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Compostos para moldagem da linha de acrílicos da Evonik recebem nova certificação para indústria automotiva

06/06/2018

  • Unidades de produção em Worms e Xangai são certificadas segundo a norma IATF 16949:2016
  • A linha de produtos Molding Compounds atende aos critérios de qualidade da indústria automotiva para fornecedores sub-tier 1.
  • A certificação das fábricas dos EUA está prevista para 2019.

A linha de produtos Molding Compounds da linha de negócios Methacrylates, da Evonik, recebeu a certificação de duas unidades de produção de Plexiglas®, marca de polimetilmetacrilato (PMMA) da Evonik, de acordo com o padrão mais recente da indústria automotiva, a IATF 16949:2016.

Os certificados atestam que os requisitos de gestão da qualidade analisados como parte da auditoria foram atendidos no site alemão da empresa em Worms, para a produção dos compostos para moldagem Plexiglas® e Pleximid® e na unidade chinesa de Xangai para a produção do composto para moldagem Plexiglas®.

A certificação incluiu auditorias de processos comerciais em diversos setores como compras, controle de garantias, IT, calibragem, gestão do relacionamento com os clientes, gestão de fornecedores, marketing, recursos humanos, desenvolvimento de produto, desenvolvimento de processos, testes, sistema de gestão da qualidade, planejamento estratégico e vendas.

“Esta certificação representa um marco importante em nossa estratégia de continuar sendo o principal fornecedor de PMMA da indústria automotiva”, explica Siamak Djafarian, responsável pela linha de produtos Molding Compounds no segmento Performance Materials da Evonik. “Sabemos o quanto esta certificação é relevante para a maioria dos nossos clientes. Com esta bem-sucedida auditoria, enfatizamos o comprometimento com a qualidade e a confiabilidade dos nossos compostos para moldagem Plexiglas®.

Durante as auditorias, os peritos da Associação Alemã de Certificação de Sistemas de Gestão (DQS, na sigla em alemão) e do grupo SGS verificaram que os processos da linha de produtos Molding Compounds seguem à risca os padrões de qualidade determinados para o cumprimento dos requisitos da indústria automotiva também em relação aos seus fornecedores sub-tier 1. “A auditoria simultânea de duas fábricas em continentes distintos é algo que envolve grande complexidade e requer uma coordenação excepcional”, observa Volkhard Erb, da Gestão de SSMAQ na linha de negócios Metacrilatos, que acompanhou a certificação.

O novo padrão da International Automotive Task Force (IATF) substitui os padrões anteriores e a certificação segundo a norma ISO/TS 16949:2009, que perde a sua validade em 2018, e unifica as exigências gerais existentes em relação aos sistemas de gestão da qualidade na indústria automotiva.

A certificação das unidades de produção dos Estados Unidos da linha de produtos Molding Compounds segundo a IATF 16949:2016 está prevista para 2019.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Indac lança série em vídeo para ajudar transformadores, arquitetos e designers a aperfeiçoar a qualidade de produtos em acrílico

01/05/2018

Livros-pássaros em acrílico feitos pela Artcryl para exposição David Bowie em São Paulo

Instituto recomenda que transformadores e outros profissionais que trabalham com acrílico se focalizem na superioridade do material e das peças feitas com ele

Chega de brigar por preços em um mercado de commodities cada vez mais competitivo e pouco lucrativo. Esse é o recado de um dos entrevistados da série “O Produto Perfeito em Acrílico”, produzido e divulgado pelo Indac (Instituto Nacional para Desenvolvimento do Acrílico). O episódio Um já está on line. Para assisti-lo, basta entrar no site do Indac (www.Indac.org.br/produto-perfeito-em-acrilico/) e deixar nome e e-mail para o link do vídeo ser enviado automaticamente.

Ao todo, a série conta com três partes. Na primeira, Carlos Rizzo, arquiteto fundador da Acrilaria, fala das características do acrílico e de todas as qualidades sensoriais do material, como leveza, resistência e transparência, que devem ser valorizadas por quem trabalha com ele. Além da facilidade com que pode ser trabalhado, cortado, dobrado, colado e moldado. “Para qualquer projeto que se faça, são tantas as opções oferecidas [pelo acrílico] para os designers e arquitetos que é impossível não notar. Eu me apaixonei”, afirma.

Rizzo ainda fala sobre a escolha da chapa e de como a espessura certa pode ajudar a valorizar e a aumentar o valor agregado de uma peça. “É claro que a escolha da chapa impacta diretamente no valor da peça, mas também valoriza muito o produto. Se existe uma economia que não vale a pena é a compra de chapas sem procedência”.

 

No episódio dois, gravado na sede da Castcril – maior produtora de chapas acrílicas da América Latina –, os engenheiros da empresa Orlando Silva e Marcos Ramirez apontam as diferenças entre as chapas de acrílico comercializadas no país e no mundo e toda a variedade de tamanhos, espessuras e cores disponíveis no mercado. “Hoje desenvolvemos seguramente mais de 1200 cores”, diz Marcos, que ainda discorre sobre as chapas especiais, feitas sobre encomenda, e orgânicas, feitas com inserção de materiais de diversas origens na composição da chapa, como fibras naturais, folhas, tecidos e minerais, entre outros.

Qualidade e logística também foram assuntos discutidos pelos profissionais, que garantiram estoque para fazer a liberação de entrega de acrílico cristal em até 72 horas, sem necessidade de uma cota mínima de compra.

E como não basta dominar processos técnicos e ter bons fornecedores para sobreviver no mercado, o terceiro vídeo da série leva aos transformadores algumas dicas de como vender melhor seu produto. Nele, Rodrigo Vera Sanches, diretor da Ágora Interativa, e João Orlando Vian, consultor executivo do Indac, explicam a importância do posicionamento da empresa no mercado, inclusive na internet: “A melhor forma de se destacar é através da exposição de um processo que a marca domine com excelência. Se é a alta capacidade técnica, então isso deve ser levado ao público: para que no futuro você se torne referência nisso, entre os clientes e até mesmo entre os concorrentes”, explica Sanches.

Mas as vendas não dependem apenas de marketing. Assim, atendimento, informação coerente, cuidado com pós-venda e outros temas são também discutidos no capítulo três de “O Produto Perfeito em Acrílico”.

Os vídeos têm em média 15 minutos cada. Os temas podem ajudar designers e arquitetos a entenderem melhor o universo do acrílico, que poderá agregar mais valor e beleza a seus projetos. Para esses profissionais, aliás, o fundador da Acrilaria recomenda em sua entrevista que procurem transformadores capacitados e que possuam o Selo Indac.

Se o cliente ficar na dúvida, o Instituto mantém o programa Acrílico em Ação. Por meio dele, ajuda o interessado a pensar seu projeto e encontrar um transformador de acrílico indicado para cada caso.

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico (Indac) é uma organização criada há 17 anos por empresários do setor, com o objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado por meio da indicação de seus associados.A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 45 filiados em todo o país.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Indac

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Covestro vende negócio de chapas de policarbonato na América do Norte para Plaskolite

24/03/2018

  • Outras unidades de negócio regionais da Covestro sob revisão para otimização do portfólio
  • Clientes norte-americanos poderão recorrer a uma única fonte para um portfólio abrangente de produtos de chapas plásticas transparentes

A Covestro, fabricante líder global de materiais, continua o processo de otimização do seu portfólio. Como parte dessa estratégia, a empresa pretende vender seu negócio global de chapas de policarbonato (PCS). As chapas de policarbonato tem alta durabilidade e são moldáveis livremente, sendo usadas em transporte público, sistemas de cobertura ou aplicações de sinalização.

Como primeiro passo, a unidade norte-americana de chapas de PCS da Covestro,  que gerou vendas de cerca de US $ 170 milhões em 2017, foi vendida para a Plaskolite LLC, maior fabricante de chapas de acrílico da América do Norte. O acordo será conduzido como um acordo de ativos, o que significa que, assim como a transferência de propriedade intelectual e ativos fixos dedicados, os funcionários da Covestro serão incorporados à Plaskolite. Como parte da transação, a Plaskolite está adquirindo a sede do negócio de chapas, plantas de produção e instalações de armazenamento da Covestro localizada em Sheffield, Massachussets (EUA) e manterá a instalação terceirizada de depósito para distribuição existente em Hebron, Ohio. As operações continuarão na instalação fabril atual. Com esta aquisição, a Plaskolite empregará 950 pessoas. As empresas concordaram com um preço de venda de várias dezenas de milhões de dólares. A conclusão do fechamento do negócio está prevista para 01 de agosto de 2018.

“Nós avaliamos e otimizamos continuamente nosso portfólio para garantir crescimento futuro e criação de valor. Durante esse processo, ficou claro que o nosso negócio de chapas não se encaixaria estrategicamente, no longo prazo, no nosso negócio de policarbonatos ”, disse o CEO da Covestro, Patrick Thomas. “Por isso, decidimos que a unidade de chapas pode se desenvolver e crescer melhor sob um novo proprietário e estamos felizes por ter encontrado na Plaskolite um excelente comprador para nossas operações nos EUA.”

Em relação às suas unidades de chapas de policarbonato na Europa, a Covestro abrirá em breve um processo de venda em separado e, no devido tempo, anunciará detalhes sobre suas unidades remanescentes na região Ásia-Pacífico.

A aquisição transformará a indústria de chapas plásticas norte-americana, através da combinação do líder em fabricação em acrílico com o líder na fabricação em policarbonato.

“Esta aquisição é transformadora para a Plaskolite e fortalece nossa posição de liderança no setor”, disse Mitchell Grindley, Presidente e CEO da Plaskolite. “Isso amplia nossa oferta e fortalece ainda mais nossas parcerias. A Plaskolite será o único fabricante a oferecer um portfólio completo de produtos de chapas transparentes, incluindo acrílico, policarbonato, PETG e ABS, o que é benéfíco para os nossos clientes, que agora podem usar uma única fonte para todas as suas necessidades de chapas. ”

Este será o segundo negócio que a Plaskolite adquire da Covestro. Em 2012, a Plaskolite comprou a linha norte-americana Vivak® de chapas de PETG da empresa.

O comunicado de hoje sucede o anúncio feito pela Plaskolite em 12 de fevereiro passado sobre a aquisição do Negócio de Chapas Acrílicas Fundidas Contínuas da Lucite International, Inc., que ampliou sua oferta de chapas de acrílico e viabilizou a entrada no negócio de chapas de spa e banho.

Fundada em 1950 em Columbus, Ohio, por Donald G. Dunn e sua família, a Plaskolite, LLC é a maior fabricante norte-americana de chapas termoplásticas transparentes. Os produtos personalizados da Plaskolite são utilizados em uma ampla variedade de aplicações, incluindo janelas, portas, iluminação, placas, displays de ponto de venda e produtos de banho. A Plaskolite atende a uma base diversificada de clientes, incluindo distribuidores, OEMs e varejistas. Em 2015, o Charlesbank Capital Partners tornou-se o primeiro investidor externo de equity capital na Plaskolite.

Com vendas de 14,1 bilhões de euros em 2017, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades de negócio estão focalizadas na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras. Os principais segmentos atendidos são os setores automotivo, de construção civil, processamento e móveis de madeira e os setores elétrico e eletrônico. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.200 pessoas. A sede corporativa da empresa fica em Leverkusen, na Alemanha.

Fontes: Covestro e Plaskolite

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INDAC lança programa para auxiliar transformador no descarte correto de resíduos de acrílico

30/11/2017

Material pode ser 100% reciclado se retornado aos produtores de chapas. Transformadores são responsáveis pelo descarte correto, que pode ajudar na produção de chapas recicladas de melhor qualidade e mais baratas

Para ajudar o transformador no descarte correto de sucata de acrílico, o INDAC – Instituto Nacional para Desenvolvimento do Acrílico – criou o Programa de Recuperação de Acrílico. Por meio dele, vai orientar os transformadores sobre os procedimentos mais adequados de armazenamento e de repasse do material descartado aos produtores de chapas.

A iniciativa pretende eliminar do circuito as práticas inadequadas de coletores sem informação ou desavisados, que não armazenam corretamente o acrílico, além de misturá-lo com outros plásticos. Tais práticas fazem com que os custos de produção das chapas recicladas sejam mais dispendiosos por causa da separação de impurezas.

Além de contribuir para o aumento da qualidade da chapa reciclada e seu barateamento, o estímulo do retorno do material excedente às empresas produtoras ainda faz com que a cadeia se ajuste à Lei de Logística Reversa, que torna todos os elos do mercado responsáveis pelo descarte ecologicamente correto de resíduos sólidos.

Longe de ser um plástico comum, o acrílico, além de resistente, de ter boa aparência e ser bastante durável, é 100% reciclável. Quando descartado corretamente, pode ser novamente transformado em chapas que serão utilizadas para uma infinidade de aplicações, como objetos decorativos, displays comerciais e acessórios femininos, entre tantas outros itens. “Todo esse processo é possível porque o acrílico é um termoplástico que não sofre alterações significativas na sua estrutura química durante o reaproveitamento, permitindo que ele seja fundido no processo de recuperação do monômero de metacrilato de metila”, explica Carlos Marcelo Thieme, presidente Indac.

Tal flexibilidade ainda torna o acrílico um material valioso no mercado de reciclagem, quando comparado a outros plásticos. Isso faz com que seu índice de reaproveitamento seja bastante alto. De acordo com estimativas do setor, são recicladas no País aproximadamente 2 mil toneladas por ano de chapas e resinas acrílicas. E esse número só não é maior porque o material é muito durável e, por isso, utilizado na produção de bens com prazo de vida mais longo. Assim, um item em acrílico geralmente só é descartado quando quebra ou chega ao final de sua vida útil.

Descarte

Tanto quanto as empresas produtoras da matéria-prima, os transformadores têm responsabilidade sobre os impactos negativos de um produto no meio ambiente. Por isso, descartar corretamente os resíduos é fundamental, inclusive para que esse material volte às mãos de quem o produz. “Quando se tratar do descarte de acrílico, recomendamos que as pessoas procurem seus fornecedores de chapas. Em caso de dúvidas ou se tiver qualquer dificuldade de contato com o produtor, orientamos que procurem o INDAC. O Instituto vai informá-lo quanto à forma mais correta de descarte e armazenamento do material”, explica Thieme.

Para saber mais sobre o Prograa de Recuperação de Acrílico INDAC, o transformador pode ligar diretamente para o Instituto: (11) 3171-0423.

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico (www.indac.com.br) é uma organização criada há 17 anos, por empresários da livre iniciativa do setor com objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados. A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Fonte: Assessoria de Imprensa – INDAC

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Polímeros da Evonik são usados nos faróis dianteiros do Classe C da Mercedes Benz

25/09/2017

Os materiais usados como elementos óticos em faróis automobilísticos têm de satisfazer a requisitos exigentes em termos de transmissão de luz, resistência à temperatura e resistência UV – este é o caso de três compostos para moldagem Plexiglas® e Pleximid®, usados no LED Intelligent Light System da Automotive Lighting, que a Mercedes-Benz está instalando no seu modelo Classe C.

Os motoristas devem ser capazes de reagir prontamente a situações perigosas mesmo com pouca luz ou na escuridão, razão pela qual os fabricantes e fornecedores automotivos estão usando lâmpadas cada vez mais potentes. Seja a tecnologia halógena, de luz de xenônio ou LED, todas têm uma coisa em comum: as fontes luminosas necessitam de um material envoltório que direcione a sua luz para a pista. Nos faróis, essa função vem sendo exercida há tempos por lentes de coberturas perfiladas. Atualmente, a distribuição da luz se dá por meio de refletores de forma livre, calculados numericamente, ou por sofisticados módulos de projeção diretamente no farol. Estes se distinguem por meio de placas de cobertura transparentes, de estética atraente.

Luz Inteligente

“As funções diferentes de um farol dianteiro impõem requisitos diferenciados em relação ao material usado”, explica Klaus Kratschmann, responsável pelo ID na Automotive Lighting. No sistema LED Intelligent Light System, por exemplo, que a Automotive Lighting vem produzindo para a Mercedes desde 2013, dois módulos de projeção assumem em conjunto a função de luz baixa. A flexibilidade desses módulos supera as possibilidades oferecidas pela luz de xenônio: por exemplo, a distribuição da luz é ajustada de acordo com a velocidade do carro e a situação ambiente. “O farol ilumina a superfície da pista de um modo específico, conforme a situação”, diz o Dr. Ernst-Olaf Rosenhan, responsável por inovações em faróis na Automotive Lighting. Com essa finalidade, os módulos são equipados com arranjos de LED, cabeçotes óticos e uma lente de projeção fabricada com Plexiglas® Heatresist FT 15 da Evonik. “O material oferece excelente transmitância de luz para a nossa aplicação”, afirma Henning Weinhold, engenheiro de iluminação na Automotive Lighting. Além disso, o polimetilmetacrilato (PMMA) da Evonik evita a ocorrência de margens coloridas incômodas da periferia das lentes . A razão disso é a baixa birrefringência ótica do material e seu número Abbé simultaneamente alto, assegurando que os efeitos de dispersão sejam mantidos em níveis mínimos, garante a empresa.

Além disso, afirma a Evonik, o Plexiglas® é totalmente incolor e transparente – o que aponta para uma outra característica dos LEDs: eles oferecem uma cor clara similar à da luz do dia, sendo, por isso, mais suaves para os olhos do condutor. Essa qualidade ótica é mantida de modo duradouro no Plexiglas®. Mesmo após vários anos, o material não perde a sua alta transmitância e oferece uma quantidade de iluminação consistentemente alta, assegura a Evonik. O material também não é afetado pelas altas temperaturas que predominam nos faróis, garante a empresa.

Resistência ao calor

Por todas as suas vantagens quando usados em faróis, os LEDs também submetem os materiais nele utilizados a uma dura prova: dependendo do tipo e design dos elementos óticos, podem ocorrer temperaturas bem superiores a 100ºC – e isso por longos períodos de operação.

Mas as coberturas, as lentes e as guias de luz não devem se deformar, descolorir ou ficarem opacas. “E isso é algo que simplesmente não é garantido quando se trata de plásticos transparentes. Materiais como o policarbonato, e mesmo as suas variantes resistentes a temperaturas, ficam amarelos com o tempo. Por esse motivo, a quantidade de iluminação é reduzida e o brilho ótico é perdido”, revela Martin Mohrmann, gerente de marketing técnico do Setor Automotivo da Evonik. Os compostos para moldagem especiais Plexiglas®, por outro lado, são otimizados em relação a variados requisitos de temperatura; o Plexiglas® Heatresist FT15, por exemplo, resiste ao stress térmico em módulos de projeção sem nenhum problema, afirma a Evonik.

Apropriada para temperaturas ainda mais altas é a especialidade Pleximid®, que consiste do polímero polimetilmetacrilimida (PMMI), assegura a Evonik. Ele se mantém totalmente estável quando submetido ao stress térmico de longo prazo: em um teste de resistência de 40 dias a 150º C, praticamente não ocorreram alterações na transmissão, no índice de amarelamento ou na opacidade. Por essa razão, o material é usado em muitos faróis das atuais séries da Mercedes-Benz, como guia de luz nas lâmpadas curvas em forma de tocha usadas durante o dia. Nesse componente, os LEDs são instalados muito próximos do guia de luz, fazendo com que as temperaturas se elevem rapidamente até 130 graus. Com o Pleximid®, afirma a Evonik, a quantidade de iluminação se mantém consistentemente alta, mesmo após vários anos. “Isso é importante porque as luzes diurnas permitem que o veículo seja visto claramente por outras pessoas na estrada”, explica Mohrmann.

Aparência homogênea

O que também contribui para a visibilidade são os sinalizadores pisca-pisca, os quais, no LED Intelligent Light System, consistem de seis elementos óticos individuais. O aspecto especial neste caso é o fato de que os designers decidiram não adotar uma cobertura colorida, optando, em vez disso, por um composto padrão Plexiglas® 8N transparente. Esse material possui uma temperatura de deflexão térmica (HDT) satisfatória, apropriada para o stress térmico relativamente baixo nesse componente. “Foi importante para nós criarmos contornos reduzidos e puristas para o Mercedes-Benz Classe C, que enfatizassem a sua tecnologia inteligente”, conta Stefan Handt, diretor de Exterior Design, Lights & Parts da Mercedes-Benz.

Já que os LEDs dos sinalizadores emitem uma luz amarela, nós pudemos permitir o uso de uma cobertura colorida para a luz indicadora de direção (pisca-pisca), optando pelo Plexiglas® transparente, que transmite a cor com fidelidade. Isso melhora a aparência global do farol dianteiro”. Os faróis dianteiros conferem ao Mercedes-Benz Classe C a sua aparência distintiva, típica da marca.

A Evonik é fabricante mundial de produtos de PMMA comercializados sob a marca Plexiglas® e Pleximid® na Europa, na Ásia, na África e na Austrália, e sob a marca Acrylite® e Acrymid nas Américas.

Fonte: Evonik

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Acrílico destaca-se entre os materiais usados por empresas de comunicação visual

19/02/2017

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Beleza, durabilidade, brilho e oferta ampla de cores, texturas e espessuras, além da qualidade no acabamento e alta resistência ao calor e às intempéries – estes são alguns dos atributos que fazem do acrílico a matéria-prima preferida em inúmeros projetos de comunicação visual – principalmente os externos.

Na PPCaponi, fundada em 1943, Pedro Caponi conhece bem esses atributos e, por experiência própria, não recomenda a troca do acrílico por plásticos mais baratos: “Estou no ramo há mais de 45 anos, de modo que vivi plenamente a evolução do setor. Vejo que a troca, na maioria das vezes, acontece porque falta conhecimento dos profissionais de criação para especificar melhor os materiais”.

Para Thiago L. Carneiro, sócio-diretor da Acrilopes, empresa que está há 15 anos no mercado, antes de fazer sua escolha, o consumidor precisa ser bem orientado. “Primeiro, devemos entender a real necessidade do cliente. O acrílico é nosso carro-chefe e quase sempre é a melhor indicação pois suas características são de primeira linha. Temos condições de aplicar nele diversas técnicas, sem que se perca sua beleza final. Aliás, a qualidade final do trabalho sempre é excelente”, afirma.

Carneiro assume que é preciso reconhecer quando oferecer algo diferente. “Muitas vezes nós indicamos a troca por outros materiais. Os clientes chegam com uma idéia de trabalho que não precisa de alta qualidade, mas, sim, custo menor. Então indicamos o material que mais atende a esses casos. No entanto, é preciso sempre frisar que alguns materiais oferecem um resultado final e acabamento estético muito inferiores ao acrílico. Os processos acabam sendo mais trabalhosos também.  Daí, é preciso que o transformador leve tudo isso em conta ao oferecer o que parece mais barato.”

Thiago observa ainda que, se a escolha do material for pautada apenas por preço, pode haver comprometimento da qualidade. E o escritório de design ou publicidade pode acabar fazendo a compra errada: “A escolha só por preço é ruim para o cliente e sua marca. Não se pode esperar uma qualidade de primeira de um material de segunda. Por isso, o projetista deve fazer bem sua análise e orientar bem o comprador”.

Raymon Soares, da Support Brand, sabe que a inovação é palavra-chave neste mercado em que quase tudo é efêmero, principalmente as campanhas publicitárias. Assim, só sobrevivem nele as empresas transformadoras que conseguem acompanhar a velocidade das mudanças. “Devemos estar atentos às tendências. Oferecer produtos que nem o mercado imagina que sejam possíveis”.

Nesse mercado, as matérias-primas assumem papel importante, principalmente quando permitem maior versatilidade ao transformador. “Beleza, fácil aplicação e usinagem, alta resistência e flexibilidade. Tudo isso faz do acrílico um material de 1001 utilidades. Quando os materiais e a relação de custo/benefício são devidamente apresentados, o cliente facilmente irá decidir pelo acrílico”, explica Soares. Há 32 anos no mercado, a Support Brand contabiliza trabalhos de referência no mercado, tendo entre os clientes o Banco Original, Colunas, ATM e Itaú – para esse, aliás, exportou letras e logos de acrílico blindados.

O mercado de comunicação visual consome cerca de 60% de todo o acrílico distribuído no país, correspondente a 7.500 toneladas em 2016, segundo estimativa do INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico).

Embora a cifra pareça elevada, o Instituto acredita que o acrílico possa contribuir ainda mais para o mercado de comunicação visual, sendo que a falta de informação sobre o material ainda inibe seu consumo. “Além de tornar os produtos mais atraentes e duráveis, o acrílico ainda agrega valor ao produto e à marca que ele ostenta. É muito importante que o transformador ressalte isso ao seu cliente antes de oferecer um material de qualidade inferior. Até porque, a satisfação do cliente final é parte deste negócio”, explica Soares.

Para projetistas, designers e arquitetos que têm dúvidas sobre o material, o INDAC mantém o programa Acrílico em Ação, por meio do qual ajuda o cliente a pensar seu projeto e encontrar um transformador de acrílico indicado para cada caso.

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico (INDAC) é uma organização criada há 17 anos por empresários do setor com o objetivo de promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados.

A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 40 filiados em todo o país.

Fonte: Assessoria de Imprensa – INDAC

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Evonik constrói planta para a produção de chapas acrílicas para a indústria aeronáutica

08/12/2016

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  • Empresa deve investir milhões de euros em nova planta em seu site de Weiterstadt, Alemanha
  • Início da produção estimado para o começo de 2018
  • Permite a produção – inédita no mundo – de chapas de PMMA de grandes dimensões em conformidade com as normas Mil-P25690 e EN 4366.

Com seus materiais da marca Plexiglas®/Acrylite® para a indústria da aviação, a Evonik há mais de 80 anos se mantém entre os principais produtores globais nessa área. Conhecidos fabricantes de aviões como a Airbus e a Boeing há muito tem usado os produtos da Evonik. Segundo a empresa, em decorrência de sua alta qualidade óptica, baixo peso e boa processabilidade, o Plexiglas®/Acrylite® tem sido usado tradicionalmente em janelas de cabines de aviões comerciais e em janelas de cockpit de outros aviões ou helicópteros.

Com a decisão de construir uma planta para stretching e polimento de chapas de PMMA no site de Weiterstadt (Alemanha), a Evonik consolidou ainda mais a sua posição de mercado mediante integração vertical, ao mesmo tempo que direciona o seu portfólio de produtos para se tornar um fornecedor completo (full-range) de chapas de PMMA cast e stretched para a indústria da aviação.

De acordo com a Evonik, as chapas de PMMA stretched oferecem melhor resistência química e resistência ao impacto, o que faz com que o material seja especialmente indicado para atender os requisitos extremamente exigentes da indústria da aviação.

A nova planta produtora de chapas stretched Plexiglas®/Acrylite® para a indústria da aviação é a mais avançada do gênero no mundo, afirma a empresa. Ela está sendo construída ao lado da planta já existente, que produz blocos de PMMA cast, que é o material básico para o processo de stretching.

O investimento permitirá, no futuro, a produção de chapas stretched duas vezes maiores do que as produzidas atualmente. Isso fará com que a Evonik seja o único fabricante mundial dessas chapas de grandes dimensões, a satisfazer a tendência por janelas maiores nos aviões e o aumento resultante da demanda de dimensões acima do tamanho. No caso das aplicações mais tradicionais, essas chapas de grande dimensão irão resultar em um rendimento maior por chapa stretched enquanto mantêm os mais altos padrões de qualidade e segurança de fornecimento.

Segundo Martin Krämer, Presidente da Linha de Negócios Acrylic Products da Evonik no Segmento de Performance Materials, “A nova planta irá complementar idealmente o nosso portfólio de produtos nesse setor que apresenta crescimento extremamente rápido. Esse investimento está perfeitamente alinhado com o nosso foco estratégico em especialidades de PMMA e demonstra o nosso compromisso em ser um parceiro confiável para a indústria da aviação”.

“A demanda por chapas streched de PMMA que estejam de acordo com as mais altas exigências de qualidade e segurança de fornecimento está em elevação na indústria da aviação. Com a nova unidade de produção e a experiência dos nossos colaboradores, estamos perfeitamente preparados para trabalhar ao lado dos nossos clientes, apoiando o crescimento deles e promovendo a inovação dentro da indústria da aviação”, acrescenta Roland Mickal, diretor do setor Transportation Market da Linha de Negócios Acrylic Products.

Steve C. DuPont, gerente sênior de mercado da Acrylic Products, conclui: “As atuais cadeias de fornecimento se baseiam em tecnologias que já existem há mais de 50 anos, ou seja, o mercado precisa com urgência de um líder em inovação. O nosso investimento nos permite abastecer os clientes com as chapas de maior tamanho que existem no mercado e com as menores tolerâncias possíveis em termos de espessura. Desse modo, estamos melhorando os padrões das chapas de PMMA stretched e abrindo novas possibilidades de inovação e design para os nossos clientes.

Fonte: Evonik

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Instituto do Acrílico irá ajudar clientes a encontrar melhores fornecedores para diferentes demandas

31/10/2016

Para facilitar a vida de designers de produtos e de arquitetos, o INDAC oferece serviço de consultoria para projetos em acrílico inteiramente grátis, apontando, inclusive, o prestador de serviços mais indicado para os diferentes trabalhos

indac-logoO INDAC – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico – lançou o programa Acrílico em Ação. E, por meio dele, irá ajudar o cliente a encontrar o transformador de acrílico mais indicado para cada projeto. Além disso, os técnicos do Instituto, ainda poderão propor melhorias e ajudar o cliente a sanar dúvidas sobre a aplicação do material.

O programa já está funcionando e os interessados devem entrar em contato com o INDAC através do site: http://www.indac.org.br, clicar em Iniciativas e Publicações e, depois, selecionar Acrílico em Ação – Assessoria Gratuita Especializada. O retorno é rápido e a confidencialidade do projeto garantida. “Esse é um novo canal para que as agências de publicidade e promoção, escritórios de arquitetura e design e demais especificadores de materiais encontrem os melhores fornecedores e profissionais do setor, de maneira ágil, segura e, ainda por cima, gratuita”, explica José Eugênio Peres, vice-presidente do Instituto e diretor da Casa do Acrílico de Campinas, interior de São Paulo, ha 20 anos no mercado.

Depois de avaliar o projeto, os técnicos do INDAC (www.indac.com.br) irão indicar ao solicitante os melhores fornecedores e passar os contatos. A negociação do projeto fica por conta dele. “A agência ou o profissional responsável pelo projeto é que irá definir como e quando contatar o fornecedor e iniciar os detalhes do trabalho. Depois da contratação feita é que o Instituto volta para acompanhar o processo de produção e entrega do produto”, comenta Bruno Zirpoli, diretor da entidade e da Proneon, de Recife, Pernambuco.

Ao final do acompanhamento de todo o processo de especificação e entrega do produto final, as peças receberão o Selo INDAC, atestando a qualidade do projeto/produto. “O Acrílico em Ação, junto ao INDAC, possui técnicos altamente especializados em acrílico, a fim de colaborar e melhorar o projeto do cliente, deixando-o mais eficiente e adequado aos requisitos de qualidade desse material. Além disso, a entidade irá indicar os fornecedores mais capacitados para cada serviço, dentre os associados da entidade. E, por fim, o INDAC ainda acompanhará todas as fases do processo, exigindo sempre do fornecedor as melhores práticas do mercado. Assim, quem participar da ação, só terá a ganhar”, ressalta o vice-presidente da entidade.

Atualmente, entre os segmentos mais atendidos pelo mercado transformador de acrílico, destaque para comunicação visual, móveis e iluminação.

O Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico é uma organização criada, em novembro de 2000, por empresários da livre iniciativa do setor para promover o uso correto do acrílico, difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações, além de ampliar sua participação no mercado, por meio da indicação de seus associados.

A entidade, geradora de negócios e difusora de conhecimento para o setor de acrílico, reúne atualmente 42 filiados em todo o país.

Fonte: Assessoria de Imprensa – INDAC

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Novidade em tecnologia para iluminação é destaque da MMS Plásticos na Interplast 2016

17/08/2016

Sendo utilizada há cerca de 1 ano como lente pelos principais fabricantes do mercado de iluminação LED no exterior, a Chapa de Acrílico Diffuse chega no Brasil. Há apenas três meses no país, a tecnologia foi desenvolvida com exclusividade pela MMS Plásticos em parceria com a Arkema, fabricante da resina Plexiglas Diffuse, matéria-prima utilizada no desenvolvimento da Chapa de Acrílico Diffuse.

De acordo com a MMS Plásticos, a Chapa de Acrílico Diffuse traz diversos benefícios à iluminação. Um deles é a melhoria na difusão e transmissão da luz LED, oferecendo 92% de transmissão contra as lentes atuais que oferecem transmissão em torno de 50-70%. Com o aumento da transmissão e difusão da lente os fabricantes de luminárias reduzem os LEDs na fabricação dos produtos, gerando um menor custo no processo de produção. Além disso, a chapa elimina os hotspots da iluminação LED por conta da sua propriedade de máxima difusão de luz.

Segundo a MMS Plásticos, a Chapa de Acrílico Diffuse oferece maior durabilidade das lentes, pois mantém sua transmissão e o aspecto ao longo de anos, mesmo quando exposta a raios UV ou demais intempéries (tem 10 anos contra raios UV). O material pode ser utilizado na iluminação comercial, industrial, residencial e pública.

A novidade pode ser conferida na Interplast no estande da MMS Plásticos. A empresa está localizada no espaço coletivo do Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro (SIMPERJ).

Serviço
Interplast 2016 – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico – http://www.interplast.com.br
EUROMOLD BRASIL – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos – http://www.euromoldbrasil.com.br
Data: 16 a 19 de agosto de 2016
Horário: 14 às 21 horas
Local: Expoville – Joinville/SC – Brasil
Entrada: Gratuita
Organização: Messe Brasil

Fonte: Assesoria de Imprensa – Messe Brasil

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Cliever participa da EuroMold Brasil com impressora 3D para prototipagem com estereolitografia

08/08/2016

Cliever-Estereolitografia

Produto é ideal para os setores de plástico, automotivo, embalagem e engenharia

Entre 17 e 19 de agosto, a Cliever (www.cliever.com.br), fabricante nacional de impressoras 3D, será uma das participantes da EuroMold Brasil – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentas, Design e Desenvolvimento de Produtos (stand 485). O evento ocorrerá em Joinville (SC) e a empresa apresentará seu lançamento mais recente, a impressora SL 1, equipamento com tecnologia SL (estereolitografia). Segundo a Cliever, a máquina opera com alta precisão dimensional, o que viabiliza a criação, com baixo custo, de protótipos dotados de acabamentos externos perfeitos e ideais para setores de mercado como plástico, automotivo, embalagem e engenharia.

“Nosso compromisso consiste em contribuir com a implementação da prototipagem no processo de manufatura e, com um produto como esse, conseguimos elevar os patamares de qualidade e eficiência nesse sentido. A partir da tecnologia que aplicamos na SL 1, tornamos real a possibilidade de reproduzir, com muita facilidade, peças complexas e de pequeno porte com os melhores resultados esperados”, explica o CEO da empresa, Rodrigo Krug.

A impressão por SL tem como base a foto-polimerizacão de uma resina acrílica. O equipamento possui três componentes principais: o tanque, no qual a resina é armazenada na forma líquida; a plataforma móvel, na qual a impressão 3D é feita; e o laser, cujos movimentos são controlados por um sistema microprocessado. Ao entrar em contato com a resina, o laser polimeriza a matéria-prima, ou seja, altera seu estado líquido para sólido e assim, sucessivamente, camada após camada, o equipamento dá forma à impressão 3D. Tal tecnologia viabiliza a criação de peças com até 30um de precisão, o equivalente a cerca de ⅓ de um fio de cabelo.

“Vale ressaltar que, como se trata de uma resina diferenciada e produzida por fornecedores nacionais, tem propriedades mecânicas e térmicas peculiares, o que amplia o leque de aplicação. São muitos os mercados que, a partir de agora, poderão desfrutar dessa tecnologia de ponta. Os setores de plástico, automotivo, embalagem e engenharia, por exemplo, são segmentos de mercado com os quais esse equipamento pode corroborar por meio da geração de protótipos bastante eficientes”, finaliza o representante da empresa.

Serviço – EuroMold Brasil (Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentas, Design e Desenvolvimento de Produtos)
Data: 17 a 19 de agosto
Horário: 14h às 21h
Local: Parque da Expoville
Endereço: R. 15 de Novembro, 4.315 – Glória / Joinville – SC
Contato: (47) 3029-0699
Credenciamento: http://www.euromoldbrasil.com.br/

Fonte: Interplast

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Modificação na regulamentação ECE para vidros automotivos oferece nova liberdade de design com o uso de PMMA

21/12/2015

Evonik_vidro-traseiro

Segundo a Evonik, as recentes alterações na normativa ECE R43 tornam o seu PMMA (polimetilmetacrilato ) Acrilyte® Resist AG 100 um material adequado para uso em pequenos vidros laterais traseiros.  Antes das alterações do regulamento, exigia-se aplicação de revestimentos que tornasse o material resistente a riscos. A ECE abrange um conjunto de regulamentos acordados internacionalmente para veículos automotores e adotados pela Comissão Econômica das Nações Unidas para a Europa.

Segundo a Evonik, o Acrilyte® Resist AG 100 oferece a melhor dureza superficial de todos os termoplásticos, mesmo sem revestimento, enquanto proporciona uma liberdade de design que não pode ser obtida com o vidro. “O Acrilyte® Resist AG 100 pode ser moldado por injeção em praticamente qualquer formato 3D”, diz Uwe Löffler, Diretor de Business Development Automotive na linha de negócios Acrylic Polymers do segmento Performance Materials da Evonik. “Os painéis podem ser produzidos com defletores de vento integrados e ângulos agudos. E os painéis podem ser curvados”, acrescenta Löffler.

Esses benefícios de design são acompanhados por custos favoráveis. De acordo com a Evonik, com base na nova normativa ECE, o seu Acrilyte® Resist AG 100 não requer nenhuma aplicação de revestimento adicional para a fabricação de um painel pequeno uma vez que, diferentemente de outros termoplásticos transparentes, a resistência à luz UV e à intempérie é algo inerente, permitindo que os painéis sejam fabricados em uma única etapa.

As novas modificações dizem respeito a todas as janelas que não afetam a visão do motorista. A janela automotiva deve ter um tamanho de modo que um círculo com 150 mm de diâmetro não possa ser encaixado nas janelas e, além disso, o tamanho total do painel não exceda a 200 cm2. Um número cada vez maior de fabricantes está usando a pequena janela traseira atrás da    coluna C como elemento de design, o que faz com que o Acrilyte® Resist AG 100 seja uma escolha ideal para essa aplicação, afirma a Evonik.

A Evonik comercializa seus polímeros acrílicos sob a marca registrada Acrilyte® nas Américas. Os mesmos produtos são fabricados e comercializados com a marca registrada Plexiglas® na Europa, na Ásia, na África e na Austrália.

A Evonik é um dos principais líderes mundiais em especialidades químicas, atuando em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2014, mais de 33.000 colaboradores geraram vendas em torno de 12,9 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 1,9 bilhão de Euros. No Brasil, a história da Evonik Industries, começou em 1953. A empresa conta hoje com cerca de 600 colaboradores no País.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Arkema lança linha de termoplásticos líquidos que podem ser processados como compósitos de termofixos

18/03/2014

Arkema_liquid_thermoplasticsA Arkema está lançando sua primeira família de resinas termoplásticas líquidas sob a marca Elium ® , que é transformada usando-se os mesmos processos empregados na moldagem de compósitos termofixos. A empresa afirma que a nova tecnologia, que ganhou um prêmio em 2013 na feira JEC Composites, vem sendo usada por apresentar propriedades como leveza, reciclabilidade e custos reduzidos. As resinas Elium ® polimerizam-se rapidamente e podem ser usadas no projeto de peças estruturais, bem como de elementos estéticos, em uma série de aplicações nas indústrias automotivas, de transporte, de energia eólica, equipamentos esportivos e setor da construção.

Peças leves de compósitos

“O nome Elium é um símbolo que representa uma marca inovadora na comunidade de redução de peso do material. As resinas Elium são multifuncionais, leves e fáceis de usar na manufatura e alto desempenho”, diz o gerente do produto, Sébastien Taillemite . “Elas são baseadas em tecnologias convencionais e processos que os transformadores já estavam usando. Os sistemas Ellium compreendem vários monômeros, oligômeros , aditivos, catalisadores e , eventualmente, cargas. Em termos de química, elas são efetivamente consideradas como uma resina acrílica”

As peças de compósitos feitas a partir de Elium ® são de 30 a 50 % mais leves do que as mesmas peças feitas de aço, mas oferecem a mesma resistência, segundo a Arkema. A densidade dos compostos varia de 1,55 com fibra de carbono ( de volume de 60 % ) para 1,9 com fibra de vidro ( 50 % em volume). Quando combinadas com iniciadores peróxido fornecidos pela Arkema, as resinas Elium ® podem ser moldadas em formas de projeto complexas  para peças em compósitos, misturando-se perfeitamente com fibras de vidro ou carbono. As resinas Ellium, segundo a Arkema, são também compatíveis com as tecnologias convencionais de transformação de resinas termofixas ( Resin Transfer Molding (RTM), Infusão, Flex- molding ), o que reduz os custos de transformadores. “Nosso objetivo é atingir um tempo de ciclo de 2-3 minutos para o setor automotivo usando RTM rápida e 20-30 minutos para peças de ônibus e caminhões, usando RTM Leve”, afirma Taillemite.

Tecnologia projetada para as peças de alto desempenho, recicláveis e fáceis de serem termoformadas

Ao contrário dos poliésteres insaturados, as resinas Elium ® não contém estireno . E por causa das suas propriedades termoplásticas, elas podem ser utilizadas no projeto de peças de compósitos que são facilmente termoformadas e recicláveis, com o desempenho mecânico comparável a peças de epóxi. Segundo a Arkema, peças feitas de Elium ®  são montadas facilmente por solda e/ou cola.

Peças custam menos para serem fabricadas do que com outras tecnologias de termoplásticos

De acordo com a Arkema, a tecnologia Elium ® reduz o custo de peças de compósitos termoplásticos de fibra longa. Três fatores atraentes contribuem para esta vantagem de custo-benefício: as resinas são fáceis de usar em processos de resinas termofixas convencionais, elas são transformadas à temperatura ambiente e não contém quaisquer produtos fabricados, como organo-sheets.

A partir de um interesse crescente em biomateriais e reciclagem e para atender à demanda insaciável dos fabricantes de compostos por maior desempenho, a Arkema tem desenvolvido resinas e polímeros que oferecem a solução perfeita na busca de materiais mais leves. A linha Ellium é uma solução nesse sentido.

Fonte: Arkema

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Evonik introduz no mercado brasileiro acrílico de alto brilho para indústria automobilística

23/10/2013

Utilizado em larga escala  na Europa e nos Estados Unidos, o ACRYLITE® Hi-Gloss, o acrílico especial da Evonik desenvolvido para uso em aplicações automotivas não transparentes, começa a conquistar as montadoras brasileiras de veículos. Segundo a Evonik, a resina de PMMA é produzida na cor Black Piano e possui altíssimo brilho e excelente resistência a intempéries. A empresa afirma que o ACRYLITE® Hi-Gloss é ideal para revestir colunas A, B e C externas dos veículos, retrovisores, lanternas, molduras de rádio e peças do painel.

“O produto oferece excelente custo-benefício e alta durabilidade. Como principais vantagens estão alto brilho sem necessidade de pintura, design leve, economia na produção, altíssima resistência às condições adversas do tempo e possibilidade de polimento”, declara Carla Camilo, chefe de produtos da área de Polímeros Acrílicos da Evonik.

A Evonik destaca que a eficiência e qualidade da sua resina acrícilica são testadas durante todo ciclo de vida do automóvel, garantindo o mesmo padrão inicial, sem perda de brilho. Além disso, características como resistência química, abrasão e facilidade de moldagem o tornam o candidato ideal para substituição de peças plásticas pintadas para uso nas colunas externas, por exemplo, bem como em peças de acabamento no interior dos veículos.

Já é de conhecimento do mercado que peças de plástico pintadas têm maior custo de produção, porque requerem uma etapa adicional de trabalho. A vantagem da utilização do ACRYLITE® Hi-Gloss, segundo a Evonik, é que este passo é completamente eliminado, resultando em economia de até 40% no custo total da peça em comparação com sistemas de componentes pintados.

Os benefícios vão além da economia. Destaca a empresa que, com suas propriedades especiais, o ACRYLITE® Hi-Gloss oferece aparência particularmente luxuosa e superfície de alta qualidade aos componentes. Comparativamente, peças feitas com este material (polimetilmetacrilato – PMMA) também são mais leves do que as metálicas. Como resultado, o próprio veículo fica mais leve, tem menor consumo de combustível e produz menos CO2.

A indústria automotiva brasileira produziu mais de 3,3 milhões de veículos em 2012 e é nesse mercado que a Evonik pretende solidificar o ACRYLITE® Hi-Gloss.“Estamos apresentando o ACRYLITE® Hi-Gloss às montadoras instaladas no Brasil e elas têm demonstrado grande interesse, tanto que o material estará presente em um breve lançamento”, destaca Carla.

A Evonik é um dos principais líderes mundiais em especialidades químicas. Ela atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2012, mais de 33.000 colaboradores geraram vendas em torno de 13,4 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 2,4 bilhões de Euros. No Brasil, a empresa conta hoje com cerca de 500 colaboradores no País e seus produtos são utilizados como matéria-prima em importantes setores industriais, como: automotivo, agroquímico, biodiesel, borracha, construção civil, cosmético, farmacêutico, nutrição animal, papel e celulose, plástico, química e tintas.

Fonte: Evonik

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Evonik oferece linha de acrílicos para barreiras acústicas

13/02/2013

A Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, oferece ao mercado uma linha de acrílicos especiais, de elevado desempenho, que oferecem excelentes benefícios quando aplicados como barreiras acústicas.

Recurso ainda pouco explorado no Brasil, as barreiras acústicas em vias de trânsito visam bloquear o ruído emitido por veículos e que afetam o dia a dia das pessoas que vivem nas comunidades lindeiras e até mesmo dos motoristas. Quando utilizadas, geralmente as barreiras são construídas de concreto ou de metal, sendo que podem se tornar mais eficientes quando produzidas de acrílico, que substitui com vantagens tais materiais.

Uma das vantagens observadas com o uso do acrílico é o reduzido peso da barreira se comparado a outros materiais. Além disso, a transparência proporciona melhor conforto visual para o motorista e torna o entorno mais agradável esteticamente.

Para esta finalidade, destaca-se o ACRYLITE® Soundstop, chapa com propriedades de barreira acústica e contra vento, indicadas para avenidas, estradas, rodovias, ferrovias, aeroportos, pontes, passarelas, sem prejudicar a visão de motoristas, condutores ou pedestres. O material ainda pode ser reforçado por filamentos de poliamida, aumentando ainda mais a segurança do motorista e tornando-se ideal para uso em pontes e passarelas.

“Há um grande potencial de mercado a ser explorado no país no que se refere a barreiras acústicas, tendo em vista que a expansão das áreas urbanas levam, cada vez mais, bairros e comunidades junto a estradas e outras vias”, afirma Carla Camilo, Chefe de Produtos da área de Polímeros Acrílicos, da Evonik. “Os investimentos em infraestrutura previstos para os próximos anos em diversas áreas poderão ser especialmente beneficiados pelo uso do ACRYLITE® Soundstop”, ressalta.

Propriedades diferenciadas
A linha de produtos é composta de chapas planas, corrugadas e alveolares, tubos e bastões com grande variedade de cores, com ou sem texturas, translúcidas e opacas. Disponíveis em diferentes dimensões, permitem corte, dobras, perfurações e colagens, favorecendo a moldagem de inúmeras formas.

A linha ACRYLITE® caracteriza-se, também, pela resistência química e a raios ultravioletas – não amarela com o tempo -, pelo alto brilho, transmissão de luz de 92%, entre outros atributos. O material é totalmente reciclável, atendendo as atuais necessidades de obras e projetos que favoreçam a sustentabilidade.

Fonte: Evonik

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Evonik anuncia aumento da capacidade de produção de metacrilato de metila

08/09/2011

A Evonik, uma das principais fornecedoras de metacrilatos, está aumentando a capacidade de produção de suas plantas de metacrilato de metila ao redor do mundo, para suprir uma crescente demanda.

 A Evonik aumentará sua capacidade de produção de metacrilato de metila através de projetos de desgargalamento e uma série de expansões de plantas já existentes na Europa (Worms e Wesseling, na Alemanha), Ásia (Xangai, na China), e nos Estados Unidos (Fortier), em 2011 e 2012.

Após finalizar os projetos, a Evonik produzirá, aproximadamente, 50.000 toneladas métricas adicionais de metacrilato de metila. Thomas Muller, vice-presidente sênior e gerente geral de Monômeros Acrílicos, disse, a respeito da expansão de capacidade previamente anunciada: “Estamos reagindo a tempo para apoiar o crescimento dos nossos clientes”.

 Metacrilato de metila é usado, principalmente, para resinas de polimetilmetacrilato (acrílicas) e para revestimentos de superfícies.

 A Evonik produz e comercializa metacrilato de metila, ácido metacrílico e metacrilato de butila; metacrilamida, hidróxiésteres e monômeros acrílicos, sob a marca Visiomer®.
 

Informações sobre a empresa

Evonik Industries é o grupo industrial  da Alemanha. A empresa é uma das líderes mundiais em especialidades químicas, seu principal negócio.

A Evonik atua em mais de 100 países no mundo. No ano fiscal de 2010, mais de 34.000 colaboradores geraram vendas de 13,3 bilhões de Euros e lucros operacionais (EBITDA) de 2,4 bilhões de Euros.

 No Brasil, a história da Evonik Industries, começou em 1953. A empresa conta hoje com cerca de 500 colaboradores no país. Os produtos da marca são utilizados como matéria-prima em importantes setores industriais, como: automotivo, biodiesel, borracha, construção civil, farmacêutico, nutrição animal, papel e celulose e plásticos.

Fonte: Via Pública Comunicação / Evonik

Venda de Plásticos de Engenharia cresce no País.

30/08/2011

Pesquisa promovida pela ADIRPLAST revela que a comercialização no Brasil dos plásticos de engenharia deve chegar a 35 mil toneladas neste ano

O consumo de plásticos de engenharia no Brasil cresceu em 2010. Segundo levantamento promovido pela ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas – e realizado Maxiquim Consultoria, o faturamento dos distribuidores ligados à entidade com o segmento de especialidades cresceu 1,5% no ano passado. Foi de 7,4% para 8,9% da participação no montante faturado pelas empresas.

Em relação ao volume de vendas, a pesquisa apontou que os plásticos de engenharia, também conhecidos por especialidades, tiveram, em 2010, 6,3% de participação na cadeia de distribuição de resinas.

E a boa fase dos plásticos de engenharia no mercado nacional deve se repetir neste ano. Levantamento que considera o primeiro trimestre deste ano, feito entre as empresas associadas à entidade, mostra que as especialidades foram responsáveis por mais de 10% do faturamento dos distribuidores, contra apenas 8,3% no mesmo período do ano passado. E a expectativa da ADIRPLAST é que esse mercado ainda cresça 28% neste ano, chegando a 35 mil toneladas comercializadas.

Entre os plásticos de engenharia, os que mais se destacam hoje no mercado brasileiro são ABS e San, Eva, Poliacetal e Poliamida, entre outros.

Para Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST, o avanço nas vendas dos plásticos de especialidades no mercado nacional reflete a boa fase pela qual passa o país e principalmente os segmentos industriais que mais fazem uso dessas matérias-primas: “A maior qualificação da indústria nacional e aumento de consumo da população são alguns dos motivos pelos quais vemos o mercado de plásticos de engenharia crescendo a cada ano. Segmentos ligados aos mercados automobilístico, médico-hospitalar, alimentício ou de higiene pessoal, além dos mercados de produtos mais sustentáveis, de eletro-eletrônico e de construção, são alguns dos consumidores desse tipo de material”.

Novidades, tecnologia e variedade
Diversas resinas compõem o segmento de plásticos de engenharia. Elas apresentam propriedades diferenciadas em relação às resinas commodities, como o polietileno (PE), o polipropileno (PP), o poliestireno (PS) e o PVC.

Pelas suas propriedades mecânicas, térmicas e óticas, os plásticos de engenharia são usados em aplicações de alta tecnologia. No setor automotivo, por exemplo, elas vêm sendo utilizadas cada vez mais, inclusive como substitutas de metais como o aço e o alumínio. Essa substituição tem ajudado a diminuir o peso dos veículos e, consequentemente, a reduzir o consumo de combustíveis e a emissão de gases nocivos à saúde.

Entre os principais plásticos de engenharia oferecidos hoje pelos distribuidores ligados à ADIRPLAST destacam-se as diferentes variedades de ABS (Acrilonitrila Butadieno-Estireno), SAN (Copolímero Estireno-Acrilonitrila), compostos de PP e PE, MABS (resinas mistas), ASA (Acrilonitrila Es tireno-Acrilato), PA (Poliamida), PBT (Polibutileno Tereftalato), POM (Poliacetal), PMMA (Polimetacrilato de Metila) e PPA (Poliftalamida), entre inúmeros outros tipos.

Atualmente as principais novidades deste segmento ficam por conta das resinas modificadas e blendas, algumas formuladas com materiais de alto apelo tecnológico e até sustentável. O material tem sido mais usado pelas empresas que trabalham mais fortemente o apelo de sustentabilidade de seus produtos e marcas.

Destaque também para algumas resinas mais específicas, usadas principalmente pela indústria médico-hospitalar, assim como para a copoliéster, que confecciona produtos de alta resistência, tanto ao impacto como a altas temperaturas, suportando acima dos 100°C. O material ainda oferece resistência química aos produtos e uma transparência similar a do vidro, entre outras propriedades marcantes. Sem contar que o componente é livre de substâncias restritas e, por isso, aprovado pelos mais respeitados ór gãos de regulamentação de materiais de destinação a contato humano. Hoje os principais mercados consumidores deste produto têm sido os fabricantes de embalagens de cosméticos e utilidades domésticas.

Já para os mercados de construção e design, a tecnologia fica por conta da resina ABS/PMMA. O material oferece alta resistência a impactos, a tração e a altas temperaturas. Fácil de moldar e altamente resistente à exposição ao tempo e a produtos químicos, esse plásticos tem sido usado na fabricação de sanitários de ônibus, cubas de banheiro e até banheiras de hidromassagem.

Fonte: Adirplast / Baião de 3

 

BASF investe em Complexo de Ácido Acrílico de escala global no Brasil

22/08/2011
  • Maior investimento da história da BASF na América do Sul
  • Início das atividades produtivas planejado para 2014
  • Braskem S.A. será o parceiro estratégico no fornecimento de matérias-primas e utilidades
  • Início da produção de acrilato de 2-etil-hexila em Guaratinguetá, São Paulo, Brasil

A BASF investirá em um Complexo Produtivo de escala global para a produção de ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes (SAP) em Camaçari, Bahia, Brasil. Será a primeira fábrica de ácido acrílico e superabsorventes da América do Sul. Com um investimento superior a 500 milhões de Euros, este será o maior aporte da BASF ao longo de sua história de 100 anos na América do Sul.

Além disso, a BASF passará a produzir acrilato de 2-etil-hexila, uma importante matéria-prima para as indústrias de adesivos e tintas especiais, no atual Complexo Químico de Guaratinguetá, São Paulo. Esta também será a primeira fábrica do produto na América do Sul.

Com o novo Complexo de Ácido Acrílico, a BASF assegurará o fornecimento de matéria-prima para importantes produtos, como: fraldas, químicos para construção, resinas acrílicas para tintas, tecidos e adesivos.

“A BASF é atualmente líder global e regional na cadeia de valor dos acrílicos. Em função do forte crescimento do Brasil, chegou a hora para realizarmos este importante investimento, que irá fortalecer nossa posição de liderança e ratificar nossa confiança no desenvolvimento do mercado sul-americano”, diz Dr. Stefan Marcinowski, membro da Junta Diretiva da BASF SE.

“O projeto reforça a importância da região para a BASF, assegurando o fornecimento de nossos produtos para nossos clientes na América do Sul e contribuindo para o desenvolvimento do País”, afirma Dr. Alfred Hackenberger, Presidente da BASF para a América do Sul.

O Polo de Camaçari foi escolhido em função da disponibilidade de matéria-prima (propeno) e utilidades, fornecidas pela Braskem S.A., a maior indústria química do Brasil e parceira estratégica da BASF neste projeto.

“O acordo com a BASF permitirá potencializar os benefícios para toda a cadeia produtiva do ácido acrílico, não apenas em razão da capacidade de produção do projeto e do porte do investimento como também pelas tecnologias disponíveis. Além disso, estimulará o surgimento de um novo ciclo de investimentos no Polo de Camaçari, atraindo novas empresas de manufatura para a Bahia”, diz Carlos Fadigas, Presidente da Braskem.

A construção do novo Complexo de Ácido Acrílico começará em 2011, gerando cerca de 1.000 empregos durante a construção. O início das atividades produtivas está previsto para o quarto trimestre de 2014, gerando 230 empregos diretos e 600 indiretos. A produção de acrilato de 2-etil-hexila em Guaratinguetá está planejada para iniciar em 2015, com base no ácido acrílico produzido em Camaçari, BA.

“Esperamos que o investimento traga um impacto muito positivo para a balança comercial do País de cerca de US$ 300 milhões ao ano, sendo US$ 200 milhões por meio da redução de importações e US$ 100 milhões em função do aumento das exportações”, diz Hackenberger.

O ácido acrílico é um importante produto na cadeia de valor dos superabsorventes, componentes ativos de fraldas de bebês e outros produtos de higiene. Éster acrílico, o mais importante derivado do ácido acrílico, é utilizado para produzir matérias-primas para adesivos, químicos para construção e tintas decorativas, como as da Suvinil, marca de tintas decorativas da BASF e líder no segmento Premium no Brasil.

Fonte: BASF

 

Braskem e Basf anunciam acordo que viabiliza a criação de um polo acrílico no Brasil

22/08/2011
Braskem fornecerá propeno e outros insumos ao projeto na Bahia, onde serão investidos mais de US$ 750 milhões
A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas e líder global na produção de biopolímeros, firmou acordo com a Basf, empresa química líder mundial e presente no Brasil há mais de 100 anos, para o fornecimento de propeno e soda para o projeto em escala mundial de ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes (SAP) no Brasil. A Basf irá investir mais de US$ 750 milhões na construção de fábricas no Polo de Camaçari, na Bahia, que serão as primeiras a produzir ácido acrílico e SAP no Brasil e na América do Sul. O investimento da Braskem será na ordem de US$ 30 milhões.O propeno a ser fornecido pela Braskem, no valor aproximado de US$ 200 milhões por ano, será a principal matéria-prima para a produção de ácido acrílico, utilizado em tintas, indústria têxtil e no setor de mineração, entre outros, bem como acrilato de butila, insumo para a indústria têxtil e construção civil, e polímeros superabsorventes, que são usados para produzir fraldas, para tratamento de água e extração de petróleo, entre outras aplicações.

O volume de propeno previsto no contrato atualmente é destinado pela Braskem à exportação. Com esse acordo, o produto passará a ser consumido no mercado interno com agregação de valor, gerando efeitos positivos para a balança comercial do Brasil pela substituição de importações de ácido acrílico, acrilatos e superabsorvente. Além disso, o projeto aportará alto conteúdo tecnológico proprietário da Basf, contribuindo para a competitividade de setores que fabricam no país fraldas, tintas, têxteis e produtos para a construção civil, entre outros.

“O acordo com a Basf permitirá potencializar os benefícios para toda a cadeia produtiva do ácido acrílico em razão da capacidade de produção do projeto e do porte do investimento. Além disso, estimulará o surgimento de um novo ciclo de investimentos no Polo de Camaçari, atraindo novas empresas de manufatura para a Bahia”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem.

“Com esse investimento no Brasil, nós reforçamos nossa liderança local e global na cadeia de valor de acrílicos, garantindo o fornecimento dos nossos produtos para os consumidores da região e contribuindo para o desenvolvimento do país”, diz Alfred Hackenberger, presidente da Basf América do Sul.

A localização da planta foi definida com base na competitividade oferecida pela Bahia, além da disponibilidade das matérias-primas, propeno e soda, e de utilidades em geral, que também serão supridas pela Braskem. O projeto, previsto para começar a ser implementado ainda em 2011, é um incentivo à criação de um Complexo Acrílico no Polo de Camaçari e deverá entrar em operação em 2014. Durante as obras, serão criados cerca de mil empregos diretos.

Fonte: Braskem