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PEAD e PVC são os principais materiais utilizados na construção de redes para saneamento básico no Brasil

06/05/2022

Resistência e durabilidade são as principais vantagens do material

Em julho de 2020, foi sancionado o novo Marco Legal de Saneamento, o qual prevê a universalização dos serviços de água e esgoto até o ano de 2033. A nova lei tem como intuito alcançar quase 35 milhões de brasileiros que não têm acesso à água potável, segundo dados apresentados pelo Instituto Trata Brasil. Também prevê a instalação de coleta de esgoto para 100 milhões de brasileiros carentes do serviço no país, ainda de acordo com o instituto. Para atender essa fatia da população, o uso do plástico nas obras de saneamento é fundamental.

O PVC, por exemplo, é o material mais utilizado na fabricação de tubos e conexões, essenciais nas instalações de sistemas domésticos, como residências e estabelecimentos comerciais. Segundo o Instituto Brasileiro do PVC, o material está presente em 90% das instalações prediais. É uma solução superior aos tubos de metal por ser leve, mais resistente e ter um custo menor de produção.

Um estudo conduzido em 2019 pelo Conselho Europeu de Fabricantes de PVC (ECVM) e a Associação Europeia de Tubos e Acessórios de Plástico indica que as encanações no material têm vida útil maior que 100 anos, importante também quando se trata de construções perenes, como rede de água e esgoto dentro das residências. É o material que tem menor probabilidade de precisar de manutenção, por não sofrer corrosão.

Já o PEAD (polietileno de alta densidade) é largamente utilizado nas construções de saneamento básico por distribuidoras de água e companhias de captação de esgoto. Sua composição química se torna essencial nessas ligações por não permitir que os tubos passem por esclerosamento, ou seja, é muito mais difícil, nesse material, que se acumulem partículas nas paredes dos tubos. Dessa forma, fica garantido que a rede fluvial não perca sua capacidade de vazão. Quando se trata de circulação de esgoto, há também partículas abrasivas que podem corroer os tubos de aço e ferro fundido com o passar do tempo. Nesse cenário, o PEAD se mostra como o melhor material para essa aplicação por ser mais resistente.

Não à toa, é o material mais utilizado para obras de saneamento básico não só no Brasil, mas ao redor do mundo. Tanto que a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, a SABESP, tem feito substituições de sua infraestrutura por tubos em PEAD no âmbito de seu programa para redução de perdas. Segundo Adriano Meirelles, diretor Comercial da FGS, a etapa atual do projeto, que conta com financiamento da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA, na sigla em inglês), já possui investimento em torno de 3,5 bilhões de reais em mudanças, dentre elas a substituição pelos tubos em polietileno.

“A água é um bem extremamente valioso e os índices de perda das companhias estaduais e municipais são muito altos. Em São Paulo, por exemplo, a Sabesp está indo cada vez mais longe buscar água, pois as bacias hídricas próximas já estão sendo usadas em seu potencial máximo. Nesse sentido, a companhia iniciou um projeto que custou mais ou menos um bilhão e meio de reais, com o objetivo de buscar novas fontes a 90km da cidade. Graças ao PEAD foi possível pensar em um programa para diminuição de perdas, atualmente em torno de 30~40%. Se diminuirmos essa porcentagem para apenas um dígito, não vamos precisar buscar água tão longe e a economia será muito grande”, explica o diretor.

Segundo Simone Carvalho, membro do comitê técnico do PICPlast, outros benefícios que os tubos plásticos oferecem são o baixo índice de condutividade, o que evita a mudança drástica na temperatura da água encanada, e a alta possibilidade de reciclagem, característica do plástico. “O material presente nas tubulações é reciclável, portanto, além de ter longa vida útil quando aplicado em projetos de saneamento, ele ainda pode ser reciclado e transformado em outros produtos, o que confere uma duração ainda maior”, explica.

Proporcionar rede de água e esgoto para 100% dos brasileiros é um dos muitos desafios que as iniciativas pública e privada terão para que o Brasil possa se desenvolver e proporcionar plena cidadania para seus habitantes. Nesse cenário, o uso do plástico nas obras, por meio de encanamentos em PVC e PEAD, se torna um atalho para agilizar esse processo.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem, maior produtora de resinas das Américas, e ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação e reciclagem plástica. O PICPlast já investiu cerca de R$ 20 milhões em ações em prol da imagem do plástico e programas de capacitações.

A iniciativa é baseada em dois pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, e promoção das vantagens do plástico. O PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

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Corrida de São Silvestre reciclará copos plásticos utilizados por participantes da prova

23/12/2021

Parceria entre o Movimento Plástico Transforma e a Organização da Prova viabilizará coleta de copos plásticos utilizados para reciclagem e transformação dos itens

Os copos plásticos de água distribuídos a todos os participantes da 96ª Corrida Internacional de São Silvestre, no próximo dia 31 de dezembro, na capital paulista, voltarão para a sociedade como caixas organizadoras. Pelo segundo ano, uma parceria do Movimento Plástico Transforma com a Fundação Cásper Líbero e a Yescom, coletará as embalagens, que serão recicladas, transformadas e doadas para entidades públicas do estado de São Paulo.

A estimativa da Organização da prova é que cerca de 350 mil copos de água sejam consumidos, em diversos pontos distribuídos ao longo do percurso da Corrida de 15 km, que exige muita hidratação dos participantes. A embalagem plástica é o formato mais apropriado para o corredor ingerir o líquido de forma rápida e segura.

Com a parceria, o resíduo coletado durante a prova será transportado até uma unidade de reciclagem, beneficiado com a retirada do lacre e transformado em matéria-prima, que dará origem a novos produtos. Além de dar nova vida aos copos, a parceria viabilizará a doação desses produtos para muitas pessoas. A previsão é que os copos recolhidos pela equipe sejam transformados em até 10 mil caixas organizadoras.

“O resultado positivo da ação realizada na última edição da São Silvestre fez com que repetíssemos a iniciativa nesse ano. Nosso objetivo é mostrar para a sociedade a importância do descarte correto e da reciclagem, não apenas do plástico, mas de todos os resíduos”, afirma Edison Terra, vice-presidente de Olefinas e Poliolefinas na América do Sul da Braskem. Já José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST, reforça como a iniciativa é um exemplo de economia circular. “Mostramos com essa ação o poder de transformação do plástico e sua versatilidade. Além disso, também é uma demonstração para a sociedade de como a indústria está comprometida com a sustentabilidade da cadeia”, complementa.

O Movimento Plástico Transforma também coletará os copos na sala de imprensa e realizará uma ativação com os participantes durante a Expo Atleta, ação para a entrega dos kits, entre 27 e 30 de dezembro, no Palácio das Convenções – Parque Anhembi.

Edição 2019

Esse é o segundo ano da parceria entre o Movimento Plástico Transforma e a Corrida de São Silvestre. Em 2019, os copos recolhidos foram transformados em 1.800 lixeiras, doadas para escolas públicas das cidades de Jaguariúna e São Carlos, no interior de São Paulo. Ao todo, foram produzidos 900 coletores para resíduos recicláveis e 900 para orgânicos, que impactaram a rotina de cerca de 120 mil alunos, nas duas cidades.

Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma tem como objetivo promover conteúdo e ações educativas que demostram que o plástico, aliado à tecnologia, à criatividade e à responsabilidade, traz inúmeras possibilidades para os mais diferentes segmentos. Além do site, em que é possível encontrar conceitos importantes sobre aplicações, reutilização, descarte correto e reciclagem do plástico, o Movimento é responsável por diversos projetos voltados à sociedade que juntos já impactaram mais de 200 mil pessoas. A iniciativa é uma ação do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – fruto da parceria entre a ABIPLAST e a Braskem.

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Movimento Plástico Transforma firma parceria com o Grupo Muda para estimular o descarte seletivo

22/11/2021

O Movimento Plástico Transforma e o Grupo Muda fecharam parceria com o objetivo de levar educação ambiental e implementar soluções para o descarte seletivo a moradores de um condomínio residencial na Zona Leste da cidade de São Paulo. A iniciativa beneficiará 200 apartamentos, em 9 blocos, e aproximadamente 800 moradores do condomínio Páteo Andaluz, em São Miguel Paulista. A expectativa é recolher 80m3 por mês.

Por meio do programa “Adote um condomínio”, idealizado pelo Grupo Muda, foi implementado um modelo de operação para efetivar o descarte seletivo de forma individualizada e focalizada na comunicação e na educação ambiental. Juntos, o Movimento e o Instituto são responsáveis pelo treinamento dos prestadores de serviços e condôminos, comunicação voltada para a consciência ambiental, adequação da infraestrutura, com a instalação dos contêineres e coleta dos resíduos. A Cooperativa Central Tietê é quem recebe os resíduos e pode, a partir disso, ampliar a geração de renda dos cooperados.

O Movimento e o Muda realizaram webinares para capacitação e treinamento de funcionários e moradores, além do encontro presencial no dia da inauguração da ação no condomínio, para tirar dúvidas sobre o descarte correto dos resíduos recicláveis, orgânicos e dos recicláveis especiais. “É muito comum, principalmente no início do processo, que os moradores tragam dúvidas simples sobre o que pode e o que não pode ser reciclado, bem como os meios corretos para o descarte dos resíduos – como o cuidado na hora de separar eletrônicos e óleo, por exemplo”, explica Alexandre Furlan CEO do Grupo Muda.

“Está no DNA do Movimento do Plástico Transforma ações que estimulem a educação e a conscientização sobre a importância do descarte correto dos resíduos plásticos e de outros materiais. Nossa expectativa é estimular os moradores a criar essa consciência ambiental, participar ativamente da iniciativa e compartilhar com seus amigos e familiares a experiência, ampliando o esforço e os resultados”, conta Simone Carvalho, uma das coordenadoras do Movimento Plástico Transforma.

Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma tem como objetivo promover conteúdo e ações educativas sobre o uso do plástico. Além do site, em que é possível encontrar conceitos importantes sobre aplicações, reutilização, descarte correto e reciclagem do plástico, o Movimento é responsável por diversos projetos voltados à sociedade. A iniciativa é uma ação do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – fruto da parceria entre a ABIPLAST e a Braskem.

O Grupo Muda é uma empresa que atua desde 2009 com o objetivo de promover práticas sustentáveis nos condomínios residenciais da cidade de São Paulo, por meio da gestão de resíduos e da obtenção de benefícios sociais, ambientais e econômicos para toda a sociedade. Nesse período, implantou a coleta seletiva em 500 condomínios da capital paulista, atingindo mais de 250 mil moradores e 80 mil funcionários dos condomínios. Por mês, destina corretamente mais de 500 toneladas mensais de materiais recicláveis às cooperativas.

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Educação como ferramenta de transformação: os cinco anos de Movimento Plástico Transforma

19/11/2021

Artigo de José Ricardo Roriz Coelho e Edison Terra Filho*

A destinação correta dos resíduos sólidos tem sido tema de constante debate na gestão ambiental. O principal motivo é o impacto gerado pelo consumo e descarte inadequado no meio ambiente. A versatilidade dos plásticos destacou-se ainda mais para a sociedade no combate à pandemia de COVID-19. Ele se mostrou essencial para fabricar máscaras, viseiras e luvas, entre outros Equipamentos de Proteção Individuais – os EPIs – como máscaras, viseiras e luvas, entre outros equipamentos. Além disso, a matéria-prima também serve como barreira física em diversos estabelecimentos, coberturas em máquinas para pagamento e vedação em pratos para alimentação.

Mostrar as inúmeras possibilidades do material, bem como reforçar a importância do seu descarte correto, foi o insight para a criação do Movimento Plástico Transforma, uma iniciativa do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, parceria entre a ABIPLAST e a Braskem. Há cinco anos, o projeto tem como missão promover conteúdo e ações educativas para demostrar que o plástico, aliado à tecnologia, à criatividade e à responsabilidade, traz inúmeras possibilidades para os mais diferentes segmentos.

Por meio de ações educativas e interativas, o projeto procura valorizar e contribuir com o desenvolvimento de uma melhor percepção do plástico na sociedade, além de provocar discussões sobre temas correlacionados, como consumo consciente, reutilização inteligente, descarte e reciclagem do plástico. Ao longo de meia década, o Movimento Plástico Transforma já realizou diversas ações para cumprir com o seu propósito.

A primeira iniciativa voltada para a sociedade foi a instalação interativa PlastCoLab. A edição inicial, realizada em plena avenida Paulista, ofereceu workshops, hackathons e exposições distribuídos pelos três andares de um estande em formato de um cubo mágico, com 9 metros de altura. O sucesso paulistano levou a instalação para Porto Alegre, Salvador e Brasília, com recorde de público a cada edição. Ao todo, mais de 37 mil pessoas ficaram interessadas em descobrir como potes plásticos se transformaram em hortas automatizadas, saber sobre as inúmeras possibilidades da caneta de impressão 3D ou simplesmente assistir à performance do robô Beo, confeccionado quase todo em plástico.

O sucesso do PlastCoLab com o público infantil levou o Movimento a lançar um outro grande projeto, destinado a crianças e adolescentes com idades entre 4 e 14 anos. A Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque temático KidZania, em São Paulo, ensina sobre conceitos sustentáveis e reciclagem. Desde a inauguração, em janeiro de 2019, já recebeu mais de 18 mil visitantes, que conheceram, na prática, os conceitos e a importância do descarte correto e do processo de reciclagem. Por meio de uma brincadeira divertida, tivemos a oportunidade de destacar a importância e os benefícios do uso do plástico, bem como reforçar a participação essencial de cada indivíduo no caminho circular do material. Somente pela educação é possível influenciar o presente para que as futuras gerações apliquem conceitos indispensáveis em casa, na escola e ensine-os a todos ao seu redor.

A mais recente ação do Movimento Plástico Transforma foi uma parceria com a Fundação Cásper Líbero, a Gazeta Esportiva e a Yescom, para a coleta dos copos d’água entregues aos corredores da 95ª Corrida Internacional de São Silvestre. O material coletado na ação foi reciclado e transformado em 1.800 lixeiras para coleta seletiva, entregues às escolas públicas de São Carlos e Jaguariúna, no interior de São Paulo. Esta ação possibilitou impactar não só os participantes da corrida, como o público que acompanhou o evento e os alunos e professores das escolas para onde as lixeiras foram encaminhadas. A ação mostrou que, ao ganhar um destino certo, embalagens de plástico podem ser transformadas em objetos que contribuem com o meio ambiente e para a disseminação de conceitos fundamentais à sociedade. Ao conscientizar sobre o consumo consciente, o descarte correto e a reciclagem do plástico, estamos também agindo de forma responsável.

Esses são alguns exemplos das diversas ações que o Movimento Plástico Transforma vem realizando em seus cinco anos de existência e que já impactaram mais de 200 mil pessoas. É apenas o começo! Uma série de ações e projetos que tiveram que ficar em standby, em função da pandemia, estão em nosso pipeline, para dar continuidade à missão de mostrar os benefícios do plástico e conscientizar a sociedade acerca da versatilidade do material e suas infinitas possibilidades.

*José Ricardo Roriz Coelho é Presidente da ABIPLAST e Edison Terra Filho é vice-presidente executivo da Unidade de Poliolefinas da América do Sul e Europa da Braskem. O Movimento Plástico Transforma é uma ação do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – fruto da parceria entre a ABIPLAST e a Braskem.

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ONG transforma lixo marinho em objetos plásticos

19/06/2021

Coleta de lixo marinho se transforma em objetos como bancos de praça, brinquedos e quilhas de pranchas de surf

A ECO Local Brasil é uma instituição que tem como objetivo mitigar os impactos causados pelo descarte indevido dos resíduos plásticos no meio ambiente. Desde 2002, a organização não governamental (ONG) é responsável por ativações ambientais de limpeza de praia, principalmente no litoral Sul e Sudeste do Brasil.

Até agora, a ECO Local Brasil já transformou mais de 70 toneladas de plástico por meio de logística reversa, realizando centenas de ações, entre coleta de resíduos nas praias, visitas a escolas para conscientização dos alunos e doação de objetos feitos com a matéria-prima reciclada – como quilhas de surf e brinquedos. Para isso, a organização também conta com uma rede de projetos parceiros em todo o litoral Sul e Sudeste. Eles enviam os resíduos para a instituição, que os devolve em forma de matéria-prima transformada. “O que nós entendemos, como ONG, é que não basta ficar apontando para o problema. É preciso também chegar com a solução. Por isso a gente encabeçou essa responsabilidade”, conta o fundador da ONG, Filipe Oliveira. “Nós entendemos que seria importante também sermos responsáveis pelo transporte e por dar um destino final àquilo que a gente coleta”.

Após 16 anos de atuação, em 2018, seus participantes entenderam que não bastava recolher, era preciso também tratar. Então, a ONG se reorganizou e criou também uma empresa na área de prestação de serviços para fazer o gerenciamento do material por categorias. O plástico retirado das ações ambientais é transformado em pellets (grânulos) sustentáveis, com os quais as indústrias transformadoras fabricam novos produtos plásticos. A empresa também produz seus próprios objetos, que vão desde bancos de praça e lixeiras até quilhas para pranchas de surf.

Reciclagem em números

Em 2019, o Brasil reciclou 838 mil toneladas de plástico, um aumento de 10% em relação a 2018, segundo dados da pesquisa da reciclagem do Plástico, realizada anualmente pelo PICPlast. O estudo também mostra diminuição de 15,1% nas perdas do processo de reciclagem. Ainda que o país tenha avançado na reciclagem, há muito a ser feito.

O Movimento Plástico Transforma, que tem como objetivo reforçar conceitos como consumo consciente, destinação correta dos resíduos, reciclagem de plásticos pós-consumo e transformação em novos produtos, avalia que é necessária uma adaptação da indústria e dos consumidores à nova realidade. Segundo a instituição, a pesquisa demonstra que os principais motivos de perda no processo da reciclagem são de contaminação da sucata por descuido no descarte e, também, por triagem desqualificada. Cerca de 45% dos materiais coletados são PET, material reciclável.

Ainda que grande parte dos resíduos plásticos descartados incorretamente no meio ambiente seja de produtos finais, como embalagens, a perda dos pellets pela indústria do plástico também é uma fonte de preocupação. Atenta a isso, a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) é licenciadora do Programa Pellet Zero no Brasil, do qual a Braskem é signatária. A iniciativa tem como objetivo prevenir a perda de pellets, matéria-prima usada para fabricar os produtos plásticos. Para o Movimento Plástico Transforma, a iniciativa é importante para mitigar a perda dos pellets no meio ambiente, já que é também responsabilidade da indústria do plástico seguir um cronograma focalizado em conceitos da economia circular. A recuperação desse material não só evita problemas ambientais como pode significar diminuição no custo de sua produção a longo prazo.

Pellets e a mobilização da cadeia do plástico

A Abiplast é licenciadora do Programa Pellet Zero no Brasil desde o fim de 2019. A iniciativa consiste em evitar e conter vazamento de pellets (grânulos plásticos antes da transformação), os quais podem ser levados para córregos, rios e mares. A Braskem é signatária do PPZ pela Plastivida (também licenciadora) e já alcançou a última estrela do programa.

O PPZ-OCS® visa o engajamento de todo o setor dos plásticos em uma ação contínua e eficaz de contenção dos pellets e demais formas de resina, evitando a contaminação dos corpos d’água e, consequentemente, do oceano.

Segundo o Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar, existem 274 municípios brasileiros ao longo de 8.500 km de costa, . Esses números ilustram o tamanho do desafio do combate ao lixo no mar. Trata-se de um problema complexo, que demanda uma nova postura de todos os setores da sociedade na execução de ações pragmáticas e viáveis.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e Abiplast, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais para contribuir com a competitividade e o crescimento da transformação e reciclagem plástica. Baseado em dois pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados para o reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

Em relação à atividade de promoção das vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

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Abiplast lança site com foco em Economia Circular dos Plásticos

19/06/2021

Site especial sobre economia circular será um fórum online de debate a respeito do tema, com informações e notícias

A Abiplast lançou no dia 18/06, o portal Feito para Circular, um site especial sobre economia circular. Mais do que um portal de conteúdo e agregador de notícias, será um fórum online de debate de ideias a respeito do tema, com portas abertas às empresas, mídias, formadores de opinião, poder público, e a todos que queiram participar da conversa.

É mais uma iniciativa em sinergia com a estratégia da associação de ampliação do debate em torno da economia circular, tema que está no topo das prioridades da Abiplast, entidade pioneira na abordagem do conceito no setor. O portal carrega o caráter colaborativo e integrativo da própria concepção da economia circular, agregando e convergindo as vozes em prol da construção da circularidade do plástico no Brasil.

“O lançamento do portal tem o objetivo de reforçar as ações da Abiplast em torno da economia circular. Mas queremos ir além, fomentando novas iniciativas e parcerias, divulgando informações atuais e, claro, abrindo espaço a todos os interessados em discutir o novo modelo de economia”, diz o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho.

Além do novo portal, a Abiplast firmou duas importantes parcerias relacionadas a economia circular. Ao lado da Fundação Ellen MacArthur, a associação está divulgando o Circulytics®, ferramenta gratuita que apoia a transição de uma empresa para a economia circular, independentemente do setor, complexidade ou porte. Além da avaliação de produtos e fluxos de materiais, a ferramenta de medição da empresa como um todo revela até que ponto a circularidade foi alcançada em todas as suas operações. Isso é feito usando o conjunto mais amplo de indicadores atualmente disponíveis: viabilizadores e resultados.

A Abiplast também é a mais nova parceira do Movimento Circular, uma comunidade que tem por objetivo promover educação sobre economia circular e reúne empresas, escolas, entidades e pessoas empenhadas em não deixar nada virar lixo. A iniciativa é coordenada pela Atina Educação.

“Feito para Circular” (www.feitoparacircular.com.br) terá um manifesto da Abiplast sobre economia circular, destacando que chegou a hora de implementar o conceito na prática no Brasil. Além disso, vai oferecer informações e notícias, além de ações da associação e de parceiros para acelerar de forma efetiva esse processo, sobretudo na cadeia do setor da indústria de transformação do plástico.

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Movimento Plástico Transforma apóia o Tampinha Legal, iniciativa que coleta tampas plásticas para reciclagem

26/05/2021

Liderada pela parceria entre a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e a Braskem, a iniciativa promove a imagem do plástico, apresentando projetos de inovação e educação.

Há mais de 4 anos a iniciativa “Tampinha Legal” fomenta a coleta de tampas plásticas em prol de entidades assistenciais do terceiro setor. O programa conta com o patrocínio do Movimento Plástico Transforma, que mostra o potencial de transformação do plástico e é liderado pela parceria entre a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) e a Braskem. Segundo os coordenadores do Movimento Plástico Transforma, o Tampinha Legal é o maior programa socioambiental de caráter educativo em economia circular da indústria de transformação do plástico na América Latina.

Para Fernanda Maluf, uma das coordenadoras do Movimento Plástico Transforma, “a parceria reforça a importância da reciclagem e estimula o engajamento da população com a causa, de maneira educativa”.

Segundo a coordenadora do Instituto SustenPlást, Simara Souza, o Movimento Plástico Transforma mostra que o plástico é aliado em frentes como a inovação e a responsabilidade socioambiental, promovendo os conceitos da economia circular, assim como o Tampinha Legal. “O Tampinha Legal proporciona ações modificadoras de comportamento de massa, ou seja, a sociedade civil é inserida, na prática, na economia circular. É importante nos cercarmos de iniciativas que façam com que o plástico pós-consumo seja valorizado por todos. Esta matéria-prima nobre deve retornar para a indústria para a produção de novos artefatos e também novas possibilidades”, explica.

Com os recursos obtidos por meio do Tampinha Legal, as entidades assistenciais participantes podem adquirir medicamentos, alimentos, equipamentos, ração animal e/ou materiais escolares, e também custear tratamentos e exames de saúde humana e animal, melhorias em suas sedes, entre outras ações, impactando positivamente em muitas vidas.

O Tampinha Legal é iniciativa do Instituto SustenPlást e, por meio de ações modificadoras de comportamento de massa, promove conscientização quanto ao destino adequado dos resíduos plásticos, colocando em prática os princípios da economia circular.

Todos os segmentos da sociedade são convidados a juntar tampinhas e destiná-las para entidades assistenciais cadastradas junto ao programa, o qual busca a melhor valorização de mercado para o material.

Os valores obtidos são destinados integralmente para as instituições sem rateios ou repasses e sem que o programa receba comissões e/ou gratificações sobre o material coletado. Só em 2020, a arrecadação ultrapassou 1 milhão de reais, que foi totalmente destinada aos participantes.

Recentemente, o Instituto lançou também o Copinho Legal, que conta com o apoio da Abiplast e adesão de empresas membros da Câmara Setorial dos Fabricantes de Descartáveis Plásticos da associação. O Copinho Legal segue o modelo do Tampinha Legal, destinando os recursos obtidos com a venda dos descartáveis plásticos (copos, pratos e talheres) para as entidades assistenciais.

O Tampinha Legal atua no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Goiás e no Distrito Federal. Além do site – tampinhalegal.com.br, também é possível acompanhar a transparência do trabalho do programa por redes sociais, como YouTube, Instagram e Facebook, e pelo aplicativo Tampinha Legal, onde é possível localizar os pontos de coleta mais próximos, entidades assistenciais e empresas participantes. Em Porto Alegre, o Tampinha Legal conta com o apoio estratégico da Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais da FIERGS.

Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma visa ressaltar a utilização do plástico, de forma criativa e responsável, em soluções que podem transformar o dia a dia e o futuro. A primeira iniciativa voltada para a comunicação com a sociedade assinada pelo Movimento Plástico Transforma foi a instalação interativa PlastCoLab. A ação atingiu mais de 37 mil pessoas e contou com quatro edições, realizadas nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Brasília. Outro projeto relevante é a Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque KidZania, em São Paulo, que visa demonstrar – de forma lúdica e educativa – as principais etapas do processo de reciclagem do plástico e já atingiu mais de 18 mil pessoas. No site www.plasticotransforma.com.br e nas redes sociais do projeto é possível encontrar conceitos importantes sobre economia circular e iniciativas inovadoras de uso, reuso, descarte correto e reciclagem do plástico.

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Empresas do Rio de Janeiro concluem programa de treinamento sobre Gestão da Inovação promovido pelo PICPlast

03/04/2021

PICPlast dá sequência a treinamentos voltados à indústria da transformação com conteúdo disponibilizado em plataforma online

O Programa Gestão de Inovação (PGI) do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma das iniciativas voltada aos os colaboradores envolvidos na indústria da transformação. Realizada em parceria com a consultoria Avantec-BR, a ação já formou quatro turmas, com participantes dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. A quarta turma, com empresas do Rio de Janeiro, concluiu o treinamento mesmo com a pandemia. Para tal, foi necessária a adaptação dos treinamentos presenciais, o que propiciou um aprendizado para todos no uso de novas ferramentas e maneiras de comunicação e interação.

“Desde a sua criação, o PICPlast vem realizando diversos encontros com transformadores, com a proposta de compartilhar conhecimentos para o desenvolvimento da cadeia. A inviabilidade de reuniões presenciais não poderia interromper esse trabalho, por isso migramos para a plataforma online, seguindo o conteúdo planejado” explica Fernanda Maluf, membro do PICPlast.

Para realizar o PGI online, os organizadores pesquisaram as melhores ferramentas para que os inscritos pudessem acessar o material de forma segura. O que era realizado em encontros presenciais mensalmente passou a ser feito em vídeo conferências, semanais ou quinzenais. “Sem dúvida, foi um aprendizado para todos nós”, diz Fernanda.

Comprometimento – O momento delicado não desanimou as 12 empresas participantes do PGI/RJ, que chegaram a fazer os dois primeiros módulos de forma presencial. Os cerca de 60 envolvidos conseguiram manter uma regularidade no acompanhamento do treinamento online. “Ficamos impressionados com a disciplina das empresas. Mesmo com todas as dificuldades e incertezas do momento que vivemos, elas conseguiram dar prioridade e importância ao treinamento”, afirma Antonio Xavier, consultor da Avantec-BR.

De acordo com os organizadores, o ambiente virtual trouxe algumas vantagens para o programa. “Na versão presencial, as dinâmicas eram feitas em grupos com participação de várias empresas. No modelo remoto, foram realizadas atividades individualizadas por companhia. Dessa forma, o que antes era exercitado com situações hipotéticas, passou a ser aplicado em casos reais, adaptados à situação das empresas”, revelam os consultores da Avantec-BR, Luís Cassinelli e Manoel Lisboa.

Os encontros online do PGI RJ foram realizados, em média, com duração de duas horas, a fim de cumprir cerca de 140h de carga horária durante os meses de treinamento. Além do conteúdo programático, os consultores promoveram 23 happy hours virtuais para conversas informais sobre inovação e compartilhamento de experiências. Também foram criados grupos em aplicativos de troca de mensagens instantâneas, que viabilizaram a geração de negócios entre as empresas, além de integração e interação de todas as quatro turmas.

“O Programa de Gestão de Inovação supriu a demanda sistêmica de desenvolvimento da cultura de renovação e de mudança. Ficamos muito satisfeitos com a ferramenta que encontramos e agora a metodologia de capacitação faz parte do Sistema de Inovação da Dover-Roll, preparando-nos para garantir nosso crescimento e perenidade como corporação”, afirma José Clark, Diretor da Engetech, uma das empresas participantes.

Álvaro Selvati, proprietário da participante Fibromar, afirma que sua forma de gerir mudou completamente após participar do PGI. “Posso dizer que a maior inovação nos 30 anos de história da empresa aconteceu durante o curso. Percebemos que inovar não está limitado apenas a novos produtos. É também uma mudança na postura e nas estratégias da companhia, é pensar de forma generalizada. Enquanto empresário, eu só tenho a agradecer e recomendar o programa”, afirma o gestor.

Também participaram do PGI/RJ as empresas Artmed Embalagens, Bauen Plásticos, Bywer, Ecomaster, FL Indústria e Comércio de Produtos Descartáveis, Indústria de Plásticos São Sebastião, Lillo do Brasil, MMS Plástico, UF Embalagens e Valeplast.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação e reciclagem plástica. Baseado em dois pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, e promoção das vantagens do plástico. O PICPlast também conta com investimentos voltados para o reforço na qualificação profissional e gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Contando com uma equipe de 8 mil colaboradores, a Braskem possui um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 52,3 bilhões (US$ 13,2 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico — ABIPLAST representa o setor de transformados plásticos e reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, projetos em Economia Circular, entre outras. A ABIPLAST representa atualmente 11.974 empresas que empregam um total de 337.863 pessoas.

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Prêmio Sinplast Attilio Bilibio: Abiplast e Multicolor são as homenageadas de 2020

07/11/2020

A tradicional premiação do Sinplast-RS, o Prêmio Attilio Bilibio, já tem seus destaques para 2020. Neste ano, o Sindicato irá homenagear José Ricardo Roriz Coelho, Presidente da Abiplast, pelo seu eficiente trabalho a favor do setor. Além dele, a empresa Multicolor Indústria e Comércio de Pigmentos Ltda., de Farroupilha, dirigida por Rafael Tronco, também receberá a premiação em função da campanha que patrocina com conteúdos positivos relacionados à imagem do plástico, desmistificando falsos argumentos contra o material.

De acordo com Roriz, Presidente da Abiplast, a distinção é uma honra. “Quando a gente trabalha em conjunto, buscando o crescimento do país, das pessoas e da indústria, nós ficamos cada vez mais motivados a atuar nesse sentido”, destacou. Já Tronco, representando a Multicolor, ficou entusiasmado com o reconhecimento. “Esse prêmio nos dá mais vigor para seguirmos trabalhando em prol do mercado em que atuamos, buscando a conscientização de que as pessoas são os principais responsáveis pelo uso adequado e consciente do plástico”, ressaltou.

Mais sobre a premiação: O Prêmio Sinplast Attilio Bilibio é tradição na entidade e leva esse nome para homenagear o empresário e ex-presidente do Sindicato já falecido. A distinção se concede aos homenageados é o Troféu Semente, da artista plástica Gloria Corbetta, e será entregue esse ano em data ainda a ser agendada.

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Dia do Professor e panorama setorial marcam eventos online do Sinplast-RS

18/10/2020

Abiplast e Braskem participarão das lives no Youtube e Instagram

É tempo de repensar, dialogar sobre a educação e o papel dos professores acerca do cenário transformador e atual. Pensando nisso, o Projeto (Re)pense, promovido pelo Sinplast-RS, trará Geraldo Rufino, fundador da JR Diesel, a maior empresa da América Latina em reciclagem, na palestra online “O Poder da Positividade”. O evento ocorrerá neste dia 19 de outubro, segunda-feira, às 19h, no Instagram @repenseprojeto.

A palestra tem como objetivo comemorar o Dia do Professor (15 de outubro) e será mediada por Daniel Fleischer, Relações Institucionais da Braskem, além de contar com a participação do Presidente do Sindicato, Gerson Haas. A ocasião também apresentará o pré-lançamento do projeto “Caminhos da Reciclagem”, voltado para os docentes. Para participar, basta acessar o perfil na hora agendada. O evento é gratuito e aberto ao público geral!

Ainda na mesma semana, o Presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho, estará presente no Youtube do Sinplast-RS para falar sobre matérias-primas, desabastecimento e outros temas. O evento “Panorama Setorial e Política Econômica” ocorre na terça-feira, 20 de outubro, a partir das 11h30. Para participar, basta ser uma empresa associada e em dia com todas as contribuições junto ao Sindicato. As inscrições estão abertas e devem ser feitas pelo email franciele@sinplast.org.br para acesso ao link do evento no You Tube do Sinplast-RS.

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Fabricantes de plástico do Espírito Santo focalizam mercado do agronegócio

14/10/2020

Cada vez mais o plástico é utilizado pelo agronegócio, contribuindo para a redução das perdas e o aumento da produtividade, além de desenvolver a função de proteção ao meio ambiente. O material tem diferentes aplicações no campo e pode ser visto do plantio à colheita, trazendo soluções para os sistemas de irrigação, o armazenamento e o transporte dos produtos agrícolas, a cobertura de estufas, o manejo do solo e o controle de pragas.

Esses são apenas alguns exemplos de como a presença do plástico se expandiu nas lavouras. Dados da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) apontam que o consumo global de materiais plásticos na agricultura passa das 6,5 milhões de toneladas, afirma o Sindiplast-ES. Apesar do número expressivo, a participação do plástico no agronegócio brasileiro ainda é pequena, ocupando uma fatia de menos de 3%. Um potencial, segundo os especialistas, a ser explorado pelas indústrias de transformação.

Uma das técnicas que tem o plástico como ator principal é a mulching, indicada para o cultivo de hortaliças e algumas frutas, que utiliza um filme plástico para cobrir e proteger o solo de ervas daninhas. Resultado: menos defensivos agrícolas e maior economia, uma vez que a barreira criada pelo plástico mantém o solo sempre úmido, reduzindo a necessidade de irrigação.

Há também os filmes para coberturas de estufas, feitos em plástico transparente com proteção anti-UV, e que contribuem para o cultivo de vegetais que precisam de muita iluminação, podendo ser usados também nas laterais da plantação. E ainda as lonas para silos, voltadas para armazenar e secar grãos, cana-de-açúcar e outros produtos agrícolas. Além da estrutura para estufas hidropônicas, uma técnica de cultivo que utiliza estruturas e bandejas plásticas com furos de drenagem diferenciados, capazes de reter a água e os fertilizantes.

Os sistemas de irrigação por gotejamento possibilitam maior controle do uso de água.

Por fim, os diversos tipos de embalagens,indo dos sacos em polipropileno aos contentores flexíveis para grandes cargas, servem para estocagem e transporte de produtos agrícolas.

O Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Espírito Santo (Sindiplast-ES) tem vários associados que atendem ao segmento do agronegócio. Uma delas é a Zimermann, em São Mateus, município do Norte do Estado, especializada em mangueiras de irrigação, caixas plásticas e garrafões de água mineral. As mangueiras, por exemplo, comercializadas em rolos de 400 e 500 metros, têm entre os consumidores finais produtores capixabas de café e de mamão.

A Agrofit, localizada em Vila Velha, região da Grande Vitória, atua com sacos para mudas, fitilho para amarração e sacos para lixo. De acordo com o empresário Juscelino Oliveira, seus produtos atraíram os produtores rurais, que hoje estão entre os principais clientes.

Os produtos da empresa estão presentes em lavouras de café, de mamão e de laranja, sendo também muito utilizados no cultivo de flores, com clientes em todo o Estado e uma fatia grande do mercado na Bahia. O fitilho, por exemplo, é bastante usado por produtores de pimenta-do-reino e de maracujá. Já os sacos ganham utilidade na proteção de bananas, assim como os fitilhos, evitando que os bichos ataquem a plantação.

Por mês, a Agrofit comercializa cerca de 15 milhões de sacolas e projeta crescer ainda mais. “Acabamos de construir um galpão de 1.460 metros quadrados para iniciar a fabricação de lonas de pequeno porte que também vão atender ao agronegócio”, afirma Juscelino Oliveira.

Para o empresário, a consciência ambiental é de fundamental importância na fabricação e no uso dos produtos. “O meio ambiente precisa ser preservado. E todos os membros da cadeia têm de estar alinhados. A nossa sacola e o fitilho, por exemplo, duram por cerca de dois anos e depois se deterioram. O cliente sabe disso e é orientado na hora da venda. Ele tem a sua responsabilidade no processo”, ressalta.

Já a JL Martins, no município de Serra, também região metropolitana da Grande Vitória, tem participação ativa no fornecimento de embalagens de ráfia para o segmento de grãos e farelados, incluindo produtos como café, fubá, feijão e pimenta-do-reino. “Temos como principais clientes os produtores e as empresas que trabalham com armazenagem e exportação de café. A maioria está concentrada no norte do Estado”, afirma Eliziana Dias, que atua na parte Comercial da JL Martins.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (FAES), Júlio da Silva Rocha Júnior, afirma que a indústria do plástico possui uma importância inquestionável nos dias de hoje, uma vez que trouxe evolução e contribuiu para aumentar a capacidade de atendimento ao consumidor. “O plástico atingiu uma dimensão vital para a sociedade e sabemos que isso vai continuar avançando”, pontua.

Diante do crescimento, ele reforça que a indústria deve estar comprometida em orientar quanto ao descarte correto dos materiais. “A sociedade está mais exigente. Acredito que as empresas devem focalizar cada vez mais no marketing de conscientização. Dessa forma, a indústria do plástico prospera e faz a sua parte na educação do consumidor, que é o beneficiário imediato de toda essa mudança de cultura”, observa Júlio Rocha.

Fonte: Sindiplast-ES; Foto: Abiplast

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Webinar PICPlast apresenta aspectos das relações trabalhistas na pandemia

14/08/2020

Evento gratuito visa abordar principais efeitos das mudanças na vigência da MP927.

Entender quais os principais efeitos da perda da vigência da MP 927 é o objetivo do webinar gratuito “Aspectos das Relações Trabalhistas na Pandemia”, promovido pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, PICPlast, no próximo dia 18, das 14h às 15h. A apresentação será realizada pela Dra. Carla Martins Romar, professora de Direito do Trabalho e da PUC São Paulo.

Na ocasião, será discutido qual o impacto da nova determinação em relação a salário, jornada de trabalho, adoção de home office e demais responsabilidades empresariais. “Acreditamos que este é um momento de mudanças e adaptações, inclusive nas relações trabalhistas. Por isso, é imprescindível oferecer conhecimento de qualidade para que o nosso setor possa seguir em desenvolvimento, superando os desafios do cenário pandêmico”, explica Mariana Cardoso, coordenadora do PICPlast.

Serviço:

Webinar Aspectos das Relações Trabalhistas na Pandemia
18 de agosto, das 14h às 15 horas
Inscrições até dia 18/08 por meio deste link de inscrição.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e Abiplast, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação e reciclagem plástica. Baseado em dois pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma. Para saber mais, acesse www.picplast.com.br e www.plasticotransforma.com.br.

A Braskem possui 41 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58 bilhões (US$ 15,8 bilhões) em 2019. Com 8 mil Integrantes, a Braskem possui produção anual de mais de 20 milhões de toneladas de resinas plásticas e produtos químicos e exporta para Clientes em aproximadamente 100 países.

A Associação Brasileira da Indústria do Plástico — Abiplast representa o setor de transformados plásticos e reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a ‘competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A Abiplast representa atualmente 12.091 empresas que empregam um total de 325.439 mil pessoas.

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Programa “Pellet Zero” tem Abiplast como licenciadora no Brasil

03/07/2020

Empresas que firmarem compromisso receberão certificação.

Por meio de videoconferência realizada pela Plastivida no dia 8 de junho, teve início a implantação do Programa Pellet Zero – OCS® (Operation Clean Sweep), do qual a Abiplast participa desde 2014, como entidade licenciadora. A iniciativa tem como principal objetivo a prevenção de perdas de pellets nas plantas de transformação e reciclagem de materiais plásticos bem como em petroquímicas, distribuidores e agentes de logística.

A partir de agora, empresas que assinarem o compromisso passarão a receber certificação, em uma escala de 1 a 4 estrelas. Ao atingir o máximo de pontuação, a signatária pode optar pelos parâmetros da Operation Clean Sweep – OCS® Blue, para alcançar a quinta e última estrela.

A implantação seguirá os critérios firmados no âmbito do Fórum Ambiental dos Plásticos – “Por Um Mar Limpo”, do qual a Abiplast e o Sindiplast tornarem-se signatários em 2016, ao lado de outros sindicatos e empresas do setor. A partir de então, ambos vêm participando da elaboração dos Manuais para Implementação do Programa Pellet Zero adaptado ao Brasil.

Além da Abiplast, do Sindiplast e da Plastivida, assinam o Fórum Setorial dos Plásticos – Por Um Mar Limpo as seguintes empresas e organizações: Abief, Abiquim, Adirplast, Braskem, Dow, Instituto Brasileiro do PVC, Instituto de Engenharia, RadiciGroup, Simperj, Simpesc, Simplás, Simplavi, Sinplast e Sinproquim.

Link para download do programa e o manual da Operação Clean Sweep OCS® http://pelletzero.porummarlimpo.org.br/

Fonte: Abiplast; Foto: Plastivida

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PICPlast divulga estudo sobre a indústria de reciclagem do plástico no Brasil

19/06/2020

  • Indústria de reciclagem mecânica teve um faturamento bruto em 2018, de R$ 2,4 bilhões, gerando 18.662 empregos
  • Em 2018 foram recicladas 757 mil toneladas de plástico pós-consumo, enquanto em 2016 o volume reciclado foi de 550 mil toneladas, um crescimento de 37%

Entender o tamanho da indústria de reciclagem no Brasil foi o objetivo do estudo encomendado pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), e da Braskem e realizado pela MaxiQuim,  com dados referentes ao ano de 2018.

O ponto de partida do estudo foi um mapeamento das indústrias de reciclagem mecânica de plásticos. Foram encontradas 716 empresas em operação, sendo que a maioria da recicladoras (88,54%) encontra-se nas regiões sul e sudeste do país. Fora dessas regiões, o estado da Bahia se destaca com 17 empresas recicladoras.

Em 2018, o faturamento bruto da indústria da reciclagem foi de R$ 2,4 bilhões, com a geração de 18,6 mil empregos e capacidade instalada de 1,8 milhão de toneladas de plásticos.

Após esse mapeamento inicial, foram realizadas entrevistas individuais com 144 indústrias, 20% do universo nacional de recicladores, com o objetivo de entender melhor o volume de plástico reciclado, seu destino, os tipos de plásticos mais reciclados e estabelecer o índice de reciclagem do plástico.

Volumes de reciclagem no Brasil

Segundo o estudo, 3,4 milhões de toneladas de resíduo plástico pós-consumo foram geradas em 2018, sendo que 991 mil toneladas tiveram como destino a coleta seletiva, as cooperativas, os centros de triagem e/ou os sucateiros. Desse volume, 234 mil toneladas ainda se perderam no processo de reciclagem e acabaram tendo como destino os aterros. Dessa forma, o volume total de resíduos plásticos pós-consumo reciclados mecanicamente em 2018 foi de 757 mil toneladas.

“O último estudo que realizamos, em 2016, apontou um volume de resíduos plásticos reciclado de 550 mil toneladas. Ou seja, em dois anos, tivemos um crescimento de 37% na quantidade de plástico reciclado o que aponta para uma evolução do setor”, explica Simone Carvalho do comitê técnico do PICPlast.

O volume total de resíduo plástico consumido em 2018 foi de 1,3 milhão de toneladas, sendo que 34% foi gerado por PET, 21% por PEBD / PEBDL e 18% de PP.

Origem do plástico

A maioria do plástico reciclado tem origem no uso doméstico (54,3%). O restante se divide entre pós-consumo não doméstico (17,3%) e resíduo pós-industrial (28,4%). Entre os plásticos de pós-consumo doméstico, 44,7% era PET e 17,5% era PEBD/ PELBD. O PET também foi o material mais reciclado após o consumo não doméstico. Entre os resíduos industriais, a divisão maior ficou entre PEBD/ PELBD (29%) ou PP (28%).

“Entre o volume de plástico reciclado, 65% são artigos de uso único, que é a grande maioria dos resíduos destinados à reciclagem mecânica, com destaque para as embalagens”, explica Solange Stumpf, sócia da MaxiQuim.

A matéria-prima chegou aos recicladores por meio das próprias indústrias plásticas, (28%), pelos sucateiros (28%), pelos beneficiadores (15%), cooperativas (15%), empresas de gestão de resíduos (11%), catadores (11%) e direto da fonte geradora (2%).

A maioria do resíduo consumido veio do Sudeste do país (50%), seguido pelo Sul (29%), Nordeste (11%), Centro Oeste (6%) e Norte (4%). Aproximadamente 33,5% (ou 421 mil toneladas) do volume de resíduo consumido não provêm do mesmo estado sede dos recicladores. “Isso ocorre porque os recicladores estão concentrados nos grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, e apesar desses lugares possuírem coleta seletiva, a quantidade coletada não é suficiente para a capacidade instalada das recicladoras, complementa Solange.

Perdas no processo de reciclagem

O volume de resíduos plásticos que se perdem no processo de reciclagem é de 159 mil toneladas. Sendo o PET responsável por (54,3%). “O principal motivo das perdas ainda é a contaminação da sucata plástica com materiais indesejados, devido à triagem desqualificada. Além disso, materiais com adesivos, sujeira orgânica e, dependendo do material, cores indesejadas, contribuem para o descarte da sucata adquirida”, complementa Solange.

Produção transformada

Das 757 mil toneladas de resíduos reciclados, 328 mil toneladas ou 43,3% foram transformadas em PET seguidas de 18% transformadas em PEAD e 17% em PEBD/PELBD e 15% em PP. 18% do plástico reciclado é utilizado pela indústria de Higiene Pessoal e Limpeza Doméstica, 13% na Construção Civil, 10% no segmento de Bebidas, lembrando que na indústria de resinas recicladas apenas o PET tem regulação válida da ANVISA para contato com alimentos e bebidas, 9% no segmento de vestuário e têxtil e 9% em utilidades domésticas.

O plástico pós-consumo gerado

Em 2016, haviam sido geradas 2,1 milhões de toneladas de plástico pós- consumo. Em 2018 esse índice é 61% maior, chegando a 3,4 milhões de toneladas de resíduos plásticos. Desse total, 35% eram PEBD / PELBD, 23% eram PP, 18% PET e 14% PEAD. A maioria (52%) dos resíduos vem do Sudeste, sendo o Estado de São Paulo responsável por 30%.

“Vemos um crescente aumento da geração de plástico pós-consumo assim como ficamos bem animados de perceber que mais de 750 mil toneladas de resíduos plásticos foram recicladas, mesmo com a coleta seletiva e a reciclagem dos materiais restritas aos grandes centros. Se compararmos com outros países da União Europeia ou dos Estados Unidos, sabemos que fazemos um excelente trabalho de reciclagem mecânica. Contudo precisamos evoluir também na reciclagem energética, já que os plásticos são fundamentais no processo e já servem como combustível para que o processo ocorra com eficiência, bem como na reciclagem química”, finaliza Solange.

Foto: Movimento Plástico Transforma (site)

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Abiplast revisa expectativas para 2020

14/05/2020

Segundo nota publicada pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico em seu site na Internet, no início de 2020 havia expectativa mais positiva em relação aos índices de crescimento da economia brasileira. De acordo com a entidade, a pandemia da Covid-19 mudou o cenário, a começar pelo PIB, o qual tinha previsão de elevação na faixa de 2 %, mas deve agora apresentar retração de -5 %.

A conjuntura está tendo forte impacto na indústria, que já sofre com os efeitos da pandemia – retração na demanda em diversos segmentos, fluxo de caixa, necessidade de mudanças no fluxo produtivo e no dia a dia da empresa e obstáculos no acesso ao capital, entre outros.

Com base na Sondagem Especial realizada pela associação e na retificação das expectativas do mercado, a Abiplast também revisou suas projeções para o ano. Estima-se que o setor de transformados plásticos, que já apresentou recuo (-1,6%) em 2019, com relação a 2018, tenha queda de -4,5% em 2020. Em relação aos empregos, a perspectiva é uma queda de -2%, com fechamento de mais de 6 mil postos de trabalho em 2020.

É uma crise de dimensão inédita e de prazo ainda indefinido, com fortes repercussões na economia, mas também nos hábitos de consumo e na sociedade como um todo. Porém, a entidade acredita que a indústria do plástico, de fundamental importância neste momento atípico, com fornecimento de produtos essenciais para os profissionais da saúde e para a população em geral, sairá mais fortalecida e reconhecida como um pilar primordial.

Fonte/foto: http://www.abiplast.org.br

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Setor de Transformados Plásticos recua em 2019

07/02/2020

A produção física do setor de transformados plásticos recuou -1,6% em 2019 em relação ao ano anterior, segundo levantamento da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) a partir dos dados divulgados nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com a Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) referente a dezembro.

A retração deve-se, principalmente, à redução na produção de laminados, por conta de uma diminuição na produção de bens intermediários, bem como a uma retração nos segmentos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (-3,7%) e de produtos farmacêuticos (-3,7%).

No período, a produção de embalagens plásticas cresceu +2,2%, alinhada com o aumento da produção de setores como o alimentício (+1,6%) e o de bebidas (+4%). Já as importações do setor subiram +3,2% e as exportações +0,9%, resultando em um déficit da balança comercial +4,5% maior em peso, equivalente a 490 mil toneladas de transformados plásticos e US$ 2,5 bilhões, afirma a Abiplast.

Otimista com as mudanças previstas no início de 2019 – dentre elas a implementação de reformas como previdenciária, tributária e administrativa – e a consequente melhoria do cenário competitivo, o mercado reviu as expectativas ao longo do ano e a Abiplast rebaixou suas projeções em quatro ocasiões.

A percepção da entidade é de que os resultados foram tímidos e as esperadas reformas não avançaram. A própria reforma da previdência foi aprovada praticamente no final do ano passado.

Dados do setor de transformação do material plástico em 2019:

Fonte: Abiplast

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Movimento Plástico Transforma firma parceria com Yescom para projeto de reciclagem de copos plásticos utilizados durante a Corrida São Silvestre

29/12/2019

Pela primeira vez os copos usados pelos corredores serão recolhidos, reciclados e transformados em novos produtos a serem doados. Projeto reforça o conceito de Economia Circular e a importância do descarte correto.

Os copos plásticos de água distribuídos aos participantes da 95ª Corrida Internacional de São Silvestre, a ser realizada no próximo dia 31 de dezembro, voltarão para a população na forma de objetos que estimulam o descarte correto de resíduos. Graças à parceria do Movimento Plástico Transforma, iniciativa do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, promovida pela Braskem e a ABIPLAST, e Yescom, organizadora da corrida mais tradicional do Brasil, as embalagens serão recolhidas, recicladas e transformadas em lixeiras para coleta seletiva, que serão doadas a instituições.

A corrida distribui milhares de copos de água, em diversos pontos ao longo do percurso da corrida. Os 15 km que compõem a corrida exigem dos atletas muita hidratação e a embalagem de plástico é a maneira mais apropriada para o participante ingerir o líquido de forma rápida e segura.

Com a parceria, as embalagens coletadas serão transportadas logo após o fim da corrida até uma recicladora, triadas para separar o lacre do copo, recicladas e darão origem a novos produtos. A parceria viabilizará a doação de lixeiras a instituições, visando incentivar a coleta seletiva e educar sobre o descarte correto.

“Esse ano, estaremos junto com a São Silvestre para uma corrida mais consciente e sustentável. Acreditamos que parcerias como esta reforçam a importância do potencial de transformação do plástico em novos produtos por meio da reciclagem”, afirma Edison Terra, vice-presidente executivo da Braskem. Já José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST reforça o empenho da indústria em ações de conscientização. “Este é um exemplo de Economia Circular e de incentivo ao descarte correto, já que permitirá que as embalagens sejam recicladas e transformadas em novos objetos. É uma demonstração para a sociedade do quanto a indústria está comprometida com a sustentabilidade da cadeia”, afirma.

Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma visa ressaltar a utilização do plástico, de forma criativa e responsável, em soluções que podem transformar o nosso dia a dia e nosso futuro. A primeira iniciativa voltada para a comunicação com a sociedade promovida pelo Movimento Plástico Transforma foi a instalação interativa PlastCoLab. A ação já impactou mais de 37 mil pessoas e contou com quatro edições, realizadas nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Brasília. O Movimento também é responsável pela Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque KidZania, em São Paulo, que visa demonstrar de forma lúdica e educativa as principais etapas do processo de reciclagem do plástico.

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PICPlast leva crianças do projeto Embaixadores do Esportes para Estação Plástico Transforma

25/12/2019

Ação faz parte da segunda edição de 2019 do KidZania para Todos, evento que recebe instituições parceiras das marcas com atividades no parque.

Conhecer as etapas do processo de reciclagem dos materiais plásticos de forma leve e divertida – essa foi a experiência vivida pelas crianças do projeto Embaixadores do Esporte na visita à Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque temático KidZania. A iniciativa fez parte da 2ª edição de 2019 do KidZania para Todos, evento que recebe instituições apoiadas pelas marcas patrocinadoras das atividades no espaço, realizado no último dia 17 de dezembro, em São Paulo. A Estação Plástico Transforma é uma realização do Movimento Plástico Transforma, promovido pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, PICPlast.

Meninos e meninas com idades entre 6 e 10 anos acompanharam os principais processos da reciclagem, representados de forma lúdica na atividade. O cenário colorido encantou as crianças, que acompanharam curiosos e interagiram com etapas como: separação manual dos tipos de resíduos plásticos na esteira, passagem pelo moinho, separação por densidade, secagem, chegada do material na extrusora e, posteriormente, na injetora. Ao fim do ciclo, as crianças percebem que o resíduo plástico foi reciclado e transformado em óculos coloridos que elas puderam levar para casa.

Além dos óculos, as crianças também ganharam vasos autoirrigáveis, produzidos a partir de material plástico reciclado. Cerca de 700 crianças de outras instituições, que estiveram no parque neste dia, também receberam os vasinhos. A realização dessa ação reforça a proposta de despertar a consciência dos pequenos cidadãos em torno da sustentabilidade. Após aprenderem sobre a reciclagem do plástico, todas as crianças puderam aproveitas as demais atrações do KidZania, que exploram cerca de 50 profissões diferentes.

Manuela Victoria de Oliveira Andrade, de 7 anos, saiu entusiasmada da atividade. “Achei incrível, porque eu descobri que podemos fazer várias coisas com o plástico que, para mim, não era possíveis”. A orientadora Flavia Molla, responsável pelas crianças do projeto Embaixadores do Esporte, ressalta a importância deste dia. “Foi um aprendizado único: sei que tudo que as crianças viveram aqui servirá como uma sementinha para o futuro delas”.

“É muito gratificante dar oportunidade para mais crianças visitarem a Estação Plástico Transforma e temos certeza de que esta será uma experiência para toda a vida”, afirma Mariana Cardoso, coordenadora do Movimento Plástico Transforma. “É inspirador vê-los interagindo com conceitos que eles conheciam só na teoria. Esperamos que eles se tornem multiplicadores e possam estimular amigos e familiares a desenvolverem hábitos sustentáveis”, diz Simone Carvalho, também coordenadora do Movimento Plástico Transforma.

1ª edição do KidZania para Todos – Esta não é a primeira vez que o Movimento Plástico Transforma leva instituições parceiras para conhecer a Estação Plástico Transforma. Em março de 2019, cerca de 40 crianças que fazem parte do projeto Seci Social, da ONG Azo, no ABC Paulista, também puderam conhecer a atividade que gera consciência ambiental nestes pequenos cidadãos.

Promotores

PICPlast: O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) foi criado em 2013 pela Braskem e pela ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, e prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares – aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico –, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial. No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para a reciclagem, os estudos técnicos, a educação e a comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Braskem: Com 41 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58 bilhões (US$ 15,8 bilhões), a Braskem possui produção anual de mais de 20 milhões de toneladas de resinas plásticas e produtos químicos e exporta para Clientes em aproximadamente 100 países.

Abiplast: A Associação Brasileira da Indústria do Plástico representa o setor de transformados plásticos e de reciclagem desde 1967, atuando para aumentar a competitividade da indústria. Para isso, realiza ações que promovem novas tecnologias, novos processos, pesquisa de produtos com foco na sustentabilidade, entre outras. A Abiplast representa atualmente 12,1 mil empresas que empregam um total de 322,9 mil pessoas.

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Brasília recebe o PlastCoLab, instalação que une interatividade e o movimento maker no universo do plástico

17/07/2019

Iniciativa gratuita, que foi sucesso em São Paulo, Porto Alegre e Salvador, destaca projetos que unem inovação à versatilidade do plástico.

Brasília será palco da iniciativa que mostra como o plástico, por meio do movimento maker, pode se transformar em projetos que reúnem interatividade, tecnologia e inovação. O PlastCoLab, chega à capital nacional na próxima sexta-feira, 19 de julho, após seu sucesso em São Paulo, Porto Alegre e Salvador, onde já atraiu mais de 25 mil visitantes. A proposta é ressaltar a utilização do plástico de forma criativa e responsável. A atração gratuita funcionará entre 19 a 28 de julho no shopping Conjunto Nacional, das 9h às 22h (segunda a sábado) e das 14h às 20h (domingo).

O PlastCoLab é uma instalação formada por quatro estações, cada uma de uma cor diferente, todas inspiradas no icônico cubo mágico, famoso brinquedo dos anos 80. Na estação azul funcionará o Robô resolvedor de Cubo Mágico que promete desvendar os segredos do ícone da cultura geek em poucos segundos. No mesmo local também será possível interagir com uma prótese humana impressa em 3D e um braço mecânico, protótipos que mostram como o plástico contribui para a acessibilidade das pessoas.

A Horta Urbana é a estrela da estação verde. Com sensores e válvulas automatizadas, ela recebe água com nutrientes na quantidade necessária para as plantas. A horta, pensada para pequenos espaços, foi criada com a reutilização e reciclagem de diversos itens de plástico, como recipientes transformados em vasos, tubos de PVC que demonstram como o material é versátil e acessível.

Na estação vermelha será possível observar uma impressora 3D em funcionamento, produzindo vários diferentes objetos com filamentos plásticos.

Já na estação laranja o público terá acesso à uma mesa interativa, que traz caneta de impressão 3D, convidando os visitantes a soltarem a imaginação e criar as mais diferentes formas. Diversos outros brinquedos inteligentes também estarão disponíveis para serem manuseados. Este também será o espaço dos personagens impressos em 3D do jogo Eckoblocks. O jogo, já disponível para plataformas mobile, tem como objetivo engajar crianças sobre a importância da reciclagem e o fundamental papel que elas exercem nesse processo

No PlastCoLab será possível ainda ver e interagir com o Robô BEO, um robô inteiro confeccionado em plástico que dança e interage com as pessoas, respondendo perguntas e executando ações solicitadas por elas.

“Brasília, por concentrar um público que vive o dia a dia das políticas públicas e também antenado nos avanços da tecnologia do país, tem tudo a ver com o projeto PlastCoLab. É mais uma oportunidade de apresentar o universo de aplicação, a inovação e os benefícios do plástico em projetos totalmente ligados a nova economia”, diz José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast.

“A característica itinerante do PlastCoLab nos possibilita reforçar, nas mais diferentes localidades do país, como o plástico é importante para a cultura maker, um movimento que está crescendo cada vez mais. Por meio de experiências e interações, o público conhecerá como o plástico é fundamental como tendência para o desenvolvimento de projetos inovadores, sustentáveis e acessíveis”, diz Edison Terra, Vice-Presidente executivo da Braskem.

Serviço:
PlastCoLab
Data: 19 a 28 de julho
Horário: 9h às 22h (segunda a sábado) e das 14h às 20h (domingo).
Local: SDN CNB – Conjunto A. Asa Norte – B
Quanto: Gratuito.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e Abiplast, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, e prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma. Para saber mais, acesse www.picplast.com.br e plasticotransforma.com.br

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PICPlast investe em plataforma digital de educação e lança game Eckoblocks

20/06/2019

Jogo foi criado com o objetivo de incentivar práticas sustentáveis e ressaltar a importância da reciclagem e o papel fundamental das pessoas nesse processo.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, o PICPlast, anuncia mais uma iniciativa visando a educação e conscientização sobre a importância da reciclagem: o lançamento do Eckoblocks, um game para plataforma móvel que tem como objetivo engajar crianças sobre questões relacionadas à sustentabilidade e à preservação do meio ambiente. Pioneiro, o PICPlast é fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), e da Braskem.

A ação faz parte do Movimento Plástico Transforma, a plataforma de conteúdo do PICPlast direcionado para a sociedade, que tem como objetivo mostrar como o plástico, aliado à tecnologia, à inovação e à utilização responsável, podem mudar o futuro da sociedade. Ao longo de cinco anos de atuação, o Plano já investiu R$ 10 milhões em ações, com grande foco em Educação, que destacam as vantagens da matéria-prima.

“Com o Eckoblocks, queremos desenvolver essa consciência na criança, com uma atividade que educa ao mesmo tempo que diverte”, diz Edison Terra, Vice-Presidente Executivo da Braskem. “Trata-se de mais um importante passo de aproximação com a sociedade, uma forma lúdica de evidenciar a relevância do consumo consciente e do descarte correto”, afirma José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast.

Voltado para crianças de 6 a 11 anos, o Eckoblocks possui download gratuito para celulares e tablets com sistemas iOS e Android. O visual é inspirado no game Minecraft®, sucesso mundial entre o público infantil. Os jogadores navegam por dois ambientes – cidade e natureza – e são estimulados a coletar resíduos recicláveis contemplando diversos tipos de matérias-primas. O objetivo principal é promover o crescimento da cidade de forma sustentável, por meio da administração de recursos.

Desde 2017, o PICPlast vem investindo em ações que geram agenda positiva para o plástico e que ultrapassam os interlocutores da indústria da transformação. É o caso, por exemplo, do PlastCoLab, espaço interativo, inspirado no movimento maker, que reúne inovação e tecnologia associado ao plástico. Realizado em São Paulo, Porto Alegre e Salvador, o espaço deve contar com novas edições em outras cidades ainda este ano.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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Salvador recebe instalação PlastCoLab no Shopping da Bahia

25/01/2019

Iniciativa gratuita destaca projetos locais que unem inovação e a versatilidade do plástico

Após receber cerca de 15 mil pessoas em São Paulo e Porto Alegre, o PlastCoLab desembarca em Salvador, escolhida como a primeira capital nordestina a ser palco da atração. A iniciativa, que reúne interatividade, inovação e tecnologia, mostra quanto o plástico, nas mãos dos makers e utilizado de forma criativa e responsável, é um material nobre para projetos que podem transformar o nosso futuro. A atração gratuita funciona desde ontem, 24 de janeiro, e ficará disponível para visitaras até 3 de fevereiro, das 9h às 22 horas, no Shopping da Bahia.

O PlastCoLab tem cores e instalações inspiradas no icônico cubo mágico, brinquedo famoso dos anos 80 e símbolo da cultura geek. Na estação azul funcionam atrações soteropolitanas, assinadas por makers locais como o o boneco Animatronics, um reprodutor do gestual da fala que mostrará as inúmeras possibilidades da robótica e o Antigravidade, que tem como proposta despertar a curiosidade por movimentos aparentemente impossíveis. Na mesma estação, o Robô Resolvedor de Cubo Mágico promete desvendar os segredos do símbolo geek em poucos segundos.

A Horta com Inteligência Programada é uma das estrelas da estação verde. O curioso equipamento, produzido com 100% de plástico reaproveitado, apresenta o conceito da hidroponia – técnica que cultiva plantas na água – de forma simples e didática, otimizando por completo o recurso hídrico. Além da horta, os visitantes também podem conhecer o captador de energia solar Girassol, que mostra como o plástico torna mais acessível o uso deste tipo de recurso.

Na estação vermelha é possível observar uma impressora 3D em funcionamento, produzindo os mais diferentes objetos com filamentos plásticos, além de assistir a um vídeo que tem como objetivo apresentar todos os detalhes da ação.

Já na estação laranja, o público tem acesso à mesa interativa, com a caneta de impressão 3D, que convida os visitantes a soltarem a imaginação e a criarem as mais diferentes formas. Na superfície também são encontrados diversos outros brinquedos inteligentes, disponíveis para serem manuseados. Este também é o espaço dos personagens do jogo EckoBlocks feitos por meio de impressão 3D. O jogo, disponível para plataformas mobile, tem como objetivo engajar crianças sobre a importância da reciclagem.

No PlastCoLab é possível ver e interagir com o que há de mais moderno no ambiente maker como, por exemplo, o Robô BEO, um robô inteiro confeccionado em plástico que dança e interage com as pessoas, respondendo perguntas e executando ações solicitadas por elas.

“A Bahia, com sua tradição cultural, receberá o PlastCoLab, que leva de modo interativo e moderno a alta tecnologia e contemporaneidade dos produtos que utilizam o plástico como matéria-prima, explorando a criatividade local e enfatizando as novidades do setor plástico,”diz José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST.

“É muito gratificante poder trazer a 3ª edição dessa iniciativa para a Bahia, estado onde a indústria do plástico é tão importante. Nosso propósito é reforçar nesta comunidade a cultura maker, mostrar como o plástico é fundamental como tendência para o desenvolvimento de projetos inovadores, sustentáveis e acessíveis”, diz Fabio Santos, Diretor executivo da Braskem.

Serviço:
PlastCoLab
Data: 24 de janeiro a 3 de fevereiro
Horário: das 9 às 22 horas
Local: 2º Piso do Shopping da Bahia, Av. Tancredo Neves, 148, Caminho das Árvores.
Quanto: Gratuito.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e pela ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, e prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação plástica. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Fonte: Assessoria de Imprensa – PICPlast

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PICPlast encerra 2018 acumulando R$ 200 milhões de investimentos em prol da cadeia

20/12/2018

Desde 2013,  o Plano realizou mais de 30 iniciativas que contemplaram cerca de mil participantes.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast – chega ao final de 2018 completando cinco anos de atuação. Desde o seu lançamento, já foram investidos mais de R$ 17 milhões em ações voltadas para aumento da competitividade do setor, R$ 170 milhões no incentivo à exportação e cerca de R$ 10 milhões em ações de promoção das vantagens do plástico. O foco se mantém: aproximar os elos da cadeia e executar iniciativas para promover a competitividade e a produtividade na indústria de transformação de plástico.

“Completamos cinco anos com a certeza que estamos no caminho certo. Ao longo deste período, foram R$ 200 milhões de investimentos, distribuídos entre os pilares Competitividade e Inovação, Exportação de Transformados e Vantagens do Plástico. O retorno que temos da indústria reforça a contribuição de todas as iniciativas do PICPlast, construindo uma cadeia cada vez mais desenvolvida e competitiva, capaz de enfrentar os inúmeros desafios do nosso mercado”, diz Edison Terra, Vice-Presidente Executivo da Braskem.

“O PICPlast vem sendo o parceiro estratégico de quem atua na indústria da transformação do plástico. Para os próximos anos, buscaremos ampliar ainda mais esta parceria, por meio da promoção de conhecimento e da viabilização de oportunidades de negócios para os nossos associados, para propiciar um mercado robusto, maduro e sustentável”, afirma José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST.

O PICPlast é uma iniciativa pioneira, fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), e da Braskem. Baseado em três pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação, estímulo às exportações de transformados plásticos e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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PICPlast comemora cases de inovação

04/11/2018

Em cinco anos de atuação, o Plano investiu mais de R$ 17 milhões na realização de cerca de 30 iniciativas, com mais de mil participantes de dezenas de empresas.

Com o intuito de promover a competitividade e a produtividade na indústria de transformação de plástico, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast – segue comemorando os resultados de suas propostas voltadas à inovação. Em cinco anos de atuação, o Plano investiu mais de R$ 17 milhões na realização de mais de 30 iniciativas. O PICPlast é fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), e da Braskem.

Entre as ações que mais fazem sucesso estão os Programas de Inovação. Foi após participar de uma das turmas que o empresário Leandro Cavallaro, da Styroplast, passou a diversificar sua oferta de produtos. “Participar do treinamento nos possibilitou acrescentar dois novos produtos ao nosso portfólio: a manta de subcobertura de telhado para o varejo e o filme stretch para paletização de cargas”, revela o administrador. “As pessoas pensam que inovar é apenas criar, quando, na verdade, inovar também pode ser introduzir produtos já existentes no mercado no seu leque de ofertas ou acrescentar processos novos na sua linha de produção”.

Segundo o empresário, o PICPLast foi fundamental para a capacitação e o desenvolvimento em áreas como pesquisa e análise de mercado, planejamento de negócios e gestão de pessoas. “Além disso, ganhamos em networking e em qualificação dos nossos profissionais. Com a participação nos treinamentos, nós, da indústria de transformação, só temos a ganhar”.

Outra beneficiada com o programa de inovação foi a Promaflex, empresa do segmento de filmes plásticos. Segundo Andrea Martins, que coordena o grupo interno de inovação da transformadora, após a participação no programa a Promaflex criou seu primeiro produto com foco no consumidor final: uma manta de proteção antimofo. Segundo Andrea, o treinamento ajudou a colocar no papel e organizar os pensamentos de forma mais prática. “Aprendemos a organizar a equipe formada por pessoas de todas as áreas da empresa, alinhando a estratégia e, principalmente, aprendemos a dar o peso certo para cada etapa. Com isso, em um ano saímos da ideia no papel para o lançamento do produto”.

Outro aprendizado que veio do curso, segundo a executiva, foi o de dar credibilidade para o lançamento. “Para estarmos referenciados, procuramos o biomédico Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria, para que ele analisasse o produto. Ele constatou que o uso da manta impossibilita o crescimento do mofo em 99,9% dos casos, o que nos deu bastante segurança para seguir em frente”, explica Andrea.

Para realizar os programas, o PICPlast faz parcerias com instituições renomadas, entre elas Fundação Dom Cabral, Sebrae e Avantec. Após realização de duas turmas em São Paulo, o PICPlast levou o Programa de Inovação para a região de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, envolvendo cerca de 60 profissionais da área de transformação.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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Rede Empresarial de Cooperação para o Plástico apresenta proposta de ações

13/09/2018

A Abiplast promoveu no último dia 5 uma nova reunião da Rede Empresarial de Cooperação para o Plástico. Com representantes dos transformadores plásticos, recicladores, cooperativas, petroquímicas, indústria de consumo e varejo, a iniciativa reuniu quase 40 pessoas.

No encontro, foram apresentados os trabalhos desenvolvidos pelos Eixos com o objetivo de estruturar ações previstas até o final do ano, bem como debateram a inclusão de novos stakeholders.

Os participantes também tiveram a oportunidade de conhecer os cases da Unilever – que tem utilizado o plástico reciclado na concepção de embalagens – e da Danone, que desenvolve treinamentos em cooperativas.

A Rede Empresarial engaja as principais empresas representantes da cadeia produtiva do plástico, reunidas pelo desafio de viabilizar a economia circular e, em última instância, de evitar que o plástico vá parar no meio ambiente. A Rede faz parte de diversas iniciativas da Abiplast de promover o plástico no contexto ambiental de forma positiva.

Fonte: Abiplast

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Abiplast ressalta diferenças entre Bioplásticos, e Plásticos Oxidegradáveis e Biodegradáveis

13/09/2018

Em matéria publicada em seu site, reproduzida a seguir, a Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico procura esclarecer as diferenças de terminologia e conceito entre plásticos de origem fóssil e biológica, assim como aspectos relacionados à degradação de plásticos. posicionando-se contra o uso de aditivos oxidegradáveis. Segue o texto:

“Muito se fala sobre os diferentes tipos de embalagens e sua reciclagem, mas nem sempre a sua denominação é clara, o que provoca dúvidas no consumidor tanto na hora de adquirir um produto quanto em seu descarte. Dois desses conceitos envolvem diretamente a reciclagem: os termos reciclável e reciclado. O primeiro indica que um produto foi fabricado com um material plástico que após cumprir sua finalidade inicial pode passar por um novo processo de transformação originando novos produtos, enquanto que reciclado indica que o produto foi fabricado com uma matéria-prima recuperada.

Mas as dúvidas não param por aí. A discussão sobre o consumo de determinados plásticos também gera confusão. Os convencionais são de origem fóssil e são derivados do petróleo – 4% da produção mundial de petróleo se destinam à indústria do plástico. Esse plástico pode ser reciclado, ou seja, depois de sua primeira aplicação ele pode voltar para a indústria e se transformar em um outro produto para os segmentos de construção civil, automotivo, mobiliário, embalagens para produtos de limpeza, bebidas, etc.

Já o bioplástico tem as mesmas propriedades do plástico convencional , mas se difere por ter como matéria-prima fontes renováveis como soja, amido de arroz, milho e de cana- de- açúcar. Embora sua fonte seja de origem renovável, não necessariamente o bioplástico será biodegradável, embora seja possível reciclá-lo.

O plástico biodegradável é aquele que ao término de seu ciclo de vida sofre processo de compostagem em até 180 dias pela ação de microrganismos, sob condições específicas de calor, umidade, luz, oxigênio e nutrientes orgânicos . Em geral, esse produto deriva de fontes vegetais tais como a celulose, amido, etc.

Já o oxidegradável tem sido comercializado em muitos países com o apelo de proporcionar a biodegradação, o que não é verdade segundo alerta o atual relatório da Nova Economia do Plástico da Fundação Ellen MacArthur. O estudo alerta que os plásticos que recebem aditivos oxidegradáveis para acelerar seu processo de degradação não se degradam em resíduos inofensivos. Pelo contrário, como se fragmentam em pequenos pedaços contribuem para a poluição microplástica, tornando-se um risco para oceanos e outros ecossistemas.

“Além disso, estes materiais não são adequados para a reutilização efetiva a longo prazo, reciclagem em escala ou compostagem, o que significa que eles não podem fazer parte de uma economia circular”, ressalta Rob Opsomer, da Fundação Ellen MacArthur.

Com o intuito de evitar o risco ambiental em larga escala, a Fundação Ellen MacArthur elaborou um documento em que propõe a proibição de aditivos oxidegradáveis em embalagens e produtos plásticos em todo o mundo. A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) foi a única representante da indústria brasileira a endossar o documento, que foi assinado por mais de 150 organizações de todo o planeta, como empresas líderes, associações industriais, ONGs, cientistas e membros do Parlamento Europeu.

Desde 2015, a Abiplast não recomenda o uso de materiais plásticos aditivados com pró-degradantes. A entidade defende que a solução eficaz para o tratamento dos resíduos pós-consumo está na educação ambiental da população, no consumo consciente, na produção responsável e no descarte adequado das embalagens – o que faz com que os resíduos plásticos retornem para a indústria de transformação e formem novos produtos plásticos. Além disso, por acreditar que toda a cadeia do plástico possui responsabilidade nesse processo, a entidade promoveu a criação da Rede Empresarial de Cooperação para o Plástico, que engaja as principais empresas representantes da cadeia produtiva do plástico, reunidas pelo desafio de viabilizar a economia circular e, em última instância, de evitar que o plástico vá parar no meio ambiente.

A versatilidade do plástico, tanto do ponto de vista de utilização quanto pela diversidade de matérias-primas, possibilita sua total adaptação aos preceitos da Economia Circular. Para isso é fundamental que se trabalhe a viabilidade econômica dessas matérias-primas, principalmente dos materiais reciclados. Atenta a essa necessidade, a Associação promove o debate e a divulgação da importância da produção e do consumo conscientes, da reutilização de embalagens e produtos e também do descarte correto dos produtos plásticos – para que esses sejam sempre destinados à reciclagem retornando dessa forma à cadeia produtiva e otimizando a utilização de recursos naturais e eficiência energética.”

Fonte: Site da Abiplast / Foto: ThisisPlastics (Plastics Industry Association)

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