumo.

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Últimos dias para inscrições no Programa de Estágio da Braskem, focalizado em diversidade racial

30/09/2020

Inscrições vão até 7 de outubro e vagas são para Bahia, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Processo seletivo é on-line e “gamificado” especialmente para analisar os candidatos.

30 de Setembro de 2020 – As inscrições para participar do processo seletivo do Programa de Estágio da Braskem seguem abertas até 7 de outubro, no site https://www.braskem.com.br/carreira. Em constante evolução na temática Diversidade & Inclusão, esta edição trouxe novidades para garantir o aumento da diversidade racial entre os candidatos, atraindo principalmente o interesse de estudantes negros.

As etapas são 100% on-line e compreendem, por exemplo, o Teste de Tomada de Decisão em substituição ao Teste de Raciocínio Lógico. Além disso, as interações foram “gamificadas” para focar no alinhamento entre o perfil do candidato e a cultura da empresa. São cerca de 300 vagas distribuídas nos estados da Bahia, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

Outra novidade para garantir mais diversidade e inclusão é a flexibilização da exigência do idioma inglês em 40% das vagas. A seleção de currículos continua sendo às cegas, sem acesso a informações como idade ou faculdade. A companhia manteve, ainda, parcerias com a Cia de Talentos, a consultoria Mais Diversidade e com coletivos negros de universidades para realizar inciativas direcionadas à atração, desenvolvimento e inclusão de grupos historicamente minorizados pela sociedade.

Uma das etapas para estágio universitário é um jogo imersivo, no qual o candidato desenvolve um avatar e, ao navegar pela plataforma criada em parceria com a Pushstart, passa por fases com elementos referentes ao negócio da Braskem. A avaliação começa na segunda etapa, com a resolução de desafios propostos. O Teste de Tomada de Decisão será aplicado na fase seguinte, chamada “Braskem Makers”, uma dinâmica virtual em grupo na qual a liderança acompanha o desempenho de cada candidato e identifica tipos de perfis em sinergia com os times Braskem.

A última etapa são entrevistas individuais com os líderes da área pretendida por cada candidato. Já para o Estágio Técnico, o candidato será selecionado também por meio de um jogo, que conta com desafios seguindo uma lógica de circuito, e, posteriormente, com base em entrevistas individuais.

As mudanças no Programa de Estágio estão em linha com a Proposta de Valor da Braskem, construída em conjunto com os funcionários, representada pela sigla BeUX (Be = seja, U = Você e X experiência), ou seja, potencializar o que o candidato tem de melhor por meio das experiências vividas.

Programa de Estágio Universitário

Podem se inscrever estudantes universitários cursando a partir do terceiro semestre em cursos variados como Administração; Ciências Contábeis; Ciências Econômicas; Comércio Exterior; Comunicação Social (Jornalismo e Relações Públicas); Engenharias; Cursos de TI Logística; Biologia; Psicologia; Química; Relações Internacionais; entre outros.

Duração do programa: até dois anos.

Programa de Estágio Técnico

Para estudantes que estejam cursando a partir do segundo semestre do curso técnico. As oportunidades estão localizadas nas operações industriais do ABC, Cubatão e Paulínia (SP), Duque de Caxias (RJ), Triunfo (RS), Maceió (AL) e Camaçari (BA). É necessário cursar Automação; Automação Industrial; Edificações Elétricas; Eletroeletrônica; Eletromecânica; Eletrônica, Eletrotécnica; Instrumentação; Manutenção; Manutenção Mecânica; Mecânica; Mecatrônica; Metalurgia; Plásticos; Química; Química Industrial; Robótica ou Segurança do Trabalho e Soldagem.

Duração do programa: um ano.

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Braskem inicia produção comercial de polipropileno em sua nova linha de produção em La Porte, Texas (EUA)

15/09/2020

Nova linha de produção reforça posição da petroquímica como importante produtora de polipropileno na América do Norte

A Braskem anunciou a partida bem-sucedida de sua mais nova linha de produção de polipropileno (PP), localizada em La Porte, Texas, EUA. A nova linha da companhia tem uma capacidade de produção anual superior a 450 mil toneladas (kt) e pode produzir todo o portfólio de polipropileno, o que inclui uma ampla variedade de produtos, entre eles, homopolímero, copolímero de impacto e copolímeros randômicos. A construção teve início em outubro de 2017 e foi concluída em junho de 2020. O lançamento da produção comercial ocorre após a conclusão com sucesso do processo de comissionamento e o atingimento dos protocolos de garantia de qualidade dos produtos da Braskem.

Para o vice-presidente de Olefinas & Poliolefinas da Braskem na América do Norte, Mark Nikolich, “o lançamento da produção comercial na nova linha de produção de polipropileno reforça, nitidamente, a posição da Braskem como líder no mercado de polipropileno na América do Norte. Nosso investimento de US$ 750 milhões, na maior linha de produção de polipropileno das Américas, e na primeira nova planta de polipropileno da América do Norte desde 2008, reflete o nosso compromisso permanente em atender às necessidades dos nossos clientes no presente e longo prazo. Com o lançamento do nosso novo centro global de exportação em Charleston, na Carolina do Sul, iremos ampliar consideravelmente nossa capacidade de atender aos clientes de toda a América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. Também quero agradecer aos nossos parceiros de projeto e construção, por concretizarem esse projeto tão importante em meio ao desafiador ambiente imposto pela covid-19. Damos sempre máxima prioridade à segurança de nossos colaboradores, e seu desempenho excepcional ao longo de todo o projeto é uma prova clara do compromisso deles com a excelência profissional”.

A construção da unidade gerou efeitos positivos na economia da região da costa do golfo do Texas e empregou aproximadamente 1.300 trabalhadores das áreas de construção e desenvolvimento. Além disso, foram criados na Braskem outros 50 cargos para auxiliar na produção comercial de longo prazo. Segundo a Braskem, o projeto da planta foi desenvolvido de modo condizente com o compromisso da empresa com a sustentabilidade e a atenção a ecoindicadores como emissões, eficiência energética, eficiência hídrica, reciclagem e redução de resíduos. Para obter mais informações sobre a nova linha de produção da Braskem, acesse http://www.braskem.com/usa/delta .

“Nossa nova linha de produção começa a operar quando a indústria de polipropileno da América do Norte mais precisa. O mercado tem se adaptado à pandemia e a demanda na América do Norte já recuperou os níveis anteriores à crise sanitária. Temos a satisfação de oferecer essa nova capacidade de produção a clientes de diversas regiões do mundo”, comentou Alexandre Elias, responsável por polipropileno na Braskem na América do Norte.

Em junho de 2020, a companhia anunciou o desenvolvimento de seu novo centro global de exportação em Charleston, na Carolina do Sul, para atender melhor aos clientes internacionais a partir do mercado dos Estados Unidos. O novo centro global de exportação fornecerá serviços de embalagem, armazenagem e remessa de exportações para apoiar as unidades de produção de polipropileno da Braskem no país. Com projeto e desenvolvimento já em fase avançada, o novo centro global de exportação está previsto para ser concluído no terceiro trimestre deste ano. A instalação terá capacidade para suportar remessas de exportação de até 204 mil toneladas (450 milhões de libras) de polipropileno e polímeros especializados para os clientes da Braskem em todo o mundo.

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Braskem dá novos passos em pesquisas sobre reciclagem química de plásticos

05/09/2020

Nova etapa envolve acordo de cooperação firmado entre a companhia, Fábrica Carioca de Catalisadores (FCC S.A.), Senai Cetiqt e Coppe/UFRJ com investimento total de R$ 2,7 milhões

Comprometida em desenvolver soluções inovadoras que contribuam à economia circular e ao desenvolvimento sustentável, a Braskem dá mais um importante passo para aprimorar a tecnologia de reciclagem química de plásticos pós-consumo. A companhia, que já vinha atuando em parceria com o EngePol – Laboratório de Engenharia de Polímeros da Coppe/UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro) e o Senai Cetiqt, por meio do Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos e Fibras, agora assina acordo de cooperação para viabilizar as próximas fases dos estudos com as mesmas instituições de ensino e com a Fábrica Carioca de Catalisadores (FCC S.A.).

O contrato foi obtido após a Braskem participar de um processo seletivo aberto pelo Senai, por meio de edital público. Os investimentos nesta etapa da pesquisa estão estimados em R$ 2,7 milhões, entre recursos financeiros e humanos das instituições e empresas envolvidas.

Desde 2018, a Braskem vem empenhando esforços para aumentar a eficiência da tecnologia de pirólise, processo capaz de quebrar as moléculas da resina plástica por meio do calor, transformando-a novamente em matéria-prima que pode ser reinserida na cadeia produtiva do plástico. O objetivo do projeto é desenvolver catalisadores para melhorar a qualidade dos produtos gerados no processo de reciclagem química do plástico.

“Identificamos, no ano passado, após os nossos primeiros estudos em reciclagem química, a necessidade de desenvolver novos catalisadores. Após avaliarmos algumas opções, chegamos à FCC S.A., líder no fornecimento de catalisadores de FCC no mercado sul-americano, para compor os estudos em andamento com o Senai Cetiqt e Coppe/UFRJ. Agora que contamos com um corpo de pesquisa ainda mais completo e acesso à tecnologia adequada, será possível ganhar agilidade para avançar no desenvolvimento de uma solução de reciclagem química viável técnica e economicamente”, conta Gus Hutras, responsável pela área de Tecnologia de Processos da Braskem. “Esse projeto, que por enquanto é experimental, já demonstra grande potencial de impacto positivo à sociedade, à economia circular e à sustentabilidade”, complementa.

“O planejamento estratégico da FCC S.A. contempla explicitamente o desenvolvimento de novos produtos e mercados. Neste sentido, identificamos como prioritárias aplicações inseridas na economia circular e na bioeconomia, áreas com um enorme potencial de crescimento. Estamos muito confiantes no resultado deste projeto em conjunto com a Braskem, Senai Cetiqt e Coppe/UFRJ para reciclagem química de plásticos inservíveis de resíduos sólidos urbanos”, relata Sidney Martins, coordenador de Novos Negócios da FCC S.A.

Fabiana Quiroga, responsável pela área de Economia Circular da Braskem na América do Sul, aponta a principal vantagem de se investir na reciclagem química. “A partir desse processo, o resíduo plástico descartado é processado e transformado em matéria-prima novamente, que por sua vez dará origem a novas resinas plásticas. O caminho para isso está sendo trilhado: conectar pesquisa e inovação para criação de soluções sustentáveis. Queremos, a cada dia, desenvolver mais negócios e iniciativas de valorização dos resíduos plásticos, para assim, fechar o ciclo como um todo”, finaliza.

As instituições de pesquisa e ensino parceiras da Braskem nesta pesquisa também estão alinhadas ao objetivo de contribuir para a economia circular. “Temos como missão promover a sustentabilidade e competitividade da indústria química brasileira por meio do desenvolvimento de novos produtos e processos. No âmbito da economia circular, nos posicionamos como elo estratégico para a materialização de soluções que promovam impactos positivos nos negócios das empresas parceiras e na sociedade como um todo”, afirma Paulo Coutinho, gerente do Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos e Fibras, do Senai Cetiqt.

José Carlos Pinto, professor titular do Programa de Engenharia Química da Coppe/UFRJ e coordenador do Laboratório de Engenharia de Polimerização (EngePol), também acredita nessa união de forças. “Visando estabelecer e consolidar os conceitos de economia circular no setor de plásticos, estudamos nos últimos anos os processos de reciclagem química de plásticos, sendo a pirólise térmica e catalítica, a técnica mais promissora. A parceria com Braskem, FCC S.A. e Senai Cetiqt será uma excelente oportunidade para que esses estudos alcancem maior escala”, descreve.

Fonte: Braskem

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Webinar PICPlast apresenta aspectos das relações trabalhistas na pandemia

14/08/2020

Evento gratuito visa abordar principais efeitos das mudanças na vigência da MP927.

Entender quais os principais efeitos da perda da vigência da MP 927 é o objetivo do webinar gratuito “Aspectos das Relações Trabalhistas na Pandemia”, promovido pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, PICPlast, no próximo dia 18, das 14h às 15h. A apresentação será realizada pela Dra. Carla Martins Romar, professora de Direito do Trabalho e da PUC São Paulo.

Na ocasião, será discutido qual o impacto da nova determinação em relação a salário, jornada de trabalho, adoção de home office e demais responsabilidades empresariais. “Acreditamos que este é um momento de mudanças e adaptações, inclusive nas relações trabalhistas. Por isso, é imprescindível oferecer conhecimento de qualidade para que o nosso setor possa seguir em desenvolvimento, superando os desafios do cenário pandêmico”, explica Mariana Cardoso, coordenadora do PICPlast.

Serviço:

Webinar Aspectos das Relações Trabalhistas na Pandemia
18 de agosto, das 14h às 15 horas
Inscrições até dia 18/08 por meio deste link de inscrição.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e Abiplast, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação e reciclagem plástica. Baseado em dois pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma. Para saber mais, acesse www.picplast.com.br e www.plasticotransforma.com.br.

A Braskem possui 41 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58 bilhões (US$ 15,8 bilhões) em 2019. Com 8 mil Integrantes, a Braskem possui produção anual de mais de 20 milhões de toneladas de resinas plásticas e produtos químicos e exporta para Clientes em aproximadamente 100 países.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico — Abiplast representa o setor de transformados plásticos e reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a ‘competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A Abiplast representa atualmente 12.091 empresas que empregam um total de 325.439 mil pessoas.

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Braskem apoia empresas e centros de pesquisa em Impressão 3D para produção de protetores faciais para profissionais de saúde da rede pública

18/07/2020

Especialistas em manufatura aditiva da Braskem estão apoiando doze centros de pesquisa na Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo no uso de tecnologias para impressão 3D

A impressão 3D tem sido fundamental para salvar vidas durante a pandemia do novo coronavírus. No Brasil, a rapidez e, especialmente, o baixo custo dos processos produtivos, já estão ajudando na produção de itens como protetores faciais e protótipos de ventiladores pulmonares. A Braskem doou 120 bobinas de filamentos plásticos para este fim e está apoiando o trabalho de doze centros de pesquisa em impressão 3D nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

O filamento de polipropileno (PP), produzido pela própria Braskem para uso em impressoras 3D, está sendo utilizado para fabricação de hastes para cerca de cinco mil protetores do tipo face-shield, que serão distribuídos gratuitamente aos profissionais de saúde que atuam em hospitais da rede pública nas respectivas regiões dos centros de pesquisa. Na Bahia, o produto foi doado para a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia, que o redistribuiu para sete centros tecnológicos do SENAI no interior do estado; no Rio de Janeiro, a iniciativa beneficiou centro de pesquisa em impressão 3D da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ); no Rio Grande do Sul, o Parque Científico e Tecnológico (Tecnopuc) da PUC-RS e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), coordenados pelo grupo Brothers in Arms; em São Paulo, o material foi doado para a 3D Criar e a Inkubetech, que apoiam o Projeto Hígia.

Além da doação de matéria-prima, as equipes especializadas em impressão 3D da Braskem também estão apoiando remotamente os centros de pesquisa na operação da matéria-prima utilizada para impressão 3D das peças. “Embora a impressão 3D não seja uma novidade no Brasil, algumas tecnologias ainda estão em desenvolvimento e o filamento de polipropileno ainda é pouco conhecido pela indústria. Nesse sentido, a Braskem também colabora para o desenvolvimento de novas tecnologias e suporte técnico para que este segmento avance no Brasil”, explica Fabio Lamon, líder de Inovação e Tecnologia para Manufatura Aditiva na Braskem.

Os filamentos de polipropileno para impressão 3D doados são produzidos pela Braskem e empresas parceiras no Rio Grande do Sul. Segundo a companhia, a doação, além de contribuir para o combate ao novo coronavírus, é uma oportunidade para ajudar a desenvolver a indústria de manufatura aditiva no Brasil.

“Neste momento, estamos abastecendo centenas de empresas brasileiras com insumos para a fabricação de produtos hospitalares como máscaras cirúrgicas, seringas, bolsas de soro e equipamentos de proteção para médicos e enfermeiros. A manufatura aditiva chega para somar tecnologia na fabricação de itens essenciais para enfrentarmos essa pandemia juntos e de forma colaborativa”, finaliza Lamon.

Integrantes da Braskem também estão produzindo componentes de protetores faciais

Na Braskem, os exemplos de solidariedade na luta contra a covid-19 vão além das parcerias que a companhia tem feito. Os operadores Gabrielly Farias e Leonardo Oliveira, da unidade industrial PVC 2 AL, em Maceió (AL), já imprimiram hastes para fabricação de quase 200 máscaras protetoras para profissionais da rede pública de saúde na região. Eles fazem parte do projeto 3D Saves, uma rede de voluntários engajada na produção de equipamentos para uso em hospitais da rede estadual e nos municípios alagoanos.

Leonardo Oliveira afirma que está feliz por ter a possibilidade de contribuir com a sociedade e com quem precisa. “Descobri essa campanha numa rede social e de repente me vi empolgado em participar, em saber que poderia fazer a diferença. Utilizamos um instrumento ao qual poucos têm acesso, principalmente aqui em nosso estado; então poder ajudar não tem preço”.

Gabrielly Farias lembra que a impressora 3D foi adquirida com intuito de uso pessoal: “Nunca imaginamos estar fazendo isso hoje, mas deixar de lado os anseios pessoais para realizar um trabalho comunitário é mais gratificante do que qualquer outra coisa”.

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Braskem expande rede de centros de exportação e anuncia nova unidade de logística e distribuição nos Estados Unidos

08/07/2020

Presença da petroquímica brasileira no Porto de Charleston, na Carolina do Sul visa aumentar sua capacidade de atuação global

A Braskem anunciou a expansão da sua rede de centros de exportação com uma nova unidade na cidade portuária de Charleston, na Carolina do Sul, costa leste dos Estados Unidos – o que aumenta significativamente sua capacidade de atuação global, afirma a empresa. Com previsão para ser concluído no terceiro trimestre deste ano, o novo centro de exportação terá capacidade para remessas de até 204 mil toneladas anuais e fornecerá serviços de embalagem e armazenagem para apoiar unidades de produção de polipropileno (PP) da Braskem nos EUA, especialmente a Delta, unidade que está em fase de construção em La Porte, no Texas.

Segundo Mark Nikolich, vice-presidente da Braskem na América do Norte, a empresa está voltada para reinvestir em seus negócios e em sua posição de liderança para apoiar clientes em todo o mundo. “A construção de nosso novo centro global de exportação na Carolina do Sul nos permite aproveitar nossa matéria-prima e ativos de produção de polímeros no Golfo do México, na Pensilvânia e Virgínia Ocidental para atender melhor às necessidades de nossos clientes ao redor do mundo. Com excelente acesso às redes ferroviárias e rodoviárias nacionais, esta nova e importante unidade de logística e distribuição aumenta significativamente a capacidade de exportação internacional da Braskem na América do Norte”, diz Nikolich.

Atualmente a Braskem conta com centros de distribuição dos seus produtos em 10 países nas Américas e na Europa, que permitem à petroquímica brasileira escoar, anualmente, mais de 16 milhões de toneladas anuais de resinas termoplásticas e outros produtos químicos para mais de 100 países.

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Braskem fecha acordo de 20 anos para compra de energia solar

05/07/2020

Parceria com a Canadian Solar viabiliza construção de usina em Minas Gerais e geração de 22 mil MWh por mês, com potencial de evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera em 20 anos de contrato.

A Braskem anunciou mais um contrato de longo prazo para compra de energia renovável, desta vez com a Canadian Solar Inc., uma das maiores empresas do ramo solar do mundo. O acordo viabiliza a construção de uma usina no Norte de Minas Gerais e garante o fornecimento por 20 anos, de acordo com a estratégia de energia sustentável da companhia e em linha com seus esforços para ampliar o uso de matrizes energéticas limpas e sustentáveis em sua operação.

A usina terá capacidade instalada de 152 MWp, o suficiente para abastecer uma cidade de 430 mil habitantes, afirma a Braskem. As obras para construção estão previstas para começar em 2021 e a energia gerada será utilizada nas unidades industriais da Braskem no Brasil. Por meio do contrato, a companhia estima evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera ao longo de duas décadas.

De acordo com Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem, “a estratégia de energia sustentável da companhia considera a busca constante por oportunidades de agregar valor com a melhoria da eficiência energética e uso das fontes renováveis disponíveis para suprimento das nossas unidades industriais. A possibilidade de contribuir com a construção de um novo parque solar é fator decisivo para garantir competitividad

e ao negócio”. O contrato com a Canadian Solar, assim como os outros recentemente firmados pela companhia para compra e uso de energia renovável, permite contribuir com o avanço deste mercado no Brasil, estimulando outras empresas a seguirem o mesmo caminho.

A parceria da Braskem com a Canadian Solar prevê a utilização de módulos BiHiKu bifaciais, de alta eficiência. “A Canadian Solar estabeleceu uma posição de liderança no mercado solar no Brasil e continua inovando, definindo uma nova tendência. Nós temos a satisfação de nos associar à Braskem para oferecer soluções em energia integrada, desde módulos solares até o desenvolvimento e gerenciamento de projetos e serviços. Temos um compromisso de longo prazo com a energia solar no Brasil, que permanecerá sendo um dos nossos mercados mais importantes”, comenta Shawn Qu, presidente da Canadian Solar.

Compromisso com a energia renovável

Em março deste ano a Braskem anunciou parceria com a multinacional francesa Voltalia para compra de energia solar pelos próximos 20 anos, que viabilizará a construção do complexo solar Serra do Mel, no Rio Grande do Norte, com capacidade de gerar 270 MW. No final de 2018, a companhia assinou contrato com a EDF Renewable para compra de energia eólica, também por um período de duas décadas. Por meio destes dois acordos, com Voltalia e EDF Renewable, a Braskem estima evitar a emissão de cerca de 455 mil toneladas de CO2.

“A indústria mundial está em plena transformação, do ponto de vista tecnológico e do ponto de vista ambiental. A Braskem sempre esteve na vanguarda destas questões e carregamos em nosso DNA o compromisso com o desenvolvimento sustentável do negócio e das regiões onde estamos presente. Temos como meta seguir avançando na ampliação do nosso portfólio de energia renovável, reforçando nosso papel como referência nacional no tema”, conclui Checcucci.

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Braskem conclui construção e inicia comissionamento da nova unidade de produção de polipropileno em La Porte, Texas

03/07/2020

A fábrica reforçará o fornecimento ao mercado norte-americano e também às exportação para clientes em todo o mundo.

A Braskem anunciou a conclusão da construção e início do comissionamento da unidade de produção de polipropileno Delta, localizada em La Porte, no estado norte-americano do Texas. A nova linha de produção é a primeira construída pela companhia nos EUA e reforça a capacidade global da petroquímica brasileira, tanto no atendimento ao mercado interno americano, como na exportação para todo o mundo.

“É com orgulho que anunciamos a conclusão da construção de nossa unidade de produção de polipropileno, a mais nova dos Estados Unidos. Essa planta reforça a estratégia global de negócios da Braskem, reafirmando também nosso compromisso com os clientes em todo o mundo, especialmente no mercado americano”, afirma Mark Nikolich, vice-presidente Braskem na América do Norte.

Segundo a empresa, a construção de Delta teve como base as premissas de desenvolvimento sustentável da Braskem, observando ecoindicadores relevantes, como emissões de carbono, eficiência hídrica e energética, reciclagem e redução do volume de resíduos.

A nova unidade tem capacidade de produção estimada em mais de 450 mil toneladas (kt) por ano, podendo produzir todo o portfólio de polipropileno (PP), incluindo uma ampla variedade de produtos, como homopolímeros, copolímeros de impacto e copolímeros aleatórios. A companhia conta com outras cinco fábricas de PP nos EUA, sendo três no Texas, uma na Pensilvânia e uma em West Virginia. Juntas, as seis unidades têm capacidade de produção anual de quase 2 milhões kta.

De acordo com Nikolich, o início da operação comercial de Delta deve ocorrer ainda em 2020 e sua produção reforçará o atendimento da demanda interna americana, que atualmente importa polipropileno para suprir o déficit no mercado doméstico. A unidade também auxiliará diretamente na capacidade de exportação global da Braskem para seus clientes na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia.

O processo de comissionamento está em andamento e a Braskem afirma estar empenhada em concluir todas as etapas necessárias para garantir um início seguro e bem-sucedido, o que inclui a implementação de diretrizes aprimoradas de saúde e segurança referentes à Covid-19, para proteger os integrantes e demais envolvidos na operação da companhia. Durante essa fase, a empresa concluirá avaliações funcionais e de processos para verificar o desempenho dos controles e sistemas de segurança integrados. A execução inicial dos testes de produção deve começar em julho, com a primeira atividade de produção em escala comercial prevista para o terceiro trimestre de 2020.

Mercado norte-americano de polipropileno

A pandemia do novo coronavírus impactou a indústria norte-americana de polipropileno, em especial durante os meses de abril e maio, afetando principalmente os segmentos de bens duráveis, como o automotivo. No entanto, esse efeito foi parcialmente mitigado por fortes vendas em aplicações de não-tecido e embalagem. Segundo a Braskem, a recuperação começou a ser projetada em junho, a partir do crescimento da demanda, o que oferece perspectiva positiva para o desempenho de PP no terceiro trimestre, uma vez que os clientes da empresa estão ampliando suas operações e o consumo aparenta ter se reestabelecido.

“Estamos bem posicionados para iniciar a nova linha de produção de PP no mercado, em especial pela expectativa de que nossa cadeia de valor global aproveite a posição competitiva do propileno e do polipropileno na América do Norte para exportações. Além disso, a combinação de maior demanda e oportunidades de exportação permitirão ampliar a produção das novas instalações”, explica Alexandre Elias, responsável por polipropileno na Braskem na América do Norte.

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Braskem firma parcerias para produção de calçados e máscaras para profissionais de saúde na linha de frente do combate à covid-19

19/06/2020

  • A resina doada foi utilizada para produção de 18 mil calçados hospitalares e 250 mil máscaras de proteção para hospitais da rede pública em Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins
  • Calçado hospitalar produzido pela Alpargatas em parceria com a Braskem

A Braskem se uniu à Alpargatas, indústria de bens de consumo, para confecção de equipamentos de proteção individual (EPIs), como calçados e máscaras de uso hospitalar, destinados aos profissionais de saúde que atuam na linha de frente de combate à Covid-19. Os calçados já estão sendo distribuídos para hospitais em São Paulo (SP) e as máscaras estão sendo doadas para a rede pública de Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro e Tocantins.

Os calçados foram produzidos a partir de 4,6 toneladas de resina EVA doadas pela Braskem. Já as máscaras foram confeccionadas pela Alpargatas a partir de nãotecido, feito com resina de polipropileno (PP) doada pela Braskem à Fitesa, mais uma parceira da companhia nas iniciativas para o enfrentamento do novo coronavírus.

No estado de São Paulo (SP), os calçados, ao todo 18 mil pares, foram entregues ao governo estadual, responsável pela distribuição aos hospitais. No Rio de Janeiro (RJ) e em Duque de Caxias (RJ), com apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), foram distribuídas mais de 50 mil máscaras de proteção ao Hospital Municipal de Duque de Caxias e aos Hospitais Federais do Andaraí, Bonsucesso, Cardoso Fontes, Graffé Guinle, Ipanema, Lagoa e Servidores, além da Secretaria de Estado de Saúde. Na Bahia, a rede municipal de Camaçari recebeu 150 mil máscaras. Para a rede pública de saúde do Tocantins, a iniciativa repassou 10 mil máscaras.

Já para Maceió (AL), foram doadas 40 mil máscaras, sendo 20 mil para as Secretarias de Saúde do município e do Estado. Parte deste volume será repassada aos profissionais da saúde que atuam no Centro de Triagem inaugurado em abril deste ano pela própria Braskem, com apoio do Governo de Alagoas, com o objetivo de desafogar a rede pública da saúde durante a crise da covid-19. O espaço é utilizado para atender pacientes com sintomas de gripe.

Os hospitais beneficiados foram selecionados pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde das respectivas regiões. “Estamos mobilizando diversos parceiros e demais integrantes da nossa cadeia de valor para encontrar alternativas rápidas, seguras e eficazes que possam ajudar o Brasil a atravessar esse período desafiador. Estamos engajados em uma série de iniciativas que apoiam hospitais e comunidades próximas das nossas unidades fabris no país e a Alpargatas e a Fitesa são aliadas essenciais nesse movimento. O momento é de união e de demonstrar, na prática, o quanto o nosso setor pode ajudar a sociedade, especialmente na área de saúde”, afirma Edison Terra, vice-presidente de Olefinas e Poliolefinas da Braskem na América do Sul.

“Acreditamos que o caminho para superarmos a crise humanitária que estamos vivendo é trabalhar em união de esforços com outras empresas, representantes de comunidades, entidades de ajuda. Com empatia e solidariedade somos mais fortes para combater o coronavírus e seus efeitos”, afirma Roberto Funari, CEO da Alpargatas.

“As doações junto aos parceiros reforçam a importância da consciência coletiva nos mais diversos segmentos para superarmos este momento delicado da saúde mundial. Ficamos felizes em poder fornecer material com o nível de exigência técnica necessária no combate à pandemia. Tornamos isso uma questão prioritária em nossa operação”, afirma Silverio Baranzano, CEO da Fitesa.

Iniciativas da Braskem para apoiar os profissionais da saúde durante o período de covid-19

Além da ação recente com Alpargatas, a Braskem doou mais de 370 toneladas de resinas plásticas para produção de embalagens para 750 mil litros de álcool líquido e em gel e 500 mil almotolias, um tipo de frasco plástico utilizado em ambiente hospitalar para preservar álcool líquido ou em gel. Parte da resina também foi utilizada pela Fitesa, parceira da Braskem, para confecção do nãotecido (TNT) usado na produção de mais de 60 milhões de máscaras e aventais. Todos os itens foram doados para hospitais de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Para os hospitais, a Braskem ainda distribuiu 10 mil caixas de hipoclorito para diluição ou uso como água sanitária e mais de 150 mil sacos plásticos para lixo hospitalar. Além disso, a empresa, está doando 90 toneladas de gás liquefeito de petróleo, conhecido como GLP, para dois hospitais de campanha construídos na cidade de São Paulo, um no centro de eventos do Anhembi, na zona norte, e outro no Complexo Ginásio do Ibirapuera, na zona sul. O gás está sendo utilizado na preparação de mais de três mil refeições diárias para pacientes e profissionais da saúde, no aquecimento de chuveiros e no funcionamento de lavanderias.

Em Maceió (AL), onde a companhia também está presente, uma ação conjunta com o governo estadual viabilizou a construção de um Centro de Triagem com 30 salas de atendimento, salas de raio-x, exames laboratoriais e administração de medicamentos. Os profissionais da saúde atendem a pacientes com sintomas de gripe e a iniciativa evita aglomerações no Hospital Geral do Estado, contribuindo para desafogar a rede pública da cidade.

Ações da Braskem para apoiar comunidades no enfrentamento do novo coronavírus

Neste momento, as iniciativas se concentram na doação direta de itens essenciais considerando o atual cenário. Para os trabalhadores de cooperativas de reciclagem, por um período de três meses, a companhia vai doar cestas básicas. Mais de duas mil famílias, cerca de 15 mil pessoas, serão beneficiadas com essa ação.

Entre o fim de abril e o início de maio, a Braskem também doou mais de 50 mil kits de limpeza contendo produtos como detergente, água sanitária, álcool em gel, sabonete em barra e um folheto informativo com dicas de prevenção à covid-19. A iniciativa beneficiou cerca de 200 mil pessoas nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Para mais informações sobre as iniciativas da Braskem para ajudar o Brasil a enfrentar o novo coronavírus, acesse o site www.braskem.com.br/covid-19 .

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PICPlast divulga estudo sobre a indústria de reciclagem do plástico no Brasil

19/06/2020

  • Indústria de reciclagem mecânica teve um faturamento bruto em 2018, de R$ 2,4 bilhões, gerando 18.662 empregos
  • Em 2018 foram recicladas 757 mil toneladas de plástico pós-consumo, enquanto em 2016 o volume reciclado foi de 550 mil toneladas, um crescimento de 37%

Entender o tamanho da indústria de reciclagem no Brasil foi o objetivo do estudo encomendado pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), e da Braskem e realizado pela MaxiQuim,  com dados referentes ao ano de 2018.

O ponto de partida do estudo foi um mapeamento das indústrias de reciclagem mecânica de plásticos. Foram encontradas 716 empresas em operação, sendo que a maioria da recicladoras (88,54%) encontra-se nas regiões sul e sudeste do país. Fora dessas regiões, o estado da Bahia se destaca com 17 empresas recicladoras.

Em 2018, o faturamento bruto da indústria da reciclagem foi de R$ 2,4 bilhões, com a geração de 18,6 mil empregos e capacidade instalada de 1,8 milhão de toneladas de plásticos.

Após esse mapeamento inicial, foram realizadas entrevistas individuais com 144 indústrias, 20% do universo nacional de recicladores, com o objetivo de entender melhor o volume de plástico reciclado, seu destino, os tipos de plásticos mais reciclados e estabelecer o índice de reciclagem do plástico.

Volumes de reciclagem no Brasil

Segundo o estudo, 3,4 milhões de toneladas de resíduo plástico pós-consumo foram geradas em 2018, sendo que 991 mil toneladas tiveram como destino a coleta seletiva, as cooperativas, os centros de triagem e/ou os sucateiros. Desse volume, 234 mil toneladas ainda se perderam no processo de reciclagem e acabaram tendo como destino os aterros. Dessa forma, o volume total de resíduos plásticos pós-consumo reciclados mecanicamente em 2018 foi de 757 mil toneladas.

“O último estudo que realizamos, em 2016, apontou um volume de resíduos plásticos reciclado de 550 mil toneladas. Ou seja, em dois anos, tivemos um crescimento de 37% na quantidade de plástico reciclado o que aponta para uma evolução do setor”, explica Simone Carvalho do comitê técnico do PICPlast.

O volume total de resíduo plástico consumido em 2018 foi de 1,3 milhão de toneladas, sendo que 34% foi gerado por PET, 21% por PEBD / PEBDL e 18% de PP.

Origem do plástico

A maioria do plástico reciclado tem origem no uso doméstico (54,3%). O restante se divide entre pós-consumo não doméstico (17,3%) e resíduo pós-industrial (28,4%). Entre os plásticos de pós-consumo doméstico, 44,7% era PET e 17,5% era PEBD/ PELBD. O PET também foi o material mais reciclado após o consumo não doméstico. Entre os resíduos industriais, a divisão maior ficou entre PEBD/ PELBD (29%) ou PP (28%).

“Entre o volume de plástico reciclado, 65% são artigos de uso único, que é a grande maioria dos resíduos destinados à reciclagem mecânica, com destaque para as embalagens”, explica Solange Stumpf, sócia da MaxiQuim.

A matéria-prima chegou aos recicladores por meio das próprias indústrias plásticas, (28%), pelos sucateiros (28%), pelos beneficiadores (15%), cooperativas (15%), empresas de gestão de resíduos (11%), catadores (11%) e direto da fonte geradora (2%).

A maioria do resíduo consumido veio do Sudeste do país (50%), seguido pelo Sul (29%), Nordeste (11%), Centro Oeste (6%) e Norte (4%). Aproximadamente 33,5% (ou 421 mil toneladas) do volume de resíduo consumido não provêm do mesmo estado sede dos recicladores. “Isso ocorre porque os recicladores estão concentrados nos grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, e apesar desses lugares possuírem coleta seletiva, a quantidade coletada não é suficiente para a capacidade instalada das recicladoras, complementa Solange.

Perdas no processo de reciclagem

O volume de resíduos plásticos que se perdem no processo de reciclagem é de 159 mil toneladas. Sendo o PET responsável por (54,3%). “O principal motivo das perdas ainda é a contaminação da sucata plástica com materiais indesejados, devido à triagem desqualificada. Além disso, materiais com adesivos, sujeira orgânica e, dependendo do material, cores indesejadas, contribuem para o descarte da sucata adquirida”, complementa Solange.

Produção transformada

Das 757 mil toneladas de resíduos reciclados, 328 mil toneladas ou 43,3% foram transformadas em PET seguidas de 18% transformadas em PEAD e 17% em PEBD/PELBD e 15% em PP. 18% do plástico reciclado é utilizado pela indústria de Higiene Pessoal e Limpeza Doméstica, 13% na Construção Civil, 10% no segmento de Bebidas, lembrando que na indústria de resinas recicladas apenas o PET tem regulação válida da ANVISA para contato com alimentos e bebidas, 9% no segmento de vestuário e têxtil e 9% em utilidades domésticas.

O plástico pós-consumo gerado

Em 2016, haviam sido geradas 2,1 milhões de toneladas de plástico pós- consumo. Em 2018 esse índice é 61% maior, chegando a 3,4 milhões de toneladas de resíduos plásticos. Desse total, 35% eram PEBD / PELBD, 23% eram PP, 18% PET e 14% PEAD. A maioria (52%) dos resíduos vem do Sudeste, sendo o Estado de São Paulo responsável por 30%.

“Vemos um crescente aumento da geração de plástico pós-consumo assim como ficamos bem animados de perceber que mais de 750 mil toneladas de resíduos plásticos foram recicladas, mesmo com a coleta seletiva e a reciclagem dos materiais restritas aos grandes centros. Se compararmos com outros países da União Europeia ou dos Estados Unidos, sabemos que fazemos um excelente trabalho de reciclagem mecânica. Contudo precisamos evoluir também na reciclagem energética, já que os plásticos são fundamentais no processo e já servem como combustível para que o processo ocorra com eficiência, bem como na reciclagem química”, finaliza Solange.

Foto: Movimento Plástico Transforma (site)

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Braskem assina contratos com a Petrobras para fornecimento de nafta para unidades industriais na Bahia e Rio Grande do Sul

12/06/2020

A Braskem informou ter assinado dois novos contratos com a Petrobrás para fornecimento de nafta petroquímica, um com foco no abastecimento das unidades industriais na Bahia e outro para atender às fábricas no Rio Grande do Sul. Os documentos garantem o fornecimento de volume mínimo anual de 650 mil toneladas, considerando o adicional máximo de até 2,8 milhões de toneladas por ano, com preço de 100% da referência internacional ARA (Amsterdã, Roterdã e Antuérpia – o custo médio da nafta nesses três grandes mercados). Com prazo de cinco anos, os acordos entram em vigor em dezembro de 2020, quando se encerra o contrato atual.

Segundo a empresa, os acordos garantem competitividade à cadeia de valor e viabilizam investimentos e novos negócios ao setor petroquímico

De acordo com informações do Valor Econômico, os acordos para suprimento de nafta para o complexo de São Paulo e de etano e propano para o polo do Rio de Janeiro, em Duque de Caxias, ainda estão sendo discutidos.

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Braskem registra prejuízo líquido de R$ 3,65 bilhões e receita líquida de vendas de R$ 12,6 bilhões no primeiro trimestre de 2020

04/06/2020

Braskem está dando atenção especial à proteção do caixa”, diz CEO

A Braskem registrou Ebitda de R$ 1,3 bilhão (US$ 294 milhões) no primeiro trimestre de 2020, um crescimento de 32% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. A operação no Brasil teve Ebitda de R$ 1,05 bilhão, registrando crescimento de 214% em relação ao último trimestre de 2019. Já a receita líquida da companhia se manteve estável em relação ao último trimestre do ano passado, atingindo R$ 12,6 bilhões. O resultado se deu, sobretudo, pelo maior volume na comercialização de resinas no mercado brasileiro, de polipropileno (PP) nos EUA e na Europa e de polietileno (PE) no México, além de menores despesas com vendas, gerais e administrativas.

“A Braskem segue focada na disciplina de alocação de capital como forma de manter a sua posição robusta de caixa para que possamos enfrentar esse momento de crise global. Estamos fazendo isso sem deixar de lado a segurança e a saúde das nossas equipes, um valor inegociável para a companhia”, disse Roberto Simões, presidente da Braskem.

A taxa de frequência global de acidentes com e sem afastamento (CAF + SAF) foi de 0,81 (eventos/milhão de horas trabalhadas), 74% abaixo da média do setor.

No trimestre, a companhia registrou prejuízo líquido de R$ 3,65 bilhões. Segundo a empresa, o resultado deve-se principalmente ao impacto da variação cambial no resultado financeiro, dada a depreciação do real e do peso mexicano frente ao dólar ao longo do trimestre.

Em maio, o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ) e a SEC, órgão regulador do mercado de capitais americano, confirmaram o término da monitoria independente na Braskem prevista nos acordos firmados em 2016. A decisão do DoJ e da SEC baseou-se no relatório final dos monitores independentes que atestaram a implementação, pela companhia, de todas as recomendações relativas à estruturação e funcionamento do seu programa de conformidade, concluindo o atendimento aos padrões estabelecidos nos referidos acordos. Com o fim da monitoria independente e certificação pelo Ministério Público Federal do Brasil, DoJ e SEC, a Braskem cumpriu com suas obrigações estabelecidas nos acordos.

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Braskem se une a parceiros para doar material a hospitais e comunidades no combate ao coronavírus

22/04/2020

  • Empresa doa resinas termoplásticas que serão transformadas em 3 milhões de máscaras para serem doadas
  • Braskem e parceiros no combate ao coronavírus
  • Doação de resinas termoplásticas que permitem produzir máscaras e aventais de uso hospitalar. Podem ser produzidos mais de 60 milhões de máscaras ou 1 milhão de aventais;
  • Doação de cestas básicas por três meses para mais de 1.200 famílias que atuam em reciclagem;
  • 50 mil famílias no entorno de suas plantas no Brasil receberão produtos de higiene e limpeza;
  • Apoio ao governo de Alagoas na implementação de hospital de campanha;
  • Fornecimento de matéria-prima para impressão 3D em 8 centros de pesquisa para produção de máscaras de proteção hospitalar.

A Braskem se juntou a parceiros da cadeia da química e do plástico para doar materiais essenciais para o combate ao novo coronavírus nos hospitais da rede pública. A resina termoplástica doada pode produzir mais de 60 milhões de máscaras ou mais de 1 milhão de aventais. Doará também material para fabricação de embalagens para 750 mil litros de álcool líquido e em gel, para mais de 500 mil almotolias (um tipo de frasco plástico para álcool em gel utilizado em hospitais), além de 10 mil caixas de hipoclorito para diluição ou uso como água sanitária e mais de 150 mil sacos plásticos para lixo hospitalar. No mercado internacional, a Braskem está buscando respiradores para fornecer à rede pública. Os itens beneficiarão hospitais de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. O trabalho conjunto, que envolve clientes e entidades de classe, já conta com 32 iniciativas.

A doação de matéria-prima para produção de equipamentos de proteção e embalagens já ultrapassa 370 toneladas. Essas terão seu valor alavancado pelos parceiros da petroquímica. A Braskem já havia anunciado uma linha adicional de crédito de R$ 1 bilhão para ajudar principalmente as pequenas e médias empresas da cadeia a atravessar os próximos meses de crise gerada pelo coronavírus.

“A covid-19 impõe uma situação desafiadora para nossa sociedade e acreditamos que a união é parte fundamental para a superação deste momento. Nossa empresa tem um propósito claro de melhorar a vida das pessoas e não poderia ser diferente agora. Por meio de parcerias com nossa cadeia de valor, integrantes de um setor importante para a economia brasileira e para o desenvolvimento do país, somamos forças para viabilizar a entrega de itens essenciais para o sistema público de saúde e para as comunidades”, diz Jorge Soto (foto), diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. “Nos engajamos também com organizações empresariais, ONGs, universidades e centros de pesquisa. O momento é de união para trabalharmos juntos na luta contra o coronavírus”, acrescenta.

Uma das iniciativas mais representativas é a doação de polipropileno, matéria-prima para produção do TNT (nãotecido). O produto será fabricado pela parceira Fitesa e doado em conjunto com a empresa para ser usado em máscaras cirúrgicas e aventais de proteção, por exemplo.

A participação da Braskem envolve também a doação de equipamentos, cestas básicas, kits de limpeza para as demais ações.

Em Maceió (AL), a Braskem e as empresas parceiras vão contribuir na construção de um hospital de campanha nas instalações do Ginásio do Sesi. O hospital temporário terá como foco o atendimento médico voltado para problemas cotidianos. “O objetivo é contribuir para que a rede pública de saúde da cidade não fique sobrecarregada e possa se dedicar aos pacientes com suspeita ou confirmação de covid-19”, explica Soto.

Para a sociedade diretamente, a empresa doará mais de 50 mil kits de limpeza, que incluem produtos como desinfetante, detergente e sabonete, e terão como foco famílias que vivem nas regiões de Duque de Caxias (RJ); Salvador, Camaçari, Candeias, Dias D’Ávila e Simões Filho (BA); Maceió e Marechal Deodoro (AL); São Paulo, Santo André, Cubatão e Mauá (SP); Nova Santa Rita, Montenegro e Triunfo (RS). Esses são locais nos quais a Braskem tem operação.

Haverá, ainda, a doação de mais de 100 mil frascos com álcool em gel para comunidades da região metropolitana de São Paulo e do município de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. A iniciativa prevê também a doação de cestas básicas por três meses para mais de mil famílias de catadores de material reciclado em Alagoas, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Em linha com os esforços empreendidos em prol do uso da impressão 3D no combate à covid-19 em todo o mundo, a Braskem irá disponibilizar matérias-primas para oito centros de pesquisa no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. “Acreditamos no potencial de impacto positivo que a impressão 3D possui, em especial em casos como este. Esse já é um ramo no qual atuamos e, por isso, possuímos resinas específicas para este fim, que podem contribuir com o avanço de soluções”, diz Jorge Soto.

Além da Braskem e Fitesa, integram as iniciativas empresas e entidades como BrasALPLA , Plimax , Indústrias Reunidas Raymundo da Fonte , Companhia Nacional do Álcool , Raízen , Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA) , UNICA , Senai (SP) , Emplas , Newsul , Soroplast , Mauser, Ingleza , Alemolde, Raízes-Vibraço , Simperj , ABIHPEC , Cristal Embalagens , AZPlast , SR Embalagens , Epema , Unicamp , Plástico Itália , Grupo Chiaccio , 3D Criar e Projeto Higia.

Saúde e segurança dos integrantes da Braskem no enfrentamento da Covid-19

A Braskem também tomou uma série de medidas preventivas para zelar pela saúde e segurança de todos os integrantes. A empresa determinou trabalho remoto (flex office) para funcionários que fazem parte dos grupos vulneráveis e dos escritórios. Na linha de produção, a Braskem está atuando com equipe reduzida para a continuidade segura das operações e reforçou orientações dos órgãos de saúde.

Viagens nacionais e internacionais a trabalho foram suspensas, assim como a participação dos integrantes em reuniões e eventos presenciais. Além disso, todos os funcionários que apresentarem sintomas semelhantes aos da covid-19 são orientados a comunicar imediatamente à área de Saúde da Braskem.

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Braskem registrou prejuízo líquido de R$ 2,79 bilhões no ano fiscal 2019

22/04/2020

Ebitda foi R$ 5,9 bilhões e geração líquida de caixa de R$ 3 bilhões no ano passado

A Braskem mostrou resiliência diante do ciclo de baixa no cenário petroquímico global e fechou o ano de 2019 com Ebitda recorrente de R$ 5,9 bilhões e geração líquida de caixa de R$ 3 bilhões. Na comparação com o ano anterior, foram resultados 46% e 56% inferiores respectivamente, impactados sobretudo pelos menores spreads no mercado internacional e pelo menor crescimento global. A companhia registrou prejuízo líquido de R$ 2,79 bilhões. Dois fatores contribuíram para isso: o impacto negativo da depreciação do real frente ao dólar sobre a exposição líquida da empresa não designada para hedge accounting; e, acima disso, a provisão contábil de R$ 3,38 bilhões referente à implementação dos programas de compensação financeira, apoio à realocação e promoção de atividades educacionais e ao fechamento de poços de sal em Maceió (AL). Esses programas foram fruto de acordos com autoridades de Alagoas.

“Os resultados da companhia foram significativos, diante do cenário petroquímico mundial tão desafiador. Quanto a Alagoas, estamos trabalhando para garantir a segurança das pessoas, ao mesmo tempo em que estamos dando encaminhamento ao cumprimento do acordo assinado com autoridades locais e continuamos engajados nos estudos técnicos para retomada da produção de cloro-soda na nossa planta”, diz Roberto Simões, presidente da Braskem.

No quarto trimestre, a Braskem registrou Ebitda recorrente de R$ 993 milhões e geração livre de caixa de R$ 292 milhões, respectivamente menos 32% e 33% em relação ao mesmo período de 2018. A receita líquida de vendas foi de R$ 12,6 bilhões nos últimos três meses do ano.

Em 2019 como um todo, a Braskem realizou investimentos operacionais (US$ 470 milhões) e em projetos estratégicos (US$ 229 milhões) que totalizaram US$ 700 milhões, 21% inferior ao valor estimado no início do ano e ultrapassando a meta de redução de US$ 100 milhões estabelecida ao término do primeiro semestre, como resultado de seu compromisso com a higidez financeira.

A alavancagem corporativa, medida pela relação dívida líquida/EBITDA em dólares, foi de 4,71x.

No Brasil, a taxa de utilização das centrais petroquímicas foi de 85%, 6 p.p. inferior à 2018. Nos EUA, a taxa de utilização das plantas de PP foi de 89%, 2 p.p superior a 2018. No México, a taxa de utilização das plantas de PE foi de 76%, 1 p.p inferior a 2018, em função do menor fornecimento de etano.

Segurança, pessoas, meio ambiente e responsabilidade social

A taxa de frequência de acidentes com e sem afastamento (taxa CAF+SAF) por milhão de horas trabalhadas, considerando integrantes e terceiros, foi de 1,31 no ano, 58% abaixo da média do setor. A segurança é um valor inegociável da companhia, que tem como meta trabalhar para melhorar esse indicador.

Como parte do reconhecimento do esforço da Braskem em iniciativas ambientais, a companhia foi reconhecida como “Lista Triplo A” nos índices CDP (Carbon Disclousure Program) Água e Clima, referente ao exercício de 2018, consolidando-se como referência na gestão de riscos climáticos e de recursos hídricos. Além disso, foi reconhecida pelo sexto ano consecutivo como empresa líder em Desenvolvimento Sustentável pelo Pacto Global da ONU, sendo a única brasileira entre as 10 mil associadas.

Pelo pilar da economia circular, houve a ampliação da marca I’m greenT, que resultou na venda de 1.651 toneladas de resina reciclada (PCR) no ano, além de 699 toneladas de hexano reciclado vendido.

A Braskem e a Made in Space, empresa norte-americana contratada pela NASA para desenvolver novas tecnologias para operação em gravidade zero, criaram uma recicladora de plástico, que foi lançada ao espaço em novembro, durante a 12ª missão comercial de reabastecimento da empresa Northrop Grumman (NG12) à Estação Espacial Internacional, com o objetivo de transformar os resíduos plásticos em novas matérias-primas para a impressora 3D da estação.

Fonte: Braskem

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Movimento Plástico Transforma firma parceria com Yescom para projeto de reciclagem de copos plásticos utilizados durante a Corrida São Silvestre

29/12/2019

Pela primeira vez os copos usados pelos corredores serão recolhidos, reciclados e transformados em novos produtos a serem doados. Projeto reforça o conceito de Economia Circular e a importância do descarte correto.

Os copos plásticos de água distribuídos aos participantes da 95ª Corrida Internacional de São Silvestre, a ser realizada no próximo dia 31 de dezembro, voltarão para a população na forma de objetos que estimulam o descarte correto de resíduos. Graças à parceria do Movimento Plástico Transforma, iniciativa do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, promovida pela Braskem e a ABIPLAST, e Yescom, organizadora da corrida mais tradicional do Brasil, as embalagens serão recolhidas, recicladas e transformadas em lixeiras para coleta seletiva, que serão doadas a instituições.

A corrida distribui milhares de copos de água, em diversos pontos ao longo do percurso da corrida. Os 15 km que compõem a corrida exigem dos atletas muita hidratação e a embalagem de plástico é a maneira mais apropriada para o participante ingerir o líquido de forma rápida e segura.

Com a parceria, as embalagens coletadas serão transportadas logo após o fim da corrida até uma recicladora, triadas para separar o lacre do copo, recicladas e darão origem a novos produtos. A parceria viabilizará a doação de lixeiras a instituições, visando incentivar a coleta seletiva e educar sobre o descarte correto.

“Esse ano, estaremos junto com a São Silvestre para uma corrida mais consciente e sustentável. Acreditamos que parcerias como esta reforçam a importância do potencial de transformação do plástico em novos produtos por meio da reciclagem”, afirma Edison Terra, vice-presidente executivo da Braskem. Já José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST reforça o empenho da indústria em ações de conscientização. “Este é um exemplo de Economia Circular e de incentivo ao descarte correto, já que permitirá que as embalagens sejam recicladas e transformadas em novos objetos. É uma demonstração para a sociedade do quanto a indústria está comprometida com a sustentabilidade da cadeia”, afirma.

Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma visa ressaltar a utilização do plástico, de forma criativa e responsável, em soluções que podem transformar o nosso dia a dia e nosso futuro. A primeira iniciativa voltada para a comunicação com a sociedade promovida pelo Movimento Plástico Transforma foi a instalação interativa PlastCoLab. A ação já impactou mais de 37 mil pessoas e contou com quatro edições, realizadas nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Brasília. O Movimento também é responsável pela Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque KidZania, em São Paulo, que visa demonstrar de forma lúdica e educativa as principais etapas do processo de reciclagem do plástico.

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PICPlast leva crianças do projeto Embaixadores do Esportes para Estação Plástico Transforma

25/12/2019

Ação faz parte da segunda edição de 2019 do KidZania para Todos, evento que recebe instituições parceiras das marcas com atividades no parque.

Conhecer as etapas do processo de reciclagem dos materiais plásticos de forma leve e divertida – essa foi a experiência vivida pelas crianças do projeto Embaixadores do Esporte na visita à Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque temático KidZania. A iniciativa fez parte da 2ª edição de 2019 do KidZania para Todos, evento que recebe instituições apoiadas pelas marcas patrocinadoras das atividades no espaço, realizado no último dia 17 de dezembro, em São Paulo. A Estação Plástico Transforma é uma realização do Movimento Plástico Transforma, promovido pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, PICPlast.

Meninos e meninas com idades entre 6 e 10 anos acompanharam os principais processos da reciclagem, representados de forma lúdica na atividade. O cenário colorido encantou as crianças, que acompanharam curiosos e interagiram com etapas como: separação manual dos tipos de resíduos plásticos na esteira, passagem pelo moinho, separação por densidade, secagem, chegada do material na extrusora e, posteriormente, na injetora. Ao fim do ciclo, as crianças percebem que o resíduo plástico foi reciclado e transformado em óculos coloridos que elas puderam levar para casa.

Além dos óculos, as crianças também ganharam vasos autoirrigáveis, produzidos a partir de material plástico reciclado. Cerca de 700 crianças de outras instituições, que estiveram no parque neste dia, também receberam os vasinhos. A realização dessa ação reforça a proposta de despertar a consciência dos pequenos cidadãos em torno da sustentabilidade. Após aprenderem sobre a reciclagem do plástico, todas as crianças puderam aproveitas as demais atrações do KidZania, que exploram cerca de 50 profissões diferentes.

Manuela Victoria de Oliveira Andrade, de 7 anos, saiu entusiasmada da atividade. “Achei incrível, porque eu descobri que podemos fazer várias coisas com o plástico que, para mim, não era possíveis”. A orientadora Flavia Molla, responsável pelas crianças do projeto Embaixadores do Esporte, ressalta a importância deste dia. “Foi um aprendizado único: sei que tudo que as crianças viveram aqui servirá como uma sementinha para o futuro delas”.

“É muito gratificante dar oportunidade para mais crianças visitarem a Estação Plástico Transforma e temos certeza de que esta será uma experiência para toda a vida”, afirma Mariana Cardoso, coordenadora do Movimento Plástico Transforma. “É inspirador vê-los interagindo com conceitos que eles conheciam só na teoria. Esperamos que eles se tornem multiplicadores e possam estimular amigos e familiares a desenvolverem hábitos sustentáveis”, diz Simone Carvalho, também coordenadora do Movimento Plástico Transforma.

1ª edição do KidZania para Todos – Esta não é a primeira vez que o Movimento Plástico Transforma leva instituições parceiras para conhecer a Estação Plástico Transforma. Em março de 2019, cerca de 40 crianças que fazem parte do projeto Seci Social, da ONG Azo, no ABC Paulista, também puderam conhecer a atividade que gera consciência ambiental nestes pequenos cidadãos.

Promotores

PICPlast: O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) foi criado em 2013 pela Braskem e pela ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, e prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares – aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico –, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial. No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para a reciclagem, os estudos técnicos, a educação e a comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Braskem: Com 41 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58 bilhões (US$ 15,8 bilhões), a Braskem possui produção anual de mais de 20 milhões de toneladas de resinas plásticas e produtos químicos e exporta para Clientes em aproximadamente 100 países.

Abiplast: A Associação Brasileira da Indústria do Plástico representa o setor de transformados plásticos e de reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A Abiplast representa atualmente 12,1 mil empresas que empregam um total de 322,9 mil pessoas.

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