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Solvay assina acordo para vender seu negócio de Poliamida para a BASF

21/09/2017

BASF concorda em adquirir a Poliamida da Solvay por € 1,6 bilhão

O Grupo Solvay assinou um acordo vinculativo com a empresa química alemã BASF para a venda de seus negócios de Poliamida, um passo crucial na transformação da Solvay em uma empresa de química de multiespecialidades.

“O desinvestimento planejado da Solvay na área de Poliamida marca um ponto de virada na transformação profunda que começamos há quatro anos. A conclusão bem-sucedida desta operação reforçará a posição da Solvay como uma empresa produtora de química de multiespecialidades, permitindo um crescimento maior e mais sustentável”, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay.

A BASF é um investidor estratégico para a Poliamida, com a qual a complementará seus negócios e sua presença global. A Solvay e a BASF compartilham o mesmo compromisso com os melhores padrões de saúde, segurança e meio ambiente em seus sites industriais

A área de Poliamida tem aumentado sua lucratividade nos últimos anos. Como um player integrado, suas atividades vão desde a etapa inicial nos intermediários e polímeros até a etapa final com o desenvolvimento de plásticos de engenharia de alto valor agregado. Esta operação abrange todo o negócio de Poliamida da Solvay na Europa, América do Norte e na Ásia, bem como o negócio de plásticos de engenharia na América Latina, e envolve o total de 2.400 empegados.

A Solvay manterá seus negócios de Intermediários de Poliamida (cyclohexanol, ácido adípico, sal nylon e HMD – hexametilenodiamina) e de fibras têxteis de poliamida no Brasil.

Segundo o acordo, a operação está baseada em um valor total de empresa de 1,6 bilhão de euros, o que representa cerca de 8 vezes o EBITDA dessa área de negócio em 2016 e em torno de 7 vezes o EBITDA nos últimos doze meses. O pagamento líquido em caixa desta transação está estimado em 1,1 bilhão de euros. Levando em consideração que os passivos financeiros da ordem de 0,2 bilhão de euros serão transferidos para o comprador, a posição financeira líquida do Grupo Solvay aumentará para cerca de 1,3 bilhão de euros.

A área de negócios Poliamida envolvida nesta transação será reclassificada como ativos e passivos mantidos para venda e operação descontinuada até o final deste mês. Como resultado da descontinuação, o negócio de poliamida na América Latina mantido pelo Grupo Solvay sofrerá uma provisão de desvalorização (impairment) de aproximadamente € 100 milhões no final de setembro. Esta provisão (impairment) de valor deve ser mais do que compensada pelo ganho de capital no fechamento da transação.

A execução dos acordos definitivos em relação a esta transação é esperada para os próximos meses, após consulta aos órgãos sociais relevantes. A Solvay e a BASF pretendem fechar a transação no terceiro trimestre de 2018, depois de obtidas as aprovações regulamentares usuais e recebido o consentimento formal de um sócio de joint venture. Esse parceiro já se comprometeu a conceder seu consentimento à Basf, sujeito à entrega de documentos definitivos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Abief será expositora na Pack Expo Las Vegas 2017

21/09/2017

Além de ter um stand institucional, associados e convidados da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis terão entrada gratuita para a feira

Entre os dias 25 e 27 de Setembro, a Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis – www.abief.org.br) participará da Pack Expo Las Vegas (EUA), organizada pelo PMMI (The Association for Packaging and Processing Technologies – www.pmmi.org), com um estande institucional localizado no Pavilhão de Associações Parceiras. “Esta participação renova a parceria entre a Abief e a Pack Expo (www.packexpo.com) , que vem de longa data. Fazemos questão de prestigiar o evento e temos a honra de fazer parte do Partner Program da feira”, comenta Herman Moura, empresário e presidente da Abief. E completa: “Feiras como a Pack Expo são a plataforma ideal para entidades como a Abief promoverem seus projetos e projetarem a indústria brasileira no cenário internacional”. O estande da Associação também servirá como ponto de encontro para os brasileiros que visitarem a feira.

Para Jim Pittas, PMMI COO, “Associações como a Abief que participam da Pack Expo Las Vegas, que este ano acontece simultaneamente à Helathcare Packaging Expo, entendem a importância de apoiar o maior e mais importante evento de embalagem de 2017 nos Estados Unidos, para os seus associados e para a indústria de embalagem de seu respectivo país. Estas associações parceiras são um link importante entre os visitantes e os expositores antes, durante e após a feira.”

Além do estande institucional, onde a entidade distribuirá um pocket book com dados sobre todos os seus associados, a Abief também produzirá, com exclusividade para os seus associados, dois informativos eletrônicos com as novidades apresentadas nos três dias da feira. “É uma forma de mantermos os associados que não puderam visitar a feira atualizados sobre o que ocorre e está sendo lançado no mercado internacional de embalagem”, completa Herman Moura.

O Pavilhão de Associações Parceiras, onde ficará o estande da Abief, reunirá entidades com serviços e expertise nas diversas áreas das indústrias de embalagem e processo. Este Pavilhão oferece para os visitantes, a oportunidade de se conectarem com segmentos específicos do mercado e encontrarem soluções inovadoras para os desafios atuais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abief

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Braskem renova com distribuidor Sojitz Pla-Net para o fornecimento de Plástico Verde no Japão e Ásia-Pacífico

15/09/2017

A Braskem acaba de renovar um contrato de longo prazo com a Sojitz Pla-Net Corporation para o fornecimento do Polietileno Verde I’m greenT, polímero de origem renovável. O contrato envolve um volume crescente de um amplo portfólio de produtos que continuarão a ser vendidos no Japão e na região da Ásia-Pacífico.

A renovação do contrato vai aumentar a disponibilidade de produtos renováveis na região, atendendo a mais de 100 clientes e diferentes mercados, como lojas de conveniência, produtos domésticos e logística. “A Sojitz renova a parceria com a Braskem com objetivo de promover as vantagens do Plástico Verde e os benefícios que ele traz não só para os transformadores, mas também para o público que utilizará o produto de origem renovável. Acreditamos que este negócio está em expansão e que a preocupação com o meio ambiente se tornará mais forte em diversos setores”, relata Yoshinori Suzuki, gerente geral sênior de embalagens da Sojitz.

Por longos anos, a Sojitz mantém um importante relacionamento comercial com a Braskem. Em 2012, as empresas celebraram o início do contrato de distribuição do polietileno verde na região. “A renovação deste contrato reafirma o propósito da Braskem em seu processo de internacionalização e expansão de mercados. Isso significa não apenas ampliar o portfólio de resinas verdes, mas também investir em operações cada vez mais sustentáveis”, diz Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

O Polietileno Verde I’m greenT é feito a partir do eteno obtido da cana-de-açúcar. Ele também apresenta as mesmas características do polietileno tradicional, ou seja, não necessita de adaptações nas máquinas de transformação e é 100% reciclável. A planta de polietileno verde da Braskem possui capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano.

Fonte: Braskem

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Feira Plastimagen México 2017 espera receber 30.000 visitantes em Novembro

14/09/2017

Como parte de sua turnê sul-americana com E.J. Krause para promover a vigésima primeira edição da Plastimagen México 2017, Juan Antonio Hernández, presidente da Associação Nacional de Indústrias Plásticas, AC (ANIPAC), indicou que a indústria plástica enfrenta um novo ambiente geopolítico e geoeconômico.

O setor de plástico é estratégico na estrutura industrial mundial. De 1950 a 2015, a indústria plástica registrou crescimento constante em sua produção. A Ásia atualmente domina a produção plástica (cerca de 49%), seguida pela Europa (19%) e pela América do Norte (18%). Por esta razão, continua a ser uma área de oportunidade para o México e a América Latina.

A possibilidade de substituição de peças de fabricação tradicional por elementos fabricados pelo plástico está sendo sempre avaliada em segmentos como o automotivo, em dispositivos médicos, no setor de construção, em embalagens, no setor agrícola, na indústria de eletroeletrônicos e eletrodomésticos, entre  outros.

O uso do plástico como matéria-prima conseguiu melhorar a competitividade de muitas empresas. No setor de embalagens plásticas, por exemplo, tanto as flexíveis como as rígidas, os produtos se estabeleceram no mercado devido à capacidade que demonstraram para preservar a qualidade e a durabilidade dos produtos, tanto de alimentos como de produtos de higiene pessoal, substituindo embalagens fabricadas com metal e vidro.

A indústria de plásticos mexicana mostra uma trajetória claramente crescente. Em 2015, a produção aumentou 7,7% e, até o final deste ano, espera-se um crescimento anual de mais de 6%. O México importa anualmente cerca de 20 bilhões de dólares em resinas e plásticos e está incluído entre os principais países de exportação de produtos, juntamente com os Estados Unidos e Canadá. O México ocupa o 12º lugar no consumo de plásticos no mundo.

A vigésima primeira edição da Plastimagen México, organizada pela E. J. Krause de México e Grupo Tarsus, irá apresentar as tendências e novas tecnologias da indústria de plásticos a nível mundial.

A nova edição

No próximo mês de novembro, exatamente entre os dias 7 e 10, será realizada a vigésima primeira edição da Plastimagen México no Centro Citibanamex da Cidade do México. O evento terá a participação de empresas mexicanas e internacionais, mostrando a vanguarda de soluções para o setor de transformação de plásticos dirigidas a quase todas os segmentos industriais.

Para esta feira, são esperados mais de 30.000 visitantes e cerca de 870 empresas expositoras vindas de 25 países, representando mais de 1.600 marcas. Neste ano, a área de evento também será estendida e haverá 14 pavilhões internacionais. 4 pavilhões do Citibanamex serão ocupados com mais de 43 mil metros quadrados de espaço de exposição, além do pavilhão Valparaiso e da sala F, destinada a máquinaria pesada.

Um programa especial de palestras

A Plastimagen 2018 também contará com um programa internacional de conferências, organizado conjuntamente pela Associação Nacional de Indústrias de Plásticos (ANIPAC) e a EJ Krause de Mexico, que irá oferecer aos visitantes uma oportunidade para capacitação e para encontrar soluções para problemas que frequentemente surgem no cotidiano da indústria de plásticos.

Dentro do programa, serão apresentados tópicos como o da Indústria 4.0. Este é um tema fundamental pois é importante que a indústria de plásticos conheça os seus benefícios nos processos. É imprescindível ouvir a experiência de pessoas que convivem com a conectividade inteligente e o poder da Internet aplicado à manufatura.

Outro grande tema a ser abordado são as matérias primas e aditivos. Novos polímeros continuam a ser desenvolvidos mundialmente, com grandes investimentos para obtenção de materiais com propriedades físicas, mecânicas, ópticas e químicas mais apropriadas a aplicações em diferentes segmentos. Como resultado, por exemplo, tem sido possível a otimização no projeto de embalagens, recipientes e vários outros itens usados na nossa vida cotidiana. Novos materiais plásticos também tem facilitado a reciclagem e reutilização de produtos.

A sustentabilidade e o desenvolvimento da economia circular também é um outro tema focalizado. Finalmente, o público poderá participar de um workshop para discutir tecnologias de processamento de plásticos.

Sobre a EJ Krause México

A EJ Krause de Mexico é um promotor de fóruns de negócios internacionais que produz importantes exposições e conferências anuais em setores estratégicos desde 1991 , no México, com destaque para os setores de alimentação, educação, energia, estilo, silvicultura, indústria, meio ambiente, plástico e TIC, entre outros. É parte da rede mundial da EJ Krause & Associates, Inc. (EJK), que há mais de 30 anos vem sendo um líder mundial na organização de exposições e conferências e uma das maiores empresas privadas organizadoras de exposições do mundo.

Sobre o Tarsus Group Plc:

Tarso Group Plc é um grupo de mídia de negócios internacionais com enfoque em exposições, publicações e mídia online. O grupo opera em setores-chave como a aviação, medicina, rótulos e embalagens, vestuário com desconto (Off-Price clothing), bens de consumo e indústrias automotivas. A Tarsus gerencia mais de 80 eventos e sites e é conhecido por suas exposições Labelexpo na Europa, Américas, Índia, Ásia e no Dubai Airshow.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastimagen

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Exposição da Arburg na Plastimagen 2017 terá foco em embalagem e automação

14/09/2017

  • Allrounder Golden Electric totalmente elétrica produzirá tampas
  • Quatro potes produzidos em apenas quatro segundos em uma Allrounder híbrida na versão Embalagem
  • Montagem completa: célula de produção fabrica carrinhos de brinquedo prontos para uso (foto)

A Plastimagen, uma das mais importantes feiras de plásticos do México e de toda a América Latina, será realizada na Cidade do México de 7 a 10 de novembro de 2017. A Arburg apresentará a sua tecnologia no stand 730. O foco será sobre embalagem e automação. A série de máquinas de entrada na tecnologia de injeção elétrica, a Golden Electric totalmente elétrica, estará em exibição pela primeira vez no México. Outras mostras incluirão uma máquina híbrida de alto desempenho especialmente projetada para a indústria de embalagens, bem como um sistema turnkey construído em torno de uma Allrounder vertical, com um robô de seis eixos.

“Com nossas mostras de máquinas elétricas, híbridas e hidráulicas, estaremos cobrindo uma ampla gama de máquinas e aplicações na Plastimagen 2017. Na condição de fabricantes de máquinas inovadoras, oferecemos soluções abrangentes para tópicos atuais, tais como a Indústria 4.0, automação e eficiência de produção, bem como serviços e suporte técnico”, diz Guillermo Fasterling, diretor-gerente da filial mexicana da Arburg, em Querétaro. “A Allrounder Golden Electric é de particular interesse para o mercado mexicano, pois permite uma entrada econômica na produção de peças moldadas com tecnologia elétrica. Além disso, mostraremos uma aplicação de alta velocidade para artigos de embalagem na Plastimagen 2017. E nós estaremos também demonstrando nosso know-how no setor de projetos turnkey, com uma máquina injetora totalmente automatizada que produz carrinhos de brinquedo prontos para uso “.

Entrada rentável na produção de peças moldadas com tecnologia elétrica

A Arburg adicionou a série de máquinas “Golden Electric” com forças de fechamento de 600 a 2.000 kN à sua gama de produtos com o objetivo de facilitar a entrada econômica de clientes na produção de peças moldadas com tecnologia elétrica. Similarmente às suas equivalentes hidráulicas “Golden Edition”, afirma a Arburg, essas máquinas elétricas oferecem uma excelente relação preço / desempenho graças a uma padronização consistente, como por exemplo uma combinação fixa de distância entre as colunas, força de fechamento e tamanho da unidade de injeção.

Uma Allrounder 570 E Golden Electric com uma força de fechamento de 2.000 kN será usada na Plastimagen 2017 para demonstrar que essas máquinas também são adequadas para produção com alta precisão no setor de embalagens. A máquina em exibição usará um molde de câmara quente da Artis Matriz para produzir 12 tampas, pesando 3,5 gramas cada uma, em um ciclo de 12 segundos.

Aplicação de alta velocidade para embalagens

As prioridades mais altas para a produção em série, rápida e de alta qualidade na indústria de embalagens são a precisão e tempos de ciclo curtos. Segundo a Arburg, isto é exatamente o que é fornecido pelas versões “Embalagem (P)” das injetoras Alldrive e Hidrive de alta velocidade e alto desempenho, incluindo combinações otimizadas de distância entre as colunas, força de fechamento, curso de abertura e unidade de injeção. Além disso,  placas do molde otimizadas e acionamentos de dosagem servo-elétricos com roscas de barreira reguladas por posição para altas dinâmicas de preenchimento e tempos de injeção curtos são também oferecidos, afirma a fabricante de injetoras. Adicionalmente, existem unidades de fechamento servo-elétricas do tipo “toggle”, com recuperação de energia para freio rápido com pesos baixos.

Na Plastimagen 2017, uma Allrounder 630 H (P) híbrida com uma força de fechamento de 2.300 kN e um molde de 4 cavidades da Otto Hofstetter produzirá potes para macarrão. O tempo de ciclo para quatro desses potes de PP de 11,5 gramas é apenas quatro segundos.

Um carrinho de brinquedo totalmente montado em uma única etapa

Usando o exemplo familiar de carrinhos de brinquedo, a Arburg irá demonstrar a moldagem por injeção automatizada, incluindo a montagem de conjuntos completos de componentes. Para esse objetivo, uma célula de produção construída em torno de uma Allrounder 375 V vertical produzirá peças individuais de polipropileno  usando um molde-família de 1 + 1 + 2 cavidades, em um tempo de ciclo de 25 segundos. Um robô de seis eixos inserirá previamente os eixos metálicos que serão sobremoldados no molde e removerá os quatro componentes finais (chassis, corpo do carrinho e dois eixos junto com as rodas), antes de uni-los em uma estação de montagem para gerar o carrinho final.

A célula de produção para a Plastimagen 2017 foi concebida pela Arburg juntamente com um especialista mexicano em automação. Como contratante principal, a Arburg cobre todo o espectro “turnkey”: desde consultoria e planejamento de projeto, implementação e instalação, até o serviço para as células de produção completas. Segundo a Arburg, os clientes podem confiar em soluções personalizadas de moldagem por injeção vindas de uma única fonte, que contarão com suporte durante todo o período de operação funcional e o ciclo de vida do produto.

Fonte: Arburg

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Feira interplastica ocorre em Janeiro de 2018 em Moscou estimulada por retomada econômica russa

14/09/2017

A recuperação econômica na Rússia – particularmente no setor de plásticos – tornou a interplastica 2018 muito popular entre os expositores. A feira líder da indústria de plásticos russa apresentará novamente uma visão geral representativa das máquinas e equipamentos disponíveis para a indústria de plásticos e borracha, matérias-primas e produtos auxiliares, além de produtos de plástico e borracha e serviços para o setor. A feira ocorrerá de 23 a 26 de janeiro de 2018. Os organizadores do evento – a Messe Düsseldorf e sua subsidiária, OOO Messe Düsseldorf Moscou – estão esperando cerca de 600 empresas participantes da Rússia e de outros países. Uma forte participação é antecipada do país anfitrião, bem como da Alemanha, Itália, Áustria e Turquia, em particular. A data de encerramento oficial para as inscrições para a interplastica 2018 é 4 de outubro de 2017. Os formulários correspondentes estão disponíveis on-line em http://www.interplastica.de.

A economia russa começou a crescer novamente em 2017 e espera-se que o PIB aumente entre 0,5 e 2%. Os investimentos provavelmente aumentarão em 1,5%. Setores selecionados, incluindo as indústrias de máquinas, automotiva, aeroespacial, eletrônica, de informática e telecomunicações, química e de mineração, estão sendo apoiados pelo governo. Plantas petroquímicas e de geração de gás industrial estão sendo construídas para a fabricação de produtos intermediários e finais com maiores margens e com o objetivo de melhorar a oferta de matérias-primas a partir de fontes domésticas para a própria indústria química do país. Os setores de manufatura e processamento de plásticos, que já aumentaram suas capacidades há algum tempo, também estão se beneficiando desse apoio (Fonte: GTAI – Germany Trade & Invest).

Uma perspectiva consideravelmente melhor para a indústria de plásticos e borracha já era aparente na interplastica em Moscou em janeiro de 2017. Os expositores informaram que os empresários estavam extremamente interessados ​​em suas apresentações – e alguns até estavam prontos para colocar pedidos. Os visitantes comerciais aproveitaram a oportunidade para se familiarizarem com novos desenvolvimentos no mercado global e iniciarem negociações com os fornecedores no evento. Tudo isso é um bom augúrio para a próxima feira, particularmente porque continua a haver uma necessidade considerável de investimento em amplos setores da indústria de transformação na Rússia.

É por este motivo que os visitantes comerciais russos e vindos de países vizinhos continuam altamente interessados ​​em tecnologias inovadoras. É também a razão pela qual o evento de exposição e conferência “3D fab + print Rússia” está sendo expandido para se concentrar nas áreas em rápido crescimento de fabricação aditiva e impressão em 3D. A estréia do evento na interplastica 2017 atraiu atenção generalizada, de modo que todas as apresentações tiveram um ótimo público. Especialistas da Rússia e de outros países estarão novamente discutindo novidades, oportunidades e desafios nesse jovem setor tecnológico e os expositores estarão apresentando seus produtos e soluções no evento.

O Polymer Plaza no Pavilhão 1 será parte integrante do programa na feira interplastica. Cinquenta e oito por cento de todos os visitantes que participaram da interplastica 2017 estavam muito interessados ​​nas apresentações e discussões relacionadas à produção, aplicações e processamento de matérias-primas e foram unânimes em sua opinião de que os resultados compartilhados no evento seriam realmente úteis para suas atividades de negócio. O evento de 2018 se concentrará em produtos leves e de compósitos – assuntos que uma pesquisa junto aos visitantes da feira interplastica mostrou serem considerados particularmente importantes.

A interplastica 2018 ocupará novamente os pavilhões 1, 2 e 8 no Expocentr Krasnaya Presnya em Moscou. A upakovka – processamento e embalagem – feira líder da Rússia para a indústria de embalagens e indústria de processamento associada – também ocorrerá ao mesmo tempo e estará diretamente ligada ao Hall Forum. Isso significa que os expositores e os visitantes poderão novamente beneficiar de efeitos de sinergia interessantes.

A interplastica faz parte da marca Global Gate, na qual a Messe Düsseldorf integrou suas atividades mundiais para a indústria de plásticos e borracha. O portfólio de produtos inclui 10 eventos que se baseiam na competência e experiência adquirida com a organização da feira líder mundial – a K, em Düsseldorf -, bem como da realização de eventos regionais de sucesso. As 10 feiras representam plataformas de comunicação profissional e, portanto, abrem as portas para mercados de crescimento altamente promissores na Europa Central e Oriental, Oriente Médio, África do Norte, China, Índia e Sudeste Asiático. Todas as informações estão disponíveis em www.k-globalgate.com.

Fonte: Messe Duesseldorf

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Solvay produzirá resina PEKK para apoiar o mercado aeroespacial/aeronáutico com materiais compósitos

13/09/2017

O Grupo Solvay começará a produzir polímeros de PEKK (poli(éter-cetona-cetona)) de alto desempenho nos Estados Unidos, no início do próximo ano, para apoiar o seu negócio de materiais compósitos e atender à crescente demanda do setor aeroespacial/aeronáutico.

“O Grupo Solvay reafirma a sua posição única em materiais leves, unindo as forças de seus polímeros especiais de alto desempenho e materiais compósitos para produzir sua própria resina PEKK”, disse Roger Kearns, membro do Comitê-Executivo da Solvay. “Esta nova capacidade abordará a demanda em rápido crescimento de compósitos termoplásticos e componentes de impressão 3D no setor aeroespacial e em outros mercados”.

Com base na sua posição de liderança em materiais para substituição de metal, a Solvay iniciará a produção de PEKK, sob o nome comercial NovaSpire™, em sua unidade em Augusta, na Geórgia.

O PEKK é usado em compósitos termoplásticos reforçados com fibras de carbono e na fabricação aditiva, também conhecida como impressão 3D, em uma variedade de aplicações industriais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Tecnologia “Fast RTM” para a fabricação de peças automotivas em compósitos é apresentada em São Paulo

13/09/2017

O Comitê Automotivo da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco) trará a São Paulo (SP), no dia 14/09, Jerome Raynal, executivo do conglomerado francês IS Group. Raynal apresentará uma palestra sobre Fast RTM, novo processo de fabricação de peças automotivas de compósitos.

Intitulado “Fast RTM, a evolução de um processo”, o trabalho de Raynal detalha as características da tecnologia que possibilita a produção, em ciclos de 120 segundos, de peças estruturais e complexas de compósitos de até 3 metros. “Por permitir a completa automação dos processos de alta velocidade, o Fast RTM deve ser considerado o futuro das tecnologias de RTM”, comenta Raynal.

O Fast RTM garante índices de impregnação dos reforços mecânicos – fibras de vidro e carbono, por exemplo – mais rápidos do que os apresentados pelas tecnologias convencionais de RTM. “Também é compatível com resinas termofixas e termoplásticas, o que torna o processo mais flexível e adaptado às necessidades das montadoras”. Capôs, para-choques e tetos são alguns exemplos de peças que podem ser moldadas via Fast RTM.

A tecnologia de Fast RTM foi desenvolvida por um pool de empresas globais, que contaram com o suporte do Instituto de Pesquisa e Tecnologia M2P. Neste ano, a tecnologia conquistou o JEC Awards na categoria “Inovação”, a principal premiação da indústria global de compósitos.

Para Gilmar Lima, presidente da Almaco, a apresentação do Fast RTM às montadoras brasileiras ajudará a repensar o papel dos compósitos, “que, sem dúvida, são uma das principais opções de materiais para o desenvolvimento de peças estruturais e de baixo peso”, ele observa. “Por conta da crise econômica, as nossas empresas deixaram de investir em tecnologia e gestão. Mas chegou a hora de virarmos esse jogo e recuperarmos o tempo perdido”, complementa Lima.

Resultantes da combinação entre polímeros e fibras, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química, associados à liberdade de design. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água e tubos a peças de barcos, ônibus, trens e aviões.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (Cetecom), o maior do gênero na América Latina.

Serviço:
Palestra: “Fast RTM, a evolução de um processo”, de Jerome Raynal (IS Group/França)
Quando: 14/09 – 11h
Onde: Restaurante Rubayat Alameda Santos – Sala Brasil
Valor: R$ 400,00 (almoço incluso)
Inscrições: marketing@almaco.org.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Almaco; foto JEC Group

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Eastman expande capacidade de produção de Copoliéster

13/09/2017

A Eastman Chemical Company anunciou no final de agosto um plano de expansão de capacidade de produção de copoliéster de sua fábrica em Kuantan, Malásia (foto). A previsão é de que a expansão seja concluída no primeiro trimestre de 2018 e que aumente em 20% a capacidade de produção de PETG. Este investimento apoia o crescimento contínuo de produtos de copoliéster globalmente e proporciona flexibilidade em toda a base de ativos de polímeros da empresa.

“Esta expansão posiciona a Eastman para atender à crescente demanda global que temos observado pelos nossos materiais de copoliéster “, disse Burt Capel (foto), vice-presidente e gerente geral do negócio da Eastman Special Plastics. “Este investimento solidifica ainda mais o compromisso da Eastman com a região da Ásia-Pacífico e com o oferecimento de materiais de alta qualidade aos nossos clientes em todo o mundo”.

A unidade de Plásticos Especiais faz parte do segmento de negócio de Materiais Avançados da Eastman. O site de Eastman em Kuantan, na Malásia, produz vários copoliésteres, incluindo os copoliésteres Eastman Spectar™ e Eastman Eastar™.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais atuando em mercados finais tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A empresa atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Quatro tendências que direcionarão o mercado de embalagens nos próximos anos

13/09/2017

À medida em que a dinâmica das sociedades urbanas evolui, o mercado de embalagens flexíveis cresce e ganha importância globalmente. Isso tem acontecido devido à necessidade das marcas em desenvolverem estruturas de embalagens únicas, tanto para se diferenciarem na gôndola quanto para ajudar a formar e apoiar a identidade da marca.

Segundo Marcus Vinícius Carvalho (foto), gerente de Embalagens de Alimentos e Especialidades Plásticas da Dow para a América Latina, entre as tendências em embalagens quatro se destacam:

Maior praticidade para o consumidor – No Brasil, os fatores que impulsionaram o mercado de embalagens nos últimos anos são a maior participação da mulher no mercado de trabalho e crescimento da urbanização (leia-se tempo de deslocamento). Uma das consequências é a demanda por alimentos que possibilitem economia de tempo na hora de prepará-los. O Relatório de Estilo de Vida dos Brasileiros de 2016, da consultoria Mintel, identificou que 28% dos consumidores tendem cozinhar mais em casa do que comer fora, o que reforça essa tendência. Com isso, espera-se que o aumento no volume do mercado varejista de produtos lácteos, molhos de cozinha e alimentos de conveniência, como refeições prontas e carne processada, permaneça nos próximos anos.

Evolução tecnológica e credibilidade – Novas tecnologias e o avanço da mobilidade são cada vez mais presentes na mente das empresas e dos consumidores. Estima-se, por exemplo, que 50% dos norte-americanos estejam interessados em escanear uma embalagem dos alimentos para aprender mais sobre a procedência do que estão consumindo. Embora o preço ainda seja fator chave nas decisões de compra dos consumidores, a confiança da marca também desempenha um papel fundamental e cada vez maior nesse processo. Com isso, as empresas têm a chance de alavancarem a credibilidade, criar lealdade e ampliar o portfólio de produtos bem além das categorias tradicionais.

O crescimento do e-commerce – Um fator de grande relevância para o setor é crescimento do e-commerce, que permite às marcas explorar as oportunidades de design e personalização, ao mesmo tempo em que mapeiam e endereçam os desafios de eficiência. Cada vez mais consumidores fazem compras online e esperam ter uma experiência positiva em todo o processo. Além do design da embalagem, que deve servir para reforçar a marca e seus valores, a resistência é crucial para que o produto chegue de maneira íntegra até o consumidor.

Sustentabilidade – O mesmo relatório da Mintel identificou que quando o preço e a qualidade percebidos dos produtos são iguais, há uma tendência cada vez maior de os consumidores se voltarem para atributos ecológicos ou de uso alternativo como fator decisivo de compra. Isso já é realidade em muitos mercados e as marcas não podem ignorar esses dados ao desenvolverem suas estratégias de posicionamento e marketing. É esperado que as empresas integrem os desafios da sociedade às suas estratégias de negócios, endereçando, por exemplo, as mudanças climáticas. Uma das iniciativas nessa linha é a cartilha “Embalagem e Sustentabilidade – Desafios e orientações no contexto da Economia Circular”, desenvolvida pela Dow e a Associação Brasileira de Embalagem (ABRE). Nela consta o “Jogo do Infinito”, que traz ideias e sugestões para solucionar os principais desafios relacionados às embalagens, que vão desde a matéria-prima, passando pelo desenvolvimento de embalagens educativas, aprimoramento da estrutura de gestão de resíduos e maior envolvimento do consumidor. Um exemplo é a sugestão para incluir nas embalagens informações sobre os impactos de se aquecer o produto no micro-ondas ou no forno convencional.

De maneira geral, as embalagens atuais estão sendo desenvolvidas de forma a entregar conveniência, segurança e funcionalidade aos consumidores; manter os alimentos saudáveis e inserir processos que sejam mais sustentáveis e circulares. Nessa jornada pela atenção do consumidor, além do design, ganha importância também a comunicação mais clara e que ajude o consumidor a fazer a escolha de compra melhor e de forma mais consciente. As opções e tecnologias são muitas. O desafio é criar produtos que os consumidores anseiam e, ao mesmo tempo, as soluções que as marcas precisam, desde o desenvolvimento até a reciclagem ou reutilização. As embalagens inteligentes têm potencial para tornarem o ciclo de vida mais simples, mais econômico e mais eficiente.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Braskem e Ciel et Terre Brasil inovam no mercado de energia solar

12/09/2017

Solução para geração solar flutuante proporciona benefícios ao consumidor e ao meio ambiente

As restrições ambientais para empreendimentos de grande porte como hidrelétricas, termos à óleo e carvão, associadas à necessidade de produzir energia próximo ao ponto de consumo, impactam na redução no custo da energia e levam os brasileiros a se interessar por outros tipos de energia, especialmente a geração solar. O Brasil ainda precisa ser desafiado com a criação de soluções inovadoras para diferentes mercados e, pensando em atender clientes com este potencial, a Braskem firmou parceria com a Ciel et Terre Brasil, joint venture da francesa Ciel & Terre com a empresa brasileira Sunlution, proprietária da tecnologia Hydrelio® de geração fotovoltaica flutuante, que apresenta vantagens sobre a tecnologia tradicional de geração solar em terra.

O Hydrelio®, tecnologia desenvolvida pela Ciel & Terre, é pioneira no mercado mundial para usinas flutuantes de geração solar e é composta por painéis fotovoltaicos dispostos sobre flutuadores de polietileno de alta densidade fabricados com resinas da Braskem. Com o objetivo de apoiar o parceiro a desenvolver o mercado nacional, a petroquímica trabalhou não só na adequação da resina de polietileno, mas também na identificação de transformadores para a produção local dos flutuadores, além de suporte na modelagem do negócio no mercado brasileiro.

“O papel da Braskem no desenvolvimento desta solução tem sido fundamental. A demanda inicial, que era definir uma resina que atendesse os requisitos técnicos para os flutuadores, tornou-se uma oportunidade de negócio de elevado potencial, frente à gama de mercados em que o Hydrelio® poderá ser viabilizado e empregado”, comenta afirma Jorge Alexandre, responsável por Desenvolvimento de Mercado de PE para construção civil e infraestrutura da Braskem.

As placas solares sobre flutuadores podem ser aplicadas em uma gama variada de superfícies de água, tais como lagos industriais e de retenção, reservatórios de irrigação e de água potável, estações de dessalinização e de tratamento de águas, açudes e canais. Entre os benefícios mais expressivos na utilização desta tecnologia, afirma a Ciel & Terre, estão a liberação de terrenos em terra firme – que seriam ocupados pelo sistema tradicional de geração solar – para usos voltados à produção rural (criação, agricultura, etc.), redução de custos de ligação à rede pela utilização de infraestruturas elétricas existentes, aumento da produtividade fotovoltaica devido à refrigeração natural do sistema pela superfície da água, manutenção mais simples e barata, entre outros.

A Ciel & Terre aposta no Hydrelio® como solução sustentável não somente para Geração Distribuída mas também para a geração híbrida de energia e espera um volume de negócios expressivo até o final do ano. “A Ciel & Terre tem vasto conhecimento de centrais fotovoltaicas e, ao desenvolvermos o Hydrelio®, temos como expectativa elevar a potência de geração de energia solar fazendo duas fontes operarem ao mesmo tempo em uma única infraestrutura. O nosso produto Hydrelio® é a solução de menor investimento para incrementar a geração de energia nas hidrelétricas e usinas eólicas existentes e acreditamos que o Brasil tem um potencial enorme para este mercado”, comenta Orestes Gonçalves Junior Sócio Diretor da Ciel & Terre Brasil.

O primeiro projeto implementado no Brasil com o Hydrelio® acaba de ser concluído na Fazenda Figueiredo, em Cristalina (GO), que apostou nessa nova tecnologia para resolver sua necessidade de consumo de energia. A construção da usina fotovoltaica sobre um lago de acúmulo de água da chuva permitiu a geração de energia em uma área que estava em desuso, com maior eficiência em função do resfriamento da temperatura dos painéis fotovoltaicos instalados no espelho d’água, além de diminuir a evaporação da água do lago. Segundo a Ciel & Terre International, estudos realizados pela empresa apontam que este tipo de tecnologia gera aproximadamente 14% mais eletricidade do que a geração solar em terra ou no telhado.

A Ciel & Terre vem desenvolvendo centrais fotovoltaicas flutuantes para uso privado (comercial ou industrial) ou estatal desde 2010 e pretende gerar energia solar não somente em fazendas agropecuárias, como também em reservatórios de usinas hidrelétricas. Com isso, afirma a empresa, aproveitam-se as vantagens de infraestrutura já existentes nas instalações, principalmente com foco na redução da evaporação e na conservação da água, preservando os ecossistemas existentes e melhorando da qualidade da água, além de reduzir o desenvolvimento de algas e a erosão das margens dos reservatórios, com a diminuição da ondulação.

Fonte: Braskem

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Cipatex investe em controle de qualidade e avança na produção de laminados sem ftalatos

12/09/2017

Medida visa atender a diversos segmentos de atuação da empresa, com destaque para calçadista e moveleiro

O Centro de Pesquisa e Inovação da Cipatex passa a contar com equipamentos que vão garantir mais eficiência no controle dos níveis de ftalatos. A medida atende às exigentes especificações internacionais. De acordo com o gerente de inovação, pesquisa e tecnologia da Cipatex, Fernando Brandão, a aquisição de um cromatógrafo a gás acoplado com espectômetro de massa de última geração permite a identificação de compostos do início ao fim da produção, desde as matérias primas até o produto acabado. “O equipamento amplia a sensibilidade na análise de traços, aumenta a precisão e exatidão dos resultados, trazendo mais eficiência ao processo e garantindo que os níveis de ftalatos fiquem bem abaixo do permitido”, destaca Brandão.

​A medida visa atender a diversos segmentos de atuação da Cipatex, com destaque para o calçadista e moveleiro. No Brasil, a empresa possui a maior capacidade produtiva para materiais sem ftalato. Agora, com o novo equipamento, a companhia poderá atender com maior controle de qualidade. “A aquisição do cromatógrafo significa um grande avanço tecnológico e um importante passo para aumentar a capacidade da empresa de atender às necessidades de clientes nacionais ou internacionais”, destaca.

​​O​ gerente explica que os ftalatos são uma família de compostos, ésteres do anidrido ftálico com álcoois de baixo peso molecular. Alguns destes compostos são utilizados como plastificantes para as resinas de PVC para torná-las flexíveis e macias. No setor calçadista, os ftalatos são usados para conferir maleabilidade e flexibilidade ao cabedal e forro. Conforme Brandão, em alguns casos as substâncias são aceitas por determinado país, mas encontram barreiras no cliente/comprador. Também existem situações em que produtos aceitos por continentes podem ser proibidos pela legislação de um único país, criando um cenário complexo. A lista de restrições é dinâmica e talvez o mercado mais rígido seja o europeu, que segue o Reach, regulamento relativo ao registro, avaliação, autorização e restrição de produtos químicos.

Pelo regulamento, existem restrições em relação a alguns tipos de ftalatos, como DEHP, BBP e DBP. Para exportar para Europa, por exemplo, o nível de DEHP presente no produto final deve ser abaixo de 0.1 %.

Há 53 anos o Grupo Cipatex oferece ao mercado soluções em revestimentos sintéticos e não-tecidos. Criada em 1964, a companhia hoje conta com uma linha de produtos que atende aos setores de calçados, piscinas, bolsas e acessórios, utilidades domésticas, construção, móveis, vestuário, automóveis, esporte e lazer, brindes, material escolar e comunicação visual. Ao todo, a Cipatex® conta com cerca de 1.400 colaboradores distribuídos em cinco plantas industriais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Cipatex

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Indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis tem desempenho positivo no primeiro semestre de 2017

12/09/2017

Segundo pesquisa exclusiva feita pela Maxiquim para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) o consumo de embalagens plásticas flexíveis, no Brasil, registrou um crescimento de 1,6% no 1o. semestre deste ano em comparação a igual período do ano passado; em comparação ao 2o. semestre de 2016, a alta foi de 0,9%. “Evidentemente esperávamos superar essa marca, após dois anos de retração do mercado, mas dada a instabilidade política e a lenta recuperação econômica em curso, aos poucos ajustamos as expectativas para baixo e o resultado do semestre não nos surpreendeu”, relata Herman Moura, empresário e presidente da Associação.

Pelo lado do comércio exterior, as notícias foram mais animadoras. No 1o. semestre de 2017, as importações do setor, em volume, voltaram a cair: cerca de 11% em comparação ao 2o. semestre de 2016. Já as exportações cresceram pelo segundo semestre consecutivo e fecharam cerca de 20% acima dos números registrados nos últimos seis meses do ano passado. “Este desempenho possibilitou que, em volume, tivéssemos o segundo semestre consecutivo de superávit comercial. Já em valores este foi o primeiro superávit em muitos anos”, celebra Herman.

Segundo Otávio Carvalho, da Maxiquim, o encolhimento dos volumes importados é justificado pela desvalorização cambial e pela fraca demanda. E completa: “felizmente, as exportações têm sido crescentes, mas ainda respondem por uma parcela muito pequena das vendas do setor. O fator mais relevante é, sem dúvida, a produção doméstica. O impacto do mercado andando de lado é direto sobre a produção. Então, se há alguma questão que provoca maiores reflexões, é a produção. E foi com base nesse fator que a pesquisa Maxiquim ajustou suas expectativas”.

Para o presidente da ABIEF, Herman Moura, “fica evidente que já iniciamos um ciclo de crescimento, mas muito mais em função da recuperação dos volumes perdidos nos dois últimos anos (2015 e 2016). Sabemos que uma dinâmica de crescimento mais acelerado não deve surgir tão prontamente. Contudo, apostamos que o 4o. trimestre deste ano poderá reservar algumas boas surpresas”. A pesquisa Maxiquim indica que o setor deverá fechar o ano com um crescimento superior a 2% em volume de produção e em vendas.

A indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis fechou 2016 com uma produção de 1,834 milhão de tonelada (queda de 0,1% em comparação a 2015) e um faturamento de R$ 21 bilhões (alta de 6%). A participação dos diferentes tipos de resina no volume de produção foi: PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) 50%, PEBD (polietileno de baixa densidade) 23%, PP 17% e PEAD (polietileno de alta densidade) 10%. Em toneladas, tanto as exportações como as importações de embalagens flexíveis sofreram queda de, respectivamente, 30% e 23% em 2016 em comparação a 2015. Em valores, as quedas foram mais acentuadas: exportação 40% e importação 34%. Contudo, a participação das embalagens flexíveis na indústria de transformados plásticos continua importante: 29%.

Em média, a indústria de plástico em geral opera com níveis de ociosidade da ordem de 30% em sua capacidade produtiva, em função da renovação frequente das máquinas; as mais modernas são mantidas em operação e as máquinas mais antigas em stand-by para atender aos picos de demanda sazonal. Nas estimativas da Maxiquim, o setor de embalagens plásticas flexíveis operou muito próximo desse índice ao longo do 1o. semestre. “O espaço para crescimento, com o mesmo parque de máquinas é relevante, mas também já percebemos um aquecimento das encomendas de bens de capital, sobretudo de extrusoras”, finaliza Herman.

Com 40 anos de atividades, a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abief

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Fusão entre a Dow e a Du Pont é concluída e ações da nova holding DowDuPont começam a ser negociadas na Bolsa de Nova Iorque

01/09/2017

  • A companhia agora avança rumo à separação pretendida que dará origem a empresas líderes nos mercados de Agricultura, Ciência dos Materiais e Produtos Especializados;
  • As separações estão previstas para ocorrer em até 18 meses.

A DowDuPont™ concluiu com sucesso a fusão de iguais entre The Dow Chemical Company (“Dow”) e E.I. du Pont de Nemours & Company (“DuPont”), efetiva em 31 de agosto de 2017. A entidade combinada está operando como uma holding sob o nome “DowDuPont” e com três divisões: Agricultura, Ciência dos Materiais e Produtos Especializados.

As ações da DuPont e da Dow tiveram suas negociações encerradas na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE) no dia 31 de agosto de 2017. A partir de hoje, a DowDuPont começará a negociar na NYSE sob o símbolo “DWDP”. Em linha com os termos estabelecidos no acordo de fusão, os acionistas da Dow receberam uma taxa de troca fixa de 1.00 de ação da DowDuPont por cada ação da Dow e os acionistas da DuPont receberam uma taxa fixa de troca de 1.282 ações da DowDuPont por cada ação da DuPont.

“Este dia representa um importante marco na história das duas companhias”, disse Andrew Liveris, Presidente Executivo da DowDuPont. “Estamos muito felizes por concluir essa fusão e avançar rumo à criação de três empresas independentes e líderes em seus mercados de atuação. Embora o patrimônio e a força conjunta das duas empresas sejam impressionantes, o verdadeiro valor dessa fusão reside na pretendida criação de três empresas poderosas que influenciarão mercados e impulsionarão o crescimento para o benefício de todos os seus públicos. Nossas equipes estão trabalhando há mais de um ano no plano de integração e, a partir de hoje, iniciaremos a execução desses planos com a intenção de completar as separações o mais rápido possível.”

“Para os acionistas, clientes e funcionários, a conclusão dessa fusão representa um passo definitivo rumo à geração de mais valor e maiores oportunidades por meio de um futuro construído em crescimento sustentável e inovação”, comenta Ed Breen, CEO da DowDuPont. “A DowDuPont é uma plataforma para o lançamento das três empresas pretendidas e fortes, que estarão muito bem posicionadas para investir em Ciência e Inovação, ajudar nossos clientes na solução de importantes desafios e gerar retornos de longo prazo para os nossos acionistas. Com a conclusão da fusão, nosso foco está em finalizar as estruturas organizacionais que serão os alicerces das três empresas pretendidas e capturar as sinergias para gerar valor. Com objetivos claros, visibilidade no mercado e uma estrutura de Pesquisa & Desenvolvimento mais produtiva, cada empresa pretendida estará preparada para competir com sucesso como uma líder de mercado”.

Conselho e Governança

O Conselho de Administração da DowDuPont é formado por 16 membros: oito são ex-diretores do Conselho da DuPont e os demais são diretores que fizeram parte do Conselho da Dow. Há dois diretores principais: Jeffrey Fettig, que atuou como o principal diretor independente da Dow, e Alexander Cutler, ex-diretor independente da DuPont. Andrew Liveris é o presidente do Conselho de Administração e Ed Breen também atua no Conselho. Abaixo, a relação dos demais membros do Conselho de Administração:

Dow:
o James A. Bell, ex-Chief Financial Officer da Boeing
o Raymond J. Milchovich, ex-presidente e CEO da Foster Wheeler AG
o Paul Polman, CEO da Unilever PLC e Unilever N.V.
o Dennis H. Reilley, Presidente executivo da Marathon Oil Corp.
o James M. Ringler, Presidente da Teradata Corporation
o Ruth G. Shaw, ex-executivo da Public Policy e Presidente da Duke Nuclear

DuPont:
o Lamberto Andreotti, ex-Presidente do Conselho e CEO da Bristol-Myers Squibb Company
o Robert A. Brown, Presidente da Boston University
o Marilly A. Hewson, Presidente e Chefe Executivo da Lockheed Martin Corporation
o Lois D. Juliber, Vice-Presidente e Chief Operating Officer da Colgate-Palmolive Company
o Lee M. Thomas, Ex-Presidente e CEO da Rayonier Inc.
o Patrick J. Ward, Chief Financial Officer da Cummins, Inc.

Três comitês consultivos foram estabelecidos pelo Conselho de Administração da DowDuPont para supervisionar o estabelecimento das divisões de Agricultura, Ciência dos Materiais e Produtos Especializados em preparação para a separação pretendida. Além disso, cada Comitê Consultivo desenvolverá uma estrutura de capital em linha com os princípios estabelecidos em nosso Estatuto Social e designará o futuro CEO e o time de liderança de cada empresa pretendida.

Executivos da DowDuPont:

Como já anunciado, DowDuPont será liderada por uma equipe que reflete os pontos fortes e as capacidades de ambas as empresas. Junto com Liveris e Breen, estarão os seguintes executivos:
o Howard Ungerleider, Chief Financial Officer (CFO)
o Stacy Fox, Conselheira Geral e Corporate Secretary
o Charles J. Kalil, Conselheiro Especial da Presidência e Conselheiro Geral para a Divisão de Ciência dos Materiais
o James C. Collins, Jr., Chief Operating Officer da Divisão Agrícola
o Jim Fitterling, Chief Operating Officer da Divisão de Ciência dos Materiais
o Marc Doyle, Chief Operating Officer da Divisão de Produtos Especializados

Gerando Valor para os Acionistas

Por meio da fusão de portfólios altamente complementares da Dow e DuPont e, subsequentemente, com a criação das pretendidas empresas líderes, DowDuPont espera maximizar valor para os seus acionistas.

A DowDuPont afirma que os acionistas serão beneficiados com um perfil de investimento mais forte e focado de cada empresa pretendida e substanciais sinergias de custos, bem como do crescimento a longo prazo e criação de valor sustentável após as separações pretendidas em três empresas. Espera-se que a transação resulte em sinergias de custo de aproximadamente US$ 3 bilhões e potencial de atingir US$ 1 bilhão em sinergias de crescimento. A empresa espera alcançar uma taxa de execução de 100% nas sinergias de custo nos primeiros 24 meses após a conclusão da fusão.

Caminhos para a Separação

Os líderes e as equipes de integração da Dow e DuPont estão desenvolvendo os futuros modelos operacionais e a estrutura organizacional que apoiarão a estratégia de cada empresa pretendida. Assim que cada divisão estabelecer seus próprios processos, pessoas, ativos, sistemas e licenças para operar de forma independente, a DowDuPont pretende separar as divisões de forma que as mesmas passem a operar com suas próprias entidades legais, sujeito à aprovação do Conselho de Administração e de outras aprovações regulatórias. Espera-se que as separações pretendidas ocorram dentro de 18 meses.

Espera-se que as empresas pretendidas contemplem:

  • Uma Empresa Líder em Agricultura que reunirá os pontos fortes da DuPont Pioneer, DuPont Proteção de Cultivos e Dow AgroSciences para melhor servir aos produtores rurais em todo o mundo, com um portfólio superior de soluções, maior opção de escolhas e preços competitivos por valor. As capacidades combinadas e o mecanismo de inovação altamente produtivo permitirão que a pretendida empresa agrícola traga um conjunto ainda mais amplo de produtos para o mercado de forma mais rápida, podendo ser uma parceira ainda melhor para agricultores, entregando inovação e ajudando-os a aumentar a produtividade e rentabilidade. A pretendida empresa agrícola estará sediada em Wilmington (Delaware, EUA), com centros de negócios globais em Johnston (Iowa, EUA) e Indianápolis (Indiana, EUA).
  • Uma Empresa Líder em Ciência dos Materiais, que será denominada Dow e consistirá nos negócios que compõem os seguintes segmentos atuais da Dow: Plásticos de Performance, Materiais de Performance & Químicos, Soluções em Infraestrutura e Soluções de Consumo (Consumer Care e Dow Automotive Systems. Dow Electronic Materials fará parte da empresa de Produtos Especializados), assim como o atual negócio de Materiais de Performance da DuPont. A pretendida empresa de Ciência dos Materiais oferecerá o portfólio mais forte em químicos e polímeros da indústria, com escala e capacidades competitivas para permitir o desenvolvimento de soluções diferenciadas para clientes e mercados de elevado crescimento, como os de embalagem, transporte, infraestrutura e cuidados do consumidor. A pretendida empresa de Ciência dos Materiais terá a sua sede em Midland (Michigan, EUA).
  • Uma empresa líder em Produtos Especializados que será formada por negócios fortes e líderes de mercado, incluindo a DuPont Soluções em Proteção, Soluções Sustentáveis, Biociências Industriais e Nutrição & Saúde; que vai incorporar o negócio de Health & Nutrition da FMC que está pendente apenas da conclusão da transação. A empresa também será formada pelo negócio de Tecnologias em Eletrônicos, que combina a DuPont Eletrônicos & Comunicação com a Dow Electronic Materials. A empresa pretendida de Produtos Especializados será uma líder em inovação composta por empresas especializadas em tecnologia com produtos diferenciados e soluções que transformam indústrias e a vida das pessoas. A pretendida empresa terá sede em Wilmington (Delaware, EUA).

Como já anunciado, a Diretoria da DowDuPont está conduzindo uma revisão detalhada do portfólio para avaliar a realidade dos atuais negócios e alavancar conhecimento adquirido ao longo do último ano e meio para identificar oportunidades de valor agregado em preparação para a criação das pretendidas empresas líderes do setor.

Klein and Company, Lazard e Morgan Stanley & Co. LLC têm sido os conselheiros financeiros da Dow para a transação, tendo Weil, Gotshal & Manges LLP como conselheiros jurídicos.

Evercore e a Goldman, Sachs & Co. têm sido os conselheiros financeiros da DuPont para esta transação, tendo Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom LLP como os conselheiros jurídicos.

Sobre a DowDuPont

DowDuPont (NYSE: DWDP) é uma holding composta pela The Dow Chemical Company e pela DuPont com a intenção de formar empresas fortes, independentes e de capital aberto nos mercados de Agricultura, Ciência dos Materiais e Produtos Especializados, liderando suas respectivas indústrias por meio da produtividade, tendo a ciência como base para o desenvolvimento de inovações que atendam as demandas dos clientes e que ajudem a resolver os desafios globais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Dart do Brasil reduz consumo energético com uso de resina Maxio da Braskem

24/08/2017

Solução da Braskem oferece maior eficiência e competitividade ao mercado transformador

A Braskem avança em mais uma parceria com clientes ao homologar e fornecer nova resina de Polipropileno (PP) para a Dart do Brasil, fabricante da marca Tupperware®. Segundo a Braskem, o polímero RP 340R faz parte da linha Maxio® e oferece maior índice de fluidez e eficiência, além de ganhos ambientais, gerando resultados, como aumento de produtividade e redução nos custos energéticos.

Com o acompanhamento técnico e o foco nas demandas do cliente, a Braskem busca oportunidades para oferecer resinas mais eficientes. “A mudança possibilitou um aumento de mais de 10% no ciclo de produção e uma redução no consumo energético que superou os 7%, ampliando de forma significativa a competitividade do cliente, sem a necessidade de um investimento em novos equipamentos de injeção”, afirma Arinaldo Zanotta, Engenheiro de Aplicação da Braskem.

O uso da resina Maxio® foi aplicado à aproximadamente 80% da linha de produtos da Dart, que conta mais de 40 injetoras em seu parque fabril no Rio de Janeiro. A empresa aprovou a resina em testes no Centro de Tecnologia da Tupperware na Bélgica, o que permitiu a sua homologação no Brasil e também na Europa, viabilizando seu uso global. “Esse é um grande passo. Com essa aprovação, podemos comercializar a resina para todas as unidades da Tupperware no mundo”, destaca Jefferson Bravo, Gerente de Contas da Braskem.

Linha Maxio®

Segundo a empresa, o selo Maxio® indica as resinas ecoeficientes do portfólio da Braskem que proporcionam aos clientes redução do consumo de energia, maior produtividade no processo produtivo e redução de peso do produto final, o que garante mais eficiência e, consequentemente, ganhos ambientais. Os benefícios são obtidos graças à evolução contínua das resinas, preservando ou melhorando propriedades mecânicas, químicas e óticas de produtos acabados.

Fonte: Braskem

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Sistema Firjan convoca empresas de plástico a participarem do Procompi

24/08/2017

Micro e pequenas empresas do setor de transformação de plástico receberão consultoria em eficiência energética

Empresas do setor de transformação de plástico das regiões Metropolitana, Baixada e Centro-Sul do estado do Rio podem se inscrever no Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias (Procompi). Parceria entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Sebrae e Sistema FIRJAN, a iniciativa oferece benefícios para financiamento de projetos de eficiência energética para as empresas do setor de plástico, com o objetivo de elevar a competitividade da indústria.

O programa executará capacitações, diagnóstico de eficiência energética e acompanhamento das oportunidades de melhoria, promovida por consultoria especializada em cada empresa. As empresas interessadas em participar do Procompi podem obter mais informações e se inscrever por meio do preenchimento e assinatura do Termo de Adesão, disponível em http://www.firjan.com.br/procompi. Após assinatura, o termo deve ser encaminhado pelo e-mail: plastico@firjan.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Firjan

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Vendas da Kommerling no Brasil crescem 28% no semestre

24/08/2017

Administrando negócios globais da ordem de 600 milhões de euros, a multinacional alemã Kommerling – um dos players no setor de perfis e sistemas para esquadrias de PVC- fechou o primeiro semestre contabilizando um avanço de 28% nas vendas. “Conquistamos este resultado, mesmo impactados por um ambiente de desaceleração econômica”, comemora a diretora geral Tonia Lima.

Ela atribui este crescimento à expansão para novos mercados, como o nordestino e o Centro Oeste, bem como a demanda para obras residenciais de alto padrão e obras verticais que contemplam a norma de desempenho NBR 15575.

Mercado em ascensão – O setor de esquadrias de PVC movimenta cifras da ordem de R$ 1 bilhão/ano, respondendo, atualmente, por 3% do mercado geral, contra 45% do aço, 30% da madeira e 22% do alumínio.

“Temos um front enorme para crescer”, sobretudo em nichos como hoteis, fachadas de edifícios, obras no litoral, etc, diz, confiante, Tonia Lima.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Kömmerling

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Braskem completa 15 anos e moderniza marca

22/08/2017

Nova identidade visual simboliza a continuidade do ciclo de expansão global da petroquímica

A Braskem completou no dia 16 de agosto 15 anos de operação como uma empresa de atuação cada vez mais global, com clientes em cerca de 100 países em todos os continentes. Para refletir essa trajetória, a Braskem passa a adotar uma nova marca, que simboliza a continuidade de seu ciclo de expansão global.

“Somos uma empresa jovem, com uma estratégia sólida e bem-sucedida de crescimento global. Para celebrar os 15 anos e marcar o início de uma nova fase, estamos lançando uma nova identidade visual que acompanhará nossa trajetória, de desafios e conquistas”, diz Fernando Musa (foto), CEO da Braskem.

O novo logotipo busca expressar características como resiliência, foco e transparência. O símbolo utilizado remete à letra “B” e dá forma a uma seta, indicando a estratégia da empresa orientada ao futuro. A aplicação das cores azul e amarelo buscam representar a aspectos como abrangência global, foco em sustentabilidade e a força das relações humanas.

“A nova marca Braskem simboliza nossa ambição de seguir evoluindo como um player importante do setor petroquímico global, atuando em constante progressão no desenvolvimento das pessoas e focado na entrega de soluções sustentáveis da química e do plástico, a fim de melhorar o bem-estar e a qualidade de vida da sociedade”, afirma o CEO da Braskem. A partir de hoje, a marca começa a ser implantada gradualmente na comunicação e identidade visual da empresa.

Criada em 2002 com a integração de seis ativos, a Braskem consolidou o setor petroquímico no Brasil, deu passos importantes em seu processo de internacionalização e se transformou em uma das maiores produtoras mundiais de resinas termoplásticas, com faturamento de R$ 55 bilhões em 201. Atualmente, conta com 8 mil integrantes e opera 41 plantas industriais, das quais 29 no Brasil, seis nos Estados Unidos, quatro no México e duas na Alemanha.

Fonte: Braskem

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Com segundo trimestre forte, Lanxess espera ganhos recordes para 2017

22/08/2017

  • Vendas subiram 30% chegando a 2.5 bilhões de Euros
  • Ebitda pré-excepcional cresceu 25,3% chegando em 367 milhões de Euros
  • Margem Ebitda pré-excepcional de 14.6%
  • Aquisição da Chemtura garantiu uma contribuição significativa aos resultados
  • Nova estrutura de negócios reportada
  • Lucro líquido pré-excepcional cresceu 75% alcançando 141 milhões de Euros
  • Previsão para o ano de 2017 confirmada: Ebitda pré-excepcional entre 1.225 bilhão e 1,3 mil milhões de Euros

Após um excelente segundo trimestre, a Lanxess, empresa de especialidades químicas, continua acreditando que terá os melhores resultados de sua história nesse ano.

As vendas globais da empresa aumentaram quase 30% alcançando US$ 2,5 bilhões, ante US$ 1,9 bilhão do ano anterior. O Ebitda pré-excepcional melhorou em cerca de 25%, chegando a 367 milhões de Euros, contra 293 milhões de Euros do trimestre anterior. Esse crescimento deve-se principalmente a contribuição dos negócios da Chemtura, empresa recentemente adquirida, bem como em função de maiores volumes e preços de venda. A margem Ebitda do segundo trimestre de 2017 situou-se em 14,6%, um pouco abaixo do alto valor de 15,1% reportado no período anterior.

“Nossa estratégia de crescimento está em evolução. Nosso forte desempenho operacional e as aquisições lucrativas são a base para esses sólidos resultados do segundo trimestre. Os recém-adquiridos negócios da Chemtura já estão garantindo uma contribuição significativa aos lucros, além de outras áreas do nosso portfólio de produtos também estarem se desenvolvendo positivamente”, explica Matthias Zachert, CEO da Lanxess.

Devido a um encargo excepcional, o lucro líquido foi de 3 milhões de Euros, após 75 milhões de Euros computados no trimestre anterior. A aquisição da Chemtura e o fechamento planejado da produção de produtos químicos de cromo no site de Zárate, na Argentina, que ocorrerá no quarto trimestre de 2017, ajudaram no incremento do lucro líquido pré-excepcional em torno de 75% para 141 milhões de euros, contra 80 milhões no segundo trimestre de 2016.

“Estamos no caminho certo e continuamos a esperar ganhos recordes durante todo o ano. No entanto, em comparação com o forte ano anterior, estamos antecipando um pequeno enfraquecimento dos resultados no segundo semestre de 2017”, complementa Zachert.

A Lanxess continua a prever o Ebitda pré-excepcional para todo o ano 2017 entre EUR 1.225 bilhão e EUR 1.3 bilhões. Esse seria o melhor resultado da empresa desde 2012, quando registrou um valor de cerca de 1,2 bilhões de Euros.

Nova estrutura

No final de abril, a Lanxess completou a aquisição da empresa química americana, Chemtura, e posteriormente ajustou a estrutura de negócios do Grupo. Como efeito imediato, a empresa reporta cinco segmentos que compreendem um total de doze unidades de negócio.

O segmento Advanced Intermediates abrange os negócios intermediários e agroquímicos. O novo segmento Specialty Additives agrupa todas as atividades de aditivos. O segmento Performance Chemicals é composto pelas unidades de negócios responsáveis por pigmentos de cor, produtos químicos de couro, produtos de proteção de materiais e tecnologias de tratamento de água. O segmento Engineering Materials abrange os negócios de plásticos de alta performance e uretanos. A Arlanxeo engloba o negócio de borrachas sintéticas. No relatório do segmento, os valores do ano anterior foram atualizados conforme a necessidade.

Vendas substancialmente maiores em todos os segmentos

No segundo trimestre de 2017, as vendas do segmento Advanced Intermediates foram de 505 milhões de Euros, 14% superior ao ano anterior que registrou 443 milhões de Euros. O Ebitda pré-excepcional cresceu 10,2% para 97 milhões de Euros, em comparação aos 88 milhões de Euros computados no ano anterior. Os resultados positivos se deram especialmente pelo aumento dos preços de venda dos produtos e pela contribuição da nova unidade de negócios Organometallics. A margem Ebitda pré-excepcional foi de 19,2%, contra 19,9 registrado no trimestre anterior.

O novo segmento Specialty Additives registrou vendas de 440 milhões de Euros, um crescimento de 106,6% quando comparado ao ano anterior, que registrou 213 milhões de Euros. O Ebitda pré-excepcional chegou a 75 milhões de Euros, registrando um crescimento de 67% quando comparado ao ano anterior, que contou com resultados de 45 milhões. Esse desenvolvimento positivo deu-se principalmente em função da aquisição dos negócios da Chemtura. Volumes de venda maiores também afetaram os resultados. A margem Ebitda pré-excepcional de 17% foi inferior ao alto nível de 21,1% relatado no trimestre anterior.

As vendas no segmento Performance Chemicals aumentaram em 11,2%, alcançando 367 milhões de euros, contra 330 milhões de euros do ano anterior. Preços de venda mais altos e a aquisição da companhia Clean and Disinfect, em 2016, resultou em um positivo efeito nos ganhos. A margem Ebitda pré-excepcional cresceu de 20,9% para 21,8%.

No novo segmento Engineering Materials, as vendas chegaram a 361 milhões de Euros, registrando um crescimento de 31,3% em comparação ao ano anterior, quando conquistou 275 milhões de Euros. O Ebitda pré-excepcional registrou um crescimento substancial de 60%, de 45 milhões para 72 milhões de Euros. O negócio de uretanos recém-adquirido da Chemtura contribuiu de forma especial para a melhora dos resultados. Volumes e preços de venda mais altos e uma melhor utilização da capacidade contribuíram para o desenvolvimento positivo dos ganhos. A margem Ebitda resultante pré-excepcional de 19,9 por cento, foi significativamente superior ao valor de 16,4% registrado no trimestre anterior.

Foram registradas ainda vendas de 835 milhões de Euros no segmento Arlanxeo, o que significou um crescimento de 24,6%, quando comparado aos 670 milhões do ano anterior. O Ebitda pré-excepcional chegou a 92 milhões de Euros, uma queda de 3% quando comparado aos 95 milhões computados no ano anterior. Custos energéticos mais elevados, em particular, contrastam com o maior valor de venda dos produtos em função da passagem do aumento dos custos das matérias-primas. A margem Ebitda pré-excepcional foi de 11%, contra 14,2% registrados no ano anterior.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lanxess

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Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade são temas do próximo café da manhã da Abief no final de Agosto

22/08/2017

Profissionais da Loara, Müller & Camacho, Bobst e Flint Group estão confirmados como palestrantes no Café da Manhã da Abief, no próximo dia 31 de agosto, das 8h00 às 12H30, na sede da entidade, em São Paulo. As apresentações serão norteadas pelo tema central “Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade”. Adilson Seixas, da Loara, consultoria especializada em captação e resgate de créditos de carbono, abrirá o evento falando sobre sustentabilidade em crédito bancário.

Na sequência, o especialista em design e branding, Manoel Müller, da Müller & Camacho, apresentará as tendências em design para a embalagem do futuro e sua influência na indústria de flexíveis. As duas últimas palestras, que serão proferidas, respectivamente, por Fernando Vasconcelos, da Bobst, e por Renato von Tein, da Flint Group, terão como foco inovação e tecnologia. No caso da Bobst, serão apresentadas inovações em sistemas de impressão e laminação para embalagens flexíveis. Já o representante da Flint abordará o que há de novo na aplicação de tintas UV para embalagens de alimentos.

O Café da Manhã da Abief conta com o patrocínio da Braskem e com o apoio da Abiplast, Afipol, Instituto Brasileiro do PVC, Plastivida, Instituto de Embalagens e Projeto Pack. Mais informações e inscrições visite http://www.abief.org.br.

Com 40 anos de atividades, a Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) tem por objetivo fomentar o mercado nacional de embalagens plásticas flexíveis. A Associação também tem incorporada às suas atividades o fomento à exportação e a preservação ambiental a partir do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. A entidade reúne empresas de todo o Brasil fabricantes de filmes monocamada, coextrusados e laminados; filmes de PVC e de BOPP; sacos e sacolas; sacaria industrial; filmes shrink e stretch; rótulos e etiquetas; stand-up pouches; embalagens especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abief

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Termotécnica apresenta soluções pós-colheita no PMA Fresh Connections Brasil

22/08/2017

Ao investir em pesquisa, Termotécnica inova com produtos que acondicionam, conservam e valorizam as frutas, legumes e verduras até o consumidor

No momento da compra de frutas, legumes e verduras (FLVs), o consumidor avalia a aparência, muitas vezes aperta para sentir a consistência e, além disso, certifica-se do bom acondicionamento, conservação e qualidade. Para garantir esses atributos, é fundamental um esforço conjunto de todos os elos da cadeia: tanto na escolha de uma boa semente e no manejo correto, como no cuidado com o acondicionamento e transporte. Isso é particularmente importante no Brasil pois as FLVs percorrem quilômetros em estradas com pouca infraestrutura até chegar ao destino.

Atenta a essa necessidade de agregar valor na pós-colheita, a Termotécnica desenvolve soluções em EPS (isopor®) para o agronegócio, com destaque para a Linha DaColheita. É com essas inovações que a empresa participará do PMA Fresh Connections Brasil, dia 24 de agosto, em São Paulo (SP), no espaço APAS, apresentando-as a especialistas do segmento FLV de todo o mundo.

As seguinte soluções pós-colheita que terão destaque no PMA:

Ao utilizar a Conservadora DaColheita, produzida em EPS, o produtor protege sua colheita acondicionando-a numa conservadora que, além de minimizar impactos, age como isolante térmico. Segundo a Termotécnica, há estudos que comprovam que esta solução pode ampliar em até 20% o prazo de validade (Shelf Life) da fruta, proporcionando menor perda de peso pela desidratação e mantendo o teor vitamínico por mais tempo. A Linha DaColheita se destacou como um caso de sucesso no Vale do São Francisco, região produtora e exportadora de uvas de alto valor agregado. A Termotécnica vem expandindo seu portfólio, levando os benefícios desta solução para novas culturas e regiões do Brasil.

O Upally é uma base de movimentação produzida em EPS. Por ser mais leve, possibilita redução de custos logísticos nos diferentes modais, com ganho significativo em frete aéreo, afirma a Termotécnica. Não proliferam pragas, dispensa a fumigação e tratamentos que são necessários em outros materiais. Além disso, segundo a empresa, é resistente à variação de temperaturas e à umidade, possui capacidades de carga dinâmica e estática variadas conforme a necessidade logística e, nos casos de quebra, não produz farpas. Outra vantagem realçada pela Termotécnica é que o Upally elimina o uso de empilhadeiras no manuseio quando vazio, pois pesa entre 1,5 kg e 4,0 kg, proporcionando bom desempenho ergonômico aos colaboradores. O Upally já vem sendo utilizado no Vale de São Francisco para o transporte de FLV para as diversas regiões do Brasil.

Demais soluções ligadas ao agronegócio

O lançamento Base Universal para Substrato DaColheita é um sistema modular de suporte em EPS para plantio em cultivo protegido. Segundo a Termotécnica, é leve e de fácil montagem, oferecendo ergonomia na produção, isolamento térmico e reaproveitamento da solução nutritiva por contar com canal de drenagem, que também contribui para reduzir a umidade da estufa e ganhar produtividade. Pode ser utilizada como suporte para plantio de mudas em vasos, em slabs – ou seja, bolsas abastecidas com substrato – ou canteiro para plantio a granel.

O Berço de Mudas otimiza a produção agrícola a partir do desenvolvimento de canteiros móveis, que trazem inúmeras vantagens para o produtor, tais como a formação de mudas que não enovelam as raízes e a seleção de plantas uniformes, bem desenvolvidas e sadias, proporcionando assim o controle de lavouras mais produtivas, afirma a Termotécnica.

A caixa de abelhas MaisMel é uma inovação para o mercado de apicultura. Produzida em EPS no padrão Langstroth, apresenta uma série de diferenciais em comparação à caixa tradicional, feita de madeira. Além do design e do isolamento térmico, pensados para atender as necessidades e os hábitos das abelhas, seu peso e ergonomia facilitam a disposição, manutenção e transporte pelo apicultor, garante a Termotécnica.

Programa Reciclar EPS

No contexto da economia circular, a Termotécnica desenvolve soluções pós-consumo que são transformadas, por meio de logística reversa e reciclagem, em novos produtos. A tecnologia viabilizada pela empresa permite o reaproveitamento total do EPS, matéria-prima 100% reciclável. Atualmente, o programa Reciclar EPS conta com mais de 1.000 pontos de coleta e 300 cooperativas espalhados por todo o país. Desde 2007, já deu um novo destino a cerca de 40 mil toneladas de EPS, o equivalente a 1/3 do total reciclado no Brasil.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Agronegócios, Conservação, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Termotécnica

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Simplás exibe tecnologia em utilidades domésticas, armazenamento e embalagens na Expoagas 2017

22/08/2017

Cilindro Laminador Estilo da Anodilar

Com lançamentos e produtos próprios, seis empresas compõem o estande do sindicato no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre, entre os dias 22 e 24, das 12h às 21h

O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) servirá de vitrine e ponto de negócios para seis indústrias do polo de transformação plástica da Serra Gaúcha durante a Expoagas – feira anual da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas). Anodilar, Dzainer, Gufani, Norb, Plásticos Itália e Sulbras apresentarão lançamentos e produtos próprios para os segmentos de utilidades domésticas (UDs), armazenamento e embalagens no estande coletivo do Simplás, de 22  a 24 de agosto, das 12h às 21h, no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre.

A Expoagas é a maior feira do setor supermercadista em todo o Cone Sul e chega agora à 36ª edição. A expectativa é gerar mais de R$ 461 milhões em negócios. Em 2016, o evento encerrou com 44,2 mil visitantes de 6,4 mil empresas varejistas e 347 expositores. Os segmentos de utilidades domésticas e embalagens são dois dos mais representativos atendidos pelas indústrias da área de abrangência do Simplás.

Destaques no estande do Simplás na Expoagas 2017

Anodilar – Entre outros produtos, traz um lançamento: o Cilindro Laminador Estilo. Ideal para os apaixonados por massas caseiras, pois além de laminar, o equipamento permite cortar o alimento. Possui design e sistema exclusivo de regulagem única de espessura entre os rolos, mantendo maior uniformidade da massa, afirma a empresa.

Dzainer – Além de caixas para armazenamento industrial, comercial e residencial, produzidas com polietileno de alta densidade (PEAD), a Dzainer apresentará o Transbox, que é um equipamento para movimentação de caixas, aparelhos ou móveis com base plana. Segundo a empresa, o equipamento proporciona agilidade e reduz o desgaste físico na movimentação de cargas leves. Indicado para indústrias em geral, supermercados, frigoríficos e varejo.

Gufani – O destaque é a cesta de compras com capacidade de 20 litros, alta resistência, diversas cores e possibilidade de inserção de logomarca.

Norb – A empresa de Caxias do Sul tem como atração um produto patenteado: a Marmita Termoprática, fabricada em plástico, com revestimento interno de aço inoxidável, que pode ser levada ao micro-ondas. As peças, em diversas opções de cores, são isentas de toxinas e fáceis de se limpar, garante a Norb.

Plásticos Itália – É com lançamento de produto próprio que a indústria de Farroupilha desembarca na Expoagas. O carregador de sacolas Carry-Bag® surgiu com o objetivo de auxiliar no transporte de pacotes de compras pelos clientes de supermercados. Suporta até 20kg e incentiva a redução do consumo de sacolas nos estabelecimentos. O produto tem apenas 11cm fechado e 24cm aberto. Segundo a Plásticos Itália, o produto é prático, confortável, leve e menor do que os similares. Outra grande vantagem do Carry-Bag® é seu apelo ambiental, pois a matéria-prima utilizada na fabricação vem da cana-de-açúcar.

Sulbras – A empresa lança duas novas linhas de produtos próprios: a primeira linha compreende caixas organizadoras para uso industrial e residencial e a outra consiste de vasos de jardim com prato anti-mosquito. Nos dois casos, utiliza material anti-UV.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Simplas

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Braskem tem lucro de R$ 1,1 bilhão no 2º trimestre de 2017

17/08/2017

Dados das demonstrações financeiras auditadas reforçam momento positivo vivido pelo setor petroquímico

No mês em que completa 15 anos, a Braskem divulgou um lucro líquido de R$ 1,142 bilhão no segundo trimestre de 2017, um expressivo aumento sobre o lucro de R$ 275 milhões na comparação com igual trimestre do ano passado. No ano, a Braskem acumula lucro líquido de R$ 3,057 bilhões.

O Ebitda consolidado alcançou R$ 3,029 bilhões, valor 1% maior ao do segundo trimestre de 2016. Em dólar, o Ebitda foi de US$ 945 milhões, alta de 10% na comparação com o segundo trimestre de 2016, conforme demonstrações financeiras auditadas pela KPMG.

O desempenho da Braskem no trimestre é atribuído à manutenção das saudáveis margens do setor petroquímico, além de ganho de capital com a venda da quantiQ e da maior produção do Complexo Petroquímico do México, que estava em processo de partida em meados do ano passado. “Seguimos na implantação da nossa estratégia de crescimento como empresa global, com foco na internacionalização geográfica e na diversificação de matérias-primas, gerando valor para todos os acionistas da Braskem”, afirma Fernando Musa, presidente da petroquímica.

No segundo trimestre de 2017, a Braskem apresentou receita líquida de R$ 11,9 bilhões, alta de 1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Como resultado do seu processo de internacionalização, o mercado externo representou, no segundo trimestre, 45% do total da receita líquida, divididos entre as exportações a partir do Brasil (19%) e a receita auferida pelas unidades internacionais (26%) dos Estados Unidos, Europa e México.

A Braskem manteve suas unidades industriais operando com altas taxas de ocupação de capacidade. Os crackers no Brasil operaram a 93%, uma pequena queda em razão da parada programada da central de São Paulo. Nos Estados Unidos e na Europa, a taxa média de operação das plantas industriais ficou em 95%, índice menor do que o registrado no trimestre anterior, dada a revisão da capacidade nominal de produção dessas unidades e da parada de manutenção da fábrica de Schkopau, na Alemanha.

No México, a taxa de operação média das plantas de polietileno foi de 83%, em função principalmente de ajustes operacionais e de ajustes pontuais no fornecimento de etano para o cracker no período. Do lado comercial, o volume de vendas de poliolefinas no Brasil foi 1% superior ao mesmo período do ano anterior ao passo que as vendas de petroquímicos básicos no mesmo mercado ficaram estáveis.

Nos EUA e Europa, o volume de vendas de polipropileno no segundo trimestre de 2017 apresentou aumento de 2% em relação a igual período de 2016, principalmente, devido ao aumento na capacidade das plantas dos Estados Unidos realizado no fim do ano passado. No México, o esforço comercial concentrou-se no atendimento ao mercado mexicano cujo volume de vendas foi superior em 4%. Consequentemente, as exportações apresentaram uma redução de 22%, com diminuição do volume exportado para a Ásia.

Investimentos

Em junho, o Conselho de Administração da Braskem aprovou o investimento de até US$ 675 milhões para a construção da sexta unidade de produção de polipropileno (PP) na cidade de La Porte, no estado norte-americano do Texas. A nova fábrica, que produzirá 450 mil toneladas por ano, permitirá à Braskem seguir na liderança no segmento de polipropileno para atender aos clientes no mercado norte-americano.

“A aprovação deste investimento reforça a confiança que os acionistas mantêm no crescimento do nosso negócio, na nossa capacidade de desenvolvimento de projetos e na busca dos melhores resultados”, declara Fernando Musa.

A Braskem celebrou 15 anos ontem, no dia 16 de agosto. Criada em 2002 com a integração de seis ativos, a empresa consolidou o setor petroquímico no Brasil, deu passos importantes em sua internacionalização e se transformou em uma das maiores produtoras mundiais de resinas termoplásticas.

Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, e faturamento de R$ 55 bilhões em 2016. Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Fonte: Braskem

 

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Basf tem lucros significativamente maiores no segundo trimestre e melhor panorama para 2017

14/08/2017

Segundo trimestre de 2017:

  • Vendas de €16,3 bilhões (acréscimo de 12%)
  • EBIT antes dos itens extraordinários de € 2,3;bilhões (acréscimo de 32%)
  • Lucro por ação de € 1,63 (acréscimo de 37%), lucro por ação ajustado de € 1,78 (acréscimo de 37%)
  • Fluxo de caixa operacional de € 3;bilhões (acréscimo de 29%), fluxo de caixa líquido de € 2,1;bilhões (acréscimo de 59%)

Panorama para 2017:

  • Permanência de previsão de crescimento significativo das vendas
  • Expectativa de que o EBIT antes dos itens extraordinários supere consideravelmente os valores do ano anterior

“A tendência positiva relativa à demanda continuou no segundo trimestre de 2017. Aumentamos nosso volume de vendas em relação ao mesmo período do ano anterior, pelo quinto trimestre consecutivo. Em comparação com o mesmo trimestre do ano passado, melhoramos significativamente nossas vendas e lucros”, disse o Dr. Kurt Bock, Presidente do Conselho Executivo da BASF SE.

As vendas do Grupo BASF atingiram € 16,3 bilhões, aumentando em 12% quando comparadas com o segundo trimestre de 2016 – em grande parte devido aos preços e volumes mais elevados. Diante de custos mais elevados de matérias-primas, a empresa elevou os preços de venda em 7%; fato desencadeado principalmente por preços mais altos no segmento de Químicos. O volume de vendas aumentou em 3%. Os efeitos cambiais causaram um impacto positivo nas vendas e, assim como os efeitos relacionados ao portfólio, representaram um aumento de 1%.

Os lucros operacionais, antes dos itens extraordinários (EBIT) aumentaram em 32% no segundo trimestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano anterior, indo para € 2,3 bilhões. O forte aumento foi resultado, principalmente, dos lucros significativamente maiores nos segmentos de Químicos e Óleo & Gás. Esse aumento só não foi maior devido aos menores lucros nos segmentos de Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais e Proteção de Cultivos. O impacto negativo sobre os lucros causado pelo acidente ocorrido na zona do Porto Norte, na planta de Ludwigshafen, em outubro passado, foi compensado pelo pagamento do seguro no valor de € 100 milhões, montante que foi contabilizado predominantemente no segmento de Químicos.

Em torno de € 1,5 bilhão, o lucro líquido superou o valor do segundo trimestre do ano anterior em € 404 milhões. O lucro por ação foi de € 1,63 no segundo trimestre de 2017, contra € 1,19 no mesmo trimestre do ano anterior. O lucro por ação, ajustado para itens extraordinários e amortização de ativos intangíveis, foi de € 1,78 (mesmo período em 2016: € 1,30).

O fluxo de caixa operacional aumentou de € 2,3 bilhões no segundo trimestre de 2016 para € 3 bilhões no segundo trimestre de 2017. O fluxo de caixa liquido perfez € 2,1 bilhões, versus € 1,3 bilhão no mesmo trimestre do ano anterior. Tal melhoria foi, principalmente, fruto de um maior lucro líquido.

Perspectiva para o ano de 2017

Devido ao desenvolvimento macroeconômico positivo no primeiro semestre do ano, a BASF agora adota uma visão geral um pouco mais positiva das condições intrínsecas para 2017. As expectativas da empresa relativas ao cenário econômico global de 2017 são (previsão anterior entre parênteses):

  • Crescimento do Produto Interno Bruto: 2,5% (2,3%)
  • Crescimento da produção industrial: 2,5% (2,3%)
  • Crescimento na produção de produtos químicos: 3,4% (inalterado)
  • Taxa média de câmbio entre euro e dólar de $1,10 por euro  ($1,05 por euro)
  • Preço médio do petróleo (Brent) de 50 dólares por barril ($55 por barril)

“Continuamos esperando um aumento significativo (mínimo de 6%) nas vendas para o ano. Dado o aumento significativo dos lucros no primeiro semestre do ano, esperamos um aumento considerável no EBIT antes dos itens extraordinários de pelo menos 11% em 2017”, disse Bock. “Para o segundo semestre de 2017, esperamos um ligeiro aumento no EBIT antes dos itens extraordinários, em comparação ao mesmo período de 2016. Tal previsão leva em consideração a boa evolução do segmento de Químicos no primeiro semestre de 2017, que provavelmente perderá este dinamismo, bem como o preço do petróleo, que foi menor do que o inicialmente esperado e o dólar americano mais desvalorizado do que esperado. Estes fatores causam um impacto negativo nos lucros da BASF”, disse Bock.

Desenvolvimento dos segmentos

No segmento de Químicos, as vendas aumentaram 25% quando comparadas com o segundo trimestre de 2016, atingindo € 4 bilhões – em grande parte fruto do aumento significativo de preços na divisão de Monômeros. Os efeitos cambiais influenciaram as vendas positivamente, ao passo que os volumes apresentaram um ligeiro declínio. Em torno de € 1,1 bilhão, o EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 662 milhões em relação ao segundo trimestre de 2016, principalmente dadas as maiores margens nas divisões de Monômeros e Petroquímicos. Os custos fixos apresentaram, em geral, uma pequena redução. As vendas no primeiro semestre aumentaram em 30%, indo para € 8,2 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 1,2 bilhão, perfazendo € 2,1 bilhões, resultado de maiores margens e volumes.

As vendas no segmento de Produtos de Performance alcançaram a casa dos €4,1 bilhões, superando em 4% o valor do segundo trimestre do ano anterior, fruto dos aumentos de preços e crescimento dos volumes em todas as divisões. Os efeitos cambiais impactaram as vendas positivamente. Os efeitos causados pelo portfólio desaceleraram a evolução das vendas. A pressão nas margens, principalmente dado o aumento dos preços das matérias-primas e das condições desafiadores do mercado em determinadas áreas de negócios, resultou em uma diminuição (de € 107 milhões) do EBIT antes dos itens extraordinários, indo para € 405 milhões. No primeiro semestre do ano, as vendas de € 8,4 bilhões foram 6% superiores às do período do ano anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em € 147 milhões, perfazendo € 920 milhões.

As vendas no segundo trimestre no segmento de Materiais e Soluções Funcionais cresceram em 12%, totalizando €5,3 bilhões. Tal crescimento deu-se, principalmente, pelo aumento nos volumes de vendas, pela aquisição do negócio da Chemetall, adquirido da Albemarle em dezembro de 2016, e pelos preços mais altos. Os efeitos cambiais ofereceram suporte adicional para as vendas. A BASF conseguiu aumentar seus volumes de vendas para a indústria automotiva. O EBIT antes dos itens extraordinários caiu em € 113 milhões, totalizando € 422 milhões. O aumento dos lucros na divisão de Catalisadores e a contribuição do negócio da Chemetall compensaram parcialmente as margens mais baixas e custos fixos mais altos. As vendas no primeiro semestre aumentaram em 15%, indo para € 10,5 bilhões. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em € 38 milhões, totalizando € 953 milhões.

O segmento de Proteção de Cultivos registrou um aumento de 5% em vendas, alcançando €1,5 bilhão, em comparação ao segundo trimestre do ano anterior. Os principais determinantes foram volumes maiores, principalmente na América do Norte e Europa Oriental, além dos efeitos cambiais positivos. Os preços ficaram ligeiramente menores, em relação ao segundo trimestre de 2016. Comparado com o mesmo período do ano anterior, o EBIT antes dos itens extraordinários diminui em € 48 milhões, perfazendo € 272 milhões. Tal resultado deu-se principalmente às médias mais baixas das margens, fruto de um mix diferente de produtos. No primeiro semestre, as vendas aumentaram em 4% comparado com o mesmo período do ano anterior, totalizando € 3,4 bilhões. O EBIT antes dos itens extraordinários diminuiu em € 106 milhões, totalizando € 805 milhões.

As vendas no segmento de Oléo e Gás, em comparação ao segundo trimestre de 2016, tiveram um crescimento importante, de 32%, totalizando €814 milhões, determinado pelo aumento dos volumes e preços. O aumento dos volumes ocorreu principalmente devido aos maiores volumes de vendas de gás e à plataforma offshore na Líbia em junho. Os volumes de produção corresponderam aos níveis do segundo trimestre anterior. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 89 milhões, perfazendo € 183 milhões, grande parte como resultado dos preços e dos volumes de vendas mais elevados. O lucro líquido cresceu significativamente. No primeiro semestre, as vendas no segmento cresceram 34% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando € 1,6 bilhão. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em € 193 milhões, totalizando € 353 milhões.

Na casa dos €476milhões, as vendas no segmento “Outros” ficaram 2% mais baixas do que a do segundo trimestre do ano anterior, como resultado de uma menor comercialização de matérias-primas. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €61 milhões, indo para menos €151 milhões, sobretudo como uma consequência dos efeitos da valorização do programa de incentivo a longo prazo. No primeiro semestre do ano, as vendas ficaram na casa do € 1,1 bilhão no segmento Outros, representando um aumento de 13% em comparação ao mesmo período do ano passado. O EBIT antes dos itens extraordinários aumentou em €30 milhões, totalizando menos €401 milhões.

Fonte: BASF

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Nordson indica Implastic como representante no Brasil para a marca BKG

08/08/2017

Equipe Implastic (da esquerda para a direita): Gustavo Martins, Daniel Freytag, Stephanie Ostrand, Edilena Netto, Iracema Staciuk, Joāo Trigo e o presidente da empresa, Percy Freytag.

A Nordson Corporation nomeou a Implastic Comércio Internacional Ltda. como sua representante no Brasil para os produtos de manuseio de materiais fundidos da BKG®.

A Implastic oferecerá serviço de vendas e suporte técnico para a linha de troca-telas, bombas de engrenagens, misturadores estáticos, peletizadores e fornos de limpeza da Nordson.

“A Implastic traz 25 anos de experiência em processamento de plásticos, incluindo extenso trabalho com empresas envolvidas em extrusão e transformação”, afirma Kevin Tuttle, gerente de desenvolvimento comercial. “Nossa marca BKG de produtos incorpora diversos componentes para esses e outros processos, permitindo que a Implastic atue como única fonte de soluções múltiplas para aumentar a produtividade.”

A Implastic, presidida por Percy Ronald Freytag, já representa fornecedores de extrusoras, sistemas para cura UV, monitoramento, inspeção, medição, impressão e outros processos. A empresa está localizada em Barueri, no estado de São Paulo.

A Nordson Polymer Processing Systems fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogenizar, filtrar, medir e dar forma a plásticos e materiais de revestimento fluido. A Nordson Corporation aproveita a experiência da indústria de plásticos como um todo obtida por meio de uma série de aquisições estratégicas para oferecer um portfólio amplo e único das principais tecnologias do setor. A Nordson fornece uma ampla gama de produtos de precisão de fluxo fundido — desde roscas e cilindros para extrusão e molde para injeção a sistemas de filtragem, bombas e válvulas — para as matrizes de extrusão e sistemas de peletização a fim de atender às necessidades em constante evolução da indústria de polímeros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Nordson

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