Posts Tagged ‘Sustentabilidade’

SIG ganha Prêmio Alemão de Embalagem pela Signature Pack

04/10/2018

A Signature Pack, embalagem asséptica cartonada da SIG, fabricada com materiais renováveis de origem vegetal, recebeu o “Prêmio Alemão de Embalagem” na categoria Sustentabilidade.

Este ano, o Prêmio recebeu 226 inscrições de 10 países; a premiação aconteceu durante a FachPack, em Nuremberg. O Prêmio Alemão de Embalagem é uma competição internacional, multi-setorial e multi-materiais. Anualmente, o Instituto Alemão de Embalagem (Deutsches Verpackungsinstitut – dvi) premia projetos de embalagem inovadores e criativos. O Instituto tem todos os elos da cadeia de valor do setor de embalagem como seus associados.

Como sentenciou Bettina Horenburg, membro do Board do Instituto e responsável pelo Prêmio Alemão de Embalagem: “A embalagem é um ponto chave na infraestrutura. E é por isso que ela tem uma atenção especial do público. As crescentes demandas nas áreas de sustentabilidade, eficiência e conveniência só podem ser atingidas pela inovação contínua”.

Embalagem com valor agregado

Segundo a SIG, a sua embalagem Signature Pack agrega valor à indústria e, ao mesmo tempo, atende às expectativas dos consumidores que dão cada vez mais importância a embalagens amigas do meio ambiente e sustentáveis. Os polímeros usados na laminação do material cartonado e também na fabricação da tampa da embalagem vem de fontes renováveis de madeira na Europa e são certificadas por sistemas de sertificação reconhecidos e aprovados (ISCC PLUS e TÜV SÜD CMS71), via um sistema de balanço de massa. Isto significa que, para os polímeros usados na Signature Pack, uma quantidade equivalente de biomateriais é usada como matéria-prima na fabricação dos polímeros. O óleo alto (Tall oil) foi selecionado como matéria-prima pois, como um subproduto da produção de papel, ele é considerado como um resíduo, ao invés de ser uma cultura agrícola que necessita de terra e recursos para crescer.

O veredito do júri foi: “Signature Pack estabelece um marco de sustentabilidade. A embalagem se caracteriza pelo uso de matérias-primas renováveis, pela conservação dos recursos fósseis e pela redução das emissões de CO2 em comparação às embalagens convencionais”.

Nora Wigand, Gerente de Marketing D-A-CH e Udo Felten, Gerente de Produto Relacionado a Sustentabilidade Ambiental Global & Assuntos da SIG, receberam o prêmio em nome da SIG durante a cerimônia em Nuremberg. “Estamos muito satisfeitos pelo fato de que, após o Prêmio de Inovação Mundial em Bebida, a Signature Pack também tenha recebido o Prêmio Alemão de Embalagem. O compromisso com produtos amigos do meio ambiente e soluções de embalagem sustentáveis é um dos pontos mais relevantes para a indústria e para os consumidores, nacional e internacionalmente. Estamos orgulhosos de que a Signature Pack seja vista e apreciada como um marco no setor de embalagens assépticas. Ela leva à substituição do plástico convencional, de origem fóssil, por materiais de base vegetal”.

A SIG é líder no fornecimento de sistemas e soluções para embalagem asséptica. Fundada em 1853, a SIG está sediada em Neuhausen, Suíça, possuindo 5.000 colaboradores em todo o mundo permite para atender clientes em 65 países. Em 2017, a SIG produziu 33,6 bilhões de embalagens cartonadas e faturou €1,66 bilhão.

Fonte: SIG

Curta nossa página no

Anúncios

Braskem lança novo conceito de resina reciclada no evento Sustainable Brands

06/06/2018

Edição de Vancouver do evento está sendo realizada até 7 de junho

A Braskem está presente, nesta primeira semana de junho (dias 4 a 7), na edição de Vancouver (Canadá) do Sustainable Brands – um dos mais importantes eventos do calendário de sustentabilidade -, como patrocinadora, principal apresentadora e expositora no pavilhão Good Materials & Packaging. A empresa aproveitará a feira para apresentar um novo conceito de resina plástica reciclada.

Por meio de sua plataforma Wecycle, a Braskem apresenta resultados promissores na criação de uma resina reciclada com melhor qualidade e alto teor de conteúdo reciclado, oriundo de embalagem rígida pós-consumo doméstico de polietileno. Dentre as características principais, destacam-se as propriedades de resistência ao stress craking semelhantes à resina virgem e propriedades mecânicas de impacto na tração S 70% melhores do que a resina reciclada utilizada no mercado. O próximo passo é identificar parceiros para testar esta solução em produtos finais (embalagens rígidas de pequeno volume), que utilizarão a resina reciclada como matéria-prima.

No espaço para debates, cujo foco é “Como as marcas estão desenvolvendo novas soluções para embalagens e incorporando práticas de economia circular em seus produtos”, executivos da Braskem discutirão projetos e tecnologias que estão sendo estudados em laboratórios de inovação da companhia. Joe Jankowski, responsável comercial de Polietileno Verde da Braskem na América do Norte, abordará os benefícios e aplicações do Plástico Verde I’m greenT. Luiz Gustavo Ortega, gerente de Desenvolvimento Sustentável da companhia, comentará sobre a plataforma de conteúdo Bluevision, que trata de temas relacionados a sustentabilidade, desenvolvimento humano e utilização inteligente de recursos. Já Fabiana Quiroga, diretora de área de Reciclagem & Plataforma Wecycle, falará sobre a iniciativa que visa fomentar novos negócios para a valorização de resíduos plásticos pós-consumo e desenvolvimento da cadeia de reciclagem.

Além disso, Fabio Lamon, Líder de Manufatura Digital da Braskem, apresentará paleastra no palco principal do evento sobre a atuação da companhia em escala global na busca da sustentabilidade e do envolvimento das pessoas nesse processo.

Na área de exposição, a Braskem está presente em dois stands. Em um deles está expondo o Plástico Verde I’m greenT, produzido a partir de cana-de-açúcar, e suas principais aplicações nos segmentos de embalagens para o setor alimentício, produtos para higiene e beleza e cuidados para casa. No outro stand, estão sendo abordadas as plataformas Bluevision e Wecycle. Desta última, serão exibidos alguns produtos, já resultados de parcerias da Braskem por meio da plataforma, tais como: a caixa organizadora da linha <OU> da Martiplast, a embalagem do tira-manchas Qualitá, do Grupo Pão de Açúcar, e os sacos para lixo, da Embalixo.

“O desenvolvimento sustentável é um dos principais pilares de atuação da Braskem e, para nós, é de grande importância participar e fomentar discussões sobre o tema com outras empresas do setor, reforçando nossas iniciativas e conhecendo o que outros grandes players estão fazendo”, informa Fabiana Quiroga. “Trouxemos para o evento nossos principais produtos, conceitos e programas com viés sustentáveis, buscando impactar toda a cadeia a pensar desta maneira”.

Bluevision

Para contribuir com o debate e o desenvolvimento de soluções sustentáveis, a Braskem lançou em março de 2018, durante o Fórum Mundial da Água, em Brasília, a plataforma global de conteúdo Bluevision (www.bluevisionbraskem.com). O objetivo é produzir um conteúdo relevante que leve as pessoas à reflexão e também a uma nova forma de interação com o meio em que vivem.

Wecycle: plástico reciclado com valor

Por meio da plataforma Wecycle, criada em 2015, a Braskem busca fomentar negócios que valorizem os resíduos plásticos ao longo de toda a cadeia produtiva, contribuindo com ações a favor da reciclagem, do pós-consumo e do meio ambiente. A iniciativa já resultou na parceria com diversas organizações para o desenvolvimento de produtos, soluções e processos ligados ao reaproveitamento do plástico. Os produtos abaixo são provenientes desta plataforma. Saiba mais em: www.braskem.com.br/wecycle

Sobre a Sustainable Brands: A Sustainable Brands é a principal comunidade global de marcas inovadoras que estão moldando o futuro do comércio mundial. Desde 2006, sua missão tem sido inspirar, engajar e dar suporte aos líderes de negócios e de marcas, visando um futuro melhor. A comunidade atua em diversos formatos, como: publicações de artigos digitais, rodadas de conversas, conferências internacionalmente conhecidas e eventos regionais, além de uma robusta biblioteca online, tudo com viés de engajar as comunidades, dentro e fora deste grupo, durante o ano todo.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Termotécnica lança Campanha “98% ar” para promover o uso e a reciclagem de EPS

16/05/2018

Campanha reforça que o destino correto do EPS (isopor®) pós-consumo é a reciclagem

Protagonista de um ciclo produtivo e reverso totalmente sustentável, o EPS – material que é popularmente conhecido como isopor® – ainda carrega uma imagem negativa junto à opinião pública devido ao fato de não ser descartado corretamente por grande parte da população e, por isso, gerar poluição. Com o objetivo de esclarecer e reforçar as características do EPS – plástico 100% reciclável, versátil, tecnológico e leve, com 98% de ar em sua composição -, a Termotécnica lançou neste mês de maio uma campanha de conscientização.

Inspirada em uma ação da Airpop® (marca europeia do EPS) que vem apresentando bons resultados, a iniciativa da Termotécnica pretende mostrar a inovação e a versatilidade do EPS, além dos diversos benefícios que seus produtos trazem ao cotidiano das pessoas, tais como isolamento térmico, proteção contra impactos e maior ergonomia. Tudo isso atrelado à mensagem da logística reversa e reciclagem do material. A campanha contempla desde atividades de relacionamento e conscientização com clientes, comunidade, fornecedores e colaboradores até a aplicação do selo nos catálogos e produtos Termotécnica.

Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, ressalta que o objetivo da campanha é que todos os públicos se engajem e reconheçam que existe a disponibilidade de uma cadeia de logística reversa e de reciclagem já implementada, com pontos de coleta e reciclagem do material espalhados por diversos estados brasileiros: “É papel de cada um fazer a diferença por um futuro melhor. Precisamos nos conscientizar e divulgar a informação de que o EPS é 100% reciclável. Essa reciclagem acontece de forma contínua e utiliza pouca água e energia”, argumenta.

Albano ainda acrescenta que a Termotécnica realiza, desde 2007, o Programa Reciclar EPS, que já deu um destino correto a 1/3 de todo EPS pós-consumo no Brasil. Ou seja, mais de 35 mil toneladas de isopor® retornaram ao processo produtivo para virar rodapé, perfil, vaso, solado de sapato e deck de piscina.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS (isopor®) da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

Curta nossa página no

DSM é reconhecida como um dos fornecedores sustentáveis da Apple

01/05/2018

Atenta à necessidade de realizar uma operação mais sustentável para combater as mudanças climáticas e promover uma manufatura que minimize os danos ao meio ambiente, a Apple divulgou em abril uma lista dos parceiros que assumem esse compromisso juntamente à empresa. E a DSM está entre eles, por meio da divisão DSM Engineering Plastics, que desenvolve e fornece os polímeros e compostos para produção de cabos e conectores dos produtos da Apple.

Esta não é a primeira vez que a DSM é lembrada por suas práticas sustentáveis globalmente. Em 2017, a DSM ficou entre as dez empresas mais sustentáveis do planeta do ranking “100 World´s Most Sustainable Corporations in the World”, da revista canadense de economia e negócios Corporate Knights. Este reconhecimento reitera o compromisso da DSM – e de todas as suas áreas de negócios – com questões relacionadas a mudanças climáticas e redução das emissões de carbono.

Como a DSM tem a sustentabilidade no foco da sua atuação, a companhia tem a meta de que a venda de produtos sustentáveis seja responsável por 65% da sua receita até 2020; ao final de 2016, a empresa já havia chegado à marca de 63%, com um portfólio de produtos ambientalmente e socialmente amigável. “Levar a sustentabilidade para os produtos é uma evolução importante e necessária e que a DSM tem demonstrado ser economicamente viável”, afirma Zenaide Guerra, diretora de assuntos corporativos e responsável pela área de sustentabilidade da DSM para a América Latina.

Portfólio sustentável ao longo da cadeia de valor

Para avaliar qual produto de seu portfólio é considerado sustentável, a DSM aplica uma abordagem de ciclo de vida e mede os impactos ambientais e sociais ao longo de toda a cadeia de valor. A análise tem início na extração de matérias-primas, passa pela produção, fabricação, transporte e uso, até chegar ao fim da vida do produto, englobando ainda a reciclagem. As análises seguem padrões internacionais de certificação e as diretrizes do Conselho Mundial de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, na sigla em inglês), grupo de CEO’s que atua como conselheiro da ONU para o tema.

Depois da análise do ciclo de vida e mensuração, os produtos ainda precisam estar em patamares superiores aos da concorrência, do ponto de vista de impactos ao meio ambiente ou trazendo benefícios para a vida dos consumidores, funcionários ou para a cadeia de produção. “Evoluir de processos sustentáveis para produtos sustentáveis, ter critérios de análise internacionalmente reconhecidos, dar transparência a todo o processo e determinar metas de médio e longo prazos são quatro pontos essenciais para conseguirmos responder positivamente à pergunta se as empresas podem efetivamente contribuir para se atingir os objetivos do milênio”, afirma Zenaide.

Fonte: Assessoria de Imprensa – DSM

Curta nossa página no

Braskem se torna fornecedora de Plástico Verde para o Grupo LEGO

28/03/2018

Polietileno Verde, feito a partir da cana-de-açúcar, será usado nos elementos ‘botânicos’ da empresa dinamarquesa já em 2018

A Braskem passa a fornecer para o Grupo LEGO o Plástico Verde I’m greenT, produzido a partir de cana-de-açúcar. Já em 2018, o Plástico Verde integrará os elementos ‘botânicos’ como árvores, arbustos e folhas das linhas da empresa dinamarquesa, conhecida por seus blocos de montar.

“Essa parceria reforça a estratégia bem-sucedida da Braskem em apostar em produtos sustentáveis e inovadores”, afirma Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem. “O Plástico Verde integra o portfólio de produtos renováveis da Braskem, que tem uma estratégia robusta de crescimento e desenvolvimento para os próximos anos”, completa.

Segundo a Braskem, atualmente o Plástico Verde está presente em mais de 150 marcas na Europa, nos Estados Unidos, na Ásia, na África e na América do Sul. O seu processo de produção começa com a desidratação do etanol, obtido da cana-de-açúcar, para transformá-lo em eteno, que segue para unidades de polimerização onde é transformado em polietileno.

A Braskem afirma que o seu Plástico Verde é o primeiro polietileno de origem renovável a ser produzido em escala industrial e vem sendo produzido desde 2010 no Polo Petroquímico de Triunfo, no estado do Rio Grande do Sul, onde são produzidas 200 mil toneladas da resina por ano.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Programa de logística reversa de compósitos supera meta inicial

02/03/2018

Iniciativa foi responsável pelo recolhimento de 2.100 kg de peças de ônibus em Curitiba

O programa de logística reversa de peças de compósitos superou a meta inicial de recolhimento de resíduos. Criado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco) e em operação na cidade de Curitiba (PR), foi responsável pela destinação de 2.100 kg de resíduos, ou 110% do projetado para a primeira fase – 1.900 kg, considerando o período de setembro de 2016 a dezembro de 2017, conforme estabelecido junto à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Paraná (SEMA). A partir de agora, a meta de reciclagem passa a ser anual, sendo prevista a coleta mínima de 1.500 kg de compósitos em 2018.

“Estamos satisfeitos com o resultado, pois conseguimos implantar um modelo efetivo de logística reversa para os compósitos, mesmo num cenário de intensa retração econômica. Trata-se de uma iniciativa inovadora globalmente, que poderá ser replicada não somente em outros estados, mas também em toda a América Latina”, comenta Gilmar Lima, presidente da Almaco.

De início, o programa contempla a logística reversa de componentes de ônibus, como tetos, grades e para-choques. Os aspectos práticos ficam a cargo da Geoquímica, empresa responsável por recolher as peças de compósitos em oficinas e garantir a destinação correta – no caso, o coprocessamento em fornos de cimenteiras. Localizada em São José dos Pinhais (PR), a Geoquímica já trabalha com a logística reversa de embalagens de lubrificantes e filtros automotivos.

“A maior dificuldade que ainda enfrentamos é conscientizar toda a cadeia de geração de valor sobre a importância desse programa. Além de fazer bem ao planeta, é vital para que o setor de compósitos continue competindo e crescendo de forma sustentável”, afirma Lima. Hoje em dia, o plano elaborado pela Almaco conta com o apoio da consultoria Masimon e de nove empresas da cadeia produtiva de compósitos: Ashland, CPIC, Jushi, Marcopolo, Mascarello, Morquímica, Neobus, Owens Corning e Tecnofibras. Também colaboram com o projeto a Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (FABUS) e o Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE). “É importante ressaltar o enorme apoio que tivemos da Secretaria do Meio Ambiente do Paraná”.

A fiscalização já começou e a responsabilidade pelo pós-consumo passou a ser dos fabricantes das peças. Caso não façam parte do programa, estarão sujeitos a multas pesadas – já foram registradas no Paraná autuações de mais de R$ 150 mil para as empresas que descumpriram acordos de logística reversa.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, trens e aviões.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Almaco

Curta nossa página no

Coalizão de Embalagens encerra primeira fase do Acordo Setorial com redução de 21% no volume de embalagens destinadas aos aterros

15/02/2018

A primeira fase da implantação do Acordo Setorial foi concluída em dezembro. Segundo o relatório entregue pela Coalizão Embalagens ao Ministério do Meio Ambiente, os resultados superaram as expectativas. Foi ultrapassada a meta de reduzir em 13,3% a quantidade de embalagens pós-consumo destinadas a aterros sanitários até o fim do ano; o valor final atingiu 21,3%.

Já o Sistema de Logística Reversa de Embalagens, implantado pela Coalizão, alcançou 63% da população, com ações nos 732 municípios prioritários do acordo. De acordo com o relatório, 802 cooperativas foram apoiadas, com cerca de 4 mil ações de estruturação na capacidade produtiva nos últimos cinco anos. Nesse período, foram instalados 2.082 pontos de entrega voluntária (PEV), com os investimentos do setor atingindo R$ 2,8 bilhões.

As metas para a próxima etapa do Acordo Setorial ainda não foram definidas, mas o Governo já publicou um decreto em que obriga as empresas e entidades envolvidas no consumo de embalagens a aderirem à Coalizão.

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, comemorou os resultados e disse que o ministério é parceiro da causa. “Entendemos a complexidade que é (sic) um setor de logística reversa tão grande e diverso. Eu espero que o resultado desse acordo seja capaz de mensurar a diminuição da destinação inadequada de resíduos, principalmente na cadeia que a coalizão representa”, disse

Coalizão Embalagens – Formada por 23 associações empresariais signatárias do Acordo Setorial de Embalagens em Geral, sendo a ABIPLAST uma delas, foi assinado em 25 de novembro de 2015 com o objetivo de ampliar a reciclagem no país. Conta com a participação de produtores, importadores, usuários e comerciantes de embalagens, do Cempre, da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Movimento ‘SEPARE. NÃO PARE’

A Coalizão lançou em 2017 o Movimento ‘SEPARE. NÃO PARE’, com o objetivo de informar, inspirar e mobilizar a população brasileira a separar e descartar corretamente seus resíduos domésticos. A campanha também ressaltou a importância da ação dos catadores na cadeia da reciclagem, responsáveis por mais de 50% do material recolhido e encaminhado às cooperativas em São Paulo.

A divulgação foi feita por uma campanha digital, com a participação de influenciadores e o portal informativo: http://www.separenaopare.com.br. Nele, a população pode encontrar conteúdos tais como: o passo a passo da separação e o descarte correto de diferentes tipos de embalagens; onde encontrar pontos de entrega; iniciativas já existentes; detalhes sobre quais materiais são recicláveis, etc.

A ação foi lançada inicialmente na cidade de São Paulo e contou com a distribuição de panfletos informativos para a população e colaboradores das empresas participantes da Coalizão, além de parceria com o SECOVI-SP (Sindicato da Habitação), para comunicação direta com os condomínios.

Coalizão Embalagens em números:

Metas do Acordo Setorial :  

  • Recuperação de 19,8% na fração seca.
  • Redução de 13,3% de embalagens dispostas em aterro.
  • Aumento na quantidade de resíduos recuperados de 3.060 toneladas por dia.

Resultados da 1ª fase:

  • Recuperação de 31,9% na fração seca.
  • Redução de 21,3% de embalagens dispostas em aterro.
  • Aumento da auantidade de resíduos recuperados: 1.553 t/dia. A crise econômica e menor geração de resíduos não permitiram atingir a meta.

Fonte: Abiplast

Curta nossa página no

DSM amplia em 13% venda de produtos sustentáveis

28/09/2017

Receita com produtos que oferecem benefícios ambientais e sociais passou de € 3,27 bilhões em 2015 para € 4,99 bilhões no ano passado e passou a representar 63% das vendas globais, demonstrando viabilidade econômica dos produtos com menor impacto.

A venda de produtos sustentáveis da DSM totalizou € 4,99 bilhões em 2016, representando um crescimento de 13% em comparação aos resultados de 2015. O desempenho do ano passado elevou para 63% a fatia que esse tipo de produto passou a ter dentro do faturamento global da companhia, aproximando-se assim da meta de 65%, prevista para ser alcançada em 2020. Em 2015, os produtos que oferecem benefícios ambientais e sociais da DSM representaram 57% da receita total da companhia.

“A redução de custos por meio de melhorias operacionais nas empresas provenientes de avanços em aspectos sustentáveis é sem dúvida um passo importante. No entanto, levar a sustentabilidade para os produtos é uma evolução importante, necessária e que a DSM tem demonstrado ser economicamente viável”, afirma Zenaide Guerra, diretora de assuntos corporativos e responsável pela área de sustentabilidade da DSM para a América Latina.

O resultado de 2016 não foi isolado. Entre 2010 e 2016, a DSM ampliou em 53% a venda de produtos sustentáveis. A receita com esses produtos passou de € 3,27 bilhões para os atuais € 4,99 bilhões. Mais do que isso, os produtos sustentáveis aumentaram sensivelmente sua participação no portfólio da companhia e seu peso dentro das vendas globais. Se em 2010 os produtos sustentáveis representaram 40% das vendas, no ano passado a fatia subiu para 63%.

Para avaliar qual produto de seu portfólio é considerado sustentável, a DSM aplica uma abordagem de ciclo de vida e mede os impactos ambientais e sociais ao longo de toda a cadeia de valor. A análise tem início na extração de matérias-primas, passa pela produção, fabricação, transporte e uso, até chegar ao fim da vida do produto, englobando ainda a reciclagem. As análises seguem padrões internacionais de certificação e as diretrizes do Conselho Mundial de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, na sigla em inglês), grupo de CEO’s que atua como conselheiro da ONU para o tema.

Depois da análise do ciclo de vida e mensuração, os produtos ainda precisam estar em patamares superiores aos da concorrência, do ponto de vista de impactos ao meio ambiente ou trazendo benefícios para a vida dos consumidores, funcionários ou para a cadeia de produção. “Evoluir de processos sustentáveis para produtos sustentáveis, ter critérios de análise internacionalmente reconhecidos, dar transparência a todo o processo e determinar metas de médio e longo prazo são quatro pontos essenciais para conseguirmos responder positivamente à pergunta se as empresas podem efetivamente contribuir para se atingir os objetivos do milênio”, afirma Zenaide.

A Royal DSM é uma empresa global baseada na ciência, com atividades nas áreas de saúde, nutrição e materiais. A DSM oferece soluções inovadoras para mercados mundiais como alimentos e suplementos dietéticos, cuidados pessoais, rações, dispositivos médicos, peças automotivas, tintas, componentes elétricos e eletrônicos, proteção da vida, energia alternativa e materiais biológicos. A DSM e suas empresas associadas têm faturamento líquido anual de 7,92 bilhões de euros, com mais de 20.000 funcionários. As ações da empresa são negociadas na Euronext Amsterdã.

Fonte: DSM

Curta nossa página no

Revista canadense classifica DSM entre as 10 empresas mais sustentáveis do mundo

24/01/2017

dsmA revista canadense de economia e negócios Corporate Knights divulgou a edição 2017 do ranking das 100 empresas mais sustentáveis do planeta, o “100 World´s Most Sustainable Corporations in the World”, estruturado com base em uma série de indicadores de desempenho. Nesta 13ª edição (www.corporateknights.com/reports/2017-global-100/2017-global-100-results), a DSM ocupa a nona posição, tendo evoluído significativamente em comparação ao levantamento de 2016, quando ocupou a 26ª colocação. A companhia, de origem holandesa e que tem foco no desenvolvimento e fornecimento de soluções inovadoras baseada na ciência nas áreas de saúde, nutrição e materiais, com forte atuação no Brasil e na América Latina, tem na sustentabilidade um tema prioritário.

De acordo com a publicação, as empreas citadas no ranking dão muita atenção para questões como as mudanças climáticas e a redução das emissões de carbono, atuando com foco no desenvolvimento limpo e sustentável. Na visão estratégica da DSM, por exemplo, a companhia entende a sustentabilidade como o “atendimento das necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem às suas próprias necessidades – que, por sua vez, significa promover a prosperidade econômica, a qualidade ambiental e a responsabilidade social para o benefício das pessoas, planeta e lucratividade”.

Diante da perspectiva de o planeta ter 9 bilhões de pessoas até 2050, por exemplo, a DSM afirma que desenvolve e fornece soluções (ingredientes e matérias-primas) para várias indústrias, pautada pelo respeito ao meio ambiente e pela qualidade de vida das pessoas como um elemento fundamental para impulsionar os negócios. Neste cenário, as suas ações e as tecnologias que desenvolve seguem o conceito “People, Planet and Profit” (Pessoas, Planeta e Lucratividade). Um dos exemplos que mostra a preocupação da companhia com a sustentabilidade é o fato de que, hoje, 95% dos seus produtos da linha de inovação são ECO+, ou seja, geram menor impacto de carbono do que os produtos equivalentes. E, como essa postura também requer a viabilidade do ponto de vista econômico, com foco em lucratividade, muito dos produtos ECO+ da companhia, dos plásticos aos ingredientes naturais de enzimas alimentares, oferecem benefícios superiores também em termos de custos, assegura a empresa.

Fonte – Assessoria de Imprensa – DSM

Curta nossa página no

Dow promote debate sobre embalagens e sustentabilidade

12/06/2016

Dow-Seminario-TecnicoA Dow promoveu no dia 31 de maio uma nova edição do seu Seminário Técnico. O tema deste ano foi “Inovação e sustentabilidade como ferramentas de diferenciação e competitividade” e abordou importância da inovação nas embalagens, seu descarte correto, sustentabilidade e as mudanças nos hábitos alimentares da sociedade. O evento faz parte das várias atividades desenvolvidas pela Dow para gerar conhecimento e agregar valor para clientes e para a sociedade.

Atualmente, as embalagens podem ser produzidas de várias maneiras e com diferentes resinas. A inovação em materiais é essencial para acelerar o desenvolvimento de soluções que permitam a produção de embalagens mais resistentes, leves, sustentáveis e com mais opções de design. Para Carlos Costa, diretor de P&D para Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow América do Norte, “é preciso estar na vanguarda do desenvolvimento de novos materiais. E para isto é preciso não só entender o desempenho da resina, mas também auxiliar toda a cadeia a entender a o desempenho da embalagem”.

Na questão da sustentabilidade, Bruno Pereira, gerente de Marketing e Sustentabilidade para Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow Brasil, foi além de apresentar embalagens mais sustentáveis: mostrou a importância de todos se envolverem no seu descarte correto. Pereira lembrou a importância de considerar o sistema produto-embalagem. Para ele, “é importante usar a embalagem como ferramenta de educação ambiental”. Um exemplo é colocar informações na embalagem sobre os impactos de se aquecer o produto no micro-ondas ou no forno convencional. Neste sentido, Pereira ressaltou a relevância da cartilha “Embalagem e Sustentabilidade: desafios e orientações no contexto da economia circular”, desenvolvida pela ABRE – Associação Brasileira da Embalagem. Nela consta o “Jogo do Infinito” cujo objetivo é fazer provocações de uma maneira leve para que as pessoas tenham inspiração para incluir informações sobre reciclagem nas embalagens.

A antropóloga Lívia Barbosa lembrou que o Brasil passa por uma redefinição de categoria e espaços da vida cotidiana com novos tipos de família e espaços domésticos. Além disso, a população está envelhecendo simultaneamente à legitimação de novos arranjos familiares. Desta maneira, segundo Lívia, “existem novas dinâmicas domésticas e novos valores abrindo espaço para produtos e embalagens com dimensões multissensoriais”. E os consumidores estão mais informados e atentos a estas necessidades.

Fonte: Assesoria de Imprensa – Dow

Curta nossa página no

Abiplast lança cartilha de reciclabilidade de materiais plásticos pós-consumo

18/04/2016

Evento reuniu diversos representantes do setor e teve o intuito de conscientizar as empresas e organizações da cadeia produtiva do plástico para a reciclagem

Tendo em vista que 34,5% do consumo aparente de materiais plásticos é destinado às embalagens pós-consumo e por objetivar a sustentabilidade, a ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e a CNRMP (Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos), se dedicaram a elaborar um material que criasse uma sinergia entre a indústria de transformados plásticos e seus usuários.

A “Cartilha de Reciclabilidade de Materiais Plásticos Pós-consumo”, foi lançada na sexta-feira (15) na sede da Abiplast, em São Paulo, durante o workshop de reciclabilidade, que contou com a presença da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), do CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem) e do CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagem), apresentando suas respectivas visões sobre ecodesign e reciclabilidade, ressaltando as possibilidades, ações e práticas para o desenvolvimento de embalagens sustentáveis.

Atualmente, o Brasil recicla o equivalente a 24% dos materiais descartados. Considerando que existe uma necessidade prevista na Lei 12.305/2010 de Política Nacional de Resíduos Sólidos em aumentar os índices de reciclagem das embalagens, sendo também prevista a responsabilidade compartilhada da cadeia, a cartilha foi idealizada com o intuito de criar uma visão convergente sobre o ecodesign, compatibilização de materiais plásticos e uso de aditivos que contribuam para o aumento dos índices de reciclagem de embalagens pós-consumo. O material será destinado às indústrias usuárias das embalagens, como as de alimentos e bebidas e produtos de limpeza, dentre outras.

Segundo o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, a iniciativa visa auxiliar os diversos elos da cadeia na adequação de seus processos e produtos aos modelos contemporâneos sustentáveis. “Acreditamos que a presente publicação possa contribuir com as indústrias usuárias de embalagens plásticas, com as de transformação e com as recicladoras, para que os produtos desenvolvidos e os consequentes resíduos plásticos gerados estejam de acordo com os atuais conceitos de sustentabilidade” – afirma.

A publicação será distribuída nas indústrias de transformação de plástico do Brasil, assim como nas empresas de reciclagem, sindicatos estaduais, indústrias usuárias de embalagens plásticas e suas respectivas associações de classe. O objetivo é promover ampla conscientização da cadeia produtiva quanto à concepção de embalagens que sejam passíveis de aumento nos índices de aproveitamento para a reciclagem, com foco na sustentabilidade.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abiplast

Curta nossa página no

Solvay se compromete a reduzir emissões de CO2 de suas atividades em 40% até 2025 e fixa um preço interno de carbono

26/11/2015

Solvay-sustentabilidade

O Grupo Solvay pretende reduzir em 40% até 2025 as suas emissões de CO2, ao mesmo tempo em que decidiu estabelecer um preço interno de suas emissões – de 25 euros por tonelada –  para levar em conta as questões do clima em suas decisões de investimentos. Essas iniciativas fazem parte do documento divulgado hoje (26/11) pela companhia, contendo os compromissos do Grupo Solvay em relação Desenvolvimento Sustentável.

Os compromissos da Solvay até 2025 são:

  • Reduzir a emissão de CO2 das suas operações em 40%, ou seja, as emissões de gases de efeito estufa por Euro de valor agregado. Para atingir este objetivo ambicioso, a Solvay vai intensificar o seu programa de eficiência energética SolWatt, otimizar continuamente seus processos industriais, desenvolver tecnologias limpas e aumentar a participação de energias renováveis na sua produção e fornecimento de energia. Além disso, a partir de 1º de janeiro de 2016, a Solvay vai aplicar um preço interno para as emissões de CO2 a 25 euros por tonelada, para levar em conta os desafios das mudanças do clima em suas decisões de investimento.
  • Gerar 40% das receitas com soluções que abordam os desafios do desenvolvimento sustentável. A Solvay utiliza a sua ferramenta de análise de “Gestão Sustentável de Portfólio” para identificar as oportunidades neste campo. Projetos de inovação vão focar, por exemplo, o desenvolvimento de novas soluções para diminuir o peso de carros e aviões como uma forma de reduzir as emissões de CO2 ou em formulações de ingredientes avançados para o setor agrícola, que respeitam o meio ambiente.
  • Reduzir para metade o número de acidentes de trabalho. A segurança no trabalho para os 26.000 funcionários e terceirizados da Solvay continuará a ser uma prioridade absoluta. Embora o desempenho do Grupo, medido pelo índice de frequência de acidentes com afastamento, coloque a Solvay entre os melhores de seus congêneres do setor, a empresa quer ir mais longe e reduzir pela metade o número de acidentes registados nos seus sites.
  • Elevar o comprometimento dos funcionários para 80%, de 75% em 2015.   O nível de compromisso das pessoas que trabalham na Solvayé um fator-chave e abrange cinco aspectos: orgulho em trabalhar na Solvay; qualidade do ambiente de trabalho; satisfação geral; motivação; e ligação com a empresa.
  • Dobrar o número de funcionários Solvay envolvidos em projetos sociais. A Solvay está comprometida com as comunidades nos locais onde tem atuação. Somente em 2014, ela liderou mais de mil ações comunitárias locais. O objetivo da empresa é fortalecer este compromisso, facilitando o envolvimento dos funcionários em projetos que atendam à comunidade, e oferecendo a expertise da Solvay para as regiões onde o Grupo está presente.

De acordo com Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, a companhia é movida pela confiança no progresso. “Promovemos a ciência e a tecnologia e mantemos contínua preocupação com a responsabilidade social. O desafio de um desenvolvimento mais sustentável é uma oportunidade para nós inventarmos o mundo de amanhã”, afirmou.

O Comitê Executivo da Solvay vai orientar e rever regularmente esses compromissos, que serão comunicados aos públicos de interesse de forma semelhante ao que é feito sobre o desempenho financeiro do Grupo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

 

Curta nossa página no

Plástico Verde da Braskem completa cinco anos e amplia espaço no mercado mundial

29/10/2015

Polietileno de origem renovável já está presente em vários países, com um número cada vez maior de parcerias

Polietileno-verdePrimeiro polietileno de origem renovável a ser produzido em escala industrial no mundo, o Plástico Verde I’m greenT da Braskem completou em setembro cinco anos de mercado. Atualmente, a resina fabricada a partir de etanol de cana-de-açúcar é uma realidade presente no dia a dia de indústrias de diferentes segmentos e também dos consumidores de países das Américas do Sul e Norte, Europa, Ásia e Oceania.

As pesquisas de uma matéria-prima renovável, capaz de manter a qualidade da produção e atribuir vantagens ambientais, começaram em 2007. Três anos depois, a Braskem fez um aporte de US$ 290 milhões para inaugurar sua fábrica de PE Verde em Triunfo, no Rio Grande do Sul.

Ao longo desse período, diversas conquistas fizeram com que o Polietileno Verde ganhasse força e espaço no mercado mundial. Hoje, mais de 80 marcas, que vão de embalagens de alimentos a produtos de higiene pessoal, ferramentas de jardinagem e até de componentes de carros utilizam a resina. Entre os clientes, estão Johnson & Johnson, Faber-Castell, Kimberly-Clark, Shiseido e Tramontina.

Como exemplo das conquistas, a Tetra Pak® inovou em 2011 e foi o primeiro fornecedor de embalagens de alimentos líquidos a utilizar Plástico Verde em suas tampas. A partir de 2014, a empresa incorporou polietileno de origem renovável como componente das camadas de suas embalagens produzidas no Brasil.

Outro ponto importante na trajetória foi a parceria firmada com a Embalixo em 2011 para a produção de sacos de lixo.

Processo produtivo e sequestro de carbono

O processo de produção começa com a desidratação do etanol para transformá-lo em eteno, que segue para as unidades de polimerização, onde é transformado no polietileno. A resina plástica derivada da cana-de-açúcar é levada, então, para empresas de terceira geração, os transformadores, que irão transformá-lo em produtos plásticos acabados. Segundo a Braskem, por ser feito com uma matéria-prima uma fonte renovável, o PE Verde ajuda a capturar e fixar o CO2 da atmosfera, o principal causador do efeito estufa, representando, aproximadamente, 2,15 toneladas de gás carbônico para cada tonelada de Plástico Verde produzido.

Afirma também a Braskem que outro aspecto positivo para o mercado é que as propriedades mecânicas e de processabilidade do I’m greenT são idênticas àquelas apresentadas pelo petroquímico convencional. A Braskem produz o polietileno de origem renovável de alta densidade (PEAD) e baixa densidade linear (PEBDL) em escala industrial desde setembro de 2010, sendo que a partir de 2013 foi incorporado ao portfólio o Polietileno de origem renovável de baixa densidade (PEBD). Além disso, as várias alternativas de aplicação são possíveis devido à oferta de 30 grades nestas famílias de produtos.

Vanguarda

Segundo Antonio Morschbacker, diretor de Tecnologias Renováveis da Braskem, “o pioneirismo da Braskem na produção do Plástico Verde reflete investimentos feitos, desde o início da companhia, em pesquisas que visam o desenvolvimento de novas tecnologias que permitam a produção de produtos sustentáveis”.

A empresa conta com diversos produtos da química renovável ainda em fase de pesquisa e desenvolvimento. Uma das iniciativas foi anunciada em 2014, quando a empresa juntou-se à norte-americana Amyris e à francesa Michelin para o desenvolvimento de tecnologia voltada à produção de isopreno de fonte renovável, insumo químico utilizado pela indústria de pneus. As três empresas trabalharão unidas para acelerar os estudos bioquímicos que utilizam açúcares oriundos da cana-de-açúcar e de insumos de celulose. No final de 2013, a Braskem também firmou acordo com a Genomatica, startup norte-americana de biotecnologia, a fim de desenvolver nova tecnologia para a produção de butadieno de origem renovável, visando atender ao mercado de borrachas sintéticas.

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Covestro expõe na Abrafati 2015 com nova marca e reforços em seu portfólio sustentável

20/10/2015

A empresa, anteriormente conhecida como Bayer MaterialScience, realizou o primeiro evento com o nome Covestro na América Latina e apresentou lançamentos do segmento de poliuretanos para o mercado de tintas e pinturas em plásticos

covestroA empresa de polímeros Covestro participou da Abrafati 2015, um dos mais importantes eventos da cadeia de tintas na América Latina e no mundo, que aconteceu de 13 a 15 de outubro no Transamérica Expo, em São Paulo (SP).

A Covestro, que desde 1º de Setembro atua mundialmente com nova identidade visual, apresentou ao mercado de tintas sua marca pela primeira vez, enfatizando a importância do evento. Sob o slogan “Inventing for You”, a Covestro reforçou seu portfolio com o lançamento de dois novos produtos da família Desmodur®: Desmodur® eco N 7300 e Desmodur® blulogiq 3190.

Desmodur® eco N 7300

Embora já existam soluções ecológicas para polióis, até o momento, o fator que limitava o desenvolvimento de sistemas poliuretânicos sustentáveis era a disponibilidade de poliisocianatos originários a partir de matérias-primas renováveis.

Segundo a Covestro, o seu novo poliisocianato alifático livre de solvente – Desmodur® eco N 7300 – soluciona este problema, sendo o primeiro agente reticulante no mercado de poliuretanos a partir de biomassa – 70% de conteúdo de carbono derivado de biomassa –  e com desempenho superior nas propriedades finais, sendo indicado para aplicações em revestimentos, adesivos, entre outros.

Desmodur® blulogiq 3190

De acordo com a Covestro, o seu novo endurecedor termolatente – Desmodur® blulogiq 3190 – oferece agilidade no processo final de secagem para vernizes poliuretânicos 2K de alto brilho, possibilitando que peças de plástico sejam curadas a 80°C, com dureza após forneio até 30% maior, com aspecto e nivelação de pintura original. As tecnologias termolatentes permitem o manuseio mais robusto de peças  plásticas recém curadas, minimizando o retrabalho e danos às peças durante a montagem, estocagem ou processo de empacotamento para transporte.

A médio prazo, a indústria automotiva se beneficiará com a possibilidade de pintar peças plásticas, compósitos e substratos metálicos em uma única linha, agilizando assim o processo de revestimento.

A Covestro também participou do Congresso Abrafati 2015 nos dias 13 e 14 de outubro com duas  palestras, entre as quais a que teve por tema “Endurecedores PU Inteligentes: funcionalidade, eficiência e sustentabilidade”, proferida por  Rolf Roschu, Técnico de Desenvolvimento e Aplicação para Europa e América Latina.

Com vendas de 11,7 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Suas atividades estão focadas na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em diversas áreas. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de esportes e lazer. O grupo Covestro possui 30 sites de produção ao redor do mundo e até o final de 2014 empregava cerca de 14.200 colaboradores. A Covestro, anteriormente chamada Bayer MaterialScience, é uma empresa do Grupo Bayer.

Fonte: Assessoria de Imprensa Covestro

Curta nossa página no

Guia da Sustentabilidade do Plástico será lançado em São Paulo no dia 21/10

20/10/2015

A publicação tem como objetivo oferecer à indústria de transformação plástica brasileira os parâmetros de ação voltados à sustentabilidade

No próximo dia 21 de outubro, será lançado em São Paulo o Guia de Sustentabilidade do Plástico, que é o resultado de um trabalho de diagnóstico e elaboração de plano de ação com vistas à sustentabilidade, a ser aplicado para a indústria de transformação plástica. O evento, que será realizado durante a BW Expo, tem como objetivo apresentar os principais resultados do projeto e compartilhar informações específicas e úteis para a adequação das empresas brasileiras aos padrões internacionais de sustentabilidade.

Com apoio da Plastivida, o Guia é uma iniciativa do Instituto Nacional do Plástico (INP), por meio de seu programa Think Plastic Brazil, e da Agência Brasileira da Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). A WayCarbon, referência em assessoria sobre mudanças globais do clima, gestão de ativos ambientais, desenvolvimento de estratégias e estruturação de negócios ecoeficientes, foi contratada para realizar o trabalho de campo.

O trabalho foi norteado por duas questões: “Como a sustentabilidade vem sendo entendida e aplicada pelas empresas brasileiras transformadoras de plásticos?” e “Quais os caminhos possíveis para uma produção mais ecoeficiente?”. Cinco etapas foram elaboradas para responder às questões base do projeto: Entendimento Integrado do Setor Nacional e Internacional; Oficinas de Sensibilização; Visitas Técnicas; Análise de Cenários; e Tendências e Elaboração do Guia de Sustentabilidade.

Para Miguel Bahiense, presidente da Plastivida e diretor executivo do INP o Guia é o resultado de um importante mapeamento que mostra a realizada da indústria de transformação de plásticos no Brasil e aponta caminhos para que ela se desenvolva. “Esse desenvolvimento não é apenas no campo ambiental, mas também social e econômico, pois boas práticas sustentáveis agregam competitividade às empresas, no Brasil e em outros países”, afirma o executivo.

O evento de lançamento da publicação contará com a presença de representantes das entidades e empresas envolvidas no projeto. A solenidade, que será realizada das 16 às 20 horas, terá, após a abertura oficial, a apresentação do Guia, um painel com cases de empresas transformadoras de plásticos, palestras e um coquetel.

Para participar do evento de lançamento, o credenciamento gratuito pode ser feito através do link http://www.bwexpo.com.br/credenciamento

Serviço: Lançamento do Guia de Sustentabilidade do Plástico
Data: 21 de outubro
Horário: das 16 às 20 horas
Local: BW Expo (sala 2)
Centro de Eventos Pro Magno, Rua Samaritá, 230
Casa Verde – São Paulo – SP.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastivida

Curta nossa página no

Evonik participa de evento dedicado à sustentabilidade na indústria química

30/06/2015

Iniciativa visa engajar a cadeia de fornecedores da indústria química em prol do desenvolvimento sustentável

Evonik_tfs

No último dia 18 de junho ocorreu, em São Paulo, o segundo encontro mundial da iniciativa Together for Sustainability (TfS) – “Juntos pela Sustentabilidade”. O evento reuniu representantes das empresas associadas ao programa TfS e de empresas que compõem a cadeia de suprimentos da indústria química brasileira, entidades setoriais e especialistas da área de sustentabilidade.

Ruediger Eberhard, presidente do TfS e que também é Diretor de Compras (CPO) da Evonik, destacou que foi motivador o encontro, com resultados muitos positivos e perspectivas de grandes avanços no desenvolvimento sustentável: “Nosso objetivo é implementar um programa de engajamento global dos fornecedores da indústria química, que vem trabalhando para ser uma referência mundial neste campo”.

E acrescentou: “como Diretor de Compras da Evonik posso dizer que o foco mudou. Se antes as preocupações eram sobre entrega, qualidade, prazo, hoje são sobre saúde e segurança, direitos humanos e trabalhistas e responsabilidade ambiental”, lembrando que o programa envolve os fornecedores em um processo de melhoria contínua em todos os aspectos que envolvem a sustentabilidade: econômico, ecológico e social.

Weber Porto, diretor presidente da região América do Sul da Evonik, que participou do painel de discussão “Criação de  Vantagens Competitivas e Sustentáveis na Cadeia de Suprimento Global”, mediada pela jornalista Rosana Jatobá, acrescentou: “Muito tempo  atrás, sinônimo de desenvolvimento era fumaça saindo das chaminés das fábricas. Depois começou-se a pensar em segurança das fábricas, do trabalho e meio ambiente até chegarmos hoje ao tema sustentabilidade, no qual é impossível separar os aspectos econômicos e sociais. As empresas têm um papel fundamental em todo o processo”.

O evento também contou com palestra de Bertrand Conquéret, CPO Henkel; Gabrielle Unger, General Manager TfS; Carlos Fadigas, presidente da Abiquim; Pierre-François Thaler, co-fundador da EcoVadis; Sara Juarez, da Fundação Espaço ECO e Renata Lucio, da SGS.

A iniciativa Together for Sustainability foi criada em 2011 por seis empresas químicas multinacionais com a meta de desenvolver e implementar um programa de auditoria global por parte de especialistas independentes para avaliar e melhorar as práticas de sustentabilidade nas cadeias de fornecimento da indústria química. Hoje o programa conta com a participação de 13 empresas com atuação global – mais cinco em processo de adesão – e já realizou mais de 8.000 avaliações e auditorias.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

Curta nossa página no

Solvay embarca sua inovação no Solar Impulse 2, o primeiro avião tripulado movido exclusivamente a energia solar, que realiza uma histórica volta ao mundo

13/03/2015

Solar ImpulseA Solvay está patrocinando a volta ao mundo que está sendo realizada pelos pilotos Bertrand Piccard e André Borschberg, que decolaram em 09/03 de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para iniciar uma volta ao mundo a bordo do avião Solar Impulse 2 (Si2), o primeiro avião tripulado movido exclusivamente a energia solar e que pode voar dia e noite sem usar uma gota de combustível fóssil.

O objetivo desse projeto sustentável é demonstrar o desenvolvimento e utilização de energias renováveis e tecnologias de baixo carbono. O grupo Solvay, o primeiro patrocinador oficial do Solar Impulse, está engajado nesse projeto desde seu início – há 12 anos -, desenvolvendo tecnologias e materiais que ajudam a reduzir peso, armazenar energia e promovem eficiência energética. Com este “laboratório voador”, a Solvay tem posto à prova a sua especialização em materiais avançados e energia sustentável, que permitem ao Solar Impulse voar ao redor do mundo excluvisamente com a energia do Sol.

“A aventura Solar Impulse representa a inovação sem limites e a capacidade da Solvay de demonstrar sua força na busca de soluções para desenvolver e promover tecnologias de baixo carbono”, disse Jean-Pierre Clamadieu, presidente do Comitê Executivo e CEO da Solvay. “Desejamos aos pilotos Bertrand Piccard e André Borschberg um voo seguro e grande sucesso em sua volta ao mundo.”

Viajando a velocidades entre 50 e 100 quilômetros por hora, o Si2 voará 25 dias distribuídos por cinco meses, equipado com 15 produtos Solvay aplicados em mais de 6.000 componentes, incluindo os seus plásticos e polímeros de alto desempenho, fibras, filmes, lubrificantes e revestimentos.

A inovação brasileira também está a bordo com Emana, microfibra têxtil criada pela Rhodia, que faz parte do uniforme oficial de viagem dos pilotos. Espécie de segunda pele, usada por baixo do uniforme oficial dos pilotos,a roupa age para melhorar a microcirculação sanguínea, contribuindo para o retardamento da fadiga muscular dos pilotos durante o voo.

O Si2 tem previsão de parar em 12 locais, incluindo escalas na Índia, China, Estados Unidos e Europa ou na África do Norte, antes de retornar para Abu Dhabi. André Borschberg pilotou a primeira parte da viagem de 400 km, a partir de Abu Dhabi até Muscat, em Omã. Entre os principais desafios da jornada está o voo ininterrupto de cinco dias e noites da China para o Havaí.

Se quiser acompanhar em tempo real essa jornada, que teve início nesta madrugada em Abu Dhabi, nos Emirados Unidos, acesse o site http://www.solarimpulse.com

Fonte: Solvay / Rhodia Brasil

Curta nossa página no

Recicla Plastech Brasil terá stand com mais de 200m2 em Caxias do Sul

20/08/2013

Projeto demonstrará logística reversa em plena feira e promoverá ações na rede pública de ensino. Plastech ocorre em Caxias do Sul de 27 a 30 de agosto.

Recicla_PlastechO Recicla Plastech Brasil, projeto de educação sócio ambiental exclusivo no sul do país, instalado em 220m² na Plastech Brasil 2013 e com ações de continuidade previstas além do evento, contará com área três vezes superior à do similar realizado na maior feira do segmento plástico na América Latina, que teve 70m2.

“Na verdade, o alcance do Recicla Plastech Brasil vai ainda além. Haverá uma verdadeira usina de reciclagem em operação durante a feira, no próprio pavilhão de exposições e posteriormente, estenderemos a ação de sustentabilidade para a rede pública municipal da cidade. Vamos trabalhar a conscientização das crianças para provocar uma mudança de comportamento dentro de casa”, explica a coordenadora do projeto Célia Marin.

Como vai funcionar: o plástico reaproveitado a partir do descarte de materiais da própria Plastech Brasil será transformado em 5,7 mil bancos plásticos que serão doados a escolas de educação infantil da rede pública municipal de Caxias do Sul. Até a robótica será demonstrada, pois os banquinhos já sairão com estamparia pronta. Com o processo, a feira se tornará parcialmente sustentável.

“Uma das informações a serem trabalhadas, por exemplo, é o fato de que 100% do plástico é passível de reciclagem. Basta separar adequadamente”, observa Célia.

As petroquímicas Braskem e Innova e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) já se engajaram com patrocínios na iniciativa.

O Recicla já contabiliza o apoio da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), do Instituto Nacional do Plástico (INP), do Instituto do PVC, do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Rio Grande do Sul (Sinplast), do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Vale dos Vinhedos (Simplavi) e da Universidade de Caxias do Sul (UCS).

O estande de 220m2, que funcionará como uma verdadeira usina de reciclagem, tem a parceria do Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos (Plastivida), da Prefeitura de Caxias do Sul, da Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (Codeca) e das empresas Meggaplastico (Grupo Megga), e Seibt – Soluções para a indústria do plástico.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastech Brasil

Curta nossa página no

Sustentabilidade na Feiplastic 2013: Dow reafirma compromisso com meio ambiente; Abiquim reforça necessidade de materiais “verdes” como fonte de valor

04/04/2013

feiplastic

Para a Dow, empresa expositora da FEIPLASTIC 2013 – Feira Internacional do Plástico, desenvolver materiais com reduzido impacto ambiental representa o cumprimento de um compromisso corporativo firmado há oito anos, quando, em 2005, a companhia estabeleceu metas globais para 2015, na busca por soluções para desafios como proteção ambiental, garantia de saúde, eficiência energética, relacionamento com comunidades e segurança.

Entre os objetivos globais estabelecidos pela Dow estão o aumento em 10% do percentual de vendas de produtos beneficiados pela química sustentável e o investimento anual de US$ 1,8 bilhão em Pesquisa e Desenvolvimento, com foco nos desafios energéticos e nas questões relacionadas a alimentos, água, transporte e habitação. “O time de Plásticos da Dow está plenamente alinhado às metas corporativas da companhia, e comprometido em desenvolver e oferecer ao mercado brasileiro soluções inovadoras e sustentáveis para diversos desafios e problemáticas da cadeia de valor do plástico”, afirma Letícia Jensen, diretora de vendas de Plásticos de Performance para o Brasil.

Os valores transmitidos pela Dow em seus produtos estão alinhados com as inovações em produtos e soluções presentes na Feiplastic. A Dow fornece polímeros de alto desempenho desenvolvidos para atender demandas de diferentes mercados com redução do impacto ambiental. Jensen adianta. Um dos destaques na feira será a nova geração de embalagens flexíveis, ideal para o mercado de food service, e que permite consumo total do produto evitando desperdícios, além de apresentar menor volume para transporte e descarte quando comparadas às embalagens rígidas tradicionais. Outra tecnologia é o microespumado (microfoaming), que propicia a fabricação de filmes com menor espessura e menor peso, reduzindo assim, o impacto da embalagem. A Dow conta ainda com soluções que fomentam a cadeia de reciclagem, como o stand up pouch 100% PE (polietileno), uma embalagem patenteada pela Dow e uma alternativa a filmes multimaterial; e a nova solução para termoformagem flexível. “Nossos especialistas detalharão os benefícios dessas e de outras soluções durante o evento”, afirma Jensen. Outros destaques serão o filme Diamanto™, tecnologia que combina rigidez, brilho e transparência, e se configura como uma nova alternativa para substituir filmes de CPP e BOPP. Para o mercado de higiene e medicina destaca-se a resina de fibra ASPUN™, material a base de polietileno e alternativa para a produção de fibras para não tecidos ultrassuaves, aplicados em artigos higiênicos e médicos descartáveis.

As tendências apontadas pela Dow são confirmadas como caminho para o futuro dos plásticos industriais, de acordo com Luciano Guidolin, coordenador da comissão de Resinas Termoplásticas da Associação Brasileira da Indústria Química, Abiquim. Segundo ele, é crescente o interesse do mercado por “polímeros que aumentem o prazo de conservação do conteúdo armazenado em embalagens plásticas ou soluções que facilitem sua reciclagem”. Nessa busca por uma qualidade cada vez maior, a Sustentabilidade é apontada como fator-chave. “É o tema central na agenda da indústria petroquímica brasileira, que tem apresentado avanços significativos em todas as suas dimensões – comenta Guidolin – Não estamos falando somente da produção conforme as regulamentações e melhores práticas vigentes, mas também da fabricação de produtos com redução de impacto ambiental, e que possibilitem ganhos para a cadeia em sua utilização, como a redução do peso dos produtos finais ou do consumo de energia para transformação”.

Fonte: Assessoria de Imprensa Feiplastic

Curta nossa página no

Empresa americana aumenta capacidade de produção de bioplásticos a partir de gases-estufa

16/10/2012

A empresa americana Newlight Technologies anunciou no último dia 11 a adição de 100 mil libras por ano (aproximadamente 45 ton/ano) em capacidade de produção à sua linha de produção  que converte gases atmosféricos e gases-estufa em plásticos de alta performance. Segundo a Newlight, seus produtos são competitivos em preço com relação a polímeros derivados do petróleo.

A linha ampliada da empresa está totalmente operacional e incorpora uma série de tecnologias protegidas por patentes e com patentes pendentes. Os plásticos feitos a partir da linha estão sendo vendidos a clientes que possuem aplicações que variam desde peças de mobiliário e recipientes de armazenamento até aplicações de filme.

Fundada em 2003 por profissionais oriundos da Universidade de Princeton e da Universidade Northwestern, a Newlight vem desenvolvendo, patenteando e comercializando uma tecnologia inovadora que extrai moléculas de carbono e oxigênio do ar contendo gases-estufa e converte essas moléculas em plásticos. A tecnologia da Newlight pode ser operacionalizada através de um ampla variedade de fontes de carbono, incluindo gases-estufa derivados de sistemas de tratamento de efluentes, aterros e instalações de energia. Os plásticos obtidos não utilizam derivados de petróleo ou de matéria prima alimentar e tem preços competitivos em relação aos plásticos convencionais.

“A adição desta capacidade de produção é resultado de um foco singular: fabricar resinas plásticas a partir do ar e de gases-estufa que igualem ou ultrapassem o desempenho de resinas derivadas de petróleo e ao mesmo tempo tenham um preço mais competitivo do que aquelas”, afirmou o CEO da Newlight, Mark Herrema. “Esta linha é um marco importante para a Newlight, porque atinge esses objetivos e fornece uma plataforma poderosa em nosso caminho para produção em larga escala”.

A Newlight afirma ter a capacidade de produzir resinas baseadas em PHA (polihidróxi-alcanoatos) com desempenho que pode suplantar grades de polipropileno, polietileno, ABS e TPU.

A tecnologia fundamenta-se em uma alta eficiência biocatalisador/polímero, na redução de custos de processamento e na funcionalização do polímero para produzir materiais baseados em PHA com desempenho competitivo em relação a plásticos derivados do petróleo.

Se for aprovada comercialmente, a tecnologia pode se tornar uma rota altamente sustentável em relação aos plásticos hoje obtidos de fontes convencionais. A Newlight diz que planeja adicionar vários milhões de libras de nova capacidade de produção a médio prazo.

Fonte:  Newlight

Curta nossa página no

LANXESS irá produzir no Brasil a primeira borracha de EPDM bio-derivada do mundo.

27/09/2011

A LANXESS está reforçando o seu compromisso em produzir borrachas sintéticas “premium” a partir de matérias-primas derivadas de fontes biológicas. A empresa alemã de especialidades químicas pretende produzir comercialmente EPDM (monômero de etileno-propileno-dieno) a partir de eteno bio-derivado até o final do ano. Será a primeira forma de borracha de EPDM bio-derivada no mundo.

O EPDM é convencionalmente produzido usando-se as matérias primas eteno e propeno, ambas derivadas do petróleo. A rota alternativa planejada pela LANXESS usará eteno derivado unicamente de cana-de-acúcar, que é um recurso renovável. Esta forma de eteno bio-derivada é produzida a partir da desidratação do etanol, obtido da cana-de-acúcar brasileira. A Braskem S.A irá fornecer o eteno bio-derivado, através de tubulações, para a planta de EPDM da LANXESS já existente em Triunfo, no Brasil.

“A procura de alternativas para os combustíveis fósseis atualmente empreendida pela LANXESS demonstra o seu compromisso em reduzir emissões de CO2 através de produção sustentável”, afirma Guenther Weymans, líder da unidade de negócios de Produtos de Borrachas Técnicas da LANXESS. “Nós estamos muito entusiasmados pelo fato de que nossa planta no Brasil será a pioneira na produção de EPDM bio-derivado.”

 “A LANXESS irá contribuir para ampliar o nosso portfólio de clientes de produtos químicos renováveis . Este acordo levará os benefícios de eteno verde para outros mercados e aplicações importantes. A LANXESS tem uma extensa experiência no setor automotivo e uma excelente reputação nesse mercado, o que a torna um parceiro ideal”, afirma Marcelo Nunes, Diretor de Produtos Químicos Renováveis da Braskem.

 A planta de Triunfo atualmente produz 40.000 toneladas métricas por ano de borracha de EPDM convencional e espera-se que as primeiras bateladas do produto Keltan Eco correspondam a várias centenas de toneladas métricas. As outras unidades de produção de EPDM da LANXESS situam-se em Geleen (Holanda), Marl (Alemanha) e Orange, Texas (EUA). Todos os grades de EPDM serão vendidos, no futuro, sob o nome de marca Keltan.

 A borracha de EPDM é usada principalmente na indústria automotiva, mas também nas indústrias de fios e cabos, construção, modificações de plásticos e aditivos de óleos. As suas propriedades incluem uma densidade muito baixa, boa resistência ao calor, à oxidação, a produtos químicos e ao meio ambiente, assim como boas propriedades de isolamento elétrico. A LANXESS apresentou o Keltan Eco pela primeira vez durante o Dia da Borracha na Alemanha, no dia 21 de setembro, em Duesseldorf.

Além disto, a LANXESS já está pesquisando fontes alternativas para produzir a borracha sintética premium butílica, a qual é usada predominantemente na indústria de pneus. Juntamente com a firma Gevo Inc., do Colorado, a LANXESS está desenvolvendo isobuteno a partir de recursos renováveis, começando com o milho. O isobuteno é uma material-prima chave necessária na manufatura de borracha butílica.

No ano passado, a LANXESS deu partida em uma nova planta de geração de energia na sua unidade brasileira de Porto Feliz, a qual produz pigmentos de óxido de ferro. Esta planta de cogeração para a produção de eletricidade e vapor, inovadora e altamente eficiente, é alimentada com bagaço de cana, um componente fibroso da cana-de-acúcar que é sub-produto da obtenção de açúcar. Graças ao uso desta material-prima renovável e amigável ao meio ambiente, pode-se produzir energia para a planta em uma base neutra em termos de CO2.

A LANXESS é uma empresa líder em especialidades químicas, tendo registrado vendas de 7.1 bilhões de Euros em 2010 e possuindo atualmente 15.800 funcionários em 30 países e 46 unidades de produção ao redor do mundo. O negócio-núcleo da LANXESS é o desenvolvimento, produção e marketing de plásticos, borracha, produtos intermediários e especialidades químicas.

Fonte: LANXESS

Chapas de Policarbonato da SABIC apoiam metas de sustentabilidade e eficiência energética em Faculdade de Londres.

09/09/2011

Os novos painéis de proteção solar fabricados com a chapa de policarbonato (PC) Lexan* Exell* D produzidas pela divisão Innovative Plastics da SABIC estão contribuindo de forma importante para a eficiência energética e o conforto do novo prédio da faculdade de Westminster, na região central de Londres. Estes painéis de alto desempenho filtram a luz solar minimizando efeitos negativos como aumento da temperatura e o brilho indesejável em telas de computador. Eles também resistem à intensidades significativas de luz natural contribuindo também para a redução do consumo energético em construções e dos custos de manutenção com o aumento da vida útil destes painéis.

A SABIC investe continuamente em materiais ambientalmente responsáveis para todo o mundo, em especial para a indústria de construção civil, ajudando clientes a atingirem suas metas de sustentabilidade com produtos novos e mais ecológicos.

“O sucesso deste projeto dependia de um material avançado e que pudesse oferecer uma combinação de propriedades de alto desempenho: excelente estética, isolamento, proteção contra raios ultravioleta, retardância à chama, durabilidade e leveza”, disse Simon O’Hea, diretor da Colt Group Ltd. “Com base em nosso histórico de trabalho com a SABIC e depois de pesquisarmos todas as nossas opções, recomendamos a chapa Lexan Exell D ao arquiteto. A SABIC forneceu a chapa personalizada com o equilíbrio exato de transmissão de luz e redução de calor, o que aumentou consideravelmente a eficiência energética do edifício e ainda permitiu um impacto impressionante por parte do projeto arquitetônico do edifício”.

Projetado para a Sustentabilidade

O diferente edifício da faculdade de Westminster – uma faculdade líder e de educação permanente que oferece mais de 200 cursos vocacionais e acadêmicos para estudantes – foi projetado pela Schimidt Hammer Lassen Architects para minimizar o uso de energia elétrica e os resíduos de carbono. Esta estratégia de sustentabilidade inclui o uso de painéis verticais de proteção solar fabricados pela Colt usando a chapa Lexan Exell D em cores translúcidas e personalizadas, que ladeiam as janelas das fachadas leste e oeste do prédio.

Os painéis de proteção solar, também conhecidos como sistema de “toldo”, são fabricados em suportes retangulares de 3,5 m por 5,76 m de chapa Lexan Exell D sólida. Eles são montados em cada um dos lados das janelas do edifício, nas fachadas que recebem maior exposição ao sol. A SABIC forneceu também serviços de combinação de cores, suporte técnico à Colt e ainda concedeu ao material uma garantia limitada de 10 anos contra quebra, amarelamento e perda de transmissão de luz.

Pesando apenas a metade do vidro, a chapa Lexan Exell D reduz a quantidade de material necessária para o suporte estrutural. A chapa de PC também oferece alta resistência a impacto (250 vezes maior que o vidro), retardância à chama (em conformidade com a norma europeia contra incêndio EN 13501-1) e está em conformidade com a resistência a impacto de segurança para vidros Pr EN 356. Outras propriedades importantes são a estabilidade dimensional; facilidade de manuseio e instalação, e resistência ao amarelamento, pichação e quebra.

“Os produtos de chapa Lexan podem desempenhar um papel importante na sustentabilidade geral dos edifícios residenciais e comerciais que, de outra forma, precisariam do uso mais intenso de aparelhos de ar condicionado, reduzindo dessa forma a radiação infravermelha”, disse Jack Govers, gerente geral de Chapas e Filmes Especiais da Innovative Plastics. “Ao mesmo tempo, nossas soluções de chapa Lexan permitem aos arquitetos a criação de projetos que apresentem altos níveis de luz natural, criando um ambiente agradável para trabalhar e viver. Estes materiais podem ajudar os arquitetos e projetistas a terem sucesso no design para construções sustentáveis, com a possibilidade de ainda contribuírem para as certificações ecológicas”.

Os produtos de chapa Lexan aprimoram a sustentabilidade e estilo. As chapas de PC Lexan da SABIC são leves, possuem retardância à chama, estão disponíveis em configurações sólidas e alveolares, e são usadas em todo o mundo para revestimento de paredes, telhados, vitrificação de grandes estádios, hotéis e outras estruturas impressionantes. Elas são projetadas para permitir a penetração da luz solar natural e filtrada sem, no entanto, permitir o aquecimento da área coberta.

Os produtos de chapa Lexan podem enfrentar desafios de desempenho tais como perda de coloração, deformações, arranhões, rachaduras, ferrugem e descamação de pintura que ocorrem em metal. Eles podem ser projetados com recursos como proteção ultravioleta dos dois lados e revestimentos especiais que proporcionam recursos de autolimpeza ou proteção contra pichação. A chapa Lexan pode ser moldada a frio e dobrada em formas complexas utilizando equipamentos convencionais podendo ser aprimorada com cores, texturas e efeitos especiais. Além disso, o peso mais leve dos plásticos em relação ao vidro permite que esses materiais sejam utilizados em componentes estruturais mais simples. Outro destaque da chapa Lexan é que oferece uma resistência ao impacto extremamente elevada, provendo proteção mesmo quando submetida a golpes violentos contra objetos mais pesados.

Fonte: SABIC-IP

Reunião-Janta do Simplás destaca sustentabilidade das sacolas plásticas

08/09/2011

Evento contou com a presença do Presidente da Plastivida e INP

 O Simplás – Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho realizou na noite desta segunda-feira, dia 5 de setembro, a terceira reunião-janta, no Restaurante Tulipa, no Complexo dos Pavilhões da Festa da Uva. O presidente da Plastivida (Instituto Socioambiental dos Plásticos) e do INP (Instituto Nacional do Plástico), Miguel Bahiense, apresentou a palestra “Sustentabilidade das Sacolas Plásticas”.

A apresentação expôs os resultados de um estudo britânico, concluindo que, dentre nove categorias analisadas, em oito as sacolinhas tiveram melhor desempenho ambiental que suas substitutas. “Nunca havia sido divulgado um estudo científico sobre sacolas, este foi o primeiro”, disse ele. Miguel também falou sobre uma pesquisa feita pela Braskem sobre a ecoeficiência dos produtos, no qual foram analisados os mitos e as verdades em relação ao uso de sacolas plásticas e de papel, de algodão, retornáveis ou oxidegradáveis. A sacola plástica apresentou vantagens sobre as demais. Conforme o presidente da Plastivida, “existem cenários em que as sacolas descartáveis são melhores do que as retornáveis. À medida que aumentamos o volume de descarte do lixo, melhor será para o meio ambiente utilizarmos as sacolas descartáveis.

Assim, pode-se facilmente deduzir que o vilão não é a sacola ou o plástico em si, mas sim o desperdício e o descarte inadequado. Todos os tipos de sacola têm impacto, mas todas também apresentam modos de melhor utilizá-las. Dessa forma, criou-se o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, cuja meta é reduzir em 30% o consumo de sacolas descartáveis. Também foi criado o selo de qualidade para uma sacola mais resistente, o que aumenta a sua durabilidade e capacidade de reutilização. “Educação é a saída. É através dela que conseguiremos resolver a situação”, afirmou Miguel. Para um uso consciente e descarte correto, é preciso “reduzir, reutilizar e reciclar”, disse ele.

No evento também palestrou o Coordenador Comercial da Proamb – Soluções Ambientais, Eclair Rossato, falando sobre “Cooprocessamento de Resíduos Sólidos Industriais e a Portaria 16 da FEPAM”.  Além dele palestraram os diretores da Faculdade de Tecnologia (Ftec), Claudio Meneguzzi e Mauricio Sebastião de Barros, sobre a história da entidade e sobre o núcleo de Caxias do Sul.

Fonte:  Núcleo Comunicação e Marketing

Estudo de Agência Ambiental britânica mostra menor impacto ambiental comparativo de sacolas plásticas usadas no transporte de compras.

19/04/2011

Sacolas plásticas são as mais sustentáveis

Análise de Ciclo de Vida comparativa realizada pela Agência Ambiental do Reino Unido mostrou que as sacolas plásticas utilizadas para transportar as compras trazem impacto menor ao meio ambiente que as de papel e algodão.

A proporção de matéria prima utilizada nas sacolinhas plásticas e as inúmeras possibilidades de reutilização que elas oferecem as tornam mais sustentáveis que as outras.

Segundo o estudo, as ecobags de outros materiais teriam que ser reutilizadas mais de 100 vezes para compensar a quantidade de material que levam em sua produção. As de papel, cerca de três vezes mais, porém a fragilidade do material não o permite. Já a sacola plástica comum apresenta resistência para ser reutilizada diversas vezes e, depois disso, ainda serve para embalar o lixo residencial, promovendo a saúde pública.

Pesando menos que as demais embalagens, a sacola plástica gera menos CO2 e provoca os menores impactos ambientais em oito das nove categorias de avaliação de desempenho pesquisadas.

Leia o sumário executivo do estudo

Conheça o estudo na íntegra (em inglês)

Fonte: Plastivida

Pepsi desenvolve a primeira garrafa de PET a partir de fontes renováveis 100 % baseadas em vegetais.

29/03/2011

Aproveitando o seu histórico como uma empresa inovadora e líder em sustentabilidade ambiental, a PepsiCo anunciou no último dia 15/03  que desenvolveu a primeira garrafa plástica de  PET, no mundo, feita inteiramente de vegetais – recursos totalmente renováveis – permitindo à empresa fabricar um vasilhame de bebida com emissões globais de carbono significativamente reduzidas.

A garrafa “verde” da PepsiCo é 100 por cento reciclável ​​e supera de longe tecnologias industriais já existentes. A garrafa é feita de matérias-primas baseadas em fontes vegetais, incluindo o capim, casca de pinheiro e palha de milho. No futuro, a empresa espera ampliar as fontes de energia renováveis ​​usadas na criação da garrafa “verde” ao incluir cascas de laranja, cascas de batata, casca de aveia e outros subprodutos agrícolas provenientes do seu negócio de alimentos. Esse processo reforça ainda mais a vantagem competitiva da PepsiCo chamada de “Power of One”, ao conduzir uma inovação estratégica no setor de bebidas através de uma solução baseada em alimentos.

“Esta inovação é um avanço para o desenvolvimento transformacional da PepsiCo e da indústria de bebidas e um resultado direto de nosso compromisso com Pesquisa & Desenvolvimento”, disse o Chairman e CEO da PepsiCo, Indra Nooyi. “A PepsiCo está em uma posição singular – como uma das maiores empresas do mundo no setor de alimentos e bebidas – para, em última análise, prover subprodutos agrícolas do nosso negócio de alimentos para o nosso negócio de bebidas, permitindo a manufatura de uma garrafa ambientalmente mais amigável – um modelo de negócio sustentável que acreditamos trazer à vida a essência do “Desempenho com Propósito” (Performance with Purpose).

Combinando processos biológicos e químicos, a PepsiCo identificou métodos para criar uma estrutura molecular que é idêntica à do PET (polietileno tereftalato) baseado em derivados de petróleo, o que resulta em uma garrafa que confere aparência, tato e proteção do produto idênticas às de recipientes de bebidas PET existentes.

A PepsiCo vai montar um piloto para produção da nova garrafa, em 2012. Após a conclusão do piloto, a empresa pretende passar diretamente para a comercialização em grande escala.

“A “As You Sow” aplaude o design da embalagem inovadora da PepsiCo”, disse Conrad MacKerron, Diretor Senior do Programa “As You So”,  uma fundação sediada em São Francisco, Califórnia, que promove a responsabilidade social das empresas através da participação dos acionistas. “Ao reduzir a dependência de materiais baseados em petróleo e utilizar os seus próprios restos agrícolas como matéria-prima para novas garrafas, este avanço deve conferir uma dupla vitória ao meio ambiente e à PepsiCo.”

Com este desenvolvimento, a PepsiCo continua na sua posição de liderança em sustentabilidade ambiental e de progresso em relação às metas e compromissos globais  que ela anunciou em 2010 para proteger os recursos naturais da Terra através da inovação e de uma utilização mais eficiente da terra, água, energia e embalagens.

Fonte: PepsiCo