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Fibra de poliimida da Evonik é certificada para aplicações têxteis em contato com a pele

20/09/2021

  • Segundo a empresa, o certificado classifica a fibra P84 HT como inofensiva à saúde
  • Fibra de alta temperatura, até 30% mais leve, para roupas de proteção
  • OEKO-TEX Standard 100 – certificado globalmente reconhecido para têxteis testados contra substâncias nocivas

A Evonik divulgou que a OEKO-TEX certificou a sua fibra P84 HT de acordo com o Standard 100 para aplicações de contato com a pele. A atual comunidade de 18 institutos de testes e pesquisas da Europa e do Japão classificou a fibra de alta temperatura como inofensiva à saúde, afirma a empresa. Com a obtenção deste certificado de reconhecimento global, a Evonik pretende estabelecer a P84 HT como novo padrão de qualidade na indústria têxtil para roupas de proteção.

Fibra para aplicações têxteis altamente técnicas

Segundo a Evonik, a P84 HT é uma fibra de alta tecnologia com propriedades têxteis excelentes em altas temperaturas. O fabricante afirma que, na comparação com outros materiais, a sua fibra de poliimida mantém a sua flexibilidade mesmo a 280°C. Em virtude dessa característica, ela é mais durável em aplicações de temperaturas médias mais altas e frequentes picos de temperatura. De acordo com a empresa, um teste de flexão padronizado certifica que a nova fibra P84HT possui quase duas vezes mais flexibilidade que materiais convencionais.

A fabricante alemã afirma que a P84 HT tem até 30% menos peso que as fibras de aramida, além de apresentar propriedades isolantes diferenciadas, sendo respirável e conferindo uma sensação agradável em contato com a pele. Em virtude dessas propriedades, a Evonik está posicionando a P84 HT no mercado como um novo material preferencial para roupas de proteção, tais como capuzes e luvas, ou como material componente em têxteis altamente técnicos usados na fabricação de equipamentos de proteção individual (EPIs).

P84 HT testada em relação a 100 poluentes

O certificado Standard 100 da OEKO-TEX ratifica que todos os componentes do respectivo produto foram testados em relação a 100 substâncias nocivas e classificados como inofensivos à saúde. A lista de critérios inclui corantes carcinógenos e alérgenos, formaldeído ou DMF e várias substâncias regulamentadas e não regulamentadas que podem prejudicar a saúde humana.

A Evonik é o maior fabricante mundial de fibras de poliimida quimicamente resistentes, termoestáveis e não inflamáveis. A P84 HT integra uma nova geração de produtos desenvolvidos para responder à crescente demanda da indústria por flexibilidade e estabilidade mecânicas em temperaturas operacionais contínuas. Com esse lançamento, a empresa de especialidades químicas dá seguimento à sua tradição de três décadas nos parques químicos de Lenzing e Schörfling (Áustria) no desenvolvimento e na produção de fibras plásticas de alto desempenho.

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Dow inaugura centro de inovação para a América Latina em Jundiaí

27/08/2021

Entre os inúmeros estudos realizados nos laboratórios, há também o foco nas tecnologias para embalagens de alimentos e bebidas, centralizadas no Pack Studios – centro de inovação para o desenvolvimento de soluções de embalagem

A Dow escolheu o Brasil para ser sede do centro de inovação para a América Latina, o Latin America Inspiration Center. Localizado em Jundiaí (SP), o Latin America Inspiration Center concentra em um único lugar uma estrutura de pesquisa e desenvolvimento que será o núcleo tecnológico de inovação sustentável e colaborativa da Dow para a América Latina. A empresa é uma das indústrias químicas que mais investe, globalmente, em Pesquisa e Desenvolvimento. De Jundiaí, atenderá a clientes e parceiros de todos os países em que a Dow atua na América Latina.

Com 9.291 metros quadrados, o Latin America Inspiration Center conta com laboratórios de alta tecnologia e equipamentos de última geração, além de laboratórios de avaliação sensorial e de análise de desempenho de materiais, espaços de colaboração para processos de design thinking, salas multiuso e espaços para treinamentos presenciais ou digitais.

Indústria da embalagem

Segundo a Dow, as instalações do novo centro estão preparadas para impulsionar a inovação sustentável da indústria da embalagem, com foco nas tecnologias do segmento de alimentos e bebidas.

Os laboratórios da área de Embalagem & Especialidades Plásticas (P&SP) possuem equipamentos para testes físicos de desempenho mecânico (impacto, perfuração, rasgamento, tração); medidas de propriedades físico-químicas e ópticas dos filmes; quantificação de aditivos via cromatografia (GC-MS e HPLC); caracterização de polímeros e embalagens (composição, degradação, contaminação) via Espectroscopia infravermelha, análise térmica (DSC e TGA) e reologia; e visualização e caracterização de multicamadas em embalagens via Microscopia de estágio quente.

O Innovation Center abriga o Pack Studios, espaço de pesquisa colaborativa e desenvolvimento de projetos com clientes e parceiros da área de Embalagem & Especialidades Plásticas (P&SP). De acordo com as Dow, a atuação colaborativa visa desenvolver melhorias e novas soluções para a indústria do plástico que impactem positivamente o mercado e o meio ambiente. Um dos destaques é a extrusora de nove camadas, que é capaz de fazer embalagens 100% preparadas para a reciclagem.

O ambiente conta com uma ferramenta de transmissão ao vivo, permitindo que clientes e colaboradores acompanhem a prototipagem, a produção e os testes de maneira remota. Criado na América Latina, o projeto se estendeu para outros Pack Studios no mundo.

A estrutura inclui, ainda, uma máquina de reciclagem mecânica, produção de filmes, moldagem por injeção e por sopro, túnel de encolhimento, termoformadora e ensacadora de forma, enchimento e selagem.

Nesse ambiente, a Dow irá fomentar parcerias colaborativas com seus clientes, donos de marcas e a comunidade científica para acelerar esforços em direção à inovação da indústria latino-americana. “Acreditamos que inovação começa com colaboração. Trabalhamos de perto com nossos clientes para ajudá-los a solucionar seus desafios e assim, contribuir para torná-los mais sustentáveis e para melhorar seu desempenho e produtividade”, enfatiza Ana Claudia Rueda, Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento e Serviços Técnicos da Dow América Latina.

Integração e colaboração

A Dow afirma que pretende desenvolver inovações em ciência dos materiais por meio de três pilares estratégicos na América Latina: Inovação Sustentável, Aceleração Digital e Ecossistema Inovador. Na prática, isso significa ajudar seus clientes e a cadeia de valor dos segmentos em que atua a desenvolver soluções mais sustentáveis com foco na proteção do clima, em uma economia circular e no manuseio de materiais mais seguros para as pessoas e para o planeta; usar a conectividade e a digitalização para promover rápidas aprendizagens e respostas às mudanças no mercado; e dispor de um time diversificado de especialistas que garantam a inovação com segurança e agilidade.

Segundo a empresa, é por isso que, além da estrutura avançada, um dos grandes diferenciais do Latin America Inspiration Center é seu time multidisciplinar. Ao todo, cerca de 200 especialistas irão conectar as tecnologias, os laboratórios e as equipes de suporte técnico e pesquisa e desenvolvimento da Dow aos outros laboratórios que a Dow possui no México, Colômbia, Brasil e Argentina, bem como à rede global de especialistas, permitindo a replicação e adaptação de soluções desenvolvidas em outras geografias para a realidade dos mercados locais.

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Espuma estrutural da Evonik está presente em carro autônomo desenvolvido pela Unicamp E-Racing

13/08/2021

A espuma estrutural rígida de polimetacrilimida (PMI) Rohacell, fornecida pela Evonik há mais de 50 anos, está presente em mais um projeto inovador da Unicamp E-Racing: o carro autônomo.

A equipe Unicamp E-Racing, formada por cerca de 100 estudantes de Engenharia Mecânica, Elétrica, Computação, Controle e Automação e em Física da Universidade Estadual de Campinas, além de dois professores orientadores, consagrou-se como a primeira equipe das Américas a ter um carro sem piloto para a próxima edição da Fórmula SAE (FSAE), competição mundial organizada pela Society of Automotive Engineers (SAE).

“O grupo vem trabalhando no seu mais novo projeto desde o início de 2020. Denominado E2021, é com certeza o projeto mais complexo que a equipe já desenvolveu: 100% elétrico, com quatro motores (um motor em cada roda) e com um sistema autônomo embarcado ao carro”, explica Eduardo Smarieri Xavier, Diretor Administrativo da Mecânica na Unicamp E-Racing.

Segundo ele, o planejamento de competição depende muito da permissão para a volta aos trabalhos presenciais, mas o propósito é que o protótipo dispute a próxima edição presencial da Formula SAE BRASIL, e então participe das competições internacionais no ano seguinte, com foco na competição FSG – Formula Student Germany.

“Para a Evonik, essa parceria contribui para a divulgação da marca Rohacell nas competições e promove o conhecimento prático dos universitários que serão inseridos no mercado de trabalho já conhecendo as excelentes propriedades deste material, empregado em tecnologias automotivas, aeroespaciais, eólicas, navais, eletrônicas, médicas e de equipamentos esportivos”, destaca Rodrigo Marques, Coordenador de Negócios da área de Polímeros de Alta Performance da Evonik.

Resistência, leveza e desempenho

O Rohacell, fornecido pela Evonik, será utilizado no pacote aerodinâmico do fórmula elétrico e autônomo E2021 (asa dianteira, asa traseira e Endplate). Para que o pacote aerodinâmico suporte com segurança as forças solicitadas (cerca de 138N de força vertical e 79N de força horizontal), é necessário um material de núcleo. Além disso, por se tratar de um carro elétrico de alta performance, busca-se sempre otimizar o projeto e reduzir seu peso total.

“O Rohacell se adequa perfeitamente ao nosso projeto, pois permite segurança e, ao mesmo tempo, um baixo peso total, já que apresenta alta resistência e uma baixa densidade, que permitem uma melhora de performance em pista de nosso veículo”, conta o Diretor Administrativo da Mecânica na Unicamp E-Racing.

A parceria da Evonik com a universidade – iniciada há cerca de seis anos – consiste no fornecimento do produto Rohacell em placas para a montagem estrutural dos protótipos, desenvolvidos e manufaturados para a competição anualmente e que visam apresentar inovações e soluções criativas para atender às futuras exigências do mercado.

“Nossa solução permite que os componentes possam ser produzidos com rapidez e eficiência, reduzindo o tempo e os custos de produção. Além disso, as vantagens da redução do peso permitem economizar energia ao longo da vida útil do veículo”, destaca Rodrigo Marques, elencando ainda demais benefícios da espuma de PMI, como excelente propriedade mecânica em uma ampla faixa de temperaturas; resistência a altas temperaturas; fácil processamento; excelente resistência dinâmica e versatilidade de processamento.

Desde 2011, o projeto Unicamp E-Racing constrói carros elétricos de alta performance e que já mostrou para o mundo o potencial da tecnologia brasileira, sendo heptacampeões nacionais e bicampeões mundiais.

“Possuímos o recorde de carro mais rápido das Américas com uma aceleração de 0-100 km/h em 2,4 segundos. Mas nossa missão não é apenas superar limites: é tornar o Brasil referência em mobilidade elétrica globalmente. Por isso adentramos a mobilidade autônoma e desenvolvemos o primeiro fórmula autônomo de todo a América”, complementa Eduardo Smarieri Xavier.

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Covestro desenvolve processo para a reciclagem química da espuma flexível de poliuretano de colchões usados

05/04/2021

Pesquisador da Covestro Sebastian Scherf em experimento de reciclagem química de colchões de espuma de poliuretano

  • Processo inovador para recuperação das duas principais matérias-primas
  • Nova planta piloto para reciclagem química em operação

A Covestro afirma ter desenvolvido um processo inovador para a reciclagem química da espuma flexível de poliuretano (PU) de colchões usados; o processo se baseia na participação junto ao projeto PUReSmart, que é coordenado pela empresa Recticel. Este projeto recebeu financiamento do programa de inovação de pesquisa Horizon 2020 da União Europeia

Em média, os colchões contêm entre 15kg e 20kg de espuma, o que resulta em uma grande quantidade de resíduo ao final de sua vida útil. A espuma é basicamente feita a partir de duas importantes matérias-primas. Enquanto outras formas de reciclagem química concentram-se no processamento de uma delas, o processo da Covestro agora permite a recuperação das duas matérias-primas.

Recentemente, a Covestro também iniciou as operações em uma planta piloto para a reciclagem de espuma flexível no site de Leverkusen, na Alemanha, a fim de comprovar os resultados positivos obtidos em laboratório até então. A primeira fase focalizará a reciclagem de uma das matérias-primas, antes de seguir para os pilotos com a recuperação do segundo componente, ainda este ano.

O objetivo da Covestro com este projeto é industrializar os processos de reciclagem química para espumas flexíveis usadas e, por fim, revender ambas matérias-primas recuperadas.

Fechando ciclos de materiais

“O desenvolvimento desta inovadora tecnologia de reciclagem e o investimento na planta piloto são marcos importantes para a nossa visão de alinhamento da Covestro à economia circular”, afirma o CEO Markus Steilemann. “Ao fazermos isso, queremos substituir os recursos fósseis na produção, reduzir ainda mais a pegada de carbono de nossos materiais e criar novas soluções para lidar com o resíduo plástico. A reciclagem química é particularmente promissora para este fim e precisa ser desenvolvida e utilizada mais intensamente, de forma geral. Além de tudo, ela deve estar na mesma base legal de outros métodos de reciclagem”.

Em cooperação com as empresas Recticel e Redwave – uma divisão da Wolfgang Binder GmbH – e como parte do projeto de pesquisa PUReSmart, a Covestro também desenvolveu uma solução inteligente de classificação para separar as diferentes espumas de PU de colchões pós-consumo, afirma a empresa. O software utiliza algoritmos para identificar de forma correta os tipos de espuma, o que aumenta a eficácia do processo de reciclagem. Este desenvolvimento é outro elemento da estratégia de digitalização da Covestro, combinado com as novas oportunidades que ele representa para as indústrias química e de plásticos.

Co-criação de um ecossistema circular

“Com base em nossas competências e experiências, nós queremos participar da formação de um novo ciclo de geração de valor”, afirma Daniel Meyer, Head Global do segmento de Poliuretanos da Covestro. “Para isso, contamos com a cooperação internacional de parceiros e o desenvolvimento de modelos de negócios inovadores. O objetivo é gerar novas oportunidades de negócios sustentáveis com nossos clientes, outros parceiros e para nós mesmos”.

O projeto é um importante passo que leva a visão de economia circular da Covestro a um novo patamar. O aumento da utilização de materiais usados contribui ainda mais para resolver o desafio social da eliminação sustentável desses resíduos e para alcançar os objetivos da União Europeia para a economia circular e para a proteção do clima e do ambiente.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Grupo Arkema adquire fabricante brasileira de adesivos e selantes Poliplás

09/02/2021

Negociação ocorreu por meio da subsidiária Bostik e visa fortalecer presença no mercado de adesivos e selantes

O grupo francês Arkema, por meio da sua Bostik, líder global em soluções inovadoras para adesivos e selantes, iniciou processo de aquisição da Poliplás Ltda, empresa brasileira produtora de tecnologias híbridas para adesivos e selantes. A negociação faz parte da estratégia do conglomerado francês de consolidar a presença da Bostik no segmento de adesivos para construção, e ampliar a participação do grupo em regiões com forte potencial de expansão.

Fundada em 1995, a Poliplás conta com 95 funcionários em sua planta em São José do Rio Preto, faturou R$ 65 milhões em 2020, e está presente em mais de 15 países, sendo líder na América Latina na fabricação de adesivos e selantes híbridos. Esta tecnologia, com amplo espectro de funcionalidades, é estratégica para a Bostik globalmente.

Atendendo ao mercado através de sua marca com o mesmo nome, a Poliplás passa a complementar a oferta da Bostik, que está presente no Brasil com a marca Fortaleza (argamassas, rejuntes, bricolagem, entre outros). As duas identidades serão mantidas.

O atual Diretor Geral da Poliplás Ltda, José Ricardo Checa, continuará na equipe, integrando-se ao time Bostik e sendo o responsável pela expansão comercial do negócio de Adesivos e Selantes.

Estratégia global

O presidente da Arkema Brasil, Eric Schmitt, ressalta a importância da aquisição e as perspectivas futuras. “Estamos dando todos os passos para implementar soluções inovadoras e a aquisição da Poliplás faz parte da estratégia de crescimento da Bostik no segmento da construção civil, reforçando a liderança global em adesivos e selantes híbridos. Assim, pretendemos ampliar nossa área de atuação, levando mais produtos e conquistando mais clientes”, disse.

Fabrício Buzeto, diretor geral da Bostik, destaca que a empresa é sustentada pela inovação. “Buscamos a inovação vigorosamente, aplicando os avanços tecnológicos mais recentes ao desenvolvimento de adesivos “inteligentes”. Observamos com atenção as tendências do mercado e trabalhamos para implementar soluções pioneiras e sustentáveis. Com a Poliplás, líder na fabricação de adesivos e selantes híbridos, vamos ampliar de forma consistente nosso leque de produtos, e oferecendo mais diversidade e qualidade”.

Com plantas localizadas em São Roque (SP) e Araraquara (SP),a Bostik passou a fazer parte do grupo Arkema em 2015. Hoje, está presente em 49 países, incluindo 54 centros técnicos de distribuição, vendas e administração, e agora expande sua presença no Brasil com a aquisição da Poliplás.

O Grupo Arkema está estruturado em 3 segmentos dedicados a Materiais Especiais: Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento. O Grupo registrou vendas de € 8,7 bilhões em 2019 e opera em cerca de 55 países com 20.500 funcionários em todo o mundo.

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FCI focaliza atividades em envase e fracionamento para terceiros

28/08/2020

Empresa enxerga na racionalização de recursos a chave para o sucesso da sua nova atividade

A racionalização de recursos talvez seja a principal mudança trazida pelo novo normal pós-pandemia. Suntuosos escritórios darão lugar a modestos home offices, assim como operações que não fazem parte do negócio principal das empresas deixarão de ter sentido. Atenta a esse movimento, a partir de setembro a fabricante de produtos químicos FCI passará a ofertar os serviços de envase e fracionamento para terceiros.

“Envasar, fracionar e etiquetar diversos tipos de produtos é a nossa rotina, mas não é a de muitas empresas que, mesmo assim, são obrigadas a investir em estruturas complexas para dar conta dessas atividades”, afirma Ubirajara Alves, diretor técnico da FCI. Na unidade que opera em Barueri (SP), a FCI fabrica desmoldantes semipermanentes e produtos anticorrosivos – a companhia também atua como fornecedora de adesivos estruturais.

Além de se desviar do foco principal do negócio, salienta Alves, a manipulação de determinados produtos exige pesados investimentos em licenças ambientais e na contratação de seguros. “Oferecemos a solução mais rápida e barata para as empresas que fabricam produtos químicos e os comercializam a granel, mas que também desejam vendê-los em embalagens menores e mais práticas”.

Para dar conta da manipulação desses produtos – de líquidos inflamáveis, pós e pastas até materiais sólidos não alimentícios –, a FCI conta com mais de vinte equipamentos, entre envasadoras automáticas para materiais de alta viscosidade, seladoras, batedores, exaustores e rotuladores.

“Investimos em maquinário e certificações, como a ISO 9001, para a manipulação racional dos produtos. Assim, conseguimos uma excelente relação custo-benefício por quilo de produto envasado ou fracionado”, observa.

Em paralelo à oferta de um processo certificado de envase e fracionamento, a FCI permite que o cliente monitore, em tempo real, a manipulação dos seus produtos por meio de um sistema de câmeras com acesso remoto. “A operação de beneficiamento para terceiros deverá responder por 20% do nosso faturamento já em 2021”, calcula o diretor técnico da FCI.

Situada em Barueri (SP), a FCI é uma empresa especializada na fabricação de desmoldantes e produtos anticorrosivos, bem como no fornecimento de adesivos estruturais. São especialidades químicas consumidas por indústrias que processam diversos tipos de materiais, com destaque para borracha, metal, pneumáticos, compósitos e termoplásticos.

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Evonik inicia produção na nova planta multifuncional de silicones na Alemanha

10/08/2020

  • Moderna unidade de produção reforça o foco da Evonik em soluções para adesivos e selantes
  • Engenheiros concluem testes finais de comissionamento para dar início à produção, apesar da Covid-19
  • Análise e medidas de segurança adicionais foram implementadas para garantir o distanciamento social e as demais diretrizes governamentais

A nova unidade de produção multifuncional da Evonik em Geesthacht, Alemanha, está em pleno funcionamento após a conclusão dos testes de comissionamento e a obtenção das necessárias licenças e autorizações. Os engenheiros produziram pequenos lotes de teste e realizaram as avaliações de segurança essenciais ao início da produção, apesar da complexidade adicional ocasionada pela pandemia.

Em seguida à inauguração em janeiro, a nova planta situada no norte da Alemanha, a 30 quilômetros de Hamburgo, agora está produzindo os silicones e polímeros terminados com grupo sililo (SMPs) usados, por exemplo, em aplicações como adesivos parquet, membranas líquidas para coberturas ou embutimento eletrônico. As capacidades adicionais de produção asseguram aos clientes da Evonik um fornecimento mais rápido e mais confiável e uma escolha mais ampla de produtos como nanotecnologias inovadoras.

“Felizmente, comissionamos o novo parque de tancagem antes da constatação do pleno impacto do coronavírus, mas ainda havia testes a serem feitos antes que pudéssemos estar plenamente operacionais”, disse Dra. Sabine Giessler-Blank, responsável pela linha de produtos Polymer & Construction Specialties. “Estou muito orgulhosa das conquistas da nossa equipe e dos nossos parceiros – afinal, conseguimos concluir o projeto dentro do prazo apesar das diversas medidas de segurança adicionais.

A nova unidade de produção reforça a capacidade de inovação da Evonik e o seu foco em especialidades químicas como silicones e nanotecnologia. Incluem-se silicones de cura por adição e SMPs usados como resinas para adesivos e selantes em adesivos parquet, adesivos para o tratamento de ferimentos e em outras aplicações médicas ou eletrônicas como, por exemplo, compostos de carga para polímeros de condução térmica para o setor de e-mobility.

A Evonik é uma das líderes mundiais em especialidades químicas. A empresa contam com mais de 32 mil colaboradores atuando em mais de 100 países em todo o mundo, tendo gerado vendas de 13,1 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,15 bilhões de euros em 2019.

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Covid-19: Materiais Solvay são usados no primeiro reanimador manual brasileiro 100% autoclavável a temperatura de 134º C

11/06/2020

Equipamento desenvolvido pela empresa brasileira Protec contou com apoio da área de polímeros especiais da Solvay

O primeiro reanimador manual 100% autoclavável e que suporta uma temperatura de 134º C foi desenvolvido no Brasil pela Protec, empresa líder nacional na fabricação de reanimadores manuais e circuitos respiratórios.

A criação do produto contou com a utilização do polímero UDEL® PSU (polisulfona) do Grupo Solvay, um material avançado que permite a produção de peças resistentes a altas temperaturas.

O reanimador manual é equipamento essencial em UTI’s e em salas de emergência médica e em situações de resgate médico. Sua finalidade é a promoção de ventilação artificial com o envio de ar comprimido ou enriquecido de oxigênio para os pulmões do paciente. É usado no enfrentamento de parada respiratória, asfixia, afogamento, infarto ou outras situações que podem levar o paciente a sofrer uma parada cardiorrespiratória.

“Com essa linha Premium de reanimador manual desenvolvida no Brasil, nós estamos dando nossa contribuição para o setor de equipamentos médicos hospitalares. E contamos com o apoio da Solvay”, diz Alexander Massadi, Diretor da Protec Export.

“Com esse apoio, acrescenta – pudemos desenvolver vários produtos com qualidade e durabilidade, que oferece resistência, repetibilidade e confiabilidade em reanimação (Ambú), circuitos ventilatórios e conectores para produtos respiratórios. É por este motivo que hoje no Brasil somos a única empresa a atender aos mais renomados fabricantes mundiais”

A Protec, de capital nacional, tem se tornando reconhecida como desenvolvedora de tecnologia nacional na fabricação e comercialização de equipamentos de suporte à vida, dentro de rigorosos níveis de qualidade exigidos pelo setor médico­hospitalar. Sua atuação tem sido ampliada em nível nacional, uma vez que é empresa fornecedora de itens essenciais aplicados no combate à pandemia da COVID-19.

Do mesmo modo, a Solvay, que no Brasil também atua com a marca Rhodia, tem adotado ações adicionais para apoiar os projetos de desenvolvimento de seus clientes nesse período de pandemia de coronavírus, segundo informa Mônica Martins, gerente do mercado Healthcare da Solvay Specialty Polymers na América do Sul.

Uma dessas ações foi acelerar a importação para o País de polímeros especiais para os clientes empenhados em atender à crescente demanda por equipamentos e instrumentos médicos hospitalares.

Toda essa oferta de produtos emergenciais pode ser conhecida no site especial criado pela empresa em COVID-19.

A Solvay é líder mundial na área de polímeros especiais aplicados em diversos mercados industriais. Um dos segmentos mais relevantes é o de polímeros para a produção de peças e partes para equipamentos e instrumentos médicos, incluindo os respiradores, ventiladores artificiais e reanimadores, implantes ortopédicos e odontológicos, caixas de instrumentos cirúrgicos, entre outros. Fundada em 1863 e contando com 24.100 empregados em 64 países, a Solvay obteve vendas líquidas de € 10,2 bilhões em 2019.

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Borealis converte planta piloto na Áustria para produção de tecido de PP meltblown usado como camada filtrante em máscaras protetoras contra Covid-19

15/05/2020

  • Borealis dá apoio a iniciativas para fabricação de máscaras faciais na Áustria
  • Transformação de linha piloto de desenvolvimento de meltblown em tempo recorde para aumentar o fornecimento de tecidos de filtragem em polipropileno (PP) para máscaras faciais de alta qualidade
  • Resina para meltblown de PP patenteada recentemente permite a produção de fibras superfinas com propriedades superiores de barreira e filtragem

A Borealis anunciou ter iniciado a produção de tecidos meltblown de polipropileno em uma linha piloto nas suas instalações em Linz, na Áustria. Os tecidos meltblown de polipropileno são empregados na fabricação de máscaras protetoras faciais. A Borealis conseguiu rapidamente converter o modo de operação da linha piloto, que antes era voltada somente para Desenvolvimento. Agora, a linha está operando para produção em menor escala na fabricação regular de rolos de tecidos de fibra fina para máscaras faciais. A Borealis afirma que desenvolveu recentemente uma nova resina proprietária de polipropileno (PP) para aplicações de meltblown, a qual aumentou as propriedades de filtragem do tecido devido à sua capacidade de gerar fibras mais finas. Ao explorar uma rede robusta de parceiros de cooperação no país, a Borealis está ajudando a reforçar o fornecimento de meios de filtragem para aumentar a produção de máscaras.

Respondendo à crise do Covid-19

Uma ampla variedade de tecidos meltblown com base em PP pode não ser visível para nós, mas pertencem ao nosso cotidiano. Essas soluções avançadas de PP para tecidos meltblown são usadas não apenas em eletrodomésticos (por exemplo, aspiradores de pó), mas também em dispositivos de refrigeração do ar e aquecimento. Sua importância crucial para as indústrias de higiene e saúde – em particular para máscaras faciais e roupas de proteção – tornou-se dolorosamente aparente, em virtude da pandemia global de coronavírus ter levado a uma escassez global dramática de equipamentos de proteção individual (EPI’s), essenciais para profissionais de saúde e outros.

A Borealis possui um histórico de 35 anos em inovações e fornecimento de PP para aplicações de meltblown e a linha piloto exclusiva em Linz desempenhou um papel importante nesses desenvolvimentos. A linha piloto agora está sendo remanejada para ajudar a atender à necessidade de máscaras faciais. Ao se associar a parceiros da cadeia de valor, organizações governamentais locais e regionais e organizações não-governamentais (ONGs), a Borealis afirma demonstrar sua atenção à saúde e a segurança das comunidades nas quais atua. No momento, diz a empresa, isso está sendo feito com o fornecimento de tecidos de filtragem para máscaras faciais, a fim de responder rapidamente a uma necessidade urgente na região. As instalações da linha piloto convertidas para linha de produção em pequena escala estão localizadas no Pavilhão da Aplicações da sede da Borealis Innovation, em Linz.

O grade HL912FB recém-desenvolvido está sendo usado para produzir tecido meltblown,  o qual poderá ser aplicado em camadas internas de máscaras faciais personalizadas à base de algodão, em máscaras faciais convencionais e também em máscaras mais eficientes usadas por profissionais médicos (FFP1 a FFP3)

Resinas de PP para aplicações meltblown aprimoram filtragem

Uma máscara típica é feita de camadas externas com material spunbond e uma camada intermediária com tecido meltblown (estrutura SMS). As camadas spunbond fornecem as propriedades estruturais, enquanto que a camada meltblown fornece as propriedades de barreira. Para as máscaras mais sofisticadas dos tipos FFP1 a FFP3, estruturas meltblown mais avançadas com fibras extremamente finas são essenciais. A Borealis fornece tanto os materiais de PP para aplicações meltblown como uma variedade de grades de PP spunbond.

A Borealis já fornece outros grades de resinas meltblown para aplicações em filtração (HL708FB and HL712FB). Segundo a empresa, a sua nova resina HL912FB recentemente introduzida no mercado pode ser processada em temperaturas de operação mais altas, permitindo a produção de fibras ainda mais finas. A Borealis afirma que testes internos da nova resina HL912FB mostraram uma melhoria significativa na eficiência da filtragem. Todos os três grades são fabricados nas instalações da Borealis na Europa e disponibilizadas para clientes em todo o mundo.

“A pandemia de Covid-19 levou a um aumento repentino na necessidade de EPI’s, ao mesmo tempo em que as cadeias de suprimentos estavam sendo paralisadas em todo o mundo. Gostaríamos de garantir aos nossos parceiros que continuamos a ser um fornecedor confiável de polímeros avançados para a fabricação de máscaras faciais de alta qualidade e outros EPIs ”, diz Lucrèce Foufopoulos, vice-presidente executiva da Borealis Polyolefins, Innovation and Circular Economy Solutions. “Fiel ao objetivo de nossa empresa (“A vida exige progresso – nós estamos reinventando para uma vida mais sustentável”), estamos oferecendo soluções inovadoras como o grade Borealis HL912FB e remanejando nossa linha piloto para convertê-la em linha de produção em pequena escala de tecidos meltblown. Nós estamos fazendo uso da nossa estreita colaboração com governos, ONGs e parceiros da cadeia de valor para colocar nossas capacidades de inovação e fabricação a serviço da sociedade”, complementou Foufopoulos.

A Borealis é fornecedora líder de soluções inovadoras nos campos de poliolefinas, produtos químicos básicos e fertilizantes. Com sede em Viena, Áustria, a empresa possui atualmente mais de 6.900 funcionários e opera em mais de 120 países. A Borealis gerou 8,1 bilhões de euros em receita de vendas e um lucro líquido de 872 milhões de euros em 2019. A Mubadala, por meio de sua holding, detém 64% da empresa, com os 36% restantes pertencentes à austríaca OMV, uma empresa internacional integrada de óleo e gás.

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Ineos Composites fornece resina especial para massa poliéster

28/04/2020

Massa poliéster é comumente aplicada em reparos nos carros novos ou em modelos premium

Segundo a empresa, o produto tem elevado poder de absorção de cargas e melhora o acabamento do reparo

Quase onipresentes nas funilarias de todo o Brasil, as massas poliéster destacam-se pela flexibilidade, adesão às superfícies, ausência de porosidades e fácil lixamento. Essas e outras características são em boa parte garantidas pelo tipo de polímero usado na fabricação do produto. A Ineos Composites, líder global em resinas poliéster, fornece a resina Aropol 65380 para esse mercado.

“É a resina ideal para o trabalho com cargas especiais, como microesferas de vidro, pois garante elevados níveis de absorção e compatibilidade. Isso resulta em ganhos importantes no acabamento da peça”, afirma Paulo Henrique Rodrigues, gerente de vendas e produtos da Ineos Composites, lembrando que as massas poliéster são comumente usadas em reparos nos carros novos ou em modelos premium.

Rodrigues salienta que a Aropol 65380 foi desenvolvida de forma a garantir um baixo índice de oxidação da massa com o decorrer do tempo. Assim, garante, o produto pode ser aplicado sem problemas em carrocerias pintadas de branco ou de cores claras. “Com o tempo, não ocorre o amarelamento da superfície, problema relativamente comum quando resinas de baixa qualidade são usadas na formulação da massa”.

Projetadas para oferecer flexibilidade, desempenho mecânico e propriedades superficiais, as resinas Aropol também podem ser usadas em uma ampla gama de processos de transformação de compósitos, tanto em moldes abertos quanto fechados, afirma a empresa.

A Ineos Composites é líder global em resinas termofixas (poliéster insaturado e éster-vinílicas), gelcoats e aditivos low profile para a indústria de compósitos. Seus produtos caracterizam-se pelos elevados índices de resistência à corrosão, temperatura e impactos. São largamente consumidos pelos setores de transportes, construção, geração de energia eólica e lazer, entre outros.

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Tanques de PRFV são alternativa ao aço na armazenagem de produtos alimentícios líquidos

28/04/2020

Reservatórios de plástico reforçado com fibras de vidro dispõem de Laudo de Inocuidade para o contato com alimentos

No Brasil, o setor de alimentos e bebidas costumava optar exclusivamente por tanques de aço – ligas 304 ou 316 – para armazenar água potável e produtos acabados, como sucos, chás, polpas e molhos. Esse cenário vem gradativamente mudando com a ascensão dos reservatórios de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro).

“Os tanques de PRFV ganham espaço no mercado de alimentos e bebidas graças ao peso menor do que o aço, o que implica em redução no custo com as fundações e à elevada resistência à corrosão”, afirma Luís Gustavo Rossi, diretor da Tecniplas, líder brasileira em reservatórios e equipamentos especiais de PRFV.

Desde que começou a atender empresas que produzem produtos gêneros alimentícios, a Tecniplas forneceu cerca de cem tanques. “Alguns deles, por exemplo, foram adquiridos pela Asteca Hinomoto, de Presidente Prudente (SP), para a armazenagem de extrato de shoyu. Seguem operando regularmente até hoje”.

Para estar apto a ter contato com itens de consumo humano, os tanques de PRFV da Tecniplas são produzidos com resinas que possuem o Laudo de Inocuidade, conforme exigido na Portaria de Consolidação nº 5, de 28/09/2017, do Ministério da Saúde – Anexo XX (antiga Portaria 2914/2011).

“Em paralelo, temos investido na realização de ensaios ainda mais específicos para atender a esse segmento, entre eles, o teste de rugosidade de superfície. Dessa forma, podemos cumprir todas as condições sanitárias mais exigentes quando o assunto é o armazenamento de produtos acabados”, completa o diretor da Tecniplas.

Fundada em 1976, a Tecniplas é a maior fabricante brasileira de tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (plástico reforçado com fibras de vidro). Situada em Cabreúva (SP), onde mantém uma fábrica de 32 mil m², a Tecniplas atende os setores de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes, alimentos e bebidas e saneamento básico.

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Universidade de Caxias do Sul lança planta para produção de Grafeno em escala industrial

21/04/2020

Da esq. para a dir.: Reitor Evaldo Kuiava; pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Juliano Gimenez; coordenador do UCSGraphene, Diego Piazza; coordenador-executivo do TecnoUCS, Enor Tonolli Jr; Presidente da FUCS, José Quadros dos Santos

Resultado de 15 anos de pesquisa avançada da instituição em nanomateriais, UCSGraphene atua na prestação de serviços tecnológicos para setores promissores

Um novo paradigma sobre o papel da Universidade de Caxias do Sul como indutora do desenvolvimento. Com esta perspectiva a gestão da Fundação Universidade de Caxias do Sul (FUCS) e a Reitoria da UCS apresentaram a entidades, autoridades públicas, empresários e comunidade regional o UCSGraphene, a primeira planta de produção de grafeno em escala industrial da América Latina implementada por uma universidade, com capacidade produtiva de até 500 kg/ano, com possibilidade de ampliação para 5.000 kg/ano. A solenidade ocorreu na tarde da quarta-feira, dia 15/04, na sede do empreendimento, no campus-sede, com transmissão on-line pelas páginas do facebook da UCS e do UCSGraphene (acesse).

“Estamos colocando Caxias, o Rio Grande do Sul e o Brasil no mapa mundial da tecnologia”, sentenciou o presidente da FUCS, José Quadros dos Santos, atribuindo a concretização do projeto, vinculado ao Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação da Universidade de Caxias do Sul – TecnoUCS, à “persistência do reitor Evaldo Kuiava de propor o desafio de mudar a lógica acadêmica da pesquisa e da inovação”. Oriundo das pesquisas em nanomateriais feitas pela área de Engenharia e Ciências dos Materiais desde 2005, o UCSGraphene efetiva a nova visão da UCS de transformar o conhecimento produzido no âmbito acadêmico em soluções inovadoras para o setor empresarial, o poder público e a sociedade.

Outros exemplos recentes – todos apresentados nos últimos 15 dias – são a coordenação da produção de ventiladores pulmonares para pacientes da Covid-19, a realização de testes sobre a doença com ações de campo e o lançamento do serviço de telemedicina através do Centro de Saúde Digital. “Foram respostas de altíssimo padrão a demandas da sociedade, conseguidas graças às capacidades técnicas reunidas nesta instituição”, definiu Quadros, aliando o UCSGraphene à mesma perspectiva. “O lançamento desta planta é um fato que pode mudar a história da indústria caxiense”, definiu.

Pesquisa para a inovação – O reitor Evaldo Kuiava defendeu que a UCS constantemente se mantém executando sua missão institucional de produzir e sistematizar (por meio da pesquisa avançada) e socializar (entregando para a sociedade) o conhecimento, ao mesmo tempo que vai atualizando a forma de fazê-lo. Se até algum tempo o processo se encerrava no campo teórico das publicações científicas, o novo paradigma implica na transformação daquilo que se cria e desenvolve dentro da academia em aplicações práticas na vida das pessoas, na forma de novos produtos e processos. “Ao redirecionar nossa atuação sem nos desconectarmos da nossa essência enquanto Universidade, de existir com base no ensino e na pesquisa, também nisso estamos sendo inovadores”, considerou.

Na mesma linha, o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Juliano Gimenez, salientou a excelência da UCS em ensino e pesquisa nas áreas vinculadas ao UCSGraphene – Ciência dos Materiais, Engenharia Química, Biotecnologia, Ambiental e da Saúde – o que faz do lançamento da planta uma contribuição para a retomada do crescimento econômico vinculada à produção industrial. “Nosso intuito com esta iniciativa é a prestação de serviços tecnológicos que atendam aos anseios das empresas para que elas possam desenvolver novos produtos ou melhorar os já existentes, gerando resultados para o segmento produtivo e melhor qualidade de vida para toda a sociedade”, descreveu.

Valor agregado e competitividade – O coordenador-executivo do TecnoUCS, Enor Tonolli Jr, também destacou a importância da combinação entre educação, ciência e tecnologia, propiciada pelas universidades, centros de pesquisa e incubadoras tecnológicas, como caminho para o avanço econômico e social, através de inovações. “Uma solução como esta que a Universidade apresenta hoje só tem sentido pelo potencial de gerar valor agregado e competitividade para o mercado”, sustentou.

Responsável pela apresentação técnica do empreendimento, o coordenador do UCSGraphene, Diego Piazza, salientou o anseio da Universidade de, com o projeto, “fazer do Brasil uma referência em tecnologia e inovação, gerando riqueza e benefícios sociais”. Para tanto, conceitos como a automatização produtiva e o de ‘planta verde’ da unidade (com tratamento e reaproveitamento de água e resíduos), somam-se à capacidade do UCSGraphene de fomentar o desenvolvimento na “busca da diversificação das matrizes econômicas regional, estadual e nacional”, preconizou.

Sobre o UCSGraphene:

– Conectado ao Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação da Universidade de Caxias do Sul – TecnoUCS, resulta de 15 anos de pesquisas avançadas da UCS em nanomateriais.
– Atua com a produção, a aplicação e a caracterização de grafeno e seus derivados, nanomateriais e demais materiais.
– Entrou em operação em 14 de março, com capacidade de produção de até 500 kg/ano e possibilidade de ampliação a até 5.000 kg/ano em 12 meses.
– Está habilitado à prestação de serviços tecnológicos para setores portadores de futuro dos mercados nacional e internacional.
– Dentre as aplicações pesquisadas e que a UCS alcançou expertise estão os segmentos de revestimentos avançados, materiais inteligentes, medicina regenerativa, energias alternativas, blindagem, metais, compósitos, polímeros e cerâmicas.
– É a primeira planta de produção de grafeno em escala industrial da América Latina instalada por uma universidade ou centro de pesquisa.

Sobre o Grafeno:

– É obtido do grafite a partir da reordenação hexagonal dos átomos do carbono. Foi isolado pela primeira vez em 2004, na Inglaterra, em pesquisa que ganharia o Prêmio Nobel de Física em 2010.
– É o material mais leve e resistente do mundo (200 vezes mais resistente do que o aço), superando até mesmo o diamante, e o mais fino que existe (da espessura de um átomo, ou 1 milhão de vezes menor que um fio de cabelo).
– Possui excelente condutividade térmica e elétrica, transparência e maleabilidade, sendo resistente ao impacto e à flexão.
– Devido à alta resistência mecânica, capacidade de transmissão de dados e economia de energia é considerado um dos maiores recursos da atualidade para aplicações em alta tecnologia.
– Em nanotecnologia é bastante utilizado na produção de componentes eletrônicos, baterias, telas e displays LCD, anticorrosivos, solventes, revestimentos, entre outros.

Foto:  Roger Clots/especial UCS

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Covestro divulga resultados do ano fiscal de 2019

27/02/2020

  • Volumes principais crescem 2,0%
  • Vendas totais de cerca de 12,4 bi de euros (-15,1%)
  • EBITDA, conforme previsto, de 1,6 bi de euros (-49,9%)
  • Lançado programa para promover economia circular
  • Dividendos propostos de 2,40 euros por ação
  • Perspectiva para 2020: mais um ano desafiador

A Covestro divulgou comunicado informando ter atingido suas metas no ano fiscal de 2019, em um ambiente de mercado desafiador. Os volumes principais subiram 2,0% em relação aos números do ano anterior. As vendas do Grupo caíram 15,1% para aproximadamente 12,4 bilhões de euros, uma vez que os preços de venda permaneceram baixos devido ao aumento da competitividade em todos os segmentos. Consequentemente, segundo a empresa, o EBITDA caiu 49,9% para 1,6 bilhão de euros, em linha com a previsão. A receita líquida foi de 552 milhões de euros (-69,7%), enquanto o fluxo de caixa operacional livre ficou em 473 milhões de euros (-71,7%). Com base nisso, a Covestro planeja distribuir dividendos de 2,40 euros por ação, no mesmo nível do ano anterior.

“2019 foi marcado por muitas incertezas geopolíticas e macroeconômicas. Ainda assim, a demanda por nossos materiais mantém-se intacta, o que confirma a nossa visão de que os plásticos serão mais valiosos do que nunca no futuro”, afirma o CEO Markus Steilemann. “2020 também será desafiador para nós. Porém ainda vemos demanda por plásticos de alta tecnologia a longo prazo a fim de viabilizar um desenvolvimento mais sustentável em uma vasta gama de diferentes tecnologia-chave. É por isso que estamos conduzindo nossos negócios sistematicamente para a economia circular.”

No ano de 2019, a Covestro lançou um programa estratégico global para incorporar a economia circular em todas as divisões. Em particular, a empresa pretende utilizar matérias-primas alternativas, desenvolver iniciativas de reciclagem inovadoras e estabelecer amplas formas de cooperação e novos modelos de negócios.

“A Covestro tem bases financeiras sólidas, ainda que, como esperado, o resultado operacional para o ano fiscal de 2019 tenha ficado abaixo dos níveis recordes dos anos anteriores, devido à pressão contínua sobre os preços. Mesmo neste ambiente atingimos nossas metas”, diz o CFO Thomas Toepfer. “Só teremos sucesso no atual mercado se nos posicionarmos de forma ainda mais eficiente, priorizando projetos e questionando investimentos, a fim de preservar a flexibilidade financeira necessária”, complementa Toepfer.

Considerando que as perspectivas para 2020 seguem desafiadoras, a Covestro acelerou a implementação do programa plurianual de eficiência e eficácia lançado em 2018. Ele já permitiu o corte de 150 milhões de euros no último ano. Para 2020, a empresa pretende alcançar economias de 250 milhões de euros a serem reconhecidas nos lucros ou perdas, enquanto a expectativa de economias acumuladas até o fim de 2021 é de cerca de 350 milhões de euros anualmente. Além disso, foram tomadas várias medidas de curto prazo, como uma gestão de custos mais eficiente e uma nova revisão de todos os investimentos existentes e planejados. Isso deve resultar em uma economia adicional de 200 milhões de euros no atual ano fiscal. Além do foco contínuo na influência comercial da empresa, o foco de 2020 continuará sendo a eficiência.

Explorando o potencial econômico das inovações

Durante a feira de plásticos K 2019, realizada no ano passado em Düsseldorf, na Alemanha, a Covestro apresentou inúmeras inovações de produtos que respondem a atuais desafios globais como urbanização, mobilidade do futuro e mudança climática. Nos próximos anos, o foco será em alavancar ao máximo esse potencial do ponto de vista comercial. Sucheta Govil, novo membro da diretoria e CCO da Covestro desde meados de 2019, irá trabalhar para fortalecer o pulso comercial da Covestro. O objetivo é intensificar o foco no cliente, a digitalização e otimizar as estratégias de marketing, além de identificar as oportunidades de mercado mais cedo.

Revisão contínua dos projetos de investimentos: foco no longo prazo

A Covestro investiu um total de 910 milhões de euros em 2019 (ano anterior: 707 milhões de euros), a maior soma da sua história. Os projetos de investimentos são controlados com foco rigoroso na eficiência e o melhor uso possível do capital. Diante do cenário desafiador, a Covestro anunciou, em janeiro de 2020, uma pausa de 18 a 24 meses em seu projeto de investimento de MDI em Baytown, nos Estados Unidos.

Ainda assim, a Covestro está confiante de que as projeções de crescimento do MDI a longo prazo são altamente promissoras. A nova planta de MDI na unidade de Brunsbüttel, na Alemanha, entrou em operação no primeiro trimestre de 2020 conforme planejado. Isso dobrará sua capacidade de produção para 400.000 toneladas métricas por ano e tornará Brunsbüttel uma das três maiores unidades produtivas de MDI na Europa, garantindo a posição de liderança da Covestro nesse segmento de mercado.

Previsão para o ano fiscal de 2020: mercado segue desafiador

Para 2020 como um todo, a Covestro antecipa um crescimento de dígito único nos volumes principais. O Grupo espera que o FOCF fique entre 0 e 400 milhões de euros e o ROCE, entre 2% e 7%. A Covestro projeta que o EBITDA do ano todo ficará entre 1,0 e 1,5 bilhão de euros. No primeiro trimestre, a expectativa é que o EBITDA fique entre 200 e 280 milhões de euros.

Ainda não é possível prever os impactos financeiros do coronavírus no ano fiscal de 2020, afirma a empresa.

Resultados dos segmentos de Poliuretanos, Policarbonatos e Coatings/Adesivos/Especialidades

Os volumes principais no segmento de Poliuretanos subiram 2,3% ao ano. Uma tendência positiva de demanda nas indústrias de móveis e construção e nas indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos mais que compensou a demanda mais fraca, principalmente da indústria automotiva. As vendas caíram 21,5% para 5.779 milhões de euros, principalmente devido à tendência negativa nos preços médios de venda pela concorrência intensificada. O baixo patamar de preços afetou fortemente as margens, apesar da queda nos preços das matérias-primas. Consequentemente, o EBITDA caiu 63,2% para 648 milhões de euros.

No ano fiscal de 2019, os volumes principais no segmento de Policarbonatos subiram 2,7% ao ano, principalmente devido à demanda mais forte nas indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos, além do setor de construção. As vendas baixaram 14,3% para 3.473 milhões de euros e o EBITDA caiu 48,3% para 536 milhões de euros. Esses declínios também podem ser atribuídos à queda ano a ano dos níveis dos preços de venda, resultante da maior pressão competitiva. Além disso, a venda do negócio de chapas nos Estados Unidos no terceiro trimestre de 2018 também impactou as vendas no ano fiscal de 2019, com efeito negativo de 2,2%.

Os volumes principais de Coatings, Adesivos e Especialidades em 2019 sofreram queda de 1,0% em relação ao ano anterior. A principal razão foi a demanda mais fraca por precursores de revestimentos na indústria automotiva. Com 2.369 milhões de euros, as vendas do segmento mantiveram-se estáveis ano a ano (ano anterior: 2.361 milhões de euros). O EBITDA cresceu 1,1% para 469 milhões de euros. As margens menores, decorrentes da redução dos preços de venda, e os volumes mais baixos tiveram impacto negativo nos lucros, enquanto os efeitos cambiais e o efeito sobre o portfólio da aquisição de ações da DIC Covestro Polymer Ltd., sediada no Japão, elevaram os lucros.

Quarto trimestre de 2019 marcado por concorrência acirrada

Os volumes principais no quarto trimestre de 2019 subiram 3,8%. As vendas totais caíram 12,5% em relação ao trimestre do ano anterior, principalmente devido aos preços de venda mais baixos como resultado da maior pressão concorrencial em todos os segmentos. Em vista disso, o EBITDA foi de 278 milhões de euros (-5,1%) e a receita líquida foi de 37 milhões de euros (-53,2%) no quarto trimestre. O FOCF caiu 9,1% no ano para 330 milhões de euros.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias eletroeletrônica e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção no mundo todo e, ao final de 2019, empregava cerca de 17,2 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

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Ineos Composites é finalista do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2019

03/12/2019

Fábrica de resinas termofixas da Ineos em Araçariguama

Empresa está entre as mais votadas nas categorias “Resina Poliéster” e “Resina Éster-Vinílica”

A Ineos Composites (www.ineos.com/composites) é finalista do Top of Mind da Indústria de Compósitos nas categorias “Resina Poliéster” e “Resina Éster-Vinílica”. A empresa foi a vencedora de ambas as categorias nas últimas cinco edições da premiação.

Organizado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco), o Top of Mind é a principal premiação do setor de compósitos. Os ganhadores deste ano serão conhecidos na cerimônia de entrega dos troféus, evento agendado para o dia 12/12, no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo (SP).

Com fábrica em Araçariguama (SP) e distribuidores oficiais em todas as regiões do país, a Ineos Composites fornece no Brasil as resinas poliéster Arazyn, Aropol e Arotran, além das acrílicas Modar e acrílicas modificadas Polaris.

A Ineos Composites também abastece o mercado com a resina éster-vinílica Derakane, utilizada na proteção contra a corrosão há quase 55 anos. As resinas Derakane são empregadas na fabricação de tubos, equipamentos, peças e revestimentos de plantas de papel e celulose, usinas de álcool e açúcar, fábricas de produtos químicos e plataformas offshore, entre outros ambientes quimicamente agressivos.

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Eastman lança sistemas de resina para revestimento na Abrafati 2019

24/09/2019

Nova tecnologia tem impacto no segmento de embalagens metálicas, automotivo, industrial e outros.

A Eastman apresenta seu mais recente lançamento, os sistemas de resina protetiva Eastman Tetrashield na Abrafati 2019 (Congresso Internacional de Tintas e Exposição Internacional de Fornecedores de Tintas) – a maior feira latino-americana para a indústria de tintas e revestimentos. A Abrafati 2019 acontece na São Paulo Expo, em São Paulo, entre os dias 1 e 3 de outubro.

“Por meio de nosso modelo de crescimento impulsionado pela inovação para atrair o mercado e alavancar nossas plataformas de tecnologia para fornecer aplicativos diferenciados, estamos redefinindo os sistemas de revestimento. Um ótimo exemplo são os sistemas de resina protetiva Eastman Tetrashield, diz Marcos Basso, gerente de desenvolvimento de mercado da Eastman para a América Latina.

O produto, que já é comercializado no exterior, faz sua estreia no Brasil. Segundo a Eastman, o Tetrashield é uma tecnologia inovadora, capaz de causar impacto em vários setores econômicos.

Na indústria de embalagens muitos elementos dependem do revestimento interno, incluindo a vida útil do produto, a segurança alimentar, a conformidade regulatória e a reputação da marca. Os consumidores confiam que os revestimentos das embalagens metálicas protegerão seus alimentos. A Eastman afirma que o Tetrashield proporciona um equilíbrio entre durabilidade e flexibilidade para revestimentos usados em alimentos enlatados, com melhor desempenho, tempo de prateleira, segurança e conformidade regulatória, além de ser livre de BPA.

A indústria de alimentos não é a única beneficiária desta solução. Segundo a Eastman, as resinas Tetrashield tornam os revestimentos mais duráveis ao permitir formulações de baixo VOC (em português, COV, composto orgânico volátil) e eliminar etapas de fabricação que consomem muita energia.

Além disso, afirma a Eastman, testes de laboratório revelaram que os revestimentos à base de Tetrashield apresentam melhorias significativas em comparação com outras soluções – incluindo resistência química, estabilidade hidrolítica e durabilidade ao ar livre. Ele pode estender a resistência às intempéries, melhorar a facilidade de aplicação, aumentar a proteção contra corrosão e proteger os ativos por mais tempo, garante o fabricante.

Essa resistência às intempéries, aliada à resistência química e à dureza, tornam os revestimentos mais duráveis, mantendo os benefícios tradicionais dos poliésteres, o que é muito importante para os OEM (em português, fabricante de equipamento original) dos segmentos automotivo e de manutenção industrial, assegura a Eastman.

Serviço: Abrafati 2019 – Congresso Internacional de Tintas e Exposição Internacional de Fornecedores de Tintas
Quando: 1 a 3 de outubro
Horário: 11h às 20h
Estande: 89A
Local: Km1,5 da Rod. dos Imigrantes – Vila Água Funda

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados que produz uma ampla gama de produtos para mercados finais tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman emprega, aproximadamente, 14.500 pessoas ao redor do mundo e atende clientes em mais de 100 países. A companhia alcançou, em 2018, aproximadamente, 10 bilhões de dólares em receitas e está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA.

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Arlanxeo destaca novas soluções de mobilidade na K 2019

16/09/2019

A empresa mostrará produtos e desenvolvimentos que abordam a mobilidade futura, com foco em novas soluções de pneus, armazenamento de energia e aplicações de desempenho.

A Arlanxeo, líder global em elastômeros de desempenho, participa de sua segunda feira K com o tema “mobilidade futura”, à medida que tendências como a eletrificação e a direção autônoma de veículos mudarão fundamentalmente as modalidades de transporte na próxima década. Hoje já se vêem novos meios de transporte emergindo, formas alternativas de compartilhamento e uso da mobilidade, bem como novos tipos de geração e armazenamento de energia – todos respondendo à necessidade de uma mobilidade futura mais sustentável e responsável.

Essas tendências produzem novas demandas por soluções orientadas à mobilidade eletrônica, exigindo novos materiais com menor peso, melhores características térmicas, ruído reduzido, desempenho ideal de vibração e menor consumo de energia. A Arlanxeo diz que está colocando foco concentrado para atender a esses requisitos, projetando, testando e fornecendo soluções em elastômeros, em colaboração com seus clientes e parceiros, visando atingir modos mais sustentáveis, confortáveis e seguros para a mobilidade individual e pública no futuro.

Donald Chen, CEO da Arlanxeo, comenta: “Embora nem sempre sejam visíveis para os consumidores, nossas soluções de ponta em borracha são um habilitador essencial de novas tecnologias necessárias para tornar a mobilidade do futuro uma realidade. Sendo a inovação uma parte essencial da estratégia e do sucesso da Arlanxeo, estamos trabalhando em estreita colaboração com nossos clientes para atender às suas necessidades em eletrificação e automação. A feira K deste ano apresenta uma grande oportunidade para mostrar nossas ofertas e explorar ainda mais as oportunidades de cooperação com nossos clientes e parceiros no setor automotivo e de transporte “.

Especificamente, os visitantes do estande da Arlanxeo (Hall 6 / C52) poderão ver as soluções da empresa em três áreas principais, que serão exibidas no estande e demonstradas por especialistas da Arlanxeo:

  • Novas soluções para pneus: de acordo com Arlanxeo, isto inclui o trabalho da empresa em novas arquiteturas de polímeros que melhoram os compostos dos pneus para ajudar a obter menor resistência ao rolamento e à abrasão, ao mesmo tempo em que mantém aspectos de segurança como a aderência. Esses desenvolvimentos podem dar apoio à extensão do uso e diminuir o consumo de energia dos veículos, atendendo às necessidades da e-Mobilidade.
  • Novas soluções de armazenamento de energia: As baterias de alto desempenho desempenharão um papel fundamental para o avanço da direção elétrica. Arlanxeo diz que está concentrando pesquisas em grades inovadores de borracha para baterias de íon-lítio que garantem tempos de carregamento mais curtos, maior potência e maior tempo de uso. Isso também inclui novas soluções de gerenciamento térmico para proteger as baterias contra superaquecimento.
  • Novas aplicações de desempenho: Novas soluções em borracha são necessárias para atender às demandas de aplicações emergentes à luz do progresso da e-Mobilidade. Exemplos são cabos mais resistentes ao calor e à chama para carregamento, perfis de menor peso, melhores sistemas de amortecimento e antivibração para melhorar o conforto em carros elétricos, sistemas de freio eficazes e seguros ou novas palhetas dos limpadores que atendam às necessidades de direção autônoma baseada em câmera no futuro.

Além de sua própria presença, a Arlanxeo também hospedará novamente a “Rua da Borracha” (Rubber Street) localizada em frente ao seu estande, em uma área de mais de 500m2. O objetivo geral é melhorar a visibilidade dos negócios de borracha e elastômeros termoplásticos (TPE) na K. A Arlanxeo continua a apoiar essa iniciativa, fundada em 1983, em colaboração com a Associação Alemã de Fabricantes de Borracha (WDK) e Dr. Gupta Verlags GmbH como parceiro de mídia.

A Arlanxeo é uma empresa líder no mercado de borracha sintética, com vendas de cerca de EUR 3,2 bilhões em 2018, cerca de 3.900 funcionários e presença em 20 unidades em 9 países. O principal negócio da empresa é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de borrachas de alto desempenho para uso, por exemplo, nas indústrias automotiva e de pneus, na construção e nas indústrias de petróleo e gás. A Arlanxeo foi fundada em abril de 2016 como uma joint venture da Lanxess e da Saudi Aramco. Em 31 de dezembro de 2018, a Saudi Aramco se tornou a única proprietária da Arlanxeo.

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Masterbatch de aditivos da Clariant torna embalagens plásticas de cor preta “visíveis” aos sistemas de separação para reciclagem

15/09/2019

  • Permite o uso da cor preta para diversos produtos tradicionais
  • Soluções disponíveis para diversos polímeros e aplicações

Os novos masterbatches de aditivos Cesa-IR da Clariant já estão disponíveis para tornar plásticos de coloração escura visíveis aos sensores de infravermelho próximo (NIR) usados nos sistemas de separação de polímeros. Embora muitas empresas usem embalagens pretas para comercializar seus produtos de categoria premium, os problemas que elas causam aos sistemas de reciclagem têm gerado recomendações para que o preto seja gradualmente retirado da paleta. Segundo a Clariant, os seus novos masterbatches ajudam a resolver essa questão e permitem elevar as taxas de reciclagem.

A nova linha de produtos faz parte do programa “Design for Recycling” da Clariant. Reconhecendo que a reciclagem é a base de uma economia circular, a Clariant Masterbatches e seu grupo Packaging Market estão mobilizando recursos para permitir que uma porcentagem cada vez maior de embalagens plásticas seja reciclada.

Na maioria dos sistemas de separação automática, a radiação infravermelha é irradiada sobre os materiais de embalagem e, como os diferentes polímeros refletem essa radiação de maneira diversa, os sensores NIR conseguem fazer a diferenciação entre polietileno de alta densidade (HDPE), polietileno de baixa densidade (LDPE), polipropileno, poliéster e diversos outros polímeros comumente usados nas embalagens atuais. Infelizmente, os pigmentos Negro de Fumo normalmente utilizados em plásticos pretos absorvem toda ou parte da radiação NIR que incide sobre eles. Com isso, os sensores de separação não conseguem “ver” a embalagem preta, tampouco diferenciar um polímero do outro.

“Como resultado desse fenômeno”, explica Alessandro Dulli, Diretor Global de Embalagens da Clariant Masterbatches, “grande parte dos materiais de cor escura que ingressam no fluxo de reciclagem não é recuperada. Por isso, muitas marcas têm sido pressionadas a evitar o preto, por razões ambientais. Em estreita colaboração com essas companhias, a Clariant desenvolveu uma maneira de se obter uma cor preta predominante nos plásticos sem comprometer a capacidade essencial de detecção durante os processos de reciclagem”.

Foram desenvolvidas formulações de Cesa-IR específicas para permitir a detecção via infravermelho do polietileno de alta e baixa densidade na cor preta em produtos moldados por injeção ou moldagem por extrusão e sopro; bem como do polipropileno preto (PP) em filmes e produtos moldados por injeção; além de PET e C-PET pretos em lâminas e filmes.

Em testes realizados pela Tomra Sorting Recycling, empresa norueguesa líder em instrumentação para soluções de reciclagem, o polipropileno (PP) contendo Negro de Fumo era essencialmente indistinguível, sob radiação NIR, da superfície de fundo como uma correia transportadora. Entretanto, o mesmo material feito com outro sistema de coloração, com os masterbatches de aditivos CESA-IR, foi prontamente detectado, com níveis de refletividade próximos aos de PP sem cor, garante a Clariant.

Fonte: Clariant

Faturamento do setor de Compósitos deve crescer pelo terceiro ano consecutivo

20/05/2019


Postes e cruzetas: compósitos têm crescido como materiais substitutos do concreto e madeira

Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) prevê um salto de 5,5% no faturamento de 2019, totalizando R$ 2,797 bilhões.

Em 2019, o setor brasileiro de compósitos deve emplacar o terceiro ano consecutivo de crescimento, com um faturamento estimado de R$ 2,797 bilhões – alta de 5,5% em comparação ao resultado do período anterior. Esse é o principal dado do mais recente monitoramento feito pela Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco).

“Notamos uma tendência de alta na maioria dos segmentos consumidores do material, com destaque para a indústria automotiva, representada pelas montadoras de veículos pesados e agrícolas, e de energia, na qual ocorre uma intensa substituição da madeira e concreto usados em cruzetas e postes pelos compósitos, devido ao seu baixo peso e resistência à corrosão”, resume Erika Bernardino Aprá, presidente da Almaco.

Em contrapartida, o mercado de construção segue andando de lado, muito em função da dificuldade de obtenção de crédito imobiliário. “Já os investimentos em infraestrutura dependem de projetos governamentais, que permanecem escassos. Isso impacta diretamente nas vendas, por exemplo, de tubulações de compósitos”.

Com uma fatia de 35% do consumo local de compósitos de poliéster, a construção civil aparece à frente de transporte (30%), corrosão/saneamento (19%) e náutico (3%), entre outros. Já a geração de energia eólica responde por 90% da demanda por compósitos de epóxi. O setor de petróleo fica em segundo lugar, com 5%.

De acordo com o levantamento da Maxiquim, em 2019 serão consumidas 210 mil toneladas de compósitos, volume 4,5% superior ao anotado em 2018. A geração de emprego, por sua vez, deve crescer 3,7%, totalizando 65 mil vagas.

“Caso se confirmem essas previsões, será o nosso terceiro ano seguido de balanço positivo. Então, em dezembro, poderemos dizer que, enfim, a curva de crescimento se inverteu definitivamente. Agora, cabe ao governo colaborar com a indústria e fazer as reformas necessárias para que o Brasil volte a ser um ambiente favorável aos investimentos privados”, conclui a presidente da Almaco.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Almaco

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Covestro apresenta soluções para áreas de saúde, eletroeletrônica e automotiva na Feiplastic 2019

22/04/2019

  • A participação da fabricante de polímeros na Feiplastic 2019 destaca a versatilidade do policarbonato, inventado há mais de 70 anos.
  • A Covestro destaca suas mais recentes inovações divididas entre os segmentos de saúde, eletroeletrônico e automotivo.
  • A sustentabilidade também se destaca como tema central e a empresa apresenta seus compromissos para o ano de 2025, em acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, além de iniciativas específicas assinadas pela companhia na cadeia do plástico.

As principais novidades que estão sendo apresentadas no evento abrangem as seguintes áreas:

Saúde

Na indústria de saúde é crescente a necessidade de miniaturização dos componentes. Dispositivos cada vez menores pedem materiais com propriedades específicas que aumentem o conforto do paciente. Entre os destaques para a Feiplastic estão cateteres intravenosos com dispositivos de segurança, dispositivos para fixação óssea, sensores para cirurgias de reconstituição de joelhos, dispositivos de acessos venosos e ampolas de injeção sem agulha.

Eletroeletrônico

No segmento eletroeletrônico, o destaque vai para sistemas de iluminação LED que, segundo a Covestro, promovem eficiência em energia, tais como a luminária CircLED, que conta com um corpo integrado a partir do Makrolon® TC, além de uma solução para moldagem com sobreinjeção de LED e circuito impresso. De acordo com a fabricante de polímeros, estas soluções promovem ganhos em liberdade de design e redução de custos.

Automotivo

Novas tecnologias alternativas, novas formas de conectividade e o advento dos veículos autônomos induzem a indústria a pensar em novos conceitos de automóveis. Um dos principais focos do trabalho da Covestro hoje é o uso do policarbonato em veículos elétricos. Na Feiplastic, os visitantes poderão conferir um conjunto de baterias de alta densidade de energia, dissipadores de calor integrado, diversas opções de iluminação estética e uma grade com inserto iluminado.

Além disso, os participantes do evento poderão embarcar em uma experiência de realidade virtual a fim de conhecer o futuro da mobilidade – óculos de realidade virtual levarão os passageiros em uma jornada dentro de dois veículos autonômos até o ano de 2030.

Digitalização está em tudo

Não é só na experiência de realidade virtual que a Covestro mostra sua assinatura digital. O stand da Covestro na Feiplastic também trará aos visitantes a possibilidade de conhecer os materiais e suas aplicações por meio do aplicativo Sample Lab e os clientes poderão ter acesso aos novos canais digitais da empresa, com apoio da equipe local.

Com 14,6 bilhões de euros em vendas em 2018, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de materiais poliméricos avançados e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro tem cerca de 30 unidades produtivas no mundo todo e, no final de 2018, empregava aproximadamente 16,8 mil pessoas (em equivalência à jornada integral).

Fonte: Covestro

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Braskem anuncia estudos na área de reciclagem química em conjunto com o EngePol/UFRJ, SENAI-Cetiqt e Cetrel

07/03/2019

Laboratório de Engenharia de Polimerização – Engepol/UFRJ

Ações visam a reutilização de plásticos pós-consumo na indústria

Buscando soluções que contribuam para a economia circular e o desenvolvimento sustentável, a Braskem anuncia parcerias para desenvolvimento de tecnologias na reciclagem química, focalizando-se em transformar os plásticos pós-consumo novamente em produtos químicos que podem ser utilizados em diversas cadeias de valor.

As parcerias visam o aprofundamento do estudo de tecnologias que possibilitem a transformação de plásticos com maior dificuldade de serem reciclados mecanicamente em novos produtos químicos. As pesquisas estão sendo realizadas com a parceria do EngePol (http://portal.peq.coppe.ufrj.br/)- Laboratório de Engenharia de Polímeros da COPPE/UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro), Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos – SENAI CETIQT (https://www.senaicetiqt.com/inovacao/) e Cetrel (http://www.cetrel.com.br) – empresa de serviços ambientais que iniciou suas operações em 1978, juntamente com as indústrias do Polo Petroquímico de Camaçari.

“À medida que nos esforçamos para alcançar uma real economia circular, reconhecemos os desafios e limitações que as tecnologias tradicionais de reciclagem apresentam. A Braskem está comprometida em desenvolver, implementar e oferecer soluções sustentáveis. A reciclagem química e seu potencial para superar todos esses desafios e limitações nos permitirão alcançar este objetivo. Estamos acelerando esses esforços por meio de parcerias e colaborações com outras empresas que tenham o mesmo pensamento para que possamos alcançar estas metas o mais rápido possível”, explica Gus Hutras, responsável pela área de Tecnologia de Processos da Braskem.

Esta nova vertente tecnológica complementa as iniciativas a favor da Economia Circular que a Braskem acaba de assumir. Trata-se de um conceito de processo produtivo que contempla a redução, a reutilização, a recuperação e a reciclagem de materiais, formando um ciclo sustentável desde a produção até a reinserção em um novo processo produtivo.

“Os estudos na área de reciclagem química seguem os princípios de atuação da Braskem, que utiliza a inovação a serviço de soluções sustentáveis. Queremos a cada dia desenvolver negócios e iniciativas para a valorização de resíduos plásticos”, comenta Fabiana Quiroga, responsável pela área de Reciclagem. “O diferencial da reciclagem química é que, a partir dela, o resíduo plástico descartado será processado e transformado em uma matéria prima novamente, que dará origem a novos plásticos”, conclui.

Com o objetivo de agregar valor ao material feito a partir de resina reciclada, a Braskem mantém, desde 2015, a plataforma Wecycle, que combina a necessidade de descarte adequado com a demanda do mercado por matérias-primas sustentáveis. A ação busca desenvolver negócios e iniciativas para a valorização de resíduos plásticos por meio de parcerias, visando o desenvolvimento de produtos, soluções e processos que envolvam todos os elos da cadeia do plástico, assim como o fomento de negócios e iniciativas que envolvam a reciclagem.

A Braskem definiu uma série de iniciativas globais para impulsionar a Economia Circular na cadeia de produção de produtos transformados plásticos. Intitulado “Posicionamento da Braskem em Economia Circular”, o documento define iniciativas para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar e facilitar a reciclagem e a reutilização de embalagens plásticas, especialmente as de uso único. Ele contempla ainda o avanço de investimentos em novas resinas de origem renováveis, como o Plástico Verde feito à base de cana-de-açúcar, e o apoio a novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais.

Fonte: Braskem

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Maligan desenvolve mala de poliéster à prova d´água

19/10/2018

Mala à prova d´água da Maligan durante ensaio realizados no IPT

A empresa paulistana Maligan desenvolveu a primeira mala à prova d´água da América do Sul. Depois de três anos de estudos, a empresa submeteu o modelo à qualificação técnica do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) para atender às exigências do grau de proteção IP67, que atesta se determinado produto é à prova d´água e poeira.

“Apresentamos uma inovação ao mercado brasileiro quando o assunto é transporte hermético dos mais diferentes tipos de itens. Ao mesmo tempo, nos credenciamos para exportar, pois a exigência dessa qualificação é bastante comum em outros países”, afirma Marcelo Sartore, diretor da Maligan.

Ideal para profissionais que atuam em plataformas offshore, militares, mergulhadores, médicos e equipes de TV, entre outros, a mala à prova d´água da Maligan é feita de poliéster reforçado com fibras de vidro, combinando leveza e resistência.

“A parte interna, de espuma de polietileno cortada a laser, é totalmente customizada de acordo com o design do produto que será transportado. Também é possível gravar o logo do cliente e embutir carrinho e rodas”.

Fundada em 1978, na cidade de São Paulo (SP), a Maligan é a maior fabricante brasileira de malas e cases especiais. Ao longo desse período, produziu mais de 200 mil malas para o transporte de equipamentos e ferramentas usadas nos setores hospitalar, industrial, comercial e de automação, entre outros. Além de fabricar dezenas de modelos de “prateleira”, a Maligan conta com um departamento dedicado exclusivamente ao desenvolvimento de produtos customizados.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Maligan

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SIG ganha Prêmio Alemão de Embalagem pela Signature Pack

04/10/2018

A Signature Pack, embalagem asséptica cartonada da SIG, fabricada com materiais renováveis de origem vegetal, recebeu o “Prêmio Alemão de Embalagem” na categoria Sustentabilidade.

Este ano, o Prêmio recebeu 226 inscrições de 10 países; a premiação aconteceu durante a FachPack, em Nuremberg. O Prêmio Alemão de Embalagem é uma competição internacional, multi-setorial e multi-materiais. Anualmente, o Instituto Alemão de Embalagem (Deutsches Verpackungsinstitut – dvi) premia projetos de embalagem inovadores e criativos. O Instituto tem todos os elos da cadeia de valor do setor de embalagem como seus associados.

Como sentenciou Bettina Horenburg, membro do Board do Instituto e responsável pelo Prêmio Alemão de Embalagem: “A embalagem é um ponto chave na infraestrutura. E é por isso que ela tem uma atenção especial do público. As crescentes demandas nas áreas de sustentabilidade, eficiência e conveniência só podem ser atingidas pela inovação contínua”.

Embalagem com valor agregado

Segundo a SIG, a sua embalagem Signature Pack agrega valor à indústria e, ao mesmo tempo, atende às expectativas dos consumidores que dão cada vez mais importância a embalagens amigas do meio ambiente e sustentáveis. Os polímeros usados na laminação do material cartonado e também na fabricação da tampa da embalagem vem de fontes renováveis de madeira na Europa e são certificadas por sistemas de sertificação reconhecidos e aprovados (ISCC PLUS e TÜV SÜD CMS71), via um sistema de balanço de massa. Isto significa que, para os polímeros usados na Signature Pack, uma quantidade equivalente de biomateriais é usada como matéria-prima na fabricação dos polímeros. O óleo alto (Tall oil) foi selecionado como matéria-prima pois, como um subproduto da produção de papel, ele é considerado como um resíduo, ao invés de ser uma cultura agrícola que necessita de terra e recursos para crescer.

O veredito do júri foi: “Signature Pack estabelece um marco de sustentabilidade. A embalagem se caracteriza pelo uso de matérias-primas renováveis, pela conservação dos recursos fósseis e pela redução das emissões de CO2 em comparação às embalagens convencionais”.

Nora Wigand, Gerente de Marketing D-A-CH e Udo Felten, Gerente de Produto Relacionado a Sustentabilidade Ambiental Global & Assuntos da SIG, receberam o prêmio em nome da SIG durante a cerimônia em Nuremberg. “Estamos muito satisfeitos pelo fato de que, após o Prêmio de Inovação Mundial em Bebida, a Signature Pack também tenha recebido o Prêmio Alemão de Embalagem. O compromisso com produtos amigos do meio ambiente e soluções de embalagem sustentáveis é um dos pontos mais relevantes para a indústria e para os consumidores, nacional e internacionalmente. Estamos orgulhosos de que a Signature Pack seja vista e apreciada como um marco no setor de embalagens assépticas. Ela leva à substituição do plástico convencional, de origem fóssil, por materiais de base vegetal”.

A SIG é líder no fornecimento de sistemas e soluções para embalagem asséptica. Fundada em 1853, a SIG está sediada em Neuhausen, Suíça, possuindo 5.000 colaboradores em todo o mundo permite para atender clientes em 65 países. Em 2017, a SIG produziu 33,6 bilhões de embalagens cartonadas e faturou €1,66 bilhão.

Fonte: SIG

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Redelease lança resina para a fabricação de “river tables”

12/09/2018

Epóxi 2004 também pode ser usada em porcelanato líquido

Tradicional distribuidora de especialidades químicas, a Redelease acaba de lançar uma formulação de resina epóxi líquida e de baixa viscosidade indicada para a fabricação de mobiliário. Denominado Epóxi 2004, o produto é ideal para a produção de tampos de mesas feitos com troncos de madeira, cujos veios, depois de preenchidos pela resina pigmentada, ficam parecidos com rios – daí o nome “river table“.

“A resina Epóxi 2004 combina elevado índice de selagem da madeira com ótima retenção de cores, o que a torna a melhor opção para a produção da river table”, explica Rafael Iacovella, gerente comercial do departamento de e-commerce da Redelease.

Segundo a empresa, além de possuir alto grau de transparência, boa fluidez e mínima contração depois de polimerizada, a Epóxi 2004 ainda se destaca pela resistência aos raios UV e à umidade. “Essas características ampliam bastante a longevidade dos móveis fabricados com o produto”, afirma Iacovella.

Além das river tables, a resina Epóxi 2004 pode ser utilizada na fabricação de porcelanato líquido, artesanato e modelismo, além de encapsulamento de eletrônicos, colagens diversas e revestimentos.

O produto está disponível nas unidades próprias da Redelease – Barueri, Campinas, São José do Rio Preto, Sorocaba e Vila Velha – e nas licenciadas (Redecenters) situadas em São Paulo, Ubatuba, Volta Redonda e Joinville.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Redelease

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LyondellBasell e Instituto de Tecnologia de Karlsruhe (Alemanha) assinam acordo para desenvolvimentos na área de reciclagem química de plásticos

28/08/2018

A LyondellBasell anunciou cooperação com o Instituto de Tecnologia de Karlsruhe (KIT), na Alemanha, para promover a reciclagem química de materiais plásticos e auxiliar os esforços globais em direção à economia circular e à necessidade de reciclagem de resíduos plásticos. O foco do empreendimento é desenvolver um novo catalisador e tecnologia de processo para decompor os resíduos plásticos pós-consumo (embalagens, por exemplo) em monômeros que permitam sua reutilização em processos de polimerização.

“No início deste ano, nós anunciamos uma participação de 50% em “Quality Circular Poymers (QCP)” para impulsionar o desenvolvimento de poliolefinas recicladas de alta qualidade a partir da reciclagem mecânica de fluxos de resíduos pós-consumo”, disse Bob Patel, diretor executivo da LyondellBasell. “Agora, esta nova cooperação será um passo importante em direção à reciclagem química e ampliará nossa contribuição para a economia circular.”

A reciclagem química é complementar à reciclagem mecânica e é capaz de lidar com resíduos plásticos em multicamadas e híbridos, que não podem ser facilmente recuperados por reciclagem mecânica. A reciclagem molecular está promovendo a reciclagem química através do aperfeiçoamento das atuais tecnologias de processo para produzir matérias-primas limpas para a produção de polímeros.

“Estamos complementando nossas principais competências em tecnologias de catalisadores e processos, em cooperação com o KIT, para criar um novo e completo processo de reciclagem molecular de resíduos plásticos”, disse Massimo Covezzi, vice-presidente sênior de Pesquisa e Desenvolvimento da LyondellBasell. “O objetivo é desenvolver um processo de despolimerização limpo e de alta eficiência, através de catalisadores inovadores, para transformar de volta os resíduos plásticos em seus blocos de construção químicos.

O KIT contribui com tecnologias inovadoras desenvolvidas para a conversão térmica de matérias-primas orgânicas complexas. “Com a introdução dos catalisadores avançados da LyondellBasell, nossos processos melhorarão em muito a eficiência de despolimerização dos resíduos de poliolefinas”, disse Hans Leibold, do Instituto de Química Técnica do KIT.

A LyondellBasell é uma das maiores empresas de plásticos, produtos químicos e refino do mundo. Possui 13.400 funcionários em todo o mundo e é o maior licenciador mundial de tecnologias de poliolefinas.

o KIT (Instituto de Tecnologia de Karlsruhe ) possui cerca de 9.300 funcionários que cooperam em uma ampla gama de disciplinas em ciências naturais, ciências da engenharia, economia e ciências humanas e sociais. O KIT prepara seus 25.500 estudantes oferecendo programas de estudo baseados em pesquisa.

Fonte: LyondellBasell

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Rhodia e Top Shoes Brasil apresentam calçado conceito desenvolvido com poliamida biodegradável

28/07/2018

Um protótipo de calçado esportivo foi a novidade que a Rhodia, empresa do Grupo Solvay, apresentou no Inspiramais 2019_II (17 e 18 de julho, em São Paulo). O modelo foi desenvolvido em parceria com o estúdio Top Shoes Brasil, um dos mais renomados centros de design e inovação para o desenvolvimento de calçados.

O cabedal do calçado foi desenvolvido com uma técnica de tecelagem 3D, conhecida como Knit, um processo inovador em que a peça é tecida de forma individual e customizada. Segundo a Rhodia, o Knit oferece otimização de custos em todo o processo produtivo e redução de resíduos calçadista. A grande novidade trazida pela Rhodia para este calçado é o uso da poliamida sustentável da família Amni® Colors, fios mesclas, brancos e pretos, que, de acordo com a empresa, já nascem com uma tonalidade especial para suprimir a etapa de tingimento do tecido/malha do cabedal. Os fios Amni® Colors podem ser utilizados em sua forma natural, mesclando suas tonalidades e evitando assim o processo de tinturaria.

A combinação do Knit com os fios de poliamida sustentáveis da família Amni® Colors proporciona ao consumidor e ao mercado produtos de alto valor agregado, que aliam design, sustentabilidade, conforto, tecnologia e custo-benefício, garante a Rhodia.

A empresa afirma também que, além de garantirem a sustentabilidade do setor têxtil ao permitirem a redução do consumo de água, energia e de insumos durante o processo de fabricação da malha ou tecido do cabedal, os fios Amni® Colors oferecem conforto, respirabilidade, durabilidade e evitam o risco de manchas e a perda da intensidade da cor.

No calçado também foram utilizados a linha de costura Green Fiber® da empresa Linhasita e a palmilha e cadarço da empresa Cofratec, todos desenvolvidos a partir do Amni Soul Eco®, fio de poliamida biodegradável da Rhodia. Segundo a empresa, materiais feitos a partir do Amni Soul Eco® se biodegradam em 3 anos quando descartados em aterros sanitários, reduzindo o impacto ambiental.

Os produtos têxteis da Rhodia têm a certificação internacional Oeko-Tex (standard 100, classe 1), que atesta a sua segurança de uso para a confecção de roupas e calçados para adultos, crianças e bebês. “Cada vez mais os consumidores estão interessados em produtos que sejam amigos do meio ambiente e, ao mesmo tempo, ofereçam conforto, design e tecnologia. O nosso trabalho é traduzir esse desejo em produtos têxteis inovadores, que entreguem conforto e funcionalidade à vida das pessoas”, diz Renato Boaventura, presidente da unidade global de negócios Fibras do Grupo Solvay.

O projeto desenvolvido pelo estúdio Top Shoes Brasil inclui um solado especial em PU (poliuretano), com matéria-prima da Rhodia. “A solução que criamos para o solado atende aos requisitos desejados pelos fabricantes: mais conforto, durabilidade, flexibilidade e leveza”, diz Marlise Margaritelli, gerente de marketing de Fenol e Derivados da Solvay. Segundo Marlise, a empresa está atenta aos avanços do setor calçadista e busca desenvolver projetos com profissionais e empresas reconhecidas no setor, como a Top Shoes Brasil.

Para Gustavo Dal Pizzol, o projeto criado com a utilização dos produtos e matérias-primas da Rhodia está em linha com as tendências do setor calçadista, que valoriza os materiais com apelo tecnológico e têm pegada sustentável. “É uma satisfação criar um projeto como esse que desenvolvemos com a Rhodia, que agrega inovações sustentáveis para a indústria têxtil e o setor de componentes de calçados. Temos a certeza de que o mercado vai saber reconhecer o valor desse produto que estamos criando”, disse.

Dados divulgados pela Assintecal, associação do setor de componentes de calçados, a partir de estudos da consultoria britânica Euromonitor, mostram que a venda de calçados esportivos movimentou R$ 12,71 bilhões no País em 2017. Dentro desse mercado, o segmento de calçados de performance, que inclui tênis para corrida, futebol e academia, gerou cerca de R$ 6,80 bilhões em 2017.

Fonte: Assessoria de Imprensa -Rhodia

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