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Abipet realiza PETtalk Sul durante a Interplast, em Joinville

21/07/2016

Pet-talk-sulA Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET) apóia institucionalmente a Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, que acontece de 16 a 19 de agosto, em Joinville (SC) e aproveitará a oportunidade para aproximar ainda mais a indústria de embalagens de PET de seus usuários.

No segundo dia da feira (17), das 13h às 21h, a instituição realizará o PETtalk Sul e levará informações de mercado, tecnologia e novidades do setor, além de proporcionar oportunidade para networking.

A programação do evento contará com as seguintes apresentações:

  • PQS – PetroquimicaSuape: Resinas PET
  • Husky: Potencializando os clientes com tecnologias inovadoras
  • Krones: Sistemas de enchimento e tecnologias para envase de produtos sensíveis
  • Piovan: Periféricos e sistemas de secagem de alta performance com redução no consumo de energia
  • Colormatrix: Pigmentação e aditivação
  • Gneuss: O Uso de PET Reciclado nas Embalagens Termoformadas para Alimentos – Qualidade com Segurança Alimentar
  • Polymetrix: As tendências nas instalações para reciclagem de plástico
  • CETEA – Centro de Tecnologia da Embalagem: PET-PCR para contato com alimentos: ensaios e os requerimentos para uso
  • Abipet – Censo da Reciclagem do PET no Brasil e números do mercado
  • Abipet: Como a Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos afeta seu negócio?

Inscrições e informações sobre valores pode ser obtidas pelo site http://www.pettalk.org.br ou através dos contatos (11) 3078-1688 / pettalk@pettalk.org.br.

A ABIPET, Associação Brasileira da Indústria do PET, é uma entidade sem fins lucrativos que reúne a cadeia produtiva do setor de PET: fabricantes da resina PET, fabricantes das embalagens de PET e seus recicladores. A Entidade representa cerca de 80% da Indústria do PET no Brasil e é a maior deste segmento em toda a América Latina. Fundada em 1995, a ABIPET tem como objetivos promover a utilização e reciclagem das embalagens de PET, incentivar o desenvolvimento tecnológico, aplicações para o PET reciclado e divulgar as ações do setor.

Como representante da Indústria de Embalagens de PET, a ABIPET divulga, incentiva e apoia o desenvolvimento de novas aplicações para o PET Reciclado, cumprindo o papel que cabe à indústria na preservação ambiental. A reciclagem de PET cresceu 16 vezes desde a fundação da entidade, criando todo um novo setor industrial que demanda o PET reciclado como insumo.

Serviço

PETtalk Sul
Data: 17 de agosto de 2016
Horário: 13h às 21h
Local: Expoville – Joinville-SC – Brasil
Informações: http://www.pettalk.org.br / pettalk@pettalk.org.br / (11) 3078-1688
Organização: Abipet

Fonte: Abipet / Assessoria de Imprensa – Interplast

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Piovan apresenta inovações na tecnologia de processamento de PET durante SAPET em Buenos Aires

13/06/2016

SAPET_PIOVAN

A produção da garrafa PET envolve uma série de processos, que se inicia com a entrega da resina na planta, seguindo com armazenagem, transporte, distribuição, mistura, secagem, injeção e refrigeração. Outro processo muito importante é o armazenamento da preforma ou o estiramento/sopro da garrafa. A evolução nas metodologias e tecnologias para produção de preformas tem levado o desempenho de processo ao limite, a tal ponto que todos esses processos atingiram eficiência física máxima. O controle de processo também evoluiu neste mesmo ritmo, garantindo hoje o mais alto nível de produtividade e qualidade. As mais recentes tendências de desenvolvimento visam melhorar ainda mais a produtividade constante, eficiência operacional e a qualidade do produto.

Dentro deste contexto, a Piovan lançou um novo programa de desenvolvimento tecnológico, iniciado em 2012 e concluído no primeiro semestre de 2015. A Piovan apresentará no SAPET 2016, os resultados destas inovações em tecnologia de processamento de PET, com foco em auto adaptabilidade para processos de secagem e refrigeração.

A Palestra da Piovan, a ser proferida pelo Vice-Presidente da empresa no Brasil, Eng. Ricardo Prado, ocorrerá no dia 14 de junho, às 13:00 hs. no Hotel Panamericano, em Buenos Aires, na Argentina.

O 3o. SAPET (South American PET Markets, Applications & Recycling) é um evento que reúne especialistas, produtores de resinas, transformadores, provedores de equipamentos auxiliares e vários outros profissionais do segmento da Tecnologia de PET. O SAPET é promovido pela CMT (Center for Management Technology), empresa com sede em Cingapura.

Fonte: Piovan / SAPET

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Sidel ajuda produtor brasileiro Algar Agro a desenvolver a “garrafa PET para óleo comestível mais leve do mundo “

23/05/2016

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Produtor relevante no mercado brasileiro, a Algar Agro trabalhou com a Sidel para reduzir o peso total da sua garrafa de 18 para 14 gramas – uma redução de 22%.

A garrafa foi reprojetada sem quaisquer alterações perceptíveis para o consumidor em sua aparência externa, que já é bem conhecida. No entanto, usando a experiência da Sidel em redução de peso, a Algar Agro pôde alcançar uma economia significativa no peso e na matéria-prima utilizada. Houve também um impacto substancial na minimização do custo para produzir, embalar e transportar o produto acabado, juntamente com a redução do custo total da posse (TCO) do próprio equipamento de produção.

As propostas para otimização da embalagem da garrafa foram apresentads pela Sidel, que também realizou testes de viabilidade para o novo design no seu Centro de Embalagem e Ferramentaria em Guadalajara, no México. A Sidel foi escolhida entre outras empresas concorrentes por causa de sua experiência e conhecimento, bem como pelas propostas concretas apresentadas à Algar Agro durante as discussões iniciais para reduzir o peso da garrafa. Edney Valente Lima Filho, Gerente de Projetos da Algar Agro, explicou: “Nós reunimos os melhores fornecedores da indústria e isso se refletiu nos resultados do projeto. O sucesso da Sidel foi assegurado pelo know-how demonstrado durante a negociação para propor e garantir a nova garrafa de óleo vegetal – a mais leve do mundo “!

Sidel_garrafa_algaragroCom a aquisição de duas sopradoras Sidel Matrix ™ – uma em cada unidade de produção – a Algar Agro acredita que é o primeiro produtor de óleo comestível no Brasil com injeção e sopro integrados no seu processo de produção de PET. As máquinas da Sidel foram instaladas em linhas de engarrafamento produzindo 25.000 garrafas PET de óleo vegetal por hora. A instalação é resultado de um estudo de dois anos para investigar e avaliar a viabilidade do processo de integração da produção e acondicionamento de óleos vegetais.

Sopro Modular traz benefícios

Segundo a Sidel, a sua sopradora Matrix é um sistema de moldagem por sopro modular que permite tempos muito rápidos de troca, menor impacto ambiental, maior eficiência do forno e maior tempo de atividade, tudo isso contribuindo para um menor TCO (custo total de posse). A empresa afirma que, contando com até 200 configurações possíveis, o equipamento oferece qualidade e consistência em todos eles, dando aos produtores a flexibilidade para escolher tamanhos e formas que melhor se adaptem às suas necessidades. Três tamanhos de estações de sopro tornam possível a produção de uma variedade quase ilimitada de formas distintas de garrafas para single-serve (até 750 ml), multi-serve (até 2 litros) ou família estendida de garrafas (até 3,5 litros). Especialmente concebida para reduzir a geração de refugos, a sopradora Matrix também pode automaticamente detectar e eliminar desvios no processo de fabricação da garrafa, afirma a Sidel

A Sidel opera atualmente sete Centros de Embalagem e Ferramentaria em todo o mundo: dois na China e os restantes na França, Índia, Brasil, EUA e em Guadalajara (México). Segundo a empresa, a unidade localizada na segunda maior cidade do México demonstra o foco da empresa em transferir seu conhecimento global para os produtores a nível local e, ao fazê-lo, ajuda a atender à crescente demanda neste mercado. Desde o projeto da garrafa até a engenharia da linha de produção e gerenciamento completo do ciclo de vida, os produtores precisam de soluções e serviços otimizados com maior flexibilidade, reatividade, interação e cooperação.

Óleo comestível produzidos em duas unidades

A Algar Agro é uma empresa privada de produção, processamento e comercialização de soja e seus produtos derivados. As linhas de produção de alimentos da empresa incluem óleo de soja, óleo de oliva, óleo composto, extrato de tomate e molho – alguns produzidos em parceria com outras empresas. Ela é fornecedora tanto do mercado doméstico como para exportação. As atividades da empresa para esmagamento do grão, refino e embalagem do óleo de soja estão concentradas em dois complexos industriais avançados localizados em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e em Porto Franco, no sul do Estado do Maranhão.

Fonte: Sidel

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Máquinas e soluções para termoformagem serão apresentadas pela Eletro-Forming na Interplast 2016

14/04/2016

Eletroforming-1

A Eletro-Forming (www.eletro-forming.com.br), referência em máquinas e soluções para termoformagem, apresentará, através de fotos e vídeos, as novas tecnologias no processo de termoformagem durante a Interplast.

Paulo Lakatos, sócio-gerente, adianta que será mostrada a mais rápida linha nacional de produção de pratos descartáveis que trabalha a 50 ciclos por minuto, com alta redução de consumo energético (aproximadamente 0.15 kW por kg de prato termoformado) e empacotamento automático.

Além dela, os visitantes verão a solução nacional mais automatizada (menor uso de operador) para produção de tampas com cruz com capacidade de 840 tampas por minuto e empacotamento automático. Será apresentada também a nova linha de produção de copos descartáveis em PET: mais transparentes e rígidos que os tradicionais copos industriais de PP e com possibilidade de uso de material PET Reciclado, contribuindo para o uso sustentável dos copos descartáveis no Brasil.

A Eletro-Forming já participou de outras edições da Interplast. “É a segunda feira mais importante na indústria do plástico no cenário nacional e está próxima a um enorme polo de transformação plástica do Brasil”, explica Lakatos.

A Interplast tem em média 550 marcas expositoras apresentando novidades dos mais variados setores como máquinas, equipamentos, transformadoras, ferramentarias, embalagens, matérias-primas, periféricos, design e serviços.

Realizada pelo Simpesc (Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina) e organizada pela Messe Brasil, a 9ª edição tem o apoio da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina).

Paralelamente ao evento acontecem a 3ª EuroMold Brasil – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos – o Cintec 2016 Plásticos – Congresso da Inovação Tecnológica e a Rodada de Negócios.

Serviço

Interplast 2016 – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico – http://www.interplast.com.br
EuroMold Brasil – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos – http://www.euromoldbrasil.com.br
Data: 16 a 19 de agosto de 2016
Horário: 14 às 21 horas
Local: Expoville – Joinville-SC – Brasil

Fonte: Assessoria de Imprensa – Interplast / Foto: Eletroforming

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Sistema de matrizes da Nordson EDI permite que a Evertis de México mantenha tolerâncias rígidas em embalagens PET multicamadas

25/02/2016
Esquema em corte do sistema de matrizes da Nordson EDI fornecido à Evertis de México mostra o bloco de alimentação Ultraflow™ V-S à esquerda e a matriz Ultraflex™ à direita, com um anteparo interno (componente na cor bronze) projetando-se a partir da matriz. A estrutura de laminado de sete camadas é assimétrica, com materiais diferentes acima e abaixo da camada central. O componente cilíndrico no bloco de alimentação é um tambor de seleção para alterações com o bloco à sequência de camadas. Os seis componentes amarelos em forma de gota nos pontos onde as camadas convergem são planos de combinação para ajuste fino das velocidades de combinação.

Esquema em corte do sistema de matrizes da Nordson EDI fornecido à Evertis de México mostra o bloco de alimentação Ultraflow™ V-S à esquerda e a matriz Ultraflex™ à direita, com um anteparo interno (componente na cor bronze) projetando-se a partir da matriz. A estrutura de laminado de sete camadas é assimétrica, com materiais diferentes acima e abaixo da camada central. O componente cilíndrico no bloco de alimentação é um tambor de seleção para alterações com o bloco à sequência de camadas. Os seis componentes amarelos em forma de gota nos pontos onde as camadas convergem são planos de combinação para ajuste fino das velocidades de combinação.

Controle de fluxo e versatilidade de sistemas de matrizes para extrusão aprimora capacidades de embalagem PET para múltiplas estruturas de barreira e evita instabilidade mesmo ao executar configurações complexas ou assimétricas

Um sistema de matrizes para coextrusão da Nordson Corporation permitiu que um processador por extrusão, especializado em lâminas de embalagem semirrígidas baseadas em PET, mantivesse uma uniformidade de camadas dentro da tolerância, evitando, ao mesmo tempo, defeitos no produto decorrentes de estruturas de camada assimétricas.

A Evertis de México S.A. de C.V., fabricante de lâminas termoformáveis para embalagem de alimentos, como aves, queijo e carne processada, bem como para aplicações não relacionadas a alimentos, instalou recentemente um sistema de matrizes da Nordson EDI para coextrusão a fim de produzir uma variedade de estruturas. Isso inclui lâminas padrão de várias camadas, de barreira elevada e de barreira média com espessuras de 180 a 1.016 µ (0,18 a 1,016 mm). Como as estruturas das lâminas de barreira frequentemente são assimétricas, a espessura dos materiais ou da camada acima da camada central difere daquelas abaixo dela. Segundo a Nordson EDI, o seu sistema para controle de fluxo de precisão tem possibilitado a manutenção de tolerâncias rígidas com relação às camadas em tais estruturas, ao mesmo tempo em que evita defeitos de ondulação, zigue-zague, entre outros, causados por instabilidade na interface entre as camadas.

“Na Evertis, buscamos melhorar nossos métodos de produção e fornecer consistentemente produtos de alta qualidade.”, afirmou Aprigio Pinto, diretor de produção da Evertis de México. “Trabalhamos com fornecedores de equipamentos inovadores com os quais sabemos que podemos contar para ter um notável serviço de atendimento e auxílio ao cliente. Essa filosofia é essencial para a Evertis de México, dado nosso crescimento contínuo nos mercados em que atuamos.”

“As respostas imediatas da equipe de suporte técnico da Nordson significam que a Evertis de México tem garantia de equipamentos e serviços de alta qualidade a um preço competitivo no mercado”, aponta Jacques Tillet, diretor de manutenção da Evertis de México. “Na Evertis, produzimos lâminas PET de barreira semirrígida para aplicações relacionadas a alimentos ou outras aplicações, e é essencial que a uniformidade das camadas seja sempre mantida dentro da tolerância. O sistema de matrizes da Nordson EDI nos permite controlar interfaces de camadas e, assim, evitar defeitos no produto como ondulações. Com esse sistema instalado, temos a certeza de que nossos clientes sempre receberão produtos de alta qualidade.”

Enfrentando os desafios impostos pelas estruturas assimétricas multicamadas

“Como as interfaces de camadas essenciais são deslocadas para regiões de cisalhamento mais elevadas das trajetórias de fluxo, as instabilidades de coextrusão são mais comuns com estruturas que são assimétricas.”, afirma o tecnólogo chefe da Nordson EDI, Sam G. Iuliano. “Nosso sistema de matrizes gera fluxos otimizados de material fundido e realiza o ajuste fino dos mesmos até o ponto de confluência. Além disso, a facilidade com a qual os ajustes podem ser feitos permite que o sistema seja muito versátil com relação à configuração da camada e à largura do produto.”

Os principais componentes do sistema de matrizes da Nordson EDI usados pela Evertis de México são os seguintes:

Matriz Ultraflex™ com anteparo interno e manifold Multiflow™ II-G. A Nordson construiu o manifold (canal de fluxo) dentro da matriz para reduzir os níveis de tensões de cisalhamento nas interfaces da camada, resultando em um aprimoramento na uniformidade da camada. Ao mesmo tempo, as seções do manifold em cada extremidade da matriz são dimensionadas para acomodar anteparos internos ajustáveis para fazer alterações na largura do produto.

Bloco de alimentação ajustável Ultraflow™ V-S. Um bloco de alimentação combina o fluxo de material fundido de extrusoras separadas em um “sanduíche” de múltiplas camadas, que a matriz de extrusão subsequente distribui para a largura pretendida para o produto. O bloco de alimentação Ultraflow V-S incorpora “planos de combinação” ajustáveis, localizados onde os fluxos de material derretido se encontram com o canal de fluxo central. Isso possibilita equilibrar as velocidades dos fluxos combinados. Ao operar no modo de flutuação livre, eles automaticamente compensam as alterações nas taxas de espessura da camada, as quais acompanham as alterações na estrutura do produto. Podem ser feitos ajustes sem a retirada do bloco de alimentação, aumentando a versatilidade do produto final e o tempo de atividade. Outro ajuste que pode ser feito com o bloco de alimentação é o uso de um tambor de seleção que possibilita a alteração das sequências de camadas na estrutura.

A Evertis de México S.A. de C.V. é uma subsidiária do Grupo IMG, pioneiro no campo de extrusão de laminados PET. Além da unidade no México, o grupo tem fábricas no Brasil e em Portugal e escritórios de vendas mas Américas e na Europa. A Evertis de México está localizada na Ave. Platón No. 138, 66600 Cd Apodaca, N.L., México. Tel: +52-81-8386-5550. Fax: +52-81-8386-5553. Visite o site: http://www.evertis.com/pt/home.

A Nordson Polymer Processing Systems fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogenizar, filtrar, medir e dar forma a plásticos e materiais de revestimento fluido. A Nordson Corporation aproveita a experiência da indústria de plásticos como um todo obtida por meio de uma série de aquisições estratégicas para oferecer um portfólio amplo e único das principais tecnologias do setor. A Nordson fornece uma ampla gama de produtos de precisão de fluxo fundido — desde roscas e cilindros para extrusão e molde para injeção a sistemas de filtragem, bombas e válvulas — para as matrizes de extrusão e sistemas de peletização a fim de atender às necessidades em constante evolução da indústria de polímeros.

A Nordson Corporation fornece aos clientes recursos para vendas técnicas, serviços e reforma locais por meio de organizações de venda e fábricas regionais em mais de 30 países. Para saber mais, acesse http://www.nordsonpolymerprocessing.com ou www.facebook.com/NordsonPPS.

Fonte: Nordson / Martino Comm.

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Husky tem novo presidente

09/02/2016

Jack-TRUONG-195x300A Husky Injection Molding Systems, fornecedora global de equipamentos e serviços para moldagem por injeção, anunciou a nomeação do Dr. Jack Truong (foto) como presidente e COO da empresa a partir de 1 de Fevereiro de 2016. Dr. Truong era anteriormente o Presidente e CEO da Electrolux América do Norte e vice-Presidente Executivo da AB Electrolux Grupo.

“Este é um dia estimulante para a Husky”, disse John Galt, Chief Executive Officer da empresa canadense. “A experiência multissetorial global de Jack e a sua história de viabilizar um crescimento forte em um ambiente desafiador são atributos chave para esta função. Ao olharmos para o futuro, a já demonstrada capacidade de Jack em antecipar as tendências do mercado global será importante para apoiar nossos objetivos de crescimento a longo prazo. “

Esta nomeação soma-se ao conjunto de habilidades diversificadas da experiente equipe de liderança global da Husky. Em seu papel, Dr. Truong terá a supervisão plena das operações do dia-a-dia do negócio, além da responsabilidade de liderar a execução da estratégia e prioridades da Husky.

“Tendo passado grande parte da minha carreira no setor de produtos de consumo, estou familiarizado com o papel que a embalagem tem em influenciar as decisões de compra,” disse o Dr. Truong. “O que eu admiro na Husky e o que me excita a entrar na organização é a forte marca global da Husky e o seu compromisso com a inovação e qualidade. A Husky entende que os produtos fabricados com seus sistemas vão parar nas mãos de milhões de consumidores em todo o mundo, todos os dias. A busca por novas caminhos para produzir peças de alta qualidade, com boa relação custo-benefício e que sejam, ao mesmo tempo, atraentes e seguros para o consumidor final é uma ótima maneira de se passar os dias “.

Antes da Electrolux, Dr. Truong teve uma carreira de 22 anos de sucesso naa 3M, onde ocupou cargos de liderança nos EUA, Europa e Ásia-Pacífico. Dr. Truong tem um Ph.D. em Engenharia Química do Instituto Politécnico Rensselaer, em Troy, Nova Iorque.

A Husky Injection Molding Systems Ltd. é uma fornecedora líder global de equipamentos e serviços de moldagem por injeção para a indústria de plásticos. A empresa tem mais de 40 escritórios de vendas e serviços, dando apoio a clientes em mais de 100 países. As instalações manufatureiras da Husky estão localizadas no Canadá, Estados Unidos, Luxemburgo, Áustria, Suíça, China, Índia e República Checa.

Fonte: Husky

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Nordson instalará 16 sistemas de peletização em nova mega planta de PET na China

08/02/2016

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A Nordson Corporation fornecerá 16 de seus sistemas de peletização BKG® CrystallCut® (foto)  a uma fábrica de resina PET de mega escala, que será inaugurada este ano pela Jiangyin Chengold Packaging Materials Co., Ltd., na Província de Jiangsu, na China. O grande projeto reflete o foco intensificado em sistemas de peletização para o mercado asiático, que terá grande evidência na exposição da Nordson na Chinaplas de 2016 (Stand W2-J01).

Segundo a Nordson, o seu processo CrystallCut possibilita uma economia de energia significativa em comparação com sistemas padrão de polimerização de PET através do uso da energia térmica do polímero fundido na peletização do PET para o processo subsequente de cristalização. Na planta da Jiangyin Chengold, os sistemas CrystallCut fornecerão pellets de PET a sistemas EcoSphere™ de policondensação em estado sólido (SSP, na sigla em inglês), desenvolvidos pela firma Polymetrix AG, de Oberbüren, na Suíça, que contratou o uso das unidades de CrystallCut. O Chemtex Group, de Wilmington, NC, nos Estados Unidos, é a principal empresa contratada para toda a implantação da fábrica de resinas PET paragarrafas.

O sistema CrystallCut integra peletização submersa, secagem, filtragem de água e cristalização direta a temperaturas de até 180 °C e cristalinidade de até 40%. Na nova fábrica de PET, o sistema proverá uma temperatura de pellets ajustada ao processo para cristalização e admissão no equipamento de policondensação em estado sólido, que será fornecido pela Polymetrix.

A Nordson BKG também fornecerá 16 sistemas de condensação para a água recuperada do ar quente no processo. Esses sistemas devem oferecer uma significativa economia adicional por meio da redução no abastecimento de água.

“Na nova fábrica de mega escala a ser operada pela Jiangyin Chengold, nós prevemos que a economia de energia fornecida pelo processo CrystallCut será bastante significativa em comparação com a polimerização convencional de PET”, afirmou Ralf Simon, diretor executivo da Nordson BKG. “Como parte do sistema desenvolvido pela Polymetrix, o nosso equipamento BKG ajudará a nova fábrica a alcançar níveis de eficiência sem precedentes.”

A Jiangyin Chengold Packaging Materials Co. Ltd. faz parte do Chengxing Group (www.phosphatechina.com). A Polymetrix AG (www.polymetrix.com) é uma ex-empresa do Bühler Group. Visite . O Chemtex Group (www.chemtex.com) é uma empresa global de engenharia.

A Nordson Polymer Processing Systems  (www.nordsonpolymerprocessing.com) fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogeneizar, filtrar, medir e dar forma a plásticos e materiais de revestimento fluido. A Nordson Corporation aproveita a experiência da indústria de plásticos como um todo, obtida por meio de uma série de aquisições estratégicas, para oferecer um portfólio amplo e único das principais tecnologias do setor. A Nordson fornece uma ampla gama de produtos de precisão de fluxo fundido — desde roscas e cilindros para extrusão e molde para injeção a sistemas de filtragem, bombas e válvulas — para as matrizes de extrusão e sistemas de peletização a fim de atender às necessidades em constante evolução da indústria de polímeros.

A Nordson Corporation fornece aos clientes recursos para vendas técnicas, serviços e reforma locais por meio de organizações de venda e fábricas regionais em mais de 30 países. Para saber mais, acesse  http://www.facebook.com/NordsonPPS.

Fonte: Martino Comm.

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Tomra Sorting desenvolve solução para produção de flakes de PET reciclado de alta pureza

02/02/2016

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Usando sistemas Autosort da Tomra, a ECOPlastics Recycling Ltd, reciclador líder no Reino Unido, alcançou a pureza máxima de PET reciclado e o maior nível de eficiência na classificação de plástico de qualidade alimentar atingido atualmente, relata a Tomra Sorting

A planta da ECOPlastics Recycling Ltd em Hemswell, Lincolnshire, (Reino Unido), é uma das mais avançadas da Europa e a mais importante do Reino Unido, com capacidade para processar 150 mil toneladas anuais de garrafas de plástico. A empresa faz uso intensivo de sistemas e unidades de classificação, sendo a maior parte fornecida pela TOMRA Sorting.

Mediante o uso dessa avançada tecnologia de classificação, juntamente com um enfoque ecológico e inovador dos seus processos, a ECOPlastics se consagrou como a única empresa do Reino Unido que produz flakes de PET com qualidade alimentar, sendo que os seus produtos podem ser encontrados em praticamente em todos os lugares do Reino Unido.

A planta de ECOPlastics foi inaugurada em 2010, contando com 20 unidades da TOMRA Sorting para classificar plásticos misturados provenientes de plantas de recuperação de resíduos do Reino Unido. A planta classificava plásticos por cores e tipos de polímeros, após a lavagem do PET na forma PurePET78® (flake de rPET de grau alimentício).

Flakes de PET

Flakes de PET

Depois do êxito desta primeira instalação, em finais de 2010 a ECOPlastics entrou em contato com a Tomra Sorting UK, pedindo-lhe atender a um dos seus desafios mais exigentes. A empresa precisava fornecer regularmente a um dos seus clientes grandes quantidades de flakes de PET reciclado (rPET) super lavado, com níveis de pureza notadamente superiores aos estabelecidos até então pela industria. Demandava também um alto rendimento, com uma perda mínima de material e manutenção da pureza da produção.

A partir deste desafio, estabeleceram-se as bases de uma associação que daria como resultado o desenvolvimento de uma solução pioneira em nível mundial na classificação de plásticos. De imediato, a Tomra Sorting iniciou um projeto de P&D para desenvolver a tecnologia capaz de satisfazer ao desafio de gerar uma alta produção de PET com os níveis máximos de pureza. O objetivo era conseguir um sistema que permitisse a classificação de flakes de PET por material e por cor, simultaneamente, oferecendo um PET de referência com uma alta qualidade e pureza (medidas em partes por milhão em vez de usar percentagens).

Os engenheiros da Tomra Sorting trabalharam com a ECOPlastics durante um ano para melhorar o sistema Autosort [flake] da Tomra para alcançar esse objetivo. Brian Gist, engenheiro de vendas da Tomra Sorting, explicou: “Muitas empresas do setor afirmavam que era impossível alcançar os níveis de pureza requisitados pela ECOPlastics, mas nós assumimos diretamente este desafio. Redesenhamos o software e os componentes, para além de dedicar um bom número de pessoas a analisar todos os detalhes deste desafio para conseguir tornar possível o impossível”.

Assim, em outubro de 2011, a ECOPlastics realizou o pedido de 5 sistemas Autosort [flake], que oferecem uma capacidade de classificação de flakes de até 2mm, mantendo ao mesmo tempo altos níveis de pureza e minimizando a perda. Os sistemas Autosort [flake] integraram-se facilmente na planta de Hemswell, posicionados depois do material identificado, triturado e lavado. Após esses processos, os flakes lavados são classificados por tamanho antes que o Autosort [flake] elimine suas impurezas. O sistema baseia-se na tecnologia VIS (espectrometría visual) da Tomra Sorting, usado em aplicações padrão de classificação em todo o mundo.

“Tivemos que fazer uma grande mudança na escala de medida da pureza, passando de medir em percentagem para medir em partes por milhão (pmm), mas assumimos o desafio e estamos muito satisfeitos com os resultados e com o novo grau que se estabeleceu a nível mundial”, afirmou Gist. Este desenvolvimento ajudou a ECOPlastics a fornecer os seus próprios equipamentos de extrusão e fornecer também, a todos os seus clientes de flakes de PET, o material de melhor qualidade disponível no mercado atualmente, afirma a Tomra. Até então, a indústria não era capaz de classificar flakes de PET atingindo este alto grau de qualidade e pureza, afirma a empresa.

Brian Gist conclui afirmando: “A ECOPlastics sabia claramente o que pretendia alcançar e nós oferecemos todo o apoio durante o processo. Este é um extraordinário exemplo de trabalho conjunto de duas empresas para conseguir resultados excepcionais”.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 40 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelho próximo para aplicações de separação de resíduos, a Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972 e contando atualmente com faturamento de cerca de 550 milhões de euros e mais de 2.400 funcionários.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Sistema de peletização e cristalização da Nordson conserva energia e aumenta produtividade na produção de resinas PET

21/12/2015

Nordson_logoA Nordson Corporation publicou um novo vídeo que mostra como a filtragem de material fundido e as tecnologias de peletização da Nordson conservam energia e melhoram a produtividade de 600 toneladas diárias de resinas PET fabricadas na planta da Lotte Chemical UK Ltd, na Inglaterra.

Comissionada no final de 2014, a fábrica inglesa de escala mundial na Lotte Chemical’s Redcar inclui três unidades de peletização/cristalização com base no processo BKG® CrystallCut™ da Nordson, que economiza energia retendo calor do polímero fundido e usando-o para cristalização. A instalação também inclui um trocador de filtro Kreyenborg™ POLY da Nordson, cuja operação de troca rápida possibilita a substituição dos filtros sem interrupção da produção.

Convencionalmente, os pellets de PET são resfriados após a peletização e, em seguida, reaquecidos para a cristalização. O vídeo mostra como o processo CrystallCut elimina o resfriamento, transportando rapidamente os peletes da superfície da matriz por meio de água quente e diretamente até uma secadora centrífuga. Os peletes saem da secadora a uma temperatura de 140 a 150 °C e são uniformemente cristalizados.

“Para uma fábrica de PET moderna e de escala mundial, operando ininterruptamente 24 horas por dia, 7 dias por semana, estimamos que o sistema CrystallCut possa trazer uma economia de milhões de euros por ano em custos com energia, combinando peletização e cristalização em um único processo integrado, sem a fase de resfriamento.” afirmou Ralf Simon, Diretor executivo da Nordson BKG. “E, como o calor retido faz com que os pellets sejam cristalizados de dentro para fora, o resultado é uma estrutura cristalina aprimorada que exige menos energia para a nova fusão.”

O novo vídeo também inclui uma animação mostrando como os pacotes de filtros são substituídos no sistema de filtragem de material fundido Kreyenborg POLY. Há quatro pares de pacotes de filtros, montados em dois pistões móveis, com dois pares posicionados lado a lado em cada pistão. Quando um par é removido do processo para substituição dos filtros, a filtragem continua nos outros três.

“O trocador de filtros POLY é de fácil operação e permite substituir os pacotes de filtros sem interrupção do sistema,” afirmou Sven Conrad, diretor de negócios de filtragem de material fundido. “O sistema tem alta capacidade para fornecer filtragem eficiente em operações de polimerização de grande volume.”

O vídeo (em inglês) pode ser acessado neste link: http://www.nordson.com/en/divisions/polymer-processing-systems/products/pelletizers/crystallcut

A Nordson Polymer Processing Systems fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogeneizar, filtrar, medir e dar forma a plásticos e materiais de revestimento fluido. A Nordson fornece uma ampla gama de produtos de precisão de fluxo fundido — desde roscas e cilindros para extrusão e molde para injeção a sistemas de filtragem, bombas e válvulas — para as matrizes de extrusão e sistemas de peletização a fim de atender às necessidades em constante evolução da indústria de polímeros. Fundada em 1954 e com sede em Westlake, Ohio, EUA, a Nordson tem operações e escritórios de suporte em mais de 30 países.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Nordson / Martino Comm.

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Tomra Sorting Recycling lança equipamento de nova geração para separação de flakes

17/12/2015

TOMRA-AUTOSORT-FLAKEA Tomra Sorting Recycling (www.tomra.com/recycling) apresentou ao mercado no dia 7 de dezembro o seu novo Autosort Flake, com capacidade para classificação tripla simultânea. O lançamento do produto foi originalmente planejado para acontecer na Conferência de Reciclagem de Plásticos em Bruxelas, nos dias 25 e 26 de novembro de 2015. No entanto o seu lançamento foi transferido para ocorrer via Internet (www.upgrade-your-flake.com) depois do cancelamento do evento. Anunciando uma nova era de alta-precisão na classificação, o Autosort Flake combina detecção de cores e maior informação relevante para maximizar a recuperação de produtos recicláveis de alta qualidade que os mercados exigentes demandam cada vez mais.

Lançado em um momento em que o mercado do plástico rPET (politereftalato de etileno reciclado) está mudando inexoravelmente, buscando taxas de saída de um produto premium de alto grau de qualidade, o lançamento do Autosort Flake reitera o pioneirismo da Tomra Sorting. O seu lançamento digital oferece à indústria de reciclagem a análise com precisão e a triagem dos flakes de PET por critério de cor e de material ao mesmo tempo. Segundo a Tomra, a tecnologia inovadora dessa nova geração do Autosort Flake também detecta metais e o seu processamento duplo oferece aos clientes um melhor rendimento no processamento do material juntamente com uma saída de alta vazão constante, tudo a partir de uma única máquina.

Na sua declaração de lançamento, Valerio Sama, gerente de produto Reciclagem da Tomra Sorting disse: “Em comparação com a nossa primeira geração de separação de flakes apresentado em 2010, a nova geração é capaz de fazer a separação equivalente a duas unidades independentes e com um grau muito maior de precisão, reduzindo assim a perda de material de boa qualidade. O mais recente avanço é um exemplo claro de parceria com os nossos clientes para desenvolver ótimos resultados. O nosso novo Autosort Flake combina uma configuração mecânica comprovada em campo com a nossa experiência interna em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) para criar mais um marco na indústria. Como resultado, a Tomra Sorting Recylcling pode oferecer uma solução completa de garrafa para flake visando aumento de valor agregado do plástico.”

Descrevendo os benefícios econômicos inerentes, ele acrescentou: “Os separadores da Tomra baseados em sensores podem criar valor em várias etapas do processo da reciclagem de plásticos. Dependendo das necessidades e da demanda, também é possível combinar diferentes tipos de equipamentos Tomra para atingir ainda melhores resultados. O Autosort e o Autosort Flake, combinados, fornecem o mais alto – e mais consistente – rendimento para a indústria”.

Detalhando as vantagens do ponto de vista do cliente, David Bourge, Gerente da Planta da Suez Regene Atlantique, disse: “Graças à parceria com a Tomra, nós conseguimos otimizar as nossas operações de reciclagem de PET. Combinando o Autosort (classificador de garrafas) com a Autosort Flake (classificador de flake), nós aumentamos a nossa capacidade com produtos de alta qualidade em 200%, resultando em receitas consideravelmente maiores – sendo que através do computador central somos capazes de monitorar, controlar e melhorar a nossa produção em tempo real. Em cada etapa de processo, a decisão de investimento gerou em retorno muito rápido”.

tomra_autoflalke

Tal como acontece no equipamento Autosort, o novo Autosort Flake da Tomra conta com a patente tecnológica FLYING BEAM®, combinada com o novo desenvolvimento do módulo ótico FOURLINE 2 mm, que é atualmente a mais alta resolução NIR disponível no mercado de equipamentos por sensor, segundo a Tomra. A empresa afirma que este recurso inovador oferece aos clientes calibração contínua para evitar erros que podem levar a períodos de inatividade, proporcionando assim uma estabilidade única no mercado. Desta forma, contribui para uma baixa necessidade de manutenção e baixo consumo de energia, demonstrando que se podem proteger os recursos naturais ao mesmo tempo que se reduzem os custos operacionais.

A Tomra Sorting Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 40 países de todo o mundo. Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor de infravermelhos próximos para aplicações de separação de resíduos, a Tomra Sorting Recycling é precursora na indústria dedicada à recuperação de frações de elevada pureza a partir de fluxos de resíduos. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 550 milhões de euros e emprega mais de 2.400 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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PETtalk apresentará novidades para a Indústria de PET em Recife

20/10/2015

pettalk_ne_pressA Abipet – Associação Brasileira da Industria do PET – está organizando a terceira edição do PETtalk, evento que se consolidou como o maior e mais importante encontro da indústria de embalagens PET.

Desta vez, o seminário acontecerá em Pernambuco. “O desenvolvimento dos últimos anos naquela região atraiu significativos investimentos, tanto de transformadores como de fabricantes de resina PET, gerando capacidade produtiva de altíssima escala”, diz Auri Marçon, Diretor Executivo da Abipet.

Entre os palestrantes, estarão os principais fornecedores de tecnologia em equipamentos e insumos para fabricação de embalagens de PET, tais como: Bühler, Colormatrix, Gneuss,Husky, Krones, Piovan, Polymetrix, além dos fabricantes de resinas PET M&G e Petroquímica Suape. Cases de aplicação das embalagens de PET serão apresentados pela fabricante de água mineral Lindoya Verão.

Serão também divulgados dados do mercado pela Datamark e uma visão atualizada sobre a Reciclagem de PET e a Politica Nacional de Resíduos Sólidos

O PETtalk NE acontece a partir das 14h30 do dia 04 de novembro, no Centro de Convenções de Pernambuco. A programação do evento está disponível no site http://www.pettalk.org.br, onde também são feitas as inscrições (valor = R$ 300,00)

Mais informações podem ser obtidas através do e-mail: pettalk@pettalk.org.br ou pelo telefone: (11) 3078-1688

Fonte: Abipet

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Grupo ZKW e DSM desenvolvem novo módulo leve de iluminação LED para o Audi Q7

22/09/2015

A Royal DSM anunciou o uso de um novo grade de PET (Arnite® XL-T) no novo Audi Q7 em uma aplicação de faróis de automóveis que pode resistir a cargas térmicas extremas.

DSM-Arnite

Os faróis são uma característica distintiva-chave para a identidade de um carro e, atualmente, a iluminação LED, com as suas excelentes características de desempenho, é a vanguarda do design do farol automotivo. Eles também são um item essencial de segurança e devem ter um desempenho de acordo com os mais altos padrões internacionais. Os sistemas de iluminação LED, HID e halogéna, muitas vezes combinados em um único conjunto de farol, oferecem excelente desempenho, mas também colocam mais restrições sobre o uso de materiais e design. A luz solar irradiada nas múltiplas lentes de LED / HID cria aumentos de cargas térmicas localizadas superiores a 235 ° C.

Altas cargas de irradiação solar podem causar distorções térmicas e liberação de gases tanto de componentes funcionais como estéticos. Para superar isso, especialidades caras de polímeros de alto desempenho podem ser utilizadas ou, alternativamente, a proteção térmica pode ser obtida por escudos de metal que, todavia, adicionam peso e custos, além de restringir parâmetros de projeto.

Os componentes na montagem do farol podem sofrer degaseificação, tornar-se distorcidos, danificados ou podem até fundir sob tais condições severas. Componentes estéticos da guarnição também aumentam o desafio de desempenho, ao precisar atender às exigências de design para uma aparência superficial rigorosa nas cores preto ou cinza escuro, o que aumenta o problema resultante da carga térmica solar.

Segundo a DSM, o desempenho superior do seu poliéster Arnite XL-T, com uma temperatura de deflexão térmica (HDT) de 250° C, baixa liberação de gases e excelente acabamento superficial texturizado em cores escuras, atendem às exigências do designer e ampliam a liberdade na construção dos módulos de farol automotivo LED/HID.

A DSM afirma que o Arnite tem sido utilizado com sucesso por muitos anos na iluminação e em muitas outras aplicações automotivas elétricas e eletrônicas que exigem alto desempenho térmico e características de baixa degaseificação. Através de extensa experiência e compreensão das aplicações, a DSM desenvolveu tecnologia proprietária que ampliou a condutividade térmica do Arnite XL-T para superar outros termoplásticos de alta resistência ao calor, tais como a Polietersulfona (PES), Polieterimidas (PEI) e Poliftalamidas (PPA), sem o preço desses materiais ou outros problemas como o processamento crítico e a absorção de água. Um dos principais benefícios do Arnite XL-T, segundo a DSM, é o seu ótimo acabamento superficial quando texturizado, mesmo em moldagens com reforços de fibra de vidro.

Sylvana Wetscher, do Grupo ZKW, um fornecedor global de sistemas de iluminação para automóveis sediado base em Wieselburg, na Áustria, disse: “Inovação é a nossa base e nós fundamentamos a nossa reputação nos avanços pioneiros que continuamos a fazer em sistemas de farol automotivo. O Arnite XL-T nos permite projetar módulos de iluminação LED que atendem a todos os critérios de projeto estabelecidos por nossos clientes OEM, os quais tem reconhecido as vantagens que ele oferece para resolver o problema da carga térmica resultante da irradiação solar. Juntamente com o nosso parceiro DSM, temos conseguido o objetivo final de atender aos requisitos funcionais do módulo do farol, bem como de superar os problemas de distorção térmica e liberação de gases, sem redesenhos complexos e dispendiosos para insertos de metal ou escudos térmicos adicionais. Isto manteve o peso total em um valor mínimo, o que contribui para melhorar a economia de combustível e reduzir a pegada de carbono dos veículos. ”

Fonte: DSM

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Greiner Bio-One lança pedra fundamental que marca expansões da fábrica

19/08/2015
  • Unidade passará a fabricar 800 milhões de unidades de tubos de coleta de sangue a vácuo por ano. Os tubos são fabricados com resina PET
  • Empresa ignora a crise e investe 42 milhões de reais na unidade de Americana, SP
Da esquerda para direita: Juan Quirós (Presidente da Investe SP), Omar Najar (Prefeito de Americana), Ingomar Lochschmidt (Cônsul Comercial da Áustria), Rainer Perneker (CEO do Grupo Greiner) e Haroldo Fontes Graci (Gerente Geral da Greiner Bio-One do Brasil) / Créditos: Plínio Moraes Jr.

Da esquerda para direita: Juan Quirós (Presidente da Investe SP), Omar Najar (Prefeito de Americana), Ingomar Lochschmidt (Cônsul Comercial da Áustria), Rainer Perneker (CEO do Grupo Greiner) e Haroldo Fontes Graci (Gerente Geral da Greiner Bio-One do Brasil) / Créditos: Plínio Moraes Jr.

A cerimônia de lançamento da pedra fundamental marcou o início das obras de expansão da unidade da Greiner Bio-One, empresa tecnológica, de origem austríaca, que atua na área da saúde nos segmentos de biociência, diagnósticos e é co-líder mundial da divisão pré-analítica, em Americana, interior de São Paulo, na manhã desta terça-feira, dia 11.

A empresa, que possui unidades na Áustria, Alemanha, Hungria, Tailândia e Estados Unidos, está investindo 42 milhões de reais em ampliação fabril e maquinaria na sua única unidade da América Latina. A expansão tem previsão para ser finalizada em dezembro de 2016 e iniciará as atividades de produção em Janeiro de 2017.

O evento contou com a presença do CEO Internacional do grupo Greiner, Rainer Perneker. Durante seu discurso ele ressaltou que apesar do cenário desfavorável da economia brasileira, a empresa acredita neste mercado. “Existem dificuldades como a variação de câmbio que tem nos afetado muito. Mas nós estamos comprometidos a investir no Brasil e em tecnologia”, citou Perneker.

O Gerente Geral da Greiner Bio-One do Brasil, Haroldo Fontes Graci ressaltou o compromisso local da empresa, relembrando o momento quando a fábrica foi montada, há mais de dez anos em Americana, gerando apenas 30 empregos. “Nesta cerimônia temos a oportunidade de agradecer aos 138 colaboradores, apoiadores, parceiros e aos mais de 1.500 clientes. Essa expansão integra o nosso projeto denominado Visão 2020”, disse Graci.

Durante seu discurso Graci aproveitou para agradecer especialmente o apoio e a presença do prefeito de Americana, Omar Najar (PMDB), o Presidente da Investe São Paulo, Juan Quirós e Cônsul Comercial da Áustria, Dr. Ingomar Lochschmidt.

Na ocasião, o Presidente da Investe São Paulo, Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade, estava representando o Governador Geraldo Alckmin e aproveitou para ressaltar a ampla participação e apoio da Agência no projeto da empresa que, segundo ele, é de extrema importância para o Estado de São Paulo, afirmando ainda que o mercado de insumos/equipamentos na área de saúde tem enorme potencial de crescimento no Brasil, já que hoje este segmento é abastecido por produtos importados.

O Prefeito de Americana destacou a importância da Greiner Bio-One acreditar no potencial do Brasil e na população da cidade, apesar da situação do país, presenteando o CEO do grupo, Rainer Perneker, com uma bandeira do município.

Capacidade duplicada

Fábrica da Greiner Bio One em Americana (SP)

Fábrica da Greiner Bio One em Americana (SP)

Depois de finalizada, a área expandida irá fazer com que a Greiner Bio-One dobre a sua capacidade de produção, passando a fabricar 800 milhões de unidades de tubos de coleta de sangue a vácuo por ano, se tornando líder no mercado brasileiro. Os tubos são fabricados com resina PET.

Esta estratégia faz para parte da Visão 2020, criada em 2012, a partir de uma diretriz clara de desenvolvimento sustentado, que define a abrangência, decisão, construção, execução e acompanhamento dos projetos da empresa dentro de um prazo de oito anos.

Além da obra, a empresa investirá  no aumento da produção, conforme a demanda, com eficiência, ganho de produtividade, tecnologia e mão de obra adequadas. “Nossa visão não se limita a indicadores. Este investimento é forte, substancial e prova um comprometimento com o País. Desde 2003, quando a Greiner Bio-One iniciou  as atividades no Brasil, acreditamos no crescimento deste mercado”, afirma Perneker.

Seguindo os  objetivos claros e definidos da “Vision 2020“, o Gerente Geral da Greiner Bio-One do Brasil, Haroldo Fontes Graci, afirma que o investimento estimulará o desenvolvimento do parque industrial nacional. “Ao investirmos no Brasil,  desenvolvermos fornecedores locais, o que beneficiará as novas indústrias do segmento que queiram investir no país”, esclarece.

A Greiner Bio-One é uma empresa tecnológica na área da saúde que atua nos segmentos: pré-analítico, biociência e diagnósticos. Referência em inovação, desde o desenvolvimento até a fabricação, seu portfolio de produtos atende todas as normas de segurança nacionais e internacionais, com o mais rigoroso padrão de qualidade.

Além do Brasil, os sites de produção na Áustria, Alemanha, Estados Unidos, Hungria e Tailândia  constituem a Greiner Bio-One International AG, que somados geram um volume de negócios de 388 milhões de euros. O grupo possui mais de 1.800 colaboradores operando globalmente em 24 filiais e inúmeros distribuidores em mais de 100 países.

A matriz austríaca Greiner Bio-One GmbH é parceira tecnológica de universidades, institutos de pesquisa e das indústrias de diagnóstico, farmacêuticas e de biotecnologia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Greiner Bio One

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CNP Reciclagem incorpora tecnologia de separação por sensores da Tomra Sorting

19/08/2015

A CNP Reciclagem aumentou sua capacidade de produção com a instalação de um separador ótico TITECH autosort 4 em sua linha de tratamento

Tomra_CNPA CNP é uma empresa de reciclagem de PET relativamente recente e com forte compromisso ambiental. Situada em Itupeva, município do estado de São Paulo, a empresa começou a funcionar em 2007 e, desde então, vem crescendo e incorporando novos sócios e colaboradores. O produto principal da CNP é o flake produzido a partir de garrafas e garrafões de PET, incolores, verdes e cor de laranja.

Os processos e as instalações da fábrica foram concebidos cumprindo exigências ambientais e procurando sempre obter a maior qualidade do produto e a máxima eficiência na produção. Por isso, em finais de 2014, a empresa modernizou sua técnica de processamento de PET integrando, em sua linha de tratamento, um separador ótico  TITECH autosort 4 (foto), da TOMRA Sorting.

“Conhecemos esta tecnologia através de uma empresa parceira, depois procuramos entre diversos fornecedores e feiras e, finalmente, optamos pela TOMRA Sorting. Desde o primeiro momento conseguimos melhorar significativamente nossos indicadores de qualidade relativos à separação e, depois de alguns ajustes de programação, conseguimos otimizar ainda mais esses resultados”, afirma Renato Bechelli, gerente da CNP. “A principal vantagem deste equipamento é a estabilidade dos processos e foi também graças a isso que conseguimos melhorar os nossos índices de qualidade, no que se refere a contaminantes. “, assegura.

O equipamento escolhido combina um sistema duplo de sensores [NIR1-VIS], que informa sobre a cor (VIS) e o espectro de infravermelho próximo (NIR1). Desta forma, é possível separar ao mesmo tempo por cor e por tipo de material, com rapidez, precisão e eficácia, segundo a TOMRA Sorting. O resultado é, afirma a empresa, uma fração de PET com alta pureza (< 50 ppm) e perda de material muito reduzida, o que permite alcançar até mesmo a qualidade alimentícia necessária para transformar garrafas novamente em garrafas fechando, assim, o ciclo da reutilização.

De acordo com a TOMRA Sorting, enquanto a tecnologia padrão não permite alcançar, de uma só vez, pureza e rendimento, com o TITECH autosort 4 é possível identificar, para separação, de modo muito seguro e rápido, grandes quantidades de pequenas partículas de apenas 2 milímetros, bem como garrafas e objetos maiores. Além disso, afirma a empresa, o  TITECH autosort 4 é um equipamento potente, confiável e robusto, de manutenção fácil e espaçada, sem interrupções. É energeticamente eficiente e incorpora a tecnologia FLYING BEAM®, portanto não requer uma fonte de luz externa para o seu funcionamento. Tudo isto aumenta a rentabilidade e reduz o tempo de amortização, assegura a fabricante do equipamento.

Segundo Bechelli, “a adaptação do pessoal ao manuseio das máquinas foi totalmente descomplicada, por dois motivos principalmente. Em primeiro lugar, por ser uma máquina robusta e bastante fácil de usar; em segundo lugar, porque a assistência técnica recebida na montagem e instalação foi muito boa. De fato, ajudou muito poder contar com um técnico local”.

“Até o momento, a manutenção limitou-se a limpezas programadas e a algumas pequenas substituições; todas as peças sobresselentes estavam disponíveis no Brasil e não implicaram em interrupção da atividade. Em destaque está a boa sintonia entre a CNP e a TOMRA Sorting, tanto na gestão comercial quanto no desenvolvimento técnico do projeto”, conclui Renato Bechelli.

Como foi feita a otimização do processo

Antes da remodelação, o processo seguia a seguinte sequência: alimentação da linha com as garrafas, seguida da peneira rotativa para a extração de tampas, pedras e terra e, depois, a separação manual para retirada de todos os poluentes. Depois, o material passava por uma máquina para remoção das rótulos e seguia para o moinho onde, finalmente, era feita a lavagem do flake, obtendo-se o produto final. O TITECH autosort 4 foi instalado entre a máquina de remoção das rótulos e o moinho, soprando o material bom. Desta forma, agora há duas pessoas que separam o material antes da máquina, uma no controle manual após a máquina e outra separando o material rejeitado por cores.

Ainda que a fábrica possa aumentar em cerca de 30% sua capacidade, no momento está processando o mesmo volume de material. Assim, a fábrica ainda processa 800 kg/h, mas com o autosort sua capacidade adquire um potencial de até 1,5 ton/h. Uma particularidade deste projeto foi o fato de ter sido fornecido um equipamento com o bloco de válvulas preparado para trabalhar em ambientes com alta umidade. Com isso, a durabilidade das válvulas é muito maior e as tarefas de manutenção da máquina são, também, facilitadas.

A TOMRA Sorting está no Brasil desde 2011, por meio de sua filial. A TOMRA Sorting Recycling, anteriormente TITECH, concebe e fabrica tecnologias para a separação baseada em sensores para a indústira da reciclagem e da gestão de resíduos. Conta com mais de 4400 sistemas instalados em 40 países no mundo inteiro. É de propriedade da empresa norueguesa TOMRA Systems ASA que está cotada na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a TOMRA Systems ASA tem uma faturamento de cerca de 550 milhões de euros e emprega mais de 2400 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – TOMRA Systems

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Nissei ASB expõe tecnologia para processamento de PET na Plastech Brasil 2015

06/08/2015

NisseiASBReunindo uma injetora e uma máquina sopradora, a Nissei ASB desenvolveu a tecnologia de um estágio – ou seja, injeção, estiramento e sopro em um único equipamento. Trabalhando com o PET e investindo forte em pesquisa e desenvolvimento, a empresa apresentou há 25 anos as primeiras garrafas, frascos e potes que partiam de uma pré-forma injetada e depois, na fase de estiramento e sopro, chegavam ao seu design final, em um vasilhame que oferecia muitas vantagens. Após todos estes anos, a Nissei ASB investiu em pesquisa e desenvolveu sistemas de injeção, estiramento e sopro integrados, que produziram embalagens inovadoras, hoje encontradas em todo o mundo.

“Se considerarmos que cada sistema equivale a uma injetora e uma sopradora, teremos mais de 7 mil máquinas instaladas”, estima o diretor da Nissei ASB Sudamérica, Nick Saito.

O sistema de injeção, estiramento e sopro integrado da Nissei ASB é produzido de maneira que a injetora, o molde de injeção, a sopradora e o molde de sopro são ajustados para produzir embalagens PET que atendam às exigências e propriedades de cada tipo de produto a ser envasado.

No total, a empresa possui mais de 12 mil projetos de moldes de injeção e de sopro. Saito explica que, para cada tipo de produto – alimento, bebida, farmacêutico, cosmético ou químico, por exemplo – a Nissei ASB já testou tipos de gargalos, de roscas para tampa, top load, fill point, densidade do produto a ser envasado, etc.

“Enfim, mantemos um amplo arquivo de registros acumulados em vários anos de experiência que permite oferecer a melhor opção para atender ao mercado”, arremata  o executivo.

Segundo a empresa, uma unidade de produção que utiliza o sistema de injeção, estiramento e sopro integrado da Nissei ASB não necessita de grandes espaços, tem baixo consumo de energia elétrica, é facil de operar, não desperdiça matéria prima e representa um investimento de retorno garantido.

A subsidiária da Nissei ASB para a América do Sul está instalada em São Paulo, onde dispõe de centro técnico, show-room, serviços de atendimento ao cliente e estoque de peças de reposição, além de prestar assessoria na análise, desenvolvimento e execução de projetos em PET. Em escala mundial, a companhia está presente em 75 países.

Fonte: Nissei ASB / Assessoria Plastech Brasil

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Pavan Zanetti confirma presença na Plastech Brasil 2015 com sopradora para pré-formas de PET

20/07/2015

Injetora automática para termoplásticos deve ser outra atração no estande em Caxias do Sul (RS)

Sopradora PETIMATIC da Pavan Zanetti

Sopradora PETIMATIC da Pavan Zanetti

A sopradora destina-se à indústria de transformação, especialmente nos segmentos químico e agroquímico, alimentício, de higiene e cosméticos, produtos farmacêuticos e lubrificantes, e será a grande atração da Pavan Zanetti na Plastech Brasil 2015.

A linha de produtos da empresa de Americana (SP) inclui sopradoras de resinas termoplásticas por acumulação e extrusão contínua que produzem frascos de 10ml a 200 litros, máquinas de injeção e sopro (série ISI) e injetoras de 58 a 2100 toneladas de força de fechamento.

Na Plastech Brasil 2015 estará em exibição a Petimatic 3C/2L, uma sopradora de pré-formas de PET com capacidade para frascos de até 2 litros e uma produtividade de até 4000 frascos de 500 ml por hora. A máquina possui alimentador automático de pré-formas PET; painel de operação com display por toque; sistema de aquecimento de pré-formas PET por seções verticais de lâmpadas halogêneas, o que possibilita uma distribuição uniforme de calor; sistema de fechamento do molde com braçagens de cinco pontos, acionada por cilindro pneumático,  proporcionando alta velocidade e grande força de fechamento e movimento de estiramento por servomotor.

O diretor Gilson Pavan revela que a Pavan Zanetti estuda a possibilidade de expor também uma injetora automática para termoplásticos HXF, série I na Plastech Brasil 2015.

“Este modelo apresenta alto desempenho e grande economia de energia, sendo ideal para brinquedos, pré-formas de PET, utilidades domésticas, produtos com parede fina, produtos em PP/PL, além de PS, PC, conexões em PVC, materiais de engenharia, entre outros. A HXF produz frascos em diversos tamanhos e capacidades e é comercializada em modelos opcionais, equipados com bombas fixas com inversor, e com servomotor”, detalha o executivo.

Fonte: Plastech Brasil

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Cardiologista de São Paulo cria boneco de material reciclado para treinamento de Ressuscitação Cardiopulmonar

05/06/2015
  • Garrafas PET ajudam a salvar vidas
  • Ação educacional treina crianças da rede pública de São Paulo
Boneco pronto para treinamento

Boneco “Guizinho” pronto para treinamento

Mais de 500 toneladas de garrafas PET são produzidas anualmente no Brasil e, a despeito de avanços na gestão de resíduos sólidos e logística reversa, uma parte desse material ainda não é encaminhada para reuso e/ou reciclagem.

Agora, graças a uma “ideia iluminada” do médico cardiologista Agnaldo Pispico, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), garrafas PET usadas poderão ter uma destinação mais nobre, servindo como matéria-prima na confecção de bonecos para treinamento de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).

Pispico percebeu que uma garrafa PET cheia de ar e bem tampada tem a pressão idêntica à do tórax humano. A partir dessa constatação, ele criou um protótipo de boneco em que a garrafa PET é posicionada centralmente e colocada dentro de uma camiseta usada, com as extremidades grampeadas e preenchida com vários tipos de resíduos – flocos de isopor ou jornal velho, por exemplo.

Barato e eficiente

Batizado de “Guizinho”, o boneco de PET tem custo próximo de zero e propiciou a implantação de um amplo programa de treinamento em RCP nas escolas da rede pública estadual paulista. O projeto congrega, além da própria SOCESP, também o Corpo de Bombeiros e a Secretaria de Educação do Estado.

O trabalho das escolas tem uma abordagem multidisciplinar: em Educação Artística, a garotada solta a criatividade e confecciona  “Guizinhos” customizados; em Ciências, os alunos aprendem sobre o funcionamento do coração; em Língua Portuguesa, são estimuladas a descrever seu aprendizado e a comentar os fatores  de risco para as cardiopatias. O resultado é um forte engajamento das crianças e dos jovens na replicação da técnica de ressuscitação cardiopulmonar.

Link para a página do Programa de Treinamento: www.socesp2015.com.br/treinamentoemmassa

Fonte: Assessoria de Imprensa – SOCESP / Foto: Arquivo SOCESP

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Husky demonstrou uma variedade de tecnologias inovadoras para embalagens de bebidas na NPE 2015, incluindo tecnologia de auto-limpeza de moldes

09/04/2015

Husky-hypetA Husky Injection Molding Systems, sediada em Bolton (Canadá), apresentou demonstrações ao vivo de sua nova tecnologia de auto-limpeza de molde para o sistema de produção de pré-forma HyPET® HPP5 durante a NPE 2015, ocorrida de 23 a 27 de março, em Orlando (EUA). A nova tecnologia permite a limpeza do molde em apenas oito segundos, simplesmente com o aperto de um botão, ao invés de demandar quatro horas – além disso, requer dez vezes menos intervenções na máquina. O novo recurso de molde faz parte do pacote de manutenção reduzida para o sistema HyPET® HPP5 e pode estender as exigências de limpeza e lubrificação para cada 500 mil ciclos, aproximadamente. Isto representa uma melhoria dramática sobre a tecnologia convencional na indústria, afirma a Husky.

“Com os tempos de ciclo ficando mais rápidos, se poderia esperar intervalos de manutenção mais curtos, mais manutenção e menor vida útil do molde. Em vez disso, o sistema HyPET® HPP5 supera a contradição entre o tempo de ciclo e manutenção do molde. A auto-limpeza pode eliminar até 400 horas de tempo de manutenção por ano, o que resulta em mais 5% de tempo de produção “, disse Nicolas Rivollet, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Husky. A função de auto-limpeza corresponde a um botão que usa a geração controlada de rebarbas no molde para coletar e remover o pó acumulado nos vents (canais de remoção de ar do molde). Totalmente automatizado, totalmente confiável e consistente, a auto-limpeza não requer que um operador entre na máquina e pode ser realizada sempre que necessária pois virtualmente não há qualquer perda de tempo de produção, segundo a Husky.

O sistema na NPE também foi equipado com tecnologia aperfeiçoada da Husky para alinhamento de molde, melhorando os tempos de ciclo e qualidade das peças, afirma a empresa. Usando seis sensores para detectar a posição da placa móvel em relação à placa fixa, o alinhamento do molde no sistema HyPET® HPP5 é uma medida em tempo real e tridimensional do alinhamento, exibido continuamente na Interface Homem-Máquina. Se ocorrer desalinhamento, a Interface Homem-Máquina fornece instruções específicas para resolvê-lo. Ao simplesmente ligar um dispositivo de posicionamento, o operador pode realinhar o molde com resolução de algumas micra, antes que a o desalinhamento possa causar um desgaste excessivo e se reflita na qualidade das peças.

Desde o seu lançamento no final de 2013, o sistema HyPET® HPP5 tem recebido uma resposta muito forte dos clientes. Em um período curto de 16 meses,  a empresa já vendeu mais de 70 sistemas, com quase quarenta  já instalados e produzindo pré-formas de alta qualidade em fábricas de clientes em todo o mundo. O sistema HyPET® HPP5 operou na NPE com uma pré-forma para água gaseificada de baixo peso, fabricando uma peça de 10,89 gramas em um molde de 96 cavidades , com um agressivo tempo de ciclo de 5,5 segundos. Afirma a Husky que, com esta pré-forma, o seu sistema HyPET® HPP5 é aproximadamente 50% mais rápido do que a média da indústria para o mesmo tipo de aplicação.

“Continuamos a fazer investimentos significativos para entender melhor os problemas de produção que nossos clientes enfrentam, de modo que possamos oferecer novas tecnologias para responder a estes desafios. Isto é o que demonstramos na NPE 2015 “, disse Robert Domodossola, vice-presidente de Engenharia e Desenvolvimento de Negócios da Husky. “Com as nossos mais recentes inovações, temos prestado atenção especial à melhoria da disponibilidade, já que a produção de peças melhores, a um custo menor, para intervalos de produção mais longos de produção, garante que os clientes podem ser mais competitivos.”

Oferecendo uma experiência completamente nova para os clientes da Husky, a exposição na NPE teve como foco proporcionar aos visitantes uma oportunidade para se envolver e se aproximar mais das soluções e representantes da Husky. Mantendo a principal fatia de mercado no segmento de equipamentos de fabricação de PET em altos volumes, a Husky oferece um conjunto completo de equipamentos e serviços para a indústria de plásticos e suporte global. Serviços de valor agregado incluem o desenvolvimento de pré-formas, planejamento de fábrica, treinamento de clientes, integração de sistemas e completa gestão de ativos

A Husky Injection Molding Systems Ltd. é um fornecedor líder global de equipamentos de injeção e serviços para a indústria de plásticos. A empresa tem mais de 40 escritórios de serviços e vendas, além de proporcionar suporte a clientes em mais de 100 países. As fábricas da Husky estão localizadas no Canadá, Estados Unidos, Luxemburgo, Áustria, Suíça, China, Índia e República Checa.

Fonte: Husky

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Sistema de peletização para PET gera redução de custos produzindo e cristalizando grânulos em um processo único e integrado

06/05/2014

Sistema CrystallCut® da Nordson BKG™ utiliza energia do processamento de material fundido para cristalizar PET, o que economiza o custo do resfriamento e do reaquecimento e gera grânulos uniformes e de fluxo livre

BKG_SchemeDe acordo com a Nordson BKG™, um sistema integrado que utiliza a energia térmica do polímero derretido na peletização de PET para a subsequente cristalização elimina os problemas causados pela aglomeração de material amorfo e reduz significativamente os custos de energia para compostagem ou reciclagem.

Chamado de CrystallCut®, o processo patenteado evita a necessidade de resfriar o PET após a peletização e, em seguida, reaquecê-lo para cristalização. Como um processo integrado que incorpora a peletização submersa, a secagem e a cristalização, o sistema é projetado para controle preciso das temperaturas do material ao longo de todo o processo, evitando os problemas de produção e qualidade causados pela cristalização insuficiente e pelos níveis excessivos de material amorfo.

Segundo a Nordson BKG, a eficiência energética do sistema CrystallCut pode economizar mais de 3 milhões de Euros anualmente em custos de energia para uma planta típica de resina PET  e quase  duzentos mil  Euros, no caso de linhas de extrusão que reciclam flocos de garrafa PET. Esses dados são baseados em exemplos citados pela Nordson BKG™ em instalações comerciais reais.

“O sistema CrystallCut alivia significativamente a pressão dos custos na polimerização e na reciclagem de PET, especialmente em um momento em que os preços do PET caem”, disse Ralf Simon, diretor administrativo da Nordson BKG™. “Além disso, como o sistema utiliza a energia térmica residual de dentro do material para cristalizar pellets de dentro para fora, ele produz uma estrutura cristalina aprimorada que resulta em redução dos custos de energia para a nova fusão do material.”

BKG_Cost_SavingsNo sistema CrystallCut, os  grânulos quentes de PET produzido pelo cortador do peletizador submerso são transportados rapidamente para o secador de pellets em água quente (até 95°C) através de tubulações de transporte fechadas, onde ocorrem o resfriamento e a solidificação do pellet. Esse meio de transporte e a curta distância entre a matriz e o secador são as chaves para a conservação do calor oriundo do processamento do material fundido. Quando saem do secador e vão para o transportador vibratório, a temperatura dos pellets está entre 150°C e 160°C. Isso mantém os pellets em constante movimento, gera uma distribuição uniforme da energia térmica e evita que os pellets se aglomerem. Na conclusão do processo, os pellets têm uma temperatura de aproximadamente 180°C, após atingir uma cristalinidade de até 40%, podendo ser transferidos diretamente para a policondensação em estado sólido (SSP, na sigla em inglês).

De acordo com a NordsonBKG, além de economizar energia e evitar a aglomeração de PET amorfo, o sistema CrystallCut gera um produto praticamente livre de pó e aumenta a densidade do material em 8%, em comparação a um processo convencional.

Sistema CrystallCut® permite economia energética

Pressupondo um custo energético médio de 0,12 euros/kWh, a Nordson BKG™ estima que o sistema CrystallCut gera uma economia energética de até 125 kWh ou  15 Euros por tonelada de PET, considerando-se uma planta moderna de polimerização de PET. Uma vez que uma planta pode atingir uma capacidade de produção diária de 600 toneladas, essa economia soma  9 mil Euros diariamente e 3,2 milhões de Euros anualmente. Isso representa uma economia energética anual de mais de 26 gigawatt por hora, ou 26.000 megawatt por hora.

Outro exemplo citado pela Nordson BKG™ é o de uma linha de extrusão que recicla flocos de garrafa PET a uma velocidade de 1.500 kg/h. A economia que pode ser atingida com o sistema CrystallCut ultrapassa 180 kWh, ou mais de 1,4 centavos/kg. Em uma operação de 365 dias por ano, 24 horas por dia, isso equivale a 190.000 Euros ao ano.

Fonte: Nordson BKG

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Reciclagem de Embalagens PET cresceu 12,6% em um ano

29/06/2013

Censo realizado pela Abipet mostra que, mesmo sem sistema de coleta seletiva, o Brasil deu destinação correta a 331 mil toneladas do produto em 2012

Reciclagem-PET

A reciclagem de embalagens de PET no Brasil deu um salto em 2012 e cresceu 12,6% em volume, ao passar das 294 mil toneladas que tiveram destinação adequada em 2011, para 331 mil toneladas no ano passado. Com esse resultado, o País atingiu um índice de reciclagem de 59%, mantendo seu excelente posicionamento como um dos maiores recicladores de PET do mundo – superando os Estados Unidos e até mesmo a média registrada na Europa.

Os números do 9.º Censo da Reciclagem do PET no Brasil foram divulgados nesta quarta-feira pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), durante o  PETtalk 2013 – Conferência Internacional da Indústria do PET , realizado em São Paulo.

“Os números demonstram que existe uma demanda muito forte pelo PET reciclado, criada por um trabalho do próprio setor, que investe continuamente em inovação e novas aplicações para o material reciclado. Esse trabalho criou um ciclo virtuoso. Todo PET coletado tem destinação adequada garantida por uma indústria forte, diversificada e ávida por essa matéria-prima”, afirma Auri Marçon, presidente da Abipet.

O setor têxtil continua sendo o principal consumidor do PET reciclado, com 38,2% de participação, seguido das resinas insaturadas e alquídicas, com 23,9%. Outras embalagens (alimentos e não-alimentos) consomem 18,3% do volume reciclado. Laminados e chapas (6,4%), fitas de arquear (5,5%) e tubos (1,5%) são os outros principais mercados. Os 6,1% restantes ainda abastecem uma lista ampla de pequenas aplicações.

Coleta seletiva continua sendo o desafio

O presidente da Abipet, no entanto, chama a atenção para a necessidade de suprir essa demanda aquecida, sob pena de impacto no preço do produto coletado e consequente comprometimento da sustentabilidade do negócio. “O Brasil precisa investir em coleta seletiva, para que a indústria não seja prejudicada. Em muitos períodos do ano, as empresas recicladoras continuam com ociosidade que chega a 30% de sua produção, porque não encontram embalagem pós-consumo para reciclar”, alerta Marçon.

A solução aponta o executivo, é estimular as prefeituras a implantar, o mais rápido possível, a coleta seletiva e a separação das embalagens recicláveis, de forma a aumentar a recuperação do material descartado pela sociedade. “Isso, na verdade, é o que prega a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que exige responsabilidade compartilhada entre a sociedade civil, o setor privado e também do poder público. A indústria do PET investiu fortemente em reciclagem e hoje esses recicladores passam por um momento difícil, por não terem coleta suficiente para abastecer suas fábricas”, conclui o presidente da Abipet.

Fonte: Abipet

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Censo da reciclagem do PET será divulgado durante o PETtalk

04/06/2013

 Abipet_logoO principal evento do setor também contará com palestras para que a indústria da reciclagem possa crescer em produtividade e resultados financeiros

Os números preliminares da 9ª. edição do Censo da Reciclagem do PET no Brasil, que está sendo finalizado pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), já apontam forte crescimento da atividade durante o ano de 2012 no País. O resultado final será apresentado durante a realização do PETtalk 2013 – II Conferência Internacional da Indústria do PET, entre os dias 26 e 27 de junho, no Holiday Inn Anhembi, em São Paulo.

A expectativa da Abipet é de que o índice de reciclagem supere o índice de 57,1% alcançado na edição anterior do Censo, quando o País deu destinação correta a 294 mil toneladas de embalagens de PET pós-consumo. O estudo está sendo conduzido junto a aproximadamente 400 empresas recicladoras, que atuam em todo o território nacional.

Para contribuir com a ampliação e a sustentabilidade deste índice, o PETtalk também trará uma série de apresentações com soluções e tecnologias que ampliam a produtividade e os resultados das empresas.

Isso inclui apresentar a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei que pretende resolver o problema da coleta seletiva e do sistema de logística reversa para as embalagens pós-consumo. “A Lei traz responsabilidades e oportunidades para o setor. O PETtalk vai mostrar para a indústria as possibilidades e os riscos envolvidos”, afirma Auri Marçon, presidente da Abipet. Segundo ele, as empresas, de um modo geral, ainda não conhecem as implicações da PNRS.

O evento

Na edição de 2012, o PETtalk – II Conferência da Indústria do PET reuniu cerca de 300 participantes de 21 países, consagrando-se como o maior e mais importante evento do setor na América do Sul.

Neste ano, durante dois dias de realização (26 e 27 de junho), o PETtalk oferece locais planejados para o bate-papo, renovação dos contatos e realização de negócios ao concentrar os principais players do segmento, como produtores de resina, recicladores, fabricantes e usuários da embalagem, máquinas e equipamentos, ao lado de consultores e especialistas internacionais, que falarão de números e das principais tendências para as embalagens de PET.

O local escolhido (Holiday Inn Anhembi) visa a comodidade dos participantes, pois estará ao lado da Fispal Tecnologia, que acontece na mesma semana.

As inscrições para o o PETtalk já podem ser feitas pelo endereço http://www.pettalk.org.br. O site ainda contém a programação completa do evento e demais informações.

Fonte: Abipet

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Impactos da Política Nacional de Resíduos Sólidos sobre a indústria do PET estão na programação do PETtalk 2013

09/05/2013

Desde a regulamentação da Lei, detentores de marcas, distribuidores, atacadistas e a indústria de embalagem passaram a ter envolvimento direto na responsabilidade sobre o destino final dessas embalagens após o uso.  Apesar disso, e das implicações sobre cada empresa, nem todos os participantes desta importante cadeia estão adequadamente informados e/ou preparados sobre essas consequências.

Por esta razão, o tema será um dos tópicos abordados durante o PETtalk – II Conferência Internacional do PET, realizado pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), nos dias 26 a 27 de junho .

A Abipet já vinha desenvolvendo sua atuação de forma a preparar toda a indústria do PET para atender à nova Lei. Mais do que isso, transformou essa tarefa em uma vantagem competitiva para enfrentar a concorrência de outras embalagens. Isso poderá ser verificado durante a apresentação da nova edição do Censo da Reciclagem do PET no Brasil. A expectativa é de que o índice de reciclagem das embalagens de PET no País se mantenha à frente de várias nações desenvolvidas, pois em 2011 esse índice alcançou 57,1% .

Em complementação às informações legais e mercadológicas, serão compartilhadas experiências e divulgadas as tecnologias mais atuais do planeta, adotadas por  recicladores, transformadores e brand owners tanto no Brasil como em outras partes do mundo.

Durante os dois dias de realização do PETtalk, a programação inclui outros temas e palestras, todos inéditas, que se caracterizam pelo aprofundamento técnico e conteúdo informativo. O bloco temático, que tratará das soluções do setor para envase de leite e lácteos no geral, promete várias novidades, inclusive internacionais – além da apresentação de um amplo estudo sobre estes mercados no Brasil e América Latina.

As inscrições para o o PETtalk – II Conferência Internacional do PET, que neste ano ocorre nos dias 26 e 27 de junho, no Holiday Inn Anhembi, em São Paulo, já podem ser feitas pelo endereço http://www.pettalk.org.br. O site ainda contém a programação completa do evento e demais informações.

Fonte:  WN&P / Abipet

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Processo simplificado de fabricação de placas de DPET da OCTAL™ viabiliza rastreabilidade de embalagens termoformadas

14/03/2013

OctalA indústria de embalagens da América do Sul, especialmente no Brasil, continua em expansão. Muitas empresas estão procurando opções de materiais de embalagem e como resultado muitas estão fazendo a transição para a Placa e Resina de PET. Esta transição é atribuída à durabilidade, resistência e apelo visual da PET que resulta na sua escolha freqüente para diversas aplicações em embalagens de alimentos e bebidas. Entretanto, hoje em dia, a legislação mais recente e mais rigorosa em relação ao contato com alimentos tornou-se uma questão de grande importância para os usuários de PET.

Agora, a maioria dos fabricantes de embalagens implementa programas de garantia de qualidade e higiene para evitar que  produtos contaminados ou com defeito cheguem ao consumidor. Estes programas de rastreabilidade melhoram a garantia de qualidade e controles internos e mantêm a segurança alimentar em destaque. Tendo isto em mente, a rastreabilidade eficaz deve fornecer aos termoformadores e aos seus clientes uma visão completa da origem do material e como ele foi armazenado, transportado, seco, combinado e processado: por qual máquina, sob quais condições e a data de conclusão de cada lote de placas de PET.

Atualmente, os transformadores garantem que sejam criados registros da produção diária e depois transferidos para bases de dados de fornecimento de informações que seguem os produtos até os seus destinos. A informação incluída deve cumprir com cada norma de certificação à qual a empresa ou seu cliente aderiu, como ISO, BRC ou até mesmo os requisitos específicos do usuário final.

O rastreamento destes identificadores-chave para os termoformadores pode ser fácil ou muito complexo, dependendo de como o sistema está implementado. Obviamente, quanto menos complexo for o sistema de fabricação de placas de PET, mais fácil será rastrear o processo para encontrar respostas às questões conforme elas cheguem – isto é especialmente importante no campo da segurança alimentar.

Por exemplo, a extrusão de uma placa de APET reflete um processo de fabricação tradicional que tipicamente requer o uso de resina granulada de um fornecedor. Enquanto geralmente é fácil obter a devida documentação da maioria dos fornecedores de resina virgem, a “verdadeira” rastreabilidade de qualquer floco reciclado do pós-consumidor contido na placa se torna mais difícil visto que os sistemas de reciclagem são diversos e variados em seus processos e matérias-primas.

William J. Barenberg, Jr., Chief Operating Officer da OCTAL, explica: “Após a entrega de um fornecedor de resina de PET típico, a resina precisará ser seca em uma operação de quatro a seis horas antes de ser inserida na extrusora. Sempre que a resina é transportada e levada para fora do seu recipiente, ela está potencialmente exposta a contaminantes.”

Para eliminar alguns dos riscos que afetam a rastreabilidade, agora os termoformadores dispõem do processo novo, único e direto para a placa (DPET™) da OCTAL, o qual elimina cinco fases dos processos de produção de placas convencionais (granulador, SSP, compactador, secador e extrusora). Quando a PET derretida chega ao empilhamento programado aquecida na temperatura adequada, ela ainda não foi exposta à atmosfera nem aos intermináveis riscos de transporte.

“Os termoformadores devem observar que isto significa que não existe chance de contaminação no sistema. Isto garante uma placa acabada livre de umidade, de modo que os termoformadores se beneficiam da eliminação de todos os defeitos causados pela umidade. A rastreabilidade é favorecida visto que a resina está limitada a uma fonte.

“Os processadores e embaladores de alimentos na América do Sul agora podem ter certeza da pureza do produto,” diz Barenberg.

Qualquer termoformador de embalagens de alimentos em busca de fornecedores cuja documentação de rastreabilidade seja de fácil compreensão deve examinar as diferenças nos processos de fabricação de placas de PET. Existem duas áreas principais para se avaliar: o próprio fornecimento de resina e os processos de fabricação do produtor da placa. Quanto menos complexas cada uma destas áreas, maior a probabilidade de haver uma rastreabilidade confiável.

Fonte: Octal

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KREYENBORG-BKG exibe gama diversificada de produtos na Chinaplas 2013

05/02/2013
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Troca-telas contínuo

Durante a Chinaplas 2013 em Guangzhou, a KREYENBORG – BKG irá apresentar numerosas soluções para extrusão e polimerização no seu stand C17, no Hall 5.1.

Líder de mercado mundial em troca-telas, a KREYENBORG oferece a máquina apropriada para cada aplicação de filtração. Deste modo, o espectro de produtos varia desde sistemas descontínuos e contínuos até troca-telas com retrolavagem totalmente automáticos. Os troca-telas com modos de operação a processo constante, pressão constante e fluxo volumétrico constante são únicos no mercado. Eles permitem o processamento de material altamente contaminado em aplicações muito sensíveis com produtos de alta qualidade.

Os troca-telas KREYENBORG são aplicados em conjunto com as bombas de material fundido da KREYENBORG, altamente protegidas contra desgaste. Estas bombas, disponíveis em diferentes tipos de série, são adequadas para tarefas na extrusão e descarga do reator.

Os sistemas submersos de Pelletização da BKG Bruckmann e  Kreyenborg Granuliertechnik GmbH também tem provado a sua excelência em todo o mundo. Estes sistemas são fornecidos com secagem, sistema de água e controle prontos para utilização e são adequados para todos os materiais termoplásticos, assim como também para a produção de micropellets. A capacidade de produção varia de 2-80 kg / h (Labline 100) a sistemas com 35.000 kgs / h. Para um processamento econômico de PET, a BKG desenvolveu o sistema de cristalização em linha CrystallCut ®. Com este sistema, a peletização e cristalização são efetuadas numa única etapa, sem o fornecimento de energia adicional.

Fonte: Kreyenborg

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Estudo do CETEA / ITAL aponta macrotendências de embalagens até o ano 2020

18/11/2012

As principais macrotendências da indústria da embalagem foram apresentadas durante o IV Fórum Inovação, Agricultura e Alimentos, realizado no auditório do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), em Campinas. O evento é promovido pela Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef) e pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), com apoio da Organização Mundial das Nações Unidas para Agricultura e Alimento (FAO).

Denominado “Brasil Pack Trends 2020”, o estudo foi desenvolvido por uma equipe de pesquisadores do Centro de Tecnologia de Embalagens (CETEA) e da Plataforma de Inovação Tecnológica do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), com o apoio da Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet).

“Somos entusiastas do Brasil Pack Trends desde 2005, quando apoiamos o estudo pela primeira vez”, afirma Auri Marçon, presidente da Abipet. “Muitas das características apontadas pelo estudo vão ao encontro das características e dos desenvolvimentos que o nosso setor vem realizando.”

Sob a coordenação da especialista Claire Sarantópoulos, foram identificadas as macrotendências que deverão nortear a atuação da indústria de embalagens nos próximos anos: Conveniência e Simplicidade; Estética e Identidade; Qualidade e Novas Tecnologias; Sustentabilidade e Ética; e Segurança e Assuntos Regulatórios.

  • Conveniência e Simplicidade: o consumidor busca o chamado time-saving. “Está cada vez mais atento às características que trazem praticidade à sua vida, como facilidade de abertura, possibilidade de refechamento, ou o consumo em trânsito”, afirma Claire Sarantópoulos. A facilidade de abertura, que já está presente em uma série de produtos, passa a levar em conta consumidores com necessidades especiais, como os idosos, por exemplo. De acordo com o estudo, também foi detectada a preferência por produtos que consigam agregar praticidade ao preparo e no momento do consumo, minimizando uso de copos, talheres e outros utensílios, além daqueles que sejam porcionados, com possibilidade de uso em micro-ondas.
  • Estética e Identidade: o novo consumidor se caracteriza cada vez mais pela maior consciência, nível de exigência e busca de informações que auxiliem na decisão de compra. A demanda tenderá para produtos premium, que são associados ao luxo e ao hedonismo, ou por itens que remetam à sensação de “fazer parte do grupo”, que valorizam a qualidade de vida e o bem-estar. O levantamento verificou que há espaço para edições limitadas e produtos atestados por celebridades, que são lançados em ocasiões específicas e atraem as pessoas que buscam algo diferenciado.
  • Qualidade e Novas Tecnologias: as inovações estarão associadas a embalagens ativas e inteligentes, a novos materiais de menor impacto ambiental e à nanociência e nanotecnologia. São os absorvedores de oxigênio, controladores de umidade, removedores de colesterol, os filmes antimicrobianos, antioxidantes, as embalagens self heating ou self cooling. Essa tendência passa pelos componentes eletrônicos menores e mais baratos, que vão favorecer a interatividade, o entretenimento e personalização, além dos biossensores e nanosensores, que serão indicadores de tempo, temperatura, frescor, presença de microorganismos patogênicos e toxinas. O mercado de biopolímeros está crescendo e a nanotecnologia garante melhoria de propriedades como a barreira a gases, à umidade, à radiação UV, flexibilidade e resistência térmica. O uso da nanotecnologia também está relacionado à sustentabilidade, por meio da redução do peso das embalagens (lightweighting), como vem ocorrendo com as garrafas PET.
  • Sustentabilidade e Ética: pode ser resumida por “repensar a embalagem associada ao seu ciclo de vida”. Nela, destacam-se a otimização do sistema de produto/embalagem (doing more with less), o reuso & reciclagem, gerenciamento de resíduos & logística reversa e credibilidade e ética. Com todas essas propriedades, a embalagem não pode ser uma fonte de contaminação química, física ou microbiológica do alimento.
  • Segurança e Assuntos Regulatórios: destacam a confiabilidade, legislação e conformidade, que variam entre os países, apesar dos esforços para harmonização por parte de importadores e exportadores. A tendência é pelo desenvolvimento de sistemas eficientes que estimulem a melhoria contínua e transparência dos processos de fabricação da embalagem, que incluem certificações de sistemas de qualidade (ISO, FSSC, PAS) e sistemas de gerenciamento de segurança de processo.

A rastreabilidade de materiais de embalagem já é uma exigência de algumas legislações. “Como ela se torna cada vez mais necessária para a segurança e identificação de origem dos produtos, oferece oportunidades significativas para os fabricantes, varejistas e consumidores”, conclui Claire Sarantópoulos, coordenadora do estudo.

 Fonte: Abipet / WN&P Comunicação Ltda.

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