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Sidel Group adquire empresa italiana PET Engineering e diversifica portfólio de soluções de embalagem

19/10/2018

Em 11 de outubro, o Sidel Group concluiu a aquisição da PET Engineering Srl, ampliando o portfólio de soluções de embalagem do grupo. “Como a embalagem vem ocupando um espaço cada vez mais importante em qualquer mix de marketing, estamos certos de que a complementaridade das competências da Sidel e da PET Engineering em design, qualificação e processo de sopro de embalagens proporcionará mais oportunidades de negócios para o Sidel Group, além de oferecer uma gama mais variada de parceiros para materializar todas as exigências de criatividade formuladas pelos clientes”, explica Pavel Shevchuk, vice-presidente executivo de Serviços do Sidel Group.

Fundada em 1999 e situada em San Vendemiano, na Itália (foto), a PET Engineering conta com 40 funcionários e fornece uma gama ampla de soluções em embalagem para clientes na indústria de alimentos e bebidas. A empresa ganhou renome graças à criatividade dos designs de suas embalagens e dispõe de conhecimento e expertise do processo de sopro, além de desfrutar da fidelidade de uma clientela global. Sua abordagem integra design, engenharia e industrialização. Além disso, a capacidade de criar um equilíbrio delicado entre viabilidade técnica e criatividade valeu à PET Engineering prêmios prestigiosos na área de embalagem, dentre os quais, o WorldStar Award, na categoria Bebidas, conquistado no ano passado, e o A’ Design Award de ouro na categoria Design de Embalagem, em 2018.

Dois players para oferecer mais soluções

“A PET Engineering está perfeitamente posicionada para ajudar a Sidel a ampliar sua oferta de embalagens, especialmente no que se refere ao design de frascos para água, refrescos, bebidas lácteas e cerveja”, diz Moreno Barel, CEO da PET Engineering. “Com essa aquisição, também diversificamos nosso portfólio de serviços de embalagem a fim de atender melhor às necessidades dos clientes”, completa Pavel. “O design de embalagem tem um impacto determinante na eficiência de toda a cadeia de suprimentos, por isso é um fator decisivo para podermos honrar o compromisso de Performance through Understanding da marca e implementar a estratégia para alcançar esse objetivo. Consideramos que a aquisição representa mais solidez para o Sidel Group.”

O Sidel Group é formado pela união da Sidel e a Gebo Cermex, líderes no fornecimento de equipamentos e serviços de acondicionamento de líquidos, alimentos, produtos para casa e cuidado pessoal em PET, lata, vidro e outros materiais. O grupo conta com mais de 37 mil máquinas instaladas em mais de 190 paísese mais de 5 mil funcionários ao redor do mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Sidel; Foto: PET Engineering

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Empresa chinesa Huanlejia adota embalagem PET para seu leite de coco para reforçar a imagem da marca e a produção

14/09/2018

A Huanlejia, fabricante de alimentos e bebidas de renome na China, iniciou recentemente a produção de seu leite de coco em garrafas PET — anteriormente o produto era envasado em PEAD. Os principais objetivos da mudança eram reforçar a imagem da marca e agilizar a produção. A experiência de 40 anos da Sidel em envase asséptico foi fundamental para a realização do projeto. A nova garrafa PET de leite de coco, já premiada localmente, é produzida em duas linhas completas de envase PET asséptico da Sidel, a um taxa de 48.000 garrafas por hora (gph).

Em 2016, a categoria de bebidas com mais rápido crescimento mundial foi a de líquidos vegetais, como a de coco. O crescimento de valor chegou a 20 por cento. O sucesso dessa nova categoria pode estar ligado à maior demanda do consumidor por bebidas saudáveis e funcionais. Embora a água de coco domine o mercado de águas vegetais e de raízes industrializadas, uma enorme variedade de produtos de menor destaque na categoria vem sendo introduzida, realizando experimentos sofisticados com sabores e preferências do consumidor.

Em um contexto de atitudes de consumo mais saudáveis, as vendas de sucos de fruta 100% integrais, de água engarrafada e de chás vêm aumentando expressivamente, em detrimento da venda de sucos com adição de açúcar. Um bom exemplo dessa tendência é o leite de coco agora em PET da Huanlejia, uma alternativa vegetal às bebidas lácteas vendidas no mercado chinês. A fabricante chinesa de alimentos e bebidas, que emprega mais de 4 mil trabalhadores em suas unidades de produção nas províncias de Guangdong, Hubei e Shandong, com faturamento anual de mais de 3 bilhões de RMB, envasava seu enorme portfólio de produtos em latas, PEAD e vidro. Esta é a primeira vez que a Huanlejia adota as garrafas PET para promover seu leite de coco, anteriormente envasado em PEAD. Com um rótulo termoencolhível desenhado para reforçar o valor da marca e do produto, o leite de coco da Huanlejia envasado em PET foi bem recebido pelos consumidores locais e, inclusive, eleito produto-estrela na Feira de Alimentos e Bebidas de Chengdu 2018, que ocorre anualmente.

Troca bem-sucedida de PEAD para embalagem PET asséptica

Há dois anos, a Huanlejia decidiu lançar o leite de coco em garrafas PET, devido às múltiplas vantagens, tanto do material quanto da linha de produção de embalagens. O PET é resistente, inquebrável, leve, transparente, seguro e, principalmente, 100% reciclável. A garrafa PET garante 12 meses de prazo de validade do leite de coco, dispensando selo de alumínio esterilizado antes da tampa devido à alta segurança de vedação entre o gargalo e a tampa. Desse modo, as garrafas PET não raro melhoram a imagem da marca e a experiência geral do consumidor. Equipamentos capazes de fabricar embalagens a taxas de produção mais elevadas e custos menores, viabilizados pela redução no consumo de energia e matéria-prima também contribuem para o ganho geral do envase com PET. Com esses benefícios em mente, a empresa buscava um parceiro que oferecesse linhas PET assépticas completas.

Do projeto à operação das linhas

Quando a Huanlejia adquiriu as duas novas linhas de envase PET, a reputação da Sidel no setor asséptico foi determinante, afirma a empresa. Outro fator foi a experiência da Sidel como parceiro de soluções completas — desde o preparo, tratamento e envase asséptico do produto até a logística. Adquirir soluções de linha completa de um único fornecedor é uma escolha lógica: simplifica o trabalho do cliente desde a compra, instalação, comissionamento, e principalmente, garante a vida útil e o desempenho da linha.

Quando escolheu a Sidel como parceiro, a Huanlejia passou a conhecer mais amplamente toda a cadeia de suprimentos do PET: desde as tendências do mercado atual e a evolução do gosto do consumidor até os desafios da distribuição de bebidas e as normas locais. Encontrar a solução ideal para a Huanlejia envolvia mais que uma simples escolha de equipamento; exigia uma abordagem flexível na instalação das duas linhas completas de envase PET asséptico.

Duas linhas PET assépticas completas operando a 48.000 gph

A empresa chinesa optou por duas linhas PET assépticas completas com produção de 48.000 gph. Ambas as linhas — que começaram a produzir em Linyi, província de Shandong, e Hanchuan, província de Hubei, entre março e abril de 2018 — são equipadas com a Sidel Aseptic Combi Sensofill, aplicando a descontaminação tradicional úmida de garrafas para garantir a integridade da bebida. Também incluem transportadores Gebo Cermex e paletizadoras automáticas Pal-Kombi. A eficiência global das linhas será monitorada e otimizada com o sistema EIT® (Efficiency Improvement Tool). Esse sistema melhora a produtividade e permite que funcionários em todos os níveis da empresa acessem, em tempo real, dados relevantes e práticos sobre desempenho, qualidade, eficiência, perdas e outras questões de produção.

O Sidel Group é formado pela união da Sidel e a Gebo Cermex. O grupo é líder no fornecimento de equipamentos e serviços de acondicionamento de líquidos, alimentos, produtos para casa e cuidado pessoal em PET, lata, vidro e outros materiais. Com mais de 37 mil máquinas instaladas em mais de 190 países, a empresa tem quase 170 anos de experiência e mais de 5 mil funcionários no mundo todo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Sidel

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Sun Chemicals e Eastman desenvolvem adesivo que facilitam remoção de rótulos termoencolhíveis

13/09/2018

A Sun Chemical acaba de lançar o SunLam™, adesivo para frascos com rótulos termoencolhíveis. O fabricante afirma que o novo produto, graças ao fato de ser facilmente removido, ajuda os recicladores a melhorar o processo de reciclagem do tereftalato de polietileno reciclado (rPET), sem alterações no processo.

O adesivo recebeu da Associação de Recicladores de Plásticos (APR) o “Reconhecimento de Inovação Responsável”, após passar por testes rigorosos delineados pela APR.

A mudança de um solvente tradicional para o adesivo SunLam de fácil remoção permitem que as etiquetas descolem e sejam liberadas durante o processo de reciclagem úmida, sem sacrificar o desempenho da etiqueta, afirma a Eastman. A remoção do rótulo ocorre antes das separações por coloração, infravermelho e manual, evitando, assim, que garrafas PET com rótulo retrátil sejam removidas da triagem do fluxo rPET devido a erros de identificação.

Durante desenvolvimento em parceria, a Sun Chemical e a Eastman testaram a eficácia do SunLam em rótulos termoencolhíveis fabricados com o copoliéster Embrace™ LV da Eastman. Os testes utilizaram equipamentos de lavagem de garrafas inteiras, em instalações de reciclagem comerciais e produziram resultados de mais de 95% de remoção de rótulos, com resultados que excederam 99%, afirma a Eastman.

“Quando o desafio de remover rótulos encolhíveis, durante a reciclagem de PET, foi trazido à atenção da indústria pela APR e pela Associação Nacional de Recursos de Contêineres PET em 2012, a Eastman se prontificou a aceitar o desafio e organizou um consórcio para prover maneiras de resolver essa questão”, disse Ronnie Little, gerente de Desenvolvimento de Mercado da Eastman. “Os fardos de garrafa PE normalmente contêm cinco por cento de garrafas PET com rótulo encolhível. Muitos desses rótulos não saem no processo de reciclagem, reduzindo o rendimento do rPET. Nós tivémos o prazer de fazer uma parceria com a Sun Chemical nesse processo para desenvolver uma tecnologia que satisfaz o desejo dos consumidores de reciclar e também ajude a cumprir a missão da APR de eliminar barreiras à reciclagem comercial bem-sucedida”.

“Consumidores e marcas também esperam que as garrafas PET sejam recicladas, mas, infelizmente, muitas delas acabam em aterros sanitários porque a etiqueta não consegue ser removida”, disse Russell Schwartz, diretor de tecnologia da Sun Chemical. “Na Sun Chemical, consideramos nossa responsabilidade abordar os problemas da indústria da qual participamos e de promover a liderança na solução de problemas enfrentados por nossos parceiros e clientes. Ao tomarmos conhecimento dssas preocupações, iniciamos um grande projeto para resolver esse desafio de todo o setor. Estamos satisfeitos em apresentar o adesivo SunLam de fácil remoção, ecologicamente correto, como parte de nossa contribuição para a economia circular.”

Segundo a Eastman, ao usar o adesivo da SunLam, as marcas podem continuar a se beneficiar do desempenho do copoliéster Embrace LV. Eles não precisam sacrificar cobertura, encolhimento ou qualidade dos rótulos retráteis de corpo inteiro. Os proprietários de marcas podem continuar a usar rótulos encolhíveis de corpo inteiro em seus frascos. Um adicional de 20% da área da superfície da etiqueta é recuperada com rótulos de corpo inteiro, em comparação com a porção da garrafa que deve ser deixada descoberta para evitar falhas na separação no infravermelho próximo ou por coloração, pois estas podem ser rejeitadas por equipamentos de seleção automática de IV ou cor.

A Sun Chemical, membro do grupo DIC, é líder na produção de tintas de impressão, revestimentos e suprimentos, pigmentos, polímeros, compostos líquidos, compostos sólidos e materiais de aplicação. Juntamente com a DIC, a Sun Chemical tem vendas anuais de mais de US $ 7,5 bilhões e mais de 20.000 funcionários em todo o mundo. A Sun Chemical Corporation é uma subsidiária da Sun Chemical Group Coöperatief U.A., Holanda, e está sediada em Parsippany, New Jersey, EUA.

A Associação de Recicladores de Plásticos (APR) é “A Voz da Reciclagem de Plásticos”. Como associação comercial internacional que representa a indústria de reciclagem de plásticos, a associação inclui empresas independentes de reciclagem de todos os tamanhos, bem como empresas de produtos de consumo e fabricantes de equipamentos, laboratórios de teste, organizações e outros comprometidos com o sucesso da reciclagem de plásticos

A APR trabalha para melhorar a qualidade e aumentar a oferta através de recursos técnicos, programas de teste, soluções de design, treinamento corporativo, liderança regulatória e programas de educação. Para obter uma lista atualizada de produtos reconhecidos como “Inovação Responsável”, visite: www.plasticsrecycling.org/membership/apr-meetings/26-champions-for-change.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais que produz uma ampla gama de produtos para atrativos mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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SPIPL é a primeira empresa a oferecer chapa de PETG fabricada na Índia

24/08/2018

A Saraswati Plastotech India Pvt. Ltd. (SPIPL) fornece aos clientes das indústrias de sinalização interna, iluminação e termoformagem uma gama de soluções plásticas, incluindo a primeira chapa de PETG fabricada na Índia, feita com o copoliéster Eastman Spectar™ (PETG).

Segundo a Eastman, a chapa branca e transparente fabricada com Spectar, disponível nas espessuras de 2, 2,5, 2,8 e 4 mm, oferece vantagens de desempenho e processamento em relação ao policarbonato convencional e ao PMMA (acrílicos).

A empresa afirma que a chapa Ultralite® PETG da SPIPL proporciona maior resistência ao impacto do que os acrílicos, o que pode reduzir o potencial de rachaduras ou de quebra durante a fabricação, no envio e no uso contínuo pelo consumidor. Os displays para exposição e acessórios feitos com a chapa de Spectar possuem maior resistência química do que o Policarbonato para resistir aos efeitos dos produtos químicos usados ​​em muitos agentes de limpeza comuns, garante a Eastman.

“A demanda por chapas feitas com o copoliéster Spectar está crescendo entre os produtores de displays e acessórios de alta qualidade”, segundo Suraj Kumar Bansal, presidente do Saraswati Group. “Além da excelente estética, os atributos amigáveis aos processadores apresentados pela chapa de PETG contribuem para a eficiência de fabricação e de funcionalidade para processos comuns de construção e fabricação”.

Desde o seu lançamento em 2016, a primeira chapa de PETG Ultralite “feita na India” teve ampla aceitação em todo o país e agora também está gerando interesse no exterior. A SPIPL espera que o mercado cresça mais de 20% este ano, o que ajudará a reduzir a dependência da Índia das importações.

“Escolher o Spectar para a nossa chapa inovadora nos permite aproveitar a experiência da Eastman com a resina PETG e sua reputação de matéria-prima de alta qualidade e suprimento confiável”, diz Bansal. “Isso fornece uma excelente base para a qualidade da linha de extrusora, o revestimento UV e o serviço que deixa os clientes satisfeitos com a Saraswati.”

A Eastman oferece produtos e soluções inovadoras para atrativos mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A empresa atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

A SPIPL, parte do Grupo Saraswati de empresas, foi fundada em 2010 e fabrica recipientes de 10 mililitros a 5 litros. Em 2011, a empresa expandiu sua oferta fabricando chapas de policarbonato, seguida pela PETG em 2016. Como todas as empresas do Saraswati Group, a SPIPL mantém sua visão de crescimento rápido consistente com inovação contínua e respeito por seus funcionários e clientes.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Terphane apresentou soluções em filmes seláveis no PMA Fresh Connections 2018, em São Paulo

24/08/2018

Na quarta-feira, 22 de agosto, a Terphane, empresa atuante no segmento de filmes PET (poliéster) na América Latina e um importante player mundial, participou com um estande e como patrocinadora do PMA Fresh Connections, em São Paulo. O evento foi organizado pela entidade norte-americana PMA (Produce Marketing Association) que congrega produtores agrícolas de todo o mundo, desde 1949. A Associação se propõe a interagir com os diversos segmentos da cadeia de frutas, flores, legumes e vegetais, da produção ao varejo, no Brasil e no mundo.

“Para a Terphane esta foi uma excelente oportunidade para mostrar os filmes de poliéster que vão de encontro a um dos pilares do evento: apresentar soluções que maximizem a vida útil do produto, minimizem seu desperdício e aumentem a percepção de valor dos produtos”, explica José Ricardo Sorbile, Gerente Comercial Brasil da empresa.

Neste contexto, os filmes seláveis de poliéster, como os da linha Sealphane®, fazem todo o sentido. Segundo a Terphane, além de aumentar a vida de prateleira de frutas, verduras e legumes frescos, esta embalagem garante a integridade do produto durante as etapas de transporte e armazenagem, evitando desperdício. Ganha-se ainda na logística pela possibilidade de empilhamento das embalagens; mais embalagens ocupando menos espaço, garante a empresa. As vantagens se tornam mais expressivas quando o canal de venda for o autosserviço e as oportunidades também aumentam via crescimento das vendas on line nesta categoria de produto.

Outra vantagem lembrada por Célia Freitas, Gerente de Desenvolvimento de Mercado da Terphane, é que, segundo ela, os filmes Sealphane® têm altíssima transparência e funcionalidade de anti embaçamento, permitindo que o consumidor visualize facilmente o produto ou desfrute de imagens impressas com altíssima qualidade, inclusive quando o produto é exposto em gôndolas refrigeradas. Os filmes seláveis também são de fácil abertura e podem ser abertos sem a necessidade de rasgar a embalagem (easy open).

Estes filmes também podem ser expostos a baixíssimas e a altas temperaturas, segundo a Terphane, podendo também ser usados em embalagens de produtos que vão do freezer diretamente para o forno. A empresa afirma que a linha Sealphane® suporta um intervalo de temperatura que varia de -400C até +2100C. “Os filmes de poliéster são ideais para comporem sistemas de embalagem, funcionando como tampas para bandejas ou selos de segurança com efeito easy open. Na linha Sealphane® há ainda filmes seláveis para diversos tipos de bandejas (PP, PE, APET, rPET, CPET-APET, APET-PE, PS, alumínio ou cartão revestido com PET). O que importa para o mercado é que o consumidor tenha acesso à embalagem que melhor atenda às suas expectativas e garanta um produto em perfeitas condições. Uma embalagem que surpreenda e transforme o momento do consumo em um momento de indulgência”, conclui Célia.

Os filmes Sealphane®, assim como os demais filmes produzidos pela Terphane, são aprovados pelas normas brasileiras e internacionais para contato com alimentos.

José Ricardo completa: “A Terphane entende que o mercado de FLV (frutas, legumes e verduras) é extremamente importante e tem um potencial enorme para os filmes de poliéster”. Dados do RAMA – Programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos da ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) mostram que no 1o semestre de 2017 foram registradas 618 mil toneladas de FLV, 12% a mais do que foi registrado no mesmo período do ano anterior. A Associação divulgou ainda que a participação de FLV no faturamento dos supermercados e de outros PDVs cadastrados no RAMA, chegou a R$ 70,4 bilhões em 2016.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane se concentra no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até os filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Terphane

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Interplast e EuroMold destacam tecnologias e soluções voltadas à indústria do plástico

15/08/2018

Eventos estão sendo realizado até o dia 17 de agosto, em Joinville, SC e a reciclagem tem espaço especial

As feiras Interplast – Feira e Congresso da Integração da Tecnologia do Plástico, e a EuroMold – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos, realizadas de 14 a 17 de agosto, em Joinville – SC, estão apresentando avançadas tecnologias para a indústria do plástico. E quando se fala em plástico vem à tona a temática da reciclagem. O assunto inclusive, foi destaque na mídia internacional no início dessa semana quando a França anunciou a cobrança de taxas sobre as garrafas de plástico não reciclado. A medida vale a partir 2019 e as garrafas fabricadas com plástico reciclado deverão ser mais baratas do que as que utilizam matéria-prima virgem.

Na tendência das regulamentações para o setor e incentivo da reciclagem, a Interplast expõe variadas soluções em tecnologias e equipamentos para essa finalidade. É o caso da Wortex que expõe a Linha Challenger Geração II, que processa uma grande variedade de resíduos de filmes lisos, impressos e metalizados, tais como: PE, LLDPE, LDPE, MDPE, HDPE, BOPP, PP, PVC, Ráfia, Não Tecidos, Nylon,, Filmes de multicamadas. O diferencial da linha é a capacidade de processar materiais plásticos rígidos e flexíveis com eficiência e baixo custo operaciona, afirma a empresa.

O uso de soluções sustentáveis como matéria-prima também merece destaque. A Polifibras possui patente no Brasil para adicionar casca de arroz a resinas termoplásticas, o que torna o material um compósito ecológico e sustentável, retirando um resíduo do meio ambiente, que não se esgota a cada safra, e transformando-o em material com valor agregado mais alto.

No estande da Eletro-Forming, chama atenção a linha de produção de copos descartáveis em PET, mais transparentes e rígidos que os tradicionais copos industriais de PP e com possibilidade de uso de material PET Reciclado, o que vem de encontro à perspectiva de um futuro sustentável dos copos descartáveis no Brasil. Na mesma linha, um expositor do estande compartilhado do Simplás (Sindicato das Indústrias do Material Plástico do Nordeste Gaúcho) expõe a tecnologia para fabricação de bombonas plásticas de água feitas com material reciclado. Foi a primeira empresa do Brasil a desenvolver essa tecnologia seguindo a regulamentação internacional da FDA.

Especializada em tecnologias de separação, a Steinert apresenta na feira a linha Unisort Blackeye, que conta com um sistema ótico capaz de separar plásticos pretos por tipo. Destaca também a linha Unisort Film, sistema desenvolvido para trabalhar com plásticos filme e materiais 2D, fazendo a triagem dos materiais por tipo e por cor.

A Interplast e EuroMold Brasil reúnem 400 marcas, em 320 estandes, com expositores do Brasil, Ásia, Europa e outros países das Américas, com a expectativa de receber um público de 25 mil visitantes e de criar oportunidades para gerar R$ 200 milhões de negócios, iniciados no evento e consolidados em até 12 meses.

Agenda de eventos para  quarta-feira (15 de agosto)

Ilha da Reciclagem

A Ilha da Reciclagem é uma iniciativa inédita da Interplast e demonstra máquinas, equipamentos, rotinas e abordagem sobre a importância de se reciclar 100% do plástico – em especial o PS e o EPS (isopor®) – além de informar o público sobre a PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos. A Ilha busca estimular o desenvolvimento de novos projetos, investimentos e o engajamento com o tema reciclagem.

A Ilha da Reciclagem promove também o Fórum Economia Circular dos Plásticos, que evidencia exemplos de empresas e instituições que causaram uma transformação do plástico em benefício da sociedade. O Fórum será realizado no dia 15 de agosto, na Sala Margarida (n° 12), a partir das 15h com o case “Tampinha Legal” (www.tampinhalegal.com.br), apresentado pela coordenadora Simara Souza. Esse é o maior programa socioambiental de caráter educativo de iniciativa da indústria de transformação do plástico na América Latina. Propõe ações modificadoras de comportamento de massa através do fomento de coletas de tampas de plástico e as entidades assistenciais cadastradas no programa recebem 100% dos recursos obtidos com a venda do material. O programa terá um estande com exibição de vídeos e protótipos de andadores infantis de praia, confeccionados em diversos materiais.

Maior encontro do setor das embalagens de PET

A cadeia produtiva das embalagens de PET se reunirá para o maior encontro do setor: o PETtalk (www.pettalk.org.br). Com o apoio da Interplast, o evento acontece nos dias 15 e 16 de agosto, das 13h às 17h30, na sala Bromélia (n°4), e reúne os principais executivos e profissionais do setor. O PETtalk é uma conferência que reúne a cadeia produtiva das Embalagens de PET, seus clientes e parceiros – além dos interessados em conhecer mais sobre o setor. Atrai quem está diretamente ligado à produção ou reciclagem das embalagens de PET, mas a amplitude de informações é relevante também, clientes de embalagens, fornecedores de insumos e equipamentos.

AFAP debate mudanças da norma ABNT para o mercado de perfis na Interplast

A Associação Brasileira dos Fabricantes de Perfis (AFAP), única representante do setor no Brasil, promove debate sobre a transição da norma técnica ABNT, que define a qualidade mínima obrigatória do produto durante a Interplast, em Joinville – SC. Desde 2003, a AFAP desenvolve o Programa Setorial da Qualidade, reconhecido pelo PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat), liderado pelo Governo Federal. A qualificação é indispensável para a participação em certames públicos e para a venda a grandes clientes do setor privado. O encontro, inédito para o setor, busca promover o alinhamento de entendimentos e auxiliar os fabricantes, associados ou não a se adaptarem à nova realidade. Será realizado na quarta-feira, 15 de agosto, na sala Tulipa n° 5, das 16h às 19h. O evento é gratuito e aberto ao público, com vagas limitadas. Inscrições disponíveis pelo e-mail secretaria@afap.org.br.

Congresso de Inovação Tecnológica

A capacitação dos profissionais tem o espaço garantido na Interplast 2018 por meio do Cintec Plásticos – Congresso de Inovação Tecnológica. Serão 12 palestras e seis minicursos para debater as mais recentes tecnologias em máquinas e equipamentos, matéria-prima e processos para a indústria do plástico. São esperados 600 participantes. O CEO da Tigre, Otto Von Sothen, é o palestrante convidado para a abertura do CINTEC 2018 Plásticos, dia 14 de agosto, às 19h. O executivo detalha os “Desafios e oportunidades do mercado brasileiro mundial”. O evento desse ano está voltado para inovações, tecnologias e tendências para a manufatura avançada. O evento é organizado pela Unisociesc e acontece simultâneo a feira. A programação completa está disponível no site http://www.interplast.com.br.

Interplast inova com a realização de workshops gratuitos

A organização da Interplast traz uma novidade para essa edição da feira com a realização de workshops gratuitos, promovidos pelos expositores, com foco nas tendências, tecnologias e inovações em produtos e serviços para o segmento. As palestras acontecem nos dias 14 e 15 de agosto, simultâneas a feira, com duração de 40 a 60 minutos. As vagas por evento são limitadas e a programação e as inscrições estão disponíveis no site da feira – http://interplast.com.br/congresso.

Rodada de Negócios amplia possibilidades de novas parcerias e contratos

Uma prática crescente nas feiras organizadas pela Messe Brasil é a realização da Rodada de Negócios, onde compradores e vendedores sentam à mesa para negociações com preços e financiamento facilitado, ampliando as oportunidades de consolidar negócios e parcerias durante o evento. Na Rodada da Interplast e EuroMold estão confirmados os compradores: Comil (PR), Fremax (SC), Mascarello (PR), Klabin (SC), Irizar (SP), Lev Plásticos (MG), Docol (SC), Intelbras (SC), Volvo (PR), Franke (SC), Buscar (SC), Krona (SC), Termotécnica (SC), Uniplast (SC), Víqua (SC) e Blukit (SC). São aguardados 40 fornecedores que devem possibilitar mais de 500 agendas de reuniões de negócios. As rodadas serão realizadas nos dias 15 e 16 de agosto, das 14h30 às 20h, nas salas Hortência e Jasmim (n° 6 e 7).

Eventos realizados na terça-feira (14 de agosto)

Reunião da Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos

Empresas e representantes do setor de reciclagem de material plástico e transformação do material reciclado que integram a Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos, reuniram-se em Joinville, dia 14 de agosto, durante a Interplast. O encontro teve a presença de Ricardo Hajaj, coordenador da Câmara e Albano Schmidt, presidente do Simpesc (Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina). Jaime Lorandi, presidente do Simplás (Sindicato das Indústrias do Material Plástico), apresentou a palestra “A solução dos plásticos”.

Serviço

  • Interplast – Feira e Congresso da Integração da Tecnologia do Plástico
  • EuroMold – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos
  • Data: de 14 a 17 agosto de 2018
  • Horário: 14h às 21h
  • Local: Centro de Convenções e Exposições EXPOVILLE – R. XV de Novembro, 4315 – Glória, Joinville – SC
  • Realização: Simpesc (Sindicato da Indústria do Material Plástico de SC)
  • Apoio: ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina)
  • Organização: Messe Brasil
  • Credenciamento de visitantes: www.interplast.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Interplast

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Incêndio na planta de PTA da Alpek no México terá impacto na produção de resina PET nas Américas e Europa

19/07/2018

No último dia 15 de julho, um incêndio de grandes proporções atingiu uma das duas plantas de produção de PTA (ácido tereftálico), matéria prima para a produção de PET, no complexo de produção da Alpek, em Altamira, no México. Cada uma das plantas tem capacidade nominal de produção de 500 kt de PTA.

Embora a extensão dos danos causados à planta ainda não seja totalmente conhecida até o momento, vídeos e fotografias do local sugerem que houve um dano significativo nas instalações, que pode manter pelo menos uma das plantas em inatividade por um período de tempo expressivo.

Segundo Phil Marshall, diretor de PET da firma de consultoria Philips Wood Mackenzie, baseada em Houston (Texas), esta interrupção provavelmente impactará negativamente a produção de resina PET nas Américas, bem como na Europa.

Marshall disse: “As plantas de PTA da Alpek em Altamira fornecem PTA para a planta adjacente de resina PET da M&G México (agora operada pela Alpek/DAK Americas), para as unidades de produção de PET da sua empresa-irmã, DAK Americas, em Pearl River, Mississippi (EUA), assim como para exportações direcionadas a vários países da América do Sul e produtores europeus de poliéster na Espanha, Itália, Lituânia etc. “

“Este evento ocorre em um momento particularmente crítico para os mercados de resinas PET nas Américas e na Europa, já que ambas as regiões vêm experimentando restrições críticas no fornecimento de resina de PET, devido à indisponibilidade de plantas de resina PET e PTA. Embora o incêndio seja alarmante e vá causar impacto na produção de PTA, o impacto real pode não ser tão sério quanto se pensava inicialmente já que a Alpek opera também três fábricas de PTA no México e uma no Brasil”, complementa Marshall.

ATUALIZAÇÃO (19 de julho):

Segundo a ICIS, empresa que fornece informações sobre o mercado petroquímico, a Alpek estima que terá condições de partir novamente a sua planta de PTA no México em até 6 a 8 semanas, depois de um incêndio que atingiu a unidade em 15 de julho. Segundo o CEO da empresa, José Valdez, ambas as unidades de 500 kT/ano estão paradas. Os danos do incêndio foram limitados às tubulações, fiação, válvulas e bombas, acrescentou Valdez.

Fonte: Wood Mackenzie / ICIS

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PETtalk, conferência do setor de embalagens de PET, acontecerá durante a Interplast 2018 em Joinville

12/07/2018

Mais uma vez a cadeia produtiva das embalagens de PET se reunirá para o maior encontro do setor: o PETtalk. Com o apoio da Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico – o evento acontecerá nos dias 15 e 16 de agosto, em Joinville, Santa Catarina, reunindo os principais executivos e profissionais do setor.

O PETtalk é uma conferência que reúne a cadeia produtiva das Embalagens de PET, seus clientes e parceiros – além dos interessados em conhecer mais sobre o setor. Atrai quem está diretamente ligado à produção ou reciclagem das embalagens de PET, mas a amplitude de informações é relevante também para os Brand Owners que utilizam as embalagens, fornecedores de insumos e equipamentos e todos os interessados e envolvidos, direta ou indiretamente, com o setor do PET.

O encontro entre os profissionais é um dos pontos altos do evento. Na edição anterior, mais de 75% da assistência foi formada por diretores e gerentes. Os profissionais têm a oportunidade de trocar cartões, rever amigos e antigos parceiros de trabalho, renovar contatos, debater sobre as oportunidades.

A programação do PETtalk 2018 vai apresentar novidades tecnológicas, tendências e a evolução do mercado, casos de sucesso e novas aplicações do PET para embalagens. A reciclagem do material, novos usos para o reciclado e as legislações que atingem o setor, como a Política Nacional de Resíduos Sólidos, ou as novas exigências para obtenção de licença de funcionamento, por exemplo, também estão entre os temas tratados.

Inscrições podem ser feitas pelo site http://www.pettalk.org.br, onde também serão publicadas e atualizadas periodicamente as informações sobre o PETtalk 2018, programações e investimentos. O PETtalk é organizado e realizado pela Abipet – Associação Brasileira da Indústria do PET. A entidade, fundada em 1995, tem como associados os Fabricantes da resina PET, os Fabricantes de Preformas e Embalagens de PET, Recicladores do material e as principais empresas de Tecnologia do setor.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Interplast

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Husky mostra gama de inovações em moldagem por injeção e novas tecnologias de embalagem durante a NPE2018

08/06/2018

Empresa demonstrou soluções para aplicações em vários mercados

Em seu espaço de exposição de 1.100 metros quadrados, a Husky demonstrou, durante a NPE2018, ocorrida em Orlando (Florida) de 7 a 11 de maio, uma ampla gama de soluções de fabricação integrada da Husky que podem ser usadas por clientes de qualquer tamanho e de qualquer setor para aumentar a sua competitividade. A empresa também apresentou uma variedade de aplicações inovadoras e embalagens conceituais desenvolvidas em parceria com clientes e parceiros do setor.

“Nos últimos anos, nós investimos significativamente para aprimorar ainda mais os nossos equipamentos de última geração. Esses investimentos levaram a desenvolvimentos em nossa Tecnologia de Multicamadas, em nossa Tecnologia de Válvulas para Câmara Quente e em como entregamos moldes completas, componentes, peças de reposição e serviços de valor agregado aos nossos clientes. Sempre investiremos em pesquisa e desenvolvimento e na construção de parcerias valiosas para sermos líderes em inovação. É simplesmente como nos definimos ”, disse John Galt, presidente e CEO da Husky.

Inovação em toda parte

A Husky tem estado na vanguarda da indústria de equipamentos de moldagem por injeção há mais de 65 anos. Agora, a empresa está olhando não apenas para oferecer equipamentos de processamento mais eficientes, mas também em direção ao ciclo de vida total de ponta a ponta de equipamentos de moldagem por injeção e peças moldadas em plástico. Hoje, e no futuro, as embalagens plásticas e peças injetadas exigirão soluções de manufatura mais flexíveis e adaptáveis, bem como novos modelos de negócios que suportem o crescimento tanto das marcas como de transformadores de plásticos.

Tecnologia inovadora de múltiplas camadas

Originalmente lançada na NPE em 2015, a tecnologia de múltiplas camadas (Multi-Layer Technology) da Husky oferece um melhor desempenho, segurança e design e usa menos material, ao tempo em que oferece um custo total de peça menor, afirma a empresa. Já são mais de 30 sistemas vendidos em todo o mundo para uma variedade de aplicações, incluindo refrigerantes, sucos, água com gás, cerveja, chá, laticínios, alimentos e cuidados pessoais. A empresa tem visto uma demanda crescente de clientes que procuram explorar novas aplicações.

“Como líderes do setor, somos capazes de dar suporte à capacidade de nossos clientes de projetar e entregar embalagens que atendam às demandas de uma sociedade em rápida mutação. Isso inclui a necessidade de soluções flexíveis que sejam mais sustentáveis ​​”, disse Dave Morton, Vice-Presidente de Tecnologia de Multicamadas da Husky. “Nossa Tecnologia de Múltiplas Camadas, combinada com novos materiais de barreira recicláveis, atende a essa necessidade e fornece um pacote funcional que protege o produto com mais eficiência, tanto do ponto de vista do material quanto do custo total.”

A exposição de Múltiplas Camadas da Husky na NPE2018 destacou a capacidade da tecnologia para vários requisitos de aplicação, incluindo barreiras para luz, oxigênio e dióxido de carbono, além de garrafas com novo design e tratamentos funcionais que aumentam significativamente o apelo dos produtos nas prateleiras.

Flexibilidade de aplicação com o sistema HyPET® 225 e soluções em Moldes para PET

Durante a feira, a Husky demonstrou seu sistema integrado de fabricação de pré-formas HyPET® 225. O sistema produziu uma pré-forma de 11 gramas usando um molde de 48 cavidades em um tempo de ciclo de 8.2 segundos. A empresa também destacou suas tecnologias e serviços em moldes para PET.

Especialistas da Husky também fizeram apresentações no Fórum Técnico da Zona da Garrafa (Bottle Zone Technical Forum), uma destaque deste ano na NPE2018.

Durante o evento, a Husky também deu ênfase ao seu fornecimento de serviços e peças de reposição OEM, projetados para otimizar o processo de produção e prolongar a vida útil dos equipamentos de fabricação.

Soluções para atender a vários mercados

Um destaque significativo da exposição da Husky na NPE2018 foram as suas inovações em Bicos de Injeção Valvulados de Câmara Quente, capazes de manter a qualidade dos bicos de injeção por milhões de ciclos.

A Husky fornece moldes de injeção para uma variedade de mercados, incluindo para produtos médicos, de alimentos, bebidas, produtos para casa e cuidados pessoais e de beleza. Parte da exposição da empresa na NPE2018 mostrou as capacidades integradas de produção da empresa para o mercado médico, que incluem máquinas Husky e moldes Schöttli para a área de produtos médicos.

A Husky Injection Molding Systems Ltd. é uma fornecedora líder global de equipamentos e serviços de moldagem por injeção para a indústria de plásticos. A empresa possui mais de 40 escritórios de serviços e vendas, dando apoio a clientes em mais de 100 países. As instalações de fabricação da Husky estão localizadas no Canadá, Estados Unidos, Luxemburgo, Áustria, Suíça, China, Índia e República Tcheca.

Fonte: Husky

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Tomra Sorting apresenta a nova tecnologia “Sharp Eye’ para a separação entre bandejas de PET monocamada e garrafas PET

14/05/2018

A nova aplicação, possibilitada pela maior intensidade luminosa, é um avanço bem-vindo em um momento em que a demanda por garrafas plásticas e bandejas cresce internacionalmente

 

A Tomra Sorting Solutions lançou a nova tecnologia denonimada Tomra Sharp Eye, a qual permite separar bandejas de PET monocamada de garrafas PET. Ela aprimora a capacidade da máquina anterior da Tomra, o Autosort, de separar as bandejas multicamadas. Esse avanço é comercialmente emblemático porque pequenas diferenças – mas críticas – entre as propriedades químicas das bandejas de PET usadas em alimentos e as garrafas PET determinam que elas precisam ser separadas para o processo de reciclagem. Além disso, segundo a empresa, a inteligência artificial incorporada nos sistemas Tomra também permite a análise contínua de produtos classificados, tornando as futuras plantas mais inteligentes.

Valerio Sama, Gerente de Produto da Tomra Sorting Recycling, comentou: “Esperamos que nossa nova tecnologia Tomra Sharp Eye seja bem-vinda pelas Centrais de Triagem e pelas plantas de reciclagem de PET. A demanda por essa tecnologia deve crescer, considerando-se o estilo de vida moderno e internacional que está promovendo o aumento do uso de garrafas plásticas de bebidas e bandejas de plástico usadas para frutas, verduras e outros alimentos”.

A chave para este avanço é um aprimoramento da tecnologia de seleção por sensores Flying Beam® da Tomra. O sistema de identificação por infravermelho próximo (NIR) da Tomra faz a leitura de cada ponto (sem necessidade de lâmpadas externas) focalizando apenas na área da esteira que está sendo escaneada. Segundo a Tomra, isso permite uma ampla variedade de ajustes, fazendo com que essa tecnologia possa distinguir até as menores diferenças moleculares nos materiais que passam pela linha de reciclagem. Agora, com o Sharp Eye, a Tomra introduziu uma lente maior para maior intensidade de luz, possibilitando a detecção de propriedades espectrais mais complexas. Um vídeo da nova aplicação pode ser acessado no link: https://www.Tomra.com/pt-br/sorting/recycling/your-application/waste-sorting/pet-bottle-vs-tray

Segundo a Tomra, o processo passo a passo que culmina com a separação de bandejas de PET monocamada e garrafas PET é consistente e flexível. Durante a preparação para a triagem de plásticos misturados em cada um dos diferentes polímeros, o material de coleta seletiva ou proveniente de resíduos sólidos urbanos (RSU) passa por diversas etapas de tratamento mecânico – como peneiramento, abertura de sacos, separação 2D/3D que divide o fluxo de material rolantes e rígidos ainda misturados – para daí então se iniciar a etapa seleção ótica. Para separar o PET misto contido nesse fluxo dos demais polímeros, o Autosort funciona como um sistema combinado, detectando o tipo de material e a cor em combinação com o formato dos objetos. Mesmo com uma entrada de material muito misturada, esse processo atinge uma eficiência de classificação de 95% ou mais, afirma a Tomra.

Mais de um milhão de garrafas de plástico são compradas em todo o mundo a cada minuto e nos próximos cinco anos esse número deverá aumentar em mais 20%. Em resposta, os regulamentos da UE estão ficando mais rigorosos e organizações como a “Plastics Recyclers Europe” estão divulgando orientações sobre a reciclagem de bandejas de PET. Isso incentivará a criação de mercado para a triagem e o tratamento das bandejas de PET, promovendo assim a reciclagem desse tipo de embalagem.

Uma máquina Tomra Autosort com a nova tecnologia Tomra Sharp Eye está disponível para demonstrações, sob agendamento, no Centro de Testes da empresa, próximo a Koblenz, na Alemanha.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Enzima que “come” PET é produzida acidentalmente por cientistas britânicos e americanos

17/04/2018

Segundo matéria publicada pela Deutsche Welle, reproduzida a seguir, pesquisadores produziram, por acidente, uma enzima capaz de degradar plásticos PET e que pode ajudar a diminuir a poluição causada pelo material, principalmente garrafas plásticas.

Enzima descoberta acidentalmente poderá facilitar reciclagem de plástico

Pesquisadores nos Estados Unidos e no Reino Unido produziram por acidente uma enzima que consome plásticos, revelou um estudo divulgado nesta segunda-feira (16/04). A descoberta poderá ajudar a reduzir o grave problema da poluição causada pelo produto derivado do petróleo.

Cientistas da Universidade de Portsmouth e do Laboratório de Energias Renováveis do Departamento de Energia dos EUA decidiram concentrar seus esforços numa bactéria de ocorrência natural descoberta no Japão há alguns anos.

Pesquisadores japoneses acreditam que a bactéria Ideonella sakaiensis se desenvolveu nas últimas décadas num centro de reciclagem, uma vez que até os anos 1940 o plástico ainda não tinha sido inventado. O organismo parece se alimentar exclusivamente de um tipo de plástico conhecido como Politereftalato de etileno (PET), amplamente utilizado na fabricação de garrafas.

Os cientistas buscavam compreender o funcionamento de uma das enzimas dessa bactéria, denominada PETase, analisando sua estrutura. “Eles acabaram avançando um passo à frente e acidentalmente desenvolveram uma enzima que consegue desmembrar ainda melhor os plásticos PET”, afirma o relatório divulgado na publicação científica americana Procedimentos da Academia Nacional de Ciências (PNAS).

Utilizando um raio-X de brilho dez bilhões de vezes mais forte do que o Sol, eles conseguiram elaborar um modelo tridimensional de alta resolução da enzima.

Cientistas da Universidade de Campinas (Unicamp) e da Universidade do Sul da Flórida desenvolveram através de computadores um modelo que demonstrava que a PETase era bastante semelhante a outra enzima, a cutinase, encontrada em fungos e bactérias.

Uma área da PETase, porém, apresentava algumas diferenças, levando os cientistas a deduzir que esta seria a parte que permitiria a degradação do plástico. Ao modificar essa enzima, tornando-a mais semelhante à cutinase, os pesquisadores descobriram acidentalmente que a enzima mutante conseguia degradar o plástico com eficácia ainda maior do que a PETase.

Os cientistas trabalham agora em melhorias nessa enzima, para que possa, no futuro, ser desenvolvida em grande escala e utilizada no setor industrial. O objetivo ao quebrar o plástico em partes menores seria permitir que ele seja reutilizado de maneira mais eficiente.

“O acaso muitas vezes tem um papel significativo na pesquisa científica fundamental, e nossa descoberta não é exceção”, afirmou o autor do estudo, o professor John McGeehan, da Faculdade de Ciências Biológicas de Portsmouth.

“Ainda que modesta, a descoberta inesperada sugere que há espaço para desenvolver ainda mais essas enzimas, nos aproximando de uma solução para reciclar as montanhas de dejetos de plástico que não param de crescer”, observou.

Mais de oito milhões de toneladas de plástico são despejadas anualmente nos oceanos, enquanto aumenta a preocupação com os problemas causados à saúde humana e ao meio ambiente. Apesar dos esforços globais para reciclar essa matéria-prima, a maior parte dos produtos plásticos sobrevive durante centenas de anos.”

Link para a matéria no site da Deutsche Welle a seguir: http://www.dw.com/pt-br/cientistas-desenvolvem-enzima-que-come-pl%C3%A1stico/a-43417084

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Braskem assina parceria com Haldor Topsoe para desenvolvimento de processo de obtenção do Monoetilenoglicol a partir de açúcar

23/11/2017

  • As empresas investem na construção de uma planta de demonstração na Dinamarca
  • O Monoetilenoglicol (MEG) é um componente da produção de PET

A Braskem e a dinamarquesa Haldor Topsoe, líder mundial em catalisadores e ciência de superfícies, assinaram um acordo de cooperação tecnológica para desenvolver uma rota pioneira de produção de monoetilenoglicol (MEG) a partir de açúcar. A parceria inclui a construção de uma unidade de demonstração na Dinamarca, com início de operações previsto para 2019.

O MEG é um componente fundamental para a produção de PET, resina importante para os setores têxtil e de embalagens e amplamente utilizada para a fabricação de garrafas. O projeto tem como foco a conversão de açúcar em MEG em uma única unidade industrial, o que reduz o investimento inicial na produção e impulsiona a competitividade do processo. Trata-se de um processo de duas etapas desenvolvido nos laboratórios da Topsoe com seus próprios catalisadores.

“Essa iniciativa inovadora combina uma tecnologia de ponta com profunda experiência em design de processos, aumento de escala e operação industrial, que vai nos permitir levar a química renovável a um outro nível. Depois do Polietileno Verde, este é outro passo relevante em nossa visão de utilizar biopolímeros como ferramentas de captura de carbono e para continuar contribuindo com um futuro mais sustentável”, afirma Mateus Lopes, gerente de Inovação em Tecnologias Renováveis da Braskem.

Com o acordo, a Braskem vai expandir seu portfólio de produtos renováveis, oferecendo soluções adicionais ao seu polietileno produzido a partir de cana-de-açúcar, comercializado com o selo I’m greenTM. “Com essa parceria, fortalecemos nossa posição de protagonistas no desenvolvimento de soluções inovadoras que irão alavancar a competitividade de diferentes biomassas e complementar as soluções tradicionais oferecidas pelo setor petroquímico”, ressalta Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

“A catálise irá desempenhar um papel de extrema importância no desenvolvimento de soluções sustentáveis para produção de químicos importantes a partir de fontes renováveis como açúcares. Estamos orgulhosos de entregar essa tecnologia pioneira para o projeto com a Braskem, e esperamos aplicar nossas competências, enquanto líderes mundiais dentro da catálise e da engenharia de processo, em uma comercialização futura dessa importante inovação”, afirma Kim Knudsen, vice-presidente executivo da Haldor Topsoe.

A planta de demonstração irá realizar testes para validar a tecnologia e confirmar sua viabilidade técnica e econômica, um passo fundamental antes do início da produção em escala industrial e operação comercial. A unidade terá flexibilidade para validar a tecnologia de diferentes matérias-primas, tais como sacarose, dextrose e açúcares de segunda geração.

Sobre a Braskem: Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, com faturamento de R$ 55 bilhões em 2016. A companhia exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, Estados Unidos, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Sobre a Haldor Topsoe: A Haldor Topsoe é líder mundial em catalisadores e ciência de superfícies com sede na Dinamarca, contando com equipe para desenvolvimento de projetos, P&D,

engenharia e unidades produtivas, além de vendas e atendimento em todo o mundo. Em 2016, a empresa registrou faturamento aproximado de US$ 860 milhões, emprengando 2,6 mil pessoas

Fonte: Braskem

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Tomra aposta em crescimento da reciclagem de PET no Brasil com o Autosort Flake

17/05/2017

A crescente utilização de PET reciclado em aplicações exigentes vem aumentando a demanda no mundo todo por equipamentos de separação de material reciclado que forneçam alto grau de pureza e produtividade.

Após anos de bem-sucedida atuação no segmento de separação de correntes de resíduos plásticos pós-consumo, utilizando tecnologias de Infravermelho Próximo (NIR) e óticas, a Tomra Sorting Reciclying deu um passo à frente com o lançamento, no ano passado, da nova versão do Autosort Flake, equipamento utilizado na purificação de polímeros moídos em um processo de reciclagem que combina detecção do tipo de material e cores.

O Autosort Flake é usado, por exemplo, na obtenção de correntes de PET reciclado de alta pureza, como por exemplo as destinadas a aplicações “bottle-to-bottle” (garrafas plásticas fabricadas integralmente com material reciclado).

Segundo Carina Arita (foto), diretora comercial da Tomra Brasil, a nova tecnologia do Autosort Flake permitiu dobrar os níveis de produtividade do equipamento para até 3 toneladas por hora, o que faz com que os equipamentos se tornem altamente rentáveis para plantas de reciclagem de PET. O nível de perda também é muito baixo, atingindo níveis de apenas 0,3 a 0,5%, de acordo com o material de entrada. Levando em conta que o nível médio de perdas da indústria hoje está em torno de 1,5%,  o investimento no equipamento se paga em apenas 1 ano, afirma Carina.

A fim de alcançar a mais alta pureza de flakes de PET, todos os resíduos de substâncias orgânicas, metais, PVC e outros materiais diferentes do PET devem ser eliminados. No processo de purificação, inicialmente as garrafas recicladas passam por um processo de triagem, seguido por um processo de moagem e lavagem – incluindo tanques de separação densimétrica e aspiradores.

Porém, estas etapas ainda não são suficientes para fornecer a qualidade necessária para algumas aplicações. Uma mínima contaminação da corrente já impede a utilização do material reciclado em aplicações tais como “bottle-to-bottle” (garrafa-para-garrafa). Os flakes de PET destinados à produção de uma nova garrafa transparente devem oferecer um grau de pureza maior que 99,99% (o que equivale a menos de 100 ppm de contaminantes).

A Tomra assegura que o seu Autosort Flake permite atingir tal grau de pureza, além de permitir o isolamento e eliminação de materiais de cor preta e metais. Segundo a Tomra, o Autosort Flake é capaz de analisar e classificar flakes por tipos de material e de cor, ao mesmo tempo e de forma precisa. A combinação da configuração mecânica com sistemas de sensores duplos melhora a eficiência de seleção dos flakes de plásticos significativamente, afirma a empresa. A detecção de contaminantes de cores é realizada por uma câmera RGB de alta resolução. Além disso, um espectrômetro de infravermelho próximo (NIR) permite a detecção de materiais tais como PET, PEAD, PP, PVC, PS, PLA, PET e outros. Os sensores óticos e de infravermelho realizam uma leitura simultânea e enviam a informação para válvulas situadas a curta distância da corrente de material, que acionam jatos de ar com o intuito de expelir da corrente as impurezas eventualmente presentes no fluxo de material a ser purificado. O equipamento trabalha com uma granulometria dos flakes entre 2 a 12 mm.

Tal como acontece no equipamento Autosort, o novo Autosort Flake da Tomra conta com a patente tecnológica Flying Beam® combinada com o novo desenvolvimento do módulo ótico Fourline 2mm, que é atualmente a mais alta resolução NIR disponível no mercado de equipamentos por sensor. Este recurso oferece aos clientes calibração contínua para evitar erros que podem levar a períodos de inatividade, dando assim uma estabilidade não atingível pela concorrência, afirma a Tomra. Desta forma, contribui para uma baixa necessidade de manutenção e baixo consumo de energia.

Segundo a Tomra, as principais vantagens do Autosort Flake incluem a alta capacidade com um elevado rendimento, o design modular e de fácil integração e a capacidade de classificar por cor (por exemplo, flakes de PET coloridos) e por material (por exemplo, PET, PEAD, PP, etc.) – e qualquer de suas combinações, ao mesmo tempo. Além dos flakes de PET, é possível a purificação de flakes de qualquer material (por exemplo, PEAD do PP). O equipamento também está disponível em uma versão básica contendo apenas o espectrofotômetro de infravermelho (NIR) para uso exclusivo na triagem de materiais. O Autosort Flake fornece estatística online do material processado acessível remotamente.

Durante a Feiplastic 2017, realizada no início de abril no Expo Center Norte, em São Paulo, a Tomra Brasil esteve divulgando a tecnologia do Autosort Flake para clientes potenciais que visitaram seu stand em busca de informações sobre as inovações da empresa para o mercado de reciclagem de plásticos. De acordo com Carina Arita, o fluxo de visitantes foi ótimo e as perspectivas de expansão do mercado brasileiro apresentam-se bastante promissoras neste início de 2017, especialmente em se tratando de uma conjuntura econômica recessiva que afetou todos os setores nos últimos dois anos.

Três unidades do novo Autosort Flake já foram vendidas pela sucursal brasileira da Tomra, sendo que uma delas foi para um cliente brasileiro que possui planta nos EUA. A última venda se deu para uma empresa paraguaia.

Além do Autosort Flake, a Tomra esteve demonstrando também durante a Feiplastic o Autosort, seu tradicional equipamento de separação multifuncional que recupera uma grande variedade de materiais a partir de fluxos de resíduos diferentes, resíduos de coleta seletiva, embalagens, papel, resíduos domiciliares e outros tipos de tarefas de separação.

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PETtalk define temas que serão apresentados na Plástico Brasil

17/03/2017

Novidades tecnológicas em processos e sistemas industriais, reciclagem, meio ambiente, design, Política Nacional de Resíduos Sólidos e apresentação de números do setor fazem parte da programação que será oferecida aos visitantes em dois dias da feira, 21 e 22 de março

Tradicional encontro para apresentar novas tecnologias, cenários e temas atuais e relevantes do segmento,  este ano o PETtalk – Conferência Internacional da Indústria do Plástico será realizado durante a Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, no São Paulo Expo. Promovido pela ABIPET – Associação Brasileira da Indústria do PET, o evento ocupa parte da programação técnica de dois dias da feira, 21 e 22 de março. O conteúdo vai tratar de sistemas de injeção, para condicionamento da resina e para fechamento e rotulagem; aditivos e pigmentação; resina PET; processos de envase e equipamentos; entre outros temas.

Dentro do macro tema da Reciclagem, serão abordados: equipamentos para separação óptica; pós-condensação; filtragem; e soluções para bottle-to-bottle. Design de embalagem e ecodesign também fazem parte da grade, assim como a apresentação dos números do setor (consumo de resina PET, mercados consumidores de embalagens de PET, tendências de consumo e Reciclagem).

A Política Nacional de Resíduos Sólidos, em vigor desde 2010, mais uma vez recebe atenção no PETtalk, dado seu impacto direto na indústria de embalagens, apontada pela legislação como corresponsável pela destinação adequada dos resíduos.

O encontro é voltado para fabricantes de máquinas e equipamentos, prestadores de serviços, usuários das embalagens (brand owners), produtores de resinas e preformas, sopradores, recicladores e outros profissionais ligados à cadeia produtiva. As inscrições para PETtalk na Plástico Brasil estão abertas e podem ser feitas no site da ABIPET (www.abipet.org.br). O investimento é de R$ 340 para associados da entidade e R$ 620 para não associados. As vagas são limitadas.

Fonte: Assessoria Técnica – Plástico Brasil

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Planta francesa Suez Regene Atlantique otimiza qualidade de flakes de PET reciclado após modernização

20/02/2017

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Suez Regene Atlantique é uma planta francesa (foto) controlada pelo grupo Suez, especializada na recuperação e reciclagem de garrafas de PET. Em 2013, a empresa fez um investimento estratégico significativo na modernização e melhoria do processo de seleção ótica para a reciclagem de garrafas. Esta atualização ocorreu pela aquisição de novos equipamentos avançados de separação. Como parte deste processo, a Suez Regene Atlantique recebeu quatro máquinas de separação Autosort da Tomra e uma unidade Autosort Flake, junto com um sistema de controle automático.

Como resultado da modernização das suas instalações, a Suez Regene Atlantique se beneficiou de várias maneiras, mas sem dúvida a mais importante foi a enorme melhoria da qualidade do seu produto final. Atualmente, a planta produz mais de 50 toneladas de flakes por dia.

Objetivo: a máxima pureza possível

Durante a discussão conceitual do projeto, a Tomra Sorting e a Regene Atlantique decidiram conjuntamente que, para produzir flakes de PET de máxima pureza possível, três resultados deveriam ser garantidos: uma elevada produção de matéria prima, uma alta consistência do produto e um elevado rendimento do produto

Processo recém-projetado

Para atingir esses objetivos, foi concebido um processo onde as garrafas PET embaladas em fardos são transportadas de centros de triagem localizados no sudoeste da França. Estes fardos são então levados para a estação de abertura dos fardos, onde as suas tiras de metal são cortadas manualmente antes das garrafas serem então carregadas na esteira de alimentação. A esteira leva o material o triturador, onde as garrafas são desagregadas individualmente antes de passar por um Autosort. A Regene Atlantique optou pelo conceito de seleção positiva para a sua primeira fase de classificação ótica. Nesse conceito de seleção positiva, a máquina de triagem irá selecionar garrafas de PET desejadas, e assim, garantir que quaisquer contaminantes que estejam presentes caiam através da força gravitacional. Após este primeiro passo de separação, duas outras unidades Autosort são então utilizadas para eliminar todos os contaminantes ainda presentes no fluxo principal de material PET.

Após estas três fases de separação ótica, todo o material rejeitado é levado para um quarto Autosort. Ele irá devolver todas as garrafas que foram removidas por engano pelo processamento anterior e também recuperar uma nova categoria de garrafas PET coloridas, que agora podem incluir ou não garrafas opacas. Depois da triagem ótica ter sido completada, as garrafas passam então por uma inspeção manual. Uma vez que isto ocorreu, as garrafas são então trituradas e assim emergem na sua forma de produto final: flakes.

Estes flakes passam então através de um tanque de flotação em que todo o material que contém polipropileno (PP) ou polietileno (PE) flutuará na superfície. Estes materiais podem então ser simplesmente removidos, enquanto o produto PET afunda e segue no processo de reciclagem. Uma vez que os materiais PE e PP foram separados, os flakes de PET são então lavados a uma temperatura de 93 ° C para dissolver quaisquer colas presentes e para remover todos os rótulos colados nos produtos. Depois que este processo de lavagem estiver concluído, outra operação de flotação é necessária para remover as etiquetas destacadas durante a lavagem.

Em uma etapa seguinte, os flakes tem a sua removida. Uma vez limpo e completamente seco, os flakes são então peneirados para separar as partículas mais finas e grandes. Os flakes grandes e sobredimensionados serão triturados novamente para se obter a distribuição de tamanho de partícula desejada. Estes flakes são então enviados para um tambor magnético e um separador indutivo. Esta combinação de equipamentos garante a remoção de quaisquer contaminantes metálicos remanescentes do material em flakes. O primeiro rolo captura metais ferroso, enquanto o segundo elimina metais não-ferrosos como o alumínio.

Como passo final, o material processado é enviado para o Autosort Flake. Esta máquina remove os últimos contaminantes. Aqui, o fluxo de material é dividido em três canais na primeira separação. Em seguida, o material ejetado é percorrido novamente através do canal de recuperação para uma segunda verificação. Finalmente, os operadores embalam os flakes em grandes sacos (big bags), cada um pesando aproximadamente uma tonelada. Após a embalagem, estes sacos são colocados em uma zona de armazenamento temporário para aguardar controle de qualidade: cada saco deve passar por um teste para avaliação dos vários contaminantes. A análise abrange uma gama de contaminantes que inclui PVC e metal – e quando se produzem flakes cristal (com azul claro) – os flakes opacos e coloridos de PET são eliminados também. Depois que estas medidas de controle de qualidade foram concluídas, os grandes sacos podem então ser despachados.

Planta apresente uma das melhores qualidades de flakes disponíveis no mercado europeu

Como resultado direto desse novo conceito de processamento, a qualidade da produção melhorou drasticamente, o tempo de manutenção essencial foi significativamente reduzido e o volume anual de resíduos da planta diminuiu em 300 toneladas.

Esta instalação melhorada agora permite à Suez produzir uma das melhores qualidades de flakes disponíveis no mercado europeu de hoje. Os clientes industriais utilizam os flakes produzidos pela Suez para produzir embalagens de qualidade alimentícia – principalmente para aplicações em chapas; e eles também são usados em fibras têxteis para uso em lã polar ou carpetes para o setor automotivo. Além disso, a saída do flake é usada igualmente para fabricar garrafas, completando assim verdadeiramente o círculo do processo da reciclagem. A transformação de resíduos em recursos valiosos contribui para uma solução importante para os problemas globais urgentes do nosso tempo – esgotamento dos recursos naturais e proteção ambiental.

Receitas consideravelmente mais elevadas

David Bourge, Gerente de Fábrica da Suez, Regene Atlantique, disse: “Graças à nossa parceria com a Tomra, conseguimos otimizar nossas operações de reciclagem de PET. Ao combinar o Autosort (separador de garrafas) com o Autosort Flake (separador de flakes), multiplicamos a nossa produção com alta qualidade por dois, resultando em receitas consideravelmente mais elevadas.

Como está o mercado Brasileiro

A indústria brasileira de reciclagem de PET também está buscando produção com qualidades de flake de PET mais elevadas, uma vez que as empresas estão se licenciando junto a ANVISA para a produção de material com qualidade para grau alimentício. Segundo Carina Arita, gerente comercial da Tomra no Brasil, “devido a essa demanda por alta qualidade de flake, a maioria de nossos clientes no Brasil também está adotando o conceito de seleção positiva e, graças ao avanço da nossa tecnologia, temos velocidade de processamento e de válvulas capazes de executar essa tarefa com sucesso, proporcionando uma separação mais eficiente”.

Já Carlos Manchado, diretor para todo continente americano, observa que “essa tendência é notória também nos outros países da América do Sul, principalmente considerando que esses países estão seguindo as especificações de qualidade exigidas pelos orgãos Europeus  e pela FDA (Food and Drug Admnistration) nos Estados Unidos. Ao final a resina PET reciclada pode ser considerada uma commodity, tornando-se um produto de circulação global”.

Sobre a Tomra Sorting Recycling

A Tomra Sorting Recycling (www.Tomra.com/recycling) desenvolve e fabrica tecnologias de separação baseada em sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. A empresa já instalou mais de 4.400 sistemas em 50 países de todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e controle de processos para a indústria alimentícia e de mineração, entre outras. A Tomra Sorting é afiliada da empresa norueguesa Tomra Systems ASA com capital aberto na Bolsa de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem faturamento de cerca de 650 milhões de euros e emprega mais de 2.600 pessoas.

Fonte e foto: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Feira Plástico Brasil terá dois dias dedicados ao PETtalk

24/01/2017

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Parceria estabelecida entre a Informa Exhibitions e a ABIPET – Associação Brasileira da Indústria do Pet traz para a Plástico Brasil palestras com informações técnicas e mercadológicas para os profissionais do setor. Inscrições podem ser feitas no site do PETtalk (www.pettalk.org.br) a partir de meados de janeiro.

Promovidas tradicionalmente pela Associação Brasileira da Indústria do Pet, os encontros da entidade são concorridos por trazerem novidades tecnológicas, números atualizados do setor e debates importantes. Pesquisa realizada pela ABIPET confirma o acerto das PETtalks, que têm 90% de conceito relevante, por parte dos participantes, do seu conteúdo.

Durante a Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 20 a 24 de março, será realizada o PETtalk – Conferência Internacional da Indústria do Plástico, evento que traz informações, novidades internacionais, palestras e debates aprofundados. Também será apresentado o novo núcleo industrial da ABIPET, o Núcleo de Chapas e Termoformagem. Os termoformadores utilizam resina PET virgem e reciclada e produzem embalagens para diversos segmentos – inclusive o alimentício. Na ocasião serão apresentados os números de mercado relativos a 2016, palestrantes inéditos e cases de mercado.

Um movimento importante vem acontecendo desde 2010 com a aprovação e regulamentação da Lei da Política nacional de Resíduos Sólidos, tema que deverá ser abordado em virtude da sua relevância para toda a cadeia industrial de embalagens – corresponsável pela destinação adequada dos resíduos sólidos.

Serviço

PLÁSTICO BRASIL – Feira Internacional do Plástico e da Borracha
Data: 20 a 24 de março de 2017
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Realização: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química.
Promoção e organização: Informa Exhibitions
Patrocínio: Romi
Mais informações: www.plasticobrasil.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

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Alpek assina acordo com a Petrobras para aquisição da Petroquímica Suape e Citepe

28/12/2016

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A Alpek, S.A.B. de C.V. anunciou hoje, 28 de dezembro, ter assinado um contrato de compra das ações da Petrobras correspondentes à participação de 100% da empresa no capital da Companhia Petroquímica de Pernambuco (“Petroquímica Suape”) Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (“Citepe “).

A Petroquímica Suape e a Citepe operam uma planta integrada de PTA-PET em Ipojuca, em Pernambuco (foto), com uma capacidade instalada de 700 e 450 mil toneladas por ano de PTA e PET, respectivamente. A Citepe também opera uma planta de filamentos de poliéster texturizado no mesmo local.

O preço acordado para a participação de 100% da Petrobras na Petroquímica Suape e Citepe é de US $ 385 milhões. Este valor será pago em Reais na data de fechamento do negócio e está sujeito a ajustes no capital e dívida corrente, entre outros.

O fechamento desta transação exigirá aprovações corporativas adicionais e está sujeito a várias condicionantes, incluindo a aprovação pelas autoridades governamentais competentes.

A Alpek é uma empresa petroquímica com sede no México que opera dois segmentos de negócio: “Poliéster” (PTA, PET e Fibras de Poliéster), e “Plásticos & Químicos” (Polipropileno, Poliestireno expandido, caprolactama e outras especialidades e produtos químicos industriais). A Alpek é um produtor integrado de PTA e PET na América do Norte e o maior produtor de poliestireno expandido nas Américas, além de ser o único produtor de caprolactama no México. A Alpek também opera uma das maiores plantas de polipropileno na América do Norte. Em 2015, a Alpek registrou receitas de US $ 5,3 bilhões e EBITDA de US $ 630 milhões. A empresa opera 23 plantas nos Estados Unidos, México, Canadá, Brasil, Argentina e Chile e emprega mais de 5.000 pessoas. A Alpek é uma empresa de capital aberto com ações na Bolsa de Valores Mexicana.

Fonte: Alpek

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Greiner Bio-One investe R$ 42 milhões em expansão de unidade industrial em Americana

08/12/2016
Fábrica da Greiner Bio One em Americana (SP)

Fábrica da Greiner Bio One em Americana (SP)

Com 42 milhões de reais investidos entre construção e operacionalização da sua nova fábrica em Americana, SP, a Greiner Bio-One, multinacional austríaca do segmento de acessórios para a área da saúde, dá um importante passo na sua consolidação no mercado e desenvolvimento nacional. Essa é a análise do superintendente da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (ABIMO), Paulo Henrique Fraccaro: “Quando a Greiner investe no país em um momento em que a maioria das empresas tem receio, ela não apenas contribui para reduzir o déficit da balança comercial como também fomenta a fabricação local e se organiza para colher resultados muito positivos quando o Brasil estiver em situação econômica mais estável”, explica.

A inauguração da ampliação ocorreu no dia 06/12. A movimentação da empresa é vista de forma positiva pelo setor da indústria de produtos para a saúde. “Fazendo esse investimento, não tenha dúvidas, será uma sinalização para outras multinacionais que provavelmente poderiam estar pensando em investir no Brasil. É um passo extremamente positivo, estratégico e que prepara a Greiner cada vez mais para ter uma participação efetiva no mercado de produtos para saúde.“, completa Paulo.

O prédio, já construído na região metropolitana de Campinas, é, atualmente, a única planta da América Latina com capacidade para produzir, ao ano, 400 milhões de tubos para coleta de sangue a vácuo em PET. Com a expansão, a empresa poderá dobrar essa produção, chegando a 800 milhões de unidades/ano. O início das atividades está previsto para janeiro de 2017.

A Greiner Bio-One é uma multinacional que atua na área da saúde nos segmentos pré-analítico, biociência e diagnósticos. O Faturamento global da empresa, que possui unidades no Brasil, Áustria, Estados Unidos, Alemanha, Hungria e Tailândia, é da ordem de 390 milhões de euros.

O grupo possui mais de 1.800 colaboradores operando globalmente em 23 filiais e inúmeros distribuidores em mais de 100 países. A matriz da Greiner Bio-One International GmbH situa-se em Kremsmünster, Áustria.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Greiner Bio One

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Mercado de BOPP-PET busca recuperação depois de acumular queda de até 30 % no último ano

03/10/2016

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Distribuidores de BOPP-PET afiliados à ADIRPLAST amargam um ano complicado, mas planejam recuperar um pouco das perdas neste segundo semestre

Em função da crise atravessada pelo País, quase todos os setores da economia foram impactados. Entre eles, o de distribuição de filmes BOPP (Polipropileno Biorientado) e PET (filmes de poliéster). Segundo Marcelo Prando, da Replas, distribuidora exclusivo da Videolar no Brasil, o BOPP foi muito impactado pela situação econômica do país: “Esse segmento atua muito na indústria alimentícia, de produtos de higiene pessoal, rótulos e etiquetas adesivas, setores que também sentiram a recessão. Nossa queda reflete a queda nas vendas desses mercados. Assim, já contamos com números de 25% a 30% menores”, explica.

Além da crise, Rubens José Savioli, da Polymark Embalagens, distribuidora de BOPP, diz que a maior oferta que demanda também afetou os negócios. “Nos últimos anos, aqui no Brasil, tivemos a entrada de outros produtores, o que fortaleceu a agressividade entre as concorrências e dificultou a valorização dos melhores serviços, nivelando a qualidade com uma melhor satisfação em termos de preços”, conta.

Cecília Vero, da TIV Plásticos, ressalta ainda que a alta do dólar e aumento dos custos também não ajudaram os distribuidores brasileiros de BOPP-PET. “O mercado manteve-se muito pressionado pela combinação de queda do real e aumento dos custos, queda de atividade econômica, restrição ao acesso de capital e aperto de crédito. Tudo isso levou a um 2015 extremamente complicado (na esteira de 2014) e o 1º trimestre de 2016 mostrou continuidade desse movimento”.

Otimismo e união

Embora os dados não sejam favoráveis, os distribuidores se mostram mais confiantes para enfrentar o segundo semestre de 2016, que já apresentou uma pequena melhora nas vendas, resultado da queda do dólar e uma aparente pausa na deterioração do cenário econômico. “Entramos em setembro já com um índice de 10% de melhora nas vendas”, comemora Prando.

Para aproveitar a onda positiva e manter-se fortes no mercado, as empresas de distribuição de BOPP-PET tiveram de passar por um realinhamento. “Cortamos drasticamente nosso custo fixo e reduzimos nossa operação em 20% do volume em relação ao que tínhamos em 2013 e 2014. Também renegociamos a totalidade de nossos contratos, descontinuamos alguns itens em nossa linha e focamos mais em produtos com maior rentabilidade”, explica Vero, da TIV Plásticos, que ainda diz ter pulverizado mais a base de clientes e apertado as restrições de crédito, além de desenvolver especialidades que atendam os clientes de forma diferenciada – tudo como forma de superar os tempos difíceis.

Na Polymark Embalagens não foi diferente. “Realinhamento de preços, otimização da oferta pela maior produtividade, ajustes no mix de produtos e no quadro de colaboradores, além da busca por produtos de maior valor agregado foram algumas ações que tomamos desde o ano passado e continuamos este ano”.

O trabalho em conjunto com as demais empresas do setor, por meio da ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) é uma dessas ações. “Já fomos associados e voltamos agora. Junto à entidade conseguimos um volume de informações e de indicadores do mercado internacional e nacional, que sempre nos ajuda a desenhar melhor as estratégias da empresa frente ao setor”, diz Vero.

Para Savioli, que se afiliou recentemente à entidade, o trabalho em grupo aumenta a visibilidade e amplia a atuação do setor no mercado.

Marcelo Prando, que também participa da diretoria da entidade, reforça a necessidade do debate em grupo: “A afiliação traz a oportunidade de trabalharmos para que medidas, como a da reforma tributária e da melhoria de gestão das empresas transformadoras de plástico, saiam do papel”, finaliza.

A Adirplast foi fundada em 2007 e tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidação com petroquímicas. Seu objetivo é estreitar os laços que unem estes dois segmentos da indústria e demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de mais de R$ 3 bilhões, em 2015, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros comercializados no país. Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas ostentam bandeiras dos produtores e contam com uma carteira de 8.000 clientes, de um universo de 11.500 transformadores de resinas plásticas no Brasil.

Fonte: Adirplast

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Grupo mexicano Alpek em negociações para comprar participação em plantas de resina PET e PTA no Brasil

07/09/2016

alpekA participação atualmente é de propriedade da Petrobras. Com sede em Monterrey (México), a Alpek recebeu um prazo exclusivo de 60 dias, a partir de 28 de julho passado, para negociar a participação da Petrobras na Petroquímica Suape e Citepe (Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco), duas empresas que operam um complexo integrado em Ipojuca, Brasil.  O período de exclusividade é prorrogável por outros 30 dias.

O complexo tem capacidade de produção anual de 450 mil toneladas de PET e mais de 700 mil toneladas de PTA, assim como cerca de 90 mil toneladas de filamentos de poliéster texturizados.

Funcionários da Alpek disseram em um comunicado à imprensa divulgado em 28 de julho que se a empresa alcançar um acordo de venda com a Petrobras, o fechamento da transação vai exigir outras aprovações corporativas, assim como a anuência das autoridades governamentais competentes.

As participações da Alpek incluem a DAK Americas, a empresa baseada em Charlotte (Carolina do Norte, EUA), um dos maiores fabricantes de PET da América do Norte.

Fonte: Alpek

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Abipet realiza PETtalk Sul durante a Interplast, em Joinville

21/07/2016

Pet-talk-sulA Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET) apóia institucionalmente a Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico, que acontece de 16 a 19 de agosto, em Joinville (SC) e aproveitará a oportunidade para aproximar ainda mais a indústria de embalagens de PET de seus usuários.

No segundo dia da feira (17), das 13h às 21h, a instituição realizará o PETtalk Sul e levará informações de mercado, tecnologia e novidades do setor, além de proporcionar oportunidade para networking.

A programação do evento contará com as seguintes apresentações:

  • PQS – PetroquimicaSuape: Resinas PET
  • Husky: Potencializando os clientes com tecnologias inovadoras
  • Krones: Sistemas de enchimento e tecnologias para envase de produtos sensíveis
  • Piovan: Periféricos e sistemas de secagem de alta performance com redução no consumo de energia
  • Colormatrix: Pigmentação e aditivação
  • Gneuss: O Uso de PET Reciclado nas Embalagens Termoformadas para Alimentos – Qualidade com Segurança Alimentar
  • Polymetrix: As tendências nas instalações para reciclagem de plástico
  • CETEA – Centro de Tecnologia da Embalagem: PET-PCR para contato com alimentos: ensaios e os requerimentos para uso
  • Abipet – Censo da Reciclagem do PET no Brasil e números do mercado
  • Abipet: Como a Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos afeta seu negócio?

Inscrições e informações sobre valores pode ser obtidas pelo site http://www.pettalk.org.br ou através dos contatos (11) 3078-1688 / pettalk@pettalk.org.br.

A ABIPET, Associação Brasileira da Indústria do PET, é uma entidade sem fins lucrativos que reúne a cadeia produtiva do setor de PET: fabricantes da resina PET, fabricantes das embalagens de PET e seus recicladores. A Entidade representa cerca de 80% da Indústria do PET no Brasil e é a maior deste segmento em toda a América Latina. Fundada em 1995, a ABIPET tem como objetivos promover a utilização e reciclagem das embalagens de PET, incentivar o desenvolvimento tecnológico, aplicações para o PET reciclado e divulgar as ações do setor.

Como representante da Indústria de Embalagens de PET, a ABIPET divulga, incentiva e apoia o desenvolvimento de novas aplicações para o PET Reciclado, cumprindo o papel que cabe à indústria na preservação ambiental. A reciclagem de PET cresceu 16 vezes desde a fundação da entidade, criando todo um novo setor industrial que demanda o PET reciclado como insumo.

Serviço

PETtalk Sul
Data: 17 de agosto de 2016
Horário: 13h às 21h
Local: Expoville – Joinville-SC – Brasil
Informações: http://www.pettalk.org.br / pettalk@pettalk.org.br / (11) 3078-1688
Organização: Abipet

Fonte: Abipet / Assessoria de Imprensa – Interplast

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Piovan apresenta inovações na tecnologia de processamento de PET durante SAPET em Buenos Aires

13/06/2016

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A produção da garrafa PET envolve uma série de processos, que se inicia com a entrega da resina na planta, seguindo com armazenagem, transporte, distribuição, mistura, secagem, injeção e refrigeração. Outro processo muito importante é o armazenamento da preforma ou o estiramento/sopro da garrafa. A evolução nas metodologias e tecnologias para produção de preformas tem levado o desempenho de processo ao limite, a tal ponto que todos esses processos atingiram eficiência física máxima. O controle de processo também evoluiu neste mesmo ritmo, garantindo hoje o mais alto nível de produtividade e qualidade. As mais recentes tendências de desenvolvimento visam melhorar ainda mais a produtividade constante, eficiência operacional e a qualidade do produto.

Dentro deste contexto, a Piovan lançou um novo programa de desenvolvimento tecnológico, iniciado em 2012 e concluído no primeiro semestre de 2015. A Piovan apresentará no SAPET 2016, os resultados destas inovações em tecnologia de processamento de PET, com foco em auto adaptabilidade para processos de secagem e refrigeração.

A Palestra da Piovan, a ser proferida pelo Vice-Presidente da empresa no Brasil, Eng. Ricardo Prado, ocorrerá no dia 14 de junho, às 13:00 hs. no Hotel Panamericano, em Buenos Aires, na Argentina.

O 3o. SAPET (South American PET Markets, Applications & Recycling) é um evento que reúne especialistas, produtores de resinas, transformadores, provedores de equipamentos auxiliares e vários outros profissionais do segmento da Tecnologia de PET. O SAPET é promovido pela CMT (Center for Management Technology), empresa com sede em Cingapura.

Fonte: Piovan / SAPET

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Sidel ajuda produtor brasileiro Algar Agro a desenvolver a “garrafa PET para óleo comestível mais leve do mundo “

23/05/2016

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Produtor relevante no mercado brasileiro, a Algar Agro trabalhou com a Sidel para reduzir o peso total da sua garrafa de 18 para 14 gramas – uma redução de 22%.

A garrafa foi reprojetada sem quaisquer alterações perceptíveis para o consumidor em sua aparência externa, que já é bem conhecida. No entanto, usando a experiência da Sidel em redução de peso, a Algar Agro pôde alcançar uma economia significativa no peso e na matéria-prima utilizada. Houve também um impacto substancial na minimização do custo para produzir, embalar e transportar o produto acabado, juntamente com a redução do custo total da posse (TCO) do próprio equipamento de produção.

As propostas para otimização da embalagem da garrafa foram apresentads pela Sidel, que também realizou testes de viabilidade para o novo design no seu Centro de Embalagem e Ferramentaria em Guadalajara, no México. A Sidel foi escolhida entre outras empresas concorrentes por causa de sua experiência e conhecimento, bem como pelas propostas concretas apresentadas à Algar Agro durante as discussões iniciais para reduzir o peso da garrafa. Edney Valente Lima Filho, Gerente de Projetos da Algar Agro, explicou: “Nós reunimos os melhores fornecedores da indústria e isso se refletiu nos resultados do projeto. O sucesso da Sidel foi assegurado pelo know-how demonstrado durante a negociação para propor e garantir a nova garrafa de óleo vegetal – a mais leve do mundo “!

Sidel_garrafa_algaragroCom a aquisição de duas sopradoras Sidel Matrix ™ – uma em cada unidade de produção – a Algar Agro acredita que é o primeiro produtor de óleo comestível no Brasil com injeção e sopro integrados no seu processo de produção de PET. As máquinas da Sidel foram instaladas em linhas de engarrafamento produzindo 25.000 garrafas PET de óleo vegetal por hora. A instalação é resultado de um estudo de dois anos para investigar e avaliar a viabilidade do processo de integração da produção e acondicionamento de óleos vegetais.

Sopro Modular traz benefícios

Segundo a Sidel, a sua sopradora Matrix é um sistema de moldagem por sopro modular que permite tempos muito rápidos de troca, menor impacto ambiental, maior eficiência do forno e maior tempo de atividade, tudo isso contribuindo para um menor TCO (custo total de posse). A empresa afirma que, contando com até 200 configurações possíveis, o equipamento oferece qualidade e consistência em todos eles, dando aos produtores a flexibilidade para escolher tamanhos e formas que melhor se adaptem às suas necessidades. Três tamanhos de estações de sopro tornam possível a produção de uma variedade quase ilimitada de formas distintas de garrafas para single-serve (até 750 ml), multi-serve (até 2 litros) ou família estendida de garrafas (até 3,5 litros). Especialmente concebida para reduzir a geração de refugos, a sopradora Matrix também pode automaticamente detectar e eliminar desvios no processo de fabricação da garrafa, afirma a Sidel

A Sidel opera atualmente sete Centros de Embalagem e Ferramentaria em todo o mundo: dois na China e os restantes na França, Índia, Brasil, EUA e em Guadalajara (México). Segundo a empresa, a unidade localizada na segunda maior cidade do México demonstra o foco da empresa em transferir seu conhecimento global para os produtores a nível local e, ao fazê-lo, ajuda a atender à crescente demanda neste mercado. Desde o projeto da garrafa até a engenharia da linha de produção e gerenciamento completo do ciclo de vida, os produtores precisam de soluções e serviços otimizados com maior flexibilidade, reatividade, interação e cooperação.

Óleo comestível produzidos em duas unidades

A Algar Agro é uma empresa privada de produção, processamento e comercialização de soja e seus produtos derivados. As linhas de produção de alimentos da empresa incluem óleo de soja, óleo de oliva, óleo composto, extrato de tomate e molho – alguns produzidos em parceria com outras empresas. Ela é fornecedora tanto do mercado doméstico como para exportação. As atividades da empresa para esmagamento do grão, refino e embalagem do óleo de soja estão concentradas em dois complexos industriais avançados localizados em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e em Porto Franco, no sul do Estado do Maranhão.

Fonte: Sidel

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Máquinas e soluções para termoformagem serão apresentadas pela Eletro-Forming na Interplast 2016

14/04/2016

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A Eletro-Forming (www.eletro-forming.com.br), referência em máquinas e soluções para termoformagem, apresentará, através de fotos e vídeos, as novas tecnologias no processo de termoformagem durante a Interplast.

Paulo Lakatos, sócio-gerente, adianta que será mostrada a mais rápida linha nacional de produção de pratos descartáveis que trabalha a 50 ciclos por minuto, com alta redução de consumo energético (aproximadamente 0.15 kW por kg de prato termoformado) e empacotamento automático.

Além dela, os visitantes verão a solução nacional mais automatizada (menor uso de operador) para produção de tampas com cruz com capacidade de 840 tampas por minuto e empacotamento automático. Será apresentada também a nova linha de produção de copos descartáveis em PET: mais transparentes e rígidos que os tradicionais copos industriais de PP e com possibilidade de uso de material PET Reciclado, contribuindo para o uso sustentável dos copos descartáveis no Brasil.

A Eletro-Forming já participou de outras edições da Interplast. “É a segunda feira mais importante na indústria do plástico no cenário nacional e está próxima a um enorme polo de transformação plástica do Brasil”, explica Lakatos.

A Interplast tem em média 550 marcas expositoras apresentando novidades dos mais variados setores como máquinas, equipamentos, transformadoras, ferramentarias, embalagens, matérias-primas, periféricos, design e serviços.

Realizada pelo Simpesc (Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina) e organizada pela Messe Brasil, a 9ª edição tem o apoio da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina).

Paralelamente ao evento acontecem a 3ª EuroMold Brasil – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos – o Cintec 2016 Plásticos – Congresso da Inovação Tecnológica e a Rodada de Negócios.

Serviço

Interplast 2016 – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico – http://www.interplast.com.br
EuroMold Brasil – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos – http://www.euromoldbrasil.com.br
Data: 16 a 19 de agosto de 2016
Horário: 14 às 21 horas
Local: Expoville – Joinville-SC – Brasil

Fonte: Assessoria de Imprensa – Interplast / Foto: Eletroforming

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Sistema de matrizes da Nordson EDI permite que a Evertis de México mantenha tolerâncias rígidas em embalagens PET multicamadas

25/02/2016
Esquema em corte do sistema de matrizes da Nordson EDI fornecido à Evertis de México mostra o bloco de alimentação Ultraflow™ V-S à esquerda e a matriz Ultraflex™ à direita, com um anteparo interno (componente na cor bronze) projetando-se a partir da matriz. A estrutura de laminado de sete camadas é assimétrica, com materiais diferentes acima e abaixo da camada central. O componente cilíndrico no bloco de alimentação é um tambor de seleção para alterações com o bloco à sequência de camadas. Os seis componentes amarelos em forma de gota nos pontos onde as camadas convergem são planos de combinação para ajuste fino das velocidades de combinação.

Esquema em corte do sistema de matrizes da Nordson EDI fornecido à Evertis de México mostra o bloco de alimentação Ultraflow™ V-S à esquerda e a matriz Ultraflex™ à direita, com um anteparo interno (componente na cor bronze) projetando-se a partir da matriz. A estrutura de laminado de sete camadas é assimétrica, com materiais diferentes acima e abaixo da camada central. O componente cilíndrico no bloco de alimentação é um tambor de seleção para alterações com o bloco à sequência de camadas. Os seis componentes amarelos em forma de gota nos pontos onde as camadas convergem são planos de combinação para ajuste fino das velocidades de combinação.

Controle de fluxo e versatilidade de sistemas de matrizes para extrusão aprimora capacidades de embalagem PET para múltiplas estruturas de barreira e evita instabilidade mesmo ao executar configurações complexas ou assimétricas

Um sistema de matrizes para coextrusão da Nordson Corporation permitiu que um processador por extrusão, especializado em lâminas de embalagem semirrígidas baseadas em PET, mantivesse uma uniformidade de camadas dentro da tolerância, evitando, ao mesmo tempo, defeitos no produto decorrentes de estruturas de camada assimétricas.

A Evertis de México S.A. de C.V., fabricante de lâminas termoformáveis para embalagem de alimentos, como aves, queijo e carne processada, bem como para aplicações não relacionadas a alimentos, instalou recentemente um sistema de matrizes da Nordson EDI para coextrusão a fim de produzir uma variedade de estruturas. Isso inclui lâminas padrão de várias camadas, de barreira elevada e de barreira média com espessuras de 180 a 1.016 µ (0,18 a 1,016 mm). Como as estruturas das lâminas de barreira frequentemente são assimétricas, a espessura dos materiais ou da camada acima da camada central difere daquelas abaixo dela. Segundo a Nordson EDI, o seu sistema para controle de fluxo de precisão tem possibilitado a manutenção de tolerâncias rígidas com relação às camadas em tais estruturas, ao mesmo tempo em que evita defeitos de ondulação, zigue-zague, entre outros, causados por instabilidade na interface entre as camadas.

“Na Evertis, buscamos melhorar nossos métodos de produção e fornecer consistentemente produtos de alta qualidade.”, afirmou Aprigio Pinto, diretor de produção da Evertis de México. “Trabalhamos com fornecedores de equipamentos inovadores com os quais sabemos que podemos contar para ter um notável serviço de atendimento e auxílio ao cliente. Essa filosofia é essencial para a Evertis de México, dado nosso crescimento contínuo nos mercados em que atuamos.”

“As respostas imediatas da equipe de suporte técnico da Nordson significam que a Evertis de México tem garantia de equipamentos e serviços de alta qualidade a um preço competitivo no mercado”, aponta Jacques Tillet, diretor de manutenção da Evertis de México. “Na Evertis, produzimos lâminas PET de barreira semirrígida para aplicações relacionadas a alimentos ou outras aplicações, e é essencial que a uniformidade das camadas seja sempre mantida dentro da tolerância. O sistema de matrizes da Nordson EDI nos permite controlar interfaces de camadas e, assim, evitar defeitos no produto como ondulações. Com esse sistema instalado, temos a certeza de que nossos clientes sempre receberão produtos de alta qualidade.”

Enfrentando os desafios impostos pelas estruturas assimétricas multicamadas

“Como as interfaces de camadas essenciais são deslocadas para regiões de cisalhamento mais elevadas das trajetórias de fluxo, as instabilidades de coextrusão são mais comuns com estruturas que são assimétricas.”, afirma o tecnólogo chefe da Nordson EDI, Sam G. Iuliano. “Nosso sistema de matrizes gera fluxos otimizados de material fundido e realiza o ajuste fino dos mesmos até o ponto de confluência. Além disso, a facilidade com a qual os ajustes podem ser feitos permite que o sistema seja muito versátil com relação à configuração da camada e à largura do produto.”

Os principais componentes do sistema de matrizes da Nordson EDI usados pela Evertis de México são os seguintes:

Matriz Ultraflex™ com anteparo interno e manifold Multiflow™ II-G. A Nordson construiu o manifold (canal de fluxo) dentro da matriz para reduzir os níveis de tensões de cisalhamento nas interfaces da camada, resultando em um aprimoramento na uniformidade da camada. Ao mesmo tempo, as seções do manifold em cada extremidade da matriz são dimensionadas para acomodar anteparos internos ajustáveis para fazer alterações na largura do produto.

Bloco de alimentação ajustável Ultraflow™ V-S. Um bloco de alimentação combina o fluxo de material fundido de extrusoras separadas em um “sanduíche” de múltiplas camadas, que a matriz de extrusão subsequente distribui para a largura pretendida para o produto. O bloco de alimentação Ultraflow V-S incorpora “planos de combinação” ajustáveis, localizados onde os fluxos de material derretido se encontram com o canal de fluxo central. Isso possibilita equilibrar as velocidades dos fluxos combinados. Ao operar no modo de flutuação livre, eles automaticamente compensam as alterações nas taxas de espessura da camada, as quais acompanham as alterações na estrutura do produto. Podem ser feitos ajustes sem a retirada do bloco de alimentação, aumentando a versatilidade do produto final e o tempo de atividade. Outro ajuste que pode ser feito com o bloco de alimentação é o uso de um tambor de seleção que possibilita a alteração das sequências de camadas na estrutura.

A Evertis de México S.A. de C.V. é uma subsidiária do Grupo IMG, pioneiro no campo de extrusão de laminados PET. Além da unidade no México, o grupo tem fábricas no Brasil e em Portugal e escritórios de vendas mas Américas e na Europa. A Evertis de México está localizada na Ave. Platón No. 138, 66600 Cd Apodaca, N.L., México. Tel: +52-81-8386-5550. Fax: +52-81-8386-5553. Visite o site: http://www.evertis.com/pt/home.

A Nordson Polymer Processing Systems fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogenizar, filtrar, medir e dar forma a plásticos e materiais de revestimento fluido. A Nordson Corporation aproveita a experiência da indústria de plásticos como um todo obtida por meio de uma série de aquisições estratégicas para oferecer um portfólio amplo e único das principais tecnologias do setor. A Nordson fornece uma ampla gama de produtos de precisão de fluxo fundido — desde roscas e cilindros para extrusão e molde para injeção a sistemas de filtragem, bombas e válvulas — para as matrizes de extrusão e sistemas de peletização a fim de atender às necessidades em constante evolução da indústria de polímeros.

A Nordson Corporation fornece aos clientes recursos para vendas técnicas, serviços e reforma locais por meio de organizações de venda e fábricas regionais em mais de 30 países. Para saber mais, acesse http://www.nordsonpolymerprocessing.com ou www.facebook.com/NordsonPPS.

Fonte: Nordson / Martino Comm.

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