Posts Tagged ‘Sustentabilidade’

SABIC anuncia linha de compostos de PBT produzidos a partir de garrafas PET quimicamente recicladas

30/05/2019

A SABIC apresentou no último dia 16 de maio o seu portfólio LNP Elcrin iQ de compostos de tereftalato de polibutileno (PBT) derivados de tereftalato de polietileno reciclado (rPET). A empresa diz que a nova linha de produtos dá apoio à economia circular e ajuda a reduzir o desperdício de plástico. Ao reciclar quimicamente o PET descartado pelo consumidor (principalmente a partir de garrafas de água descartáveis) transformando-o em materiais como o PBT – que possui maior valor, propriedades melhores e adequação para aplicações mais duráveis -, a empresa diz estar incentivando o uso de resinas recicladas. Esses produtos também oferecem uma menor pegada ambiental “berço-portão” do que a resina de PBT virgem, conforme medido pela Demanda de Energia Cumulativa (CED) e pelo Potencial de Aquecimento Global (GWP), afirma a SABIC.

Vida mais longa que PET

Essa tecnologia, segundo a empresa, supera algumas das limitações da reciclagem mecânica ao usar processos químicos para despolimerizar garrafas PET e outros resíduos de PET, transformando-os em seus precursores químicos, purificando-os e depois usando-os para criar uma nova resina PBT. A SABIC diz que a tecnologia pode oferecer benefícios de desempenho e processamento, tais como uma boa resistência química, colorabilidade, alto fluxo para maior rendimento e retardamento de chama (FR).

Segundo a SABIC, a resina LNP Elcrin iQ é uma solução pronta para o uso de PBT virgem e outros materiais de PBT convencionais, tornando mais fácil para os fabricantes melhorar a sustentabilidade de seus produtos. Como resultado da substituição da matéria-prima virgem usada para fabricar o PBT, demonstrou-se – através da avaliação de ciclo de vida revisada por pares – que a resina LNP Elcrin iQ reduziu as pegadas de energia e carbono do material em até 61% e 49%, respectivamente, afirma a SABIC. Além disso, garante a empresa, cada quilograma de resina LNP Elcrin iQ usa até 67 garrafas PET pós-consumo (0,5 litro).

O portfólio Elcrin iQ oferece aos clientes múltiplas opções, incluindo grades reforçados com fibra de vidro e minerais, além de formulações resistentes à radiação UV e compostos não halogenados resistentes ao fogo, afirma a SABIC. Algumas dos grades do LNP Elcrin iQ têm até o potencial de atingir a conformidade com os regulamentos da Food & Drug Association (FDA) americana para para contato com alimentos, assegura a empresa.

As aplicações potenciais para esses novos polímeros incluem componentes internos duráveis e componentes estéticos ​para eletrônicos de consumo, conectores automotivos e invólucros para dispositivos médicos. Tais aplicações podem prolongar a vida útil da resina PET original de uso único, o que ajuda a manter o material fora do fluxo de resíduos por um período mais longo.

“As garrafas PET descartadas pelo consumidor perdem valor e propriedades de desempenho por meio da reciclagem mecânica convencional”, disse Joshua Chiaw, diretor de negócios globais de LNP, SABIC. “Esse processo de reciclagem limita os tipos de aplicações nas quais o rPET pode ser usado. Em contraste, o processo de reciclagem química da SABIC ajuda a melhorar o desempenho e a qualidade do produto final da resina. Como resultado, esses materiais de PBT são potencialmente mais desejáveis ​​para aplicações duráveis. No geral, os materiais LNP Elcrin iQ podem ajudar a reduzir a dependência da resina virgem e atender à demanda da indústria e dos consumidores por um maior uso de materiais mais sustentáveis. ”

“O desenvolvimento de materiais LNP Elcrin iQ é um passo importante para a SABIC e ilustra nosso compromisso com nossos clientes, com a indústria global de plásticos e com a AEPW (Aliança para o Fim dos Resíduos Plásticos), à qual nos juntamos como membros fundadores”, disse Frank Kuijpers, Gerente Geral de Sustentabilidade Corporativa da SABIC. “Nosso processo inovador de reciclagem química de materiais PET de uso único dá suporte direto ao objetivo da AEPW de desenvolver novas tecnologias que ajudem a minimizar o desperdício, facilitar a recuperação e a reciclagem de plásticos e criar valor a partir de todos os plásticos pós-uso.”

Fonte: SABIC

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Ineos Styrolution desenvolve processo para reciclagem química de Poliestireno

23/05/2019

  • Marco importante nos esforços da empresa para reduzir os resíduos de estireno após o consumo;
  • Produção de poliestireno virgem apenas a partir de materiais despolimerizados;
  • Projeto contribui para os esforços da Ineos Styrolution em eficiência de recursos, reciclagem e redução de danos ecológicos.

A Ineos Styrolution anunciou que completou o primeiro teste bem-sucedido na produção de poliestireno virgem a partir de materiais despolimerizados. Os experimentos, conduzidos na unidade da companhia em Antuérpia (Bélgica), podem ser considerados uma prova prática da reciclabilidade do poliestireno, afirma a empresa.

Segundo a Ineos Styrolution, a amostra de poliestireno multipropósito, 100% produzida a partir de monômeros de estireno reciclados, representa um divisor de águas na produção de poliestireno. O material é resultado de uma produção experimental de poliestireno a partir de matéria-prima de monômeros de estireno obtidos a partir da despolimerização de plástico estirênico. Os testes – feitos em cooperação com parceiros comerciais e universidades – resultaram na produção de material virgem com as mesmas propriedades do poliestireno produzido a partir de monômeros de estireno novos. garante a empresa.

“Estamos muitos animados por termos alcançado esse marco”, comentou Michiel Verswyvel, Especialista Global em P&D. “Devido à sua decomposição relativamente limpa em seus blocos de construção, o poliestireno é praticamente projetado para ser reciclado. Estamos trabalhando conjuntamente com nossa equipe global de projetos para tornar este processo estável em um nível comercial, aprendendo mais, por exemplo, sobre os requisitos de pureza da matéria-prima “, complementou.

“É ótimo ver especialistas de todo o mundo contribuírem com sua expertise para este projeto”, acrescenta Alexander Glück, Presidente da Ineos Styrolution para as Américas. “Esta colaboração global mostra o nosso forte compromisso com a reciclagem química e a sustentabilidade. “

Rob Buntinx, Presidente para Europa, Oriente Médio e Ásia, declarou: “Estou convencido de que alcançamos um marco significativo na comprovação de que o poliestireno é reciclável e contribui para a redução de resíduos de consumo. Estamos agora ansiosos para viabilizar o processo para um nível industrial e economizar recursos valiosos “.

O anúncio é parte dos esforços da Ineos Styrolution para a produção cíclica do estireno, com o objetivo de poupar recursos valiosos, reciclar os resíduos de estireno e reduzir os danos ao meio ambiente. As medidas da companhia incluem tanto projetos de pesquisa quanto a colaboração através da cadeia de valor e parcerias com os clientes.

A Ineos Styrolution é uma empresa líder global em fornecimento de estireno, com foco em monômero de estireno, poliestireno, ABS Standard e especialidades de estireno. A empresa fornece aplicações em estireno para muitos produtos do dia-a-dia em um vasto leque de indústrias, que incluem automotiva, eletrônica, linha branca, construção, médica, brinquedos/esportiva/de lazer e de embalagens. Em 2018, as vendas foram de 5,4 bilhões de euros. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.500 colaboradores e opera 20 plantas em dez países.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Ineos Styrolution

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Milliken firma parceria com PureCycle para nova tecnologia de reciclagem de Polipropileno

06/05/2019

Trabalho em conjunto da Milliken, PureCycle e Nestlé deve permitir que o polipropileno (PP) reciclado ganhe características iguais às da matéria-prima virgem, afirmam as empresas

O processo de reciclagem patenteado PureCycle, desenvolvido e licenciado pela Procter & Gamble (P & G), separa cor, odor e outros contaminantes da matéria-prima de resíduos plásticos para transformá-los em resina plástica semelhante à virgem. A Milliken, cujos aditivos terão um papel fundamental no revigoramento do polipropileno reciclado, estabeleceu uma relação de fornecimento exclusiva com a PureCycle para ajudar a resolver o desafio da destinação dos plásticos ao fim da sua utilização. A Nestlé, maior produtora de alimentos e bebidas do mundo, está trabalhando com o PureCycle para desenvolver novos materiais de embalagem que ajudem a prevenir a geração de lixo plástico, de acordo com o compromisso da empresa de tornar 100% de suas embalagens recicláveis ​​ou reutilizáveis ​​até 2025.

Com essa nova movimentação, a PureCycle dá um passo importante para abrir sua primeira fábrica de reciclagem de polipropileno (PP), garantindo que o produto tenha característica de “plástico virgem”.

“Nossos parceiros estão nos ajudando a caminhar mais rápido para levarmos essa solução ao mercado”, avalia Mike Otworth, CEO da PureCycle Technologies. “Esta é uma validação do nosso método, e nos ajuda a seguir em frente com mais agilidade para tornarmos a reciclagem de plásticos uma realidade. O uso dos aditivos da Milliken fará com que o polipropileno reciclado ultrapuro (UPRP, na sigla em inglês) da PureCyle seja de alta qualidade e acrescente valor máximo – tanto para os proprietários de marcas quanto para os consumidores. Acreditamos que essa parceria colocará a PureCycle como líder na recuperação e produção de polipropileno”.

“A Milliken entende que a criação de um futuro sustentável requer uma colaboração significativa com outros pioneiros da indústria”, comenta Halsey Cook, presidente e CEO da Milliken & Company. “Acreditamos na tecnologia PureCycle combinada com os principais aditivos plásticos da Milliken. Esta união é uma oportunidade transformadora que eleva a viabilidade do polipropileno reciclado e ajuda a resolver o desafio do ciclo de vida dos plásticos”.

Com tecnologia licenciada de P&G, a PureCycle está construindo a primeira planta industrial em Lawrence County, no estado de Ohio (EUA), que irá reciclar cerca de 54 mil toneladas de polipropileno por ano, a partir de 2021.

Hoje, cerca de 20% do tereftalato de polietileno (PET) – que é comumente usado para fazer garrafas de plástico e outros bens de consumo – é reciclado. Em contrapartida, menos de 1% do polipropileno (PP) é atualmente reciclado. A PureCycle é a primeira empresa que tem foco único na reciclagem e reintegração do polipropileno, destinado a aplicações em produtos de consumo altamente sensíveis, tais como embalagens de alimentos e bebidas, interior de automóveis, eletrônicos, mobiliário e muitos outros produtos.

Segundo a PureCycle, suas tecnologias produzirão PP reciclado de alta qualidade, que estará amplamente disponível para suprimento às indústrias. A P&G afirma que a nova tecnologia ajuda a alcançar os objetivos de reciclagem da empresa – dobrando o uso de resina reciclada em embalagens plásticas e garantindo que 90% das embalagens sejam ou recicláveis ou parte de programas para reciclagem. O novo método de produção também está alinhado com a visão da P&G de usar 100% de materiais reciclados ou renováveis, além de proporcionar que zero resíduos do consumidor final sejam direcionados a aterros sanitários.

“A nossa abordagem da inovação não só inclui produtos e embalagens, mas tecnologias que permitam que tenhamos um impacto positivo no meio ambiente. Esta tecnologia tem a capacidade de revolucionar a indústria de reciclagem de plásticos, permitindo que a P&G e empresas de todo o mundo tenham acesso a fontes de plásticos reciclados com desempenho e propriedades quase idênticos aos de materiais virgens, para uma ampla gama de aplicações”, acredita Kathy Fish, diretora de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Procter & Gamble.

O mercado global de polipropileno é estimado em mais de US$ 80 bilhões, de acordo com pesquisa da Transparency Market, e deve alcançar US$ 133 bilhões em 2023. A APR – Associação de Recicladores de Plástico dos Estados Unidos já identificou uma demanda de mais 450 mil toneladas de polipropileno reciclado apenas na América do Norte. A maior parte dessa procura é de material de alta qualidade, de acordo com a entidade.

A PureCycle Technologies é uma empresa de portfólio da Innventure, uma parceria da Wasson Enterprise. A Innventure tem mais de 20 anos de experiência na identificação de tecnologias disruptivas e na criação de novas empresas bem-sucedidas. O grupo combina a experiência da Wasson Enterprise (WE), uma empresa de investimento baseada na família liderada pelo CEO da Walgreens Boots Alliance, Greg Wasson, e o XL Tech Group (XLTG), empresa precursora da Innventure. Das 11 empresas criadas pelos fundadores da Innventure em 20 anos, 10 alcançaram late-stage funding, incluindo seis IPOs bem-sucedidos. O acordo de fornecimento inicial da Innventure com a Procter & Gamble ocorreu em dezembro de 2015.

A Milliken é uma empresa com foco na inovação desde que foi fundada, em 1865. Em seus laboratórios e centros de desenvolvimento e de aplicação em todo o mundo, cientistas e engenheiros trabalham diariamente criando revestimentos, especialidades químicas, aditivos e tecnologias de coloração. A empresa acumula mais de 2.200 patentes nos EUA e mais de 5 mil patentes no mundo todo, desde sua fundação.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Milliken

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Braskem enfatiza compromisso com Economia Circular na Feiplastic 2019

23/04/2019

Empresa apresenta os portfólios de reciclados e renováveis, além de soluções que reforçam a eficiência operacional

A Braskem está enfatizando durante a Feiplastic o seu posicionamento em prol da Economia Circular, conceito de consumo que busca formar um ciclo sustentável da produção ao descarte. Durante o evento, realizado de 22 a 26 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP), o público pode conferir novidades no portfólio da companhia, como a ampliação das soluções em pós-consumo.

“Estamos empenhados em contribuir para a transformação da Economia Linear, pautada pela produção e descarte, em uma Economia Circular, que considera o descarte e a produção de forma cíclica. Acreditamos que a Feiplastic será um importante canal para ampliarmos a discussão a favor deste tema, sensibilizando a cadeia onde estamos inseridos”, explica Edison Terra, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas América do Sul e Europa. A companhia assumiu, em novembro de 2018, um compromisso público onde comunica oito iniciativas em prol da Economia Circular, entre elas estão: os esforços para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar a eficiência e facilitar a reciclagem e a reutilização de produtos plásticos.

Criada com o objetivo de estimular negócios que valorizam o resíduo plástico pós-consumo, a iniciativa Wecycle evolui trazendo novos grades ao mercado. O desenvolvimento de produtos e soluções a partir de resíduos plásticos é realizado por meio de parcerias com clientes, recicladores, cooperativas e brand owners, como o Grupo Pão de Açúcar, a Condor, a Embalixo e a Martiplast. A Braskem afirma que o novo portfólio de resinas recicladas reforça o seu compromisso com a cadeia do plástico no Brasil, a inovação e a sustentabilidade, alinhadas ao posicionamento em Economia Circular.

Outras soluções sustentáveis da companhia também são destaque no evento, tais como o portfólio renovável I’m greenTM, que conta com o Plástico Verde e o EVA Verde, ambas resinas produzidas a partir da cana-de-açúcar. Assim como a linha Maxio, composta por resinas que, segundo a Braskem, proporcionam redução do consumo de energia, maior produtividade e redução de peso do produto final.

No espaço da Braskem, os participantes da feira ainda tem a oportunidade de conhecer uma nova solução para o mercado de embalagem em stand-up pouch monomaterial, produto que facilita o processo de reciclagem. A empresa também está destacando os portfólios robustos para os segmentos de embalagens rígidas para produtos químicos e agroquímicos, tampas e resinas para produção de baldes de tintas.

“A Braskem tem acompanhado as principais tendências do mercado, mantendo-se na vanguarda do setor, sendo que este será o maior portfólio que já apresentamos em uma Feiplastic. Somos uma empresa apaixonada por transformar e, prezando pelo atendimento próximo e personalizado aos clientes, conseguimos desenvolver soluções que atendem as mais diversas necessidades”, afirma Terra.

Sensibilização interativa sobre reciclagem

O pós-consumo é parte fundamental do processo circular da economia e que necessita da participação ativa das pessoas para que funcione plenamente. Com o intuito de promover e apoiar o engajamento do consumidor neste ciclo, a Braskem traz à Feiplastic uma estrutura modular que comunica todas as etapas do processo de reciclagem de forma dinâmica e didática.

O projeto “Reciclar é Transformar” tem o objetivo de demonstrar todo o processo para o consumidor, desde a etapa de separação do resíduo até chegar na transformação de um novo produto, enfatizando a importância do descarte correto neste ciclo. A ativação esteve na Virada Sustentável de Porto Alegre (RS), realizada no início de abril, e estará presente em outros eventos ao longo de 2019.

Fabiana Quiroga, diretora de Reciclagem e Plataforma Wecycle da Braskem, explica que a companhia está comprometida com a educação e engajamento de toda a cadeia do plástico para com a reciclagem do material. “Acreditamos que iniciativas como esta são importantes para aumentar o conhecimento, bem como a valorização de resíduos plásticos na economia e, principalmente, o papel de todos nós no processo”, afirma a executiva.

Ainda na linha educacional, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast, iniciativa fruto da parceria entre ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e Braskem, também tem espaço no estande da companhia. No local, estão sendo compartilhadas informações sobre a importância do consumo consciente e do descarte adequado de resíduos.

A participação do PICPlast faz parte de uma série de atividades previstas pelo programa para promover ações de estímulo à inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável da indústria brasileira de transformação plástica.

Espaço Inova Plastic

Durante a Feiplastic, a Braskem participa também do Inova Plastic, espaço que busca debater tecnologia, inovação e tendências durante o evento. A empresa está presente de duas formas no espaço: Fabio Buckeridge, CDO da companhia, estará no painel “A Inovação na Era Digital”, abordando como soluções disruptivas contribuem para a competitividade e a produtividade da indústria química e petroquímica, favorecendo a cadeia do plástico. No espaço reservado para reciclagem, a Braskem participa com o 3R – Um novo conceito de resina reciclada, onde apresenta soluções que vem buscando para o desenvolvimento de novos materiais com foco em soluções mais disruptivas e que tenham maior potencial para melhorar o desempenho das propriedades dos materiais reciclados em diversas aplicações, ampliando a contribuição para Economia Circular.

Serviço:
Feiplastic 2019 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 22 a 26 de abril, das 11h às 20h
Local: Expo Center Norte – Rua D – Pavilhão Vermelho
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo (SP)

Fonte: Braskem

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SABIC apresenta soluções sustentáveis para o mercado na Feiplastic 2019

23/04/2019

A SABIC está apresentando uma ampla gama de tecnologias em polímeros termoplásticos na Feiplastic 2019 (stand D43). Os destaques fazem parte do portfólio da empresa para atender a demandas em constante mudança nos diversos setores da indústria para clientes da América Latina.

Com um stand projetado para refletir o posicionamento de inovação, foco no mercado e nas necessidades dos clientes, a SABIC traz soluções para os setores automotivo, construção civil (incluindo tubulações e utilidades), bens de consumo, eletroeletrônica, embalagens, saúde e cuidados pessoais.

“Nós estamos constantemente focados no futuro para entender os desafios, forças e megatendências que impactam nossos clientes”, diz Abdulrahman Al-Fageeh, Vice-Presidente Executivo da divisão petroquímica da SABIC. “Isso nos permite entender melhor suas necessidades. Nós também estamos preparados para colaborar com eficácia ao longo da cadeia de valor de nossos clientes, desenvolvendo soluções diferenciadas para atender especificações inovadoras e oferecer novas oportunidades.”

Posicionamento fortalecido para atender clientes na América Latina

Al-Fageeh também comentou os contínuos esforços da SABIC para fortalecer sua posição na América Latina, como parceira em desenvolver soluções a longo prazo: “Nós atendemos clientes em constante crescimento, cultivamos relacionamentos e a confiança desses clientes para estabelecermos parcerias a longo prazo.”

Desde a Feiplastic 2017, a SABIC tem investido em infraestrutura para ajudar na melhoria do lead time e proporcionar mais eficiência na entrega aos seus clientes. Isso inclui a construção de novos silos em sua planta industrial de Campinas-SP para melhorar a performance na entrega de produtos. Além disso, a empresa inaugurou um novo centro de distribuição e hub logístico em Diadema- SP, que permitiu atender à crescente demanda por materiais de polietileno (PE) e polipropileno (PP).

A SABIC e sua parceira em joint venture, Exxon Mobil, avançam no projeto Gulf Cost Growth Ventures, que propõe a construção de um cracker de vapor de etano para suprir uma unidade de etilenoglicol e duas de polietileno. A iniciativa ainda está em fase de aprovações.

A melhoria no acesso aos materiais de PE e PP da SABIC é iminente, uma vez que a empresa vem se antecipando à perspectiva de crescimento dos clientes na América Latina, especialmente nos segmentos automotivo, de embalagens e tubulações. A expectativa de crescimento na demanda por plásticos se dá pela tendência de aumento da população regional e na renda da classe média ao longo da próxima década.

Novidades da SABIC na Feiplastic

Na Feiplastic 2019, a SABIC destaca pela primeira vez o seu segmento industrial dedicado a tampas e fechamentos – Caps & Closures. A empresa firma que está apresentando soluções com materiais mais leves e otimizados que podem ajudar a desenvolver tampas otimizadas, mais leves, fáceis de processar, proporcionando-lhes funcionalidade aprimorada, pureza, segurança do conteúdo e custo-benefício.

A SABIC também destaca pela primeira vez seus desenvolvimentos em materiais não-tecidos. Segundo a empresa, a tecnologia é direcionada para aplicações mais leves, eficientes, confortáveis e sustentáveis no segmento de higiene pessoal. Estas soluções incluem os polímeros SABIC® PP livres de ftalatos para não-tecidos, que podem auxiliar clientes a enfrentar os desafios de compliance e legislações, além de aumentar a funcionalidade e a eficiência em custos, afirma a empresa.

Para clientes da construção civil, a SABIC apresenta os painéis STADECK™, aplicados em serviços pesados e andaimes. Segundo a SABIC, os painéis são produzidos a partir de fibra de vidro reforçada com resina termoplástica, sendo leves, fortes e duráveis. Quando comparado às placas de madeira, o produto se revela uma alternativa mais sustentável devido ao seu potencial de reciclagem e peso, que chega a ser 60% menor, afirma a empresa.

Já para a indústria automotiva, a SABIC destaca em seu portfólio de compostos de polipropileno SABIC® (PP) um novo composto que, segundo a empresa, proporciona sensação de maciez ao toque, combinada com desempenho contra riscos em componentes de baixo brilho e sem pintura para o interior dos veículos. A SABIC afirma que os novos compostos oferecem acabamento e percepção tátil luxuosas, adequadas às atuais expectativas dos consumidores, inclusive em modelos com preços mais baixos. A fabricante de matérias-primas também apresenta uma ampla gama de aplicações em diversas partes dos veículos, através do uso dos seus termoplásticos de Engenharia (ETP) e da linha STAMAX™ (PPLGF) capazes de substituir o uso de materiais convencionais como vidro, metais e resinas termofixas, com redução do peso e possíveis reduções de emissões.

A SABIC também apresenta uma linha de termoplásticos retardantes a chamas para aplicações eletroeletrônicas, cujas especificações atendem normas globais de inflamabilidade.

Viabilizando a Sustentabilidade

No estande da SABIC, há um espaço dedicado à exibição de seu compromisso com a sustentabilidade e soluções circulares. Destacam-se as recentes inovações da empresa na produção de polímeros circulares certificados, fabricados com o uso de matéria-prima que mistura lixo plástico que seria destinado à incineração ou aterros sanitários. Estes materiais de PE e PP podem ajudar os clientes da SABIC a atender às demandas de seus consumidores por produtos mais sustentáveis e contribuir com o fechamento do ciclo de descarte adequado de plásticos.

“A SABIC é líder do setor em scale-up processos de reciclagem de alta qualidade para reciclagem química de resíduos plásticos misturados ao polímero original”, disse Al-Fageeh. “Entendemos muito bem as pressões sobre a sociedade, o meio ambiente e nossos clientes. Para nós, é uma obrigação fazer a nossa parte e ajudar a tornar a sustentabilidade viável para as indústrias que atendemos e para as regiões em que operamos”.

Com sede localizada em Riyadh, na Arábia Saudita, a SABIC produz em escala global nas Américas, Europa, Oriente Médio e Ásia. O portfólio da empresa engloba químicos, plásticos comuns e de alta performance, nutrientes agrícolas e metais, aplicados a mercados como os da construção civil, saúde, embalagens, nutrientes agrícolas, eletroeletrônica, transportes e energia limpa. A SABIC registrou lucro líquido de US$ 5,74 bilhões em 2018. As receitas em vendas totalizaram US$ 45 bilhões no mesmo ano, com patrimônio atingindo o valor de US$ 85,4 bilhões. A produção registrada em 2018 foi de 75,3 milhões de toneladas. A SABIC tem mais de 33 mil funcionários ao redor do mundo e opera em mais de 50 países, possuindo 11.500 patentes globais e estruturas de pesquisa em hubs de inovação localizados em cinco regiões-chave: Estados Unidos, Europa, Oriente Médio, Sudeste Asiático e Norte da Ásia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – SABIC

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Sustentabilidade é um dos focos da Radici durante a Feiplastic 2019

23/04/2019

A Radici Plastics Ltda – Brasil, empresa do Grupo Radici atuante no mercado sul americano de polímeros técnicos, participa de 22 a 26 de abril na feira do setor Feiplastic (Expo Center Norte, Estande L42) com o objetivo de destacar a atenção para as aplicações de seus produtos e a ressaltar a preocupação com a sustentabilidade.

Com ações efetivas, em todas as suas unidades fabris, a companhia tem conquistado um patamar de excelência na área de responsabilidade ambiental. E no Brasil, os resultados são bem expressivos. Entre eles estão o controle e reuso do sistema de água, instalação de iluminação de LED no chão de fábrica e a aquisição de equipamentos mais eficientes – que já apontam uma redução no consumo de energia na ordem de 13%, ao ano. Estas e outras ações serão divulgadas na Feiplastic, que acontece entre os dias 22 e 26 de abril, no Expo Center Norte (SP).

“Estamos sempre em busca de novas ferramentas e soluções que agreguem rentabilidade e produtividade, mas sempre respeitando as condutas socioambientais. Nos últimos dois anos investimos mais de R$ 13 milhões no nosso Centro de Pesquisa e parque industrial, e aumentamos significativamente à capacidade instalada para produção de compostos, aperfeiçoamos o nosso laboratório e os resultados vão muito além da produção, pois conseguimos reduzir o consumo de energia e dos recursos hídricos. Ou seja, estamos crescendo de maneira eficaz, sustentável e orgânica”, declara Jane Campos – Country Manager da filial brasileira.

Além destas economias, a Radici também reduziu, expressivamente, a emissão de fumaça preta e o descarte de resíduos. Neste último, a meta da companhia é atingir o índice de 0% de rejeitos no chão de fábrica, em cinco anos.

Outra ação adotada, no início deste ano, foi o projeto Operation Clean Sweep (OCS) – programa internacional promovido por associações comerciais para neutralizar a dispersão de pós e grânulos de plástico no ambiente, com atenção para o manuseio dos produtos a partir da entrada na fábrica das matérias-primas até a saída dos produtos semiacabados destinados aos clientes.

De acordo com a Jane, a Radici ingressou no OCS voluntariamente, como estratégia de negócios, pois o programa vai de encontro com as premissas mundiais da companhia. “Estamos trabalhando no mapeamento de geração de resíduos, com planos de contingência para diminuir a perda de pellets e atender todos os requisitos do projeto. Desta maneira, conseguimos ampliar o nosso pilar de sustentabilidade”, ressalta.

Todas estas ações visam aprimorar o padrão de qualidade para atender a demanda dos mercados-alvo, que inclui a indústria automotiva, o setor de eletroeletrônicos e de embalagens. “Estamos confiantes. Por isso, vamos manter o nosso modelo de negócios, com atendimento personalizado, oferta de produtos e, acima de tudo, investir na capacitação e no reconhecimento dos nossos colaboradores”, finaliza Jane.

Atualmente, a unidade brasileira é responsável pelo mercado da América do Sul e conta com distribuidores no Chile, Argentina, Colômbia e Peru. Totalizando mais de 90 colaboradores diretos e indiretos.

Com mais de três mil colaboradores, um faturamento de mais 1.14 bilhões de euros em 2017 e uma rede de fábricas e sedes comerciais localizadas entre a Europa, América do Norte e do Sul e a Ásia, a RadiciGroup é considerado um dos principais líderes mundiais na produção de uma ampla gama de produtos químicos, polímeros de poliamida, tecnopolímeros, fibras sintéticas e não tecidos, com aplicações em múltiplos setores industriais como: automotivo, elétrico/eletrônicos, bens de consumo, vestuário, mobiliário, imobiliário, eletrodomésticos e esportivos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Radici Group

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Tomra Sorting Recycling lança o Innosort Flake na Feiplastic 2019

15/04/2019

Carina Arita, Diretora da Tomra Brasil

Nos dias 22 a 26 de Abril, no Expo Center Norte, São Paulo, será realizada mais uma edição da Feiplastic, uma das mais importantes feiras da indústria dos plásticos no mercado brasileiro. A Tomra Sorting Recycling estará presente e trará uma grande novidade: o novo Innosort Flake.

No stand D072, a Diretora Comercial da Tomra Sorting Brasil, Carina Arita, estará presentando a nova máquina ao mercado e aos potenciais interessados, com demonstrações ao vivo, bem como respondendo a dúvidas e com mais informações sobre a tecnologia e a empresa.

Innosort Flake

Apresentada sob o slogan “Materialmente diferente com excelentes resultados”, a nova máquina do portfólio da Tomra é um inovador sistema de seleção baseado em duplos sensores e equipado com uma combinação de câmaras RGB e sensores NIR de resolução ultra-alta para a identificação de materiais e cores. Segundo a empresa, o equipamento é capaz de remover simultaneamente, de forma confiável, o PVC e outros plásticos, metais e flakes opacos, em frações de particulas de 2 a 12 mm. A Tomra afirma assegura que o Innosort Flake é a solução ideal para purificação de flakes de PET com alta precisão e relação custo-benefício, garantindo uma produção constante e de qualidade, além de alto rendimento.

Valerio Sama, Gerente de Produtos da Tomra Sorting Recycling, declarou: “Como a indústria de rPET visa obter melhores rendimentos para produtos de alta qualidade, o Innosort Flake oferece uma solução completa e perfeita para instalações de reciclagem de PET que buscam alta qualidade de produção, reduzir a perda e otimizar suas operações para melhorar as estruturas de custos de seus negócios”.

Classes premium rPET com alto rendimento

O Innosort Flake apresenta a tecnologia patenteada Flying Beam® da Tomra – o que, segundo a empresa, constitui o segredo para sua grande precisão. A Tomra assegura que os sensores NIR de alta precisão e alta velocidade permitem o reconhecimento de polímeros de 2mm, reduzindo significativamente a perda de materiais valiosos de PET, com perdas finais abaixo de 2%. O sensor detecta as propriedades do material de diversos polímeros, de modo que contaminantes como PVC, PE, PP, PA e POM são eliminados, resultando em produtos de maior qualidade, afirma o fabricante. Além disso, afirma a empresa a remoção confiável de PVC, metais e flakes opacos resulta em uma classe de rPET que atende a altos requisitos de qualidade.

Custos operacionais e retorno do investimento

A Tomra afirma que o recurso de calibração contínua permite que os clientes monitorem e otimizem o desempenho de suas operações em tempo real. Isso resulta em maior estabilidade e menos tempo de inatividade do sistema, obtendo um rendimento constante de alta qualidade. Além disso, segundo a empresa, o equipamento possui um sistema de iluminação inovador e preciso que resulta em até 70% de economia de energia e diminui os custos operacionais.

Com sua resolução ultra-alta, configuração de duplo sensores e capacidade de até 4,5 t/h, o Innosort Flake foi lançado no mercado chinês em Setembro de 2018 e, segundo a Tomra, tem recebido uma receptividade muito boa, com os clientes apreciando os níveis de pureza, perdas e produtividade proporcionados.

O Innosort Flake amplia a oferta de soluções de seleção da Tomra, ao lado do Autosort Flake, equipamento que já combinava a deteção de cores, informações de materiais e objetos metálicos para potencializar as aplicações de purificação de flakes com um tempo de inatividade reduzido.

A Tomra Sorting Recycling e a importância da Feiplastic

Para Carina Arita, a presença na Feiplastic “é uma grande oportunidade de expor a nossa tecnologia ao mercado de plásticos de forma ampla, uma vez que se trata da mais abrangente feira da indústria de plástico”. A Diretora Comercial da Tomra ressalta “que a Tomra tem conquistado nos últimos anos um espaço importante no mercado brasileiro e é isso que vamos procurar reforçar, atraindo mais potenciais clientes”.

Além da visibilidade que a Feiplastic proporciona, o objetivo da Tomra também é trazer uma mensagem positiva ao mercado brasileiro, pois além de sua atuação direta na reciclagem de plásticos, a Tomra Sorting Recycling vem trabalhando no segmento de Tratamento de Resíduos Sólidos com o objetivo de retirar do meio ambiente os plásticos descartados pós-consumo, devolvendo-os à industria e promovendo a Economia Circular, tema que está se tornando cada vez mais relevante na atualidade.

A Tomra contribui para a indústria e o meio ambiente com o desenvolvimento de tecnologias de ponta para seleção e recuperação de resíduos. Através da identificação e seleção dos materiais valorizáveis, é possível recuperar dos resíduos materiais com valor agregado, o que se torna vantajoso também para as empresas que utilizam os sistemas.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e análise de processos para a indústria de alimentos, mineração e outras indústrias. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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K-2019 – Novas tecnologias impulsionam a inovação com responsabilidade para hoje, amanhã e o futuro

26/03/2019

  • Mais de 3000 expositores de mais de 50 países
  • Tema de destaque: “economia circular”
  • Programa simultâneo abrangente
  • Base de dados de expositores online
  • Ingressos começarão a ser vendidos online no final de Março

A feira K 2019, reconhecida como a principal feira mundial de plásticos e borracha e agendada para ocorrer em Düsseldorf, de 16 a 23 de outubro de 2019, já está totalmente vendida. Mais de 3.000 expositores de mais de 60 países já se registraram para participar. A K ocupará todo o recinto de exposições da Messe Düsseldorf, com cerca de 175.000 m² de área de exposição líquida. Espera-se que mais de 200.000 visitantes profissionais de todo o mundo venham ao evento.

A feira K é o barômetro de desempenho para toda a indústria e seu mercado global de inovações. Durante oito dias, o “Quem é quem” de todo o mundo da borracha e do plástico se reunirá em Düsseldorf para demonstrar as capacidades do setor, discutir as tendências atuais e definir o rumo para o futuro. A K 2019 sublinha sua posição especial não apenas por sua popularidade entre a indústria global de plásticos e borracha, mas também por abordar os desafios atuais de nossa era e especialmente de seu setor – com destaque absoluto para os temas “Plásticos para o desenvolvimento sustentável” e a “Economia Circular”. Estes não apenas estarão entre os tópicos mais importantes abordados nos estandes dos expositores da próxima feira K, mas também serão cobertos de forma abrangente no programa técnico paralelo.

Por exemplo, a exposição especial “Plastics Shape the Future” (“Plásticos Moldam o Futuro”)também se apresenta como um pódio para soluções e respostas às tendências e discussões sociais atuais. Tópicos cruciais serão discutidos em detalhes, incluindo aqueles relacionados aos resíduos de embalagens, poluição marinha e mudanças climáticas, além da conservação de recursos, eficiência energética e reciclagem, por exemplo. A “Plastics Shape the Future” não apenas oferecerá uma plataforma internacional de informação e de networking, mas também proporcionará um maior envolvimento de formuladores de políticas e grupos socialmente relevantes através de de palestras e discussões rápidas.

O Campus da Ciência da K 2019 é um espaço para o diálogo entre a ciência e a indústria, onde os temas da sustentabilidade e a gestão de reciclagem serão também examinadas intensivamente. Por último, mas não menos importante, a participação conjunta da VDMA (Federação Alemã de Engenharia) e de suas empresas-membro também será focalizada desta vez no tópico da economia circular.

Aqueles que já desejem começar a se preparar para a visita à K 2019 em Outubro poderão encontrar o banco de dados dos expositores no site www.k-online.com/2410. No final de março de 2019, os ingressos para a K 2019 também poderão ser comprados no portal. O eTicket também beneficia o visitante duas vezes, com economia de tempo e dinheiro. Os visitantes podem comprar seu ingresso on-line, imprimi-lo em sua própria impressora ou fazer um download como um código e, então, viajarem para a feira gratuitamente através de ônibus e trem. Além disso, o eTicket é mais barato do que aquele adquirido na própria feira. Aqueles que ainda estão procurando acomodação para o K 2019 devem aproveitar ao máximo os serviços oferecidos pela Düsseldorf Marketing & Tourismus (DMT), www.duesseldorf-tourismus.de/messe/k.

Informações básicas da feira K: A K foi organizado pela primeira vez pela Messe Düsseldorf em 1952 e ocorre a cada três anos. A último K, em 2016, apresentou 3293 expositores de 61 países em mais de 173.000 m² de espaço de exposição líquida e 232.053 visitantes profissionais, 71% dos quais vieram do exterior.

Fonte: Imprensa – Messe Duesseldorf

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Feira Plástico Brasil começa nesta segunda-feira (25/03) enfatizando o tema da sustentabilidade do uso dos plásticos

22/03/2019

  • Ampla e variada oferta de produtos e soluções da Plástico Brasil cria uma janela de oportunidades para a indústria ganhar produtividade e competitividade
  • A área de exposição da feira reflete o constante investimento em pesquisa e desenvolvimento feito pelos fornecedores de máquinas voltadas para reciclagem e economia de recursos naturais
  • Feira apresenta sistema de troca rápida de moldes totalmente automatizado

Começa nesta segunda-feira, dia 25 de março, e vai até o dia 29 (sexta-feira), a Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, em São Paulo. A visitação diária se inicia às 10:00 hs e vai até as 19:00 hs.

Uma iniciativa da Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions, a Plástico Brasil 2019 apresenta um crescimento de 20% sobre a edição anterior, reunindo mais de 800 marcas nacionais e internacionais, que representam os setores de máquinas, equipamentos e acessórios, matérias-primas e resinas, moldes e porta moldes, automação industrial e robótica, periféricos, entre outros produtos, serviços e soluções.

Na condição de primeira grande feira setorial do ano, a ampla e variada oferta de produtos e soluções da Plástico Brasil cria uma janela de oportunidades para os transformadores e demais atividades ganharem produtividade e competitividade e se prepararem para a retomada do consumo.

Números da Feira:

  • Expositores: Mais de 800 marcas do Brasil e de outros 13 países: Alemanha, Argentina, Áustria, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, México, Portugal, Taiwan, Turquia e Suíça
  • Expectativa de visitação: 45 mil compradores, transformadores e profissionais do setor
  • Apoio: mais de 60 entidades representativas nacionais e internacionais
  • Eventos integrados: Cerca de 80 horas de conteúdo

A abertura oficial da Plástico Brasil 2019 se dará no dia 25, às 09 horas, com a presença de João Marchesan, presidente do Conselho de Administração da Abimaq, Fernando Figueiredo, presidente-executivo da Abiquim, presidentes de entidades apoiadoras e autoridades.

Ainda no dia 25 pela manhã, às 11:30 hs, haverá uma coletiva de imprensa com a participação de João Marchesan, presidente do Conselho de Administração da Abimaq, José Velloso, presidente-executivo da Abimaq, Gino Paulucci Jr, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico da Abimaq, e Fernando Figueiredo, presidente-executivo da Abiquim. A Abimaq apresentará informações sobre a atuação da entidade em prol do desenvolvimento do setor e a Abiquim vai divulgar o desempenho das resinas termoplásticas em 2018 e o compromisso voluntário da entidade para promover e ampliar o alcance da Economia Circular nas embalagens plásticas.

Sustentabilidade

A sustentabilidade do uso dos plásticos será um tema central da feira. Uma programação técnica de palestras focalizará o assunto:

Especial Plastivida de Sustentabilidade: Especialistas na questão ambiental com foco no consumo responsável, coleta seletiva e reciclagem dos plásticos ministram palestras gratuitas para os visitantes.

  • Dia 25, às 15h: Lixo nos mares e o setor plástico, por Alexandre Turra, Professor Doutor do Instituto Oceanográfico da USP.
  • Dia 26, às 12h: Reciclagem de EPS, por Vanessa Vilata, do Comitê de EPS Plastivida.
  • Dia 27, à 12h: Sustentabilidade da Indústria Plástica na Argentina: problemáticas locais e internacionais, por Verônica Ramos, diretora-executiva da Ecoplas.
  • Dia 28, às 12h: Panorama Legislativo, por Fernando Chaib, assessor Legislativo da Plastivida.
  • Dia 29, às 11h: Política Nacional de Resíduos Sólidos, por Silvia Piedrahita Rolim, assessora Técnica da Plastivida.
  • TriCiclos: Empresa de engenharia de economia circular aplicada, abre a programação com a palestra Demanda tecnológica para plásticos mais sustentáveis, ministrada por Marilia Gabriela dos Santos, consultora de Sustentabilidade na TriCiclos.
  • Braskem: No dia 27, às 13h, Fabiana Quiroga, diretora da área de Reciclagem e Plataforma Wecycle da Braskem, maior produtora de resinas das Américas, fala sobre Economia Circular Braskem.

A área de exposição da Plástico Brasil também refletirá o constante investimento em pesquisa e desenvolvimento feito pelos fornecedores de máquinas voltadas para o processamento de resíduos plásticos de origem pós-consumo ou pós-industrial, e para economia de recursos naturais. Máquinas e equipamentos de fabricantes como Wortex, Mecalor e Steinert, por exemplo, estarão demonstrando seus últimos lançamentos com esse foco.

Reciclagem

Coleta Seletiva: Desde a montagem até a desmontagem da Plástico Brasil, os resíduos gerados pelos expositores e visitantes serão coletados por catadores da Cooperativa Prioridade Ambiental, que farão a separação tipo de material em caçambas. Estes resíduos serão posteriormente convertidos em renda à comunidade.

Ao término da coleta, a cooperativa transportará os materiais para seu galpão, onde os cooperados darão destino ambientalmente correto aos resíduos recicláveis por meio da comercialização dos produtos, sendo a arrecadação financeira revertida aos próprios cooperados.

Bicicleta Sustentável: Inovadora tecnologia de bicicletas com quadro feito de plástico reciclado. Sem contar os benefícios ambientais, a bicicleta Muzzicycles oferece uma série de vantagens: dispensa pintura, não enferruja, tem garantia vitalícia e amortecimento natural oferecido pelo plástico. Patenteada mundialmente, está presente no Uruguai, Argentina, Chile, Paraguai, Peru, Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos, Holanda, França, Itália, Espanha, Portugal, Ucrânia, Áustria e Alemanha.

Produtividade

Diminuir o tempo de setup para troca de moldes é um dos grandes desafios da indústria de injeção de plásticos para ganhar produtividade e competitividade.

Em parceria com a Romi e a Stäubli, a Plástico Brasil apresenta uma inovadora versão do SMED – Single Minute Exchange of Die – Troca Rápida de Moldes totalmente automatizada.

A injetora Romi EN 170 é equipada com um sistema de troca rápida de moldes composto por mesas troca-moldes, placas magnéticas e sistemas de multiacoplamentos rápidos. Todo o ciclo – carregamento, fixação e conexão dos moldes – é realizado ao vivo e em tempo real inferior a 5 minutos. A própria injetora informa para o sistema automatizado qual o molde necessário para o próximo lote e carrega a receita de programação.

Conhecimento

  • A Plástico Brasil terá programação técnica com cerca de 80 horas de seminários, palestras e workshops, a maioria deles gratuita.
  • 1º Abinfer Business Center – ABC 2019: Novidade nesta edição, o espaço criado em parceria com a ABINFER (Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais) é dedicado aos fabricantes de moldes, matrizes e ferramentas, e oferece uma solução completa ao reunir tecnologia e conhecimento.
  • Roadshow VDI: Boas práticas alemãs para a Indústrias 4.0: Organizado pela VDI Brasil (Associação de Engenheiros Brasil – Alemanha), em parceria com a VDMA (Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas e Instalações Industriais), demonstra os benefícios da aplicação de boas-práticas alemãs por meio de palestras ministradas por especialistas internacionais e convidados.
  • PETtalk 2019: Realizado pela Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET), é o maior encontro do ano para o setor de embalagens PET. Durante dois dias, serão apresentadas e debatidas as novas tecnologias, cenários e temas atuais que abrangem toda a cadeia produtiva.
  • Parque de Idéias: Promove a aproximação entre universidades e o setor produtivo. Instituições de ensino do Brasil apresentam seus projetos de inovação e ministram palestras, bem como escolas técnicas e empresas expositoras.
  • Sebrae Móvel: Uma van customizada oferece gratuitamente conteúdos sobre empreendedorismo e gestão a empresários e empreendedores. O veículo é equipado com todos os instrumentos necessários para a realização de atendimentos presenciais feito por funcionários do SEBRAE-SP e oferece auxílio a todos os interessados em ter seu próprio negócio ou melhorar os resultados.
  • Senai – Escola Móvel de Indústria 4.0: Inovadora e moderna estratégia de ensino totalmente voltada à Indústria 4.0. A unidade volante percorre todo o Estado de São Paulo e capacita pessoas em cidades onde não há escolas físicas do Senai-SP.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil 2019

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Tomra Sorting Recycling publica e-book analisando a viabilidade do uso de plásticos reciclados a 100%

22/03/2019

O documento disponível para download mostra que é tecnicamente possível e economicamente viável fabricar produtos de plástico 100% reciclado

A Tomra Sorting Recycling publicou um e-book analisando o papel que a reciclagem pode desempenhar ao oferecer soluções para a crise mundial de escassez de recursos naturais. O documento explora a viabilidade técnica e o progresso feito em direção a plásticos 100% reciclados e destaca as oportunidades do uso de plásticos reciclados de alta qualidade para fabricantes de produtos plásticos e embalagens.

O e-book ressalta que a preocupação dos consumidores com o lixo traz oportunidades para que as marcas demonstrem responsabilidade social corporativa e fidelizem os clientes, em benefício dos resultados de seus negócios.

O problema dos resíduos plásticos atingiu proporções enormes, com a maior parte deles ainda indo para aterros ou descartados no meio ambiente e no oceano, sendo que apenas uma pequena parte é reciclada. Órgaos reguladores e consumidores vêem a necessidade de mudança. Novas metas e regulamentações ambientais em todo o mundo estão pressionando os países para melhorarem suas taxas de reciclagem. Isso deverá incentivar o investimento e a inovação na reciclagem – já podendo ser posto em prática com as tecnologias já existentes.

O e-book da Tomra explica como o progresso significativo nas tecnologias de reciclagem de plásticos, mesmo para os produtos PET, torna a utilização de plásticos 100% reciclados não apenas tecnicamente possível, mas também economicamente viável. A publicação intitulada “A Viabilidade de Usar Plásticos 100% Reciclados” está disponível on-line em https://hubs.ly/H0gYzDN0 e pode ser baixada gratuitamente.

Produtos PET podem ser feitos de plásticos 100% reciclados de alta qualidade

O e-book da Tomra começa abordando o equívoco comum de que as embalagens PET e outros produtos, além de garrafas, só podem ser utilizados em produtos de qualidade inferior. De fato, a reciclagem de garrafas PET se desenvolveu maciçamente e é possível fabricar outros produtos de PET – e bandejas de PET em particular – a partir de materiais 100% reciclados, o que faz sentido ambiental e comercialmente.

Progresso tecnológico em direção a 100% de reciclabilidade continua

O e-book destaca o progresso feito em direção a 100% de reciclagem com tecnologias como os sistemas Sharp Eye e Laser Object Detection (LOD), recentemente apresentados pela Tomra

Segundo a Tomra, o Sharp Eye usa a sua tecnologia de sensores Flying BeamM® para distinguir diminutas diferenças químicas entre bandejas de PET e garrafas de PET, de modo que elas possam ser separadas para a reciclagem de produtos equivalentes. Combinada com a máquina Autosort da Tomra, a tecnologia Sharp Eye possibilita a separação de bandejas de PET monocamada misturadas com garrafas PET, garante a empresa.

Já a tecnologia LOD é capaz de detectar objetos que a tecnologia de infravermelho próximo (NIR) é incapaz de identificar, permitindo que os sistemas de reciclagem removam as impurezas e contaminantes de maneira eficiente, afirma a fabricante norueguesa. Isto torna tecnicamente possível e economicamente rentável fabricar produtos a partir de resina 100% reciclada, garante a empresa. Segundo a Tomra, quando a tecnologia LOD é utilizada em combinação com as suas máquinas Autosort e Finder, as operações de reciclagem de resíduos, plásticos e sucata atingem níveis de pureza do produto final que não eram alcançáveis anteriormente.

Abordando a crise de recursos

Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra Sorting Recycling, comentou: “A reciclagem é parte da solução para a crise mundial de recursos naturais. O e-book da Tomra destaca a importância ambiental e econômica das tecnologias de seleção nesse papel significativo que elas podem desempenhar na melhoria dos índices de reciclagem. Para complementar isso, os projetistas e fabricantes de produtos estão começando a pensar com mais cuidado sobre a reciclagem dos seus produtos no fim de vida. Os consumidores pensam agora e nosso meio ambiente precisa urgentemente disso. É juntos que podemos realmente fazer a diferença”.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo, segundo a empresa. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e análise de processos para a indústria de alimentos, mineração e outras indústrias. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, tendo sido fundada em 1972 e contando hoje com um volume de negócios de cerca de € 750m e empregando mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Dow e Boomera desenvolverão nova resina plástica feita com material reciclado

20/03/2019

  • Acordo é de cinco anos e investimento inicial será de R$ 400 mil
  • Especialistas das companhias trabalham para apresentar primeiro protótipo ainda este ano

A Dow e a Boomera, startup especializada em economia circular, estão colaborando para o desenvolvimento de uma nova resina plástica feita de material reciclado pós-consumo (PCR). As empresas esperam apresentar o primeiro protótipo da resina no final deste ano.

A Boomera atua em projetos de reciclagem com sua metodologia CircularPack®, através da qual usa sua expertise de tecnologia e design conectando parceiros para transformar materiais que iriam para o lixo em novos produtos. Dow e Boomera assinaram um memorando de entendimento de cinco anos e o investimento inicial é de R$ 400 mil.

“Reconhecemos que nenhum lixo, seja ele plástico ou não, deveria acabar na natureza. Inovações e o desenvolvimento de novos produtos e mercados para o material pós-consumo são essenciais para resolver a questão do desperdício plástico. Dow e Boomera estão dando um passo importante nessa direção”, ressalta Carolina Mantilla, diretora de Sustentabilidade do negócio de Plásticos da Dow para América Latina.

“A Boomera vem desenvolvendo soluções em PCR e logística reversa há mais de 7 anos no Brasil e sempre buscamos na tecnologia o apoio necessário para criar produtos que voltem para a sociedade com alta performance. A parceria com a Dow nos fortalece muito, com toda a experiência em aditivos dedicados à reciclagem e os especialistas dedicados a esta iniciativa”, destaca Guilherme Brammer, CEO da Boomera.

“Há uma forte demanda do mercado para as resinas plásticas recicladas pós-consumo e, com a solução que estamos criando com a Boomera, conseguiremos atender a indústria com uma tecnologia capaz de abordar os desafios de sustentabilidade das empresas”, reforça Carolina.

Os times de especialistas da Dow e da Boomera tem trabalhado em conjunto no Centro de Inovação da Dow, em Jundiaí (SP), usando fontes de plástico pós-consumo para o desenvolvimento desta nova resina.

Essa parceria é um exemplo das ações tomadas pela Dow para combater os resíduos plásticos no meio ambiente. Recentemente, a empresa também realizou:

  • Investimentos locais em infraestrutura de Pesquisa & Desenvolvimento: o mais recente investimento de P&D da Dow na região foi a aquisição de uma recicladora para o Centro de Inovação da empresa em Jundiaí (SP). O investimento total foi de mais de R$ 1 milhão e a máquina será parte integrante do desenvolvimento da resina pós-consumo, ajudando a melhorar os processos produtivos e a qualidade da resina.
  • Aliança para eliminar resíduos plásticos (Alliance to End Plastic Waste – AEPW): A Dow é uma das fundadoras da organização, comprometida a investir inicialmente US$1 bilhão – com o objetivo de aumentar este valor para US$1,5 bilhão em até 5 anos – para desenvolver e escalar soluções para ajudar a melhorar a gestão de resíduos plásticos e promover soluções pós-consumo. A Aliança possui atualmente 30 empresas e vai ajudar a promover uma transição para uma economia circular.
  • Investimento em pessoas e empresas que trabalham para soluções: em outubro, a Dow anunciou que se tornou investidora-fundadora do Circulate Capital, uma iniciativa de US$ 100 milhões para incubar e financiar empresas e infraestrutura que evitem o resíduos nos oceanos. A missão da Circulate Capital é viabilizar investimentos nos setores de gestão de resíduos e reciclagem para atrair o capital institucional adicional necessário para impulsionar iniciativas integradas em todo o sul e sudeste da Ásia.
  • Limpeza dos resíduos existentes: A recente iniciativa da Dow batizada de #PullingOurWeight teve início no primeiro semestre de 2018 e reuniu mais de 5.600 funcionários, famílias e parceiros da Dow que participaram de 55 ações de limpeza em todo o mundo, removendo cerca de 24 toneladas de lixo e resíduos de praias e hidrovias.
  • Inovação para reciclagem: O investimento em inovação é outra parte fundamental dos esforços da Dow para eliminar os resíduos plásticos no meio ambiente. A tecnologia RecycleReady da Dow permite o desenvolvimento de embalagens que podem ser recicladas. A empresa segue também focada nas tecnologias de materiais para embalagem multicamada.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Sustentabilidade tem destaque na programação da Plástico Brasil 2019

19/03/2019

Uma das atrações voltadas para o tema é o Espaço Plastivida de Sustentabilidade, com palestras diárias e gratuitas ministradas por especialistas na questão ambiental, com foco no consumo responsável e na importância da coleta seletiva e reciclagem dos plásticos

Ao lado dos negócios, conhecimento e relacionamento, a Sustentabilidade é um dos pilares da Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional da Plástico, de 25 a 29 de março, no São Paulo Expo. A edição deste ano quer inspirar seus expositores e visitantes profissionais a replicarem tecnologias ambientalmente corretas em seus negócios.

A feira oferece uma grande quantidade de fornecedores de máquinas voltadas para o processamento de resíduos plásticos reunidos na área de exposição, como Seibt, Wortex, Wefem Extrusores, Tria do Brasil, Kie Máquinas, Shini, Rone Moinhos, Rocla, Lindner, Erema Plastic Recycling Systems, Atema e Steinert.

Além disso, uma programação técnica com palestras selecionadas especialmente para o tema da Sustentabilidade poderá ser conferidas pelos visitantes.

O principal destaque é o Especial Plastivida de Sustentabilidade, que neste ano integra a programação do Parque de Ideias. Durante todos os dias da feira, especialistas na questão ambiental com foco no consumo responsável, coleta seletiva e reciclagem dos plásticos vão ministrar palestras gratuitas para os visitantes.

“Para a Plastivida, participar da Plástico Brasil com um ciclo de palestras é uma grande oportunidade para disseminar o conceito da economia circular aplicada aos plásticos, ressaltar os seus atributos e benefícios e destacar a importância do consumo responsável, da coleta seletiva e da reciclagem”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida. E completa: “Será um espaço importante para apresentar as informações corretas sobre o plástico, desmistificar e esclarecer esta onda de informações equivocadas que acabaram viralizando e vilanizando os plásticos. Vamos falar sobre a nossa atuação na questão do lixo nos mares, reciclagem, Política Nacional de Resíduos Sólidos, entre outros temas”, completa.

Confira a programação (sujeita a alterações):

Dia 25, às 15h: Lixo nos mares e o setor plástico, por Alexandre Turra, Professor Doutor do Instituto Oceanográfico da USP.
Dia 26, às 12h: Reciclagem de EPS, por Vanessa Vilata, do Comitê de EPS Plastivida.
Dia 27, à 12h: Sustentabilidade da Indústria Plástica na Argentina: problemáticas locais e internacionais, por Verônica Ramos, diretora-executiva da Ecoplas.
Dia 28, às 12h: Panorama Legislativo, por Fernando Chaib, assessor Legislativo da Plastivida.
Dia 29, às 11h: Política Nacional de Resíduos Sólidos, por Silvia Piedrahita Rolim, assessora Técnica da Plastivida.

Além desta programação, a TriCiclos, empresa de engenharia de economia circular aplicada, abre a programação do Parque de Ideias, dia 25, ao meio dia, com a palestra “Demanda tecnológica para plásticos mais sustentáveis”, ministrada por Marilia Gabriela dos Santos, consultora de Sustentabilidade na TriCiclos. E no dia 27, às 13h, Fabiana Quiroga, diretora da área de Reciclagem e Plataforma Wecycle da Braskem, fala sobre Economia Circular Braskem.

Todas as palestras são gratuitas e realizadas num auditório integrado à área de exposição da Plástico Brasil. Não é preciso fazer inscrição prévia.

A Plastivida é o instituto socioambiental dos plásticos e atua de maneira colaborativa, por meio da educação ambiental, para disseminar informações científicas sobre os plásticos – suas propriedades, aplicações, reciclabilidade, além do uso responsável e descarte adequado – a fim de contribuir com o desenvolvimento social e ambiental. A entidade realiza diversas ações de educação ambiental. http://www.plastivida.org.br

Coleta seletiva

Desde a montagem até a desmontagem da Plástico Brasil, os resíduos gerados pelos expositores e visitantes serão coletados por catadores da Cooperativa Prioridade Ambiental, que farão a separação por tipo de material em caçambas. Estes resíduos serão posteriormente convertidos em renda à comunidade. Ao término da coleta, a cooperativa transportará os materiais para seu galpão, onde os cooperados darão destino ambientalmente correto aos resíduos recicláveis por meio da comercialização dos produtos, sendo a arrecadação financeira revertida aos próprios cooperados. Dependendo do volume, parte do material coletado poderá ser distribuído a outras entidades, com mesmo objetivo.

Sucesso da edição inaugural da Plástico Brasil, em 2017, a Muzzicycles está de volta para demonstrar sua inovadora tecnologia de bicicletas com quadro feito de plástico reciclado. Além dos benefícios ambientais, a bicicleta oferece uma série de vantagens: dispensa pintura, não enferruja, tem garantia vitalícia e amortecimento natural oferecido pelo plástico. Patenteada mundialmente, a Muzzicycles está presente no Uruguai, Argentina, Chile, Paraguai, Peru, Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos, Holanda, França, Itália, Espanha, Portugal, Ucrânia, Áustria e Alemanha.

Plástico Brasil

Uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions, a feira vai reunir mais de 800 marcas nacionais e internacionais, que representam os setores de máquinas, equipamentos e acessórios, matérias-primas e resinas, moldes e porta moldes, automação industrial e robótica, periféricos, entre outros produtos, serviços e soluções.

Parte significativa das marcas expositoras é representada por 13 países: Alemanha, Argentina, Áustria, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, México, Portugal, Taiwan, Turquia e Suíça, sendo que quatro deles – Alemanha, Áustria, China e Itália – participam com grupos de empresas reunidas em seus respectivos pavilhões. Mais de 60 entidades representativas nacionais e internacionais já garantiram seu apoio ao evento.

São esperados mais de 45 mil visitantes, entre transformadores de plástico, compradores e demais profissionais da construção civil, alimentos e bebidas, embalagens, automóveis e autopeças, perfumaria, higiene e limpeza, farmacêuticos, entre outros.

A feira vai oferecer uma programação técnica com cerca de 80 horas de seminários, palestras e workshops, a maioria deles gratuita, como o Parque de Ideias, VDI Road Show, 1º Abinfer Business Center – ABC 2019, PETtalk 2019, SEBRAE Móvel, SENAI – Escola Móvel de Indústria 4.0 e o SMED (Single Minute Exchange of Die).

O credenciamento é gratuito e já pode ser feito no site da feira: https://www.plasticobrasil.com.br/pt/credenciamento.html.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

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Plástico Brasil 2019 apresentará variedade de tecnologias e equipamentos para reciclagem do plástico

07/03/2019

Feira oferece aos visitantes uma gama de fornecedores de máquinas voltadas para o processamento de resíduos plásticos de origem pós-consumo ou pós-industrial

Tema de grande interesse da indústria do plástico, a reciclagem ganha destaque na Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 25 a 29 de março, no São Paulo Expo. De acordo com a Fundação Instituto de Administração (FIA/USP), atualmente a indústria recicla 25% do plástico, em especial as embalagens, o que comprova o enorme potencial desta atividade.

A programação do Parque de Ideias vai se engajar no tema. Além das palestras apresentadas no Especial Plastivida de Sustentabilidade, a TriCiclos, empresa de engenharia de economia circular aplicada, vai fazer a apresentação “Demanda Tecnológica para Plásticos Mais Sustentáveis”.

A área de exposição da feira, por sua vez, reflete o constante investimento em pesquisa e desenvolvimento feito pelos fornecedores de máquinas voltadas para o processamento de resíduos plásticos de origem pós-consumo ou pós-industrial.

Entre as grandes marcas que levam para a Plástico Brasil 2019 seus equipamentos e soluções voltados para operações primárias e secundárias, bem como para a separação do plástico, estão Seibt, Wortex, Wefem Extrusores, Tria do Brasil, Kie Máquinas, Shini, Rone Moinhos, Rocla, Lindner, Erema Plastic Recycling Systems, Erema Group, Atema e Steinert.

A Steinert destaca o separador Unisort Film, destinado à separação de filme plástico para reciclagem. O equipamento possui uma esteira de aceleração de alta velocidade que permite atingir 4,5 m/s, resultando em um rendimento de 50% a mais em relação aos sistemas convencionais, afirma a empresa.

Dois equipamentos desenvolvidos para trabalhar com plásticos e materiais escuros também serão apresentados pela marca aos visitantes da Plástico Brasil 2019. O primeiro é o Unisort Black, usado para a separação de plásticos escuros. Já o Unisort Blackeye faz a separação de plásticos na cor preta por tipo.

A Wortex Máquinas, fabricante de equipamentos para a indústria plástica, destacará na Plástico Brasil 2019 suas soluções de ponta para reciclagem. No estande da empresa, o visitante poderá conferir in loco novidades como a Linha Challenger Recycler Geração II, agora aprimorada, e a Linha Challenger Recycler Conical 55mm, de dimensões compactas e que estará em operação durante o evento.

Além das variadas linhas de granulação/reciclagem, capazes de produzir até 2.500 quilos/hora, a Wortex também divulgará em seu stand extrusoras, sistemas de seleção/preparação, linhas de lavagem e a gama de roscas e cilindros para máquinas de injeção, sopro e extrusão. Vídeos mostrarão equipamentos em operação e o funcionamento do complexo industrial da empresa, em Campinas (SP).

Comprometida com a importância da reciclagem para a indústria de plástico, a Wortex investe constantemente em pesquisa e desenvolvimento de novas soluções que tenham, principalmente, custo acessível a fim de viabilizar a reciclagem de diversos tipos de materiais. “São máquinas com elevado conteúdo tecnológico, que resultam em produtos confiáveis nas áreas de separação e materiais provenientes da coleta seletiva, sistemas de lavagem e extrusão, tais como sacos de lixo, sacos para embalagem de uma maneira geral, tubos de irrigação, madeira plástica, compostos de materiais de engenharia, entre outros”, ressalta Paolo De Filippis, diretor geral da empresa.

Sobre a Plástico Brasil:

Uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions, a feira vai reunir mais de 600 marcas nacionais e internacionais, que representam os setores de máquinas, equipamentos e acessórios, matérias-primas e resinas, moldes e porta moldes, automação industrial e robótica, periféricos, entre outros produtos, serviços e soluções.

Parte significativa das marcas expositoras é representada por 13 países: Alemanha, Argentina, Áustria, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, México, Portugal, Taiwan, Turquia e Suíça, sendo que quatro deles – Alemanha, Áustria, China e Itália – participam com grupos de empresas reunidas em seus respectivos pavilhões.

São esperados mais de 45 mil visitantes, entre transformadores de plástico, compradores e demais profissionais da construção civil, alimentos e bebidas, embalagens, automóveis e autopeças, perfumaria, higiene e limpeza, farmacêuticos, entre outros, que vislumbram na Plástico Brasil a melhor oportunidade para se modernizar e competir num mercado em ascensão.

A feira vai oferecer uma programação técnica com cerca de 80 horas de seminários, palestras e workshops, a maioria deles gratuita, como o Parque de Ideias, VDI Road Show, 1º ABINFER BUSINESS CENTER – ABC 2019, PETtalk 2019, SEBRAE Móvel e o SMED (Single Minute Exchange of Die).

Ao lado dos negócios, conhecimento e relacionamento, a Sustentabilidade é um dos pilares da Plástico Brasil 2019. A feira vai destacar uma série de ações visando inspirar os fornecedores, transformadores e demais visitantes profissionais a replicarem tecnologias ambientalmente corretas em seus negócios.

O credenciamento é gratuito e já pode ser feito no site da feira: https://www.plasticobrasil.com.br/pt/credenciamento.html.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil 2019

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Braskem anuncia estudos na área de reciclagem química em conjunto com o EngePol/UFRJ, SENAI-Cetiqt e Cetrel

07/03/2019

Laboratório de Engenharia de Polimerização – Engepol/UFRJ

Ações visam a reutilização de plásticos pós-consumo na indústria

Buscando soluções que contribuam para a economia circular e o desenvolvimento sustentável, a Braskem anuncia parcerias para desenvolvimento de tecnologias na reciclagem química, focalizando-se em transformar os plásticos pós-consumo novamente em produtos químicos que podem ser utilizados em diversas cadeias de valor.

As parcerias visam o aprofundamento do estudo de tecnologias que possibilitem a transformação de plásticos com maior dificuldade de serem reciclados mecanicamente em novos produtos químicos. As pesquisas estão sendo realizadas com a parceria do EngePol (http://portal.peq.coppe.ufrj.br/)- Laboratório de Engenharia de Polímeros da COPPE/UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro), Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos – SENAI CETIQT (https://www.senaicetiqt.com/inovacao/) e Cetrel (http://www.cetrel.com.br) – empresa de serviços ambientais que iniciou suas operações em 1978, juntamente com as indústrias do Polo Petroquímico de Camaçari.

“À medida que nos esforçamos para alcançar uma real economia circular, reconhecemos os desafios e limitações que as tecnologias tradicionais de reciclagem apresentam. A Braskem está comprometida em desenvolver, implementar e oferecer soluções sustentáveis. A reciclagem química e seu potencial para superar todos esses desafios e limitações nos permitirão alcançar este objetivo. Estamos acelerando esses esforços por meio de parcerias e colaborações com outras empresas que tenham o mesmo pensamento para que possamos alcançar estas metas o mais rápido possível”, explica Gus Hutras, responsável pela área de Tecnologia de Processos da Braskem.

Esta nova vertente tecnológica complementa as iniciativas a favor da Economia Circular que a Braskem acaba de assumir. Trata-se de um conceito de processo produtivo que contempla a redução, a reutilização, a recuperação e a reciclagem de materiais, formando um ciclo sustentável desde a produção até a reinserção em um novo processo produtivo.

“Os estudos na área de reciclagem química seguem os princípios de atuação da Braskem, que utiliza a inovação a serviço de soluções sustentáveis. Queremos a cada dia desenvolver negócios e iniciativas para a valorização de resíduos plásticos”, comenta Fabiana Quiroga, responsável pela área de Reciclagem. “O diferencial da reciclagem química é que, a partir dela, o resíduo plástico descartado será processado e transformado em uma matéria prima novamente, que dará origem a novos plásticos”, conclui.

Com o objetivo de agregar valor ao material feito a partir de resina reciclada, a Braskem mantém, desde 2015, a plataforma Wecycle, que combina a necessidade de descarte adequado com a demanda do mercado por matérias-primas sustentáveis. A ação busca desenvolver negócios e iniciativas para a valorização de resíduos plásticos por meio de parcerias, visando o desenvolvimento de produtos, soluções e processos que envolvam todos os elos da cadeia do plástico, assim como o fomento de negócios e iniciativas que envolvam a reciclagem.

A Braskem definiu uma série de iniciativas globais para impulsionar a Economia Circular na cadeia de produção de produtos transformados plásticos. Intitulado “Posicionamento da Braskem em Economia Circular”, o documento define iniciativas para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar e facilitar a reciclagem e a reutilização de embalagens plásticas, especialmente as de uso único. Ele contempla ainda o avanço de investimentos em novas resinas de origem renováveis, como o Plástico Verde feito à base de cana-de-açúcar, e o apoio a novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais.

Fonte: Braskem

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CEO da Tomra recebe prêmio Europeu por gestão no segmento de recursos sustentáveis

25/02/2019

Stefan Ranstrand foi nomeado “melhor CEO da indústria de gestão de recursos sustentáveis” no prestigiado European CEO Awards

Organizada pela revista internacional de negócios European CEO, a premiação contou com 41 outros líderes empresariais. De acordo com a publicação, “a cada ano o European CEO avalia as 100 maiores empresas e líderes empresariais, buscando especificamente exemplos de estratégia forte e compromisso com a governança corporativa”.

Stefan Ranstrand (foto) está atualmente completando seu décimo ano como Presidente e CEO da Tomra, após sua nomeação em agosto de 2009. Durante seu tempo no comando, ele fez do negócio uma jornada de transformação. A Tomra é hoje reconhecida como uma empresa líder mundial em tecnologia de logística reversa e soluções de seleção baseadas em sensores para as indústrias de alimentos, reciclagem e mineração.

Fundada em 1972, a Tomra emprega 3.565 pessoas e está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Cerca de 97.500 de suas máquinas estão instaladas em mais de 80 mercados em todo o mundo. Em 2017, a empresa registrou faturamento de 7,432 bilhões de coroas norueguesas (778 milhões de euros), representando um crescimento de 12% em relação ao ano anterior, à medida que a demanda por suas tecnologias continua crescente.

Durante o ano passado, Stefan também liderou aquisições importantes para a Tomra, incluindo a Compac, fabricante de triagem de pista da Nova Zelândia, por NZ $ 70 milhões, reforçando a posição da Tomra como líder em triagem de alimentos, com amplo portifólio de tecnologias e abrangência geográfica.

Comentando sobre a premiada vitória de Stefan, os juízes do Prêmio European CEO disseram: “As soluções da Tomra são parte de um esforço generalizado para se operar de forma mais sustentável. A população global deverá aumentar em 30% nos próximos 40 anos; Como tal, tornou-se essencial que as organizações repensem como obtêm, usam e reutilizam os recursos naturais. A sustentabilidade está no coração dos negócios da Tomra há quatro décadas e eles continuam encontrando novas maneiras de otimizar recursos preciosos”.

Antes de ingressar na Tomra, Stefan ocupou vários cargos executivos em empresa de tecnologias de energia e automação ABB (1991-2009) e na fabricante de computadores Data General AG (1988-1991). Além de sua experiência corporativa, Stefan possui mestrado em engenharia industrial e de gestão pelo Institute of Technology da Linköping University, bem como diploma em engenharia industrial pela Technical University of Darmstadt.

Recebendo o prêmio, Stefan acrescentou: “É uma grande honra receber este prêmio. Esse é um reconhecimento para toda a empresa e agradece a dedicação das pessoas da Tomra. O ano que passou foi bem sucedido, reafirmando nosso posicionamento como líder de sustentabilidade e enaltecendo a revolução dos recursos. Nós nos esforçamos continuamente para encontrar formas inovadoras de reduzir o resíduos do mundo e otimizar o uso de seus recursos. Tenho muito orgulho do impacto positivo que a Tomra promoveu nos setores de reciclagem, alimentos e mineração nos últimos dez anos. Tenho o privilégio de liderar a Tomra e continuarei a fazê-la com um foco renovado em alcançar uma economia mais circular e salvaguardar o futuro do suprimento global de alimentos”.

O anúncio oficial da conquista de Stefan foi feito na edição de janeiro da Revista European CEO, que foi distribuída no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, realizado de 22 a 25 de janeiro.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Vinte e oito empresas globais estabelecem aliança mundial para ajudar a eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente e alocam mais de US $ 1 bilhão para a iniciativa

28/01/2019

Membros da Aliança que participaram do evento de fundação da AEPW em 16 de Janeiro, em Londres: da esquerda para a direita (em pé): Laurent Auguste, Vice Presidente executivo senior da Veolia; Peter Bakker, Presidente e CEO of World Business Council for Sustainable Development; Priyanka Bakaya, CEO e Fundador do Renew Oceans; Jim Fitterling, CEO da DOW; Martin Brudermüller, CEO da BASF SE; Bob Patel, CEO da Lyondell Basell; Da esquerda para a direita (sentados): Rob Kaplan, CEO e Fundador da Circulate Capital; host Hannah Vaughn Jones; David Taylor, Chairman do Conselho e Presidente e CEO da Procter & Gamble; Jean-Marc Boursier, Vice President executivo senior da Suez

Uma aliança de empresas globais da cadeia de valor dos plásticos e do segmento de bens de consumo lançaram no dia 16 de janeiro uma nova organização para promover soluções para eliminar o desperdício de plástico no meio ambiente, especialmente no oceano.

A organização intitulada Alliance to End Plastic Waste (AEPW), atualmente composta por quase trinta empresas associadas, alocaram mais de US $ 1 bilhão, com o objetivo de investir US $ 1,5 bilhão nos próximos cinco anos para ajudar a acabar com os resíduos plásticos no meio ambiente. A Aliança desenvolverá e buscará soluções em escala que minimizem e gerenciem os resíduos plásticos e promovam soluções para plásticos usados, ajudando a viabilizar uma economia circular. Os membros da aliança são empresas globais localizadas na América do Norte e do Sul, Europa, Ásia, Sudeste Asiático, África e Oriente Médio.

“Todos concordam que os resíduos de plástico não pertencem aos nossos oceanos ou a qualquer lugar do meio ambiente. Esse é um desafio global complexo e sério que exige uma ação rápida e uma liderança forte. Essa nova aliança é o esforço mais abrangente até hoje para acabar com os resíduos de plástico no meio ambiente “, disse David Taylor, Presidente do Conselho, Presidente e CEO da Procter & Gamble e presidente da AEPW. “Peço a todas as empresas, grandes e pequenas e de todas as regiões e setores, que se unam a nós”, acrescentou.

“A história nos mostra que ações coletivas e parcerias entre a indústria, governos e ONGs podem fornecer soluções inovadoras para um desafio global como este”, disse Bob Patel, CEO da LyondellBasell, e vice-presidente da AEPW. “A questão do lixo plástico é vista e sentida em todo o mundo. Ele deve ser enfrentada e acreditamos que o momento para a ação é agora.”

A Aliança é uma organização sem fins lucrativos que inclui empresas que produzem, usam, vendem, processam, coletam e reciclam plásticos. Inclui fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, transformadores e empresas de gerenciamento de resíduos, também conhecida como cadeia de valor de plásticos. A Aliança tem trabalhado com o World Business Council for Sustainable Development como um parceiro fundador estratégico. A Aliança também anunciou um conjunto inicial de projetos e colaborações que refletem uma gama de soluções para ajudar a acabar com o lixo plástico:

Estabelecimento de parcerias com cidades para projetar sistemas integrados de gestão de resíduos em grandes áreas urbanas onde a infraestrutura é escassa, especialmente aquelas ao longo de rios que transportam grandes quantidades de resíduos plásticos não gerenciados da terra para o oceano. Esse trabalho incluirá o engajamento de governos locais e partes interessadas e gerará modelos replicáveis e economicamente sustentáveis que possam ser aplicados em várias cidades e regiões. A Aliança buscará parcerias com cidades localizadas em áreas de alto descarte de plástico. A Aliança também procurará colaborar com outros programas que trabalham com cidades, tais como o Projeto STOP, que está operando na Indonésia.

  • Financiamento – A Rede de Incubadoras da Circulate Capital irá desenvolver e promover tecnologias, modelos de negócios e empreendedores que previnam resíduos plásticos oceânicos e melhorem o gerenciamento de resíduos e reciclagem, com a intenção de criar um pipeline de projetos para investimento, com foco inicial no Sudeste Asiático.
  • Desenvolvimento de um projeto de informação global, de fonte aberta e com base científica, para apoiar globalmente projetos de gerenciamento de resíduos com coleta de dados, métricas, padrões e metodologias confiáveis, com o intuito de ajudar governos, empresas e investidores a se focalizarem e acelerarem ações para impedir que os resíduos plásticos se percam no meio ambiente. A Aliança irá explorar oportunidades de parcerias com instituições acadêmicas líderes e outras organizações já envolvidas em tipos semelhantes de coleta de dados.
  • Criar uma colaboração para construir capacidades junto a organizações intergovernamentais, como as Nações Unidas, para realizar workshops e treinamentos conjuntos para funcionários do governo e líderes comunitários, a fim de ajudá-los a identificar e buscar as soluções mais eficazes e relevantes localmente nas áreas prioritárias.
  • Apoiar o Renew Oceans para ajudar em investimento e no engajamento localizados. O programa é projetado para capturar o lixo plástico antes que ele chegue ao oceano a partir dos dez principais rios que foram mapeados por transportar a grande maioria dos resíduos terrestres para o oceano. O trabalho inicial apoiará o projeto Renew Ganga, que também recebeu apoio da National Geographic Society.

Nos próximos meses, a Aliança fará investimentos adicionais e impulsionará o progresso em quatro áreas principais:

  • Desenvolvimento de infraestrutura para coletar e gerenciar resíduos e aumentar a reciclagem;
  • Inovação para impulsionar e ampliar a escala de novas tecnologias que tornem a reciclagem e a recuperação de plásticos mais fáceis e que criem valor a partir de todos os plásticos pós-uso;
  • Educação e engajamento de governos, empresas e comunidades para mobilizar ações; e,
  • Limpeza de áreas concentradas de resíduos plásticos já no meio ambiente, principalmente nos principais condutos de resíduos, como rios, que transportam resíduos plásticos terrestres para o mar.

“O sucesso exigirá colaboração e esforços coordenados em diversos setores – alguns que geram progresso a curto prazo e outros que exigem grandes investimentos com cronogramas mais longos. Lidar com resíduos plásticos no meio ambiente e desenvolver uma economia circular de plásticos requer a participação de todos ao longo de toda a cadeia de valor e o compromisso de longo prazo das empresas, governos e comunidades. Nenhum país, empresa ou comunidade pode resolver isso sozinho”, disse o CEO da Veolia, Antoine Frérot, vice-presidente da AEPW.

Uma pesquisa da Ocean Conservancy mostra que quase 80% dos resíduos plásticos no oceano começam como lixo em terra, a grande maioria dos quais viaja para o oceano através de rios. De fato, um estudo estima que mais de 90% do plástico transportado pelos rios para o oceano vem de dez grandes rios ao redor do mundo – oito na Ásia e dois na África. Sessenta por cento dos resíduos plásticos no oceano podem ser identificados como provenientes de cinco países no sudeste da Ásia.

“Embora o nosso esforço seja global, a Aliança pode ter o maior impacto no problema ao se concentrar nas partes do mundo onde o desafio é maior; e compartilhando soluções e melhores práticas de modo que esses esforços possam ser amplificados e ter sua escala ampliada em todo o mundo “, disse Peter Bakker, presidente e CEO do World Business Council for Sustainable Development.

As seguintes empresas são os membros fundadores da Aliança: BASF, Berry Global, Braskem, Chevron Phillips Chemical Company, Clariant, Covestro, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation, Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, SUEZ, Shell, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total, Veolia e Versalis (Eni).

Fonte: Alliance to End Plastics Waste; Foto: Pnuma

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SABIC e clientes lançam polímeros circulares oriundos de resíduo plástico misto durante evento em Davos

28/01/2019

Executivos da SABIC ao lado de representantes da Unilever, Vinventions, Walki Group e Plastics Energy Ltd. em Davos (Suíça)

A SABIC (www.sabic.com) anunciou em Davos (Suíça), no último dia 24, em conjunto com seus clientes Unilever (www.unilever.com), Vinventions (www.vinventions.com) e Walki Group (www.walki.com), o lançamento de polímeros circulares certificados a serem produzidos pela SABIC e usados ​​por seus clientes para desenvolver soluções de embalagem para uma variedade de produtos de consumo que serão introduzidos no mercado em 2019.

Os polímeros circulares certificados serão produzidos a partir de uma matéria-prima conhecida como Tacoil – um produto patenteado da empresa Plastic Energy Ltd (www.plasticenergy.com) sediada no Reino Unido – obtida da reciclagem de resíduos plásticos mistos de baixa qualidade destinados atualmente à incineração ou aterro. A SABIC processará esta matéria-prima em sua planta de produção em Geleen, na Holanda. Os polímeros circulares certificados finais serão então fornecidos a três clientes-chave para uso no desenvolvimento de embalagens pioneiras, seguras e de qualidade para consumidores dos mercados de alimentos, bebidas, produtos para cuidados pessoais e domésticos. Esse estágio de fundação do mercado é uma etapa importante de um projeto anunciado recentemente pela SABIC e pela Plastic Energy para construir as primeiras fábricas comerciais na Holanda para fabricar e processar a matéria-prima.

Como uma inovação disruptiva, a introdução dos polímeros circulares certificados em 2019 deverá criar uma nova cadeia de valor, onde a SABIC, juntamente com seu fornecedor da nova matéria prima e clientes-chave, trabalham lado a lado para retornar o resíduo de plástico misto ao seu polímero original, a fim de que possa ser usado novamente em aplicações de embalagem .

Como líderes de marcas globais ou líderes de mercado em suas respectivas áreas, a Unilever, Vinventions e Walki valorizam a sustentabilidade e seu papel na economia circular. Os clientes da SABIC cobrem um amplo espectro de necessidades dos consumidores das embalagens, desde as aplicações da Unilever para produtos alimentícios, pessoais e de cuidados domésticos até tampas sintéticas para vinhos da Vinagens e materiais de embalagem protetoras para produtos de consumo do Grupo Walki.

“A sustentabilidade e a reutilização fazem parte da missão da SABIC desde sua criação”, disse Yousef Al-Benyan, vice-presidente e CEO da SABIC. “Hoje, mais do que nunca, a sustentabilidade é um valor essencial que impulsiona nossa especialização científica e tecnológica. Juntamente com nossos clientes, estamos orgulhosos em lançar nossos polímeros circulares certificados, que é mais uma prova de nossa atuação no avanço da economia circular.”

Fonte: Assessoria de Imprensa – SABIC

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Tomra Sorting Recycling cria posição gerencial para fortalecer foco na Nova Economia de Plásticos

25/01/2019

Nova nomeação reflete o compromisso da Tomra com a ambiciosa visão de uma economia circular

A Tomra Sorting Recycling promoveu o Engenheiro de Desenvolvimento de Negócios László Székely (foto) para o cargo recém-criado de Gerente de Nova Economia de Plásticos. Esta iniciativa reforça o compromisso da Tomra com os objetivos da Nova Economia de Plásticos (NPE) e orientará o progresso em direção a objetivos que são diferenciados das outras atividades de desenvolvimento de negócios da empresa.

A nova equipe de economia de plásticos da Tomra trabalhará para incentivar a triagem e a reciclagem de plásticos pós-consumo, como poliolefinas e estirênicos, para mudar a prática generalizada de queimar esses materiais ou enviá-los para aterros sanitários. A Tomra também está comprometida em trabalhar com fabricantes de embalagens para ajudar a tornar as embalagens mais amplamente recicláveis, reduzir a dependência da produção de embalagens de matérias-primas e contribuir para o impulso de modernização dos plásticos pós-consumo, de modo que haja maior uso de materiais reciclados do que virgens.

László Székely juntou-se à marca Titech da Tomra (sendo renomeada mais tarde de Tomra Sorting Recycling) em 2012, após concluir os estudos em gestão de resíduos e tratamento de áreas contaminadas na Technische Universität Dresden, na Alemanha. Atuando como Engenheiro de Desenvolvimento de Negócios, László atuou no desenvolvimento de separação de vidro de diferentes fluxos de resíduos, com responsabilidade conjunta pelo desenvolvimento de equipamento de seleção de vidro (Autosort Laser).

Ele também esteve envolvido no planejamento e construção das duas primeiras plantas automáticas de seleção de RSU (resíduos sólidos urbanos) na Hungria e ajudou duas grandes marcas na modernização de plásticos pós-consumo (Polipropileno). Desde 2017, a László está envolvido em projetos com foco em embalagens de poliolefinas pós-consumo, bandejas de PET e trabalho com empresas de embalagens e transformadores.

László Székely afirmou: “Estou muito contente pelo fato de que a minha dedicação e experiência tenham sido reconhecidas desta maneira, pois o progresso em direção à Nova Economia de Plásticos é muito importante”.

O trabalho da Nova Economia de Plásticos da Tomra também envolverá, em nível sênior, Jürgen Priesters, Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios em Reciclagem; e a Engenheira de Desenvolvimento de Negócios, Charlotte Glassneck.

A visão da Nova Economia de Plásticos, que aplica os princípios da economia circular, foi criada pela Fundação Ellen MacArthur com três ambições: criar uma economia pós-uso de plásticos eficaz, melhorando a economia e a reciclagem, a reutilização e a biodegradação controlada para aplicações direcionadas; reduzir drasticamente a fuga de plásticos no meio ambiente (especialmente o oceano) e outros impactos negativos; e dissociar plásticos de matérias-primas fósseis. Embora esses objetivos tenham sido lançados em 2016 como uma iniciativa de três anos, eles criaram um impulso que inspirará a ação por muitos anos.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972 e que possui hoje um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Braskem adere a Aliança global para combater descarte de resíduo plástico no meio ambiente

16/01/2019

Organização sem fins lucrativos que inclui toda a cadeia de valor do plástico planeja investir até US$ 1,5 bilhão em cinco anos

A Braskem se juntou a um grupo de cerca de 30 grandes empresas em uma iniciativa para ajudar a acabar com os resíduos de plástico no meio ambiente. A Aliança para o Fim dos Resíduos Plásticos – em inglês, Alliance to End Plastic Waste (AEPW) -já inicia suas atividades dedicando US$ 1 bilhão (R$ 3,7 bilhões) a projetos e desenvolvimento de tecnologias para acabar com o descarte de plásticos no meio ambiente, especialmente nos oceanos. A Aliança (www.endplasticwaste.org) foi lançada hoje (16/01/19) e tem a meta de aumentar o investimento para até US$ 1,5 bilhão (R$ 5,5 bilhões) nos próximos cinco anos.

“Nenhum de nós deseja um meio ambiente repleto de resíduos plásticos. Este é um desafio global sério e complexo que exige ações rápidas e forte liderança. Esta nova Aliança é o esforço mais abrangente já feito para dar fim ao descarte de plásticos no meio ambiente”, disse Fernando Musa, presidente da Braskem. “O plástico é um material extremamente eficiente que ajuda a minimizar nosso impacto no meio ambiente em quase todos os aspectos da vida moderna. Mas precisamos trabalhar para minimizar o descarte, assim como para reciclar e recuperar o plástico depois de usado.”

Essa iniciativa ocorre na sequência do anúncio do posicionamento realizado pela Braskem a favor da Economia Circular, que definiu iniciativas próprias para ampliar sua atuação em reciclagem e na produção de novas resinas renováveis. Além disso, a empresa anunciou o esforço em prol de novas tecnologias e modelos de negócios que privilegiem o reuso do plástico.

Agora a Braskem se une à Aliança, que é uma organização sem fins lucrativos e inclui toda a cadeia de valor dos plásticos: empresas que produzem, utilizam, vendem, processam, coletam e reciclam plásticos. Isso inclui fabricantes de químicos e plásticos, transformadores, companhias de bens de consumo, revendedores e empresas que trabalham com gestão de resíduos. A Aliança tem como parceiro estratégico o Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável.

Entre os projetos iniciais anunciados pela aliança destacam-se as parcerias com prefeituras de diversas cidades para projetar sistemas integrados de gestão de resíduos em grandes áreas urbanas com baixa infraestrutura, especialmente aquelas onde há rios que transportam vastas quantias de resíduos plásticos do continente para o oceano.

Além disso, ela vai colaborar com organizações intergovernamentais, como as Nações Unidas, e custear a rede de incubadoras da Circulate Capital para desenvolver e promover tecnologias, modelos de negócios e empreendedores que trabalham pela prevenção de plásticos no oceano e pela gestão de resíduos e reciclagem, entre outras iniciativas.

As empresas a seguir são membros fundadores da Aliança: a brasileira Braskem, BASF, Berry Global, Chevron Phillips Chemical Company LLC, Clariant, Covestro, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation, U.S.A., Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, SUEZ, Shell, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total, Veolia, e Versalis (Eni).

Fonte: Braskem

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BASF pela primeira vez fabrica produtos com plásticos quimicamente reciclados

21/12/2018

A BASF está inovando na reciclagem de resíduos plásticos através do seu projeto ChemCycling. A reciclagem química é uma maneira inovadora de reutilizar os resíduos plásticos que não são atualmente reciclados, tais como plásticos misturados ou sujos. Dependendo da região, este tipo de resíduo é geralmente enviado para o aterro sanitário ou incinerado com recuperação energética. Mas a reciclagem química oferece outra alternativa. Usando processos termoquímicos, esses plásticos podem ser utilizados para produzir gás de síntese ou óleo de pirólise. As matérias-primas recicladas resultantes podem ser usadas como insumos na produção da BASF, substituindo parcialmente recursos fósseis.

A BASF afirma que fabricou pela primeira vez produtos baseados em resíduos plásticos quimicamente reciclados, sendo, portanto, uma pioneira global na indústria. “O uso responsável dos plásticos é essencial para resolver o problema mundial dos resíduos. Isto se aplica às empresas, assim como a instituições e aos consumidores. Com a reciclagem química, queremos fazer uma contribuição significativa na redução da quantidade de resíduos plásticos”, afirma Dr. Martin Brudermüller, presidente do Conselho Diretivo e CTO (Chief Technology Officer) da BASF SE. “Com o nosso projeto ChemCycling, estamos usando o resíduo plástico como matéria-prima. Desta forma, criamos valor para o meio ambiente, a sociedade e a economia. Nós juntamos forças com parceiros em toda a cadeia de valor para estabelecer um modelo operacional circular”, disse Brudermüller. A BASF está colaborando estreitamente com seus clientes e parceiros, que vão desde empresas de gestão de resíduos até fornecedores de tecnologia e fabricantes de embalagens, com o objetivo de estabelecer uma cadeia de valor circular.

De resíduos a embalagens de queijo e componentes de geladeira

BASF já está desenvolvendo produtos “piloto” que incluem embalagem de queijo muzzarela, componentes de geladeira e painéis de isolamento térmico com dez clientes de diversos setores. Os produtos ChemCycling fornecidos pela BASF possuem exatamente as mesmas propriedades dos produtos de origem fóssil e por isso atendem aos padrões de qualidade e de higiene necessários para embalagens de alimentos. Stefan Gräter (foto, à esquerda.), chefe do projeto ChemCycling da BASF, vê um grande potencial: “Esta nova forma de reciclagem oferece oportunidades para modelos de negócios inovadores para nós e para nossos clientes, que já valorizam produtos e embalagens feitos de materiais reciclados, mas que não podem ou não querem comprometer-se quando o assunto é qualidade”, afirma. Como próximo passo, a BASF planeja disponibilizar comercialmente os primeiros produtos do projeto ChemCycling.

Verbund da BASF oferece condições ideais para ChemCycling

No início da cadeia de produção, a BASF alimenta como matéria prima um óleo derivado de resíduos plásticos, obtido por meio de um processo de pirólise. A BASF obteve a matéria-prima para os produtos “piloto” do seu parceiro Recenso GmbH, da Alemanha. Como alternativa, o gás de síntese, obtido a partir de resíduos plásticos, também podem ser usado.

O primeiro lote deste óleo foi alimentado em outubro no steam cracker (coluna de craqueamento a vapor) da fábrica da BASF em Ludwigshafen (Alemanha). O steam cracker é o ponto de partida para a produção do complexo químico da Basf. Ele quebra ou “craqueia” essa matéria-prima sob temperaturas de aproximadamente 850 graus Celsius. Os principais produtos resultantes do processo são o eteno e o propeno. Estes produtos químicos básicos são usados no complexo de produção para fabricar vários produtos químicos. Fazendo um cálculo de balanço de massa, a parcela de matéria-prima reciclada pode ser alocada matematicamente ao produto final certificado. Cada cliente pode selecionar a porcentagem alocada de material reciclado.

Desafios tecnológicos e regulatórios

Tanto o mercado como a sociedade esperam que a indústria apresente soluções construtivas para lidar com o resíduo plástico. A reciclagem química é um complemento inovador a outros processos de reciclagem e gestão de resíduos. “Precisamos de uma ampla gama de opções de recuperação de resíduos plásticos, uma vez que nem todas as soluções são adequadas para certos tipos de resíduos ou possíveis para cada aplicação do produto. A primeira escolha deve ser sempre a solução com melhor desempenho em uma avaliação de ciclo de vida”, explica Andreas Kicherer (foto, à direita), especialista em sustentabilidade da BASF.

Entretanto, as condições tecnológicas e regulatórias devem ser atendidas antes que o projeto esteja pronto para o mercado. Por um lado, as tecnologias existentes para transformar resíduos plásticos em matérias-primas recicladas, tais como óleo de pirólise ou gás de síntese, devem ser desenvolvidas e adaptadas a fim de garantir uma alta qualidade de forma consistente. Além disso, as estruturas regulatórias regionais influenciarão substancialmente na extensão com que essa abordagem pode ser estabelecida em cada mercado. É essencial, por exemplo, que a reciclagem química e a abordagem de balanço de massa sejam reconhecidas como medidas que contribuam para o cumprimento de metas de reciclagem específicas para produtos e aplicações.

Manejo responsável dos resíduos plásticos é essencial

Os plásticos oferecem muitos benefícios em aplicações técnicas, na medicina e em aplicações cotidianas e  são frequentemente uma alternativa melhor do que outros materiais. O desafio está no manejo responsável do destino dos plásticos pós-consumo. Sistemas funcionais de gestão de resíduos e o comportamento responsável dos consumidores em relação aos plásticos são cruciais para solucionar problemas tais como a poluição causada pelo lixo plástico. Para este fim, a BASF está envolvida em vários projetos, a nível de associação e também internacionalmente. Por exemplo, a empresa é membro do World Plastics Council e participa de dois programas da Ellen MacArthur Foundation. Além disso, a BASF implementou a Operation Clean Sweep, uma iniciativa internacional da indústria de plásticos para evitar a perda de grânulos, flakes e pós de plásticos no meio ambiente. O novo projeto ChemCycling da BASF é outro marco no uso responsável de recursos.

Fonte: BASF

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Simplás apresenta plano de educação e inclusão social em encontro mundial do setor plástico em Bali (Indonésia)

20/12/2018

O Simplás (Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho) representou o Brasil no encontro anual da Global Plastics Alliance, uma das maiores organizações mundiais do setor, que congrega associações de indústrias do plástico e de segmentos relacionados, petroquímicas e institutos ambientais de todo o planeta. Na reunião, que ocorreu entre os dias 12 e 14, em Bali, na Indonésia, o presidente Jaime Lorandi (foto), apresentou um inédito plano de aliança global para educação ambiental e inclusão social.

O convite ao Simplás partiu da direção da Plastics Europe, associação que representa os fabricantes da indústria de plásticos da Europa, por meio do diretor executivo da entidade, Karl-H Foerster, durante encontro com Lorandi em Bruxelas (Bélgica), no fim de novembro. A entidade é uma das integrantes da Global Plastics Alliance, que, além de outras, também conta com a participação do American Chemistry Council (ACC), representante dos Estados Unidos. A organização mundial tem entre suas diretrizes, por exemplo, a busca por soluções para a limpeza dos oceanos e o desenvolvimento de iniciativas educacionais.

Em Bali, o presidente do Simplás apresentou a proposta de uma aliança global entre o setor plástico, as indústrias de alimentação, bebidas higiene e limpeza (grandes utilizadoras de embalagens plásticas), instituições de educação, petroquímicas e entidades relacionadas ao setor. O objetivo consiste em elaborar uma linguagem universal e implementar um programa de educação ambiental da população, com foco nos consumidores finais, e de inclusão social, para assegurar a profissionalização e dignidade dos catadores e recicladores.

“A humanidade, atualmente, tem 7,4 bilhões de pessoas consumindo 70% a mais de recursos naturais do que a Terra consegue repor. O planeta já está exaurido e a população ainda vai aumentar. Em 2060, é previsto um contingente de 10 bilhões de pessoas, que consumirão ainda mais recursos. Nossa geração e as gerações futuras terão de praticar novos hábitos ambientais. Para termos uma boa qualidade de vida e sustentabilidade ambiental, teremos de reutilizar todo o material que consumirmos”, afirma Lorandi.

O dirigente observa que grande parte da composição dos produtos continua sendo matéria-prima após o consumo. Contudo, devido à ausência de educação ambiental e estrutura de coleta e processamento, muitos recursos deixam de ser reutilizados e acabam descartados indevidamente em rios, aterros e oceanos. E tendo como consequência, além de grandes desperdícios materiais, imensa poluição ambiental.

“É necessário e urgentíssimo um movimento mundial para a realização de campanhas de educação ambiental para que todas as pessoas adquiram o hábito de separar e destinar corretamente seus materiais pós-consumo para a reciclagem. Indo além: é necessário também incluir economicamente e socialmente os trabalhadores da reciclagem, através da capacitação e geração de emprego e trabalho dignos, pois são o elo humano mais frágil desta atividade essencial”, conclui Lorandi.

O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) representa mais de 400 empresas de transformação que geram cerca de 9,5 mil empregos diretos em oito municípios (Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real), com estimativa de faturamento anual superior a R$ 3 bilhões. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), pelo número de empresas instaladas, a região concentra o segundo maior polo de transformação de material plástico do país.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Simplas; Foto: Júlio Soares – Objetiva Fotografia

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Tomra Sorting Recycling apresenta o Autosort Color para a separação do vidro do Resíduo Sólido Urbano

12/12/2018

Nova tecnologia recupera mais vidro para reciclagem, atingindo taxas de pureza superiores a 95%.

A Tomra Sorting Recycling (https://www.Tomra.com/pt/sorting/recycling) apresentou o Autosort Color, uma nova máquina que funciona em combinação com o Autosort Laser para recuperar o vidro do resíduo sólido urbano. Segundo a Tomra, o Autosort Color atinge taxas de pureza superiores a 95% em alta escala de processamento, mesmo quando os materiais de entrada estão úmidos, empoeirados ou sujos.

Embora a coleta de vidro seja feita separadamente em muitos países, uma grande quantidade de vidro recuperável permanece, no entanto, misturada com os resíduos sólidos urbanos (RSU) das residências e pequenas empresas. O conteúdo de vidro no RSU na Europa normalmente varia de 3,5% a 9,8%. E a pesquisa da FEVE (Federação Europeia de Embalagens de Vidro) revelou que a coleta de vidro dos RSU’s para reciclagem varia consideravelmente de país para país. Suécia, Noruega, Suíça e Luxemburgo alcançam taxas de recuperação de 95% ou mais, mas em grande parte da Europa Ocidental a taxa é tipicamente de 68% a 75% e em cinco países da Europa Oriental a taxa é inferior a 40%.

No Brasil, a realidade é ainda bem diferente, mas estão sendo dados os passos certos para modificar esta realidade. De acordo com o último estudo, o país produz em média 980 mil toneladas de embalagens de vidro por ano, usando cerca de 45% de matéria-prima reciclada na forma de cacos. Parte deles foi gerado como refugo nas fábricas e parte retornou por meio da coleta seletiva. Cerca de 47% das embalagens de vidro foram recicladas em 2011 no Brasil, somando 470 mil ton/ano. Desse total, 40% é oriundo da indústria de vasilhames, 40% de mercado difuso, 10% do “canal direto” (bares, restaurantes, hotéis etc.) e 10 % de resíduo pós indústria.

Segundo a Tomra, o Autosort Color permitirá operações de triagem para extrair e vender este vidro, que de outra forma não seria recuperado para a reciclagem. O novo sistema de seleção também ajuda as plantas de triagem a minimizarem os riscos de interrupção, tempo de parada e custos de reparo decorrentes de danos em componentes de máquinas não projetadas para a seleção de vidro.

A Tomra afirma que o Autosort Color também permite redução de custos de destinação dos rejeitos das plantas de triagem, porque os resíduos domésticos que contêm vidro podem resultar em custos mais altos de aterro dada a sua maior densidade do material. Assim a extração do vidro dos RSU também reduzirá os custos do aterro. Há um vídeo da nova aplicação em: Autosor Color Animation

Valerio Sama, Vice-presidente e Chefe de Gestão de Produto de Reciclagem, comentou: “Na maioria dos paises em todo o mundo, há grande espaço para melhorias na recuperação de vidro a partir de resíduos domésticos e comerciais. Separar mais vidro para reciclagem é melhor para o meio ambiente e mais possibilidade de receita para as empresas de triagem. Com o Autosort Color esses dois benefícios agora são alcançáveis”.

Processo de duas máquinas recupera mais de 80% de vidro, com 95% de pureza

No desenvolvimento do Autosort Color, a Tomra estabeleceu metas de padrões industriais para recuperar um mínimo de 80% de vidro dos RSU, com pelo menos 95% de pureza do vidro recuperado. Segundo a Tomra, essas metas foram cumpridas consistentemente durante muitos meses em quatro instalações na Alemanha e na Espanha, incluindo uma que separa até 3.000 toneladas de vidro por ano. Este sucesso foi possível graças a um processo de classificação de duas máquinas, usando primeiro o Autosort Laser, depois o Autosort Color.

O primeiro passo no processo de remoção de vidro do RSU é o pré-tratamento. Depois que o RSU passa por um abridor de sacos, convencionalmente a fração fina (0 a 80 mm) é peneirada. Esta fração é então dividida em três granulometrias por uma peneira vibratória de dois andares: frações finas de 0-8mm de diâmetro, como resíduos orgânicos e areia, uma fração intermediária de 8-60mm e uma fração de tamanho maior de 60-80 mm.

Na segunda etapa, as frações do meio, que contêm o maior conteúdo de vidro, são submetidas à separação de densidade. Isso remove as frações mais leves e envia as frações mais pesadas para a unidade Autosort Laser. Aqui, uma combinação de tecnologias de deteção de Laser (LAS) e infravermelho (NIR) permite a separação do vidro do restante dos materiais.

Na terceira e última etapa do processo, o máquina Autosort Color classifica as frações de vidro com uma câmara de alto desempenho e separa as impurezas restantes do vidro de maior qualidade. O resultado é a recuperação de vidro reciclável com uma pureza consistentemente alta de mais de 95%.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e análise de processos para a indústria de alimentos, mineração e outras indústrias. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Estudantes da UFRJ criam bioplástico para embalagem que indica quando alimento está deteriorado

04/12/2018

Alunos e ex-alunos da UFRJ idealizaram e produziram uma embalagem de plástico biodegradável que revela a qualidade do alimento, a Plasticor. O material da embalagem, em contato com o alimento, pode mudar para uma cor esverdeada ou rosada, indicando se o produto está própria para consumo ou não. Em desenvolvimento há cerca de um ano, nos laboratórios do campus de Xerém, o bioplástico dos estudantes é uma saída sustentável no cenário de grande desperdício em que se vive atualmente.

Por ano, de toda a comida produzida no planeta, 30% (ou 1,3 bilhão de toneladas) vai para o lixo, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. A mudança de cor da embalagem seria, portanto, uma forma de estabelecer prioridade para o consumo dos alimentos, dando preferência aos mais próximos de vencer, além de garantir a confiabilidade da ingestão daqueles cuja data de validade esteja expirada, mas que ainda podem ser consumidos de forma segura.

Segundo os desenvolvedores do produto, as vantagens vão ainda além. “O impacto ambiental também é reduzido, visto que, nas últimas décadas, a utilização de materiais plásticos é abundante na indústria alimentícia. Nossa embalagem é ecologicamente correta, já que não utiliza aditivos químicos nem demora anos para degradar”, explica João Vítor Balbino, estudante do 5º período de Biofísica e um dos sete integrantes da startup. Os alunos estimam que o tempo de degradação do Plasticor seja de seis meses, porém ainda estão sendo feitos testes para tornar essa informação mais precisa.

A ideia surgiu pensando no desperdício de alimentos perecíveis, cuja data de validade não é informada (como pães e carnes frescos, frutas e vegetais), e também na preocupaçao do uso excessivo de embalagens plásticas convencionais, que levam muito tempo para se degradar e que são muito utilizadas pela indústria alimentícia.

A equipe afirma que as embalagens Plasticor tem como principal objetivo contribuir para a fiscalização de produtos em processo de deterioração, aumentando a segurança do consumidor em caso de ingestão de produtos estragados. Além disso, a tecnologia com o biossensor contribui para a redução do desperdício de alimentos, já que evita o descarte, às vezes desnecessário, de produtos com o prazo de validade expirado.

A equipe surgiu de um evento de empreendedorismo do tipo Hackathon, realizado por alunos da UFRJ (Duque de Caxias) e pelo Sebrae, em 2017, no qual recebeu a premiação de melhor projeto de sustentabilidade na área de alimentos.

A partir da visibilidade ganha com o prêmio , a startup passou a receber consultoria do Sebrae, com o objetivo de orientá-la para registro e certificação da tecnologia nos canais competentes, como a Vigilância Sanitária.

A Plasticor é uma startup idealizada por alunos e ex-alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Campus de Duque de Caxias (UFRJ/DC). Dentre os integrantes estão Ana Rafaela, de 20 anos, graduanda em Biotecnologia e moradora de Jacarepaguá; Camila França, de 21 anos, graduanda em Nanotecnologia e moradora de Duque de Caxias; Igor Tenório, de 22 anos, doutorando em Ciência e Tecnologia de Polímeros, morador de Duque de Caxias; João Vitor Lira, de 20 anos, e Lorena Ballerini, de 26 anos, ambos moradores de Nova Iguaçu e graduandos em Biofísica e Nanotecnologia, respectivamente; e Luiz Menezes, de 24 anos, graduado em Design e morador da Ilha do Governador.

Fonte: UFRJ / kickante.com.br

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Braskem assume compromisso de compra de energia gerada em parque eólico e ajuda a viabilizar empreendimento da EDF Renewables na Bahia

02/12/2018

Estado caminha para se tornar líder nacional no setor de energia renovável

A Braskem vai investir na compra de energia eólica e assim ajudar a viabilizar a expansão do Complexo de Folha Larga, que a EDF Renewable do Brasil está desenvolvendo na Bahia. A Braskem se comprometeu a comprar energia eólica por 20 anos, em um contrato estimado em R$ 400 milhões. Esse novo parque de energia renovável, localizado no município de Campo Formoso, a 350 km a noroeste de Salvador, contribuirá para colocar a Bahia entre os líderes no setor nos próximos anos.

O empreendimento de Folha Larga foi viabilizado pela contratação de venda de energia de longo prazo nos leilões do governo e também pela celebração do compromisso da Braskem no ambiente de contratação livre.

“A Bahia tem se tornado referência nacional em energia renovável”, afirma Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. “Estamos fazendo nossa parte para o desenvolvimento desse setor. Ao investir numa matriz limpa e sustentável, estamos reduzindo a quantidade de emissões de CO2 em 325 mil toneladas ao longo do período do contrato”, diz Checcucci.

A Bahia tem atualmente 113 parques eólicos em operação, com potência instalada de aproximadamente 3,0 GW, segundo dados da Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Os investimentos já contratados no setor durante o ano por meio dos leilões de energia devem fazer o Estado da Bahia ganhar mais 622 MW de energia eólica até 2024. A região de Campo Formoso, onde está localizado o parque eólico, apresenta vento forte e constante, muito favorável a eficiência da geração de energia eólica.

“Esse primeiro contrato privado de compra e venda de energia, assinado com a Braskem, um dos maiores consumidores do país, demonstra nossa competitividade no mercado livre e a vontade da EDF Renewables de se posicionar como um dos principais atores deste mercado” disse Paulo Abranches, diretor presidente da EDF Renewables no Brasil. Estabelecida há três anos no Brasil, a EDF Renewables encontra-se entre as líderes do país no setor de energias renováveis, totalizando cerca de 1 GW em projetos de energia eólica e solar, já considerando as iniciativas que estão em operação e em fase de construção. Na Bahia, a empresa francesa conta ainda com o Complexo Eólico Ventos da Bahia, município de Bonito e de Mulungu do Morro, com capacidade para produzir 183 MW.

Fonte: Braskem

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Guia Exame de Sustentabilidade 2018 elege Termotécnica como PME mais sustentável do Brasil

02/12/2018

Empresa é premiada também como a empresa mais sustentável do setor Químico

O Guia EXAME Sustentabilidade 2018 elegeu a Termotécnica – maior indústria da América Latina de transformação de EPS (poliestireno expandido) – como a PME mais sustentável do Brasil no ano e como a empresa mais sustentável na categoria Química. O destaque foi para o Programa Reciclar EPS, que já deu um novo destino a mais de 40 mil toneladas de EPS (conhecido como isopor®) – um terço de todo o EPS reciclado no Brasil.

A notícia foi recebida pelo presidente da Termotécnica, Albano Schmidt, junto com integrantes da empresa, em evento que lançou o Guia EXAME Sustentabilidade 2018 no dia 22/11,em São Paulo (SP), durante o EXAME Fórum Sustentabilidade.

De 179 empresas inscritas no prêmio, 78 foram premiadas. O resultado foi obtido com base em uma avaliação baseada emanálise dos projetos de sustentabilidade e aplicação de questionário da Fundação Getúlio Vargas.

Albano Schmidt valoriza o fato dos reconhecimentos estarem alinhados a um dos objetivos estratégicos da empresa, que prioriza a “Economia Circular na Prática”.“Temos uma atenção especial com a sustentabilidade em nossos processos internos, desde a concepção à logística reversa e reciclagem dos produtos. É muito gratificante ser reconhecido por uma iniciativa nossa, pensada para a preservação do meio ambiente e para a qualidade de vida das pessoas”, destaca.

Os destaques apontados pelo prêmio

Criado em 2007 pela Termotécnica, o Programa Reciclar EPS foi uma antecipação à PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos). Desde sua criação, a iniciativa pioneira no País já deu um novo destino a mais de 40 mil toneladas de EPS, gera cerca de 100 empregos diretos, conta com mais de 1,2 mil Pontos de Coleta e 300 cooperativas de reciclagem parceiras, o que impacta diretamente mais de cinco mil famílias. Recentemente, a empresa passou a disponibilizar também um Ponto de Coleta de EPS para reciclagem no galpão da Liga das Escolas de Samba de São Paulo (SP).

Depois de reciclado, o EPS volta para o mercado e é utilizado para a fabricação de itens como: régua escolar, solas de sapato, rodapés, molduras, entre outros.

O prêmio também destacou a iniciativa da empresa de mudar a matriz energética com a substituição do óleo derivado de petróleo por biomassa. A empresa já utiliza, nas fábricas de São José dos Pinhais e de Manaus, aparas da indústria moveleira para movimentar caldeiras. O projeto está sendo implementado em três fábricas, com investimentos de R$ 10 milhões e conclusão em 2020.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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