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Lanxess e Saudi Aramco lançam a Arlanxeo, joint venture na área de borracha sintética

11/02/2016

Arlanxeo

A empresa de especialidades químicas Lanxess e a Saudi Aramco anunciaram a Arlanxeo, nome da sua nova joint venture na área de borracha sintética. O novo nome e logo combinam elementos dos nomes e logotipos de ambos os parceiros. O logotipo é complementado pelo descritor “Elastômeros de Desempenho” para destacar a gama de produtos da nova empresa. Todas as mais importantes autoridades antitruste autorizaram a transação. Desta maneira, a joint venture será lançada como Arlanxeo em 10 de Abril de 2016.

“A Arlanxeo será uma empresa forte formada por dois parceiros fortes” “Isto está refletido também no novo nome da empresa”, disse Matthias Zachert, Presidente do Conselho de Administração da Lanxess AG e futuro Presidente do Comitê de Acionistas da Arlanxeo. “Nós estabeleceremos a Arlanxeo como um player novo e independente no mercado mundial de borracha sintética. E estamos convencidos de que, no mundo de borracha, a Arlanxeo vai se tornar uma marca forte.”

“Sob seu novo nome, a Arlanxeo terá como base o foco no cliente, o reconhecimento e a reputação, tanto da Saudi Aramco como da Lanxess, o que torna ambos os parceiros muito orgulhosos”, disse Abdulrahman Al-Wuhaib, Senior Vice-Presidente de Empresas Derivadas, da Saudi Aramco.

Em 22 de setembro de 2015, a Lanxess e a Saudi Aramco assinaram um acordo para criar uma joint-venture, com composição igualitária de 50% para cada parceiro, para o desenvolvimento, produção, comercialização, venda e distribuição de borracha sintética usada na indústria mundial de pneus, fabricação de autopeças e uma ampla gama de outras aplicações.

A Arlanxeo terá sua sede na Holanda. Os parceiros em breve nomearão a equipe de gestão que irá comandar a joint venture. Cada parceiro terá representação igualitária nos conselhos que supervisionarão a empresa. O CEO será nomeado pela Lanxess e CFO pela Saudi Aramco.

“Com este empreendimento, o maior produtor mundial de borracha sintética e a maior companhia integrada de energia do mundo, lançamos as bases para o desenvolvimento sustentável e positivo da Arlanxeo”, disse Zachert. “Esta é uma vitória para nossos clientes, bem como para os funcionários da Arlanxeo. Estamos ansiosos para o lançamento desta nova e promissora parceria”.

A Lanxess é uma empresa líder de especialidades químicas com vendas de 8 bilhões de euros em 2014 e aproximadamente 16.300 funcionários em 29 países. Atualmente a empresa está representada em 52 locais de produção, em todo o mundo. O core business da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de plásticos, borracha, intermediários e especialidades químicas.

Fonte: Lanxess

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PolyOne adquire ativos de TPE da Kraton

09/02/2016

PolyOne-Acquires-Kraton

Ampliando sua presença global e expertise em inovação e design de elastômeros termoplásticos  (TPE), a PolyOne Corporation anunciou em 03 de feveiro que adquiriu certas tecnologias e ativos da Kraton Performance Polymers, Inc.  As duas empresas também celebraram um acordo de fornecimento, através do qual a Kraton irá fornecer à PolyOne certas matérias-primas utilizadas no processo produtivo das unidades que foram vendidas.

Os mercados finais que utilizam as tecnologias vendidas pela Kraton abrangem aplicações novas e de crescimento rápido em adesivos e filmes protetores removíveis, bem como as aplicações existentes já servidas pela PolyOne, tais como embalagens, dispositivos médicos e produtos para cuidados pessoais. O preço da transação (US $ 72 milhões) representa um múltiplo de 9x EBITDA.

“Desde a nossa bem-sucedida aquisição em TPE da GLS em 2008, temos investido continuamente e promovido a globalizado e crescimento em inovação no segmento de TPE e seus vários usos de valor agregado”, disse Robert M. Patterson, presidente e CEO da PolyOne Corporation. “Estamos muito satisfeitos por termos feito este investimento para nossos clientes e seus objetivos de design de produto, desenvolvimento e desempenho.”

“Eu vejo esta transação como uma vitória para ambas as empresas, e mais importante, para os nossos respectivos acionistas e clientes”, disse Kevin M. Fogarty, presidente e diretor executivo da Kraton. “Ele permitirá que a PolyOne e Kraton se concentrem em suas principais competências e ajudará nossos clientes com soluções novas e únicas que os diferenciarão no mercado.”

Patterson acrescentou: “A integração será rápida e sem problemas, à medida que potencializamos o nosso know-how existente em TPE,  nosso alcance global e experiência comercial para ajudarmos os nossos clientes de maneiras novas e inovadoras.”

A PolyOne Corporation, com receitas de US $ 3,8 bilhões em 2014, é uma provedora de materiais, serviços e soluções especializadas em polímeros.

Fonte: PolyOne

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Faturamento da Fibermaq subiu 12% em 2015

19/01/2016

Maior fabricante brasileira de equipamentos para compósitos driblou a crise graças à combinação entre lançamentos, ajustes de projeto e desvalorização do real

Líder brasileira em equipamentos para a moldagem de compósitos, a Fibermaq cresceu em 2015 num ritmo acelerado, por conta do aumento das vendas de máquinas para a fabricação de caixas d´água – tempos de chuva escassa e volume morto. Ao final do ano, apesar da crise econômica que assola o Brasil, a a Fibermaq contabilizou um salto de 12% no faturamento em comparação ao período anterior, segundo dados da empresa.

A receita, descreve Christian de Andrade, diretor da Fibermaq, combina o bem-sucedido lançamento da linha Evolution – laminadoras, injetoras de RTM e gelcoatedeiras – com a correção de gargalos na família de equipamentos Inter e a desvalorização do real, que melhorou a competitividade da Fibermaq frente às marcas importadas.

“O câmbio nos ajudou, mas é importante levar em conta que fizemos a nossa lição de casa. Investimos na total reformulação do nosso portfólio, o que culminou no lançamento da família Evolution, e o feedback dos nossos clientes tem sido bastante positivo. Em paralelo, ajustamos alguns detalhes de projeto da série de máquinas Inter, melhorando a performance e, em decorrência, a aceitação do mercado”, comenta.

Para 2016 – e como forma de blindar a Fibermaq do provável recrudescimento da crise –, Andrade já programa diversos lançamentos, entre eles, uma gelcoateadeira para trabalhar com resina epóxi. “É um equipamento desenvolvido especialmente para os moldadores de compósitos que atuam no setor de energia eólica, um dos poucos, aliás, que deve continuar aquecido”. Uma família de máquinas para a venda via distribuidores – inclusive internacionais –, pistolas com mistura interna e equipamentos para a aplicação de adesivos também fazem parte dos planos da Fibermaq.

Fundada em 1978, na cidade de São Paulo, a Fibermaq é pioneira na fabricação de máquinas e acessórios para a moldagem de compósitos, epóxi e adesivos em geral. Ao longo desse período, mais de 5.000 laminadoras, gelcoateadeiras, injetoras de RTM e máquinas de enrolamento filamentar, entre outras, foram comercializadas pela empresa no Brasil e em toda a América Latina, afirma a empresa.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Fibermaq

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Almaco disponibiliza serviço de pesquisa de similaridade de matérias-primas

08/12/2015

Laudos devem ser usados em solicitações de redução de alíquotas de importação

Empresas brasileiras que fazem parte da cadeia produtiva de compósitos e desejam importar matérias-primas sem similares nacionais – resinas, fibras e aditivos, entre outros – contam agora com um novo serviço prestado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco): a pesquisa de similaridade. Caso o resultado do levantamento seja negativo, os interessados devem anexar o laudo emitido pela Almaco ao pedido de redução de alíquota de importação feito ao governo.

Por um pequena taxa por insumo pesquisado, a Almaco fornece depois de trinta dias úteis o laudo que atesta ou não a existência de similar nacional. “Para que a empresa consiga dar entrada ao processo, o governo exige a emissão de um documento de não similaridade elaborado por uma entidade de classe”, explica Paulo Camatta, gerente executivo da Almaco.

A norma que trata das regras administrativas para as importações sujeitas a exame de similaridade é a Portaria SECEX nº 23, de 14/07/2011, com base no Decreto nº 37/1966 e no Decreto nº 6.759/2009 (Regulamento Aduaneiro).

“Com esse novo serviço, a Almaco contribui para o aumento da competitividade do mercado brasileiro de materiais compósitos”, comenta o gerente executivo.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro – os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela versatilidade. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de tanques, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus e aviões.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Almaco

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MVC exporta casas para abrigar refugiados na Alemanha

17/11/2015
Simulação no computador de uma casa da MVC

Simulação no computador de uma casa da MVC

MVC Plásticos, do Paraná, pretende enviar 1.200 unidades pré-fabricadas ao país europeu, num negócio de até 65 milhões de reais. Primeiro kit será montado em Bremen

A MVC, empresa do Grup Artecola e Marcopolo, que atua no desenvolvimento de produtos e soluções em plásticos de engenharia, está desenvolvendo um projeto de residências com a tecnologia Wall System para a Europa, principalmente com objetivo de atender aos refugiados que chegam àquele país. O projeto terá várias etapas, que começarão com a homologação da primeira unidade na Alemanha, passando, em seguida, pela produção de um lote-piloto de 40 unidades, até chegar ao pedido de 100 kits por mês.

A primeira unidade foi entregue por via aérea em função da urgência, no dia 12 de novembro. A casa deverá estar montada para apresentação em Bremen, no noroeste da Alemanha, até o final de novembro. O plano prevê que operários alemães sejam treinados para montar as unidades que serão exportadas em 2016. Após o período de testes, que deve durar 15 dias, a previsão é que seja exportado um lote inicial de 40 casas, cujo prazo de entrega será até final de fevereiro/2016.  A partir de março, cem casas por mês deverão ser enviadas do Brasil para a Alemanha.

A empresa espera que, em 2016, o total de casas exportadas chegue a 1.200 unidades, num negócio que deve render 65 milhões de reais.

As casas, que têm 64m² e dois dormitórios, são baseadas em chapas de compósitos. A ideia inicial é construir casas para atender às necessidades atuais da Alemanha.  Elas serão adquiridas pelo consórcio alemão AMD, baseado em Bremen, que pretende revendê-las para empresas alemãs interessadas em doar as unidades para prefeituras e governos estaduais. Futuramente, a AMD espera negociar diretamente com as autoridades a venda das casas pré-fabricadas. A AMD também pretende expandir o negócio para outros países, em outros formatos, para atender ao mercado em geral.

No momento atual, trata-se de uma solução de emergência para acomodar famílias que chegam à Alemanha como refugiadas. As pessoas que vão habitar as residências não desembolsarão nada por elas, que deverão ser custeadas por prefeituras e doações. O material usado é semelhante ao de trailers e turbinas eólicas.

De acordo com Gilmar Lima, diretor-geral da MVC, a primeira casa exportada servirá de “cobaia” para avaliar a necessidade de eventuais modificações. Segundo ele, o projeto é uma das maiores conquistas da empresa e representa a consolidação internacional da tecnologia Wall System – a mesma utilizada no Brasil para a construção de escolas e creches. “O mercado europeu é muito exigente e já conhecia o produto e a qualidade MVC. A casa que produzimos hoje e fornecemos no País já tem padrão internacional e, em alguns requisitos, até superior. No caso especifico deste projeto, as mudanças são nas janelas e nas portas para atender as especificações de conforto térmico, em razão das baixíssimas temperaturas do inverno europeu. Tivemos que modificar algumas coisas, como reforçar o teto por causa do acúmulo de neve e adequar o layout ao gosto dos alemães”, destaca Gilmar Lima. “As casas serão montadas com nossa orientação e acompanhamento. Enviaremos dois profissionais para acompanhar a montagem e capacitar a equipe local. Mas o projeto prevê, em uma segunda fase, o fornecimento para outros países, como França, Áustria, Hungria e Turquia”, explica o executivo.

Os principais pontos que determinaram a escolha e aprovação do produto da MVC foram a velocidade de implantação, as características de conforto térmico e acústico, a durabilidade e a possibilidade de serem exportadas em módulos (desmontadas) e montadas de maneira rápida e eficaz.

Entre as novidades das casas, estão a aplicação da tecnologia de perfis pultrudados (em compósitos) na estrutura – o que dispensa a utilização de estrutura metálica (sem aço) -, a produção das portas  pelo processo de Compressão a Quente (SMC – Sheet Moulding Compound) e o uso de vidros duplos para garantir o conforto térmico e acústico. “Existe a possibilidade também das telhas serem em compósitos (SMC), que têm excelente desempenho térmico e acústico. O cliente gostaria que a casa fosse toda em compósitos, mas vamos fazer isto com decorrer do tempo”, comenta Lima.

“Como prevemos que a demanda para casas de refugiados não deve diminuir tão cedo, estamos estudando aumentar a capacidade para eventualmente exportar até 400 casas por mês”, afirma Lima, da MVC.

MVC_casa_planta

Planta da casa pré-fabricada

Cada unidade vai custar 13.800 dólares (cerca de 52 mil reais) na fábrica brasileira. Além de paredes, forro e teto, os kits já incluem as instalações hidráulicas e elétricas. O acabamento final, que inclui janelas, portas e outros itens, vai ser fornecido por empresas alemãs, o que deve elevar o valor de cada unidade para 25 mil dólares (95 mil reais). A empresa afirma que as unidades são capazes de resistir por anos sem muita manutenção.

Segundo o diretor da MVC, o interesse pelas unidades brasileiras na Alemanha surgiu em parte devido à alta do dólar, que tornou o produto mais competitivo perante concorrentes da Turquia e da China.

O negócio envolvendo os refugiados é visto como um alívio para a empresa, que teve receitas de 670 milhões de reais em 2014, mas espera registrar pouco menos da metade disso em 2015 por causa da retração do mercado brasileiro de componentes automotivos e da construção de unidades para programas como o Minha Casa, Minha Vida, que vem sofrendo cortes.

Segundo Gilmar Lima, em que pese o baixo desempenho da economia brasileira em 2015, este contrato de exportação, assim como o crescimento no setor eólico, deve compensar em parte a queda de receita da empresa em 2015 e 2016. “A intenção é, no primeiro ano, entregar 1.200 unidades (100 casas por mês), mas a nossa meta é levar a tecnologia Wall System para toda a Europa e chegar à receita anual de R$ 200 milhões em novos contratos até o 2020”, salienta o executivo.

Sistema seguro e confiável

Desde 2004, a MVC já construiu, pelo sistema Wall System, cerca de 250 mil metros quadrados de conjuntos de escolas, casas, creches e edificações de usos diversos no Brasil e no exterior, em países como Angola, Moçambique, Paraguai, Uruguai e Venezuela, entre outros. Em vez dos materiais tradicionais, as construções com o sistema Wall System são compostas de estrutura de perfil pultrudado (compósito reforçado com fibra de vidro), painel sanduíche de lâminas em compósitos reforçados (similar ao utilizado em aviões, trailers e barcos, entre outros) e núcleo especial, que garante o desempenho térmico, acústico e resistência a fogo.

Segundo a empresa, as características do sistema construtivo Wall System da MVC proporcionam sensíveis ganhos no tempo na construção, padrão de acabamento de elevada qualidade e maior durabilidade e vida útil. Além disso, podem ser totalmente acessíveis, desenvolvidas especialmente para portadores de deficiência.

Entre as vantagens em relação ao processo tradicional, o sistema oferece maior velocidade de construção, durabilidade, resistência, flexibilidade, conforto térmico e acústico, obra limpa e desperdício zero, assegura a MVC. O sistema construtivo foi homologado sob a norma NBR 15.575/2013, que define os requisitos de desempenho da construção no Brasil, obtendo classificação superior na maioria dos parâmetros avaliados.

Refugiados na Europa

Oficialmente, o governo alemão espera receber 800 mil solicitantes de asilo em 2015, principalmente refugiados que fogem das guerras na Síria e no Iraque e imigrantes que deixam seus países por razões econômicas, especialmente pessoas originárias dos Bálcãs.

A maioria dos que fogem do Oriente Médio tem grande chances de conseguir o documento de permanência. Já os imigrantes econômicos têm poucas chances de ficar na Alemanha – só que, até que seus casos sejam analisados (o que costuma demorar semanas), eles têm uma permissão temporária para permanecer no país.

Várias prefeituras e governos estaduais afirmam que estão sobrecarregados com as tarefas de abrigar e alimentar os recém-chegados. Algumas cidades estão tendo que improvisar abrigos e instalações. Em Berlim, um terminal do antigo aeroporto de Tempelhof foi convertido num dormitório para mil pessoas. Outras cidades, como Hamburgo, armaram barracas para abrigar famílias.

O temor é que, com a chegada do inverno, muitas dessas instalações provisórias se revelem inadequadas. Segundo um levantamento realizado em outubro pelo jornal Die Welt, pelo menos 42 mil refugiados estão abrigados em barracas instaladas em acampamentos improvisados por prefeituras e governos estaduais da Alemanha.

Algumas empresas alemãs já entraram no negócio de fornecer casas e alimentação para refugiados. Entre elas está a European Homecare, que fechou contratos com prefeituras e fornece abrigo e comida para 15 mil refugiados. O governo alemão estima que vai gastar 6 bilhões de euros (24 bilhões de reais) com os refugiados em 2015.

Fonte: Assessoria de Imprensa – MVC / Deutsche Welle

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Galeria de arte com peças de compósitos será atração de evento em São Paulo

03/11/2015

Exposição tem como objetivo mostrar a versatilidade do material

Entre os dias 04 e 06/11, os amantes das artes que estiverem na cidade de São Paulo poderão conferir um tipo diferente de mostra. Num espaço de 1.300 m², no Transamérica Expo Center, serão expostas dezenas de “obras de arte” feitas inteira ou parcialmente de compósitos, um material de alto desempenho resultante da combinação entre polímeros e fibras (vidro, carbono, aramida ou natural).

Criada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco), a galeria de arte é uma ação que acontecerá em paralelo ao Seminário Internacional de Compósitos, evento voltado à apresentação de trabalhos de renomados especialistas nacionais e internacionais no material.

“Apresentaremos desde objetos decorativos a mobiliários urbanos, veículos, aviões e componentes de turbinas eólicas. A ideia é mostrar a versatilidade dos compósitos e a sua importância no dia a dia das pessoas”, afirma Gilmar Lima, presidente da Almaco.

Os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, bem como pela flexibilidade de design. Segundo a Almaco, há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Em 2014, o setor brasileiro de materiais compósitos faturou R$ 3,246 bilhões – em volume, uma produção de 206 mil toneladas. Com uma fatia de 51%, a construção civil apareceu na liderança do ranking dos principais consumidores de compósitos de poliéster, à frente de transporte (15%), corrosão (12%) e saneamento (5%), entre outros – total de 151,2 mil toneladas.

Já a geração de energia eólica respondeu por 90% da demanda por compósitos de epóxi. O setor de petróleo ficou em segundo lugar, com 5%. Ao todo, foram processadas 54,8 mil toneladas. Os números fazem parte do último levantamento da Maxiquim, consultoria contratada pela Almaco.

A Almaco sublinha algumas curiosidades relativas ao uso dos compósitos:

  • uma casa de compósitos de dois quartos, sala, cozinha e banheiro pode ser construída em dez dias;
  • os maiores aviões comerciais da atualidade têm entre 35% e 50% de compósitos nas suas estruturas;
  • os tetos dos ônibus e as frentes dos caminhões são de compósitos, assim como os cascos da maioria das lanchas;
  • existem pás eólicas de compósitos com mais de 80 metros de comprimento.

Fonte: Almaco

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Lanxess e Saudi Aramco lançam Joint Venture para borracha sintética

29/10/2015
  • O maior produtor mundial de borracha sintética e o maior produtor mundial de petróleo e energia anunciam aliança estratégica
  • Lanxess e Saudi Aramco terão cada uma a participação de 50 por cento no empreendimento conjunto
  • Joint venture no valor de EUR 2,75 bilhões
  • A Lanxess planeja aproveitar o negócio para crescimento, redução de alavancagem e resgate de ações
Abdulrahman F. Al-Wuhaib, Senior Vice Presidente Downstream da Saudi Aramco (esquerda) e Matthias Zachert, CEO da Lanxess (direita)

Abdulrahman F. Al-Wuhaib, Senior Vice Presidente Downstream da Saudi Aramco (esquerda) e Matthias Zachert, CEO da Lanxess (direita)

A empresa de especialidades químicas Lanxess e a Saudi Aramco da Arábia Saudita planejam estabelecer uma Joint Venture para borracha sintética, cujos detalhes encontram-se em um acordo assinado em 23 de setembro passado. A Lanxess e a subsidiária da Saudi Aramco, a Aramco Overseas Company, terão cada uma a participação de 50 por cento na joint venture, com vendas anuais de aproximadamente três bilhões de Euro em 2014. A Saudi Aramco deve pagar aproximadamente EUR 1,2 bilhões em dinheiro por sua participação de 50% após dedução de débitos e outros passivos financeiros. O valor total da joint venture é de EUR 2,75 bilhões.

A transação ainda requer a aprovação das autoridades antitruste relevantes e deve ser concluída na primeira metade de 2016.

A Lanxess contribuirá com seu negócio de borracha sintética para o novo empreendimento conjunto. Isso incluirá as unidades de negócios Tire & Specialty Rubbers (TSR) e High Performance Elastomers (HPE), suas 20 instalações de produção em nove países e mais de 3.700 funcionários e pessoal de apoio adicional. As borrachas de alto desempenho fabricadas pela Lanxess são usadas principalmente na produção de pneus e aplicações técnicas, como mangueiras, correias e vedações. Os principais clientes incluem as indústrias automotiva e de pneus, mas os produtos também são usados na indústria de construção e por empresas de óleo e gás.

A Saudi Aramco fornecerá à joint venture o acesso confiável e competitivo a matérias primas estratégicas a médio prazo.

A joint venture une o maior produtor mundial de borracha sintética e o maior produtor mundial de petróleo e energia para formar uma parceria estratégica de longo alcance. “Esta aliança nos permitirá dar ao negócio de borrachas uma posição competitiva muito sólida e as melhores perspectivas futuras”, disse o CEO da Lanxess, Matthias Zachert. “Juntos no futuro podemos produzir borracha sintética em uma cadeia de valor integrada que vai desde o campo de petróleo até o produto final, estabelecendo assim um dos melhores fornecedores no mercado mundial. Desse modo, estaremos aptos a fornecer aos nossos clientes uma confiabilidade ainda melhor do que antes”.

Abdulrahman Al-Wuhaib, vice-presidente sênior de Downstream da Saudi Aramco disse: “Por meio do acordo de joint venture, estamos investindo em uma capacidade de produtos de elastômeros e borracha sintética de classe mundial que já abastece muitos dos maiores clientes globais em fabricação de peças de automóveis e pneus. Além de criar uma nova fonte de receita para a Saudi Aramco, o acordo incentivará o crescimento econômico e as oportunidades de diversificação para o Reino da Arábia Saudita e região do Oriente Médio em setores de alto volume, como manufatura de autopeças e pneus, que dependem de produtos químicos com valor agregado e margens mais altas”.

O novo empreendimento conjunto será administrado por uma holding com sede na Holanda. O CEO será indicado pela Lanxess e o CFO será indicado pela Aramco Overseas Company. Cada uma das empresas terá representação igualitária na diretoria da JV. A Lanxess consolidará as finanças da JV.

Com a criação desta joint venture, a Lanxess está implementando a terceira etapa do programa de realinhamento em três fases. “Estabelecemos um ponto de partida estratégico completamente novo para nossa empresa em pouco mais de apenas um ano”, disse Zachert. “Não apenas racionalizamos nossas funções administrativas e já tornamos mais eficientes muitas de nossas estruturas de produção e processos, como também, com essa joint venture em negócios de borracha, estamos cumprindo a fase mais importante de nosso realinhamento – com o melhor parceiro possível e num prazo bastante curto. Com a margem financeira resultante conseguiremos voltar a crescer muito antes do esperado”.

A Lanxess planeja usar cerca de EUR 400 milhões dos recursos obtidos com a transação para investir no crescimento de segmentos mais bem posicionados e menos cíclicos de Intermediários Avançados (Advanced Intermediates) e Produtos Químicos de Desempenho (Performance Chemicals). Outros EUR 400 milhões estão reservados para uma redução adicional de sua alavancagem financeira e cerca de EUR 200 milhões devem ser usados para um programa de recompra de ações.

A Lanxess teve vendas de EUR 8,0 bilhões em 2014 e possui cerca de 16.300 funcionários em 29 países. A empresa atualmente está representada em 52 plantas de produção em todo o mundo. O principal negócio da Lanxess é o desenvolvimento, a manufatura e o marketing de plásticos, borracha, intermediários e especialidades químicas.

Fonte: Lanxess

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Painel Nordeste apresenta soluções para fabricação de peças em compósitos e poliuretano

15/10/2015

Empresas do Nordeste vão encontrar especialistas dos mercados de materiais compósitos e poliuretano para conhecer tecnologias de fabricação

Painel-Nordeste-2015

No dia 23 de outubro, em Pernambuco, será realizado o Painel Nordeste – Tecnologias para fabricação de peças em Compósitos e Poliuretano, um seminário técnico composto por palestras que mostrarão tecnologias de fabricação eficientes e econômicas. Os participantes poderão conhecer diversas tecnologias para aprimorar seus processos produtivos e aumentar a lucratividade.

O evento é gratuito, mas as inscrições são exclusivas para empresas fabricantes de peças plásticas, profissionais de universidades e centros de pesquisa.

As inscrições pode ser feitas através do site www.tecnologiademateriais.com.br

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Grupo ZKW e DSM desenvolvem novo módulo leve de iluminação LED para o Audi Q7

22/09/2015

A Royal DSM anunciou o uso de um novo grade de PET (Arnite® XL-T) no novo Audi Q7 em uma aplicação de faróis de automóveis que pode resistir a cargas térmicas extremas.

DSM-Arnite

Os faróis são uma característica distintiva-chave para a identidade de um carro e, atualmente, a iluminação LED, com as suas excelentes características de desempenho, é a vanguarda do design do farol automotivo. Eles também são um item essencial de segurança e devem ter um desempenho de acordo com os mais altos padrões internacionais. Os sistemas de iluminação LED, HID e halogéna, muitas vezes combinados em um único conjunto de farol, oferecem excelente desempenho, mas também colocam mais restrições sobre o uso de materiais e design. A luz solar irradiada nas múltiplas lentes de LED / HID cria aumentos de cargas térmicas localizadas superiores a 235 ° C.

Altas cargas de irradiação solar podem causar distorções térmicas e liberação de gases tanto de componentes funcionais como estéticos. Para superar isso, especialidades caras de polímeros de alto desempenho podem ser utilizadas ou, alternativamente, a proteção térmica pode ser obtida por escudos de metal que, todavia, adicionam peso e custos, além de restringir parâmetros de projeto.

Os componentes na montagem do farol podem sofrer degaseificação, tornar-se distorcidos, danificados ou podem até fundir sob tais condições severas. Componentes estéticos da guarnição também aumentam o desafio de desempenho, ao precisar atender às exigências de design para uma aparência superficial rigorosa nas cores preto ou cinza escuro, o que aumenta o problema resultante da carga térmica solar.

Segundo a DSM, o desempenho superior do seu poliéster Arnite XL-T, com uma temperatura de deflexão térmica (HDT) de 250° C, baixa liberação de gases e excelente acabamento superficial texturizado em cores escuras, atendem às exigências do designer e ampliam a liberdade na construção dos módulos de farol automotivo LED/HID.

A DSM afirma que o Arnite tem sido utilizado com sucesso por muitos anos na iluminação e em muitas outras aplicações automotivas elétricas e eletrônicas que exigem alto desempenho térmico e características de baixa degaseificação. Através de extensa experiência e compreensão das aplicações, a DSM desenvolveu tecnologia proprietária que ampliou a condutividade térmica do Arnite XL-T para superar outros termoplásticos de alta resistência ao calor, tais como a Polietersulfona (PES), Polieterimidas (PEI) e Poliftalamidas (PPA), sem o preço desses materiais ou outros problemas como o processamento crítico e a absorção de água. Um dos principais benefícios do Arnite XL-T, segundo a DSM, é o seu ótimo acabamento superficial quando texturizado, mesmo em moldagens com reforços de fibra de vidro.

Sylvana Wetscher, do Grupo ZKW, um fornecedor global de sistemas de iluminação para automóveis sediado base em Wieselburg, na Áustria, disse: “Inovação é a nossa base e nós fundamentamos a nossa reputação nos avanços pioneiros que continuamos a fazer em sistemas de farol automotivo. O Arnite XL-T nos permite projetar módulos de iluminação LED que atendem a todos os critérios de projeto estabelecidos por nossos clientes OEM, os quais tem reconhecido as vantagens que ele oferece para resolver o problema da carga térmica resultante da irradiação solar. Juntamente com o nosso parceiro DSM, temos conseguido o objetivo final de atender aos requisitos funcionais do módulo do farol, bem como de superar os problemas de distorção térmica e liberação de gases, sem redesenhos complexos e dispendiosos para insertos de metal ou escudos térmicos adicionais. Isto manteve o peso total em um valor mínimo, o que contribui para melhorar a economia de combustível e reduzir a pegada de carbono dos veículos. ”

Fonte: DSM

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Polymaker e Covestro desenvolvem conjuntamente uma nova linha materiais para impressão 3-D à base de policarbonato

21/09/2015

A Polymaker se associou à Covestro para fornecer materiais aperfeiçoados para impressão 3D destinados a engenheiros, designers e amantes da nova tecnologia.

Policarbonato para impressão 3D oferece melhor resistência térmica do que quase qualquer outro material atualmente disponível no mercado

Policarbonato para impressão 3D oferece melhor resistência térmica do que quase qualquer outro material atualmente disponível no mercado

A Polymaker, um produtor de filamentos de alta qualidade para impressoras desktop 3D lançou uma nova linha de materiais à base de policarbonato especificamente projetados para impressoras 3D baseadas em extrusão.

Os dois primeiros membros desta nova família de materiais são o Polymaker PC-Plus ™ e o PC-Max ™, que foram formulados e projetados para tornar o policarbonato disponível para impressoras desktop 3D padrão, baseadas em extrusão.  Segundo a Polymaker, eles conseguiram isso baixando as temperaturas de impressão da faixa de 300 a 320 ºC para um intervalo mais moderado (250-270 ºC)  e melhorando significativamente a resistência ao empenamento. O PC-Max ™ oferece adicionalmente propriedades mecânicas avançadas – tenacidade, em particular – tornando-o adequado para aplicações exigentes mecanicamente, afirma a Polymaker.

A introdução da linha de policarbonatos Polymaker PC é o resultado de uma parceria da Polymaker com a Covestro, anteriormente denominada Bayer MaterialScience. A Covestro, que forneceu as resinas-base de policarbonato para a linha Polymaker PC, tem uma ótima reputação como fornecedora mundial de materiais poliméricos de alta tecnologia, inovadores, sustentáveis e diversificados. Os cientistas de materiais da Polymaker trabalham em estreita colaboração com a equipe da Covestro (www.covestro.com) para melhorar a formulação do filamento de policarbonato 3D para dotá-lo de propriedades inéditas e funcionalidades para impressão 3D.

“A experiência, o portfólio de produtos e a liderança da Covestro serão de valor inestimável para a nossa missão de fornecer à indústria os melhores materiais com o desempenho, confiabilidade e segurança que irão inspirar os nossos clientes e expandir nosso portfólio de produtos”, disse o Dr. Xiaofan Luo, CEO de Polymaker.

Repercutindo esse entusiasmo,  Tim Efthimiady, vice-presidente sênior da Unidade de Negócios de Policarbonato de Covestro disse: “Nós vemos a integração dos nossos materiais poliméricos de alta tecnologia no campo da impressão 3D como um meio para orientar soluções de nova geração em design e produção. Estamos muito animados para trabalhar com a Polymaker à medida em que entramos nesta indústria florescente. ”

Segundo a Polymaker, algumas das vantagens-chave da sua nova linha de Policarbonatos, em comparação com materiais de impressão 3D já existentes, são:

  • Resistência ao Calor: Ao contrário de projetos feitos com materiais de PLA ou ABS, aqueles feitos com o Polymaker PC irão suportar temperaturas de mais de 100 ° C. Isso os torna ideais para a iluminação, engenharia e praticamente qualquer dispositivo ou produto que requeira boa estabilidade estrutural quando exposto ao calor.
  • Excelentes propriedades mecânicas: sendo um dos plásticos de engenharia mais usados no mundo, o policarbonato tem uma excelente reputação em termos de propriedades mecânicas. A linha Polymaker PC herda essas qualidades ao mesmo tempo em que é totalmente compatível com a impressão desktop 3D. Peças feitas com a linha Polymaker PC mostram uma resistência mecânica melhorada sob quase todos os diferentes modos de deformação, afirma a Polymaker. O PC-Max fornece ainda ótimas resistência ao impacto e tenacidade.
  • Capacidades pós-processamento: A linha Polymaker PC pode ser facilmente pós- processado por lixamento, revestimento ou outros métodos para atender às necessidades funcionais dos usuários.

Propriedades funcionais adicionais incluem retardância intrínseca à chama, claridade ótica e resistência a produtos químicos e solventes, afirma a Polymaker, que continuará a desenvolver novos materiais funcionais de impressão 3D baseados em Policarbonato.

“O Policarbonato tem propriedades que o tornam muito desejável para a comunidade de impressão 3D como um todo e a linha Polymaker PC torna-o ainda melhor para designers criativos e engenheiros em todas as fases do processo de produção”, acrescentou o Dr. Luo. “As suas excelentes propriedades funcionais e de engenharia abrem portas para novos projetos e aplicações que não eram possíveis anteriormente para aqueles que possuíam impressoras desktop 3D.”

“Estamos ansiosos para trabalhar com toda a comunidade de impressão 3D – fabricantes de impressoras,  desenvolvedores de software, designers e produtores – no desenvolvimento adicional da linha Polymaker PC”, comentou Aaron Jennings, gerente de marketing e comunicações da Polymaker. “Queremos ajudar os usuários de impressão 3D a atingirem seus objetivos e abrir novas possibilidades para a impressão 3D.”

O Polymaker PC-Plus ™ estará disponível em outubro no site da Polymaker (www.polymaker.com) e através da rede de distribuidores da empresa em todo o mundo. O Polymaker PC-Max ™ estará disponível antes do final deste ano.

Sobre a Polymaker:  Com sede em Xangai, a Polymaker fornece materiais para a indústria de impressão 3D. Atualmente,  também tem escritórios globais nos EUA, Holanda e Japão.

Sobre a Covestro (anteriormente Bayer Material Science): Com um faturamento de 11,7 bilhões de euros em 2014, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. Suas atividades de negócios estão focalizadas na fabricação de materiais de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos utilizados em muitas áreas da vida diária. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de lazer e esportes. No final de 2014, a Covestro tinha 30 sites de produção e empregava aproximadamente 14.200 pessoas em todo o mundo. a Covestro é uma empresa do Grupo Bayer.

Fonte: Polymaker

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Polinox fortalece presença no setor eólico

17/09/2015

Este ano, cerca de 10% da produção de peróxidos orgânicos da empresa têm sido absorvidos pelos fabricantes de pás e nacelles

Líder em peróxidos orgânicos na América Latina, a Polinox é a única empresa brasileira do seu segmento a fazer parte da rede de fornecedores dos fabricantes de pás e componentes para a geração de energia eólica instalados no país.

Ao longo deste ano, cerca de 10% da produção da Polinox foram absorvidos pelo segmento eólico, um dos poucos representantes da indústria brasileira a atravessar um bom momento – seja por causa das exportações ou em função dos contratos locais firmados antes da crise. “Os fabricantes de componentes para geração eólica estão com encomendas até o final de 2016, além do que há uma previsão de crescimento anual da demanda de 30% até 2018”, afirma Roberto Pontifex, diretor da Polinox.

Do portfólio da empresa – lista formada por mais de 40 tipos de peróxidos orgânicos –, os preferidos dos fabricantes de pás e componentes, como as nacelles, são o Brasnox MCP® e o Brasnox MCP 45 CR®. “São blendas de metil-etil-cetona e cumeno caracterizadas pela baixa exotermia, gel time longo e excelente cura final”, detalha.

Segundo Pontifex, fornecer para o setor de energia eólica atesta a qualidade e a performance dos produtos da Polinox. “Foram meses de testes muito rigorosos feitos aqui e lá fora até que conseguíssemos as homologações. É um mercado que opera com o que há de melhor em termos de matérias-primas para a moldagem de compósitos”.

As pás e diversos componentes das turbinas eólicas são feitos de compósitos e os peróxidos orgânicos da Polinox atuam como agentes de polimerização (cura) desses polímeros.

Fundada em 1960, a Polinox mantém um complexo industrial em Itupeva (SP) com capacidade para produzir, por mês, 300 toneladas de peróxidos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Polinox

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Solvay e RTP ampliam a disponibilidade global de resinas PPSU para aplicações em aeronaves

04/09/2015

Novo acordo de licenciamento permite que a RTP Company produza e venda resinas PPSU, oferecendo prazos de entrega mais curtos e maior flexibilidade para atender aos pedidos dos clientes

A Solvay Specialty Polymers, um dos líderes globais na fabricação e fornecimento de termoplásticos de alto desempenho, anunciou um novo acordo de licenciamento que permite à RTP Company, produtora global de compostos termoplásticos avançados, produzir e vender a linha de resinas de polifenilsulfona (PPSU) Radel® R-7000 da Solvay para a indústria aeronáutica mundial. O acordo expandirá significativamente os canais de fornecimento em uma escala global para esta família de polímeros de alto desempenho amplamente reconhecida pela indústria, ajudando a encurtar os prazos de entrega e a ampliar as opções de resinas PPSU Radel® R-7000 em cores customizadas, em pequenos ou grandes volumes.

As resinas da família de produtos Radel® R-7000 PPSU são especialmente formuladas para aplicações no interior de cabines de aeronaves, como assentos, unidades de serviços aos passageiros, compartimentos para bagagens e grades de ventilação. Além de fornecer uma excelente estética, resistência ao impacto e resistência química superiores, segundo a Solvay, estas resinas também atendem aos rigorosos regulamentos da Federal Aviation Administration (FAA), dos Estados Unidos, que estabelecem padrões para inflamabilidade, liberação de calor, geração de fumaça e emissões de gases tóxicos.

“A família de polímeros Radel® R-7000 PPSU da Solvay tem desempenho comprovado em aplicações em interiores de aeronaves, onde vem sendo utilizado há mais de 25 anos, em uma ampla gama de aeronaves comerciais, incluindo o A320 da Airbus e os modelos 737, 747, 757, 767, 777 e 787 da Boeing”, disse Michael Finelli, vice-presidente sênior da unidade de negócios de Sulfonas da Solvay Specialty Polymers. “O alto desempenho e o amplo portfólio dessa linha de produtos os estabeleceu como os materiais preferidos  de OEMs (fabricantes de equipamentos originais) e de empresas de MRO (serviços de manutenção, reparo e revisão) globais do setor aeronáutico. Este acordo entre a RTP Company e a Solvay ocorre de forma natural, dadas as capacidades globais de produção e distribuição de compostos da RTP Company, largamente reconhecidas , e nosso relacionamento de longa data para a venda de uma ampla gama de polímeros em vários mercados, incluindo o aeronáutico”.

A Solvay continuará a fabricar, vender e distribuir seus polímeros da série Radel® R-7000 PPSU. Esse novo acordo de licenciamento dá à RTP Company acesso às formulações e tecnologia de produção de polímeros Radel® R-7000 PPSU da Solvay e permite que a RTP Company fabrique e venda produtos utilizando códigos e a reconhecida marca Radel® da Solvay. Além disso, o acordo  oferecerá maior flexibilidade para clientes que queiram encomendar lotes menores de cores customizadas em conformidade com as paletas de cores de fabricantes de aeronaves ou de determinadas companhias aéreas.

“Este acordo de licenciamento com a Solvay agora nos permite oferecer aos clientes uma gama ainda mais ampla de polímeros de alto desempenho que atendem os rígidos regulamentos da indústria aeronáutica”, disse Ben Wiltsie, gerente geral de produtos retardantes de chamas da RTP Company. “Este acordo cria uma cadeia de fornecimento global mais ágil, que faz uso otimizado de dois reconhecidos fornecedores de materiais para o mercado aeroespacial”.

Sobre a RTP Company:  Com sede em Winona, Minnesota, EUA, a RTP Company é uma produtora global de compostos termoplásticos customizados. A empresa tem 18 fábricas na América do Norte, Europa e Ásia, e representantes de vendas localizados em todo o mundo. Os engenheiros da RTP Company desenvolvem compostos termoplásticos customizados em mais de 60 diferentes sistemas de resinas para aplicações que requerem cores e propriedades específicas como condutividade elétrica, alta elasticidade, retardamento de chama, alta resistência térmica, elevada rigidez  e alta resistência ao desgaste.

Sobre a Solvay Specialty Polymers: A Solvay Specialty Polymers fabrica mais de 1500 produtos agrupados em 35 marcas de polímeros de alto desempenho – fluoropolímeros, fluoroelastômeros, fluidos fluorados, poliamidas semi-aromáticas, sulfonas, polímeros aromáticos de ultra-alto desempenho, polímeros de alta barreira e compostos reticulados de alto desempenho –  para uso nas indústrias Aeronáutica, de Energias Alternativas, Automotiva, de Saúde, de Membranas, de Petróleo e Gás, de Embalagens, de Construção Civil, de Semicondutores, de Fios e Cabos e outras.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Bayer MaterialScience muda de nome e passa a se chamar Covestro

03/09/2015
  • Fabricante de materiais tem nova identidade
  • Covestro inicia suas operações e agora é legalmente e economicamente independente
  • Entrada no mercado de capitais é esperada para meados de 2016

covestroUma das principais fabricantes de polímeros do mundo tem uma nova identidade. A partir de 1º de Setembro de 2015, a Bayer MaterialScience passa a operar sob o nome Covestro (pronuncia-se Covéstro). A companhia hoje é legalmente e economicamente independente, mas continuará sendo uma subsidiária 100% da Bayer AG. A Bayer pretende conduzir a entrada da Covestro no mercado de capitais até meados de 2016 a fim de concentrar-se exclusivamente em seus negócios de ciências da vida.

“A independência nos permitirá reunir nossas forças para enfrentar a competição global de forma mais rápida, efetiva e flexível”, afirma o CEO da Covestro, Patrick Thomas.

“Fazer do mundo um lugar melhor”

A Covestro possui uma nova e colorida logo. Sua visão também é nova: “Fazer do mundo um lugar melhor”. “Nós cumprimos essa visão inspirando a inovação e conduzindo o crescimento por meio de tecnologias e produtos rentáveis que beneficiam a sociedade e reduzem os impactos ambientais”, explica Thomas.

A Covestro fornece produtos para indústrias-chave em todo mundo, tais como os setores automotivo, de construção e eletrônico, bem como as indústrias de esportes, moveleira e têxtil. Com seus produtos e soluções em aplicações, a companhia ajuda a solucionar os maiores desafios do nosso tempo, da mudança climática à escassez de recursos, mobilidade e urbanização ao crescimento populacional e mudanças demográficas.

Produtos versáteis para indústrias-chave

Os produtos da Covestro incluem matérias-primas para a espuma premium de poliuretano que, em sua forma flexível, é usada em móveis, colchões e assentos automotivos; em sua forma rígida, ela é usada no isolamento de prédios e em equipamentos de refrigeração.

A companhia também produz policarbonatos de alta performance, que são materiais muito versáteis para componentes automotivos, estruturas para coberturas, dispositivos médicos e muito mais. O portfolio da Covestro ainda é composto por especialidades químicas, incluindo matérias-primas para revestimentos, adesivos e filmes.

A Covestro é administrada por um Conselho formado por quatro membros. Os membros do Conselho de Administração, presidido pelo CEO Patrick Thomas, também incluem Frank H. Lutz (Diretor Financeiro e de Relações Trabalhistas), Dr. Klaus Schaefer (Produção e Tecnologia) e o Dr. Markus Steilemann (Inovação).

Sobre a Covestro: Com vendas de 11,7 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Suas atividades estão focadas na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em diversas áreas. O grupo Covestro possui 30 sites de produção ao redor do mundo e até o final de 2014 empregava cerca de 14.200 colaboradores. A Covestro é uma empresa do Grupo Bayer.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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Fibermaq lança injetora de RTM na Plastech Brasil

19/08/2015

Sistema de controle CLP garante mais precisão ao novo equipamento

A Fibermaq, líder brasileira em equipamentos para a moldagem de compósitos, lançará na Plastech Brasil – 25-28/08, em Caxias do Sul (RS) – uma injetora para o processo de RTM (Moldagem por Transferência de Resina ou Resin Transfer Molding), tecnologia largamente utilizada pelos moldadores de peças de compósitos consumidas pela indústria automotiva, entre outros setores.

Denominada RTM Evolution Electronic, a máquina dispõe de um sistema de controle CLP que permite o armazenamento de diferentes programas de injeção. “Também torna o trabalho muito mais preciso. Tanto na versão pneumática como na eletrônica, o volume de material injetado será sempre aquele previamente definido. Na versão pneumática, a dosagem se dá por número de batidas, ou seja, múltiplos de 100 ml. No modelo eletrônico, por sua vez, o volume a ser dosado é mais flexível”, explica Christian de Andrade, diretor da Fibermaq.

Com design que privilegia a mobilidade – muitos fabricantes costumam levar as injetoras até os moldes, e não o contrário –, a RTM Evolution Electronic conta com nova configuração de manômetros, que facilita ainda mais o controle da operação, e mostrador para indicar a passagem de catalisador, afirma o fabricante. “Outro ponto positivo é o sistema mais simples de encaixe das mangueiras. E, para aumentar a segurança do operador, fechamos todas as áreas onde se encontram os componentes móveis”.

Na Plastech Brasil, a Fibermaq também vai apresentar um novo modelo de gelcoateadeira – com capacidade de 4 Kg/min, é ideal para a fabricação de peças de pequenas dimensões, segundo a empresa. O equipamento foi desenvolvido a pedido de clientes que desejam fabricar peças muito pequenas para a aplicação de gelcoat pelo sistema airless tradicional, tecnologia que, independente do fornecedor da máquina (empresas nacionais ou não), gera desperdícios em aplicações desse tipo.

“Isso ocorre não só por causa da pressão mais elevada de bombeamento, como também pelo excesso de material aplicado na peça”, explica Edmundo Pinto, representante do departamento técnico da linha de equipamentos para poliéster da Fibermaq.

Revestimento e impermeabilização

Os visitantes da Plastech Brasil ainda poderão conferir no estande da Fibermaq a Titan Helix, máquina bicomponente destinada à aplicação de poliuretano (PU) spray e poliuréia. Produzida pela norte-americana Titan, é indicada para serviços de revestimento e impermeabilização na construção civil.

Fundada em 1978, na cidade de São Paulo, a Fibermaq é pioneira na fabricação de equipamentos para a moldagem de compósitos, poliuretano, epóxi e adesivos em geral. Ao longo desse período, mais de 5.000 laminadoras, gelcoateadeiras, injetoras de RTM e máquinas de enrolamento filamentar, entre outras, foram comercializadas pela empresa no Brasil e em toda a América Latina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Fibermaq

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Evonik anuncia novo distribuidor para segmento médico-hospitalar no Brasil

13/08/2015

ACNIS do Brasil passa a distribuir linha de polímeros PEEK para aplicações de implantes cirúrgicos

evonik-industriesA Evonik, umas das líderes mundiais em especialidades químicas, firmou parceria com a empresa ACNIS do Brasil, para distribuição em todo o território brasileiro da linha VESTAKEEP® i (PEEK), destinada ao mercado médico-hospitalar.

O acordo começou a vigorar no dia 1º de julho e os clientes deste segmento passam a contar com soluções completas, incluindo prestação de serviços, logística e condições comerciais competitivas para os produtos da linha VESTAKEEP® i.

Trata-se de uma linha de polímeros de última geração da Evonik para aplicações em implantes cirúrgicos de longo prazo, pois proporcionam segurança máxima, qualidade e confiabilidade, afirma a Evonik. Com biocompatibilidade comprovada, as aplicações típicas são implantes espinhais e ortopédicos, implantes para trauma (fixação de fraturas ósseas) e implantes dentários, complementa a empresa.

“A parceria com a ACNIS, que é uma das líderes mundiais na distribuição de materiais implantáveis e que se associa agora à tecnologia e qualidade dos produtos VESTAKEEP® i, reafirma nosso compromisso em oferecer soluções completas e eficientes para os nossos clientes da indústria médica, destaca Vitor Lavini, Gerente de Produto da Linha de Polímeros de Alta Performance, da Evonik.

Localizada em Sorocaba-SP, ACNIS do Brasil é uma empresa que distribui materiais Biomédicos  em Titânio, Aço Inoxidável, Cobalto Cromo, Fios em Nitinol, Fios em Tântalo e  Polímeros para a fabricação de implantes dentários, implantes ortopédicos,  instrumentação cirúrgica, brocas cirúrgicas. A matriz está localizada em Villeurbanne,  próximo a Lyon, na  França. Fundada em 1991, exporta para mais de 40 países ao redor do mundo.

A multinacional alemã Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2014, mais de 33.000 colaboradores geraram vendas em torno de 12,9 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 1,9 bilhão de Euros. No Brasil, a história da Evonik Industries, começou em 1953. A empresa conta hoje com cerca de 600 colaboradores no País e seus produtos são utilizados como matéria-prima em importantes setores industriais, como: automotivo, agroquímico, biodiesel, borracha, construção civil, cosmético, farmacêutico, nutrição animal, papel e celulose, plástico, química e tintas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Amcor anuncia uso de polímero especial da Solvay na produção de painéis fotovoltaicos mais leves

20/07/2015

Duráveis e altamente transparentes, os filmes produzidos com flouoropolímero ECTFE oferecem extrema redução de peso e alta flexibilidade, substituindo o vidro em módulos para energia solar

Estação de recarga de bicicletas elétricas com módulos fotovoltaicos utilizando filmes da Amcor fabricados com polímero ECTFE

Estação de recarga de bicicletas elétricas com módulos fotovoltaicos utilizando filmes da Amcor fabricados com polímero ECTFE

A Solvay Specialty Polymers, fornecedora global de termoplásticos de alto desempenho, está anunciando na Intersolar North America 2015 que os filmes extrudados a partir de sua resina de alto desempenho Halar® 500, à base de etileno clorotrifluoretileno (ECTFE), tornaram possível  o desenvolvimento  de filmes frontais para painéis fotovoltaicos mais  leves e duravéis pela Amcor, fornecedora mundial de filmes e materiais flexíveis. Já disponível nos EUA, os filmes frontais leves e flexíveis Rayotec® e Ceramis® da Amcor ampliam as opções para aplicações avançadas em energia solar, eliminando limitações estruturais de peso e rigidez impostas pelo vidro, melhorando a integração de módulos fotovoltaicos em formas complexas, afirma a Solvay Specialty Polymers.

“Proteção, redução de peso e durabilidade estão entre os principais critérios para filmes frontais destinados ao mercado norte-americano, atualmente em rápido crescimento para aplicações fotovoltaicas integradas a edifícios”, disse Wojciech Skalbani, diretor global de vendas e marketing de produtos técnicos na Amcor. “A combinação única de propriedades de desempenho fornecidas pela resina Halar® 500  da Solvay permitiu que as nossos filmes Rayotec® e Ceramis® atendessem a esses e outros requisitos exigentes, oferecendo uma nova solução competitiva para indústria solar nos EUA.”

O Halar® 500 ECTFE é um fluoropolímero processável por fusão, que pode ser extrudado para produzir filmes transparentes com larguras de até 1,5 m e com várias espessuras. Um filme típico de 50 micra de espessura  oferece mais de 90% de transmissão de luz e pesa apenas 84 g / m2 , segundo a Solvay Specialty Polymers. Isto contrasta com uma placa de vidro convencional de tamanho idêntico de 3 milímetros de espessura, para as mesmas aplicações de energia fotovoltaica, que pesa 7,5 kg / m2. Aplicado como o material leve principal no filme frontal Rayotec® da Amcor, a resina Halar® ECTFE da Solvay oferece novas e amplas opções para diminuir significativamente o peso dos painéis solares de silício cristalino.

A Amcor também escolheu um filme à base de Halar® 500 ECTFE como uma camada adicional de proteção para seu filme fotovoltaico frontal Ceramis®, que visa aplicações de painéis solares de Cobre-Índio-Gálio-Selênio (CIGS). Este filme frontal incorpora uma camada sensível de óxido de silício, na qual oferece uma barreira extremamente efetiva contra umidade, sendo esta fundamental para o desempenho de longa duração dos painéis de CIGS, afirma a empresa. A excelente resistência aos raios UV promovida pela resina Halar® 500 ECTFE, segundo a Solvay Specialty Polymers, protege a camada sensível, assegurando o perfeito desempenho de ambas as partes, da camada frontal e do painel CIGS terminado. Adicionalmente, a maior flexibilidade do filme de Halar® ECTFE, comparado ao vidro, permite um processamento (roll-to-roll ) mais eficiente da folha frontal Ceramis® da Amcor.

Além desses benefícios, segundo a Solvay Specialty Polymers, as películas com base no Halar® 500 ECTFE oferecem propriedades muito elevadas de barreira contra a umidade (<1 g / m2 / dia), resistência à abrasão, bem como uma maior resistência ao fogo, maior rigidez e menor densidade comparado aos filmes concorrentes, baseados no etileno tetrafluoroetileno (ETFE). São autolimpantes e podem suportar mais de 20 anos de exposição direta à luz solar. Combinadas com a tecnologia pioneira da Amcor, as películas baseadas no Halar® 500 ECTFE formam laminados de proteção duráveis para filmes encapsulantes comumente usados pela indústria solar.

“As resinas de alto desempenho baseadas em Halar® ECTFE da Solvay ajudam as indústrias inovadoras e importantes como a Amcor a explorar novos caminhos para a concepção de módulos solares duráveis e leves, que são mais facilmente integrados a formas complexas “, disse Philippe-Jacques Leng, gerente de mercado global para filmes da Solvay Specialty Polymers. “Estamos comprometidos em apoiar o crescimento de aplicações PV integrados a edifícios e outros mercados de energia solar, à medida que os consumidores ao redor do globo buscam fontes de energia mais sustentáveis.”

As resinas Halar® ECTFE da Solvay e as folhas frontais PV da Amcor estão disponíveis em todo o mundo.

A Amcor é uma empresa liíder global em soluções de embalagem, emprega mais de 30.000 pessoas em todo o mundo, operando em 40 países em 300 sites. Fornece uma ampla gama de soluções de plástico (rígido e flexível), fibra, metal e embalagens de vidro. A Amcor está sediada em Melbourne, na Austrália. Com 68 fábricas em 21 países, a Amcor Flexibles, uma divisão da Amcor, é líder de mercado e maior fornecedora mundial de embalagens flexíveis, atendendo aos mercados de alimentos, bebidas, farmacêutica, cuidados pessoais, produtos médicas e industriais.

A Solvay Specialty Polymers é uma divisão da Solvay que fabrica mais de 1500 produtos em 35 marcas de polímeros de alto desempenho – fluoropolimeros, fluoroelastômeros, fluidos fluorados, poliamidas semiaromáticas, polímeros de sulfona, polímeros aromáticos de altíssimo desempenho, polímeros de alta barreira e compostos de alto desempenho reticulados – para uso nas indústrias Aeroespacial, Energia Alternativa, Automotiva, Saúde, membranas, Petróleo e Gás, Embalagens, Encanamento, Semicondutores, Cabos e Fios, e outras indústrias.

O grupo Solvay, com sede em Bruxelas, emprega cerca de 26.000 pessoas em 52 países e obteve um faturamento de € 10,2 bilhões em 2014. No Brasil, a Solvay também atua com o nome Rhodia, cujas operações foram adquiridas em 2011.

Fonte: Assessoria de Imprensa Rhodia / Solvay

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Braskem recebe inscrições para programa de incentivo a startups

20/07/2015

Braskem Labs estimula projetos que criem soluções sustentáveis em segmentos como saúde, moradia e mobilidade

Braskem_LabsA Braskem está com inscrições abertas até 31 de julho para o Braskem Labs, programa de apoio a novos negócios voltados à sustentabilidade e à tecnologia. Em parceria com a ONG Endeavor, a iniciativa engaja empreendedores no desenvolvimento de soluções socioambientais que melhorem a vida das pessoas em segmentos como saúde, moradia e mobilidade, por meio do uso do plástico.

Interessados em participar da plataforma podem se inscrever pelo site www.braskemlabs.com. Serão selecionados até 20 projetos, cujos resultados serão divulgados em agosto. Nos meses de setembro e outubro, a companhia promoverá capacitação das equipes com mentores da Braskem e da Endeavor e apoiará a elaboração do modelo de negócio com foco no impacto social promovido e na viabilidade financeira. Ao final, dois projetos serão selecionados para receber benefícios específicos de acordo com seus principais desafios.

“Nosso objetivo é incentivar a inovação feita por empreendedores, acelerando a materialização de boas ideias para que ganhem escala e tragam benefícios às pessoas por meio do plástico. Com o Braskem Labs queremos engajar públicos estratégicos, como universitários e empresários, a pensarem como o plástico pode contribuir para atender grandes demandas socioambientais, como acesso à água potável, moradia e alimentação”, afirma André Leal, líder de Responsabilidade Social da Braskem.

O Braskem Labs foi lançado oficialmente em maio e representa mais um investimento da empresa petroquímica em pesquisa e desenvolvimento, fomentando a competitividade da cadeia do plástico no Brasil.

Sobre a Endeavor

A Endeavor é uma das principais organizações de fomento ao empreendedorismo no mundo. Atua na mobilização de organizações públicas e privadas e no compartilhamento de conhecimento prático e de exemplos de empreendedores de alto impacto para fortalecer a cultura empreendedora do país. No Brasil desde 2000, já ajudou a gerar quase R$ 4 bilhões em receitas anualmente e mais de 20.000 de empregos diretos através de programas de apoio a empreendedores; e a capacitar mais de 3 milhões de brasileiros com programas educacionais presenciais e à distância. Mais informações: http://endeavor.org.br/

Sobre a Braskem

A Braskem possui 36 plantas industriais distribuídas pelo Brasil, Estados Unidos e Alemanha, produzindo anualmente mais de 16 milhões de toneladas de resinas termoplásticas e outros produtos petroquímicos. Grande produtora de biopolímeros, a Braskem tem capacidade para fabricar anualmente 200 mil toneladas de polietileno derivado de etanol de cana-de-açúcar.

Fonte: Braskem

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Lanxess apresentou poliamidas retardantes de chama durante exibição no Sul da Alemanha

03/07/2015
  • Componentes de PBT e poliamida retardantes de chama
  • Baixa deformação e excelente qualidade da superfície
  • Fluidez para a fabricação de componentes com espessura fina

Lanxess_WurzburgA empresa de especialidades químicas Lanxess teve um estande na exposição que acompanhou o Congresso “Plásticos em Aplicações Eletroeletrônicas” da SKZ (Centro de Plásticos do Sul da Alemanha), que aconteceu no início de junho na Fortaleza de Marienberg em Würzburg. “Nossa exposição se concentrou em componentes de PBT e poliamida reforçada com baixíssima deformação, uma poliamida 6 com custo melhor para substituir as poliamidas com reforço mineral e as variantes de PBT com fluidez extremamente boa para a produção econômica de componentes de espessura fina”, explicou Alexander Radeck, especialista em desenvolvimento de aplicações na unidade de negócios Materiais de Alto Desempenho da Lanxess.

Outro foco foi colocado nos compostos de poliéster para aplicações em tecnologia de iluminação LED. A Lanxess também participaou da programação de palestras. Andy Dentel, desenvolvedor de aplicações na Bond-Laminates GmbH, uma subsidiária da Lanxess, falou sobre os “Usos potenciais dos compósitos termoplásticos com fibra em aplicações eletroeletrônicas: visão geral e status da tecnologia” na quarta-feira, 10 de junho.

Deformação baixa; qualidade da superfície

Os componentes de PBT e poliamida reforçada retardantes de chamas que apresentam baixa tendência a se deformar são alvos de uma demanda específica para a fabricação de peças de suporte geometricamente complexas e grandes. Com o Pocan AF, a Lanxess é um dos poucos fornecedores de misturas de PBT e ASA (copolímero de acrilonitrila-estireno-acrilato) para esse perfil de necessidades. “Eles resultam em superfícies excelentes, quase não produzem nenhum depósito no molde de injeção e são retardantes de chama”, disse Radeck.  Esse poder alto de retardância de chamas reflete-se na classificação V0 no teste UL 94 da organização americana de testes Underwriter Laboratories (UL) e o registro correspondente na certificação UL Yellow Card.

Entre os tipos de poliamida 6 com nível de deformação particularmente baixo que a Lanxess exibiu estava o Durethan BG 30 X F30 e o Durethan BG 30 X FN01, que são reforçados com, entre outros materiais, microesferas de vidro. Este último é um plástico retardante de chamas e sem halogênio, classificado como UL f1 para uso em aplicações ao ar livre com exposição a raios UV e água.

Alternativas econômicas com melhor desempenho

O Durethan BKV 25 FN27, que é customizado para substituir a poliamida 6 retardante de chamas com reforço mineral, oferece melhor desempenho a um preço comparável, afirma a Lanxess. “Este material também apresenta retração isotrópica, mas é mais rígido e mais sólido, pode receber coloração livremente e é mais fácil de soldar usando ultrassom. Também tem densidade mais baixa”, disse Radeck. No teste de fio incandescente de acordo com a norma IEC 60695-2-12, o material retardante de chamas – sem halogênio e sem fósforo – obteve o melhor valor possível no Índice de Flamabilidade por Fio Incandescente (GWFI) para plásticos a 960°C para amostras com espessuras de menos de 1 mm. Uma aplicação possível é em equipamento de comutação de baixa voltagem.

Ciclos até 20% mais curtos

As variantes Pocan XF com fluidez extremamente baixa, segundo a Lanxess, são reforçadas com um percentual de 10 a 55% em fibra de vidro. “Apesar da melhor propriedade de fluidez, elas são mais resistentes à hidrólise do que os grades de PBT padrão comparáveis e apresentam propriedades mecânicas similares”, explicou Radeck. Outro ponto forte é a distribuição bastante uniforme das fibras de vidro em áreas do componente com espessura fina. Para demonstrar isso, apresentações com o Pocan C 3230 XF foram feitas na feira em Würzburg.

Tepex – retardante de chamas, condutor de eletricidade

A palestra de Andy Dentel incluiu uma introdução aos novos tipos retardantes de chama do compósito de alto desempenho Tepex da Bond-Laminates GmbH – uma subsidiária da Lanxess – baseado em uma matriz de policarbonato. Ele também enfatizou as oportunidades oferecidas pelo Tepex retardante de chamas na produção de peças de suporte para as áreas de transmissão e distribuição de energia, por exemplo. Outro tópico abordado foram os tipos de materiais condutores de eletricidade do Tepex, que podem ser usados em aplicações com requisitos especiais de compatibilidade eletromagnética (CEM).

Com vendas de €8 bilhões em 2014 e aproximadamente 16.300 funcionários em 29 países, a Lanxess é representada por 52 unidades de produção em todo o mundo. A atividade principal da LANXESS é o desenvolvimento, a fabricação e a comercialização de plásticos, borracha, intermediários e produtos químicos especiais.

Fonte: Lanxess

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BASF inaugura Complexo Acrílico de escala mundial em Camaçari

19/06/2015

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  • Primeiras fábricas de ácido acrílico e polímeros superabsorventes na América do Sul
  • Investimento de mais de € 500 milhões é o maior aporte da história da BASF em mais de 100 anos na América do Sul.
  • Planta de acrilato de butila em Guaratinguetá passará a produzir acrilato de 2-etil-hexila

A BASF inaugurou hoje (19/06) o seu complexo de produção em escala mundial de ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes (SAP) em Camaçari, Bahia. Estas são as primeiras fábricas de ácido acrílico e polímeros superabsorventes na América do Sul, com capacidade para 160 mil toneladas de ácido acrílico por ano. Com um investimento de mais de € 500 milhões, este é o maior aporte da história da BASF em mais de 100 anos na América do Sul.

“A BASF é líder global na cadeia de valor de ácido acrílico. Este grande investimento irá fortalecer ainda mais a nossa posição no crescente mercado sul-americano”, diz Michael Heinz, membro do Conselho de Administração Executivo da BASF SE.

Polímeros superabsorventes (SAPs) são importantes produtos na cadeia de valor de ácido acrílico e são utilizados na produção de fraldas para bebês e outros produtos de higiene. O acrilato de butila, um importante derivado do ácido acrílico, é utilizado para produzir adesivos, produtos químicos para construção e tintas decorativas.

“Este complexo vai garantir o abastecimento nacional e regional de produtos que atualmente são importados”, diz Ralph Schweens, Presidente da BASF na América do Sul. “Além disso, ele vai impactar positivamente a economia local, incentivando o investimento e a inovação na região, e atrair novas empresas para o polo industrial de Camaçari”, acrescentou.

A BASF espera que o investimento traga um impacto positivo à balança comercial do País, de cerca de US$ 300 milhões por ano, sendo US$ 200 milhões por meio da redução das importações e US$ 100 milhões em função da criação de exportações.

Colaboradores treinados nos EUA, Bélgica e China

A construção do novo complexo começou em março de 2012. Para operação, as três unidades produtivas criaram 230 empregos diretos e 600 indiretos na região. A BASF está estabelecendo os mais altos padrões no Brasil, aproveitando a expertise da unidade chinesa que entrou em operação recentemente.

Com o novo complexo de Camaçari, a BASF irá converter sua fábrica de acrilato de butia, localizada em seu site em Guaratinguetá, em uma unidade de produção de acrilato de 2-etil-hexila, uma importante matéria-prima para as indústrias de adesivos e revestimentos especiais. Esta será a primeira fábrica desse tipo na América do Sul. A produção está prevista para começar em 2016, com base no ácido acrílico produzido em Camaçari.

O portfólio de produtos da BASF oferece desde químicos, plásticos, produtos de performance e para proteção de cultivos, até petróleo e gás. Empresa química líder mundial, a BASF tem 150 anos de história e contabilizou vendas de mais de €74 bilhões em 2014, contando com mais de 113 mil colaboradores no final do ano.

Fonte: BASF

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Testes extensivos demonstram que troca-telas da Nordson Xaloy se mantém à prova de vazamentos em condições de processamento severas

01/05/2015

 As novas vedações para altas temperaturas nos troca telas de placas corrediças tiveram bom desempenho com muitos polímeros de alto índice de fluidez em 100.000 horas de produção

Troca telas de placas corrediças Nordson Xaloy

Troca telas de placas corrediças Nordson Xaloy

A Nordson Corporation desenvolveu uma nova tecnologia de vedação para seus troca telas de placas corrediças, permitindo que proporcionem filtração do material fundido à prova de vazamentos em temperaturas e pressões mais altas e viscosidades substancialmente mais baixas, anunciou a empresa.

Segundo a Nordson Xaloy, as vedações nos seus troca telas de placas corrediças impedem o vazamento, utilizando um projeto inovador que efetivamente proporciona vedação em pressões, temperaturas e viscosidades altas e baixas. A nova vedação Nordson permite que os troca telas de placas corrediças tenham desempenho confiável em temperaturas de até 650 °F (345 °C), pressões de até 7,500 psi (515 bar) e viscosidades baixas da ordem de 15.000 centipoise. Isso representa uma melhoria significativa de desempenho com materiais de baixa viscosidade em comparação aos sistemas de vedação mais antigos (consulte o gráfico) para filtração de placa corrediça.

“A nova tecnologia de vedação proporcionou operação sem vazamentos durante mais de 2.000 horas de experimentos realizados em laboratório pela Nordson e mais de 100.000 horas de serviço em dezenas de aplicações de produção”, disse Kevin Tuttle, gerente de desenvolvimento de negócios para produtos de fluxo fundido. “Nessas instalações o troca telas de placas corrediças Nordson Xaloy foi utilizado com êxito para dezenas de graus de poliolefinas, polímeros estirênicos e polímeros de engenharia em uma grande variedade de índices de fluidez.”

O novo sistema de vedação para alta temperatura está disponível com trocadores de tela de placas corrediças manuais e hidráulicas, observou Parke Strong, engenheiro de pesquisa e desenvolvimento, e pode ser instalado em equipamentos existentes.

A Nordson Polymer Processing Systems (http://www.nordsonpolymerprocessing.com) fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogeneizar, filtrar, medir e dar forma a plásticos e material de revestimento fluido. A Nordson Corporation aproveita a experiência da indústria de plásticos como um todo obtida por meio de uma série de aquisições estratégicas para oferecer um portfólio amplo e único das principais tecnologias do setor. A Nordson fornece uma ampla gama de produtos de precisão de fluxo fundido desde roscas e cilindros para extrusão e injeção a sistemas de filtragem, bombas e válvulas até as matrizes de extrusão e sistemas de peletização a fim de atender às necessidades em constante evolução da indústria de polímeros.  A Nordson Corporation fornece aos clientes recursos para vendas técnicas, serviços e reforma locais por meio de organizações de venda e fábricas regionais em mais de 30 países.

Fonte: Martino Communications / Assessoria de Imprensa Nordson Xaloy

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Torneio de hóquei dos Jogos Olímpicos Rio 2016 será disputado em gramado sintético de padrão mundial produzido com tecnologia Dow

07/04/2015

​​Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos, a Dow trabalha com cliente estratégico para fornecer de superfícies de alto desempenho para os campos do Centro Olímpico de Hockey

Dow_at_London_2012Baseado no sucesso da experiência dos Jogos Olímpicos Londres 2012, a solução inovadora de grama sintética produzida com as tecnologias de polietileno (PE) e poliuretano (PU) da Dow será a superfície oficial dos campos onde acontecerão as disputas de hóquei dos Jogos Olímpicos Rio 2016, na Região de Deodoro.

A Dow, Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos, vai trabalhar novamente em parceria com a Polytan STI, empresa com sede na Alemanha e fornecedora líder de superfícies esportivas para áreas internas e externas, para oferecer uma solução de grama sintética de alto desempenho, maior confiabilidade e velocidade para os melhores jogadores de hóquei do mundo que estarão no Rio. A Dow e seu cliente trabalharam juntos no Riverbank Arena, durante os Jogos Olímpicos Londres 2012, e ajudaram a definir um novo padrão para os mais importantes campeonatos de hóquei sobre grama do mundo.

Características inovadoras

Dois campos e uma área de aquecimento do Centro Olímpico de Hóquei, localizado no Parque Olímpico de Deodoro, além de dois campos a serem construídos na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), contarão com uma superfície de jogo completa, composta de materiais específicos de alto desempenho unidos por meio de camadas múltiplas. O sistema de superfície é projetado para oferecer maior durabilidade, aumentando a vida útil do campo e garantindo uniformidade durante o intenso cronograma de competições dos Jogos.

A produção de grama sintética é um processo complexo. O sistema começa com a produção da base principal (masterbatch) e dos fios para a grama. Os passos seguintes, de inserção de tufos e desenvolvimento do suporte, proporcionam uma liga mais resistente, mesmo quando a grama está molhada. Para a camada superior da superfície, o fio polimérico proporciona resistência ao desgaste e absorção de energia, combinado com suavidade e velocidade. Este sistema de grama completo, que embute propriedades de amortecimento, oferece propriedades de estabilidade, durabilidade, absorção de impactos e redução de esforço, beneficiando os jogadores e o esporte.

O sistema com certificação internacional também possui capacidade de coloração, o que possibilita características estéticas e de design personalizadas para a superfície de jogo. As Olimpíadas de Londres 2012 marcaram o primeiro campeonato olímpico de hóquei em gramado azul da história. O azul permite que jogadores, equipe de arbitragem, espectadores e profissionais de mídia acompanhem mais facilmente o jogo por oferecer um alto nível de contraste com a bola amarela e as linhas demarcatórias brancas.

“O posicionamento único da Dow como Companhia Química Oficial dos Jogos Olímpicos e líder global no setor de plásticos, combinado à experiência de nosso cliente em superfícies de jogo sintéticas, nos permite oferecer as melhores condições de gramado para os maiores atletas do mundo – não só de hóquei, mas também de outros esportes”, destacou Ana Carolina Haracemiv, Diretora Global de Marketing para a unidade de Embalagens e Plásticos de Especialidade da Dow. “A solução que desenvolvemos em conjunto é durável, exige pouca manutenção, mantém-se uniformemente plana e veloz partida após partida, além de não necessitar de água como a grama natural”.

Contribuindo para o legado Olímpico no Rio

Além dos atletas olímpicos, os cidadãos do Rio se beneficiarão das inovadoras superfícies de jogo que serão instaladas em Deodoro, uma vez que o parque olímpico será um dos principais legados da cidade após o término das Olimpíadas. A Dow e seu cliente planejam doar material para a construção dos campos de hóquei a fim de garantir seu uso em longo prazo.

“A contribuição que estamos recebendo da Dow e seu cliente é um exemplo extraordinário de como os Jogos Olímpicos Rio 2016 estão transformando – para melhor – a nossa cidade e suas comunidades”, afirmou Sidney Levy, CEO do Rio 2016. “São necessários verdadeiro espírito olímpico, parcerias sólidas e cidadania corporativa para que possamos oferecer esse legado único para o futuro do Rio”.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Evonik investirá mais de 4 bilhões de euros em Pesquisa e Desenvolvimento nos próximos 10 anos

07/04/2015

Evonik“Nossa intenção é transformar a Evonik em uma das empresas mais inovadoras do mundo”, afirmou o presidente do Conselho Executivo da Evonik, Klaus Engel, durante conferência de imprensa sobre o tema em Wesseling, na Alemanha.

“Inovações são elementos cruciais em nossa estratégia de crescimento”, observou Engel, que anunciou que haverá altos investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) no futuro.

A Evonik planeja investir mais de 4 bilhões de euros em P&D ao longo da próxima década. Engel disse que inovações são o “elixir da vida” da indústria de especialidade químicas: “Inovações abrem novas áreas comerciais e fortalecem as nossas posições de liderança de mercado e tecnologia”. No ano fiscal de 2014, o gasto em P&D da Evonik atingiu 413 milhões de euros, um aumento de 5% em relação ao do ano anterior (394 milhões de euros). A taxa de investimento em P&D foi de 3,2% (2013: 3,1%).

Ulrich Küsthardt, que foi nomeado Diretor de Inovação da Evonik no início do ano, apresentou um plano de três pontos. “Temos que nos tornar mais focados em nossos projetos, mais internacionais em nossa pesquisa e mais abertos em nossa troca de conhecimentos”, disse ele. O objetivo é fazer com que as inovações cheguem aos consumidores com rapidez e eficiência ainda maiores.

Maior foco em P&D

O canal de P&D da Evonik está bem abastecido com cerca de 500 projetos, com foco ainda maior a ser dado pela gestão estratégica da inovação. Áreas de inovação promissoras na Evonik incluem ingredientes para indústrias nos segmentos cosmético, de membranas, materiais especiais para tecnologia médica, suplementos alimentares e aditivos para alimentação animal, além de materiais compósitos.

Küsthardt também pretende dar ênfase à expansão de centros de competência internacionais. O objetivo é intensificar a competitividade dos clientes, particularmente em regiões de crescimento promissor, por meio de pesquisa e tecnologia aplicada que enfoquem as necessidades locais. A Evonik já apoia seus clientes com soluções sob medida em laboratórios e centros piloto no mundo inteiro.

A Evonik está deliberadamente abrindo seu leque para incluir novas parcerias externas mediante a cooperação com cientistas e start-ups (“Inovação Aberta”), um esforço que Küsthardt planeja intensificar ainda mais. Isso também abrange atividades corporativas com capital de risco, para as quais foi alocado um orçamento de aproximadamente 100 milhões de euros.

Esses investimentos e participações acionárias propiciam insights à Evonik quanto a tecnologias e negócios inovadores logo em sua fase inicial de desenvolvimento. A mais recente aquisição é a Nanocomp, uma empresa finlandesa que desenvolve nanoestruturas ópticas para aplicações no segmento de reconhecimento de gestos em 3D, tecnologia médica e painéis.

A estratégia de inovação da Evonik se orienta pela necessidade de uma população em crescimento – nutrição, saúde, acesso a novas tecnologias e uso conservador dos recursos existentes. Eficiência de recursos e proteção climática são as bases de um grande número de produtos eficientes do ponto de vista energético e responsáveis do ponto de vista ambiental fabricados pela Evonik.
 
Sustentabilidade: um dos principais impulsionadores da inovação

A empresa de especialidades químicas dispõe de múltiplas soluções para uma mobilidade ambientalmente correta e eficiente em recursos.  O sistema sílica/silanos para “pneus verdes” ajuda a reduzir o consumo de combustível em até 8% na comparação com produtos convencionais, enquanto aditivos inovadores para lubrificantes de alta performance ajudam a reduzir esse consumo em até 4%. Além disso, os produtos da Evonik para projetos leves, como materiais compósitos, prometem contribuir para uma economia adicional de combustíveis.

P&D em números

A estreita conexão entre poder inovador e proximidade aos clientes se reflete na distribuição dos gastos de P&D. Cerca de 80% dos gastos são destinados a atividades dentro dos negócios operacionais, que estão especificamente alinhados com suas respectivas tecnologias e mercados mais importantes. Outros 10% são usados pelas unidades operacionais para pesquisar e desenvolver novos negócios. Os 10% restantes são aplicados em pesquisa estratégica na unidade de inovação da Evonik, a Creavis, para estabelecer novas atividades high-tech fora do portfólio existente do Grupo.

O grande número de primeiros pedidos de patentes depositados pela Evonik situa a empresa na vanguarda do setor de especialidades químicas. Em 2014, a empresa detinha mais de 25.000 patentes e pedidos de patentes. Cerca de 250 novas patentes foram requeridas no ano passado – o equivalente a praticamente uma invenção por dia útil. Com quase 2.600 colaboradores trabalhando em pesquisa em 35 locais, a empresa aumentou continuamente o valor de seu portfólio de patentes ao longo dos últimos anos.

A Evonik  é um dos principais líderes mundiais em especialidades químicas. Suas atividades se concentram nas principais megatendências de saúde, nutrição, eficiência de recursos e globalização. A Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2014, mais de 33.000 colaboradores geraram vendas em torno de 12,9 bilhões de Euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de cerca de 1,9 bilhão de Euros.

No Brasil, a história da Evonik Industries, começou em 1953. A empresa conta hoje com cerca de 600 colaboradores no País e seus produtos são utilizados como matéria-prima em importantes setores industriais, como: automotivo, agroquímico, biodiesel, borracha, construção civil, cosmético, farmacêutico, nutrição animal, papel e celulose, plástico, química e tintas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Dow leva soluções em polímeros especiais para a Feiplastic 2015

01/04/2015

A empresa reforça junto ao mercado suas soluções para as áreas de alimentos e embalagens especiais, higiene e medicina, resinas e adesivos, filmes industriais, elastômeros, rígidos e aplicações para o setor elétrico e de telecomunicações.

A Dow busca antecipar as respostas aos desafios que as pessoas terão no futuro – é com esse pensamento que a Dow levará à Feiplastic 2015, que ocorre em São Paulo de 4 a 8 de maio, todo o seu portfólio em diversas tecnologias.

“A presença da Dow na Feiplastic é uma oportunidade para reforçar o seu compromisso de crescer em parceria com toda a cadeia de valor, e continuar apostando no futuro da indústria plástica, sempre em busca de inovações”, comenta Letícia Jensen, Diretora de vendas da área de Embalagens e Plásticos de Especialidade da Dow para o Brasil.

A Dow confirma sua posição no setor de plásticos e adesivos ao destacar matérias primas para os diversos mercados atendidos pela companhia. Em um stand com mais de 200 m², a Dow trará o conceito de “Um Lugar à Frente”, pautado por inovações que estão à frente do mercado.

Lançamentos e destaques

Neste ano, a Dow trará novidades em todas as suas áreas de plásticos de especialidades. Em rígidos, a Dow apresentará o HYPERTHERM™ – resina para canos que precisam suportar altas temperaturas e, também, as resinas FINGERPRINTTM – com excelente processabilidade para canos de microirrigação, segundo a empresa.  Além desses, estarão presentes o processo de rotomoldagem – para móveis de design, outros objetos rígidos complexos ou tanques para armazenamento de água e; CONTINUUMTM  para Caps&Closure – tampas de plástico para garrafas de bebidas com melhor reciclabilidade; e o Blow molding – para embalagens grandes de pesticidas, por exemplo.

Além desses destaques, a Dow reforçará junto ao mercado seu portfólio com foco no desenvolvimento de aplicações para o segmento de filmes industriais, com destaque para resinas direcionadas à produção de filmes Stretch de alto desempenho (DOWLEXTM, ELITETM, ELITETM AT e ATTANETM), além da plataforma Elite AT para produção de filmes Stretch Hood 100% PE. E ainda, as soluções para o mercado de filmes agrícolas, com destaque para as linhas Dowlex e Agility para produção de Silobolsas, uma eficiente solução para armazenamento de grãos nos campos brasileiros.

“A Dow vencerá muitas barreiras em 2015 e conseguirá trazer ao Brasil e América Latina muitas novidades e melhorias em seus produtos, beneficiando toda a cadeia de valor – um compromisso da empresa – que se preocupa com o desenvolvimento do País e de seus parceiros. A Feiplastic consolida esta meta para o ano e apresenta ao mercado nosso amplo portfólio”, finaliza Fabian Gil – vice-presidente comercial de embalagens, plásticos de especialidade da Dow para América Latina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Solvay quer avançar na área de polímeros especiais e compósitos para a indústria aeronáutica no Brasil

01/04/2015

Empresa realiza Tech Day  junto com o IPT para mostrar os avanços em materiais e tecnologias para o setor

Solvay_Rhodia_logoOs novos materiais e tecnologias de processamento de compósitos empregados em diversos setores industriais foram os destaques do Tech Day que a Solvay Specialty Polymers e o IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas –realizaram  no auditório do centro de convenções do Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP).

O objetivo do encontro foi fazer um amplo debate técnico a respeito dos compósitos, cujas aplicações em segmentos tais como Aeronáutica têm crescido em todo o mundo a partir do desenvolvimento de novas soluções e apresenta enorme potencial de expansão no Brasil.

Segundo a Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco), o valor total da produção na indústria brasileira de compósitos crescerá em torno de 2,5% em 2015, considerando o crescimento PIB em 0,5%. A estimativa é de que o setor atinja receita superior a R$ 3,3 bilhões, processe 207 mil toneladas de material e gere aproximadamente 75 mil empregos no país este ano. No mundo, há 50 mil aplicações catalogadas de compósitos para diferentes produtos, entre os quais aviões, trens, ônibus, automóveis, pás eólicas, tubos, entre outros.

A  realização desse tipo de reunião técnica, que foi antecedido por outro Tech Day feito na Embraer, integra o plano  estratégico de crescimento dos negócios da Solvay Specialty Polymers na região. Essa área de negócios do grupo já é líder mundial no setor de polímeros especiais e compósitos, atendendo clientes do porte da Airbus e com tecnologias e produtos embarcados no Solar Impulse, o primeiro avião movido exclusivamente a energia solar, que está neste período em uma viagem histórica de volta ao mundo.

Mostra tecnológica – O Tech Day foi aberto com uma apresentação sobre o Laboratório de Estruturas Leves do IPT, a cargo do diretor dessa unidade Hugo B. Resende. No final do evento, depois das apresentações e discussões técnicas, foi realizada uma visita geral ao Laboratório.

Durante o  evento, as equipes da Solvay Specialty Polymers na região da América Latina apresentaram as soluções desenvolvidas pela empresa na área de materiais compósitos para o setor aeronáutico. Um dos destaques foi a apresentação do diretor global de negócios Aeroespacial e Compósitos, Armin Klesing, sobre os novos materiais e soluções da empresa para este segmento.

“Nossas soluções em polímeros especiais e compósitos podem ajudar com certeza a indústria aeronáutica do Brasil e região. Temos muita experiência nesse setor, os principais fabricantes mundiais fazem parte de nossa carteira de clientes e estamos habilitados a oferecer tecnologias e produtos inovadores para o desenvolvimento da indústria”, afirma Andreas Savvides, diretor Regional de Vendas e Marketing da Solvay Specialty Polymers na América do Sul.

O Tech Day também teve uma palestra de Rodrigo Berardine, diretor da SAMPE – Sociedade para o Avanço de Materiais e Engenharia de Processos, sobre os compósitos avançados para  segmentos de Energia Eólica e de Petróleo e Gás.

Fonte: Solvay

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Victrex conquista prêmio por eficiência em consultoria e inteligência de mercado na Europa

20/05/2014

 VictrexPor sua recente pesquisa sobre a poliariletercetona (PEEK) automotiva no mercado de compostos, a Frost & Sullivan concederá à Victrex plc o prêmio 2013 European Customer Value Leadership (Prêmio de Liderança de Valor ao Cliente Europeu). Provedora mundial de soluções de polímeros de alto desempenho, com sede no Reino Unido, a Victrex tem uma extensa gama de compostos PEEK projetados para oferecer melhor desempenho em ambientes agressivos na indústria automotiva. Em particular, segundo a empresa, a linha premium de produtos VICTREX® WG™ atendeu com êxito a uma série de necessidades dos clientes como maior eficiência e durabilidade, possibilitando menor coeficiente de atrito e desgaste reduzido, características que continuam críticas em aplicações sob o capô.

De acordo com a Frost & Sullivan, a Victrex tem se esforçado para valorizar o cliente por meio de seu suporte técnico, garantia de qualidade e personalização de produtos. A empresa é líder em aplicações automotivas PEEK, com forte capacidade de produção de resina para suas ofertas sob medida.

“Devido às tendências regulatórias dinâmicas destinadas a reduzir as emissões e melhorar a eficiência de combustível, os fabricantes de automóveis estão se voltando para motores menores, com melhora na potência e transmissões de eficiência mais altas”, afirma Soundarya Shankar, analista de pesquisa da Frost & Sullivan. “Os polímeros termoplásticos VICTREX® PEEK são ideais neste ambiente, pois foram projetados para resistir a amplas faixas de temperatura e manter as condições de funcionamento prolongado. O desempenho deles também é eficiente em ambientes agressivos, resultando em manutenção reduzida”, explica.

Substituição de metal por polímeros

Afirma a Victrex que, além de oferecer novos produtos, ela também tem se esforçado para entregar melhor valor para seus clientes. Em aplicações automotivas, os seus termoplásticos ajudam a reduzir os custos e as emissões, bem como aumentam a eficiência, de acordo com a Victrex. A grande moldabilidade dos polímeros VICTREX® PEEK reduz os processos de montagem convencionais, acelerando a produção e diminuindo os custos do sistema. Ademais, a capacidade de fabricação de resina totalmente integrada da Victrex não só proporciona a personalização do produto como também fortalece o know-how técnico, ajudando os clientes durante o desenvolvimento e implantação. Para facilitar a transição suave de metal para compostos de polímeros de alta performance, a Victrex está trabalhando em estreita colaboração com fabricantes de equipamentos originais (OEMs, da sigla em inglês) e de componentes, além de formar parcerias com moldadores de plástico e extrusoras de sólida capacidade técnica. “A Victrex realmente agrega valor aos negócios de seus clientes, atuando em parceria e oferecendo serviços de consultoria em fase de desenvolvimento, bem como solucionando os desafios de produção e estendendo o suporte pós-venda”, acrescenta Soundarya.

Entrega pontual e redução de custos

Outro aspecto em que a Victrex se diferenciou significativamente de seus concorrentes foi na sua segurança de abastecimento. A empresa tem um histórico de fornecimento ágil, mesmo durante tempos econômicos difíceis, quando havia escassez de oferta significativa no mercado. “Isso foi possível por meio de um modelo vigoroso para a gestão da capacidade de prazos de entrega. Por compreender a importância da entrega rápida de produtos na indústria automotiva, a Victrex mantém prazo máximo de entrega de cinco a sete dias para produtos padronizados em todo o mundo”, observou a analista da Frost & Sullivan.

Segundo a empresa, os polímeros VICTREX PEEK foram projetados para atender às necessidades de materiais mais rigorosas da indústria automotiva. Por exemplo, em um procedimento de teste, os polímeros VICTREX PEEK mantiveram a sua rigidez, tensão e resistência inicial ao impacto após 5 mil horas de uso, enquanto que materiais de alto performance, como poliamidas estabilizadas ao calor e PA 46, apresentaram desempenho de material degradado após semelhante procedimento. Além disso, os polímeros PEEK podem ser usados em máquinas de moldagem por injeção padrão, ajudando os clientes a reduzir custos de processamento e variabilidade de parte a parte.

A Frost & Sullivan apresenta este prêmio anualmente a empresas que demonstram excelência na implementação de estratégias que criam, de forma proativa, valor para seus clientes, com foco na melhoria do retorno sobre o investimento em seus serviços ou produtos. O prêmio reconhece o foco da empresa em aumentar o valor entregue, além do simples e bom serviço ao cliente, levando a melhor retenção e, consequentemente, à expansão da base de clientes.

A cerimônia oficial de premiação será realizada em maio de 2014.

Sediada no Reino Unido, Victrex Polymer Solutions, uma divisão da Victrex plc, é o fabricante líder mundial de poliariletercetonas de alta performance, como VICTREX® PEEK, os revestimentos VICOTE®, filmes APTIV® e tubos VICTREX™ Pipes. Estes materiais são usados em uma variedade de mercados e oferecem excepcional combinação de propriedades para ajudar os OEMs, projetistas e processadores a alcançarem novos níveis na economia de custos, qualidade e desempenho.

Fonte: Victrex

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