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Planta de reciclagem da Oppimitti Energy na Itália produz 48 mil ton/ano de plásticos reciclados com equipamentos de separação da Tomra Sorting Recycling

30/07/2019

Em 2016, uma empresa fabricante de ladrilhos foi comprada e convertida para atuar na recuperação e valorização de plásticos pela Oppimitti Energy Srl.  A nova fábrica corresponde a um investimento de 10 milhões de euros, gerando 60 empregos em Bedônia – que fica nas montanhas, no coração dos Apeninos Emilianos, a cerca de 80 km de Parma. A empresa faz parte do grupo industrial Oppimitti, o qual, nos anos 90, com uma visão previdente e “verde”, expandiu suas atividades do setor de construção para atividades ecológicas e energia renovável.

Aproximadamente 35 kg de resíduos de embalagens plásticas são gerados anualmente por pessoa na Itália, resíduos esses que podem ser separados e reciclados – daí a visão da Oppimitti Energy Srl que inspirou as atividades nesse segmento.

Parte do plástico vem do centro de triagem de resíduos Borgo Val di Taro, também de propriedade da Oppimitti, onde os fardos de plástico são preparados e entregues à fábrica de Bedonia através de 4 caminhões por dia. A usina, que tem uma área total de 6.500 metros quadrados, dos quais 4.000 são de armazenagem e 2.500 de área útil, é uma das mais avançadas entre as 36 em operação na Itália. Na sua instalação, o centro de reciclagem optou por adquirir  sensores óticos da Tomra Sorting Recycling.

Stefano Oppimitti é o diretor técnico do centro de triagem e seleção de plásticos proveniente da coleta seletiva, integrado ao circuito COREPLA (Consórcio Nacional para a Coleta, Reciclo e Recuperação da Embalagem Plástica na Itália), no qual a seleção é feita por cor e tipo de polímero, de acordo com as especificações do Consórcio.

Stefano Oppimitti diz: “Nós instalamos 6 máquinas Autosort da Tomra, duas das quais funcionam com pistas duplas. Todas elas são equipadas com sensores NIR e VIS e são usadas na separação de PET – nas várias cores -, na separação de PEAD (polietileno de alta densidade), propileno e polietileno de baixa densidade”.

As máquinas foram compradas em 2017. Oppimitti explica: “Apesar de sermos relativamente novos na indústria, percebemos o quanto a tecnologia e a experiência da Tomra realmente fazem a diferença em termos de produtividade e em termos de qualidade e eficiência de separação”. O centro está agora avaliando a instalação de outras 4 máquinas na planta para o aprimoramento da recuperação de poliuretanos mistos e para o aprimoramento e recuperação da parte fina da linha, ou seja, o tamanho abaixo de 5 cm.

No momento, a linha de seleção tem capacidade de 8 toneladas por hora, trabalhando em três turnos para uma produção anual total de cerca de 48.000 toneladas.

As máquinas Autosort da Tomra com sensores espectrométricos combinam sensores NIR (comprimentos de onda de infravermelho próximo) e VIS (comprimentos de onda na faixa visível) em um sistema de seleção universal modular. Segundo a Tomra, o sistema permite reconhecer e separar os plásticos com precisão e com velocidade, usando um critério de classificação por tipo de material e cores e obtendo frações de alta pureza. Dentro da fábrica, a tecnologia NIR permite a seleção de polímeros e o VIS a seleção de cores.

“Estamos muito felizes com os serviços oferecidos pela Tomra para assistência, treinamento e atualização, pois percebemos que eles nos permitem ter as ferramentas para explorar o potencial das máquinas em qualquer situação de produção”, ressalta Stefano Oppimitti.

O material de saída é reciclado como matéria-prima secundária (MPS), com características muito próximas às do polímero virgem, sendo usado em inúmeras indústrias. A fábrica emiliana, em particular, produz doze tipos de matérias-primas secundárias, prontas para a indústria de plásticos, puras e controladas. As matérias-primas secundárias com uma matriz poliolefínica (PEAD, PEBD e PP) são amplamente utilizadas em produtos para construção civil (tubos, interruptores, estradas, etc.), móveis (componentes para cadeiras e móveis), automotivo (vários componentes moldados) e agricultura (tubos de irrigação, embarcações). Em alguns casos voltam a ser embalagens (caixas e garrafas para detergentes domésticos, paletes).

A entrevista com Stefano Oppimitti está disponível no seguinte link: https://video.Tomra.com/oppimitti-srl-bedonia-italia.

Para mais informações sobre a Tomra Sorting Recycling: www.Tomra.com/recycling

Fonte: Tomra Sorting Recycling

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Desafio da Braskem busca soluções para retirar odor de resinas recicladas

19/07/2019

O projeto recebeu mais de 150 inscrições dos cinco continentes com idéias para a produção de resina pós-consumo de qualidade e sem cheiro. Pesquisadores alemães apresentaram o melhor projeto e receberam 30 mil dólares.

A Braskem lançou no ano passado uma parceria com a Innocentive, uma plataforma global que incentiva desenvolvimento de pesquisas, com o objetivo de retirar cheiro de resina reciclada. Foram 154 inscritos de todo o mundo, com 25 selecionados para a segunda fase e oito finalistas escolhidos para testes. Dois pesquisadores alemães apresentaram a melhor opção e receberam 30 mil dólares por seu desenvolvimento tecnológico.

A proposta do desafio vai ao encontro com o compromisso com a Economia Circular da Braskem , divulgado em novembro de 2018, em que a empresa definiu oito iniciativas que contribuem com a cadeia do setor plástico para a indústria e sociedade, e que inclui no terceiro item: “Desenvolver ou apoiar o desenvolvimento de novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais, considerando o melhor equilíbrio dos impactos econômicos, sociais e ambientais”.

Dentro deste cenário, a petroquímica conduziu durante 2018 o desafio, visando desenvolver a cadeia de reciclagem do plástico. Foram realizados testes em laboratórios, tanto da Braskem como externos, em oito soluções apresentadas por pesquisadores inscritos no programa. A partir destas avalições, uma solução se destacou: trata-se de um processo que reduz o odor do resíduo sem diminuir as propriedades da poliolefina, ampliando o leque de possibilidades de aplicação do material.

“A parceria com a Innocentive foi um sucesso. Conseguimos atender a uma demanda interna e externa ao abrir para pesquisadores do mundo inteiro uma forma de colaborar com a reciclagem do plástico, permitindo identificar uma nova tecnologia que, desenvolvida em parceria com a Braskem, poderá impactar positivamente o mercado de reciclados. Estamos totalmente comprometidos em pesquisar e desenvolver soluções mais sustentáveis para a cadeia do plástico”, explica Fabiana Quiroga, diretora de Reciclagem e da Plataforma Wecycle.

Fonte: Braskem

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Clariant toma iniciativas para apoiar embalagens plásticas mais sustentáveis

18/07/2019

  • Oferta de soluções para desafios na indústria de embalagens
  • Quatro abordagens distintas
  • Masterbatches de aditivos exercem papel fundamental

Como parte de um programa que envolve toda a Clariant para criar uma indústria de plásticos mais sustentável, o Segmento de Mercado de Embalagens, da Unidade de Negócios de Masterbatches, está trabalhando para ajudar proprietários de marcas e produtores de embalagens a realizarem seus objetivos de desenvolver soluções mais amigáveis ao meio ambiente. Segundo a empresa, o seu portfólio de masterbatches de aditivos, aliado à expertise interna e à colaboração com outras organizações do setor, permite oferecer soluções em quatro áreas importantes:

  • Desenvolvimento de embalagens altamente recicláveis;
  • Fabricação de embalagens plásticas que possam ser reutilizadas facilmente;
  • Apoio ao uso de polímeros bio-baseados;
  • Aumento da aceitação de embalagens compostáveis.

“A embalagem plástica é um recurso essencial para as marcas e representa uma forma segura de entregar produtos ao consumidor em condições ótimas”, declara Alessandro Dulli, Clariant Masterbatches Global Head of Packaging. “A embalagem também exerce papel importante na diferenciação e na identidade das marcas. Não devemos nos esquecer de que é importante que a indústria e os consumidores trabalhem para criar um modelo mais sustentável de embalagens. Ninguém conseguirá atingir esse objetivo sozinho. É necessário contar com a colaboração de todos os grupos de interesse e isso é o que estamos buscando com essa nova iniciativa”.

Reciclagem

A reciclagem já está recuperando grandes volumes de resíduos plásticos para reintrodução no mercado como embalagens novas, mas ainda existem grandes desafios para o aumento do uso da resina pós-consumo (PCR). A Clariant afirma estar trabalhando para ajudar a superar tais desafios de diversas formas:

Novos masterbatches de aditivos que sequestram o oxigênio e reduzem a necessidade de embalagens com múltiplas camadas e materiais, a fim de prolongar o prazo de validade dos produtos embalados. Com apenas um material envolvido, o plástico se torna mais reciclável.

Os masterbatches de aditivos CESA®-IR estão agora disponíveis para produção de plásticos com coloração escura, visíveis aos sensores de infravermelho próximo (NIR) usados nos sistemas de separação de polímeros, possibilitando sua reciclagem com eficiência.

Masterbatches líquidos inovadores possibilitam a redução das emissões de carbono relacionadas a processos logísticos complexos e estoques pesados.

Extensores de cadeia, tecnologia de controle de odores, clareadores de cores e outros aditivos que aumentam a qualidade e facilitam a comercialização de materiais plásticos reciclados.

Reuso

“Se todas as embalagens plásticas pudessem ser reutilizadas apenas uma vez, a quantidade de material que entra no fluxo de resíduos seria cortada pela metade imediatamente”, observa Alessandro Dulli, “Embora não haja expectativa de que possamos reutilizar todos os plásticos, nosso dever conosco e com nosso planeta é fazer o melhor que pudermos”.

Atualmente, a maioria das embalagens é projetada para completar seu ciclo de vida assim que o produto é entregue, mas é preciso redefinir os parâmetros se quisermos que os recipientes sobrevivam por mais tempo. A Clariant afirma que, entre os seus produtos que estão disponíveis para ajudar nesse esforço se destacam aditivos que:

  • Aumentam a durabilidade e a resistência a arranhões dos plásticos;
  • Diminuem a tendência dos materiais ficarem amarelados com o tempo;
  • Resistem à degradação causada pela lavagem e esterilização;
  • Evitam o desbotamento das cores e outras perdas estéticas;
  • Controlam a fragilidade e o surgimento de fissuras por tensão.

A Clariant desenvolve soluções em projetos de cocriação com clientes em laboratórios especializados, como os que integram a rede Clariant ColorWorks™, a fim de desenvolver e testar materiais sob condições de envelhecimento simuladas para confirmar a duração dos ciclos de vida. A empresa afirma que essa expertise auxilia projetos globais complexos que visam proteger a identidade de marca, além de prestar suporte em questões regulatórias envolvendo a extensão dos ciclos de vida dos produtos.

Polímeros bio-baseados

Os polímeros bio-baseados, mais comumente chamados de “bioplásticos”, são feitos a partir de materiais renováveis, ao invés de materiais fósseis como petróleo ou gás natural. Eles estão atraindo cada vez mais interesse porque usam matérias-primas de origem vegetal e podem reduzir as emissões de carbono em comparação com outros polímeros. Várias dessas resinas são basicamente idênticas aos plásticos convencionais e podem se beneficiar das mesmas soluções de projeto de reciclagem mencionadas acima. Ao mesmo tempo, a Clariant apoia os clientes que tem como objetivo oferecer um produto de origem 100% bio-baseados, ao desenvolver cores e aditivos que empregam matérias-primas renováveis, afirma a empresa.

Polímeros compostáveis

Polímeros compostáveis – como ácido polilático (PLA) ou polihidroxialcanoatos (PHA) – são geralmente considerados como uma possível solução para o problema do descarte, pois se degradam mais facilmente com o tempo em comparação com os plásticos não compostáveis. Eles também podem representar uma solução interessante para aplicações em alimentos, nos casos em que embalagens contaminadas por alimentos não possam ser recicladas. As embalagens feitas de polímeros compostáveis podem fornecer a resposta, já que os resíduos contaminados podem se submeter à compostagem.

A Clariant afirma estar trabalhando para melhorar a vida útil dos biopolímeros, como PLA, bem como a estética desses materiais, com uma gama de cores que ajudam a preservar e aprimorar a identidade de marca. Com mais de 20 anos de experiência na fabricação de masterbatches para compostagem, a Clariant afirma garantir o atendimento de todos os requisitos.

“Na Clariant,” afirma Alessandro Dulli, “temos orgulho de imaginar o futuro, promovendo a sustentabilidade e desenvolvendo soluções práticas para os desafios que enfrentamos; afinal, projetar para o meio ambiente nada mais é do que projetar para todos nós”.

Fonte: Clariant

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Evonik apresenta aditivo de processo para a reciclagem de resíduos de borracha na K 2019

18/07/2019

O produto permite o processamento de resíduos de borracha em um material resistente usado em uma variedade de aplicações, como construção de estradas, setor esportivo ou playgrounds

Na feira K deste ano, em Düsseldorf, Alemanha, que acontece de 16 a 23 de outubro, a Evonik apresentará um aditivo de processo para a reciclagem de resíduos de borracha. Com o Vestenamer, a Evonik contribui para o fechamento do ciclo de materiais de borracha de uma maneira mais sustentável.

A cada ano, cerca de 19,3 milhões de toneladas de pneus são descartados no mundo inteiro – incluindo 3,6 milhões de toneladas só na Europa. Na Alemanha, por exemplo, há vinte anos, mais da metade dos pneus descartados era utilizada na recuperação energética, enquanto somente um em dez era destinado à reciclagem. Hoje, a reciclagem dos materiais está equiparada com a recuperação energética. Com o Vestenamer, a Evonik contribui para o fechamento do ciclo de materiais para a borracha de uma maneira mais sustentável.

Na reciclagem dos resíduos de borracha, a adição do Vestenamer é uma aplicação que, segundo a Evonik, já comprovou o seu valor na produção de artigos de borracha como pisos, colchões e bases para sistemas de sinalização de obras e barreiras nas estradas a partir de resíduos aproveitáveis.

“Como um aditivo de processo, o Vestenamer melhora a fluidez do composto de borracha, resultando em um material que pode ser processado com muito mais eficiência. A reatividade e a estrutura polimérica do Vestenamer também são fatores importantes: ambos dão origem uma boa densidade de ligações entre as partículas de borracha, o que, por sua vez, impacta positivamente as propriedades mecânicas do produto”, diz Dr. Peter Hannen, gerente de desenvolvimento de mercado do Vestenamer. “Em outras palavras, o aditivo de processo da Evonik melhora tanto a eficácia dos custos de processamento quanto a qualidade das peças de borracha quando se trata de borracha reciclada”.

Além do aspecto econômico de proporcionar uma matéria-prima eficiente em custos, a reciclagem do material dos pneus descartados também está ganhando mais destaque do ponto de vista ecológico. Por exemplo, o uso de pneus descartados em produtos novos contribui de modo significativo para a redução da emissão de carbono em até um terço em comparação com produtos que não usam um material reciclado. E a economia circular da borracha também atenua o problema global dos pneus descartados.

O Vestenamer da Evonik é usado como aditivo de processo na indústria da borracha já faz muitos anos. Fabricado no parque químico de Marl (Alemanha), o polioctenâmero resolve uma variedade de desafios no setor de compostos e processamento de borracha. O produto também é usado como auxiliar na reciclagem de resíduos de borracha.

Fonte: Evonik

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Durante Prévia da K 2019, clientes da BASF exibem protótipos fabricados com material plástico quimicamente reciclado

16/07/2019

  • Os parceiros da BASF no Projeto ChemCycling: Jaguar Land Rover, Storopack, Südpack e Schneider Electric.
  • Fase piloto promissora, mas continuam os desafios tecnológicos e econômicos, assim como a necessidade de avanços regulatórios.

Um número cada vez maior de empresas da indústria de plásticos está trabalhando para promover a reciclabilidade dos plásticos e, assim, ajudar, na criação de uma economia circular. Uma das maneiras pelas quais a BASF atua nessa área é através do projeto ChemCycling: no final de 2018, a empresa utilizou pela primeira vez volumes piloto de óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos como matéria-prima em sua própria produção.

Na Prévia da Feira K 2019, uma conferência de imprensa que ocorreu no Centro de Conveções da Messe Düsseldorf entre 1 a 3 de Julho, quatro parceiros apresentaram os primeiros protótipos que foram criados durante a fase piloto do projeto.

A Jaguar Land Rover (JLR), fabricante líder na indústria automotiva, desenvolveu um protótipo do suporte do radiador feito de plástico, usando poliamida 6 reciclada com 30% de fibra de vidro (Ultramid B3WG6 Ccycled Black 00564) para o seu primeiro SUV elétrico: o I-Pace. “Como parte do nosso compromisso de acelerar a fabricação em circuito fechado (Closed-loop manufacturing) em todas as nossas operações, estamos sempre em busca de avanços tecnológicos que ajudem a reduzir o desperdício”, disse Craig Woodburn, gerente global de Compliance Ambiental da JLR. “A capacidade de converter resíduos plásticos de consumo em peças seguras e de qualidade usadas em produtos premium, por meio do processo ChemCycling, é um passo importante no avanço da nossa aspiração de alcançar um futuro com resíduo-zero”.

A Storopack, fornecedora global de embalagens de proteção e peças técnicas moldadas, usou EPS quimicamente reciclado (Styropor P Ccycled) para fabricar embalagens de isolamento térmico para produtos farmacêuticos sensíveis à temperatura, bem como caixas para transporte de peixe fresco e embalagens protetoras para dispositivos eletrônicos. “Ficamos particularmente impressionados com o fato de que o Styropor® P Ccycled pode ser usado em embalagens de alimentos. Já existem várias opções de reciclagem para o Styropor e o projeto ChemCycling ajuda a aumentar ainda mais a o percentual reciclável”, comentou Hermann Reichenecker (foto), presidente do Conselho de Administração da Storopack.

A Südpack, uma das principais produtoras de embalagens em filmes na Europa, fabricou um filme de poliamida e um filme de polietileno que foram convertidos em embalagens com vedação especial para uso com queijo muzzarela. Até o momento, considerava-se que as embalagens multicamadas eram recicláveis até um certo limite. “Embalagens em filme desempenham funções importantes tais como: a proteção do produto, higiene e tempo de vida de prateleira, ao mesmo tempo em que precisa utilizar uma quantidade mínima de plásticos. Esta é a razão pela qual as embalagens em filme são compostas por vários materiais e camadas com diversas propriedades e barreiras. Por meio de inovações como o ChemCycling, chegamos mais próximos de resolver os problemas associados à reciclagem de embalagens flexíveis”, disse Johannes Remmele, sócio-gerente da Südpack.

A Schneider Electric, líder na transformação digital de gestão de energia e automação, fabricou um disjuntor a partir de poliamida (Ultramid) quimicamente reciclada. “Nós ativamente avaliamos a capacidade de matérias-primas secundárias, tais como plásticos reciclados, de atender aos nossos exigentes padrões de qualidade, normas e regulamentações rigorosas da indústria. Nós confiamos na expertise da BASF para demonstrar os benefícios de sustentabilidade de ponta-a-ponta e ao mesmo tempo oferecer um custo atraente. Esperamos que esta experimentação com a BASF abra espaço para mais inovações circulares em Gerenciamento e Distribuição de Energia”, disse Xavier Houot, vice-presidente sênior de meio ambiente, segurança e real state da Schneider Electric Group.

“Os projetos piloto com clientes de várias indústrias mostram que os produtos fabricados com matérias-primas quimicamente recicladas oferecem a mesma alta qualidade e desempenho que os produtos fabricados com materiais primários. O projeto ChemCycling, que usa uma abordagem de balanço de massa para atribuir matematicamente uma parcela do material reciclado ao produto final, pode ajudar nossos clientes a atingir suas metas de sustentabilidade”, disse Jürgen Becky, vice-presidente sênior de Materiais de Performance. Os produtos certificados são indicados com a terminação “Ccycled” em seu nome. Os protótipos apresentados na Prévia da K 2019, em Düsseldorf, fazem parte da fase piloto em andamento do projeto ChemCycling.

Potencial para aumento do percentual de material reciclável

“Com o projeto ChemCycling, a BASF tem como objetivo processar o óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos que atualmente não são recicláveis, tais como plásticos misturados ou contaminados. Se tivermos êxito em desenvolver o projeto até o ponto de disponibilidade no mercado, o ChemCycling será um complemento inovador aos processos existentes de reciclagem e recuperação, com o intuito de resolver o problema dos resíduos plásticos”, comentou Stefan Gräter, responsável pelo projeto ChemCycling na BASF.

O expressivo potencial da reciclagem química foi confirmado pela consultoria McKinsey em um estudo de dezembro de 2018: se os processos de reciclagem existentes forem combinados aos novos, como a reciclagem química, os especialistas acreditam que alcançaremos até 2030 uma taxa de 50% de reutilização e reciclagem de plásticos mundialmente (hoje, 16%). A parcela da reciclagem química poderia então subir do seu valor atual de 1% para aproximadamente 17%, o que equivale à reciclagem de cerca de 74 milhões de toneladas de resíduos plásticos.

Desafios tecnológicos, econômicos e regulatórios

Para passar da fase piloto à implantação no mercado, várias questões precisarão ser resolvidas. As tecnologias existentes para a transformação de resíduos plásticos em matérias-primas recicladas devem ser avançadas e adaptadas para o uso em escala industrial, a fim de garantir a alta qualidade do óleo de pirólise. A BASF está atualmente investigando várias opções para alimentar, a longo prazo, o seu complexo produtivo integrado com volumes comerciais de óleo de pirólise. Além das questões técnicas, os aspectos econômicos também desempenham um papel. Para a reciclagem química ter aceitação no mercado, os órgãos regulatórios também devem reconhecer oficialmente que o processo é uma modalidade de reciclagem. Dentro desse escopo, eles precisam definir como as abordagens de reciclagem química e balanço de massa podem ser incluídas no cálculo das taxas de reciclagem exigidas por lei.

Uso responsável de recursos

“Nosso projeto ChemCycling é um bom exemplo de como a BASF está trabalhando com nossos parceiros no desenvolvimento de soluções para os principais desafios do século 21”, disse Dr. Andreas Kicherer, especialista em sustentabilidade da BASF. Além do projeto ChemCycling, a BASF está envolvida em muitos outros projetos e iniciativas que fortalecem a ideia da economia circular e previnem o descarte dos plásticos no meio ambiente. Por exemplo, o portfólio de produtos da BASF inclui o ecovio®, um plástico compostável certificado, parcialmente fabricado com matérias-primas renováveis. A empresa é membro do World Plastics Council e participa de dois programas da Ellen MacArthur Foundation. Em todas as suas fábricas no mundo, a BASF implementa a “Operação Clean Sweep”, uma iniciativa internacional da indústria de plásticos destinada a evitar a perda de pellets de plástico no meio ambiente. Além disso, no início de 2019 a BASF uniu esforços com aproximadamente 30 outras empresas para fundar a Alliance to End Plastic Waste (AEPW). Nos próximos cinco anos, esta iniciativa pretende investir até $1,5 bilhão em vários projetos e parcerias, principalmente na Ásia e na África. Há quatro áreas-foco principais: desenvolvimento de infraestrutura para coleta de resíduos, promoção de métodos inovadores de reciclagem, educação e engajamento de vários grupos, além da limpeza de áreas com concentração de resíduos plásticos no meio ambiente.

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Novo e-book da Tomra Sorting Recycling identifica como a cadeia de valor do plástico pode reduzir seu desperdício

09/07/2019

A ameaça existencial para os oceanos e a vida marinha é uma razão justa e correta para reduzir o desperdício de plásticos; outra boa razão são as novas oportunidades de negócios rentáveis.

A Tomra Sorting Recycling publicou um novo eBook que compartilha ideias transformadoras para reduzir o desperdício de plástico em toda sua cadeia de valor. A publicação gratuita para download destaca como a adoção mais ampla de uma economia circular não é apenas vital para o meio ambiente, mas também pode trazer novas oportunidades de negócios.

O mais recente e-book da Tomra adota a visão realista de que o plástico se tornou insubstituível em nossa vida cotidiana por causa de suas inúmeras vantagens, mas é preciso que haja uma ação urgente para evitar uma exacerbação da ameaça que os resíduos plásticos já representam para nossos oceanos e a vida marinha. O cerne da questão, diz o e-book, é o que fazemos com o plástico após o uso e como os plásticos voltam a entrar na economia circular. Ao implementar medidas eficazes na cadeia de valor dos plásticos, podemos garantir a saúde a longo prazo de nossas economias, comunidades e meio ambiente.

O e-book da Tomra identifica muitas das ações que precisam ser tomadas para evitar uma catástrofe ambiental. Além disso, reforça as ações necessárias de todas as principais partes interessadas do setor na cadeia de valor dos plásticos: fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, consumidores, empresas de gestão de resíduos, instalações de reciclagem e legisladores.

Além dos benefícios ambientais da reciclagem de resíduos, o e-book observa como mudanças econômicas positivas também podem ser esperadas. As economias que usam modelos de descartes e descartáveis estão adotando novas oportunidades de negócios por meio de tecnologias avançadas de classificação que purificam e entregam reciclados de alta qualidade.

Para baixar sua cópia do eBook, visite: https://solutions.Tomra.com/plastic-value-chain-ebook

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Tomra

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Danone, Veolia, Nestlé e Tetra Park se unem para criar novo modelo comercial para incentivar recuperação e reciclagem de plásticos

22/06/2019

A Iniciativa 3R reúne ONGs, especialistas e grandes empresas como Danone, Nestlé, Tetra Pak e Veolia em modelos de negócios pioneiros de “economia circular”

A Iniciativa 3R é um esforço global planejado para reduzir a pegada de plástico e embalagens de empresas de bens de consumo, produtores, varejistas e outros, padronizando seus esforços e criando instrumentos negociáveis ​​que podem aumentar as reduções através de um esquema de crédito baseado no mercado.

A Iniciativa 3R trabalha usando um esquema de crédito para alavancar a economia circular – incentivando e encorajando empresas a assumir a liderança dentro e além de suas cadeias de valor para abordar a questão dos resíduos plásticos em escala.

A Iniciativa 3R foi fundada pela Danone, Veolia, Nestlé, Tetra Pak e é liderada pela Verra, criadora de padrões internacionais, e pela BVRio, desenvolvedora do mercado ambiental, ambas organizações sem fins lucrativos. A Conservation International e o South Pole contribuem como consultores.

Um padrão transparente para relatórios corporativos

A conscientização do público sobre a poluição plástica está crescendo, e cada vez mais empresas estão implementando atividades de redução de resíduos plásticos e assumindo compromissos globais. No entanto, muitos ainda acham difícil aprimorar suas ações e informar seus clientes sobre seu progresso em um formato universalmente aceito. A Iniciativa 3R oferece um modelo comercialmente sustentável, transparente, econômico e escalável. Um de seus componentes é o 3R Corporate Standard, em relação ao qual os esforços das corporações para reduzir seus resíduos plásticos podem ser avaliados de forma independente. É certificado por terceiros, para que as empresas possam usar o padrão para quantificar com credibilidade os impactos de seus próprios esforços e seus investimentos em recuperação de resíduos e reciclagem.

“Padrões confiáveis ​​e gerenciados independentemente serão fundamentais para o estabelecimento de mecanismos de mercado confiáveis ​​para lidar com resíduos plásticos em escala. A Iniciativa 3R fornecerá esses padrões por meio de um processo robusto, envolvendo várias partes interessadas, como empresas, ONGs e governos, e extensas consultas públicas “, declarou David Antonioli, CEO da Verra.

O mecanismo de crédito 3R para projetos de atividades

Outro componente importante é o 3R Crediting Mechanism, uma ferramenta inovadora que permite a negociação de créditos emitidos por atividades de recuperação e reciclagem de plásticos em todo o mundo. Ela permite que as empresas superem as ações internas e apoiem ​​projetos em “hotspots de vazamento de plástico” que geram benefícios ambientais e sociais verificáveis. As empresas podem comprar créditos para apoiar financeiramente e acelerar projetos que recuperam e reciclam plásticos e embalagens, contribuindo assim para a sua circularidade.

“É empolgante fazer parte da criação de um esquema muito necessário para aumentar a recuperação de plásticos e aumentar as taxas de reciclagem globalmente. Este inovador mecanismo 3R – Reduzir, Recuperar, Reciclar – é o resultado do trabalho de especialistas reunidos, arregaçando as mangas e assumindo o desafio de melhorar a coleta”, disse Mario Abreu, Vice-Presidente Global de Sustentabilidade da Tetra Pak. “O desenvolvimento e o financiamento de soluções para mitigar possíveis vazamentos para o meio ambiente é um dos principais objetivos e apóia o objetivo da Tetra Pak de enviar zero de caixas para aterros sanitários.

“A Conservation International está entusiasmada por fazer parte desta importante iniciativa, que dará às empresas as ferramentas necessárias para manter o plástico fora do ambiente e dos oceanos do mundo, ajudando os países a alcançar seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, disse Jennifer Morris, presidente da Conservation International.

Benefícios sociais e ambientais

Além de combater o lixo plástico, o mecanismo de crédito também traz benefícios sociais diretos. No Brasil, por exemplo, o mecanismo permitirá que os catadores desfavorecidos gerem renda adicional e melhorem suas condições de trabalho por meio da venda de créditos de recuperação de resíduos plásticos. No sudeste da Ásia, os créditos 3R vão desbloquear novos investimentos em infraestrutura de coleta e reciclagem de resíduos em falta para reduzir a poluição do plástico em sua origem.

Mais de uma dúzia de pilotos iniciais de potenciais projetos de emissão de créditos, visando diferentes tipos de plásticos e atividades de embalagem e recuperação, serão desenvolvidos nos próximos anos na América Latina, África e Sudeste Asiático.

“Até hoje, houve muito pouco investimento em esforços de recuperação e reciclagem de resíduos, especialmente no mundo em desenvolvimento, onde o apoio é mais necessário”, disse Moura Costa. “A Iniciativa 3R oferece às corporações a possibilidade de demonstrar ao público que estão dispostos e são capazes de combater a poluição plástica, com o objetivo de transformar modelos de negócios insustentáveis ​​em sistemas operacionais verdadeiramente circulares.”

A Iniciativa 3R (www.3RInitiative.org), nomeada segundo seus objetivos de reduzir o desperdício de plástico, recuperar plástico do meio ambiente e aumentar as taxas de reciclagem, visa: (1) catalisar o projeto responsável, o uso e a recuperação de materiais de embalagem; (2) apoiar as empresas na redução de suas pegadas de resíduos plásticos e na mitigação de possíveis vazamentos no meio ambiente; e (3) estimular o desenvolvimento de novos projetos de recuperação e reciclagem de plásticos em todo o mundo. A Iniciativa 3R começará com foco em embalagens plásticas e, com o tempo, cobrirá uma gama mais ampla de materiais recicláveis ​​para atender às necessidades ambientais e de mercado. O Padrão 3R para Contabilidade Corporativa permitirá que as empresas avaliem e relatem de forma robusta suas pegadas de resíduos de plástico e comuniquem ações de mitigação confiáveis. Isto será complementado pela Norma 3R para a Contabilidade do Projeto, que estabelecerá as regras e metodologias para quantificar e contabilizar a remoção e / ou reciclagem de resíduos, incorporar salvaguardas sociais para proteger os catadores e estabelecer um sistema de verificação usando terceiros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – 3R

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PICPlast investe em plataforma digital de educação e lança game Eckoblocks

20/06/2019

Jogo foi criado com o objetivo de incentivar práticas sustentáveis e ressaltar a importância da reciclagem e o papel fundamental das pessoas nesse processo.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, o PICPlast, anuncia mais uma iniciativa visando a educação e conscientização sobre a importância da reciclagem: o lançamento do Eckoblocks, um game para plataforma móvel que tem como objetivo engajar crianças sobre questões relacionadas à sustentabilidade e à preservação do meio ambiente. Pioneiro, o PICPlast é fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), e da Braskem.

A ação faz parte do Movimento Plástico Transforma, a plataforma de conteúdo do PICPlast direcionado para a sociedade, que tem como objetivo mostrar como o plástico, aliado à tecnologia, à inovação e à utilização responsável, podem mudar o futuro da sociedade. Ao longo de cinco anos de atuação, o Plano já investiu R$ 10 milhões em ações, com grande foco em Educação, que destacam as vantagens da matéria-prima.

“Com o Eckoblocks, queremos desenvolver essa consciência na criança, com uma atividade que educa ao mesmo tempo que diverte”, diz Edison Terra, Vice-Presidente Executivo da Braskem. “Trata-se de mais um importante passo de aproximação com a sociedade, uma forma lúdica de evidenciar a relevância do consumo consciente e do descarte correto”, afirma José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast.

Voltado para crianças de 6 a 11 anos, o Eckoblocks possui download gratuito para celulares e tablets com sistemas iOS e Android. O visual é inspirado no game Minecraft®, sucesso mundial entre o público infantil. Os jogadores navegam por dois ambientes – cidade e natureza – e são estimulados a coletar resíduos recicláveis contemplando diversos tipos de matérias-primas. O objetivo principal é promover o crescimento da cidade de forma sustentável, por meio da administração de recursos.

Desde 2017, o PICPlast vem investindo em ações que geram agenda positiva para o plástico e que ultrapassam os interlocutores da indústria da transformação. É o caso, por exemplo, do PlastCoLab, espaço interativo, inspirado no movimento maker, que reúne inovação e tecnologia associado ao plástico. Realizado em São Paulo, Porto Alegre e Salvador, o espaço deve contar com novas edições em outras cidades ainda este ano.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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Tomra realiza conferência mundial sobre reciclagem de plásticos na Bulgária

19/06/2019

Líderes do setor compartilham conhecimento sobre soluções para o tratamento de resíduos plásticos e convidados tiverem a oportunidade de ver as tecnologias de reciclagem da Tomra em ação.

Líderes e influenciadores nas indústrias de reciclagem e gestão de resíduos se reuniram na Conferência Global Tomra Leads em 2019 para discutir soluções para os problemas colocados pelos resíduos plásticos. Com o tema “Reciclando em um mundo de plástico”, o evento de dois dias realizado em 4 e 5 de junho em Sofia, na Bulgária, abordou tendências e inovações de toda a cadeia de valor do plástico. Os 214 participantes de 31 países também tiveram a oportunidade de ver como as tecnologias da Tomra Sorting Recycling recuperam materiais recicláveis provenientes de resíduos urbanos em uma nova planta de reciclagem de plásticos de € 40 milhões. Esta foi a terceira edição da conferência ‘Tomra Leads Global’, um evento projetado para compartilhar conhecimento e acelerar o progresso da reciclagem e do gerenciamento de resíduos por meio de palestras, apresentações, discussões e oportunidades de networking. A visita à planta foi realizada na Integra Plastics na cidade de Elin Pelin, nos arredores da capital.

Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra Sorting Solutions, Recycling, comentou: “As Conferências Globais da Tomra Leads estão provando ser um fórum útil e popular para a troca de informações e idéias. O foco do evento deste ano foi algo que preocupa profundamente centenas de milhões de pessoas em todo o mundo: o que pode ser feito para combater o plástico descartado que se acumula nos aterros sanitários, vagando nos oceanos e matando a vida marinha. A conferência mostrou como a reciclagem de resíduos de plástico tem um papel fundamental a desempenhar – e como, ao mesmo tempo que beneficia o ambiente, esta é também uma oportunidade de negócio. O resíduo pode ser valioso”.

Percepções de especialistas em uma ampla gama de questões

No segundo dia da conferência, renomados palestrantes, especialistas no setor, compartilharam suas percepções sobre as tendências do mercado de reciclagem, a economia circular e o uso da matéria prima virgem e os modelos de investimento financeiro. Tom Eng abriu esta parte da conferência com um discurso de boas vindas intitulado “O futuro da reciclagem – você está pronto?” Muitas respostas a essa pergunta foram dadas nas apresentações e nos paineis de discussões que se seguiram.

Quatro apresentações foram feitas durante a manhã. O Dr. Volker Rehrmann, Vice-Presidente e Executivo Chefe de Economia Circular da Tomra, compartilhou a perspectiva da Tomra sobre a economia circular e o papel que a empresa desempenhará. Andy Grant, Diretor Técnico – Governo Local da Eunomia Pesquisa & Consultoria, falou sobre os sistemas de coleta de resíduos e o impacto na reciclagem de plásticos. Herman Van Roost, Gerente de Desenvolvimento de Negócios de Reciclagem da TOTAL Refinaria & Petroquímica, fez uma apresentação sobre os fundamentos e os desafios da inovação dos plásticos circulares. O professor Ed Kosior, diretor administrativo da consultoria Nextek, falou sobre a reciclabilidade dos plásticos. E Iilya Kardashliev, Chefe do Departamento de Infraestrutura do Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento (EBRD), explicou modelos financeiros para apoiar investimentos em reciclagem de plástico.

À tarde, os visitantes tiveram a opção de participar na conferência “Reciclagem de Plásticos” ou na conferência “Legislação”, que ocorreu simultâneamente. Ambas conferências foram seguidas por painéis de discussão.

Uma discussão abordou a superação de desafios na cadeia de valor dos plásticos. Este foi aberto por László Székely, Responsável por Economia de Novos Plásticos da Tomra. Antes disso, foi apresentado um estudo de caso sobre as exigências de um conversor, apresentada por Graeme Smith, Gerente de Inovação e Sustentabilidade do Grupo Mondi, especializado em embalagens e papel. Seguiu-se com um painel de discussões por uma hora, que envolveu László Székely, Herman Van Roost, Volker Rehrman, Ed Kosior e Graeme Smith, e foi presidida por Jim Keefe, editor-chefe na Recycling Today, publicação dos Estados Unidos da América.

Em paralelo, outro painel abordou informações e idéias sobre como as empresas de reciclagem e gestão de resíduos devem responder às mudanças nas regulamentações. Para definir o cenário, Tina Adjic, consultora sênior da ADSinsight, forneceu uma atualização sobre a legislação da UE sobre resíduos. Para dar uma visão geral do momento atual, Fabrizio Radice, Vice-Presidente Global de Vendas e Marketing da Tomra Sorting Recycling, analisou o que realmente está sendo reciclado atualmente, como a nova legislação afetará as práticas atuais e o que será necessário para novos projetos de fabricantes de embalagens. O alinhamento da legislação e dos negócios foi analisado durante a discussão, que envolveu Andy Grant, Tina Adjic, Fabrizio Radice e Roland Ramusch, e foi presidido pelo Vice-Presidente de Assuntos Governamentais da Tomra, Thomas Morgenstern.

Finalmente, os visitantes da conferência receberam uma mensagem real da importância da economia circular quando Kristine Berg, Assessora de Economia Circular da Tomra, apresentou um vídeo sobre a “eXxpedition”, a expedição de vela realizada em 2018 que contou com uma equipe só de mulheres. Isso mostrou com clareza chocante por que o vasto trecho de oceano atravessado pela expedição é conhecido como Great Pacific Garbage Patch (http://video.Tomra.com/exxpedition-the-great-pacific-garbage-patch).

Visita à planta mostra o papel fundamental da Tomra na economia circular

Para ver a reciclagem de plásticos em prática, os participantes da conferência fizeram uma visita pelas novas instalações da Integra Plastics, com investimento de € 40 milhões, na região de Sofia, inauguradas em fevereiro de 2019. A nova fábrica emprega 85 pessoas e 14 máquinas Tomra Autosort. Um dos equipamentos Autosort é combinado com o sistema de Deteção de Objeto Laser (LOD) e dois deles foram especialmente desenvolvidos para esta planta, para separar materiais flexíveis pretos. Há capacidade anual de reciclar 40.000 toneladas de plásticos pós-consumo de cores mistas.

A especialidade da Integra é a produção de polietileno de baixa densidade reciclado (LDPE), polietileno de alta densidade (PEAD) e resina de polipropileno (PP). Para ver como isso é alcançado, foi apresentado aos visitantes todo o processo da planta da Integra para a reciclagem de plásticos. O processo inicia-se pela recepção do material em fardos. A seguir, esses são abertos em uma unidade Rompe fardos, sendo, na sequencia, triturados e desagregados por um grande triturador. O material é, então, conduzido através de esteiras transportadoras, onde ímãs e uma peneira retiram materiais indesejados, como metais e outros materiais finos. Em seguida, o material é selecionado por máquinas Tomra em seis fluxos, classificados por tipo de poliolefina e cor, antes dos plásticos serem lavados a quente. Após a lavagem e secagem, os flakes de plástico são finalmente limpos de quaisquer impurezas, cores e / ou materiais remanescentes através de unidades Tomra adicionais, antes de serem encaminhados para extrusão, onde são fundidos, degasados, homogeneizados e transformados em pellets ou grãos de resina. Na fase final, os pellets são embalados em sacos de uma tonelada, prontos para reutilização em uma ampla gama de aplicações. A Integra é capaz de produzir diferentes qualidades de resinas personalizadas, como diferentes tipos de materiais combinados com cores diferentes.

Beatriz Luz, Fundadora da Exchange4change, resumiu assim a sua participação no evento: “Tomra Leads foi uma grande oportunidade de ver como a teoria pode ser colocada em prática em larga escala. A presença de industrias de todas as etapas da cadeia de valor do plástico reunidas em um único evento nos proporcionou visualizar o todo e o papel a ser desempenhado por cada um na Economia Circular. Tecnologia, escala e colaboração são elementos essenciais que reunidos podem transformar Resíduo em Recurso em qualquer lugar do mundo. No Brasil não será diferente. A solução tecnológica correta agregada com um ecosistema bem organizado é possível combater a poluição plástica no Brasil”.

Sobre a Tomra Sorting Recycling

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para classificar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 pessoas globalmente.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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Terphane lança, globalmente, linha sustentável de filmes de PET

07/06/2019

O principal diferencial dos novos filmes é a composição com 30% ou mais de PET reciclado, pós consumo, grau alimentício.

A Terphane, um dos líderes em filmes PET (poliéster) na América Latina, lançou, globalmente, a linha Ecophane de filmes sustentáveis. Os novos filmes estão alinhados à uma demanda crescente do mercado global por filmes que garantam a produção de embalagens recicláveis e com conteúdo reciclado.

“A linha Ecophane é o resultado de extensivas pesquisas e muita tecnologia de ponta aplicada ao seu desenvolvimento. Conseguimos criar um filme PET com no mínimo 30% de PCR (PET reciclado pós consumo) em sua composição”, explica Marcos Vieira, Diretor de P&D Global da Terphane. Esta expertise tecnológica resultou em mais de 10 tipos de filmes da linha Ecophane, disponíveis para as mais diversas aplicações.

Segundo a empresa, além de garantirem um menor uso de matérias-primas virgens, os novos filmes da estão inseridos no conceito de Economia Circular: o PET descartado na forma de embalagens ou outros itens é coletado, reciclado e volta a ser embalagem.

“O desenvolvimento da linha Ecophane não vai ao encontro apenas das métricas de sustentabilidade estabelecidas pela Terphane, mas atende a uma busca dos brand owners que querem associar suas marcas e produtos a embalagens cada vez mais sustentáveis”, completa André Gani, Diretor de Vendas & Marketing da Terphane. A Terphane estabeleceu as ações ambientalmente, socialmente e economicamente positivas em suas plantas, produtos e na comunidade como prioridades em sua jornada de sustentabilidade

A embalagem flexível ajuda muito nesta jornada por seu excelente desempenho em termos de otimização de funcionalidade e de melhor uso dos recursos, afirma a empresa. O documento europeu “The Perfect Fit, a FPE (Flexible Packaging Europe)” –  mostra que eficácia e eficiência são fatores fundamentais para definir a sustentabilidade de uma embalagem, levando em consideração todos os aspectos da cadeia de valor do produto, a própria embalagem, o consumo e todos os impactos no ciclo de vida. “E a embalagem flexível, mais do que se pensa, é a melhor escolha. Isso porque os fabricantes de embalagens e os donos de marca podem atingir o ‘ponto ideal’ que otimiza a eficácia funcional e a eficiência do material. Isso se chama relação perfeita entre produto e embalagem”, explica Gani.

No documento, enfatiza-se ainda o fato da embalagem flexível ser altamente adaptável e um design inteligente garantir ainda mais benefícios de sustentabilidade. Esses benefícios vão desde o tamanho correto para as porções e o refechamento das embalagens para minimizar o desperdício, passando pela impressão de informações que garantam seu uso e armazenamento corretos, até embalagens funcionais, mais leves, que reduzam os impactos de armazenamento, distribuição e transporte.

Por serem mais leves, as embalagens flexíveis também reduzem os impactos ambientais e oferecem vantagens significativas para o armazenamento e transporte dos produtos. “Definitivamente as embalagens flexíveis estão na vanguarda de uma agenda cada vez mais exigente, a das ‘embalagens sustentáveis’. Embora ainda existam alguns entraves na cadeia da reciclagem, a embalagem flexível é a que mais se aproxima da ‘escolha perfeita’ em termos de solução mais sustentável disponível no mercado. E os novos filmes Ecophane surgem para fechar este circuito ao utilizarem uma boa parte das embalagens descartadas pós consumo e poderem ser novamente reciclados”, atesta Marcos Vieira.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Terphane

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Tomra Sorting Recycling lança plataforma de dados baseada em nuvem

06/06/2019

Plataforma baseada na Web fornecem informações para melhorar a eficiência, reduzir custos operacionais e auxiliar na tomada de decisões estratégicas

A Tomra Sorting Recycling lançou uma plataforma de dados baseada em Nuvem, o Tomra Insight, que abre oportunidades para os usuários dos seus sistemas de seleção. Esses dados podem transformar a triagem de um processo operacional em uma ferramenta de gerenciamento estratégico para a tomada de decisões em todas as etapas do valor e da cadeia de produção.

Segundo a empresa, o Tomra Insight transforma as máquinas de seleção em dispositivos conectados que geram dados do processo. A nova plataforma coleta esses dados na nuvem e os transforma em informações de produção acessíveis por meio de uma interface da web. O pacote seguro de transmissão e armazenamento de dados baseado na nuvem, respeitando todos os requisitos de privacidade, é fornecido em parceria com o serviço de computação em nuvem Microsoft Azure. As funções de monitoramento e relatório dessa nova plataforma on-demand complementarão, e não substituirão, os sistemas de controle de processos existentes.

De acordo com a Tomra, a sua plataforma Insight opera praticamente em tempo real e pode ser acessado por meio de uma conexão segura e com interface amigável em desktops e dispositivos móveis de qualquer lugar, a qualquer hora. Como benefício imediato, afirma a empresa, os usuários terão a liberdade de analisar remotamente as métricas de desempenho e de gerenciar proativamente as máquinas para otimização de desempenho e manutenção preventiva.

O acesso às métricas digitais ajudará os operadores dos equipamentos a otimizar o desempenho de seleção, analisando as informações de capacidade de processamento, dimensões e distribuição do material, índices de material ejetado e aceito, além de outras variáveis. Segundo a Tomra, essas informações podem ajudar a reduzir o tempo de parada, direcionar esforços e intervenções para ações relevantes, maximizar o rendimento, melhorar a eficiência dos operadores e do pessoal de manutenção e reduzir os custos operacionais. A análise de dados também permite, através de relatórios e alarmes personalizados, gerenciar a manutenção preventivament – baseada nas condições reais – e prever demanda por peças e manutenção, garante o fabricante.

Felix Flemming, VP e chefe do dpto. Digital da Tomra Sorting, comentou: “Estamos orgulhosos em lançar uma interface funcional e segura que irá proporcionar o uso potencial da Big Data para nossos clientes e permitir que eles monitorem e otimizem seus processos de seleção. Os dados operacionais das máquinas em todo o mundo também nos ajudarão a melhorar os programas de serviço e manutenção, prever a vida útil das peças e desenvolver melhores configurações de máquinas, tecnologias e aplicações”.

A Tomra afirma que trará a sua atitude de liderança proativa em soluções de seleção baseadas em ótica e sensores para o Tomra Insight, investindo continuamente em avanços tecnológicos da plataforma. No futuro, assegura a empresa, a análise avançada de dados otimizará ainda mais os processos, permitindo a avaliação de dados a longo prazo, análise aprofundada entre as máquinas e entre plantas e melhor integração com outras linhas de negócios.

Segundo a Tomra, além de servir como um centro digital de aprendizagem, aprimoramento, melhores práticas e novos desenvolvimentos na tecnologia de seleção, a nova plataforma proporcionará aos clientes acessar uma ampla base de conhecimento. Na qualidade de portal e catalisador para otimização da seleção, a plataforma Insight conectará os clientes em um movimento de todo o setor, garante a Tomra.

Fonte: Assesoria de Imprensa – Tomra

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SABIC anuncia linha de compostos de PBT produzidos a partir de garrafas PET quimicamente recicladas

30/05/2019

A SABIC apresentou no último dia 16 de maio o seu portfólio LNP Elcrin iQ de compostos de tereftalato de polibutileno (PBT) derivados de tereftalato de polietileno reciclado (rPET). A empresa diz que a nova linha de produtos dá apoio à economia circular e ajuda a reduzir o desperdício de plástico. Ao reciclar quimicamente o PET descartado pelo consumidor (principalmente a partir de garrafas de água descartáveis) transformando-o em materiais como o PBT – que possui maior valor, propriedades melhores e adequação para aplicações mais duráveis -, a empresa diz estar incentivando o uso de resinas recicladas. Esses produtos também oferecem uma menor pegada ambiental “berço-portão” do que a resina de PBT virgem, conforme medido pela Demanda de Energia Cumulativa (CED) e pelo Potencial de Aquecimento Global (GWP), afirma a SABIC.

Vida mais longa que PET

Essa tecnologia, segundo a empresa, supera algumas das limitações da reciclagem mecânica ao usar processos químicos para despolimerizar garrafas PET e outros resíduos de PET, transformando-os em seus precursores químicos, purificando-os e depois usando-os para criar uma nova resina PBT. A SABIC diz que a tecnologia pode oferecer benefícios de desempenho e processamento, tais como uma boa resistência química, colorabilidade, alto fluxo para maior rendimento e retardamento de chama (FR).

Segundo a SABIC, a resina LNP Elcrin iQ é uma solução pronta para o uso de PBT virgem e outros materiais de PBT convencionais, tornando mais fácil para os fabricantes melhorar a sustentabilidade de seus produtos. Como resultado da substituição da matéria-prima virgem usada para fabricar o PBT, demonstrou-se – através da avaliação de ciclo de vida revisada por pares – que a resina LNP Elcrin iQ reduziu as pegadas de energia e carbono do material em até 61% e 49%, respectivamente, afirma a SABIC. Além disso, garante a empresa, cada quilograma de resina LNP Elcrin iQ usa até 67 garrafas PET pós-consumo (0,5 litro).

O portfólio Elcrin iQ oferece aos clientes múltiplas opções, incluindo grades reforçados com fibra de vidro e minerais, além de formulações resistentes à radiação UV e compostos não halogenados resistentes ao fogo, afirma a SABIC. Algumas dos grades do LNP Elcrin iQ têm até o potencial de atingir a conformidade com os regulamentos da Food & Drug Association (FDA) americana para para contato com alimentos, assegura a empresa.

As aplicações potenciais para esses novos polímeros incluem componentes internos duráveis e componentes estéticos ​para eletrônicos de consumo, conectores automotivos e invólucros para dispositivos médicos. Tais aplicações podem prolongar a vida útil da resina PET original de uso único, o que ajuda a manter o material fora do fluxo de resíduos por um período mais longo.

“As garrafas PET descartadas pelo consumidor perdem valor e propriedades de desempenho por meio da reciclagem mecânica convencional”, disse Joshua Chiaw, diretor de negócios globais de LNP, SABIC. “Esse processo de reciclagem limita os tipos de aplicações nas quais o rPET pode ser usado. Em contraste, o processo de reciclagem química da SABIC ajuda a melhorar o desempenho e a qualidade do produto final da resina. Como resultado, esses materiais de PBT são potencialmente mais desejáveis ​​para aplicações duráveis. No geral, os materiais LNP Elcrin iQ podem ajudar a reduzir a dependência da resina virgem e atender à demanda da indústria e dos consumidores por um maior uso de materiais mais sustentáveis. ”

“O desenvolvimento de materiais LNP Elcrin iQ é um passo importante para a SABIC e ilustra nosso compromisso com nossos clientes, com a indústria global de plásticos e com a AEPW (Aliança para o Fim dos Resíduos Plásticos), à qual nos juntamos como membros fundadores”, disse Frank Kuijpers, Gerente Geral de Sustentabilidade Corporativa da SABIC. “Nosso processo inovador de reciclagem química de materiais PET de uso único dá suporte direto ao objetivo da AEPW de desenvolver novas tecnologias que ajudem a minimizar o desperdício, facilitar a recuperação e a reciclagem de plásticos e criar valor a partir de todos os plásticos pós-uso.”

Fonte: SABIC

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Novo purificador de flakes de PET da Tomra potencializa indústrias de reciclagem

30/05/2019

Carina Arita, Diretora da Tomra Brasil, explicando o funcionamento do Innosort Flake durante a Feiplastic 2019

Ao lançar recentemente o seu equipamento purificador de flakes de PET Innosort Flake, a Tomra busca cada vez mais adaptar-se a diferentes demandas e especificidades do mercado de reciclagem e reaproveitamento de resíduos plásticos.

O Innosort Flake corresponde a mais um passo da Tomra para atender de forma específica ao crescimento do mercado de flakes de PET e às exigências de alta pureza do produto que são demandadas, por exemplo, pela tecnologia bottle-to-bottle de reciclagem de resíduos de PET oriundos de garrafas plásticas.

Esse mercado já vinha sendo atendido pela linha de produtos Autosort Flake. Porém, segundo Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Brasil, o Autosort Flake corresponde a um produto de categoria “super-premium“, aplicando-se simultaneamente à purificação de flakes de vários tipos de materiais plásticos, tais como PE, PP e PET, além de perfis de janelas de PVC. Em plantas que trabalham somente com flakes de PET, algumas funcionalidades do Autosort Flake terminam sendo utilizadas abaixo do seu potencial pleno. Com o lançamento do Innosort Flake, afirma Carina, o reciclador pode dispor de um produto com recursos “Premium“, específico para sua aplicação, com uma relação custo-benefício otimizada, além de altos rendimento e grau de pureza.

“Tanto o Autosort Flake como o Innosort Flake trabalham com tecnologias de duplos sensores: Infravermelho próximo (NIR) e Câmera (RGB). Todavia, enquanto o Autosort Flake opera com 16 faixas de espectro, contemplando a separação de materiais como poliolefinas (PE,PP), PVC e PET – além da separação por cores -, o foco do Innosort Flake é a purificação do PET, operando com 4 canais. Neste caso, os outros materiais diferentes do PET são tratados como contaminantes”, explica Carina.

As aplicações de PET reciclado, especialmente na indústria de envase, requerem um grau de pureza muito alto – daí a necessidade de um equipamento com tecnologia dedicada à separação de flakes de PET. “Para aplicações de outros tipos de material reciclado (PE, por exemplo), as exigências de pureza não são tão elevadas quanto às do PET”, complementa Carina.

Com tecnologia patenteada Flying Beam, o Innosort Flake oferece uma resolução ultra-alta e identificação de polímero de 2 mm. A solução permite a remoção de vastas proporcões de contaminantes e reduz significativamente possíveis perdas de flakes de PET, afirma Carina.

O Innosort Flake detecta as propriedades do material de diversos polímeros, bem como as cores dessas frações, incluindo materiais transparentes e opacos. Esta purificação do PET resulta em maiores níveis de qualidade e maior rendimento, com capacidade de processamento de até 4,5 toneladas, garante a Tomra.

As principais aplicações do Innosort são a purificação de flakes de PET, a purificação de flakes transparentes e opacos e a seleção de flakes de cores misturadas.

Além do Innosort Flake, a Tomra esteve promovendo outros produtos aplicados à separação e purificação de resíduos sólidos durante a Feiplastic 2019, no mês passado, em São Paulo:

  • Autosort: Com foco na separação e classificação, o Autosort tem aplicações em correntes de resíduos em Coleta Seletiva (termplásticos, caixa de bebidas, papelão, vidro), Resíduos Sólidos Urbanos (termplásticos, papel misto, papelão, metais), Termoplásticos em geral (PET, PP, PVC, PS, PEBD, PELBD, PEAD, bandejas, garrafas, etc) e outras.
  • Autosort Flake: O sistema tem foco na purificação de correntes de material plástico, combinando a detecção de cores, materiais e metais de forma simultânea, com alta pureza e rendimentos. As principais aplicações são a purificação de flakes de PET, flakes de PE/PP e Purificação de PVC
  • Autosort Fines: Foi projetado para separar frações pequenas (granulometrias menores) em diversas aplicações, em particular resíduos Eletroeletrônicos contendo PS, ABS, PC, PPO, PPE, PBT, PMMA, PP e PE
  • Autosort Laser: Baseado nos sensores laser, eletromagnético e NIR, o equipamento permite a separação de vidro a partir de resíduos domiciliares e resíduos comerciais e industriais, separando-o de resíduos de cerâmica, pedras, porcelana, metais e plásticos

Uma aplicação em destaque durante a feira foi a separação de Garrafa PET vs. Bandeja PET monocamadas. O modelo anterior do Autosort já separava bandejas multicamadas. A inovação em destaque é comercialmente significativa pois pequenas e críticas diferenças nas propriedades químicas das bandejas de PET para alimentos e garrafas PET significam que elas devem ser separadas para reciclagem com produtos equivalentes.

Além disso, a Tomra acaba de lançar no Brasil uma plataforma de dados baseada em cloud, o Tomra Insight, que abre novas e valiosas oportunidades para os usuários dos sistemas de seleção. Esses dados podem transformar a triagem de um processo operacional em uma ferramenta de gerenciamento estratégico para a tomada de decisões em todas as etapas do valor e da cadeia de produção. O Tomra Insight transforma as máquinas de seleção em dispositivos conectados que geram dados do processo. A nova plataforma coleta esses dados na nuvem e os transforma em informações de produção acessíveis por meio de uma interface da web.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Segundo a empresa, mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972. A empresa tem um volume de negócios anual de cerca de € 750m, e emprega mais de 3.500 funcionários ao redor do mundo.

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Ineos Styrolution desenvolve processo para reciclagem química de Poliestireno

23/05/2019

  • Marco importante nos esforços da empresa para reduzir os resíduos de estireno após o consumo;
  • Produção de poliestireno virgem apenas a partir de materiais despolimerizados;
  • Projeto contribui para os esforços da Ineos Styrolution em eficiência de recursos, reciclagem e redução de danos ecológicos.

A Ineos Styrolution anunciou que completou o primeiro teste bem-sucedido na produção de poliestireno virgem a partir de materiais despolimerizados. Os experimentos, conduzidos na unidade da companhia em Antuérpia (Bélgica), podem ser considerados uma prova prática da reciclabilidade do poliestireno, afirma a empresa.

Segundo a Ineos Styrolution, a amostra de poliestireno multipropósito, 100% produzida a partir de monômeros de estireno reciclados, representa um divisor de águas na produção de poliestireno. O material é resultado de uma produção experimental de poliestireno a partir de matéria-prima de monômeros de estireno obtidos a partir da despolimerização de plástico estirênico. Os testes – feitos em cooperação com parceiros comerciais e universidades – resultaram na produção de material virgem com as mesmas propriedades do poliestireno produzido a partir de monômeros de estireno novos. garante a empresa.

“Estamos muitos animados por termos alcançado esse marco”, comentou Michiel Verswyvel, Especialista Global em P&D. “Devido à sua decomposição relativamente limpa em seus blocos de construção, o poliestireno é praticamente projetado para ser reciclado. Estamos trabalhando conjuntamente com nossa equipe global de projetos para tornar este processo estável em um nível comercial, aprendendo mais, por exemplo, sobre os requisitos de pureza da matéria-prima “, complementou.

“É ótimo ver especialistas de todo o mundo contribuírem com sua expertise para este projeto”, acrescenta Alexander Glück, Presidente da Ineos Styrolution para as Américas. “Esta colaboração global mostra o nosso forte compromisso com a reciclagem química e a sustentabilidade. “

Rob Buntinx, Presidente para Europa, Oriente Médio e Ásia, declarou: “Estou convencido de que alcançamos um marco significativo na comprovação de que o poliestireno é reciclável e contribui para a redução de resíduos de consumo. Estamos agora ansiosos para viabilizar o processo para um nível industrial e economizar recursos valiosos “.

O anúncio é parte dos esforços da Ineos Styrolution para a produção cíclica do estireno, com o objetivo de poupar recursos valiosos, reciclar os resíduos de estireno e reduzir os danos ao meio ambiente. As medidas da companhia incluem tanto projetos de pesquisa quanto a colaboração através da cadeia de valor e parcerias com os clientes.

A Ineos Styrolution é uma empresa líder global em fornecimento de estireno, com foco em monômero de estireno, poliestireno, ABS Standard e especialidades de estireno. A empresa fornece aplicações em estireno para muitos produtos do dia-a-dia em um vasto leque de indústrias, que incluem automotiva, eletrônica, linha branca, construção, médica, brinquedos/esportiva/de lazer e de embalagens. Em 2018, as vendas foram de 5,4 bilhões de euros. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.500 colaboradores e opera 20 plantas em dez países.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Ineos Styrolution

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Braskem e Antilhas lançam embalagem monomaterial para embalagens Stand up Pouch

17/05/2019

O produto reforça o conceito de Economia Circular ao favorecer o processo cíclico de reciclagem e retorno do produto à cadeia.

Em linha com seu compromisso em Economia Circular, a Braskem se uniu à Antilhas Flexíveis, empresa brasileira e reconhecida no mercado por suas inovações em embalagens, para o desenvolvimento de uma embalagem stand-up pouch monomaterial. A novidade foi apresentada durante a Feiplastic 2019, de 22 a 26 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

“A transformação da Economia Linear para a Economia Circular passa por desenvolvimentos como esta embalagem, que tem todo o seu ciclo produtivo considerado de forma sustentável. Estamos muito satisfeitos em apresentar esta solução ao mercado durante a Feiplastic, demonstrando que a tecnologia é uma grande aliada na criação de produtos que favorecem a reciclagem e se mantém competitivos”, afirma Yuri Tomina, gerente de Desenvolvimento de Mercado de Polietileno da Braskem.

Embalagens monomateriais, ou seja, produzidas a partir de uma única matéria-prima, favorecem a cadeia de reciclagem plástica, pois facilitam o processo de separação dos materiais. Segundo Tomina, o compromisso da Braskem em prol da Economia Circular define iniciativas que a companhia adotou para estimular o ciclo sustentável da cadeia plástica e, entre elas, está o trabalho com parceiros na concepção de produtos que ampliem a eficiência da reciclagem e o retorno do produto à cadeia.

Fabio Sant’ana, especialista de Desenvolvimento de Mercado de Polietileno da Braskem, explica que a companhia se uniu à Antilhas Flexíveis para chegar nesta solução. “Feita totalmente à base de polietileno, este produto tem alto índice de reciclabilidade por não possuir mistura de matérias-primas. Desta forma, sua reciclagem gera uma resina pós-consumo de maior qualidade e, consequentemente, com uma gama maior de possibilidades de aplicação”, explica.

A produção de embalagens stand-up pouch – que se mantém em pé independentemente da matéria que envolve – em puro polietileno, sem laminação, foi realizada com a tecnologia EB (Electron Beam). O processo inovador de impressão externa por cura com feixe de elétrons foi patenteado com exclusividade pela Antilhas.

“O processo garante qualidade de impressão superior, com o mesmo brilho de material laminado e possibilidade de acabamentos externos com apelo sensorial. A tecnologia permite ainda benefícios adicionais com um processo que gera a redução de até 50% no consumo de energia elétrica, sem perder a qualidade de cor e brilho do material final e redução de até 95% dos compostos orgânicos voláteis, fator que reduz a emissão de gases causadores do efeito estufa”, afirma Rodrigo Massini, gerente executivo da Antilhas Flexíveis.

A embalagem stand-up pouch monomaterial já está disponível ao mercado e pode ser utilizada em aplicações nos setores de cosméticos e alimentício. Os visitantes da Feiplastic puderam conferir protótipos do material no estande da Braskem, onde também foram expostos exemplos do produto já produzido a partir da embalagem monomaterial reciclada, com identificação de matéria-prima 100% oriunda de polietileno reciclado.

“Estamos muito satisfeitos em apresentar aos clientes a solução completa, com demonstração do desenvolvimento tecnológico aplicado na solução e a qualidade do produto pós-consumo gerado a partir desta inovação”, ressalta Sant’ana.

A Antilhas atua no mercado de embalagens em papel, cartão e plástico flexível. Fundada há 30 anos, a unidade de negócios de flexíveis da Antilhas Embalagens possui o selo FSSC 22000 – Certificação de Sistema de Segurança de Alimentos. A Antilhas Flexíveis tem como destaque entre seus produtos, além do processo de impressão com a tinta Gelflex-EB®, o Stretch Hood, filme de Polietileno (PE) extrudado utilizado para a unitização de embalagens de transporte.

Fonte: Braskem

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Milliken firma parceria com PureCycle para nova tecnologia de reciclagem de Polipropileno

06/05/2019

Trabalho em conjunto da Milliken, PureCycle e Nestlé deve permitir que o polipropileno (PP) reciclado ganhe características iguais às da matéria-prima virgem, afirmam as empresas

O processo de reciclagem patenteado PureCycle, desenvolvido e licenciado pela Procter & Gamble (P & G), separa cor, odor e outros contaminantes da matéria-prima de resíduos plásticos para transformá-los em resina plástica semelhante à virgem. A Milliken, cujos aditivos terão um papel fundamental no revigoramento do polipropileno reciclado, estabeleceu uma relação de fornecimento exclusiva com a PureCycle para ajudar a resolver o desafio da destinação dos plásticos ao fim da sua utilização. A Nestlé, maior produtora de alimentos e bebidas do mundo, está trabalhando com o PureCycle para desenvolver novos materiais de embalagem que ajudem a prevenir a geração de lixo plástico, de acordo com o compromisso da empresa de tornar 100% de suas embalagens recicláveis ​​ou reutilizáveis ​​até 2025.

Com essa nova movimentação, a PureCycle dá um passo importante para abrir sua primeira fábrica de reciclagem de polipropileno (PP), garantindo que o produto tenha característica de “plástico virgem”.

“Nossos parceiros estão nos ajudando a caminhar mais rápido para levarmos essa solução ao mercado”, avalia Mike Otworth, CEO da PureCycle Technologies. “Esta é uma validação do nosso método, e nos ajuda a seguir em frente com mais agilidade para tornarmos a reciclagem de plásticos uma realidade. O uso dos aditivos da Milliken fará com que o polipropileno reciclado ultrapuro (UPRP, na sigla em inglês) da PureCyle seja de alta qualidade e acrescente valor máximo – tanto para os proprietários de marcas quanto para os consumidores. Acreditamos que essa parceria colocará a PureCycle como líder na recuperação e produção de polipropileno”.

“A Milliken entende que a criação de um futuro sustentável requer uma colaboração significativa com outros pioneiros da indústria”, comenta Halsey Cook, presidente e CEO da Milliken & Company. “Acreditamos na tecnologia PureCycle combinada com os principais aditivos plásticos da Milliken. Esta união é uma oportunidade transformadora que eleva a viabilidade do polipropileno reciclado e ajuda a resolver o desafio do ciclo de vida dos plásticos”.

Com tecnologia licenciada de P&G, a PureCycle está construindo a primeira planta industrial em Lawrence County, no estado de Ohio (EUA), que irá reciclar cerca de 54 mil toneladas de polipropileno por ano, a partir de 2021.

Hoje, cerca de 20% do tereftalato de polietileno (PET) – que é comumente usado para fazer garrafas de plástico e outros bens de consumo – é reciclado. Em contrapartida, menos de 1% do polipropileno (PP) é atualmente reciclado. A PureCycle é a primeira empresa que tem foco único na reciclagem e reintegração do polipropileno, destinado a aplicações em produtos de consumo altamente sensíveis, tais como embalagens de alimentos e bebidas, interior de automóveis, eletrônicos, mobiliário e muitos outros produtos.

Segundo a PureCycle, suas tecnologias produzirão PP reciclado de alta qualidade, que estará amplamente disponível para suprimento às indústrias. A P&G afirma que a nova tecnologia ajuda a alcançar os objetivos de reciclagem da empresa – dobrando o uso de resina reciclada em embalagens plásticas e garantindo que 90% das embalagens sejam ou recicláveis ou parte de programas para reciclagem. O novo método de produção também está alinhado com a visão da P&G de usar 100% de materiais reciclados ou renováveis, além de proporcionar que zero resíduos do consumidor final sejam direcionados a aterros sanitários.

“A nossa abordagem da inovação não só inclui produtos e embalagens, mas tecnologias que permitam que tenhamos um impacto positivo no meio ambiente. Esta tecnologia tem a capacidade de revolucionar a indústria de reciclagem de plásticos, permitindo que a P&G e empresas de todo o mundo tenham acesso a fontes de plásticos reciclados com desempenho e propriedades quase idênticos aos de materiais virgens, para uma ampla gama de aplicações”, acredita Kathy Fish, diretora de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Procter & Gamble.

O mercado global de polipropileno é estimado em mais de US$ 80 bilhões, de acordo com pesquisa da Transparency Market, e deve alcançar US$ 133 bilhões em 2023. A APR – Associação de Recicladores de Plástico dos Estados Unidos já identificou uma demanda de mais 450 mil toneladas de polipropileno reciclado apenas na América do Norte. A maior parte dessa procura é de material de alta qualidade, de acordo com a entidade.

A PureCycle Technologies é uma empresa de portfólio da Innventure, uma parceria da Wasson Enterprise. A Innventure tem mais de 20 anos de experiência na identificação de tecnologias disruptivas e na criação de novas empresas bem-sucedidas. O grupo combina a experiência da Wasson Enterprise (WE), uma empresa de investimento baseada na família liderada pelo CEO da Walgreens Boots Alliance, Greg Wasson, e o XL Tech Group (XLTG), empresa precursora da Innventure. Das 11 empresas criadas pelos fundadores da Innventure em 20 anos, 10 alcançaram late-stage funding, incluindo seis IPOs bem-sucedidos. O acordo de fornecimento inicial da Innventure com a Procter & Gamble ocorreu em dezembro de 2015.

A Milliken é uma empresa com foco na inovação desde que foi fundada, em 1865. Em seus laboratórios e centros de desenvolvimento e de aplicação em todo o mundo, cientistas e engenheiros trabalham diariamente criando revestimentos, especialidades químicas, aditivos e tecnologias de coloração. A empresa acumula mais de 2.200 patentes nos EUA e mais de 5 mil patentes no mundo todo, desde sua fundação.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Milliken

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Tomra Sorting Recycling lança o Innosort Flake na Feiplastic 2019

15/04/2019

Carina Arita, Diretora da Tomra Brasil

Nos dias 22 a 26 de Abril, no Expo Center Norte, São Paulo, será realizada mais uma edição da Feiplastic, uma das mais importantes feiras da indústria dos plásticos no mercado brasileiro. A Tomra Sorting Recycling estará presente e trará uma grande novidade: o novo Innosort Flake.

No stand D072, a Diretora Comercial da Tomra Sorting Brasil, Carina Arita, estará presentando a nova máquina ao mercado e aos potenciais interessados, com demonstrações ao vivo, bem como respondendo a dúvidas e com mais informações sobre a tecnologia e a empresa.

Innosort Flake

Apresentada sob o slogan “Materialmente diferente com excelentes resultados”, a nova máquina do portfólio da Tomra é um inovador sistema de seleção baseado em duplos sensores e equipado com uma combinação de câmaras RGB e sensores NIR de resolução ultra-alta para a identificação de materiais e cores. Segundo a empresa, o equipamento é capaz de remover simultaneamente, de forma confiável, o PVC e outros plásticos, metais e flakes opacos, em frações de particulas de 2 a 12 mm. A Tomra afirma assegura que o Innosort Flake é a solução ideal para purificação de flakes de PET com alta precisão e relação custo-benefício, garantindo uma produção constante e de qualidade, além de alto rendimento.

Valerio Sama, Gerente de Produtos da Tomra Sorting Recycling, declarou: “Como a indústria de rPET visa obter melhores rendimentos para produtos de alta qualidade, o Innosort Flake oferece uma solução completa e perfeita para instalações de reciclagem de PET que buscam alta qualidade de produção, reduzir a perda e otimizar suas operações para melhorar as estruturas de custos de seus negócios”.

Classes premium rPET com alto rendimento

O Innosort Flake apresenta a tecnologia patenteada Flying Beam® da Tomra – o que, segundo a empresa, constitui o segredo para sua grande precisão. A Tomra assegura que os sensores NIR de alta precisão e alta velocidade permitem o reconhecimento de polímeros de 2mm, reduzindo significativamente a perda de materiais valiosos de PET, com perdas finais abaixo de 2%. O sensor detecta as propriedades do material de diversos polímeros, de modo que contaminantes como PVC, PE, PP, PA e POM são eliminados, resultando em produtos de maior qualidade, afirma o fabricante. Além disso, afirma a empresa a remoção confiável de PVC, metais e flakes opacos resulta em uma classe de rPET que atende a altos requisitos de qualidade.

Custos operacionais e retorno do investimento

A Tomra afirma que o recurso de calibração contínua permite que os clientes monitorem e otimizem o desempenho de suas operações em tempo real. Isso resulta em maior estabilidade e menos tempo de inatividade do sistema, obtendo um rendimento constante de alta qualidade. Além disso, segundo a empresa, o equipamento possui um sistema de iluminação inovador e preciso que resulta em até 70% de economia de energia e diminui os custos operacionais.

Com sua resolução ultra-alta, configuração de duplo sensores e capacidade de até 4,5 t/h, o Innosort Flake foi lançado no mercado chinês em Setembro de 2018 e, segundo a Tomra, tem recebido uma receptividade muito boa, com os clientes apreciando os níveis de pureza, perdas e produtividade proporcionados.

O Innosort Flake amplia a oferta de soluções de seleção da Tomra, ao lado do Autosort Flake, equipamento que já combinava a deteção de cores, informações de materiais e objetos metálicos para potencializar as aplicações de purificação de flakes com um tempo de inatividade reduzido.

A Tomra Sorting Recycling e a importância da Feiplastic

Para Carina Arita, a presença na Feiplastic “é uma grande oportunidade de expor a nossa tecnologia ao mercado de plásticos de forma ampla, uma vez que se trata da mais abrangente feira da indústria de plástico”. A Diretora Comercial da Tomra ressalta “que a Tomra tem conquistado nos últimos anos um espaço importante no mercado brasileiro e é isso que vamos procurar reforçar, atraindo mais potenciais clientes”.

Além da visibilidade que a Feiplastic proporciona, o objetivo da Tomra também é trazer uma mensagem positiva ao mercado brasileiro, pois além de sua atuação direta na reciclagem de plásticos, a Tomra Sorting Recycling vem trabalhando no segmento de Tratamento de Resíduos Sólidos com o objetivo de retirar do meio ambiente os plásticos descartados pós-consumo, devolvendo-os à industria e promovendo a Economia Circular, tema que está se tornando cada vez mais relevante na atualidade.

A Tomra contribui para a indústria e o meio ambiente com o desenvolvimento de tecnologias de ponta para seleção e recuperação de resíduos. Através da identificação e seleção dos materiais valorizáveis, é possível recuperar dos resíduos materiais com valor agregado, o que se torna vantajoso também para as empresas que utilizam os sistemas.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e análise de processos para a indústria de alimentos, mineração e outras indústrias. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Tomra Sorting Recycling publica e-book analisando a viabilidade do uso de plásticos reciclados a 100%

22/03/2019

O documento disponível para download mostra que é tecnicamente possível e economicamente viável fabricar produtos de plástico 100% reciclado

A Tomra Sorting Recycling publicou um e-book analisando o papel que a reciclagem pode desempenhar ao oferecer soluções para a crise mundial de escassez de recursos naturais. O documento explora a viabilidade técnica e o progresso feito em direção a plásticos 100% reciclados e destaca as oportunidades do uso de plásticos reciclados de alta qualidade para fabricantes de produtos plásticos e embalagens.

O e-book ressalta que a preocupação dos consumidores com o lixo traz oportunidades para que as marcas demonstrem responsabilidade social corporativa e fidelizem os clientes, em benefício dos resultados de seus negócios.

O problema dos resíduos plásticos atingiu proporções enormes, com a maior parte deles ainda indo para aterros ou descartados no meio ambiente e no oceano, sendo que apenas uma pequena parte é reciclada. Órgaos reguladores e consumidores vêem a necessidade de mudança. Novas metas e regulamentações ambientais em todo o mundo estão pressionando os países para melhorarem suas taxas de reciclagem. Isso deverá incentivar o investimento e a inovação na reciclagem – já podendo ser posto em prática com as tecnologias já existentes.

O e-book da Tomra explica como o progresso significativo nas tecnologias de reciclagem de plásticos, mesmo para os produtos PET, torna a utilização de plásticos 100% reciclados não apenas tecnicamente possível, mas também economicamente viável. A publicação intitulada “A Viabilidade de Usar Plásticos 100% Reciclados” está disponível on-line em https://hubs.ly/H0gYzDN0 e pode ser baixada gratuitamente.

Produtos PET podem ser feitos de plásticos 100% reciclados de alta qualidade

O e-book da Tomra começa abordando o equívoco comum de que as embalagens PET e outros produtos, além de garrafas, só podem ser utilizados em produtos de qualidade inferior. De fato, a reciclagem de garrafas PET se desenvolveu maciçamente e é possível fabricar outros produtos de PET – e bandejas de PET em particular – a partir de materiais 100% reciclados, o que faz sentido ambiental e comercialmente.

Progresso tecnológico em direção a 100% de reciclabilidade continua

O e-book destaca o progresso feito em direção a 100% de reciclagem com tecnologias como os sistemas Sharp Eye e Laser Object Detection (LOD), recentemente apresentados pela Tomra

Segundo a Tomra, o Sharp Eye usa a sua tecnologia de sensores Flying BeamM® para distinguir diminutas diferenças químicas entre bandejas de PET e garrafas de PET, de modo que elas possam ser separadas para a reciclagem de produtos equivalentes. Combinada com a máquina Autosort da Tomra, a tecnologia Sharp Eye possibilita a separação de bandejas de PET monocamada misturadas com garrafas PET, garante a empresa.

Já a tecnologia LOD é capaz de detectar objetos que a tecnologia de infravermelho próximo (NIR) é incapaz de identificar, permitindo que os sistemas de reciclagem removam as impurezas e contaminantes de maneira eficiente, afirma a fabricante norueguesa. Isto torna tecnicamente possível e economicamente rentável fabricar produtos a partir de resina 100% reciclada, garante a empresa. Segundo a Tomra, quando a tecnologia LOD é utilizada em combinação com as suas máquinas Autosort e Finder, as operações de reciclagem de resíduos, plásticos e sucata atingem níveis de pureza do produto final que não eram alcançáveis anteriormente.

Abordando a crise de recursos

Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra Sorting Recycling, comentou: “A reciclagem é parte da solução para a crise mundial de recursos naturais. O e-book da Tomra destaca a importância ambiental e econômica das tecnologias de seleção nesse papel significativo que elas podem desempenhar na melhoria dos índices de reciclagem. Para complementar isso, os projetistas e fabricantes de produtos estão começando a pensar com mais cuidado sobre a reciclagem dos seus produtos no fim de vida. Os consumidores pensam agora e nosso meio ambiente precisa urgentemente disso. É juntos que podemos realmente fazer a diferença”.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo, segundo a empresa. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e análise de processos para a indústria de alimentos, mineração e outras indústrias. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, tendo sido fundada em 1972 e contando hoje com um volume de negócios de cerca de € 750m e empregando mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Wortex apresenta nova geração de soluções para reciclagem na Plástico Brasil 2019

20/03/2019

Fabricante de máquinas irá mostrar linhas de alta flexibilidade e produtividade para o processamento de resíduos plásticos. Demonstrações, vídeos e participação da Amut vão movimentar o estande da empresa

A Wortex Máquinas, fabricante de equipamentos para a indústria plástica, destacará na Plástico Brasil 2019 suas soluções  para reciclagem. No estande da empresa (E-080) o visitante poderá conferir in loco novidades como a Linha Challenger Recycler Geração II, agora aprimorada, e a Linha Challenger Recycler Conical 55mm (vídeo acima), de dimensões compactas e que estará em operação durante o evento. A Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional do Plástico e da Borracha acontece entre os dias 25 e 29 de março, no São Paulo Expo.

Segundo o fabricante, a Linha Challenger Recycler Geração II se destaca pela flexibilidade. Além da capacidade de processar materiais flexíveis ou rígidos isoladamente, a máquina permite o trabalho com até 20% de rígidos agregados a flexíveis (filmes lisos, impressos, metalizados e multicamadas, entre outros), afirma a empresa. É possível reciclar variados tipos de termoplásticos, entre eles polietileno, polipropileno, poliestireno, policarbonato e ABS. A produtividade é de até 750 quilos por hora, informa a Wortex.

A Linha Challenger Recycler Geração II recebeu uma série de aprimoramentos mecânicos e eletrônicos. De acordo com a empresa de Campinas, as melhorias compreendem, por exemplo, avanços na degasagem de materiais altamente impressos. Além disso, um sistema opcional de dupla filtragem viabiliza o processamento de materiais com níveis maiores de contaminação. “A deterioração no processo de extrusão é o mínimo possível e o sistema de granulação garante maior rendimento e homogeneidade na produção”, ressalta Paolo De Filippis, diretor geral da Wortex Máquinas. “Desse modo, o resultado é material reciclado de altíssima qualidade obtido ao menor custo de produção do mercado”, assegura.

Por sua vez, a Linha Challenger Recycler Conical 55mm, compacta (moinho e máquina ocupam 27 m2), proporciona uma solução ideal para reciclagem ao pé da máquina (aparas industriais limpas) de filmes lisos de polietileno e polipropileno, afirma a Wortex. A capacidade de produção é de 90 quilos/hora, no trabalho com polietileno, e de 60 quilos/hora, no trabalho com polipropileno. “O equipamento oferece baixíssimo consumo de energia aliado a processamento veloz e de alta qualidade”, afirma De Filippis. Um exemplar do equipamento estará em funcionamento no estande da Wortex Máquinas durante todo o período da feira.

Além das variadas linhas de granulação/reciclagem, capazes de produzir até 2.500 quilos/hora,  a Wortex também divulgará extrusoras, sistemas de seleção/preparação, linhas de lavagem e a gama de roscas e cilindros para máquinas de injeção, sopro e extrusão em seu stand. Vídeos mostrarão equipamentos em operação e o funcionamento do complexo industrial da empresa, em Campinas (SP).

O espaço da Wortex contará ainda com a participação da parceira Amut, da Itália. O diretor geral da empresa, Mauro Drappo, estará na feira para falar de novidades como o “bottle-to-packaging” – um processo direto para a transformação de garrafas de PET pós-consumo em chapas para a termoformagem de embalagens aptas ao contato com alimentos (food grade). O executivo também poderá fornecer detalhes das linhas para filmes stretch, extrusoras de rosca dupla para PVC, linhas de mangueiras especiais, linhas de lavagem de PET para utilização em bottle-to-bottle e linhas completas de separação de resíduos sólidos urbanos (RSU) e resíduos de coleta seletiva, entre outras soluções.

A expectativa da Wortex é grande em relação à Plástico Brasil. De acordo com a organização da feira, a área de exposição será 20% maior que a da edição anterior, há dois anos atrás. Já foram confirmadas 84 novas empresas expositoras e o credenciamento registra, até agora, um aumento de 57%. “O mercado está se movimentando. O reaquecimento ajuda nosso setor, pois dá mais segurança a quem investe em produção e no conceito de economia circular”, comenta De Filippis.

Fundada em 1976, na cidade de Campinas (SP), a Wortex é uma empresa 100% nacional que possui uma história marcada pelo pioneirismo na indústria plástica, fabricando equipamentos para extrusão, reciclagem, acessórios, moinhos, roscas e cilindros. Mais informações: http://www.wortex.com.br

Serviço:

Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha
Data: 25 a 29 de março de 2019
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo
www.plasticobrasil.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Wortex

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Dow e Boomera desenvolverão nova resina plástica feita com material reciclado

20/03/2019

  • Acordo é de cinco anos e investimento inicial será de R$ 400 mil
  • Especialistas das companhias trabalham para apresentar primeiro protótipo ainda este ano

A Dow e a Boomera, startup especializada em economia circular, estão colaborando para o desenvolvimento de uma nova resina plástica feita de material reciclado pós-consumo (PCR). As empresas esperam apresentar o primeiro protótipo da resina no final deste ano.

A Boomera atua em projetos de reciclagem com sua metodologia CircularPack®, através da qual usa sua expertise de tecnologia e design conectando parceiros para transformar materiais que iriam para o lixo em novos produtos. Dow e Boomera assinaram um memorando de entendimento de cinco anos e o investimento inicial é de R$ 400 mil.

“Reconhecemos que nenhum lixo, seja ele plástico ou não, deveria acabar na natureza. Inovações e o desenvolvimento de novos produtos e mercados para o material pós-consumo são essenciais para resolver a questão do desperdício plástico. Dow e Boomera estão dando um passo importante nessa direção”, ressalta Carolina Mantilla, diretora de Sustentabilidade do negócio de Plásticos da Dow para América Latina.

“A Boomera vem desenvolvendo soluções em PCR e logística reversa há mais de 7 anos no Brasil e sempre buscamos na tecnologia o apoio necessário para criar produtos que voltem para a sociedade com alta performance. A parceria com a Dow nos fortalece muito, com toda a experiência em aditivos dedicados à reciclagem e os especialistas dedicados a esta iniciativa”, destaca Guilherme Brammer, CEO da Boomera.

“Há uma forte demanda do mercado para as resinas plásticas recicladas pós-consumo e, com a solução que estamos criando com a Boomera, conseguiremos atender a indústria com uma tecnologia capaz de abordar os desafios de sustentabilidade das empresas”, reforça Carolina.

Os times de especialistas da Dow e da Boomera tem trabalhado em conjunto no Centro de Inovação da Dow, em Jundiaí (SP), usando fontes de plástico pós-consumo para o desenvolvimento desta nova resina.

Essa parceria é um exemplo das ações tomadas pela Dow para combater os resíduos plásticos no meio ambiente. Recentemente, a empresa também realizou:

  • Investimentos locais em infraestrutura de Pesquisa & Desenvolvimento: o mais recente investimento de P&D da Dow na região foi a aquisição de uma recicladora para o Centro de Inovação da empresa em Jundiaí (SP). O investimento total foi de mais de R$ 1 milhão e a máquina será parte integrante do desenvolvimento da resina pós-consumo, ajudando a melhorar os processos produtivos e a qualidade da resina.
  • Aliança para eliminar resíduos plásticos (Alliance to End Plastic Waste – AEPW): A Dow é uma das fundadoras da organização, comprometida a investir inicialmente US$1 bilhão – com o objetivo de aumentar este valor para US$1,5 bilhão em até 5 anos – para desenvolver e escalar soluções para ajudar a melhorar a gestão de resíduos plásticos e promover soluções pós-consumo. A Aliança possui atualmente 30 empresas e vai ajudar a promover uma transição para uma economia circular.
  • Investimento em pessoas e empresas que trabalham para soluções: em outubro, a Dow anunciou que se tornou investidora-fundadora do Circulate Capital, uma iniciativa de US$ 100 milhões para incubar e financiar empresas e infraestrutura que evitem o resíduos nos oceanos. A missão da Circulate Capital é viabilizar investimentos nos setores de gestão de resíduos e reciclagem para atrair o capital institucional adicional necessário para impulsionar iniciativas integradas em todo o sul e sudeste da Ásia.
  • Limpeza dos resíduos existentes: A recente iniciativa da Dow batizada de #PullingOurWeight teve início no primeiro semestre de 2018 e reuniu mais de 5.600 funcionários, famílias e parceiros da Dow que participaram de 55 ações de limpeza em todo o mundo, removendo cerca de 24 toneladas de lixo e resíduos de praias e hidrovias.
  • Inovação para reciclagem: O investimento em inovação é outra parte fundamental dos esforços da Dow para eliminar os resíduos plásticos no meio ambiente. A tecnologia RecycleReady da Dow permite o desenvolvimento de embalagens que podem ser recicladas. A empresa segue também focada nas tecnologias de materiais para embalagem multicamada.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Plástico Brasil 2019 apresentará variedade de tecnologias e equipamentos para reciclagem do plástico

07/03/2019

Feira oferece aos visitantes uma gama de fornecedores de máquinas voltadas para o processamento de resíduos plásticos de origem pós-consumo ou pós-industrial

Tema de grande interesse da indústria do plástico, a reciclagem ganha destaque na Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 25 a 29 de março, no São Paulo Expo. De acordo com a Fundação Instituto de Administração (FIA/USP), atualmente a indústria recicla 25% do plástico, em especial as embalagens, o que comprova o enorme potencial desta atividade.

A programação do Parque de Ideias vai se engajar no tema. Além das palestras apresentadas no Especial Plastivida de Sustentabilidade, a TriCiclos, empresa de engenharia de economia circular aplicada, vai fazer a apresentação “Demanda Tecnológica para Plásticos Mais Sustentáveis”.

A área de exposição da feira, por sua vez, reflete o constante investimento em pesquisa e desenvolvimento feito pelos fornecedores de máquinas voltadas para o processamento de resíduos plásticos de origem pós-consumo ou pós-industrial.

Entre as grandes marcas que levam para a Plástico Brasil 2019 seus equipamentos e soluções voltados para operações primárias e secundárias, bem como para a separação do plástico, estão Seibt, Wortex, Wefem Extrusores, Tria do Brasil, Kie Máquinas, Shini, Rone Moinhos, Rocla, Lindner, Erema Plastic Recycling Systems, Erema Group, Atema e Steinert.

A Steinert destaca o separador Unisort Film, destinado à separação de filme plástico para reciclagem. O equipamento possui uma esteira de aceleração de alta velocidade que permite atingir 4,5 m/s, resultando em um rendimento de 50% a mais em relação aos sistemas convencionais, afirma a empresa.

Dois equipamentos desenvolvidos para trabalhar com plásticos e materiais escuros também serão apresentados pela marca aos visitantes da Plástico Brasil 2019. O primeiro é o Unisort Black, usado para a separação de plásticos escuros. Já o Unisort Blackeye faz a separação de plásticos na cor preta por tipo.

A Wortex Máquinas, fabricante de equipamentos para a indústria plástica, destacará na Plástico Brasil 2019 suas soluções de ponta para reciclagem. No estande da empresa, o visitante poderá conferir in loco novidades como a Linha Challenger Recycler Geração II, agora aprimorada, e a Linha Challenger Recycler Conical 55mm, de dimensões compactas e que estará em operação durante o evento.

Além das variadas linhas de granulação/reciclagem, capazes de produzir até 2.500 quilos/hora, a Wortex também divulgará em seu stand extrusoras, sistemas de seleção/preparação, linhas de lavagem e a gama de roscas e cilindros para máquinas de injeção, sopro e extrusão. Vídeos mostrarão equipamentos em operação e o funcionamento do complexo industrial da empresa, em Campinas (SP).

Comprometida com a importância da reciclagem para a indústria de plástico, a Wortex investe constantemente em pesquisa e desenvolvimento de novas soluções que tenham, principalmente, custo acessível a fim de viabilizar a reciclagem de diversos tipos de materiais. “São máquinas com elevado conteúdo tecnológico, que resultam em produtos confiáveis nas áreas de separação e materiais provenientes da coleta seletiva, sistemas de lavagem e extrusão, tais como sacos de lixo, sacos para embalagem de uma maneira geral, tubos de irrigação, madeira plástica, compostos de materiais de engenharia, entre outros”, ressalta Paolo De Filippis, diretor geral da empresa.

Sobre a Plástico Brasil:

Uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions, a feira vai reunir mais de 600 marcas nacionais e internacionais, que representam os setores de máquinas, equipamentos e acessórios, matérias-primas e resinas, moldes e porta moldes, automação industrial e robótica, periféricos, entre outros produtos, serviços e soluções.

Parte significativa das marcas expositoras é representada por 13 países: Alemanha, Argentina, Áustria, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, México, Portugal, Taiwan, Turquia e Suíça, sendo que quatro deles – Alemanha, Áustria, China e Itália – participam com grupos de empresas reunidas em seus respectivos pavilhões.

São esperados mais de 45 mil visitantes, entre transformadores de plástico, compradores e demais profissionais da construção civil, alimentos e bebidas, embalagens, automóveis e autopeças, perfumaria, higiene e limpeza, farmacêuticos, entre outros, que vislumbram na Plástico Brasil a melhor oportunidade para se modernizar e competir num mercado em ascensão.

A feira vai oferecer uma programação técnica com cerca de 80 horas de seminários, palestras e workshops, a maioria deles gratuita, como o Parque de Ideias, VDI Road Show, 1º ABINFER BUSINESS CENTER – ABC 2019, PETtalk 2019, SEBRAE Móvel e o SMED (Single Minute Exchange of Die).

Ao lado dos negócios, conhecimento e relacionamento, a Sustentabilidade é um dos pilares da Plástico Brasil 2019. A feira vai destacar uma série de ações visando inspirar os fornecedores, transformadores e demais visitantes profissionais a replicarem tecnologias ambientalmente corretas em seus negócios.

O credenciamento é gratuito e já pode ser feito no site da feira: https://www.plasticobrasil.com.br/pt/credenciamento.html.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil 2019

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Braskem anuncia estudos na área de reciclagem química em conjunto com o EngePol/UFRJ, SENAI-Cetiqt e Cetrel

07/03/2019

Laboratório de Engenharia de Polimerização – Engepol/UFRJ

Ações visam a reutilização de plásticos pós-consumo na indústria

Buscando soluções que contribuam para a economia circular e o desenvolvimento sustentável, a Braskem anuncia parcerias para desenvolvimento de tecnologias na reciclagem química, focalizando-se em transformar os plásticos pós-consumo novamente em produtos químicos que podem ser utilizados em diversas cadeias de valor.

As parcerias visam o aprofundamento do estudo de tecnologias que possibilitem a transformação de plásticos com maior dificuldade de serem reciclados mecanicamente em novos produtos químicos. As pesquisas estão sendo realizadas com a parceria do EngePol (http://portal.peq.coppe.ufrj.br/)- Laboratório de Engenharia de Polímeros da COPPE/UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro), Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos – SENAI CETIQT (https://www.senaicetiqt.com/inovacao/) e Cetrel (http://www.cetrel.com.br) – empresa de serviços ambientais que iniciou suas operações em 1978, juntamente com as indústrias do Polo Petroquímico de Camaçari.

“À medida que nos esforçamos para alcançar uma real economia circular, reconhecemos os desafios e limitações que as tecnologias tradicionais de reciclagem apresentam. A Braskem está comprometida em desenvolver, implementar e oferecer soluções sustentáveis. A reciclagem química e seu potencial para superar todos esses desafios e limitações nos permitirão alcançar este objetivo. Estamos acelerando esses esforços por meio de parcerias e colaborações com outras empresas que tenham o mesmo pensamento para que possamos alcançar estas metas o mais rápido possível”, explica Gus Hutras, responsável pela área de Tecnologia de Processos da Braskem.

Esta nova vertente tecnológica complementa as iniciativas a favor da Economia Circular que a Braskem acaba de assumir. Trata-se de um conceito de processo produtivo que contempla a redução, a reutilização, a recuperação e a reciclagem de materiais, formando um ciclo sustentável desde a produção até a reinserção em um novo processo produtivo.

“Os estudos na área de reciclagem química seguem os princípios de atuação da Braskem, que utiliza a inovação a serviço de soluções sustentáveis. Queremos a cada dia desenvolver negócios e iniciativas para a valorização de resíduos plásticos”, comenta Fabiana Quiroga, responsável pela área de Reciclagem. “O diferencial da reciclagem química é que, a partir dela, o resíduo plástico descartado será processado e transformado em uma matéria prima novamente, que dará origem a novos plásticos”, conclui.

Com o objetivo de agregar valor ao material feito a partir de resina reciclada, a Braskem mantém, desde 2015, a plataforma Wecycle, que combina a necessidade de descarte adequado com a demanda do mercado por matérias-primas sustentáveis. A ação busca desenvolver negócios e iniciativas para a valorização de resíduos plásticos por meio de parcerias, visando o desenvolvimento de produtos, soluções e processos que envolvam todos os elos da cadeia do plástico, assim como o fomento de negócios e iniciativas que envolvam a reciclagem.

A Braskem definiu uma série de iniciativas globais para impulsionar a Economia Circular na cadeia de produção de produtos transformados plásticos. Intitulado “Posicionamento da Braskem em Economia Circular”, o documento define iniciativas para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar e facilitar a reciclagem e a reutilização de embalagens plásticas, especialmente as de uso único. Ele contempla ainda o avanço de investimentos em novas resinas de origem renováveis, como o Plástico Verde feito à base de cana-de-açúcar, e o apoio a novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais.

Fonte: Braskem

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Vinte e oito empresas globais estabelecem aliança mundial para ajudar a eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente e alocam mais de US $ 1 bilhão para a iniciativa

28/01/2019

Membros da Aliança que participaram do evento de fundação da AEPW em 16 de Janeiro, em Londres: da esquerda para a direita (em pé): Laurent Auguste, Vice Presidente executivo senior da Veolia; Peter Bakker, Presidente e CEO of World Business Council for Sustainable Development; Priyanka Bakaya, CEO e Fundador do Renew Oceans; Jim Fitterling, CEO da DOW; Martin Brudermüller, CEO da BASF SE; Bob Patel, CEO da Lyondell Basell; Da esquerda para a direita (sentados): Rob Kaplan, CEO e Fundador da Circulate Capital; host Hannah Vaughn Jones; David Taylor, Chairman do Conselho e Presidente e CEO da Procter & Gamble; Jean-Marc Boursier, Vice President executivo senior da Suez

Uma aliança de empresas globais da cadeia de valor dos plásticos e do segmento de bens de consumo lançaram no dia 16 de janeiro uma nova organização para promover soluções para eliminar o desperdício de plástico no meio ambiente, especialmente no oceano.

A organização intitulada Alliance to End Plastic Waste (AEPW), atualmente composta por quase trinta empresas associadas, alocaram mais de US $ 1 bilhão, com o objetivo de investir US $ 1,5 bilhão nos próximos cinco anos para ajudar a acabar com os resíduos plásticos no meio ambiente. A Aliança desenvolverá e buscará soluções em escala que minimizem e gerenciem os resíduos plásticos e promovam soluções para plásticos usados, ajudando a viabilizar uma economia circular. Os membros da aliança são empresas globais localizadas na América do Norte e do Sul, Europa, Ásia, Sudeste Asiático, África e Oriente Médio.

“Todos concordam que os resíduos de plástico não pertencem aos nossos oceanos ou a qualquer lugar do meio ambiente. Esse é um desafio global complexo e sério que exige uma ação rápida e uma liderança forte. Essa nova aliança é o esforço mais abrangente até hoje para acabar com os resíduos de plástico no meio ambiente “, disse David Taylor, Presidente do Conselho, Presidente e CEO da Procter & Gamble e presidente da AEPW. “Peço a todas as empresas, grandes e pequenas e de todas as regiões e setores, que se unam a nós”, acrescentou.

“A história nos mostra que ações coletivas e parcerias entre a indústria, governos e ONGs podem fornecer soluções inovadoras para um desafio global como este”, disse Bob Patel, CEO da LyondellBasell, e vice-presidente da AEPW. “A questão do lixo plástico é vista e sentida em todo o mundo. Ele deve ser enfrentada e acreditamos que o momento para a ação é agora.”

A Aliança é uma organização sem fins lucrativos que inclui empresas que produzem, usam, vendem, processam, coletam e reciclam plásticos. Inclui fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, transformadores e empresas de gerenciamento de resíduos, também conhecida como cadeia de valor de plásticos. A Aliança tem trabalhado com o World Business Council for Sustainable Development como um parceiro fundador estratégico. A Aliança também anunciou um conjunto inicial de projetos e colaborações que refletem uma gama de soluções para ajudar a acabar com o lixo plástico:

Estabelecimento de parcerias com cidades para projetar sistemas integrados de gestão de resíduos em grandes áreas urbanas onde a infraestrutura é escassa, especialmente aquelas ao longo de rios que transportam grandes quantidades de resíduos plásticos não gerenciados da terra para o oceano. Esse trabalho incluirá o engajamento de governos locais e partes interessadas e gerará modelos replicáveis e economicamente sustentáveis que possam ser aplicados em várias cidades e regiões. A Aliança buscará parcerias com cidades localizadas em áreas de alto descarte de plástico. A Aliança também procurará colaborar com outros programas que trabalham com cidades, tais como o Projeto STOP, que está operando na Indonésia.

  • Financiamento – A Rede de Incubadoras da Circulate Capital irá desenvolver e promover tecnologias, modelos de negócios e empreendedores que previnam resíduos plásticos oceânicos e melhorem o gerenciamento de resíduos e reciclagem, com a intenção de criar um pipeline de projetos para investimento, com foco inicial no Sudeste Asiático.
  • Desenvolvimento de um projeto de informação global, de fonte aberta e com base científica, para apoiar globalmente projetos de gerenciamento de resíduos com coleta de dados, métricas, padrões e metodologias confiáveis, com o intuito de ajudar governos, empresas e investidores a se focalizarem e acelerarem ações para impedir que os resíduos plásticos se percam no meio ambiente. A Aliança irá explorar oportunidades de parcerias com instituições acadêmicas líderes e outras organizações já envolvidas em tipos semelhantes de coleta de dados.
  • Criar uma colaboração para construir capacidades junto a organizações intergovernamentais, como as Nações Unidas, para realizar workshops e treinamentos conjuntos para funcionários do governo e líderes comunitários, a fim de ajudá-los a identificar e buscar as soluções mais eficazes e relevantes localmente nas áreas prioritárias.
  • Apoiar o Renew Oceans para ajudar em investimento e no engajamento localizados. O programa é projetado para capturar o lixo plástico antes que ele chegue ao oceano a partir dos dez principais rios que foram mapeados por transportar a grande maioria dos resíduos terrestres para o oceano. O trabalho inicial apoiará o projeto Renew Ganga, que também recebeu apoio da National Geographic Society.

Nos próximos meses, a Aliança fará investimentos adicionais e impulsionará o progresso em quatro áreas principais:

  • Desenvolvimento de infraestrutura para coletar e gerenciar resíduos e aumentar a reciclagem;
  • Inovação para impulsionar e ampliar a escala de novas tecnologias que tornem a reciclagem e a recuperação de plásticos mais fáceis e que criem valor a partir de todos os plásticos pós-uso;
  • Educação e engajamento de governos, empresas e comunidades para mobilizar ações; e,
  • Limpeza de áreas concentradas de resíduos plásticos já no meio ambiente, principalmente nos principais condutos de resíduos, como rios, que transportam resíduos plásticos terrestres para o mar.

“O sucesso exigirá colaboração e esforços coordenados em diversos setores – alguns que geram progresso a curto prazo e outros que exigem grandes investimentos com cronogramas mais longos. Lidar com resíduos plásticos no meio ambiente e desenvolver uma economia circular de plásticos requer a participação de todos ao longo de toda a cadeia de valor e o compromisso de longo prazo das empresas, governos e comunidades. Nenhum país, empresa ou comunidade pode resolver isso sozinho”, disse o CEO da Veolia, Antoine Frérot, vice-presidente da AEPW.

Uma pesquisa da Ocean Conservancy mostra que quase 80% dos resíduos plásticos no oceano começam como lixo em terra, a grande maioria dos quais viaja para o oceano através de rios. De fato, um estudo estima que mais de 90% do plástico transportado pelos rios para o oceano vem de dez grandes rios ao redor do mundo – oito na Ásia e dois na África. Sessenta por cento dos resíduos plásticos no oceano podem ser identificados como provenientes de cinco países no sudeste da Ásia.

“Embora o nosso esforço seja global, a Aliança pode ter o maior impacto no problema ao se concentrar nas partes do mundo onde o desafio é maior; e compartilhando soluções e melhores práticas de modo que esses esforços possam ser amplificados e ter sua escala ampliada em todo o mundo “, disse Peter Bakker, presidente e CEO do World Business Council for Sustainable Development.

As seguintes empresas são os membros fundadores da Aliança: BASF, Berry Global, Braskem, Chevron Phillips Chemical Company, Clariant, Covestro, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation, Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, SUEZ, Shell, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total, Veolia e Versalis (Eni).

Fonte: Alliance to End Plastics Waste; Foto: Pnuma

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SABIC e clientes lançam polímeros circulares oriundos de resíduo plástico misto durante evento em Davos

28/01/2019

Executivos da SABIC ao lado de representantes da Unilever, Vinventions, Walki Group e Plastics Energy Ltd. em Davos (Suíça)

A SABIC (www.sabic.com) anunciou em Davos (Suíça), no último dia 24, em conjunto com seus clientes Unilever (www.unilever.com), Vinventions (www.vinventions.com) e Walki Group (www.walki.com), o lançamento de polímeros circulares certificados a serem produzidos pela SABIC e usados ​​por seus clientes para desenvolver soluções de embalagem para uma variedade de produtos de consumo que serão introduzidos no mercado em 2019.

Os polímeros circulares certificados serão produzidos a partir de uma matéria-prima conhecida como Tacoil – um produto patenteado da empresa Plastic Energy Ltd (www.plasticenergy.com) sediada no Reino Unido – obtida da reciclagem de resíduos plásticos mistos de baixa qualidade destinados atualmente à incineração ou aterro. A SABIC processará esta matéria-prima em sua planta de produção em Geleen, na Holanda. Os polímeros circulares certificados finais serão então fornecidos a três clientes-chave para uso no desenvolvimento de embalagens pioneiras, seguras e de qualidade para consumidores dos mercados de alimentos, bebidas, produtos para cuidados pessoais e domésticos. Esse estágio de fundação do mercado é uma etapa importante de um projeto anunciado recentemente pela SABIC e pela Plastic Energy para construir as primeiras fábricas comerciais na Holanda para fabricar e processar a matéria-prima.

Como uma inovação disruptiva, a introdução dos polímeros circulares certificados em 2019 deverá criar uma nova cadeia de valor, onde a SABIC, juntamente com seu fornecedor da nova matéria prima e clientes-chave, trabalham lado a lado para retornar o resíduo de plástico misto ao seu polímero original, a fim de que possa ser usado novamente em aplicações de embalagem .

Como líderes de marcas globais ou líderes de mercado em suas respectivas áreas, a Unilever, Vinventions e Walki valorizam a sustentabilidade e seu papel na economia circular. Os clientes da SABIC cobrem um amplo espectro de necessidades dos consumidores das embalagens, desde as aplicações da Unilever para produtos alimentícios, pessoais e de cuidados domésticos até tampas sintéticas para vinhos da Vinagens e materiais de embalagem protetoras para produtos de consumo do Grupo Walki.

“A sustentabilidade e a reutilização fazem parte da missão da SABIC desde sua criação”, disse Yousef Al-Benyan, vice-presidente e CEO da SABIC. “Hoje, mais do que nunca, a sustentabilidade é um valor essencial que impulsiona nossa especialização científica e tecnológica. Juntamente com nossos clientes, estamos orgulhosos em lançar nossos polímeros circulares certificados, que é mais uma prova de nossa atuação no avanço da economia circular.”

Fonte: Assessoria de Imprensa – SABIC

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Tomra Sorting Recycling cria posição gerencial para fortalecer foco na Nova Economia de Plásticos

25/01/2019

Nova nomeação reflete o compromisso da Tomra com a ambiciosa visão de uma economia circular

A Tomra Sorting Recycling promoveu o Engenheiro de Desenvolvimento de Negócios László Székely (foto) para o cargo recém-criado de Gerente de Nova Economia de Plásticos. Esta iniciativa reforça o compromisso da Tomra com os objetivos da Nova Economia de Plásticos (NPE) e orientará o progresso em direção a objetivos que são diferenciados das outras atividades de desenvolvimento de negócios da empresa.

A nova equipe de economia de plásticos da Tomra trabalhará para incentivar a triagem e a reciclagem de plásticos pós-consumo, como poliolefinas e estirênicos, para mudar a prática generalizada de queimar esses materiais ou enviá-los para aterros sanitários. A Tomra também está comprometida em trabalhar com fabricantes de embalagens para ajudar a tornar as embalagens mais amplamente recicláveis, reduzir a dependência da produção de embalagens de matérias-primas e contribuir para o impulso de modernização dos plásticos pós-consumo, de modo que haja maior uso de materiais reciclados do que virgens.

László Székely juntou-se à marca Titech da Tomra (sendo renomeada mais tarde de Tomra Sorting Recycling) em 2012, após concluir os estudos em gestão de resíduos e tratamento de áreas contaminadas na Technische Universität Dresden, na Alemanha. Atuando como Engenheiro de Desenvolvimento de Negócios, László atuou no desenvolvimento de separação de vidro de diferentes fluxos de resíduos, com responsabilidade conjunta pelo desenvolvimento de equipamento de seleção de vidro (Autosort Laser).

Ele também esteve envolvido no planejamento e construção das duas primeiras plantas automáticas de seleção de RSU (resíduos sólidos urbanos) na Hungria e ajudou duas grandes marcas na modernização de plásticos pós-consumo (Polipropileno). Desde 2017, a László está envolvido em projetos com foco em embalagens de poliolefinas pós-consumo, bandejas de PET e trabalho com empresas de embalagens e transformadores.

László Székely afirmou: “Estou muito contente pelo fato de que a minha dedicação e experiência tenham sido reconhecidas desta maneira, pois o progresso em direção à Nova Economia de Plásticos é muito importante”.

O trabalho da Nova Economia de Plásticos da Tomra também envolverá, em nível sênior, Jürgen Priesters, Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios em Reciclagem; e a Engenheira de Desenvolvimento de Negócios, Charlotte Glassneck.

A visão da Nova Economia de Plásticos, que aplica os princípios da economia circular, foi criada pela Fundação Ellen MacArthur com três ambições: criar uma economia pós-uso de plásticos eficaz, melhorando a economia e a reciclagem, a reutilização e a biodegradação controlada para aplicações direcionadas; reduzir drasticamente a fuga de plásticos no meio ambiente (especialmente o oceano) e outros impactos negativos; e dissociar plásticos de matérias-primas fósseis. Embora esses objetivos tenham sido lançados em 2016 como uma iniciativa de três anos, eles criaram um impulso que inspirará a ação por muitos anos.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972 e que possui hoje um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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