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Covestro expande portfólio de produtos de TPU derivados de fontes alternativas

19/10/2021

Tênis como os da foto poderão começar a ser fabricados com TPU oriundos parcialmente de fontes renováveis, com certificação ISCC Plus,  já no ano que vem

  • Produção de termoplástico de poliuretano (TPU) com pegada de carbono reduzida
  • Disponibilidade prevista para início de 2022

Como parte de seu programa rumo à economia circular, a Covestro segue com a expansão de seu portfólio de produtos derivados de fontes alternativas. Desta forma, a linha de produtos será expandida, com a inclusão de termoplásticos de poliuretano (TPU) certificados por balanço de massa a partir do início de 2022.

Segundo a empresa, os novos produtos são fabricados a partir de matérias-primas bioatribuídas e possuem uma pegada de carbono reduzida, na comparação com seus similares de origem fóssil. Ao mesmo tempo, esses produtos baseados em fontes de matérias-primas alternativas, de composição certificada por balanço de massa, fornecem a mesma qualidade e propriedades, além da possibilidade de serem integrados diretamente aos processos de produção das indústrias, sem necessidade de adaptações na linha. Neste contexto, os produtos finais serão certificados de acordo com o padrão ISCC Plus.

O ISCC (“International Sustainability and Carbon Certification“) é um sistema internacionalmente reconhecido para a certificação de sustentabilidade de biomassa e bioenergia. O padrão se aplica a todos os estágios da cadeia de valor e é reconhecido internacionalmente.

“Estou animada em saber que, em breve, poderemos ajudar nossos clientes das indústrias automotiva, eletroeletrônica, calçadista e tantas outras, a reduzirem sua pegada de carbono com esta solução pronta”, afirma Andrea Maier-Richter, Head Global de TPU da Covestro. “Com a certificação ISCC Plus, queremos fornecer mais transparência – desde a compra de matéria-prima, passando por nossa produção e distribuição, até o uso do cliente. Este é um importante passo para alcançarmos nossa visão de sermos totalmente circulares”.

Maior gama de TPUs mais sustentáveis

A Covestro já lançou vários produtos de TPU baseados em fontes alternativas nos últimos anos, conforme cresce o interesse dos consumidores por produtos mais sustentáveis. No dia 28 de outubro, a Covestro oferece um webinar sobre este tema como parte da série de eventos CE Days.

A marca de artigos esportivos Vaude, por exemplo, pretende usar uma entressola de espuma feita parcialmente de TPU de base biológica em sua nova bota de escalada Lavik Eco. Outros tipos de produtos contêm um componente fabricado com matérias primas oriundas parcialmente do CO2, em vez de matérias-primas de origem fóssil. A linha de TPU da marca Desmopan também inclui uma gama de produtos totalmente reciclados. Eles são utilizados, por exemplo, em capas para smartphones da marca holandesa Fairphone.

Os poliuretanos termoplásticos são plásticos muito versáteis. Eles possuem uma variedade de durezas, são flexíveis e resistentes, sendo altamente adequados para uma série de aplicações.

Balanço de massa cria transparência

O fornecimento de produtos baseados em fontes de matérias-primas alternativas, de composição certificada por balanço de massa, é parte do programa global da Covestro para alinhar-se totalmente à economia circular. O foco em fontes alternativas inclui matérias-primas de base biológica, resíduos plásticos e CO2, além da utilização de energia de fontes renováveis. A empresa também vem colaborando com parceiros no desenvolvimento de tecnologias inovadoras de reciclagem.

No conceito de balanço de massa, as matérias-primas fósseis e alternativas são misturadas na produção, mas tratadas separadamente em sua contabilização. O método de cadeia de custódia permite o rastreio dos materiais em toda a cadeia de valor e permite que recursos alternativos, tais como componentes bioatribuídos, sejam alocados para produtos finais selecionados. Até o momento, três sites de produção da Covestro na Europa e Ásia-Pacífico já foram certificados por seguirem o padrão ISCC Plus.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Covestro promove 2ª Trilha da Sustentabilidade para a indústria calçadista

23/09/2021

No dia 28 de setembro, a partir das 16h30, a Covestro, em parceria com a Assintecal, promove a 2ª edição da Trilha da Sustentabilidade.

O evento visa abordar os aspectos econômico, social, cultural e ambiental da sustentabilidade e economia circular e seus impactos à toda a cadeia produtiva calçadista. Nesta edição, o webinar irá debater o tema de financiamento e modelos de negócios alavancando a economia circular, com apresentação de cases de empresas sobre sua trajetória em economia circular e conectando a indústria calçadista com a FINEP como financiadora de projetos voltados a economia circular. O objetivo é tornar a discussão sobre economia circular acessível e apoiar as empresas que possuem iniciativas a colocar a sustentabilidade em seu modelo de negócio.

O evento é gratuito e direcionado a empresários da indústria calçadista. As inscrições podem ser feitas por este link.

Confira quem são os palestrantes:

Henrique Vasquez Féteira do Vale é gerente do Departamento de Química, Metalurgia e Materiais (DQMM) da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos). Doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal Fluminense, atua na coordenação de diversos programas de financiamento para projetos de desenvolvimento tecnológico.

Paulo Garbelotto é responsável pelo Comercial e Marketing na Oryzasil Sílicas Naturais, indústria química moderna e sustentável cuja missão é contribuir para um perfil de baixo carbono para as empresas de solados para calçados. Paulo é graduado em Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos com pós-graduação em Polímeros. Tem experiência em negócios a nível global, acumulada na indústria química, atuando em empresas multinacionais e com produtos para mercados como borracha, plásticos, tintas, e segmentos ligados aos cuidados pessoais, higiene e limpeza, alimentação humana e animal. É o diretor-presidente da Associação Brasileira de Tecnologia da Borracha (ABTB).

Moisés Weber é CEO da Plastiweber Circular Plastics, a primeira empresa das Américas a produzir plástico reciclado certificado EuCertPlast. É administrador, pós-graduado em Gestão de Empresas pela FGV. Moisés é sócio da Lauro Weber Agrícola e da Werde – Circular Consult, reciclador de embalagens há mais de 20 anos, e pioneiro na implantação de conceitos da Economia Circular em seus negócios.

Sobre a Covestro: Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Covestro apresenta balanço com fortes resultados no segundo trimestre

06/08/2021

  • Boa recuperação da demanda e tendência positiva de preços persistem
  • Segundo trimestre forte com fôlego para maior lucro
  • Aumento de 35% nos volumes principais de vendas
  • Vendas totais de mais de 3,9 bilhões de euros (+83,5%)
  • EBITDA sobe para 817 milhões de euros (>500%)
  • Receita líquida totaliza 449 milhões de euros
  • Forte aumento no fluxo de caixa operacional livre, para 374 milhões de euros
  • Confirmado aumento do guidance de lucros, anunciado em 12/07
  • Base para crescimento sustentado: nova estrutura do Grupo desde 1º de julho

No segundo trimestre de 2021, a Covestro beneficiou-se de uma forte recuperação contínua na demanda global em comparação com um fraco 2º trimestre de 2020, decorrente da pandemia de coronavírus. A área de Resinas & Materiais Funcionais (RFM), adquirida da DSM com vigência a partir de 1º de abril de 2021, também foi consolidada pela primeira vez. Como resultado, o Grupo teve alta significativa nos volumes principais de vendas, de 35% em relação ao ano anterior, dos quais cerca de 10% podem ser atribuídos à consolidação inicial dos negócios da RFM.

Ao mesmo tempo, interrupções não planejadas na produção nos Estados Unidos por razões climáticas e gargalos contínuos na disponibilidade de matérias-primas impactaram negativamente a disponibilidade dos produtos – limitando também o potencial de crescimento de todos os segmentos no segundo trimestre de 2021. Além do crescimento dos volumes, os preços de venda substancialmente mais altos provocaram um aumento nas vendas de 83,5%, na relação com o ano anterior, chegando a mais de 3,9 bilhões de euros. Como resultado do crescimento de volumes e do aumento geral das margens, o EBITDA subiu para 817 milhões de euros (ano anterior: 125 milhões de euros). Esse resultado também inclui efeitos negativos isolados de 35 milhões, ligados à consolidação da RFM. A receita líquida no segundo trimestre de 2021 foi de 449 milhões de euros (ano anterior: -52 milhões de euros), e o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) cresceu significativamente para 374 milhões de euros (ano anterior: 24 milhões de euros).

“No segundo trimestre, pudemos seguir perfeitamente no curso positivo que os negócios tiveram no primeiro trimestre. A reorganização da nossa empresa desde 1º de julho também nos coloca mais próximos dos nossos clientes e em posição ideal para atender requisitos específicos do mercado”, afirma Markus Steilemann, CEO da Covestro. “Estamos iniciando o segundo semestre do ano com grande fôlego e continuaremos a todo vapor na concretização da nossa visão de nos tornarmos totalmente circulares.”

Previsão de maior lucro confirmada para o ano completo de 2021

Diante do seu desempenho comercial positivo, a Covestro já havia aumentado seu guidance de lucro para 2021, em 12 de julho de 2021. A empresa confirma hoje esse guidance. O Grupo prevê um EBITDA entre 2,7 bilhões e 3,1 bilhões de euros, devido à melhor perspectiva de margens no segundo semestre do ano. Espera-se que o FOCF fique entre 1,6 bilhão e 2 bilhões de euros e o retorno sobre o capital empregado (ROCE) seja de 16 a 20%. Há expectativa (inalterada) de crescimento de 10 a 15% do volume principal, dos quais 6% podem ser atribuídos aos negócios da RFM.

“Seguimos nos beneficiando da alta demanda contínua e da tendência positiva sustentada de preços no segundo trimestre, enquanto mantemos nossa disciplina de custos. Além disso, os negócios da RFM foram totalmente consolidados pela primeira vez”, destaca Thomas Toepfer, CFO da Covestro. “Nossos fortes resultados operacionais são mais uma prova da lógica estratégica por trás dessa aquisição. Agora manteremos esse impulso positivo nos lucros no terceiro trimestre.”

Base para crescimento sustentado: nova estrutura do Grupo

Com o realinhamento da estrutura do Grupo, a Covestro atingiu um primeiro marco ao implementar sua estratégia “Sustainable Future”, apresentada em fevereiro de 2021. A companhia reorganizou com sucesso suas três unidades de negócios anteriores – Poliuretnos, Policarbonatos e Coatings, Adesivos & Especialidades – em sete novas entidades corporativas desde 1º de julho de 2021. Essas entidades são organizadas de acordo com seus fatores de sucesso, sob medida para as necessidades dos clientes e requisitos de mercado específicos. Isso possibilita à empresa alinhar sistematicamente os processos e produtos às necessidades dos clientes, aumentando seu foco em rentabilidade e sustentabilidade. No futuro, a Covestro irá reportar sua nova estrutura nos relatórios financeiros nos segmentos de Materiais de Performance e Soluções e Especialidades. O primeiro relatório da Covestro neste formato será emitido ao fim do terceiro trimestre de 2021, em 8 de novembro de 2021.

Forte desempenho em todos os segmentos: crescimento em volumes e vendas

No segundo trimestre de 2021, o segmento de poliuretanos teve um crescimento nos volumes principais de vendas de 27,8% em comparação com o trimestre do ano anterior. Os volumes vendidos subiram em todas as principais indústrias consumidoras, em todas as regiões. As vendas do segmento, totalizando cerca de 1,8 bilhão de euros, mais que dobraram em comparação com o trimestre do ano anterior (913 milhões de euros). Isso se atribui principalmente a um aumento nos preços médios de venda e nos volumes totais vendidos. Somando-se às margens maiores, isso levou a uma forte elevação do EBITDA para 452 milhões de euros (ano anterior: -24 milhões de euros).

No segmento de policarbonatos, os volumes principais de vendas subiram 15,4% no segundo trimestre de 2021 em relação ao trimestre do ano anterior. Essa mudança deve-se principalmente ao crescimento, observado em todas as regiões, dos volumes vendidos nos setores automotivo e de transportes. A alta nos volumes totais vendidos e nos preços de venda causou um aumento de 56,6% nas vendas, para cerca de 1 bilhão de euros (ano anterior: 648 milhões de euros). A melhora substancial das margens e o crescimento dos volumes totais vendidos elevou o EBITDA para 260 milhões de euros (ano anterior: 96 milhões de euros).

Os volumes totais vendidos no segmento de Coatings, Adesivos e Especialidades cresceram 133,5% em relação ao trimestre do ano anterior. Esse efeito pode ser atribuído quase 100% à consolidação inicial dos negócios da RFM. Essa mudança de portfólio, junto com o aumento nos volumes e nos preços de venda, resultou em 926 milhões de euros em vendas (ano anterior: 443 milhões de euros). Consequentemente, o EBITDA mais que dobrou sobre o ano precedente, subindo para 134 milhões de euros (ano anterior: 60 milhões de euros).

Primeiro semestre de 2021: recuperação substancial da demanda

Uma recuperação substancial da demanda em todas as principais indústrias consumidoras resultou em um aumento de 18,9% nos volumes principais de vendas no primeiro semestre de 2021. Os preços mais altos de vendas, um aumento nos volumes totais vendidos e a alteração no portfólio fez com que as vendas no primeiro semestre do ano subissem 47,1% para cerca de 7,3 bilhões. Em particular, uma alta significativa nos preços de venda, que mais que compensou os preços elevados das matérias-primas, resultou em um EBITDA do Grupo de cerca de 1,6 bilhão de euros (ano anterior: 379 milhões de euros). A receita líquida no primeiro semestre de 2021 foi de 842 milhões de euros (ano anterior: -32 milhões), enquanto o FOCF atingiu 692 milhões de euros (ano anterior: -225 milhões de euros).

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Covestro cria base para crescimento sustentável com nova estrutura do Grupo

03/07/2021

  • Implementação da estratégia: nova estrutura a partir de 1º de julho
  • Princípio orientador: ser totalmente circular
  • Marco na implementação da nova estratégia alcançado
  • Negócios reorganizados em sete entidades
  • Relatórios financeiros em dois segmentos
  • Foco no cliente e em sustentabilidade

A Covestro reestrutura sua organização de forma efetiva em 1º de julho de 2021 após uma bem-sucedida reorganização de seus três segmentos anteriores – Poliuretanos, Policarbonatos e Coatings, Adesivos, Especialidades – para sete novas entidades personalizadas de negócios. A empresa atinge, desta forma, o primeiro marco na implementação de sua nova estratégia “Futuro Sustentável”, apresentada em fevereiro deste ano. A visão da Covestro de ser totalmente circular é o princípio orientador desta estratégia.

“Tratamos a sustentabilidade de forma séria e estamos trabalhando sistematicamente rumo à economia circular. Isso permitirá que a Covestro se posicione para o futuro”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Nossa nova estrutura agora é a base para o desdobramento da nossa estratégia e o atingimento de um crescimento sustentável. Seremos ainda melhores parceiros para nossos clientes e ainda mais competitivos”.

Orientação para as necessidades dos clientes e exigências do mercado

O Grupo posicionou ainda mais seus negócios com base nas exigências de cada mercado e os alinhou com as necessidades dos clientes.

Em sua nova estrutura, a Covestro organizou as sete entidades de negócios em um formato baseado nos fatores de sucesso de cada uma delas e integrou todas as atividades operacionais em toda a cadeia de valor crítica para o sucesso nestas novas entidades.

O Grupo agora distingue os dois novos segmentos “Soluções e Especialidades” e “Materiais de Performance”.

Soluções e Especialidades: Este segmento reúne seis entidades de negócios Uretanos Personalizados, Poliuretanos Termoplásticos, Coatings e Adesivos, Elastômeros, Plásticos de Engenharia e Filmes Especiais. O foco aqui está em produtos complexos com alto ritmo de inovação combinada com serviços de aplicação tecnológica.

Materiais de Performance: Esta entidade forma um segmento separado reunindo os negócios de policarbonatos, uretanos padrão e químicos básicos. O foco do segmento está no fornecimento confiável de produtos padrão a preços de mercado competitivos.

A partir do terceiro trimestre de 2021, a Covestro irá apresentar seu relatório financeiro com os dois novos segmentos – o próximo relatório será publicado em novembro.

Foco em crescimento sustentável

No segundo capítulo da estratégia – “Impulsionar o crescimento sustentável” – a Covestro combina o alinhamento consistente de seus produtos e processos com as necessidades dos clientes a um foco ainda maior em abordar a sustentabilidade de forma rentável.

“Queremos gerar crescimento sustentável. Isso significa que iremos alinhar nossos investimentos e aquisições de forma consistente aos aspectos de rentabilidade e sustentabilidade”, explica o CFO Thomas Toepfer. “Devido à otimização de alocação de nossos recursos, nossa nova estrutura agora nos permite desenvolver ainda mais nosso portfólio de maneira focada, investindo em segmentos de mercado atrativos e sustentáveis. Nossas atividades de crescimento terão uma orientação ainda mais clara”.

A visão de longo prazo da Covestro será realizada em seu terceiro capítulo estratégico: “Ser totalmente circular”. Como parte disso, o Grupo pretende acelerar a transformação para uma economia que seja neutra para o clima e conserve nossos recursos.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana, mostrando compromisso com a economia circular. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Covestro desenvolve processo para a reciclagem química da espuma flexível de poliuretano de colchões usados

05/04/2021

Pesquisador da Covestro Sebastian Scherf em experimento de reciclagem química de colchões de espuma de poliuretano

  • Processo inovador para recuperação das duas principais matérias-primas
  • Nova planta piloto para reciclagem química em operação

A Covestro afirma ter desenvolvido um processo inovador para a reciclagem química da espuma flexível de poliuretano (PU) de colchões usados; o processo se baseia na participação junto ao projeto PUReSmart, que é coordenado pela empresa Recticel. Este projeto recebeu financiamento do programa de inovação de pesquisa Horizon 2020 da União Europeia

Em média, os colchões contêm entre 15kg e 20kg de espuma, o que resulta em uma grande quantidade de resíduo ao final de sua vida útil. A espuma é basicamente feita a partir de duas importantes matérias-primas. Enquanto outras formas de reciclagem química concentram-se no processamento de uma delas, o processo da Covestro agora permite a recuperação das duas matérias-primas.

Recentemente, a Covestro também iniciou as operações em uma planta piloto para a reciclagem de espuma flexível no site de Leverkusen, na Alemanha, a fim de comprovar os resultados positivos obtidos em laboratório até então. A primeira fase focalizará a reciclagem de uma das matérias-primas, antes de seguir para os pilotos com a recuperação do segundo componente, ainda este ano.

O objetivo da Covestro com este projeto é industrializar os processos de reciclagem química para espumas flexíveis usadas e, por fim, revender ambas matérias-primas recuperadas.

Fechando ciclos de materiais

“O desenvolvimento desta inovadora tecnologia de reciclagem e o investimento na planta piloto são marcos importantes para a nossa visão de alinhamento da Covestro à economia circular”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Ao fazermos isso, queremos substituir os recursos fósseis na produção, reduzir ainda mais a pegada de carbono de nossos materiais e criar novas soluções para lidar com o resíduo plástico. A reciclagem química é particularmente promissora para este fim e precisa ser desenvolvida e utilizada mais intensamente, de forma geral. Além de tudo, ela deve estar na mesma base legal de outros métodos de reciclagem”.

Em cooperação com as empresas Recticel e Redwave – uma divisão da Wolfgang Binder GmbH – e como parte do projeto de pesquisa PUReSmart, a Covestro também desenvolveu uma solução inteligente de classificação para separar as diferentes espumas de PU de colchões pós-consumo, afirma a empresa. O software utiliza algoritmos para identificar de forma correta os tipos de espuma, o que aumenta a eficácia do processo de reciclagem. Este desenvolvimento é outro elemento da estratégia de digitalização da Covestro, combinado com as novas oportunidades que ele representa para as indústrias química e de plásticos.

Co-criação de um ecossistema circular

“Com base em nossas competências e experiências, nós queremos participar da formação de um novo ciclo de geração de valor”, afirma Daniel Meyer, Head Global do segmento de Poliuretanos da Covestro. “Para isso, contamos com a cooperação internacional de parceiros e o desenvolvimento de modelos de negócios inovadores. O objetivo é gerar novas oportunidades de negócios sustentáveis com nossos clientes, outros parceiros e para nós mesmos”.

O projeto é um importante passo que leva a visão de economia circular da Covestro a um novo patamar. O aumento da utilização de materiais usados contribui ainda mais para resolver o desafio social da eliminação sustentável desses resíduos e para alcançar os objetivos da União Europeia para a economia circular e para a proteção do clima e do ambiente.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Covestro conclui a aquisição da área de Resinas & Materiais Funcionais da DSM

02/04/2021

Covestro_DSM

  • Passo significativo para implementar a estratégia de longo prazo da empresa
  • Covestro será um dos principais fornecedores globais de resinas de revestimento sustentáveis
  • Aquisição acrescenta cerca de 1 bilhão de euros em receita
  • Implementação consequente da estratégia de crescimento sustentável

Em 1º de abril de 2021, a Covestro concluiu com sucesso a aquisição da área de Resinas & Materiais Funcionais (RFM) da empresa holandesa DSM. A transação recebeu aprovação das autoridades regulatórias após a Covestro e a DSM assinarem um acordo de aquisição no fim de setembro de 2020. A transação expande substancialmente o portfólio da Covestro de resinas de revestimento sustentáveis, tornando o Grupo um dos principais fornecedores mundiais nesse mercado em crescimento. A integração da área de RFM (na sigla, em inglês) expandirá a receita do Grupo em cerca de 1 bilhão de euros e adicionará mais de 20 unidades à sua rede de produção global.

“A aquisição da RFM da DSM é uma contribuição significativa para a implementação da nossa nova estratégia do Grupo: com esta transação, damos mais um passo importante rumo à sustentabilidade, ao mesmo tempo em que geramos crescimento sustentável”, afirma Markus Steilemann, CEO da Covestro. “Estamos ansiosos para conhecer nossos novos colegas e lhes dar calorosas boas-vindas à Covestro.”

Com a transação, a Covestro está expandindo seus negócios em diversas áreas. O Grupo já é um dos principais fornecedores globais de dispersões de poliuretano base água. A aquisição da RFM incorpora uma linha completa de resinas de poliacrilato base água, além de marcas fortes em termos de sustentabilidade, como Niaga®, soluções para manufatura aditiva e uma área de revestimentos solares avançados. Além disso, a Covestro está aperfeiçoando seu portfólio de tecnologias para incluir tecnologias híbridas base água, resinas de revestimento em pó e resinas de cura por radiação.

Sucheta Govil, Chief Commercial Officer da Covestro, disse: “Com esta transação, fortalecemos nosso amplo portfólio com mais produtos e tecnologias inovadoras que nos permitirão atender às necessidades dos nossos clientes de maneira otimizada. Agora o nosso foco é integrar as equipes, aproveitando talentos e fornecendo o melhor suporte possível aos clientes atuais e novos.”

Após uma análise abrangente, a Covestro tem expectativa de efeitos sinérgicos permanentes (“run-rate”) para acrescentar cerca de 120 milhões de euros ao ano a partir da integração total até 2025. Isso corresponde a aproximadamente dois terços do custo e um terço das sinergias de receita.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana, mostrando compromisso com a economia circular. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Covestro divulga resultados de 2020

24/02/2021

  • Queda de 5,6% nos volumes principais de vendas
  • Vendas totais de cerca de 10,7 bi de euros (-13,7%)
  • EBITDA confirma previsão, com cerca de 1,5 bi de euros (-8,2%)
  • Fluxo de caixa operacional livre sobe para 530 mi de euros (+12,1%)
  • Dividendos propostos de 1,30 de euros; nova política de dividendos
  • Realinhamento da estratégia para se tornar totalmente circular
  • 2021: expectativa de ano fiscal acima do nível pré-pandemia

Apesar de um quarto trimestre bem-sucedido, o Grupo Covestro não conseguiu compensar totalmente as enormes quedas relacionadas à pandemia ocorridas nos primeiros seis meses do ano passado. Em 2020, os volumes principais de vendas do Grupo caíram 5,6% em relação ao período do ano anterior. As vendas totais também diminuíram, com queda de 13,7% em relação ao último ano, para aproximadamente 10,7 bilhões de euros. Com a implementação de amplas medidas de corte de custos, a Covestro conseguiu limitar a queda do EBITDA a 8,2% em relação ao ano anterior, cumprindo as previsões para o ano fiscal de 2020 com aproximadamente 1,5 bilhão de euros (ano anterior: aprox. 1,6 bilhão de euros). A receita líquida totalizou 459 milhões de euros (-16,8%) e o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) subiu para 530 milhões de euros (+12,1%).

“Conseguimos fechar com sucesso esse ano tão fora da normalidade, mantendo nossa capacidade de reação em todos os momentos. Tomamos uma ampla gama de medidas para proteger nossos colaboradores, manter as cadeias de fornecimento ativas e expandir nossa posição de forte liquidez”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Assim, conseguimos atingir nossas metas estratégicas no ano fiscal de 2020. Definimos nossa visão para nos tornarmos totalmente circulares e demos um grande passo nessa direção, com o anúncio da aquisição do negócios de Resinas e Materiais Funcionais da DSM.”

No início do ano, a Covestro anunciou o plano de tornar-se totalmente circular. Para concretizar essa visão de longo prazo e implementar a circularidade em todas as suas áreas de atividades, o Grupo decidiu se concentrar em quatro tópicos: matérias-primas alternativas, reciclagem inovadora, soluções colaborativas e energias renováveis.

“As medidas decisivas que tomamos precocemente contribuíram muito para a entrega de fortes resultados. Apoiados por uma recuperação significativa na demanda a partir de meados do ano, retomamos a nossa trajetória de crescimento no segundo semestre de 2020 e geramos receita quase no mesmo nível do ano anterior”, diz o CFO Thomas Toepfer. “Em um ambiente ainda caracterizado pela incerteza, mantemos a atenção aos custos e continuamos a fortalecer nossa eficiência. Além disso, nos focalizaremos ainda mais em nossos clientes, a fim de gerar valor.”

Para se posicionar de maneira mais robusta na esteira da pandemia do coronavírus e garantir reservas de liquidez, a Covestro implementou numerosas medidas adicionais de corte de custos no último ano. Como resultado, o Grupo economizou um total de 360 milhões de euros a curto prazo. O programa de eficiência “Perspective”, lançado em 2018 e encerrado em 2020, também contribuiu com uma economia de 130 milhões de euros no ano fiscal de 2020.

A Covestro também buscou tomar vários tipos de medidas de financiamento em 2020. Desta forma, o Grupo alinhou seus instrumentos financeiros ao seu desempenho de sustentabilidade onde possível, destacando assim seu compromisso para tornar-se mais sustentável. O empréstimo de 2,5 bilhões de euros, assinado em março de 2020, foi atrelado ao seu rating ESG (Environment, Social, Governance), por exemplo. Quanto melhor o desempenho em ESG da Covestro, menor será o componente de juros do empréstimo.

Realinhamento da estratégia: visão como princípio norteador

Com a clara meta de tornar-se totalmente circular e como resposta para as constantes transformações do mercado, a Covestro realinhou a estratégia do Grupo.

Esse esforço concentra-se em um maior foco no cliente e no crescimento sustentável. A partir de 1º de julho de 2021, a Covestro administrará seus negócios com uma nova e personalizada estrutura centrada em sete entidades de negócios alinhadas às necessidades do cliente e ao cenário competitivo. Além disso, o Grupo irá operar em duas áreas de negócios distintas, “Materiais de Performance” e “Soluções e Especialidades”.

Materiais de Performance: Esta área será constituída por uma entidade de negócios formada por Policarbonatos, Uretanos Padrão e Químicos Básicos.

Soluções e Especialidades: Esta área será constituída por seis novas entidades de negócios chamadas Uretanos Personalizados, Revestimentos e Adesivos, Plásticos de Engenharia, Filmes Especiais, Elastômeros e Poliuretanos Termoplásticos.

Com isso, a Covestro está alinhando de forma consistente seus produtos e processos às necessidades dos seus clientes com um foco ainda maior no tema de sustentabilidade, de forma rentável. No futuro, o Grupo aplicará critérios de sustentabilidade com ainda mais rigor ao realizar investimentos, aquisições e atividades de P&D. Como parte da sua transição para uma economia circular, a Covestro também está expandindo seu portfólio de produtos circulares.

“Nossa visão de nos tornarmos totalmente circulares está guiando a nova estratégia do Grupo. A nova estrutura cria um ponto de partida ideal para o futuro e nos posicionará para nos tornarmos significativamente mais competitivos”, segundo Steilemann. “Isso nos permitirá atender melhor às necessidades dos nossos clientes, tornar nossa empresa mais eficiente e eficaz e gerar um crescimento sustentável. Estamos realmente avançando na transformação para uma economia circular.”

Nova política de dividendos com maior foco em receita

A Covestro está adotando novas bases para o pagamento dos seus dividendos. A política de dividendos passa a se basear mais na receita do Grupo, com o percentual de dividendos perfazendo de 35% a 55% da receita líquida gerada pelo grupo. “Essa política de dividendos está mais atrelada à posição financeira geral da Covestro e nos permitirá elevar os dividendos em anos com receitas fortes”, diz Toepfer. Com base na performance atual, a Covestro planeja distribuir dividendos de 1,30 euro por ação pelo ano fiscal de 2020. Isso corresponde a um índice de distribuição de 55%.

Previsão para 2021: expectativa de ano fiscal acima do nível pré-pandemia de 2019

Para o ano fiscal de 2021, a Covestro espera um crescimento do volume principal entre 10% e 15%. Atribui-se cerca de 6% desse número à aquisição planejada do negócio de Resinas e Materiais Funcionais (RFM) da DSM. Além disso, a Covestro prevê que o FOCF fique entre 900 milhões e 1,4 bilhão de euros, com ROCE de 7% a 12%. Antecipa-se que o EBITDA do Grupo para o ano completo de 2021 fique entre 1,7 bilhão e 2,2 bilhões de euros. No primeiro trimestre de 2021, a projeção do EBITDA está na faixa de 700 a 780 milhões de euros.

Recuperação de demanda em todos os segmentos no segundo semestre de 2020

O segmento de Poliuretanos sofreu uma queda de 6,1% nos volumes principais de vendas no ano fiscal de 2020. Após uma queda de demanda em decorrência da pandemia no primeiro semestre do ano, notou-se uma melhora significativa no segundo semestre. Esse fenômeno, somado a uma posição competitiva vantajosa, levou a um aumento nos volumes principais de vendas. As vendas caíram 13,1% para 5,0 bilhões de euros no ano completo, principalmente devido à baixa dos preços médios de venda no ano e à queda nos volumes totais vendidos. O EBITDA caiu 3,5% para 625 milhões de euros, também devido à redução dos volumes vendidos. No entanto, a redução de custos decorrente das medidas de corte influenciou positivamente o EBITDA.

O segmento de Policarbonatos teve uma queda de 3,0% nos volumes principais de vendas no ano fiscal de 2020. A pandemia fez a demanda encolher nos primeiros seis meses. No segundo semestre do ano, no entanto, uma recuperação robusta da demanda alavancou os volumes principais de vendas para acima do ano anterior. As vendas caíram 14,1% para 3,0 bilhões de euros, principalmente devido à baixa dos preços de venda e à queda nos volumes totais vendidos. Em contraste, o EBITDA subiu 3,2% para 553 milhões de euros, uma tendência atribuída principalmente à queda dos preços das matérias-primas e uma redução de despesas em decorrência das medidas de cortes de custos.

Os volumes principais de vendas do segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades caíram 8,9% no ano fiscal de 2020. Nos primeiros seis meses do ano fiscal de 2020, os volumes principais de vendas diminuíram principalmente devido à queda acentuada da demanda decorrente da pandemia. No fim do ano, a demanda foi retomada e os volumes principais de vendas no quarto trimestre do ano fiscal de 2020 superaram os do ano anterior. As vendas do ano completo caíram 13,9% para 2,0 bilhões de euros, principalmente devido à baixa nos volumes totais vendidos e nos preços médios de venda. O EBITDA caiu 27,3% para 341 milhões de euros. Isso se deve ao declínio nos volumes vendidos, às margens mais baixas e às despesas com a aquisição planejada da DSM. No entanto, a redução de despesas decorrente das medidas de corte de custos teve impacto positivo sobre a receita. Além disso, o EBITDA no período do ano anterior havia sido positivamente impactado pelo efeito isolado da aquisição sucessiva de ações da DIC Covestro Polymer Ltd., sediada no Japão.

Quarto trimestre de 2020 bem acima do ano anterior

Os volumes principais de vendas no quarto trimestre de 2020 subiram 1,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. As vendas totais cresceram 5,0% para 3,0 bilhões de euros, em decorrência da alta nos preços de venda. Totalizando 637 milhões de euros, o EBITDA no quarto trimestre de 2020 mais que dobrou em comparação com o ano anterior. A receita líquida sofreu alta acentuada de 37 milhões de euros do trimestre do ano anterior para 312 milhões de euros. O FOCF também cresceu 19,4% no quarto trimestre, para 394 milhões de euros.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana, mostrando compromisso com a economia circular. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Covestro planeja novas plantas para dispersões de poliuretano e resinas de poliéster na China

09/02/2021

Planta de dispersões de poliuretano da Covestro em Xangai

  • Aumento significativo na capacidade produtiva
  • Aumento na demanda de revestimentos e adesivos base água na Ásia
  • Produtos compatíveis com o meio-ambiente, substituindo produtos base solvente
  • Aplicações versáteis em automóveis, mobiliário, têxteis e calçados

A Covestro planeja uma nova planta de produção para dispersões de poliuretano (PUDs) no Centro Integrado da Covestro em Xangai, na China (CISS). A nova unidade destina-se a atender à crescente demanda da região por revestimentos e adesivos ambientalmente amigáveis. Uma outra linha para resinas de poliéster, a partir das quais são produzidos as PUDs, também será construída lá. A nova planta deverá estar concluída em 2024.

“Com esses investimentos, estamos nos preparando para o crescimento contínuo da demanda por este tipo de produtos e ampliando nossa posição de líder global”, diz Michael Friede, head do segmento Coatings, Adesivos e Especialidades. “No futuro, os clientes continuarão a contar com a substituição de produtos à base de solventes por sistemas aquosos mais sustentáveis e com propriedades igualmente boas. Graças à nossa produção versátil, somos simultaneamente flexíveis e podemos atender a muitos requisitos diferentes.”

A Covestro desenvolve PUDs personalizados para uma ampla variedade de indústrias. A empresa afirma ser a líder em pesquisa e desenvolvimento de produtos e tecnologias de processos e dá suporte a clientes em todo o mundo com serviços técnicos.

Ampla área de aplicações

As áreas de aplicação das dispersões de poliuretano são bastante diversificadas. Por exemplo, as matérias-primas da Covestro das séries Bayhydrol UH, U e UV e Bayhytherm são usadas para camada de base na indústria automotiva e no mercado de repintura automotiva, bem como em revestimentos de madeira e mobiliário e revestimentos robustos para pavimentos. Os adesivos formulados com Dispercoll U são utilizados na fabricação de móveis e sapatos, bem como na indústria automotiva.

Os componentes de baixo teor de solventes desempenham também um papel importante na produção de têxteis revestidos e plásticos reforçados com fibras.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas no fim de 2019.

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Covestro recebe primeira remessa de benzeno sustentável para fabricação de precursor de espumas de poliuretano rígidas

27/01/2021

  • Total entrega 2 mil toneladas de benzeno com certificação ISCC Plus
  • Covestro utiliza benzeno na produção de importantes precursores para diferentes aplicações
  • Uso de matéria-prima alternativa para paineis de isolamento, partes automotivas e equipamentos de refrigeração mais sustentáveis

A Covestro recebeu a primeira remessa de 2 mil toneladas de benzeno sustentável da Total e, segundo a empresa, alcança mais um marco em sua trajetória para uma Economia Circular. A matéria-prima com certificação ISCC Plus foi fornecida pela plataforma de refinaria e petroquímica da Total em Normandia, no noroeste da França, e transportada para o site da Covestro na Antuérpia. Lá, ela será como utilizada como uma precursora para a produção de anilina, um produto importante para a produção do MDI pela Covestro na Alemanha.

O MDI é a base inicial para a produção de espumas rígidas de poliuretano, utilizadas por ano no isolamento térmico de prédios e equipamentos de refrigeração, além de aplicações na indústria automotiva e em muitas outras indústrias.

“Por meio da parceria com a Total, nós estamos ajudando nossos clientes do segmento de espuma rígida a tornarem sua produção ainda mais sustentável e se posicionarem no mercado”, afirma Daniel Meyer, head global do segmento de Poliuretanos na Covestro. “Eles podem utilizar esta matéria-prima imediatamente em seus processos de produção sem nenhuma conversão técnica. A qualidade do produto está ao par daqueles baseados em produtos petroquímicos”.

“Essa parceria comercial com a Covestro demonstra o objetivo da Total em produzir e comercializar novos produtos sustentáveis, ajudando nossos clientes a reduzirem sua pegada de carbono”, afirma Jean-François Renglet, vice-presidente de Marketing da Divisão de Químicos de Base da Total Refining and Chemicals. “Está em linha com a ambição da Total em atingir a neutralidade em carbono até 2050 para todas suas atividades no mundo, da produção aos produtos de energia utilizados por seus clientes”.

Transição gradual para matérias-primas alternativas

Com a transição gradual de sua produção para matérias-primas alternativas, a Covestro visa substituir as matérias-primas fósseis e tornar suas cadeias de valor mais sustentáveis. Recentemente, a empresa recebeu a certificação ISCC Plus para a produção de anilina renovável em Antuérpia, na Bélgica, e MDI em Uerdingen, na Alemanha, além da produção de policarbonato nos dois sites. Para a Covestro, o projeto é parte de um amplo programa com o qual a empresa, junto com parceiros, irá promover a transição para a economia circular e, consequentemente, tornar-se totalmente circular.

As certificações de balanço de massa em toda a cadeia de valor tornam as produções mais sustentáveis – reduzindo a pegada de CO₂ do produto e o uso de matérias-primas fósseis – e mais transparentes. O acrônimo ISCC representa International Sustainability and Carbon Certification, um sistema reconhecido internacionalmente para a certificação de sustentabilidade de biomassa e bioenergia.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas no fim de 2019.

Total é uma companhia de energia que produz e comercializa combustíveis, gás natural e eletricidade. Seus 100 mil funcionários atuam em mais de 130 países.

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Covestro tem crescimento em volumes e resultado no 3º trimestre de 2020

28/10/2020

  • Volumes principais crescem 3,0%
  • Vendas totais de cerca de 2,8 bilhões de euros recuam 12,7%
  • Ebitda de 456 milhões de euros (+7,3%) devido a medidas de corte de custos
  • Receita líquida de 179 milhões de euros (+21,8%)
  • Fluxo de caixa operacional livre sobe para 361 milhões de euros (+48,6%)
  • Guidance de resultado do ano elevada
  • Aquisição anunciada torna a Covestro um dos principais fornecedores de resinas de revestimento sustentáveis

No terceiro trimestre de 2020, a Covestro elevou seus volumes principais em 3,0% em relação ao ano anterior, como resultado de um aumento significativo da demanda. Esse processo foi muito impulsionado pelo crescimento de volumes na região Ásia-Pacífico (APAC), especialmente na China. Ao mesmo tempo, as vendas totais recuaram 12,7% para cerca de 2,8 bilhões de euros, devido aos preços de venda mais baixos.

Conforme comunicado no dia 9 de outubro de 2020 como dados financeiros preliminares, o Ebitda do terceiro trimestre de 2020 superou as expectativas do mercado de capitais. Com 456 milhões de euros, esse número teve alta de 7,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O aumento pode ser atribuído principalmente à redução de despesas atingida com medidas de cortes de custos. A receita líquida subiu 21,8% para 179 milhões de euros, enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) cresceu para 361 milhões de euros (+48,6%), como resultado do aumento nos fluxos de caixa operacionais e da redução das saídas de caixa para adições em propriedades, plantas e equipamentos.

O CEO da Covestro, Markus Steilemann, comenta: “Embora a pandemia de coronavírus ainda cause incertezas, reagimos de maneira decisiva e tomamos as medidas certas, que agora estão rendendo frutos. No terceiro trimestre, a demanda de nossas indústrias consumidoras teve uma forte recuperação. O crescimento de volume que atingimos mostra que estamos atendendo às necessidades dos nossos clientes e oferecendo as soluções certas.”

Guidance do ano definido; projeção de resultados elevada

A Covestro confirmou o guidance para o ano de 2020 conforme revisado no dia 9 de outubro de 2020. Isto pressupõe que as atividades econômicas não voltarão a ser severamente restringidas para controlar a disseminação da pandemia de coronavírus. O Grupo agora prevê um Ebitda de cerca de 1,2 bilhão de euros em 2020 (anterior: 700 milhões a 1,2 bilhão de euros). Em termos de crescimento do volume principal, a Covestro mantém a expectativa de declínio em relação ao ano anterior. O prognóstico atual do Grupo é de FOCF de 0 milhões a 300 milhões de euros (anterior: –200 milhões a 300 milhões de euros) e um retorno sobre o capital empregado (ROCE) de até de 5% (anterior: –1% a 4%).

“A recuperação do impacto da pandemia de coronavírus vem ocorrendo de forma mais dinâmica do que prevemos. Por isso, no terceiro trimestre conseguimos melhorar significativamente o resultado”, explica o CFO da Covestro, Thomas Toepfer. “Com nosso rigoroso foco em eficiência, atingimos economias de custos maiores e também nos beneficiamos de uma boa evolução das margens. Pudemos elevar as previsões do resultado de 2020 com base nisso. Por isso estamos confiantes para o quarto trimestre.”

Aquisição anunciada: Covestro será um dos principais fornecedores de resinas de revestimento sustentáveis

Em 30 de setembro de 2020, a Covestro assinou um acordo de aquisição da área de Resinas e Materiais Funcionais (RFM) da DSM pelo preço de 1,61 bilhão de euros. Esse acordo representa um passo importante para a Covestro na sua estratégia corporativa de longo prazo de fortalecer seus negócios sustentáveis e movidos à inovação. A integração da RFM ao segmento de Coatings, Adesivos e Especialidades amplia significativamente o portfólio da empresa no mercado de de resinas de revestimento sustentáveis.

“A aquisição anunciada impulsiona a trajetória de crescimento da nossa empresa e é um verdadeiro marco no nosso caminho para uma economia circular: junto com a RFM, podemos atender ainda melhor a demanda global por produtos sustentáveis e gerar inovações para a transição para uma economia circular com ainda mais eficácia”, afirma Steilemann.

Em 13 de outubro de 2020, no contexto da aquisição, a Covestro concluiu com êxito um aumento de capital planejado, por meio da emissão com base em capital autorizado, de 10,2 milhões de ações ordinárias ao portador sem valor nominal, subscritas por investidores institucionais. Os valores brutos captados representam 447 milhões de euros e serão usados para financiar a aquisição.

Custos mais baixos em todos os segmentos; crescimento de volume em Poliuretanos e Policarbonatos

O segmento de Poliuretanos teve um crescimento do volume principal de 4,3% no terceiro trimestre de 2020. As vendas caíram 11,0% para 1,3 bilhão de euros, principalmente devido à queda de preços de venda pela concorrência e ao nível mais baixo dos preços de matérias-primas. O Ebitda no segmento de Poliuretanos subiu 12,2% para 220 milhões de euros. O efeito positivo dos volumes vendidos e as despesas mais baixas, como resultado de medidas de corte de custos, elevaram o resultado.

No segmento de Policarbonatos, os volumes principais subiram 3,6% no terceiro trimestre de 2020. As vendas caíram 11,1% para 801 milhões de euros, em grande parte devido à evolução dos preços de venda em decorrência dos preços mais baixos das matérias-primas. O Ebitda no segmento de Policarbonatos subiu 12,1% para 148 milhões de euros. O nível mais baixo de custos, resultante de medidas de corte de custos e margens mais altas, teve efeito positivo sobre o resultado.

No terceiro trimestre de 2020, o segmento de Coatings, Adesivos e Especialidades teve um declínio de 6,9% nos volumes principais, devido à demanda mais fraca por parte das indústrias automotiva e de transportes e construção. As vendas caíram 15,8% para 495 milhões de euros, principalmente devido à baixa nos volumes totais vendidos e nos preços médios de venda. O Ebitda teve queda de 10,8% para 99 milhões de euros no terceiro trimestre de 2020. O efeito negativo sobre os volumes vendidos e um leve declínio nas margens provocaram queda no resultado. Os níveis de custos mais baixos, em decorrência de medidas de corte de custos, não foram capazes de compensar esses efeitos.

Pandemia afeta resultados dos três primeiros trimestres

Após um primeiro semestre desafiador em 2020, a Covestro viu a demanda das suas principais indústrias consumidoras se recuperar ao longo do terceiro trimestre. No entanto, no todo, os resultados dos três primeiros trimestres de 2020 manteve-se abaixo do nível do ano anterior. Nos primeiros nove meses de 2020, os volumes principais caíram 7,9% e as vendas totais tiveram baixa de 19,4% para cerca de 7,7 bilhões de euros. Isso pode ser atribuído principalmente à redução dos preços de venda e à queda nos volumes totais vendidos. Consequentemente, o Ebitda caiu 37,0% para 835 milhões de euros, enquanto a receita líquida totalizou 147 milhões de euros (-71,5%). O FOCF caiu para 136 milhões de euros (-4,9%).

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas no fim de 2019.

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Covestro irá adquirir negócio de resinas de revestimento sustentáveis da DSM

30/09/2020

  • Passo significativo na estratégia corporativa de longo prazo da Covestro
  • Covestro será uma das líderes globais no mercado de resinas de revestimento sustentáveis
  • Combinando capacidades de inovação para acelerar a transição para economia circular
  • Portfolio de produtos complementares e indústrias de aplicação posicionadas para atender necessidades dos clientes
  • A aquisição acrescenta 1 bilhão de euros em receitas e 141 milhões de euros em EBITDA
  • Preço de compra de 1,61 bilhão de euros reflete atrativa avaliação do negócio de 5,7x EV/EBITDA 2021, incluindo sinergias futuras
  • Sinergias substanciais de cerca de 120 milhões de euros por ano

30 de Setembro de 2020 – A Covestro assinou hoje um acordo para adquirir o negócio de Resinas e Materiais Funcionais (RFM, em inglês) da Royal DSM. Ao expandir seu portfólio no atrativo (e em crescimento) mercado de resinas de revestimento sustentáveis, a Covestro dá um passo significativo em sua estratégia corporativa de longo prazo para fortalecer seus negócios sustentáveis e impulsionados pela inovação.

Somando cerca de 1 bilhão de euros em receitas e um EBITDA de 141 milhões e euros (2019), a integração da RFM é uma oportunidade substancial de crescimento estratégico para expandir as receitas do segmento da Covestro de Revestimentos, Adesivos e Especialidades (CAS) em mais de 40% para cerca de 3,4 bilhões de euros (2019 proforma).

A aquisição cria uma das líderes globais no segmento de resinas de revestimento sustentáveis, com um dos portfólios de produtos mais abrangentes e inovadores na criação de valor aos clientes, afirma a empresa. A Covestro concordou com um preço de compra de 1,61 bilhão de euros, que será financiado por meio de uma combinação de instrumentos de capital e dívida.

Markus Steilemann, CEO da Covestro: “Esta aquisição é um passo importante para nossa estratégia corporativa. A RFM melhora a trajetória de crescimento de nossos negócios. Combinando nossas fortes capacidades de inovação, portfólios de produtos sustentáveis, bem como tecnologias complementares e indústrias de clientes, entregaremos mais valor. Ao mesmo tempo, é também um passo fundamental para impulsionar a inovação para a transição para uma economia circular”.

Tecnologias e indústrias complementares

Segundo a Covestro, a integração da RFM irá criar um negócio de escala e capacidade tecnológica avançada, beneficiando os atuais e futuros clientes, assim como seus colaboradores, por meio de uma plataforma de crescimento mais forte. A Covestro já é líder no fornecimento de dispersões de poliuretano base água. Com a aquisição da RFM, a empresa irá acrescentar uma completa variedade de resinas de poliacrilato base água e irá expandir seu portfólio tecnológico com a inclusão de tecnologias híbridas base água, resinas de revestimento em pó e resinas de cura por radiação, afirma a empresa. A RFM possui fortes marcas em termos de sustentabilidade como Niaga®, bem como manufatura industrial e um avançado negócio de revestimentos solares.

A aquisição diversifica a exposição da Covestro na indústria e também fortalece significativamente o posicionamento da empresa em atrativos mercados de alto crescimento. Entre outros, a Covestro será um dos fornecedores líderes no campo de revestimentos de fibra óptica – um segmento de mercado com enorme potencial futuro, incluindo a tecnologia futura de 5G – e no atrativo segmento de materiais de impressão em 3D, mostrando uma taxa média de crescimento de mais de 20%, afirma a empresa. Além disso, a ampliação da presença geográfica fortalece a proximidade da Covestro com clientes em todos os mercados-chave e expande sua rede de produção global em mais de 20 sites, assegura a Covestro.

Ambas as empresas estão comprometidas com metas ambiciosas de ESG (Meio Ambiente, Social, Governança) e possuem um excelente (e complementar) pipeline de pesquisa, especialmente na área de matérias-primas sustentáveis de alto desempenho para a indústria de revestimentos. Combiná-las permitirá à Covestro ser ainda mais inovadora no campo de resinas de revestimento e tornar-se um parceiro de Pesquisa e Desenvolvimento ainda mais atrativo para seus clientes. Assim, a Covestro será capaz de impulsionar a inovação e fazer avançar a sustentabilidade em todas as indústrias de clientes, além de impulsionar de forma mais rápida a transição para a economia circular, afirma a empresa.

Potencial para criação de valor

A integração da RFM no segmento CAS da Covestro cria oportunidades para maior geração de valor. A empresa espera que a sinergia permanente (“run-rate“) aumente para cerca de 120 milhões de euros por ano a partir da integração total até 2025. Estes consistem em aproximadamente dois terços das sinergias de custo e um terço da receita e são gerados, entre outros, através do alinhamento das estruturas de compras, vendas e administrativas no negócio integrado, bem como do cross-selling e do desenvolvimento conjunto de novos produtos de alto desempenho.

Avaliação atrativa e estrutura de financiamento

Considerando os equivalentes de caixa na RFM, o preço total de compra de 1,61 bilhão de euros corresponde a um valor de negócio líquido de aproximadamente 1,55 bilhão de euros, representando uma avaliação da RFM em cerca de 5,7x EV/EBITDA 2021, incluindo sinergias proforma de taxa de execução.

Excluindo as sinergias de taxa de execução, o múltiplo EV/EBITDA seria 10,3x. O financiamento é garantido através de um acordo de financiamento que a Covestro pretende refinanciar com uma combinação de capital próprio, instrumentos de dívida e geração própria de caixa, consistente com o compromisso da empresa de manter uma classificação sólida de grau de investimento. Para este fim, a Covestro está planejando utilizar seu capital social autorizado atualmente para uma emissão de ações, a fim de levantar aproximadamente 450 milhões de euros.

“A aquisição é estratégica e financeiramente é uma oportunidade perfeita para prosseguirmos com nossa estratégia de crescimento a longo prazo em condições altamente atraentes e sinergias tangíveis. Com a estrutura de financiamento escolhida, estamos atingindo o equilíbrio certo entre capital próprio e dívida”, completa Thomas Toepfer, CFO da Covestro. “Esperamos receber nossos novos colegas em breve. Juntos, trabalharemos para dar vida ao nosso potencial conjunto”.

O fechamento da transação está previsto para o primeiro trimestre de 2021 e está sujeito a aprovações regulatórias, incluindo a liberação antitruste.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção no mundo todo e empregava cerca de 17,2 mil pessoas no fim de 2019.

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Pandemia impacta resultados da Covestro no 2º trimestre de 2020

06/08/2020

  • Volumes principais caem 22,7%
  • Vendas totais de cerca de 2,2 bi € (-32,9%)
  • EBITDA de 125 milhões de euros (-72,8%)
  • Receita líquida de -52 mi €
  • Fluxo de caixa operacional livre sobe para 24 mi €
  • Gerenciamento de crise e medidas para assegurar a liquidez
  • Direcionamento reforçado para a economia circular
  • Guidance do ano confirmada, ambiente econômico ainda incerto

O desempenho comercial da Covestro no segundo trimestre foi significativamente impactado pela continuidade da disseminação da pandemia de coronavírus na Europa e na América do Norte. Os volumes principais caíram 22,7% de abril a junho, em relação ao ano anterior, devido à enorme queda de demanda em todas as principais indústrias consumidoras, causada pela pandemia. A pandemia global de coronavírus derrubou os volumes principais, com maior impacto sobre os volumes em abril e melhorias sequenciais desde meados de maio.

Proporcionalmente, as vendas totais caíram 32,9% para cerca de 2,2 bilhões de euros (ano anterior: 3,2 bilhões de euros). As vendas nas regiões EMLA (Europa, Oriente Médio, África e América Latina) e NAFTA (América do Norte) tiveram declínio mais acentuado do que na região APAC (Ásia-Pacífico), principalmente devido à defasagem no impacto da pandemia de coronavírus. Conforme comunicado na declaração específica em caráter preliminar sobre os principais resultados financeiros de 9 de julho de 2020, o EBITDA do grupo era de 125 milhões de euros (-72,8%) no momento da publicação, superando as expectativas do mercado para o segundo trimestre de 2020. Isso pode ser atribuído principalmente à recuperação acelerada da demanda em junho, especialmente no segmento de policarbonatos. A receita líquida para o segundo trimestre foi de -52 milhões de euros (ano anterior: 189 milhões de euros). Em contraste com o declínio da receita líquida, o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) subiu para 24 milhões de euros (ano anterior: -55 milhões de euros) como resultado da gestão rigorosa de liquidez.

“Como antecipado, a pandemia global de coronavírus teve impacto significativo sobre os nossos resultados no segundo trimestre”, afirma Markus Steilemann, CEO da Covestro. “Tomamos as medidas certas com agilidade para proteger nossos colaboradores, manter a produção e as cadeias de suprimentos e garantir o fornecimento contínuo aos nossos clientes. Tivemos grande sucesso nisso até o momento e continuaremos a conduzir a Covestro com determinação para atravessar esta crise”. complementa.

A empresa confirmou a previsão para o ano, que havia sido revisada em abril. No entanto, as incertezas associadas às consequências da pandemia de coronavírus para o desenvolvimento econômico permanecem altas.

Gerenciamento de crise e fortalecimento da posição de liquidez

A Covestro também tomou novas medidas de financiamento no segundo trimestre para fortalecer sustentavelmente a sua posição de liquidez. A Covestro emitiu Eurobonds no volume total de 1 bilhão de euros no mercado de capitais em 5 de junho de 2020. Os títulos de dívida vencerão em fevereiro de 2026 e junho de 2030, e remunerarão os investidores com taxas de 0,875% e 1,375%, respectivamente. Houve procura excepcionalmente alta junto aos investidores, com o número de pedidos superando mais de 10 vezes a oferta.

“Embora a COVID-19 esteja causando impacto significativo no desempenho dos nossos negócios, nossas ações consistentes já estão rendendo frutos”, afirmou Thomas Toepfer, CFO da Covestro e Diretor de RH. “2020 continua como um ano fora do comum, e os desdobramentos futuros ainda não são totalmente previsíveis. Essa é outra razão para nos mantermos no nosso rumo claro, com foco em eficiência, atenção aos custos e em garantir a nossa liquidez.”

Em vista da situação excepcional, a diretoria, o Conselho de Administração e o quadro de colaboradores da Covestro estão fazendo contribuições solidárias conjuntas para aumentar a resiliência da empresa no ambiente atual. Para as empresas alemãs da Covestro, a diretoria e os representantes dos funcionários chegaram ao consenso de um modelo para reduzir a jornada de trabalho e a remuneração de todos os colaboradores até o fim de novembro de 2020. Todas as empresas do grupo Covestro fora da Alemanha estão implementando medidas comparáveis de economia de custos específicas por país.

Nova visão corporativa: acelerar mudança para uma economia circular

A Covestro apresentou sua nova visão de longo prazo em maio de 2020. No horizonte mais longo, a companhia pretende alinhar totalmente a sua produção, sua linha de produtos e soluções e todas as áreas ao conceito circular. O programa estratégico, que já havia sido lançado em 2019 e pretende consolidar a circularidade em todas as áreas da empresa em uma abordagem holística, agora está sendo sucessivamente implementado e reforçado com metas concretas e mensuráveis. Ele se concentra principalmente em quatro tópicos: matérias-primas alternativas, reciclagem inovadora, soluções colaborativas e energias renováveis.

Todos os segmentos afetados pela queda nas vendas devida ao coronavírus

O segmento de poliuretanos sofreu declínio significativo de 25,9% nos volumes principais no segundo trimestre de 2020, em comparação com o trimestre do ano anterior (ano anterior: 0,7%), devido à pandemia de coronavírus, uma tendência que afetou todas as principais indústrias consumidoras. As vendas caíram 38,7% para 913 milhões de euros, principalmente devido à baixa nos volumes totais vendidos e nos preços médios de venda. A queda dos volumes e as margens mais baixas como um todo resultaram em um EBITDA de -24 milhões de euros (ano anterior: 172 milhões de euros).

No segundo trimestre de 2020, os volumes principais no segmento de policarbonatos caíram 14,4% em relação ao trimestre do ano anterior (ano anterior: 4,4%). Os volumes mais baixos decorrentes de quedas significativas de demanda por parte das indústrias automotiva e de transportes foram amortecidos por um declínio menor nos volumes adquiridos pelas indústrias elétrica, eletrônica e de aparelhos domésticos e pelo crescimento de volumes na indústria de construção. As vendas caíram para 648 milhões de euros (-27,8%) devido à baixa nos volumes totais vendidos e nos preços médios de venda. Consequentemente, o EBITDA caiu 37,7% para 96 milhões de euros.

Os volumes principais no segmento de Coatings, Adhesives and Specialties caíram 25,3% em relação ao trimestre do ano anterior (ano anterior: -4,7%). A pandemia de coronavírus resultou em demanda muito mais baixa das indústrias consumidoras principais, uma tendência que se refletiu especialmente em uma desaceleração de volumes nas indústrias automotiva e de transportes. As vendas caíram 28,7% para 443 milhões de euros, principalmente devido à baixa nos volumes totais vendidos e nos preços médios de venda. O EBITDA caiu 60,0% para 60 milhões de euros sob efeito dos volumes e margens mais baixos.

Primeiro semestre de 2020 marcado pelo coronavírus

Conforme esperado, os números para o primeiro semestre de 2020 foram significativamente impactados pelos efeitos da pandemia de coronavírus. Os volumes principais caíram 13,6% e as vendas totais baixaram 22,7% para cerca de 4,9 bilhões de euros (ano anterior: 6,4 bilhões de euros). Isso deveu-se especialmente aos volumes totais mais baixos e à redução do nível dos preços de venda. Consequentemente, o EBITDA caiu 57,9% para 379 milhões de euros, enquanto a receita líquida totalizou -32 milhões de euros (ano anterior: 368 milhões de euros). O FOCF no primeiro semestre de 2020 caiu para -225 milhões de euros (ano anterior: -100 milhões de euros).

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção no mundo todo e empregava cerca de 17,2 mil pessoas no fim de 2019.

Covestro e Google cooperam em Computação Quântica para a indústria química

08/07/2020

  • Marco histórico em pesquisa e desenvolvimento digital
  • Ampliação da liderança em inovação com computação quântica

Muito menos tempo e recursos, processos mais eficientes e ecológicos, materiais completamente novos – este é o potencial futuro da inovadora tecnologia de Computação Quântica em pesquisa e desenvolvimento para a indústria química.

A fim de atingir a liderança em inovação a longo prazo neste campo ainda em desenvolvimento, a Covestro reúne recursos e expande suas parcerias. Com a chamada computação quântica, a fabricante de polímeros dá um passo à frente na investigação de novas possibilidades no campo das simulações químicas.

Desta forma, a Covestro e o Google assinaram um acordo de parceria em pesquisa. Os atuais estudos estão focados no desenvolvimento de algoritmos fundamentais, enquanto a visão futura está na resolução de complexas simulações, em uma fração do tempo necessários nos computadores tradicionais.

“A computação quântica abre inovadoras perspectivas para a nossa indústria. Queremos, portanto, investir especificamente no desenvolvimento desta tecnologia e desenvolver este expertise“, destaca Markus Steilemann, CEO da Covestro. “A parceria com o Google nos dá a oportunidade de fazer isso e, até o momento, é única na indústria química”.

Computação Quântica abre novas dimensões

A Covestro já vem investindo extensivamente em pesquisa e desenvolvimento digital ao longo dos últimos três anos. Esta nova parceria é outro marco importante na busca por processos de pesquisa novos e digitais. Com a ajuda da computação quântica, espera-se que os detalhes de processos de reações químicas altamente complexas possam ser simulados digitalmente e avaliados em um tempo muito curto.

Hartmut Neven, Head do grupo de Inteligência Artificial Quântica do Google, afirma: “Estamos avançando na computação quântica a partir do desenvolvimento de processadores quânticos e novos algoritmos quânticos que ajudem nossos parceiros de pesquisa na indústria a resolverem problemas. Estamos ansiosos pela colaboração com a equipe de cientistas da Covestro”.

A computação quântica irá ajudar o Google a desenvolver as inovações do amanhã, incluindo a Inteligência Artificial. Por isso, a empresa está comprometida com a construção de hardwares e softwares quânticos no presente. O Google quer oferecer aos pesquisadores e desenvolvedores acesso a estruturas de código aberto e capacidade computacional que possa operar além das atuais capacidades.

Com a computação quântica, a Covestro pretende pavimentar o sucesso de investimentos anteriores e aprofundar ainda mais suas competências globais em química computacional. A longo prazo, a tecnologia pode ir muito além das possibilidades da computação. Com a expansão de um computador de alta performance para simulações no site de Leverkusen, na Alemanha, e uma nova plataforma global para pesquisa de dados operando há mais de um ano, a Covestro vem explorando o potencial de valor agregado que a transformação digital da indústria química vem mostrando.

Acesso à tecnologia e know-how

A parceria entre Google e Covestro forma a base para uma cooperação científica conjunta. O principal objetivo é desenvolver ainda mais a computação quântica e seu uso para a solução de problemas da indústria química no futuro. O Google fornece todo o hardware e acesso a seus especialistas em tecnologia. A Covestro, por outro lado, adota um papel pioneiro na pesquisa e desenvolvimento digital para testar e desenvolver os novos métodos de computação quântica para a indústria química.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção no mundo todo e empregava cerca de 17,2 mil pessoas no fim de 2019.

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CEO da Covestro, Markus Steilemann, é eleito novo presidente da PlasticsEurope

26/06/2020

Foco especial em sustentabilidade e economia circular

O CEO da Covestro, Markus Steilemann (foto), é o novo presidente da PlasticsEurope, a Associação dos Fabricantes de Matérias Primas Plásticas da Europa. Steilemann (50) foi indicado ao cargo por três anos. Ele sucede Javier Constante, da Dow Chemical, que comandou uma reorganização na organização. Steilemann quer conduzir o trabalho da associação ainda mais em direção à sustentabilidade e, em particular, à economia circular.

“Diante de tantos desafios globais, os plásticos são vitais para a criação de um futuro verdadeiramente sustentável e para tornar a economia circular um novo princípio fundamental”, afirma Steilemann. “Neste contexto é importante a utilização de resíduos e materiais no fim de suas vidas úteis como uma fonte para novos produtos. Sob nenhuma circunstância estes materiais devem ser descartados de forma descontrolada. Além disso, os plásticos devem ser utilizados o máximo possível, em diferentes áreas. É assim que nossa indústria pode e irá ajudar a conduzir a Europa em direção à sustentabilidade”.

Além de sua nova posição na PlasticsEurope, Steilemann foi recentemente eleito vice-presidente da Associação Alemã de Indústrias Químicas (VCI, em inglês). Ele também é membro do conselho do Conselho Europeu da Indústria Química (Cefic, em inglês) e presidente da SusChem, a Plataforma Europeia de Tecnologia para Química Sustentável.

A PlasticsEurope, com centros em Bruxelas, Frankfurt, Londres, Madri, Milão e Paris, representa cerca de 100 empresas que produzem mais de 90% de todos os polímeros fabricados nos 27 estados membros da União Europeia, bem como Noruega, Suíça, Turquia e Reino Unido.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção no mundo todo e empregava cerca de 17,2 mil pessoas no fim de 2019.

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Covestro impulsiona mudança em direção a uma economia circular

04/06/2020

  • A hora da virada
  • Nova visão apresenta passos concretos da companhia
  • Foco em matérias-primas alternativas e energia renovável
  • Diversos projetos de pesquisa para promover reciclagem

A Covestro declara estar totalmente comprometida em tornar a economia circular um modelo para um mundo verdadeiramente sustentável. Para isso, a fabricante de polímeros quer alinhar completamente sua produção e portfolio de produtos, bem como todas as suas áreas, ao conceito circular. Esta visão estratégica será gradualmente implementada com uma série de medidas concretas e projetos. Desta forma, a Covestro quer acelerar a mudança em direção a uma economia circular, especialmente nas indústrias química e de plástico, e contribuir para o objetivo de uma economia neutra em carbono, afirma a empresa.

Especificamente, a Covestro pretende converter suas plantas de produção no mundo todo para uso de matérias-primas alternativas e energia renovável. Além disso, mais de 20 projetos vem trabalhando em pesquisas de novas formas de reciclagem. No fim, a Covestro poderia não só ser um produtor e fornecedor de soluções, mas também liderar a inovação em reciclagem. Segundo a empresa, os seus produtos serão criados com a visão de reciclagem após o uso e ainda mais alinhados aos objetivos de sustentabilidade da ONU. A Covestro também irá cooperar com parceiros em todas as áreas da cadeia de geração de valor e avaliar novas oportunidades de negócios de interesse mútuo.

Economia circular como princípio fundamental global

“A economia circular levará o mundo para um futuro sustentável. Ela deve ser o princípio fundamental para atingirmos uma neutralidade climática e protegermos os (cada vez mais) escassos recursos do nosso planeta”, enfatizou o CEO da Covestro, Markus Steilemann, no dia 26 de maio durante um webcast global para a mídia internacional.

“Produzir, consumir, jogar fora – isso nos leva a um beco sem saída sobre o qual as empresas e a sociedade precisam repensar urgentemente”, acrescentou. “A nossa indústria e nossa empresa podem e querem apoiar essa transformação. Os plásticos são utilizados em praticamente tudo e são essenciais para resolver muitos dos desafios atuais. A Covestro quer ajudar a gerenciar estes desafios para tornar o mundo um lugar melhor”.

A Covestro lançou, em 2019, um programa estratégico a fim de ancorar a circularidade em todas as áreas da empresa de forma holística. Hoje, ele vem sendo implementado e suportado por objetivos concretos e mensuráveis. O foco concentra-se em quatro tópicos:

– Matérias-primas alternativas: biomassa, CO2 bem como resíduos e materiais no fim de sua vida útil substituem matérias-primas fósseis como o petróleo; circulação de carbono.

– Inovação em reciclagem: novas tecnologias energeticamente eficientes asseguram uma maior e eficaz reciclagem dos materiais em fim de vida e dos resíduos.

– Soluções comuns: para impulsionar a economia circular, a Covestro busca cooperações e parcerias.

– Energias renováveis: a economia circular só é verdadeiramente sustentável se a eletricidade também vier de fontes alternativas.

A Covestro é pioneira no desenvolvimento de produtos inovadores baseados em matérias-primas alternativas. Estes incluem componentes derivados de biomassa para tintas automotivas e moveleiras, bem como materiais produzidos a partir de CO2, que são utilizados em colchões, pisos esportivos e têxteis. A companhia enxerga um grande potencial na pesquisa e desenvolvimento, particularmente na reciclagem química, como a reconversão dos plásticos em suas moléculas e seu reuso.

Resíduo plástico como um recurso sustentável

A Covestro também está presente em uma série de colaborações, como o uso da tecnologia de blockchain para aumentar a transparência nas cadeias de suprimento com o intuito de potencializar a economia circular. Como parte da Alliance to End Plastic Waste (AEPW), a Covestro também vem trabalhando para garantir que os resíduos plásticos não sejam descartados de forma descontrolada. “O plástico não pode mais ser descartado no meio-ambiente”, enfatiza Steilemann. “Os plásticos são muito valiosos para serem jogados fora e devem ser aceitos e usados como um recurso sustentável”.

Além de matérias-primas alternativas, a energia renovável é necessária para termos uma economia circular realmente eficiente do ponto de vista de recursos. A Covestro irá, portanto, converter gradualmente sua produção para isso. Em um significativo primeiro passo, a empresa irá obter uma parte considerável da eletricidade para suas plantas na Alemanha de um parque eólico, no Mar do Norte, que vem sendo construído pela empresa dinamarquesa Ørsted.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas (calculadas equivalendo à jornada integral) no fim de 2019.

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Covestro divulga balanço do 1o. trimestre de 2020

29/04/2020

  • Volumes principais caem 4,1%
  • Vendas totais de aproximadamente 2,8 bi de euros (-12,3%)
  • Ebitda de 254 mi de euros (-42,5%)
  • Receita líquida de 20 mi de euros (-88,8%)
  • Fluxo de caixa operacional livre (FOCF) de -249 mi de euros
  • Assembleia Geral Anual de 2020 reagendada para 30 de julho

A Covestro informa ter atingido sua previsão de Ebitda para o primeiro trimestre de 2020 em um ambiente de negócios fortemente afetado pelo coronavírus. Os volumes principais caíram 4,1% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Isso é resultado, principalmente, de uma redução substancial da demanda na China em fevereiro e março de 2020, devido às interrupções na produção de clientes locais em decorrência do coronavírus.

Aliado a um declínio mundial nos preços de venda, motivado principalmente pela maior pressão concorrencial nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos, as vendas totais caíram para cerca de 2,8 bilhões de euros (-12,3%). O Ebitda manteve-se em 254 milhões de euros (-42,5%) – dentro da faixa esperada para o primeiro trimestre, afirma a empresa. A receita líquida caiu para 20 milhões de euros (-88,8%). O fluxo de caixa operacional livre (FOCF) de -249 milhões de euros ficou no âmbito negativo.

“A pandemia do coronavírus é uma situação excepcional e reforçou ainda mais as incertezas globais existentes”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Proteger a saúde dos nossos colaboradores e de suas famílias, assim como dos nossos parceiros comerciais, é a nossa maior prioridade. Além disso, a Covestro está fazendo tudo que pode para continuar sendo um parceiro confiável para os seus clientes durante a crise. Temos confiança de que venceremos bem esse desafio com nosso foco absoluto nos clientes, atenção rigorosa aos custos e um forte espírito de equipe.”

Guidance do ano ajustado ao impacto do coronavírus

A Covestro já havia ajustado o guidance anual anteriormente, em meados de abril, como consequência dos previsíveis efeitos negativos da pandemia de coronavírus sobre o desenvolvimento econômico global, e por isso, também sobre o desempenho futuro da empresa. “Foi preciso atualizar nossas previsões diante do sério impacto da pandemia de coronavírus sobre os mercados globais”, explicou Thomas Toepfer, CFO da Covestro. “A Covestro tem uma posição sólida e ainda mantém um balanço forte e alta liquidez. Continuamos acreditando na nossa eficiência operacional, nos programas de cortes de custos e na revisão contínua dos nossos investimentos para garantir uma base financeira estável durante estes tempos desafiadores.”

Para o ano fiscal de 2020, a Covestro prevê um crescimento de volume inferior ao ano anterior. Espera-se que o FOCF totalize entre -200 milhões e -300 milhões de euros, com retorno sobre o capital empregado (ROCE) entre -1% e -4%. A projeção para o Ebitda é de 700 milhões a 1,2 bilhão de euros. Além do atual programa de eficiência e eficácia lançado em outubro de 2018, a Covestro elevou a meta para a redução de custos adicionais a curto prazo em mais 100 milhões de euros, totalizando 300 milhões de euros para o atual ano fiscal. Os investimentos atuais estão sendo reduzidos em cerca de 200 milhões de euros, levando os investimentos totais a cerca de 700 milhões de euros.

A Assembleia Geral Anual, originalmente marcada para 17 de abril de 2020, foi cancelada devido à pandemia de coronavírus. De acordo com as novas definições legais ela deverá ser realizada virtualmente no dia 30 de julho.

Liquidez assegurada, foco em sustentabilidade e inovação mantido

Em março de 2020, a Covestro substituiu sua linha de crédito atual de 1,5 bilhão de euros por um novo empréstimo rotativo e sindicalizado, ainda não desembolsado, no valor de 2,5 bilhões de euros, para manter a flexibilidade financeira da empresa e garantir a liquidez. O componente de interesse está ligado ao rating de ESG (desempenho socioambiental e governança), que fornece à Covestro os incentivos financeiros para o desenvolvimento sustentável dos negócios. Além disso, a Covestro contratou empréstimos de capital de giro de curto prazo no valor de 500 milhões de euros, que foram totalmente desembolsados nesse meio tempo.

A Covestro também obteve um empréstimo de 225 milhões de euros do Banco Europeu de Investimento (BEI). O crédito está sendo utilizado para expandir as atividades de pesquisa e desenvolvimento da Covestro com foco especial em sustentabilidade e economia circular dentro da União Europeia. Detalhes sobre o programa estratégico para economia circular deverão ser apresentados no segundo trimestre de 2020.

A fim de ampliar a capacidade de inovação da empresa, a Covestro expandiu suas parcerias estratégicas com startups no início do ano. A empresa adotou a abordagem Covestro Venture Capital (COVeC) de investir em jovens empresas com foco em cinco áreas tecnológicas. O exemplo mais recente foi o investimento da Covestro em participações societárias na startup de tecnologia francesa Crime Science Technology (C.S.T.). Como acionista, a Covestro impulsiona o desenvolvimento de inovações sustentáveis como um catalisador de crescimento a longo prazo para suas atividades principais.

Resultados por segmentos impactados pela pandemia de coronavírus

No primeiro trimestre de 2020, os negócios da Covestro em todos os segmentos foram afetados pelo impacto significativo da pandemia de coronavírus, especialmente na China.

O segmento de Poliuretanos sofreu uma queda de 3,6% nos volumes principais nesse período, em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Isso pode ser atribuído principalmente à baixa nos volumes nos setores eletroeletrônico e de aparelhos domésticos, além da indústria automotiva. Como resultado do aumento da concorrência no mundo todo e da mudança nos volumes totais vendidos, as vendas caíram para cerca de 1,3 bilhão de euros (-13,7%). O Ebitda baixou para 50 milhões de euros (-68,2%) devido ao declínio das margens.

Os volumes principais em Policarbonatos caíram 4,9% em relação ao trimestre do ano anterior, em decorrência da queda nos volumes vendidos nas indústrias eletroeletrônica e automotiva. O baixo patamar dos preços de venda e a queda nos volumes reduziram as vendas no segmento de policarbonatos para 733 milhões de euros (-14,8%). Com margens mais baixas o Ebitda caiu para 109 milhões de euros (-29,7%).

Os volumes principais no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades caíram 5,2% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Isso se deu devido à queda na demanda por precursores de revestimentos em todos os principais setores consumidores, especialmente na indústria automotiva. As vendas caíram 8,8% para 572 milhões de euros devido à baixa nos volumes totais vendidos e nos preços médios de venda. O Ebitda caiu para 130 milhões de euros (-11,0%) devido aos efeitos negativos sobre os volumes e às margens mais fracas. Os custos mais baixos viabilizaram uma alta da margem de Ebitda no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades para 22,7%, apesar dos efeitos do coronavírus.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral) no fim de 2019.

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Covestro divulga resultados do ano fiscal de 2019

27/02/2020

  • Volumes principais crescem 2,0%
  • Vendas totais de cerca de 12,4 bi de euros (-15,1%)
  • EBITDA, conforme previsto, de 1,6 bi de euros (-49,9%)
  • Lançado programa para promover economia circular
  • Dividendos propostos de 2,40 euros por ação
  • Perspectiva para 2020: mais um ano desafiador

A Covestro divulgou comunicado informando ter atingido suas metas no ano fiscal de 2019, em um ambiente de mercado desafiador. Os volumes principais subiram 2,0% em relação aos números do ano anterior. As vendas do Grupo caíram 15,1% para aproximadamente 12,4 bilhões de euros, uma vez que os preços de venda permaneceram baixos devido ao aumento da competitividade em todos os segmentos. Consequentemente, segundo a empresa, o EBITDA caiu 49,9% para 1,6 bilhão de euros, em linha com a previsão. A receita líquida foi de 552 milhões de euros (-69,7%), enquanto o fluxo de caixa operacional livre ficou em 473 milhões de euros (-71,7%). Com base nisso, a Covestro planeja distribuir dividendos de 2,40 euros por ação, no mesmo nível do ano anterior.

“2019 foi marcado por muitas incertezas geopolíticas e macroeconômicas. Ainda assim, a demanda por nossos materiais mantém-se intacta, o que confirma a nossa visão de que os plásticos serão mais valiosos do que nunca no futuro”, afirma o CEO Markus Steilemann. “2020 também será desafiador para nós. Porém ainda vemos demanda por plásticos de alta tecnologia a longo prazo a fim de viabilizar um desenvolvimento mais sustentável em uma vasta gama de diferentes tecnologia-chave. É por isso que estamos conduzindo nossos negócios sistematicamente para a economia circular.”

No ano de 2019, a Covestro lançou um programa estratégico global para incorporar a economia circular em todas as divisões. Em particular, a empresa pretende utilizar matérias-primas alternativas, desenvolver iniciativas de reciclagem inovadoras e estabelecer amplas formas de cooperação e novos modelos de negócios.

“A Covestro tem bases financeiras sólidas, ainda que, como esperado, o resultado operacional para o ano fiscal de 2019 tenha ficado abaixo dos níveis recordes dos anos anteriores, devido à pressão contínua sobre os preços. Mesmo neste ambiente atingimos nossas metas”, diz o CFO Thomas Toepfer. “Só teremos sucesso no atual mercado se nos posicionarmos de forma ainda mais eficiente, priorizando projetos e questionando investimentos, a fim de preservar a flexibilidade financeira necessária”, complementa Toepfer.

Considerando que as perspectivas para 2020 seguem desafiadoras, a Covestro acelerou a implementação do programa plurianual de eficiência e eficácia lançado em 2018. Ele já permitiu o corte de 150 milhões de euros no último ano. Para 2020, a empresa pretende alcançar economias de 250 milhões de euros a serem reconhecidas nos lucros ou perdas, enquanto a expectativa de economias acumuladas até o fim de 2021 é de cerca de 350 milhões de euros anualmente. Além disso, foram tomadas várias medidas de curto prazo, como uma gestão de custos mais eficiente e uma nova revisão de todos os investimentos existentes e planejados. Isso deve resultar em uma economia adicional de 200 milhões de euros no atual ano fiscal. Além do foco contínuo na influência comercial da empresa, o foco de 2020 continuará sendo a eficiência.

Explorando o potencial econômico das inovações

Durante a feira de plásticos K 2019, realizada no ano passado em Düsseldorf, na Alemanha, a Covestro apresentou inúmeras inovações de produtos que respondem a atuais desafios globais como urbanização, mobilidade do futuro e mudança climática. Nos próximos anos, o foco será em alavancar ao máximo esse potencial do ponto de vista comercial. Sucheta Govil, novo membro da diretoria e CCO da Covestro desde meados de 2019, irá trabalhar para fortalecer o pulso comercial da Covestro. O objetivo é intensificar o foco no cliente, a digitalização e otimizar as estratégias de marketing, além de identificar as oportunidades de mercado mais cedo.

Revisão contínua dos projetos de investimentos: foco no longo prazo

A Covestro investiu um total de 910 milhões de euros em 2019 (ano anterior: 707 milhões de euros), a maior soma da sua história. Os projetos de investimentos são controlados com foco rigoroso na eficiência e o melhor uso possível do capital. Diante do cenário desafiador, a Covestro anunciou, em janeiro de 2020, uma pausa de 18 a 24 meses em seu projeto de investimento de MDI em Baytown, nos Estados Unidos.

Ainda assim, a Covestro está confiante de que as projeções de crescimento do MDI a longo prazo são altamente promissoras. A nova planta de MDI na unidade de Brunsbüttel, na Alemanha, entrou em operação no primeiro trimestre de 2020 conforme planejado. Isso dobrará sua capacidade de produção para 400.000 toneladas métricas por ano e tornará Brunsbüttel uma das três maiores unidades produtivas de MDI na Europa, garantindo a posição de liderança da Covestro nesse segmento de mercado.

Previsão para o ano fiscal de 2020: mercado segue desafiador

Para 2020 como um todo, a Covestro antecipa um crescimento de dígito único nos volumes principais. O Grupo espera que o FOCF fique entre 0 e 400 milhões de euros e o ROCE, entre 2% e 7%. A Covestro projeta que o EBITDA do ano todo ficará entre 1,0 e 1,5 bilhão de euros. No primeiro trimestre, a expectativa é que o EBITDA fique entre 200 e 280 milhões de euros.

Ainda não é possível prever os impactos financeiros do coronavírus no ano fiscal de 2020, afirma a empresa.

Resultados dos segmentos de Poliuretanos, Policarbonatos e Coatings/Adesivos/Especialidades

Os volumes principais no segmento de Poliuretanos subiram 2,3% ao ano. Uma tendência positiva de demanda nas indústrias de móveis e construção e nas indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos mais que compensou a demanda mais fraca, principalmente da indústria automotiva. As vendas caíram 21,5% para 5.779 milhões de euros, principalmente devido à tendência negativa nos preços médios de venda pela concorrência intensificada. O baixo patamar de preços afetou fortemente as margens, apesar da queda nos preços das matérias-primas. Consequentemente, o EBITDA caiu 63,2% para 648 milhões de euros.

No ano fiscal de 2019, os volumes principais no segmento de Policarbonatos subiram 2,7% ao ano, principalmente devido à demanda mais forte nas indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos, além do setor de construção. As vendas baixaram 14,3% para 3.473 milhões de euros e o EBITDA caiu 48,3% para 536 milhões de euros. Esses declínios também podem ser atribuídos à queda ano a ano dos níveis dos preços de venda, resultante da maior pressão competitiva. Além disso, a venda do negócio de chapas nos Estados Unidos no terceiro trimestre de 2018 também impactou as vendas no ano fiscal de 2019, com efeito negativo de 2,2%.

Os volumes principais de Coatings, Adesivos e Especialidades em 2019 sofreram queda de 1,0% em relação ao ano anterior. A principal razão foi a demanda mais fraca por precursores de revestimentos na indústria automotiva. Com 2.369 milhões de euros, as vendas do segmento mantiveram-se estáveis ano a ano (ano anterior: 2.361 milhões de euros). O EBITDA cresceu 1,1% para 469 milhões de euros. As margens menores, decorrentes da redução dos preços de venda, e os volumes mais baixos tiveram impacto negativo nos lucros, enquanto os efeitos cambiais e o efeito sobre o portfólio da aquisição de ações da DIC Covestro Polymer Ltd., sediada no Japão, elevaram os lucros.

Quarto trimestre de 2019 marcado por concorrência acirrada

Os volumes principais no quarto trimestre de 2019 subiram 3,8%. As vendas totais caíram 12,5% em relação ao trimestre do ano anterior, principalmente devido aos preços de venda mais baixos como resultado da maior pressão concorrencial em todos os segmentos. Em vista disso, o EBITDA foi de 278 milhões de euros (-5,1%) e a receita líquida foi de 37 milhões de euros (-53,2%) no quarto trimestre. O FOCF caiu 9,1% no ano para 330 milhões de euros.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção no mundo todo e, ao final de 2019, empregava cerca de 17,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

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Tecnologias da Covestro recebem selo “Solar Impulse” de Soluções Eficientes

16/01/2020

Secadoras solares para secar alimentos.

A Covestro acaba de receber o Selo “Solar Impulse” de “Soluções Eficientes” para dois projetos cujas soluções se provaram economicamente rentáveis e ambientalmente amigáveis: estufas movidas a energia solar para secagem e preservação de alimentos e uma tecnologia base água para revestimentos têxteis sustentáveis.

Este selo da Fundação Solar Impulse serve como um símbolo confiável e uma garantia de qualidade para quem busca a implementação de soluções limpas.

“Com este selo queremos reconhecer e divulgar desenvolvimentos como estas tecnologias da Covestro – desenvolvimentos que podem promover o crescimento econômico, além de presentar o meio-ambiente”, explica Bertrand Piccard, pioneiro suíço e fundador da Fundação Solar Impulse. “Ao selecionarmos mil soluções eficientes, queremos apoiar e acelerar a implementação de soluções limpas e rentáveis na indústria”.

Christian Haessler, Chefe de Sustentabilidade da Covestro, comemora o novo selo: “Este é um excelente reconhecimento – por especialistas independentes – de que a nossa empresa está comprometida com soluções realmente sustentáveis, que são benéficas para a sociedade, criam valor e reduzem o impacto ambiental. Acima de tudo, isso inclui o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”.

Ideias que dão frutos

Segundo a Covestro, a estufa movida a energia solar é uma solução eficiente, descentralizada, sustentável e com bom custo-benefício para a redução de perdas pós-colheita em produtos agrícolas. A alta eficiência da secadora é possível graças ao uso do policarbonato para a construção de uma estufa em formato de parábola. O material é transparente à luz visível e, em particular, à luz infravermelha e mostra boas propriedades de isolamento térmico, permitindo um rápido aquecimento da secadora.

A instalação das secadoras solares para preservação de alimentos é parte da estratégia de “negócios inclusivos” da Covestro, com a qual a empresa quer fortalecer desenvolvimentos econômicos locais, reduzir a pobreza e apoiar o progresso social integrando comunidades de baixa renda na cadeia de valor.

Até o momento, a Covestro forneceu materiais para a instalação de mais de 1500 secadoras de tamanhos diferentes na Índia e outros países asiáticos, impactando de forma significativa a renda dos agricultores regionais.

A Covestro também recebeu o selo Selo Solar Impulse de “Soluções Eficientes” por sua tecnologia INSQIN para revestimentos têxteis sustentáveis.

Produção sustentável de revestimentos têxteis

A Covestro afirma que a sua tecnologia INSQIN® aumenta de forma significante a sustentabilidade dos revestimentos têxteis. A tecnologia se baseia em revestimentos poliuretânicos de base água, tornando a produção ambientalmente amigável e fácil de ser realizada, diz a empresa. Ela também garante uma redução de 95% no uso de água e 50% de energia no processo produtivo, garante o fabricante de sistemas poliuretânicos.

Para a implementação da tecnologia, a Covestro vem trabalhando diretamente com marcas próprias nas indústrias de roupas e calçados, assim como com fabricantes têxteis. Recentemente a empresa apresentou a tecnologia à indústria automotiva, abrindo novas possibilidades para revestimentos mais sustentáveis, flexíveis e duráveis para o interior dos automóveis – com aparência e toque extraordinários.

A World Alliance for Efficient Solutions, fundada com o patrocínio da Fundação Solar Impulse, colabora com start-ups, empresas, instituições, ONGs e investidores a fim de criar sinergias, compartilhar conhecimento e construir relações para acelerar a implementação de soluções limpas e rentáveis.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais poliméricos e no desenvolvimento de soluções para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

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Covestro vende negócio de chapas de policarbonatos na Europa para o Grupo Serafin

09/01/2020

A Covestro obteve êxito na venda do seu negócio de chapas de policarbonatos na Europa para o Grupo Serafin, situado em Munique (Alemanha), em 2 de janeiro de 2020. A venda inclui funções-chave administrativas e de vendas por toda a Europa, bem como os sites de produção na Bélgica e Itália. O segmento gerou vendas de 130 milhões de euros em 2018. O Grupo Serafin manterá as operações com 250 funcionários em todas as localidades. Além disso, a Covestro continuará sendo a principal fornecedora de matérias-primas no futuro próximo.

Com a venda deste negócio, a Covestro segue o seu plano de otimização de portfolio. O desinvestimento dá seguimento às transações concluídas na América do Norte e Índia, assim como a conversão do site de Guangzhou (China) para a produção de filmes especiais. Desta forma, a Covestro encerra suas atividades no mercado de chapas de policarbonatos.

Nova empresa chamada Exolon Group

A partir de agora, o antigo negócio da Covestro irá operar sob o nome Exolon Group (www.exolongroup.com). Dentro do Grupo Serafin, o Grupo Exolon será estabelecido como uma empresa independente de médio porte, que continuará a trabalhar na produção e distribuição de chapas de alta ualidade utilizadas em diversas indústrias e aplicações, como nas indústrias de construção civil e iluminação, além de engenharia mecânica e mobilidade.

A Covestro e o Grupo Serafin concordaram em não divulgar os detalhes financeiros da transação.

O Grupo Serafin é um grupo industrial diversificado cuja filosofia se baseia em mais de 150 anos de tradição empreendedora de sua família acionista. Com a aquisição do Grupo Exolon, as empresas do Grupo Serafin irão gerar receitas de mais de 900 milhões de euros com 5 mil funcionários.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

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Covestro divulga resultados do terceiro trimestre de 2019

10/11/2019

  • Volumes principais crescem 5,3%
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-14,6%)
  • Previsão de Ebitda atingida com 425 mi de euros (-50,5%)
  • Receita líquida cai para 147 mi de euros (-70,4%)
  • Fluxo de caixa operacional livre de 243 mi de euros (-58,0%)
  • Perspectiva para 2019 atualizada na previsão existente

No terceiro trimestre de 2019, a Covestro conseguiu atingir crescimento do volume principal de 5,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, em um ambiente econômico continuamente desafiador. Ao mesmo tempo, as vendas totais recuaram 14,6% para 3,2 bilhões de euros, devido aos preços de venda continuamente mais baixos. Com 425 milhões de euros, a previsão de Ebitda foi cumprida para o trimestre, mas caiu 50,5% em relação ao trimestre do ano anterior, como resultado dos efeitos negativos dos preços. A receita líquida caiu para 147 milhões de euros (-70,4%), enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) ficou em 243 milhões de euros (-58,0%). Isso se deu, principalmente, devido à redução dos fluxos de caixa das atividades operacionais e a investimentos planejados.

“Após gerar sólido crescimento de volume no segundo trimestre, a demanda voltou a crescer no terceiro trimestre”, diz o CEO Markus Steilemann. “O ambiente econômico segue desafiador, principalmente no setor automotivo. No entanto, nosso crescimento de volume indica que nossos negócios são bem diversificados em várias indústrias”, afirma. O crescimento pode ser atribuído, sobretudo, às indústrias de construção, móveis, elétrica e eletrônica.

Projeção para o ano confirmada

Com base nos resultados do terceiro trimestre, o CFO Thomas Toepfer confirmou a previsão para o ano como um todo. “Continuamos confiantes de que atingiremos as metas que estabelecemos para o ano fiscal”, enfatiza Toepfer. “As margens do mesmo trimestre do ano anterior foram atipicamente altas, razão pela qual a queda ano a ano nas vendas e nos lucros está alinhada às nossas expectativas.”

Após o terceiro trimestre, o grupo refinou a previsão para o ano fiscal de 2019 dentro das margens publicadas: a Covestro antecipa um crescimento de um dígito do volume principal para 2019. Espera-se que o FOCF do grupo fique entre 300 e 500 milhões de euros, com ROCE de 8% a 10%. A projeção para o Ebitda do ano fiscal é que fique entre 1.570 e 1.650 milhões de euros.

Lançado novo programa de Economia Circular

Para manter o sucesso a longo prazo com suas soluções sustentáveis e inovadoras, a Covestro pretende reforçar seu foco na economia circular para o futuro e lançou um novo programa estratégico com essa finalidade. Nos seus processos produtivos, em particular, o grupo tem como objetivo utilizar, o máximo possível, matérias-primas de fontes sustentáveis, como matéria vegetal, resíduos e CO2. Isso deve eliminar o uso de recursos fósseis como petróleo bruto tanto quanto possível. Acima de tudo, os plásticos usados devem ser reciclados sistematicamente e o máximo possível.

Sustentabilidade e inovação também foram as palavras-chave na K2019, a maior feira comercial de plásticos do mundo realizada em Düsseldorf, Alemanha. Na feira, a Covestro apresentou muitos produtos e tecnologias diferentes que oferecem soluções para desafios globais urgentes. Por exemplo, expôs materiais de alta tecnologia que utilizam carbono em tecidos mais ecológicos, elevam o desempenho de turbinas eólicas e aceleram a expansão da tecnologia 5G.

Crescimento de volume no terceiro trimestre nos segmentos de Poliuretanos e Policarbonatos

Os volumes principais no segmento de Poliuretanos subiram 5,1%. O aumento da demanda nas indústrias de móveis, elétrica e eletrônica, especialmente em aparelhos domésticos e no setor de construção, mais que compensaram a demanda mais fraca na indústria automotiva. Contudo, as vendas nesse segmento caíram 20,1% para 1.478 milhões de euros devido à queda dos preços de venda, ocasionada pela maior pressão competitiva. Esse fenômeno também se refletiu no Ebitda, que caiu para 196 milhões de euros (-54,6%).

Os volumes principais em Policarbonatos subiram 9,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. A indústria elétrica e eletrônica e o setor de construção foram os que mais contribuíram para esse crescimento. As vendas nesse segmento caíram 13,2% para 901 milhões de euros no terceiro trimestre de 2019. O Ebitda caiu 58,1% para 132 milhões de euros, devido, principalmente, à mudança negativa nos preços de venda.

O segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades registrou queda de 4,0% nos volumes principais como resultado da demanda mais fraca por matérias-primas para revestimento por parte de todas as principais indústrias, especialmente do setor automotivo. Como resultado, as vendas caíram 3,0% para 588 milhões de euros. No terceiro trimestre de 2019, o Ebitda caiu 11,9% para 111 milhões de euros, movido por volumes menores e margens mais baixas.

Maior concorrência e novo patamar de preços marcam os primeiros nove meses

Conforme esperado, os primeiros nove meses foram marcados por concorrência crescente e mudança nos preços. O crescimento do volume principal atingiu 1,5%. As vendas totais caíram 15,8% para 9.548 milhões de euros, principalmente como resultado da baixa nos preços de venda. O Ebitda caiu 54,4% para 1.326 milhões de euros. A receita líquida atingiu 515 milhões de euros (-70,5%). O fluxo de caixa operacional livre decresceu para 143 milhões de euros (-89,1%).

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (calculadas equivalendo à jornada integral) no fim de 2018.

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Covestro na K 2019 – Movendo as fronteiras para um mundo sustentável e digital

05/11/2019

  • Programa estratégico para economia circular
  • Soluções inovadoras para indústrias-chave
  • Conceito abrangente de interior de veículo para mobilidade futura
  • Foco em definição de tendências

Na feira de plásticos K 2019, a Covestro apresentou produtos e soluções inovadoras, particularmente para sustentabilidade e digitalização, as principais tendências de nosso tempo. Com um programa estratégico, a Covestro visa promover a economia circular e o uso de matérias-primas não fósseis na indústria de plásticos. A empresa também apresentou produtos e tecnologias para setores-chave, como as indústrias automotiva, de construção e eletrônica, além de aplicações inovadoras e funcionais nos setores de saúde, móveis, esportes e lazer.

Além da digitalização, os objetivos da ONU para o desenvolvimento sustentável irão influenciar de modo especial a economia e a sociedade nos próximos anos. A Covestro afirma estar determinada a cumprir essas metas de sustentabilidade em vários níveis. Segundo a empresa, atendê-las não é apenas um pré-requisito para um mundo melhor, mais limpo e saudável, mas traz consigo também possui um grande potencial econômico a longo prazo.

Mudança para a economia circular é indispensável

“Megatendências como a proteção climática e o crescimento populacional exigem um fundamental repensar sobre o estilo de vida e o comportamento do consumidor, assim como da produção global”, disse o CEO Dr. Markus Steilemann. “Precisamos de uma transição completa de uma economia descartável para uma economia circular, a fim de lidar com recursos limitados com mais responsabilidade e proteger o clima.”

A Covestro está comprometida em estabelecer novos ciclos de materiais em toda a cadeia de processos, com o objetivo de contribuir de maneira tangível para alcançar esse objetivo principal. “Criamos um programa abrangente e de longo prazo que também abrirá novas oportunidades para criação de valor”, explicou Steilemann. “Os plásticos de alta qualidade são e continuarão sendo o motor para a sustentabilidade e superação dos desafios globais. No entanto, é crucial desacoplar o crescimento econômico do consumo de recursos fósseis, como o petróleo bruto. ”

Afastando-se do petróleo

Um aspecto fundamental para o desenvolvimento de uma economia circular na indústria de plásticos e de produtos químicos é o fechamento do ciclo do carbono através da reciclagem de matérias-primas. “A longo prazo, queremos fazer o máximo possível sem usar recursos fósseis e, alternativamente, usar fontes como resíduos, plantas e CO2”, disse Steilemann. “Em particular, os plásticos usados ​​são um recurso valioso. É por isso que queremos trabalhar com parceiros para desenvolver intensivamente métodos inovadores de reciclagem ”, afirmou o CEO da Covestro. Sob nenhuma circunstância o lixo plástico deve mais entrar sem controle no meio-ambiente, além do que já ocorreu até hoje. A indústria de plásticos está trabalhando intensivamente em todo o mundo para uma melhor gestão de resíduos – por exemplo, na Alliance to End Plastic Waste, da qual a Covestro é membro.

Dada a sua importância, a empresa dedicou um Dia Temático especial à Economia Circular em seu estande na quarta-feira, 23 de outubro. Especialistas externos e internos apresentaram exemplos práticos e discutiram com os visitantes. No estande da Covestro, eles também encontraram muitos exemplos de produtos e tecnologias que podem ajudar a fechar ciclos de materiais em vários setores.

A Covestro é uma das pioneiras no uso do CO2 de emissões industriais como nova matéria-prima. Uma equipe da Covestro e da Universidade RWTH Aachen está agora competindo na rodada final do Prêmio do Presidente Alemão em virtude do desenvolvimento de um processo correspondente. As exposições baseadas nessa tecnologia foram especialmente apresentadas no estande. Com materiais e tecnologias modernas, a empresa também apóia o fornecimento de energia a partir de fontes renováveis.

A digitalização como fator de crescimento

Outra força motriz para o desenvolvimento da economia e da sociedade nos próximos anos é a digitalização ora em andamento. A Covestro quer aproveitar as oportunidades resultantes e iniciou um programa estratégico abrangente, com foco no cliente. Para isso, a empresa está ancorando tecnologias e processos digitais ao longo da cadeia de valor – desde a cadeia de suprimentos até a produção, pesquisa e todas as interfaces com os clientes, incluind também o desenvolvimento de novos modelos de negócios. Vários desenvolvimentos e exposições na K 2019, bem como um Dia Temático separado, na terça-feira, 22 de outubro, destacaram a grande importância da digitalização para a Covestro e seus clientes.

Dias Temáticos – do Automóvel à Ciência

Em cada um dos oito dias da feira, os visitantes puderam experimentar como a Covestro está explorando as fronteiras de temas diferentes. Palestras e discussões com especialistas da indústria e da academia serviram para aprofundar o tópico e promover o intercâmbio pessoal.

Setor Automotivo (16 de outubro)

O destaque da apresentação da Covestro na feira foi um conceito interior abrangente para a mobilidade futura: tendências como direção autônoma, acionamento elétrico e compartilhamento de carros fazem do automóvel um espaço multifuncional para a vida e o trabalho em movimento. É tudo uma questão de funcionalidade, conforto, design e também de eficiência. A Covestro desenvolveu o conceito em conjunto com importantes parceiros ao longo da cadeia de valor automotivo. As principais características são superfícies recém-projetadas, integração de iluminação ambiente, sistemas de infotainment mais recentes e conceitos de assentos futurísticos. Na quarta-feira, 16 de outubro, a empresa dedicou um Dia Temático especial à indústria automotiva.

Celebração da Ciência (17 de outubro)

O segundo dia da K 2019 foi dedicado às atuais descobertas de pesquisas em ciência de polímeros.

O destaque foi a entrega do Covestro Science Award ao cientista americano Dr. Newell Washburn, em reconhecimento ao seu papel pioneiro em uma inovação científica digital que acelera o desenvolvimento de formulações personalizadas de polímeros. O Dr. Washburn é professor associado de química e engenharia biomédica no departamento de ciência e engenharia de materiais da Universidade Carnegie Mellon (CMU) de Pittsburgh.

O segundo prêmio, a Covestro Science Medal, foi atribuído a uma equipe de químicos e engenheiros da Covestro. Rainer Weber, Andreas Bulan, Michael Großholz, Rainer Hellmich e Giorgio Dolfini desenvolveram e aplicaram com êxito uma pesquisa científica inovadora sobre a produção de um produto químico básico com menos consumo de energia e, portanto, menos impacto ambiental: eles conseguiram economizar 25% de eletricidade durante a produção de cloro.

Desafio de start-up (20 de outubro)

Com o Start-Up Challenge, a Covestro tem como objetivo promover a criatividade e o pensamento empreendedor de seus funcionários e encontrar a melhor ideia de negócios de 2019. Os vencedores da primeira competição foram escolhidos na feira: eles poderão trabalhar como fundadores , implemente suas idéias e testar sua comercialização. Em troca, eles receberão um financiamento inicial de até um milhão de euros, serão liberados de suas tarefas por até um ano e poderão trabalhar na empresa como start-ups. As idéias das seis equipes finalistas estavam focadas no desenvolvimento da economia circular.

A idéia ganhadora é promissora: novos materiais plásticos podem contribuir para tempos mais rápidos de carregamento de baterias em veículos elétricos. Com a idéia de “Separador de energia”, a equipe vencedora do Start-up Challenge deste ano deseja usar o know-how da Covestro no campo de materiais de alta tecnologia para lançar uma nova geração de separadores de bateria no mercado. Seu objetivo é melhorar a confiabilidade e a eficiência operacional das baterias de íons de lítio e contribuir para o desenvolvimento sustentável do setor de eletromobilidade. Dessa maneira, a idéia apóia vários dos objetivos das Nações Unidas para o desenvolvimento sustentável.

Pesquisa de talentos

No K 2019, a Covestro também se apresentou como um empregador atraente para estudantes, funcionários juniores e profissionais experientes.

Com vendas de 14,6 bilhões de euros em 2018, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades comerciais estão focadas na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos utilizados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são as indústrias automotiva, de construção, processamento de madeira e móveis e elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.800 pessoas (calculadas como equivalentes em período integral) no final de 2018.

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Covestro divulga balanço do segundo trimestre de 2019

24/07/2019

  • Leve crescimento nos volumes principais (+1,1%)
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-16,9%)
  • EBITDA de 459 milhões de euros (-53,4%)
  • Receita líquida cai para 189 milhões de euros (-68,7%)
  • Fluxo de caixa operacional livre 55 milhões de euros negativo
  • Previsão de EBITDA de cerca de 410 milhões de euros no 3º tri

A atual pressão da concorrência intensa e as incertezas em grandes mercados de vendas persistiram ao longo do segundo trimestre. Enquanto os volumes principais cresceram 1,1%, as vendas totais caíram para 3,2 bilhões de euros (-16,9%), devido à baixa nos preços de venda. Em 459 milhões, o EBITDA estabilizou-se no nível do primeiro trimestre de 2019 (442 milhões de euros), mas ficou abaixo dos excepcionais resultados registrados no mesmo trimestre do ano anterior (-53,4%). O declínio dos lucros decorreu, principalmente, das margens mais baixas nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos. A receita líquida decresceu para 189 milhões de euros, enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) atingiu -55 milhões de euros, em decorrência dos fluxos de caixa mais baixos de atividades operacionais e investimentos mais altos.

“A situação econômica segue desafiadora, já que as incertezas globais econômicas e políticas persistem”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Ainda assim, atingimos nossas metas de lucros e conseguimos aumentar novamente o nosso volume principal no segundo trimestre. Isso reforça a tendência de soluções mais sustentáveis, que oferecemos a muitas indústrias.”

Covestro confirma previsões para 2019

Os resultados dos primeiros seis meses ficaram bem abaixo do nível do ano anterior. Segundo a Covestro, isso se deve ao fato de 2018 ter sido marcado por margens excepcionalmente altas em alguns grupos de produtos. Por isso, afirma a empresa, os resultados do primeiro semestre de 2019 atingiram as expectativas no ambiente econômico atual.

“Com base nos resultados dos primeiros seis meses, confirmamos as nossas previsões para o ano fiscal. Ao mesmo tempo, também precisamos acompanhar de perto os próximos desenvolvimentos econômicos nos nossos principais mercados de vendas”, explica o CFO Thomas Toepfer. “O desenvolvimento da indústria automobilística foi bem mais fraco que o esperado; por outro lado, o desempenho no setor de construção e na indústria de móveis e madeira foi melhor.”

Para o ano fiscal de 2019, a Covestro mantém a projeção de crescimento do volume principal de até 5%. Espera-se que o FOCF fique entre 300 e 700 milhões de euros, com ROCE de 8% a 13%. A previsão é que o EBITDA do ano fiscal atinja de 1,5 a 2 bilhões de euros, com expectativa de que o EBITDA do terceiro trimestre atinja aproximadamente 410 milhões de euros.

Progressos em investimentos e na otimização do portfólio

No segundo trimestre, a Covestro otimizou ainda mais seu portfólio. O negócio europeu de casas de sistemas está sendo vendido para a H.I.G. Capital por um valor da ordem de dois dígitos de milhões de euros.

Paralelamente, o Grupo continua mantendo o foco em investimentos para geração de valor: em maio, a Covestro avançou na expansão da produção de filmes de policarbonato em Dormagen, Alemanha. O investimento faz parte de um programa que totaliza 100 milhões de euros, com o qual a Covestro pretende reforçar a área de filmes especializados, dotada de altas margens.

Uma vez obtidas as licenças oficiais necessárias, será iniciada a construção de uma unidade dedicada para fornecimento de cloro para a já existente produção de MDI em Tarragona, Espanha, no fim do ano. O primeiro marco interno foi atingido em Baytown, Texas (EUA), onde está prevista uma nova planta de grande escala para produção do precursor de espuma rígida MDI. Agora começará o planejamento técnico detalhado por uma equipe de projeto com 100 integrantes.

Crescimento nos volumes principais de poliuretanos e policarbonatos

No segmento de poliuretanos, os volumes principais cresceram 0,7%. As vendas caíram 24,3% para 1.489 milhões de euros, movidas pela queda nos preços de venda decorrente do aumento da concorrência. A baixa nos preços de venda também se refletiu no EBITDA, que caiu para 172 milhões de euros (-70,5%).

Os volumes principais em policarbonatos subiram 4,4% em relação ao trimestre do ano anterior. Apesar da indústria eletroeletrônica e o setor de construção terem contribuído para esse crescimento, os volumes caíram na indústria automobilística. As vendas apresentaram queda de 15,0% para 898 milhões de euros no segundo trimestre de 2019. O EBITDA no segmento de policarbonatos foi 46,0% mais baixo, somando 154 milhões de euros, principalmente devido à queda nos preços de venda.

O segmento de revestimentos, adesivos e especialidades apresentou um declínio de 4,7% nos volumes principais. Como resultado, as vendas caíram 1,3% para 621 milhões de euros. Contudo, os movimentos da taxa de câmbio e a aquisição gradual das participações na DIC Covestro Polymer Ltd., sediada no Japão, tiveram efeito positivo. O aumento da participação na joint venture japonesa também gerou um efeito positivo não recorrente sobre o EBITDA, que subiu 7,9% para 150 milhões de euros no segundo trimestre de 2019.

Concorrência intensa: um marco do 1º semestre de 2019

No geral, os primeiros seis meses de 2019 foram marcados pelo aumento da concorrência. Os volumes vendidos mantiveram-se predominantemente estáveis (-0,4%), enquanto as vendas totais caíram 16,4% para 6.386 milhões de euros, devido aos preços mais baixos de venda. Especialmente nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos, os preços de venda ficaram bem abaixo daqueles do mesmo período do ano anterior. Como resultado, o EBITDA caiu 56,0% para 901 milhões de euros. A receita líquida atingiu 368 milhões de euros (-70,5%). O fluxo de caixa operacional livre caiu para 100 milhões de euros negativos.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros voltados principalmente para os segmentos automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (equivalendo à jornada integral) no fim de 2018.

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Prévia da K 2019 – Covestro destaca sua visão de um mundo sustentável e digital

17/07/2019

  • Busca por ciclo de material em toda a cadeia de valor
  • Pioneira no caminho para um futuro sem matérias-primas fósseis
  • Programa abrangente para digitalização
  • Soluções inovadoras para indústrias-chave

Durante a conferência de imprensa Prévia da K2019, realizada no Centro de Convenções da Messe Duesseldorf em 2 de julho passado, a fabricante de materiais Covestro apresentou em primeira mão as novidades a serem exibidas na Feira K 2019 em Outubro. Apresentado pelo CEO da Covestro, Dr. Markus Steilemann, e por Jochen Hardt, vice-presidente e especialista em marketing da Covestro, a empresa divulgou suas várias inovações e projetos que visam ampliar as fronteiras de um mundo sustentável e digital.

Na feira de plásticos K 2019, em Düsseldorf, a Covestro apresentará soluções inovadoras em materiais que, segundo a empresa, fornecem respostas aos desafios atuais do mundo. Os visitantes da principal feira do mundo para a indústria de plásticos e borracha encontrarão exemplos disso apresentados pela Covestro no estande A75, no Hall 6. De 16 a 23 de outubro de 2019, produtos e tecnologias para as indústrias automotiva, de construção e eletrônica estarão em exibição , além de aplicações inovadoras e funcionais nos setores da saúde, móveis, esportes e lazer.

“Além do avanço da digitalização, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas serão uma força motriz na sociedade e na economia para os próximos anos”, disse o CEO Markus Steilemann aos jornalistas. “O atingimento desses objetivos não é apenas imperativo para um mundo melhor, mais limpo e mais saudável, mas também possui um grande potencial econômico a longo prazo”, explicou o CEO. “A Covestro está determinada a implementar as metas de sustentabilidade da ONU em muitos níveis.”

Steilemann apontou o desenvolvimento de uma economia circular funcional e uma melhor gestão de recursos fósseis limitados, principalmente o petróleo bruto, como pontos centrais para o aumento da sustentabilidade. “Essas são metas que impactarão a sociedade como um todo e a Covestro quer contribuir para isso. Dentro de nossa empresa, queremos estabelecer ciclos de materiais ao longo de toda a cadeia de valor, desde os fornecedores, passando pela produção e logística, até o uso de nossos produtos e sua reutilização ”, explica Steilemann.

Ao reciclar plásticos usados, será importante poder esgotar todas as possibilidades técnicas. “O método relativamente novo de reciclagem química também é uma opção, que requer suporte adicional”, disse o CEO.

Um aspecto fundamental para o desenvolvimento de uma economia circular na indústria de plásticos e indústria química é fechar o ciclo de carbono com recursos reciclados. Aqui, vale a pena considerar o uso de resíduos de plantas e, cada vez mais, a utilização de gás carbônico como alternativas para os recursos fósseis. A Covestro já alcançou vários resultados nessas áreas. “Queremos nos tornar pioneiros no caminho para um futuro sem recursos baseados em materiais fósseis e enfatizar nossa reivindicação de liderança no setor”, enfatizou Steilemann.

Digitalização cria valor agregado

Outra força motriz é o avanço da digitalização. A Covestro quer aproveitar as oportunidades nessa área e iniciou um programa abrangente, com foco no cliente. Para isso, a empresa está incorporando tecnologias e processos digitais na produção, na cadeia de suprimentos, na pesquisa e desenvolvimento, em todos os pontos de contato com os clientes e no desenvolvimento de novos modelos de negócios. Vários tópicos e exposições na K 2019 destacam a importância da digitalização para a empresa, que espera estabelecer referências nesse campo na indústria de plásticos e de produtos químicos.

Os exemplos abaixo dão uma ideia dos desenvolvimentos que a Covestro apresentará na K 2019.

Sociedade completamente conectada

Um requisito importante para a mobilidade do futuro e a digitalização de todas as áreas da vida e dos negócios é a nova tecnologia de transmissão 5G. Para construir a infra-estrutura para isso, a Covestro está trabalhando em conjunto com a Deutsche Telekom e o Umeå Institute of Design para desenvolver soluções inovadoras em materiais para estações base, antenas e outros componentes do sistema. A Covestro também está trabalhando em uma solução em filme de múltiplas camadas em conjunto com um novo processo de fabricação para as partes de trás da estrutura de smartphones. Ao contrário dos elementos convencionais de metal, estes filmes de policarbonato são permeáveis ​​à radiação de alta frequência.

Interiores de automóveis do futuro

O destaque da exposição na K 2019 é um conceito de interior automotivo abrangente para a mobilidade futura. Em linha com a última tendência, a mostra pretende transformar interiores de automóveis em espaços multifuncionais e móveis para a vida e o trabalho. “Desenvolvemos o conceito em conjunto com parceiros-chave industriais e acadêmicos”, explicou Jochen Hardt, especialista em marketing da Covestro e líder do projeto. “Isso envolve funcionalidade, conforto e design em igual medida, além de eficiência.” O carro do futuro é totalmente conectado em rede e é perfeitamente integrado à vida cotidiana. Os principais recursos de design são superfícies com aparência e toque decorativos, iluminação ambiente integrada, os últimos sistemas de entretenimento digitais e conceitos em assentos de última geração.

Produtos têxteis derivados de gás carbônico

Juntamente com parceiros como a RWTH Aachen University e vários fabricantes de têxteis, a Covestro conseguiu produzir fibras têxteis elásticas a partir de poliuretano termoplástico derivado parcialmente de CO2 e, como resultado, substituiu em parte o petróleo bruto como matéria-prima. O ponto de partida é um produto intermediário chamado cardyon®, que já é usado para para produzir a espuma macia encontrada em colchões e nas camadas de base dos campos esportivos. Os parceiros estão atualmente trabalhando no desenvolvimento da produção de têxteis em escala industrial e querem introduzir um ciclo de material que seja baseado em recursos sustentáveis ​​para a indústria têxtil e de vestuário.

Energias renováveis ​​em ascensão

Além de promover uma economia circular eficiente, a Covestro também está comprometida em expandir ainda mais o uso dos plásticos em energias renováveis, como a energia eólica. A cooperação com parceiros levou ao desenvolvimento de uma resina de poliuretano, bem como de uma tecnologia de processo, que torna possível a fabricação de pás de rotores de turbinas eólicas de forma eficiente e econômica, afirma a empresa. A Covestro recentemente processou seu primeiro pedido comercial nessa área proveniente da China.

Com 2018 vendas de 14,6 bilhões de euros, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados ​​em muitas áreas da vida diária. Os principais segmentos atendidos são os setores automotivo, de construção civil, processamento de madeira e móveis, e elétricos e eletrônicos. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.800 pessoas (calculadas como equivalentes em tempo integral) no final de 2018.

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Covestro confirma previsão para o ano após balanço do 1º trimestre

21/05/2019

  • Leve queda nos volumes principais (-1,8%)
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-16,0%)
  • Ebitda de 442 mi de euros alinhado às expectativas (-58,4%)
  • Receita líquida de 179 mi de euros menor que ano anterior (-72,2%)
  • Fluxo de caixa operacional livre 45 mi de euros negativo
  • Previsões para o ano fiscal de 2019 confirmadas

A alta pressão competitiva influenciou os resultados do primeiro trimestre de 2019 da Covestro. Apesar da demanda sólida no geral, os volumes principais tiveram leve queda de 1,8%, principalmente devido aos volumes mais baixos no segmento de policarbonatos. Uma expressiva queda nos preços de venda levou a uma redução de 16,0% nas vendas totais, para 3,2 bilhões de euros. O Ebitda do Grupo, de 442 milhões de euros (-58,4%), que contrasta com os resultados excepcionalmente positivos do ano anterior, mostrou-se alinhado às previsões. Como resultado, a receita líquida também caiu para 179 milhões de euros (-72,2%). Com 45 milhões de euros negativos, o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) ficou abaixo do ano anterior (364 milhões de euros), devido à redução nos fluxos de caixa de atividades operacionais e à elevação dos investimentos. Segundo a empresa, embora os resultados como um todo tenham ficado significativamente abaixo dos excepcionais resultados do trimestre do ano anterior, eles ficaram na faixa esperada.

“O primeiro trimestre manteve-se alinhado às nossas previsões e confirma nossas expectativas reduzidas para o ano completo”, explica o CEO Markus Steilemann. “Por isso, agora é ainda mais importante definir o rumo correto para o nosso crescimento futuro, com investimentos e esforços para elevar a eficiência. Afinal, a demanda por nossos materiais inovadores e sustentáveis continua intacta.”

Covestro confirma metas para o ano fiscal de 2019

Thomas Toepfer, CFO da Covestro, compara os resultados do primeiro trimestre ao mesmo período de 2018: “O trimestre do ano anterior foi influenciado por margens excepcionalmente altas em vários grupos de produtos. Por isso, em linha com nossas expectativas, nossos resultados ficaram abaixo dos do mesmo período do ano passado. Antecipando a continuidade do ambiente desafiador que influenciará os resultados ao longo do ano, estamos focando especialmente na eficiência da produção e dos processos e em investimentos direcionados.”

Seguindo esse foco, a Covestro elevou sua participação para 80% na joint venture DIC Covestro Polymer no Japão a partir de 1º de abril de 2019, expandindo seus promissores negócios globais de poliuretanos termoplásticos. A Covestro planeja investimentos totais de mais de 900 milhões de euros este ano para reformar e expandir suas plantas produtivas e ampliá-las para áreas em crescimento, tais como a de filmes especializados. A expectativa é de que os programas de eficiência proporcionem economias de custos de 350 milhões de euros por ano no médio prazo.

Para o ano fiscal de 2019, a Covestro mantém a projeção de crescimento do volume principal de até 5%. Espera-se que o FOCF fique entre 300 e 700 milhões de euros, com ROCE de 8% a 13%. A previsão é que o Ebitda do ano fiscal atinja de 1,5 a 2,0 bilhões de euros, com expectativa de que o Ebitda do segundo trimestre se mantenha próximo do nível do primeiro trimestre de 2019.

Iniciativas estratégicas mostram avanços

As iniciativas estratégicas para avançar na digitalização e na inovação trouxeram benefícios no primeiro trimestre. A nova plataforma comercial digital B2B Asellion foi lançada com sucesso no fim de março, permitindo que os clientes da Covestro façam pedidos de produtos on-line e comprem 24h por dia com apenas alguns cliques no link covestro.asellion.com.

A Covestro também uniu forças à empresa de biotecnologia sediada nos EUA Genomatica para pesquisar e desenvolver materiais de alto desempenho baseados em matérias-primas renováveis. O objetivo da cooperação é reduzir o uso de recursos de origem fóssil como petróleo bruto, usando matérias-primas sustentáveis no lugar.

Crescimento de vendas e lucro no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades

Os volumes principais no segmento de poliuretanos mantiveram-se amplamente estáveis (-0,2%) no primeiro trimestre de 2019. As vendas no segmento caíram 24,3% para 1,476 milhão de euros devido à queda nos preços de venda, com todas as três regiões registrando vendas mais baixas. O Ebitda caiu para 157 milhões de euros (-75,4%) devido às margens mais baixas.

Puxados pela queda na demanda da indústria automotiva, os volumes principais no segmento de policarbonatos caíram 6,3%. As vendas nesse segmento caíram 16,7% para 860 milhões de euros, também devido aos preços de venda mais baixos. Com margens em queda e preços estáveis das matérias-primas, o Ebitda caiu para 155 milhões de euros (-48,8%).

No segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades, os volumes principais praticamente não sofreram alterações em relação ao trimestre do ano anterior (-0,1%). As vendas no segmento subiram 5,9% para 627 milhões de euros, impulsionadas pela alta na média dos preços de venda, por volumes levemente mais altos e movimentos da taxa de câmbio. Alavancado pela alta das margens e dos volumes de vendas, o Ebitda subiu 7,4% para 146 milhões de euros.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em segmentos como o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

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Covestro apresenta soluções para áreas de saúde, eletroeletrônica e automotiva na Feiplastic 2019

22/04/2019

  • A participação da fabricante de polímeros na Feiplastic 2019 destaca a versatilidade do policarbonato, inventado há mais de 70 anos.
  • A Covestro destaca suas mais recentes inovações divididas entre os segmentos de saúde, eletroeletrônico e automotivo.
  • A sustentabilidade também se destaca como tema central e a empresa apresenta seus compromissos para o ano de 2025, em acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, além de iniciativas específicas assinadas pela companhia na cadeia do plástico.

As principais novidades que estão sendo apresentadas no evento abrangem as seguintes áreas:

Saúde

Na indústria de saúde é crescente a necessidade de miniaturização dos componentes. Dispositivos cada vez menores pedem materiais com propriedades específicas que aumentem o conforto do paciente. Entre os destaques para a Feiplastic estão cateteres intravenosos com dispositivos de segurança, dispositivos para fixação óssea, sensores para cirurgias de reconstituição de joelhos, dispositivos de acessos venosos e ampolas de injeção sem agulha.

Eletroeletrônico

No segmento eletroeletrônico, o destaque vai para sistemas de iluminação LED que, segundo a Covestro, promovem eficiência em energia, tais como a luminária CircLED, que conta com um corpo integrado a partir do Makrolon® TC, além de uma solução para moldagem com sobreinjeção de LED e circuito impresso. De acordo com a fabricante de polímeros, estas soluções promovem ganhos em liberdade de design e redução de custos.

Automotivo

Novas tecnologias alternativas, novas formas de conectividade e o advento dos veículos autônomos induzem a indústria a pensar em novos conceitos de automóveis. Um dos principais focos do trabalho da Covestro hoje é o uso do policarbonato em veículos elétricos. Na Feiplastic, os visitantes poderão conferir um conjunto de baterias de alta densidade de energia, dissipadores de calor integrado, diversas opções de iluminação estética e uma grade com inserto iluminado.

Além disso, os participantes do evento poderão embarcar em uma experiência de realidade virtual a fim de conhecer o futuro da mobilidade – óculos de realidade virtual levarão os passageiros em uma jornada dentro de dois veículos autonômos até o ano de 2030.

Digitalização está em tudo

Não é só na experiência de realidade virtual que a Covestro mostra sua assinatura digital. O stand da Covestro na Feiplastic também trará aos visitantes a possibilidade de conhecer os materiais e suas aplicações por meio do aplicativo Sample Lab e os clientes poderão ter acesso aos novos canais digitais da empresa, com apoio da equipe local.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais poliméricos avançados e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

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