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Braskem unifica portfólio de soluções para o segmento de tampas

27/05/2019

A iniciativa da Braskem de unificar seu portfólio reforça a atuação da companhia neste segmento que, em contínua expansão, tem potencial de crescimento estimado em até 8% ano. “O segmento de tampas possui diversos desafios, desde a garantia da integridade do produto envasado e a facilidade de manuseio e descarte, até a busca continua por soluções cada vez mais sustentáveis para os processos e produtos. Em conjunto com especialistas do nosso Centro de Inovação e Tecnologia, oferecemos aos nossos clientes o portfólio mais completo do mercado, com soluções capazes de atender necessidades técnicas específicas do segmento, como a redução de peso, processabilidade, controle de gosto e odor além da segurança do produto”, afirma Flávio Costa, líder do Segmento de Tampas da Braskem.

Segundo a empresa, o seu portfólio oferece respostas para as megatendências e outras questões que impactam não apenas a indústria de embalagens, mas também o mundo em geral. Com essa iniciativa a empresa afirma contribuir para a redução do desperdício de alimentos (por meio de resinas que proporcionem maior vida útil), redução do peso das tampas e reciclabilidade, aspecto que está de acordo com o compromisso público em prol da Economia Circular que a companhia assumiu em 2018.

Para o segmento de bebidas, um dos maiores dentro do mercado de tampas, que abrange desde leites e refrigerantes até líquidos envasados a quente, como chá e energéticos, a Braskem continua oferecendo uma grande variedade de resinas de polietileno e polipropileno. O destaque do portfólio são as soluções desenvolvidas para tampas destinadas a bebidas carbonatadas, que podem ser moldadas por meio dos processos de injeção ou compressão. De acordo com Costa, este mercado possui hoje dois tipos de tampa, as de duas peças, que utilizam uma tampa somada a um liner interno, e as de uma peça única.

“A tecnologia desenvolvida pela Braskem possibilita a combinação de molde e resina, trazendo bom desempenho para as tampas de uma peça só. Neste caso, o produto possui um batoque interno que, quando aplicado no gargalo, garante a total vedação para reter o gás da bebida sem a necessidade da deposição do liner interno. O polietileno de alta densidade (PEAD) aplicado nesta solução permite a deformação necessária do mecanismo interno sobre o gargalo, mesmo sob as variações devido à pressão interna da embalagem, garantindo total vedação para a bebida”, destaca o executivo.

Outro nicho importante deste mercado é o de água mineral: por ser um líquido extremamente sensível a variações externas, há um rigoroso controle das propriedades organolépticas das resinas, visando garantir que não sejam alteradas as características da bebida relativas a odor, sabor e coloração quando em contato com o produto plástico. Estas alterações podem ser relacionadas tanto à presença de uma série de compostos inerentes ao processo de fabricação da resina, como à moldagem da tampa, aditivos e pigmentos utilizados.

“Nossas resinas passam pelo VOC teste, processo realizado na homologação da tampa. Para ampliar a garantia, desenvolvemos em nosso portfólio processos produtivos de acordo com parâmetros de homologação ainda mais exigentes, seguindo a especificidade de nossos clientes. Também aumentamos nosso conhecimento técnico e de controle de condições de fabricação, no caso das resinas de classe organoléptica realizamos o controle lote a lote”, completa.

As resinas do selo Maxio também integram o portfólio da Braskem para o segmento de tampas. A linha é composta por matérias-primas que, segundo a Braskem, proporcionam redução do consumo de energia, maior produtividade e redução de peso do produto final, o que garante mais eficiência e, consequentemente, ganhos ambientais. A empresa afirma que os benefícios são obtidos graças à evolução contínua das resinas, preservando ou melhorando propriedades mecânicas, químicas e óticas de produtos acabados.

A Braskem oferece ainda uma ampla gama de soluções para o mercado de tampas utilizadas nos setores alimentício, industrial e cosméticos e higiene pessoal. “Nossa equipe de Desenvolvimento de Mercado está preparada para apoiar o cliente, de forma customizada, na identificação do material mais adequado para cada aplicação, dentro da variedade de opções em polipropileno e em polietileno disponível em nosso portfólio”, conclui.

Tampinha Legal

Em linha com o compromisso público assumido pela Braskem em prol da Economia Circular, a companhia apóia o projeto Tampinha Legal, que estimula a coleta de tampas de plástico e as encaminha para venda em indústrias recicladoras, sendo que 100% dos recursos obtidos são revertidos para entidades assistenciais.

Criado no Rio Grande do Sul, o Tampinha Legal é o maior programa socioambiental de caráter educativo da indústria de transformação do plástico na América Latina. Com o apoio da Plastivida (Instituto socioambiental dos plásticos), o projeto tem se expandido pelo Brasil com o objetivo de propor a mudança do comportamento social e a disseminação de informação quanto a importância da destinação correta dos resíduos plásticos, incentivando sua valorização no retorno à cadeia produtiva.

Fonte: Braskem

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Indústria de bebidas aposta em Polietileno de origem renovável

17/02/2017

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Adoção do PE verde é crescente entre empresas do segmento

Em todo o mundo, o setor de bebidas é um dos mais engajados na busca de soluções inovadoras que tornem seu negócio mais sustentável e, portanto, com menor impacto no meio ambiente. O segmento é, por exemplo, um dos que adota o polietileno produzido a partir de etanol de cana-de-açúcar -tecnologia desenvolvida pela Braskem.

A última empresa brasileira a adotar o Plástico Verde “I’m green”, foi a Serra da Cantareira Águas Minerais. A companhia passou a utilizar a matéria-prima renovável em tampas de água mineral da marca Puraqua.  Ainda em 2016, a Woolworths, uma das principais redes de supermercados da África do Sul, também anunciou o uso do polietileno de origem renovável em suas embalagens de leite. Já a alemã Eckes-Guanini passou a usar o Plástico Verde em seus sucos orgânicos para as marcas Bramhults e Valsolille.

Outras empresas que firmaram parceria com a Braskem foi a japonesa Asahi, aplicando o Plástico nas tampas dos refrigerantes da marca Mitsuya Cider, de 1,5 litro. Já a  a Suntory, também japonesa e líder no segmento, recentemente passou a utilizar a resina nas tampas de suas garrafas de água mineral de 550 ml “Suntory Aso Tennensui”, cuja produção anual é estimada em 26 milhões de unidades.

Em 2015, a Pernod Ricard Brasil, afiliada da multinacional francesa de destilados, vinhos e champanhes, foi a primeira empresa de destilados a adotar o Plástico Verde  nas tampas dos seus produtos Rum Montilla e Vodka Orloff. O polietileno de origem renovável também pode ser encontrado em rolhas de garrafas de vinho fabricadas pela Nomacorc. Denominadas Select®Bio, as rolhas são 100% recicláveis e apresentam o mesmo desempenho em controle do oxigênio que a linha convencional, além de evitar a deterioração e desperdício causados por processos como oxidação e redução, afirma a Braskem.

A Tetra Pak, maior fornecedora mundial de embalagens tipo longa vida, usa desde 2012 tampas feitas de Plástico Verde. Além disso, há mais de dois anos, a companhia também usa polietileno de baixa densidade (LDPE) “I’m green” como componente das camadas de suas embalagens cartonadas. A Nestlé foi uma das indústrias pioneiras no uso do Plástico Verde, ao adotar a solução nas linhas Ninho e Molico em junho de 2011, pouco depois do lançamento da resina.

Pegada de Carbono

Em abril, o plástico verde “I’m green” recebeu a certificação da pegada de carbono do Ministério do Desenvolvimento da Indústria e do Comércio (MDIC), dentro das ações para implementar a Política Nacional de Mudanças Climáticas em setores prioritários. De acordo com a medição, realizada pela Carbon Trust e pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), o polietileno de origem renovável tem uma pegada de emissões negativa, ou seja, ajuda a sequestrar o gás poluente da atmosfera.

Fonte: Braskem

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Pepsi desenvolve a primeira garrafa de PET a partir de fontes renováveis 100 % baseadas em vegetais.

29/03/2011

Aproveitando o seu histórico como uma empresa inovadora e líder em sustentabilidade ambiental, a PepsiCo anunciou no último dia 15/03  que desenvolveu a primeira garrafa plástica de  PET, no mundo, feita inteiramente de vegetais – recursos totalmente renováveis – permitindo à empresa fabricar um vasilhame de bebida com emissões globais de carbono significativamente reduzidas.

A garrafa “verde” da PepsiCo é 100 por cento reciclável ​​e supera de longe tecnologias industriais já existentes. A garrafa é feita de matérias-primas baseadas em fontes vegetais, incluindo o capim, casca de pinheiro e palha de milho. No futuro, a empresa espera ampliar as fontes de energia renováveis ​​usadas na criação da garrafa “verde” ao incluir cascas de laranja, cascas de batata, casca de aveia e outros subprodutos agrícolas provenientes do seu negócio de alimentos. Esse processo reforça ainda mais a vantagem competitiva da PepsiCo chamada de “Power of One”, ao conduzir uma inovação estratégica no setor de bebidas através de uma solução baseada em alimentos.

“Esta inovação é um avanço para o desenvolvimento transformacional da PepsiCo e da indústria de bebidas e um resultado direto de nosso compromisso com Pesquisa & Desenvolvimento”, disse o Chairman e CEO da PepsiCo, Indra Nooyi. “A PepsiCo está em uma posição singular – como uma das maiores empresas do mundo no setor de alimentos e bebidas – para, em última análise, prover subprodutos agrícolas do nosso negócio de alimentos para o nosso negócio de bebidas, permitindo a manufatura de uma garrafa ambientalmente mais amigável – um modelo de negócio sustentável que acreditamos trazer à vida a essência do “Desempenho com Propósito” (Performance with Purpose).

Combinando processos biológicos e químicos, a PepsiCo identificou métodos para criar uma estrutura molecular que é idêntica à do PET (polietileno tereftalato) baseado em derivados de petróleo, o que resulta em uma garrafa que confere aparência, tato e proteção do produto idênticas às de recipientes de bebidas PET existentes.

A PepsiCo vai montar um piloto para produção da nova garrafa, em 2012. Após a conclusão do piloto, a empresa pretende passar diretamente para a comercialização em grande escala.

“A “As You Sow” aplaude o design da embalagem inovadora da PepsiCo”, disse Conrad MacKerron, Diretor Senior do Programa “As You So”,  uma fundação sediada em São Francisco, Califórnia, que promove a responsabilidade social das empresas através da participação dos acionistas. “Ao reduzir a dependência de materiais baseados em petróleo e utilizar os seus próprios restos agrícolas como matéria-prima para novas garrafas, este avanço deve conferir uma dupla vitória ao meio ambiente e à PepsiCo.”

Com este desenvolvimento, a PepsiCo continua na sua posição de liderança em sustentabilidade ambiental e de progresso em relação às metas e compromissos globais  que ela anunciou em 2010 para proteger os recursos naturais da Terra através da inovação e de uma utilização mais eficiente da terra, água, energia e embalagens.

Fonte: PepsiCo