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UBE E Clariant apresentarão palestras no próximo café da manhã da Abief, no dia 28 de Setembro

25/09/2017

Sob o tema central Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade, o Café da Manhã da ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis – www.abief.org.br) agendado para 28 de setembro das 8h00 às 12h30, em sua sede em São Paulo, terá como palestras: “Tendências em embalagens flexíveis”, “Hydrocerol: suas aplicações com benefícios em sustentabilidade e inovação” e “Todos os nylons são iguais? Diferenças, aplicações e vantagens dos nylons em embalagens flexíveis”.

Reinaldo Silva, da área de Marketing da UBE, fará a apresentação “Tendências em embalagens flexíveis” focalizada em soluções em embalagens flexíveis que atendam às necessidades do consumidor moderno e estejam alinhadas a macro tendências tais como crescimento populacional, falta de tempo, saudabilidade, estética corporal, busca pela transparência, sustentabilidade e preservação do meio ambiente. Já Edgar Veloso, da área Comercial da mesma empresa, apresentará a palestra “Todos os nylons são iguais? Diferenças, aplicações e vantagens dos nylons em embalagens flexíveis”. Na apresentação, serão abordados os diferentes tipos de nylon segundo as necessidades do mercado e características de produtos. Entre os assuntos, serão abordados: sustentabilidade em filmes flexíveis, produção do nylon, soluções em CoPA para aplicações existentes (transparência, resistência, retort, termoformabilidade, bolsas termoencolhíveis, garrafas flexíveis) e características do processo de extrusão em diferentes máquinas (filme soprado, cast, resfriamento a água, balão duplo/triplo).

Pela Clariant, Edson Marçal apresentará o novo Hydrocerol, um agente químico nucleante oferecido na forma de masterbatch ou em pó, e que pode ser usado nos processos de extrusão e injeção. O Café da Manhã da ABIEF conta com o apoio da Abiplast, Afipol, Instituto Brasileiro do PVC, Plastivida, Instituto de Embalagens e Projeto Pack.

Com 40 anos de atividades, a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abief

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Abief será expositora na Pack Expo Las Vegas 2017

21/09/2017

Além de ter um stand institucional, associados e convidados da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis terão entrada gratuita para a feira

Entre os dias 25 e 27 de Setembro, a Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis – www.abief.org.br) participará da Pack Expo Las Vegas (EUA), organizada pelo PMMI (The Association for Packaging and Processing Technologies – www.pmmi.org), com um estande institucional localizado no Pavilhão de Associações Parceiras. “Esta participação renova a parceria entre a Abief e a Pack Expo (www.packexpo.com) , que vem de longa data. Fazemos questão de prestigiar o evento e temos a honra de fazer parte do Partner Program da feira”, comenta Herman Moura, empresário e presidente da Abief. E completa: “Feiras como a Pack Expo são a plataforma ideal para entidades como a Abief promoverem seus projetos e projetarem a indústria brasileira no cenário internacional”. O estande da Associação também servirá como ponto de encontro para os brasileiros que visitarem a feira.

Para Jim Pittas, PMMI COO, “Associações como a Abief que participam da Pack Expo Las Vegas, que este ano acontece simultaneamente à Helathcare Packaging Expo, entendem a importância de apoiar o maior e mais importante evento de embalagem de 2017 nos Estados Unidos, para os seus associados e para a indústria de embalagem de seu respectivo país. Estas associações parceiras são um link importante entre os visitantes e os expositores antes, durante e após a feira.”

Além do estande institucional, onde a entidade distribuirá um pocket book com dados sobre todos os seus associados, a Abief também produzirá, com exclusividade para os seus associados, dois informativos eletrônicos com as novidades apresentadas nos três dias da feira. “É uma forma de mantermos os associados que não puderam visitar a feira atualizados sobre o que ocorre e está sendo lançado no mercado internacional de embalagem”, completa Herman Moura.

O Pavilhão de Associações Parceiras, onde ficará o estande da Abief, reunirá entidades com serviços e expertise nas diversas áreas das indústrias de embalagem e processo. Este Pavilhão oferece para os visitantes, a oportunidade de se conectarem com segmentos específicos do mercado e encontrarem soluções inovadoras para os desafios atuais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abief

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Indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis tem desempenho positivo no primeiro semestre de 2017

12/09/2017

Segundo pesquisa exclusiva feita pela Maxiquim para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) o consumo de embalagens plásticas flexíveis, no Brasil, registrou um crescimento de 1,6% no 1o. semestre deste ano em comparação a igual período do ano passado; em comparação ao 2o. semestre de 2016, a alta foi de 0,9%. “Evidentemente esperávamos superar essa marca, após dois anos de retração do mercado, mas dada a instabilidade política e a lenta recuperação econômica em curso, aos poucos ajustamos as expectativas para baixo e o resultado do semestre não nos surpreendeu”, relata Herman Moura, empresário e presidente da Associação.

Pelo lado do comércio exterior, as notícias foram mais animadoras. No 1o. semestre de 2017, as importações do setor, em volume, voltaram a cair: cerca de 11% em comparação ao 2o. semestre de 2016. Já as exportações cresceram pelo segundo semestre consecutivo e fecharam cerca de 20% acima dos números registrados nos últimos seis meses do ano passado. “Este desempenho possibilitou que, em volume, tivéssemos o segundo semestre consecutivo de superávit comercial. Já em valores este foi o primeiro superávit em muitos anos”, celebra Herman.

Segundo Otávio Carvalho, da Maxiquim, o encolhimento dos volumes importados é justificado pela desvalorização cambial e pela fraca demanda. E completa: “felizmente, as exportações têm sido crescentes, mas ainda respondem por uma parcela muito pequena das vendas do setor. O fator mais relevante é, sem dúvida, a produção doméstica. O impacto do mercado andando de lado é direto sobre a produção. Então, se há alguma questão que provoca maiores reflexões, é a produção. E foi com base nesse fator que a pesquisa Maxiquim ajustou suas expectativas”.

Para o presidente da ABIEF, Herman Moura, “fica evidente que já iniciamos um ciclo de crescimento, mas muito mais em função da recuperação dos volumes perdidos nos dois últimos anos (2015 e 2016). Sabemos que uma dinâmica de crescimento mais acelerado não deve surgir tão prontamente. Contudo, apostamos que o 4o. trimestre deste ano poderá reservar algumas boas surpresas”. A pesquisa Maxiquim indica que o setor deverá fechar o ano com um crescimento superior a 2% em volume de produção e em vendas.

A indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis fechou 2016 com uma produção de 1,834 milhão de tonelada (queda de 0,1% em comparação a 2015) e um faturamento de R$ 21 bilhões (alta de 6%). A participação dos diferentes tipos de resina no volume de produção foi: PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) 50%, PEBD (polietileno de baixa densidade) 23%, PP 17% e PEAD (polietileno de alta densidade) 10%. Em toneladas, tanto as exportações como as importações de embalagens flexíveis sofreram queda de, respectivamente, 30% e 23% em 2016 em comparação a 2015. Em valores, as quedas foram mais acentuadas: exportação 40% e importação 34%. Contudo, a participação das embalagens flexíveis na indústria de transformados plásticos continua importante: 29%.

Em média, a indústria de plástico em geral opera com níveis de ociosidade da ordem de 30% em sua capacidade produtiva, em função da renovação frequente das máquinas; as mais modernas são mantidas em operação e as máquinas mais antigas em stand-by para atender aos picos de demanda sazonal. Nas estimativas da Maxiquim, o setor de embalagens plásticas flexíveis operou muito próximo desse índice ao longo do 1o. semestre. “O espaço para crescimento, com o mesmo parque de máquinas é relevante, mas também já percebemos um aquecimento das encomendas de bens de capital, sobretudo de extrusoras”, finaliza Herman.

Com 40 anos de atividades, a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abief

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Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade são temas do próximo café da manhã da Abief no final de Agosto

22/08/2017

Profissionais da Loara, Müller & Camacho, Bobst e Flint Group estão confirmados como palestrantes no Café da Manhã da Abief, no próximo dia 31 de agosto, das 8h00 às 12H30, na sede da entidade, em São Paulo. As apresentações serão norteadas pelo tema central “Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade”. Adilson Seixas, da Loara, consultoria especializada em captação e resgate de créditos de carbono, abrirá o evento falando sobre sustentabilidade em crédito bancário.

Na sequência, o especialista em design e branding, Manoel Müller, da Müller & Camacho, apresentará as tendências em design para a embalagem do futuro e sua influência na indústria de flexíveis. As duas últimas palestras, que serão proferidas, respectivamente, por Fernando Vasconcelos, da Bobst, e por Renato von Tein, da Flint Group, terão como foco inovação e tecnologia. No caso da Bobst, serão apresentadas inovações em sistemas de impressão e laminação para embalagens flexíveis. Já o representante da Flint abordará o que há de novo na aplicação de tintas UV para embalagens de alimentos.

O Café da Manhã da Abief conta com o patrocínio da Braskem e com o apoio da Abiplast, Afipol, Instituto Brasileiro do PVC, Plastivida, Instituto de Embalagens e Projeto Pack. Mais informações e inscrições visite http://www.abief.org.br.

Com 40 anos de atividades, a Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abief

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Abief fecha parceria para reciclagem de materiais que serão usados no Fórum Latino Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis

14/06/2017

A ideia é coletar e reciclar os materiais plásticos que serão usados no evento, como crachás e copos

A Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) e a Boomera, empresa especializada em engenharia circular que transforma resíduo em matéria-prima para produtos, fecharam uma parceria que prevê a coleta e reciclagem de materiais plásticos a serem usados no 8o. Flex – Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis, agendado para 29 de Junho, das 8:00 às 13:00 horas, no Tryp São Paulo Iguatemi Hotel, no Itaim Bibi, em São Paulo. “No dia, teremos coletores espalhados pelo local do evento, nos quais os participantes poderão depositar crachás e copos. A ideia não é apenas falar sobre Engenharia Circular, mas praticar o conceito”, explica Herman Moura, empresário e Presidente da Abief. O material reciclado poderá ser usado como matéria-prima para novos itens, como pranchetas e réguas.

Sob o tema central “Repensando estratégias: o comportamento das embalagens na nova economia”, o Fórum da Abief contará com uma palestra específica sobre Engenharia Circular, que será dada por Guilherme Brammer, fundador da Boomera. Na palestra, Brammer mostrará como soluções em engenharia circular podem ajudar a criar novos modelos de negócio para o setor de plásticos em geral e de embalagens flexíveis em específico.

A 8a edição do Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis da Abief pretende repetir o sucesso das edições anteriores e reunir aproximadamente 200 profissionais entre transformadores, brand owners, fornecedores de matérias-primas, insumos e equipamentos, institutos de pesquisa e agências de criação de embalagens. O evento acontecerá na mesma semana da Fispal Tecnologia.

“O Fórum está alinhado a uma estratégia maior da Abief de oferecer conteúdo relevante para o setor, promovendo oportunidades de negócios a partir da apresentação de tendências em produtos e novos modelos de negócio e de posicionamento empresarial. Também é uma oportunidade única para refletir sobre as mudanças no Brasil e no mundo e repensar estratégias e ações”, afirma Herman.

“A abertura do evento pelo mestre em economia e economista do Itau, Fernando Gonçalves, reflete a importância de entendermos o momento econômico atual e tentarmos, de alguma forma, reunir subsídios para criar estratégias empresariais alinhadas à nova realidade econômica e social e ao novo ambiente de negócios.”, complementa Herman. Ele destaca ainda a apresentação de novas tendências e tecnologias que agregam valor ao negócio de embalagem flexível durante o evento – como as que serão apresentadas pela Esko – e a necessidade de se entender as necessidades do varejo que, a cada dia, tem um papel mais relevante no desenvolvimento de embalagens que atendam às necessidades da cadeia de suprimento e do consumidor final.

Um dos cases que ilustrará bem esta preocupação em entender – e atender – (a) os anseios do consumidor, é o do Danoninho em embalagem SUP (stand-up pouch). A palestra será dada por Karina Cerdeira,da Danone Nutricia Research, que abordará os paradigmas que a Danone teve que enfrentar para colocar um produto tão inovador no mercado.

Sobre tendências e anseios do varejo, o especialista internacional, Ronald Sasine, da consultoria norte-americana Hudson Windsor, LLC – Retail Packaging Strategy & Execution, apresentará a palestra “As mudanças no varejo e seu impacto nas embalagens”. Ainda na abertura do evento, Otávio Carvalho, da Maxiquim, apresentará os resultados do mais recente estudo de mercado, feito com exclusividade para a Abief, e que radiografa as indústrias petroquímica e de flexíveis no Brasil.

O especialista em desenvolvimento de embalagens e branding, Manoel Müller, da Müller Camacho, será o moderador. O Fórum Flex 2017 conta com o patrocínio da Braskem e Feiplastic/Reed Exhibitions.

Com 40 anos de atividades, a Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abief

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Abief prepara 8ª edição do Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis

21/05/2017

Entre os palestrantes confirmados para o evento do dia 29 de Junho estão o economista do Banco Itau, Fernando Gonçalves e o especialista internacional em varejo, Ronald Sasine

A ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) realizará, pelo oitavo ano consecutivo, o Flex – Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis, agendado para 29 de Junho, das 8:00 às 12:30 horas, no Tryp São Paulo Iguatemi Hotel, no Itaim Bibi, em São Paulo. Sob o tema central “Repensando estratégias: o comportamento das embalagens na nova economia”, o evento pretende repetir o sucesso das edições anteriores e reunir 200 profissionais entre transformadores, brand owners, fornecedores de matérias-primas, insumos e equipamentos, institutos de pesquisa e agências de criação de embalagens. O Fórum Flex 2017 acontecerá na mesma semana da Fispal Tecnologia.

Como explica Herman Moura, empresário e Presidente da ABIEF, “o Fórum está alinhado a uma estratégia maior da entidade de oferecer conteúdo relevante para o setor, promovendo oportunidades de negócios a partir da apresentação de tendências em produtos, e novos modelos de negócio e de posicionamento empresarial. Também é uma oportunidade única para refletir sobre as mudanças no Brasil e no mundo e repensar estratégias e ações.”

E completa: “A abertura do evento pelo mestre em economia e economista do Itau, Fernando Gonçalves, reflete a importância de entendermos o momento econômico atual e tentarmos, de alguma forma, reunir subsídios para criar estratégias empresariais alinhadas à nova realidade econômica e social e ao novo ambiente de negócios.” Herman destaca ainda a importância de conhecer tendências e tecnologias que agreguem valor ao negócio de embalagem flexível, como as que serão apresentadas pela Esko, e entender as necessidades do varejo que, a cada dia, tem um papel mais relevante no desenvolvimento de embalagens que atendam às necessidades da cadeia de suprimento e do consumidor final.

Sobre tendências e anseios do varejo, o especialista internacional, Ronald Sasine, da consultoria norte-americana Hudson Windsor, LLC – Retail Packaging Strategy & Execution, apresentará a palestra “As mudanças no varejo e seu impacto nas embalagens”. Ainda na abertura do evento, Otávio Carvalho, da Maxiquim, apresentará os resultados do mais recente estudo de mercado, feito com exclusividade para a ABIEF, e que radiografa as indústrias petroquímica e de flexíveis no Brasil.

O especialista em desenvolvimento de embalagens e branding, Manoel Müller, da Müller Camacho, será o moderador. O Fórum Flex 2017 conta com o patrocínio da Braskem e Feiplastic/Reed Exhibitions. Para informações e inscrições, acesse www.abief.org.br.

Com 40 anos de atividades, a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abief

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ABIEF divulga pesquisa indicando que o ano 2017 ainda será de ajustes para o setor

17/04/2017

Estudo aponta que ajustes internos e condições internacionais favoráveis podem iniciar um processo de retomada de negócios, apesar da produção ter ficado praticamente estagnada em 2016

Em um cenário onde os preços do gás natural e do petróleo tendem a permanecer baixos – por volta de US$ 60 o barril de petróleo – alguns analistas apostam que nos próximos 3 a 4 anos haverá uma onda de investimentos, principalmente em plantas de PE (polietileno). Segundo Otávio Carvalho, da Maxiquim, empresa que produziu um estudo de mercado exclusivo para a ABIEF, isto levará a uma queda entre 15% e 20% no preço das resinas já em 2018, em comparação a 2016, especialmente na Europa.

Em 2016 estima-se que a demanda brasileira de PE e de PP (polipropileno) tenha superado a marca de 3,8 milhões de toneladas, com uma leve alta em PP (0,6%) e queda em PE (1,4%), no comparativo com o ano anterior. Mundialmente, a produção de PE está avaliada em 110 milhões de toneladas, com uma demanda ao redor de 100 milhões de toneladas. Para 2017, a previsão é de um aumento de demanda de 0,3% nessas poliolefinas. No longo prazo, a alta se manterá entre 2% e 3% ao ano.

As exportações brasileiras de poliolefinas foram recorde em 2016, com alta de 20,2%; já as importações registraram queda de 0,5%. O saldo na balança comercial foi positivo em 513 mil toneladas. Os EUA foram responsáveis por 40% das importações de resinas brasileiras; já a Argentina respondeu por 40% das exportações para o Brasil.

“Vale lembrar que 42% das receitas da Braskem no ano passado foram provenientes de operações fora do Brasil”, lembra Carvalho. Ele alerta ainda para o fato de que em 2016 “atrasos das plantas de eteno e de PEs melhoraram substancialmente as projeções de oferta x demanda, em termos de margens, níveis de operação e rentabilidade das plantas”.

Stand Up Pouch desponta entre as embalagens flexíveis

Proporcionalmente, uma das embalagens flexíveis com melhor desempenho em 2016 no Brasil, foi o stand up pouch (SUP). Embora os principais setores usuários de embalagem tenham registrado queda na demanda de flexíveis em 2016 – exceto alimentos, com alta de 0,7% – a Maxiquim aposta em dois setores para alavancar o consumo em 2017: produtos de higiene pessoal e agropecuário.

A indústria de embalagens plásticas flexíveis fechou 2016 com uma produção de 1,834 milhão de tonelada (queda de 0,1% em comparação a 2015) e um faturamento de R$ 21 bilhões (alta de 6%). A participação dos diferentes tipos de resina no volume de produção foi: PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) 50%, PEBD (polietileno de baixa densidade) 23%, PP 17% e PEAD (polietileno de alta densidade) 10%.

Em toneladas, tanto as exportações como as importações de embalagens flexíveis sofreram queda de, respectivamente, 30% e 23% em 2016, em comparação com 2015. Em valores, as quedas foram mais acentuadas: exportação 40% e importação 34%. Contudo, a participação das embalagens flexíveis na indústria de transformados plásticos continua importante: 29%.

Foram apontados como pontos relevantes para o setor em 2017:

  • retomada lenta da economia levará a um crescimento pequeno no contexto doméstico;
  • o setor se deparará com muitas empresas em dificuldades para reequilibrar suas margens;
  • os investimentos continuarão em um ritmo lento por conta da instabilidade econômica;
  • o aperto no crédito tende a retroceder;
  • as mudanças regulatórias continuam no radar;
  • poderá haver uma recuperação do terreno perdido para importações;
  • e as exportações com plástico contido sofrerão, mas por outros motivos, como a operação Carne Fraca.

Com 40 anos de atividades, a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrudados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – ABIEF

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Faturamento do setor de embalagens plásticas flexíveis cresce 7,5% em 2012

23/04/2013

Estudo da Maxiquim mostra que, em comparação com 2011, o setor também alcançou aumento no volume de produção (1,9%).

 Apesar de 2012 ter sido um ano de muita instabilidade para o setor de transformação de plásticos, o segmento de embalagens plásticas flexíveis registrou aumento no faturamento em 7,5% com relação ao ano anterior, segundo estudo da Maxiquim solicitado pela Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief). Em 2011, o segmento faturou R$ 11,2 bilhões. Já no ano seguinte, o faturamento registrado foi de R$ 12 bilhões.

O volume de produção também cresceu em 2012. Em 2011, a produção foi de 1.779,19 mil toneladas de embalagens flexíveis contra 1.813 mil toneladas em 2012, ou seja, crescimento de 1,9%.

Apesar destes números positivos, o setor sofreu com a volatilidade dos custos, principalmente no que tange ao aumento dos preços das matérias-primas superior aos demais custos de produção e ao consequente aumento nas importações de produtos acabados.

O estudo da Maxiquim mostrou que as importações de embalagens flexíveis cresceram 11,5% em valores (de US$ 573 milhões, em 2011, para US$ 639 milhões, em 2012) e 12,8% em volume (de 120 mil toneladas, em 2011, para 136 mil toneladas em 2012), ou seja, o déficit da balança comercial do setor foi o maior dos últimos oito anos, atingindo US$ 453 milhões no ano de 2012.

Mostrou ainda que as exportações caíram no período. Em valores, a queda foi de 14,0% (de US$ 217 milhões, em 2011, para US$ 186 milhões, em 2012) e 14,7% em volume (de 62 mil toneladas, em 2011, para 53 mil toneladas em 2012).

O setor de embalagens plásticas flexíveis faz parte da indústria brasileira de transformação plástica, setor que conta com 11 mil empresas e gera cerca de 350 mil empregos diretos no país.

Neste, a Abief – Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis é a entidade que há 35 anos representa o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis, correspondente a cerca de 40% da produção do setor, com uma diversa gama de embalagens plásticas, para as mais diversas finalidades, tais como filmes monocamada, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink (encolhíveis) e stretch (estiráveis); rótulos e etiquetas; stand up pouches (SUP) e embalagens especiais.

Diante desse cenário, a Abief tem atuado no sentido de resgatar a competitividade da sua indústria, tanto no mercado interno quanto para exportação. “O ano de 2012 foi especialmente desafiador para o setor; os custos, com destaque para a escalada dos preços das matérias primas, dificultaram bastante a obtenção de margens satisfatórias pelas empresas”, afirma Sergio Carneiro Filho, novo presidente da Abief .

Segundo ele, ainda assim foi grande a movimentação da entidade, visando melhorar o cenário dos negócios. “Seja com o diálogo, no sentido de equalizarmos devidamente as movimentações de custos, tanto com fornecedores, quanto junto aos clientes; seja no sentido de pleitear a equalização de determinadas tributações impactantes na nossa cadeia produtiva; seja investindo e procurando maximizar a eficiência e produtividade das empresas, com consequente redução de custos“, disse o executivo.

Com isto, o ano de 2013 apresentou um início bem mais animador. “A redução dos custos da energia elétrica, a manutenção da disponibilidade de recursos para novos investimentos pelo BNDES, a momentânea nova estabilidade dos custos das matérias primas e a concretização de negociações ao longo da cadeia, tudo isso em conjunto mostra um ano mais otimista para a indústria de embalagens plásticas flexíveis”, concluiu Sergio Carneiro Filho.

Fonte: M. Free Comunicação / Abief

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Anúncios da Plastivida, INP e Abief informam suspensão da proibição de sacolinhas plásticas em São Paulo.

08/12/2011

A decisão do Tribunal de Justiça de manter suspensa a lei que proibia a distribuição de sacolinhas plásticas no varejo paulistano a partir de 1º de janeiro foi comunicada em dois Informes Publicitários, veiculados no dia 5 de dezembro, nos jornais Metro e O Estado de São Paulo.

Os Informes reforçam a necessidade do consumo responsável das sacolinhas e ressaltam suas vantagens, colocados de acordo com o perfil dos seus leitores.

Participam da iniciativa os parceiros no Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas,Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief).

Texto do comunicado é reproduzido a seguir:

VOCÊ JÁ TINHA 10 MOTIVOS PARA SER CONTRA A PROIBIÇÃO DAS SACOLINHAS PLÁSTICAS.

AGORA O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO DECIDIU DAR MAIS UM.

O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a suspensão da lei que proíbe o uso das sacolinhas plásticas nos supermercados e no comércio varejista de São Paulo. Esse, agora, é o 1º motivo para você perceber o erro que é esta proibição e, assim como a Justiça de São Paulo e milhões de pessoas, também ser contra ela. Conheça aqui os outros 10:

2. As sacolinhas não são descartáveis, são reutilizáveis. Quase todo mundo as reutiliza para colocar lixo. Sem elas você vai ser obrigado a comprar novos sacos para esse fim. Um sacrifício sem vantagem ambiental. A única diferença é que você vai ter que pagar por esses sacos e por outros tipos de sacola. Prepare o bolso.

3. Pesquisa Datafolha mostra que 88% das pessoas reutilizam as sacolas para armazenar lixo, transportar objetos e recolher sujeira de animais. Por isso ela é a embalagem preferida de 84% da população.

4. Cidades como Jundiaí, que já proibiram as sacolinhas, registraram aumento considerável de vendas de sacos de lixo. Com um novo gasto mensal, é o consumidor que sai no prejuízo.

5. Os órgãos de vigilância sanitária recomendam o uso de recipientes plásticos para descarte do lixo. Com a proibição das sacolinhas, populações menos favorecidas não terão como descartar o lixo da forma correta.

6. Um estudo internacional* comprova que o processo de fabricação das sacolinhas plásticas causa menos impacto ambiental do que o das sacolas de pano, papel e papelão. Não é papo, é fato, é científico.

7. Ao longo de sua vida útil, uma sacolinha plástica comum emite menos gás carbônico e metano no meio ambiente (gases causadores do efeito estufa) do que qualquer uma das sacolas alternativas oferecidas hoje*.

8. A proibição das sacolinhas poderá acarretar o fim de 30.000 empregos diretos no país e 6.000 empregos diretos em São Paulo.

9. Para evitar o acúmulo de fungos e bactérias e a possível contaminação dos alimentos, as sacolas retornáveis precisam ser higienizadas com alta frequência, o que aumenta o consumo de água e outros produtos. É preciso ter cuidado também com as caixas de papelão usadas, pois muitas vezes elas não têm as condições higiênicas adequadas para transportar as compras.

10. Sacolinhas plásticas são recicláveis: se usadas e descartadas corretamente, podem se transformar em diversos outros produtos plásticos.

11. O problema não é a sacolinha, e sim o desperdício e o descarte inadequado, esses sim são os vilões do meio ambiente. A solução, portanto, não é proibir, mas educar a população a usar, de forma responsável, as sacolinhas plásticas e todas as outras embalagens.

Quer saber mais? Acesse http://www.plastivida.org.br e informe-se. Você vai ver que proibir as sacolinhas vai custar caro, não vai ajudar o meio ambiente e é você quem vai ter que pagar essa conta.

*  Segundo o Environment Agency http://www.environment-agency.gov.uk

Fonte: INP – Instituto Nacional do Plástico

Datafolha comprova preferência por sacolas plásticas

13/09/2011

Pesquisa nacional feita pelo Datafolha em maio, a pedido da Plastivida, do INP e da Abief, mostrou hábitos e opiniões relevantes sobre o uso de sacolas plásticas. Veja alguns resultados:

  • 84% apontaram as sacolas plásticas como o meio mais frequente para carregar as compras.
  • 50% indicaram as sacolas plásticas como o melhor meio para transportar as compras.
  • 88% dos usuários de sacolas plásticas costumam reutilizá-las. Destes, 96% para lixo.
  • 82% não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas.
  • 64% entendem que seria uma obrigação do comércio fornecer gratuitamente alternativas para transportar as compras, caso as sacolas fossem banidas.

Outras informações sobre a pesquisa são relatadas pelo presidente da Plastivida e INP, Miguel Bahiense Neto, em artigo a seguir:

“Uma abrangente pesquisa feita pelo Datafolha em maio revela que a grande maioria dos consumidores prefere as sacolas plásticas para transportar suas compras e cuida de não desperdiçá-las, reutilizando-as e dando-lhes uma destinação ambientalmente correta após o uso.

Dos consumidores entrevistados em uma mostra qualificada de 1.123 pessoas na Região Metropolitana de São Paulo e nas cidades de Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife, 84% apontaram as sacolas plásticas como o meio mais frequente para carregar as compras. Sacolas de pano e nylon são usadas por 11%, carrinhos de feira por 3%, e caixas de papelão por 2%.

Indagados especificamente sobre qual seria o melhor meio para transportar as compras, 50% indicaram as sacolas plásticas, 27% as de pano, nylon e de feira, 12% os carrinhos de feira, 6% as caixas de papelão, 3% as sacolas de papel e 2% outros meios.

Os que optaram pelas sacolinhas plásticas relataram como razões para essa escolha a resistência dessas embalagens e sua reutilização.

O Datafolha mostra que 88% dos usuários de sacolas plásticas costumam reutilizá-las, 7% as descartam e 6% as remetem para reciclagem. Este dado é duplamente relevante. Primeiro, porque demonstra que a grande maioria dos consumidores dá novo uso à sacola ou as recicla; assim, não as desperdiça.

Segundo por mostrar que ainda há um trabalho educacional a ser feito em relação aos 7% que descartam, conscientizando-os sobre o potencial de reuso e reciclagem das sacolinhas. Com isso, daremos mais um passo para a preservação ambiental.

Em questão com múltiplas escolhas, os entrevistados que reutilizam as sacolas indicaram que o fazem para acondicionamento de lixo (96%), recolhimento de sujeira de animais (51%), utilização para transportar outros objetos (66%), separação do lixo a ser levado à reciclagem (39%), armazenamento de mantimentos (26%), preservação de roupas (17%) ou utilização como matéria prima para confeccionar outros produtos (4%).

Essa resposta é bastante interessante por mostrar a importância das sacolinhas para a saúde pública (acondicionando o lixo de forma segura e higiênica), para a economia (protegendo as roupas ou transportando outros produtos) e para o meio ambiente (acondicionando os descartes recicláveis para levá-los à reciclagem, ou reciclando-as para fabricar novos produtos).

O Datafolha mostra ainda que 82% não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas. Em resposta que permitia escolhas múltiplas, 81% concordaram em que a cobrança pelas sacolinhas daria mais lucro para o comércio; 57% concordam em que a proibição da distribuição das sacolas prejudicará a população; 96%, em que o comércio distribua sacolas biodegradáveis, caso as sacolas plásticas fossem proibidas.

Neste último caso, 64% entendem ser obrigação do comércio fornecer gratuitamente alternativas para transportar as compras. Somente 10% acham que o comércio deveria vender outro tipo de sacolas.

Feitas de polietileno, as sacolas plásticas são 100% recicláveis. No entanto, o Datafolha mostra que a maior parte da população desconhece esse fato. Equivocadamente, 45% opinaram que as sacolas não são recicláveis. Somente 38% responderam que as sacolas plásticas são recicláveis. E 17% não souberam responder.

Todos esses resultados levam a duas conclusões. Os consumidores preferem as sacolas plásticas e portanto não querem seu banimento. E a educação é o caminho para garantir o direito de os consumidores escolherem a melhor embalagem para transportar suas compras e contribuírem para a preservação do meio ambiente, mediante o uso consciente das sacolas plásticas e seu descarte correto”.

Fonte: Plastivida

Datafolha aponta preferência pelas sacolas plásticas nas compras

12/08/2011

84% dos consumidores preferem sacolas plásticas

Pesquisa Datafolha revela que 84% dos consumidores apontam as sacolas plásticas como meio mais frequente para carregar as compras. Em segundo lugar, aparece a sacola de pano e nylon, com 11%, seguida de carrinho de feira, 3%, e caixa de papelão, 2%. O Datafolha mostra, ainda, que 82% não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas.

Dos entrevistados, 81% concordam em que a cobrança pelas sacolas plásticas daria mais lucro para o comércio; 57% concordam em que a proibição da distribuição das sacolas prejudicará a população; 96%, em que o comércio distribua sacolas biodegradáveis, caso as sacolas plásticas fossem proibidas.

A pesquisa mostra que de cada dez pessoas entrevistadas, cinco consideram as sacolas plásticas o melhor meio para transportar as compras. Sacolas de pano, nylon e de feira são apontadas como a melhor opção por 27% dos entrevistados, seguidas de carrinhos de feira, 12%, caixa de papelão, 6%, sacolas de papel, 3% e outros meios, 2%. Para os que dizem que as sacolas plásticas são o melhor meio de transporte para as compras, a resistência da embalagem e sua reutilização são apontadas como as razões para a escolha. “Por serem duráveis, resistentes, higiênicas, inertes, 100% recicláveis e oferecerem economia e praticidade ao consumidor é que as sacolas plásticas são apontadas como a preferência da população”, afirma Alfredo Schmitt, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief).

Caso as sacolas fossem proibidas, 64% entendem ser obrigação do comércio fornecer gratuitamente alternativas para transportar as compras e somente 10% acham que o comércio deveria vender outro tipo de sacolas.

O Datafolha mostra que 88% dos usuários de sacolas plásticas costumam reutilizar essas embalagens, 7% descartam as sacolas e 6% dizem que mandam para reciclagem.

Em questão que permitia múltiplas escolhas, os entrevistados que reutilizam as sacolas indicaram como finalidade do reuso o acondicionamento de lixo (96%), o recolhimento de sujeira de animais (51%), a utilização para transportar outros objetos (66%), o uso para separar o lixo a ser levado à reciclagem (39%), para armazenar mantimentos (26%), guardar roupas (17%) ou a utilização como matéria prima para confeccionar outros produtos (4%).

Feitas de polietileno, as sacolas plásticas são 100% recicláveis. Porém, o Datafolha mostra que a maior parte da população desconhece esse fato. Somente 38% responderam que as sacolas plásticas são recicláveis. Para 45% da população, as sacolas não são recicláveis e 17% não souberam responder. “Para que se garanta o direito do consumidor escolher a melhor embalagem para carregar as compras e ao mesmo tempo a preservação do meio ambiente, acreditamos que a educação é a saída que vai garantir o uso consciente e o descarte correto das sacolas plásticas”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos.

Objetivo e metodologia da pesquisa

Realizada entre os dias 3 e 7 de maio de 2011, a pesquisa do Datafolha teve como objetivo descobrir a relação do consumidor com as sacolas plásticas de uso doméstico, desde o momento de sua aquisição, no varejo, até o descarte final. A pesquisa foi realizada na região metropolitana de São Paulo, na cidade do Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife. O trabalho foi desenvolvido no âmbito quantitativo, com abordagem pessoal dos entrevistados, em pontos de fluxo populacional. As entrevistas foram aplicadas com questionário estruturado e tempo médio de 20 minutos para cada pessoa. Foram ao todo 1123 entrevistados, entre homens e mulheres com idade a partir de 16 anos, pertencentes a todas as classes econômicas. Para a composição total da amostra, o Datafolha ponderou os resultados de acordo com o peso das cidades, considerando o universo pesquisado. (fonte IBGE/Censo 2000). A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Fonte: Abiplast / M.Free Comunicação

Campanha de rádio reforça importância da educação ambiental.

21/07/2011

Destaque da semana: problema não está nas sacolas plásticas, mas no desperdício e descarte incorreto

No último spot da campanha de esclarecimento sobre o uso de sacolas plásticas promovida pela Plastivida, INP e Abief, veiculado na semana do dia 18, a campanha enfatiza a importância da educação para o combate ao desperdício e para o descarte correto das sacolinhas plásticas, como também reforça o direito do consumidor de optar pela embalagem mais adequada a suas necessidades.

Com duração de 30 segundos, as mensagens estão sendo veiculadas nas rádios Band News FM, Bandeirantes AM/FM São Paulo e CBN FM (esta em Florianópolis, Blumenau, Goiânia, Fortaleza e Recife).

Fonte: Plastivida

Campanha de rádio questiona o porquê de se acabar com o uso das sacolas plásticas.

14/07/2011

O melhor desempenho ambiental das sacolas plásticas em comparação a outras como as de pano e papel, demonstrado por estudo do governo britânico, é o tema desta semana da campanha de rádio que Plastivida, INP e Abief veiculam desde 27 de junho.

“Das 9 categorias ambientais pesquisadas, as sacolinhas vencem em 8. Durante seu ciclo de vida, emitem menos CO2. Usam menos matéria-prima em sua fabricação e são 100% reutilizáveis e recicláveis. Por que acabar com a embalagem mais sustentável?”, questiona a mensagem desta semana.

Clique no vídeo a seguir para ver a mensagem.

Fonte: Plastivida

Plastivida, Abief e INP promovem campanha de rádio para valorização de sacolas plásticas.

28/06/2011

Mensagens serão transmitidas para as principais capitais do país.

A partir de 27 de junho, Plastivida, INP e Abief colocarão no ar uma campanha de rádio para valorizar as sacolas plásticas e esclarecer os consumidores sobre o equívoco cometido por aqueles que buscam acabar com sua disponibilização pelo varejo.

Serão quatro spots no período de um mês veiculados diariamente, sendo um diferente a cada semana. A veiculação ocorrerá de 27 de junho a 26 de julho.

As mensagens abordarão a importância do uso, reuso e reciclagem das sacolinhas; a atuação da indústria na fabricação de sacolas dentro da norma técnica e na articulação com o varejo e os consumidores por meio do Programa de Qualidade e Consumo Responsável; a sustentabilidade das sacolas comprovada por estudo da Agência Ambiental do Governo Britânico; e o direito do consumidor de optar pela embalagem mais adequada a suas necessidades.

A veiculação, em spots com duração de 30 segundos, será feita nas seguintes rádios:

  • Band News FM – 88 inserções.
  • Bandeirantes AM/FM São Paulo – 52 inserções.
  • CBN FM (Florianópolis, Blumenau, Goiânia, Fortaleza e Recife) – 47 inserções em cada praça.

Ouça abaixo a mensagem desta semana no YouTube:

Fonte: Plastivida

Entidades ligadas à indústria do plástico se posicionam contra proibição de sacolas plásticas pela Câmara Municipal de São Paulo.

19/05/2011

Posicionamento frente ao PL, aprovado pela Câmara de São Paulo, que visa o banimento de sacolas plásticas no município

• No dia 17 de maio, a Câmara de Vereadores de São Paulo aprovou o Projeto de Lei 496/2007, que dispõe sobre a proibição da distribuição gratuita ou venda de sacolas plásticas aos consumidores em todos os estabelecimentos comerciais da capital. O PL define que os estabelecimentos comerciais devem estimular o uso de sacolas reutilizáveis, confeccionadas com material resistente e que suportem o acondicionamento e transporte de produtos e mercadorias em geral.

• São Paulo é o maior centro consumidor do país e sofrerá com a penalização: perda de movimentação no comércio, empregos em risco na cadeia produtiva, além da penalização da população em si e do meio ambiente.

• As sacolas plásticas são apontadas incorretamente como sendo causadoras de impacto ambiental, quando na verdade o problema não reside nelas e sim no desperdício, no descarte incorreto e na falta de uma política adequada de reciclagem de resíduos pós-consumo.

• Não há alternativas consistentes para substituir as sacolas plásticas. Econômicas, duráveis, resistentes, práticas, higiênicas e inertes, são reutilizáveis e 100% recicláveis. Pesquisa do Ibope confirma que 100% das sacolas plásticas são reutilizadas como saco de lixo, 71% constituem as embalagens preferidas da população para transportar suas compras e 75% das donas de casa são a favor do seu fornecimento pelo varejo.

• Embalar o lixo em plástico é uma recomendação dos órgãos de saúde do país, para que se evitem contaminações. A sacola plástica é reutilizada pelo consumidor para acondicionar o lixo doméstico, assim como para outros tantos usos, o que representa higiene, economia e atitude ambientalmente responsável. Na falta dessa embalagem, o consumidor deverá comprar sacos de lixo, o que irá gerar custo adicional às famílias.

• Ambientalmente, as sacolas plásticas são comprovadamente as mais amigáveis. Estudo encomendado pelo governo britânico sobre o impacto ambiental de diversos tipos de sacolas mostrou que a sacolinha de plástico tem melhor desempenho ambiental em 8 das 9 categorias avaliadas. Outro importante dado é que ela apresenta a menor geração de CO2 em seu processo produtivo, além de consumir menor quantidade de matéria-prima frente às outras opções.

• Com isso em vista, acreditamos que o combate ao desperdício a partir da educação: conscientização sobre o uso correto, reutilização e descarte responsável das sacolas plásticas é o caminho adequado.

• Defendemos que as sacolas plásticas sejam utilizadas sim, porém fabricadas com a qualidade exigida pela Norma Técnica ABNT NBR-14937. Isso porque as sacolas mais resistentes inibem a prática de se colocar uma sacola dentro da outra para transportar produtos mais pesados ou utilizar somente a metade de sua capacidade, além, de poderem ser usadas mais vezes, mesmo para as compras em supermercados.

• Essas sacolas mais resistentes são a base do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, desenvolvido pela Plastivida, Instituto Nacional do Plástico (INP) e Associação Brasileira da indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), para envolver indústria, varejo e população na questão da melhoria na qualidade das sacolas e nas boas práticas de uso e descarte dessas embalagens.

• Com uma sacola dentro da norma e com a educação da população para o uso e descarte adequados dessas embalagens o desperdício é combatido. O consumidor pode levar sua sacola plástica mais de uma vez ao supermercado, depois disso dar a ela outras finalidades (embalar alimentos, carregas produtos molhados na bolsa, recolher as fezes de animais domésticos ou mesmo usar como saco de lixo)

• Presente em oito capitais (São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro, Recife e Florianópolis), o Programa traz resultado notório: 4 bilhões de sacolas plásticas deixaram de ser consumidas de 2007 a 2010. Mesmo o Ministério do Meio Ambiente (MMA) reconhece o esforço como inovador, consistente e equilibrado. O Programa segue em 2011 com o objetivo de alcançar e até mesmo ultrapassar a marca dos 30% de redução no uso de sacolas plásticas até 2012.

• Na capital paulista, as redes de varejo signatárias do Programa, como o Pão de Açúcar, por meio da educação do consumidor, já reduziram significativamente o desperdício, graças a distribuição de sacolas dentro de normas e do trabalho de educação do consumidor.

• As entidades também lançaram em 2010 a Escola de Consumo Responsável, um projeto itinerante que tem levado os conceitos de uso responsável e descarte adequado dessas embalagens para todo o País.

O Banimento é um caminho ou uma falta de visão sistêmica?

• Perguntamos: deveríamos banir as sacolas ou promover ações em favor de seu uso responsável? Imagine se baníssemos tudo o que é moderno e que ao mesmo tempo tenha algum impacto ambiental. Voltaríamos aos primórdios, com baixa qualidade e baixa expectativa de vida e com epidemias que, atualmente, só fazem parte dos livros de história e total falta de higiene no contato com os alimentos.

• Na sociedade contemporânea, a melhor forma de usufruir dos benefícios (conforto, praticidade, economia, segurança e qualidade de vida) a que todos temos direito é utilizar este ou qualquer outro produto de forma responsável, o que significa aplicar o conceito ambiental, reconhecido internacionalmente, dos 3Rs: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

• A sacola plástica é 100% reciclável e, quando feita dentro de norma, mais resistente, pode e deve ser reutilizada – até mesmo para novas compras em supermercado – sem onerar o consumidor. Hoje, o Brasil conta com uma indústria de reciclagem de plásticos ociosa em mais de 30% uma vez que o país não conta com processos de coleta seletiva adequados para que menos materiais que podem ser reutilizados acabem nos lixões e aterros.

• Acreditamos que a população não pode ser penalizada – seja com cobranças extras, com a geração de novas despesas com sacos de lixo, ou mesmo com a perda e empregos na cadeia produtiva das sacolas plásticas (que hoje garante em São Paulo cerca de 6 mil empregos diretos).

• A saída está na educação e na responsabilidade compartilhada – indústria, varejo, população e governo fazendo sua parte para adequar a questão do consumo e do descarte.

Fonte:  ABIEF

Alfredo Schmitt assume 2o. mandato à frente da ABIEF.

20/04/2011

No dia 14 de Abril, o empresário Alfredo Schmitt assumiu seu segundo mandato como Presidente da ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis). A cerimônia foi realizada em São Paulo logo após uma franca conversa entre os associados da ABIEF e a cúpula da Braskem, maior petroquímica das Américas e 8ª maior no ranking mundial.

Entre as propostas definidas por Schmitt para o novo mandato destaque para uma agenda de eficiência para o setor que inclui, entre outras coisas, a valorização incondicional do plástico e sua melhor relação com o meio ambiente.

O Presidente também chamou a atenção para os diversos eventos que a ABIEF tem encabeçado e que visam a projeção do setor no mercado nacional e internacional e a capacitação dos empresários. Os eventos são, respectivamente, a segunda edição do Flex – Fórum Latino Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis, agendada para Junho em paralelo à Fispal Tecnologia, e a primeira edição do Seminário de Capacitação Empresarial que acontecerá no início de Maio.

Em seu discurso Schmitt alertou ainda para a questão da competitividade do setor, que inclui os custos das matérias primas e da energia elétrica entre outros; para o processo de ampliação das atividades da ABIEF em outros estados; criação de uma campanha de mídia para as sacolas plásticas; e a busca pela isonomia tributária. “Não podemos deixar de citar outra importante conquista, as criação da Casa do Plástico centrada na Abiplast”, lembrou.

A cerimônia foi encerrada com uma homenagem ao empresário Israel Sverner, da Electro Plastic, um dos fundadores da ABIEF e seu primeiro Presidente. A lista completa da nova Diretoria está disponível no site da entidade http://www.abief.org.br.

Fonte: ABIEF

Fórum gaúcho mostra importância da Reciclagem Energética

04/10/2010

Entidades e órgãos públicos obtêm consenso sobre o tema em Porto Alegre

Cerca de 150 pessoas, entre empresários, gestores públicos e estudantes, participaram do 1° Fórum Gaúcho de Reciclagem Energética com Ênfase em Plásticos, que a Plastivida e o SINPLAST realizaram no dia 23 de setembro, no Plenário Mercosul da FIERGS, em Porto Alegre.

Ao abordar a Reciclagem Energética – processo de queima do lixo urbano com geração de energia – o presidente da Plastivida, Francisco de Assis Esmeraldo, destacou a importância dos plásticos nesse processo, por substituírem o óleo diesel ou o óleo combustível. Na prática, isso significa mais uma utilidade para os plásticos que são descartados.

O diretor superintendente da ABRELPE – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, Carlos Roberto Vieira da Silva Filho, afirmou que o processo de convencimento de parte dos gestores públicos para a adoção de sistemas de Reciclagem Energética é necessário, mas difícil, devido à concorrência desleal dos lixões irregulares. “É inadmissível que um país como o Brasil ainda tenha depósitos completamente inadequados e irregulares de lixo que, além de toda a poluição que representam, inviabilizam a implantação de projetos sérios”, disse.

Houve consenso entre as entidades em que a geração de energia a partir de resíduos sólidos é um dos itens integrantes de uma solução ampla para o lixo urbano, que inclui Redução, Reutilização e Reciclagem Mecânica dos plásticos. Também houve concordância em que a Reciclagem Energética é complementar ao trabalho dos catadores, e não o substitui.

O evento teve ampla repercussão na grande mídia local e deverá se repetir em outras capitais.

Fonte: Plastivida

Abief promove evento “Gestão Inteligente de Indústrias Convertedoras”

06/09/2010

A Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Plásticas Flexíveis (ABIEF) realizará no dia 14 de setembro, às 8h30, um café da manhã no qual vai discutir sobre a gestão inteligente de indústrias convertedoras – estratégias para redução de custos. O Palestrante será Aislan Baer, diretor proprietário do grupo ProjetoPack. O evendo acontecerá na sede da FIERGS (RS), Sala D3, que fica na Av. Assis Brasil, 8787, Porto Alegre (RS). Informações no telefone: (11) 3032-4092 – ABIEF.

Fonte: Abief

Abief realiza evento “Inovação e Sustentabilidade”

08/07/2010

A Abief vai realizar, no dia 22 de julho, o evento Inovação e sustentabilidade. Serão abordados os temas “Nanotecnologia como solução para embalagens ativas e inteligentes” , palestra que será ministrada por Adair Rangel, pesquisador da Braskem; e “Vitopaper, o papel sintético revolucionando o segmento de embalagens sustentáveis”, ministrado por Patricia Gonçalves, gerente de Produto da Vitopel. O evento acontece na sede da Abief, em São Paulo. Informações pelos telefones (11) 2966-9742/ 2021-7095 ou pelos e-mails itp.itp@uol.com.br/itp@institutodoplastico.com.br.

Fonte: SIRESP

Flex 2010 se consolida no calendário brasileiro de eventos de embalagem.

21/06/2010

A ABIEF realizou no dia 10 de Junho, das 8:00 às 16:30 horas, durante a Fispal Tecnologia 2010, no Anhembi (SP), o Flex 2010 – 1° Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis que reuniu 170 profissionais usuários e fabricantes de embalagem, além de fornecedores de matérias primas, insumos e equipamentos.

Sob o título “A embalagem que vende: uma nova perspectiva para os negócios do setor no Brasil e no mundo. Tendências, tecnologias e meio ambiente como diferenciais de competitividade e inovação”, o Flex 2010 contou com palestrantes internacionais e brasileiros que abordaram o mercado de embalagens plásticas flexíveis, oportunidades e estratégias de negócios, e tendências.

Antonio Cabral, coordenador do curso de pós-graduação em Engenharia de Embalagem do Instituto Mauá de Tecnologia foi o mediador do evento que inclui as seguintes palestras:
• “Radiografia do mercado latino-americano de embalagens plásticas flexíveis (países ABC) – pesquisa inédita”, com Otávio Carvalho – Diretor da Maxiquim
• “Inovações em embalagens flexíveis nos Estados Unidos. O impacto no mercado latino-americano”, com Daniel Beard – CEO da Packaging Specialists.
• “Drivers de embalagem na Ásia: novidades, tendências e sustentabilidade”, com Stuart Hoggard – editor do Pack Webasia.
• “Como novas tecnologias podem agregar valor à indústria de embalagens plásticas flexíveis na América Latina”, com Ursula Sakamoto, Foods Business Development Manager da Avery Dennison Brasil e Laura Clark, Marketing Director Food & Beverage Avery Dennison USA.
• “Novidades em aditivos e pigmentos para embalagens plásticas flexíveis”, Cromex
• “Visão geral da indústria petroquímica no mundo e seu impacto no negócio na América Latina. Qual o futuro para os transformadores?”, com Howard Rappaport – Global Business Director of Plastics CMAI
• “Lixo ou matéria-prima? Uma nova percepção de valor para as embalagens”, com Guilherme Brammer, da TerraCycle Brasil
• “Polietileno Verde: avanços e aplicações no setor de embalagens flexíveis”, Braskem S.A.
• “Gestão e valorização da cadeia, os reais desafios para a terceira geração”, com José Ricardo Roriz Coelho – Presidente da Vitopel e da Abiplast

O Flex 2010 foi patrocinado pela Braskem, Carnevalli, Cromex e Vitopel e contou com o apoio da Avery Dennison, EcoBrasil, Macroplastic, Manuli Fitasa e Segplast. A próxima edição do evento já está agendada para Junho de 2011, em São Paulo.

Fonte:  ABIEF

I Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis inicia-se amanhã no Anhembi.

09/06/2010

Em paralelo à 26º Fispal Tecnologia será realizado o I Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis. Sob o título “A embalagem que vende: uma nova perspectiva para os negócios do setor no Brasil e no mundo. Tendências, tecnologias e meio ambiente como diferenciais de competitividade e inovação”, o evento trará palestrantes internacionais e profissionais brasileiros para falar sobre o mercado de flexíveis, oportunidades e estratégias de negócios.

O Fórum acontece no dia 10 de junho, das 8h00 às 16h30, no auditório Oeste do Pavilhão de Exposições do Anhembi e é uma realização da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief) em parceria com a Brazil Trade Shows.

Programação:

8h às 8h30 – Credenciamento e welcome coffee

8h30 às 8h45 – Explicações gerais do evento – Presidente da Abief, Alfredo Schmitt e o mediador do evento Antonio Cabral, coordenador da pós-graduação em Engenharia de Embalagem da Mauá

8h45 às 9h15 – Palestra “Radiografia do mercado latino-americano de embalagens plásticas flexíveis (países ABC) – pesquisa inédita”, com Otávio Carvalho – diretor da Maxiquim

9h15 às 9h45 – Palestra “Inovações em embalagens flexíveis nos Estados Unidos. O impacto no mercado latino-americano”, com Daniel Beard – CEO da Packaging Specialists.

9h45 às 10h15 – Palestra “Drivers de embalagem na Ásia: novidades, tendências e sustentabilidade”, com Stuart Hoggard – editor do Pack Webasia

10h15 às 10h30 – Coffee Break

10h30 às 11h – Palestra “Como novas tecnologias podem agregar valor à indústria de embalagens plásticas flexíveis na América Latina”, com Ursula Sakamoto, Foods Business Development Manager da Avery Dennison Brasil e Laura Clark, Marketing Director Food & Beverage Avery Dennison USA.

11h às 11h30 – Palestra “Novidades em aditivos e pigmentos para embalagens plásticas flexíveis”, Anderson Maia – Gestor de Produtos da Cromex

11h30 às 12h – Painel Perguntas e Respostas, conduzido pelo mediador Antonio Cabral

12h às 14h – Almoço livre

14h às 14h30 – Palestra “Visão geral da indústria petroquímica no mundo e seu impacto no negócio na América Latina. Qual o futuro para os transformadores?”, com Howard Rappaport – Global Business Director of Plastics CMAI

14h30 às 15h – Palestra “Lixo ou matéria-prima? Uma nova percepção de valor para as embalagens”, com Guilherme Brammer, da TerraCycle Brasil

15h às 15h30 – Palestra “Polietileno Verde: avanços e aplicações no setor de embalagens flexíveis”, com Leonora Novaes, Líder Comercial de Polietileno Verde Braskem S.A.

15h30 às 16h – Palestra “Gestão e valorização da cadeia, os reais desafios para a terceira geração”, com José Ricardo Roriz Coelho – presidente da Vitopel e da Abiplast

16h às 16h30 – Painel de discussões, conclusões e recomendações, com Alfredo Schmitt e Antonio Cabral

Fonte: Brazil Trade Shows