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Milliken apresenta segunda geração de linha de modificadores de desempenho para PP

03/10/2019

Produto mantém pegada sustentável, em nova versão sem cor e com aprovação FDA, focalizando principalmente os produtores de resinas e o segmento de embalagens alimentícias.

Depois do lançamento da linha DeltaMax em abril deste ano, a Milliken apresenta ao mercado a segunda geração de modificadores de desempenho, agora sem cor e com aprovação FDA. Segundo a empresa, o produto mantém a sua pegada sustentável, com foco em produtores de resina e no setor alimentício, possibilitando também o incremento do uso de polipropileno (PP) reciclado.

A nova geração do produto será lançada na Feira K, em Düsseldorf, na Alemanha, entre os dias 16 e 23 de outubro.

De acordo com Rodrigo Silva, Gerente Comercial da Milliken, o produto estará disponível no mesmo período para homologações regionais. “Como as legislações diferem conforme a região, será necessário que as empresas homologuem o novo DeltaMax”, afirma.

De acordo com a Milliken, a segunda geração de seus modificadores de desempenho diferencia-se da primeira pela cor e pela aprovação para contato com alimentos. Enquanto a anterior tinha uma cor alaranjada, segundo Silva, a nova linha é incolor. “Isso favorece na confecção de embalagens e peças por injeção de polipropileno (PP), copolímero de impacto para produtos alimentícios e demais aplicações, e também favorece o incremento da parcela de PP reciclado na mistura”, explica. “Na realidade a segunda geração DeltaMax é uma linha de produtos multiuso, que pode ser utilizada em diversas aplicações, como no caso de produtos linha branca (geladeiras, fogões, etc) que anteriormente não conseguiam atingir a cor ideal com a primeira geração do DeltaMax”.

Segundo a Milliken, os concentrados (masterbatches) da linha DeltaMax garantem um equilíbrio inédito entre resistência ao impacto e a fluidez não obtidos com o uso dos modificadores de impacto convencionais, sem, contudo, comprometer a rigidez da Resina. “O Deltamax e destinado a transformadores que queiram otimizar a resistência ao impacto da resina para gerar peças acabadas mais robustas, sem ter que sacrificar o índice de fluidez e nem perder processabilidade”, assegura Silva.

A Milliken afirma que o DeltaMax otimiza propriedades físicas e a processabilidade da resina, seja ela virgem ou reciclada.

Silva explica que “essa melhora decorre da melhor dispersão das partículas de borracha presentes no PP copolímero de impacto. Com isso, a tecnologia proporciona aos transformadores ganhos simultâneos – tanto em índice de fluidez quanto em propriedades de impacto. Essa era uma lacuna do mercado, agora ocupada de forma inovadora por DeltaMax”.

De acordo com a Milliken, os novos modificadores de desempenho são especialmente aplicáveis à produção de peças de geometria complexa e/ou que requeiram resistência significativa ao impacto – em outras palavras, a produtos cujas vidas úteis impliquem graus intensivos de manuseio, choques e stress mecânico. Exemplos são caixas organizadoras, baldes, cestos e outras utilidades domésticas; elementos para construção civil; e componentes automotivos.

Ganhos operacionais e em sustentabilidade

Segundo a empresa, o uso dos novos concentrados permite aos transformadores utilizar até 100% de material reciclado, desde que a matéria-prima apresente a qualidade exigida (baixo grau de contaminantes), ou aumentar o teor de resina reciclada em misturas típicas com resina virgem. “Isso fomenta a economia circular e melhores práticas de produção. É um apelo expressivo, haja vista os planos ambiciosos de grandes marcas da indústria em ampliar o uso de plásticos reciclados”, ressalta Silva.

A Milliken afirma também que a melhora na processabilidade, viabilizada pelo aumento do índice de fluidez da resina, reverte-se em ganhos de ciclo operacional: o transformador produz mais peças num mesmo período e, consequentemente, consome menos energia. A possibilidade de aumento do percentual de reciclado em misturas também proporciona ganhos financeiros, uma vez que a matéria-prima recuperada tem custo menor. Testes realizados pela Milliken registraram reduções do ciclo operacional de 10% a 15%, dependendo da aplicação, e economia de energia na mesma faixa. Como consequência, a redução na emissão de CO2 sofreu queda média de 10%, assegura a empresa.

Nos Estados Unidos, onde foi introduzido em meados do ano passado, DeltaMax já vem sendo utilizado na fabricação de caixas organizadoras, cestos e peças de circulação de ar para telhados (vents). Aplicações no setor de autopeças estão sendo consolidadas. Os transformadores também devem considerar possíveis interferências de cor em aplicações de grande exigência estética. A coloração alaranjada dos novos modificadores de desempenho pode demandar ajustes nas formulações de pigmentação.

A expectativa da Milliken é de que DeltaMax tenha uma boa receptividade também no Brasil, por quebrar um paradigma no trabalho com PP copolímero de impacto. “É uma tecnologia inovadora, que melhora significativamente o desempenho durante a transformação e também as propriedades dos produtos finais”, define Edmar Nogueira, Gerente Técnico da Milliken.

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LyondellBasell e Neste anunciam produção em escala comercial de polipropileno e polietileno de baixa densidade de base biológica a partir de materiais renováveis

26/06/2019

Segundo as empresas, esta colaboração marca a primeira vez que polipropileno de base biológica e o polietileno de baixa densidade de base biológica foram produzidos simultaneamente em escala comercial.

A LyondellBasell (www.lyondellbasell.com), uma das empresas líderes no segmento de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, e a Neste (www.neste.com), produtora de diesel renovável a partir de resíduos, anunciaram conjuntamente no dia 18 de junho a primeira produção em paralelo, em escala comercial, de polipropileno de base biológica e de polietileno de baixa densidade de base biológica.

A equipe de produção da LyondellBasell em Wesseling, Alemanha, mostrou o primeiro lote de biopolímeros obtidos a partir de materiais renováveis.

O projeto conjunto utilizou hidrocarbonetos renováveis ​​da Neste, derivados de matérias-primas de base biológicas sustentáveis, como resíduos e óleos residuais, afirma a empresa. O projeto produziu com sucesso vários milhares de toneladas de plásticos de base biológica que, segundo as empresas, são aprovados para a produção de embalagens de alimentos e serão comercializados sob as marcas Circulen e Circulen Plus, a nova família de produtos de economia circular da LyondellBasell.

“A LyondellBasell tem um espírito inovador que abrange décadas e uma realização como essa demonstra ações concretas que estamos tomando em apoio a uma economia circular”, disse Richard Roudeix, Vice-Presidente Sênior de Olefinas e Poliolefinas da LyondellBasell para Europa, Ásia & Internacional. “Através do uso de recursos renováveis, estamos contribuindo para a luta contra a mudança climática e ajudando nossos clientes a atingir suas metas ambientais.”

“Estamos empolgados em permitir que a indústria de plásticos introduza mais materiais de base biológica em sua oferta. É muito gratificante ver os hidrocarbonetos renováveis ​​da Neste operando perfeitamente em uma escala comercial de produção de polímeros de base biológica, fornecendo uma opção de substituição para materiais fósseis “, disse o presidente e CEO da Neste, Peter Vanacker. “Esta colaboração pioneira com a LyondellBasell representa um marco importante na comercialização dos polímeros ​e produtos químicos renováveis da Neste, com foco no desenvolvimento de soluções renováveis ​​e circulares para marcas sustentáveis ​​voltadas para o futuro”.

Pioneirismo

O desenvolvimento anunciado pelas duas empresas combinou as matérias-primas renováveis ​​exclusivas da Neste e as capacidades técnicas da LyondellBasell. Segundo a LyondellBasell, a flexibilidade do seu cracker na unidade de Wesseling, na Alemanha, permitiu o processamento de uma nova matéria-prima renovável, que foi convertida diretamente em polietileno de base biológica e polipropileno de base biológica. As duas empresas afirmam que uma terceira entidade independente testou os produtos poliméricos usando traçadores de carbono e confirmou que eles continham mais de 30% de conteúdo renovável.

A LyondellBasell vendeu alguns dos produtos renováveis ​​produzidos no testes para vários clientes – um deles é a Cofresco, uma empresa do Grupo Melitta (com marcas como Toppits® e Albal®) que é o principal fornecedor europeu de produtos de marca no segmento de filmes para uso doméstico. A Cofresco planeja usar o polietileno de base biológica Circulen Plus para criar materiais sustentáveis para embalagem de alimentos.

A LyondellBasell é uma das maiores empresas de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, vendendo produtos em mais de 100 países. A empresa é a maior produtora mundial de compostos de polímeros e o maior licenciador de tecnologias de poliolefinas.

A Neste é um produtor de diesel renovável, refinado a partir de resíduos, oferecendo soluções ​​também para as indústrias de aviação e plásticos. A empresa também é um refinador de produtos petrolíferos. Em 2018, a receita da Neste foi de 14,9 bilhões de euros.

Fonte: Lyondell Basell

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Braskem apresenta novos grades para produção de baldes industriais

23/05/2019

Soluções foram criadas para aumentar a resistência e capacidade de empilhamento dos baldes

A Braskem apresentou na Feiplastic 2019 dois novos grades de polipropileno desenvolvidos para a produção de baldes industriais, com foco em resistência e capacidade de empilhamento. Uma das novas soluções é o Polipropileno CG 600NA, um copolímero produzido para a injeção de baldes industriais. Segundo a Braskem, o produto tem maior rigidez e permite que os seus clientes desenvolvam baldes com paredes mais finas e, ao mesmo tempo, mais resistentes, mantendo a capacidade de alto empilhamento.

A outra solução apresentada foi o Polipropileno CG 220NA, um tipo de copolímero também produzido para aplicação em baldes industriais. Neste caso, afirma a empresa, o diferencial é a resistência ao impacto, aplicando-se à armazenagem de materiais que possam, por exemplo, sofrer algum tipo de colisão durante o transporte.

Carolina Bulhões, gerente de Engenharia de Aplicação Polipropileno na Braskem, destaca que os novos grades também podem ser utilizados nas embalagens para alimentos que requerem baixa transferência de odor e sabor. “A empresa tem investido cada vez mais em inovação e tecnologia para oferecer ao mercado o portfólio mais completo para embalagens rígidas”, explica a gerente.

As soluções de polipropileno já estão disponíveis no mercado e são 100% recicláveis. “Temos a preocupação de criar soluções que tragam cada vez mais valor para as embalagens, mas também temos o compromisso de promover a sustentabilidade na cadeia do plástico, formando um ciclo sustentável da produção ao descarte”, afirma Carolina Bulhões.

A Braskem definiu uma série de iniciativas em prol da Economia Circular, um novo conceito de consumo que propõe um processo produtivo que contemple a redução, reutilização, a recuperação e a reciclagem de materiais e energia. Esta nova forma de pensar os processos produtivos e os hábitos busca trazer equilíbrio e racionalidade a cada fase do ciclo, minimizando o impacto das atividades das empresas e da sociedade ao meio ambiente.

Além das resinas para baldes industriais, os participantes da Feiplastic também tiveram a oportunidade de conhecer uma solução recém-lançada pela Braskem para ser aplicada na produção de big bags, sacarias utilizadas para embalar e transportar grãos, fertilizantes e produtos químicos. A resina Maxio® PG35L, com baixo índice de fluidez e que contém aditivação anti-UV, foi desenvolvida especialmente para atender ao elevado nível de exigência dos clientes em relação a propriedades mecânicas da fita de ráfia e para garantir benefícios de aumento de produtividade da etapa de extrusão.

Fonte: Braskem

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Milliken firma parceria com PureCycle para nova tecnologia de reciclagem de Polipropileno

06/05/2019

Trabalho em conjunto da Milliken, PureCycle e Nestlé deve permitir que o polipropileno (PP) reciclado ganhe características iguais às da matéria-prima virgem, afirmam as empresas

O processo de reciclagem patenteado PureCycle, desenvolvido e licenciado pela Procter & Gamble (P & G), separa cor, odor e outros contaminantes da matéria-prima de resíduos plásticos para transformá-los em resina plástica semelhante à virgem. A Milliken, cujos aditivos terão um papel fundamental no revigoramento do polipropileno reciclado, estabeleceu uma relação de fornecimento exclusiva com a PureCycle para ajudar a resolver o desafio da destinação dos plásticos ao fim da sua utilização. A Nestlé, maior produtora de alimentos e bebidas do mundo, está trabalhando com o PureCycle para desenvolver novos materiais de embalagem que ajudem a prevenir a geração de lixo plástico, de acordo com o compromisso da empresa de tornar 100% de suas embalagens recicláveis ​​ou reutilizáveis ​​até 2025.

Com essa nova movimentação, a PureCycle dá um passo importante para abrir sua primeira fábrica de reciclagem de polipropileno (PP), garantindo que o produto tenha característica de “plástico virgem”.

“Nossos parceiros estão nos ajudando a caminhar mais rápido para levarmos essa solução ao mercado”, avalia Mike Otworth, CEO da PureCycle Technologies. “Esta é uma validação do nosso método, e nos ajuda a seguir em frente com mais agilidade para tornarmos a reciclagem de plásticos uma realidade. O uso dos aditivos da Milliken fará com que o polipropileno reciclado ultrapuro (UPRP, na sigla em inglês) da PureCyle seja de alta qualidade e acrescente valor máximo – tanto para os proprietários de marcas quanto para os consumidores. Acreditamos que essa parceria colocará a PureCycle como líder na recuperação e produção de polipropileno”.

“A Milliken entende que a criação de um futuro sustentável requer uma colaboração significativa com outros pioneiros da indústria”, comenta Halsey Cook, presidente e CEO da Milliken & Company. “Acreditamos na tecnologia PureCycle combinada com os principais aditivos plásticos da Milliken. Esta união é uma oportunidade transformadora que eleva a viabilidade do polipropileno reciclado e ajuda a resolver o desafio do ciclo de vida dos plásticos”.

Com tecnologia licenciada de P&G, a PureCycle está construindo a primeira planta industrial em Lawrence County, no estado de Ohio (EUA), que irá reciclar cerca de 54 mil toneladas de polipropileno por ano, a partir de 2021.

Hoje, cerca de 20% do tereftalato de polietileno (PET) – que é comumente usado para fazer garrafas de plástico e outros bens de consumo – é reciclado. Em contrapartida, menos de 1% do polipropileno (PP) é atualmente reciclado. A PureCycle é a primeira empresa que tem foco único na reciclagem e reintegração do polipropileno, destinado a aplicações em produtos de consumo altamente sensíveis, tais como embalagens de alimentos e bebidas, interior de automóveis, eletrônicos, mobiliário e muitos outros produtos.

Segundo a PureCycle, suas tecnologias produzirão PP reciclado de alta qualidade, que estará amplamente disponível para suprimento às indústrias. A P&G afirma que a nova tecnologia ajuda a alcançar os objetivos de reciclagem da empresa – dobrando o uso de resina reciclada em embalagens plásticas e garantindo que 90% das embalagens sejam ou recicláveis ou parte de programas para reciclagem. O novo método de produção também está alinhado com a visão da P&G de usar 100% de materiais reciclados ou renováveis, além de proporcionar que zero resíduos do consumidor final sejam direcionados a aterros sanitários.

“A nossa abordagem da inovação não só inclui produtos e embalagens, mas tecnologias que permitam que tenhamos um impacto positivo no meio ambiente. Esta tecnologia tem a capacidade de revolucionar a indústria de reciclagem de plásticos, permitindo que a P&G e empresas de todo o mundo tenham acesso a fontes de plásticos reciclados com desempenho e propriedades quase idênticos aos de materiais virgens, para uma ampla gama de aplicações”, acredita Kathy Fish, diretora de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Procter & Gamble.

O mercado global de polipropileno é estimado em mais de US$ 80 bilhões, de acordo com pesquisa da Transparency Market, e deve alcançar US$ 133 bilhões em 2023. A APR – Associação de Recicladores de Plástico dos Estados Unidos já identificou uma demanda de mais 450 mil toneladas de polipropileno reciclado apenas na América do Norte. A maior parte dessa procura é de material de alta qualidade, de acordo com a entidade.

A PureCycle Technologies é uma empresa de portfólio da Innventure, uma parceria da Wasson Enterprise. A Innventure tem mais de 20 anos de experiência na identificação de tecnologias disruptivas e na criação de novas empresas bem-sucedidas. O grupo combina a experiência da Wasson Enterprise (WE), uma empresa de investimento baseada na família liderada pelo CEO da Walgreens Boots Alliance, Greg Wasson, e o XL Tech Group (XLTG), empresa precursora da Innventure. Das 11 empresas criadas pelos fundadores da Innventure em 20 anos, 10 alcançaram late-stage funding, incluindo seis IPOs bem-sucedidos. O acordo de fornecimento inicial da Innventure com a Procter & Gamble ocorreu em dezembro de 2015.

A Milliken é uma empresa com foco na inovação desde que foi fundada, em 1865. Em seus laboratórios e centros de desenvolvimento e de aplicação em todo o mundo, cientistas e engenheiros trabalham diariamente criando revestimentos, especialidades químicas, aditivos e tecnologias de coloração. A empresa acumula mais de 2.200 patentes nos EUA e mais de 5 mil patentes no mundo todo, desde sua fundação.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Milliken

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ExxonMobil apresenta novas soluções para reciclagem e embalagens flexíveis durante Feiplastic 2019

22/04/2019

  • Destaque para o projeto de recicalgem de redes de pesca descartadas utilizando polímero de desempenho Vistamaxx™
  • Apresentando a nova resina Exceed™XP 8784 para soluções de embalagens flexíveis
  • Apresentando soluções para embalagens flexíveis, filmes para agricultura, compostos, indústria automotiva e PVC

A ExxonMobil demonstrará durante a Feiplastic 2019 (stand L43) como seu portfólio de polímeros pode ajudar a criar novas soluções para os desafios contemporâneos. O evento está ocorrendo no Expo Center Norte, São Paulo/SP – Brasil, de 22 a 26 de Abril. Os destaques da empresa são novos produtos e aplicações que estão sendo apresentados para os mercados brasileiro e latino-americano pela primeira vez:

▪ Repensando a reciclagem com o polímero Vistamaxx™, como parte do projeto Atando Cabos para compatibilização de PE e PP – redes de pesca descartadas na costa chilena foram transformadas em produtos de qualidade.
▪ Exceed™ XP 8784 – novo grade de resina de polietileno que, segundo a empresa, oferece processabilidade aprimorada aliada a alta resistência mecânica, com propriedades de selagem para filmes multicamadas para aplicações de embalagens laminadas, filmes com barreira, sachês e embalagens para produtos congelados.

“A Feiplastic é o ambiente perfeito para apresentação de novos grades e de aplicações inovadoras para os mercados brasileiro e latino-americano, ”, afirma David Hergenrether (vice-presidente da linha de negócio de polietileno da ExxonMobil). “Queremos encontrar nossos clientes e novos potenciais da região durante a feira para discutir desafios do mercado e demostrar como, juntos, podemos criar soluções diferenciadas.”

Os clientes que forem visitar o stand da ExxonMobil na Feiplastic poderão discutir inovações e planos com os especialistas em polímeros da empresa, que poderão apresentar informações adicionais sobre soluções em diversas áreas de aplicação:

▪ Embalagens e filmes para agricultura com uso dos polímeros Exceed ™ XP, Exceed ™ e Enable ™.
▪ Novas soluções para compostos e blendas com os polímeros Vistamaxx™ e aditivos Oppera™
▪ Vedações automotivas duráveis e leves com termoplástico vulcanizável Santoprene™ (TPV’s)
▪ Piso de PVC mais flexível, fios e cabos e partes automotivas com plastificantes Jayflex™ DINP e DIDP que, segundo a empresa, promovem um balanceamento de propriedades com desempenho e permanência.

A ExxonMobil Química é uma das maiores empresas químicas do mundo e detém uma posição de liderança na produção de commodities de produtos químicos, possuindo capacidade produtiva em todas as regiões do globo para atender mercados grandes e de rápida expansão. Mais de 90% da capacidade de produção de produtos químicos da ExxonMobil está integrada com suas refinarias ou plantas de processamento de gás natural.

Fonte: Assessoria de Imprensa – ExxonMobil

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Braskem lança nova resina da linha Maxio para produção de big bags

12/03/2019

A empresa firma que os clientes do segmento passaram a produzir até 30% a mais sem elevar o consumo energético

Na busca por soluções que gerem aumento da produtividade e redução de custos de clientes produtores de big bags (que são utilizados para embalar e transportar grãos, fertilizantes, minérios e produtos químicos), a Braskem desenvolveu a nova resina de polipropileno DP213A, novo grade da linha Maxio. Com sua aplicação, empresas do segmento elevaram sua produção em 30% sem aumentar o consumo de energia, afirma a Braskem.

A DP213A é uma resina com baixo índice de fluidez que contém aditivação anti-UV. A matéria-prima foi especialmente desenvolvida para atender ao elevado nível de exigência dos clientes em relação a propriedades mecânicas da fita de rafia e ainda garantir benefícios de aumento de produtividade da etapa de extrusão.

“Grande parte das inovações da Braskem partem do nosso interesse em atender às demandas de clientes e o desenvolvimento deste novo grade da linha Maxio é um bom exemplo disto. Identificamos uma concorrência acirrada no setor de ráfia, o que levava as empresas a disputar mercado com base em preços. Com a aplicação da resina que estamos lançando, eles conseguirão reduzir seus custos operacionais e os preços de seus big bags, aumentando sua capacidade produtiva e consumindo menos energia”, afirma Carolina Bulhões, líder da área de Engenharia de Aplicação da Braskem.

Caso de sucesso: Propex tem ganho de produtividade e redução de consumo energético

A Propex, indústria têxtil pioneira na fabricação de tecidos plastificados e destaque na produção de big bags, registrou um aumento de aproximadamente 20% em sua capacidade produtiva, afirma o fabricante. De acordo com o engenheiro da empresa, Patrick Camargo, buscava-se uma velocidade maior das máquinas extrusoras sem que os motores atingissem seus limites operacionais e a resina DP213A apresentada pela Braskem foi a melhor solução para isso.

“A busca contínua da Braskem por soluções que melhoram a eficiência dos clientes proporcionou um resultado ótimo para nós. Aumentamos nossa produção sem consumir mais energia, preservando nossas máquinas e mantendo a qualidade do nosso produto”, afirma o executivo.

Fonte: Braskem

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Versatilidade de clarificante da Milliken para embalagens termoformadas em polipropileno será apresentada na Fispal Food Service

07/06/2018

Produto confere ao polipropileno (PP) altíssima transparência para uso em embalagens alimentícias, além de tornar possível o uso em micro-ondas, aliado a vantagens ambientais e comerciais do material

A mudança de hábitos alimentares das pessoas tem provocado uma nova percepção na indústria, que vem trabalhando no sentido de oferecer embalagens com condições adequadas para garantir segurança e o acondicionamento eficiente dos alimentos. Algumas soluções como o clarificante NXTM UltraClearTM, desenvolvido pela Milliken (www.milliken.com), proporcionam altíssima transparência em embalagens termoformadas em polipropileno (PP), afirma a empresa. Tal propriedade é ideal para recipientes cujo conteúdo precisa estar protegido e à vista do consumidor.

Durante a Fispal Food Service – Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Alimentação Fora do Lar, que acontece de 12 a 15 de junho no Expo Center Norte, a Milliken apresentará diversas aplicações, entre elas o uso de sistema de selagem com atmosfera modificada para bandejas de PP ultra clarificado com o produto.

Segundo a empresa, a ação do clarificante é capaz de superar o tradicional aspecto translúcido do PP em embalagens termoformadas (moldadas em altas temperaturas), criando uma transparência similar àquela do PET e PS (poliestireno), mas com os benefícios ambientais e de desempenho do material.

De acordo com Edmar Nogueira, gerente técnico da Milliken, “embalagens transparentes permitem que o consumidor possa verificar ainda nas gôndolas dos supermercados ou das lojas de conveniência o aspecto geral dos ingredientes das refeições prontas ou semi-prontas”. Segundo uma pesquisa encomendada pela empresa a um instituto americano, há ainda uma “necessidade emergente”, demonstrada pelos consumidores, de que essa alimentação seja “conveniente”, “rápida” e “saudável”. “Isso importa diretamente na qualidade e segurança da embalagem, pois terá de resistir pelos caminhos percorridos entre o freezer, a sacola (para a casa ou para o trabalho) e o fogão (ou micro-ondas), explica Nogueira.

As vantagens de usar o PP estão na baixa pegada de carbono durante a produção da resina, baixa densidade do material e altos valores de recuperação de energia. De acordo com a Milliken, o PP consome uma menor quantidade de energia durante sua produção, quando comparado com outros plásticos, e sua baixa densidade resulta em menor volume de resíduos. É um plástico ideal para a economia circular. A diferença de peso entre embalagens de PP e outros materiais está normalmente entre 15% e 20% a menos para o polipropileno. A resistência ao calor do PP permite o uso em micro-ondas, agregando conveniência à embalagem.

Além do uso em termoformagem, o clarificante Millad NX8000®, presente no concentrado, também é utilizado em outras aplicações como frascos, utensílios domésticos e outros recipientes.

A Milliken é uma empresa inovadora que atua nos segmentos de revestimentos, especialidades químicas, aditivos e tecnologias de coloração, com aplicações desde plásticos automotivos até itens para crianças. A Milliken possui laboratórios e centros de desenvolvimento e de aplicação em todo o mundo, empregando mais de 100 PhDs e acumulando mais de 2.200 patentes nos EUA e mais de 5 mil patentes no mundo todo, desde sua fundação em 1865.

Serviço:

FISPAL 2018 – 34ª Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Alimentação Fora do Lar
Data: 12 a 15 de junho
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo.
http://www.fispalfoodservice.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Milliken

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Ensacamento em polipropileno controla pragas do tomate

15/02/2018

Técnica utiliza sacos de não-tecido para reduzir perdas nas lavouras

Produtores de tomate contam agora com uma nova alternativa para o controle da broca-pequena e da traça-do-tomateiro. Os sacos de não-tecido (TNT) Agrotex, produzidos pela Tntex Indústria e Comércio, protegem contra essas pragas que afetam os frutos do tomateiro durante seu crescimento. O não-tecido utilizado na fabricação dos sacos é produzido com polipropileno, matéria-prima fornecida pela Braskem, que tem como características a baixa absorção e retenção de água, essenciais para a aplicação,

O ensacamento de frutos é uma conhecida técnica de manejo mais sustentável das árvores frutíferas, mas a aplicação no tomateiro é novidade. Para ser possível, a Tntex e a Fitesa, líder na indústria de não-tecido, desenvolveram um produto adequado às necessidades das plantas de tomateiro, com gramatura diferenciada, resistência a intempéries e proteção solar e, ao mesmo tempo, permeável a oxigênio e água.

“Estudamos cada cultura para criar uma solução totalmente adequada. O nosso saco também tem como diferencial o fechamento com elástico, que dá facilidade e rapidez de instalação e melhor qualidade de aplicação. Até então não existia controle eficaz das pragas do tomate. Nosso produto tem 100% de eficácia”, afirma Mario Mezzedimi, diretor da Tntex.

“A cultura do tomate é muito importante no país e ocupa quase 60 mil hectares. Portanto, essa tecnologia sustentável vai beneficiar muitos agricultores e também consumidores”, diz Andre Prezenszky, engenheiro de Aplicação e Desenvolvimento de Mercado de PP.

Eficácia comprovada

Uma pesquisa realizada durante dois anos pela Universidade Federal do Ceará (UFC) em lavouras de tomateiros na zona rural de Ubajara (CE) confirmou a eficácia do ensacamento dos frutos do tomateiro no combate às pragas que atacam diretamente os frutos. Os sacos de não-tecido devem ser colocados no momento da floração para que o cacho cresça dentro dele. No estudo, foi observado que o custo é 40,7% menor do que se fosse utilizado controle químico.

“Com a técnica, há uma redução da perda de frutos danificados pelo ataque das pragas. Se forem considerados apenas os inseticidas para controle de insetos que atacam os frutos, a redução é de 95 a 100%”, afirma o professor Patrik Luiz Pastori, da UFC.

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Parceria entre Braskem, Martiplast e Leroy Merlin oferece ao mercado caixas organizadoras com plástico 100% reciclado

15/01/2018

Por meio da Plataforma Wecycle, 60 toneladas de material reciclado por ano poderão ser destinadas para venda exclusiva da Leroy Merlin

A Braskem se une às empresas Martiplast, do segmento de utilidades domésticas, e Leroy Merlin, uma das maiores redes de lojas para o mercado de material de construção, para oferecer aos consumidores caixas organizadoras feitas de plástico 100% reciclado. A parceria é mais uma iniciativa no âmbito da plataforma Wecycle, criada pela Braskem em 2015, que busca fomentar negócios que valorizem os resíduos plásticos ao longo de toda a cadeia produtiva, contribuindo com ações a favor da reciclagem, do pós-consumo e do meio ambiente.

Reunindo as pontas do setor, a Braskem fornecerá polipropileno reciclado à marca <Ou>, da Martiplast, que, aliando design e versatilidade, produzirá uma linha exclusiva de caixas organizadoras para venda nas 41 lojas e no e-commerce da Leroy Merlin no Brasil.

O PP reciclado da Braskem tem origem nos big bags anteriormente utilizados pela companhia para transporte e movimentação de suas resinas. A estimativa inicial é de uso de cerca de 60 toneladas de PP reciclado por ano para produção de caixas organizadoras de três diferentes tamanhos. Nas lojas, o produto poderá ser identificado pelo selo da Plataforma Wecycle e da Martiplast, informando sua origem a partir de plástico reciclado. Além das caixas, há a possibilidade de ampliar a parceria entre as marcas para a criação de outros produtos que ajudem na organização e decoração da casa.

“Acreditamos que o crescimento da reciclagem contribuirá ainda mais para o desenvolvimento e o crescimento da indústria do plástico. A parceria entre Braskem, Martiplast e Leroy Merlin é mais uma ação importante capaz de impactar outros players do mercado e conscientizar os consumidores”, afirma Fabiana Quiroga, diretora da área de Reciclagem & Plataforma Wecycle da Braskem.

O Grupo Martiplast, por meio da marca <Ou>, sempre teve como propósito levar inovação e praticidade às pessoas por meio de seus produtos. Por isso, o projeto da Plataforma Wecycle é tão importante para a empresa. “Nosso Grupo tem consciência que por meio dessa parceria podemos, sim, contribuir para um futuro ainda melhor, despertando a conscientização ambiental de quem compra, preservando a natureza, ajudando cooperativas de reciclagem e fazendo da inovação a ponte para um mundo mais desenvolvido e sustentável”, comenta Juarez Martini, diretor do Grupo Martiplast.

“A Leroy Merlin é uma empresa que tem em seu DNA a sustentabilidade e acredita nas ações que favorecem esta prática. Com isto, fazer uma parceria em que materiais reciclados se tornam peças úteis para o dia a dia do Cliente acaba se encaixando na filosofia que difundimos internamente. A Leroy Merlin incentiva e apoia iniciativas como esta, partindo da indústria”, comenta Adriano Galoro, diretor da Central de Compras da Leroy Merlin Brasil. A rede francesa Leroy Merlin chegou ao Brasil em 1998 e possui hoje 41 lojas distribuídas em dez estados brasileiros, mais o Distrito Federal, e uma Loja Virtual que atende a todos os estados do país.

Fonte: Braskem

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A trajetória de inovação em embalagens multicamadas para a indústria de alimentos

11/01/2018

Por Angels Domenech (*)

A demanda global por embalagens plásticas de alto desempenho continua a crescer e estar na vanguarda de avanços importantes que possibilitem o desenvolvimento de embalagens inovadoras e com novas funcionalidades, além de sustentáveis, é essencial. As soluções devem atender às principais exigências e tendências dos consumidores, entre as quais, embalagens capazes de manter os alimentos frescos por mais tempo, que sejam mais leves e resistentes e que ofereçam sistemas de abertura e fechamento rápido, características que garantem mais praticidade para o consumidor.

Um dos grandes desafios globais é melhorar a conservação dos alimentos para, com isso, atender ao crescimento estimado de 70% na demanda global por alimentos entre 2000 e 2050. Esse cenário tem levado a um aumento nas instalações de equipamentos de coextrusão de filmes de barreira e no uso de materiais com propriedades de barreira ao oxigênio a fim de ampliar o tempo de vida útil dos alimentos, minimizando os processos oxidativos. Entre os materiais de barreira tradicionais estão os copolímeros de etileno e álcool vinílico (EVOH), que oferecem barreira ao oxigênio; as poliamidas (PA), que se caracterizam por sua resistência à perfuração; e os politereftalatos de etileno (PET), que apresentam alta rigidez, além de características óticas que possibilitam embalagens diferenciadas por suas propriedades de brilho e transparência.

As embalagens também devem ser tratadas com base em um enfoque holístico que vai além da camada estrutural, ou seja, que considere os requisitos funcionais de todas as camadas que acompanham os materiais de barreira. Dessa forma, é fundamental oferecer soluções capazes de melhorar a qualidade dos produtos reciclados, independentemente de incluírem ou não materiais com propriedades de barreira e, com isso, contribuir para ampliar o valor funcional e sustentável das embalagens.

Entre as camadas que compõe as embalagens, estão

· Camada de selagem: no caso das embalagens com altas propriedades de barreira, se o selante não oferecer a hermeticidade adequada, há o risco de se perder totalmente a barreira e, consequentemente, o conteúdo.
· Camada de adesivo: as resinas tradicionais de barreira (EVOH, PA ou PET) contêm grupos polares, enquanto as outras camadas de filme (a de selagem, por exemplo) são compostas de material poliolefínico não polar, o que requer uma camada de adesivo para unir as camadas durante todo o ciclo de vida da embalagem.
· Camada de tenacidade: previne a perda de barreira resultante de rupturas durante o transporte e manipulação da embalagem. Essa camada, que geralmente tem como base uma poliolefina como, por exemplo, o polietileno, requer o uso de adesivos para se manter unida ao material de barreira.

Como mencionado, as embalagens contêm uma camada de selante que deve garantir sua hermeticidade e, consequentemente, uma melhor conservação dos alimentos. As resinas que garantem essa melhor conservação dos alimentos, amplamente utilizadas no setor de embalagens flexíveis com barreira, vêm demonstrando excelente eficácia de selagem contra os contaminantes presentes em alimentos tradicionais acondicionados em embalagens de barreira, como carnes, queijos e molhos, entre outros.

Para a camada de adesão em processos de coextrusão com materiais de barreira, existem soluções exclusivas para o mercado crescente de embalagens de barreira submetidas a tratamentos térmicos como, por exemplo, as embalagens para alimentos prontos. Entre as resinas, estão produtos que oferecem uma ótima adesão entre as camadas de barreira: por exemplo, entre EVOH ou PA e a camada subsequente da embalagem, geralmente à base de polipropileno para resistir ao tratamento térmico.

Para a camada de tenacidade, existem resinas que se destacam por seu excelente desempenho em termos de propriedades mecânicas e óticas. Neste ponto, as resinas que oferecem um equilíbrio inédito entre rigidez e resistência, facilidade de processamento e uso mais eficiente dos materiais sem prejuízo para as propriedades, possibilitam embalagens mais sustentáveis.

Em função do compromisso das empresas com a sustentabilidade e a demanda entre os consumidores por embalagens com menor impacto ambiental, torna-se cada vez mais imprescindível oferecer soluções que possibilitem a reciclagem, com perda mínimo de valor, tanto dos materiais de barreira (polares) quanto dos materiais poliolefínicos (não polares) presentes nas embalagens, o que é possível no caso do propileno e do polietileno.

Dadas as vantagens claras que oferecem, o uso das embalagens de barreira deverá continuar a crescer, razão pela qual torna-se cada vez mais necessário gerenciar soluções que facilitem a reciclagem dos filmes de barreira pós-consumo sem comprometer seu desempenho ou estética.

Para que esses filmes de barreira pós-consumo possam ser reciclados, é necessário uma boa compatibilidade entre os materiais de barreira e os outros materiais. Compatibilizantes que apresentam alta reatividade e viscosidade ultrabaixa. A viscosidade facilita a dispersão de uma maneira uniforme na matriz poliolefínica e a reatividade faz com que as resinas de barreira polares, como EVOH ou PA, fiquem encapsuladas, rodeadas pelo compatibilizante, que atua como um surfactante. Os benefícios oferecidos por essa nova tecnologia vão além da sustentabilidade: é possível reutilizar os resíduos dos materiais de barreira gerados durante a conversão das embalagens nas próprias embalagens.

Testes têm demonstrado que os novos filmes fabricados com os compatibilizantes que apresentam alta reatividade e viscosidade ultrabaixa mantêm a mesma transparência que a do filme de controle e que a resistência ao impacto é mantida ou melhorada. Estes compatibilizantes oferecem a possibilidade de se utilizar os resíduos dos filmes de barreira para substituir parte do polietileno, garantindo, assim, melhor aproveitamento dos produtos reciclados.

Assim, é fundamental trabalhar em conjunto com todos os participantes da cadeia de valor de embalagens e liderar o desenvolvimento de produtos e soluções integradas para as embalagens para alimentos, tratando de um dos problemas mais urgentes da nossa sociedade: a redução do desperdício de alimentos.

(*) Angels Domenech é diretora de Pesquisa & Desenvolvimento para Embalagens & Plásticos de Especialidades da Dow para a América Latina.

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Aramco e SABIC assinam acordo de 20 bilhões de dólares para construção de complexo industrial para conversão de petróleo bruto em químicos e plásticos

27/11/2017

As duas maiores empresas da Arábia Saudita, Saudi Aramco e SABIC, assinaram um acordo para construir uma megacomplexo integrado de refino de petróleo e geração petroquímica, com investimentos previstos de 20 bilhões de dólares. A instalação converterá petróleo bruto em produtos químicos e plásticos. O acordo governa a execução do Projeto Básico (Front End Engineering Design -FEED), com duração prevista de dois anos, antes da tomada de decisão final sobre o investimento.

O complexo, que processará 400 mil barris de petróleo bruto por dia e produzirá 9 milhões de toneladas de produtos químicos e derivados quando iniciar suas operações em 2025, ajudará a diversificar a economia da Arábia Saudita, hoje preponderantemente dependente de exportações de petróleo bruto, afirmou o CEO da Aramco, Amin Nasser, durante a cerimônia de assinatura do Memorando de Entendimento com o CEO da SABIC, Yousef al Benyan, na cidade de Dharan.

A construção do complexo deverá se iniciar no último trimestre de 2019 e deverá criar aproximadamente 30.000 empregos diretos e indiretos. Até 2030, espera-se que a planta tenha um impacto de 1,5 porcento sobre o PIB da Arábia Saudita. Como possível localização para o complexo, a Saudi Aramco está avaliando a cidade portuária de Yanbu, situada às margens do Mar Vermelho e que já é um centro industrial, afirmou Nasser.

O CEO da SABIC, Yousef al-Benyan, disse que esta é a primeira vez que as duas maiores empresas de Arábia Saudita cooperam num empreendimento industrial conjunto e afirmou que a participação das duas empresas no novo projeto será compartilhada por igual.

O objetivo do projeto compartilhado pela Aramco, conhecida formalmente como Saudi Arabian Oil Co., e pela Sabic (Saudi Basic Industries) é produzir químicos e derivados para atender ao crescente mercado de bens de consumo, particularmente na Ásia, além de produzir matérias primas plásticas, tais como Polietileno e Polipropileno, além de butadieno e aromáticos.

Fontes: Reuters / Bloomberg

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Braskem aprova construção de nova fábrica nos EUA

26/06/2017

Petroquímica investirá US$ 675 milhões para atender à crescente demanda norte-americana e reforçar liderança na produção de polipropileno nos Estados Unidos

O Conselho de Administração da Braskem anunciou no dia 21/06 a aprovação de investimento de US$ 675 milhões para a construção de uma nova unidade de produção de polipropileno (PP) na cidade de La Porte, no estado norte-americano do Texas. O investimento na nova planta industrial reforça a atuação da Braskem na produção desta resina termoplástica nos Estados Unidos, onde a companhia já possui cinco outras unidades industriais de PP, além de uma linha de produção de polietileno de alto valor agregado (UTEC). A previsão é que a construção da nova planta em La Porte comece neste ano e seja concluída no primeiro trimestre de 2020.

“A autorização para seguir com o investimento na produção de polipropileno nos Estados Unidos é o marco mais recente da estratégia de internacionalização da Braskem. A nova unidade petroquímica de nível mundial adicionará capacidade de produção substancial na região e nos ajudará a atender à crescente demanda dos nossos Clientes, reafirmando o nosso posicionamento como o maior produtor de polipropileno das Américas e o terceiro maior desta resina no mundo”, destaca Fernando Musa, presidente da Braskem. Para Musa, com a vantagem competitiva da produção de energia por gás de xisto, a América do Norte possui uma das matrizes de matérias-prima mais favoráveis do mundo em termos de acesso a fontes de insumos de baixo custo e oferta de fornecedores. “Com a sua última planta de polipropileno lançada em 2005, a América do Norte passou a depender da importação do produto em 2016. Assim, o investimento adicional nos Estados Unidos é um passo natural na nossa estratégia”, afirma o presidente da Braskem.

A nova fábrica da Braskem terá capacidade de produção de 450 mil toneladas de polipropileno por ano. Sua entrada em operação irá se somar à produção da unidade da Braskem já existente em La Porte, que possui capacidade de 354 mil toneladas/ano. A construção ocupará parte dos 800 mil m² do complexo da empresa na região, que fica a 40 quilômetros de Houston, e poderá aproveitar a infraestrutura de suporte já existente, beneficiando-se da conexão para o recebimento de matéria-prima e utilidades, malha ferroviária, sala de controle central e instalações de testes, equipamento de resposta às emergências, instalações de tratamento de resíduos, entre outras sinergias.

Segundo Fernando Musa, ao aumentar a capacidade de produção próxima ao mercado consumidor, com fontes atraentes de matéria-prima e canais estabelecidos de exportação, a planta atenderá aos Clientes da Braskem nos Estados Unidos de maneira adequada, ao mesmo tempo em que traz um nível de retorno sobre o investimento atraente para os acionistas da companhia. “O investimento é um verdadeiro voto de confiança no futuro da Braskem e prova do nosso compromisso em atender às necessidades dos nossos clientes”, conclui Musa.

O anúncio da nova fábrica de polipropileno soma-se ao recém início da operação da planta de UTEC, marca tecnologia desenvolvida pela Braskem para o Polietileno de Ultra-Alto Peso Molecular (PEUAPM), também na unidade de La Porte. Nos Estados Unidos, a Braskem possui atualmente três fábricas de PP localizadas no Texas, outra unidade na Pensilvânia e uma quinta planta situada em Virgínia Ocidental, totalizando uma capacidade de produção de aproximadamente 1,5 milhão de toneladas por ano. A Braskem também produz polipropileno no Brasil e na Alemanha.

O projeto da nova planta de PP está sendo desenvolvido de acordo com o compromisso da Braskem com a sustentabilidade, observando ecoindicadores como emissões, eficiência hídrica e energética, além de reciclagem e redução do volume de resíduos. O polipropileno é uma das resinas termoplásticas mais empregadas no mundo do plástico, sendo utilizada para a fabricação de autopeças, embalagens, não-tecidos, brinquedos e inúmeras outras aplicações.

Fonte: Braskem

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​Mercado de fraldas para adultos cresce e demanda inovação

02/05/2017

*Por Michel Brunetto (líder de aplicação tecnológica da área de Higiene e Saúde da Dow para América Latina)

O mercado de higiênicos cresce em todo o mundo e na América Latina o Brasil é o país que mais se destaca. Dados do Euromonitor mostram que somos o terceiro mercado mundial, com vendas que representam 4,3% do volume total, e o segundo em crescimento, ficando atrás apenas da China. Este avanço é, em boa parte, resultado do crescente envelhecimento da população. Analisando especificamente o mercado de fraldas para adultos, a perspectiva é de crescimento contínuo em função do aumento da expectativa de vida da população e de maior atividade das pessoas com mais de 65 anos, muito além das gerações anteriores.

As tendências para esse mercado adulto estão em linha com as necessidades gerais do mercado de higiênicos: eficiente barreira à líquidos, suavidade, elasticidade, espessura reduzida e baixo ruído. Boa parte destas características são conferidas pelos filmes plásticos e não-tecidos com que são confeccionadas as fraldas. Esse conjunto possibilita maior qualidade de vida para os adultos que possuem incontinência urinária – cerca de 20% da população idosa – e que precisam de fraldas confortáveis, confiáveis e o mais discretas possíveis, para que possam desenvolver todas as suas atividades sem que as fraldas sejam percebidas.

Nas fraldas geriátricas, cada um destes materiais possui características específicas:

  • Não tecidos: podem ser bicomponentes – compostos por polietileno e polipropileno – ou monocomponentes de polietileno, fornecendo suavidade e sensações não antes alcançáveis com não tecidos 100% polipropileno;
  • Filmes e laminados (união de filme com não tecido): proporcionam backsheets cada vez mais finos, com excelentes processabilidades e alta barreira à liquido. Demandam menor consumo de matérias-primas e conferem reduzida espessura aos produtos finais, ao melhorar a performance e a maleabilidade, além de diminuir o ruído durante o uso do produto.
  • Filmes elásticos e não tecidos extensíveis: proporcionam mais conforto e confiabilidade ao produto, uma vez que se ajustam melhor ao corpo.

Entre os principais atributos exigidos, a suavidade é uma das tendências mais duradouras em produtos higiênicos. A maturidade dos consumidores desses produtos lhes permite perceber as diferenças e buscar por produtos mais macios. Entretanto, a suavidade é um conceito subjetivo e pode ser interpretada de diferentes formas de pessoa para pessoa. Pode ser medida pelo caimento e maleabilidade, pelo “toque de seda” ou “toque de algodão”, ou pela sensação de “fofura”. Desta maneira, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento tornaram possível produzir fraldas com melhores características, usando as matérias-primas mais adequadas para atingir o diferencial desejado.

Já o conforto está intimamente relacionado à elasticidade e maleabilidade. Afinal, a função primeira da fralda é absorver e reter, e quanto melhor ajustada ao corpo ela estiver, menor o risco de vazamentos e maior o conforto para o usuário. Além disso, uma melhor maleabilidade e reduzida espessura dos filmes também são essenciais para o público adulto, pois evitam barulho durante a movimentação, o que poderia gerar constrangimentos para o usuário.

Para reunir todas essas características os donos de marca precisam de produtos desenvolvidos a partir de resinas elaboradas para otimizar cada uma dessas aplicações.

Nesse mercado promissor, a concorrência também é acirrada e é preciso estar preparado.  No Brasil, as fraldas para adultos continuam a ganhar mercado e a expectativa é de crescimento anual de 8% até 2020. Além disso, os produtos de incontinência leve registraram a taxa de crescimento mais rápida em 2015, com um aumento de 21% no valor das vendas. A incontinência ainda é um forte tabu e, assim, há espaço para produtos que são menos visíveis sob roupas e voltados para usuários mais ativos com problemas pequenos ou moderados de incontinência. Ou seja, há um grande mercado para conquistar e, nesta jornada, os melhores produtos, feitos com materiais de alta tecnologia, têm mais chances de se destacar e ganhar a preferência dos consumidores.

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Braskem desenvolve nova resina para aplicação em peças técnicas

17/04/2017

Solução rígida para suportar peso e resistente ao impacto em baixas temperaturas

Buscando aprimorar seu portfólio de produtos e se antecipar às demandas do mercado, a Braskem lançou a resina CG 210N. Segundo a empresa, trata-se de um copolímero heterofásico com excelente balanço de propriedades, utilizada para promover melhor desempenho de ciclos de injeção rápida. A novidade pode ser utilizada para o mercado agrícola, automotivo, de eletrodomésticos e brinquedos – peças que requerem maior rigidez.

Entre as vantagens da nova resina, afirma a Braskem, está a elevada rigidez para suportar empilhamento e boa resistência ao impacto à baixa temperatura – ideal para aplicação de peças técnicas de paredes finas. Além disso, a resina proporciona ganhos no ciclo de produção, garantindo maior produtividade, mas preservando as propriedades da peça e respeitando o seu design, garante a empresa. “A nova resina entra em um mercado de aplicação em que a Braskem ainda não atuava e, para o desenvolvimento deste material foi uma ação conjunta das áreas comercial, engenharia de aplicação, produto e industrial”, afirma Daniel Horácio, da área de Desenvolvimento de Produto de Polipropileno.

A resina, que foi originalmente desenvolvida para o agronegócio, mais precisamente para caixas agrícolas, tem o objetivo de aumentar a integridade dos produtos, com soluções de qualidade e competitividade de custos. “Com o material é possível garantir maior confiabilidade no processo logístico, manuseio e armazenagem dos materiais em comparação com sucedâneos como as caixas de cartão. Esses atributos são importantes diferenciadores para qualquer negócio, principalmente quando a logística é longa, em especial o processo de exportação”, complementa Paulo Mattos, da área de Negócios Internacionais.

Fonte: Braskem

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Dow traz para a Feiplastic resina plástica que compatibiliza PE e PP

30/03/2017

Intune™ Propylene OBC, com inovadora estrutura molecular, permite que produtos produzidos com materiais reciclados a partir desses dois componentes tenham a mesma qualidade daqueles elaborados com matéria-prima virgem

Uma das grandes dificuldades em se obter um material de qualidade oriundo da reciclagem de polietileno e polipropileno é causada pela impossibilidade de separação total destes materiais que são, originalmente, incompatíveis. Com isto, o resultado da reciclagem é um produto final de menor qualidade. Solucionar esta questão era algo que o mercado há muito vinha demandando para permitir uma reciclagem mais eficiente e a produção de produtos melhores e mais sustentáveis.

Assim, a área de Elastômeros da Dow investiu no desenvolvimento da resina Intune™ Propylene OBC. Este material, ao ser adicionado à formulação do produto, torna o polietileno e o polipropileno compatíveis, assegurando melhor qualidade ao produto final, comparável à matéria-prima virgem, afirma a Dow.

“Muitas vezes a indústria precisa unir duas soluções para obter características que não são encontradas em apenas um produto. E é justamente nisso que a tecnologia Intune™ Propylene OBC, da Dow, se destaca. O material combina propriedades dos polímeros polietileno e polipropileno, como resistência, flexibilidade e transparência, aumentando as possibilidades de aplicação desses polímeros e facilitando o processo de reciclagem. Intune™ Propylene OBC é um material inovador no mercado em função de sua arquitetura molecular diferenciada em bloco”, explica Marcello Mori, diretor Comercial da Dow para Elastômeros na América Latina.

Segundo a Dow, ao permitir possibilidades de combinações de propriedades dos dois materiais, a resina amplia o leque de aplicações de suas blendas e reúne seus benefícios em um único produto. Entre os objetos que podem ser reciclados e voltar ao mercado com qualidade similar estão caixas de utilidades domésticas, engradados de bebidas, móveis para jardim, entre outros. Além das aplicações destinadas ao mercado de reciclagem, Intune™ Propylene OBC também pode ser utilizado em blendas de polímeros virgens para melhorar ainda mais suas propriedades. Alguns exemplos são tambores moldados por sopro, tanques e caiaques produzidos por rotomoldagem, caixas transparentes de utilidades domésticas, além de embalagens flexíveis obtidas por extrusão de estruturas multicamadas.

Serviço
FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 3 a 7 de abril de 2017
Horário: das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.feiplastic.com.br

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Milliken apresentará clarificante para embalagens termoformadas em PP durante a Feiplastic 2017

11/02/2017

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Produto confere ao polipropileno (PP) alta transparência, aliando aspectos ideais para embalagens alimentícias a vantagens ambientais e comerciais do material

A Milliken, empresa global de especialidades químicas, revestimento e materiais de alto desempenho, participa da FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico, que acontece de 3 a 7 de abril, em São Paulo, com um produto inovador. Trata-se do clarificante concentrado NX UltraClear®, que, segundo a empresa, proporciona ao polipropileno (PP) alta transparência, ideal para a confecção de embalagens e recipientes cujo conteúdo precisa estar protegido e à vista. A Milliken afirma que a ação do clarificante é capaz de superar o tradicional aspecto translúcido do PP em embalagens termoformadas (moldadas a altas temperaturas), criando uma transparência similar àquela do PET e PS (poliestireno), mas com os benefícios ambientais e de desempenho do Polipropileno.

Edmar Nogueira, Gerente Técnico da Milliken, explica que o uso do PP apresenta vantagens tais como a baixa pegada de carbono durante a produção da resina, a baixa densidade do material e altos valores de recuperação de energia. “O PP consome uma menor quantidade de energia durante sua produção, quando comparado com outros plásticos, e sua baixa densidade resulta em menor volume de resíduos. É um plástico ideal para a economia circular”. A diferença de peso entre embalagens de PP e outros materiais está normalmente entre 15% e 20% a menos para o polipropileno. A resistência ao calor do PP permite o uso em micro-ondas, agregando conveniência à embalagem, afirma a empresa

Além do uso em termoformagem o clarificante Millad NX8000®, presente no concentrado, também é utilizado em outras aplicações como frascos, utensílios domésticos e outros recipientes.

O segmento de embalagens é o que tem maior presença na FEIPLASTIC 2017. Pesquisa realizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora do evento, ouviu pessoas que já visitaram outras edições da feira, além de profissionais que atuam em toda a cadeia produtiva do setor plástico, e aponta que o segmento de “embalagens” é o que leva mais profissionais a visitar a feira, a fim de procurar novos produtos e lançamentos, entre outras razões.

De acordo com essas sondagens, chama a atenção o fato de que 96% dos pesquisados disseram que vão visitar a FEIPLASTIC 2107. Desses, 15% trabalham diretamente com embalagens. Outro segmento representativo, o de transformadores de plásticos, responde por 11% dos profissionais que visitam a feira, seguido por “produtos de borracha e plástico” (10%) e “matérias-primas e insumos” (7%).

Sobre a Milliken: A Milliken atua no setor de revestimentos, especialidades químicas e aditivos e tecnologias de coloração para uma variedade de aplicações desde plásticos automotivos até itens para crianças.

Com um expertise multidisciplinar, que inclui revestimentos de piso e materiais de performance, a equipe da Milliken compreende mais de 100 PhDs e acumula mais de 2.200 patentes nos EUA e mais de 5 mil patentes no mundo todo, desde sua fundação em 1865.

Sobre a FEIPLASTIC: Realizada desde 1987 como uma parceria entre a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico e a Reed Exhibitions Alcantara Machado como BRASILPLAST, e desde 2013 como FEIPLASTIC, é o mais importante e tradicional evento da América Latina. A FEIPLASTIC apresenta novas tecnologias das principais empresas que são referência no setor, em segmentos como plásticos, resinas, máquinas e reciclagem, proporcionando aos seus visitantes interação com o que há de mais moderno no mercado, além de geração de negócios e networking qualificado.

Serviço
FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 3 a 7 de abril de 2017
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
http://www.feiplastic.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Milliken

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SABIC constrói planta piloto na Holanda para desenvolvimento de novos grades de PP

22/11/2016

sabicpr281aA SABIC terá uma nova planta-piloto para desenvolvimento de novas gerações de polipropilenos em Sittard-Geleen, na Holanda, até o final de março do próximo ano. A planta, que utilizará a tecnologia de polimerização em fase gasosa, dará suporte à produção em plantas em escala industrial, situadas nas proximidades. A intenção é testar a produção de materiais que atendam às necessidades das diferentes indústrias, como a automotiva, de tubos, eletrodomésticos e embalagens avançadas.

A planta piloto é a mais recente de uma série de investimentos feitos pela SABIC na unidade de produção e P&D de Brightlands Chemelot, em Sittard-Geleen. A empresa abriu lá em Maio novas instalações de pesquisa. Lina Prada, diretora de Tecnologia Global de PP, diz que a planta piloto é mais uma demonstração do compromisso da SABIC de investir em inovação. “Quando ela der a partida no próximo ano, teremos muito mais capacidade de desenvolver novos materiais em PP para comercialização em nossos sites europeus atuais em Geleen e em Gelsenkirchen, na Alemanha”, diz Prada.

A SABIC está adotando uma abordagem rápida para a construção e instalação da planta-piloto. Ela contratou o projeto à Zeton, uma empresa que projeta e constrói plantas piloto e de escala de demonstração, com sedes em Enschede, Holanda e Burlington, Ontário, no Canadá. A Zeton desenvolveu um sistema montado sobre uma plataforma deslizante que acelera os tempos de implementação e permite uma completa flexibilidade de design. A planta dará partida em dezembro, depois que a Zeton construir e testar a planta em Enschede. De lá, a planta será parcialmente desmontada em aproximadamente 15 módulos para entrega em Geleen.

A SABIC está procurando, em particular, desenvolver grades com melhor rigidez / impacto, propriedades de fluxo e outras propriedades secundárias específicas, necessárias em diferentes indústrias. A SABIC planeja se concentrar no desenvolvimento de grades de impacto de polipropileno, bem como copolímeros aleatórios e homopolímeros. Também realizará experimentos em catalisadores avançados. A usina complementará as plantas piloto utilizadas pela SABIC em outros locais estratégicos e apoiará as iniciativas de inovação estratégica para atender às necessidades do mercado em constante evolução.

Fonte:  SABIC – Assessoria de Imprensa

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Amppleo, nova marca de resina de Polipropileno, é apresentada pela Braskem durante a Feira K

31/10/2016

Polipropileno utilizado na produção de espuma é alternativa mais eficiente para mercados automotivo, industrial, eletrodomésticos, embalagens e construção civil

braskem-amppleo

A Braskem lançou mundialmente a nova marca Amppleo, resina de polipropileno com propriedades de High Melt Strength (alta resistência do material fundido, em português). Com o produto, que foi especialmente desenvolvido para a produção de espumas de alta performance e que tem a versatilidade como uma de suas características, a empresa pretende estabelecer parcerias para o desenvolvimento de novas aplicações nos mercados automotivo, industrial, embalagens, construção civil e eletrodomésticos. O lançamento oficial aconteceu na Feira K, maior evento da indústria de plásticos e borrachas do mundo.

Segundo a Braskem, a resina é capaz de suportar temperaturas de até 100°C sem se deformar e possibilita a fabricação de espumas com ampla versatilidade de aplicações dentro de uma grande escala de densidade, que pode ir de 35 kg a 300 kg por metro cúbico, apresentando redução de peso frente a outros materiais e um bom isolamento térmico e acústico. Além disso, o material pode ser totalmente reciclado.

“Desenvolver uma resina de alta tecnologia demonstra não apenas a ampla capacidade da Braskem de inovar, mas também de ouvir e entender as necessidades dos clientes, oferecendo soluções diferenciadas e sustentáveis. As propriedades únicas dessa nova resina possibilitam uma grande variedade de aplicações e a oportunidade de desenvolver, em conjunto com a cadeia, produtos cada vez mais eficazes e versáteis”, afirma Walmir Soller, diretor do negócio de Polipropileno da Braskem.

O desenvolvimento da nova resina demandou esforços e recursos ao longo de anos, que agora posicionam a Braskem num seleto grupo de fabricantes mundiais que detém esta tecnologia de produção. As pesquisas para o desenvolvimento da Amppleo foram realizadas no Centro de Inovação e Tecnologia da Braskem no polo petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul, e no Centro de Inovação de Pittsburgh, nos Estados Unidos – que recentemente iniciou as operações de uma planta-piloto para produção de espumas.

Fonte: Braskem

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Braskem desenvolve nova resina de PP para a produção de espumas

24/09/2016

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Material leve, resistente e reciclável pode ser utilizado nos mercados automotivo, industrial, eletrodomésticos, embalagens e construção civil

A Braskem está apresentando ao mercado brasileiro uma nova resina de polipropileno (PP-HMS), com propriedades de High Melt Strength (alta resistência do material fundido, em português). Com o produto, que foi especialmente desenvolvido para a produção de espumas de alto desempenho e tem a versatilidade como uma de suas características, a empresa pretende estabelecer parcerias para o desenvolvimento de novas aplicações, visando os mercados automotivo, industrial, embalagens, construção civil e eletrodomésticos.

O PP-HMS permitirá o desenvolvimento de soluções mais leves, seguras e sustentáveis, sendo indicado, por exemplo, para o revestimento interno de veículos. O novo produto é capaz de suportar temperaturas de até 100°C sem deformar e possibilita a produção de espumas com ampla versatilidade de aplicações dentro da escala de densidade, que pode ir de 35 a 300 quilogramas por metro cúbico, afirma a Braskem. Além disso, o PP-HMS pode ser reciclado, sendo assim uma alternativa mais sustentável.

“Desenvolver uma resina de alta tecnologia demonstra não apenas a ampla capacidade da Braskem de inovar, mas também de ouvir e entender as necessidades dos clientes, oferecendo soluções diferenciadas e sustentáveis. As propriedades únicas dessa nova resina possibilitam uma grande variedade de aplicações e a oportunidade de desenvolver, em conjunto com a cadeia, produtos cada vez mais eficazes e versáteis”, afirma Walmir Soller, diretor do negócio de Polipropileno da Braskem.

Os estudos para o desenvolvimento do PP-HMS foram realizados no Centro de Inovação e Tecnologia da Braskem no polo petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul, e no Centro de Inovação de Pittsburgh, nos Estados Unidos, que recentemente partiu uma linha de produção de espumas em escala piloto para apoiar novos desenvolvimentos.

O lançamento oficial do novo produto será feito na Feira K, maior feira da indústria de plásticos e borrachas do mundo, realizado na Alemanha, de 19 a 26 de outubro.

Fonte: Braskem

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Embalagem de ráfia retorna ao mercado de sementes tratadas

27/04/2016

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Com a mudança da Instrução Normativa, resinas plásticas buscam espaço em setor que consome mais de 30 milhões de embalagens por ano

Produto capaz de garantir mais leveza e proteger contra a umidade, roedores e sujeira do ambiente, as embalagens de ráfia feitas com polipropileno da Braskem voltam ao mercado para o armazenamento de sementes tratadas após 10 anos.

A volta das embalagens de plástico foi possível após alteração, pelo Ministério da Agricultura, da Instrução Normartiva nº9/2005. Se antes o armazenamento de sementes tratadas estava limitado a sacos feitos de papel (multifoliados), agora a regra permite o acondicionamento em outros tipos de embalagens, desde que sejam “embalagens novas, confeccionadas em material de comprovada durabilidade, resistência e eficiência técnica, que não ponham em risco a saúde humana ou animal”.

A solicitação para a mudança partiu da Braskem, Associação Brasileira dos Produtores de Fibras Poliolefínicas (Afipol), Embrapa e Comissão de Sementes e Mudas (CSM) do Paraná. Os estudos foram acompanhados pelo especialista em Patologia de Sementes da Embrapa de Londrina, Ademir Assis Henning, que realizou os experimentos apresentados ao Ministério da Agricultura. “Analisamos duas safras diferentes e observamos o comportamento das sementes nas embalagens multifoliadas de papel e de ráfia, feitas de polipropileno, por mais de 120 dias. Notamos que não houve prejuízos com o uso da ráfia. Pelo contrário, a embalagem plástica mostrou melhor performance para o manuseio do agricultor”, afirma Henning.

A embalagem de resina plástica apresenta inúmeras vantagens em relação à de papel, pois pode ser transparente, permitindo a visualização da cor e do tipo da semente, e oferece maior proteção contra a umidade, roedores e sujeira do ambiente, afirma a Braskem. Além disso, a embalagem é também mais resistente e leve, o que otimiza o processo logístico. “Foram dois anos intensos de trabalho para comprovar e apresentar os avanços tecnológicos e inovações promovidas pela indústria de embalagens e de sementes que colocaram novamente a embalagem de ráfia no mercado em condições de atender o segmento”, explica André Giglio, especialista de desenvolvimento de mercado da Braskem.

“Os produtores de sementes já utilizavam a embalagem plástica de ráfia nos produtos sem tratamento, por ser mais resistente. Com a mudança na norma, acreditamos que num curto período de tempo a procura pelo mercado de sementes tratadas deve aumentar”, relata Marcelo Vivolo, diretor geral da Embrasa.

Com a alteração da Norma desde outubro de 2015, os produtores de sementes com tratamento industrial ganharam mais uma opção de empacotamento e o segmento voltou a atuar em um mercado que consome mais de 30 milhões de embalagens por ano, qual pode corresponder a um volume de aproximadamente três mil toneladas/ano de resinas. “A tendência é que haja aumento no consumo da ráfia e já estamos vendo isso na nossa empresa com o aumento na procura. Temos pedidos fechados que vão até abril e clientes do país inteiro solicitando amostras para testar o produto”, afirma Jefferson Chezamoski, supervisor comercial da Procopio Indústria e Comércio.

“Esse trabalho realizado em parceria com a Afipol, Embrapa e CSM/PR é uma conquista que favorece toda a cadeia produtiva, trazendo benefícios até o consumidor final”, relata Marco Boix, líder comercial do segmento de ráfia da Braskem.

Fonte: Braskem

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Tecnologia Intune da Dow recebe prêmio Kirkpatrick de Engenharia Química

07/04/2016

A 43a. edição do renomado prêmio bienal Kirkpatrick Chemical Engineering Achievement Award reconhece os maiores destaques de tecnologias relacionadas à engenharia química em todo o mundo

A Dow, por meio de seu negócio de Elastômeros, foi premiada no 43º Kirkpatrick Chemical Engineering Achievement Award, por sua tecnologia Intune™. O reconhecimento é concedido pela revista Chemical Engineering, uma das mais tradicionais e reconhecidas no setor de engenharia química no mundo.

Criado a partir da plataforma exclusiva de copolímeros olefínicos em bloco da Dow, uma revolução em ciência de catalisadores e engenharia de reação, a tecnologia Intune™ possibilita a combinação de polietileno (PE) e polipropileno (PP), de forma que as melhores propriedades de cada um desses materiais seja mantida, afirma a empresa. Tal combinação de propriedades somente é possível graças à compatibilização promovida pelo Intune™ – uma vez que antes do desenvolvimento dessa inovação, a combinação destes materiais resultava em propriedades inferiores àquelas obtidas individualmente. A tecnologia oferece uma flexibilidade totalmente inédita aos processos de mistura e compatibilização desses importantes polímeros, possibilitando atender necessidades específicas de várias aplicações, assegura a Dow.

“O desenvolvimento da tecnologia Intune™ comprova que o negócio de Elastômeros da Dow é líder em inovação, desenvolvimento e comercialização de soluções únicas e diferenciadas para o mercado. Este novo material permite que os fabricantes e usuários finais possam desenvolver novos produtos pela obtenção de características únicas de dois polímeros que tipicamente não são compatíveis. Um exemplo seria ter num só produto as propriedades de flexibilidade do polietileno e a resistência a altas temperaturas do polipropileno. O Intune™ exemplifica como soluções inovadoras podem trazer benefícios de desempenho e custo para diversas aplicações, mercados, clientes diretos e indiretos. Essa nova tecnologia baseada na plataforma copolímeros de bloco poliolefinicos foi desenvolvida através do contato direto com toda a cadeia de valor, possibilitando obter uma família de produto que pode ajudar a mudar o cenário da indústria de plástico, celebra Marcello Mori, Diretor Comercial do negócio de Elastômeros da Dow para a América Latina.

A Dow afirma que a sua tecnologia Intune™ permite o desenvolvimento de materiais com misturas ou estruturas multicamadas contendo PE e PP, combinando os melhores atributos de cada material, como a tenacidade, processabilidade e excelente propriedade de selagem do PE com a rigidez, transparência e resistência à alta temperatura do PP. A tecnologia também possibilita atingir propriedades superiores em aplicações obtidas a partir de matéria-prima pós consumo e pós-industrial em que PE e PP não foram previamente segregados. Assim, é possível produzir material reciclado com alto valor agregado, afirma a empresa.

Fonte: Dow

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LyondellBasell conclui venda da Petroken na Argentina

09/02/2016

PetrokenA LyondellBasell comunicou em 05/02 ter concluído a venda de sua subsidiária argentina Petroquímica Ensenada (Petroken) para o Grupo Inversor Petroquímica (GIP), da Espanha.

O negócio foi de US $ 184m, segundo a LyondellBasell.

A Petroken é uma dos produtores líderes de polipropileno na Argentina, com uma capacidade de produção de 180.000 toneladas/ano. A planta (foto) está localizada em Ensenada, ao lado do Complexo La Plata da YPF.

O acordo havia sido anunciado originalmente em agosto de 2015, quando se mencionou que a LyondellBasell havia aceitado uma oferta conjunta da YPF e GIP. Na época, o acordo anunciado era de US $ 145 milhões, sendo que a YPF e a GIP passariam a ter, cada uma, participações de 50% na Petroken. Todavia, em Dezembro foi comunicado que o acordo havia sido adiado.

Agora, a LyondellBasell não fez menção a YPF quando anunciou a conclusão do negócio.

A venda da unidade Petroken é parte da estratégia de crescimento de longo prazo da LyondellBasell, à medida que a empresa continua a se concentrar em ativos e mercados que vão criar maior valor para os seus acionistas.

Fonte: LyondellBasell

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Braskem promove uso de polipropileno em embalagens de tintas

03/11/2015
Baldes de polipropileno para tintas

Baldes de polipropileno para tintas

Plástico contribui para a diminuição do aquecimento global e toxicidade, de acordo com estudo de Avaliação de Ciclo de Vida, apresentado pela Braskem na feira Abrafati 2015

A Braskem apresentou na feira Abrafati 2015 as principais vantagens técnicas e ambientais das embalagens para tintas produzidas a partir de polipropileno em comparação às manufaturadas em folha de flandres (laminado composto por ferro e aço e revestido com estanho). As principais vantagens do plástico se dão em relação ao aquecimento global e toxicidade, afirma a empresa.

Na comparação a alternativas de mesmo volume feitas em folhas de flandres, as embalagens de polipropileno provaram ser menos danosas ao meio ambiente, segundo a Braskem. Os dados foram reunidos em estudo de Avaliação de Ciclo de Vida, uma metodologia que analisa os impactos ambientais potenciais ao longo da vida de um produto ou serviço. O estudo foi realizado pela consultoria ACV Brasil e submetido a um processo de revisão técnica pela KPMG.

De acordo com o levantamento, afirma a Braskem, se 1 milhão de litros de tinta fosse envasado em embalagens plásticas de 3,6 L em vez de embalagens de folha de flandres, seria evitada a emissão de 58 toneladas de CO2 – o que é equivalente a um carro percorrer o trajeto de 222 mil km -, além de um volume de chuva ácida suficiente para encher 1.262 piscinas olímpicas.

“A sociedade e o mercado, em particular, estão cada vez mais preocupados com a sustentabilidade de seus produtos, e essa preocupação deve, necessariamente, passar pelas embalagens. Por isso, escolhemos a Abrafati para apresentar o estudo, já que é o mais importante evento do setor de tintas, e para o qual é de extrema relevância apontar as características que fazem do plástico um material mais econômico e mais amigável ao meio ambiente”, afirma Marco Antonio Cione, diretor Comercial de Polipropileno da Braskem.

ACV – A Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) é uma técnica para avaliação dos aspectos ambientais e dos impactos potenciais associados a um produto, compreendendo as etapas que vão desde a retirada da natureza das matérias-primas que entram no sistema produtivo até o produto final. Esta análise permite que a Braskem compreenda cada vez mais o impacto ambiental de seus produtos ao longo do ciclo de vida. Desde 2005, a companhia utiliza a metodologia de ACV e, hoje, já possui 58 estudos.

Fonte: Braskem

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Braskem leva inovações em plástico ao Aeroporto do Galeão no Rio

30/09/2015

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Produtos como Bubbledeck, telhas de PVC e tubos de polietileno estão entre os produtos utilizados nas obras de ampliação do aeroporto

O RIOgaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim, segue em ritmo acelerado para conclusão das obras de melhoria de infraestrutura para os Jogos Olímpicos de 2016, com investimento de R$ 2 bilhões. Com o objetivo de oferecer um espaço mais amplo, moderno e funcional, o Consórcio Construtor Galeão, liderado pela Odebrecht Infraestrutura, investiu em diversas soluções inovadoras, como produtos em plástico para as áreas de estacionamento, cobertura e drenagem.

A Braskem, em parceria com alguns clientes, foi a responsável pelo fornecimento dos materiais. No total, foram aplicados mais de 544 toneladas de plásticos em aplicações como Bubbledeck, telhas de PVC e tubos de polietileno. Os produtos estão em todas as etapas da construção, desde a fundação até os acabamentos.

“Estamos fazendo grandes trabalhos de laboratório com a Braskem. O resultado é um produto com tecnologia mais avançada, mais sustentável e econômico em termos de sistemas construtivos”, afirma Eder Campos, diretor-executivo da Precon Material de Construção, empresa responsável pela fabricação das telhas de PVC. Mais leves, resistentes e duráveis, as telhas foram aplicadas nos canteiros da obra no Galeão, numa área de 1.046 m². A escolha foi feita considerando a necessidade de um produto econômico e versátil, sem abrir mão das características estéticas.

Já a aplicação Bubbledeck, composta por esferas de polipropileno inseridas de forma uniforme entre duas telas de aço, foi utilizada nas lajes de 44.696 m² do Edifício Garagem do aeroporto, que ganha quatro novos pisos e mais de 2 mil vagas. Utilizada pela primeira vez em um projeto de infraestrutura aeroportuária no Brasil, a tecnologia reduz em 25% o uso de concreto na obra, segundo a Braskem, contribuindo para uma emissão de CO2, em média, 46 kg menor por m² de laje construída.

Por fim, os tubos de polietileno substituíram estruturas que antes eram de concreto. 6.888 metros de tubulações garantiram o novo sistema de drenagem, que agora possui maior resistência mecânica e estrutural, segundo a Braskem, além de alto desempenho hidráulico.

Para Walmir Soller, diretor de polipropileno da Braskem, o empenho em fomentar a inovação na cadeia petroquímica tem garantido o desenvolvimento de tecnologias cada vez mais eficientes. “Inovar é preciso. E, em parceria com clientes, temos conseguido transformar conhecimento em aplicações sustentáveis, alinhadas com as demandas da sociedade atual. O plástico é um material muito versátil e acessível, que deve ganhar cada vez mais espaço no setor de construção civil no país”, afirma.

A obra

Desde agosto de 2014, mais de 4 mil profissionais realizam obras para melhoria de infraestrutura do aeroporto. As novidades incluem a construção de um novo Píer de embarque, a reforma do Terminal de Passageiros 2 e ampliação do Edifício Garagem.

O projeto de grande porte vai adicionar ao aeroporto 26 novas pontes de embarque doméstico e internacional em uma área de 100 mil m². Além disso, terá mais 260 mil m² de pátio das aeronaves.  O Terminal 2 ganhará nova área comercial, além de novos balcões de check-in, migração e raio-x. O Edifício Garagem ganhará quatro novos pisos e mais de 2 mil novas vagas.

Fonte: Braskem

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Starlinger lança tear para produção de tecido de Polipropileno durante Feiplastic

11/05/2015

Feiplastic_StarlingerO grande lançamento da Starlinger do Brasil na Feiplastic 2015 foi o novo tear circular para produção de tecido de polipropileno (ráfia), modeloFX 6.0, que tem velocidade 20% maior que o modelo antecessor, rodando a 1.200 inserções por minuto, segundo a empresa. Além disso, afirma a Starlinger, o novo desenho de seus principais componentes faz com que o consumo de energia seja significativamente inferior. A utilização de novos materiais na confecção das partes também fez deste tear um modelo menos propenso a manutenções preventivas.

Fonte: Starlinger; ; Foto: Reed Exhibitions Alcantara Machado

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