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Cidade do México inaugura maior Estação de Transferência e Triagem de RSU no País com planta fornecida pela Stadler

20/09/2021

A Estação de Transferência e Triagem de Azcapotzalco, a maior e mais moderna da América Latina, abriu suas portas na Cidade do México (CDMX). Com esta unidade, a prefeitura é a primeira do país a avançar no tratamento dos resíduos urbanos com base no conceito de economia circular – um dos objetivos prioritários da atual gestão.

A Stadler forneceu tecnologia de ponta para atingir esse marco. Natalya Duarte, Diretora de Vendas para o México na Stadler, afirma: “Gostaríamos de agradecer à Cidade do México por nos permitir dar nossa contribuição e participar do grande desafio de reduzir o desperdício na Cidade do México, uma das megacidades mais populosas do mundo, onde mais de 12.000 toneladas de resíduos são geradas todos os dias”. Assim, a prefeitura estabelece as bases para o cumprimento de sua responsabilidade ambiental, reconhecendo a importância do cumprimento dos acordos internacionais e a necessidade de aplicação dos princípios da economia circular.

Natalya Duarte, diretora de vendas da Stadler no México

É a primeira usina automatizada de propriedade do governo do país para a separação e tratamento de resíduos sólidos urbanos. A unidade de 11.000 m2 separa papel, papelão, embalagens multicamadas, PET e HDPE, sacolas e filmes plásticos, latas de alumínio, sacolas metalizadas, tecidos, vidro e outros metais. A usina foi comissionada em maio de 2021. Ela opera em conjunto com uma estação de transferência para processar cerca de 1.000 toneladas por dia de resíduos dos municípios de Cuauhtémoc, Gustavo A. Madero, Miguel Hidalgo e Azcapotzalco, e terá capacidade para receber até 1.400 toneladas de resíduos por dia. Seu funcionamento vai gerar 404 empregos.

A instalação é administrada pela Pro Ambiente, uma subsidiária da CEMEX, que tem mais de 25 anos de experiência na gestão de resíduos e na operação de fábricas para a seleção e recuperação de combustíveis derivados de resíduos. “Temos orgulho de participar desse novo projeto, que está alinhado aos nossos objetivos de sustentabilidade e redução de emissões. Estamos preparados para operar essa planta sob um modelo que garanta, antes de mais nada, a segurança de todos os nossos colaboradores, a continuidade operacional por meio de programas de manutenção e produção com padrões internacionais e a qualidade de triagem, a fim de garantir um maior aproveitamento dos resíduos gerados na Cidade do México”, afirma José Guillermo Díaz, gerente de tecnologia e combustíveis alternativos da CEMEX.

Cerimônia de inauguração

A usina foi inaugurada oficialmente no domingo, 25 de julho, em um evento que contou com a presença de personalidades da cena política, entre elas Claudia Sheinbaum Pardo, Chefe de Governo da CDMX; Jesús Antonio Esteva Medina, Secretário de Obras da CDMX; Marina Robles García, chefe da SEMADET da CDMX; Vidal Llerenas Morales, prefeito de Azcapotzalco; e Gautier Mignot, Embaixador da Delegação da UE no México.

Na sequência de seu discurso sobre a importância da implementação da unidade, Claudia Sheinbaum apertou o botão que ligou a planta, cumprindo o plano definido em sua agenda de avançar para uma economia circular.

“Em vez de dirigir caminhões para despejar resíduos e lixo em aterros, estamos separando tudo. Além disso, a reciclagem é usada para produzir outros produtos. Isso se chama economia circular na Cidade do México. Vamos nos orgulhar desta planta de triagem de resíduos sólidos, a mais moderna da América Latina – aqui na Cidade do México “, disse Claudia Sheinbaum durante o evento de inauguração.

Equilíbrio entre automação e mão de obra

O uso de tratamento mecânico entre a transferência e a disposição final foi um primeiro passo fundamental e natural no programa de “desperdício zero” da atual administração da Cidade do México. O objetivo era capturar e separar todas as embalagens recicláveis dentro da própria estação de transferência.

“A inovadora tecnologia de triagem da Stadler faz sentido tanto pela eficiência alcançada no processo de recuperação quanto pelo alto grau de pureza dos materiais obtidos. Ela profissionaliza e industrializa este processo de gestão de resíduos, proporcionando aos classificadores manuais condições de trabalho comparáveis às de qualquer planta de primeiro mundo. Vale ressaltar que a automação não desloca recursos humanos. É possível conseguir um equilíbrio perfeito entre os dois, o que é fundamental para o mercado mexicano. Demonstramos claramente que isso é possível neste projeto na Cidade do México, onde o equilíbrio entre tecnologia e recursos humanos melhora os números do ponto de vista da administração pública e otimiza o custo operacional desse tipo de usina de reciclagem”, afirma Natalya Duarte.

Stadler: tecnologia voltada para a economia circular

A confiança que o governo depositou na Stadler foi desenvolvida através de um processo licitatório com a participação de acadêmicos e especialistas a nível nacional, bem como de instituições e ministérios envolvidos na legislação e fiscalização do correto tratamento do RSU. Segundo a empresa alemã, o resultado de uma análise detalhada feita por um comitê de especialistas, com base em uma caracterização de resíduos realizada pela UAM, levou à conclusão de que a tecnologia da Stadler, adaptada às necessidades locais e aos requisitos específicos, proporciona um tratamento mecânico que cumpre elevados padrões de qualidade e eficiência e se baseia nos princípios da sustentabilidade e da economia circular.

A Stadler é líder mundial em usinas de RSU e está presente no México por meio de 4 importantes projetos de separação de resíduos para a reciclagem: em Cuautla de Morelos (OFMRS), em Chihuahua, em San Luis Potosi e agora em Azcapotzalco. Três desses projetos foram totalmente concluídos e o restante será inaugurado em breve.

Orgulhosa pela participação da Stadler no projeto, Natalya Duarte diz que esta planta é especial por vários motivos: “A tecnologia de classificação inovadora nos permite passar de um processo de triagem mais manual para um processo automático, o qual garante maior eficiência de recuperação e pureza do material. Isso resulta em materiais recicláveis de maior valor. O processo de reciclagem também é profissionalizado e industrializado, encontrando o equilíbrio certo entre tecnologia e controle de qualidade manual. Além disso, a planta opera sob critérios de eficiência e sustentabilidade totalmente novos no país, e vê a inovação tecnológica como uma ferramenta fundamental no cuidado com o meio ambiente”.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

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BASF conclui compra de 49,5% do parque eólico offshore no Mar do Norte holandês

02/09/2021

  • Aprovação de todas as autoridades relevantes já recebidas
  • As obras no Mar do Norte já começaram
  • Fornecimento de energia para tecnologias de baixa emissão com início em 2023

Após a aprovação de todas as autoridades relevantes, a BASF concluiu com sucesso hoje, 01/09/2021, a compra de 49,5% do parque eólico offshore Hollandse Kust Zuid da Vattenfall. O fechamento da transação, originalmente previsto para o quarto trimestre de 2021, foi concluído antes do planejado.

De acordo com o acordo que a BASF e a Vattenfall assinaram em junho de 2021, o preço de compra chega a € 300 milhões. Incluindo a contribuição da BASF para financiar a construção do parque eólico, o compromisso total da BASF chega a cerca de € 1,6 bilhão. A BASF pretende reduzir seu investimento vendendo ações para um co-investidor financeiro; o processo respectivo já foi iniciado.

As obras de construção do parque eólico no Mar do Norte holandês começaram em julho de 2021. O parque eólico offshore não conta com subsídios e deverá estar totalmente operacional em 2023. Nessa época, será o maior parque eólico offshore do mundo, com 140 turbinas e uma total capacidade instalada de 1,5 gigawatts. A eletricidade do parque eólico permitirá à BASF implementar tecnologias inovadoras de baixa emissão em vários de suas instalações de produção na Europa. Outra parte significativa da produção de eletricidade é reservada para os clientes holandeses da Vattenfall.

O complexo químico da BASF em Antuérpia (Bélgica) se beneficiará da energia renovável em uma extensão significativa. A unidade da BASF em Antuérpia é a maior unidade de produção de produtos químicos na Bélgica e a segunda maior unidade do Grupo BASF em todo o mundo.

O esquema de fornecimento para outras unidades da BASF na Europa dependerá do desenvolvimento do respectivo regulamento para energia renovável. O parque eólico também ajudará a Holanda a atingir sua meta de geração de energia renovável e metas de redução de gases de efeito estufa. A BASF tem mais de 1.500 funcionários na Holanda que desenvolvem, produzem e vendem produtos para muitos setores em vários locais.

“Este parque eólico será um importante alicerce para fornecer eletricidade renovável ao nosso site de Antuérpia e outros sites europeus. É o primeiro grande investimento da BASF em instalações para energia renovável. Com este investimento, estamos garantindo volumes significativos de eletricidade de fontes renováveis ​​para a BASF, que é um elemento-chave de nossa transformação em direção à neutralidade climática ”, disse o Dr. Martin Brudermüller, Presidente do Conselho de Diretores Executivos da BASF SE.

“A Vattenfall e a BASF compartilham um objetivo comum de eliminar gradualmente as emissões de gases de efeito estufa de nossas operações. Com esta cooperação, a Vattenfall prova mais uma vez que as parcerias com as indústrias são um elemento chave para acelerar a transição energética europeia entre os vários setores da economia. Estou particularmente orgulhosa de podermos fazer isso e, ao mesmo tempo, garantir o fornecimento de eletricidade livre de recursos fósseis aos nossos clientes holandeses ”, disse Anna Borg, presidente e CEO da Vattenfall.

A Vattenfall afirma ter como missão permitir uma vida livre de combustíveis fósseis em uma geração. Para atingir esse objetivo, a empresa investe fortemente em energias renováveis. A energia eólica offshore desempenha um papel importante no alcance de seus objetivos. Uma pedra angular da estratégia de crescimento da Vattenfall é procurar parceiros para equilibrar os custos de investimento significativos de seus ativos futuros. Investidores fortes apoiarão a Vattenfall para acelerar e impulsionar a transformação do cenário energético, uma vez que abrirá espaço financeiro para novos investimentos em energias renováveis ​​e descarbonização.

A BASF pretende reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 25% até o ano 2030 e atingir emissões líquidas zero até 2050. Uma importante alavanca para reduzir ainda mais as emissões é substituir a eletricidade de base fóssil por eletricidade livre de recursos fósseis. A BASF garantirá o suprimento das quantidades necessárias de energia renovável por meio de uma abordagem “fazer e comprar”. Isso inclui a intenção de trazer co-investidores financeiros para este projeto, permitindo um uso eficiente do capital.

A BASF está trabalhando na ampliação de tecnologias de baixa emissão para dimensões industriais. Após 2030, a BASF espera implementar tecnologias tais como processos livres de CO2 para a produção de hidrogênio e crackers a vapor aquecidos eletricamente, o que aumentará significativamente a demanda da BASF por energia renovável. Os crackers a vapor desempenham um papel central na produção de produtos químicos básicos e requerem uma quantidade significativa de energia para quebrar os hidrocarbonetos, sob altas temperaturas e pressão, em olefinas e aromáticos. Os parques eólicos offshore podem desempenhar um papel fundamental no fornecimento das quantidades necessárias de energia renovável.

“Vattenfall e BASF são parceiros de longa data. Com este projecto verdadeiramente europeu damos mais um passo no reforço da nossa parceria. Juntos, faremos um impacto positivo no clima, em nossos negócios e continuaremos a buscar oportunidades futuras de cooperação ”, disseram Borg e Brudermüller.

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Ineos Styrolution se associa ao Pacto de Plásticos dos EUA para promoção da economia circular para plásticos

01/09/2021

  • Empresa líder global em estirênicos acrescenta sua voz à visão de alcançar um futuro sustentável para os plásticos por meio de mudanças e soluções inovadoras.
  • Ineos Styrolution juntou-se ao Pacto de Plásticos dos EUA (U.S. Plastics Pact), liderado pela The Recycling Partnership e World Wildlife Fund, em parceria com a Ellen MacArthur Foundation.

A Ineos Styrolution juntou-se ao Pacto de Plásticos dos EUA em seu apoio a iniciativas colaborativas voltadas para soluções destinadas a promover mudanças significativas no sistema de design, uso e reutilização de plásticos. O Pacto de Plásticos dos EUA une abordagens intersetoriais, definindo uma estratégia nacional e criando soluções escaláveis ​​para criar um caminho em direção a uma economia circular para plásticos nos Estados Unidos até 2025.

Como parte do Pacto de Plásticos dos EUA, ativadores como a Ineos Styrolution reconhecem que uma mudança significativa é essencial para realizar uma economia circular para plásticos. Como tal, o Pacto de Plásticos dos EUA está reunindo mais de 10 marcas, varejistas, ONGs e agências governamentais em toda a cadeia de valor dos plásticos para trazer uma voz às embalagens dos EUA. Os membros empregarão iniciativas coordenadas e soluções inovadoras para repensar produtos, embalagens e modelos de negócios.

A Ineos Styrolution afirma ter uma forte visão de sustentabilidade com o objetivo de melhorar e aumentar a recuperação de resíduos plásticos pós-consumo e fortalecer a inovação para a circularidade. “Devemos estar focalizados na solução. É fundamental que vejamos os avanços inovadores em sustentabilidade e numa economia circular de plásticos trazidos para uma realidade global ”, diz Ricardo Cuetos, Vice-Presidente da Ineos Styrolution America LLC.

“Juntos, por meio do Pacto de Plásticos dos EUA, daremos início a mudanças no sistema para acelerar o progresso em direção a uma economia circular”, disse Emily Tipaldo, Diretora Executiva do Pacto de Plásticos dos EUA. “O Pacto dos Plásticos dos EUA mobilizará mudanças em todo o sistema por meio do apoio à inovação a montante (upstream) e de uma estratégia nacional coordenada. Essa estrutura unificada permitirá que os membros acelerem o progresso em direção às nossas ambiciosas metas de sustentabilidade para 2025. A participação integral dos membros será vital para alcançar nossos objetivos comuns. ”

Desde 2016, a iniciativa Nova Economia dos Plásticos da Ellen MacArthur Foundation tem reunido empresas e governos por trás de uma visão positiva de uma economia circular para o plástico. Seus relatórios de 2016 e 2017 sobre a Nova Economia dos Plásticos foram manchetes em todo o mundo, revelando os custos financeiros e ambientais dos resíduos de plástico e da poluição.

O Pacto de Plásticos é uma rede global de iniciativas que reúne todos os principais interessados ​​em nível nacional ou regional por trás de uma visão comum com um conjunto concreto de metas locais ambiciosas. Ele constrói uma plataforma única para trocar aprendizados e melhores práticas entre as regiões para acelerar a transição para uma economia circular para o plástico – uma Nova Economia do Plástico – na qual ele nunca se torna lixo ou poluição.

A Ineos Styrolution é um fornecedor líder global de estirênicos, com foco em monômero de estireno, poliestireno, padrão ABS e especialidades estirênicas. A empresa fornece aplicações estirênicas para muitos produtos de uso diário em uma ampla gama de indústrias, incluindo automotiva, eletrônica, doméstica, construção, saúde, embalagens e brinquedos / esportes / lazer. Em 2020, as vendas foram de 4 bilhões de euros. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.600 pessoas e opera 20 unidades de produção em dez países.

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ONG transforma lixo marinho em objetos plásticos

19/06/2021

Coleta de lixo marinho se transforma em objetos como bancos de praça, brinquedos e quilhas de pranchas de surf

A ECO Local Brasil é uma instituição que tem como objetivo mitigar os impactos causados pelo descarte indevido dos resíduos plásticos no meio ambiente. Desde 2002, a organização não governamental (ONG) é responsável por ativações ambientais de limpeza de praia, principalmente no litoral Sul e Sudeste do Brasil.

Até agora, a ECO Local Brasil já transformou mais de 70 toneladas de plástico por meio de logística reversa, realizando centenas de ações, entre coleta de resíduos nas praias, visitas a escolas para conscientização dos alunos e doação de objetos feitos com a matéria-prima reciclada – como quilhas de surf e brinquedos. Para isso, a organização também conta com uma rede de projetos parceiros em todo o litoral Sul e Sudeste. Eles enviam os resíduos para a instituição, que os devolve em forma de matéria-prima transformada. “O que nós entendemos, como ONG, é que não basta ficar apontando para o problema. É preciso também chegar com a solução. Por isso a gente encabeçou essa responsabilidade”, conta o fundador da ONG, Filipe Oliveira. “Nós entendemos que seria importante também sermos responsáveis pelo transporte e por dar um destino final àquilo que a gente coleta”.

Após 16 anos de atuação, em 2018, seus participantes entenderam que não bastava recolher, era preciso também tratar. Então, a ONG se reorganizou e criou também uma empresa na área de prestação de serviços para fazer o gerenciamento do material por categorias. O plástico retirado das ações ambientais é transformado em pellets (grânulos) sustentáveis, com os quais as indústrias transformadoras fabricam novos produtos plásticos. A empresa também produz seus próprios objetos, que vão desde bancos de praça e lixeiras até quilhas para pranchas de surf.

Reciclagem em números

Em 2019, o Brasil reciclou 838 mil toneladas de plástico, um aumento de 10% em relação a 2018, segundo dados da pesquisa da reciclagem do Plástico, realizada anualmente pelo PICPlast. O estudo também mostra diminuição de 15,1% nas perdas do processo de reciclagem. Ainda que o país tenha avançado na reciclagem, há muito a ser feito.

O Movimento Plástico Transforma, que tem como objetivo reforçar conceitos como consumo consciente, destinação correta dos resíduos, reciclagem de plásticos pós-consumo e transformação em novos produtos, avalia que é necessária uma adaptação da indústria e dos consumidores à nova realidade. Segundo a instituição, a pesquisa demonstra que os principais motivos de perda no processo da reciclagem são de contaminação da sucata por descuido no descarte e, também, por triagem desqualificada. Cerca de 45% dos materiais coletados são PET, material reciclável.

Ainda que grande parte dos resíduos plásticos descartados incorretamente no meio ambiente seja de produtos finais, como embalagens, a perda dos pellets pela indústria do plástico também é uma fonte de preocupação. Atenta a isso, a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) é licenciadora do Programa Pellet Zero no Brasil, do qual a Braskem é signatária. A iniciativa tem como objetivo prevenir a perda de pellets, matéria-prima usada para fabricar os produtos plásticos. Para o Movimento Plástico Transforma, a iniciativa é importante para mitigar a perda dos pellets no meio ambiente, já que é também responsabilidade da indústria do plástico seguir um cronograma focalizado em conceitos da economia circular. A recuperação desse material não só evita problemas ambientais como pode significar diminuição no custo de sua produção a longo prazo.

Pellets e a mobilização da cadeia do plástico

A Abiplast é licenciadora do Programa Pellet Zero no Brasil desde o fim de 2019. A iniciativa consiste em evitar e conter vazamento de pellets (grânulos plásticos antes da transformação), os quais podem ser levados para córregos, rios e mares. A Braskem é signatária do PPZ pela Plastivida (também licenciadora) e já alcançou a última estrela do programa.

O PPZ-OCS® visa o engajamento de todo o setor dos plásticos em uma ação contínua e eficaz de contenção dos pellets e demais formas de resina, evitando a contaminação dos corpos d’água e, consequentemente, do oceano.

Segundo o Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar, existem 274 municípios brasileiros ao longo de 8.500 km de costa, . Esses números ilustram o tamanho do desafio do combate ao lixo no mar. Trata-se de um problema complexo, que demanda uma nova postura de todos os setores da sociedade na execução de ações pragmáticas e viáveis.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e Abiplast, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, que prevê o desenvolvimento de programas estruturais para contribuir com a competitividade e o crescimento da transformação e reciclagem plástica. Baseado em dois pilares: aumento da competitividade e inovação do setor de transformação e promoção das vantagens do plástico, o PICPlast também conta com investimentos voltados para o reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial.

Em relação à atividade de promoção das vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

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Sidel estabelece metas de redução de carbono

19/06/2021

Em linha com o Acordo de Paris, a Sidel estipulou e se comprometeu com o alvo de redução das emissões de carbono fundamentada na ciência climática através da Science Based Targets initiative (SBTi). Os alvos são a redução de 30% de emissões de CO2 em todas as fábricas e instalações da empresa, e uma redução de 25% de emissões de CO2 nas compras e utilização e dos equipamentos da Sidel até 2030. A filosofia da empresa sobre Responsabilidade Social Corporativa é enfatizada agora no novo Relatório de Sustentabilidade, e a Sidel também está lançando uma nova campanha de comunicação externa, denominada “you’re never alone”.

A Sidel diz que, ao longo de sua história, seus engenheiros e designers tem lançado inovações ecológicas no design de embalagens, equipamentos e serviços com o objetivo de consumir menos recursos. Segundo a empresa, essa experiência preparou o caminho para que ela iniciasse uma maior mudança sustentável dentro da empresa e além.

“Sustentabilidade é o ponto central de tudo o que fazemos e queremos provocar a mudança consciente tanto na indústria como no mercado mais amplo. Nossos compromissos se estendem a todas as fábricas em que a Sidel opera mundialmente, e também através daquilo que entregamos aos nossos clientes e o que adquirimos de nossos fornecedores” afirma Monica Gimre (foto), CEO & Presidente da Sidel. “Sabemos que uma única empresa ou indivíduo não podem viabilizar a transformação sustentável sozinhos. Por isso, a Sidel está em prontidão com as ferramentas que nossos clientes precisam em sua jornada de sustentabilidade. Essa é a nossa mensagem aos nossos clientes: quando se trata de criar um mundo mais limpo e ecológico de modo consciente, you are never alone”, afirma a Sra. Gimre.

A Sidel é uma das líderes no fornecimento de equipamentos e soluções de serviços para o acondicionamento de bebidas, alimentos, produtos para casa e cuidados pessoais em PET, lata, vidro e outros materiais. Contando com mais de 5.500 funcinários ao redor do mundo, A Sidel afirma possuir mais de 40.000 máquinas instaladas em mais de 190 países, com quase 170 anos de experiência.

Mais informações sobre os as metas de sustentabilidade da Sidel:
www.sidel.com/pt/sustainability_vision

Relatório de Sustentabilidade da Sidel: www.sidel.com/pt/sustainability_reports

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Braskem divulga novos compromissos de desenvolvimento sustentável

19/06/2021

A Braskem, alinhada com os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU para 2030, assumiu novos compromissos. A empresa estruturou esses compromissos em sete dimensões: saúde e segurança, resultados financeiros e econômicos, eliminação de resíduos plásticos, combate às mudanças climáticas, ecoeficiência operacional, responsabilidade social e direitos humanos e inovação sustentável. Para cada um deles, a Braskem definiu metas e objetivos claros.

“As sete dimensões se conectam e promovem o desenvolvimento sustentável em sua totalidade. São compromissos com as pessoas e com o planeta. A eliminação de resíduos plásticos, a ampliação do portfólio I’m green, a promoção da inclusão, equidade e diversidade, a neutralização das emissões de carbono até 2050 são exemplos de metas que já estamos perseguindo”, afirma Roberto Simões, presidente da Braskem.

Em saúde e segurança, a meta da Braskem é zerar as doenças ocupacionais e reduzir pela metade a frequência de acidentes de trabalho. Para isso, contará com ações de educação, gestão de terceiros e desenvolvimento de ferramentas de digital e de indústria 4.0 para melhoria dos aspectos de saúde, segurança e meio ambiente.

Na questão dos resultados financeiros, a Braskem tem como objetivo se colocar entre as melhores do mundo do índice Dow Jones de Desenvolvimento Sustentável, assim como adotar as melhores práticas globais com foco em ESG (sigla em inglês para meio ambiente, saúde e governança). Atualmente, os executivos da companhia, por exemplo, têm metas pessoais vinculadas às metas ESG.

No esforço pela eliminação de resíduos plásticos, a companhia diz que irá ampliar seu portfólio I’m green para incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado; e, até 2030, 1 milhão de toneladas desses produtos. Até 2030, vai trabalhar para eliminar que 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos seriam enviados para incineração, aterros, ou depositados no meio ambiente.

No combate às mudanças climáticas, as metas são reduzir em 15% as emissões diretas de gases de efeito estufa até 2030 e alcançar a neutralidade de carbono até 2050. Essas metas passam por ação de redução de emissões com foco em eficiência energética e o uso de energia renovável nas operações atuais, além da compensação de emissões com investimentos em químicos e polímeros de origem renovável.

Em ecoeficiência operacional, a meta é fazer uma gestão mais eficiente do uso de água, com iniciativas de reuso, e garantir 100% de uso de fontes seguras. Além disso, aumentar a eficiência energética.

Na dimensão responsabilidade social e direitos humanos, as metas são promover o desenvolvimento das comunidades do entorno das plantas industriais, ter mais mulheres em cargos de liderança e mais integrantes negros. Para garantir diversidade, a Braskem vem já adotando práticas como o chamado currículo às cegas, para promover a equidade de oportunidades, e a flexibilização de critérios para a contratação de pessoas, eliminando critérios que criavam barreiras de igualdade de inserção.

Por fim, a dimensão de inovação sustentável prevê aumentar a porcentagem de projetos sustentáveis no portfólio de inovação e tecnologia, alcançando 85% até 2025 e 90% até 2030.

A Braskem afirma ter alcançado 85% dos objetivos estabelecidos no seu primeiro ciclo de melhoria de longo prazo entre 2009 e 2020.

Mais informações no link www.braskem.com.br/macroobjetivos

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Adirplast divulga nota contestando artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo sobre pesquisa relativa ao uso de plásticos por clientes de aplicativos de entrega

21/04/2021

No último dia 09/04, o Jornal O Estado de São Paulo publicou uma reportagem sobre pesquisa feita junto a usuários de aplicativos de entrega de comida que se diziam insatisfeitos com o uso do plástico.

Os dirigentes da Adirplast – Associação dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins – apontam alguns erros nas informações passadas pela matéria. Segundo eles, esses erros levam à manutenção de mitos que contribuem para dificultar ainda mais a implantação de políticas públicas sérias de reciclagem. Alegam os dirigentes que somente essas políticas, juntamente com a educação ambiental da população, podem verdadeiramente evitar que materiais 100% recicláveis, como o plástico, acabem em lixões ou no mar.

Segue abaixo resposta aberta da entidade ao jornal.

Imagem Negativa do Plástico está Atrelada Principalmente à Desinformação

Utensílios plásticos de uso único podem e devem ser reciclados. Demonizar esses produtos não resolve as questões ambientais e ainda pode aumentar o problema, já que o descarte inadequado desses e de outros diversos itens é o que verdadeiramente tem colocado em risco a preservação do meio ambiente

Não foi com surpresa que a Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) recebeu as informações da pesquisa contratada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e pela organização Oceana; afinal, não é de hoje que o plástico vem sendo apontado como inimigo número um do meio ambiente e, principalmente, como poluente dos oceanos. Os dados da pesquisa em questão foram publicados no dia 09 de abril pelo jornal O Estado de São Paulo, na matéria “Clientes de iFood e UberEats são contra uso de plástico e querem mudanças”.

A falta de informação aprofundada sobre o tema, aliada a dados incompletos ou mesmo errados, é um dos grandes motivos pelos quais muitas pessoas, entidades e governantes trabalham para banir o uso do plástico no mundo. Além disso, também explica por que 72% das 1.000 pessoas que participaram da pesquisa, todas usuárias tanto do iFood quanto do UberEats e de outros aplicativos, disseram que gostariam de receber seus pedidos sem plástico descartável.

A própria matéria do Estadão, por exemplo, ajuda a fortalecer algumas inverdades sobre os itens descartáveis feitos de plástico. Uma delas é que o plástico utilizado nesses produtos está “praticamente no final de sua vida útil”. Isso não é verdade. Os plásticos utilizados para atender aos pedidos de delivery de comida têm totais condições para serem reciclados e voltarem à vida na forma de inúmeros outros produtos, como tubulações elétricas, embalagem de produtos agrícolas e de lubrificantes, vasos de plantas e artigos de construção civil, entre outros tantos produtos. Para tanto, basta que sejam reciclados. E aí está o problema. Nós, como sociedade, não temos feito nossa tarefa de selecionar adequadamente nosso lixo e encaminhá-lo para uma recicladora. Daí, parece mais fácil culpar e banir os itens plásticos do que investir no conceito e conhecimento sobre economia circular.

Outra desinformação da reportagem é de que a maior parte do lixo plástico descartável “vai parar nos oceanos”, embora nenhuma fonte tenha sido apresentada para endossar essa informação. Infelizmente os aterros sanitários ainda são o fim de vida mais comum para o plástico não reciclado no Brasil, embora essa realidade esteja caminhando para um fim de vida mais positivo. Cerca de 23% das 3 milhões de toneladas de embalagens plásticas para alimentos produzidas anualmente no país são recicladas. Isso significa que cerca de 700 mil toneladas desses plásticos já são reutilizadas, ao invés de serem apenas descartados, aponta levantamento do Instituto Socioambiental dos Plásticos (Plastivida) e da Associação Brasileira da Indústria Plástica (Abiplast).

E esse número só não é maior porque no país as pessoas ainda não separam adequadamente seu lixo. Vale ressaltar que existem atualmente cerca de 200 recicladoras de plásticos do país e muitas delas trabalham aquém de sua capacidade. Além disso, há inúmeros pontos de coleta seletiva em praticamente todos os municípios brasileiros, onde cerca de 1 milhão de pessoas estão envolvidas diretamente na coleta, separação e reciclagem de materiais descartados.

Assim, discutir e promover a correta separação do lixo no Brasil é vital. É preciso que as pessoas aprendam a separar o plástico, além de outros materiais que podem e devem ser reciclados, como também o vidro, os metais e o papel, do lixo orgânico. Essa simples mudança de hábito poderia não apenas evitar a poluição de solo e água por detritos, como também gerar melhoria da qualidade de vida de muitos brasileiros.

Como já ressaltou a Plastivida em outra oportunidade, “o banimento de produtos plásticos não educa a sociedade a consumir conscientemente, sem desperdício”. Além disso, esse tipo de ação também não favorece a reciclagem ou cobra do poder público os investimentos necessários para que seja feita uma “ampliação da capilaridade dos serviços de coleta seletiva para que os recicláveis cheguem às empresas de reciclagem” e de políticas tributárias que incentivem a reciclagem em nosso país. É o material não reutilizado e mal descartado que polui; o plástico é 100% reciclável, basta que as pessoas aprendam a descartá-lo corretamente.

Ponto interessante da pesquisa, no entanto, é que 68% dessas mesmas pessoas que participaram do levantamento disseram achar que recebem embalagens na medida certa. Isso mostra que entre a percepção de que o plástico é um material nocivo ao meio ambiente e a realidade dos benefícios e da praticidade proporcionada por esses produtos, impera a última. O plástico é um material que vem sendo usado pela indústria alimentícia há muitos anos e que ajuda não apenas a conservar os alimentos, mas também evitar que eles sejam contaminados por agentes externos. Outras opções de produtos estão sendo propostas pela indústria, mas resta saber quais são verdadeiramente mais benéficas para o meio ambiente e para o consumidor.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país.”

Foto: iFood (Portal do Entregador)

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Dia Mundial da Reciclagem – Dow impulsiona projetos para que 1 milhão de toneladas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030

21/03/2021

Junto com a cadeia de valor, a Dow está desenvolvendo soluções para que a indústria produza embalagens com menos quantidade de plásticos em suas estruturas e que essas estruturas sejam recicláveis, além do lançamento de sua primeira resina PCR (plástico pós-consumo).

Durante a pandemia da COVID-19, o papel do plástico ganhou evidência tanto em embalagens como em produtos de segurança e de saúde. Segundo dados da Abrelpe (Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública), o volume de plástico descartado no Brasil, em 2020, aumentou: foram 13,3 milhões de toneladas – 15% a mais que no ano anterior.

No Dia Mundial da Reciclagem, a Dow enfatizou a importância da colaboração entre empresas, governos, instituições, academia e públicos de interesse para abordar questões relacionadas à gestão de resíduos e ao mercado de reciclagem. Por meio de projetos, parcerias e campanhas, a companhia tem impulsionado frentes de ação para que 1 milhão de toneladas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030. O objetivo faz parte do conjunto de Metas de Sustentabilidade da Dow para as próximas décadas. “Queremos agregar valor a esses materiais e diminuir o descarte e o desperdício com ganhos e benefícios sociais, econômicos e ambientais”, enfatiza Tamires Silvestre, Gerente de Sustentabilidade da Dow.

Soluções para indústria da embalagem

Embora as estruturas monomateriais sejam uma tendência no mercado de embalagens, muitas aplicações precisam apresentar diferentes propriedades e necessitam de diferentes tipos de plásticos ou outros materiais para alcançá-las. Para promover e facilitar a reciclabilidade dessas embalagens, a Dow afirma ter desenvolvido um forte portfólio de compatibilizantes que permitem a reciclagem de diferentes materiais combinados em uma mesma estrutura, melhorando a aparência e a processabilidade de filmes reciclados. São exemplos desses materiais: o Retain, um modificador de polímero adicionado no desenvolvimento de embalagens flexíveis multimateriais que antes não podiam ser recicladas e que agora, segundo a Dow, podem entrar em cadeias tradicionais de reciclagem de PE sem prejudicar as características do produto final.

Para alcançar a meta proposta até 2030 e fomentar a circularidade do plástico, a Dow lançou sua primeira resina PCR (pós-consumo reciclado) no Brasil, em parceria com a Boomera LAR, abrindo caminho para o desenvolvimento de soluções recicláveis completas e de alta qualidade para a indústria e o mercado consumidor. Outras parcerias estão em andamento em toda a América Latina para avançar em novos produtos dessa família. “Trabalhamos com o objetivo de reinserir o plástico e outros materiais na cadeia produtiva para fechar o ciclo e promover a nova economia circular, mais inclusiva e sustentável”, explica a executiva da Dow.

Reciclagem – do design à gestão de resíduos

Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), embora o Brasil tenha registrado um aumento de 25 a 30% na coleta de materiais recicláveis durante a pandemia, grande parte desse volume coletado passou a ser encaminhado aos aterros por conta da diminuição da atuação das cooperativas em diversas cidades. O cenário de pandemia colabora para acentuar questões relacionadas à gestão de resíduos não só no Brasil, mas em toda a América Latina. Na região, um terço de todos os resíduos urbanos gerados ainda acaba em aterros sanitários ou no meio ambiente e apenas 10% de tudo o que é coletado é reaproveitado por meio da reciclagem ou de outras técnicas de recuperação de materiais, segundo dados da Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

Outra frente de atuação da Dow são os programas de reciclagem inclusiva desenvolvidos e apoiados pela companhia. O “Reciclagem que Transforma”, projeto piloto desenvolvido em São Paulo, possui planos de expansão para os próximos anos. O apoio à plataforma Latitud R, que coordena projetos de alto impacto econômico relacionados à reciclagem inclusiva e à economia circular na América Latina, é outra importante frente de atuação. Segundo estimativas do Banco Mundial, o mercado de reciclagem proporciona renda para mais de 4 milhões de pessoas e favorece o desenvolvimento sustentável na região.” Com esse apoio, ao lado de outras empresas e instituições, colaboramos de maneira conjunta com nossos projetos e ações em iniciativas que promovem a transição rumo a um novo modelo de economia inclusiva e circular, onde os resíduos se traduzam em valor com ganhos econômicos e sociais para todos”, finaliza Tamires Silvestre.

A Dow possui um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones com uma grande variedade de produtos e soluções oferecidos a clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura, mobilidade e cuidados do consumidor. A Dow opera 106 unidades fabris em 31 países e emprega cerca de 35.700 pessoas. Em 2020, gerou aproximadamente US$ 39 bilhões em vendas.

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Resinas da Ineos Composites ajudam construtoras a conquistar a certificação LEED

24/10/2020

  • Produtos são derivados de fontes renováveis e recicláveis
  • Prédios com a certificação LEED tendem a reduzir as despesas com água, luz e manutenção

A construção civil lidera o consumo brasileiro de compósitos e deve seguir aumentando em termos de fatia de mercado, graças à combinação entre a crescente pressão ambiental sobre as construtoras e a disponibilidade de matérias-primas derivadas de fontes renováveis e recicláveis.

Para corresponder ao apelo da sustentabilidade, cada vez mais as construtoras estão buscando conseguir certificações “verdes” para os seus empreendimentos. A mais tradicional é a LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental). A certificação de um edifício conforme as exigências da LEED requer uma pontuação mínima em determinados critérios. Em um deles, segundo a Ineos Composites, os materiais da sua família de resinas Envirez podem contribuir: o de “Materiais e Recursos”. As resinas podem ser usadas na fabricação de fachadas, revestimentos, perfis, pias e assentos sanitários, entre muitas outras aplicações.

“Em peso, o conteúdo de matéria-prima renovável dessas resinas varia de 8% a 22%, enquanto a quantidade de material reciclado pode chegar a 47%. Tais características atendem às exigências de sustentabilidade da LEED”, explica Márcia Cardoso, porta-voz do departamento técnico da Ineos Composites.

Etanol de milho e soja são as fontes renováveis usadas na formulação dessas resinas, enquanto o material reciclado é oriundo de garrafas PET pós-consumo, afirma a Ineos.

Frente aos polímeros derivados totalmente de petróleo, prossegue Márcia, a produção das resinas Envirez apresenta uma redução do consumo de energia de 800 a 3800 BTU/libra (440 a 2100 kcal/kg). “Já as resinas com conteúdo reciclado diminuem em 7000 BTU/libra (3880 kcal/kg) a demanda por energia durante a fabricação”, calcula.

Na prática, isso significa que um fabricante de pias cuja produção anual é de 50 mil unidades – cada uma pesando, em média, 13 kg –, reduz o seu consumo de energia em 300 barris de petróleo, ou 150 toneladas de óleo.

Márcia ressalta que, entre os benefícios econômicos da certificação LEED, os edifícios tendem a apresentar menores despesas com água, energia e manutenção. “Há um movimento global em prol dessa homologação. Nos EUA, por exemplo, todos os prédios governamentais devem ser ter a certificação LEED. Agora, queremos oferecer às construtoras brasileiras opções de materiais que as ajudem a seguir essa tendência”, completa.

A Ineos Composites é uma líder global em resinas termofixas (poliéster insaturado e éster-vinílicas), gelcoats e aditivos low profile para a indústria de compósitos. Seus produtos são largamente consumidos pelos setores de transportes, construção, geração de energia eólica e lazer, entre outros.

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Plástico Sul, Adirplast, Plastivida e IO/USP realizam Webinar “Por um Mar Limpo / Programa Pellet Zero para Transformadores de Plásticos”

09/09/2020

Cadastre-se para o webinar através do link: https://forms.gle/ffRiqQg2BbXLxrqp6

Canudinho biodegradável fabricado com PHA vence Prêmio de Inovação em Bioplásticos da Associação Americana da Indústria do Plástico (PLASTICS)

23/08/2020

Danimer Scientific e Wincup desenvolveram canudo fabricado com bioplástico biodegradável, o primeiro do gênero

A Divisão de Bioplásticos da Plastics Industry Association (PLASTICS) anunciou no dia 20/08 que as empresas Danimer Scientific e a WinCup foram as vencedoras conjuntas do Prêmio 2020 de Inovação em Bioplásticos. Juntas, as duas desenvolveram os primeiros canudos vendidos comercialmente fabricados com polihidroxialcanoato (PHA), um material comprovado como uma alternativa biodegradável confiável em relação ao plástico tradicional.

A WinCup criou os canudos Phade™ usando o PHA da marca Nodax™, da Danimer Scientific, que se degradam completamente sem deixar microplásticos para trás. A demanda do consumidor por produtos plásticos amigáveis ao meio ambiente está crescendo exponencialmente. Os canudos Phade™ foram os primeiros canudinhos de plástico do mercado a atender a essa demanda ecológica sem perder a sensação e a qualidade do plástico. Os canudos e agitadores Phade™ têm propriedades exclusivas que não são sensíveis à temperatura e às condições de transporte em ambientes quentes.

“Estamos honrados em conceder o Prêmio de Inovação em Bioplásticos para a Danimer Scientific e a WinCup, reconhecendo seu trabalho em inovação contínua”, disse Patrick Krieger, Diretor de Sustentabilidade e Materiais da PLASTICS. “Em 2018, a Danimer, junto com a PepsiCo, recebeu reconhecimento por seu saco de chips industrialmente compostável, que buscava fornecer uma solução de fim de vida sustentável para um formato de embalagem de difícil reciclagem. Desde então, eles avançaram muito em sua produção e compostagem com PHA, resultando em um canudo plástico que é biodegradável no meio marinho. Este produto também atende a um princípio maior na indústria de plásticos: solução inovadora de problemas para criar produtos que os consumidores desejam.”

A Danimer Scientific é atua na criação de maneiras mais sustentáveis ​​e naturais de fazer produtos plásticos que são biodegradáveis ​​e compostáveis. As aplicações para seus biopolímeros incluem aditivos, revestimentos aquosos, fibras, filamentos, filmes e artigos moldados por injeção, entre outros. Com sede nos Estados Unidos, a empresa possui 125 patentes em quase 20 países para uma variedade de processos de fabricação e formulações de biopolímeros.

“A inovação é um processo colaborativo e este reconhecimento do nosso trabalho com a WinCup destaca o sucesso que é possível quando os fabricantes de matéria-prima e produto final se associam para trazer novos materiais ao mercado”, disse Scott Tuten, diretor de marketing da Danimer Scientific. “Nosso lançamento do primeiro canudo plástico do gênero, compostável em casa e biodegradável em ambiente marinho, é apenas o começo. Esperamos continuar nossa parceria com a WinCup para fornecer aos consumidores opções confiáveis ​​e sustentáveis ​​para produtos descartáveis.”

A WinCup é uma fabricante líder de artigos de serviço de alimentação descartáveis ​​para viagem com sede nos Estados Unidos.

“Continua a crescer a demanda do consumidor por produtos inovadores que minimizem os impactos ambientais e que, ao mesmo tempo, mantêm um desempenho superior – e nós precisávamos de um material inovador para atender a essa demanda”, disse Brad Laporte, Diretor de Operações da WinCup. “A parceria com a Danimer Scientific para desenvolver canudos e agitadores com base em PHA é um grande passo para mudar o futuro em plásticos descartáveis.”

“As reações de clientes e do mercado ao lançamento deste produto inovador e relevante têm sido extremamente positivas e esperamos uma demanda muito alta pelo Phade nos próximos meses”, disse Michael Winters, presidente da WinCup Foodservice. “Estamos especialmente honrados em ter nosso trabalho reconhecido pela Plastics Industry Association.”

O Prêmio Inovação em Bioplásticos é anunciado anualmente durante a Semana de Bioplásticos da Divisão de Bioplásticos da PLASTICS. Bioplastics Week é uma iniciativa impulsionada por mídia social, criada para aumentar a visibilidade dos bioplásticos e educar as pessoas sobre os muitos benefícios dos bioplásticos.

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Plastivida e Adirplast apresentam o “Programa Pellet Zero – OCS” para distribuidores de resinas plásticas

15/07/2020

Com um modelo de implementação inovador na América Latina, o Programa tem o objetivo de ajudar as empresas a evitarem eventuais perdas de pellets plásticos no ambiente

A Adirplast – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins, signatária do Fórum Setorial dos Plásticos – Por um Mar Limpo, reuniu seus associados no dia 15 de julho para apresentar o “Programa Pellet Zero – OCS®”. O evento teve a participação da Plastivida, licenciadora do Programa Internacional Operation Clean Sweep (OCS®), em parceria com o Instituto Oceanográfico da USP (IOUSP), que mostraram o processo de implementação do Programa, que tem como objetivo auxiliar as empresas na eliminação de eventuais perdas de pellets plásticos para o ambiente.

O modelo de implementação, inovador na América Latina, segue os parâmetros estabelecidos dentro do “Fórum Setorial dos Plásticos – Por Um Mar Limpo” e baseado no Manual do Programa Pellets Zero do programa internacional “Operation Clean Sweep“, adaptado à realidade brasileira. O Manual busca atender às metas previstas pelo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 14 (ODS-14), de conservação e uso sustentável dos oceanos, assim como as metas assumidas pelos governos de diversos países e por organizações da sociedade civil, durante a Conferência das Nações Unidas para os Oceanos, em 2017.

As empresas que assinam o compromisso com o Programa Pellet Zero – OCS® recebem a certificação com uma estrela. Ao longo do processo de implementação do Programa, realizado em fases, as graduações são acrescentadas a seu certificado, até atingir a pontuação máxima de 4 estrelas. Nesse momento a empresa opta por seguir os parâmetros do OCS® Blue, conseguindo, assim a quinta e última estrela. “O modelo de implementação, desenvolvido no Brasil e aprovado pelo OCS® evidencia que a certificação é um processo contínuo de desenvolvimento e monitoramento, feito de forma transparente e rastreável”, afirma o presidente da Plastivida, Miguel Bahiense.

Para Laercio Gonçalves, presidente da Adirplast, o Programa mostra como é possível que as empresas do segmento no país alinhem seus objetivos e cresçam de forma mais sustentável: “Com esse projeto, temos a oportunidade de elevar a indústria brasileira de transformação a um patamar de excelência. É um desafio enorme e uma oportunidade única, com potencial de ganhos expressivos para toda a cadeia”, comentou.

Em junho, a implementação foi apresentada para a indústria petroquímica, signatária do “Compromisso Voluntário a Favor da Economia Circular” e para as empresas que atendem à logística dessa indústria, com o lançamento oficial do Programa em seguida.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes bi-orientados e plásticos de engenharia. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de insumos plásticos que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4,5 bilhões em 2019. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes bi-orientados comercializados no país. As associadas à Adirplast contam com uma carteira de 7.000 clientes, dentro de um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil.

O Instituto Socioambiental dos Plásticos – Plastivida atua de maneira colaborativa, por meio da educação ambiental, para disseminar informações precisas e científicas sobre os plásticos – suas propriedades, aplicações, reciclabilidade, além do uso responsável e descarte adequado.

Em 2012, a Plastivida firmou um convênio com o Instituto Oceanográfico da USP (IOUSP) para se capacitar e desenvolver estudos científicos para abordar as discussões sobre o tema no Brasil. Esse trabalho resultou, em 2016, no lançamento do “Fórum Setorial dos Plásticos – Por Um Mar Limpo”, que hoje conta com 18 signatários e promove estudos, interagem com players mundiais sobre o tema e gera ações práticas, tanto de educação ambiental, quanto de soluções para a questão.

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Lafarge, Borealis, OMV e Verbund se associam em projeto na Áustria para capturar e usar CO2 como matéria prima em escala industrial

05/07/2020

As empresas Lafarge Zementwerke, OMV, Verbund e Borealis assinaram um Memorando de Entendimento (MOU) para o planejamento e construção conjuntos de uma planta em escala comercial até 2030 para capturar CO2 e transformá-lo em combustíveis sintéticos, plásticos ou outros produtos químicos. A neutralidade climática, a circularidade e a inovação na Áustria são impulsionadas pelo estabelecimento de uma cadeia de valor transversal para a captura de carbono. Este projeto inovador deverá reduzir significativamente as emissões de carbono na produção de cimento, gerando valor para o gás carbônico como matéria prima, ao invés de liberá-lo como um gás de efeito estufa.

No Memorando de Entendimento, a Lafarge, OMV, Verbund e Borealis concordam em colaborar intersetorialmente no projeto ‘Carbon2ProductAustria’ (C2PAT). Seu objetivo é criar uma cadeia de valor transversal e operar uma planta em escala até comercial 2030, que capturará quase 100% das 700.000 toneladas de CO2 emitidas anualmente na fábrica de cimento da Lafarge em Mannersdorf, na Áustria. O objetivo final é usar o CO2 capturado como uma matéria prima.

Em combinação com o hidrogênio “verde” (a partir de energias renováveis) produzido pela Verbund, o CO2 capturado será transformado pela OMV em hidrocarbonetos de base renovável, que, por sua vez, podem ser usados ​​para produzir combustíveis de base renovável ou usados ​​pela Borealis como matéria-prima para produzir plásticos.

“Estamos comprometidos em liderar o setor na redução de emissões de carbono e na mudança para a construção de baixo carbono. Trabalhamos de forma consistente e com sucesso na redução da pegada de CO2 de nossas fábricas de cimento, produtos e soluções. No final, a produção de cimento neutro em CO2 só é possível com a implementação de tecnologias inovadoras, como a Captura de Carbono, motivo pelo qual temos grandes expectativas em relação ao projeto C2PAT “, ressalta o CEO da Lafarge, José Antonio Primo.

Novas cadeias de valor transversais dão apoio ao movimento das principais indústrias em direção à neutralidade climática

Uma vez que o C2PAT seja implementado, as 700 mil toneladas/ano de CO2 podem ser transformadas em combustível sintético pela OMV. Além disso, os parceiros pretendem investigar uma abordagem verdadeiramente circular: sendo a Borealis um parceiro-chave, o CO2 capturado pode ser usado para a produção de plásticos baseados em fontes renováveis. Esses plásticos são adequados para reciclagem no final de sua vida útil e, com isso, permitem um ciclo de CO2 quase fechado.

Hidrogênio “verde” como meio para descarbonizar indústrias intensivas em CO2

Verbund, a maior empresa de eletricidade da Áustria, fornecerá o hidrogênio verde usado para reciclar o CO2 capturado: “O hidrogênio verde é produzido quando a água é eletrolisada usando-se eletricidade de fontes renováveis. Para o projeto Carbon2ProductAustria, usaremos eletricidade verde de nosso portfólio de geração renovável”, explica Michael Strugl, vice-presidente executivo da Verbund. “O hidrogênio verde oferece um enorme potencial para descarbonizar processos industriais intensivos em CO2. Para alcançar nossos objetivos climáticos nacionais e globais, temos que colaborar entre os setores e unir nossos esforços para descarbonização e neutralidade climática. ”

Dar os próximos passos em direção a uma economia de “gás carbônico zero” exigirá as condições corretas tanto a nível financeiro como de uma estrutura regulatória favorável.

O sucesso do C2PAT dependerá em grande parte da criação de condições financeiras e regulatórias adequadas, tanto a nível nacional da União Européia como da Áustria.

Com essa colaboração ambiciosa, Lafarge, OMV, Verbund e Borealis estão apresentando uma solução inovadora e viável para a transformação em direção a uma economia de “gás carbõnico zero” na Europa.

Rainer Seele, Presidente do Conselho Executivo e CEO da OMV, disse: “A proteção do clima requer inovação e cooperação. Com este projeto, pretendemos fazer as duas coisas e isso mostra que a viabilidade econômica e a proteção do clima andam de mãos dadas com as novas tecnologias. O CO2 não é apenas um gás de efeito estufa que precisamos reduzir. É também uma matéria-prima valiosa, a partir da qual podemos produzir combustíveis sintéticos e matéria-prima para a indústria química. ”

Acelerando a transição de uma economia linear para uma circular para reduzir as emissões de CO2

“A circularidade requer que nós consideremos todo o sistema, e não ir direto para a mudança mínima, para a opção linear, pelo fato dela ser mais conveniente”, comenta Alfred Stern, CEO da Borealis. “A indústria do plástico pode ser um poderoso contribuidor para a ação climática, através da substituição de materiais que reduzam o peso dos produtos, da minimização do desperdício de alimentos e pela mudança para uma circularidade bem projetada que reduza as emissões de CO2. Estamos entusiasmados por unir forças com nossos parceiros da indústria em nossa missão de conduzir a mudança em direção a um setor de gás carbônico zero. ”

Objetivos do C2PAT

O principal objetivo do C2PAT é projetar e operar uma planta de captura de carbono na fábrica de cimento em Mannersdorf, Áustria, além de construir uma infraestrutura e um sistema operacional completo para a produção de hidrocarbonetos de base renovável e o uso do complexo para produzir uma ampla variedade de olefinas, plásticos e combustíveis de base renovável. Os parceiros pretendem colocar a planta comercial em operação até 2030. Um primeiro passo para esse objetivo será investigar ainda mais os obstáculos tecnológicos e econômicos atuais, realizando conjuntamente atividades de pesquisa e desenvolvimento relacionadas à cadeia de valor de carbono prevista.

O projeto conjunto está previsto para execução em três fases: na fase 1, os parceiros estão atualmente avaliando e desenvolvendo uma estratégia conjunta para o desenvolvimento do projeto, modelagem de negócios e engenharia de processos. Com base nos resultados da fase 1, um cluster de plantas piloto industriais na parte oriental da Áustria pode ser tecnicamente desenvolvido e implementado até 2023, na fase 2. A fase 3 implica a plena implementação da visão apresentada, ampliando as plantas até a capacidade máxima de 700.000 toneladas/ano de CO2 a serem capturadas e usadas e demonstrarão a escalabilidade global do projeto.

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Programa “Pellet Zero” tem Abiplast como licenciadora no Brasil

03/07/2020

Empresas que firmarem compromisso receberão certificação.

Por meio de videoconferência realizada pela Plastivida no dia 8 de junho, teve início a implantação do Programa Pellet Zero – OCS® (Operation Clean Sweep), do qual a Abiplast participa desde 2014, como entidade licenciadora. A iniciativa tem como principal objetivo a prevenção de perdas de pellets nas plantas de transformação e reciclagem de materiais plásticos bem como em petroquímicas, distribuidores e agentes de logística.

A partir de agora, empresas que assinarem o compromisso passarão a receber certificação, em uma escala de 1 a 4 estrelas. Ao atingir o máximo de pontuação, a signatária pode optar pelos parâmetros da Operation Clean Sweep – OCS® Blue, para alcançar a quinta e última estrela.

A implantação seguirá os critérios firmados no âmbito do Fórum Ambiental dos Plásticos – “Por Um Mar Limpo”, do qual a Abiplast e o Sindiplast tornarem-se signatários em 2016, ao lado de outros sindicatos e empresas do setor. A partir de então, ambos vêm participando da elaboração dos Manuais para Implementação do Programa Pellet Zero adaptado ao Brasil.

Além da Abiplast, do Sindiplast e da Plastivida, assinam o Fórum Setorial dos Plásticos – Por Um Mar Limpo as seguintes empresas e organizações: Abief, Abiquim, Adirplast, Braskem, Dow, Instituto Brasileiro do PVC, Instituto de Engenharia, RadiciGroup, Simperj, Simpesc, Simplás, Simplavi, Sinplast e Sinproquim.

Link para download do programa e o manual da Operação Clean Sweep OCS® http://pelletzero.porummarlimpo.org.br/

Fonte: Abiplast; Foto: Plastivida

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Live no Instagram lança o Projeto (Re)pense

02/06/2020

No Dia da Indústria, 25 de maio, o Projeto (Re)pense foi oficialmente lançado no Instagram com a live “Indústria do plástico: ainda mais essencial em tempos de pandemia”. A iniciativa trouxe o Presidente do Sinplast-RS, Gerson Haas, e o Presidente da Abiplast e Vice-Presidente da FIESP, José Ricardo Roriz Coelho, em um bate-papo ao vivo sobre a nova realidade do setor pós Covid-19.

O debate se iniciou com a apresentação do projeto, feita por Haas, que salientou o papel do material durante o momento atual: “O plástico às vezes é bastante batido, por isso, é importante demonstrar a importância dele no momento de pandemia e ainda mais no pós-pandemia”. Roriz seguiu a discussão alertando para a utilização essencial dos descartáveis, tanto nas casas, como nos hospitais. “Nada melhor do que um momento como esse para refletirmos e buscarmos soluções para esse novo mundo, que com certeza será diferente”, salientou.

Com enfoque na reciclagem e meio ambiente, o Presidente da Abiplast destacou as alterações que já estão ocorrendo com a mudança de comportamento global: “Se você olhar as estatísticas de meio ambiente, as águas nunca estiveram tão limpas quanto estão agora e não deixamos de consumir o plástico. Isso mostra que o problema não está no material, e sim no pensamento das pessoas”, afirmou.

Por fim, o cenário econômico e a situação relativa aos empregos foram salientados. Para Haas, a principal questão no estado é a mão de obra qualificada. “Aqui as indústrias geram bastante emprego, principalmente na área de separação de materiais da reciclagem”, destacou. Roriz, além de confirmar a responsabilidade dos empresários, alertou também para o papel do consumidor. “É necessário consumir produtos que empregam aqui no Brasil, afinal, outros países já passaram pela pandemia e agora estão se recuperando”, finalizou.

Perdeu a live ao vivo? Acesse o bate-papo completo clicando aqui ou siga no Instagram @repenseprojeto para conferir esse e demais conteúdos!

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Dow interrrompe operações em unidade de Midland (Michigan, EUA) devido a enchentes; inundação gera receios de contaminação química

20/05/2020

Segundo o periódico The Detroit News, a Dow ativou hoje (20/05/2020) o centro de operações de emergência em suas instalações em Midland, depois que as águas da enchente do Rio Tittabawassee, resultante de fortes chuvas, atingiram níveis históricos e se misturaram às lagoas de contenção de plantas químicas da unidade da Dow, aumentando o receio de um sério problema ambiental. Outro preocupação com as cheias é que o alto fluxo da água da enchente revolva dioxinas altamente tóxicas de sedimentos contaminados no fundo do rio, a jusante do local classificado como “Superfund” (que são áreas poluídas, definidas a nível Federal nos Estados Unidos, requerendo medidas de longo prazo para limpeza da contaminação por materiais perigosos).

A Dow interrompeu temporariamente suas operações no Parque industrial de Midland. O rompimento e transbordamento de barragens no rio Tittabawassee obrigou milhares de moradores da região a evacuarem a área. As unidades operacionais da empresa foram paradas, com exceção das instalações necessárias para gerenciar a contenção de produtos químicos, afirmou a empresa em comunicado no final da manhã de hoje.

A Dow informou também que, até o momento, não há relatos de liberação de produtos químicos das suas instalações de fabricação.

As operações da Dow em Michigan empregam cerca de 3.000 pessoas e compreendem 26 unidades industriais, que incluem a produção de plásticos e produtos químicos especiais. Outras empresas também tem operações no complexo da Dow, incluindo DuPont, Corteva Agriscience e Trinseo. As instalações também abrigam um campus de pesquisa e desenvolvimento.

Midland, localizada na região central do Estado de Michigan (EUA), é uma cidade de 42.000 habitantes. A Dow, uma das maiores fabricantes de plásticos e produtos químicos do mundo, opera em Michigan desde 1897.

Mais informações no site do The Detroit News (em inglês)

Foto: City of Midland

 

Lanxess se compromete a atingir neutralidade em impacto para o clima até 2040

03/12/2019

  • Primeiros grandes projetos para reduzir o CO2e estão em andamento na Bélgica e na Índia
  • Pegada de carbono se torna critério para futuro crescimento
  • Pesquisa com foco em processos de impacto neutro e inovações tecnológicas

A Lanxess, empresa de especialidades químicas alemã, estabeleceu uma meta ambiciosa de proteção climática. Até 2040, o Grupo pretende se tornar neutro e eliminar suas emissões de gases de efeito estufa em cerca de 3,2 milhões de toneladas de CO2e. Em 2030, a Lanxess pretende reduzir suas emissões em 50%, em comparação com o nível atual, para cerca de 1,6 milhão de toneladas de CO2e.

“Com o acordo de Paris, a comunidade mundial decidiu limitar o aquecimento global a menos de dois graus. Isso requer grandes esforços por parte de todos os envolvidos. Com o objetivo de alcançar a neutralidade até 2040, estamos cumprindo nossa responsabilidade como empresa global de especialidades químicas. Ao mesmo tempo, seremos um parceiro ainda mais sustentável para nossos clientes no futuro”, diz Matthias Zachert, Presidente do Conselho de Administração da Lanxess AG. Zachert também destacou a economia de longo prazo associada a um uso mais eficiente dos recursos, dizendo que “a proteção ao clima é um assunto de negócios”.

Estratégia clara para reduzir as emissões

A Lanxess está adotando uma estratégia baseada em 3 pilares para se tornar neutra em carbono até 2040.

1) Lançamento de grandes projetos de impacto para a proteção do clima: Nos próximos anos, a Lanxess colocará em ação projetos especiais para reduzir significativamente as emissões os gases de efeito estufa. O grupo está, por exemplo, construindo uma instalação para a decomposição de óxido nitroso em sua unidade em Antuérpia. A nova instalação começará a operar em 2020 e reduzirá as emissões anuais de gases de efeito estufa em cerca de 150.000 toneladas de CO2e. Após uma segunda expansão, em 2023, as emissões de CO2e deverão cair mais 300.000 toneladas.

Além disso, a Lanxess está mudando todo o fornecimento de energia em suas instalações na Índia para fontes de energia renováveis. Lá, o Grupo está expandindo o abastecimento por biomassa e energia solar e deixará de usar carvão ou gás no futuro, o que reduzirá as emissões de CO2e em mais 150.000 toneladas a partir de 2024. Com esses projetos e outras medidas, a Lanxess reduzirá suas emissões de CO2e em um total de 800.000 toneladas até 2025, investindo até 100 milhões de euros no processo.

2) Dissociar emissões e crescimento: A Lanxess está em processo de expansão. Apesar do aumento da produção, as emissões de gases de efeito estufa em cada uma das unidades de negócios devem diminuir. Para isso, além da eficiência tecnológica, as mudanças nos instrumentos de gestão também desempenham um papel importante com o impacto na pegada de carbono da empresa, já que ganha relevância como critério de investimentos para crescimento orgânico e aquisições. A medida ainda gera valor às unidades de negócios ao obterem reduções acima da média nas emissões de gases de efeito estufa. Além disso, a redução de CO2e será introduzida como critério de avaliação no sistema de bônus para os gerentes.

3) Fortalecer as inovações tecnológicas e de processo: A Lanxess está revisando muitos de seus processos de produção existentes para se tornar neutra até 2040. O Grupo continuará a investir no aprimoramento das estruturas da Verbund, por exemplo, quando se trata de troca térmica entre plantas e purificação do ar. Outros procedimentos serão desenvolvidos em escala industrial. Para isso, o Grupo está concentrando sua pesquisa no processo de neutralidade e na inovação tecnológica.

Apoio político para a meta de neutralidade

A Lanxess está comprometida com o acordo de Paris, em particular com a demanda por redução das emissões de gases de efeito estufa. Para Zachert, a indústria e o governo compartilham uma responsabilidade coletiva. “Com nossa iniciativa ambiental, estamos apresentando uma proposta às lideranças políticas. No entanto, só podemos fazer isso se forem adotadas políticas que criem as condições certas”, acredita. Observando o atual processo legislativo para aprovar o pacote climático do governo alemão, Zachert afirmou “um compromisso com a proteção ambiental não deve prejudicar nossa competitividade. O governo deve ter isso em mente ao projetar as especificidades do acordo climático”.

Zachert defendeu a importância de evitar um duplo ônus para a indústria diante do atual regime europeu de comércio de licenças de emissão. Esse ainda é o caso de uma lei em vigor na Alemanha sobre um sistema nacional de comércio de licenças de emissão decorrentes de uso de combustíveis. “No curto prazo, precisamos voltar a preços competitivos da energia. A longo prazo, poderemos fornecer soluções substanciais para o clima, se houver energia renovável suficiente a preços competitivos no setor”.

Os procedimentos de aprovação também precisam ser simplificados e acelerados, e as estruturas financeiras e fiscais para investimentos futuros devem ser aprimoradas. “Estamos envolvidos em diálogo com essas lideranças e estamos felizes em fornecer nossa experiência para apoiar o processo de tomada de decisões sobre políticas”, disse Zachert.

Redução de 50% nos gases de efeito estufa desde que a Lanxess foi fundada

Desde que foi fundada, a Lanxess fez um progresso substancial no seu objetivo de se tornar ambientalmente mais amigável. Entre 2004 e 2018, o Grupo reduziu pela metade suas emissões de gases de efeito estufa em cerca de 6,5 milhões de toneladas de CO2e para cerca de 3,2 milhões de toneladas. Entre outras iniciativas, uma contribuição substancial veio de uma planta de óxido nitroso, em Krefeld-Uerdingen, Alemanha, licenciada em 2009. O projeto recebeu vários prêmios, inclusive o concurso “365 Landmarks in the Land of Ideas” e o “VCI Responsible Care Award North Rhine-Westphalia”. A Lanxess também realizou vários outros projetos para reduzir as emissões em suas instalações no mundo todo e apoia iniciativas locais para combater as mudanças climáticas. A Lanxess já alcançou suas metas anteriores de melhorar a eficiência energética em conjunto com a redução de emissões específicas de CO2 e de compostos orgânicos voláteis em 25% cada uma, em relação a 2015.

Para realizar o inventário de emissões de gases de efeito estufa, a Lanxess analisa as emissões definidas no Protocolo de Kyoto e as calcula em comparação ao dióxido de carbono (CO2e) produzido. A empresa de especialidades químicas inclui emissões de sua própria produção (Escopo 1) e de fontes externas de energia (Escopo 2) no cálculo.

A Lanxess é uma empresa líder em especialidades químicas, com vendas de EUR 7,2 bilhões em 2018. Atualmente, a empresa tem cerca de 15,500 funcionários em 33 países e está representada em 60 plantas produtivas em todo o mundo. O core business da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de intermediários e especialidades químicas, aditivos e plásticos. A Lanxess está listada nos principais índices de sustentabilidade do Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI World e Europa) e FTSE4Good.

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Adirplast cria selo Distribuição Sustentável, com o qual pretende promover ações sustentáveis dentro da cadeia do plástico

28/09/2019

Com o intuito de fazer emergir e dar mais visibilidade a ações sobre o uso consciente do plástico e incentivar o seu correto descarte e reaproveitamento, a Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) acaba de lançar a campanha: Distribuição Sustentável. Por meio dela, apóia e ajuda a promover e diferentes projetos: “É nosso papel, como distribuidores oficiais e parte da cadeia do plástico, apresentar soluções para diminuir o uso irracional da matéria-prima, além de trabalhar para que o descarte adequado seja feito e os materiais recolhidos sejam reciclados. É preciso tirar as idéias do papel e colocá-las em prática”, explica Laercio Gonçalves, presidente da associação.

A campanha Distribuição Sustentável deve funcionar como conscientizador de empresas e fornecedores ligados à entidade. “Os associados Adirplast têm uma carteira com 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos e este é um excelente começo para começar a nossa campanha”, conta Gonçalves.

Toda a campanha foi pensada para dar visibilidade para os projetos que a Adirplast já vem apoiando e colocá-los sob um selo que irá mostrar ao mercado a preocupação de todos os associados da entidade com as iniciativas ambientais em todo o País. Já a partir deste mês, toda a comunicação visual dos associados Adirplast contará com logo criado especificamente para campanha.

Para Carlos Sousa, diretor da Agência ECCO, que desenvolveu a campanha, a ideia é promover a ligação entre as iniciativas sócio-ambientais que a indústria e os associados Adirplast já praticam: “A campanha mostra que, ao dar preferência para associados Adirplast em suas compras, o cliente contribui com essas iniciativas e com a cadeia de sustentabilidade. Até então, a visão da nossa empresa sobre a indústria do plástico era limitada. Ter este contato com a Adirplast nos permitiu ver esta questão a partir de um novo ponto de vista”.

Projetos apoiados pela Distribuição Sustentável

A Adirplast é signatária do Manual do Programa Pellet Zero. Além disso, apoia o Wecycle e o Tampinha Legal. Esses três projetos fazem parte da Campanha da Distribuição Sustentável e passaram a ser divulgados para todos os clientes dos associados.

O Programa Pellet Zero tem como objetivo combater a perda de pellets nas empresas associadas e transformadores. “É preciso mencionar que o combate ao lixo nos mares é de governança exclusiva da iniciativa privada e que os benefícios para o próprio setor são muitos como, por exemplo, o fim do desperdício de pellets. Com isso, podemos imaginar que nos próximos 20 anos 100% das empresas adotem as práticas do manual”, explica o professor e pesquisador, Alexander Turra, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IOUSP), um dos responsáveis pela elaboração do manual e do projeto.

Outro projeto, destacado pela entidade e que reforça o compromisso da cadeia com o desenvolvimento de soluções sustentáveis para o plástico, é o de Reciclagem & Plataforma Wecycle, da Braskem. Seu objetivo é alavancar o incentivo de iniciativas, negócios e soluções sustentáveis relacionadas à economia circular do plástico, em especial à reciclagem.

Já o programa Tampinha Legal visa incentivar as pessoas e entidades assistenciais a recolherem tampas plásticas de qualquer embalagem. O programa prevê a venda do material para empresas de reciclagem, que se certificam de que essa matéria-prima retorne à cadeia de produção. Os recursos obtidos com a venda das tampinhas são destinados diretamente para as instituições sociais sem que estas sejam oneradas.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e plásticos de engenharia. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2018. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país e contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Braskem é reconhecida como Empresa Líder em Desenvolvimento Sustentável pelo Pacto Global da ONU

24/09/2019

O reconhecimento da Braskem como Empresa Líder em Desenvolvimento Sustentável pelo Global Compact LEAD, pelo sexto ano consecutivo, foi anunciado nesta segunda-feira (23) na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos.

O Global Compact LEAD é um seleto grupo de empresas que tiveram reconhecidos seus compromissos com o Pacto Global da ONU e que assumem um papel de liderança dentro do Global Compact, considerada a maior iniciativa corporativa de sustentabilidade do mundo. Mais de 10 mil empresas do mundo inteiro participam do Pacto Global e, deste total, somente 36 empresas receberam o reconhecimento da ONU, sendo a Braskem a única empresa brasileira presente entre as reconhecidas.

“Nós temos a preocupação de reforçar constantemente o nosso engajamento e as nossas contribuições para as agendas socioambientais. Nosso propósito é melhorar a vida das pessoas criando soluções sustentáveis a partir da química e do plástico e ficamos muito orgulhosos por sermos mais uma vez reconhecidos como Empresa Líder em Desenvolvimento Sustentável por uma organização tão importante. Isso mostra que estamos no caminho certo”, afirma Fernando Musa, presidente da Braskem, que esteve presente em eventos da Semana do Clima da ONU em Nova York. Jorge Soto (foto), diretor de Desenvolvimento Sustentável recebeu o reconhecimento em nome da Braskem.

Musa representou a Braskem em dois eventos que fazem parte da programação da Semana do Clima: Transformative Business Leadership for 1.5oC future e UN Private Sector Forum, dois encontros de líderes de governos, executivos de grandes empresas e representantes da sociedade civil e da própria ONU para tratar da importância de ampliar a ambição para evitar maiores impactos decorrentes das mudanças climáticas.

Para Lise Kingo, CEO e diretora Executiva do Pacto Global da ONU, “as empresas LEAD representam o mais alto nível de engajamento com o Pacto Global da ONU. Mais do que nunca, o mundo precisa de empresas de todos os tamanhos – como as anunciadas hoje como LEAD – que trabalham continuamente para melhorar seu desempenho em sustentabilidade e tomam medidas para construir um mundo melhor”.

Para receber o reconhecimento, as companhias devem participar ativamente de pelo menos duas Plataformas de Ação do Pacto Global, demonstrando envolvimento e compromisso na definição e promoção de práticas de liderança alinhadas com os Dez Princípios Universais do Pacto, que são valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção, e com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que tratam-se de uma agenda com ações mundiais construída em comum acordo com várias nações, incluindo o Brasil, e com metas a serem atingidas até 2030.

Desenvolvimento Sustentável na Braskem

Segundo a Braskem, o Desenvolvimento Sustentável é considerado por ela em todos os negócios, projetos e processos. Nos temas Clima e Água, por exemplo, a companhia segue buscando engajar parceiros, clientes e fornecedores. Em 2019, se manteve na “Lista A” do ranking do CDP Supply Chain, da organização sem fins lucrativos CDP que avalia quais as empresas que melhor influenciam suas cadeias de suprimentos na adoção de novas abordagens para mudanças climáticas e gestão da água. A Braskem é a única brasileira com classificação máxima nos rankings de Clima, por três vezes consecutivas, e Água, pela segunda vez, afirma a empresa.

Em julho deste ano, a Braskem passou a integrar o CEO Water Mandate do Pacto Global, uma comunidade global formada por mais de 150 empresas comprometidas com o avanço na gestão da água. E a companhia segue investindo no desenvolvimento de produtos e soluções que possam minimizar ao máximo impactos ambientais e sociais, alinhada a uma estratégia de negócio que considera dez macro-objetivos com metas definidas para 2020, atreladas aos ODS da ONU.

Os dez macro-objetivos da Braskem para contribuição ao Desenvolvimento Sustentável são: Segurança, Resultados Econômicos-Financeiros, Pós-consumo, Desenvolvimento local, Eficiência Hídrica, Mudança Climática, Desenvolvimento de Soluções, Fortalecimento das Práticas, Eficiência Energética e Recursos Renováveis. Todas as ações podem ser conferidas no Relatório Anual de Sustentabilidade – o detalhamento do progresso das iniciativas de cada empresa também é uma condição para ser reconhecida como Empresa Líder nesta área pelo Global Compact LEAD.

Uma das ações da Braskem na área de Recursos Renováveis, por exemplo, é o desenvolvimento do polietileno de fonte 100% renovável. Segundo a empresa, o material é produzido a partir da cana-de-açúcar e apresenta uma captura líquida de CO2, um dos gases causadores do efeito estufa, ao longo de todo o seu processo de obtenção, compreendendo o cultivo agrícola e o processamento industrial. A Braskem passou a produzir em 2018, também a partir da cana-de-açúcar, o EVA Verde, solução destinada a aplicações em setores como calçadista, automotivo e transporte, entre outros.

Ainda em 2018, a Braskem se posicionou publicamente a favor da Economia Circular, aderindo a compromissos voluntários e definindo uma série de iniciativas globais para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de produtos para ampliar e facilitar a reciclagem e a reutilização de embalagens plásticas, especialmente as de uso único. As iniciativas contemplam ainda o avanço de investimentos em novas resinas de origem renováveis e o apoio a novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais, além de ações educacionais que promovam o engajamento de consumidores a programas de reciclagem e consumo consciente.

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Braskem enfatiza compromisso com Economia Circular na Feiplastic 2019

23/04/2019

Empresa apresenta os portfólios de reciclados e renováveis, além de soluções que reforçam a eficiência operacional

A Braskem está enfatizando durante a Feiplastic o seu posicionamento em prol da Economia Circular, conceito de consumo que busca formar um ciclo sustentável da produção ao descarte. Durante o evento, realizado de 22 a 26 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP), o público pode conferir novidades no portfólio da companhia, como a ampliação das soluções em pós-consumo.

“Estamos empenhados em contribuir para a transformação da Economia Linear, pautada pela produção e descarte, em uma Economia Circular, que considera o descarte e a produção de forma cíclica. Acreditamos que a Feiplastic será um importante canal para ampliarmos a discussão a favor deste tema, sensibilizando a cadeia onde estamos inseridos”, explica Edison Terra, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas América do Sul e Europa. A companhia assumiu, em novembro de 2018, um compromisso público onde comunica oito iniciativas em prol da Economia Circular, entre elas estão: os esforços para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar a eficiência e facilitar a reciclagem e a reutilização de produtos plásticos.

Criada com o objetivo de estimular negócios que valorizam o resíduo plástico pós-consumo, a iniciativa Wecycle evolui trazendo novos grades ao mercado. O desenvolvimento de produtos e soluções a partir de resíduos plásticos é realizado por meio de parcerias com clientes, recicladores, cooperativas e brand owners, como o Grupo Pão de Açúcar, a Condor, a Embalixo e a Martiplast. A Braskem afirma que o novo portfólio de resinas recicladas reforça o seu compromisso com a cadeia do plástico no Brasil, a inovação e a sustentabilidade, alinhadas ao posicionamento em Economia Circular.

Outras soluções sustentáveis da companhia também são destaque no evento, tais como o portfólio renovável I’m greenTM, que conta com o Plástico Verde e o EVA Verde, ambas resinas produzidas a partir da cana-de-açúcar. Assim como a linha Maxio, composta por resinas que, segundo a Braskem, proporcionam redução do consumo de energia, maior produtividade e redução de peso do produto final.

No espaço da Braskem, os participantes da feira ainda tem a oportunidade de conhecer uma nova solução para o mercado de embalagem em stand-up pouch monomaterial, produto que facilita o processo de reciclagem. A empresa também está destacando os portfólios robustos para os segmentos de embalagens rígidas para produtos químicos e agroquímicos, tampas e resinas para produção de baldes de tintas.

“A Braskem tem acompanhado as principais tendências do mercado, mantendo-se na vanguarda do setor, sendo que este será o maior portfólio que já apresentamos em uma Feiplastic. Somos uma empresa apaixonada por transformar e, prezando pelo atendimento próximo e personalizado aos clientes, conseguimos desenvolver soluções que atendem as mais diversas necessidades”, afirma Terra.

Sensibilização interativa sobre reciclagem

O pós-consumo é parte fundamental do processo circular da economia e que necessita da participação ativa das pessoas para que funcione plenamente. Com o intuito de promover e apoiar o engajamento do consumidor neste ciclo, a Braskem traz à Feiplastic uma estrutura modular que comunica todas as etapas do processo de reciclagem de forma dinâmica e didática.

O projeto “Reciclar é Transformar” tem o objetivo de demonstrar todo o processo para o consumidor, desde a etapa de separação do resíduo até chegar na transformação de um novo produto, enfatizando a importância do descarte correto neste ciclo. A ativação esteve na Virada Sustentável de Porto Alegre (RS), realizada no início de abril, e estará presente em outros eventos ao longo de 2019.

Fabiana Quiroga, diretora de Reciclagem e Plataforma Wecycle da Braskem, explica que a companhia está comprometida com a educação e engajamento de toda a cadeia do plástico para com a reciclagem do material. “Acreditamos que iniciativas como esta são importantes para aumentar o conhecimento, bem como a valorização de resíduos plásticos na economia e, principalmente, o papel de todos nós no processo”, afirma a executiva.

Ainda na linha educacional, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast, iniciativa fruto da parceria entre ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e Braskem, também tem espaço no estande da companhia. No local, estão sendo compartilhadas informações sobre a importância do consumo consciente e do descarte adequado de resíduos.

A participação do PICPlast faz parte de uma série de atividades previstas pelo programa para promover ações de estímulo à inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável da indústria brasileira de transformação plástica.

Espaço Inova Plastic

Durante a Feiplastic, a Braskem participa também do Inova Plastic, espaço que busca debater tecnologia, inovação e tendências durante o evento. A empresa está presente de duas formas no espaço: Fabio Buckeridge, CDO da companhia, estará no painel “A Inovação na Era Digital”, abordando como soluções disruptivas contribuem para a competitividade e a produtividade da indústria química e petroquímica, favorecendo a cadeia do plástico. No espaço reservado para reciclagem, a Braskem participa com o 3R – Um novo conceito de resina reciclada, onde apresenta soluções que vem buscando para o desenvolvimento de novos materiais com foco em soluções mais disruptivas e que tenham maior potencial para melhorar o desempenho das propriedades dos materiais reciclados em diversas aplicações, ampliando a contribuição para Economia Circular.

Serviço:
Feiplastic 2019 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 22 a 26 de abril, das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte – Rua D – Pavilhão Vermelho
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo (SP)

Fonte: Braskem

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Tomra Sorting Recycling lança o Innosort Flake na Feiplastic 2019

15/04/2019

Carina Arita, Diretora da Tomra Brasil

Nos dias 22 a 26 de Abril, no Expo Center Norte, São Paulo, será realizada mais uma edição da Feiplastic, uma das mais importantes feiras da indústria dos plásticos no mercado brasileiro. A Tomra Sorting Recycling estará presente e trará uma grande novidade: o novo Innosort Flake.

No stand D072, a Diretora Comercial da Tomra Sorting Brasil, Carina Arita, estará presentando a nova máquina ao mercado e aos potenciais interessados, com demonstrações ao vivo, bem como respondendo a dúvidas e com mais informações sobre a tecnologia e a empresa.

Innosort Flake

Apresentada sob o slogan “Materialmente diferente com excelentes resultados”, a nova máquina do portfólio da Tomra é um inovador sistema de seleção baseado em duplos sensores e equipado com uma combinação de câmaras RGB e sensores NIR de resolução ultra-alta para a identificação de materiais e cores. Segundo a empresa, o equipamento é capaz de remover simultaneamente, de forma confiável, o PVC e outros plásticos, metais e flakes opacos, em frações de particulas de 2 a 12 mm. A Tomra afirma assegura que o Innosort Flake é a solução ideal para purificação de flakes de PET com alta precisão e relação custo-benefício, garantindo uma produção constante e de qualidade, além de alto rendimento.

Valerio Sama, Gerente de Produtos da Tomra Sorting Recycling, declarou: “Como a indústria de rPET visa obter melhores rendimentos para produtos de alta qualidade, o Innosort Flake oferece uma solução completa e perfeita para instalações de reciclagem de PET que buscam alta qualidade de produção, reduzir a perda e otimizar suas operações para melhorar as estruturas de custos de seus negócios”.

Classes premium rPET com alto rendimento

O Innosort Flake apresenta a tecnologia patenteada Flying Beam® da Tomra – o que, segundo a empresa, constitui o segredo para sua grande precisão. A Tomra assegura que os sensores NIR de alta precisão e alta velocidade permitem o reconhecimento de polímeros de 2mm, reduzindo significativamente a perda de materiais valiosos de PET, com perdas finais abaixo de 2%. O sensor detecta as propriedades do material de diversos polímeros, de modo que contaminantes como PVC, PE, PP, PA e POM são eliminados, resultando em produtos de maior qualidade, afirma o fabricante. Além disso, afirma a empresa a remoção confiável de PVC, metais e flakes opacos resulta em uma classe de rPET que atende a altos requisitos de qualidade.

Custos operacionais e retorno do investimento

A Tomra afirma que o recurso de calibração contínua permite que os clientes monitorem e otimizem o desempenho de suas operações em tempo real. Isso resulta em maior estabilidade e menos tempo de inatividade do sistema, obtendo um rendimento constante de alta qualidade. Além disso, segundo a empresa, o equipamento possui um sistema de iluminação inovador e preciso que resulta em até 70% de economia de energia e diminui os custos operacionais.

Com sua resolução ultra-alta, configuração de duplo sensores e capacidade de até 4,5 t/h, o Innosort Flake foi lançado no mercado chinês em Setembro de 2018 e, segundo a Tomra, tem recebido uma receptividade muito boa, com os clientes apreciando os níveis de pureza, perdas e produtividade proporcionados.

O Innosort Flake amplia a oferta de soluções de seleção da Tomra, ao lado do Autosort Flake, equipamento que já combinava a deteção de cores, informações de materiais e objetos metálicos para potencializar as aplicações de purificação de flakes com um tempo de inatividade reduzido.

A Tomra Sorting Recycling e a importância da Feiplastic

Para Carina Arita, a presença na Feiplastic “é uma grande oportunidade de expor a nossa tecnologia ao mercado de plásticos de forma ampla, uma vez que se trata da mais abrangente feira da indústria de plástico”. A Diretora Comercial da Tomra ressalta “que a Tomra tem conquistado nos últimos anos um espaço importante no mercado brasileiro e é isso que vamos procurar reforçar, atraindo mais potenciais clientes”.

Além da visibilidade que a Feiplastic proporciona, o objetivo da Tomra também é trazer uma mensagem positiva ao mercado brasileiro, pois além de sua atuação direta na reciclagem de plásticos, a Tomra Sorting Recycling vem trabalhando no segmento de Tratamento de Resíduos Sólidos com o objetivo de retirar do meio ambiente os plásticos descartados pós-consumo, devolvendo-os à industria e promovendo a Economia Circular, tema que está se tornando cada vez mais relevante na atualidade.

A Tomra contribui para a indústria e o meio ambiente com o desenvolvimento de tecnologias de ponta para seleção e recuperação de resíduos. Através da identificação e seleção dos materiais valorizáveis, é possível recuperar dos resíduos materiais com valor agregado, o que se torna vantajoso também para as empresas que utilizam os sistemas.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e análise de processos para a indústria de alimentos, mineração e outras indústrias. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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RadiciGroup implementa “Operation Clean Sweep” para eliminar perdas de pós e grânulos de plásticos

25/01/2019

Operação visa eliminar perdas de pós e pellets plásticos em todas as plantas da área de negócios da Radici High Performance Polymers

Durante os últimos meses, todas as plantas produtivas da Área de Negócios do Radici Group High Performance Polymers assinaram um compromisso formal para se tornarem parceiros da Operation Clean Sweep (OCS), um programa internacional promovido por associações do setor de Plásticos que tem como objetivo evitar perdas de pellets e pós plásticos para o meio ambiente. O foco especial se dá no manuseio dos produtos e operações de transporte, desde a entrada na fábrica das matérias-primas até a saída de produtos semi-acabados destinados aos clientes.

“As perdas de plástico para o meio ambiente – sublinhou Danilo Micheletti, COO da RadiciGroup High Performance Polymers – são um problema que o nosso setor está enfrentando com ações e iniciativas de conscientização e medidas implementadas ao longo do tempo, que requerem compromissos concretos daa parte das empresas envolvidas dentro da cadeia de valor. O nosso Grupo também está engajado nesse desafio, que assumiu dimensões globais, aderindo a uma série de iniciativas das associações industriais, entre as quais a Operação Clean Sweep.

A Operação Clean Sweep é um programa industrial que envolve toda a cadeia de suprimentos, incluindo o transporte e a logística. A RadiciGroup High Performance Polymers decidiu aderir voluntariamente à iniciativa como parte da política de Sustentabilidade do Grupo.

A OCS é organizada em cinco fases principais – que não esgotam o programa, mas incentivam também as empresas associadas a “nunca baixar a guarda” e a buscar novas metas:

  • Compromisso: assinatura de um compromisso formal por parte da empresa.
  • Avaliação: realização de uma inspeção para avaliar a situação da empresa e analisar linhas de produção, armazéns, silos e áreas externas.
  • Melhorias: determinação das medidas necessárias para implementação com o objetivo de reduzir as perdas detectadas durante a avaliação.
  • Aumentar a conscientização: desenvolver a conscientização sobre o tema entre todos as pessoas ligadas ao trabalho – desde os funcionários até os fornecedores e transportadores.
  • Acompanhamento: realização de uma auditoria da empresa para verificar se as perdas foram efetivamente reduzidas.

“Em todas as nossas plantas ao redor do mundo – explicou Micheletti -, concluímos as fases de compromisso e avaliação e, embora tenhamos adotado várias precauções por algum tempo, notamos que ainda podemos melhorar. Já iniciamos a terceira e a quarta fases do OCS, seguindo as diretrizes do programa e colaborando com as associações industriais. Acreditamos que a fase de “aumento da conscientização” é fundamental para se atingirem objetivos cada vez mais ambiciosos e, por essa razão, estamos trabalhando em pensando em programas de treinamento especiais nos temas da OCS, levando em consideração as características peculiares de cada planta produtiva e as diferenças entre os países nos quais operamos”.

(*As associações de categoria que aderiram à OCS e são, portanto, referência para o RadiciGroup High Performance Polymers nos países em que está presente são: Plastics Europe, China Plastics Processing Industry Association, Abiplast, Plastics Industry Association (U.S), American Chemistry Council).

Com cerca de 3.000 empregados, um faturamento de 1,147 bilhões de euros em 2017 e uma rede de fábricas e sedes comerciais localizadas entre a Europa, a América do Norte e do Sul e a Ásia, o RadiciGroup é um dos líderes mundiais na produção de uma vasta gama de produtos químicos, polímeros de poliamida, tecnopolímeros, fibras sintéticas e não tecidos. Seus produtos encontram aplicação em múltiplos setores industriais entre os quais: automotivo, elétrico/eletrônico, bens de consumo, vestuário, mobiliário, construção civil, eletrodomésticos e setor esportivo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – RadiciGroup

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Braskem adere a Aliança global para combater descarte de resíduo plástico no meio ambiente

16/01/2019

Organização sem fins lucrativos que inclui toda a cadeia de valor do plástico planeja investir até US$ 1,5 bilhão em cinco anos

A Braskem se juntou a um grupo de cerca de 30 grandes empresas em uma iniciativa para ajudar a acabar com os resíduos de plástico no meio ambiente. A Aliança para o Fim dos Resíduos Plásticos – em inglês, Alliance to End Plastic Waste (AEPW) -já inicia suas atividades dedicando US$ 1 bilhão (R$ 3,7 bilhões) a projetos e desenvolvimento de tecnologias para acabar com o descarte de plásticos no meio ambiente, especialmente nos oceanos. A Aliança (www.endplasticwaste.org) foi lançada hoje (16/01/19) e tem a meta de aumentar o investimento para até US$ 1,5 bilhão (R$ 5,5 bilhões) nos próximos cinco anos.

“Nenhum de nós deseja um meio ambiente repleto de resíduos plásticos. Este é um desafio global sério e complexo que exige ações rápidas e forte liderança. Esta nova Aliança é o esforço mais abrangente já feito para dar fim ao descarte de plásticos no meio ambiente”, disse Fernando Musa, presidente da Braskem. “O plástico é um material extremamente eficiente que ajuda a minimizar nosso impacto no meio ambiente em quase todos os aspectos da vida moderna. Mas precisamos trabalhar para minimizar o descarte, assim como para reciclar e recuperar o plástico depois de usado.”

Essa iniciativa ocorre na sequência do anúncio do posicionamento realizado pela Braskem a favor da Economia Circular, que definiu iniciativas próprias para ampliar sua atuação em reciclagem e na produção de novas resinas renováveis. Além disso, a empresa anunciou o esforço em prol de novas tecnologias e modelos de negócios que privilegiem o reuso do plástico.

Agora a Braskem se une à Aliança, que é uma organização sem fins lucrativos e inclui toda a cadeia de valor dos plásticos: empresas que produzem, utilizam, vendem, processam, coletam e reciclam plásticos. Isso inclui fabricantes de químicos e plásticos, transformadores, companhias de bens de consumo, revendedores e empresas que trabalham com gestão de resíduos. A Aliança tem como parceiro estratégico o Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável.

Entre os projetos iniciais anunciados pela aliança destacam-se as parcerias com prefeituras de diversas cidades para projetar sistemas integrados de gestão de resíduos em grandes áreas urbanas com baixa infraestrutura, especialmente aquelas onde há rios que transportam vastas quantias de resíduos plásticos do continente para o oceano.

Além disso, ela vai colaborar com organizações intergovernamentais, como as Nações Unidas, e custear a rede de incubadoras da Circulate Capital para desenvolver e promover tecnologias, modelos de negócios e empreendedores que trabalham pela prevenção de plásticos no oceano e pela gestão de resíduos e reciclagem, entre outras iniciativas.

As empresas a seguir são membros fundadores da Aliança: a brasileira Braskem, BASF, Berry Global, Chevron Phillips Chemical Company LLC, Clariant, Covestro, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation, U.S.A., Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, SUEZ, Shell, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total, Veolia, e Versalis (Eni).

Fonte: Braskem

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Plano de regulamentação da União Européia proíbe o uso de dez produtos descartáveis feitos com plástico

21/12/2018

Espera-se que a medida, uma vez aprovada pelo Parlamento Europeu e os países-membros, entre em vigor em dois anos. Decisão deve impactar indústria que movimenta 340 bilhões de euros e mudar hábitos dos europeus.

Um plano de regulamentação da União Europeia (UE) para banir o uso de produtos plásticos descartáveis foi aprovada em Bruxelas nesta quarta-feira (19/12). Uma lista de 10 produtos plásticos de uso único que já tem alternativa no mercado foi elaborada por negociadores do Parlamento Europeu e representantes dos 28 Estados membros da União Européia.

Os produtos a serem banidos incluem pratos, talheres, canudos, cotonetes e embalagens de alimentos fabricadas com EPS (isopor).

Para outros produtos de plástico, tais como copos e tampas, a estratégia adotada será limitar o uso e, em alguns casos, vincular os fabricantes a obrigações de coleta e limpeza. Além disso, todas as garrafas plásticas deverão ter pelo menos 30 por cento de material reciclado até 2030 e os Estados-membros da União Européia terão que coletar 90 por cento das garrafas plásticas de uso único até 2025. Bruxelas propôs também medidas para reduzir o uso de itens como recipientes de plástico para levar comidas de estabelecimentos.

Uma vez que a medida seja aprovada pelo Parlamento Europeu e os países-membros, deverá entrar em vigor em dois anos, a partir de 2021.

A ministra de Turismo e Sustentabilidade da Áustria, Elisabeth Koestinger, conduziu as conversas em nome dos 28 membros e anunciou o acordo político provisório em seu Twitter e descreveu o momento como “um marco nos esforços para reduzir o lixo plástico”. A Áustria detém atualmente a presidência rotativa da União Europeia.

Com as medidas, a Comissão Europeia projeta reduzir as emissões de dióxido de carbono em 3,4 milhões de toneladas. Cálculos indicam que danos ambientais no valor de 22 bilhões de euros podem ser evitados até 2030.

Segundo dados oficiais de 2015, a indústria de plásticos movimenta 340 bilhões de euros e emprega 1,5 milhão de trabalhadores.

A ofensiva de Bruxelas contra a produção de lixo descartável deve atingir também a indústria tabagista, num futuro próximo. Os produtores de cigarros podem ser solicitados a participar do custeio da limpeza e coleta de guimbas de cigarro.

Fonte: Reuters ; Deutsche Welle

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Evonik inicia produção de sílica precipitada na Carolina do Sul

15/11/2018

  • Crescente demanda por sílica para pneus com baixa resistência ao rolamento a fim de economizar combustível
  • Investimento de cerca de US$ 120 milhões cria mais de 40 novos empregos
  • Nova sílica customizada para pneus de SUVs que economizam combustível também é produzida na Carolina do Sul.

A Evonik Industries deu início às operações em sua nova planta de sílica precipitada para a indústria de pneus na Carolina do Sul (EUA). A empresa investiu cerca de US$120 milhões nessa fábrica de escala mundial em resposta à alta demanda por sílica precipitada da indústria de pneus na América do Norte. O setor automotivo depende da sílica precipitada de alta dispersão para produzir pneus com maior resistência à rolagem e melhor aderência em pistas molhadas. As sílicas integram os Smart Materials, um dos quatro motores de crescimento estratégico da Evonik.

“A abertura da nova fábrica (foto) representa uma etapa importante no fortalecimento da nossa posição como parceiro global da indústria de pneus”, disse Harald Schwager, vice-presidente da diretoria executiva da Evonik. “Ao expandir as nossas atividades no setor da sílica, estamos seguindo uma estratégia clara. Além de incorporar as atividades da Huber Sílica, estamos ampliando de maneira contínua as nossas capacidades de sílica.

A proximidade aos principais clientes da indústria de pneus foi o fator decisivo para a escolha do site da Carolina do Sul. Johannes Ohmer, membro da Diretoria Executiva da Evonik Resource Efficiency GmbH, disse: “A partir daqui, planejamos abastecer os nossos clientes locais com produtos inovadores e soluções customizadas”. A Evonik também vai produzir a recém-desenvolvida sílica ULTRASIL® 7800 GR no local. Em decorrência de sua área superficial específica maior, a ULTRASIL® 7800 GR confere mais rigidez ao composto da banda de rolagem sem impactar de maneira negativa a sua processabilidade. Por esse motivo, esse produto é particularmente apropriado para SUVs, veículos que têm como principal mercado global os Estados Unidos.

A construção de uma nova unidade de produção em Charleston cria mais de 40 novos empregos.

A Evonik é uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas. Com mais de 36.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2017, a empresa gerou vendas da ordem de 14,4 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,36 bilhões de Euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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