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Vinte e oito empresas globais estabelecem aliança mundial para ajudar a eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente e alocam mais de US $ 1 bilhão para a iniciativa

28/01/2019

Membros da Aliança que participaram do evento de fundação da AEPW em 16 de Janeiro, em Londres: da esquerda para a direita (em pé): Laurent Auguste, Vice Presidente executivo senior da Veolia; Peter Bakker, Presidente e CEO of World Business Council for Sustainable Development; Priyanka Bakaya, CEO e Fundador do Renew Oceans; Jim Fitterling, CEO da DOW; Martin Brudermüller, CEO da BASF SE; Bob Patel, CEO da Lyondell Basell; Da esquerda para a direita (sentados): Rob Kaplan, CEO e Fundador da Circulate Capital; host Hannah Vaughn Jones; David Taylor, Chairman do Conselho e Presidente e CEO da Procter & Gamble; Jean-Marc Boursier, Vice President executivo senior da Suez

Uma aliança de empresas globais da cadeia de valor dos plásticos e do segmento de bens de consumo lançaram no dia 16 de janeiro uma nova organização para promover soluções para eliminar o desperdício de plástico no meio ambiente, especialmente no oceano.

A organização intitulada Alliance to End Plastic Waste (AEPW), atualmente composta por quase trinta empresas associadas, alocaram mais de US $ 1 bilhão, com o objetivo de investir US $ 1,5 bilhão nos próximos cinco anos para ajudar a acabar com os resíduos plásticos no meio ambiente. A Aliança desenvolverá e buscará soluções em escala que minimizem e gerenciem os resíduos plásticos e promovam soluções para plásticos usados, ajudando a viabilizar uma economia circular. Os membros da aliança são empresas globais localizadas na América do Norte e do Sul, Europa, Ásia, Sudeste Asiático, África e Oriente Médio.

“Todos concordam que os resíduos de plástico não pertencem aos nossos oceanos ou a qualquer lugar do meio ambiente. Esse é um desafio global complexo e sério que exige uma ação rápida e uma liderança forte. Essa nova aliança é o esforço mais abrangente até hoje para acabar com os resíduos de plástico no meio ambiente “, disse David Taylor, Presidente do Conselho, Presidente e CEO da Procter & Gamble e presidente da AEPW. “Peço a todas as empresas, grandes e pequenas e de todas as regiões e setores, que se unam a nós”, acrescentou.

“A história nos mostra que ações coletivas e parcerias entre a indústria, governos e ONGs podem fornecer soluções inovadoras para um desafio global como este”, disse Bob Patel, CEO da LyondellBasell, e vice-presidente da AEPW. “A questão do lixo plástico é vista e sentida em todo o mundo. Ele deve ser enfrentada e acreditamos que o momento para a ação é agora.”

A Aliança é uma organização sem fins lucrativos que inclui empresas que produzem, usam, vendem, processam, coletam e reciclam plásticos. Inclui fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, transformadores e empresas de gerenciamento de resíduos, também conhecida como cadeia de valor de plásticos. A Aliança tem trabalhado com o World Business Council for Sustainable Development como um parceiro fundador estratégico. A Aliança também anunciou um conjunto inicial de projetos e colaborações que refletem uma gama de soluções para ajudar a acabar com o lixo plástico:

Estabelecimento de parcerias com cidades para projetar sistemas integrados de gestão de resíduos em grandes áreas urbanas onde a infraestrutura é escassa, especialmente aquelas ao longo de rios que transportam grandes quantidades de resíduos plásticos não gerenciados da terra para o oceano. Esse trabalho incluirá o engajamento de governos locais e partes interessadas e gerará modelos replicáveis e economicamente sustentáveis que possam ser aplicados em várias cidades e regiões. A Aliança buscará parcerias com cidades localizadas em áreas de alto descarte de plástico. A Aliança também procurará colaborar com outros programas que trabalham com cidades, tais como o Projeto STOP, que está operando na Indonésia.

  • Financiamento – A Rede de Incubadoras da Circulate Capital irá desenvolver e promover tecnologias, modelos de negócios e empreendedores que previnam resíduos plásticos oceânicos e melhorem o gerenciamento de resíduos e reciclagem, com a intenção de criar um pipeline de projetos para investimento, com foco inicial no Sudeste Asiático.
  • Desenvolvimento de um projeto de informação global, de fonte aberta e com base científica, para apoiar globalmente projetos de gerenciamento de resíduos com coleta de dados, métricas, padrões e metodologias confiáveis, com o intuito de ajudar governos, empresas e investidores a se focalizarem e acelerarem ações para impedir que os resíduos plásticos se percam no meio ambiente. A Aliança irá explorar oportunidades de parcerias com instituições acadêmicas líderes e outras organizações já envolvidas em tipos semelhantes de coleta de dados.
  • Criar uma colaboração para construir capacidades junto a organizações intergovernamentais, como as Nações Unidas, para realizar workshops e treinamentos conjuntos para funcionários do governo e líderes comunitários, a fim de ajudá-los a identificar e buscar as soluções mais eficazes e relevantes localmente nas áreas prioritárias.
  • Apoiar o Renew Oceans para ajudar em investimento e no engajamento localizados. O programa é projetado para capturar o lixo plástico antes que ele chegue ao oceano a partir dos dez principais rios que foram mapeados por transportar a grande maioria dos resíduos terrestres para o oceano. O trabalho inicial apoiará o projeto Renew Ganga, que também recebeu apoio da National Geographic Society.

Nos próximos meses, a Aliança fará investimentos adicionais e impulsionará o progresso em quatro áreas principais:

  • Desenvolvimento de infraestrutura para coletar e gerenciar resíduos e aumentar a reciclagem;
  • Inovação para impulsionar e ampliar a escala de novas tecnologias que tornem a reciclagem e a recuperação de plásticos mais fáceis e que criem valor a partir de todos os plásticos pós-uso;
  • Educação e engajamento de governos, empresas e comunidades para mobilizar ações; e,
  • Limpeza de áreas concentradas de resíduos plásticos já no meio ambiente, principalmente nos principais condutos de resíduos, como rios, que transportam resíduos plásticos terrestres para o mar.

“O sucesso exigirá colaboração e esforços coordenados em diversos setores – alguns que geram progresso a curto prazo e outros que exigem grandes investimentos com cronogramas mais longos. Lidar com resíduos plásticos no meio ambiente e desenvolver uma economia circular de plásticos requer a participação de todos ao longo de toda a cadeia de valor e o compromisso de longo prazo das empresas, governos e comunidades. Nenhum país, empresa ou comunidade pode resolver isso sozinho”, disse o CEO da Veolia, Antoine Frérot, vice-presidente da AEPW.

Uma pesquisa da Ocean Conservancy mostra que quase 80% dos resíduos plásticos no oceano começam como lixo em terra, a grande maioria dos quais viaja para o oceano através de rios. De fato, um estudo estima que mais de 90% do plástico transportado pelos rios para o oceano vem de dez grandes rios ao redor do mundo – oito na Ásia e dois na África. Sessenta por cento dos resíduos plásticos no oceano podem ser identificados como provenientes de cinco países no sudeste da Ásia.

“Embora o nosso esforço seja global, a Aliança pode ter o maior impacto no problema ao se concentrar nas partes do mundo onde o desafio é maior; e compartilhando soluções e melhores práticas de modo que esses esforços possam ser amplificados e ter sua escala ampliada em todo o mundo “, disse Peter Bakker, presidente e CEO do World Business Council for Sustainable Development.

As seguintes empresas são os membros fundadores da Aliança: BASF, Berry Global, Braskem, Chevron Phillips Chemical Company, Clariant, Covestro, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation, Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, SUEZ, Shell, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total, Veolia e Versalis (Eni).

Fonte: Alliance to End Plastics Waste; Foto: Pnuma

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SABIC e clientes lançam polímeros circulares oriundos de resíduo plástico misto durante evento em Davos

28/01/2019

Executivos da SABIC ao lado de representantes da Unilever, Vinventions, Walki Group e Plastics Energy Ltd. em Davos (Suíça)

A SABIC (www.sabic.com) anunciou em Davos (Suíça), no último dia 24, em conjunto com seus clientes Unilever (www.unilever.com), Vinventions (www.vinventions.com) e Walki Group (www.walki.com), o lançamento de polímeros circulares certificados a serem produzidos pela SABIC e usados ​​por seus clientes para desenvolver soluções de embalagem para uma variedade de produtos de consumo que serão introduzidos no mercado em 2019.

Os polímeros circulares certificados serão produzidos a partir de uma matéria-prima conhecida como Tacoil – um produto patenteado da empresa Plastic Energy Ltd (www.plasticenergy.com) sediada no Reino Unido – obtida da reciclagem de resíduos plásticos mistos de baixa qualidade destinados atualmente à incineração ou aterro. A SABIC processará esta matéria-prima em sua planta de produção em Geleen, na Holanda. Os polímeros circulares certificados finais serão então fornecidos a três clientes-chave para uso no desenvolvimento de embalagens pioneiras, seguras e de qualidade para consumidores dos mercados de alimentos, bebidas, produtos para cuidados pessoais e domésticos. Esse estágio de fundação do mercado é uma etapa importante de um projeto anunciado recentemente pela SABIC e pela Plastic Energy para construir as primeiras fábricas comerciais na Holanda para fabricar e processar a matéria-prima.

Como uma inovação disruptiva, a introdução dos polímeros circulares certificados em 2019 deverá criar uma nova cadeia de valor, onde a SABIC, juntamente com seu fornecedor da nova matéria prima e clientes-chave, trabalham lado a lado para retornar o resíduo de plástico misto ao seu polímero original, a fim de que possa ser usado novamente em aplicações de embalagem .

Como líderes de marcas globais ou líderes de mercado em suas respectivas áreas, a Unilever, Vinventions e Walki valorizam a sustentabilidade e seu papel na economia circular. Os clientes da SABIC cobrem um amplo espectro de necessidades dos consumidores das embalagens, desde as aplicações da Unilever para produtos alimentícios, pessoais e de cuidados domésticos até tampas sintéticas para vinhos da Vinagens e materiais de embalagem protetoras para produtos de consumo do Grupo Walki.

“A sustentabilidade e a reutilização fazem parte da missão da SABIC desde sua criação”, disse Yousef Al-Benyan, vice-presidente e CEO da SABIC. “Hoje, mais do que nunca, a sustentabilidade é um valor essencial que impulsiona nossa especialização científica e tecnológica. Juntamente com nossos clientes, estamos orgulhosos em lançar nossos polímeros circulares certificados, que é mais uma prova de nossa atuação no avanço da economia circular.”

Fonte: Assessoria de Imprensa – SABIC

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Tomra Sorting Recycling cria posição gerencial para fortalecer foco na Nova Economia de Plásticos

25/01/2019

Nova nomeação reflete o compromisso da Tomra com a ambiciosa visão de uma economia circular

A Tomra Sorting Recycling promoveu o Engenheiro de Desenvolvimento de Negócios László Székely (foto) para o cargo recém-criado de Gerente de Nova Economia de Plásticos. Esta iniciativa reforça o compromisso da Tomra com os objetivos da Nova Economia de Plásticos (NPE) e orientará o progresso em direção a objetivos que são diferenciados das outras atividades de desenvolvimento de negócios da empresa.

A nova equipe de economia de plásticos da Tomra trabalhará para incentivar a triagem e a reciclagem de plásticos pós-consumo, como poliolefinas e estirênicos, para mudar a prática generalizada de queimar esses materiais ou enviá-los para aterros sanitários. A Tomra também está comprometida em trabalhar com fabricantes de embalagens para ajudar a tornar as embalagens mais amplamente recicláveis, reduzir a dependência da produção de embalagens de matérias-primas e contribuir para o impulso de modernização dos plásticos pós-consumo, de modo que haja maior uso de materiais reciclados do que virgens.

László Székely juntou-se à marca Titech da Tomra (sendo renomeada mais tarde de Tomra Sorting Recycling) em 2012, após concluir os estudos em gestão de resíduos e tratamento de áreas contaminadas na Technische Universität Dresden, na Alemanha. Atuando como Engenheiro de Desenvolvimento de Negócios, László atuou no desenvolvimento de separação de vidro de diferentes fluxos de resíduos, com responsabilidade conjunta pelo desenvolvimento de equipamento de seleção de vidro (Autosort Laser).

Ele também esteve envolvido no planejamento e construção das duas primeiras plantas automáticas de seleção de RSU (resíduos sólidos urbanos) na Hungria e ajudou duas grandes marcas na modernização de plásticos pós-consumo (Polipropileno). Desde 2017, a László está envolvido em projetos com foco em embalagens de poliolefinas pós-consumo, bandejas de PET e trabalho com empresas de embalagens e transformadores.

László Székely afirmou: “Estou muito contente pelo fato de que a minha dedicação e experiência tenham sido reconhecidas desta maneira, pois o progresso em direção à Nova Economia de Plásticos é muito importante”.

O trabalho da Nova Economia de Plásticos da Tomra também envolverá, em nível sênior, Jürgen Priesters, Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios em Reciclagem; e a Engenheira de Desenvolvimento de Negócios, Charlotte Glassneck.

A visão da Nova Economia de Plásticos, que aplica os princípios da economia circular, foi criada pela Fundação Ellen MacArthur com três ambições: criar uma economia pós-uso de plásticos eficaz, melhorando a economia e a reciclagem, a reutilização e a biodegradação controlada para aplicações direcionadas; reduzir drasticamente a fuga de plásticos no meio ambiente (especialmente o oceano) e outros impactos negativos; e dissociar plásticos de matérias-primas fósseis. Embora esses objetivos tenham sido lançados em 2016 como uma iniciativa de três anos, eles criaram um impulso que inspirará a ação por muitos anos.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972 e que possui hoje um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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BASF pela primeira vez fabrica produtos com plásticos quimicamente reciclados

21/12/2018

A BASF está inovando na reciclagem de resíduos plásticos através do seu projeto ChemCycling. A reciclagem química é uma maneira inovadora de reutilizar os resíduos plásticos que não são atualmente reciclados, tais como plásticos misturados ou sujos. Dependendo da região, este tipo de resíduo é geralmente enviado para o aterro sanitário ou incinerado com recuperação energética. Mas a reciclagem química oferece outra alternativa. Usando processos termoquímicos, esses plásticos podem ser utilizados para produzir gás de síntese ou óleo de pirólise. As matérias-primas recicladas resultantes podem ser usadas como insumos na produção da BASF, substituindo parcialmente recursos fósseis.

A BASF afirma que fabricou pela primeira vez produtos baseados em resíduos plásticos quimicamente reciclados, sendo, portanto, uma pioneira global na indústria. “O uso responsável dos plásticos é essencial para resolver o problema mundial dos resíduos. Isto se aplica às empresas, assim como a instituições e aos consumidores. Com a reciclagem química, queremos fazer uma contribuição significativa na redução da quantidade de resíduos plásticos”, afirma Dr. Martin Brudermüller, presidente do Conselho Diretivo e CTO (Chief Technology Officer) da BASF SE. “Com o nosso projeto ChemCycling, estamos usando o resíduo plástico como matéria-prima. Desta forma, criamos valor para o meio ambiente, a sociedade e a economia. Nós juntamos forças com parceiros em toda a cadeia de valor para estabelecer um modelo operacional circular”, disse Brudermüller. A BASF está colaborando estreitamente com seus clientes e parceiros, que vão desde empresas de gestão de resíduos até fornecedores de tecnologia e fabricantes de embalagens, com o objetivo de estabelecer uma cadeia de valor circular.

De resíduos a embalagens de queijo e componentes de geladeira

BASF já está desenvolvendo produtos “piloto” que incluem embalagem de queijo muzzarela, componentes de geladeira e painéis de isolamento térmico com dez clientes de diversos setores. Os produtos ChemCycling fornecidos pela BASF possuem exatamente as mesmas propriedades dos produtos de origem fóssil e por isso atendem aos padrões de qualidade e de higiene necessários para embalagens de alimentos. Stefan Gräter (foto, à esquerda.), chefe do projeto ChemCycling da BASF, vê um grande potencial: “Esta nova forma de reciclagem oferece oportunidades para modelos de negócios inovadores para nós e para nossos clientes, que já valorizam produtos e embalagens feitos de materiais reciclados, mas que não podem ou não querem comprometer-se quando o assunto é qualidade”, afirma. Como próximo passo, a BASF planeja disponibilizar comercialmente os primeiros produtos do projeto ChemCycling.

Verbund da BASF oferece condições ideais para ChemCycling

No início da cadeia de produção, a BASF alimenta como matéria prima um óleo derivado de resíduos plásticos, obtido por meio de um processo de pirólise. A BASF obteve a matéria-prima para os produtos “piloto” do seu parceiro Recenso GmbH, da Alemanha. Como alternativa, o gás de síntese, obtido a partir de resíduos plásticos, também podem ser usado.

O primeiro lote deste óleo foi alimentado em outubro no steam cracker (coluna de craqueamento a vapor) da fábrica da BASF em Ludwigshafen (Alemanha). O steam cracker é o ponto de partida para a produção do complexo químico da Basf. Ele quebra ou “craqueia” essa matéria-prima sob temperaturas de aproximadamente 850 graus Celsius. Os principais produtos resultantes do processo são o eteno e o propeno. Estes produtos químicos básicos são usados no complexo de produção para fabricar vários produtos químicos. Fazendo um cálculo de balanço de massa, a parcela de matéria-prima reciclada pode ser alocada matematicamente ao produto final certificado. Cada cliente pode selecionar a porcentagem alocada de material reciclado.

Desafios tecnológicos e regulatórios

Tanto o mercado como a sociedade esperam que a indústria apresente soluções construtivas para lidar com o resíduo plástico. A reciclagem química é um complemento inovador a outros processos de reciclagem e gestão de resíduos. “Precisamos de uma ampla gama de opções de recuperação de resíduos plásticos, uma vez que nem todas as soluções são adequadas para certos tipos de resíduos ou possíveis para cada aplicação do produto. A primeira escolha deve ser sempre a solução com melhor desempenho em uma avaliação de ciclo de vida”, explica Andreas Kicherer (foto, à direita), especialista em sustentabilidade da BASF.

Entretanto, as condições tecnológicas e regulatórias devem ser atendidas antes que o projeto esteja pronto para o mercado. Por um lado, as tecnologias existentes para transformar resíduos plásticos em matérias-primas recicladas, tais como óleo de pirólise ou gás de síntese, devem ser desenvolvidas e adaptadas a fim de garantir uma alta qualidade de forma consistente. Além disso, as estruturas regulatórias regionais influenciarão substancialmente na extensão com que essa abordagem pode ser estabelecida em cada mercado. É essencial, por exemplo, que a reciclagem química e a abordagem de balanço de massa sejam reconhecidas como medidas que contribuam para o cumprimento de metas de reciclagem específicas para produtos e aplicações.

Manejo responsável dos resíduos plásticos é essencial

Os plásticos oferecem muitos benefícios em aplicações técnicas, na medicina e em aplicações cotidianas e  são frequentemente uma alternativa melhor do que outros materiais. O desafio está no manejo responsável do destino dos plásticos pós-consumo. Sistemas funcionais de gestão de resíduos e o comportamento responsável dos consumidores em relação aos plásticos são cruciais para solucionar problemas tais como a poluição causada pelo lixo plástico. Para este fim, a BASF está envolvida em vários projetos, a nível de associação e também internacionalmente. Por exemplo, a empresa é membro do World Plastics Council e participa de dois programas da Ellen MacArthur Foundation. Além disso, a BASF implementou a Operation Clean Sweep, uma iniciativa internacional da indústria de plásticos para evitar a perda de grânulos, flakes e pós de plásticos no meio ambiente. O novo projeto ChemCycling da BASF é outro marco no uso responsável de recursos.

Fonte: BASF

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Tomra Sorting Recycling apresenta o Autosort Color para a separação do vidro do Resíduo Sólido Urbano

12/12/2018

Nova tecnologia recupera mais vidro para reciclagem, atingindo taxas de pureza superiores a 95%.

A Tomra Sorting Recycling (https://www.Tomra.com/pt/sorting/recycling) apresentou o Autosort Color, uma nova máquina que funciona em combinação com o Autosort Laser para recuperar o vidro do resíduo sólido urbano. Segundo a Tomra, o Autosort Color atinge taxas de pureza superiores a 95% em alta escala de processamento, mesmo quando os materiais de entrada estão úmidos, empoeirados ou sujos.

Embora a coleta de vidro seja feita separadamente em muitos países, uma grande quantidade de vidro recuperável permanece, no entanto, misturada com os resíduos sólidos urbanos (RSU) das residências e pequenas empresas. O conteúdo de vidro no RSU na Europa normalmente varia de 3,5% a 9,8%. E a pesquisa da FEVE (Federação Europeia de Embalagens de Vidro) revelou que a coleta de vidro dos RSU’s para reciclagem varia consideravelmente de país para país. Suécia, Noruega, Suíça e Luxemburgo alcançam taxas de recuperação de 95% ou mais, mas em grande parte da Europa Ocidental a taxa é tipicamente de 68% a 75% e em cinco países da Europa Oriental a taxa é inferior a 40%.

No Brasil, a realidade é ainda bem diferente, mas estão sendo dados os passos certos para modificar esta realidade. De acordo com o último estudo, o país produz em média 980 mil toneladas de embalagens de vidro por ano, usando cerca de 45% de matéria-prima reciclada na forma de cacos. Parte deles foi gerado como refugo nas fábricas e parte retornou por meio da coleta seletiva. Cerca de 47% das embalagens de vidro foram recicladas em 2011 no Brasil, somando 470 mil ton/ano. Desse total, 40% é oriundo da indústria de vasilhames, 40% de mercado difuso, 10% do “canal direto” (bares, restaurantes, hotéis etc.) e 10 % de resíduo pós indústria.

Segundo a Tomra, o Autosort Color permitirá operações de triagem para extrair e vender este vidro, que de outra forma não seria recuperado para a reciclagem. O novo sistema de seleção também ajuda as plantas de triagem a minimizarem os riscos de interrupção, tempo de parada e custos de reparo decorrentes de danos em componentes de máquinas não projetadas para a seleção de vidro.

A Tomra afirma que o Autosort Color também permite redução de custos de destinação dos rejeitos das plantas de triagem, porque os resíduos domésticos que contêm vidro podem resultar em custos mais altos de aterro dada a sua maior densidade do material. Assim a extração do vidro dos RSU também reduzirá os custos do aterro. Há um vídeo da nova aplicação em: Autosor Color Animation

Valerio Sama, Vice-presidente e Chefe de Gestão de Produto de Reciclagem, comentou: “Na maioria dos paises em todo o mundo, há grande espaço para melhorias na recuperação de vidro a partir de resíduos domésticos e comerciais. Separar mais vidro para reciclagem é melhor para o meio ambiente e mais possibilidade de receita para as empresas de triagem. Com o Autosort Color esses dois benefícios agora são alcançáveis”.

Processo de duas máquinas recupera mais de 80% de vidro, com 95% de pureza

No desenvolvimento do Autosort Color, a Tomra estabeleceu metas de padrões industriais para recuperar um mínimo de 80% de vidro dos RSU, com pelo menos 95% de pureza do vidro recuperado. Segundo a Tomra, essas metas foram cumpridas consistentemente durante muitos meses em quatro instalações na Alemanha e na Espanha, incluindo uma que separa até 3.000 toneladas de vidro por ano. Este sucesso foi possível graças a um processo de classificação de duas máquinas, usando primeiro o Autosort Laser, depois o Autosort Color.

O primeiro passo no processo de remoção de vidro do RSU é o pré-tratamento. Depois que o RSU passa por um abridor de sacos, convencionalmente a fração fina (0 a 80 mm) é peneirada. Esta fração é então dividida em três granulometrias por uma peneira vibratória de dois andares: frações finas de 0-8mm de diâmetro, como resíduos orgânicos e areia, uma fração intermediária de 8-60mm e uma fração de tamanho maior de 60-80 mm.

Na segunda etapa, as frações do meio, que contêm o maior conteúdo de vidro, são submetidas à separação de densidade. Isso remove as frações mais leves e envia as frações mais pesadas para a unidade Autosort Laser. Aqui, uma combinação de tecnologias de deteção de Laser (LAS) e infravermelho (NIR) permite a separação do vidro do restante dos materiais.

Na terceira e última etapa do processo, o máquina Autosort Color classifica as frações de vidro com uma câmara de alto desempenho e separa as impurezas restantes do vidro de maior qualidade. O resultado é a recuperação de vidro reciclável com uma pureza consistentemente alta de mais de 95%.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e análise de processos para a indústria de alimentos, mineração e outras indústrias. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Guia Exame de Sustentabilidade 2018 elege Termotécnica como PME mais sustentável do Brasil

02/12/2018

Empresa é premiada também como a empresa mais sustentável do setor Químico

O Guia EXAME Sustentabilidade 2018 elegeu a Termotécnica – maior indústria da América Latina de transformação de EPS (poliestireno expandido) – como a PME mais sustentável do Brasil no ano e como a empresa mais sustentável na categoria Química. O destaque foi para o Programa Reciclar EPS, que já deu um novo destino a mais de 40 mil toneladas de EPS (conhecido como isopor®) – um terço de todo o EPS reciclado no Brasil.

A notícia foi recebida pelo presidente da Termotécnica, Albano Schmidt, junto com integrantes da empresa, em evento que lançou o Guia EXAME Sustentabilidade 2018 no dia 22/11,em São Paulo (SP), durante o EXAME Fórum Sustentabilidade.

De 179 empresas inscritas no prêmio, 78 foram premiadas. O resultado foi obtido com base em uma avaliação baseada emanálise dos projetos de sustentabilidade e aplicação de questionário da Fundação Getúlio Vargas.

Albano Schmidt valoriza o fato dos reconhecimentos estarem alinhados a um dos objetivos estratégicos da empresa, que prioriza a “Economia Circular na Prática”.“Temos uma atenção especial com a sustentabilidade em nossos processos internos, desde a concepção à logística reversa e reciclagem dos produtos. É muito gratificante ser reconhecido por uma iniciativa nossa, pensada para a preservação do meio ambiente e para a qualidade de vida das pessoas”, destaca.

Os destaques apontados pelo prêmio

Criado em 2007 pela Termotécnica, o Programa Reciclar EPS foi uma antecipação à PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos). Desde sua criação, a iniciativa pioneira no País já deu um novo destino a mais de 40 mil toneladas de EPS, gera cerca de 100 empregos diretos, conta com mais de 1,2 mil Pontos de Coleta e 300 cooperativas de reciclagem parceiras, o que impacta diretamente mais de cinco mil famílias. Recentemente, a empresa passou a disponibilizar também um Ponto de Coleta de EPS para reciclagem no galpão da Liga das Escolas de Samba de São Paulo (SP).

Depois de reciclado, o EPS volta para o mercado e é utilizado para a fabricação de itens como: régua escolar, solas de sapato, rodapés, molduras, entre outros.

O prêmio também destacou a iniciativa da empresa de mudar a matriz energética com a substituição do óleo derivado de petróleo por biomassa. A empresa já utiliza, nas fábricas de São José dos Pinhais e de Manaus, aparas da indústria moveleira para movimentar caldeiras. O projeto está sendo implementado em três fábricas, com investimentos de R$ 10 milhões e conclusão em 2020.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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RadiciGroup, Versalis e Safitex se unem para reciclar grama sintética de campos esportivos

15/11/2018

Versalis (Eni), RadiciGroup e Safitex uniram forças para tornar reciclável a grama sintética de campos esportivos, em linha com os princípios da economia circular. O projeto foi apresentado na Ecomondo, feira de tecnologias verdes realizada em Rimini (Itália), de 5 a 8 de novembro, e é o resultado da colaboração entre a Versalis, fornecedora da matéria-prima (polietileno), RadiciGroup, fabricante de fibras para aplicações esportivas, e a Safitex, fabricante de grama sintética.

O projeto envolve uma cadeia de fornecimento totalmente italiana e visa reforçar a circularidade desta aplicação, a fim de reduzir seu impacto ao final da vida útil. Atualmente, o gramado sintético é descartado em aterros ou incinerado, o que produz emissões de gases de efeito estufa. Graças à colaboração entre estes três líderes industriais italianos, em busca do caminho “Made Green in Italy”, o gramado sintético pode agora ser reciclado ao final de sua vida útil, assim como os outros plásticos: será recolhido, triturado e processado para outras aplicações na área de esportes (caneleiras, cotoveleiras) ou para mobiliário (vasos, acessórios e equipamentos de jardinagem).

Para avaliar o desempenho ambiental do projeto, as três empresas realizaram uma Avaliação do Ciclo de Vida (LCA), cada uma para seu próprio produto, quantificando o impacto ambiental com dados científicos e regras de cálculo válidas em todos os países europeus. Os resultados dos estudos realizados sobre o polímero (Versalis), fibras (Radigreen da RadiciGroup) e gramado (EcoNext da Safitex) foram verificados por um organismo de certificação independente (Certiquality), que emitiu, para cada um deles, um certificado de Pegada Ambiental do Produto (* PEF ) – método reconhecido em toda a Europa que permite medir o desempenho ambiental dos produtos ao longo de todo o seu ciclo de vida.

Fonte: Assessoria de Imprensa – RadiciGroup

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Simplás fala sobre educação e sustentabilidade em Maceió (AL)

04/11/2018

Presidente Jaime Lorandi apresenta palestra no IV Fórum Regional da Indústria do Plástico, dia 8/11

A ideia de educação voltada para a sustentabilidade desenvolvida pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) ganha terreno pelo Brasil e será apresentada em Maceió (AL), dia 8 de novembro. A entidade, que criou e vem implementando o projeto Plástico do Bem em diversos locais, estimulando a reciclagem e a geração de recursos por meio da economia circular, estará a frente de um dos painéis do IV Fórum Regional da Indústria do Plástico. O presidente Jaime Lorandi (foto) apresentará a palestra “A Solução do Plástico” a partir das 11h, no Auditório Gilberto Mendes de Azevedo, da Casa da Indústria Napoleão Barbosa (Avenida Fernandes Lima, 385 – Farol).

O evento é promovido pelo Sindicato das Indústrias de Plásticos e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast-AL), a Cadeia Produtiva da Química e do Plástico de Alagoas, a Prefeitura Municipal de Maceió, o Sebrae-AL e a Braskem, com apoio da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea). Mais informações e inscrições podem ser obtidas pelo site http://www.sinplast-al.org.br.

“Novos tempos exigem novos hábitos, não só da indústria, que já vem de há muito tempo se aprimorando e se adequando às diretrizes ambientais, mas da sociedade como um todo. O que precisa ser compreendido, neste momento, é que cada pessoa é responsável pelo que consome. A visão do Simplás não é de proteção setorial, mas de defesa da educação para a separação, limpeza e destinação correta dos materiais para reciclagem”, explica o presidente do sindicato, Jaime Lorandi.

A palestra desenvolvida pelo Simplás, que mostra os benefícios dos plásticos para o avanço na qualidade de vida das pessoas, além da importância da educação para a destinação correta dos materiais depois de consumidos, já alcançou públicos como os do 3º Congresso Brasileiro do Plástico (foto), em Porto Alegre (RS), da feira Interplast, em Joinville (SC), e da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul (RS).

O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) representa mais de 400 empresas de transformação que geram cerca de 9,5 mil empregos diretos em oito municípios (Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real), com estimativa de faturamento anual superior a R$ 3 bilhões. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), pelo número de empresas instaladas, a região concentra o segundo maior polo de transformação de material plástico do país.

Legenda: Jaime Lorandi apresenta A Solução do Plástico, sob aplausos, no 3º Congresso Brasileiro do Plástico. A palestra será uma das atrações do IV Fórum Regional da Indústria do Plástico, em Maceio (AL), dia 8 de novembro

Fonte: Assessoria de Imprensa – Simplas / Fotos: Eduardo Fontoura

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Dow criar dois novos cargos de liderança para tratar dos desafios globais de reciclagem

01/11/2018

Carsten Larsen

Diretores comerciais de reciclagem irão se concentrar no desenvolvimento de novos modelos de negócios e estratégias de crescimento para recuperar fluxos de reciclagem de resíduos plásticos em todo o mundo

A Dow Embalagens e Plásticos de Especialidades, uma unidade de negócios da Dow, acaba de anunciar a criação de dois novos cargos de liderança sênior para tratar dos desafios globais que envolvem o gerenciamento de resíduos e a reciclagem de plásticos. Tim Boven, ex-Diretor Global da Cadeia Integrada de Suprimentos para Hidrocarbonetos, foi nomeado Diretor Comercial de Reciclagem para a América Latina e América do Norte. Carsten Larsen, ex-Diretor Comercial da Dow Industrial Solutions para a Europa, Oriente Médio, África e Índia, ocupará o cargo de Diretor Comercial de Reciclagem para a EMEA (Europa, Oriente Médio, África) e Ásia-Pacífico.

Tim Boven

Em seus novos cargos, Tim e Carsten serão responsáveis pelo desenvolvimento de novos modelos de negócios e estratégias de crescimento voltadas para a recuperação de fluxos de reciclagem de resíduos plásticos nas Américas, Europa, Oriente Médio, África e Ásia-Pacífico. Irão trabalhar com suas respectivas lideranças comercias na elaboração de uma estrutura de recursos adequada em suas regiões para promover essa iniciativa.

“É grande a quantidade de plásticos que se transformam em resíduos e acabam ingressando no meio ambiente em todo o mundo devido às variações na disponibilidade de infraestrutura suficiente, baixas taxas de reciclagem e itens que são descartados sem o devido cuidado após o uso”, afirma Diego Donoso, Presidente da Dow Embalagens e Plásticos de Especialidades. “A Dow está comprometida em investir nos líderes certos e em inovações de reciclagem para ajudar a promover soluções para o fim de vida dos plásticos. Com Tim e Carsten impulsionando a nossa estratégia de reciclagem global, seremos capazes de ajudar clientes em todo o mundo a atingirem seus objetivos de sustentabilidade e viabilizar a mudança em direção a uma cadeia de valor mais circular para os plásticos”, ressalta Donoso.

Os executivos estão avaliando fluxos de resíduos plásticos no mundo todo e trabalhando para identificar inovações tecnológicas de reciclagem que contribuirão para uma economia circular global para os plásticos. Na América do Norte e EMEA, eles irão focar principalmente na promoção da economia circular dos plásticos por meio de novas ofertas de produtos via tecnologias que serão usadas para transformar os resíduos em recursos valiosos. Na América Latina e Ásia-Pacífico, onde a infraestrutura de reciclagem é menos avançada e a quantidade de resíduos plásticos continua a crescer, irão se concentrar em novas plataformas de reciclagem, coleta e infraestrutura para a Dow e em iniciativas que ajudem os parceiros locais da cadeia de valor a interromperem o descarte de plásticos no meio ambiente.

Como parte da estratégia de reciclagem, Tim e Carsten irão explorar as colaborações atuais da Dow e trabalhar com os parceiros da cadeia de valor da Companhia a fim de tratar dos desafios dos resíduos plásticos por meio de tecnologias e iniciativas da Dow que aumentam a sua reciclabilidade. O trabalho de ambos ajudará a Dow a alcançar sua Meta de Sustentabilidade para 2025 de promover uma economia circular por meio da oferta de soluções capazes de fechar os ciclos de recursos em mercados importantes.

“A criação desses novos cargos na Dow é apenas uma das muitas iniciativas que fazem parte do nosso compromisso de promover o valor de sustentabilidade dos plásticos”, destaca Donoso. “Sabemos, porém, que não podemos solucionar esse problema sozinhos, razão pela qual incentivamos nossos pares do setor, parceiros e clientes a nos ajudarem a criar e entregar soluções que interrompam o descarte de resíduos e mantenham o valor dos plásticos por todo o ciclo”, completa.

A Dow Embalagens e Plásticos de Especialidades oferece soluções em plásticos que atendem às demandas dos consumidores em mercados de uso final como embalagens para alimentos, higiene pessoal, calçados, transportes e infraestrutura. A unidade de negócios é uma das maiores produtoras de polietileno do mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Sun Chemicals e Eastman desenvolvem adesivo que facilitam remoção de rótulos termoencolhíveis

13/09/2018

A Sun Chemical acaba de lançar o SunLam™, adesivo para frascos com rótulos termoencolhíveis. O fabricante afirma que o novo produto, graças ao fato de ser facilmente removido, ajuda os recicladores a melhorar o processo de reciclagem do tereftalato de polietileno reciclado (rPET), sem alterações no processo.

O adesivo recebeu da Associação de Recicladores de Plásticos (APR) o “Reconhecimento de Inovação Responsável”, após passar por testes rigorosos delineados pela APR.

A mudança de um solvente tradicional para o adesivo SunLam de fácil remoção permitem que as etiquetas descolem e sejam liberadas durante o processo de reciclagem úmida, sem sacrificar o desempenho da etiqueta, afirma a Eastman. A remoção do rótulo ocorre antes das separações por coloração, infravermelho e manual, evitando, assim, que garrafas PET com rótulo retrátil sejam removidas da triagem do fluxo rPET devido a erros de identificação.

Durante desenvolvimento em parceria, a Sun Chemical e a Eastman testaram a eficácia do SunLam em rótulos termoencolhíveis fabricados com o copoliéster Embrace™ LV da Eastman. Os testes utilizaram equipamentos de lavagem de garrafas inteiras, em instalações de reciclagem comerciais e produziram resultados de mais de 95% de remoção de rótulos, com resultados que excederam 99%, afirma a Eastman.

“Quando o desafio de remover rótulos encolhíveis, durante a reciclagem de PET, foi trazido à atenção da indústria pela APR e pela Associação Nacional de Recursos de Contêineres PET em 2012, a Eastman se prontificou a aceitar o desafio e organizou um consórcio para prover maneiras de resolver essa questão”, disse Ronnie Little, gerente de Desenvolvimento de Mercado da Eastman. “Os fardos de garrafa PE normalmente contêm cinco por cento de garrafas PET com rótulo encolhível. Muitos desses rótulos não saem no processo de reciclagem, reduzindo o rendimento do rPET. Nós tivémos o prazer de fazer uma parceria com a Sun Chemical nesse processo para desenvolver uma tecnologia que satisfaz o desejo dos consumidores de reciclar e também ajude a cumprir a missão da APR de eliminar barreiras à reciclagem comercial bem-sucedida”.

“Consumidores e marcas também esperam que as garrafas PET sejam recicladas, mas, infelizmente, muitas delas acabam em aterros sanitários porque a etiqueta não consegue ser removida”, disse Russell Schwartz, diretor de tecnologia da Sun Chemical. “Na Sun Chemical, consideramos nossa responsabilidade abordar os problemas da indústria da qual participamos e de promover a liderança na solução de problemas enfrentados por nossos parceiros e clientes. Ao tomarmos conhecimento dssas preocupações, iniciamos um grande projeto para resolver esse desafio de todo o setor. Estamos satisfeitos em apresentar o adesivo SunLam de fácil remoção, ecologicamente correto, como parte de nossa contribuição para a economia circular.”

Segundo a Eastman, ao usar o adesivo da SunLam, as marcas podem continuar a se beneficiar do desempenho do copoliéster Embrace LV. Eles não precisam sacrificar cobertura, encolhimento ou qualidade dos rótulos retráteis de corpo inteiro. Os proprietários de marcas podem continuar a usar rótulos encolhíveis de corpo inteiro em seus frascos. Um adicional de 20% da área da superfície da etiqueta é recuperada com rótulos de corpo inteiro, em comparação com a porção da garrafa que deve ser deixada descoberta para evitar falhas na separação no infravermelho próximo ou por coloração, pois estas podem ser rejeitadas por equipamentos de seleção automática de IV ou cor.

A Sun Chemical, membro do grupo DIC, é líder na produção de tintas de impressão, revestimentos e suprimentos, pigmentos, polímeros, compostos líquidos, compostos sólidos e materiais de aplicação. Juntamente com a DIC, a Sun Chemical tem vendas anuais de mais de US $ 7,5 bilhões e mais de 20.000 funcionários em todo o mundo. A Sun Chemical Corporation é uma subsidiária da Sun Chemical Group Coöperatief U.A., Holanda, e está sediada em Parsippany, New Jersey, EUA.

A Associação de Recicladores de Plásticos (APR) é “A Voz da Reciclagem de Plásticos”. Como associação comercial internacional que representa a indústria de reciclagem de plásticos, a associação inclui empresas independentes de reciclagem de todos os tamanhos, bem como empresas de produtos de consumo e fabricantes de equipamentos, laboratórios de teste, organizações e outros comprometidos com o sucesso da reciclagem de plásticos

A APR trabalha para melhorar a qualidade e aumentar a oferta através de recursos técnicos, programas de teste, soluções de design, treinamento corporativo, liderança regulatória e programas de educação. Para obter uma lista atualizada de produtos reconhecidos como “Inovação Responsável”, visite: www.plasticsrecycling.org/membership/apr-meetings/26-champions-for-change.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais que produz uma ampla gama de produtos para atrativos mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Philadelphia Eagles e Braskem lançam parceria em sustentabilidade nos Estados Unidos

11/09/2018

Atual campeão da NFL e petroquímica brasileira se unem em programas de reciclagem

A Braskem anunciou que o atual vencedor do campeonato da NFL (National Football League), o Philadelphia Eagles, se tornou um parceiro de reciclagem da companhia nos Estados Unidos. A cooperação, assinada por um período de nove anos, será focada em sustentabilidade e sinaliza o compromisso com programas de desenvolvimento ambiental e da comunidade.

A parceria inclui o desenvolvimento de um programa de coleta e reciclagem para tampas de garrafas e outros produtos plásticos utilizados no estádio Lincoln Financial Field e no centro de treinamento do time, e uma plataforma de educação online para 30 escolas públicas da região da Filadélfia, localizada no estado norte-americano da Pensilvânia, com o objetivo de ensinar alunos sobre oportunidades de carreira nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, visando inspirar a próxima geração de líderes nestes campos.

“A Braskem é líder mundial em sustentabilidade e valoriza muito soluções renováveis, desenvolvimento comunitário e educação”, conta Don Smolenski, presidente do Philadelphia Eagles. “Estamos empolgados por utilizar a expertise da Braskem para aprimorar o nosso programa Go Green. Além disso, estamos ansiosos para apoiar o compromisso da companhia com a educação na área de ciências e exatas que servirá para inspirar e motivar estudantes em toda a região da Grande Filadélfia”.

Com sede norte-americana na cidade de Filadélfia, a Braskem atua no setor químico e petroquímico e tem participação relevante em várias cadeias produtivas essenciais para o desenvolvimento econômico e para a criação de soluções sustentáveis para melhoria da vida das pessoas em áreas como moradia, alimentação e transporte.

“Os Philadelphia Eagles têm sido líderes em sustentabilidade, não apenas em sua cidade, mas nos esportes profissionais como um todo”, diz Mark Nikolich, vice-presidente de Poliolefinas América do Norte. “Estamos empolgados com essa nova parceria em que, além do programa de reciclagem de ciclo fechado no Lincoln Financial Field, estádio dos atuais campeões, também coletaremos e reciclaremos tampas de garrafas em escolas da região, o que proporcionará um impacto ainda maior para a ação, educando o público sobre os benefícios da reciclagem”.

Como parceiros em sustentabilidade, os Eagles e a Braskem vão trabalhar para desenvolver e estimular soluções ecologicamente corretas para comunidades em toda a região da Filadélfia. Algo inédito nesta nova parceria será a utilização de tampas de garrafas coletadas no centro de treinamento do time. O processo de coleta e reciclagem serão destacados em uma zona interativa para fãs localizada no HeadHouse Plaza do Lincoln Financial Field.

O portão nordeste do Lincoln Financial Field será rebatizado de Portão Braskem. Além disso, os parceiros vão desenvolver juntos conteúdos para conscientização sobre reciclagem para serem divulgados nos canais digitais e sociais do time.

Fonte: Braskem

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LyondellBasell e Instituto de Tecnologia de Karlsruhe (Alemanha) assinam acordo para desenvolvimentos na área de reciclagem química de plásticos

28/08/2018

A LyondellBasell anunciou cooperação com o Instituto de Tecnologia de Karlsruhe (KIT), na Alemanha, para promover a reciclagem química de materiais plásticos e auxiliar os esforços globais em direção à economia circular e à necessidade de reciclagem de resíduos plásticos. O foco do empreendimento é desenvolver um novo catalisador e tecnologia de processo para decompor os resíduos plásticos pós-consumo (embalagens, por exemplo) em monômeros que permitam sua reutilização em processos de polimerização.

“No início deste ano, nós anunciamos uma participação de 50% em “Quality Circular Poymers (QCP)” para impulsionar o desenvolvimento de poliolefinas recicladas de alta qualidade a partir da reciclagem mecânica de fluxos de resíduos pós-consumo”, disse Bob Patel, diretor executivo da LyondellBasell. “Agora, esta nova cooperação será um passo importante em direção à reciclagem química e ampliará nossa contribuição para a economia circular.”

A reciclagem química é complementar à reciclagem mecânica e é capaz de lidar com resíduos plásticos em multicamadas e híbridos, que não podem ser facilmente recuperados por reciclagem mecânica. A reciclagem molecular está promovendo a reciclagem química através do aperfeiçoamento das atuais tecnologias de processo para produzir matérias-primas limpas para a produção de polímeros.

“Estamos complementando nossas principais competências em tecnologias de catalisadores e processos, em cooperação com o KIT, para criar um novo e completo processo de reciclagem molecular de resíduos plásticos”, disse Massimo Covezzi, vice-presidente sênior de Pesquisa e Desenvolvimento da LyondellBasell. “O objetivo é desenvolver um processo de despolimerização limpo e de alta eficiência, através de catalisadores inovadores, para transformar de volta os resíduos plásticos em seus blocos de construção químicos.

O KIT contribui com tecnologias inovadoras desenvolvidas para a conversão térmica de matérias-primas orgânicas complexas. “Com a introdução dos catalisadores avançados da LyondellBasell, nossos processos melhorarão em muito a eficiência de despolimerização dos resíduos de poliolefinas”, disse Hans Leibold, do Instituto de Química Técnica do KIT.

A LyondellBasell é uma das maiores empresas de plásticos, produtos químicos e refino do mundo. Possui 13.400 funcionários em todo o mundo e é o maior licenciador mundial de tecnologias de poliolefinas.

o KIT (Instituto de Tecnologia de Karlsruhe ) possui cerca de 9.300 funcionários que cooperam em uma ampla gama de disciplinas em ciências naturais, ciências da engenharia, economia e ciências humanas e sociais. O KIT prepara seus 25.500 estudantes oferecendo programas de estudo baseados em pesquisa.

Fonte: LyondellBasell

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Missão de empresários do setor plástico do Rio de Janeiro e Alagoas visitam Termotécnica

21/08/2018

Uma comitiva formada por 20 profissionais, entre empresários, gestores e lideranças do setor plástico, integrantes da FIRJAN – Federação das Indústrias do Rio de Janeiro; do SIMPERJ – Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro; e SINPLAST-AL – Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de Alagoas, realizaram uma visita à Termotécnica.

O objetivo do grupo, que veio à cidade para participar da Interplast, foi compartilhar conhecimento e boas práticas nas áreas de inovação, gestão e sustentabilidade, além de fazer prospecção de oportunidades e negócios. Eles foram acompanhados pelo presidente da empresa, Albano Schmidt, e pela diretora de Operações, Regina Zimmermann.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil.

Aos 56 anos, possui matriz em Joinville (SC) e unidades de produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Interplast e EuroMold destacam tecnologias e soluções voltadas à indústria do plástico

15/08/2018

Eventos estão sendo realizado até o dia 17 de agosto, em Joinville, SC e a reciclagem tem espaço especial

As feiras Interplast – Feira e Congresso da Integração da Tecnologia do Plástico, e a EuroMold – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos, realizadas de 14 a 17 de agosto, em Joinville – SC, estão apresentando avançadas tecnologias para a indústria do plástico. E quando se fala em plástico vem à tona a temática da reciclagem. O assunto inclusive, foi destaque na mídia internacional no início dessa semana quando a França anunciou a cobrança de taxas sobre as garrafas de plástico não reciclado. A medida vale a partir 2019 e as garrafas fabricadas com plástico reciclado deverão ser mais baratas do que as que utilizam matéria-prima virgem.

Na tendência das regulamentações para o setor e incentivo da reciclagem, a Interplast expõe variadas soluções em tecnologias e equipamentos para essa finalidade. É o caso da Wortex que expõe a Linha Challenger Geração II, que processa uma grande variedade de resíduos de filmes lisos, impressos e metalizados, tais como: PE, LLDPE, LDPE, MDPE, HDPE, BOPP, PP, PVC, Ráfia, Não Tecidos, Nylon,, Filmes de multicamadas. O diferencial da linha é a capacidade de processar materiais plásticos rígidos e flexíveis com eficiência e baixo custo operaciona, afirma a empresa.

O uso de soluções sustentáveis como matéria-prima também merece destaque. A Polifibras possui patente no Brasil para adicionar casca de arroz a resinas termoplásticas, o que torna o material um compósito ecológico e sustentável, retirando um resíduo do meio ambiente, que não se esgota a cada safra, e transformando-o em material com valor agregado mais alto.

No estande da Eletro-Forming, chama atenção a linha de produção de copos descartáveis em PET, mais transparentes e rígidos que os tradicionais copos industriais de PP e com possibilidade de uso de material PET Reciclado, o que vem de encontro à perspectiva de um futuro sustentável dos copos descartáveis no Brasil. Na mesma linha, um expositor do estande compartilhado do Simplás (Sindicato das Indústrias do Material Plástico do Nordeste Gaúcho) expõe a tecnologia para fabricação de bombonas plásticas de água feitas com material reciclado. Foi a primeira empresa do Brasil a desenvolver essa tecnologia seguindo a regulamentação internacional da FDA.

Especializada em tecnologias de separação, a Steinert apresenta na feira a linha Unisort Blackeye, que conta com um sistema ótico capaz de separar plásticos pretos por tipo. Destaca também a linha Unisort Film, sistema desenvolvido para trabalhar com plásticos filme e materiais 2D, fazendo a triagem dos materiais por tipo e por cor.

A Interplast e EuroMold Brasil reúnem 400 marcas, em 320 estandes, com expositores do Brasil, Ásia, Europa e outros países das Américas, com a expectativa de receber um público de 25 mil visitantes e de criar oportunidades para gerar R$ 200 milhões de negócios, iniciados no evento e consolidados em até 12 meses.

Agenda de eventos para  quarta-feira (15 de agosto)

Ilha da Reciclagem

A Ilha da Reciclagem é uma iniciativa inédita da Interplast e demonstra máquinas, equipamentos, rotinas e abordagem sobre a importância de se reciclar 100% do plástico – em especial o PS e o EPS (isopor®) – além de informar o público sobre a PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos. A Ilha busca estimular o desenvolvimento de novos projetos, investimentos e o engajamento com o tema reciclagem.

A Ilha da Reciclagem promove também o Fórum Economia Circular dos Plásticos, que evidencia exemplos de empresas e instituições que causaram uma transformação do plástico em benefício da sociedade. O Fórum será realizado no dia 15 de agosto, na Sala Margarida (n° 12), a partir das 15h com o case “Tampinha Legal” (www.tampinhalegal.com.br), apresentado pela coordenadora Simara Souza. Esse é o maior programa socioambiental de caráter educativo de iniciativa da indústria de transformação do plástico na América Latina. Propõe ações modificadoras de comportamento de massa através do fomento de coletas de tampas de plástico e as entidades assistenciais cadastradas no programa recebem 100% dos recursos obtidos com a venda do material. O programa terá um estande com exibição de vídeos e protótipos de andadores infantis de praia, confeccionados em diversos materiais.

Maior encontro do setor das embalagens de PET

A cadeia produtiva das embalagens de PET se reunirá para o maior encontro do setor: o PETtalk (www.pettalk.org.br). Com o apoio da Interplast, o evento acontece nos dias 15 e 16 de agosto, das 13h às 17h30, na sala Bromélia (n°4), e reúne os principais executivos e profissionais do setor. O PETtalk é uma conferência que reúne a cadeia produtiva das Embalagens de PET, seus clientes e parceiros – além dos interessados em conhecer mais sobre o setor. Atrai quem está diretamente ligado à produção ou reciclagem das embalagens de PET, mas a amplitude de informações é relevante também, clientes de embalagens, fornecedores de insumos e equipamentos.

AFAP debate mudanças da norma ABNT para o mercado de perfis na Interplast

A Associação Brasileira dos Fabricantes de Perfis (AFAP), única representante do setor no Brasil, promove debate sobre a transição da norma técnica ABNT, que define a qualidade mínima obrigatória do produto durante a Interplast, em Joinville – SC. Desde 2003, a AFAP desenvolve o Programa Setorial da Qualidade, reconhecido pelo PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat), liderado pelo Governo Federal. A qualificação é indispensável para a participação em certames públicos e para a venda a grandes clientes do setor privado. O encontro, inédito para o setor, busca promover o alinhamento de entendimentos e auxiliar os fabricantes, associados ou não a se adaptarem à nova realidade. Será realizado na quarta-feira, 15 de agosto, na sala Tulipa n° 5, das 16h às 19h. O evento é gratuito e aberto ao público, com vagas limitadas. Inscrições disponíveis pelo e-mail secretaria@afap.org.br.

Congresso de Inovação Tecnológica

A capacitação dos profissionais tem o espaço garantido na Interplast 2018 por meio do Cintec Plásticos – Congresso de Inovação Tecnológica. Serão 12 palestras e seis minicursos para debater as mais recentes tecnologias em máquinas e equipamentos, matéria-prima e processos para a indústria do plástico. São esperados 600 participantes. O CEO da Tigre, Otto Von Sothen, é o palestrante convidado para a abertura do CINTEC 2018 Plásticos, dia 14 de agosto, às 19h. O executivo detalha os “Desafios e oportunidades do mercado brasileiro mundial”. O evento desse ano está voltado para inovações, tecnologias e tendências para a manufatura avançada. O evento é organizado pela Unisociesc e acontece simultâneo a feira. A programação completa está disponível no site http://www.interplast.com.br.

Interplast inova com a realização de workshops gratuitos

A organização da Interplast traz uma novidade para essa edição da feira com a realização de workshops gratuitos, promovidos pelos expositores, com foco nas tendências, tecnologias e inovações em produtos e serviços para o segmento. As palestras acontecem nos dias 14 e 15 de agosto, simultâneas a feira, com duração de 40 a 60 minutos. As vagas por evento são limitadas e a programação e as inscrições estão disponíveis no site da feira – http://interplast.com.br/congresso.

Rodada de Negócios amplia possibilidades de novas parcerias e contratos

Uma prática crescente nas feiras organizadas pela Messe Brasil é a realização da Rodada de Negócios, onde compradores e vendedores sentam à mesa para negociações com preços e financiamento facilitado, ampliando as oportunidades de consolidar negócios e parcerias durante o evento. Na Rodada da Interplast e EuroMold estão confirmados os compradores: Comil (PR), Fremax (SC), Mascarello (PR), Klabin (SC), Irizar (SP), Lev Plásticos (MG), Docol (SC), Intelbras (SC), Volvo (PR), Franke (SC), Buscar (SC), Krona (SC), Termotécnica (SC), Uniplast (SC), Víqua (SC) e Blukit (SC). São aguardados 40 fornecedores que devem possibilitar mais de 500 agendas de reuniões de negócios. As rodadas serão realizadas nos dias 15 e 16 de agosto, das 14h30 às 20h, nas salas Hortência e Jasmim (n° 6 e 7).

Eventos realizados na terça-feira (14 de agosto)

Reunião da Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos

Empresas e representantes do setor de reciclagem de material plástico e transformação do material reciclado que integram a Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos, reuniram-se em Joinville, dia 14 de agosto, durante a Interplast. O encontro teve a presença de Ricardo Hajaj, coordenador da Câmara e Albano Schmidt, presidente do Simpesc (Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina). Jaime Lorandi, presidente do Simplás (Sindicato das Indústrias do Material Plástico), apresentou a palestra “A solução dos plásticos”.

Serviço

  • Interplast – Feira e Congresso da Integração da Tecnologia do Plástico
  • EuroMold – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos
  • Data: de 14 a 17 agosto de 2018
  • Horário: 14h às 21h
  • Local: Centro de Convenções e Exposições EXPOVILLE – R. XV de Novembro, 4315 – Glória, Joinville – SC
  • Realização: Simpesc (Sindicato da Indústria do Material Plástico de SC)
  • Apoio: ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina)
  • Organização: Messe Brasil
  • Credenciamento de visitantes: www.interplast.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Interplast

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Ilha da Reciclagem promove Fórum Economia Circular dos Plásticos na Interplast

09/08/2018

Cases de empresas e instituições com uma atuação proativa na interação entre os Plásticos e o Meio Ambiente  serão exibidos no Fórum Economia Circular dos Plásticos, promovido pela Ilha da Reciclagem, durante a Interplast, em Joinville, SC. O Fórum será realizado no dia 15 de agosto, a partir das 15h com o case “Tampinha Legal”, apresentado pela coordenadora Simara Souza.

O Tampinha Legal (www.tampinhalegal.com.br) é um importante programa socioambiental de caráter educativo de iniciativa da indústria de transformação do plástico na América Latina. Propõe ações modificadoras de comportamento de massa através do fomento de coletas de tampas de plástico. As entidades assistenciais cadastradas no programa recebem 100% dos recursos obtidos com a venda do material. O Tampinha Legal busca a melhor valorização de mercado, ao mesmo em que mobiliza a sociedade para dar o destino adequado aos resíduos plásticos. O programa terá um estande com vídeos, protótipos de andadores infantis de praia, confeccionados em diversos materiais.

A programação do Fórum Economia Circular do Plástico terá também, às 16h, a apresentação do “Case Santa Luzia: do Lixo ao Luxo”, apresentado por Stéphanny Niehues Wiggers, engenheira de materiais.

Às 17h, Regina Célia Zimmermann da Fonseca, diretora de operações apresenta o “Programa Reciclar EPS, a Economia Circular na Prática”. Antecipando-se à PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), desde 2007, a Termotécnica desenvolve o Programa Reciclar EPS, que disponibiliza unidades de reciclagem em várias regiões do Brasil.  As 35 mil toneladas de EPS recicladas pela empresa, correspondem a 1/3 de todo o isopor® reciclado no país. Com mais de mil pontos de coleta, o Programa conta com cerca de 300 cooperativas envolvidas, gera cerca de 100 empregos diretos e beneficia mais de 5mil famílias.

A programação se encerra às 18h com o tema “A ABIPLAST e a imagem do plástico”, apresentado por Paulo Teixeira, diretor superintendente da entidade.

A Ilha da Reciclagem é um espaço de demonstração de máquinas, equipamentos e rotinas, abordando a importância de se reciclar 100% do plástico, além de conscientizar o público sobre a PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos. A Ilha evidencia a reciclabilidade por meio de um processo que beneficia tanto os consumidores quanto o meio ambiente. A iniciativa busca estimular o desenvolvimento de novos projetos, investimentos e o engajamento com o tema reciclagem. Evento simultâneo à Interplast, a Ilha da Reciclagem é um realização da Termotécnica, com patrocínio da Unigel, Santa Luzia, Tampinha Legal e conta com o apoio da Abiplast, Simpesc, Crisaf e Tria Plastics.

Serviço
Interplast – Feira e Congresso da Integração da Tecnologia do Plástico
EuroMold – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos
Data: de 14 a 17 agosto de 2018
Horário: 14h às 21h
Local: Expoville – Joinville/SC – Brasil
Organização: Messe Brasil
Credenciamento de visitantes: http://www.interplast.com.br
Fórum Economia Circular dos Plásticos: 15 de agosto, das 15h às 19h, na sala Margarida

Fonte: Assessoria de Imprensa – Messe Brasil

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Termotécnica promove a Economia Circular do EPS durante a Interplast 2018

09/08/2018

O conceito da sustentabilidade vem, ao longo dos anos, ampliando a sua representatividade na Interplast, Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, que acontecerá de 14 e 17 de agosto, em Joinville (SC). Exemplo disso é a Ilha da Reciclagem do Plástico, que reunirá empresas, entidades e profissionais com o objetivo de demonstrar o ciclo de vida do plástico desde o seu berço até a geração de novos produtos. A Termotécnica faz parte desta ação que fomenta o conceito da economia circular por meio da disseminação do conhecimento, do desenvolvimento de novos projetos, investimentos e do engajamento dos visitantes.

Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, maior recicladora da EPS (isopor®) da América Latina, afirma que, como todo plástico, o EPS é 100% reciclável e reforça que, para a efetivação da reciclagem, cada cidadão deve assumir a responsabilidade de dar o destino correto após sua utilização. “É inadmissível nos dias de hoje, com a quantidade de informações que temos, descartar o plástico em lixo comum. Não dar o destino correto põe em risco todo o processo de reciclagem e causa sérios danos ao meio ambiente, a curto, médio e longo prazo”, adverte.

Schmidt ainda acrescenta que, por meio do Programa Reciclar EPS, a Termotécnica atua na economia circular, quando se responsabiliza integralmente pela logística reversa e reciclagem do EPS. “Quando descartado da maneira correta, o EPS volta para o mercado e é utilizado para produção de molduras, rodapés, decks de piscina, entre outros”, finaliza.

A Termotécnica também participará na Interplast com uma palestra – gratuita e aberta ao público – no Fórum Economia Circular, que acontecerá na tarde do dia 15/8. A partir das 17 horas, a Diretora de Operações da empresa, Regina Zimmermann, ministrará o tema “Programa Reciclar EPS, a Economia Circular na Prática”.

O Programa Reciclar EPS

Antecipando-se à PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), a Termotécnica desenvolve o Programa Reciclar EPS desde 2007, disponibilizando unidades de reciclagem em várias regiões do Brasil.

Com mais de mil pontos de coleta, o Programa conta com cerca de 300 cooperativas envolvidas, gera cerca de 100 empregos diretos e beneficia mais de 5 mil famílias. 35 mil toneladas de EPS já foram recicladas pela empresa, que correspondem a 1/3 de todo o isopor® reciclado no país.

O ponto de entrega voluntária mais próximo pode ser consultado no site www.reciclareps.com.br

Recentemente, a empresa lançou a campanha “98% ar e muita tecnologia”, que apresenta o EPS como protagonista de um ciclo produtivo e reverso totalmente sustentável.

Realizada pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina (SIMPESC) e organizada pela Messe Brasil, a Interplast reúne conceituados fabricantes de máquinas e equipamentos e fornecedores de matéria-prima e toda a cadeia nacional do setor no Pavilhão da Expoville, em Joinville (SC), um importante polo de transformação do plástico da América latina.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil.

Aos 56 anos, a empresa possui matriz em Joinville (SC) e unidades de produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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A Economia Circular como alternativa à Economia Linear

30/07/2018

Artigo de autoria da Tomra Sorting Recycling

Os recursos naturais são finitos e o impacto do descarte incorrerto no meio ambiente são notórios, refletindo-se, por exemplo, na atual discussão sobre plástico marinho, mudanças climáticas e contaminações. Assim, há enormes desafios para o desenvolvimento de formas inovadoras e eficientes de gestão dos recursos. Para isso, é necessário uma mudança profunda no uso dos recursos que até então estão ao dispor das pessoas, através do reaproveitamento e da reciclagem. A nossa sociedade, conhecida por “fazer, usar e jogar fora”, já atingiu os seus limites e é tempo de repensar a forma como obtemos, usamos, reutilizamos e otimizamos os recursos globais que estão agora causando danos e correndo o risco de se exaurirem um dia.

Desta forma, é essencial percebermos a importância dessas mudanças para garantir a prosperidade do nosso futuro enquanto sociedade. Para isso, é necessário promovermos a transição da nossa economia linear insustentável, que vivemos no presente, para uma economia circular na qual sejamos capazes de recuperar e devolver à cadeia de produção os materiais recicláveis e a energia dos nossos produtos considerados como “lixo”.

No entanto, não estamos a falar de uma tarefa que possa ser feita de um dia para o outro, até porque falamos de um conceito que está pouco enraizado nos nossos costumes. Mas, afinal, o que é a Economia Circular?

Uma economia circular é regenerativa e restaurativa por princípio. Seu objetivo é manter produtos, componentes e materiais em seu mais alto nível de utilidade e valor por todo o tempo. O conceito distingue os ciclos técnicos dos biológicos. Conforme concebida por seus criadores, a economia circular consiste em um ciclo de desenvolvimento positivo contínuo que preserva e aprimora o capital natural, otimiza a produção de recursos e minimiza riscos sistêmicos, administrando estoques finitos e fluxos renováveis. Ela funciona de forma eficaz em qualquer escala.

A economia circular oferece diversos mecanismos de criação de valor dissociados do consumo de recursos finitos. Em uma economia circular verdadeira, o consumo só ocorre em ciclos biológicos efetivos. Fora isso, o uso substitui o consumo. Os recursos se regeneram no ciclo biológico ou são recuperados e restaurados no ciclo técnico. No ciclo biológico, os processos naturais da vida regeneram materiais, através da intervenção humana ou sem ela. No ciclo técnico, desde que haja energia suficiente, a intervenção humana recupera materiais e recria a ordem em um tempo determinado.

A economia circular fundamenta-se em três princípios, cada um deles voltado para diversos desafios relacionados a recursos e sistêmicos que a economia industrial enfrenta: No primeiro princípio, o objetivo passa por preservar e aumentar o capital natural, controlando estoques finitos e equilibrando os fluxos de recursos renováveis. Num segundo princípio passa por otimizar a produção de recursos, fazendo circular produtos, componentes e materiais no mais alto nível de utilidade o tempo todo, tanto no ciclo técnico quanto no biológico. Por fim, o objetivo passa por fomentar a eficácia do sistema, revelando as externalidades negativas e excluindo-as dos projetos.

A Economia Circular e a realidade do mercado brasileiro

A Economia Circular ainda é um tema pouco explorado no Brasil, mas tem ganhado relevancia com o trabalho de instituições como Exchange4Change Brasil, fundado por Beatriz Luz, que no passado mês de maio juntou-se a vários especialistas para debater as oportunidades que o país pode alcançar nos próximos anos relativamente a este conceito. Beatriz Luz salientou que o Brasil tem muito potencial para se inserir nessa nova proposta, principalmente no quesito de matérias-primas.

“A gente tem um país enorme, rico e vasto. E temos que ter um olhar não de desperdício, porque, quando temos muita terra e disponibilidade de matéria prima, a gente acaba desperdiçando muito. Temos que olhar com uma visão de inovação. A economia circular provoca esse olhar criativo e o brasileiro é muito criativo”, explicou durante o evento do qual participou, em São Paulo.

Dentro do fechamento do ciclo produtivo, uma das chaves da economia circular é repensar o design dos produtos, ou seja, trabalhar na composição ou formato que possibilite que aquele material retorne para a cadeia produtiva. Luz citou um estudo da Ellen McArthur Foundation que mostra a cadeia das embalagens plásticas, largamente utilizadas pelas indústrias. O relatório divulgado mostra que 50% das embalagens que existem no mercado podem ser recicladas, mas precisam ainda de muita infraestrutura para isso, enquanto que 20% poderiam ser substituídas por materiais mais duráveis e reutilizáveis. E ainda existem aquelas que não conseguem ser recicladas – pelo menos não com as tecnologias existentes, representando 30%. Ou seja, temos que redesenhar esse tipo de embalagem.

Europa

Do outro lado do Atlântico, a Europa procurou dar o primeiro passo no que diz respeito ao fomento da economia circular. O velho Continente aprovou o PEC (Pacote de Economia Circular), o qual é apoiado totalmente pela Tomra Sorting Recycling. Com este pacote, que altera a legislação em vigor, vai ser possível promover uma economia circular que criará condições de concorrência equitativas entre os estados-membros, estimulará a inovação nos produtos de design e incentivará sistemas de distribuição reversos, iniciativas que vão permitir aumentar a qualidade e quantidade da reciclagem, um dos pilares da economia circular.

De acordo com o relatório intitulado “Towards the Circular Economy”, existem 380 bilhões de dólares em negócios não explorados, apenas na Europa. Outro estudo elaborado pela Fundação Ellen McArthur e McKinsey & Company aponta casos e análises financeiras das oportunidades no sistema batizado de “Economia Circular”: um modelo capaz de desacoplar o crescimento econômico da geração de resíduos. Este estudo destaca quatro fontes de criação de valor para modelos de negócios onde as iniciativas de “fechar o ciclo” dos produtos podem ser muito rentáveis: manutenção, redistribuição, remanufatura e reciclagem.

Estima-se, que as economias emergentes na Ásia, América Latina, África e Oriente Médio removerão três bilhões de pessoas da pobreza nas próximas décadas, o que permite criar uma demanda cada vez mais crescente de bens de consumo por parte das novas classes médias.

O olhar da Tomra Sorting Recycling sobre a economia circular

Através da criação de soluções baseadas em sensores equipados para entregar uma produtividade ótima dos recursos, a Tomra tem por ambição estar entre os líderes desta revolução de recursos – que visa substituir o sistema atual, que é baseado no consumo ao invés da recuperação dos recursos não-renováveis. O fornecimento de soluções inteligentes que otimizam os recursos disponíveis – pesquisar, usar, recuperar, reciclar e revitalizar – permite à Tomra fazer uma contribuição chave para mudar a perspectiva padrão da sociedade sobre o conceito de recursos sustentáveis.

As soluções baseadas em tecnologias de ponta e novas aplicações permitem uma otimização da recuperação dos resíduos, o que aumenta a qualidade e a quantidade dos resíduos recuperados. No mercado brasileiro, a economia circular pode ser um dos pilares do futuro. De acordo com Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Sorting Recycling Brasil, “a Economia Circular pode ter um papel preponderante tendo em conta o número elevado de resíduos que consumimos diariamente”. A Tomra tem procurado trabalhar junto com as plantas de triagem para estimular a reciclagem e aumentar assim o nível de pureza dos materiais. Com uma maior conscientização, vamos conseguir ter um futuro melhor”, explicou a responsável da Tomra.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho de alta capacidade (NIR) do mundo para aplicações de triagem de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua a ser pioneira na indústria com dedicação à recuperação de frações de alta pureza de fluxos de resíduos. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

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Wortex apresenta equipamentos com diferenciais competitivos e tecnológicos durante a Interplast 2018

30/07/2018

A Wortex participa da Interplast com a exposição das Linhas: Challenger Recycler, Challenger Compounder, moinhos, roscas e cilindros. A Challenger Recycler Geração II processa uma grande variedade de resíduos de filmes lisos, impressos e metalizados, tais como:  PE, LLDPE, LDPE,  MDPE,  HDPE,  BOPP,  PP,  PVC,  Ráfia,  Não Tecidos,  Nylon,  Polinylon,  Filmes de multicamadas. Materiais sólidos de injeção e sopro podem ser dosados no filme. Segundo a Wortex, o diferencial da linha é a capacidade de processar materiais plásticos rígidos e flexíveis com eficiência e baixo custo operacional. Podendo processar 100% de materiais flexíveis, 100% de materiais rígidos ou aglutinados ou 80% de material flexível com adição de até 20% de material rígido.

A Linha Challenger Compounder é uma extrusora mono rosca, idealizada para substituir com qualidade e eficiência algumas máquinas de dupla rosca a um custo-benefício extremamente vantajoso, afirma a empresa. A linha é projetada para as indústrias que necessitam desenvolver e compor suas próprias blendas ou granular plásticos rígidos (injeção, sopro e extrusão).

Outro item que será apresentado é a linha própria do Moinho Wortex, desenvolvido com o objetivo de ampliar a eficiência na moagem, a baixo consumo energético. Os moinhos possuem corte em “V” com facas rotativas e fixas, ajustadas fora do moinho por meio de dispositivo de alinhamento, evitando ajustes dentro do próprio moinho. Outro diferencial é o fácil acesso à peneira que facilita a sua troca e limpeza, garante a fabricante.

A Wortex expõe ainda roscas e cilindros (monos e duplos) bimetálicos e nitretados para máquinas de injeção, sopro e extrusão executados em equipamentos de precisão, com diâmetros de 25mm a 400mm e comprimentos de até 10.000mm. De acordo com a empresa, os componentes são fabricados com aços com tratamentos especiais, adequados à matéria-prima processada e ligas bimetálicas que, incorporadas nas roscas e nos cilindros, garantem longa durabilidade, alta precisão de alinhamento e CE concentricidade, máxima resistência à abrasão e corrosão.

A Wortex atua ainda com projetos especiais de roscas desenvolvidos de acordo com as necessidades de cada cliente, considerando produtividade, plastificação e homogeneização.

Fundada em 1976, em Campinas, SP, a Wortex é uma empresa 100% nacional que fabrica equipamentos para extrusão, reciclagem, granulação, moinhos, roscas e cilindros para injeção, sopro e extrusão. A Wortex tem knowhow para implementar linhas completas de reciclagem em empresas, principalmente com plásticos do pós-consumo, aparas e rejeitos da produção, evitando o seu acúmulo em aterros sanitários. . Os equipamentos também são certificados pela norma NR12.

Fonte: Interplast

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Ilha da Reciclagem demonstra o reaproveitamento de plásticos durante a Interplast

22/07/2018

Destacar o passo a passo da reciclagem do plástico, desde a coleta do material até a fabricação de um novo produto, é a proposta da Ilha da Reciclagem da Interplast. A iniciativa busca estimular o desenvolvimento de novos projetos, investimentos e o engajamento com o tema reciclagem.

O espaço demonstrará máquinas, equipamentos e rotinas, abordando a importância de reciclar 100% do plástico – em especial o PS e o EPS (isopor®), além de conscientizar o público sobre a PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos. A Ilha evidencia a reciclabilidade por meio de um processo que beneficia tanto os consumidores quanto o meio ambiente.

A Interplast proporcionará uma oportunidade para os visitantes entrarem em contto com as novidades do segmento e para empresas comunicarem seus trabalhos diretamente para o público alvo, além de prospectarem negócios. Reúne parceiros e abordagens do ciclo de vida dos plásticos e o conceito da economia circular, em um espaço de grande movimentação de pessoas.

Evento simultâneo à Interplast, a Ilha da Reciclagem é um realização da Termotécnica, com patrocínio da Unigel, Santa Luzia, Tampinha Legal e conta com o apoio da Abiplast, Simpesc, Crisaf e Tria Plastics.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Interplast

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Tomra publica E-book para ajudar o setor de reciclagem a conhecer o novo padrão da “National Sword” da China

25/06/2018

Documento disponível para download mostra soluções técnicas que estão disponíveis para atender aos novos e exigentes requisitos quanto aos níveis de pureza de materiais reciclados a serem admitidos em território chinês

A Tomra publicou um e-book contendo orientações sobre como cumprir as novas regras para o envio de materiais recicláveis para a China. A publicação aborda as preocupações atuais sobre os padrões da “National Sword” da China, que foi apresentado pela primeira vez em Julho de 2017 à Organização Mundial de Comércio (OMC) e totalmente implementado em 1 de março de 2018, exigindo níveis mais altos de pureza nos materiais recicláveis que entram no país.

A “National Sword” assustou a indústria de reciclagem, exigindo que os produtos cheguem à China com níveis de pureza superiores a 99,5%. Este é um aumento significativo dos níveis de pureza anteriormente aceitos (na faixa de 90-95% ) e terá consequências de longo alcance: a China é o maior importador mundial de materiais recicláveis.

O e-book da Tomra explica por que as soluções mecânicas baseadas em sensores são financeiramente mais inteligentes para se atingir os níveis de pureza da “National Sword”. A publicação intitulada “National Sword – No Need for Fear!” está disponível online em https://leads.Tomra.com/ebook/press/ e o download é gratuito.

A exportação de materiais recicláveis será agora mais cara

O e-book da Tomra inicia alertando que não será prático para as instalações de processamento de sucata e reciclagem procurar países únicos para substituir as exportações de resíduos. Os exportadores de materiais recicláveis provavelmente descobrirão que precisam dividir suas exportações entre vários países, o que aumentará os custos de vendas. Aumentos também podem ser esperados nos custos de transporte porque os navios que levam materiais para a China geralmente fazem o trajeto de volta carregados com bens de consumo, resultando em boa relação custo-benefício, enquanto que os navios que vão para outros países geralmente exigem pagamento adicional para o frete de retorno vazio.

A resposta a este novo desafio é melhorar a qualidade dos materiais recicláveis, removendo mais impurezas. Uma forma de elevar os níveis de pureza a curto prazo com o equipamento de reciclagem existente é reduzir a velocidade da esteira e adicionar triagem manual na etapa final da seleção. Essa abordagem pode parecer interessante porque requer pouco investimento inicial, mas haverá um maior custo operacional e uma velocidade de processamento mais lenta reduzirá a produtividade.

Atualizando equipamentos de triagem

Outra solução é modernizar a linha de reciclagem adicionando novas tecnologias ao processo de reciclagem existente ou construindo uma nova instalação. Isso permitirá uma utilização mais eficiente da força de trabalho para reduzir custos operacionais gerais e de longo prazo. O custo do investimento em novos equipamentos é rapidamente recuperado através do aumento da produtividade.

O e-book reconhece que algumas modernizações de equipamentos exigem ampliações de processo e mais espaço, enquanto outras tecnologias podem ser adicionadas a equipamentos existentes no processo, com requisitos mínimos de espaço e baixos custos de instalação. Por exemplo, o novo sistema Laser Detection Object (LOD) da Tomra pode ser montado na mesma plataforma que os sistemas Autosort e Finder para detectar materiais como plásticos pretos, borracha e vidro. Segundo a Tomra, o sistema LOD também pode remover placas de circuito impresso (PCBs) e a sua tecnologia laser aumenta os níveis atuais de pureza do processo em até 4%, permitindo que os recicladores de sucata atinjam os requisitos de pureza da China sem aumentar significativamente o consumo e os custos de energia.

Para concentrados de metais não-ferrosos zurik e zorba, as operações de sucata podem atingir os níveis de pureza da “National Sword” com as tecnologias combinadas das máquinas X-TRACT e Combisense, afirma a Tomra. Ao passar zorba através de uma unidade de Transmissão de Raios-X para separar o alumínio dos metais pesados, o X-TRACT pode alcançar purezas de alumínio de 98 a 99%, garante a empresa. Dos restantes metais pesados, Combisense separa fragmentos valiosos de cobre, latão e metais cinzas.

Complementando essas máquinas, a tecnologia de seleção LIBS da Tomra (Espectroscopia de emissão Induzida por Laser, em inglês “laser-induced breakdown spectroscopy”) utiliza um laser que pode monitorar toda a largura da esteira. Segundo a Tomra, isto elimina a necessidade complexa e dispendiosa de separar materiais em faixas únicas. Na separação de diferentes ligas de alumínio forjado, isso permite a seleção com elevadas precisões, como 99% de pureza (ou maior) com alto rendimento de três a sete toneladas por hora, afirma a empresa.

Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra, comentou: “A National Sword tem sido compreensivelmente uma fonte de grande preocupação para muitas operações de reciclagem, particularmente aquelas que ainda não atingem níveis tão elevados de pureza. O e-book da Tomra aborda esse desafio e mostra que as soluções técnicas necessárias já existem. Investir em novas tecnologias permitirá que as empresas cumpram novos regulamentos mais exigentes, sejam eles da China ou de outras partes do mundo. Além disso, os clientes pagarão às empresas de reciclagem um preço mais alto por um produto de maior qualidade”.

A Tomra projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

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Braskem lança novo conceito de resina reciclada no evento Sustainable Brands

06/06/2018

Edição de Vancouver do evento está sendo realizada até 7 de junho

A Braskem está presente, nesta primeira semana de junho (dias 4 a 7), na edição de Vancouver (Canadá) do Sustainable Brands – um dos mais importantes eventos do calendário de sustentabilidade -, como patrocinadora, principal apresentadora e expositora no pavilhão Good Materials & Packaging. A empresa aproveitará a feira para apresentar um novo conceito de resina plástica reciclada.

Por meio de sua plataforma Wecycle, a Braskem apresenta resultados promissores na criação de uma resina reciclada com melhor qualidade e alto teor de conteúdo reciclado, oriundo de embalagem rígida pós-consumo doméstico de polietileno. Dentre as características principais, destacam-se as propriedades de resistência ao stress craking semelhantes à resina virgem e propriedades mecânicas de impacto na tração S 70% melhores do que a resina reciclada utilizada no mercado. O próximo passo é identificar parceiros para testar esta solução em produtos finais (embalagens rígidas de pequeno volume), que utilizarão a resina reciclada como matéria-prima.

No espaço para debates, cujo foco é “Como as marcas estão desenvolvendo novas soluções para embalagens e incorporando práticas de economia circular em seus produtos”, executivos da Braskem discutirão projetos e tecnologias que estão sendo estudados em laboratórios de inovação da companhia. Joe Jankowski, responsável comercial de Polietileno Verde da Braskem na América do Norte, abordará os benefícios e aplicações do Plástico Verde I’m greenT. Luiz Gustavo Ortega, gerente de Desenvolvimento Sustentável da companhia, comentará sobre a plataforma de conteúdo Bluevision, que trata de temas relacionados a sustentabilidade, desenvolvimento humano e utilização inteligente de recursos. Já Fabiana Quiroga, diretora de área de Reciclagem & Plataforma Wecycle, falará sobre a iniciativa que visa fomentar novos negócios para a valorização de resíduos plásticos pós-consumo e desenvolvimento da cadeia de reciclagem.

Além disso, Fabio Lamon, Líder de Manufatura Digital da Braskem, apresentará paleastra no palco principal do evento sobre a atuação da companhia em escala global na busca da sustentabilidade e do envolvimento das pessoas nesse processo.

Na área de exposição, a Braskem está presente em dois stands. Em um deles está expondo o Plástico Verde I’m greenT, produzido a partir de cana-de-açúcar, e suas principais aplicações nos segmentos de embalagens para o setor alimentício, produtos para higiene e beleza e cuidados para casa. No outro stand, estão sendo abordadas as plataformas Bluevision e Wecycle. Desta última, serão exibidos alguns produtos, já resultados de parcerias da Braskem por meio da plataforma, tais como: a caixa organizadora da linha <OU> da Martiplast, a embalagem do tira-manchas Qualitá, do Grupo Pão de Açúcar, e os sacos para lixo, da Embalixo.

“O desenvolvimento sustentável é um dos principais pilares de atuação da Braskem e, para nós, é de grande importância participar e fomentar discussões sobre o tema com outras empresas do setor, reforçando nossas iniciativas e conhecendo o que outros grandes players estão fazendo”, informa Fabiana Quiroga. “Trouxemos para o evento nossos principais produtos, conceitos e programas com viés sustentáveis, buscando impactar toda a cadeia a pensar desta maneira”.

Bluevision

Para contribuir com o debate e o desenvolvimento de soluções sustentáveis, a Braskem lançou em março de 2018, durante o Fórum Mundial da Água, em Brasília, a plataforma global de conteúdo Bluevision (www.bluevisionbraskem.com). O objetivo é produzir um conteúdo relevante que leve as pessoas à reflexão e também a uma nova forma de interação com o meio em que vivem.

Wecycle: plástico reciclado com valor

Por meio da plataforma Wecycle, criada em 2015, a Braskem busca fomentar negócios que valorizem os resíduos plásticos ao longo de toda a cadeia produtiva, contribuindo com ações a favor da reciclagem, do pós-consumo e do meio ambiente. A iniciativa já resultou na parceria com diversas organizações para o desenvolvimento de produtos, soluções e processos ligados ao reaproveitamento do plástico. Os produtos abaixo são provenientes desta plataforma. Saiba mais em: www.braskem.com.br/wecycle

Sobre a Sustainable Brands: A Sustainable Brands é a principal comunidade global de marcas inovadoras que estão moldando o futuro do comércio mundial. Desde 2006, sua missão tem sido inspirar, engajar e dar suporte aos líderes de negócios e de marcas, visando um futuro melhor. A comunidade atua em diversos formatos, como: publicações de artigos digitais, rodadas de conversas, conferências internacionalmente conhecidas e eventos regionais, além de uma robusta biblioteca online, tudo com viés de engajar as comunidades, dentro e fora deste grupo, durante o ano todo.

Fonte: Braskem

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Tomra registra aumento de interesse em tecnologias de triagem durante a IFAT 2018

28/05/2018

Novos regulamentos mais rígidos e preocupações dos consumidores refletem-se em aumento de consultas recebidas na principal feira de tecnologias ambientais

A Tomra Sorting Recycling registrou altos níveis de interesse em suas tecnologias de seleção baseada em sensores durante a IFAT 2018, a principal feira mundial de tecnologias ambientais, que foi concluída em 18 de maio.

O evento de quatro dias em Munique, na Alemanha, atraiu mais de 130.000 pessoas de quase 200 países. Muitos visitaram o stand de exposição da Tomra para conhecer as mais recentes soluções de triagem da empresa, expostas nas seções ‘Reciclagem de Metais’ e ‘Resíduos’ do estande, e ouvir sobre as expectativas da Tomra para inovações futuras, destacadas nas áreas ‘Economia Circular’ e ‘Futuro’ do estande.

Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra Sorting Recycling, comentou: “O grande número de profissionais da indústria que participam da IFAT 2018 e a alta qualidade de consultas recebidas pela Tomra mostram como a demanda está crescendo pelas soluções de triagem. Isso se deve, em parte, a novos regulamentos mais rígidos, como a política nacional da China, mas também reflete a crescente conscientização ambiental dos consumidores.

“Mais países em todo o mundo estão pedindo tecnologias de reciclagem e seleção eficazes e há um interesse real no progresso futuro por meio da inovação. A Tomra acredita que os avanços mais significativos no futuro próximo serão na maior sofisticação da inteligência artificial, que já está integrada nas máquinas da Tomra de forma mais avançada do que em qualquer outro fabricante”.

Pilares de inovação da Tomra

A tecnologia inovadora continua sendo o foco central da reciclagem da Tomra. Um exemplo recente disso é o novo sistema Deteção de Objeto por Laser (LOD) da Tomra, capaz de detectar material que a tecnologia de infravermelho (NIR) não consegue. Segundo a empresa, isso permite que as operações de reciclagem de resíduos e sucata alcancem níveis de pureza do produto final anteriormente inatingíveis – uma vantagem ainda mais desejável agora que a China introduziu sua rígida política ‘National Sword’, que proíbe a importação de 24 tipos de resíduos sólidos, incluindo vários plásticos e misturas de papéis não triadas.

Outro exemplo recente da tecnologia inovadora da Tomra é o Autosort Black, a primeira máquina a recuperar polímeros pretos de materiais de embalagem.

Outro pilar da inovação está em desenvolvimentos em uma ampla variedade de aplicações. Um bom exemplo é como a Tomra Sorting Solutions aprimorou o Autosort, de modo que agora é possível separar as bandejas de PET de camada única das garrafas PET. Essa nova aplicação aprimora a capacidade anterior do Autosort de separar as bandejas de multicamadas.

Continuando a focalizar no futuro da inovação, a Tomra deu passos para melhorar mais a sua abordagem digital ao suporte aos clientes. Para demonstrar isso, a estação de consultoria com tema “Futuro” no estande da Tomra na IFAT permitiu que os visitantes visualizassem dados ao vivo, usando para isso o Tomra Insight. Este sistema de software e telemática fornece aos clientes informações remotas e em tempo real sobre o gerenciamento e o desempenho de suas máquinas de reciclagem.

A economia circular continua a impulsionar o compromisso da Tomra com um futuro sustentável. Como exemplo disso, em 2017 a Tomra subscreveu a New Plastics Economy, uma iniciativa de três anos liderada pela Ellen MacArthur Foundation, que reúne empresas, governos, cientistas e cidadãos para acelerar a transição para um sistema global de plásticos guiado pelos princípios da economia circular.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Termotécnica lança Campanha “98% ar” para promover o uso e a reciclagem de EPS

16/05/2018

Campanha reforça que o destino correto do EPS (isopor®) pós-consumo é a reciclagem

Protagonista de um ciclo produtivo e reverso totalmente sustentável, o EPS – material que é popularmente conhecido como isopor® – ainda carrega uma imagem negativa junto à opinião pública devido ao fato de não ser descartado corretamente por grande parte da população e, por isso, gerar poluição. Com o objetivo de esclarecer e reforçar as características do EPS – plástico 100% reciclável, versátil, tecnológico e leve, com 98% de ar em sua composição -, a Termotécnica lançou neste mês de maio uma campanha de conscientização.

Inspirada em uma ação da Airpop® (marca europeia do EPS) que vem apresentando bons resultados, a iniciativa da Termotécnica pretende mostrar a inovação e a versatilidade do EPS, além dos diversos benefícios que seus produtos trazem ao cotidiano das pessoas, tais como isolamento térmico, proteção contra impactos e maior ergonomia. Tudo isso atrelado à mensagem da logística reversa e reciclagem do material. A campanha contempla desde atividades de relacionamento e conscientização com clientes, comunidade, fornecedores e colaboradores até a aplicação do selo nos catálogos e produtos Termotécnica.

Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, ressalta que o objetivo da campanha é que todos os públicos se engajem e reconheçam que existe a disponibilidade de uma cadeia de logística reversa e de reciclagem já implementada, com pontos de coleta e reciclagem do material espalhados por diversos estados brasileiros: “É papel de cada um fazer a diferença por um futuro melhor. Precisamos nos conscientizar e divulgar a informação de que o EPS é 100% reciclável. Essa reciclagem acontece de forma contínua e utiliza pouca água e energia”, argumenta.

Albano ainda acrescenta que a Termotécnica realiza, desde 2007, o Programa Reciclar EPS, que já deu um destino correto a 1/3 de todo EPS pós-consumo no Brasil. Ou seja, mais de 35 mil toneladas de isopor® retornaram ao processo produtivo para virar rodapé, perfil, vaso, solado de sapato e deck de piscina.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS (isopor®) da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Tomra Sorting apresenta a nova tecnologia “Sharp Eye’ para a separação entre bandejas de PET monocamada e garrafas PET

14/05/2018

A nova aplicação, possibilitada pela maior intensidade luminosa, é um avanço bem-vindo em um momento em que a demanda por garrafas plásticas e bandejas cresce internacionalmente

 

A Tomra Sorting Solutions lançou a nova tecnologia denonimada Tomra Sharp Eye, a qual permite separar bandejas de PET monocamada de garrafas PET. Ela aprimora a capacidade da máquina anterior da Tomra, o Autosort, de separar as bandejas multicamadas. Esse avanço é comercialmente emblemático porque pequenas diferenças – mas críticas – entre as propriedades químicas das bandejas de PET usadas em alimentos e as garrafas PET determinam que elas precisam ser separadas para o processo de reciclagem. Além disso, segundo a empresa, a inteligência artificial incorporada nos sistemas Tomra também permite a análise contínua de produtos classificados, tornando as futuras plantas mais inteligentes.

Valerio Sama, Gerente de Produto da Tomra Sorting Recycling, comentou: “Esperamos que nossa nova tecnologia Tomra Sharp Eye seja bem-vinda pelas Centrais de Triagem e pelas plantas de reciclagem de PET. A demanda por essa tecnologia deve crescer, considerando-se o estilo de vida moderno e internacional que está promovendo o aumento do uso de garrafas plásticas de bebidas e bandejas de plástico usadas para frutas, verduras e outros alimentos”.

A chave para este avanço é um aprimoramento da tecnologia de seleção por sensores Flying Beam® da Tomra. O sistema de identificação por infravermelho próximo (NIR) da Tomra faz a leitura de cada ponto (sem necessidade de lâmpadas externas) focalizando apenas na área da esteira que está sendo escaneada. Segundo a Tomra, isso permite uma ampla variedade de ajustes, fazendo com que essa tecnologia possa distinguir até as menores diferenças moleculares nos materiais que passam pela linha de reciclagem. Agora, com o Sharp Eye, a Tomra introduziu uma lente maior para maior intensidade de luz, possibilitando a detecção de propriedades espectrais mais complexas. Um vídeo da nova aplicação pode ser acessado no link: https://www.Tomra.com/pt-br/sorting/recycling/your-application/waste-sorting/pet-bottle-vs-tray

Segundo a Tomra, o processo passo a passo que culmina com a separação de bandejas de PET monocamada e garrafas PET é consistente e flexível. Durante a preparação para a triagem de plásticos misturados em cada um dos diferentes polímeros, o material de coleta seletiva ou proveniente de resíduos sólidos urbanos (RSU) passa por diversas etapas de tratamento mecânico – como peneiramento, abertura de sacos, separação 2D/3D que divide o fluxo de material rolantes e rígidos ainda misturados – para daí então se iniciar a etapa seleção ótica. Para separar o PET misto contido nesse fluxo dos demais polímeros, o Autosort funciona como um sistema combinado, detectando o tipo de material e a cor em combinação com o formato dos objetos. Mesmo com uma entrada de material muito misturada, esse processo atinge uma eficiência de classificação de 95% ou mais, afirma a Tomra.

Mais de um milhão de garrafas de plástico são compradas em todo o mundo a cada minuto e nos próximos cinco anos esse número deverá aumentar em mais 20%. Em resposta, os regulamentos da UE estão ficando mais rigorosos e organizações como a “Plastics Recyclers Europe” estão divulgando orientações sobre a reciclagem de bandejas de PET. Isso incentivará a criação de mercado para a triagem e o tratamento das bandejas de PET, promovendo assim a reciclagem desse tipo de embalagem.

Uma máquina Tomra Autosort com a nova tecnologia Tomra Sharp Eye está disponível para demonstrações, sob agendamento, no Centro de Testes da empresa, próximo a Koblenz, na Alemanha.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Enzima que “come” PET é produzida acidentalmente por cientistas britânicos e americanos

17/04/2018

Segundo matéria publicada pela Deutsche Welle, reproduzida a seguir, pesquisadores produziram, por acidente, uma enzima capaz de degradar plásticos PET e que pode ajudar a diminuir a poluição causada pelo material, principalmente garrafas plásticas.

Enzima descoberta acidentalmente poderá facilitar reciclagem de plástico

Pesquisadores nos Estados Unidos e no Reino Unido produziram por acidente uma enzima que consome plásticos, revelou um estudo divulgado nesta segunda-feira (16/04). A descoberta poderá ajudar a reduzir o grave problema da poluição causada pelo produto derivado do petróleo.

Cientistas da Universidade de Portsmouth e do Laboratório de Energias Renováveis do Departamento de Energia dos EUA decidiram concentrar seus esforços numa bactéria de ocorrência natural descoberta no Japão há alguns anos.

Pesquisadores japoneses acreditam que a bactéria Ideonella sakaiensis se desenvolveu nas últimas décadas num centro de reciclagem, uma vez que até os anos 1940 o plástico ainda não tinha sido inventado. O organismo parece se alimentar exclusivamente de um tipo de plástico conhecido como Politereftalato de etileno (PET), amplamente utilizado na fabricação de garrafas.

Os cientistas buscavam compreender o funcionamento de uma das enzimas dessa bactéria, denominada PETase, analisando sua estrutura. “Eles acabaram avançando um passo à frente e acidentalmente desenvolveram uma enzima que consegue desmembrar ainda melhor os plásticos PET”, afirma o relatório divulgado na publicação científica americana Procedimentos da Academia Nacional de Ciências (PNAS).

Utilizando um raio-X de brilho dez bilhões de vezes mais forte do que o Sol, eles conseguiram elaborar um modelo tridimensional de alta resolução da enzima.

Cientistas da Universidade de Campinas (Unicamp) e da Universidade do Sul da Flórida desenvolveram através de computadores um modelo que demonstrava que a PETase era bastante semelhante a outra enzima, a cutinase, encontrada em fungos e bactérias.

Uma área da PETase, porém, apresentava algumas diferenças, levando os cientistas a deduzir que esta seria a parte que permitiria a degradação do plástico. Ao modificar essa enzima, tornando-a mais semelhante à cutinase, os pesquisadores descobriram acidentalmente que a enzima mutante conseguia degradar o plástico com eficácia ainda maior do que a PETase.

Os cientistas trabalham agora em melhorias nessa enzima, para que possa, no futuro, ser desenvolvida em grande escala e utilizada no setor industrial. O objetivo ao quebrar o plástico em partes menores seria permitir que ele seja reutilizado de maneira mais eficiente.

“O acaso muitas vezes tem um papel significativo na pesquisa científica fundamental, e nossa descoberta não é exceção”, afirmou o autor do estudo, o professor John McGeehan, da Faculdade de Ciências Biológicas de Portsmouth.

“Ainda que modesta, a descoberta inesperada sugere que há espaço para desenvolver ainda mais essas enzimas, nos aproximando de uma solução para reciclar as montanhas de dejetos de plástico que não param de crescer”, observou.

Mais de oito milhões de toneladas de plástico são despejadas anualmente nos oceanos, enquanto aumenta a preocupação com os problemas causados à saúde humana e ao meio ambiente. Apesar dos esforços globais para reciclar essa matéria-prima, a maior parte dos produtos plásticos sobrevive durante centenas de anos.”

Link para a matéria no site da Deutsche Welle a seguir: http://www.dw.com/pt-br/cientistas-desenvolvem-enzima-que-come-pl%C3%A1stico/a-43417084

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