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Braskem assume compromisso de compra de energia gerada em parque eólico e ajuda a viabilizar empreendimento da EDF Renewables na Bahia

02/12/2018

Estado caminha para se tornar líder nacional no setor de energia renovável

A Braskem vai investir na compra de energia eólica e assim ajudar a viabilizar a expansão do Complexo de Folha Larga, que a EDF Renewable do Brasil está desenvolvendo na Bahia. A Braskem se comprometeu a comprar energia eólica por 20 anos, em um contrato estimado em R$ 400 milhões. Esse novo parque de energia renovável, localizado no município de Campo Formoso, a 350 km a noroeste de Salvador, contribuirá para colocar a Bahia entre os líderes no setor nos próximos anos.

O empreendimento de Folha Larga foi viabilizado pela contratação de venda de energia de longo prazo nos leilões do governo e também pela celebração do compromisso da Braskem no ambiente de contratação livre.

“A Bahia tem se tornado referência nacional em energia renovável”, afirma Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. “Estamos fazendo nossa parte para o desenvolvimento desse setor. Ao investir numa matriz limpa e sustentável, estamos reduzindo a quantidade de emissões de CO2 em 325 mil toneladas ao longo do período do contrato”, diz Checcucci.

A Bahia tem atualmente 113 parques eólicos em operação, com potência instalada de aproximadamente 3,0 GW, segundo dados da Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Os investimentos já contratados no setor durante o ano por meio dos leilões de energia devem fazer o Estado da Bahia ganhar mais 622 MW de energia eólica até 2024. A região de Campo Formoso, onde está localizado o parque eólico, apresenta vento forte e constante, muito favorável a eficiência da geração de energia eólica.

“Esse primeiro contrato privado de compra e venda de energia, assinado com a Braskem, um dos maiores consumidores do país, demonstra nossa competitividade no mercado livre e a vontade da EDF Renewables de se posicionar como um dos principais atores deste mercado” disse Paulo Abranches, diretor presidente da EDF Renewables no Brasil. Estabelecida há três anos no Brasil, a EDF Renewables encontra-se entre as líderes do país no setor de energias renováveis, totalizando cerca de 1 GW em projetos de energia eólica e solar, já considerando as iniciativas que estão em operação e em fase de construção. Na Bahia, a empresa francesa conta ainda com o Complexo Eólico Ventos da Bahia, município de Bonito e de Mulungu do Morro, com capacidade para produzir 183 MW.

Fonte: Braskem

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Nova estratégia da BASF visa crescimento rentável e neutro em termos de emissão de CO2

02/12/2018

“Com a nossa nova estratégia, a BASF está inserida em uma trajetória em direção ao crescimento”, disse o Dr. Martin Brudermüller na apresentação da nova estratégia da BASF em Ludwigshafen. O Presidente do Conselho Administrativo destacou a evolução positiva dos últimos anos. “Desde 2012, nossa receita de operações, antes da depreciação, amortização e itens extraordinários, cresceu em média 8% ao ano, bem mais rápido do que o aumento de 3% nos custos fixos por ano”. O crescimento dos lucros da BASF também ultrapassou o aumento anual de 3,7% na produção química global. Além disso, houve um grande avanço no fluxo de caixa líquido nos últimos anos e um alto retorno sobre o capital empregado (ROCE), mais recentemente 15,4%. Acima de tudo, a nova estratégia visa aumentar as vendas e os volumes. A BASF está se concentrando no crescimento orgânico do negócio. Para crescer mais rapidamente, a empresa focará ainda mais em seus clientes e desenvolverá ofertas sob medida para eles. Com o objetivo de se tornar mais rápida e flexível, a empresa simplificará consideravelmente as estruturas e processos, aperfeiçoará seu portfólio e fortalecerá o Verbund. “Iremos transformar nossa organização para ser mais focada no cliente e ágil”, disse Brudermüller.

O mercado asiático, onde a BASF já está bem estabelecida, desempenha um papel importante em sua estratégia de crescimento. Com uma participação no mercado mundial de mais de 40%, a China é o maior mercado de químicos e direciona o crescimento da produção química global. “Até 2030, a participação da China no mercado aumentará para quase 50% e queremos fazer parte desse crescimento”, disse Brudermüller. “Nosso novo site Verbund em Zhanjiang, na província de Guangdong, e a expansão do site em Nanjing aumentarão significativamente nosso crescimento neste mercado dinâmico.”

BASF estabelece ambiciosas metas financeiras e não financeiras

Com sua nova estratégia, a BASF está buscando metas ambiciosas – financeiras e não financeiras. “Queremos crescer mais fortes do que o mercado e nosso objetivo é aumentar nossos volumes de vendas acima do crescimento da produção global de químicos”, disse o CFO e vice-presidente do Conselho Administrativo Dr. Hans-Ulrich Engel.

A BASF também quer aumentar ainda mais a rentabilidade e visa um aumento no EBITDA antes dos itens extraordinários de 3 a 5% ao ano. “Além disso, a BASF visa obter um retorno sobre o capital empregado bem acima do custo da porcentagem de capital a cada ano. Isso significa que criamos um verdadeiro valor agregado”, disse Engel.

A BASF também busca ser líder aos olhos de seus investidores e tem como objetivo oferecer um valor acima da média em comparação com a indústria química. “Consequentemente, queremos aumentar nosso dividendo por ação a cada ano, apoiados por um forte fluxo de caixa líquido”, disse Engel.

Para ajudar a atingir essas metas ambiciosas, a BASF está iniciando um novo programa que estará em vigor de 2019 a 2021. A meta é de contribuições de ganhos anuais de € 2 bilhões a partir do final de 2021. O programa incluirá medidas voltadas para produção, logística, pesquisa e desenvolvimento, bem como atividades de digitalização, automação e desenvolvimento organizacional.

A empresa também estabeleceu metas ambiciosas não financeiras. “A BASF se compromete a manter uniforme suas emissões de gases de efeito estufa de 2018 até 2030 – mesmo visando um considerável crescimento anual da produção”, disse Brudermüller. “Isso significa que vamos dissociar nossas emissões de gases de efeito estufa do crescimento orgânico.” A meta inclui grandes investimentos planejados, como o novo site Verbund na província de Guangdong, no sul da China. Para tanto, a BASF melhorará a gestão, eficiência e integração de suas fábricas e, sempre que possível, comprará uma parcela maior de eletricidade a partir de fontes de energia renováveis. “Considerando os padrões tecnológicos já muito altos de nossas fábricas, essa é uma meta muito ambiciosa que exigirá criatividade excepcional para fazer as coisas de maneira diferente”, disse Brudermüller. Ele acrescentou que isso exigiria um ambiente regulatório adequado na Alemanha, Europa e em todo o mundo. A empresa afirma que já reduziu suas emissões de gases de efeito estufa em 50% em termos absolutos, em comparação com os níveis de 1990 – ao passo que seus volumes de produção dobraram nesse período.

Além da meta de crescimento neutro de CO2 até 2030, a BASF quer gerar cerca de € 22 bilhões em vendas com produtos Accelerator em 2025. São produtos que contribuem substancialmente para a sustentabilidade na cadeia de valor.

“Entretanto, nada disso será possível sem os nossos colaboradores. É por isso que, pela primeira vez, estamos estabelecendo uma meta para a satisfação dos colaboradores”, disse Brudermüller. “Queremos que mais de 80% dos nossos colaboradores sintam que na BASF eles podem prosperar e ter o melhor desempenho.”

Áreas de atuação para atingimento das metas

“Queremos que nossos clientes tenham uma nova experiência com a BASF”, disse Brudermüller. Portanto, a BASF continuará desenvolvendo sua organização para trabalhar de maneira mais eficaz e eficiente e ser ainda mais centrada no cliente. “Queremos fortalecer nossa paixão por nossos clientes em toda a organização, antecipar e atender ainda mais as necessidades de nossos clientes”, disse Brudermüller. Segundo a BASF, combinar a sua expertise na indústria química com as competências de seus clientes permitirá o desenvolvimento de soluções lucrativas e responsáveis. Para tanto, a BASF está lançando uma série de medidas que, entre outras coisas, aumentará a transparência para os clientes, melhorará o atendimento ao cliente e explorará o potencial de crescimento conjunto, afirma a empresa. A BASF se concentrará nas seguintes áreas de atuação: portfólio, pessoas, inovação, sustentabilidade, operações e digitalização.

Desenvolvimento futuro da estrutura de segmentos da BASF

A BASF realizou uma revisão de sua estrutura de segmentos e fará a introdução de mudanças a partir do início de 2019. “Vamos aprimorar nosso portfólio e focar nossa alocação de capital para áreas de negócios em crescimento”, disse Brudermüller. “A nova estrutura de segmentos da BASF criará mais transparência em relação a como direcionar nossos negócios, a importância das cadeias de valor e o papel do nosso Verbund”.

A partir de 1º de janeiro de 2019, a BASF terá seis segmentos, cada um contendo duas divisões de negócios, com exceção de Soluções para Agricultura, que continuará englobando uma divisão:

  • Químicos: Petroquímicos e Intermediários
  • Materiais: Materiais de Performance e Monômeros
  • Soluções para Indústria: Dispersões e Pigmentos e Químicos de Performance
  • Tecnologias para Superfícies: CataliSadores e Revestimentos
  • Nutrição e Care: Care Chemicals e Nutrição e Saúde
  • Soluções para Agricultura

A BASF pretende posicionar seus negócios de maneira clara perante seus concorrentes relevantes constituindo uma empresa com alto desempenho, permitindo o êxito da empresa em um ambiente de mercado cada vez mais competitivo.

A empresa se concentrará principalmente no crescimento orgânico por meio de investimentos e inovação, mas fará aquisições onde for necessário. “Nossa ênfase principal será em design de processos eficientes e confiáveis. As empresas que não conseguirem alcançar tal posicionamento acabarão fora do mercado”, afirmou Brudermüller.

O Verbund desempenha um papel central

O Verbund (integração da produção e verticalização) continuará desempenhando um papel central para a BASF. O Verbund ajuda a empresa a obter vantagens tecnológicas em todos os segmentos.

Além disso, as cadeias de valor só podem ser operadas com verdadeira eficiência no Verbund. Devido à produção integrada do Verbund, a BASF economiza, em termos de custos, pelo menos € 1 bilhão por ano, por exemplo, em matérias-primas, energia e logística. Ao mesmo tempo, a empresa evita emissões significativas como resultado do Verbund. A BASF continuará a liderar o setor na construção e desenvolvimento de estruturas do Verbund e na consolidação de operações em um número menor de sites altamente eficientes.

Criando uma organização de alto desempenho

Para ter êxito em sua mudança, a empresa também está melhorando os processos internos e a maneira como as pessoas trabalham juntas. Os colaboradores são a chave para a implementação bem-sucedida da nova estratégia. A BASF fornecerá estruturas flexíveis e garantirá que os colaboradores tenham as ferramentas e habilidades necessárias para oferecer aos clientes produtos e serviços diferenciados e personalizados. “É essencial nos tornarmos mais rápidos e mais ágeis e, portanto, mais eficientes e eficazes”, disse Engel.

Como parte do futuro desenvolvimento da organização, a BASF está criando estruturas mais enxutas para serviços, em P&D e em funções de governança. Ao incorporar partes significativas dos serviços funcionais nas divisões de negócios, a empresa está aproximando seus colaboradores de seus clientes. Além disso, as atividades funcionais e de pesquisa remanescentes serão organizadas de maneira mais eficiente. Aproximadamente 20.000 colaboradores em todo o mundo serão direta ou indiretamente afetados por essa reorganização. “Esperamos que todas essas medidas resultem em uma melhor diferenciação das unidades de negócios, além de ganhos substanciais de produtividade”, disse Engel.

Quando for o momento, daremos maior autoridade em termos de tomada de decisão para as unidades de negócios. “Isso significa que vamos permitir mais liberdade empreendedora, mas também atribuir responsabilidades claras”, comenta Engel. Assim, a BASF está aumentando a eficácia das unidades de negócios e, consequentemente, melhorando a satisfação do cliente. Para garantir que a BASF aproveite potenciais oportunidades de mercado em todos os países, a empresa introduzirá modelos de desenvolvimento de mercado complementares. As divisões de negócios decidirão quais mercados locais serão foco, sendo atendidos pelos seus próprios colaboradores e em quais mercados eles irão transferir as atribuições dos negócios para as organizações locais do país. Adicionalmente, a BASF estabeleceu uma força-tarefa de simplificação de processos para tornar os processos-chave menos complicados. A empresa simplificará e encurtará os processos possibilitando uma tomada de decisão mais rápida.

Resolvendo desafios com soluções inovadoras

A BASF sempre trabalhou no desenvolvimento de inovações mais atraentes para seus clientes. “Competitividade e relevância para o cliente são alcançadas por meio da excelência em processos e tecnologias. Nosso novo alinhamento estratégico irá agora aproximar nossas unidades de pesquisa das necessidades dos negócios e dos clientes”, disse Brudermüller. A pesquisa e o desenvolvimento da BASF estarão mais conectados organizacionalmente e, portanto, mais focados nas necessidades dos clientes ajudando a reduzir o tempo de comercialização, acelerando o crescimento orgânico da empresa.

A excelência operacional sempre foi um dos principais pontos fortes da BASF. “Nossos clientes esperam que os produtos sejam entregues no prazo e dentro das especificações”, disse Engel. “Para tanto, devemos gerir nossa produção com segurança, eficiência e confiabilidade”. A BASF aumentará a confiabilidade de suas fábricas e melhorará a flexibilidade. Portanto, a empresa aumentou seu orçamento para € 400 milhões por ano dedicado para alavancar a excelência operacional, o que está significativamente acima da média nos últimos anos.

Alavancar a digitalização por toda a empresa

A digitalização oferece oportunidades inigualáveis ao longo de todo o ciclo de vida dos ativos da BASF. Por exemplo, diferentes processos ou ideias de investimento podem ser simulados em computadores, o que ajuda a minimizar os custos. A realidade aumentada já está sendo usada para dar apoio para a força de trabalho da BASF nas operações diárias. A BASF pretende digitalizar os processos em mais de 350 de suas plantas em todo o mundo até 2022.

A digitalização será parte integrante dos negócios da BASF. A empresa criará valor adicional para os clientes, aumentará seus negócios e melhorará a eficiência através da digitalização. A empresa também irá aumentar a criatividade em P&D, utilizando mais intensamente seu supercomputador Quriosity. Para garantir que a BASF obtenha o melhor valor de seus dados, irá melhorar ainda mais a disponibilidade e a qualidade dos dados, fornecendo a infraestrutura necessária para conectar seus sistemas de back-end e usar os dados existentes para apoiar a tomada de decisões. A BASF ganhará velocidade, impacto e alcance em seus esforços de digitalização para ficar à frente de seus pares na indústria química.

Fonte: BASF

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Lucro da Braskem chega a R$ 1,34 bilhões no terceiro trimestre de 2018

15/11/2018

Após greve dos caminhoneiros, as vendas se recuperam no Brasil e crescem nos Estados Unidos e no México

A recuperação das vendas no Brasil depois da greve dos caminhoneiros e o crescimento nos Estados Unidos e no México levaram a Braskem a registrar um Ebitda de R$ 3,6 bilhões (US$ 909 milhões) no terceiro trimestre de 2018, 30% maior do que igual período do ano passado. O lucro líquido cresceu 68% na mesma comparação, chegando a R$ 1,34 bilhão. A geração livre de caixa alcançou R$ 1,5 bilhão.

“As vendas maiores no exterior e a recuperação brasileira pós-greve dos caminhoneiros compensaram os menores níveis de spreads de resinas no Brasil, de polipropileno na Europa e de polietileno na América do Norte”, disse o presidente da Braskem, Fernando Musa. “Continuamos a registrar resultados vigorosos em geral, apesar da volatilidade do mercado e de alguns desafios operacionais, mais uma prova da resiliência da Companhia e um grande indicativo de que estamos trilhando um caminho seguro de crescimento.”

A normalização da produção no período pós-greve no Brasil fez com que a taxa média de utilização das centrais petroquímicas chegasse a 95%, 5 p.p. superior ao registrado no segundo trimestre. Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, a taxa média de utilização foi 3 p.p. superior, período que foi negativamente impactado pela parada programada da central do Rio de Janeiro.

A demanda de resinas no mercado brasileiro (PE, PP e PVC) foi de 1,4 milhão de toneladas no trimestre, 9% superior ao trimestre anterior, que foi impactado pelas restrições logísticas decorrentes da greve e também influenciada pela sazonalidade. Em relação ao 3T17, a demanda de resinas foi 3% superior. No acumulado do ano, a demanda de resinas apresentou expansão de 3%, devido ao maior nível de atividade, principalmente, nos setores de embalagens, agricultura e consumo.

As vendas de resinas da Braskem totalizaram 917 mil toneladas, um aumento de 12% em relação 2T18 e superior ao desempenho do mercado. Em relação ao 3T17, as vendas ficaram em linha. No acumulado do ano, as vendas de resinas no Brasil apresentaram expansão de 1%, totalizando 2.624 mil toneladas.

A taxa de utilização nos EUA e na Europa foi de 87% no trimestre, 3 p.p. superior ao segundo trimestre, com vendas de 477 mil toneladas de PP. No México, a taxa de utilização das plantas de polietileno foi de 78%, 6 p.p. superior ao segundo trimestre do ano, o qual havia sido negativamente impactado pela parada programada em maio. As vendas de PE totalizaram 136 mil toneladas no mercado mexicano, alta de 1% sobre o trimestre anterior. As exportações a partir do México se mantiveram estáveis devido a estratégia de priorizar o atendimento do mercado mexicano.

Unidade de PP nos EUA

Ao término do terceiro trimestre, a Braskem já investiu US$ 341 milhões de um total de US$ 675 milhões previstos para a construção da nova planta de produção de polipropileno (PP) nos EUA. A planta com capacidade de produção de 450 mil toneladas por ano, localizada em La Porte, no Texas, será a sexta fábrica de PP nos EUA. Até o fim do trimestre, o projeto atingiu 32,8% de progresso físico, incluindo 96,5% do detalhamento de engenharia, 86,5% da aquisição de equipamentos e materiais e 24,3% da construção civil. A previsão é que a planta comece a operar em 2020.

Fonte: Braskem

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Vendas da Evonik crescem 7% no terceiro trimestre de 2018

12/11/2018

  • Ebitda ajustado subiu 8% para 692 milhões de euros
  • Perspectivas para o ano 2018 se confirmam

A Evonik aumentou o Ebitda ajustado do terceiro trimestre de 2018 para 692 milhões de euros (ano anterior: 640 milhões de euros). Os dois segmentos de crescimento – Nutrition & Care e Resource Efficiency – contribuíram de modo considerável para o incremento das receitas e da rentabilidade. A margem Ebitda ajustada aumentou para 18,2% quando comparada aos 18% no mesmo trimestre do ano anterior.

As vendas subiram para 3,8 bilhões de euros no terceiro trimestre (ano anterior: 3,6 bilhões de euros), basicamente devido ao aumento nos preços de venda. A receita líquida ajustada cresceu 35% para 370 milhões de euros, o que corresponde a um lucro ajustado de 0,79 euro por ação.

“Estamos implementando a nossa estratégia de maneira consistente”, diz Christian Kullmann, Presidente da Diretoria Executiva. “Vamos continuar adaptando o nosso portfólio de forma ativa, trazendo inovações para o mercado e promovendo a mudança cultural na empresa”.

Previsões confirmadas

A Evonik confirma que mantém a sua previsão para o ano fiscal de 2018, que a empresa havia aumentado após o primeiro semestre do ano, e continua contando com um Ebitda ajustado entre 2,60 e 2,65 bilhões de euros e um ligeiro aumento nas vendas (ano anterior: 14,4 bilhão de euros). A Evonik mantém a sua perspectiva de um fluxo de caixa notavelmente mais alto para 2018 em comparação com o ano anterior (511 milhões de euros).

A robusta demanda na maioria dos mercados finais relevantes deve se manter no quarto trimestre, especialmente nos segmentos de crescimento Nutrition & Care e Resource Efficiency.

Desenvolvimentos nos segmentos

Resource Efficiency: As vendas no segmento aumentaram 5% para 1,4 bilhão de euros no terceiro trimestre, enquanto o Ebitda ajustado, com 338 milhões de euros, ficou 9% acima daquele do mesmo trimestre do ano anterior. A margem Ebitda ajustada no segmento cresceu de 22,9% para 23,7%. A grande demanda por polímeros de alta performance usados no design leve e em tintas e revestimentos base água ambientalmente amigáveis impulsionou as vendas do trimestre.

Nutrition & Care: As vendas do segmento subiram 5% para 1,2 bilhão de euros. O Ebitda ajustado subiu 13% para 212 milhões de euros. O segmento conseguiu elevar significativamente a sua margem Ebitda ajustada para 18,2% (exercício anterior: 16,9%). A demanda se manteve alta na linha de aminoácidos para nutrição animal. As linhas de negócio Personal Care e Health Care continuaram se desenvolvendo bem.

Performance Materials: As vendas do segmento alcançaram um bilhão de euros no terceiro trimestre, um incremento de 13% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Os preços de venda foram mais altos, sobretudo em resultado da transferência do aumento nos custos das matérias-primas. Os baixos níveis de água no rio Reno reduziram os volumes de transporte, o que exerceu impacto negativo sobre o fluxo de matérias-primas e mercadorias. A linha de metacrilatos se beneficiou de uma boa demanda continuada, especialmente nas indústrias automobilística e de tintas. O Ebitda ajustado do segmento, de 172 milhões de euros, ficou no nível daquele do mesmo período do ano anterior, enquanto a margem Ebitda ajustada caiu de 18,8% para 16,6%.

Fonte: Evonik

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Covestro tem resultados positivos no 3o.Trimestre em um ambiente de mercado cada vez mais desafiador

01/11/2018

  • Vendas totais sobem 4,8% para 3,7 bi €
  • Volumes principais se mantêm estáveis
  • EBITDA de 859 mi € no nível do ano anterior
  • Receita líquida total de 496 mi €, com alta de 1,0% sobre o ano anterior
  • Fluxo de caixa operacional livre cai 12,2% para 578 mi € devido à elevação dos investimentos
  • Meta de economia de custos de 350 mi € por ano

A Covestro mantém seu desempenho comercial positivo em 2018 com um sólido terceiro trimestre em um ambiente de mercado cada vez mais difícil. As vendas totais subiram 4,8% para 3,7 bilhões de euros em relação ao mesmo trimestre de 2017, devido à elevação dos preços de venda e dos volumes vendidos. Os volumes principais tiveram alta marginal de 0,2%, mantendo-se no nível do ano anterior apesar da disponibilidade limitada de produtos. Com 859 milhões de euros, o EBITDA do grupo também foi equivalente ao do período do ano anterior. No segmento de poliuretanos, a normalização esperada dos preços de TDI levou a um declínio nas margens, fenômeno compensado pelas margens mais altas no segmento de policarbonatos. A receita líquida sofreu leve alta de 1,0% para 496 milhões de euros. O fluxo de caixa operacional livre (FOCF) caiu 12,2% para 578 milhões de euros devido à elevação dos investimentos.

Dr. Markus Steilemann, CEO da Covestro, afirma: “Continuamos no caminho certo. Os investimentos que decidimos fazer nos apontam nossa direção futura e firmam as bases para crescimento orgânico daqui para a frente. Expandiremos nossas capacidades em todos os segmentos e, assim, fortaleceremos nossa posição de liderança em áreas atraentes que crescem mais rápido que a economia global. Nosso programa de eficiência também melhorará as estruturas de custos no médio prazo.”

Com investimentos totais de cerca de 1,5 bilhão de euros, a Covestro anunciou recentemente a expansão das suas capacidades de MDI em Baytown, Texas (EUA). Lá espera-se que uma nova fábrica de escala mundial comece a produzir aproximadamente 500 quilotoneladas de MDI por ano até 2024. Ao mesmo tempo, há projetos de investimento em curso em Brunsbüttel (Alemanha), Tarragona (Espanha), Antuérpia (Bélgica) e Caojing (China) para elevar as capacidades de produção de MDI e seus precursores da Covestro, a fim de se beneficiar com o crescimento do mercado global. A projeção é de que o mercado de MDI cresça cerca de 5% por ano no longo prazo, superando o PIB global em cerca de 2%.

A Covestro também tem o compromisso de desenvolver produtos inovadores movidos principalmente pela sustentabilidade: desde meados do segundo semestre de 2018, a companhia comercializa o primeiro de uma nova série de poliuretanos termoplásticos fabricados com o auxílio de matérias-primas baseadas em CO2. Comparados aos materiais convencionais, esses novos poliuretanos têm menor impacto ambiental e, por isso, contribuem para suprir a demanda por soluções mais sustentáveis.

Confirmadas previsões para o ano completo

Dr. Thomas Toepfer, CFO da Covestro, declara: “O terceiro trimestre atingiu nossas expectativas. Presenciamos condições comerciais globais cada vez mais desafiadoras e também passamos por limitações na disponibilidade de produtos na Europa e na Ásia no último trimestre. Ainda assim, conseguimos manter os volumes estáveis. Nesse contexto, hoje confirmamos nossas previsões para 2018 como um todo.”

A Covestro antecipa ainda um crescimento de até 5% do volume principal para o ano completo de 2018. A expectativa é de fluxo de caixa operacional acima de 2 bilhões de euros. A empresa espera que o ROCE se mantenha próximo do nível de 2017, enquanto conserva a projeção de EBITDA acima de 2017.

No último trimestre, a Covestro continuou seu programa de recompra de ações, lançando a terceira etapa em agosto. Desde o início do programa, foram recompradas ações no total de cerca de 1,2 bilhão de euros, ou quase 8% do capital social. No geral, até meados de 2019, a Covestro pretende recomprar ações próprias no total de até 1,5 bilhão de euros ou 10% do seu capital social.

Meta de economia de custos de 350 mi € por ano

Simultaneamente, a Covestro está fazendo ótimo progresso com outra iniciativa estratégica: a intensificação da colaboração entre as divisões da empresa e o aumento do uso de soluções digitais devem aumentar a eficácia e a eficiência. A partir de 2021, no mais tardar, estima-se que a economia de custos seja da ordem de 350 milhões de euros por ano, com a meta de limitar o aumento geral dos custos operacionais. O objetivo principal das medidas identificadas é reduzir permanentemente os custos não salariais, apesar da futura redução de aproximadamente 900 postos de jornada integral no mundo todo,  em áreas administrativas, por exemplo. As demissões serão feitas empregando soluções socialmente aceitáveis que já foram acordadas com o conselho de trabalhadores na Alemanha.

Forte crescimento em policarbonatos e Coatings, Adhesives, Specialties

No segmento de poliuretanos, as vendas tiveram queda marginal de 1,2% no terceiro trimestre de 2018 para 1.849 milhões de euros. O declínio nas vendas nas regiões EMLA e APAC foi equilibrado por um aumento na região NAFTA. Alterações nos preços, efeitos de câmbio e interrupções não planejadas na produção causaram impacto negativo. Os volumes principais no segmento de poliuretanos caíram 2,0%, e o EBITDA no segmento caiu 21,5% para 432 milhões de euros. O fenômeno pode ser atribuído principalmente à normalização da situação de fornecimento de TDI e ao aumento dos preços de compra de matérias-primas específicas do segmento.

O segmento de policarbonatos continuou registrando forte crescimento no terceiro trimestre, com alta de 11,3% nas vendas para 1.038 milhões de euros. O crescimento dos volumes principais (de 2,6%) e a elevação dos preços de venda influenciaram positivamente as vendas. As vendas nas regiões EMLA (Europa, Oriente Médio e África) e APAC (Ásia e Pacífico) cresceram substancialmente, compensando a baixa na região NAFTA (América do Norte). O EBITDA do segmento de policarbonatos beneficiou-se com a alta das margens e preços, crescendo 49,3% para 315 milhões de euros. Esse resultado também inclui a receita não recorrente de 36 milhões de euros com a venda do setor de chapas nos EUA.

No segmento de Coatings, Adhesives, Specialties, as vendas subiram 8,8% para 606 milhões de euros. Todas as regiões contribuíram para o crescimento nas vendas. No terceiro trimestre, os volumes principais do segmento também tiveram alta acentuada de 7,2%. O EBITDA atingiu 126 milhões de euros, mantendo-se em nível similar ao do ano anterior.

Desempenho comercial de sucesso nos primeiros nove meses de 2018

Nos primeiros nove meses, a Covestro já firmou bases gerais sólidas para o ano como um todo. Cumulativamente, os volumes principais subiram 1,5% em relação aos números do ano anterior. As vendas saltaram 6,9% para 11,3 bilhões de euros e o EBITDA cresceu 13,7% para 2,9 bilhões de euros. A empresa ainda elevou seu fluxo de caixa operacional livre em 9,9% para 1,3 bilhão de euros.

Com 14,1 bilhões de euros em vendas em 2017, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2017, empregava aproximadamente 16,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

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BASF registra aumento de vendas no terceiro trimestre de 2018

01/11/2018

Lucros menores do que o trimestre correspondente do ano anterior

No terceiro trimestre de 2018, as vendas do Grupo BASF cresceram 8%, atingindo €15,6 bilhões, atribuído principalmente aos maiores preços de venda em todos os segmentos. O crescimento dos volumes e a aquisição dos negócios da Bayer, em agosto de 2018, também contribuíram para o aumento das vendas. Os efeitos cambiais negativos tiveram um impacto de compensação. O resultado das operações antes dos itens extraordinários (EBIT) diminuiu em €232 milhões, indo para €1,5 bilhão, principalmente devido à significativa menor contribuição do segmento de Químicos. O EBIT antes dos itens extraordinários também diminuiu consideravelmente nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura, apresentando um ligeiro declínio no segmento de Produtos de Performance – fato parcialmente compensado por lucros melhores em Outros.

Os itens extraordinários no EBIT totalizaram menos €75 milhões no terceiro trimestre de 2018, comparados a €122 milhões no mesmo período do ano anterior. Além dos custos de integração incorridos, relacionados à aquisição de significativos negócios e ativos da Bayer, as despesas com medidas de reestruturação e outros encargos também foram fatores contribuintes. O terceiro trimestre do ano anterior incluiu receitas especiais no segmento de Produtos de Performance, resultante da transferência do negócio de produtos químicos para couro da BASF para o grupo Stahl. Comparado ao terceiro trimestre de 2017, o EBIT diminuiu em €429 milhões, indo para €1,4 bilhão. O resultado operacional antes da depreciação, amortização e itens extraordinários (EBITDA antes dos itens extraordinários) diminuiu em €254 milhões, indo para €2,3 bilhões e o EBITDA em €465 milhões, indo para €2,2 bilhões.

Na apresentação dos números trimestrais do Grupo BASF, o Presidente do Conselho Administrativo, Dr. Martin Brudermüller, e o CFO Dr. Hans-Ulrich Engel apontaram alguns fatores especiais do terceiro trimestre: “Concluímos a aquisição de negócios significativos e ativos da Bayer e chegamos a um acordo sobre a fusão da Wintershall e DEA”, disse Brudermüller. Após a assinatura do contrato de cessão entre a BASF e a LetterOne, foi necessário ajustar os relatórios financeiros de forma retroativa a partir de 1º de janeiro de 2018. Os valores do ano anterior também foram atualizados.

O baixo nível de água no rio Reno, na Europa, causou impacto nos negócios. “Durante todo o terceiro trimestre, tivemos que lidar com isso, o que levou a cortes de produção e maiores custos com transporte”, disse Brudermüller. E o período apurado está sendo comparado com o excelente terceiro trimestre de 2017 do Grupo BASF, quando o clima de negócios era consideravelmente mais favorável. Brudermüller disse: “Os desafios no ambiente macroeconômico estão crescendo, fato que pode ser notado nos resultados do terceiro trimestre de 2018.”

Panorama para o exercício de 2018

O crescimento da produção industrial ficou aquém das expectativas no terceiro trimestre de 2018, principalmente devido aos acontecimentos na indústria automotiva em setembro, especificamente. A introdução de novos padrões de emissões causou impacto na Europa. Os efeitos do conflito comercial entre os Estados Unidos e a China também estão sendo sentidos, levando a uma desaceleração do crescimento econômico na Ásia em particular, principalmente na China.

Assim, a BASF ajustou sua avaliação do ambiente econômico global em 2018 da seguinte forma (previsão do Relatório Financeiro Semestral de 2018 entre parênteses):

  • Crescimento do produto interno bruto: 3,0% (3,0%)
  • Crescimento da produção industrial: 3,1% (3,2%)
  • Crescimento da produção de químicos: 3,1% (3,4%)
  • Taxa de câmbio média entre o euro e o dólar de $1,20 dólar por euro ($1,20 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) para o ano de $70 dólares por barril ($70 por barril)

A assinatura do acordo definitivo de cessão relativa à incorporação da Wintershall e da DEA reduz as vendas e o EBIT do Grupo BASF pela contribuição de suas atividades de petróleo e gás – retroativo a partir de 1º de janeiro de 2018 e com os números do ano anterior corrigidos, fruto da apresentação como operações descontinuadas.

Como resultado, a previsão do Grupo BASF para o exercício de 2018, contida no relatório de 2017, foi ajustada ao final de setembro (previsão anterior do Relatório BASF 2017 entre parênteses abaixo):

  • Discreto aumento das vendas (discreto aumento)
  • Ligeira queda no EBIT antes dos itens extraordinários (ligeiro aumento)
  • Declínio considerável no EBIT (ligeiro declínio)
  • Evolução dos segmentos no terceiro trimestre de 2018

As vendas no segmento de Químicos aumentaram 7% em comparação ao trimestre do ano anterior, indo para €4,3 bilhões, fruto de preços mais altos em todas as divisões, especialmente em Petroquímicos. Na casa dos €851 milhões, o resultado operacional antes dos itens extraordinários (EBIT) apresentou queda de €251 milhões, comparado ao forte terceiro trimestre de 2017, resultado principalmente das margens menores de isocianatos na divisão de Monômeros e produtos de craqueamento a vapor na divisão de Petroquímicos. Os lucros também foram negativamente impactados por custos fixos mais altos, devido, entre outros fatores, ao aumento das despesas de manutenção. Os lucros maiores da divisão de Intermediários não foram suficientes para compensar tal fator.

As vendas de aproximadamente €4 bilhões no segmento de Produtos de Performance ficaram niveladas com o trimestre do ano anterior. A BASF alcançou preços mais altos em todas as divisões; no entanto, os volumes de vendas diminuíram nas divisões de Nutrição e Saúde, Dispersões e Pigmentos e Care Chemicals. As vendas foram prejudicadas também pelos efeitos cambiais e de portfólio. O resultado das operações antes dos itens extraordinários (EBIT) diminuiu 6% comparado ao terceiro trimestre de 2017, indo para €360 milhões, resultado de volumes menores, custos fixos mais altos e efeitos cambiais negativos. As melhores margens tiveram um efeito de compensação. Excluindo os efeitos cambiais negativos, o EBIT antes dos itens extraordinários foi linear durante o período.

No segmento de Materiais e Soluções Funcionais, as vendas aumentaram 5% em comparação ao terceiro trimestre de 2017, alcançando €5,2 bilhões, fruto principalmente dos preços mais altos em todas as divisões, especialmente nos Catalisadores e Produtos de Performance. Os volumes também aumentaram, enquanto as vendas foram prejudicadas pelos efeitos cambiais. Apesar do crescimento de volumes, o EBIT antes dos itens extraordinários de €347 milhões ficou consideravelmente abaixo do nível do trimestre do ano anterior, principalmente devido aos custos fixos mais altos e margens menores em quase todas as divisões. Entretanto, este segmento da BASF apresentou um aumentou de lucros de um trimestre para o outro ao longo de 2018 e reduziu continuamente a diferença em relação ao trimestre do ano anterior.

As vendas de €1,2 bilhão no segmento de Soluções para Agricultura aumentaram consideravelmente em 26%, comparadas ao terceiro trimestre de 2017 – fator atribuído aos efeitos do portfólio resultantes da transação com a Bayer, de um nível de preço mais alto e de volumes ligeiramente maiores. Os efeitos cambiais negativos continuaram prejudicando a evolução das vendas. Apesar dos resultados sazonalmente negativos dos negócios adquiridos da Bayer, o EBIT antes dos itens extraordinários apresentou queda de apenas €26 milhões no trimestre do ano anterior. A receita gerada pelas operações da BASF, excluindo as atividades da Bayer, aumentou consideravelmente ao compararmos com o terceiro trimestre de 2017. Excluindo os efeitos cambiais negativos, o EBIT antes dos itens extraordinários também aumentou discretamente no geral.

“Após a assinatura do acordo com a LetterOne, as vendas e o EBIT do negócio de óleo e gás não fazem mais parte dos números do Grupo BASF – retroativo a partir de 1º de janeiro de 2018, e com os números do ano anterior corrigidos”, comentou Engel. “Tais atividades não são mais apresentadas como um segmento em nossos relatórios”. Até a conclusão, o resultado do Grupo Wintershall após os impostos será apresentado no resultado antes dos interesses minoritários do Grupo BASF como um item separado (“lucro antes da participação de minoritários advindo de operações descontinuadas”). No terceiro trimestre de 2018, o resultado antes da participação de minoritários advindo de operações descontinuadas aumentou em €86 milhões, indo para €235 milhões, principalmente atribuível a preços e volumes mais elevados, bem como a operações offshore na Líbia no terceiro trimestre de 2018; no ano anterior, tal fato se deu no segundo trimestre. O preço do barril de petróleo bruto Brent foi em média de 75 dólares no terceiro trimestre de 2018 (terceiro trimestre de 2017: $52). Os preços de gás nos mercados à vista na Europa também registraram fortes ganhos em comparação ao trimestre do ano anterior.

As vendas de €827 milhões em Outros foram consideravelmente maiores do que o trimestre do ano anterior (51%), fruto principalmente de maiores volumes de vendas e preços no comércio de matérias-primas. O EBIT antes dos itens extraordinários melhorou consideravelmente, de menos €203 milhões para menos €83 milhões, resultado dos efeitos do valuation do programa de incentivo a longo prazo.

Evolução dos lucros do Grupo BASF e fluxo de caixa

O lucro líquido diminuiu em €136 milhões, indo para €1,2 bilhão. O lucro por ação totalizou €1,31 (terceiro trimestre de 2017: €1,45). O lucro por ação ajustado para itens extraordinários e a amortização do imobilizado incorpóreo foi de €1,51 (terceiro trimestre de 2017: €1,40).

No terceiro trimestre de 2018, o fluxo de caixa das atividades operacionais foi de €2,9 bilhões, €865 milhões abaixo do valor do trimestre homólogo no ano anterior, devido principalmente à mudança no capital de giro líquido, em particular ao aumento no período de caixa vinculado a estoques e à queda no caixa advindo de recebíveis. O fluxo de caixa do acionista foi de €2 bilhões, comparado aos €2,8 bilhões no mesmo trimestre do ano anterior.

Os ativos totais do Grupo BASF aumentaram €6,8 bilhões, indo para €85,6 bilhões. A aquisição de significativos negócios e ativos da Bayer contribuiu com €8 bilhões para este aumento. Como resultado do pagamento do preço de compra para a Bayer, a dívida líquida aumentou €6,5 bilhões em relação a 31 de dezembro de 2017, indo para €18 bilhões. O índice de patrimônio líquido do Grupo BASF ficou na casa dos 43% em 30 de setembro de 2018.

Fonte: BASF

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Solvay alcança Ebitda de 1,150 bilhão de euros no primeiro semestre de 2018

02/08/2018

Empresa registra forte crescimento dos volumes de vendas no período

O Grupo Solvay alcançou no primeiro semestre de 2018 um faturamento de 5,09 bilhões de euros com um EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 1,150 bilhão de euros e um free cash flow de 123 milhões de euros, segundo anúncio feito em 31/07 pela direção mundial da empresa. A margem de EBITDA permaneceu recorde no semestre, em 23%.

Os resultados foram impactados positivamente pelo crescimento sólido de volume de vendas, principalmente dos produtos ligados às áreas de materiais avançados (polímeros especiais e compósitos para os setores automotivo e aeroespacial) e formulações avançadas, especialmente para o mercado norte-americano de petróleo e gás. A empresa mantém a expectativa para 2018 de crescimento do EBITDA de 5% a 7%, com um free cash flow acima do nível de 2017.

Segundo o CEO da Solvay, Jean-Pierre Clamadieu, as vendas e o EBITDA da Solvay aumentaram 6% organicamente no primeiro semestre de 2018 impulsionados por segmentos em crescimento. “Estes fortes resultados são uma clara demonstração da transformação do portfólio de produtos nos últimos anos. Internamente, agora estamos focados em implementar uma organização mais simples e ágil para melhor atender nossos clientes”, disse Clamadieu.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Covestro eleva previsões financeiras após um segundo trimestre de resultados positivos

02/08/2018

 

  • Vendas totais sobem 10,4% para 3,9 bi €
  • Volumes principais crescem 4,4%
  • EBITDA aumenta 16,2% para 985 mi €
  • Receita líquida sobe 24,8% para 604 mi €
  • Fluxo de caixa operacional livre cresce 14,1% para 364 mi €
  • Elevação das projeções para EBITDA, FOCF e ROCE
  • Planos de aumentar investimentos para continuar crescendo

A Covestro manteve, no segundo trimestre de 2018, o ótimo desempenho que tem tido ao longo do ano. As vendas totais foram de 3,9 bilhões de euros, um aumento de 10,4% em comparação com o trimestre do ano anterior, graças à alta na demanda e nos preços de venda. Os volumes principais aumentaram 4,4%, com contribuição de todos os três segmentos da empresa, que apresentaram taxas de crescimento positivas. O EBITDA cresceu 16,2% para 985 milhões de euros. Atingindo 604 milhões de euros, a receita líquida subiu 24,8% em relação ao período do ano anterior. O fluxo de caixa operacional livre (FOCF) teve elevação de 14,1% para 364 milhões de euros.

“Há demanda sustentada por nossos produtos no mundo todo, provando que nossa estratégia continuará rendendo frutos, já que nossos produtos atendem a importantes tendências globais”, afirma o CEO Dr. Markus Steilemann. “Melhoramos todos os nossos principais números no segundo trimestre. Graças a esse forte desempenho, estamos elevando nossas previsões para o ano todo.” Isso vale para o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA), para o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) e o retorno sobre o capital empregado (ROCE).

“Para manter o crescimento no longo prazo, também seguiremos elevando os investimentos”, explica Steilemann. O programa de investimentos inclui a expansão da produção em todos os três segmentos, em diversas localidades e em todas as regiões. Por exemplo, foi anunciada uma expansão significativa da produção global de filmes, com investimentos da ordem de 100 milhões de euros para atender à demanda em alta acentuada. Na unidade de Tarragona (Espanha), estão sendo investidos cerca de 200 milhões de euros para montar uma produção própria de cloro e expandir as instalações atuais para fabricação do precursor de espuma rígida MDI. Além disso, estão sendo expandidas as capacidades de MDI em Brunsbüttel (Alemanha) e a produção de policarbonatos em Caojing (China).

Previsões de crescimento sustentado confirmadas

“Vemos crescimento sólido nas nossas principais indústrias consumidoras e estamos elevando os investimentos para 650 a 700 milhões de euros este ano”, afirma o CFO Dr. Thomas Toepfer. Nos próximos três anos, continuaremos aumentando essas despesas de capital anuais (CAPEX) para até 1,2 bilhão de euros. Isso viabilizará uma expansão focada das capacidades produtivas, além da construção de novas unidades.

Atualmente há sinais de que os preços de mercado estão se normalizando em algumas áreas de produtos, especialmente para o precursor de espuma flexível TDI. “Por isso, nossa meta é reduzir ainda mais a ciclicidade do nosso portfólio de produtos e continuar nos desenvolvendo com sucesso”, acrescenta Toepfer. Esse objetivo poderá ser cumprido principalmente com aplicações adicionais altamente diferenciadas, para os setores automotivo, eletrônico e de saúde, por exemplo.

Com a expectativa de alta demanda sustentada a médio prazo nas principais indústrias consumidoras, a projeção é de elevação do volume principal de cerca de 4% ao ano. Por essa razão, a empresa planeja continuar crescendo mais rápido que o produto interno bruto global (GDP Global). Ao mesmo tempo, a Covestro está monitorando as atuais incertezas geopolíticas.

O programa de recompra de ações da Covestro fez novos progressos, com a segunda etapa lançada no segundo trimestre. Até o momento, foram recompradas ações no valor total de mais de 800 milhões de euros (cerca de 5% do capital social).

No geral, até meados de 2019, a Covestro pretende recomprar ações próprias no total de até 1,5 bilhão de euros ou 10% do seu capital social. Os lucros por ação subiram 28,5% para 3,07 euros, em parte devido ao atual programa de recompra de ações.

Elevação das projeções para EBITDA, FOCF e ROCE

Em vista dos fortes resultados do primeiro semestre, a Covestro está elevando suas previsões para EBITDA, FOCF e ROCE em 2018. A nova expectativa da empresa é que o EBITDA do ano fiscal supere o nível do ano anterior e que o FOCF ultrapasse 2 bilhões de euros. Agora espera-se que o ROCE se mantenha próximo ao de 2017. A Covestro antecipa ainda um crescimento de até 5% do volume principal em 2018. Como sempre, essa previsão baseia-se em uma conjuntura normal de produto interno bruto. Para o terceiro trimestre de 2018, a expectativa é de EBITDA próximo ao nível do ano anterior.

Segundo trimestre de 2018: crescimento em todos os três segmentos

As vendas no segmento de poliuretanos subiram 8,1% para 1.966 milhões de euros no segundo trimestre deste ano. As vendas tiveram evolução positiva em todas as regiões e os volumes principais cresceram 3,9% no segmento, principalmente devido à elevação no grupo de produtos MDI. O EBITDA do segmento subiu 6,2% para 583 milhões de euros.

O segmento de policarbonatos registrou crescimento especialmente forte nas vendas no segundo trimestre, de 15,9% para 1.056 milhão de euros – uma tendência positiva ocasionada principalmente pela alta nos preços de venda. Os volumes principais subiram 5,3%. A região Ásia-Pacífico contribuiu especialmente para a alta. O EBITDA de policarbonatos cresceu 44,7% para 285 milhões de euros.

O segmento de Coatings, Adhesives and Specialties também registrou evolução significativa em relação ao trimestre do ano anterior, com vendas em alta de 4,1% para 629 milhões de euros. Os volumes principais de Coatings, Adhesives and Specialties cresceram 5,8%, a maior taxa de crescimento dos três segmentos. O EBITDA subiu 14,9% para 139 milhões de euros.

Desempenho positivo mantido no primeiro semestre de 2018

No geral, a Covestro teve desempenho muito forte nos primeiros seis meses de 2018. As vendas totais subiram 7,9% ao ano para 7,6 bilhões de euros, impulsionadas principalmente pela alta nos preços de venda em todos os três segmentos. No grupo como um todo, os volumes principais aumentaram 2,2% ao ano nos primeiros seis meses. O EBITDA cresceu 20,9% para cerca de 2 bilhões de euros, motivado principalmente pela elevação dos lucros nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos. A receita líquida foi de 1,2 bilhão de euros, com alta de 31,1%. O FOCF cresceu 37,4% para 728 milhões de euros.

Com 14,1 bilhões de euros em vendas em 2017, a Covestro é um dos maiores produtores mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia, atendendo aos segmentos automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2017, empregava aproximadamente 16,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

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Resultados preliminares da Evonik no segundo trimestre excedem expectativas e perspectiva para o ano inteiro melhora

25/07/2018

  • Vendas cresceram 7% para 3,9 bilhões de euros.
  • EBITDA ajustado subiu 16% para 742 milhões de euros.
  • Perspectivas para o FY 2018 melhoram: EBITDA ajustado deve ficar entre 2,6 e 2,65 bilhões de euros

A Evonik aumentou o EBITDA ajustado do segundo trimestre de 2018 para 742 milhões de euros (exercício anterior: 640 milhões de euros). Todos os três segmentos químicos contribuíram para esse aumento com seus avanços no negócio operacional. Todos conseguiram aumentar o EBITDA ajustado e a margem EBITDA na comparação com o mesmo trimestre do exercício anterior.

As vendas aumentaram para 3,9 bilhões de euros no segundo trimestre (exercício anterior: 3,6 bilhões de euros), principalmente devido ao aumento nos volumes de venda e nos preços de venda. O lucro líquido ajustado ficou em 354 milhões de euros, o que corresponde a um lucro ajustado por ação de 0,76 euro. A margem EBITDA ajustada aumentou para 19,2%, ficando 1,5 ponto percentual acima do registrado no mesmo período do exercício anterior.

No primeiro semestre do ano, a Evonik gerou vendas de 7,5 bilhões de euros e um EBITDA ajustado de 1,4 bilhão de euros. Na comparação com o primeiro semestre de 2017, as vendas cresceram 4% e o EBITDA ajustado subiu 15%. A margem EBITDA ajustada aumentou de 17% para 18,8%.

Previsão aumentada

Com base em seu desempenho no primeiro semestre do ano, a Evonik elevou a estimativa para o ano fiscal de 2018 e agora espera um EBITDA ajustado de 2,60-2,65 bilhões de euros. A empresa havia projetado um EBITDA ajustado de 2,4- 2,6 bilhões de euros.

A perspectiva de fluxo de caixa livre também foi melhorada. Para 2018, a Evonik projeta um fluxo de caixa livre notavelmente mais alto na comparação com o exercício anterior. Até agora, a empresa previa um fluxo de caixa livre ligeiramente mais alto.

Desenvolvimentos nos segmentos

O segmento Resource Efficiency continuou o seu desenvolvimento estável e lucrativo no segundo trimestre. As vendas aumentaram 8% para 1,5 bilhão de euros (exercício anterior: 1,4 bilhão de euros), enquanto o lucro ajustado, com 366 milhões de euros, ficou 15% acima daquele do trimestre do exercício anterior.

A margem EBITDA ajustada no segmento subiu 1,4 ponto percentual para 24,7%. No geral, o segmento se beneficiou da alta utilização da capacidade e da demanda continuadamente alta por sílica; polímeros de alta performance, incluindo design leve; e tintas e revestimentos base água ambientalmente corretas da linha de negócios Coating Additives.

As vendas no segmento Nutrition & Care, no valor de 1,2 bilhão de euros, ficaram ligeiramente acima das do exercício anterior. O lucro ajustado cresceu 10% para 222 milhões de euros (exercício anterior: 201 milhões. O segmento conseguiu aumentar significativamente a sua margem EBITDA ajustada para 18,7% (mesmo trimestre do exercício anterior: 17,3%).

Esse aumento se deve ao foco consistente em produtos com margens mais altas, repasse de custos de matéria-prima e rígida redução de custos, especialmente nas linhas Animal Nutrition e Baby Care. Na linha de aminoácidos para nutrição animal, o ambiente de mercado se manteve sólido ao longo do trimestre referido. Os volumes de venda se desenvolveram de modo positivo e ficaram acima dos do mesmo trimestre do exercício anterior.

Os preços de venda mantiveram a tendência de estabilização que já havia ficado evidente no início do ano. Aumentos significativos de venda também foram registrados na linha Personal Care, que se beneficiou de volumes consideravelmente mais altos em um mix de produtos melhor. As linhas Health Care e Polyurethane Foam Additives continuaram seu desenvolvimento comercial positivo.

As vendas no segmento Performance Materials alcançaram 1,0 bilhão de euros no segundo trimestre, 13% acima do exercício anterior. A razão disso foram os preços de venda persistentemente altos no negócio de metacrilatos e um ambiente de mercado melhor na linha Performance Intermediates. O EBITDA ajustado subiu para 196 milhões de euros (exercício anterior: €168 milhões). O segmento Performance Materials aumentou sua margem EBITDA ajustada para 19,1% (exercício anterior: 18,5%).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Odebrecht S.A. inicia tratativas com LyondellBasell para venda da Braskem

15/06/2018

A LyondellBasell, uma das maiores companhias de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, e a Odebrecht S.A., acionista controladora da Braskem, anunciaram, hoje, em um comunicado conjunto, que as companhias iniciaram tratativas exclusivas sobre uma potencial transação entre LyondellBasell e Braskem.

As companhias declararam conjuntamente:

“LyondellBasell e Braskem compartilham uma forte cultura de excelência operacional e legados de inovação. Acreditamos que a potencial combinação das forças complementares, portfólios de produtos e áreas operacionais de LyondellBasell e Braskem criariam um valor significativo aos nossos acionistas, clientes e colaboradores.

O Conselho de Administração e a administração da Braskem foram informados sobre a existência dessas discussões. As discussões são preliminares e nenhum acordo foi alcançado. As partes precisarão, dentre outras coisas, concluir a due diligence apropriada, negociar contratos definitivos e obter aprovações societárias. Não há garantias de que as tratativas resultarão em uma transação ou dos termos em que a potencial transação poderá ocorrer. LyondellBasell e Odebrecht S.A. não pretendem fazer qualquer comentário adicional salvo se ou até que as tratativas sejam concluídas ou seja exigido pela lei aplicável.”

A Braskem divulgou hoje também Fato Relevante ao mercado, nos seguintes termos:

“A Braskem S.A., em atendimento ao disposto na Instrução CVM nº 358/02, vem comunicar aos seus acionistas e ao mercado em geral que foi informada pela Odebrecht S.A., sua acionista controladora, do início de tratativas com a LyondellBasell, companhia aberta com sede em Roterdã, visando uma potencial transação envolvendo a transferência à LyondellBasell da totalidade da participação da Odebrecht S.A. no capital social da Braskem.

Segundo a Odebrecht S.A., as negociações estão em estágio preliminar e foi concedida exclusividade à LyondellBasell no âmbito das tratativas, que são regidas por acordo de confidencialidade.

Foi informado também que a conclusão da Transação está sujeita, dentre outras condições, a due diligence, negociação dos contratos definitivos e obtenção das aprovações societárias, não existindo, nesta data, qualquer obrigação vinculante entre LyondellBasell e Odebrecht S.A. nem garantia de que as tratativas resultarão em uma Transação.

Por fim, foi ressaltado que caso a Transação seja concretizada serão garantidas aos demais acionistas da Companhia as mesmas condições que vierem a ser negociadas para a Odebrecht S.A.

A Companhia manterá seus acionistas e o mercado informados de qualquer informação relevante que tiver acesso sobre o assunto. “

Fonte: Braskem

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DowDuPont investirá US$ 100 milhões para ampliar a capacidade produtiva de instalações no Texas

29/05/2018

O aumento deve ocorrer por fases até 2020 para atender à demanda crescente dos mercados de transportes e embalagens

A DowDuPont acaba de anunciar um plano envolvendo investimentos de aproximadamente US$ 100 milhões nos próximos dois anos, que serão destinados à ampliação da capacidade produtiva e modernização das instalações da unidade de Sabine River Works, no Texas (EUA). O objetivo é apoiar o crescimento global dos materiais de especialidades fabricados na unidade.

O investimento conjunto visa atender à demanda crescente dos clientes tanto do negócio de Embalagens e Plásticos de Especialidades (P&SP) da Divisão de Ciência dos Materiais da DowDuPont (que passará a se chamar Dow), quanto do negócio de Transporte e Polímeros Avançados (T&AP) da Divisão de Produtos de Especialidades (que passará a se chamar DuPont).

“Esse é mais um grande exemplo do poder da nossa fusão histórica e da capacidade de responder prontamente às necessidades dos clientes e acompanhar seu crescimento,” destacou Diego Donoso, Presidente do Negócio de Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow. “Enxergamos um grande potencial de fornecer quantidades maiores desses produtos de especialidades aos nossos clientes nos mercados de embalagens para alimentos e bens de consumo”.

O aumento da capacidade deverá ocorrer em diversas fases a partir de 2020 e permitirá que ambas as divisões atendam à demanda cresceste pelos produtos das linhas de materiais de especialidades Surlyn®, Nucrel®, Fusabond® (P&SP) e Vamac® (T&AP), utilizados em aplicações de embalagens de alimentos, transportes e bens de consumo. Adicionalmente, a Companhia está avaliando planos de longo prazo para investir em uma nova planta que daria suporte adicional ao crescimento do mercado.

  • Surlyn é um ionômero de copolímero etileno-ácido.
  • Nucrel é uma família de copolímeros etileno-ácido. Ela inclui copolímeros baseados em etileno-ácido metacrílico (EMAA) e copolímeros baseados em etileno-ácido acrílico.
  • Fusabond é uma família de polímeros funcionais que foram modificados para ajudar na adesão de polímeros dissimilares usados em compostos resistentes, com cargas e blendas. Estes incluem terpolímeros modificados de etileno-acrilato-monóxido de carbono, etileno-acetato de vinila (EVA), Polietilenos (PE), Polietilenos metalocênicos, Polipropileno (PP) e borrachas de etileno-propileno. Os polímeros são modificados tipicamente com anidrido maleico.
  • Vamac é um elastômero etileno-acrílico.

“Com essa capacidade adicional, seremos capazes de atender ao crescimento do mercado automotivo em um momento em que a demanda dos clientes por polímeros avançados está muito alta,” afirmou Randy Stone, Presidente do Negócio de Transporte e Polímeros Avançados da DuPont. “Esses investimentos nos permitirão continuar a oferecer soluções inovadoras para mercados finais de alto crescimento e reforçam nosso compromisso de ampliar nossa posição de liderança nesses importantes segmentos de mercado”.

Fonte: Assessoria de Imprensa – DowDuPont; Foto: DuPont

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Balanço da Evonik no primeiro trimestre de 2018 registra resultados positivos

19/05/2018

  • Ebitda ajustado aumentou 14% para 679 milhões de euros
  • Vendas cresceram 1% para 3,68 bilhões de euros
  • Previsão para o ano inteiro se confirmou

A Evonik começou bem o ano de 2018. O Ebitda ajustado cresceu para 679 milhões de euros no primeiro trimestre, um aumento significativo de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os três segmentos nos quais a empresa atua contribuíram para o incremento das receitas.

“Estamos implementando a nossa nova estratégia com firmeza”, disse Christian Kullmann, Presidente da Diretoria Executiva. “Com o foco em inovação e a cultura corporativa orientada ao desempenho, estamos trabalhando para garantir um crescimento rentável. Nossa meta é um portfólio equilibrado focado em especialidades químicas”.

As vendas aumentaram 1% para 3,68 bilhões de euros no primeiro trimestre, impulsionadas sobretudo por volumes de vendas ligeiramente mais altos, além de melhores preços de venda. O câmbio exerceu um efeito reverso, sobretudo por conta do dólar mais fraco.

A margem Ebitda ajustada cresceu para 18,5% (trimestre do ano anterior: 16,4%). A renda líquida ajustada aumentou para 333 milhões de euros e o lucro ajustado por ação subiu para 0,71 euro. O fluxo de caixa livre aumentou para 84 milhões de euros (trimestre do exercício anterior: 57 milhões de euros) em
decorrência da redução de gastos de capital.

Previsões confirmadas

Apesar do crescente efeito negativo do câmbio, a Evonik reitera a sua previsão para o ano e espera crescer tanto em vendas quanto em receitas operacionais. O Ebitda ajustado deve aumentar para um valor entre 2,4 e 2,6 bilhões de euros (2017: 2,36 bilhões). Graças às suas fortes posições de mercado e ao foco estratégico em seus quatro motores de crescimento – Specialty Additives, Animal Nutrition, Smart Materials e Health & Care – a Evonik acredita que a demanda continuará alta.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: As vendas aumentaram 3% para 1,4 bilhão de euros no primeiro trimestre. A consolidação do negócio da sílica adquirido da J. M. Huber em setembro do ano passado e o aumento nos preços de venda contribuíram para esse incremento. A linha de negócios Coating Additives apresentou forte demanda, especialmente na região Ásia-Pacífico, e o desempenho de linha de Crosslinkers na Europa foi igualmente satisfatório. O Ebitda ajustado do segmento Resource Efficiency cresceu 9% para 325 milhões de euros.

Nutrition & Care: Com 1,12 bilhão de euros, as vendas no primeiro trimestre de 2018 ficaram niveladas com as do mesmo período de 2017. As condições do mercado de nutrição animal para aminoácidos essenciais foram boas no período. Embora os volumes de venda fossem ligeiramente mais altos, os preços de venda em geral ficaram estáveis comparados ao mesmo período do ano passado. Um aumento substancial em vendas foi registrado nos produtos na linha Personal Care, que se beneficiou de um aumento considerável nos volumes de venda e de uma melhora nos preços. Os negócios nas linhas de Health Care e Polyurethane-Foam Additives continuam se desenvolvendo bem, com boa demanda. O Ebitda ajustado do segmento Nutrition & Care aumentou 12% para 209 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas cresceram 4% no primeiro trimestre, fechando em 995 milhões de euros. O incremento se deveu a preços de venda mais altos, embora o câmbio exercesse efeito negativo. A linha de negócios Methacrylates continuou apresentando desempenho positivo, registrando um aumento considerável nas vendas. A demanda se manteve satisfatória, especialmente nas indústrias automotiva e de revestimentos, embora a oferta continuasse escassa. O Ebitda ajustado do segmento Performance Materials melhorou 14% para 179 milhões de euros.

A Evonik é uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas. Com mais de 36.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo. No ano fiscal de 2017, a empresa gerou vendas da ordem de 14,4 bilhões de Euros e um lucro operacional (Ebitda ajustado) de 2,36 bilhões de Euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Braskem registra resultados positivos no primeiro trimestre de 2018

15/05/2018

A Braskem continua apresentando resultados favoráveis, tendo atingindo nos três primeiros meses do ano um EBITDA de R$ 2,6 bilhões, um lucro líquido da controladora de R$ 1,1 bilhão e uma geração livre de caixa foi de R$ 1,8 bilhão.

A manutenção de bons resultados demonstra a resiliência da Braskem ante impactos como os provocados pela interrupção do fornecimento de energia elétrica para as plantas do Nordeste do Brasil em março, pelo inverno mais rigoroso que o esperado nos Estados Unidos, pela parada programada de manutenção de Triunfo (RS) e pela parada não-programada na planta de cloro-soda em Alagoas. Na produção, a taxa média de operação das plantas nos EUA e na Europa (7 plantas de PP) foi de 92%; no Brasil (4 centrais petroquímicas), de 90%; e, no México (3 plantas de PE), de 86%;

“A robustez desse conjunto de resultados mostra sem sombra de dúvidas que a Companhia está preparada para enfrentar desafios previsíveis e imprevisíveis”, afirma o presidente da Braskem, Fernando Musa. “Isso ratifica o sucesso da nossa estratégia de diversificação geográfica, de maior equilíbrio no balanço de matérias-primas e de busca contínua por ganhos de eficiência operacional.”

Essa percepção pode ser medida também na melhoria da classificação dada pelas agências de rating. A Standard & Poor’s e a Moody’s alteraram a perspectiva do risco de crédito da Companhia de negativo para estável em março e abril, respectivamente. Neste cenário, a Braskem permanece grau de investimento pela Standard & Poor’s (BBB) e pela Fitch Ratings (BBB-) e acima do risco soberano pelas três maiores agências de classificação de risco (S&P, Fitch Ratings e Moody’s).

Para seguir na melhoria de resultados e transparência, a Braskem vem trabalhando para aprimorar a sua governança corporativa. Na Assembleia Geral de Acionistas, realizada em abril, foram definidas em Estatuto a criação em caráter permanente do Comitê de Conformidade e a obrigação da existência de pelo menos 20% de membros independentes no Conselho de Administração.

Lucro líquido e dividendos

No primeiro trimestre de 2018, o EBITDA ficou em R$ 2,6 bilhões e US$ 818 milhões quando medido em dólares. O lucro líquido da controladora foi de R$ 1,1 bilhão. Na Assembleia de Acionistas realizada no fim de abril, a Braskem aprovou a distribuição de dividendos adicionais no montante de R$ 1,5 bilhão, totalizando R$ 2,5 bilhões em dividendos, o que representou 61% do lucro líquido de R$ 4 bilhões relativos ao exercício de 2017 – em linha com o percentual histórico. A geração livre de caixa de R$ 1,8 bilhão no primeiro trimestre de 2018 foi R$ 1,34 bilhão superior ao resultado do quarto trimestre de 2017.

Investimentos

A Braskem aumentará em 25% seus investimentos neste ano de 2018 em relação ao ano passado. O CAPEX ultrapassará em 2018 o patamar de R$ 2,8 bilhões. Ao final do primeiro trimestre, a Braskem já havia investido US$ 212 milhões de um total de até US$ 675 milhões previstos para a sexta planta de produção de Polipropileno nos Estados Unidos, valor referente aos gastos com o detalhamento de engenharia, 90% completo, e com as compras de equipamentos. A construção da planta, que terá capacidade de produção de 450 mil toneladas, começou neste trimestre e já alcançou 16% do progresso físico total do projeto. Os primeiros grandes equipamentos, como os reatores, já foram entregues com sucesso no site situado em La Porte, no estado norte-americano do Texas.

Com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos. Sua receita líquida foi de R$ 50 bilhões em 2017. Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Fonte: Braskem

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Braskem tem lucro recorde de R$ 4 bilhões em 2017

29/03/2018

EBITDA atinge novo patamar e chega a R$ 12,3 bilhões

Em um ano marcado pela superação de desafios, a Braskem apresentou robustez em seus resultados de 2017, registrando lucro líquido recorde de R$ 4 bilhões atribuível a todos os acionistas. O EBITDA consolidado alcançou R$ 12,3 bilhões no ano passado, uma alta de 7% sobre o ano anterior. Em dólar, a EBITDA atingiu novo patamar histórico de US$ 3,8 bilhões, um crescimento de 17%.

“Foi um ano em que demonstramos nossa resiliência e capacidade de enfrentar diversos cenários trazendo resultados expressivos a todos os acionistas”, destaca Fernando Musa, presidente da Braskem. “A estratégia de diversificação geográfica, o maior equilíbrio no balanço de matérias-primas e a busca contínua por ganhos de eficiência operacional têm se mostrado vencedor, e o ano de 2017 comprovou que estamos no caminho certo”, completa Musa.

Em 2017, a Braskem manteve o desempenho industrial apresentando significativos recordes de produção de alguns dos seus principais produtos. A taxa de utilização dos crackers no Brasil foi de 94%, 2 pontos percentuais superior a 2016, apresentando recorde de produção de eteno, butadieno e gasolina. A produção de poliolefinas no Brasil, tanto de polietileno como polipropileno, também teve a maior marca histórica. Nos EUA e Europa, a taxa de utilização foi de 97%. No México, o Complexo Industrial completou um ano calendário pleno e apresentou uma taxa média de ocupação de 88% em 2017.

Do lado comercial, as vendas de resinas da Braskem totalizaram 3,5 milhões de toneladas no mercado brasileiro, uma alta de 4% superior a 2016, com vendas recordes de polietileno. O market share da Braskem no mercado brasileiro foi de 69% em 2017. No mercado norte-americano e europeu, as vendas chegaram a 2,1 milhões de toneladas de polipropileno, crescimento de 5% em relação a 2016. Já no México, as vendas de polietileno no mercado mexicano foram de 551 mil toneladas e as exportações, 418 mil toneladas, resultando em vendas totais de 969 mil toneladas, um aumento de 124%.

Neste cenário, a receita líquida consolidada foi de R$ 49,3 bilhões, alta de 3% em relação a 2016. Deste total, as operações geradas pelas exportações do Brasil e das unidades internacionais corresponderam a 47% da receita. Em dólar, a receita líquida da Braskem foi de US$ 15,4 bilhões, alta de 12%.

Investimentos e dividendos

Para 2018, a Braskem planeja investir R$ 2,872 bilhões, dos quais R$ 183 milhões referentes aos investimentos operacionais das unidades nos Estados Unidos e Europa e R$ 1,804 bilhão referente aos investimentos em manutenção, Saúde, Segurança & Meio Ambiente (SSMA), produtividade e eficiência operacional das unidades no Brasil, incluindo os desembolsos com a parada programada de uma das duas principais linhas de produção da central de matérias-primas de Triunfo, no Rio Grande do Sul.

O saldo remanescente será direcionado para projetos estratégicos. Entre eles, o projeto já aprovado em junho de 2017 pelo Conselho de Administração para a construção até 2020 de uma nova planta de produção de polipropileno com capacidade de 450 mil toneladas no estado norte-americano do Texas – a sexta unidade produtora de polipropileno da Companhia nos Estados Unidos. Ao fim do ano de 2017, a Braskem já havia completado investimento de US$ 172 milhões de um total previsto de até US$ 675 milhões. Os recursos foram gastos com o detalhamento da engenharia (67% já completado) e as compras de equipamentos (43% do previsto já realizado).

No próximo dia 30 de abril, a Assembleia-Geral Ordinária (AGO) dos Acionistas da Braskem avaliará a proposta de distribuição adicional de R$ 1,5 bilhão de dividendos referente ao resultado do exercício de 2017, quando foram distribuídos em dezembro R$ 1 bilhão de forma antecipada. O valor total está em linha com o percentual historicamente distribuído pela Companhia.

Fonte: Braskem

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Câmara de Comércio Brasil-Alemanha realiza evento em São Paulo sobre o potencial de diversificação e inovação da indústria química

20/03/2018

Diversificação e inovação podem impulsionar exportações da indústria química brasileira

Nesta sexta, 23 de março, representantes da Associação Alemã de Tecnologia Química e Biotecnologia estarão em São Paulo para falar sobre diversificação e inovação e divulgar a maior feira do setor, que se realiza em Frankfurt em junho.

A Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha realiza encontro para discutir o tema “A indústria química e seu potencial de diversificação e inovação” nesta sexta-feira, 23 de março, das 9h30 ao meio-dia, em sua sede (rua Verbo Divino 1488, 3º andar, Chácara Santo Antônio, São Paulo).

Representantes da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM) e da Associação Alemã de Tecnologia Química e Biotecnologia (DECHEMA) discutirão as tendências do setor e a importância de aprimoramento tecnológico, com foco na diversificação e inovação para exportação. A vinda de representantes da instituição alemã ao Brasil se justifica pelo fato da indústria química do Brasil ocupar, hoje, a oitava posição no mundo, com faturamento anual próximo a US$ 12 bilhões. A BASF também apresenta seu case de eficiência energética no encontro.

Por fim, será divulgada a feira ACHEMA, principal evento mundial voltado para tecnologias para a indústria química, que ocorre a cada três anos em Frankfurt, promovida pela Associação Alemã de Tecnologia Química e Biotecnologia. Neste ano, ela se realiza de 11 a 15 de junho e, no Brasil, é oficialmente representada pela Câmara Brasil-Alemanha no Rio Grande do Sul (51 3222-5766 – larissa.behling@ahkrs.com.br), que também organiza grupos para visitá-la.

Programação e inscrições pelo https://www.sympla.com.br/achema—a-industria-quimica-e-seu-potencial-de-diversificacao-e-inovacao__252921. A participação é gratuita.

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BASF divulga resultados de 2017 e avalia perspectivas para 2018

08/03/2018

  • Quarto trimestre de 2017: Vendas de €16,1 bilhões (acréscimo de 8% comparado ao mesmo trimestre do ano anterior);  EBIT antes dos itens extraordinários de €1,9 bilhão (acréscimo de 58% comparado ao mesmo trimestre do ano anterior)
  • Acumulado de 2017: Crescimento significativo em todos os segmentos; Lucro por ação de €6,62 (acréscimo de 50%); lucro por ação ajustado de €6,44 (acréscimo de 33%); Fluxo de caixa operacional de €8,8 bilhões (acréscimo de 14%); fluxo de caixa livre de €4,8 bilhões (acréscimo de 34%); Dividendo proposto no valor de €3,10 para o ano fiscal de 2017 (2016: €3,00)
  • Panorama para 2018:;Discreto aumento nas vendas resultado de um maior volume de vendas; EBIT antes dos itens extraordinários com expectativa de nível um pouco maior do que 2017

Após um ano de sucesso em 2017, a BASF iniciou bem o ano de 2018. “No ano passado, atingimos um crescimento significativo, sendo capazes de aumentar ainda mais a nossa rentabilidade. Além disso, estabelecemos bases vitais para o desenvolvimento futuro de nossa empresa – tanto no que se refere a pessoas quanto à estratégia”, comentou o Dr. Kurt Bock, Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, na apresentação do Relatório Anual de 2017 em Ludwigshafen, Alemanha.

No quarto trimestre de 2017, o Grupo BASF registrou vendas de €16,1 bilhões, o que representa um crescimento de 8% em relação ao mesmo trimestre de 2016. Os preços aumentaram em 9%. O volume de vendas da BASF aumentou 4%, sendo impulsionado por todos os segmentos, com exceção de Óleo e Gás. Por outro lado, os efeitos cambiais negativos foram significativamente maiores, causando uma diminuição das vendas em 5%. O lucro operacional no quarto trimestre, antes dos itens extraordinários (EBIT), foi de €1,9 bilhão, apresentando um aumento de 58% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os ganhos significativamente maiores nos segmentos de Químicos, Soluções para Agricultura, Óleo e Gás, bem como em Outros compensaram os ganhos menores nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais e Produtos de Performance.

Houve uma reação mundial das atividades econômicas em 2017. “Aproveitamos o momento e aumentamos exponencialmente nossas vendas e lucros em 2017, comparados ao ano anterior”, disse Bock. A boa demanda permitiu que a BASF vendesse maiores volumes em todas as divisões, aumentando sua rentabilidade consideravelmente. Além disso, os preços mais elevados, especialmente no segmento de Químicos, também contribuíram para isso. No geral, as vendas da BASF cresceram 12%, indo para €64,5 bilhões. Um dos fatores que contribuíram foi o negócio da Chemetall, adquirido no final de 2016, que oferece soluções customizadas para o tratamento de superfície metálicas.

Os lucros da BASF aumentaram, de forma ainda mais exponencial, em aproximadamente um terço. A empresa obteve um EBIT antes dos itens extraordinários de €8,3 bilhões, com uma contribuição significativa proveniente do segmento de Químicos. As maiores margens e volumes nos negócios de Químicos básicos e intermediários mais do que compensaram as margens mais baixas em alguns dos negócios de especialidades da BASF. Os lucros no negócio de produtos químicos – que compreende os segmentos de Químicos, Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais – foram expressivamente maiores do que no ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários neste negócio foi de €7,3 bilhões, apresentando um acréscimo de 26% em relação aos números do ano anterior.

O lucro por ação aumentou de €4,42 para €6,62, equivalente a um aumento de 50%. Considerando o lucro ajustado para itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis, temos o valor de €6,44, comparado a €4,83 no ano anterior.

Melhor fluxo de caixa operacional

Os números advindos das atividades operacionais melhoraram em €1,1 bilhão no acumulado do ano, indo para €8,8 bilhões em 2017, resultado do aumento de 50% no lucro líquido, atingindo €6,1 bilhões. Diferentemente do ano anterior, a mudança no capital de giro líquido reduziu o fluxo de caixa, grande parte atribuída ao maior nível de caixa vinculado a estoques e contas a receber, por razões operacionais.

Os valores utilizados nas atividades de investimento totalizaram €4 bilhões em 2017, em comparação a €6,5 bilhões em 2016. Os pagamentos feitos para ativo imobilizado e intangível totalizaram €4 bilhões, abaixo do valor do ano anterior (€4,1 bilhões). Totalizando €4,8 bilhões, o fluxo de caixa livre foi 34% acima do nível do ano anterior. O índice de patrimônio líquido foi de 44,1% (2016: 42,6%). A dívida líquida diminuiu em €2,9 bilhões, indo para €11,5 bilhões.

Dividendo proposto de €3,10

A BASF irá propor para a Assembleia Geral de Acionistas um dividendo de €3,10 por ação, €0,10 maior do que no ano anterior. Desta forma, a ação da BASF oferece mais uma vez aos seus acionistas um rendimento de dividendos vantajoso, de 3,4%, com base no preço de €91,74 da ação no final do exercício de 2017. No total, €2,8 bilhões seriam pagos aos acionistas da BASF SE.

Evolução dos negócios nas regiões

No que diz respeito ao desenvolvimento nas regiões, Bock comentou: “Ficamos muito satisfeitos com o nosso grande crescimento na Ásia, onde obtivemos retorno dos nossos investimentos dos últimos anos. As maiores margens e volumes permitiram duplicar nossos ganhos na Ásia para €2,2 bilhões, colocando a região como a mais lucrativa da BASF.” Na Europa, o crescimento econômico se expandiu. O EBIT aumentou em 31%, atingindo €4,7 bilhões, fruto principalmente dos maiores ganhos nos segmentos de Químicos e Óleo e Gás. Apesar do crescimento nos Estados Unidos ter sido inicialmente tímido no começo de 2017, observou-se melhora ao longo do ano. Na América do Norte, a BASF aumentou o EBIT de €1,1 bilhão para €1,2 bilhão. O EBIT da BASF na América do Sul, África e Oriente Médio caiu de €432 milhões para €335 milhões.

Desenvolvimento do portfólio da BASF

No ano passado, a BASF tomou decisões importantes para adicionar ao seu portfólio negócios sólidos que apresentassem crescimento rápido. Em 2018, o segmento de Soluções para Agricultura será fortalecido com a aquisição de parte significativa do negócio de sementes e herbicidas da Bayer. “Será excelente para nosso já bem-sucedido negócio de proteção de cultivos e nossas atividades de biotecnologia. E entraremos no negócio de sementes com ativos proprietários em mercados agrícolas chave, o que também nos permitirá implementar mais rapidamente os resultados de nossa pesquisa em sementes” disse Bock.

A BASF quer adquirir o negócio global de poliamida da Solvay este ano, visando expandir a gama de plásticos de engenharia para as indústrias de transporte, construção e bens de consumo, fortalecendo seu acesso a matérias-primas. Além disso, a empresa espera melhorar o acesso a importantes mercados em crescimento na Ásia e América do Sul.

“No entanto, também desinvestimos em negócios quando acreditamos que poderiam ser mais exitosos em uma constelação diferente”, disse Bock. Por exemplo, a BASF transferiu, no fim de setembro de 2017, seu negócio de químicos para couro para o grupo Stahl, um dos principais produtores de químicos para produtos de couro. Em contrapartida, a BASF detém uma participação de 16% no grupo Stahl.

A BASF anunciou mudanças substanciais nas suas atividades de óleo e gás. Está previsto que a BASF e o grupo LetterOne façam uma fusão de suas respectivas atividades de óleo e gás em uma joint venture chamada Wintershall DEA. A nova empresa seria uma das maiores empresas independentes de exploração e produção da Europa, com excelentes perspectivas de crescimento. A médio prazo, a intenção é listar a joint venture na bolsa de valores.

Panorama para o ano de 2018

A BASF espera que a economia global e a produção de produtos químicos cresçam em 2018 aproximadamente no mesmo ritmo que em 2017. Espera-se um maior crescimento em todas as regiões e a BASF antecipa a continuação da recuperação já em curso no Brasil e na Rússia. Além dessas condições básicas normalmente positivas, a BASF, no entanto, vê maior volatilidade no mercado, sendo que o dólar americano está tendo um impacto negativo nas vendas e lucros.

Baseada em suas perspectivas, a BASF prevê as seguintes condições econômicas para 2018 (dados do ano anterior entre parênteses):

  • Crescimento econômico global de +3,0% (+3,1%)
  • Crescimento na produção global de químicos de +3,4% (+3,5%)
  • Taxa média de câmbio entre o euro e dólar de $1,20 por euro ($1,13 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) de $65 por barril ($54 por barril)

“Neste cenário queremos continuar crescendo de forma lucrativa e alcançar um ligeiro aumento nas vendas do Grupo BASF e no EBIT antes dos itens extraordinários em 2018”, disse Bock.

O aumento das vendas deve resultar principalmente do crescimento dos volumes. O aumento dos lucros será liderado por contribuições significativas dos segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Óleo e Gás. Depois do sólido resultado em 2017, a empresa espera um EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente menor no segmento de Químicos, principalmente como resultado de margens mais baixas.

A previsão para 2018 leva em consideração a aquisição acordada de partes significativas do negócio de sementes e herbicidas não seletivos da Bayer, que deverá ser concluída no primeiro semestre de 2018. Com base no momento da aquisição, na sazonalidade do negócio a ser adquirido e nos custos de integração previstos, é provável que tal transação tenha um impacto positivo nas vendas e um impacto negativo nos lucros do segmento de Soluções para Agricultura e do Grupo BASF em 2018.

A previsão não leva em consideração a fusão planejada das atividades de óleo e gás da BASF e LetterOne. Na assinatura dos acordos de transação, o lucro do segmento de Óleo e Gás não seria mais incluído nas vendas e no EBIT do Grupo BASF – retroativamente a partir de 1º de janeiro de 2018 e com os números do exercício anterior atualizados. Ao invés disso, teríamos a apresentação destes números no demonstrativo de receitas perante aos interesses minoritários do Grupo BASF como um item separado, “receitas advindas de operações descontinuadas”. A partir da data de conclusão da transação, a participação da BASF no resultado gerado pela joint venture – Wintershall DEA – seria teoricamente calculado utilizando o método de equivalência patrimonial e incluído no EBIT do Grupo BASF.

Desenvolvimento dos segmentos

Em um ambiente de mercado favorável, as vendas no segmento de Químicos cresceram no quarto trimestre de 2017 em 21%, alcançando €4,2 bilhões, resultado de preços e volumes mais altos. A BASF aumentou suas margens, principalmente de isocianatos, ácidos e polialcoois, produtos de cracker e monômeros acrílicos. Na casa do €1,1 bilhão, o lucro operacional antes dos itens extraordinários (EBIT) foi 67% superior ao do quarto trimestre de 2016. Todas as divisões registraram ganhos maiores.

No acumulado do ano, as vendas no segmento de Químicos aumentaram em €3,4 bilhões em 2017, atingindo €16,3 bilhões, atribuído principalmente a preços mais altos, especialmente na divisão de monômeros. A BASF também aumentou os volumes em todas as divisões. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €2,2 bilhões, alcançando €4,2 bilhões, fruto principalmente de maiores margens de isocianatos na divisão de Monômeros. Margens mais sólidas nas divisões de Petroquímicos e Intermediários também contribuíram para o aumento dos lucros. Um pequeno aumento nos custos fixos causou um efeito compensatório. O impacto negativo sobre os lucros em 2017 causado pelo acidente do North Harbor, na fábrica de Ludwigshafen em outubro de 2016, foi compensado pelos pagamentos do seguro.

As vendas no segmento de Produtos de Performance no quarto trimestre de 2017 aumentaram em 2%, alcançando €3,8 bilhões. O aumento dos volumes em todas as divisões e o sutil aumento de preços em geral mais do que compensaram os efeitos cambiais negativos e do portfólio. Devido à pressão contínua sobre as margens, ao fechamento temporário da fábrica de citral em Ludwigshafen e aos custos fixos mais altos, o EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu de €237 milhões para €111 milhões.

O acumulado de vendas do segmento de Produtos de Performance foi de €16,2 bilhões; €659 milhões acima do valor do exercício anterior, atribuído ao crescimento do volume em todas as divisões. Os preços de venda mais altos nas divisões de Care Chemicals e Dispersões e Pigmentos também apresentaram um impacto positivo nas vendas. Medidas relativas ao portfólio e os efeitos cambiais negativos em todas as divisões reduziram ligeiramente as vendas. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em €361 milhões no acumulado do ano, indo para €1,4 bilhão, resultado das margens mais baixas advindas de preços mais elevados das matérias-primas que não poderiam ser totalmente repassados por meio dos preços de venda.

As vendas no segmento de Materiais e Soluções Funcionais apresentaram um aumento considerável de 7% no quarto trimestre, resultado de preços mais altos atingindo €5,3 bilhões. Os custos maiores de matérias-primas levaram a margens mais baixas, causando um declínio de 42% do EBIT antes dos itens extraordinários perfazendo €267 milhões. Além disso, os custos fixos mais elevados impactaram negativamente os ganhos.

No acumulado de 2017, as vendas aumentaram em €2 bilhões, alcançando €20,7 bilhões, fruto de preços e volumes mais altos, bem como da aquisição do negócio da Chemetall, adquirido da Albemarle em dezembro de 2016. Os efeitos cambiais provocaram uma leve redução nas vendas.

O crescimento dos volumes foi em grande parte atribuído à maior demanda de produtos da BASF para as indústrias automotiva e de construção. O EBIT antes dos itens extraordinários, de €1,6 bilhão, apresentou uma queda de €329 milhões nos números de 2016, principalmente devido a margens mais baixas e maiores custos fixos. Encargos especiais foram registrados em 2017, relacionados aos custos de integração, juntamente com a aquisição da Chemetall e a aquisição do negócio do grupo Henkel, da Europa Ocidental, de materiais de construção para usuários profissionais.

As vendas no segmento de Soluções para Agricultura aumentaram 4% no quarto trimestre, atingindo €1,3 bilhão. Os volumes significativamente maiores mais do que compensaram a queda dos preços e efeitos cambiais negativo. Comparado ao mesmo trimestre do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou 162%, indo de €128 milhões para €207 milhões.

As vendas do acumulado do ano no segmento de Soluções para Agricultura; aumentaram €127 milhões, alcançando €5,7 bilhões, resultado de maiores volumes de vendas. Em um ambiente de mercado continuamente difícil para os produtos de proteção de cultivos, o crescimento das vendas foi impactado negativamente pela queda de preços, principalmente na América do Sul, e pelos efeitos cambiais negativos. O EBIT antes dos itens extraordinários foi de €1 bilhão, apresentando um declínio de €54 milhões no mesmo período do exercício anterior. O ligeiro declínio foi devido a uma menor média das margens advinda de um mix de produtos diferente e à difícil situação do mercado no Brasil. Os lucros também foram impactados negativamente pela paralização das unidades de produção em Beaumont, Texas e Manatí, Porto Rico, por causa dos furacões. Houve um leve aumento dos custos fixos.

No segmento de Óleo e Gás, as vendas do quarto trimestre de 2017 diminuíram 7%, indo para €862 milhões, resultado de menores volumes. Entretanto, os preços mais elevados de óleo e gás impactaram os lucros positivamente. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €97 milhões, alcançando €260 milhões.

No acumulado do ano, as vendas no segmento de Óleo e Gás aumentaram em €476 milhões em relação ao mesmo período do exercício anterior, indo para €3,2 bilhões, fruto de preços e volumes mais elevados. O preço médio do barril de petróleo (Brent) foi de US$54 em 2017 (ano anterior: US$44). Os preços do gás nos principais mercados europeus aumentaram 25% em relação ao ano anterior. O crescimento do volume foi impulsionado por maiores volumes de vendas de gás. Os volumes de produção corresponderam ao nível do ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários cresceu em €276 milhões, alcançando €793 milhões em 2017, devido, principalmente, ao aumento dos preços do petróleo e do gás, bem como ao lucro oriundo da participação da BASF no campo de gás natural Yuzhno Russkoye. Medidas abrangentes destinadas a otimizar projetos de exploração e tecnologia, bem como a implementação exitosa de medidas de economia de custos operacionais também impactaram positivamente. O lucro líquido aumentou em €357 milhões, atingindo €719 milhões.

As vendas no segmento Outros cresceram no quarto trimestre de €518 milhões para €608 milhões. O EBIT antes dos itens extraordinários melhorou de menos €386 milhões para menos €38 milhões, sobretudo como consequência dos efeitos da valorização do programa de incentivo a longo prazo da BASF.

As vendas do acumulado do ano no segmento Outros aumentaram €224 milhões, comparadas a 2016 indo para €2,2 bilhões, resultado principal dos maiores preços de vendas de matérias-primas. Com o número de menos €764 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários em Outros foi de €286 milhões no mesmo exercício do ano anterior. Esta melhoria nos lucros também é atribuída aos efeitos de valorização do programa de incentivo a longo prazo.

Fonte: BASF

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Faturamento global da Solvay alcançou 10,1 bilhões de Euros em 2017

01/03/2018

  • Lucro líquido alcançou 939 milhões de euros
  • Faturamento na América Latina foi de 1,2 bilhão de dólares, sendo 1 bilhão de dólares no Brasil

O Grupo Solvay alcançou um faturamento de 10,1 bilhões de euros em 2017, registrando 6% de crescimento em relação a 2016, quando comparado com o mesmo escopo de atividades, segundo anúncio feito em 28/2, na sede do grupo, em Bruxelas, Bélgica.

O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 2,23 bilhões de euros, com uma elevação de 7,5% sobre 2016. A margem sobre o EBITDA em 2017 foi mantida em 22%, um índice altamente relevante para a indústria química em geral.

O lucro líquido em uma base subjacente alcançou 939 milhões de euros em 2017. Os ganhos por ação, em base recorrente, registraram aumento de 26%, puxados pelo crescimento de 9% do EBIT, pela redução dos encargos financeiros e pelo efeito positivo da diminuição da taxa de impostos. A empresa obteve em 2017 uma geração de caixa de 871 milhões de euros, que representou um aumento de 19% sobre 2016.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, 2017 marcou outro ano bem sucedido para a companhia. “O crescimento de 8% dos volumes foi complementado com o progresso contínuo na entrega de valor sustentável. Tendo em vista as nossas perspectivas, esperamos para 2018 atingir ou exceder os objetivos de três anos estabelecidos em 2016”, disse.

Agora que a Solvay se transformou em uma empresa de materiais avançados e de especialidades químicas – acrescentou Clamadieu – a principal prioridade atual é alinhar a organização, aumentar a eficiência e o foco no cliente, e contribuir para um crescimento de mais orgânico dos volumes de produção.

Resultados na América Latina

Na região da América Latina, o Grupo Solvay obteve um faturamento em 2017 da ordem de 1,2 bilhão de dólares, dos quais 1 bilhão de dólares foram obtidos com vendas no Brasil. As exportações de produtos feitas a partir do Brasil cresceram 28% em 2017 em relação ao ano anterior, somando o total de US$ 212 milhões.

Segundo José Borges Matias, presidente do Grupo Solvay na América Latina, o bom desempenho na região se deveu ao lançamento de inovações, à otimização das plantas industriais, aos esforços de competitividade e de uma atuação muito próxima dos clientes.

Os investimentos do Grupo Solvay na região mantiveram seu patamar histórico, em torno de 50 milhões de euros, que foram empregados em aumento de capacidade de produção, melhoria de processos produtivos, além de implantação de tecnologias e desenvolvimento de novos produtos.

Esse nível de aplicação de recursos – segundo Matias – deve ser mantido para 2018, tendo em vista projetos que estão sendo realizados em todas as unidades industriais do Grupo, e na contínua modernização dos processos produtivos da empresa.

O Grupo Solvay atua na América Latina em diversas atividades do setor químico, contando com 10 unidades industriais (incluindo joint ventures) e escritórios comerciais em todos os países da região.

Fonte: Solvay

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Covestro mantém trajetória de crescimento rentável com ano recorde

20/02/2018

  • Vendas totais sobem 18,8% para 14,1 bilhões de euros
  • EBITDA cresce 70,6% para 3,4 bilhões de euros
  • Receita líquida mais que dobra para 2 bilhões de euros
  • Fluxo de caixa operacional livre recorde – 5 bilhões de euros até 2019
  • Dividendos propostos: 2,20 euros por ação
  • Previsão positiva para 2018

A fabricante de materiais Covestro teve um ano fiscal excepcional em 2017. Impulsionada pela alta demanda de plásticos de alto desempenho e por margens significativamente mais altas, a Covestro elevou as vendas totais em 18,8% para 14,1 bilhões de euros durante o último ano fiscal. A alta veio acompanhada de uma elevação no EBITDA do Grupo no ano todo de 70,6% para 3,4 bilhões de euros em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita líquida mais que dobrou, de 795 milhões para 2 bilhões de euros. Como fruto desses excelentes resultados, a Covestro pretende pagar dividendos aos seus acionistas no valor de 2,20 de euros por ação (contra 1,35 de euros no ano anterior).

“Alcançamos resultados impressionantes em 2017, superando significativamente nossas metas gerais”, afirma o CEO Patrick Thomas. “Em comparação com nosso primeiro ano como empresa independente, melhoramos visivelmente mais uma vez e demonstramos que nosso sucesso é sustentável. Há uma razão simples para isso: conseguimos desvendar ainda mais o potencial da Covestro. Agora estamos em posição fortalecida para acelerar ainda mais a geração de valor.”

No ano fiscal de 2017, a Covestro obteve resultados muito fortes: os volumes totais do Grupo subiram 3,4% sobre o período do ano anterior, em meio à utilização contínua de alta capacidade. O fluxo de caixa operacional livre (FOCF) da Covestro atingiu novo recorde ao subir para 1,8 bilhão de euros, o equivalente a 34,8% de alta em comparação a 2016. O retorno sobre o capital empregado (ROCE) foi de 33,4%, muito mais alto, portanto, que no ano anterior (14,2%).

Com a forte evolução, a Covestro espera atingir um fluxo de caixa operacional livre acumulado de 5 bilhões de euros dentro de três anos. A estimativa anunciada em 2017 era de cinco anos. Devido à alta entrada de caixa, o Conselho de Administração da Covestro decidiu, em outubro de 2017, recomprar ações próprias no valor de até 1,5 bilhão de euros ou até 10% do capital social. A recompra de ações começou em novembro de 2017, conforme planejado. Além disso, a dívida financeira líquida caiu 1,216 milhões de euros para 283 milhões em 2017 (ano anterior: 1,499 milhões de euros).

Sustentabilidade como motor de crescimento

Para 2018, a Covestro tem expectativa de crescimento sólido nas principais indústrias consumidoras, incluindo a indústria automotiva, de móveis e de construção e ainda a elétrica e eletrônica. Nessas indústrias, a Covestro considera, em especial, a tendência social de maior sustentabilidade como motor de crescimento. “Em cada vez mais indústrias, cresce progressivamente a procura dos clientes por soluções sustentáveis – e é exatamente isso que oferecemos. Estamos extremamente bem posicionados para aproveitar o potencial de crescimento excepcional nesses segmentos, com foco no futuro”, destaca Patrick Thomas. Ele ainda menciona áreas de crescimento como e-mobility, construção eficiente em energia e lâmpadas LED de baixo consumo energético.

Nos próximos anos, a Covestro pretende aumentar significativamente seus investimentos para continuar aproveitando as vantagens deste crescimento esperado nas principais indústrias consumidoras. Esses investimentos incluem todos os segmentos e regiões e devem superar o nível de depreciação. Além disso, a Covestro continua preparada para aproveitar oportunidades de aquisições que fortaleçam seu portfólio e gerem valor.

Digitalização e sustentabilidade como elementos-chaves da estratégia

A Covestro sempre teve a sustentabilidade como elemento essencial da sua estratégia. Reforçando esse compromisso, a Covestro incorporou os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas (ONU) à sua estratégia. “A sustentabilidade é e continuará sendo um elemento-chave para a inovação”, explica o Dr. Markus Steilemann, Chief Commercial Officer e futuro CEO da Covestro. “Até 2025, pretendemos destinar 80% dos nossos investimentos em pesquisa e desenvolvimento a áreas que contribuam para os ODS.”

Steilemann vê a digitalização como outro motor da inovação: “Com nosso amplo programa, estamos aproveitando as oportunidades que a digitalização oferece, transformando-a em um foco central da nossa empresa. Como parte disso, estabeleceremos novos padrões de colaboração com nossos clientes.” Um exemplo disso é uma plataforma comercial digital que será lançada em breve e simplificará o acesso a produtos básicos, conectando os clientes com a Covestro e outros fornecedores. Até o final de 2019, a expectativa é que novos modelos de negócios digitais, como a plataforma comercial digital, gerem vendas acumuladas de até um bilhão de euros.

Tendência positiva deve se manter em 2018

Com base no crescimento estável previsto nas principais indústrias consumidoras e nos prognósticos econômicos atuais, a expectativa da Covestro é que sua evolução positiva se mantenha ao longo de 2018. A companhia prevê um crescimento de até meio dígito no volume total. A Covestro antecipa um fluxo de caixa operacional livre significativamente acima da média dos últimos três anos. Em 2018, a previsão é que o retorno sobre o capital empregado (ROCE) fique próximo do nível do ano anterior. Estima-se que o EBITDA se mantenha em patamar semelhante ao de 2017. Para o 1º trimestre de 2018, a Covestro prevê um EBITDA significativamente acima do nível do 1º trimestre de 2017.

Poliuretanos e Policarbonatos elevam rentabilidade

No segmento de Poliuretanos, a Covestro registrou volumes principais acima do ano anterior em todas as três regiões, com alta geral de 3,4%. Enquanto isso, o EBITDA cresceu 151,1% para 2,212 milhões de euros. Esse crescimento deveu-se, principalmente, às melhorias significativas nas margens nos grupos de produtos MDI e TDI. Além disso, o aumento no volume de vendas e os proventos da venda de uma casa de sistemas na América do Norte (39 mi €) e de um ressarcimento de seguro (35 mi €) também exerceram influência positiva. A decisão de continuar a produção em Tarragona, na Espanha, ainda ocasionou uma reversão de provisões (72 mi €).

Os volumes principais no segmento de Policarbonatos subiram 5%, também com contribuição das três regiões. O EBITDA do segmento cresceu 21,2% para 853 milhões de euros. A alta nos volumes principais e nos preços de venda teve efeito positivo sobre o lucro, enquanto as vendas foram impulsionadas principalmente pela demanda crescente nas indústrias automotiva, elétrica e eletrônica.

Em 2017 como um todo, os volumes principais no segmento Coatings, Adesivos e Especialidades praticamente não sofreram alterações (-0,3%), em meio a um ambiente competitivo desafiador. O EBITDA caiu 9,4% em relação ao número do ano anterior, para 453 milhões de euros. Em média, a elevação dos preços de venda não conseguiu compensar totalmente o aumento de custo das mercadorias vendidas.

Enquanto isso, foi iniciada a expansão da produção de dispersões de poliuretano em Dormagen (Alemanha) e Barcelona (Espanha) para atender à crescente demanda da indústria de revestimentos e adesivos. A Covestro também iniciou as operações de uma nova unidade de produção em Dormagen para filmes multicamadas de alta qualidade usados em cartões de segurança ou interiores automotivos.

4º trimestre de 2017 com novos resultados recordes

O 4º trimestre de 2017 foi o mais bem-sucedido na história da Covestro, que manteve o desempenho excepcional atingido ao longo do ano fiscal. As vendas totais do Grupo subiram 16,7% para 3,5 bilhões de euros no trimestre final, em comparação com o 4º trimestre de 2016, impulsionadas pela elevação nos preços e nos volumes de vendas. O EBITDA teve alta ainda mais acentuada de 390 milhões para 879 milhões de euros, atingindo mais do que o dobro do ano anterior. Com 566 milhões de euros, a receita líquida foi multiplicada várias vezes em relação ao 4º trimestre de 2016 (124 mi €). O fluxo de caixa operacional livre subiu 45,9% para 890 milhões de euros.

Com 14,1 bilhões de euros em vendas em 2017, a Covestro é um dos maiores produtores de polímeros do mundo. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2017, empregava aproximadamente 16,2 mil pessoas.

Fonte: Covestro

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DSM registra crescimento das vendas globais e na América Latina em 2017

19/02/2018

As vendas globais da DSM cresceram 9% e atingiram € 8,63 bilhões; na América Latina, o crescimento foi de 7,1%, com vendas de € 1,06 bilhão

As vendas globais da DSM atingiram 8,63 bilhões de euros em 2017, o que representa uma alta de 9% sobre o ano anterior, quando as vendas globais foram de € 7,92 bilhões. Este crescimento significativo está registrado no relatório anual da companhia divulgado este mês e onde também estão contabilizados os resultados do quarto trimestre do ano passado (4T17). Mas, além do incremento nas vendas, a empresa também alcançou resultados expressivos em outros indicadores importantes, como o lucro operacional (Ebitda ajustado), que cresceu 15% e alcançou € 1,44 bilhão, e o retorno sobre o capital empregado (ROCE), que foi de 12,3% no ano.

A DSM, que desenvolve e fornece soluções baseadas na ciência nas áreas de saúde, nutrição e materiais, tem duas divisões de negócios principais: Nutrição, que registrou vendas globais de € 5,58 bilhões e Ebitda ajustado de € 1 bilhão (+ 13%), e Materiais, cujas vendas atingiram € 2,82 bilhões e o Ebitda ajustado de € 488 milhões (+ 12%). As vendas do Innovation Center alcançaram € 169 milhões e as vendas as atividades corporativas foram de € 59 milhões. “Estamos satisfeitos em relatar novamente um excelente resultado, pois superamos nossos objetivos estratégicos para vendas, Ebitda e ROCE”, comenta Feike Sijbesma, CEO global da DSM e presidente do Conselho de Administração.

Sijbesma ressalta ainda que o foco no crescimento acima do mercado continua e, portanto, a DSM dedica atenção especial para as iniciativas de eficiência e para a manutenção da disciplina de capital, que continuam a produzir resultados positivos para as divisões de Nutrição e Materiais. Neste sentido, ele destaca também o fato de o sucesso da DSM advir da capacidade de oferecer soluções sustentáveis e inovadoras para atender às demandas dos seus clientes e para contribuir para que eles atendam às necessidades do mercado final. Sijbesma cita ainda o foco na melhora dos desempenhos operacional e financeiro por meio de iniciativas que permitem à empresa manter os resultados acima do mercado, os retornos financeiros e a eficiência do capital.

Resultados positivos no quarto trimestre

Ao divulgar o balanço anual, a empresa relatou os resultados positivos do último trimestre do ano passado, quando as vendas globais atingiram € 2,17 bilhões (+ 8%), com Ebitda ajustado de € 359 milhões (+ 14%) e ROCE de 12,3%. No período, a divisão de Nutrição registrou vendas de € 1,42 bilhão e Ebitda ajustado de € 267 milhões (+ 12%) e a divisão de Materiais teve vendas de € 693 milhões e Ebitda ajustado de € 119 milhões (+ 13%). O Innovation Center registou vendas de € 43 milhões e, as atividades corporativas, vendas de € 12 milhões.

Alta representativa também na América Latina

Na América Latina, os resultados anuais foram ainda mais expressivos. Na região, onde a DSM está presente em 13 países e conta com 2,07 mil colaboradores (ao todo, são 21,05 mil funcionários no mundo), o crescimento das vendas foi de 7,1%, com receita de € 1,06 bilhão, que representaram 12% das vendas globais (em 2016, as vendas da região representaram 7%). Para Maurício Adade, presidente da companhia na América Latina, a evolução das vendas na região é altamente significativa principalmente pelo fato de algumas economias do continente terem sido afetadas por volatilidades ao longo do ano passado, tornando as operações empresariais desafiadoras.

Fonte: DSM

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Gases de efeito estufa: unidade brasileira da Rhodia já eliminou quase 60 milhões de toneladas de CO2

09/01/2018

A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, está completando 10 anos de funcionamento ininterrupto com a unidade industrial de abatimento de gás de efeito estufa instalada no complexo industrial São Francisco, em Paulínia (SP), contabilizando a eliminação nesse período de quase 60 milhões de toneladas de CO2-equivalente. Segundo a empresa, esse total corresponde a retirar de circulação uma frota da ordem de 10 milhões de veículos movidos a combustível fóssil.

Construída dentro do escopo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo do Protocolo de Kyoto, essa unidade industrial elimina da atmosfera o óxido de nitrogênio (N2O), considerado um gás de efeito estufa. De acordo com a empresa, este é o maior projeto da era Kyoto em funcionamento na América Latina e está entre os 10 maiores do mundo e tem dado uma contribuição importante para as metas de redução de emissões de carbono do Grupo Solvay e da indústria química brasileira.

O Grupo Solvay fixou o objetivo global de reduzir em 40% a intensidade das emissões de gases de efeito estufa e ter 50% de seu faturamento associado a soluções sustentáveis até 2025 (tendo como base o ano de 2015). Em três anos, já reduziu em 30% a intensidade das emissões e as soluções sustentáveis respondem atualmente por 43% do faturamento, afirma a empresa.

Além da eliminação de gás de efeito estufa, a instalação dessa unidade permitiu o desenvolvimento de tecnologias e a formação de profissionais especializados em meio ambiente. Ao mesmo tempo, gerou receitas para a empresa por meio de créditos de carbono atrelados ao Protocolo de Kyoto, que deixaram de existir no encerramento do programa no final de 2012.

Porém, em razão de seu compromisso ambiental e com os negócios sustentáveis, o Grupo Solvay decidiu manter essa unidade em atividade. A empresa afirma que arca isoladamente com os custos operacionais, sem contrapartida econômica ou outros benefícios.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Aramco e SABIC assinam acordo de 20 bilhões de dólares para construção de complexo industrial para conversão de petróleo bruto em químicos e plásticos

27/11/2017

As duas maiores empresas da Arábia Saudita, Saudi Aramco e SABIC, assinaram um acordo para construir uma megacomplexo integrado de refino de petróleo e geração petroquímica, com investimentos previstos de 20 bilhões de dólares. A instalação converterá petróleo bruto em produtos químicos e plásticos. O acordo governa a execução do Projeto Básico (Front End Engineering Design -FEED), com duração prevista de dois anos, antes da tomada de decisão final sobre o investimento.

O complexo, que processará 400 mil barris de petróleo bruto por dia e produzirá 9 milhões de toneladas de produtos químicos e derivados quando iniciar suas operações em 2025, ajudará a diversificar a economia da Arábia Saudita, hoje preponderantemente dependente de exportações de petróleo bruto, afirmou o CEO da Aramco, Amin Nasser, durante a cerimônia de assinatura do Memorando de Entendimento com o CEO da SABIC, Yousef al Benyan, na cidade de Dharan.

A construção do complexo deverá se iniciar no último trimestre de 2019 e deverá criar aproximadamente 30.000 empregos diretos e indiretos. Até 2030, espera-se que a planta tenha um impacto de 1,5 porcento sobre o PIB da Arábia Saudita. Como possível localização para o complexo, a Saudi Aramco está avaliando a cidade portuária de Yanbu, situada às margens do Mar Vermelho e que já é um centro industrial, afirmou Nasser.

O CEO da SABIC, Yousef al-Benyan, disse que esta é a primeira vez que as duas maiores empresas de Arábia Saudita cooperam num empreendimento industrial conjunto e afirmou que a participação das duas empresas no novo projeto será compartilhada por igual.

O objetivo do projeto compartilhado pela Aramco, conhecida formalmente como Saudi Arabian Oil Co., e pela Sabic (Saudi Basic Industries) é produzir químicos e derivados para atender ao crescente mercado de bens de consumo, particularmente na Ásia, além de produzir matérias primas plásticas, tais como Polietileno e Polipropileno, além de butadieno e aromáticos.

Fontes: Reuters / Bloomberg

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Dow anuncia investimentos de mais de US$ 200 milhões em fábrica na Argentina

04/10/2017

A Dow acaba de anunciar investimentos de mais de US$ 200 milhões destinados a otimizar o desempenho de sua unidade petroquímica localizada em Ingeniero White (província de Buenos Aires).

O montante será investido nos próximos dois anos para aumentar a confiabilidade das instalações produtivas de etileno e polietileno. O polietileno é amplamente utilizado pela indústria local na fabricação de embalagens rígidas e flexíveis para setores de bens de consumo diversos, entre os quais embalagens para alimentos, produtos de saúde e higiene, tubos e filmes industriais e agrícolas.

Entre as ações anunciadas também estão projetos de modernização e expansão de algumas unidades operacionais, além da execução de trabalhos corretivos e preventivos em maquinas de grande porte, reforma e otimização de equipamentos existentes e implantação de novas tecnologias para se alcançar melhorias significativas na produção.

Além dos trabalhos de manutenção, serão implantados aperfeiçoamentos tecnológicos que permitirão um melhor desempenho em termos de meio ambiente e segurança, em conformidade com padrões globais e alinhados às necessidades da companhia e objetivos de desenvolvimento em longo prazo.

Com esses projetos, as unidades passarão a operar com eficiência máxima, o que é necessário para dar continuidade ao processo de captação de investimentos futuros para ampliar a capacidade do complexo.

A decisão da Dow trará impactos significativos para o complexo de Bahía Blanca (foto) durante a execução dos projetos. Estima-se que, durante a fase de pico, mais de 1000 pessoas participarão dos trabalhos por meio de empresas contratadas para a prestação de serviços, a maioria das quais são negócios de pequeno e médio porte localizados em Bahía Blanca e no seu entorno. Além disso, outras atividades serão executadas por companhias petroquímicas cujas operações são integradas com as da Dow. Tudo isso aumentará os investimentos no complexo e a geração de empregos na região.

Dada a demanda por mão de obra qualificada, a Dow coordenará um plano integrado e oferecerá treinamento para trabalhadores em conjunto com associações do setor e sindicatos. Esse trabalho será coordenado em conjunto com o Ministério do Trabalho e Desenvolvimento Social nos âmbitos nacional e local.

A Dow Embalagens & Plásticos de Especialidade é uma unidade de negócio da DowDuPont Ciência dos Materiais e enfoca os segmentos de alto crescimento nos mercados de embalagens flexíveis e rígidas para alimentos, embalagens secundárias e terciárias, higiene pessoal e produtos médicos, e aplicações adesivas. A Dow Embalagens & Plásticos de Especialidade é a maior produtora de polietileno no mundo.

A DowDuPont Ciência dos Materiais é uma divisão da empresa DowDuPont, recém constituída pela fusão da Dow e da DuPont. O portfólio de materiais avançados, intermediários industriais e plásticos da Divisão de Ciência dos Materiais da DowDuPont oferece uma variedade de produtos e soluções de base tecnológica a clientes em mercados de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A DowDuPont pretende separar a Divisão de Ciência dos Materiais em uma empresa independente e de capital aberto.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Covestro é eleita Empresa do Ano pela ICIS

25/09/2017

Primeira colocada em ranking global

A Covestro foi eleita Companhia do Ano ICIS baseada em suas métricas de negócios e financeiras para 2016. O prêmio foi conceido pela publicação global ICIS Chemical Business, que é parte da ICIS, a maior provedora mundial de informações sobre o mercado petroquímico.

A análise feita para a escolha da Companhia do Ano é baseada no crescimento anual em vendas, lucros e margens dos principais fabricantes químicos globais, levando em consideração o nível absoluto de retornos em termos operacional e líquido em relação às vendas e ao total de ativos.

“Nós parabenizamos a Covestro por um desempenho financeiro estelar em seu primeiro ano completo como uma empresa pública em 2016, quando o Ebitda cresceu 41% em termos anuais e o preço das ações mais que duplicou, mesmo em um ambiente com dúvidas sobre o possível excesso de capacidade no mercado de poliuretanos”, afirmou Joseph Chang, editor global da ICIS Chemical Business.

“A empresa teve um desempenho particularmente forte em seu ano de estréia e os ganhos obtidos em lucros e retornos garantiram o primeiro lugar na análise detalhada de métricas financeiras da ICIS, reunidas para listar as Top 100 Companhias Químicas da ICIS”, pontuou Nigel Davis, editor da ICIS Insight.

Em 2016, o resultado líquido da Covestro subiu 132%, atingindo 795 milhões de euros, apesar de um declínio de 1,5% em vendas, fechando em 11,9 bilhões de euros. A empresa registrou crescimento de 7,5% em volume total, em meio a um cenário desafiador de preços.

“Estamos honrados com a escolha da Covestro como Companhia do Ano da ICIS – o que também serve como um grande prêmio a todos os colaboradores em todo o mundo”, afirmou o CEO Global da Covestro, Patrick Thomas. “Os seis primeiros meses de 2017 foram muito positivos para a Covestro e reforçam o nosso forte posicionamento nas indústrias de nossos clientes em regiões-chave. Nosso desempenho é sustentado por uma demanda consistentemente forte por nossos produtos, levando a dez trimestres consecutivos com aumento no Ebitda, até 30 de junho de 2017. Continuamos comprometidos em gerar valor para nossos acionistas, focalizando em Pesquisa & Desenvolvimento e inovação”.

O prêmio Companhia do Ano da ICIS é a 3ª parte da série Top 100 Companhias Químicas da ICIS, que reúne a listagem das empresas Top 100 como a parte 1, publicada na edição de 1º de setembro, e a parte 2, referente aos Líderes Regionais, publicada na revista Chemical Business em 8 de setembro.

Sobre a Covestro: Com vendas de 11,9 bilhões de euros em 2016, a Covestro está entre os maiores fabricantes mundiais de polímeros. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em segmentos como o automotivo, eletroeletrônico, construção e também as indústrias de esportes e lazer. A Covestro possui 30 sites de produção em todo o mundo e, no final de 2016, empregava cerca de 15.600 pessoas.

Sobre a ICIS Chemical Business: A ICIS Chemical Business é parte da ICIS, a maior provedora mundial de informações sobre o mercado petroquímico, com divisões de energia e fertilizantes. Dados sobre preços, notícias, análise e consultoria independente são ofertados aos clientes da ICIS para fundamentar a tomada de decisões comerciais e de planejamento. Com uma equipe global de mais de 600 colaboradores, a ICIS tem funcionários em Houston, Washington, Nova York, Londres, Montpellier, Karlsruhe, Milão, Mumbai, Cingapura, Guangzhou, Pequim, Xangai, Yantai, Tóquio e Perth. Cerca de 350 colaboradores são jornalistas engajados em reportar preços de mercado e notícias. A ICIS é uma divisão da Reed Business Information, parte do RELX Group.

Fonte: Covestro

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Solvay assina acordo para vender seu negócio de Poliamida para a BASF

21/09/2017

BASF concorda em adquirir a Poliamida da Solvay por € 1,6 bilhão

O Grupo Solvay assinou um acordo vinculativo com a empresa química alemã BASF para a venda de seus negócios de Poliamida, um passo crucial na transformação da Solvay em uma empresa de química de multiespecialidades.

“O desinvestimento planejado da Solvay na área de Poliamida marca um ponto de virada na transformação profunda que começamos há quatro anos. A conclusão bem-sucedida desta operação reforçará a posição da Solvay como uma empresa produtora de química de multiespecialidades, permitindo um crescimento maior e mais sustentável”, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay.

A BASF é um investidor estratégico para a Poliamida, com a qual a complementará seus negócios e sua presença global. A Solvay e a BASF compartilham o mesmo compromisso com os melhores padrões de saúde, segurança e meio ambiente em seus sites industriais

A área de Poliamida tem aumentado sua lucratividade nos últimos anos. Como um player integrado, suas atividades vão desde a etapa inicial nos intermediários e polímeros até a etapa final com o desenvolvimento de plásticos de engenharia de alto valor agregado. Esta operação abrange todo o negócio de Poliamida da Solvay na Europa, América do Norte e na Ásia, bem como o negócio de plásticos de engenharia na América Latina, e envolve o total de 2.400 empegados.

A Solvay manterá seus negócios de Intermediários de Poliamida (cyclohexanol, ácido adípico, sal nylon e HMD – hexametilenodiamina) e de fibras têxteis de poliamida no Brasil.

Segundo o acordo, a operação está baseada em um valor total de empresa de 1,6 bilhão de euros, o que representa cerca de 8 vezes o EBITDA dessa área de negócio em 2016 e em torno de 7 vezes o EBITDA nos últimos doze meses. O pagamento líquido em caixa desta transação está estimado em 1,1 bilhão de euros. Levando em consideração que os passivos financeiros da ordem de 0,2 bilhão de euros serão transferidos para o comprador, a posição financeira líquida do Grupo Solvay aumentará para cerca de 1,3 bilhão de euros.

A área de negócios Poliamida envolvida nesta transação será reclassificada como ativos e passivos mantidos para venda e operação descontinuada até o final deste mês. Como resultado da descontinuação, o negócio de poliamida na América Latina mantido pelo Grupo Solvay sofrerá uma provisão de desvalorização (impairment) de aproximadamente € 100 milhões no final de setembro. Esta provisão (impairment) de valor deve ser mais do que compensada pelo ganho de capital no fechamento da transação.

A execução dos acordos definitivos em relação a esta transação é esperada para os próximos meses, após consulta aos órgãos sociais relevantes. A Solvay e a BASF pretendem fechar a transação no terceiro trimestre de 2018, depois de obtidas as aprovações regulamentares usuais e recebido o consentimento formal de um sócio de joint venture. Esse parceiro já se comprometeu a conceder seu consentimento à Basf, sujeito à entrega de documentos definitivos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Fusão entre a Dow e a Du Pont é concluída e ações da nova holding DowDuPont começam a ser negociadas na Bolsa de Nova Iorque

01/09/2017

  • A companhia agora avança rumo à separação pretendida que dará origem a empresas líderes nos mercados de Agricultura, Ciência dos Materiais e Produtos Especializados;
  • As separações estão previstas para ocorrer em até 18 meses.

A DowDuPont™ concluiu com sucesso a fusão de iguais entre The Dow Chemical Company (“Dow”) e E.I. du Pont de Nemours & Company (“DuPont”), efetiva em 31 de agosto de 2017. A entidade combinada está operando como uma holding sob o nome “DowDuPont” e com três divisões: Agricultura, Ciência dos Materiais e Produtos Especializados.

As ações da DuPont e da Dow tiveram suas negociações encerradas na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE) no dia 31 de agosto de 2017. A partir de hoje, a DowDuPont começará a negociar na NYSE sob o símbolo “DWDP”. Em linha com os termos estabelecidos no acordo de fusão, os acionistas da Dow receberam uma taxa de troca fixa de 1.00 de ação da DowDuPont por cada ação da Dow e os acionistas da DuPont receberam uma taxa fixa de troca de 1.282 ações da DowDuPont por cada ação da DuPont.

“Este dia representa um importante marco na história das duas companhias”, disse Andrew Liveris, Presidente Executivo da DowDuPont. “Estamos muito felizes por concluir essa fusão e avançar rumo à criação de três empresas independentes e líderes em seus mercados de atuação. Embora o patrimônio e a força conjunta das duas empresas sejam impressionantes, o verdadeiro valor dessa fusão reside na pretendida criação de três empresas poderosas que influenciarão mercados e impulsionarão o crescimento para o benefício de todos os seus públicos. Nossas equipes estão trabalhando há mais de um ano no plano de integração e, a partir de hoje, iniciaremos a execução desses planos com a intenção de completar as separações o mais rápido possível.”

“Para os acionistas, clientes e funcionários, a conclusão dessa fusão representa um passo definitivo rumo à geração de mais valor e maiores oportunidades por meio de um futuro construído em crescimento sustentável e inovação”, comenta Ed Breen, CEO da DowDuPont. “A DowDuPont é uma plataforma para o lançamento das três empresas pretendidas e fortes, que estarão muito bem posicionadas para investir em Ciência e Inovação, ajudar nossos clientes na solução de importantes desafios e gerar retornos de longo prazo para os nossos acionistas. Com a conclusão da fusão, nosso foco está em finalizar as estruturas organizacionais que serão os alicerces das três empresas pretendidas e capturar as sinergias para gerar valor. Com objetivos claros, visibilidade no mercado e uma estrutura de Pesquisa & Desenvolvimento mais produtiva, cada empresa pretendida estará preparada para competir com sucesso como uma líder de mercado”.

Conselho e Governança

O Conselho de Administração da DowDuPont é formado por 16 membros: oito são ex-diretores do Conselho da DuPont e os demais são diretores que fizeram parte do Conselho da Dow. Há dois diretores principais: Jeffrey Fettig, que atuou como o principal diretor independente da Dow, e Alexander Cutler, ex-diretor independente da DuPont. Andrew Liveris é o presidente do Conselho de Administração e Ed Breen também atua no Conselho. Abaixo, a relação dos demais membros do Conselho de Administração:

Dow:
o James A. Bell, ex-Chief Financial Officer da Boeing
o Raymond J. Milchovich, ex-presidente e CEO da Foster Wheeler AG
o Paul Polman, CEO da Unilever PLC e Unilever N.V.
o Dennis H. Reilley, Presidente executivo da Marathon Oil Corp.
o James M. Ringler, Presidente da Teradata Corporation
o Ruth G. Shaw, ex-executivo da Public Policy e Presidente da Duke Nuclear

DuPont:
o Lamberto Andreotti, ex-Presidente do Conselho e CEO da Bristol-Myers Squibb Company
o Robert A. Brown, Presidente da Boston University
o Marilly A. Hewson, Presidente e Chefe Executivo da Lockheed Martin Corporation
o Lois D. Juliber, Vice-Presidente e Chief Operating Officer da Colgate-Palmolive Company
o Lee M. Thomas, Ex-Presidente e CEO da Rayonier Inc.
o Patrick J. Ward, Chief Financial Officer da Cummins, Inc.

Três comitês consultivos foram estabelecidos pelo Conselho de Administração da DowDuPont para supervisionar o estabelecimento das divisões de Agricultura, Ciência dos Materiais e Produtos Especializados em preparação para a separação pretendida. Além disso, cada Comitê Consultivo desenvolverá uma estrutura de capital em linha com os princípios estabelecidos em nosso Estatuto Social e designará o futuro CEO e o time de liderança de cada empresa pretendida.

Executivos da DowDuPont:

Como já anunciado, DowDuPont será liderada por uma equipe que reflete os pontos fortes e as capacidades de ambas as empresas. Junto com Liveris e Breen, estarão os seguintes executivos:
o Howard Ungerleider, Chief Financial Officer (CFO)
o Stacy Fox, Conselheira Geral e Corporate Secretary
o Charles J. Kalil, Conselheiro Especial da Presidência e Conselheiro Geral para a Divisão de Ciência dos Materiais
o James C. Collins, Jr., Chief Operating Officer da Divisão Agrícola
o Jim Fitterling, Chief Operating Officer da Divisão de Ciência dos Materiais
o Marc Doyle, Chief Operating Officer da Divisão de Produtos Especializados

Gerando Valor para os Acionistas

Por meio da fusão de portfólios altamente complementares da Dow e DuPont e, subsequentemente, com a criação das pretendidas empresas líderes, DowDuPont espera maximizar valor para os seus acionistas.

A DowDuPont afirma que os acionistas serão beneficiados com um perfil de investimento mais forte e focado de cada empresa pretendida e substanciais sinergias de custos, bem como do crescimento a longo prazo e criação de valor sustentável após as separações pretendidas em três empresas. Espera-se que a transação resulte em sinergias de custo de aproximadamente US$ 3 bilhões e potencial de atingir US$ 1 bilhão em sinergias de crescimento. A empresa espera alcançar uma taxa de execução de 100% nas sinergias de custo nos primeiros 24 meses após a conclusão da fusão.

Caminhos para a Separação

Os líderes e as equipes de integração da Dow e DuPont estão desenvolvendo os futuros modelos operacionais e a estrutura organizacional que apoiarão a estratégia de cada empresa pretendida. Assim que cada divisão estabelecer seus próprios processos, pessoas, ativos, sistemas e licenças para operar de forma independente, a DowDuPont pretende separar as divisões de forma que as mesmas passem a operar com suas próprias entidades legais, sujeito à aprovação do Conselho de Administração e de outras aprovações regulatórias. Espera-se que as separações pretendidas ocorram dentro de 18 meses.

Espera-se que as empresas pretendidas contemplem:

  • Uma Empresa Líder em Agricultura que reunirá os pontos fortes da DuPont Pioneer, DuPont Proteção de Cultivos e Dow AgroSciences para melhor servir aos produtores rurais em todo o mundo, com um portfólio superior de soluções, maior opção de escolhas e preços competitivos por valor. As capacidades combinadas e o mecanismo de inovação altamente produtivo permitirão que a pretendida empresa agrícola traga um conjunto ainda mais amplo de produtos para o mercado de forma mais rápida, podendo ser uma parceira ainda melhor para agricultores, entregando inovação e ajudando-os a aumentar a produtividade e rentabilidade. A pretendida empresa agrícola estará sediada em Wilmington (Delaware, EUA), com centros de negócios globais em Johnston (Iowa, EUA) e Indianápolis (Indiana, EUA).
  • Uma Empresa Líder em Ciência dos Materiais, que será denominada Dow e consistirá nos negócios que compõem os seguintes segmentos atuais da Dow: Plásticos de Performance, Materiais de Performance & Químicos, Soluções em Infraestrutura e Soluções de Consumo (Consumer Care e Dow Automotive Systems. Dow Electronic Materials fará parte da empresa de Produtos Especializados), assim como o atual negócio de Materiais de Performance da DuPont. A pretendida empresa de Ciência dos Materiais oferecerá o portfólio mais forte em químicos e polímeros da indústria, com escala e capacidades competitivas para permitir o desenvolvimento de soluções diferenciadas para clientes e mercados de elevado crescimento, como os de embalagem, transporte, infraestrutura e cuidados do consumidor. A pretendida empresa de Ciência dos Materiais terá a sua sede em Midland (Michigan, EUA).
  • Uma empresa líder em Produtos Especializados que será formada por negócios fortes e líderes de mercado, incluindo a DuPont Soluções em Proteção, Soluções Sustentáveis, Biociências Industriais e Nutrição & Saúde; que vai incorporar o negócio de Health & Nutrition da FMC que está pendente apenas da conclusão da transação. A empresa também será formada pelo negócio de Tecnologias em Eletrônicos, que combina a DuPont Eletrônicos & Comunicação com a Dow Electronic Materials. A empresa pretendida de Produtos Especializados será uma líder em inovação composta por empresas especializadas em tecnologia com produtos diferenciados e soluções que transformam indústrias e a vida das pessoas. A pretendida empresa terá sede em Wilmington (Delaware, EUA).

Como já anunciado, a Diretoria da DowDuPont está conduzindo uma revisão detalhada do portfólio para avaliar a realidade dos atuais negócios e alavancar conhecimento adquirido ao longo do último ano e meio para identificar oportunidades de valor agregado em preparação para a criação das pretendidas empresas líderes do setor.

Klein and Company, Lazard e Morgan Stanley & Co. LLC têm sido os conselheiros financeiros da Dow para a transação, tendo Weil, Gotshal & Manges LLP como conselheiros jurídicos.

Evercore e a Goldman, Sachs & Co. têm sido os conselheiros financeiros da DuPont para esta transação, tendo Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom LLP como os conselheiros jurídicos.

Sobre a DowDuPont

DowDuPont (NYSE: DWDP) é uma holding composta pela The Dow Chemical Company e pela DuPont com a intenção de formar empresas fortes, independentes e de capital aberto nos mercados de Agricultura, Ciência dos Materiais e Produtos Especializados, liderando suas respectivas indústrias por meio da produtividade, tendo a ciência como base para o desenvolvimento de inovações que atendam as demandas dos clientes e que ajudem a resolver os desafios globais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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