Archive for the ‘Bioplásticos’ Category

Braskem define iniciativas a favor da Economia Circular

12/11/2018

Empresa está engajada com a meta que prevê que a totalidade das embalagens plásticas seja reutilizada, reciclada ou recuperada até 2040

A Braskem definiu uma série de iniciativas globais para impulsionar a Economia Circular na cadeia de produção de produtos transformados plásticos.

“Estamos firmes no propósito de contribuir na transformação da economia linear em uma Economia Circular, demonstrando nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem. “Ao estabelecer um rol de iniciativas globais, aderindo a compromissos voluntários e expressando publicamente um posicionamento global a favor da Economia Circular, a Braskem está convidando clientes, parceiros da cadeia de valor, seus Integrantes e a sociedade em geral para ampliar o esforço conjunto em busca de soluções inovadoras e sustentáveis por meio do uso do plástico”.

Intitulado “Posicionamento da Braskem em Economia Circular”, o documento define iniciativas para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar e facilitar a reciclagem e a reutilização de embalagens plásticas, especialmente as de uso único. Ele contempla ainda o avanço de investimentos em novas resinas de origem renováveis, como o Plástico Verde feito à base de cana-de-açúcar, e o apoio a novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais.

As iniciativas também englobam a promoção o engajamento de consumidores a programas de reciclagem por meio de ações educacionais de consumo consciente, o uso de ferramentas de avaliação de ciclo de vida e o apoio a ações para melhoria do gerenciamento de resíduos sólidos a fim de prevenir o descarte de lixo nos mares.

Além dessas iniciativas, a Braskem também assumiu o compromisso voluntário de que todas as suas unidades industriais adotem as melhores práticas para reduzir ainda mais a perda de pellets (matéria-prima para a produção de embalagens plásticas) nos seus processos até 2020 e aderiu aos compromissos setoriais de trabalhar para que a totalidade das embalagens plásticas sejam reutilizadas, recicladas ou recuperadas até 2040.

A Braskem se compromete também a reportar os progressos dessas iniciativas em seu Relatório Anual.

“Os plásticos têm função essencial no desenvolvimento sustentável porque evitam o desperdício e aumentam a eficiência em diversos setores da economia, como na produção agrícola e na indústria automotiva. É um material que contribui para a segurança alimentar e a higiene hospitalar, além de integrar o cotidiano das pessoas por meio de várias aplicações”, diz Fernando Musa. “Inserido na economia circular, o potencial do plástico de gerar benefícios com menor impacto se amplia ainda mais.”

Para conhecer o “Posicionamento da Braskem em Economia Circular”, acesso o seguinte link: www.braskem.com/economiacircular

Fonte: Braskem

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CPA e Purcom lançam resina de poliuretano derivada de vegetais para compósitos na Feiplar

04/11/2018

QuickFloor: primeira aplicação de PUGreen®

Durante a a Feiplar Composites, que ocorre de 06 a 08/11, no Expo Center Norte, em São Paulo, as empresas CPA e Purcom estarão apresentando uma resina de poliuretano derivada de vegetais, o PUGreen®. Segundo os fabricantes, as características do material atendem às principais demandas do setor de compósitos, a exemplo de leveza, resistência, qualidade do acabamento e sustentabilidade.

Segundo Paulo Macaúbas, responsável pela área de desenvolvimento de novos negócios e produtos da CPA, a formulação do PUGreen® baseia-se numa blenda de diversos óleos vegetais. “É uma resina derivada de fontes renováveis, com conteúdo de 90% a 100% de sólidos e emissão zero de voláteis, o que a transforma num produto singular no Brasil quando o assunto é poliuretano vegetal. Assim, além de ser ambientalmente amigável e não poluir a atmosfera, o PUGreen® é inodoro, o que melhora a condição de trabalho do aplicador”, explica.

A empresa afirma que, em paralelo ao apelo ecológico, o PUGreen® oferece outros benefícios quando comparado às resinas usadas para moldar compósitos. Entre eles, o maior alongamento típico do poliuretano e os superiores índices de resistência à abrasão, somados ao bom balanço de propriedades de tração e impacto, garantem os fabricantes. “Outro diferencial é a diminuição de peso, que fica entre 6% e 12%, a depender do tipo de peça. Essa característica atende à crescente tendência da indústria de compósitos pela busca por leveza. Destaque também para o baixo pico exotérmico, que resulta em contração praticamente nula e, portanto, melhor acabamento superficial”, complementa Macaúbas.

União de competências

Em operação desde 2006 e especializada na fabricação de resinas vegetais para revestimentos de pisos industriais, a CPA vem investindo ao longo dos últimos anos no desenvolvimento de produtos para o mercado de compósitos, além de resinas, adesivos estruturais e selantes. Esse movimento resultou na criação do PUGreen® e na aliança com a Purcom, maior casa de sistemas independente da América Latina e que há mais de quinze anos abastece os moldadores de compósitos.

“Desenvolvemos polióis de fontes renováveis desde a nossa fundação, mas basicamente para a produção de espumas – e não de resinas. Agora, por meio da parceria com a CPA, incluímos em nosso portfólio resinas de PU vegetais para os mais diversos processos de transformação de compósitos. Em linhas gerais, o PUGreen® é um produto com tecnologia CPA e expertise Purcom”, observa Giuseppe Santachè, diretor comercial da empresa.

A Purcom será responsável pela fabricação da novidade, em conjunto com a CPA – a comercialização, por sua vez, ficará por conta exclusiva da casa de sistemas. No seu estande na Feiplar, assim como no da CPA, os visitantes poderão conferir amostras do QuickFloor, primeiro produto moldado com PUGreen®.

Desenvolvido pela G12 Innovation e produzido pela Compósitos AJB, o QuickFloor é um revestimento de piso modular e industrializado, aplicável em áreas molhadas das edificações, como banheiro, cozinha e lavanderia. Segundo a empresa, trata-se de uma solução prática, limpa e sustentável, que contribui com a impermeabilização da área, pois as placas fabricadas com PUGreen® são impermeáveis e moldadas em uma única peça. “Nosso próximo passo será atender ao mercado de transporte, com foco em ônibus e caminhões, além de um projeto na indústria naval”, avisa Santachè.

Serviço
Feiplar
Quando: 06-08/11
Onde: Expo Center Norte, São Paulo (SP)
CPA: estande E26
Purcom: estande A6

Fonte: Assessoria de Imprensa – CPA / Purcom

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Embalagens do Café Favorito serão produzidas com Polietileno Verde da Braskem

05/10/2018

A Braskem será fornecedora de Plástico Verde para a tradicional marca carioca Café Favorito. A resina será aplicada nas embalagens para café almofada de 500g.

“Anualmente, produzimos mais de um milhão de toneladas de café, vendido principalmente nas regiões dos Lagos e Serrana e no sul do estado do Rio de Janeiro. O uso do Plástico Verde em nossas embalagens reforça nosso esforço na busca de uma atuação sustentável”, explica Adriana de Oliveira, diretora comercial do Café Favorito.

Atualmente, mais de 150 marcas mundo afora já adotaram o Plástico Verde em embalagens para os mais diversos segmentos, como alimentício, higiene pessoal e bens duráveis. Com as mesmas propriedades e desempenho do polietileno de origem fóssil, a resina renovável pode ser utilizada nas mesmas cadeias produtivas do plástico e da reciclagem convencionais.

A embalagem do Café Favorito utilizará o selo I’m greenTM para que o consumidor possa reconhecer a aplicação do Plástico Verde em sua composição. “Para conquistar o diferencial do uso do selo, o produto precisa conter, ao mesmo, 51% de material renovável. A avaliação é feita por meio de um teste de verificação de carbono 14”, explica Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

A Braskem produz polietileno de origem renovável desde 2010, no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). Com capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano, esta é a maior unidade industrial de eteno derivado do etanol do planeta.

Fonte: Braskem

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SIG ganha Prêmio Alemão de Embalagem pela Signature Pack

04/10/2018

A Signature Pack, embalagem asséptica cartonada da SIG, fabricada com materiais renováveis de origem vegetal, recebeu o “Prêmio Alemão de Embalagem” na categoria Sustentabilidade.

Este ano, o Prêmio recebeu 226 inscrições de 10 países; a premiação aconteceu durante a FachPack, em Nuremberg. O Prêmio Alemão de Embalagem é uma competição internacional, multi-setorial e multi-materiais. Anualmente, o Instituto Alemão de Embalagem (Deutsches Verpackungsinstitut – dvi) premia projetos de embalagem inovadores e criativos. O Instituto tem todos os elos da cadeia de valor do setor de embalagem como seus associados.

Como sentenciou Bettina Horenburg, membro do Board do Instituto e responsável pelo Prêmio Alemão de Embalagem: “A embalagem é um ponto chave na infraestrutura. E é por isso que ela tem uma atenção especial do público. As crescentes demandas nas áreas de sustentabilidade, eficiência e conveniência só podem ser atingidas pela inovação contínua”.

Embalagem com valor agregado

Segundo a SIG, a sua embalagem Signature Pack agrega valor à indústria e, ao mesmo tempo, atende às expectativas dos consumidores que dão cada vez mais importância a embalagens amigas do meio ambiente e sustentáveis. Os polímeros usados na laminação do material cartonado e também na fabricação da tampa da embalagem vem de fontes renováveis de madeira na Europa e são certificadas por sistemas de sertificação reconhecidos e aprovados (ISCC PLUS e TÜV SÜD CMS71), via um sistema de balanço de massa. Isto significa que, para os polímeros usados na Signature Pack, uma quantidade equivalente de biomateriais é usada como matéria-prima na fabricação dos polímeros. O óleo alto (Tall oil) foi selecionado como matéria-prima pois, como um subproduto da produção de papel, ele é considerado como um resíduo, ao invés de ser uma cultura agrícola que necessita de terra e recursos para crescer.

O veredito do júri foi: “Signature Pack estabelece um marco de sustentabilidade. A embalagem se caracteriza pelo uso de matérias-primas renováveis, pela conservação dos recursos fósseis e pela redução das emissões de CO2 em comparação às embalagens convencionais”.

Nora Wigand, Gerente de Marketing D-A-CH e Udo Felten, Gerente de Produto Relacionado a Sustentabilidade Ambiental Global & Assuntos da SIG, receberam o prêmio em nome da SIG durante a cerimônia em Nuremberg. “Estamos muito satisfeitos pelo fato de que, após o Prêmio de Inovação Mundial em Bebida, a Signature Pack também tenha recebido o Prêmio Alemão de Embalagem. O compromisso com produtos amigos do meio ambiente e soluções de embalagem sustentáveis é um dos pontos mais relevantes para a indústria e para os consumidores, nacional e internacionalmente. Estamos orgulhosos de que a Signature Pack seja vista e apreciada como um marco no setor de embalagens assépticas. Ela leva à substituição do plástico convencional, de origem fóssil, por materiais de base vegetal”.

A SIG é líder no fornecimento de sistemas e soluções para embalagem asséptica. Fundada em 1853, a SIG está sediada em Neuhausen, Suíça, possuindo 5.000 colaboradores em todo o mundo permite para atender clientes em 65 países. Em 2017, a SIG produziu 33,6 bilhões de embalagens cartonadas e faturou €1,66 bilhão.

Fonte: SIG

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Danimer Scientific cria canudinho plástico biodegradável à base de PHA

14/09/2018

Canudos feitos com polihidroxialcanoato (PHA) são biodegradáveis ​​em aterros sanitários, instalações de tratamento de resíduos e oceanos

A Danimer Scientific (www.DanimerScientific.com), desenvolvedora e fabricante de produtos plásticos biodegradáveis, anunciou no dia 11/09 ter criado o primeiro canudinho plástico totalmente biodegradável usando seu material Nodax™, à base de polihidroxialcanoato (PHA).

“O impacto ambiental dos canudos e outros itens descartáveis de plástico se tornou uma questão crítica para as cidades e empresas em todo o país”, disse Scott Tuten, diretor de marketing da Danimer Scientific. “O desafio é que há disponibilidade de poucas alternativas duráveis, mas ecologicamente corretas. Felizmente, pesquisas descobriram que o PHA efetivamente se biodegrada em ambientes que vão desde as instalações de tratamento de resíduos até aterros sanitários e oceanos. Com esse selo de aprovação, estamos empolgados em poder introduzir no mercado resinas para canudos verdadeiramente biodegradáveis, oferecendo-as a empresas que estão procurando substituir canudos de plástico derivado da petroquímica em restaurantes, parques de diversões e vários outros locais”.

Segundo informação da empresa, um estudo de 2018 da Universidade da Geórgia (Estados Unidos) comparou a biodegradação do Nodax ™ PHA da Danimer Scientific a pó de celulose, resíduos alimentares, pellets de plástico convencional e outros materiais, tanto em condições aeróbicas como anaeróbicas. Em um ambiente adequado de gerenciamento de resíduos, o Nodax ™ PHA é biodegradado a uma taxa semelhante ao pó de celulose ou polpa de madeira. O estudo também constatou que o Nodax ™ PHA poderia ser efetivamente processado junto com os restos de alimentos e outros resíduos orgânicos em um aterro sanitário. Além disso, os pesquisadores verificaram que o Nodax ™ PHA começará a se biodegradar ao longo de seis meses na água do oceano, enquanto os plásticos tradicionais permanecem intactos e inalterados no mesmo ambiente.

A Danimer afirma que o seu Nodax ™ PHA da Danimer Scientific possui sete certificações e declarações de compostabilidade industrial e doméstica da TUV AUSTRIA, é biodegradável em ambientes anaeróbicos, solo, água doce e marinha e tem origem 100% biológica. Todos os biopolímeros da Danimer Scientific, incluindo o Nodax ™ PHA, são aprovados pela FDA para contato com alimentos.

A Danimer Scientific, empresa com sede em Bainbridge, na Geórgia (EUA), tem desenvolvido e fabricado, por mais de uma década, biopolímeros renováveis ​​e sustentáveis que ​​ajudam a criar produtos plásticos biodegradáveis ​​e compostáveis. Aplicações para os biopolímeros incluem aditivos, revestimentos aquosos, fibras, filamentos, filmes, adesivos hot-melt e artigos moldados por injeção, entre outros. A empresa detém 125 patentes em quase 20 países para uma série de processos de fabricação e formulações de biopolímeros.

Fonte: Danimer Scientific

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Abiplast ressalta diferenças entre Bioplásticos, e Plásticos Oxidegradáveis e Biodegradáveis

13/09/2018

Em matéria publicada em seu site, reproduzida a seguir, a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico procura esclarecer as diferenças de terminologia e conceito entre plásticos de origem fóssil e biológica, assim como aspectos relacionados à degradação de plásticos. posicionando-se contra o uso de aditivos oxidegradáveis. Segue o texto:

“Muito se fala sobre os diferentes tipos de embalagens e sua reciclagem, mas nem sempre a sua denominação é clara, o que provoca dúvidas no consumidor tanto na hora de adquirir um produto quanto em seu descarte. Dois desses conceitos envolvem diretamente a reciclagem: os termos reciclável e reciclado. O primeiro indica que um produto foi fabricado com um material plástico que após cumprir sua finalidade inicial pode passar por um novo processo de transformação originando novos produtos, enquanto que reciclado indica que o produto foi fabricado com uma matéria-prima recuperada.

Mas as dúvidas não param por aí. A discussão sobre o consumo de determinados plásticos também gera confusão. Os convencionais são de origem fóssil e são derivados do petróleo – 4% da produção mundial de petróleo se destinam à indústria do plástico. Esse plástico pode ser reciclado, ou seja, depois de sua primeira aplicação ele pode voltar para a indústria e se transformar em um outro produto para os segmentos de construção civil, automotivo, mobiliário, embalagens para produtos de limpeza, bebidas, etc.

Já o bioplástico tem as mesmas propriedades do plástico convencional , mas se difere por ter como matéria-prima fontes renováveis como soja, amido de arroz, milho e de cana- de- açúcar. Embora sua fonte seja de origem renovável, não necessariamente o bioplástico será biodegradável, embora seja possível reciclá-lo.

O plástico biodegradável é aquele que ao término de seu ciclo de vida sofre processo de compostagem em até 180 dias pela ação de microrganismos, sob condições específicas de calor, umidade, luz, oxigênio e nutrientes orgânicos . Em geral, esse produto deriva de fontes vegetais tais como a celulose, amido, etc.

Já o oxidegradável tem sido comercializado em muitos países com o apelo de proporcionar a biodegradação, o que não é verdade segundo alerta o atual relatório da Nova Economia do Plástico da Fundação Ellen MacArthur. O estudo alerta que os plásticos que recebem aditivos oxidegradáveis para acelerar seu processo de degradação não se degradam em resíduos inofensivos. Pelo contrário, como se fragmentam em pequenos pedaços contribuem para a poluição microplástica, tornando-se um risco para oceanos e outros ecossistemas.

“Além disso, estes materiais não são adequados para a reutilização efetiva a longo prazo, reciclagem em escala ou compostagem, o que significa que eles não podem fazer parte de uma economia circular”, ressalta Rob Opsomer, da Fundação Ellen MacArthur.

Com o intuito de evitar o risco ambiental em larga escala, a Fundação Ellen MacArthur elaborou um documento em que propõe a proibição de aditivos oxidegradáveis em embalagens e produtos plásticos em todo o mundo. A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) foi a única representante da indústria brasileira a endossar o documento, que foi assinado por mais de 150 organizações de todo o planeta, como empresas líderes, associações industriais, ONGs, cientistas e membros do Parlamento Europeu.

Desde 2015, a Abiplast não recomenda o uso de materiais plásticos aditivados com pró-degradantes. A entidade defende que a solução eficaz para o tratamento dos resíduos pós-consumo está na educação ambiental da população, no consumo consciente, na produção responsável e no descarte adequado das embalagens – o que faz com que os resíduos plásticos retornem para a indústria de transformação e formem novos produtos plásticos. Além disso, por acreditar que toda a cadeia do plástico possui responsabilidade nesse processo, a entidade promoveu a criação da Rede Empresarial de Cooperação para o Plástico, que engaja as principais empresas representantes da cadeia produtiva do plástico, reunidas pelo desafio de viabilizar a economia circular e, em última instância, de evitar que o plástico vá parar no meio ambiente.

A versatilidade do plástico, tanto do ponto de vista de utilização quanto pela diversidade de matérias-primas, possibilita sua total adaptação aos preceitos da Economia Circular. Para isso é fundamental que se trabalhe a viabilidade econômica dessas matérias-primas, principalmente dos materiais reciclados. Atenta a essa necessidade, a Associação promove o debate e a divulgação da importância da produção e do consumo conscientes, da reutilização de embalagens e produtos e também do descarte correto dos produtos plásticos – para que esses sejam sempre destinados à reciclagem retornando dessa forma à cadeia produtiva e otimizando a utilização de recursos naturais e eficiência energética.”

Fonte: Site da Abiplast / Foto: ThisisPlastics (Plastics Industry Association)

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Polietileno “verde” da Braskem é utilizado em linhas de cadeiras lançadas pela Tramontina

26/07/2018

Feito à base de cana-de-açúcar, material possui mesma resistência, durabilidade e peso do plástico derivado de fontes fósseis

Combinar sofisticação em design com práticas ecologicamente corretas é a proposta das cadeiras Jet e Paco, resultado da parceria entre a Braskem e a Tramontina. Os produtos são feitos com o Plástico “verde” I’m greenT.

A resina “verde”, derivada da cana-de-açúcar, possui as mesmas características físicas do PE convencional, podendo ser totalmente aproveitada pela cadeia de reciclagem tradicional. Segundo a Braskem, um dos seus principais diferenciais é a captura de 3,09 toneladas de CO2 a cada tonelada produzida, contribuindo para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa na atmosfera.

Com a mesma resistência, durabilidade e peso das cadeiras feitas com o plástico de origem fóssil, as linhas Jet e Paco utilizam o selo I’m greenT da Braskem, para que o consumidor reconheça os produtos feitos com o Plástico “verde”, produzido em sua fábrica localizada em Triunfo, no Rio Grande do Sul (RS). A planta possui capacidade para a produzir 200 mil toneladas de resina renovável por ano.

Para veicular o selo, as peças precisam passar por um teste de verificação do carbono 14, o mesmo feito para saber a idade de materiais fósseis. Para ser aprovada, a peça precisa conter ao menos 51% de material renovável.

As cadeiras Jet e Paco já estão sendo vendidas em lojas on-line e físicas.

Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, e receita líquida de R$ 50 bilhões (em 2017). Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Há 107 anos a Tramontina iniciou como uma pequena ferramentaria no Sul do Brasil, na cidade de Carlos Barbosa (RS). Hoje produz mais de 18 mil itens em dez fábricas no país – oito no Rio Grande do Sul, uma em Belém (PA) e outra em Recife (PE). Atualmente, conta com mais de oito mil colaboradores e leva seus produtos para mais de 120 países, nos segmentos utensílios e equipamentos para cozinha, eletros, ferramentas para agricultura, jardinagem, manutenção industrial e automotiva, veículos utilitários, construção civil, além de materiais elétricos e móveis de madeira ou plástico.

Fonte: Braskem

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Evonik consolida Centro de Pesquisa e Desenvolvimento no Alabama (EUA) para aplicações de polímeros especiais em dispositivos médicos

14/04/2018

Evonik transforma Medical Devices Project House em centro de competência dedicado à atividade de P&D colaborativa

As pessoas não só vivem mais; elas também querem se manter saudáveis e ativas mesmo em idade avançada, o que faz com que a demanda por dispositivos médicos aumente na mesma proporção. Polímeros especiais, como o Resomer® e o Vestakeep® da Evonik, já representam papel importante como materiais de implante.

Para atender a esse atraente mercado em crescimento de maneira ainda mais eficiente, durante os últimos quatro anos a Evonik reuniu uma vasta competência no segmento de cirurgias ortopédicas na Medical Devices Project House – nos Estados Unidos, maior mercado individual para dispositivos médicos. A project house de Birmingham (Alabama), cujo tempo de funcionamento era limitado, tornou-se um centro de competência permanente a partir de 1º de abril de 2018.

“Queremos posicionar a Evonik como líder no fornecimento de materiais e parceiro de desenvolvimento quando se trata de soluções em dispositivos médicos amigáveis para o paciente”, diz Harald Schwager, vice-presidente da Diretoria Executiva da Evonik e responsável por questões de inovação no Grupo. “A project house aumentou muito os nossos conhecimentos nessa área”.

Desde 2014, mais de 20 cientistas qualificados trabalham em Birmingham para melhorar os materiais e as tecnologias de aplicação já existentes. Além de tecnologias estabelecidas, como a extrusão de precisão e a moldagem por injeção, a project house lança mão de avançadas tecnologias de processamento, como a impressão 3D e a eletrofiação (electrospinning) para avaliar rapidamente as propriedades de um material e criar protótipos.

A Evonik vai integrar as atividades da project house, que até agora faziam parte de sua unidade de inovação estratégica, a Creavis, em um centro de competência operado pela linha de negócios Health Care.

“O know-how e as competências desenvolvidas durante os últimos quatro anos farão com que sejamos um fornecedor de ponta em biomateriais e soluções inovadoras em tecnologia de aplicação, oferecendo melhor suporte aos nossos clientes de dispositivos médicos em suas jornadas de inovação”, diz Jean-Luc Herbeaux, vice-presidente sênior e responsável pela linha de negócios Health Care na Evonik.

O centro de competência complementa os demais laboratórios de aplicação estabelecidos em Xangai (China) e Darmstadt (Alemanha), que dão suporte a projetos de clientes em todos os mercados internacionais importantes. O equipamento técnico permite a fabricação e a realização de testes com protótipos feitos nesses novos materiais – não só em processos de extrusão e moldagem por injeção, mas também na impressão 3D.

Herbeaux acredita que a impressão 3D é um desenvolvimento futuro óbvio no setor de dispositivos médicos: “Queremos apoiar a indústria em sua demanda por polímeros para impressão de grau médico para que os pacientes com lesões cranianas ou faciais, por exemplo, possam receber implantes customizados”, conta ele. “No momento, os cirurgiões só podem escolher opções de uma seleção de tamanhos-padrão”.

A Health Care Business Line atua no fornecimento de polímeros biodegradáveis baseados no ácido polilático-glicólico e comercializados sob a marca Resomer®. Os fabricantes de dispositivos médicos usam o material para produzir itens como roscas, parafusos e pequenas placas para o tratamento de fraturas ósseas e rupturas de tendões, mas também em stents biodegradáveis. O corpo absorve os implantes após um tempo específico, ou seja, não é necessária nenhuma cirurgia adicional para retirá-los. Os stents reduzem os riscos de oclusões vasculares recorrentes.

A linha de negócios High Performance Polymers será a segunda maior patrocinadora do centro de competência no Grupo Evonik. O polímero PEEK (poliéter-éter-cetona) sob marca Vestakeep® é usada em implantes na coluna, boca, queixo e cabeça, concebidos para permanecer no corpo e substituir implantes metálicos.

Fonte: Evonik

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Botanika lança vasos de jardinagem com Polietileno Verde da Braskem

30/11/2017

Polímero renovável estará presente em diferentes modelos de vasos de cultivo inteligente

A Botanika® (www.botanika.com.br) acaba de apresentar ao mercado sua linha de vasos de jardinagem fabricada com Plástico Verde I’m greenT, da Braskem (www.braskem.com.br). Os vasos têm como matéria-prima a cana-de-açúcar, uma fonte renovável, e foram projetados para garantir o melhor desenvolvimento das plantas.

Com um design moderno, os vasos da Botanika® podem ser utilizados para fins decorativos, ornamentais ou de jardinagem em interiores. Além disso, os vasos foram criados com um sistema de rega inteligente e reservatório de água para a autoirrigação, que oferece autonomia para até quatro semanas sem a necessidade de molhar as plantas. Por ser vedado, ainda contam com um sistema que protege contra a proliferação de mosquitos.

“Com os vasos Botanika® buscamos o propósito de trazer mais verde para casa, em todos os sentidos. Inclusive na escolha da matéria-prima”, destaca Marcos Roismann, diretor criativo da marca.

Os vasos, que serão comercializados nacionalmente, poderão ser identificados pelos consumidores por meio do selo “I’m greenT”, visível no produto. O selo é a identificação para produtos feitos com o Plástico Verde da Braskem.

“A parceria entre a Braskem e a Botanika reforça o nosso compromisso em transformar produtos em soluções inovadoras e de alto desempenho”, diz Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

A Mais Polímeros (www.maispolimeros.com.br) , fornecedora de Polietileno Verde da Braskem desde 2016, apoiou o Botanika neste projeto para o desenvolvimento do produto com a resina de origem renovável. “Acreditamos que o novo conceito desenvolvido pela Botanika, utilizando o Plástico Verde, despertará o interesse dos consumidores que buscam soluções mais sustentáveis e diferenciadas”, afirma Daniela Guerini, diretora da MAIS Polímeros.

Fonte: Braskem

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Braskem assina parceria com Haldor Topsoe para desenvolvimento de processo de obtenção do Monoetilenoglicol a partir de açúcar

23/11/2017

  • As empresas investem na construção de uma planta de demonstração na Dinamarca
  • O Monoetilenoglicol (MEG) é um componente da produção de PET

A Braskem e a dinamarquesa Haldor Topsoe, líder mundial em catalisadores e ciência de superfícies, assinaram um acordo de cooperação tecnológica para desenvolver uma rota pioneira de produção de monoetilenoglicol (MEG) a partir de açúcar. A parceria inclui a construção de uma unidade de demonstração na Dinamarca, com início de operações previsto para 2019.

O MEG é um componente fundamental para a produção de PET, resina importante para os setores têxtil e de embalagens e amplamente utilizada para a fabricação de garrafas. O projeto tem como foco a conversão de açúcar em MEG em uma única unidade industrial, o que reduz o investimento inicial na produção e impulsiona a competitividade do processo. Trata-se de um processo de duas etapas desenvolvido nos laboratórios da Topsoe com seus próprios catalisadores.

“Essa iniciativa inovadora combina uma tecnologia de ponta com profunda experiência em design de processos, aumento de escala e operação industrial, que vai nos permitir levar a química renovável a um outro nível. Depois do Polietileno Verde, este é outro passo relevante em nossa visão de utilizar biopolímeros como ferramentas de captura de carbono e para continuar contribuindo com um futuro mais sustentável”, afirma Mateus Lopes, gerente de Inovação em Tecnologias Renováveis da Braskem.

Com o acordo, a Braskem vai expandir seu portfólio de produtos renováveis, oferecendo soluções adicionais ao seu polietileno produzido a partir de cana-de-açúcar, comercializado com o selo I’m greenTM. “Com essa parceria, fortalecemos nossa posição de protagonistas no desenvolvimento de soluções inovadoras que irão alavancar a competitividade de diferentes biomassas e complementar as soluções tradicionais oferecidas pelo setor petroquímico”, ressalta Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

“A catálise irá desempenhar um papel de extrema importância no desenvolvimento de soluções sustentáveis para produção de químicos importantes a partir de fontes renováveis como açúcares. Estamos orgulhosos de entregar essa tecnologia pioneira para o projeto com a Braskem, e esperamos aplicar nossas competências, enquanto líderes mundiais dentro da catálise e da engenharia de processo, em uma comercialização futura dessa importante inovação”, afirma Kim Knudsen, vice-presidente executivo da Haldor Topsoe.

A planta de demonstração irá realizar testes para validar a tecnologia e confirmar sua viabilidade técnica e econômica, um passo fundamental antes do início da produção em escala industrial e operação comercial. A unidade terá flexibilidade para validar a tecnologia de diferentes matérias-primas, tais como sacarose, dextrose e açúcares de segunda geração.

Sobre a Braskem: Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, com faturamento de R$ 55 bilhões em 2016. A companhia exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, Estados Unidos, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Sobre a Haldor Topsoe: A Haldor Topsoe é líder mundial em catalisadores e ciência de superfícies com sede na Dinamarca, contando com equipe para desenvolvimento de projetos, P&D,

engenharia e unidades produtivas, além de vendas e atendimento em todo o mundo. Em 2016, a empresa registrou faturamento aproximado de US$ 860 milhões, emprengando 2,6 mil pessoas

Fonte: Braskem

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Clariant e Enviral anunciam contrato de licenciamento da tecnologia de etanol celulósico

05/10/2017

  • A Clariant e a Enviral assinam um contrato de licenciamento da tecnologia sunliquid®
  • A Enviral, membro do Envien Group, pretende projetar, construir e operar uma nova planta industrial de etanol celulósico para fins comerciais na unidade de Leopoldov, na Eslováquia, com base na tecnologia sunliquid® da Clariant
  • O contrato é fruto dos testes de desempenho realizados com matérias-primas da Enviral na planta pré-comercial de sunliquid® em Straubing, na Alemanha

A Clariant e a Enviral, maior produtora de bioetanol da Eslováquia, anunciaram em 18 de setembro passado a assinatura de um contrato de licenciamento referente à tecnologia de etanol celulósico sunliquid®.

A Enviral adquiriu uma licença para usar a tecnologia sunliquid da Clariant como parte de seu objetivo de criar uma planta para produção comercial em larga escala de etanol celulósico proveniente de resíduos agrícolas. Esta nova planta será de propriedade da Enviral e será operada por ela, além de ser integrada às instalações existentes da empresa em Leopoldov, na Eslováquia, com uma capacidade de produção anual de 50 mil toneladas. A planta utilizará a tecnologia sunliquid da Clariant, além de culturas iniciais provenientes de suas plataformas proprietárias para enzimas e leveduras, para processar matérias-primas da Enviral e transformá-las em etanol celulósico.

Christian Kohlpaintner, membro do Comitê Executivo da Clariant: “Temos o prazer de anunciar o primeiro licenciamento da nossa tecnologia sunliquid. Marcamos assim nossa entrada oficial no mercado e o sucesso na comercialização desta tecnologia altamente inovadora e sustentável. Esta etapa é uma consequência lógica do sucesso da estratégia de inovação da Clariant e proporcionará crescimento além do portfólio atual e sólido da Clariant. O etanol celulósico tem forte potencial para reduzir as emissões de gases do efeito estufa, e temos orgulho de tornar isso uma realidade”.

“Graças à cooperação com a Clariant, a planta da Enviral na Eslováquia será uma das primeiras na Europa a começar a produção comercial de biocombustível avançado. Esse projeto extraordinário é fruto de intenso trabalho, em busca de soluções ideais, bem como do sucesso na validação da tecnologia conduzida na planta pré-comercial da Clariant com a biomassa fornecida pela Eslováquia. Agora, graças a essa tecnologia avançada, podemos tornar isso uma realidade e ajudar a Eslováquia a atingir as metas para biocombustíveis avançados na União Europeia”, explica Matej Sabol, CEO da Enviral.

A Clariant e a Enviral realizaram testes extensivos com as matérias-primas da Enviral, utilizando a tecnologia da Clariant para assegurar uma compatibilidade efetiva e eficiente. Segundo a Clariant, os testes realizados na planta da empresa para demonstração pré-comercial do sunliquid, em Straubing (Alemanha), produziram resultados muito bons, formando assim a base de decisão do projeto. Os próximos passos incluem estudos de engenharia detalhados antes do início oficial das obras, que deve ocorrer no final de 2017.

Como mais uma etapa na comercialização do sunliquid, a Clariant decidiu criar uma nova Business Line de Biocombustíveis como parte da área de negócios Catalysis, que é responsável por dar maior desenvolvimento ao segmento de biocombustíveis e monitorar seu desempenho.

O etanol celulósico é um biocombustível avançado e sustentável, praticamente neutro em termos de carbono. É produzido a partir de resíduos agrícolas, como palha de trigo e forragem de milho, obtidos de agricultores. Por usar resíduos agrícolas, o etanol celulósico pode estender a atual produção de biocombustíveis a novas matérias-primas e melhorar o desempenho.

O etanol também pode ser usado como matéria prima para produção de plásticos, como o polietileno.

A tecnologia sunliquid oferece um modelo de processo completamente integrado baseado em tecnologias de processo já estabelecidas. Características tecnológicas inovadoras, como a produção integrada de matéria-prima e enzimas específicas para os processos e fermentação simultânea de C5 e C6, garantem melhor performance comercial, garante a Clariant.

Fonte: Clariant

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Braskem e A. Schulman firmam parceria para viabilizar solução para rotomoldagem com Polietileno Verde

28/09/2017

Clientes que buscam soluções mais sustentáveis terão à disposição composto com elevado conteúdo renovável

A Braskem acaba de firmar parceria com A. Schulman, líder global e produtor de compostos plásticos e resinas de alto desempenho, para produção e comercialização de uma nova aplicação para o Polietileno Verde: uma solução para o processo de transformação por rotomoldagem. A A. Schulman vai trazer esta solução para o mercado com identificação do selo I’m greenT, que indica o auxílio na redução das emissões de gases de efeito estufa.

Ao identificar uma demanda de mercado por uma solução mais sustentável em produtos rotomoldados, a Braskem trabalhou no desenvolvimento de uma resina que permitisse, a partir da rotomoldagem, produzir peças para aplicações de uso geral, que vão desde brinquedos e mobiliário até utensílios para a indústria agrícola e que poderão conter mais de 50% de Plástico Verde em sua composição.

A A. Schulman, que contribui para a parceria com sua expertise industrial e comercial para atender aos clientes diretamente com um produto adequado às necessidades do mercado, apresentará a novidade durante a Rotoplas 2017, maior exposição da indústria de rotomoldagem, que acontece entre 26 e 28 de setembro, nos Estados Unidos.

“A parceria com A. Schulman vai beneficiar um mercado que necessita de produtos inovadores. O novo composto é mais um passo da indústria petroquímica que reforça o compromisso das companhias com novas soluções que ajudem na redução dos gases efeito estufa”, sinaliza Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

“A A. Schulman tem a honra de ter uma relação colaborativa de longa data com a Braskem e estamos igualmente satisfeitos em ajudar a impulsionar a inovação verde na indústria de especialidades químicas e especificamente para o mercado de rotomoldagem”, afirma Gustavo Perez, vice-presidente sênior e gerente geral para América Latina da A. Schulman.

Inovação
Em março de 2017, com investimentos de R$ 1,7 milhão, a Braskem inaugurou o Centro Brasileiro de Tecnologia e Inovação de Triunfo (RS), um completo laboratório de rotomoldagem que inclui um equipamento Rotoline de tamanho comercial. “Com o investimento, poderemos desenvolver novas soluções para o mercado, concentrando-nos no aumento da diversificação das aplicações e continuar a entregar a inovações neste segmento”, completa Fabiano Zanatta, líder do segmento de rotomoldagem da empresa.

A Braskem conta com uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, e faturamento de R$ 55 bilhões em 2016, envolvendo 8 mil colaboradores. Exporta para clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

A A. Schulman Inc. é um fornecedor internacional líder no mercado de compostos plásticos e resinas de alto desempenho com sede em Akron, Ohio (EUA). Desde 1928, a Empresa vem fornecendo soluções inovativas para atender às demandas de seus clientes, que atuam em diversas áreas de mercado, tais como embalagem, mobilidade, construção, elétricos e eletrônicos, agricultura, cuidados pessoais e higiene, esportes, casa e lazer, serviços e outros. A empresa emprega aproximadamente 4.900 funcionários e possui 54 instalações fabris globalmente. As vendas líquidas reportadas no ano fiscal encerrado em 31 de agosto de 2016 foram de aproximadamente US$ 2.5 bilhões.

Fonte: Braskem

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Signature Pack ganha Prêmio de Inovação em Bebidas 2017

28/09/2017

A inovação da SIG conquistou o júri por oferecer valor agregado para o consumidor, para a indústria e para o meio ambiente

A Signature Pack, da SIG, embalagem cartonada asséptica cuja origem do material é atrelada a 100% de matérias-primas de fonte renovável à base de plantas, venceu o Prêmio de Inovação em Bebidas 2017 na categoria ‘Melhor embalagem cartonada ou pouch”. O Prêmio é organizado pela FoodBev.com, anualmente, desde 2002. Este ano, o júri recebeu 227 inscrições de fabricantes e fornecedores da indústria de bebidas, de 33 países. O Prêmio de Inovação em Bebidas reconhece inovações nas áreas de bebidas, embalagem, marketing e sustentabilidade.

A SIG afirma que, além do papelão (de origem vegetal) usado na Signature Pack, os plásticos usados na embalagem cartonada também são de origem renovável.

Os jurados foram unânimes em afirmar que a Signature Pack é um importante passo rumo à sustentabilidade desta indústria. Ao receber o prêmio durante a feira drinktec, Udo Felten, Gerente de Produto Relacionado à Sustentabilidade Ambiental Global & Outros Assuntos da SIG, disse: “Temos muito orgulho em receber o Prêmio de Inovação em Bebidas 2017. A resposta positiva dos jurados e experts internacionais confirma que a Signature Pack oferece valor agregado para a indústria e para os consumidores. Ao escolher a Signature Pack, os fabricantes de bebidas ajudam a reduzir o uso de materiais de fonte fóssil e a substituí-los por materiais de origem vegetal, ou seja, uma matéria-prima natural. Esta é uma vantagem clara para o meio ambiente e o retorno dos clientes é muito positivo. O lançamento da Signature Pack no mercado é um passo importante dentro da estratégia Way Beyond Good que reflete nosso caminho para nos tornarmos uma empresa de “balanço positivo”, devolvendo mais para a sociedade e para o meio ambiente do que retiramos deles.”

A SIG Combibloc é uma das principais fornecedoras mundiais de embalagens cartonadas e máquinas de envase para alimentos e bebidas. Em 2016, a empresa faturou € 1,724 bilhão, com mais de 5 mil colaboradores.

Fonte: Assessoria de Imprensa – SIG

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Bioplástico da Eastman conquista o rótulo de produto certificado pelo Departamento de Agricultura dos EUA

26/09/2017

Os profissionais de sustentabilidade da marca e designers de engenharia podem conhecer mais sobre o produto no Bio-Based Live, em San Diego

A Eastman Chemical Company, produtora de classe mundial de materiais de celulose, apresentará o seu produto Eastman TRĒVA no Bio-Based Live, que será realizado em San Diego – Califórnia, nos dias 26 a 27 de setembro. O material, projetado para ajudar as empresas a avançar no trade-off entre sustentabilidade e desempenho, recebeu recentemente a etiqueta de produto biobaseado, certificado pelo programa BioPreferred® do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Segundo a Eastman, esta certificação verificou que o TRĒVA GC6011 tem um conteúdo de 45% de biobase e que o TRĒVA GC6021 tem um conteúdo de 42% de biobase.

A Eastman afirma que o TRĒVA oferece uma combinação de propriedades termoplásticas e desempenho, flexibilidade de design e preço – algo que outros bioplásticos não conseguem combinar. A celulose do TRĒVA é proveniente exclusivamente de florestas geridas de forma sustentável, que são certificadas pelo Forest Stewardship Council (FSC). Livre de BPA e ftalatos, o TRĒVA resiste melhor do que outros termoplásticos de engenharia a alguns dos produtos químicos mais severos, incluindo óleos de pele, protetores solares e produtos de limpeza domésticos, assegura a Eastman. Além disso, o TRĒVA não causa o efeito indesejado de arco-íris que alguns plásticos apresentam com luz polarizada, o que melhora a experiência do usuário com telas de dispositivos eletrônicos e displays de varejo, garante o fabricante do material.

Esses atributos, segundo a Eastman, tornam o TRĒVA uma escolha adequada para lentes de óculos, eletrônicos que entram em contato com a pele, fones de ouvido, displays eletrônicos, gabinetes de equipamentos eletrônicos e componentes automotivos interiores automotivos nos quais a resistência química e a estética são desejadas, além de outras aplicações que exigem sustentabilidade e requisitos de segurança.

Durante a Bio-Based Live, estão sendo apresentadas várias atividades da Eastman:

· Apresentação de produtos sustentáveis: Holli Alexander, Gerente de Iniciativas Estratégicas da Sustentabilidade Global na Eastman realizará uma apresentação na terça-feira, 26 de setembro, às 11h30 (PDT) sobre o tema de Sustentabilidade: o requisito mais importante, exceto por alguns outros.

· Painel de produtos sustentáveis: Também no dia 26 de setembro às 12h, Alexander participará de um painel de discussão sobre maneiras de incorporar a sustentabilidade no modelo de negócios, juntamente com representantes da Elk Packaging, TIPA Corp. e Totally Green Bottles and Caps.

Além do TRĒVA, estarão expostas outras soluções no stand da Eastman:

· Fio celulósico Eastman Naia ™: Com certificação pelo Programa BioPreferred do USDA, a Naia da Eastman permite que as marcas criem tecidos confortáveis, fáceis de cuidar e luxuosos, ao mesmo tempo que cumprem os requisitos de contato direto com a pele. Possui certificação da Classe II com o rótulo Oeko-Tex .

· Fibra celulósica Eastman Vestera ™: Segundo a Eastman, esta fibra celulósica também é certificada pelo Programa BioPreferred do USDA e proporciona suavidade, absorção, opacidade e padronização aprimoradas para ajudar as marcas a obter a estrutura ideal para toalhetes descartáveis, higiene pessoal, itens de serviço e outros produtos.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais que produz uma ampla gama de produtos e soluções inovadoras para mercados finais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Eastman lança bioplástico de engenharia à base de celulose

04/07/2017

Segundo a empresa, o Eastman Trēva é um termoplástico versátil que combina alta performance e sustentabilidade

A Eastman Chemical Company, líder na produção de materiais à base de celulose, lançou recentmente o inovador bioplástico de engenharia Trēva. Segundo Burt Capel, vice-presidente e gerente geral da unidade de negócios de Plásticos Especiais da empresa, “A Eastman agrega como vantagem seus quase 100 anos de expertise em celulose para o design e a performance do Trēva, para chegar ao melhor perfil sustentável e ao desempenho desejados pelas marcas, fabricantes, moldadores e outras companhias em sua cadeia de valores”. Capel apresentou oficialmente o lançamento à imprensa durante a Feira Chinaplas, em Guangzhou, na China.

Segundo a Eastman, os benefícios de Trēva são o tripé: sustentabilidade, desempenho de uso final e flexibilidade de design e marca.

Benefícios de Sustentabilidade

A empresa não forneceu detalhes sobre a composição química do novo material, mas informou que metade da composição de Trēva ​​é celulose, material proveniente de florestas de manejo sustentável que são certificadas pelo Forest Stewardship Council (FSC). O novo material é livre de BPA (Bisfenol A) e de ftalatos.

Sua fluidez, durabilidade e estabilidade dimensional permitem menor uso de materiais, peças mais finas e de vida útil mais longa, o que melhora as avaliações do ciclo de vida (LCA), afirma a empresa.

Desempenho de uso final

A Eastman assegura que o Trēva ​​oferece excelente resistência química quando comparado a outros termoplásticos de engenharia, compreendendo a resistência a alguns dos produtos químicos mais agressivos e incluindo óleos para tratamento de pele, protetores solares e produtos de limpeza domésticos.

A baixa taxa de tensões internas residuais do material significa, na prática, a eliminação do efeito não desejado da arco-íris que alguns plásticos apresentam sob luz polarizada, o que melhora a experiência do usuário com telas de dispositivos eletrônicos e displays de varejo, afirma a empresa.

Design e flexibilidade da marca

As características de fluidez do Trēva ​​também possibilitam liberdade de design, o que permite que ele seja usado com peças de design complexo e em peças de paredes finas, relata a Eastman. Sob condições de processamento recomendadas, o recente teste de fluxo espiral de 30 mil de parede fina mostra que as taxas de fluxo de Trēva ​​são significativamente melhores do que as “blendas” de policarbonato, de policarbonato / ABS e são comparáveis ​​às resinas ABS, afirma a empresa.

De acordo com a Eastman, o Trēva ​​é projetado para permitir brilho superficial superior, transparência e toque sensorial térmico, potencializado por meio de uma combinação do material de base e a experiência tecnológica da empresa. O material também oferece grande possibilidade de incorporação de cores e processos secundários mais fáceis, além de capacidade de decoração, o que cria opções adicionais de design e de branding.

Aplicações

Segundo a Eastman, a combinação de benefícios de sustentabilidade e de segurança de Trēva, melhorias no desempenho do uso final e na flexibilidade de design e marca tornam a escolha de material ideal para as seguintes aplicações:

● Armações de óculos, eletrônicos que entram em contato com a pele, como fones de ouvido e muitos outros dispositivos de uso pessoal
● Telas de Aparelhos eletrônicos, como lentes, já que os consumidores precisam enxergar através delas
● Eletrônicos, gabinetes de equipamentos eletrônicos e outros produtos com alto design e especificações complexas
● Componentes interiores automotivos nos quais a resistência química e a estética são desejadas
● Outras aplicações que exigem alta sustentabilidade e requisitos de segurança

“A Eastman está empenhada em atender as necessidades almejadas de clientes atuais e potenciais”, disse Capel. “Há enorme interesse por parte de marcas de todo o mundo e estamos entusiasmados em trabalhar em estreita colaboração com eles, para criar a próxima geração de produtos de alto desempenho e sustentáveis”.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais que produz matérias primas para mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Braskem apresenta soluções inteligentes para embalagens na Interpack 2017

03/05/2017

A Braskem participará da Interpack, em Düsseldorf, Alemanha, de 4 a 10 de maio, no estande G15 (Hall 9). No evento, a empresa apresentará novas aplicações para o Plástico Verde I’m greenT, como, por exemplo, a embalagem de café da Peeze e outras para o segmento de personal care, da Speick e L’Erbolario. Resina de polipropileno desenvolvida para produção de espumas de alta performance também será exibida, além de pesquisas e avanços na tecnologia para embalagens inteligentes.

“O Plástico Verde é resultado de um projeto de pesquisa e desenvolvimento que recebeu cerca de US$ 300 milhões em investimentos e envolvimento de diversas pessoas. Atualmente o biopolímero é exportado para Europa, EUA, Ásia, África e América do Sul e mais de 150 marcas o utilizam ao redor do mundo. Para a Braskem, participar da principal feira mundial de embalagens é uma oportunidade para reforçar a nossa presença global”, afirma Gustavo Sergi, responsável pelo Negócio de Químicos Renováveis da Braskem.

Resina para produção de espumas

A Braskem apresenta também a sua marca Amppleo, resina de polipropileno com propriedades de High Melt Strength. O produto foi desenvolvido para a produção de espumas versáteis de alto desempenho para aplicação nos mercados de embalagens, industrial e automotivo, afirma a Braskem.

Segundo a empresa, a resina é capaz de suportar temperaturas de até 130°C sem se deformar e possibilita a fabricação de espumas com ampla versatilidade de aplicações dentro de uma grande escala de densidade que pode ir de 30 kg a 300 kg por metro cúbico, apresentando redução de peso frente a outros materiais e um excelente isolamento térmico e acústico. Além disso, o material pode ser totalmente reciclado.

Pesquisas em embalagens inteligentes

Outro destaque para a edição deste ano ficará por conta dos avanços em pesquisas de embalagens inteligentes, as quais poderão informar ao consumidor sobre a qualidade e o estado de conservação de produtos variados, desde alimentos a cosméticos, através da mudança de cor. A Braskem, em parceria com a Universidade norte-americana de Clemson e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), no Brasil, trabalha no desenvolvimento desta tecnologia.

Parcerias que viabilizam inovação

A Braskem apresentará copos de Polipropileno em parceria com a empresa Gizeh e de Plástico Verde em parceria com empresa finlandesa Stora Enso.

Será divulgada também parceria entre a Braskem e a Made In Space, empresa norte-americana líder no desenvolvimento de impressoras 3D para a Nasa, para o fornecimento de Plástico Verde para a manufatura de ferramentas e peças na Estação Espacial Internacional (ISS).

O café que será servido no estande é produzido pela Peeze, única refinaria de café na Holanda que fornece 100% de café certificado e que tem embalagem feita com Plástico Verde I’m greenT. As embalagens sustentáveis são resultado de uma parceria anunciada em outubro de 2016 entre as empresas.

A Braskem produz anualmente um volume de termoplásticos superior a 20 milhões de toneladas, incluindo a produção de outros produtos químicos e petroquímicos básicos, apresentando um faturamento anual de R$ 54 bilhões. A Braskem atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Fonte: Braskem

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Indústria de bebidas aposta em Polietileno de origem renovável

17/02/2017

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Adoção do PE verde é crescente entre empresas do segmento

Em todo o mundo, o setor de bebidas é um dos mais engajados na busca de soluções inovadoras que tornem seu negócio mais sustentável e, portanto, com menor impacto no meio ambiente. O segmento é, por exemplo, um dos que adota o polietileno produzido a partir de etanol de cana-de-açúcar -tecnologia desenvolvida pela Braskem.

A última empresa brasileira a adotar o Plástico Verde “I’m green”, foi a Serra da Cantareira Águas Minerais. A companhia passou a utilizar a matéria-prima renovável em tampas de água mineral da marca Puraqua.  Ainda em 2016, a Woolworths, uma das principais redes de supermercados da África do Sul, também anunciou o uso do polietileno de origem renovável em suas embalagens de leite. Já a alemã Eckes-Guanini passou a usar o Plástico Verde em seus sucos orgânicos para as marcas Bramhults e Valsolille.

Outras empresas que firmaram parceria com a Braskem foi a japonesa Asahi, aplicando o Plástico nas tampas dos refrigerantes da marca Mitsuya Cider, de 1,5 litro. Já a  a Suntory, também japonesa e líder no segmento, recentemente passou a utilizar a resina nas tampas de suas garrafas de água mineral de 550 ml “Suntory Aso Tennensui”, cuja produção anual é estimada em 26 milhões de unidades.

Em 2015, a Pernod Ricard Brasil, afiliada da multinacional francesa de destilados, vinhos e champanhes, foi a primeira empresa de destilados a adotar o Plástico Verde  nas tampas dos seus produtos Rum Montilla e Vodka Orloff. O polietileno de origem renovável também pode ser encontrado em rolhas de garrafas de vinho fabricadas pela Nomacorc. Denominadas Select®Bio, as rolhas são 100% recicláveis e apresentam o mesmo desempenho em controle do oxigênio que a linha convencional, além de evitar a deterioração e desperdício causados por processos como oxidação e redução, afirma a Braskem.

A Tetra Pak, maior fornecedora mundial de embalagens tipo longa vida, usa desde 2012 tampas feitas de Plástico Verde. Além disso, há mais de dois anos, a companhia também usa polietileno de baixa densidade (LDPE) “I’m green” como componente das camadas de suas embalagens cartonadas. A Nestlé foi uma das indústrias pioneiras no uso do Plástico Verde, ao adotar a solução nas linhas Ninho e Molico em junho de 2011, pouco depois do lançamento da resina.

Pegada de Carbono

Em abril, o plástico verde “I’m green” recebeu a certificação da pegada de carbono do Ministério do Desenvolvimento da Indústria e do Comércio (MDIC), dentro das ações para implementar a Política Nacional de Mudanças Climáticas em setores prioritários. De acordo com a medição, realizada pela Carbon Trust e pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), o polietileno de origem renovável tem uma pegada de emissões negativa, ou seja, ajuda a sequestrar o gás poluente da atmosfera.

Fonte: Braskem

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Thyssenkrupp desenvolve processo próprio de produção do bioplástico PLA e constrói primeira planta na China

09/01/2017

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Para reduzir a dependência de plásticos derivados de petróleo, a Thyssenkrupp desenvolveu o seu próprio processo de fabricação para o bioplástico PLA – Ácido Polilático. Agora, a empresa está construindo em Changchun, na China, a primeira planta comercial baseada em sua tecnologia patenteada de nome PLAneo®. O cliente é a COFCO Corporation, um fornecedor líder de produtos agrícolas que oferece uma ampla gama de produtos alimentícios e serviços. Uma vez concluída, a nova fábrica produzirá cerca de 10.000 toneladas de PLA por ano. O comissionamento está previsto para o primeiro trimestre de 2018.

O Ácido Polilático (PLA) é um plástico 100% derivado de fontes biológicas e também compostável, sendo adequado, entre outras fins, para a produção de materiais de embalagem, filmes e plásticos de engenharia, podendo, portanto, substituir polímeros derivados de petróleo em muitas áreas. A matéria-prima para a produção do PLA é o ácido lático, que é produzido a partir de recursos renováveis, como açúcar, amido ou celulose. O ácido polilático é, portanto, tanto bio-baseado como bio-degradável.

Ao desenvolver a tecnologia PLAneo®, a Uhde Inventa-Fischer, uma subsidiária da Thyssenkrupp Industrial Solutions, aproveitou a experiência adquirida com a construção de mais de 400 fábricas de polimerização e uma vasta experiência no scale-up de novas tecnologias. Segundo a Thyssenkrupp, a tecnologia PLAneo® converte o ácido láctico em PLA de uma forma particularmente eficiente e amigável aos recursos. Outra vantagem é a possibilidade de sua transferência para plantas de grande porte com capacidade de até 300 toneladas por dia (100.000 t/ano). Graças à sua grande flexibilidade, o processo permite a produção de tipos de PLA sob medida com diferentes graus de cristalinidade e viscosidade para uma variedade de aplicações, afirma a Thyssenkrupp.

Sami Pelkonen, CEO da Unidade de Negócio de Eletrólise & Tecnologia de Polímeros da Thyssenkrupp Soluções Industriais afirmou: “Com a nossa tecnologia, queremos ajudar a consolidar os bioplásticos no mercado. Eles reduzem o uso de matérias-primas fósseis e diminui significativamente as emissões de CO2. Com isso, nós habilitamos nossos clientes a produzir bioplásticos de alta qualidade com propriedades sob medida – e a um preço cada vez mais competitivo em relação aos plásticos petroquímicos convencionais”. A Thyssenkrupp está fornecendo engenharia básica e de detalhamento, componentes-chave da planta e supervisão de montagem e comissionamento para a nova planta de PLA.

A área de negócios de Soluções Industriais da Thyssenkrupp atua no segmento de engenharia, construção e manutenção de instalações e sistemas industriais. Com base em mais de 200 anos de experiência, a empresa fornece plantas turnkey sob medida para clientes industriais, químicos, fertilizantes, cimentos, mineração e siderurgia. É parceiro de sistemas para os setores automotivo, aeroespacial e naval e conta com cerca de 19.000 funcionários em mais de 70 sites ao redor do mundo.

A Uhde Inventa-Fischer, subsidiária da Thyssenkrupp Industrial Solutions, é uma empresa de engenharia localizada em Berlim, Alemanha, e Domat/ Ems, na Suíça. Seu escopo de serviços inclui o desenvolvimento, engenharia e construção de plantas industriais para a produção de poliésteres, poliamidas e ácido polilático.

Fonte – Thyssenkrupp

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Cidade de Paris proíbe sacos plásticos de fontes não renováveis e não compostáveis em supermercados

07/01/2017

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Em 16 de dezembro, Paris proibiu o uso de sacolas plásticas convencionais em seus supermercados, permitindo somente a utilização de sacolas plásticas compostáveis obtidas a partir de fontes biológicas, assim como sacolas de papel e algodão.

Para justificar a decisão, a prefeitura disse que a medida tinha como objetivo reforçar a provisão da “lei de transição de energia” em embalagens, além de dar ênfase aos esforços da cidade para se tornar líder na luta contra a mudança climática e na campanha por uma economia circular.

Serão realizados seminários para conscientização da população sobre a destinação final das sacolas plásticas descartáveis e também para informar o público sobre os diferentes tipos de sacolas biodegradáveis.

Esta medida vai complementar uma outra iniciativa já em execução pelos supermercados, relativa à coleta de produtos alimentícios que não foram vendidos e restos de verduras e legumes.

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Italiana Bio-On anuncia acordo de licenciamento para produção e comercialização de bioplásticos biodegradáveis PHAs

22/12/2016

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  • Assinado um novo contrato de licenciamento múltiplo no valor total de 55 milhões de euros
  • Previstas novas instalações na Europa e Ásia para produzir até 100 mil toneladas/ano de bioplásticos PHAs
  • O objetivo é substituir o plástico tradicional por biopolímeros obtidos pela fermentação bacteriana de resíduos agroindustriais

A Bio-on, empresa italiana de biotecnologia especializada na produção de Polihidroxialcanoatos (PHAs), anunciou a assinatura de um novo contrato de licenciamento múltiplo no valor de 55 milhões de euros com uma multinacional de destaque, líder do setor, cujo nome não foi divulgado. O objetivo do novo cliente da Bio-on é, ao longo dos próximos três anos, substituir o plástico tradicional por biopolímeros biodegradáveis derivados de resíduos agroindustriais, utilizando bioplásticos PHAs da Bio-on. Assim, afirma a Bio-on, um refugo se transformará em matéria prima para um novo plástico, com um impacto positivo para as pessoas e para o planeta.

A primeira licença passa a vigorar com a assinatura do acordo, enquanto que uma segunda licença será ativada no primeiro semestre de 2017, com a conclusão das atividades preparatórias no lançamento do projeto industrial. Todas os licenciamentos e as respectivas receitas, que totalizam 55 milhões de euros, ocorrerão continuamente dentro dos próximos 24 a 36 meses. Para apoiar o desenvolvimento industrial, as duas empresas assinaram outros dois acordos para estudar e desenvolver novas aplicações dos materiais até o segundo trimestre de 2017. O valor envolvido nessa atividade é de um milhão de euros.

O plano prevê a construção de uma série de instalações para a produção de PHAs, com uma capacidade de produção de 100.000 toneladas por ano. As instalações de produção terão, cada uma, a capacidade de produzir de 10.000 a 30.000 toneladas por ano e serão construídas na Europa e na Ásia de acordo com um programa trienal para atender às necessidades de produção autônoma dos biopolímeros PHAs por parte da multinacional cliente da Bio-on. Graças a esse acordo, a empresa poderá, já a partir de 2020, substituir uma parte significativa do plástico tradicional usado nos próprios produtos por um material 100% natural e biodegradável ao mesmo tempo, afirma a Bio-on.

“Este acordo múltiplo representa para nós um uma importante conquista – explica Marco Astorri, Presidente e CEO da Bio-on. É o coroamento do longo trabalho e da negociação complexa que realizamos a partir do segundo trimestre de 2016 e está em conformidade com as previsões para 2017 e 2018,indicadas no novo plano industrial que apresentamos em novembro passado. A assinatura de um contrato desse valor com uma multinacional prestigiosa e líder no próprio setor confirma o grande valor da nossa tecnologia e representa mais uma afirmação no mercado dos bioplásticos PHAs, hoje a única verdadeira alternativa ao problema ambiental gerado pelos plásticos tradicionais”.

Segundo a Bio-on, os bioplásticos PHAs desenvolvidos pela empresa são poliésteres lineares obtidos a partir da fermentação bacteriana de fontes vegetais renováveis, sem nenhuma competição com a produção de alimentos, e garantem as mesmas propriedades termomecânicas dos plásticos tradicionais, com a vantagem de serem ecossustentáveis e totalmente biodegradáveis de modo natural à temperatura ambiente.

Com base no acordo anunciado hoje, os bioplásticos PHAs que serão produzido com a tecnologia licenciada pela Bio-on será obtido de subprodutos da indústria açucareira (entre eles melaço e caldos de refugo de cana de açúcar e de beterraba açucareira) e da produção do amido e seus derivados. Todo o bioplástico obtido nas novas instalações, 100 mil toneladas por ano, será utilizado pela multinacional exclusivamente dentro do seu próprio ciclo produtivo para criar produtos acabados prontos para a venda. Em outros casos, as licenças da Bio-on prevêem que o bioplástico possa ser colocado no mercado e vendido para outras empresas de impressão.

A Bio-on S.p.A., uma Intellectual Property Company (IPC) italiana que opera no setor de bioplásticos efetuando pesquisa aplicada e desenvolvimento de tecnologias modernas de biofermentação no campo dos materiais ecossustentáveis e biodegradáveis de maneira natural. Em particular, a Bio-on desenvolve aplicações industriais através da criação de caracterizações de produtos, componentes e manufaturados de plástico. Desde fevereiro de 2015, a Bio-on S.p.A. se ocupa também do desenvolvimento da química natural e sustentável do futuro.

A Bio-on afirma que o seu PHA tem a capacidade de substituir as principais famílias de plásticos tradicionais pelas suas propriedades, características termomecânicas e versatilidade. Os PHAs da Bio-on é um plástico biológico classificável como 100% natural e completamente biodegradável: essas características foram certificadas pela Vinçotte e USDA (United States Department of Agriculture), afirma a empresa. A estratégia do emissor prevê a comercialização de licenças de uso para a produção de PHAs e dos serviços acessórios relativos, o desenvolvimento de atividades de pesquisa e desenvolvimento (também por meio de novas colaborações com universidades, centros de pesquisa e parceiros industriais), além da construção de instalações industriais projetadas pela Bio-on.

Fonte: Bio-on

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Serra da Cantareira Águas Minerais lança marca Puraqua e passa a utilizar o Plástico Verde

22/12/2016

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Bioplástico renovável da Braskem estará presente nas tampas das embalagens de água mineral

A Serra da Cantareira Águas Minerais lançou a Puraqua, primeira marca brasileira de seu segmento a adotar o Plástico Verde em tampas de garrafas. A resina, cuja origem é o etanol da cana-de-açúcar, reforça a proposta da empresa de adotar elevados padrões de sustentabilidade em todo o processo produtivo.

A fonte utilizada pela linha Puraqua fica dentro na reserva ambiental do Parque da Cantareira, dentro de um cinturão de preservação da fauna e flora, o que garante a leveza e pureza da água, afirma a empresa. Além disso, o processo de engarrafamento foi elaborado para assegurar que as características naturais permaneçam as mesmas desde a extração até o consumo final.

O consumidor poderá identificar a embalagem a partir do selo “I’m greenT“, visível na frente e no verso do produto. A marca é a identificação da Braskem para embalagens que são de origem renovável. Atualmente, mais de 80 produtos são feitos de PE Verde, desde embalagem de bebidas, alimentos até produtos de beleza, ferramentas de jardinagem e componentes automotivos.

No ramo de envase de água mineral há 6 anos, a Serra da Cantareira Águas Minerais possui uma linha completa de produtos de água mineral natural. Com embalagens descartáveis e retornáveis a empresa conta com uma base sólida de distribuidores na região da Grande São Paulo e litoral paulista. Localizada dentro de uma reserva ambiental, qualidade e sustentabilidade são os focos da operação.

Fonte: Braskem

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Plástico verde da Braskem chega às embalagens de cosméticos naturais e veganos

03/08/2016

Braskem-Biovegan2O Plástico Verde da Braskem agora é usado em embalagens de cosméticos naturais e veganos da Aroma e Magia. As resinas de polietileno de cana-de-açúcar serão usadas na nova marca Bio Vegan.

A Bio Vegan foi criada para atender à demanda do consumidor por produtos fabricados de forma ambientalmente responsável. Por isso, os cosméticos são desenvolvidos de forma a gerar menos impacto na natureza e trazer um ritual de harmonia e bem-estar para quem os utiliza. Entre os lançamentos estão o esfoliante corporal, sabonete Líquido, óleo para banho e loção hidratante corporal.

“Desenvolver os cosméticos Bio Vegan foi um verdadeiro desafio, pois procuramos criar cosméticos o mais verde possível e que contribuíam para um momento de conforto e bem-estar. O resultado de tanta pesquisa foi surpreendente e encantador”, explica Maria de Lourdes Vertuan, farmacêutica-bioquímica e diretora da Bio Vegan.

Com o objetivo de ajudar o consumidor a reconhecer o produto que usam a matéria-prima 100% renovável, a Braskem criou o selo “I’m greenT“. O Plástico Verde adotado pela Bio Vegan captura e fixa gás carbônico da atmosfera, colaborando para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa. O produto apresenta as mesmas características do polietileno tradicional e pode ser reciclado na cadeia já existente.

“A cada ano conquistamos clientes focados em contribuir com o meio ambiente e que também possuem o objetivo de melhorar a vida das pessoas. Apostar na utilização do Plástico Verde reafirma o compromisso das duas companhias com a inovação e a sustentabilidade em seus negócios”, afirma Gustavo Sergi, diretor de Renováveis da Braskem.

Os cosméticos estão disponíveis em farmácias, lojas de decoração e lojas de cosméticos naturais.

Fonte: Braskem

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Polietileno Verde da Braskem é utilizado pela Asahi Soft Drinks no Japão

12/06/2016

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Fabricante de refrigerantes adota tecnologia brasileira que utiliza cana-de-açúcar para produzir resina

A empresa Asahi Soft Drinks, umas das principais fabricantes de refrigerantes do Japão, começou a utilizar o Polietileno Verde da Braskem. A resina produzida pela empresa brasileira a partir de cana-de-açúcar será utilizada nas tampas das garrafas de 1,5 litro de Mitsuya Cider. A nova adoção é resultado da parceria com a Toyota Tsusho Corp, que desempenha um importante papel na distribuição e expansão do Plástico Verde na Ásia e Oceania.

Com a decisão de adotar o Plástico Verde I’m greenT nas embalagens de seus produtos e outras soluções renováveis, a Asahi reforça seu compromisso de reduzir um impacto ambiental de suas atividades e as emissões de gás carbônico (CO2) em aproximadamente 23% na comparação com as garrafas usadas atualmente.

Com as mesmas caraterísticas do polietileno de origem fóssil, o Polietileno Verde tem como principal diferencial a captura de gases causadores do efeito estufa em sua produção.

Controlada pela Organização Odebrecht, a Braskem tem um faturamento anual de R$ 54 bilhões e uma de produção anual de 16 milhões de toneladas, incluindo a produção de outros produtos petroquímicos básicos. A Braskem atua em mais de 70 países, conta com 8 mil integrantes e opera 40 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Fonte: Braskem

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Braskem recebe certificações para produção de Polietileno Verde

08/02/2016

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Unidades de Triunfo alcançaram o melhor indicador de performance desde o início das operações

A Braskem recebeu por mais um ano as certificações internacionais ISCC PLUS e Bonsucro para suas unidades PE5 (polietileno) e UNIB2 (petroquímicos básicos), ambas do Polo Petroquímico de Triunfo (RS). Os selos asseguram a adoção de critérios de sustentabilidade no processo produtivo de plástico verde.

Com as certificações, a petroquímica atende à demanda dos clientes de Polietileno Verde, produzido a partir de etanol de cana-de-açúcar, em alinhamento com as orientações da European Bioplastics e demais práticas e requisitos sustentáveis. O reconhecimento reafirma ainda o compromisso com sustentabilidade e respeito ao meio ambiente adotados pela empresa em seus processos.

Lançado há cinco anos, o Plástico Verde I’m greenT tem como principal diferencial a captura de 2,15 quilos de CO2 a cada quilo de material produzido, segundo a Braskem.

Paralelamente, as unidades de petroquímicos básicos UNIB 1 (BA) e UNIB 2 (RS) mantiveram a Certificação do Padrão Bonsucro. Este parâmetro atende à Diretiva RED (Renewable Energy Directives), que fixa a meta para a União Europeia de que, em 2020, 20% de toda a energia consumida pela comunidade deve provir de fonte renovável, já considerada nos protocolos da companhia.

Controlada pela Organização Odebrecht, a Braskem produz um volume anual de 16 milhões de toneladas de resinas e outros produtos petroquímicos básicos. Com faturamento de R$ 53 bilhões, a Braskem atua em mais de 70 países, conta com cerca de 8 mil integrantes e opera 40 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México.

Fonte: Braskem

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Pernod Ricard Brasil adota tampas produzidas com Plástico Verde da Braskem

21/12/2015

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  • Multinacional francesa é a primeira empresa de destilados do mundo a ter o selo I’m greenT
  • Plástico Verde será usadao em tampas dos produtos da Pernod Ricard Brasil

A Pernod Ricard Brasil, afiliada da multinacional francesa de destilados, vinhos e champanhes, anunciou a adoção, nas tampas dos produtos de seu portfólio local, do Plástico Verde I’m greenT, da Braskem. O investimento em PE Verde é o primeiro do mundo de uma empresa de destilados.

Iniciado há um ano, o projeto de substituição da tampa plástica tradicional pela de polietileno de origem renovável, produzido a partir de etanol de cana-de-açúcar, foi desenvolvido pela Braskem em colaboração com as empresas Guala e Plastamp, fornecedores locais da Pernod Ricard Brasil, e reforça o compromisso das companhias em reduzir o impacto de suas atividades no meio ambiente.

“A Plastamp sempre priorizou a inovação, sustentabilidade e tecnologia na matriz de desenvolvimento de seus produtos.” afirma Norberto Coelho, diretor comercial da Plastamp. “Em conjunto com as empresas Pernod Ricard e Braskem, a Plastamp festeja o sucesso do lançamento de uma alternativa de tampa conta-gotas, que utiliza o Plástico Verde, tornando-a competitiva, elegante e funcional para ancorar o fechamento de uma grande marca de bebidas da Pernod Ricard Brasil”.

Na visão do gerente comercial da Guala, Silvio Marcellini, “o projeto com a utilização de Plástico Verde na produção de tampas de segurança (core business da empresa) é visto pela Guala Closures Group como outro passo significativo e estratégico em seu compromisso com a sustentabilidade e de trabalho em parceria com seus fornecedores e clientes”.

Para a Braskem, a parceria demonstra o empenho da empresa em estar ao lado de indústrias de diferentes segmentos para oferecer soluções sustentáveis. Lançado há cinco anos, o Plástico Verde I’m greenT é resultado de um longo trabalho de pesquisa. Segundo a empresa, por ser produzido a partir de um material de fonte renovável, ajuda a capturar e fixar o CO2 da atmosfera,  representando, aproximadamente, 2,15 toneladas de gás carbônico para cada tonelada de eteno produzida.

Fonte: Braskem

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