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Polietileno “Verde” da Braskem é apresentado em linha de tubos da Irritec na Feira da Irrigação em Campinas

18/09/2018

A Irritec, fabricante de origem italiana, apresenta na Feira Internacional da Irrigação 2018, em Campinas (SP), entre os dias 19 e 21 de setembro, sua nova linha de tubos MultibarTC para aplicação em cultivos de árvores e pomares, vinhedos e viveiros de mudas. Os produtos são feitos com o polietileno I’m greenT, de origem renovável.

Segundo o fabricante, a linha traz três características particulares que a tornam ideal para instalação em áreas com declive acentuado e para culturas com ciclos de fertirrigação frequentes: dispositivo autocompensante, que regula a vazão de aplicação e garante a uniformidade de aplicação ao longo da linha; dispositivos antidrenante, que permite que todos os gotejadores abram e fechem simultaneamente, o que garante alta precisão na irrigação; e também o dispositivo anti-sifão, que evita que entrem sujeiras no gotejador quando o tubo é esvaziado.

“Por se tratar de um projeto pioneiro na agricultura, é muito relevante para a área de Químicos Renováveis da Braskem, já que marca a entrada do Plástico Verde no segmento de irrigação”, conta Pedro Moldenhauer de Lima, Gerente Comercial da Braskem.

O polietileno I’m greenT, derivado da cana-de-açúcar, conta com a mesma resistência, durabilidade e peso do plástico convencional derivado do petróleo. O material também é 100% reciclável.

Luiz Carlos Fernandes, Diretor Geral da Irritec, conta que a empresa escolheu adotar o Plástico Verde na linha MultibarTC porque se trata da linha de produtos com maior valor agregado e também são aqueles que apresentam a maior vida útil, sendo assim os mais indicados para serem produzidos com material sustentável. “Faz parte da missão da Irritec a busca contínua de materiais e soluções inovadoras que garantam a criação de produtos cada vez mais eficientes para a Agricultura, com o menor impacto ambiental”, conta o executivo.

O tubo gotejador fabricado com o Plástico Verde ainda apresenta o diferencial de ser um produto alinhado com a tendência mundial de buscar soluções sustentáveis ecologicamente. “Nada mais interessante de que termos um produto destinado à aplicação no campo produzido com material vindo do próprio campo”, afirma Fernandes.

Serviço:
Lançamento da linha na II FIIB (Feira Internacional de Irrigação do Brasil – www.feiradeirrigacao.com.br )
Local: EXPO Dom Pedro – Av. Guilherme Campos, 500 – Jardim Santa Genebra – Campinas (SP) –
Anexo ao Parque D. Pedro Shopping.
Data: 19 a 21 de setembro de 2018
Horários da feira: Das 9h às 17h | Entrada gratuita

Fonte: Braskem

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Braskem doa 7 mil metros de tubos de PVC para Prefeitura de Maceió

18/09/2015

Material para obras na orla prepara a capital alagoana para o verão dos 200 anos de sua fundação

Imagen aérea - planta da Braskem em Maceió

Imagen aérea – planta da Braskem em Maceió

A Braskem vai doar mais de 7 mil metros de tubos PVC, para a Prefeitura de Maceió. O material será usado em obras de drenagem e melhoria da balneabilidade da orla da cidade, que se prepara para o verão de comemorações dos 200 anos de sua fundação.

A obra consiste na coleta e no afastamento, por meio da tubulação de PVC, da água de rebaixamento de lençol freático entre as praias de Pajuçara e Jatiúca para o canal Gulandi, que capta as chuvas na região. A rede de coleta será instalada na faixa de areia, com 11 estações elevatórias ao longo da orla marítima, interrompendo o fluxo de água atualmente lançado no mar. O projeto será entregue em seis meses. “Vamos iniciar uma obra muito solicitada pela rede hoteleira e todo o setor turístico. Contamos com a mobilização de vários parceiros e das secretarias municipais, e a cidade vai ganhar muito com isso. Maceió precisa dessas parcerias público-privadas”, afirmou o prefeito Rui Palmeira.

“Com essa parceria público-privada, a cidade terá uma praia limpa, refletindo em mais saúde, lazer e novos empreendimentos hoteleiros, o que atrai mais turistas e gera emprego e renda. Além disso, atende à questão ambiental”, disse o gerente de Marketing e Relações Institucionais, Milton Pradines.

O executivo também destacou o fato de os tubos terem como matéria-prima o PVC, um produto por excelência de Alagoas, já que a unidade da Braskem no Polo Industrial Aprígio Vilela, em Marechal Deodoro, é a maior fabricante da resina do Hemisfério Sul, com uma produção de 470 mil toneladas por ano. Pradines ressaltou ainda que os tubos são fabricados pela Corr Plastik, cliente da Braskem instalado em Maceió. “Dessa forma, fortalecemos a cadeia local da química e do plástico.”

“Alagoas é a cara do PVC no Brasil. Geramos 400 empregos diretos e quase 1.000 indiretos, então, é uma força de trabalho importante para o estado. Mesmo diante da crise econômica que o país enfrenta, estamos conseguindo crescer, exportando e buscando novos mercados. Interessa-nos muito firmar novas parcerias para fazer outros produtos à base de PVC que atraiam empresas e, assim, possamos ainda mais enrijecer a cadeia alagoana da química e do plástico”, falou Marco Aurélio Campelo, gerente da unidade PVC da Braskem.

Esta é a segunda parceria público-privada firmada entre a Braskem e a Prefeitura de Maceió nos últimos 20 dias. No final de agosto, foi inaugurado, na Avenida Assis Chateaubriand, o Complexo Lourenço Vasconcelos, uma área multiuso construída inteiramente com a tecnologia Concreto PVC. O espaço oferta aos moradores do bairro Trapiche da Barra e região serviços de atendimentos de saúde, lazer e esporte, com a presença de quadra poliesportiva, Posto de Saúde e base do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

Parcerias e doação

O termo de doação dos 7.103 metros de tubos de PVC rígido para sistemas de adução e distribuição de água foi assinado pelo prefeito de Maceió, Rui Palmeira, o diretor presidente da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico de Maceió (ARSMAC), Leonardo Novaes, o assessor da diretoria da Braskem, Jorge Augusto Bastos, e o gerente de produção de PVC, Marco Aurélio Campelo.

As obras de drenagem serão conduzidas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra), utilizando R$ 2,9 milhões de recursos próprios do município. A parceria envolveu também o Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), na desoneração tributária da doação, e as entidades Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) e Associação Brasileira da Indústria de Hotéis – Seccional Alagoas (ABIH-AL), que financiaram a elaboração do projeto técnico da obra.

Fonte: Braskem

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Dow apresenta resina para tubos de alta temperatura e soluções em filmes industriais durante a Feiplastic

01/05/2015

Dow_HyperthermDurante a Feiplastic, que acontecerá de 4 a 8 de maio, em São Paulo (SP), a área de embalagens rígidas irá lançar o HYPERTHERM™ – uma resina para tubos de canalização de água quente e fria, tanto para uso residencial quanto industrial. A nova resina oferece resistência a altas temperaturas, além de maior flexibilidade da tubulação plástica, facilitando a instalação.

Primeira solução da Dow para tubos de canalização de água quente e fria, o HYPERTHERM™ reduz a probabilidade de vazamento e elimina a necessidade de pausas nas articulações, afirma a empresa. Além disso, a resina tem nível 5 na certificação de cloro, é resistente à corrosão, ajuda a melhorar a eficiência energética de aquecimento de água e pode ser reciclada, complementa a Dow.

“Tubos plásticos feitos com HYPERTHERM™  apresentam excelente durabilidade e resistência, contribuindo para o prolongamento da vida útil do produto”, diz Adriano Aun, gerente de marketing do segmento Unitização e Filmes Industriais para a América Latina.

Na área de filmes industriais, a Dow apresentará seu portfólio para essa divisão de negócios com foco no desenvolvimento de aplicações sustentáveis para embalagem e transporte de produtos. A empresa atua há mais de 20 anos no segmento de filmes industriais, agrícolas e de transporte.

De acordo com Adriano Aun, gerente de marketing do segmento de Unitização e Filmes Industriais para a América Latina, o Brasil segue uma tendência mundial de utilizar resinas de polietileno na fabricação de filmes para materiais paletizados, resistentes à perfuração e para o envolvimento de diversos produtos, como  limpeza, latas de alimentos e garrafas de bebidas. Para Adriano, cada vez mais nota-se a necessidade de uma proteção extra para as cargas durante todo o processo de deslocamento que evitem perdas e desperdícios.

Os destaques para resinas direcionadas à produção de filmes que atendem esta tendência crescente são o Stretch de alto desempenho (DOWLEXTM, ELITETM, ELITETM AT e ATTANETM), além da plataforma Elite AT para produção de filmes Stretch Hood 100% PE.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Grupo AMUT adquire Dolci Bielloni e amplia sua capacidade de fornecer equipamentos para produção de filmes flexíveis

09/04/2015
Riccardo Castello, Gerente Geral da Dolci Bielloni e Mauro Drappo, CEO da AMUT

Riccardo Castello, Gerente Geral da Dolci Bielloni e Mauro Drappo, CEO da AMUT

A sinergia entre as duas empresas italianas vai impulsionar novos projetos customizados para diversos segmentos da indústria plástica no Brasil

A recente união das empresas italianas Dolci Bielloni e o Grupo AMUT fortalecerá, ainda mais, a liderança e experiência das duas marcas em extrusão de plásticos no mundo. Esta decisão representa também uma ação estratégica do grupo, fabricante de máquinas e linhas de produção para extrudados rígidos (chapas, tubos, perfis) e termoformagem de ampliar sua participação no Brasil, junto com a filial AMUT-Wortex, fruto da joint venture iniciada em 2014 com a Wortex.

“A fusão com a Dolci Bielloni é um sucesso para o futuro do Grupo AMUT. Juntos iremos impulsionar o nosso papel de liderança no cenário internacional. A sinergia aprimora nossos pontos fortes,que é o de atender nossos clientes com uma completa linha de máquinas para extrusão de plásticos, termoformagem e reciclagem,diz Mauro Drappo, CEO da AMUT.

Já a fabricante Dolci Bielloni é reconhecida pela expertise em máquinas para impressão, corte e bobinamento, linhas de balão e cast para diferentes filmes multicamadas (stretch, silagem, barreira, técnicos, médicos, fraldas, PP), linhas de laminação e coating.

O início das atividades será formalmente anunciado na semana de 4 a 8 de maio, durante a Feiplastic– Feira Internacional do Plástico, com transmissão, ao vivo, no stand da AMUT-Wortex, do open house da AMUT Dolci Bielloni, evento que será realizado na Itália. Serão apresentdos os recentes desenvolvimentos em aplicações de filmes stretch. Linhas de produção de rolos manual e outra automática (2000 mm – 7 camadas), além de outra de rolos jumbo (1500 mm – 5 camadas). Estes sistemas representam a mais alta tecnologia neste setor”, antecipa Drappo.

Segundo a AMUT, a linha de filmes 2000-mm é  inovadora:seis extrusoras garantem a flexibilidade de produção e um design único, capaz de satisfazer as principais tendências no atual mercado de filmes. Segundo a empresa, um filme mais fino, porém mais forte, para se obter um filme stretch super forte. De acordo com a empresa, independente de sua pequena dimensão, as extrusoras são capazes de obter alto volume de produção e garantir excelente economia de energia.

A Amut (http://www.amut.it/en/) atua há quase 60 anos na Itália, com sede em Novara, a AMUT atua na fabricação de  linhas de extrusão para a produção de chapas, perfis, tubos, granulação em polímeros plásticos e também compostos plástico/pó de madeira (WPC), utilizados nos setores de construção, embalagem, eletrodomésticos, moveleiro, automotivo, médico e agrícola. Lidera também a  produção de equipamentos para termoformagem, cast film e plantas para reciclagem de plásticos, lixo urbano e industrial.

A Dolci Bielloni (http://www.dolciextrusion.it/) foi fundada em 1919, a empresa italiana pode fornecer linhas completas para embalagens de plástico, abrangendo toda a gama de produtos em termos de dimensões e de saída e atendendo às necessidades do mercado.

A Wortex (http://www.wortex.com.br) foi fundada em 1976, na cidade de Campinas (SP) e fabrica equipamentos para extrusão, reciclagem, acessórios, moinhos, roscas e cilindros.

Serviço: Feiplastic – Feira Internacional do Plástico
Data: 4 a 8 de maio de 2015
Horário: 11h às 20h
Estande Amut-Wortex:  rua H200
Estande Wortex: rua H298
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi – São Paulo
Mais informações: http://www.feiplastic.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa – Wortex

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Braskem desenvolve nova resina para tubos e adutoras

31/03/2014

Atenta à retomada do planejamento e execução das grandes obras de infraestrutura vinculadas ao PAC2 – Programa de Aceleração do Crescimento do governo federal, a Braskem desenvolveu uma nova resina de polietileno destinada para tubos e adutoras no seu Centro de Tecnologia e Inovação, em Triunfo (RS). No total, foram investidos R$ 16 milhão nos ensaios, nas plantas-piloto da empresa e na adequação da planta industrial para o início da produção. O novo sistema empregado no processo conferiu ao produto uma performance superior, com uma durabilidade calculada de 100 anos em tubos de pressão, contra 50 anos da resina utilizada anteriormente.

As melhorias das propriedades mecânicas – creep (deformação a frio sobre tensão), resistência ao impacto e à propagação rápida de rasgo – garantiram à nova resina o atendimento de todas as normas vigentes utilizadas no segmento (ISO, DIN, EN e NBR). “Além do PAC2, a crescente demanda por esse tipo específico de resina está também vinculada ao programa do governo federal Saneamento para Todos, que tem o objetivo de promover a melhoria das condições de saúde da população por meio da redução dos déficits nos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário”, afirma Marcos Celestino, engenheiro de aplicação da Braskem.

Entre as principais utilizações da resina, estão os tubos para rede de distribuição de água e gás natural, transporte de polpa de minério, de petróleo, redes de esgoto e adutoras. Além das companhias de saneamento e abastecimento de água (Sabesp, em SP, DMAE, no RS, e Copasa, em MG), empresas como Vale, Petrobras e Odebrecht estão entre os usuários finais dos materiais. Os principais clientes da Braskem que utilizam a resina para fabricação dos tubos são Tigre, FGS, Kanaflex, Majestic e Polierg.

Fonte: Braskem

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DSM introduz grade de extrusão ao portfólio de sua poliamida 410 de base biológica

06/02/2014

DSM_Ecopax_ExtrusaoA  Royal DSM introduziu um grade de extrusão de maior viscosidade ao seu portfólio de poliamida 410 EcoPaXX ™  para os mercados de filmes, fibras e monofilamentos, que, de acordo com a empresa, tanto valorizam a excelente estabilidade térmica, ampla gama de processamento e ótima resistência à fusão encontradas no EcoPaXX. A introdução acontece após a adoção bem sucedida do polímero pelo mercado de moldagem por injeção.

“O sucesso no desenvolvimento do EcoPaXX é um exemplo claro do compromisso da DSM com a sustentabilidade. Após sua introdução no mercado, desenvolvimento e comercialização subsequentes de aplicações posteriores, a DSM aumenta sua produção de polímeros para total escala industrial. Além disso, a produção pode ser ampliada ainda mais, permitindo que a DSM atenda plenamente às exigências dos clientes”, afirma Kees Tintel, gerente de negócios do EcoPaXX.

O EcoPaXX, gama de produtos de poliamida 410 de base biológica, começou a ser desenvolvido pela DSM em 2009, sendo introduzido e muito bem recebido pelo mercado já no ano seguinte. Hoje ele é usado em uma ampla gama de aplicações que se beneficiam de sua combinação única de excelentes propriedades e histórico ecológico.

No mercado automotivo, o EcoPaXX é aplicado em revestimento para motores turbo pela Daimler, BMW e Bentley, principalmente em razão de sua combinação única de resistência à alta temperatura, estabilidade dimensional e superfície de alta qualidade. A VW escolheu o EcoPaXX para uso em um de seus mais recentes motores para o revestimento do virabrequim, onde a resistência ao calor e aos produtos químicos, juntamente com a estabilidade dimensional, são requisitos fundamentais. Por causa de sua boa resistência a combustíveis, o EcoPaXX é utilizada por vários clientes em uma série de aplicações de contato com combustível. O produto também é extremamente resistente a meios polares, como líquidos de arrefecimento.

Em outros segmentos de mercado, como o da construção civil, o EcoPaXX é usada em perfis isolantes para janelas de alumínio. Nestes casos, a combinação de suas características ecológicas com sua elevada resistência à temperatura faz com que ele seja adequado para cobertura a pó, em linha, a mais de 200ºC.

Na indústria de esporte e lazer, onde a combinação de rigidez com resistência e/ou recuperação de curvatura costumam ser requisitos importantes, o EcoPaXX encontra muitas aplicações, como bindings (peça que prende a bota) de esqui e/ou snowboard, além de outras utilidades para esportes de inverno. Devido à sua excelente resistência à hidrólise, o EcoPaXX é também usado em rodízios para carrinhos de companhias aéreas que precisam resistir à limpeza a vapor pressurizado.

Segundo a DSM,  o EcoPaXX também oferece vantagens em aplicações, como tubos, filmes e fibras por causa de sua excelente estabilidade térmica, ampla faixa de processamento e resistência à fusão.

Fonte: DSM

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Wortex demonstra reciclabilidade de plásticos prolongada durante a Feiplastic 2013

03/06/2013

Empresa operou ciclos contínuos de processamento de filme plástico e reciclagem durante a feira

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Com o objetivo de demonstrar a possibilidade de reciclagem dos plásticos durante períodos prolongados, a Wortex (www.wortex.com.br) colocou em operação uma linha de extrusão de filmes de polietileno de baixa densidade acoplada a uma unidade de reciclagem dos filmes produzidos durante a Feiplastic 2013 (Feira Internacional do Plástico), realizada em São Paulo entre os dias 20 e 24 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

Os filmes obtidos na linha de extrusão foram continuamente reaproveitados na unidade de reciclagem, onde foram produzidos grânulos de polietileno para realimentação da linha de extrusão. No total, foram processados continuamente durante a feira 2.500 kg. de Polietileno, a uma taxa de 300 kg/hora. A cada 8 horas e 20 minutos, um ciclo integral de processamento e reciclagem do material se completava, o que equivale a dizer que durante os 5 dias da feira e mais os dois dias anteriores à Feiplastic (ocasião em que a linha estava sendo testada), o material plástico foi processado aproximadamente 7 vezes.

Segundo Paolo de Filippis, diretor da Wortex, os grânulos de plástico utilizados durante a Feiplastic já haviam sido extrudados e reciclados nas instalações da empresa durante um período de 3 meses, correspondendo a aproximadamente 60 ciclos de processamento e reciclagem do material. Somando-se esse período em operação na empresa aos dias em que a unidade operou na Feiplastic, acrescenta de Filippis, os grânulos de plásticos foram reciclados aproximadamente 67 vezes, sem perda perceptível de propriedades.

Segundo de Filippis, tal fato demonstra a possibilidade de reciclagem do material plástico por um número muito grande de ciclos, derrubando mitos sobre uma possível degradação precoce do plástico durante o processamento. Além disso, continua de Filippis, prova que é possível utilizar o plástico sem agredir o meio-ambiente e que existe tecnologia disponível para o uso racional e sustentável dos materiais plásticos.

Com o intuito de comprovar que os materiais reciclados durante tais ciclos estendidos não sofrem perdas expressivas de propriedades, a Wortex irá realizar ensaios laboratoriais de medida de índice de fluidez e resistência à tração para acompanhamento das propriedades dos grânulos antes, durante e depois do processamento e reciclagem do material.

Defensor do uso de tecnologias sustentáveis, o executivo da Wortex afirma ser a favor do conceito de “regeneração” de materiais. Segundo de Filippis, durante a fabricação do plástico são a ele incorporados energia, esforço humano, tecnologia e capital, além de outros insumos, de modo que tais ingredientes valiosos não devem ser desperdiçados por  uma eventual degradação na natureza, mas sim preservados através da correta utilização, descarte, coleta e reprocessamento do material –  regenerando-o para um uso contínuo pela sociedade.

Durante a Feiplastic, a Wortex operou a sua linha de reciclagem Challenger Recycler (foto) e uma extrusora de filme Challenger Blow para demonstrar a reciclabilidade contínua e estendida do material processado.

Sobre a Wortex: Fundada em 1976 em Campinas (SP), a Wortex é uma empresa 100% brasileira, fabricando equpamentos para extrusão, reciclagem, acessórios, moinhos, roscas e cilindros. Dentro de um programa de internacionalização, a Wortex estabeleceu uma joint venture com o grupo italiano Amut,  que trará para a indústria de transformação de plástico nacional mais inovação tecnológica e investimentos para o setor. A Amut tem forte presença em mercados como Europa, Ásia e América do Norte e possui um faturamento anual de 50 milhões de Euros. A sinergia entre as duas empresas, que produzem sistemas de extrusão de plásticos, será ampliada com as novas instalações no Brasil, em Campinas, onde produzirão máquinas de extrusão para tubos, perfis e chapas para embalagens termoformadas. No médio prazo, a expectativa da Wortex é aumentar o faturamento em até 75% com a joint-venture.

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Wortex e a italiana Amut oficializam joint-venture na FEIPLASTIC 2013

20/05/2013

feiplastic

No dia 20 de maio, às 14h30, a empresa reúne a imprensa para detalhar como será a operação conjunta entre as empresas

Dentro de um amplo programa de internacionalização, a Wortex inicia, junto ao grupo italiano Amut, uma joint-venture que trará para a indústria de transformação de plástico nacional mais inovação tecnológica e investimentos para o setor.  A sinergia entre as duas empresas, que produzem sistemas de extrusão de plásticos, será ampliada com as novas instalações no Brasil, em Campinas (SP), onde produzirão máquinas de extrusão para tubos, perfis e chapas para embalagens termoformadas.

O início das atividades será anunciado no dia 20 de maio, durante coletiva de imprensa na Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, no Pavilhão de Exposições do Anhembi. A apresentação para o mercado surge com duas linhas: primeiramente uma para tubos de PVC rígido e, posteriormente, para tubos lisos de polietileno até 1500mm de diâmetro e corrugados até 635mm de diâmetro, chapas para embalagens de poliestireno e polipropileno.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

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Dow inaugura primeiro Centro de Desenvolvimento de Aplicações de plásticos do Brasil

12/04/2011

Localizado em Jundiaí, SP, o local será um pólo de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias e soluções sustentáveis para o mercado latinoamericano de plásticos

A The Dow Chemical Company inaugura hoje, 12 de abril, em Jundiaí, São Paulo, o primeiro laboratório de plásticos do Brasil focado no desenvolvimento de soluções sustentáveis. O local será destinado a pesquisas e testes de produtos para as mais diversas áreas de aplicação, como embalagens especiais para alimentos, filmes e embalagens industriais, embalagens rígidas e soluções para o mercado de tubos de polietileno (tubos de pressão, distribuição de água e irrigação).

“A Dow deseja estar cada vez mais presente no mercado latinoamericano de plásticos. Queremos que este centro contribua significativamente para o avanço de toda a cadeia plástica nos países da América Latina, com pesquisas e estudos sobre o mercado e a busca contínua de soluções sustentáveis para os negócios e para o meio ambiente”, afirma Nestor de Mattos, diretor de vendas da área de Plásticos da Dow Brasil.

Uma equipe de químicos, engenheiros e técnicos será responsável pelo atendimento aos clientes, realização de testes e pelo desenvolvimento de soluções cada vez mais sustentáveis, como por exemplo, resinas com melhor desempenho (que propiciam a redução da quantidade de matéria-prima), ou ainda estruturas 100% recicláveis, entre outros.

“Iremos desenvolver junto com nossos clientes soluções inovadoras que proporcionem uma diferenciação no mercado. Aliando o portfólio da Dow a essa estrutura, ganharemos ainda mais rapidez, agilidade e capacitação de nossos clientes”, afirma.

O laboratório ocupa uma área de 1100 m2 distribuídos nas seguintes seções:

Laboratório de caracterização de polímeros: neste espaço será possível realizar análises de identificação de materiais (qual o tipo de polímero, aditivos, identificação microscópica de estruturas, contaminantes, entre outros).

Laboratório de Testes Físicos: destinado à realização de todos os testes requeridos pelo órgão de normatização American Society for Testing Materials (ASTM) como mensuração de impacto ao dardo, rasgo, ótica, tensão de ruptura, escoamento e perfuração, além de análise dessas propriedades a baixa temperatura (até -40ºC). “Esses testes são imprescindíveis para o desenvolvimento de aplicações para os mais diversos mercados de aplicação de plástico, tais como embalagens flexíveis, rígidas e tubos industriais”, comenta Carlos Costa, gerente de pesquisa e desenvolvimento de filmes industriais e embalagens de consumo para a área de Plásticos da Dow na América Latina.

Planta Piloto: neste local será implantada uma linha de extrusão de última geração, com capacidade de produzir filmes pelo processo tubular e plana que, em pequena escala, reproduz as condições de operação das máquinas industriais. “Isso proporcionará a nós e a nossos clientes muito mais agilidade para o desenvolvimento de soluções”, afirma Costa.

Na planta, já estão instaladas uma unidade de laminação para testes de performance e uma máquina de unitização para realização de testes de performance em paletização. Outros equipamentos, como termoformadora e empacotadora automática, estão previstos para 2012.

“Todos esses equipamentos têm por objetivo aprofundar o conhecimento do desempenho das nossas resinas nas aplicações dos nossos clientes e facilitar seu sucesso no mercado final”, explica o executivo.

Sala de Treinamento: com capacidade para 70 pessoas, o local será destinado ao treinamento da equipe Dow e também para que os clientes da companhia treinem sua própria equipe técnica.

Segundo Carlos Costa, o Centro de Desenvolvimento de Aplicações de Plásticos também será utilizado para os diversos projetos que a companhia está desenvolvendo em parceria com universidades de São Paulo. Os resultados das principais pesquisas a serem realizadas neste espaço serão compartilhados com clientes em Seminários Técnicos promovidos pela companhia.

Além da nova estrutura em Jundiaí, a The Dow Chemical Company possui laboratórios em todos os continentes (Europa – Espanha; Pacifico – Singapura; Estados Unidos – Texas).  Conta ainda com o Laboratório de Aplicação em Freeport Texas, com capacidade de produção industrial (máquinas industriais), testes organolépticos e planta piloto de produção de polímeros. O local é interconectado a todos os demais laboratórios da companhia e pode ser utilizado para demandas especiais de clientes, como a produção piloto de uma solução ou ainda testes específicos para aprovação de um produto em um determinado mercado.

Sobre a Dow

O portfólio líder e diversificado da Dow nas áreas de Químicos Especiais, Materiais Avançados, Ciências Agrícolas e Plásticos oferece uma ampla variedade de soluções e produtos baseados em tecnologia para mais de 160 países e em setores de grande crescimento, como eletrônicos, água, energia, tintas e revestimentos e agricultura. Em 2010, a Dow teve vendas anuais de US$ 53.7 bilhões e empregou aproximadamente 50.000 funcionários em todo o mundo. Os mais de 5.000 produtos da Companhia são produzidos em 188 unidades fabris em 35 países ao redor do mundo.

Fonte: PorterNovelli / Dow

TIGRE-ADS inaugura sua primeira fábrica no Brasil

15/03/2011

Joint venture foi criada para atuar na América do Sul e no Brasil introduz solução inovadora para grandes obras de infraestrutura

A Tigre, líder na produção de tubos, conexões e acessórios em PVC e a ADS (Advanced Drainage Systems Inc.), líder na fabricação de tubos corrugados em Polietileno de alta densidade (PEAD) nos Estados Unidos, anunciaram no dia 02 de março a inauguração da primeira fábrica no Brasil de sua joint venture TIGRE-ADS, em Rio Claro, interior de São Paulo. O investimento para a criação da joint venture e início de suas operações na América do Sul foi de US$ 40 milhões no triênio 2009 a 2011.

Criada em agosto de 2009, a nova companhia atua na América do Sul para a produção e comercialização de tubos, conexões e acessórios de PEAD de grandes diâmetros (de 100 mm a 1200 mm) para aplicação em sistemas de saneamento, drenagem, detenção e retenção de água. Atende principalmente aos mercados de infraestrutura, mineração, agricultura, aterros sanitários e drenagem esportiva. “A inovação dos produtos da TIGRE-ADS é nossa principal estratégia para atuar no mercado brasileiro, que desconhece nosso conceito moderno em soluções de PEAD para grandes obras de infraestrutura. Cito o Brewery Parkade, um gigantesco centro comercial de 42 acres inaugurado em 2001, que utilizou em seu projeto nosso sistema de retenção e detenção de águas pluviais. Foram instalados 5 mil metros de tubos corrugados de dupla parede e diâmetro interno de 1.200 mm, resultando em uma capacidade de armazenamento e escoamento de 8,5 milhões de litros de água, afirma Joseph Chlapaty, CEO da ADS.

Um dos principais motivos para a construção de uma fábrica no Brasil foi ter uma estrutura capaz de atender os importantes projetos que o País implementará nos próximos anos. “Temos uma expectativa muito positiva para o desenvolvimento de grandes obras por conta dos eventos esportivos, como a Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas em 2016”, completa Evaldo Dreher, presidente da Tigre.

No Brasil, os tubos TIGRE-ADS já estão sendo utilizados no projeto Água Viva de Uberaba (MG) para um sistema de esgotamento sanitário e também no município de Cruz das Almas, na Bahia. “Podemos citar algumas vantagens de nossos produtos em relação a outros materiais: dependendo do tipo de solo, o tempo de instalação é três a cinco vezes mais rápido; a relação custo x benefício é superior, chegando a 10% de economia; e o tempo médio de vida útil do produto é 75 anos, em média, entre outros”, explica Igor Nelsen, gerente geral da TIGRE-ADS no Brasil.

A cidade de Rio Claro está a 177 km de São Paulo e foi escolhida para abrigar a fábrica da joint venture, ao lado do complexo industrial da Tigre. A cidade possui excelentes vias de escoamento de produtos e mão-de-obra qualificada. A planta possui quatro linhas de produção com processos automatizados de tubos corrugados de parede simples e de parede dupla (drenagem e saneamento), conduítes corrugados de PEAD (energia, telecomunicações e predial) e Sistemas de Retenção & Detenção / Conexões Padrão e Customizadas.

Tigre em números

Presente no mercado brasileiros há 70 anos
20 fábricas no Brasil e no exterior
Mais de 6.763 funcionários
Volume produzido de mais de 350 mil toneladas/ano

ADS em números

Presente no mercado americano há 45 anos
42 fábricas e 30 Centros de Distribuição
2.800 funcionários
Volume produzido de mais de 270 mil toneladas/ano

SOBRE A TIGRE

A Tigre é a multinacional brasileira líder na fabricação de tubos, conexões e acessórios em PVC no Brasil e na América do Sul e uma das maiores do mundo. Referência nos mercados Predial, de Infraestrutura, Irrigação e Indústria, é reconhecida também pela sua cultura de valorização das pessoas. Fundada em 1941, tem oito plantas no Brasil, incluindo fábrica de pincéis (Pincéis Tigre), perfis de PVC (Claris) e acessórios (Plena), e 12 no exterior (Argentina, Bolívia (2), Chile (3), Colômbia, Equador, Peru, Estados Unidos, Paraguai, Uruguai). Conta com 6.763 funcionários e mais de 350 mil toneladas de produtos são fabricados anualmente. O faturamento em 2009 foi de R$ 2,3 bilhões.

SOBRE A ADS

Drenagem Advanced Systems, Inc. (ADS) é o maior produtor mundial de tubo corrugado em polietileno de alta densidade (PEAD). Fundada em 1966, tem uma rede global de 42 fábricas e mais de 30 centros de distribuição. Além do seu carro-chefe, os tubos N-12, a empresa oferece uma linha completa de conexões e outros acessórios, incluindo produtos renomados como: StormTech ®, Nyloplast ®, BaySaver Technologies ®, FLEXSTORM ™ Inlet Filtros e vários geotêxteis.

SOBRE A TIGRE-ADS

A TIGRE-ADS é uma joint venture criada em 2009 pela brasileira Tigre e pela americana ADS (Advanced Drainage Systems Inc.) para atuar na produção e comercialização de tubos corrugados de Polietileno de alta densidade (PEAD) para sistemas de drenagem, saneamento e detenção, retenção e infiltração. A empresa atende aos mercados de infraestrutura, mineração, irrigação, aterros sanitários e drenagem esportiva. Sua atuação é na América do Sul com sede em Santiago, Chile, onde possui duas fábricas. A terceira unidade inaugurada em março de 2011 fica localizada no Brasil, na cidade de Rio Claro, interior de São Paulo. Na América do Sul, a empresa conta com 175 funcionários e investiu US$ 40 milhões no triênio de 2009 a 2011, para dar suporte à construção de suas plantas e início das operações.

Fonte: Tigre

Amanco Brasil agora se chama Mexichem Brasil e acelera seu crescimento em 2011

14/03/2011
A Amanco Brasil mudou sua denominação para Mexichem Brasil, e incorporará as outras empresas da Mexichem no Brasil: Bidim, Plastubos e Doutores da Construção.

A Amanco Brasil é hoje uma das empresas da Mexichem, grupo mexicano de empresas químicas e petroquímicas, líder na América Latina nas cadeias produtivas do flúor e do cloro-vinil. Esta unificação é o ápice de um processo de integração que vem ocorrendo gradualmente nos últimos anos. 

Em 2007, a Mexichem ingressou no maior mercado de tubos e conexões da América Latina ao adquirir o Grupo Amanco. Neste mesmo ano, o grupo também adquiriu a Plastubos, também fabricante de tubos e conexões no Brasil, ampliando sua atuação neste setor. Em 2008, a Mexichem comprou a Bidim, líder no mercado nacional de geotêxteis nãotecido.

Segundo Marise Barroso, que já comandava as quatro empresas e agora assume o cargo de presidente da Mexichem Brasil, a criação desta nova companhia faz parte da estratégia corporativa global da Mexichem de integração vertical de sua cadeia produtiva, com o objetivo de responder às necessidades da indústria química tanto no relacionamento com clientes corporativos como com o consumidor final, por meio de suas marcas comerciais. “Esta mudança contribui também para acelerar o crescimento e fortalecer a atuação do Grupo no Brasil”, declara Marise.

As marcas comerciais e suas respectivas estratégias serão mantidas. As três marcas comerciais – Amanco, Plastubos e Bidim – tiveram um crescimento muito expressivo em 2010, e, somadas, as suas vendas, representam um crescimento de 18% em comparação a 2009, enquanto o aumento na venda de materiais básicos para construção no ano passado foi de 9,28% segundo a Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção).

De acordo com Marise Barroso, a unificação da atuação da Mexichem sob uma única empresa será benéfica tanto para consumidores como para colaboradores. A gestão também será facilitada. “Teremos ganhos importantes de eficiência operacional, e os colaboradores, ganhos em termos de empregabilidade e benefícios”.

Perspectivas
A Mexichem Brasil pretende investir R$ 148 milhões em 2011. O valor inclui aumento de 20% na capacidade de produção das fábricas, desenvolvimento de novos produtos, comunicação das marcas comerciais na mídia e nos pontos de venda do varejo da construção e capacitação profissional.

As vendas líquidas da Mexichem Brasil no ano passado somaram R$ 946 milhões, um crescimento de 18% em comparação a 2009. A empresa apresentou um Ebitda (resultado operacional antes da depreciação, despesas financeiras e impostos) superior ao do ano anterior em 20% e um aumento de 14% no volume de produção. 

“Os resultados superam nossas expectativas iniciais e são fruto da nossa estratégia de negócio fundamentada no conceito de triplo resultado (econômico, social e ambiental). Além disso, o setor de construção civil está bastante aquecido e as três marcas comerciais – Amanco, Plastubos e Bidim –, ganharam participação de mercado”, afirma Marise Barroso.

Sobre a Mexichem Brasil
A Mexichem Brasil é a subsidiária brasileira do Grupo Mexichem, com atuação nos setores de tubos e conexões e de geotêxteis nãotecido. É resultado da incorporação das empresas controladas pela Mexichem no Brasil: Amanco, Plastubos, Bidim e Doutores da Construção. É detentora das marcas comerciais Amanco, Plastubos e Bidim. Possui cerca de 3 mil colaboradores e nove fábricas: Joinville (duas), Sumaré (SP), Suape (PE), Uberaba (MG), Ribeirão das Neves (MG), Araquari (SC), Maceió (AL) e São José dos Campos (SP). Sua sede administrativa está localizada em São Paulo, capital.

Sobre a Mexichem
Mexichem é um grupo mexicano de empresas químicas. Com respaldo de mais de 50 anos de trajetória, a Mexichem atua nas cadeias produtivas do flúor e do cloro-vinil, sendo líder em toda América Latina nos dois segmentos de negócio. Exporta para mais de 50 países. Suas vendas líquidas em 2010 totalizaram US$ 2,9 bilhões.

Fonte: Ketchum Estratégia

Pickler vende máquina no primeiro dia da Interplast

24/08/2010

A fabricante de dispositivos e equipamentos especiais para a indústria de transformação de plásticos, Pickler Máquinas começa bem a sua participação na Interplast 2010, com a venda de uma extrusora dupla rosca já no primeiro dia da feira. A extrusora custa aproximadamente R$ 400 mil reais e foi vendida para um fabricante de Goiás. A máquina de alta produção se destinada à fabricação de perfis e tubos de PVC.  “É a primeira vez que expomos na feira, e vender no primeiro dia nos deu uma grande expectativa de mais negócios”, diz Jucelino Pickler, sócio-diretor da Pickler, que já planeja o retorno para as próximas edições da Interplast.

A Pickler é de Joinville e está há mais de 10 anos no mercado. Fabricante de dispositivos e equipamentos especiais para as indústrias de transformação plástica, realiza estudos e pesquisa no setor, e fabrica periféricos nesta área para variados produtos.

Fonte: Messe Brasil

TIGRE dobra sua capacidade produtiva no Equador

04/08/2010

A Tigre, líder no mercado da America do Sul de tubos e conexões, adquire a planta industrial e os ativos de produção de tubos de PVC da equatoriana Israriego, empresa anteriormente controlada pela Plastro Irrigation de Israel e recentemente comprada pela Deere & Co. Com esta compra, a Tigre soma 8% ao seu market share no Equador. Desta forma, a empresa fortalece sua atuação neste país, agrega uma área de 15 mil m², e aumenta sua capacidade produtiva em tubos de PVC.

Essa negociação está relacionada à estratégia da Tigre de expansão internacional e consolidação da liderança em todos os mercados onde o Grupo atua. A Tigre está presente em Quito com uma unidade fabril e um centro de distribuição desde 2007. Desde então tem registrado um crescimento expressivo, comparando o primeiro semestre de 2010 com o mesmo o período do ano passado, a Tigre Equador apresenta um crescimento superior a 60%.

“Com esse investimento teremos um posicionamento mais fortalecido no Equador e nos demais mercados da América do Sul”, declara Maria Aparecida Hallack, Vice-Presidente da Tigre de Negócios Internacionais.

Vale ressaltar que a Tigre Equador agregará também uma eficiente rede de distribuição, fazendo com que consumidores (final e revenda) tenham uma gama mais completa de produtos e serviços.

Tigre e sua atuação no exterior

A Tigre está entre as 10 empresas brasileiras mais internacionalizadas segundo o estudo da Fundação Dom Cabral, “Transacionais Brasileiras 2010”, pelo segundo ano consecutivo. Hoje, possui 12 fábricas no exterior, concentradas no continente Americano, e mantém negócios com mais de 40 países, que representam 25% de seu faturamento anual (em 2009, a Tigre registrou receita de R$ 2,3 bilhões).

No primeiro semestre de 2010, o Grupo Tigre teve crescimento de 34% e duplicou o seu resultado operacional, em relação ao mesmo período de 2009, em todas suas unidades no exterior.

A TIGRE NO EXTERIOR

Número de fábricas: 12 (Argentina, 2 na Bolívia, 3 no Chile – incluindo as plantas da joint-venture TigreADS, Colômbia, Equador, Peru, Estados Unidos, Paraguai, Uruguai)

Funcionários no exterior: 1.500

Contratações no exterior em 2009: 200 colaboradores

SOBRE A TIGRE

A Tigre é a multinacional brasileira líder absoluta na fabricação de tubos, conexões e acessórios em PVC na America do Sul e uma das maiores do mundo. Referência nos mercados Predial, de Infraestrutura, Irrigação e Indústria, é reconhecida também pela sua cultura de valorização das pessoas. Fundada em 1941, tem 8 plantas no Brasil, incluindo fábrica de Pincéis (pincéis Tigre), perfis de PVC (Claris) e acessórios (Plena), e 12 no exterior (Argentina, Bolívia (2), Chile(3), Colômbia, Equador, Peru, Estados Unidos, Paraguai, Uruguai). Conta com 6.250 funcionários e mais de 300 mil toneladas de produtos são fabricados anualmente. O faturamento em 2009 foi de R$ 2,3 bilhões.

Fonte:  Tigre

K-2010 Düsseldorf: A indústria de plástico tem muitas inovações em estoque para o setor de construção civil.

01/07/2010

Poucos segmentos econômicos na Europa e América do Norte foram atingidos tão fortemente pela crise econômica de 2009 quanto o setor da construção civil. As vendas de tubos, perfis e chapas caíram dramaticamente. Não somente os fabricantes de produtos semi-acabados, mas também os transformadores de plásticos e fabricantes de máquinas experimentaram uma queda significante nos seus negócios. Na época da K 2010 – a feira líder mundial da indústria de plásticos que ocorrerá em Düsseldorf entre 27 de outubro e 3 de novembro – os fabricantes de tubos, perfis, chapas e materiais de isolamento térmico estão aguardando uma revitalização dos negócios.

A situação atual do mercado é difícil de ser avaliada. Embora poucos números precisos estejam disponível, parece que a crise atingiu o seu fundo no meio de 2009 e o mercado então se estabilizou em um nível baixo. Se o mercado dos Estados Unidos for tomado com indicador, um estudo publicado pelo instituto de pesquisa de mercado Freedonia Group (Cleveland, Ohio, USA) no início de 2010 dá um motivo para esperança.

Apesar disto, diz o instituto de pesquisa de mercado, o crescimento global na indústria da construção entre 2008 e 2013 ficará bem abaixo do registrado entre 2003 e 2008, com uma média anual de 2,9% contra um valor médio de crescimento de 7% ao ano  no quiquênio anterior.  De acordo com o Kunststoff Information – o serviço de informações da indústria de plásticos da Alemanha –  espera-se um declínio moderado na Europa Ocidental em 2010, com a recuperação ainda fora do horizonte até 2011.

Quando se  considera a situação de mercado para certos produtos,  percebe-se que os negócios com perfis caíram em uma extensão maior  do que os negócios com tubos e ambos estão em uma situação muito pior do que os negócios com painéis para isolamento.  Estes últimos se beneficiaram da crescente consciência ambiental e de programas de incentivos governamentais para projetos de isolamento térmico – especificamente nos países desenvolvidos da Europa Ocidental e Estados Unidos.

Profissionais da indústria identificam duas razões principais para o declínio acentuado do mercado de perfis, onde quedas de até 70 % em 2009 foram relatadas. Estas razões são a forte dependência de um único produto – o perfil principal de janelas – e o fato de que a demanda da Europa Oriental – e,  primariamente, da Rússia – encolheu para quase nada.

PVC permanece com o material preferido.

De modo global, os fabricantes europeus de perfis para janelas transformaram mais de 1.6 milhões de toneladas de PVC em 2008 e geraram vendas de mais de 4 bilhões de Euros, contando com uma força de trabalho de mais de 20.000 profissionais.  As últimas novidades da indústria incluem perfis coloridos, perfis com mais de 5 câmaras,  profundidades de instalação acima de 80 mm e perfis com uma camada central de material reciclado. A demanda por estes perfis está sendo alimentada principalmente pelo desejo de se economizar energia.  Na Europa Oriental, a demanda é principalmente para janelas brancas padrão. Para regiões de climas mais quentes,  a Tecnologia de Escudo Solar (Solar Shield Technology – SST), por exemplo, está criando um nome para si, explorando as propriedades refletoras de pigmentos coloridos para reduzir a irradiação térmica e tornando possível que perfis laminados em filme sejam expostos a temperaturas acima de 70 graus C .

Apesar de muitas inovações de produtos, os negócios com perfis de PVC sofreram quedas maciças em vendas durante os últimos 18 meses. Para se preparar para o futuro, várias companhias optaram por fusões e alianças estratégicas. Existe uma tendência em direção a linhas de produção completas, com uma boa razão preço-desempenho,  e a soluções bem balanceadas de máquina única.

Na Alemanhã, cerca de 80 % de todas as janelas velhas são agora recicladas. Esta abordagem integrada oferece novas oportunidades futuras para a indústria de PVC e aplicações de PVC no setor de construção civil – e não somente na Alemanha e Europa.

Mercado de compósitos de madeira plástica continua a crescer.

Compósitos de madeira plástica (WPCs) estão ainda passando por desenvolvimentos adicionais significativos e mostrando potencial para crescimento. De acordo com com o nova-Institut GmbH em Hürth, Alemanha, estes produtos alternativos estão tendo crescentes quantidades de vendas, mesmo durante a crise. Hoje, diz o Instituto, mais de 1,5 milhões de toneladas de compósitos de madeira plástica estão sendo produzidos ao redor do mundo, principalmente na América do Norte (aproximadamente 1 milhão de toneladas), China (200.000), Europa (170.000) e Japão (100.000). Na Europa, a Alemanha – com 70.000 toneladas – é o produtor líder e também o fabricante de máquinas líder.

Enquanto nos Estados Unidos os compósitos de madeira plástica são usados como produtos de construção em “decks”, cercas, trilhos e revestimentos laterais, as suas aplicações na Europa também se estendem à indústria automotiva e outros setores.  Porém, o principal produto na Europa também são os “decks” (chapas para pisos),  que vem alcançando um crescimento de vendas anuais na casa dos dois dígitos.

Estrutura de Multi-camadas deve se tornar o padrão para tubos.

16 milhões de toneladas de plásticos foram transformados em tubos ao redor do mundo em 2008.  Aqui, novamente, PVC é a matéria-prima preferida, com uma participação de mercado de cerca de 65%, seguido do Polietileno (PE) e Polipropileno (PP). Com o aumento dos custos de matéria-prima e energia e especificações cada vez mais severas em termos de funcionalidade para tubulações, há uma demanda crescente para tubos multi-camada, tais como tubos de pressão em Polietileno de Alta Densidade (PEAD) com uma camada externa de Polipropileno como proteção contra choques e cargas de impacto. Graças à sua adaptabilidade a várias tarefas de processo, os tubos de plástico estão conquistando mais e mais campos de aplicação.

Os fornecedores de linhas de extrusão de tubos estão se concentrando não somente nas mudanças de especificações, mas também em linhas energeticamente econômicas, eficientes e com alta relação benefício/custo.  Eles  tem desenvovido sistemas especiais de refrigeração, por exemplo, que reduzem a seção de resfriamento à metade ou duplicam o desempenho ou, ainda,  aumentam a produção, enquanto, simultaneamente, melhoram a qualidade dos tubos.

Estas e outras novidades estarão à mostra de 27 de Outubro a 3 de Novembro na K 2010, em Düsseldorf, na Alemanha. A feira líder mundial da Indústria de Plásticos estará apresentando uma visão geral da produção de tubos, perfis, chapas plástics e materiais de isolamento para uso na indústria da construção civil.

Fonte: Messe Düsseldorf