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RadiciGroup oficializa os resultados de 2016: faturamento de 946 milhões e Ebitda de 110 milhões de euros

12/07/2017

Primeiro semestre de 2017 positivo com volumes em aumento (+7%) e crescimento em volume de negócios de (+ 23%)

Contando com 3.000 funcionários em todo o mundo e 33 escritórios comerciais e fábricas em 16 Países na Europa, Ásia e Américas, a Radici registrou 946 milhões de euros de faturamento em 2016. O RadiciGroup atua nos segmentos de química, plástico e as fibras sintéticas.

O Grupo fechou 2016 com um volume de negócios ligeiramente em diminuição (– 6%), mas com volumes alinhados aos de 2015, registrando para o ano que acaba de ser fechado um EBITDA de mais de 110 milhões de euros (+8%).

“O Grupo se apresenta sólido e bem estruturado – declarou Angelo Radici, presidente do RadiciGroup – A ligeira diminuição do faturamento è atribuída à evolução do custo das matérias primas que diminuiu, condicionando assim os nossos números. Uma contribuição significativa ao resultado do Grupo vem da Área de Plásticos mas, em geral, conseguimos manter em todas as áreas de negócio do Grupo volumes alinhados aos do ano precedente. Continua o percurso de otimização dos recursos, de aumento da eficiência das plantas e de redução dos consumos energéticos, com o objetivo de colocar o Grupo em condições de continuar a crescer: os dados dos primeiros meses de 2017 são, além disso, muito positivos, com faturamento em crescimento de mais de 23% e volumes aumentado 7%».

Em termos de solidez financeira e de capital do RadiciGroup, um comentário positivo vem também do CFO do RadiciGroup, Alessandro Manzoni: “A situação financeira do Grupo é de absoluta segurança; débito financeiro em 2016 em redução, apesar de uma aquisição relacionada ao negócio de plásticos. Patrimonialmente o Grupo é sólido e estamos prontos para enfrentar, quando ocorrerem, novos percursos de crescimento. Tudo isso – conclui Manzoni – apoiado por uma relação de confiança mútua com o sistema financeiro, desenvolvida ao longo dos anos graças a uma informação contínua e transparente”.

Fonte: RadiciGroup

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Braskem registra Ebitda recorde de R$ 3,6 bilhões no 1º trimestre

23/05/2017

Taxa média operacional ficou acima de 95% em todas as regiões

A Braskem registrou um novo recorde de Ebitda da ordem de R$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2017. O desempenho significou um avanço de 16% sobre igual período do ano passado, segundo prévia não auditada dos resultados. Em dólar, o Ebitda da Companhia alcançou US$ 1,1 bilhão no período, o que representou expansão de 45% na comparação com o primeiro trimestre de 2016.

Como destaque, a taxa de ocupação das plantas industriais ficou, em média, acima de 95% em todas as regiões onde a Companhia atua. O Complexo Petroquímico do México, que começou a operar no início do ano passado, trouxe importante contribuição para o resultado, conforme o previsto, com taxa de operação das plantas de polietileno de 97% no trimestre. Nos Estados Unidos e na Europa, a taxa média de ocupação das plantas de polipropileno continua forte e atingiu 101%.

As margens globais petroquímicas e de resinas se mantiverem num patamar muito saudável e contribuíram para o desempenho do primeiro trimestre. “Toda a indústria petroquímica mundial vive em um momento especial, e a Braskem, em razão do seu desempenho operacional e comercial, soube colher os resultados de sua estratégia”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem. “Atribuímos esses resultados a todas às nossas equipes competentes e dedicadas em obter os melhores retornos.”

Crescimento de vendas

Todos os segmentos de mercado tiveram crescimento no volume de vendas nos números do primeiro trimestre. Sinais de recuperação da demanda brasileira por resinas termoplásticas também foram identificados A Braskem vendeu 844 mil toneladas de resinas no período, uma expansão de 8% em relação a igual trimestre de 2016 e de 2% na comparação com o último trimestre de 2016. Mesmo diante do aumento das vendas no mercado brasileiro, as exportações de resinas continuaram crescendo, totalizando 429 mil toneladas, uma alta de 3%. A produção de petroquímicos básicos se expandiu 5%, com 2,2 milhões de toneladas comercializadas. As exportações de insumos básicos subiram 31% e somaram 343 mil toneladas.

No México, as vendas de polietileno totalizaram 264 mil toneladas, com cerca de 50% vendidas no mercado local. Nos EUA e na Europa, as vendas a partir da produção local atingiram 541 mil toneladas, 8% superior em relação ao primeiro trimestre de 2016 e recorde histórico no trimestre.

No primeiro trimestre de 2017, a receita líquida da Braskem chegou a R$ 12,6 bilhões, crescimento de 4% sobre o mesmo período do ano passado. Com a estratégia de diversificação geográfica, a participação do mercado brasileiro no total da receita da companhia foi de 51%. Do restante, 49% da receita vieram com as exportações saídas do Brasil (23%) e das unidades internacionais (26%), que incluem EUA, Europa e México. A Companhia voltou ao lucro no trimestre, apresentando um ganho líquido consolidado de R$ 1,9 bilhão. O lucro líquido da controladora foi de R$ 1,8 bilhão.

Fonte: Braskem

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Solvay divulga resultados do primeiro trimestre de 2017

03/05/2017

Ebitda ajustado do Grupo alcançou 616 milhões de euros no período

O Grupo Solvay obteve um faturamento de 2,97 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2017, com um crescimento de 9,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo anúncio feito hoje (03/05) pela companhia.

O Ebitda ajustado – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – subiu 12% no período, alcançando 616 milhões de euros, com crescimento impulsionado pelo aumento dos volumes de cada um dos segmentos operacionais da companhia. A margem geral de Ebitda foi de 21% no trimestre; e o lucro líquido ajustado no período alcançou 256 milhões de euros.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, os resultados obtidos pela empresa no trimestre “refletem um início de ano forte, com todos os segmentos operacionais registrando crescimento de volume no primeiro trimestre. Continuaremos no caminho de crescimento que definimos em nossos objetivos de médio prazo.”

Previsão para 2017 – Com base no forte início de 2017 e na melhoria das condições de mercado, o Grupo Solvay espera atingir ou superar a sua estimativa anterior de crescimento de Ebitda ajustado de um dígito médio e mais de 800 milhões de euros em geração de caixa.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Balanço da Covestro registra um primeiro trimestre forte

02/05/2017

  • Volumes totais cresceram 9,0% em relação ao ano anterior
  • EBITDA ajustado subiu 66,5% para 846 milhões de euros
  • Lucro líquido subiu 157,1% para 468 milhões de euros
  • Fluxo de Caixa Operacional Livre 174% maior na comparação anual
  • Projeção foi elevada

Após um ano fiscal bem sucedido em 2016, a fabricante de polímeros Covestro manteve os bons resultados no primeiro trimestre de 2017 e elevou suas projeções para o ano. Graças a uma demanda ainda forte por polímeros inovadores, os volumes totais do Grupo cresceram 9,0%. O aumento na capacidade de utilização de produção e as consequentes melhorias nas margens também permitiram um crescimento no EBITDA. Em 846 milhões de euros, o EBITDA subiu 66,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O lucro líquido registrou crescimento de 157,1%, atingindo 468 milhões de euros. No primeiro trimestre de 2016 o lucro líquido totalizou 182 milhões de euros.

“A alta demanda pelos nossos produtos indica que plásticos inovadores são importantes para lidar com os desafios impostos por megatendências globais, como urbanização, mudança climática ou a evolução da mobilidade. Prova disso é nosso forte crescimento em volumes e os ganhos resultantes em todos os segmentos”, afirma o CEO da Covestro, Patrick Thomas. “Nós mantemos nosso clima positivo e entregamos um EBITDA melhorado pelo nono trimestre consecutivo. Continuamos otimistas para o restante do ano e, portanto, elevamos nossa projeção”.

Baseada na performance positiva do primeiro trimestre, a companhia ajustou as projeções apresentadas no Relatório Anual 2016 para o ano de 2017. A Covestro ainda espera um crescimento no volume total de baixo a médio dígito. A empresa agora projeta um Fluxo de Caixa Operacional Livre significativamente acima da média dos últimos três anos (a previsão anterior era de crescimento levemente acima da média dos últimos três anos). Além disso, a Covestro agora espera um retorno sobre o capital investido (ROCE) significativamente maior que o nível de 2016 (a projeção inicial era de um ROCE um pouco maior que o nível de 2016).

Vendas e fluxo de caixa substancialmente maiores

O robusto crescimento no volume total e um aumento geral de 13,4% nos preços de venda – especialmente no segmento de Poliuretanos, onde os preços subiram até 25,8% na comparação com o mesmo trimestre de 2016 – resultaram em um aumento de 24,7% nas vendas, atingindo 3,586 bilhões de euros. O Fluxo de Caixa Operacional Livre também teve uma trajetória positiva, representando 211 milhões de euros – 174% acima do mesmo período na comparação com o ano anterior graças à melhoria no fluxo de caixa operacional.

“Nosso otimismo para o ano fiscal de 2017 foi confirmado no primeiro trimestre”, afirma o CFO Frank H. Lutz. “Nossos números provam que estamos em posição de nos beneficiarmos do crescimento nas indústrias em que atuamos junto a nossos clientes e, também, melhorar nossa eficiência operacional. Além disso, nossa estratégia de criar uma forte presença global está valendo a pena. As vendas e rentabilidade em nossos três principais mercados – China, Alemanha e Estados Unidos – estão cada vez mais equilibradas”.

Aumento acentuado nos volumes totais em todos os segmentos

No primeiro trimestre, os volumes totais no segmento de Poliuretanos cresceram substancialmente – 6,8% na comparação anual. Todos os grupos de produtos, particularmente MDI e TDI, contribuíram para este aumento. O fator chave aqui foi uma maior demanda do setor de construção em todo o mundo, bem como das indústrias de móveis e colchões nas regiões NAFTA e APAC. Em 482 milhões de euros, o EBITDA mais que dobrou na comparação anual. Isso se deu principalmente devido a margens maiores.

Diante da positiva demanda de mercado neste segmento foi decidido manter a produção do MDI em Tarragona, na Espanha. Ao mesmo tempo, a Covestro está trabalhando para converter uma fábrica na cidade alemã de Brunsbüttel. A empresa espera dobrar a capacidade de produção de MDI nesta planta para cerca de 400 mil toneladas métricas no decorrer de 2018.

O segmento de Policarbonatos também registrou novamente forte crescimento – 14,7% nos volumes totais na comparação anual. Os volumes vendidos nas três regiões subiram, principalmente devido a uma maior demanda das indústrias automotiva e eletroeletrônica. O EBITDA do segmento subiu 31,1%, atingindo 232 milhões de euros. Para atender a crescente demanda, a Covestro duplicou sua capacidade de produção de policarbonato em Xangai, na China, para cerca de 400 mil toneladas métricas por ano em 2016. Com uma capacidade de produção total de cerca de 1,5 milhão de toneladas métricas por ano, a empresa é hoje a principal fabricante do plástico de alta performance.

Os volumes totais no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades subiram 8,1% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Os volumes mais significantes vieram particularmente das regiões APAC e EMLA. Em 146 milhões de euros no primeiro trimestre, o EBIDTA subiu 5,0% na comparação anual. No ano passado, a Covestro inaugurou uma fábrica de escala mundial para matérias-primas de revestimentos na China. Em contraste aos dois outros segmentos, os preços do segmento permaneceram, em média, no mesmo nível do ano anterior.

Início de ano positivo

No geral, a Covestro  teve um início de ano muito positivo em 2017. Neste sentido, a posição estratégica da empresa é forte, tanto com relação às principais tendências nas indústrias atendidas quanto em regiões-chave. Além disso, inovações e cooperações têm um papel cada vez mais importante. Um bom exemplo é a recém-anunciada colaboração entre Audi, BASF e Covestro que levaram ao desenvolvimento de um novo revestimento com endurecedor biodegradável para a indústria de automóveis. Pela primeira vez, um revestimento contendo um endurecedor biodegradável foi aplicado em corpos de prova do Audi Q2 na planta da montadora. O carro com o novo revestimento foi apresentado na European Coatings Show (ECS) 2017 em Nuremberg, na Alemanha.

Com vendas de 11,9 bilhões de euros em 2016, a Covestro está entre os maiores fabricantes mundiais de polímeros. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados na vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e também as indústrias de esportes e lazer. A Covestro possui 30 sites de produção em todo o mundo e, no final de 2016, empregava cerca de 15.600 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Abiquim: exportações puxam produção de resinas termoplásticas, enquanto demanda interna se mantém estável

22/03/2017

Segundo dados da Abiquim, a produção de resinas termoplásticas cresceu 5,7% em 2016, sobretudo pelas exportações que aumentaram 31,7%

De acordo com a equipe de Economia e Estatística da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), as vendas internas e a demanda nacional de resinas termoplásticas, após apresentaram forte recuo em 2015, apresentaram desempenho estável em 2016. As vendas internas tiveram elevação de 1,1% em volume, enquanto a demanda nacional das principais resinas, medida pela somatória das vendas internas mais importações, registou apenas 0,2% de crescimento no ano passado, em comparação ao ano anterior.

As exportações, no entanto, apresentaram significativo crescimento de 31,7%, devido principalmente ao câmbio favorável. Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, o ambiente internacional também contribuiu para o resultado: “A desvalorização do real frente ao dólar incentivou as exportações das resinas brasileiras, mas também deve-se destacar que o crescimento de outros mercados e o momento favorável do ciclo petroquímico foram decisivos para que as empresas brasileiras aumentassem suas exportações”.

Fátima Giovanna ainda complementa que o não crescimento da demanda interna levou as empresas a direcionar seus produtos para outros mercados até pela natureza das operações, que não permite redução da produção de forma acentuada. Então, para manter os ativos trabalhando com segurança, houve a necessidade de se manter a produção, buscando alternativas no mercado externo, muitas delas com margens reduzidas. Segundo dados da Abiquim, as vendas internas mais as importações tiveram desempenho fraco, crescendo 0,2% em 2016, em comparação ao ano anterior. O CAN (vendas internas + importações – vendas externas) registrou queda de 2,8%. O produtor nacional se esforçou para recuperar parte do mercado ocupado pelas importações, mas teve que encontrar nas exportações a saída para a crise econômica brasileira.

Diante deste cenário, Fátima Giovanna finaliza: “Esse quadro mostra claramente que o nosso mercado permanece estagnado, no entanto, parou de cair. Dada a capilaridade das resinas termoplásticas em termos da diversificação de aplicações em diversas cadeias, a se manter o ritmo de fechamento dos dados do quarto trimestre do ano passado, a demanda deve voltar a apresentar algum crescimento neste ano”.

Em relação à demanda interna de resinas, o PVC e PE + EVA registraram queda de -1,5% e -0,5%, respectivamente. Já o PP cresceu 1,4%, o PET 1,1%, e o PS 4,1%. Ao todo, foram produzidas no Brasil 7.520 mil toneladas de resinas em 2016, que equivalem a uma taxa de utilização da capacidade instalada de 80%

O cenário do mercado brasileiro de resinas termoplásticas, explica Fátima Giovanna Coviello Ferreira, reflete o momento atual delicado da indústria química brasileira, cuja produção não registra crescimento há 10 anos, o que comprova um período de dificuldade e de falta de competitividade, que culmina no elevado índice de ociosidade atual e na falta de atratividade para novos investimentos para o setor. Os novos investimentos só virão, principalmente em um setor capital intensivo, com a ocupação das instalações atuais e melhora das condições gerais de mercado. Não se pode deixar de mencionar que a retomada da atividade econômica e da demanda interna voltarão a pressionar os resultados da balança comercial de produtos químicos. Outra preocupação do segmento diz respeito à entrada em operação de novos projetos petroquímicos nos Estados Unidos e a possibilidade de que parte dessa nova oferta se direcionar para o mercado brasileiro.

Por essas razões, a indústria química carece de ações urgentes, de curto prazo, que possam estimular as atuais plantas ao retorno da operação em um nível maior de utilização da capacidade, bem como medidas mais estruturantes, de longo prazo, que possam atrair novos investimentos e efetivamente fazer com que as oportunidades de investimentos existentes possam transformar-se, definitivamente, em realidade.

Fonte: Abiquim

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Evonik divulga principais indicadores financeiros e perspectivas para 2017

18/03/2017
  • Um bom desempenho em 2016 – aquisições fortalecem segmentos de crescimento
  • Previsões cumpridas: EBITDA ajustado no limite superior do intervalo em €2,165 bilhões
  • Dividendo proposto: constante em um nível atraente de €1,15 por ação
  • Perspectivas para 2017: receitas e lucros mais altos, EBITDA ajustado entre €2,2 e €2,4 bilhões

A Evonik Industries AG atingiu plenamente a sua previsão de receitas em 2016. Com um EBITDA ajustado de €2,165 bilhões, as receitas se situaram no limite superior do intervalo de €2,0 bilhões a €2,2 bilhões. Embora os volumes tenham apresentado um sólido crescimento de 3%, as vendas caíram 6% para €12,7 bilhões em decorrência da queda nos preços.

“Em 17%, a nossa margem EBITDA ajustada continua boa”, disse Klaus Engel, Presidente da Diretoria Executiva.  “A bem-sucedida aquisição da divisão de aditivos especiais da Air Products e a planejada aquisição do negócio de sílica da Huber representam um impulso adicional de crescimento, além de abrir novas perspectivas para o nosso atraente portfólio”.

Na Reunião Anual de Acionistas a ser realizada em 23 de maio, a Diretoria Executiva e o Conselho de Administração da Evonik irão propor um dividendo de €1,15 por ação. Com base no preço de fechamento das ações no final de 2016, isso representa um dividend yield de 4,1%, posicionando a Evonik entre as principais empresas químicas do mundo. “O alto fluxo de caixa livre de €810 milhões nos permite realizar esse nível de desembolso sem prejudicar as nossas ambiciosas metas de crescimento”, acrescentou Engel.

Em seguida a um desempenho excepcionalmente forte no ano anterior, a situação das receitas se normalizou em 2016. A Evonik conseguiu compensar só parcialmente o fraco impulso da economia global, o baixo preço do petróleo e a normalização dos preços dos produtos para nutrição animal. Assim, o EBITDA ajustado ficou 12% abaixo do nível excepcional do ano anterior.  A receita líquida ajustada também caiu em relação ao ano anterior, situando-se €930 milhões.

A posição financeira da Evonik continua muito sólida. “A estrutura do nosso balanço se mantém saudável, mesmo após a aquisição do negócio de aditivos especiais da Air Products”, disse a CFO da empresa, Ute Wolf. Isso também é evidenciado por sólidos ratings de grau de investimento.  “A eficiência do capital e o fluxo de caixa continuarão desempenhando um papel central na gestão da empresa”, acrescentou Wolf.  O retorno sobre o capital empregado (ROCE) foi de 14% em 2016, situando-se mais uma vez bem acima do custo de capital.

A Evonik acredita que os segmentos de crescimento Nutrition & Care e Resource Efficiency farão uma contribuição positiva para as receitas em 2017 em decorrência da integração bem-sucedida do negócio de aditivos especiais da Air Products. Além disso, as sólidas posições de mercado da empresa, seu portfólio equilibrado e sua concentração em negócios de forte crescimento continuarão impulsionando o seu desempenho.

Apesar da crescente incerteza inerente à situação geopolítica e à alta volatilidade do mercado, a Evonik pretende aumentar suas receitas e seu resultado operacional em 2017 e projeta um EBITDA ajustado entre €2,2 e €2,4 bilhões.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Lanxess anuncia resultados positivos no exercício financeiro de 2016

18/03/2017

• O Ebitda pré-excepcionais no exercício financeiro de 2016 aumenta 12,4%, para 995 milhões de euros
• A margem Ebitda pré-excepcionais melhora de 11,2 para 12,9%
• O lucro líquido aumenta em 16,4%, para 192 milhões de euros
• Crescimento de volumes em todos os segmentos
• Dividendo proposto para 2016 a 0,70 euros por ação; um aumento de 17%
• Entrada forte no primeiro trimestre de 2017: aumento de aproximadamente 20% no Ebitda pré-excepcionais
• Orientações para o ano completo de 2017: Ebitda pré-excepcionais ligeiramente acima do nível do ano anterior
• Processo de aquisição planejada da Chemtura progredindo bem

No ano fiscal de 2016, a empresa de especialidades químicas Lanxess avançou com sucesso, registrando fortes dados de desempenho. O Ebitda pré-excepcionais aumentou 12,4%, para 995 milhões de euros, em comparação com 885 milhões de euros no ano anterior. Os principais impulsionadores desse desenvolvimento positivo foram volumes maiores em todos os segmentos, o aumento associado na utilização da capacidade e a economia de custos resultante da melhoria da competitividade de plantas e processos. Em consequência de tudo isso, o Ebitda pré-excepcionais atingiu o topo de orientação recente de 960 milhões de euros para 1 bilhão de euros. A margem Ebitda pré-excepcionais do Grupo melhorou de 11,2% para 12,9%. O lucro líquido também aumentou em 16,4%, saindo de 165 milhões de euros e chegando a 192 milhões de euros. As vendas diminuíram ligeiramente, passando de 7,9 bilhões de euros em 2015 para 7,7 bilhões de euros, principalmente devido ao ajuste dos preços de venda condicionados aos menores custos das matérias-primas.

Também em 2016, a empresa tomou várias decisões estratégicas importantes e realinhou seu portfólio. A Arlanxeo, uma joint venture com a Saudi Aramco para o negócio de borracha sintética, começou a operar em 1º de abril. A Lanxess encerrou em agosto a aquisição da unidade de negócios Clean & Disinfect, da empresa norte-americana Chemours. Em setembro, a Lanxess anunciou a aquisição da empresa química norte-americana Chemtura, um dos principais fornecedores de aditivos retardantes de chamas e lubrificantes. Ambas as aquisições fortalecem a posição da Lanxess nos mercados de especialidades químicas premium.

“A Lanxess está de volta a sua trajetória de sucesso. Alcançamos marcos importantes em nossa reorganização para tornar a Lanxess uma empresa mais estável e rentável e progredimos bastante em nosso caminho para o crescimento sustentável. Isso se reflete em nossos resultados de negócios que foram muito positivos em 2016 “, disse Matthias Zachert, Presidente da Diretoria da Lanxess AG. “Pretendemos continuar neste caminho de crescimento, sobretudo por meio da aquisição planeada da Chemtura, e aumentar ainda mais a nossa força operacional”.

Balanço substancialmente melhor

No final do ano fiscal passado, os passivos financeiros líquidos diminuíram substancialmente de EUR 1.2 bilhão para EUR 269 milhões. Isso aconteceu, principalmente, por conta da joint venture com a Saudi Aramco. Em 2016, as despesas de capital ascenderam a 439 milhões de euros, mais ou menos o mesno nível do ano anterior, que foi de 434 milhões de euros. A empresa está planejando investimentos de capital de 450 milhões de euros a 500 milhões de euros para o ano de 2017.

“Reforçamos significativamente o nosso balanço em 2016 e continuamos neste caminho de estabilidade financeira. Conseguimos o financiamento para a aquisição planejada da Chemtura rapidamente e em condições atraentes, mantendo, ao mesmo tempo, nossa classificação de investment grade“, explicou Michael Pontzen, CFO da Lanxess AG.

O financiamento da aquisição prevista da Chemtura, que tem um valor de cerca de 2,4 bilhões de euros, é assegurado principalmente por dois bonds corporativos, um bond híbrido e a liquidez existente. Já em 2016, a Lanxess pôde dispor de três bonds – cada um com um volume de 500 milhões de euros.

Aquisição planejada da Chemtura

A aquisição planejada da Chemtura é um passo crucial no caminho de crescimento da Lanxess e continua evoluindo dentro do cronograma previsto. No início de março, as autoridades da Coréia do Sul aprovaram a aquisição, assim como autoridades antitruste nos Estados Unidos e no Brasil. No início de fevereiro de 2017, os acionistas da Chemtura votaram por ampla maioria a favor da fusão planejada. A Lanxess espera receber todas as autorizações regulamentares remanescentes e fechar a transação até meados de 2017.

Maior dividendo proposto para 2016

O bom desempenho da empresa em 2016 deve ser refletido em um maior dividendo novamente. A Diretoria e o Conselho Consultivo deverão propor à Assembleia Geral Anual de 26 de maio de 2017 um aumento de 17% em relação ao ano anterior, atingindo o patamar de EUR 0,70. Isto resultaria num pagamento total de dividendos de cerca de EUR 64 milhões.

Desenvolvimento de negócios por segmento

As vendas do segmento de Advanced Intermediates em 2016 foram de cerca de 1,74 bilhão de euros, 4,6% abaixo do valor do ano anterior, que foi de 1,83 bilhão de euros. Devido à antecipada queda da procura no setor dos agroquímicos no quarto trimestre, o Ebitda pré-excepcionais diminuiu ligeiramente, 3,8%, atingindo 326 milhões de euros, face a um valor muito forte de 339 milhões de euros no ano anterior. No entanto, a margem Ebitda pré-excepcionais foi ligeiramente acima do ano anterior, saltando de 18,6% para 18,7%.

As vendas no segmento de Performance Chemicals melhoraram em 2,7%, passando de cerca de 2,09 bilhões de euros para cerca de 2,14 bilhões de euros. O Ebitda pré-excepcionais avançou 14,7 por cento em relação ao ano anterior, de 326 milhões de euros, para 374 milhões de euros. Esta melhoria nos resultados foi atribuída principalmente ao forte crescimento do volume e à melhor utilização da capacidade. A margem Ebitda pré-excepcionais melhorou em conformidade para 17,5%, em comparação com 15,6% em 2015.

No segmento de High Performance Materials, as vendas diminuíram ligeiramente 2,7 por cento, de EUR 1,09 milhão para EUR 1,06 milhão. No entanto, o Ebitda pré-excepcionais avançou cerca de 43% para 159 milhões de euros, o que foi substancialmente superior ao nível do ano anterior de 111 milhões de euros. Os principais fatores aqui foram maiores volumes em grupos de produtos mais rentáveis e maior utilização da capacidade. A margem Ebitda pré excepcionais cresceu, respectivamente, para 15,1 por cento, em comparação com 10,2 por cento em 2015.

Dado um ambiente competitivo difícil, as vendas no segmento Arlanxeo diminuíram 5,2% para EUR 2,71 bilhões, a partir de um patamar de EUR 2,86 bilhões um ano antes. Apesar do desenvolvimento positivo dos volumes, o Ebitda pré-excepcionais foi de 4.6% abaixo do nível do ano anterior de 391 milhões de euros, com 373 milhões de euros. Em um ambiente competitivo ainda desafiador, o efeito de preços de venda reduzidos compensou o custo resultante de preços de matéria-prima mais baixos. A margem Ebitda pré-excepcionais de 13,8% foi praticamente no mesmo nível do ano anterior, atingindo 13,7%.

Perspectivas para 2017

O bom desempenho observado em 2016 continuou em 2017. A Lanxess teve um início muito bom para o novo ano fiscal e espera Ebitda pré-excepcionais entre 300 milhões de euros e 320 milhões de euros para o primeiro trimestre de 2017. Isso representaria um aumento nos ganhos de cerca de 20% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior (262 milhões de euros).

Para todo o ano de 2017, a Lanxess espera um ligeiro aumento no Ebitda pré-excepcionais em relação a 2016. O fechamento bem-sucedido da aquisição planejada da Chemtura geraria uma contribuição adicional de lucros que a Lanxess ainda não incluiu em sua atual orientação para 2017.

Tradicionalmente, a empresa especifica sua orientação quando anuncia seus dados do primeiro trimestre. A declaração trimestral será publicada em 11 de maio de 2017.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Arlanxeo

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BASF divulga balanço de 2016 com lucro líquido de 4,1 bilhões de euros

06/03/2017

4º trimestre de 2016:

  • Vendas de €14,8 bilhões (acréscimo de 7% ao compararmos com o trimestre do ano anterior)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de €1,2 bilhões (acréscimo de 15% ao compararmos com o trimestre do ano anterior)

Exercício 2016:

  • EBIT antes dos itens extraordinários de €6,3 bilhões (decréscimo de 6% ao compararmos com o ano anterior)
  • Aumento considerável de ganhos no segmento de Químicos; ganhos substancialmente menores no segmento de Óleo e Gás e Outros;
  • Ganhos por ação €4,42 (acréscimo de 2%)
  • Proposta de dividendos para o exercício

Outlook 2017:

  • Crescimento significativo nas vendas em todos os segmentos
  • EBIT antes dos itens extraordinários ligeiramente maior

Em 2016, a BASF alcançou as metas traçadas relativas ao crescimento e aos lucros. O segmento de Químicos cresceu com sucesso e a rentabilidade aumentou mais. Como esperado, os lucros no segmento de Óleo e Gás não alcançaram o nível do ano anterior. “Ao longo do ano conseguimos aumentar o crescimento da BASF. Nossos volumes de vendas aumentaram de trimestre para trimestre. Na Ásia, em particular, aumentamos continuamente nossos volumes de vendas no segmento de químicos, mostrando que os altos investimentos realizados nos últimos anos em pesquisa e desenvolvimento e novas capacidades de produção estão dando frutos”, disse o Dr. Kurt Bock, Presidente do Conselho Executivo da BASF SE, na Conferência Anual de Imprensa em Ludwigshafen, Alemanha.

No quarto trimestre de 2016, as vendas aumentaram para € 14,8 bilhões, corresponde a um incremento de 7% em relação ao mesmo trimestre de 2015, devido principalmente a maiores volumes. Para o Grupo BASF, bem como para o segmento de químicos, que engloba Químicos, Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais, os volumes aumentaram em 6%. O lucro das operações (EBIT) antes dos itens extraordinários foi de € 1,2 bilhão, € 157 milhões a mais que o trimestre do ano anterior. Ganhos substancialmente maiores em Químicos, Materiais e Soluções Funcionais e Óleo e Gás mais que compensaram os ganhos mais baixos em Soluções para Agricultura e Outros.

Para o exercício completo de 2016, as vendas diminuíram em 18%, totalizando € 57,6 bilhões, devido principalmente ao desinvestimento nas atividades de comércio e armazenamento de gás, como parte do swap de ativos com a Gazprom no final de setembro de 2015. Este negócio contribuiu com € 10,1 bilhões nas vendas em 2015. No total, os efeitos de portfólio reduziram as vendas em 15 %. Além disso, os preços mais baixos das matérias-primas levaram a uma queda nos preços de venda (decréscimo de 4%). A empresa conseguiu aumentar continuamente os volumes das vendas ao longo do ano. Ao compararmos com o ano anterior, os volumes aumentaram em 2%, e no segmento de Químicos, em 4%. Os efeitos cambiais reduziram ligeiramente as vendas (decréscimo de 1%).

Em € 6,3 bilhões, o EBIT antes dos itens extraordinários foi € 430 milhões abaixo do nível do ano anterior, sendo em grande parte consequência de um declínio de cerca de € 850 milhões no segmento de Óleo e Gás, principalmente devido à queda dos preços e do desinvestimento das atividades de comércio e armazenamento de gás natural. As atividades transferidas para a Gazprom contribuíram com cerca de € 260 milhões para o EBIT antes dos itens extraordinários em 2015. No segmento de Soluções para Agricultura, o EBIT antes dos itens extraordinários atingiu ao nível do ano anterior. O segmento de Químicos apresentou um aumento significativo nos lucros graças às melhorias acentuadas das contribuições dos segmentos de Produtos de Performance e Materiais e Soluções Funcionais.

Em € 4,1 bilhões, o lucro líquido superou o nível do ano anterior de € 4,0 bilhões. O lucro por ação aumentou de € 4,34 para € 4,42.

Proposta de dividendos de €3,00

Em um ambiente de mercado volátil, o preço das ações da BASF evoluiu muito positivamente, fechando o ano em € 88,31, aproximadamente 25% superior ao do final do ano anterior. Com dividendos reinvestidos, o desempenho das ações da BASF aumentou em 30%, superando significativamente o DAX 30 (+ 7%), o DJ EURO STOXX 50 (+ 4%) e o MSCI World Chemicals (+ 11%). “Continuamos com a nossa política de dividendos e, na Assembleia Geral dos Acionistas, iremos propor o aumento de dividendos novamente, em € 0,10, resultando em € 3,00”, disse Bock. Assim, as ações da BASF oferecem mais uma vez um alto retorno de dividendos de 3,4%, com base no preço de fechamento das ações no final de 2016.

Perspectiva para o exercício de 2017

Bock: “Estamos cautelosamente otimistas para 2017. Queremos continuar a crescer, com todos os segmentos contribuindo para tal. E acima de tudo: queremos aumentar nossos ganhos novamente, também no segmento de Óleo e Gás. Provavelmente, a economia global irá crescer tão rápido quanto foi em 2016. Em virtude das incertezas políticas, a volatilidade permanecerá alta. ” Espera-se uma diminuição significativa no crescimento na União Europeia. Para os Estados Unidos, prevê-se uma ligeira recuperação no crescimento. É provável que o crescimento na China fique ainda mais lento. Espera-se que a recessão no Brasil e na Rússia terminem.

Para sua perspectiva, a BASF adota as seguintes condições econômicas para 2017 (números do ano anterior entre parênteses):

  • Crescimento econômico global: +2,3% (+2,3%)
  • Crescimento na produção mundial de químicos (excluindo produtos farmacêuticos): +3,4% (+3,4%)
  • Taxa de câmbio média entre o euro e o dólar de $1,05 por euro ($1,11 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) de $55 por barril ($44 por barril)

Espera-se que em 2017, as vendas do Grupo BASF cresçam consideravelmente. Tal crescimento será apoiado pelas vendas ligeiramente maiores no segmento de Produtos de Performance e por aumentos significativos nos segmentos restantes, incluindo Outros.

Bock: “Queremos aumentar ligeiramente o EBIT antes dos itens extraordinários em comparação com 2016. Prevemos contribuições significativamente maiores do segmento de Óleo e Gás. Nos segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Soluções para Agricultura, assumimos que o EBIT antes dos itens extraordinários será ligeiramente superior, enquanto que a contribuição do segmento de Químicos corresponderá ao nível do ano anterior “.

Em virtude das grandes incertezas políticas e econômicas, a BASF continuará com sua conduta rigorosa no tocante a gastos e custos. O programa estratégico de excelência, DrivE, contribui para esta meta. A partir do final de 2018, a empresa espera que este programa contribua com cerca de €1 bilhão em ganhos, por ano, em relação a 2015. A contribuição nos lucros foi de €350 milhões em 2016.

Após uma fase de altos investimentos, a BASF reduziu seus investimentos em mais de 1 bilhão de euros em 2016, como anunciado anteriormente. A empresa investiu um total de 3,9 bilhões de euros em despesas de capital (excluindo adições de imóveis, instalações e equipamentos resultante de aquisições, capitalização, obrigações de restauração e investimentos em TI). “Nos próximos anos, planejamos investir em um nível comparável. Estamos agora preenchendo a capacidade existente em nossas novas fábricas e, portanto, aproveitando o dinamismo do volume visto no ano passado”, disse Bock.

Desenvolvimento dos segmentos no 4º trimestre e no exercício de 2016

No segmento de Químicos, as vendas do quarto trimestre aumentaram em 12%, para € 3,6 bilhões, impulsionadas pelo aumento dos volumes e dos preços. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 386 milhões, totalizando € 635 milhões, atribuído principalmente a maiores margens, especialmente em isocianatos e produtos de cracker. Para o ano todo, as vendas diminuíram em 8%, totalizando € 13,5 bilhões. Isso se deve à queda dos preços em função do declínio nos preços das matérias-primas, especialmente na divisão de Petroquímicos. Os volumes mais altos não conseguiram compensar neste caso. O EBIT antes dos itens extraordinários caiu em € 92 milhões, totalizando € 2,1 bilhões, principalmente devido aos maiores custos fixos das novas startups de plantas de produção. As menores margens nas divisões de Petroquímicos e Intermediários também reduziram o EBIT antes dos itens extraordinários. Margens mais elevadas para os isocianatos na divisão de Monômeros ajudaram a retardar o declínio.

No segmento de Produtos de Performance, as vendas no quarto trimestre diminuíram em 1%, totalizando € 3,6 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários subiu ligeiramente para € 231 milhões, apoiado por melhores margens. Em € 15 bilhões, as vendas do ano todo foram 4% inferiores ao nível do ano anterior; fato atribuído principalmente à queda dos preços de venda e aos desinvestimentos concluídos em 2015. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 379 milhões, totalizando € 1,7 bilhões; fato atribuído principalmente à uma redução significativa dos custos fixos devido a medidas de reestruturação e a uma gestão rígida dos custos fixos, bem como à melhoria das margens.

No segmento de Materiais e Soluções Funcionais, as vendas do quarto trimestre cresceram em 10%, totalizando € 5,0 bilhões, movidas por maiores volumes. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 69 milhões, totalizando € 458 milhões devido ao crescimento dos volumes, a uma mistura de produtos favorável e a conduta mantida no tocante aos custos. As vendas do exercício do ano aumentaram em 1%, totalizando € 18,7 bilhões. Ao aumentar os volumes em todas as divisões, os preços mais baixos e os efeitos cambiais levemente negativos puderam ser mais do que compensados. O crescimento dos volumes foi atribuído principalmente à maior demanda de produtos para a indústria automotiva. Os negócios com a indústria da construção viram volumes de vendas em um nível geral elevado. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 297 milhões, totalizando € 1,9 bilhão em relação a 2015. Todas as divisões contribuíram para esse aumento considerável de lucros, em particular, a divisão de Materiais de Performance.

No segmento de Soluções para Agricultura, as vendas no quarto trimestre aumentaram em 10%, totalizando 1,3 bilhões de euros, atribuído a volumes mais elevados. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em € 65 milhões, totalizando € 79 milhões devido a custos fixos mais elevados, em parte devido às novas instalações de produção ou expansão, por exemplo, para o herbicida dicamba. No acumulado do ano, as vendas diminuíram em 4%, totalizando € 5,6 bilhões; resultado do menor volume de vendas e dos efeitos cambiais negativos. O ambiente de mercado desafiador para os produtos de proteção de cultivos afetou particularmente a demanda por inseticidas na América do Sul e por fungicidas na Europa. Os preços foram compatíveis com os de 2015. A gestão rígida de custos permitiu a redução dos custos fixos no segmento de Soluções para Agricultura. Devido a este desenvolvimento, o EBIT antes dos itens extraordinários correspondeu ao nível do ano anterior em € 1,1 bilhão, apesar do declínio das vendas.

No segmento de Óleo e Gás, as vendas do quarto trimestre aumentaram em 26%, totalizando € 922 milhões, devido ao aumento dos volumes e dos preços. O EBIT antes dos itens extraordinários cresceu em € 36 milhões, totalizando € 163 milhões. As vendas do ano todo diminuíram em 79%, totalizando € 2,8 bilhões em relação ao ano anterior. Devido ao swap de ativos com a Gazprom concluído no final de setembro de 2015, as contribuições da atividade de comércio e armazenagem de gás natural e da Wintershall Noordzee BV cessaram a partir do quarto trimestre de 2015. Estas atividades contribuíram com € 10,1 bilhões nas vendas em 2015. No segmento contínuo de petróleo e gás, os volumes cresceram em 15% em relação a 2015, ao passo que os efeitos de preço e câmbio foram de menos de 15%. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu de € 849 milhões para € 517 milhões em 2016, resultado da queda dos preços do petróleo e do gás, além do desinvestimento do negócio de comércio e armazenamento de gás para a Gazprom. As atividades transferidas para a Gazprom contribuíram com cerca de 260 milhões de euros para o EBIT antes dos itens extraordinários em 2015.

As vendas no segmento Outros diminuíram em 22%, totalizando € 518 milhões no quarto trimestre. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu para menos € 386 milhões, abaixo de menos € 114 milhões no quarto trimestre de 2015. As vendas do ano todo caíram em 28% para € 2,0 bilhões em relação a 2015. Baixos preços e volumes no comércio de matérias-primas foram os principais responsáveis, juntamente com a expiração dos contratos de abastecimento relacionados com a saída da participação da BASF na operação conjunta da Ellba Eastern Private Ltd. em Singapura no final de 2014. O EBIT antes dos itens extraordinários no segmento Outros diminuiu em € 162 milhões totalizando menos € 1,1 bilhão. Isso se deu em grande parte aos efeitos de valorização do programa de incentivos de longo prazo. Os efeitos cambiais positivos ajudaram a retardar o declínio.

Fonte: BASF

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Grupo Solvay divulga resultados de 2016

05/03/2017

Solvay_logoFaturamento alcançou 10,9 bilhões de euros; lucro líquido somou 846 milhões de euros

O Grupo Solvay alcançou um faturamento de 10,9 bilhões de euros em 2016, segundo anúncio feito no dia 24/2, na sede do grupo, em Bruxelas, Bélgica. O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 2,28 bilhões de euros, com uma elevação de 7,5% sobre 2015. A margem sobre o EBITDA bateu recorde em 2016 e alcançou 21%, um índice relevante para a indústria química em geral. O lucro líquido em uma base subjacente alcançou 846 milhões de euros contra 768 milhões de euros em 2015. A empresa obteve em 2016 uma geração de caixa de 876 milhões de euros, que representou um aumento de 384 milhões de euros em relação ao ano anterior.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, “a empresa registrou em 2016 um crescimento sólido do EBITDA, apoiado por nosso processo de transformação organizacional e pela melhoria do perfil dos nossos clientes. A busca pela excelência operacional, por resultado rápido de sinergias e uma dinâmica contínua de preços contribuíram de forma sólida para o nosso desempenho”, disse. Para Clamadieu, ‘a atualização do nosso portfólio nos permitiu reduzir significativamente nossa intensidade dos gases de efeito de estufa. No geral, estes elementos combinados aumentam a criação de valor sustentável para os nossos clientes e acionistas”.

O CEO do Grupo Solvay acrescentou que a empresa continua no rumo certo para alcançar os seus objetivos de médio prazo. “Para 2017, esperamos que o EBITDA subjacente cresça em um dígito de nível médio, impulsionado principalmente por nossas áreas de Advanced Materials e Advanced Formulations, e gere mais 800 milhões de euros de caixa”, disse.

A Solvay é uma empresa química cujos produtos e soluções são utilizados em aviões, carros, dispositivos inteligentes e médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre muitas outras aplicações. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 27.000 pessoas em 58 países. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Rhodia

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Balanço global da DSM mostra resultados positivos em 2016

05/03/2017

dsm

Em âmbito global, as vendas foram de € 7,92 bilhões, com destaque para a alta de 17% do lucro operacional (EBITDA), que chegou a € 1,26 bilhão

A DSM registrou um desempenho positivo em 2016, superior ao projetado em seus objetivos estratégicos, conforme demonstra o relatório da companhia divulgado em fevereiro. A empresa holandesa contabilizou aumento de 3% nas vendas globais, que atingiram € 7,92 bilhões, e um crescimento orgânico de 4%, além de uma alta de 17% do lucro operacional (EBITDA), que chegou a € 1,26 bilhão.

Em âmbito global, a área de Nutrição (nutrição e saúde humana, nutrição animal, especialidades alimentícias) alcançou vendas globais de € 5,17 bilhões, montante 4% superior ao do ano anterior; a área de Materiais de Desempenho registrou vendas de € 2,51 bilhões (queda de 1%); as vendas do Centro de Inovações foram de € 67 milhões (alta de 7%); e as vendas das atividades corporativas bateram € 71 milhões.

Ao abordar os resultados do ano, o CEO da DSM e presidente do Conselho de Administração da companhia, Feike Sijbesma, ressaltou o fato da empresa alcançar as metas estabelecidas ao final de 2015. “Reportamos um ano muito positivo, com lucro operacional e retorno do capital empregado muito acima do objetivo de médio prazo estabelecidos em nossa estratégia para o triênio que vai até 2018, que é impulsionar um crescimento rentável”, comenta.

Para este ano, Sijbesma conta que, embora as condições macroeconômicas sejam incertas, a DSM está confiante em cumprir novamente os seus objetivos estratégicos. “Continuaremos a executar as nossas iniciativas de crescimento e, somando-se a isso, estamos firmes com os programas de melhoria contínua de produtividade atrelada à redução de custos em todo o grupo”, reforça.

A DSM optou por reduzir o seu período de planejamento estratégico de cinco para três anos (2016/18). Entre os seus objetivos específicos, destaque para o aumento do EBTIDA, elevação do retorno de capital empregado e a redução do FTD (full-time equivalente, método para mensurar o grau de envolvimento dos colaboradores em suas atividades ou em um determinado projeto). Para tanto, a empresa concentra esforços em três fatores centrais: aceleração do crescimento dos negócios, melhora da produtividade atrelada à redução de custos e disciplina para investimentos dos recursos por meio do menor envolvimento dos recursos financeiros nas operações e redução do capital de giro.

América Latina em alta

As vendas da subsidiária latino-americana da DSM alcançaram € 544 milhões, que representaram 7% das vendas globais da empresa. Na região, onde está presente em 13 países, a companhia conta com 2,07 mil colaboradores (em âmbito global, a DSM conta com 20,78 mil colaboradores). Para o presidente da DSM na América Latina, Maurício Adade, o volume de vendas na região foi significativo principalmente diante do fato de que algumas economias do continente passaram por um momento desafiador.

A Royal DSM atua em mercados mundiais como alimentos e suplementos dietéticos, cuidados pessoais, rações, dispositivos médicos, peças automotivas, tintas, componentes elétricos e eletrônicos, proteção da vida, energia alternativa e materiais biológicos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – DSM

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Covestro divulga balanço anual recorde

20/02/2017
Conselho de Administração da Covestro

Conselho de Administração da Covestro

•Volumes totais cresceram 7,5% em relação ao ano anterior
• EBITDA ajustado subiu 22,7% para 2,0 bilhões de euros
• Forte crescimento no Fluxo de Caixa Operacional Livre
• Lucro líquido mais que dobrou
• Dividendo proposto de 1,35 euro por ação
• Cenário confiante para 2017

2016 foi um ano recorde para a fabricante de polímeros Covestro. Impulsionados pela demanda por materiais inovadores, os volumes totais do Grupo cresceram 7,5%. Com maior capacidade de utilização em suas plantas ao redor do mundo, o EBITDA ajustado subiu 22,7% para 2,0 bilhões de euros, um crescimento frente 2015. O lucro líquido mais que dobrou, de 343 milhões de euros para 795 milhões de euros. Com base nisso, a Covestro espera pagar a seus acionistas um dividendo de 1,35 euro por ação.

“Nossa estratégia está dando resultado. Estes excelentes números destacam a força fundamental da Covestro”, explica o CEO Patrick Thomas. “A crescente demanda por nossos produtos inovadores e sustentáveis mostra que estamos conseguindo substituir os materiais tradicionais por plásticos de qualidade superior”.

O Fluxo de Caixa Operacional Livre cresceu 41,8%, atingindo 1,4 bilhão de euros. A Covestro também melhorou sua rentabilidade: o retorno sobre capital empregado (ROCE) atingiu 14,2%, excedendo significativamente o ano anterior. Em contraste, as vendas do Grupo Covestro caíram 1,5%, alcançando 11,9 bilhões de euros como resultado de menores preços de vendas e efeitos financeiros.

Capacidade de produção otimizada e crescente demanda

Em 2016, o crescimento dos volumes totais superou o PIB global de forma significativa, enfatizando, portanto, o forte posicionamento estratégico da Covestro com relação a importantes tendências nas principais indústrias de clientes atendidos. A companhia foi capaz de aumentar consistentemente os volumes de vendas e otimizar ainda mais a utilização de suas capacidades de produção já existentes.

A Covestro também deu início à expansão de sua capacidade em regiões de grande crescimento a fim de atender à crescente demanda. Isso acontece particularmente no mercado da Ásia, onde a empresa deu início a uma operação para a produção de matérias-primas para revestimentos (HDI) e duplicou sua capacidade para policarbonatos.

Na Europa, a plataforma de produção está sendo também otimizada. A expansão da capacidade de produção do MDI, o precursor da espuma rígida, no site de Brunsbüttel (Alemanha) foi iniciada em junho. A capacidade será duplicada para 400 mil toneladas métricas por ano até 2018. Além disso, a Covestro provou, em 2016, que o CO2 pode ser usado como uma matéria-prima para produtos disponíveis no mercado: no ano passado, em Dormagen (Alemanha), a empresa colocou em funcionamento a primeira planta industrial do mundo a usar o CO2 como matéria-prima para componentes de espuma flexível.

Maior flexibilidade financeira

A Covestro pagou todos os empréstimos pendentes da Bayer no ano fiscal passado. Em março, a companhia fez a primeira emissão no valor total de 1,5 bilhão de euros como parte de um programa de emissão de títulos, facilitando os fundos para a quitação total dos empréstimos. Ao final de 2016, a dívida financeira líquida era de 1,5 bilhão de euros, cerca de 700 milhões de euros abaixo do nível do ano anterior.

“O programa de emissão nos dá maior flexibilidade financeira”, pontua o CFO Frank H. Lutz. “Junto com nosso fluxo de caixa positivo, agora temos fundos suficientes para financiarmos investimentos de forma independente”.

Forte demanda para Poliuretanos e Policarbonatos

Em 2016, o segmento de Poliuretanos da Covestro atingiu um crescimento de volume total de 7,7%, na comparação com o ano anterior, motivado por um forte crescimento em todos os grupos de produtos, particularmente no MDI, assim como o aumento de 41,2% no EDITDA ajustado, alcançando 881 milhões de euros. A demanda foi impulsionada por indústrias-chave como os setores automotivo e de construção. Em outubro, devido a uma parada de produção não planejada em um fornecedor, a Covestro se viu forçada a operar os sites europeus de MDI e TDI em capacidade reduzida e, portanto, declarou força maior. A situação foi revertida no final do ano.

O crescimento de volume total em Policarbonatos foi de 10,3%, na comparação com 2016. Mais uma vez os volumes de vendas cresceram de forma acentuada, particularmente nas regiões APAC e NAFTA. O EBITDA ajustado subiu 25,7%, atingindo 704 milhões de euros no segmento. A demanda da indústria eletroeletrônica foi um dos principais fatores de crescimento.

No segmento de Coatings, Adesivos e Especialidades (CAS), os volumes totais permaneceram estáveis, apesar da já prevista rescisão contratual de operações comerciais. O EBITDA ajustado subiu 1,8% para 500 milhões de euros. A redução no preço das matérias-primas teve um efeito positivo no resultado. Além disso, a tendência por produtos de maior qualidade também aumentou a demanda por produtos do CAS.

Maior rentabilidade no Q4 de 2016

O bem sucedido desempenho da Covestro continuou no quarto trimestre de 2016. De outubro a dezembro, os volumes totais subiram 4,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Graças ao aumento nos preços de vendas, as vendas do Grupo subiram 7,8%, alcançando 3 bilhões de euros. O EBITDA ajustado cresceu 52,3% para 390 milhões de euros. O lucro líquido de 124 milhões de euros também ficou bem acima do quarto trimestre de 2015 (-84 milhões de euros). O Fluxo de Caixa Operacional Livre subiu 3,6%, atingindo 407 milhões de euros.

Crescimento rentável previsto

Em 2017, a Covestro continuará trabalhando para desenvolver materiais inovadores, em linha com a visão da companhia: ‘Fazer do mundo um lugar melhor’. “Com nosso claro foco em um crescimento sustentável em linha com as macrotendências globais, nós estabelecemos uma forte posição para lucrar com a evolução do mercado no longo prazo. Encaramos 2017 com muita confiança”, declara Patrick Thomas.

Como uma empresa global com operações em estreita proximidade com seus clientes regionais, a Covestro também se considera bem posicionada em um mercado marcado por incertezas geopolíticas e volatilidade econômica. Baseada nas atuais previsões econômicas globais e nas perspectivas das indústrias que atende, a Covestro espera um desempenho sólido em relação aos indicadores-chave em 2017. A companhia antecipa um aumento percentual de um dígito (baixo a médio) no crescimento do volume total do Grupo. A Covestro projeta Fluxo de Caixa Operacional Livre levemente acima da média dos últimos três anos e um ROCE um pouco maior que o nível de 2016.

Com vendas de 11,9 bilhões de euros em 2016, a Covestro está entre os maiores fabricantes mundiais de polímeros. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e também as indústrias de esportes e lazer. A Covestro possui 30 sites de produção em todo o mundo e, no final de 2016, empregava cerca de 15.600 pessoas.

Fonte: Covestro

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Lanxess volta a subir suas projeções de faturamento para 2016 após terceiro trimestre mais forte

21/11/2016

Lanxess_headquarters

• FY 2016: nova expectativa de EBITDA está entre EUR 960 milhões e EUR 1,000 milhões
• Q3 2016: perspectiva de EBITDA subiu 9.4%, para EUR 257 milhões
• Margem do EBITDA cresceu 13.4 % devido a maiores volumes em todos os segmentos e melhora nas estruturas de custos
• O lucro líquido melhorou substancialmente em 51,2%, para EUR 62 milhões
• Planejamento para integração da Chemtura foi iniciado

Após um forte terceiro trimestre, a empresa de especialidades químicas Lanxess voltou a aumentar sua projeção para 2016. A companhia, localizada em Colônia, Alemanha, espera agora atingir um EBITDA pré-excepcional entre EUR 960 milhões e EUR 1 bilhão. Anteriormente, a Lanxess tinha definido o valor entre EUR 930 milhões e EUR 970 milhões.

O EBITDA do terceiro trimestre de 2016 cresceu 9.4%, chegando em EUR 257 milhões, comparado com os EUR 235 milhões do ano anterior. A margem de EBITDA pré-excepcional cresceu ano a ano de 12% para 13.4%. Assim como nos três meses anteriores, o bom desempenho global dos resultados foi motivado especialmente pelo forte desenvolvimento operacional dos “novos” segmentos da Lanxess – Advanced Intermediates, Performance Chemicals and High Performance Materials – bem como pela melhora das estruturas de custos.

“Seguimos a dinâmica do primeiro semestre do ano no terceiro trimestre e entregamos uma prova renovada da força operacional da nova Lanxess. Estamos, portanto, projetando nossos resultados para cima para o fechamento do ano, disse Matthias Zachert, CEO da Lanxess AG. A companhia está antecipando um padrão anual de negócios no último trimestre de 2016. Em outras palavras, a performance será ligeiramente melhor em comparação aos trimestres anteriores.

O bom desempenho no terceiro trimestre também se refletiu no lucro, que teve alta de 51,2%, passando para EUR 62 milhões, comparado aos EUR 41 milhões registrado no ano anterior. O lucro por ação foi de 0,68 euros, contra 0,45 euros.

As vendas do grupo tiveram uma leve queda de 1,6% no terceiro trimestre de 2016, para EUR 1.92 billhão, comparado com os EUR 1.95 bilhão no mesmo período em 2015. Os volumes mais altos em todos os segmentos praticamente compensaram os menores preços de venda resultantes dos valores das matérias-primas. Avançando no caminho do crescimento, a Lanxess manteve sua trajetória crescente também no terceiro trimestre. Em 31 de agosto, fechou com sucesso a aquisição da unidade Clean and Disinfect da empresa Chemours, localizada nos EUA. No fim de setembro, anunciou seu próximo marco, com a aquisição da unidade de negócios químicos da Chemtura, sediada nos Estados Unidos e se posicionando como um dos principais fornecedores de aditivos. Vários grupos de trabalho já começaram a planejar o processo de integração. A transação ainda precisa ser aprovada pelos acionistas da Chemtura e pelas autoridades competentes. O fechamento do negócio está previsto para meados de 2017.

Passivos financeiros líquidos permanecem em um nível baixo

No final do terceiro trimestre, os passivos financeiros líquidos ficaram praticamente inalterados, apesar do pagamento pela aquisição das unidades de negócio da Chemours, e subiram para EUR 203 milhões. A Dívida Líquida foi substancialmente reduzida, principalmente por conta do pagamento de EUR 1,2 bilhão recebido pela Lanxess em abril de 2016 da Saudi Aramco pela sua quota de 50% na joint venture ARLANXEO. No final de 2015, a Lanxess ainda tinha passivos financeiros líquidos de cerca de EUR 1,2 bilhão.

Margens cresceram em todos os segmentos

No segmento – Advanced Intermediates – as vendas caíram 1,1%, de EUR 440 milhões para EUR 435 milhões. O EBITDA pré-excepcional ficou em EUR 83 milhões, 9.2 % maior que o valor do ano anterior, quando foi de EUR 76 milhões. Na unidade de negócios Advanced Industrial Intermediates particularmente, o volume de vendas cresceu em razão da boa demanda em quase todos os mercados finais. Na unidade de negócios Saltigo, a demanda pelo Saltidin – ingrediente ativo para repelente de insetos – foi um dos fatores que compensou a fraca demanda por agroquímicos. A margem de EBITDA pré-excepcional de 19.1% foi significativamente superior ao valor do ano anterior de 17,3%.

O segmento – Performance Chemicals – apresentou um aumento de 3,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, de EUR 524 milhões para EUR 541 milhões. Além do maior volume de vendas, a linha de negócios Clean and Disinfect ,adquirida da Chemours no fim de agosto, foi um dos fatores responsáveis por esta performance. O EBITDA pré-excepcional teve alta de 5.8%, chegando a EUR 91 milhões, em comparação com os EUR 86 milhões do ano anterior. Em particular, o aumento do volume de vendas em quase todas as unidades de negócios contribuiu para o incremento dos resultados. A margem de EBITDA pré-excepcional teve um leve aumento, passando de 16.4% para 16.8%.

As vendas no segmento High Performance Materials tiveram uma ligeira queda de 2.3%, passando de EUR 257 milhões para EUR 263 milhões no trimestre do ano anterior. O aumento do volume de vendas quase compensou os menores preços de venda resultantes dos custos das matérias-primas. O EBITDA pré-excepcional aumentou substancialmente 31,3%, para EUR 42 milhões, comparado com EUR 32 milhões no terceiro trimestre de 2015. O aumento dos volumes de vendas em grupos de produtos mais rentáveis e a melhoria da utilização da capacidade produziram este resultado positivo. A margem EBITDA pré-excepcional de 16,3% foi significativamente superior ao valor de 12,2% registrado no trimestre do ano anterior.

As vendas no segmento ARLANXEO diminuíram 5,3%, para EUR 675 milhões, contra EUR 713 milhões no ano anterior. Em particular, a boa demanda do segmento automotivo na Ásia resultou em maiores volumes de vendas. No entanto, estes não foram capazes de compensar o declínio dos preços resultante dos custos das matérias-primas. O EBITDA pré-excepcional ficou em EUR 91 milhões, apenas 3,2% abaixo do valor do ano anterior de EUR 94 milhões. O aumento dos volumes e a melhoria da utilização da capacidade de produção neutralizaram o impacto da pressão contínua sobre os preços. A margem EBITDA melhorou ligeiramente para 13,5%, em comparação com 13,2% registrados no período do ano anterior.

Fonte: Assessoria de Imprensa -Lanxess

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Grupo Solvay divulga resultados do terceiro trimestre de 2016

21/11/2016

Solvay-Bruxelas

Lucro líquido do grupo foi de 247 milhões de euros no trimestre

O Grupo Solvay obteve um faturamento de 2,9 bilhões de euros no terceiro trimestre de 2016, segundo anúncio feito em 08/11 pela companhia. O EBITDA ajustado – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – subiu 6% no período, alcançando 664 milhões de euros. O lucro líquido ajustado no trimestre foi de 247 milhões de euros.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, a empresa registrou um sólido terceiro trimestre, com crescimento de 6% no EBITDA, margem recorde e forte geração de caixa. “A força de nosso amplo portfólio e o foco contínuo de nossas equipes de negócios resultaram novamente em um forte princing power. Os programas de excelência operacional resultaram em menores custos variáveis e, combinados com a aceleração da sinergia com a Cytec, reduziram os custos fixos. Esses esforços nos permitiram superar a demanda mais suave em alguns de nossos mercados em relação ao ano passado”, disse Clamadieu. O desempenho do Grupo Solvay ilustra a transformação do Grupo em uma empresa de multi-especialidades químicas mais resiliente, acrescentou.

Com base no desempenho registrado ao longo do ano e nas atuais condições de mercado, o Grupo Solvay espera um crescimento do EBITDA ajustado de dois dígitos no quarto trimestre. De acordo com as estimativas anteriores, a empresa prevê o crescimento do EBITDA ajustado para o ano entre 7% e 8% e um free cash flow superior a 700 milhões de euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Covestro mantém fortes resultados no terceiro trimestre

27/10/2016
  • Volumes totais aumentaram 9,1% com relação ao ano anterior
  • EBITDA ajustado subiu para 21,9% atingindo 574 milhões de euros 
  • Lucro líquido cresceu 61,9% para 259 milhões de euros
  • Fluxo de caixa operacional livre mais do que dobrou
  • Previsão para o ano de 2016 é novamente elevada

covestroA fabricante de materiais Covestro manteve sua bem-sucedida tendência de crescimento no terceiro trimestre de 2016 com um alto fluxo de caixa operacional livre e fortes ganhos. O EBITDA ajustado aumentou significativamente para 21, 9% face ao ano anterior atingindo 574 milhões de euros, motivado principalmente por volumes maiores combinados com margens maiores. Os volumes totais do Grupo (em quilotoneladas) cresceram 9.1% com relação ao mesmoperíodo do ano anterior.

“Nós mantivemos a tendência positiva da primeira metade do ano neste terceiro trimestre e nos beneficiamos da forte demanda por nossos produtos”, afirmou Patrick Thomas, CEO da Covestro. “O crescimento no EBITDA e o fluxo de caixa operacional livre foram particularmente saudáveis e, portanto, estamos elevando novamente nosso forecast para o ano de 2016.”

A empresa continua a esperar um aumento percentual de médio a elevado de um dígito no crescimento do volume total. Agora, a Covestro prevê um fluxo de caixa operacional livre acima do nível do ano anterior (anteriormente: no nível do ano anterior). A empresa também prevê um ROCE significativamente acima dos números do ano anterior (anteriormente: acima do último ano).

Vendas estáveis e mais que o dobro de fluxo de caixa operacional livre

As vendas do grupo chegaram a 3,0 bilhões de euros no terceiro trimestre, semelhante ao trimestre do ano anterior. Após uma queda nos dois primeiros trimestres, as vendas subiram principalmente como resultado dos elevados volumes totais de vendas que aumentaram 6,3%. Os Poliuretanos e Policarbonatos, particularmente, representaram volumes significativamente mais elevados. Ao mesmo tempo, os dois segmentos novamente viram os preços de vendas diminuírem à custa dos menores preços das matérias-primas, o que empurrou as vendas para baixo. Os efeitos da moeda também tiveram um impacto levemente negativo.

Em 259 milhões de euros, o lucro líquido no terceiro trimestre confirmou a tendência do H1 e registrou um aumento significativo de 61,9% na comparação com o período do ano anterior. O fluxo de caixa operacional livre desenvolveu-se particularmente de maneira positiva, crescendo 157,4% e atingindo 646 milhões de euros. O aumento se dá principalmente devido a um fluxo de caixa melhorado nas atividades operacionais, bem como uma redução das saídas de caixa para adições em propriedade, planta, equipamentos e ativos intangíveis.

Crescimento em todos os segmentos – EBITDA significativamente maior em Poliuretanos

Os volumes totais do segmento de Poliuretanos subiram novamente 9,0% – na comparação com o ano anterior – no terceiro trimestre. Todos os grupos de produtos contribuíram para este aumento, principalmente o diisocianato difenilmetano (MDI). Volumes de vendas maiores e margens melhoradas aumentaram o EBITDA ajustado em 50,3% para 263 milhões de euros.

O segmento de Policarbonatos novamente registrou forte crescimento de 11,6% nos volumes totais em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. A região APAC, em particular, registrou volumes de vendas muito maiores. O EBITDA ajustado do segmento subiu 13,5% para 194 milhões de euros, sustentado por volumes de vendas mais elevados.

Os volumes totais no segmento de Revestimentos, Adesivos e Especialidades cresceram 3,5% em comparação com o período do ano anterior. O crescimento se deu apesar do encerramento contratual antecipado de atividades comerciais. Em 136 milhões de euros, o EBITDA ajustado ficou praticamente inalterado no terceiro trimestre. Os preços de vendas menores foram compensados por maiores volumes de vendas e a queda no preço das matérias-primas teve um efeito positivo.

Nove meses positivos – melhores volumes de vendas e maior rentabilidade

No geral, o Grupo apresentou um desempenho muito positivo nos nove primeiros meses de 2016. Seus volumes totais cresceram 8,4% com relação ao ano anterior. Isto se dá principalmente aos aumentos nos segmentos de Policarbonatos e Poliuretanos, que registraram fortes taxas de crescimento de 9,6% e 9,4%.

O EBITDA ajustado subiu 17,3% para 1,6 bilhão de euros. As vendas diminuíram 4,3% para 8,9 bilhões de euros nos primeiros noves meses, principalmente devido a uma diminuição de 8,1% nos preços gerais de vendas. Os preços médios de vendas diminuíram na comparação, principalmente no segmento de Poliuretanos. As movimentações da taxa de câmbio também tiveram um efeito levemente negativo.

Em 671 milhões de euros, o lucro líquido do Grupo Covestro subiu significativamente 57,1% com relação ao do ano anterior. O fluxo de caixa operacional livre também melhorou, subindo 68,1% para 960 milhões de euros com relação ao Grupo.

Com vendas de EUR 12,1 bilhões em 2015, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. Suas principais atividades incluem a produção de polímeros tecnológicos e o desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos empregados em diversas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção civil e a indústria de esporte e lazer. A Covestro, antiga Bayer MaterialScience, possui 30 unidades fabris em todo o mundo e, no final de 2015, empregava aproximadamente 15.800 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Solvay divulga resultados do segundo trimestre de 2016

08/08/2016

EBITDA ajustado do Grupo alcançou 652 milhões de euros no período

Solvay-BruxelasGrupo Solvay obteve um faturamento de 2,94 bilhões de euros no segundo trimestre de 2016, conforme anúncio feito no dia 29/07 pela empresa. O EBITDA ajustado – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – subiu 8% no período, alcançando 652 milhões de euros. O lucro líquido ajustado no segundo trimestre de 2016 foi de 223 milhões de euros.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, a empresa apresentou sólidos resultados no segundo trimestre, apesar de obstáculos persistentes em alguns mercados. “Isso reflete a força e a amplitude do portfólio, e a dinâmica contínua dos nossos programas de excelência. O free cash flow foi significativamente maior no primeiro semestre de 2016, em linha com o nosso compromisso de converter os lucros em caixa de forma mais eficiente”, afirmou.

A integração da Cytec (adquirida no final de 2015) ao Grupo Solvay está indo muito bem, com rápidos resultados de sinergias. “E estamos particularmente satisfeitos com a nossa recente conquista, juntamente com a Mubadala, de fornecer materiais compósitos de estrutura primária para o programa da linha de aeronaves 777X da Boeing. É um marco estratégico para a Solvay e nos deixa em uma ótima posição para o crescimento a longo prazo em um mercado-chave”, acrescentou.

Previsão para 2016  – Com base nas condições atuais do mercado, o Grupo Solvay reafirma sua expectativa de crescimento de um dígito alto para o EBITDA ajustado em 2016 e um free cash flow superior a 650 milhões de euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Braskem registra EBITDA de R$ 3 bilhões no segundo trimestre

05/08/2016

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Complexo Petroquímico do México gera primeiros resultados operacionais

A Braskem registrou EBITDA ligeiramente acima de R$ 3 bilhões no período, alta de 15% sobre o mesmo trimestre do ano passado e em linha com trimestre anterior. Em dólar, o EBITDA somou US$ 858 milhões, alta de 1%.  Esse desempenho foi alcançado pela depreciação média de 14% do real no período, pelo maior volume de vendas em todos os mercados, os melhores spreads, o contínuo bom desempenho das unidades industriais dos Estados Unidos e da Europa e a maior disponibilidade de gás no cracker do Rio de Janeiro.

A taxa de operação das centrais de matérias-primas no Brasil avançou para 94%, cinco pontos percentuais acima do trimestre anterior. Esse desempenho foi obtido graças principalmente ao melhor resultado operacional da central do Rio de Janeiro, cuja disponibilidade de gás matéria-prima cresceu no trimestre. A produção de resinas foi de 1,2 milhão de toneladas representando uma expansão de 1% em relação ao segundo trimestre do ano passado.

Neste cenário, além do aumento de vendas no mercado interno, houve expansão de 21% das exportações de resinas brasileiras totalizando 454 mil toneladas de resinas. As exportações dos petroquímicos básicos, por sua vez, somaram 379 mil toneladas, 6% superior ao volume registrado em igual trimestre do ano passado em função do aumento das vendas de gasolina.

As unidades industriais da Braskem nos Estados Unidos e Europa operaram a plena carga. A demanda por polipropileno nessas regiões manteve-se crescente. De abril a junho, o EBITDA nos Estados Unidos e Europa foi de US$ 212 milhões (R$ 745 milhões), alta de 195%, correspondendo a 24,5% do consolidado da Braskem.

O trimestre também registrou os primeiros resultados operacionais do Complexo Petroquímico do México, inaugurado oficialmente em junho. Fruto do investimento superior a US$ 5 bilhões em parceria com o grupo mexicano Idesa, o Complexo apresentou taxa de 32% de utilização das plantas de polietileno, com a produção totalizando 83 mil toneladas de resinas. Deste total, 54 mil toneladas já foram vendidas tanto no mercado mexicano quanto no mercado internacional.

“A Braskem tem conseguido manter uma estratégia consistente de eficiência operacional e crescimento, tanto no Brasil como nos Estados Unidos e Europa”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem. “Essa estratégia se completa com a entrada mais recentemente da operação do Complexo Petroquímico do México e a chegada dos seus primeiros resultados.”

No segundo trimestre, a receita líquida consolidada da Braskem teve crescimento de 3% e chegou a R$ 11,8 bilhões. O lucro líquido da controladora foi de R$ 413 milhões. Já o lucro consolidado somou R$ 281 milhões. O nível de alavancagem financeira da companhia, medido pela relação entre dívida líquida por EBITDA em dólar, fechou o período em 1,79x. Também no segundo trimestre, a Braskem fez a distribuição aos acionistas de R$ 1 bilhão em dividendos, o que representou um terço do lucro líquido apurado no ano passado.

Fonte: Braskem

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Sepro abre escritório de vendas e serviços na Hungria / Áustria depois de registrar recorde de vendas em 2015

20/05/2016
Da esq. para a dir.: Jean-Michel Renaudeau, CEO; Marcus Klaputek, Diretor de Vendas para a Europa central, Rússia e Oriente Médio; e Csaba Jozan, gerente de vendas do escritório na Hungria / Áustria.

Da esq. para a dir.: Jean-Michel Renaudeau, CEO; Marcus Klaputek, Diretor de Vendas para a Europa central, Rússia e Oriente Médio; e Csaba Jozan, gerente de vendas do escritório da Hungria / Áustria.

Pela segunda vez em apenas alguns meses, o Grupo Sepro abriu um novo escritório de vendas e serviços em um mercado-chave. A Sepro Áustria-Hungria iniciou suas atividades em 1 de Março, em Budapeste. Outra empresa filial foi inaugurada no Canadá em janeiro.

O anúncio do novo escritório de vendas e serviços em território europeu foi feito logo após a Sepro divulgar o seu balanço de 2015, registrando o seu terceiro ano seguido de recorde de vendas. O volume de negócios no ano passado foi de 92,8 milhões de euros, o que representou um aumento de 17% em relação a 2014.

Evolução do faturamento da Sepro desde o ano 2000

Evolução do faturamento da Sepro desde o ano 2000

“Nós devemos uma grande parte do nosso sucesso nos últimos anos ao aumento da globalização”, comentou Jean-Michel Renaudeau, CEO da Sepro. “À medida que nos expandimos em todo o mundo, porém, nós aprendemos como é importante ser “local” nas regiões em que servimos. Vários dos nossos principais clientes têm operações na Áustria e na Hungria e estes países têm uma setor automotivo crescente que precisa de robôs. O nosso objetivo é oferecer vendas e serviços de suporte locais e estar mais perto de nossos clientes para que lhes possamos oferecer mais opções de robô. “

A Sepro é líder no mercado e equipa todas as marcas de máquinas injetoras desde 50 até 5000 toneladas, sejam elas novas ou já existentes, afirma a empresa. O intervalo de soluções da Sepro inclui robôs com 3, 5 ou 6 eixos de movimento e todos são controlados pela mesma plataforma Visual. O escritório de vendas e serviços da Sepro em Budapeste compartilhará instalações com a Sumitomo Demag, um parceiro que vende robôs Sepro sob o nome Sumitomo Demag.

Csaba Jozan, que tem 16 anos de experiência na indústria de plásticos, incluindo 7 anos representando s Sepro na região, foi nomeado Gerente de Vendas para a Áustria e Hungria. Além de sua experiência na Sepro, Jozan também já atuou na venda de máquinas injetoras e outros equipamentos auxiliares.

Desde a crise econômica de 2009, o volume de negócios da Sepro aumentou mais de 250%, afirma a empresa. Renaudeau atribui esse notável sucesso a um grande compromisso com a pesquisa e desenvolvimento e a parcerias comerciais e tecnológicas. Praticamente todos os produtos que a empresa vende hoje foram desenvolvidos ou redesenhados nos últimos sete anos. A Sepro tem investido fortemente na expansão das operações nos Estados Unidos e Alemanha, seus dois maiores mercados fora da França, ao mesmo tempo em que constrói sua base em mercados em desenvolvimento como o Brasil e a China.

A nova filial no Canadá e o novo escritório de vendas na Hungria / Áustria representam um compromisso contínuo para o crescimento global, afirma a empresa. A Sepro foi uma das primeiras empresas no mundo a desenvolver robôs cartesianos para máquinas injetoras, introduzindo seu primeiro manipulador controlado por CNC em 1981.

Hoje, o Grupo Sepro é um dos maiores vendedores independentes de robôs cartesianos. Os clientes ao redor do mundo contam com o suporte de subsidiárias integrais do grupo e escritórios de vendas e serviços na Alemanha, Espanha, Benelux, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, México , Brasil, China e agora Hungria / Áustria. Numerosos parceiros de negócios independentes, distribuidores e centros de serviços aumentam a rede global da Sepro para mais de 50 outros países. A Sepro afirma ter equipado, até o momento, mais de 30.000 máquinas injetoras em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Sepro

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Romi divulga balanço do primeiro trimestre de 2016

10/05/2016
  • Entrada de Pedidos no 1o. trimestre de 2016 cresceu 27,2% em relação ao mesmo período de 2015
  • Estoques em níveis normais, inadimplência controlada e fluxo de caixa operacional positivo ajudaram a Romi a compensar alto grau de incerteza ainda presente no mercado

A Romi apresentou os resultados alcançados no primeiro trimestre de 2016. Com receita de R$129,8 milhões no primeiro trimestre de 2016, a Romi obteve margem bruta de 20,2% e margem EBIT (Earnings Before Interest and Taxes) negativa em 9,7%. A margem EBITDA (Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization) foi negativa em 2,8%, com margem líquida negativa em 7,6%, o que representa um prejuízo líquido de R$ 9,9 milhões no período.

A posição de caixa no trimestre diminuiu R$ 3,1 milhões. O gerenciamento da Companhia tem conseguido manter os estoques em níveis normais, a inadimplência controlada e o fluxo de caixa operacional positivo. A Romi está focalizada em manter os níveis de endividamento e de caixa em patamares adequados, permitindo que, em um ano de recessão, os esforços possam ser direcionados para a captura das oportunidades.

A entrada de pedidos de máquinas Romi foi de R$ 58,9 nos primeiros três meses de 2016, volume 12,8% superior ao obtido no mesmo período em 2015. Já a entrada de pedidos da Unidade de Negócio de Fundidos e Usinados, impulsionada pela maior demanda do segmento de energia eólica, apresentou aumento de 59,9%, em relação ao 1T15. Diante desse cenário, a Companhia fechou o trimestre com uma carteira de pedidos de R$236,2 milhões.

O mercado doméstico foi responsável por 65% da receita da Romi no 1T16, confirmando o crescimento gradual e sustentável no mercado externo, uma vez que essa participação era de 79% no 1T15.

Segundo Luiz Cassiano Rosolen, Diretor-Presidente da Romi, “Apesar dos nossos esforços, aumentando o volume faturado tanto pela B+W quanto pela Unidade de Negócios de Fundidos e Usinados, os resultados ainda estão sofrendo influência da intensa instabilidade pela qual passa o mercado. Quase metade do faturamento da Romi está vinculado à venda de máquinas, cujo mix de produtos comercializados apresentou maior participação de itens de menor porte, cujas margens são geralmente inferiores às demais em virtude das características desses equipamentos.”

Os investimentos no primeiro trimestre de 2016 totalizaram R$2,4 milhões, sendo estes destinados, em parte, para a manutenção, produtividade, flexibilidade e competitividade do parque industrial da Romi.

O Programa de Aquisição de Ações Ordinárias de emissão da Companhia, que teve início em 28 de abril de 2015, foi concluído em 19 de janeiro de 2016, com a aquisição das 3,1 milhões de ações, pelo valor total de R$5,6 milhões.

Fonte: Romi

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Lucro líquido da Braskem sobe 266% e atinge R$ 747 mi no 1º trimestre de 2016

05/05/2016

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A receita líquida teve um aumento de 19%, para R$ 12,172 bilhões, na mesma comparação

O lucro líquido da Braskem no primeiro trimestre deste ano atingiu R$ 747 milhões, com avanço de 266% na comparação com igual período do ano passado. A receita líquida teve um aumento de 19%, para R$ 12,172 bilhões, na mesma comparação.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 3,056 bilhões, o que representa uma expansão de 106% na mesma base comparativa. Já o Ebitda ajustado somou R$ 3,058 bilhões, com aumento também de 106%. A margem Ebitda ajustado cresceu para 25,1%, de 14,6% no 1tri15.

Os principais fatores que impulsionaram o Ebitda, segundo o relatório da administração, foram o maior volume total de vendas; melhores spreads de petroquímicos básicos e de PP (polipropileno) nos Estados Unidos e Europa; o maior volume de exportações de resinas; o contínuo bom desempenho das operações dos EUA e Europa; e a depreciação média do real de 37% entre os períodos. Em dólares, o Ebitda foi de US$ 780 milhões, 54% superior ao mesmo período do ano anterior.

Nesse contexto, a receita líquida da Braskem no exterior (ex-revenda de nafta e condensado e incluindo exportações) representou 44% do consolidado.

O lucro líquido da Braskem no primeiro trimestre veio 30,9% abaixo da expectativa de analistas. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) veio em linha.

Na média, os analistas esperavam que o lucro atingisse R$ 1,082 bilhão no período, conforme as projeções de três casas (BTG Pactual, Itaú BBA e Brasil Plural) consultadas pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.

O Ebitda mais que dobrou entre os períodos, um aumento de 106%, para R$ 3,056 bilhões, próximo do esperado, que era um crescimento de 103%. A receita líquida também veio em linha, tendo registrado um aumento de 19%, para R$ 12,172 bilhões ante o primeiro trimestre de 2015. A média das estimativas era de R$ 12,772 bilhões.

Fonte: Jornal do Comércio

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Vendas globais da BASF caem 29% no primeiro trimestre de 2016

03/05/2016

Basf-balanco

No primeiro trimestre de 2016, as vendas do Grupo BASF, maior conglomerado químico no mundo, caíram em 29%, para € 14,2 bilhões, comparadas ao mesmo trimestre do ano anterior. Isso ocorreu em grande parte devido ao desinvestimento dos negócios de comércio e armazenamento de gás, que haviam contribuído com € 4,2 bilhões em vendas no primeiro trimestre de 2015.

Os preços mais baixos do petróleo levaram a uma diminuição nos preços de venda, especialmente no segmento Químicos. O volume de vendas foi comparável com o 1° trimestre do ano anterior. Os volumes aumentaram ligeiramente nos segmentos de Materiais e Soluções Funcionais, Óleo e Gás, e Produtos de Performance, embora tenham diminuído ligeiramente nos setores de Soluções para Agricultura e Químicos.

“Fomos capazes de aumentar sensivelmente o EBIT antes dos itens extraordinários nos segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais, e Soluções para Agricultura”, disse Dr. Kurt Bock, presidente do Conselho de Diretores Executivos na Reunião Anual de Acionistas da BASF SE no Centro de Conferências de Rosengarten em Mannheim, na Alemanha. As contribuições substancialmente menores dos segmentos de Óleo e Gás e Químicos reduziram o resultado operacional (EBIT) antes dos itens extraordinários em € 164 milhões, para € 1,9 bilhões. Um aumento considerável dos lucros no segmento Outros resultou de efeitos de valorização do programa de incentivo à longo prazo.

Comparado com o primeiro trimestre do ano anterior, o EBIT diminuiu em € 129 milhões, para € 1,9 bilhões. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) caiu em € 78 milhões, para € 2,8 bilhões. Com um prejuízo de € 188 milhões, o resultado financeiro ficou abaixo do nível do primeiro trimestre de 2015 (prejuízo de € 164 milhões).

O lucro antes dos impostos e participações minoritárias caiu em € 153 milhões, para € 1,7 bilhões. A alíquota tributária foi de 15,4% (primeiro trimestre de 2015: 29,7%). A queda desse valor deveu-se em grande parte aos impostos do segmento de Óleo e Gás.

O lucro líquido aumentou em € 213 milhões, para € 1,4 bilhões. O lucro por ação foi de € 1,51 no primeiro trimestre de 2016, comparado com o valor de € 1,28 no mesmo período de 2015. Ajustado para itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis, o lucro por ação chegou à € 1,64 (primeiro trimestre de 2015: € 1,43).

Proposta de dividendos de € 2,90 por ação

A BASF continua com sua ambiciosa política de dividendos e propos dividendos de € 2,90 por ação para o ano fiscal de 2015 (no ano anterior o valor foi de € 2,80). Dessa forma, a empresa pagaria cerca de € 2,7 bilhões para seus acionistas. „Nós pretendemos aumentar nossos dividendos a cada ano, ou pelo menos manter o nível do ano anterior. A proposta de dividendos de hoje na Reunião Anual dos Acionistas também demonstra nossa confiança no futuro desenvolvimento da BASF – mesmo sabendo que o ano de 2016 também não será fácil,” disse Bock.

Expectativa 2016 confirmada

Para 2016, a BASF prevê uma continuação dos desafios atuais, juntamente com riscos substanciais. As expectativas para o ambiente econômico mundial em 2016 não mudaram:

  • Crescimento do produto interno bruto: 2,3%
  • Crescimento da produção industrial mundial: 2,0%
  • Crescimento na produção de produtos químicos: 3,4%
  • Taxa de câmbio média entre euro e dólar: $1,10 por euro
  • Preço médio do petróleo Brent de $40 dólares por barril durante o ano

Bock: “Nós confirmamos nossa expectativa para o ano como um todo: Pretendemos aumentar o volume de vendas em todos os segmentos. Entretanto, as vendas do Grupo BASF cairão consideravelmente, principalmente em consequência do desinvestimento do negócio de comercialização e armazenamento de gás natural, bem como dos preços menores de petróleo e gás. Esperamos que o EBIT antes dos itens extraordinários esteja ligeiramente abaixo dos níveis de 2015. Essa é uma meta ambiciosa no ambiente atual, volátil e desafiador, e depende sobretudo do desenvolvimento do preço do petróleo.”

Foco em negócios de alto crescimento

„Continuaremos a refinar nosso portfólio em 2016. Nosso objetivo é concentrar em negócios de alto crescimento,” disse Bock. Ao final de fevereiro, a BASF chegou a um acordo com a AkzoNobel para vender seu negócio de revestimentos industriais. Isso permitirá que a BASF foque ainda mais em sua atividade principal com revestimentos automotivos. Em abril, um acordo foi assinado para adquirir o negócio de repintura de automóveis da Guangdong Yinfan Chemistry Co. Ltd., na China. Essa aquisição fortalece a posição da BASF perante o mercado de revestimento para repintura automotiva em franco crescimento na China. Semana passada, a BASF concordou em vender seu negócio de catalizadores poliolefínicos para a empresa americana W.R. Grace&Co. Com esse desinvestimento, a BASF continuará a intensificar seu foco na área de catalisadores de processos, em áreas de crescimento chave, incluindo catalisadores químicos e para refinarias.

Desenvolvimento do negócio nos segmentos no primeiro trimestre de 2016

As vendas caíram 19% para € 3,1 bilhões no segmento Químicos, predominantemente por causa da queda nos preços acarretada pelo declínio nos preços de matéria prima. O volume de vendas diminuiu sobretudo na divisão de Petroquímicos na América do Norte. Com € 465 milhões, o EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu € 261 milhões em comparação ao primeiro trimestre de 2015, que havia sido marcado por altas margens. Além de margens menores, essa redução também pode ser atribuída ao aumento dos custos fixos advindos da inauguração de novas plantas industriais em 2015.

Apesar de altos volumes, as vendas no segmento de Produtos de Performance foram de € 3,8 bilhões, o que foi 6% menor que o nível do primeiro trimestre do ano anterior, principalmente devido a menores preços de venda. O principal fator foi o declínio dos preços relacionados ao petróleo nas matérias primas, embora a pressão contínua sobre os preços do segmento de produtos de higiene também tenha influenciado. Graças à redução dos custos fixos e os altos volumes, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 32 milhões para € 547 milhões.

As vendas no segmento de Materiais & Soluções Funcionais caíram em 4% para € 4,4 bilhões, principalmente devido à queda nos preços, resultante dos baixos preços no comércio de metais preciosos. O volume de vendas aumentou, principalmente como resultado de uma maior demanda por parte das indústrias da construção e automotiva. Graças às contribuições das divisões de Materiais de Performance e Químicos para Construção, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 25 milhões, para € 456 milhões.

Em um cenário de mercado que continua difícil, as vendas no segmento de Soluções Agrícolas caíram em 6% para € 1,8 bilhões. O aumento nos preços não conseguiu compensar os volumes de venda mais baixos e os efeitos cambiais negativos. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 17 milhões para € 591 milhões. As margens aumentaram, em parte devido aos altos preços, e os custos fixos foram reduzidos.

As vendas no segmento de Óleo e Gás caíram em 88% para € 611 milhões. A troca de ativos feita com a Gazprom em 2015 significou particularmente uma ausência de contribuições do negócio de comércio e armazenamento de gás natural. As vendas ainda sofreram com a queda nos preços de petróleo e gás. O volume da produção aumentou, especialmente na Noruega. O EBIT antes dos itens extraordinários caiu em € 371 milhões para € 66 milhões.

Com € 477 milhões, as vendas do segmento Outros caíram 31% comparadas ao primeiro trimestre do ano anterior. Preços e volumes mais baixos no negócio de comercialização de matérias primas foram os principais responsáveis, juntamente com o término de contratos de fornecimento ao final de 2015, em conexão com a venda da participação da empresa na operação conjunta com a Ellba Eastern Private Ltd. em Singapura, no final do ano de 2014. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 394 milhões, chegando a € 219 milhões negativos, especialmente devido à efeitos de valorização dos programas de incentivo de longo prazo. O aumento também se deveu à resultados cambiais positivos.

Fonte: BASF

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Braskem lucra 2,9 bilhões em 2015

18/02/2016

Queda no preço da nafta, derivada do petróleo, beneficiou a empresa

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Beneficiada pela queda nas cotações globais do petróleo, que afetam diretamente o preço da sua principal matéria-prima, a nafta, a Braskem teve lucro líquido de aproximadamente 2,9 bilhões de reais no ano de 2015, o que significou um aumento de 299 % em relação ao lucro do ano anterior, que foi de R$ 726 milhões. Além disso, a apreciação do dólar no mercado interno contribuiu para aumentar a competitividade da empresa frente às resinas importadas, o que compensou a retração na demanda interna por resinas resultante da desaceleração da economia brasileira.

Segundo a empresa, ganhos de eficiência nas linhas de produção, melhores resultados nas unidades dos Estados Unidos e Europa e espaço para aumento das exportações, associados ao efeito positivo do câmbio e dos spreads petroquímicos internacionais, também contribuíram para o resultado de 2015.

Em 2015, a Braskem apresentou taxa média de utilização dos crackers de 89%, 3 pontos percentuais acima do ano anterior, refletindo o bom desempenho operacional da companhia com o recorde da produção da unidade de petroquímicos básicos. Se fosse desconsiderado o fornecimento insuficiente de matéria-prima para o polo do Rio de Janeiro, a taxa de operação no ano teria sido de 92%. No último trimestre do ano, a taxa média de uso dos crackers foi de 83%, impactada pelo incidente no polo petroquímico de Mauá (SP).

Nos EUA e na Europa, as plantas de polipropileno (PP) operaram acima de sua capacidade nominal, atingindo taxa média de 101% no quarto trimestre e refletindo tanto uma maior eficiência operacional como também a maior demanda pelo produto nos Estados Unidos. No período, a produção bateu novo recorde e totalizou 510 mil toneladas, alta de 9% sobre igual trimestre do ano anterior. No acumulado do ano, a taxa média de operação das unidades industriais nos EUA e na Europa foi de 98%, 6 p. p. superior a 2014.

Por conta da fraca demanda brasileira de resinas (PE, PP e PVC), o mercado doméstico retraiu-se 7,6% em relação a 2014, somando 4,9 milhões de toneladas. No ano passado, a participação de mercado da Braskem avançou 1 ponto percentual e as vendas da companhia totalizaram 3,4 milhões de toneladas, com queda de 6% em relação a 2014, menor que a retração ocorrida no mercado. De forma a compensar essa queda no front interno, a Braskem aumentou suas exportações de resinas em 28% e de petroquímicos básicos em 1%.

A companhia teve um EBITDA ajustado (geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 9,372 bilhões em 2015, alta de 67% sobre o obtido um ano antes. Os dividendo propostos para o ano de 2015 foram estabelecidos em 1 bilhão de reais.

No quarto trimestre de 2015, o lucro foi de R$ 158 milhões, revertendo o prejuízo em igual período do ano anterior. O nível de alavancagem financeira da Braskem, medido pela relação entre dívida líquida por EBITDA em dólar, encerrou o trimestre abaixo de 2 vezes (1,91x), o mais baixo patamar em nove anos.

A receita líquida cresceu apenas 3 % no ano, para R$ 47,283 bilhões, números bem menos expressivos do que os outros indicadores do balanço, em decorrência da queda no preço do petróleo, que impacta diretamente o preço de derivados como os intermediários de segunda e terceira geração petroquímicas, além de produtos como as resinas plásticas comercializadas. pela Braskem. A receita líquida seria ainda menor se não fossem o aumento das exportações, beneficiadas pela depreciação do real frente ao dólar.

“Apesar do fraco desempenho da economia brasileira, o resultado da companhia foi muito positivo graças à maior eficiência operacional no Brasil e no exterior e à estratégia de direcionar parte da produção para a exportação, além de importantes fatores conjunturais externos, como o câmbio e os spreads petroquímicos internacionais”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem. “Mas, diante de um cenário desafiador para 2016 no Brasil, a Braskem continuará empenhada na busca de maior competitividade com programas internos de redução de gastos, no apoio à cadeia de transformados plásticos e no esforço de exportação”.

Planta Mexicana

No primeiro trimestre de 2016, a Braskem está dando partida na operação do Complexo no México, que traz importante diversificação de matéria-prima e geográfica no portfólio de ativos da Companhia. Localizado em Nanchital, no estado mexicano de Veracruz, o complexo petroquímico, fruto de um investimento de US$ 5,2 bilhões em parceria com a empresa Idesa, tem capacidade de produção de mais de 1 milhão de toneladas de Polietileno (PE) fabricado a partir do etano fornecido pela PEMEX. Ao longo do ano, a expectativa é que a curva de operação aumente de forma gradual e de forma mais acentuada a partir do segundo semestre.

Fonte: Estado de São Paulo / Braskem

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Lanxess eleva novamente a sua previsão para 2015 e apresenta sua nova estratégia

23/11/2015

Lanxess_headquarters

  • O resultado do EBITDA pré-excepcionais para o ano 2015 agora é esperado entre 860 milhões e 900 milhões de euros
  • O EBTIDA pré-excepcionais no terceiro trimestre de 2015 (3T15) elevou-se para cerca de 12%, alcançando 235 milhões de euros
  • O realinhamento de negócios está sendo acelerado: economia adicional anual de 150 milhões de euros, a partir do final de 2019, deverá alcançada através da otimização de rede de plantas

Na sequência de um terceiro trimestre forte, a Lanxess, empresa de produtos de especialidades químicas, continuou a alcançar um desenvolvimento empresarial sólido, com seus planos de realinhamento progredindo mais rápidamente do que o esperado. Portanto, o grupo está novamente aumentando sua previsão para o ano completo de 2015, e agora, espera que o EBITDA pré-excepcionais esteja entre 860 milhões e 900 milhões de euros. O resultado do EBITDA pré-excepcionais para o ano completo de 2015, havia sido anunciado entre 840 milhões e 880 milhões de euros.

“Nosso desempenho empresarial nos primeiros nove meses de 2015 foi satisfatório,”, disse Matthias Zachert, Presidente do Conselho de Administração da Lanxess AG. “No entanto, reconhecemos também que o crescimento econômico global é moderado e muitos mercados emergentes estão marcados pela incerteza. Em vista disso, mais uma vez, temos acelerado o ritmo do nosso realinhamento. Isto já está mostrando um impacto no nosso resultado operacional e na nossa previsão para o ano”.

Os efeitos da melhoria das estruturas administrativa e de negócios já são evidentes, com a empresa preparada para alcançar uma economia anual de 150 milhões de euros, logo após esta primeira fase do realinhamento, até o final de 2015, um ano antes do previsto.

A Lanxess também está acelerando a segunda fase do seu programa de realinhamento. O grupo prevê uma economia adicional anual de 150 milhões de euros, gerada através da sua rede global de plantas. Este objetivo será alcançado progressivamente ao longo dos próximos anos e estará totalmente realizado em 2019; aproximadamente 10 milhões de euros da economia prevista já serão alcançados em 2015. A economia adicional esperada é resultado de uma análise global das plantas da empresa e dos processos. Esta análise se estenderá em 2016. Aproximadamente 100 milhões de euros deste total deverão ser gerados através de um abrangente pacote de melhorias de processo nas plantas de produção, resultando, entre outras eficiências, no menor consumo de energia e matérias-primas e nos processos de manutenção otimizados. Ajustes de capacidade e medidas de eficiência em instalações de produção de borracha na América Latina e França irão contribuir com valores que chegam até 30 milhões de euros em economias.  A reorganização da rede de produção para monômero de etileno propileno dieno (EPDM) e borracha de butadieno à base de neodímio (Nd-BR), anunciada anteriormente, irá resultar em mais economias, que alcançarão 20 milhões de euros.

Novo foco estratégico: Crescimento rentável em mercados de médio porte

Através de seu realinhamento rápido e, em particular, do acordo com a Saudi Aramco na criação de uma joint venture para borracha sintética, a Lanxess estabeleceu a base para seu novo foco estratégico. “Agora que resolvemos os principais problemas estruturais, podemos mais uma vez nos concentrar no crescimento,” disse Zachert.  “A Lanxess vai se tornar uma empresa do segmento de especialidades químicas mais rentável e menos cíclica – com um equilibrado portfólio de produtos de qualidade e com potencial de crescimento”.

A empresa já definiu seus pilares estratégicos para o crescimento futuro e incidirá seu foco sobre os mercados de médio porte. Sua nova plataforma de crescimento inclui os negócios com intermediários químicos e aditivos, agroquímicos, pigmentos colorantes e plásticos de alta tecnologia, bem como especialidades químicas para tratamento de água, proteção de material, e indústria do couro.

“Nestes segmentos, temos posição de liderança em mercados diversificados e menos cíclicos, os quais planejamos expandir”, explanou Zachert. “Assim, seremos capazes de aumentar nossa rentabilidade e, ao mesmo tempo, de nos tornarmos mais resistentes às flutuações cíclicas” Em particular, a Lanxess considera a China, a América do Norte e o Sudeste da Ásia, como regiões de grande crescimento.

A empresa também está planejando expandir sua rede de plantas de ponta e de avançar na integração de suas cadeias de valor. Para conseguir isso, a Lanxess pretende investir cerca de 400 milhões de euros em projetos de crescimento até 2020. Estes são parte da receita que a empresa obterá através da conclusão da joint venture na área da borracha sintética.

Primeiro investimento como parte do realinhamento: Expandir a planta de Leverkusen

A Lanxess decidiu ampliar a produção de sua unidade de negócios Saltigo, na planta de Leverkusen (Alemanha) e investirá 60 milhões de euros na construção de duas novas linhas de produção, principalmente de agroquímicos. A construção está prevista para começar em meados do ano que vem, enquanto a produção deverá ser iniciada no final de 2017.  “Nossas plantas do grupo, na Alemanha, continuarão pertencendo ao conjunto das principais contribuintes para o sucesso da Lanxess no futuro, e isto é claramente realçado pelo nosso primeiro grande investimento, como parte do realinhamento,” disse Zachert.

Desempenho Operacional: Forte terceiro trimestre de 2015

As vendas no terceiro trimestre de 2015, em 1,953 bilhões de euros, caíram ligeiramente em 4,3%, na comparação com o forte resultado do mesmo trimestre do ano anterior. Este desempenho foi, em grande parte, atribuído a ajustes nos preços de venda devido à redução dos custos de matéria-prima.  Em contraste, o EBITDA pré-excepcionais aumentou 11,9%, para 235 milhões de euros, principalmente devido ao dólar forte e economias geradas pelo programa de realinhamento. Em conformidade, a margem EBTIDA pré-excepcionais aumentou para 12%, comparada aos 10,3% do mesmo período do ano passado. Todos os três segmentos contribuíram para o aumento de ganhos.  O lucro líquido subiu 17,1%, para 41 milhões de euros no período reportado, contra 35 milhões de euros no mesmo trimestre do ano anterior.

O passivo financeiro líquido diminuiu ligeiramente para 1,323 bilhões de euros, contra 1,336 bilhões de euros no final de 2014.

Tendências de negócios por segmento

As vendas no segmento Performance Polymers diminuíram 6,6%, na comparação face ao ano anterior, de 1,045 bilhões de euros para 976 milhões de euros no ano. Apesar do ambiente competitivo persistentemente difícil, volumes ligeiramente maiores, efeitos favoráveis da moeda, e economias geradas pelo programa de realinhamento, levaram a uma melhora do resultado operacional, na comparação face ao ano anterior. O EBITDA pré-excepcionais para o segmento avançou substanciais 35,5%, para 126 milhões de euros.

No segmento Advanced Intermediates, as vendas caíram 7,6%: de 476 milhões de euros para 440 milhões de euros. O EBITDA pré-excepcionais para o segmento elevou-se 1,3%, na comparação face ao ano anterior, para 76 milhões de euros, como resultado de efeitos positivos da moeda e economias geradas pelo realinhamento.

As vendas no segmento Performance Chemicals aumentaram 2,9%, de 509 milhões de euros para 524 milhões de euros. Embora os preços de venda tenham permanecido praticamente inalterados, efeitos positivos da moeda mais que compensaram os baixos volumes.  O EBITDA pré-excepcionais aumentou consideravelmente em 14,7%, para 235 milhões de euros, principalmente devido ao dólar forte e reduções de custos.

Fonte: Lanxess

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Covestro confirma previsão de aumento da lucratividade para o ano de 2015

17/11/2015

 

covestro

  • Aumento substancial no EBITDA ajustado esperado em 2015
  • Fluxo de caixa operacional livre no rumo de um novo recorde
  • Terceiro trimestre forte: lucro líquido aproximadamente 62% maior que o ano anterior

Após um terceiro trimestre bem-sucedido, a fabricante de polímeros Covestro recebe a confirmação do que esperava para todo o exercício de 2015. A empresa, que recentemente abriu o capital na bolsa de valores, prevê um aumento substancial na lucratividade em 2015. O fluxo de caixa operacional livre ruma para um novo recorde e o lucro líquido do terceiro trimestre melhorou aproximadamente 62%.

“2015 deve ser um ano muito bom para a Covestro”, afirmou o CEO Patrick Thomas. “Estamos demonstrando, acima de tudo, nossa capacidade de gerar receitas e nossa força financeira. É uma satisfação que os três segmentos e, especialmente os policarbonatos, possam participar do desenvolvimento positivo”.

Previsão de aumento considerável dos rendimentos

A Covestro prevê um aumento considerável no EBITDA ajustado em 2015, de 1,16 bilhão de euros acima do ano anterior. Este aumento foi favorecido sobretudo por uma situação de oferta e procura mais vantajosa. A empresa está presumindo um aumento no EBITDA ajustado do quarto trimestre em relação ao ano passado.

Em 2015, a Covestro espera que as vendas aumentem levemente (como divulgado) em relação ao valor do ano anterior de 11,76 bilhões de euros. Está previsto um aumento percentual de um dígito no crescimento geral de volume.

A Covestro também espera obter um novo recorde de fluxo de caixa operacional livre no ano corrente. Esse indicador constitui a base para a política de dividendos sustentáveis planejada pela empresa e permaneceu em 302 de euros milhões em 2014.

A Covestro está planejando reduzir a dívida financeira líquida, incluindo as obrigações com verbas rescisórias, para até 4 bilhões de euros.

Maiores rendimentos de segmentos esperados

No segmento de poliuretanos, está previsto um leve crescimento no volume geral em 2015. Está previsto que o EBITDA ajustado ultrapassará o valor do ano passado de 592 milhões de euros. Os poliuretanos são espumas de alto desempenho utilizadas, por exemplo, em bancos de automóveis, móveis estofados e materiais isolantes de prédios e aparelhos refrigerados.

A Covestro prevê um aumento percentual médio de um dígito no crescimento geral do volume no segmento de policarbonatos em 2015. Espera-se que o EBITDA ajustado seja mais que o triplo do valor do ano passado de 160 milhões de euros. O policarbonato é um plástico de alto desempenho utilizado em áreas chaves como os setores automotivo e de eletrônica.

No segmento de coberturas, adesivos e produtos especiais, a empresa planeja aumentar o EBITDA ajustado em relação ao valor do ano passado de 437 milhões de euros. Este segmento desenvolve e manufatura matérias-primas para coberturas, adesivos e materiais de vedação, além de produtos especiais para uso com artigos têxteis, cosméticos, médicos e esportivos.

Terceiro trimestre lucrativo

A Covestro já publicou aumentos no EBITDA ajustado em todos os três segmentos no terceiro trimestre de 2015. Com o pano de fundo de uma situação de oferta e procura mais favorável, esse valor aumentou quase 45% de forma geral ante o ano anterior, chegando a 471 milhões de euros. O lucro líquido aumentou aproximadamente 62% para 160 milhões de euros.

Por outro lado, o declínio nos preços de venda causou uma redução nas vendas da Covestro de 1,4% no terceiro trimestre, chegando a 3,02 bilhões de euros. No entanto, o crescimento no volume geral permaneceu estável. O fluxo de caixa operacional livre aumentou quase 13% ante o ano anterior, chegando a 251 milhões de euros.

Com vendas de 11,8 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Suas atividades estão focadas na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em diversas áreas. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de esportes e lazer. A Covestro, anteriormente conhecida como Bayer MaterialScience, possui 30 sites de produção ao redor do mundo e emprega cerca de 15.700 colaboradores (até o final de setembro de 2015).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Câmbio e mercado internacional impulsionam resultado da Braskem no terceiro trimestre

06/11/2015
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Planta industrial da Braskem

Fatores externos compensam a retração da economia brasileira

Fatores externos, como a desvalorização do real frente ao dólar e a manutenção das atuais margens do setor petroquímico mundial, compensaram a persistente retração da economia brasileira e contribuíram para o bom desempenho da Braskem no terceiro trimestre de 2015,  afirma a empresa em comunicado. Como saída para enfrentar a redução da demanda no mercado doméstico, as exportações de resinas termoplásticas da Braskem cresceram 43% na comparação com igual período de 2014, totalizando 454 mil toneladas.

As operações da Braskem nos Estados Unidos e na Europa também foram destaque no terceiro trimestre. As vendas de polipropileno avançaram 7% e atingiram 502 mil toneladas, um recorde pelo segundo trimestre consecutivo. Esse avanço é atribuído à melhora do desempenho das economias locais e à substituição de outros materiais pelo polipropileno.

Os claros sinais de retração da economia brasileira foram observados no mercado de resinas, que totalizou 1,219 milhão de toneladas, recuando 11% sobre igual trimestre do ano anterior, principalmente por causa da fraca demanda dos segmentos de bens duráveis, não duráveis e construção civil. Na mesma linha, o volume de vendas da Braskem no mercado doméstico recuou 8%, somando 866 mil toneladas.

O bom desempenho operacional da Braskem foi mantido no terceiro trimestre. A Companhia continuou operando seus crackers em linha com o trimestre anterior, apresentando taxa média de utilização de 92%. Esse índice só não foi maior devido aos problemas de suprimento de gás para o polo do Rio de Janeiro. Nos EUA e Europa, as plantas rodaram a 97% de sua capacidade.

A Braskem registrou EBITDA consolidado de R$ 3 bilhões no terceiro trimestre de 2015. Esse valor, que representa alta de 17% sobre o trimestre anterior, é explicado pela desvalorização média de 15% do real no período, o melhor patamar de spreads de petroquímicos básicos no mercado internacional, o contínuo bom desempenho operacional das plantas e a expansão de vendas. Em dólares, o EBITDA foi de US$ 870 milhões, 2% superior ao trimestre anterior.

O lucro líquido alcançou R$ 1,5 bilhão. O resultado representa alta de 545% sobre igual trimestre de 2014 (R$ 230 milhões). O número foi positivamente impactado pelo bom desempenho operacional e pela adoção da contabilidade de hedge, que traduz os efeitos da variação cambial dos passivos em dólar no resultado da companhia. Caso a contabilidade de hedge não estivesse em vigor, a Braskem teria registrado neste trimestre um prejuízo de R$ 3,3 bilhões em função dos efeitos da variação cambial.

O nível de alavancagem financeira da Braskem, medido pela relação entre dívida líquida por EBITDA em dólar, encerrou o trimestre em 2,05 vezes, o menor patamar em nove anos. A agência de classificação de risco Fitch reafirmou, em setembro, o rating em escala global da Braskem em “BBB-” e a perspectiva “estável”.

“O resultado positivo do trimestre é uma consequência dos fatores conjunturais externos, principalmente do câmbio e dos spreads petroquímicos e do bom desempenho operacional”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem. “A Companhia segue empenhada no resgate da competitividade estrutural das suas operações no Brasil, com programas de redução de custos e aumento de produtividade e, também, com a assinatura de um contrato de longo prazo de matéria-prima.”

Partida do Complexo do México

Os investimentos realizados pela Braskem nos nove primeiros meses do ano totalizaram R$ 1,36 bilhão, dos quais mais de um terço (R$ 552 milhões) foi direcionado para o projeto integrado de produção de polietileno no México, que utilizará matéria-prima precificada nas competitivas referências do mercado norte-americano. Desenvolvido em parceria com o grupo mexicano Idesa, o empreendimento está em fase final de construção com início das operações previsto para o final deste ano.

Dos R$ 806 milhões restantes realizados no ano, cerca de 90% dos investimentos da Braskem foram direcionados às operações industriais, incluindo os investimentos relacionados à eficiência operacional, SSMA, produtividade e manutenção.

Fonte: Braskem

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Solvay divulga resultados do terceiro trimestre de 2015

03/11/2015

Lucro líquido ajustado do grupo foi de 121 milhões de euros no trimestre

O Grupo Solvay obteve um faturamento de 2,714 bilhões de euros no terceiro trimestre de 2015, registrando um crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo anúncio feito hoje (29/10) pela companhia. O REBITDA – lucro ajustado antes de juros, impostos, depreciação e amortização – subiu 14% no período, alcançando 524 milhões de euros. O lucro líquido ajustado no terceiro trimestre de 2015 foi de 121 milhões de euros.

Segundo Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, a companhia registrou um forte desempenho no terceiro trimestre, evidenciando o impacto positivo da sua estratégia de transformação. “Esse crescimento foi resultado de nosso portfólio amplo e global, nosso foco constante na inovação e na excelência operacional e, em especial, no pricing power dos nossos negócios, apesar da fraqueza verificada em alguns dos mercados em que atuamos. Os resultados também se beneficiaram de taxas de câmbio favoráveis”, disse.

A transformação do Grupo continuará com a aquisição da Cytec, que deverá ser concluída no final de 2015. “Estamos nos mobilizando para um processo rápido e eficaz de integração e sinergia entre as duas empresas. Estamos confiantes e entusiasmados com a criação de valor dessa união, que irá conduzir a próxima fase do crescimento do Grupo Solvay”, acrescentou.

O Grupo Solvay reitera a sua expectativa de crescimento sólido do REBITDA em 2015. A companhia estima obter resultados moderados no quarto trimestre, em comparação com o terceiro trimestre, devido a fatores sazonais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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