Archive for the ‘Acordo Internacional’ Category

Philadelphia Eagles e Braskem lançam parceria em sustentabilidade nos Estados Unidos

11/09/2018

Atual campeão da NFL e petroquímica brasileira se unem em programas de reciclagem

A Braskem anunciou que o atual vencedor do campeonato da NFL (National Football League), o Philadelphia Eagles, se tornou um parceiro de reciclagem da companhia nos Estados Unidos. A cooperação, assinada por um período de nove anos, será focada em sustentabilidade e sinaliza o compromisso com programas de desenvolvimento ambiental e da comunidade.

A parceria inclui o desenvolvimento de um programa de coleta e reciclagem para tampas de garrafas e outros produtos plásticos utilizados no estádio Lincoln Financial Field e no centro de treinamento do time, e uma plataforma de educação online para 30 escolas públicas da região da Filadélfia, localizada no estado norte-americano da Pensilvânia, com o objetivo de ensinar alunos sobre oportunidades de carreira nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, visando inspirar a próxima geração de líderes nestes campos.

“A Braskem é líder mundial em sustentabilidade e valoriza muito soluções renováveis, desenvolvimento comunitário e educação”, conta Don Smolenski, presidente do Philadelphia Eagles. “Estamos empolgados por utilizar a expertise da Braskem para aprimorar o nosso programa Go Green. Além disso, estamos ansiosos para apoiar o compromisso da companhia com a educação na área de ciências e exatas que servirá para inspirar e motivar estudantes em toda a região da Grande Filadélfia”.

Com sede norte-americana na cidade de Filadélfia, a Braskem atua no setor químico e petroquímico e tem participação relevante em várias cadeias produtivas essenciais para o desenvolvimento econômico e para a criação de soluções sustentáveis para melhoria da vida das pessoas em áreas como moradia, alimentação e transporte.

“Os Philadelphia Eagles têm sido líderes em sustentabilidade, não apenas em sua cidade, mas nos esportes profissionais como um todo”, diz Mark Nikolich, vice-presidente de Poliolefinas América do Norte. “Estamos empolgados com essa nova parceria em que, além do programa de reciclagem de ciclo fechado no Lincoln Financial Field, estádio dos atuais campeões, também coletaremos e reciclaremos tampas de garrafas em escolas da região, o que proporcionará um impacto ainda maior para a ação, educando o público sobre os benefícios da reciclagem”.

Como parceiros em sustentabilidade, os Eagles e a Braskem vão trabalhar para desenvolver e estimular soluções ecologicamente corretas para comunidades em toda a região da Filadélfia. Algo inédito nesta nova parceria será a utilização de tampas de garrafas coletadas no centro de treinamento do time. O processo de coleta e reciclagem serão destacados em uma zona interativa para fãs localizada no HeadHouse Plaza do Lincoln Financial Field.

O portão nordeste do Lincoln Financial Field será rebatizado de Portão Braskem. Além disso, os parceiros vão desenvolver juntos conteúdos para conscientização sobre reciclagem para serem divulgados nos canais digitais e sociais do time.

Fonte: Braskem

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Ferramentaria americana R&D/Leverage faz parceria com a Btomec, de Joinville

16/07/2018

Em um esforço para expandir seu negócio de moldes de injeção-sopro ISBM / IBM (Injection Stretch Blow Mold / Injection Blow Mold) para a América Latina, a R & D / Leverage, um fabricante americano de moldes e fornecedor de soluções em embalagem com mais de 43 anos de experiência, se alinhou com a BTOMEC no Brasil, segundo anúncio divulgado pela empresa em 10/07. Esta parceria ocorre em sequência ao recente anúncio da aliança com a Artis Matriz para apoiar as necessidades e demandas de seus moldes de pré-formas na América do Sul.

A BTOMEC Ferramentaria e Usinagem de Precisão, com sede em Joinville (SC), é especializada na fabricação de moldes para tampas e sistemas de fechamento, componentes duplos e triplos, dispositivos médicos, cuidados bucais, paredes finas e transmissão ótica e atua há mais de 33 anos no mercado brasileiro.

A nova parceria desenvolvida com a BTOMEC permite que os moldes ISBM / IBM da R&D / Leverage sejam vendidos e tenham suporte local na América do Sul. Na maioria dos casos, os moldes ISBM / IBM da R&D / Leverage serão montados no Brasil nas instalações da BTOMEC, com o apoio das equipes técnica e de engenharia da R&D / Leverage. Os clientes da América do Sul terão acesso total à equipe de design e desenvolvimento de ferramentas da R&D / Leverage nos EUA.

Michael Warkentien, Diretor de Negócios da R & D Leverage na América Latina explica: “Depois de trabalhar no Brasil por vários anos na indústria de plásticos, estou empolgado em trazer moldes de estágio único da R&D / Leverage para essa região. Meu primeiro objetivo era identificar uma empresa com a qual pudéssemos colaborar e que tivesse os procedimentos adequados, qualidade e processos repetíveis para garantir nosso sucesso. Através de pesquisas extensivas das principais ferramentarias no Brasil, fiquei feliz em identificar a BTOMEC ”.

Wiland Tiergarten, Diretor e CEO da BTOMEc concorda: “Esta parceria com A R&D / Leverage nos deixa muito empolgados e toda a equipe BTOMEC está motivada para interagir e trocar conhecimentos com este fabricante líder de moldes ISBM. Com nossa parceria, o mercado de moldes na América do Sul sobe para um novo patamar, uma situação ganha-ganha para nossos clientes que irão desfrutar do know-how e da qualidade dos produtos e processos das duas empresas”.

A R&D/ Leverage tem sede no Missouri, nos EUA, e atende às indústrias de alimentos e bebidas e fornece soluções para casa, higiene pessoal e saúde. A R&D/Leverage oferece tanto soluções de embalagem como capacidade de fabricação de moldes. Os recursos para soluções de embalagem são o desenvolvimento, validação e implementação de conceitos. Na área de moldes, as potencialidades da empresa incluem a fabricação de moldes para PET, ferramentas IBM, moldes de injeção, bem como desenvolvimento de moldes, teste, validação e treinamento.

A R & D / Leverage Europe é um dos principais fornecedores mundiais de ferramentas de molde de sopro de estágio único, incluindo avaliação de produtos, projeto de ferramentas, manufatura e assistência técnica. A empresa também dispõe de máquinas de moldagem por sopro-injeção, nas quais a empresa oferece fabricação de pilotos, testes de materiais e cores e qualificação de ferramentas de produção.

Fonte: R&D Leverage

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Odebrecht S.A. inicia tratativas com LyondellBasell para venda da Braskem

15/06/2018

A LyondellBasell, uma das maiores companhias de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, e a Odebrecht S.A., acionista controladora da Braskem, anunciaram, hoje, em um comunicado conjunto, que as companhias iniciaram tratativas exclusivas sobre uma potencial transação entre LyondellBasell e Braskem.

As companhias declararam conjuntamente:

“LyondellBasell e Braskem compartilham uma forte cultura de excelência operacional e legados de inovação. Acreditamos que a potencial combinação das forças complementares, portfólios de produtos e áreas operacionais de LyondellBasell e Braskem criariam um valor significativo aos nossos acionistas, clientes e colaboradores.

O Conselho de Administração e a administração da Braskem foram informados sobre a existência dessas discussões. As discussões são preliminares e nenhum acordo foi alcançado. As partes precisarão, dentre outras coisas, concluir a due diligence apropriada, negociar contratos definitivos e obter aprovações societárias. Não há garantias de que as tratativas resultarão em uma transação ou dos termos em que a potencial transação poderá ocorrer. LyondellBasell e Odebrecht S.A. não pretendem fazer qualquer comentário adicional salvo se ou até que as tratativas sejam concluídas ou seja exigido pela lei aplicável.”

A Braskem divulgou hoje também Fato Relevante ao mercado, nos seguintes termos:

“A Braskem S.A., em atendimento ao disposto na Instrução CVM nº 358/02, vem comunicar aos seus acionistas e ao mercado em geral que foi informada pela Odebrecht S.A., sua acionista controladora, do início de tratativas com a LyondellBasell, companhia aberta com sede em Roterdã, visando uma potencial transação envolvendo a transferência à LyondellBasell da totalidade da participação da Odebrecht S.A. no capital social da Braskem.

Segundo a Odebrecht S.A., as negociações estão em estágio preliminar e foi concedida exclusividade à LyondellBasell no âmbito das tratativas, que são regidas por acordo de confidencialidade.

Foi informado também que a conclusão da Transação está sujeita, dentre outras condições, a due diligence, negociação dos contratos definitivos e obtenção das aprovações societárias, não existindo, nesta data, qualquer obrigação vinculante entre LyondellBasell e Odebrecht S.A. nem garantia de que as tratativas resultarão em uma Transação.

Por fim, foi ressaltado que caso a Transação seja concretizada serão garantidas aos demais acionistas da Companhia as mesmas condições que vierem a ser negociadas para a Odebrecht S.A.

A Companhia manterá seus acionistas e o mercado informados de qualquer informação relevante que tiver acesso sobre o assunto. “

Fonte: Braskem

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BASF e empresa coreana DONG-IL CNE assinam acordo para desenvolvimento de soluções em compósitos de poliuretano para as indústrias da construção e infraestrutura

30/11/2017

A Basf e a Dong-il Cne assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) para desenvolver postes de eletricidade leves e inovadores, bem como tubos para óleo e gás e outras soluções voltadas para infraestrutura avançada. Na etapa inicial da parceria, a Dong-il Cne fornecerá sua experiência de fabricação para a produção de postes de eletricidade com a marca Basf , feitos com o poliuretano (PU) Elastolit® da BASF. Os parceiros também vão explorar outras aplicações de materiais leves para atender à crescente demanda por compósitos mais resistentes e leves para as indústrias de construção e infraestrutura.

“Estamos muito satisfeitos com a parceria com a Dong-il Cne na busca de novas oportunidades, abordando o mercado global de compósitos, que tem a estimativa de atingir quase 40 bilhões de dólares em 2021”, afirma Andy Postlethwaite, vice-presidente sênior da divisão da BASF de Materiais de Performance. “Nossos postes de eletricidade ultraleves ajudarão a fornecer eletricidade, sem interrupções, para cidades em toda a Ásia, principalmente em áreas onde as condições climáticas são extremas, como Filipinas, Indonésia, Malásia, Coréia, Japão e Austrália”.

Com o acordo, a Basf e a Dong-il Cne também irão pesquisar várias novas tecnologias, incluindo pultrusão de PU, PU com enrolamento filamentar de fibra de carbono, assim como tubos de óleo e gás com processos de enrolamento filamentar de PU que suportam altas temperaturas.

“Ao combinar as vastas competências da Basf em tecnologias e materiais compósitos com as nossas capacidades integradas de fabricação, essa parceria criará novas aplicações de materiais que irão ajudar a enfrentar os desafios de infraestrutura urbana trazidos pelo aumento populacional em toda a Ásia”, considera Choi Young Ki, presidente da Dong-il Cne . A empresa possui uma extensa experiência de fabricação no mercado de materiais compósitos de alto desempenho na Ásia, abrangendo as indústrias automotiva, de construção naval, construção civil e engenharia civil, bem como a indústria química.

Os postes de eletricidade fabricados com PU utilizando a tecnologia exclusiva de enrolamento filamentar da Basf são extremamente leves e robustos, além de flexíveis. Segundo a empresa, os postes conseguem resistir a condições climáticas extremas, como tufões, e podem ser otimizados para condições específicas. Além disso, eles pesam menos e são ainda mais duráveis e resistentes do que os postes de concreto tradicionais, garante a empresa.

Sobre a Dong-il Cne Corporation: Desde a sua fundação em 1980, a Dong-il Cne tornou-se a única empresa profissional do país a oferecer um serviço completo para prevenção da poluição ambiental e fabricação de compósitos. Além disso, produzem materiais compósitos de alto desempenho amplamente utilizados em toda a indústria, incluindo automotivas, de construção naval, construção civil e engenharia civil, bem como a indústria química.

Sobre a Basf : O Grupo Basf conta com aproximadamente 112 mil colaboradorese o seu portfólio é organizado em 5 segmentos: Químicos, Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais, Soluções para Agricultura e Petróleo e Gás. A Basf gerou vendas de mais de € 58 bilhões em 2016.

Fonte: BASF

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Solvay e Strata criam joint venture nos Emirados Árabes Unidos na área de materiais aeroespaciais para fornecer à Boeing

23/11/2017

  • A parceria expande a capacidade industrial dos Emirados Árabes Unidos com planta industrial para fabricação de fibra de carbono pré-impregnada de alta tecnologia, na cidade de Al Ain
  • A unidade será comissionada em 2020 e vai ancorar um setor de fabricação avançado em franco crescimento

A Solvay, empresa internacional de multiespecialidades químicas, e a Strata, empresa de fabricação de aeroestruturas de compósitos, formalizaram joint venture (JV) para fornecer materiais compósitos avançados para a Boeing, a serem fabricados em uma planta de alta tecnologia a ser construída em Al Ain, nos Emirados Árabes Unidos. Após a assinatura do acordo de JV, os parceiros buscarão as devidas aprovações das autoridades que regulam a concorrência.

Essa joint venture 50/50 será o primeiro fornecedor de fibras de carbono pré-impregnadas (também conhecidas como “prepregs”) dos Emirados Árabes Unidos. O material possui alto desempenho e durabilidade, sendo usado na fabricação de estruturas de compósitos para aplicações aeronáuticas/aeroespaciais, incluindo a aeronave de última geração da Boeing, o avião 777X.

A parceria marca a entrada da Solvay na produção de materiais avançados nos Emirados Árabes Unidos e a entrada da Mubadala, por meio da sua subsidiária integral Strata, na fabricação destes materiais para a indústria aeroespacial.

“Nos últimos dez anos, a Mubadala ajudou a criar uma indústria aeroespacial avançada e sustentável, de alinhada com a visão de diversificação econômica de Abu Dhabi”, disse Khaled Abdulla Al Qubaisi, CEO da área aeroespacial, renováveis e ICT da Mubadala. “Este acordo com a Solvay se encaixa perfeitamente na nossa estratégia de crescimento, focalizando nas capacidades de fabricação de alta tecnologia e demonstrando o nosso compromisso de fornecer produtos competitivos para os principais fabricantes de equipamentos originais (OEM’s, na sigla em inglês) do mundo”.

“A joint venture demonstra as potencialidades da Solvay em tecnologias de compósitos aeroespaciais, inclusive para estruturas primárias de aeronaves, como um pilar de crescimento para nosso negócio de materiais avançados”, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay.

A nova instalação industrial de cerca de 800 metros quadrados fornecerá fibras de carbono pré-impregnadas à Boeing para aplicações de estrutura primária nos seus novos aviões 777X. A tecnologia de prepreg da Solvay consiste em reforços de fibras pré-impregnadas com uma matriz de resina, usadas para fabricar peças de compósitos, proporcionando desempenho excepcional com menor peso em comparação com estruturas metálicas, afirma a empresa.

Badr Al-Olama, presidente da Strata Manufacturing e diretor do setor aeroespacial, afirmou que o acordo é uma história de sucesso dos Emirados Árabes Unidos para a Strata e sua acionista Mubadala. “Estamos orgulhosos em ser parte integrante da cadeia de suprimentos aeroespaciais global e por expandir nossa parceria com a Boeing por meio desta entrada na fabricação de materiais avançados”, disse.

“A Solvay irá trazer sua expertise técnica em materiais compósitos avançados para esta parceria e aproveitar sua relação comercial de longa data com a Boeing para transformar essa parceria em um sucesso”, afirmou Carmelo Lo Faro, presidente da Unidade Global de Negócio Composite Materials da Solvay.

O conteúdo em compósitos das aeronaves de última geração continua a crescer à medida que os fabricantes de grandes aeronaves comerciais buscam reduzir o peso, melhorar a eficiência de combustível e reduzir as emissões de CO2.

Sobre o Grupo Solvay: A Solvay é uma empresa química de multiespecialidades, oferecendo produtos e soluções para aviões, carros, dispositivos inteligentes e médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre outras aplicações que promovem a sustentabilidade. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 27.000 pessoas em 58 países. O faturamento líquido pro forma foi de € 10,9 bilhões em 2016, dos quais 90% foram obtidos em atividades nas quais a Solvay está entre as 3 maiores empresas do mundo. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Sobre a Mubadala: A Mubadala Investment Company é uma investidora global pioneira que aplica capital para acelerar o crescimento econômico de longo prazo de Abu Dhabi. Como a principal empresa de investimentos estratégicos de Abu Dhabi, a Mubadala atua em 13 setores e em mais de 30 países ao redor do mundo, criando valor para o seu principal acionista, o governo de Abu Dhabi. Esse trabalho inclui o desenvolvimento de líderes industriais globais em setores como aeroespacial, ICT, semicondutores, metais, mineração e energia renovável e a gestão de diversas participações financeiras. A empresa aproveta a sua expertise em em petróleo e gás para investir em todo o espectro de hidrocarbonetos e aumentar o potencial de crescimento dos Emirados Árabes Unidos, por meio de investimentos em serviços de saúde, imóveis e defesa.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Braskem assina parceria com Haldor Topsoe para desenvolvimento de processo de obtenção do Monoetilenoglicol a partir de açúcar

23/11/2017

  • As empresas investem na construção de uma planta de demonstração na Dinamarca
  • O Monoetilenoglicol (MEG) é um componente da produção de PET

A Braskem e a dinamarquesa Haldor Topsoe, líder mundial em catalisadores e ciência de superfícies, assinaram um acordo de cooperação tecnológica para desenvolver uma rota pioneira de produção de monoetilenoglicol (MEG) a partir de açúcar. A parceria inclui a construção de uma unidade de demonstração na Dinamarca, com início de operações previsto para 2019.

O MEG é um componente fundamental para a produção de PET, resina importante para os setores têxtil e de embalagens e amplamente utilizada para a fabricação de garrafas. O projeto tem como foco a conversão de açúcar em MEG em uma única unidade industrial, o que reduz o investimento inicial na produção e impulsiona a competitividade do processo. Trata-se de um processo de duas etapas desenvolvido nos laboratórios da Topsoe com seus próprios catalisadores.

“Essa iniciativa inovadora combina uma tecnologia de ponta com profunda experiência em design de processos, aumento de escala e operação industrial, que vai nos permitir levar a química renovável a um outro nível. Depois do Polietileno Verde, este é outro passo relevante em nossa visão de utilizar biopolímeros como ferramentas de captura de carbono e para continuar contribuindo com um futuro mais sustentável”, afirma Mateus Lopes, gerente de Inovação em Tecnologias Renováveis da Braskem.

Com o acordo, a Braskem vai expandir seu portfólio de produtos renováveis, oferecendo soluções adicionais ao seu polietileno produzido a partir de cana-de-açúcar, comercializado com o selo I’m greenTM. “Com essa parceria, fortalecemos nossa posição de protagonistas no desenvolvimento de soluções inovadoras que irão alavancar a competitividade de diferentes biomassas e complementar as soluções tradicionais oferecidas pelo setor petroquímico”, ressalta Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

“A catálise irá desempenhar um papel de extrema importância no desenvolvimento de soluções sustentáveis para produção de químicos importantes a partir de fontes renováveis como açúcares. Estamos orgulhosos de entregar essa tecnologia pioneira para o projeto com a Braskem, e esperamos aplicar nossas competências, enquanto líderes mundiais dentro da catálise e da engenharia de processo, em uma comercialização futura dessa importante inovação”, afirma Kim Knudsen, vice-presidente executivo da Haldor Topsoe.

A planta de demonstração irá realizar testes para validar a tecnologia e confirmar sua viabilidade técnica e econômica, um passo fundamental antes do início da produção em escala industrial e operação comercial. A unidade terá flexibilidade para validar a tecnologia de diferentes matérias-primas, tais como sacarose, dextrose e açúcares de segunda geração.

Sobre a Braskem: Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, com faturamento de R$ 55 bilhões em 2016. A companhia exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, Estados Unidos, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Sobre a Haldor Topsoe: A Haldor Topsoe é líder mundial em catalisadores e ciência de superfícies com sede na Dinamarca, contando com equipe para desenvolvimento de projetos, P&D,

engenharia e unidades produtivas, além de vendas e atendimento em todo o mundo. Em 2016, a empresa registrou faturamento aproximado de US$ 860 milhões, emprengando 2,6 mil pessoas

Fonte: Braskem

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Braskem fecha parceria com Pegasus Polymers para distribuir Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular na China

02/10/2017

Petroquímica busca expandir o acesso a clientes e mercados

A Braskem anunciou em Setembro sua nova parceria com a Pegasus Polymers para distribuir o UTEC® – Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular (UHMWPE, da sigla em inglês) – na China. A demanda chinesa pela resina tem uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 10,74%, devido ao seu uso em mercados-chave, como separadores de baterias, tubos e fibras.

“Nossa parceria com a Pegasus Polymers confirma nosso compromisso com o mercado mundial de UTEC®. Estamos empolgados por poder continuar a fortalecer e expandir nossos negócios na China, aproveitando ainda mais nosso desenvolvimento de novas aplicações e nossas unidades industriais para oferecer a nossos clientes uma solução proprietária”, afirma Christopher Gee, diretor de negócios globais da Braskem para a UTEC®.

A Pegasus Polymers é uma divisão do Grupo Ravago, fornecedor de serviços número um no mercado global de plásticos, borracha e produtos químicos, e possui escritórios de vendas em Guangzhou, Hong Kong, Fujian, Xangai, Suzhou, Xi’an, Tianjin e Changchun, bem como instalações de distribuição e depósitos em Guangzhou, Xiamen, Xangai, Ningbo, Qingdao e Tianjin.

“Estamos orgulhosos por sermos o distribuidor oficial dos produtos UTEC® da Braskem, na China. Com a rede de vendas da Pegasus, o know-how industrial profundo no produto UHMWPE e no UTEC® de alta qualidade, acreditamos estar trazendo soluções de alto valor agregado para o mercado”, afirma Johnson Huang, diretor comercial da Grande China para a Pegasus.

No início deste ano, a Braskem iniciou suas operações em sua nova fábrica de UTEC® em La Porte, Texas, que complementa a capacidades da linha produtiva de Camaçari, na Bahia. Além disso, a empresa aprimorou suas capacidades de pesquisa e desenvolvimento para a resina ao longo de 2016 no Centro de Inovações e Tecnologia da empresa em Pittsburgh, Pensilvânia. Esses recursos permitem à petroquímica expandir sua liderança técnica em UHMWPE.

A Braskem vem pesquisando oportunidades para expandir sua presença neste mercado, visando beneficiar seus clientes atuais e futuros. Desde a inauguração da nova estrutura de produção de UTEC no Texas, foram desenvolvidos dois novos produtos, atualmente em fase de testes para sua potencial comercialização.

Segundo a Braskem, o UTEC® é um polímero de engenharia com excelentes propriedades mecânicas, como alta resistência à abrasão, resistência ao impacto e baixo coeficiente de atrito. É um produto autolubrificante, de alta resistência, leve e usinável, usado para produtos semiacabados. O UTEC é oito vezes mais leve do que o aço e dura dez vezes mais do que o Polietileno de Alta Densidade, afirma a Braskem. É utilizado em uma vasta gama de aplicações nas seguintes indústrias: automotivo e transporte, eletrônicos, fibras e têxteis, equipamentos industriais e pesados, manuseio de materiais, petróleo e gás, tubulação e mineração, plásticos porosos e recreação e consumidor.

Sobre a Braskem: Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos e teve faturamento de R$ 55 bilhões em 2016. Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Sobre a Pegasus Polymers: O Grupo Ravago é líder global na distribuição, revenda e composição de commodities, engenharia e polímeros especiais de plástico e borracha. Na Ásia, a Ravago tem uma rede de distribuição de mais de 15 escritórios espalhados por 8 locais. A Pegasus Polymers tornou-se parte do Grupo Ravago em 2006 e já vem operando na Ásia desde 1990. Ao longo dos anos, a rede de distribuição de plástico e borracha da Pegasus cresceu significativamente com 8 pontos em toda a China até o momento. A Pegasus fornece um amplo portfólio de produtos de commodities, engenharia e plásticos de alto desempenho para todos os segmentos da indústria. A Pegasus opera sob duas entidades legais. A Pegasus Petrochemical Asia Limited (Hong Kong) e a Pegasus Trading (Shanghai) Co., Ltd. (China) possuem 6 pontos de armazenagem e podem disponibilizar serviços técnicos profissionais aos clientes da UHMWPE na Indústria de hastes e chapas, tubos, fibras, filtração e separadores de baterias.

Fonte: Braskem

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Braskem e A. Schulman firmam parceria para viabilizar solução para rotomoldagem com Polietileno Verde

28/09/2017

Clientes que buscam soluções mais sustentáveis terão à disposição composto com elevado conteúdo renovável

A Braskem acaba de firmar parceria com A. Schulman, líder global e produtor de compostos plásticos e resinas de alto desempenho, para produção e comercialização de uma nova aplicação para o Polietileno Verde: uma solução para o processo de transformação por rotomoldagem. A A. Schulman vai trazer esta solução para o mercado com identificação do selo I’m greenT, que indica o auxílio na redução das emissões de gases de efeito estufa.

Ao identificar uma demanda de mercado por uma solução mais sustentável em produtos rotomoldados, a Braskem trabalhou no desenvolvimento de uma resina que permitisse, a partir da rotomoldagem, produzir peças para aplicações de uso geral, que vão desde brinquedos e mobiliário até utensílios para a indústria agrícola e que poderão conter mais de 50% de Plástico Verde em sua composição.

A A. Schulman, que contribui para a parceria com sua expertise industrial e comercial para atender aos clientes diretamente com um produto adequado às necessidades do mercado, apresentará a novidade durante a Rotoplas 2017, maior exposição da indústria de rotomoldagem, que acontece entre 26 e 28 de setembro, nos Estados Unidos.

“A parceria com A. Schulman vai beneficiar um mercado que necessita de produtos inovadores. O novo composto é mais um passo da indústria petroquímica que reforça o compromisso das companhias com novas soluções que ajudem na redução dos gases efeito estufa”, sinaliza Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

“A A. Schulman tem a honra de ter uma relação colaborativa de longa data com a Braskem e estamos igualmente satisfeitos em ajudar a impulsionar a inovação verde na indústria de especialidades químicas e especificamente para o mercado de rotomoldagem”, afirma Gustavo Perez, vice-presidente sênior e gerente geral para América Latina da A. Schulman.

Inovação
Em março de 2017, com investimentos de R$ 1,7 milhão, a Braskem inaugurou o Centro Brasileiro de Tecnologia e Inovação de Triunfo (RS), um completo laboratório de rotomoldagem que inclui um equipamento Rotoline de tamanho comercial. “Com o investimento, poderemos desenvolver novas soluções para o mercado, concentrando-nos no aumento da diversificação das aplicações e continuar a entregar a inovações neste segmento”, completa Fabiano Zanatta, líder do segmento de rotomoldagem da empresa.

A Braskem conta com uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, e faturamento de R$ 55 bilhões em 2016, envolvendo 8 mil colaboradores. Exporta para clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

A A. Schulman Inc. é um fornecedor internacional líder no mercado de compostos plásticos e resinas de alto desempenho com sede em Akron, Ohio (EUA). Desde 1928, a Empresa vem fornecendo soluções inovativas para atender às demandas de seus clientes, que atuam em diversas áreas de mercado, tais como embalagem, mobilidade, construção, elétricos e eletrônicos, agricultura, cuidados pessoais e higiene, esportes, casa e lazer, serviços e outros. A empresa emprega aproximadamente 4.900 funcionários e possui 54 instalações fabris globalmente. As vendas líquidas reportadas no ano fiscal encerrado em 31 de agosto de 2016 foram de aproximadamente US$ 2.5 bilhões.

Fonte: Braskem

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Solvay assina acordo para vender seu negócio de Poliamida para a BASF

21/09/2017

BASF concorda em adquirir a Poliamida da Solvay por € 1,6 bilhão

O Grupo Solvay assinou um acordo vinculativo com a empresa química alemã BASF para a venda de seus negócios de Poliamida, um passo crucial na transformação da Solvay em uma empresa de química de multiespecialidades.

“O desinvestimento planejado da Solvay na área de Poliamida marca um ponto de virada na transformação profunda que começamos há quatro anos. A conclusão bem-sucedida desta operação reforçará a posição da Solvay como uma empresa produtora de química de multiespecialidades, permitindo um crescimento maior e mais sustentável”, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay.

A BASF é um investidor estratégico para a Poliamida, com a qual a complementará seus negócios e sua presença global. A Solvay e a BASF compartilham o mesmo compromisso com os melhores padrões de saúde, segurança e meio ambiente em seus sites industriais

A área de Poliamida tem aumentado sua lucratividade nos últimos anos. Como um player integrado, suas atividades vão desde a etapa inicial nos intermediários e polímeros até a etapa final com o desenvolvimento de plásticos de engenharia de alto valor agregado. Esta operação abrange todo o negócio de Poliamida da Solvay na Europa, América do Norte e na Ásia, bem como o negócio de plásticos de engenharia na América Latina, e envolve o total de 2.400 empegados.

A Solvay manterá seus negócios de Intermediários de Poliamida (cyclohexanol, ácido adípico, sal nylon e HMD – hexametilenodiamina) e de fibras têxteis de poliamida no Brasil.

Segundo o acordo, a operação está baseada em um valor total de empresa de 1,6 bilhão de euros, o que representa cerca de 8 vezes o EBITDA dessa área de negócio em 2016 e em torno de 7 vezes o EBITDA nos últimos doze meses. O pagamento líquido em caixa desta transação está estimado em 1,1 bilhão de euros. Levando em consideração que os passivos financeiros da ordem de 0,2 bilhão de euros serão transferidos para o comprador, a posição financeira líquida do Grupo Solvay aumentará para cerca de 1,3 bilhão de euros.

A área de negócios Poliamida envolvida nesta transação será reclassificada como ativos e passivos mantidos para venda e operação descontinuada até o final deste mês. Como resultado da descontinuação, o negócio de poliamida na América Latina mantido pelo Grupo Solvay sofrerá uma provisão de desvalorização (impairment) de aproximadamente € 100 milhões no final de setembro. Esta provisão (impairment) de valor deve ser mais do que compensada pelo ganho de capital no fechamento da transação.

A execução dos acordos definitivos em relação a esta transação é esperada para os próximos meses, após consulta aos órgãos sociais relevantes. A Solvay e a BASF pretendem fechar a transação no terceiro trimestre de 2018, depois de obtidas as aprovações regulamentares usuais e recebido o consentimento formal de um sócio de joint venture. Esse parceiro já se comprometeu a conceder seu consentimento à Basf, sujeito à entrega de documentos definitivos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Braskem renova com distribuidor Sojitz Pla-Net para o fornecimento de Plástico Verde no Japão e Ásia-Pacífico

15/09/2017

A Braskem acaba de renovar um contrato de longo prazo com a Sojitz Pla-Net Corporation para o fornecimento do Polietileno Verde I’m greenT, polímero de origem renovável. O contrato envolve um volume crescente de um amplo portfólio de produtos que continuarão a ser vendidos no Japão e na região da Ásia-Pacífico.

A renovação do contrato vai aumentar a disponibilidade de produtos renováveis na região, atendendo a mais de 100 clientes e diferentes mercados, como lojas de conveniência, produtos domésticos e logística. “A Sojitz renova a parceria com a Braskem com objetivo de promover as vantagens do Plástico Verde e os benefícios que ele traz não só para os transformadores, mas também para o público que utilizará o produto de origem renovável. Acreditamos que este negócio está em expansão e que a preocupação com o meio ambiente se tornará mais forte em diversos setores”, relata Yoshinori Suzuki, gerente geral sênior de embalagens da Sojitz.

Por longos anos, a Sojitz mantém um importante relacionamento comercial com a Braskem. Em 2012, as empresas celebraram o início do contrato de distribuição do polietileno verde na região. “A renovação deste contrato reafirma o propósito da Braskem em seu processo de internacionalização e expansão de mercados. Isso significa não apenas ampliar o portfólio de resinas verdes, mas também investir em operações cada vez mais sustentáveis”, diz Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

O Polietileno Verde I’m greenT é feito a partir do eteno obtido da cana-de-açúcar. Ele também apresenta as mesmas características do polietileno tradicional, ou seja, não necessita de adaptações nas máquinas de transformação e é 100% reciclável. A planta de polietileno verde da Braskem possui capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano.

Fonte: Braskem

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Fusão da Huntsman e Clariant cria nova empresa com valor de 20 bilhões de dólares

05/06/2017

Hariolf Kottmann (CEO da Clariant) e Peter Huntsman (CEO da Hunstman Corporation)

  • “Fusão de iguais” irá criar uma empresa líder global em especialidades químicas com aproximadamente  20 bilhões de dólares em valor de mercado, na data do anúncio
  • Mais de US $ 3,5 bilhões de criação de valor através de sinergias de custos anuais superiores a US $ 400 milhões
  • Aumento do retorno resultante de um perfil de crescimento aprimorado em mercados finais altamente atraentes e geografias-chave tais como os Estados Unidos e a China
  • Oportunidades para plataformas mais fortes para inovação conjunta e conhecimento compartilhado em sustentabilidade
  • Balanços e geração de fluxo de caixa mais fortes; planos para continuar a atrativa política de dividendos da Clariant
  • Transação deverá ser fechada até o final de 2017
  • Oferta pública de ações anteriormente anunciada para o negócio da Huntsman Pigments and Additives (Venator) deverá ocorrer, conforme planejado, no verão de 2017

A Huntsman Corporation e a Clariant anunciaram em 22 de maio passado que seus Conselhos de Administração aprovaram por unanimidade um acordo definitivo para a união das duas empresas, através de uma “fusão de iguais” envolvendo troca de ações.

A empresa resultante da fusão será chamada HuntsmanClariant. Numa base proforma de 2016, a combinação de ambas as empresas criará uma empresa global líder em especialidades químicas com vendas de aproximadamente US $ 13,2 bilhões, um EBITDA ajustado de US $ 2,3 bilhões e um valor combinado da empresa correspondente a aproximadamente US $ 20 bilhões na data no anúncio.

A nova empresa se beneficiará dos pontos fortes de cada uma delas e terá um perfil de crescimento significativamente melhorado em mercados finais e geografias altamente atraentes. A HuntsmanClariant irá alavancar conhecimento compartilhado em sustentabilidade e contará com uma plataforma de inovação conjunta bem mais forte. Isso permitirá o desenvolvimento de novos produtos, a fim de oferecer retornos superiores e gerar valor para o acionista.

Comentários dos CEOs

“Este é o negócio perfeito no momento certo. A Clariant e a Huntsman estão juntando forças para ganhar um alcance global muito mais amplo, criar um poder de inovação mais sustentado e alcançar novas oportunidades de crescimento “, disse Hariolf Kottmann, CEO da Clariant. “Isto é do interesse de todas as partes envolvidas. Peter Huntsman e eu compartilhamos a mesma visão estratégica e espero trabalhar com ele “, complementou.

Peter R. Huntsman, presidente e CEO da Huntsman, comentou: “Eu não poderia estar mais entusiasmado com essa fusão; estou ansioso para trabalhar em estreita colaboração com Hariolf Kottmann, um homem que eu venho admirando e confiando durante a última década. Também esperamos uma estreita associação em todo o mundo com seus colegas imensamente talentosos. Juntos, criaremos um líder global em especialidades químicas com um balanço combinado que proporcionará flexibilidade e uma força financeira substancial”.

Destaques da transação

  • Fusão através de troca de ações
  • Acionistas da Clariant: 52%; acionistas da Huntsman: 48%
  • Os acionistas da Huntsman receberão 1.2196 ações na HuntsmanClariant por cada ação Huntsman (cada ação existente da Clariant permanecerá como uma ação na HuntsmanClariant)
  • O Conselho de Administração terá igual representação da Clariant e Huntsman
  • A Sede Global será em Pratteln, na Suíça, e a Sede Operacional em The Woodlands, Texas (EUA)
  • Ações serão cotadas duplamente na bolsa de valores SIX Swiss Exchange e na Bolsa de Valores de Nova York

Criação de valor

A nova empresa acelerará a criação de valor para os acionistas através de uma combinação mais robusta de tecnologia, produtos e talentos. A empresa combinada espera alcançar mais de US $ 3,5 bilhões em criação de valor referente a aproximadamente US $ 400 milhões em sinergias de custos anuais. A taxa de sinergia completa será alcançada dentro de dois anos após o fechamento do negócio. Essas sinergias serão obtidas através da redução de custos operacionais e melhorias nas compras. As sinergias planejadas representam cerca de 3% da receita total combinada de 2016, com custos únicos de até US $ 500 milhões. Haverá também uma economia adicional de impostos de cunho financeiro.

Governança corporativa

A empresa combinada, incorporada na Suíça, será regida por um Conselho de Administração com igual representação da Clariant e Huntsman e seguirá os padrões suíços de Governança Corporativa. Hariolf Kottmann, atual CEO da Clariant, se tornará presidente do Conselho de HuntsmanClariant. Peter Huntsman, atual presidente e CEO da Huntsman, será o CEO da HuntsmanClariant. Jon Huntsman, fundador e presidente de Huntsman, se tornará presidente emérito e membro do conselho da HuntsmanClariant. A fusão desfruta de um forte compromisso dos acionistas da Clariant e da família Huntsman. A empresa será listada na SIX Swiss Exchange e na Bolsa de Valores de Nova York. .

Espera-se que a transação seja fechada até o final do ano de 2017, sujeita às aprovações de acionistas da Clariant e Huntsman, às aprovações regulatórias e a outras condições habituais de fechamento. A Clariant e a Huntsman estão confiantes de que as aprovações regulamentares necessárias poderão ser obtidas nos prazos previstos.

Sobre a Huntsman: A Huntsman Corporation (www.huntsman.com) é uma fabricante e vendedora global de produtos químicos, com receitas de aproximadamente US $ 10 bilhões em 2016. Seus produtos químicos abrangem milhares de itens e são vendidos em todo o mundo para fabricantes que atendem a uma gama ampla e diversificada de mercados finais de consumo e industriais. A empresa possui mais de 100 fábricas e instalações de P & D em aproximadamente 30 países, empregando aproximadamente 15 mil colaboradores em 5 divisões comerciais distintas.

Sobre a Clariant: A Clariant (www.Clariant.com) é uma empresa líder mundial em especialidades químicas, com sede em Muttenz, perto de Basileia (Suíça). Em 31 de dezembro de 2016, a empresa empregava uma força de trabalho total de 17 442 colaboradores. No exercício de 2016, a Clariant registrou vendas de cerca de CHF 6 bilhões. A empresa atua em quatro áreas de negócios: produtos químicos de cuidados pessoais, catálise, recursos naturais e plásticos e revestimentos.

Fonte: Huntsman / Clariant

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Acionistas da Chemtura aprovam aquisição feita pela Lanxess

19/02/2017

lanxesschemtura

A Lanxess, empresa alemã do segmento de especialidades químicas, deu um passo significativo na aquisição da companhia norte-americana Chemtura. Os acionistas da Chemtura aprovaram a fusão em uma reunião especial na Filadélfia, Estados Unidos. 99,88% dos votos foram favoráveis à fusão, representando 81,77% das ações ordinárias da empresa. Nos termos do acordo de fusão, os acionistas da Chemtura receberão 33,50 dólares por cada ação em circulação no fechamento da transação.

Matthias Zachert, Presidente da Lanxess, comentou a aprovação da incorporação por parte dos acionistas. “Estamos satisfeitos com o apoio dos acionistas da Chemtura. Essa aprovação é um marco importante no caminho da Lanxess para se tornar um dos principais players no campo da química de aditivos”.

No final de dezembro de 2016, as autoridades antitrust dos Estados Unidos já haviam liberado a aquisição. A Lanxess espera fechar a transação em meados de 2017, depois que todas as aprovações regulamentares restantes forem recebidas.

Aditivos, retardantes de chamas e lubrificantes são os principais produtos da Chemtura e complementam o atual portfólio da Lanxess. Após o fechamento da transação, essas atividades serão integradas à unidade de negócios Rhein Chemie Additives (ADD) da Lanxess para formar um novo segmento. Hoje, a unidade já fornece uma ampla gama de aditivos especiais e produtos de serviço para a fabricação de plásticos, borrachas, lubrificantes e revestimentos e emprega cerca de 1.600 pessoas, em mais de 20 locais em todo o mundo.

Além dos aditivos, o portfólio da Chemtura também inclui uretanos e organometálicos, que também serão integrados à Lanxess. A Chemtura tem cerca de 2.500 funcionários em todo o mundo e opera em 20 locais em 11 países.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lanxess

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Grupo Solvay e IndustriALL renovam acordo social global por cinco anos

13/02/2017
Valter Sanches, secretário-geral da IndustriAll Global Union (esq.) e Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay

Valter Sanches, secretário-geral da IndustriAll Global Union (esq.) e Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay

Acordo vai assegurar os mesmos direitos trabalhistas e sociais básicos para todos os empregados da Solvay no mundo

O Grupo Solvay renovou o acordo estrutural global (GFA, na sigla em inglês) com a IndustriALL Global Union por cinco anos, reforçando e acrescentando compromissos que assegurem os mesmos direitos trabalhistas e sociais básicos para todos os empregados da Solvay em suas operações no mundo.

Com o acordo, o Grupo Solvay reafirma o respeito pelas normas sociais da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pelos princípios do Pacto Global das Nações Unidas. E também inclui o compromisso com as diretrizes da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para empresas multinacionais. O Grupo Solvay espera que os seus fornecedores e terceirizados apliquem estes mesmos princípios.

O acordo social global foi atualizado para acrescentar novos projetos sociais, tais como a proteção da saúde mental no trabalho e outras ações, além de reforçar os compromissos do Grupo Solvay com o equilíbrio entre o trabalho e vida pessoal, saúde e segurança no trabalho, a não-discriminação, a diversidade e a proteção ao Meio Ambiente.

O Grupo Solvay e a IndustriALL continuarão a realizar duas missões conjuntas por ano para avaliar as políticas de segurança do Grupo Solvay e a implementação do acordo em um país e em um site industrial escolhido em conjunto pela empresa e pela organização. O Solvay Global Forum, composto por oito representantes sindicais dos principais países nos quais o Grupo Solvay está presente, será a partir de agora responsável pelo acompanhamento do cumprimento do acordo.

“Para o Grupo Solvay, a renovação por cinco anos é uma prova da relação de confiança que desenvolvemos com o IndustriALL há mais de uma década, defendendo um diálogo aberto e construtivo com nossos empregados e seus representantes. Este diálogo faz parte de nossos compromissos de sustentabilidade e colabora para o nosso desempenho global como empresa”, afirmou Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay

Valter Sanches, secretário-geral da IndustriALL disse que “este acordo é uma referência em termos de diálogo social na indústria química, por ter estabelecido uma cultura forte e relações de trabalho construtivas em todo o mundo nos últimos 12 anos. A renovação inclui um Fórum Global que será uma plataforma importante para o diálogo entre representantes dos sindicatos e trabalhadores”.

O CEO do Grupo Solvay, Jean-Pierre Clamadieu, e o secretário-geral da IndustriALL, Valter Sanches, assinaram a renovação do acordo na sede da empresa. Também estiveram presentes Kemal Ökzan, secretário-geral adjunto da IndustriALL; Albert Kruft, coordenador do Solvay Global Forum, e Caroll Landry, vice-presidente internacional do United Steelworkers.

Fonte e foto: Solvay

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Braskem vende a quantiQ

24/01/2017

braskem-quantiq

A Braskem assinou no último dia 10 uma contrato com a GTM do Brasil, subsidiária da GTM Holdings S.A., por meio do qual se comprometeu a vender a totalidade do capital social da sua controlada quantiQ, uma das maiores distribuidoras de produtos químicos do Brasil.

O valor da transação é de R$ 550 milhões, dos quais R$ 450 milhões serão pagos no ato da venda e o restante em até 12 meses. A conclusão da alienação está sujeita a condições precedentes usuais nesse tipo de operação, dentre as quais se inclui a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

“A alienação da quantiQ está em linha com a estratégia de reforçar nossa atuação no setor petroquímico, otimizando o portfólio de ativos da Braskem dentro do nosso compromisso com a disciplina financeira”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem.

A GTM é um dos maiores distribuidores químicos da América Latina com operações no Brasil, México, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru e Argentina. É controlada pela Advent International, um dos maiores investidores globais de private equity.

Os ativos da quantiQ, criada em 1991 como Ipiranga Química, são oriundos da aquisição e posterior incorporação dos negócios de distribuição do grupo Ipiranga em 2007 e da Quattor em 2010. Com quatro centros de distribuições e sete bases logísticas, a distribuidora atende mais de 50 segmentos de mercado, incluindo commodities e especialidades químicas. A Braskem manterá relações comerciais com a quantiQ.

Fonte: Braskem

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Alpek assina acordo com a Petrobras para aquisição da Petroquímica Suape e Citepe

28/12/2016

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A Alpek, S.A.B. de C.V. anunciou hoje, 28 de dezembro, ter assinado um contrato de compra das ações da Petrobras correspondentes à participação de 100% da empresa no capital da Companhia Petroquímica de Pernambuco (“Petroquímica Suape”) Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (“Citepe “).

A Petroquímica Suape e a Citepe operam uma planta integrada de PTA-PET em Ipojuca, em Pernambuco (foto), com uma capacidade instalada de 700 e 450 mil toneladas por ano de PTA e PET, respectivamente. A Citepe também opera uma planta de filamentos de poliéster texturizado no mesmo local.

O preço acordado para a participação de 100% da Petrobras na Petroquímica Suape e Citepe é de US $ 385 milhões. Este valor será pago em Reais na data de fechamento do negócio e está sujeito a ajustes no capital e dívida corrente, entre outros.

O fechamento desta transação exigirá aprovações corporativas adicionais e está sujeito a várias condicionantes, incluindo a aprovação pelas autoridades governamentais competentes.

A Alpek é uma empresa petroquímica com sede no México que opera dois segmentos de negócio: “Poliéster” (PTA, PET e Fibras de Poliéster), e “Plásticos & Químicos” (Polipropileno, Poliestireno expandido, caprolactama e outras especialidades e produtos químicos industriais). A Alpek é um produtor integrado de PTA e PET na América do Norte e o maior produtor de poliestireno expandido nas Américas, além de ser o único produtor de caprolactama no México. A Alpek também opera uma das maiores plantas de polipropileno na América do Norte. Em 2015, a Alpek registrou receitas de US $ 5,3 bilhões e EBITDA de US $ 630 milhões. A empresa opera 23 plantas nos Estados Unidos, México, Canadá, Brasil, Argentina e Chile e emprega mais de 5.000 pessoas. A Alpek é uma empresa de capital aberto com ações na Bolsa de Valores Mexicana.

Fonte: Alpek

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Armacell adquire 100% das ações da PoliPex, fabricante brasileira de espumas em polietileno para isolamento térmico

20/10/2016

polipex-isolante A Armacell (www.armacell.com) , empresa com sede em Luxemburgo e líder global em espumas flexíveis para o mercado de isolamento de equipamentos, além de fornecedora de espumas de engenharia, adquiriu 100% das ações da PoliPex (www.polipex.com.br), uma importante fabricante brasileira de espumas de PE extrudado para isolamento, em um acordo de participação por uma quantia não revelada. Esta transação reforça significativamente o portfólio de produtos da Armacell na América Latina e aumenta os níveis de serviço para clientes brasileiros, bem como, o apoio para os OEMs regionais. Com a adição da planta da PoliPex em Florianópolis (SC), a Armacell fica bem posicionada para continuar a desenvolver a sua presença de fabricação na América Latina.

“A PoliPex tem décadas de know-how na produção de PE extrudado, bem como uma forte equipe nacional. Estamos ansiosos para servir aos nossos clientes em toda a América Latina com um portfólio de produtos mais amplo e maiores níveis de serviço ao cliente”, explica Patrick Mathieu, Presidente e CEO da Armacell Internacional S.A.” Historicamente, a PoliPex exibiu taxas de crescimento sólidas e margens operacionais saudáveis. A recuperação prevista para a economia brasileira e o mercado de construção tornam a PoliPex um investimento atraente para nós. ”

A PoliPex atua no mercado de espumas extrudadas de Polietileno para isolamento e tem cerca de 80 funcionários. A empresa foi fundada por John Johannes van Mullem em 1991 e mantém sede em Santa Catarina, bem como, centros de distribuição no Sul e no Nordeste do país. No ano de 2015, a Polipex teve um faturamento de aproximadamente R$ 43 milhões.

Fonte: Armacell / foto: site Polipex

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Grupo mexicano Alpek em negociações para comprar participação em plantas de resina PET e PTA no Brasil

07/09/2016

alpekA participação atualmente é de propriedade da Petrobras. Com sede em Monterrey (México), a Alpek recebeu um prazo exclusivo de 60 dias, a partir de 28 de julho passado, para negociar a participação da Petrobras na Petroquímica Suape e Citepe (Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco), duas empresas que operam um complexo integrado em Ipojuca, Brasil.  O período de exclusividade é prorrogável por outros 30 dias.

O complexo tem capacidade de produção anual de 450 mil toneladas de PET e mais de 700 mil toneladas de PTA, assim como cerca de 90 mil toneladas de filamentos de poliéster texturizados.

Funcionários da Alpek disseram em um comunicado à imprensa divulgado em 28 de julho que se a empresa alcançar um acordo de venda com a Petrobras, o fechamento da transação vai exigir outras aprovações corporativas, assim como a anuência das autoridades governamentais competentes.

As participações da Alpek incluem a DAK Americas, a empresa baseada em Charlotte (Carolina do Norte, EUA), um dos maiores fabricantes de PET da América do Norte.

Fonte: Alpek

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Fusão entre Dow e DuPont cria a segunda maior empresa química do mundo

14/12/2015
Edward Breen, da Dupont (esq), e Andrew Liveris, da Dow (dir) se cumprimentam durante o anúncio da fusão entre as duas empresas no dia 11 de dezembro

Edward Breen, da Dupont (esq), e Andrew Liveris, da Dow (dir), se cumprimentam durante o anúncio da fusão entre as duas empresas no dia 11 de dezembro

A Dow Chemical e a DuPont fecharam em 11 de dezembro os termos de uma fusão irá criar uma gigante de produtos químicos com valor de mercado de mais de 130 bilhões de dólares e que deverá se dividir, na sequência, em três diferentes empresas nos segmentos de agroquímicos, materiais e especialidades. A operação deve ser concluída no segundo semestre de 2016.

Com a fusão, o conselho executivo da nova empresa, que se chamará Dow DuPont, terá 16 membros, divididos igualmente entre as duas empresas. O presidente-executivo da DuPont, Edward Breen, será  o presidente executivo da nova empresa. O seu homólogo na Dow, Andrew Liveris passará a ser o presidente do Conselho de Administração. Liveris também irá liderar a empresa a ser criada no segmento de materiais. Ele disse que 70 % das vendas dessa nova empresa virão de três mercados chave: embalagem, transporte e construção.

As receitas combinadas dos negócios agroquímicos da Dow e da DuPont são de aproximadamente 19 bilhões de dólares. No setor de materiais, que inclui plásticos, produtos químicos e outros materiais, as receitas combinadas são de 51 bilhões de dólares. No segmento de especialidades, que compreende eletrônicos, nutrição, biociências industriais e segurança, o faturamento é de aproximadamente 13 bilhões de dólares.

As sinergias de custo geradas pela fusão podem atingir 3 bilhões de dólares. A operação foi estruturada como uma fusão de iguais.  A Dow Dupont, será a segunda maior empresa química do mundo, depois da BASF e terá duas sedes – em Midland, Michigan e Wilmington, Delaware.

O acordo, que terá de ser aprovado por agências regulatórias de vários países, permitirá que as duas empresas norte-americanas revigorem seus ativos. Ultimamente, os negócios dos segmentos de plástico e de especialidades químicas vem se beneficiando de custos de energia mais baixos, enquanto que as divisões de produtos químicos para agricultura vem tendo dificuldades para lidar com uma demanda fraca por defensivos.

São esperadas reduções de postos de trabalho como consequência da fusão. A Dow tinha 53.000 funcionários, enquanto que a DuPont tinha 63.000 colaboradores no final de 2014. As empresas não mencionaram layoffs no anúncio oficial da fusão, mas a DuPont, em um comunicado separado, disse que implementará um plano de redução de custos global correspondente a 700 milhões de dólares, que impactará 10 % da sua força de trabalho global.

Fonte: Dupont / Dow / Reuters / New York Times

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Dow Chemical e DuPont em negociações avançadas para fusão

09/12/2015

Segundo a Reuters, a Dow Chemical e a DuPont estão negociando uma fusão para criar uma gigante de produtos químicos com valor de mercado de mais de 130 bilhões de dólares e que poderá se dividir, na sequência, em uma série de diferentes negócios, afirmaram fontes com conhecimento do assunto.

Com a fusão, o presidente-executivo da Dow, Andrew Liveris, e seu homólogo na DuPont, Edward Breen, manteriam seus cargos na nova companhia, relatou uma das fontes, que informou também que um acordo pode ser fechado nos próximos dias.

O assunto não foi comentado por representantes da Dow e da DuPont.

As sinergias de custo geradas pela fusão podem atingir 3 bilhões de dólares, segundo informou a CNBC, mencionando fontes que estão a par do assunto. Tanto a Dow Chemical como a Du Pont possuem negócios significativos no setor de plásticos. Cada uma delas tem valor de mercado aproximado de 60 bilhões de dólares. Se a fusão se concretizar, a nova companhia resultante será a segunda maior empresa química do mundo, depois da BASF.

O eventual acordo, que terá de ser aprovado por agências regulatórias de vários países, permitirá que as duas empresas norte-americanas revigorem seus ativos. Ultimamente, os negócios dos segmentos de plástico e de especialidades químicas vem se beneficiando de custos de energia mais baixos, enquanto que as divisões de produtos químicos para agricultura vem tendo dificuldades para lidar com uma demanda fraca por defensivos.

Após a operação que seria estruturada como uma fusão de iguais, a nova empresa poderia se dividir em ciências de materiais, especialidades e agroquímicos, afirmaram as fontes, ressaltando, porém, que os planos ainda não estão finalizados.

Fonte: Reuters / CNBC

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Rhodia se engaja em projeto mundial para ampliar sustentabilidade na logística da Indústria Química

20/05/2014

Iniciativa dos principais “players” do setor químico mundial busca aumentar a transparência e promover melhorias na cadeia de fornecimento

A Rhodia, empresa do grupo Solvay, já deu início no Brasil, entre seus fornecedores, à fase de piloto de implantação do projeto Juntos pela Sustentabilidade (Together for Sustainability – TfS), cujo objetivo final é o de alavancar a sustentabilidade na cadeia de fornecimento do setor químico. A iniciativa mundial, lançada nesta semana, reúne as indústrias químicas AkzoNobel, Basf, Bayer, Clariant, Evonik Industries, Henkel, Lanxess e Solvay.

O programa Juntos pela Sustentabilidade pretende desenvolver e implementar um programa global de engajamento de fornecedores, que avalia e fomenta as práticas de sustentabilidade na cadeias de fornecimento, incluindo aspectos ambientais e sociais. Está baseado em melhores práticas e princípios reconhecidos – como Pacto Global das Nações Unidas e o Programa Global Atuação Responsável®, assim como princípios desenvolvidos pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), Organização Internacional para a Padronização (ISO) e Responsabilidade Social Internacional (SAI).

Até ao momento, os membros da TfS iniciaram com sucesso cerca de 2.000 avaliações e auditorias.. No decorrer de 2014, a iniciativa pretende expandir as suas atividades aos mercados emergentes de crescimento elevado, incluindo o Brasil, China e Índia.

A Rhodia iniciou o trabalho junto a um universo de 100 dos seus principais fornecedores. “O objetivo final da TfS no horizonte  a partir de 2016 é estabelecermos alguns padrões na cadeia de fornecimento, abrangendo todos os pilares da sustentabilidade, o que permitirá ganhos de longo prazo tanto para as empresas quanto para os seus fornecedores”, diz Nelson Costa Junior, Diretor de Compras & Supply Chain do grupo Solvay na América do Sul.

Avaliações e Auditorias de Terceiros – A iniciativa TfS integra avaliações e auditorias de fornecedores realizadas por peritos independentes. As avaliações serão feitas pela empresa EcoVadis, líder mundial em avaliação de Responsabilidade Social Corporativa. Os resultados das avaliações,  são compartilhados em forma de scorecards num portal acessível às empresas e fornecedores.

Em relação às auditorias, a TfS colobora com empresas de auditoria independentes para analisar o desempenho de sustentabilidade de um fornecedor em relação a um conjunto de critérios pré-definidos adequados às exigências da indústria química, incluindo temas de gestão; saúde, segurança e meio ambiente; e de governança. A auditoria consiste numa avaliação no local, por exemplo, em instalações de produção, armazéns e escritórios.

Os benefícios para os fornecedores que participam da iniciativa são diversos. A troca de informação com múltiplos clientes reduz o número de avaliações e auditorias necessárias, reduzindo, por sua vez, tempo, recursos e custos globais. Isto permitirá que as empresas e os fornecedores envolvidos nesse projeto disponibilizem os recursos de forma mais eficiente e melhorem mutuamente os padrões de sustentabilidade na cadeia global de fornecimento da indústria química.

Fonte: Rhodia

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ABIPLAST comenta aquisição da Solvay pela Braskem

30/12/2013

Em nota publicada no site da ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), a entidade afirma que espera que a aquisição da Solvay pela Braskem represente o fortalecimento do setor de resinas, mas se resguardando a defesa da concorrência e evitando prejuízos à cadeia produtiva.

Em “fato relevante”, publicado no dia 17/12 na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a Braskem anunciou a operação de aquisição da maioria do capital votante da Solvay Indupa, que ainda deverá ser analisada pelos órgãos de defesa da concorrência brasileira. Se concretizada, a empresa irá consolidar-se como única produtora brasileira da resina de PVC.

Desde 2010, a produção brasileira de polietilenos e polipropilenos já é ofertada apenas pela Braskem. Com a aquisição das plantas de PVC, uma única companhia responderá por 100% das principais matérias-primas demandadas pelo setor de transformados plásticos brasileiro e pela produção de PVC na Argentina.

A ABIPLAST, como representante da indústria brasileira de transformados plásticos, tem plena consciência da importância de se ter uma indústria petroquímica consolidada para que ela seja competitiva e que a operação ora anunciada tende a ampliar ainda mais as suas sinergias, tornando-a mais forte e competitiva em poliolefinas e vinílicos.

Porém, a entidade destaca seu estado de atenção quanto à necessidade de se manterem condições competitivas de acesso às matérias-primas, que, devido às novas características estruturais, não pode prescindir do mercado internacional como opção concorrencial e fator balizador de preços, considerando que internamente não há outros concorrentes. A ABIPLAST reforça, ainda, que essa mesma preocupação foi evidenciada pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) no ato de consolidação da produção de polietileno e polipropileno (com a aquisição da Quattor pela Braskem, em 2010).

Portanto, o objetivo da ABIPLAST é alertar sobre a questão e defender a livre concorrência no mercado de resinas termoplásticas, preconizando uma situação que não seja prejudicial aos elos posteriores da cadeia produtiva, assim como ao consumidor final de artigos plásticos.

Sobre o assunto, ler também a matéria do Blog intitulada “ABIPLAST teme concentração no segmento de PVC“.

Fonte: Abiplast

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Braskem e Solvay anunciam acordo para transferência acionária da Solvay Indupa

17/12/2013

A Braskem e o grupo Solvay anunciaram hoje a assinatura de um acordo através do qual a Solvay venderá para a Braskem a sua participação acionária de  70,59% na Solvay Indupa. A transação ocorre depois de o grupo Solvay ter classificado a Solvay Indupa como “ativo à venda” no quarto trimestre de 2012.

A aquisição corresponde a mais uma etapa na estratégia da Braskem no sentido da consolidação do setor petroquímico e de plásticos no Brasil e na América do Sul, por meio do fortalecimento da cadeia vinílica, e expressa a sua decisão de seguir investindo no segmento. Além disso, estabelece uma base industrial na Argentina, mercado no qual a Braskem já tem uma presença comercial há mais de 20 anos.

A transação está baseada em um valor total da empresa de US$ 290 milhões (€ 211 milhões), o que representa 5,1 vezes a média do REBITDA. O valor da empresa inclui a dívida financeira líquida da Indupa, que foi contabilizada em “Ativos e Passivos à Venda” do grupo Solvay no final do ano de 2012 no valor de € 178 milhões.

O montante de caixa resultante para a participação da Solvay será de US$ 25 milhões (€ 18 milhões). O desinvestimento deve gerar uma perda líquida (não-caixa) de cerca de € 120 milhões nas ações do Grupo Solvay. Essa perda é resultante do ajuste a valor de mercado da Indupa, que será reconhecido do final do exercício, e também do reconhecimento, na data do fechamento da transação, das perdas decorrentes da conversão de moedas (estas, reconhecidas anteriormente no patrimônio líquido, em acordo com as regras IFRS).

A conclusão da transação está sujeita às condições habituais de fechamento e dependerá da prévia apreciação e aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Como consequência da conclusão da operação, a Braskem deverá lançar oferta pública aos acionistas minoritários para a compra das ações da Solvay Indupa na Bolsa de Comercio de Buenos Aires.

A Solvay Indupa é produtora de PVC e soda, detentora de uma unidade industrial no Brasil e outra na Argentina, com posição geográfica privilegiada, próxima aos dois principais mercados consumidores da América do Sul. Criada em 1948, a Solvay Indupa tem capacidade de produção de 540 mil toneladas de PVC e 350 mil toneladas de soda. A empresa é o segundo maior produtor de PVC e o quarto maior de soda cáustica na América do Sul. Com 936 empregados e dois sites de produção na Argentina e no Brasil, a Solvay Indupa obteve vendas líquidas de US$ 542 milhões em 2012. A empresa é cotada na bolsa de valores de Buenos Aires.

Uma vez concretizada a aquisição, a Braskem passará a contar com capacidade de produção total de 1,25 milhão de toneladas de PVC e de 890 mil toneladas de soda anuais.

“O mercado de vinílicos é estratégico para nossa empresa. A Braskem investiu recentemente cerca de R$ 1 bilhão em uma fábrica de PVC em Alagoas inaugurada em 2012 visando atender ao forte crescimento da demanda dessa resina, associado à expansão do setor brasileiro de infraestrutura”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem.

“Esse desinvestimento faz parte do gerenciamento estratégico do portfólio do grupo Solvay. Reduzirá a exposição aos ciclos econômicos, em especial em negócios de capital intensivo e de forte consumo de energia, permitindo ao Grupo alcançar um maior crescimento, retornos mais elevados e menor intensidade de capital”, diz Jacques Van Rijckevorsel, membro do comitê executivo do Grupo Solvay.

“Como parte da Braskem, a Indupa terá maior acesso a matérias-primas e energia, o que irá reforçar a sua posição em um mercado competitivo e em crescimento. A Indupa também poderá desenvolver suas atividades de forma sustentável na América Latina, beneficiando os seus clientes e empregados”, acrescentou Rijckevorsel.

Fonte: Braskem / Solvay

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DSM Dyneema anuncia novo acordo de licenciamento de marca comercial com a Promat

04/12/2013

Luvas Promat serão fabricadas com Dyneema® para uma resistência superior a cortes, conforto e eficiência de custos

promatA DSM Dyneema LLC (DSM Dyneema), fabricante da fibra de UHMwPE (Polietileno de Ultra-Alto Peso Molecular), comercializada como Dyneema®, e líder mundial em materiais de cuidados pessoais e fibras de alto desempenho, anunciou um acordo de licenciamento de marca comercial com a Promat, produtora líder de luvas de proteção com sede em São Paulo. A Promat é a primeira empresa brasileira de fabricação de luvas do mercado a tornar-se parceira licenciada da DSM Dyneema. O acordo permite a Promat comercializar seus produtos usando a marca comercial Dyneema®. A Promat fabrica luvas que protegem os trabalhadores do setor de construção civil, automotivo, metalúrgico, químico, de máquinas e equipamentos, alimentício e de ciências da vida.

“Estamos muito satisfeitos de ter uma parceria com a DSM Dyneema para fornecer, sob a marca comercial Dyneema, o conforto e desempenho inigualáveis da fibra Dyneema® no mercado brasileiro”, disse Márcio Ribeiro Leal, diretor-geral da Promat. “Essa fibra excepcional melhora a qualidade, a durabilidade e o valor global das nossas luvas, ajudando-nos a satisfazer as necessidades de nossos clientes e a nos destacarmos da concorrência. Esta parceria também vai nos ajudar a criar produtos novos e inovadores que possam ajudar os nossos clientes a melhorar a segurança dos trabalhadores”, completa Márcio Leal.

Há mais de 20 anos que luvas resistentes a cortes fabricadas com a fibra Dyneema® têm sido usadas com sucesso em aplicações tais como processamento de alimentos, manuseio de folhas de metal e peças estampadas e na fabricação de vidro. Segundo a empresa, além da excelente resistência ao corte, a fibra Dyneema® fornece uma sensação de frescor, destreza elevada e toque macio para um maior conforto, incentivando os trabalhadores a usar as luvas consistentemente. Afirma a DSM Dyneema que a fibra proporciona excelente resistência à abrasão e desempenho consistente ao longo do tempo, aumentando sua vida útil, de forma que as luvas feitas com Dyneema proporcionam uma elevada eficiência de custos.

“Damos as boas-vindas à Promat como um valioso parceiro de licenciamento”, afirmou Olivier Boubeaud, diretor do segmento global, Têxteis de Proteção Elevada, DSM Dyneema. “Juntos, vamos estender os benefícios das luvas de alto desempenho resistentes a cortes a mais trabalhadores brasileiros, fortalecendo ao mesmo tempo a liderança de ambos no mercado e os esforços de colaboração para desenvolver produtos de próxima geração usando nossa fibra Dyneema®. Esta nova parceria está associada diretamente com nossa estratégia de crescimento global para expandir a nossa presença na América Latina e reforça nosso compromisso com nossos clientes da região através de uma das tecnologias de materiais mais resistente e avançada do mundo”, complementa Olivier Boubeaud.

O programa de licenciamento da marca comercial estabelece padrões elevados para luvas resistentes a abrasão e cortes. Um protótipo é testado independentemente e, se estiver em conformidade, as luvas podem ser comercializadas com Dyneema®. Os parceiros licenciados da DSM Dyneema incluem somente empresas qualificadas e autorizadas a exibir o logotipo e a marca Dyneema®.

A DSM Dyneema é a inventora e fabricante da fibra de UHMwPE (Polietileno de Ultra-Alto Peso Molecular) comercializada como Dyneema®. A empresa afirma que a fibra Dyneema® oferece máxima resistência combinada com um peso mínimo, é até 15 vezes mais resistente que o aço de qualidade e até 40% mais resistente do que fibras de aramida, ambos com base na comparação do peso. Segundo a DSM Dyneema, a fibra Dyneema® flutua na água e é extremamente durável e resistente a umidade, raios UV e produtos químicos, possuindo aplicações quase ilimitadas. Dyneema® é um componente importante em cordas, cabos e redes para as indústrias de pesca, naval e offshore. A fibra Dyneema® também usada em luvas de segurança para a indústria metalúrgica e em fios finos para aplicações em equipamentos esportivos e no setor médico. Além disso, a fibra Dyneema® também é usada em coletes à prova de balas para a polícia e veículos militares.

A fibra UHMWPE da DSM Dyneema é produzida em Heerlen (Holanda) e em Greenville, Carolina do Norte (E.U.A.). A DSM Dyneema é também uma parceira em um empreendimento conjunto de fabricação de HMPE (High Modulus Polyethylene) no Japão.

Fonte: DSM Dyneema

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Braskem e Toyota Tsusho renovam parceria na Ásia

23/10/2013

A Braskem e a Toyota Tsusho, trade company da Toyota Corporation, anunciaram durante a Feira K, em Düsseldorf, Alemanha, a renovação do contrato de distribuição de polietileno verde I’m greenTM na Ásia. O acordo reforça a parceria entre as empresas e reafirma o interesse do mercado asiático pelo produto de fonte renovável, feito a partir do etanol da cana de açúcar. Atualmente, a Toyota Tsusho atende uma gama ampla de clientes na Ásia, especialmente no Japão.

O novo contrato, com validade até 2018, envolve os polietilenos linear, de alta e de baixa densidades, este último fruto do investimento feito neste ano pela Braskem com o objetivo de ampliação do portfólio e atendimento de um maior número de aplicações.

O acordo original entre as companhias foi assinado em 2010, mesmo ano em que a Braskem inaugurou sua unidade de Eteno Verde no Polo Petroquímico de Triunfo com capacidade de produção de 200 mil toneladas e confirmou seu pioneirismo mundial no desenvolvimento do produto.  “A Toyota apoiou o projeto de desenvolvimento do PE Verde, mesmo quando ainda estava em fase de planta piloto, por volta de 2007, e seu papel na expansão do mercado de produtos de fonte renovável na Ásia tem sido muito relevante”, afirma o vice-presidente Poliolefinas, Comperj e Renováveis da Braskem, Luciano Guidolin. No Japão, onde uma grande parte do lixo é incinerada para geração de energia, o uso de produtos de fonte renovável colabora para uma cadeia mais limpa.

Entre os benefícios do polietileno derivado da cana-de-acúcar, está a contribuição significativa para a redução do efeito estufa, já que captura mais de 2 toneladas de CO2 da atmosfera para cada tonelada de produto produzido.  O PE Verde possui propriedades idênticas às do polietileno convencional e sua aplicação tem sido muito valorizada no mercado de cosméticos, bebidas, varejo, embalagens para alimentos e produtos de higiene entre outros.

Fonte: Braskem

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DSM firma parceria com Petropol Polímeros para atender à crescente demanda por Poliamida 6 na América do Sul

21/10/2013

A Royal DSM assinou um acordo com a Petropol Polímeros, um produtor líder de compostos de plásticos de engenharia na América do Sul. Sob os termos do acordo, que entrou em vigor em 1º de Outubro de 2013, a Petropol Polímeros produzirá compostos de poliamida 6 Akulon®, que a DSM irá comercializar e vender para seus clientes em toda a América do Sul.  Os detalhes financeiros não foram divulgados.

Richard Pieters, presidente da DSM Plásticos de Engenharia nas Américas, diz: “A necessidade de redução de peso na indústria automotiva está levando a uma crescente demanda por poliamida 6. E podemos ver uma tendência semelhante em aplicações eletro-eletrônicas e nos mercados de bens de consumo. Nós firmamos este acordo para atender a essas necessidades crescentes e oferecer mais valor para nossos clientes na América do Sul”. O Vice-Presidente da DSM Plásticos de Engenharia na América Latina, Andrea Serturini, acrescenta: “Com a produção local da Petropol Polímeros no Brasil, a DSM amplia ainda mais a sua capacidade de produção global e pode oferecer seu portfólio bem conhecido de compostos Akulon® para seus clientes globais e locais na América do Sul com alta velocidade, qualidade e eficácia”.

Rogério Tadiotto, Presidente e CEO da Petropol, disse: “Como uma empresa com mais de 20 anos de experiência em compostos de poliamida, a Petropol está bem equipada para atender aos elevados padrões impostos por processos e controles de qualidade da DSM, utilizando alta tecnologia. As instalações de classe mundial em nossa planta em Mauá, no Estado de São Paulo, Brasil, incluem extrusoras de rosca dupla e um laboratório totalmente equipado para controle de qualidade, além de possuirmos certificação ISO 9001:2008”.

A DSM é um player global em plásticos de engenharia, com instalações de produção na Europa, EUA, Rússia, Japão, China, Índia, Taiwan, para atender seus clientes globais e locais na indústria automotiva, de Eletroeletrônicos, Embalagens Flexíveis para alimentos e Bens de Consumo, com uma alta qualidade consistente.

Fonte: DSM

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