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Borealis e Grupo Reclay estabelecem parceria para garantir fluxo e resíduos plásticos para reciclagem e conversão em novos materiais reciclados

17/01/2022

  • A parceria estratégica combinará os pontos fortes e capacidades complementares de ambos os participantes da cadeia de valor da reciclagem de plásticos, começando pela Alemanha
  • O acordo garante resíduos plásticos da Reclay para a Borealis converter e em materiais reciclados de alta qualidade

A Borealis, um dos principais fornecedores mundiais de soluções em poliolefinas e líder de mercado europeu em produtos químicos básicos e fertilizantes, e o Grupo Reclay, especialista internacional em gestão ambiental e de recuperação de materiais, anunciaram ter unido forças para atender à crescente demanda do mercado para o fornecimento de material reciclado para uso em aplicações de plástico de alta qualidade. A parceria começará pela Alemanha, um dos maiores mercados europeus de reciclagem. A parceria acelera ainda mais a transição para a circularidade do plástico, permitindo que clientes e outros parceiros da cadeia de valor atinjam suas próprias metas de sustentabilidade.

Nova parceria capitaliza os pontos fortes da experiência em reciclagem em vários pontos da cadeia.

O novo acordo fornece à Borealis acesso a um fornecimento seguro e estável de matéria-prima na forma de resíduos de embalagens leves (LWP) coletados pelo esquema de Responsabilidade Estendida do Produtor (EPR) da Reclay na Alemanha. Os resíduos de embalagens plásticas serão então processados ​​nas próprias usinas de reciclagem da Borealis, ampliando assim a gama de aplicações para as quais os plásticos reciclados podem ser usados. Isso, por sua vez, permite que parceiros da cadeia de valor, clientes e proprietários de marcas cumpram as cotas de reciclagem e aumentem o volume de plástico reciclado usado em produtos e aplicações.

“O fornecimento confiável de reciclados de alta qualidade é um pré-requisito para o funcionamento de uma economia circular”, explica Lucrèce Foufopoulos, vice-presidente executiva da Borealis Poliolefinas, Inovação, Tecnologia e Soluções de Economia Circular. “Trabalhar em conjunto com o Grupo Reclay é um passo estratégico em direção à integração da cadeia de valor para garantir a matéria-prima de resíduos plásticos e melhorar a reciclabilidade. Isso permitirá que nossos clientes e parceiros alcancem suas metas de circularidade e reduzam sua pegada geral de carbono e, ao mesmo tempo, em que sustenta nossa jornada na Borealis em direção a uma vida mais sustentável”.

“Estamos orgulhosos de trabalhar em parceria com uma empresa inovadora e reconhecida globalmente na indústria química, que caminha para o futuro”, diz Raffael A. Fruscio, Proprietário e Diretor Administrativo do Grupo Reclay. “A Borealis possui processos de última geração no campo da reciclagem avançada; juntos, estaremos estabelecendo um novo padrão em reciclagem de plástico.”

Com sede em Viena, Áustria, a Borealis emprega 6.900 funcionários e opera em mais de 120 países. Em 2020, a Borealis gerou 6,8 bilhões de euros em receita de vendas e um lucro líquido de 589 milhões de euros. A OMV, empresa internacional de petróleo e gás com sede na Áustria, possui 75% da Borealis, enquanto os 25% restantes são de propriedade de uma holding da Mubadala, com sede em Abu-Dhabi. A Borealis opera também em parceria com duas importantes joint ventures: Borouge (com a Abu Dhabi National Oil Company, ou ADNOC, com sede nos Emirados Árabes Unidos); e Baystar (com TotalEnergies, com sede nos EUA).

Fundado em 2002, o Grupo Reclay faz parte do Grupo Raan e é um provedor de serviços orientado internacionalmente na área de Responsabilidade Estendida do Produtor (EPR) e soluções voluntárias para fechamento de ciclos de materiais. Com mais de 170 funcionários em vários locais em todo o mundo, o grupo de empresas de médio porte, gerenciado pelo proprietário, apoia mais de 3.000 clientes internacionais na indústria e comércio a atingir suas metas ambientais e cumprir sua responsabilidade de produtor. A equipe de especialistas cobre toda a cadeia de valor do descarte e reciclagem de resíduos – com o objetivo de desenvolver soluções personalizadas e individuais para os clientes nas respectivas condições de estrutura existentes.

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Heubach Group e SK Capital Partners fecham aquisição da Clariant Pigments

17/01/2022

O Heubach Group, líder global na produção de pigmentos e o SK Capital Partners, empresa de investimento privado focalizada em nos setores de materiais especiais, químico e farmacêutico, anunciou hoje a conclusão da aquisição do negócio global de corantes da Clariant (Clariant Pigments). O negócio combinado resultante operará sob a marca Heubach, criando um líder global na tecnologia de pigmentos e líder do setor.

O recém-combinado Heubach Group é um fornecedor global de soluções de cores, fornecendo um amplo portfólio de pigmentos orgânicos, inorgânicos e anticorrosivos, preparações de pigmentos, corantes e materiais especiais. A empresa opera seus negócios globais através de 19 fábricas na Europa, Américas, Ásia e África, empregando aproximadamente 3.000 pessoas. A sede do Grupo Heubach será estabelecida em Viena, Áustria.

Johann Heubach, do Heubach Group, declarou: “A nova Heubach é uma organização de classe mundial com grande talento, tecnologia e ativos. Para nós, a excelência do produto e a sustentabilidade são fundamentais. Estamos bem posicionados para criar valor significativo para nossos clientes e parceiros de negócios em todos os setores que atendemos.”

Aaron Davenport, diretor administrativo da SK Capital, observou: “A combinação da Heubach e da Clariant Pigments cria um líder do setor comprometido com os mais altos padrões de fabricação, qualidade e serviço. Esperamos apoiar a gestão no crescimento e aprimoramento da Companhia, investindo em talento, inovação e expansão de mercado.”

O Heubach Group anunciou a nomeação de Stefan Doboczky como CEO do Heubach Group, a partir de 10 de janeiro de 2022. Doboczky ingressa no Heubach Group, depois de ter atuado mais recentemente como CEO da Lenzing AG, líder global de fibras celulósicas e bioquímicos. Antes da Lenzing, Doboczky foi membro do Conselho de Administração da Royal DSM, o Grupo Holandês de Ciências da Vida e Ciência de Materiais, onde passou quase duas décadas em várias funções de gerenciamento geral. Doboczky é PhD em Ciências Naturais pela Universidade Técnica de Viena (A), bem como MBA pelo IMD em Lausanne (CH). Stefan Doboczky observou “Estou muito animado para ingressar no novo Grupo Heubach. Estou convencido de que, combinando esses negócios de sucesso, criaremos uma oferta poderosa para nossos clientes na área de pigmentos e corantes.”

O Valence Group of Piper Sandler & Co., BofA Securities e Citigroup atuaram como consultores financeiros da Heubach e da SK Capital. O financiamento para a transação foi fornecido pelo BofA Securities, Citigroup, HSBC, KeyBanc, Citizens, ING e MUFG. Lenz & Staehelin AG e Kirkland & Ellis LLP atuaram como consultores jurídicos da Heubach e da SK Capital. Milbank LLP atuou como consultor jurídico da Heubach. A Homburger AG atuou como consultora jurídica da Clariant e o Deutsche Bank AG atuou como consultor financeiro da Clariant.

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UBE indica filmes de poliamida como alternativa na agricultura

17/01/2022

Já faz algum tempo que a UBE vem recomendando a utilização da poliamida em estruturas de filmes plásticos para agricultura. Segundoa empresa, os principais atributos do material para esta aplicação são a resistência aos raios ultravioleta, a resistência mecânica, uma baixa permeação aos gases CO2 e O2 e a redução da espessura das camadas

“A poliamida se destaca, principalmente, por suas propriedades mecânicas que garantem maior resistência à perfuração e a intempéries, além de baixa permeabilidade aos gases CO2 e O2. Estas propriedades ajudam a manter a integridade dos produtos no momento da silagem (armazenamento e conservação de plantações e produtos agrícolas)”, explica Edgar Veloso, supervisor de Vendas da UBE América Latina.

Segundo Edgar, a UBE aposta no aumento do uso da poliamida em aplicações agrícolas, não apenas pelas vantagens do material, mas pelo próprio desempenho altamente positivo do mercado. “O mercado agrícola brasileiro tem um papel extremamente importante na economia do país e hoje já corresponde a 5% de todo o PIB”. Segundo o Ministério da Agricultura, o valor bruto da produção agropecuária de 2021 deve chegar a R$ 1,119 trilhão, um resultado 9,9% superior ao registrado em 2020.

“Recomendamos a linha Terpalex (terpolímeros) e as copoliamidas por proporcionarem menor efeito curling (encanoamento do filme), melhor processabilidade, melhor resistência à ruptura e menor barreira aos gases”, destaca Edgar.

Fundada na cidade de Ube, província de Yamaguchi, no Japão, em 1897, a UBE mantém 11 mil colaboradores em todo o mundo e um portfólio global de produtos que se divide em: químicos, cimento e materiais de construção, máquinas, meio ambiente e energia, e farmacêuticos. Ao todo são três plantas de poliamidas – Japão, Tailândia e Espanha – que abastecem o mercado global. Cada planta possui o seu próprio centro de Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a operação da UBE existe desde 2010 e as vendas de Plásticos de Engenharia representam cerca de 20% da produção de Castellón – Espanha. O escritório brasileiro atende a toda América Latina, com ênfase a Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Equador.

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Colorfix lança Catálogo de Cores e Tendências com inspiração em cidades brasileiras e estrangeiras

17/01/2022

O ano de 2022 chegou e, com ele, as expectativas para tempos melhores. E a indústria da transformação do plástico, atenta a este momento social, também dá sua contribuição, trazendo para a vitrine as cores que traduzem o momento que vivemos.

A paranaense Colorfix, uma das principais fabricantes de masterbatches (concentrados de cor) e aditivos para plástico, segue esta linha que a inspirou no lançamento do seu oitavo Catálogo de Cores & Tendências 2022.

De acordo com o diretor superintendente da Colorfix, Francielo Fardo, as cores de 2022 celebram a vida. Celebram a reconexão das pessoas com as suas cidades, com os ambientes em que estão inseridas. E a busca pela tranquilidade dentro deste universo.

“Nossos profissionais estão bastante atentos às mudanças e tendências do mercado como um todo. Nestes estudos acompanham diferentes especialistas que atuam em lugares diferentes do globo. Em cima deste aparato de informações, trazem para este ano cores que promovem a reconexão das pessoas com as suas cidades e com os ambientes em que vivem”, resume o diretor.

Segundo Fardo, a seleção de cores trazida pelo novo Catálogo de Cores & Tendências é um convite para a reconexão ao nosso entorno. “Queremos o nosso cliente aproveitando este momento para reinventar e reconectar-se, de forma que isso possa transparecer por meio de cores alegres e vibrantes. Nosso catálogo de 2022 é um convite a respirar e inspirar”, explica.

Cores

Além da cor do ano 2022 Very Peri, que é um azul que convida a todos a reimaginar, a reescrever suas vidas, encontrar novas soluções e conexões, o catálogo Colorfix traz mais 18 cores sólidas principais e oito cores Marble, seis inspiradas em cidades brasileiras – Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Belo Horizonte e Manaus (foto), e duas em cidades estrangeiras – Marble Paris e Marble Seul.

As cidades brasileiras foram inspiradas na paleta de cores do Guia Internacional ColorTrends da Think Plastic e as duas tonalidades internacionais foram inspiradas pelas tendências levantadas pela Pantone. “Unimos as cores a um pouco do contexto de cada cidade, Manaus, por exemplo, nos inspiramos no encontro do Rio Negro e Solimões; Curitiba exaltamos o verde da cidade e Belo Horizonte focalizamos na construção da cidade, que tem forte base na mineração”, comenta o diretor.

Revora

Outra novidade da Colorfix neste ano é o Catálogo de Cores & Tendências desenvolvido exclusivamente para materiais reciclados pós-consumo (PCR). Segundo a Colorfix, além de sustentáveis, os produtos podem agora ter as cores que são tendências e que estão em alta no mercado da transformação do plástico. São 16 cores sólidas e 4 cores Marble inspiradas na natureza.

Todas elas refletem a necessidade da reciclagem, de recriar o que já existiu. Um convite a alinhar os produtos plásticos às tendências de consumo mundiais.

A Colorfix Masterbatches trabalha desde 1990 na inovação e no desenvolvimento de concentrados de cor e/ou aditivos. Com a matriz localizada em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), a empresa conta ainda com unidades em São Caetano do Sul (São Paulo) e Jaboatão dos Guararapes (Pernambuco).

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Maior fabricante de pranchas de surf do país utiliza EPS como uma das principais matérias-primas

17/01/2022

Atualmente, cerca de 50% das pranchas fabricadas pela Pró-Ilha têm em sua estrutura blocos de EPS fornecidos pela Termotécnica

As pranchas utilizadas por importantes atletas do surf e do wakeboard que representam o Brasil nos campeonatos mundo afora são produzidas pela Pró-Ilha Surfboards, de São Francisco do Sul (SC). A empresa é a maior fabricante de pranchas para esportes aquáticos do país e a parceria com a Termotécnica vem desde 2015. De acordo com o presidente da Pró-Ilha, Josenir Breis Pereira, cerca de 50% das pranchas produzidas, tanto para sua marca própria como para marcas mundiais licenciadas, já têm em sua estrutura a matéria-prima fornecida pela Termotécnica.

Tanto para os surfistas que estão no topo do ranking quanto para amadores, as pranchas são customizadas pela Pró-Ilha de acordo com as características específicas de cada um. “Cada surfista tem uma prancha com um formato e um tipo de material que mais se adapta às suas características como atleta. Para cada surfista, seja de alta performance ou amadores, nós produzimos a prancha quase totalmente de forma artesanal, aliada com tecnologia de ponta “, diz Josenir.

Em maio de 1984, Josenir Breis Pereira abriu uma loja chamada QT Surf, na Ilha de São Francisco do Sul (SC). Esse foi o início do que, dois anos mais tarde, juntamente com a fabricação de pranchas de surf, viria a se tornar a atual Pró-Ilha Surfboards. Hoje, após mais de 30 anos, a marca é reconhecida como uma das maiores fabricantes de pranchas do país. Os seus mais de 900 m² de área são totalmente voltados para a fabricação de pranchas de surf e com capacidade de produzir até 500 pranchas por mês. Além da loja física com mais de 120 m², a Pró-Ilha apresenta um sistema e-commerce, onde conta com uma linha de acessórios para surf e para outros esportes aquáticos.

Fundada há 60 anos, a Termotécnica possui matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR). Para dar uma destinação sustentável ao EPS pós-consumo, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 44 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre – cerca de 1/3 de todo o material consumido no país.

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Covestro assina primeiro acordo global para fornecimento de TDI parcialmente derivado de biomateriais para a Sinomax

13/01/2022

A Covestro assinou seu primeiro contrato comercial para o fornecimento de seu TDI parcialmente derivado de biomateriais – com certificação ISCC Plus de massa balanceada – para a Sinomax, fabricante e distribuidora global de produtos de conforto à base de poliuretano.

O primeiro lote de TDI de massa balanceada deve ser despachado do site integrado da Covestro em Xangai, na China, no primeiro trimestre de 2022, e será aplicado às linhas de produto de colchões, travesseiros e pillow tops da Sinomax. As empresas assinaram o acordo em 15 de dezembro. A Covestro e a Sinomax, baseada em Hong Kong, na China, também concordaram em estender sua parceria regional para nível global, com a Sinomax ampliando suas operações nos Estados Unidos.

O TDI é um elemento-chave da fabricação das espumas flexíveis de poliuretano, que são amplamente utilizadas nas indústrias de móveis, automóveis e calçados. Ele também pode ser utilizado na produção de revestimentos e adesivos de poliuretano.

Eric Cheung, presidente of Sinomax, afirmou: “Nós temos trabalhado duro para reduzir as emissões de carbono, e os produtos de TDI de massa balanceada da Covestro podem nos ajudar a atingir estes objetivos. Com uma presença global, a Covestro tem capacidade de entrega suficiente, estável e rápida nos principais mercados, o que é crucial para o nosso desenvolvimento global”.

“Com este TDI de massa balanceada estamos enriquecendo nosso já amplo portfólio focado em economia circular, em resposta à crescente demanda de produtos mais sustentáveis”, ressaltou Sucheta Govil, Chief Commercial Officer da Covestro. “Ao ajudarmos um crescente número de clientes e parceiros da cadeia de valor a atingirem seus objetivos de sustentabilidade, estamos acelerando, juntos, a transição para a economia circular”.

O cálculo de balanço de massa permite que matérias-primas fósseis e alternativas sejam misturadas na produção, mas tratadas separadamente em sua contabilização. O método também permite o rastreio dos materiais em toda a cadeia de valor e permite que recursos alternativos, tais como componentes bioatribuídos, sejam alocados para produtos finais selecionados.

“Com esta nova forma de incorporar matérias-primas sustentáveis em nosso TDI, a redução da pegada de carbono na indústria de espumas flexíveis pode ser acelerada de forma imediata e também tornar-se facilmente escalável. Estamos animados com este primeiro passo com nosso parceiro Sinomax, que compartilha a mesma visão e compromisso rumo à economia circular”, destaca Marius Wirtz, head de vendas do segmento de Materiais de Performance da Covestro, na região Ásia-Pacífico.

A Covestro também já havia recebido a certificação ISCC Plus para sua fábrica de Xangai. Agora, o site pode fornecer aos clientes da região grandes volumes de TDI, Policarbonato e MDI com matéria-prima alternativa atribuída via balanço de massa. Segunda a Covestro, tais produtos possuem mesma qualidade daqueles de base fóssil e podem ser utilizados como uma solução pronta, podendo ser implementados em processos de produção já existentes sem necessidade de modificações técnicas.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Piovan adquire 100% da americana IPEG, incluindo marcas Conair e Thermalcare

27/12/2021

Sede da Piovan em Santa Maria di Sala (Veneza, Itália)

O Grupo italiano Piovan adquiriu a empresa americana IPEGo, criando um líder global com um volume de negócios de quase meio bilhão de euros na área de automação industrial para o processamento de polímeros virgens, reciclados e bioresinas. O fechamento do negócio está previsto para o primeiro trimestre de 2022.

A Piovan SpA e a IPEG, Inc. anunciaram a assinatura de um acordo que prevê a aquisição pela Piovan de 100% das ações da IPEG em circulação. A IPEG é um grupo industrial dos EUA que compreende quatro marcas: Conair, Thermalcare, Pelletron e Republic Machine.

O grupo combinado terá uma força de trabalho de mais de 1.800 funcionários, operará 14 instalações em todo o mundo e teria gerado vendas pró-forma de mais de € 450 milhões (com base nos resultados dos doze meses encerrados em 30 de setembro de 2021).

“Estamos particularmente satisfeitos e orgulhosos em combinar nossas habilidades com as do Grupo IPEG, criando o líder global em automação industrial no setor de plásticos. Dois anos antes do previsto, dobramos nosso tamanho desde o ano do IPO e estamos preparados com confiança para enfrentar os desafios futuros e aproveitar as vantagens de quaisquer oportunidades de agregação que possam surgir. ” – diz Nicola Piovan, Presidente Executivo do Grupo Piovan.

Nicola Piovan, Chairman Executivo do Grupo Piovan

“A aquisição de um player americano tão importante e a fusão de duas das maiores empresas do mundo na área de automação industrial para processamento de polímeros virgens, reciclados e bioresinas nos permitirão alcançar importantes oportunidades de crescimento em escala global. ” – afirma Filippo Zuppichin, CEO do Grupo Piovan – “Também permitirá ao Grupo Piovan ter acesso a uma formidável carteira de clientes na América do Norte, com a possibilidade – graças à constituição internacional do Grupo Piovan – de acompanhar os investimentos das principais corporações multinacionais americanas no mundo. Para além disso, permitirá uma oferta mais rápida no mercado americano das tecnologias proprietáriass do Grupo Piovan, particularmente na economia circular. Estamos convictos de que esta transação irá criar um grande valor para os nossos accionistas ”.

Filippo Zuppichin, CEO do Grupo Piovan

O novo tamanho da empresa possibilitará um maior crescimento na área da economia circular e investimentos na digitalização 4.0.

O Grupo Piovan é um líder global no desenvolvimento e fabricação de sistemas de automação para armazenamento, transporte e processamento de polímeros, resinas biológicas, plástico reciclado, fluidos alimentares, pós alimentares e não alimentares. Nos últimos anos, o Grupo tem se engajado especialmente no desenvolvimento e produção de sistemas de automação para processos produtivos para as bioeconomias e economias circulares, para a reciclagem e reutilização de plásticos e para a produção de plásticos que são naturalmente compostáveis, explorando oportunidades de vendas cruzadas. Desde outubro de 2018, a Piovan S.p.A. está listada na Bolsa de Valores italiana no segmento STAR. Com mais de 85 anos de experiência e um volume de negócios de cerca de 282 milhões de euros nos últimos 12 meses, a empresa possui 1.148 colaboradores em 9 fábricas e 33 sucursais / escritórios de atendimento e vendas.

A IPEG, Inc. é uma empresa sediada em Delaware (USA), ativa em automação industrial para transporte e processamento de polímeros e fabricação de chillers industriais, com operações e subsidiárias nos Estados Unidos, Índia, México, Alemanha, China, Taiwan e Cingapura. A empresa, com mais de 700 funcionários em todo o mundo, a IPEGA opera por meio de quatro marcas principais – Conair, Thermal Care, Pelletron e Republic Machine -, quatro fábricas nos Estados Unidos e uma na Índia. Com base nos resultados dos doze meses findos em 30 de setembro de 2021, o IPEG reportou receitas de mais de US $ 192 milhões e EBITDA ajustado de aproximadamente US $ 17,4 milhões.

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Covestro recebe classificação “A-” do CDP por esforços de proteção ao clima

27/12/2021

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Anúncio da meta de neutralidade climática prevista para 2022

A organização sem fins lucrativos CDP (anteriormente Carbon Disclosure Project) classificou a Covestro como uma empresa “A-” em seu ranking de proteção climática deste ano. Isso faz da Covestro uma das principais empresas do mundo nesta área. Pela primeira vez na pesquisa anual, a Covestro obteve uma das melhores classificações devido a seu foco claro na economia circular.

“Estamos muito satisfeitos por ter alcançado essa posição no ranking”, comemora Markus Steilemann, CEO da Covestro. “A classificação A- demonstra que nossos esforços dos últimos anos estão dando frutos. Nossa ambição é manter e expandir ainda mais esse alto nível.”

O CDP reconheceu as conquistas da Covestro nas categorias “Governança”, “Iniciativas de Redução de Emissões” e “Estratégia de Negócios & Planejamento Financeiro”. A empresa alcançou a maior pontuação em cada uma dessas áreas, colocando-a bem à frente da média do setor. No total, mais de 13 mil empresas participaram do ranking, que é avaliado em uma escala de A a D-. A pontuação máxima é atribuída a empresas com um alto nível de transparência em conjunto com ações reais de proteção climática. A pesquisa é considerada um dos principais rankings mundiais de relatórios ambientais e gestão ambiental para empresas.

“No caminho para uma economia circular, também trabalhamos para a neutralidade climática. A classificação do CDP é uma grande confirmação de nossos esforços e sucessos nesta empreitada. Hoje, já podemos fabricar produtos inteiramente sem matérias-primas fósseis, proporcionando uma menor pegada de carbono”, explica Lynette Chung, Diretora de Sustentabilidade da Covestro. “Estamos trabalhando para expandir ainda mais nosso portfólio de produtos sustentáveis e também estamos nos tornando cada vez mais transparentes em nossos relatórios, como reconhecido pelo CDP.”

Progresso contínuo em transparência e ação

Segundo a Covestro, crescimento sustentável e foco absoluto em economia circular são componentes centrais da estratégia corporativa da empresa, intitulada “Futuro Sustentável”. Em setembro, por exemplo, a empresa confirmou planos para investir cerca de 1 bilhão de euros em projetos de economia circular, nos próximos dez anos, e anunciou uma meta de neutralidade climática, baseada em reduções absolutas de emissões de gases de efeito estufa, para 2022.

A transparência na comunicação sobre o progresso da empresa na área de sustentabilidade também continua sendo uma prioridade. A Covestro também publicará, pela primeira vez, junto com seu Relatório Anual 2021, um relatório autônomo em consonância com a recomendação da Força-Tarefa de Divulgação Financeira Relacionada ao Clima (TCFD).

Outro exemplo das ações da Covestro na área de sustentabilidade é o projeto de inovação “Circular Foam”, da União Europeia. Ao lado de 21 parceiros, a empresa assumiu o papel de coordenação do projeto, que visa fechar o ciclo de vida útil das espumas rígidas de poliuretano. Segundo a empresa, isso poderia representar reduções de um milhão de toneladas métricas em resíduos, 2,9 milhões de toneladas métricas de CO2, bem como 150 milhões de euros em custos de incineração – todos os anos na Europa a partir de 2040.

Em paralelo, a Covestro continua expandindo seu portfólio de produtos sustentáveis, ajudando, assim, seus clientes a reduzirem a pegada de carbono na produção a longo prazo.

Com 10,7 bilhões de euros em vendas em 2020, a Covestro é uma das empresas líderes mundiais em polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. As principais indústrias atendidas são automotiva e de transportes, construção, móveis e processamento de madeira e os segmentos eletroeletrônicos e de aparelhos domésticos. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. Ao final de 2020, a Covestro tinha 33 unidades de produção no mundo todo e empregava aproximadamente 16,5 mil pessoas.

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Reciclagem: 23,1% dos resíduos plásticos pós-consumo foram reciclados em 2020 no Brasil

27/12/2021

Estudo encomendado pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) apontou que 23,1% dos resíduos plásticos pós-consumo no Brasil foram reciclados em 2020. Em relação a 2019, a redução no primeiro ano da pandemia da Covid-19 foi de menos de 1 ponto percentual. A terceira pesquisa sobre reciclagem mecânica do material é resultado da parceria entre a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), representante do setor de transformados plásticos e reciclagem, e a Braskem.

Realizado anualmente desde 2018 pela consultoria MaxiQuim, o estudo tem como objetivo mensurar o tamanho da indústria de reciclagem de plásticos no Brasil, acompanhando sua evolução anual.

Diminuição de empresas e empregos

A pandemia teve forte impacto sobre a indústria de reciclagem. Já observado nos anos anteriores, o corte no número de empresas e de empregos diretos foi mais agressivo em 2020. Houve variação negativa de 4,9% no número de empresas e 11,7% na quantidade de empregos, em comparação com o ano anterior. Em relação a 2018, a variação negativa é ainda maior: 7,7% no número de empresas e 15,2% no número de empregos. O faturamento dos estabelecimentos que não fecharam, no entanto, teve uma alta de 17,3%, se comparado com 2018 -com os valores corrigidos pelo IPCA.

Volumes de resíduos plásticos consumidos no Brasil

Segundo o estudo, em 2020 foram consumidas 1,4 milhão de toneladas de resíduo plástico na reciclagem, representando um crescimento de 5,8% em comparação a 2019. Um milhão de toneladas são de plástico pós-consumo, ou seja, material descartado em domicílios residenciais e em locais como shoppings centers, estabelecimentos comerciais, escritórios, entre outros, e 368 mil toneladas de plástico pós-industrial, como sobras dos processos da indústria petroquímica, de transformação de plásticos e da própria reciclagem de plásticos.

Do total de resíduos consumidos na reciclagem, 960 mil toneladas referem-se aos utensílios de uso único, categoria que representa as embalagens e outros tipos de descartáveis. São os produtos que mais passaram pelo processo de beneficiamento, representando 68,5% do montante reciclado em 2020, conforme gráfico abaixo.

“Os resíduos consumidos provenientes de artigos de uso único (embalagens e descartáveis) aumentaram proporcionalmente à participação no total consumido. Os descartáveis mais relevantes, que justificam os 6,2% de participação, são as sacolas plásticas e utensílios “stay at home” como, por exemplo, copos, talheres, recipientes de alimentação, etc” explica Solange Stumpf, sócia da MaxiQuim.

Perdas no processo

O principal motivo de perdas no processamento ainda é a contaminação da sucata plástica com materiais indesejados, que ocorre pela dificuldade na triagem. No entanto, o estudo percebeu que o agravante para perdas maiores na comparação com o ano anterior, além do aumento da produção de pós-consumo, foi o deslocamento para resíduos de origem doméstica em detrimento aos de origem não-doméstica, que usualmente são mais limpos. No total, foram 168,8 mil toneladas de material perdido durante os processos de reciclagem, um aumento de 24,5% em comparação a 2019. O PET é o material que mais sofreu perdas, devido também ao volume de consumo.

“Cabe ressaltar ainda que, com a pandemia, muitos recicladores pequenos que adquiriam os rejeitos de sucata de recicladores maiores ficaram muito tempo sem operar, o que contribuiu para maiores perdas efetivas na conversão de entrada da matéria-prima (sucata) para a saída (produto reciclado)”, explica Solange.

Produção de Resina Reciclada

Ainda assim, houve um aumento significativo na produção de resina reciclada – 12,2% em relação a 2018. No ano de 2020, 72% da produção de plásticos reciclados no país foram de origem no resíduo pós-consumo, enquanto 28% foram de resíduo pós-industrial. Em 2018, o plástico pós-consumo representava 69% das resinas recicladas. No total, foram fabricadas 1,2 milhão de toneladas de resinas recicladas em 2020.

Entre as 884 mil toneladas de resinas pós-consumo recicladas no ano passado, 41,4% foram de PET, seguidas por PEAD (19%), PP (16,7%) e PEBD/PELBD (16,1%). Em 2019, os índices foram bem parecidos: 42% PET, 18,2% PEAD,16,5% PEBD/PELBD e 15,8% PP.

Das 366 mil toneladas de PET reciclado, 30% foram aplicadas em frascos e garrafas em geral, para produtos de higiene pessoal e limpeza doméstica. Já a construção civil (22%) e as utilidades domésticas (15%) são os principais destinos do PEAD reciclado. Por sua vez, 33% das resinas PP recicladas foram aplicadas na fabricação de utilidades domésticas como, por exemplo, baldes, bacias, lixeiras, entre outros.

Produção de resina pós-consumo por região

A região Sudeste é a responsável por 55,6% da produção, com 492 mil toneladas, seguida pela região Sul (241 mil toneladas), Nordeste (95 mil toneladas), Centro-Oeste (43 mil toneladas) e Norte (11 mil toneladas). Comparado com 2019, apenas a região Norte apresentou queda (-2,7%) na produção de resina pós-consumo.

Índice de reciclagem mecânica

O índice de reciclagem mecânica dos plásticos pós-consumo ficou em 23,1% no Brasil, redução de menos de 1 ponto percentual em relação a 2019. Esse número é calculado dividindo a quantidade de plástico pós-consumo reciclado pelo volume de plástico pós-consumo de vida curta gerado.

“Pelos resultados da pesquisa, é evidente notar que, apesar da pandemia ter impactado a indústria de reciclagem do plástico, o efeito não foi tão agressivo no índice de resíduos reciclados, o que nos leva a crer que o cenário será mais positivo após a plena retomada da economia brasileira”, comenta Fernanda Maluf, do Grupo Técnico do PICPlast.

“Mesmo com uma pequena queda no índice, é possível perceber que a reciclagem mecânica de plásticos vem se desenvolvendo rapidamente no país. Com todos os problemas verificados na coleta e na triagem, devido à pandemia, a produção de plásticos reciclados seguiu evoluindo em 2020, mostrando que há uma demanda crescente por produtos com conteúdo plástico reciclado”, complementa Solange Stumpf, sócia da MaxiQuim.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast) é uma iniciativa criada em 2013 pela Braskem e a ABIPLAST, Associação Brasileira da Indústria do Plástico. A parceria prevê o desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e o crescimento da transformação e reciclagem plástica. O PICPlast já investiu cerca de R$ 20 milhões em ações em prol da imagem do plástico e programas de capacitações.

A iniciativa é baseada em dois pilares: aumento da competitividade / inovação do setor de transformação e promoção das vantagens do plástico. O PICPlast também conta com investimentos voltados ao reforço na qualificação profissional e na gestão empresarial. No pilar de vantagens do plástico, as frentes de trabalho são voltadas para reciclagem, estudos técnicos, educação e comunicação, com destaque para o Movimento Plástico Transforma.

Foto: Braskem

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Colorfix obtém certificação ISO 14001

27/12/2021

A empresa paranaense Colorfix, uma das principais fabricantes brasileiras de masterbatches (concentrados de cor) e aditivos para plástico conquistou no último mês de novembro a Certificação ISO 14.001, a qual trata especificamente dos requisitos de um Sistema de Gestão Ambiental e permite à empresa desenvolver uma estrutura para a proteção do meio ambiente e rápida resposta às mudanças das condições ambientais.

Além disso, a norma leva em conta aspectos ambientais influenciados pela organização e os possíveis riscos a serem mitigados por ela. “Esta conquista não trata apenas da gestão interna de nossa indústria, mas também sobre o mundo que queremos. É a materialização do reconhecimento de que nossos recursos naturais são finitos e que devemos respeitá-los e preservá-los para as futuras gerações”, comemora o diretor superintendente da Colorfix, Francielo Fardo.

De acordo com Francielo, a ação da adequação à normativa foi um processo que envolveu a organização como um todo, sendo o setor de Meio Ambiente responsável por acompanhar e orientar os departamentos. Diversas etapas foram cumprindas, incluindo vistoria interna para identificação dos pontos a serem ajustados, reuniões periódicas com as áreas para acompanhamento das execuções de adequações e auditoria interna, a fim de identificar o andamento e atendimento aos requisitos legais (federais, municipais e estaduais).

“A sustentabilidade corporativa traz vantagens de longo prazo para clientes, colaboradores e a sociedade, sendo a norma um orientador de como controlar e reduzir os riscos ambientais e melhorar o desempenho da organização, não ficando apenas na teoria – pois são exigidas as comprovações na prática, além de ser necessário o envolvimento e comprometimento de todos (incluindo, mas não se limitando a, fornecedores, colaboradores, prestadores de serviços)”, explica o diretor.

“Agradecemos o empenho e a dedicação de cada um que fez esta conquista ser possível. O trabalho não para com a certificação – ele continua em permear a cultura de sustentabilidade em toda a empresa, para que todos os colaboradores insiram em seu dia a dia posturas mais respeitosas com o meio ambiente”, reforça Fardo.

Na prática

As mudanças no dia a dia da empresa compreenderam atitudes como a atenção ao descarte do lixo e busca pela redução de resíduos; uso de copos plásticos no processo produtivo para limpeza de máquinas; revisão de documentações e legislações; organização rigorosa das áreas de trabalho e criação e produção de materiais gráficos sobre o assunto.

Além disso, foram implantados diversos treinamentos como cuidados com vazamentos, multiplicação de conhecimento de aspectos técnicos como LAIA, impacto e aspectos ambientais. A Colorfix já possuía um cuidado com a água utilizada no processo produtivo, ponto também significativo para a certificação.

Revora

A marca Revora, lançada neste ano pela Colorfix também é resultado da preocupação da empresa com o meio ambiente. A linha reúne um conjunto de soluções e metodologias de trabalhos voltados à sustentabilidade, a qual envolve toda a cadeia da indústria de transformação: fornecedores, matérias-primas, métodos de produção, embalagens, produto final e descarte consciente.

A Colorfix Masterbatches, desde 1990, trabalha na inovação e no desenvolvimento de concentrados de cor e/ou aditivos. Com a matriz localizada em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), a companhia conta ainda com unidades em São Caetano do Sul (São Paulo) e Jaboatão dos Guararapes (Pernambuco).

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Programa Tampinha do Bem é ampliado para escolas da Serra (ES) em 2022

27/12/2021

O Programa Tampinha do Bem, liderado pelo Sindiplast-ES, deve ser ampliado no próximo ano para todas as escolas do município da Serra. O sindicato assinou com a Prefeitura da Serra um Termo de Cooperação para implantação do programa. Além disso, haverá reuniões com as prefeituras de Vila Velha e Cariacica, com o objetivo de levar o programa também para estes municípios.

“Este é um projeto educacional e está sendo implantado nas escolas porque envolvemos os alunos e eles acabam envolvendo e educando seus familiares. Quando você quer mudar uma cultura, você tem de começar pelas crianças”, destaca o presidente do SindiplastES, Jackley Maifredo.

O secretário de Educação da Serra, Alessandro Bermudes, destaca que o Tampinha do Bem tem como finalidade a conscientização. “Além do descarte adequado de material plástico, vamos estimular a reutilização do material e gerar renda para nossa horta, que cuidamos com tanto carinho”, declarou Alessandro Bermudes.

Por meio da educação ambiental, o Tampinha do Bem envolve crianças, adolescentes e suas famílias para o incentivo à adoção da economia circular, o que possibilita o aproveitamento inteligente dos recursos que já se encontram em uso no processo produtivo.

Neste ano, a escola municipal Manuel Vieira Lessa foi a primeira da Serra a receber o programa, bem como a Apae de Viana, o prédio e as indústrias da Findes. Na escola municipal os alunos arrecadaram mais de 600 Kg de plástico como tampas de garrafas de refrigerante, água, suco, óleo, detergente, amaciante, tampas de tubos de creme dental, dentre outros.

Todo o material foi vendido para a reciclagem. Os recursos financeiros são administrados pelas instituições cadastradas no programa. O colégio inteiro foi mobilizado e o dinheiro arrecadado com a venda das tampinhas foi investido na horta da escola.

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Sealed Air obtém certificação Halal para seus produtos da marca Cryovac

23/12/2021

Indústria de embalagem para carnes está entre as primeiras do segmento a receber a certificação que impulsiona comércio com o mundo islâmico

A Sealed Air, indústria de embalagens e soluções de proteção que fornece embalagens a vácuo da marca Cryovac, acaba de receber a Certificação Halal para sua fábrica de Jaguariúna (SP).

Emitida pela Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (FAMBRAS), esta certificação valida os procedimentos exigidos e a utilização de matérias-primas autorizadas pelo Islamismo, tornando assim seus produtos permitidos para o consumo de muçulmanos.

“O Brasil é um dos maiores exportadores de alimentos já certificados com Halal do mundo e este reconhecimento global possibilita o acesso imediato da indústria brasileira neste mercado, garantindo oportunidade de exportação para as empresas certificadas”, comenta a Gerente de Qualidade da Sealed Air, Natália Pires.

As exportações de carne bovina para os países árabes cresceram em 2021. De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior e Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), somente para os Emirados Árabes o avanço foi de 15%, apenas no primeiro semestre. A executiva explica que a certificação para o segmento de embalagens não é obrigatória, mas uma forte tendência para todos os envolvidos na cadeia de alimentos. “Adquirir este certificado e o selo de garantia Halal de uma instituição com alto nível de confiança de importadores, governos, consumidores – e que é reconhecido globalmente – é um passo muito importante para expansão de fornecimento de embalagens aos nossos clientes que mantém processos de exportação para países muçulmanos”, comenta Natália.

O portfólio de soluções da Sealed Air inclui embalagens para alimentos da marca Cryovac, embalagem protetora da marca Sealed Air, sistemas automatizados da marca Autobag e embalagem da marca Bubble Wrap. Segundo a Cryovac, essas marcas possibilitam coletivamente uma cadeia de suprimento global de alimentos mais eficiente, segura e com menos desperdício. A empresa continua a expandir seu portfólio de soluções sustentáveis, incluindo materiais de embalagem, sistemas automatizados e serviços inteligentes. A Sealed Air gerou US $ 4,9 bilhões em vendas em 2020 e tem aproximadamente 16.500 funcionários que atendem clientes em 115 países

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Indústria de brinquedos se prepara para o Natal pós-pandemia

23/12/2021

Plástico é o principal material usado na fabricação

Os brinquedos são itens que nunca faltam na lista de presentes de Natal das crianças. Por isso, fabricantes e varejistas já estão com seus estoques prontos para atender a demanda que vem dos pequenos consumidores.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Brinquedos (Abrinq), o Natal e a Semana das Crianças, juntas, representam 65% das vendas no ano. A indústria nacional oferece cerca de 4.700 itens diferentes, boa parte fabricada em material plástico.

O aumento da inflação e os impactos da pandemia que ainda permanecem são os principais desafios para os fabricantes atualmente. No entanto, algumas empresas já buscam se sobressair, atuando de forma direcionada e estratégica.

“Vimos a necessidade de atuar com uma linha que acompanhe o poder de compra da população que está cada vez menor, devido à alta da inflação causada pela pandemia. Ou seja, focamos na fabricação de brinquedos de até R$ 100, e direcionados para a primeira idade”, afirma Walter Flosi Junior, empresário que atua no ramo de brinquedos plásticos.

Segundo o empresário, a pandemia também trouxe maior conscientização da população, que cada vez mais opta por brinquedos da indústria local em vez dos importados.

Dados da Abrinq mostram que a queda de 49% das importações em 2021 levou fabricantes nacionais, principalmente de brinquedos plásticos e borracha, a registrar crescimento de 21% na produção para suprir o varejo.

Para Mariana Cardoso, integrante do grupo de trabalho do Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), o uso do plástico na produção de brinquedos oferece vantagens em relação aos outros materiais, sendo útil tanto para os consumidores como para os fabricantes.

“Os brinquedos plásticos infantis são mais leves, apresentam maior segurança para as crianças, maior durabilidade e praticidade. Além disso, a possibilidade de uso de material reciclado na confecção traz melhor custo-benefício para fabricantes e consumidores”, afirma Cardoso.

Mas é preciso haver conscientização em relação à compra de brinquedos plásticos falsificados, ainda uma realidade muito comum, com maior destaque em datas como o Natal. Além de afetar negativamente a indústria, a pirataria pode ser prejudicial às próprias crianças, que podem ser expostas a materiais sem a devida certificação, com potenciais riscos à saúde. O Selo INMETRO, órgão responsável pela certificação dos brinquedos no Brasil, é uma garantia de que o produto foi testado e está em condições seguras de ser comercializado.

Gravura (fonte): site da Abrinq (www.abrinq.com.br)

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Corrida de São Silvestre reciclará copos plásticos utilizados por participantes da prova

23/12/2021

Parceria entre o Movimento Plástico Transforma e a Organização da Prova viabilizará coleta de copos plásticos utilizados para reciclagem e transformação dos itens

Os copos plásticos de água distribuídos a todos os participantes da 96ª Corrida Internacional de São Silvestre, no próximo dia 31 de dezembro, na capital paulista, voltarão para a sociedade como caixas organizadoras. Pelo segundo ano, uma parceria do Movimento Plástico Transforma com a Fundação Cásper Líbero e a Yescom, coletará as embalagens, que serão recicladas, transformadas e doadas para entidades públicas do estado de São Paulo.

A estimativa da Organização da prova é que cerca de 350 mil copos de água sejam consumidos, em diversos pontos distribuídos ao longo do percurso da Corrida de 15 km, que exige muita hidratação dos participantes. A embalagem plástica é o formato mais apropriado para o corredor ingerir o líquido de forma rápida e segura.

Com a parceria, o resíduo coletado durante a prova será transportado até uma unidade de reciclagem, beneficiado com a retirada do lacre e transformado em matéria-prima, que dará origem a novos produtos. Além de dar nova vida aos copos, a parceria viabilizará a doação desses produtos para muitas pessoas. A previsão é que os copos recolhidos pela equipe sejam transformados em até 10 mil caixas organizadoras.

“O resultado positivo da ação realizada na última edição da São Silvestre fez com que repetíssemos a iniciativa nesse ano. Nosso objetivo é mostrar para a sociedade a importância do descarte correto e da reciclagem, não apenas do plástico, mas de todos os resíduos”, afirma Edison Terra, vice-presidente de Olefinas e Poliolefinas na América do Sul da Braskem. Já José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST, reforça como a iniciativa é um exemplo de economia circular. “Mostramos com essa ação o poder de transformação do plástico e sua versatilidade. Além disso, também é uma demonstração para a sociedade de como a indústria está comprometida com a sustentabilidade da cadeia”, complementa.

O Movimento Plástico Transforma também coletará os copos na sala de imprensa e realizará uma ativação com os participantes durante a Expo Atleta, ação para a entrega dos kits, entre 27 e 30 de dezembro, no Palácio das Convenções – Parque Anhembi.

Edição 2019

Esse é o segundo ano da parceria entre o Movimento Plástico Transforma e a Corrida de São Silvestre. Em 2019, os copos recolhidos foram transformados em 1.800 lixeiras, doadas para escolas públicas das cidades de Jaguariúna e São Carlos, no interior de São Paulo. Ao todo, foram produzidos 900 coletores para resíduos recicláveis e 900 para orgânicos, que impactaram a rotina de cerca de 120 mil alunos, nas duas cidades.

Criado em 2016, o Movimento Plástico Transforma tem como objetivo promover conteúdo e ações educativas que demostram que o plástico, aliado à tecnologia, à criatividade e à responsabilidade, traz inúmeras possibilidades para os mais diferentes segmentos. Além do site, em que é possível encontrar conceitos importantes sobre aplicações, reutilização, descarte correto e reciclagem do plástico, o Movimento é responsável por diversos projetos voltados à sociedade que juntos já impactaram mais de 200 mil pessoas. A iniciativa é uma ação do PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – fruto da parceria entre a ABIPLAST e a Braskem.

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Solvay anuncia júri para Prêmio de Ciência estimado em 300 mil euros

22/12/2021

A edição de 2022 do Prêmio Solvay Science for the Future marcará o aniversário de 100 anos da primeira Conferência Solvay dedicada exclusivamente à Química.

Onze anos depois da histórica Conferência Solvay, o fundador da empresa, Ernest Solvay, realizou em 1922 a primeira conferência científica focalizada exclusivamente em química, também reunindo muitos cientistas que mais tarde se tornariam ganhadores do Prêmio Nobel, para discutir novas teorias em microfísica na química. O prêmio, que será concedido em 2022, marca o aniversário de 100 anos desta conferência química.

A Solvay anunciou no dia 15 de dezembro o júri da quinta edição do Prêmio Solvay Science for the Future, com um prêmio de € 300 mil, que é concedido a cada dois anos a um cientista engajado em pesquisas inovadoras que irão moldar a ciência de amanhã e resolver alguns dos desafios mais urgentes do mundo. O ganhador do Prêmio Solvay será anunciado em 13 de janeiro e a cerimônia de premiação será transmitida ao vivo em 29 de março de 2022.

O vencedor do prêmio será selecionado por um júri independente de cientistas renomados, que incluem dois ganhadores do Prêmio Nobel:

● Sven Lidin, presidente do júri do Prêmio Solvay, professor de química inorgânica na Universidade de Lund;

● Steven Chu, ganhador do Prêmio Nobel de Física em 1997, ex-secretário de energia dos EUA e professor da Universidade de Stanford;

● Ben Feringa, ganhador do Prêmio Nobel de Química em 2016, professor da Universidade de Groningen, ganhador do Prêmio Solvay de 2015

● Susumu Kitagawa, vencedor do Prêmio Solvay de 2017, professor da Universidade de Kyoto;

● Geraldine Lee Richmond, catedrática em ciências e professora de química na Universidade do Oregon, indicada para subsecretária de energia para ciência dos EUA;

● Dame Carol Vivien Robinson, Professora de Química e primeira diretora do Instituto Kavli para Descoberta de Nanociências na Universidade de Oxford.

“A Solvay tem uma longa história de promoção da ciência fundamental e o Prêmio Solvay continua esse legado”, disse Patrick Maestro, membro da Académie des Technologies na França e diretor científico da Solvay. “A inovação baseada na ciência impulsiona a estratégia da Solvay hoje e é um dos principais diferenciais da Solvay entre seus concorrentes.”

Criado em 2013, o Prêmio Solvay perpetua a paixão e o apoio de Ernest Solvay à pesquisa científica. O prêmio é dado a um único destinatário por contribuições fundamentais à química com potencial impacto industrial. O amplo campo do prêmio contempla a química em todos os seus aspectos, como síntese, ciência dos materiais, biofísica ou bioquímica, engenharia química, ciências ambientais ou certos aspectos da biologia molecular.

As indicações são feitas por membros do comitê científico de química e do comitê consultivo (passado e presente) dos Institutos Solvay Internacionais de Física e Química, participantes das Conferências Solvay sobre Química, membros de prestigiosas organizações científicas internacionais e químicos renomados.

Os vencedores anteriores incluem:

● Professora Carolyn Bertozzi (EUA) por sua invenção de reações químicas bio-ortogonais que podem ser realizadas em células e organismos vivos, com avanços potenciais significativos no tratamento de várias doenças, incluindo câncer (2020);

● Professor Susumu Kitagawa (Japão), pelo seu trabalho no desenvolvimento de estruturas metálicas orgânicas, uma nova classe de materiais com uma variedade de possíveis aplicações futuras, incluindo a captura de gases poluentes (2017);

● Professor Ben Feringa (Holanda), por sua pesquisa inovadora sobre motores moleculares, um campo de pesquisa que abre caminho para novas aplicações terapêuticas e tecnológicas com nano-robôs (2015);

● Professor Peter G. Schultz (EUA), por seu trabalho na interface da química e ciências da vida, com importantes implicações para a medicina regenerativa e o tratamento de doenças infecciosas, doenças autoimunes e câncer (2013).

A Solvay é uma empresa de ciências , com 23.000 funcionários em 64 países. As soluções do Grupo Solvay contribuem para produtos que podem ser encontrados em residências, alimentos e bens de consumo, aviões, carros, baterias, dispositivos inteligentes, equipamentos de saúde, sistemas de purificação de água e ar. Fundada em 1863, a Solvay está hoje entre as três principais empresas do mundo na maioria de suas atividades e obteve vendas líquidas de € 8,9 bilhões em 2020. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

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Tomra e Ivar IKS apresentam resultados de triagem e reciclagem de Resíduos Sólidos Urbanos de origem mista como alternativa à Coleta Seletiva

16/12/2021

A Tomra e uma planta de separação de resíduos norueguesa da empresa Ivar IKS demonstraram que a triagem de resíduos de origem mista é uma solução alternativa para a coleta seletiva. Depois de interromper a coleta seletiva de plásticos em sua região e intensificar a triagem de resíduos mistos, a planta aumentou as taxas de recuperação de 28% para 82% e atingiu taxas de reciclagem de 56,4%, afirmam as empresas. Com isso, está cumprindo assim as metas de reciclagem da UE para 2025 antes do tempo, permitindo que a Ivar Iks ocupe, hoje, o primeiro lugar no processamento de RSU em volume.

Situada em Forus, entre as cidades de Stavanger e Sandnes no sudoeste da Noruega, a Ivar gerencia todos os resíduos e a coleta de lixo de 10 municípios, abrangendo uma população aproximada de 325 mil habitantes. Com sua planta de triagem de resíduos sólidos municipais, ela recupera grandes volumes de materiais recicláveis antes da incineração, reduzindo as emissões de CO2 e a dependência global de material virgem ao fornecer conteúdo reciclado de qualidade para novos produtos e embalagens.

Com as metas locais e internacionais de reciclagem se tornando progressivamente mais rigorosas, a Ivar reconheceu a necessidade de melhorar seus métodos de gestão de resíduos e decidiu examinar mais de perto o potencial oculto dos resíduos domiciliares da região. Com o objetivo de encontrar a abordagem mais eficaz e ecologicamente correta para a gestão de resíduos, a empresa procurou a consultoria da Tomra. Para identificar as oportunidades na separação de resíduos mistos e avaliar seu potencial de desempenho, a planta enviou amostras de RSU da região para a unidade de teste da Tomra na Alemanha. Lá, esses materiais foram submetidos a extensos testes nas máquinas de seleção da empresa. A análise de teste mostrou que, enquanto a recuperação de papel de fluxos de RSU teve um desempenho razoavelmente bom, a recuperação de plásticos apresentou oportunidades de melhorias. A análise do teste revelou que o lixo doméstico ainda continha grandes quantidades de plástico reciclável, mesmo levando em conta que ele deveria ser descartado separadamente através de coleta seletiva. A equipe considerou a análise como uma clara demanda de ação concreta e orientada para o futuro.

Abraçando novas oportunidades

Com base na análise e nas possibilidades ainda intocadas na triagem de RSU, um novo plano de negócios foi desenvolvido. O resultado: a construção de uma nova planta de triagem de resíduos mistos totalmente automatizada, composta por novas instalações de seleção de plásticos e triagem de papel, além da eliminação da coleta seletiva de plásticos naquela região. Antes coletados separadamente, os plásticos agora também são descartados na caixa cinza (resíduos mistos) e recuperados nas novas instalações. Como consequência, apenas os rejeitos da planta são transportados para a planta de geração de energia e usados para a produção de eletricidade e para sistemas de aquecimento remoto. Em suma, os materiais descartados pelo município voltaram a ser valorizados da forma mais otimizada, afirma a Tomra.

No final de 2014, o projeto de construção da planta começou com a escolha da Sutco Recycling Technik como fornecedora da planta combinada de resíduos e separação de papel da Ivar. A Sutco, por sua vez, selecionou a Tomra Recycling como parceira do projeto para equipamentos de triagem. Desde que a nova planta começou a operar em janeiro de 2019, 22 unidades de triagem Autosort de última geração da Tomra separam plásticos (PET, PS, PEBD, PEAD, PP) e papel (mistos de papel, papelão, embalagens de bebidas) a partir dos resíduos mistos recolhidos nas calçadas. Além disso, metais (alumínio, aço) são recuperados dos resíduos.

“Estamos muito satisfeitos com a oportunidade de dar consultaria à Ivar no planejamento da nova planta, de fornecer nosso mais recente equipamento de triagem baseado em sensores e em acompanhar um projeto tão emocionante e revolucionário”, comenta Oliver Lambertz, vice-presidente da Tomra Recycling e Chefe de Desenvolvimento de Negócios. Combinando os  processos, equipamentos de planta e tecnologias de triagem, a planta de triagem de resíduos estabeleceu os seguintes objetivos: selecionar quase todos os plásticos PE, PP, PS ou PET adequados para a reciclagem (mecânica); recuperar 95% das frações identificadas; e obter taxas de pureza de 95-98%.

De resíduos mistos a monofrações recicláveis

Os resíduos gerados pelos municípios que a Ivar atende contêm grande quantidade de materiais valiosos e recicláveis, que, em uma forma mais pura e homogênea, podem ser posteriormente processados, reciclados e reintroduzidos no mercado como reciclados de qualidade. Hoje, a Ivar processa 40 toneladas de RSU por hora, a partir dos quais papel, plásticos, metais e resíduos são separadas em várias etapas:

Pré-seleção

Uma vez que o material coletado é alimentado na planta, itens com dimensões maiores 350 mm são classificados por uma peneira vibratória “finger” e triturados em pedaços menores, antes que duas peneiras rotativas separem o material em três granulometrias: 0-60 mm; 60-150 mm; e 150-320 mm. Em uma segunda etapa, as máquinas Autosort da Tomra recuperam 90% das frações de plástico de tamanho médio (60-150 mm) e grande (150-320 mm) antes de extrair o papel misturado. Finalmente, os ímãs e separadores indutivos removem os metais não ferrosos e ferrosos.

Recuperação de plásticos e papel

Depois que os plásticos foram pré-selecionados, eles são classificados por tipo de material. Primeiro, os separadores balísticos separam o filme plástico dos plásticos rígidos. Posteriormente, 14 máquinas Autosort realizam a separação de plásticos rígidos em PP, PEAD, PS, PET e criam uma fração limpa de filme plástico PEBD. Para aumentar ainda mais os níveis de pureza, essas frações de material limpo passam por uma segunda etapa de seleção, também realizada por máquinas Autosort, para remover os contaminantes restantes. As frações finais de PS e PET de alta qualidade são então embaladas em fardos específicos para cada tipo de material e enviadas para diferentes fábricas de reciclagem mecânica na Europa. PEBD, PEAD e PP são lavados, secos e peletizados na própria fábrica em Forus e vendidos como grânulos.

Ao mesmo tempo, a fração mista de papel, bem como a alimentação mista de papel e papelão proveniente da coleta seletiva, é processada em uma linha de triagem separada. Das 23.250 toneladas de papel separadas por turno, 95,7% do material alimentado é transformado em quatro produtos de papel vendáveis, como De-ink, Papelão ondulado, Tetra Pak e papelão.

Tecnologia Tomra para separação dos resíduos

Quando a Tomra foi selecionada como fornecedora de tecnologia da planta de triagem de resíduos da Ivar, ficou claro que uma avançada tecnologia de triagem baseada em sensores era necessária. Especificamente, a Tomra forneceu 22 de suas máquinas Autosort  para extrair papel e plásticos do lixo doméstico.

Equipada com tecnologia de seleção por infravermelho, que combina infravermelho próximo (NIR) e espectrômetro visual (VIS), a máquina pode identificar e separar de forma precisa e rápida diferentes materiais de acordo com a natureza do material e sua cor, afirma a Tomra. Na Forus, as máquinas Autosort classificam o papel em três frações-alvo e os plásticos em seis. Sua precisão de seleção se baseia principalmente na tecnologia integrada e patenteada Flying Beam, que distribui uniformemente a luz por toda a esteira transportadora, faz a leitura e analisa todo o material que passa por um scanner. O sensor envia o respectivo sinal para os blocos de válvula da máquina, que transformam as informações do scanner em ação, tanto ejetando quanto descartando itens lidos.

Rudolf Meissner, Supervisor Chefe de Sistemas de Seleção de Resíduos da Ivar, afirmou: “Os separadores e a consultoria da Tomra nos convenceram desde o início. Conforme percebemos em primeira mão, eles são uma ferramenta essencial para a separação automatizada de resíduos, operando com alto rendimento e gerando altos níveis de eficiência e pureza – a meta que todas as plantas de separação estão perseguindo e a razão pela qual essas máquinas definitivamente devem integrar qualquer instalação moderna de triagem e reciclagem. Combinado com seu serviço confiável, pudemos transformar nosso processo de separação de resíduos em uma atividade econômica e competitiva”.

Ao iniciar as operações em 2019, a Ivar definiu uma meta geral para recuperar quase todos os tipos de plástico (PE, PP, PS, PET) e uma meta mais concreta para atingir taxas de pureza de 95-96% em PEBD, PP, PEAD, PS e PET. Graças às máquinas de seleção, o objetivo da planta logo se tornou realidade, com taxas de pureza de até 98% sendo alcançadas, afirma a Tomra. Quanto ao papel, estudos de seleção mostraram que mais de 85% de todas as embalagens cartonadas de bebidas no lixo doméstico residual foram separadas com sucesso do fluxo de lixo doméstico, garante a fabricante norueguesa.

Uma nova vida para plásticos

Após a extração dos recicláveis do material de alimentação, algumas frações selecionadas passam por um extenso processo de reciclagem no local. Os fardos homogêneos de PET e PS, bem como metais ferrosos e não ferrosos, são vendidos para recicladores europeus. Já as poliolefinas (PEBD, PEAD e PP) são fragmentadas em flakes, lavadas a quente, secas e peletizadas no local antes de serem vendidas como commodities industriais. Milhares de toneladas de PE e PP recuperadas de RSU foram desviadas da incineração para serem integradas na produção de reciclados de poliolefinas de qualidade.

Reduzindo o impacto ambiental

Segundo a Tomra, o estudo de caso do Ivar prova que a triagem antes do descarte pode preservar os materiais recicláveis – que antes eram incinerados – e contribuir fortemente para a proteção do clima. Antes da inauguração da Central de Triagem, o índice de recuperação a partir da coleta seletiva na região atendida pelo Ivar já era alto: 65% dos resíduos coletados nos municípios eram separados. No entanto, com a planta em pleno funcionamento, as taxas de recuperação de recicláveis chega a 74%, assegura a Tomra.

De uma perspectiva ambiental, a atividade integrada de separação, recuperação e reciclagem de plásticos de fluxos de resíduos domiciliares – em vez de depender apenas de sistemas de coleta seletiva – leva a uma redução de duas vezes nas emissões de CO2, afirma a Tomra. Primeiro, menos plásticos são incinerados (os plásticos tem alto poder calorífico, mas são baseados em carbono de origem fóssil). Em segundo lugar, o fornecimento de plásticos reciclados de alta qualidade reduz a necessidade de produção de resinas virgens. Com isso, a Ivar contribui para o fornecimento de materiais ecologicamente mais favoráveis e atua de acordo com os princípios da economia circular, resultando na redução de 33.000 toneladas métricas de emissões de CO2 por ano, o que equivale a retirar 20.000 carros movidos a combustível fóssil das estradas, garante a Tomra.

Olhando para trás e além

Os resultados mostraram que a separação de Resíduos Sólidos Urbanos antes da incineração traz vários benefícios: na Noruega, a necessidade da coleta separada de embalagens de plástico e seus custos associados foram eliminados, permitindo que a Ivar fornecesse material reciclado pronto para o mercado – para fabricação de novos produtos e embalagens- , ao mesmo tempo em que reduz consideravelmente sua pegada de CO2. Além disso, os parceiros já começaram a investigar se o vidro e os biorresíduos poderiam ser extraídos lucrativamente da fração de finos (0-60 mm).

Automatizar o processo de seleção com a tecnologia mais recente contribuiu fortemente para essa mudança. No entanto, os parceiros estão convencidos de que a automação apenas complementa a triagem de resíduos, mas nunca substituirá os sistemas locais de coleta seletiva. Em vez disso, os componentes da gestão ideal de resíduos devem andar de mãos dadas – da coleta à separação de resíduos mistos e à reciclagem – para ter o maior impacto sobre o quanto se recicla. Na Noruega está funcionando, afirma a Tomra.

A Tomra Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Stadler projeta e constrói novas plantas de triagem na Itália

13/12/2021

À medida que as metas da Agenda 2030 se aproximam, as empresas de serviços ambientais estão cada vez mais incorporando em seus planos de negócios investimentos em instalações de reciclagem capazes de perseguir a meta de lixo zero, transformando-o em matérias-primas secundárias que podem retornar ao ciclo produtivo com o mínimo de desperdício.

Com esse objetivo, G.A.I.A. Spa e Iren Ambiente (que detém 45% da G.A.I.A. e fornece serviços ambientais a uma população de mais de 3 milhões) contatou a Stadler, a empresa alemã especializada no planejamento, produção e montagem de instalações de reciclagem e triagem chave na mão, para projetar e construir novas plantas de reciclagem em Asti e Parma.

Os requisitos para as duas plantas eram diferentes: classificação de embalagens de plástico da coleta seletiva em Asti e classificação de plástico e papel / papelão em Parma.

A abordagem personalizada da Stadler, capaz de fornecer soluções até mesmo para mudanças solicitadas durante a fase de construção, fez com que a colaboração entre as empresas fosse um sucesso.

A nova planta de triagem no Centro de Tratamento de Resíduos Asti

Inaugurada em outubro passado, a nova planta de separação de embalagens de plástico e metal da coleta seletiva desempenha um papel importante na gestão de resíduos no norte da Itália. Resultado de um investimento de 10 milhões de euros, terá capacidade para processar 50.000 toneladas por ano de material a partir da coleta seletiva de resíduos.

Flaviano Fracaro, CEO da G.A.I.A. e Gerente Técnico da Iren Ambiente Spa, comenta: “A planta de triagem é como uma mina a céu aberto, mas ao invés de extrair matérias-primas do planeta, ela as recupera, evitando a dispersão de plásticos no meio ambiente ou a saturação de aterros sanitários que não precisam mais receber materiais recuperáveis”.

A planta da G.A.I.A. processará materiais provenientes da bacia de Asti, do Grupo Iren (Torino, Génova, Piacenza, Reggio Emilia), Val d’Aosta e outros que possam solicitar os seus serviços.

Depois de processados e limpos, os materiais provenientes das separações distintas serão entregues aos Consórcios Nacionais para a recuperação das embalagens, que os transformarão em matérias-primas secundárias e os reintroduzirão nos ciclos de produção.

A nova planta está equipada com modernas tecnologias em linha com os objetivos do plano industrial da Indústria 4.0 e as máquinas dão suporte ao trabalho dos operadores de triagem manual, resultando num produto de elevada qualidade.

“Escolhemos a Stadler após um amplo processo de avaliação técnica e econômica”, comenta Flaviano Fracaro. A experiência da Stadler no setor também foi decisiva: “A Stadler tem experiência em projetar instalações capazes de tratar com grande eficiência diferentes tipos de materiais e, ao nível do apoio que recebemos, os seus engenheiros e técnicos estiveram ao nosso lado em todas as fases do projeto”.

A planta consiste em uma seção de alimentação e pré-triagem, uma linha de triagem mecânica e ótica, uma cabine de triagem para a seleção manual de produtos volumosos e uma linha de armazenamento e enfardamento.

Uma peneira giratória realiza a primeira seleção de acordo com o tamanho, separando os materiais em três fluxos. O fluxo principal de material, com tamanhos de 50 a 350 mm, é enviado para a linha de triagem principal, consistindo em:
– 10 separadores óticos para separar produtos de plástico
– 1 sistema de separação por ar para melhorar a separação 3D – 2D
– 2 separadores magnéticos para remover metais ferrosos
– 1 separador indutivo para remover metais não ferrosos
– 1 peneira giratória fina com malha de 20 mm para peneirar resíduos finos
– 1 separador balístico STT5000 e 1 separador balístico STT2000 para aumentar a qualidade da recirculação de plástico dentro da planta
– 1 perfurador de garrafas para recuperar garrafas, mesmo se elas estiverem cheias de líquidos

Todos os plásticos selecionados são armazenados em depósitos reversíveis. Esse material alimenta duas linhas de prensagem independentes com enfardadeiras especiais projetadas para plásticos.
No final do processo, os materiais de saída são PET cristal, PET colorido, PET azul claro, HDPE, PP, PE + PP misturados, filme de LDPE + PP, plásticos volumosos (4 produtos diferentes), resíduo, resíduo fino, metais não ferrosos e metais ferrosos.

O projeto apresentou múltiplos desafios, que a Stadler resolveu também graças à sua ampla experiência neste tipo de plantas em todo o mundo. Pietro Navarotto, Diretor da Stadler Itália, explica: “Em Asti tivemos que projetar uma planta com muitas máquinas e esteiras em um pequeno prédio existente, levando em consideração também o espaço para manutenção. Também consideramos a possibilidade de expandir a linha no futuro. Além disso, como a planta classifica vários tipos de materiais, tivemos que realizar muitos testes para verificar a pureza do material reciclado e as taxas de recuperação”.

A nova planta da Iren Ambiente em Parma

A planta de Parma, que será inaugurada em breve, foi projetada para tratar dois fluxos distintos de material da coleta seletiva de papel e plástico. É uma das plantas mais avançadas da Itália para a separação de papel e papelão. Para esta planta, a Stadler projetou e construiu duas linhas de classificação altamente integradas que alcançam uma eficiência espacial muito alta, compartilhando o sistema de enfardamento.

Flaviano Fracaro comenta: “Agradecemos a abordagem profissional dos engenheiros da Stadler e a resposta rápida na implementação de um pedido de última hora na linha de separação de papel. Pedimos a inclusão de quatro separadores óticos NIR e a Stadler conseguiu fazer isso dentro do apertado prazo final.”

A linha de triagem de plástico, que tem capacidade de 9 t/h, processa garrafas PET + HDPE + PP, filme PE + PP, plásticos volumosos, embalagens plásticas mistas, metais não ferrosos e ferrosos, enquanto a linha de triagem de papel, com uma capacidade de 20 t/h, processa papelão, papel misto e papel revista.

As duas linhas têm áreas de entrada diferentes, mas compartilham a mesma seção de saída e linha de enfardamento. Cada linha consiste em uma seção de alimentação, uma seção para separação mecânica e ótica, uma cabine de triagem para classificação manual de materiais volumosos e uma linha de armazenamento e enfardamento.

Na linha de triagem de plástico, após a retirada dos resíduos volumosos da cabine de pré-triagem, os resíduos industriais podem ser encaminhados para uma trituradora. Uma grande peneira giratória realiza a primeira seleção com base no tamanho do material (volumoso, médio e fino).

A fração volumosa é enviada diretamente para a cabine de triagem, onde os operadores a classificam em três frações diferentes. O fluxo principal, de material de tamanho médio (50 – 380 mm), é alimentado a um separador balístico STT5000 que divide os produtos de acordo com suas características balísticas e de peso em finos, 3D (objetos pesados e / ou rolantes) e 2D (planos e objetos leves).

Todas as frações passam então pela planta onde as seguintes máquinas estão localizadas:
– 3 separadores óticos para separar os diferentes tipos de plásticos
– 1 sistema de separação por ar para melhorar a separação 2D – 3D
– 1 separador magnético para remover metais ferrosos
– 1 separador indutivo para a remoção de metais não ferrosos

Uma esteira móvel sob a primeira unidade ótica NIR da linha de papel garante grande flexibilidade no processo de classificação, enquanto o segundo separador ótico pode trabalhar com a seleção positiva ou negativa da primeira unidade NIR, otimizando a recuperação do papel.

A linha de classificação de papel começa com um separador balístico PPK2000_6_3H que é especialmente projetado para separar papelão mais volumoso de papel mais leve. O papelão é enviado diretamente para a cabine de triagem enquanto o fluxo principal (<300 mm) é enviado para duas linhas de separação paralelas. Cada linha consiste em um separador balístico PPK2000_6_1 que remove as frações finas (<50 mm) e dois separadores óticos NIR de 2.800 mm que separam o papel misturado e papel revista do fluxo principal. O material separado é então enviado para a cabine de triagem para separação manual.

Pietro Navarotto explica: “Além da mudança solicitada pelo cliente durante a implantação do projeto, a outra dificuldade foi instalar a linha de papel depois de instalada a linha de plástico. É em momentos como este que a grande experiência de nossos engenheiros e montadores faz a diferença e garante o profissionalismo pelo qual somos conhecidos”.

“Até agora, o desempenho das duas plantas em Parma e Asti correspondeu às nossas expectativas”, disse Flaviano Fracaro. “Esperamos que no futuro elas os superem! “

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos.

 

Termotécnica apresenta embalagens iPack para vinhos e DaColheita para frutas na feira Tecnovitis 2021

08/12/2021

Soluções em EPS ganham  espaço e se consolidam como opção de embalagem de alta proteção

A Termotécnica expôs na Tecnovitis 2021, em Bento Gonçalves (RS), as embalagens iPack (intelligent packaging) desenvolvidas especialmente para a conservação e o transporte de garrafas de vinhos. A empresa também apresentou na feira a sua linha DaColheita para uva, maçã, morango, kiwi, pitaya e frutas de caroço como pêssego, ameixa e nectarina. Segundo a empresa, essas conservadoras mantêm a qualidade e o frescor das frutas do campo à mesa do consumidor.

Realizada de 1º a 3 de dezembro, a Tecnovitis reuniu expositores e especialistas em tecnologias e produtos ligados à viticultura, para um público de produtores, fornecedores e profissionais da cadeia produtiva da uva. “Os contatos durante a feira são importantes e uma excelente oportunidade para apresentarmos os benefícios das nossas soluções de embalagens para produtores de uvas e demais frutas, vinícolas, distribuidoras, exportadoras e outras empresas envolvidas no setor”, afirma o diretor superintendente da Termotécnica, Nivaldo Fernandes de Oliveira.

Segundo a Termotécnica, os modelos iPack para 6 garrafas e para 1 garrafa são muito aderentes à comercialização de vinhos por e-commerce. A pandemia contribuiu para que os brasileiros adotassem o e-commerce como uma opção relevante na hora da compra. De acordo com informação do Neotrust, o e-commerce faturou R$ 74,76 bilhões nos seis primeiros meses de 2021, alta de 37% em relação ao mesmo período do ano passado.

Frente ao cenário de crescimento do varejo digital, o EPS tem se revelado como uma alternativa atraente para embalagens de produtos de alto valor agregado – como o mercado de vinhos premium – por conferirem alta proteção e isolamento térmico. De acordo com Nivaldo de Oliveira, “as embalagens iPack proporcionam ao cliente ganhos de processos consideráveis, possibilidades de comercialização pelo e-commerce, além de garantir total integridade e funcionalidade do produto para o consumidor”.

Segundo a Termotécnica, as embalagens em EPS permitem um acondicionamento com alta proteção. A empresa afirma que talvez o maior objetivo da embalagem seja justamente esse: manter o produto seguro durante todo o processo, de ponta a ponta. Não somente em relação à sua aparência e estética, mas também no que diz respeito à sua estrutura, minimizando defeitos com impactos. A grande quantidade de ar em sua estrutura torna o EPS (mais conhecido como isopor – marca registrada de empresa terceira) uma ótima proteção, capaz de resistir a quedas, vibrações e choques, e o transforma em uma opção relevante para embalagem quando a intenção é proteger mercadorias de danos e avarias, garantindo que o produto vai chegar intacto ao seu destino.

De acordo com a Termotécnica, o EPS também funciona como um excelente isolante térmico, assegurando a temperatura nas condições ideais em toda a cadeia de produção, distribuição e consumo.

A empresa assegura que o uso do EPS como embalagem também apresenta outras vantagens, tais como:

Versatilidade: molda-se às mais diferentes formas do produto, desde uma taça de cristal a um bloco de motor. Contribui para maior leveza e ergonomia no processo produtivo e logístico.

Custo: o peso da embalagem, é outro fator importante que, neste caso, pode refletir na redução de custos, pois embalagens mais leves podem gerar gastos menores com frete, assim como também podem levar ao investimento em uma logística mais simples.

Sustentabilidade: é 100% reciclável de forma contínua, com baixo consumo de água e energia.

iPack: solução de embalagens em EPS

Segundo a Termotécnica, as suas soluções em embalagens iPack  são projetadas para serem versáteis e atenderem às necessidades de segmentos distintos, desde produtos mais frágeis (taças, garrafas de vinho, televisores) até outros mais complexos (refrigeradores, aquecedores, cooktops, motores).

Atendendo às mudanças no comportamento do consumidor, que elevou a participação do e-commerce como opção de compra, a Termotécnica lançou o conceito da embalagem iPack, reunindo atributos de preservação e proteção requeridos por este novo canal de venda e escoamento de produtos. Pensado de forma a unificar plataformas de produtos e simplificar processos de embalamento, o iPack permite a distribuição de produtos por diversos modais de transporte, sendo em cargas fechadas ou fracionadas, garante a empresa.

A estrutura leve e segura contribui para a ergonomia do processo: a Termotécnica afirma que sua solução foi projetada com preocupação funcional e estética. O EPS é resistente à compressão, possui alta capacidade na absorção de impactos, e também é não higroscópico (não acumula umidade), contribuindo para garantir a entrega dos produtos íntegros e com todas as funcionalidades até o consumidor final.

Em termos de sustentabilidade, O EPS é um plástico formado por 98% de ar e desta forma deve ser reciclado como todo e qualquer outro plástico ao fim do processo. Sua reciclagem requer baixíssima utilização de recursos naturais como água e energia. Por ser 90% mais leve que outros tipos de embalagem, contribui para reduzir o consumo de combustível e a emissão de CO2 durante o transporte.

Conservadoras DaColheita e o shelf life das frutas

Segundo a Termotécnica, as suas conservadoras em EPS DaColheita, também expostas durante a Tecnovitis 2021, proporcionam a preservação da qualidade das frutas durante o processo logístico, desde a colheita até a mesa dos consumidores. Elas acondicionam tanto as frutas a granel quanto em bandejas , além de permitir a exposição no varejo, tornando possível uma fácil visualização dos produtos e reduzindo a manipulação.

O fabricante das conservadoras afirma que, por suas características, a linha DaColheita mantêm as propriedades organolépticas das frutas, como firmeza e textura. Isso garante frutas com qualidade comercial por mais dias, proporcionando menos perdas e melhores preços, afirma a Termotécnica. No que se refere à manutenção do shelf-life (frescor, aspecto visual e qualidade nutricional), as frutas transportadas nas conservadoras DaColheita podem ampliar em até 30% o shelf-life dos produtos acondicionados, garante a fabricante. As frutas desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo.

Segundo a Termotécnica, testes de transporte e armazenamento em diferentes culturas realizados pela AgroTropical e validados pela HDG com as conservadoras DaColheita concluíram que elas tem melhor desempenho em comparação com caixas de papelão, conservando o frescor por mais tempo. A empresa afirma também que as suas conservadoras reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos e fungos nos alimentos. Sua estrutura diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos.

A fabricante catarinense assegura que isso traz grandes vantagens para todos os envolvidos na cadeia de distribuição. Para os produtores, proporciona menor índice de devolução dos lotes de frutas fora do padrão de qualidade exigido pelos clientes e permite a abertura de novos mercados mais distantes. Para os distribuidores e varejistas, propicia maior giro no PDV, têm sua marca associada a frutas de qualidade, com a manutenção do preço.

Com matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba, a Termotécnica possui também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR). Para dar uma destinação ambientalmente correta e sustentável ao EPS pós-consumo, desde 2007 a Termotécnica realiza o Programa Reciclar EPS, com logística reversa e reciclagem do material em todo o Brasil. Já são mais de 44 mil toneladas de EPS pós-consumo que ganharam um destino mais nobre – cerca de 1/3 de todo o material consumido no país.

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Mercado de compósitos conhece os finalistas do Prêmio Top of Mind 2021

08/12/2021

Premiação é organizada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) desde 2010

A Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO) concluiu a pesquisa que apontou as três empresas mais votadas em 27 categorias do Top of Mind da Indústria de Compósitos 2021. Durante um mês, 7.911 votos de representantes da cadeia produtiva do material e consumidores finais foram computados – votação eletrônica e espontânea.

Promovido pela ALMACO desde 2010, o Top of Mind é a principal premiação do setor de compósitos – material presente em mais de 70 mil aplicações nos setores de construção civil, transporte, energia eólica, químico e náutico, entre outros, incluindo, por exemplo, produtos como caixas d’água, tubos, pás para geração de energia eólica, peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Os vencedores serão conhecidos no dia 09/12, às 19h, por meio de um vídeo postado nas redes sociais e site da ALMACO.

A seguir, confira os finalistas do Top of Mind:

Resina Poliéster: INEOS – Novapol – Polynt-Reichhold
Resina Epóxi: Maxepóxi – Olin – Redelease
Resina Éster-Vinílica: INEOS – Polynt-Reichhold – Redelease
Resina de Poliuretano: Purcom – Redelease – Univar
Fibra de vidro: CPIC – Jushi – Owens Corning
Fibra de carbono: Fibertex – Redelease – Texiglass
Tecidos: Fibertex – Saertex – Texiglass
Adesivos: FCI-Marbocote – Parker LORD – Henkel
Catalisadores: Ambertech – Nouryon – Redelease
Gelcoat: Dilutec – Morquímica – Polynt-Reichhold
Composto de moldagem: FBMix – LyondellBasell – Novapol
Desmoldante: AmberTech – Chem-Trend – Redelease
Poliuretano: Basf – Dow – Purcom
Aditivo: BYK – Polystell – Redelease
Processos manuais (spray-up e hand lay-up): Fibrasol – Gatron – Igui Piscinas
RTM: Caio – Fiacbras – Gatron
SMC: Jointech – LyondellBasell – Novapol
BMC: FB Mix – Fiberville – LyondellBasell
Pultrusão: Cogumelo – Enmac – Gatron
Infusão: Barracuda – Gatron – Intermarine
Enrolamento Filamentar: Petrofisa – Stringal Hurner – Tecniplas
Laminação contínua: Caio – Fibralit – Vetroresina
Fabricante de moldes: Bruno Moldes – Desafio – Gatron
Equipamentos: ABCol – Fibermaq – Transtécnica
Distribuidor: Diprofiber – Redelease – VI Fiberglass
Inovação: Gatron – Polystell – Purcom
Compósitos: INEOS – Marcopolo – Owens Corning
Bons Ventos: Gatron – LM Wind Power – Owens Corning

O Top of Mind da Indústria de Compósitos 2021 é uma ação apoiada pelas seguintes empresas: BYK, Gatron, INEOS Composites, LyondellBasell, Owens Corning, Parker LORD, Polystell, Purcom e Texiglass.

Fundada em 1981, a ALMACO tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a ALMACO tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design.

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Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico amplia alcance, muda e nome e inclui outros países da América Latina

08/12/2021


Instituto fundado no Brasil em 2001 para representar empresas do setor do acrílico se expande e passa a atuar agora em toda a América Latina; entre os benefícios da ação está o compartilhamento de informações entre os associados

O Indac – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico – passou a se chamar Ilac – Instituto Latino-Americano do Acrílico a partir do mês de novembro. A mudança é fruto do trabalho de integração das empresas do setor de acrílico na América Latina e tem como objetivo inicial a troca de informações e conhecimento sobre aplicações finais e processamento do acrílico em cada um dos países que participam ou que venham a participar do grupo. Segundo Marcelo Thieme, presidente do Ilac, o trabalho feito pelo Indac nos últimos 20 anos mostra que a troca de conhecimento tende a promover de maneira natural a ampliação do uso do acrílico em diferentes projetos e aplicações. Assim, por meio deste canal que se abre, os transformadores brasileiros terão acesso a informações de produtos e projetos feitos fora do país. “Essa é uma integração importante porque nos permitirá trocar experiências com empresários de outros países que possuem mercados mais maduros e já mais adaptados à forte concorrência asiática, como Argentina e Colômbia, por exemplo”, explica Thieme.

Na prática, isso é o que o Indac já faz desde 2001, quando foi fundado. Assim, o Instituto segue com o objetivo de promover o uso correto do acrílico, além de difundir o conhecimento das suas propriedades e aplicações. O que muda agora é seu alcance. Além de 30 empresas brasileiras associadas, entre elas: Acriresinas, Actos, Acrilaria, Acrílico Design, Acrilmarco, Acrimax, Acrinox, Acriplanos, Art Cryl, Brascril, Bold, Campion, Castcril, Cristal e Cores, CutLite, Day Brasil, Emporium, Inkcryl, Menaf, Mitsubishi, Osvaldo Cruz, Proneon, JR Laser, Sheet Cril, Tronord, Tudo em Acrílico e Unigel, juntam-se ao quadro as empresas Paolini, da Argentina, e Formaplax, da Colômbia. A adesão da Plastiglas, do México, empresa que faz parte do grupo Unigel, está sendo estudada e pode acontecer já no próximo ano, acredita Thieme.

A ideia é que, na medida que o Instituto for ganhando mais visibilidade fora do país, novos associados se juntem ao grupo. O trabalho de divulgação, a princípio, será bastante focalizado na internet, conta João Orlando Vian, consultor executivo da entidade: “Todos esses anos de Indac nos deram uma boa experiência sobre o que funciona para esse setor. Nosso site, por exemplo, serve como um portal que abriga os mais diversos tipos de informações sobre o universo do acrílico no Brasil. Isso faz com que todas as buscas pelo produto sejam quase que automaticamente levadas a nós e, consequentemente, aos nossos associados. Através dos nossos canais na internet também estimulamos designers, arquitetos e especificadores a conhecerem melhor o acrílico e todas as suas aplicações. E é esse know-how que devemos agora ampliar para todo o mercado latino-americano.”

O mercado latino-americano de acrílico consome anualmente cerca de 50 mil toneladas do produto, segundo estimativa do Ilac. E esse é um número que também pode aumentar, diz Vian: “Percebemos isso quando comparamos o nosso consumo per capita do acrílico com o de países mais desenvolvidos. Isso mostra que ainda temos bastante trabalho a fazer, principalmente no que diz respeito à conscientização dos especificadores, que deixam de usar o produto porque não conhecem todas as suas vantagens e aplicações”.

Além da falta de conhecimento dos especificadores, diz Antonio Paolini, presidente da argentina Paolini, a busca por preços mais baixos também afeta as empresas do segmento em todo o mercado latino-americano. Em um breve comparativo entre Brasil e Argentina, por exemplo, ele comenta que em ambos os mercados, por questões econômicas, os clientes procuram os materiais transparentes mais baratos possíveis para seus projetos. E isso acontece em detrimento da qualidade ou da vida útil desses produtos. Na prática, acontece ainda que os produtores de chapas instalados na região tenham que competir com a importação de chapas de baixíssima qualidade ou mesmo com fornecedores de outros materiais plásticos como PS, PET, PC e, em menor medida, PETG. “Precisamos continuar trabalhando para que os processadores, clientes e usuários finais entendam as diferenças e a melhor maneira de tratar e manter o acrílico”, afirma Paolini.

O executivo argentino vê com otimismo essa integração das empresas do setor por meio do Ilac, principalmente no que diz respeito à defesa do mercado regional face à importação de produtos acabados da Ásia. “Compartilhar informações sobre nossos negócios, aplicações e sermos capazes de trabalhar juntos é um passo muito importante. Desta forma, podemos juntos aumentar os mercados e defendê-los das importações do Sudeste Asiático. Por lá, eles têm vantagens de custo de matérias-primas e custos de mão de obra, além da escala de produção, o que faz com que nossos clientes daqui se sintam tentados a importar”, explica Paolini.

A Argentina, assim como o restante do mundo, vem sofrendo com as consequências da pandemia de COVID-19, devendo fechar este ano com uma comercialização de chapas acrílicas bem abaixo das 2.000 toneladas. Isso representa um encolhimento de 50% do seu mercado tradicional. Entre as principais aplicações por lá estão as divisórias de ambientes e outros itens ligados à decoração e mobiliário. Em seguida vem o mercado de construção civil, seguido da comunicação visual. Demandas por banheiras e box de banheiros feitos em acrílico, além de iluminação, também são fortes no país.

Já no Brasil, é o mercado de comunicação visual quem lidera o consumo do acrílico, seguido de longe pelo segmento moveleiro. Diferenças como essas podem, por exemplo, indicar o segredo de novos negócios para os dois países. “Para o mercado brasileiro, o principal benefício estará em aprender como deixar um pouco de lado a visão de preço e partir para o desenvolvimento de novas aplicações. Apostar no requinte e em segmentos ainda menos explorados, mas com alto potencial comercial, como o da construção civil, assim como fazem Argentina e México é um caminho”, adiciona Thieme.

Para Sandra Cavalcante, gerente de contas das Américas do Sul e Central da Mitsubishi Chemical, a integração do mercado, por meio de um agente fomentador, pode abrir caminho não apenas para a troca de experiências sobre produtos, mas também servir de alicerce e ponto de partida para uma aproximação, inclusive comercial dos países. “Esse movimento permitirá incrementar a troca de detalhes como o das boas práticas de uso, fabricação e cuidados com o acrílico. Outra modalidade a ser considerada é uma Zona de Livre Comércio, que consiste na eliminação das barreiras tarifárias e não-tarifárias que incidem sobre o comércio entre os países constituintes”, comenta a executiva.

Indac/Ilac

Para que não haja desencontros, o Instituto ainda deve usar os dois nomes em sua comunicação com o público, principalmente na internet. Além disso, quem procurar por Indac na internet também será automaticamente direcionado ao Ilac.

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Conselho Científico de K 2022 detalha temas prioritários da Feira nas áreas de Proteção Climática, Economia Circular e Digitalização

01/12/2021

  • Know-how especializado para moldar os principais temas em proteção climática, economia circular e digitalização
  • Energias renováveis, processos que economizam recursos, neutralidade climática – enfrentar os principais desafios é a chave. Essas tarefas globais exigem mentes criativas, tecnologias inovadoras e materiais de alto desempenho.

De 19 a 26 de outubro de 2022, a Indústria internacional de Plásticos e Borracha se reunirá na K 2022, em Düsseldorf (Alemanha), para apresentar suas contribuições para uma solução. Na condição de feira mais relevante do mundo para o setor de plásticos e borracha e suas aplicações industriais, a feira K de Düsseldorf reúne as tendências e os tópicos do futuro, dando assim à indústria novas orientações, especialmente nestes tempos desafiadores. A feira K é a plataforma de inovação e negócios para produtores de matérias-primas, fabricantes máquinas de processamento de plásticos e borracha, bem como uma plataforma de informação e networking indispensável para todas as partes interessadas dos segmentos de usuários mais importantes.

Além disso, ela oferece às indústrias de plásticos e borracha os pré-requisitos ideais para discutir e enfrentar ativamente os desafios atuais em nível global, com foco em soluções. Isso também é evidenciado pelos três temas principais da K 2022: proteção climática, economia circular e digitalização. Esses temas principais, que determinarão de forma sustentável os desenvolvimentos nas indústrias de plástico e borracha nos próximos anos, serão abordados nas exibições dos expositores na K 2022, de 19 a 26 de outubro do próximo ano, e servirão como temas recorrentes para o Show Especial oficial “Plásticos Moldam o Futuro” , o Fórum de Economia Circular e também o Campus de Ciências da feira.

Um suporte de qualidade para o ajuste fino desses temas norteadores na K em Düsseldorf ficará a cargo de um comitê especializado de alto calibre, o Conselho Científico da K 2022. O Conselho já se reuniu duas vezes este ano, em julho e novembro, com o objetivo de destacar os mais importantes aspectos dos temas orientadores individuais, formulando questões atuais e prospectivas e traçando o curso para sua implementação na feira.

Os Membros do Conselho Científico da K 2022 são:

  • Prof. Dr. – Ing. Christian Bonten, Universidade de Stuttgart, chefe do Instituto de Tecnologia de Plásticos (IKT)
  • Prof. Dr. – Ing. Hans-Josef Endres, Leibnitz University Hannover, Instituto de Plásticos e Tecnologia Circular
  • Prof. Dr. Ulrich Giese, Instituto Alemão de Tecnologia da Borracha (DIK) Hannover, Conselho de Administração
  • Univ. – Prof. Dr.-Ing. Christian Hopmann, RWTH Aachen, chefe do Instituto de Processamento de Plásticos
  • Univ. Prof. Dipl.-Ing. Dr. mont. Reinhold W. Lang, Johannes Kepler University Linz, Instituto de Materiais Poliméricos e Testes
  • Prof. Dr. Dr. h.c. Bernhard Rieger, TU München, Wacker-Chair for Macro-molecular Chemistry
  • Prof. Dr. – Ing. Alois K. Schlarb, Universidade Técnica de Kaiserslautern, Cadeira para Compósitos
  • Prof. Dr. Hans-Werner Schmidt, University Bayreuth, Cátedra de Química Macro-molecular I

Os cientistas já elaboraram uma lista abrangente dos aspectos a serem considerados. Esta lista, por exemplo, inclui: reciclagem de componentes, padronização de reciclados, micropartículas no meio ambiente, plásticos biodegradáveis, CO2 como componente de polímeros, Indústria 4.0, marcadores digitais, digitalização como um facilitador para a economia circular, construção de peso leve e e-mobilidade.

Além de aprimorar os temas norteadores, o Conselho Científico do K 2022 também apóia explicitamente medidas para promover jovens talentos nas indústrias de plásticos e borracha.

Para obter mais informações sobre K 2022, acesse: www.k-online.com

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Arburg cria nova subsidiária para atividades de Manufatura Aditiva

25/11/2021

Freeformer

  • A nova subisidiária se chamará ARBURGadditive GmbH + Co KG
  • Todas as atividades da Arburg relacionadas à Manufatura Aditiva / Impressão 3D estarão reunidas em uma única entidade
  • Dr Victor Roman assumirá o posto de Diretor Executivo a partir de 01/12/2021

A Arburg GmbH + Co KG fundou uma nova subsidiária, a ARBURGadditive GmbH + Co KG. Também com sede em Lossburg, na Alemanha,  a nova empresa abrigará todas as atividades da Arburg relacionadas à manufatura aditiva. O Diretor Administrativo será o Dr. Victor Roman, que ingressará na empresa em 1º de dezembro de 2021.

Ao fundar sua nova empresa, a Arburg destaca a importância e o potencial futuro que a empresa espera da manufatura aditiva como um método de produção suplementar fundamental no processamento de plásticos. Após a invenção e lançamento do Freeformer, além da compra da innovatiQ, o próximo passo lógico era combinar toda a gama de atividades de manufatura aditiva sob o mesmo teto, com o objetivo de fortalecer este campo de negócios e abrir um caminho para um futuro de sucesso.

Um especialista no comando

Dr. Victor Roman

Com o Dr. Victor Roman assumindo o cargo de Diretor Administrativo, a ARBURGadditive GmbH + Co KG se beneficiará da liderança de um experiente especialista da indústria. O Dr. Victor Roman, 52 anos, estudou engenharia mecânica e física antes de trabalhar em um grupo de tecnologia internacional por mais de duas décadas, uma função que lhe deu uma vasta experiência em desenvolvimento, vendas e manufatura aditiva.

Reestruturação irá começar no próximo ano

Ao longo de 2022, a Arburg Plastic Freeforming será totalmente transferida para a nova empresa. Essa divisão agora tem cerca de 40 funcionários trabalhando em vendas, desenvolvimento, tecnologia de aplicação e montagem. A InnovatiQ GmbH + Co KG, que atualmente emprega aproximadamente 25 funcionários, permanecerá uma empresa independente com sede em Feldkirchen, perto de Munique, mas será afiliada à ARBURGadditive GmbH + Co KG. Florian Bautz, Diretor da innovatiQ, no futuro se reportará ao Dr. Victor Roman.

Ampla linha de produtos

A gama de produtos da ARBURGadditive inclui o Freeformer e os sistemas 3D da innovatiQ. O processo Arburg Plastic Freeforming (APF), que usa o Freeformer, foi projetado para atuar como um sistema aberto, permitindo o ajuste do processo de fabricação dos componentes de acordo com requisitos específicos. O processo usa os mesmos grânulos de plástico padrão, do tipo utilizado na moldagem por injeção. Os sistemas de impressão 3D da innovatiQ funcionam com base na tecnologia FFF (Fused Filament Fabrication). Há também o sistema de impressão LiQ 320, que processa borracha de silicone líquido (LSR) em um procedimento especial de LAM (Fabricação aditiva líquida). As várias máquinas funcionam em harmonia, o que lhes permite abranger uma vasta gama de aplicações de manufatura aditiva/impressão 3D.

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Central de Tratamento de RSU do Ecoparque Pernambuco usa tecnologia baseada em sensores da Tomra para triagem de resíduos plásticos

24/11/2021

Planta de triagem do Ecoparque Pernambuco

Ecoparque passou a ser uma Central de Valorização de resíduos, em consonância com a têndência ESG

A Central de triagem localizada em Igarassu, ao norte de Recife, recebe cerca de 250.000 toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU) por ano, recupera mais de 12.500 toneladas de materiais recicláveis e produz cerca de 50.000 toneladas de combustível derivado de resíduos (CDR). Nessa instalação estão em operação 3 unidades do sistema de seleção Tomra Autosort em uma linha de triagem dedicados a recuperação de plásticos, incluindo polietileno de alta densidade (PEAD), polipropileno (PP), tereftalato de polietileno (PET) e plástico filme de polietileno (PEBD), garantindo o processamento em alta velocidade, grande volume e atingindo elevados níveis de pureza das frações finais desejadas.

O material de entrada geral – resíduo bruto como sai das residências – é submetido a diversos processos mecânicos como a abertura de sacos, peneiramentos, triagem manual e separação balística, segregando os resíduos em diferentes fluxos de material, até chegar em três unidades Autosort. Como parte desse processo, os sistemas de seleção ejetam polímeros plásticos por tipo de material e posteriormente o material é selecionado por cores manualmente.

Autosort – Separador de resíduos plásticos por Infravermelho próximo

Segundo a Tomra, a sua tecnologia de seleção por infravermelho próximo – Autosort – é capaz de identificar e separar com precisão e rapidez diferentes materiais, de acordo com propriedade específica, extraindo frações finais de alto valor e alta pureza que geram preços de mercado mais altos. No total, a planta do Ecoparque Pernambuco tem capacidade de processar 35 toneladas por hora (tph) de resíduos sólidos urbanos de residências e empresas da região.

Nielson Ximenes, Gerente Industrial, comenta: “O Ecoparque-PE foi a primeira planta de triagem mecanizada com produção de CDR a partir do lixo urbano bruto a entrar em atividade na America Latina. A equipe da Tomra participou de todo o start up da planta, proporcionando treinamento de triagem ao colaboradores, e operação dos equipamentos.”

Nielson Ximenes, Gerente Industrial do Ecoparque-PE

Carina Arita, gerente comercial da Tomra no Brasil, acrescenta: “A Tomra tem dedicado os últimos 10 anos tropicalizando as soluções de triagem baseada em sensores e estamos muito felizes por termos sido escolhidos pelo Ecoparque-PE para instalar nossa tecnologia nessa instalação inovadora e disruptiva para o mercado brasileiro, que não apenas valoriza os recicláveis com grande escala e qualidade, mas também está preparada com flexibilidade capaz de se adaptar a quaisquer mudanças do mercado no futuro.”

Carina Arita, Gerente Comercial da Tomra Brasil

Rafael Escudeiro, gerente de serviço, comenta: “O maior desafio na implantação dos equipamentos do Ecoparque-PE foi a customização necessária para o resíduo brasileiro, de modo que a planta alcançasse o desempenho desejado pelo cliente. E todo esse trabalho foi possível porque a Tomra conta com engenheiros locais, brasileiros, treinados para fazer todo o tipo de assistência técnica.”

Alexandre Menelau, Head do projeto, afirma: “Uma planta mecanizada precisa de tecnologia para que os resíduos sejam separados adequadamente, em velocidade e volume que dêem sustentabilidade à planta. Com a implantação dessa unidade de tratamento, nós deixamos de ser um aterro e passamos a ser uma Central de Valorização de resíduos em consonância com a têndência ESG que hoje é amplamente divulgada e absorvida por nossos clientes”.

“Em instalações como essa do Ecoparque-PE, vemos que é possível avançar com o atendimento à Politica Nacional de Residuos Sólidos (PNRS), valorizar materiais recicláveis, gerar emprego e renda, promover a Economia Circular e reduzir a emissão de Gases de Efeito Estufa, resultando na redução dos impactos das Mudanças Climáticas”, complementa Carina Arita.

Vídeo da instalação disponível em: https://video.Tomra.com/residuos-solidos-urbanos

A Tomra Recycling (https://www.Tomra.com/pt/sorting/recycling) desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 7.400 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo, afirma a empresa. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, a Tomra Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 995 milhões de euros e emprega mais de 4.300 pessoas globalmente.

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Braskem e BASF fazem parceria para fomentar a economia circular

24/11/2021

Iniciativa busca soluções para os desafios ligados à reciclagem e à neutralidade de carbono

Com o propósito de colaborar para a implementação de iniciativas que estimulem a sustentabilidade na indústria, a Braskem e a BASF estão trabalhando juntas para acelerar o processo de transformação do setor químico, com foco nos desafios relacionados à reciclagem e à neutralidade de carbono.

Entre as iniciativas que fazem parte dessa parceria está a estruturação de um fluxo de reciclagem mecânica de plásticos para armazenagem de grãos – conhecidos como silo bolsas – no Agronegócio. Com isso, espera-se que a solução de plástico reciclado para este mercado esteja disponível no Brasil até o final de 2022. As demais iniciativas da parceria envolvem a utilização de matérias-primas de fonte renovável e/ou reciclada, usando o conceito de balanço de massa e a otimização logística das operações.

“É oportuno reforçar a relevância da fomentação deste grupo de trabalho, pois ambas as companhias, Braskem e BASF, compreendem a importância e a necessidade da busca pelo desenvolvimento de soluções sustentáveis na indústria química e do plástico. É fundamental que exista uma readequação não apenas do nosso setor, mas da indústria e do mercado de modo geral, visando à diminuição do impacto das ações e processos no meio ambiente. O desenvolvimento sustentável é um objetivo atrelado à estratégia de negócios, então temos como propósito adotar uma série de iniciativas que contemplam práticas mais sustentáveis nos nossos processos produtivos e na cadeia de valor para a sociedade” afirma Roberto Simões, CEO da Braskem.

“O propósito dessa parceria é identificar sinergias entre as empresas para juntos potencializarmos as ações de economia circular, tema transversal para nós, da BASF, que tem em seu propósito a sustentabilidade, entregando soluções inovadoras para nossos clientes e parceiros”, afirma Manfredo Rübens, presidente da BASF América do Sul. “Temos por exemplo produtos da linha B-Cycle que garantem uma melhor qualidade da reciclagem do material plástico, permitindo que ele retorne mais de uma vez ao uso”, complementa o executivo. Há a expectativa do mercado de reciclagem mecânica triplicar até 2030. Outras oportunidades de parcerias devem surgir com o engajamento das equipes.

As companhias estão comprometidas com a transformação da economia linear para um modelo circular, destacando a participação global na AEPW – Alliance to End Plastic Waste, na busca por soluções que reduzam e evitem a poluição ambiental por resíduos plásticos.

A Braskem assumiu em 2018 um compromisso em prol da economia circular, na qual as necessidades da sociedade são atendidas por materiais, processos e sistemas mais sustentáveis. A companhia busca, até 2025, incluir 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado em seu portfólio, além de tornar-se uma empresa carbono neutro até 2050.

Por sua vez, a BASF, que tem a sustentabilidade como um dos seus pilares estratégicos, anunciou em 2021 novas metas globais em direção à neutralidade climática: prevê reduzir em 25% suas emissões mundiais de gases de efeito estufa até 2030 (tomando como base o ano de 2018) e zerar suas emissões líquidas de CO2, globalmente, até 2050. Para conquistar esses resultados, a BASF planeja investir, aproximadamente, € 1 bilhão até 2025 e entre € 2 bilhões e € 3 bilhões, até 2030.

A BASF, empresa alemã e líder mundial na área Química, comemora em 2021, 110 anos de presença no Brasil, contando com 8 unidades fabris no País. Do total de mais de 110 mil colaboradores da BASF no mundo, 5.850 deles na América do Sul, sendo 4.215 no Brasil. O portfólio da empresa está organizado em seis segmentos: Químicos, Materiais, Soluções Industriais, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados e Soluções Agrícolas. A BASF gerou vendas de € 59 bilhões em 2020 e investiu cerca de € 2 bilhões em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e soluções

Contando com 8 mil integrantes, a Braskem possui um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58,5 bilhões (US$ 11,3 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

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Colorfix desenvolve cores que compõe o Guia Internacional Color Trends lançado durante World Plastic Connection Summit 2021

24/11/2021

A Colorfix, uma das principais fabricantes de masterbatches (concentrados de cor) e aditivos para plástico do País, com fábrica no Paraná e filiais em São Paulo e Pernambuco, desenvolveu 55 cores que compõe o Guia Internacional Color Trends, lançado durante World Plastic Connection Summit, evento global online que ocorreu no início do mês de Novembro.

“Uma grande satisfação poder mostrar cores inspiradas na natureza, cores da pele, edificações, moda e tendências. Para nós a cor é uma forma de dar ‘vida’ ao plástico transformado”, destaca o diretor superintendente, Francielo Fardo.

De acordo com a organização do evento, o Guia Internacional de Tendências Color Trends 2021/2022 trabalha com as palavras que definem o Brasil na visão dos estrangeiros – Afeto, Alegria, Hospitalidade – através das cores. A pesquisa e curadoria é do designer Walter Rodrigues, que desenvolveu uma metodologia específica para o mercado de plásticos transformados após entrevistas com empresas brasileiras que participam do programa Think Plastic Brazil.

Filiada, recentemente, ao Think Plastic Brazil (Programa de Exportação e Internacionalização dos Plásticos Transformados Brasileiros), criado pelo Instituto Nacional do Plástico (INP), em parceria com a Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a Colorfix Masterbatches também é uma das empresas patrocinadoras do evento.

“Estamos muito felizes em fazer parte desta iniciativa, que além de fortalecer o setor do plástico como um todo, também é uma forma de auxiliar a Colorfix a desbravar novas fronteiras”, avalia Francielo.

O evento global online além do lançamento de Guia Internacional de Tendências de Cores, contou com mostra internacional de empresas associadas e patrocinadores; seminário internacional; Apresentação de Anuário Internacional e Prêmio Global de Internacionalização para a indústria de plásticos transformados para Agrobusiness, Brinquedos, Construção Civil, Embalagens e Utilidades Domésticas.

A Colorfix Masterbatches, desde 1990, trabalha no desenvolvimento de concentrados de cor e/ou aditivos.. Com a matriz localizada em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná, a companhia conta ainda com unidades em São Caetano do Sul (São Paulo) e Jaboatão dos Guararapes (Pernambuco).

O Programa Think Plastic Brazil foi criado em dezembro de 2003, quando a cadeia nacional integrada dos plásticos foi reconhecida como uma das 10 maiores no mundo, tendo destaque em sua tecnologia, empregabilidade e sustentabilidade. Ele é desenvolvido pelo INP (Instituto Nacional do Plástico) e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para promover a exportação e a internacionalização dos plásticos transformados brasileiros nas verticais Agrobusiness, Brinquedos, Construção Civil, Embalagens e Utilidades Domésticas.

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