Posts Tagged ‘Polipropileno’

SABIC constrói planta piloto na Holanda para desenvolvimento de novos grades de PP

22/11/2016

sabicpr281aA SABIC terá uma nova planta-piloto para desenvolvimento de novas gerações de polipropilenos em Sittard-Geleen, na Holanda, até o final de março do próximo ano. A planta, que utilizará a tecnologia de polimerização em fase gasosa, dará suporte à produção em plantas em escala industrial, situadas nas proximidades. A intenção é testar a produção de materiais que atendam às necessidades das diferentes indústrias, como a automotiva, de tubos, eletrodomésticos e embalagens avançadas.

A planta piloto é a mais recente de uma série de investimentos feitos pela SABIC na unidade de produção e P&D de Brightlands Chemelot, em Sittard-Geleen. A empresa abriu lá em Maio novas instalações de pesquisa. Lina Prada, diretora de Tecnologia Global de PP, diz que a planta piloto é mais uma demonstração do compromisso da SABIC de investir em inovação. “Quando ela der a partida no próximo ano, teremos muito mais capacidade de desenvolver novos materiais em PP para comercialização em nossos sites europeus atuais em Geleen e em Gelsenkirchen, na Alemanha”, diz Prada.

A SABIC está adotando uma abordagem rápida para a construção e instalação da planta-piloto. Ela contratou o projeto à Zeton, uma empresa que projeta e constrói plantas piloto e de escala de demonstração, com sedes em Enschede, Holanda e Burlington, Ontário, no Canadá. A Zeton desenvolveu um sistema montado sobre uma plataforma deslizante que acelera os tempos de implementação e permite uma completa flexibilidade de design. A planta dará partida em dezembro, depois que a Zeton construir e testar a planta em Enschede. De lá, a planta será parcialmente desmontada em aproximadamente 15 módulos para entrega em Geleen.

A SABIC está procurando, em particular, desenvolver grades com melhor rigidez / impacto, propriedades de fluxo e outras propriedades secundárias específicas, necessárias em diferentes indústrias. A SABIC planeja se concentrar no desenvolvimento de grades de impacto de polipropileno, bem como copolímeros aleatórios e homopolímeros. Também realizará experimentos em catalisadores avançados. A usina complementará as plantas piloto utilizadas pela SABIC em outros locais estratégicos e apoiará as iniciativas de inovação estratégica para atender às necessidades do mercado em constante evolução.

Fonte:  SABIC – Assessoria de Imprensa

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Amppleo, nova marca de resina de Polipropileno, é apresentada pela Braskem durante a Feira K

31/10/2016

Polipropileno utilizado na produção de espuma é alternativa mais eficiente para mercados automotivo, industrial, eletrodomésticos, embalagens e construção civil

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A Braskem lançou mundialmente a nova marca Amppleo, resina de polipropileno com propriedades de High Melt Strength (alta resistência do material fundido, em português). Com o produto, que foi especialmente desenvolvido para a produção de espumas de alta performance e que tem a versatilidade como uma de suas características, a empresa pretende estabelecer parcerias para o desenvolvimento de novas aplicações nos mercados automotivo, industrial, embalagens, construção civil e eletrodomésticos. O lançamento oficial aconteceu na Feira K, maior evento da indústria de plásticos e borrachas do mundo.

Segundo a Braskem, a resina é capaz de suportar temperaturas de até 100°C sem se deformar e possibilita a fabricação de espumas com ampla versatilidade de aplicações dentro de uma grande escala de densidade, que pode ir de 35 kg a 300 kg por metro cúbico, apresentando redução de peso frente a outros materiais e um bom isolamento térmico e acústico. Além disso, o material pode ser totalmente reciclado.

“Desenvolver uma resina de alta tecnologia demonstra não apenas a ampla capacidade da Braskem de inovar, mas também de ouvir e entender as necessidades dos clientes, oferecendo soluções diferenciadas e sustentáveis. As propriedades únicas dessa nova resina possibilitam uma grande variedade de aplicações e a oportunidade de desenvolver, em conjunto com a cadeia, produtos cada vez mais eficazes e versáteis”, afirma Walmir Soller, diretor do negócio de Polipropileno da Braskem.

O desenvolvimento da nova resina demandou esforços e recursos ao longo de anos, que agora posicionam a Braskem num seleto grupo de fabricantes mundiais que detém esta tecnologia de produção. As pesquisas para o desenvolvimento da Amppleo foram realizadas no Centro de Inovação e Tecnologia da Braskem no polo petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul, e no Centro de Inovação de Pittsburgh, nos Estados Unidos – que recentemente iniciou as operações de uma planta-piloto para produção de espumas.

Fonte: Braskem

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Braskem desenvolve nova resina de PP para a produção de espumas

24/09/2016

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Material leve, resistente e reciclável pode ser utilizado nos mercados automotivo, industrial, eletrodomésticos, embalagens e construção civil

A Braskem está apresentando ao mercado brasileiro uma nova resina de polipropileno (PP-HMS), com propriedades de High Melt Strength (alta resistência do material fundido, em português). Com o produto, que foi especialmente desenvolvido para a produção de espumas de alto desempenho e tem a versatilidade como uma de suas características, a empresa pretende estabelecer parcerias para o desenvolvimento de novas aplicações, visando os mercados automotivo, industrial, embalagens, construção civil e eletrodomésticos.

O PP-HMS permitirá o desenvolvimento de soluções mais leves, seguras e sustentáveis, sendo indicado, por exemplo, para o revestimento interno de veículos. O novo produto é capaz de suportar temperaturas de até 100°C sem deformar e possibilita a produção de espumas com ampla versatilidade de aplicações dentro da escala de densidade, que pode ir de 35 a 300 quilogramas por metro cúbico, afirma a Braskem. Além disso, o PP-HMS pode ser reciclado, sendo assim uma alternativa mais sustentável.

“Desenvolver uma resina de alta tecnologia demonstra não apenas a ampla capacidade da Braskem de inovar, mas também de ouvir e entender as necessidades dos clientes, oferecendo soluções diferenciadas e sustentáveis. As propriedades únicas dessa nova resina possibilitam uma grande variedade de aplicações e a oportunidade de desenvolver, em conjunto com a cadeia, produtos cada vez mais eficazes e versáteis”, afirma Walmir Soller, diretor do negócio de Polipropileno da Braskem.

Os estudos para o desenvolvimento do PP-HMS foram realizados no Centro de Inovação e Tecnologia da Braskem no polo petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul, e no Centro de Inovação de Pittsburgh, nos Estados Unidos, que recentemente partiu uma linha de produção de espumas em escala piloto para apoiar novos desenvolvimentos.

O lançamento oficial do novo produto será feito na Feira K, maior feira da indústria de plásticos e borrachas do mundo, realizado na Alemanha, de 19 a 26 de outubro.

Fonte: Braskem

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Embalagem de ráfia retorna ao mercado de sementes tratadas

27/04/2016

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Com a mudança da Instrução Normativa, resinas plásticas buscam espaço em setor que consome mais de 30 milhões de embalagens por ano

Produto capaz de garantir mais leveza e proteger contra a umidade, roedores e sujeira do ambiente, as embalagens de ráfia feitas com polipropileno da Braskem voltam ao mercado para o armazenamento de sementes tratadas após 10 anos.

A volta das embalagens de plástico foi possível após alteração, pelo Ministério da Agricultura, da Instrução Normartiva nº9/2005. Se antes o armazenamento de sementes tratadas estava limitado a sacos feitos de papel (multifoliados), agora a regra permite o acondicionamento em outros tipos de embalagens, desde que sejam “embalagens novas, confeccionadas em material de comprovada durabilidade, resistência e eficiência técnica, que não ponham em risco a saúde humana ou animal”.

A solicitação para a mudança partiu da Braskem, Associação Brasileira dos Produtores de Fibras Poliolefínicas (Afipol), Embrapa e Comissão de Sementes e Mudas (CSM) do Paraná. Os estudos foram acompanhados pelo especialista em Patologia de Sementes da Embrapa de Londrina, Ademir Assis Henning, que realizou os experimentos apresentados ao Ministério da Agricultura. “Analisamos duas safras diferentes e observamos o comportamento das sementes nas embalagens multifoliadas de papel e de ráfia, feitas de polipropileno, por mais de 120 dias. Notamos que não houve prejuízos com o uso da ráfia. Pelo contrário, a embalagem plástica mostrou melhor performance para o manuseio do agricultor”, afirma Henning.

A embalagem de resina plástica apresenta inúmeras vantagens em relação à de papel, pois pode ser transparente, permitindo a visualização da cor e do tipo da semente, e oferece maior proteção contra a umidade, roedores e sujeira do ambiente, afirma a Braskem. Além disso, a embalagem é também mais resistente e leve, o que otimiza o processo logístico. “Foram dois anos intensos de trabalho para comprovar e apresentar os avanços tecnológicos e inovações promovidas pela indústria de embalagens e de sementes que colocaram novamente a embalagem de ráfia no mercado em condições de atender o segmento”, explica André Giglio, especialista de desenvolvimento de mercado da Braskem.

“Os produtores de sementes já utilizavam a embalagem plástica de ráfia nos produtos sem tratamento, por ser mais resistente. Com a mudança na norma, acreditamos que num curto período de tempo a procura pelo mercado de sementes tratadas deve aumentar”, relata Marcelo Vivolo, diretor geral da Embrasa.

Com a alteração da Norma desde outubro de 2015, os produtores de sementes com tratamento industrial ganharam mais uma opção de empacotamento e o segmento voltou a atuar em um mercado que consome mais de 30 milhões de embalagens por ano, qual pode corresponder a um volume de aproximadamente três mil toneladas/ano de resinas. “A tendência é que haja aumento no consumo da ráfia e já estamos vendo isso na nossa empresa com o aumento na procura. Temos pedidos fechados que vão até abril e clientes do país inteiro solicitando amostras para testar o produto”, afirma Jefferson Chezamoski, supervisor comercial da Procopio Indústria e Comércio.

“Esse trabalho realizado em parceria com a Afipol, Embrapa e CSM/PR é uma conquista que favorece toda a cadeia produtiva, trazendo benefícios até o consumidor final”, relata Marco Boix, líder comercial do segmento de ráfia da Braskem.

Fonte: Braskem

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Tecnologia Intune da Dow recebe prêmio Kirkpatrick de Engenharia Química

07/04/2016

A 43a. edição do renomado prêmio bienal Kirkpatrick Chemical Engineering Achievement Award reconhece os maiores destaques de tecnologias relacionadas à engenharia química em todo o mundo

A Dow, por meio de seu negócio de Elastômeros, foi premiada no 43º Kirkpatrick Chemical Engineering Achievement Award, por sua tecnologia Intune™. O reconhecimento é concedido pela revista Chemical Engineering, uma das mais tradicionais e reconhecidas no setor de engenharia química no mundo.

Criado a partir da plataforma exclusiva de copolímeros olefínicos em bloco da Dow, uma revolução em ciência de catalisadores e engenharia de reação, a tecnologia Intune™ possibilita a combinação de polietileno (PE) e polipropileno (PP), de forma que as melhores propriedades de cada um desses materiais seja mantida, afirma a empresa. Tal combinação de propriedades somente é possível graças à compatibilização promovida pelo Intune™ – uma vez que antes do desenvolvimento dessa inovação, a combinação destes materiais resultava em propriedades inferiores àquelas obtidas individualmente. A tecnologia oferece uma flexibilidade totalmente inédita aos processos de mistura e compatibilização desses importantes polímeros, possibilitando atender necessidades específicas de várias aplicações, assegura a Dow.

“O desenvolvimento da tecnologia Intune™ comprova que o negócio de Elastômeros da Dow é líder em inovação, desenvolvimento e comercialização de soluções únicas e diferenciadas para o mercado. Este novo material permite que os fabricantes e usuários finais possam desenvolver novos produtos pela obtenção de características únicas de dois polímeros que tipicamente não são compatíveis. Um exemplo seria ter num só produto as propriedades de flexibilidade do polietileno e a resistência a altas temperaturas do polipropileno. O Intune™ exemplifica como soluções inovadoras podem trazer benefícios de desempenho e custo para diversas aplicações, mercados, clientes diretos e indiretos. Essa nova tecnologia baseada na plataforma copolímeros de bloco poliolefinicos foi desenvolvida através do contato direto com toda a cadeia de valor, possibilitando obter uma família de produto que pode ajudar a mudar o cenário da indústria de plástico, celebra Marcello Mori, Diretor Comercial do negócio de Elastômeros da Dow para a América Latina.

A Dow afirma que a sua tecnologia Intune™ permite o desenvolvimento de materiais com misturas ou estruturas multicamadas contendo PE e PP, combinando os melhores atributos de cada material, como a tenacidade, processabilidade e excelente propriedade de selagem do PE com a rigidez, transparência e resistência à alta temperatura do PP. A tecnologia também possibilita atingir propriedades superiores em aplicações obtidas a partir de matéria-prima pós consumo e pós-industrial em que PE e PP não foram previamente segregados. Assim, é possível produzir material reciclado com alto valor agregado, afirma a empresa.

Fonte: Dow

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LyondellBasell conclui venda da Petroken na Argentina

09/02/2016

PetrokenA LyondellBasell comunicou em 05/02 ter concluído a venda de sua subsidiária argentina Petroquímica Ensenada (Petroken) para o Grupo Inversor Petroquímica (GIP), da Espanha.

O negócio foi de US $ 184m, segundo a LyondellBasell.

A Petroken é uma dos produtores líderes de polipropileno na Argentina, com uma capacidade de produção de 180.000 toneladas/ano. A planta (foto) está localizada em Ensenada, ao lado do Complexo La Plata da YPF.

O acordo havia sido anunciado originalmente em agosto de 2015, quando se mencionou que a LyondellBasell havia aceitado uma oferta conjunta da YPF e GIP. Na época, o acordo anunciado era de US $ 145 milhões, sendo que a YPF e a GIP passariam a ter, cada uma, participações de 50% na Petroken. Todavia, em Dezembro foi comunicado que o acordo havia sido adiado.

Agora, a LyondellBasell não fez menção a YPF quando anunciou a conclusão do negócio.

A venda da unidade Petroken é parte da estratégia de crescimento de longo prazo da LyondellBasell, à medida que a empresa continua a se concentrar em ativos e mercados que vão criar maior valor para os seus acionistas.

Fonte: LyondellBasell

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Braskem promove uso de polipropileno em embalagens de tintas

03/11/2015
Baldes de polipropileno para tintas

Baldes de polipropileno para tintas

Plástico contribui para a diminuição do aquecimento global e toxicidade, de acordo com estudo de Avaliação de Ciclo de Vida, apresentado pela Braskem na feira Abrafati 2015

A Braskem apresentou na feira Abrafati 2015 as principais vantagens técnicas e ambientais das embalagens para tintas produzidas a partir de polipropileno em comparação às manufaturadas em folha de flandres (laminado composto por ferro e aço e revestido com estanho). As principais vantagens do plástico se dão em relação ao aquecimento global e toxicidade, afirma a empresa.

Na comparação a alternativas de mesmo volume feitas em folhas de flandres, as embalagens de polipropileno provaram ser menos danosas ao meio ambiente, segundo a Braskem. Os dados foram reunidos em estudo de Avaliação de Ciclo de Vida, uma metodologia que analisa os impactos ambientais potenciais ao longo da vida de um produto ou serviço. O estudo foi realizado pela consultoria ACV Brasil e submetido a um processo de revisão técnica pela KPMG.

De acordo com o levantamento, afirma a Braskem, se 1 milhão de litros de tinta fosse envasado em embalagens plásticas de 3,6 L em vez de embalagens de folha de flandres, seria evitada a emissão de 58 toneladas de CO2 – o que é equivalente a um carro percorrer o trajeto de 222 mil km -, além de um volume de chuva ácida suficiente para encher 1.262 piscinas olímpicas.

“A sociedade e o mercado, em particular, estão cada vez mais preocupados com a sustentabilidade de seus produtos, e essa preocupação deve, necessariamente, passar pelas embalagens. Por isso, escolhemos a Abrafati para apresentar o estudo, já que é o mais importante evento do setor de tintas, e para o qual é de extrema relevância apontar as características que fazem do plástico um material mais econômico e mais amigável ao meio ambiente”, afirma Marco Antonio Cione, diretor Comercial de Polipropileno da Braskem.

ACV – A Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) é uma técnica para avaliação dos aspectos ambientais e dos impactos potenciais associados a um produto, compreendendo as etapas que vão desde a retirada da natureza das matérias-primas que entram no sistema produtivo até o produto final. Esta análise permite que a Braskem compreenda cada vez mais o impacto ambiental de seus produtos ao longo do ciclo de vida. Desde 2005, a companhia utiliza a metodologia de ACV e, hoje, já possui 58 estudos.

Fonte: Braskem

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Braskem leva inovações em plástico ao Aeroporto do Galeão no Rio

30/09/2015

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Produtos como Bubbledeck, telhas de PVC e tubos de polietileno estão entre os produtos utilizados nas obras de ampliação do aeroporto

O RIOgaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim, segue em ritmo acelerado para conclusão das obras de melhoria de infraestrutura para os Jogos Olímpicos de 2016, com investimento de R$ 2 bilhões. Com o objetivo de oferecer um espaço mais amplo, moderno e funcional, o Consórcio Construtor Galeão, liderado pela Odebrecht Infraestrutura, investiu em diversas soluções inovadoras, como produtos em plástico para as áreas de estacionamento, cobertura e drenagem.

A Braskem, em parceria com alguns clientes, foi a responsável pelo fornecimento dos materiais. No total, foram aplicados mais de 544 toneladas de plásticos em aplicações como Bubbledeck, telhas de PVC e tubos de polietileno. Os produtos estão em todas as etapas da construção, desde a fundação até os acabamentos.

“Estamos fazendo grandes trabalhos de laboratório com a Braskem. O resultado é um produto com tecnologia mais avançada, mais sustentável e econômico em termos de sistemas construtivos”, afirma Eder Campos, diretor-executivo da Precon Material de Construção, empresa responsável pela fabricação das telhas de PVC. Mais leves, resistentes e duráveis, as telhas foram aplicadas nos canteiros da obra no Galeão, numa área de 1.046 m². A escolha foi feita considerando a necessidade de um produto econômico e versátil, sem abrir mão das características estéticas.

Já a aplicação Bubbledeck, composta por esferas de polipropileno inseridas de forma uniforme entre duas telas de aço, foi utilizada nas lajes de 44.696 m² do Edifício Garagem do aeroporto, que ganha quatro novos pisos e mais de 2 mil vagas. Utilizada pela primeira vez em um projeto de infraestrutura aeroportuária no Brasil, a tecnologia reduz em 25% o uso de concreto na obra, segundo a Braskem, contribuindo para uma emissão de CO2, em média, 46 kg menor por m² de laje construída.

Por fim, os tubos de polietileno substituíram estruturas que antes eram de concreto. 6.888 metros de tubulações garantiram o novo sistema de drenagem, que agora possui maior resistência mecânica e estrutural, segundo a Braskem, além de alto desempenho hidráulico.

Para Walmir Soller, diretor de polipropileno da Braskem, o empenho em fomentar a inovação na cadeia petroquímica tem garantido o desenvolvimento de tecnologias cada vez mais eficientes. “Inovar é preciso. E, em parceria com clientes, temos conseguido transformar conhecimento em aplicações sustentáveis, alinhadas com as demandas da sociedade atual. O plástico é um material muito versátil e acessível, que deve ganhar cada vez mais espaço no setor de construção civil no país”, afirma.

A obra

Desde agosto de 2014, mais de 4 mil profissionais realizam obras para melhoria de infraestrutura do aeroporto. As novidades incluem a construção de um novo Píer de embarque, a reforma do Terminal de Passageiros 2 e ampliação do Edifício Garagem.

O projeto de grande porte vai adicionar ao aeroporto 26 novas pontes de embarque doméstico e internacional em uma área de 100 mil m². Além disso, terá mais 260 mil m² de pátio das aeronaves.  O Terminal 2 ganhará nova área comercial, além de novos balcões de check-in, migração e raio-x. O Edifício Garagem ganhará quatro novos pisos e mais de 2 mil novas vagas.

Fonte: Braskem

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Starlinger lança tear para produção de tecido de Polipropileno durante Feiplastic

11/05/2015

Feiplastic_StarlingerO grande lançamento da Starlinger do Brasil na Feiplastic 2015 foi o novo tear circular para produção de tecido de polipropileno (ráfia), modeloFX 6.0, que tem velocidade 20% maior que o modelo antecessor, rodando a 1.200 inserções por minuto, segundo a empresa. Além disso, afirma a Starlinger, o novo desenho de seus principais componentes faz com que o consumo de energia seja significativamente inferior. A utilização de novos materiais na confecção das partes também fez deste tear um modelo menos propenso a manutenções preventivas.

Fonte: Starlinger; ; Foto: Reed Exhibitions Alcantara Machado

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Braskem apresenta amplo portfólio de soluções na Feiplastic 2015

06/05/2015

Companhia está presente na maior feira do setor plástico na América Latina, que ocorre de 4 a 8 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo (SP)

Feiplastic_BraskemCom foco em inovação como ferramenta para a transformação, a Braskem está exibindo as principais aplicações em polietileno, polietileno verde, polipropileno e PVC para variados mercados, como o agronegócio, construção, varejo, automotivo, logística, além de apresentar soluções para o cenário de crise hídrica. Ao todo, são cerca de 30 catálogos de produtos de diferentes famílias de resinas para aplicações diversas desenvolvidas para atender às necessidades dos clientes.

Entre as novidades levadas à feira está o lançamento da Plataforma de Valorização de Resíduos Plásticos, programa que fomenta negócios e iniciativas envolvendo a reciclagem do plástico; o lançamento do aplicativo para smartphones Braskem Maxio, que compara vantagens da utilização da linha com resinas convencionais em processos de injeção; a apresentação do Braskem Proxess, nova família de polietilenos de alta performance, a partir de tecnologias de catalisadores metalocênicos; e a abertura do projeto Braskem Labs, elaborado em parceria com a ONG Endeavor com o objetivo de engajar empreendedores no desenvolvimento de soluções socioambientais inovadoras, por meio do uso do plástico, em segmentos como saúde, moradia e mobilidade.

“Queremos interagir com o público, mostrando como a Braskem atua no desenvolvimento de soluções eficientes para a indústria e a sociedade. A ideia é disseminar entre os visitantes as vantagens que o plástico e a química oferecem ao cotidiano das pessoas, agregando praticidade, segurança e inovação,”, afirma Luciano Guidolin, vice-presidente de Poliolefinas, Vinílicos e Renováveis da Braskem.

Durante a Feiplastic 2015 os visitantes podem ainda participar de palestras sobre inovações, vantagens e diferenciais do plástico, análises de ciclo de vida de produtos, sustentabilidade, entre outros temas. São mais de 35 palestras que ocorrerão em formato de conversas dinâmicas e breves, gratuitas e abertas ao público. Os encontros, a serem realizados na área externa do estande da Braskem, serão liderados por porta-vozes da empresa e convidados. .

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), lançado em 2013 pela Braskem e Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), também terá um espaço dedicado e integrado ao estande da Braskem, onde será possível conhecer os resultados obtidos pelo programa até o momento, reforçando a importância do engajamento de toda a cadeia do plástico.

Fonte: Braskem; Foto: Reed Exhibitions Alcântara Machado

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Compósitos da Lanxess encontram aplicação em carrocerias automotivas

14/05/2014
  • Proteção do compartimento do motor feito com compósito de alta performance
  • Resistência e absorção de energia de alto nível
  • Consideravelmente mais leve do que o aço ou o alumínio

Lanxess_CompostiosOs compósitos de alto desempenho Tepex reforçados com fibras contínuas, da subsidiária da LANXESS Bond-Laminates, estão encontrando novas aplicações na área de carroceria automotiva. Um exemplo é o uso de uma variante do Tepex Dynalite para oferecer proteção do compartimento do motor do MINI John Cooper Works GP. “A força e a resistência extremas do nosso material trabalham muito a seu favor. Estas características fazem com que a proteção da parte inferior de um automóvel, que é propensa ao impacto de pedras e até mesmo a atolamentos em estradas ruins, seja mais robusta e extremamente resistente ao impacto”, diz Harri Dittmar, especialista em design leve na Bond-Laminates. Além disso, o alinhamento regular das fibras de vidro contínuas do compósito dá o componente uma aparência atraente parecida com o carbono.

Três vezes mais forte

O protetor é fabricado através de um processo de moldagem por compressão, que combina processos de formação e fluxo. Isto envolve compor o polipropileno com as mechas (rovings) de fibra de vidro contínua e dar forma ao elemento diretamente a partir da massa resultante da DLFT (sigla em inglês para termoplástico direta de fibra longa) em um molde de compressão. O que faz com que este processo de produção seja tão especial é o fato de que duas camadas exteriores Tepex Dynalite também sejam comprimidas ao mesmo tempo, de modo a reforçar a área específica submetida a maiores tensões. Isto produz um componente de sanduíche com um núcleo DLFT e parte da sua superfície feita a partir do compósito de alto desempenho. “Comparado a um componente DLFT com base unicamente em polipropileno, as camadas exteriores feitas com nosso material triplicam a resistência e a absorção de energia da peça”, diz Dittmar. O Tepex Dynalite 104-RG 601 consiste de uma matriz de polipropileno incorporado com um tecido contendo 47% em volume de mechas de fibra de vidro contínua.

Grande potencial como alternativa mais leve para os metais
Dittmar acredita que há imensas possibilidades de utilização para o  Tepex Dynalite, como uma proteção para a parte inferior da carroçaria em carros – especialmente em veículos destinados a países com estradas precárias que, portanto, necessitam de proteção extra. “As soluções Sandwich DLFT pode ser de até 50% mais leves do que o aço e 20% mais leves do que a proteção de alumínio. Os compósitos termoplásticos de sanduíche também oferecem isolamento acústico mais eficaz contra o impacto de pedras, em outras palavras, eles demonstram propriedades acústicas superiores também”, acrescenta Dittmar.

Fonte: Lanxess

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Braskem apresenta nova resina para móveis de plástico

17/04/2014

Produto garante maior rigidez e resistência ao impacto

A Braskem lançou no dia 16 de abril a resina KM 6150HC, um homopolímero utilizado para moldagem por injeção de móveis plásticos.

Segundo a empresa, a resina tem propriedades mecânicas superiores a um homopolímero convencional, apresentando um aumento de 33% de resistência ao impacto e de 6% na rigidez, em relação ao seu antecessor, o KM 6150 e proporcionando ganho de desempenho no segmento de móveis plásticos, especialmente para cadeiras monobloco (produzidas em única etapa pelo processo de injeção e sem partes móveis).

“A resina foi desenvolvida para conferir maior desempenho aos produtos dos nossos clientes, o que favorece também o atendimento das normas do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). Além dos benefícios em segurança, o lançamento proporciona redução de até 12% em peso, podendo reduzir ainda o tempo de ciclo de produção, tornando o processo mais rápido e econômico”, afirma Walmir Soller, diretor de polipropileno da Braskem.

O KM 6150HC faz parte do selo Braskem Maxio®, baseado nos pilares Redução do Consumo de Energia, Maior Produtividade e Menor Peso.

Fonte: Braskem

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Braskem firma acordo com FINEP para pesquisa em nanotecnologia aplicada a embalagens plásticas

14/03/2014

Braskem_nanotecnologiaA Braskem firmou com a Agência Brasileira de Inovação (FINEP) um acordo para pesquisa de embalagens plásticas a partir da utilização da nanotecnologia em seu Centro de Tecnologia localizado no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). O projeto subvencionado  é destinado ao desenvolvimento de resinas plásticas com alta barreira a gases, vapores e solventes químicos para serem usadas na produção de  embalagens rígidas e flexíveis de PE e PP.

O projeto FINEP deverá estar concluído até o final de 2016.  A FINEP irá dispor em caráter de subvenção o valor de R$ 2,97 milhões. Em contrapartida, a Braskem afirma que irá alocar para este projeto o valor de R$ 1,66 milhão.

O contrato tem origem em uma chamada pública específica para projetos que utilizam a nanotecnologia, tecnologia que possibilita trabalhar com matéria numa escala atômica e molecular. O nanômetro, unidade de medida que dá origem ao nome “nanotecnologia”, é cerca de 50 mil vezes menor que a espessura de um fio de cabelo.

Fonte: Braskem

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Abiplast critica aplicação de antidumping à importação de resinas de polipropileno

21/01/2014

Segundo o Diário da Indústria, Comércio e Serviços (DCI), a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) criticou duramente a decisão do governo federal de estabelecer direito antidumping provisório às importações de resinas de Polipropileno (PP) provenientes da Índia, Coréia do Sul e África do Sul. Segundo nota divulgada pela Abiplast, a qual representa as empresas transformadores de plástico que usam o Polipropileno como matéria-prima nas suas indústrias, os preços da resina de polipropileno no Brasil já são aproximadamente 35 % maiores do que aqueles praticados internacionalmente.

Segundo a Abiplast, “O antidumping, instrumento legítimo de defesa comercial, tem sua função desviada e acaba sendo utilizado apenas para restringir a concorrência internacional da indústria fornecedora de matérias-primas e garantir que seus preços se mantenham acima do internacional”. Lembra a entidade que o processo de consolidação do setor petroquímico no Brasil resultou no surgimento de uma única fornecedora nacional, a Braskem.

A adoção de um novo direito antidumping à importação de resinas plásticas, segundo a Abiplast, é “mais um capítulo na história de proteção ao monopólio da petroquímica em detrimento à cadeia produtiva do setor plástico”. Durante o processo de consolidação do segmento petroquímico, lembra a Abiplast, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), destacou a necessidade da manutenção de condições de acesso ao mercado internacional de resinas plásticas.

Em 2013, os preços do polipropileno tiveram uma alta de 17%, contra um aumento de 5,04% nos valores praticados pela indústria de transformação e de 4,79% entre os produtos transformados plásticos.

Fonte:  Abiplast / DCI

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Braskem leva soluções em plástico para a Concrete Show 2013

29/08/2013

Companhia apresenta mais de 30 produtos com foco em sustentabilidade e produtividade para a construção civil

Durante a Concrete Show 2013, um dos principais eventos nacionais de construção civil, a Braskem apresenta produtos desenvolvidos em plástico em conjunto com clientes, para uso nesse setor. As resinas plásticas têm desempenhado importante papel no desenvolvimento de produtos que buscam preservar os recursos naturais e ao mesmo tempo trazer mais agilidade e qualidade para infraestrutura e edificação.

Os itens apresentados serão divididos em áreas de saneamento, edificações, canteiros, geossintéticos e infraestrutura. A diversidade de soluções representa o investimento da empresa, em parceria com seus clientes, em inovação para o desenvolvimento de peças que atendam às demandas do mercado de construção em busca da eficiência e sustentabilidade. Até dezembro de 2012, a Braskem depositou 650 patentes e 18% do faturamento da companhia com resinas foi gerado por produtos lançados nos últimos três anos.

“A construção civil é uma área importante para o desenvolvimento do País e que tem se mostrado em constante desenvolvimento. Para apoiar esse crescimento, apostamos na pesquisa e na expansão de nosso portfólio com produtos mais sustentáveis e que tragam mais praticidade, agilidade, conforto e qualidade para as obras”, afirma Mônica Evangelista, responsável por Desenvolvimento de Mercado de Polipropileno na Braskem.

Os visitantes da feira poderão conhecer mais de trinta soluções feitas com os plásticos produzidos pela Braskem: polietileno, polipropileno e PVC. Entre os produtos estão os capacetes feitos em polietileno verde I’m greenTM, derivado da cana-de-açúcar, e os geossintéticos para reforço, drenagem, filtro e impermeabilização de terrenos.

Para a construção, a novidade é o sistema BubbleDeck que utiliza esferas de plástico com objetivo de reduzir o peso das lajes, usando polipropileno de forma a ocupar a zona de concreto que não desempenha função estrutural – proporcionando maior agilidade, menor custo e impacto ambiental, segundo a Braskem. Outro destaque são as mantas expandidas de polietileno, solução que reduz ruídos entre pavimentos ao serem aplicadas entre a laje e o contra piso.

O PVC, já muito usado na construção para a produção de tubos e conexões, começou a ampliar participação em outras aplicações. Um exemplo é o sistema construtivo Concreto PVC, tecnologia inovadora que permite construir, de forma rápida e em escala industrial, diferentes tipos de edificações. De acordo com a Braskem, o sistema proporciona menor perda por entulho, redução do desperdício de materiais, de consumo de água e energia na obra, além de expressivo ganho em produtividade.

As telhas produzidas com o PVC também estarão presentes. Além dos diferenciais técnicos, inerentes à resina, como resistência a agentes químicos, leveza e durabilidade, as telhas de PVC se mantêm estáveis às tempestades, granizos e outras intempéries, afirma a empresa. Frente às variações de temperatura, sua estabilidade estrutural e de cor são superiores às telhas convencionais.

Para a área de saneamento, além de diferentes soluções em tubos, a Braskem apresenta os poços de visita, conhecidos tradicionalmente como bueiros, feitos de polietileno, os quais se diferenciam pela durabilidade, já que possuem excelente resistência a quebra sobre pressão e resistência a impacto, de acordo com a empresa Com isso, estão menos sujeitos a fissuras e orifícios que levam ao vazamento, evitando contaminações do solo.

Fonte: Braskem

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Petropar adota novo nome e agora chama-se Évora

07/05/2013

Inicialmente ligada ao setor petroquímico, a holding Petropar resolveu mudar de nome e logomarca após 25 anos de mercado e depois de se expandir no segmento de bens intermediários para a indústria de consumo.

Ao longo da evolução da empresa, houve inicialmente uma reestruturação societária do Grupo Olvebra, em 1988, em que os ativos das áreas petroquímica e de plásticos foram agrupados sob a denominação Petropar – Petroquímica Participações. Durante os anos posteriores, todavia, a companhia diversificou os negócios e aqueles que deram origem à empresa foram vendidos ou descontinuados.

Na área plástica, hoje, a Évora atua através da Fitesa (que fabrica não-tecidos leves de polipropileno, usados em fraldas e absorventes descartáveis) e da América Tampas (bebidas, produtos de higiene pessoal e limpeza).

Em economias como o Brasil, onde se destaca o crescimento de renda, o acesso a fraldas descartáveis é promissor. “Apenas 61% das crianças usam fraldas no Brasil. Nos Eua e Europa são 98%”, comenta o diretor presidente da Évora, Geraldo Enck. O segmento de fraldas geriátricas deve também se expandir no Sul do País devido ao envelhecimento da população.

Sobre as tampas, Enck diz que há um movimento forte em relação à água mineral enquanto o refrigerante se mantém estável. Nesta linha, se destacam as garrafas com tampas diferenciadas, como as que se vêem em energéticos, tampas especiais esportivas com valor agregado.

Como a atuação do Grupo é ligada ao consumo de massa, é resiliente a períodos de retração econômica e sensível a movimentos demográficos e de renda da população. “Na recessão, o crescimento estabiliza, pois são produtos quase de primeira necessidade. As pessoas trocam a marca”, comenta Enck.

O executivo ressalta que a Évora posiciona-se hoje como uma empresa brasileira global, com 17 plantas em sete estados brasileiros, oito países e quatro continentes. Agora, a empresa tem fábricas no Brasil, Peru, México, EUA, Suécia, Itália, Alemanha (onde está localizado também o centro de desenvolvimento) e China. Essa dimensão global tornou ainda mais urgente a mudança de marca da holding. A partir daí a empresa contratou o escritório de design GADLipincott’ para desenvolver a nova marca. O nome Évora surgiu associado às palavras “evolução” e “valor”. Sua escolha partiu do princípio de que a empresa e suas controladas existem para gerar valor econômico e, por meio de suas realizações e atividades, promover a evolução de seus colaboradores e da sociedade. “Muda o posicionamento de marca, muda a forma de fazer negócios (global), mas não mudam os valores”, afirma Geraldo Enck.

A holding atingiu receita líquida recorde de R$ 1,8 bilhão em 2012. A Fitesa, por sua vez, registrou vendas globais de R$ 1,2 bilhão em 2012 e é a segunda produtora mundial, em capacidade instalada, de não-tecidos. No mercado interno, o negócio de tampas especiais cresceu 35% e para latas de alumínio, no qual a companhia é a segunda maior fornecedora para o mercado brasileiro, a perspectiva é de crescer 8%. A Crown Embalagens (outra empresa do grupo ligada ao segmento de latas de alumínio para bebidas) teve receita superior a R$ 1 bilhão ano passado e está investindo cerca de R$ 130 milhões em sua quinta unidade fabril, que será localizada em Teresina (PI).

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Braskem solicita investigação antidumping para importações de polipropileno da Índia, Coréia do Sul e África do Sul

10/04/2013

Segundo o jornal Valor Econômico, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex)  abriu processo investigativo sobre a prática de dumping em importações de resinas de polipropileno da Índia, Coreia do Sul e África do Sul. A abertura do processo foi motivada por denúncia feita pela Braskem, que afirma ser prejudicada pela importação de grandes quantidades dessa resina. A Secex vai também investigar se há subsídios concedidos aos produtores da África do Sul e Índia.

“Esses países praticam uma concorrência predatória”, segundo Luciano Guidolin, vice-presidente de poliolefinas da Braskem. A Câmara de Comércio Exterior (Camex) já havia emitido decisão favorável à Braskem em dezembro de 2010, aplicando, na ocasião, medida antidumping às importações de Polipropileno dos Estados Unidos pelo prazo de cinco anos e estabelecendo alíquota específica de US$ 82,77 por tonelada.

Segundo o jornal, a Braskem afirma que as importações de polipropileno provenientes da África do Sul, Coréia do Sul e Índia aumentaram 582% nos últimos cinco anos, passando de 19,6 mil toneladas entre abril de 2007 e março 2008 para 133,9 mil toneladas entre abril 2011 e março de 2012.

A Braskem tornou-se líder na produção de resinas termoplásticas nas Américas após a compra do negócio de polipropileno da Dow. Em 2012,  a empresa recuperou participação de mercado de commodities termoplásticas – Polipropileno, Polietileno e PVC -, pulando de 65% para 70% no Brasil.

De acordo com Luciano Guidolin, a empresa foi prejudicada nos últimos anos pela importação de grandes volumes de resinas. “Sacrificamos nossas margens, mas a melhora do câmbio ao longo de 2012 ajudou na recuperação de mercado”, disse. Segundo o periódico, as análises de prova de dumping a serem realizadas pela Secex vão considerar o período de abril de 2011 a março de 2012, enquanto que os de prova de dano consideram abril de 2007 a março de 2012.

O consumo anual de polipropileno no Brasil está avaliado em 1,4 milhão de toneladas, segundo especialistas. A cotação atual da resina situa-se entre 2.200 a 2.400 dólares por tonelada.

Indústria de transformação reclama

Por outro lado, segundo reportagem do Valor, a Braskem tem sido alvo de severas críticas de empresas de transformação de plásticos, os quais compram a matéria-prima da empresa e também importam.

“Viramos refém da Braskem”, afirma Fernando Serrano, da companhia têxtil J. Serrano, a qual compra cerca de 30 mil toneladas por ano de polipropileno, além de PVC. “Sempre damos preferência pela resina da Braskem, quando os preços não estão impeditivos”, afirmou.

Serrano disse que costuma adquirir resinas dos países a serem investigados pela Secex. “É um erro impor tarifa de importação sobre a matéria-prima. Se quiserem manter a competitividade da indústria de transformados plásticos, tem de taxar os produtos acabados”, disse. A tarifa de importação de Polipropileno é de 14%. No final de 2013, o governo federal aumentou a alíquota de importação do Polietileno (outra resina plástica) de 14% para 20%.

De acordo com José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria de Plásticos) “O Brasil tem uma das maiores tarifas de importação para resinas. A média global gira em torno de 7%”, afirmou  “As indústrias de transformados plásticos [a chamada terceira geração do setor petroquímico] estão perdendo competitividade”, disse o líder empresarial. “Os produtos importados estão 40% mais baixos que os do mercado interno”.

(Fonte: Valor Econômico / Mônica Scaramuzzo)

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Aumento das vendas de veículos nos Estados Unidos leva Mitsui a aumentar capacidade de produção de compostos de PP

22/01/2013

mitsuiO grupo japonês Mitsui Chemicals, Inc. anunciou um aumento de 14 mil toneladas/ano de produção de compostos de polipropileno nos Estados Unidos para atender às demandas crescentes do setor de materiais automotivos. O aumento de capacidade ocorrerá nas instalações da sua empresa afiliada Advanced Composites, em Sidney, estado de Ohio. Este aumento de capacidade previsto para o quarto trimestre de 2013 segue outra expansão de produção de 28 mil toneladas já prevista para o terceiro trimestre deste ano, de modo que a capacidade global de produção para as duas fábricas da Advanced Composites nos estados de Ohio e Tennessee atingirão 268 mil toneladas/ano em 2013.

Embora a indústria automotiva norte-americana tenha sido negativamente impactada pela crise financeira global, atualmente o mercado voltou à normalidade com previsões de crescimento significativo no futuro.

O aumento previsto é esperado não só para fortalecer a posição do grupo na expansão do mercado norte-americano, mas igualmente para reforçar a de fornecimento global do Grupo.

A Mitsui Chemicals Group conta com instalações fabris de Polipropileno para o mercado automotivo em oito mercados globais relevantes (Japão, Estados Unidos, México, Brasil, Europa, Índia, Tailândia e China).

Fonte: Mitsui

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Joint venture da Chevron Phillips e Petrochem inicia operação plena de complexo petroquímico na Arábia Saudita

01/10/2012

A Saudi Polymers Co começou a operar em plena capacidade nesta segunda feira na sua unidade de Al Jubail, na Arábia Saudita.

O complexo petroquímico pode produzir 1,16 milhões de toneladas / ano de eteno; 1,1 milhões de toneladas / ano de polietileno (combinando PE de alta densidade e PE linear de baixa densidade); 430.000 toneladas / ano de propeno, 400.000 toneladas de polipropileno (PP); 200.000 toneladas / ano de poliestireno (PS) e 100.000 toneladas / ano de hexeno-1.

“Vamos agora trabalhar para atingir as metas de inventário críticas para assegurar nossa confiabilidade a longo prazo como um fornecedor de produtos de qualidade”, disse Mike Zeglin, presidente-executivo da Saudi Polymers.

A Saudi Polymers Co. irá atender tanto ao mercado doméstico como ao internacional.

As exportações de produtos serão negociadas pelo seu distribuidor exclusivo, Gulf Polymers Distribution Co, utilizando a rede global de marketing da Chevron Philips.

O complexo petroquímico, que fica em um terreno de 1,1 milhões metros quadrados na cidade industrial de Al Jubail, teve a sua construção iniciada em janeiro de 2008 e criou cerca de 950 postos de trabalho.

A Petrochem (National Petrochemical Company) da Arábia Saudita detém uma participação de 65% na Saudi Polymers, enquanto os restantes 35% são de propriedade da Arabian Chevron Phillips Petrochemical Co Ltd – uma subsidiária integral da empresa norte-americana Chevron Phillips Chemical (CPC).

Fonte: Chevron Phillips

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LyondellBasell lança nova família de catalisadores de Polipropileno de quinta geração

19/09/2012

A LyondellBasell anunciou o lançamento de uma nova família de catalisadores não-ftalato de quinta geração para produção de polipropileno (PP). Esses catalisadores serão vendidos sob o nome comercial existente Avant e complementam os catalisadores Ziegler-Natta existentes de terceira, quarta e quinta geração, fornecidos pela empresa.

“A LyondellBasell é a líder em vendas e desenvolvimento de catalisadores de PP,  com uma forte posição no mercado na quinta geração de tecnologia de catalisadores”, disse Jim Seward, Diretor de Negócios de Catalisadores e Licenciamento da Lyondell-Basell. “Esta nova família de catalisadores irá ampliar ainda mais nossa oferta nessa área, abrangendo a gama completa de produtos de PP e aplicações.”

Seward continua: “Este desenvolvimento se alinha com um contínuo interesse do mercado em usar catalisadores de quinta geração diéter e succinato já existentes para uma série de aplicações de produto. Por exemplo, há uma tendência de mercado para estender o uso de catalisadores diéter para produzir também grades para BOPP e ráfia. Os catalisadores diéter já são o “benchmark” estabelecido para a produção de polímeros usados em fibras de fiação (spun-bond), copolímeros de impacto de alto índice de fluidez e de copolímeros aleatórios (random)”

A LyondellBasell produz catalisadores de poliolefinas em Ferrara, Itália, Frankfurt e Ludwigshafen, Alemanha e Edison, NJ, EUA. Os catalisadores Avant compreende as seguintes famílias:

Avant ZN – Catalisadores Ziegler-Natta para polipropileno

Avant Z – Catalisadores Ziegler para polietileno

Avant C – Catalisadores de cromo para polietileno

Avant M – Catalisadores de metaloceno para polipropileno

A LyondellBasell é também um licenciador líder de tecnologias de polipropileno e de polietileno, com mais de 250 licenças de processos de produção de poliolefinas.

Fonte: LyondellBasell

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Consumidores brasileiros testam botijão de gás multicamadas, fabricado com aço, compósito de PP / fibra de vidro e Polietileno de Alta Densidade.

05/09/2012

Cerca de 12 mil consumidores das regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de São Paulo e Porto Alegre estão testando novas embalagens de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP) fabricadas pela empresa portuguesa Amtrol Alfa. Os botijões, batizados de LEV,  consistem de três camadas básicas: um invólucro interno fabricado em aço especial com revestimento de zinco, uma camada intermediária em compósito de polipropileno e fibra de vidro e uma camisa externa fabricada com polietileno de alta densidade injetado. Os rótulos do botijão são aplicados através da tecnologia de IML (in-mould labelling).

Mais detalhes sobre os aspectos construtivos do novo botijão podem ser vistos no site da empresa: http://www.amtrol-alfa.com/comet/

Esses botijões são mais leves que as tradicionais embalagens de aço. O produto é inédito no Brasil e foi trazido ao país pela Liquigás Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Os testes começaram a ser feitos em fevereiro.

De acordo com o diretor de GLP Envasado da Liquigás, Paolo Ditta, a nova embalagem é uma inovação no mercado brasileiro. O novo botijão já é sucesso nos mercados americano, europeu e asiático. Ele se destina, principalmente, ao consumidor residencial “e também a consumidores específicos, para os quais o peso, o material e as dimensões do vasilhame fazem diferença, como os usuários de trailers e embarcações”.

Segundo Ditta, o produto é sustentável já que a cobertura rígida é confeccionada com material reciclável.  O projeto está sendo conduzido no Brasil em parceria da Liquigás com a Amtrol Alfa e a Braskem.

A Liquigás informou que, após a avaliação dos resultados dos testes, será elaborado um relatório sobre a viabilidade da comercialização e a instalação de uma fábrica para produção do invólucro de fibra de vidro no país. A empresa informou também, por meio de sua assessoria, que a certificação do produto é dada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Além disso, segundo a subsidiária da Petrobras, os resultados dos testes serão encaminhados à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que regula o mercado de GLP quanto à armazenagem e distribuição. A avaliação da nova embalagem, porém, será feita pelos próprios consumidores, que irão constatar ou não a eficiência do novo botijão.

Se aprovado pelos consumidores, o novo botijão poderá ser comercializado em todo o país. Sua adoção, entretanto, não será obrigatória pelas distribuidoras de GLP. O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de GLP (Sindigás), Sergio Bandeira de Mello, disse à Agência Brasil que, desde que foram introduzidos no país, há 75 anos, os botijões de aço vêm experimentando inovações contínuas, mudando inclusive de tamanho e volume.

Ele acredita que a adoção maciça do novo botijão vai depender muito mais do mercado. Mello disse não ver problema em relação aos botijões de aço, “que são muito seguros e amplamente utilizados no mercado mundial”. Para ele, a nova embalagem não substituirá o velho botijão de aço porque eles foram desenvolvidos “de forma tão eficiente, que são retornáveis e recicláveis ao final de sua vida útil”. Algumas das vantagens do novo botijão, apontadas por Mello, são a leveza e o fato de não enferrujarem.

O vídeo a seguir descreve outras aplicações dos botijões da Amtrol Alfa, assim como alguns trechos do processo produtivo.

Fontes: Agência Brasil (texto original de Alana Melo) / Amtrol-Alfa / Guimarães Digital

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Construção civil e agricultura aderem às soluções em resinas plásticas

28/08/2012

Indústria explora novas matérias-primas para ganhar agilidade e poupar recursos naturais

No momento em que a “Economia Verde” está na pauta das empresas, surge em praticamente todos os setores econômicos o desafio de aliar competitividade à sustentabilidade. Resinas plásticas, como polietileno, polipropileno e PVC, têm sido grandes aliadas na substituição de produtos tradicionalmente utilizados nesse setor, devido a características como maior durabilidade, menor peso e impacto ambiental reduzido, além de ganhos de produtividade.

Construção civil e agricultura são segmentos que vem investindo em produtos com novas composições para garantir um desenvolvimento mais sustentável e atender a uma demanda crescente por produtos com diferenciais técnicos e ambientais. Neste cenário, a tecnologia tem contribuído no lançamento de novos produtos e o plástico se apresenta como uma fonte de soluções.

“O portfólio de produtos que lançamos nos últimos anos demonstra o trabalho de nosso Centro de Tecnologia e Inovação para se manter à frente das tendências do mercado e encontrar soluções inteligentes para os desafios dos nossos Clientes”, diz Luciano Guidolin, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas da Braskem.

Até mesmo produtos já usados, como o PVC, começaram a ganhar aplicações diferentes. Em novembro do ano passado, Global Housing, DuPont e Braskem firmaram parceria inédita para lançar no mercado brasileiro um novo conceito para construção residencial e comercial usando como base o PVC. Apresentada como ‘Casa de Concreto PVC’, a tecnologia representa uma forma inovadora e rápida para construir, em escala industrial, diferentes tipos de edificações. O sistema proporciona a redução em perdas por entulho e desperdício de materiais, como a madeira, muito utilizada na construção civil.

As telhas também estão sendo produzidas com o PVC. Além dos diferenciais técnicos, inerentes à resina, como resistência a agentes químicos, leveza e durabilidade, as telhas de PVC se mantêm estáveis às tempestades, granizos e outras intempéries.

Assim como o PVC, o polipropileno também é utilizado como sistema construtivo. Exemplo dessa tecnologia é o hotel Vale das Nuvens, em Guaramiranga. O hotel, de alto padrão, é todo feito com essa tecnologia (www.valedasnuvens.com.br).

O emblemático caso do pallet

Para a maioria das pessoas, a madeira é uma matéria-prima sustentável, por ser de origem vegetal e, portanto, de fácil degradação. Mas nem sempre a madeira é a solução mais sustentável do ponto de vista ambiental e econômico. Um pallet de madeira pesa em torno de 30 quilos. Sua vida útil é relativamente curta e depende do seu uso. Um pallet de polipropileno pesa apenas 3 quilos, tem a mesma capacidade e tem vida útil bem superior à da madeira. Um caminhão consegue carregar um número bem maior de pallets de plástico, o que significa tremenda economia de combustível e emissões de monóxido de carbono. Esse é um dos exemplos mais claros de união entre redução de custos, maior produtividade e menor impacto ambiental.

Origem renovável

O mundialmente reconhecido plástico verde, polietileno produzido pela Braskem a partir do etanol de cana-de-açúcar e que captura CO2 da atmosfera em seu processo produtivo, também fez sua estreia no mercado da construção neste ano. O produto está sendo utilizado pela Tigre na fabricação da nova linha de grelhas, que passa a ser chamada de Grelha Ecológica Tigre. A resina também é utilizada desde novembro de 2011 nos cabos elétricos Afumex Green, produzidos pela Prysmian.

Saneamento

O plástico também está sendo usado para conferir mais agilidade e qualidade em obras de saneamento pelo Brasil. Os poços de visita, conhecidos tradicionalmente como bueiros, feitos de polietileno, estão sendo produzidos com tecnologia moderna, tornando as tarefas de instalação e manutenção mais simples, econômicas e ecologicamente corretas. Uma das características dos poços de visita de polietileno é a durabilidade, já que possuem excelente resistência à quebra sobre pressão e resistência de impacto. Com isso, estão menos sujeitos a fissuras e orifícios que levam ao vazamento, evitando contaminações do solo.

Agricultura

Na agricultura, entre os recursos que já usados estão os agrofilmes. Com sua utilização, o agricultor consegue evitar a proliferação de vírus e pragas, controlar a temperatura, a disseminação de luz e de calor, entre outras tantas variáveis climáticas. A cobertura plástica também protege o solo, contribuindo para restringir a aplicação de agroquímicos, inibir o crescimento de ervas daninhas, erosão e diminui a perda de adubo. Todas estas vantagens são traduzidas em menor custo, maior produtividade e qualidade dos produtos.

Entre os lançamentos mais recente no mercado brasileiro estão os Silos Bolsa que chegam para solucionar o problema de escassez de silos para armazenamento da safra. Trata-se de grandes bolsas feitas com polietileno e que podem armazenar cerca de 200 toneladas de grãos, não precisam de nenhum tipo de estrutura física como suporte e são facilmente manuseadas na hora do carregamento.

Fonte: Braskem

 

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LyondellBasell licencia tecnologia de fabricação de Polipropileno para empresa da Rússia

10/07/2012

A LyondellBasell anunciou ontem que a ZapSibNeftekhim LLC, uma subsidiária integral da SIBUR, escolheu a tecnologia de processo Spheripol da LyondellBasell para uma nova planta de polipropileno (PP) com capacidade de 500 Kton/ano, a ser construída em Tobolsk, na Federação Russa. O início das operações está previsto para depois de 2017.

“Esta será a planta com maior capacidade de produção de polipropileno construída até hoje usando a tecnologia de processo Spheripol”, disse Bob Patel, vice-presidente sênior de Tecnologia e de olefinas e poliolefinas para a Europa, Ásia & Internacional da LyondellBasell. “Isto proporcionará à ZapSibNeftekhim um método económico para produzir uma vasta gama de grades de polipropileno de qualidade superior.”

Características importantes da tecnologia Spheripol incluem uma ótima qualidade do produto, uma operabilidade entre as melhores na indústria, a possibilidade de partidas e mudanças de grade rápidas  e capacidades de até 550 KT por ano.

A LyondellBasell é uma licenciadora líder de polipropileno e tecnologias de polietileno com mais de 250 licenças de processos de poliolefinas.

Fonte: LyondellBasell

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Novo processo de injeção da Mecaplast pode reduzir em até 50 % o peso de peças plásticas automotivas

22/06/2012

Estrutura de uma peça com espuma

A Mecaplast, empresa fornecedora de componentes automotivos plásticos com sede em Mônaco e com fábricas na França e outros países europeus, Turquia, Brasil, México, China e Índia, acredita que pode reduzir o peso de peças automotivas interiores e exteriores entre 30 a 50%, usando uma tecnologia de moldagem por injeção recém-patenteada, em combinação com novos compostos de polipropileno.

A Mecaplast está prestes a embarcar em um projeto patrocinado pelo governo francês, batizado de Plume, para industrializar o processo, o qual é baseado em uma combinação de núcleos (machos) móveis no molde, um agente químico de expansão e cargas leves para reforço. O projeto começa em setembro, terá a duração de dois anos e um orçamento total de € 2,4 milhões.

O projeto também vai envolver a participação de várias outras empresas francesas: o produtor de compostos Sumika Polymer Compounds (uma empresa do grupo Sumitomo); o fabricante de moldes Cero; o laboratório de pesquisa de ciência de polímeros IMP da Universidade de Saint-Etienne, e o Cemef, laboratório de pesquisa associado ao CNRS, com experiência em simulação de processos.

“A Incorporação de peças feitas pelo processo Plume poderia levar a uma redução total do peso de veículos entre 5 a 7 kg”, diz Elsa Germain, Engenheira de Pesquisa e Inovação da Mecaplast. “Isso vai ter um importante efeito na redução do consumo de combustível, resultando em uma queda de emissões de dióxido de carbono em torno de 0.5-0.7g/km”

O processo é similar ao já usado no Japão para a produção de peças utilizadas por empresas automotivas tais como Honda e Toyota. No entanto, esse processo tem algumas limitações, especialmente em termos de acabamento de superfície, uma vez que as peças são feitas de polipropileno com carga de talco. O processo  Plume vai usar compostos recém-desenvolvidos contendo pouca ou nenhuma quantidade de talco.

Em vez disso, eles incorporam novas cargas para reforço, que não só resultam em uma melhor qualidade superficial, mas também ajudam a reduzir o peso da peça em até 7%, sem perda de propriedades mecânicas. Compostos com várias cargas serão testados durante o projeto Plume.

Os novos compostos, que são baseados em copolímero de impacto de Polipropileno e serão desenvolvidos exclusivamente para a Mecaplast, também têm propriedades de escoamento muito boas. O Índice de fluidez é superior a 50 g/10 min. Isto é uma fator crítico para o sucesso do processo Plume.

No processo Plume, o material é injetado em um molde cujas paredes móveis estão inicialmente em uma posição projetada para a frente. Depois que todo o material é injetado e a camada superficial da peça se solidifica, as paredes do molde se retraem. Isto reduz a pressão na cavidade do molde e o agente de expansão químico, até então dissolvido na massa fundida, sai da solução nas áreas da peça que ainda estão fluidas para criar uma estrutura celular que preenche o novo espaço criado. O processo de formação de espuma por si só (independentemente da formulação do composto) permite uma redução de peso na peça de pelo menos 30%, em comparação com uma peça convencional sólida.

O Cemef vai estudar a reologia do material fundido e os seus efeitos sobre o processo e irá também realizar a análise das microestruturas criadas pela formação de espuma. O IMP-UJM vai avaliar o comportamento mecânico de peças feitas sob várias condições.

A Mecaplast planeja experimentar o processo em dois componentes automotivos: uma guarnição interna do porta-malas  e moldagens exteriores do beltline. As moldagens do beltline serão produzidas em duas versões: uma com uma superfície granulada, que não necessita de pintura, e outra que poderá ser pintada.

Fonte: Mecaplast

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Subsidiária da Mitsui Chemicals adquire participação majoritária na Produmaster

17/05/2012

A Prime Polymer Co. Ltd, subsidiária da Mitsui Chemicals and Idemitsu Kosan do Japão, anunciou no dia 14 de maio a aquisição de uma participação de 70% na empresa brasileira Produmaster Indústria e Comércio Ltda, fabricante de compostos termoplásticos, e o estabelecimento de uma nova empresa com base na Produmaster, a qual foi renomeada como  Produmaster Advanced Composites Indústria e Comércio de Compostos Plásticos Ltda.

Em seu Plano de Negócios de meados de 2011, a Prime Polymers elegeu o negócio de polipropileno de uso automotivo como um “negócio em crescimento”, no qual procuraria se tornar um líder mundial, tendo desde então se esforçado para alcançar uma expansão inicial de negócios em várias regiões. Em particular, a Prime Polymers considera o fortalecimento de seus negócios no mercado sul-americano – o qual deverá registrar um elevado crescimento – como um de seus principais desafios estratégicos.

Por sua vez, a Produmaster é a terceira maior empresa brasileira em fabricação e vendas de compostos, tendo construído uma trajetória no negócio de Polipropileno para uso automotivo por mais de uma década. A Produmaster fornece produtos para importantes fabricantes de automóveis através de duas unidades (55.000 toneladas de capacidade anual de produção): a sua sede e a sua unidade de produção localizadas em Mauá, São Paulo, onde muitas montadoras estão localizadas, e a sua subsidiária Produmaster do Nordeste Ltda., localizada em Camaçari no estado da Bahia, na qual a Produmaster possui 50 % do capital.

A criação da nova empresa irá produzir um efeito de sinergia entre o conhecimento da Produmaster sobre o seu negócio em ambas as regiões e as tecnologias proprietárias da Prime Polymers. Desta forma, a Prime Polymers vai procurar aumentar a sua presença no mercado sul-americano e  expandir e fortalecer ainda mais o seu negócio de Polipropileno para uso automotivo.

Fonte: Mitsui Chemicals.

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