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Adirplast promove discussão sobre “compliance”

01/05/2018

Everson Bassinello, chefe do departamento de Compliance da Braskem, ressaltou em evento promovido pela entidade a importância de investir em boas práticas de mercado

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) lançou no começo de março em todo o país a campanha PRO- distribuição, que clama por mais ética no setor de distribuição de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET. Para reforçar a mensagem, a entidade promoveu, no dia 4 de abril, encontro com Everson Bassinello (foto), chefe do departamento de Compliance na Braskem. “Nos âmbitos institucional e corporativo, compliance é o conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as politicas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades da instituição ou empresa, bem como evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer”, explicou Bassinello.

De acordo com Bassinello, a Braskem vem se adequando a padrões nacionais e internacionais voltados ao combate de suborno e corrupção, coibindo, além disso, práticas de concorrência desleal e conflitos de interesse, entre outros aspectos. “Esse é um caminho sem volta, que será acompanhado pela sociedade e pelos mercados, cada vez mais ávidos por transparência nas empresas”.

O executivo explica os desafios para as empresas que querem criar esse departamento. “Muitas vezes é preciso superar resistências internas, principalmente em empresas que não tem o costume de trabalhar com processos e controles bem estabelecidos”.

No entanto, vencida a resistência, os resultados são muito positivos, garante ele: “O desafio para quem trabalha com conformidade é demonstrar que, uma vez implantandos os processos e mecanismos de controles necessários, a dedicação e os recursos investidos mais que se pagam pela redução de riscos e até de custos, inclusive por desvios evitados, sem falar no auxílio à correta tomada de decisão e na melhoria de condições de acesso ao mercado financeiro”.

Para quem entende que esse caminho é também fator de competividade e aplica o programa de forma pró ativa e preventiva, a boa notícia é de que o investimento é menor e os resultados mais rápidos, garante o especialista.

Laercio Gonçalves, presidente da Adirplast, reforça a postura da entidade em favor das boas práticas do mercado e da importância de que seus associados e empresas atendidas por eles estejam atentos às novas normas comerciais. “Trabalhar na conformidade não só traz benefícios para a própria empresa como para o país como um todo”, explica.

Para Wilson Cataldi, diretor da entidade e da Piramidal, o conhecimento é aliado insubstituível nessa causa: “É preciso conhecer as ações que estão sendo desenvolvidas para combater práticas ilegais fora e dentro de nossas empresas”. Cecília Vero, diretora executiva da TIV Plásticos, concorda e diz que palestra foi muito produtiva. “Esse é um importante tema, que vem de acordo com a moral e os valores da distribuição autorizada”, completou.

A diretora da Mais Polímeros, Daniela Guerine, destacou também a importância de que as pessoas trabalhem a ética desde sua casa, não apenas no trabalho, e da necessidade de os líderes portarem-se como exemplos: “Eu não aplico propriamente o Compliance na Mais Polímeros, mas já pratico vários pontos abordados, tanto na empresa como na vida pessoal. Logo após a palestra, já até conversei com a minha equipe e vamos colocar algumas ações em prática”.

Adirplast é parceira da Feiplastic 2019

A Adirplast anuncia apoio a mais uma edição da Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, importante espaço para apresentação de tendências, demonstração de lançamentos e geração de networking do setor do plástico. O evento já tem data e local para acontecer: de 08 a 12 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

“Temos o prazer de ser ser parceiros desta feira que se firmou e que conseguiu um grande crescimento de público com maior poder de decisão de compra”, disse Láercio Gonçalves, presidente da Adirplast.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e Plásticos de Engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2016. Elas responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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Distribuidores ligados à Adirplast fecham 2017 com crescimento de 3,1% em relação ao ano anterior

09/01/2018

Entidade aproveitou evento de final de ano para adiantar alguns pontos do Programa Pró-Distribuição, que deve lançar em 2018

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) apresentou no mês de dezembro os números de fechamento do ano das 21 empresas que compõem sua lista de associados. “Apesar da crise brasileira, fechamos com um crescimento de 3,1%, demonstrando que o mercado está começando a reagir”, disse Laercio Gonçalves, diretor da Activas e presidente da entidade. Em 2016, a empresas ligadas à associação venderam 389.745 toneladas de plástico. Neste ano, o número é estimado em 402.000 toneladas (ainda faltam dados consolidados de dezembro). O crescimento se refere a todos os produtos comercializados pelos associados e não somente pelas commodities. Os produtos são: Polietilenos, Poliprolilenos, ABS, SAN, Poliacetal, Acrílico, Policarbonato, Poliuretano, EVA e Poliamidas 6 e 6.6.

Além da melhor expectativa para 2018, o clima de otimismo dos associados está ligado ao lançamento do Programa Pró-Distribuição, que será apresentado oficialmente pela Adirplast no início do próximo ano. “Está é uma Campanha Nacional focada na ética da compra de resinas plásticas, filmes BOPP-PET e de plásticos de engenharia pelo mercado de varejo e será uma campanha audaciosa”, disse Laércio, que promete explicar todos os detalhes da ação no lançamento próximo.

Para o vice-presidente da Adirplast, Osvaldo Cruz, essa é uma das ações mais importantes já realizadas pela entidade. “O Programa não está focalizado em melhorar o resultado das empresas filiadas, mas em mostrar a importância das boas práticas de vendas não apenas para os negócios, como para a construção de um Brasil melhor”, disse.

O evento de confraternização contou com duas palestras. A primeira foi sobre a Reforma Fiscal – uma das principais bandeiras da entidade. Para debater esse assunto foi convidado o ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda e diretor do CCiF (Centro de Cidadania Fiscal), Bernand Appy. O CCIF é um grupo independente que tem como objetivo contribuir para a simplificação do sistema tributário brasileiro e para o aprimoramento do modelo de gestão fiscal do país. “A sociedade deve refletir, organizar e propor a reforma tributária. O Brasil precisa ter uma harmonização nesta questão. Atualmente temos uma legislação complexa que cria mais insegurança para todo o empresariado”, explicou Appy.

A nova proposta de reforma tributária tem como principal diferença a eliminação de cinco tributos ao longo de dez anos. No seu lugar, seria criado um único imposto. “A arrecadação seria repartida tendo como critério o local onde foi consumido o produto ou serviço, prática comum na maioria dos países”, salientou.

A segunda palestra foi sobre o futuro dos negócios e teve como convidado, Alex Espinosa, co-fundador líder da “Diip”

Durante o evento, a Adirplast prestou homenagens a organizações, patrocinadores e associados que ajudaram a fortalecer o mercado e a associação em 2017. Foram eles: Paulo Teixeira, da Abiplast; Marco Antônio Cione, da Braskem; Osvaldo Cruz, da Entec; João Rodrigues, da Thathi Polimeros, e Samuel Wajsbrot, da Cromex (in memoriam).

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e Plásticos de Engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2016. Elas responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país. Os associados contam com uma carteira de 7.000 clientes, de um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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Novos associados do segmento de plásticos de engenharia juntam-se à Adirplast

28/06/2017

  • Entidade abre espaço para o segmento de plásticos de engenharia e ganha mais quatro associados
  • Associação representa agora 21 distribuidores oficiais

A Adirplast, formada por distribuidores que atuam no varejo de resinas plásticas e filmes de BOPP-PET, termina o primeiro semestre do ano com espaço para mais um segmento – o de Plásticos de Engenharia. As empresas que representam esse segmento e novas associadas da entidade são: Apta Resinas, Petropol, Polyfast e Thathi Polímeros.

“Estar na Adirplast possibilita um amadurecimento do setor como um todo. O segmento de plástico de engenharia precisa, como outros no Brasil, de maior profissionalização. Também nós, distribuidores, devemos mostrar às Petroquímicas que elas precisam ter parceiros profissionais bem preparados, capacitados a executar um serviço completo de distribuição, obedecendo a um padrão ético tal qual o das maiores empresas globais, além de excelência em atendimento ao cliente na logística, nas questões técnicas e comerciais”, explica Marcelo Berghahn, da Apta Resinas.

Para João Rodrigues, da Thathi Polímeros, a parceria dentro da Adirplast contribui com a busca de soluções para problemas comuns a todo o segmento como, por exemplo, as questões tributárias. “O trabalho conjunto também pode aproximar vários elos da cadeia, capazes de promover tanto palestras técnicas como de gestão”, diz.

Wagner Coentro, da Polyfast, concorda com Rodrigues: “Resolvemos nos associar à Adirplast objetivando concentrar nossos interesses estratégicos, econômicos e políticos em uma entidade que representa os interesses de todas as empresas Distribuidoras Oficiais, e consequentemente, possibilitando uma maior força junto aos fornecedores de serviços, bancos e outras entidades”.

De acordo com Fernando Tadiotto, da Petropol, os participantes que aderiram ao grupo possuem grande valor. “São todos empresários sérios, com longos anos de experiência e conhecimento de mercado e que acrescentarão muito para todo o setor”. O executivo explica que, entre os desafios do segmento estão: fidelização do fornecimento mantendo preço, qualidade e prazo; abertura para desenvolvimento de novos materiais e alinhamento dos produto aos preços aceitos pelo mercado. “O setor de plásticos de engenharia infelizmente enfrenta concorrência desleal da matéria-prima industrial com adulterações, sendo vendida como primeira linha. É preciso combater isso”, finaliza.

A entrada do segmento dos Plásticos de Engenharia na associação dá ainda mais força à entidade, que, neste ano, luta em prol da simplificação tributária, do combate à inadimplência e da sustentabilidade da cadeia da indústria do plástico, explica Laercio Gonçalves, presidente da Adirplast e diretor da Activas. Com as quatro novas associadas, a associação conta agora com 21 distribuidoras em seu quadro, todas formalmente ligadas a produtores de matérias primas.

Novo endereço

A Adirplast está de casa nova. O novo endereço da entidade é Alameda Santos 211, conjunto 302 – Cerqueira César – CEP 01419-000, São Paulo/SP. “O novo espaço é maior e mais central. Nele será possível fazermos mais palestras técnicas e encontros com os associados”, explica Laercio Gonçalves. O número de telefone foi mantido: (11) 5102-3062.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e Plásticos de Engenharia. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Até hoje, a entidade agregava empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2016. Elas responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país. Com a entrada do segmento de Plásticos de Engenharia, a expectativa é que no segundo semestre do ano esse montante suba.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 180 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Os distribuidores associados à Adirplast são responsáveis pela emissão mensal de aproximadamente 25.000 notas fiscais e 80.000 duplicatas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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Adirplast busca eliminar perda de pellets no segmento de plásticos

19/02/2017

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Iniciativa tem o objetivo de promover a sustentabilidade e a responsabilidade socioambiental entre os distribuidores associados e seus clientes transformadores de plásticos

A Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) estabeleceu como objetivo que a perda de pellets plásticos nas empresas associadas e nos transformadores seja zero. Para alcançar a meta, a associação realizará um trabalho ostensivo de conscientização junto às empresas do setor para conter e evitar o descarte incorreto do material.

A iniciativa tem como base as regras preconizadas pela Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e segue recomendações da Operation Clean Sweep (OCS) e do programa de gestão ambiental conduzido pelas organizações norte-americanas APC (American Plastics Council) e SPI (Society for the Plastics Industry). “No que se refere à implantação de políticas mais sustentáveis, a Adirplast tem um importante papel a desempenhar junto à indústria transformadora. Devido a nossa capilaridade, temos condições de nos comunicar com um número expressivo de indústrias e contribuir para o processo de conscientização de práticas que traduzam a responsabilidade socioambiental a ser expressa pelo setor”, afirma Ricardo Mason, diretor da Fortymil, da Adirplast e da Plastivida.

Ainda segundo Mason, ao difundir e adotar as práticas recomendadas pela OCS, as empresas do setor também podem ganhar: “Temos a oportunidade de elevar a indústria brasileira de transformação a um patamar de excelência, superior até aos índices mundiais de eficiência. É um desafio enorme e uma oportunidade única, com potencial de ganhos expressivos para a cadeia”, diz.

Investir para a menor perda de pellets não é bom apenas para o meio ambiente, concorda José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast. O compromisso da entidade traz também benefícios financeiros para as empresas que evitarem desperdícios: “A parceria da Abiplast nessa campanha vai ampliar ainda mais a divulgação dos benefícios em se adotar melhores práticas de produção dentro de toda a cadeia de negócios, de pequenas a grandes empresas”.

Estima-se que, por ano, o setor perca toneladas de plástico, seja pelo desperdício ou pela falta de um sistema mais eficiente de reciclagem. Não por menos, a OCS recomenda às empresas do setor o aperfeiçoamento e melhor organização do local de trabalho. Suas normas regem os trabalhos de cerca de 200 empresas norte-americanas e dez organizações internacionais do setor do plástico. “Evitar e corrigir derramamentos, criar e publicar procedimentos internos para atingir metas de perda zero de pellets, fornecer treinamento para os funcionários e responsabilizá-los pela prevenção, contenção, limpeza e descarte desses derramamentos – são algumas das práticas que devemos incentivar, também com a distribuição de uma cartilha”, conta Laércio Gonçalves, presidente da Adirplast e da Activas Plásticos Industriais.

Sustentabilidade é uma das três bandeiras levantadas pela Adirplast neste ano. “Ao alcançar a perda zero de pellets, nossa cadeia dará uma contribuição significativa à sociedade e confirmará sua responsabilidade socioambiental”, acrescenta Gonçalves.

A Adirplast, fundada em 2007, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas e filmes de BOPP-PET. Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 3,5 bilhões, em 2016, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, as empresas associadas à Adirplast contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de resinas plásticas no Brasil. Para atendê-los, emprega 180 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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Apesar da queda no consumo de resinas plásticas, Adirplast está confiante nas perspectivas para 2017

22/12/2016

adirplastCom queda prevista de 4% no consumo de resinas plásticas no país neste ano, em relação ao ano anterior, distribuidores associados à Adirplast acreditam que iniciativas de valorização às empresas transformadoras nacionais podem fortalecer a indústria brasileira do plástico

A Adirplast (Associação de Distribuidores de Resinas Plásticas) apresentou no dia 8 de dezembro, em São Paulo, estudo que aponta queda prevista de 4% a 5% na comercialização de resinas plásticas no país em relação a 2015. O material, analisado pela 2U Inteligência de Marketing, considerou, entre outras informações, as vendas de PE’s (polietilenos) e PP’s (polipropilenos) feitas durante janeiro e setembro deste ano no Brasil – não apenas por empresas vinculadas à entidade. Não bastasse a queda deste ano, é preciso lembrar que o setor já amargava números 5% menores em 2015, quando comparado a 2014.

Considerando apenas o mercado de PE’s e levando em conta apenas o primeiro semestre deste ano, já que números totais ainda não foram consolidados, as quedas são mais acentuadas. Na comparação com mesmo período do ano passado, as vendas caíram 12,2%. A explicação pode estar na importação, mas não de resinas apenas. Isso porque, apesar de as PE’s terem sido as resinas plásticas mais importadas no período, com 30% do mercado, as importações também estão caindo e devem fechar este ano ao menos 5,5% menores do que ao final de 2015. A importação de produtos acabados, inclusive embalagens, além, claro, da própria diminuição de consumo no país, colaboraram em muito para esse cenário. O consumo aparente de resinas de PE’s, PP’s e PS+EPS no país em 2016 será aproximadamente 4% menor que o de 2015, quando foram comercializadas 3,8 milhões de toneladas de resinas PE’s e PP’s.

Apesar do cenário negativo, os associados à entidade, responsáveis por um faturamento de R$ 3,5 bilhões por ano, comemoram estabilidade em suas atividades e contabilizam quase 50% do setor de varejo. O que é uma conquista, considerando que o setor é muito pulverizado e sem regras claras de competição, no qual concorrem centenas de empresas, entre distribuidores sem bandeiras e transformadores revendedores.

No mercado nacional de resinas, o varejo atende a cerca de 20% da demanda. A comercialização dos outros 80% é feita diretamente pelas petroquímicas aos grandes transformadores. No entanto, o mercado é formado, quase que em sua totalidade (80%) por pequenas e médias empresas que precisam de apoio.

Entre os diferenciais oferecidos pelas afiliadas à Adirplast aos clientes, destaca a entidade, está a procedência e qualidade dos produtos, a grande gama de resinas ofertadas, com mais de 2.500 grades, assistência técnica, o financiamento das compras e a entrega em menos de 24 horas. “Nosso foco é o cliente. Sabemos que quando um transformador brasileiro perde venda para as importações de produtos acabados, todos nós perdemos. Por isso, resolvemos ter uma postura mais ativa diante de temas que influenciam diretamente o nosso negócio e, consequentemente, a cadeia do plástico. Um deles é na forma como nossos clientes gerem seu negócio”, explica Laercio Gonçalves, presidente da entidade e da Activas Plásticos Industriais.

A preocupação com a eficiência da gestão empresarial é o que tem permitido que as empresas associadas à Adirplast obtenham resultados acima da média do mercado, apesar da significativa redução de tamanho do mercado e dos sérios inconvenientes causados pela inadimplência no setor. Por isso, gestão é uma das bandeiras da entidade, que deve promover cursos e palestras sobre o assunto para seus clientes: “Acreditamos que a gestão aprimorada é o que pode de fato mudar a história dos pequenos e médios transformadores de plástico no país. Por isso, pedimos que as petroquímicas entrem conosco neste desafio. É preciso mais atenção com mercado local e transformador fidelizado”, explica Osvaldo Cruz, diretor da Entec Polímeros e vice-presidente da Adirplast.

A Adirplast, que completa 10 anos em 2017, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de plásticos. Seu objetivo é estreitar os laços que unem os segmentos da indústria, além de demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 3,5 bilhões, em 2015, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros comercializados no país. Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas ostentam bandeiras dos produtores, o que garante ao cliente final a qualidade do produto e do serviço de logística. Além disso, contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de resinas plásticas no Brasil. Para atendê-los, emprega 180 representantes externos e mantém 150 contact centers, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Adirplast

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Mercado de BOPP-PET busca recuperação depois de acumular queda de até 30 % no último ano

03/10/2016

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Distribuidores de BOPP-PET afiliados à ADIRPLAST amargam um ano complicado, mas planejam recuperar um pouco das perdas neste segundo semestre

Em função da crise atravessada pelo País, quase todos os setores da economia foram impactados. Entre eles, o de distribuição de filmes BOPP (Polipropileno Biorientado) e PET (filmes de poliéster). Segundo Marcelo Prando, da Replas, distribuidora exclusivo da Videolar no Brasil, o BOPP foi muito impactado pela situação econômica do país: “Esse segmento atua muito na indústria alimentícia, de produtos de higiene pessoal, rótulos e etiquetas adesivas, setores que também sentiram a recessão. Nossa queda reflete a queda nas vendas desses mercados. Assim, já contamos com números de 25% a 30% menores”, explica.

Além da crise, Rubens José Savioli, da Polymark Embalagens, distribuidora de BOPP, diz que a maior oferta que demanda também afetou os negócios. “Nos últimos anos, aqui no Brasil, tivemos a entrada de outros produtores, o que fortaleceu a agressividade entre as concorrências e dificultou a valorização dos melhores serviços, nivelando a qualidade com uma melhor satisfação em termos de preços”, conta.

Cecília Vero, da TIV Plásticos, ressalta ainda que a alta do dólar e aumento dos custos também não ajudaram os distribuidores brasileiros de BOPP-PET. “O mercado manteve-se muito pressionado pela combinação de queda do real e aumento dos custos, queda de atividade econômica, restrição ao acesso de capital e aperto de crédito. Tudo isso levou a um 2015 extremamente complicado (na esteira de 2014) e o 1º trimestre de 2016 mostrou continuidade desse movimento”.

Otimismo e união

Embora os dados não sejam favoráveis, os distribuidores se mostram mais confiantes para enfrentar o segundo semestre de 2016, que já apresentou uma pequena melhora nas vendas, resultado da queda do dólar e uma aparente pausa na deterioração do cenário econômico. “Entramos em setembro já com um índice de 10% de melhora nas vendas”, comemora Prando.

Para aproveitar a onda positiva e manter-se fortes no mercado, as empresas de distribuição de BOPP-PET tiveram de passar por um realinhamento. “Cortamos drasticamente nosso custo fixo e reduzimos nossa operação em 20% do volume em relação ao que tínhamos em 2013 e 2014. Também renegociamos a totalidade de nossos contratos, descontinuamos alguns itens em nossa linha e focamos mais em produtos com maior rentabilidade”, explica Vero, da TIV Plásticos, que ainda diz ter pulverizado mais a base de clientes e apertado as restrições de crédito, além de desenvolver especialidades que atendam os clientes de forma diferenciada – tudo como forma de superar os tempos difíceis.

Na Polymark Embalagens não foi diferente. “Realinhamento de preços, otimização da oferta pela maior produtividade, ajustes no mix de produtos e no quadro de colaboradores, além da busca por produtos de maior valor agregado foram algumas ações que tomamos desde o ano passado e continuamos este ano”.

O trabalho em conjunto com as demais empresas do setor, por meio da ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) é uma dessas ações. “Já fomos associados e voltamos agora. Junto à entidade conseguimos um volume de informações e de indicadores do mercado internacional e nacional, que sempre nos ajuda a desenhar melhor as estratégias da empresa frente ao setor”, diz Vero.

Para Savioli, que se afiliou recentemente à entidade, o trabalho em grupo aumenta a visibilidade e amplia a atuação do setor no mercado.

Marcelo Prando, que também participa da diretoria da entidade, reforça a necessidade do debate em grupo: “A afiliação traz a oportunidade de trabalharmos para que medidas, como a da reforma tributária e da melhoria de gestão das empresas transformadoras de plástico, saiam do papel”, finaliza.

A Adirplast foi fundada em 2007 e tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidação com petroquímicas. Seu objetivo é estreitar os laços que unem estes dois segmentos da indústria e demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria. Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de mais de R$ 3 bilhões, em 2015, e responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros comercializados no país. Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas ostentam bandeiras dos produtores e contam com uma carteira de 8.000 clientes, de um universo de 11.500 transformadores de resinas plásticas no Brasil.

Fonte: Adirplast

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Distribuidores de resinas registram queda nas vendas no primeiro semestre

20/08/2012

 Desempenho do primeiro semestre de 2012 no mercado de resinas revela que distribuidores têm menor participação de mercado desde 2009

Levantamento realizado pela Maxiquim a pedido da ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas e Bobinas Plásticas de BOPP e BOPET) mostra que,  no mercado de PP e PEs, a demanda doméstica dos primeiros seis meses de 2012 foi de 1.836 toneladas, consumo 2,8% maior, quando comparado ao do primeiro semestre de 2011. Mas, apesar desta alta na demanda, a participação da distribuição nos últimos anos neste mercado diminuiu, ficando neste primeiro semestre em 10,5% do montante distribuído.

Em volume, esse primeiro semestre para os distribuidores mostra queda total de 9,1%, quando comparado ao primeiro semestre de 2011. Comparados com anos anteriores, o primeiro semestre deste ano foi o menor, desde 2009. A queda é puxada pelos segmentos de PEs e PP. Já os mercados de PS, PVC e Especialidades apresentaram altas.

Essa queda foi sentida no faturamento, que exibiu, neste semestre,   um decréscimo superior a  5%  em relação ao mesmo período do ano passado.  A previsão é de se fechar o ano com volume 8,1% menor que o do ano anterior. Já no faturamento essa queda deve ser de aproximadamente 5%.

Plásticos de Engenharia

Se para o mercado de PP e PEs na distribuição passa por um momento delicado, o de plásticos de engenharia mostro-seu mais positivo. Das mais de 27 mil toneladas comercializadas pelos distribuidores neste primeiro semestre, o grupo ABS e San foi o responsável por mais de 50%. Esse dado comprova a boa fase pela qual passam esses plásticos. No ano passado, o mercado de San foi de 14.103 toneladas, 20% delas distribuídas por associados da ADIRPLAST.

 Em outro estudo, encomendado pela entidade para a empresa de consultoria Strategia Gestão Empresarial, o aumento do consumo aliado à inovação através da substituição de materiais tradicionais e ao aumento da produção brasileira, graças aos incentivos governamentais, impulsionarão ainda mais o crescimento do mercado. A Previsão é de que o crescimento no volume de vendas de especialidades seja de 6.6% ao ano até 2017.

Mercado de BOPP e BOPET

O estudo da Strategia analisou ainda o mercado de BOPP e BOPET. A boa notícia é que os filmes de BOPP têm apresentado um crescimento médio anual de 6% e a tendência é que continuem crescendo em torno de 5% nos próximos anos. “O crescimento médio mundial esperado é de 7% ao ano, com maiores destaques para China, Índia e Oriente Médio, com novas capacidades produtivas em operação desde 2009”, destacaram os consultores.

No mundo, a demanda total de BOPP está na casa das 5,8 milhões de toneladas por ano. O Brasil corresponde a aproximadamente 2,5% deste volume. Por aqui, o consumo per capita ainda é baixo quando comparado ao resto do mundo.

Fonte: Baião de 3 – Adirplast

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Adirplast alerta para o crescimento da participação das importações no segmento de produtos plásticos acabados.

08/11/2011

Produtos acabados provenientes principalmente de países asiáticos tem entrado no Brasil em um ritmo cada vez maior e já afetam o setor de plásticos transformados, alerta ADIRPLAST

A valorização do real frente ao dólar, as altas taxas de juros e tributação e a falta de infraestrutura e investimentos no Brasil têm forçado o crescimento das importações em todos os setores da indústria nacional.

Segundo dados da Receita Federal, o País importou US$ 19.16 milhões em julho de 2011, o que representou um acréscimo de 17,08% frente ao mesmo mês de 2010. O valor acumulado de janeiro a julho de 2011 foi de US$ 124.452 milhões, 27,49% superior ao do mesmo período do ano anterior.

Tal crescimento tem contribuído sobremaneira para a aceleração do processo de desindustrialização vivenciado no Brasil. “As importações começaram de forma lenta, mas a partir de 2005 vêm crescendo em velocidade constante”, afirma Paulo Francini, diretor titular do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp.

Francini explica ainda que o aumento da participação das importações no consumo aparente (vendas internas mais importações) da indústria de transformação entre 2008 e 2010, custou R$ 45,3 bilhões em produção. O valor representa 4 % da produção destinada ao mercado doméstico: “Em 2010, caso essa produção fosse internalizada, o valor produzido por esse setor aumentaria 3,37%, passando a R$ 1.388 bilhões, além disso, 398,1 mil novas vagas de empregos seriam geradas”.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), do total consumido no País no ano passado, cerca de 10% foram supridos pelas importações. O Brasil importou 616 mil toneladas de transformados plásticos, aumento de 31% em relação a 2009, enquanto as exportações somaram apenas 310 mil toneladas. O déficit da balança comercial do setor de transformação de material plástico foi de US$ 1,3 bilhão.

E a expectativa para esse setor não parece animadora. Paulo Teixeira, superintendente da Abiplast, diz que a participação das importações no segmento de plástico deverá saltar para 12% neste ano, chegando ao patamar de 700 mil toneladas. “O volume dobrou em cinco anos”, diz. “Temos cadeias produtivas em que o plástico é fundamental. Se começarmos a importar partes, uma hora a cadeia não será mais nacional e o País ficará na mão de grandes fornecedores. Seremos apenas uma parte de uma cadeia global.”

Teixeira afirma ainda que o setor de plásticos que mais tem sofrido é o B2C (venda direta para o consumidor). “Isso porque a venda é muito mais por preço que por qualidade”, diz. “Estamos assistindo uma invasão de utensílios-domésticos fabricados na China como baldes, pregadores e recipientes plásticos, que apesar do custo baixo têm um volume de vendas grande no País.”

Neste caso, segundo o superintendente da Abiplast, uma forma de proteger o mercado nacional é aumentar a fiscalização alfandegária: “O Brasil tem normas técnicas para a produção desses produtos que geralmente não são atendidas pelos importados”.

Entre os transformadores, o segmento de embalagens nacionais também está na mira dos produtos asiáticos. Para, Paulo Antonio da Silva, proprietário da Deltabag, aberta em 1999, não é apenas a importação de embalagens que tem afetado sua demanda, mas também a entrada de produtos industrializados já embalados: “Neste caso o país perde duas vezes. Deixa de produzir o produto e até a embalagem na qual ele é ofertado”, conta o empresário, que produz embalagens para diversos segmentos, como o alimentício e o de confecções.

Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas –, afirma que, quando os transformadores perdem, toda a cadeia de fornecimento de matéria-prima perde também, assim como a sociedade, que deixa de ganhar novos postos de trabalho. “Não é à toa que já se prevê uma queda de faturamento da indústria nacional do plástico se R$ 35 bilhões”, ressalta.

Apesar da crescente onda de importações, o mercado nacional, sustentado pelo aumento do consumo interno, ainda deve produzir 6% a mais em 2011 do que no ano passado. No entanto, alerta Gonçalves, se nenhuma medida de proteção à indústria transformadora for tomada, como a anunciada no último dia 15/09/2011 que aumentou o IPI (Imposto sobre os Produtos Industrializados) de carros importados, nos próximos anos esse crescimento experimentado hoje pode não voltar a se repetir.

Fonte: ADIPLAST

ADIRPLAST: Desinformação sobre as utilizações do plástico faz com que o consumidor ignore seu amplo uso.

16/10/2011

Muito além das sacolinhas de supermercado, o uso do plástico vai de produtos hospitalares, escovas de dente, carros, TV de LCD e os tão na moda tablets, entre outros destinos. “A desinformação da população em relação ao seu uso, no entanto, fez com que o plástico fosse eleito o inimigo do ambiente – o que está errado”, diz Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST (Associação Nacional dos Distribuidores de Resinas Plásticas).

Paulo Teixeira, superintendente executivo da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), argumenta também que o plástico não é o vilão da natureza e o seu combate indiscriminado pode trazer consequências nada benéficas para a sociedade. “Ele é reciclável, assim como o papel. O problema mora em seu descarte e reaproveitamento. Ao tiranizar o plástico, corre-se o risco de reprimir o desenvolvimento tecnológico, gerando um buraco que po deria afetar toda uma cadeia de produção.”

Em sua maioria, as críticas sobre o impacto ambiental são em relação ao desperdício, descarte incorreto e falta de uma política adequada de reciclagem de resíduos pós-consumo, que o país busca corrigir através da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

E assim o vive-se um paradoxo: “De um lado, o vertiginoso crescimento do produto em aplicações importantes e de alto valor agregado. Do outro, a desinformação que faz com que sejam crescentes as críticas preconceituosas e equivocadas sobre o produto”, analisa Miguel Bahiense, diretor executivo da Plastivida ¬- entidade que representa institucionalmente a cadeia produtiva do setor.

De acordo com Teixeira, da Abiplast, o risco de se promover campanhas nas quais o plástico é colocado como inimigo do ambiente é desinformar a população e criar pânico. Tome como exemplo a polêmica em torno da utilização da sacolinha de supermercado. “Ela se tornou a vilã, pois seu uso é mais visível”. Para se ter uma ideia, a mídia tem publicado em média 120 matérias por mês sobre a questão das sacolas plásticas, taxando-as, equivocadamente, como as vilãs do lixo do mundo, guardando apenas a imagem de um produto que polui o ambiente.

“Nem todos sabem que os plásticos são 100% recicláveis. Muitos acham que as sacolas de papel são mais sustentáveis que as de plástico em seu processo produtivo, quando não são, tornando-se exemplos que geram ondas de desinformação e levam a população à escolha errada e ao prejuízo involuntário, porém, real, ao ambiente”, aponta Bahiense.

Para contornar essa divulgação errônea na imprensa e na sociedade, ONGs como a Plastivida promovem educação escolar para conscientizar as crianças sobre o correto uso e descarte do material, além de trabalhar questões técnicas na mídia para evitar erros crassos, reformular a imagem do produto e então mostrar à população a amplitude da utilidade do plástico, aliada ao modo correto de utilizaçã o e descarte ¬- o que promoverá realmente ações sustentáveis.

Todos esses projetos e iniciativas são apoiados pela ADIRPLAST, que considera leviana a decisão do governo do estado de São Paulo, como de outros dirigentes, apenas de abolir o produto, sem que fatores negativos e positivos fossem verdadeiramente levados em consideração.

Para Alfredo Schmitt, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis (Abief), a educação e preservação ambiental são caminho mais sensato para resolver o problema: “Por isso é necessário reforçarmos a ideia de um melhor reaproveitamento das embalagens, como as sacolas, que são extremamente úteis no dia a dia das pessoas”, explica.

 Sobre a ADIRPLAST

A ADIRPLAST, que foi fundada há quatro anos, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidação com petroquímicas. Além disso, a entidade trabalha para promover a imagem sustentável do plástico.

Atualmente, a ADIRPLAST agrega 16 empresas distribuidoras de resinas plásticas que responderam por cerca de 10% de todo volume de polímeros comercializados no país. Todas elas são credenciadas pelos fabricantes e ostentam suas bandeiras petroquímicas, o que garante ao cliente final a qualidade do produto.

Fonte: Baião de 3 – Comunicação e Design / ADIRPLAST

Venda de Plásticos de Engenharia cresce no País.

30/08/2011

Pesquisa promovida pela ADIRPLAST revela que a comercialização no Brasil dos plásticos de engenharia deve chegar a 35 mil toneladas neste ano

O consumo de plásticos de engenharia no Brasil cresceu em 2010. Segundo levantamento promovido pela ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas – e realizado Maxiquim Consultoria, o faturamento dos distribuidores ligados à entidade com o segmento de especialidades cresceu 1,5% no ano passado. Foi de 7,4% para 8,9% da participação no montante faturado pelas empresas.

Em relação ao volume de vendas, a pesquisa apontou que os plásticos de engenharia, também conhecidos por especialidades, tiveram, em 2010, 6,3% de participação na cadeia de distribuição de resinas.

E a boa fase dos plásticos de engenharia no mercado nacional deve se repetir neste ano. Levantamento que considera o primeiro trimestre deste ano, feito entre as empresas associadas à entidade, mostra que as especialidades foram responsáveis por mais de 10% do faturamento dos distribuidores, contra apenas 8,3% no mesmo período do ano passado. E a expectativa da ADIRPLAST é que esse mercado ainda cresça 28% neste ano, chegando a 35 mil toneladas comercializadas.

Entre os plásticos de engenharia, os que mais se destacam hoje no mercado brasileiro são ABS e San, Eva, Poliacetal e Poliamida, entre outros.

Para Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST, o avanço nas vendas dos plásticos de especialidades no mercado nacional reflete a boa fase pela qual passa o país e principalmente os segmentos industriais que mais fazem uso dessas matérias-primas: “A maior qualificação da indústria nacional e aumento de consumo da população são alguns dos motivos pelos quais vemos o mercado de plásticos de engenharia crescendo a cada ano. Segmentos ligados aos mercados automobilístico, médico-hospitalar, alimentício ou de higiene pessoal, além dos mercados de produtos mais sustentáveis, de eletro-eletrônico e de construção, são alguns dos consumidores desse tipo de material”.

Novidades, tecnologia e variedade
Diversas resinas compõem o segmento de plásticos de engenharia. Elas apresentam propriedades diferenciadas em relação às resinas commodities, como o polietileno (PE), o polipropileno (PP), o poliestireno (PS) e o PVC.

Pelas suas propriedades mecânicas, térmicas e óticas, os plásticos de engenharia são usados em aplicações de alta tecnologia. No setor automotivo, por exemplo, elas vêm sendo utilizadas cada vez mais, inclusive como substitutas de metais como o aço e o alumínio. Essa substituição tem ajudado a diminuir o peso dos veículos e, consequentemente, a reduzir o consumo de combustíveis e a emissão de gases nocivos à saúde.

Entre os principais plásticos de engenharia oferecidos hoje pelos distribuidores ligados à ADIRPLAST destacam-se as diferentes variedades de ABS (Acrilonitrila Butadieno-Estireno), SAN (Copolímero Estireno-Acrilonitrila), compostos de PP e PE, MABS (resinas mistas), ASA (Acrilonitrila Es tireno-Acrilato), PA (Poliamida), PBT (Polibutileno Tereftalato), POM (Poliacetal), PMMA (Polimetacrilato de Metila) e PPA (Poliftalamida), entre inúmeros outros tipos.

Atualmente as principais novidades deste segmento ficam por conta das resinas modificadas e blendas, algumas formuladas com materiais de alto apelo tecnológico e até sustentável. O material tem sido mais usado pelas empresas que trabalham mais fortemente o apelo de sustentabilidade de seus produtos e marcas.

Destaque também para algumas resinas mais específicas, usadas principalmente pela indústria médico-hospitalar, assim como para a copoliéster, que confecciona produtos de alta resistência, tanto ao impacto como a altas temperaturas, suportando acima dos 100°C. O material ainda oferece resistência química aos produtos e uma transparência similar a do vidro, entre outras propriedades marcantes. Sem contar que o componente é livre de substâncias restritas e, por isso, aprovado pelos mais respeitados ór gãos de regulamentação de materiais de destinação a contato humano. Hoje os principais mercados consumidores deste produto têm sido os fabricantes de embalagens de cosméticos e utilidades domésticas.

Já para os mercados de construção e design, a tecnologia fica por conta da resina ABS/PMMA. O material oferece alta resistência a impactos, a tração e a altas temperaturas. Fácil de moldar e altamente resistente à exposição ao tempo e a produtos químicos, esse plásticos tem sido usado na fabricação de sanitários de ônibus, cubas de banheiro e até banheiras de hidromassagem.

Fonte: Adirplast / Baião de 3

 

Empresas ligadas à Adirplast devem distribuir biolpolímeros.

28/06/2011

Para Associação Brasileira de Distribuidores de Resinas Plásticas, as campanhas contra o uso do plástico estão baseadas em argumentos, muitas vezes, infundados. Por isso, as empresas ligadas à entidade já estudam a melhor forma de distribuir  os polímeros de fontes renováveis, como o etanol ou amido de milho

A partir de 1º de janeiro de 2012, a população de São Paulo terá de enfrentar um grande desafio: não vai mais dispor das tradicionais sacolas plásticas descartáveis para levar suas compras para casa. A medida, anunciada recentemente pelo Governo do Estado, deve tirar de circulação cerca de 2,2 bilhões de sacolinhas por ano, só em São Paulo, segundo Associação Paulista de Supermercados (Apas).

As tradicionais sacolinhas, feitas com polímero sintético, devem ser substituídas por sacolas de plástico biodegradáveis, que serão vendidas aos consumidores por R$ 0,19 cada. Essas sacolas de bioplástico, feitas com resinas de fontes naturais, são, segundo Laércio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas -, uma alternativa bastante prática para a cadeia produtiva, já que não devem demandar grandes mudanças no setor transformador. Isso porque as máquinas instaladas para produzir embalagens com polímero sintético podem proces sar também o biopolímero. “O problema, no entanto, diz respeito à escala. Ainda não existem fabricantes capazes de produzir polímeros naturais suficientes para atender a demanda do setor de plástico”, explica Gonçalves.

Apesar disso, os distribuidores associados à ADIRPLAST já estudam a melhor maneira para facilitar o fornecimento das “resinas verdes” para a cadeia de transformação, que conta com 11.465 empresas. “Assim como acontece com os polímeros sintéticos, facilitaremos para os transformadores a compra também dessas resinas derivadas de fontes renováveis. Com o tempo, elas poderão ser entregues aos nossos clientes, em qualquer região do País, num prazo máximo de 24 horas”, afirma Laércio.

Para Laércio Gonçalves, a medida adotada pelo governo paulista não resolve os problemas ambientais gerados pelo desperdício das embalagens nem mesmo ajuda a reduzir a emissão em demasia de CO2 na atmosfera: “Novos produtos irão substituir as sacolas e a produção de todos eles em maior escala impacta diretamente no meio ambiente. Estaremos apenas trocando seis por meia dúzia, ao invés de educar as pessoas a consumirem conscientemente, seja o plástico, o papel ou qualquer outra matéria-prima”.

Ainda segundo o presidente da ADIRPLAST, a incapacidade dos órgãos públicos de fazer a coleta seletiva do lixo é outro problema que não será resolvido pela simples proibição do uso das sacolas plásticas. “Em uma cidade como São Paulo, é inaceitável que só ocorra a coleta seletiva com apenas 2% do lixo gerado pela população. O plástico é uma matéria-prima 100% reciclável e poderia ser usado por mais vezes. No caso das sacolinhas, por exe mplo, pelo menos mais três vezes”. 

A proibição das sacolinhas plásticas ainda é um tema que deve gerar muita discussão. Em Americana, por exemplo, o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) a lei municipal que suspendia a distribuição das sacolas foi suspensa por tempo indeterminado. A decisão atende a um pedido de liminar feito pelo Sindiplast (Sindicato da Indústria de Material Plástico de São Paulo).

A ADIRPLAST, que foi fundada há quatro anos, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidação com petroquímicas. Além disso, a entidade trabalha para promover a imagem sustentável do plástico.

Fonte: Abiplast

ADIRPLAST reforça a importância do distribuidor na cadeia de consumo de plásticos

30/03/2011

Entidade deve destacar na Brasilplast 2011 todas as vantagens que só um distribuidor pode oferecer ao mercado, como a agilidade e rapidez na entrega e os serviços de pós-vendas

A ADIRPLAST – Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas – marcará presença na Brasilplast 2011, que acontece de 9 a 13 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Por lá, a entidade, que conta com um estande de 25 m² tem como foco o tema Distribuição Sustentada. “Pretendemos reforçar no evento as vantagens que a distribuição pode oferecer para as mais de 10.000 empresas que transformam resinas plásticas no país”, explica Laércio Gonçalves, presidente da entidade.

E os benefícios oferecidos por esses distribuidores são inúmeros. A começar pela capacidade de pulverização, já que o mercado transformador, que conta com 11.465 empresas, 94,2% delas pequenas e médias e 65% com até 20 funcionários, está espalhado por todo o imenso território nacional. “Graças aos nossos centros de distribuição, conseguimos atender esse cliente mais rapidamente e a um custo menor”, diz Gonçalves.

Atualmente os distribuidores conseguem entregar pedidos no mesmo dia ou até em 24 horas. Outra vantagem oferecida pelos associados da ADIRPLAST aos transformadores é a conveniência: “Um distribuidor de resinas plásticas trabalha com vários tipos de produtos, oferecendo assim mais opções de compra aos seus clientes, que podem incluir diferentes tipos de resinas ao mesmo pedido”, diz o presidente da associação.

Os serviços de pós-vendas e suporte técnico oferecidos pelos distribuidores aos seus clientes também são diferenciais de destaque. Isso sem falar na capacidade que essas empresas têm de financiar o crescimento dos transformadores. Através da facilitação da compra das resinas, elas acabam por permitir que toda a cadeia geradora de produtos e a indústria plástica como um todo experimentem um desenvolvimento sustentado.

A entidade A ADIRPLAST, que foi fundada há quatro anos, tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a consolidaç ão com petroquímicas, além da internacionalização. Além disso, a entidade trabalha para promover os benefícios do plástico. Para o biênio 2011-2012, a associação, que conta com uma nova diretoria, tem ainda como focos a criação de um projeto de auto-regulamentação para o setor. Atualmente, a ADIRPLAST agrega 13 empresas distribuidoras de resinas plásticas, que só em 2010 tiveram um faturamento bruto de mais de R$ 2,4 bilhões e responderam por cerca de 10% de todo volume de polímeros comercializados no país. Todos os associados da entidade são credenciados pelos fabricantes e carregam suas bandeiras, o que ajuda a garantir a qualidade do serviço.

Fonte:  Brasilplast / Baião de 3 comunicação e design