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Tecnologia da Logoplaste para acondicionamento de leite em garrafas PET permite reciclagem total das embalagens

03/12/2019

Por ser um material muito resistente ao impacto e transparente, o Polietileno Tereftalato é utilizado para embalagens de produtos dos mais diversos segmentos, desde o setor de alimentos e bebidas a medicamentos, cosméticos e produtos de higiene e limpeza.

Desde que chegou ao Brasil, em 1988, trazido pela indústria têxtil para a produção de tecidos, esse material foi aos poucos ganhando novas funcionalidades, ampliando os horizontes do mercado para fabricantes nacionais e empresas do exterior. Não demorou muito para as embalagens PET ocuparem espaços cada vez maiores nas prateleiras dos supermercados e nas despensas dos lares brasileiros.

Universo do PET

A verdadeira revolução, no entanto, aconteceu nos anos de 1990, com o crescimento exponencial da popularidade das embalagens de alimentos e bebidas. Por serem mais acessíveis, modernas e seguras, as garrafas PET para refrigerantes, águas, sucos e outras bebidas dominaram a produção, assim como as embalagens termoformadas para alimentos, que, desde o início, tiveram ótima aceitação.

Nesse cenário, em 1995, a empresa portuguesa Logoplaste enxergou a oportunidade de abrir uma frente operacional no Brasil. O mercado lácteo foi a porta de entrada. Segundo o Presidente do Conselho de Administração da companhia, Filipe de Botton, “nosso primeiro parceiro no país foi a Danone e, desde então, tivemos o privilégio de criar uma equipe local absolutamente extraordinária, permitindo que a Logoplaste do Brasil crescesse e se tornasse rapidamente um dos maiores players locais na produção de embalagens rígidas para grandes clientes como a Reckitt Benckiser, a Nestlé, a P&G e a Shefa, entre tantas outras”.

Inovação

Com essa visão inovadora, a Logoplaste conseguiu elevar o mercado brasileiro de garrafas PET para outro patamar. Criado em 2010, o projeto Bottle-to-bottle tinha como objetivo viabilizar uma garrafa em PET para leite longa vida UHT que protegesse adequadamente o produto, mas sem deixar de lado a ideia de criar soluções circulares para as embalagens.

Thomé Brito, Diretor da Logoplaste Brasil, classifica a tecnologia de bicamada utilizada nas garrafas para o leite Shefa como um grande trunfo do projeto. “O interessante e mais bonito desse projeto é que ele está inserido na economia circular, já que podemos reutilizar as garrafas no próprio processo de fabricação de novas garrafas, evitando, assim, o descarte indevido. A tecnologia já existia, mas fomos os primeiros a utilizá-la por aqui”.

Para conservar o produto à temperatura ambiente por um longo período, era preciso bloquear a passagem de luz. Então, a solução encontrada foi desenvolver uma tecnologia que consistisse em utilizar duas camadas de PET, sendo a interna preta, para não haver degradação do leite, e a externa branca, preservando as propriedades da embalagem. Com isso, a proteção do leite é garantida por um período de 4 a 6 meses.

Segundo Thomé, existe muita confusão por parte do consumidor e da mídia ao olhar para a garrafa com bicamada e achar que o produto não é bom para reciclar. Sobre o processo de reciclagem desenvolvido para as novas garrafas, o executivo explica que todas as etapas seguem os termos da solução de reciclagem circular, que foram desenvolvidos após extensos testes com os produtos para atender aos avanços da nova regulamentação, de novembro de 2018.

“Não são dois materiais. É um só, mas em duas camadas. Para a reciclagem e a reutilização, o material é lavado, moído e passa por um processo de pós-condensação, que traz de volta as características necessárias ao processamento e incorporação às novas garrafas. Ou seja, 100% dos resíduos são reaproveitados, desde a tampa e o rótulo, até a garrafa em si. Todo este processo de circularidade é aprovado pela Anvisa, seguindo os rígidos padrões da indústria alimentícia brasileira”, conclui.

Fonte e foto: PICPlast

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Stadler apresentou soluções “turn-key” ao mercado brasileiro na Waste Expo

03/12/2019

Planta de RSU e produção de CDR em Pernambuco – projeto completo da Stadler

Apresentar um leque diversificado de soluções para o mercado brasileiro foi o objetivo da empresa alemã, que procura agregar valor numa fase determinante da política de reciclagem dos resíduos sólidos urbanos.

A Economia Circular nunca foi tão falada como agora e é um tema muito relevante no Brasil, dada a sua dimensão e as oportunidades que apresenta tanto no aspecto nacional como também numa vertente internacional que cada vez tem regras mais rigorosas. De acordo com um estudo recente feito pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), o Brasil produz 11 milhões de toneladas de lixo plástico por ano e recicla apenas 1%, ou seja, 145.043 toneladas.

Os números podem ser surpreendentes, mas a verdade é que o país está apenas atrás dos Estados Unidos, China e Índia no que diz respeito ao lixo plástico. As medidas para combater este problema tenderam a multiplicar-se nos últimos anos, mas a verdade é que as respostas ainda não foram encontradas e 7,7 milhões de toneladas ficam em aterros sanitários.

No entanto, com uma vasta experiência internacional, já tendo montado mais de 350 plantas de triagem e instalado mais de 3.000 máquinas de triagem em todo o mundo, a Stadler , líder de mercado no projeto e montagem de plantas de triagem para o setor de reciclagem e eliminação de resíduos, marcou presença na Waste Expo, que se realizou entre os dias 12 e 14 de Novembro no Expo Center Norte, em São Paulo, para apresentar um leque diversificado de soluções “turn-key”, que tem como objetivo ir contra esses números e ajudar o país a melhorar as taxas de reciclagem.

Com a Economia Circular como pano de fundo e um dos temas mais focalizados nos últimos meses, a empresa acredita que o início para o tratamento adequado dos resíduos passa pela recuperação dos materiais valorizáveis que atualmente estão sendo dispostos, de forma a aumentar o ciclo de vida desses produtos, colocando-os de volta ao mercado através da reciclagem.

Para isso a Stadler coloca ao dispor do mercado brasileiro “um conjunto de soluções e de serviços personalizado para cada cliente e que representa os valores da Stadler: qualidade, comprometimento, responsabilidade capacidade de desenvolver projetos de acordo com a realidade de cada cliente e mercado”, explica Sérgio M. Atienza (foto), Diretor da América Latina da Stadler.

O executivo da empresa vai mais longe e explica “que a técnica no seu melhor” é a base da estratégia e o lema de uma vida, que representa a visão da empresa. Isto significa nas palavas do Diretor, “quer se trate de concepção, planejamento, fabricação, modernização, otimização, montagem, colocação em funcionamento, modificação, desmontagem, manutenção e serviço de componentes e instalações de reciclagem ou classificações completas, oferecemos um serviço completo adaptado às exigências dos nossos clientes e cada caso é um caso, pois a mesma solução não serve para todos”.

A Stadler está no mercado brasileiro desde 2014, quando instalou uma solução completa (“turn key”) numa planta que tem uma capacidade de processar 15 toneladas de lixo por hora de coleta seletiva. Até ao momento já foram instaladas mais oito soluções, sendo que atualmente está sendo instalado em Guarulhos, São Paulo, um projeto completo totalmente arquitetado pela Stadler, que será a planta mais automática da América Latina, uma referência mundial, para o material procedente de coleta seletiva.

De acordo com Sérgio M. Atienza, “a ideia passa por reforçar estrategicamente a nossa presença no mercado brasileiro com uma equipe sólida, atraindo o comprometimento dos municípios em atender a Política Nacional de Resíduos Sólidos, principalmente no que tange à reciclagem, geração de energia limpa e redução do volume a ser disposto em aterros sanitários”.

A empresa alemã ainda reforça que não fornece apenas “serviços “turn-key””, mas também pode ajudar com equipamentos pontuais. Sérgio reitera que “os separadores balísticos e os separadores óticos são os mais vendidos no Brasil” e que o mercado está “em fase de amadurecimento, propenso a aceitar uma nova realidade sobre o futuro do modelo de negócios, destinação de resíduos e da abertura da indústria cimenteira para combustíveis alternativos”.

A importância da Waste Expo no panorama nacional

De forma a dar respostas e colocar desafios às atuais políticas do país, a Waste Expo Brasil reuniu nos dias 12, 13 e 14 de Novembro especialistas do setor, que exploraram alternativas para a gestão de resíduos sólidos e identificaram possíveis caminhos para uma mudança de mentalidade.

Para Sérgio M. Atienza, a participação da Stadler é “fundamental para apresentar novos processos e conhecer novos parceiros”. O Diretor reforçou que esta foi a quarta participação da Stadler e “queremos nos manter como número um no mercado e ajudar o Brasil a solucionar os problemas gerados pela destinação incorreta dos resíduos”.

A Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras de transporte, tambores de triagem e removedores de rótulos. A empresa também é capaz de fornecer estruturas de aço e armários elétricos para as plantas que instala. Para mais informações, visite http://w-Stadler.de/pt

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Tomra introduz “Deep Learning” em suas máquinas de seleção de resíduos

20/11/2019

Tomra expôs na Waste Expo Brasil a sua nova tecnologia Gain de seleção baseada em “Deep Learning” para alta precisão em tarefas complexas de seleção a alta capacidade de processamento

A Tomra Sorting Recycling lançou a tecnologia de seleção baseada em “Deep Learning”, denominada Gain, para aprimorar o desempenho de suas máquinas de seleção baseadas em sensores. A tecnologia Gain será disponibilizada como uma opção complementar para as máquinas Autosort da empresa. Ao classificar objetos a partir dos dados do sensor, o Gain permite a seleção de objetos que anteriormente não podiam ser separados com altos níveis de pureza e sem comprometer a capacidade do Autosort.

A tecnologia Gain da Tomra foi lançada oficialmente durante a Waste Expo Brasil, que ocorreu durante os dias 12 a 14 de Novembro, em São Paulo. Mais uma vez, a Diretora Comercial da Tomra Sorting Recycling Brasil, Carina Arita, marcou presença e explicou: “Ao trazer o “Deep Learning” às nossas tecnologias de triagem, a Tomra está adicionando mais sofisticação e eficácia às máquinas de triagem Autosort. A tecnologia Gain também ajudará as máquinas de seleção a se adaptarem a novos fluxos de resíduos, que serão cada vez mais importantes à medida que avançamos em direção a uma economia circular”.

A executiva da Tomra reforçou que “para alcançar uma economia verdadeiramente circular, eliminando o desperdício e reutilizando recursos naturais limitados, tecnologias como as soluções de triagem da Tomra serão essenciais e é por isso que trabalhamos diariamente numa base de inovação sustentada que já é direcionamento da Tomra”. Além da introdução do Deep Learning, Carina Arita enalteceu a importância de outras tecnologias que vão continuar a ser impulsionadas no mercado brasileiro como o Autosort Flake, “que é uma tecnologia que pode acrescentar muito mercado numa ocasião em que os níveis de pureza se tornam cada vez mais importantes”.

Seleção aprimorada através de algoritmos de “Deep Learning”

O “Deep Learning”, como método de inteligência artificial (IA), permite que os computadores imitem o aprendizado humano. Os seres humanos fazem associações com o que viram antes e o que estão vendo agora para identificar vários objetos ou materiais. As máquinas são ensinadas a fazer o mesmo, mas de forma muito mais rápida. As máquinas Tomra contemplam inteligência artificial desde suas primeiras versões, mas essa tecnologia evoluiu continuamente e agora a tecnologia Gain a eleva a um novo patamar com algoritmos de “Deep Learning”.

O aprendizado de máquina clássico requer recursos projetados por um especialista em domínio, enquanto o “Deep Learning”, que é um subconjunto do aprendizado de máquina, não. Ele aprende de milhares de imagens os tipos específicos, que devem ser separados na tarefa de seleção. O “Deep Learning” imita a atividade de um grande número de camadas de neurônios no cérebro humano para aprender tarefas complexas. Dessa forma, durante o treinamento da máquina, o Gain aprende como conectar os neurônios artificiais para selecionar objetos.

A primeira aplicação é separar os tubos de silicone

A primeira versão da tecnologia Gain lançada pela Tomra foi desenvolvida especificamente para ejetar tubos de silicone de um fluxo de polietileno (PE), usando informações da câmara. Como o silicone remanescente nos tubos atrapalha o processo da reciclagem, então é necessário separá-los do material de PE aceito para melhorar o resultado da triagem.

Além de detectar formas comuns de tubos de silicone, o Gain também pode detectar tubos duplos menores, usados principalmente para adesivos de dois componentes, bem como tubos deformados ou parcialmente destruídos. Graças às máquinas da Tomra que separam os materiais por jatos de ar, até tubos grudados podem ser identificados – tarefa para a qual até os braços robóticos mais rápidos disponíveis no mercado atualmente estão enfrentando dificuldades.

A nova tecnologia foi treinada para esta tarefa com milhares de imagens e atinge uma ejeção geral de 99% dos tubos usando-se dois sistemas de seleção em sequência.

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Ineos Styrolution avança e está mais perto de oferecer poliestireno quimicamente reciclado em escala comercial

18/11/2019

  • O Unternehmensgruppe Theo Müller desenvolve os primeiros copos de iogurte a partir de poliestireno quimicamente reciclado
  • Ineos Styrolution recebe prêmio do ICIS pela reciclagem química de poliestireno
  • Ineos Styrolution apresentou soluções de reciclagem química na Feira K em Düsseldorf

A Ineos Styrolution, empresa líder global em estirênicos, deu um passo mais próximo de ofertar poliestireno quimicamente reciclado em escala comercial.

No início deste ano, a Ineos Styrolution anunciou seu teste bem-sucedido na produção de poliestireno a partir de material reciclado. Seis meses depois, a empresa produziu seus primeiros pequenos lotes de poliestireno quimicamente reciclado em suas instalações em Antuérpia e forneceu chapas contendo 50% de Poliestireno de uso geral à Unternehmensgruppe Theo Müller, líder em produtos lácteos, que agora produziu copos de iogurte a partir deste material reciclado.

A Ineos Styrolution e o Unternehmensgruppe Theo Müller estão colaborando em um projeto conjunto para desenvolver uma solução circular para poliestireno baseada em reciclagem química². As duas empresas concordaram em relação a uma abordagem escalonada, com uma fase de escala de laboratório a ser iniciada neste ano, uma fase de escala piloto a começar em 2020 e uma fase em escala comercial em 2022.

O departamento de desenvolvimento de embalagens do Unternehmensgruppe Theo Müller gosta da similaridade em termos de qualidade e estética dos copos de iogurte feitos de poliestireno convencional e o poliestireno reciclado fornecido pela Ineos Styrolution.

Michiel Verswyvel, especialista global em P&D, comenta: “Estamos entusiasmados em observar que o material de poliestireno reciclado iguala a qualidade e as propriedades do nosso material feito com poliestireno convencional. Nosso próximo passo é aumentar o uso de estireno reciclado em nossos produtos para vários milhares de toneladas em 2021 ”.

Os desenvolvimentos da Ineos Styrolution na reciclagem química foram reconhecidos pela escolha da empresa como vencedora conjunta do Prêmio de Inovação ICIS (ICIS Innovation Awards) na categoria “Inovação com melhor benefício para o meio ambiente e a sustentabilidade”. A demonstração pela empresa de uma solução de circuito fechado pela polimerização de estireno a partir de poliestireno despolimerizado foi selecionada por mostrar um benefício diferenciado ao meio ambiente e à sustentabilidade da empresa e de seus clientes.

Rob Buntinx, Presidente da Styrolution para a Europa, Oriente Médio e Ásia (EMEA), resume: “Estamos muito satisfeitos por alcançar mais um marco em nosso caminho no desenvolvimento de soluções de circuito fechado para nossos produtos estirênicos para nossos clientes. Nossa colaboração bem-sucedida com o Unternehmensgruppe Theo Müller e o prêmio da ICIS mostram que estamos definitivamente no caminho certo. Continuaremos a trabalhar em estreita colaboração com nossos clientes e todos os parceiros da cadeia de valor para desenvolver produtos e soluções inovadoras que atendam às suas metas de sustentabilidade. ”

A Ineos Styrolution esteve presente na K 2019, a principal feira mundial de plásticos e borracha, realizada em Düsseldorf, Alemanha, de 16 a 23 de outubro. A exposição da Ineos Styrolution se concentrou em soluções inovadoras e sustentáveis ​​e apresenta vários produtos e soluções reciclados, incluindo copos de iogurte reciclado da Unternehmensgruppe Theo Müller.

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DSM irá introduzir grades alternativos de origem biológica ou reciclada para todo o seu portfólio de plásticos de engenharia

18/11/2019

A Royal DSM, multinacional do setor químico, de nutrição e produtos de saúde com sede na Holanda, anunciou durante a Feira K em Düsseldorf, em Outubro passado, que seu negócio de plásticos de engenharia oferecerá até 2030 uma gama completa de materiais de base biológica ou reciclada como alternativa para o seu portfólio de plásticos de engenharia atualmente existente. Dessa forma, a DSM Engineering Plastics está dando o próximo passo em sua jornada de sustentabilidade, alinhada com a sua estratégia orientada por desempenho e objetivos, viabilizando uma economia circular e baseada em biomateriais.

Para atender à crescente demanda legislativa e dos consumidores por práticas de vida sustentáveis e produtos mais circulares, os fabricantes estão cada vez mais integrando biomateriais e materiais reciclados em seus projetos. Ao oferecer um portfólio completo de alternativas que contêm pelo menos 25% em peso de conteúdo reciclado e / ou de base biológica no produto final até 2030, a DSM Engineering Plastics está permitindo que seus clientes atendam a essas demandas e façam escolhas mais sustentáveis.

Em particular, o portfólio de alternativas sustentáveis ​​alavancará uma caixa de ferramentas de diferentes tecnologias e abordagens, tais como fermentação, reciclagem mecânica e mensuração por balanço de massa * de matérias-primas de base biológica e / ou recicladas quimicamente.

Como uma etapa imediata, a DSM Engineering Plastics está lançando grades de base biológica de seu portfólio de produtos Arnitel® e Stanyl®, fabricados por meio de uma abordagem de balanço de massa de matéria-prima de base biológica. Os grades de base biológica Stanyl® já estão disponíveis com a certificação de sustentabilidade ISCC Plus, reconhecida mundialmente. Joost d´Hooghe (foto, à esquerda), vice-presidente de poliamidas da DSM Engineering Plastics, disse: “Nossas alternativas de base biológica Arnitel® e Stanyl® oferecerão o mesmo desempenho funcional do nosso portfólio convencional. Isso permitirá que nossos clientes mudem facilmente para uma solução mais sustentável sem precisar requalificar os materiais. ”

Shruti Singhal (foto, à direita), presidente da DSM Engineering Plastics acrescentou: “Temos um longo histórico de fornecer provas tangíveis de nosso compromisso com a sustentabilidade. Estou muito orgulhoso de que a DSM esteja liderando nossa indústria, ao dar o próximo passo ambicioso de introduzir mais e mais alternativas baseadas em origem biológica e reciclada em nosso portfólio existente. Juntamente com nossos clientes, fornecedores e parceiros, estamos prontos para impulsionar nosso setor, aproveitar as oportunidades sustentáveis ​​à frente e cumprir nosso objetivo de criar uma vida melhor para todos! ”

* A mensuração por balanço de massa é uma abordagem bem conhecida que foi projetada para rastrear o fluxo de materiais através de uma cadeia de valor complexa. A abordagem do balanço de massa fornece um conjunto de regras sobre como alocar o conteúdo de base biológica e / ou reciclado para diferentes produtos para permitir a reivindicação do conteúdo como ‘biobaseado’ ou ‘reciclado’. Fonte: Fundação Ellen MacArthur (White Paper de Balanço de Massa) https://www.ellenmacarthurfoundation.org/assets/downloads/Mass-Balance-White-Paper.pdf

A DSM e suas empresas associadas geram vendas líquidas anuais de cerca de € 10 bilhões, com aproximadamente 23.000 funcionários. A empresa foi fundada em 1902

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Eastman colabora com a NB Coatings para oferecer plástico automotivo sustentável

18/11/2019

A fornecedora global de materiais plásticos Eastman anunciou o estabelecimento de colaboração com a NB Coatings, líder em tintas para plásticos para fabricantes de equipamentos automotivos. A colaboração visa criar uma nova solução para superfícies interiores pintadas de classe A com o bioplástico de engenharia Trēva (polímero da familia dos CAPs – propionatos acetato de celulose). Segundo a Eastman, o material oferece uma opção viável para empresas interessadas em criar produtos sustentáveis ​​e econômicos.

A Eastman produz Trēva  com conteúdo misto de base biológica e reciclado. Quando pintada com sistemas de pintura NB Coatings, o material pode atender aos exigentes requisitos de superfície Classe A, conforme especificado pelos OEMs.

“O Trēva fornece uma alternativa sustentável de base biológica ao policarbonato, ao ABS e ao PC-ABS para aplicações em interiores automotivos, em uma posição de custo neutro”, disse Chris Scarazzo, líder do segmento de mercado automotivo da Eastman. “As inovações de material da Eastman correspondem ao que os OEMs precisam para desenvolver peças duradouras com materiais sustentáveis ​​e os ajuda a atingir suas metas de conteúdo sustentável e substituição de plástico à base de petróleo”.

Oriundo de florestas gerenciadas de maneira sustentável, o Trēva possui de 42 a 46% de conteúdo de base biológica certificado pelo programa BioPreferred® do USDA, afirma a Eastman.

Para continuar reduzindo o desperdício e maximizando recursos, o bioplástico também se beneficia da tecnologia de renovação do carbono da Eastman, processo de reciclagem proprietária da empresa, que recicla resíduos de plástico tipicamente enviados para aterros sanitários ou encontrados como lixo nos cursos de água. Segundo a Eastman, a sua tecnologia de reciclagem química aproveita os resíduos de plásticos que seriam enviados para aterros e os converte em componentes moleculares simples, que são reintroduzidos na produção de uma variedade de produtos Eastman, incluindo o Trēva, sem comprometer o desempenho.

A Eastman afirma que o Trēva à base de celulose apresenta alto desempenho e impacto ambiental reduzido em aplicações automotivas. De acordo com a empresa, o Trēva exibe propriedades óticas e de birrefringência, fornece alta transparência e resistência superior e é adequado para aplicações como lentes HMI (interface homem-máquina). A fabricante afirma que o material também suporta os desafios dos interiores automotivos, incluindo altas temperaturas, umidade, UV, arranhões/estragos e requisitos gerais de durabilidade, além de possuir baixas emissões de COV (VOC, em inglês), o que é crítico para peças internas. Sua facilidade de processamento e suas características fluxo permitem boa estabilidade dimensional e design com paredes finas para menor uso de material e menor peso, garante o fornecedor do material.

“Como fornecedora de revestimentos ambientalmente consciente, a NB Coatings está animada em anunciar essa novidade em pintura, em colaboração com a Eastman”, disse Jesse Fritcher, vice-presidente técnico da NB Coatings. “Nossos testes com o Trēva consideraram a adesão de nossas tecnologias de revestimento comparável, se não mais fácil, ao dos tipos tradicionais de PC-ABS atualmente em uso, o que fornece novas opções sustentáveis ​​para os engenheiros de design automotivo”.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados que produz uma ampla gama de produtos para atrativos mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman emprega, aproximadamente, 14.500 pessoas ao redor do mundo e atende clientes em mais de 100 países. A companhia alcançou, em 2018, aproximadamente, 10 bilhões de dólares em receitas e está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA.

A NB Coatings, Inc. (NBCi), antiga Bee Chemical, foi fundada em 1945 e adquirida pela Nippon Paint (USA) Inc. em 2006 da Rohm & Haas. A NBCi é líder em revestimentos automotivos para plásticos na América do Norte. A Nippon Paint é o quarto maior fabricante de tintas e revestimentos do mundo, com receita global superior a US$ 8 bilhões.

Fonte: Eastman

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O Boticário desenvolve processo de reciclagem para tampas de perfumaria feitas com ionômero da Dow

09/11/2019

Com o processo, as tampas produzidas com Surlyn pós consumo, que antes não completavam o ciclo de reciclagem, transformam-se em novas tampas, voltando ao consumidor

O Boticário desenvolveu um processo inédito na América Latina para a reciclagem de tampas de perfumaria produzidas com Surlyn, ionômero fabricado pela Dow. Por ter uma grande complexidade, essa matéria-prima, apesar de ser reciclável em outras categorias, não vinha sendo viável no setor de cosméticos. Agora, as tampas podem ser recolhidas depois do consumo, separadas por cooperativas de reciclagem e, por fim, retornadas ao consumidor em novos produtos — dentro do processo de Logística Reversa.

O Surlyn é a resina utilizada em tampas de perfumaria. Segundo a Dow, sua maior propriedade comercial é a transparência, que confere aspecto premium às embalagens, além da versatilidade de design e alta resistência química. Segundo dados da Euromonitor International, o mercado de beleza e cuidados pessoais teve uma alta de 1,53%. Na categoria de perfumaria, a Abihpec destaca o pulo de 8,1% nas vendas dos fabricantes em 2018 e estima que, para 2019, o crescimento em vendas seja de 4,1%, a R$ 50,43 bilhões.

Por isso, o Grupo Boticário e todas as marcas que abrange – O Boticário; Eudora; quem disse, berenice?; The Beauty Box; Multi B e Vult, que têm o meio ambiente como um dos seus principais pilares, entendeu a importância de olhar para esse novo mercado e criar essa solução. Além de permitir o retorno sustentável das embalagens que vêm dos consumidores (PCR – pós consumo), o novo processo de reciclagem também reaproveita os rejeitos de Surlyn que são descartados em processos industriais (PIR – pós industrial).

“O desenvolvimento dessa tecnologia, que por meio da reciclagem inovadora proposta pelo Grupo Boticário causa pouco impacto na coloração das novas tampas, faz com que esses materiais (pós consumo e industriais) tornem-se novas peças para as perfumarias comercializadas pelo Grupo”, afirma Eduardo Fonseca, Diretor de Assuntos Institucionais do Grupo Boticário.

Segundo a empresa, o Boti Recicla é o maior programa de logística reversa do país, permitindo que consumidores retornem suas embalagens nos mais de 4 mil pontos de venda espalhados pelo Brasil e é a primeira etapa para a consolidação desse novo processo.

“A partir daí, inicia-se a participação das cooperativas, que separam as tampas recolhidas dos consumidores e ganham também um novo mercado, já que esses itens passam agora a ter um valor comercial e criam novas demandas. O terceiro passo é encaminhar todo esse material para a empresa de reciclagem Wise. É nessa etapa que o material descartado entra no processo de recuperação, através da lavagem, moagem e extrusão, dando origem aos pellets do Surlyn reciclado”, explica Alexandre Bouza, Head do Boticário.

Por fim, o material é encaminhado para a Aptar, empresa produtora das bombas e tampas dos produtos do Grupo Boticário, que passa a utilizar a resina reciclada em sua produção que será posteriormente direcionada para os consumidores.

O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos, unidade de negócios do Grupo Boticário. Inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), a marca tem a maior rede franqueada de cosméticos do país com mais de 3.700 pontos de venda, em 1.750 cidades brasileiras, e mais de 900 franqueados. Presente em 15 países, há mais de 40 anos desenvolve novos produtos e conta com um portfólio com mais de 850 itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais. O programa de logística reversa da marca, o Boti Recicla, é um dos maiores do país em pontos de coleta – em todas as lojas os consumidores podem devolver as embalagens vazias, que são encaminhadas para a reciclagem correta. A sua fábrica de cosméticos de Camaçari (BA) é a primeira do segmento a receber o certificado LEED de construção sustentável no Brasil.

A Dow está presente no Brasil desde 1956. A companhia reúne atualmente cerca de 2.700 funcionários em suas 11 instalações, incluindo 9 unidades de produção em Aratu (BA), Breu Branco (PA), Campinas (SP), Guarujá (SP), Jacareí (SP), Jundiaí (SP), Palmyra (PA), Santa Vitória (MG) e Santos Dumont (MG), atendendo a clientes nos mercados de embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor.  A Dow opera 18 complexos de manufatura em 4 países da América Latina e entregou vendas líquidas pro forma de US $ 4,9 bilhões em 2018. Ao redor do mundo, a Companhia opera 113 fábricas em 31 países e emprega aproximadamente 37.000 funcionários. A Dow teve vendas pro forma de aproximadamente US$ 50 bilhões em 2018.

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Stadler inaugura nova sede global na Alemanha

09/11/2019

A Stadler, líder de mercado no projeto e montagem de plantas de triagem para o setor de reciclagem e eliminação de resíduos, abriu uma nova sede global na Alemanha no dia 18 de outubro, em uma cerimônia de entrega de chaves. Em um evento de inauguração com a presença de VIP’s e executivos seniores da empresa, o Sr. Willi Stadler, CEO do Grupo Stadler, abriu as portas para um edifício moderno de cinco andares, com espaço para acomodar o crescimento recente e futuro da empresa.

O novo edifício mantém a Stadler na cidade de Altshausen, no estado alemão de Baden-Württemberg, onde a empresa está localizada há 228 anos. A sede foi construída em três fases, a partir de novembro de 2013, com um custo total de € 30 milhões. Com uma área útil de 680 metros quadrados, as instalações contêm 3.400 metros quadrados de escritórios, com espaços de trabalho para 100 pessoas (e previsões para mais), seis salas de reuniões e um auditório.

Por atuar no ramo da eliminação de resíduos e da economia circular emergente, a Stadler valoriza a preservação do meio ambiente, e o novo edifício reflete isso. Para aquecimento, resfriamento e iluminação, existe um sistema fotovoltaico com eficiência energética e recuperação de calor da planta de pintura a pó da empresa. A luz do dia e o calor naturais fluem para o edifício através do uso de vidro e de um átrio central, sendo a temperatura ambiente mantida o ano todo com sistemas de teto com aquecimento e resfriamento com eficiência energética.

Os discursos foram feitos na cerimônia de abertura pelo Sr. Stadler; pelo Sr. Patrick Bauser, prefeito de Altshausen; e pelo Sr. Franz-Josef, Gerente de Construção da Georg Reisch GmbH & Co KG, e responsável pela construção da sede. Os 100 participantes do evento incluíram políticos e empresários regionais e locais, parceiros de negócios da Stadler e chefes de departamento da empresa..

O Sr. Stadler comentou: “Estamos muito orgulhosos da nossa nova sede de última geração. Nosso investimento considerável neste edifício ajudará nosso negócio a crescer e a operar ainda mais eficientemente e ajudará a garantir que a Stadler seja um local agradável para trabalhar. Este é um dia importante em nossa história – um dia para refletir até onde chegamos como empresa e até onde ainda podemos ir, à medida que a necessidade de reciclagem de nosso planeta e uma economia circular se tornam cada vez mais urgentes”.

A cerimônia formal de inauguração foi seguida no sábado, 19 de outubro, pelo Dia da Família na nova sede. Isso deu a mais de 600 convidados dos funcionários e colaboradores da Stadler a oportunidade de visitar as instalações e desfrutar de hospitalidade informal, música ao vivo e uma ampla gama de atividades para crianças.

Embora a sede da Stadler esteja na Alemanha, o negócio é de natureza global. A Stadler já montou mais de 350 plantas de triagem e instalou mais de 3.000 máquinas de triagem em todo o mundo,.

Fundada em 1791, a Stadler é uma empresa familiar que se dedica ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço personalizado, desde o projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras de transporte, tambores de triagem e removedores de rótulos. A empresa também é pode fornecer estruturas de aço e armários elétricos para as plantas que instala.

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O Mercado de Exportação de Resíduos Plásticos Globais pode ser retomado ?

31/10/2019

(Artigo de autoria da Tomra Sorting Recycling*)

Com a introdução de proibições de importação de plástico em todo o Sudeste Asiático, o mercado global de exportação desacelerou enormemente nos últimos 12 meses

Países como a China, Tailândia, Malásia e Índia restringiram a importação de plásticos e outros resíduos, deixando os países exportadores em uma situação bem difícil. Essas proibições não apenas levaram o mercado de exportações a diminuir significativamente, mas também causaram o acúmulo de resíduos plásticos em países que normalmente exportariam esses materiais, já que eles ainda não têm a infraestrutura necessária para lidar com os resíduos internamente.

No entanto, uma nova legislação que está sendo apresentada por governos e legisladores pode ajudar a retomar o mercado exportador por meio de leis de conteúdo reciclado.

A situação exportadora causada pela ‘China National Sword’

Sem a possibilidade de exportar resíduos plásticos, alguns países enfrentam uma crise de lixo doméstico, com lixo literalmente acumulando do lado de fora dos centros de tratamento e reciclagem – alguns especialistas acreditam que no ano passado, a ‘China National Sword’ causou uma “crise global de resíduos plásticos”. Embora a China ainda aceite algumas formas de sucata, os limites de pureza são tão altos que a maioria dos exportadores está vendo como uma proibição generalizada.

E são esses exportadores que estão sentindo a tensão para gerenciar plásticos e outros resíduos. Por exemplo, no Japão – um dos maiores exportadores para a China antes da restrição da National Sword – os resíduos plásticos estão se tornando um problema, já que a infraestrutura do país e as incineradoras não conseguem lidar com o grande volume de resíduos.

Nos EUA, mais e mais empresas estão se tornando dependentes do envio de resíduos para aterros devido às proibições de exportação. De acordo com os números mais recentes, 30% menos de sucata de plástico foi exportada nos primeiros seis meses de 2018, em comparação com o ano anterior, com a maioria dos plásticos de menor qualidade entrando no aterro. Os países da UE também exportaram menos, reduzindo de mais de 3 milhões de toneladas a cada 6 meses, para pouco mais de 2 milhões.

Essas proibições deveria forçar governos e legisladores dos países exportadores a melhorar e inovar a infraestrutura de reciclagem, no entanto, em algumas circunstâncias, deu um passo para trás.

Uma nova abordagem nas exportações

Juntamente com as proibições de exportação, governos globais tomaram medidas para controlar a exportação de resíduos para garantir que ainda haja espaço para o mercado existir. Na 14ª reunião da Conferência das Partes da Convenção da Basileia, em maio de 2019, 186 países concordaram em estabelecer novas restrições para o controle da exportação de resíduos plásticos. A Convenção de Basileia atua como o órgão regulador do comércio de resíduos perigosos e regula como é descartado.

Uma ideia originalmente proposta pelos representantes noruegueses em setembro de 2018, uma nova emenda às leis atuais classifica resíduos de plástico misturados incluídos na ‘lista de âmbar’ de materiais residuais, bem como adicionando o material à lista para ‘consideração especial’ como parte do Anexo II da Convenção.

Através desta emenda, os países exportadores terão que obter o consentimento e permissão das nações importadoras de resíduos para enviar resíduos para eles. Isso, por sua vez, obriga os exportadores a ter uma maior qualidade e pureza de resíduos plásticos, dando aos importadores um recurso de melhor qualidade e valor. Uma Parceria sobre Resíduos Plásticos também foi estabelecida para reunir uma série de partes interessadas para auxiliar na implementação dessas restrições.

Com efeito, a última emenda da Convenção da Basileia apoia o motivo pelo qual muitos países importadores proibiram e restringiram os resíduos para começar. Ao receber uma maior qualidade e pureza do plástico, ele pode ser eficientemente reciclado ou reutilizado, comparado a plásticos contaminados ou de baixa pureza – mas isso pressiona novamente as nações exportadoras a usarem plástico com um nível de material reciclado suficientemente alto para serem reutilizadas.

Retomar a exportação por meio de leis de conteúdo reciclado

Existe uma maneira pela qual os exportadores podem atender aos padrões estabelecidos pela Convenção da Basileia e pelos países importadores. Através da implementação de leis de conteúdo reciclado, em que o nível de resíduos plásticos seria de maior pureza, o mercado exportador pode atender às restrições estabelecidas pelos importadores.

O objetivo das leis de conteúdo reciclado é ter uma abordagem mais circular aos plásticos, garantindo que o material esteja em um padrão suficientemente bom para ser reutilizado, em vez de desperdiçado, mantendo assim o nível de conteúdo reciclado alto. Ao adotar este método obrigatório para os plásticos, ele permite o movimento contínuo do plástico através dos mercados e ajuda a revitalizar o mercado de exportação em declínio – não será mais um caso de transporte de resíduos de sucata, mas um material de qualidade que tenha valor.

Juntamente com as ambiciosas metas de reciclagem estabelecidas por governos e legisladores, o passo para adotar as leis de conteúdo reciclado é fundamental para uma economia circular sustentável – e que pode contar com o mercado exportador.

Esforços já estão sendo feitos em escala global para introduzir um maior nível de conteúdo reciclado com resíduos de plástico. Na Austrália, as leis compulsórias em torno da embalagem serão introduzidas até 2025, onde 100% do material tem que ser reutilizável, compostável ou reciclável – apesar desses esforços, o governo australiano está sendo criticado por não se mover rapidamente o suficiente sobre esta questão.

Diversos estados nos EUA já possuem leis de conteúdo reciclado em operação para a criação de novos produtos e embalagens. Na Califórnia, foi submetido um novo mandato de conteúdo reciclado que exigiria 75 por cento de plástico reciclado pós-consumo para ser usado em recipientes de bebidas após 2030. O projeto de lei proposto funcionaria em fases, começando com 25% de conteúdo reciclado até 2025, nada menos que 50% até 2030 e trabalhando até 75% após 2030.

A União Européia introduziu legislação onde haverá um mínimo de conteúdo reciclado para garrafas PET de 25% até 2025 e 30% até 2030. Uma coalizão de 34 empresas, instituições de caridade e associações comerciais também pediu que o órgão regulador da Europa avance mais quanto a introdução de leis mais rígidas de conteúdo reciclado. Em outros lugares da Europa, a Alemanha está estabelecida, enquanto a França também está comprometida com o design ecológico de embalagens, para torná-las reutilizáveis, recicláveis ou 100% compostáveis até 2025.

Quanto à Alemanha, a nova Lei de Embalagem da Alemanha (Germany Packaging Act – GPA) entrou em vigor em 1 de janeiro de 2019, substituindo a Portaria de Embalagem de 1998. De acordo com a nova lei, produtores e distribuidores agora têm que participar de um sistema de descarte e reciclagem em conformidade com os regulamentos de coleta e reciclagem de embalagens. Com o objetivo de reduzir o descarte e promover a reciclagem, a lei visa metas de reciclagem de até 90% em 2022.

As ambições dos órgãos governamentais de aderir à legislação de conteúdo reciclado são evidentes, no entanto, os esforços precisam ser focados na implementação para garantir que seja um sucesso. Através de leis internas eficientes de conteúdo reciclado, os países exportadores podem mais uma vez olhar para fora para a indústria global de resíduos, já que o plástico que eles não precisam mais terá qualidade e pureza suficientes para ser aceito pelos países importadores.

Um futuro sustentável

Para um futuro sustentável, uma nova abordagem deve ser dada ao manuseio e gerenciamento de resíduos. Para atender às restrições impostas por governos e legisladores sobre a exportação de resíduos, as leis de conteúdo reciclado permitirão uma maior qualidade de plástico para os países importadores e nos ajudarão a criar uma economia mais circular.

(*) Sobre a Tomra Sorting Recycling

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para classificar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.

Tomra na K2019 – Visões sobre a Economia Circular, Pequenos Flakes e Big Data

03/10/2019

A Tomra Sorting Recycling estará na Feira K 2019 (Hall 11 / F17) apresentando sua posição pioneira na economia circular, incluindo equipamentos de triagem como o recém-lançado Innosort Flake e mostrando também uma visão sobre uma inovação quanto a Inteligência Artificial.

Nas últimas décadas, os recursos naturais foram explorados de forma pouco prudente para atender à demanda da civilização humana por matéria prima virgem, levando os recursos a se tornarem escassos e sofrerem uma pressão sem precedentes. Particularmente, o plástico encontra-se no momento sob o foco, com o seu uso sendo questionado. Segundo dados da Tomra, atualmente, cerca de 40% das embalagens plásticas são dispostas em aterros, 32% acabam poluindo a natureza e 8 milhões de toneladas de plástico são arrastadas para os oceanos, o que representa uma perda anual entre 80 e 120 bilhões de dólares em materiais. Rever a maneira como os recursos são obtidos, usados e reutilizados é a principal forma de se superar a barreira da disponibilidade limitada de recursos naturais.

Da sua posição no campo da reciclagem e separação, a Tomra propõe o afastamento dos modelos de economias lineares e o alinhamento a modelos de reaproveitamento que correspondem a economias circulares verdadeiras. Diferentemente da economia linear atualmente dominante, em que os produtos são fabricados e descartados após o consumo, a economia circular visa a recuperação de materiais, que são trazidos de volta à cadeia de suprimentos com eficiência, a fim de serem transformados em novos produtos. Uma vez consumidos, os produtos não são descartados, mas coletados por sistemas de depósito, coleta seletiva ou recuperados em plantas de triagem de Resíduos Domésticos – MRFs, que selecionam diversos materiais para o subsequente processo de reciclagem.

Seguindo esse conceito, os recursos são mantidos em ciclo, visando preservar a qualidade de virgens e extrair o máximo do valor do produto – assim, agregando valor ao resíduo.

Com a economia circular sendo um tópico de considerável debate no setor, abordagens sistemicas já estão sendo discutidas para estimular a mudança. A nova legislação exigindo o aumento nos índices de reciclagem, a atração pelo mercado e os consumidores demandando produtos mais sustentáveis são elementos favoráveis para permitir transformar a teoria em prática. Soluções adicionais são criadas para promover a coleta de plásticos, para interromper perdas, para implantar uma infraestrutura de sistemas de depósito, bem como de fabricação de produtos projetados para serem regenerativos e restauradores.

Essas são soluções e processos ideais que só podem ser alcançados com a participação de todos os atores envolvidos na campanha por um meio ambiente saudável e uma economia sustentável e próspera.

A Tomra, sendo uma das principais partes interessadas e uma impulsionadora ativa dessa campanha, promove a economia circular por meio de sistemas avançados de coleta e seleção que otimizam a recuperação de recursos e minimizam os resíduos. Suas soluções de triagem baseadas em sensores, como Autorsort, Autosort Flake e Innosort Flake, são soluções já estabelecidas que potencializam o processo de seleção e reprocessamento na cadeia de valor do plástico.

Volker Rehrmann, vice-presidente executivo da Tomra Reciclagem & Mineração e chefe da economia circular da Tomra, afirma claramente: “Continuar usando nossos recursos de maneira insustentável e ineficiente não pode mais ser uma opção. Na Tomra, levamos esse problema global a sério e desenvolvemos continuamente novas soluções de triagem. Na Feira K deste ano, daremos uma compreensão da economia circular e do papel que a Tomra e seus produtos desempenham”.

Selecionando os pequenos

A Tomra exibirá na Feira K o Innosort Flake, um exemplo de solução em purificação no processo de reciclagem. Desde o seu lançamento no PRS Europe, em Amsterdã, em abril de 2019, ele se mostrou uma solução para classificação dupla em instalações de reciclagem de PET, purificando Flakes de plástico de 2 a 12 mm por critério de cor e simultaneamente por tipos de polímeros. Assim, segundo a Tomra, grandes proporções de contaminantes podem ser removidas e a potencial perda de material de Flakes de PET é significativamente reduzida.

De acordo com a Tomra, o Innosort Flake é uma solução completa, com resolução ultra-alta e configuração especializada de sensores, oferecendo desempenho com resultados muito bons e flexibilidade escalável.

Selecionando de forma inteligente

Além de fornecer máquinas de triagem de ponta, a Tomra também desenvolve soluções inovadoras, para promover o avanço do processo de triagem.

Considerando as possibilidades atuais de coletar e gerenciar grande volume de dados, e com a inteligência artificial se aprimorando, a Tomra prossegue com o desenvolvimento de um software de deep learning para a seleção baseada em sensores.

Como um subconjunto de aprendizado de máquina e inteligência artificial, o software de deep learning está em posição de aprender individualmente a partir de uma quantidade considerável de dados coletados, igualando ou até superando os resultados de seleção alcançados por humanos e máquinas comuns, afirma a Tomra. Com a combinação de modelos de deep learning e as soluções de seleção da Tomra, os objetos que antes não podiam ser separados agora podem ser classificados com altos níveis de pureza, afirma a empresa. Nesse sentido, o deep learning é considerado uma abordagem promissora quando se trata de enfrentar os desafios crescentes na triagem de resíduos, como novos fluxos de resíduos, objetos sendo detectados, mas não ejetados ou cobertos com outros materiais.

Na Feira K, a equipe Tomra estará disponível todos os dias para oferecer informações aos visitantes da industria de plásticos internacional e tomadores de decisão sobre o conceito de economia circular e a contribuição que suas máquinas podem dar no processo de reciclagem.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para classificar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.

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Krones e Stadler impulsionam economia circular

03/10/2019

Christian Fisch (esq), Chefe de Plantas da Krones AG e Willi Stadler (dir),presidente da Stadler Anlagenbau GmbH

Garrafas PET usadas e outros resíduos plásticos podem ser um recurso valioso para o setor de embalagens e outras indústrias. No entanto, atualmente esse recurso permanece sem uso em muitas áreas. Para promover ações duradouras em sinergia, as empresas alemãs Krones AG e Stadler Anlagenbau GmbH uniram forças em uma aliança.

Seu objetivo comum é aproveitar as vantagens da reciclagem de plásticos para oferecê-las a clientes em todo o mundo. Por um lado, oferecendo suas soluções no campo da tecnologia de triagem e reciclagem, tais como plantas completas turnkey. Por outro lado, através do desenvolvimento conjunto de novas soluções, processos e tecnologias relacionadas à triagem e tratamento de resíduos.

Ao combinar a experiência e as tecnologias especializadas das duas empresas, Krones e Stadler esperam gerar um impulso significativo para a tecnologia de reciclagem e a economia circular associada. “Queremos fornecer aos nossos clientes a produção de material da mais alta qualidade do setor”, explica Willi Stadler, CEO da Stadler Anlagenbau GmbH. Christian Fisch, que como chefe de plantas da Krones AG é responsável pela aliança, acrescenta: “Essa colaboração nos permite reduzir e melhorar as interfaces. Isso não apenas impulsiona nossa tecnologia e processos, mas também nos torna muito mais rápidos na execução de projetos específicos de clientes”.

Os dois parceiros farão sua primeira aparição pública juntos na feira K 2019, que acontecerá em Düsseldorf de 16 a 23 de outubro. Representantes das duas empresas estarão disponíveis para responder a perguntas sobre esta aliança no pavilhão Krones no estande número 15.1.

A Stadler Anlagenbau GmbH está entre os líderes de mercado no campo de plantas de triagem. Sediada em Altshausen, a empresa emprega cerca de 450 pessoas e já vendeu mais de 350 plantas turnkey e 2.000 componentes individuais em todo o mundo. Suas tecnologias proprietárias podem ser usadas para classificar uma ampla gama de materiais – incluindo resíduos de plástico, papel e papelão, resíduos domésticos e resíduos comerciais.

A Krones AG é um nome bem estabelecido nas indústrias de alimentos e bebidas. Na matriz global do grupo, composta por mais de 100 subsidiárias e operações de filiais, mais de 16.500 funcionários fazem parte da empresa. O grupo fornece a seus clientes as necessidades de suas operações de produção: desde máquinas individuais e soluções de digitalização, até fábricas turnkey de bebidas e reciclagem.

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Cromex apresenta novidades em masterbatches e aditivos durante a K 2019

03/10/2019

Dentre os lançamentos, a empresa apresentará sua linha de aditivos desenvolvida para o mercado de reciclagem.

Entre os dias 16 a 23 de outubro, a Cromex estará expondo na Feira K 2019 – principal feira mundial da indústria de plásticos e borracha – no pavilhão 8a, stand F37, para reforçar a sua atuação no mercado internacional e apresentar as suas novidades em masterbatches de cores e aditivos para os principais mercados da indústria do plástico, como o de embalagens rígidas e flexíveis, cosméticos, agricultura e reciclagem.

Os principais destaques são:

Linha de masterbatches pretos

Segundo a Cromex, seu portfólio de masterbatches pretos é capaz de atender desde clientes que exigem um produto com altas concentrações e alto desempenho, através da linha premium, até aqueles que precisam de um menor custo – nesse caso, a empresa pode oferecer a linha economy. Se os clientes procuram um meio termo entre alto desempenho e baixo e custo, a empresa fornece ainda a linha standard.

A Cromex ressalta que suas soluções podem também agregar propriedades adicionais por meio da aditivação dos masterbatches pretos, adicionando benefícios extras ao produto final como a proteção aos raios UV, resistência a propagação de chamas, efeito antimicrobiano, aumento da condutividade elétrica e outros.

Linha de aditivos para reciclagem

Outra novidade da empresa é a linha de aditivos para reciclagem. Segund a Cromex, os aditivos permitem ganhos em processamento, nas propriedades mecânicas e organolépticas do reciclado e redução de perdas.

Dentre os produtos está o novo extensor de cadeia para PET, que, segundo a Cromex, é capaz de melhorar as propriedades mecânicas e reológicas, aumentando a viscosidade da resina, garantindo maior resistência e possibilitando incremento de velocidade em sua produção

Os auxiliares de fluxo também serão apresentados na feira e proporcionam aumento de produtividade ao reduzir o atrito da resina na superfície metálica da máquina durante o processo, contribuindo com o fluxo do material com consequente redução do consumo de energia, afirma a empresa

Os dessecantes, produtos que capturam a umidade durante o processo, melhoram o desempenho e diminuem a ocorrência de defeitos no filme plástico, sendo capazes de reduzir o tempo de secagem do material antes do processamento, garante a Cromex.

A empresa afirma também que os seus branqueadores ópticos e blue-toners melhoram o aspecto visual da resina, reduzindo o tom amarelado do reciclado.

Além disso, os compostos de purga reduzem a necessidade de paradas de máquina, pois promovem uma limpeza rápida para a troca de cor e/ou resina, com consequente diminuição de gastos e redução da necessidade do uso de conteúdo petroquímico.

Think Green, Live AllColors | Masterbatches isentos de metais pesados

Com amplas possibilidade de cores, a Cromex conta com um portfólio de cores robusto, que incluem também efeitos como perolado, metalizado, fluorescente, termocrômico, fosforescente, fotocrômico, glitter e de interferência, possibilitando a criação de cores diferenciadas para compor o design dos produtos e atrair o consumidor no ponto de venda, estimulando a compra. A Cromex afirma ser uma das empresas pioneiras a adotar um portfólio totalmente isento de metais pesados. Pensando nisso, criaram o selo Think Green, Live AllColors, um símbolo para representar os esforços da marca em prover soluções que minimizam os impactos ambientais.

A Cromex está no mercado há mais de 40 anos e conta com a maior planta fabril de materbatches da América do Sul, exportando seus produtos para cerca de 60 países.

Serviço: Cromex na Feira K 2019
Localização:Hall 8a, StandF37
Data: De 16 à 23 de outubro.
Local:Düsseldorf, Alemanha

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Semana do Plástico ES terá como temas a imagem e a reciclagem dos plásticos

03/10/2019

“Fortalecimento da imagem e reciclagem do plástico” é o tema central da 12ª Semana do Plástico, que será realizada de 28 de outubro a 3 de novembro, pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Espírito Santo (Sindiplast-ES), com o intuito de fortalecer o setor de Transformados Plásticos e aproximar as empresas associadas. O evento, que acontecerá na Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), contará com palestras, Interface Setorial, capacitação, premiações e ação de educação ambiental.

As ações, que têm como objetivo levar as pessoas a uma reflexão quanto ao uso responsável do plástico, vão abordar aspectos como o descarte, o reuso e o potencial mercadológico do plástico para a sustentabilidade e o meio ambiente.

“A intenção é apresentar soluções que evidenciem a importância do plástico para a sociedade, destacando o viés socioambiental, a logística reversa, a economia circular e a reciclagem. Esses assuntos devem ser prioritários, aliados ao fortalecimento de tecnologias relacionadas à reciclagem e à educação”, destaca o presidente do Sindiplast-ES, Jackley Maifredo.

A cerimônia de abertura ocorrerá no dia 28 de outubro, às 19h30, no Salão da Indústria. Na ocasião, serão divulgados os vencedores do Inova Plast, do melhor aluno da Escola do Plástico, do Empresário Destaque e da Gincana do Plástico – Tampinha Legal. Ao longo da Semana do Plástico haverá também capacitação para empresários, encontro de negócios, palestras e visitas técnicas. O encerramento do evento será com uma ação de conscientização para o uso correto do plástico.

Ações de qualificação e de relacionamento

A programação do principal evento do setor de Plásticos capixaba é voltada também à qualificação e ao relacionamento. No segundo dia, 29 de outubro, os empresários participarão da Interface Setorial, começando com palestra sobre microcrédito com o presidente da Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas e do Empreendedorismo (Aderes), Alberto Gavini. Mais tarde, o Gerente do Fórum Capixaba de Petróleo e Gás, Durval Vieira, irá falar sobre os investimentos e oportunidades no Espírito Santo.

Na quarta-feira, dia 30 de outubro, acontece o workshop “Ideia para inovação” para a capacitação de empresários, no Plenarinho da Findes, por meio do Programa PicPlast, com a participação do FindesLab e do Sebrae-ES. Durante toda a semana, entre os dias 28 de outubro e 1º de novembro, à noite, serão realizadas palestras técnicas e minicursos, na Escola Senai do Plástico, no Civit, na Serra.

No dia 1º de novembro, os ganhadores da Gincana Tampinha Legal participarão de visita a uma indústria e à Unidades Operacionais, no Civit, na Serra.

A 12ª Semana do Plástico será encerrada no dia 3 de novembro com uma ação de conscientização organizada pelo Instituto Guaiamum, no Shopping Boulevard, em Vila Velha. Com o tema “Educação para o uso correto do plástico”, será montado um espaço para dialogar com o público sobre o ciclo do plástico, o descarte do material e sua importância para a economia.

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Fabricante de sistemas para reciclagem Stadler recebe Prêmio na Alemanha

20/09/2019

A Stadler recebeu o reconhecimento por suas atividades sociais e sustentáveis pela Fundação Oskar-Patzelt. O prêmio, que conquistou a certificação de gestão da qualidade ISO 9001: 2015, foi fundado em 1994 com o objetivo de promover a responsabilidade corporativa das empresas e uma cultura de autonomia, popularizar o sucesso de representantes de empresas comprometidas e promover o networking entre empresas de médio porte. Desde a sua criação, municípios e associações em todo o país nomearam 18.000 empresas para o prêmio. Este ano, 1.157 empresas foram indicadas no estado de Baden-Württemberg, e a Stadler foi uma das seis finalistas.

A Stadler foi selecionado pelos júris regionais e finais do prêmio de acordo com 5 critérios: seu desenvolvimento geral, considerando fatores que variam de finanças e prêmios conquistados, até gerenciamento de riscos e qualidade; criação de empregos e estágios oferecidos; investimento em modernização e inovação; compromisso com a comunidade na região; atendimento e proximidade ao cliente e marketing. Elementos adicionais, como a filosofia e a história da empresa, também foram considerados.

Willi Stadler, CEO do Grupo Stadler recebeu o prêmio durante o jantar de gala para as empresas finalistas do estado de Baden-Württemberg, que foi realizado na cidade de Würzburg em 14 de setembro de 2019.

Durante a cerimônia, o Sr. Stadler declarou: “Paralelamente à satisfação de nossos clientes e à inovação contínua de nossos produtos, a valorização de cada colaborador e o compromisso com a região local são muito importantes para nós. Por esse motivo, estamos incrivelmente felizes que a filosofia de nossa empresa seja honrada pelo júri hoje e recebamos este importante e exclusivo prêmio alemão! Nossas plantas de triagem e reciclagem também dão uma contribuição valiosa à redução de emissão de CO2: tecnologia moderna para um ambiente mais limpo e melhor!”.

Hoje, a Stadler é especializada no design, fabricação e montagem de sistemas e componentes de triagem automatizados para a indústria de reciclagem. O desempenho de seus separadores balísticos, tambores de triagem, esteiras transportadoras e removedores de rótulos é um fator relevante na eficiência das plantas de triagem para as quais ela fornece. Em particular, a Stadler afirma ser a líder mundial em separação balística e continua como ser pioneira nessa tecnologia para atender às crescentes demandas de seus clientes e aos requisitos do processo.

Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras de transporte, tambores de triagem e removedores de rótulos. Fundada em 1791, a empresa possui escritórios de vendas e de representação em mais de 20 países e duas fábricas: Altshausen, na Alemanha e Krško, na Eslovênia.

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ExxonMobil apresenta novas soluções sustentáveis ​​e aplicações inovadoras na K 2019

16/09/2019

  • Destacando novas soluções de embalagens laminadas recicláveis totalmente em PE
  • Apresentando cordas de pesca descartadas que são transformadas em novas aplicações
  • Exibindo filmes resistentes a altas temperaturas
  • Introduzindo soluções de design original para peças de automóveis com um novo espectro de cores PP

A Exxon Mobil demonstrará em seu pavilhão na K 2019 (FG10.1) como, através de um trabalho conjunto com os clientes e utilizando conhecimentos combinados, podem ser criadas soluções sustentáveis ​​diferenciadas para uma variedade de aplicações nas indústrias de embalagem, automotiva, produtos de consumo, agricultura, construção civil, higiene e cuidados pessoais, lubrificantes e outras.

“A ExxonMobil continua a inovar através de nossos avanços tecnológicos, enquanto trabalha com os clientes para ajudá-los a criar soluções sustentáveis ​​para atender às necessidades da cadeia de valor”, disse David Hergenrether, vice-presidente da ExxonMobil Chemical, Polietileno. “Na Feira K, os visitantes podem discutir seus desafios e idéias de inovação conosco e descobrir os benefícios de trabalharem juntos para desenvolvermos soluções sustentáveis”.

Os principais destaques da presença da ExxonMobil na K 2019 incluem:

▪ Novas soluções completas de embalagens laminadas em PE, contendo os polímeros Exceed XP, Exceed e Enable PE, que, segundo a empresa, ajudam a superar os problemas de reciclagem normalmente associados às estruturas laminadas convencionais. De acordo com a ExxonMobil, essas novas soluções laminadas inteiramente com PE podem ser facilmente recicladas onde existem programas e instalações para coletar e reciclar filmes plásticos, ao mesmo tempo em que fornecem as propriedades de desempenho necessárias para embalagens de qualidade.

▪ Novos avanços tecnológicos usando polietileno reciclado (PE), em combinação com polímeros de desempenho para produzir uma variedade de aplicações sustentáveis ​​de filmes flexíveis.

▪Polímeros Vistamaxx. De acordo com a ExxonMobil, eles permitem a utilização de conteúdo reciclado de baixo custo ao mesmo tempo em que miram em aplicativos de alto valor.

▪ Tecnologia de filme que combina o Exceed XP com o ExxonMobil PP para fornecer filmes para sacos para aplicações pesadas ​​com alto desempenho e alta resistência ao calor.

▪ Novos desenvolvimentos na coloração de poliolefinas Exxtral usadas no interior de veículos, além das cores escuras / pretas e neutras atualmente disponíveis. Um novo espectro de cores de PP está inspirando a criação de soluções de design originais para peças internas de automóveis, ao mesmo tempo que mantém os benefícios de desempenho, afirma a empresa

“Em um momento de crescente demanda em todo o mundo, são necessários ao mesmo tempo investimentos em novas capacidades e no desenvolvimento de soluções que usem menos recursos”, disse Bhaskar Venkatraman, vice-presidente da ExxonMobil, Polipropileno, Vistamaxx e Adhesion. “Enquanto a ExxonMobil espera aumentar a capacidade de fabricação de produtos químicos globalmente em cerca de 40%, também estamos introduzindo vários avanços tecnológicos na K que ajudarão os clientes a desenvolver novas soluções para reciclagem e produtos sustentáveis”.

Além disso, muitos dos avanços em aplicações e polímeros da ExxonMobil serão demonstrados por meio de colaborações com fabricantes de máquinas ou apresentados em uma série de palestras (TechTalks) no pavilhão. Nos estandes dos fabricantes de máquinas, os visitantes poderão ver filmes para embalagens, peças automotivas e bens de consumo produzidos com polímeros da ExxonMobil e também discutir essas aplicações com especialistas do setor.

Durante as palestras (TechTalks), os últimos avanços serão apresentados:

  • Criando soluções recicladas. Juntos
  • Embalagem flexível de alimentos – sustentabilidade facilitada
  • Repensar a reciclagem com polímeros Vistamaxx
  • Sacos para serviços pesados ​​de extremo desempenho – redefinindo o futuro
  • O caminho mais alto – filmes  para estabilidade de cargas
  • Filmes para agricultura – soluções de plasticultura para o amanhã
  • Dê cor ao seu carro – espectro de cores de polipropileno para designs de interiores modernos
  • Desafiando a realidade do “product appeal” com o Achieve Advanced PP
  • Modificadores Oppera – novas idéias, novas possibilidades
  • Moldando o futuro com os vulcanizados termoplásticos Santoprene (TPVs)

A ExxonMobil Chemical é uma das maiores empresas químicas do mundo. A empresa ocupa posições de liderança em alguns dos mercados de produtos químicos de commodities de gramde volume e maior crescimento. A ExxonMobil Chemical possui capacidade de fabricação em todas as principais regiões do mundo. Mais de 90% da capacidade química da empresa é integrada às refinarias da ExxonMobil ou plantas de processamento de gás natural.

Masterbatch de aditivos da Clariant torna embalagens plásticas de cor preta “visíveis” aos sistemas de separação para reciclagem

15/09/2019

  • Permite o uso da cor preta para diversos produtos tradicionais
  • Soluções disponíveis para diversos polímeros e aplicações

Os novos masterbatches de aditivos Cesa-IR da Clariant já estão disponíveis para tornar plásticos de coloração escura visíveis aos sensores de infravermelho próximo (NIR) usados nos sistemas de separação de polímeros. Embora muitas empresas usem embalagens pretas para comercializar seus produtos de categoria premium, os problemas que elas causam aos sistemas de reciclagem têm gerado recomendações para que o preto seja gradualmente retirado da paleta. Segundo a Clariant, os seus novos masterbatches ajudam a resolver essa questão e permitem elevar as taxas de reciclagem.

A nova linha de produtos faz parte do programa “Design for Recycling” da Clariant. Reconhecendo que a reciclagem é a base de uma economia circular, a Clariant Masterbatches e seu grupo Packaging Market estão mobilizando recursos para permitir que uma porcentagem cada vez maior de embalagens plásticas seja reciclada.

Na maioria dos sistemas de separação automática, a radiação infravermelha é irradiada sobre os materiais de embalagem e, como os diferentes polímeros refletem essa radiação de maneira diversa, os sensores NIR conseguem fazer a diferenciação entre polietileno de alta densidade (HDPE), polietileno de baixa densidade (LDPE), polipropileno, poliéster e diversos outros polímeros comumente usados nas embalagens atuais. Infelizmente, os pigmentos Negro de Fumo normalmente utilizados em plásticos pretos absorvem toda ou parte da radiação NIR que incide sobre eles. Com isso, os sensores de separação não conseguem “ver” a embalagem preta, tampouco diferenciar um polímero do outro.

“Como resultado desse fenômeno”, explica Alessandro Dulli, Diretor Global de Embalagens da Clariant Masterbatches, “grande parte dos materiais de cor escura que ingressam no fluxo de reciclagem não é recuperada. Por isso, muitas marcas têm sido pressionadas a evitar o preto, por razões ambientais. Em estreita colaboração com essas companhias, a Clariant desenvolveu uma maneira de se obter uma cor preta predominante nos plásticos sem comprometer a capacidade essencial de detecção durante os processos de reciclagem”.

Foram desenvolvidas formulações de Cesa-IR específicas para permitir a detecção via infravermelho do polietileno de alta e baixa densidade na cor preta em produtos moldados por injeção ou moldagem por extrusão e sopro; bem como do polipropileno preto (PP) em filmes e produtos moldados por injeção; além de PET e C-PET pretos em lâminas e filmes.

Em testes realizados pela Tomra Sorting Recycling, empresa norueguesa líder em instrumentação para soluções de reciclagem, o polipropileno (PP) contendo Negro de Fumo era essencialmente indistinguível, sob radiação NIR, da superfície de fundo como uma correia transportadora. Entretanto, o mesmo material feito com outro sistema de coloração, com os masterbatches de aditivos CESA-IR, foi prontamente detectado, com níveis de refletividade próximos aos de PP sem cor, garante a Clariant.

Fonte: Clariant

Braskem reforça posicionamento em Economia Circular na Feira K

15/09/2019

A Braskem reforçará durante a Feira K , maior evento mundial do setor plástico e de borrachas, seu posicionamento em prol da Economia Circular , conceito de consumo que busca formar um ciclo sustentável da produção ao descarte. De 16 a 23 de outubro, em Düsseldorf, na Alemanha, serão apresentadas novidades do portfólio da Braskem, assim como soluções de menor impacto ambiental e pós-consumo.

A companhia também oficializará no evento a parceria com a empresa Kautex Maschinenbau , para quem a petroquímica passará a fornecer o Plástico Verde , feito à base de cana-de-açúcar, e resina pós-consumo (PCR), para a produção inédita de garrafas à base de polietileno de alta densidade (PEAD) de três camadas, sendo uma de espuma. Segundo a Braskem, o resultado é a diminuição da pegada de CO2 do produto final quando comparado ao feito com base convencional.

As garrafas estarão disponíveis no estande da Braskem. Para demonstrar o fechamento do ciclo de consumo durante a feira, as garrafas fabricadas no evento nas máquinas da Kautex, ao invés de tradicionalmente entregues aos visitantes, serão recolhidas e destinadas à reciclagem por meio de uma parceria com a Erema, fabricante de máquinas para reciclagem de plásticos. A iniciativa reafirma o compromisso das três empresas com a Economia Circular.

“Buscamos formas de demonstrar a importância de pensar o ciclo completo dos produtos que levam nossa matéria-prima, desde a produção ao pós-consumo. Estamos muito satisfeitos em estar na Feira K com uma parceria que utiliza material renovável e pós-consumo, já considerando a reciclagem para o retorno do produto em um novo ciclo. Este é um exemplo claro do nosso comprometimento com a Economia Circular e de como é fundamental a cooperação entre empresas para o êxito do conceito”, explica Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular e Reciclagem da Braskem.

Em uma grande área do evento, foi construído o Erema Circonomic Centre, nome composto pelas palavras “circular” e “economia” em inglês, onde a reciclagem será demonstrada de várias formas, por meio do processamento de diferentes materiais plásticos. Durante a feira, serão recicladas mais de 30 toneladas de plástico, incluindo as demais garrafas utilizadas no evento e produzidas pela Kautex.

Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem, reforça a importância do portfólio de produtos renováveis da companhia para a Economia Circular. “Essa parceria com a Kautex e a Erema comprova mais uma vez que a indústria mundial está interessada em soluções inovadoras ainda mais sustentáveis e que agreguem valor ao produto final”, complementa.

“A Feira K é o maior evento mundial do plástico. Apresentarmos essas novidades e reforçarmos a importância da Economia Circular, principalmente aos nossos atuais e futuros clientes, é de grande importância para a Braskem e reafirma nossa posição global no setor”, comenta a Fabiana.

Com 80 anos de experiência, a Kautex Maschinenbau é uma empresa líder mundial na área da tecnologia de moldagem por sopro e extrusão. Entre os seus clientes encontram-se grandes fabricantes e fornecedores de automóveis, bem como empresas da indústria de embalagens. A empresa tem a sua sede em Bonn, um centro de atendimento ao cliente em Berlim e escritórios regionais nos EUA, Rússia, China, Itália, Índia, México e Malásia. Além disso, a Kautex Maschinenbau dispõe de uma extensa rede mundial de escritórios de serviços e distribuição.

As empresas Erema – com as duas unidades comerciais Powerfil e Keycycle-3S, Pure Loop, Umac e Plasmac, fazem parte do Grupo Erema. Além de subsidiárias nos EUA, China e Rússia, o grupo dispõe também de cinquenta agências que, em conjunto, formam uma rede mundial para a implementação de soluções para a reciclagem de plásticos. O grupo tem sede em Ansfelden, na Áustria, perto de Linz, e conta com cerca de 550 funcionários.

Fonte: Braskem

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Projeto Plástico do Bem já encaminha mais de 40 toneladas de plásticos para reciclagem

15/09/2019

Após capacitação de estudantes e professores, projeto Plástico do Bem funciona por tempo indeterminado

Escolas municipais de Caxias do Sul e Farroupilha já arrecadaram cerca de R$ 40 mil com iniciativa do Simplás. Em Flores da Cunha, processo de coleta começa nos próximos dias

Já passa de 40 toneladas o volume de material encaminhado para a reciclagem pelo projeto Plástico do Bem. Em contrapartida, as mais de 80 escolas municipais de educação fundamental participantes da iniciativa implementada pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) em Farroupilha e Caxias do Sul (RS) já arrecadaram cerca de R$ 40 mil. Cada instituição é livre para utilizar sua parcela dos recursos da maneira que considerar mais adequada. Nos próximos dias, começa o processo de coleta e pagamento às escolas municipais de Flores da Cunha (RS) pela empresa recicladora parceira Reciclados Em Cristo.

Desde o início da ação, em abril de 2018, em Farroupilha, até a última semana de agosto, quando se incluiu o quinto e último núcleo de escolas de Caxias do Sul, e o início de setembro, com a finalização do processo em Flores da Cunha, mais de 35 mil estudantes e 3,6 mil professores das redes públicas municipais foram capacitados para a separação, limpeza e destinação correta de materiais plásticos pós-consumo. A operação é realizada por meio de uma parceria pedagógica com o instituto sócio-ambiental Plastivida e o Instituto do PVC.

“Evidentemente, a renda adicional obtida com a destinação do material para a reciclagem faz muita diferença para cada uma das escolas e é por isso que todas estão tão empenhadas em melhorar cada vez mais o seu desempenho de arrecadação. É um acréscimo importante no orçamento. Mas, para a sociedade como um todo, o principal é a formação e consolidação desta nova geração de cidadãos mais conscientes e responsáveis com aquilo que é produzido e consumido por todos. Este é o benefício coletivo que será percebido realmente no futuro”, assinala a gerente executiva do Simplás, Daniela Camargo.

Outro aspecto importante é que o Plástico do Bem funciona em regime contínuo. Ou seja, após a implementação pelo Simplás, a iniciativa segue em atividade pelo tempo que a escola desejar permanecer engajada – e com total autonomia de trabalho e gestão dos recursos.

Como funciona o projeto Plástico do Bem – em 7 passos

  • o Simplás, em parceria com o Instituto Plastivida e o Instituto Brasileiro do PVC, oferece capacitação e material didático para professores e orientadores das escolas dos municípios participantes do projeto
  • os professores e orientadores capacitados pelo Simplás, em parceria com o instituto sócio-ambiental Plastivida e o Instituto Brasileiro do PVC, trabalham noções de reciclagem e sustentabilidade com suas turmas, ensinando formas de descarte correto, separação e limpeza dos materiais plásticos
  • em suas residências, os estudantes ou demais participantes do projeto coletam, separam e limpam o material plástico que poderá ser reaproveitado e o levam de volta às respectivas escolas
  • nas escolas, o material trazido pelos estudantes é armazenado em recipientes de grande porte (os big bags), também fornecidos pelo Simplás. Quando o big bag estiver cheio, a instituição aciona a empresa recicladora parceira Reciclados em Cristo para fazer a coleta do material
  • a empresa recicladora parceira Reciclados em Cristo vai até cada escola participante, mediante agendamento, recolhe o material, faz a pesagem e substitui os big bags cheios por outros vazios
  • o peso do material recolhido determina o valor pago a escola pela empresa recicladora. É importante que o material esteja separado e limpo corretamente, de acordo com as orientações transmitidas anteriormente, na fase de capacitação
  • cada escola participante do projeto Plástico do Bem poderá utilizar como quiser os recursos obtidos com a venda do material para reciclagem

Que tipos de plásticos limpos podem ser encaminhados ao projeto Plástico do Bem?

  • garrafas PET de qualquer tamanho
  • embalagens rígidas, como as de xampu, cosméticos, detergentes e produtos de limpeza
  • potes e tampas diversos, como os de produtos alimentícios

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“Plástico: vida e energia” é o tema da décima edição do Fórum Energiplast, em Porto Alegre

15/09/2019

Evento, com entrada gratuita, acontece no dia 25 de setembro, destacando a economia circular do plástico como alternativa à proibição do material.

No dia 25 de setembro, na FIERGS, acontece a 10ª edição do Energiplast – Fórum Brasileiro de Reciclagem Energética com Ênfase em Plásticos. Promovido pelo Sinplast – Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do RS, por meio do Comitê de Reciclagem, o evento tem como foco o panorama atual da indústria de reciclagem no Brasil, seus avanços e desafios, com debates sobre novas tecnologias e cases nacionais e internacionais de relevância para a economia circular do plástico.

Este ano o fórum terá como tema #Plástico: vida e energia, propondo um diálogo aberto com a sociedade, com a academia, com formadores de opinião, com representantes de entidades públicas e governamentais e com a indústria sobre a importância do desenvolvimento desse setor no Brasil. “O Energiplast, há 10 anos, traz a Porto Alegre tecnologias e alternativas para o destino adequado dos resíduos sólidos, com ênfase na reutilização do plástico para geração de energia. O que vemos, em uma década, foi a evolução tecnológica, mas ainda muito pouco incentivo para se investir nessa área”, diz Luiz Henrique Hartmann, coordenador do Energiplast. Lembra Hartmann que a PNRS – Política Nacional Resíduos Sólidos, instituída em 2010, trouxe poucos avanços na prática, a exemplo do prazo não atendido – ano de 2014 – para a erradicação dos lixões e a destinação final de resíduos em aterros.

“Entendemos que proibir a utilização do plástico não resolve. É preciso conscientização, investimentos e incentivos para que a economia circular do material seja realmente eficaz”, comenta Hartmann. Entre os palestrantes dessa edição, estão o presidente da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico, José Ricardo Roriz Coelho, que apresentará um panorama da indústria do plástico no Brasil, e a promotora de Justiça do Ministério Público Estadual do RS, Annelise Steigleder, que falará sobre a economia circular sob a ótica do Ministério Público, além do presidente da América Tampas Gustavo Alvarez, que abordará a criação e atuação da Rede de Cooperação para o Plástico no Brasil.

Entre os cases da edição, destaque para o projeto chileno Atando Cabos, que recicla resíduos plásticos da indústria pesqueira, como cordas, redes e boias e os transformam em produtos como latas de lixo, paletes ou caixas para frutas. O 10º Energiplast conta com o apoio da FIERGS e da Abiplast e patrocínio da Braskem e do Sindiatacadistas-RS. As inscrições são gratuitas. Mais informações podem ser obtidas pelo site http://www.sinplast.org.br.

Programação do evento

  • Quando: 25 de setembro, na FIERGS, em Porto Alegre
  • Link para formulário de inscrições: https://lp.rlkpro.com/l/6cAKa2ABF1161
  • Horário: das 8h às 18h
  • 8h: Credenciamento
  • 9h: Abertura
  • 9h40: Panorama da indústria do plástico no Brasil (José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico)
  • 10h: A Economia Circular sob a ótica do Ministério Público (Annelise Steigleder – Promotora de Justiça do Ministério Público Estadual do RS)
  • 10h40: Intervalo
  • 11h: Tecnologias de Reciclagem Mecânica de Plásticos (Marcelo Carneiro – Presidente da Wefem Equipamentos para Reciclagem)
  • 11h40: Sistema de Aproveitamento de Energia Residual para Recuperação de Aterros (André Tchernobilsky, presidente da Zeg Enviromental e Zeg Technologies)
  • 12h20: Evolução/Solução no tratamento de resíduos orgânicos – de 100kg até 5000 kg/dia (Luciano Coimbra – Presidente da Nova Energia)
  • 13h: Almoço
  • 14h: Painel Reciclagem na Prática:
  1.  Case Atando Cabos: criando valor por meio da Economia Circular e Redes de Confiança, com Francisco Cruz, CEO e fundador da empresa Atando Cabos (Grupo Comberplast) do Chile
  2.  Case Wecycle, com Renato Di Thommazo, Gerente de Desenvolvimento de Negócios em Reciclagem e Economia Circular da Braskem
  3.  Case Eco-socioambiental de economia circular de filmes de PEBD, com Djalma Azevedo, diretor da Azeplast Indústria de Plástico, de Chapecó (SC)
  • 16h: Palestra Geração de energia distribuída oriunda do RSU-Fase Orgânica (Tiago Nascimento Silva, Gerente de Operações de Energia da CRVR – Companhia Riograndense de Valorização de Resíduos, Aterro de Minas do Leão (RS))
  • 16h40: Palestra Rede de Cooperação para o Plástico no Brasil (Gustavo Alvarez – Presidente da América Tampas)
  • 18h: Encerramento

Fonte: Abiplast

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Município de Indaial e Termotécnica fazem parceria para reciclagem de EPS

13/09/2019

As embalagens de isopor® que servem para proteção de eletrodomésticos ou eletrônicos novos – como refrigeradores e televisores – podem ser 100% recicladas e virar novas embalagens e produtos, evitando que a matéria-prima vá para um aterro. Mas como proceder para dar a destinação correta e contribuir com essa prática sustentável? Em Indaial (SC), o acordo entre a Prefeitura, por meio da Secretaria de Urbanização e Meio Ambiente, e a Termotécnica, maior recicladora brasileira de EPS, está viabilizando a coleta e destinação do produto, proporcionando assim a economia circular na prática e em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

O EPS – sigla para poliestireno expandido – é um material usado em embalagens e na construção civil, sendo a base das soluções desenvolvidas pela Termotécnica. Inodoro, o EPS não contém gás CFC ou qualquer um de seus substitutos, também não contamina o solo, a água ou o ar. No entanto, como qualquer resíduo plástico, quando descartado de forma incorreta, pode causar danos à natureza.

Na parceria com a Prefeitura de Indaial, a Termotécnica se encarrega de fazer a coleta do EPS sempre que o montante separado e classificado pela Associação Participativa Recicle Indaial (Apri), cooperativa de triagem do Município, atingir o volume aproximado de 60 m³. Dessa forma, é viabilizado o seu destino correto através da reciclagem e re-introdução o material na cadeia produtiva do plástico. Além de gerar renda para os cooperativados, essa parceria evita que o EPS pós-consumo seja destinado aos aterros onde ficaria indefinidamente.

A Prefeitura orienta aos pequenos geradores do Município que coloquem o isopor® normalmente no dia da coleta seletiva. “Se as embalagens verdes entregues mensalmente não forem suficientes, o morador pode colocar em outra sacola, pois o material será recolhido da mesma forma. Apenas é necessário dispor no dia correto da coleta seletiva”, explica o secretário Jonas Lima. Já para os grandes geradores, como lojas, a Secretaria solicita que o material seja levado de segunda a sexta na Associação Participativa Recicle Indaial, um ponto de entrega voluntária localizado na rua Anna Bauer, 280, Warnow. “O isopor está cada vez mais presente no dia a dia. É amplamente utilizado em embalagens de alimentos ou para proteção de aparelhos eletrônicos e itens frágeis. Conseguir essa parceria com a Termotécnica foi muito importante, pois além de o material ser reciclado devidamente ele deixa de ir para o terreno sanitário”, frisa o secretário.

Com fábricas e unidades de reciclagem em cinco estados brasileiros, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material. De acordo com a Plastivida – Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, no Brasil, apenas 34,5% do EPS pós-consumo é reciclado. Um terço de toda essa reciclagem é feita pela Termotécnica. Já são mais de 40 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre.

A companhia possui um portal (reciclareps.com.br/ondereciclar) para busca de recicladores no Brasil e exterior, parceiros que fazem a economia circular do EPS acontecer na prática. Albano Schmidt, presidente da companhia, destaca que o Reciclar EPS gera oportunidades para muitas famílias, como as dos catadores e recicladores de resíduos. Segundo a Termotécnica, desde sua criação, a iniciativa gera cerca de 100 empregos diretos, conta com mais de 1,2 mil Pontos de Coleta e 300 cooperativas de reciclagem parceiras, o que impacta diretamente mais de cinco mil famílias, afirma a empresa. “Acompanhamos o ciclo de vida do produto e trabalhamos em busca de soluções inovadoras e positivas para todos”, argumenta Schmidt.

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Inovação e sustentabilidade são temas centrais do Grupo Piovan para a K 2019

31/08/2019

Em meados de outubro, a exposição internacional mais importante do mercado mundial do plástico – Feira K 2019 – abrirá suas portas entre os dias 16 e 23. Mais de 3.000 expositores de mais de 60 países irão se reunir nos pavilhões do centro de exposições de Düsseldorf para receber aproximadamente 200.000 visitantes de todo o mundo.

O Grupo Piovan estará expondo na K 2019 – no stand 9B60 – com suas marcas, Piovan, Aquatech, Fdm e Penta. Uma variedade de soluções turnkey de alta tecnologia, estarão em exposição: desde sistemas de secagem a controladores de temperatura; de rastreabilidade de matérias-primas a soluções completas para a indústria 4.0. No entanto, a feira não abordará apenas o desenvolvimento tecnológico de produtos, mas uma atenção especial também será dedicada a temas essenciais como Sustentabilidade, Indústria 4.0, Rastreabilidade e Integração de Sistemas.

Foco na Inovação

A Piovan sempre investiu recursos em inovação e hoje o Grupo emprega ao redor de 171 especialistas em P&D e engenheiros especializados, capazes de avaliar as necessidades do cliente, com base nos conhecimentos adquiridos ao longo dos anos.

Soluções integradas e eficientes para tratamento de PET e manuseio de materiais reciclados

Na K 2019, a Piovan fará o lançamento mundial da nova linha Genesys. Segundo a empresa, este sistema de desumidificação distingue-se pela sua tecnologia auto-adaptativa, que agora foi otimizada para o tratamento de PET reciclado. A Piovan afirma que o seu novo desumidificador pode gerenciar automaticamente o processo de secagem, atuando em todos os parâmetros críticos: desde a vazão do ar de processo até o valor do ponto de orvalho, o tempo de residência e a temperatura, mantendo o processo em condições ideais de operação, mesmo quando há variação da produção horária e das condições iniciais de temperatura e umidade do granulado plástico. A empresa informa que, além destes controles, foram introduzidas outras inovações de última geração, que incluem um controle mais intuitivo e melhor eficiência na auto-regulação.

Segundo a Piovan, outras melhorias significativas também foram introduzidas na função AIPC (Automatic Injection Pressure Control – Controle Automático da Pressão de Injeção) com o objetivo de garantir o menor custo de produção de cada preforma, não apenas considerando o consumo de energia, mas em termos de otimização de todo processo produtivo das preformas, com melhor qualidade do produto final e redução de descartes.

Ainda sobre às soluções para PET, os visitantes poderão apreciar a nova gama de equipamentos para análise da qualidade da preforma, com interface amigável. Estes equipamentos medem de maneira simples e intuitiva os parâmetros mais importantes, como o nível de acetaldeído das preformas.

Dosagem precisa

A Fdm, empresa do Grupo com sede em Troisdorf (Alemanha), especializada na produção de soluções para aplicações em extrusão, também apresentará novas tecnologias de dosagem na K 2019 como o GDS 5, o novo misturador gravimétrico da linha GDS, com PLC Siemens, que foi otimizado para permitir a montagem de até 5 estações de dosagem, mantendo as dimensões compactas do equipamento.

Transporte de materiais com Penta e Piovan

A Penta, empresa do Grupo que projeta e fabrica grandes sistemas para armazenamento, transporte e dosagem de materiais em pó ou grãos, apresentará as mais recentes inovações em manuseio de aditivos no setor de compostos para a produção de tubos e cabos. Na feira, os visitantes poderão ver o Vakupulse em operação. Segundo a Piovan, o Vakupulse é um sistema particularmente adequado para o transporte de matérias-primas delicadas em fase densa, a baixas velocidade e vazões, em curtas distâncias.

Estará em exposição na K2019, pela primeira vez, uma estação manual de acoplamento equipada com a tecnologia RFID (Radio Frequency Identification – Identificação por Radio Frequência). Segundo a Piovan, Este sistema permite verificar se a combinação entre fontes e destinos estão corretas. Se detectar um erro, o sistema de transporte não ativa o ciclo de carga, evitando assim qualquer risco de erro ou contaminação entre os diferentes tipos de materiais. A unidade permite conectar os tubos de maneira simples e fácil, com apenas uma das mãos, afirma a empresa. É também livre de juntas para evitar contaminação, garantindo que os grânulos plásticos tenham contato somente com o aço inoxidável. Um sistema de LEDs, que mudam de cor conforme as tubulações são acopladas, guiam o operador, permitindo que as conexões sejam verificadas instantaneamente, complementa a Piovan.

Aplicações na área médica

Na exposição, a Piovan também apresentará importantes inovações para o setor médico: segundo a empresa, ocorrerá durante a feira o lançamento de um microdosador capaz de alimentar as máquinas com um único grão de cada vez, mantendo a alta precisão para atender às demandas que vêm especialmente de setores altamente técnicos, como microdosagem médica e micromoldagem de precisão.

Para completar a gama para o setor médico, a linha conta com equipamentos adequados para uso em salas limpas, como o alimentador sem filtro Pureflo, que, segundo a Piovan, não requer ar comprimido ou manutenção e o desumidificador da Série DPA, livre de emissões.

Soluções em Refrigeração

A Aquatech, empresa do Grupo dedicada a tecnologias de resfriamento industrial e controle de temperatura, estará no centro das atenções com muitos produtos inovadores em exposição: desde unidades de controle de temperatura até os novos dry coolers adiabáticos.

A unidade de Controle de Temperatura para Moldes da linha Easytherm recebeu uma nova versão pressurizada, ampliando a gama de aplicações. Ainda na área dedicada à refrigeração industrial, outras inovações interessantes estarão em destaque, tais como o DigitempEvo, um termochiller refrigerado a água com baixos níveis de consumo de energia e alto desempenho, segundo informações da Piovan.

Destaque especial também para a linha de chillers Easycool+, uma linha de chillers compactos que foi concebida e projetada para atender a requisitos específicos de resfriamento de processos industriais.

Sustentabilidade e Economia Circular

A Piovan desenvolve tecnologias e soluções que contribuem para aumentar o uso de materiais reciclados, permitindo que uma gama de produtos seja produzida com a utilização de PET pós-consumo como matéria-prima, por exemplo. Desde 2006 a Piovan tem desenvolvido tecnologias que dão vida nova aos materiais reciclados, transformando-os novamente em garrafas. De uma maneira geral, a decisão de investir em soluções eficientes resultou na redução do consumo de energia e das emissões de CO2 relacionadas com o processamento de plásticos.

Indústria 4.0

A Piovan continua ampliando a gama de recursos oferecidos pelo Software de Supervisão Winfactory 4.0. Uma das novas funcionalidades deste software inclui um módulo de monitoramento da eficiência energética, e também com possibilidade de monitorar e analisar os sistemas de controle de temperatura com a tecnologia Aquatech.

Dados, contexto, Interação (DCI) e Interconexão Digital ao longo de todo o processo são as diretrizes da indústria 4.0 que nortearam o desenvolvimento do MTS, o novo sistema de rastreamento de material. Segundo a Piovan, o MTS consiste em um terminal de código de barras capaz de ler os códigos de barras para identificação dos usuários, materiais e lotes de produção. Este sistema orienta o operador no gerenciamento, otimização e armazenamento de materiais, identificando o fluxo dos diferentes lotes desde a fase inicial até o produto acabado.

Um grupo em crescimento

O Grupo Piovan apresentou um crescimento significativo nos últimos anos, seguindo uma trajetória que começou há cerca de dez anos e que o levou a se tornar um grupo internacional em contínua expansão. O Grupo fechou o ano de 2018 com um faturamento de € 246 milhões (mais de 15% em relação ao ano anterior), e em outubro passou a integrar a listagem da Bolsa de Milão, fazendo do ano de 2018 um grande marco para o Grupo. Uma empresa listada na Bolsa, confere ao Grupo um alto perfil internacional, maior visibilidade junto aos principais clientes, atrai novos talentos para a empresa e permite que o Grupo mantenha sua estratégia de crescimento e governança futura.

O primeiro semestre de 2019 também foi muito intenso com a abertura de novas filiais, como a Piovan Marrocos, e a aquisição de novas empresas: Toba, uma empresa sul-coreana líder na automação de processos industriais para o setor de plásticos e particularmente na produção de sistemas de transporte e armazenamento de plástico no formato de pó; e a Fea Process & Technological Plants, uma empresa italiana com sede em Cuneo, na região de Piemonte, especializada em automação para a indústria alimentícia e sistemas de dosagem e transporte para líquidos e pastosos.

Uma nova identidade Corporativa para o Grupo

No início de 2019, foi lançada a nova identidade corporativa do Grupo para comunicar de forma ainda mais efetiva a idéia da Piovan como um grupo internacional, formado por várias empresas que compartilham um denominador comum: a atenção com clientes e pessoal, seguindo os três pilares que distinguem o grupo: Clientes, Pessoas e Inovação. O novo logo do Grupo Piovan é caracterizado por um pictograma com três círculos que expressam os valores do Grupo, as áreas de negócios e os pontos fortes:
– 3 valores: Clientes. Pessoas. Inovação
– 3 áreas de negócios: Plásticos. Alimentos. Refrigeração
– 3 forças: Presença Mundial. Serviços. Equipe

A nova identidade corporativa destaca uma reestilização da imagem gráfica. Uma imagem gráfica que visa reunir todas as empresas do grupo dentro de uma mesma visão. Piovan, Una-Dyn, Fdm, Aquatech, Penta, Progema e Energys: todas adotam o mesmo estilo gráfico e o novo pay-off “Piovan Group” para ressaltar que todas as empresas pertencem a um único grupo.

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Planta de reciclagem da Oppimitti Energy na Itália produz 48 mil ton/ano de plásticos reciclados com equipamentos de separação da Tomra Sorting Recycling

30/07/2019

Em 2016, uma empresa fabricante de ladrilhos foi comprada e convertida para atuar na recuperação e valorização de plásticos pela Oppimitti Energy Srl.  A nova fábrica corresponde a um investimento de 10 milhões de euros, gerando 60 empregos em Bedônia – que fica nas montanhas, no coração dos Apeninos Emilianos, a cerca de 80 km de Parma. A empresa faz parte do grupo industrial Oppimitti, o qual, nos anos 90, com uma visão previdente e “verde”, expandiu suas atividades do setor de construção para atividades ecológicas e energia renovável.

Aproximadamente 35 kg de resíduos de embalagens plásticas são gerados anualmente por pessoa na Itália, resíduos esses que podem ser separados e reciclados – daí a visão da Oppimitti Energy Srl que inspirou as atividades nesse segmento.

Parte do plástico vem do centro de triagem de resíduos Borgo Val di Taro, também de propriedade da Oppimitti, onde os fardos de plástico são preparados e entregues à fábrica de Bedonia através de 4 caminhões por dia. A usina, que tem uma área total de 6.500 metros quadrados, dos quais 4.000 são de armazenagem e 2.500 de área útil, é uma das mais avançadas entre as 36 em operação na Itália. Na sua instalação, o centro de reciclagem optou por adquirir  sensores óticos da Tomra Sorting Recycling.

Stefano Oppimitti é o diretor técnico do centro de triagem e seleção de plásticos proveniente da coleta seletiva, integrado ao circuito COREPLA (Consórcio Nacional para a Coleta, Reciclo e Recuperação da Embalagem Plástica na Itália), no qual a seleção é feita por cor e tipo de polímero, de acordo com as especificações do Consórcio.

Stefano Oppimitti diz: “Nós instalamos 6 máquinas Autosort da Tomra, duas das quais funcionam com pistas duplas. Todas elas são equipadas com sensores NIR e VIS e são usadas na separação de PET – nas várias cores -, na separação de PEAD (polietileno de alta densidade), propileno e polietileno de baixa densidade”.

As máquinas foram compradas em 2017. Oppimitti explica: “Apesar de sermos relativamente novos na indústria, percebemos o quanto a tecnologia e a experiência da Tomra realmente fazem a diferença em termos de produtividade e em termos de qualidade e eficiência de separação”. O centro está agora avaliando a instalação de outras 4 máquinas na planta para o aprimoramento da recuperação de poliuretanos mistos e para o aprimoramento e recuperação da parte fina da linha, ou seja, o tamanho abaixo de 5 cm.

No momento, a linha de seleção tem capacidade de 8 toneladas por hora, trabalhando em três turnos para uma produção anual total de cerca de 48.000 toneladas.

As máquinas Autosort da Tomra com sensores espectrométricos combinam sensores NIR (comprimentos de onda de infravermelho próximo) e VIS (comprimentos de onda na faixa visível) em um sistema de seleção universal modular. Segundo a Tomra, o sistema permite reconhecer e separar os plásticos com precisão e com velocidade, usando um critério de classificação por tipo de material e cores e obtendo frações de alta pureza. Dentro da fábrica, a tecnologia NIR permite a seleção de polímeros e o VIS a seleção de cores.

“Estamos muito felizes com os serviços oferecidos pela Tomra para assistência, treinamento e atualização, pois percebemos que eles nos permitem ter as ferramentas para explorar o potencial das máquinas em qualquer situação de produção”, ressalta Stefano Oppimitti.

O material de saída é reciclado como matéria-prima secundária (MPS), com características muito próximas às do polímero virgem, sendo usado em inúmeras indústrias. A fábrica emiliana, em particular, produz doze tipos de matérias-primas secundárias, prontas para a indústria de plásticos, puras e controladas. As matérias-primas secundárias com uma matriz poliolefínica (PEAD, PEBD e PP) são amplamente utilizadas em produtos para construção civil (tubos, interruptores, estradas, etc.), móveis (componentes para cadeiras e móveis), automotivo (vários componentes moldados) e agricultura (tubos de irrigação, embarcações). Em alguns casos voltam a ser embalagens (caixas e garrafas para detergentes domésticos, paletes).

A entrevista com Stefano Oppimitti está disponível no seguinte link: https://video.Tomra.com/oppimitti-srl-bedonia-italia.

Para mais informações sobre a Tomra Sorting Recycling: www.Tomra.com/recycling

Fonte: Tomra Sorting Recycling

Desafio da Braskem busca soluções para retirar odor de resinas recicladas

19/07/2019

O projeto recebeu mais de 150 inscrições dos cinco continentes com idéias para a produção de resina pós-consumo de qualidade e sem cheiro. Pesquisadores alemães apresentaram o melhor projeto e receberam 30 mil dólares.

A Braskem lançou no ano passado uma parceria com a Innocentive, uma plataforma global que incentiva desenvolvimento de pesquisas, com o objetivo de retirar cheiro de resina reciclada. Foram 154 inscritos de todo o mundo, com 25 selecionados para a segunda fase e oito finalistas escolhidos para testes. Dois pesquisadores alemães apresentaram a melhor opção e receberam 30 mil dólares por seu desenvolvimento tecnológico.

A proposta do desafio vai ao encontro com o compromisso com a Economia Circular da Braskem , divulgado em novembro de 2018, em que a empresa definiu oito iniciativas que contribuem com a cadeia do setor plástico para a indústria e sociedade, e que inclui no terceiro item: “Desenvolver ou apoiar o desenvolvimento de novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais, considerando o melhor equilíbrio dos impactos econômicos, sociais e ambientais”.

Dentro deste cenário, a petroquímica conduziu durante 2018 o desafio, visando desenvolver a cadeia de reciclagem do plástico. Foram realizados testes em laboratórios, tanto da Braskem como externos, em oito soluções apresentadas por pesquisadores inscritos no programa. A partir destas avalições, uma solução se destacou: trata-se de um processo que reduz o odor do resíduo sem diminuir as propriedades da poliolefina, ampliando o leque de possibilidades de aplicação do material.

“A parceria com a Innocentive foi um sucesso. Conseguimos atender a uma demanda interna e externa ao abrir para pesquisadores do mundo inteiro uma forma de colaborar com a reciclagem do plástico, permitindo identificar uma nova tecnologia que, desenvolvida em parceria com a Braskem, poderá impactar positivamente o mercado de reciclados. Estamos totalmente comprometidos em pesquisar e desenvolver soluções mais sustentáveis para a cadeia do plástico”, explica Fabiana Quiroga, diretora de Reciclagem e da Plataforma Wecycle.

Fonte: Braskem

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Clariant toma iniciativas para apoiar embalagens plásticas mais sustentáveis

18/07/2019

  • Oferta de soluções para desafios na indústria de embalagens
  • Quatro abordagens distintas
  • Masterbatches de aditivos exercem papel fundamental

Como parte de um programa que envolve toda a Clariant para criar uma indústria de plásticos mais sustentável, o Segmento de Mercado de Embalagens, da Unidade de Negócios de Masterbatches, está trabalhando para ajudar proprietários de marcas e produtores de embalagens a realizarem seus objetivos de desenvolver soluções mais amigáveis ao meio ambiente. Segundo a empresa, o seu portfólio de masterbatches de aditivos, aliado à expertise interna e à colaboração com outras organizações do setor, permite oferecer soluções em quatro áreas importantes:

  • Desenvolvimento de embalagens altamente recicláveis;
  • Fabricação de embalagens plásticas que possam ser reutilizadas facilmente;
  • Apoio ao uso de polímeros bio-baseados;
  • Aumento da aceitação de embalagens compostáveis.

“A embalagem plástica é um recurso essencial para as marcas e representa uma forma segura de entregar produtos ao consumidor em condições ótimas”, declara Alessandro Dulli, Clariant Masterbatches Global Head of Packaging. “A embalagem também exerce papel importante na diferenciação e na identidade das marcas. Não devemos nos esquecer de que é importante que a indústria e os consumidores trabalhem para criar um modelo mais sustentável de embalagens. Ninguém conseguirá atingir esse objetivo sozinho. É necessário contar com a colaboração de todos os grupos de interesse e isso é o que estamos buscando com essa nova iniciativa”.

Reciclagem

A reciclagem já está recuperando grandes volumes de resíduos plásticos para reintrodução no mercado como embalagens novas, mas ainda existem grandes desafios para o aumento do uso da resina pós-consumo (PCR). A Clariant afirma estar trabalhando para ajudar a superar tais desafios de diversas formas:

Novos masterbatches de aditivos que sequestram o oxigênio e reduzem a necessidade de embalagens com múltiplas camadas e materiais, a fim de prolongar o prazo de validade dos produtos embalados. Com apenas um material envolvido, o plástico se torna mais reciclável.

Os masterbatches de aditivos CESA®-IR estão agora disponíveis para produção de plásticos com coloração escura, visíveis aos sensores de infravermelho próximo (NIR) usados nos sistemas de separação de polímeros, possibilitando sua reciclagem com eficiência.

Masterbatches líquidos inovadores possibilitam a redução das emissões de carbono relacionadas a processos logísticos complexos e estoques pesados.

Extensores de cadeia, tecnologia de controle de odores, clareadores de cores e outros aditivos que aumentam a qualidade e facilitam a comercialização de materiais plásticos reciclados.

Reuso

“Se todas as embalagens plásticas pudessem ser reutilizadas apenas uma vez, a quantidade de material que entra no fluxo de resíduos seria cortada pela metade imediatamente”, observa Alessandro Dulli, “Embora não haja expectativa de que possamos reutilizar todos os plásticos, nosso dever conosco e com nosso planeta é fazer o melhor que pudermos”.

Atualmente, a maioria das embalagens é projetada para completar seu ciclo de vida assim que o produto é entregue, mas é preciso redefinir os parâmetros se quisermos que os recipientes sobrevivam por mais tempo. A Clariant afirma que, entre os seus produtos que estão disponíveis para ajudar nesse esforço se destacam aditivos que:

  • Aumentam a durabilidade e a resistência a arranhões dos plásticos;
  • Diminuem a tendência dos materiais ficarem amarelados com o tempo;
  • Resistem à degradação causada pela lavagem e esterilização;
  • Evitam o desbotamento das cores e outras perdas estéticas;
  • Controlam a fragilidade e o surgimento de fissuras por tensão.

A Clariant desenvolve soluções em projetos de cocriação com clientes em laboratórios especializados, como os que integram a rede Clariant ColorWorks™, a fim de desenvolver e testar materiais sob condições de envelhecimento simuladas para confirmar a duração dos ciclos de vida. A empresa afirma que essa expertise auxilia projetos globais complexos que visam proteger a identidade de marca, além de prestar suporte em questões regulatórias envolvendo a extensão dos ciclos de vida dos produtos.

Polímeros bio-baseados

Os polímeros bio-baseados, mais comumente chamados de “bioplásticos”, são feitos a partir de materiais renováveis, ao invés de materiais fósseis como petróleo ou gás natural. Eles estão atraindo cada vez mais interesse porque usam matérias-primas de origem vegetal e podem reduzir as emissões de carbono em comparação com outros polímeros. Várias dessas resinas são basicamente idênticas aos plásticos convencionais e podem se beneficiar das mesmas soluções de projeto de reciclagem mencionadas acima. Ao mesmo tempo, a Clariant apoia os clientes que tem como objetivo oferecer um produto de origem 100% bio-baseados, ao desenvolver cores e aditivos que empregam matérias-primas renováveis, afirma a empresa.

Polímeros compostáveis

Polímeros compostáveis – como ácido polilático (PLA) ou polihidroxialcanoatos (PHA) – são geralmente considerados como uma possível solução para o problema do descarte, pois se degradam mais facilmente com o tempo em comparação com os plásticos não compostáveis. Eles também podem representar uma solução interessante para aplicações em alimentos, nos casos em que embalagens contaminadas por alimentos não possam ser recicladas. As embalagens feitas de polímeros compostáveis podem fornecer a resposta, já que os resíduos contaminados podem se submeter à compostagem.

A Clariant afirma estar trabalhando para melhorar a vida útil dos biopolímeros, como PLA, bem como a estética desses materiais, com uma gama de cores que ajudam a preservar e aprimorar a identidade de marca. Com mais de 20 anos de experiência na fabricação de masterbatches para compostagem, a Clariant afirma garantir o atendimento de todos os requisitos.

“Na Clariant,” afirma Alessandro Dulli, “temos orgulho de imaginar o futuro, promovendo a sustentabilidade e desenvolvendo soluções práticas para os desafios que enfrentamos; afinal, projetar para o meio ambiente nada mais é do que projetar para todos nós”.

Fonte: Clariant

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Evonik apresenta aditivo de processo para a reciclagem de resíduos de borracha na K 2019

18/07/2019

O produto permite o processamento de resíduos de borracha em um material resistente usado em uma variedade de aplicações, como construção de estradas, setor esportivo ou playgrounds

Na feira K deste ano, em Düsseldorf, Alemanha, que acontece de 16 a 23 de outubro, a Evonik apresentará um aditivo de processo para a reciclagem de resíduos de borracha. Com o Vestenamer, a Evonik contribui para o fechamento do ciclo de materiais de borracha de uma maneira mais sustentável.

A cada ano, cerca de 19,3 milhões de toneladas de pneus são descartados no mundo inteiro – incluindo 3,6 milhões de toneladas só na Europa. Na Alemanha, por exemplo, há vinte anos, mais da metade dos pneus descartados era utilizada na recuperação energética, enquanto somente um em dez era destinado à reciclagem. Hoje, a reciclagem dos materiais está equiparada com a recuperação energética. Com o Vestenamer, a Evonik contribui para o fechamento do ciclo de materiais para a borracha de uma maneira mais sustentável.

Na reciclagem dos resíduos de borracha, a adição do Vestenamer é uma aplicação que, segundo a Evonik, já comprovou o seu valor na produção de artigos de borracha como pisos, colchões e bases para sistemas de sinalização de obras e barreiras nas estradas a partir de resíduos aproveitáveis.

“Como um aditivo de processo, o Vestenamer melhora a fluidez do composto de borracha, resultando em um material que pode ser processado com muito mais eficiência. A reatividade e a estrutura polimérica do Vestenamer também são fatores importantes: ambos dão origem uma boa densidade de ligações entre as partículas de borracha, o que, por sua vez, impacta positivamente as propriedades mecânicas do produto”, diz Dr. Peter Hannen, gerente de desenvolvimento de mercado do Vestenamer. “Em outras palavras, o aditivo de processo da Evonik melhora tanto a eficácia dos custos de processamento quanto a qualidade das peças de borracha quando se trata de borracha reciclada”.

Além do aspecto econômico de proporcionar uma matéria-prima eficiente em custos, a reciclagem do material dos pneus descartados também está ganhando mais destaque do ponto de vista ecológico. Por exemplo, o uso de pneus descartados em produtos novos contribui de modo significativo para a redução da emissão de carbono em até um terço em comparação com produtos que não usam um material reciclado. E a economia circular da borracha também atenua o problema global dos pneus descartados.

O Vestenamer da Evonik é usado como aditivo de processo na indústria da borracha já faz muitos anos. Fabricado no parque químico de Marl (Alemanha), o polioctenâmero resolve uma variedade de desafios no setor de compostos e processamento de borracha. O produto também é usado como auxiliar na reciclagem de resíduos de borracha.

Fonte: Evonik

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