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Empresas da Freudenberg expõem soluções inovadoras para o setor calçadista na FIMEC

18/03/2015

Chem-Trend e Freudenberg Performance Materials mostram agentes desmoldantes e não tecidos para aplicação na indústria calçadista de 17 a 20/3, em Novo Hamburgo (RS).

Duas empresas do Grupo Freudenberg mostram soluções inovadoras para a indústria calçadista durante a FIMEC 2015, principal evento do setor calçadista, em Novo Hamburgo (RS), de 17 a 23 de março. A Chem-Trend apresenta sua linha de agentes desmoldantes, produtos para limpeza e para preparação de moldes de materiais usados na produção de solados de calçados, como poliuretano, termoplásticos, EVA e borracha; a Freudenberg Performance Materials, resultante da fusão global entre a Freudenberg Não Tecidos e a Freudenberg Politex, mostra o seu portfólio de produtos não tecidos para o setor, com destaque para três lançamentos.

Como os estandes das duas empresas estão juntos, os visitantes podem conhecer de perto a variedade de soluções que elas desenvolvem e fornecem para a indústria de calçados. As equipes técnica e comercial das duas companhias da Freudenberg mostram os diferenciais técnicos de produtos químicos que tornam melhores e mais ágeis os processos produtivos e também soluções em não tecidos que tornam os calçados mais confortáveis.

Peças melhores e maior produtividade

O portfólio da Chem-Trend para os fabricantes de calçados esportivos e de segurança inclui agentes desmoldantes e de purga e produtos auxiliares de processo, como limpadores de cabeçote de injeção e limpadores de moldes. Segundo a empresa, entre os agentes desmoldantes, as soluções sem silicone para os calçados de segurança promovem acabamento fosco ou brilhante e têm tecnologia para atender as necessidades de adesão, características requisitadas pelos transformadores. Para a produção de palmilhas, os agentes desmoldantes base água tornam os processos mais ágeis ao demandarem menor quantidade na aplicação e, em comparação com as soluções tradicionais, têm a vantagem de serem menos agressivos para a saúde dos operadores e ao meio ambiente, afirma a Chem-Trend.

Outros destaques da empresa para o setor são os agentes de purga da linha Lusin® para solados em termoplásticos, com destaque para TPU. Trata-se, segundo a empresa, de um produto que promove maior agilidade no processo de produção com significativa redução de custos, pois permite aos moldadores uma rápida mudança de cor nas resinas sem qualquer tipo de abrasão nos componentes do sistema. “Nossos agentes de purga permitem gerar peças de melhor qualidade com redução de ciclos de máquinas e maior produtividade nas mais variadas condições de processos, a fim de manter as máquinas em perfeito estado de funcionamento”, explica o gerente de vendas, Joacilo Luz.

Freudenberg Performance Materials lança produtos não tecidos

A empresa lança três novos produtos para a indústria calçadista. Um deles é o SU 70, um não tecido com acabamento relax voltado para o mercado de calçados de segurança que, segundo a empresa, tem vários benefícios: produto leve, alta produtividade no corte, ausência de defeitos, acabamento e espessura uniformes.

Os outros dois produtos são o SU 300 e o SLC 1000. O primeiro é um não tecido com características antichama para aplicação em punhos e luvas de trabalho. De acordo com a Freudenberg Performance Materials, o SLC 1000 é um avesso para calçados masculinos, femininos e infantis que chega ao mercado tendo como principal diferencial a alta elongação, um fator que permite melhor acomodação no calcanhar do calçado durante a conformação.

Segundo a empresa, também terá destaque o não tecido SU 7 MF, lançado ao final do ano passado para substituir algumas matérias-primas naturais e gerar aos calçados vários benefícios, como leveza, tato superficial, espessura e um aspecto mais uniforme. “A FIMEC é uma excelente oportunidade para mostrarmos os novos produtos, que aliam a alta tecnologia ao uso de materiais totalmente isentos de substâncias restritas, que podem gerar danos à saúde dos profissionais envolvidos nos processos produtivos do setor, bem como do usuário final do calçado”, diz o gerente da Divisão Shoe Components da companhia, Danilo da Costa Paula.

Sobre o Grupo Freudenberg

O Grupo Freudenberg, de origem alemã, atua nos segmentos de vedação, controle de vibrações, não tecidos, lubrificantes especiais, agentes desmoldantes, filtração, dentre outros. Emprega cerca de 40 mil pessoas em 60 países, com um faturamento anual acima de € 6,62 bilhões. No Brasil, está presente com seis empresas: Freudenberg-NOK, Freudenberg Não Tecidos, Klüber Lubrication, EagleBurgmann, Chem-Trend e SurTec; desde julho de 2012, atua também por meio da joint venture TrelleborgVibracoustic.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Freudenberg

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BASF lança soluções inovadoras nos segmentos de polímeros superabsorventes, ligantes para fibras e aditivos

09/04/2014
  • Superabsorventes renováveis e com controle de odor
  • Amplo portfólio de aditivos e pigmentos para não tecidos

De 8 a 11 de abril a BASF irá apresentar soluções novas e eficazes para a indústria de higiene na INDEX 2014, a primeira exposição mundial de não tecidos, no Centro de Exposição e Congresso Palexpo em Genebra, Suíça. No estande da BASF, especialistas da empresa irão informar e aconselhar os profissionais sobre a gama completa de serviços e produtos na área de inovação incluindo o novo HySorb® para controle de odores; o HySorb® Mass Balance; ligantes para materiais fibrosos e aditivos para higiene, filtração e aplicações médicas.

Novos polímeros superabsorventes para controle eficaz de odores e ressecamento

Segundo a BASF, o polímero HySorb®, pioneiro no controle de odores juntamente com o portfólio de produtos de polímeros superabsorventes da BASF, é um produto inovador para melhorar a qualidade de vida das pessoas com incontinência. Através do bloqueio da formação de amônia, ele previne o odor causado pela urina por um período prolongado de tempo. Além disso, sua alta capacidade de absorção ajuda a manter a pele seca.

Os polímeros superabsorventes são usados em uma série de aplicações para as necessidades de cada dia das vidas das pessoas. O mercado de incontinência adulta para superabsorventes só perde para o mercado de cuidados com bebê, apresentando um dos maiores crescimentos globais.

Novo polímero absorvente com base em matéria-prima-prima renovável

Trabalhando em conjunto com o TÜV SÜD (órgão de certificação) a BASF desenvolveu uma abordagem inovadora de balanço de massas para o uso de matérias-primas renováveis na BASF “Verbund”. Baseada nessa abordagem, a biomassa alimenta as fábricas no início da cadeia de produção de superabsorventes. Esta parcela de biomassa é então alocada aos produtos de vendas de acordo com suas receitas, usando o novo padrão que inclui a certificação de terceiros do produto.

O equivalente de biomassa pode ser alocado aos superabsorventes em até 100%, de acordo com o padrão das especificações de seus consumidores e demanda. As fábricas e tecnologias alinhadas com a cadeia de valor podem continuar a serem usadas, e o design dos produtos dos consumidores e o processo de produção não requerem ajustes.

Os polímeros superabsorventes baseados em energias renováveis economizam matéria-prima com base fóssil e diminuem os gases de efeito estufa, contribuindo desta forma para o desenvolvimento sustentável.

Dispersões para Ligantes para Fibras – inovações para não tecidos

Na INDEX 2014 a BASF demonstra sua expertise na área de polímeros de dispersões para ligantes para fibras. A BASF desenvolve soluções customizadas para seus clientes nas indústrias de construção, móveis e automotiva. Segundo a empresa, as dispersões têm por característica alta funcionalidade e processabilidade customizada.

Um enfoque na área de dispersões para ligantes para fibras são as resinas ecologicamente compatíveis da marca Acrodur®, uma resina de acrilato reticulante (crosslinking) em base aquosa que possui sistema de um componente, que exibe excelentes propriedades de ligação. A tecnologia utilizada tem como base a reticulação térmica dos ácidos policarboxílicos com álcool multifuncional. Diferente das resinas reativas clássicas, nenhuma substância orgânica, tal como fenol ou formaldeído são liberadas durante o processo de reticulação. O único subproduto proveniente do agente de cura é a água. Segundo a BASF, o Acrodur® não é tóxico nem explosivo e desta forma garante a segurança ambiental bem como um manuseio seguro. O agente de ligação não apenas melhora as propriedades do produto acabado, mas também garante condições de trabalho seguras durante a produção. Além disso, a tecnologia compatível com o meio ambiente ajuda as empresas de processamento a respeitar os limites de emissão e reduzir custos.

Portfólio abrangente de aditivos e pigmentos para não tecidos

A BASF oferece um portfólio de estabilizadores de calor e luz e modificadores de polímeros tais como o Chimassorb® e Irgatec® bem como uma seleção de pigmentos e preparações pigmentárias para a indústria de não tecidos.

De acordo com a BASF,  Microlen® são preparações mono-pigmentárias de fluxo livre e sem pó que alcançam dispersão de pigmentos de alta qualidade, levando a um processamento melhorado e consistência de cor, particularmente para aplicações mais críticas como o não tecido colorido.

Ainda segundo a empresa, a tecnologia Irgatec® CR76 é uma alternativa para padronizar graus de extrusão (meltblown) possibilitando aos produtores de não tecidos adaptar propriedades materiais para seus requisitos específicos e aumentar sua produtividade.

Fonte: BASF

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Petropar adota novo nome e agora chama-se Évora

07/05/2013

Inicialmente ligada ao setor petroquímico, a holding Petropar resolveu mudar de nome e logomarca após 25 anos de mercado e depois de se expandir no segmento de bens intermediários para a indústria de consumo.

Ao longo da evolução da empresa, houve inicialmente uma reestruturação societária do Grupo Olvebra, em 1988, em que os ativos das áreas petroquímica e de plásticos foram agrupados sob a denominação Petropar – Petroquímica Participações. Durante os anos posteriores, todavia, a companhia diversificou os negócios e aqueles que deram origem à empresa foram vendidos ou descontinuados.

Na área plástica, hoje, a Évora atua através da Fitesa (que fabrica não-tecidos leves de polipropileno, usados em fraldas e absorventes descartáveis) e da América Tampas (bebidas, produtos de higiene pessoal e limpeza).

Em economias como o Brasil, onde se destaca o crescimento de renda, o acesso a fraldas descartáveis é promissor. “Apenas 61% das crianças usam fraldas no Brasil. Nos Eua e Europa são 98%”, comenta o diretor presidente da Évora, Geraldo Enck. O segmento de fraldas geriátricas deve também se expandir no Sul do País devido ao envelhecimento da população.

Sobre as tampas, Enck diz que há um movimento forte em relação à água mineral enquanto o refrigerante se mantém estável. Nesta linha, se destacam as garrafas com tampas diferenciadas, como as que se vêem em energéticos, tampas especiais esportivas com valor agregado.

Como a atuação do Grupo é ligada ao consumo de massa, é resiliente a períodos de retração econômica e sensível a movimentos demográficos e de renda da população. “Na recessão, o crescimento estabiliza, pois são produtos quase de primeira necessidade. As pessoas trocam a marca”, comenta Enck.

O executivo ressalta que a Évora posiciona-se hoje como uma empresa brasileira global, com 17 plantas em sete estados brasileiros, oito países e quatro continentes. Agora, a empresa tem fábricas no Brasil, Peru, México, EUA, Suécia, Itália, Alemanha (onde está localizado também o centro de desenvolvimento) e China. Essa dimensão global tornou ainda mais urgente a mudança de marca da holding. A partir daí a empresa contratou o escritório de design GADLipincott’ para desenvolver a nova marca. O nome Évora surgiu associado às palavras “evolução” e “valor”. Sua escolha partiu do princípio de que a empresa e suas controladas existem para gerar valor econômico e, por meio de suas realizações e atividades, promover a evolução de seus colaboradores e da sociedade. “Muda o posicionamento de marca, muda a forma de fazer negócios (global), mas não mudam os valores”, afirma Geraldo Enck.

A holding atingiu receita líquida recorde de R$ 1,8 bilhão em 2012. A Fitesa, por sua vez, registrou vendas globais de R$ 1,2 bilhão em 2012 e é a segunda produtora mundial, em capacidade instalada, de não-tecidos. No mercado interno, o negócio de tampas especiais cresceu 35% e para latas de alumínio, no qual a companhia é a segunda maior fornecedora para o mercado brasileiro, a perspectiva é de crescer 8%. A Crown Embalagens (outra empresa do grupo ligada ao segmento de latas de alumínio para bebidas) teve receita superior a R$ 1 bilhão ano passado e está investindo cerca de R$ 130 milhões em sua quinta unidade fabril, que será localizada em Teresina (PI).

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