Posts Tagged ‘Poliamidas’

BASF lança novos produtos durante evento virtual em substituição à Fakuma 2020

30/10/2020

Novas tecnologias, soluções para eletromobilidade, impressão 3D e inovações que visam sustentabilidade fizeram parte dos destaques da BASF do evento virtual promovido pela empresa em substuição à participação da empresa na Fakuma, uma das feiras mais importantes do mundo para a cadeia do plástico que foi cancelada este ano em virtude da pandemia de Covid-19. A BASF criou uma plataforma virtual onde realizou apresentações e reuniu informações técnicas sobre suas tecnologias.

Entre as inovações apresentadas está o primeiro poliuretano termoplástico à base de éter, Elastollan 1598 A10FC. Segundo a BASF, ele apresenta as mesmas propriedades mecânicas do éster TPU e combina a aprovação existente para contato com alimentos, resistência microbiana e hidrólise eficaz com importantes propriedades mecânicas, como comportamento à pressão de ruptura em relação à altas temperaturas, permitindo novos campos de aplicação, como para mangueiras pneumáticas.

A BASF também lançou soluções para a indústria automotiva, que atualmente apresenta várias tendências tais como a direção automatizada, eletromobilidade, sustentabilidade, construção leve e eficiência energética. No design interior, o conforto, a sensação tátil e a aparência visual dos componentes estão se tornando também mais importantes. A BASF está oferecendo uma nova geração de materiais estruturais para superfícies premium e atraentes para dar ao interior uma aparência distinta. Segundo a empresa, o Ultramid B3E2G6 ​​SI BK23353 e o Ultramid B3E2G10 SI BK23353 têm base de poliamida 6 reforçada com fibra de vidro e garantem valores de emissão muito baixos e boa estabilidade UV, sendo ideais para o uso em componentes estruturais e partes funcionais visíveis no interior, como ventilação de ar, alavancas da coluna de direção, suportes, entre outras aplicações que exijam rigidez média a muito alta. É possível desenvolver superfícies mate e texturizadas, sem exigir camada adicional de pintura, afirma a fabricante alemã.

O desenvolvimento feito em conjunto com o fabricante americano de motores pesados ​​com emissão zero, Nuvera Fuel Cells, também ganhou destaque. Foi aplicado o Ultramid AdvancedN de poliftalamida (PPA) para fabricar vários componentes em sua última geração de motores de célula de combustível de 45 kW. Os componentes, como coletor, carcaça do termostato, válvula de retenção, ejetor, bem como tubos de escapamento, exigem propriedades de material estáveis ​​em temperaturas variáveis. A BASF afirma que o seu Ultramid AdvancedN 3HG avançado mostra excelente resistência térmica e química, excelentes propriedades mecânicas, alta resistência ao impacto, boa estabilidade dimensional e um desempenho estável a longo prazo. Segundo a Nuvera, com o PPA da BASF, seu know-how de aplicação e serviços técnicos personalizados, foi possível reduzir o custo por unidade em comparação com as soluções de metal e, ao mesmo tempo, chegar ao mercado dentro do prazo.

A BASF também lançou dois novos plásticos de alto desempenho, Ultradur B 4440 e Ultramid B3U42G6, adicionando inovações na área de retardante de chama e polímeros altamente isolantes ao seu portfólio. A empresa afirma que os materiais são opções de processamento econômicas, combinando inovação material e sustentabilIidade, evitando o uso de compostos de antimônio e halogênio. Segundo a BASF, os novos materiais oferecem alta resistência ao rastreamento e excelente comportamento ao fogo, atendendo aos requisitos regulatórios nas áreas de sistemas elétricos e proteção contra o incêndio. Na prática, os produtos retardadores de chama Ultramid e Ultradur são encontrados na indústria de construção, aplicações clássicas de eletrônicos e elétricos e mobilidade elétrica. Na eletromobilidade, o foco está mudando para aplicações dentro de veículos, como plugues de alta tensão, infraestrutura de carregamento, além de módulos e carcaças de bateria. Trazem o benefício adicional de possibilitar o uso de cores brilhantes ou transparentes.

Tendo a sustentabilidade entre seus pilares estratégicos, a empresa também reforçou os avanços do projeto ChemCycling. A reciclagem química é uma forma inovadora de reaproveitar resíduos plásticos que atualmente não são reciclados, como plásticos mistos ou não limpos. Usando processos termoquímicos, esses plásticos podem ser utilizados para produzir gás de síntese ou óleos. As matérias-primas recicladas resultantes podem ser usadas como insumos na produção da BASF, substituindo parcialmente os recursos fósseis.

A BASF afirma ser a primeira empresa química a determinar a pegada de CO₂ para todo o seu portfólio de aproximadamente 45 mil produtos. A “Pegada de Carbono do Produto” (PCF) abrange todas as emissões de gases de efeito estufa relacionadas ao produto: desde a matéria-prima adquirida até o uso de energia nos processos de produção. Isso permite que planos sejam desenvolvidos em conjunto com os clientes para reduzir as emissões de CO₂ ao longo da cadeia de valor e garantir um futuro mais sustentável.

Estas e outras informações seguem disponíveis em conteúdo multimídia na plataforma fakuma.basf.com, com os vídeos das apresentações, informações para soluções digitais, tecnologias de processamento, além das novidades para as inúmeras indústrias de atuação.

A divisão de Materiais de Performance da BASF engloba sob o mesmo teto todo o know-how de materiais da BASF em relação a plásticos inovadores e personalizados. Mundialmente ativa em quatro grandes setores da indústria – transporte, construção, aplicações industriais e bens de consumo, a divisão de Materiais de Performance alcançou vendas globais de € 6,06 bilhões em 2019.

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Japonesa UBE focaliza economia circular e desenvolvimentos para reciclagem de poliamidas

28/10/2020

A UBE, uma das empresas líderes mundiais em poliamidas e copoliamidas, vem trabalhando em desenvolvimentos visando a reciclagem do nylon, além da redução do peso das embalagens. A idéia, conforme explica Daniel Hernandes, gerente de vendas da UBE América Latina, é nortear os novos desenvolvimentos pelo conceito da economia circular, tendo como foco a redução do desperdício de alimentos. “Sabemos que a circularidade das embalagens – e dos negócios – também passa pela sustentabilidade social. A boa embalagem é a que garante o amplo acesso aos alimentos e reduz o seu desperdício.”

Para ilustrar o potencial de reciclagem das estruturas que contém nylon em embalagens, Daniel cita um estudo recente conduzido pela UBE em parceria com a italiana Flextech. O resultado foi o desenvolvimento de uma estrutura de três camadas rPE/PA (polietileno reciclado + poliamida) que apresentou melhor desempenho mecânico que a estrutura convencional com matéria prima virgem. O filme já é usado na Europa para embalar peças automotivas.

“As embalagens de desempenho com nylon são recicláveis e usam menos material que as demais alternativas, além de utilizarem menos energia na conversão do filme em embalagem”, explica Daniel. Segundo a UBE, outro caso de sucesso envolvendo a reciclagem do nylon mostrou que o material, mesmo em altas concentrações (>10%), pode ser reciclado dentro do fluxo de polietileno.

Recentemente a UBE teve a oportunidade de apresentar seus resultados com reciclagem de nylon no Fórum ABRE de Economia Circular. Jose Angel Prieto, engenheiro de P&D, mostrou as diversas soluções sustentáveis possíveis com o nylon e enfatizou a versatilidade do material para embalagens recicláveis. Segundo ele, a reciclagem e os materiais de fontes renováveis são estratégicos para a área de Pesquisa e Desenvolvimento da UBE.

Ele também defendeu que o desperdício de alimentos pode comprometer a sustentabilidade social e, por isso, deve ser levado em consideração no projeto de uma embalagem. “É importante entender que a embalagem de nylon pode garantir a integridade do alimento e, consequentemente, reduzir o seu desperdício, tornando a cadeia mais sustentável.” A UBE também acredita que a integração de todos os elos da cadeia de produção de embalagem seja fundamental para promover e alavancar o desenvolvimento de soluções sustentáveis.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos; cimento e materiais de construção; máquinas; meio ambiente e energia; e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de nylon – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase na América do Sul.

Fonte/foto: UBE

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Arkema lança seu primeiro título verde para financiar fábrica de poliamida 11 em Cingapura

14/10/2020

A Arkema lançou com sucesso, em 7 de outubro passado, seu primeiro título verde, totalmente dedicado ao financiamento de sua nova fábrica em escala mundial em Cingapura para a fabricação de poliamida 11 Rilsan, de origem 100% biológica.

14 de Outubro de 2020 – Por um valor total de € 300 milhões, o título verde tem um prazo de 6 anos e um cupom anual de 0,125%. A oferta foi assinada em mais de 10 vezes. Ao oferecer soluções inovadoras aos seus clientes, nomeadamente no domínio dos materiais leves, novas energias e produtos de base biológica, a Arkema visa gerar um crescimento responsável contribuindo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos pela ONU. (https://www.arkema.com/en/social-responsibility/vision-and-strategy/sustainable-development-goals/)

Com este título verde, alinhado com a política de CSR da Arkema, o Grupo está financiando sua nova fábrica em escala mundial em Cingapura, um projeto inovador e sustentável focalizado na estratégia de crescimento orgânico. Esta planta, prevista para entrar em operação em 2022, é projetada para maximizar sua eficiência e minimizar seu impacto ambiental e será dedicada à produção de poliamida 11 Rilsan, 100% biológica, proveniente do óleo de mamona, uma matéria-prima renovável e sustentável.

Segundo a Arkema, a poliamida 11 é reconhecida por suas propriedades e desempenho superiores em aplicações exigentes, contribuindo para o desenvolvimento de soluções sustentáveis em setores de rápido crescimento, tais como mobilidade e, em particular, novos veículos de energia, impressão 3D e bens de consumo.

“Graças a esse título verde, a Arkema dá aos investidores a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento de soluções sustentáveis em materiais especiais e confirma sua liderança em termos de sustentabilidade e inovação”, disse Virginie Delcroix, VP de Desenvolvimento Sustentável.

A estrutura do Green Bond da Arkema está alinhada com os Princípios do Green Bond da ICMA, conforme estabelecido em uma Opinião da Segunda Parte fornecida pela Vigeo Eiris, uma agência de classificação ESG independente. A documentação relacionada a esta emissão de títulos está disponível no site da Arkema.

A Arkema oferece um portfólio de tecnologias de primeira classe para atender à demanda por materiais novos e sustentáveis. Com a ambição de se tornar em 2024 uma empresa pura em Materiais Especiais, o Grupo está estruturado em 3 segmentos complementares dedicados a Materiais Especiais – Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento – representando cerca de 80% das vendas do Grupo e um segmento de intermediários competitivo. A Arkema oferece soluções tecnológicas para enfrentar os desafios de novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade. O Grupo registrou vendas de € 8,7 bilhões em 2019 e opera em cerca de 55 países com 20.500 funcionários em todo o mundo.

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Nova empresa do RadiciGroup focalizará em Pesquisa, Inovação e Sustentabilidade

15/09/2020

As atividades de P&D da nova empresa, marcadas pela sustentabilidade, reunirão as habilidades de todos os segmentos do RadiciGroup

Garantindo a continuidade dos negócios, aumentando a competitividade das empresas e gerando valor no território: com esses objetivos, o RadiciGroup anuncia o nascimento da Radici InNova, uma empresa de consórcio sem fins lucrativos que visa desenvolver novos projetos de pesquisa e inovação para os setores da química, dos polímeros de alto desempenho e das soluções têxteis avançadas, alinhadas à estratégia de sustentabilidade do Grupo.

Segundo a empresa, a Radici InNova confirma e relança o compromisso do RadiciGroup em promover um modelo de desenvolvimento capaz de manter um equilíbrio entre rentabilidade econômica, proteção ambiental e equidade social. A nova empresa aprimora e torna mais sinérgicas as atividades de P&D que o Grupo vem realizando há algum tempo nas áreas de negócios de Specialty Chemicals, High Performance Polymers e Advanced Textile Solutions.

“A criação de Radici InNova representa um marco importante para todo o grupo e faz parte de um caminho iniciado há muito tempo” -disse Angelo Radici, presidente do RadiciGroup. “A inovação, de fato, é um elemento-chave que nos distingue ao longo dos anos, permitindo-nos expandir em vários setores e oferecer ao mercado produtos e soluções competitivos e de ponta. Ao combinar o know-how e as habilidades das diversas áreas de negócio do Grupo, será possível desenvolver projetos integrados de pesquisa avançada, alinhados à nossa estratégia de sustentabilidade e, portanto, inspirados nos princípios de respeito ao meio ambiente e à economia circular, garantindo uma crescimento constante e um futuro melhor para as próximas gerações”, complementa Angelo Radici.

Utilizando as habilidades internas e relacionamentos focados com terceiros, a Radici InNova gerenciará e coordenará todas as atividades de pesquisa que desempenham um papel estratégico para o Grupo, com o objetivo de consolidar a inovação como propulsora do desenvolvimento para o RadiciGroup, com atenção à melhoria contínua dos produtos e dos processos, otimizando o uso de recursos e reduzindo o impacto ambiental das suas atividades.

Especificamente, existem cinco macro-áreas nas quais se concentrarão as atividades de pesquisa de Radici InNova: desenvolvimento de polímeros a partir de fontes biológicas com impacto ambiental reduzido – com aplicações em diversos setores, incluindo o automotivo e o do vestuário; produção de produtos químicos derivados de fontes naturais, utilizados na produção de nylon, poliésteres e poliuretanos e, por sua vez, utilizados em uma ampla gama de produtos para uso diário; desenvolvimento de soluções para a economia circular, a fim de prolongar ao máximo a vida útil dos produtos, reciclando-os no final da vida útil para novos usos (design ecológico); novas oportunidades de negócios, também para produtos existentes, como, por exemplo, o não tecido produzido pelo Grupo, que durante o lockdown se tornou o ingrediente básico na criação de um novo setor Made in Italy para produzir aventais e máscaras e, assim, lidar em muito pouco tempo com a emergência de saúde; otimização de processos industriais, na direção de uma maior sustentabilidade e melhoria do desempenho.

Segundo a empresa, agora mais do que nunca, em uma fase delicada como a que estamos passando, é necessário pensar em um sistema industrial inovador para revitalizar a economia, que saiba aproveitar as oportunidades associadas a mudanças repentinas, implementando soluções sustentáveis com a mesma rapidez para que se permaneça competitivo.

“A Radici InNova trabalhará em estreita colaboração com centros de pesquisa públicos e privados, universidades, clientes e fornecedores do Grupo” -destacou Stefano Alini, na liderança da nova empresa- “tentando contribuir de forma proativa para o reinício da indústria, , especialmente nesta fase marcada pela inovação e pela sustentabilidade, componentes fundamentais da visão do nosso Grupo”.

Com aproximadamente 3.100 funcionários, um faturamento de 1.092 milhões de euros em 2019 e uma rede de fábricas e escritórios comerciais localizados na Europa, América do Norte e do Sul e Ásia, o RadiciGroup é hoje um líder mundial na produção de uma ampla gama de produtos químicos, polímeros de poliamida, tecnopolímeros de alto desempenho e soluções têxteis avançadas, incluindo fios de nylon, fios de poliéster, fios provenientes da recuperação e de fontes biológicas, não tecidos e dispositivos de proteção no setor da saúde. Com integração vertical no setor da poliamida, os produtos da Radici encontram aplicações em múltiplos setores industriais entre os quais: Automotivo -Elétrico/Eletrônico -Bens de consumo -Vestuário -Mobiliário -Imobiliário -Eletrodomésticos -Esporte.

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BASF e Parnaplast desenvolvem filme antiembaçante para máscaras acessíveis e outras aplicações

11/08/2020

  • Desenvolvimento surgiu da demanda da Fundação Grupo Volkswagen por máscaras para incluir pessoas portadoras de deficiência auditiva que fazem leitura labial
  • Material está sendo doado para projeto “Costurando o Futuro”, voltado para a empregabilidade e empreendedorismo

Um dos desafios trazidos pelas exigências sanitárias, impostas pela pandemia do Covid-19, é o uso de máscaras de proteção. Para os portadores de deficiência auditiva, torna-se uma barreira a mais na comunicação, já que muitos dependem da leitura labial. A partir da ideia apresentada por um colaborador de uma das marcas do Grupo VW no Brasil, a Fundação Grupo Volkswagen e as empreendedoras de seu projeto “Costurando o Futuro” iniciaram a construção de protótipos de máscaras com filme plástico na região da boca, buscando a acessibilidade e humanização na comunicação entre as pessoas, com e sem deficiência. Com o objetivo de aprimorar estes protótipos, foi apresentado à BASF o desafio de sugerir um filme que reduzisse o embaçamento no momento da fala, a fim de não comprometer a visualização da leitura labial.

“Ficamos felizes ao receber o pedido de suporte e desenvolvimento de uma solução para as máscaras. Rapidamente desenvolvemos uma proposta técnica e compartilhamos com a equipe de desenvolvimento da Parnaplast, indicando para a produção do filme um sistema de extrusão da poliamida Ultramid C40 L, usando o inovador processo Glass”, explica Anderson Silva, coordenador de serviços técnicos em poliamidas da BASF. “O filme é muito transparente, flexível, e possui boa resistência necessária para a etapa de costura”.

O processo Glass, da Parnaplast, recria um resfriamento muitíssimo acelerado, seguindo a lógica da fabricação do vidro. Quanto mais rápido ele resfria, mais amorfa a estrutura do plástico, proporcionando propriedades diferenciadas, como alta transparência, brilho, flexibilidade e resistência. “A propriedade antiembaçamento foi conquistada com uma mistura de materiais específicos para essa aplicação”, comenta Vinicius Luiz Kremer, gerente comercial da Parnaplast.

Segundo a BASF, o material é adequado inclusive para materiais e embalagens de grau cirúrgico, com garantia de resistência, permitindo esterilização em autoclave, ETO ou raios gama, ou ainda para filmes flexíveis para termoformagem de embalagens de produtos alimentícios.

O filme para máscara foi produzido e doado em pequenas bobinas de aproximadamente 15 kg para manuseio ergonômico pelas costureiras do “Costurando o Futuro”. Já foi doado material suficiente para a produção de mais de 100 mil máscaras e uma segunda remessa já está sendo planejada. O projeto “Costurando o Futuro”, iniciativa da Fundação Grupo Volkswagen, é voltado à empregabilidade a ao empreendedorismo em comunidades por meio da formação profissional em costura. As máscaras são comercializadas pelo preço de custo e toda a renda é revertida para as empreendedoras.

A BASF está trazendo para o Brasil também a nova copoliamida Ultramid RX2296 (grade modificado do Ultramid Flex F38), fabricada com 33% de matérias-primas renováveis, que poderá ser usada nesse tipo de aplicação. Segundo a empresa, esse material apresenta ótima processabilidade em filmes multicamadas tanto para embalagens de alimentos quanto aplicações técnicas. A solução foi empregada na fabricação de protetores faciais na Europa.

“Compartilhamos com a Fundação Grupo Volkswagen e com a Parnaplast a satisfação de poder contribuir com um projeto que já está beneficiando muitas pessoas, seja gerando trabalho e renda, seja facilitando a comunicação e garantindo a inclusão de pessoas portadoras de deficiência auditiva”, afirma Anderson.

“Ficamos muito felizes em contar com a parceria da BASF e da Parnaplast nesta ação, que nos encheu de orgulho! Não só pela tecnologia envolvida no desenvolvimento do material, mas principalmente pela receptividade e prontidão que demonstraram desde nossas primeiras conversas. E nem preciso dizer que o produto é um sucesso: desde o lançamento no início de Julho, mais de 5.000 máscaras já foram vendidas, contribuindo assim com a geração de renda para as empreendedoras do projeto “Costurando o Futuro”, bem como com a inclusão de pessoas portadoras de deficiência e a humanização da comunicação, fundamentais em um momento tão delicado como o que vivemos. Esse tipo de ação é o que nos move!”, afirma Vitor Hugo Neia, Diretor de Administração e Relações Institucionais da Fundação Grupo Volkswagen. As máscaras já estão disponíveis na loja virtual do projeto “Costurando o Futuro” www.costurandoofuturo.org.br.

Com mais de 117.000 colaboradores, o Grupo BASF é organizado em seis segmentos: Químicos, Materiais, Soluções para Indústria, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados Pessoais e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de 59 bilhões de euros em 2019.

A Fundação Grupo Volkswagen compartilha o propósito de mover pessoas pelo conhecimento. Desde 1979, a Fundação investe em ações de educação e desenvolvimento de comunidades com recursos dos rendimentos provenientes de um fundo constituído pela Volkswagen alemã, abraçando três causas prioritárias: mobilidade urbana, mobilidade social e inclusão de pessoas portadoras de deficiência. Além disso, apoia tecnicamente algumas ações de responsabilidade social de empresas do Grupo Volkswagen no Brasil. Atualmente, fazem parte da governança da Fundação representantes da Volkswagen do Brasil, Volkswagen Caminhões e Ônibus e Volkswagen Financial Services.

BASF conclui etapa de integração de equipes após aquisição do negócio de poliamidas da Solvay

17/06/2020

  • Processo de aquisição do negócio de poliamida da Solvay tem mais uma etapa concluída
  • Engenheiro químico, Fernando Barbosa, comanda o negócio da BASF

A BASF está finalizando a fase de integração da equipe de poliamidas, em mais uma etapa importante no processo de aquisição do negócio de poliamidas da Solvay, que passou a fazer parte da área de Materiais de Performance da companhia no início deste ano. Com a ampliação da atividade no setor, o negócio de Materiais de Performance ganha o comando de um vice-presidente para América do Sul, Fernando Barbosa, que já atuava como diretor de Dispersões, Resinas e Aditivos na empresa.

“Temos um enorme potencial no mercado de plásticos de engenharia e a certeza de que seremos os melhores parceiros no desenvolvimento de soluções inovadoras e sustentáveis. Nossa estratégia de foco no cliente se fortalece com a ampliação de portfólio e vemos com otimismo as perspectivas de crescimento do negócio na região”, considera Barbosa. “A fase de integração de equipes está sendo muito valiosa. A BASF valoriza a experiência e competência dos colaboradores e procura potencializar os diversos talentos”, afirma o executivo.

Com a aquisição, a capacidade de oferecer produtos inovadores numa ampla variedade de plásticos de engenharia foi fortalecida na região, inclusive com a possibilidade de um tempo mais curto entre produção e entrega, laboratórios locais, suporte técnico e total apoio no pós-venda.

A companhia também passa a estar presente em toda a cadeia de valor da poliamida 6.6, por meio da integração reversa com a principal matéria-prima, a adiponitrila (ADN), garantindo confiabilidade em termos de fornecimento.

Nova liderança

Fernando Barbosa assumiu no início de junho o posto de vice-presidente para Materiais de Performance da BASF para a América do Sul. Engenheiro químico formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), com MBA em finanças pela Fundação Getúlio Vargas, Barbosa já completa mais de 20 anos de trabalho na BASF. Começou sua carreira na companhia no desenvolvimento e serviço técnico de sistemas de poliuretano, ascendendo profissionalmente até a posição de gerente sênior de sistemas e elastômeros de poliuretano para a América do Sul em 2009. Depois de quase três anos, tornou-se diretor de Químicos para Papel, seguindo para o negócio de Dispersões, Resinas e Aditivos, onde chegou a head para a América do Sul.

A BASF conta com mais de 117.000 colaboradores em quase todos os países do mundo. O portfólio da empresa é organizado em seis segmentos: Químicos, Materiais, Soluções para Indústria, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados Pessoais e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de 59 bilhões de euros em 2019.

A divisão de Materiais de Performance da BASF engloba sob o mesmo teto o know-how de materiais da empresa em relação a plásticos inovadores e personalizados. Mundialmente ativa em quatro grandes setores da indústria – transporte, construção, aplicações industriais e bens de consumo – a divisão tem um amplo portfólio de produtos e serviços combinados.

Foto: BASF/divulgação

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UBE América e Michigan State University anunciam parceria para pesquisa inédita sobre embalagem de e-commerce para alimentos

21/04/2020

A UBE America, subsidiária da japonesa UBE nos EUA, anunciou uma parceria com a Escola de Embalagem da Michigan State University (MSU SoP) no projeto ‘Estudo de mercado de embalagens de alimentos para e-commerce’. A proposta é unir a expertise da Universidade com a experiência de um dos principais players globais de nylon para avaliar as necessidades da cadeia de suprimentos de alimentos e bebidas e desenvolver soluções em embalagem que atendam às especificidades do e-commerce. “Ao combinarmos os recursos da universidade com o grande alcance de nossa indústria, estamos prontos para enfrentar o desafio de mudar o paradigma da embalagem nos canais digitais de vendas”, sintetiza Daniel Hernandes, Gerente de Vendas UBE Latin America.

Assim, o estudo coletará informações relevantes para a otimização das embalagens para e-commerce, sendo os principais tópicos:

  • pesquisa sobre os formatos e materiais atuais de embalagem usados no e-commerce e nas cadeias de suprimento tradicionais;
  • quantificação e categorização dos impactos da e-supply chain nos formatos tradicionais de embalagem;
  • identificação de deficiências específicas e de áreas para melhoria;
  • estabelecimento de oportunidades para mudanças de materiais e de design;
  • estudos de shelf life para validar o desempenho dos novos materiais na cadeia de suprimento do e-commerce.

A primeira fase do estudo inclui uma pesquisa desenvolvida especificamente para empresas envolvidas na produção/distribuição de embalagens para e-commerce (varejo, convertedores, fabricantes, end users, etc). Os resultados, que incluem as embalagens flexíveis mono e multi material, serão fundamentais para reduzir as falhas e aumentar a eficiência de toda a cadeia de suprimentos, levando à segunda etapa do estudo. Esta etapa avaliará as mudanças de cenário da embalagem. Com isto em mente, o nylon será pesquisado como o material para o desenvolvimento de embalagens otimizadas para este crescente canal de distribuição.

Os resultados do estudo deverão ser anunciados ainda no primeiro semestre de 2020.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos 24%; cimento e materiais de construção 37%; máquinas 11%; meio ambiente e energia 9%; e farmacêuticos 1%. Ao todo são três plantas de nylon – no Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam 25% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

A Escola de Embalagem da Michigan State University, que figurou como #1 no Best Colleges 2017, se dedica à geração de conhecimento, ciência e tecnologia de embalagem desde 1952. Pioneira na disciplina de embalagem e a única instituição dos EUA com programa de doutorado (Ph.D.) em embalagem, a Escola tem preparado líderes nesta área em todo o mundo, com uma reputação destacada e com a criação de uma comunidade com excelência em pesquisa e educação. A Escola acredita que a embalagem é uma área interdisciplinar que integra ciência, engenharia, tecnologia e gestão para proteger e identificar produtos para distribuição, armazenagem, comercialização e uso. Ela abrange ainda os processos de design, avaliação e produção das embalagens. Trata-se de um sistema integral para a cadeia de valor que impacta na qualidade do produto, satisfação do usuário, eficiência na distribuição e segurança.

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BASF fecha aquisição do negócio de poliamida da Solvay

03/02/2020

A BASF concluiu em 30 de janeiro a aquisição do negócio de poliamida (PA 6.6) da Solvay. A transação amplia os recursos em poliamidas da BASF com produtos bem conhecidos, como o Technyl. Isso permitirá que a BASF ofereça suporte a seus clientes com mais soluções em plásticos de engenharia, por exemplo, para veículos autônomos e mobilidade eletrônica. A transação também aumento o acesso da empresa a mercados em crescimento na Ásia, bem como na América do Norte e do Sul. Através da integração vertical com a fabricação de adiponitrila (ADN), matéria prima chave, a BASF estará presente em toda a cadeia de valor da poliamida 6.6 e melhorará sua confiabilidade no fornecimento. O preço de compra do negócio de poliamida, adquirido pela BASF em dinheiro e sem dívidas, é de € 1,3 bilhões; as vendas geradas em 2018 foram de cerca de 1,0 bilhão de euros. O negócio será integrado às divisões Performance Materials e Monômeros da BASF.

A transação entre a Solvay e a BASF inclui oito unidades de produção na Alemanha, França, China, Índia, Coréia do Sul, Brasil e México, além de centros de pesquisa e desenvolvimento e centros de consultoria técnica na Ásia, América do Norte e do Sul. Além disso, abrange ações de duas joint ventures (JV) na França: a participação de 50% da Solvay na Butachimie, uma JV com a Invista para produzir ADN e hexametilenodiamina (HMD), e uma participação de 51% na nova JV Alsachimie entre a BASF e a DOMO Chemicals, para produzir ácido adípico.

Aproximadamente 700 funcionários da Solvay ingressam na BASF. A JV Alsachimie entre a BASF e a DOMO Chemicals na França emprega aproximadamente 650 funcionários e a JV Butachimie entre a BASF e a Invista possui aproximadamente 400 funcionários.

Essa é a última etapa da transação acertada entre a Solvay e a BASF, para a qual a Comissão Europeia exigiu a cessão de alguns dos ativos da área de Performance Polyamides da Solvay para terceiros.

Esses ativos, que foram adquiridos pela empresa Domo Chemicals, incluem os locais de produção de poliamidas da Solvay em Belle-Etoile e Valence (França), além de participação na joint venture recém-criada entre a BASF e a Domo. Também envolvem locais de produção em Gorzow (Polônia), Blanes (Espanha) e atividades comerciais na Alemanha e Itália.

A BASF adquirirá todas as atividades de Performance Polyamides da Solvay que não foram compradas pela Domo Chemicals e que fazem parte do contrato original entre a Solvay e a BASF, assinado no final de 2017.

A conclusão do negócio permitirá à Solvay fortalecer seu recentemente anunciado programa de crescimento denominado G.R.O.W., cuja estratégia tem como base três pilares principais – Materiais Avançados, Produtos Químicos e Soluções.

O Grupo Solvay informa ainda que no Brasil mantém sem alterações suas atividades de produção e comercialização de produtos químicos intermediários, polímeros e fibras e fios têxteis de poliamida, cujas fábricas estão instaladas em Paulínia e em Santo André (SP).

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Unidade reativa da Engel para polimerização de ε Caprolactam in situ agora disponível em dois tamanhos

24/01/2020

A polimerização in situ abre muitas oportunidades na produção de componentes plásticos com matriz de poliamida termoplástica reforçada com fibra. Com base em reforços têxteis secos, a polimerização e a moldagem são combinadas, permitindo processos de produção em série particularmente eficientes e automatizados, em aplicações, por exemplo, de engenharia automotiva leve. A Engel diz que o fator decisivo para a eficiência do processamento e a qualidade do produto é a unidade reativa desenvolvida especificamente para a preparação e injeção de ε Caprolactama. A Engel lançou um sistema com um tamanho menor.

A Engel afirma que a nova unidade reativa menor pode lidar com volumes da matriz entre 10 e 600 cm³, oferecendo flexibilidade especialmente para instalações de teste, na produção de peças de teste, amostras e peças com peso de até 1,5 kg. A unidade maior pode processar volumes da matriz de até 1500 cm³. Ambas as unidades são compactas, afirma a empresa.

Na polimerização in situ – o processo de RTM termoplástico – pré-formas pré-moldadas de fibra seca são infiltradas diretamente na cavidade do molde com a matriz reativa. Graças à baixa viscosidade da ε caprolactam no estado fundido, as fibras secas podem ser bem umedecidas. Comparado ao RTM duroplástico, torna-se possível utilizar trajetos de fluxo mais longos e um maior teor de fibras. Quando a ε Caprolactam é polimerizada para criar a Poliamida 6, é formado um compósito com capacidade de suporte de carga particularmente alta, a qual pode ser funcionalizada por moldagem por injeção imediatamente após a fabricação, no mesmo processo.

Para mais informações (em inglês), clique aqui.

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Evonik e NXT Factory intensificam cooperação em impressão 3D

24/12/2019

A tecnologia QLS da NXT Factory foi projetada para processar materiais de alta temperatura, como a poliamida 613 da Evonik.

A empresa de especialidades químicas Evonik e a startup americana de tecnologias para impressão 3D NXT Factory, com sede em Ventura, Califórnia, expandem sua parceria na manufatura aditiva. Como parte dessa colaboração, a Evonik usará o seu conceito de desenvolvimento de materiais prontos para uso em prol da inovadora tecnologia QLS da NXT Factory, a fim de estabelecê-la no mercado com um portfólio de materiais correspondente.

Fabricação totalmente automatizada

A QLS 350 é uma tecnologia de impressão em pó desenvolvida pela NXT Factory tendo como base uma fonte de luz a laser patenteada. Segundo a empresa, a tecnologia foi projetada para aplicação em operações contínuas 24/7 totalmente automatizadas. Assim, o sistema transfere a manufatura aditiva do estágio de prototipagem para o de produção em série pequena a média.

O fabricante afirma que o design de fácil utilização dos recursos da impressora inclui, dentre outros atributos, um sistema de transporte autônomo (AGV), para que o leito do pó seja resfriado fora da máquina e transferido automaticamente para a estação de eliminação do pó, melhorando de maneira significativa a produtividade. A QLS 350 também foi projetada para permitir o processamento de materiais de alta temperatura como a poliamida 613 (PA 613) da Evonik.

“Aplicamos toda a nossa experiência em engenharia mecânica no desenvolvimento da tecnologia QLS, a fim de criar uma nova categoria na produção industrial”, diz Kuba Craczyk, CEO da NXT Factory. “Estamos muito empolgados por usar a profunda expertise em materiais da Evonik para, em conjunto, promover o avanço da nossa tecnologia.

Uma ampla gama de materiais em uso

“A nova tecnologia da NXT Factory oferece outras possibilidades para as nossas formulações poliméricas e se encaixa perfeitamente no nosso conceito pronto para uso no desenvolvimento de materiais estratégicos. Temos como objetivo fornecer novos sistemas de materiais em cooperação com nossos clientes e parceiros a fim de continuar diversificando o mercado de materiais para impressão em 3D, fazendo-o avançar na direção da produção em série”, diz Thomas Große-Puppendahl, responsável pela área de crescimento em inovação Additive Manufacturing na Evonik.

A Evonik reúne suas competências no setor da impressão 3D em sua área de crescimento em inovação Additive Manufacturing. O foco estratégico é o desenvolvimento e a fabricação de materiais de alta performance “prontos para uso” em todos os segmentos tecnológicos importantes. A empresa de especialidades químicas pretende lançar seu pó de poliamida de alta temperatura PA 613 na plataforma NXT Factory QLS 350 da NXT Factory no primeiro trimestre de 2020.

O mercado de impressão 3D está em franco desenvolvimento, apresentando taxas de crescimento de dois dígitos. Dentro desse mercado, a Evonik a firma ser a principal empresa mundial na fabricação de pós de poliamida 12 (PA 12), que vêm sendo empregados em tecnologias de manufatura aditiva há mais de 20 anos. Além de filamento em PEEK e dos pós PA 12, o portfólio de produtos da empresa inclui pós de PEBA flexíveis e copoliésteres, além de uma variedade de aditivos como dispersantes, melhoradores de fluxo e modificadores reativos.

Com mais de 32.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2018, a empresa gerou vendas de 13,3 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,15 bilhões de euros.

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Evonik inicia construção do novo complexo de poliamida 12 na Alemanha

08/10/2019

  • A planta é uma resposta à alta demanda em mercados estratégicos, que variam da indústria automotiva à impressão 3D
  • O investimento impulsiona o motor de crescimento “Smart Materials” e consolida a posição de liderança de mercado da empresa em poliamida 12
  • O investimento supera 400 milhões de euros

A Evonik iniciou oficialmente a construção do projeto que representa o seu maior investimento até hoje na Alemanha. Armin Laschet, ministro-presidente do estado da Renânia do Norte-Westfália, e Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva da Evonik Industries AG, estavam na primeira fila quando mais de 200 pás foram fincadas no solo da área de construção, no centro do Parque Químico de Marl. A cerimônia, da qual também participaram clientes, colaboradores e outros representantes da esfera política, sinalizou o início do projeto. Em seu maior site mundial, a empresa ampliará sua capacidade total de PA 12 em mais de 50%. O projeto vai complementar a produção de PA 12 existente no local com fábricas adicionais para o polímero e seus precursores. O início das operações está previsto para 2021.

Em sua fala durante a cerimônia, Armin Laschet destacou o significado especial do investimento de mais de 400 milhões de euros na Alemanha, e especialmente na parte norte do vale do Ruhr. “O fato de uma das principais empresas de especialidades químicas como a Evonik estar investindo aqui em instalações ultramodernas, mostra que o estado da Renânia do Norte-Westfália é o principal centro químico da Alemanha e pode competir no âmbito global. Singapura e outros países se empenharam muito por essa fábrica mediante a oferta de incentivos fiscais. Ao final, o local escolhido foi Marl porque aqui temos a vantagem de uma rede de empresas químicas e de energia competentes. O plástico é um material de alta tecnologia e uma das matérias-primas do futuro”.

Christian Kullmann destacou o significado da nova fábrica: “Este é o maior investimento individual que a nossa empresa já fez na Alemanha. Estamos construindo essa unidade porque queremos continuar crescendo por meio de especialidades químicas inovadoras. Com o nosso polímero de alta performance PA 12, podemos abastecer os mercados estratégicos de crescimento global, como o setor de impressão 3D, por exemplo. Além disso, os nossos plásticos ‘leves’ e de longa duração também contribuem de maneira significativa para a conservação de recursos na indústria automotiva.

A inovação também é o negócio das startups convidadas e dos projetos de digitalização, os quais Claus Rettig, presidente da diretoria executiva da Evonik Resource Efficiency GmbH, apresentou brevemente aos presentes. “Queremos nos tornar ainda mais rápidos e mais flexíveis no desenvolvimento de polímeros novos e customizados que contribuam para o forte crescimento dos nossos clientes. Precisamos de novas tecnologias para isso e essa é a razão de termos tomado medidas consistentes em prol do uso da inteligência artificial”, disse Rettig.

Há mais de 50 anos, a Evonik desenvolve materiais de alto desempenho customizados para aplicações com alto nível de sofisticação. O Grupo é um dos maiores produtores mundiais de PA 12, comercializado sob o nome Vestamid. A demanda pelo material é considerável em mercados de alta atratividade como as indústrias automotiva, de extração de óleo e gás, médica e esportiva. O Vestosint, uma versão em pó da PA 12, é usado em aplicações como o revestimento de metais para bens de consumo, cestos de lava-louças, componentes automotivos e dispositivos médicos. Também faz anos que a Evonik desenvolve pós poliméricos especiais que permitem aos fabricantes usar a impressão 3D para produzir componentes de alta tecnologia em escala industrial.

A Evonik é uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas. Com mais de 32.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2018, a empresa gerou vendas de 13,3 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,15 bilhões de euros.

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Evonik apresentará portfólio de polímeros e aditivos especiais na Feira K 2019

27/08/2019

A Evonik Industries, uma das principais empresas de especialidades químicas do mundo, participará da Feira K 2019 que será realizada em Düsseldorf, Alemanha, de 16 a 23 de outubro. A empresa apresentará seu portfólio de polímeros de desempenho e aditivos especiais no estande B28, Hall 6. A presença na feira é parte da campanha “Vivendo melhor com a Evonik”.

O portfólio de polímeros de desempenho da Evonik abrange a sua linha de poliamidas Vestamid, produtos usados na indústria automotiva, na produção industrial e em bens de consumo – em alguns casos há mais de 50 anos.

Este ano marca o 40° aniversário do elastômero de poliamida 12 (PEBA), um material popular e consolidado especialmente na indústria de equipamentos esportivos – segundo a Evonik, graças ao seu desempenho e liberdade de design oferecida. Para comemorar, a Evonik lançará um novo integrante da linha de produtos, cuja transparência e brilho permitem aos designers muito mais liberdade do que já tinham com o PEBA, afirma a empresa.

O investimento de aproximadamente 400 milhões de euros – o maior já realizado na Alemanha – aumentará a capacidade total da empresa para poliamida 12 em mais de 50% até 2021. A poliamida 12 e a poliamida 612 da marca Vestamid são as mais usadas em tubos automotivos no mundo inteiro. Novos desenvolvimentos se concentram em produtos condutivos e em aplicações para veículos elétricos e híbridos.

Outros produtos do portfólio que serão apresentados na feira são as poliamidas transparentes com alta resistência química, Trogamid, e o Vestakeep PEEK, utilizado em aplicações tribológicas e de alta temperatura. A Evonik também atua no desenvolvimento e na fabricação de pós poliméricos para impressão 3D. Segundo a empresa, o Vestenamer, um aditivo termoplástico de processo, permite o processamento eficiente de resíduos de borracha e a minimização da degradação de propriedades comumente associada ao uso de reciclados.

Na área dos aditivos especiais para fabricantes de masterbatches e compostos e para processadores serão apresentados crosslinkers, comonômeros e agentes de dispersão para pigmentos e cargas, além de aditivos para melhoria de processos e do desempenho. Segundo a Evonik, esses produtos melhoram propriedades mecânicas como resistência a riscos, fluidez, resistência a bloqueios e os efeitos antiaglomerantes, além de contribuir para a otimização das propriedades antichamas.

Os crosslinkers da família de produtos Taicros, por exemplo, são usados em placas de circuito impresso que cumprem o moderno padrão de tecnologia celular 5G, enquanto derivados de triacetona amina são importantes componentes para estabilizadores de luz em aplicações como gramados artificiais em estádios. Segundo informações da Evonik, desde 2018 as soluções Tegomer para melhora das propriedades mecânicas e de fluidez – por exemplo, resistência a riscos – são complementadas pela tecnologia Accurel, que permite a incorporação de líquidos em sólidos.

A ampliação do portfólio de produtos permite a implementação de tendências como melhor resistência a chamas, novos desenvolvimentos na indústria de embalagens e o emprego sustentável de materiais reciclados mediante o emprego de absorventes de odor, afirma a empresa.

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Durante Prévia da K 2019, clientes da BASF exibem protótipos fabricados com material plástico quimicamente reciclado

16/07/2019

  • Os parceiros da BASF no Projeto ChemCycling: Jaguar Land Rover, Storopack, Südpack e Schneider Electric.
  • Fase piloto promissora, mas continuam os desafios tecnológicos e econômicos, assim como a necessidade de avanços regulatórios.

Um número cada vez maior de empresas da indústria de plásticos está trabalhando para promover a reciclabilidade dos plásticos e, assim, ajudar, na criação de uma economia circular. Uma das maneiras pelas quais a BASF atua nessa área é através do projeto ChemCycling: no final de 2018, a empresa utilizou pela primeira vez volumes piloto de óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos como matéria-prima em sua própria produção.

Na Prévia da Feira K 2019, uma conferência de imprensa que ocorreu no Centro de Conveções da Messe Düsseldorf entre 1 a 3 de Julho, quatro parceiros apresentaram os primeiros protótipos que foram criados durante a fase piloto do projeto.

A Jaguar Land Rover (JLR), fabricante líder na indústria automotiva, desenvolveu um protótipo do suporte do radiador feito de plástico, usando poliamida 6 reciclada com 30% de fibra de vidro (Ultramid B3WG6 Ccycled Black 00564) para o seu primeiro SUV elétrico: o I-Pace. “Como parte do nosso compromisso de acelerar a fabricação em circuito fechado (Closed-loop manufacturing) em todas as nossas operações, estamos sempre em busca de avanços tecnológicos que ajudem a reduzir o desperdício”, disse Craig Woodburn, gerente global de Compliance Ambiental da JLR. “A capacidade de converter resíduos plásticos de consumo em peças seguras e de qualidade usadas em produtos premium, por meio do processo ChemCycling, é um passo importante no avanço da nossa aspiração de alcançar um futuro com resíduo-zero”.

A Storopack, fornecedora global de embalagens de proteção e peças técnicas moldadas, usou EPS quimicamente reciclado (Styropor P Ccycled) para fabricar embalagens de isolamento térmico para produtos farmacêuticos sensíveis à temperatura, bem como caixas para transporte de peixe fresco e embalagens protetoras para dispositivos eletrônicos. “Ficamos particularmente impressionados com o fato de que o Styropor® P Ccycled pode ser usado em embalagens de alimentos. Já existem várias opções de reciclagem para o Styropor e o projeto ChemCycling ajuda a aumentar ainda mais a o percentual reciclável”, comentou Hermann Reichenecker (foto), presidente do Conselho de Administração da Storopack.

A Südpack, uma das principais produtoras de embalagens em filmes na Europa, fabricou um filme de poliamida e um filme de polietileno que foram convertidos em embalagens com vedação especial para uso com queijo muzzarela. Até o momento, considerava-se que as embalagens multicamadas eram recicláveis até um certo limite. “Embalagens em filme desempenham funções importantes tais como: a proteção do produto, higiene e tempo de vida de prateleira, ao mesmo tempo em que precisa utilizar uma quantidade mínima de plásticos. Esta é a razão pela qual as embalagens em filme são compostas por vários materiais e camadas com diversas propriedades e barreiras. Por meio de inovações como o ChemCycling, chegamos mais próximos de resolver os problemas associados à reciclagem de embalagens flexíveis”, disse Johannes Remmele, sócio-gerente da Südpack.

A Schneider Electric, líder na transformação digital de gestão de energia e automação, fabricou um disjuntor a partir de poliamida (Ultramid) quimicamente reciclada. “Nós ativamente avaliamos a capacidade de matérias-primas secundárias, tais como plásticos reciclados, de atender aos nossos exigentes padrões de qualidade, normas e regulamentações rigorosas da indústria. Nós confiamos na expertise da BASF para demonstrar os benefícios de sustentabilidade de ponta-a-ponta e ao mesmo tempo oferecer um custo atraente. Esperamos que esta experimentação com a BASF abra espaço para mais inovações circulares em Gerenciamento e Distribuição de Energia”, disse Xavier Houot, vice-presidente sênior de meio ambiente, segurança e real state da Schneider Electric Group.

“Os projetos piloto com clientes de várias indústrias mostram que os produtos fabricados com matérias-primas quimicamente recicladas oferecem a mesma alta qualidade e desempenho que os produtos fabricados com materiais primários. O projeto ChemCycling, que usa uma abordagem de balanço de massa para atribuir matematicamente uma parcela do material reciclado ao produto final, pode ajudar nossos clientes a atingir suas metas de sustentabilidade”, disse Jürgen Becky, vice-presidente sênior de Materiais de Performance. Os produtos certificados são indicados com a terminação “Ccycled” em seu nome. Os protótipos apresentados na Prévia da K 2019, em Düsseldorf, fazem parte da fase piloto em andamento do projeto ChemCycling.

Potencial para aumento do percentual de material reciclável

“Com o projeto ChemCycling, a BASF tem como objetivo processar o óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos que atualmente não são recicláveis, tais como plásticos misturados ou contaminados. Se tivermos êxito em desenvolver o projeto até o ponto de disponibilidade no mercado, o ChemCycling será um complemento inovador aos processos existentes de reciclagem e recuperação, com o intuito de resolver o problema dos resíduos plásticos”, comentou Stefan Gräter, responsável pelo projeto ChemCycling na BASF.

O expressivo potencial da reciclagem química foi confirmado pela consultoria McKinsey em um estudo de dezembro de 2018: se os processos de reciclagem existentes forem combinados aos novos, como a reciclagem química, os especialistas acreditam que alcançaremos até 2030 uma taxa de 50% de reutilização e reciclagem de plásticos mundialmente (hoje, 16%). A parcela da reciclagem química poderia então subir do seu valor atual de 1% para aproximadamente 17%, o que equivale à reciclagem de cerca de 74 milhões de toneladas de resíduos plásticos.

Desafios tecnológicos, econômicos e regulatórios

Para passar da fase piloto à implantação no mercado, várias questões precisarão ser resolvidas. As tecnologias existentes para a transformação de resíduos plásticos em matérias-primas recicladas devem ser avançadas e adaptadas para o uso em escala industrial, a fim de garantir a alta qualidade do óleo de pirólise. A BASF está atualmente investigando várias opções para alimentar, a longo prazo, o seu complexo produtivo integrado com volumes comerciais de óleo de pirólise. Além das questões técnicas, os aspectos econômicos também desempenham um papel. Para a reciclagem química ter aceitação no mercado, os órgãos regulatórios também devem reconhecer oficialmente que o processo é uma modalidade de reciclagem. Dentro desse escopo, eles precisam definir como as abordagens de reciclagem química e balanço de massa podem ser incluídas no cálculo das taxas de reciclagem exigidas por lei.

Uso responsável de recursos

“Nosso projeto ChemCycling é um bom exemplo de como a BASF está trabalhando com nossos parceiros no desenvolvimento de soluções para os principais desafios do século 21”, disse Dr. Andreas Kicherer, especialista em sustentabilidade da BASF. Além do projeto ChemCycling, a BASF está envolvida em muitos outros projetos e iniciativas que fortalecem a ideia da economia circular e previnem o descarte dos plásticos no meio ambiente. Por exemplo, o portfólio de produtos da BASF inclui o ecovio®, um plástico compostável certificado, parcialmente fabricado com matérias-primas renováveis. A empresa é membro do World Plastics Council e participa de dois programas da Ellen MacArthur Foundation. Em todas as suas fábricas no mundo, a BASF implementa a “Operação Clean Sweep”, uma iniciativa internacional da indústria de plásticos destinada a evitar a perda de pellets de plástico no meio ambiente. Além disso, no início de 2019 a BASF uniu esforços com aproximadamente 30 outras empresas para fundar a Alliance to End Plastic Waste (AEPW). Nos próximos cinco anos, esta iniciativa pretende investir até $1,5 bilhão em vários projetos e parcerias, principalmente na Ásia e na África. Há quatro áreas-foco principais: desenvolvimento de infraestrutura para coleta de resíduos, promoção de métodos inovadores de reciclagem, educação e engajamento de vários grupos, além da limpeza de áreas com concentração de resíduos plásticos no meio ambiente.

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Evonik reorganiza seu negócio de poliamidas

06/06/2019

A Evonik está reorganizando o seu negócio de polímeros de performance dentro do grupo de poliamidas. A empresa de especialidades químicas já deu início à construção de um novo complexo fabril de poliamida 12 (PA 12) e está expandindo a sua produção de poliamidas transparentes no Parque Químico de Marl, na Alemanha (foto). Dessa maneira, concentra suas atividades em materiais de performance, voltados para mercados em crescimento, tais como os setores automotivo, petróleo e gás, impressão 3D e óptico. Como parte do processo de reorganização, a Evonik vai se afastar totalmente do negócio de poliftalamida (PPA) na unidade de Witten (Alemanha).

Foco em materiais especiais

“Com a reorganização do nosso negócio de poliamidas, vamos concentrar nossas forças de produção e inovação em materiais especiais para aplicações promissoras em mercados atraentes, como redução de peso de componentes, manufatura aditiva e compósitos. Em contrapartida, teremos uma fundação sólida para o crescimento contínuo”, diz Dr. Ralf Düssel, responsável pela linha de negócios High Performance Polymers na Evonik. “Para os nossos clientes, essa mudança significará um foco mais intenso no desenvolvimento de sofisticadas soluções especiais.”

O investimento de cerca de 400 milhões de euros da Evonik na Alemanha aumentará em mais de 50% a capacidade geral da empresa para a produção de PA 12. O projeto vai complementar a produção de PA 12, existente no Parque Químico de Marl, no estado da Renânia do Norte-Westfália, com plantas adicionais para o polímero e seus precursores. O complexo fabril deve iniciar suas operações no primeiro semestre de 2021.

Ao mesmo tempo, a Evonik também expandirá a sua produção de poliamidas transparentes em Marl. O incremento na capacidade produtiva deve ser concluído no primeiro trimestre de 2020. A mudança dobrará a capacidade total da empresa para a produção desse material de performance.

Em outra etapa do processo de reorganização de seu negócio de poliamidas, a Evonik vai descontinuar a produção e a venda de poliftalamida em sua unidade de Witten até o final do primeiro trimestre de 2020. Os colaboradores da planta de PPA serão transferidos para Marl, onde trabalharão na nova unidade de produção de PA 12.

“Na medida em que concentramos nossas atividades no mercado de polímeros de performance, vamos aproveitar as sinergias internas para acomodar nossos colaboradores de longa data de Witten em empregos seguros na nova planta de poliamida 12 em Marl. A experiência de décadas desses colaboradores na produção de polímeros e compostos nos será muito útil”, diz Dr. Iordanis Savvopoulos, responsável pela linha de produtos Granules & Compounds na Evonik.

A Evonik emprega atualmente cerca de 300 pessoas em Witten. A empresa de especialidades químicas opera diversas unidades de produção de substâncias orgânicas nos cerca de 16 hectares que compõem o parque fabril, um dos maiores complexos industriais de matérias-primas para as indústrias de tintas, revestimentos e adesivos. Em 2018, a nova unidade produtiva de copoliésteres especiais iniciou as atividades no parque industrial de Witten.

Biopolímeros completam o portfólio de produtos

Polímeros de base biológica da série Terra permanecem no portfólio comercial e continuarão complementando a agora reorganizada linha de polímeros de performance.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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BASF apresentou inovações e soluções sustentáveis na Feiplastic 2019

17/05/2019

Soluções da BASF para as indústrias automotiva, de embalagens, da construção, de bens de consumo, aplicações industriais, plasticultura, entre outras, fizeram parte do portfólio apresentado pela companhia no stand da Feiplastic 2019.

“A Feiplastic foi uma excelente oportunidade para apresentar nossas soluções e estreitar o relacionamento com o mercado”, considera Murilo Feltran, gerente de marketing e produto de Materiais de Performance da BASF. “Além das tecnologias inovadoras, nosso forte é a atuação em estreita colaboração com nossos clientes, entendendo suas necessidades e desenvolvendo soluções de acordo com cada necessidade”, afirma.

Materiais de desempenho

Uma das principais novidades foi a plataforma digital exclusiva para oferecer o portfólio de soluções para a indústria de calçados, como um novo canal de relacionamento com os clientes. A BASF fornece PU e TPU para produção de solas, entressolas, palmilhas e outros componentes que, segundo a empresa, permitem a fabricação de calçados de maior desempenho, conforto e durabilidade, atendendo às tendências e demandas dos consumidores. A ferramenta online, de interface amigável, está disponível no link http://www.shop.basf.com.br/calcados.

Entre os materiais com destaque na Feiplastic estão as soluções sustentáveis para o mercado de isolamento térmico, que têm como base o HFO e a água aplicados como agentes expansores de quarta geração para o mercado de refrigeração. A tecnologia é uma alternativa aos agentes de expansão utilizados convencionalmente e permite a redução nas emissões de gases de efeito estufa.

Também apresentando pegada sustentável, foi apresentado o polímero compostável e biodegradável ecovio®, obtido a partir de matérias-primas renováveis. O material tem desemepenho semelhante aos plásticos normalmente utilizados, atendendo requisitos de aparência, propriedades mecânicas e processabilidade, sofrendo degradação somente em condições de compostagem, afirma a BASF. Pode ser aplicado em filmes para agricultura, produção de copos, sacolas compostáveis certificadas e embalagens diversas, entre outras possibilidades.

A poliamida Ultramid® Deep Gloss agora está disponível também em cores. O material originalmente usado na cor black piano, está abrindo possibilidades para projetos mais versáteis de interiores de carros, com cores contrastantes e que seguem tendências de mercado. Segundo a BASF, o material possui propriedades diferenciadas, tais como resistência a riscos, à radiação UV e alta resistência química. Além disso, afirma a empresa, o alto nível de brilho reproduz estruturas com detalhes fiéis, permitindo uma mistura bem contrastante de luz e sombra, sem revestimento adicional.

Durante a feira, a BASF também promoveu a sua poliamida semicristalina que permite que a luz passe sem barreiras. Segundo a empresa, o Ultramid® Vision combina a transparência à luz com uma baixíssima dispersão, sendo a primeira poliamida semicristalina do mundo para componentes semitransparentes ou transparentes para ambientes com muitos desafios químicos. A BASF afirma que a poliamida é resistente aos raios UV, às altas temperaturas, aos riscos, a químicos e atende aos requisitos de segurança contra a propagação do fogo. A solução pode ser usada em diversas áreas de aplicação, sendo recomendada especialmente para peças de controle visual, iluminação ou design de luz.

Embalagens

A embalagem tem papel fundamental na garantia da qualidade de alimentos, desde a produção até a mesa do consumidor. As poliamidas são a melhor opção quando há a necessidade de aumentar o tempo de vida dos produtos através do aumento de propriedades mecânicas, proteção para migração de gorduras, barreira ao oxigênio e aromas. Por meio da parceria com seus clientes, a BASF buscou atender solicitações de melhoria de propriedades óticas, maior flexibilidade e menor encanoamento, sem perder as propriedades tradicionais das poliamidas. E o resultado foi, segundo a empresa, o desenvolvimento do Ultramid C37 LC, copolímero de poliamida com o menor ponto de fusão das poliamidas tradicionais encontradas no mercado – perto dos 180º.C. A BASF afirma que o material é o mais indicado para sacos encolhíveis e filmes termoformados e outras aplicações onde a estrutura a ser utilizada é assimétrica.

Aditivos para plásticos

A BASF afirma que vem buscando soluções em aditivos para plástico ecologicamente corretas, focadas em sustentabilidade e que visam evitar a degradação e estender a vida útil dos plásticos. Esses requisitos se tornaram mais rigorosos também nas aplicações automotivas e, alinhado ao aumento da durabilidade das espumas de poliol e poliuretano, o seu PUR 70 encontra um nicho de aplicação. Segundo a empresa, o aditivo diminui drasticamente a emissão de aldeídos e componentes orgânicos voláteis, é livre de amina e atende aos requisitos VDA 278 10/11.

De acordo com a empresa, o seu Tinuvin® XT 55, um aditivo estabilizador à luz, confere durabilidade, além de melhorar os processos de fabricação. Tem aplicações em monofilamento de polietileno, usados para produção de grama sintética e poliolefinas, fitas para telas de sombreamento, andaimes, geotêxteis e big bags, entre outros. O fabricante afirma que o aditivo auxilia na resistência às condições climáticas adversas, incluindo exposição prolongada à luz ultravioleta, temperatura elevada e oscilante, além de poluentes ambientais.

Já o Irgastab IS 3066L, utilizado nas aplicações em PVC, promove melhoria na produtividade e maior viabilidade econômica, além de estar em conformidade com o FDA para aplicações em contato com alimentos, assegura a BASF.

Fonte: BASF

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Sustentabilidade é um dos focos da Radici durante a Feiplastic 2019

23/04/2019

A Radici Plastics Ltda – Brasil, empresa do Grupo Radici atuante no mercado sul americano de polímeros técnicos, participa de 22 a 26 de abril na feira do setor Feiplastic (Expo Center Norte, Estande L42) com o objetivo de destacar a atenção para as aplicações de seus produtos e a ressaltar a preocupação com a sustentabilidade.

Com ações efetivas, em todas as suas unidades fabris, a companhia tem conquistado um patamar de excelência na área de responsabilidade ambiental. E no Brasil, os resultados são bem expressivos. Entre eles estão o controle e reuso do sistema de água, instalação de iluminação de LED no chão de fábrica e a aquisição de equipamentos mais eficientes – que já apontam uma redução no consumo de energia na ordem de 13%, ao ano. Estas e outras ações serão divulgadas na Feiplastic, que acontece entre os dias 22 e 26 de abril, no Expo Center Norte (SP).

“Estamos sempre em busca de novas ferramentas e soluções que agreguem rentabilidade e produtividade, mas sempre respeitando as condutas socioambientais. Nos últimos dois anos investimos mais de R$ 13 milhões no nosso Centro de Pesquisa e parque industrial, e aumentamos significativamente à capacidade instalada para produção de compostos, aperfeiçoamos o nosso laboratório e os resultados vão muito além da produção, pois conseguimos reduzir o consumo de energia e dos recursos hídricos. Ou seja, estamos crescendo de maneira eficaz, sustentável e orgânica”, declara Jane Campos – Country Manager da filial brasileira.

Além destas economias, a Radici também reduziu, expressivamente, a emissão de fumaça preta e o descarte de resíduos. Neste último, a meta da companhia é atingir o índice de 0% de rejeitos no chão de fábrica, em cinco anos.

Outra ação adotada, no início deste ano, foi o projeto Operation Clean Sweep (OCS) – programa internacional promovido por associações comerciais para neutralizar a dispersão de pós e grânulos de plástico no ambiente, com atenção para o manuseio dos produtos a partir da entrada na fábrica das matérias-primas até a saída dos produtos semiacabados destinados aos clientes.

De acordo com a Jane, a Radici ingressou no OCS voluntariamente, como estratégia de negócios, pois o programa vai de encontro com as premissas mundiais da companhia. “Estamos trabalhando no mapeamento de geração de resíduos, com planos de contingência para diminuir a perda de pellets e atender todos os requisitos do projeto. Desta maneira, conseguimos ampliar o nosso pilar de sustentabilidade”, ressalta.

Todas estas ações visam aprimorar o padrão de qualidade para atender a demanda dos mercados-alvo, que inclui a indústria automotiva, o setor de eletroeletrônicos e de embalagens. “Estamos confiantes. Por isso, vamos manter o nosso modelo de negócios, com atendimento personalizado, oferta de produtos e, acima de tudo, investir na capacitação e no reconhecimento dos nossos colaboradores”, finaliza Jane.

Atualmente, a unidade brasileira é responsável pelo mercado da América do Sul e conta com distribuidores no Chile, Argentina, Colômbia e Peru. Totalizando mais de 90 colaboradores diretos e indiretos.

Com mais de três mil colaboradores, um faturamento de mais 1.14 bilhões de euros em 2017 e uma rede de fábricas e sedes comerciais localizadas entre a Europa, América do Norte e do Sul e a Ásia, a RadiciGroup é considerado um dos principais líderes mundiais na produção de uma ampla gama de produtos químicos, polímeros de poliamida, tecnopolímeros, fibras sintéticas e não tecidos, com aplicações em múltiplos setores industriais como: automotivo, elétrico/eletrônicos, bens de consumo, vestuário, mobiliário, imobiliário, eletrodomésticos e esportivos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Radici Group

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Evonik expande capacidade de produção para poliamidas transparentes na Alemanha

16/04/2019

Em virtude do aumento da demanda global por polímeros de alta performance, a Evonik está ampliando a sua produção de poliamidas transparentes no parque químico de Marl (Alemanha).

O incremento na capacidade produtiva deve ser concluído no primeiro trimestre de 2020. O projeto dobrará a capacidade da empresa de especialidades químicas para materiais transparentes de alta performance.

“A expansão das nossas capacidades para poliamidas transparentes em Marl é mais uma etapa em nossa trajetória de crescimento de longo prazo em polímeros de alta performance. Com isso, não estaremos só fortalecendo a nossa posição de mercado como parceiro e fornecedor de soluções confiáveis para aplicações especiais, mas criando também uma importante margem para o desenvolvimento de novos produtos”, diz Dr. Ralf Düssel, responsável pela linha de negócios High Performance Polymers na Evonik.

A empresa ampliará a sua produção de Trogamid® CX em parte por meio de esforços dirigidos à eliminação de gargalos e em parte por meio de iniciativas de otimização na gestão da produção. Os planos para o projeto estão concluídos e a implementação já foi iniciada.

“Temos observado uma consistente alta demanda, especialmente no segmento de bens de consumo, por soluções em materiais especializados que combinam altíssima transparência, qualidade e liberdade de design com as melhores características de processamento”, diz Dr. Iordanis Savvopoulos, responsável pela linha de produtos Granules & Compounds na Evonik. “Com a capacidade de produção adicional, podemos respaldar o crescimento dos nossos clientes no longo prazo”.

Perfil de propriedades

Por muitos anos, o Trogamid® CX, uma poliamida transparente da Evonik, tem sido utilizado nas indústrias esportiva, de lazer, automotiva e cosmética, bem como na tecnologia médica e em aplicações ópticas. Para uso como material de lentes em óculos esportivos e de esqui, o polímero oferece uma visibilidade cristalina, alta proteção UV e excelente resistência mecânica, além de resistência a substâncias químicas como as contidas em cremes para a pele ou sprays para os cabelos, afirma a Evonik. No segmento automotivo, o Trogamid® CX é conhecido como material decorativo para interiores e, segundo a empresa, se destaca por sua alta transparência e resistência a riscos,.

A Evonik desenvolveu recentemente um novo composto de poliamida para moldagem para aplicação no setor óptico. De acordo com a Evonik, o Trogamid® myCX de alta fluidez oferece transparência cristalina, excelente conforto de uso e alta durabilidade, além de melhorar a capacidade de processamento. Esse perfil de propriedades único faz com que esse polímero de alta performance seja um material com boa aceitação para lentes e visores sofisticados, por exemplo, em óculos de sol ou de esqui.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Evonik lança novo pó polimérico para aplicações de impressão 3D em faixas mais altas de temperatura

07/03/2019

A Evonik continua ampliando a sua participação no atraente mercado de impressão 3D. A empresa de especialidades químicas desenvolveu um novo pó polimérico, da linha de Poliamida 6, para aplicações em faixas mais altas de temperatura. O produto expande mais o portfólio da Evonik de materiais de alta performance para tecnologias de impressão 3D em pó.

Segundo a empresa, o seu novo pó de poliamida apresenta alta resistência mecânica, além de excelente resistência química e à temperatura. Sua temperatura de deflexão térmica (HDT B) é de cerca de 195ºC. Além disso, o material em pó se destaca por sua baixa absorção de água – abaixo de 3% -, que tem um efeito positivo sobre a processabilidade na impressão 3D e a estabilidade dimensional de componentes impressos em 3D, assegura a Evonik.

Materiais inovadores para produção em série

“Materiais novos, prontos para usar, que são adaptados de maneira otimizada à cada impressora e que ampliam a faixa de aplicação para temperaturas mais altas, levam a indústria da impressão 3D um passo à frente, rumo à produção em série”, diz Mark Zhao, fundador e CEO da TPM 3D, empresa tecnológica chinesa para sinterização seletiva por laser (SLS). “Estamos registrando uma forte demanda por soluções 3D em faixas mais altas de temperatura – por exemplo, nas indústrias automobilística e eletrônica. É por isso que ficamos satisfeitos em lançar o novo material estável à temperatura em conjunto com a Evonik”.

A Evonik afirma que o seu novo pó polimérico da linha de poliamida 6, com sua forma granular quase redonda, destaca-se por sua excelente fluidez e propriedades de aplicação, tornando-o adequado para todas as tecnologias de impressão 3D em pó. A empresa adota um procedimento exclusivo para produzir o material de alta temperatura em sua fábrica em Marl (Alemanha).

O mercado de impressão 3D está em alta, com taxas de crescimento de dois dígitos. A Evonik é líder na produção mundial de pós de poliamida 12 (PA 12), que tem sido utilizados na manufatura aditiva há mais de 20 anos. Além do filamento de PEEK e dos pós de PA 12, o portfólio de produtos da empresa inclui pós flexíveis de PEBA, além de uma linha completa de aditivos, como agentes de dispersão, melhoradores de fluxo ou modificadores reativos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Construção do novo complexo de poliamida 12 da Evonik na Alemanha segue dentro do cronograma

11/02/2019

A Evonik concluiu a fase de engenharia conceitual e básica para a construção de seu novo complexo industrial de poliamida 12 (PA12) dentro do prazo, no final de dezembro, e já iniciou a fase de execução do projeto. O complexo deve iniciar as operações no primeiro semestre de 2021.

O projeto de cerca de 400 milhões de euros, maior investimento da Evonik na Alemanha, deve aumentar em mais de 50% a capacidade produtiva total de PA 12 do Grupo. Outras instalações para a produção do polímero e seus precursores serão construídas no parque químico de Marl, na Renânia do Norte-Westfália, complementando a produção de PA12 já existente no local.

“Este projeto representa um desafio especial”, explica Dr. Ralf Düssel, responsável pela linha de negócios High Performance Polymers na Evonik, que, entre outros produtos, fabrica os grânulos e pós de PA 12, Vestamid® e Vestosint®. “No setor de engenharia da Evonik há cerca de 80 engenheiros trabalhando no projeto. Também contratamos um mundialmente renomado provedor externo de serviços técnicos para executar a engenharia detalhada dos subprojetos individuais. O local da construção é próximo a unidades de produção já existentes, onde se aplicam normas de segurança especiais, e serão necessárias, além do local para a construção em si, áreas para contêineres de construção, armazenamento de materiais e pré-montagem. O parque químico de Marl nos oferece condições excelentes para atingir esse desafio. Depois que a nova unidade tiver iniciado suas atividades, as estruturas existentes no local há mais de 50 anos serão usadas para a distribuição do produto.”

A poliamida 12 está em demanda em atraentes mercados em crescimento como a indústria automobilística, o setor de petróleo e gás e a impressão 3D. “Este investimento respalda a concentração consistente da Evonik em especialidades químicas. Como polímero de alto desempenho para aplicações especiais, a poliamida 12 representa um componente importante do nosso motor de crescimento Smart Materials“, acrescenta Dr. Claus Rettig, responsável pelo segmento Resource Efficiency. “Além disso, os produtos fabricados com a PA12 costumam ter boa eficiência energética: eles são duráveis e exigem menos manutenção que os componentes de aço, por exemplo em tubulações de gás, e contribuem para a redução de peso, por exemplo no setor automotivo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Aplicações de poliamidas 12 na indústria de extração de petróleo offshore ajudam a aumentar a produção

06/01/2019

Por mais de 50 anos a Evonik tem produzido a poliamida Vestamid®, um polímero que reúne propriedades como alta estabilidade, flexibilidade, resistência à temperatura e baixo peso. As aplicações do produto vão desde o seu uso na indústria automotiva, até o mercado de esportes e a extração de petróleo.

As características desejadas nos materiais são obtidas por modificação química do polímero-base ou por modificação física – por incorporação de fibras de vidro, Teflon ou grafite, por exemplo – ou uma combinação de ambos. Desta forma, é possível oferecer uma ampla gama de poliamidas com propriedades personalizadas.

O resultado disto é que o insumo pode ser utilizado em muitas aplicações exigentes e tecnicamente sofisticadas. Entre elas, como substituto para o aço em projetos automotivos e de redução de peso, tubulações de petróleo e gás, no setor médico e também na impressão 3D.

Uma das soluções oferecidas pela Evonik é a poliamida 12 (PA12) Vestamid® NRG, que atende ao mercado de óleo e gás. Segundo a empresa, o produto ajuda a indústria petrolífera a aumentar a produção offshore e a reduzir seus custos, mantendo operações seguras e sustentáveis. É indicada para aplicação na camada de barreira e na capa externa de tubos flexíveis; em mangueiras multicamadas para umbilicais; em tubos de grande diâmetro, para a distribuição de gás; e como “liner” polimérico em tubos metálicos para proteção anticorrosão.

Fonte: Evonik

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Radici comemora 20 anos de presença no Brasil

22/11/2018

Crescimento orgânico, sustentabilidade, atendimento personalizado e mão de obra especializada colocaram a filial brasileira da Radici Performance Plastics em lugar de destaque

Com fábricas e sedes na América do Norte, América do Sul, Ásia e Europa, uma das filiais de destaque do RadiciGroup é a brasileira. Situada no município de Araçariguama, em São Paulo, a unidade, focalizada no segmento de poliamidas e plásticos de engenharia, acaba de completar 20 anos com um crescimento sustentável e orgânico. Os planos de expansão no mercado Sul-Americano são ambiciosos e, segundo a empresa, estão sendo alcançados antes do prazo. Em 2016, a meta era sair do patamar de 16% de market share para chegar em 20% ou 25% até 2021. Em 2017, no entanto, o crescimento foi da ordem de 20%. Em 2018, a previsão era fechar com 10%, mas até o último mês de julho, o índice já apontava um valor bem acima do previsto.

A Radici atribui este desempenho à qualidade de seus produtos e à interpretação da necessidade do mercado e das particularidades de cada cliente. Só a indústria automobilística representa 40% dos negócios da filial brasileira, seguida de eletroeletrônicos com 17% e embalagens com 12%.

“Administrar uma empresa não é fácil. Por isso, eu sempre brinco que uma boa gestão empresarial deve ser igual ao controle de uma geladeira. Nada pode sobrar ou estragar, tudo precisa ser utilizado, ou seja, controle absoluto de estoque, matérias-primas, sobra de aditivos etc.,” explica Jane Campos – Country Manager da filial brasileira da RadiciGroup Performance Plastics.

E apesar do cenário econômico no país, a Radici não desanimou e continuou a investir em seu parque fabril. De 2017 a 2018 foram mais de R$ 13 milhões em equipamentos para o seu centro de pesquisa e parque industrial, todos com foco no aumento da capacidade de produção e no menor consumo energético e de recursos hídricos. Com este novo cenário, a empresa tem capacidade instalada de 20 mil toneladas por ano, um aumento de produção local na ordem de 50% – ampliando assim sua autonomia para atender à crescente demanda dos mercados, principalmente, da indústria automotiva.

Outro ponto importante é que, apesar da escassez mundial de matéria-prima PA 66, a companhia nunca deixou de atender a seus clientes. Inclusive, nos últimos dois anos, a empresa teve que suspender as férias coletivas dos colaboradores. “Enquanto muitas indústrias suspenderem as atividades no fim do ano, nós mantivemos o mesmo ritmo de produção. A verdade é que temos tido muitos desafios, mas com resultados acima da média”, afirma Jane Campos. “Não adianta investir e crescer se sua mão de obra não estiver preparada para as mudanças da empresa. Por isso, um dos nossos pilares são os treinamentos internos, para mantermos a excelência na prestação de serviços”, finaliza Jane.

Atualmente, a unidade brasileira é responsável pelo mercado da América do Sul e conta com distribuidores no Chile, Argentina, Colômbia e Peru. Totalizando mais de 70 colaboradores diretos e indiretos.

Com mais de três mil colaboradores, um faturamento de mais 1.14 bilhões de euros em 2017,e uma rede de fábricas e sedes comerciais localizadas entre a Europa, América do Norte e do Sul e a Ásia, a RadiciGroup é considerada uma das principais líderes mundiais na produção de uma ampla gama de produtos químicos, polímeros de poliamida, tecnopolímeros, fibras sintéticas e não tecidos com aplicação em múltiplos setores industriais como: automotivo, elétrico/eletrônicos, bens de consumo, vestuário, mobiliário, imobiliário, eletrodomésticos e esportivos. Com macro áreas de negócio – Specialty Chemicals, Performance Plastics e Synthetic Fibres & Nonwovens (Performance Yarn, Comfort Fibres, Extrusion Yarn) – a companhia é integrante de uma ampla estrutura industrial que inclui também o negócio mecanotêxtil (Itema), energia (Geogreen) e Hotelaria (San Marco).

Fonte: Assessoria de Imprensa – RadiciGroup; Foto: Divulgação

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Evonik inaugura instalações de teste para engrenagens plásticas de alto desempenho em Darmstadt (Alemanha)

19/10/2018

Esta engrenagem, confeccionada em PEEK, é exemplo de peças que serão testadas na nova bancada de teste de engrenagens da Evonik no Friction and Motion Competence Center em Darmstadt.

Seja em bombas de ARLA 32 ou de óleo, diferenciais de balanço de massa, motores elétricos ou sistemas de sensores para interiores de veículos, os níveis de desempenho que se esperam das engrenagens de materiais sintéticos estão sempre aumentando.

Essa realidade demanda o desenvolvimento de sistemas de engrenagens que possam operar em condições secas e lubrificadas, não só em veículos, mas também em máquinas e equipamentos.

A Evonik afirma que seus produtos à base de resinas PEEK, Poliimidas e Poliamidas são adequados para esse tipo de aplicação.

Menos atrito, menor consumo de energia

Estudos comprovam que se perde até 20% da energia de um automóvel para o atrito que ocorre “debaixo do capô do motor”. É por isso que as engrenagens instaladas em motores e transmissões desempenham uma função particularmente importante. Elas têm de funcionar com alta precisão, ao mesmo tempo em que resistem a grandes desvios de tolerância causados por fatores externos como umidade, lubrificação e variação de temperatura.

Uma vez que as engrenagens plásticas de alta tecnologia estão associadas a menores perdas por atrito que as engrenagens metálicas convencionais, elas podem reduzir não só o consumo de combustível e de energia, mas também o custo envolvido no intensivo retrabalho do metal. Além disso, as engrenagens plásticas oferecem o benefício adicional de serem muito mais silenciosas.

A Evonik oferece uma variedade de compostos para moldagem, já usados há anos em engrenagens de alto desempenho, incluindo a linha de PEEK, Vestakeep®, reforçados e não reforçados, especificamente aditivados para atender aos diferentes requisitos dos clientes. Além de outros produtos como: a poliimida P84® NT, a poliamida 12 Vestamid® e a poliftalamida Vestamid® HTplus.

Nova bancada de teste para engrenagens plásticas

Em setembro de 2018, foram instalados os equipamentos de teste de engrenagens plásticas no Friction and Motion Competence Center, em Darmstadt (Alemanha), com o objetivo de estimular novos desenvolvimentos, atuando em estreita colaboração com os clientes em aplicações específicas.

A nova bancada de teste para engrenagens pode ser operada a temperaturas variando de -20°C a 260°C, dependendo da lubrificação, ou em operação a seco (dry-run).

“Os resultados nos trazem importantes características de engrenagens, como resistência do pé do dente ou do flanco do dente, além de dados sobre abrasão. É possível até mesmo estabelecer diferentes condições de processo e simular condições de lubrificação”, afirmam David Schmitz e Volker Strohm a respeito das novas opções para o desenvolvimento de compostos customizados para aplicações futuras. Os dois atuam no desenvolvimento de aplicações na linha de negócios High Performance Polymers da Evonik e apresentaram suas primeiras experiências com a palestra sobre “Redução de Atrito e Abrasão com Polímeros de Alta Performance” no FAKUMA Forum, em 18 de outubro .

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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DSM anuncia novo filamento de Poliamida 6/66 com 10% de fibra de carbono para Impressão 3D

30/09/2018

A Royal DSM anunciou em 18 de setembro o lançamento de seu novo filamento PA6 / 66 com fibra de carbono Novamid® ID1030 CF10 para impressão 3D. Apesar do baixo teor de fibra de carbono (10%, que é muito mais baixo do que outros polímeros com reforço de carbono) , o material produz protótipos funcionais e peças industriais com propriedades próximas do que normalmente só é possível através de moldagem por injeção, garante a DSM. Ao mesmo tempo, apresenta a mesma facilidade e a rapidez de impressão dos plásticos não reforçados.

“A tecnologia FFF está crescendo rapidamente, para uso tanto em protótipos quanto em aplicações industriais”, disse Hugo da Silva, vice-presidente de Manufatura Aditiva da DSM. “Com materiais de alto desempenho como o nosso novo filamento reforçado com fibra de carbono, os fabricantes podem utilizá-lo em muitas outras aplicações, tais como protótipos funcionais e peças industriais estruturais e duráveis para uso em ambientes agressivos.”

Reforçado com apenas 10% da fibra de carbono real – muito menos do que a maioria dos materiais com reforços de carbono – o Novamid ID1030 CF10 3D foi projetado para imprimir peças estruturais claramente mais fortes, rígidas e resistentes, com maior resistência e módulo de tração, alta estabilidade dimensional e livre de empenamentos, assegura a DSM.

Essas excelentes propriedades mecânicas e aparência suave tornam o material indicado para uma ampla variedade de aplicações que exigem desempenho robusto, possivelmente a temperaturas elevadas, como por exemplo, aplicações automotivas sob o capô, gabaritos e acessórios de fabricação, peças funcionais de alto desempenho, próteses e outras, afirma a empresa holandesa. É também um material para aplicações leves em vários mercados verticais.

O material pode ser impresso em máquinas padrão de fabricação de filamentos fundidos (FFF) com um bocal endurecido. Testes mostraram que os usuários podem operar suas impressoras com as mesmas velocidades em que trabalham com plásticos não reforçados, ao mesmo tempo em que obtêm resistência e absorção de impactos consideravelmente melhores.

O Novamid ID 1030 CF10 foi testado em várias plataformas FFF abertas, incluindo no GermanRepRap e no novo Ultimaker S5.

Fonte: Royal DSM

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Modernização de parque industrial amplia produção da Radici Plastics no Brasil

18/09/2018

Com investimentos na ordem R$ 13 milhões, companhia deve atingir uma produção anual de 20 mil toneladas

Crescer de maneira orgânica e sustentável são algumas das premissas da Radici Performance Plastics – uma das líderes mundiais na produção de plásticos de engenharia. Aqui no Brasil, a companhia está situada no município de Araçariguama, em São Paulo, e o ritmo de crescimento e expansão anda na contramão da crise econômica do país. Só entre 2017 e 2018, a unidade investiu mais de R$ 13 milhões em equipamentos para o seu centro de pesquisa e parque industrial, todos com foco no aumento da capacidade de produção e no menor consumo energético e recursos hídricos. Com este novo cenário, a empresa deve atingir a produção anual de 20 mil toneladas, que corresponde a um aumento de produção local na ordem de 50% – ampliando assim sua representação e autonomia para atender à crescente demanda dos mercados, principalmente, da indústria automotiva.

“Mais que crescer e gerar resultados temos que ser conscientes. E este é um dos pilares da companhia mundialmente. Por isso, estamos sempre investindo e trazendo para a nossa planta maquinários e processos com alto desempenho de produção, mas acima de tudo sustentáveis”, declara Jane Campos (foto) – Gerente da filial brasileira da RadiciGroup Performance Plastics.

Os planos de expansão da companhia no mercado Sulamericano estão sendo alcançados antes do prazo. Em 2017, a filial brasileira registrou em crescimento de 20%. Já para 2018, a previsão é fechar com 10%, mas até o mês de julho, o índice já apontava 11% de aumento, em comparação ao mesmo período do ano passado.

Jane Campos aponta que um dos pilares deste sucesso são os treinamentos, a qualidade, a agilidade e atendimento aos clientes. O RadiciGroup é presta especial atenção aos temas da qualidade e gestão de pessoas. “Nos últimos dois anos, tivemos que suspender as férias coletivas da fábrica para atender aos pedidos dos clientes. E ao invés de abrirmos vagas temporárias, mantivemos o mesmo quadro de funcionários pois acreditamos na capacitação diária e nas ações de incentivo que oferecemos para todos. E o resultado superou as nossas expectativas, pois a atendemos todas as solicitações e a produção foi acima da meta”, finaliza.

Com mais de três mil colaboradores, O Radici Group registrou um faturamento de mais 1.14 bilhões de euros em 2017. O grupo possui uma rede de fábricas e sedes comerciais na Europa, América do Norte e do Sul, atuando nos segmentos de produtos químicos, polímeros de poliamida, tecnopolímeros, fibras sintéticas e não tecidos. Produtos elaborados graças a um know-how químico e à integração vertical no setor de poliamida e desenvolvidos para aplicação em múltiplos setores industriais como: automotivo, elétrico/eletrônicos, bens de consumo, vestuário, mobiliário, eletrodomésticos e esportivos. Com macro áreas de negócio – Specialty Chemicals, Performance Plastics e Synthetic Fibres & Nonwovens (Performance Yarn, Comfort Fibres, Extrusion Yarn) – a companhia é integrante de uma ampla estrutura industrial que inclui também o negócio mecanotêxtil (ITEMA) e o da energia (GEOGREEN) e da Hotelaria (SAN MARCO).

Fonte: Assessoria de Imprensa – RadiciGroup

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Evonik participa da Rio Oil & Gas 2018

21/08/2018

Empresa focaliza networking e consolidação da marca junto a seus produtos e soluções

A Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, participará de mais uma edição da Rio Oil & Gas Expo and Conference, maior evento do setor da América Latina, que será realizada de 24 a 27 de setembro, no Riocentro – Centro de Convenções do Rio de Janeiro (RJ).

O objetivo da empresa é divulgar as marcas Vestamid NRG® e Vestakeep®, demonstrando aos visitantes da feira como os polímeros podem ser aplicados no mercado de óleo e gás (O&G), com mais eficiência e vantagens em relação a outros materiais. Ao mesmo tempo, o evento será uma oportunidade para a Evonik se aproximar dos seus clientes e captar demandas atuais e futuras.

“Buscamos alavancar os produtos e as competências essenciais da empresa para ajudar a indústria de petróleo e gás a aumentar a produção e reduzir seus custos, mantendo operações seguras e sustentáveis. Nosso foco está nas empresas de serviço e fornecimento de petróleo”, diz Camila Farias, Coordenadora de Negócios Oil & Gás, da Evonik.

No estande serão apresentadas amostras de produtos finais, como secções de tubos flexíveis, umbilicais, tubos de aço contendo “liner” polimérico e tubulações revestidas com os polímeros. “Desta forma, conseguiremos aproximar a Evonik dos visitantes, mostrando as diversas aplicações dos nossos materiais para este setor”, esclarece Camila.

Soluções em destaque

Uma das soluções a serem apresentadas na feira é a membrana Sepuran® NG, uma opção inovadora no mercado de separação e processamento de gás natural. Trata-se de uma membrana de fibra oca especialmente robusta, baseada em um polímero de alto desempenho, que pode resistir a pressões e temperaturas extremas. Esse material plástico permite a separação seletiva de gases ácidos do gás natural.

Outro destaque é a parceria da Evonik com a Airborne Oil & Gas (AOG) para a produção de tubos compósitos termoplásticos, destinados a uma variedade de aplicações no setor. Os tubos compósitos termoplásticos da AOG dispensam totalmente o aço e, portanto, não são suscetíveis à corrosão. Eles têm estabilidade mecânica alta, mas também são flexíveis. Além disso, os tubos AOG são leves e podem ser fabricados em comprimentos de até 10 km, podendo ser instalados de forma simples e econômica.

Mais um desenvolvimento da empresa voltado a aplicações que requerem exigências químicas, mecânicas e térmicas extremamente elevadas, como as do mercado offshore, é o poliéter-éter-cetona (PEEK) Vestakeep®. Mais leve do que o aço é indicado principalmente para a produção de anéis de vedação, válvulas e peças de compressão.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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