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Filmes com acabamento fosco e toque aveludado são apostas da Terphane para destacar produtos no PDV

18/11/2020

Linha de filmes BOPET ajuda os proprietários de marcas a posicionarem suas embalagens em um novo patamar de atratividade.

Um dos grandes desafios da atualidade no desenvolvimento de embalagens é fazer com que os produtos se destaquem da concorrência no PDV. Ou seja, a embalagem é responsável por chamar a atenção do consumidor e comunicar os atributos dos produtos e das marcas, motivando o consumidor a efetivar a compra.

A Terphane, líder em filmes PET (poliéster) na América Latina, desenvolveu uma solução para atender a essa finalidade. “Nossa linha de filmes com acabamento fosco está associada a produtos mais saudáveis e mais sustentáveis, especialmente quando comparada a materiais alternativos mais brilhantes. Os consumidores enxergam a embalagem com acabamento mate como uma opção mais natural e confiável”, explica Célia Freitas Gerente de Desenvolvimento de Mercado Terphane.

Segundo ela, “outra vantagem dos filmes mate é a facilidade de leitura das informações da embalagem, incluindo informações nutricionais, ingredientes, receitas e outros. A superfície sem brilho dos filmes ajuda os consumidores a revisarem as informações que os interessa, o que tem um impacto bastante positivo”.

O portfólio da Terphane é composto por filmes com acabamento mate e diferentes texturas. Segundo a empresa, todos os filmes são aprovados pela Anvisa, FDA e EU para contato com alimentos, inclusive em aplicações de envase a quente (Hot fill).

“O mercado reagiu de forma bastante positiva ao lançamento de nosso primeiro filme mate coextrudado para impressão”, celebra Marcos Vieira, Diretor Global de P&D da Terphane. “Agora trabalhamos para atender à demanda por produtos de maior valor agregado, adicionando ao portfólio os filmes mate barreira (BMAT) e selável (SMAT)”, completa. “Recentemente, criamos o VMAT2Z, nosso novo filme mate de toque aveludado, que traz baixíssimo brilho e alta transparência aliados a um toque aveludado único.”

“A tendência por texturas em embalagens está crescendo rapidamente. Segundo estimativas de especialistas, particularmente nos Estados Unidos, o crescimento é superior a 15% ao ano”, afirma Célia Freitas. “Há uma grande demanda por filmes mate da Terphane, especialmente para embalagens de luxo. Já oferecemos também soluções para diferentes segmentos como cosméticos, lenços umedecidos, pet food, snacks, candies, alimentos congelados, produtos lácteos, carne processada, café, entre outros”, finaliza.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Terphane apresenta embalagem conceito para ser levada direto ao forno

20/09/2020

As chamadas ‘oven bags’ possibilitam o cozimento ou aquecimento dos alimentos de forma rápida, fácil, segura e mais sustentável.

20/09/2021 – A preocupação do consumidor em garantir conveniência e funcionalidade para as suas refeições é uma realidade sem volta. Especialmente nos grandes centros urbanos, há uma necessidade urgente de alimentos que tenham um preparo fácil e rápido e sejam nutritivos e saborosos. Atenta à esta realidade, a Terphane disponibiliza filmes PET que atendem a esta necessidade de cozimento e/ou aquecimento dos alimentos na própria embalagem, afirma a empresa.

Os chamados filmes para ‘oven bags’ têm como principal diferencial a possibilidade de serem colocados em micro-ondas ou fornos convencionais. “Outra importante vantagem é a possibilidade de se usar uma única embalagem. Ao invés do tradicional assa-fácil onde temos um ‘oven bag’ dentro de uma outra embalagem (pouch ou flowpack), podemos dispensar a embalagem externa e ter uma única embalagem monomaterial (somente poliéster)”, explica Célia Freitas, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane.

Além de permitir a redução do uso de materiais de embalagem, esta é uma solução mais sustentável que o modelo atual por utilizar apenas um material (o poliéster), que é totalmente reciclável. Esta solução já é usada na Europa e nos Estados Unidos e está disponível para o mercado brasileiro. A Terphane também desenvolveu com um parceiro local uma solução técnica que permite que essa embalagem possa ser impressa e ainda suporte as altas temperaturas de cozimento.

Segundo a empresa, a sua embalagem ‘oven bags’ também suporta baixas temperaturas de refrigeração e/ou congelamento (até -30 graus C), sendo, portanto, ideal para vários tipos de produtos derivados de animais (suínos, bovinos e aves), com ou sem tempero, e cujo cozimento acontece na própria embalagem.

A Terphane afirma que a sua proposta leva praticidade e conveniência ao consumidor brasileiro, já que os alimentos são envasados no próprio fabricante, o que contribui para aumentar a segurança alimentar e a higiene. “Estamos falando de uma embalagem hermética e “amigável” ao meio ambiente, que vai da gôndola diretamente ao forno e quando sai, o alimento está pronto para consumo. Os consumidores adoraram a novidade e toda a praticidade. Inclusive ressaltam que não há travessa suja e, no caso do frango, ele sai do forno suculento – além de reduzir o tempo do consumidor na cozinha”, explica Célia.

O cozimento eficiente deve-se ao fato do filme de poliéster ajudar a manter o calor dentro da embalagem, afirma a Terphane, evitando ainda o ressecamento do alimento. Os filmes PET da Terphane para ‘oven bags’ têm aprovação para contato com alimentos, inclusive para ir ao forno.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Criadores de gado leiteiro na Espanha escolhem envase asséptico em PET da Sidel

23/08/2020

A empresa de laticínios espanhola Andía Lácteos de Cantabria S.L. modernizou sua fábrica em Renedo de Piélagos com a tecnologia de envase asséptico em PET para leite UHT da Sidel.

A Andía Lácteos de Cantabriaé parte do Iparlat Group, que foi criado originalmente pela união espanhola de cooperativas de criadores de gado leiteiro. A empresa envasa principalmente bebidas lácteas comercializadas sob uma marca de varejo espanhola bem conhecida. A mesma varejista deu o estímulo inicial para realizar a troca de embalagem longa vida cartonada e garrafas de PEAD para o envase de leite em PET. Em sua Sidel Aseptic Combi Predis, já em operação, são envasados leite de prazo de validade prolongado (ESL), leite UHT e milkshakes em três formatos (0,25 L, 1 L e 1,5 L), dando à empresa a oportunidade de ampliar seu leque de SKUs.

A Sidel Aseptic Combi Predis, com sua tecnologia de esterilização seca de preformas e tampas, foi integrada a uma linha de envase que a empresa já tinha para garrafas de PEAD. Segundo a Sidel, a integração proporcionou uma produção simples, eficaz quanto ao custo, bem como sustentável e flexível.

“A nova Aseptic Combi Predis de baixa velocidade está funcionando a todo vapor e oferece as melhores condições de segurança alimentar, atendendo perfeitamente a nossos rigorosíssimos requisitos de qualidade de produção”, revela Javier Villafranca, Industrial Director do Iparlat Group. A linha opera atualmente a 9.000 garrafas por hora com eficiência de 97%. Com essa nova linha de embalagem, muitos milhões de garrafas foram produzidas pela Andía Lácteos em 2019. “Conseguimos ampliar nosso portfólio com a produção de novas receitas de leite UHT que antes não podíamos produzir, como leite sem lactose, por exemplo, cuja demanda no mercado tem crescido todo dia. Com essa linha de envase asséptico em PET, poderemos fortalecer significativamente a imagem da nossa marca no mercado espanhol”, explica Javier Villafranca.

As garrafas PET para leite mostraram ser um enorme sucesso, afirma a Sidel. Com o aumento das vendas, a Andía Lácteos de Cantabria decidiu recentemente investir em outra Sidel Aseptic Combi Predis, combinada com a solução de transporte e acumulação Gebo AQFlex®,a fim de aumentar ainda mais sua capacidade produtiva.

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Filmes de PET da Terphane evitam embaçamento em embalagens

16/08/2020

O material já é usado na Europa e EUA, para alimentos frescos, especialmente frutas, legumes e verduras em embalagens plásticas transparentes.

Em resposta à crescente demanda dos consumidores por embalagens que garantam aumento de vida de prateleira (shelf life) e segurança alimentar, a Terphane desenvolveu uma linha de filmes PET que atende aos requisitos de aparência e segurança, afirma a empresa.

E esta preocupação é ainda maior no segmento FLV (frutas, legumes e verduras). Os consumidores querem produtos frescos, mas não abrem mão da segurança e da aparência. Assim, as embalagens devem ter sua hermeticidade garantida e garantir também uma maior vida de prateleira para estes itens; se forem transparentes, permitindo a visualização clara dos alimentos, ainda melhor.

Contudo, as embalagens transparentes tradicionais para gôndolas refrigeradas têm que resolver outro problema: evitar o efeito de embaçamento (fog) que ocorre quando a umidade interna condensa na superfície interna da embalagem, formando pequenas gotas que podem impedir ou distorcer a visualização do produto. Isto resulta em redução de vendas e aumento do desperdício de alimentos.

Para atender a este mercado, a Terphane desenvolveu uma linha de filmes PET antiembaçantes seláveis para servir como tampas ou coberturas de bandejas de FLV. A solução, já usada nos mercados da Europa e Estados Unidos, consiste em bandejas de poliéster (APET), seladas com filmes de PET, substituindo os saquinhos (bags) com zíper, bandejas com tampa rígida (clamshell) ou bandejas de poliestireno expandido (EPS) com filmes de PVC.

O filme antiembaçante evita a condensação da umidade na sua superfície, possibilitando uma visão clara e limpa do produto, mantendo a aparência de produto fresco e, portanto, atraindo mais a atenção dos consumidores.

Segundo a Terphane, os filmes com tratamento antiembaçante apresentam atributos como fácil abertura e selagem, além de um sistema de re-selagem.

Alguns dos filmes antiembaçantes do portfólio da Terphane incluem o Sealphane 10.63CTAF, que é projetado para selar bandejas APET de produtos frescos ou refrigerados. Segundo a Terphane, as bandejas seladas com o Sealphane 10.63CTAF tem alta transparência, redução de fogging e são fáceis de serem abertas pelo consumidor, embora ainda possam mostrar possíveis violações. Outra linha, o Sealphane 10.94TAF, é projetado para uso em embalagens flowpack, stand up pouches (SUP) ou bandejas APET. A Terphane afirma que a selagem resistente permite embalar produtos pesados e também permite mostrar violação da embalagem no caso de tampas para bandejas.

Normalmente, os filmes antiembaçantes BOPET tradicionais usam revestimentos químicos à base de solventes para a selagem a quente. Fabricadas por coextrusão, os filmes da Terphane têm o agente antiembaçante incluído em sua própria estrutura, o que permite o prolongamento da propriedade anti embaçamento e uma melhoria considerável da selagem, inclusive com redução da temperatura necessária para tal, afirma a empresa. Estes são atributos importantes para os proprietários de marcas, varejo e para o consumidor final. A solução antiembaçante da Terphane também facilita a reciclagem pós consumo por se tratar de uma embalagem mono material.

Outra possibilidade é a substituição das embalagens rígidas do tipo clamshell pelos filmes PET da Terphane. Segundo a empresa, além de garantirem a redução do uso de material plástico na embalagem em cerca de 30%, a aplicação também permite utilizar uma mescla de filmes PET tradicionais com filmes contendo PET reciclado pós consumo grau alimentício.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Soluções integradas de triagem de garrafas e seleção de flakes abrem caminho para o aumento da qualidade do material reciclado

09/07/2020

Agora, mais do que nunca, está se dando ênfase ao manuseio dos resíduos de plásticos de maneira responsável e sustentável, para garantir que ele possa ser reutilizado. Com novas regulamentações sendo introduzidas a respeito do conteúdo reciclado dentro de garrafas plásticas, uma nova abordagem para a reciclagem é fundamental. Para que isso ocorra, é necessário implementar processos de reciclagem eficientes, para que os plásticos sejam manuseados corretamente e se possa ter a maior pureza possível.

As plantas devem optar pela solução da mais alta eficiência, que hoje correspondem a linhas de triagem de garrafas e seleção de flakes integradas, oriundas de de um único fabricante, em vez de uma combinação de diferentes fornecedores.

A pressão sobre as plantas de reciclagem

Apesar da batalha em curso contra a poluição do plástico, a taxa de produção de materiais plásticos continua aumentando em escala global. Segundo a Tomra Sorting Recycling, os números mais recentes indicam que mais de 359 milhões de toneladas de plástico foram produzidas para o mercado global em 2018, o que significa um aumento de 3,2% em relação ao ano anterior. No total, a quantidade de plástico produzido triplicou desde 1990.

Por outro lado, a maioria deste material plástico produzido não está tendo um destino adequado. Somente na Europa, quase 40% do plástico produzido é direcionado para embalagens de alimentos e produtos que são, na prática, materiais descartáveis. A maioria desses produtos está sendo incinerada ou descartada em aterros sanitários. Isso, associado ao fato de que mais de um milhão de garrafas plásticas são vendidas a cada minuto em todo o mundo, se traduz em uma pressão sem precedentes sobre os produtores e varejistas de plásticos.

Com esse aumento no volume, reforça-se a necessidade de sistemas de reciclagem eficientes para garantir que todo o material seja manuseado corretamente e devolvido ao loop.

Existe também uma exigência de maior pureza dos plásticos reciclados para garantir que eles atendam às regulamentações legais. As leis de conteúdo reciclado introduzidas na Europa em Outubro de 2018 exigem que os produtores devem garantir que as garrafas de plástico tenham um mínimo de 25% de conteúdo reciclado até 2025, de modo que os operadores das fábricas devem implantar sistemas que possam aumentar a pureza e o rendimento de seus plásticos reciclados a um nível adequado para reutilização em embalagens de alimentos.

Também foram feitas promessas à Circular Plastics Alliance no sentido do aumento dos níveis de conteúdo reciclado nos produtos. Os que aderiram à iniciativa estão tomando medidas para impulsionar o mercado de plásticos reciclados da União Européia em até 10 milhões de toneladas até 2025.

Utilizando as eficiências da seleção de flakes

Uma maneira pela qual as plantas de reciclagem podem melhorar a pureza e o rendimento dos plásticos que reciclam é através da seleção de flakes. Isso pode ajudar a melhorar a qualidade de saída do processo de reciclagem e também permitir que mais tipos de plásticos passem por uma triagem eficiente, a fim de que os materiais reciclados possam ser reintegrados ao ciclo, ajudando a alcançar as metas de reciclagem estabelecidas pela União Europeia.

Atualmente, há uma alta demanda por poliolefinas, mas os níveis de reciclagem ainda são muito baixos. Poliolefinas são o nome coletivo de materiais que incluem polietileno (PE) e polipropileno (PP), incluindo diferentes variações dos polímeros básicos, como polietileno de alta densidade (PEAD) e polietileno de baixa densidade e polietileno de baixa densidade linear (PEBD, PEBDL). Embora o mercado de reciclagem de reciclados puros e de alta qualidade tenha sido tradicionalmente mais focalizado no PET, a demanda por poliolefinas recicladas sinaliza sua importância para o mercado e a necessidade de que esses materiais sejam reciclados com eficiência. Para acelerar ainda mais as taxas de reciclagem e a qualidade da produção, as fábricas cada vez mais depositam sua confiança na triagem de flakes, que é uma tecnologia já usada com sucesso nas plantas de reciclagem de PET e que demarca a diferença entre fazer downcycling e valorizar os plásticos.

O processo de separação de flakes de garrafas PET consiste em várias etapas: após uma primeira etapa de triagem das garrafas, rejeitando as impurezas por cor e tipo de material, bem como um processo de lavagem subsequente, as garrafas são colocadas em um moedor ou triturador e transformadas em flakes. Depois que as garrafas são trituradas, os flakes resultantes contêm grandes quantidades de PP / PE (que vem principalmente das tampas das garrafas), pedaços de metal, PVC dos rótulos restantes e pequenas quantidades de outros contaminantes. Os flakes passam por um processo de limpeza vigoroso que envolve diferentes combinações de separadores de metal, peneiras e separação por ar, além de várias etapas de flotação, lavagem a quente e a frio, enxágue e secagem, o que reduz a contaminação geral.

Embora muito eficazes, pequenas quantidades de contaminantes restantes são capazes de permanecer no processo devido ao seu tamanho, densidade ou características magnéticas. De fato, pequenas impurezas e desvios de cor podem afetar negativamente o material reciclado, que mais tarde será usado para fazer outra garrafa de bebida PET. Portanto, a separação de todas as impurezas para gerar grãos de PET com a mesma qualidade dos plásticos primários deve ser a meta. Segundo a Tomra, é necessária uma solução de alta tecnologia baseada em sensores a fim de que os flakes sejam purificados até os padrões exigidos, com a remoção dos contaminantes que sobram. Graças a essas máquinas precisas, é possível alcançar níveis muito altos de pureza, o que, no final, permite que mais garrafas PET sejam recicladas e mantidas no circuito e fora dos aterros sanitários.

A necessidade de uma abordagem integrada

No entanto, segundoa Tomra, a implantação de uma máquina de separação de flakes sozinha não ajudará a melhorar o rendimento geral e a pureza dos materiais reciclados, a menos que faça parte de uma solução cuidadosamente integrada.

Para alcançar as mais altas purezas, as empresas precisam ter um sistema que integre a triagem de garrafas e a separação de flakes, idealmente do mesmo fabricante. A triagem permite que as garrafas de plástico não apenas sejam separadas de outros tipos de plásticos, mas também pela cor do material. Um processo preciso de triagem de garrafas é uma etapa importante pois reduz a maior parte da contaminação de cores e materiais, de modo que, quando as garrafas resultantes são trituradas e transformadas em flakes, a quantidade de contaminação restante é perfeitamente gerenciável pelos sensores altamente sensíveis durante a seleção de flakes, que efetuam a identificação e remoção de pequenas partículas contaminantes geradas durante o processo de trituração.

A existência de sistemas de seleção automáticos para a triagem de plásticos antes do início da produção de flakes torna possível ajustar o desempenho da triagem de garrafas e a seleção de flakes como um todo, de acordo com o material de entrada e a contaminação, o que é crucial para melhorar o resultado final e alcançar novos níveis de pureza, aumentando a eficiência e o rendimento geral.

Benefícios para as plantas

Com a decisão de uma abordagem integrada, afirma a Tomra, as plantas podem esperar várias melhorias – tanto do ponto de vista operacional quanto financeiro. Um processo eficiente de triagem das garrafas antes da seleção de flakes pode ajudar a reduzir a necessidade de triagem manual, pois a tecnologia de seleção pode remover qualquer material não utilizável, o que, por sua vez, resulta na redução dos custos operacionais (ou recursos humanos podem ser utilizados em outros locais da usina de reciclagem).

Além disso, usando-se um mesmo fornecedor para ambas as máquinas – triagem de garrafas e seleção de flakes – podem ser alcançados níveis mais altos de precisão, pois as soluções são construídas para funcionar em conjunto. Com o alinhamento das máquinas, uma solução simplificada de serviço e manutenção é alcançada, o que significa menos tempo de inatividade e maior capacidade geral.

Soluções integradas na seleção de flakes para atender aos requisitos de hoje e de amanhã

Para que governos e empresas atendam aos regulamentos de 25% de conteúdo reciclado e atendam à crescente demanda de reciclados de alta qualidade, é necessário introduzir uma nova abordagem para a reciclagem integrada. Soluções modernas e altamente integradas de triagem de garrafas e seleção de flakes devem ser um dos principais contribuintes para o futuro da reciclagem de plásticos.

Fonte: Tomra Sorting Recycling

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Abipet divulga dados do 11º Censo da Reciclagem do PET no Brasil

17/06/2020

  • Volume reciclado corresponde a 55% das embalagens descartadas em 2019.
  • Com investimento realizado, indústria está pronta para o aumento da reciclagem nos próximos anos

O Brasil reciclou 55% das embalagens de PET descartadas pela população em 2019. O volume equivale a 311 mil toneladas do produto – 12% acima do registrado em 2018 –, que geraram um faturamento de mais de R$ 3,6 bilhões, o correspondente a 36% do faturamento total do setor do PET no Brasil.

As informações são do 11º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, elaborado pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), com a participação de 160 empresas de todo o País. Esse grupo está dividido entre recicladores (22%); aplicadores, que são empresas que adquirem e utilizam o PET reciclado em seus produtos (70%); e integradores, que fazem a reciclagem e também utilizam o material na fabricação de itens que retornam ao mercado (8%).

“O crescimento verificado em 2019 é reflexo do fortalecimento da economia circular, composta por uma indústria diversificada, que utiliza o PET reciclado em seus produtos. A criação dessa cadeia, feita ao longo de 20 anos, resulta em uma demanda consistente, que cria valor à reciclagem do PET”, afirma Auri Marçon, diretor executivo da Abipet.

De acordo com o executivo, o desempenho brasileiro é superior ao de países desenvolvidos, como os Estados Unidos, por exemplo, que reciclam 29% de suas embalagens PET. Mesmo a União Europeia que, apesar de coletar 58,2% do PET pós-consumo, não recicla o material e envia boa parte dele para ser processado em outros países. A amplitude no uso do PET reciclado acontece porque o Brasil é um líder mundial em diferentes aplicações para o PET reciclado, o que gera demanda pelo produto, revertido em faturamento e renda para diversos elos da sociedade.

Os principais consumidores/aplicadores de PET reciclado no Brasil são os fabricantes de pré-formas e garrafas, com 23% do total, num processo conhecido como “bottle to bottle”, principalmente em decorrência do aumento da produção de embalagens em grau alimentício (food grade), que nos últimos anos mostrou uma grande evolução tecnológica. Em seguida vem a indústria têxtil (22%), laminados e termoformados (bandejinhas) (17%), setor químico (15%) e fitas de arquear (10%). Outras aplicações respondem pelo uso dos 10% restantes do PET reciclado.

Em razão dessa diversidade, o PET reciclado é encontrado em peças de vestuário – basicamente o poliéster utilizado na composição dos tecidos –, garrafas plásticas e embalagens utilizadas por grandes fabricantes de refrigerantes e bebidas, produtos de beleza e limpeza, tintas e vernizes, tapetes e carpetes automotivos, entre outros.

O Censo realizado pela Abipet também identificou que, devido às limitações no sistema de coleta, as empresas de reciclagem trabalham, em média, com ociosidade superior a 30%. Isso significa que, em razão de investimentos já realizados, a indústria está pronta para absorver um eventual crescimento da reciclagem nos próximos anos.

Para o Executivo da Abipet, no entanto, esse aumento só virá a partir da construção de grandes centros de triagem para separar materiais recicláveis, do aumento da coleta seletiva e do número de cooperativas de catadores. “Somente essas iniciativas, associadas ao descarte correto feito pelos cidadãos, serão capazes de abastecer as linhas de reciclagem. Precisamos impedir que as embalagens continuem sendo enterradas em lixões e aterros, resultando em um desperdício de matéria-prima que poderia ser muito útil à sociedade, gerando emprego, renda e, obviamente, preservando o meio ambiente”, conclui.

Coronavírus: desafio para 2020?

A dificuldade que a pandemia de coronavírus gera, tanto para a coleta de materiais como para a demanda por produto reciclado, representa o principal desafio para que o Brasil mantenha a curva de crescimento da reciclagem do PET verificada nos últimos anos. A atividade se acelerou em 2019 e retornou ao patamar positivo de 2014, antes da crise econômica.

O risco de infecção pelo coronavírus, porém, traz algum risco de redução da coleta, diante da possibilidade de interrupção da atividade de catadores, cooperativas e comerciantes de recicláveis (sucateiros). Isso mesmo diante de um cenário de aumento do desemprego, que pode levar parte da população a essa atividade de subsistência.

A situação é menos crítica entre os recicladores. No caso do PET, devido a sazonalidades normais dentro da cadeia, as empresas formam estoque de matéria-prima suficiente para um ou dois meses de atividade. Além disso, alguns segmentos consumidores do PET reciclado vêm diminuindo a demanda pelo produto utilizado em seus produtos, como é o caso de setores como têxtil, químico, forrações e peças automotivas e para construção civil.

Por ser uma commodity internacional, o mercado do PET acaba sendo orientado pelo preço do petróleo no mercado mundial, que tem levado à redução do valor da resina virgem em relação ao reciclado. Embora a atual taxa de câmbio compense boa parte dessa queda, a influência dos preços da resina virgem pressionam para baixo o preço do material reciclado, que historicamente não tem tanta flexibilidade para redução, porque já trabalha com margens baixas, tanto na etapa da coleta como na atividade industrial.

Fundada em 1995, a Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), é uma entidade sem fins lucrativos que reúne a cadeia produtiva do setor de PET: fabricantes de resina, embalagens, equipamentos e recicladores de PET. A Entidade representa aproximadamente 80% da indústria no Brasil e é a maior do segmento em toda a América Latina. Tem como objetivos promover a utilização e reciclagem das embalagens de PET, incentivar o desenvolvimento tecnológico, aplicações para o material reciclado e divulgar as ações do setor.

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Stadler focaliza reciclagem de PET no contexto da economia circular

12/06/2020

Leve e barato, o plástico é um dos materiais mais usados no mundo, mas sua extrema durabilidade significa que o gerenciamento eficaz do fim da vida útil é fundamental. A reciclagem é, portanto, uma solução indispensável para o processamento de resíduos plásticos. A reciclagem reduz a demanda por recursos brutos, requer menos energia para processamento e reduz a quantidade de plástico no aterro.

O PET é o plástico mais reciclado e apresenta várias vantagens quando usado para envase de produtos. Em primeiro lugar, é um polímero muito inerte, o que torna as embalagens PET adequadas para armazenar alimentos, já que o material praticamente não interage com o conteúdo. Ele tem a propriedade de criar uma barreira para oxigênio e água e pode ser facilmente moldado, sendo também altamente resistente e muito leve – perfeito para garrafas de bebidas. Além disso, ele pode ser usado para produzir garrafas transparentes, o que não é possível com PE ou PP.

Reciclagem de PET – uma indústria em crescimento

Através de uma reciclagem eficaz e de alta qualidade, a sociedade contemporânea pode avançar para uma abordagem de economia circular, protegendo a natureza e o meio ambiente para as gerações futuras. As taxas de reciclagem estão aumentando como resultado da conscientização pública crescente e maior eficácia nas operações de reciclagem. A Stadler atua nesse contexto, buscando maneiras de maximizar a eficiência do processo de reciclagem e a qualidade da produção. A empresa afirma ter planejado e construído mais de 20 plantas de triagem para garrafas plásticas mistas em todo o mundo, das quais mais de 10 dedicadas exclusivamente ao PET.

Roland Göggel, diretor de vendas para a Alemanha, Áustria e Suíça na Stadler, afirma: “Até recentemente, não havia especificações para o uso de reciclados na fabricação de novos produtos, mas esse não é mais o caso. A União Européia introduziu novos regulamentos estipulando que as garrafas de bebidas devem conter 25% de conteúdo reciclado até 2025 e 30% até 2030. Tão importante quanto estes novos regulamentos é o surgimento de novas rotas de coleta e reciclagem de embalagens plásticas, que, juntamente com as mudanças no comportamento do consumidor, darão um enorme impulso à reciclagem. A indústria de fabricação e processamento de plásticos está agora demonstrando grande interesse na reciclagem, o que não era o caso no passado. No entanto, as metas estabelecidas pelo regulamento da União Européia só podem ser alcançadas se todos os setores envolvidos no processo trabalharem em conjunto”.

Retornando o PET ao ciclo de produção

Dentro do fluxograma do processo da reciclagem e produção, as garrafas PET usadas são coletadas e entregues na usina de reciclagem, onde são removidos os rótulos e as tampas. As garrafas são classificadas por cor e trituradas. O material é lavado, seco e descontaminado, sendo depois fundido a 270°C e granulado. Esse “regranulado” (foto) resultante é misturado com grânulos de PET novos, sendo a mistura fundida e depois processada em uma máquina injetora para produzir “pré-formas” de novas garrafas PET. As pré-formas são transportadas para a fábrica de envase, onde são aquecidas e sopradas, transformando-se em novas garrafas PET. Depois de limpas e etiquetadas, as garrafas estão prontas para recarga e venda. O círculo é fechado quando elas começam uma nova vida.

Benefícios ambientais da reciclagem de PET

A reciclagem reduz o impacto ambiental da indústria de PET de diferentes maneiras. A primeira vantagem é a redução no uso de matérias-primas: novas pré-formas para garrafas podem ser feitas com aproximadamente 35% de regranulado, com uma consequente economia de petróleo bruto que teria sido usado para produzir novo granulado. Além disso, a reciclagem de plástico requer uma quantidade bem menor de energia do que a produção de plásticos a partir de novas matérias-primas (Segundo Rick Leblanc, em “Uma visão geral da reciclagem de plástico”, a quantidade de energia usada para produzir regranulados de PET é 88% menor do que aquela necessária para produzir novos grânulos a partir de matérias primas convencionais).

Uma melhoria adicional ocorreu com o uso mais eficiente de materiais para as pré-formas (foto): “hoje a pré-forma para uma garrafa PET de 1,5 litro pesa apenas 26,8 g – consideravelmente menos que os 38 g de há cinco anos atrás”, explica Roland Göggel. “O uso de regranulado e o uso mais eficiente de materiais resultaram em uma redução significativa nas matérias-primas nos últimos cinco anos.”

A indústria de PET também otimiza o transporte ao produzir as garrafas PET na fábrica de envase, a partir do sopro das pré-formas. Assim, reduz-se drasticamente o número de viagens de caminhão vindos da fábrica de pré-formas: um caminhão pode transportar 700.000 pré-formas, mas apenas 15.000 garrafas PET acabadas. O resultado é um corte significativo no uso e nas emissões de combustível.

A importância dos sistemas de triagem profissional para uma reciclagem eficaz

Para que a reciclagem cumpra seu papel na redução dos resíduos de plástico na indústria de PET, ela precisa de processos eficientes e produtos finais de qualidade que possam competir com materiais virgens no mercado. Roland Göggel afirma: “Na Stadler, nós entendemos a tecnologia do processo durante todo o ciclo de vida do material. Isso significa que podemos projetar a combinação ideal de tecnologias e usá-las de maneira mais eficaz em termos de considerações de custo-benefício para o cliente”.

Alexander Rimmer, CEO da empresa de gerenciamento de reciclagem RCS Rohstoffverwertung GmbH, com sede em Werne, Alemanha, afirmou sobre sua experiência com a Stadler: “Eles nos ofereceram o pacote completo, desde o planejamento do projeto até a construção da modernização de toda a planta, gerenciada e implementada por sua equipe. Apreciamos particularmente o seu conhecimento técnico e o apoio durante todo o projeto. Eles nos ofereceram especialistas técnicos que aconselharam não apenas sobre tecnologia e processos, mas também sobre as possibilidades de implementação especificamente adaptadas aos nossos requisitos técnicos, com boas soluções para os problemas”.

Em função do uso cada vez mais frequente de etiquetas de “corpo inteiro” nas garrafas PET utilizadas pelo mercado, a Stadler desenvolveu um novo removedor de rótulos, usado antes da triagem, que foi incluído no projeto RCS no início da linha. Alexander Rimmer complementa: “Com o removedor de rótulos Stadler, as etiquetas são arrancadas e as garrafas PET são menos danificadas do que com outros fabricantes. Como resultado, podemos registrar uma abrasão menos fina”.

Fechando o círculo de reciclagem

As garrafas PET usadas podem ser um recurso valioso para o setor de embalagens e outras indústrias. No entanto, continua subutilizado em muitas áreas. A Stadler viu uma oportunidade de fechar o círculo de reciclagem e fez uma parceria com a Krones, uma marca bem estabelecida nas indústrias de alimentos e bebidas. Os dois parceiros têm como objetivo aproveitar as vantagens da reciclagem de plásticos em todo o mundo e beneficiar os clientes da maneira mais simples e lucrativa possível. “Queremos fornecer aos nossos clientes a produção de material da mais alta qualidade do setor”, explica Willi Stadler, CEO da Stadler.

Juntos, a Stadler e a Krones oferecerão um pacote completo, desde a triagem até o processo de lavagem, incluindo até a criação de um novo produto plástico: “Essa parceria de cooperação nos permite oferecer engenharia de processos desde misturas heterogêneas de resíduos até a garrafa de plástico acabada”, explica Roland Göggel. “Até onde eu sei, nenhuma outra empresa no mercado pode oferecer essa extensa competência em processos. Ter todo o processamento sob o mesmo teto significa que os conceitos podem ser aprimorados e adaptados ainda mais especificamente à tarefa em questão, tanto em termos qualitativos quanto econômicos. E podemos oferecer soluções não apenas para plásticos como PET, mas também para outros plásticos usados em larga escala, como PE, PP ou PS, dando uma contribuição importante para alcançar as metas de reciclagem da EU”.

A parceria não apenas visa oferecer aos clientes suas soluções testadas, como plantas completas turn-key, mas também desenvolver novas soluções, processos e tecnologias em conjunto para a triagem e tratamento de resíduos. Ao combinar sua experiência e tecnologias especializadas, a Krones e a Stadler esperam gerar um impulso significativo para a tecnologia de reciclagem e a economia circular associada.

Fundada em 1791,, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras de transporte, tambores de triagem e removedores de rótulos.

 

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Nova linha de PET asséptica e design de garrafa para leite UHT da Sidel impulsiona os negócios da Fattoria Latte Sano na Itália

04/06/2020

Pela primeira vez, a produtora de leite italiana local Fattoria Latte Sano trocou sua produção de leite UHT de embalagens longa vida para as de PET assépticas com uma nova linha de embalagem, que conta com a Sidel Aseptic Combi Predis. Combinada com um novo design de garrafa, essa mudança abre caminho para um crescimento sustentável do negócio com flexibilidade para uma necessidade de produção futura de laticínios sem refrigeração de sua própria marca e de redes varejistas.

Com amor pelo campo e pela criação de gado, a Fattoria Latte Sano tem servido lares na província de Lazio há mais de 70 anos. Localizada a poucos quilômetros de Roma, a empresa se tornou importante e bem conhecida para consumidores e varejistas na região. A Fattoria Latte Sano produz leite, que é coletado em fazendas selecionadas. A empresa comercializa produtos com sua própria marca e também opera como co-packer de laticínios para marcas de varejistas e outras indústrias.

Capacidade de produção de leite incrementada com solução de envase asséptico em PET

Embora o mercado italiano de leite ainda seja dominado pelas embalagens longa vida cartonadas ou de polietileno de alta densidade (PEAD), o envase de leite em PET está se tornando cada vez mais comum no país, oferecendo maior valor agregado na percepção do consumidor.

A Fattoria Latte Sano trocou sua produção de leite de prazo de validade prolongado (ESL) e leite UHT para o material de embalagem PET, que é 100% reciclável. “Uma combinação da demanda do mercado com nossa disposição de buscar uma prática de negócios sustentável serviu de incentivo para que escolhêssemos a solução de embalagem PET asséptica da Sidel com seu sistema integrado de sopro, enchimento e fechamento baseado na tecnologia de esterilização seca de preformas”, comenta Marco Lorenzoni, Presidente da Fattoria Latte Sano.

O fato de vários nomes importantes na indústria mundial de laticínios já ter depositado sua confiança na Sidel contribuiu para a decisão da Fattoria Latte Sano de trabalhar com a empresa. Outro elemento-chave foi a aprovação da Aseptic Combi Predis pela Food & Drug Administration (FDA) em 2017, validada para fabricação e distribuição comercial de bebidas de baixa acidez nos Estados Unidos. Segundo a Sidel, isso fez dela a primeira solução de envase asséptico com a tecnologia de esterilização seca de preformas do mundo. Para a empresa italiana, esse foi um importante reconhecimento do nível de segurança alimentar, reforçando sua confiança ao investir em sua primeira solução asséptica em PET.

A equipe de engenheiros da Sidel colaborou de perto com a equipe da Fattoria Latte Sano para projetar o layout de linha mais otimizado, que ocupa relativamente pouco espaço, bem como para instalar a linha e validá-la. Também deu o suporte para a equipe do cliente aprimorar suas rotinas operacionais e fornecer orientação quanto a boas práticas de fabricação. “Desde o start-up bem-sucedido em janeiro de 2019, a linha de PET asséptica completa mantém os mais altos padrões de segurança alimentar, simplicidade de produção e flexibilidade, bem como os aspectos ergonômicos que buscávamos”, explica Marco Lorenzoni.

Além disso, afirma a Sidel, a linha proporciona liberdade quanto ao cronograma de produção e gama de produtos. Ela pode processar múltiplas SKUs com quatro tipos de leite — integral, semidesnatado, desnatado e orgânico — produzidos assepticamente em garrafas de 1 L e 500 mL com tipos diferentes de rótulos conforme cada marca. A linha também proporciona ganhos ambientais com uma redução significativa no consumo de água e de produtos químicos, garante a Sidel.

Novo design de garrafa PET com contornos de vaca: visual moderno e original

O envase de bebidas lácteas em garrafas PET tem trazido benefícios tanto para produtores quanto para consumidores: desde atender a altos padrões alimentares até proporcionar experiências de consumo diferenciadas. O PET é a solução de embalagem mais sustentável e eficaz quanto ao custo que permite aos fabricantes diferenciar os laticínios nas prateleiras dos supermercados das tradicionais caixas cartonadas ou garrafas de PEAD. A liberdade praticamente ilimitada de design de embalagem que ele proporciona foi muito importante para Fattoria Latte Sano realmente diferenciar a marca da concorrência.

Durante a implementação da linha de embalagem, a Sidel também ajudou a criar o design das novas garrafas PET. Fabricada com material monocamada — para facilitar a reciclagem — e com característicos contornos de vaca na parte superior da garrafa, o novo design confere um visual moderno e original. Segundo a Sidel, a garrafa de 1 L pesa apenas 26 g, pois não há restrições térmicas ligadas ao processo tradicional de enxágue de garrafas, contribuindo para uma economia significativa de PET. Também garante opções de fácil abertura e fechamento, bem como a qualidade e integridade do leite, graças à perfeita vedação entre o gargalo e a tampa sem folha de alumínio, acrescenta o fabricante.

Conforme observado por Luigi Camorali, Account Manager for Sales Southern Europe da Sidel, o processo de criação para a embalagem UHT para a Fattoria Latte Sano foi um marco importante no inteiro projeto de implementação: “Nosso suporte desempenhou um grande papel ao selecionar e qualificar a solução de barreira PET mais adequada para a nova embalagem, e também em recomendar a nosso cliente a solução mais eficaz quanto ao custo para a rotulagem: sugerimos manter o mesmo diâmetro e painel de rotulagem em todas garrafas para minimizar custos adicionais ao trocar os rótulos”, revela Luigi. Os rótulos são aplicados com uma rotuladora Sidel RollQUATTRO Evo, proporcionando a flexibilidade necessária a fim de atender aos requisitos da empresa de laticínios quanto à troca de produtos, aplicação precisa de rótulos e manuseio de frascos leves.

Ao tirar partido da expertise da Sidel em design de embalagens, a Fattoria Latte Sano também buscou ampliar as oportunidades comerciais no segmento de marcas próprias de redes varejistas. “Para ajudar nesse objetivo, o logotipo da empresa foi colocado só no rótulo, em vez de gravado em relevo na garrafa, para que os mesmos frascos em diferentes formatos pudessem ser usados para o envase de bebidas lácteas comercializadas não só sob sua própria marca, mas também outras”, conclui Luigi.

Com uma capacidade de produção de 12.000 garrafas por hora, a linha opera atualmente oito horas por dia, cinco dias por semana com eficiência média superior a 90% para cada formato de garrafa, assegura a empresa. E com seus atributos, a linha oferece à Fattoria Latte Sano uma oportunidade para incrementar a capacidade de produção e ampliar sua participação no mercado de leite UHT.

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Stadler moderniza planta de triagem da RCS na Alemanha para produzir flakes de PET de alta pureza

14/05/2020

A RCS é uma empresa com sede em Werne, Alemanha, especializada em gerenciamento de reciclagem. Com mais de 40 anos de experiência, fornece às empresas soluções para o descarte de resíduos comerciais com suas três principais competências: descarte de resíduos, reciclagem de matérias-primas e plásticos. A sustentabilidade e o uso ecológico de recursos são princípios que percorrem os aspectos da operação da Werne, tais como os processos usados para coletar e transformar resíduos em matérias-primas secundárias, retornando-os ao ciclo de produção.

Uma área de foco importante para a RCS é a reciclagem de garrafas PET para produção de flakes de plástico destinados a uma variedade de aplicações, assim como regranulados de alta qualidade para o setor de alimentos. Essa atividade está centralizada em sua planta de triagem, onde separa o PET claro do PET colorido – que corresponde a 85% do material de entrada – latas de alumínio e ferrosas, filmes e outros materiais. Com uma capacidade de 7 toneladas / hora, a planta opera em um sistema de turnos contínuos, transformando garrafas PET usadas em flakes de plástico de qualidade alimentar.

A pureza dos flakes é de suma importância, pois eles são destinados à produção de uma variedade de produtos plásticos, desde fibras plásticas a filmes e fitas de embalagem, além de produtos para a indústria alimentícia. Segundo a empresa, ao final do processo cada Big Bag é controlado quanto à umidade residual, densidade aparente, cores incorretas e contaminantes, bem como distribuição de tamanho de grão e resíduos de adesivo para garantir a qualidade do material de saída.

Modernização

Para alcançar de forma consistente a alta pureza necessária e otimizar os processos em sua fábrica (foto), a RCS afirma ter confiado na experiência da Stadler: “Já compramos um separador balístico da Stadler em 2005”, diz Gerd Francke, CEO conjunto da RCS. “Com base na boa experiência com sua tecnologia, decidimos novamente escolher a Stadler para um novo separador balístico em 2014”.

Isso foi seguido por uma modernização completa da planta em 2017: “A Stadler nos ofereceu o pacote completo, desde o planejamento do projeto até a realização da modernização de toda a planta, gerenciada e implementada por sua equipe”, explica Alexander Rimmer, CEO conjunto da empresa. “A consultoria deles foi impecável e eles nos ofereceram especialistas técnicos que nos aconselharam não apenas no âmbito da tecnologia e de processos, mas também sobre as possibilidades de implementação especificamente adaptadas aos nossos requisitos técnicos, com soluções para os problemas”.

A conclusão do projeto dentro de prazos muito apertados foi um requisito essencial para a RCS: “O que nos convenceu particularmente foi que a Stadler seguiu nosso cronograma apertado e foram capazes de atender às nossas expectativas”, acrescenta Alexander Rimmer.

Segundo a RCS, a modernização trouxe benefícios para a planta de triagem – não apenas na qualidade do material de saída, mas também em seu funcionamento geral e nos custos operacionais: “A maior vantagem foi um aumento triplo em quantidade, qualidade e produção. Os processos de trabalho tornaram-se mais fáceis para nossos funcionários. Além disso, o equipamento Stadler é muito durável e, portanto, requer menos manutenção. Como resultado da modernização e da manutenção simplificada, os custos e os fluxos de trabalho puderam ser otimizados”, complementaram os CEO´s da empresa.

Remoção automática de rótulos

Cada vez mais as garrafas PET estão embaladas com etiquetas “de corpo inteiro”: “Para otimizar a classificação e obter melhor qualidade para nossos clientes, a separação entre rótulo e garrafa PET deve ocorrer antes da triagem”, explica Rimmer.

Removedor de Rótulos

Mais uma vez, a RCS procurou a Stadler em busca de uma solução para essa nova demanda: “com o removedor de rótulos Stadler, as etiquetas são arrancadas e as garrafas PET são menos danificadas do que com outros fabricantes. Como resultado, podemos registrar uma abrasão menos fina”, afirma Alexander Rimmer.

Segundo a Stadler, o seu removedor de rótulos da Stadler – lançado em 2019 – remove etiquetas de garrafas de todos os tipos, atingindo um padrão de qualidade de até 80% das etiquetas removidas. Ele processa um fluxo de massa de até 9 Tn / h – dependendo do tamanho das partículas e da composição do material, afirma a empresa.

O removedor de rótulos Stadler está em operação na planta de triagem de PET da RCS. Alexander Rimmer afirma: “Estamos muito satisfeitos com o removedor de rótulos, pois ele requer menos manutenção e sua capacidade é adaptada à de nossa fábrica. Ele tem menos desgaste nas facas e a máquina não é muito sensível a impurezas, como filmes ou madeira. Além disso, não causa danos às garrafas PET. Com o removedor de rótulos, podemos separar as etiquetas das garrafas antes da classificação, o que nos permite garantir um nível de pureza consistentemente alto”.

Willi Stadler, CEO do Grupo Stadler, comenta sobre o relacionamento com a RCS: “Estou muito orgulhoso de ter trabalhado lado a lado com a RCS ao longo dos anos, construindo uma parceria real que nos permitiu apoiá-los à medida que seus negócios cresceram e evoluíram. Juntos, conseguimos antecipar as mudanças na demanda do mercado e encontrar soluções eficazes para sua operação. Me alegro em estar ao lado deles, ajudando-os a enfrentar desafios futuros”.

Fundada em 1791, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço personalizado, desde o projeto conceitual até o planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras de transporte, tambores de triagem e removedores de rótulos.

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Filmes de PET com resina pós-consumo da Terphane tem aprovação da Anvisa para contato direto com alimentos

21/04/2020

A Terphane, líder em filmes PET (poliéster) na América Latina, confirmou que os novos filmes da linha Ecophane são os únicos de poliéster com PCR (PET reciclado pós-consumo) aprovados pela Anvisa, inclusive para contato direto com alimentos. Nos Estados Unidos e Europa, a linha Ecophane já é comercializada com sucesso e foi aprovada pela FDA e EFSA (União Europeia).

Lançados em 2019, estes filmes estão alinhados a uma demanda crescente do mercado global por filmes que garantam a produção de embalagens recicláveis e com conteúdo reciclado.

“A linha Ecophane é o resultado de extensivas pesquisas e muita tecnologia de ponta aplicada ao seu desenvolvimento. Conseguimos criar um filme PET com no mínimo 30% de PCR em sua composição”, explica Marcos Vieira, Diretor de P&D Global da Terphane. Esta expertise tecnológica resultou em mais de 10 tipos de filmes da linha Ecophane, disponíveis para as mais diversas aplicações.

Além de permitirem um menor uso de matérias-primas virgens, os novos filmes da linha Ecophane, da Terphane, estão inseridos no conceito de Economia Circular: o PET descartado na forma de embalagens ou outros itens é coletado, reciclado e volta a ser embalagem.

“O desenvolvimento da linha Ecophane não vai ao encontro apenas das métricas de sustentabilidade estabelecidas pela Terphane, mas atende a uma busca dos brand owners que querem associar suas marcas e produtos a embalagens cada vez mais sustentáveis”, completa André Gani, Diretor de Vendas & Marketing da Terphane. A Terphane estabeleceu como prioridades em sua jornada de sustentabilidade, ações ambientalmente, socialmente e economicamente positivas em suas plantas, produtos e na comunidade.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

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Eastman aborda lacuna de oferta e demanda em Conferência de Reciclagem de Plásticos

21/04/2020

A fornecedora de polímeros ​​discutiu a possível escassez de matéria-prima reciclada

A fornecedora global de plásticos especiais Eastman colocou em pauta a crescente demanda por materiais reciclados na Conferência e Feira de Reciclagem de Plásticos 2020, realizada em Nashville (EUA), de 17 a 19 de fevereiro. O 15º evento anual reuniu importantes vozes em sustentabilidade para discutir questões complexas enfrentadas pelo setor de reciclagem de plásticos. Holli Alexander (foto), gerente de Iniciativas Estratégicas de Sustentabilidade da Eastman, participou de uma mesa redonda, na sessão de encerramento, intitulada “Como lidar com a lacuna de oferta e demanda”.

“Na Eastman, fomos pioneiros em tecnologias de reciclagem que definirão a economia circular nos próximos anos”, diz Holli. “Nosso objetivo é trabalhar em toda a cadeia de valor para encontrar soluções viáveis ​​para escalar essas inovações. O fornecimento de matéria-prima reciclada apresenta tanto um desafio como uma oportunidade para nossos parceiros de canal e para todo o setor”.

A empresa anunciou duas grandes iniciativas de reciclagem no ano passado. A tecnologia de renovação do carbono (CRT) é um processo de reciclagem química que redireciona o lixo plástico misturado dos aterros sanitários e o converte em componentes moleculares simples, que são reintroduzidos na produção de uma variedade de produtos Eastman. A CRT agora está operando em escala. Na verdade, a Eastman fechou um acordo, em novembro de 2019, para fornecer matéria-prima proveniente da Circular Polymers, uma recuperadora de resíduos pós-consumo. A colaboração desviará milhões de quilos de carpetes descartados dos aterros em seu primeiro ano, de acordo com Mark Costa, presidente do conselho e CEO da Eastman.

A segunda inovação em reciclagem da companhia, a tecnologia de renovação do poliéster (PRT), anteriormente conhecida como reciclagem circular avançada, é um processo de reciclagem química especificamente para resíduos de poliéster, incluindo PET colorido e copoliésteres, que produz materiais do tipo virgem. A primeira fase da PRT usa a glicólise para desmontar os resíduos de PET em seus blocos de construção fundamentais, que são usados ​​para produzir novos poliésteres com altos níveis de conteúdo reciclado, alcançados por meio de alocação de massa balanceada, de maneira certificada. Uma fase posterior da PRT que utiliza metanol para quebrar uma grande variedade de resíduos de poliésteres estará totalmente operacional até 2022, afirma a empresa.

A empresa está alavancando essas inovadoras tecnologias de Reciclagem Circular Avançada para aplicações em embalagens de cosméticos, de alimentos, de bebidas e em sua linha de resinas para filmes retráteis, incluindo os copolímeros Eastman Embrace Encore e Eastman Embrace Float, aprovados pela APR. Com a CRT e a PRT, os plásticos difíceis de reciclar podem ser transformados um número ilimitado de vezes para criar produtos que podem reivindicar altos níveis de conteúdo reciclado certificado, criando um ciclo fechado.

Na Conferência de Reciclagem de Plásticos, Alexander esteve com outros especialistas em sustentabilidade identificando possíveis regras e estratégias baseadas no mercado que possam garantir o equilíbrio de oferta/demanda à medida que as marcas buscam avançar nos planos de aumentar o consumo de plásticos reciclados.

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Stadler comissiona nova planta automatizada de triagem de embalagens de bebidas na Dinamarca

26/03/2020

Da esquerda para a direita: Lars Krejberg, diretor executivo da Dansk Retursystem, Príncipe Frederick, Prefeito Michael de Taastrup, Ministra Lea Wermelin e Thomas Dalsgaard, chairman do Danish Return System

Planta construída para a Dansk Retursystem inicia operação no bem-sucedido sistema de devolução de embalagens de bebidas da Dinamarca

A Stadler concluiu o comissionamento de uma nova planta de triagem de embalagens de bebidas projetada e construída para a Dansk Retursystem em Taastrup, Dinamarca. A entrega completa está prevista para abril, no final do período de testes de um mês.

A cerimônia de inauguração da fábrica, realizada em 10 de março, foi realizada pelo diretor executivo da Dansk Retursystem, Lars Krejberg Petersen, e contou com a presença de convidados de honra como Frederick, príncipe herdeiro da Dinamarca e Lea Wermelin, ministra do Meio Ambiente. A planta processará as garrafas PET e latas de alumínio coletadas em todo o país através do sistema de retorno, produzindo fardos de garrafas PET e latas de alumínio para reciclagem.

Com capacidade de 110 m3 por hora, espera-se processar cerca de 55% das latas recicladas e garrafas de PET do país, totalizando mais de 25.000 toneladas de material por ano, trabalhando 16 horas por dia em dois turnos, por 300 dias do ano.

Uma colaboração público-privada bem-sucedida para uma economia circular

A Dansk Retursystem é uma empresa sem fins lucrativos de propriedade de cervejarias dinamarquesas e regulamentada por ordem estatutária sob a Lei de Proteção Ambiental da Dinamarca. Fundada em 2000, opera o sistema de depósito e retorno do país para garrafas e latas de bebidas, com o objetivo de reciclar o máximo de material possível. Todos os lucros são reinvestidos na empresa para melhorar o sistema e garantir que a alta taxa de retorno seja mantida ou aumentada ainda mais. A Agência Dinamarquesa de Proteção Ambiental monitora as atividades da Dansk Retursystem e revisa periodicamente sua operação para renovar seu direito exclusivo de operar o sistema de depósito e devolução do país por um novo período.

A Dansk Retursystem é um exemplo de uma colaboração bem-sucedida entre os setores público e privado. Seu modelo de negócios cria uma economia circular que envolve toda a cadeia: fabricantes de embalagens de bebidas, cervejarias, varejistas, consumidores, empresas de transporte e empresas de reciclagem. A Dansk Retursystem coleta garrafas e latas de máquinas de venda reversa encontradas em 3000 pontos em todo o país, sendo eles varejistas, lojas, escritórios, cafés e restaurantes, ou através dos bancos de retorno de depósito “pantstation” localizados em 12 cidades. A planta classifica todas as embalagens coletadas em garrafas de vidro e plástico e latas de alumínio, que são recicladas em novas embalagens. O resultado desse sistema extremamente eficaz é que 9 em cada 10 garrafas marcadas para depósito são devolvidas e recicladas, com muito pouco desperdício no processo.

Planta automatizada de alta capacidade da Stadler:  economia circular de retorno

A classificação eficiente e precisa das garrafas e latas coletadas é crucial para o sucesso da operação da Dansk Retursystem, por isso a empresa optou por um processo de licitação em toda a Europa para selecionar o fornecedor para sua nova planta.

A empresa identificou a Stadler como “um integrador profissional dedicado capaz de fornecer uma solução completa para fluxos de materiais”, explica Lars Krejberg Petersen, CEO da Dansk Retursystem, que também está muito satisfeito com o apoio recebido ao longo do projeto: “A Stadler também teve um ótimo desempenho nos parâmetros flexíveis”.

Tendo vencido o concurso, a Stadler projetou a planta e iniciou a montagem em novembro de 2019.

A planta usa separação magnética para classificar as latas de alumínio, ejetando qualquer material ferroso e a tecnologia Near Infrared (NIR) para as garrafas PET. Também faz parte do processo a remoção de etiquetas soltas. No final da linha, as enfardadeiras compactam as latas de alumínio em uma linha de saída e as garrafas PET na outra.

O projeto apresentou desafios particulares devido ao alto nível de automatização e flexibilidade da planta, o que exigiu a engenhosidade da Stadler para desenvolver uma solução sob medida. Armin Winand, gerente conjunto de projetos, explica: “Esta é uma planta de triagem totalmente automatizada com alto rendimento. Abordamos isso com bunkers intermediários extra grandes, com capacidade de até 240m³ em várias etapas do processo, e um transportador de bunkers de tamanho similar, com 20 metros de comprimento, 4 metros de largura e 4 metros de altura. Este é o maior bunker Stadler já projetado e construído. No final do processo, os fardos de alumínio e PET são transportados automaticamente para a área de armazenamento”.

“A planta também se destaca por sua extrema flexibilidade, que permite ao cliente selecionar diferentes modos de operação de acordo com os requisitos”, acrescenta Urban Konzic, da equipe de vendas. “Além disso, o gerenciamento da descarga de materiais recebidos é automatizado, com o sistema Stadler indicando aos motoristas de caminhão de entrega em qual dos 5 bunkers eles devem descarregar”.

Este é o primeiro projeto da Stadler para a Dansk Retursystem: “A experiência da Dansk Retursystems em reciclagem, combinada com a vasta experiência da Stadler em instalações de construção, significa que teremos uma planta totalmente automatizada e altamente tecnológica para garantir uma reciclagem ainda mais eficiente de latas e garrafas. Isso beneficiará o meio ambiente e o clima”, conclui Lars Krejberg Petersen.

Fundada em 1791,, a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras de transporte, tambores de triagem e removedores de rótulos.

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Ineos Composites processa 25 milhões de garrafas PET pós-consumo mensalmente

18/03/2020

  • Empresa fabrica resinas termofixas na cidade paulista de Araçariguama
  • Centro de reciclagem: Ineos reaproveita 25 milhões de garrafas PET por mês

As garrafas PET pós-consumo podem ser transformadas em matérias-primas de produtos de longa vida útil (décadas) e alto valor agregado. A Ineos Composites, por exemplo, utiliza PET reciclado na fabricação de algumas de suas resinas termofixas, polímeros que, combinados com fibras de vidro, dão origem a tanques, tubos, piscinas e tetos de ônibus, entre muitas outras aplicações.

Por mês, calcula Alex Garcia, coordenador de processos da Ineos, a unidade da empresa situada em Araçariguama (SP) reaproveita o equivalente a mais de 25 milhões de garrafas PET de 500 ml. “O PET substitui parte do ácido tereftálico e do anidrido ftálico da resina termofixa. A quantidade usada vai depender do tipo e das características do produto que desejamos fabricar”.

Sob o ponto de vista de desempenho, não há qualquer restrição ao uso de resinas baseadas em PET reciclado. Ao contrário, a depender da formulação, produtos desse tipo chegam a ser mais flexíveis e resistentes do que os oriundos 100% de matérias-primas virgens, afirma a empresa.

“Isso só acontece graças a um rigoroso controle de qualidade e classificação da matéria-prima que adquirimos”, salienta Garcia. “Todos os lotes de resina reciclada são submetidos a testes para determinar o grau de pureza e o teor de resíduos, como areia, olefinas e metais. Também são feitos ensaios de cor e aparência. O controle do recebimento do PET é uma das fases mais importantes de todo o processo”, comenta.

Outra vantagem garantida pelas resinas derivadas de PET pós-consumo é o preço menor. Segundo a Ineos Composites, na comparação direta com uma resina termofixa do tipo tereftálica, por exemplo, a diferença é de 7% a 10% no preço.

“A falta de conhecimento ainda pode levar a algum tipo de preconceito sobre essas resinas. Mas isso é cada vez mais raro e, quando acontece, respondemos rapidamente mostrando os milhares de casos bem-sucedidos de aplicação das nossas resinas que contêm PET reciclado”, finaliza o coordenador de processos da Ineos.

Certificação RC 14001

Segundo a Ineos Composites, a sua unidade de Araçariguama é a primeira fábrica de resinas termofixas do Brasil a contar com a certificação RC 14001. Em linhas gerais, a RC 14001 é uma junção do programa Responsible Care, que abrange questões relacionadas à segurança, meio ambiente, saúde e proteção de patrimônio, com a ISO 14001, cujo foco é a gestão ambiental das empresas.

A Ineos Composites é uma empresa líder global em resinas termofixas (poliéster insaturado e éster-vinílicas), gelcoats e aditivos low profile para a indústria de compósitos. Segundo a empresa, seus produtos caracterizam-se pelos elevados índices de resistência à corrosão, temperatura e impactos. São largamente consumidos pelos setores de transportes, construção, geração de energia eólica e lazer, entre outros.

A Ineos é uma das maiores empresas químicas do mundo e a 50ª maior companhia global, empregando cerca de 20.000 pessoas em 171 unidades em 24 países. É uma empresa privada com vendas em 2018 de US$ 60 bilhões e EBITDA de US$ 7 bilhões. Além de seu crescimento em produtos petroquímicos, adquiriu campos de petróleo e gás no Reino Unido, Dinamarca e Noruega.

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Clariant lança nova marca de aditivos sequestradores de oxigênio para embalagens PET

04/12/2019

  • Extensão da validade de bebidas e alimentos embalados
  • Eercados incluem garrafas de sucos de frutas e cerveja
  • Combina proteção aprimorada de alimentos com design sustentável de embalagens

A Clariant anunciou a criação de uma nova marca patenteada de masterbatches de aditivos sequestradores de oxigênio: Cesa ProTect.

O principal mercado-alvo para o novo masterbatch de aditivos é o de embalagens monocamada de tereftalato de polietileno (PET), embora outros materiais à base de poliéster também possam se beneficiar. Bem conhecido por seu uso generalizado em garrafas de refrigerante e água, o PET tem muitas vantagens. Em comparação com outros polímeros, oferece excelente transparência, é adequado para contato com alimentos e é fácil de processar, além de ser o polímero mais reciclado atualmente.

“O PET já é um bom material de barreira”, afirma Antonello Decortes, Global Innovation Manager na Clariant, “mas aplicações sensíveis ainda podem sofrer com a entrada de oxigênio. Isso não é um problema para a água ou a maioria dos refrigerantes carbonatados, mas os sucos de laranja perdem a potência das vitaminas e mudam de cor; os laticínios podem azedar, as cápsulas de café têm perda de sabor e basta 1 ppm de oxigênio para mudar o sabor e o aroma da cerveja. Os aditivos Cesa ProTect podem ajudar a aumentar o prazo de validade desses produtos e garantir que menos alimentos sejam descartados.”

Segundo a Clariant, os ingredientes ativos dos masterbatches Cesa ProTect não desaceleram a penetração de oxigênio através das paredes PET do recipiente. Ao invés disso, trata-se de um “sequestrador de oxigênio”, que absorve moléculas de O2 à medida que entram, para que não atinjam o produto protegido.

Cesa ProTect só é ativo após o processamento e os recipientes de PET tratados com o produto estão protegidos após a produção, podendo ser enchidos e transportados. A linha de aditivos também é ideal para distribuição em cadeia frigorífica, já que apresentou bom desempenho quando usado com produtos refrigerados, afirma a empresa.

Segundo Decortes, “o período exato que os masterbatches de aditivos Cesa ProTect conseguem proteger os alimentos e bebidas depende de diversos fatores, como carga de aditivos, tamanho e design da embalagem. Em testes com uma garrafa de 23 g e 0,5 litro, uma carga de 3,6% do masterbatch Cesa ProTect conseguiu manter os níveis de oxigênio abaixo de 1 ppm por 588 dias, ou mais de 18 meses. Por outro lado, o PET não tratado manteve os níveis abaixo de 1 ppm por apenas 22 dias, e um sequestrador de oxigênio concorrente durou apenas 63 dias. Mesmo a uma carga de 2%, os masterbatches Cesa ProTect mostraram eficácia por 266 dias.”

“Com base nesses resultados”, declara Alessandro Dulli, Global Head of Segment and Business Development Packaging, “acreditamos que Cesa ProTect é um dos mais poderosos masterbatches sequestradores de oxigênio no mercado.”

Segundo a Clariant, o masterbatch Cesa ProTect também demonstra ter pouco ou nenhum impacto no aspecto visual ou nas propriedades mecânicas da embalagem. Quando Cesa ProTect é usado nas dosagens recomendadas, afirma a empresa, os recipientes acabados de diferentes tamanhos e formas mantêm um nível de transparência de acordo com as expectativas do mercado. O produto é altamente compatível com PET e não demonstra impactar o processamento, segundo o fabricante. Ainda estão pendentes as aprovações para contato com alimentos.

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Tecnologia da Logoplaste para acondicionamento de leite em garrafas PET permite reciclagem total das embalagens

03/12/2019

Por ser um material muito resistente ao impacto e transparente, o Polietileno Tereftalato é utilizado para embalagens de produtos dos mais diversos segmentos, desde o setor de alimentos e bebidas a medicamentos, cosméticos e produtos de higiene e limpeza.

Desde que chegou ao Brasil, em 1988, trazido pela indústria têxtil para a produção de tecidos, esse material foi aos poucos ganhando novas funcionalidades, ampliando os horizontes do mercado para fabricantes nacionais e empresas do exterior. Não demorou muito para as embalagens PET ocuparem espaços cada vez maiores nas prateleiras dos supermercados e nas despensas dos lares brasileiros.

Universo do PET

A verdadeira revolução, no entanto, aconteceu nos anos de 1990, com o crescimento exponencial da popularidade das embalagens de alimentos e bebidas. Por serem mais acessíveis, modernas e seguras, as garrafas PET para refrigerantes, águas, sucos e outras bebidas dominaram a produção, assim como as embalagens termoformadas para alimentos, que, desde o início, tiveram ótima aceitação.

Nesse cenário, em 1995, a empresa portuguesa Logoplaste enxergou a oportunidade de abrir uma frente operacional no Brasil. O mercado lácteo foi a porta de entrada. Segundo o Presidente do Conselho de Administração da companhia, Filipe de Botton, “nosso primeiro parceiro no país foi a Danone e, desde então, tivemos o privilégio de criar uma equipe local absolutamente extraordinária, permitindo que a Logoplaste do Brasil crescesse e se tornasse rapidamente um dos maiores players locais na produção de embalagens rígidas para grandes clientes como a Reckitt Benckiser, a Nestlé, a P&G e a Shefa, entre tantas outras”.

Inovação

Com essa visão inovadora, a Logoplaste conseguiu elevar o mercado brasileiro de garrafas PET para outro patamar. Criado em 2010, o projeto Bottle-to-bottle tinha como objetivo viabilizar uma garrafa em PET para leite longa vida UHT que protegesse adequadamente o produto, mas sem deixar de lado a ideia de criar soluções circulares para as embalagens.

Thomé Brito, Diretor da Logoplaste Brasil, classifica a tecnologia de bicamada utilizada nas garrafas para o leite Shefa como um grande trunfo do projeto. “O interessante e mais bonito desse projeto é que ele está inserido na economia circular, já que podemos reutilizar as garrafas no próprio processo de fabricação de novas garrafas, evitando, assim, o descarte indevido. A tecnologia já existia, mas fomos os primeiros a utilizá-la por aqui”.

Para conservar o produto à temperatura ambiente por um longo período, era preciso bloquear a passagem de luz. Então, a solução encontrada foi desenvolver uma tecnologia que consistisse em utilizar duas camadas de PET, sendo a interna preta, para não haver degradação do leite, e a externa branca, preservando as propriedades da embalagem. Com isso, a proteção do leite é garantida por um período de 4 a 6 meses.

Segundo Thomé, existe muita confusão por parte do consumidor e da mídia ao olhar para a garrafa com bicamada e achar que o produto não é bom para reciclar. Sobre o processo de reciclagem desenvolvido para as novas garrafas, o executivo explica que todas as etapas seguem os termos da solução de reciclagem circular, que foram desenvolvidos após extensos testes com os produtos para atender aos avanços da nova regulamentação, de novembro de 2018.

“Não são dois materiais. É um só, mas em duas camadas. Para a reciclagem e a reutilização, o material é lavado, moído e passa por um processo de pós-condensação, que traz de volta as características necessárias ao processamento e incorporação às novas garrafas. Ou seja, 100% dos resíduos são reaproveitados, desde a tampa e o rótulo, até a garrafa em si. Todo este processo de circularidade é aprovado pela Anvisa, seguindo os rígidos padrões da indústria alimentícia brasileira”, conclui.

Fonte e foto: PICPlast

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Terphane apresenta soluções em embalagens flexíveis no PMA Fresh Connections 2019

19/08/2019

Além dos filmes de fácil abertura e selagem permanente, a Terphane apresentará linha de filmes de poliéster

O consumidor de FLV (frutas, legumes e verduras) busca, cada vez mais, produtos naturais, saudáveis, livres de conservantes e práticos de consumir. E boa parte destes atributos é garantida pela embalagem. Para discutir tendências de consumo e novidades no setor de FLV, acontece nesta quarta-feira, 21 de agosto, em São Paulo, o PMA Fresh Connections, organizado pela entidade norte-americana PMA (Produce Marketing Association). E a Terphane, líder em filmes PET (poliéster) na América Latina, participará do evento com um estande e como patrocinadora.

“A proposta é apresentar para este mercado todas as soluções inovadoras em embalagens flexíveis que a Terphane já tem na Europa e nos Estados Unidos”, explica André Gani, Diretor de Vendas & Marketing da empresa. Como destaque, a Terphane apresentará os filmes de poliéster termoseláveis com fácil abertura (easy open) ou com selagem permanente (lock seal) que evidencia se a bandeja foi aberta.

A Terphane também apresentará a recém lançada linha de filmes de poliéster Ecophane®, com duas versões: uma é o filme rPET, com pelo menos 30% de PET reciclado pós consumo, basicamente proveniente de garrafas PET. A outra é o filme bPET, com tecnologia de biodegradação para aterros sanitários. “A linha contribui para a produção de embalagens mais sustentáveis. Essa solução de embalagem também pode ser utilizada com atmosfera modificada (ATM) e as embalagens são 100% recicláveis”, explica Célia Freitas, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane.

Segundo a Terphane, todos os seus filmes de poliéster para embalagens flexíveis da Terphane estão alinhados às grandes demandas do setor de FLV: soluções que maximizem a vida útil do produto, minimizem seu desperdício e aumentem a percepção de valor por parte do consumidor final. A empresa afirma que estas embalagens também garantem a integridade do produto durante as etapas de transporte e armazenagem, evitando desperdício. Além disse, garante o fabricante, ganha-se ainda na logística pela possibilidade de empilhamento das embalagens; mais embalagens ocupando menos espaço.

Do ponto de vista ambiental, os filmes de poliéster são recicláveis e, especificamente a nova linha Ecophane®, incorpora o conceito de Economia Circular, afirma a Terphane. Ou seja: embalagens descartadas pós consumo são recicladas e voltam a ser embalagem para novas aplicações.

Serviço PMA Fresh Connections Brasil – www.pmafreshconnections.com.br

Data 21 de agosto
Horário 09h00 às 19h00
Local Centro de Convenções Rebouças – São Paulo

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.</p

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Produtor de Polímero PET Neo Group Adiciona uma Terceira Linha de Produção com Peletizadores BKG Comprados e Armazenados Há Doze Anos

06/08/2019

Segundo maior fornecedor de PET da Europa, o Grupo NEO instalou 4 peletizadores BKG, bombas de engrenagens e outros componentes diretamente de suas caixas originais, estocadas por 12 anos.

Doze anos atrás, o NEO Group comprou peletizadores subaquáticos BKG e componentes para três linhas de polimerização PET, mas instalou apenas dois conjuntos, armazenando o terceiro pacote BKG não utilizado em suas caixas de embarque originais. Hoje, a empresa conta com uma terceira e nova linha de PET, tornando-se o segundo maior produtor de PET na Europa, e aqueles peletizadores da BKG armazenados há 12 anos de idade estão trabalhando da mesma maneira como se tivessem sido entregues ontem.

O NEO Group havia comprado as linhas de produção de PET da Zimmer AG, incluindo doze peletizadores subaquáticos BKG – quatro para cada linha de polimerização – além de válvulas desviadoras de polímero, bombas de engrenagens, sistemas de água, secadores de pelets e controles.

“Nós simplesmente abrimos as caixas de remessa, montamos os componentes da BKG e os conectamos”, disse Ruslanas Radajevas, gerente geral. “Depois de doze anos armazenados, tudo correu muito bem – sem problemas.”

O início de operação sem percalços dos sistemas de peletização reflete a qualidade inerente aos produtos da BKG, observou Godfrey Sandham, vice-presidente da Nordson Polymer Processing Systems, na Europa. “Foi a excelente reputação dos peletizadores da BKG e componentes de entrega de material fundido que levaram a Nordson a adquirir o negócio da BKG”, disse Sandham. “Desde então, temos investido fortemente em processos para melhoria contínua de nossos produtos e acabamos de concluir a construção de um centro global para a marca BKG em Münster, na Alemanha.”

A terceira linha de PET do NEO Group acrescenta 160.000 toneladas de capacidade anual, elevando o total da empresa para 480.000 toneladas/ano. O complexo de produção de resina e poliol do Grupo NEO Group (foto) está localizado na Zona Econômica Livre de Klaipeda, na Lituânia.

A unidade de Sistemas de Processamento de Polímeros da Nordson (Polymer Processing Systems) fornece aos clientes componentes projetados para fundir, homogeneizar, filtrar, medir e dar forma a materiais plásticos e de revestimento  fluido. A Nordson fornece uma gama de produtos de precisão para o trabalho com material fundido – desde roscas e cilindros para extrusão e moldagem por injeção até sistemas de filtragem, bombas e válvulas e sistemas de extrusão e peletização para atender às necessidades da indústria de polímeros.

A Nordson Corporation fornece aos clientes capacidades técnicas locais de vendas, serviços e remanufatura através de organizações de vendas e fábricas regionais em mais de 30 países. Para saber mais, visite http://www.nordsonpolymerprocessing.com ou www.facebook.com/NordsonPPS.

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Sidel adquire fabricante de moldes francês Comep

23/07/2019

Em 18 de julho, a Sidel anunciou a aquisição da Cognac Moules Emballages Plastiques (Comep), empresa francesa que produz e desenvolve moldes para PET, fortalecendo o grupo na fabricação de moldes e ferramental. “Estamos confiantes de que a expertise complementar da Sidel e da Comep nos trará mais oportunidades comerciais, oferecendo aos clientes uma escolha ideal de parceiros, capazes de tornar realidade seus requisitos”, declara Pavel Shevchuk, Vice Presidente Executivo de Serviços na Sidel.

A Comep foi criada em 1998 para atuar no desenvolvimento e fabricação de moldes para garrafas PET. Localizada em Salles-d’Angles, França, com mais de 20 anos de experiência no setor, a Comep produz mais de 4 mil moldes por ano para clientes do mundo todo. Com cerca de 60 funcionários, a empresa foi uma das pioneiras nas tecnologias de baixa pressão de sopro.

Expansão para manter o foco em embalagens

“Com essa medida, continuamos na direção que tomamos em outubro de 2018. Na época, fortalecemos a Sidel com a aquisição da PET Engineering, que fornece consultoria de design e estratégia de marca, design de embalagens, bem como serviços de conversão de linha e moldes para a indústria de bebidas” disse Pavel. “Agora, ao adquirir a Comep, ampliamos ainda mais nosso conjunto de recursos e portfólio de moldes e ferramental, a fim de oferecer soluções de embalagem completas aos clientes. A embalagem é, de fato, peça chave de diferenciação para nossos clientes. A Comep também complementa perfeitamente o sólido know-how da Sidel em fabricação de moldes.”, complementou o executivo da Sidel.

A Comep e a Sidel permanecerão concentradas em seus respectivos focos atuais lançando mão de suas capacidades próprias e oferecendo um conjunto de serviços de embalagem para empresas que envasam seus produtos em PET. “Estamos confiantes de que a expertise de cada empresa será fundamental para atender à crescente demanda por soluções de embalagem completas que o setor tem mostrado. E quanto a nós, estamos nos juntando a uma empresa líder mundial no setor de design e fabricação de embalagens”, observa Christophe Amarant, CEO da Comep.

A Comep representará um canal separado para o mercado de moldes e ferramental. Isso significa que a Comep e a Sidel empregarão abordagens comerciais distintas, ao mesmo tempo que irão compartilhar práticas e tirar proveito do desempenho conjunto sempre que possível.

A Sidel é uma das líderes no fornecimento de equipamentos e soluções de serviços para o acondicionamento de bebidas, alimentos, produtos para casa e cuidados pessoais em PET, lata, vidro e outros materiais. Com mais de 40.000 máquinas instaladas em mais de 190 países, a empresa possui 5.500 funcionários no mundo todo.

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Terphane investe no mercado Centro-Americano e participa do Seminário Flexo CentroAmérica 2019 em El Salvador

18/07/2019

O evento regional tem público-alvo proveniente da América Central, Caribe e México.

Nos dias 18 e 19 de Julho (hoje e amanhã), a Terphane, líder em filmes PET (poliéster) na América Latina, participará do Seminário Flexo Centroamérica 2019, organizado pela Asiplastic (Associação Salvadorenha da Indústria do Plástico – http://www.asiplastic.org). Na ocasião, Rudhy Rozas, Key Account Executive, apresentará a palestra ‘Tendências de mercado: substituição da folha de alumínio por filme PET metalizado de alta barreira’.

“A palestra será o gancho para a Terphane apresentar em seu stand diversas novidades”, explica Cláudio Felker Andreis, Gerente Comercial Internacional. Entre elas a linha de filmes seláveis easy open e a linha de filmes matte (opacos), com ênfase no filme VMAT que, segundo a empresa, oferece estabilidade térmica e mecânica; alta barreira a gases, vapor d’água e aromas; bom desempenho nos vários processos de conversão (laminação, impressão e metalização) e, como diferencial, o toque aveludado. A empresa firma que o seu filme VMAT também garante boa ancoragem de tinta, adesivos e vernizes graças ao tratamento Coex em uma das faces.

Outra novidade são os filmes alta barreira transparentes de PVDC e a linha da Toyobo – Ecosyar, Toughster e Olyester – que a Terphane representa nas Américas. “A embalagem transparente é uma forte tendência no mercado de flexíveis e ajuda a construir valor para a marca. Ela tem uma relevância ainda maior em produtos/marcas premium já que uma “simples” janela pode chancelar toda a qualidade esperada do posicionamento do produto”, analisa Cláudio. A linha da Toyobo completa a linha da Terphane, criando possibilidades de estruturas de embalagem para os mercados de alimentos (secos, úmidos, refeições pré-cozidas, para cozimento da embalagem, sopas, etc) e não alimentos (medicamentos, produtos industriais, químicos, produtos de higiene pessoal e beleza, etc).

Com forte apelo de sustentabilidade, a nova linha de filmes PET Ecophane será outro destaque da Terphane em seu estande no Seminário Flexo em El Salvador. Segundo a Terphane, este filme PET tem, no mínimo, 30% de PCR (PET reciclado pós consumo) em sua composição. São mais de 10 tipos de filmes, disponíveis para as mais diversas aplicações. Além de garantirem um menor uso de matérias-primas virgens, os novos filmes da linha Ecophane estão inseridos no conceito de Economia Circular: o PET descartado na forma de garrafas é coletado, reciclado e volta a ser embalagem.

Cláudio Andreis explica que não é de hoje que a Terphane trabalha os mercados centro-americano, caribenho e mexicano, tanto que a empresa já é uma das líderes no fornecimento de filmes PET na região. “Há mais de 10 anos, regularmente fazemos visitas comerciais e técnicas aos clientes locais e estamos presentes nos principais players da região. E continuamos acreditando no potencial desses países cuja economia cresce a uma taxa média de 5% ao ano. Acompanhamos de perto a substituição, nos últimos anos, do PP (polipropileno) e do PE (polietileno) por PET (poliéster), especialmente nos mercados de café, leite em pó, molhos e maionese e estamos prontos para os próximos desafios”, conclui.

Serviço Seminário Flexo Centroamérica 2019

Data: 18 e 19 Julho
Horário: a partir das 8h00
Local: Hotel Crowne Plaza San Salvador – Conference Center
Informações: www.asiplastic.org

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). A empresa possui uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fonte: Terphane

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Terphane lança, globalmente, linha sustentável de filmes de PET

07/06/2019

O principal diferencial dos novos filmes é a composição com 30% ou mais de PET reciclado, pós consumo, grau alimentício.

A Terphane, um dos líderes em filmes PET (poliéster) na América Latina, lançou, globalmente, a linha Ecophane de filmes sustentáveis. Os novos filmes estão alinhados à uma demanda crescente do mercado global por filmes que garantam a produção de embalagens recicláveis e com conteúdo reciclado.

“A linha Ecophane é o resultado de extensivas pesquisas e muita tecnologia de ponta aplicada ao seu desenvolvimento. Conseguimos criar um filme PET com no mínimo 30% de PCR (PET reciclado pós consumo) em sua composição”, explica Marcos Vieira, Diretor de P&D Global da Terphane. Esta expertise tecnológica resultou em mais de 10 tipos de filmes da linha Ecophane, disponíveis para as mais diversas aplicações.

Segundo a empresa, além de garantirem um menor uso de matérias-primas virgens, os novos filmes da estão inseridos no conceito de Economia Circular: o PET descartado na forma de embalagens ou outros itens é coletado, reciclado e volta a ser embalagem.

“O desenvolvimento da linha Ecophane não vai ao encontro apenas das métricas de sustentabilidade estabelecidas pela Terphane, mas atende a uma busca dos brand owners que querem associar suas marcas e produtos a embalagens cada vez mais sustentáveis”, completa André Gani, Diretor de Vendas & Marketing da Terphane. A Terphane estabeleceu as ações ambientalmente, socialmente e economicamente positivas em suas plantas, produtos e na comunidade como prioridades em sua jornada de sustentabilidade

A embalagem flexível ajuda muito nesta jornada por seu excelente desempenho em termos de otimização de funcionalidade e de melhor uso dos recursos, afirma a empresa. O documento europeu “The Perfect Fit, a FPE (Flexible Packaging Europe)” –  mostra que eficácia e eficiência são fatores fundamentais para definir a sustentabilidade de uma embalagem, levando em consideração todos os aspectos da cadeia de valor do produto, a própria embalagem, o consumo e todos os impactos no ciclo de vida. “E a embalagem flexível, mais do que se pensa, é a melhor escolha. Isso porque os fabricantes de embalagens e os donos de marca podem atingir o ‘ponto ideal’ que otimiza a eficácia funcional e a eficiência do material. Isso se chama relação perfeita entre produto e embalagem”, explica Gani.

No documento, enfatiza-se ainda o fato da embalagem flexível ser altamente adaptável e um design inteligente garantir ainda mais benefícios de sustentabilidade. Esses benefícios vão desde o tamanho correto para as porções e o refechamento das embalagens para minimizar o desperdício, passando pela impressão de informações que garantam seu uso e armazenamento corretos, até embalagens funcionais, mais leves, que reduzam os impactos de armazenamento, distribuição e transporte.

Por serem mais leves, as embalagens flexíveis também reduzem os impactos ambientais e oferecem vantagens significativas para o armazenamento e transporte dos produtos. “Definitivamente as embalagens flexíveis estão na vanguarda de uma agenda cada vez mais exigente, a das ‘embalagens sustentáveis’. Embora ainda existam alguns entraves na cadeia da reciclagem, a embalagem flexível é a que mais se aproxima da ‘escolha perfeita’ em termos de solução mais sustentável disponível no mercado. E os novos filmes Ecophane surgem para fechar este circuito ao utilizarem uma boa parte das embalagens descartadas pós consumo e poderem ser novamente reciclados”, atesta Marcos Vieira.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Terphane

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SABIC anuncia linha de compostos de PBT produzidos a partir de garrafas PET quimicamente recicladas

30/05/2019

A SABIC apresentou no último dia 16 de maio o seu portfólio LNP Elcrin iQ de compostos de tereftalato de polibutileno (PBT) derivados de tereftalato de polietileno reciclado (rPET). A empresa diz que a nova linha de produtos dá apoio à economia circular e ajuda a reduzir o desperdício de plástico. Ao reciclar quimicamente o PET descartado pelo consumidor (principalmente a partir de garrafas de água descartáveis) transformando-o em materiais como o PBT – que possui maior valor, propriedades melhores e adequação para aplicações mais duráveis -, a empresa diz estar incentivando o uso de resinas recicladas. Esses produtos também oferecem uma menor pegada ambiental “berço-portão” do que a resina de PBT virgem, conforme medido pela Demanda de Energia Cumulativa (CED) e pelo Potencial de Aquecimento Global (GWP), afirma a SABIC.

Vida mais longa que PET

Essa tecnologia, segundo a empresa, supera algumas das limitações da reciclagem mecânica ao usar processos químicos para despolimerizar garrafas PET e outros resíduos de PET, transformando-os em seus precursores químicos, purificando-os e depois usando-os para criar uma nova resina PBT. A SABIC diz que a tecnologia pode oferecer benefícios de desempenho e processamento, tais como uma boa resistência química, colorabilidade, alto fluxo para maior rendimento e retardamento de chama (FR).

Segundo a SABIC, a resina LNP Elcrin iQ é uma solução pronta para o uso de PBT virgem e outros materiais de PBT convencionais, tornando mais fácil para os fabricantes melhorar a sustentabilidade de seus produtos. Como resultado da substituição da matéria-prima virgem usada para fabricar o PBT, demonstrou-se – através da avaliação de ciclo de vida revisada por pares – que a resina LNP Elcrin iQ reduziu as pegadas de energia e carbono do material em até 61% e 49%, respectivamente, afirma a SABIC. Além disso, garante a empresa, cada quilograma de resina LNP Elcrin iQ usa até 67 garrafas PET pós-consumo (0,5 litro).

O portfólio Elcrin iQ oferece aos clientes múltiplas opções, incluindo grades reforçados com fibra de vidro e minerais, além de formulações resistentes à radiação UV e compostos não halogenados resistentes ao fogo, afirma a SABIC. Algumas dos grades do LNP Elcrin iQ têm até o potencial de atingir a conformidade com os regulamentos da Food & Drug Association (FDA) americana para para contato com alimentos, assegura a empresa.

As aplicações potenciais para esses novos polímeros incluem componentes internos duráveis e componentes estéticos ​para eletrônicos de consumo, conectores automotivos e invólucros para dispositivos médicos. Tais aplicações podem prolongar a vida útil da resina PET original de uso único, o que ajuda a manter o material fora do fluxo de resíduos por um período mais longo.

“As garrafas PET descartadas pelo consumidor perdem valor e propriedades de desempenho por meio da reciclagem mecânica convencional”, disse Joshua Chiaw, diretor de negócios globais de LNP, SABIC. “Esse processo de reciclagem limita os tipos de aplicações nas quais o rPET pode ser usado. Em contraste, o processo de reciclagem química da SABIC ajuda a melhorar o desempenho e a qualidade do produto final da resina. Como resultado, esses materiais de PBT são potencialmente mais desejáveis ​​para aplicações duráveis. No geral, os materiais LNP Elcrin iQ podem ajudar a reduzir a dependência da resina virgem e atender à demanda da indústria e dos consumidores por um maior uso de materiais mais sustentáveis. ”

“O desenvolvimento de materiais LNP Elcrin iQ é um passo importante para a SABIC e ilustra nosso compromisso com nossos clientes, com a indústria global de plásticos e com a AEPW (Aliança para o Fim dos Resíduos Plásticos), à qual nos juntamos como membros fundadores”, disse Frank Kuijpers, Gerente Geral de Sustentabilidade Corporativa da SABIC. “Nosso processo inovador de reciclagem química de materiais PET de uso único dá suporte direto ao objetivo da AEPW de desenvolver novas tecnologias que ajudem a minimizar o desperdício, facilitar a recuperação e a reciclagem de plásticos e criar valor a partir de todos os plásticos pós-uso.”

Fonte: SABIC

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Terphane lança filme PET selável e de alta barreira para aplicações em embalagens com atmosfera modificada

21/03/2019

O Lidbar-e também garante a função easy open a bandejas de refeições prontas, pouches de barras proteicas, etc.

A Terphane, líder em filmes PET (poliéster) na América Latina, já está comercializando no Brasil os filmes de PET (poliéster) seláveis e de alta barreira Lidbar-e. Seguno a empresa, além de garantir aumento de vida de prateleira a alimentos, graças à atmosfera modificada (MAP), o novo filme se destaca pelo tratamento anti-fog, alta transparência e tratamento corona que melhora a adesão de tintas e adesivos.

“Este filme foi desenvolvido para atender às necessidades de fabricantes de alimentos que precisam de embalagens de alta barreira que, normalmente, utilizam atmosfera modificada para aumentar a vida de prateleira”, explica Célia Freitas, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Terphane.

A Terphane afirma que a face selável do Lidbar-e conta ainda com um tratamento anti-fog que reduz o embaçamento em aplicações quentes ou frias; esta característica é particularmente importante para alimentos congelados ou refrigerados. Outro diferencial é o range de temperatura de selagem, sem deformação, que vai de 60 graus Centígrados até 120 graus Centígrados. O novo filme sela com PP, PEAD, PS, HIPS, APET, CPET, CPET modificado, PETG, rPET, PVC, PC, PLA ou cartão laminado com PET em bandejas, garrafas, potes ou outros tipos de embalagens.

O Lidbar-e está disponível na espessura de 31 micra e atende a todas as normas internacionais para contato com alimentos. “A espessura do filme o torna mais sustentável já que é possível reduzir consideravelmente o peso das embalagens, substituindo estruturas complexas, laminadas ou coextrudadas”, pontua Célia Freitas. A alta barreira evita ainda a variação de umidade e o filme pode ser impresso ou laminado, de acordo com o projeto da embalagem. Um aspecto particularmente importante no caso de bandejas é a alta resistência a punctura.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fonte: Terphane

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PETtalk, encontro da Indústria do PET, será realizado durante a Plástico Brasil 2019

15/03/2019

Principal encontro anual para o setor de embalagens PET acontece nos dias 27 e 28 de março como parte integrante da programação da Feira Internacional do Plástico e da Borracha

Realizado pela Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET), o PETtalk é o maior encontro do ano para o setor de embalagens PET. Durante os dias 27 e 28 de março, serão apresentadas e debatidas novas tecnologias, cenários e temas atuais desta indústria. Pela segunda vez, o evento integra a programação técnica da Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 25 a 29 de março, no São Paulo Expo.

O PETtalk 2019 oferece uma série de palestras nacionais e internacionais com conteúdo para toda a cadeia industrial das embalagens de PET e abre espaço para o debate das soluções mais atuais na produção das embalagens fabricadas com o material. Tecnologias orientadas para o segmento, legislação para o setor de embalagens e as tendências que orientarão decisões também fazem parte da programação.

As empresas palestrantes do PETtalk 2019 são:

  • Fabricantes de Resinas: PQS e Indorama
  • Embalagens e transformação: Amcor (Produção de Preformas e embalagens), Globalpet (Reciclagem Bottle-to-Bottle)
  • Tecnologias: Gneuss (Sistemas de filtragem processamento de PET), Husky (Líder mundial em sistemas para produção de Preformas PET), Krones (Máquinas e linhas completas de enchimento e empacotamento para fábricas de alimentos e bebidas), Piovan (Sistemas periféricos para a indústria do plástico, alimentos e refrigeração industrial), Bühler (Sistemas de Separação para Flakes e Pellets plásticos)
  • Reciclagem: 3Rios (A empresa fará um comparativo entre a Reciclagem de PET para o Mercado Têxtil e o de Embalagens)
  • Consultoria e dados de mercado: PCI WoodMackenzie (Tema: O comportamento do mercado Internacional de resinas virgens e reciclagem), Euromonitor (focalizará as tendências dos diversos mercados de bens de consumo).

Para Auri Marçon, presidente da Abipet, a abrangência da programação, com envolvimento dos vários elos da cadeia, reflete não só o quadro de associados mas também a própria atuação da entidade. “Realizar o PETTalk dentro de uma feira do porte da Plástico Brasil é uma forma de mostrar para todo o setor nosso modelo de gestão integrada, em que cada elo participa, tem voz, é ouvido e dá sua contribuição. As soluções de inovação no mundo moderno surgem desta integração, onde ninguém sozinho tem todas as respostas”.

Completam estas apresentações um apanhado completo da Abipet sobre o mercado do PET no Brasil, atualizações sobre a legislação brasileira para o setor, em especial as novidades da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010), e o NetPETworking, o grande encontro anual dos profissionais do setor.

O PETtalk é voltado para diretores, CEOs, presidentes e representantes de áreas técnicas e comerciais – usuários e desenvolvedores de embalagens – além de pesquisadores e outros profissionais envolvidos direta e indiretamente com o mundo das embalagens.

O investimento é de R$ 750,00 e as inscrições se encerram no dia 22. Grupos e associados da Abipet contam com condições especiais. O formulário de inscrições e demais informações estão disponíveis no endereço https://bit.ly/2Hjot0K.

PETtalk 2019 – Conferência Internacional da Indústria do PET
São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5)
Dias 27 e 28 de março, durante a Plástico Brasil 2019 – Mezanino – Sala 204
Horários: das 8h às 17h (dia 27) e das 8h às 14h (dia 28).
Mais informações no site http://www.pettalk.org.br

Plástico Brasil

Uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions, a feira vai reunir mais de 800 marcas nacionais e internacionais, que representam os setores de máquinas, equipamentos e acessórios, matérias-primas e resinas, moldes e porta moldes, automação industrial e robótica, periféricos, entre outros produtos, serviços e soluções.

Parte significativa das marcas expositoras é representada por 13 países: Alemanha, Argentina, Áustria, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, México, Portugal, Taiwan, Turquia e Suíça, sendo que quatro deles – Alemanha, Áustria, China e Itália – participam com grupos de empresas reunidas em seus respectivos pavilhões. Mais de 60 entidades representativas nacionais e internacionais apóiam ao evento.

São esperados mais de 45 mil visitantes, entre transformadores de plástico, compradores e demais profissionais da construção civil, alimentos e bebidas, embalagens, automóveis e autopeças, perfumaria, higiene e limpeza, farmacêuticos.

A feira vai oferecer uma programação técnica com cerca de 80 horas de seminários, palestras e workshops, a maioria deles gratuita, como o Parque de Ideias, VDI Road Show, 1º ABINFER BUSINESS CENTER – ABC 2019, PETtalk 2019, SEBRAE Móvel, SENAI – Escolar Móvel de Indústria 4.0 e o SMED (Single Minute Exchange of Die).

Ao lado dos negócios, conhecimento e relacionamento, a Sustentabilidade é um dos pilares da Plástico Brasil 2019. A feira vai destacar uma série de ações que visam não só colaborar com a preservação do meio ambiente, mas também inspirar os fornecedores, transformadores e demais visitantes profissionais a replicarem tecnologias ambientalmente corretas em seus negócios.

O credenciamento é gratuito e já pode ser feito no site da feira: https://www.plasticobrasil.com.br/pt/credenciamento.html.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil 2019

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Terphane assina acordo de distribuição de filmes para as Américas com a japonesa Toyobo

26/01/2019

José Bosco Silveira Jr., Presidente da Terphane e o Presidente da Toyobo no Brasil, Yukihiko Minamimura, no escritório da Terphane em São Paulo/Brasil

Foi anunciada no dia 23/01 que a Terphane (www.terphane.com), fabricante de filmes de poliéster biorientado BOPET, passou a ser representante dos filmes da japonesa Toyobo (www.toyobo-global.com) nas Américas. A empresa representará as linhas Ecosyar, Toughster e Olyester. “A proposta é trazer filmes com propriedades específicas e valor agregado que garantam aos brand owners embalagens diferenciadas e inovadoras”, explica José Bosco Silveira Jr., Presidente da Terphane.

E completa: “O acordo com a Toyobo marca uma nova fase para a Terphane. Entendemos que o mercado precisa de parceiros que participem de todas as etapas de desenvolvimento de novos produtos e garantam embalagens que acelerem a inovação. Isto é ainda mais importante no mercado de produtos premium. Hoje, um material de alta barreira para embalagem, com transparência, é uma demanda do consumidor final à qual as empresas de bens de consumo têm que atender. E o portfólio de filmes da Terphane/Toyobo permitirá desenvolver, com estes clientes, embalagens alinhadas aos anseios do consumidor e posicionadas em um patamar diferenciado.”

Segundo José Bosco, o consumidor atual busca uma relação transparente com marcas, empresas e produtos que passa, justamente, pelas embalagens. “Existe um gatilho emocional que é acionado na cabeça do consumidor no momento da compra e que diz: se você conseguir visualizar o conteúdo da embalagem é porque o produto é bom e a marca não tem nada a esconder.” A embalagem transparente também ajuda a construir o valor da marca e dá sustentação à sua proposta de valor. Ela tem uma relevância ainda maior em produtos/marcas premium já que uma “simples” janela pode chancelar toda a qualidade esperada pelo posicionamento do produto.

Em uma visão comercial mais abrangente, o portfólio da Toyobo também será oferecido para os clientes Terphane em todo o continente americano (América do Sul, Central e do Norte). A capilaridade do time comercial da Terphane na região foi um dos aspectos que pesou na decisão da Toyobo pela representante. “O suporte técnico, aliado ao expertise da equipe Terphane em aplicação e desenvolvimento, foi outro ponto extremamente positivo”, explica José Bosco. Isto porque nosso time está voltado para o desenvolvimento de negócios; os profissionais aliam conhecimento técnico com habilidade comercial e profundo conhecimento do mercado, com base nas tendências de consumo e inovações.

A Terphane focalizará inicialmente nos mercados de embalagens para alimentos (secos, úmidos, refeições pré-cozidas, para cozimento da embalagem, sopas, etc) e embalagens para não alimentos (medicamentos, produtos industriais, químicos, produtos de higiene pessoal e beleza, etc). A Terphane já está disponibilizando os novos materiais para teste em clientes. A linha da Toyobo completa a linha da Terphane, criando muitas possibilidades de estruturas de embalagem para variadas aplicações.

Desde a sua origem em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até os filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Terphane

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Terphane apresenta filme transparente com propriedade de altíssima barreira

20/12/2018

Segundo a empresa, o seu CBR é um excelente substituto ao EVOH, com vantagens técnicas e ambientais.

Globalmente existe uma forte tendência de demanda por filmes que oferecem altíssima barreira para embalagens plásticas flexíveis, mantendo uma boa transparência. Isto porque o consumidor exige, cada vez mais, um produto com suas propriedades mantidas inalteradas e prefere enxergar o que está comprando. Para atender a esta crescente demanda e contribuir positivamente para um posicionamento mais transparente de produtos e marcas, a Terphane, empresa líder em filmes PET (poliéster), disponibiliza o Terphane CBR, um filme de poliéster que, segundo a empresa, proporciona excelente barreira e transparência a estruturas de embalagens flexíveis.

O Terphane CBR dispensa a coextrusão com EVOH, o uso de recobrimento ou de PVOH, garante a Terphane. Ele possui tratamento Corona na face oposta à camada barreira e foi desenvolvido para proporcionar ao convertedor de embalagens uma boa estabilidade nos processos de impressão e de laminação, além de oferecer ao usuário final uma embalagem que atenda às necessidades de barreira transparente estável a gases, afirma a empresa. “Sem dúvida, o CBR é um filme que confere ao produto uma excelente apresentação em termos de embalagem”, comenta Flávia Silveira, Desenvolvimento de Negócios da Terphane.

Outros importantes atributos do filme CBR mencionados pela Terphane:

· barreira a gases, aromas e gorduras;
· propriedades mecânicas e ópticas, uniformidade de espessura, estabilidade dimensional e térmica;
· alto desempenho nos processos de conversão;
· tratamento nas duas faces, o que permite ancoragem de tintas (processos de rotogravura e flexografia), adesivos e vernizes;
· disponibilidade na espessura de 12 micra.

O Terphane CBR é aprovado pelas normas brasileiras e internacionais para o contato direto com alimentos. “Mas realmente o grande apelo é a alta barreira em um filme de apenas 12 micra, o que o torna um material ambientalmente positivo”, lembra Flávia. Segundo a especialista, por suas características o CBR é indicado para embalagens de massas frescas, queijos, nozes e castanhas, ração animal, maionese e produtos com atmosfera modificada (ATM). Outro importante diferencial mencionado pela Terphane é que, por sua alta transparência, o filme permite a produção de embalagens com janelas que criam um atrativo no ponto de venda, permitindo que o consumidor final visualize o produto, constatando sua qualidade, e possa monitorar quando ele estiver acabando.

Quando laminado a uma camada selante de PE (polietileno) ou de PP (polipropileno), os resultados de permeabilidade se completam, pois, o filme atua como barreira a oxigênio e a camada selante, como barreira à umidade.

Desde a sua fundação em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até a extrusão de filmes especiais. Esta característica garante um desempenho único aos filmes Terphane e a coloca como líder de mercado na América Latina. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Terphane

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