Posts Tagged ‘Reciclagem’

Sun Chemicals e Eastman desenvolvem adesivo que facilitam remoção de rótulos termoencolhíveis

13/09/2018

A Sun Chemical acaba de lançar o SunLam™, adesivo para frascos com rótulos termoencolhíveis. O fabricante afirma que o novo produto, graças ao fato de ser facilmente removido, ajuda os recicladores a melhorar o processo de reciclagem do tereftalato de polietileno reciclado (rPET), sem alterações no processo.

O adesivo recebeu da Associação de Recicladores de Plásticos (APR) o “Reconhecimento de Inovação Responsável”, após passar por testes rigorosos delineados pela APR.

A mudança de um solvente tradicional para o adesivo SunLam de fácil remoção permitem que as etiquetas descolem e sejam liberadas durante o processo de reciclagem úmida, sem sacrificar o desempenho da etiqueta, afirma a Eastman. A remoção do rótulo ocorre antes das separações por coloração, infravermelho e manual, evitando, assim, que garrafas PET com rótulo retrátil sejam removidas da triagem do fluxo rPET devido a erros de identificação.

Durante desenvolvimento em parceria, a Sun Chemical e a Eastman testaram a eficácia do SunLam em rótulos termoencolhíveis fabricados com o copoliéster Embrace™ LV da Eastman. Os testes utilizaram equipamentos de lavagem de garrafas inteiras, em instalações de reciclagem comerciais e produziram resultados de mais de 95% de remoção de rótulos, com resultados que excederam 99%, afirma a Eastman.

“Quando o desafio de remover rótulos encolhíveis, durante a reciclagem de PET, foi trazido à atenção da indústria pela APR e pela Associação Nacional de Recursos de Contêineres PET em 2012, a Eastman se prontificou a aceitar o desafio e organizou um consórcio para prover maneiras de resolver essa questão”, disse Ronnie Little, gerente de Desenvolvimento de Mercado da Eastman. “Os fardos de garrafa PE normalmente contêm cinco por cento de garrafas PET com rótulo encolhível. Muitos desses rótulos não saem no processo de reciclagem, reduzindo o rendimento do rPET. Nós tivémos o prazer de fazer uma parceria com a Sun Chemical nesse processo para desenvolver uma tecnologia que satisfaz o desejo dos consumidores de reciclar e também ajude a cumprir a missão da APR de eliminar barreiras à reciclagem comercial bem-sucedida”.

“Consumidores e marcas também esperam que as garrafas PET sejam recicladas, mas, infelizmente, muitas delas acabam em aterros sanitários porque a etiqueta não consegue ser removida”, disse Russell Schwartz, diretor de tecnologia da Sun Chemical. “Na Sun Chemical, consideramos nossa responsabilidade abordar os problemas da indústria da qual participamos e de promover a liderança na solução de problemas enfrentados por nossos parceiros e clientes. Ao tomarmos conhecimento dssas preocupações, iniciamos um grande projeto para resolver esse desafio de todo o setor. Estamos satisfeitos em apresentar o adesivo SunLam de fácil remoção, ecologicamente correto, como parte de nossa contribuição para a economia circular.”

Segundo a Eastman, ao usar o adesivo da SunLam, as marcas podem continuar a se beneficiar do desempenho do copoliéster Embrace LV. Eles não precisam sacrificar cobertura, encolhimento ou qualidade dos rótulos retráteis de corpo inteiro. Os proprietários de marcas podem continuar a usar rótulos encolhíveis de corpo inteiro em seus frascos. Um adicional de 20% da área da superfície da etiqueta é recuperada com rótulos de corpo inteiro, em comparação com a porção da garrafa que deve ser deixada descoberta para evitar falhas na separação no infravermelho próximo ou por coloração, pois estas podem ser rejeitadas por equipamentos de seleção automática de IV ou cor.

A Sun Chemical, membro do grupo DIC, é líder na produção de tintas de impressão, revestimentos e suprimentos, pigmentos, polímeros, compostos líquidos, compostos sólidos e materiais de aplicação. Juntamente com a DIC, a Sun Chemical tem vendas anuais de mais de US $ 7,5 bilhões e mais de 20.000 funcionários em todo o mundo. A Sun Chemical Corporation é uma subsidiária da Sun Chemical Group Coöperatief U.A., Holanda, e está sediada em Parsippany, New Jersey, EUA.

A Associação de Recicladores de Plásticos (APR) é “A Voz da Reciclagem de Plásticos”. Como associação comercial internacional que representa a indústria de reciclagem de plásticos, a associação inclui empresas independentes de reciclagem de todos os tamanhos, bem como empresas de produtos de consumo e fabricantes de equipamentos, laboratórios de teste, organizações e outros comprometidos com o sucesso da reciclagem de plásticos

A APR trabalha para melhorar a qualidade e aumentar a oferta através de recursos técnicos, programas de teste, soluções de design, treinamento corporativo, liderança regulatória e programas de educação. Para obter uma lista atualizada de produtos reconhecidos como “Inovação Responsável”, visite: www.plasticsrecycling.org/membership/apr-meetings/26-champions-for-change.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais que produz uma ampla gama de produtos para atrativos mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Philadelphia Eagles e Braskem lançam parceria em sustentabilidade nos Estados Unidos

11/09/2018

Atual campeão da NFL e petroquímica brasileira se unem em programas de reciclagem

A Braskem anunciou que o atual vencedor do campeonato da NFL (National Football League), o Philadelphia Eagles, se tornou um parceiro de reciclagem da companhia nos Estados Unidos. A cooperação, assinada por um período de nove anos, será focada em sustentabilidade e sinaliza o compromisso com programas de desenvolvimento ambiental e da comunidade.

A parceria inclui o desenvolvimento de um programa de coleta e reciclagem para tampas de garrafas e outros produtos plásticos utilizados no estádio Lincoln Financial Field e no centro de treinamento do time, e uma plataforma de educação online para 30 escolas públicas da região da Filadélfia, localizada no estado norte-americano da Pensilvânia, com o objetivo de ensinar alunos sobre oportunidades de carreira nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, visando inspirar a próxima geração de líderes nestes campos.

“A Braskem é líder mundial em sustentabilidade e valoriza muito soluções renováveis, desenvolvimento comunitário e educação”, conta Don Smolenski, presidente do Philadelphia Eagles. “Estamos empolgados por utilizar a expertise da Braskem para aprimorar o nosso programa Go Green. Além disso, estamos ansiosos para apoiar o compromisso da companhia com a educação na área de ciências e exatas que servirá para inspirar e motivar estudantes em toda a região da Grande Filadélfia”.

Com sede norte-americana na cidade de Filadélfia, a Braskem atua no setor químico e petroquímico e tem participação relevante em várias cadeias produtivas essenciais para o desenvolvimento econômico e para a criação de soluções sustentáveis para melhoria da vida das pessoas em áreas como moradia, alimentação e transporte.

“Os Philadelphia Eagles têm sido líderes em sustentabilidade, não apenas em sua cidade, mas nos esportes profissionais como um todo”, diz Mark Nikolich, vice-presidente de Poliolefinas América do Norte. “Estamos empolgados com essa nova parceria em que, além do programa de reciclagem de ciclo fechado no Lincoln Financial Field, estádio dos atuais campeões, também coletaremos e reciclaremos tampas de garrafas em escolas da região, o que proporcionará um impacto ainda maior para a ação, educando o público sobre os benefícios da reciclagem”.

Como parceiros em sustentabilidade, os Eagles e a Braskem vão trabalhar para desenvolver e estimular soluções ecologicamente corretas para comunidades em toda a região da Filadélfia. Algo inédito nesta nova parceria será a utilização de tampas de garrafas coletadas no centro de treinamento do time. O processo de coleta e reciclagem serão destacados em uma zona interativa para fãs localizada no HeadHouse Plaza do Lincoln Financial Field.

O portão nordeste do Lincoln Financial Field será rebatizado de Portão Braskem. Além disso, os parceiros vão desenvolver juntos conteúdos para conscientização sobre reciclagem para serem divulgados nos canais digitais e sociais do time.

Fonte: Braskem

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LyondellBasell e Instituto de Tecnologia de Karlsruhe (Alemanha) assinam acordo para desenvolvimentos na área de reciclagem química de plásticos

28/08/2018

A LyondellBasell anunciou cooperação com o Instituto de Tecnologia de Karlsruhe (KIT), na Alemanha, para promover a reciclagem química de materiais plásticos e auxiliar os esforços globais em direção à economia circular e à necessidade de reciclagem de resíduos plásticos. O foco do empreendimento é desenvolver um novo catalisador e tecnologia de processo para decompor os resíduos plásticos pós-consumo (embalagens, por exemplo) em monômeros que permitam sua reutilização em processos de polimerização.

“No início deste ano, nós anunciamos uma participação de 50% em “Quality Circular Poymers (QCP)” para impulsionar o desenvolvimento de poliolefinas recicladas de alta qualidade a partir da reciclagem mecânica de fluxos de resíduos pós-consumo”, disse Bob Patel, diretor executivo da LyondellBasell. “Agora, esta nova cooperação será um passo importante em direção à reciclagem química e ampliará nossa contribuição para a economia circular.”

A reciclagem química é complementar à reciclagem mecânica e é capaz de lidar com resíduos plásticos em multicamadas e híbridos, que não podem ser facilmente recuperados por reciclagem mecânica. A reciclagem molecular está promovendo a reciclagem química através do aperfeiçoamento das atuais tecnologias de processo para produzir matérias-primas limpas para a produção de polímeros.

“Estamos complementando nossas principais competências em tecnologias de catalisadores e processos, em cooperação com o KIT, para criar um novo e completo processo de reciclagem molecular de resíduos plásticos”, disse Massimo Covezzi, vice-presidente sênior de Pesquisa e Desenvolvimento da LyondellBasell. “O objetivo é desenvolver um processo de despolimerização limpo e de alta eficiência, através de catalisadores inovadores, para transformar de volta os resíduos plásticos em seus blocos de construção químicos.

O KIT contribui com tecnologias inovadoras desenvolvidas para a conversão térmica de matérias-primas orgânicas complexas. “Com a introdução dos catalisadores avançados da LyondellBasell, nossos processos melhorarão em muito a eficiência de despolimerização dos resíduos de poliolefinas”, disse Hans Leibold, do Instituto de Química Técnica do KIT.

A LyondellBasell é uma das maiores empresas de plásticos, produtos químicos e refino do mundo. Possui 13.400 funcionários em todo o mundo e é o maior licenciador mundial de tecnologias de poliolefinas.

o KIT (Instituto de Tecnologia de Karlsruhe ) possui cerca de 9.300 funcionários que cooperam em uma ampla gama de disciplinas em ciências naturais, ciências da engenharia, economia e ciências humanas e sociais. O KIT prepara seus 25.500 estudantes oferecendo programas de estudo baseados em pesquisa.

Fonte: LyondellBasell

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Missão de empresários do setor plástico do Rio de Janeiro e Alagoas visitam Termotécnica

21/08/2018

Uma comitiva formada por 20 profissionais, entre empresários, gestores e lideranças do setor plástico, integrantes da FIRJAN – Federação das Indústrias do Rio de Janeiro; do SIMPERJ – Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro; e SINPLAST-AL – Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de Alagoas, realizaram uma visita à Termotécnica.

O objetivo do grupo, que veio à cidade para participar da Interplast, foi compartilhar conhecimento e boas práticas nas áreas de inovação, gestão e sustentabilidade, além de fazer prospecção de oportunidades e negócios. Eles foram acompanhados pelo presidente da empresa, Albano Schmidt, e pela diretora de Operações, Regina Zimmermann.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil.

Aos 56 anos, possui matriz em Joinville (SC) e unidades de produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Interplast e EuroMold destacam tecnologias e soluções voltadas à indústria do plástico

15/08/2018

Eventos estão sendo realizado até o dia 17 de agosto, em Joinville, SC e a reciclagem tem espaço especial

As feiras Interplast – Feira e Congresso da Integração da Tecnologia do Plástico, e a EuroMold – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos, realizadas de 14 a 17 de agosto, em Joinville – SC, estão apresentando avançadas tecnologias para a indústria do plástico. E quando se fala em plástico vem à tona a temática da reciclagem. O assunto inclusive, foi destaque na mídia internacional no início dessa semana quando a França anunciou a cobrança de taxas sobre as garrafas de plástico não reciclado. A medida vale a partir 2019 e as garrafas fabricadas com plástico reciclado deverão ser mais baratas do que as que utilizam matéria-prima virgem.

Na tendência das regulamentações para o setor e incentivo da reciclagem, a Interplast expõe variadas soluções em tecnologias e equipamentos para essa finalidade. É o caso da Wortex que expõe a Linha Challenger Geração II, que processa uma grande variedade de resíduos de filmes lisos, impressos e metalizados, tais como: PE, LLDPE, LDPE, MDPE, HDPE, BOPP, PP, PVC, Ráfia, Não Tecidos, Nylon,, Filmes de multicamadas. O diferencial da linha é a capacidade de processar materiais plásticos rígidos e flexíveis com eficiência e baixo custo operaciona, afirma a empresa.

O uso de soluções sustentáveis como matéria-prima também merece destaque. A Polifibras possui patente no Brasil para adicionar casca de arroz a resinas termoplásticas, o que torna o material um compósito ecológico e sustentável, retirando um resíduo do meio ambiente, que não se esgota a cada safra, e transformando-o em material com valor agregado mais alto.

No estande da Eletro-Forming, chama atenção a linha de produção de copos descartáveis em PET, mais transparentes e rígidos que os tradicionais copos industriais de PP e com possibilidade de uso de material PET Reciclado, o que vem de encontro à perspectiva de um futuro sustentável dos copos descartáveis no Brasil. Na mesma linha, um expositor do estande compartilhado do Simplás (Sindicato das Indústrias do Material Plástico do Nordeste Gaúcho) expõe a tecnologia para fabricação de bombonas plásticas de água feitas com material reciclado. Foi a primeira empresa do Brasil a desenvolver essa tecnologia seguindo a regulamentação internacional da FDA.

Especializada em tecnologias de separação, a Steinert apresenta na feira a linha Unisort Blackeye, que conta com um sistema ótico capaz de separar plásticos pretos por tipo. Destaca também a linha Unisort Film, sistema desenvolvido para trabalhar com plásticos filme e materiais 2D, fazendo a triagem dos materiais por tipo e por cor.

A Interplast e EuroMold Brasil reúnem 400 marcas, em 320 estandes, com expositores do Brasil, Ásia, Europa e outros países das Américas, com a expectativa de receber um público de 25 mil visitantes e de criar oportunidades para gerar R$ 200 milhões de negócios, iniciados no evento e consolidados em até 12 meses.

Agenda de eventos para  quarta-feira (15 de agosto)

Ilha da Reciclagem

A Ilha da Reciclagem é uma iniciativa inédita da Interplast e demonstra máquinas, equipamentos, rotinas e abordagem sobre a importância de se reciclar 100% do plástico – em especial o PS e o EPS (isopor®) – além de informar o público sobre a PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos. A Ilha busca estimular o desenvolvimento de novos projetos, investimentos e o engajamento com o tema reciclagem.

A Ilha da Reciclagem promove também o Fórum Economia Circular dos Plásticos, que evidencia exemplos de empresas e instituições que causaram uma transformação do plástico em benefício da sociedade. O Fórum será realizado no dia 15 de agosto, na Sala Margarida (n° 12), a partir das 15h com o case “Tampinha Legal” (www.tampinhalegal.com.br), apresentado pela coordenadora Simara Souza. Esse é o maior programa socioambiental de caráter educativo de iniciativa da indústria de transformação do plástico na América Latina. Propõe ações modificadoras de comportamento de massa através do fomento de coletas de tampas de plástico e as entidades assistenciais cadastradas no programa recebem 100% dos recursos obtidos com a venda do material. O programa terá um estande com exibição de vídeos e protótipos de andadores infantis de praia, confeccionados em diversos materiais.

Maior encontro do setor das embalagens de PET

A cadeia produtiva das embalagens de PET se reunirá para o maior encontro do setor: o PETtalk (www.pettalk.org.br). Com o apoio da Interplast, o evento acontece nos dias 15 e 16 de agosto, das 13h às 17h30, na sala Bromélia (n°4), e reúne os principais executivos e profissionais do setor. O PETtalk é uma conferência que reúne a cadeia produtiva das Embalagens de PET, seus clientes e parceiros – além dos interessados em conhecer mais sobre o setor. Atrai quem está diretamente ligado à produção ou reciclagem das embalagens de PET, mas a amplitude de informações é relevante também, clientes de embalagens, fornecedores de insumos e equipamentos.

AFAP debate mudanças da norma ABNT para o mercado de perfis na Interplast

A Associação Brasileira dos Fabricantes de Perfis (AFAP), única representante do setor no Brasil, promove debate sobre a transição da norma técnica ABNT, que define a qualidade mínima obrigatória do produto durante a Interplast, em Joinville – SC. Desde 2003, a AFAP desenvolve o Programa Setorial da Qualidade, reconhecido pelo PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat), liderado pelo Governo Federal. A qualificação é indispensável para a participação em certames públicos e para a venda a grandes clientes do setor privado. O encontro, inédito para o setor, busca promover o alinhamento de entendimentos e auxiliar os fabricantes, associados ou não a se adaptarem à nova realidade. Será realizado na quarta-feira, 15 de agosto, na sala Tulipa n° 5, das 16h às 19h. O evento é gratuito e aberto ao público, com vagas limitadas. Inscrições disponíveis pelo e-mail secretaria@afap.org.br.

Congresso de Inovação Tecnológica

A capacitação dos profissionais tem o espaço garantido na Interplast 2018 por meio do Cintec Plásticos – Congresso de Inovação Tecnológica. Serão 12 palestras e seis minicursos para debater as mais recentes tecnologias em máquinas e equipamentos, matéria-prima e processos para a indústria do plástico. São esperados 600 participantes. O CEO da Tigre, Otto Von Sothen, é o palestrante convidado para a abertura do CINTEC 2018 Plásticos, dia 14 de agosto, às 19h. O executivo detalha os “Desafios e oportunidades do mercado brasileiro mundial”. O evento desse ano está voltado para inovações, tecnologias e tendências para a manufatura avançada. O evento é organizado pela Unisociesc e acontece simultâneo a feira. A programação completa está disponível no site http://www.interplast.com.br.

Interplast inova com a realização de workshops gratuitos

A organização da Interplast traz uma novidade para essa edição da feira com a realização de workshops gratuitos, promovidos pelos expositores, com foco nas tendências, tecnologias e inovações em produtos e serviços para o segmento. As palestras acontecem nos dias 14 e 15 de agosto, simultâneas a feira, com duração de 40 a 60 minutos. As vagas por evento são limitadas e a programação e as inscrições estão disponíveis no site da feira – http://interplast.com.br/congresso.

Rodada de Negócios amplia possibilidades de novas parcerias e contratos

Uma prática crescente nas feiras organizadas pela Messe Brasil é a realização da Rodada de Negócios, onde compradores e vendedores sentam à mesa para negociações com preços e financiamento facilitado, ampliando as oportunidades de consolidar negócios e parcerias durante o evento. Na Rodada da Interplast e EuroMold estão confirmados os compradores: Comil (PR), Fremax (SC), Mascarello (PR), Klabin (SC), Irizar (SP), Lev Plásticos (MG), Docol (SC), Intelbras (SC), Volvo (PR), Franke (SC), Buscar (SC), Krona (SC), Termotécnica (SC), Uniplast (SC), Víqua (SC) e Blukit (SC). São aguardados 40 fornecedores que devem possibilitar mais de 500 agendas de reuniões de negócios. As rodadas serão realizadas nos dias 15 e 16 de agosto, das 14h30 às 20h, nas salas Hortência e Jasmim (n° 6 e 7).

Eventos realizados na terça-feira (14 de agosto)

Reunião da Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos

Empresas e representantes do setor de reciclagem de material plástico e transformação do material reciclado que integram a Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos, reuniram-se em Joinville, dia 14 de agosto, durante a Interplast. O encontro teve a presença de Ricardo Hajaj, coordenador da Câmara e Albano Schmidt, presidente do Simpesc (Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina). Jaime Lorandi, presidente do Simplás (Sindicato das Indústrias do Material Plástico), apresentou a palestra “A solução dos plásticos”.

Serviço

  • Interplast – Feira e Congresso da Integração da Tecnologia do Plástico
  • EuroMold – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos
  • Data: de 14 a 17 agosto de 2018
  • Horário: 14h às 21h
  • Local: Centro de Convenções e Exposições EXPOVILLE – R. XV de Novembro, 4315 – Glória, Joinville – SC
  • Realização: Simpesc (Sindicato da Indústria do Material Plástico de SC)
  • Apoio: ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina)
  • Organização: Messe Brasil
  • Credenciamento de visitantes: www.interplast.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Interplast

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Ilha da Reciclagem promove Fórum Economia Circular dos Plásticos na Interplast

09/08/2018

Cases de empresas e instituições com uma atuação proativa na interação entre os Plásticos e o Meio Ambiente  serão exibidos no Fórum Economia Circular dos Plásticos, promovido pela Ilha da Reciclagem, durante a Interplast, em Joinville, SC. O Fórum será realizado no dia 15 de agosto, a partir das 15h com o case “Tampinha Legal”, apresentado pela coordenadora Simara Souza.

O Tampinha Legal (www.tampinhalegal.com.br) é um importante programa socioambiental de caráter educativo de iniciativa da indústria de transformação do plástico na América Latina. Propõe ações modificadoras de comportamento de massa através do fomento de coletas de tampas de plástico. As entidades assistenciais cadastradas no programa recebem 100% dos recursos obtidos com a venda do material. O Tampinha Legal busca a melhor valorização de mercado, ao mesmo em que mobiliza a sociedade para dar o destino adequado aos resíduos plásticos. O programa terá um estande com vídeos, protótipos de andadores infantis de praia, confeccionados em diversos materiais.

A programação do Fórum Economia Circular do Plástico terá também, às 16h, a apresentação do “Case Santa Luzia: do Lixo ao Luxo”, apresentado por Stéphanny Niehues Wiggers, engenheira de materiais.

Às 17h, Regina Célia Zimmermann da Fonseca, diretora de operações apresenta o “Programa Reciclar EPS, a Economia Circular na Prática”. Antecipando-se à PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), desde 2007, a Termotécnica desenvolve o Programa Reciclar EPS, que disponibiliza unidades de reciclagem em várias regiões do Brasil.  As 35 mil toneladas de EPS recicladas pela empresa, correspondem a 1/3 de todo o isopor® reciclado no país. Com mais de mil pontos de coleta, o Programa conta com cerca de 300 cooperativas envolvidas, gera cerca de 100 empregos diretos e beneficia mais de 5mil famílias.

A programação se encerra às 18h com o tema “A ABIPLAST e a imagem do plástico”, apresentado por Paulo Teixeira, diretor superintendente da entidade.

A Ilha da Reciclagem é um espaço de demonstração de máquinas, equipamentos e rotinas, abordando a importância de se reciclar 100% do plástico, além de conscientizar o público sobre a PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos. A Ilha evidencia a reciclabilidade por meio de um processo que beneficia tanto os consumidores quanto o meio ambiente. A iniciativa busca estimular o desenvolvimento de novos projetos, investimentos e o engajamento com o tema reciclagem. Evento simultâneo à Interplast, a Ilha da Reciclagem é um realização da Termotécnica, com patrocínio da Unigel, Santa Luzia, Tampinha Legal e conta com o apoio da Abiplast, Simpesc, Crisaf e Tria Plastics.

Serviço
Interplast – Feira e Congresso da Integração da Tecnologia do Plástico
EuroMold – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos
Data: de 14 a 17 agosto de 2018
Horário: 14h às 21h
Local: Expoville – Joinville/SC – Brasil
Organização: Messe Brasil
Credenciamento de visitantes: http://www.interplast.com.br
Fórum Economia Circular dos Plásticos: 15 de agosto, das 15h às 19h, na sala Margarida

Fonte: Assessoria de Imprensa – Messe Brasil

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Termotécnica promove a Economia Circular do EPS durante a Interplast 2018

09/08/2018

O conceito da sustentabilidade vem, ao longo dos anos, ampliando a sua representatividade na Interplast, Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, que acontecerá de 14 e 17 de agosto, em Joinville (SC). Exemplo disso é a Ilha da Reciclagem do Plástico, que reunirá empresas, entidades e profissionais com o objetivo de demonstrar o ciclo de vida do plástico desde o seu berço até a geração de novos produtos. A Termotécnica faz parte desta ação que fomenta o conceito da economia circular por meio da disseminação do conhecimento, do desenvolvimento de novos projetos, investimentos e do engajamento dos visitantes.

Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, maior recicladora da EPS (isopor®) da América Latina, afirma que, como todo plástico, o EPS é 100% reciclável e reforça que, para a efetivação da reciclagem, cada cidadão deve assumir a responsabilidade de dar o destino correto após sua utilização. “É inadmissível nos dias de hoje, com a quantidade de informações que temos, descartar o plástico em lixo comum. Não dar o destino correto põe em risco todo o processo de reciclagem e causa sérios danos ao meio ambiente, a curto, médio e longo prazo”, adverte.

Schmidt ainda acrescenta que, por meio do Programa Reciclar EPS, a Termotécnica atua na economia circular, quando se responsabiliza integralmente pela logística reversa e reciclagem do EPS. “Quando descartado da maneira correta, o EPS volta para o mercado e é utilizado para produção de molduras, rodapés, decks de piscina, entre outros”, finaliza.

A Termotécnica também participará na Interplast com uma palestra – gratuita e aberta ao público – no Fórum Economia Circular, que acontecerá na tarde do dia 15/8. A partir das 17 horas, a Diretora de Operações da empresa, Regina Zimmermann, ministrará o tema “Programa Reciclar EPS, a Economia Circular na Prática”.

O Programa Reciclar EPS

Antecipando-se à PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), a Termotécnica desenvolve o Programa Reciclar EPS desde 2007, disponibilizando unidades de reciclagem em várias regiões do Brasil.

Com mais de mil pontos de coleta, o Programa conta com cerca de 300 cooperativas envolvidas, gera cerca de 100 empregos diretos e beneficia mais de 5 mil famílias. 35 mil toneladas de EPS já foram recicladas pela empresa, que correspondem a 1/3 de todo o isopor® reciclado no país.

O ponto de entrega voluntária mais próximo pode ser consultado no site www.reciclareps.com.br

Recentemente, a empresa lançou a campanha “98% ar e muita tecnologia”, que apresenta o EPS como protagonista de um ciclo produtivo e reverso totalmente sustentável.

Realizada pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina (SIMPESC) e organizada pela Messe Brasil, a Interplast reúne conceituados fabricantes de máquinas e equipamentos e fornecedores de matéria-prima e toda a cadeia nacional do setor no Pavilhão da Expoville, em Joinville (SC), um importante polo de transformação do plástico da América latina.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil.

Aos 56 anos, a empresa possui matriz em Joinville (SC) e unidades de produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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A Economia Circular como alternativa à Economia Linear

30/07/2018

Artigo de autoria da Tomra Sorting Recycling

Os recursos naturais são finitos e o impacto do descarte incorrerto no meio ambiente são notórios, refletindo-se, por exemplo, na atual discussão sobre plástico marinho, mudanças climáticas e contaminações. Assim, há enormes desafios para o desenvolvimento de formas inovadoras e eficientes de gestão dos recursos. Para isso, é necessário uma mudança profunda no uso dos recursos que até então estão ao dispor das pessoas, através do reaproveitamento e da reciclagem. A nossa sociedade, conhecida por “fazer, usar e jogar fora”, já atingiu os seus limites e é tempo de repensar a forma como obtemos, usamos, reutilizamos e otimizamos os recursos globais que estão agora causando danos e correndo o risco de se exaurirem um dia.

Desta forma, é essencial percebermos a importância dessas mudanças para garantir a prosperidade do nosso futuro enquanto sociedade. Para isso, é necessário promovermos a transição da nossa economia linear insustentável, que vivemos no presente, para uma economia circular na qual sejamos capazes de recuperar e devolver à cadeia de produção os materiais recicláveis e a energia dos nossos produtos considerados como “lixo”.

No entanto, não estamos a falar de uma tarefa que possa ser feita de um dia para o outro, até porque falamos de um conceito que está pouco enraizado nos nossos costumes. Mas, afinal, o que é a Economia Circular?

Uma economia circular é regenerativa e restaurativa por princípio. Seu objetivo é manter produtos, componentes e materiais em seu mais alto nível de utilidade e valor por todo o tempo. O conceito distingue os ciclos técnicos dos biológicos. Conforme concebida por seus criadores, a economia circular consiste em um ciclo de desenvolvimento positivo contínuo que preserva e aprimora o capital natural, otimiza a produção de recursos e minimiza riscos sistêmicos, administrando estoques finitos e fluxos renováveis. Ela funciona de forma eficaz em qualquer escala.

A economia circular oferece diversos mecanismos de criação de valor dissociados do consumo de recursos finitos. Em uma economia circular verdadeira, o consumo só ocorre em ciclos biológicos efetivos. Fora isso, o uso substitui o consumo. Os recursos se regeneram no ciclo biológico ou são recuperados e restaurados no ciclo técnico. No ciclo biológico, os processos naturais da vida regeneram materiais, através da intervenção humana ou sem ela. No ciclo técnico, desde que haja energia suficiente, a intervenção humana recupera materiais e recria a ordem em um tempo determinado.

A economia circular fundamenta-se em três princípios, cada um deles voltado para diversos desafios relacionados a recursos e sistêmicos que a economia industrial enfrenta: No primeiro princípio, o objetivo passa por preservar e aumentar o capital natural, controlando estoques finitos e equilibrando os fluxos de recursos renováveis. Num segundo princípio passa por otimizar a produção de recursos, fazendo circular produtos, componentes e materiais no mais alto nível de utilidade o tempo todo, tanto no ciclo técnico quanto no biológico. Por fim, o objetivo passa por fomentar a eficácia do sistema, revelando as externalidades negativas e excluindo-as dos projetos.

A Economia Circular e a realidade do mercado brasileiro

A Economia Circular ainda é um tema pouco explorado no Brasil, mas tem ganhado relevancia com o trabalho de instituições como Exchange4Change Brasil, fundado por Beatriz Luz, que no passado mês de maio juntou-se a vários especialistas para debater as oportunidades que o país pode alcançar nos próximos anos relativamente a este conceito. Beatriz Luz salientou que o Brasil tem muito potencial para se inserir nessa nova proposta, principalmente no quesito de matérias-primas.

“A gente tem um país enorme, rico e vasto. E temos que ter um olhar não de desperdício, porque, quando temos muita terra e disponibilidade de matéria prima, a gente acaba desperdiçando muito. Temos que olhar com uma visão de inovação. A economia circular provoca esse olhar criativo e o brasileiro é muito criativo”, explicou durante o evento do qual participou, em São Paulo.

Dentro do fechamento do ciclo produtivo, uma das chaves da economia circular é repensar o design dos produtos, ou seja, trabalhar na composição ou formato que possibilite que aquele material retorne para a cadeia produtiva. Luz citou um estudo da Ellen McArthur Foundation que mostra a cadeia das embalagens plásticas, largamente utilizadas pelas indústrias. O relatório divulgado mostra que 50% das embalagens que existem no mercado podem ser recicladas, mas precisam ainda de muita infraestrutura para isso, enquanto que 20% poderiam ser substituídas por materiais mais duráveis e reutilizáveis. E ainda existem aquelas que não conseguem ser recicladas – pelo menos não com as tecnologias existentes, representando 30%. Ou seja, temos que redesenhar esse tipo de embalagem.

Europa

Do outro lado do Atlântico, a Europa procurou dar o primeiro passo no que diz respeito ao fomento da economia circular. O velho Continente aprovou o PEC (Pacote de Economia Circular), o qual é apoiado totalmente pela Tomra Sorting Recycling. Com este pacote, que altera a legislação em vigor, vai ser possível promover uma economia circular que criará condições de concorrência equitativas entre os estados-membros, estimulará a inovação nos produtos de design e incentivará sistemas de distribuição reversos, iniciativas que vão permitir aumentar a qualidade e quantidade da reciclagem, um dos pilares da economia circular.

De acordo com o relatório intitulado “Towards the Circular Economy”, existem 380 bilhões de dólares em negócios não explorados, apenas na Europa. Outro estudo elaborado pela Fundação Ellen McArthur e McKinsey & Company aponta casos e análises financeiras das oportunidades no sistema batizado de “Economia Circular”: um modelo capaz de desacoplar o crescimento econômico da geração de resíduos. Este estudo destaca quatro fontes de criação de valor para modelos de negócios onde as iniciativas de “fechar o ciclo” dos produtos podem ser muito rentáveis: manutenção, redistribuição, remanufatura e reciclagem.

Estima-se, que as economias emergentes na Ásia, América Latina, África e Oriente Médio removerão três bilhões de pessoas da pobreza nas próximas décadas, o que permite criar uma demanda cada vez mais crescente de bens de consumo por parte das novas classes médias.

O olhar da Tomra Sorting Recycling sobre a economia circular

Através da criação de soluções baseadas em sensores equipados para entregar uma produtividade ótima dos recursos, a Tomra tem por ambição estar entre os líderes desta revolução de recursos – que visa substituir o sistema atual, que é baseado no consumo ao invés da recuperação dos recursos não-renováveis. O fornecimento de soluções inteligentes que otimizam os recursos disponíveis – pesquisar, usar, recuperar, reciclar e revitalizar – permite à Tomra fazer uma contribuição chave para mudar a perspectiva padrão da sociedade sobre o conceito de recursos sustentáveis.

As soluções baseadas em tecnologias de ponta e novas aplicações permitem uma otimização da recuperação dos resíduos, o que aumenta a qualidade e a quantidade dos resíduos recuperados. No mercado brasileiro, a economia circular pode ser um dos pilares do futuro. De acordo com Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Sorting Recycling Brasil, “a Economia Circular pode ter um papel preponderante tendo em conta o número elevado de resíduos que consumimos diariamente”. A Tomra tem procurado trabalhar junto com as plantas de triagem para estimular a reciclagem e aumentar assim o nível de pureza dos materiais. Com uma maior conscientização, vamos conseguir ter um futuro melhor”, explicou a responsável da Tomra.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho de alta capacidade (NIR) do mundo para aplicações de triagem de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua a ser pioneira na indústria com dedicação à recuperação de frações de alta pureza de fluxos de resíduos. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

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Wortex apresenta equipamentos com diferenciais competitivos e tecnológicos durante a Interplast 2018

30/07/2018

A Wortex participa da Interplast com a exposição das Linhas: Challenger Recycler, Challenger Compounder, moinhos, roscas e cilindros. A Challenger Recycler Geração II processa uma grande variedade de resíduos de filmes lisos, impressos e metalizados, tais como:  PE, LLDPE, LDPE,  MDPE,  HDPE,  BOPP,  PP,  PVC,  Ráfia,  Não Tecidos,  Nylon,  Polinylon,  Filmes de multicamadas. Materiais sólidos de injeção e sopro podem ser dosados no filme. Segundo a Wortex, o diferencial da linha é a capacidade de processar materiais plásticos rígidos e flexíveis com eficiência e baixo custo operacional. Podendo processar 100% de materiais flexíveis, 100% de materiais rígidos ou aglutinados ou 80% de material flexível com adição de até 20% de material rígido.

A Linha Challenger Compounder é uma extrusora mono rosca, idealizada para substituir com qualidade e eficiência algumas máquinas de dupla rosca a um custo-benefício extremamente vantajoso, afirma a empresa. A linha é projetada para as indústrias que necessitam desenvolver e compor suas próprias blendas ou granular plásticos rígidos (injeção, sopro e extrusão).

Outro item que será apresentado é a linha própria do Moinho Wortex, desenvolvido com o objetivo de ampliar a eficiência na moagem, a baixo consumo energético. Os moinhos possuem corte em “V” com facas rotativas e fixas, ajustadas fora do moinho por meio de dispositivo de alinhamento, evitando ajustes dentro do próprio moinho. Outro diferencial é o fácil acesso à peneira que facilita a sua troca e limpeza, garante a fabricante.

A Wortex expõe ainda roscas e cilindros (monos e duplos) bimetálicos e nitretados para máquinas de injeção, sopro e extrusão executados em equipamentos de precisão, com diâmetros de 25mm a 400mm e comprimentos de até 10.000mm. De acordo com a empresa, os componentes são fabricados com aços com tratamentos especiais, adequados à matéria-prima processada e ligas bimetálicas que, incorporadas nas roscas e nos cilindros, garantem longa durabilidade, alta precisão de alinhamento e CE concentricidade, máxima resistência à abrasão e corrosão.

A Wortex atua ainda com projetos especiais de roscas desenvolvidos de acordo com as necessidades de cada cliente, considerando produtividade, plastificação e homogeneização.

Fundada em 1976, em Campinas, SP, a Wortex é uma empresa 100% nacional que fabrica equipamentos para extrusão, reciclagem, granulação, moinhos, roscas e cilindros para injeção, sopro e extrusão. A Wortex tem knowhow para implementar linhas completas de reciclagem em empresas, principalmente com plásticos do pós-consumo, aparas e rejeitos da produção, evitando o seu acúmulo em aterros sanitários. . Os equipamentos também são certificados pela norma NR12.

Fonte: Interplast

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Ilha da Reciclagem demonstra o reaproveitamento de plásticos durante a Interplast

22/07/2018

Destacar o passo a passo da reciclagem do plástico, desde a coleta do material até a fabricação de um novo produto, é a proposta da Ilha da Reciclagem da Interplast. A iniciativa busca estimular o desenvolvimento de novos projetos, investimentos e o engajamento com o tema reciclagem.

O espaço demonstrará máquinas, equipamentos e rotinas, abordando a importância de reciclar 100% do plástico – em especial o PS e o EPS (isopor®), além de conscientizar o público sobre a PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos. A Ilha evidencia a reciclabilidade por meio de um processo que beneficia tanto os consumidores quanto o meio ambiente.

A Interplast proporcionará uma oportunidade para os visitantes entrarem em contto com as novidades do segmento e para empresas comunicarem seus trabalhos diretamente para o público alvo, além de prospectarem negócios. Reúne parceiros e abordagens do ciclo de vida dos plásticos e o conceito da economia circular, em um espaço de grande movimentação de pessoas.

Evento simultâneo à Interplast, a Ilha da Reciclagem é um realização da Termotécnica, com patrocínio da Unigel, Santa Luzia, Tampinha Legal e conta com o apoio da Abiplast, Simpesc, Crisaf e Tria Plastics.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Interplast

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Tomra publica E-book para ajudar o setor de reciclagem a conhecer o novo padrão da “National Sword” da China

25/06/2018

Documento disponível para download mostra soluções técnicas que estão disponíveis para atender aos novos e exigentes requisitos quanto aos níveis de pureza de materiais reciclados a serem admitidos em território chinês

A Tomra publicou um e-book contendo orientações sobre como cumprir as novas regras para o envio de materiais recicláveis para a China. A publicação aborda as preocupações atuais sobre os padrões da “National Sword” da China, que foi apresentado pela primeira vez em Julho de 2017 à Organização Mundial de Comércio (OMC) e totalmente implementado em 1 de março de 2018, exigindo níveis mais altos de pureza nos materiais recicláveis que entram no país.

A “National Sword” assustou a indústria de reciclagem, exigindo que os produtos cheguem à China com níveis de pureza superiores a 99,5%. Este é um aumento significativo dos níveis de pureza anteriormente aceitos (na faixa de 90-95% ) e terá consequências de longo alcance: a China é o maior importador mundial de materiais recicláveis.

O e-book da Tomra explica por que as soluções mecânicas baseadas em sensores são financeiramente mais inteligentes para se atingir os níveis de pureza da “National Sword”. A publicação intitulada “National Sword – No Need for Fear!” está disponível online em https://leads.Tomra.com/ebook/press/ e o download é gratuito.

A exportação de materiais recicláveis será agora mais cara

O e-book da Tomra inicia alertando que não será prático para as instalações de processamento de sucata e reciclagem procurar países únicos para substituir as exportações de resíduos. Os exportadores de materiais recicláveis provavelmente descobrirão que precisam dividir suas exportações entre vários países, o que aumentará os custos de vendas. Aumentos também podem ser esperados nos custos de transporte porque os navios que levam materiais para a China geralmente fazem o trajeto de volta carregados com bens de consumo, resultando em boa relação custo-benefício, enquanto que os navios que vão para outros países geralmente exigem pagamento adicional para o frete de retorno vazio.

A resposta a este novo desafio é melhorar a qualidade dos materiais recicláveis, removendo mais impurezas. Uma forma de elevar os níveis de pureza a curto prazo com o equipamento de reciclagem existente é reduzir a velocidade da esteira e adicionar triagem manual na etapa final da seleção. Essa abordagem pode parecer interessante porque requer pouco investimento inicial, mas haverá um maior custo operacional e uma velocidade de processamento mais lenta reduzirá a produtividade.

Atualizando equipamentos de triagem

Outra solução é modernizar a linha de reciclagem adicionando novas tecnologias ao processo de reciclagem existente ou construindo uma nova instalação. Isso permitirá uma utilização mais eficiente da força de trabalho para reduzir custos operacionais gerais e de longo prazo. O custo do investimento em novos equipamentos é rapidamente recuperado através do aumento da produtividade.

O e-book reconhece que algumas modernizações de equipamentos exigem ampliações de processo e mais espaço, enquanto outras tecnologias podem ser adicionadas a equipamentos existentes no processo, com requisitos mínimos de espaço e baixos custos de instalação. Por exemplo, o novo sistema Laser Detection Object (LOD) da Tomra pode ser montado na mesma plataforma que os sistemas Autosort e Finder para detectar materiais como plásticos pretos, borracha e vidro. Segundo a Tomra, o sistema LOD também pode remover placas de circuito impresso (PCBs) e a sua tecnologia laser aumenta os níveis atuais de pureza do processo em até 4%, permitindo que os recicladores de sucata atinjam os requisitos de pureza da China sem aumentar significativamente o consumo e os custos de energia.

Para concentrados de metais não-ferrosos zurik e zorba, as operações de sucata podem atingir os níveis de pureza da “National Sword” com as tecnologias combinadas das máquinas X-TRACT e Combisense, afirma a Tomra. Ao passar zorba através de uma unidade de Transmissão de Raios-X para separar o alumínio dos metais pesados, o X-TRACT pode alcançar purezas de alumínio de 98 a 99%, garante a empresa. Dos restantes metais pesados, Combisense separa fragmentos valiosos de cobre, latão e metais cinzas.

Complementando essas máquinas, a tecnologia de seleção LIBS da Tomra (Espectroscopia de emissão Induzida por Laser, em inglês “laser-induced breakdown spectroscopy”) utiliza um laser que pode monitorar toda a largura da esteira. Segundo a Tomra, isto elimina a necessidade complexa e dispendiosa de separar materiais em faixas únicas. Na separação de diferentes ligas de alumínio forjado, isso permite a seleção com elevadas precisões, como 99% de pureza (ou maior) com alto rendimento de três a sete toneladas por hora, afirma a empresa.

Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra, comentou: “A National Sword tem sido compreensivelmente uma fonte de grande preocupação para muitas operações de reciclagem, particularmente aquelas que ainda não atingem níveis tão elevados de pureza. O e-book da Tomra aborda esse desafio e mostra que as soluções técnicas necessárias já existem. Investir em novas tecnologias permitirá que as empresas cumpram novos regulamentos mais exigentes, sejam eles da China ou de outras partes do mundo. Além disso, os clientes pagarão às empresas de reciclagem um preço mais alto por um produto de maior qualidade”.

A Tomra projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

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Braskem lança novo conceito de resina reciclada no evento Sustainable Brands

06/06/2018

Edição de Vancouver do evento está sendo realizada até 7 de junho

A Braskem está presente, nesta primeira semana de junho (dias 4 a 7), na edição de Vancouver (Canadá) do Sustainable Brands – um dos mais importantes eventos do calendário de sustentabilidade -, como patrocinadora, principal apresentadora e expositora no pavilhão Good Materials & Packaging. A empresa aproveitará a feira para apresentar um novo conceito de resina plástica reciclada.

Por meio de sua plataforma Wecycle, a Braskem apresenta resultados promissores na criação de uma resina reciclada com melhor qualidade e alto teor de conteúdo reciclado, oriundo de embalagem rígida pós-consumo doméstico de polietileno. Dentre as características principais, destacam-se as propriedades de resistência ao stress craking semelhantes à resina virgem e propriedades mecânicas de impacto na tração S 70% melhores do que a resina reciclada utilizada no mercado. O próximo passo é identificar parceiros para testar esta solução em produtos finais (embalagens rígidas de pequeno volume), que utilizarão a resina reciclada como matéria-prima.

No espaço para debates, cujo foco é “Como as marcas estão desenvolvendo novas soluções para embalagens e incorporando práticas de economia circular em seus produtos”, executivos da Braskem discutirão projetos e tecnologias que estão sendo estudados em laboratórios de inovação da companhia. Joe Jankowski, responsável comercial de Polietileno Verde da Braskem na América do Norte, abordará os benefícios e aplicações do Plástico Verde I’m greenT. Luiz Gustavo Ortega, gerente de Desenvolvimento Sustentável da companhia, comentará sobre a plataforma de conteúdo Bluevision, que trata de temas relacionados a sustentabilidade, desenvolvimento humano e utilização inteligente de recursos. Já Fabiana Quiroga, diretora de área de Reciclagem & Plataforma Wecycle, falará sobre a iniciativa que visa fomentar novos negócios para a valorização de resíduos plásticos pós-consumo e desenvolvimento da cadeia de reciclagem.

Além disso, Fabio Lamon, Líder de Manufatura Digital da Braskem, apresentará paleastra no palco principal do evento sobre a atuação da companhia em escala global na busca da sustentabilidade e do envolvimento das pessoas nesse processo.

Na área de exposição, a Braskem está presente em dois stands. Em um deles está expondo o Plástico Verde I’m greenT, produzido a partir de cana-de-açúcar, e suas principais aplicações nos segmentos de embalagens para o setor alimentício, produtos para higiene e beleza e cuidados para casa. No outro stand, estão sendo abordadas as plataformas Bluevision e Wecycle. Desta última, serão exibidos alguns produtos, já resultados de parcerias da Braskem por meio da plataforma, tais como: a caixa organizadora da linha <OU> da Martiplast, a embalagem do tira-manchas Qualitá, do Grupo Pão de Açúcar, e os sacos para lixo, da Embalixo.

“O desenvolvimento sustentável é um dos principais pilares de atuação da Braskem e, para nós, é de grande importância participar e fomentar discussões sobre o tema com outras empresas do setor, reforçando nossas iniciativas e conhecendo o que outros grandes players estão fazendo”, informa Fabiana Quiroga. “Trouxemos para o evento nossos principais produtos, conceitos e programas com viés sustentáveis, buscando impactar toda a cadeia a pensar desta maneira”.

Bluevision

Para contribuir com o debate e o desenvolvimento de soluções sustentáveis, a Braskem lançou em março de 2018, durante o Fórum Mundial da Água, em Brasília, a plataforma global de conteúdo Bluevision (www.bluevisionbraskem.com). O objetivo é produzir um conteúdo relevante que leve as pessoas à reflexão e também a uma nova forma de interação com o meio em que vivem.

Wecycle: plástico reciclado com valor

Por meio da plataforma Wecycle, criada em 2015, a Braskem busca fomentar negócios que valorizem os resíduos plásticos ao longo de toda a cadeia produtiva, contribuindo com ações a favor da reciclagem, do pós-consumo e do meio ambiente. A iniciativa já resultou na parceria com diversas organizações para o desenvolvimento de produtos, soluções e processos ligados ao reaproveitamento do plástico. Os produtos abaixo são provenientes desta plataforma. Saiba mais em: www.braskem.com.br/wecycle

Sobre a Sustainable Brands: A Sustainable Brands é a principal comunidade global de marcas inovadoras que estão moldando o futuro do comércio mundial. Desde 2006, sua missão tem sido inspirar, engajar e dar suporte aos líderes de negócios e de marcas, visando um futuro melhor. A comunidade atua em diversos formatos, como: publicações de artigos digitais, rodadas de conversas, conferências internacionalmente conhecidas e eventos regionais, além de uma robusta biblioteca online, tudo com viés de engajar as comunidades, dentro e fora deste grupo, durante o ano todo.

Fonte: Braskem

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Tomra registra aumento de interesse em tecnologias de triagem durante a IFAT 2018

28/05/2018

Novos regulamentos mais rígidos e preocupações dos consumidores refletem-se em aumento de consultas recebidas na principal feira de tecnologias ambientais

A Tomra Sorting Recycling registrou altos níveis de interesse em suas tecnologias de seleção baseada em sensores durante a IFAT 2018, a principal feira mundial de tecnologias ambientais, que foi concluída em 18 de maio.

O evento de quatro dias em Munique, na Alemanha, atraiu mais de 130.000 pessoas de quase 200 países. Muitos visitaram o stand de exposição da Tomra para conhecer as mais recentes soluções de triagem da empresa, expostas nas seções ‘Reciclagem de Metais’ e ‘Resíduos’ do estande, e ouvir sobre as expectativas da Tomra para inovações futuras, destacadas nas áreas ‘Economia Circular’ e ‘Futuro’ do estande.

Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra Sorting Recycling, comentou: “O grande número de profissionais da indústria que participam da IFAT 2018 e a alta qualidade de consultas recebidas pela Tomra mostram como a demanda está crescendo pelas soluções de triagem. Isso se deve, em parte, a novos regulamentos mais rígidos, como a política nacional da China, mas também reflete a crescente conscientização ambiental dos consumidores.

“Mais países em todo o mundo estão pedindo tecnologias de reciclagem e seleção eficazes e há um interesse real no progresso futuro por meio da inovação. A Tomra acredita que os avanços mais significativos no futuro próximo serão na maior sofisticação da inteligência artificial, que já está integrada nas máquinas da Tomra de forma mais avançada do que em qualquer outro fabricante”.

Pilares de inovação da Tomra

A tecnologia inovadora continua sendo o foco central da reciclagem da Tomra. Um exemplo recente disso é o novo sistema Deteção de Objeto por Laser (LOD) da Tomra, capaz de detectar material que a tecnologia de infravermelho (NIR) não consegue. Segundo a empresa, isso permite que as operações de reciclagem de resíduos e sucata alcancem níveis de pureza do produto final anteriormente inatingíveis – uma vantagem ainda mais desejável agora que a China introduziu sua rígida política ‘National Sword’, que proíbe a importação de 24 tipos de resíduos sólidos, incluindo vários plásticos e misturas de papéis não triadas.

Outro exemplo recente da tecnologia inovadora da Tomra é o Autosort Black, a primeira máquina a recuperar polímeros pretos de materiais de embalagem.

Outro pilar da inovação está em desenvolvimentos em uma ampla variedade de aplicações. Um bom exemplo é como a Tomra Sorting Solutions aprimorou o Autosort, de modo que agora é possível separar as bandejas de PET de camada única das garrafas PET. Essa nova aplicação aprimora a capacidade anterior do Autosort de separar as bandejas de multicamadas.

Continuando a focalizar no futuro da inovação, a Tomra deu passos para melhorar mais a sua abordagem digital ao suporte aos clientes. Para demonstrar isso, a estação de consultoria com tema “Futuro” no estande da Tomra na IFAT permitiu que os visitantes visualizassem dados ao vivo, usando para isso o Tomra Insight. Este sistema de software e telemática fornece aos clientes informações remotas e em tempo real sobre o gerenciamento e o desempenho de suas máquinas de reciclagem.

A economia circular continua a impulsionar o compromisso da Tomra com um futuro sustentável. Como exemplo disso, em 2017 a Tomra subscreveu a New Plastics Economy, uma iniciativa de três anos liderada pela Ellen MacArthur Foundation, que reúne empresas, governos, cientistas e cidadãos para acelerar a transição para um sistema global de plásticos guiado pelos princípios da economia circular.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Termotécnica lança Campanha “98% ar” para promover o uso e a reciclagem de EPS

16/05/2018

Campanha reforça que o destino correto do EPS (isopor®) pós-consumo é a reciclagem

Protagonista de um ciclo produtivo e reverso totalmente sustentável, o EPS – material que é popularmente conhecido como isopor® – ainda carrega uma imagem negativa junto à opinião pública devido ao fato de não ser descartado corretamente por grande parte da população e, por isso, gerar poluição. Com o objetivo de esclarecer e reforçar as características do EPS – plástico 100% reciclável, versátil, tecnológico e leve, com 98% de ar em sua composição -, a Termotécnica lançou neste mês de maio uma campanha de conscientização.

Inspirada em uma ação da Airpop® (marca europeia do EPS) que vem apresentando bons resultados, a iniciativa da Termotécnica pretende mostrar a inovação e a versatilidade do EPS, além dos diversos benefícios que seus produtos trazem ao cotidiano das pessoas, tais como isolamento térmico, proteção contra impactos e maior ergonomia. Tudo isso atrelado à mensagem da logística reversa e reciclagem do material. A campanha contempla desde atividades de relacionamento e conscientização com clientes, comunidade, fornecedores e colaboradores até a aplicação do selo nos catálogos e produtos Termotécnica.

Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, ressalta que o objetivo da campanha é que todos os públicos se engajem e reconheçam que existe a disponibilidade de uma cadeia de logística reversa e de reciclagem já implementada, com pontos de coleta e reciclagem do material espalhados por diversos estados brasileiros: “É papel de cada um fazer a diferença por um futuro melhor. Precisamos nos conscientizar e divulgar a informação de que o EPS é 100% reciclável. Essa reciclagem acontece de forma contínua e utiliza pouca água e energia”, argumenta.

Albano ainda acrescenta que a Termotécnica realiza, desde 2007, o Programa Reciclar EPS, que já deu um destino correto a 1/3 de todo EPS pós-consumo no Brasil. Ou seja, mais de 35 mil toneladas de isopor® retornaram ao processo produtivo para virar rodapé, perfil, vaso, solado de sapato e deck de piscina.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS (isopor®) da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Tomra Sorting apresenta a nova tecnologia “Sharp Eye’ para a separação entre bandejas de PET monocamada e garrafas PET

14/05/2018

A nova aplicação, possibilitada pela maior intensidade luminosa, é um avanço bem-vindo em um momento em que a demanda por garrafas plásticas e bandejas cresce internacionalmente

 

A Tomra Sorting Solutions lançou a nova tecnologia denonimada Tomra Sharp Eye, a qual permite separar bandejas de PET monocamada de garrafas PET. Ela aprimora a capacidade da máquina anterior da Tomra, o Autosort, de separar as bandejas multicamadas. Esse avanço é comercialmente emblemático porque pequenas diferenças – mas críticas – entre as propriedades químicas das bandejas de PET usadas em alimentos e as garrafas PET determinam que elas precisam ser separadas para o processo de reciclagem. Além disso, segundo a empresa, a inteligência artificial incorporada nos sistemas Tomra também permite a análise contínua de produtos classificados, tornando as futuras plantas mais inteligentes.

Valerio Sama, Gerente de Produto da Tomra Sorting Recycling, comentou: “Esperamos que nossa nova tecnologia Tomra Sharp Eye seja bem-vinda pelas Centrais de Triagem e pelas plantas de reciclagem de PET. A demanda por essa tecnologia deve crescer, considerando-se o estilo de vida moderno e internacional que está promovendo o aumento do uso de garrafas plásticas de bebidas e bandejas de plástico usadas para frutas, verduras e outros alimentos”.

A chave para este avanço é um aprimoramento da tecnologia de seleção por sensores Flying Beam® da Tomra. O sistema de identificação por infravermelho próximo (NIR) da Tomra faz a leitura de cada ponto (sem necessidade de lâmpadas externas) focalizando apenas na área da esteira que está sendo escaneada. Segundo a Tomra, isso permite uma ampla variedade de ajustes, fazendo com que essa tecnologia possa distinguir até as menores diferenças moleculares nos materiais que passam pela linha de reciclagem. Agora, com o Sharp Eye, a Tomra introduziu uma lente maior para maior intensidade de luz, possibilitando a detecção de propriedades espectrais mais complexas. Um vídeo da nova aplicação pode ser acessado no link: https://www.Tomra.com/pt-br/sorting/recycling/your-application/waste-sorting/pet-bottle-vs-tray

Segundo a Tomra, o processo passo a passo que culmina com a separação de bandejas de PET monocamada e garrafas PET é consistente e flexível. Durante a preparação para a triagem de plásticos misturados em cada um dos diferentes polímeros, o material de coleta seletiva ou proveniente de resíduos sólidos urbanos (RSU) passa por diversas etapas de tratamento mecânico – como peneiramento, abertura de sacos, separação 2D/3D que divide o fluxo de material rolantes e rígidos ainda misturados – para daí então se iniciar a etapa seleção ótica. Para separar o PET misto contido nesse fluxo dos demais polímeros, o Autosort funciona como um sistema combinado, detectando o tipo de material e a cor em combinação com o formato dos objetos. Mesmo com uma entrada de material muito misturada, esse processo atinge uma eficiência de classificação de 95% ou mais, afirma a Tomra.

Mais de um milhão de garrafas de plástico são compradas em todo o mundo a cada minuto e nos próximos cinco anos esse número deverá aumentar em mais 20%. Em resposta, os regulamentos da UE estão ficando mais rigorosos e organizações como a “Plastics Recyclers Europe” estão divulgando orientações sobre a reciclagem de bandejas de PET. Isso incentivará a criação de mercado para a triagem e o tratamento das bandejas de PET, promovendo assim a reciclagem desse tipo de embalagem.

Uma máquina Tomra Autosort com a nova tecnologia Tomra Sharp Eye está disponível para demonstrações, sob agendamento, no Centro de Testes da empresa, próximo a Koblenz, na Alemanha.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Enzima que “come” PET é produzida acidentalmente por cientistas britânicos e americanos

17/04/2018

Segundo matéria publicada pela Deutsche Welle, reproduzida a seguir, pesquisadores produziram, por acidente, uma enzima capaz de degradar plásticos PET e que pode ajudar a diminuir a poluição causada pelo material, principalmente garrafas plásticas.

Enzima descoberta acidentalmente poderá facilitar reciclagem de plástico

Pesquisadores nos Estados Unidos e no Reino Unido produziram por acidente uma enzima que consome plásticos, revelou um estudo divulgado nesta segunda-feira (16/04). A descoberta poderá ajudar a reduzir o grave problema da poluição causada pelo produto derivado do petróleo.

Cientistas da Universidade de Portsmouth e do Laboratório de Energias Renováveis do Departamento de Energia dos EUA decidiram concentrar seus esforços numa bactéria de ocorrência natural descoberta no Japão há alguns anos.

Pesquisadores japoneses acreditam que a bactéria Ideonella sakaiensis se desenvolveu nas últimas décadas num centro de reciclagem, uma vez que até os anos 1940 o plástico ainda não tinha sido inventado. O organismo parece se alimentar exclusivamente de um tipo de plástico conhecido como Politereftalato de etileno (PET), amplamente utilizado na fabricação de garrafas.

Os cientistas buscavam compreender o funcionamento de uma das enzimas dessa bactéria, denominada PETase, analisando sua estrutura. “Eles acabaram avançando um passo à frente e acidentalmente desenvolveram uma enzima que consegue desmembrar ainda melhor os plásticos PET”, afirma o relatório divulgado na publicação científica americana Procedimentos da Academia Nacional de Ciências (PNAS).

Utilizando um raio-X de brilho dez bilhões de vezes mais forte do que o Sol, eles conseguiram elaborar um modelo tridimensional de alta resolução da enzima.

Cientistas da Universidade de Campinas (Unicamp) e da Universidade do Sul da Flórida desenvolveram através de computadores um modelo que demonstrava que a PETase era bastante semelhante a outra enzima, a cutinase, encontrada em fungos e bactérias.

Uma área da PETase, porém, apresentava algumas diferenças, levando os cientistas a deduzir que esta seria a parte que permitiria a degradação do plástico. Ao modificar essa enzima, tornando-a mais semelhante à cutinase, os pesquisadores descobriram acidentalmente que a enzima mutante conseguia degradar o plástico com eficácia ainda maior do que a PETase.

Os cientistas trabalham agora em melhorias nessa enzima, para que possa, no futuro, ser desenvolvida em grande escala e utilizada no setor industrial. O objetivo ao quebrar o plástico em partes menores seria permitir que ele seja reutilizado de maneira mais eficiente.

“O acaso muitas vezes tem um papel significativo na pesquisa científica fundamental, e nossa descoberta não é exceção”, afirmou o autor do estudo, o professor John McGeehan, da Faculdade de Ciências Biológicas de Portsmouth.

“Ainda que modesta, a descoberta inesperada sugere que há espaço para desenvolver ainda mais essas enzimas, nos aproximando de uma solução para reciclar as montanhas de dejetos de plástico que não param de crescer”, observou.

Mais de oito milhões de toneladas de plástico são despejadas anualmente nos oceanos, enquanto aumenta a preocupação com os problemas causados à saúde humana e ao meio ambiente. Apesar dos esforços globais para reciclar essa matéria-prima, a maior parte dos produtos plásticos sobrevive durante centenas de anos.”

Link para a matéria no site da Deutsche Welle a seguir: http://www.dw.com/pt-br/cientistas-desenvolvem-enzima-que-come-pl%C3%A1stico/a-43417084

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Tomra na Feira IFAT 2018: diversas tecnologias para “Uma Solução de Reciclagem”

17/04/2018

Serão quatro estações de consultoria para ilustrar as tecnologias de triagem da Tomra, além de oportunidades para concorrer ao Prêmio de inovação e visitar o Centro de Testes da empresa

A Tomra Sorting Recycling destacará suas tecnologias de triagem baseada em sensores na feira IFAT 2018, a principal feira mundial de tecnologias ambientais, em Munique, na Alemanha, de 14 a 18 de maio. O tema principal do estande da Tomra (Stand B6. 339/438) será “Um planeta, uma solução de reciclagem”.

Para que os participantes aproveitem ao máximo a presença da Tomra na IFAT 2018, a fornecedora de soluções para reciclagem convida os visitantes, previamente ao evento, a acessar à página online pré-evento da empresa. Nela há oportunidades para ampliar a experiência do visitante com a Tomra na IFAT através de várias opções:

  • agendamento de reunião com um Especialista da Tomra, que pode fornecer o tipo de informação solicitado pelo visitante
  • reserva de vaga em uma das quatro apresentações da Tomra Leads olhando para o futuro que a Tomra realizará em seu estande;
  • envio de idéia inovadora para o Prêmio InPulse da empresa, que premiará a melhor ideia apresentada, seja sobre tecnologia, serviço, gerenciamento de projetos, um novo aplicativo ou qualquer outra coisa;
  • reserva de vaga na visita ao Centro de Testes da Tomra, perto de Koblenz, na sexta-feira, 18 de maio, quando será possível ver diversas máquinas de triagem Tomra em operação, durante o dia de Demonstração da Tomra Leads. (Os visitantes do Centro de teste deverão fazer seus próprios planos de viagem).

Uma solução universal de reciclagem

O estande da Tomra na IFAT 2018 contará com quatro estações de consultoria, cada uma com um foco distinto: reciclagem de metais, resíduos, a economia circular e o futuro. Essas estações ilustram a integridade das soluções da Tomra para os dias atuais e o compromisso da empresa com inovações para o futuro.

A estação ‘Reciclagem de Metais’ do estande da Tomra fará a pergunta “Você tem cabeça de ferro?” Lá a Tomra explicará por que as pessoas não deve temer a nova e dura política ‘National Sword’ da China – proibindo a importação de 24 tipos de resíduos sólidos, incluindo vários plásticos e papéis mistos não triados. Informações serão discutidas sobre as aplicações da Tomra para Zorba, Zurik, alumínio, veículos em fim de vida, lixo eletrônico e cabos. Os monitores mostrarão vídeos de quatro máquinas em ação: Finder, X-Tract, Combisense e o novo sistema LOD (Laser Object Detection), que é capaz de atender aos requisitos de pureza de produtos da ‘National Sword’.

Depois de perguntar aos visitantes “Você gosta de lixo?”, A estação de “Resíduos” do estande da Tomra irá aconselhar como maximizar a reciclagem de resíduos sólidos urbanos. A Tomra fornece máquinas para diversas aplicações como papel, madeira picada, embalagens, Flakes, garrafas PET, plásticos pretos, resíduos de construção e demolição e resíduos comerciais e industriais. Monitores mostrarão vídeos das máquinas Autosort, Autosort Flake, Autosort Laser (foto), LOD e X-Tract da Tomra.

A estação do estande da Tomra intitulada “Economia circular” perguntará “Você está pronto para ser reutilizado?”. Aqui, o foco estará em como as tecnologias da Tomra de hoje podem ajudar a transformar o mundo em um lugar melhor amanhã. Um vídeo instigante irá resumir a extensão preocupante dos danos ambientais causados pelos resíduos, particularmente os plásticos, ao nosso planeta e seus oceanos. Como uma reação ativa a esse problema, no ano passado a Tomra juntou-se à New Plastics Economy – uma iniciativa que reúne empresas, governos, cientistas e cidadãos para acelerar a transição para um sistema global de plásticos guiado pelos princípios da economia circular.

A quarta e última estação da exibição da Tomra tem como tema “O Futuro” e levanta a questão “Você quer olhar para dentro?” Aqui a Tomra dará uma visão da pesquisa e desenvolvimento e das novas máquinas e tecnologias. O mais significativo de todos os avanços é provavelmente a crescente sofisticação da inteligência artificial, que já está integrada às máquinas da Tomra de forma mais presente do que as demais máquinas do mercado. Nesta parte do estande, os visitantes poderão, ao vivo, interagir com dados usando o Tomra Insight, a ferramenta de telemática que oferece aos clientes insights em tempo real sobre o gerenciamento e o desempenho de suas máquinas de reciclagem.

Cada uma das quatro estações do estande da Tomra terá a presença de um especialista para responder a perguntas e fornecer mais informações, além de ajudar a organizar visitas ao Centro de Testes da empresa.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas já foram instalados em 80 países em todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho de alta capacidade (NIR) do mundo para aplicações de triagem de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua a ser líder na indústria dedicada à recuperação de frações de alta pureza de fluxos de resíduos. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e análise de processos para a indústria de alimentos, mineração e outras indústrias. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972, que tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Novo sistema de detecção de objeto por laser da Tomra identifica objetos pretos e vidro para aumentar pureza de papel reciclado

19/03/2018

A Tomra Sorting apresenta o seu novo sistema de Detecção de Objeto por Laser (LOD), o qual, quando usado em combinação com o Autosort ou com o Finder, aumenta a capacidade de seleção dos processos, permitindo que as operações de reciclagem de resíduos urbanos, resíduos eletroeletrônicos e sucata metálica atinjam níveis únicos de pureza do produto final no mercado, afirma a empresa. Com a tecnologia Tomra laser, que seleciona com base nas características espectrais e espaciais do material processado, o novo LOD detecta materiais que a tecnologia do infravermelho próximo (NIR) é incapaz de identificar.

“A tecnologia NIR não pode detectar itens como plástico preto e borracha, vidro e outros itens de resíduos”, explica Carlos Manchado Atienza, diretor regional das Américas para a Tomra Sorting, Inc. “Ao combinar nossa nova tecnologia LOD, que pode detectar esses itens, com nossos poderosos sistemas Autosort e Finder, a Tomra mais uma vez lidera a indústria no desenvolvimento e adaptação de tecnologia para atender às constantes especificações em evolução no mercado”.

O LOD oferece às instalações de reciclagem uma solução de baixo consumo e baixo investimento para atender aos requisitos de pureza do cliente. Segundo a empresa, o novo sistema de classificação Tomra aumenta a pureza do produto final em até 4%, sem sacrificar a produtividade do circuito. Seu design modular permite que o sistema LOD flexível seja adicionado na mesma plataforma que o equipamento de classificação Tomra de última geração já existente. Alternativamente, pode ser adicionado ao circuito como sua etapa de seleção própria.

Desenvolvido para instalação e programação simples e rápidas em plantas existentes, o novo LOD é montado mecanicamente em uma plataforma. Ao contrário de outros sistemas, este arranjo permite que materiais de entrada grandes e pequenos passem sob o laser sem bloqueio.

“A LOD é o complemento perfeito para o equipamento Tomra existente dentro de uma linha de processamento para promover aos níveis de pureza que atendam aos requisitos do produto final cada vez exigentes, como o caso da China National Sword”, comenta Ralph Uepping, diretor técnico de reciclagem na Tomra Sorting. “O aumento dos níveis de pureza do produto expande o potencial do mercado e aumenta o potencial de lucro para os clientes”.

Separando vidro de papel

Ao contrário de métodos alternativos que apresentam alto consumo de energia, o novo sistema LOD da Tomra, de forma econômica, separa o vidro, material plástico e plástico preto do papel, aumentando significativamente a qualidade do produto, afirma a empresa. A tecnologia de detecção de fundo independente garante que o laser identifique os materiais não visíveis pelo NIR (infravermelho) presentes na esteira, reduzindo o ruído de fundo e dando às operações a flexibilidade para usar qualquer tipo de alimentação a linha, garante a Tomra.

De acordo com a empresa, quando combinado com a sua tecnologia de infravermelho do Autosort – seja adicionado a um sistema existente ou adicional à linha – o LOD oferece aos clientes uma solução eficiente para melhorar a qualidade do produto sem sistemas de ar que provoquem suspensão de partículas de poeira, levem a perda de papel ou aumentem tempo de indisponibilidade da linha para limpeza. Um design aberto permite que uma variedade de materiais, desde pequenos pedaços de papel até caixas grandes passem pelo laser sem medo de obstrução ou recalibração do classificador.

Aumento do valor agregado da Zorba e Zurik

Segundo a Tomra, o LOD oferece integração fácil e rápida em instalações de processamento de sucata metálica associando-se ao seu sistema Finder, que possui o Reconhecimento Inteligente de Objeto (IOR) para seleção de metais não ferrosos, como alumínio e aço inox. O LOD separa a borracha preta, o vidro e o material plástico dos produtos Zorba e Zurik, permitindo que as operações transformem essas commodities em produtos mais valiosos. A pureza do material oferecida pelo LOD pode permitir redução no controle de qualidade necessário no final do processo, reduzindo custos operacionais.

Para operações em espaços pequenos, o novo LOD pode ser instalado na plataforma Finder existente para aumentar a qualidade do produto final em 3-4% e assim atender aos novos regulamentos de importação de sucata da China em 2018. O separador baseado no sensor laser é flexível pode se adaptar a sistemas com larguras de 1.200 mm, 1.800 mm ou 2.400 mm, afirma a empresa.

Fonte: Assessoria de Imprensa Tomra

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Planta de recuperação de plásticos da Montello SpA, na Itália, utiliza 40 máquinas Tomra para separação de resíduos

20/02/2018

Quarenta máquinas da Tomra com inovadora tecnologia de sensores permitem que o centro da Montello SpA, localizado perto de Bérgamo, Itália, dê uma segunda vida às toneladas de plástico pós-consumo que chegam de toda região de Lombardia.

Montello SpA, Bérgamo é uma história de sucesso e um exemplo de reconversão industrial visando a economia verde. O redirecionamento da empresa remonta a 1996, quando, no período de crise da indústria siderúrgica, a administração decidiu suspender a produção de barras de ferro para construção civil e se transformar em um dos mais avançados centros de tratamento de resíduos da Europa, o único na Itália que realiza o ciclo completo.

Foi uma decisão acertada. Atualmente, Montello S.p.A. ocupa uma área industrial de 350.000 m2, sendo 120.000 m2 cobertos. A empresa emprega cerca de 500 funcionários. A tecnologia permeia toda a empresa, que conta com máquinas de seleção ótica da Tomra Sorting Recycling capazes de identificar os diferentes tipos de plástico. Apenas uma percentagem pequena ocorre manualmente.

Cerca de 150 mil toneladas de embalagens de plástico pós-consumo são recuperadas e recicladas. Isso representa, para o meio ambiente, cerca de 200 mil toneladas de emissões de CO2 por ano. Além disso, a empresa faz triagem e tratamento de cerca de 300 mil toneladas de resíduos orgânicos coletados separadamente, da qual a empresa extrai o biogás (para a produção de energia que alimenta suas instalações) e fertilizantes de qualidade.

A colaboração com a Tomra Sorting Recycling se deu desde o início. Em 1999, foi construída a primeira planta de seleção automática na Itália para selecionar garrafas plásticas de acordo com os requisitos do consórcio italiano para reciclagem e recuperação de plásticos, COREPLA (PET transparente, PET azulado, PET colorido e PEAD). Segundo a Tomra, esta escolha foi tão eficaz que o fluxograma do processo definido nesta primeira instalação ainda é considerado como referência em todas plantas de triagem COREPLA equipadas com sistemas de seleção baseada em sensores.

Hoje, a planta Montello possui 40 máquinas de seleção Autosort, que são usadas principalmente para selecionar e reciclar embalagens plásticas pós-consumo.

As máquinas Autosort da Tomra combinam sensores de espectroscopia NIR (infravermelho próximo) e VIS (espectro visível) em um sistema de seleção modular que rápida e precisamente reconhece e separa grande quantidade de material de acordo com o seu tipo e composição, obtendo assim frações de cada material com grande pureza. A tecnologia NIR é utilizada para a detecção dos polímeros e a tecnologia VIS para as cores.

Além das embalagens plásticas de Milão e Bergamo, 60% do plástico proveniente da Lombardia também chega na planta de Montello. No caso de Milão (através da empresa de coleta de resíduos AMSA), junto com os plásticos são levadas as latas de alumínio, que também são selecionadas.

O trabalho de triagem é realizado através de peneiras, balísticos e aspiradores, mas, acima de tudo, pelos separadores Autosort da Tomra de alta resolução NIR (infravermelhos), distribuídos em 6 linhas diferentes; a separação é realizada por tipo de polímero e, no caso das garrafas de PET, também por cor, a uma velocidade de 3 m/s. A matéria-prima secundária obtida é subdividida em: flakes de PET (politereftalato de etileno), grãos de resina de PEAD (polietileno de alta densidade) de frascos como detergentes, grãos de resina de LDPE (polietileno de baixa densidade) e poliolefinas misturadas, provenientes de sacos de compras e embalagens de filme plástico.

A matéria-prima secundária é revendida para produção de novas embalagens, objetos, recipientes, material de construção, vasos e outros itens plásticos. Além disso, tem um produto acabado que é produzido em Montello: a geomembrana estruturada, que é usada como isolante na construção.

Nestas instalações, 80% de plástico é transformado em matéria-prima secundária e outros 20% em combustível derivado de resíduos (usado como substituto do carvão de coque em cimenteiras e alto fornos). Nada é enviado para o aterro sanitário.

“Entre as tecnologias aplicadas ao nosso sistema de produção, as soluções fornecidas pela Tomra garantem ótimo desempenho e estamos muito satisfeitos com isso”, disse Angelo Giavazzi, o diretor técnico de Produção da Montello S.p.A.

Esta planta ocupa o primeiro lugar na Itália entre as instalações da COREPLA devido à quantidade de material que processa por ano e à eficiência da separação. Isso também é possível graças a tecnologia da Tomra Sorting Recycling.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Coalizão de Embalagens encerra primeira fase do Acordo Setorial com redução de 21% no volume de embalagens destinadas aos aterros

15/02/2018

A primeira fase da implantação do Acordo Setorial foi concluída em dezembro. Segundo o relatório entregue pela Coalizão Embalagens ao Ministério do Meio Ambiente, os resultados superaram as expectativas. Foi ultrapassada a meta de reduzir em 13,3% a quantidade de embalagens pós-consumo destinadas a aterros sanitários até o fim do ano; o valor final atingiu 21,3%.

Já o Sistema de Logística Reversa de Embalagens, implantado pela Coalizão, alcançou 63% da população, com ações nos 732 municípios prioritários do acordo. De acordo com o relatório, 802 cooperativas foram apoiadas, com cerca de 4 mil ações de estruturação na capacidade produtiva nos últimos cinco anos. Nesse período, foram instalados 2.082 pontos de entrega voluntária (PEV), com os investimentos do setor atingindo R$ 2,8 bilhões.

As metas para a próxima etapa do Acordo Setorial ainda não foram definidas, mas o Governo já publicou um decreto em que obriga as empresas e entidades envolvidas no consumo de embalagens a aderirem à Coalizão.

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, comemorou os resultados e disse que o ministério é parceiro da causa. “Entendemos a complexidade que é (sic) um setor de logística reversa tão grande e diverso. Eu espero que o resultado desse acordo seja capaz de mensurar a diminuição da destinação inadequada de resíduos, principalmente na cadeia que a coalizão representa”, disse

Coalizão Embalagens – Formada por 23 associações empresariais signatárias do Acordo Setorial de Embalagens em Geral, sendo a ABIPLAST uma delas, foi assinado em 25 de novembro de 2015 com o objetivo de ampliar a reciclagem no país. Conta com a participação de produtores, importadores, usuários e comerciantes de embalagens, do Cempre, da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Movimento ‘SEPARE. NÃO PARE’

A Coalizão lançou em 2017 o Movimento ‘SEPARE. NÃO PARE’, com o objetivo de informar, inspirar e mobilizar a população brasileira a separar e descartar corretamente seus resíduos domésticos. A campanha também ressaltou a importância da ação dos catadores na cadeia da reciclagem, responsáveis por mais de 50% do material recolhido e encaminhado às cooperativas em São Paulo.

A divulgação foi feita por uma campanha digital, com a participação de influenciadores e o portal informativo: http://www.separenaopare.com.br. Nele, a população pode encontrar conteúdos tais como: o passo a passo da separação e o descarte correto de diferentes tipos de embalagens; onde encontrar pontos de entrega; iniciativas já existentes; detalhes sobre quais materiais são recicláveis, etc.

A ação foi lançada inicialmente na cidade de São Paulo e contou com a distribuição de panfletos informativos para a população e colaboradores das empresas participantes da Coalizão, além de parceria com o SECOVI-SP (Sindicato da Habitação), para comunicação direta com os condomínios.

Coalizão Embalagens em números:

Metas do Acordo Setorial :  

  • Recuperação de 19,8% na fração seca.
  • Redução de 13,3% de embalagens dispostas em aterro.
  • Aumento na quantidade de resíduos recuperados de 3.060 toneladas por dia.

Resultados da 1ª fase:

  • Recuperação de 31,9% na fração seca.
  • Redução de 21,3% de embalagens dispostas em aterro.
  • Aumento da auantidade de resíduos recuperados: 1.553 t/dia. A crise econômica e menor geração de resíduos não permitiram atingir a meta.

Fonte: Abiplast

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Solvay e Fundação Ellen MacArthur assinam parceria trienal para acelerar a transição para uma economia circular

07/02/2018

Jean-Pierre Clamadieu (à esquerda, na foto) assina acordo da Solvay com a Fundação Ellen MacArthur

Grupo Solvay torna-se o parceiro global da Fundação para o setor químico

A Solvay e a Fundação Ellen MacArthur assinaram um acordo de parceria global por três anos, aumentando a oportunidade do Grupo de contribuir significativamente para acelerar a transição para uma economia circular no setor de produtos químicos. A parceria explorará soluções alinhadas com os princípios da Economia Circular, em contraste com o atual modelo econômico linear de produção.

“A economia circular é cada vez mais importante para nossos negócios e clientes, que nos pedem soluções que atendam às suas necessidades de sustentabilidade. Juntar-se à Fundação Ellen MacArthur e estabelecer parcerias com players globais de renome significa, para empresas como a nossa, fazer a diferença no aprimoramento da qualidade do nosso conhecimento e pesquisas para avançar mais rapidamente para a circularidade “, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay.

“Estamos satisfeitos por receber a Solvay como um parceiro global da Fundação Ellen MacArthur. A indústria de produtos químicos está no cerne da economia global, por isso tem um grande potencial para estimular a mudança em direção a uma economia circular restauradora e regenerativa “, disse Ellen MacArthur.

A Solvay se juntará aos atuais oito parceiros globais da Fundação (Danone, Google, H & M, Intesa Sanpaolo, NIKE Inc, Philips, Renault e Unilever), como o único parceiro global do setor químico, no período de 2018 a 2020.

Desde que a velejadora britânica Ellen MacArthur estabeleceu a Fundação em 2010, a instituição emergiu como líder global em colocar as agendas dos tomadores de decisão nos negócios, governo e academia no sentido de uma transição mais rápida para uma economia circular.

A Solvay é uma empresa química de multi-especialidades, com produtos e soluções utilizados em aviões, carros, dispositivos inteligentes e médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre muitas outras aplicações. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 27.000 pessoas em 58 países. As vendas líquidas pro forma foram de € 10,9 bilhões em 2016. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Tomra Sorting Recycling garante grande contrato com empresa recicladora na Austrália para fornecer tecnologia de separação automática

15/01/2018

Líder em tecnologia de seleção baseada em sensores, a Tomra Sorting Recycling potencializa a indústria de reciclagem para reduzir drasticamente os resíduos destinados ao aterro sanitário

A Tomra Sorting Recycling anunciou a sua nova parceria com a SKM Recycling (SKM), com sede em Laverton North, em Victoria, na Austrália. Como líder da indústria no processamento de recicláveis de resíduos domésticos e comerciais, a SKM selecionou a Tomra para fornecer 40 unidades Autosort com recursos modernos e a nova tecnologia laser 3D para três novas plantas de classificação.

Para atender às demandas em constante mudança no mercado, a SKM está construindo três novas fábricas para processar mais de 350 mil toneladas de material coletado pela Coleta Seletiva por ano. O foco principal das plantas de reciclagem da SKM é processar o resíduo separando-o em frações de papel, plásticos, metais e vidro, classificando-os e separando-os produtos de alta qualidade. A primeira planta deverá entrar em funcionamento no início de 2018.

A fábrica da SKM em Laverton pretende se tornar a planta de processamento de materiais recicláveis tecnicamente mais avançada e automatizada na Oceania, integrando várias etapas da tecnologia de triagem Tomra na separação de papel e outros materiais recicláveis. A solução tecnológica avançada da Tomra proporcionará à SKM uma vantagem competitiva única e forte e posicionará a SKM para atender demandas cada vez mais rigorosas de qualidade dos produtos finais.

Esta tecnologia de triagem também resultará em maior índice de recuperação do produto reciclável extraído do fluxo de resíduo residencial, reduzindo os materiais descartados em aterro, promovendo uma melhor qualidade nos produtos recicláveis e oferecer maiores benefícios ambientais.

Reconhecida em todo o mundo pela sua tecnologia líder de classificação baseada em sensores, a Tomra Sorting Recycling também foi reconhecida na Austrália por seus conhecimentos especializados e consultoria. Robert Italiano, gerente de negócios da SKM, comentou sobre a nova parceria: “Estamos convencidos pela tecnologia robusta e confiável da Tomra. Entretanto, foi a sua capacidade de suporte na criação de conceitos otimizados de planta que nos fez escolher a associação com a Tomra. Nossa confiança em seu conhecimento e suporte técnico é inabalável e é respaldada pela garantia da Tomra em executar. Estamos orgulhosos de implantar as instalações de recuperação de materiais mais avançadas da Austrália “.

Tom Jansen, gerente comercial da Tomra Sorting Recycling, acrescenta: “Ganhar um contrato tão grande significa que a SKM colocou muita confiança na Tomra e na nossa mais nova tecnologia. Estou ansioso para ver as plantas ultramodernas em operação “.

A SKM Recycling (www.skmrecycling.com), criada em 1999, fornece serviços de coleta de resíduos para municípios, indústrias, hospitais e empresas locais. À medida que a indústria de reciclagem continua a se expandir, a empresa evoluiu para se tornar líder na triagem de resíduos coletados de residências, clientes privados e serviços de beneficiamento de vidro. A empresa totalmente australiana possui escritórios em Victoria, Austrália do Sul, Tasmânia e Nova Gales do Sul. A SKM presta serviços a muitos Municipios e Consórcios Regionais para o Gerenciamento de Resíduos em todo o Sudeste da Austrália. O material reciclável recebido é classificado e vendido aos fabricantes para reprocessamento em novos produtos diversos.

A Tomra Sorting Recycling (https://www.tomra.com/pt/sorting/recycling)projeta e fabrica tecnologias de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 4.900 sistemas foram instalados em 50 países em todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho de alta capacidade (NIR) do mundo para aplicações de triagem de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua se dedicando à recuperação de frações de alta pureza de fluxos de resíduos. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972, com um volume de negócios de cerca de € 750m , atualmente empregando mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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Parceria entre Braskem, Martiplast e Leroy Merlin oferece ao mercado caixas organizadoras com plástico 100% reciclado

15/01/2018

Por meio da Plataforma Wecycle, 60 toneladas de material reciclado por ano poderão ser destinadas para venda exclusiva da Leroy Merlin

A Braskem se une às empresas Martiplast, do segmento de utilidades domésticas, e Leroy Merlin, uma das maiores redes de lojas para o mercado de material de construção, para oferecer aos consumidores caixas organizadoras feitas de plástico 100% reciclado. A parceria é mais uma iniciativa no âmbito da plataforma Wecycle, criada pela Braskem em 2015, que busca fomentar negócios que valorizem os resíduos plásticos ao longo de toda a cadeia produtiva, contribuindo com ações a favor da reciclagem, do pós-consumo e do meio ambiente.

Reunindo as pontas do setor, a Braskem fornecerá polipropileno reciclado à marca <Ou>, da Martiplast, que, aliando design e versatilidade, produzirá uma linha exclusiva de caixas organizadoras para venda nas 41 lojas e no e-commerce da Leroy Merlin no Brasil.

O PP reciclado da Braskem tem origem nos big bags anteriormente utilizados pela companhia para transporte e movimentação de suas resinas. A estimativa inicial é de uso de cerca de 60 toneladas de PP reciclado por ano para produção de caixas organizadoras de três diferentes tamanhos. Nas lojas, o produto poderá ser identificado pelo selo da Plataforma Wecycle e da Martiplast, informando sua origem a partir de plástico reciclado. Além das caixas, há a possibilidade de ampliar a parceria entre as marcas para a criação de outros produtos que ajudem na organização e decoração da casa.

“Acreditamos que o crescimento da reciclagem contribuirá ainda mais para o desenvolvimento e o crescimento da indústria do plástico. A parceria entre Braskem, Martiplast e Leroy Merlin é mais uma ação importante capaz de impactar outros players do mercado e conscientizar os consumidores”, afirma Fabiana Quiroga, diretora da área de Reciclagem & Plataforma Wecycle da Braskem.

O Grupo Martiplast, por meio da marca <Ou>, sempre teve como propósito levar inovação e praticidade às pessoas por meio de seus produtos. Por isso, o projeto da Plataforma Wecycle é tão importante para a empresa. “Nosso Grupo tem consciência que por meio dessa parceria podemos, sim, contribuir para um futuro ainda melhor, despertando a conscientização ambiental de quem compra, preservando a natureza, ajudando cooperativas de reciclagem e fazendo da inovação a ponte para um mundo mais desenvolvido e sustentável”, comenta Juarez Martini, diretor do Grupo Martiplast.

“A Leroy Merlin é uma empresa que tem em seu DNA a sustentabilidade e acredita nas ações que favorecem esta prática. Com isto, fazer uma parceria em que materiais reciclados se tornam peças úteis para o dia a dia do Cliente acaba se encaixando na filosofia que difundimos internamente. A Leroy Merlin incentiva e apoia iniciativas como esta, partindo da indústria”, comenta Adriano Galoro, diretor da Central de Compras da Leroy Merlin Brasil. A rede francesa Leroy Merlin chegou ao Brasil em 1998 e possui hoje 41 lojas distribuídas em dez estados brasileiros, mais o Distrito Federal, e uma Loja Virtual que atende a todos os estados do país.

Fonte: Braskem

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Planta de tratamento de resíduos sólidos da ilha de Maiorca, na Espanha, implanta novos equipamentos de recuperação de plásticos da Tomra

12/12/2017

Tirme reestrutura a sua planta de triagem de coleta seletiva, através de Stadler, e incorpora quatro Autosorts da Tomra Sorting Recycling

Tirme, o Parque de Tecnologias Ambientais de Maiorca, na Espanha, responsável pelo tratamento de resíduos sólidos urbanos na ilha, voltou a confiar na Tomra. A empresa implantou uma das primeiras plantas de triagem automáticas da Espanha e já possui equipamentos da marca desde 2002. Agora, ela atualizou a sua planta de reciclagem de embalagens, incorporando quatro unidades Autosort da Tomra Sorting Recycling, que se somam às existentes. Este sistema de classificação multifuncional é capaz de recuperar uma ampla gama de materiais recicláveis.

O projeto foi realizado pela Stadler, uma das empresas com maior experiência no segmento de instalações de triagem e tratamento de resíduos sólidos. “Os quatro novos Autosorts vieram para substituir equipamentos obsoletos, também da Tomra, após 14 anos de operação. Com a sua implementação ao processo, foi possível melhorar o desempenho e a qualidade do material selecionado, aumentar a eficiência e obter maior rentabilidade para a planta”, diz Luis Sánchez Vela, diretor da Stadler Espanha.

O primeiro dos Autosorts, com uma largura de 1000 mm, está configurado para polietileno de alta densidade (PEAD); os outros três, 600 mm de largura, para Tetrapak, plástico misto e recirculação, respectivamente. Esta recirculação no final do processo, destaca-se como a principal novidade desta reforma. Através do último Autosort, os materiais recicláveis são reprocessados, aumentando assim o índice de recuperação final.

Mas, além de incorporar novos equipamentos, eles também conseguiram aproveitar os recursos existentes, deslocando as unidades em diferentes pontos da planta. “O antigo Monosort foi deixado na fábrica para períodos de picos temporários e algumas unidades foram para recuperação de PET”, explica Luis Sánchez.

Do mesmo modo, um antigo Polisort de largura 2000 mm (originalmente utilizado para a fração plástico misto e tetrapak) foi reconfigurado para a seleção de PET, uma vez que é um dos materiais mais abundantes por ser usado na maioria das garrafas de bebidas.

Planta mais eficiente

“Desde 2002, a composição da coleta seletiva, tanto nos seus materiais como em densidade, variaram muito. Precisávamos, portanto, de uma melhoria do processo. Stadler nos deu a solução com o novo Autosort da Tomra Sorting Recycling. Com esta aquisição, fizemos uma nova distribuição de fluxos de materiais muito mais produtiva”, diz Simón Gili (foto abaixo), da Área de Engenharia e Desenvolvimento da Tirme.

“Com o Autosort melhoramos muito a recuperação de materiais valiosos e com isso a rentabilidade da planta melhorou bastante. Estamos muito satisfeitos. Os quatro novos sistemas foram instalados na parte final da seleção e estão funcionando muito bem”, acrescenta.

“Nós conhecemos essa tecnologia desde 2002, porque antes da reforma tivemos as quatro unidades Monosort e uma Polisort, mas, obviamente, a tecnologia avançou muito desde então. Com a modificação na planta, obtivemos claramente uma melhor eficiência. Na verdade, esperamos uma capacidade anual de 20.600 toneladas por ano de resíduos de coleta seletiva com essa taxa de trabalho e com a estrutura atual”, diz Simón Gili.

Máquina versátil e flexível

O Autosort baseia-se nos sensores de infravermelho próximo (NIR) e Espectrometria Visível (VIS). O primeiro reconhece os materiais pelas propriedades espectrais específicas; o segundo, todas as cores do espectro visível. A combinação desses sensores permite formar um sistema modular capaz de realizar desde as classificações básicas até as mais complexas, permitindo a separação por material e por cor, simultaneamente.

Graças a esses atributos, a Tirme conseguiu atualizar sua planta de triagem de resíduos de coleta seletiva, incorporando sistemas com tecnologia avançada. Além disso, segundo a Tomra, os sistemas são robustos e apresentam facilidade de manutenção.

“Estes novos equipamentos são muito mais versáteis do que o antigo Monosort, o qual só pode classificar um único tipo de material predefinido de fábrica. Dependendo das necessidades do momento ou do material que entra na planta, os novos modelos oferecem mais opções de configuração, podendo mudar a tarefa de classificação a qualquer momento “, diz Simón Gili.

Ser capaz de mudar a configuração dos sistemas é estratégico para uma planta que, como Tirme, está em um destino de férias como Maiorca. “Nós já reconfiguramos duas frações Autosort de PEAD para plástico misto, trocando o produto a ser selecionado. O resíduo varia de acordo com o fluxo turístico de Maiorca e a estação do ano. Sem dúvida, a flexibilidade da tecnologia da Tomra é um importante valor agregado”.

Uma colaboração produtiva

Em relação à execução do trabalho realizado, Simón Gili  aprecia positivamente o trabalho da Stadler, confirmando que a empresa “fez um importante esforço de coordenação para efetuar as alterações da instalação em apenas um mês, aproveitando uma paralisação de manutenção programada da planta”.

Na verdade, a planta prevê a próxima instalação de uma Unidade de Controle Central (CCU) da Tomra Sorting Recycling para monitorar remotamente todas as unidades Autosorts da planta e obter dados em tempo real sobre a seleção de materiais em cada um dos equipamentos operacionais da Tomra.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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INDAC lança programa para auxiliar transformador no descarte correto de resíduos de acrílico

30/11/2017

Material pode ser 100% reciclado se retornado aos produtores de chapas. Transformadores são responsáveis pelo descarte correto, que pode ajudar na produção de chapas recicladas de melhor qualidade e mais baratas

Para ajudar o transformador no descarte correto de sucata de acrílico, o INDAC – Instituto Nacional para Desenvolvimento do Acrílico – criou o Programa de Recuperação de Acrílico. Por meio dele, vai orientar os transformadores sobre os procedimentos mais adequados de armazenamento e de repasse do material descartado aos produtores de chapas.

A iniciativa pretende eliminar do circuito as práticas inadequadas de coletores sem informação ou desavisados, que não armazenam corretamente o acrílico, além de misturá-lo com outros plásticos. Tais práticas fazem com que os custos de produção das chapas recicladas sejam mais dispendiosos por causa da separação de impurezas.

Além de contribuir para o aumento da qualidade da chapa reciclada e seu barateamento, o estímulo do retorno do material excedente às empresas produtoras ainda faz com que a cadeia se ajuste à Lei de Logística Reversa, que torna todos os elos do mercado responsáveis pelo descarte ecologicamente correto de resíduos sólidos.

Longe de ser um plástico comum, o acrílico, além de resistente, de ter boa aparência e ser bastante durável, é 100% reciclável. Quando descartado corretamente, pode ser novamente transformado em chapas que serão utilizadas para uma infinidade de aplicações, como objetos decorativos, displays comerciais e acessórios femininos, entre tantas outros itens. “Todo esse processo é possível porque o acrílico é um termoplástico que não sofre alterações significativas na sua estrutura química durante o reaproveitamento, permitindo que ele seja fundido no processo de recuperação do monômero de metacrilato de metila”, explica Carlos Marcelo Thieme, presidente Indac.

Tal flexibilidade ainda torna o acrílico um material valioso no mercado de reciclagem, quando comparado a outros plásticos. Isso faz com que seu índice de reaproveitamento seja bastante alto. De acordo com estimativas do setor, são recicladas no País aproximadamente 2 mil toneladas por ano de chapas e resinas acrílicas. E esse número só não é maior porque o material é muito durável e, por isso, utilizado na produção de bens com prazo de vida mais longo. Assim, um item em acrílico geralmente só é descartado quando quebra ou chega ao final de sua vida útil.

Descarte

Tanto quanto as empresas produtoras da matéria-prima, os transformadores têm responsabilidade sobre os impactos negativos de um produto no meio ambiente. Por isso, descartar corretamente os resíduos é fundamental, inclusive para que esse material volte às mãos de quem o produz. “Quando se tratar do descarte de acrílico, recomendamos que as pessoas procurem seus fornecedores de chapas. Em caso de dúvidas ou se tiver qualquer dificuldade de contato com o produtor, orientamos que procurem o INDAC. O Instituto vai informá-lo quanto à forma mais correta de descarte e armazenamento do material”, explica Thieme.

Para saber mais sobre o Prograa de Recuperação de Acrílico INDAC, o transformador pode ligar diretamente para o Instituto: (11) 3171-0423.

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico (www.indac.com.br) é uma organização criada há 17 anos, por empresários da livre iniciativa do setor com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados. A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Fonte: Assessoria de Imprensa – INDAC

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