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Evonik registra forte crescimento no primeiro semestre do ano e eleva perspectivas para 2021

12/08/2021

  • Vendas cresceram 29% no segundo trimestre, Ebitda ajustado aumentou 42%
  • As três divisões de crescimento apresentaram resultados acima dos níveis pré-crise de 2019
  • Perspectivas para 2021: Ebitda ajustado agora projetado para 2,3-2,4 bilhões de euros

A Evonik elevou suas perspectivas para 2021, após registrar sólidos rendimentos no primeiro semestre do ano. A demanda mundial pelos produtos da empresa cresceu significativamente e os preços de venda também tiveram alta.

“Saímos da crise mais fortes que antes e obtivemos ganhos substanciais no primeiro semestre”, afirmou Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva da Evonik. “Essa dinâmica positiva se manterá no segundo semestre, o que nos deixa confiantes em relação à elevação das nossas perspectivas. Do atual ponto de vista, vamos até mesmo fechar o ano na faixa superior do intervalo”.

Para o ano de 2021 inteiro, a Evonik agora prevê um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda ajustado) de 2,3 a 2,4 bilhões de euros. Na previsão anterior, a faixa era de 2,1-2,3 bilhões de euros. A perspectiva de vendas foi elevada para 13 a 14,5 bilhões de euros ante os 12 a 14 bilhões projetados anteriormente. No ano passado, a Evonik registrou um Ebitda ajustado de 1,91 bilhão de euros e vendas de 12,2 bilhões de euros.

No segundo trimestre, o Ebitda ajustado cresceu 42% para 649 milhões de euros na comparação com o mesmo período do ano anterior. Mesmo quando comparado com o segundo trimestre pré-corona de 2019, o Ebitda ajustado apresentou alta de 15%. As três divisões de crescimento – Specialty Additives, Nutrition & Care e Smart Materials – contribuíram igualmente para esse impulso e demonstraram sua resiliência apesar dos altos custos das matérias-primas.

As vendas da empresa cresceram 29% para 3,64 bilhões de euros no segundo trimestre na comparação com o mesmo período de 2020. O lucro líquido ajustado subiu 58% para 253 milhões de euros, com o lucro ajustado por ação aumentando de 0,34 para 0,54 euro.

Em virtude do melhor desempenho comercial, o fluxo de caixa livre cresceu para 101 milhões de euros na comparação ano a ano, apesar do esperado aumento no capital de giro líquido e do pagamento de impostos mais elevados. Em consequência, o fluxo de caixa livre atingiu um nível recorde de 413 milhões de euros no primeiro semestre do ano.

“O excelente fluxo de caixa do primeiro semestre do ano proporciona a base para atingir novamente neste ano uma taxa de conversão de caixa de 40%” disse Ute Wolf, CFO da empresa.

Desenvolvimento nas divisões

Specialty Additives: As vendas da divisão aumentaram 23% para 922 milhões de euros no segundo trimestre.

Os aditivos para espumas de poliuretano, por exemplo, para a indústria da construção ou de bens duráveis como colchões e refrigeradores, registraram uma alta significativa na demanda, o que ocasionou uma forte elevação nas vendas na comparação com o trimestre mais fraco do ano passado por conta da pandemia. Os aditivos para a indústria de revestimentos também contabilizaram um crescimento significativo nas vendas em todas as regiões. A demanda por produtos para o setor de energias renováveis continua boa. O negócio de aditivos para a indústria automotiva também aumentou de maneira importante na comparação ano a ano. O Ebitda ajustado cresceu 20% para 242 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas da divisão subiram 13% para 838 milhões de euros no segundo trimestre. As vendas de aminoácidos essenciais aumentaram com a boa demanda em volumes e melhores preços de venda. Os produtos para o setor de saúde e cuidados se beneficiaram da boa procura, resultando em vendas consideravelmente mais elevadas. Os ingredientes ativos, especialmente os destinados a aplicações cosméticas, foram favorecidos por um bom desenvolvimento nos volumes. No setor de aplicações farmacêuticas, as vendas de lipídios para vacinas de mRNA registraram um aumento significativo. O Ebitda ajustado da divisão aumentou 9% para 183 milhões de euros.

Smart Materials: As vendas dessa divisão cresceram 35% para 975 milhões de euros no segundo trimestre. Os polímeros de alta performance também registraram um aumento da demanda na indústria automobilística. As poliamidas 12 em pó para os setores de impressão 3D e membranas para o tratamento eficiente de gás também registraram uma alta demanda. O negócio de sílica para pneus se beneficiou de uma forte elevação na demanda na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, mais fraco em razão da pandemia. Os produtos com oxigênio ativo registraram uma boa demanda em volume, tanto na atividade com especialidades quanto com peróxido de hidrogênio clássico. O negócio de catalisadores foi beneficiado pela inclusão, pela primeira vez, da Porocel, empresa adquirida em novembro de 2020. O Ebitda ajustado da divisão cresceu 73% para 176 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas da divisão subiram 62% para 708 milhões de euros no segundo trimestre. Os produtos C4 registraram um aumento significativo nas vendas em função do incremento na demanda e de preços de venda com forte melhora. O negócio com superabsorventes continua afetado pelo difícil ambiente de mercado. O Ebitda ajustado da divisão cresceu de 12 milhões de euros para 99 milhões de euros no trimestre.

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Covestro apresenta balanço com fortes resultados no segundo trimestre

06/08/2021

  • Boa recuperação da demanda e tendência positiva de preços persistem
  • Segundo trimestre forte com fôlego para maior lucro
  • Aumento de 35% nos volumes principais de vendas
  • Vendas totais de mais de 3,9 bilhões de euros (+83,5%)
  • EBITDA sobe para 817 milhões de euros (>500%)
  • Receita líquida totaliza 449 milhões de euros
  • Forte aumento no fluxo de caixa operacional livre, para 374 milhões de euros
  • Confirmado aumento do guidance de lucros, anunciado em 12/07
  • Base para crescimento sustentado: nova estrutura do Grupo desde 1º de julho

No segundo trimestre de 2021, a Covestro beneficiou-se de uma forte recuperação contínua na demanda global em comparação com um fraco 2º trimestre de 2020, decorrente da pandemia de coronavírus. A área de Resinas & Materiais Funcionais (RFM), adquirida da DSM com vigência a partir de 1º de abril de 2021, também foi consolidada pela primeira vez. Como resultado, o Grupo teve alta significativa nos volumes principais de vendas, de 35% em relação ao ano anterior, dos quais cerca de 10% podem ser atribuídos à consolidação inicial dos negócios da RFM.

Ao mesmo tempo, interrupções não planejadas na produção nos Estados Unidos por razões climáticas e gargalos contínuos na disponibilidade de matérias-primas impactaram negativamente a disponibilidade dos produtos – limitando também o potencial de crescimento de todos os segmentos no segundo trimestre de 2021. Além do crescimento dos volumes, os preços de venda substancialmente mais altos provocaram um aumento nas vendas de 83,5%, na relação com o ano anterior, chegando a mais de 3,9 bilhões de euros. Como resultado do crescimento de volumes e do aumento geral das margens, o EBITDA subiu para 817 milhões de euros (ano anterior: 125 milhões de euros). Esse resultado também inclui efeitos negativos isolados de 35 milhões, ligados à consolidação da RFM. A receita líquida no segundo trimestre de 2021 foi de 449 milhões de euros (ano anterior: -52 milhões de euros), e o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) cresceu significativamente para 374 milhões de euros (ano anterior: 24 milhões de euros).

“No segundo trimestre, pudemos seguir perfeitamente no curso positivo que os negócios tiveram no primeiro trimestre. A reorganização da nossa empresa desde 1º de julho também nos coloca mais próximos dos nossos clientes e em posição ideal para atender requisitos específicos do mercado”, afirma Markus Steilemann, CEO da Covestro. “Estamos iniciando o segundo semestre do ano com grande fôlego e continuaremos a todo vapor na concretização da nossa visão de nos tornarmos totalmente circulares.”

Previsão de maior lucro confirmada para o ano completo de 2021

Diante do seu desempenho comercial positivo, a Covestro já havia aumentado seu guidance de lucro para 2021, em 12 de julho de 2021. A empresa confirma hoje esse guidance. O Grupo prevê um EBITDA entre 2,7 bilhões e 3,1 bilhões de euros, devido à melhor perspectiva de margens no segundo semestre do ano. Espera-se que o FOCF fique entre 1,6 bilhão e 2 bilhões de euros e o retorno sobre o capital empregado (ROCE) seja de 16 a 20%. Há expectativa (inalterada) de crescimento de 10 a 15% do volume principal, dos quais 6% podem ser atribuídos aos negócios da RFM.

“Seguimos nos beneficiando da alta demanda contínua e da tendência positiva sustentada de preços no segundo trimestre, enquanto mantemos nossa disciplina de custos. Além disso, os negócios da RFM foram totalmente consolidados pela primeira vez”, destaca Thomas Toepfer, CFO da Covestro. “Nossos fortes resultados operacionais são mais uma prova da lógica estratégica por trás dessa aquisição. Agora manteremos esse impulso positivo nos lucros no terceiro trimestre.”

Base para crescimento sustentado: nova estrutura do Grupo

Com o realinhamento da estrutura do Grupo, a Covestro atingiu um primeiro marco ao implementar sua estratégia “Sustainable Future”, apresentada em fevereiro de 2021. A companhia reorganizou com sucesso suas três unidades de negócios anteriores – Poliuretnos, Policarbonatos e Coatings, Adesivos & Especialidades – em sete novas entidades corporativas desde 1º de julho de 2021. Essas entidades são organizadas de acordo com seus fatores de sucesso, sob medida para as necessidades dos clientes e requisitos de mercado específicos. Isso possibilita à empresa alinhar sistematicamente os processos e produtos às necessidades dos clientes, aumentando seu foco em rentabilidade e sustentabilidade. No futuro, a Covestro irá reportar sua nova estrutura nos relatórios financeiros nos segmentos de Materiais de Performance e Soluções e Especialidades. O primeiro relatório da Covestro neste formato será emitido ao fim do terceiro trimestre de 2021, em 8 de novembro de 2021.

Forte desempenho em todos os segmentos: crescimento em volumes e vendas

No segundo trimestre de 2021, o segmento de poliuretanos teve um crescimento nos volumes principais de vendas de 27,8% em comparação com o trimestre do ano anterior. Os volumes vendidos subiram em todas as principais indústrias consumidoras, em todas as regiões. As vendas do segmento, totalizando cerca de 1,8 bilhão de euros, mais que dobraram em comparação com o trimestre do ano anterior (913 milhões de euros). Isso se atribui principalmente a um aumento nos preços médios de venda e nos volumes totais vendidos. Somando-se às margens maiores, isso levou a uma forte elevação do EBITDA para 452 milhões de euros (ano anterior: -24 milhões de euros).

No segmento de policarbonatos, os volumes principais de vendas subiram 15,4% no segundo trimestre de 2021 em relação ao trimestre do ano anterior. Essa mudança deve-se principalmente ao crescimento, observado em todas as regiões, dos volumes vendidos nos setores automotivo e de transportes. A alta nos volumes totais vendidos e nos preços de venda causou um aumento de 56,6% nas vendas, para cerca de 1 bilhão de euros (ano anterior: 648 milhões de euros). A melhora substancial das margens e o crescimento dos volumes totais vendidos elevou o EBITDA para 260 milhões de euros (ano anterior: 96 milhões de euros).

Os volumes totais vendidos no segmento de Coatings, Adesivos e Especialidades cresceram 133,5% em relação ao trimestre do ano anterior. Esse efeito pode ser atribuído quase 100% à consolidação inicial dos negócios da RFM. Essa mudança de portfólio, junto com o aumento nos volumes e nos preços de venda, resultou em 926 milhões de euros em vendas (ano anterior: 443 milhões de euros). Consequentemente, o EBITDA mais que dobrou sobre o ano precedente, subindo para 134 milhões de euros (ano anterior: 60 milhões de euros).

Primeiro semestre de 2021: recuperação substancial da demanda

Uma recuperação substancial da demanda em todas as principais indústrias consumidoras resultou em um aumento de 18,9% nos volumes principais de vendas no primeiro semestre de 2021. Os preços mais altos de vendas, um aumento nos volumes totais vendidos e a alteração no portfólio fez com que as vendas no primeiro semestre do ano subissem 47,1% para cerca de 7,3 bilhões. Em particular, uma alta significativa nos preços de venda, que mais que compensou os preços elevados das matérias-primas, resultou em um EBITDA do Grupo de cerca de 1,6 bilhão de euros (ano anterior: 379 milhões de euros). A receita líquida no primeiro semestre de 2021 foi de 842 milhões de euros (ano anterior: -32 milhões), enquanto o FOCF atingiu 692 milhões de euros (ano anterior: -225 milhões de euros).

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BASF registra resultados fortes no segundo trimestre como resultado de preços e volumes mais altos

06/08/2021

 

  • Crescimento de 56% em vendas, registrando € 19,8 bilhões
  •  O EBIT antes de itens especiais aumentou significativamente para € 2,4 bilhões
  •  Fluxos de caixa das atividades operacionais totalizaram € 2,5 bilhões, um aumento de € 295 milhões em relação ao trimestre do ano anterior
  •  A perspectiva de 2021 para as vendas aumentou entre € 74 bilhões e € 77 bilhões e para o EBIT antes de itens especiais entre € 7,0 bilhões e € 7,5 bilhões

“A forte dinâmica de crescimento dos dois trimestres anteriores continuou graças aos preços e volumes mais altos e podemos apresentar resultados muito fortes do segundo trimestre hoje”, disse o Dr. Martin Brudermüller, presidente da Junta Diretiva da BASF SE, que apresentou os resultados do segundo trimestre juntamente com o diretor financeiro, Dr. Hans-Ulrich Engel.

“Alcançamos um crescimento de volumes e aumentos de preços em todas as regiões e todos os segmentos em comparação com o segundo trimestre de 2020”, disse Brudermüller.

As vendas aumentaram € 7,1 bilhões em comparação com o segundo trimestre de 2020, para € 19,8 bilhões. Esse crescimento de vendas de 56% foi em grande parte atribuído a preços e volumes mais altos em todos os segmentos. Os níveis de preços nos segmentos de Tecnologias de Superfície, Químicos e Materiais em particular aumentaram, enquanto os volumes aumentaram principalmente nos segmentos de Tecnologias de Superfície, Materiais e Soluções Industriais. Os efeitos negativos da moeda tiveram um impacto compensatório.

A receita operacional (EBIT) antes de itens especiais no segundo trimestre de 2021 foi consideravelmente maior do que o nível pré-pandêmico de € 1 bilhão no segundo trimestre de 2019 e aumentou em comparação com o trimestre do ano anterior em mais de € 2 bilhões para atingir € 2,4 bilhões. Isso se deve principalmente ao aumento considerável no EBIT antes de itens especiais nos segmentos de Químicos e Materiais. Os segmentos de Tecnologias de Superfície e Soluções Industriais também aumentaram os ganhos consideravelmente. Em contraste, o EBIT antes de itens especiais em Outros e nos segmentos de Nutrição & Cuidados e Soluções para Agricultura diminuiu consideravelmente. O EBIT aumentou de € 59 milhões no segundo trimestre de 2020 para € 2,3 bilhões. A receita de operações antes da depreciação, amortização e itens especiais (EBITDA antes de itens especiais) aumentou € 2,0 bilhões em comparação com o segundo trimestre de 2020 para € 3,2 bilhões. O EBITDA cresceu € 2,1 bilhões para chegar a € 3,2 bilhões.

“Lucros consideravelmente maiores em nossos negócios upstream devido a preços e volumes mais altos foram o principal fator para o forte aumento nos ganhos em geral”, disse Brudermüller. “Em nossos segmentos downstream, também conseguimos aumentar os volumes e preços com base na forte demanda.”

Desenvolvimento dos fluxos de caixa no segundo trimestre de 2021

Os fluxos de caixa das atividades operacionais totalizaram € 2,5 bilhões no segundo trimestre de 2021, € 295 milhões acima do valor do trimestre do ano anterior. A melhoria foi atribuída principalmente ao lucro líquido consideravelmente maior de € 1,7 bilhão. Em € 1,8 bilhão, o fluxo de caixa livre aumentou € 254 milhões em comparação com o segundo trimestre de 2020.

Desenvolvimento de ganhos nos segmentos da BASF no segundo trimestre de 2021

As vendas no segmento de Químicos aumentaram consideravelmente em 91% em comparação com o trimestre do ano anterior, para € 3,4 bilhões. O aumento das vendas foi devido principalmente aos níveis de preços significativamente mais altos, em grande parte devido à forte demanda juntamente com a menor disponibilidade do produto. O EBIT antes de itens especiais de € 990 milhões ficou consideravelmente acima do nível do segundo trimestre de 2020. Em grande parte, isso pode ser atribuído a um EBIT consideravelmente mais alto antes de itens especiais na divisão de Petroquímicos. O EBIT antes de itens especiais também aumentou consideravelmente na divisão de intermediários.

Em comparação com o segundo trimestre de 2020, as vendas no segmento de Materiais aumentaram 75%, para € 3,7 bilhões. O desenvolvimento de vendas resultou principalmente de um aumento significativo de volumes relacionado à demanda. Com € 792 milhões no total, o EBIT antes de itens especiais aumentou consideravelmente em ambas as divisões.

As vendas de € 2,4 bilhões no segmento de Soluções Industriais no segundo trimestre de 2021 foram consideravelmente maiores do que no trimestre do ano anterior, particularmente na divisão de Dispersões e Pigmentos. O crescimento das vendas foi em grande parte atribuído a maiores volumes em quase todos os negócios em ambas as divisões. O EBIT antes de itens especiais aumentou consideravelmente em ambas as divisões em comparação com o segundo trimestre de 2020 e atingiu € 307 milhões. A divisão Dispersões e Pigmentos foi renomeada para Dispersões e Resinas em 1º de julho de 2021 após o fechamento da alienação do negócio global de pigmentos da BASF.

As vendas no segmento de Tecnologias de Superfície aumentaram consideravelmente em comparação com o segundo trimestre de 2020, especialmente na divisão de Catalisadores. O aumento de 90% nas vendas, para € 5,9 bilhões, foi atribuído a preços e volumes significativamente mais altos. O EBIT antes de itens especiais atingiu € 289 milhões e ficou consideravelmente acima do nível do trimestre do ano anterior em ambas as divisões devido principalmente aos volumes de vendas. Além disso, o desempenho dos lucros na divisão de Catalisadores foi apoiado por uma contribuição consideravelmente maior do comércio de metais preciosos.

As vendas no segmento de Nutrição e Cuidados aumentaram 2% em comparação com o trimestre do ano anterior, atingindo € 1,6 bilhão. Isso foi impulsionado por um crescimento considerável nas vendas na divisão Care Chemicals, enquanto as vendas na divisão Nutrição & Saúde diminuíram consideravelmente. Em € 138 milhões, o EBIT antes de itens especiais diminuiu consideravelmente em comparação com o segundo trimestre de 2020, devido principalmente a margens mais baixas e custos fixos mais altos em ambas as divisões.

As vendas de € 2,0 bilhões no segmento de Soluções para Agricultura ficaram consideravelmente acima do nível do segundo trimestre de 2020. Isso se deve principalmente aos volumes consideravelmente maiores em todas as regiões e aos preços mais altos. Os efeitos cambiais negativos, especialmente na América do Sul e do Norte, tiveram um impacto de amortecimento nas vendas. Apesar das vendas mais altas, o EBIT antes de itens especiais de € 75 milhões ficou consideravelmente abaixo do nível do trimestre do ano anterior. Isso se deve principalmente aos efeitos cambiais, bem como aos custos fixos mais elevados.

As vendas em Outros aumentaram consideravelmente em comparação com o trimestre do ano anterior e alcançaram € 793 milhões. Isso refletiu principalmente o crescimento das vendas no comércio de commodities. O EBIT antes de itens especiais ficou consideravelmente abaixo do valor do trimestre do ano anterior. Isso se deve principalmente a maiores acréscimos nas provisões para componentes de remuneração variável (bônus) como resultado do forte segundo trimestre de 2021.

Perspectivas do Grupo BASF para 2021

A avaliação do ambiente econômico global em 2021 foi ajustada da seguinte forma (previsão anterior da Declaração Trimestral da BASF Q1 2021 entre parênteses):

  • Crescimento do produto interno bruto: +5,5% (+5,0%)
  • Crescimento da produção industrial: +6,5% (+5,0%)
  • Crescimento na produção de produtos químicos: +6,5% (+5,0%)
  • Taxa de câmbio média euro/dólar de $ 1,20 por euro ($ 1,18 por euro)
  • Preço médio anual do petróleo (petróleo Brent) de $ 65 por barril
    ($ 60 por barril)

Devido ao forte desenvolvimento de negócios no primeiro semestre de 2021, a retomada contínua da economia global e o aumento considerável nas expectativas de lucros nos segmentos de Químicos e Materiais, a previsão para o ano fiscal de 2021 foi ajustada da seguinte forma (previsão anterior de a Declaração Trimestral BASF Q1 2021 entre parênteses):

  • Crescimento das vendas entre € 74 bilhões e € 77 bilhões
    (entre € 68 bilhões e € 71 bilhões)
  • EBIT antes de itens especiais entre € 7,0 bilhões e € 7,5 bilhões
    (entre € 5,0 bilhões e € 5,8 bilhões)
  • Retorno sobre o capital empregado (ROCE) entre 12,1% e 12,9% (entre 9,2% e 11,0%)
  • Aumento nas vendas de Aceleradores (soluções que dão uma contribuição significativa para a sustentabilidade na cadeia de valor) para entre € 21,0 bilhões e € 22,0 bilhões (entre € 19,0 bilhões e € 20,0 bilhões)
  • Estabilização das emissões de CO2 entre 20,5 milhões de toneladas métricas e 21,5 milhões de toneladas métricas (inalterado)

Para o segundo semestre de 2021, a BASF prevê um desenvolvimento econômico industrial amplamente estável. A previsão da BASF assume que não haverá restrições severas à atividade econômica devido às medidas de combate à pandemia do coronavírus no segundo semestre de 2021.

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Lanxess divulga resultados de 2020 e previsões para 2021

04/04/2021

• As vendas diminuíram 10,3% com relação ao ano anterior, para EUR 6,1 bilhões
• EBITDA pré-excepcionais no limite superior da faixa guiada em EUR 862 milhões
• Margem EBITDA pré-excepcionais em positivos 14,1%
• Proposta de dividendos para o ano fiscal de 2020: EUR 1,00
• Ano fiscal de 2021 caracterizado pelo crescimento

A Lanxess está começando o novo ano fiscal de 2021 com confiança: A empresa de especialidades químicas espera que muitos de seus clientes industriais se recuperem e, portanto, antecipa EBITDA pré-excepcionais entre EUR 900 milhões e EUR 1 bilhão para o ano inteiro.

A Lanxess se mostrou robusta no ano fiscal de 2020, mesmo com o ano dominado pela pandemia de coronavírus. A empresa de especialidades químicas atingiu EBITDA pré-excepcionais de EUR 862 milhões, apenas 15,4% abaixo do valor do ano anterior de EUR 1,019 bilhão. Os ganhos estão, portanto, no limite superior da faixa guiada entre EUR 820 milhões e EUR 880 milhões. Em 26 de janeiro, o Grupo divulgou números preliminares para o quarto trimestre, depois que muitos negócios se desenvolveram melhor do que o esperado. A margem EBITDA pré-excepcional atingiu os encorajadores 14,1%, contra 15,0% do ano anterior.

“Tivemos um bom desempenho no ano pandêmico de 2020, com um bom resultado no quarto trimestre. Nossa margem de lucro mostra que a posição estável do Grupo está resistindo ao teste da crise. Gostaria de agradecer a toda a equipe da Lanxess, que fez todo o possível neste ano difícil para manter o negócio funcionando”, disse Matthias Zachert, Presidente do Conselho de Administração da Lanxess AG. “Com essa equipe e nossa posição forte, podemos enfrentar 2021 com otimismo e nos concentrar totalmente no crescimento.”

Com EUR 6,104 bilhões, as vendas do Grupo Lanxess em 2020 diminuíram 10,3% em relação ao valor do ano anterior de EUR 6,802 bilhões. O lucro líquido de operações contínuas aumentou acentuadamente para EUR 908 milhões, após EUR 240 milhões no ano anterior. Isso se deve ao produto da venda de sua participação na operadora do parque químico Currenta, que a Lanxess concluiu no final de abril. Os passivos financeiros líquidos * diminuíram de EUR 1,742 bilhões no final de 2019 para EUR 1,012 bilhões em 31 de dezembro de 2020.

Apesar da pandemia de coronavírus: dividendo deve aumentar novamente

O dividendo também deve ser aumentado novamente para o ano excepcional de 2020. O Conselho de Administração e Conselho de Supervisão irá propor um dividendo de EUR 1,00 por ação – cerca de 5% a mais do que no ano anterior – para a Assembleia Anual de Acionistas, que irá ser realizada virtualmente em 19 de maio de 2021. Isso corresponde a um pagamento total de cerca de EUR 87 milhões.

Portfólio de reestruturação continua:  sinais apontam para crescimento

Com as vendas dos negócios de membrana, produtos químicos de cromo e o anúncio da venda do negócio de produtos químicos para couro, em 2020, a Lanxess desinvestiu sistematicamente em áreas que não cabiam mais no foco estratégico de produtos químicos especiais. O Grupo lançou assim as bases para um desenvolvimento mais lucrativo. A venda de sua participação na operadora do parque químico Currenta também proporcionou uma sólida base financeira.

Em 2021, todos os sinais apontam para crescimento – com foco em negócios com produtos de proteção ao consumidor. Em poucas semanas, a Lanxess anunciou três aquisições nesta área. Com a compra da especialista francesa em biocidas INTACE já concluída, a empresa de especialidades químicas ampliou sua linha de fungicidas para papel e embalagens. No futuro, a Lanxess expandirá significativamente sua oferta para o crescente mercado de higiene animal com o portfólio do fornecedor de desinfetantes e higiene Theseo. A transação deve ser concluída no segundo trimestre de 2021.

Em meados de fevereiro de 2021, a empresa de especialidades químicas anunciou a segunda maior aquisição de sua história. Ao adquirir o grupo norte-americano Emerald Kalama Chemical, a Lanxess pode fortalecer ainda mais seu segmento de Proteção ao Consumidor e explorar novos campos de aplicação com altas margens, como a indústria de alimentos e saúde animal. O Grupo espera que a transação seja concluída no segundo semestre do ano após as aprovações regulatórias.

“Os produtos de proteção ao consumidor são caracterizados por taxas de crescimento atraentes e margens fortes. Queremos crescer nesta área e começamos a trabalhar nisso desde o início do ano,” disse Zachert.

Desenvolvimento de segmento em 2020: Proteção ao Consumidor tem performance forte

O desempenho de vendas e lucros no segmento de Intermediários Avançados foi influenciado pela pandemia de coronavírus em 2020 como um todo. A fraca demanda e preços mais baixos tiveram um efeito negativo nesta unidade de negócios em particular. As vendas caíram 11,2%, de EUR 2,251 bilhões para EUR 1,999 bilhão. Em EUR 336 milhões, o EBITDA pré-excepcional foi 12,3% menor do que o valor do ano anterior de EUR 383 milhões. A margem EBITDA pré-excepcional ficou quase estável em 16,8%, contra 17,0% no ano anterior.

No segmento de aditivos especiais, os volumes de vendas – especialmente nas indústrias automotiva e de aviação – também diminuíram significativamente devido à pandemia de coronavírus. As taxas de câmbio também afetaram negativamente as vendas e os lucros. Em EUR 1,728 bilhão, as vendas caíram 12,1% em relação ao valor do ano anterior de EUR 1,965 bilhão, em parte devido aos preços de venda ligeiramente mais baixos. EBITDA pré-excepcional caiu 19,5%, de EUR 353 milhões para EUR 284 milhões. A margem EBITDA pré-excepcional para o ano fiscal de 2020 ficou em 16,4%, contra 18,0% no ano anterior.

Os negócios do segmento de Proteção ao Consumidor, recém-criados em 2020, tiveram um forte desempenho ao longo do ano. Isso foi impulsionado por fortes negócios de agroquímicos em Saltigo e boa demanda por desinfetantes. O efeito positivo do portfólio da aquisição da fabricante brasileira de biocidas IPEL também mais do que compensou os efeitos adversos da taxa de câmbio. As vendas totalizaram EUR 1,110 bilhão, 5,7% acima do valor do ano anterior de EUR 1,050 bilhão. EBITDA pré-excepcional cresceu 17,7% de EUR 198 milhões para EUR 233 milhões. A margem EBITDA pré-excepcional atingiu fortes 21,0%, contra 18,9% um ano atrás.

No segmento de Materiais de Engenharia, as vendas e os lucros foram afetados pela fraca demanda da indústria automotiva no primeiro semestre do ano. As vendas caíram 17,9% de EUR 1,450 bilhão para EUR 1,190 bilhão, em parte devido aos preços de venda mais baixos e efeitos negativos da taxa de câmbio. EBITDA pré-excepcional caiu 36,6%, de EUR 238 milhões para EUR 151 milhões. Além da demanda fraca, os ganhos também foram reduzidos por uma paralisação significativa para manutenção planejada e dificuldades com a subsequente retomada da produção na Bélgica. A margem EBITDA pré-excepcional de 12,7% ficou abaixo da cifra de 16,4% registrada no ano anterior

A Lanxess é uma empresa líder em especialidades químicas, com vendas de EUR 6,1 bilhões em 2020. A empresa tem atualmente cerca de 14.300 funcionários em 33 países. O principal negócio da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de intermediários químicos, aditivos, especialidades químicas e plásticos. A Lanxess está listada nos principais índices de sustentabilidade, Dow Jones Sustainability Index (DJSI World e Europa) e FTSE4Good.

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Evonik divulga resultados do 3o. trimestre de 2020

19/11/2020

  • Evonik confirma resultados preliminares para o terceiro trimestre: Ebitda ajustado de 519 milhões de euros, vendas de 2,9 bilhões de euros
  • Perspectivas para 2020: Ebitda ajustado estimado entre 1,8 – 2,0 bilhões de euros
  • Perspectiva de fluxo de caixa livre para 2020 é elevada

No terceiro trimestre de 2020, a Evonik registrou um Ebitda ajustado de 519 milhões de euros, 4% abaixo do valor do mesmo trimestre do ano passado. As vendas somaram 2,92 bilhões de euros, comparadas aos 3,23 bilhões de euros do mesmo trimestre do exercício anterior. A Evonik confirma, portanto, os resultados preliminares já anunciados em 15 de outubro.

“Estamos satisfeitos por poder confirmar os resultados já publicados em caráter preliminar, que ficaram claramente acima das expectativas do mercado”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva. “Graças às medidas estratégicas que implementamos neste ano e em anos anteriores, estamos em excelente posição para atravessar a crise”.

A Evonik também confirmou e especificou as perspectivas para o ano completo de 2020. A empresa agora projeta um Ebitda ajustado de 1,8 a 2,0 bilhões de euros (2019: 2,15 bilhões de euros). Anteriormente, era esperado um Ebitda ajustado entre 1,7 e 2,1 bilhões de euros. As perspectivas de vendas se mantêm entre 11,5 e 13,0 bilhões de euros (2019: 13,1 bilhões de euros).

A expectativa em relação ao fluxo de caixa livre também foi elevada: para 2020, a Evonik espera contabilizar cerca de 700 milhões de euros (2019: 717 milhões de euros antes do pagamento dos impostos do carve-out do negócio de metacrilatos). O fluxo de caixa livre em relação ao Ebitda ajustado, a chamada taxa de conversão de caixa, deve ficar acima de 35%. Anteriormente, a Evonik havia previsto um valor semelhante ao do ano anterior, de 33,3%.

“A crise do coronavírus está longe de ter passado e a visibilidade continua muito baixa. Ainda assim, estamos cumprindo o que prometemos”, disse a Ute Wolf, CFO da Evonik.

No terceiro trimestre, a empresa conseguiu gerar um fluxo de caixa livre de 312 milhões de euros, um nível similar ao do mesmo trimestre do ano anterior (2019: 321 milhões de euros antes do pagamento dos impostos do carve-out de metacrilatos).

Evolução nas divisões

Specialty Additives: A divisão se destaca por sua resiliência, preços estáveis e um nível de margem alta sustentável de 27,5%. O desenvolvimento dos negócios nos mercados finais como o da construção e de energias renováveis, por exemplo, se manteve robusto, beneficiando-se também de programas de incentivos governamentais. A demanda, em particular nos setores automotivo e de revestimentos, melhorou em relação ao trimestre anterior, mas ainda ficou abaixo da aferida no mesmo trimestre do ano passado. As vendas em Specialty Additives caíram 10% para 777 milhões de euros no terceiro trimestre, e o Ebitda ajustado recuou 8% para 214 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas na divisão Nutrition & Care encolheram 2% para 715 milhões de euros no terceiro trimestre. A evolução foi caracterizada por uma maior demanda no setor de saúde e cuidados. As vendas de aminoácidos essenciais registraram ligeira queda, sobretudo devido ao câmbio, enquanto os preços de venda subiram nitidamente na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. O Ebitda ajustado aumentou 18% para 140 milhões de euros.

Smart Materials: No terceiro trimestre, a divisão Smart Materials apresentou um desempenho comercial mais animador que no segundo trimestre, mas as vendas e receitas ficaram abaixo dos valores registrados no mesmo período do ano passado. O desaquecimento da economia global, particularmente no segmento de carros novos da indústria automotiva, mas também em outras indústrias, ocasionou um declínio nos volumes, especialmente na linha de polímeros de alta performance e de sílicas para a indústria da borracha. Em contrapartida, a inclusão, pela primeira vez, da PeroxyChem surtiu um efeito claramente positivo. As vendas no terceiro trimestre caíram 5% para 790 milhões de euros. O Ebitda ajustado encolheu 13% para 137 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas dos produtos do C4-Verbund recuaram em consequência da retração da demanda, especialmente nas indústrias automotiva e de combustíveis. A queda maciça do preço do petróleo também pesou sobre o desempenho da atividade. As vendas encolheram 27% para 444 milhões de euros e o Ebitda ajustado baixou 43% para 28 milhões de euros no terceiro trimestre.

Covestro tem crescimento em volumes e resultado no 3º trimestre de 2020

28/10/2020

  • Volumes principais crescem 3,0%
  • Vendas totais de cerca de 2,8 bilhões de euros recuam 12,7%
  • Ebitda de 456 milhões de euros (+7,3%) devido a medidas de corte de custos
  • Receita líquida de 179 milhões de euros (+21,8%)
  • Fluxo de caixa operacional livre sobe para 361 milhões de euros (+48,6%)
  • Guidance de resultado do ano elevada
  • Aquisição anunciada torna a Covestro um dos principais fornecedores de resinas de revestimento sustentáveis

No terceiro trimestre de 2020, a Covestro elevou seus volumes principais em 3,0% em relação ao ano anterior, como resultado de um aumento significativo da demanda. Esse processo foi muito impulsionado pelo crescimento de volumes na região Ásia-Pacífico (APAC), especialmente na China. Ao mesmo tempo, as vendas totais recuaram 12,7% para cerca de 2,8 bilhões de euros, devido aos preços de venda mais baixos.

Conforme comunicado no dia 9 de outubro de 2020 como dados financeiros preliminares, o Ebitda do terceiro trimestre de 2020 superou as expectativas do mercado de capitais. Com 456 milhões de euros, esse número teve alta de 7,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O aumento pode ser atribuído principalmente à redução de despesas atingida com medidas de cortes de custos. A receita líquida subiu 21,8% para 179 milhões de euros, enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) cresceu para 361 milhões de euros (+48,6%), como resultado do aumento nos fluxos de caixa operacionais e da redução das saídas de caixa para adições em propriedades, plantas e equipamentos.

O CEO da Covestro, Markus Steilemann, comenta: “Embora a pandemia de coronavírus ainda cause incertezas, reagimos de maneira decisiva e tomamos as medidas certas, que agora estão rendendo frutos. No terceiro trimestre, a demanda de nossas indústrias consumidoras teve uma forte recuperação. O crescimento de volume que atingimos mostra que estamos atendendo às necessidades dos nossos clientes e oferecendo as soluções certas.”

Guidance do ano definido; projeção de resultados elevada

A Covestro confirmou o guidance para o ano de 2020 conforme revisado no dia 9 de outubro de 2020. Isto pressupõe que as atividades econômicas não voltarão a ser severamente restringidas para controlar a disseminação da pandemia de coronavírus. O Grupo agora prevê um Ebitda de cerca de 1,2 bilhão de euros em 2020 (anterior: 700 milhões a 1,2 bilhão de euros). Em termos de crescimento do volume principal, a Covestro mantém a expectativa de declínio em relação ao ano anterior. O prognóstico atual do Grupo é de FOCF de 0 milhões a 300 milhões de euros (anterior: –200 milhões a 300 milhões de euros) e um retorno sobre o capital empregado (ROCE) de até de 5% (anterior: –1% a 4%).

“A recuperação do impacto da pandemia de coronavírus vem ocorrendo de forma mais dinâmica do que prevemos. Por isso, no terceiro trimestre conseguimos melhorar significativamente o resultado”, explica o CFO da Covestro, Thomas Toepfer. “Com nosso rigoroso foco em eficiência, atingimos economias de custos maiores e também nos beneficiamos de uma boa evolução das margens. Pudemos elevar as previsões do resultado de 2020 com base nisso. Por isso estamos confiantes para o quarto trimestre.”

Aquisição anunciada: Covestro será um dos principais fornecedores de resinas de revestimento sustentáveis

Em 30 de setembro de 2020, a Covestro assinou um acordo de aquisição da área de Resinas e Materiais Funcionais (RFM) da DSM pelo preço de 1,61 bilhão de euros. Esse acordo representa um passo importante para a Covestro na sua estratégia corporativa de longo prazo de fortalecer seus negócios sustentáveis e movidos à inovação. A integração da RFM ao segmento de Coatings, Adesivos e Especialidades amplia significativamente o portfólio da empresa no mercado de de resinas de revestimento sustentáveis.

“A aquisição anunciada impulsiona a trajetória de crescimento da nossa empresa e é um verdadeiro marco no nosso caminho para uma economia circular: junto com a RFM, podemos atender ainda melhor a demanda global por produtos sustentáveis e gerar inovações para a transição para uma economia circular com ainda mais eficácia”, afirma Steilemann.

Em 13 de outubro de 2020, no contexto da aquisição, a Covestro concluiu com êxito um aumento de capital planejado, por meio da emissão com base em capital autorizado, de 10,2 milhões de ações ordinárias ao portador sem valor nominal, subscritas por investidores institucionais. Os valores brutos captados representam 447 milhões de euros e serão usados para financiar a aquisição.

Custos mais baixos em todos os segmentos; crescimento de volume em Poliuretanos e Policarbonatos

O segmento de Poliuretanos teve um crescimento do volume principal de 4,3% no terceiro trimestre de 2020. As vendas caíram 11,0% para 1,3 bilhão de euros, principalmente devido à queda de preços de venda pela concorrência e ao nível mais baixo dos preços de matérias-primas. O Ebitda no segmento de Poliuretanos subiu 12,2% para 220 milhões de euros. O efeito positivo dos volumes vendidos e as despesas mais baixas, como resultado de medidas de corte de custos, elevaram o resultado.

No segmento de Policarbonatos, os volumes principais subiram 3,6% no terceiro trimestre de 2020. As vendas caíram 11,1% para 801 milhões de euros, em grande parte devido à evolução dos preços de venda em decorrência dos preços mais baixos das matérias-primas. O Ebitda no segmento de Policarbonatos subiu 12,1% para 148 milhões de euros. O nível mais baixo de custos, resultante de medidas de corte de custos e margens mais altas, teve efeito positivo sobre o resultado.

No terceiro trimestre de 2020, o segmento de Coatings, Adesivos e Especialidades teve um declínio de 6,9% nos volumes principais, devido à demanda mais fraca por parte das indústrias automotiva e de transportes e construção. As vendas caíram 15,8% para 495 milhões de euros, principalmente devido à baixa nos volumes totais vendidos e nos preços médios de venda. O Ebitda teve queda de 10,8% para 99 milhões de euros no terceiro trimestre de 2020. O efeito negativo sobre os volumes vendidos e um leve declínio nas margens provocaram queda no resultado. Os níveis de custos mais baixos, em decorrência de medidas de corte de custos, não foram capazes de compensar esses efeitos.

Pandemia afeta resultados dos três primeiros trimestres

Após um primeiro semestre desafiador em 2020, a Covestro viu a demanda das suas principais indústrias consumidoras se recuperar ao longo do terceiro trimestre. No entanto, no todo, os resultados dos três primeiros trimestres de 2020 manteve-se abaixo do nível do ano anterior. Nos primeiros nove meses de 2020, os volumes principais caíram 7,9% e as vendas totais tiveram baixa de 19,4% para cerca de 7,7 bilhões de euros. Isso pode ser atribuído principalmente à redução dos preços de venda e à queda nos volumes totais vendidos. Consequentemente, o Ebitda caiu 37,0% para 835 milhões de euros, enquanto a receita líquida totalizou 147 milhões de euros (-71,5%). O FOCF caiu para 136 milhões de euros (-4,9%).

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 17,2 mil pessoas no fim de 2019.

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Covestro divulga resultados do ano fiscal de 2019

27/02/2020

  • Volumes principais crescem 2,0%
  • Vendas totais de cerca de 12,4 bi de euros (-15,1%)
  • EBITDA, conforme previsto, de 1,6 bi de euros (-49,9%)
  • Lançado programa para promover economia circular
  • Dividendos propostos de 2,40 euros por ação
  • Perspectiva para 2020: mais um ano desafiador

A Covestro divulgou comunicado informando ter atingido suas metas no ano fiscal de 2019, em um ambiente de mercado desafiador. Os volumes principais subiram 2,0% em relação aos números do ano anterior. As vendas do Grupo caíram 15,1% para aproximadamente 12,4 bilhões de euros, uma vez que os preços de venda permaneceram baixos devido ao aumento da competitividade em todos os segmentos. Consequentemente, segundo a empresa, o EBITDA caiu 49,9% para 1,6 bilhão de euros, em linha com a previsão. A receita líquida foi de 552 milhões de euros (-69,7%), enquanto o fluxo de caixa operacional livre ficou em 473 milhões de euros (-71,7%). Com base nisso, a Covestro planeja distribuir dividendos de 2,40 euros por ação, no mesmo nível do ano anterior.

“2019 foi marcado por muitas incertezas geopolíticas e macroeconômicas. Ainda assim, a demanda por nossos materiais mantém-se intacta, o que confirma a nossa visão de que os plásticos serão mais valiosos do que nunca no futuro”, afirma o CEO Markus Steilemann. “2020 também será desafiador para nós. Porém ainda vemos demanda por plásticos de alta tecnologia a longo prazo a fim de viabilizar um desenvolvimento mais sustentável em uma vasta gama de diferentes tecnologia-chave. É por isso que estamos conduzindo nossos negócios sistematicamente para a economia circular.”

No ano de 2019, a Covestro lançou um programa estratégico global para incorporar a economia circular em todas as divisões. Em particular, a empresa pretende utilizar matérias-primas alternativas, desenvolver iniciativas de reciclagem inovadoras e estabelecer amplas formas de cooperação e novos modelos de negócios.

“A Covestro tem bases financeiras sólidas, ainda que, como esperado, o resultado operacional para o ano fiscal de 2019 tenha ficado abaixo dos níveis recordes dos anos anteriores, devido à pressão contínua sobre os preços. Mesmo neste ambiente atingimos nossas metas”, diz o CFO Thomas Toepfer. “Só teremos sucesso no atual mercado se nos posicionarmos de forma ainda mais eficiente, priorizando projetos e questionando investimentos, a fim de preservar a flexibilidade financeira necessária”, complementa Toepfer.

Considerando que as perspectivas para 2020 seguem desafiadoras, a Covestro acelerou a implementação do programa plurianual de eficiência e eficácia lançado em 2018. Ele já permitiu o corte de 150 milhões de euros no último ano. Para 2020, a empresa pretende alcançar economias de 250 milhões de euros a serem reconhecidas nos lucros ou perdas, enquanto a expectativa de economias acumuladas até o fim de 2021 é de cerca de 350 milhões de euros anualmente. Além disso, foram tomadas várias medidas de curto prazo, como uma gestão de custos mais eficiente e uma nova revisão de todos os investimentos existentes e planejados. Isso deve resultar em uma economia adicional de 200 milhões de euros no atual ano fiscal. Além do foco contínuo na influência comercial da empresa, o foco de 2020 continuará sendo a eficiência.

Explorando o potencial econômico das inovações

Durante a feira de plásticos K 2019, realizada no ano passado em Düsseldorf, na Alemanha, a Covestro apresentou inúmeras inovações de produtos que respondem a atuais desafios globais como urbanização, mobilidade do futuro e mudança climática. Nos próximos anos, o foco será em alavancar ao máximo esse potencial do ponto de vista comercial. Sucheta Govil, novo membro da diretoria e CCO da Covestro desde meados de 2019, irá trabalhar para fortalecer o pulso comercial da Covestro. O objetivo é intensificar o foco no cliente, a digitalização e otimizar as estratégias de marketing, além de identificar as oportunidades de mercado mais cedo.

Revisão contínua dos projetos de investimentos: foco no longo prazo

A Covestro investiu um total de 910 milhões de euros em 2019 (ano anterior: 707 milhões de euros), a maior soma da sua história. Os projetos de investimentos são controlados com foco rigoroso na eficiência e o melhor uso possível do capital. Diante do cenário desafiador, a Covestro anunciou, em janeiro de 2020, uma pausa de 18 a 24 meses em seu projeto de investimento de MDI em Baytown, nos Estados Unidos.

Ainda assim, a Covestro está confiante de que as projeções de crescimento do MDI a longo prazo são altamente promissoras. A nova planta de MDI na unidade de Brunsbüttel, na Alemanha, entrou em operação no primeiro trimestre de 2020 conforme planejado. Isso dobrará sua capacidade de produção para 400.000 toneladas métricas por ano e tornará Brunsbüttel uma das três maiores unidades produtivas de MDI na Europa, garantindo a posição de liderança da Covestro nesse segmento de mercado.

Previsão para o ano fiscal de 2020: mercado segue desafiador

Para 2020 como um todo, a Covestro antecipa um crescimento de dígito único nos volumes principais. O Grupo espera que o FOCF fique entre 0 e 400 milhões de euros e o ROCE, entre 2% e 7%. A Covestro projeta que o EBITDA do ano todo ficará entre 1,0 e 1,5 bilhão de euros. No primeiro trimestre, a expectativa é que o EBITDA fique entre 200 e 280 milhões de euros.

Ainda não é possível prever os impactos financeiros do coronavírus no ano fiscal de 2020, afirma a empresa.

Resultados dos segmentos de Poliuretanos, Policarbonatos e Coatings/Adesivos/Especialidades

Os volumes principais no segmento de Poliuretanos subiram 2,3% ao ano. Uma tendência positiva de demanda nas indústrias de móveis e construção e nas indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos mais que compensou a demanda mais fraca, principalmente da indústria automotiva. As vendas caíram 21,5% para 5.779 milhões de euros, principalmente devido à tendência negativa nos preços médios de venda pela concorrência intensificada. O baixo patamar de preços afetou fortemente as margens, apesar da queda nos preços das matérias-primas. Consequentemente, o EBITDA caiu 63,2% para 648 milhões de euros.

No ano fiscal de 2019, os volumes principais no segmento de Policarbonatos subiram 2,7% ao ano, principalmente devido à demanda mais forte nas indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos, além do setor de construção. As vendas baixaram 14,3% para 3.473 milhões de euros e o EBITDA caiu 48,3% para 536 milhões de euros. Esses declínios também podem ser atribuídos à queda ano a ano dos níveis dos preços de venda, resultante da maior pressão competitiva. Além disso, a venda do negócio de chapas nos Estados Unidos no terceiro trimestre de 2018 também impactou as vendas no ano fiscal de 2019, com efeito negativo de 2,2%.

Os volumes principais de Coatings, Adesivos e Especialidades em 2019 sofreram queda de 1,0% em relação ao ano anterior. A principal razão foi a demanda mais fraca por precursores de revestimentos na indústria automotiva. Com 2.369 milhões de euros, as vendas do segmento mantiveram-se estáveis ano a ano (ano anterior: 2.361 milhões de euros). O EBITDA cresceu 1,1% para 469 milhões de euros. As margens menores, decorrentes da redução dos preços de venda, e os volumes mais baixos tiveram impacto negativo nos lucros, enquanto os efeitos cambiais e o efeito sobre o portfólio da aquisição de ações da DIC Covestro Polymer Ltd., sediada no Japão, elevaram os lucros.

Quarto trimestre de 2019 marcado por concorrência acirrada

Os volumes principais no quarto trimestre de 2019 subiram 3,8%. As vendas totais caíram 12,5% em relação ao trimestre do ano anterior, principalmente devido aos preços de venda mais baixos como resultado da maior pressão concorrencial em todos os segmentos. Em vista disso, o EBITDA foi de 278 milhões de euros (-5,1%) e a receita líquida foi de 37 milhões de euros (-53,2%) no quarto trimestre. O FOCF caiu 9,1% no ano para 330 milhões de euros.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção no mundo todo e, ao final de 2019, empregava cerca de 17,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

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Evonik confirma expectativas para o ano de 2019, apesar do contínuo enfraquecimento da economia global

04/12/2019

  • 2019: Ebitda ajustado deve continuar, no mínimo, estável
  • Expectativas de fluxo de caixa livre para o ano inteiro confirmadas e especificadas: cerca de 700 milhões de euros
  • Q3: Vendas e receitas operacionais abaixo das registradas no mesmo período do último ano
  • Disciplina de custos mais austera respalda as receitas

A Evonik confirmou as expectativas para o ano completo de 2019, apesar do contínuo enfraquecimento da economia global. A empresa prevê que o Ebitda ajustado se mantenha, no mínimo, estável na comparação com o último ano. As vendas devem ficar ligeiramente mais baixas que as do ano passado em virtude da queda na demanda. A expectativa era que as vendas permanecessem estáveis. Em 2018, a Evonik gerou vendas de 13,3 bilhões de euros e um Ebitda ajustado de 2,15 bilhões de euros – não incluindo o desinvestimento do negócio de Metacrilatos.

“Nós nos preparamos em tempo adotando uma disciplina de custos mais austera e outras medidas contingenciais frente a uma economia global desaquecida”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva da Evonik. “Estamos sendo bastante proativos para assegurar o cumprimento das nossas expectativas para o ano”.

O programa de eficiência iniciado em 2018 com o objetivo de reduzir em 200 milhões ao ano as despesas administrativas e de vendas, foi acelerado. Até o final deste ano, a Evonik economizará 120 milhões de euros, 20 milhões de euros a mais que o originalmente planejado. Outros 20 milhões de euros serão economizados com a adoção de medidas contingenciais adicionais, como o adiamento de novas contratações e a redução de gastos com serviços externos.

A Evonik está especificando suas expectativas de fluxo de caixa livre para o ano inteiro e, agora, espera um valor em torno dos 700 milhões de euros, um fluxo de caixa livre significativamente mais alto que o do ano passado. Isso se deve sobretudo à redução de gastos de capital, à menor formação de capital de giro líquido e ao reembolso parcial de pagamentos de aposentadorias decorrente do “Contractual Trust Arrangement” (CTA). As previsões mais precisas não incluem impostos resultantes do carve-out da venda do negócio de Metacrilatos.

O desaquecimento da economia global continuou impactando o desempenho da Evonik no terceiro trimestre. Nos meses de julho a setembro, as vendas caíram 3% para 3,23 bilhões de euros devido à redução nos volumes e nos preços de venda. O Ebitda ajustado caiu 6% para 543 milhões de euros em relação ao mesmo período do ano anterior.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: As vendas do segmento caíram 1% para 1,4 bilhão de euros no terceiro trimestre. Os negócios de tintas assim como de adesivos e resinas foram afetados pelo arrefecimento da economia global, especialmente nas indústrias automotiva e de tintas. Os volumes de vendas da sílica para aplicações industriais baixaram. Os polímeros de alta performance, no entanto, foram beneficiados pela sólida demanda por membranas e pela indústria de impressão 3-D. Os “Crosslinkers” tiveram uma procura elevada da indústria eólica. O Ebitda ajustado do segmento baixou 4% para 322 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas declinaram 2% para 1,14 bilhão de euros no terceiro trimestre. A demanda por aminoácidos essenciais para nutrição animal se manteve alta, enquanto os preços de venda caíram ainda mais. Nos negócios de Health Care as vendas aumentaram, especialmente em resultado de boa demanda por ingredientes farmacêuticos e alimentícios. As vendas de aditivos para espumas de poliuretano subiram de maneira significativa, sobretudo devido à alta demanda por bens de consumo duráveis e materiais de isolamento. O Ebitda ajustado do segmento recuou 11% para 188 milhões de euros.

Performance Materials: As vendas no terceiro trimestre caíram 20% para 475 milhões de euros na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. O avanço dos negócios de Performance Intermediates foi prejudicado pela redução do preço do petróleo e da nafta e, também, em decorrência de preços de venda ligeiramente mais baixos. Restrições continuadas no fornecimento de matérias-primas e problemas técnicos nas plantas de C4 em Marl e Antuérpia afetaram as receitas. Nos negócios de Functional Solutions o setor de alcóxidos apresentou bom avanço. O Ebitda ajustado do segmento declinou 25% para 47 milhões de euros.

A Evonik é uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas. Com mais de 32.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2018, a empresa gerou vendas de 13,3 bilhões de euros e um lucro operacional (Ebitda ajustado) de 2,15 bilhões de euros.

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Covestro divulga resultados do terceiro trimestre de 2019

10/11/2019

  • Volumes principais crescem 5,3%
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-14,6%)
  • Previsão de Ebitda atingida com 425 mi de euros (-50,5%)
  • Receita líquida cai para 147 mi de euros (-70,4%)
  • Fluxo de caixa operacional livre de 243 mi de euros (-58,0%)
  • Perspectiva para 2019 atualizada na previsão existente

No terceiro trimestre de 2019, a Covestro conseguiu atingir crescimento do volume principal de 5,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, em um ambiente econômico continuamente desafiador. Ao mesmo tempo, as vendas totais recuaram 14,6% para 3,2 bilhões de euros, devido aos preços de venda continuamente mais baixos. Com 425 milhões de euros, a previsão de Ebitda foi cumprida para o trimestre, mas caiu 50,5% em relação ao trimestre do ano anterior, como resultado dos efeitos negativos dos preços. A receita líquida caiu para 147 milhões de euros (-70,4%), enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) ficou em 243 milhões de euros (-58,0%). Isso se deu, principalmente, devido à redução dos fluxos de caixa das atividades operacionais e a investimentos planejados.

“Após gerar sólido crescimento de volume no segundo trimestre, a demanda voltou a crescer no terceiro trimestre”, diz o CEO Markus Steilemann. “O ambiente econômico segue desafiador, principalmente no setor automotivo. No entanto, nosso crescimento de volume indica que nossos negócios são bem diversificados em várias indústrias”, afirma. O crescimento pode ser atribuído, sobretudo, às indústrias de construção, móveis, elétrica e eletrônica.

Projeção para o ano confirmada

Com base nos resultados do terceiro trimestre, o CFO Thomas Toepfer confirmou a previsão para o ano como um todo. “Continuamos confiantes de que atingiremos as metas que estabelecemos para o ano fiscal”, enfatiza Toepfer. “As margens do mesmo trimestre do ano anterior foram atipicamente altas, razão pela qual a queda ano a ano nas vendas e nos lucros está alinhada às nossas expectativas.”

Após o terceiro trimestre, o grupo refinou a previsão para o ano fiscal de 2019 dentro das margens publicadas: a Covestro antecipa um crescimento de um dígito do volume principal para 2019. Espera-se que o FOCF do grupo fique entre 300 e 500 milhões de euros, com ROCE de 8% a 10%. A projeção para o Ebitda do ano fiscal é que fique entre 1.570 e 1.650 milhões de euros.

Lançado novo programa de Economia Circular

Para manter o sucesso a longo prazo com suas soluções sustentáveis e inovadoras, a Covestro pretende reforçar seu foco na economia circular para o futuro e lançou um novo programa estratégico com essa finalidade. Nos seus processos produtivos, em particular, o grupo tem como objetivo utilizar, o máximo possível, matérias-primas de fontes sustentáveis, como matéria vegetal, resíduos e CO2. Isso deve eliminar o uso de recursos fósseis como petróleo bruto tanto quanto possível. Acima de tudo, os plásticos usados devem ser reciclados sistematicamente e o máximo possível.

Sustentabilidade e inovação também foram as palavras-chave na K2019, a maior feira comercial de plásticos do mundo realizada em Düsseldorf, Alemanha. Na feira, a Covestro apresentou muitos produtos e tecnologias diferentes que oferecem soluções para desafios globais urgentes. Por exemplo, expôs materiais de alta tecnologia que utilizam carbono em tecidos mais ecológicos, elevam o desempenho de turbinas eólicas e aceleram a expansão da tecnologia 5G.

Crescimento de volume no terceiro trimestre nos segmentos de Poliuretanos e Policarbonatos

Os volumes principais no segmento de Poliuretanos subiram 5,1%. O aumento da demanda nas indústrias de móveis, elétrica e eletrônica, especialmente em aparelhos domésticos e no setor de construção, mais que compensaram a demanda mais fraca na indústria automotiva. Contudo, as vendas nesse segmento caíram 20,1% para 1.478 milhões de euros devido à queda dos preços de venda, ocasionada pela maior pressão competitiva. Esse fenômeno também se refletiu no Ebitda, que caiu para 196 milhões de euros (-54,6%).

Os volumes principais em Policarbonatos subiram 9,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. A indústria elétrica e eletrônica e o setor de construção foram os que mais contribuíram para esse crescimento. As vendas nesse segmento caíram 13,2% para 901 milhões de euros no terceiro trimestre de 2019. O Ebitda caiu 58,1% para 132 milhões de euros, devido, principalmente, à mudança negativa nos preços de venda.

O segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades registrou queda de 4,0% nos volumes principais como resultado da demanda mais fraca por matérias-primas para revestimento por parte de todas as principais indústrias, especialmente do setor automotivo. Como resultado, as vendas caíram 3,0% para 588 milhões de euros. No terceiro trimestre de 2019, o Ebitda caiu 11,9% para 111 milhões de euros, movido por volumes menores e margens mais baixas.

Maior concorrência e novo patamar de preços marcam os primeiros nove meses

Conforme esperado, os primeiros nove meses foram marcados por concorrência crescente e mudança nos preços. O crescimento do volume principal atingiu 1,5%. As vendas totais caíram 15,8% para 9.548 milhões de euros, principalmente como resultado da baixa nos preços de venda. O Ebitda caiu 54,4% para 1.326 milhões de euros. A receita líquida atingiu 515 milhões de euros (-70,5%). O fluxo de caixa operacional livre decresceu para 143 milhões de euros (-89,1%).

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (calculadas equivalendo à jornada integral) no fim de 2018.

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DSM registra alta nas vendas globais do primeiro semestre de 2019

11/09/2019

A DSM, empresa global de origem holandesa com atividades nas áreas de saúde, nutrição e materiais, anunciou ao mercado os resultados referentes ao primeiro semestre de 2019 (1S19), quando as vendas globais atingiram € 4,568 bilhões (crescimento de 3% em comparação com o mesmo período no ano passado) e lucro líquido de € 401 milhões. No período, o Ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos e depreciação/amortização) registrou alta de 12%, tendo alcançado € 862 milhões, incluindo o impacto de 3% do IFRS 16 (International Financial Reporting Standards, ou Normas Internacionais de Informação Financeira, adotado a partir de 1º de janeiro de 2019), com margem Ebitda de 18,9%. O retorno sobre o capital empregado (ROCE) no período foi de 13,1% (incluindo o IFRS 16).

Para atender aos mercados onde atua, a DSM tem duas divisões de negócios principais: Nutrição e Materiais. Considerando o primeiro semestre, a divisão de Nutrição registrou vendas globais de € 3,029 bilhões (alta de 7%) e Ebitda ajustado de € 639 milhões (alta de 13%); a divisão de Materiais contabilizou vendas globais de € 1,427 bilhão (queda de 4%) e Ebitda ajustado de € 262 milhões (estável: 0%).

Os resultados do primeiro semestre do ano permitiram à DSM manter suas perspectivas com relação aos prognósticos para 2019, com a expectativa de crescimento do Ebitda ajustado de um dígito em comparação com o Ebitda ajustado subjacente. Com relação ao impacto ambiental de suas operações, a DSM registrou melhoria estrutural subjacente na redução absoluta de gases de efeito estufa no primeiro semestre de 2019 de aproximadamente 10% em comparação com a linha de base de 2016. Ela foi a primeira empresa do setor a definir novas metas de redução para emissões de gases de efeito estufa, revisadas e aprovadas pela iniciativa Science Based Targets e alinhadas com o acordo climático de Paris.

A companhia apresentou progresso em projetos inovadores. Os destaques foram o projeto Clean Cow, com o pedido de autorização na União Europeia para o aditivo para dieta de bovinos que, segundo a empresa, reduz em cerca de 30% a emissão de gás metano, e o projeto Veramaris, que iniciou a produção comercial de ácidos graxos DHA e EPA do ômega-3 a partir de algas. Além disso, o Balancius, lançado ano passado nas Américas, foi introduzido na Europa. De acordo com a DSM, ele é um aditivo alimentar para frangos de corte que melhora a digestão e absorção de nutrientes, ajudando os produtores a obterem melhor resultado da ração e a reduzir o gás de efeito de estufa.

Ao comentar os resultados do primeiro semestre, o CEO e presidente do Conselho de Administração da DSM, Feike Sijbesma, conta que está satisfeito com o bom desempenho, obtido em um ambiente macroeconômico desafiador, em que a área de Nutrição entregou alta performance e a área de Materiais experimentou condições de mercado mais brandas em alguns destinos finais, especialmente China, com destaque para a resiliência com ganhos estáveis. “A DSM continua bem posicionada para cumprir as suas metas ambiciosas da Estratégia 2021, impulsionada pelo propósito de ser uma empresa de orientação científica voltada ao alto desempenho, em Nutrição, Saúde e Vida Sustentável”, ressalta o executivo.

Desempenho na América Latina

Os resultados da DSM na América Latina no primeiro semestre também foram significativos. Na região, onde a empresa está presente em 13 países e conta com 2,23 mil colaboradores (no mundo, são 21,59 mil funcionários), a DSM teve vendas de € 536 milhões, valor que representa 12% das suas vendas globais e que indica um crescimento de 1,9% em comparação com o primeiro semestre de 2018. A área de Nutrição e Saúde Humana teve seu melhor desempenho em vendas na região da América Latina.

A DSM fornece soluções inovadoras de negócios para nutrição humana, nutrição animal, cuidados pessoais e aroma, dispositivos médicos, produtos e aplicações verdes e novas formas de mobilidade e conectividade. A DSM e suas empresas associadas têm receita líquida anual de cerca de € 10 bilhões com aproximadamente 23.000 funcionários. A empresa foi fundada em 1902

Covestro divulga balanço do segundo trimestre de 2019

24/07/2019

  • Leve crescimento nos volumes principais (+1,1%)
  • Vendas totais de cerca de 3,2 bi de euros (-16,9%)
  • EBITDA de 459 milhões de euros (-53,4%)
  • Receita líquida cai para 189 milhões de euros (-68,7%)
  • Fluxo de caixa operacional livre 55 milhões de euros negativo
  • Previsão de EBITDA de cerca de 410 milhões de euros no 3º tri

A atual pressão da concorrência intensa e as incertezas em grandes mercados de vendas persistiram ao longo do segundo trimestre. Enquanto os volumes principais cresceram 1,1%, as vendas totais caíram para 3,2 bilhões de euros (-16,9%), devido à baixa nos preços de venda. Em 459 milhões, o EBITDA estabilizou-se no nível do primeiro trimestre de 2019 (442 milhões de euros), mas ficou abaixo dos excepcionais resultados registrados no mesmo trimestre do ano anterior (-53,4%). O declínio dos lucros decorreu, principalmente, das margens mais baixas nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos. A receita líquida decresceu para 189 milhões de euros, enquanto o fluxo de caixa operacional livre (FOCF) atingiu -55 milhões de euros, em decorrência dos fluxos de caixa mais baixos de atividades operacionais e investimentos mais altos.

“A situação econômica segue desafiadora, já que as incertezas globais econômicas e políticas persistem”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Ainda assim, atingimos nossas metas de lucros e conseguimos aumentar novamente o nosso volume principal no segundo trimestre. Isso reforça a tendência de soluções mais sustentáveis, que oferecemos a muitas indústrias.”

Covestro confirma previsões para 2019

Os resultados dos primeiros seis meses ficaram bem abaixo do nível do ano anterior. Segundo a Covestro, isso se deve ao fato de 2018 ter sido marcado por margens excepcionalmente altas em alguns grupos de produtos. Por isso, afirma a empresa, os resultados do primeiro semestre de 2019 atingiram as expectativas no ambiente econômico atual.

“Com base nos resultados dos primeiros seis meses, confirmamos as nossas previsões para o ano fiscal. Ao mesmo tempo, também precisamos acompanhar de perto os próximos desenvolvimentos econômicos nos nossos principais mercados de vendas”, explica o CFO Thomas Toepfer. “O desenvolvimento da indústria automobilística foi bem mais fraco que o esperado; por outro lado, o desempenho no setor de construção e na indústria de móveis e madeira foi melhor.”

Para o ano fiscal de 2019, a Covestro mantém a projeção de crescimento do volume principal de até 5%. Espera-se que o FOCF fique entre 300 e 700 milhões de euros, com ROCE de 8% a 13%. A previsão é que o EBITDA do ano fiscal atinja de 1,5 a 2 bilhões de euros, com expectativa de que o EBITDA do terceiro trimestre atinja aproximadamente 410 milhões de euros.

Progressos em investimentos e na otimização do portfólio

No segundo trimestre, a Covestro otimizou ainda mais seu portfólio. O negócio europeu de casas de sistemas está sendo vendido para a H.I.G. Capital por um valor da ordem de dois dígitos de milhões de euros.

Paralelamente, o Grupo continua mantendo o foco em investimentos para geração de valor: em maio, a Covestro avançou na expansão da produção de filmes de policarbonato em Dormagen, Alemanha. O investimento faz parte de um programa que totaliza 100 milhões de euros, com o qual a Covestro pretende reforçar a área de filmes especializados, dotada de altas margens.

Uma vez obtidas as licenças oficiais necessárias, será iniciada a construção de uma unidade dedicada para fornecimento de cloro para a já existente produção de MDI em Tarragona, Espanha, no fim do ano. O primeiro marco interno foi atingido em Baytown, Texas (EUA), onde está prevista uma nova planta de grande escala para produção do precursor de espuma rígida MDI. Agora começará o planejamento técnico detalhado por uma equipe de projeto com 100 integrantes.

Crescimento nos volumes principais de poliuretanos e policarbonatos

No segmento de poliuretanos, os volumes principais cresceram 0,7%. As vendas caíram 24,3% para 1.489 milhões de euros, movidas pela queda nos preços de venda decorrente do aumento da concorrência. A baixa nos preços de venda também se refletiu no EBITDA, que caiu para 172 milhões de euros (-70,5%).

Os volumes principais em policarbonatos subiram 4,4% em relação ao trimestre do ano anterior. Apesar da indústria eletroeletrônica e o setor de construção terem contribuído para esse crescimento, os volumes caíram na indústria automobilística. As vendas apresentaram queda de 15,0% para 898 milhões de euros no segundo trimestre de 2019. O EBITDA no segmento de policarbonatos foi 46,0% mais baixo, somando 154 milhões de euros, principalmente devido à queda nos preços de venda.

O segmento de revestimentos, adesivos e especialidades apresentou um declínio de 4,7% nos volumes principais. Como resultado, as vendas caíram 1,3% para 621 milhões de euros. Contudo, os movimentos da taxa de câmbio e a aquisição gradual das participações na DIC Covestro Polymer Ltd., sediada no Japão, tiveram efeito positivo. O aumento da participação na joint venture japonesa também gerou um efeito positivo não recorrente sobre o EBITDA, que subiu 7,9% para 150 milhões de euros no segundo trimestre de 2019.

Concorrência intensa: um marco do 1º semestre de 2019

No geral, os primeiros seis meses de 2019 foram marcados pelo aumento da concorrência. Os volumes vendidos mantiveram-se predominantemente estáveis (-0,4%), enquanto as vendas totais caíram 16,4% para 6.386 milhões de euros, devido aos preços mais baixos de venda. Especialmente nos segmentos de poliuretanos e policarbonatos, os preços de venda ficaram bem abaixo daqueles do mesmo período do ano anterior. Como resultado, o EBITDA caiu 56,0% para 901 milhões de euros. A receita líquida atingiu 368 milhões de euros (-70,5%). O fluxo de caixa operacional livre caiu para 100 milhões de euros negativos.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros voltados principalmente para os segmentos automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem 30 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (equivalendo à jornada integral) no fim de 2018.

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Faturamento recorde da Radici em 2018 atinge 1,211 bilhões de euros

18/07/2019

  • Primeiro semestre de 2019: desaceleração nos volumes, mas com margens estáveis.
  • Segunda parte do ano mais incerta. Positiva, mas menor que 2018.

Faturamento consolidado em 1,211 bilhões de euros (+6%), Ebitda em 185 milhões (+16%) e resultado líquido após amortizações e depreciações em 97 milhões (+19%): estes são os principais números de 2018 do RadiciGroup que opera com 3100 funcionários em 16 países nos negócios da química, dos tecnopolímeros e das fibras sintéticas.

“Foi um ano excepcional, disse Angelo Radici, Presidente do RadiciGroup, que se encerrou com números recorde para o Grupo. Muito embora na última parte do ano tenhamos sentido as primeiras desacelerações que continuam em 2019. De qualquer forma, acho que posso dizer que poderemos ter um relatório semestral com margens estáveis, apesar da contração dos volumes. Quanto à segunda parte do ano em curso, será um pouco mais difícil, mas ainda com resultados positivos, ainda que certamente inferiores a 2018. O cenário global em que as empresas operam hoje é certamente influenciado pelas incertezas ligadas à questão dos impostos China-EUA e à instabilidade geopolítica. Há também a contração do mercado automotivo, com o qual estamos tentando lidar com grandes esforços em termos de pesquisa e inovação, visando a expansão do portfolio de produtos, inclusive com materiais de reduzido impacto ambiental, e criando novas oportunidades de mercado cada vez mais atentas à sustentabilidade das empresas.”

Nesse contexto, o Grupo continua a perseguir sua estratégia de focalizar nos negócios principais considerados estratégicos, como a química do náilon, os tecnopolímeros e as fibras sintéticas, além de fontes renováveis. O objetivo é melhorar a posição competitiva no mercado, alcançando um equilíbrio substancial entre as áreas geográficas em que opera, com o objetivo de se tornar menos dependente do desempenho de cada mercado.

Alessandro Manzoni, CFO do RadiciGroup, comentou: “A nossa posição financeira líquida melhorou em comparação com 2017, assim como todos os coeficientes patrimoniais e as relações de confiança mútua com as instituições financeiras. Tivemos uma situação financeira absolutamente sólida que nos colocou em condições de estarmos preparados para quaisquer oportunidades de crescimento sem necessariamente recorrer a intervenções de capital externo. Em 2018 – acrescenta Manzoni – fizemos investimentos de mais de 50 milhões de euros e o mesmo número ocorrerá em 2019, com o objetivo de manter elevados níveis de excelência tecnológica a serviço da competitividade das empresas e do meio ambiente.”

Juntamente com o desempenho positivo do Grupo, é importante enfatizar que os lucros e a solidez econômico-financeira são perseguidos em relação ao meio ambiente e seus recursos. Em 2018, o valor agregado global líquido (a capacidade de uma empresa de produzir riqueza para todos os seus stakeholders) continuou ainda a crescer, chegando a 280 milhões de euros (258 em 2017): e a este valor corresponde um decréscimo no uso de recursos como energia e água, assim como redução na produção de resíduos e emissões.

No Relatório de Sustentabilidade atualmente elaborado de acordo com o modelo GRI Standards – Core Option, todos esses dados serão interligados para fornecer um relatório preciso e certificado dos aspectos econômicos, sociais e ambientais vinculados a todas as empresas RadiciGroup nas diversas áreas de negócio que, em 2018, registraram o seguinte faturamento agregado, em milhões de euros:

  • Specialty Chemicals 471 (em 2017: 439)
  • High Performance Polymers 406 (em 2017: 360)
  • Synthetic Fibres and Nonwovens 444 (em 2017: 451)
  • Outros Negócios 10 (em 2017: 10)

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Grupo BASF aumenta vendas no 1o. trimestre; resultados menores na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior

23/05/2019

Primeiro trimestre de 2019:

  • Vendas de € 16,2 bilhões (alta de 3%)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de € 1,7 bilhão (queda de 24%)
  • Resultados caem principalmente devido às baixas contribuições dos segmentos de Materiais e Químicos
  • Bom desempenho dos resultados no segmento de Soluções para Agricultura

Panorama para 2019 confirmado:

  • Ligeiro aumento nas vendas
  • Ligeiro aumento do EBIT antes dos itens extraordinários no período

“No primeiro trimestre de 2019 as vendas do Grupo BASF cresceram 3%, atingindo € 16,2 bilhões”, disse Dr. Martin Brudermüller, Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, na Reunião Anual de Acionistas da empresa, realizada no Centro de Convenções Rosengarten em Mannheim, Alemanha. Em comparação com o primeiro trimestre de 2018, os resultados advindos das atividades operacionais (EBIT) antes dos itens extraordinários apresentaram decréscimo de € 549 milhões, correspondendo a € 1,7 bilhão. “Como esperado, isso se deve principalmente às contribuições consideravelmente menores dos segmentos de Materiais e Químicos. Nesses segmentos, tivemos margens excepcionalmente altas de isocianatos e sólidas margens do cracker no primeiro trimestre do ano anterior”, disse Brudermüller. O EBIT antes dos itens extraordinários também apresentou queda em “Outros” e no segmento de “Nutrição & Cuidados”, enquanto no segmento de Tecnologias para Superfície os resultados ficaram no mesmo nível do trimestre anterior. Por outro lado, os segmentos de Soluções para Agricultura e Soluções Industriais registram grande melhoria nos resultados.

O crescimento econômico global no primeiro trimestre de 2019 foi influenciado pelos avanços geopolíticos e conflitos comerciais, principalmente entre os Estados Unidos e a China. Consequentemente, o Grupo BASF observou uma demanda mais fraca das principais indústrias clientes, especialmente do setor automotivo.

Os preços caíram em 2% em comparação ao primeiro trimestre do ano anterior, fato atribuído principalmente aos negócios com produtos de isocianatos e cracker. Os preços mais elevados nos segmentos de Tecnologias para Superfície, Soluções para a Agricultura e Soluções Industriais só compensaram parcialmente o declínio esperado de preço nos segmentos de Materiais e Químicos. Devido ao comportamento cauteloso de compra dos clientes, os volumes de vendas no Grupo BASF apresentaram queda de 4%. O crescimento nas vendas foi devido principalmente aos efeitos de portfólio no segmento de Soluções para Agricultura, resultantes da aquisição de importantes negócios e ativos da Bayer em agosto de 2018. Os efeitos cambiais também tiveram um impacto positivo nas vendas em todos os segmentos.

Em € 26 milhões, no geral, os itens extraordinários no EBIT foram positivos no primeiro trimestre de 2019, em comparação ao decréscimo de € 18 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. O resultado especial proveniente dos desinvestimentos nos segmentos de Soluções para a Agricultura e Soluções Industriais excedeu os custos de integração, taxas especiais de medidas de reestruturação e outras taxas.

O EBIT teve uma queda de € 505 milhões em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 1,8 bilhão. O resultado antes do imposto de renda caiu em € 520 milhões, passando a € 1,6 bilhão. A alíquota do imposto aumentou de 24,1% para 25,4%.

O resultado após impostos das operações contínuas apresentou queda de € 415 milhões para € 1,2 bilhão. O resultado depois de impostos das operações descontinuadas, que abrange as atividades de petróleo e gás da BASF, aumentou em € 97 milhões, atingindo o patamar de € 274 milhões. Este fato é, em grande parte, devido ao significativo aumento dos volumes, principalmente na Rússia, assim como à suspensão da depreciação e amortização desde o reconhecimento do grupo para alienação no terceiro trimestre de 2018.

O resultado líquido apresentou queda de € 273 milhões, para € 1,4 bilhão. O lucro por ação foi de € 1,53 no primeiro trimestre de 2019 – primeiro trimestre de 2018: € 1,83. O lucro por ação ajustado pelos itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis totalizou € 1,65 (primeiro trimestre de 2018: € 1,93).

No primeiro trimestre de 2019, o fluxo de caixa das atividades operacionais totalizou € 373 milhões, € 858 milhões abaixo dos números para o mesmo trimestre no ano anterior. O fluxo de caixa livre apresentou uma queda de € 604 milhões no mesmo trimestre no ano anterior para menos € 368 milhões, principalmente como resultado dos melhores fluxos de caixa das atividades operacionais.

Fusão da Wintershall e DEA

Depois da aprovação por todas as autoridades relevantes, em 1º de maio de 2019, a BASF e a LetterOne concluíram a fusão da Wintershall e DEA. “Com a Wintershall Dea criamos a empresa europeia independente líder em exploração e produção, com operações internacionais nas principais regiões. Ao combinar as duas entidades com sede na Alemanha, a BASF e a LetterOne assentam as bases para um forte e próspero crescimento da Wintershall Dea”, disse Dr. Hans-Ulrich Engel, Vice-Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, em uma teleconferência sobre os resultados do primeiro trimestre de 2019.

Dividendo proposto de € 3,20 por ação

A Junta de Diretores Executivos e o Conselho Fiscal propuseram à Reunião Anual de Acionistas que o dividendo tenha um aumento de € 0,10, passando a € 3,20 por ação. “Assim, a ação da BASF oferece um rendimento de dividendos atraente, de 5,3%, com base no preço da ação no final do ano de 2018, de € 60,40”, disse Brudermüller. Depois da adoção da resolução relevante pela Reunião Anual de Acionistas, um total de € 2,9 bilhões será pago aos acionistas da BASF SE em 8 de maio.

Panorama para 2019 confirmado

As expectativas da BASF para o ambiente econômico global em 2019 continuam inalteradas:

  • Crescimento do produto interno bruto: 2,8%
  • Crescimento da produção industrial: 2,7%
  • Crescimento da produção de químicos: 2,7%
  • Taxa de câmbio média euro/dólar de US$ 1,15 por euro
  • Preço médio do petróleo de US$ 70 dólares por barril de petróleo Brent

A BASF confirma a previsão de vendas e receitas para o Grupo BASF feita no Relatório BASF de 2018 e espera um ligeiro crescimento das vendas, assim como ligeiro aumento do EBIT antes dos itens extraordinários, que deve ficar no nível inferior da faixa de 1% a 10%. O retorno sobre capital empregado (ROCE) deve ser um pouco mais alto do que o percentual do custo de capital, com o ROCE um pouco mais baixo do que em 2018.

Desempenho do negócio nos segmentos no primeiro trimestre de 2019

As vendas no segmento de Químicos, que abrange Petroquímicos e Intermediários, sofreram queda de 13% em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 2,5 bilhões. A divisão de Petroquímicos, em particular, observou brusca queda nas vendas, enquanto a divisão de Intermediários registrou um ligeiro declínio. O desempenho das vendas foi influenciado pelos menores volumes e preços nas duas divisões.

Em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários apresentou queda de € 169 milhões, para € 306 milhões. As duas divisões registraram resultados mais baixos, principalmente a de Petroquímicos. O desempenho do EBIT antes dos itens extraordinários se deve, em grande parte, às menores margens na divisão de Petroquímicos, principalmente para produtos de steam cracker, além dos menores volumes nas duas divisões. Além disso, os custos fixos das duas divisões apresentaram um discreto aumento. Na divisão de Petroquímicos, o aumento foi devido principalmente às altas despesas de manutenção, enquanto na divisão de Intermediários o desempenho dos custos fixos foi influenciado negativamente especialmente pelos efeitos cambiais.

No segmento de Materiais, que abrange Materiais de Performance e Monômeros, as vendas de € 2,9 bilhões apresentaram uma queda de 15% em comparação ao primeiro trimestre de 2018. As duas divisões, de Monômeros e de Materiais de Performance, apresentaram queda nas vendas, principalmente devido aos menores preços dos isocianatos na divisão de Monômeros.

O EBIT antes dos itens excepcionais teve uma queda nas duas divisões, atingindo € 323 bilhões, em comparação aos € 816 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. Esta queda resulta principalmente das menores margens de isocianatos na divisão de Monômeros. Na divisão de Materiais de Performance, as maiores margens não conseguiram compensar os menores volumes, principalmente no setor automotivo. Além disso, os custos fixos das duas divisões foram um pouco mais elevados do que no mesmo trimestre do ano anterior, principalmente por causa dos efeitos cambiais.

No segmento de Soluções Industriais, que abrange Dispersões e Pigmentos e Químicos de Performance, as vendas de € 2,2 bilhões foram 2% mais baixas do que as vendas no mesmo trimestre do ano anterior. As vendas na divisão de Dispersões e Pigmentos se mantiveram no mesmo nível do primeiro trimestre de 2018, enquanto as vendas na divisão de Químicos de Performance apresentaram uma ligeira queda. O declínio no período se deveu principalmente à transferência do negócio de químicos para papel e água da BASF, que antes foi reportado em Químicos de Performance, para o grupo Solenis.

O segmento de Soluções Industriais aumentou o EBIT antes dos itens extraordinários em 15%, em comparação ao primeiro trimestre de 2018, para € 264 milhões. Isso se deveu principalmente ao EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente mais alto na divisão de Químicos de Performance, resultante dos preços mais elevados, aumento do volume e efeitos cambiais positivos. A divisão de Dispersões e Pigmentos também apresentou ligeiro aumento no EBIT antes dos itens extraordinários, principalmente por causa dos preços mais elevados e dos efeitos cambiais positivos. O EBIT do segmento incluiu receitas especiais na divisão de Químicos de Performance advindas da transferência do negócio de químicos para papel e água da BASF para o grupo Solenis.

Em comparação ao primeiro trimestre de 2018, as vendas no segmento de Tecnologias para Superfície, que abrange Catalisadores, Tintas e Químicos para Construção, aumentaram em 13%, para € 3,6 bilhões. O crescimento das vendas na divisão de Catalisadores foi particularmente acentuado. As vendas também apresentaram um aumento considerável na divisão de Químicos para Construção. Na divisão de Tintas, as vendas ficaram no mesmo nível que no mesmo trimestre no ano anterior. O aumento nas vendas pode ser atribuído aos preços mais elevados em todas as divisões, assim como aos efeitos cambiais positivos e maiores volumes nas divisões de Catalisadores e Químicos para Construção.

Em € 159 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários para o segmento se manteve no nível do mesmo trimestre no ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários na divisão de Químicos para Construção apresentou uma melhoria considerável, devido principalmente às margens mais elevadas. Na divisão de Catalisadores, os resultados tiverem um discreto aumento em consequência do crescimento das vendas. Por outro lado, a divisão de Tintas registrou um EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente menor, principalmente devido ao enfraquecimento do negócio automotivo.

As vendas de € 1,6 bilhão no segmento Nutrição & Cuidados, que abrange Care Chemicals e Nutrição e Saúde, se mantiveram no nível do mesmo trimestre no ano anterior. As vendas consideravelmente mais elevadas na divisão de Nutrição e Saúde foram compensadas pelas vendas um pouco mais baixas na divisão de Care Chemicals.

Em € 222 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários ficou 13% abaixo dos € 254 milhões registrados no primeiro trimestre de 2018. Isso pode ser atribuído principalmente aos maiores custos fixos da divisão de Nutrição e Saúde, em grande parte devido ao reembolso do seguro recebido no mesmo trimestre do ano anterior, em razão das quedas na produção em 2017. Além disso, as margens tiveram uma queda no negócio de nutrição animal, resultando em um significativo declínio na receita da divisão de Nutrição e Saúde em geral. Uma grande melhoria na receita da divisão de Care Chemicals, principalmente devido às margens mais elevadas, teve um efeito de compensação.

As vendas de € 2,6 bilhões no segmento de Soluções para Agricultura foram 53% mais altas do que no primeiro trimestre de 2018. Este fato pode ser atribuído principalmente aos efeitos de portfólio da aquisição de importantes negócios e ativos da Bayer, em agosto de 2018. A BASF também alcançou maior nível de preço no negócio legado, enquanto os volumes de vendas foram consideravelmente mais baixos no período, principalmente devido a fatores climáticos.

O EBIT antes dos itens extraordinários de € 740 milhões foi 75% mais alto do que no primeiro trimestre de 2018, em grande parte por causa da contribuição dos negócios adquiridos. O EBIT incluiu receitas especiais de desinvestimentos, segundo as condições impostas pelas autoridades antitruste no escopo da aquisição dos negócios da Bayer. No primeiro trimestre de 2019, o EBIT excedeu as taxas especiais para a integração dos negócios adquiridos.

As vendas em Outros apresentaram um aumento considerável em comparação ao mesmo trimestre no ano anterior. Isso se deve principalmente às atividades remanescentes do negócio de químicos para papel e água da BASF, que não foram incluídos na transferência para a Solenis e, desde então, são reportados em Outros. O EBIT antes dos itens extraordinários ficou bem abaixo dos números para o primeiro trimestre de 2018, principalmente devido aos resultados cambiais e efeitos de valorização de nosso programa de incentivo em longo prazo.

Fonte: BASF

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Evonik divulga resultados do primeiro trimestre de 2019

21/05/2019

  • Vendas cresceram 1% para 3,29 bilhões de euros
  • Ebitda ajustado recuou para 539 milhões de euros
  • Fluxo de caixa livre melhorou significativamente para 159 milhões de euros
  • Previsão para 2019 foi elevada: Ebitda ajustado ficará, no mínimo, estável

As vendas da Evonik foram de 3,29 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2019, o que significa um aumento de 1% em comparação ao mesmo período do exercício anterior. O Ebitda ajustado recuou 3% para 539 milhões de euros.

“A despeito do enfraquecimento da economia global, conseguimos manter a nossa posição no que diz respeito a volumes e resultados”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva. “Em termos de fluxo de caixa livre, conseguimos até registrar um ganho significativo. No geral, nosso portfólio agora é mais robusto do que antes em relação às tendências macroeconômicas. O desinvestimento do nosso negócio de metacrilatos contribuiu para isso”.

Custos iniciais não recorrentes para novas unidades de produção e um gargalo temporário no fornecimento de matérias-primas no segmento Performance Materials contribuíram para a queda do Ebitda ajustado. Em consequência, a margem Ebitda ajustada encolheu de 17,1% para 16,4%. A receita líquida ajustada recuou 5% para 249 milhões de euros, o que corresponde a um lucro ajustado por ação de 0,53 euro.

O fluxo de caixa livre melhorou em 109 milhões de euros em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando 159 milhões de euros. Isso se deveu sobretudo a uma formação menor de capital de giro líquido e a uma redução nos pagamentos de aposentadorias.

Perspectivas foram elevadas

Como resultado do acordo de venda do negócio de metacrilatos, as perspectivas para as operações continuadas foram revisadas. A Evonik agora prevê que os valores de Ebitda ajustado e vendas fiquem, no mínimo, no mesmo nível do ano passado. A receita da planejada aquisição da empresa americana PeroxyChem não está incluída na perspectiva ajustada. Em 2018, as operações contínuas registraram um Ebitda ajustado de 2,15 bilhões de euros e vendas de 13,3 bilhões de euros.

Os progressos significativos alcançados com o programa de economia de custos, aplicado na empresa toda, também contribuíram para as receitas. Mais da metade dos 1.000 empregos a serem reduzidos será concretizada até o fim deste ano.

Desempenho por segmento

Resource Efficiency: O desenvolvimento dos negócios desse segmento se manteve no primeiro trimestre de 2019. As vendas cresceram 3% para 1,4 bilhão de euros. O crescimento se deveu sobretudo ao aumento nos preços de venda; os volumes, por outro lado, ficaram ligeiramente abaixo daqueles registrados no mesmo período do ano anterior. A demanda por polímeros de alta performance (poliamida 12) e membranas continuou alta, de maneira que o aumento nos preços teve um impacto positivo que resultou num correspondente forte incremento nas vendas. Maiores volumes em vendas também foram registrados na linha de crosslinkers como resultado da alta demanda, especialmente por aplicações em compósitos no mercado de energia eólica; e pela sílica, que se beneficiou de uma tendência em aplicações de borracha e pneus. Apesar dos custos iniciais da nova planta de sílica nos EUA, o Ebitda ajustado avançou 2% para 324 milhões de euros.

Nutrition & Care: As vendas aumentaram 3% para 1,15 bilhão de euros no primeiro trimestre de 2019. Isso se deveu, sobretudo, a uma elevação nos volumes de vendas, enquanto os preços de venda baixaram. As vendas de aminoácidos essenciais para nutrição animal registraram ligeira queda, em decorrência da redução nos preços de venda, embora os volumes entregues tenham aumentado de maneira significativa. O negócio de care solutions registrou um desenvolvimento, tendo se beneficiado do aumento da demanda por aplicações especiais, por exemplo, da indústria cosmética. O Ebitda ajustado foi de 180 milhões de euros, 14% abaixo do valor registrado no mesmo período do ano anterior, em parte devido a despesas relacionadas ao planejado início das atividades na nova planta de metionina em Singapura, previsto para meados deste ano.

Performance Materials: No primeiro trimestre de 2019, as vendas encolheram 7% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O total de 559 milhões de euros decorreu de menores volumes de venda, preços em queda e efeitos negativos do câmbio. O desenvolvimento da linha de performance intermediates (química do C4) foi prejudicado por uma restrição no fornecimento de matérias-primas causada por problemas técnicos em um fornecedor e também pelo preço mais baixo da nafta, ocasionando o recuo nas vendas. Já na linha de negócios Functional Solutions as vendas registraram aumento. Esse negócio se beneficiou principalmente de uma maior demanda por alcoolatos. O Ebitda ajustado do segmento recuou 9% para 59 milhões de euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Braskem registra lucro líquido de 1 bilhão no primeiro trimestre de de 2019

15/05/2019

A Braskem registrou Ebitda de R$ 2,77 bilhões no primeiro trimestre de 2019, um crescimento de 45% em relação ao último trimestre de 2018 e de 5% sobre o mesmo período do ano passado. Em dólar, o Ebitda foi de US$ 729 milhões, uma queda de 11% na comparação com igual trimestre do ano passado.

Esses resultados foram impactos por efeitos não recorrentes como a receita com PIS/COFINS pagos a maior entre janeiro de 2012 a fevereiro de 2017 e a reversão de provisões relacionadas à Conta de Desenvolvimento Energético e ao Regime Especial da Indústria Química (Reiq). Sem esses efeitos, o Ebitda foi de US$ 336 milhões, queda de 16% e 60%, respectivamente, ao quarto trimestre e ao primeiro trimestre de 2018.

“O primeiro trimestre se mostrou desafiador em razão dos menores spreads petroquímicos no mercado internacional, dada a revisão de crescimento da economia global para o ano de 2019”, afirma o presidente da Braskem, Fernando Musa. “Neste cenário, seguiremos focados com a nossa estratégia de atuação a fim de superar os desafios globais do ciclo petroquímico”, completa Musa, referindo-se à diversificação geográfica e de base de matéria-prima equilibrada entre nafta e gás.

A receita líquida de vendas da Braskem atingiu R$ 13 bilhões no primeiro trimestre de 2019, praticamente em linha ao registrado no mesmo período do ano passado. O lucro líquido da companhia foi de R$ 1,03 bilhão, revertendo o prejuízo de R$ 78 milhões observado no trimestre anterior e mantendo-se em linha ao primeiro trimestre do ano passado.

No lado operacional, a taxa de utilização das centrais petroquímicas no Brasil foi de 88% no primeiro trimestre, dois pontos percentuais inferiores ao mesmo trimestre do ano passado, impactada por problemas operacionais. A taxa de utilização das plantas nos EUA e na Europa foi de 90%, superior ao 4T18 devido à normalização do fluxo logístico na Europa, porém inferior ao mesmo período do ano passado em função de paradas não programadas. No México, a taxa de utilização das plantas de polietileno foi de 79%, seis pontos percentuais acima do quarto trimestre de 2018 devido ao maior fornecimento de etano no período.

Mercado brasileiro de resinas

A demanda de resinas no mercado brasileiro foi de 1,4 milhão de toneladas, 7,8% e 4,2% superior ao quarto trimestre e ao primeiro trimestre do ano passado, respectivamente, em função do movimento de reabastecimento ocorrido no período. As vendas de resinas da Braskem totalizaram 878 mil toneladas, resultado 10% superior ao último trimestre do ano passado e superior ao crescimento do mercado. A participação de mercado da Braskem ficou em 64% no período.

No primeiro trimestre de 2019, a companhia exportou, a partir do Brasil, 356 mil toneladas de resinas, um crescimento de 16% em relação ao quarto trimestre de 2018. Foram exportadas 194 mil toneladas dos principais químicos produzidos no Brasil, uma queda de 10% sobre o trimestre anterior, influenciado pelo menor volume de gasolina.

Nos Estados Unidos, a demanda de polipropileno foi inferior devido ao alto nível de estoque na cadeia e ao fraco desempenho do segmento de fibras têxteis. Na Europa, a demanda se recuperou no trimestre e o mercado mostrou crescimento principalmente em função de uma antecipação à temporada de paradas programadas que irão acontecer no segundo trimestre deste ano. A demanda de polietileno no México foi de 504 mil toneladas, uma retração de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior, em função da queda no investimento público e privado e à desaceleração no crescimento econômico.

Investimento e competitividade

Os planos de expansão da Braskem seguem avançando. A empresa já concluiu 56,2% do investimento total previsto para construção da nova planta de Polipropileno nos Estados Unidos, a sexta unidade industrial desta resina no país. Já foram aportados US$ 426 milhões na nova unidade, que deve começar a operar em 2020.

Durante a Feiplastic, a maior feira do Plástico na América Latina, a Braskem anunciou uma nova solução para o mercado de embalagem conhecida como stand-up pouch monomaterial, um produto que facilita o processo de reciclagem dos materiais por conter apenas uma matéria-prima. Esse lançamento feito de polietileno é voltado ao segmento de cosméticos e alimentos e foi realizado em parceria com a Antilhas Flexíveis.

Além disso, a Braskem lançou uma nova solução que une a resina pós-consumo oriunda da logística reversa de sacarias da empresa ao Polietileno Verde (I’m greenT). A matéria prima traz o conceito de zero emissão de gás carbônico, uma vez que a emissão de CO2 durante o processo de reciclagem é compensada pela fixação do gás durante o processo produtivo do polietileno verde.

Fonte: Braskem

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BASF registra discreto aumento nas vendas de 2018 e queda nos lucros devido a menor contribuição de Químicos

12/03/2019

  • Vendas de €62,7 bilhões (acréscimo de 2%)
  • EBIT de €6,4 bilhões (decréscimo de 17%)
  • Fluxo de caixa de atividades operacionais de €7,9 bilhões (decréscimo de 10%). Fluxo de caixa livre de €4 bilhões
  • Dividendo proposto de €3,20 para o exercício de 2018 (2017: €3,10)

Panorama para 2019:

  • Expectativa de discreto crescimento das vendas, em decorrência principalmente de grandes volumes de vendas e efeitos de portfólio
  • EBIT ligeiramente acima do previsto em 2018

A BASF registrou vendas de €62,7 bilhões no ano passado, representando um aumento de 2% em comparação ao ano anterior. Os resultados das atividades operacionais antes de juros e tributos (EBIT) apresentaram queda em relação a 2017, de €7,6 bilhões para €6,4 bilhões, decorrente, principalmente, do segmento de Químicos, que respondeu por aproximadamente dois terços da queda total de lucros. As margens de lucro do isocianato sofreram uma brusca queda no segundo semestre do ano. Além das margens de cracker terem sido menores do que o esperado em 2018, em todas as regiões.

No geral, 2018 foi um ano marcado por difíceis cenários econômicos e geopolíticos globais e conflitos comerciais. No segundo semestre do ano, a BASF sentiu uma retração econômica nos principais mercados, especialmente na indústria automotiva, o maior setor de clientes da empresa. A demanda de clientes chineses, em especial, diminuiu significativamente em decorrência do conflito comercial entre os Estados Unidos e a China. As incertezas aumentaram globalmente e, portanto, muitos participantes do mercado agiram com bastante cautela.

“Estamos lidando com estes desafios. Com a nossa nova estratégia corporativa, usaremos 2019 como um ano de transição para emergirmos ainda mais fortes. Neste ano, estamos adaptando nossas estruturas e processos, focalizando nossa organização expressamente nas necessidades de nossos clientes”, disse o presidente da Junta Diretiva da BASF, Dr. Martin Brudermüller, que apresentou os dados financeiros do exercício de 2018 juntamente com o Chief Financial Officer Dr. Hans-Ulrich Engel.

A BASF implementou aumento de preços em todos os segmentos e divisões em 2018. Houve um discreto aumento de volumes quando comparados ao ano anterior. Os maiores volumes foram registrados nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura, que foram parcialmente compensados pelos baixos volumes nos segmentos de Produtos de Performance e Químicos. A principal razão primordial para os menores volumes no segmento de Produtos de Performance foi a parada da fábrica de citral em Ludwigshafen, que reiniciou a produção no segundo trimestre. Os volumes de vendas no segmento de Químicos sofreram influência negativa devido ao baixo nível de água do rio Reno. No geral, os efeitos cambiais apresentaram um decréscimo de 4%, enquanto que os efeitos de portfólio registraram acréscimo de 1%.

Os menores lucros nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais, Soluções para Agricultura e Produtos de Performance também contribuíram para o declínio no EBIT. No segmento de Soluções para Agricultura, os efeitos cambiais negativos em todas as regiões diminuíram os lucros. Além disso, houve uma forte contribuição negativa das empresas adquiridas da Bayer, cujo controle foi assumido pela BASF somente em agosto. Tal período levou a uma desvantagem devido à sazonalidade do negócio de sementes, que gera lucros predominantemente no primeiro semestre do ano, adicionado ao fato de que incorreram custos para integrar as atividades adquiridas.

Além disso, o longo período com baixo nível de água do rio Reno foi um desafio para a BASF. Na unidade de Ludwigshafen, durante grande parte do terceiro e do quarto trimestre, o recebimento de matérias-primas por via fluvial foi praticamente impossível. Consequentemente, a BASF foi forçada a reduzir as taxas de utilização da capacidade da planta em Ludwigshafen, fato que restringiu os ganhos de 2018 em cerca de €250 milhões.

Os itens extraordinários totalizaram €320 milhões, em função, principalmente, das aquisições dos novos negócios no segmento de Soluções para Agricultura. O resultado, comparado com 2017, teve decréscimo de € 58 milhões. O EBIT diminuiu em 20%, indo para €6 bilhões. Com 9,5 bilhões, o EBITDA antes de itens especiais ficou 12% abaixo do resultado do ano anterior. O EBITDA totalizou €9,2 bilhões, comparado a €10,8 bilhões em 2017.

O lucro por ação caiu de €6,62 para €5,12 em 2018. Ajustado pelos juros, impostos, depreciação e amortização de ativos intangíveis, o lucro por ação totalizou €5,87, apresentando queda de €0,57 em relação ao ano anterior.

Evolução dos lucros do Grupo BASF no quarto trimestre de 2018

As vendas do Grupo BASF aumentaram em 2% no quarto trimestre de 2018, totalizando €15,6 bilhões. Os segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura deram suporte para um possível aumento de 2% nos preços. Os volumes caíram em 3%, resultado principalmente do longo período de baixo nível de água do rio Reno que limitou drasticamente a entrega de matérias-primas essenciais para a unidade de Ludwigshafen, forçando, assim, a redução de sua capacidade de utilização. Os efeitos de portfólio totalizaram um acréscimo de 3% devido à aquisição do negócio da Bayer no segmento de Soluções para Agricultura.

O EBIT no quarto trimestre foi de €630 milhões, representando uma queda de 59% em relação ao ano anterior, devidos aos lucros significativamente menores nos segmentos de Químicos e Soluções para Agricultura. No segmento de Químicos, a principal razão da queda teve relação com as margens menores no negócio de isocianato e cracker. A evolução dos lucros no quarto trimestre no segmento de Soluções para Agricultura foi prejudicada por despesas relacionadas à aquisição. A BASF conseguiu melhorar os ganhos nos segmentos de Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais. Os gargalos no fornecimento, resultantes do baixo nível de água do rio Reno, impactaram negativamente os lucros em aproximadamente €200 milhões no período em questão.

Fluxos de Caixa do Grupo BASF no ano de 2018

Os fluxos de caixa das atividades operacionais caíram de €8,8 bilhões para €7,9 bilhões, principalmente devido à redução do lucro líquido. Em 2018, a mudança no capital de giro líquido reduziu os fluxos de caixa em €530 milhões, comparado com €1,2 bilhão de 2017. O montante utilizado nas atividades de investimento aumentou de €4 bilhões para €11,8 bilhões. Em 2018, os pagamentos líquidos para aquisições e desinvestimentos totalizaram €7,3 bilhões, principalmente relacionados à aquisição de negócios e ativos da Bayer. Os pagamentos feitos para o ativo imobilizado e intangível diminuíram em €102 milhões, indo para €3,9 bilhões. Com €4 bilhões, o fluxo de caixa livre voltou a ter força, porém com €744 milhões a menos que em 2017, devido à diminuição dos fluxos de caixa advindos das atividades operacionais.

Dividendo proposto de €3,20

“A BASF quer aumentar seu dividendo mesmo em tempos difíceis. Por isso, iremos propor à Assembleia Geral de Acionistas um dividendo de €3,20 por ação, €0,10 superior ao do ano anterior. A ação da BASF, portanto, oferece um rendimento de dividendos muito atraente, de 5,3%, com base no preço da ação no final de 2018”, comentou Brudermüller.

Implementação da estratégia da BASF

A BASF desenvolveu ainda mais sua estratégia, implementando-a sistematicamente por meio de inúmeras medidas. Como primeiro passo, desde 1º de janeiro, a BASF alterou a alocação organizacional de cerca de 14 mil colaboradores que anteriormente trabalhavam em unidades centrais. Esta transferência para as divisões de negócios foi muito suave.

“Todo o processo será concluído até o final do terceiro trimestre de 2019 e cerca de 20 mil colegas trabalharão mais próximos de nossos clientes, nos permitindo reconhecer melhor suas necessidades, desenvolver idéias e implementá-las mais rapidamente”, disse Brudermüller.

As alterações na organização afetam áreas como pesquisa e desenvolvimento, engenharia, cadeia de suprimentos, compras, recursos humanos, serviços de informação e meio ambiente, saúde e segurança. A BASF também modificou sua estrutura de relatório e agora conta com seis segmentos, ao invés de quatro: Químicos, Materiais, Soluções para Indústria, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados e Soluções para Agricultura. “A mudança tornará nossa comunicação mais transparente e mais fácil de ser comparada com as dos nossos concorrentes”, disse o presidente da Junta Diretiva.

A BASF empreendeu inúmeras medidas para desenvolver ainda mais seu portfólio. Por exemplo, concluiu a transferência de seus negócios envolvendo químicos para papel e água para a Solenis. O negócio em conjunto, no qual a BASF tem uma participação de 49%, opera sob o nome Solenis desde 1º de fevereiro de 2019. Em 2017, registrou vendas proforma de cerca de €2,4 bilhões e contava com aproximadamente 5,2 mil colaboradores. Hoje, o negócio conjunto oferece um portfólio de produtos expandido para os clientes nos setores de papel e tratamento de água.

Em 18 de janeiro de 2019, a Comissão Europeia concedeu à BASF uma autorização condicional para aquisição do negócio de poliamida da Solvay. Para resolver as preocupações de concorrência da Comissão Europeia, a BASF deve transferir parte do escopo da transação original para um terceiro comprador, nomeadamente os ativos de produção e as capacidades de inovação dos negócios de poliamida da Solvay na Europa. Brudermüller comentou: “Com esta aquisição, a BASF ainda pode atingir seus objetivos estratégicos e fortalecer consideravelmente os negócios com a poliamida 6.6.”

A BASF e a LetterOne esperam agora as aprovações regulatórias necessárias para a fusão de seus respectivos negócios de petróleo e gás em uma joint venture. As duas empresas assinaram um acordo de fusão no final de setembro de 2018. A conclusão da transação está prevista para o primeiro semestre de 2019. As medidas preparatórias para a integração estão sendo realizadas de acordo com o planejado. A BASF espera que a oferta pública inicial (IPO) ocorra no segundo semestre de 2020.

Como parte de sua gestão ativa de portfólio, a BASF analisa continuamente se os negócios podem atender de uma maneira ainda melhor seu potencial em uma esfera de negócio diferente, por exemplo, uma joint venture ou fora da BASF. Neste contexto, a BASF anunciou em outubro de 2018 que está avaliando opções estratégicas, como a fusão com um parceiro forte ou um desinvestimento para seu negócio de químicos para construção. O presidente da Junta Diretiva da BASF comentou: “Nosso objetivo é chegar a um acordo com relação a uma transação durante o ano de 2019. Estamos atualmente preparando um processo estruturado”.

Investimentos em crescimento orgânico na Ásia

A China já é o principal mercado da Ásia e do mundo – tanto para a BASF quanto para toda a indústria química. A BASF quer crescer mais rápido do que o mercado químico global. “Portanto, precisamos participar do crescimento na China, o maior mercado mundial de produtos químicos”, disse Brudermüller. O presidente da Junta Diretiva nomeou vários projetos de investimento com os quais a BASF quer fortalecer ainda mais sua posição na Ásia e acelerar o crescimento orgânico.

No final de outubro de 2018, por exemplo, a BASF assinou um acordo com a SINOPEC para expandir sua parceria na unidade Verbund em Nanjing, China. A joint venture BASF-YPC investirá em uma participação de 50% na construção de mais um steam cracker com capacidade de 1 milhão de toneladas de etileno por ano. A SINOPEC Yangtzi Petrochemical investirá os outros 50%. Além disso, a BASF e a SINOPEC explorarão conjuntamente novas oportunidades de negócios no crescente mercado chinês de materiais para baterias.

A Índia é outro mercado onde a BASF quer investir. A empresa assinou recentemente um memorando de entendimento com a Adani para estudar uma grande aplicação conjunta na cadeia de valor de acrílicos. A unidade designada estaria localizada no porto de Mundra, no estado indiano de Gujarat. Este seria o maior investimento da BASF na Índia até hoje e sua primeira unidade de produção neutra em CO2.

Panorama para o ano de 2019

Neste ano, a expectativa é de que a economia mundial cresça 2,8%, consideravelmente um ritmo mais lento do que em 2018 (3,2%). Na União Europeia, a empresa prevê crescimento mais fraco na demanda doméstica e, também, na demanda de exportação. Por outro lado, a BASF supõe que os Estados Unidos apresentarão um crescimento sólido, embora o efeito estimulador da reforma tributária deva ser menos expressivo do que em 2018. O crescimento na China provavelmente continuará desacelerando, mas permanecerá alto em comparação com as economias avançadas. Por outro lado, há a expectativa de que a recuperação econômica no Brasil deve perseverar.

O panorama é baseado nas seguintes hipóteses econômicas adicionais para o ano de 2019:

  • Crescimento de 2,7% na produção global de químicos em 2019 (2018: +2,7%)
  • Preço médio do petróleo de US$70 por barril de Brent bruto
  • Taxa média de câmbio de U$$1,15 por euro

“Também esperamos que o crescimento nas indústrias de nossos clientes continue. Para o setor automotivo, prevemos uma ligeira recuperação após a menor produção que ocorreu no ano anterior”, disse Brudermüller. A perspectiva da BASF também leva em consideração que os conflitos comerciais entre os Estados Unidos e seus parceiros comerciais irão amenizar ao longo do ano, e que o Brexit ocorrerá sem grandes repercussões econômicas.

“Embora o ambiente seja desafiador e marcado por um alto nível de incerteza, pretendemos crescer de forma lucrativa. Esperamos um discreto aumento nas vendas, principalmente devido aos efeitos de portfólio. Queremos aumentar ligeiramente o EBIT. Além disso, prevemos que o retorno sobre o capital empregado (ROCE) seja um pouco maior do que o custo do percentual de capital, mas diminuirá um pouco em comparação ao patamar de 2018”, disse o presidente da Junta Diretiva da BASF.

Brudermüller enfatizou que os dois primeiros trimestres de 2019 serão relativamente fracos: “Em primeiro lugar, no primeiro semestre de 2018 ainda nos beneficiamos de margens elevadas dos isocianatos, o que aumenta a base de comparação. Em segundo lugar, os custos associados à implementação da nossa estratégia terão um impacto nos lucros, assim como um número maior de paradas programadas nas fábricas em relação ao ano anterior. Os fatores decisivos para alcançar nossas metas para 2019 são um melhor desempenho dos negócios, uma sólida demanda dos clientes, bem como as primeiras contribuições de nosso programa de excelência estratégica no segundo semestre do ano. As mudanças estruturais que iniciamos na BASF também resultarão em itens extraordinários negativos notavelmente mais altos em 2019.”

Fonte: BASF

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Covestro eleva dividendos após divugação do desempenho dos negócios em 2018

12/03/2019

  • Demanda crescente em um ambiente de mercado cada vez mais desafiador
  • Crescimento do volume principal mantido em 1,6%
  • Vendas totais sobem para 14,6 bi de euros
  • EBITDA cai para 3,2 bi de euros
  • Dividendos propostos de 2,40 de euros por ação
  • Cerca de 1,7 bi de euros devolvido aos acionistas por meio de recompra de ações e dividendos
  • Previsões para 2019 influenciadas por maior crescimento dos volumes e margens menores

A Covestro obteve fortes resultados em 2018, mesmo com desafios crescentes ao longo do ano. Os volumes principais subiram 1,6% e as vendas totais cresceram 3,4% para 14,6 bilhões de euros. Após um quarto trimestre mais fraco, a Covestro não pôde atingir o patamar de lucro do ano anterior, marcado por um ambiente comercial excepcionalmente positivo. Apesar da baixa dos preços de venda, aliada a margens em declínio no segundo semestre, a Covestro gerou um EBITDA de 3,2 bilhões de euros, 6,8% abaixo do ano recorde de 2017. A receita líquida atingiu 1,8 bilhão de euros (-9,3%). Com base nesse desempenho, a Covestro planeja elevar os dividendos em cerca de 9% para 2,40 euro por ação (ano anterior: 2,20 euro).

“A demanda por nossos materiais de alta tecnologia se mantém intacta. Esse é um forte alicerce para o nosso crescimento rentável no longo prazo, especialmente em um ambiente de mercado cada vez mais desafiador”, explica o CEO Dr. Markus Steilemann. “Lançamos iniciativas estratégicas importantes em 2018 para promover ativamente essa trajetória de crescimento. Elas incluem investimentos em segmentos comerciais específicos com potencial de demanda acima da média e foco reforçado em eficiência.”

Maior demanda e margens menores, ao mesmo tempo

Em um ano instável, a Covestro atingiu resultados sólidos também em números importantes em 2018. O fluxo de caixa operacional livre (FCO) caiu para 1,7 bilhão de euros devido a investimentos em alta. Com 29,5%, o retorno sobre o capital empregado (ROCE) ficou bem acima da média plurianual. A dívida financeira líquida manteve o nível baixo de 348 milhões de euros no final do ano fiscal de 2018.

“2018 foi um ano de sucesso para a Covestro, mesmo que, após um início forte, não tenhamos chegado perto do nosso ano recorde de 2017 no geral”, afirma o Dr. Thomas Toepfer, CFO da Covestro. “Os últimos dois anos foram marcados por margens atipicamente altas. Para 2019, esperamos que a demanda continue a crescer; no entanto, as margens cairão significativamente devido à pressão competitiva.”

Previsões influenciadas pela cenário competitivo

A Covestro antecipa um crescimento de meio dígito único no volume principal para 2019 como um todo. A expectativa é que o FCO fique entre 300 e 700 milhões de euros, enquanto a projeção para o ROCE é de 8% a 13%. Devido à elevada pressão competitiva, a Covestro espera registrar entre 1,5 e 2,0 bilhões de euros de EBITDA. No primeiro trimestre de 2019, antecipa-se cerca de 440 milhões de EBITDA.

Investimentos garantem crescimento no longo prazo

Em 2018, a Covestro deu passos estratégicos importantes para reforçar ainda mais a posição do Grupo perante a concorrência. Um elemento-chave são os investimentos a serem feitos em segmentos de crescimento rentável. O Grupo pretende construir uma nova planta de escala mundial para produzir o precursor de espuma rígida MDI em Baytown, Texas (EUA). Outro exemplo é a expansão das atividades produtivas da área de filmes especializados, que oferece altas margens, em quatro unidades no mundo. Simultaneamente, o objetivo é diversificar o portfólio do Grupo para garantir independência ainda maior de flutuações cíclicas. Hoje a Covestro gera mais de 50% das vendas do Grupo com negócios resilientes.

Foco reforçado em eficiência e eficácia

Por meio de um programa lançado em 2018, a Covestro aumentará seu foco na eficácia e na eficiência no futuro. Até no máximo 2021, estima-se que a economia de custos será da ordem de 350 milhões de euros por ano, com a meta de limitar o aumento dos custos operacionais. Esse objetivo será atingido principalmente com a intensificação de parcerias entre divisões e do uso de soluções digitais. Medidas iniciais serão implementadas nos próximos meses: será montado um departamento centralizado de marketing para consolidar as funções globais de marketing e comunicação dos segmentos.

Transformação digital ganha forma

Desde 2017, a empresa vem consolidando todas as atividades digitais no programa estratégico Digital@Covestro, com o objetivo de avançar na transformação digital do Grupo. Sucessos iniciais já se evidenciaram nos últimos meses, como a expansão de canais de vendas e marketing e o desenvolvimento de novas plataformas on-line de vendas. Desde 2018, uma equipe global de pesquisa e desenvolvimento está trabalhando para o desenvolvimento mais rápido e eficiente de aplicações, com o auxílio de sistemas informatizados de alto desempenho. Novas soluções de software para manutenção e reparo de equipamentos foram desenvolvidas na produção.

Recompra de ações concluída

Em 2018, a Covestro deu continuidade ao programa de recompra de ações iniciado no ano anterior. A companhia adquiriu ações em três etapas, totalizando mais de 9,8% do capital social e quase 1,5 bilhão de euros. Assim, considerando também os dividendos pagos, a Covestro ofereceu aos acionistas um retorno total de cerca de 1,7 bilhão de euros no último ano fiscal. Para a próxima Reunião Geral Anual, a diretoria planeja propor uma nova autorização para adquirir ações em tesouraria no montante de até 10% do capital social.

Crescimento de volume em todos os segmentos

O segmento de poliuretanos registrou desempenho estável nos volumes principais vendidos em 2018 com modesto crescimento de 0,8%. Em comparação com 2017, o EBITDA caiu 19,1% para 1.763 milhões de euros. Apesar da alta nos volumes totais e nos preços médios de venda que elevou os lucros no ano completo, essas elevações não foram capazes de compensar os efeitos negativos da concorrência cada vez mais intensa, especialmente no quarto trimestre de 2018. Além disso, houve efeitos positivos não recorrentes no ano fiscal de 2017, razão pela qual havia expectativa de queda do EBITDA em 2018.

Os volumes principais em policarbonatos subiram 3,0%. O EBITDA cresceu 21,5% para 1.036 milhões de euros. Uma tendência geral de margens positivas e aumento dos volumes totais elevou os lucros, assim como os recursos provenientes da venda do setor de chapas nos EUA. Ao longo do quarto trimestre de 2018, os lucros sofreram o impacto de um ambiente competitivo cada vez mais desafiador.

Os volumes principais no segmento Revestimentos, Adesivos e Especialidades subiram 2,5%. A alta nos preços de matérias-primas e os efeitos negativos do câmbio exerceram pressão sobre o EBITDA, que caiu 4,5% para 464 milhões de euros.

Concorrência intensificada e despesas excepcionais no quarto trimestre

No quarto trimestre de 2018, a Covestro atingiu um crescimento de volume de 1,7%. Ao mesmo tempo, o ambiente de mercado tornou-se significativamente mais desafiador. As vendas totais cederam 7,1%. Além da competição intensificada, efeitos não recorrentes como a alta dos custos de logística causadas pela baixa no nível do rio Reno e despesas relacionadas ao programa de eficiência em curso geraram impacto negativo. Como resultado, o EBITDA caiu 66,7% para 293 milhões de euros. A receita líquida caiu 86,0% para 79 milhões de euros (4º tri de 2017: 566 milhões de euros). Com 363 milhões de euros, o FCO ficou 44,6% abaixo do número do trimestre do ano anterior (655 milhões de euros).

A Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros, com atividades comerciais na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em segmentos como o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Covestro tem resultados positivos no 3o.Trimestre em um ambiente de mercado cada vez mais desafiador

01/11/2018

  • Vendas totais sobem 4,8% para 3,7 bi €
  • Volumes principais se mantêm estáveis
  • EBITDA de 859 mi € no nível do ano anterior
  • Receita líquida total de 496 mi €, com alta de 1,0% sobre o ano anterior
  • Fluxo de caixa operacional livre cai 12,2% para 578 mi € devido à elevação dos investimentos
  • Meta de economia de custos de 350 mi € por ano

A Covestro mantém seu desempenho comercial positivo em 2018 com um sólido terceiro trimestre em um ambiente de mercado cada vez mais difícil. As vendas totais subiram 4,8% para 3,7 bilhões de euros em relação ao mesmo trimestre de 2017, devido à elevação dos preços de venda e dos volumes vendidos. Os volumes principais tiveram alta marginal de 0,2%, mantendo-se no nível do ano anterior apesar da disponibilidade limitada de produtos. Com 859 milhões de euros, o EBITDA do grupo também foi equivalente ao do período do ano anterior. No segmento de poliuretanos, a normalização esperada dos preços de TDI levou a um declínio nas margens, fenômeno compensado pelas margens mais altas no segmento de policarbonatos. A receita líquida sofreu leve alta de 1,0% para 496 milhões de euros. O fluxo de caixa operacional livre (FOCF) caiu 12,2% para 578 milhões de euros devido à elevação dos investimentos.

Dr. Markus Steilemann, CEO da Covestro, afirma: “Continuamos no caminho certo. Os investimentos que decidimos fazer nos apontam nossa direção futura e firmam as bases para crescimento orgânico daqui para a frente. Expandiremos nossas capacidades em todos os segmentos e, assim, fortaleceremos nossa posição de liderança em áreas atraentes que crescem mais rápido que a economia global. Nosso programa de eficiência também melhorará as estruturas de custos no médio prazo.”

Com investimentos totais de cerca de 1,5 bilhão de euros, a Covestro anunciou recentemente a expansão das suas capacidades de MDI em Baytown, Texas (EUA). Lá espera-se que uma nova fábrica de escala mundial comece a produzir aproximadamente 500 quilotoneladas de MDI por ano até 2024. Ao mesmo tempo, há projetos de investimento em curso em Brunsbüttel (Alemanha), Tarragona (Espanha), Antuérpia (Bélgica) e Caojing (China) para elevar as capacidades de produção de MDI e seus precursores da Covestro, a fim de se beneficiar com o crescimento do mercado global. A projeção é de que o mercado de MDI cresça cerca de 5% por ano no longo prazo, superando o PIB global em cerca de 2%.

A Covestro também tem o compromisso de desenvolver produtos inovadores movidos principalmente pela sustentabilidade: desde meados do segundo semestre de 2018, a companhia comercializa o primeiro de uma nova série de poliuretanos termoplásticos fabricados com o auxílio de matérias-primas baseadas em CO2. Comparados aos materiais convencionais, esses novos poliuretanos têm menor impacto ambiental e, por isso, contribuem para suprir a demanda por soluções mais sustentáveis.

Confirmadas previsões para o ano completo

Dr. Thomas Toepfer, CFO da Covestro, declara: “O terceiro trimestre atingiu nossas expectativas. Presenciamos condições comerciais globais cada vez mais desafiadoras e também passamos por limitações na disponibilidade de produtos na Europa e na Ásia no último trimestre. Ainda assim, conseguimos manter os volumes estáveis. Nesse contexto, hoje confirmamos nossas previsões para 2018 como um todo.”

A Covestro antecipa ainda um crescimento de até 5% do volume principal para o ano completo de 2018. A expectativa é de fluxo de caixa operacional acima de 2 bilhões de euros. A empresa espera que o ROCE se mantenha próximo do nível de 2017, enquanto conserva a projeção de EBITDA acima de 2017.

No último trimestre, a Covestro continuou seu programa de recompra de ações, lançando a terceira etapa em agosto. Desde o início do programa, foram recompradas ações no total de cerca de 1,2 bilhão de euros, ou quase 8% do capital social. No geral, até meados de 2019, a Covestro pretende recomprar ações próprias no total de até 1,5 bilhão de euros ou 10% do seu capital social.

Meta de economia de custos de 350 mi € por ano

Simultaneamente, a Covestro está fazendo ótimo progresso com outra iniciativa estratégica: a intensificação da colaboração entre as divisões da empresa e o aumento do uso de soluções digitais devem aumentar a eficácia e a eficiência. A partir de 2021, no mais tardar, estima-se que a economia de custos seja da ordem de 350 milhões de euros por ano, com a meta de limitar o aumento geral dos custos operacionais. O objetivo principal das medidas identificadas é reduzir permanentemente os custos não salariais, apesar da futura redução de aproximadamente 900 postos de jornada integral no mundo todo,  em áreas administrativas, por exemplo. As demissões serão feitas empregando soluções socialmente aceitáveis que já foram acordadas com o conselho de trabalhadores na Alemanha.

Forte crescimento em policarbonatos e Coatings, Adhesives, Specialties

No segmento de poliuretanos, as vendas tiveram queda marginal de 1,2% no terceiro trimestre de 2018 para 1.849 milhões de euros. O declínio nas vendas nas regiões EMLA e APAC foi equilibrado por um aumento na região NAFTA. Alterações nos preços, efeitos de câmbio e interrupções não planejadas na produção causaram impacto negativo. Os volumes principais no segmento de poliuretanos caíram 2,0%, e o EBITDA no segmento caiu 21,5% para 432 milhões de euros. O fenômeno pode ser atribuído principalmente à normalização da situação de fornecimento de TDI e ao aumento dos preços de compra de matérias-primas específicas do segmento.

O segmento de policarbonatos continuou registrando forte crescimento no terceiro trimestre, com alta de 11,3% nas vendas para 1.038 milhões de euros. O crescimento dos volumes principais (de 2,6%) e a elevação dos preços de venda influenciaram positivamente as vendas. As vendas nas regiões EMLA (Europa, Oriente Médio e África) e APAC (Ásia e Pacífico) cresceram substancialmente, compensando a baixa na região NAFTA (América do Norte). O EBITDA do segmento de policarbonatos beneficiou-se com a alta das margens e preços, crescendo 49,3% para 315 milhões de euros. Esse resultado também inclui a receita não recorrente de 36 milhões de euros com a venda do setor de chapas nos EUA.

No segmento de Coatings, Adhesives, Specialties, as vendas subiram 8,8% para 606 milhões de euros. Todas as regiões contribuíram para o crescimento nas vendas. No terceiro trimestre, os volumes principais do segmento também tiveram alta acentuada de 7,2%. O EBITDA atingiu 126 milhões de euros, mantendo-se em nível similar ao do ano anterior.

Desempenho comercial de sucesso nos primeiros nove meses de 2018

Nos primeiros nove meses, a Covestro já firmou bases gerais sólidas para o ano como um todo. Cumulativamente, os volumes principais subiram 1,5% em relação aos números do ano anterior. As vendas saltaram 6,9% para 11,3 bilhões de euros e o EBITDA cresceu 13,7% para 2,9 bilhões de euros. A empresa ainda elevou seu fluxo de caixa operacional livre em 9,9% para 1,3 bilhão de euros.

Com 14,1 bilhões de euros em vendas em 2017, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2017, empregava aproximadamente 16,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

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BASF registra aumento de vendas no terceiro trimestre de 2018

01/11/2018

Lucros menores do que o trimestre correspondente do ano anterior

No terceiro trimestre de 2018, as vendas do Grupo BASF cresceram 8%, atingindo €15,6 bilhões, atribuído principalmente aos maiores preços de venda em todos os segmentos. O crescimento dos volumes e a aquisição dos negócios da Bayer, em agosto de 2018, também contribuíram para o aumento das vendas. Os efeitos cambiais negativos tiveram um impacto de compensação. O resultado das operações antes dos itens extraordinários (EBIT) diminuiu em €232 milhões, indo para €1,5 bilhão, principalmente devido à significativa menor contribuição do segmento de Químicos. O EBIT antes dos itens extraordinários também diminuiu consideravelmente nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura, apresentando um ligeiro declínio no segmento de Produtos de Performance – fato parcialmente compensado por lucros melhores em Outros.

Os itens extraordinários no EBIT totalizaram menos €75 milhões no terceiro trimestre de 2018, comparados a €122 milhões no mesmo período do ano anterior. Além dos custos de integração incorridos, relacionados à aquisição de significativos negócios e ativos da Bayer, as despesas com medidas de reestruturação e outros encargos também foram fatores contribuintes. O terceiro trimestre do ano anterior incluiu receitas especiais no segmento de Produtos de Performance, resultante da transferência do negócio de produtos químicos para couro da BASF para o grupo Stahl. Comparado ao terceiro trimestre de 2017, o EBIT diminuiu em €429 milhões, indo para €1,4 bilhão. O resultado operacional antes da depreciação, amortização e itens extraordinários (EBITDA antes dos itens extraordinários) diminuiu em €254 milhões, indo para €2,3 bilhões e o EBITDA em €465 milhões, indo para €2,2 bilhões.

Na apresentação dos números trimestrais do Grupo BASF, o Presidente do Conselho Administrativo, Dr. Martin Brudermüller, e o CFO Dr. Hans-Ulrich Engel apontaram alguns fatores especiais do terceiro trimestre: “Concluímos a aquisição de negócios significativos e ativos da Bayer e chegamos a um acordo sobre a fusão da Wintershall e DEA”, disse Brudermüller. Após a assinatura do contrato de cessão entre a BASF e a LetterOne, foi necessário ajustar os relatórios financeiros de forma retroativa a partir de 1º de janeiro de 2018. Os valores do ano anterior também foram atualizados.

O baixo nível de água no rio Reno, na Europa, causou impacto nos negócios. “Durante todo o terceiro trimestre, tivemos que lidar com isso, o que levou a cortes de produção e maiores custos com transporte”, disse Brudermüller. E o período apurado está sendo comparado com o excelente terceiro trimestre de 2017 do Grupo BASF, quando o clima de negócios era consideravelmente mais favorável. Brudermüller disse: “Os desafios no ambiente macroeconômico estão crescendo, fato que pode ser notado nos resultados do terceiro trimestre de 2018.”

Panorama para o exercício de 2018

O crescimento da produção industrial ficou aquém das expectativas no terceiro trimestre de 2018, principalmente devido aos acontecimentos na indústria automotiva em setembro, especificamente. A introdução de novos padrões de emissões causou impacto na Europa. Os efeitos do conflito comercial entre os Estados Unidos e a China também estão sendo sentidos, levando a uma desaceleração do crescimento econômico na Ásia em particular, principalmente na China.

Assim, a BASF ajustou sua avaliação do ambiente econômico global em 2018 da seguinte forma (previsão do Relatório Financeiro Semestral de 2018 entre parênteses):

  • Crescimento do produto interno bruto: 3,0% (3,0%)
  • Crescimento da produção industrial: 3,1% (3,2%)
  • Crescimento da produção de químicos: 3,1% (3,4%)
  • Taxa de câmbio média entre o euro e o dólar de $1,20 dólar por euro ($1,20 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) para o ano de $70 dólares por barril ($70 por barril)

A assinatura do acordo definitivo de cessão relativa à incorporação da Wintershall e da DEA reduz as vendas e o EBIT do Grupo BASF pela contribuição de suas atividades de petróleo e gás – retroativo a partir de 1º de janeiro de 2018 e com os números do ano anterior corrigidos, fruto da apresentação como operações descontinuadas.

Como resultado, a previsão do Grupo BASF para o exercício de 2018, contida no relatório de 2017, foi ajustada ao final de setembro (previsão anterior do Relatório BASF 2017 entre parênteses abaixo):

  • Discreto aumento das vendas (discreto aumento)
  • Ligeira queda no EBIT antes dos itens extraordinários (ligeiro aumento)
  • Declínio considerável no EBIT (ligeiro declínio)
  • Evolução dos segmentos no terceiro trimestre de 2018

As vendas no segmento de Químicos aumentaram 7% em comparação ao trimestre do ano anterior, indo para €4,3 bilhões, fruto de preços mais altos em todas as divisões, especialmente em Petroquímicos. Na casa dos €851 milhões, o resultado operacional antes dos itens extraordinários (EBIT) apresentou queda de €251 milhões, comparado ao forte terceiro trimestre de 2017, resultado principalmente das margens menores de isocianatos na divisão de Monômeros e produtos de craqueamento a vapor na divisão de Petroquímicos. Os lucros também foram negativamente impactados por custos fixos mais altos, devido, entre outros fatores, ao aumento das despesas de manutenção. Os lucros maiores da divisão de Intermediários não foram suficientes para compensar tal fator.

As vendas de aproximadamente €4 bilhões no segmento de Produtos de Performance ficaram niveladas com o trimestre do ano anterior. A BASF alcançou preços mais altos em todas as divisões; no entanto, os volumes de vendas diminuíram nas divisões de Nutrição e Saúde, Dispersões e Pigmentos e Care Chemicals. As vendas foram prejudicadas também pelos efeitos cambiais e de portfólio. O resultado das operações antes dos itens extraordinários (EBIT) diminuiu 6% comparado ao terceiro trimestre de 2017, indo para €360 milhões, resultado de volumes menores, custos fixos mais altos e efeitos cambiais negativos. As melhores margens tiveram um efeito de compensação. Excluindo os efeitos cambiais negativos, o EBIT antes dos itens extraordinários foi linear durante o período.

No segmento de Materiais e Soluções Funcionais, as vendas aumentaram 5% em comparação ao terceiro trimestre de 2017, alcançando €5,2 bilhões, fruto principalmente dos preços mais altos em todas as divisões, especialmente nos Catalisadores e Produtos de Performance. Os volumes também aumentaram, enquanto as vendas foram prejudicadas pelos efeitos cambiais. Apesar do crescimento de volumes, o EBIT antes dos itens extraordinários de €347 milhões ficou consideravelmente abaixo do nível do trimestre do ano anterior, principalmente devido aos custos fixos mais altos e margens menores em quase todas as divisões. Entretanto, este segmento da BASF apresentou um aumentou de lucros de um trimestre para o outro ao longo de 2018 e reduziu continuamente a diferença em relação ao trimestre do ano anterior.

As vendas de €1,2 bilhão no segmento de Soluções para Agricultura aumentaram consideravelmente em 26%, comparadas ao terceiro trimestre de 2017 – fator atribuído aos efeitos do portfólio resultantes da transação com a Bayer, de um nível de preço mais alto e de volumes ligeiramente maiores. Os efeitos cambiais negativos continuaram prejudicando a evolução das vendas. Apesar dos resultados sazonalmente negativos dos negócios adquiridos da Bayer, o EBIT antes dos itens extraordinários apresentou queda de apenas €26 milhões no trimestre do ano anterior. A receita gerada pelas operações da BASF, excluindo as atividades da Bayer, aumentou consideravelmente ao compararmos com o terceiro trimestre de 2017. Excluindo os efeitos cambiais negativos, o EBIT antes dos itens extraordinários também aumentou discretamente no geral.

“Após a assinatura do acordo com a LetterOne, as vendas e o EBIT do negócio de óleo e gás não fazem mais parte dos números do Grupo BASF – retroativo a partir de 1º de janeiro de 2018, e com os números do ano anterior corrigidos”, comentou Engel. “Tais atividades não são mais apresentadas como um segmento em nossos relatórios”. Até a conclusão, o resultado do Grupo Wintershall após os impostos será apresentado no resultado antes dos interesses minoritários do Grupo BASF como um item separado (“lucro antes da participação de minoritários advindo de operações descontinuadas”). No terceiro trimestre de 2018, o resultado antes da participação de minoritários advindo de operações descontinuadas aumentou em €86 milhões, indo para €235 milhões, principalmente atribuível a preços e volumes mais elevados, bem como a operações offshore na Líbia no terceiro trimestre de 2018; no ano anterior, tal fato se deu no segundo trimestre. O preço do barril de petróleo bruto Brent foi em média de 75 dólares no terceiro trimestre de 2018 (terceiro trimestre de 2017: $52). Os preços de gás nos mercados à vista na Europa também registraram fortes ganhos em comparação ao trimestre do ano anterior.

As vendas de €827 milhões em Outros foram consideravelmente maiores do que o trimestre do ano anterior (51%), fruto principalmente de maiores volumes de vendas e preços no comércio de matérias-primas. O EBIT antes dos itens extraordinários melhorou consideravelmente, de menos €203 milhões para menos €83 milhões, resultado dos efeitos do valuation do programa de incentivo a longo prazo.

Evolução dos lucros do Grupo BASF e fluxo de caixa

O lucro líquido diminuiu em €136 milhões, indo para €1,2 bilhão. O lucro por ação totalizou €1,31 (terceiro trimestre de 2017: €1,45). O lucro por ação ajustado para itens extraordinários e a amortização do imobilizado incorpóreo foi de €1,51 (terceiro trimestre de 2017: €1,40).

No terceiro trimestre de 2018, o fluxo de caixa das atividades operacionais foi de €2,9 bilhões, €865 milhões abaixo do valor do trimestre homólogo no ano anterior, devido principalmente à mudança no capital de giro líquido, em particular ao aumento no período de caixa vinculado a estoques e à queda no caixa advindo de recebíveis. O fluxo de caixa do acionista foi de €2 bilhões, comparado aos €2,8 bilhões no mesmo trimestre do ano anterior.

Os ativos totais do Grupo BASF aumentaram €6,8 bilhões, indo para €85,6 bilhões. A aquisição de significativos negócios e ativos da Bayer contribuiu com €8 bilhões para este aumento. Como resultado do pagamento do preço de compra para a Bayer, a dívida líquida aumentou €6,5 bilhões em relação a 31 de dezembro de 2017, indo para €18 bilhões. O índice de patrimônio líquido do Grupo BASF ficou na casa dos 43% em 30 de setembro de 2018.

Fonte: BASF

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Resultados preliminares da Evonik no segundo trimestre excedem expectativas e perspectiva para o ano inteiro melhora

25/07/2018

  • Vendas cresceram 7% para 3,9 bilhões de euros.
  • EBITDA ajustado subiu 16% para 742 milhões de euros.
  • Perspectivas para o FY 2018 melhoram: EBITDA ajustado deve ficar entre 2,6 e 2,65 bilhões de euros

A Evonik aumentou o EBITDA ajustado do segundo trimestre de 2018 para 742 milhões de euros (exercício anterior: 640 milhões de euros). Todos os três segmentos químicos contribuíram para esse aumento com seus avanços no negócio operacional. Todos conseguiram aumentar o EBITDA ajustado e a margem EBITDA na comparação com o mesmo trimestre do exercício anterior.

As vendas aumentaram para 3,9 bilhões de euros no segundo trimestre (exercício anterior: 3,6 bilhões de euros), principalmente devido ao aumento nos volumes de venda e nos preços de venda. O lucro líquido ajustado ficou em 354 milhões de euros, o que corresponde a um lucro ajustado por ação de 0,76 euro. A margem EBITDA ajustada aumentou para 19,2%, ficando 1,5 ponto percentual acima do registrado no mesmo período do exercício anterior.

No primeiro semestre do ano, a Evonik gerou vendas de 7,5 bilhões de euros e um EBITDA ajustado de 1,4 bilhão de euros. Na comparação com o primeiro semestre de 2017, as vendas cresceram 4% e o EBITDA ajustado subiu 15%. A margem EBITDA ajustada aumentou de 17% para 18,8%.

Previsão aumentada

Com base em seu desempenho no primeiro semestre do ano, a Evonik elevou a estimativa para o ano fiscal de 2018 e agora espera um EBITDA ajustado de 2,60-2,65 bilhões de euros. A empresa havia projetado um EBITDA ajustado de 2,4- 2,6 bilhões de euros.

A perspectiva de fluxo de caixa livre também foi melhorada. Para 2018, a Evonik projeta um fluxo de caixa livre notavelmente mais alto na comparação com o exercício anterior. Até agora, a empresa previa um fluxo de caixa livre ligeiramente mais alto.

Desenvolvimentos nos segmentos

O segmento Resource Efficiency continuou o seu desenvolvimento estável e lucrativo no segundo trimestre. As vendas aumentaram 8% para 1,5 bilhão de euros (exercício anterior: 1,4 bilhão de euros), enquanto o lucro ajustado, com 366 milhões de euros, ficou 15% acima daquele do trimestre do exercício anterior.

A margem EBITDA ajustada no segmento subiu 1,4 ponto percentual para 24,7%. No geral, o segmento se beneficiou da alta utilização da capacidade e da demanda continuadamente alta por sílica; polímeros de alta performance, incluindo design leve; e tintas e revestimentos base água ambientalmente corretas da linha de negócios Coating Additives.

As vendas no segmento Nutrition & Care, no valor de 1,2 bilhão de euros, ficaram ligeiramente acima das do exercício anterior. O lucro ajustado cresceu 10% para 222 milhões de euros (exercício anterior: 201 milhões. O segmento conseguiu aumentar significativamente a sua margem EBITDA ajustada para 18,7% (mesmo trimestre do exercício anterior: 17,3%).

Esse aumento se deve ao foco consistente em produtos com margens mais altas, repasse de custos de matéria-prima e rígida redução de custos, especialmente nas linhas Animal Nutrition e Baby Care. Na linha de aminoácidos para nutrição animal, o ambiente de mercado se manteve sólido ao longo do trimestre referido. Os volumes de venda se desenvolveram de modo positivo e ficaram acima dos do mesmo trimestre do exercício anterior.

Os preços de venda mantiveram a tendência de estabilização que já havia ficado evidente no início do ano. Aumentos significativos de venda também foram registrados na linha Personal Care, que se beneficiou de volumes consideravelmente mais altos em um mix de produtos melhor. As linhas Health Care e Polyurethane Foam Additives continuaram seu desenvolvimento comercial positivo.

As vendas no segmento Performance Materials alcançaram 1,0 bilhão de euros no segundo trimestre, 13% acima do exercício anterior. A razão disso foram os preços de venda persistentemente altos no negócio de metacrilatos e um ambiente de mercado melhor na linha Performance Intermediates. O EBITDA ajustado subiu para 196 milhões de euros (exercício anterior: €168 milhões). O segmento Performance Materials aumentou sua margem EBITDA ajustada para 19,1% (exercício anterior: 18,5%).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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BASF divulga resultados de 2017 e avalia perspectivas para 2018

08/03/2018

  • Quarto trimestre de 2017: Vendas de €16,1 bilhões (acréscimo de 8% comparado ao mesmo trimestre do ano anterior);  EBIT antes dos itens extraordinários de €1,9 bilhão (acréscimo de 58% comparado ao mesmo trimestre do ano anterior)
  • Acumulado de 2017: Crescimento significativo em todos os segmentos; Lucro por ação de €6,62 (acréscimo de 50%); lucro por ação ajustado de €6,44 (acréscimo de 33%); Fluxo de caixa operacional de €8,8 bilhões (acréscimo de 14%); fluxo de caixa livre de €4,8 bilhões (acréscimo de 34%); Dividendo proposto no valor de €3,10 para o ano fiscal de 2017 (2016: €3,00)
  • Panorama para 2018:;Discreto aumento nas vendas resultado de um maior volume de vendas; EBIT antes dos itens extraordinários com expectativa de nível um pouco maior do que 2017

Após um ano de sucesso em 2017, a BASF iniciou bem o ano de 2018. “No ano passado, atingimos um crescimento significativo, sendo capazes de aumentar ainda mais a nossa rentabilidade. Além disso, estabelecemos bases vitais para o desenvolvimento futuro de nossa empresa – tanto no que se refere a pessoas quanto à estratégia”, comentou o Dr. Kurt Bock, Presidente da Junta Diretiva da BASF SE, na apresentação do Relatório Anual de 2017 em Ludwigshafen, Alemanha.

No quarto trimestre de 2017, o Grupo BASF registrou vendas de €16,1 bilhões, o que representa um crescimento de 8% em relação ao mesmo trimestre de 2016. Os preços aumentaram em 9%. O volume de vendas da BASF aumentou 4%, sendo impulsionado por todos os segmentos, com exceção de Óleo e Gás. Por outro lado, os efeitos cambiais negativos foram significativamente maiores, causando uma diminuição das vendas em 5%. O lucro operacional no quarto trimestre, antes dos itens extraordinários (EBIT), foi de €1,9 bilhão, apresentando um aumento de 58% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os ganhos significativamente maiores nos segmentos de Químicos, Soluções para Agricultura, Óleo e Gás, bem como em Outros compensaram os ganhos menores nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais e Produtos de Performance.

Houve uma reação mundial das atividades econômicas em 2017. “Aproveitamos o momento e aumentamos exponencialmente nossas vendas e lucros em 2017, comparados ao ano anterior”, disse Bock. A boa demanda permitiu que a BASF vendesse maiores volumes em todas as divisões, aumentando sua rentabilidade consideravelmente. Além disso, os preços mais elevados, especialmente no segmento de Químicos, também contribuíram para isso. No geral, as vendas da BASF cresceram 12%, indo para €64,5 bilhões. Um dos fatores que contribuíram foi o negócio da Chemetall, adquirido no final de 2016, que oferece soluções customizadas para o tratamento de superfície metálicas.

Os lucros da BASF aumentaram, de forma ainda mais exponencial, em aproximadamente um terço. A empresa obteve um EBIT antes dos itens extraordinários de €8,3 bilhões, com uma contribuição significativa proveniente do segmento de Químicos. As maiores margens e volumes nos negócios de Químicos básicos e intermediários mais do que compensaram as margens mais baixas em alguns dos negócios de especialidades da BASF. Os lucros no negócio de produtos químicos – que compreende os segmentos de Químicos, Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais – foram expressivamente maiores do que no ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários neste negócio foi de €7,3 bilhões, apresentando um acréscimo de 26% em relação aos números do ano anterior.

O lucro por ação aumentou de €4,42 para €6,62, equivalente a um aumento de 50%. Considerando o lucro ajustado para itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis, temos o valor de €6,44, comparado a €4,83 no ano anterior.

Melhor fluxo de caixa operacional

Os números advindos das atividades operacionais melhoraram em €1,1 bilhão no acumulado do ano, indo para €8,8 bilhões em 2017, resultado do aumento de 50% no lucro líquido, atingindo €6,1 bilhões. Diferentemente do ano anterior, a mudança no capital de giro líquido reduziu o fluxo de caixa, grande parte atribuída ao maior nível de caixa vinculado a estoques e contas a receber, por razões operacionais.

Os valores utilizados nas atividades de investimento totalizaram €4 bilhões em 2017, em comparação a €6,5 bilhões em 2016. Os pagamentos feitos para ativo imobilizado e intangível totalizaram €4 bilhões, abaixo do valor do ano anterior (€4,1 bilhões). Totalizando €4,8 bilhões, o fluxo de caixa livre foi 34% acima do nível do ano anterior. O índice de patrimônio líquido foi de 44,1% (2016: 42,6%). A dívida líquida diminuiu em €2,9 bilhões, indo para €11,5 bilhões.

Dividendo proposto de €3,10

A BASF irá propor para a Assembleia Geral de Acionistas um dividendo de €3,10 por ação, €0,10 maior do que no ano anterior. Desta forma, a ação da BASF oferece mais uma vez aos seus acionistas um rendimento de dividendos vantajoso, de 3,4%, com base no preço de €91,74 da ação no final do exercício de 2017. No total, €2,8 bilhões seriam pagos aos acionistas da BASF SE.

Evolução dos negócios nas regiões

No que diz respeito ao desenvolvimento nas regiões, Bock comentou: “Ficamos muito satisfeitos com o nosso grande crescimento na Ásia, onde obtivemos retorno dos nossos investimentos dos últimos anos. As maiores margens e volumes permitiram duplicar nossos ganhos na Ásia para €2,2 bilhões, colocando a região como a mais lucrativa da BASF.” Na Europa, o crescimento econômico se expandiu. O EBIT aumentou em 31%, atingindo €4,7 bilhões, fruto principalmente dos maiores ganhos nos segmentos de Químicos e Óleo e Gás. Apesar do crescimento nos Estados Unidos ter sido inicialmente tímido no começo de 2017, observou-se melhora ao longo do ano. Na América do Norte, a BASF aumentou o EBIT de €1,1 bilhão para €1,2 bilhão. O EBIT da BASF na América do Sul, África e Oriente Médio caiu de €432 milhões para €335 milhões.

Desenvolvimento do portfólio da BASF

No ano passado, a BASF tomou decisões importantes para adicionar ao seu portfólio negócios sólidos que apresentassem crescimento rápido. Em 2018, o segmento de Soluções para Agricultura será fortalecido com a aquisição de parte significativa do negócio de sementes e herbicidas da Bayer. “Será excelente para nosso já bem-sucedido negócio de proteção de cultivos e nossas atividades de biotecnologia. E entraremos no negócio de sementes com ativos proprietários em mercados agrícolas chave, o que também nos permitirá implementar mais rapidamente os resultados de nossa pesquisa em sementes” disse Bock.

A BASF quer adquirir o negócio global de poliamida da Solvay este ano, visando expandir a gama de plásticos de engenharia para as indústrias de transporte, construção e bens de consumo, fortalecendo seu acesso a matérias-primas. Além disso, a empresa espera melhorar o acesso a importantes mercados em crescimento na Ásia e América do Sul.

“No entanto, também desinvestimos em negócios quando acreditamos que poderiam ser mais exitosos em uma constelação diferente”, disse Bock. Por exemplo, a BASF transferiu, no fim de setembro de 2017, seu negócio de químicos para couro para o grupo Stahl, um dos principais produtores de químicos para produtos de couro. Em contrapartida, a BASF detém uma participação de 16% no grupo Stahl.

A BASF anunciou mudanças substanciais nas suas atividades de óleo e gás. Está previsto que a BASF e o grupo LetterOne façam uma fusão de suas respectivas atividades de óleo e gás em uma joint venture chamada Wintershall DEA. A nova empresa seria uma das maiores empresas independentes de exploração e produção da Europa, com excelentes perspectivas de crescimento. A médio prazo, a intenção é listar a joint venture na bolsa de valores.

Panorama para o ano de 2018

A BASF espera que a economia global e a produção de produtos químicos cresçam em 2018 aproximadamente no mesmo ritmo que em 2017. Espera-se um maior crescimento em todas as regiões e a BASF antecipa a continuação da recuperação já em curso no Brasil e na Rússia. Além dessas condições básicas normalmente positivas, a BASF, no entanto, vê maior volatilidade no mercado, sendo que o dólar americano está tendo um impacto negativo nas vendas e lucros.

Baseada em suas perspectivas, a BASF prevê as seguintes condições econômicas para 2018 (dados do ano anterior entre parênteses):

  • Crescimento econômico global de +3,0% (+3,1%)
  • Crescimento na produção global de químicos de +3,4% (+3,5%)
  • Taxa média de câmbio entre o euro e dólar de $1,20 por euro ($1,13 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) de $65 por barril ($54 por barril)

“Neste cenário queremos continuar crescendo de forma lucrativa e alcançar um ligeiro aumento nas vendas do Grupo BASF e no EBIT antes dos itens extraordinários em 2018”, disse Bock.

O aumento das vendas deve resultar principalmente do crescimento dos volumes. O aumento dos lucros será liderado por contribuições significativas dos segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Óleo e Gás. Depois do sólido resultado em 2017, a empresa espera um EBIT antes dos itens extraordinários consideravelmente menor no segmento de Químicos, principalmente como resultado de margens mais baixas.

A previsão para 2018 leva em consideração a aquisição acordada de partes significativas do negócio de sementes e herbicidas não seletivos da Bayer, que deverá ser concluída no primeiro semestre de 2018. Com base no momento da aquisição, na sazonalidade do negócio a ser adquirido e nos custos de integração previstos, é provável que tal transação tenha um impacto positivo nas vendas e um impacto negativo nos lucros do segmento de Soluções para Agricultura e do Grupo BASF em 2018.

A previsão não leva em consideração a fusão planejada das atividades de óleo e gás da BASF e LetterOne. Na assinatura dos acordos de transação, o lucro do segmento de Óleo e Gás não seria mais incluído nas vendas e no EBIT do Grupo BASF – retroativamente a partir de 1º de janeiro de 2018 e com os números do exercício anterior atualizados. Ao invés disso, teríamos a apresentação destes números no demonstrativo de receitas perante aos interesses minoritários do Grupo BASF como um item separado, “receitas advindas de operações descontinuadas”. A partir da data de conclusão da transação, a participação da BASF no resultado gerado pela joint venture – Wintershall DEA – seria teoricamente calculado utilizando o método de equivalência patrimonial e incluído no EBIT do Grupo BASF.

Desenvolvimento dos segmentos

Em um ambiente de mercado favorável, as vendas no segmento de Químicos cresceram no quarto trimestre de 2017 em 21%, alcançando €4,2 bilhões, resultado de preços e volumes mais altos. A BASF aumentou suas margens, principalmente de isocianatos, ácidos e polialcoois, produtos de cracker e monômeros acrílicos. Na casa do €1,1 bilhão, o lucro operacional antes dos itens extraordinários (EBIT) foi 67% superior ao do quarto trimestre de 2016. Todas as divisões registraram ganhos maiores.

No acumulado do ano, as vendas no segmento de Químicos aumentaram em €3,4 bilhões em 2017, atingindo €16,3 bilhões, atribuído principalmente a preços mais altos, especialmente na divisão de monômeros. A BASF também aumentou os volumes em todas as divisões. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €2,2 bilhões, alcançando €4,2 bilhões, fruto principalmente de maiores margens de isocianatos na divisão de Monômeros. Margens mais sólidas nas divisões de Petroquímicos e Intermediários também contribuíram para o aumento dos lucros. Um pequeno aumento nos custos fixos causou um efeito compensatório. O impacto negativo sobre os lucros em 2017 causado pelo acidente do North Harbor, na fábrica de Ludwigshafen em outubro de 2016, foi compensado pelos pagamentos do seguro.

As vendas no segmento de Produtos de Performance no quarto trimestre de 2017 aumentaram em 2%, alcançando €3,8 bilhões. O aumento dos volumes em todas as divisões e o sutil aumento de preços em geral mais do que compensaram os efeitos cambiais negativos e do portfólio. Devido à pressão contínua sobre as margens, ao fechamento temporário da fábrica de citral em Ludwigshafen e aos custos fixos mais altos, o EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu de €237 milhões para €111 milhões.

O acumulado de vendas do segmento de Produtos de Performance foi de €16,2 bilhões; €659 milhões acima do valor do exercício anterior, atribuído ao crescimento do volume em todas as divisões. Os preços de venda mais altos nas divisões de Care Chemicals e Dispersões e Pigmentos também apresentaram um impacto positivo nas vendas. Medidas relativas ao portfólio e os efeitos cambiais negativos em todas as divisões reduziram ligeiramente as vendas. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em €361 milhões no acumulado do ano, indo para €1,4 bilhão, resultado das margens mais baixas advindas de preços mais elevados das matérias-primas que não poderiam ser totalmente repassados por meio dos preços de venda.

As vendas no segmento de Materiais e Soluções Funcionais apresentaram um aumento considerável de 7% no quarto trimestre, resultado de preços mais altos atingindo €5,3 bilhões. Os custos maiores de matérias-primas levaram a margens mais baixas, causando um declínio de 42% do EBIT antes dos itens extraordinários perfazendo €267 milhões. Além disso, os custos fixos mais elevados impactaram negativamente os ganhos.

No acumulado de 2017, as vendas aumentaram em €2 bilhões, alcançando €20,7 bilhões, fruto de preços e volumes mais altos, bem como da aquisição do negócio da Chemetall, adquirido da Albemarle em dezembro de 2016. Os efeitos cambiais provocaram uma leve redução nas vendas.

O crescimento dos volumes foi em grande parte atribuído à maior demanda de produtos da BASF para as indústrias automotiva e de construção. O EBIT antes dos itens extraordinários, de €1,6 bilhão, apresentou uma queda de €329 milhões nos números de 2016, principalmente devido a margens mais baixas e maiores custos fixos. Encargos especiais foram registrados em 2017, relacionados aos custos de integração, juntamente com a aquisição da Chemetall e a aquisição do negócio do grupo Henkel, da Europa Ocidental, de materiais de construção para usuários profissionais.

As vendas no segmento de Soluções para Agricultura aumentaram 4% no quarto trimestre, atingindo €1,3 bilhão. Os volumes significativamente maiores mais do que compensaram a queda dos preços e efeitos cambiais negativo. Comparado ao mesmo trimestre do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou 162%, indo de €128 milhões para €207 milhões.

As vendas do acumulado do ano no segmento de Soluções para Agricultura; aumentaram €127 milhões, alcançando €5,7 bilhões, resultado de maiores volumes de vendas. Em um ambiente de mercado continuamente difícil para os produtos de proteção de cultivos, o crescimento das vendas foi impactado negativamente pela queda de preços, principalmente na América do Sul, e pelos efeitos cambiais negativos. O EBIT antes dos itens extraordinários foi de €1 bilhão, apresentando um declínio de €54 milhões no mesmo período do exercício anterior. O ligeiro declínio foi devido a uma menor média das margens advinda de um mix de produtos diferente e à difícil situação do mercado no Brasil. Os lucros também foram impactados negativamente pela paralização das unidades de produção em Beaumont, Texas e Manatí, Porto Rico, por causa dos furacões. Houve um leve aumento dos custos fixos.

No segmento de Óleo e Gás, as vendas do quarto trimestre de 2017 diminuíram 7%, indo para €862 milhões, resultado de menores volumes. Entretanto, os preços mais elevados de óleo e gás impactaram os lucros positivamente. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €97 milhões, alcançando €260 milhões.

No acumulado do ano, as vendas no segmento de Óleo e Gás aumentaram em €476 milhões em relação ao mesmo período do exercício anterior, indo para €3,2 bilhões, fruto de preços e volumes mais elevados. O preço médio do barril de petróleo (Brent) foi de US$54 em 2017 (ano anterior: US$44). Os preços do gás nos principais mercados europeus aumentaram 25% em relação ao ano anterior. O crescimento do volume foi impulsionado por maiores volumes de vendas de gás. Os volumes de produção corresponderam ao nível do ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários cresceu em €276 milhões, alcançando €793 milhões em 2017, devido, principalmente, ao aumento dos preços do petróleo e do gás, bem como ao lucro oriundo da participação da BASF no campo de gás natural Yuzhno Russkoye. Medidas abrangentes destinadas a otimizar projetos de exploração e tecnologia, bem como a implementação exitosa de medidas de economia de custos operacionais também impactaram positivamente. O lucro líquido aumentou em €357 milhões, atingindo €719 milhões.

As vendas no segmento Outros cresceram no quarto trimestre de €518 milhões para €608 milhões. O EBIT antes dos itens extraordinários melhorou de menos €386 milhões para menos €38 milhões, sobretudo como consequência dos efeitos da valorização do programa de incentivo a longo prazo da BASF.

As vendas do acumulado do ano no segmento Outros aumentaram €224 milhões, comparadas a 2016 indo para €2,2 bilhões, resultado principal dos maiores preços de vendas de matérias-primas. Com o número de menos €764 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários em Outros foi de €286 milhões no mesmo exercício do ano anterior. Esta melhoria nos lucros também é atribuída aos efeitos de valorização do programa de incentivo a longo prazo.

Fonte: BASF

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Faturamento global da Solvay alcançou 10,1 bilhões de Euros em 2017

01/03/2018

  • Lucro líquido alcançou 939 milhões de euros
  • Faturamento na América Latina foi de 1,2 bilhão de dólares, sendo 1 bilhão de dólares no Brasil

O Grupo Solvay alcançou um faturamento de 10,1 bilhões de euros em 2017, registrando 6% de crescimento em relação a 2016, quando comparado com o mesmo escopo de atividades, segundo anúncio feito em 28/2, na sede do grupo, em Bruxelas, Bélgica.

O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 2,23 bilhões de euros, com uma elevação de 7,5% sobre 2016. A margem sobre o EBITDA em 2017 foi mantida em 22%, um índice altamente relevante para a indústria química em geral.

O lucro líquido em uma base subjacente alcançou 939 milhões de euros em 2017. Os ganhos por ação, em base recorrente, registraram aumento de 26%, puxados pelo crescimento de 9% do EBIT, pela redução dos encargos financeiros e pelo efeito positivo da diminuição da taxa de impostos. A empresa obteve em 2017 uma geração de caixa de 871 milhões de euros, que representou um aumento de 19% sobre 2016.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, 2017 marcou outro ano bem sucedido para a companhia. “O crescimento de 8% dos volumes foi complementado com o progresso contínuo na entrega de valor sustentável. Tendo em vista as nossas perspectivas, esperamos para 2018 atingir ou exceder os objetivos de três anos estabelecidos em 2016”, disse.

Agora que a Solvay se transformou em uma empresa de materiais avançados e de especialidades químicas – acrescentou Clamadieu – a principal prioridade atual é alinhar a organização, aumentar a eficiência e o foco no cliente, e contribuir para um crescimento de mais orgânico dos volumes de produção.

Resultados na América Latina

Na região da América Latina, o Grupo Solvay obteve um faturamento em 2017 da ordem de 1,2 bilhão de dólares, dos quais 1 bilhão de dólares foram obtidos com vendas no Brasil. As exportações de produtos feitas a partir do Brasil cresceram 28% em 2017 em relação ao ano anterior, somando o total de US$ 212 milhões.

Segundo José Borges Matias, presidente do Grupo Solvay na América Latina, o bom desempenho na região se deveu ao lançamento de inovações, à otimização das plantas industriais, aos esforços de competitividade e de uma atuação muito próxima dos clientes.

Os investimentos do Grupo Solvay na região mantiveram seu patamar histórico, em torno de 50 milhões de euros, que foram empregados em aumento de capacidade de produção, melhoria de processos produtivos, além de implantação de tecnologias e desenvolvimento de novos produtos.

Esse nível de aplicação de recursos – segundo Matias – deve ser mantido para 2018, tendo em vista projetos que estão sendo realizados em todas as unidades industriais do Grupo, e na contínua modernização dos processos produtivos da empresa.

O Grupo Solvay atua na América Latina em diversas atividades do setor químico, contando com 10 unidades industriais (incluindo joint ventures) e escritórios comerciais em todos os países da região.

Fonte: Solvay

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DSM registra crescimento das vendas globais e na América Latina em 2017

19/02/2018

As vendas globais da DSM cresceram 9% e atingiram € 8,63 bilhões; na América Latina, o crescimento foi de 7,1%, com vendas de € 1,06 bilhão

As vendas globais da DSM atingiram 8,63 bilhões de euros em 2017, o que representa uma alta de 9% sobre o ano anterior, quando as vendas globais foram de € 7,92 bilhões. Este crescimento significativo está registrado no relatório anual da companhia divulgado este mês e onde também estão contabilizados os resultados do quarto trimestre do ano passado (4T17). Mas, além do incremento nas vendas, a empresa também alcançou resultados expressivos em outros indicadores importantes, como o lucro operacional (Ebitda ajustado), que cresceu 15% e alcançou € 1,44 bilhão, e o retorno sobre o capital empregado (ROCE), que foi de 12,3% no ano.

A DSM, que desenvolve e fornece soluções baseadas na ciência nas áreas de saúde, nutrição e materiais, tem duas divisões de negócios principais: Nutrição, que registrou vendas globais de € 5,58 bilhões e Ebitda ajustado de € 1 bilhão (+ 13%), e Materiais, cujas vendas atingiram € 2,82 bilhões e o Ebitda ajustado de € 488 milhões (+ 12%). As vendas do Innovation Center alcançaram € 169 milhões e as vendas as atividades corporativas foram de € 59 milhões. “Estamos satisfeitos em relatar novamente um excelente resultado, pois superamos nossos objetivos estratégicos para vendas, Ebitda e ROCE”, comenta Feike Sijbesma, CEO global da DSM e presidente do Conselho de Administração.

Sijbesma ressalta ainda que o foco no crescimento acima do mercado continua e, portanto, a DSM dedica atenção especial para as iniciativas de eficiência e para a manutenção da disciplina de capital, que continuam a produzir resultados positivos para as divisões de Nutrição e Materiais. Neste sentido, ele destaca também o fato de o sucesso da DSM advir da capacidade de oferecer soluções sustentáveis e inovadoras para atender às demandas dos seus clientes e para contribuir para que eles atendam às necessidades do mercado final. Sijbesma cita ainda o foco na melhora dos desempenhos operacional e financeiro por meio de iniciativas que permitem à empresa manter os resultados acima do mercado, os retornos financeiros e a eficiência do capital.

Resultados positivos no quarto trimestre

Ao divulgar o balanço anual, a empresa relatou os resultados positivos do último trimestre do ano passado, quando as vendas globais atingiram € 2,17 bilhões (+ 8%), com Ebitda ajustado de € 359 milhões (+ 14%) e ROCE de 12,3%. No período, a divisão de Nutrição registrou vendas de € 1,42 bilhão e Ebitda ajustado de € 267 milhões (+ 12%) e a divisão de Materiais teve vendas de € 693 milhões e Ebitda ajustado de € 119 milhões (+ 13%). O Innovation Center registou vendas de € 43 milhões e, as atividades corporativas, vendas de € 12 milhões.

Alta representativa também na América Latina

Na América Latina, os resultados anuais foram ainda mais expressivos. Na região, onde a DSM está presente em 13 países e conta com 2,07 mil colaboradores (ao todo, são 21,05 mil funcionários no mundo), o crescimento das vendas foi de 7,1%, com receita de € 1,06 bilhão, que representaram 12% das vendas globais (em 2016, as vendas da região representaram 7%). Para Maurício Adade, presidente da companhia na América Latina, a evolução das vendas na região é altamente significativa principalmente pelo fato de algumas economias do continente terem sido afetadas por volatilidades ao longo do ano passado, tornando as operações empresariais desafiadoras.

Fonte: DSM

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Indústria de transformação de plásticos brasileira cresce 2,5% em 2017 e espera atingir 3% neste ano

07/02/2018

O desempenho da indústria de transformados plásticos em 2017 superou as expectativas da ABIPLAST e registrou alta de 2,5% em relação a 2016. Só em dezembro o crescimento foi de 3,7% em relação ao mês anterior na série dessazonalizada. Além disso, depois de três anos registrando o fechamento de postos de trabalho, o setor encerrou o ano com a abertura de 4.696 vagas, o que significa um crescimento de 1,5%. Outro dado positivo foi o de consumo aparente, que no ano passado foi de 3,9% ante o período anterior.

O presidente da entidade, José Ricardo Roriz Coelho, vê com otimismo os resultados do ano passado e acredita na continuidade desse comportamento.

“A continuidade da estabilidade econômica aliada às previsões positivas de importantes consumidores de transformados plásticos – como a construção civil e a indústria automotiva – contribuem para que tenhamos uma postura otimista para 2018”, ressalta.

A entidade projetou para 2018 um crescimento de 3% na produção física, 2% em empregos e de 4,5% no consumo aparente. A expectativa de queda nos juros e inflação estável, bem como do crescimento do PIB, também contribuem para essa previsão.

Fonte: Abiplast

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DSM tem forte crescimento mundial e, em particular, na América Latina

07/11/2017

Nos primeiros nove meses do ano, a DSM teve alta de 9% das vendas globais, que atingiram € 6,45 bilhões; na América Latina, o crescimento foi de 26,5%, onde a companhia registrou vendas de € 501 milhões no período

A DSM, empresa global baseada na ciência, com atividades nas áreas de nutrição, saúde e materiais e forte atuação na América Latina, anunciou os resultados globais do terceiro trimestre do ano (3T17), que contribuíram para o desempenho positivo da companhia nos nove meses. De janeiro a setembro, a empresa registrou vendas globais de € 6,45 bilhões, o que representa uma alta de 9% das vendas e crescimento orgânico de 8% sobre igual período do ano passado. A área de Nutrição (nutrição e saúde humana, nutrição animal, especialidades alimentícias) registrou vendas de € 4,15 bilhões (8% a mais que o igual período de 2016) e a de materiais teve vendas de € 2,13 bilhões (14% a mais que igual período de 2016); também contribuíram para este desempenho as vendas de € 126 milhões do Innovation Center e de € 47 milhões das Atividades Corporativas.

Outros indicadores confirmam os resultados positivos da DSM no acumulado dos três trimestres deste ano. Entre eles, o lucro operacional (EBITDA ajustado) cresceu 15%, alcançando € 1,08 bilhão; o Retorno Sobre o Capital Empregado (Return on Capital Employed, ROCE) teve alta de 12,3%; o lucro líquido ajustado cresceu 29%, chegando a € 504 milhões, sendo que o lucro líquido total foi de € 1,6 bilhão (incluindo o ganho de € 1,25 bilhão referente à conclusão da aquisição da Patheon N.V., empesa da qual a DSM detinha participação acionária).

No 3T17, especificamente, as vendas globais da DSM foram de € 2,13 bilhões, 7% a mais que a de igual período do ano passado. A área de Nutrição registrou vendas de € 1,37 bilhão (5% a mais que no 3T16) e a de Materiais alcançou € 706 milhões (11% a mais que no 3T16); as vendas do Innovation Center no período foram de € 42 milhões e a das Atividades Corporativas de € 15 milhões. O EBITDA ajustado do trimestre foi de € 365 milhões e o ROCE foi de 12,3%, em linha com o índice registrado ao longo deste ano, de janeiro a setembro.

“Registramos outro trimestre forte, resultando em um ótimo desempenho nos primeiros nove meses e as áreas de Nutrição e Materiais, mais uma vez, apresentaram taxas de crescimento acima dos seus mercados. Os resultados, assim, demonstram um melhor desempenho operacional e financeiro, e antes do planejado, em um cenário em que todas as nossas empresas têm atuado em ambiciosas iniciativas de crescimento e em que seguimos firmes no controle dos nossos programas de redução de custos e eficiência”, comenta Feike Sijbesma, CEO e presidente do Conselho de Administração da DSM, que completa: “A DSM confirma a perspectiva de todo o ano de 2017, apesar de desenvolvimentos monetários ligeiramente menos favoráveis”.

Forte desempenho também na América Latina

Ao longo deste ano, a DSM registrou um excelente desempenho na América Latina nos primeiros nove meses, com crescimento de 26,5% nas vendas, que atingiram € 501 milhões. Na região, em que a DSM está presente com plantas em 13 países, a companhia conta com uma equipe de 2.076 colaboradores (em âmbito global, a DSM conta com 21.013 colaboradores).

Fonte: Assessoria de Imprensa – DSM

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