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Braskem enfatiza compromisso com Economia Circular na Feiplastic 2019

23/04/2019

Empresa apresenta os portfólios de reciclados e renováveis, além de soluções que reforçam a eficiência operacional

A Braskem está enfatizando durante a Feiplastic o seu posicionamento em prol da Economia Circular, conceito de consumo que busca formar um ciclo sustentável da produção ao descarte. Durante o evento, realizado de 22 a 26 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP), o público pode conferir novidades no portfólio da companhia, como a ampliação das soluções em pós-consumo.

“Estamos empenhados em contribuir para a transformação da Economia Linear, pautada pela produção e descarte, em uma Economia Circular, que considera o descarte e a produção de forma cíclica. Acreditamos que a Feiplastic será um importante canal para ampliarmos a discussão a favor deste tema, sensibilizando a cadeia onde estamos inseridos”, explica Edison Terra, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas América do Sul e Europa. A companhia assumiu, em novembro de 2018, um compromisso público onde comunica oito iniciativas em prol da Economia Circular, entre elas estão: os esforços para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar a eficiência e facilitar a reciclagem e a reutilização de produtos plásticos.

Criada com o objetivo de estimular negócios que valorizam o resíduo plástico pós-consumo, a iniciativa Wecycle evolui trazendo novos grades ao mercado. O desenvolvimento de produtos e soluções a partir de resíduos plásticos é realizado por meio de parcerias com clientes, recicladores, cooperativas e brand owners, como o Grupo Pão de Açúcar, a Condor, a Embalixo e a Martiplast. A Braskem afirma que o novo portfólio de resinas recicladas reforça o seu compromisso com a cadeia do plástico no Brasil, a inovação e a sustentabilidade, alinhadas ao posicionamento em Economia Circular.

Outras soluções sustentáveis da companhia também são destaque no evento, tais como o portfólio renovável I’m greenTM, que conta com o Plástico Verde e o EVA Verde, ambas resinas produzidas a partir da cana-de-açúcar. Assim como a linha Maxio, composta por resinas que, segundo a Braskem, proporcionam redução do consumo de energia, maior produtividade e redução de peso do produto final.

No espaço da Braskem, os participantes da feira ainda tem a oportunidade de conhecer uma nova solução para o mercado de embalagem em stand-up pouch monomaterial, produto que facilita o processo de reciclagem. A empresa também está destacando os portfólios robustos para os segmentos de embalagens rígidas para produtos químicos e agroquímicos, tampas e resinas para produção de baldes de tintas.

“A Braskem tem acompanhado as principais tendências do mercado, mantendo-se na vanguarda do setor, sendo que este será o maior portfólio que já apresentamos em uma Feiplastic. Somos uma empresa apaixonada por transformar e, prezando pelo atendimento próximo e personalizado aos clientes, conseguimos desenvolver soluções que atendem as mais diversas necessidades”, afirma Terra.

Sensibilização interativa sobre reciclagem

O pós-consumo é parte fundamental do processo circular da economia e que necessita da participação ativa das pessoas para que funcione plenamente. Com o intuito de promover e apoiar o engajamento do consumidor neste ciclo, a Braskem traz à Feiplastic uma estrutura modular que comunica todas as etapas do processo de reciclagem de forma dinâmica e didática.

O projeto “Reciclar é Transformar” tem o objetivo de demonstrar todo o processo para o consumidor, desde a etapa de separação do resíduo até chegar na transformação de um novo produto, enfatizando a importância do descarte correto neste ciclo. A ativação esteve na Virada Sustentável de Porto Alegre (RS), realizada no início de abril, e estará presente em outros eventos ao longo de 2019.

Fabiana Quiroga, diretora de Reciclagem e Plataforma Wecycle da Braskem, explica que a companhia está comprometida com a educação e engajamento de toda a cadeia do plástico para com a reciclagem do material. “Acreditamos que iniciativas como esta são importantes para aumentar o conhecimento, bem como a valorização de resíduos plásticos na economia e, principalmente, o papel de todos nós no processo”, afirma a executiva.

Ainda na linha educacional, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast, iniciativa fruto da parceria entre ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e Braskem, também tem espaço no estande da companhia. No local, estão sendo compartilhadas informações sobre a importância do consumo consciente e do descarte adequado de resíduos.

A participação do PICPlast faz parte de uma série de atividades previstas pelo programa para promover ações de estímulo à inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável da indústria brasileira de transformação plástica.

Espaço Inova Plastic

Durante a Feiplastic, a Braskem participa também do Inova Plastic, espaço que busca debater tecnologia, inovação e tendências durante o evento. A empresa está presente de duas formas no espaço: Fabio Buckeridge, CDO da companhia, estará no painel “A Inovação na Era Digital”, abordando como soluções disruptivas contribuem para a competitividade e a produtividade da indústria química e petroquímica, favorecendo a cadeia do plástico. No espaço reservado para reciclagem, a Braskem participa com o 3R – Um novo conceito de resina reciclada, onde apresenta soluções que vem buscando para o desenvolvimento de novos materiais com foco em soluções mais disruptivas e que tenham maior potencial para melhorar o desempenho das propriedades dos materiais reciclados em diversas aplicações, ampliando a contribuição para Economia Circular.

Serviço:
Feiplastic 2019 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 22 a 26 de abril, das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte – Rua D – Pavilhão Vermelho
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo (SP)

Fonte: Braskem

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Tomra Sorting Recycling lança o Innosort Flake na Feiplastic 2019

15/04/2019

Carina Arita, Diretora da Tomra Brasil

Nos dias 22 a 26 de Abril, no Expo Center Norte, São Paulo, será realizada mais uma edição da Feiplastic, uma das mais importantes feiras da indústria dos plásticos no mercado brasileiro. A Tomra Sorting Recycling estará presente e trará uma grande novidade: o novo Innosort Flake.

No stand D072, a Diretora Comercial da Tomra Sorting Brasil, Carina Arita, estará presentando a nova máquina ao mercado e aos potenciais interessados, com demonstrações ao vivo, bem como respondendo a dúvidas e com mais informações sobre a tecnologia e a empresa.

Innosort Flake

Apresentada sob o slogan “Materialmente diferente com excelentes resultados”, a nova máquina do portfólio da Tomra é um inovador sistema de seleção baseado em duplos sensores e equipado com uma combinação de câmaras RGB e sensores NIR de resolução ultra-alta para a identificação de materiais e cores. Segundo a empresa, o equipamento é capaz de remover simultaneamente, de forma confiável, o PVC e outros plásticos, metais e flakes opacos, em frações de particulas de 2 a 12 mm. A Tomra afirma assegura que o Innosort Flake é a solução ideal para purificação de flakes de PET com alta precisão e relação custo-benefício, garantindo uma produção constante e de qualidade, além de alto rendimento.

Valerio Sama, Gerente de Produtos da Tomra Sorting Recycling, declarou: “Como a indústria de rPET visa obter melhores rendimentos para produtos de alta qualidade, o Innosort Flake oferece uma solução completa e perfeita para instalações de reciclagem de PET que buscam alta qualidade de produção, reduzir a perda e otimizar suas operações para melhorar as estruturas de custos de seus negócios”.

Classes premium rPET com alto rendimento

O Innosort Flake apresenta a tecnologia patenteada Flying Beam® da Tomra – o que, segundo a empresa, constitui o segredo para sua grande precisão. A Tomra assegura que os sensores NIR de alta precisão e alta velocidade permitem o reconhecimento de polímeros de 2mm, reduzindo significativamente a perda de materiais valiosos de PET, com perdas finais abaixo de 2%. O sensor detecta as propriedades do material de diversos polímeros, de modo que contaminantes como PVC, PE, PP, PA e POM são eliminados, resultando em produtos de maior qualidade, afirma o fabricante. Além disso, afirma a empresa a remoção confiável de PVC, metais e flakes opacos resulta em uma classe de rPET que atende a altos requisitos de qualidade.

Custos operacionais e retorno do investimento

A Tomra afirma que o recurso de calibração contínua permite que os clientes monitorem e otimizem o desempenho de suas operações em tempo real. Isso resulta em maior estabilidade e menos tempo de inatividade do sistema, obtendo um rendimento constante de alta qualidade. Além disso, segundo a empresa, o equipamento possui um sistema de iluminação inovador e preciso que resulta em até 70% de economia de energia e diminui os custos operacionais.

Com sua resolução ultra-alta, configuração de duplo sensores e capacidade de até 4,5 t/h, o Innosort Flake foi lançado no mercado chinês em Setembro de 2018 e, segundo a Tomra, tem recebido uma receptividade muito boa, com os clientes apreciando os níveis de pureza, perdas e produtividade proporcionados.

O Innosort Flake amplia a oferta de soluções de seleção da Tomra, ao lado do Autosort Flake, equipamento que já combinava a deteção de cores, informações de materiais e objetos metálicos para potencializar as aplicações de purificação de flakes com um tempo de inatividade reduzido.

A Tomra Sorting Recycling e a importância da Feiplastic

Para Carina Arita, a presença na Feiplastic “é uma grande oportunidade de expor a nossa tecnologia ao mercado de plásticos de forma ampla, uma vez que se trata da mais abrangente feira da indústria de plástico”. A Diretora Comercial da Tomra ressalta “que a Tomra tem conquistado nos últimos anos um espaço importante no mercado brasileiro e é isso que vamos procurar reforçar, atraindo mais potenciais clientes”.

Além da visibilidade que a Feiplastic proporciona, o objetivo da Tomra também é trazer uma mensagem positiva ao mercado brasileiro, pois além de sua atuação direta na reciclagem de plásticos, a Tomra Sorting Recycling vem trabalhando no segmento de Tratamento de Resíduos Sólidos com o objetivo de retirar do meio ambiente os plásticos descartados pós-consumo, devolvendo-os à industria e promovendo a Economia Circular, tema que está se tornando cada vez mais relevante na atualidade.

A Tomra contribui para a indústria e o meio ambiente com o desenvolvimento de tecnologias de ponta para seleção e recuperação de resíduos. Através da identificação e seleção dos materiais valorizáveis, é possível recuperar dos resíduos materiais com valor agregado, o que se torna vantajoso também para as empresas que utilizam os sistemas.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e análise de processos para a indústria de alimentos, mineração e outras indústrias. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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RadiciGroup implementa “Operation Clean Sweep” para eliminar perdas de pós e grânulos de plásticos

25/01/2019

Operação visa eliminar perdas de pós e pellets plásticos em todas as plantas da área de negócios da Radici High Performance Polymers

Durante os últimos meses, todas as plantas produtivas da Área de Negócios do Radici Group High Performance Polymers assinaram um compromisso formal para se tornarem parceiros da Operation Clean Sweep (OCS), um programa internacional promovido por associações do setor de Plásticos que tem como objetivo evitar perdas de pellets e pós plásticos para o meio ambiente. O foco especial se dá no manuseio dos produtos e operações de transporte, desde a entrada na fábrica das matérias-primas até a saída de produtos semi-acabados destinados aos clientes.

“As perdas de plástico para o meio ambiente – sublinhou Danilo Micheletti, COO da RadiciGroup High Performance Polymers – são um problema que o nosso setor está enfrentando com ações e iniciativas de conscientização e medidas implementadas ao longo do tempo, que requerem compromissos concretos daa parte das empresas envolvidas dentro da cadeia de valor. O nosso Grupo também está engajado nesse desafio, que assumiu dimensões globais, aderindo a uma série de iniciativas das associações industriais, entre as quais a Operação Clean Sweep.

A Operação Clean Sweep é um programa industrial que envolve toda a cadeia de suprimentos, incluindo o transporte e a logística. A RadiciGroup High Performance Polymers decidiu aderir voluntariamente à iniciativa como parte da política de Sustentabilidade do Grupo.

A OCS é organizada em cinco fases principais – que não esgotam o programa, mas incentivam também as empresas associadas a “nunca baixar a guarda” e a buscar novas metas:

  • Compromisso: assinatura de um compromisso formal por parte da empresa.
  • Avaliação: realização de uma inspeção para avaliar a situação da empresa e analisar linhas de produção, armazéns, silos e áreas externas.
  • Melhorias: determinação das medidas necessárias para implementação com o objetivo de reduzir as perdas detectadas durante a avaliação.
  • Aumentar a conscientização: desenvolver a conscientização sobre o tema entre todos as pessoas ligadas ao trabalho – desde os funcionários até os fornecedores e transportadores.
  • Acompanhamento: realização de uma auditoria da empresa para verificar se as perdas foram efetivamente reduzidas.

“Em todas as nossas plantas ao redor do mundo – explicou Micheletti -, concluímos as fases de compromisso e avaliação e, embora tenhamos adotado várias precauções por algum tempo, notamos que ainda podemos melhorar. Já iniciamos a terceira e a quarta fases do OCS, seguindo as diretrizes do programa e colaborando com as associações industriais. Acreditamos que a fase de “aumento da conscientização” é fundamental para se atingirem objetivos cada vez mais ambiciosos e, por essa razão, estamos trabalhando em pensando em programas de treinamento especiais nos temas da OCS, levando em consideração as características peculiares de cada planta produtiva e as diferenças entre os países nos quais operamos”.

(*As associações de categoria que aderiram à OCS e são, portanto, referência para o RadiciGroup High Performance Polymers nos países em que está presente são: Plastics Europe, China Plastics Processing Industry Association, Abiplast, Plastics Industry Association (U.S), American Chemistry Council).

Com cerca de 3.000 empregados, um faturamento de 1,147 bilhões de euros em 2017 e uma rede de fábricas e sedes comerciais localizadas entre a Europa, a América do Norte e do Sul e a Ásia, o RadiciGroup é um dos líderes mundiais na produção de uma vasta gama de produtos químicos, polímeros de poliamida, tecnopolímeros, fibras sintéticas e não tecidos. Seus produtos encontram aplicação em múltiplos setores industriais entre os quais: automotivo, elétrico/eletrônico, bens de consumo, vestuário, mobiliário, construção civil, eletrodomésticos e setor esportivo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – RadiciGroup

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Braskem adere a Aliança global para combater descarte de resíduo plástico no meio ambiente

16/01/2019

Organização sem fins lucrativos que inclui toda a cadeia de valor do plástico planeja investir até US$ 1,5 bilhão em cinco anos

A Braskem se juntou a um grupo de cerca de 30 grandes empresas em uma iniciativa para ajudar a acabar com os resíduos de plástico no meio ambiente. A Aliança para o Fim dos Resíduos Plásticos – em inglês, Alliance to End Plastic Waste (AEPW) -já inicia suas atividades dedicando US$ 1 bilhão (R$ 3,7 bilhões) a projetos e desenvolvimento de tecnologias para acabar com o descarte de plásticos no meio ambiente, especialmente nos oceanos. A Aliança (www.endplasticwaste.org) foi lançada hoje (16/01/19) e tem a meta de aumentar o investimento para até US$ 1,5 bilhão (R$ 5,5 bilhões) nos próximos cinco anos.

“Nenhum de nós deseja um meio ambiente repleto de resíduos plásticos. Este é um desafio global sério e complexo que exige ações rápidas e forte liderança. Esta nova Aliança é o esforço mais abrangente já feito para dar fim ao descarte de plásticos no meio ambiente”, disse Fernando Musa, presidente da Braskem. “O plástico é um material extremamente eficiente que ajuda a minimizar nosso impacto no meio ambiente em quase todos os aspectos da vida moderna. Mas precisamos trabalhar para minimizar o descarte, assim como para reciclar e recuperar o plástico depois de usado.”

Essa iniciativa ocorre na sequência do anúncio do posicionamento realizado pela Braskem a favor da Economia Circular, que definiu iniciativas próprias para ampliar sua atuação em reciclagem e na produção de novas resinas renováveis. Além disso, a empresa anunciou o esforço em prol de novas tecnologias e modelos de negócios que privilegiem o reuso do plástico.

Agora a Braskem se une à Aliança, que é uma organização sem fins lucrativos e inclui toda a cadeia de valor dos plásticos: empresas que produzem, utilizam, vendem, processam, coletam e reciclam plásticos. Isso inclui fabricantes de químicos e plásticos, transformadores, companhias de bens de consumo, revendedores e empresas que trabalham com gestão de resíduos. A Aliança tem como parceiro estratégico o Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável.

Entre os projetos iniciais anunciados pela aliança destacam-se as parcerias com prefeituras de diversas cidades para projetar sistemas integrados de gestão de resíduos em grandes áreas urbanas com baixa infraestrutura, especialmente aquelas onde há rios que transportam vastas quantias de resíduos plásticos do continente para o oceano.

Além disso, ela vai colaborar com organizações intergovernamentais, como as Nações Unidas, e custear a rede de incubadoras da Circulate Capital para desenvolver e promover tecnologias, modelos de negócios e empreendedores que trabalham pela prevenção de plásticos no oceano e pela gestão de resíduos e reciclagem, entre outras iniciativas.

As empresas a seguir são membros fundadores da Aliança: a brasileira Braskem, BASF, Berry Global, Chevron Phillips Chemical Company LLC, Clariant, Covestro, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation, U.S.A., Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, SUEZ, Shell, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total, Veolia, e Versalis (Eni).

Fonte: Braskem

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Plano de regulamentação da União Européia proíbe o uso de dez produtos descartáveis feitos com plástico

21/12/2018

Espera-se que a medida, uma vez aprovada pelo Parlamento Europeu e os países-membros, entre em vigor em dois anos. Decisão deve impactar indústria que movimenta 340 bilhões de euros e mudar hábitos dos europeus.

Um plano de regulamentação da União Europeia (UE) para banir o uso de produtos plásticos descartáveis foi aprovada em Bruxelas nesta quarta-feira (19/12). Uma lista de 10 produtos plásticos de uso único que já tem alternativa no mercado foi elaborada por negociadores do Parlamento Europeu e representantes dos 28 Estados membros da União Européia.

Os produtos a serem banidos incluem pratos, talheres, canudos, cotonetes e embalagens de alimentos fabricadas com EPS (isopor).

Para outros produtos de plástico, tais como copos e tampas, a estratégia adotada será limitar o uso e, em alguns casos, vincular os fabricantes a obrigações de coleta e limpeza. Além disso, todas as garrafas plásticas deverão ter pelo menos 30 por cento de material reciclado até 2030 e os Estados-membros da União Européia terão que coletar 90 por cento das garrafas plásticas de uso único até 2025. Bruxelas propôs também medidas para reduzir o uso de itens como recipientes de plástico para levar comidas de estabelecimentos.

Uma vez que a medida seja aprovada pelo Parlamento Europeu e os países-membros, deverá entrar em vigor em dois anos, a partir de 2021.

A ministra de Turismo e Sustentabilidade da Áustria, Elisabeth Koestinger, conduziu as conversas em nome dos 28 membros e anunciou o acordo político provisório em seu Twitter e descreveu o momento como “um marco nos esforços para reduzir o lixo plástico”. A Áustria detém atualmente a presidência rotativa da União Europeia.

Com as medidas, a Comissão Europeia projeta reduzir as emissões de dióxido de carbono em 3,4 milhões de toneladas. Cálculos indicam que danos ambientais no valor de 22 bilhões de euros podem ser evitados até 2030.

Segundo dados oficiais de 2015, a indústria de plásticos movimenta 340 bilhões de euros e emprega 1,5 milhão de trabalhadores.

A ofensiva de Bruxelas contra a produção de lixo descartável deve atingir também a indústria tabagista, num futuro próximo. Os produtores de cigarros podem ser solicitados a participar do custeio da limpeza e coleta de guimbas de cigarro.

Fonte: Reuters ; Deutsche Welle

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Evonik inicia produção de sílica precipitada na Carolina do Sul

15/11/2018

  • Crescente demanda por sílica para pneus com baixa resistência ao rolamento a fim de economizar combustível
  • Investimento de cerca de US$ 120 milhões cria mais de 40 novos empregos
  • Nova sílica customizada para pneus de SUVs que economizam combustível também é produzida na Carolina do Sul.

A Evonik Industries deu início às operações em sua nova planta de sílica precipitada para a indústria de pneus na Carolina do Sul (EUA). A empresa investiu cerca de US$120 milhões nessa fábrica de escala mundial em resposta à alta demanda por sílica precipitada da indústria de pneus na América do Norte. O setor automotivo depende da sílica precipitada de alta dispersão para produzir pneus com maior resistência à rolagem e melhor aderência em pistas molhadas. As sílicas integram os Smart Materials, um dos quatro motores de crescimento estratégico da Evonik.

“A abertura da nova fábrica (foto) representa uma etapa importante no fortalecimento da nossa posição como parceiro global da indústria de pneus”, disse Harald Schwager, vice-presidente da diretoria executiva da Evonik. “Ao expandir as nossas atividades no setor da sílica, estamos seguindo uma estratégia clara. Além de incorporar as atividades da Huber Sílica, estamos ampliando de maneira contínua as nossas capacidades de sílica.

A proximidade aos principais clientes da indústria de pneus foi o fator decisivo para a escolha do site da Carolina do Sul. Johannes Ohmer, membro da Diretoria Executiva da Evonik Resource Efficiency GmbH, disse: “A partir daqui, planejamos abastecer os nossos clientes locais com produtos inovadores e soluções customizadas”. A Evonik também vai produzir a recém-desenvolvida sílica ULTRASIL® 7800 GR no local. Em decorrência de sua área superficial específica maior, a ULTRASIL® 7800 GR confere mais rigidez ao composto da banda de rolagem sem impactar de maneira negativa a sua processabilidade. Por esse motivo, esse produto é particularmente apropriado para SUVs, veículos que têm como principal mercado global os Estados Unidos.

A construção de uma nova unidade de produção em Charleston cria mais de 40 novos empregos.

A Evonik é uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas. Com mais de 36.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2017, a empresa gerou vendas da ordem de 14,4 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,36 bilhões de Euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Braskem define iniciativas a favor da Economia Circular

12/11/2018

Empresa está engajada com a meta que prevê que a totalidade das embalagens plásticas seja reutilizada, reciclada ou recuperada até 2040

A Braskem definiu uma série de iniciativas globais para impulsionar a Economia Circular na cadeia de produção de produtos transformados plásticos.

“Estamos firmes no propósito de contribuir na transformação da economia linear em uma Economia Circular, demonstrando nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem. “Ao estabelecer um rol de iniciativas globais, aderindo a compromissos voluntários e expressando publicamente um posicionamento global a favor da Economia Circular, a Braskem está convidando clientes, parceiros da cadeia de valor, seus Integrantes e a sociedade em geral para ampliar o esforço conjunto em busca de soluções inovadoras e sustentáveis por meio do uso do plástico”.

Intitulado “Posicionamento da Braskem em Economia Circular”, o documento define iniciativas para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar e facilitar a reciclagem e a reutilização de embalagens plásticas, especialmente as de uso único. Ele contempla ainda o avanço de investimentos em novas resinas de origem renováveis, como o Plástico Verde feito à base de cana-de-açúcar, e o apoio a novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais.

As iniciativas também englobam a promoção o engajamento de consumidores a programas de reciclagem por meio de ações educacionais de consumo consciente, o uso de ferramentas de avaliação de ciclo de vida e o apoio a ações para melhoria do gerenciamento de resíduos sólidos a fim de prevenir o descarte de lixo nos mares.

Além dessas iniciativas, a Braskem também assumiu o compromisso voluntário de que todas as suas unidades industriais adotem as melhores práticas para reduzir ainda mais a perda de pellets (matéria-prima para a produção de embalagens plásticas) nos seus processos até 2020 e aderiu aos compromissos setoriais de trabalhar para que a totalidade das embalagens plásticas sejam reutilizadas, recicladas ou recuperadas até 2040.

A Braskem se compromete também a reportar os progressos dessas iniciativas em seu Relatório Anual.

“Os plásticos têm função essencial no desenvolvimento sustentável porque evitam o desperdício e aumentam a eficiência em diversos setores da economia, como na produção agrícola e na indústria automotiva. É um material que contribui para a segurança alimentar e a higiene hospitalar, além de integrar o cotidiano das pessoas por meio de várias aplicações”, diz Fernando Musa. “Inserido na economia circular, o potencial do plástico de gerar benefícios com menor impacto se amplia ainda mais.”

Para conhecer o “Posicionamento da Braskem em Economia Circular”, acesso o seguinte link: www.braskem.com/economiacircular

Fonte: Braskem

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Simplás fala sobre educação e sustentabilidade em Maceió (AL)

04/11/2018

Presidente Jaime Lorandi apresenta palestra no IV Fórum Regional da Indústria do Plástico, dia 8/11

A ideia de educação voltada para a sustentabilidade desenvolvida pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) ganha terreno pelo Brasil e será apresentada em Maceió (AL), dia 8 de novembro. A entidade, que criou e vem implementando o projeto Plástico do Bem em diversos locais, estimulando a reciclagem e a geração de recursos por meio da economia circular, estará a frente de um dos painéis do IV Fórum Regional da Indústria do Plástico. O presidente Jaime Lorandi (foto) apresentará a palestra “A Solução do Plástico” a partir das 11h, no Auditório Gilberto Mendes de Azevedo, da Casa da Indústria Napoleão Barbosa (Avenida Fernandes Lima, 385 – Farol).

O evento é promovido pelo Sindicato das Indústrias de Plásticos e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast-AL), a Cadeia Produtiva da Química e do Plástico de Alagoas, a Prefeitura Municipal de Maceió, o Sebrae-AL e a Braskem, com apoio da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea). Mais informações e inscrições podem ser obtidas pelo site http://www.sinplast-al.org.br.

“Novos tempos exigem novos hábitos, não só da indústria, que já vem de há muito tempo se aprimorando e se adequando às diretrizes ambientais, mas da sociedade como um todo. O que precisa ser compreendido, neste momento, é que cada pessoa é responsável pelo que consome. A visão do Simplás não é de proteção setorial, mas de defesa da educação para a separação, limpeza e destinação correta dos materiais para reciclagem”, explica o presidente do sindicato, Jaime Lorandi.

A palestra desenvolvida pelo Simplás, que mostra os benefícios dos plásticos para o avanço na qualidade de vida das pessoas, além da importância da educação para a destinação correta dos materiais depois de consumidos, já alcançou públicos como os do 3º Congresso Brasileiro do Plástico (foto), em Porto Alegre (RS), da feira Interplast, em Joinville (SC), e da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul (RS).

O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) representa mais de 400 empresas de transformação que geram cerca de 9,5 mil empregos diretos em oito municípios (Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real), com estimativa de faturamento anual superior a R$ 3 bilhões. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), pelo número de empresas instaladas, a região concentra o segundo maior polo de transformação de material plástico do país.

Legenda: Jaime Lorandi apresenta A Solução do Plástico, sob aplausos, no 3º Congresso Brasileiro do Plástico. A palestra será uma das atrações do IV Fórum Regional da Indústria do Plástico, em Maceio (AL), dia 8 de novembro

Fonte: Assessoria de Imprensa – Simplas / Fotos: Eduardo Fontoura

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Dow criar dois novos cargos de liderança para tratar dos desafios globais de reciclagem

01/11/2018

Carsten Larsen

Diretores comerciais de reciclagem irão se concentrar no desenvolvimento de novos modelos de negócios e estratégias de crescimento para recuperar fluxos de reciclagem de resíduos plásticos em todo o mundo

A Dow Embalagens e Plásticos de Especialidades, uma unidade de negócios da Dow, acaba de anunciar a criação de dois novos cargos de liderança sênior para tratar dos desafios globais que envolvem o gerenciamento de resíduos e a reciclagem de plásticos. Tim Boven, ex-Diretor Global da Cadeia Integrada de Suprimentos para Hidrocarbonetos, foi nomeado Diretor Comercial de Reciclagem para a América Latina e América do Norte. Carsten Larsen, ex-Diretor Comercial da Dow Industrial Solutions para a Europa, Oriente Médio, África e Índia, ocupará o cargo de Diretor Comercial de Reciclagem para a EMEA (Europa, Oriente Médio, África) e Ásia-Pacífico.

Tim Boven

Em seus novos cargos, Tim e Carsten serão responsáveis pelo desenvolvimento de novos modelos de negócios e estratégias de crescimento voltadas para a recuperação de fluxos de reciclagem de resíduos plásticos nas Américas, Europa, Oriente Médio, África e Ásia-Pacífico. Irão trabalhar com suas respectivas lideranças comercias na elaboração de uma estrutura de recursos adequada em suas regiões para promover essa iniciativa.

“É grande a quantidade de plásticos que se transformam em resíduos e acabam ingressando no meio ambiente em todo o mundo devido às variações na disponibilidade de infraestrutura suficiente, baixas taxas de reciclagem e itens que são descartados sem o devido cuidado após o uso”, afirma Diego Donoso, Presidente da Dow Embalagens e Plásticos de Especialidades. “A Dow está comprometida em investir nos líderes certos e em inovações de reciclagem para ajudar a promover soluções para o fim de vida dos plásticos. Com Tim e Carsten impulsionando a nossa estratégia de reciclagem global, seremos capazes de ajudar clientes em todo o mundo a atingirem seus objetivos de sustentabilidade e viabilizar a mudança em direção a uma cadeia de valor mais circular para os plásticos”, ressalta Donoso.

Os executivos estão avaliando fluxos de resíduos plásticos no mundo todo e trabalhando para identificar inovações tecnológicas de reciclagem que contribuirão para uma economia circular global para os plásticos. Na América do Norte e EMEA, eles irão focar principalmente na promoção da economia circular dos plásticos por meio de novas ofertas de produtos via tecnologias que serão usadas para transformar os resíduos em recursos valiosos. Na América Latina e Ásia-Pacífico, onde a infraestrutura de reciclagem é menos avançada e a quantidade de resíduos plásticos continua a crescer, irão se concentrar em novas plataformas de reciclagem, coleta e infraestrutura para a Dow e em iniciativas que ajudem os parceiros locais da cadeia de valor a interromperem o descarte de plásticos no meio ambiente.

Como parte da estratégia de reciclagem, Tim e Carsten irão explorar as colaborações atuais da Dow e trabalhar com os parceiros da cadeia de valor da Companhia a fim de tratar dos desafios dos resíduos plásticos por meio de tecnologias e iniciativas da Dow que aumentam a sua reciclabilidade. O trabalho de ambos ajudará a Dow a alcançar sua Meta de Sustentabilidade para 2025 de promover uma economia circular por meio da oferta de soluções capazes de fechar os ciclos de recursos em mercados importantes.

“A criação desses novos cargos na Dow é apenas uma das muitas iniciativas que fazem parte do nosso compromisso de promover o valor de sustentabilidade dos plásticos”, destaca Donoso. “Sabemos, porém, que não podemos solucionar esse problema sozinhos, razão pela qual incentivamos nossos pares do setor, parceiros e clientes a nos ajudarem a criar e entregar soluções que interrompam o descarte de resíduos e mantenham o valor dos plásticos por todo o ciclo”, completa.

A Dow Embalagens e Plásticos de Especialidades oferece soluções em plásticos que atendem às demandas dos consumidores em mercados de uso final como embalagens para alimentos, higiene pessoal, calçados, transportes e infraestrutura. A unidade de negócios é uma das maiores produtoras de polietileno do mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Proibição de canudos plásticos no Rio de Janeiro repercute na imprensa chinesa

21/08/2018

A recente proibição do uso de canudos plásticos na cidade do Rio de Janeiro repercutiu na rede de televisão chinesa CGTN em Espanhol (video acima).

O Rio de Janeiro se tornou a primeira capital do país a proibir canudos plásticos. A partir do dia 19 de julho, só se podem usar canudos de papel reciclado ou biodegradável, com embalagens feitas dos mesmos materiais. Na mesma data, a Vigilância Sanitária começou a fiscalizar os estabelecimentos que utilizam canudos plásticos. Quem for flagrado usando o canudo, será intimado a substituir o produto no prazo de 60 dias. Para quem descumprir a lei, as multas podem chegar a R$ 6 mil.

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Palestra do Presidente do Simplás, Jaime Lorandi, mobiliza lideranças do setor de plásticos na Interplast em torno de proposta de educação para sustentabilidade

15/08/2018

Presidente da Abiplast e da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, avaliou positivamente palestra do presidente do sindicato, Jaime Lorandi

O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) finalizou, sob aplausos, a reunião da Câmara Nacional de Recicladores de Materiais Plásticos (CNRMP) da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), em edição especial realizada no dia de abertura da Interplast 2018 – Feira e Congresso de Integração da Indústria do Plástico, nesta terça-feira (14), em Joinville (SC). A platéia de lideranças do setor saudou a linguagem inovadora e acessível proposta pelo sindicato para difundir na sociedade os conceitos da economia circular.

A palestra, que o presidente do Simplás e conselheiro da Abiplast, Jaime Lorandi, apresentará também na reunião-almoço da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul, alusiva aos 29 anos do sindicato, no dia 27 de agosto, desafia visões pré-concebidas. E com dados, fatos e estatísticas, propõe soluções por meio da responsabilidade coletiva.

Na mesma ocasião, o Simplás também lançará o projeto Plástico do Bem, na própria CIC, capacitando os integrantes do condomínio de entidades a coletar, separar e trazer seus plásticos limpos para destinar à reciclagem e gerar recursos. Neste momento, o Plástico do Bem já está remunerando 20 escolas da rede municipal de Farroupilha por meio da capacitação para reciclagem oferecida aos estudantes, familiares e professores.

“O sujeito ativo da poluição são as pessoas. Não dar o destino correto para aquilo que se consome, ou nem mesmo pensar a respeito, é uma questão de comportamento. Porém, vivemos novos tempos e precisamos desenvolver novos hábitos. Assim, o caminho é investir na educação para a sustentabilidade”, afirma Lorandi.

Presidente da Abiplast e também da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), José Ricardo Roriz Coelho entende que a apresentação desenvolvida pelo Simplás – e que será compartilhada por todo o setor – tem a capacidade de modificar a forma como as pessoas enxergam o ato de consumo e o incremento na qualidade de vida oferecido pelos produtos.

“O Jaime é um palestrante bem didático e o conteúdo está bem acessível a toda a população. Não usa aquela linguagem técnica, restrita ao setor. Ele mostra, com fatos, que a sociedade não poderia viver sem o plástico. Porque oferece muitos benefícios e porque a troca por outros materiais teria imenso impacto ambiental. O que a sociedade precisa fazer é buscar alternativas para ampliar o uso dos plásticos e estabelecer uma relação mais amigável deles com as pessoas”, avalia Roriz.

Nesta quarta-feira (15), Lorandi volta a ministrar a palestra na Interplast 2018, agora aberta a todo o público participante da principal feira nacional do setor. O encontro está marcado para as 18h, na Sala Violeta (número 14), no Centro de Convenções da Expoville, em Joinville (SC). Inscrições podem ser feitas pelo link bit.ly/2Kf75Yu ou pelo site interplast.com.br.

Comentários sobre a Palestra:

“A palestra desenvolvida pelo Simplás é educativa, abrangente, expõe os benefícios dos plásticos para a humanidade, contrapõe a imagem tradicional que se tem dos plásticos e propõe uma solução. O problema, hoje, é de comportamento. Falta educação e falta ação, principalmente do poder público, para dar incentivos à economia circular, que ampliaria a geração de dinheiro, impostos e trabalho em toda a sociedade, de maneira limpa.”

Ricardo Hajaj (Presidente da Câmara Nacional de Recicladores de Materiais Plásticos (CNRMP) da Abiplast)

“A palestra é fantástica! Estamos apenas debatendo alguns pontos de sintonia, via Abiplast, para ser a mensagem nacional e oficial do setor. E vamos viralizar. Buscar as crianças. O trabalho feito pelo Simplás é maravilhoso. Estou orgulhoso e encantado de contar com um parceiro de setor como o Jaime.”

Albano Schmidt (Presidente do Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina)

“A linguagem não é nada técnica e, pelo contrário, é bastante acessível a qualquer pessoa. Principalmente, para quem é de fora do setor. Já estamos em tratativas para que o Jaime leve a palestra para o Energiplast [Fórum Brasileiro de Reciclagem Energética de Resíduos Sólidos com Ênfase em Plásticos], quem sabe fazendo a abertura do evento [dia 11 de setembro, na Fiergs, em Porto Alegre].”

Luiz Henrique Hartmann (Coordenador do Energiplast – Fórum Brasileiro de Reciclagem Energética de Resíduos Sólidos com Ênfase em Plásticos)

Fonte: Assessoria de Imprensa – Simplas; Foto: Zeca Martins

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A Economia Circular como alternativa à Economia Linear

30/07/2018

Artigo de autoria da Tomra Sorting Recycling

Os recursos naturais são finitos e o impacto do descarte incorrerto no meio ambiente são notórios, refletindo-se, por exemplo, na atual discussão sobre plástico marinho, mudanças climáticas e contaminações. Assim, há enormes desafios para o desenvolvimento de formas inovadoras e eficientes de gestão dos recursos. Para isso, é necessário uma mudança profunda no uso dos recursos que até então estão ao dispor das pessoas, através do reaproveitamento e da reciclagem. A nossa sociedade, conhecida por “fazer, usar e jogar fora”, já atingiu os seus limites e é tempo de repensar a forma como obtemos, usamos, reutilizamos e otimizamos os recursos globais que estão agora causando danos e correndo o risco de se exaurirem um dia.

Desta forma, é essencial percebermos a importância dessas mudanças para garantir a prosperidade do nosso futuro enquanto sociedade. Para isso, é necessário promovermos a transição da nossa economia linear insustentável, que vivemos no presente, para uma economia circular na qual sejamos capazes de recuperar e devolver à cadeia de produção os materiais recicláveis e a energia dos nossos produtos considerados como “lixo”.

No entanto, não estamos a falar de uma tarefa que possa ser feita de um dia para o outro, até porque falamos de um conceito que está pouco enraizado nos nossos costumes. Mas, afinal, o que é a Economia Circular?

Uma economia circular é regenerativa e restaurativa por princípio. Seu objetivo é manter produtos, componentes e materiais em seu mais alto nível de utilidade e valor por todo o tempo. O conceito distingue os ciclos técnicos dos biológicos. Conforme concebida por seus criadores, a economia circular consiste em um ciclo de desenvolvimento positivo contínuo que preserva e aprimora o capital natural, otimiza a produção de recursos e minimiza riscos sistêmicos, administrando estoques finitos e fluxos renováveis. Ela funciona de forma eficaz em qualquer escala.

A economia circular oferece diversos mecanismos de criação de valor dissociados do consumo de recursos finitos. Em uma economia circular verdadeira, o consumo só ocorre em ciclos biológicos efetivos. Fora isso, o uso substitui o consumo. Os recursos se regeneram no ciclo biológico ou são recuperados e restaurados no ciclo técnico. No ciclo biológico, os processos naturais da vida regeneram materiais, através da intervenção humana ou sem ela. No ciclo técnico, desde que haja energia suficiente, a intervenção humana recupera materiais e recria a ordem em um tempo determinado.

A economia circular fundamenta-se em três princípios, cada um deles voltado para diversos desafios relacionados a recursos e sistêmicos que a economia industrial enfrenta: No primeiro princípio, o objetivo passa por preservar e aumentar o capital natural, controlando estoques finitos e equilibrando os fluxos de recursos renováveis. Num segundo princípio passa por otimizar a produção de recursos, fazendo circular produtos, componentes e materiais no mais alto nível de utilidade o tempo todo, tanto no ciclo técnico quanto no biológico. Por fim, o objetivo passa por fomentar a eficácia do sistema, revelando as externalidades negativas e excluindo-as dos projetos.

A Economia Circular e a realidade do mercado brasileiro

A Economia Circular ainda é um tema pouco explorado no Brasil, mas tem ganhado relevancia com o trabalho de instituições como Exchange4Change Brasil, fundado por Beatriz Luz, que no passado mês de maio juntou-se a vários especialistas para debater as oportunidades que o país pode alcançar nos próximos anos relativamente a este conceito. Beatriz Luz salientou que o Brasil tem muito potencial para se inserir nessa nova proposta, principalmente no quesito de matérias-primas.

“A gente tem um país enorme, rico e vasto. E temos que ter um olhar não de desperdício, porque, quando temos muita terra e disponibilidade de matéria prima, a gente acaba desperdiçando muito. Temos que olhar com uma visão de inovação. A economia circular provoca esse olhar criativo e o brasileiro é muito criativo”, explicou durante o evento do qual participou, em São Paulo.

Dentro do fechamento do ciclo produtivo, uma das chaves da economia circular é repensar o design dos produtos, ou seja, trabalhar na composição ou formato que possibilite que aquele material retorne para a cadeia produtiva. Luz citou um estudo da Ellen McArthur Foundation que mostra a cadeia das embalagens plásticas, largamente utilizadas pelas indústrias. O relatório divulgado mostra que 50% das embalagens que existem no mercado podem ser recicladas, mas precisam ainda de muita infraestrutura para isso, enquanto que 20% poderiam ser substituídas por materiais mais duráveis e reutilizáveis. E ainda existem aquelas que não conseguem ser recicladas – pelo menos não com as tecnologias existentes, representando 30%. Ou seja, temos que redesenhar esse tipo de embalagem.

Europa

Do outro lado do Atlântico, a Europa procurou dar o primeiro passo no que diz respeito ao fomento da economia circular. O velho Continente aprovou o PEC (Pacote de Economia Circular), o qual é apoiado totalmente pela Tomra Sorting Recycling. Com este pacote, que altera a legislação em vigor, vai ser possível promover uma economia circular que criará condições de concorrência equitativas entre os estados-membros, estimulará a inovação nos produtos de design e incentivará sistemas de distribuição reversos, iniciativas que vão permitir aumentar a qualidade e quantidade da reciclagem, um dos pilares da economia circular.

De acordo com o relatório intitulado “Towards the Circular Economy”, existem 380 bilhões de dólares em negócios não explorados, apenas na Europa. Outro estudo elaborado pela Fundação Ellen McArthur e McKinsey & Company aponta casos e análises financeiras das oportunidades no sistema batizado de “Economia Circular”: um modelo capaz de desacoplar o crescimento econômico da geração de resíduos. Este estudo destaca quatro fontes de criação de valor para modelos de negócios onde as iniciativas de “fechar o ciclo” dos produtos podem ser muito rentáveis: manutenção, redistribuição, remanufatura e reciclagem.

Estima-se, que as economias emergentes na Ásia, América Latina, África e Oriente Médio removerão três bilhões de pessoas da pobreza nas próximas décadas, o que permite criar uma demanda cada vez mais crescente de bens de consumo por parte das novas classes médias.

O olhar da Tomra Sorting Recycling sobre a economia circular

Através da criação de soluções baseadas em sensores equipados para entregar uma produtividade ótima dos recursos, a Tomra tem por ambição estar entre os líderes desta revolução de recursos – que visa substituir o sistema atual, que é baseado no consumo ao invés da recuperação dos recursos não-renováveis. O fornecimento de soluções inteligentes que otimizam os recursos disponíveis – pesquisar, usar, recuperar, reciclar e revitalizar – permite à Tomra fazer uma contribuição chave para mudar a perspectiva padrão da sociedade sobre o conceito de recursos sustentáveis.

As soluções baseadas em tecnologias de ponta e novas aplicações permitem uma otimização da recuperação dos resíduos, o que aumenta a qualidade e a quantidade dos resíduos recuperados. No mercado brasileiro, a economia circular pode ser um dos pilares do futuro. De acordo com Carina Arita, Diretora Comercial da Tomra Sorting Recycling Brasil, “a Economia Circular pode ter um papel preponderante tendo em conta o número elevado de resíduos que consumimos diariamente”. A Tomra tem procurado trabalhar junto com as plantas de triagem para estimular a reciclagem e aumentar assim o nível de pureza dos materiais. Com uma maior conscientização, vamos conseguir ter um futuro melhor”, explicou a responsável da Tomra.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho de alta capacidade (NIR) do mundo para aplicações de triagem de resíduos, a Tomra Sorting Recycling continua a ser pioneira na indústria com dedicação à recuperação de frações de alta pureza de fluxos de resíduos. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

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Plástico do Bem

29/07/2018

Artigo de Albano Schmidt
Presidente do Simpesc – Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina

Recentemente a ONU, Organização das Nações Unidas, protagonizou a campanha “#Acabe Com a Poluição Plástica”, onde o plástico aparece como um dos principais causadores de danos ao meio ambiente. Ao destacar apenas pontos negativos, a ação reforça a ideia de que este produto é sinônimo de poluição e leva os extremistas a enaltecerem o discurso de acabar com o seu uso.

Sou absolutamente contra o mote dessa campanha, que decidiu – de maneira irresponsável – que o plástico é um monstro poluidor. Tudo o que está em nossa volta contém, é transportado ou acondicionado por um material plástico. Nos hospitais, ele está nos medicamentos, vacinas, materiais cirúrgicos e implantes. Os alimentos e a água são transportados e acondicionados por ele.

Outro exemplo emblemático é a sacola plástica distribuída nos supermercados. Querem eliminá-la e usar a retornável, de tecido. Ok, mas depois de usadas, as sacolas retornáveis precisam ser higienizadas. Usaremos água e detergente? E quem vai tratar essa água? E a natureza? Esse não era o grande apelo para eliminarmos o plástico? Não precisa lavar a sacola retornável? Depois de alguns usos, essa sacola estará conduzindo, transmitindo e será vetor de multiplicação de bactérias, microrganismos e fungos, estará contaminada e será um perigo para a sociedade. Enfrentaríamos seríssimos problemas de saúde pública.

Desafio alguém a conseguir viver sem o plástico, um único dia! Plástico é um produto do bem, é útil e importante. O grande vilão é a sociedade, que não dá o destino adequado. Temos que utilizar menos, reutilizar e encaminhar para o descarte adequado. Jogá-lo na natureza é uma irresponsabilidade. Até hoje nunca vi uma sacolinha com perninha indo tomar banho de rio. A ONU deveria aproveitar seu prestígio para transformar as pessoas, conscientizando-as a dar o destino adequado ao lixo.

Para que a gente construa um futuro humano e digno – para nós mesmos, mas principalmente para nossos filhos e netos – a separação e destinação do lixo para reciclagem precisa fazer parte da nossa rotina. Dar o destino correto ao lixo é um assunto sério e muito urgente, é uma mudança de atitude para a vida, em favor da vida, e deve acontecer agora.

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DSM é reconhecida como um dos fornecedores sustentáveis da Apple

01/05/2018

Atenta à necessidade de realizar uma operação mais sustentável para combater as mudanças climáticas e promover uma manufatura que minimize os danos ao meio ambiente, a Apple divulgou em abril uma lista dos parceiros que assumem esse compromisso juntamente à empresa. E a DSM está entre eles, por meio da divisão DSM Engineering Plastics, que desenvolve e fornece os polímeros e compostos para produção de cabos e conectores dos produtos da Apple.

Esta não é a primeira vez que a DSM é lembrada por suas práticas sustentáveis globalmente. Em 2017, a DSM ficou entre as dez empresas mais sustentáveis do planeta do ranking “100 World´s Most Sustainable Corporations in the World”, da revista canadense de economia e negócios Corporate Knights. Este reconhecimento reitera o compromisso da DSM – e de todas as suas áreas de negócios – com questões relacionadas a mudanças climáticas e redução das emissões de carbono.

Como a DSM tem a sustentabilidade no foco da sua atuação, a companhia tem a meta de que a venda de produtos sustentáveis seja responsável por 65% da sua receita até 2020; ao final de 2016, a empresa já havia chegado à marca de 63%, com um portfólio de produtos ambientalmente e socialmente amigável. “Levar a sustentabilidade para os produtos é uma evolução importante e necessária e que a DSM tem demonstrado ser economicamente viável”, afirma Zenaide Guerra, diretora de assuntos corporativos e responsável pela área de sustentabilidade da DSM para a América Latina.

Portfólio sustentável ao longo da cadeia de valor

Para avaliar qual produto de seu portfólio é considerado sustentável, a DSM aplica uma abordagem de ciclo de vida e mede os impactos ambientais e sociais ao longo de toda a cadeia de valor. A análise tem início na extração de matérias-primas, passa pela produção, fabricação, transporte e uso, até chegar ao fim da vida do produto, englobando ainda a reciclagem. As análises seguem padrões internacionais de certificação e as diretrizes do Conselho Mundial de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, na sigla em inglês), grupo de CEO’s que atua como conselheiro da ONU para o tema.

Depois da análise do ciclo de vida e mensuração, os produtos ainda precisam estar em patamares superiores aos da concorrência, do ponto de vista de impactos ao meio ambiente ou trazendo benefícios para a vida dos consumidores, funcionários ou para a cadeia de produção. “Evoluir de processos sustentáveis para produtos sustentáveis, ter critérios de análise internacionalmente reconhecidos, dar transparência a todo o processo e determinar metas de médio e longo prazos são quatro pontos essenciais para conseguirmos responder positivamente à pergunta se as empresas podem efetivamente contribuir para se atingir os objetivos do milênio”, afirma Zenaide.

Fonte: Assessoria de Imprensa – DSM

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Enzima que “come” PET é produzida acidentalmente por cientistas britânicos e americanos

17/04/2018

Segundo matéria publicada pela Deutsche Welle, reproduzida a seguir, pesquisadores produziram, por acidente, uma enzima capaz de degradar plásticos PET e que pode ajudar a diminuir a poluição causada pelo material, principalmente garrafas plásticas.

Enzima descoberta acidentalmente poderá facilitar reciclagem de plástico

Pesquisadores nos Estados Unidos e no Reino Unido produziram por acidente uma enzima que consome plásticos, revelou um estudo divulgado nesta segunda-feira (16/04). A descoberta poderá ajudar a reduzir o grave problema da poluição causada pelo produto derivado do petróleo.

Cientistas da Universidade de Portsmouth e do Laboratório de Energias Renováveis do Departamento de Energia dos EUA decidiram concentrar seus esforços numa bactéria de ocorrência natural descoberta no Japão há alguns anos.

Pesquisadores japoneses acreditam que a bactéria Ideonella sakaiensis se desenvolveu nas últimas décadas num centro de reciclagem, uma vez que até os anos 1940 o plástico ainda não tinha sido inventado. O organismo parece se alimentar exclusivamente de um tipo de plástico conhecido como Politereftalato de etileno (PET), amplamente utilizado na fabricação de garrafas.

Os cientistas buscavam compreender o funcionamento de uma das enzimas dessa bactéria, denominada PETase, analisando sua estrutura. “Eles acabaram avançando um passo à frente e acidentalmente desenvolveram uma enzima que consegue desmembrar ainda melhor os plásticos PET”, afirma o relatório divulgado na publicação científica americana Procedimentos da Academia Nacional de Ciências (PNAS).

Utilizando um raio-X de brilho dez bilhões de vezes mais forte do que o Sol, eles conseguiram elaborar um modelo tridimensional de alta resolução da enzima.

Cientistas da Universidade de Campinas (Unicamp) e da Universidade do Sul da Flórida desenvolveram através de computadores um modelo que demonstrava que a PETase era bastante semelhante a outra enzima, a cutinase, encontrada em fungos e bactérias.

Uma área da PETase, porém, apresentava algumas diferenças, levando os cientistas a deduzir que esta seria a parte que permitiria a degradação do plástico. Ao modificar essa enzima, tornando-a mais semelhante à cutinase, os pesquisadores descobriram acidentalmente que a enzima mutante conseguia degradar o plástico com eficácia ainda maior do que a PETase.

Os cientistas trabalham agora em melhorias nessa enzima, para que possa, no futuro, ser desenvolvida em grande escala e utilizada no setor industrial. O objetivo ao quebrar o plástico em partes menores seria permitir que ele seja reutilizado de maneira mais eficiente.

“O acaso muitas vezes tem um papel significativo na pesquisa científica fundamental, e nossa descoberta não é exceção”, afirmou o autor do estudo, o professor John McGeehan, da Faculdade de Ciências Biológicas de Portsmouth.

“Ainda que modesta, a descoberta inesperada sugere que há espaço para desenvolver ainda mais essas enzimas, nos aproximando de uma solução para reciclar as montanhas de dejetos de plástico que não param de crescer”, observou.

Mais de oito milhões de toneladas de plástico são despejadas anualmente nos oceanos, enquanto aumenta a preocupação com os problemas causados à saúde humana e ao meio ambiente. Apesar dos esforços globais para reciclar essa matéria-prima, a maior parte dos produtos plásticos sobrevive durante centenas de anos.”

Link para a matéria no site da Deutsche Welle a seguir: http://www.dw.com/pt-br/cientistas-desenvolvem-enzima-que-come-pl%C3%A1stico/a-43417084

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Braskem se torna fornecedora de Plástico Verde para o Grupo LEGO

28/03/2018

Polietileno Verde, feito a partir da cana-de-açúcar, será usado nos elementos ‘botânicos’ da empresa dinamarquesa já em 2018

A Braskem passa a fornecer para o Grupo LEGO o Plástico Verde I’m greenT, produzido a partir de cana-de-açúcar. Já em 2018, o Plástico Verde integrará os elementos ‘botânicos’ como árvores, arbustos e folhas das linhas da empresa dinamarquesa, conhecida por seus blocos de montar.

“Essa parceria reforça a estratégia bem-sucedida da Braskem em apostar em produtos sustentáveis e inovadores”, afirma Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem. “O Plástico Verde integra o portfólio de produtos renováveis da Braskem, que tem uma estratégia robusta de crescimento e desenvolvimento para os próximos anos”, completa.

Segundo a Braskem, atualmente o Plástico Verde está presente em mais de 150 marcas na Europa, nos Estados Unidos, na Ásia, na África e na América do Sul. O seu processo de produção começa com a desidratação do etanol, obtido da cana-de-açúcar, para transformá-lo em eteno, que segue para unidades de polimerização onde é transformado em polietileno.

A Braskem afirma que o seu Plástico Verde é o primeiro polietileno de origem renovável a ser produzido em escala industrial e vem sendo produzido desde 2010 no Polo Petroquímico de Triunfo, no estado do Rio Grande do Sul, onde são produzidas 200 mil toneladas da resina por ano.

Fonte: Braskem

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Karina Plásticos passa a usar o Polietileno Verde em seu portfólio de produtos

20/02/2018

Por meio de uma nova parceria com a Braskem, a Karina Plásticos agrega mais um produto em seu portfólio com o Polietileno Verde I’m greenT para o mercado de fios e cabos. Os produtos da linha “Karintox Eco” já estão disponíveis no mercado e podem ser identificados pelos consumidores por meio do selo “I’m greenT“. O selo é a identificação para produtos feitos com o Plástico Verde da Braskem.

“Em um momento em que buscamos incansavelmente condições competitivas para sobreviver em um mercado complicado e vindo de um período altamente recessivo, identificamos através dessa ação conjunta com a Braskem um nicho importante que, sem dúvida, irá destacar a Karina nessa indústria tão confrontada por situações nocivas ao meio ambiente. Atuando inicialmente no mercado de Fios e Cabos com um produto isento de halogênio, agora também incorporamos em sua formulação uma matéria-prima originada de uma cadeia renovável”, destaca Edson Penido, comercial da Karina.

A Karina possui uma linha de produtos formada por Compostos de PVC, Especialidades Poliolefínicas e uma variedade de cores de Masterbatches.

Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem, comentou sobre o assunto: “Essa parceria comprova novamente que a indústria brasileira e os seus clientes estão interessados em soluções inovadoras, ainda mais sustentáveis e que agreguem valor ao produto final. Esta nova parceria com a Karina demostra que estamos preparados para atendê-los com um amplo portfólio”.

O Polietileno Verde I’m greenT é feito a partir do eteno obtido da cana-de-açúcar. A planta de Polietileno Verde da Braskem possui capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano. Segundo a empresa, o Polietileno Verde captura e fixa 3,09 toneladas de CO2 da atmosfera para cada tonelada de resina produzida durante o seu ciclo de produção, colaborando para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa. Além disso, a resina de origem renovável mantém todas as propriedades técnicas e mecânicas do plástico convencional, de origem fóssil, o que permite a sua utilização e reciclagem usando máquinas já existentes, sem necessidade de adaptação.

Fonte: Braskem

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INDAC lança programa para auxiliar transformador no descarte correto de resíduos de acrílico

30/11/2017

Material pode ser 100% reciclado se retornado aos produtores de chapas. Transformadores são responsáveis pelo descarte correto, que pode ajudar na produção de chapas recicladas de melhor qualidade e mais baratas

Para ajudar o transformador no descarte correto de sucata de acrílico, o INDAC – Instituto Nacional para Desenvolvimento do Acrílico – criou o Programa de Recuperação de Acrílico. Por meio dele, vai orientar os transformadores sobre os procedimentos mais adequados de armazenamento e de repasse do material descartado aos produtores de chapas.

A iniciativa pretende eliminar do circuito as práticas inadequadas de coletores sem informação ou desavisados, que não armazenam corretamente o acrílico, além de misturá-lo com outros plásticos. Tais práticas fazem com que os custos de produção das chapas recicladas sejam mais dispendiosos por causa da separação de impurezas.

Além de contribuir para o aumento da qualidade da chapa reciclada e seu barateamento, o estímulo do retorno do material excedente às empresas produtoras ainda faz com que a cadeia se ajuste à Lei de Logística Reversa, que torna todos os elos do mercado responsáveis pelo descarte ecologicamente correto de resíduos sólidos.

Longe de ser um plástico comum, o acrílico, além de resistente, de ter boa aparência e ser bastante durável, é 100% reciclável. Quando descartado corretamente, pode ser novamente transformado em chapas que serão utilizadas para uma infinidade de aplicações, como objetos decorativos, displays comerciais e acessórios femininos, entre tantas outros itens. “Todo esse processo é possível porque o acrílico é um termoplástico que não sofre alterações significativas na sua estrutura química durante o reaproveitamento, permitindo que ele seja fundido no processo de recuperação do monômero de metacrilato de metila”, explica Carlos Marcelo Thieme, presidente Indac.

Tal flexibilidade ainda torna o acrílico um material valioso no mercado de reciclagem, quando comparado a outros plásticos. Isso faz com que seu índice de reaproveitamento seja bastante alto. De acordo com estimativas do setor, são recicladas no País aproximadamente 2 mil toneladas por ano de chapas e resinas acrílicas. E esse número só não é maior porque o material é muito durável e, por isso, utilizado na produção de bens com prazo de vida mais longo. Assim, um item em acrílico geralmente só é descartado quando quebra ou chega ao final de sua vida útil.

Descarte

Tanto quanto as empresas produtoras da matéria-prima, os transformadores têm responsabilidade sobre os impactos negativos de um produto no meio ambiente. Por isso, descartar corretamente os resíduos é fundamental, inclusive para que esse material volte às mãos de quem o produz. “Quando se tratar do descarte de acrílico, recomendamos que as pessoas procurem seus fornecedores de chapas. Em caso de dúvidas ou se tiver qualquer dificuldade de contato com o produtor, orientamos que procurem o INDAC. O Instituto vai informá-lo quanto à forma mais correta de descarte e armazenamento do material”, explica Thieme.

Para saber mais sobre o Prograa de Recuperação de Acrílico INDAC, o transformador pode ligar diretamente para o Instituto: (11) 3171-0423.

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico (www.indac.com.br) é uma organização criada há 17 anos, por empresários da livre iniciativa do setor com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados. A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Fonte: Assessoria de Imprensa – INDAC

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Braskem cria área de Reciclagem e Plataforma Wecycle

30/10/2017

Objetivo é fomentar iniciativas junto à cadeia de plástico para promover a economia circular do plástico

Para reforçar seu compromisso com o desenvolvimento de soluções sustentáveis na cadeia do plástico, a Braskem anuncia a criação da área de Reciclagem & Plataforma Wecycle, dentro da estrutura da Unidade de Poliolefinas da América do Sul e Europa.

A nova área tem como objetivo reforçar o posicionamento estratégico da Braskem e alavancar o incentivo de iniciativas, negócios e soluções sustentáveis relacionadas à economia circular do plástico, em especial à reciclagem, assim como o de gerir os aspectos institucionais e regulatórios sobre o tema.

Executiva com vasta experiência na indústria petroquímica, Fabiana Quiroga  (foto) vai liderar a área. Com mais de 15 anos na Braskem, já atuou em atividades jurídicas e regulatórias, no apoio à busca de soluções empresariais para as áreas industriais, comerciais, de Inovação e Tecnologia e de Saúde, Segurança e Meio Ambiente (SSMA), além da avaliação da cadeia de valor da Reciclagem e dos modelos existentes.

“Essa iniciativa demonstra o compromisso da Braskem de atuar no desenvolvimento de tecnologias, soluções e programas, que beneficiem a cadeia de produção do plástico e, consequentemente, toda a sociedade. E não há como fazer isto sem focalizar a reciclagem e a economia circular”, afirma Edison Terra, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas da América do Sul e Europa.

Sob a liderança de Fabiana Quiroga, a plataforma Wecycle prevê o desenvolvimento de produtos com conteúdo reciclado pós-consumo, qualificação de processos e confiabilidade técnica, com foco na valorização do resíduo pós-consumo e da cadeia de reciclagem, com menor impacto ambiental e com ações de responsabilidade social. A iniciativa envolve a parceria com diferentes públicos de relacionamento do setor, como brand owners, transformadores, recicladores e cooperativas de catadores.

Um dos resultados do Wecycle, até o momento, foi a produção pela Braskem de resinas de polipropileno e polietileno com qualidade, produzidas com conteúdo reciclado, oriundo de fonte confiável e com rastreabilidade de toda a cadeia de reciclagem. Empresas como Grupo GPA e Muzzicycles já são parceiras da plataforma.

Fonte: Braskem

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Braskem e A. Schulman firmam parceria para viabilizar solução para rotomoldagem com Polietileno Verde

28/09/2017

Clientes que buscam soluções mais sustentáveis terão à disposição composto com elevado conteúdo renovável

A Braskem acaba de firmar parceria com A. Schulman, líder global e produtor de compostos plásticos e resinas de alto desempenho, para produção e comercialização de uma nova aplicação para o Polietileno Verde: uma solução para o processo de transformação por rotomoldagem. A A. Schulman vai trazer esta solução para o mercado com identificação do selo I’m greenT, que indica o auxílio na redução das emissões de gases de efeito estufa.

Ao identificar uma demanda de mercado por uma solução mais sustentável em produtos rotomoldados, a Braskem trabalhou no desenvolvimento de uma resina que permitisse, a partir da rotomoldagem, produzir peças para aplicações de uso geral, que vão desde brinquedos e mobiliário até utensílios para a indústria agrícola e que poderão conter mais de 50% de Plástico Verde em sua composição.

A A. Schulman, que contribui para a parceria com sua expertise industrial e comercial para atender aos clientes diretamente com um produto adequado às necessidades do mercado, apresentará a novidade durante a Rotoplas 2017, maior exposição da indústria de rotomoldagem, que acontece entre 26 e 28 de setembro, nos Estados Unidos.

“A parceria com A. Schulman vai beneficiar um mercado que necessita de produtos inovadores. O novo composto é mais um passo da indústria petroquímica que reforça o compromisso das companhias com novas soluções que ajudem na redução dos gases efeito estufa”, sinaliza Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

“A A. Schulman tem a honra de ter uma relação colaborativa de longa data com a Braskem e estamos igualmente satisfeitos em ajudar a impulsionar a inovação verde na indústria de especialidades químicas e especificamente para o mercado de rotomoldagem”, afirma Gustavo Perez, vice-presidente sênior e gerente geral para América Latina da A. Schulman.

Inovação
Em março de 2017, com investimentos de R$ 1,7 milhão, a Braskem inaugurou o Centro Brasileiro de Tecnologia e Inovação de Triunfo (RS), um completo laboratório de rotomoldagem que inclui um equipamento Rotoline de tamanho comercial. “Com o investimento, poderemos desenvolver novas soluções para o mercado, concentrando-nos no aumento da diversificação das aplicações e continuar a entregar a inovações neste segmento”, completa Fabiano Zanatta, líder do segmento de rotomoldagem da empresa.

A Braskem conta com uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, e faturamento de R$ 55 bilhões em 2016, envolvendo 8 mil colaboradores. Exporta para clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

A A. Schulman Inc. é um fornecedor internacional líder no mercado de compostos plásticos e resinas de alto desempenho com sede em Akron, Ohio (EUA). Desde 1928, a Empresa vem fornecendo soluções inovativas para atender às demandas de seus clientes, que atuam em diversas áreas de mercado, tais como embalagem, mobilidade, construção, elétricos e eletrônicos, agricultura, cuidados pessoais e higiene, esportes, casa e lazer, serviços e outros. A empresa emprega aproximadamente 4.900 funcionários e possui 54 instalações fabris globalmente. As vendas líquidas reportadas no ano fiscal encerrado em 31 de agosto de 2016 foram de aproximadamente US$ 2.5 bilhões.

Fonte: Braskem

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DSM amplia em 13% venda de produtos sustentáveis

28/09/2017

Receita com produtos que oferecem benefícios ambientais e sociais passou de € 3,27 bilhões em 2015 para € 4,99 bilhões no ano passado e passou a representar 63% das vendas globais, demonstrando viabilidade econômica dos produtos com menor impacto.

A venda de produtos sustentáveis da DSM totalizou € 4,99 bilhões em 2016, representando um crescimento de 13% em comparação aos resultados de 2015. O desempenho do ano passado elevou para 63% a fatia que esse tipo de produto passou a ter dentro do faturamento global da companhia, aproximando-se assim da meta de 65%, prevista para ser alcançada em 2020. Em 2015, os produtos que oferecem benefícios ambientais e sociais da DSM representaram 57% da receita total da companhia.

“A redução de custos por meio de melhorias operacionais nas empresas provenientes de avanços em aspectos sustentáveis é sem dúvida um passo importante. No entanto, levar a sustentabilidade para os produtos é uma evolução importante, necessária e que a DSM tem demonstrado ser economicamente viável”, afirma Zenaide Guerra, diretora de assuntos corporativos e responsável pela área de sustentabilidade da DSM para a América Latina.

O resultado de 2016 não foi isolado. Entre 2010 e 2016, a DSM ampliou em 53% a venda de produtos sustentáveis. A receita com esses produtos passou de € 3,27 bilhões para os atuais € 4,99 bilhões. Mais do que isso, os produtos sustentáveis aumentaram sensivelmente sua participação no portfólio da companhia e seu peso dentro das vendas globais. Se em 2010 os produtos sustentáveis representaram 40% das vendas, no ano passado a fatia subiu para 63%.

Para avaliar qual produto de seu portfólio é considerado sustentável, a DSM aplica uma abordagem de ciclo de vida e mede os impactos ambientais e sociais ao longo de toda a cadeia de valor. A análise tem início na extração de matérias-primas, passa pela produção, fabricação, transporte e uso, até chegar ao fim da vida do produto, englobando ainda a reciclagem. As análises seguem padrões internacionais de certificação e as diretrizes do Conselho Mundial de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, na sigla em inglês), grupo de CEO’s que atua como conselheiro da ONU para o tema.

Depois da análise do ciclo de vida e mensuração, os produtos ainda precisam estar em patamares superiores aos da concorrência, do ponto de vista de impactos ao meio ambiente ou trazendo benefícios para a vida dos consumidores, funcionários ou para a cadeia de produção. “Evoluir de processos sustentáveis para produtos sustentáveis, ter critérios de análise internacionalmente reconhecidos, dar transparência a todo o processo e determinar metas de médio e longo prazo são quatro pontos essenciais para conseguirmos responder positivamente à pergunta se as empresas podem efetivamente contribuir para se atingir os objetivos do milênio”, afirma Zenaide.

A Royal DSM é uma empresa global baseada na ciência, com atividades nas áreas de saúde, nutrição e materiais. A DSM oferece soluções inovadoras para mercados mundiais como alimentos e suplementos dietéticos, cuidados pessoais, rações, dispositivos médicos, peças automotivas, tintas, componentes elétricos e eletrônicos, proteção da vida, energia alternativa e materiais biológicos. A DSM e suas empresas associadas têm faturamento líquido anual de 7,92 bilhões de euros, com mais de 20.000 funcionários. As ações da empresa são negociadas na Euronext Amsterdã.

Fonte: DSM

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Novo equipamento da Tomra utiliza tecnologia a laser para separar vidros de polímeros em resíduos domiciliares e comerciais

25/09/2017

  • Tomra Sorting Recycling lança Autosort Laser
  • Tecnologia reduz resíduos a serem descartados em aterros

A Tomra Sorting Recycling anunciou o lançamento de uma máquina de separação por sensores baseada em tecnologia laser. Segundo a empresa, o seu Autosort Laser (www.Tomra-autosort-laser.com) permite a seleção de vidro, cerâmica, pedras, metais e plásticos de resíduos domiciliares e comerciais. As suas capacidades permitem que as plantas de recuperação de materiais possam reaver ainda mais resíduos e, portanto, reduzir o volume de material que seguirá para os aterros, reduzindo significativamente os custos de descarte, afirma a empresa. Além disso, o Autosort Laser ajuda a criar receitas adicionais através da recuperação de produtos com valor comercial.

A tecnologia de separação a laser é baseada no sistema de infravermelhos (NIR) e na série fléxível do Autosort da Tomra, um separador com mais de 4.000 unidades instaladas em todo o mundo. A Tomra afirma que o seu Autosort Laser oferece uma combinação de sensores capazes de detectar simultaneamente mais propriedades da corrente de resíduos no mesmo ponto, selecionando, portanto, as frações de material de forma mais eficiente. Ao contrário de tecnologias concorrentes, o Autosort Laser se diferencia por separar o vidro – fino, grosso ou opaco – de resíduos sólidos urbanos.

Uma das primeiras empresas a usar o Autosort Laser é a Remondis GmbH, na Alemanha. Harry Amann, gerente da planta, comentou sobre a instalação: “Estamos muito orgulhosos por ter o primeiro Autosort Laser instalado em nossa fábrica em Erftstadt, na Renânia. Uma grande redução de custos e uma excelente qualidade de produto na saída simplificaram o processo da nossa planta. Não preciso dizer que esperamos um retorno rápido neste projeto”.

Segundo a Tomra, o Autosort Laser possui um sistema de plano de fundo independente que garante a estabilidade de classificação e permite separar o vidro fino, grosso ou opaco em relação a polímeros transparentes, cada vez mais utilizados em itens como injeções, isqueiros, garrafas para bebês ou cosméticos. A série Autosort apresenta uma tecnologia patenteada Flying Beam e Fourline para alta velocidade e precisão, afirma a empresa. Com a interface de usuário padrão da Tomra, os operadores podem selecionar facilmente uma variedade de programas de seleção em sua tela sensível ao toque, enquanto o recurso de calibração contínua permite o monitoramento e otimização em tempo real, assegura a Tomra. O Autosort Laser pode ser facilmente integrado em função do design compacto.

O grupo Tomra tem a tecnologia laser em seu portfólio de sistemas de separação desde 1997. Como um método de identificação globalmente estabelecido, a tecnologia de seleção própria da Tomra foi especialmente adaptada e desenvolvida para as necessidades exclusivas da indústria de reciclagem.

Peter Mentenich, gerente sênior de produtos da Tomra Sorting Recycling comentou: “Estou muito satisfeito por ver as primeiras instalações bem-sucedidas e o lançamento do Autosort Laser em nosso portfólio de produtos. Ele garante uma maior rentabilidade para nossos clientes e ajuda a reduzir significativamente a quantidade de material que vai para aterros sanitários. Um bom exemplo novamente de que a sustentabilidade e os negócios não são mutuamente exclusivos – ambos podem ser alcançados com tecnologia inovadora de gerenciamento de resíduos e reciclagem”.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos, tendo sido responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos.  A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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Cipatex investe em controle de qualidade e avança na produção de laminados sem ftalatos

12/09/2017

Medida visa atender a diversos segmentos de atuação da empresa, com destaque para calçadista e moveleiro

O Centro de Pesquisa e Inovação da Cipatex passa a contar com equipamentos que vão garantir mais eficiência no controle dos níveis de ftalatos. A medida atende às exigentes especificações internacionais. De acordo com o gerente de inovação, pesquisa e tecnologia da Cipatex, Fernando Brandão, a aquisição de um cromatógrafo a gás acoplado com espectômetro de massa de última geração permite a identificação de compostos do início ao fim da produção, desde as matérias primas até o produto acabado. “O equipamento amplia a sensibilidade na análise de traços, aumenta a precisão e exatidão dos resultados, trazendo mais eficiência ao processo e garantindo que os níveis de ftalatos fiquem bem abaixo do permitido”, destaca Brandão.

​A medida visa atender a diversos segmentos de atuação da Cipatex, com destaque para o calçadista e moveleiro. No Brasil, a empresa possui a maior capacidade produtiva para materiais sem ftalato. Agora, com o novo equipamento, a companhia poderá atender com maior controle de qualidade. “A aquisição do cromatógrafo significa um grande avanço tecnológico e um importante passo para aumentar a capacidade da empresa de atender às necessidades de clientes nacionais ou internacionais”, destaca.

​​O​ gerente explica que os ftalatos são uma família de compostos, ésteres do anidrido ftálico com álcoois de baixo peso molecular. Alguns destes compostos são utilizados como plastificantes para as resinas de PVC para torná-las flexíveis e macias. No setor calçadista, os ftalatos são usados para conferir maleabilidade e flexibilidade ao cabedal e forro. Conforme Brandão, em alguns casos as substâncias são aceitas por determinado país, mas encontram barreiras no cliente/comprador. Também existem situações em que produtos aceitos por continentes podem ser proibidos pela legislação de um único país, criando um cenário complexo. A lista de restrições é dinâmica e talvez o mercado mais rígido seja o europeu, que segue o Reach, regulamento relativo ao registro, avaliação, autorização e restrição de produtos químicos.

Pelo regulamento, existem restrições em relação a alguns tipos de ftalatos, como DEHP, BBP e DBP. Para exportar para Europa, por exemplo, o nível de DEHP presente no produto final deve ser abaixo de 0.1 %.

Há 53 anos o Grupo Cipatex oferece ao mercado soluções em revestimentos sintéticos e não-tecidos. Criada em 1964, a companhia hoje conta com uma linha de produtos que atende aos setores de calçados, piscinas, bolsas e acessórios, utilidades domésticas, construção, móveis, vestuário, automóveis, esporte e lazer, brindes, material escolar e comunicação visual. Ao todo, a Cipatex® conta com cerca de 1.400 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Cipatex

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Matéria-prima da Basf para componentes automotivos de poliuretano proporciona menos emissões no interior de veículos

14/08/2017

  • Material  permite que as montadoras atendam às regulamentações e aos padrões da indústria, afirma a empresa;
  • Potencial de redução médio de até 20% nas emissões de aldeído

Segundo a BASF, o seu processo de fabricação do Lupranol® (poliol poliéter) foi aprimorado a fim de que os componentes de veículos fabricados a partir dos sistemas de poliuretano da empresa emitam, em média, 20% a menos de aldeído, um Composto Orgânico Volátil (VOC). Assim, os fornecedores automotivos que fabricam, por exemplo, peças acústicas, assentos e volantes ou painéis de instrumentos e portas com espuma de poliuretano, conseguirão atender às crescentes exigências das montadoras na redução de emissões de VOCs no interior dos veículos.

Após a mudança no processo nas plantas de produção da BASF na Ásia, no início de 2017, a modificação está agora sendo feita na Europa e ocorrerá também nos Estados Unidos ao longo do ano. Junto com o isocianato, o poliol é o produto básico para os sistemas de espuma de poliuretano.

As emissões foram otimizadas com a melhoria dos processos de limpeza e acabamento na produção do Lupranol®, de modo que as propriedades mecânicas do material permanecem inalteradas durante os estágios seguintes de espumação e processamento nos clientes. Com isso, os grades de Lupranol® atualmente em uso podem ser substituídos imediatamente, sem necessidade de testes ou novas aprovações dos sistemas de PU que são baseados nesses grades de Poliol. A BASF comercializa sistemas de PU para espuma flexível, semi-rígida e integral sob as marcas Elastoflex® W, Elastoflex® E e Elastofoam® I.

Com os grades melhorados de Lupranol®, as emissões dos componentes automotivos fabricadas com o produto serão cada vez menores. As autopeças produzidas com esses sistemas PU são testadas tanto internamente como também por laboratórios certificados, como o Imat-Uve e o Institut Fresenius. A melhoria dos valores de emissão varia de peça para peça. É possível obter uma redução média de 20%, medida segundo os métodos de teste de câmara comumente aceitos como, por exemplo, o VDA276 e o BMW GS 97014-3, afirma a BASF.

Autoridades governamentais em todo o mundo estão continuamente exigindo emissões cada vez mais baixas no interior de veículos para reduzir o potencial impacto de substâncias voláteis sobre a saúde dos motoristas, mas também para diminuir o cheiro característico de carro novo. Atualmente o foco está em aldeídos como o formaldeído, acetaldeído e propionaldeído, além de aromáticos oriundos dos poliuretanos. A BASF tem trabalhado no desenvolvimento de sistemas de PU que possibilitem componentes automotivos com menores emissões.

Fonte: Assessoria de Imprensa – BASF

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Rhodia completa 40 anos de produção de sílica no Brasil

30/06/2017

Empresa comemora com clientes os 40 anos de produção de insumo utilizado na produção de pneus, borracha e calçados, para a formulação de agroquímicos e nutracêuticos, além de produtos para cuidados pessoais e alimentação humana

A sílica precipitada quimicamente, um insumo utilizado por indústrias de diferentes segmentos, desde os pneus (incluindo os ‘pneus verdes’) e artefatos técnicos de borracha até formulação de agroquímicos, nutracêuticos e calçados, passando por produtos de cuidados pessoais e para a alimentação humana, é uma das apostas para o crescimento sustentado dos negócios da Rhodia, empresa do Grupo Solvay, na região da América Latina.

Pioneira na região a produção de sílicas precipitadas, a Rhodia tem feito investimentos permanentes em sua unidade industrial instalada em Paulínia (SP), que está completando 40 anos de instalação. Por ano, em média, a empresa tem aplicado em torno de 10 milhões de reais em projetos de processos operacionais, na introdução de novas tecnologias e produtos, em logística e aumento de capacidade de produção.

Os objetivos dessa área de negócios são aumentar a eficiência da área e abastecer adequadamente os clientes em todos os países da região, com os produtos comercializados sob as marcas Zeosil®, Zeosil® Premium, Efficium® e Tixosil®, em suas diversas apresentações, de acordo com os segmentos de mercados em que são aplicadas.

“Produtividade e competitividade são as palavras-chave do setor e elas estão incorporadas ao nosso modo de trabalhar. Com nossas inovações e a capacidade de atender os diversos mercados em que atuamos, nós estamos bem posicionados para continuar crescendo na região junto com nossos clientes”, afirma François Pontais, vice-presidente para a América Latina da unidade global de negócios Sílica do Grupo Solvay.

A mais recente iniciativa na fábrica de Paulínia foi o início da produção da sílica de alta dispersabilidade (HDS, na sigla em inglês) destinada principalmente à produção dos pneus que economizam energia. Análises realizadas pela empresa e de organismos do setor automotivo indicam que o uso dessa sílica HDS permite a redução de até 7% no consumo de combustível do automóvel. Portanto, reduz na mesma proporção as emissões de carbono na atmosfera. A expansão do uso da sílica de alto desempenho na produção dos chamados pneus verdes pode ser um fator importante para que a indústria automobilística alcance mais rapidamente as metas de redução de emissões de carbono previstas nos programas de desenvolvimento do setor.

Do mesmo modo, a empresa está investindo para aumentar o uso de suas sílicas precipitadas em outros segmentos de mercado em que há potencial de crescimento, tais como oral, care, formulações de nutracêuticos e agroquímicos, além de mercados regionais importantes, como calçados e alimentação humana. “Temos em nosso pipeline de inovações, em nossos laboratórios no Brasil e em outras regiões de atuação do Grupo Solvay, uma série de projetos em diferentes etapas de desenvolvimento, que serão colocados à disposição do mercado até 2020”, acrescenta Pontais.

40 anos de pioneirismo – Erguida em 1977, sob o signo do pioneirismo, a unidade industrial de Sílica da Rhodia passou ao longo de 40 anos por diversas transformações e modernizações para manter sua competitividade em um cenário econômico regional de muitos desafios. Inicialmente a Rhodia e depois o Grupo Solvay (que adquiriu as operações da Rhodia em 2011) investem permanentemente nessa área de negócios.

A unidade global de negócios Sílica, do Grupo Solvay, é a inventora da sílica de alta dispersão (HDS), na década de 1990, e um player importante em pneus que economizam energia e possui nove fábricas e quatro laboratórios de Pesquisa e Inovação em quatro continentes.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Rhodia

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