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Dia do Professor e panorama setorial marcam eventos online do Sinplast-RS

18/10/2020

Abiplast e Braskem participarão das lives no Youtube e Instagram

É tempo de repensar, dialogar sobre a educação e o papel dos professores acerca do cenário transformador e atual. Pensando nisso, o Projeto (Re)pense, promovido pelo Sinplast-RS, trará Geraldo Rufino, fundador da JR Diesel, a maior empresa da América Latina em reciclagem, na palestra online “O Poder da Positividade”. O evento ocorrerá neste dia 19 de outubro, segunda-feira, às 19h, no Instagram @repenseprojeto.

A palestra tem como objetivo comemorar o Dia do Professor (15 de outubro) e será mediada por Daniel Fleischer, Relações Institucionais da Braskem, além de contar com a participação do Presidente do Sindicato, Gerson Haas. A ocasião também apresentará o pré-lançamento do projeto “Caminhos da Reciclagem”, voltado para os docentes. Para participar, basta acessar o perfil na hora agendada. O evento é gratuito e aberto ao público geral!

Ainda na mesma semana, o Presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho, estará presente no Youtube do Sinplast-RS para falar sobre matérias-primas, desabastecimento e outros temas. O evento “Panorama Setorial e Política Econômica” ocorre na terça-feira, 20 de outubro, a partir das 11h30. Para participar, basta ser uma empresa associada e em dia com todas as contribuições junto ao Sindicato. As inscrições estão abertas e devem ser feitas pelo email franciele@sinplast.org.br para acesso ao link do evento no You Tube do Sinplast-RS.

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Fabricantes de plástico do Espírito Santo focalizam mercado do agronegócio

14/10/2020

Cada vez mais o plástico é utilizado pelo agronegócio, contribuindo para a redução das perdas e o aumento da produtividade, além de desenvolver a função de proteção ao meio ambiente. O material tem diferentes aplicações no campo e pode ser visto do plantio à colheita, trazendo soluções para os sistemas de irrigação, o armazenamento e o transporte dos produtos agrícolas, a cobertura de estufas, o manejo do solo e o controle de pragas.

Esses são apenas alguns exemplos de como a presença do plástico se expandiu nas lavouras. Dados da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) apontam que o consumo global de materiais plásticos na agricultura passa das 6,5 milhões de toneladas, afirma o Sindiplast-ES. Apesar do número expressivo, a participação do plástico no agronegócio brasileiro ainda é pequena, ocupando uma fatia de menos de 3%. Um potencial, segundo os especialistas, a ser explorado pelas indústrias de transformação.

Uma das técnicas que tem o plástico como ator principal é a mulching, indicada para o cultivo de hortaliças e algumas frutas, que utiliza um filme plástico para cobrir e proteger o solo de ervas daninhas. Resultado: menos defensivos agrícolas e maior economia, uma vez que a barreira criada pelo plástico mantém o solo sempre úmido, reduzindo a necessidade de irrigação.

Há também os filmes para coberturas de estufas, feitos em plástico transparente com proteção anti-UV, e que contribuem para o cultivo de vegetais que precisam de muita iluminação, podendo ser usados também nas laterais da plantação. E ainda as lonas para silos, voltadas para armazenar e secar grãos, cana-de-açúcar e outros produtos agrícolas. Além da estrutura para estufas hidropônicas, uma técnica de cultivo que utiliza estruturas e bandejas plásticas com furos de drenagem diferenciados, capazes de reter a água e os fertilizantes.

Os sistemas de irrigação por gotejamento possibilitam maior controle do uso de água.

Por fim, os diversos tipos de embalagens,indo dos sacos em polipropileno aos contentores flexíveis para grandes cargas, servem para estocagem e transporte de produtos agrícolas.

O Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Espírito Santo (Sindiplast-ES) tem vários associados que atendem ao segmento do agronegócio. Uma delas é a Zimermann, em São Mateus, município do Norte do Estado, especializada em mangueiras de irrigação, caixas plásticas e garrafões de água mineral. As mangueiras, por exemplo, comercializadas em rolos de 400 e 500 metros, têm entre os consumidores finais produtores capixabas de café e de mamão.

A Agrofit, localizada em Vila Velha, região da Grande Vitória, atua com sacos para mudas, fitilho para amarração e sacos para lixo. De acordo com o empresário Juscelino Oliveira, seus produtos atraíram os produtores rurais, que hoje estão entre os principais clientes.

Os produtos da empresa estão presentes em lavouras de café, de mamão e de laranja, sendo também muito utilizados no cultivo de flores, com clientes em todo o Estado e uma fatia grande do mercado na Bahia. O fitilho, por exemplo, é bastante usado por produtores de pimenta-do-reino e de maracujá. Já os sacos ganham utilidade na proteção de bananas, assim como os fitilhos, evitando que os bichos ataquem a plantação.

Por mês, a Agrofit comercializa cerca de 15 milhões de sacolas e projeta crescer ainda mais. “Acabamos de construir um galpão de 1.460 metros quadrados para iniciar a fabricação de lonas de pequeno porte que também vão atender ao agronegócio”, afirma Juscelino Oliveira.

Para o empresário, a consciência ambiental é de fundamental importância na fabricação e no uso dos produtos. “O meio ambiente precisa ser preservado. E todos os membros da cadeia têm de estar alinhados. A nossa sacola e o fitilho, por exemplo, duram por cerca de dois anos e depois se deterioram. O cliente sabe disso e é orientado na hora da venda. Ele tem a sua responsabilidade no processo”, ressalta.

Já a JL Martins, no município de Serra, também região metropolitana da Grande Vitória, tem participação ativa no fornecimento de embalagens de ráfia para o segmento de grãos e farelados, incluindo produtos como café, fubá, feijão e pimenta-do-reino. “Temos como principais clientes os produtores e as empresas que trabalham com armazenagem e exportação de café. A maioria está concentrada no norte do Estado”, afirma Eliziana Dias, que atua na parte Comercial da JL Martins.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (FAES), Júlio da Silva Rocha Júnior, afirma que a indústria do plástico possui uma importância inquestionável nos dias de hoje, uma vez que trouxe evolução e contribuiu para aumentar a capacidade de atendimento ao consumidor. “O plástico atingiu uma dimensão vital para a sociedade e sabemos que isso vai continuar avançando”, pontua.

Diante do crescimento, ele reforça que a indústria deve estar comprometida em orientar quanto ao descarte correto dos materiais. “A sociedade está mais exigente. Acredito que as empresas devem focalizar cada vez mais no marketing de conscientização. Dessa forma, a indústria do plástico prospera e faz a sua parte na educação do consumidor, que é o beneficiário imediato de toda essa mudança de cultura”, observa Júlio Rocha.

Fonte: Sindiplast-ES; Foto: Abiplast

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Webinar PICPlast apresenta aspectos das relações trabalhistas na pandemia

14/08/2020

Evento gratuito visa abordar principais efeitos das mudanças na vigência da MP927.

Entender quais os principais efeitos da perda da vigência da MP 927 é o objetivo do webinar gratuito “Aspectos das Relações Trabalhistas na Pandemia”, promovido pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, PICPlast, no próximo dia 18, das 14h às 15h. A apresentação será realizada pela Dra. Carla Martins Romar, professora de Direito do Trabalho e da PUC São Paulo.

Na ocasião, será discutido qual o impacto da nova determinação em relação a salário, jornada de trabalho, adoção de home office e demais responsabilidades empresariais. “Acreditamos que este é um momento de mudanças e adaptações, inclusive nas relações trabalhistas. Por isso, é imprescindível oferecer conhecimento de qualidade para que o nosso setor possa seguir em desenvolvimento, superando os desafios do cenário pandêmico”, explica Mariana Cardoso, coordenadora do PICPlast.

Serviço:

Webinar Aspectos das Relações Trabalhistas na Pandemia
18 de agosto, das 14h às 15 horas
Inscrições até dia 18/08 por meio deste link de inscrição.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e Abiplast, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação e reciclagem plástica. Baseado em dois pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma. Para saber mais, acesse www.picplast.com.br e www.plasticotransforma.com.br.

A Braskem possui 41 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58 bilhões (US$ 15,8 bilhões) em 2019. Com 8 mil Integrantes, a Braskem possui produção anual de mais de 20 milhões de toneladas de resinas plásticas e produtos químicos e exporta para Clientes em aproximadamente 100 países.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico — Abiplast representa o setor de transformados plásticos e reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a ‘competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A Abiplast representa atualmente 12.091 empresas que empregam um total de 325.439 mil pessoas.

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Programa “Pellet Zero” tem Abiplast como licenciadora no Brasil

03/07/2020

Empresas que firmarem compromisso receberão certificação.

Por meio de videoconferência realizada pela Plastivida no dia 8 de junho, teve início a implantação do Programa Pellet Zero – OCS® (Operation Clean Sweep), do qual a Abiplast participa desde 2014, como entidade licenciadora. A iniciativa tem como principal objetivo a prevenção de perdas de pellets nas plantas de transformação e reciclagem de materiais plásticos bem como em petroquímicas, distribuidores e agentes de logística.

A partir de agora, empresas que assinarem o compromisso passarão a receber certificação, em uma escala de 1 a 4 estrelas. Ao atingir o máximo de pontuação, a signatária pode optar pelos parâmetros da Operation Clean Sweep – OCS® Blue, para alcançar a quinta e última estrela.

A implantação seguirá os critérios firmados no âmbito do Fórum Ambiental dos Plásticos – “Por Um Mar Limpo”, do qual a Abiplast e o Sindiplast tornarem-se signatários em 2016, ao lado de outros sindicatos e empresas do setor. A partir de então, ambos vêm participando da elaboração dos Manuais para Implementação do Programa Pellet Zero adaptado ao Brasil.

Além da Abiplast, do Sindiplast e da Plastivida, assinam o Fórum Setorial dos Plásticos – Por Um Mar Limpo as seguintes empresas e organizações: Abief, Abiquim, Adirplast, Braskem, Dow, Instituto Brasileiro do PVC, Instituto de Engenharia, RadiciGroup, Simperj, Simpesc, Simplás, Simplavi, Sinplast e Sinproquim.

Link para download do programa e o manual da Operação Clean Sweep OCS® http://pelletzero.porummarlimpo.org.br/

Fonte: Abiplast; Foto: Plastivida

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PICPlast divulga estudo sobre a indústria de reciclagem do plástico no Brasil

19/06/2020

  • Indústria de reciclagem mecânica teve um faturamento bruto em 2018, de R$ 2,4 bilhões, gerando 18.662 empregos
  • Em 2018 foram recicladas 757 mil toneladas de plástico pós-consumo, enquanto em 2016 o volume reciclado foi de 550 mil toneladas, um crescimento de 37%

Entender o tamanho da indústria de reciclagem no Brasil foi o objetivo do estudo encomendado pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), e da Braskem e realizado pela MaxiQuim,  com dados referentes ao ano de 2018.

O ponto de partida do estudo foi um mapeamento das indústrias de reciclagem mecânica de plásticos. Foram encontradas 716 empresas em operação, sendo que a maioria da recicladoras (88,54%) encontra-se nas regiões sul e sudeste do país. Fora dessas regiões, o estado da Bahia se destaca com 17 empresas recicladoras.

Em 2018, o faturamento bruto da indústria da reciclagem foi de R$ 2,4 bilhões, com a geração de 18,6 mil empregos e capacidade instalada de 1,8 milhão de toneladas de plásticos.

Após esse mapeamento inicial, foram realizadas entrevistas individuais com 144 indústrias, 20% do universo nacional de recicladores, com o objetivo de entender melhor o volume de plástico reciclado, seu destino, os tipos de plásticos mais reciclados e estabelecer o índice de reciclagem do plástico.

Volumes de reciclagem no Brasil

Segundo o estudo, 3,4 milhões de toneladas de resíduo plástico pós-consumo foram geradas em 2018, sendo que 991 mil toneladas tiveram como destino a coleta seletiva, as cooperativas, os centros de triagem e/ou os sucateiros. Desse volume, 234 mil toneladas ainda se perderam no processo de reciclagem e acabaram tendo como destino os aterros. Dessa forma, o volume total de resíduos plásticos pós-consumo reciclados mecanicamente em 2018 foi de 757 mil toneladas.

“O último estudo que realizamos, em 2016, apontou um volume de resíduos plásticos reciclado de 550 mil toneladas. Ou seja, em dois anos, tivemos um crescimento de 37% na quantidade de plástico reciclado o que aponta para uma evolução do setor”, explica Simone Carvalho do comitê técnico do PICPlast.

O volume total de resíduo plástico consumido em 2018 foi de 1,3 milhão de toneladas, sendo que 34% foi gerado por PET, 21% por PEBD / PEBDL e 18% de PP.

Origem do plástico

A maioria do plástico reciclado tem origem no uso doméstico (54,3%). O restante se divide entre pós-consumo não doméstico (17,3%) e resíduo pós-industrial (28,4%). Entre os plásticos de pós-consumo doméstico, 44,7% era PET e 17,5% era PEBD/ PELBD. O PET também foi o material mais reciclado após o consumo não doméstico. Entre os resíduos industriais, a divisão maior ficou entre PEBD/ PELBD (29%) ou PP (28%).

“Entre o volume de plástico reciclado, 65% são artigos de uso único, que é a grande maioria dos resíduos destinados à reciclagem mecânica, com destaque para as embalagens”, explica Solange Stumpf, sócia da MaxiQuim.

A matéria-prima chegou aos recicladores por meio das próprias indústrias plásticas, (28%), pelos sucateiros (28%), pelos beneficiadores (15%), cooperativas (15%), empresas de gestão de resíduos (11%), catadores (11%) e direto da fonte geradora (2%).

A maioria do resíduo consumido veio do Sudeste do país (50%), seguido pelo Sul (29%), Nordeste (11%), Centro Oeste (6%) e Norte (4%). Aproximadamente 33,5% (ou 421 mil toneladas) do volume de resíduo consumido não provêm do mesmo estado sede dos recicladores. “Isso ocorre porque os recicladores estão concentrados nos grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, e apesar desses lugares possuírem coleta seletiva, a quantidade coletada não é suficiente para a capacidade instalada das recicladoras, complementa Solange.

Perdas no processo de reciclagem

O volume de resíduos plásticos que se perdem no processo de reciclagem é de 159 mil toneladas. Sendo o PET responsável por (54,3%). “O principal motivo das perdas ainda é a contaminação da sucata plástica com materiais indesejados, devido à triagem desqualificada. Além disso, materiais com adesivos, sujeira orgânica e, dependendo do material, cores indesejadas, contribuem para o descarte da sucata adquirida”, complementa Solange.

Produção transformada

Das 757 mil toneladas de resíduos reciclados, 328 mil toneladas ou 43,3% foram transformadas em PET seguidas de 18% transformadas em PEAD e 17% em PEBD/PELBD e 15% em PP. 18% do plástico reciclado é utilizado pela indústria de Higiene Pessoal e Limpeza Doméstica, 13% na Construção Civil, 10% no segmento de Bebidas, lembrando que na indústria de resinas recicladas apenas o PET tem regulação válida da ANVISA para contato com alimentos e bebidas, 9% no segmento de vestuário e têxtil e 9% em utilidades domésticas.

O plástico pós-consumo gerado

Em 2016, haviam sido geradas 2,1 milhões de toneladas de plástico pós- consumo. Em 2018 esse índice é 61% maior, chegando a 3,4 milhões de toneladas de resíduos plásticos. Desse total, 35% eram PEBD / PELBD, 23% eram PP, 18% PET e 14% PEAD. A maioria (52%) dos resíduos vem do Sudeste, sendo o Estado de São Paulo responsável por 30%.

“Vemos um crescente aumento da geração de plástico pós-consumo assim como ficamos bem animados de perceber que mais de 750 mil toneladas de resíduos plásticos foram recicladas, mesmo com a coleta seletiva e a reciclagem dos materiais restritas aos grandes centros. Se compararmos com outros países da União Europeia ou dos Estados Unidos, sabemos que fazemos um excelente trabalho de reciclagem mecânica. Contudo precisamos evoluir também na reciclagem energética, já que os plásticos são fundamentais no processo e já servem como combustível para que o processo ocorra com eficiência, bem como na reciclagem química”, finaliza Solange.

Foto: Movimento Plástico Transforma (site)

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Abiplast revisa expectativas para 2020

14/05/2020

Segundo nota publicada pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico em seu site na Internet, no início de 2020 havia expectativa mais positiva em relação aos índices de crescimento da economia brasileira. De acordo com a entidade, a pandemia da Covid-19 mudou o cenário, a começar pelo PIB, o qual tinha previsão de elevação na faixa de 2 %, mas deve agora apresentar retração de -5 %.

A conjuntura está tendo forte impacto na indústria, que já sofre com os efeitos da pandemia – retração na demanda em diversos segmentos, fluxo de caixa, necessidade de mudanças no fluxo produtivo e no dia a dia da empresa e obstáculos no acesso ao capital, entre outros.

Com base na Sondagem Especial realizada pela associação e na retificação das expectativas do mercado, a Abiplast também revisou suas projeções para o ano. Estima-se que o setor de transformados plásticos, que já apresentou recuo (-1,6%) em 2019, com relação a 2018, tenha queda de -4,5% em 2020. Em relação aos empregos, a perspectiva é uma queda de -2%, com fechamento de mais de 6 mil postos de trabalho em 2020.

É uma crise de dimensão inédita e de prazo ainda indefinido, com fortes repercussões na economia, mas também nos hábitos de consumo e na sociedade como um todo. Porém, a entidade acredita que a indústria do plástico, de fundamental importância neste momento atípico, com fornecimento de produtos essenciais para os profissionais da saúde e para a população em geral, sairá mais fortalecida e reconhecida como um pilar primordial.

Fonte/foto: http://www.abiplast.org.br

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Setor de Transformados Plásticos recua em 2019

07/02/2020

A produção física do setor de transformados plásticos recuou -1,6% em 2019 em relação ao ano anterior, segundo levantamento da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) a partir dos dados divulgados nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com a Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) referente a dezembro.

A retração deve-se, principalmente, à redução na produção de laminados, por conta de uma diminuição na produção de bens intermediários, bem como a uma retração nos segmentos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (-3,7%) e de produtos farmacêuticos (-3,7%).

No período, a produção de embalagens plásticas cresceu +2,2%, alinhada com o aumento da produção de setores como o alimentício (+1,6%) e o de bebidas (+4%). Já as importações do setor subiram +3,2% e as exportações +0,9%, resultando em um déficit da balança comercial +4,5% maior em peso, equivalente a 490 mil toneladas de transformados plásticos e US$ 2,5 bilhões, afirma a Abiplast.

Otimista com as mudanças previstas no início de 2019 – dentre elas a implementação de reformas como previdenciária, tributária e administrativa – e a consequente melhoria do cenário competitivo, o mercado reviu as expectativas ao longo do ano e a Abiplast rebaixou suas projeções em quatro ocasiões.

A percepção da entidade é de que os resultados foram tímidos e as esperadas reformas não avançaram. A própria reforma da previdência foi aprovada praticamente no final do ano passado.

Dados do setor de transformação do material plástico em 2019:

Fonte: Abiplast

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Movimento Plástico Transforma firma parceria com Yescom para projeto de reciclagem de copos plásticos utilizados durante a Corrida São Silvestre

29/12/2019

Pela primeira vez os copos usados pelos corredores serão recolhidos, reciclados e transformados em novos produtos a serem doados. Projeto reforça o conceito de Economia Circular e a importância do descarte correto.

Os copos plásticos de água distribuídos aos participantes da 95ª Corrida Internacional de São Silvestre, a ser realizada no próximo dia 31 de dezembro, voltarão para a população na forma de objetos que estimulam o descarte correto de resíduos. Graças à parceria do Movimento Plástico Transforma, iniciativa do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, promovida pela Braskem e a ABIPLAST, e Yescom, organizadora da corrida mais tradicional do Brasil, as embalagens serão recolhidas, recicladas e transformadas em lixeiras para coleta seletiva, que serão doadas a instituições.

A corrida distribui milhares de copos de água, em diversos pontos ao longo do percurso da corrida. Os 15 km que compõem a corrida exigem dos atletas muita hidratação e a embalagem de plástico é a maneira mais apropriada para o participante ingerir o líquido de forma rápida e segura.

Com a parceria, as embalagens coletadas serão transportadas logo após o fim da corrida até uma recicladora, triadas para separar o lacre do copo, recicladas e darão origem a novos produtos. A parceria viabilizará a doação de lixeiras a instituições, visando incentivar a coleta seletiva e educar sobre o descarte correto.

“Esse ano, estaremos junto com a São Silvestre para uma corrida mais consciente e sustentável. Acreditamos que parcerias como esta reforçam a importância do potencial de transformação do plástico em novos produtos por meio da reciclagem”, afirma Edison Terra, vice-presidente executivo da Braskem. Já José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST reforça o empenho da indústria em ações de conscientização. “Este é um exemplo de Economia Circular e de incentivo ao descarte correto, já que permitirá que as embalagens sejam recicladas e transformadas em novos objetos. É uma demonstração para a sociedade do quanto a indústria está comprometida com a sustentabilidade da cadeia”, afirma.

Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma visa ressaltar a utilização do plástico, de forma criativa e responsável, em soluções que podem transformar o nosso dia a dia e nosso futuro. A primeira iniciativa voltada para a comunicação com a sociedade promovida pelo Movimento Plástico Transforma foi a instalação interativa PlastCoLab. A ação já impactou mais de 37 mil pessoas e contou com quatro edições, realizadas nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Brasília. O Movimento também é responsável pela Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque KidZania, em São Paulo, que visa demonstrar de forma lúdica e educativa as principais etapas do processo de reciclagem do plástico.

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PICPlast leva crianças do projeto Embaixadores do Esportes para Estação Plástico Transforma

25/12/2019

Ação faz parte da segunda edição de 2019 do KidZania para Todos, evento que recebe instituições parceiras das marcas com atividades no parque.

Conhecer as etapas do processo de reciclagem dos materiais plásticos de forma leve e divertida – essa foi a experiência vivida pelas crianças do projeto Embaixadores do Esporte na visita à Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque temático KidZania. A iniciativa fez parte da 2ª edição de 2019 do KidZania para Todos, evento que recebe instituições apoiadas pelas marcas patrocinadoras das atividades no espaço, realizado no último dia 17 de dezembro, em São Paulo. A Estação Plástico Transforma é uma realização do Movimento Plástico Transforma, promovido pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, PICPlast.

Meninos e meninas com idades entre 6 e 10 anos acompanharam os principais processos da reciclagem, representados de forma lúdica na atividade. O cenário colorido encantou as crianças, que acompanharam curiosos e interagiram com etapas como: separação manual dos tipos de resíduos plásticos na esteira, passagem pelo moinho, separação por densidade, secagem, chegada do material na extrusora e, posteriormente, na injetora. Ao fim do ciclo, as crianças percebem que o resíduo plástico foi reciclado e transformado em óculos coloridos que elas puderam levar para casa.

Além dos óculos, as crianças também ganharam vasos autoirrigáveis, produzidos a partir de material plástico reciclado. Cerca de 700 crianças de outras instituições, que estiveram no parque neste dia, também receberam os vasinhos. A realização dessa ação reforça a proposta de despertar a consciência dos pequenos cidadãos em torno da sustentabilidade. Após aprenderem sobre a reciclagem do plástico, todas as crianças puderam aproveitas as demais atrações do KidZania, que exploram cerca de 50 profissões diferentes.

Manuela Victoria de Oliveira Andrade, de 7 anos, saiu entusiasmada da atividade. “Achei incrível, porque eu descobri que podemos fazer várias coisas com o plástico que, para mim, não era possíveis”. A orientadora Flavia Molla, responsável pelas crianças do projeto Embaixadores do Esporte, ressalta a importância deste dia. “Foi um aprendizado único: sei que tudo que as crianças viveram aqui servirá como uma sementinha para o futuro delas”.

“É muito gratificante dar oportunidade para mais crianças visitarem a Estação Plástico Transforma e temos certeza de que esta será uma experiência para toda a vida”, afirma Mariana Cardoso, coordenadora do Movimento Plástico Transforma. “É inspirador vê-los interagindo com conceitos que eles conheciam só na teoria. Esperamos que eles se tornem multiplicadores e possam estimular amigos e familiares a desenvolverem hábitos sustentáveis”, diz Simone Carvalho, também coordenadora do Movimento Plástico Transforma.

1ª edição do KidZania para Todos – Esta não é a primeira vez que o Movimento Plástico Transforma leva instituições parceiras para conhecer a Estação Plástico Transforma. Em março de 2019, cerca de 40 crianças que fazem parte do projeto Seci Social, da ONG Azo, no ABC Paulista, também puderam conhecer a atividade que gera consciência ambiental nestes pequenos cidadãos.

Promotores

PICPlast: O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) foi criado em 2013 pela Braskem e pela ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, e prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares – aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico –, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial. No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para a reciclagem, os estudos técnicos, a educação e a comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Braskem: Com 41 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58 bilhões (US$ 15,8 bilhões), a Braskem possui produção anual de mais de 20 milhões de toneladas de resinas plásticas e produtos químicos e exporta para Clientes em aproximadamente 100 países.

Abiplast: A Associação Brasileira da Indústria do Plástico representa o setor de transformados plásticos e de reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A Abiplast representa atualmente 12,1 mil empresas que empregam um total de 322,9 mil pessoas.

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Brasília recebe o PlastCoLab, instalação que une interatividade e o movimento maker no universo do plástico

17/07/2019

Iniciativa gratuita, que foi sucesso em São Paulo, Porto Alegre e Salvador, destaca projetos que unem inovação à versatilidade do plástico.

Brasília será palco da iniciativa que mostra como o plástico, por meio do movimento maker, pode se transformar em projetos que reúnem interatividade, tecnologia e inovação. O PlastCoLab, chega à capital nacional na próxima sexta-feira, 19 de julho, após seu sucesso em São Paulo, Porto Alegre e Salvador, onde já atraiu mais de 25 mil visitantes. A proposta é ressaltar a utilização do plástico de forma criativa e responsável. A atração gratuita funcionará entre 19 a 28 de julho no shopping Conjunto Nacional, das 9h às 22h (segunda a sábado) e das 14h às 20h (domingo).

O PlastCoLab é uma instalação formada por quatro estações, cada uma de uma cor diferente, todas inspiradas no icônico cubo mágico, famoso brinquedo dos anos 80. Na estação azul funcionará o Robô resolvedor de Cubo Mágico que promete desvendar os segredos do ícone da cultura geek em poucos segundos. No mesmo local também será possível interagir com uma prótese humana impressa em 3D e um braço mecânico, protótipos que mostram como o plástico contribui para a acessibilidade das pessoas.

A Horta Urbana é a estrela da estação verde. Com sensores e válvulas automatizadas, ela recebe água com nutrientes na quantidade necessária para as plantas. A horta, pensada para pequenos espaços, foi criada com a reutilização e reciclagem de diversos itens de plástico, como recipientes transformados em vasos, tubos de PVC que demonstram como o material é versátil e acessível.

Na estação vermelha será possível observar uma impressora 3D em funcionamento, produzindo vários diferentes objetos com filamentos plásticos.

Já na estação laranja o público terá acesso à uma mesa interativa, que traz caneta de impressão 3D, convidando os visitantes a soltarem a imaginação e criar as mais diferentes formas. Diversos outros brinquedos inteligentes também estarão disponíveis para serem manuseados. Este também será o espaço dos personagens impressos em 3D do jogo Eckoblocks. O jogo, já disponível para plataformas mobile, tem como objetivo engajar crianças sobre a importância da reciclagem e o fundamental papel que elas exercem nesse processo

No PlastCoLab será possível ainda ver e interagir com o Robô BEO, um robô inteiro confeccionado em plástico que dança e interage com as pessoas, respondendo perguntas e executando ações solicitadas por elas.

“Brasília, por concentrar um público que vive o dia a dia das políticas públicas e também antenado nos avanços da tecnologia do país, tem tudo a ver com o projeto PlastCoLab. É mais uma oportunidade de apresentar o universo de aplicação, a inovação e os benefícios do plástico em projetos totalmente ligados a nova economia”, diz José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast.

“A característica itinerante do PlastCoLab nos possibilita reforçar, nas mais diferentes localidades do país, como o plástico é importante para a cultura maker, um movimento que está crescendo cada vez mais. Por meio de experiências e interações, o público conhecerá como o plástico é fundamental como tendência para o desenvolvimento de projetos inovadores, sustentáveis e acessíveis”, diz Edison Terra, Vice-Presidente executivo da Braskem.

Serviço:
PlastCoLab
Data: 19 a 28 de julho
Horário: 9h às 22h (segunda a sábado) e das 14h às 20h (domingo).
Local: SDN CNB – Conjunto A. Asa Norte – B
Quanto: Gratuito.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e Abiplast, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, e prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma. Para saber mais, acesse www.picplast.com.br e plasticotransforma.com.br

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PICPlast investe em plataforma digital de educação e lança game Eckoblocks

20/06/2019

Jogo foi criado com o objetivo de incentivar práticas sustentáveis e ressaltar a importância da reciclagem e o papel fundamental das pessoas nesse processo.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, o PICPlast, anuncia mais uma iniciativa visando a educação e conscientização sobre a importância da reciclagem: o lançamento do Eckoblocks, um game para plataforma móvel que tem como objetivo engajar crianças sobre questões relacionadas à sustentabilidade e à preservação do meio ambiente. Pioneiro, o PICPlast é fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), e da Braskem.

A ação faz parte do Movimento Plástico Transforma, a plataforma de conteúdo do PICPlast direcionado para a sociedade, que tem como objetivo mostrar como o plástico, aliado à tecnologia, à inovação e à utilização responsável, podem mudar o futuro da sociedade. Ao longo de cinco anos de atuação, o Plano já investiu R$ 10 milhões em ações, com grande foco em Educação, que destacam as vantagens da matéria-prima.

“Com o Eckoblocks, queremos desenvolver essa consciência na criança, com uma atividade que educa ao mesmo tempo que diverte”, diz Edison Terra, Vice-Presidente Executivo da Braskem. “Trata-se de mais um importante passo de aproximação com a sociedade, uma forma lúdica de evidenciar a relevância do consumo consciente e do descarte correto”, afirma José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast.

Voltado para crianças de 6 a 11 anos, o Eckoblocks possui download gratuito para celulares e tablets com sistemas iOS e Android. O visual é inspirado no game Minecraft®, sucesso mundial entre o público infantil. Os jogadores navegam por dois ambientes – cidade e natureza – e são estimulados a coletar resíduos recicláveis contemplando diversos tipos de matérias-primas. O objetivo principal é promover o crescimento da cidade de forma sustentável, por meio da administração de recursos.

Desde 2017, o PICPlast vem investindo em ações que geram agenda positiva para o plástico e que ultrapassam os interlocutores da indústria da transformação. É o caso, por exemplo, do PlastCoLab, espaço interativo, inspirado no movimento maker, que reúne inovação e tecnologia associado ao plástico. Realizado em São Paulo, Porto Alegre e Salvador, o espaço deve contar com novas edições em outras cidades ainda este ano.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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Salvador recebe instalação PlastCoLab no Shopping da Bahia

25/01/2019

Iniciativa gratuita destaca projetos locais que unem inovação e a versatilidade do plástico

Após receber cerca de 15 mil pessoas em São Paulo e Porto Alegre, o PlastCoLab desembarca em Salvador, escolhida como a primeira capital nordestina a ser palco da atração. A iniciativa, que reúne interatividade, inovação e tecnologia, mostra quanto o plástico, nas mãos dos makers e utilizado de forma criativa e responsável, é um material nobre para projetos que podem transformar o nosso futuro. A atração gratuita funciona desde ontem, 24 de janeiro, e ficará disponível para visitaras até 3 de fevereiro, das 9h às 22 horas, no Shopping da Bahia.

O PlastCoLab tem cores e instalações inspiradas no icônico cubo mágico, brinquedo famoso dos anos 80 e símbolo da cultura geek. Na estação azul funcionam atrações soteropolitanas, assinadas por makers locais como o o boneco Animatronics, um reprodutor do gestual da fala que mostrará as inúmeras possibilidades da robótica e o Antigravidade, que tem como proposta despertar a curiosidade por movimentos aparentemente impossíveis. Na mesma estação, o Robô Resolvedor de Cubo Mágico promete desvendar os segredos do símbolo geek em poucos segundos.

A Horta com Inteligência Programada é uma das estrelas da estação verde. O curioso equipamento, produzido com 100% de plástico reaproveitado, apresenta o conceito da hidroponia – técnica que cultiva plantas na água – de forma simples e didática, otimizando por completo o recurso hídrico. Além da horta, os visitantes também podem conhecer o captador de energia solar Girassol, que mostra como o plástico torna mais acessível o uso deste tipo de recurso.

Na estação vermelha é possível observar uma impressora 3D em funcionamento, produzindo os mais diferentes objetos com filamentos plásticos, além de assistir a um vídeo que tem como objetivo apresentar todos os detalhes da ação.

Já na estação laranja, o público tem acesso à mesa interativa, com a caneta de impressão 3D, que convida os visitantes a soltarem a imaginação e a criarem as mais diferentes formas. Na superfície também são encontrados diversos outros brinquedos inteligentes, disponíveis para serem manuseados. Este também é o espaço dos personagens do jogo EckoBlocks feitos por meio de impressão 3D. O jogo, disponível para plataformas mobile, tem como objetivo engajar crianças sobre a importância da reciclagem.

No PlastCoLab é possível ver e interagir com o que há de mais moderno no ambiente maker como, por exemplo, o Robô BEO, um robô inteiro confeccionado em plástico que dança e interage com as pessoas, respondendo perguntas e executando ações solicitadas por elas.

“A Bahia, com sua tradição cultural, receberá o PlastCoLab, que leva de modo interativo e moderno a alta tecnologia e contemporaneidade dos produtos que utilizam o plástico como matéria-prima, explorando a criatividade local e enfatizando as novidades do setor plástico,”diz José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST.

“É muito gratificante poder trazer a 3ª edição dessa iniciativa para a Bahia, estado onde a indústria do plástico é tão importante. Nosso propósito é reforçar nesta comunidade a cultura maker, mostrar como o plástico é fundamental como tendência para o desenvolvimento de projetos inovadores, sustentáveis e acessíveis”, diz Fabio Santos, Diretor executivo da Braskem.

Serviço:
PlastCoLab
Data: 24 de janeiro a 3 de fevereiro
Horário: das 9 às 22 horas
Local: 2º Piso do Shopping da Bahia, Av. Tancredo Neves, 148, Caminho das Árvores.
Quanto: Gratuito.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e pela ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, e prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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PICPlast encerra 2018 acumulando R$ 200 milhões de investimentos em prol da cadeia

20/12/2018

Desde 2013,  o Plano realizou mais de 30 iniciativas que contemplaram cerca de mil participantes.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast – chega ao final de 2018 completando cinco anos de atuação. Desde o seu lançamento, já foram investidos mais de R$ 17 milhões em ações voltadas para aumento da competitividade do setor, R$ 170 milhões no incentivo à exportação e cerca de R$ 10 milhões em ações de promoção das vantagens do plástico. O foco se mantém: aproximar os elos da cadeia e executar iniciativas para promover a competitividade e a produtividade na indústria de transformação de plástico.

“Completamos cinco anos com a certeza que estamos no caminho certo. Ao longo deste período, foram R$ 200 milhões de investimentos, distribuídos entre os pilares Competitividade e Inovação, Exportação de Transformados e Vantagens do Plástico. O retorno que temos da indústria reforça a contribuição de todas as iniciativas do PICPlast, construindo uma cadeia cada vez mais desenvolvida e competitiva, capaz de enfrentar os inúmeros desafios do nosso mercado”, diz Edison Terra, Vice-Presidente Executivo da Braskem.

“O PICPlast vem sendo o parceiro estratégico de quem atua na indústria da transformação do plástico. Para os próximos anos, buscaremos ampliar ainda mais esta parceria, por meio da promoção de conhecimento e da viabilização de oportunidades de negócios para os nossos associados, para propiciar um mercado robusto, maduro e sustentável”, afirma José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST.

O PICPlast é uma iniciativa pioneira, fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), e da Braskem. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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PICPlast comemora cases de inovação

04/11/2018

Em cinco anos de atuação, o Plano investiu mais de R$ 17 milhões na realização de cerca de 30 iniciativas, com mais de mil participantes de dezenas de empresas.

Com o intuito de promover a competitividade e a produtividade na indústria de transformação de plástico, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast – segue comemorando os resultados de suas propostas voltadas à inovação. Em cinco anos de atuação, o Plano investiu mais de R$ 17 milhões na realização de mais de 30 iniciativas. O PICPlast é fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), e da Braskem.

Entre as ações que mais fazem sucesso estão os Programas de Inovação. Foi após participar de uma das turmas que o empresário Leandro Cavallaro, da Styroplast, passou a diversificar sua oferta de produtos. “Participar do treinamento nos possibilitou acrescentar dois novos produtos ao nosso portfólio: a manta de subcobertura de telhado para o varejo e o filme stretch para paletização de cargas”, revela o administrador. “As pessoas pensam que inovar é apenas criar, quando, na verdade, inovar também pode ser introduzir produtos já existentes no mercado no seu leque de ofertas ou acrescentar processos novos na sua linha de produção”.

Segundo o empresário, o PICPLast foi fundamental para a capacitação e o desenvolvimento em áreas como pesquisa e análise de mercado, planejamento de negócios e gestão de pessoas. “Além disso, ganhamos em networking e em qualificação dos nossos profissionais. Com a participação nos treinamentos, nós, da indústria de transformação, só temos a ganhar”.

Outra beneficiada com o programa de inovação foi a Promaflex, empresa do segmento de filmes plásticos. Segundo Andrea Martins, que coordena o grupo interno de inovação da transformadora, após a participação no programa a Promaflex criou seu primeiro produto com foco no consumidor final: uma manta de proteção antimofo. Segundo Andrea, o treinamento ajudou a colocar no papel e organizar os pensamentos de forma mais prática. “Aprendemos a organizar a equipe formada por pessoas de todas as áreas da empresa, alinhando a estratégia e, principalmente, aprendemos a dar o peso certo para cada etapa. Com isso, em um ano saímos da ideia no papel para o lançamento do produto”.

Outro aprendizado que veio do curso, segundo a executiva, foi o de dar credibilidade para o lançamento. “Para estarmos referenciados, procuramos o biomédico Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria, para que ele analisasse o produto. Ele constatou que o uso da manta impossibilita o crescimento do mofo em 99,9% dos casos, o que nos deu bastante segurança para seguir em frente”, explica Andrea.

Para realizar os programas, o PICPlast faz parcerias com instituições renomadas, entre elas Fundação Dom Cabral, Sebrae e Avantec. Após realização de duas turmas em São Paulo, o PICPlast levou o Programa de Inovação para a região de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, envolvendo cerca de 60 profissionais da área de transformação.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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Rede Empresarial de Cooperação para o Plástico apresenta proposta de ações

13/09/2018

A Abiplast promoveu no último dia 5 uma nova reunião da Rede Empresarial de Cooperação para o Plástico. Com representantes dos transformadores plásticos, recicladores, cooperativas, petroquímicas, indústria de consumo e varejo, a iniciativa reuniu quase 40 pessoas.

No encontro, foram apresentados os trabalhos desenvolvidos pelos Eixos com o objetivo de estruturar ações previstas até o final do ano, bem como debateram a inclusão de novos stakeholders.

Os participantes também tiveram a oportunidade de conhecer os cases da Unilever – que tem utilizado o plástico reciclado na concepção de embalagens – e da Danone, que desenvolve treinamentos em cooperativas.

A Rede Empresarial engaja as principais empresas representantes da cadeia produtiva do plástico, reunidas pelo desafio de viabilizar a economia circular e, em última instância, de evitar que o plástico vá parar no meio ambiente. A Rede faz parte de diversas iniciativas da Abiplast de promover o plástico no contexto ambiental de forma positiva.

Fonte: Abiplast

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Abiplast ressalta diferenças entre Bioplásticos, e Plásticos Oxidegradáveis e Biodegradáveis

13/09/2018

Em matéria publicada em seu site, reproduzida a seguir, a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico procura esclarecer as diferenças de terminologia e conceito entre plásticos de origem fóssil e biológica, assim como aspectos relacionados à degradação de plásticos. posicionando-se contra o uso de aditivos oxidegradáveis. Segue o texto:

“Muito se fala sobre os diferentes tipos de embalagens e sua reciclagem, mas nem sempre a sua denominação é clara, o que provoca dúvidas no consumidor tanto na hora de adquirir um produto quanto em seu descarte. Dois desses conceitos envolvem diretamente a reciclagem: os termos reciclável e reciclado. O primeiro indica que um produto foi fabricado com um material plástico que após cumprir sua finalidade inicial pode passar por um novo processo de transformação originando novos produtos, enquanto que reciclado indica que o produto foi fabricado com uma matéria-prima recuperada.

Mas as dúvidas não param por aí. A discussão sobre o consumo de determinados plásticos também gera confusão. Os convencionais são de origem fóssil e são derivados do petróleo – 4% da produção mundial de petróleo se destinam à indústria do plástico. Esse plástico pode ser reciclado, ou seja, depois de sua primeira aplicação ele pode voltar para a indústria e se transformar em um outro produto para os segmentos de construção civil, automotivo, mobiliário, embalagens para produtos de limpeza, bebidas, etc.

Já o bioplástico tem as mesmas propriedades do plástico convencional , mas se difere por ter como matéria-prima fontes renováveis como soja, amido de arroz, milho e de cana- de- açúcar. Embora sua fonte seja de origem renovável, não necessariamente o bioplástico será biodegradável, embora seja possível reciclá-lo.

O plástico biodegradável é aquele que ao término de seu ciclo de vida sofre processo de compostagem em até 180 dias pela ação de microrganismos, sob condições específicas de calor, umidade, luz, oxigênio e nutrientes orgânicos . Em geral, esse produto deriva de fontes vegetais tais como a celulose, amido, etc.

Já o oxidegradável tem sido comercializado em muitos países com o apelo de proporcionar a biodegradação, o que não é verdade segundo alerta o atual relatório da Nova Economia do Plástico da Fundação Ellen MacArthur. O estudo alerta que os plásticos que recebem aditivos oxidegradáveis para acelerar seu processo de degradação não se degradam em resíduos inofensivos. Pelo contrário, como se fragmentam em pequenos pedaços contribuem para a poluição microplástica, tornando-se um risco para oceanos e outros ecossistemas.

“Além disso, estes materiais não são adequados para a reutilização efetiva a longo prazo, reciclagem em escala ou compostagem, o que significa que eles não podem fazer parte de uma economia circular”, ressalta Rob Opsomer, da Fundação Ellen MacArthur.

Com o intuito de evitar o risco ambiental em larga escala, a Fundação Ellen MacArthur elaborou um documento em que propõe a proibição de aditivos oxidegradáveis em embalagens e produtos plásticos em todo o mundo. A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) foi a única representante da indústria brasileira a endossar o documento, que foi assinado por mais de 150 organizações de todo o planeta, como empresas líderes, associações industriais, ONGs, cientistas e membros do Parlamento Europeu.

Desde 2015, a Abiplast não recomenda o uso de materiais plásticos aditivados com pró-degradantes. A entidade defende que a solução eficaz para o tratamento dos resíduos pós-consumo está na educação ambiental da população, no consumo consciente, na produção responsável e no descarte adequado das embalagens – o que faz com que os resíduos plásticos retornem para a indústria de transformação e formem novos produtos plásticos. Além disso, por acreditar que toda a cadeia do plástico possui responsabilidade nesse processo, a entidade promoveu a criação da Rede Empresarial de Cooperação para o Plástico, que engaja as principais empresas representantes da cadeia produtiva do plástico, reunidas pelo desafio de viabilizar a economia circular e, em última instância, de evitar que o plástico vá parar no meio ambiente.

A versatilidade do plástico, tanto do ponto de vista de utilização quanto pela diversidade de matérias-primas, possibilita sua total adaptação aos preceitos da Economia Circular. Para isso é fundamental que se trabalhe a viabilidade econômica dessas matérias-primas, principalmente dos materiais reciclados. Atenta a essa necessidade, a Associação promove o debate e a divulgação da importância da produção e do consumo conscientes, da reutilização de embalagens e produtos e também do descarte correto dos produtos plásticos – para que esses sejam sempre destinados à reciclagem retornando dessa forma à cadeia produtiva e otimizando a utilização de recursos naturais e eficiência energética.”

Fonte: Site da Abiplast / Foto: ThisisPlastics (Plastics Industry Association)

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PICPlast lança 2ª edição da Promoção Plástico Premiado

09/08/2018

Quiz educativo sobre o plástico é direcionado aos colaboradores da indústria de transformação e reciclagem.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, PICPlast, lança a segunda edição da Promoção Plástico Premiado. A iniciativa é do Movimento Plástico Transforma – ação pertencente ao PICPLast – e é voltada para a indústria de transformação e reciclagem do plástico, com o objetivo de reforçar o conhecimento dos seus colaboradores sobre os importantes atributos e possibilidades desse versátil material.

“De forma didática, queremos disseminar informações que valorizem as características do plástico para os setores da transformação e da reciclagem, a fim de que cada colaborador possa se tornar um multiplicador dessas informações”, explica Edison Terra, Vice-Presidente Executivo da Braskem.

As questões de múltipla escolha que compõem o quiz trazem curiosidades sobre aplicações, benefícios e características próprias do plástico.

“A primeira edição da Promoção foi um sucesso e contou com a participação de mais de 7 mil colaboradores dessas indústrias. A nossa expectativa com a nova edição é impactar ainda mais pessoas, compartilhando informações de qualidade para torná-las verdadeiras embaixadoras do plástico”, afirma José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST.

Os interessados em participar da Promoção devem acessar, até 21 de setembro, o site www.plasticotransforma.com.br/plasticopremiado, cadastrar-se, navegar pelo conteúdo e responder às 15 questões propostas. Os participantes que acertarem no mínimo 10 perguntas concorrerão automaticamente a 50 Smartphones Samsung Galaxy S8 Edge, que serão sorteados no sábado, dia 29 de setembro.

Para mais informações sobre o Movimento Plástico Transforma acesse: www.plasticotransforma.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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PICPlast intensifica ações no Rio Grande do Sul

02/08/2018

Região é cenário de iniciativas para o desenvolvimento da indústria da transformação e promoção da imagem do plástico

Com o objetivo de fortalecer ainda mais o mercado do sul do país, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, PICPlast, leva para a região iniciativas que vão desde desenvolvimento e capacitação da indústria da transformação até a conscientização da sociedade sobre a importância do plástico na inovação e tecnologia. O PICPlast é fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), e da Braskem.

Em junho deste ano, cerca de 60 colaboradores e empresários do setor participaram do primeiro módulo do Programa de Gestão de Inovação, realizado com apoio da consultoria Avantec, no SENAI de São Leopoldo, Grande Porto Alegre. Trata-se da primeira turma organizada fora de São Paulo. O Programa é composto por dez módulos, além de coaching individual para cada empresa participante. A ideia é fortalecer a cadeia local, possibilitando que as empresas implementem um sistema de inovação capaz de ampliar sua competitividade e suas possibilidades de oferecer novos produtos e serviços, tanto para o nosso mercado como para a atuação no exterior.

Além do compromisso de promover o aumento da competitividade e inovação no setor de transformação, com iniciativas como o Programa citado anteriormente, o PICPlast também possui entre os seus pilares a promoção das vantagens do plástico, com frentes de trabalho voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação. Entre os destaques deste pilar está o Movimento Plástico Transforma, responsável por um dos projetos de maior impacto junto à sociedade, o PlastCoLab.

O PlastCoLab é um makerspace com experiências gratuitas que evidenciam o importante papel do plástico em soluções inovadoras e em novas tecnologias. Depois do sucesso da primeira edição, realizada em dezembro de 2017 em São Paulo, foi a vez da capital gaúcha receber a atração. Com atividades para todas as idades, a instalação, no formato de cubo mágico com 9 metros de altura, recebeu cerca de seis mil pessoas entre os dias 22 de junho e 1º de julho, no shopping Iguatemi.

A região de Porto Alegre é bastante relevante para esta cadeia, já que concentra um expressivo número de transformadores da indústria do plástico. Em sequência às ações com foco na região, será realizado, no próximo dia 23 de agosto, o Seminário sobre Vendas e Mercado. Em todo o Brasil, desde 2013 mais de mil empresas foram beneficiadas pelas iniciativas desenvolvidas pelo PICPlast, em parceria com instituições renomadas como SEBRAE e Fundação Dom Cabral.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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José Ricardo Roriz Coelho assume presidência da Fiesp

07/06/2018

Notícia veiculada pelo Valor informa que o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho (foto),  assumiu, nesta quarta-feira, o comando da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Paulo Skaf, que era presidente da entidade, licenciou-se do cargo para concorrer ao governo de São Paulo nas próximas eleições.

O primeiro vice-presidente da Fiesp, Benjamim Steinbruch, estava cotado para assumir o cargo durante a licença de Skaf mas também licenciou-se da diretoria da entidade. Especula-se que Steinbruch poderá ser o candidato a Vice-presidente da República na chapa de Ciro Gomes.

José Ricardo Roriz Coelho faz parte da diretoria da Fiesp há 13 anos como Diretor de Economia, Competitividade e Tecnologia e ocupava também o cargo de 2o. vice-presidente da entidade.

Link para notícia do Valor: http://www.valor.com.br/empresas/5572089/jose-roriz-coelho-presidente-da-abiplast-assume-comando-da-fiesp

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PICPlast reforça a versatilidade do plástico em soluções para o agronegócio na Agrishow 2018

01/05/2018

Iniciativa dá visibilidade a 15 transformadores de plástico, que mostram na prática a funcionalidade de 20 soluções e seus diferenciais para a performance nas atividades agrícola e pecuária no Brasil

Dar visibilidade aos fabricantes que usam o plástico como matéria-prima para contribuir para o desenvolvimento e crescimento do agronegócio brasileiro. Este é objetivo da participação do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) na Agrishow 2018, o principal evento do setor no Brasil. O PICPlast é fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e da Braskem. O espaço do PICPlast contará, ao todo, com 15 empresas que apresentarão na prática a funcionalidade de 20 soluções e seus diferenciais nas atividades agrícola e pecuária.

Entre os destaques do estande está o Wrap, uma solução de armazenagem de silagem pré-secada. Produzido pelos transformadores de plástico Manulli e Extraplast, trata-se de um filme stretch de polietileno de alta aderência para envelopamento de fardos pré-secados, mais palatáveis para o gado. O filme também tem a função de manter o valor nutricional do alimento e permite armazenamento por até 12 meses.

Outro atração da feira é o Silo Bolsa produzido pela Pacifil para armazenagem de grãos e silagem. Em formato de túnel flexível de polietileno, medindo de 70 a 100 metros de comprimento, o produto foi concebido para criar um ambiente sem oxigênio, o que impede o surgimento e desenvolvimento de pragas e insetos durante a armazenagem. Dessa forma, é possível estocar grãos e silagem por até 12 meses, preservando a qualidade do produto armazenado. Com baixo custo, esta solução permite ainda a segregação de lotes e contribui com a redução na perda de alimentos.

Com um grande apelo sustentável, os Big Bags – embalagens de ráfia de polipropileno com alta capacidade de armazenagem, produzidas pela Propex – prometem atrair a atenção dos visitantes do espaço. Pela primeira vez, o PICPlast apresentará uma versão fabricada com 50% de resina reciclada, ou seja, novos big bags produzidos a partir de unidades já utilizadas. Aplicando o princípio da logística reversa, a iniciativa estimula o descarte correto do produto e permite que a matéria-prima volte para a cadeia produtiva. O espaço também disponibilizará big bags produzidos com resina virgem.

No estande do PICPlast na Agrishow também será possível conferir de perto o Sistema de Irrigação por gotejamento apresentado pela NaanDan Jain, empresa especialista em sistemas de irrigação. O gotejamento garante que mais de 90% da água chegue à raiz da planta, o que permite controle e uso racional do recurso hídrico. Na exposição, o sistema de gotejamento exposto usará mangueiras de polietileno verde, material produzido a partir do etanol, para irrigação de cana-de-açúcar. Este fechamento do ciclo da cadeia, cana-de-açúcar irrigada com mangueiras feitas com material produzido a partir da cana-de-açúcar, corresponde a uma atração adicional.

Consolidado como uma ótima opção para plantas de ciclo curto, o Mulching é outro destaque da feira. O diferencial é que, desta vez, a Rioplastic vai apresentar esta solução para um cultivo de ciclo longo, como o café. Neste caso, trata-se de um filme agrícola de dupla face, à base de polietileno e aditivos especiais, utilizado na cobertura de solo. A tecnologia leva à retenção da umidade do solo e impede o crescimento de plantas daninhas, o que promove um melhor desenvolvimento vegetativo da planta e, consequentemente, maior produtividade da lavoura.

Já a exposição das Sacarias de Ráfia, para embalar sementes tratadas, reforça as vantagens da solução em relação às embalagens tradicionais. A sacaria de ráfia apresenta maior resistência ao rasgo e à umidade, preço mais competitivo e tem como diferencial a possibilidade de ser transparente, o que permite visualizar seu conteúdo. As sacarias utilizam a tecnologia da solda quente ao invés da costura convencional e proporcionam melhor acomodação. Este projeto conta com a parceria da Embrasa.

“É com muita satisfação que marcamos presença do PICPlast pela quinta vez na Agrishow, mostrando nosso compromisso em estimular as empresas transformadoras de plástico para criar soluções inovadoras, que contribuam para o crescimento do agronegócio no Brasil. Esta é, sem dúvida, uma grande oportunidade para os empreendedores do setor fecharem grandes negócios”, afirma Edison Terra, Vice-Presidente Executivo da Braskem.

Já José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast, acredita que este tipo de iniciativa mostra a versatilidade do plástico e o investimento dos transformadores na fabricação de soluções para diversas necessidades. “A participação dessas empresas na Agrishow reforça o aspecto sustentável e tecnológico do plástico enquanto matéria-prima pois evidencia o quanto as aplicações contribuem para o aumento da produtividade no agronegócio e para a redução de possíveis perdas”, ressalta Roriz.

O estande do PICPlast na Agrishow fica localizado na rua F, estande nº F9a. Comprometido com a capacitação do setor, o Plano conta com várias iniciativas que visam reforçar a qualificação e incentivar empresas transformadoras de plástico. Desde 2013 mais de 1.000 empresas foram beneficiadas pelas iniciativas desenvolvidas pelo PICPlast, que possui parcerias com instituições renomadas, como SEBRAE e Fundação Dom Cabral.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e Abiplast que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

Na linha de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

A Braskem conta com 8 mil colaboradores e produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos. A empresa exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e teve faturamento de R$ 55 bilhões em 2016, contando com 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico — Abiplast representa o setor de transformados plásticos e reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A Abiplast representa atualmente 12.384 empresas que empregam um total de 320.247 mil pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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PICPlast divulga pesquisa apontando o perfil e expectativas do transformador de plástico no Brasil

23/02/2018

Estudo mostra os principais interesses dos empreendedores da indústria de transformação.

O transformador de plástico no Brasil busca por iniciativas que o ajude a vender mais (59,4%) e acredita que inovação em produtos (49,3%) é o caminho para o crescimento. É o que mostra o estudo de mercado encomendado pelo PICPlast, Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, uma iniciativa setorial da Abiplast e da Braskem. Para 59,4% desta amostra, abrir novos mercados é a prioridade.

A pesquisa revelou ainda o perfil destes empresários: homens (78,1%), com mais de 35 anos (82,3%) e com escolaridade superior à graduação (86,7%), que conduzem empresas familiares (70,1%), com 50 a 500 funcionários (61,5%), localizadas no estado de São Paulo (46,8%).

O estudo também mostra a participação de diferentes áreas da transformação. Para a produção de filmes (ramo de 55,8% dos participantes da pesquisa) são usados equipamentos de extrusão onde a matéria-prima fundida forma filmes flexíveis que, posteriormente, serão transformados em embalagens. Já para a injeção de plásticos (31,7%), são usadas máquinas que injetam o material fundido sob pressão no interior de um molde, formando peças de formatos e aplicações diversas. Outro tipo de transformação do material plástico que aparece em destaque é o sopro-extrusão (20,5%) que produz, por exemplo, frascos para alimentos e bebidas, através da aplicação de ar comprimido que expande o material fundido dentro de um molde.

A pesquisa traz também a participação do setor da reciclagem dos materiais plásticos (9%) onde há a fabricação de grânulos de material reaproveitado que retornarão à cadeia produtiva na forma de novos produtos plásticos, evitando a extração de novos recursos naturais e aplicando o contexto da economia circular.

As empresas ouvidas produzem os mais diferentes tipos de produtos, principalmente embalagens para alimentos e bebidas ou tampas (37,4%). Bobinas plásticas (29,5%), produtos para agronegócios (22,3%), construção civil (18,7%) e embalagens para cosméticos (15,1%) também aparecem com grande relevância entre os itens produzidos.

Investir em renovação tecnológica, principalmente na área de processos e equipamentos, é o desejo de 38,5% dos empresários. O mercado e a concorrência são considerados os principais desafios para o crescimento para cerca de 30% dos entrevistados. Os empreendedores da indústria do plástico têm interesse em iniciativas voltadas à eficiência operacional, comprovado pelos percentuais altos daqueles que querem reduzir perdas (67,7%) e aumentar o controle de qualidade (61,2%).

Para atender a estas demandas, o PICPlast realiza, ao longo do ano, uma série de ações que visa beneficiar os atuantes do setor. Desde 2013 já foram investidos cerca de R$ 15 milhões em iniciativas direcionadas aos transformadores. São projetos que auxiliam desde o pensamento com foco em inovação até gestão financeira e controle de qualidade.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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Movimento Plástico Transforma promove a versatilidade e o potencial dos plásticos em “Cubo Mágico” na Avenida Paulista

09/12/2017

  • Batizada de PlastCoLab, iniciativa busca inspiração no movimento maker para apresentar a versatilidade e o potencial de transformação do plástico
  • Instalação oferece experiências gratuitas ligadas à inovação, criatividade e conhecimento

Com a proximidade do Natal, a avenida Paulista, no coração de São Paulo, ganha ainda mais visibilidade com as decorações típicas desta época do ano. A surpresa deste ano ficou por conta de um “cubo mágico”, icônico brinquedo dos anos 80, com nove metros de altura. Nele está funcionando o PlastCoLab, um makerspace pop up de três andares que oferece gratuitamente experiências ligadas à inovação, criatividade e conhecimento associados à versatilidade do plástico e seu potencial de transformação. A ação, que se iniciou no dia 3 e se encerrará no dia 17 de dezembro, é realizada pelo Movimento Plástico Transforma, pertencente ao Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), uma iniciativa setorial, e funcionará de terça a sexta, das 11h às 19h e sábados e domingos, das 10h às 18h.

O PlastCoLab tem como mote principal o movimento maker, uma extensão da cultura do “faça você mesmo”, que tem como base a idéia de que pessoas comuns podem construir, consertar, modificar e fabricar os mais diversos tipos de objetos e projetos com suas próprias mãos. Esta filosofia está presente por todo o PlastCoLab: por exemplo, no espaço Expo, no primeiro andar da instalação, está sendo possível ver de perto o funcionamento da impressora 3D criada pela Made In Space, empresa norte-americana líder no desenvolvimento de impressoras 3D para operação em gravidade zero e fornecedora da NASA. A máquina foi utilizada por astronautas para a produção de ferramentas utilizando o plástico feito a partir de fonte renovável, cana de açúcar, fornecido pela Braskem.

“O PlastCoLab traz ao público, de um jeito interativo e moderno, a alta tecnologia e a contemporaneidade dos produtos que utilizam o plástico como matéria-prima. Acreditamos que é importante aproximar a sociedade deste produto, dando a todos a possibilidade de participar de oficinas colaborativas, criando seus próprios projetos”, enfatiza José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast.

“Queremos aproximar a população das novas tecnologias e mostrar, de forma prática, o quanto a versatilidade do plástico já faz parte das nossas vidas e como ele continuará importante no futuro”, diz Edison Terra, Vice-Presidente Executivo da Braskem.

Andares e atrações:

O PlastCoLab está dividido em três andares. No primeiro andar há uma série de exposições interativas, entre elas o hockey de robôs, uma demonstração das inúmeras possibilidades da robótica, e os Bonecxs para Todxs, brinquedos criados pelo pessoal da MiranteLab que têm como proposta uma reflexão sobre padrões e identidades. Ainda, no mesmo espaço, também é possível manipular objetos produzidos na impressora 3D do Made In Space.

No segundo andar acontecem as oficinas, tais como: Impressão 3D na Prática, Robótica para Crianças, Construção de Fliperama e de Moldes Plásticos, Hortas Automatizadas, Oficina de Brinquedos e Oficina de Drones.

A troca de conhecimento continua no terceiro pavimento do PlastCoLab, onde acontecem palestras com especialistas ligados ao movimento maker. Entre eles, marcam presença Silvana Bahia, diretora de Projetos da Olabi & Preta Lab, projeto que estimula o protagonismo de meninas e mulheres negras e indígenas no campo da inovação e da tecnologia; Heloisa Neves, diretora Executiva da Associação Fab Lab Brasil e que lançou recentemente o livro “Fab Lab: a vanguarda da nova revolução industrial” e a palestrante mirim de 9 anos Manoela Meroti, que empreende desde os 6, vendendo pulseiras de elástico e quadros pintados à mão.

No terceiro andar também são realizados os Hackathons. O professor Charles Esteves Lima, diretor pedagógico do Adoro Robótica, e Maria Augusta Bueno, diretora do São Paulo Lab, organizam grupos de até 30 pessoas divididas em times de quatro ou cinco que irão gerar prototipos de acessórios em plástico e kits associados ao pensamento maker.

À noite, o público também pode participar de uma obra de arte e tecnologia interativa em escala urbana, “O Mestre Mandou”, de Lina Lopes. A fachada do PlastCoLab apresenta uma sequência de luz e cores que o participante deverá reproduzir com passos em um tablado com botões nas cores correspondentes. À medida que acertar, passará ao próximo nível de dificuldade. Para interagir com a obra, bastará postar uma foto com a hashtag da ação: #plasticotransforma. A atividade está disponível de terça a domingo, na área externa do PlastCoLab, das 18h às 22h.

Programação:

1o. andar
De terça a sexta, das 11h às 19h e sábados e domingos, das 10h às 18h.
Entre 3 e 17/12: Exposições Hockey de Robôs, Robôs Humanoides, Bonecxs para Todxs, O que é o Plástico?, Imprimindo o Futuro.

2o. andar
Oficinas sempre das 14h às 17h.
05/12 (terça-feira): Oficina de Objetos de Plástico com Moldes de Fabricação Digital;
06/12 (quarta-feira): Oficina de Stencil;
07/12 (quinta-feira): Oficina Impressão 3D na Prática;
08/12 (sexta-feira): Oficina de Robótica para Crianças;
09/12 (sábado): Oficina de Construção de Fliperamas;
12/12 (terça-feira): Oficina de Montagem e Pilotagem de Drones;
13/12 (quarta-feira): Oficina de Hortas Automatizadas;
14/12 (quinta-feira): Oficina de Vacuum Forming;
15/12 (sexta-feira): Oficina de Brinquedos em Impressoras 3D;
16/12 (sábado): Oficina de Acessórios em Acrílico com Corte a Laser

3o. andar
Palestras e Hackathons
08/12 (sexta-feira) das 15h às 16h: Palestra “Você Ainda vai Ser um Maker”, com Heloisa Neves;
09/12 (sábado) das 14h às 15h: Palestra “Maker Inclusivo”, com Silvana Bahia;
10/12 (domingo) das 10h às 18h: Hackathon “Educação Maker” com o Professor Charles Esteves Lima;
16/12 (sábado) das 14h às 15h: Palestra “Como Ganhei meu Primeiro Hackathon criando Brinquedo” com Manoela Meroti;
17/12 (domingo) das 10h às 18h: Hackathon “Mobilidade Urbana”, com Maria Augusta Bueno.

Serviço:
PlastCoLab
Data: 3 e 17 de dezembro
Horário: terça a sexta, das 11h às 19h e sábados e domingos, das 10h às 18h.
Local: calçada do Shopping Cidade São Paulo, localizado na avenida Paulista, 1230 – Bela Vista, São Paulo – SP
Quanto: a entrada é gratuita e por ordem de chegada. Para participar das oficinas, palestras e Hackathons, é necessário fazer uma pré-inscrição pelo site http://www.plastcolab.com.br.

Sobre o PICPlast: O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, e prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma. Para saber mais, acesse http://www.picplast.com.br e plasticotransforma.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Movimento Plástico Transforma

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PICPlast apresentou ferramenta inédita de gestão na Feiplastic 2017

19/04/2017

Voltada para pequenas e médias empresas de transformação plástica, plataforma auxilia companhias na tomada de decisões estratégicas e realizações de novos investimentos

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), iniciativa da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) e da Braskem, marcou presença na Feiplastic 2017 e apresentaou uma ferramenta inédita que irá auxiliar as pequenas e médias empresas do setor plástico na tomada de decisões estratégicas e controle do fluxo de caixa. Com um espaço exclusivo no stand da Braskem, os visitantes puderam conhecer de perto os programas de capacitação desenvolvidos pelo PICPlast, que já ajudou mais de 500 empresas transformadoras da indústria do plástico no Brasil nos últimos 3 anos.

Entre as novidades que foram apresentadas pelo Plano na feira, o destaque ficou por conta da ferramenta “Análises de investimentos”, que foi desenvolvida para ajudar a empresas que estejam planejando realizar algum investimento ou avaliar um projeto como por exemplo adquirir um novo equipamento ou molde. Para tanto, o PICPlast contratou a consultoria Advisia OC&C para desenvolver uma ferramenta que fosse intuitiva e prática e que atendesse a indústria de transformação.

Construído na linguagem Excel, o programa realiza cálculos sofisticados e indica resultados que apontam se os investimentos previstos são realmente vantajosos ou negativos. Disponibilizada gratuitamente para os visitantes da feira, a ferramenta é uma boa solução do ponto de vista financeiro capaz de apontar informações como a taxa de retorno projetada para os investimentos e se é realmente interessante para o empresário tomar crédito para uma expansão que esteja pensando em realizar.

“Com essa nova plataforma, queremos capacitar e profissionalizar as empresas do setor para que elas se tornem mais competitivas no mercado nacional e internacional”, afirma Edison Terra, vice-presidente da Braskem. Já para José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST, a ferramenta irá beneficiar empresas que atuam em diversos segmentos. “São investimentos como esse que impactam positivamente o dia a dia da indústria de transformação”, conta.

Também durante a Feiplastic, os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer a versão atualizada do programa “Custos e rentabilidade”, que já está disponível para as empresas do mercado de forma gratuita. Desenvolvida para companhias que ainda não possuem sistemas de alta performance, ela funciona como uma plataforma simples e auxilia os transformadores na gestão dos negócios. Nela é possível inserir informações importantes sobre a rotina da companhia e gerar relatórios que apontam para cenários futuros e real capacidade da empresa em atender as demandas dos seus clientes.

Para ter acesso ao material, os visitantes devem se cadastrar previamente no site do PICPlast: http://www.picplast.com.br

Fonte: Abiplast

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O valor das empresas no Brasil

06/03/2017

Por José Ricardo Roriz Coelho (Presidente da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico)*

Hoje o maior sonho de boa parte dos empresários brasileiros é vender sua empresa.

Com o negócio, vão-se as dores de cabeça: sucessivos litígios trabalhistas, licenças que levam anos para sair em definitivo, crédito escasso, juros altos, tributos sobre tributos e tantos outros inconvenientes que prejudicam o dia a dia do empreendedor no país.

O diagnóstico é aterrorizante, mas é a realidade que vivemos. Precisamos urgentemente resgatar o valor que as empresas têm para o país. Elas são o maior vetor para o crescimento de investimento, emprego e capacitação profissional, pesquisa e inovação.

Não estão incluídas aqui companhias que não têm em seu DNA a busca incessante por excelência em gestão, rigorosos padrões éticos e de compliance.

Uma empresa deve ter o foco em inovação e no desenvolvimento de produtos. Precisa encantar seus clientes -e não desperdiçar suas energias em vencer a burocracia, enfrentar a insegurança jurídica e honrar as sufocantes e desproporcionais despesas financeiras, como acontece hoje no Brasil.

No final do ano passado, o governo federal lançou um minipacote de reformas para reaquecer a economia, centrado no crescimento, na produtividade e na desburocratização. A iniciativa é salutar. Agora em março se encerram os primeiros prazos para a implantação do programa.

O cenário ainda é preocupante. O ano passado terminou com um expressivo aumento no número de pedidos de recuperação judicial – incríveis 44,8% em relação a 2015. Há que se somar a isso o elevado endividamento das empresas, a dificuldade de acesso ao crédito e a baixa perspectiva de crescimento econômico para este ano.

A atividade industrial é fundamental para o país voltar a crescer. Um ambiente de negócios mais favorável proporciona a retomada da indústria e abre oportunidades de desenvolvimento de atividades empreendedoras de alto valor agregado.

Todos os setores são importantes, mas com as dificuldades apresentadas tem perdido espaço a indústria de transformação, que é justamente a área com maior capacidade de alavancar a economia.

A indústria de transformação é também a que mais inova, com maior capacidade de desenvolvimento tecnológico. É responsável por cerca de 30% do total do investimento produtivo privado (excluído setor público e famílias) e por aproximadamente 25% das vagas de emprego acima de cinco salários mínimos, além de representar perto de 30% da arrecadação tributária nacional, a despeito de corresponder por apenas 11,8% do PIB em 2015.

Se por um lado o governo está atuando para melhorar a manutenção de empresas no país, por outro tem realizado ações que reforçam a percepção de que o setor industrial deve perder ainda mais espaço.

Houve um claro direcionamento de menor atuação do BNDES no crédito de longo prazo e enfraquecimento do conteúdo local.

Com desburocratização e incentivos à produtividade e ao crescimento, conseguiremos resgatar a capacidade das empresas. Negócios que estão em dificuldade não investem, não contratam, não inovam. Quando quebram, geram desemprego, débitos com fornecedores, clientes e com o fisco.

Acabam destruindo elos importantes da cadeia produtiva e jogam fora décadas de conhecimento desenvolvido e talentos tão necessários ao país.

A principal tarefa do governo neste momento deve ser ajudar a resgatar a força das empresas para que elas fomentem investimentos e novos negócios. Caso contrário, permaneceremos estagnados, vendo nossa competitividade se distanciar cada vez mais dos países que concorrem conosco.

*Artigo publicado na Folha de S.Paulo;

Foto: arquivo

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Feiras IPACK-IMA E PLAST 2018 preparadas para exibir materiais inovadores em Milão, em 2018

22/02/2017

plast2015

As duas feiras, integradas na Aliança para a Inovação que irá ocorrer no Pavilhão da Fiera Milano, de 29 de Maio a 1 de Junho de 2018, criaram uma nova exposição satélite dedicada a materiais e embalagens inovadores, organizada em colaboração com a Material ConneXion Italia e apresentada em 7 de Fevereiro no Museu Triennale Design, em Milão

Materiais e produtos inovadores e funcionalizados para o segmento premium são o foco da Innovative Material Solutions 2018, a nova exibição satélite da IPACK-IMA e PLAST que fará sua estréia na Fiera Milano como parte do evento “Innovation Alliance”, a ser realizado de 29 de maio a 1 de junho de 2018. A nova exposição foi apresentado em 7 de fevereiro no Museu Triennale Design, em Milão.

Organizada em colaboração com a Material ConneXion Italia, a feira será totalmente dedicada a soluções de materiais inovadores, incluindo matérias-primas, produtos semi-acabados e componentes para produtos de alto valor agregado, embalagens e recipientes inovadores. Ele servirá como um caldeirão de idéias e inspirações criativas para áreas corporativas estratégicas, desde o P&D até o Marketing.

Para satisfazer às necessidades das empresas e dar a melhor cobertura possível aos vários setores de produtos, o evento será dividido em duas seções, localizadas nos pavilhões da PLAST e da IPACK-IMA no centro do recinto de exposições Rho-Pero: PLAST-MAT e IPACK-MAT.

A primeira (PLAST-MAT) será dedicado à inovação em materiais plásticos, com um forte enfoque na sustentabilidade ambiental e desempenho técnico avançado.

A segunda (IPACK-MAT) irá focalizar soluções de embalagens avançadas, com uma ênfase específica em anti-falsificação, embalagens inteligentes e embalagens de alto valor agregado e / ou de baixo impacto ambiental.

Além da área de exposição que abrange dois pavilhões, a Innovative Material Solutions 2018 também terá uma mostra que apresentará uma visão geral de todas as empresas que participam da iniciativa e demonstrará os produtos mais significativos. Serão também organizadas iniciativas para empresas que oferecem e procuram soluções e materiais avançados para o design, fabricação e embalagem de produtos.

A IPACK-IMA 2018 é a feira das tecnologias de processamento e embalagem para as indústrias alimentícias e não-alimentícias, organizada pela Ipack Ima srl, uma empresa criada em conjunto pela UCIMA (Associação Italiana dos Fabricantes de Máquinas Automáticas de Embalagem) e pela Fiera Milano.

A PLAST 2018 é a feira de tecnologias para a indústria de materiais plásticos e de borracha, organizada pela Promaplast srl, uma empresa de serviços da ASSOCOMAPLAST (Associação Italiana dos Fabricantes de Máquinas e Moldes para Plásticos e Borrachas).

A Material ConneXion é uma rede mundial de pesquisa e consultoria para materiais inovadores e sustentáveis. Fundada em 1997 em Nova York, a Material ConneXion é agora propriedade da editora americana Sandow Media Group e também tem filiais na Europa e na Ásia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PLAST 2018

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