Posts Tagged ‘Petroquímica’

Balanço da Evonik no primeiro trimestre de 2018 registra resultados positivos

19/05/2018

  • Ebitda ajustado aumentou 14% para 679 milhões de euros
  • Vendas cresceram 1% para 3,68 bilhões de euros
  • Previsão para o ano inteiro se confirmou

A Evonik começou bem o ano de 2018. O Ebitda ajustado cresceu para 679 milhões de euros no primeiro trimestre, um aumento significativo de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os três segmentos nos quais a empresa atua contribuíram para o incremento das receitas.

“Estamos implementando a nossa nova estratégia com firmeza”, disse Christian Kullmann, Presidente da Diretoria Executiva. “Com o foco em inovação e a cultura corporativa orientada ao desempenho, estamos trabalhando para garantir um crescimento rentável. Nossa meta é um portfólio equilibrado focado em especialidades químicas”.

As vendas aumentaram 1% para 3,68 bilhões de euros no primeiro trimestre, impulsionadas sobretudo por volumes de vendas ligeiramente mais altos, além de melhores preços de venda. O câmbio exerceu um efeito reverso, sobretudo por conta do dólar mais fraco.

A margem Ebitda ajustada cresceu para 18,5% (trimestre do ano anterior: 16,4%). A renda líquida ajustada aumentou para 333 milhões de euros e o lucro ajustado por ação subiu para 0,71 euro. O fluxo de caixa livre aumentou para 84 milhões de euros (trimestre do exercício anterior: 57 milhões de euros) em
decorrência da redução de gastos de capital.

Previsões confirmadas

Apesar do crescente efeito negativo do câmbio, a Evonik reitera a sua previsão para o ano e espera crescer tanto em vendas quanto em receitas operacionais. O Ebitda ajustado deve aumentar para um valor entre 2,4 e 2,6 bilhões de euros (2017: 2,36 bilhões). Graças às suas fortes posições de mercado e ao foco estratégico em seus quatro motores de crescimento – Specialty Additives, Animal Nutrition, Smart Materials e Health & Care – a Evonik acredita que a demanda continuará alta.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: As vendas aumentaram 3% para 1,4 bilhão de euros no primeiro trimestre. A consolidação do negócio da sílica adquirido da J. M. Huber em setembro do ano passado e o aumento nos preços de venda contribuíram para esse incremento. A linha de negócios Coating Additives apresentou forte demanda, especialmente na região Ásia-Pacífico, e o desempenho de linha de Crosslinkers na Europa foi igualmente satisfatório. O Ebitda ajustado do segmento Resource Efficiency cresceu 9% para 325 milhões de euros.

Nutrition & Care: Com 1,12 bilhão de euros, as vendas no primeiro trimestre de 2018 ficaram niveladas com as do mesmo período de 2017. As condições do mercado de nutrição animal para aminoácidos essenciais foram boas no período. Embora os volumes de venda fossem ligeiramente mais altos, os preços de venda em geral ficaram estáveis comparados ao mesmo período do ano passado. Um aumento substancial em vendas foi registrado nos produtos na linha Personal Care, que se beneficiou de um aumento considerável nos volumes de venda e de uma melhora nos preços. Os negócios nas linhas de Health Care e Polyurethane-Foam Additives continuam se desenvolvendo bem, com boa demanda. O Ebitda ajustado do segmento Nutrition & Care aumentou 12% para 209 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas cresceram 4% no primeiro trimestre, fechando em 995 milhões de euros. O incremento se deveu a preços de venda mais altos, embora o câmbio exercesse efeito negativo. A linha de negócios Methacrylates continuou apresentando desempenho positivo, registrando um aumento considerável nas vendas. A demanda se manteve satisfatória, especialmente nas indústrias automotiva e de revestimentos, embora a oferta continuasse escassa. O Ebitda ajustado do segmento Performance Materials melhorou 14% para 179 milhões de euros.

A Evonik é uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas. Com mais de 36.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo. No ano fiscal de 2017, a empresa gerou vendas da ordem de 14,4 bilhões de Euros e um lucro operacional (Ebitda ajustado) de 2,36 bilhões de Euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Braskem registra resultados positivos no primeiro trimestre de 2018

15/05/2018

A Braskem continua apresentando resultados favoráveis, tendo atingindo nos três primeiros meses do ano um EBITDA de R$ 2,6 bilhões, um lucro líquido da controladora de R$ 1,1 bilhão e uma geração livre de caixa foi de R$ 1,8 bilhão.

A manutenção de bons resultados demonstra a resiliência da Braskem ante impactos como os provocados pela interrupção do fornecimento de energia elétrica para as plantas do Nordeste do Brasil em março, pelo inverno mais rigoroso que o esperado nos Estados Unidos, pela parada programada de manutenção de Triunfo (RS) e pela parada não-programada na planta de cloro-soda em Alagoas. Na produção, a taxa média de operação das plantas nos EUA e na Europa (7 plantas de PP) foi de 92%; no Brasil (4 centrais petroquímicas), de 90%; e, no México (3 plantas de PE), de 86%;

“A robustez desse conjunto de resultados mostra sem sombra de dúvidas que a Companhia está preparada para enfrentar desafios previsíveis e imprevisíveis”, afirma o presidente da Braskem, Fernando Musa. “Isso ratifica o sucesso da nossa estratégia de diversificação geográfica, de maior equilíbrio no balanço de matérias-primas e de busca contínua por ganhos de eficiência operacional.”

Essa percepção pode ser medida também na melhoria da classificação dada pelas agências de rating. A Standard & Poor’s e a Moody’s alteraram a perspectiva do risco de crédito da Companhia de negativo para estável em março e abril, respectivamente. Neste cenário, a Braskem permanece grau de investimento pela Standard & Poor’s (BBB) e pela Fitch Ratings (BBB-) e acima do risco soberano pelas três maiores agências de classificação de risco (S&P, Fitch Ratings e Moody’s).

Para seguir na melhoria de resultados e transparência, a Braskem vem trabalhando para aprimorar a sua governança corporativa. Na Assembleia Geral de Acionistas, realizada em abril, foram definidas em Estatuto a criação em caráter permanente do Comitê de Conformidade e a obrigação da existência de pelo menos 20% de membros independentes no Conselho de Administração.

Lucro líquido e dividendos

No primeiro trimestre de 2018, o EBITDA ficou em R$ 2,6 bilhões e US$ 818 milhões quando medido em dólares. O lucro líquido da controladora foi de R$ 1,1 bilhão. Na Assembleia de Acionistas realizada no fim de abril, a Braskem aprovou a distribuição de dividendos adicionais no montante de R$ 1,5 bilhão, totalizando R$ 2,5 bilhões em dividendos, o que representou 61% do lucro líquido de R$ 4 bilhões relativos ao exercício de 2017 – em linha com o percentual histórico. A geração livre de caixa de R$ 1,8 bilhão no primeiro trimestre de 2018 foi R$ 1,34 bilhão superior ao resultado do quarto trimestre de 2017.

Investimentos

A Braskem aumentará em 25% seus investimentos neste ano de 2018 em relação ao ano passado. O CAPEX ultrapassará em 2018 o patamar de R$ 2,8 bilhões. Ao final do primeiro trimestre, a Braskem já havia investido US$ 212 milhões de um total de até US$ 675 milhões previstos para a sexta planta de produção de Polipropileno nos Estados Unidos, valor referente aos gastos com o detalhamento de engenharia, 90% completo, e com as compras de equipamentos. A construção da planta, que terá capacidade de produção de 450 mil toneladas, começou neste trimestre e já alcançou 16% do progresso físico total do projeto. Os primeiros grandes equipamentos, como os reatores, já foram entregues com sucesso no site situado em La Porte, no estado norte-americano do Texas.

Com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos. Sua receita líquida foi de R$ 50 bilhões em 2017. Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Fonte: Braskem

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Braskem tem lucro recorde de R$ 4 bilhões em 2017

29/03/2018

EBITDA atinge novo patamar e chega a R$ 12,3 bilhões

Em um ano marcado pela superação de desafios, a Braskem apresentou robustez em seus resultados de 2017, registrando lucro líquido recorde de R$ 4 bilhões atribuível a todos os acionistas. O EBITDA consolidado alcançou R$ 12,3 bilhões no ano passado, uma alta de 7% sobre o ano anterior. Em dólar, a EBITDA atingiu novo patamar histórico de US$ 3,8 bilhões, um crescimento de 17%.

“Foi um ano em que demonstramos nossa resiliência e capacidade de enfrentar diversos cenários trazendo resultados expressivos a todos os acionistas”, destaca Fernando Musa, presidente da Braskem. “A estratégia de diversificação geográfica, o maior equilíbrio no balanço de matérias-primas e a busca contínua por ganhos de eficiência operacional têm se mostrado vencedor, e o ano de 2017 comprovou que estamos no caminho certo”, completa Musa.

Em 2017, a Braskem manteve o desempenho industrial apresentando significativos recordes de produção de alguns dos seus principais produtos. A taxa de utilização dos crackers no Brasil foi de 94%, 2 pontos percentuais superior a 2016, apresentando recorde de produção de eteno, butadieno e gasolina. A produção de poliolefinas no Brasil, tanto de polietileno como polipropileno, também teve a maior marca histórica. Nos EUA e Europa, a taxa de utilização foi de 97%. No México, o Complexo Industrial completou um ano calendário pleno e apresentou uma taxa média de ocupação de 88% em 2017.

Do lado comercial, as vendas de resinas da Braskem totalizaram 3,5 milhões de toneladas no mercado brasileiro, uma alta de 4% superior a 2016, com vendas recordes de polietileno. O market share da Braskem no mercado brasileiro foi de 69% em 2017. No mercado norte-americano e europeu, as vendas chegaram a 2,1 milhões de toneladas de polipropileno, crescimento de 5% em relação a 2016. Já no México, as vendas de polietileno no mercado mexicano foram de 551 mil toneladas e as exportações, 418 mil toneladas, resultando em vendas totais de 969 mil toneladas, um aumento de 124%.

Neste cenário, a receita líquida consolidada foi de R$ 49,3 bilhões, alta de 3% em relação a 2016. Deste total, as operações geradas pelas exportações do Brasil e das unidades internacionais corresponderam a 47% da receita. Em dólar, a receita líquida da Braskem foi de US$ 15,4 bilhões, alta de 12%.

Investimentos e dividendos

Para 2018, a Braskem planeja investir R$ 2,872 bilhões, dos quais R$ 183 milhões referentes aos investimentos operacionais das unidades nos Estados Unidos e Europa e R$ 1,804 bilhão referente aos investimentos em manutenção, Saúde, Segurança & Meio Ambiente (SSMA), produtividade e eficiência operacional das unidades no Brasil, incluindo os desembolsos com a parada programada de uma das duas principais linhas de produção da central de matérias-primas de Triunfo, no Rio Grande do Sul.

O saldo remanescente será direcionado para projetos estratégicos. Entre eles, o projeto já aprovado em junho de 2017 pelo Conselho de Administração para a construção até 2020 de uma nova planta de produção de polipropileno com capacidade de 450 mil toneladas no estado norte-americano do Texas – a sexta unidade produtora de polipropileno da Companhia nos Estados Unidos. Ao fim do ano de 2017, a Braskem já havia completado investimento de US$ 172 milhões de um total previsto de até US$ 675 milhões. Os recursos foram gastos com o detalhamento da engenharia (67% já completado) e as compras de equipamentos (43% do previsto já realizado).

No próximo dia 30 de abril, a Assembleia-Geral Ordinária (AGO) dos Acionistas da Braskem avaliará a proposta de distribuição adicional de R$ 1,5 bilhão de dividendos referente ao resultado do exercício de 2017, quando foram distribuídos em dezembro R$ 1 bilhão de forma antecipada. O valor total está em linha com o percentual historicamente distribuído pela Companhia.

Fonte: Braskem

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Câmara de Comércio Brasil-Alemanha realiza evento em São Paulo sobre o potencial de diversificação e inovação da indústria química

20/03/2018

Diversificação e inovação podem impulsionar exportações da indústria química brasileira

Nesta sexta, 23 de março, representantes da Associação Alemã de Tecnologia Química e Biotecnologia estarão em São Paulo para falar sobre diversificação e inovação e divulgar a maior feira do setor, que se realiza em Frankfurt em junho.

A Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha realiza encontro para discutir o tema “A indústria química e seu potencial de diversificação e inovação” nesta sexta-feira, 23 de março, das 9h30 ao meio-dia, em sua sede (rua Verbo Divino 1488, 3º andar, Chácara Santo Antônio, São Paulo).

Representantes da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM) e da Associação Alemã de Tecnologia Química e Biotecnologia (DECHEMA) discutirão as tendências do setor e a importância de aprimoramento tecnológico, com foco na diversificação e inovação para exportação. A vinda de representantes da instituição alemã ao Brasil se justifica pelo fato da indústria química do Brasil ocupar, hoje, a oitava posição no mundo, com faturamento anual próximo a US$ 12 bilhões. A BASF também apresenta seu case de eficiência energética no encontro.

Por fim, será divulgada a feira ACHEMA, principal evento mundial voltado para tecnologias para a indústria química, que ocorre a cada três anos em Frankfurt, promovida pela Associação Alemã de Tecnologia Química e Biotecnologia. Neste ano, ela se realiza de 11 a 15 de junho e, no Brasil, é oficialmente representada pela Câmara Brasil-Alemanha no Rio Grande do Sul (51 3222-5766 – larissa.behling@ahkrs.com.br), que também organiza grupos para visitá-la.

Programação e inscrições pelo https://www.sympla.com.br/achema—a-industria-quimica-e-seu-potencial-de-diversificacao-e-inovacao__252921. A participação é gratuita.

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BASF divulga resultados de 2017 e avalia perspectivas para 2018

08/03/2018

  • Quarto trimestre de 2017: Vendas de €16,1 bilhões (acréscimo de 8% comparado ao mesmo trimestre do ano anterior);  EBIT antes dos itens extraordinários de €1,9 bilhão (acréscimo de 58% comparado ao mesmo trimestre do ano anterior)
  • Acumulado de 2017: Crescimento significativo em todos os segmentos; Lucro por ação de €6,62 (acréscimo de 50%); lucro por ação ajustado de €6,44 (acréscimo de 33%); Fluxo de caixa operacional de €8,8 bilhões (acréscimo de 14%); fluxo de caixa livre de €4,8 bilhões (acréscimo de 34%); Dividendo proposto no valor de €3,10 para o ano fiscal de 2017 (2016: €3,00)
  • Panorama para 2018:;Discreto aumento nas vendas resultado de um maior volume de vendas; EBIT antes dos itens extraordinários com expectativa de nível um pouco maior do que 2017

Após um ano de sucesso em 2017, a BASF iniciou bem o ano de 2018. “No ano passado, atingimos um crescimento significativo, sendo capazes de aumentar ainda mais a nossa rentabilidade. Além disso, estabelecemos bases vitais para o desenvolvimento futuro de nossa empresa – tanto no que se refere a pessoas quanto à estratégia”, comentou o Dr. Kurt Bock, Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, na apresentação do Relatório Anual de 2017 em Ludwigshafen, Alemanha.

No quarto trimestre de 2017, o Grupo BASF registrou vendas de €16,1 bilhões, o que representa um crescimento de 8% em relação ao mesmo trimestre de 2016. Os preços aumentaram em 9%. O volume de vendas da BASF aumentou 4%, sendo impulsionado por todos os segmentos, com exceção de Óleo e Gás. Por outro lado, os efeitos cambiais negativos foram significativamente maiores, causando uma diminuição das vendas em 5%. O lucro operacional no quarto trimestre, antes dos itens extraordinários (EBIT), foi de €1,9 bilhão, apresentando um aumento de 58% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os ganhos significativamente maiores nos segmentos de Químicos, Soluções para Agricultura, Óleo e Gás, bem como em Outros compensaram os ganhos menores nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais e Produtos de Performance.

Houve uma reação mundial das atividades econômicas em 2017. “Aproveitamos o momento e aumentamos exponencialmente nossas vendas e lucros em 2017, comparados ao ano anterior”, disse Bock. A boa demanda permitiu que a BASF vendesse maiores volumes em todas as divisões, aumentando sua rentabilidade consideravelmente. Além disso, os preços mais elevados, especialmente no segmento de Químicos, também contribuíram para isso. No geral, as vendas da BASF cresceram 12%, indo para €64,5 bilhões. Um dos fatores que contribuíram foi o negócio da Chemetall, adquirido no final de 2016, que oferece soluções customizadas para o tratamento de superfície metálicas.

Os lucros da BASF aumentaram, de forma ainda mais exponencial, em aproximadamente um terço. A empresa obteve um EBIT antes dos itens extraordinários de €8,3 bilhões, com uma contribuição significativa proveniente do segmento de Químicos. As maiores margens e volumes nos negócios de Químicos básicos e intermediários mais do que compensaram as margens mais baixas em alguns dos negócios de especialidades da BASF. Os lucros no negócio de produtos químicos – que compreende os segmentos de Químicos, Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais – foram expressivamente maiores do que no ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários neste negócio foi de €7,3 bilhões, apresentando um acréscimo de 26% em relação aos números do ano anterior.

O lucro por ação aumentou de €4,42 para €6,62, equivalente a um aumento de 50%. Considerando o lucro ajustado para itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis, temos o valor de €6,44, comparado a €4,83 no ano anterior.

Melhor fluxo de caixa operacional

Os números advindos das atividades operacionais melhoraram em €1,1 bilhão no acumulado do ano, indo para €8,8 bilhões em 2017, resultado do aumento de 50% no lucro líquido, atingindo €6,1 bilhões. Diferentemente do ano anterior, a mudança no capital de giro líquido reduziu o fluxo de caixa, grande parte atribuída ao maior nível de caixa vinculado a estoques e contas a receber, por razões operacionais.

Os valores utilizados nas atividades de investimento totalizaram €4 bilhões em 2017, em comparação a €6,5 bilhões em 2016. Os pagamentos feitos para ativo imobilizado e intangível totalizaram €4 bilhões, abaixo do valor do ano anterior (€4,1 bilhões). Totalizando €4,8 bilhões, o fluxo de caixa livre foi 34% acima do nível do ano anterior. O índice de patrimônio líquido foi de 44,1% (2016: 42,6%). A dívida líquida diminuiu em €2,9 bilhões, indo para €11,5 bilhões.

Dividendo proposto de €3,10

A BASF irá propor para a Assembleia Geral de Acionistas um dividendo de €3,10 por ação, €0,10 maior do que no ano anterior. Desta forma, a ação da BASF oferece mais uma vez aos seus acionistas um rendimento de dividendos vantajoso, de 3,4%, com base no preço de €91,74 da ação no final do exercício de 2017. No total, €2,8 bilhões seriam pagos aos acionistas da BASF SE.

Evolução dos negócios nas regiões

No que diz respeito ao desenvolvimento nas regiões, Bock comentou: “Ficamos muito satisfeitos com o nosso grande crescimento na Ásia, onde obtivemos retorno dos nossos investimentos dos últimos anos. As maiores margens e volumes permitiram duplicar nossos ganhos na Ásia para €2,2 bilhões, colocando a região como a mais lucrativa da BASF.” Na Europa, o crescimento econômico se expandiu. O EBIT aumentou em 31%, atingindo €4,7 bilhões, fruto principalmente dos maiores ganhos nos segmentos de Químicos e Óleo e Gás. Apesar do crescimento nos Estados Unidos ter sido inicialmente tímido no começo de 2017, observou-se melhora ao longo do ano. Na América do Norte, a BASF aumentou o EBIT de €1,1 bilhão para €1,2 bilhão. O EBIT da BASF na América do Sul, África e Oriente Médio caiu de €432 milhões para €335 milhões.

Desenvolvimento do portfólio da BASF

No ano passado, a BASF tomou decisões importantes para adicionar ao seu portfólio negócios sólidos que apresentassem crescimento rápido. Em 2018, o segmento de Soluções para Agricultura será fortalecido com a aquisição de parte significativa do negócio de sementes e herbicidas da Bayer. “Será excelente para nosso já bem-sucedido negócio de proteção de cultivos e nossas atividades de biotecnologia. E entraremos no negócio de sementes com ativos proprietários em mercados agrícolas chave, o que também nos permitirá implementar mais rapidamente os resultados de nossa pesquisa em sementes” disse Bock.

A BASF quer adquirir o negócio global de poliamida da Solvay este ano, visando expandir a gama de plásticos de engenharia para as indústrias de transporte, construção e bens de consumo, fortalecendo seu acesso a matérias-primas. Além disso, a empresa espera melhorar o acesso a importantes mercados em crescimento na Ásia e América do Sul.

“No entanto, também desinvestimos em negócios quando acreditamos que poderiam ser mais exitosos em uma constelação diferente”, disse Bock. Por exemplo, a BASF transferiu, no fim de setembro de 2017, seu negócio de químicos para couro para o grupo Stahl, um dos principais produtores de químicos para produtos de couro. Em contrapartida, a BASF detém uma participação de 16% no grupo Stahl.

A BASF anunciou mudanças substanciais nas suas atividades de óleo e gás. Está previsto que a BASF e o grupo LetterOne façam uma fusão de suas respectivas atividades de óleo e gás em uma joint venture chamada Wintershall DEA. A nova empresa seria uma das maiores empresas independentes de exploração e produção da Europa, com excelentes perspectivas de crescimento. A médio prazo, a intenção é listar a joint venture na bolsa de valores.

Panorama para o ano de 2018

A BASF espera que a economia global e a produção de produtos químicos cresçam em 2018 aproximadamente no mesmo ritmo que em 2017. Espera-se um maior crescimento em todas as regiões e a BASF antecipa a continuação da recuperação já em curso no Brasil e na Rússia. Além dessas condições básicas normalmente positivas, a BASF, no entanto, vê maior volatilidade no mercado, sendo que o dólar americano está tendo um impacto negativo nas vendas e lucros.

Baseada em suas perspectivas, a BASF prevê as seguintes condições econômicas para 2018 (dados do ano anterior entre parênteses):

  • Crescimento econômico global de +3,0% (+3,1%)
  • Crescimento na produção global de químicos de +3,4% (+3,5%)
  • Taxa média de câmbio entre o euro e dólar de $1,20 por euro ($1,13 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) de $65 por barril ($54 por barril)

“Neste cenário queremos continuar crescendo de forma lucrativa e alcançar um ligeiro aumento nas vendas do Grupo BASF e no EBIT antes dos itens extraordinários em 2018”, disse Bock.

O aumento das vendas deve resultar principalmente do crescimento dos volumes. O aumento dos lucros será liderado por contribuições significativas dos segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Óleo e Gás. Depois do sólido resultado em 2017, a empresa espera um EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente menor no segmento de Químicos, principalmente como resultado de margens mais baixas.

A previsão para 2018 leva em consideração a aquisição acordada de partes significativas do negócio de sementes e herbicidas não seletivos da Bayer, que deverá ser concluída no primeiro semestre de 2018. Com base no momento da aquisição, na sazonalidade do negócio a ser adquirido e nos custos de integração previstos, é provável que tal transação tenha um impacto positivo nas vendas e um impacto negativo nos lucros do segmento de Soluções para Agricultura e do Grupo BASF em 2018.

A previsão não leva em consideração a fusão planejada das atividades de óleo e gás da BASF e LetterOne. Na assinatura dos acordos de transação, o lucro do segmento de Óleo e Gás não seria mais incluído nas vendas e no EBIT do Grupo BASF – retroativamente a partir de 1º de janeiro de 2018 e com os números do exercício anterior atualizados. Ao invés disso, teríamos a apresentação destes números no demonstrativo de receitas perante aos interesses minoritários do Grupo BASF como um item separado, “receitas advindas de operações descontinuadas”. A partir da data de conclusão da transação, a participação da BASF no resultado gerado pela joint venture – Wintershall DEA – seria teoricamente calculado utilizando o método de equivalência patrimonial e incluído no EBIT do Grupo BASF.

Desenvolvimento dos segmentos

Em um ambiente de mercado favorável, as vendas no segmento de Químicos cresceram no quarto trimestre de 2017 em 21%, alcançando €4,2 bilhões, resultado de preços e volumes mais altos. A BASF aumentou suas margens, principalmente de isocianatos, ácidos e polialcoois, produtos de cracker e monômeros acrílicos. Na casa do €1,1 bilhão, o lucro operacional antes dos itens extraordinários (EBIT) foi 67% superior ao do quarto trimestre de 2016. Todas as divisões registraram ganhos maiores.

No acumulado do ano, as vendas no segmento de Químicos aumentaram em €3,4 bilhões em 2017, atingindo €16,3 bilhões, atribuído principalmente a preços mais altos, especialmente na divisão de monômeros. A BASF também aumentou os volumes em todas as divisões. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €2,2 bilhões, alcançando €4,2 bilhões, fruto principalmente de maiores margens de isocianatos na divisão de Monômeros. Margens mais sólidas nas divisões de Petroquímicos e Intermediários também contribuíram para o aumento dos lucros. Um pequeno aumento nos custos fixos causou um efeito compensatório. O impacto negativo sobre os lucros em 2017 causado pelo acidente do North Harbor, na fábrica de Ludwigshafen em outubro de 2016, foi compensado pelos pagamentos do seguro.

As vendas no segmento de Produtos de Performance no quarto trimestre de 2017 aumentaram em 2%, alcançando €3,8 bilhões. O aumento dos volumes em todas as divisões e o sutil aumento de preços em geral mais do que compensaram os efeitos cambiais negativos e do portfólio. Devido à pressão contínua sobre as margens, ao fechamento temporário da fábrica de citral em Ludwigshafen e aos custos fixos mais altos, o EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu de €237 milhões para €111 milhões.

O acumulado de vendas do segmento de Produtos de Performance foi de €16,2 bilhões; €659 milhões acima do valor do exercício anterior, atribuído ao crescimento do volume em todas as divisões. Os preços de venda mais altos nas divisões de Care Chemicals e Dispersões e Pigmentos também apresentaram um impacto positivo nas vendas. Medidas relativas ao portfólio e os efeitos cambiais negativos em todas as divisões reduziram ligeiramente as vendas. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em €361 milhões no acumulado do ano, indo para €1,4 bilhão, resultado das margens mais baixas advindas de preços mais elevados das matérias-primas que não poderiam ser totalmente repassados por meio dos preços de venda.

As vendas no segmento de Materiais e Soluções Funcionais apresentaram um aumento considerável de 7% no quarto trimestre, resultado de preços mais altos atingindo €5,3 bilhões. Os custos maiores de matérias-primas levaram a margens mais baixas, causando um declínio de 42% do EBIT antes dos itens extraordinários perfazendo €267 milhões. Além disso, os custos fixos mais elevados impactaram negativamente os ganhos.

No acumulado de 2017, as vendas aumentaram em €2 bilhões, alcançando €20,7 bilhões, fruto de preços e volumes mais altos, bem como da aquisição do negócio da Chemetall, adquirido da Albemarle em dezembro de 2016. Os efeitos cambiais provocaram uma leve redução nas vendas.

O crescimento dos volumes foi em grande parte atribuído à maior demanda de produtos da BASF para as indústrias automotiva e de construção. O EBIT antes dos itens extraordinários, de €1,6 bilhão, apresentou uma queda de €329 milhões nos números de 2016, principalmente devido a margens mais baixas e maiores custos fixos. Encargos especiais foram registrados em 2017, relacionados aos custos de integração, juntamente com a aquisição da Chemetall e a aquisição do negócio do grupo Henkel, da Europa Ocidental, de materiais de construção para usuários profissionais.

As vendas no segmento de Soluções para Agricultura aumentaram 4% no quarto trimestre, atingindo €1,3 bilhão. Os volumes significativamente maiores mais do que compensaram a queda dos preços e efeitos cambiais negativo. Comparado ao mesmo trimestre do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou 162%, indo de €128 milhões para €207 milhões.

As vendas do acumulado do ano no segmento de Soluções para Agricultura; aumentaram €127 milhões, alcançando €5,7 bilhões, resultado de maiores volumes de vendas. Em um ambiente de mercado continuamente difícil para os produtos de proteção de cultivos, o crescimento das vendas foi impactado negativamente pela queda de preços, principalmente na América do Sul, e pelos efeitos cambiais negativos. O EBIT antes dos itens extraordinários foi de €1 bilhão, apresentando um declínio de €54 milhões no mesmo período do exercício anterior. O ligeiro declínio foi devido a uma menor média das margens advinda de um mix de produtos diferente e à difícil situação do mercado no Brasil. Os lucros também foram impactados negativamente pela paralização das unidades de produção em Beaumont, Texas e Manatí, Porto Rico, por causa dos furacões. Houve um leve aumento dos custos fixos.

No segmento de Óleo e Gás, as vendas do quarto trimestre de 2017 diminuíram 7%, indo para €862 milhões, resultado de menores volumes. Entretanto, os preços mais elevados de óleo e gás impactaram os lucros positivamente. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €97 milhões, alcançando €260 milhões.

No acumulado do ano, as vendas no segmento de Óleo e Gás aumentaram em €476 milhões em relação ao mesmo período do exercício anterior, indo para €3,2 bilhões, fruto de preços e volumes mais elevados. O preço médio do barril de petróleo (Brent) foi de US$54 em 2017 (ano anterior: US$44). Os preços do gás nos principais mercados europeus aumentaram 25% em relação ao ano anterior. O crescimento do volume foi impulsionado por maiores volumes de vendas de gás. Os volumes de produção corresponderam ao nível do ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários cresceu em €276 milhões, alcançando €793 milhões em 2017, devido, principalmente, ao aumento dos preços do petróleo e do gás, bem como ao lucro oriundo da participação da BASF no campo de gás natural Yuzhno Russkoye. Medidas abrangentes destinadas a otimizar projetos de exploração e tecnologia, bem como a implementação exitosa de medidas de economia de custos operacionais também impactaram positivamente. O lucro líquido aumentou em €357 milhões, atingindo €719 milhões.

As vendas no segmento Outros cresceram no quarto trimestre de €518 milhões para €608 milhões. O EBIT antes dos itens extraordinários melhorou de menos €386 milhões para menos €38 milhões, sobretudo como consequência dos efeitos da valorização do programa de incentivo a longo prazo da BASF.

As vendas do acumulado do ano no segmento Outros aumentaram €224 milhões, comparadas a 2016 indo para €2,2 bilhões, resultado principal dos maiores preços de vendas de matérias-primas. Com o número de menos €764 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários em Outros foi de €286 milhões no mesmo exercício do ano anterior. Esta melhoria nos lucros também é atribuída aos efeitos de valorização do programa de incentivo a longo prazo.

Fonte: BASF

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Faturamento global da Solvay alcançou 10,1 bilhões de Euros em 2017

01/03/2018

  • Lucro líquido alcançou 939 milhões de euros
  • Faturamento na América Latina foi de 1,2 bilhão de dólares, sendo 1 bilhão de dólares no Brasil

O Grupo Solvay alcançou um faturamento de 10,1 bilhões de euros em 2017, registrando 6% de crescimento em relação a 2016, quando comparado com o mesmo escopo de atividades, segundo anúncio feito em 28/2, na sede do grupo, em Bruxelas, Bélgica.

O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 2,23 bilhões de euros, com uma elevação de 7,5% sobre 2016. A margem sobre o EBITDA em 2017 foi mantida em 22%, um índice altamente relevante para a indústria química em geral.

O lucro líquido em uma base subjacente alcançou 939 milhões de euros em 2017. Os ganhos por ação, em base recorrente, registraram aumento de 26%, puxados pelo crescimento de 9% do EBIT, pela redução dos encargos financeiros e pelo efeito positivo da diminuição da taxa de impostos. A empresa obteve em 2017 uma geração de caixa de 871 milhões de euros, que representou um aumento de 19% sobre 2016.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, 2017 marcou outro ano bem sucedido para a companhia. “O crescimento de 8% dos volumes foi complementado com o progresso contínuo na entrega de valor sustentável. Tendo em vista as nossas perspectivas, esperamos para 2018 atingir ou exceder os objetivos de três anos estabelecidos em 2016”, disse.

Agora que a Solvay se transformou em uma empresa de materiais avançados e de especialidades químicas – acrescentou Clamadieu – a principal prioridade atual é alinhar a organização, aumentar a eficiência e o foco no cliente, e contribuir para um crescimento de mais orgânico dos volumes de produção.

Resultados na América Latina

Na região da América Latina, o Grupo Solvay obteve um faturamento em 2017 da ordem de 1,2 bilhão de dólares, dos quais 1 bilhão de dólares foram obtidos com vendas no Brasil. As exportações de produtos feitas a partir do Brasil cresceram 28% em 2017 em relação ao ano anterior, somando o total de US$ 212 milhões.

Segundo José Borges Matias, presidente do Grupo Solvay na América Latina, o bom desempenho na região se deveu ao lançamento de inovações, à otimização das plantas industriais, aos esforços de competitividade e de uma atuação muito próxima dos clientes.

Os investimentos do Grupo Solvay na região mantiveram seu patamar histórico, em torno de 50 milhões de euros, que foram empregados em aumento de capacidade de produção, melhoria de processos produtivos, além de implantação de tecnologias e desenvolvimento de novos produtos.

Esse nível de aplicação de recursos – segundo Matias – deve ser mantido para 2018, tendo em vista projetos que estão sendo realizados em todas as unidades industriais do Grupo, e na contínua modernização dos processos produtivos da empresa.

O Grupo Solvay atua na América Latina em diversas atividades do setor químico, contando com 10 unidades industriais (incluindo joint ventures) e escritórios comerciais em todos os países da região.

Fonte: Solvay

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Covestro mantém trajetória de crescimento rentável com ano recorde

20/02/2018

  • Vendas totais sobem 18,8% para 14,1 bilhões de euros
  • EBITDA cresce 70,6% para 3,4 bilhões de euros
  • Receita líquida mais que dobra para 2 bilhões de euros
  • Fluxo de caixa operacional livre recorde – 5 bilhões de euros até 2019
  • Dividendos propostos: 2,20 euros por ação
  • Previsão positiva para 2018

A fabricante de materiais Covestro teve um ano fiscal excepcional em 2017. Impulsionada pela alta demanda de plásticos de alto desempenho e por margens significativamente mais altas, a Covestro elevou as vendas totais em 18,8% para 14,1 bilhões de euros durante o último ano fiscal. A alta veio acompanhada de uma elevação no EBITDA do Grupo no ano todo de 70,6% para 3,4 bilhões de euros em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita líquida mais que dobrou, de 795 milhões para 2 bilhões de euros. Como fruto desses excelentes resultados, a Covestro pretende pagar dividendos aos seus acionistas no valor de 2,20 de euros por ação (contra 1,35 de euros no ano anterior).

“Alcançamos resultados impressionantes em 2017, superando significativamente nossas metas gerais”, afirma o CEO Patrick Thomas. “Em comparação com nosso primeiro ano como empresa independente, melhoramos visivelmente mais uma vez e demonstramos que nosso sucesso é sustentável. Há uma razão simples para isso: conseguimos desvendar ainda mais o potencial da Covestro. Agora estamos em posição fortalecida para acelerar ainda mais a geração de valor.”

No ano fiscal de 2017, a Covestro obteve resultados muito fortes: os volumes totais do Grupo subiram 3,4% sobre o período do ano anterior, em meio à utilização contínua de alta capacidade. O fluxo de caixa operacional livre (FOCF) da Covestro atingiu novo recorde ao subir para 1,8 bilhão de euros, o equivalente a 34,8% de alta em comparação a 2016. O retorno sobre o capital empregado (ROCE) foi de 33,4%, muito mais alto, portanto, que no ano anterior (14,2%).

Com a forte evolução, a Covestro espera atingir um fluxo de caixa operacional livre acumulado de 5 bilhões de euros dentro de três anos. A estimativa anunciada em 2017 era de cinco anos. Devido à alta entrada de caixa, o Conselho de Administração da Covestro decidiu, em outubro de 2017, recomprar ações próprias no valor de até 1,5 bilhão de euros ou até 10% do capital social. A recompra de ações começou em novembro de 2017, conforme planejado. Além disso, a dívida financeira líquida caiu 1,216 milhões de euros para 283 milhões em 2017 (ano anterior: 1,499 milhões de euros).

Sustentabilidade como motor de crescimento

Para 2018, a Covestro tem expectativa de crescimento sólido nas principais indústrias consumidoras, incluindo a indústria automotiva, de móveis e de construção e ainda a elétrica e eletrônica. Nessas indústrias, a Covestro considera, em especial, a tendência social de maior sustentabilidade como motor de crescimento. “Em cada vez mais indústrias, cresce progressivamente a procura dos clientes por soluções sustentáveis – e é exatamente isso que oferecemos. Estamos extremamente bem posicionados para aproveitar o potencial de crescimento excepcional nesses segmentos, com foco no futuro”, destaca Patrick Thomas. Ele ainda menciona áreas de crescimento como e-mobility, construção eficiente em energia e lâmpadas LED de baixo consumo energético.

Nos próximos anos, a Covestro pretende aumentar significativamente seus investimentos para continuar aproveitando as vantagens deste crescimento esperado nas principais indústrias consumidoras. Esses investimentos incluem todos os segmentos e regiões e devem superar o nível de depreciação. Além disso, a Covestro continua preparada para aproveitar oportunidades de aquisições que fortaleçam seu portfólio e gerem valor.

Digitalização e sustentabilidade como elementos-chaves da estratégia

A Covestro sempre teve a sustentabilidade como elemento essencial da sua estratégia. Reforçando esse compromisso, a Covestro incorporou os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas (ONU) à sua estratégia. “A sustentabilidade é e continuará sendo um elemento-chave para a inovação”, explica o Dr. Markus Steilemann, Chief Commercial Officer e futuro CEO da Covestro. “Até 2025, pretendemos destinar 80% dos nossos investimentos em pesquisa e desenvolvimento a áreas que contribuam para os ODS.”

Steilemann vê a digitalização como outro motor da inovação: “Com nosso amplo programa, estamos aproveitando as oportunidades que a digitalização oferece, transformando-a em um foco central da nossa empresa. Como parte disso, estabeleceremos novos padrões de colaboração com nossos clientes.” Um exemplo disso é uma plataforma comercial digital que será lançada em breve e simplificará o acesso a produtos básicos, conectando os clientes com a Covestro e outros fornecedores. Até o final de 2019, a expectativa é que novos modelos de negócios digitais, como a plataforma comercial digital, gerem vendas acumuladas de até um bilhão de euros.

Tendência positiva deve se manter em 2018

Com base no crescimento estável previsto nas principais indústrias consumidoras e nos prognósticos econômicos atuais, a expectativa da Covestro é que sua evolução positiva se mantenha ao longo de 2018. A companhia prevê um crescimento de até meio dígito no volume total. A Covestro antecipa um fluxo de caixa operacional livre significativamente acima da média dos últimos três anos. Em 2018, a previsão é que o retorno sobre o capital empregado (ROCE) fique próximo do nível do ano anterior. Estima-se que o EBITDA se mantenha em patamar semelhante ao de 2017. Para o 1º trimestre de 2018, a Covestro prevê um EBITDA significativamente acima do nível do 1º trimestre de 2017.

Poliuretanos e Policarbonatos elevam rentabilidade

No segmento de Poliuretanos, a Covestro registrou volumes principais acima do ano anterior em todas as três regiões, com alta geral de 3,4%. Enquanto isso, o EBITDA cresceu 151,1% para 2,212 milhões de euros. Esse crescimento deveu-se, principalmente, às melhorias significativas nas margens nos grupos de produtos MDI e TDI. Além disso, o aumento no volume de vendas e os proventos da venda de uma casa de sistemas na América do Norte (39 mi €) e de um ressarcimento de seguro (35 mi €) também exerceram influência positiva. A decisão de continuar a produção em Tarragona, na Espanha, ainda ocasionou uma reversão de provisões (72 mi €).

Os volumes principais no segmento de Policarbonatos subiram 5%, também com contribuição das três regiões. O EBITDA do segmento cresceu 21,2% para 853 milhões de euros. A alta nos volumes principais e nos preços de venda teve efeito positivo sobre o lucro, enquanto as vendas foram impulsionadas principalmente pela demanda crescente nas indústrias automotiva, elétrica e eletrônica.

Em 2017 como um todo, os volumes principais no segmento Coatings, Adesivos e Especialidades praticamente não sofreram alterações (-0,3%), em meio a um ambiente competitivo desafiador. O EBITDA caiu 9,4% em relação ao número do ano anterior, para 453 milhões de euros. Em média, a elevação dos preços de venda não conseguiu compensar totalmente o aumento de custo das mercadorias vendidas.

Enquanto isso, foi iniciada a expansão da produção de dispersões de poliuretano em Dormagen (Alemanha) e Barcelona (Espanha) para atender à crescente demanda da indústria de revestimentos e adesivos. A Covestro também iniciou as operações de uma nova unidade de produção em Dormagen para filmes multicamadas de alta qualidade usados em cartões de segurança ou interiores automotivos.

4º trimestre de 2017 com novos resultados recordes

O 4º trimestre de 2017 foi o mais bem-sucedido na história da Covestro, que manteve o desempenho excepcional atingido ao longo do ano fiscal. As vendas totais do Grupo subiram 16,7% para 3,5 bilhões de euros no trimestre final, em comparação com o 4º trimestre de 2016, impulsionadas pela elevação nos preços e nos volumes de vendas. O EBITDA teve alta ainda mais acentuada de 390 milhões para 879 milhões de euros, atingindo mais do que o dobro do ano anterior. Com 566 milhões de euros, a receita líquida foi multiplicada várias vezes em relação ao 4º trimestre de 2016 (124 mi €). O fluxo de caixa operacional livre subiu 45,9% para 890 milhões de euros.

Com 14,1 bilhões de euros em vendas em 2017, a Covestro é um dos maiores produtores de polímeros do mundo. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2017, empregava aproximadamente 16,2 mil pessoas.

Fonte: Covestro

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DSM registra crescimento das vendas globais e na América Latina em 2017

19/02/2018

As vendas globais da DSM cresceram 9% e atingiram € 8,63 bilhões; na América Latina, o crescimento foi de 7,1%, com vendas de € 1,06 bilhão

As vendas globais da DSM atingiram 8,63 bilhões de euros em 2017, o que representa uma alta de 9% sobre o ano anterior, quando as vendas globais foram de € 7,92 bilhões. Este crescimento significativo está registrado no relatório anual da companhia divulgado este mês e onde também estão contabilizados os resultados do quarto trimestre do ano passado (4T17). Mas, além do incremento nas vendas, a empresa também alcançou resultados expressivos em outros indicadores importantes, como o lucro operacional (Ebitda ajustado), que cresceu 15% e alcançou € 1,44 bilhão, e o retorno sobre o capital empregado (ROCE), que foi de 12,3% no ano.

A DSM, que desenvolve e fornece soluções baseadas na ciência nas áreas de saúde, nutrição e materiais, tem duas divisões de negócios principais: Nutrição, que registrou vendas globais de € 5,58 bilhões e Ebitda ajustado de € 1 bilhão (+ 13%), e Materiais, cujas vendas atingiram € 2,82 bilhões e o Ebitda ajustado de € 488 milhões (+ 12%). As vendas do Innovation Center alcançaram € 169 milhões e as vendas as atividades corporativas foram de € 59 milhões. “Estamos satisfeitos em relatar novamente um excelente resultado, pois superamos nossos objetivos estratégicos para vendas, Ebitda e ROCE”, comenta Feike Sijbesma, CEO global da DSM e presidente do Conselho de Administração.

Sijbesma ressalta ainda que o foco no crescimento acima do mercado continua e, portanto, a DSM dedica atenção especial para as iniciativas de eficiência e para a manutenção da disciplina de capital, que continuam a produzir resultados positivos para as divisões de Nutrição e Materiais. Neste sentido, ele destaca também o fato de o sucesso da DSM advir da capacidade de oferecer soluções sustentáveis e inovadoras para atender às demandas dos seus clientes e para contribuir para que eles atendam às necessidades do mercado final. Sijbesma cita ainda o foco na melhora dos desempenhos operacional e financeiro por meio de iniciativas que permitem à empresa manter os resultados acima do mercado, os retornos financeiros e a eficiência do capital.

Resultados positivos no quarto trimestre

Ao divulgar o balanço anual, a empresa relatou os resultados positivos do último trimestre do ano passado, quando as vendas globais atingiram € 2,17 bilhões (+ 8%), com Ebitda ajustado de € 359 milhões (+ 14%) e ROCE de 12,3%. No período, a divisão de Nutrição registrou vendas de € 1,42 bilhão e Ebitda ajustado de € 267 milhões (+ 12%) e a divisão de Materiais teve vendas de € 693 milhões e Ebitda ajustado de € 119 milhões (+ 13%). O Innovation Center registou vendas de € 43 milhões e, as atividades corporativas, vendas de € 12 milhões.

Alta representativa também na América Latina

Na América Latina, os resultados anuais foram ainda mais expressivos. Na região, onde a DSM está presente em 13 países e conta com 2,07 mil colaboradores (ao todo, são 21,05 mil funcionários no mundo), o crescimento das vendas foi de 7,1%, com receita de € 1,06 bilhão, que representaram 12% das vendas globais (em 2016, as vendas da região representaram 7%). Para Maurício Adade, presidente da companhia na América Latina, a evolução das vendas na região é altamente significativa principalmente pelo fato de algumas economias do continente terem sido afetadas por volatilidades ao longo do ano passado, tornando as operações empresariais desafiadoras.

Fonte: DSM

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Gases de efeito estufa: unidade brasileira da Rhodia já eliminou quase 60 milhões de toneladas de CO2

09/01/2018

A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, está completando 10 anos de funcionamento ininterrupto com a unidade industrial de abatimento de gás de efeito estufa instalada no complexo industrial São Francisco, em Paulínia (SP), contabilizando a eliminação nesse período de quase 60 milhões de toneladas de CO2-equivalente. Segundo a empresa, esse total corresponde a retirar de circulação uma frota da ordem de 10 milhões de veículos movidos a combustível fóssil.

Construída dentro do escopo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo do Protocolo de Kyoto, essa unidade industrial elimina da atmosfera o óxido de nitrogênio (N2O), considerado um gás de efeito estufa. De acordo com a empresa, este é o maior projeto da era Kyoto em funcionamento na América Latina e está entre os 10 maiores do mundo e tem dado uma contribuição importante para as metas de redução de emissões de carbono do Grupo Solvay e da indústria química brasileira.

O Grupo Solvay fixou o objetivo global de reduzir em 40% a intensidade das emissões de gases de efeito estufa e ter 50% de seu faturamento associado a soluções sustentáveis até 2025 (tendo como base o ano de 2015). Em três anos, já reduziu em 30% a intensidade das emissões e as soluções sustentáveis respondem atualmente por 43% do faturamento, afirma a empresa.

Além da eliminação de gás de efeito estufa, a instalação dessa unidade permitiu o desenvolvimento de tecnologias e a formação de profissionais especializados em meio ambiente. Ao mesmo tempo, gerou receitas para a empresa por meio de créditos de carbono atrelados ao Protocolo de Kyoto, que deixaram de existir no encerramento do programa no final de 2012.

Porém, em razão de seu compromisso ambiental e com os negócios sustentáveis, o Grupo Solvay decidiu manter essa unidade em atividade. A empresa afirma que arca isoladamente com os custos operacionais, sem contrapartida econômica ou outros benefícios.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Aramco e SABIC assinam acordo de 20 bilhões de dólares para construção de complexo industrial para conversão de petróleo bruto em químicos e plásticos

27/11/2017

As duas maiores empresas da Arábia Saudita, Saudi Aramco e SABIC, assinaram um acordo para construir uma megacomplexo integrado de refino de petróleo e geração petroquímica, com investimentos previstos de 20 bilhões de dólares. A instalação converterá petróleo bruto em produtos químicos e plásticos. O acordo governa a execução do Projeto Básico (Front End Engineering Design -FEED), com duração prevista de dois anos, antes da tomada de decisão final sobre o investimento.

O complexo, que processará 400 mil barris de petróleo bruto por dia e produzirá 9 milhões de toneladas de produtos químicos e derivados quando iniciar suas operações em 2025, ajudará a diversificar a economia da Arábia Saudita, hoje preponderantemente dependente de exportações de petróleo bruto, afirmou o CEO da Aramco, Amin Nasser, durante a cerimônia de assinatura do Memorando de Entendimento com o CEO da SABIC, Yousef al Benyan, na cidade de Dharan.

A construção do complexo deverá se iniciar no último trimestre de 2019 e deverá criar aproximadamente 30.000 empregos diretos e indiretos. Até 2030, espera-se que a planta tenha um impacto de 1,5 porcento sobre o PIB da Arábia Saudita. Como possível localização para o complexo, a Saudi Aramco está avaliando a cidade portuária de Yanbu, situada às margens do Mar Vermelho e que já é um centro industrial, afirmou Nasser.

O CEO da SABIC, Yousef al-Benyan, disse que esta é a primeira vez que as duas maiores empresas de Arábia Saudita cooperam num empreendimento industrial conjunto e afirmou que a participação das duas empresas no novo projeto será compartilhada por igual.

O objetivo do projeto compartilhado pela Aramco, conhecida formalmente como Saudi Arabian Oil Co., e pela Sabic (Saudi Basic Industries) é produzir químicos e derivados para atender ao crescente mercado de bens de consumo, particularmente na Ásia, além de produzir matérias primas plásticas, tais como Polietileno e Polipropileno, além de butadieno e aromáticos.

Fontes: Reuters / Bloomberg

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Dow anuncia investimentos de mais de US$ 200 milhões em fábrica na Argentina

04/10/2017

A Dow acaba de anunciar investimentos de mais de US$ 200 milhões destinados a otimizar o desempenho de sua unidade petroquímica localizada em Ingeniero White (província de Buenos Aires).

O montante será investido nos próximos dois anos para aumentar a confiabilidade das instalações produtivas de etileno e polietileno. O polietileno é amplamente utilizado pela indústria local na fabricação de embalagens rígidas e flexíveis para setores de bens de consumo diversos, entre os quais embalagens para alimentos, produtos de saúde e higiene, tubos e filmes industriais e agrícolas.

Entre as ações anunciadas também estão projetos de modernização e expansão de algumas unidades operacionais, além da execução de trabalhos corretivos e preventivos em maquinas de grande porte, reforma e otimização de equipamentos existentes e implantação de novas tecnologias para se alcançar melhorias significativas na produção.

Além dos trabalhos de manutenção, serão implantados aperfeiçoamentos tecnológicos que permitirão um melhor desempenho em termos de meio ambiente e segurança, em conformidade com padrões globais e alinhados às necessidades da companhia e objetivos de desenvolvimento em longo prazo.

Com esses projetos, as unidades passarão a operar com eficiência máxima, o que é necessário para dar continuidade ao processo de captação de investimentos futuros para ampliar a capacidade do complexo.

A decisão da Dow trará impactos significativos para o complexo de Bahía Blanca (foto) durante a execução dos projetos. Estima-se que, durante a fase de pico, mais de 1000 pessoas participarão dos trabalhos por meio de empresas contratadas para a prestação de serviços, a maioria das quais são negócios de pequeno e médio porte localizados em Bahía Blanca e no seu entorno. Além disso, outras atividades serão executadas por companhias petroquímicas cujas operações são integradas com as da Dow. Tudo isso aumentará os investimentos no complexo e a geração de empregos na região.

Dada a demanda por mão de obra qualificada, a Dow coordenará um plano integrado e oferecerá treinamento para trabalhadores em conjunto com associações do setor e sindicatos. Esse trabalho será coordenado em conjunto com o Ministério do Trabalho e Desenvolvimento Social nos âmbitos nacional e local.

A Dow Embalagens & Plásticos de Especialidade é uma unidade de negócio da DowDuPont Ciência dos Materiais e enfoca os segmentos de alto crescimento nos mercados de embalagens flexíveis e rígidas para alimentos, embalagens secundárias e terciárias, higiene pessoal e produtos médicos, e aplicações adesivas. A Dow Embalagens & Plásticos de Especialidade é a maior produtora de polietileno no mundo.

A DowDuPont Ciência dos Materiais é uma divisão da empresa DowDuPont, recém constituída pela fusão da Dow e da DuPont. O portfólio de materiais avançados, intermediários industriais e plásticos da Divisão de Ciência dos Materiais da DowDuPont oferece uma variedade de produtos e soluções de base tecnológica a clientes em mercados de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A DowDuPont pretende separar a Divisão de Ciência dos Materiais em uma empresa independente e de capital aberto.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Covestro é eleita Empresa do Ano pela ICIS

25/09/2017

Primeira colocada em ranking global

A Covestro foi eleita Companhia do Ano ICIS baseada em suas métricas de negócios e financeiras para 2016. O prêmio foi conceido pela publicação global ICIS Chemical Business, que é parte da ICIS, a maior provedora mundial de informações sobre o mercado petroquímico.

A análise feita para a escolha da Companhia do Ano é baseada no crescimento anual em vendas, lucros e margens dos principais fabricantes químicos globais, levando em consideração o nível absoluto de retornos em termos operacional e líquido em relação às vendas e ao total de ativos.

“Nós parabenizamos a Covestro por um desempenho financeiro estelar em seu primeiro ano completo como uma empresa pública em 2016, quando o Ebitda cresceu 41% em termos anuais e o preço das ações mais que duplicou, mesmo em um ambiente com dúvidas sobre o possível excesso de capacidade no mercado de poliuretanos”, afirmou Joseph Chang, editor global da ICIS Chemical Business.

“A empresa teve um desempenho particularmente forte em seu ano de estréia e os ganhos obtidos em lucros e retornos garantiram o primeiro lugar na análise detalhada de métricas financeiras da ICIS, reunidas para listar as Top 100 Companhias Químicas da ICIS”, pontuou Nigel Davis, editor da ICIS Insight.

Em 2016, o resultado líquido da Covestro subiu 132%, atingindo 795 milhões de euros, apesar de um declínio de 1,5% em vendas, fechando em 11,9 bilhões de euros. A empresa registrou crescimento de 7,5% em volume total, em meio a um cenário desafiador de preços.

“Estamos honrados com a escolha da Covestro como Companhia do Ano da ICIS – o que também serve como um grande prêmio a todos os colaboradores em todo o mundo”, afirmou o CEO Global da Covestro, Patrick Thomas. “Os seis primeiros meses de 2017 foram muito positivos para a Covestro e reforçam o nosso forte posicionamento nas indústrias de nossos clientes em regiões-chave. Nosso desempenho é sustentado por uma demanda consistentemente forte por nossos produtos, levando a dez trimestres consecutivos com aumento no Ebitda, até 30 de junho de 2017. Continuamos comprometidos em gerar valor para nossos acionistas, focalizando em Pesquisa & Desenvolvimento e inovação”.

O prêmio Companhia do Ano da ICIS é a 3ª parte da série Top 100 Companhias Químicas da ICIS, que reúne a listagem das empresas Top 100 como a parte 1, publicada na edição de 1º de setembro, e a parte 2, referente aos Líderes Regionais, publicada na revista Chemical Business em 8 de setembro.

Sobre a Covestro: Com vendas de 11,9 bilhões de euros em 2016, a Covestro está entre os maiores fabricantes mundiais de polímeros. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em segmentos como o automotivo, eletroeletrônico, construção e também as indústrias de esportes e lazer. A Covestro possui 30 sites de produção em todo o mundo e, no final de 2016, empregava cerca de 15.600 pessoas.

Sobre a ICIS Chemical Business: A ICIS Chemical Business é parte da ICIS, a maior provedora mundial de informações sobre o mercado petroquímico, com divisões de energia e fertilizantes. Dados sobre preços, notícias, análise e consultoria independente são ofertados aos clientes da ICIS para fundamentar a tomada de decisões comerciais e de planejamento. Com uma equipe global de mais de 600 colaboradores, a ICIS tem funcionários em Houston, Washington, Nova York, Londres, Montpellier, Karlsruhe, Milão, Mumbai, Cingapura, Guangzhou, Pequim, Xangai, Yantai, Tóquio e Perth. Cerca de 350 colaboradores são jornalistas engajados em reportar preços de mercado e notícias. A ICIS é uma divisão da Reed Business Information, parte do RELX Group.

Fonte: Covestro

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Solvay assina acordo para vender seu negócio de Poliamida para a BASF

21/09/2017

BASF concorda em adquirir a Poliamida da Solvay por € 1,6 bilhão

O Grupo Solvay assinou um acordo vinculativo com a empresa química alemã BASF para a venda de seus negócios de Poliamida, um passo crucial na transformação da Solvay em uma empresa de química de multiespecialidades.

“O desinvestimento planejado da Solvay na área de Poliamida marca um ponto de virada na transformação profunda que começamos há quatro anos. A conclusão bem-sucedida desta operação reforçará a posição da Solvay como uma empresa produtora de química de multiespecialidades, permitindo um crescimento maior e mais sustentável”, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay.

A BASF é um investidor estratégico para a Poliamida, com a qual a complementará seus negócios e sua presença global. A Solvay e a BASF compartilham o mesmo compromisso com os melhores padrões de saúde, segurança e meio ambiente em seus sites industriais

A área de Poliamida tem aumentado sua lucratividade nos últimos anos. Como um player integrado, suas atividades vão desde a etapa inicial nos intermediários e polímeros até a etapa final com o desenvolvimento de plásticos de engenharia de alto valor agregado. Esta operação abrange todo o negócio de Poliamida da Solvay na Europa, América do Norte e na Ásia, bem como o negócio de plásticos de engenharia na América Latina, e envolve o total de 2.400 empegados.

A Solvay manterá seus negócios de Intermediários de Poliamida (cyclohexanol, ácido adípico, sal nylon e HMD – hexametilenodiamina) e de fibras têxteis de poliamida no Brasil.

Segundo o acordo, a operação está baseada em um valor total de empresa de 1,6 bilhão de euros, o que representa cerca de 8 vezes o EBITDA dessa área de negócio em 2016 e em torno de 7 vezes o EBITDA nos últimos doze meses. O pagamento líquido em caixa desta transação está estimado em 1,1 bilhão de euros. Levando em consideração que os passivos financeiros da ordem de 0,2 bilhão de euros serão transferidos para o comprador, a posição financeira líquida do Grupo Solvay aumentará para cerca de 1,3 bilhão de euros.

A área de negócios Poliamida envolvida nesta transação será reclassificada como ativos e passivos mantidos para venda e operação descontinuada até o final deste mês. Como resultado da descontinuação, o negócio de poliamida na América Latina mantido pelo Grupo Solvay sofrerá uma provisão de desvalorização (impairment) de aproximadamente € 100 milhões no final de setembro. Esta provisão (impairment) de valor deve ser mais do que compensada pelo ganho de capital no fechamento da transação.

A execução dos acordos definitivos em relação a esta transação é esperada para os próximos meses, após consulta aos órgãos sociais relevantes. A Solvay e a BASF pretendem fechar a transação no terceiro trimestre de 2018, depois de obtidas as aprovações regulamentares usuais e recebido o consentimento formal de um sócio de joint venture. Esse parceiro já se comprometeu a conceder seu consentimento à Basf, sujeito à entrega de documentos definitivos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Fusão entre a Dow e a Du Pont é concluída e ações da nova holding DowDuPont começam a ser negociadas na Bolsa de Nova Iorque

01/09/2017

  • A companhia agora avança rumo à separação pretendida que dará origem a empresas líderes nos mercados de Agricultura, Ciência dos Materiais e Produtos Especializados;
  • As separações estão previstas para ocorrer em até 18 meses.

A DowDuPont™ concluiu com sucesso a fusão de iguais entre The Dow Chemical Company (“Dow”) e E.I. du Pont de Nemours & Company (“DuPont”), efetiva em 31 de agosto de 2017. A entidade combinada está operando como uma holding sob o nome “DowDuPont” e com três divisões: Agricultura, Ciência dos Materiais e Produtos Especializados.

As ações da DuPont e da Dow tiveram suas negociações encerradas na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE) no dia 31 de agosto de 2017. A partir de hoje, a DowDuPont começará a negociar na NYSE sob o símbolo “DWDP”. Em linha com os termos estabelecidos no acordo de fusão, os acionistas da Dow receberam uma taxa de troca fixa de 1.00 de ação da DowDuPont por cada ação da Dow e os acionistas da DuPont receberam uma taxa fixa de troca de 1.282 ações da DowDuPont por cada ação da DuPont.

“Este dia representa um importante marco na história das duas companhias”, disse Andrew Liveris, Presidente Executivo da DowDuPont. “Estamos muito felizes por concluir essa fusão e avançar rumo à criação de três empresas independentes e líderes em seus mercados de atuação. Embora o patrimônio e a força conjunta das duas empresas sejam impressionantes, o verdadeiro valor dessa fusão reside na pretendida criação de três empresas poderosas que influenciarão mercados e impulsionarão o crescimento para o benefício de todos os seus públicos. Nossas equipes estão trabalhando há mais de um ano no plano de integração e, a partir de hoje, iniciaremos a execução desses planos com a intenção de completar as separações o mais rápido possível.”

“Para os acionistas, clientes e funcionários, a conclusão dessa fusão representa um passo definitivo rumo à geração de mais valor e maiores oportunidades por meio de um futuro construído em crescimento sustentável e inovação”, comenta Ed Breen, CEO da DowDuPont. “A DowDuPont é uma plataforma para o lançamento das três empresas pretendidas e fortes, que estarão muito bem posicionadas para investir em Ciência e Inovação, ajudar nossos clientes na solução de importantes desafios e gerar retornos de longo prazo para os nossos acionistas. Com a conclusão da fusão, nosso foco está em finalizar as estruturas organizacionais que serão os alicerces das três empresas pretendidas e capturar as sinergias para gerar valor. Com objetivos claros, visibilidade no mercado e uma estrutura de Pesquisa & Desenvolvimento mais produtiva, cada empresa pretendida estará preparada para competir com sucesso como uma líder de mercado”.

Conselho e Governança

O Conselho de Administração da DowDuPont é formado por 16 membros: oito são ex-diretores do Conselho da DuPont e os demais são diretores que fizeram parte do Conselho da Dow. Há dois diretores principais: Jeffrey Fettig, que atuou como o principal diretor independente da Dow, e Alexander Cutler, ex-diretor independente da DuPont. Andrew Liveris é o presidente do Conselho de Administração e Ed Breen também atua no Conselho. Abaixo, a relação dos demais membros do Conselho de Administração:

Dow:
o James A. Bell, ex-Chief Financial Officer da Boeing
o Raymond J. Milchovich, ex-presidente e CEO da Foster Wheeler AG
o Paul Polman, CEO da Unilever PLC e Unilever N.V.
o Dennis H. Reilley, Presidente executivo da Marathon Oil Corp.
o James M. Ringler, Presidente da Teradata Corporation
o Ruth G. Shaw, ex-executivo da Public Policy e Presidente da Duke Nuclear

DuPont:
o Lamberto Andreotti, ex-Presidente do Conselho e CEO da Bristol-Myers Squibb Company
o Robert A. Brown, Presidente da Boston University
o Marilly A. Hewson, Presidente e Chefe Executivo da Lockheed Martin Corporation
o Lois D. Juliber, Vice-Presidente e Chief Operating Officer da Colgate-Palmolive Company
o Lee M. Thomas, Ex-Presidente e CEO da Rayonier Inc.
o Patrick J. Ward, Chief Financial Officer da Cummins, Inc.

Três comitês consultivos foram estabelecidos pelo Conselho de Administração da DowDuPont para supervisionar o estabelecimento das divisões de Agricultura, Ciência dos Materiais e Produtos Especializados em preparação para a separação pretendida. Além disso, cada Comitê Consultivo desenvolverá uma estrutura de capital em linha com os princípios estabelecidos em nosso Estatuto Social e designará o futuro CEO e o time de liderança de cada empresa pretendida.

Executivos da DowDuPont:

Como já anunciado, DowDuPont será liderada por uma equipe que reflete os pontos fortes e as capacidades de ambas as empresas. Junto com Liveris e Breen, estarão os seguintes executivos:
o Howard Ungerleider, Chief Financial Officer (CFO)
o Stacy Fox, Conselheira Geral e Corporate Secretary
o Charles J. Kalil, Conselheiro Especial da Presidência e Conselheiro Geral para a Divisão de Ciência dos Materiais
o James C. Collins, Jr., Chief Operating Officer da Divisão Agrícola
o Jim Fitterling, Chief Operating Officer da Divisão de Ciência dos Materiais
o Marc Doyle, Chief Operating Officer da Divisão de Produtos Especializados

Gerando Valor para os Acionistas

Por meio da fusão de portfólios altamente complementares da Dow e DuPont e, subsequentemente, com a criação das pretendidas empresas líderes, DowDuPont espera maximizar valor para os seus acionistas.

A DowDuPont afirma que os acionistas serão beneficiados com um perfil de investimento mais forte e focado de cada empresa pretendida e substanciais sinergias de custos, bem como do crescimento a longo prazo e criação de valor sustentável após as separações pretendidas em três empresas. Espera-se que a transação resulte em sinergias de custo de aproximadamente US$ 3 bilhões e potencial de atingir US$ 1 bilhão em sinergias de crescimento. A empresa espera alcançar uma taxa de execução de 100% nas sinergias de custo nos primeiros 24 meses após a conclusão da fusão.

Caminhos para a Separação

Os líderes e as equipes de integração da Dow e DuPont estão desenvolvendo os futuros modelos operacionais e a estrutura organizacional que apoiarão a estratégia de cada empresa pretendida. Assim que cada divisão estabelecer seus próprios processos, pessoas, ativos, sistemas e licenças para operar de forma independente, a DowDuPont pretende separar as divisões de forma que as mesmas passem a operar com suas próprias entidades legais, sujeito à aprovação do Conselho de Administração e de outras aprovações regulatórias. Espera-se que as separações pretendidas ocorram dentro de 18 meses.

Espera-se que as empresas pretendidas contemplem:

  • Uma Empresa Líder em Agricultura que reunirá os pontos fortes da DuPont Pioneer, DuPont Proteção de Cultivos e Dow AgroSciences para melhor servir aos produtores rurais em todo o mundo, com um portfólio superior de soluções, maior opção de escolhas e preços competitivos por valor. As capacidades combinadas e o mecanismo de inovação altamente produtivo permitirão que a pretendida empresa agrícola traga um conjunto ainda mais amplo de produtos para o mercado de forma mais rápida, podendo ser uma parceira ainda melhor para agricultores, entregando inovação e ajudando-os a aumentar a produtividade e rentabilidade. A pretendida empresa agrícola estará sediada em Wilmington (Delaware, EUA), com centros de negócios globais em Johnston (Iowa, EUA) e Indianápolis (Indiana, EUA).
  • Uma Empresa Líder em Ciência dos Materiais, que será denominada Dow e consistirá nos negócios que compõem os seguintes segmentos atuais da Dow: Plásticos de Performance, Materiais de Performance & Químicos, Soluções em Infraestrutura e Soluções de Consumo (Consumer Care e Dow Automotive Systems. Dow Electronic Materials fará parte da empresa de Produtos Especializados), assim como o atual negócio de Materiais de Performance da DuPont. A pretendida empresa de Ciência dos Materiais oferecerá o portfólio mais forte em químicos e polímeros da indústria, com escala e capacidades competitivas para permitir o desenvolvimento de soluções diferenciadas para clientes e mercados de elevado crescimento, como os de embalagem, transporte, infraestrutura e cuidados do consumidor. A pretendida empresa de Ciência dos Materiais terá a sua sede em Midland (Michigan, EUA).
  • Uma empresa líder em Produtos Especializados que será formada por negócios fortes e líderes de mercado, incluindo a DuPont Soluções em Proteção, Soluções Sustentáveis, Biociências Industriais e Nutrição & Saúde; que vai incorporar o negócio de Health & Nutrition da FMC que está pendente apenas da conclusão da transação. A empresa também será formada pelo negócio de Tecnologias em Eletrônicos, que combina a DuPont Eletrônicos & Comunicação com a Dow Electronic Materials. A empresa pretendida de Produtos Especializados será uma líder em inovação composta por empresas especializadas em tecnologia com produtos diferenciados e soluções que transformam indústrias e a vida das pessoas. A pretendida empresa terá sede em Wilmington (Delaware, EUA).

Como já anunciado, a Diretoria da DowDuPont está conduzindo uma revisão detalhada do portfólio para avaliar a realidade dos atuais negócios e alavancar conhecimento adquirido ao longo do último ano e meio para identificar oportunidades de valor agregado em preparação para a criação das pretendidas empresas líderes do setor.

Klein and Company, Lazard e Morgan Stanley & Co. LLC têm sido os conselheiros financeiros da Dow para a transação, tendo Weil, Gotshal & Manges LLP como conselheiros jurídicos.

Evercore e a Goldman, Sachs & Co. têm sido os conselheiros financeiros da DuPont para esta transação, tendo Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom LLP como os conselheiros jurídicos.

Sobre a DowDuPont

DowDuPont (NYSE: DWDP) é uma holding composta pela The Dow Chemical Company e pela DuPont com a intenção de formar empresas fortes, independentes e de capital aberto nos mercados de Agricultura, Ciência dos Materiais e Produtos Especializados, liderando suas respectivas indústrias por meio da produtividade, tendo a ciência como base para o desenvolvimento de inovações que atendam as demandas dos clientes e que ajudem a resolver os desafios globais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Rhodia premia fornecedores de Logística e Transportes

24/08/2017

Empresa compra por ano em torno de 70 milhões de dólares desses serviços

A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, fez a entrega do Prêmio Excelência Fornecedor para as empresas que mais se destacaram em 2016 no fornecimento de serviços de Logística e Transportes.

Na categoria Performance, que levou em conta o Sistema de Medição de Performance adotado pela Rhodia, os vencedores do prêmio foram as empresas Servimex, por Serviços Logísticos; Den Hartogh, em Transporte Marítimo; e Transmodal, na área de Transporte Rodoviário.

Na categoria Destaque, a empresa premiou os três principais projetos que se destacaram em Inovação, Sustentabilidade e Competitividade, conforme avaliação de um comitê da Rhodia. Os cases vencedores foram as empresas Cavalinho, em Inovação; Pronave, em Sustentabilidade; e Letsara, em Competitividade.

A empresa também entregou certificados para empresas que passaram com sucesso pelo audit do programa Together for Sustainability Audit (TfS), que foram Tirapu, Transbueno, Jaloto, Manuchar, Essemaga, Santos Brasil, Cavalinho, TQUIM, Cesari, Transeich e Henrique Stefani. O programa Juntos pela Sustentabilidade (Together for Sustainability – TfS) é uma iniciativa mundial, lançada em 2014, que avalia e fomenta a sustentabilidade na cadeia de fornecimento do setor químico. A Solvay é um dos membros fundadores do TfS.

A empresa fez ainda a entrega de menções honrosas a 24 fornecedores que não registraram incidentes de transportes em 2016. São eles: Covre, Dalcoquio, Essemaga, Getel, H. Stefani, Hsud/Aliança, Jaloto, Letsara, Loga, Luxafit, Mabruk, Mirassol, Tegma, Tirapu, TQUIM, Transbueno, Transeich, Transmodal, Transpaulo, Valni, Santos-Brasil, Lune, Transcopa e Porto Ferreira.

A Rhodia compra anualmente em torno de 70 milhões de dólares em serviços de logística, para atender as suas seis unidades e conjuntos industriais instalados no Estado de São Paulo. Cerca de 60% desse valor são aplicados na contratação de 120 mil viagens rodoviárias anuais no Brasil e na América do Sul.

Segundo Eduardo Rocha, Diretor de Compras e Supply Chain do Grupo Solvay na América Latina, a companhia tem evoluído em suas metas relativas à logística e transportes, principalmente pelo esforço feito em conjunto com seus fornecedores. “Temos investido permanentemente em programas de trabalho e em sistemas de medição específicos, que nos ajudam a identificar as ações que precisamos tomar para melhorar a nossa excelência operacional e aperfeiçoar o atendimento ao cliente final”, disse.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Braskem completa 15 anos e moderniza marca

22/08/2017

Nova identidade visual simboliza a continuidade do ciclo de expansão global da petroquímica

A Braskem completou no dia 16 de agosto 15 anos de operação como uma empresa de atuação cada vez mais global, com clientes em cerca de 100 países em todos os continentes. Para refletir essa trajetória, a Braskem passa a adotar uma nova marca, que simboliza a continuidade de seu ciclo de expansão global.

“Somos uma empresa jovem, com uma estratégia sólida e bem-sucedida de crescimento global. Para celebrar os 15 anos e marcar o início de uma nova fase, estamos lançando uma nova identidade visual que acompanhará nossa trajetória, de desafios e conquistas”, diz Fernando Musa (foto), CEO da Braskem.

O novo logotipo busca expressar características como resiliência, foco e transparência. O símbolo utilizado remete à letra “B” e dá forma a uma seta, indicando a estratégia da empresa orientada ao futuro. A aplicação das cores azul e amarelo buscam representar a aspectos como abrangência global, foco em sustentabilidade e a força das relações humanas.

“A nova marca Braskem simboliza nossa ambição de seguir evoluindo como um player importante do setor petroquímico global, atuando em constante progressão no desenvolvimento das pessoas e focado na entrega de soluções sustentáveis da química e do plástico, a fim de melhorar o bem-estar e a qualidade de vida da sociedade”, afirma o CEO da Braskem. A partir de hoje, a marca começa a ser implantada gradualmente na comunicação e identidade visual da empresa.

Criada em 2002 com a integração de seis ativos, a Braskem consolidou o setor petroquímico no Brasil, deu passos importantes em seu processo de internacionalização e se transformou em uma das maiores produtoras mundiais de resinas termoplásticas, com faturamento de R$ 55 bilhões em 201. Atualmente, conta com 8 mil integrantes e opera 41 plantas industriais, das quais 29 no Brasil, seis nos Estados Unidos, quatro no México e duas na Alemanha.

Fonte: Braskem

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Com segundo trimestre forte, Lanxess espera ganhos recordes para 2017

22/08/2017

  • Vendas subiram 30% chegando a 2.5 bilhões de Euros
  • Ebitda pré-excepcional cresceu 25,3% chegando em 367 milhões de Euros
  • Margem Ebitda pré-excepcional de 14.6%
  • Aquisição da Chemtura garantiu uma contribuição significativa aos resultados
  • Nova estrutura de negócios reportada
  • Lucro líquido pré-excepcional cresceu 75% alcançando 141 milhões de Euros
  • Previsão para o ano de 2017 confirmada: Ebitda pré-excepcional entre 1.225 bilhão e 1,3 mil milhões de Euros

Após um excelente segundo trimestre, a Lanxess, empresa de especialidades químicas, continua acreditando que terá os melhores resultados de sua história nesse ano.

As vendas globais da empresa aumentaram quase 30% alcançando US$ 2,5 bilhões, ante US$ 1,9 bilhão do ano anterior. O Ebitda pré-excepcional melhorou em cerca de 25%, chegando a 367 milhões de Euros, contra 293 milhões de Euros do trimestre anterior. Esse crescimento deve-se principalmente a contribuição dos negócios da Chemtura, empresa recentemente adquirida, bem como em função de maiores volumes e preços de venda. A margem Ebitda do segundo trimestre de 2017 situou-se em 14,6%, um pouco abaixo do alto valor de 15,1% reportado no período anterior.

“Nossa estratégia de crescimento está em evolução. Nosso forte desempenho operacional e as aquisições lucrativas são a base para esses sólidos resultados do segundo trimestre. Os recém-adquiridos negócios da Chemtura já estão garantindo uma contribuição significativa aos lucros, além de outras áreas do nosso portfólio de produtos também estarem se desenvolvendo positivamente”, explica Matthias Zachert, CEO da Lanxess.

Devido a um encargo excepcional, o lucro líquido foi de 3 milhões de Euros, após 75 milhões de Euros computados no trimestre anterior. A aquisição da Chemtura e o fechamento planejado da produção de produtos químicos de cromo no site de Zárate, na Argentina, que ocorrerá no quarto trimestre de 2017, ajudaram no incremento do lucro líquido pré-excepcional em torno de 75% para 141 milhões de euros, contra 80 milhões no segundo trimestre de 2016.

“Estamos no caminho certo e continuamos a esperar ganhos recordes durante todo o ano. No entanto, em comparação com o forte ano anterior, estamos antecipando um pequeno enfraquecimento dos resultados no segundo semestre de 2017”, complementa Zachert.

A Lanxess continua a prever o Ebitda pré-excepcional para todo o ano 2017 entre EUR 1.225 bilhão e EUR 1.3 bilhões. Esse seria o melhor resultado da empresa desde 2012, quando registrou um valor de cerca de 1,2 bilhões de Euros.

Nova estrutura

No final de abril, a Lanxess completou a aquisição da empresa química americana, Chemtura, e posteriormente ajustou a estrutura de negócios do Grupo. Como efeito imediato, a empresa reporta cinco segmentos que compreendem um total de doze unidades de negócio.

O segmento Advanced Intermediates abrange os negócios intermediários e agroquímicos. O novo segmento Specialty Additives agrupa todas as atividades de aditivos. O segmento Performance Chemicals é composto pelas unidades de negócios responsáveis por pigmentos de cor, produtos químicos de couro, produtos de proteção de materiais e tecnologias de tratamento de água. O segmento Engineering Materials abrange os negócios de plásticos de alta performance e uretanos. A Arlanxeo engloba o negócio de borrachas sintéticas. No relatório do segmento, os valores do ano anterior foram atualizados conforme a necessidade.

Vendas substancialmente maiores em todos os segmentos

No segundo trimestre de 2017, as vendas do segmento Advanced Intermediates foram de 505 milhões de Euros, 14% superior ao ano anterior que registrou 443 milhões de Euros. O Ebitda pré-excepcional cresceu 10,2% para 97 milhões de Euros, em comparação aos 88 milhões de Euros computados no ano anterior. Os resultados positivos se deram especialmente pelo aumento dos preços de venda dos produtos e pela contribuição da nova unidade de negócios Organometallics. A margem Ebitda pré-excepcional foi de 19,2%, contra 19,9 registrado no trimestre anterior.

O novo segmento Specialty Additives registrou vendas de 440 milhões de Euros, um crescimento de 106,6% quando comparado ao ano anterior, que registrou 213 milhões de Euros. O Ebitda pré-excepcional chegou a 75 milhões de Euros, registrando um crescimento de 67% quando comparado ao ano anterior, que contou com resultados de 45 milhões. Esse desenvolvimento positivo deu-se principalmente em função da aquisição dos negócios da Chemtura. Volumes de venda maiores também afetaram os resultados. A margem Ebitda pré-excepcional de 17% foi inferior ao alto nível de 21,1% relatado no trimestre anterior.

As vendas no segmento Performance Chemicals aumentaram em 11,2%, alcançando 367 milhões de euros, contra 330 milhões de euros do ano anterior. Preços de venda mais altos e a aquisição da companhia Clean and Disinfect, em 2016, resultou em um positivo efeito nos ganhos. A margem Ebitda pré-excepcional cresceu de 20,9% para 21,8%.

No novo segmento Engineering Materials, as vendas chegaram a 361 milhões de Euros, registrando um crescimento de 31,3% em comparação ao ano anterior, quando conquistou 275 milhões de Euros. O Ebitda pré-excepcional registrou um crescimento substancial de 60%, de 45 milhões para 72 milhões de Euros. O negócio de uretanos recém-adquirido da Chemtura contribuiu de forma especial para a melhora dos resultados. Volumes e preços de venda mais altos e uma melhor utilização da capacidade contribuíram para o desenvolvimento positivo dos ganhos. A margem Ebitda resultante pré-excepcional de 19,9 por cento, foi significativamente superior ao valor de 16,4% registrado no trimestre anterior.

Foram registradas ainda vendas de 835 milhões de Euros no segmento Arlanxeo, o que significou um crescimento de 24,6%, quando comparado aos 670 milhões do ano anterior. O Ebitda pré-excepcional chegou a 92 milhões de Euros, uma queda de 3% quando comparado aos 95 milhões computados no ano anterior. Custos energéticos mais elevados, em particular, contrastam com o maior valor de venda dos produtos em função da passagem do aumento dos custos das matérias-primas. A margem Ebitda pré-excepcional foi de 11%, contra 14,2% registrados no ano anterior.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lanxess

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Braskem tem lucro de R$ 1,1 bilhão no 2º trimestre de 2017

17/08/2017

Dados das demonstrações financeiras auditadas reforçam momento positivo vivido pelo setor petroquímico

No mês em que completa 15 anos, a Braskem divulgou um lucro líquido de R$ 1,142 bilhão no segundo trimestre de 2017, um expressivo aumento sobre o lucro de R$ 275 milhões na comparação com igual trimestre do ano passado. No ano, a Braskem acumula lucro líquido de R$ 3,057 bilhões.

O Ebitda consolidado alcançou R$ 3,029 bilhões, valor 1% maior ao do segundo trimestre de 2016. Em dólar, o Ebitda foi de US$ 945 milhões, alta de 10% na comparação com o segundo trimestre de 2016, conforme demonstrações financeiras auditadas pela KPMG.

O desempenho da Braskem no trimestre é atribuído à manutenção das saudáveis margens do setor petroquímico, além de ganho de capital com a venda da quantiQ e da maior produção do Complexo Petroquímico do México, que estava em processo de partida em meados do ano passado. “Seguimos na implantação da nossa estratégia de crescimento como empresa global, com foco na internacionalização geográfica e na diversificação de matérias-primas, gerando valor para todos os acionistas da Braskem”, afirma Fernando Musa, presidente da petroquímica.

No segundo trimestre de 2017, a Braskem apresentou receita líquida de R$ 11,9 bilhões, alta de 1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Como resultado do seu processo de internacionalização, o mercado externo representou, no segundo trimestre, 45% do total da receita líquida, divididos entre as exportações a partir do Brasil (19%) e a receita auferida pelas unidades internacionais (26%) dos Estados Unidos, Europa e México.

A Braskem manteve suas unidades industriais operando com altas taxas de ocupação de capacidade. Os crackers no Brasil operaram a 93%, uma pequena queda em razão da parada programada da central de São Paulo. Nos Estados Unidos e na Europa, a taxa média de operação das plantas industriais ficou em 95%, índice menor do que o registrado no trimestre anterior, dada a revisão da capacidade nominal de produção dessas unidades e da parada de manutenção da fábrica de Schkopau, na Alemanha.

No México, a taxa de operação média das plantas de polietileno foi de 83%, em função principalmente de ajustes operacionais e de ajustes pontuais no fornecimento de etano para o cracker no período. Do lado comercial, o volume de vendas de poliolefinas no Brasil foi 1% superior ao mesmo período do ano anterior ao passo que as vendas de petroquímicos básicos no mesmo mercado ficaram estáveis.

Nos EUA e Europa, o volume de vendas de polipropileno no segundo trimestre de 2017 apresentou aumento de 2% em relação a igual período de 2016, principalmente, devido ao aumento na capacidade das plantas dos Estados Unidos realizado no fim do ano passado. No México, o esforço comercial concentrou-se no atendimento ao mercado mexicano cujo volume de vendas foi superior em 4%. Consequentemente, as exportações apresentaram uma redução de 22%, com diminuição do volume exportado para a Ásia.

Investimentos

Em junho, o Conselho de Administração da Braskem aprovou o investimento de até US$ 675 milhões para a construção da sexta unidade de produção de polipropileno (PP) na cidade de La Porte, no estado norte-americano do Texas. A nova fábrica, que produzirá 450 mil toneladas por ano, permitirá à Braskem seguir na liderança no segmento de polipropileno para atender aos clientes no mercado norte-americano.

“A aprovação deste investimento reforça a confiança que os acionistas mantêm no crescimento do nosso negócio, na nossa capacidade de desenvolvimento de projetos e na busca dos melhores resultados”, declara Fernando Musa.

A Braskem celebrou 15 anos ontem, no dia 16 de agosto. Criada em 2002 com a integração de seis ativos, a empresa consolidou o setor petroquímico no Brasil, deu passos importantes em sua internacionalização e se transformou em uma das maiores produtoras mundiais de resinas termoplásticas.

Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, e faturamento de R$ 55 bilhões em 2016. Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Fonte: Braskem

 

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Abiquim: matéria-prima e energia com preços elevados reduzem a competitividade da indústria química

14/08/2017

Produtos químicos importados ocupam 37,8% do mercado brasileiro

Dados apurados pela Abiquim no primeiro semestre indicam enfraquecimento do ritmo de produção local dos produtos químicos de uso industrial. Em junho de 2017, o índice de produção teve recuo de 4,56% sobre o mês anterior, enquanto o de vendas internas exibiu ligeira elevação, de 0,49%, em razão da desova de estoques.

Com esses resultados, o fechamento do 2º trimestre do ano confirma a desaceleração da atividade em relação aos três primeiros meses do ano, bem como sobre o mesmo período do ano passado: a produção caiu 2,33% no acumulado de abril a junho de 2017, na comparação com iguais meses de 2016, enquanto as vendas internas tiveram retração de 3,10%. Para o 1º semestre do ano, os números mostram redução da atividade, com o índice de produção subindo apenas 0,85% e o de vendas internas em sentido contrário, com recuo de 1,06%.

Apesar de o consumo aparente nacional (CAN) ter crescido expressivos 8,4% no período, esse aumento não foi acompanhado pelo desempenho das vendas internas, sinalizando uma perda de participação do produtor local em relação ao atendimento da demanda doméstica. A prova disso é que as importações, em volume, dos produtos analisados no RAC tiveram aumento de 30,5%, batendo recorde histórico dos últimos 28 anos de análise, passando a ocupar 37,8% do CAN.

No que se refere à capacidade instalada, no acumulado do 1º semestre de 2017, a utilização ficou, na média, em 77%, dois pontos porcentuais menor do que a que havia sido a média de janeiro a junho de 2016.

A diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, cita o caso dos petroquímicos básicos. O produto que vem puxando a alta das importações é o metanol, que deixou de ser produzido no mercado nacional por falta de competitividade da principal matéria-prima (gás natural) e, atualmente, passou a ser integralmente importado. Esse caso exemplifica muito bem a questão das oportunidades perdidas pelo País, que já poderia ter uma planta de escala mundial de metanol.

Além disso, a diretora da Abiquim reclama da falta de um projeto de política industrial para o País para geração de empregos de qualidade e de riqueza. Ao invés disso, segundo ela, o governo decide ir pelo caminho mais fácil para arrecadar. “A alta da contribuição do PIS/Cofins sobre os combustíveis veio na contramão do que a população em geral poderia esperar. Não se fez uma avaliação e/ou adequação das despesas que poderiam ser diminuídas, ou até eliminadas, pelo próprio governo, nem tampouco conseguiu-se elevar a parcela das receitas extraordinárias que o governo havia previsto no início do ano. Ou seja, o já elevado custo Brasil foi aumentado. Mas será que essa dose será suficiente? Se a economia não voltar a crescer, gerando os empregos necessários para os quase 15 milhões de desempregados, qual será a próxima medida?”, questiona.

A Abiquim destaca que o Brasil precisa urgentemente de medidas de Estado, de longo prazo, que dëem um norte e previsibilidade e não apenas de medidas de governo, sem visão de planejamento estratégico e que tornam o ambiente inseguro. Dentre as medidas de Estado, questiona a instituição, por que não a implantação de políticas industriais que sejam capazes de estimular o desenvolvimento e o crescimento da economia, gerando empregos e divisas e contribuindo para elevação do PIB nacional ?

Diante de todo esse cenário, o presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo, faz um alerta: a ampliação das importações fez com que o Brasil, mais uma vez, perdesse a oportunidade de gerar riqueza e empregos para o povo. “Com elevado preço da nafta e do gás natural, bem como o alto custo da energia, o Brasil é presa fácil no mercado para os produtores internacionais ocuparem o mercado interno”.

Fonte: Abiquim

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Basf tem lucros significativamente maiores no segundo trimestre e melhor panorama para 2017

14/08/2017

Segundo trimestre de 2017:

  • Vendas de €16,3 bilhões (acréscimo de 12%)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de € 2,3;bilhões (acréscimo de 32%)
  • Lucro por ação de € 1,63 (acréscimo de 37%), lucro por ação ajustado de € 1,78 (acréscimo de 37%)
  • Fluxo de caixa operacional de € 3;bilhões (acréscimo de 29%), fluxo de caixa líquido de € 2,1;bilhões (acréscimo de 59%)

Panorama para 2017:

  • Permanência de previsão de crescimento significativo das vendas
  • Expectativa de que o EBIT antes dos itens extraordinários supere consideravelmente os valores do ano anterior

“A tendência positiva relativa à demanda continuou no segundo trimestre de 2017. Aumentamos nosso volume de vendas em relação ao mesmo período do ano anterior, pelo quinto trimestre consecutivo. Em comparação com o mesmo trimestre do ano passado, melhoramos significativamente nossas vendas e lucros”, disse o Dr. Kurt Bock, Presidente do Conselho Executivo da BASF SE.

As vendas do Grupo BASF atingiram € 16,3 bilhões, aumentando em 12% quando comparadas com o segundo trimestre de 2016 – em grande parte devido aos preços e volumes mais elevados. Diante de custos mais elevados de matérias-primas, a empresa elevou os preços de venda em 7%; fato desencadeado principalmente por preços mais altos no segmento de Químicos. O volume de vendas aumentou em 3%. Os efeitos cambiais causaram um impacto positivo nas vendas e, assim como os efeitos relacionados ao portfólio, representaram um aumento de 1%.

Os lucros operacionais, antes dos itens extraordinários (EBIT) aumentaram em 32% no segundo trimestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano anterior, indo para € 2,3 bilhões. O forte aumento foi resultado, principalmente, dos lucros significativamente maiores nos segmentos de Químicos e Óleo & Gás. Esse aumento só não foi maior devido aos menores lucros nos segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Proteção de Cultivos. O impacto negativo sobre os lucros causado pelo acidente ocorrido na zona do Porto Norte, na planta de Ludwigshafen, em outubro passado, foi compensado pelo pagamento do seguro no valor de € 100 milhões, montante que foi contabilizado predominantemente no segmento de Químicos.

Em torno de € 1,5 bilhão, o lucro líquido superou o valor do segundo trimestre do ano anterior em € 404 milhões. O lucro por ação foi de € 1,63 no segundo trimestre de 2017, contra € 1,19 no mesmo trimestre do ano anterior. O lucro por ação, ajustado para itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis, foi de € 1,78 (mesmo período em 2016: € 1,30).

O fluxo de caixa operacional aumentou de € 2,3 bilhões no segundo trimestre de 2016 para € 3 bilhões no segundo trimestre de 2017. O fluxo de caixa liquido perfez € 2,1 bilhões, versus € 1,3 bilhão no mesmo trimestre do ano anterior. Tal melhoria foi, principalmente, fruto de um maior lucro líquido.

Perspectiva para o ano de 2017

Devido ao desenvolvimento macroeconômico positivo no primeiro semestre do ano, a BASF agora adota uma visão geral um pouco mais positiva das condições intrínsecas para 2017. As expectativas da empresa relativas ao cenário econômico global de 2017 são (previsão anterior entre parênteses):

  • Crescimento do Produto Interno Bruto: 2,5% (2,3%)
  • Crescimento da produção industrial: 2,5% (2,3%)
  • Crescimento na produção de produtos químicos: 3,4% (inalterado)
  • Taxa média de câmbio entre euro e dólar de $1,10 por euro  ($1,05 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) de 50 dólares por barril ($55 por barril)

“Continuamos esperando um aumento significativo (mínimo de 6%) nas vendas para o ano. Dado o aumento significativo dos lucros no primeiro semestre do ano, esperamos um aumento considerável no EBIT antes dos itens extraordinários de pelo menos 11% em 2017”, disse Bock. “Para o segundo semestre de 2017, esperamos um ligeiro aumento no EBIT antes dos itens extraordinários, em comparação ao mesmo período de 2016. Tal previsão leva em consideração a boa evolução do segmento de Químicos no primeiro semestre de 2017, que provavelmente perderá este dinamismo, bem como o preço do petróleo, que foi menor do que o inicialmente esperado e o dólar americano mais desvalorizado do que esperado. Estes fatores causam um impacto negativo nos lucros da BASF”, disse Bock.

Desenvolvimento dos segmentos

No segmento de Químicos, as vendas aumentaram 25% quando comparadas com o segundo trimestre de 2016, atingindo € 4 bilhões – em grande parte fruto do aumento significativo de preços na divisão de Monômeros. Os efeitos cambiais influenciaram as vendas positivamente, ao passo que os volumes apresentaram um ligeiro declínio. Em torno de € 1,1 bilhão, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 662 milhões em relação ao segundo trimestre de 2016, principalmente dadas as maiores margens nas divisões de Monômeros e Petroquímicos. Os custos fixos apresentaram, em geral, uma pequena redução. As vendas no primeiro semestre aumentaram em 30%, indo para € 8,2 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 1,2 bilhão, perfazendo € 2,1 bilhões, resultado de maiores margens e volumes.

As vendas no segmento de Produtos de Performance alcançaram a casa dos €4,1 bilhões, superando em 4% o valor do segundo trimestre do ano anterior, fruto dos aumentos de preços e crescimento dos volumes em todas as divisões. Os efeitos cambiais impactaram as vendas positivamente. Os efeitos causados pelo portfólio desaceleraram a evolução das vendas. A pressão nas margens, principalmente dado o aumento dos preços das matérias-primas e das condições desafiadores do mercado em determinadas áreas de negócios, resultou em uma diminuição (de € 107 milhões) do EBIT antes dos itens extraordinários, indo para € 405 milhões. No primeiro semestre do ano, as vendas de € 8,4 bilhões foram 6% superiores às do período do ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em € 147 milhões, perfazendo € 920 milhões.

As vendas no segundo trimestre no segmento de Materiais e Soluções Funcionais cresceram em 12%, totalizando €5,3 bilhões. Tal crescimento deu-se, principalmente, pelo aumento nos volumes de vendas, pela aquisição do negócio da Chemetall, adquirido da Albemarle em dezembro de 2016, e pelos preços mais altos. Os efeitos cambiais ofereceram suporte adicional para as vendas. A BASF conseguiu aumentar seus volumes de vendas para a indústria automotiva. O EBIT antes dos itens extraordinários caiu em € 113 milhões, totalizando € 422 milhões. O aumento dos lucros na divisão de Catalisadores e a contribuição do negócio da Chemetall compensaram parcialmente as margens mais baixas e custos fixos mais altos. As vendas no primeiro semestre aumentaram em 15%, indo para € 10,5 bilhões. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em € 38 milhões, totalizando € 953 milhões.

O segmento de Proteção de Cultivos registrou um aumento de 5% em vendas, alcançando €1,5 bilhão, em comparação ao segundo trimestre do ano anterior. Os principais determinantes foram volumes maiores, principalmente na América do Norte e Europa Oriental, além dos efeitos cambiais positivos. Os preços ficaram ligeiramente menores, em relação ao segundo trimestre de 2016. Comparado com o mesmo período do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários diminui em € 48 milhões, perfazendo € 272 milhões. Tal resultado deu-se principalmente às médias mais baixas das margens, fruto de um mix diferente de produtos. No primeiro semestre, as vendas aumentaram em 4% comparado com o mesmo período do ano anterior, totalizando € 3,4 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em € 106 milhões, totalizando € 805 milhões.

As vendas no segmento de Oléo e Gás, em comparação ao segundo trimestre de 2016, tiveram um crescimento importante, de 32%, totalizando €814 milhões, determinado pelo aumento dos volumes e preços. O aumento dos volumes ocorreu principalmente devido aos maiores volumes de vendas de gás e à plataforma offshore na Líbia em junho. Os volumes de produção corresponderam aos níveis do segundo trimestre anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 89 milhões, perfazendo € 183 milhões, grande parte como resultado dos preços e dos volumes de vendas mais elevados. O lucro líquido cresceu significativamente. No primeiro semestre, as vendas no segmento cresceram 34% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando € 1,6 bilhão. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 193 milhões, totalizando € 353 milhões.

Na casa dos €476milhões, as vendas no segmento “Outros” ficaram 2% mais baixas do que a do segundo trimestre do ano anterior, como resultado de uma menor comercialização de matérias-primas. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €61 milhões, indo para menos €151 milhões, sobretudo como uma consequência dos efeitos da valorização do programa de incentivo a longo prazo. No primeiro semestre do ano, as vendas ficaram na casa do € 1,1 bilhão no segmento Outros, representando um aumento de 13% em comparação ao mesmo período do ano passado. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €30 milhões, totalizando menos €401 milhões.

Fonte: BASF

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Evonik atinge metas do primeiro semestre de 2017

08/08/2017

  • Vendas subiram 15% para 7,3 bilhões de euros
  • O Ebitda ajustado aumentou 8% para 1,25 bilhão de euros
  • Primeiras sinergias da integração do negócio de aditivos especiais da Air Products

A Evonik aumentou suas vendas para 7,3 bilhões de euros no primeiro semestre de 2017. O aumento de 15%, na comparação com o primeiro semestre de 2016, foi em parte devido à primeira consolidação da divisão de aditivos especiais da Air Products, negócio adquirido pela Evonik em janeiro. As demais razões para o aumento nas vendas foram o crescimento significativo da demanda e preços de venda ligeiramente mais altos.

“O desenvolvimento do nosso negócio está dentro da meta”, disse Christian Kullmann, Presidente da Diretoria Executiva. “Além disso, estamos colhendo os primeiros frutos da maior aquisição da nossa história”.

O Ebitda ajustado cresceu 8% para 1,25 bilhão de euros no primeiro semestre, impulsionado sobretudo por resultados mais favoráveis nos segmentos Resource Efficiency e Performance Materials. As receitas do segmento Nutrition & Care foram menores que as do mesmo período do ano anterior, principalmente em decorrência de redução dos preços dos aditivos para nutrição animal.

O lucro líquido ajustado cresceu 10% para 549 milhões de euros, enquanto as receitas ajustadas por ação aumentaram para 1,18 euro. O lucro líquido caiu 3% para 394 milhões de euros, principalmente em resultado de despesas relacionadas à aquisição do negócio de aditivos especiais da Air Products.

A integração dessas unidades, adquiridas no início do ano, tem prosseguido com êxito. As sinergias iniciais foram alavancadas no segundo trimestre. A Evonik também vem fazendo bons progressos na aquisição da divisão de sílica da empresa americana J.M. Huber e espera fechar esse negócio conforme planejado no segundo semestre deste ano.

A dívida financeira líquida da empresa era de 3,09 bilhões de euros em 30 de junho de 2017. No início de julho, a Evonik emitiu, pela primeira vez, um bônus híbrido. Com um cupom de 2,125%, esse foi o bônus híbrido em euros mais barato já emitido por uma empresa industrial. A receita será usada para financiar a aquisição do negócio de sílica da Huber. “As condições obtidas são mais uma evidência de que os mercados de capital têm enorme confiança em nossa posição financeira”, disse a Diretora Financeira (CFO) Ute Wolf. “Detemos um grau de investimento sólido e queremos manter isso”.

Previsões confirmadas

A Evonik confirmou a sua previsão de aumentar tanto as vendas quanto o lucro operacional no ano completo de 2017. O Ebitda ajustado ainda deve crescer para um valor entre 2,2 e 2,4 bilhões de euros (2016: 2,165 bilhões de euros).

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: As vendas aumentaram 21% para 2,76 bilhões de euros no primeiro semestre de 2017. Desse aumento, 12 pontos percentuais vieram da consolidação inicial do negócio adquirido da Air Products. Os preços também ficaram ligeiramente mais altos. Além disso, as vendas foram impulsionadas pela alta demanda por sílica, especialmente na indústria de pneus; por polímeros de alta performance, por exemplo, no segmento de impressão 3D; por aditivos para óleos nas indústrias automobilística, da construção e do transporte; e por aditivos na indústria de revestimentos. O Ebitda ajustado do segmento Resource Efficiency cresceu 19% para 628 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas aumentaram 5% para 2,28 bilhões de euros no primeiro semestre de 2017. O aumento é atribuído sobretudo à consolidação inicial do negócio adquirido da Air Products e a um ligeiro aumento nos volumes. Em contrapartida, os preços de venda de aditivos para nutrição animal ficaram substancialmente mais baixos do que os do mesmo período do ano passado. O Ebitda ajustado do segmento recuou 31% para 385 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas aumentaram 18% para 1,89 bilhão de euros e o Ebitda ajustado praticamente dobrou para 328 milhões de euros no primeiro semestre. A alta demanda e a escassez duradoura na cadeia de fornecimento, especialmente de butadieno e metilmetacrilato, resultaram em preços de venda mais altos. A implantação de sucesso das medidas de reestruturação também exerceu impacto positivo no segmento.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Resultado semestral da DSM mostra crescimento global e na América Latina

02/08/2017

DSM teve alta de 11% nas vendas globais, que atingiram € 4,32 bilhões no primeiro semestre; na América Latina, a alta foi ainda mais expressiva, de 31,3%, alcançando € 327 milhões no período

A DSM registrou desempenho positivo no primeiro semestre deste ano, com vendas globais de € 4,32 bilhões, uma alta de 11% sobre igual período de 2016, quando as vendas foram de € 3,9 bilhões. Outros indicadores que confirmam os resultados positivos da DSM são a alta de 16% do lucro operacional (EBITDA ajustado), que foi de € 721 milhões (€ 624 milhões no primeiro semestre do ano passado); salto de 10,5% para 12,2% do Retorno Sobre o Capital Empregado (Return on Capital Employed, ROCE) no período; e alta de 42% do lucro líquido, que saltou de € 220 milhões para € 312 milhões no período.

No primeiro semestre, as vendas globais da área de Nutrição (nutrição e saúde humana, nutrição animal, especialidades alimentícias) foram de € 2,77 bilhões (alta de 9% sobre igual período de 2016), com EBITDA ajustado de € 528 milhões (alta de 14%). A área de Materiais cresceu ainda mais, com alta de 15% ao atingir vendas globais de € 1,42 bilhão; no mesmo período do ano passado, as vendas da área foram de € 1,24 bilhão. Contribuíram ainda para os resultados as vendas globais de € 84 milhões do Innovation Center e de € 32 milhões das Atividades Corporativas.

“A DSM manteve um excelente desempenho no primeiro semestre. Todas as nossas empresas estão entregando suas iniciativas de crescimento, ajudando-nos a superar o mercado. Fornecemos cada vez mais aos nossos clientes soluções inovadoras em uma mudança contínua em direção às especialidades e, além disso, estamos atentos aos nossos programas de redução de custos e de aumento da eficiência, aliada à cultura de alto desempenho e à sustentabilidade”, comenta o CEO e presidente do Conselho de Administração da DSM, Feike Sijbesma.

DSM tem 2º trimestre positivo

No segundo trimestre deste ano (2T17), as vendas globais da DSM cresceram 8% e atingiram € 2,16 bilhões (€ 1,99 no 2T16), com crescimento de 15% do EBITDA ajustado, que alcançou € 376 milhões (€ 328 milhões no 2T16), e ROCE de 12,2% (10,5% no 2T16). Na área de Nutrição, as vendas globais registraram alta de 7% e chegaram a € 1,38 bilhão (€ 1,29 bilhão no 2T16), com alta de 14% do EBITDA ajustado, que alcançou € 271 milhões (€ 237 no 2T16). Na área de Materiais, o crescimento das vendas globais no 2T17 foi ainda mais expressivo, chegando a 13% e batendo em € 725 milhões (€ 640 milhões no 2T16) e alta de 9% do EBITDA ajustado, que foi de € 128 milhões (€ 117 milhões no 2T16). Contribuíram ainda para estes resultados as vendas globais de € 41 milhões do Innovation Center e de € 15 milhões das Atividades Corporativas.

Alto crescimento também na América Latina

O primeiro semestre foi muito positivo para a subsidiária da DSM na América Latina, com crescimento de 31,3% nas vendas, que atingiram € 327 milhões frente aos € 249 milhões registrados no primeiro semestre de 2016. Na região, a empresa está presente em 13 países e conta com uma equipe de 2.061 colaboradores (em âmbito global, a DSM conta com 20,9 mil colaboradores).

A Royal DSM é uma empresa global baseada na ciência, com atividades nas áreas de saúde, nutrição e materiais. A DSM atua em mercados mundiais como alimentos e suplementos dietéticos, cuidados pessoais, rações, dispositivos médicos, peças automotivas, tintas, componentes elétricos e eletrônicos, proteção da vida, energia alternativa e materiais biológicos. A DSM e suas empresas associadas têm faturamento líquido anual de 7,92 bilhões de euros, com mais de 20.000 funcionários.

Fonte: Assessoria de Imprensa –  DSM

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Solvay divulga resultados do segundo trimestre de 2017

02/08/2017

Ebitda ajustado do Grupo alcançou 705 milhões de euros no período

O Grupo Solvay obteve um faturamento de 3,022 bilhões de euros no segundo trimestre de 2017, com um crescimento de 11% sobre o mesmo período do ano anterior, conforme anúncio feito em 01/08 pela companhia. O Ebitda ajustado – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – subiu 18% no período, alcançando 705 milhões de euros.No geral, a margem Ebitda atingiu o recorde de 23%. As medidas de excelência operacional compensaram em parte os maiores custos fixos. O lucro líquido ajustado no segundo trimestre de 2017 foi de 309 milhões de euros.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, a empresa continuou no segundo trimestre de 2017 a obter crescimento de volume em todos os segmentos, o que contribuiu para fortes ganhos e geração de caixa. “Nossa entrega tem sido consistente com nossos objetivos financeiros e extra-financeiros de médio prazo. A transformação estratégica da Solvay avançou com outras atualizações do portfólio de negócios”, disse.

Resultados do primeiro semestre de 2017 – As vendas líquidas totalizaram 6,0 bilhões de euros, um aumento de 11% impulsionado pelo crescimento do volume de vendas, efeitos cambiais positivos e preços. O Ebitda ajustado cresceu 15% para 1,321 milhão de euros, refletindo o crescimento do volume em cada um dos segmentos operacionais. A margem de Ebitda ajustado cresceu 0,8 pontos percentuais para 22%. O lucro atribuído à participação da Solvay em base IFRS foi de 613 milhões de euros. Em base ajustada, cresceu 36% para 565 milhões de euros, refletindo maiores ganhos e menores encargos financeiros. O free cash flow duplicou no período, passando de 123 milhões de euros para 245 milhões de euros.

Previsão para 2017 – Com base nos sólidos resultados do primeiro semestre de 2017, a Solvay aumenta a perspectiva do ano inteiro para um Ebitda ajustado em um “dígito alto” e espera gerar mais de 800 milhões de euros em free cash flow.

Fonte: Solvay

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Rhodia abre 70 vagas para estágios em 2018

11/07/2017
  • As inscrições para a seleção de estagiários de cursos de nível superior devem ser feitas até 03 de setembro pela Internet no site da Rhodia (www.rhodia.com.br) ou pelo site https://recrutamento.ciadeestagios.com.br/rhodiasolvay/
  • Novidade para este ano é que serão aceitos alunos de todos os semestres, dependendo do curso e necessidade da área de interesse.

A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, abriu as inscrições para o processo seletivo do seu programa de estágios em 2018. A empresa prevê oferecer 70 vagas para estudantes universitários. A novidade para este ano é que serão aceitos alunos de todos os semestres, dependendo do curso e necessidade da área de interesse. O estágio será de no máximo 2 anos.

Posicionada como uma empresa de multi-especialidades químicas e materiais avançados, a Rhodia atua há quase 100 anos no Brasil e foi uma das pioneiras na implantação do programa de estágio nas corporações do país. Presente em diversos mercados (agricultura, nutrição animal e alimentação; aplicações industriais; automotivo e aeronáutico; bens de consumo e cuidados com a saúde; edifícios e construções; eletroeletrônicos; energia e meio ambiente), passa atualmente por um processo de grande transformação de portfólio e lidera a inovação no setor por meio da química sustentável.

As oportunidades de estágio para nível superior serão nas áreas de Administração, Análise de Sistemas, Ciência da Computação, Comércio Exterior, Contabilidade, Economia, Letras, Psicologia, Recursos Humanos, Sistemas de informação, Ciências Contábeis, Engenharias, Engenharia da Computação, Engenharia de Automação e Controle, Engenharia de Materiais, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Produção, Engenharia Química, Jornalismo, Logística, Marketing, Engenharia de Meio Ambiente, Química, Relações Públicas e Secretariado.

As vagas são destinadas às unidades industriais de Paulínia, Santo André, São Bernardo do Campo, Brotas, Itatiba e Taboão da Serra, e nos escritórios centrais da empresa, em São Paulo.

Os candidatos para estágio de nível superior devem ter conhecimentos de Inglês em nível intermediário e conhecimentos de informática como usuários. Os selecionados receberão uma bolsa-auxílio que pode chegar a R$ 1.750,00 mensais para 30 horas de estágio por semana, no segundo ano de estágio.

O estágio será de seis (6) horas por dia e, dependendo da necessidade da área, a frequência poderá variar entre três e cinco dias na semana. Além disso, a Rhodia oferece vale refeição ou restaurante, seguro de vida, assistência médica, assistência odontológica, auxílio-transporte ou fretado e estacionamento.

As inscrições de nível superior estarão abertas até 03 de setembro e devem ser feitas ou através do site da Rhodia em http://www.rhodia.com.br ou diretamente pela homepage https://recrutamento.ciadeestagios.com.br/rhodiasolvay/

Sobre o Grupo Solvay

A Solvay é uma empresa química de multiespecialidades com sede em Bruxelas e emprega 27.000 pessoas em 58 países. As vendas líquidas pró forma foram de € 10,9 bilhões em 2016. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Fusão da Huntsman e Clariant cria nova empresa com valor de 20 bilhões de dólares

05/06/2017

Hariolf Kottmann (CEO da Clariant) e Peter Huntsman (CEO da Hunstman Corporation)

  • “Fusão de iguais” irá criar uma empresa líder global em especialidades químicas com aproximadamente  20 bilhões de dólares em valor de mercado, na data do anúncio
  • Mais de US $ 3,5 bilhões de criação de valor através de sinergias de custos anuais superiores a US $ 400 milhões
  • Aumento do retorno resultante de um perfil de crescimento aprimorado em mercados finais altamente atraentes e geografias-chave tais como os Estados Unidos e a China
  • Oportunidades para plataformas mais fortes para inovação conjunta e conhecimento compartilhado em sustentabilidade
  • Balanços e geração de fluxo de caixa mais fortes; planos para continuar a atrativa política de dividendos da Clariant
  • Transação deverá ser fechada até o final de 2017
  • Oferta pública de ações anteriormente anunciada para o negócio da Huntsman Pigments and Additives (Venator) deverá ocorrer, conforme planejado, no verão de 2017

A Huntsman Corporation e a Clariant anunciaram em 22 de maio passado que seus Conselhos de Administração aprovaram por unanimidade um acordo definitivo para a união das duas empresas, através de uma “fusão de iguais” envolvendo troca de ações.

A empresa resultante da fusão será chamada HuntsmanClariant. Numa base proforma de 2016, a combinação de ambas as empresas criará uma empresa global líder em especialidades químicas com vendas de aproximadamente US $ 13,2 bilhões, um EBITDA ajustado de US $ 2,3 bilhões e um valor combinado da empresa correspondente a aproximadamente US $ 20 bilhões na data no anúncio.

A nova empresa se beneficiará dos pontos fortes de cada uma delas e terá um perfil de crescimento significativamente melhorado em mercados finais e geografias altamente atraentes. A HuntsmanClariant irá alavancar conhecimento compartilhado em sustentabilidade e contará com uma plataforma de inovação conjunta bem mais forte. Isso permitirá o desenvolvimento de novos produtos, a fim de oferecer retornos superiores e gerar valor para o acionista.

Comentários dos CEOs

“Este é o negócio perfeito no momento certo. A Clariant e a Huntsman estão juntando forças para ganhar um alcance global muito mais amplo, criar um poder de inovação mais sustentado e alcançar novas oportunidades de crescimento “, disse Hariolf Kottmann, CEO da Clariant. “Isto é do interesse de todas as partes envolvidas. Peter Huntsman e eu compartilhamos a mesma visão estratégica e espero trabalhar com ele “, complementou.

Peter R. Huntsman, presidente e CEO da Huntsman, comentou: “Eu não poderia estar mais entusiasmado com essa fusão; estou ansioso para trabalhar em estreita colaboração com Hariolf Kottmann, um homem que eu venho admirando e confiando durante a última década. Também esperamos uma estreita associação em todo o mundo com seus colegas imensamente talentosos. Juntos, criaremos um líder global em especialidades químicas com um balanço combinado que proporcionará flexibilidade e uma força financeira substancial”.

Destaques da transação

  • Fusão através de troca de ações
  • Acionistas da Clariant: 52%; acionistas da Huntsman: 48%
  • Os acionistas da Huntsman receberão 1.2196 ações na HuntsmanClariant por cada ação Huntsman (cada ação existente da Clariant permanecerá como uma ação na HuntsmanClariant)
  • O Conselho de Administração terá igual representação da Clariant e Huntsman
  • A Sede Global será em Pratteln, na Suíça, e a Sede Operacional em The Woodlands, Texas (EUA)
  • Ações serão cotadas duplamente na bolsa de valores SIX Swiss Exchange e na Bolsa de Valores de Nova York

Criação de valor

A nova empresa acelerará a criação de valor para os acionistas através de uma combinação mais robusta de tecnologia, produtos e talentos. A empresa combinada espera alcançar mais de US $ 3,5 bilhões em criação de valor referente a aproximadamente US $ 400 milhões em sinergias de custos anuais. A taxa de sinergia completa será alcançada dentro de dois anos após o fechamento do negócio. Essas sinergias serão obtidas através da redução de custos operacionais e melhorias nas compras. As sinergias planejadas representam cerca de 3% da receita total combinada de 2016, com custos únicos de até US $ 500 milhões. Haverá também uma economia adicional de impostos de cunho financeiro.

Governança corporativa

A empresa combinada, incorporada na Suíça, será regida por um Conselho de Administração com igual representação da Clariant e Huntsman e seguirá os padrões suíços de Governança Corporativa. Hariolf Kottmann, atual CEO da Clariant, se tornará presidente do Conselho de HuntsmanClariant. Peter Huntsman, atual presidente e CEO da Huntsman, será o CEO da HuntsmanClariant. Jon Huntsman, fundador e presidente de Huntsman, se tornará presidente emérito e membro do conselho da HuntsmanClariant. A fusão desfruta de um forte compromisso dos acionistas da Clariant e da família Huntsman. A empresa será listada na SIX Swiss Exchange e na Bolsa de Valores de Nova York. .

Espera-se que a transação seja fechada até o final do ano de 2017, sujeita às aprovações de acionistas da Clariant e Huntsman, às aprovações regulatórias e a outras condições habituais de fechamento. A Clariant e a Huntsman estão confiantes de que as aprovações regulamentares necessárias poderão ser obtidas nos prazos previstos.

Sobre a Huntsman: A Huntsman Corporation (www.huntsman.com) é uma fabricante e vendedora global de produtos químicos, com receitas de aproximadamente US $ 10 bilhões em 2016. Seus produtos químicos abrangem milhares de itens e são vendidos em todo o mundo para fabricantes que atendem a uma gama ampla e diversificada de mercados finais de consumo e industriais. A empresa possui mais de 100 fábricas e instalações de P & D em aproximadamente 30 países, empregando aproximadamente 15 mil colaboradores em 5 divisões comerciais distintas.

Sobre a Clariant: A Clariant (www.Clariant.com) é uma empresa líder mundial em especialidades químicas, com sede em Muttenz, perto de Basileia (Suíça). Em 31 de dezembro de 2016, a empresa empregava uma força de trabalho total de 17 442 colaboradores. No exercício de 2016, a Clariant registrou vendas de cerca de CHF 6 bilhões. A empresa atua em quatro áreas de negócios: produtos químicos de cuidados pessoais, catálise, recursos naturais e plásticos e revestimentos.

Fonte: Huntsman / Clariant

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