Posts Tagged ‘Sustentabilidade’

Estudantes da UFRJ criam bioplástico para embalagem que indica quando alimento está deteriorado

04/12/2018

Alunos e ex-alunos da UFRJ idealizaram e produziram uma embalagem de plástico biodegradável que revela a qualidade do alimento, a Plasticor. O material da embalagem, em contato com o alimento, pode mudar para uma cor esverdeada ou rosada, indicando se o produto está própria para consumo ou não. Em desenvolvimento há cerca de um ano, nos laboratórios do campus de Xerém, o bioplástico dos estudantes é uma saída sustentável no cenário de grande desperdício em que se vive atualmente.

Por ano, de toda a comida produzida no planeta, 30% (ou 1,3 bilhão de toneladas) vai para o lixo, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. A mudança de cor da embalagem seria, portanto, uma forma de estabelecer prioridade para o consumo dos alimentos, dando preferência aos mais próximos de vencer, além de garantir a confiabilidade da ingestão daqueles cuja data de validade esteja expirada, mas que ainda podem ser consumidos de forma segura.

Segundo os desenvolvedores do produto, as vantagens vão ainda além. “O impacto ambiental também é reduzido, visto que, nas últimas décadas, a utilização de materiais plásticos é abundante na indústria alimentícia. Nossa embalagem é ecologicamente correta, já que não utiliza aditivos químicos nem demora anos para degradar”, explica João Vítor Balbino, estudante do 5º período de Biofísica e um dos sete integrantes da startup. Os alunos estimam que o tempo de degradação do Plasticor seja de seis meses, porém ainda estão sendo feitos testes para tornar essa informação mais precisa.

A ideia surgiu pensando no desperdício de alimentos perecíveis, cuja data de validade não é informada (como pães e carnes frescos, frutas e vegetais), e também na preocupaçao do uso excessivo de embalagens plásticas convencionais, que levam muito tempo para se degradar e que são muito utilizadas pela indústria alimentícia.

A equipe afirma que as embalagens Plasticor tem como principal objetivo contribuir para a fiscalização de produtos em processo de deterioração, aumentando a segurança do consumidor em caso de ingestão de produtos estragados. Além disso, a tecnologia com o biossensor contribui para a redução do desperdício de alimentos, já que evita o descarte, às vezes desnecessário, de produtos com o prazo de validade expirado.

A equipe surgiu de um evento de empreendedorismo do tipo Hackathon, realizado por alunos da UFRJ (Duque de Caxias) e pelo Sebrae, em 2017, no qual recebeu a premiação de melhor projeto de sustentabilidade na área de alimentos.

A partir da visibilidade ganha com o prêmio , a startup passou a receber consultoria do Sebrae, com o objetivo de orientá-la para registro e certificação da tecnologia nos canais competentes, como a Vigilância Sanitária.

A Plasticor é uma startup idealizada por alunos e ex-alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Campus de Duque de Caxias (UFRJ/DC). Dentre os integrantes estão Ana Rafaela, de 20 anos, graduanda em Biotecnologia e moradora de Jacarepaguá; Camila França, de 21 anos, graduanda em Nanotecnologia e moradora de Duque de Caxias; Igor Tenório, de 22 anos, doutorando em Ciência e Tecnologia de Polímeros, morador de Duque de Caxias; João Vitor Lira, de 20 anos, e Lorena Ballerini, de 26 anos, ambos moradores de Nova Iguaçu e graduandos em Biofísica e Nanotecnologia, respectivamente; e Luiz Menezes, de 24 anos, graduado em Design e morador da Ilha do Governador.

Fonte: UFRJ / kickante.com.br

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Braskem assume compromisso de compra de energia gerada em parque eólico e ajuda a viabilizar empreendimento da EDF Renewables na Bahia

02/12/2018

Estado caminha para se tornar líder nacional no setor de energia renovável

A Braskem vai investir na compra de energia eólica e assim ajudar a viabilizar a expansão do Complexo de Folha Larga, que a EDF Renewable do Brasil está desenvolvendo na Bahia. A Braskem se comprometeu a comprar energia eólica por 20 anos, em um contrato estimado em R$ 400 milhões. Esse novo parque de energia renovável, localizado no município de Campo Formoso, a 350 km a noroeste de Salvador, contribuirá para colocar a Bahia entre os líderes no setor nos próximos anos.

O empreendimento de Folha Larga foi viabilizado pela contratação de venda de energia de longo prazo nos leilões do governo e também pela celebração do compromisso da Braskem no ambiente de contratação livre.

“A Bahia tem se tornado referência nacional em energia renovável”, afirma Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. “Estamos fazendo nossa parte para o desenvolvimento desse setor. Ao investir numa matriz limpa e sustentável, estamos reduzindo a quantidade de emissões de CO2 em 325 mil toneladas ao longo do período do contrato”, diz Checcucci.

A Bahia tem atualmente 113 parques eólicos em operação, com potência instalada de aproximadamente 3,0 GW, segundo dados da Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Os investimentos já contratados no setor durante o ano por meio dos leilões de energia devem fazer o Estado da Bahia ganhar mais 622 MW de energia eólica até 2024. A região de Campo Formoso, onde está localizado o parque eólico, apresenta vento forte e constante, muito favorável a eficiência da geração de energia eólica.

“Esse primeiro contrato privado de compra e venda de energia, assinado com a Braskem, um dos maiores consumidores do país, demonstra nossa competitividade no mercado livre e a vontade da EDF Renewables de se posicionar como um dos principais atores deste mercado” disse Paulo Abranches, diretor presidente da EDF Renewables no Brasil. Estabelecida há três anos no Brasil, a EDF Renewables encontra-se entre as líderes do país no setor de energias renováveis, totalizando cerca de 1 GW em projetos de energia eólica e solar, já considerando as iniciativas que estão em operação e em fase de construção. Na Bahia, a empresa francesa conta ainda com o Complexo Eólico Ventos da Bahia, município de Bonito e de Mulungu do Morro, com capacidade para produzir 183 MW.

Fonte: Braskem

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Guia Exame de Sustentabilidade 2018 elege Termotécnica como PME mais sustentável do Brasil

02/12/2018

Empresa é premiada também como a empresa mais sustentável do setor Químico

O Guia EXAME Sustentabilidade 2018 elegeu a Termotécnica – maior indústria da América Latina de transformação de EPS (poliestireno expandido) – como a PME mais sustentável do Brasil no ano e como a empresa mais sustentável na categoria Química. O destaque foi para o Programa Reciclar EPS, que já deu um novo destino a mais de 40 mil toneladas de EPS (conhecido como isopor®) – um terço de todo o EPS reciclado no Brasil.

A notícia foi recebida pelo presidente da Termotécnica, Albano Schmidt, junto com integrantes da empresa, em evento que lançou o Guia EXAME Sustentabilidade 2018 no dia 22/11,em São Paulo (SP), durante o EXAME Fórum Sustentabilidade.

De 179 empresas inscritas no prêmio, 78 foram premiadas. O resultado foi obtido com base em uma avaliação baseada emanálise dos projetos de sustentabilidade e aplicação de questionário da Fundação Getúlio Vargas.

Albano Schmidt valoriza o fato dos reconhecimentos estarem alinhados a um dos objetivos estratégicos da empresa, que prioriza a “Economia Circular na Prática”.“Temos uma atenção especial com a sustentabilidade em nossos processos internos, desde a concepção à logística reversa e reciclagem dos produtos. É muito gratificante ser reconhecido por uma iniciativa nossa, pensada para a preservação do meio ambiente e para a qualidade de vida das pessoas”, destaca.

Os destaques apontados pelo prêmio

Criado em 2007 pela Termotécnica, o Programa Reciclar EPS foi uma antecipação à PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos). Desde sua criação, a iniciativa pioneira no País já deu um novo destino a mais de 40 mil toneladas de EPS, gera cerca de 100 empregos diretos, conta com mais de 1,2 mil Pontos de Coleta e 300 cooperativas de reciclagem parceiras, o que impacta diretamente mais de cinco mil famílias. Recentemente, a empresa passou a disponibilizar também um Ponto de Coleta de EPS para reciclagem no galpão da Liga das Escolas de Samba de São Paulo (SP).

Depois de reciclado, o EPS volta para o mercado e é utilizado para a fabricação de itens como: régua escolar, solas de sapato, rodapés, molduras, entre outros.

O prêmio também destacou a iniciativa da empresa de mudar a matriz energética com a substituição do óleo derivado de petróleo por biomassa. A empresa já utiliza, nas fábricas de São José dos Pinhais e de Manaus, aparas da indústria moveleira para movimentar caldeiras. O projeto está sendo implementado em três fábricas, com investimentos de R$ 10 milhões e conclusão em 2020.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Empresa alemã usa sistema de poliuretano da Covestro, parcialmente derivado de CO2, para a produção de pisos esportivos

02/12/2018

  • Première para novos produtos em quadras de Hockey em Krefeld
  • Processo inovador para preservação de recursos
  • Próximo passo no uso de CO2 para plásticos

Pela primeira vez, os pisos sintéticos para esportes podem ser produzidos com dióxido de carbono – o que significa que menos petróleo bruto é necessário como matéria prima. O primeiro contrapiso deste tipo no mundo foi inaugurado no centro de jogos de hockey de um renomado clube de esportes no oeste da Alemanha. O novo material especialmente sustentável é originado do fabricante de materiais Covestro, que desenvolveu um processo revolucionário para utilização de CO2. Segundo a empresa, isto pode economizar até um quinto de petróleo bruto durante a produção – uma contribuição inovadora para preservação de recursos e controle de reciclagem.

O CO2 para contrapisos é retido em um de seus componentes, o poliol. Até esse momento, o novo material à base de CO2, chamado cardyon®, vinha sendo utilizado para produzir espuma macia de poliuretano para colchões e móveis estofados, que já estão sendo comercializados. O desenvolvimento para uso nos esportes é, agora, o próximo passo na expansão da gama de aplicações.

Utilizando CO2 e economizando petróleo

“O uso de dióxido de carbono como uma nova matéria prima é uma abordagem promissora para tornar a produção na indústria de químicos e plásticos mais sustentável”, explicou o Dr. Markus Steilemann, CEO da Covestro. “Desta forma, nós utilizamos CO2 em um processo de loop fechado e economizamos petróleo. Baseados nisto, queremos oferecer uma carteira de produtos abrangente, para o máximo de áreas de aplicação possível – alinhados com nossa visão de deixar o mundo um lugar melhor”.

O primeiro cliente para o novo poliol produzido com CO2 é o produtor de pisos esportivos atuante em todo o globo, Polytan. A empresa de Burgheim, na região da Bavária, que pertence ao Sport Group, utiliza o material para produzir contrapisos elásticos junto com o granulado de borracha. “Nós damos grande importância ao uso de matérias primas sustentáveis e estamos sempre buscando alternativas ecologicamente mais sensíveis aos produtos convencionais. Preferencialmente, até mesmo a qualidade do produto pode ser melhorada. A Covestro garante exatamente isso com o cardyon”, disse o Gerente de Compras do Sport Group, Daniel Klomp.

O primeiro piso à base de CO2 agora está sendo utilizado no Crefelder Hockey and Tennis Club (foto). O tradicional clube mantém uma das principais instalações de quadras de hockey na Alemanha, que serve como um local frequente para jogos e campeonatos internacionais. O contrapiso foi feito em uma quadra de jogos de 99 x 59 metros e serve para amortecer o efeito de um novo piso artificial azul brilhante, também da Polytan. “O esporte não é apenas saudável, ele também pode contribuir para a sustentabilidade. Estamos comprovando isso com a recém-equipada quadra de hockey, que certamente deixará nosso clube ainda mais atraente”, explicou o gerente do clube Robert Haake.

Tecnologia Inovadora

O uso de CO2 como uma matéria prima para plásticos foi possibilitado por uma tecnologia especial, amigável ao meio-ambiente, que a Covestro desenvolveu com seus parceiros. O CO2 é utilizado como um fornecedor do elemento carbono – ao invés das matérias primas baseadas em petróleo. Até 20% das matérias primas de origem fóssil podem, então, ser substituídas pelo dióxido de carbono. A Covestro produz os novos poliois à base de CO2 em sua unidade de Dormagen, próxima à Colônia. O dióxido de carbono vem de uma empresa química vizinha, que o produz como um subproduto.

Sobre a Polytan: A especialista para pisos esportivos em áreas externas está continuamente desenvolvendo suas superfícies esportivas sintéticas e sistemas de gramado artificial. Além de seu próprio desenvolvimento, a fabricação e a instalação de pisos esportivos, a gama de serviços da Polytan também inclui revestimento, reparo, limpeza e manutenção. Todos os produtos atendem aos padrões nacionais e internacionais atuais e possuem todos os certificados relevantes das associações esportivas internacionais, como FIFA, FIH, World Rugby e IAAF.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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RadiciGroup, Versalis e Safitex se unem para reciclar grama sintética de campos esportivos

15/11/2018

Versalis (Eni), RadiciGroup e Safitex uniram forças para tornar reciclável a grama sintética de campos esportivos, em linha com os princípios da economia circular. O projeto foi apresentado na Ecomondo, feira de tecnologias verdes realizada em Rimini (Itália), de 5 a 8 de novembro, e é o resultado da colaboração entre a Versalis, fornecedora da matéria-prima (polietileno), RadiciGroup, fabricante de fibras para aplicações esportivas, e a Safitex, fabricante de grama sintética.

O projeto envolve uma cadeia de fornecimento totalmente italiana e visa reforçar a circularidade desta aplicação, a fim de reduzir seu impacto ao final da vida útil. Atualmente, o gramado sintético é descartado em aterros ou incinerado, o que produz emissões de gases de efeito estufa. Graças à colaboração entre estes três líderes industriais italianos, em busca do caminho “Made Green in Italy”, o gramado sintético pode agora ser reciclado ao final de sua vida útil, assim como os outros plásticos: será recolhido, triturado e processado para outras aplicações na área de esportes (caneleiras, cotoveleiras) ou para mobiliário (vasos, acessórios e equipamentos de jardinagem).

Para avaliar o desempenho ambiental do projeto, as três empresas realizaram uma Avaliação do Ciclo de Vida (LCA), cada uma para seu próprio produto, quantificando o impacto ambiental com dados científicos e regras de cálculo válidas em todos os países europeus. Os resultados dos estudos realizados sobre o polímero (Versalis), fibras (Radigreen da RadiciGroup) e gramado (EcoNext da Safitex) foram verificados por um organismo de certificação independente (Certiquality), que emitiu, para cada um deles, um certificado de Pegada Ambiental do Produto (* PEF ) – método reconhecido em toda a Europa que permite medir o desempenho ambiental dos produtos ao longo de todo o seu ciclo de vida.

Fonte: Assessoria de Imprensa – RadiciGroup

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Evonik inicia produção de sílica precipitada na Carolina do Sul

15/11/2018

  • Crescente demanda por sílica para pneus com baixa resistência ao rolamento a fim de economizar combustível
  • Investimento de cerca de US$ 120 milhões cria mais de 40 novos empregos
  • Nova sílica customizada para pneus de SUVs que economizam combustível também é produzida na Carolina do Sul.

A Evonik Industries deu início às operações em sua nova planta de sílica precipitada para a indústria de pneus na Carolina do Sul (EUA). A empresa investiu cerca de US$120 milhões nessa fábrica de escala mundial em resposta à alta demanda por sílica precipitada da indústria de pneus na América do Norte. O setor automotivo depende da sílica precipitada de alta dispersão para produzir pneus com maior resistência à rolagem e melhor aderência em pistas molhadas. As sílicas integram os Smart Materials, um dos quatro motores de crescimento estratégico da Evonik.

“A abertura da nova fábrica (foto) representa uma etapa importante no fortalecimento da nossa posição como parceiro global da indústria de pneus”, disse Harald Schwager, vice-presidente da diretoria executiva da Evonik. “Ao expandir as nossas atividades no setor da sílica, estamos seguindo uma estratégia clara. Além de incorporar as atividades da Huber Sílica, estamos ampliando de maneira contínua as nossas capacidades de sílica.

A proximidade aos principais clientes da indústria de pneus foi o fator decisivo para a escolha do site da Carolina do Sul. Johannes Ohmer, membro da Diretoria Executiva da Evonik Resource Efficiency GmbH, disse: “A partir daqui, planejamos abastecer os nossos clientes locais com produtos inovadores e soluções customizadas”. A Evonik também vai produzir a recém-desenvolvida sílica ULTRASIL® 7800 GR no local. Em decorrência de sua área superficial específica maior, a ULTRASIL® 7800 GR confere mais rigidez ao composto da banda de rolagem sem impactar de maneira negativa a sua processabilidade. Por esse motivo, esse produto é particularmente apropriado para SUVs, veículos que têm como principal mercado global os Estados Unidos.

A construção de uma nova unidade de produção em Charleston cria mais de 40 novos empregos.

A Evonik é uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas. Com mais de 36.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2017, a empresa gerou vendas da ordem de 14,4 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,36 bilhões de Euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Braskem define iniciativas a favor da Economia Circular

12/11/2018

Empresa está engajada com a meta que prevê que a totalidade das embalagens plásticas seja reutilizada, reciclada ou recuperada até 2040

A Braskem definiu uma série de iniciativas globais para impulsionar a Economia Circular na cadeia de produção de produtos transformados plásticos.

“Estamos firmes no propósito de contribuir na transformação da economia linear em uma Economia Circular, demonstrando nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem. “Ao estabelecer um rol de iniciativas globais, aderindo a compromissos voluntários e expressando publicamente um posicionamento global a favor da Economia Circular, a Braskem está convidando clientes, parceiros da cadeia de valor, seus Integrantes e a sociedade em geral para ampliar o esforço conjunto em busca de soluções inovadoras e sustentáveis por meio do uso do plástico”.

Intitulado “Posicionamento da Braskem em Economia Circular”, o documento define iniciativas para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar e facilitar a reciclagem e a reutilização de embalagens plásticas, especialmente as de uso único. Ele contempla ainda o avanço de investimentos em novas resinas de origem renováveis, como o Plástico Verde feito à base de cana-de-açúcar, e o apoio a novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais.

As iniciativas também englobam a promoção o engajamento de consumidores a programas de reciclagem por meio de ações educacionais de consumo consciente, o uso de ferramentas de avaliação de ciclo de vida e o apoio a ações para melhoria do gerenciamento de resíduos sólidos a fim de prevenir o descarte de lixo nos mares.

Além dessas iniciativas, a Braskem também assumiu o compromisso voluntário de que todas as suas unidades industriais adotem as melhores práticas para reduzir ainda mais a perda de pellets (matéria-prima para a produção de embalagens plásticas) nos seus processos até 2020 e aderiu aos compromissos setoriais de trabalhar para que a totalidade das embalagens plásticas sejam reutilizadas, recicladas ou recuperadas até 2040.

A Braskem se compromete também a reportar os progressos dessas iniciativas em seu Relatório Anual.

“Os plásticos têm função essencial no desenvolvimento sustentável porque evitam o desperdício e aumentam a eficiência em diversos setores da economia, como na produção agrícola e na indústria automotiva. É um material que contribui para a segurança alimentar e a higiene hospitalar, além de integrar o cotidiano das pessoas por meio de várias aplicações”, diz Fernando Musa. “Inserido na economia circular, o potencial do plástico de gerar benefícios com menor impacto se amplia ainda mais.”

Para conhecer o “Posicionamento da Braskem em Economia Circular”, acesso o seguinte link: www.braskem.com/economiacircular

Fonte: Braskem

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Simplás fala sobre educação e sustentabilidade em Maceió (AL)

04/11/2018

Presidente Jaime Lorandi apresenta palestra no IV Fórum Regional da Indústria do Plástico, dia 8/11

A ideia de educação voltada para a sustentabilidade desenvolvida pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) ganha terreno pelo Brasil e será apresentada em Maceió (AL), dia 8 de novembro. A entidade, que criou e vem implementando o projeto Plástico do Bem em diversos locais, estimulando a reciclagem e a geração de recursos por meio da economia circular, estará a frente de um dos painéis do IV Fórum Regional da Indústria do Plástico. O presidente Jaime Lorandi (foto) apresentará a palestra “A Solução do Plástico” a partir das 11h, no Auditório Gilberto Mendes de Azevedo, da Casa da Indústria Napoleão Barbosa (Avenida Fernandes Lima, 385 – Farol).

O evento é promovido pelo Sindicato das Indústrias de Plásticos e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast-AL), a Cadeia Produtiva da Química e do Plástico de Alagoas, a Prefeitura Municipal de Maceió, o Sebrae-AL e a Braskem, com apoio da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea). Mais informações e inscrições podem ser obtidas pelo site http://www.sinplast-al.org.br.

“Novos tempos exigem novos hábitos, não só da indústria, que já vem de há muito tempo se aprimorando e se adequando às diretrizes ambientais, mas da sociedade como um todo. O que precisa ser compreendido, neste momento, é que cada pessoa é responsável pelo que consome. A visão do Simplás não é de proteção setorial, mas de defesa da educação para a separação, limpeza e destinação correta dos materiais para reciclagem”, explica o presidente do sindicato, Jaime Lorandi.

A palestra desenvolvida pelo Simplás, que mostra os benefícios dos plásticos para o avanço na qualidade de vida das pessoas, além da importância da educação para a destinação correta dos materiais depois de consumidos, já alcançou públicos como os do 3º Congresso Brasileiro do Plástico (foto), em Porto Alegre (RS), da feira Interplast, em Joinville (SC), e da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul (RS).

O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) representa mais de 400 empresas de transformação que geram cerca de 9,5 mil empregos diretos em oito municípios (Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real), com estimativa de faturamento anual superior a R$ 3 bilhões. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), pelo número de empresas instaladas, a região concentra o segundo maior polo de transformação de material plástico do país.

Legenda: Jaime Lorandi apresenta A Solução do Plástico, sob aplausos, no 3º Congresso Brasileiro do Plástico. A palestra será uma das atrações do IV Fórum Regional da Indústria do Plástico, em Maceio (AL), dia 8 de novembro

Fonte: Assessoria de Imprensa – Simplas / Fotos: Eduardo Fontoura

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Dow criar dois novos cargos de liderança para tratar dos desafios globais de reciclagem

01/11/2018

Carsten Larsen

Diretores comerciais de reciclagem irão se concentrar no desenvolvimento de novos modelos de negócios e estratégias de crescimento para recuperar fluxos de reciclagem de resíduos plásticos em todo o mundo

A Dow Embalagens e Plásticos de Especialidades, uma unidade de negócios da Dow, acaba de anunciar a criação de dois novos cargos de liderança sênior para tratar dos desafios globais que envolvem o gerenciamento de resíduos e a reciclagem de plásticos. Tim Boven, ex-Diretor Global da Cadeia Integrada de Suprimentos para Hidrocarbonetos, foi nomeado Diretor Comercial de Reciclagem para a América Latina e América do Norte. Carsten Larsen, ex-Diretor Comercial da Dow Industrial Solutions para a Europa, Oriente Médio, África e Índia, ocupará o cargo de Diretor Comercial de Reciclagem para a EMEA (Europa, Oriente Médio, África) e Ásia-Pacífico.

Tim Boven

Em seus novos cargos, Tim e Carsten serão responsáveis pelo desenvolvimento de novos modelos de negócios e estratégias de crescimento voltadas para a recuperação de fluxos de reciclagem de resíduos plásticos nas Américas, Europa, Oriente Médio, África e Ásia-Pacífico. Irão trabalhar com suas respectivas lideranças comercias na elaboração de uma estrutura de recursos adequada em suas regiões para promover essa iniciativa.

“É grande a quantidade de plásticos que se transformam em resíduos e acabam ingressando no meio ambiente em todo o mundo devido às variações na disponibilidade de infraestrutura suficiente, baixas taxas de reciclagem e itens que são descartados sem o devido cuidado após o uso”, afirma Diego Donoso, Presidente da Dow Embalagens e Plásticos de Especialidades. “A Dow está comprometida em investir nos líderes certos e em inovações de reciclagem para ajudar a promover soluções para o fim de vida dos plásticos. Com Tim e Carsten impulsionando a nossa estratégia de reciclagem global, seremos capazes de ajudar clientes em todo o mundo a atingirem seus objetivos de sustentabilidade e viabilizar a mudança em direção a uma cadeia de valor mais circular para os plásticos”, ressalta Donoso.

Os executivos estão avaliando fluxos de resíduos plásticos no mundo todo e trabalhando para identificar inovações tecnológicas de reciclagem que contribuirão para uma economia circular global para os plásticos. Na América do Norte e EMEA, eles irão focar principalmente na promoção da economia circular dos plásticos por meio de novas ofertas de produtos via tecnologias que serão usadas para transformar os resíduos em recursos valiosos. Na América Latina e Ásia-Pacífico, onde a infraestrutura de reciclagem é menos avançada e a quantidade de resíduos plásticos continua a crescer, irão se concentrar em novas plataformas de reciclagem, coleta e infraestrutura para a Dow e em iniciativas que ajudem os parceiros locais da cadeia de valor a interromperem o descarte de plásticos no meio ambiente.

Como parte da estratégia de reciclagem, Tim e Carsten irão explorar as colaborações atuais da Dow e trabalhar com os parceiros da cadeia de valor da Companhia a fim de tratar dos desafios dos resíduos plásticos por meio de tecnologias e iniciativas da Dow que aumentam a sua reciclabilidade. O trabalho de ambos ajudará a Dow a alcançar sua Meta de Sustentabilidade para 2025 de promover uma economia circular por meio da oferta de soluções capazes de fechar os ciclos de recursos em mercados importantes.

“A criação desses novos cargos na Dow é apenas uma das muitas iniciativas que fazem parte do nosso compromisso de promover o valor de sustentabilidade dos plásticos”, destaca Donoso. “Sabemos, porém, que não podemos solucionar esse problema sozinhos, razão pela qual incentivamos nossos pares do setor, parceiros e clientes a nos ajudarem a criar e entregar soluções que interrompam o descarte de resíduos e mantenham o valor dos plásticos por todo o ciclo”, completa.

A Dow Embalagens e Plásticos de Especialidades oferece soluções em plásticos que atendem às demandas dos consumidores em mercados de uso final como embalagens para alimentos, higiene pessoal, calçados, transportes e infraestrutura. A unidade de negócios é uma das maiores produtoras de polietileno do mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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SIG ganha Prêmio Alemão de Embalagem pela Signature Pack

04/10/2018

A Signature Pack, embalagem asséptica cartonada da SIG, fabricada com materiais renováveis de origem vegetal, recebeu o “Prêmio Alemão de Embalagem” na categoria Sustentabilidade.

Este ano, o Prêmio recebeu 226 inscrições de 10 países; a premiação aconteceu durante a FachPack, em Nuremberg. O Prêmio Alemão de Embalagem é uma competição internacional, multi-setorial e multi-materiais. Anualmente, o Instituto Alemão de Embalagem (Deutsches Verpackungsinstitut – dvi) premia projetos de embalagem inovadores e criativos. O Instituto tem todos os elos da cadeia de valor do setor de embalagem como seus associados.

Como sentenciou Bettina Horenburg, membro do Board do Instituto e responsável pelo Prêmio Alemão de Embalagem: “A embalagem é um ponto chave na infraestrutura. E é por isso que ela tem uma atenção especial do público. As crescentes demandas nas áreas de sustentabilidade, eficiência e conveniência só podem ser atingidas pela inovação contínua”.

Embalagem com valor agregado

Segundo a SIG, a sua embalagem Signature Pack agrega valor à indústria e, ao mesmo tempo, atende às expectativas dos consumidores que dão cada vez mais importância a embalagens amigas do meio ambiente e sustentáveis. Os polímeros usados na laminação do material cartonado e também na fabricação da tampa da embalagem vem de fontes renováveis de madeira na Europa e são certificadas por sistemas de sertificação reconhecidos e aprovados (ISCC PLUS e TÜV SÜD CMS71), via um sistema de balanço de massa. Isto significa que, para os polímeros usados na Signature Pack, uma quantidade equivalente de biomateriais é usada como matéria-prima na fabricação dos polímeros. O óleo alto (Tall oil) foi selecionado como matéria-prima pois, como um subproduto da produção de papel, ele é considerado como um resíduo, ao invés de ser uma cultura agrícola que necessita de terra e recursos para crescer.

O veredito do júri foi: “Signature Pack estabelece um marco de sustentabilidade. A embalagem se caracteriza pelo uso de matérias-primas renováveis, pela conservação dos recursos fósseis e pela redução das emissões de CO2 em comparação às embalagens convencionais”.

Nora Wigand, Gerente de Marketing D-A-CH e Udo Felten, Gerente de Produto Relacionado a Sustentabilidade Ambiental Global & Assuntos da SIG, receberam o prêmio em nome da SIG durante a cerimônia em Nuremberg. “Estamos muito satisfeitos pelo fato de que, após o Prêmio de Inovação Mundial em Bebida, a Signature Pack também tenha recebido o Prêmio Alemão de Embalagem. O compromisso com produtos amigos do meio ambiente e soluções de embalagem sustentáveis é um dos pontos mais relevantes para a indústria e para os consumidores, nacional e internacionalmente. Estamos orgulhosos de que a Signature Pack seja vista e apreciada como um marco no setor de embalagens assépticas. Ela leva à substituição do plástico convencional, de origem fóssil, por materiais de base vegetal”.

A SIG é líder no fornecimento de sistemas e soluções para embalagem asséptica. Fundada em 1853, a SIG está sediada em Neuhausen, Suíça, possuindo 5.000 colaboradores em todo o mundo permite para atender clientes em 65 países. Em 2017, a SIG produziu 33,6 bilhões de embalagens cartonadas e faturou €1,66 bilhão.

Fonte: SIG

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Braskem lança novo conceito de resina reciclada no evento Sustainable Brands

06/06/2018

Edição de Vancouver do evento está sendo realizada até 7 de junho

A Braskem está presente, nesta primeira semana de junho (dias 4 a 7), na edição de Vancouver (Canadá) do Sustainable Brands – um dos mais importantes eventos do calendário de sustentabilidade -, como patrocinadora, principal apresentadora e expositora no pavilhão Good Materials & Packaging. A empresa aproveitará a feira para apresentar um novo conceito de resina plástica reciclada.

Por meio de sua plataforma Wecycle, a Braskem apresenta resultados promissores na criação de uma resina reciclada com melhor qualidade e alto teor de conteúdo reciclado, oriundo de embalagem rígida pós-consumo doméstico de polietileno. Dentre as características principais, destacam-se as propriedades de resistência ao stress craking semelhantes à resina virgem e propriedades mecânicas de impacto na tração S 70% melhores do que a resina reciclada utilizada no mercado. O próximo passo é identificar parceiros para testar esta solução em produtos finais (embalagens rígidas de pequeno volume), que utilizarão a resina reciclada como matéria-prima.

No espaço para debates, cujo foco é “Como as marcas estão desenvolvendo novas soluções para embalagens e incorporando práticas de economia circular em seus produtos”, executivos da Braskem discutirão projetos e tecnologias que estão sendo estudados em laboratórios de inovação da companhia. Joe Jankowski, responsável comercial de Polietileno Verde da Braskem na América do Norte, abordará os benefícios e aplicações do Plástico Verde I’m greenT. Luiz Gustavo Ortega, gerente de Desenvolvimento Sustentável da companhia, comentará sobre a plataforma de conteúdo Bluevision, que trata de temas relacionados a sustentabilidade, desenvolvimento humano e utilização inteligente de recursos. Já Fabiana Quiroga, diretora de área de Reciclagem & Plataforma Wecycle, falará sobre a iniciativa que visa fomentar novos negócios para a valorização de resíduos plásticos pós-consumo e desenvolvimento da cadeia de reciclagem.

Além disso, Fabio Lamon, Líder de Manufatura Digital da Braskem, apresentará paleastra no palco principal do evento sobre a atuação da companhia em escala global na busca da sustentabilidade e do envolvimento das pessoas nesse processo.

Na área de exposição, a Braskem está presente em dois stands. Em um deles está expondo o Plástico Verde I’m greenT, produzido a partir de cana-de-açúcar, e suas principais aplicações nos segmentos de embalagens para o setor alimentício, produtos para higiene e beleza e cuidados para casa. No outro stand, estão sendo abordadas as plataformas Bluevision e Wecycle. Desta última, serão exibidos alguns produtos, já resultados de parcerias da Braskem por meio da plataforma, tais como: a caixa organizadora da linha <OU> da Martiplast, a embalagem do tira-manchas Qualitá, do Grupo Pão de Açúcar, e os sacos para lixo, da Embalixo.

“O desenvolvimento sustentável é um dos principais pilares de atuação da Braskem e, para nós, é de grande importância participar e fomentar discussões sobre o tema com outras empresas do setor, reforçando nossas iniciativas e conhecendo o que outros grandes players estão fazendo”, informa Fabiana Quiroga. “Trouxemos para o evento nossos principais produtos, conceitos e programas com viés sustentáveis, buscando impactar toda a cadeia a pensar desta maneira”.

Bluevision

Para contribuir com o debate e o desenvolvimento de soluções sustentáveis, a Braskem lançou em março de 2018, durante o Fórum Mundial da Água, em Brasília, a plataforma global de conteúdo Bluevision (www.bluevisionbraskem.com). O objetivo é produzir um conteúdo relevante que leve as pessoas à reflexão e também a uma nova forma de interação com o meio em que vivem.

Wecycle: plástico reciclado com valor

Por meio da plataforma Wecycle, criada em 2015, a Braskem busca fomentar negócios que valorizem os resíduos plásticos ao longo de toda a cadeia produtiva, contribuindo com ações a favor da reciclagem, do pós-consumo e do meio ambiente. A iniciativa já resultou na parceria com diversas organizações para o desenvolvimento de produtos, soluções e processos ligados ao reaproveitamento do plástico. Os produtos abaixo são provenientes desta plataforma. Saiba mais em: www.braskem.com.br/wecycle

Sobre a Sustainable Brands: A Sustainable Brands é a principal comunidade global de marcas inovadoras que estão moldando o futuro do comércio mundial. Desde 2006, sua missão tem sido inspirar, engajar e dar suporte aos líderes de negócios e de marcas, visando um futuro melhor. A comunidade atua em diversos formatos, como: publicações de artigos digitais, rodadas de conversas, conferências internacionalmente conhecidas e eventos regionais, além de uma robusta biblioteca online, tudo com viés de engajar as comunidades, dentro e fora deste grupo, durante o ano todo.

Fonte: Braskem

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Termotécnica lança Campanha “98% ar” para promover o uso e a reciclagem de EPS

16/05/2018

Campanha reforça que o destino correto do EPS (isopor®) pós-consumo é a reciclagem

Protagonista de um ciclo produtivo e reverso totalmente sustentável, o EPS – material que é popularmente conhecido como isopor® – ainda carrega uma imagem negativa junto à opinião pública devido ao fato de não ser descartado corretamente por grande parte da população e, por isso, gerar poluição. Com o objetivo de esclarecer e reforçar as características do EPS – plástico 100% reciclável, versátil, tecnológico e leve, com 98% de ar em sua composição -, a Termotécnica lançou neste mês de maio uma campanha de conscientização.

Inspirada em uma ação da Airpop® (marca europeia do EPS) que vem apresentando bons resultados, a iniciativa da Termotécnica pretende mostrar a inovação e a versatilidade do EPS, além dos diversos benefícios que seus produtos trazem ao cotidiano das pessoas, tais como isolamento térmico, proteção contra impactos e maior ergonomia. Tudo isso atrelado à mensagem da logística reversa e reciclagem do material. A campanha contempla desde atividades de relacionamento e conscientização com clientes, comunidade, fornecedores e colaboradores até a aplicação do selo nos catálogos e produtos Termotécnica.

Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, ressalta que o objetivo da campanha é que todos os públicos se engajem e reconheçam que existe a disponibilidade de uma cadeia de logística reversa e de reciclagem já implementada, com pontos de coleta e reciclagem do material espalhados por diversos estados brasileiros: “É papel de cada um fazer a diferença por um futuro melhor. Precisamos nos conscientizar e divulgar a informação de que o EPS é 100% reciclável. Essa reciclagem acontece de forma contínua e utiliza pouca água e energia”, argumenta.

Albano ainda acrescenta que a Termotécnica realiza, desde 2007, o Programa Reciclar EPS, que já deu um destino correto a 1/3 de todo EPS pós-consumo no Brasil. Ou seja, mais de 35 mil toneladas de isopor® retornaram ao processo produtivo para virar rodapé, perfil, vaso, solado de sapato e deck de piscina.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS (isopor®) da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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DSM é reconhecida como um dos fornecedores sustentáveis da Apple

01/05/2018

Atenta à necessidade de realizar uma operação mais sustentável para combater as mudanças climáticas e promover uma manufatura que minimize os danos ao meio ambiente, a Apple divulgou em abril uma lista dos parceiros que assumem esse compromisso juntamente à empresa. E a DSM está entre eles, por meio da divisão DSM Engineering Plastics, que desenvolve e fornece os polímeros e compostos para produção de cabos e conectores dos produtos da Apple.

Esta não é a primeira vez que a DSM é lembrada por suas práticas sustentáveis globalmente. Em 2017, a DSM ficou entre as dez empresas mais sustentáveis do planeta do ranking “100 World´s Most Sustainable Corporations in the World”, da revista canadense de economia e negócios Corporate Knights. Este reconhecimento reitera o compromisso da DSM – e de todas as suas áreas de negócios – com questões relacionadas a mudanças climáticas e redução das emissões de carbono.

Como a DSM tem a sustentabilidade no foco da sua atuação, a companhia tem a meta de que a venda de produtos sustentáveis seja responsável por 65% da sua receita até 2020; ao final de 2016, a empresa já havia chegado à marca de 63%, com um portfólio de produtos ambientalmente e socialmente amigável. “Levar a sustentabilidade para os produtos é uma evolução importante e necessária e que a DSM tem demonstrado ser economicamente viável”, afirma Zenaide Guerra, diretora de assuntos corporativos e responsável pela área de sustentabilidade da DSM para a América Latina.

Portfólio sustentável ao longo da cadeia de valor

Para avaliar qual produto de seu portfólio é considerado sustentável, a DSM aplica uma abordagem de ciclo de vida e mede os impactos ambientais e sociais ao longo de toda a cadeia de valor. A análise tem início na extração de matérias-primas, passa pela produção, fabricação, transporte e uso, até chegar ao fim da vida do produto, englobando ainda a reciclagem. As análises seguem padrões internacionais de certificação e as diretrizes do Conselho Mundial de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, na sigla em inglês), grupo de CEO’s que atua como conselheiro da ONU para o tema.

Depois da análise do ciclo de vida e mensuração, os produtos ainda precisam estar em patamares superiores aos da concorrência, do ponto de vista de impactos ao meio ambiente ou trazendo benefícios para a vida dos consumidores, funcionários ou para a cadeia de produção. “Evoluir de processos sustentáveis para produtos sustentáveis, ter critérios de análise internacionalmente reconhecidos, dar transparência a todo o processo e determinar metas de médio e longo prazos são quatro pontos essenciais para conseguirmos responder positivamente à pergunta se as empresas podem efetivamente contribuir para se atingir os objetivos do milênio”, afirma Zenaide.

Fonte: Assessoria de Imprensa – DSM

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Braskem se torna fornecedora de Plástico Verde para o Grupo LEGO

28/03/2018

Polietileno Verde, feito a partir da cana-de-açúcar, será usado nos elementos ‘botânicos’ da empresa dinamarquesa já em 2018

A Braskem passa a fornecer para o Grupo LEGO o Plástico Verde I’m greenT, produzido a partir de cana-de-açúcar. Já em 2018, o Plástico Verde integrará os elementos ‘botânicos’ como árvores, arbustos e folhas das linhas da empresa dinamarquesa, conhecida por seus blocos de montar.

“Essa parceria reforça a estratégia bem-sucedida da Braskem em apostar em produtos sustentáveis e inovadores”, afirma Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem. “O Plástico Verde integra o portfólio de produtos renováveis da Braskem, que tem uma estratégia robusta de crescimento e desenvolvimento para os próximos anos”, completa.

Segundo a Braskem, atualmente o Plástico Verde está presente em mais de 150 marcas na Europa, nos Estados Unidos, na Ásia, na África e na América do Sul. O seu processo de produção começa com a desidratação do etanol, obtido da cana-de-açúcar, para transformá-lo em eteno, que segue para unidades de polimerização onde é transformado em polietileno.

A Braskem afirma que o seu Plástico Verde é o primeiro polietileno de origem renovável a ser produzido em escala industrial e vem sendo produzido desde 2010 no Polo Petroquímico de Triunfo, no estado do Rio Grande do Sul, onde são produzidas 200 mil toneladas da resina por ano.

Fonte: Braskem

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Programa de logística reversa de compósitos supera meta inicial

02/03/2018

Iniciativa foi responsável pelo recolhimento de 2.100 kg de peças de ônibus em Curitiba

O programa de logística reversa de peças de compósitos superou a meta inicial de recolhimento de resíduos. Criado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco) e em operação na cidade de Curitiba (PR), foi responsável pela destinação de 2.100 kg de resíduos, ou 110% do projetado para a primeira fase – 1.900 kg, considerando o período de setembro de 2016 a dezembro de 2017, conforme estabelecido junto à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Paraná (SEMA). A partir de agora, a meta de reciclagem passa a ser anual, sendo prevista a coleta mínima de 1.500 kg de compósitos em 2018.

“Estamos satisfeitos com o resultado, pois conseguimos implantar um modelo efetivo de logística reversa para os compósitos, mesmo num cenário de intensa retração econômica. Trata-se de uma iniciativa inovadora globalmente, que poderá ser replicada não somente em outros estados, mas também em toda a América Latina”, comenta Gilmar Lima, presidente da Almaco.

De início, o programa contempla a logística reversa de componentes de ônibus, como tetos, grades e para-choques. Os aspectos práticos ficam a cargo da Geoquímica, empresa responsável por recolher as peças de compósitos em oficinas e garantir a destinação correta – no caso, o coprocessamento em fornos de cimenteiras. Localizada em São José dos Pinhais (PR), a Geoquímica já trabalha com a logística reversa de embalagens de lubrificantes e filtros automotivos.

“A maior dificuldade que ainda enfrentamos é conscientizar toda a cadeia de geração de valor sobre a importância desse programa. Além de fazer bem ao planeta, é vital para que o setor de compósitos continue competindo e crescendo de forma sustentável”, afirma Lima. Hoje em dia, o plano elaborado pela Almaco conta com o apoio da consultoria Masimon e de nove empresas da cadeia produtiva de compósitos: Ashland, CPIC, Jushi, Marcopolo, Mascarello, Morquímica, Neobus, Owens Corning e Tecnofibras. Também colaboram com o projeto a Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (FABUS) e o Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE). “É importante ressaltar o enorme apoio que tivemos da Secretaria do Meio Ambiente do Paraná”.

A fiscalização já começou e a responsabilidade pelo pós-consumo passou a ser dos fabricantes das peças. Caso não façam parte do programa, estarão sujeitos a multas pesadas – já foram registradas no Paraná autuações de mais de R$ 150 mil para as empresas que descumpriram acordos de logística reversa.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, trens e aviões.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Almaco

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Coalizão de Embalagens encerra primeira fase do Acordo Setorial com redução de 21% no volume de embalagens destinadas aos aterros

15/02/2018

A primeira fase da implantação do Acordo Setorial foi concluída em dezembro. Segundo o relatório entregue pela Coalizão Embalagens ao Ministério do Meio Ambiente, os resultados superaram as expectativas. Foi ultrapassada a meta de reduzir em 13,3% a quantidade de embalagens pós-consumo destinadas a aterros sanitários até o fim do ano; o valor final atingiu 21,3%.

Já o Sistema de Logística Reversa de Embalagens, implantado pela Coalizão, alcançou 63% da população, com ações nos 732 municípios prioritários do acordo. De acordo com o relatório, 802 cooperativas foram apoiadas, com cerca de 4 mil ações de estruturação na capacidade produtiva nos últimos cinco anos. Nesse período, foram instalados 2.082 pontos de entrega voluntária (PEV), com os investimentos do setor atingindo R$ 2,8 bilhões.

As metas para a próxima etapa do Acordo Setorial ainda não foram definidas, mas o Governo já publicou um decreto em que obriga as empresas e entidades envolvidas no consumo de embalagens a aderirem à Coalizão.

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, comemorou os resultados e disse que o ministério é parceiro da causa. “Entendemos a complexidade que é (sic) um setor de logística reversa tão grande e diverso. Eu espero que o resultado desse acordo seja capaz de mensurar a diminuição da destinação inadequada de resíduos, principalmente na cadeia que a coalizão representa”, disse

Coalizão Embalagens – Formada por 23 associações empresariais signatárias do Acordo Setorial de Embalagens em Geral, sendo a ABIPLAST uma delas, foi assinado em 25 de novembro de 2015 com o objetivo de ampliar a reciclagem no país. Conta com a participação de produtores, importadores, usuários e comerciantes de embalagens, do Cempre, da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Movimento ‘SEPARE. NÃO PARE’

A Coalizão lançou em 2017 o Movimento ‘SEPARE. NÃO PARE’, com o objetivo de informar, inspirar e mobilizar a população brasileira a separar e descartar corretamente seus resíduos domésticos. A campanha também ressaltou a importância da ação dos catadores na cadeia da reciclagem, responsáveis por mais de 50% do material recolhido e encaminhado às cooperativas em São Paulo.

A divulgação foi feita por uma campanha digital, com a participação de influenciadores e o portal informativo: http://www.separenaopare.com.br. Nele, a população pode encontrar conteúdos tais como: o passo a passo da separação e o descarte correto de diferentes tipos de embalagens; onde encontrar pontos de entrega; iniciativas já existentes; detalhes sobre quais materiais são recicláveis, etc.

A ação foi lançada inicialmente na cidade de São Paulo e contou com a distribuição de panfletos informativos para a população e colaboradores das empresas participantes da Coalizão, além de parceria com o SECOVI-SP (Sindicato da Habitação), para comunicação direta com os condomínios.

Coalizão Embalagens em números:

Metas do Acordo Setorial :  

  • Recuperação de 19,8% na fração seca.
  • Redução de 13,3% de embalagens dispostas em aterro.
  • Aumento na quantidade de resíduos recuperados de 3.060 toneladas por dia.

Resultados da 1ª fase:

  • Recuperação de 31,9% na fração seca.
  • Redução de 21,3% de embalagens dispostas em aterro.
  • Aumento da auantidade de resíduos recuperados: 1.553 t/dia. A crise econômica e menor geração de resíduos não permitiram atingir a meta.

Fonte: Abiplast

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DSM amplia em 13% venda de produtos sustentáveis

28/09/2017

Receita com produtos que oferecem benefícios ambientais e sociais passou de € 3,27 bilhões em 2015 para € 4,99 bilhões no ano passado e passou a representar 63% das vendas globais, demonstrando viabilidade econômica dos produtos com menor impacto.

A venda de produtos sustentáveis da DSM totalizou € 4,99 bilhões em 2016, representando um crescimento de 13% em comparação aos resultados de 2015. O desempenho do ano passado elevou para 63% a fatia que esse tipo de produto passou a ter dentro do faturamento global da companhia, aproximando-se assim da meta de 65%, prevista para ser alcançada em 2020. Em 2015, os produtos que oferecem benefícios ambientais e sociais da DSM representaram 57% da receita total da companhia.

“A redução de custos por meio de melhorias operacionais nas empresas provenientes de avanços em aspectos sustentáveis é sem dúvida um passo importante. No entanto, levar a sustentabilidade para os produtos é uma evolução importante, necessária e que a DSM tem demonstrado ser economicamente viável”, afirma Zenaide Guerra, diretora de assuntos corporativos e responsável pela área de sustentabilidade da DSM para a América Latina.

O resultado de 2016 não foi isolado. Entre 2010 e 2016, a DSM ampliou em 53% a venda de produtos sustentáveis. A receita com esses produtos passou de € 3,27 bilhões para os atuais € 4,99 bilhões. Mais do que isso, os produtos sustentáveis aumentaram sensivelmente sua participação no portfólio da companhia e seu peso dentro das vendas globais. Se em 2010 os produtos sustentáveis representaram 40% das vendas, no ano passado a fatia subiu para 63%.

Para avaliar qual produto de seu portfólio é considerado sustentável, a DSM aplica uma abordagem de ciclo de vida e mede os impactos ambientais e sociais ao longo de toda a cadeia de valor. A análise tem início na extração de matérias-primas, passa pela produção, fabricação, transporte e uso, até chegar ao fim da vida do produto, englobando ainda a reciclagem. As análises seguem padrões internacionais de certificação e as diretrizes do Conselho Mundial de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, na sigla em inglês), grupo de CEO’s que atua como conselheiro da ONU para o tema.

Depois da análise do ciclo de vida e mensuração, os produtos ainda precisam estar em patamares superiores aos da concorrência, do ponto de vista de impactos ao meio ambiente ou trazendo benefícios para a vida dos consumidores, funcionários ou para a cadeia de produção. “Evoluir de processos sustentáveis para produtos sustentáveis, ter critérios de análise internacionalmente reconhecidos, dar transparência a todo o processo e determinar metas de médio e longo prazo são quatro pontos essenciais para conseguirmos responder positivamente à pergunta se as empresas podem efetivamente contribuir para se atingir os objetivos do milênio”, afirma Zenaide.

A Royal DSM é uma empresa global baseada na ciência, com atividades nas áreas de saúde, nutrição e materiais. A DSM oferece soluções inovadoras para mercados mundiais como alimentos e suplementos dietéticos, cuidados pessoais, rações, dispositivos médicos, peças automotivas, tintas, componentes elétricos e eletrônicos, proteção da vida, energia alternativa e materiais biológicos. A DSM e suas empresas associadas têm faturamento líquido anual de 7,92 bilhões de euros, com mais de 20.000 funcionários. As ações da empresa são negociadas na Euronext Amsterdã.

Fonte: DSM

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Revista canadense classifica DSM entre as 10 empresas mais sustentáveis do mundo

24/01/2017

dsmA revista canadense de economia e negócios Corporate Knights divulgou a edição 2017 do ranking das 100 empresas mais sustentáveis do planeta, o “100 World´s Most Sustainable Corporations in the World”, estruturado com base em uma série de indicadores de desempenho. Nesta 13ª edição (www.corporateknights.com/reports/2017-global-100/2017-global-100-results), a DSM ocupa a nona posição, tendo evoluído significativamente em comparação ao levantamento de 2016, quando ocupou a 26ª colocação. A companhia, de origem holandesa e que tem foco no desenvolvimento e fornecimento de soluções inovadoras baseada na ciência nas áreas de saúde, nutrição e materiais, com forte atuação no Brasil e na América Latina, tem na sustentabilidade um tema prioritário.

De acordo com a publicação, as empreas citadas no ranking dão muita atenção para questões como as mudanças climáticas e a redução das emissões de carbono, atuando com foco no desenvolvimento limpo e sustentável. Na visão estratégica da DSM, por exemplo, a companhia entende a sustentabilidade como o “atendimento das necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem às suas próprias necessidades – que, por sua vez, significa promover a prosperidade econômica, a qualidade ambiental e a responsabilidade social para o benefício das pessoas, planeta e lucratividade”.

Diante da perspectiva de o planeta ter 9 bilhões de pessoas até 2050, por exemplo, a DSM afirma que desenvolve e fornece soluções (ingredientes e matérias-primas) para várias indústrias, pautada pelo respeito ao meio ambiente e pela qualidade de vida das pessoas como um elemento fundamental para impulsionar os negócios. Neste cenário, as suas ações e as tecnologias que desenvolve seguem o conceito “People, Planet and Profit” (Pessoas, Planeta e Lucratividade). Um dos exemplos que mostra a preocupação da companhia com a sustentabilidade é o fato de que, hoje, 95% dos seus produtos da linha de inovação são ECO+, ou seja, geram menor impacto de carbono do que os produtos equivalentes. E, como essa postura também requer a viabilidade do ponto de vista econômico, com foco em lucratividade, muito dos produtos ECO+ da companhia, dos plásticos aos ingredientes naturais de enzimas alimentares, oferecem benefícios superiores também em termos de custos, assegura a empresa.

Fonte – Assessoria de Imprensa – DSM

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Dow promote debate sobre embalagens e sustentabilidade

12/06/2016

Dow-Seminario-TecnicoA Dow promoveu no dia 31 de maio uma nova edição do seu Seminário Técnico. O tema deste ano foi “Inovação e sustentabilidade como ferramentas de diferenciação e competitividade” e abordou importância da inovação nas embalagens, seu descarte correto, sustentabilidade e as mudanças nos hábitos alimentares da sociedade. O evento faz parte das várias atividades desenvolvidas pela Dow para gerar conhecimento e agregar valor para clientes e para a sociedade.

Atualmente, as embalagens podem ser produzidas de várias maneiras e com diferentes resinas. A inovação em materiais é essencial para acelerar o desenvolvimento de soluções que permitam a produção de embalagens mais resistentes, leves, sustentáveis e com mais opções de design. Para Carlos Costa, diretor de P&D para Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow América do Norte, “é preciso estar na vanguarda do desenvolvimento de novos materiais. E para isto é preciso não só entender o desempenho da resina, mas também auxiliar toda a cadeia a entender a o desempenho da embalagem”.

Na questão da sustentabilidade, Bruno Pereira, gerente de Marketing e Sustentabilidade para Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow Brasil, foi além de apresentar embalagens mais sustentáveis: mostrou a importância de todos se envolverem no seu descarte correto. Pereira lembrou a importância de considerar o sistema produto-embalagem. Para ele, “é importante usar a embalagem como ferramenta de educação ambiental”. Um exemplo é colocar informações na embalagem sobre os impactos de se aquecer o produto no micro-ondas ou no forno convencional. Neste sentido, Pereira ressaltou a relevância da cartilha “Embalagem e Sustentabilidade: desafios e orientações no contexto da economia circular”, desenvolvida pela ABRE – Associação Brasileira da Embalagem. Nela consta o “Jogo do Infinito” cujo objetivo é fazer provocações de uma maneira leve para que as pessoas tenham inspiração para incluir informações sobre reciclagem nas embalagens.

A antropóloga Lívia Barbosa lembrou que o Brasil passa por uma redefinição de categoria e espaços da vida cotidiana com novos tipos de família e espaços domésticos. Além disso, a população está envelhecendo simultaneamente à legitimação de novos arranjos familiares. Desta maneira, segundo Lívia, “existem novas dinâmicas domésticas e novos valores abrindo espaço para produtos e embalagens com dimensões multissensoriais”. E os consumidores estão mais informados e atentos a estas necessidades.

Fonte: Assesoria de Imprensa – Dow

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Abiplast lança cartilha de reciclabilidade de materiais plásticos pós-consumo

18/04/2016

Evento reuniu diversos representantes do setor e teve o intuito de conscientizar as empresas e organizações da cadeia produtiva do plástico para a reciclagem

Tendo em vista que 34,5% do consumo aparente de materiais plásticos é destinado às embalagens pós-consumo e por objetivar a sustentabilidade, a ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e a CNRMP (Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos), se dedicaram a elaborar um material que criasse uma sinergia entre a indústria de transformados plásticos e seus usuários.

A “Cartilha de Reciclabilidade de Materiais Plásticos Pós-consumo”, foi lançada na sexta-feira (15) na sede da Abiplast, em São Paulo, durante o workshop de reciclabilidade, que contou com a presença da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), do CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem) e do CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagem), apresentando suas respectivas visões sobre ecodesign e reciclabilidade, ressaltando as possibilidades, ações e práticas para o desenvolvimento de embalagens sustentáveis.

Atualmente, o Brasil recicla o equivalente a 24% dos materiais descartados. Considerando que existe uma necessidade prevista na Lei 12.305/2010 de Política Nacional de Resíduos Sólidos em aumentar os índices de reciclagem das embalagens, sendo também prevista a responsabilidade compartilhada da cadeia, a cartilha foi idealizada com o intuito de criar uma visão convergente sobre o ecodesign, compatibilização de materiais plásticos e uso de aditivos que contribuam para o aumento dos índices de reciclagem de embalagens pós-consumo. O material será destinado às indústrias usuárias das embalagens, como as de alimentos e bebidas e produtos de limpeza, dentre outras.

Segundo o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, a iniciativa visa auxiliar os diversos elos da cadeia na adequação de seus processos e produtos aos modelos contemporâneos sustentáveis. “Acreditamos que a presente publicação possa contribuir com as indústrias usuárias de embalagens plásticas, com as de transformação e com as recicladoras, para que os produtos desenvolvidos e os consequentes resíduos plásticos gerados estejam de acordo com os atuais conceitos de sustentabilidade” – afirma.

A publicação será distribuída nas indústrias de transformação de plástico do Brasil, assim como nas empresas de reciclagem, sindicatos estaduais, indústrias usuárias de embalagens plásticas e suas respectivas associações de classe. O objetivo é promover ampla conscientização da cadeia produtiva quanto à concepção de embalagens que sejam passíveis de aumento nos índices de aproveitamento para a reciclagem, com foco na sustentabilidade.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abiplast

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Solvay se compromete a reduzir emissões de CO2 de suas atividades em 40% até 2025 e fixa um preço interno de carbono

26/11/2015

Solvay-sustentabilidade

O Grupo Solvay pretende reduzir em 40% até 2025 as suas emissões de CO2, ao mesmo tempo em que decidiu estabelecer um preço interno de suas emissões – de 25 euros por tonelada –  para levar em conta as questões do clima em suas decisões de investimentos. Essas iniciativas fazem parte do documento divulgado hoje (26/11) pela companhia, contendo os compromissos do Grupo Solvay em relação Desenvolvimento Sustentável.

Os compromissos da Solvay até 2025 são:

  • Reduzir a emissão de CO2 das suas operações em 40%, ou seja, as emissões de gases de efeito estufa por Euro de valor agregado. Para atingir este objetivo ambicioso, a Solvay vai intensificar o seu programa de eficiência energética SolWatt, otimizar continuamente seus processos industriais, desenvolver tecnologias limpas e aumentar a participação de energias renováveis na sua produção e fornecimento de energia. Além disso, a partir de 1º de janeiro de 2016, a Solvay vai aplicar um preço interno para as emissões de CO2 a 25 euros por tonelada, para levar em conta os desafios das mudanças do clima em suas decisões de investimento.
  • Gerar 40% das receitas com soluções que abordam os desafios do desenvolvimento sustentável. A Solvay utiliza a sua ferramenta de análise de “Gestão Sustentável de Portfólio” para identificar as oportunidades neste campo. Projetos de inovação vão focar, por exemplo, o desenvolvimento de novas soluções para diminuir o peso de carros e aviões como uma forma de reduzir as emissões de CO2 ou em formulações de ingredientes avançados para o setor agrícola, que respeitam o meio ambiente.
  • Reduzir para metade o número de acidentes de trabalho. A segurança no trabalho para os 26.000 funcionários e terceirizados da Solvay continuará a ser uma prioridade absoluta. Embora o desempenho do Grupo, medido pelo índice de frequência de acidentes com afastamento, coloque a Solvay entre os melhores de seus congêneres do setor, a empresa quer ir mais longe e reduzir pela metade o número de acidentes registados nos seus sites.
  • Elevar o comprometimento dos funcionários para 80%, de 75% em 2015.   O nível de compromisso das pessoas que trabalham na Solvayé um fator-chave e abrange cinco aspectos: orgulho em trabalhar na Solvay; qualidade do ambiente de trabalho; satisfação geral; motivação; e ligação com a empresa.
  • Dobrar o número de funcionários Solvay envolvidos em projetos sociais. A Solvay está comprometida com as comunidades nos locais onde tem atuação. Somente em 2014, ela liderou mais de mil ações comunitárias locais. O objetivo da empresa é fortalecer este compromisso, facilitando o envolvimento dos funcionários em projetos que atendam à comunidade, e oferecendo a expertise da Solvay para as regiões onde o Grupo está presente.

De acordo com Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, a companhia é movida pela confiança no progresso. “Promovemos a ciência e a tecnologia e mantemos contínua preocupação com a responsabilidade social. O desafio de um desenvolvimento mais sustentável é uma oportunidade para nós inventarmos o mundo de amanhã”, afirmou.

O Comitê Executivo da Solvay vai orientar e rever regularmente esses compromissos, que serão comunicados aos públicos de interesse de forma semelhante ao que é feito sobre o desempenho financeiro do Grupo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

 

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Plástico Verde da Braskem completa cinco anos e amplia espaço no mercado mundial

29/10/2015

Polietileno de origem renovável já está presente em vários países, com um número cada vez maior de parcerias

Polietileno-verdePrimeiro polietileno de origem renovável a ser produzido em escala industrial no mundo, o Plástico Verde I’m greenT da Braskem completou em setembro cinco anos de mercado. Atualmente, a resina fabricada a partir de etanol de cana-de-açúcar é uma realidade presente no dia a dia de indústrias de diferentes segmentos e também dos consumidores de países das Américas do Sul e Norte, Europa, Ásia e Oceania.

As pesquisas de uma matéria-prima renovável, capaz de manter a qualidade da produção e atribuir vantagens ambientais, começaram em 2007. Três anos depois, a Braskem fez um aporte de US$ 290 milhões para inaugurar sua fábrica de PE Verde em Triunfo, no Rio Grande do Sul.

Ao longo desse período, diversas conquistas fizeram com que o Polietileno Verde ganhasse força e espaço no mercado mundial. Hoje, mais de 80 marcas, que vão de embalagens de alimentos a produtos de higiene pessoal, ferramentas de jardinagem e até de componentes de carros utilizam a resina. Entre os clientes, estão Johnson & Johnson, Faber-Castell, Kimberly-Clark, Shiseido e Tramontina.

Como exemplo das conquistas, a Tetra Pak® inovou em 2011 e foi o primeiro fornecedor de embalagens de alimentos líquidos a utilizar Plástico Verde em suas tampas. A partir de 2014, a empresa incorporou polietileno de origem renovável como componente das camadas de suas embalagens produzidas no Brasil.

Outro ponto importante na trajetória foi a parceria firmada com a Embalixo em 2011 para a produção de sacos de lixo.

Processo produtivo e sequestro de carbono

O processo de produção começa com a desidratação do etanol para transformá-lo em eteno, que segue para as unidades de polimerização, onde é transformado no polietileno. A resina plástica derivada da cana-de-açúcar é levada, então, para empresas de terceira geração, os transformadores, que irão transformá-lo em produtos plásticos acabados. Segundo a Braskem, por ser feito com uma matéria-prima uma fonte renovável, o PE Verde ajuda a capturar e fixar o CO2 da atmosfera, o principal causador do efeito estufa, representando, aproximadamente, 2,15 toneladas de gás carbônico para cada tonelada de Plástico Verde produzido.

Afirma também a Braskem que outro aspecto positivo para o mercado é que as propriedades mecânicas e de processabilidade do I’m greenT são idênticas àquelas apresentadas pelo petroquímico convencional. A Braskem produz o polietileno de origem renovável de alta densidade (PEAD) e baixa densidade linear (PEBDL) em escala industrial desde setembro de 2010, sendo que a partir de 2013 foi incorporado ao portfólio o Polietileno de origem renovável de baixa densidade (PEBD). Além disso, as várias alternativas de aplicação são possíveis devido à oferta de 30 grades nestas famílias de produtos.

Vanguarda

Segundo Antonio Morschbacker, diretor de Tecnologias Renováveis da Braskem, “o pioneirismo da Braskem na produção do Plástico Verde reflete investimentos feitos, desde o início da companhia, em pesquisas que visam o desenvolvimento de novas tecnologias que permitam a produção de produtos sustentáveis”.

A empresa conta com diversos produtos da química renovável ainda em fase de pesquisa e desenvolvimento. Uma das iniciativas foi anunciada em 2014, quando a empresa juntou-se à norte-americana Amyris e à francesa Michelin para o desenvolvimento de tecnologia voltada à produção de isopreno de fonte renovável, insumo químico utilizado pela indústria de pneus. As três empresas trabalharão unidas para acelerar os estudos bioquímicos que utilizam açúcares oriundos da cana-de-açúcar e de insumos de celulose. No final de 2013, a Braskem também firmou acordo com a Genomatica, startup norte-americana de biotecnologia, a fim de desenvolver nova tecnologia para a produção de butadieno de origem renovável, visando atender ao mercado de borrachas sintéticas.

Fonte: Braskem

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Covestro expõe na Abrafati 2015 com nova marca e reforços em seu portfólio sustentável

20/10/2015

A empresa, anteriormente conhecida como Bayer MaterialScience, realizou o primeiro evento com o nome Covestro na América Latina e apresentou lançamentos do segmento de poliuretanos para o mercado de tintas e pinturas em plásticos

covestroA empresa de polímeros Covestro participou da Abrafati 2015, um dos mais importantes eventos da cadeia de tintas na América Latina e no mundo, que aconteceu de 13 a 15 de outubro no Transamérica Expo, em São Paulo (SP).

A Covestro, que desde 1º de Setembro atua mundialmente com nova identidade visual, apresentou ao mercado de tintas sua marca pela primeira vez, enfatizando a importância do evento. Sob o slogan “Inventing for You”, a Covestro reforçou seu portfolio com o lançamento de dois novos produtos da família Desmodur®: Desmodur® eco N 7300 e Desmodur® blulogiq 3190.

Desmodur® eco N 7300

Embora já existam soluções ecológicas para polióis, até o momento, o fator que limitava o desenvolvimento de sistemas poliuretânicos sustentáveis era a disponibilidade de poliisocianatos originários a partir de matérias-primas renováveis.

Segundo a Covestro, o seu novo poliisocianato alifático livre de solvente – Desmodur® eco N 7300 – soluciona este problema, sendo o primeiro agente reticulante no mercado de poliuretanos a partir de biomassa – 70% de conteúdo de carbono derivado de biomassa –  e com desempenho superior nas propriedades finais, sendo indicado para aplicações em revestimentos, adesivos, entre outros.

Desmodur® blulogiq 3190

De acordo com a Covestro, o seu novo endurecedor termolatente – Desmodur® blulogiq 3190 – oferece agilidade no processo final de secagem para vernizes poliuretânicos 2K de alto brilho, possibilitando que peças de plástico sejam curadas a 80°C, com dureza após forneio até 30% maior, com aspecto e nivelação de pintura original. As tecnologias termolatentes permitem o manuseio mais robusto de peças  plásticas recém curadas, minimizando o retrabalho e danos às peças durante a montagem, estocagem ou processo de empacotamento para transporte.

A médio prazo, a indústria automotiva se beneficiará com a possibilidade de pintar peças plásticas, compósitos e substratos metálicos em uma única linha, agilizando assim o processo de revestimento.

A Covestro também participou do Congresso Abrafati 2015 nos dias 13 e 14 de outubro com duas  palestras, entre as quais a que teve por tema “Endurecedores PU Inteligentes: funcionalidade, eficiência e sustentabilidade”, proferida por  Rolf Roschu, Técnico de Desenvolvimento e Aplicação para Europa e América Latina.

Com vendas de 11,7 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Suas atividades estão focadas na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em diversas áreas. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de esportes e lazer. O grupo Covestro possui 30 sites de produção ao redor do mundo e até o final de 2014 empregava cerca de 14.200 colaboradores. A Covestro, anteriormente chamada Bayer MaterialScience, é uma empresa do Grupo Bayer.

Fonte: Assessoria de Imprensa Covestro

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Guia da Sustentabilidade do Plástico será lançado em São Paulo no dia 21/10

20/10/2015

A publicação tem como objetivo oferecer à indústria de transformação plástica brasileira os parâmetros de ação voltados à sustentabilidade

No próximo dia 21 de outubro, será lançado em São Paulo o Guia de Sustentabilidade do Plástico, que é o resultado de um trabalho de diagnóstico e elaboração de plano de ação com vistas à sustentabilidade, a ser aplicado para a indústria de transformação plástica. O evento, que será realizado durante a BW Expo, tem como objetivo apresentar os principais resultados do projeto e compartilhar informações específicas e úteis para a adequação das empresas brasileiras aos padrões internacionais de sustentabilidade.

Com apoio da Plastivida, o Guia é uma iniciativa do Instituto Nacional do Plástico (INP), por meio de seu programa Think Plastic Brazil, e da Agência Brasileira da Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). A WayCarbon, referência em assessoria sobre mudanças globais do clima, gestão de ativos ambientais, desenvolvimento de estratégias e estruturação de negócios ecoeficientes, foi contratada para realizar o trabalho de campo.

O trabalho foi norteado por duas questões: “Como a sustentabilidade vem sendo entendida e aplicada pelas empresas brasileiras transformadoras de plásticos?” e “Quais os caminhos possíveis para uma produção mais ecoeficiente?”. Cinco etapas foram elaboradas para responder às questões base do projeto: Entendimento Integrado do Setor Nacional e Internacional; Oficinas de Sensibilização; Visitas Técnicas; Análise de Cenários; e Tendências e Elaboração do Guia de Sustentabilidade.

Para Miguel Bahiense, presidente da Plastivida e diretor executivo do INP o Guia é o resultado de um importante mapeamento que mostra a realizada da indústria de transformação de plásticos no Brasil e aponta caminhos para que ela se desenvolva. “Esse desenvolvimento não é apenas no campo ambiental, mas também social e econômico, pois boas práticas sustentáveis agregam competitividade às empresas, no Brasil e em outros países”, afirma o executivo.

O evento de lançamento da publicação contará com a presença de representantes das entidades e empresas envolvidas no projeto. A solenidade, que será realizada das 16 às 20 horas, terá, após a abertura oficial, a apresentação do Guia, um painel com cases de empresas transformadoras de plásticos, palestras e um coquetel.

Para participar do evento de lançamento, o credenciamento gratuito pode ser feito através do link http://www.bwexpo.com.br/credenciamento

Serviço: Lançamento do Guia de Sustentabilidade do Plástico
Data: 21 de outubro
Horário: das 16 às 20 horas
Local: BW Expo (sala 2)
Centro de Eventos Pro Magno, Rua Samaritá, 230
Casa Verde – São Paulo – SP.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastivida

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Evonik participa de evento dedicado à sustentabilidade na indústria química

30/06/2015

Iniciativa visa engajar a cadeia de fornecedores da indústria química em prol do desenvolvimento sustentável

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No último dia 18 de junho ocorreu, em São Paulo, o segundo encontro mundial da iniciativa Together for Sustainability (TfS) – “Juntos pela Sustentabilidade”. O evento reuniu representantes das empresas associadas ao programa TfS e de empresas que compõem a cadeia de suprimentos da indústria química brasileira, entidades setoriais e especialistas da área de sustentabilidade.

Ruediger Eberhard, presidente do TfS e que também é Diretor de Compras (CPO) da Evonik, destacou que foi motivador o encontro, com resultados muitos positivos e perspectivas de grandes avanços no desenvolvimento sustentável: “Nosso objetivo é implementar um programa de engajamento global dos fornecedores da indústria química, que vem trabalhando para ser uma referência mundial neste campo”.

E acrescentou: “como Diretor de Compras da Evonik posso dizer que o foco mudou. Se antes as preocupações eram sobre entrega, qualidade, prazo, hoje são sobre saúde e segurança, direitos humanos e trabalhistas e responsabilidade ambiental”, lembrando que o programa envolve os fornecedores em um processo de melhoria contínua em todos os aspectos que envolvem a sustentabilidade: econômico, ecológico e social.

Weber Porto, diretor presidente da região América do Sul da Evonik, que participou do painel de discussão “Criação de  Vantagens Competitivas e Sustentáveis na Cadeia de Suprimento Global”, mediada pela jornalista Rosana Jatobá, acrescentou: “Muito tempo  atrás, sinônimo de desenvolvimento era fumaça saindo das chaminés das fábricas. Depois começou-se a pensar em segurança das fábricas, do trabalho e meio ambiente até chegarmos hoje ao tema sustentabilidade, no qual é impossível separar os aspectos econômicos e sociais. As empresas têm um papel fundamental em todo o processo”.

O evento também contou com palestra de Bertrand Conquéret, CPO Henkel; Gabrielle Unger, General Manager TfS; Carlos Fadigas, presidente da Abiquim; Pierre-François Thaler, co-fundador da EcoVadis; Sara Juarez, da Fundação Espaço ECO e Renata Lucio, da SGS.

A iniciativa Together for Sustainability foi criada em 2011 por seis empresas químicas multinacionais com a meta de desenvolver e implementar um programa de auditoria global por parte de especialistas independentes para avaliar e melhorar as práticas de sustentabilidade nas cadeias de fornecimento da indústria química. Hoje o programa conta com a participação de 13 empresas com atuação global – mais cinco em processo de adesão – e já realizou mais de 8.000 avaliações e auditorias.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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