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Conservadoras DaColheita da Termotécnica são usadas na exportação de figos in natura para Canadá e Europa

16/03/2021

Solução em EPS da Termotécnica permite manutenção do resfriamento da fruta, frescor e qualidade nutricional

A produção de frutas para o mercado externo seguiu firme em 2020 e alcançou a marca de mais de 1 milhão de toneladas exportadas, crescimento de 6% em relação ao ano anterior. O setor faturou 875 milhões de dólares, 3% a mais que em 2019. (Fonte: Agrostat, sistema de estatísticas do Mapa – Ministério da Agricultura). Com uma participação cada vez maior neste setor, a Termotécnica vem registrando aumento no fornecimento de conservadoras para exportações de frutas in natura, tais como limão Tahiti, uva, manga e, mais recentemente, no início de 2021, também o figo. Cargas aéreas de figos frescos estão sendo despachadas para Europa e para o Canadá nas conservadoras em EPS DaColheita, afirma a fabricante.

Luis Christofoli, diretor Comercial da Adelpho Frutas, com sede em Valinhos (SP), responsável pela exportação de figos – uma fruta especialmente sensível e que requer um cuidado extra no seu embalamento e transporte –, aponta as vantagens das conservadoras em EPS DaColheita em relação a outros tipos de embalagens. “O que percebemos logo de início com o uso das conservadoras em EPS para acondicionamento dos figos é a aparência. As frutas parecem mais limpas e higienizadas. Outra vantagem você sente na câmara fria. A fruta se resfria muito mais rápido do que nas embalagens de papelão, o que se traduz em maior durabilidade e qualidade durante todo o armazenamento e transporte. Além disso, as conservadoras em EPS são mais leves. E, com a cotação do dólar e os fretes aéreos nas alturas, essa característica garante maior economia para o importador”, atesta Christofoli.

Desenvolvendo soluções de conservadoras em EPS com a marca DaColheita (FarmFresh no mercado internacional), a Termotécnica tem trabalhado com produtores e traders parceiros para contribuir com a ampliação da participação das frutas brasileiras nos mercados externos. De acordo com o diretor Superintendente da Termotécnica, Nivaldo de Oliveira “a nossa solução de conservadoras em conjunto com os nossos pallets, ambos de EPS, proporcionam uma redução de até 70% no peso total das cargas em relação a outros tipos de embalagens, além de uma significativa economia no frete aéreo”.

Para atender a mercados exigentes, como do Canadá e dos países europeus, os exportadores brasileiros estão priorizando a qualidade em relação à quantidade. Os produtores de frutas para exportação buscam cuidados com o pós-colheita, além da excelência em todas as etapas de produção. As frutas premium tipo exportação exigem todo um cuidado, desde a seleção na hora da colheita até a sua exposição para o consumo. Nesse sentido a escolha da embalagem adequada é de extrema importância para manutenção térmica durante todo o processo e garantia de um produto de qualidade no PDV (ponto de venda).

Nivaldo de Oliveira reforça que “a embalagem é um veículo importante de posicionamento e de comunicação destes benefícios e agregação de valor. Toda a tecnologia de conservação e o design das nossas soluções em EPS DaColheita propiciam aos nossos clientes comunicar ao mercado esses diferenciais de qualidade das frutas brasileiras tipo exportação”.

Com o aumento da preocupação com a segurança sanitária, cada vez mais também os consumidores no exterior querem os produtos prontos para consumo, evitando ao máximo a manipulação. “As nossas conservadoras têm esse apelo de limpeza, leveza, praticidade e design para exposição das frutas no PDV ou para entrega por delivery via e-commerce. Ou seja, as nossas conservadoras DaColheita desempenham um papel em toda a cadeia: do embalamento da fruta, à facilidade e custo/benefício logístico de transporte e armazenamento, até o varejo e, finalmente, até a mesa dos consumidores”, afirma o diretor da Termotécnica.

Outra questão importante para atender ao mercado externo é a preocupação com a sustentabilidade. Questões como logística reversa das embalagens e diminuição do desperdício em toda a cadeia são cada vez mais importantes. Por isso, desde que iniciou o trabalho junto aos exportadores de frutas, a Termotécnica faz parte da Global Packaging Alliance, uma parceria global para a reciclagem de embalagens.

As soluções pós-colheita também contribuem para reduzir drasticamente as perdas por impactos mecânicos. No que se refere a manutenção do shelf-life (frescor, aspecto visual e qualidade nutricional), as frutas se desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo, afirma a Termotécnica. Nesta corrida contra o tempo, do produtor ao consumidor, as soluções pós-colheita da Termotécnica ampliam em até 30% o shelf-life das frutas, mantendo suas propriedades nutricionais por mais tempo, garante a fabricante.

A Termotécnica afirma que testes de transporte e armazenamento de figos realizados com as conservadoras DaColheita concluíram que ela tem um melhor desempenho que caixas de papelão, conservando o frescor da fruta por mais tempo (comparativo abaixo).

Segundo a empresa, as suas conservadoras DaColheita reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos e fungos nos alimentos. Sua estrutura diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos, afirma a Termotécnica.

“Nossas soluções proporcionam ganhos efetivos e aumento da competitividade para os negócios de exportação de frutas. Pensando na cadeia logística como um todo é uma solução diferenciada e inovadora para este mercado”, reforça Nivaldo de Oliveira.

A Termotécnica completa 60 anos em 2021, possui matriz em Joinville (SC) e unidade de reciclagem no Distrito de Pirabeiraba. A empresa tem também unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

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