Archive for the ‘Acordo Internacional’ Category

LyondellBasell e Odebrecht S.A. encerram tratativas sobre a venda da Braskem

04/06/2019

Em nota divulgada hoje, a LyondellBasell, uma das maiores empresas de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, anunciou o encerramento de discussões com a Odebrecht S.A. sobre a potencial aquisição da Braskem.

“A combinação da LyondellBasell com a Braskem é muito atrativa por conta dos fortes complementaridades, portfólios de produtos e pegadas operacionais das duas empresas. No entanto, após uma análise cuidadosa, decidimos conjuntamente não prosseguir com a transação. Queremos agradecer às equipes da Odebrecht e da Braskem cooperação durante todo o processo “, disse o CEO da LyondellBasell, Bob Patel.

Em comunicado divulgado hoje sob a forma de “Fato Relevante”, a Braskem também informou o encerramento das negociações.

“A Braskem S.A., em prosseguimento ao Fato Relevante divulgado em 15 de junho de 2018, vem comunicar aos seus acionistas e ao mercado que foi informada pela Odebrecht S.A., sua acionista controladora, da decisão em conjunto com a LyondellBasell de encerrar as tratativas a respeito da potencial transação envolvendo a transferência à LyondellBasell da totalidade da participação da Odebrecht no capital social da Braskem. A administração da Companhia seguirá em busca de oportunidades que tenham o potencial de agregar valor à Braskem e, consequentemente, a todos os seus acionistas”, informa a nota informativa da empresa.

A Braskem é controlada pela Odebrecht S.A., que possui 50,1% do capital votante da empresa. A Petrobrás detém 47 % do total das ações com direito a voto.

Se a transação entre a LyondellBasell e a Odebrecht tivesse sido fechada, a nova empresa resultante da operação se tornaria uma das maiores produtoras mundiais de resinas plásticas, com receitas líquidas de cerca de U$ 50 bilhões por ano.

De acordo com o Brazil Journal, publicação que divulgou a notícia em primeira mão ontem à noite (03/06), o fator decisivo para a LyondellBasell desistir da compra foi o pedido de recuperação judicial da Atvos, empresa que comercializa etanol, feita pela Odebrecht na semana passada. Estimada em R$ 12 bilhões, a dívida da Atvos tem ações da Braskem como garantia. Além disso, existe a possibilidade de um dos credores invocar uma cláusula de “cross default”, como chamam o processo de aceleração das dívidas das outras empresas do Grupo Odebrecht.

Como a Odebrecht Engenharia e Construção (OEC) e a ODB SA controlam as ações da Braskem indiretamente, o portal explica que o cross default fará com que a recuperação judicial da Atvos torne as dívidas vencidas e, por consequência, coloque as ações da Braskem nas mãos dos credores dos dois veículos.

“Deixou de haver o que os advogados de M&A chamam de ‘rep fundamental’ num contrato de compra e venda: a representação [feita pelo vendedor] de que as ações estão livre e desembaraçadas”, explicou uma das fontes.

A Braskem também sofreu impacto financeiro de desdobramentos recentes da Operação Lava Jato, como o acordo de leniência fechado no último dia 31 de maio com a Controladoria Geral da União e a Advocacia Geral da União, no valor de 2,87 bilhões, relacionado ao pagamento de danos e multas ligados a contratos irregulares envolvendo recursos públicos.

A venda da Braskem também já vinha enfrentando outras incertezas, tais como uma ação do Ministério Público de Alagoas devido a rachaduras e fissuras em alguns logradouros de Maceió, um problema que aparentemente pode estar relacionado à sua extração de sal gema na região e que pode resultar em exigências de indenizações à empresa, ainda de valor indeterminado.

Fontes: LyondellBasell, Braskem, Brazil Journal

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Vinte e oito empresas globais estabelecem aliança mundial para ajudar a eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente e alocam mais de US $ 1 bilhão para a iniciativa

28/01/2019

Membros da Aliança que participaram do evento de fundação da AEPW em 16 de Janeiro, em Londres: da esquerda para a direita (em pé): Laurent Auguste, Vice Presidente executivo senior da Veolia; Peter Bakker, Presidente e CEO of World Business Council for Sustainable Development; Priyanka Bakaya, CEO e Fundador do Renew Oceans; Jim Fitterling, CEO da DOW; Martin Brudermüller, CEO da BASF SE; Bob Patel, CEO da Lyondell Basell; Da esquerda para a direita (sentados): Rob Kaplan, CEO e Fundador da Circulate Capital; host Hannah Vaughn Jones; David Taylor, Chairman do Conselho e Presidente e CEO da Procter & Gamble; Jean-Marc Boursier, Vice President executivo senior da Suez

Uma aliança de empresas globais da cadeia de valor dos plásticos e do segmento de bens de consumo lançaram no dia 16 de janeiro uma nova organização para promover soluções para eliminar o desperdício de plástico no meio ambiente, especialmente no oceano.

A organização intitulada Alliance to End Plastic Waste (AEPW), atualmente composta por quase trinta empresas associadas, alocaram mais de US $ 1 bilhão, com o objetivo de investir US $ 1,5 bilhão nos próximos cinco anos para ajudar a acabar com os resíduos plásticos no meio ambiente. A Aliança desenvolverá e buscará soluções em escala que minimizem e gerenciem os resíduos plásticos e promovam soluções para plásticos usados, ajudando a viabilizar uma economia circular. Os membros da aliança são empresas globais localizadas na América do Norte e do Sul, Europa, Ásia, Sudeste Asiático, África e Oriente Médio.

“Todos concordam que os resíduos de plástico não pertencem aos nossos oceanos ou a qualquer lugar do meio ambiente. Esse é um desafio global complexo e sério que exige uma ação rápida e uma liderança forte. Essa nova aliança é o esforço mais abrangente até hoje para acabar com os resíduos de plástico no meio ambiente “, disse David Taylor, Presidente do Conselho, Presidente e CEO da Procter & Gamble e presidente da AEPW. “Peço a todas as empresas, grandes e pequenas e de todas as regiões e setores, que se unam a nós”, acrescentou.

“A história nos mostra que ações coletivas e parcerias entre a indústria, governos e ONGs podem fornecer soluções inovadoras para um desafio global como este”, disse Bob Patel, CEO da LyondellBasell, e vice-presidente da AEPW. “A questão do lixo plástico é vista e sentida em todo o mundo. Ele deve ser enfrentada e acreditamos que o momento para a ação é agora.”

A Aliança é uma organização sem fins lucrativos que inclui empresas que produzem, usam, vendem, processam, coletam e reciclam plásticos. Inclui fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, transformadores e empresas de gerenciamento de resíduos, também conhecida como cadeia de valor de plásticos. A Aliança tem trabalhado com o World Business Council for Sustainable Development como um parceiro fundador estratégico. A Aliança também anunciou um conjunto inicial de projetos e colaborações que refletem uma gama de soluções para ajudar a acabar com o lixo plástico:

Estabelecimento de parcerias com cidades para projetar sistemas integrados de gestão de resíduos em grandes áreas urbanas onde a infraestrutura é escassa, especialmente aquelas ao longo de rios que transportam grandes quantidades de resíduos plásticos não gerenciados da terra para o oceano. Esse trabalho incluirá o engajamento de governos locais e partes interessadas e gerará modelos replicáveis e economicamente sustentáveis que possam ser aplicados em várias cidades e regiões. A Aliança buscará parcerias com cidades localizadas em áreas de alto descarte de plástico. A Aliança também procurará colaborar com outros programas que trabalham com cidades, tais como o Projeto STOP, que está operando na Indonésia.

  • Financiamento – A Rede de Incubadoras da Circulate Capital irá desenvolver e promover tecnologias, modelos de negócios e empreendedores que previnam resíduos plásticos oceânicos e melhorem o gerenciamento de resíduos e reciclagem, com a intenção de criar um pipeline de projetos para investimento, com foco inicial no Sudeste Asiático.
  • Desenvolvimento de um projeto de informação global, de fonte aberta e com base científica, para apoiar globalmente projetos de gerenciamento de resíduos com coleta de dados, métricas, padrões e metodologias confiáveis, com o intuito de ajudar governos, empresas e investidores a se focalizarem e acelerarem ações para impedir que os resíduos plásticos se percam no meio ambiente. A Aliança irá explorar oportunidades de parcerias com instituições acadêmicas líderes e outras organizações já envolvidas em tipos semelhantes de coleta de dados.
  • Criar uma colaboração para construir capacidades junto a organizações intergovernamentais, como as Nações Unidas, para realizar workshops e treinamentos conjuntos para funcionários do governo e líderes comunitários, a fim de ajudá-los a identificar e buscar as soluções mais eficazes e relevantes localmente nas áreas prioritárias.
  • Apoiar o Renew Oceans para ajudar em investimento e no engajamento localizados. O programa é projetado para capturar o lixo plástico antes que ele chegue ao oceano a partir dos dez principais rios que foram mapeados por transportar a grande maioria dos resíduos terrestres para o oceano. O trabalho inicial apoiará o projeto Renew Ganga, que também recebeu apoio da National Geographic Society.

Nos próximos meses, a Aliança fará investimentos adicionais e impulsionará o progresso em quatro áreas principais:

  • Desenvolvimento de infraestrutura para coletar e gerenciar resíduos e aumentar a reciclagem;
  • Inovação para impulsionar e ampliar a escala de novas tecnologias que tornem a reciclagem e a recuperação de plásticos mais fáceis e que criem valor a partir de todos os plásticos pós-uso;
  • Educação e engajamento de governos, empresas e comunidades para mobilizar ações; e,
  • Limpeza de áreas concentradas de resíduos plásticos já no meio ambiente, principalmente nos principais condutos de resíduos, como rios, que transportam resíduos plásticos terrestres para o mar.

“O sucesso exigirá colaboração e esforços coordenados em diversos setores – alguns que geram progresso a curto prazo e outros que exigem grandes investimentos com cronogramas mais longos. Lidar com resíduos plásticos no meio ambiente e desenvolver uma economia circular de plásticos requer a participação de todos ao longo de toda a cadeia de valor e o compromisso de longo prazo das empresas, governos e comunidades. Nenhum país, empresa ou comunidade pode resolver isso sozinho”, disse o CEO da Veolia, Antoine Frérot, vice-presidente da AEPW.

Uma pesquisa da Ocean Conservancy mostra que quase 80% dos resíduos plásticos no oceano começam como lixo em terra, a grande maioria dos quais viaja para o oceano através de rios. De fato, um estudo estima que mais de 90% do plástico transportado pelos rios para o oceano vem de dez grandes rios ao redor do mundo – oito na Ásia e dois na África. Sessenta por cento dos resíduos plásticos no oceano podem ser identificados como provenientes de cinco países no sudeste da Ásia.

“Embora o nosso esforço seja global, a Aliança pode ter o maior impacto no problema ao se concentrar nas partes do mundo onde o desafio é maior; e compartilhando soluções e melhores práticas de modo que esses esforços possam ser amplificados e ter sua escala ampliada em todo o mundo “, disse Peter Bakker, presidente e CEO do World Business Council for Sustainable Development.

As seguintes empresas são os membros fundadores da Aliança: BASF, Berry Global, Braskem, Chevron Phillips Chemical Company, Clariant, Covestro, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation, Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, SUEZ, Shell, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total, Veolia e Versalis (Eni).

Fonte: Alliance to End Plastics Waste; Foto: Pnuma

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SABIC e clientes lançam polímeros circulares oriundos de resíduo plástico misto durante evento em Davos

28/01/2019

Executivos da SABIC ao lado de representantes da Unilever, Vinventions, Walki Group e Plastics Energy Ltd. em Davos (Suíça)

A SABIC (www.sabic.com) anunciou em Davos (Suíça), no último dia 24, em conjunto com seus clientes Unilever (www.unilever.com), Vinventions (www.vinventions.com) e Walki Group (www.walki.com), o lançamento de polímeros circulares certificados a serem produzidos pela SABIC e usados ​​por seus clientes para desenvolver soluções de embalagem para uma variedade de produtos de consumo que serão introduzidos no mercado em 2019.

Os polímeros circulares certificados serão produzidos a partir de uma matéria-prima conhecida como Tacoil – um produto patenteado da empresa Plastic Energy Ltd (www.plasticenergy.com) sediada no Reino Unido – obtida da reciclagem de resíduos plásticos mistos de baixa qualidade destinados atualmente à incineração ou aterro. A SABIC processará esta matéria-prima em sua planta de produção em Geleen, na Holanda. Os polímeros circulares certificados finais serão então fornecidos a três clientes-chave para uso no desenvolvimento de embalagens pioneiras, seguras e de qualidade para consumidores dos mercados de alimentos, bebidas, produtos para cuidados pessoais e domésticos. Esse estágio de fundação do mercado é uma etapa importante de um projeto anunciado recentemente pela SABIC e pela Plastic Energy para construir as primeiras fábricas comerciais na Holanda para fabricar e processar a matéria-prima.

Como uma inovação disruptiva, a introdução dos polímeros circulares certificados em 2019 deverá criar uma nova cadeia de valor, onde a SABIC, juntamente com seu fornecedor da nova matéria prima e clientes-chave, trabalham lado a lado para retornar o resíduo de plástico misto ao seu polímero original, a fim de que possa ser usado novamente em aplicações de embalagem .

Como líderes de marcas globais ou líderes de mercado em suas respectivas áreas, a Unilever, Vinventions e Walki valorizam a sustentabilidade e seu papel na economia circular. Os clientes da SABIC cobrem um amplo espectro de necessidades dos consumidores das embalagens, desde as aplicações da Unilever para produtos alimentícios, pessoais e de cuidados domésticos até tampas sintéticas para vinhos da Vinagens e materiais de embalagem protetoras para produtos de consumo do Grupo Walki.

“A sustentabilidade e a reutilização fazem parte da missão da SABIC desde sua criação”, disse Yousef Al-Benyan, vice-presidente e CEO da SABIC. “Hoje, mais do que nunca, a sustentabilidade é um valor essencial que impulsiona nossa especialização científica e tecnológica. Juntamente com nossos clientes, estamos orgulhosos em lançar nossos polímeros circulares certificados, que é mais uma prova de nossa atuação no avanço da economia circular.”

Fonte: Assessoria de Imprensa – SABIC

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Terphane assina acordo de distribuição de filmes para as Américas com a japonesa Toyobo

26/01/2019

José Bosco Silveira Jr., Presidente da Terphane e o Presidente da Toyobo no Brasil, Yukihiko Minamimura, no escritório da Terphane em São Paulo/Brasil

Foi anunciada no dia 23/01 que a Terphane (www.terphane.com), fabricante de filmes de poliéster biorientado BOPET, passou a ser representante dos filmes da japonesa Toyobo (www.toyobo-global.com) nas Américas. A empresa representará as linhas Ecosyar, Toughster e Olyester. “A proposta é trazer filmes com propriedades específicas e valor agregado que garantam aos brand owners embalagens diferenciadas e inovadoras”, explica José Bosco Silveira Jr., Presidente da Terphane.

E completa: “O acordo com a Toyobo marca uma nova fase para a Terphane. Entendemos que o mercado precisa de parceiros que participem de todas as etapas de desenvolvimento de novos produtos e garantam embalagens que acelerem a inovação. Isto é ainda mais importante no mercado de produtos premium. Hoje, um material de alta barreira para embalagem, com transparência, é uma demanda do consumidor final à qual as empresas de bens de consumo têm que atender. E o portfólio de filmes da Terphane/Toyobo permitirá desenvolver, com estes clientes, embalagens alinhadas aos anseios do consumidor e posicionadas em um patamar diferenciado.”

Segundo José Bosco, o consumidor atual busca uma relação transparente com marcas, empresas e produtos que passa, justamente, pelas embalagens. “Existe um gatilho emocional que é acionado na cabeça do consumidor no momento da compra e que diz: se você conseguir visualizar o conteúdo da embalagem é porque o produto é bom e a marca não tem nada a esconder.” A embalagem transparente também ajuda a construir o valor da marca e dá sustentação à sua proposta de valor. Ela tem uma relevância ainda maior em produtos/marcas premium já que uma “simples” janela pode chancelar toda a qualidade esperada pelo posicionamento do produto.

Em uma visão comercial mais abrangente, o portfólio da Toyobo também será oferecido para os clientes Terphane em todo o continente americano (América do Sul, Central e do Norte). A capilaridade do time comercial da Terphane na região foi um dos aspectos que pesou na decisão da Toyobo pela representante. “O suporte técnico, aliado ao expertise da equipe Terphane em aplicação e desenvolvimento, foi outro ponto extremamente positivo”, explica José Bosco. Isto porque nosso time está voltado para o desenvolvimento de negócios; os profissionais aliam conhecimento técnico com habilidade comercial e profundo conhecimento do mercado, com base nas tendências de consumo e inovações.

A Terphane focalizará inicialmente nos mercados de embalagens para alimentos (secos, úmidos, refeições pré-cozidas, para cozimento da embalagem, sopas, etc) e embalagens para não alimentos (medicamentos, produtos industriais, químicos, produtos de higiene pessoal e beleza, etc). A Terphane já está disponibilizando os novos materiais para teste em clientes. A linha da Toyobo completa a linha da Terphane, criando muitas possibilidades de estruturas de embalagem para variadas aplicações.

Desde a sua origem em 1976, a Terphane concentra-se no desenvolvimento de tecnologias e processos de fabricação de filmes especiais de poliéster biorientado (BOPET). Sua equipe possui experiência e conhecimento em produção, revestimento e metalização de filmes. A empresa se destaca ainda por uma cadeia verticalizada que vai desde a produção da resina até os filmes especiais. A Terphane faz parte do grupo industrial norte-americano Tredegar.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Terphane

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Philadelphia Eagles e Braskem lançam parceria em sustentabilidade nos Estados Unidos

11/09/2018

Atual campeão da NFL e petroquímica brasileira se unem em programas de reciclagem

A Braskem anunciou que o atual vencedor do campeonato da NFL (National Football League), o Philadelphia Eagles, se tornou um parceiro de reciclagem da companhia nos Estados Unidos. A cooperação, assinada por um período de nove anos, será focada em sustentabilidade e sinaliza o compromisso com programas de desenvolvimento ambiental e da comunidade.

A parceria inclui o desenvolvimento de um programa de coleta e reciclagem para tampas de garrafas e outros produtos plásticos utilizados no estádio Lincoln Financial Field e no centro de treinamento do time, e uma plataforma de educação online para 30 escolas públicas da região da Filadélfia, localizada no estado norte-americano da Pensilvânia, com o objetivo de ensinar alunos sobre oportunidades de carreira nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, visando inspirar a próxima geração de líderes nestes campos.

“A Braskem é líder mundial em sustentabilidade e valoriza muito soluções renováveis, desenvolvimento comunitário e educação”, conta Don Smolenski, presidente do Philadelphia Eagles. “Estamos empolgados por utilizar a expertise da Braskem para aprimorar o nosso programa Go Green. Além disso, estamos ansiosos para apoiar o compromisso da companhia com a educação na área de ciências e exatas que servirá para inspirar e motivar estudantes em toda a região da Grande Filadélfia”.

Com sede norte-americana na cidade de Filadélfia, a Braskem atua no setor químico e petroquímico e tem participação relevante em várias cadeias produtivas essenciais para o desenvolvimento econômico e para a criação de soluções sustentáveis para melhoria da vida das pessoas em áreas como moradia, alimentação e transporte.

“Os Philadelphia Eagles têm sido líderes em sustentabilidade, não apenas em sua cidade, mas nos esportes profissionais como um todo”, diz Mark Nikolich, vice-presidente de Poliolefinas América do Norte. “Estamos empolgados com essa nova parceria em que, além do programa de reciclagem de ciclo fechado no Lincoln Financial Field, estádio dos atuais campeões, também coletaremos e reciclaremos tampas de garrafas em escolas da região, o que proporcionará um impacto ainda maior para a ação, educando o público sobre os benefícios da reciclagem”.

Como parceiros em sustentabilidade, os Eagles e a Braskem vão trabalhar para desenvolver e estimular soluções ecologicamente corretas para comunidades em toda a região da Filadélfia. Algo inédito nesta nova parceria será a utilização de tampas de garrafas coletadas no centro de treinamento do time. O processo de coleta e reciclagem serão destacados em uma zona interativa para fãs localizada no HeadHouse Plaza do Lincoln Financial Field.

O portão nordeste do Lincoln Financial Field será rebatizado de Portão Braskem. Além disso, os parceiros vão desenvolver juntos conteúdos para conscientização sobre reciclagem para serem divulgados nos canais digitais e sociais do time.

Fonte: Braskem

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Ferramentaria americana R&D/Leverage faz parceria com a Btomec, de Joinville

16/07/2018

Em um esforço para expandir seu negócio de moldes de injeção-sopro ISBM / IBM (Injection Stretch Blow Mold / Injection Blow Mold) para a América Latina, a R & D / Leverage, um fabricante americano de moldes e fornecedor de soluções em embalagem com mais de 43 anos de experiência, se alinhou com a BTOMEC no Brasil, segundo anúncio divulgado pela empresa em 10/07. Esta parceria ocorre em sequência ao recente anúncio da aliança com a Artis Matriz para apoiar as necessidades e demandas de seus moldes de pré-formas na América do Sul.

A BTOMEC Ferramentaria e Usinagem de Precisão, com sede em Joinville (SC), é especializada na fabricação de moldes para tampas e sistemas de fechamento, componentes duplos e triplos, dispositivos médicos, cuidados bucais, paredes finas e transmissão ótica e atua há mais de 33 anos no mercado brasileiro.

A nova parceria desenvolvida com a BTOMEC permite que os moldes ISBM / IBM da R&D / Leverage sejam vendidos e tenham suporte local na América do Sul. Na maioria dos casos, os moldes ISBM / IBM da R&D / Leverage serão montados no Brasil nas instalações da BTOMEC, com o apoio das equipes técnica e de engenharia da R&D / Leverage. Os clientes da América do Sul terão acesso total à equipe de design e desenvolvimento de ferramentas da R&D / Leverage nos EUA.

Michael Warkentien, Diretor de Negócios da R & D Leverage na América Latina explica: “Depois de trabalhar no Brasil por vários anos na indústria de plásticos, estou empolgado em trazer moldes de estágio único da R&D / Leverage para essa região. Meu primeiro objetivo era identificar uma empresa com a qual pudéssemos colaborar e que tivesse os procedimentos adequados, qualidade e processos repetíveis para garantir nosso sucesso. Através de pesquisas extensivas das principais ferramentarias no Brasil, fiquei feliz em identificar a BTOMEC ”.

Wiland Tiergarten, Diretor e CEO da BTOMEc concorda: “Esta parceria com A R&D / Leverage nos deixa muito empolgados e toda a equipe BTOMEC está motivada para interagir e trocar conhecimentos com este fabricante líder de moldes ISBM. Com nossa parceria, o mercado de moldes na América do Sul sobe para um novo patamar, uma situação ganha-ganha para nossos clientes que irão desfrutar do know-how e da qualidade dos produtos e processos das duas empresas”.

A R&D/ Leverage tem sede no Missouri, nos EUA, e atende às indústrias de alimentos e bebidas e fornece soluções para casa, higiene pessoal e saúde. A R&D/Leverage oferece tanto soluções de embalagem como capacidade de fabricação de moldes. Os recursos para soluções de embalagem são o desenvolvimento, validação e implementação de conceitos. Na área de moldes, as potencialidades da empresa incluem a fabricação de moldes para PET, ferramentas IBM, moldes de injeção, bem como desenvolvimento de moldes, teste, validação e treinamento.

A R & D / Leverage Europe é um dos principais fornecedores mundiais de ferramentas de molde de sopro de estágio único, incluindo avaliação de produtos, projeto de ferramentas, manufatura e assistência técnica. A empresa também dispõe de máquinas de moldagem por sopro-injeção, nas quais a empresa oferece fabricação de pilotos, testes de materiais e cores e qualificação de ferramentas de produção.

Fonte: R&D Leverage

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Odebrecht S.A. inicia tratativas com LyondellBasell para venda da Braskem

15/06/2018

A LyondellBasell, uma das maiores companhias de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, e a Odebrecht S.A., acionista controladora da Braskem, anunciaram, hoje, em um comunicado conjunto, que as companhias iniciaram tratativas exclusivas sobre uma potencial transação entre LyondellBasell e Braskem.

As companhias declararam conjuntamente:

“LyondellBasell e Braskem compartilham uma forte cultura de excelência operacional e legados de inovação. Acreditamos que a potencial combinação das forças complementares, portfólios de produtos e áreas operacionais de LyondellBasell e Braskem criariam um valor significativo aos nossos acionistas, clientes e colaboradores.

O Conselho de Administração e a administração da Braskem foram informados sobre a existência dessas discussões. As discussões são preliminares e nenhum acordo foi alcançado. As partes precisarão, dentre outras coisas, concluir a due diligence apropriada, negociar contratos definitivos e obter aprovações societárias. Não há garantias de que as tratativas resultarão em uma transação ou dos termos em que a potencial transação poderá ocorrer. LyondellBasell e Odebrecht S.A. não pretendem fazer qualquer comentário adicional salvo se ou até que as tratativas sejam concluídas ou seja exigido pela lei aplicável.”

A Braskem divulgou hoje também Fato Relevante ao mercado, nos seguintes termos:

“A Braskem S.A., em atendimento ao disposto na Instrução CVM nº 358/02, vem comunicar aos seus acionistas e ao mercado em geral que foi informada pela Odebrecht S.A., sua acionista controladora, do início de tratativas com a LyondellBasell, companhia aberta com sede em Roterdã, visando uma potencial transação envolvendo a transferência à LyondellBasell da totalidade da participação da Odebrecht S.A. no capital social da Braskem.

Segundo a Odebrecht S.A., as negociações estão em estágio preliminar e foi concedida exclusividade à LyondellBasell no âmbito das tratativas, que são regidas por acordo de confidencialidade.

Foi informado também que a conclusão da Transação está sujeita, dentre outras condições, a due diligence, negociação dos contratos definitivos e obtenção das aprovações societárias, não existindo, nesta data, qualquer obrigação vinculante entre LyondellBasell e Odebrecht S.A. nem garantia de que as tratativas resultarão em uma Transação.

Por fim, foi ressaltado que caso a Transação seja concretizada serão garantidas aos demais acionistas da Companhia as mesmas condições que vierem a ser negociadas para a Odebrecht S.A.

A Companhia manterá seus acionistas e o mercado informados de qualquer informação relevante que tiver acesso sobre o assunto. “

Fonte: Braskem

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BASF e empresa coreana DONG-IL CNE assinam acordo para desenvolvimento de soluções em compósitos de poliuretano para as indústrias da construção e infraestrutura

30/11/2017

A Basf e a Dong-il Cne assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) para desenvolver postes de eletricidade leves e inovadores, bem como tubos para óleo e gás e outras soluções voltadas para infraestrutura avançada. Na etapa inicial da parceria, a Dong-il Cne fornecerá sua experiência de fabricação para a produção de postes de eletricidade com a marca Basf , feitos com o poliuretano (PU) Elastolit® da BASF. Os parceiros também vão explorar outras aplicações de materiais leves para atender à crescente demanda por compósitos mais resistentes e leves para as indústrias de construção e infraestrutura.

“Estamos muito satisfeitos com a parceria com a Dong-il Cne na busca de novas oportunidades, abordando o mercado global de compósitos, que tem a estimativa de atingir quase 40 bilhões de dólares em 2021”, afirma Andy Postlethwaite, vice-presidente sênior da divisão da BASF de Materiais de Performance. “Nossos postes de eletricidade ultraleves ajudarão a fornecer eletricidade, sem interrupções, para cidades em toda a Ásia, principalmente em áreas onde as condições climáticas são extremas, como Filipinas, Indonésia, Malásia, Coréia, Japão e Austrália”.

Com o acordo, a Basf e a Dong-il Cne também irão pesquisar várias novas tecnologias, incluindo pultrusão de PU, PU com enrolamento filamentar de fibra de carbono, assim como tubos de óleo e gás com processos de enrolamento filamentar de PU que suportam altas temperaturas.

“Ao combinar as vastas competências da Basf em tecnologias e materiais compósitos com as nossas capacidades integradas de fabricação, essa parceria criará novas aplicações de materiais que irão ajudar a enfrentar os desafios de infraestrutura urbana trazidos pelo aumento populacional em toda a Ásia”, considera Choi Young Ki, presidente da Dong-il Cne . A empresa possui uma extensa experiência de fabricação no mercado de materiais compósitos de alto desempenho na Ásia, abrangendo as indústrias automotiva, de construção naval, construção civil e engenharia civil, bem como a indústria química.

Os postes de eletricidade fabricados com PU utilizando a tecnologia exclusiva de enrolamento filamentar da Basf são extremamente leves e robustos, além de flexíveis. Segundo a empresa, os postes conseguem resistir a condições climáticas extremas, como tufões, e podem ser otimizados para condições específicas. Além disso, eles pesam menos e são ainda mais duráveis e resistentes do que os postes de concreto tradicionais, garante a empresa.

Sobre a Dong-il Cne Corporation: Desde a sua fundação em 1980, a Dong-il Cne tornou-se a única empresa profissional do país a oferecer um serviço completo para prevenção da poluição ambiental e fabricação de compósitos. Além disso, produzem materiais compósitos de alto desempenho amplamente utilizados em toda a indústria, incluindo automotivas, de construção naval, construção civil e engenharia civil, bem como a indústria química.

Sobre a Basf : O Grupo Basf conta com aproximadamente 112 mil colaboradorese o seu portfólio é organizado em 5 segmentos: Químicos, Produtos de Performance, Materiais e Soluções Funcionais, Soluções para Agricultura e Petróleo e Gás. A Basf gerou vendas de mais de € 58 bilhões em 2016.

Fonte: BASF

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Solvay e Strata criam joint venture nos Emirados Árabes Unidos na área de materiais aeroespaciais para fornecer à Boeing

23/11/2017

  • A parceria expande a capacidade industrial dos Emirados Árabes Unidos com planta industrial para fabricação de fibra de carbono pré-impregnada de alta tecnologia, na cidade de Al Ain
  • A unidade será comissionada em 2020 e vai ancorar um setor de fabricação avançado em franco crescimento

A Solvay, empresa internacional de multiespecialidades químicas, e a Strata, empresa de fabricação de aeroestruturas de compósitos, formalizaram joint venture (JV) para fornecer materiais compósitos avançados para a Boeing, a serem fabricados em uma planta de alta tecnologia a ser construída em Al Ain, nos Emirados Árabes Unidos. Após a assinatura do acordo de JV, os parceiros buscarão as devidas aprovações das autoridades que regulam a concorrência.

Essa joint venture 50/50 será o primeiro fornecedor de fibras de carbono pré-impregnadas (também conhecidas como “prepregs”) dos Emirados Árabes Unidos. O material possui alto desempenho e durabilidade, sendo usado na fabricação de estruturas de compósitos para aplicações aeronáuticas/aeroespaciais, incluindo a aeronave de última geração da Boeing, o avião 777X.

A parceria marca a entrada da Solvay na produção de materiais avançados nos Emirados Árabes Unidos e a entrada da Mubadala, por meio da sua subsidiária integral Strata, na fabricação destes materiais para a indústria aeroespacial.

“Nos últimos dez anos, a Mubadala ajudou a criar uma indústria aeroespacial avançada e sustentável, de alinhada com a visão de diversificação econômica de Abu Dhabi”, disse Khaled Abdulla Al Qubaisi, CEO da área aeroespacial, renováveis e ICT da Mubadala. “Este acordo com a Solvay se encaixa perfeitamente na nossa estratégia de crescimento, focalizando nas capacidades de fabricação de alta tecnologia e demonstrando o nosso compromisso de fornecer produtos competitivos para os principais fabricantes de equipamentos originais (OEM’s, na sigla em inglês) do mundo”.

“A joint venture demonstra as potencialidades da Solvay em tecnologias de compósitos aeroespaciais, inclusive para estruturas primárias de aeronaves, como um pilar de crescimento para nosso negócio de materiais avançados”, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay.

A nova instalação industrial de cerca de 800 metros quadrados fornecerá fibras de carbono pré-impregnadas à Boeing para aplicações de estrutura primária nos seus novos aviões 777X. A tecnologia de prepreg da Solvay consiste em reforços de fibras pré-impregnadas com uma matriz de resina, usadas para fabricar peças de compósitos, proporcionando desempenho excepcional com menor peso em comparação com estruturas metálicas, afirma a empresa.

Badr Al-Olama, presidente da Strata Manufacturing e diretor do setor aeroespacial, afirmou que o acordo é uma história de sucesso dos Emirados Árabes Unidos para a Strata e sua acionista Mubadala. “Estamos orgulhosos em ser parte integrante da cadeia de suprimentos aeroespaciais global e por expandir nossa parceria com a Boeing por meio desta entrada na fabricação de materiais avançados”, disse.

“A Solvay irá trazer sua expertise técnica em materiais compósitos avançados para esta parceria e aproveitar sua relação comercial de longa data com a Boeing para transformar essa parceria em um sucesso”, afirmou Carmelo Lo Faro, presidente da Unidade Global de Negócio Composite Materials da Solvay.

O conteúdo em compósitos das aeronaves de última geração continua a crescer à medida que os fabricantes de grandes aeronaves comerciais buscam reduzir o peso, melhorar a eficiência de combustível e reduzir as emissões de CO2.

Sobre o Grupo Solvay: A Solvay é uma empresa química de multiespecialidades, oferecendo produtos e soluções para aviões, carros, dispositivos inteligentes e médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre outras aplicações que promovem a sustentabilidade. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 27.000 pessoas em 58 países. O faturamento líquido pro forma foi de € 10,9 bilhões em 2016, dos quais 90% foram obtidos em atividades nas quais a Solvay está entre as 3 maiores empresas do mundo. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Sobre a Mubadala: A Mubadala Investment Company é uma investidora global pioneira que aplica capital para acelerar o crescimento econômico de longo prazo de Abu Dhabi. Como a principal empresa de investimentos estratégicos de Abu Dhabi, a Mubadala atua em 13 setores e em mais de 30 países ao redor do mundo, criando valor para o seu principal acionista, o governo de Abu Dhabi. Esse trabalho inclui o desenvolvimento de líderes industriais globais em setores como aeroespacial, ICT, semicondutores, metais, mineração e energia renovável e a gestão de diversas participações financeiras. A empresa aproveta a sua expertise em em petróleo e gás para investir em todo o espectro de hidrocarbonetos e aumentar o potencial de crescimento dos Emirados Árabes Unidos, por meio de investimentos em serviços de saúde, imóveis e defesa.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Braskem assina parceria com Haldor Topsoe para desenvolvimento de processo de obtenção do Monoetilenoglicol a partir de açúcar

23/11/2017

  • As empresas investem na construção de uma planta de demonstração na Dinamarca
  • O Monoetilenoglicol (MEG) é um componente da produção de PET

A Braskem e a dinamarquesa Haldor Topsoe, líder mundial em catalisadores e ciência de superfícies, assinaram um acordo de cooperação tecnológica para desenvolver uma rota pioneira de produção de monoetilenoglicol (MEG) a partir de açúcar. A parceria inclui a construção de uma unidade de demonstração na Dinamarca, com início de operações previsto para 2019.

O MEG é um componente fundamental para a produção de PET, resina importante para os setores têxtil e de embalagens e amplamente utilizada para a fabricação de garrafas. O projeto tem como foco a conversão de açúcar em MEG em uma única unidade industrial, o que reduz o investimento inicial na produção e impulsiona a competitividade do processo. Trata-se de um processo de duas etapas desenvolvido nos laboratórios da Topsoe com seus próprios catalisadores.

“Essa iniciativa inovadora combina uma tecnologia de ponta com profunda experiência em design de processos, aumento de escala e operação industrial, que vai nos permitir levar a química renovável a um outro nível. Depois do Polietileno Verde, este é outro passo relevante em nossa visão de utilizar biopolímeros como ferramentas de captura de carbono e para continuar contribuindo com um futuro mais sustentável”, afirma Mateus Lopes, gerente de Inovação em Tecnologias Renováveis da Braskem.

Com o acordo, a Braskem vai expandir seu portfólio de produtos renováveis, oferecendo soluções adicionais ao seu polietileno produzido a partir de cana-de-açúcar, comercializado com o selo I’m greenTM. “Com essa parceria, fortalecemos nossa posição de protagonistas no desenvolvimento de soluções inovadoras que irão alavancar a competitividade de diferentes biomassas e complementar as soluções tradicionais oferecidas pelo setor petroquímico”, ressalta Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

“A catálise irá desempenhar um papel de extrema importância no desenvolvimento de soluções sustentáveis para produção de químicos importantes a partir de fontes renováveis como açúcares. Estamos orgulhosos de entregar essa tecnologia pioneira para o projeto com a Braskem, e esperamos aplicar nossas competências, enquanto líderes mundiais dentro da catálise e da engenharia de processo, em uma comercialização futura dessa importante inovação”, afirma Kim Knudsen, vice-presidente executivo da Haldor Topsoe.

A planta de demonstração irá realizar testes para validar a tecnologia e confirmar sua viabilidade técnica e econômica, um passo fundamental antes do início da produção em escala industrial e operação comercial. A unidade terá flexibilidade para validar a tecnologia de diferentes matérias-primas, tais como sacarose, dextrose e açúcares de segunda geração.

Sobre a Braskem: Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, com faturamento de R$ 55 bilhões em 2016. A companhia exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, Estados Unidos, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Sobre a Haldor Topsoe: A Haldor Topsoe é líder mundial em catalisadores e ciência de superfícies com sede na Dinamarca, contando com equipe para desenvolvimento de projetos, P&D,

engenharia e unidades produtivas, além de vendas e atendimento em todo o mundo. Em 2016, a empresa registrou faturamento aproximado de US$ 860 milhões, emprengando 2,6 mil pessoas

Fonte: Braskem

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Braskem fecha parceria com Pegasus Polymers para distribuir Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular na China

02/10/2017

Petroquímica busca expandir o acesso a clientes e mercados

A Braskem anunciou em Setembro sua nova parceria com a Pegasus Polymers para distribuir o UTEC® – Polietileno de Ultra Alto Peso Molecular (UHMWPE, da sigla em inglês) – na China. A demanda chinesa pela resina tem uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 10,74%, devido ao seu uso em mercados-chave, como separadores de baterias, tubos e fibras.

“Nossa parceria com a Pegasus Polymers confirma nosso compromisso com o mercado mundial de UTEC®. Estamos empolgados por poder continuar a fortalecer e expandir nossos negócios na China, aproveitando ainda mais nosso desenvolvimento de novas aplicações e nossas unidades industriais para oferecer a nossos clientes uma solução proprietária”, afirma Christopher Gee, diretor de negócios globais da Braskem para a UTEC®.

A Pegasus Polymers é uma divisão do Grupo Ravago, fornecedor de serviços número um no mercado global de plásticos, borracha e produtos químicos, e possui escritórios de vendas em Guangzhou, Hong Kong, Fujian, Xangai, Suzhou, Xi’an, Tianjin e Changchun, bem como instalações de distribuição e depósitos em Guangzhou, Xiamen, Xangai, Ningbo, Qingdao e Tianjin.

“Estamos orgulhosos por sermos o distribuidor oficial dos produtos UTEC® da Braskem, na China. Com a rede de vendas da Pegasus, o know-how industrial profundo no produto UHMWPE e no UTEC® de alta qualidade, acreditamos estar trazendo soluções de alto valor agregado para o mercado”, afirma Johnson Huang, diretor comercial da Grande China para a Pegasus.

No início deste ano, a Braskem iniciou suas operações em sua nova fábrica de UTEC® em La Porte, Texas, que complementa a capacidades da linha produtiva de Camaçari, na Bahia. Além disso, a empresa aprimorou suas capacidades de pesquisa e desenvolvimento para a resina ao longo de 2016 no Centro de Inovações e Tecnologia da empresa em Pittsburgh, Pensilvânia. Esses recursos permitem à petroquímica expandir sua liderança técnica em UHMWPE.

A Braskem vem pesquisando oportunidades para expandir sua presença neste mercado, visando beneficiar seus clientes atuais e futuros. Desde a inauguração da nova estrutura de produção de UTEC no Texas, foram desenvolvidos dois novos produtos, atualmente em fase de testes para sua potencial comercialização.

Segundo a Braskem, o UTEC® é um polímero de engenharia com excelentes propriedades mecânicas, como alta resistência à abrasão, resistência ao impacto e baixo coeficiente de atrito. É um produto autolubrificante, de alta resistência, leve e usinável, usado para produtos semiacabados. O UTEC é oito vezes mais leve do que o aço e dura dez vezes mais do que o Polietileno de Alta Densidade, afirma a Braskem. É utilizado em uma vasta gama de aplicações nas seguintes indústrias: automotivo e transporte, eletrônicos, fibras e têxteis, equipamentos industriais e pesados, manuseio de materiais, petróleo e gás, tubulação e mineração, plásticos porosos e recreação e consumidor.

Sobre a Braskem: Contando com 8 mil colaboradores, a Braskem tem uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos e teve faturamento de R$ 55 bilhões em 2016. Exporta para Clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

Sobre a Pegasus Polymers: O Grupo Ravago é líder global na distribuição, revenda e composição de commodities, engenharia e polímeros especiais de plástico e borracha. Na Ásia, a Ravago tem uma rede de distribuição de mais de 15 escritórios espalhados por 8 locais. A Pegasus Polymers tornou-se parte do Grupo Ravago em 2006 e já vem operando na Ásia desde 1990. Ao longo dos anos, a rede de distribuição de plástico e borracha da Pegasus cresceu significativamente com 8 pontos em toda a China até o momento. A Pegasus fornece um amplo portfólio de produtos de commodities, engenharia e plásticos de alto desempenho para todos os segmentos da indústria. A Pegasus opera sob duas entidades legais. A Pegasus Petrochemical Asia Limited (Hong Kong) e a Pegasus Trading (Shanghai) Co., Ltd. (China) possuem 6 pontos de armazenagem e podem disponibilizar serviços técnicos profissionais aos clientes da UHMWPE na Indústria de hastes e chapas, tubos, fibras, filtração e separadores de baterias.

Fonte: Braskem

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Braskem e A. Schulman firmam parceria para viabilizar solução para rotomoldagem com Polietileno Verde

28/09/2017

Clientes que buscam soluções mais sustentáveis terão à disposição composto com elevado conteúdo renovável

A Braskem acaba de firmar parceria com A. Schulman, líder global e produtor de compostos plásticos e resinas de alto desempenho, para produção e comercialização de uma nova aplicação para o Polietileno Verde: uma solução para o processo de transformação por rotomoldagem. A A. Schulman vai trazer esta solução para o mercado com identificação do selo I’m greenT, que indica o auxílio na redução das emissões de gases de efeito estufa.

Ao identificar uma demanda de mercado por uma solução mais sustentável em produtos rotomoldados, a Braskem trabalhou no desenvolvimento de uma resina que permitisse, a partir da rotomoldagem, produzir peças para aplicações de uso geral, que vão desde brinquedos e mobiliário até utensílios para a indústria agrícola e que poderão conter mais de 50% de Plástico Verde em sua composição.

A A. Schulman, que contribui para a parceria com sua expertise industrial e comercial para atender aos clientes diretamente com um produto adequado às necessidades do mercado, apresentará a novidade durante a Rotoplas 2017, maior exposição da indústria de rotomoldagem, que acontece entre 26 e 28 de setembro, nos Estados Unidos.

“A parceria com A. Schulman vai beneficiar um mercado que necessita de produtos inovadores. O novo composto é mais um passo da indústria petroquímica que reforça o compromisso das companhias com novas soluções que ajudem na redução dos gases efeito estufa”, sinaliza Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

“A A. Schulman tem a honra de ter uma relação colaborativa de longa data com a Braskem e estamos igualmente satisfeitos em ajudar a impulsionar a inovação verde na indústria de especialidades químicas e especificamente para o mercado de rotomoldagem”, afirma Gustavo Perez, vice-presidente sênior e gerente geral para América Latina da A. Schulman.

Inovação
Em março de 2017, com investimentos de R$ 1,7 milhão, a Braskem inaugurou o Centro Brasileiro de Tecnologia e Inovação de Triunfo (RS), um completo laboratório de rotomoldagem que inclui um equipamento Rotoline de tamanho comercial. “Com o investimento, poderemos desenvolver novas soluções para o mercado, concentrando-nos no aumento da diversificação das aplicações e continuar a entregar a inovações neste segmento”, completa Fabiano Zanatta, líder do segmento de rotomoldagem da empresa.

A Braskem conta com uma produção anual de 20 milhões de toneladas, incluindo produtos químicos e petroquímicos básicos, e faturamento de R$ 55 bilhões em 2016, envolvendo 8 mil colaboradores. Exporta para clientes em aproximadamente 100 países e opera 41 unidades industriais, localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, esta última em parceria com a mexicana Idesa.

A A. Schulman Inc. é um fornecedor internacional líder no mercado de compostos plásticos e resinas de alto desempenho com sede em Akron, Ohio (EUA). Desde 1928, a Empresa vem fornecendo soluções inovativas para atender às demandas de seus clientes, que atuam em diversas áreas de mercado, tais como embalagem, mobilidade, construção, elétricos e eletrônicos, agricultura, cuidados pessoais e higiene, esportes, casa e lazer, serviços e outros. A empresa emprega aproximadamente 4.900 funcionários e possui 54 instalações fabris globalmente. As vendas líquidas reportadas no ano fiscal encerrado em 31 de agosto de 2016 foram de aproximadamente US$ 2.5 bilhões.

Fonte: Braskem

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Solvay assina acordo para vender seu negócio de Poliamida para a BASF

21/09/2017

BASF concorda em adquirir a Poliamida da Solvay por € 1,6 bilhão

O Grupo Solvay assinou um acordo vinculativo com a empresa química alemã BASF para a venda de seus negócios de Poliamida, um passo crucial na transformação da Solvay em uma empresa de química de multiespecialidades.

“O desinvestimento planejado da Solvay na área de Poliamida marca um ponto de virada na transformação profunda que começamos há quatro anos. A conclusão bem-sucedida desta operação reforçará a posição da Solvay como uma empresa produtora de química de multiespecialidades, permitindo um crescimento maior e mais sustentável”, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay.

A BASF é um investidor estratégico para a Poliamida, com a qual a complementará seus negócios e sua presença global. A Solvay e a BASF compartilham o mesmo compromisso com os melhores padrões de saúde, segurança e meio ambiente em seus sites industriais

A área de Poliamida tem aumentado sua lucratividade nos últimos anos. Como um player integrado, suas atividades vão desde a etapa inicial nos intermediários e polímeros até a etapa final com o desenvolvimento de plásticos de engenharia de alto valor agregado. Esta operação abrange todo o negócio de Poliamida da Solvay na Europa, América do Norte e na Ásia, bem como o negócio de plásticos de engenharia na América Latina, e envolve o total de 2.400 empegados.

A Solvay manterá seus negócios de Intermediários de Poliamida (cyclohexanol, ácido adípico, sal nylon e HMD – hexametilenodiamina) e de fibras têxteis de poliamida no Brasil.

Segundo o acordo, a operação está baseada em um valor total de empresa de 1,6 bilhão de euros, o que representa cerca de 8 vezes o EBITDA dessa área de negócio em 2016 e em torno de 7 vezes o EBITDA nos últimos doze meses. O pagamento líquido em caixa desta transação está estimado em 1,1 bilhão de euros. Levando em consideração que os passivos financeiros da ordem de 0,2 bilhão de euros serão transferidos para o comprador, a posição financeira líquida do Grupo Solvay aumentará para cerca de 1,3 bilhão de euros.

A área de negócios Poliamida envolvida nesta transação será reclassificada como ativos e passivos mantidos para venda e operação descontinuada até o final deste mês. Como resultado da descontinuação, o negócio de poliamida na América Latina mantido pelo Grupo Solvay sofrerá uma provisão de desvalorização (impairment) de aproximadamente € 100 milhões no final de setembro. Esta provisão (impairment) de valor deve ser mais do que compensada pelo ganho de capital no fechamento da transação.

A execução dos acordos definitivos em relação a esta transação é esperada para os próximos meses, após consulta aos órgãos sociais relevantes. A Solvay e a BASF pretendem fechar a transação no terceiro trimestre de 2018, depois de obtidas as aprovações regulamentares usuais e recebido o consentimento formal de um sócio de joint venture. Esse parceiro já se comprometeu a conceder seu consentimento à Basf, sujeito à entrega de documentos definitivos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Braskem renova com distribuidor Sojitz Pla-Net para o fornecimento de Plástico Verde no Japão e Ásia-Pacífico

15/09/2017

A Braskem acaba de renovar um contrato de longo prazo com a Sojitz Pla-Net Corporation para o fornecimento do Polietileno Verde I’m greenT, polímero de origem renovável. O contrato envolve um volume crescente de um amplo portfólio de produtos que continuarão a ser vendidos no Japão e na região da Ásia-Pacífico.

A renovação do contrato vai aumentar a disponibilidade de produtos renováveis na região, atendendo a mais de 100 clientes e diferentes mercados, como lojas de conveniência, produtos domésticos e logística. “A Sojitz renova a parceria com a Braskem com objetivo de promover as vantagens do Plástico Verde e os benefícios que ele traz não só para os transformadores, mas também para o público que utilizará o produto de origem renovável. Acreditamos que este negócio está em expansão e que a preocupação com o meio ambiente se tornará mais forte em diversos setores”, relata Yoshinori Suzuki, gerente geral sênior de embalagens da Sojitz.

Por longos anos, a Sojitz mantém um importante relacionamento comercial com a Braskem. Em 2012, as empresas celebraram o início do contrato de distribuição do polietileno verde na região. “A renovação deste contrato reafirma o propósito da Braskem em seu processo de internacionalização e expansão de mercados. Isso significa não apenas ampliar o portfólio de resinas verdes, mas também investir em operações cada vez mais sustentáveis”, diz Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

O Polietileno Verde I’m greenT é feito a partir do eteno obtido da cana-de-açúcar. Ele também apresenta as mesmas características do polietileno tradicional, ou seja, não necessita de adaptações nas máquinas de transformação e é 100% reciclável. A planta de polietileno verde da Braskem possui capacidade de produção de 200 mil toneladas por ano.

Fonte: Braskem

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Fusão da Huntsman e Clariant cria nova empresa com valor de 20 bilhões de dólares

05/06/2017

Hariolf Kottmann (CEO da Clariant) e Peter Huntsman (CEO da Hunstman Corporation)

  • “Fusão de iguais” irá criar uma empresa líder global em especialidades químicas com aproximadamente  20 bilhões de dólares em valor de mercado, na data do anúncio
  • Mais de US $ 3,5 bilhões de criação de valor através de sinergias de custos anuais superiores a US $ 400 milhões
  • Aumento do retorno resultante de um perfil de crescimento aprimorado em mercados finais altamente atraentes e geografias-chave tais como os Estados Unidos e a China
  • Oportunidades para plataformas mais fortes para inovação conjunta e conhecimento compartilhado em sustentabilidade
  • Balanços e geração de fluxo de caixa mais fortes; planos para continuar a atrativa política de dividendos da Clariant
  • Transação deverá ser fechada até o final de 2017
  • Oferta pública de ações anteriormente anunciada para o negócio da Huntsman Pigments and Additives (Venator) deverá ocorrer, conforme planejado, no verão de 2017

A Huntsman Corporation e a Clariant anunciaram em 22 de maio passado que seus Conselhos de Administração aprovaram por unanimidade um acordo definitivo para a união das duas empresas, através de uma “fusão de iguais” envolvendo troca de ações.

A empresa resultante da fusão será chamada HuntsmanClariant. Numa base proforma de 2016, a combinação de ambas as empresas criará uma empresa global líder em especialidades químicas com vendas de aproximadamente US $ 13,2 bilhões, um EBITDA ajustado de US $ 2,3 bilhões e um valor combinado da empresa correspondente a aproximadamente US $ 20 bilhões na data no anúncio.

A nova empresa se beneficiará dos pontos fortes de cada uma delas e terá um perfil de crescimento significativamente melhorado em mercados finais e geografias altamente atraentes. A HuntsmanClariant irá alavancar conhecimento compartilhado em sustentabilidade e contará com uma plataforma de inovação conjunta bem mais forte. Isso permitirá o desenvolvimento de novos produtos, a fim de oferecer retornos superiores e gerar valor para o acionista.

Comentários dos CEOs

“Este é o negócio perfeito no momento certo. A Clariant e a Huntsman estão juntando forças para ganhar um alcance global muito mais amplo, criar um poder de inovação mais sustentado e alcançar novas oportunidades de crescimento “, disse Hariolf Kottmann, CEO da Clariant. “Isto é do interesse de todas as partes envolvidas. Peter Huntsman e eu compartilhamos a mesma visão estratégica e espero trabalhar com ele “, complementou.

Peter R. Huntsman, presidente e CEO da Huntsman, comentou: “Eu não poderia estar mais entusiasmado com essa fusão; estou ansioso para trabalhar em estreita colaboração com Hariolf Kottmann, um homem que eu venho admirando e confiando durante a última década. Também esperamos uma estreita associação em todo o mundo com seus colegas imensamente talentosos. Juntos, criaremos um líder global em especialidades químicas com um balanço combinado que proporcionará flexibilidade e uma força financeira substancial”.

Destaques da transação

  • Fusão através de troca de ações
  • Acionistas da Clariant: 52%; acionistas da Huntsman: 48%
  • Os acionistas da Huntsman receberão 1.2196 ações na HuntsmanClariant por cada ação Huntsman (cada ação existente da Clariant permanecerá como uma ação na HuntsmanClariant)
  • O Conselho de Administração terá igual representação da Clariant e Huntsman
  • A Sede Global será em Pratteln, na Suíça, e a Sede Operacional em The Woodlands, Texas (EUA)
  • Ações serão cotadas duplamente na bolsa de valores SIX Swiss Exchange e na Bolsa de Valores de Nova York

Criação de valor

A nova empresa acelerará a criação de valor para os acionistas através de uma combinação mais robusta de tecnologia, produtos e talentos. A empresa combinada espera alcançar mais de US $ 3,5 bilhões em criação de valor referente a aproximadamente US $ 400 milhões em sinergias de custos anuais. A taxa de sinergia completa será alcançada dentro de dois anos após o fechamento do negócio. Essas sinergias serão obtidas através da redução de custos operacionais e melhorias nas compras. As sinergias planejadas representam cerca de 3% da receita total combinada de 2016, com custos únicos de até US $ 500 milhões. Haverá também uma economia adicional de impostos de cunho financeiro.

Governança corporativa

A empresa combinada, incorporada na Suíça, será regida por um Conselho de Administração com igual representação da Clariant e Huntsman e seguirá os padrões suíços de Governança Corporativa. Hariolf Kottmann, atual CEO da Clariant, se tornará presidente do Conselho de HuntsmanClariant. Peter Huntsman, atual presidente e CEO da Huntsman, será o CEO da HuntsmanClariant. Jon Huntsman, fundador e presidente de Huntsman, se tornará presidente emérito e membro do conselho da HuntsmanClariant. A fusão desfruta de um forte compromisso dos acionistas da Clariant e da família Huntsman. A empresa será listada na SIX Swiss Exchange e na Bolsa de Valores de Nova York. .

Espera-se que a transação seja fechada até o final do ano de 2017, sujeita às aprovações de acionistas da Clariant e Huntsman, às aprovações regulatórias e a outras condições habituais de fechamento. A Clariant e a Huntsman estão confiantes de que as aprovações regulamentares necessárias poderão ser obtidas nos prazos previstos.

Sobre a Huntsman: A Huntsman Corporation (www.huntsman.com) é uma fabricante e vendedora global de produtos químicos, com receitas de aproximadamente US $ 10 bilhões em 2016. Seus produtos químicos abrangem milhares de itens e são vendidos em todo o mundo para fabricantes que atendem a uma gama ampla e diversificada de mercados finais de consumo e industriais. A empresa possui mais de 100 fábricas e instalações de P & D em aproximadamente 30 países, empregando aproximadamente 15 mil colaboradores em 5 divisões comerciais distintas.

Sobre a Clariant: A Clariant (www.Clariant.com) é uma empresa líder mundial em especialidades químicas, com sede em Muttenz, perto de Basileia (Suíça). Em 31 de dezembro de 2016, a empresa empregava uma força de trabalho total de 17 442 colaboradores. No exercício de 2016, a Clariant registrou vendas de cerca de CHF 6 bilhões. A empresa atua em quatro áreas de negócios: produtos químicos de cuidados pessoais, catálise, recursos naturais e plásticos e revestimentos.

Fonte: Huntsman / Clariant

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Acionistas da Chemtura aprovam aquisição feita pela Lanxess

19/02/2017

lanxesschemtura

A Lanxess, empresa alemã do segmento de especialidades químicas, deu um passo significativo na aquisição da companhia norte-americana Chemtura. Os acionistas da Chemtura aprovaram a fusão em uma reunião especial na Filadélfia, Estados Unidos. 99,88% dos votos foram favoráveis à fusão, representando 81,77% das ações ordinárias da empresa. Nos termos do acordo de fusão, os acionistas da Chemtura receberão 33,50 dólares por cada ação em circulação no fechamento da transação.

Matthias Zachert, Presidente da Lanxess, comentou a aprovação da incorporação por parte dos acionistas. “Estamos satisfeitos com o apoio dos acionistas da Chemtura. Essa aprovação é um marco importante no caminho da Lanxess para se tornar um dos principais players no campo da química de aditivos”.

No final de dezembro de 2016, as autoridades antitrust dos Estados Unidos já haviam liberado a aquisição. A Lanxess espera fechar a transação em meados de 2017, depois que todas as aprovações regulamentares restantes forem recebidas.

Aditivos, retardantes de chamas e lubrificantes são os principais produtos da Chemtura e complementam o atual portfólio da Lanxess. Após o fechamento da transação, essas atividades serão integradas à unidade de negócios Rhein Chemie Additives (ADD) da Lanxess para formar um novo segmento. Hoje, a unidade já fornece uma ampla gama de aditivos especiais e produtos de serviço para a fabricação de plásticos, borrachas, lubrificantes e revestimentos e emprega cerca de 1.600 pessoas, em mais de 20 locais em todo o mundo.

Além dos aditivos, o portfólio da Chemtura também inclui uretanos e organometálicos, que também serão integrados à Lanxess. A Chemtura tem cerca de 2.500 funcionários em todo o mundo e opera em 20 locais em 11 países.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lanxess

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Grupo Solvay e IndustriALL renovam acordo social global por cinco anos

13/02/2017
Valter Sanches, secretário-geral da IndustriAll Global Union (esq.) e Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay

Valter Sanches, secretário-geral da IndustriAll Global Union (esq.) e Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay

Acordo vai assegurar os mesmos direitos trabalhistas e sociais básicos para todos os empregados da Solvay no mundo

O Grupo Solvay renovou o acordo estrutural global (GFA, na sigla em inglês) com a IndustriALL Global Union por cinco anos, reforçando e acrescentando compromissos que assegurem os mesmos direitos trabalhistas e sociais básicos para todos os empregados da Solvay em suas operações no mundo.

Com o acordo, o Grupo Solvay reafirma o respeito pelas normas sociais da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pelos princípios do Pacto Global das Nações Unidas. E também inclui o compromisso com as diretrizes da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para empresas multinacionais. O Grupo Solvay espera que os seus fornecedores e terceirizados apliquem estes mesmos princípios.

O acordo social global foi atualizado para acrescentar novos projetos sociais, tais como a proteção da saúde mental no trabalho e outras ações, além de reforçar os compromissos do Grupo Solvay com o equilíbrio entre o trabalho e vida pessoal, saúde e segurança no trabalho, a não-discriminação, a diversidade e a proteção ao Meio Ambiente.

O Grupo Solvay e a IndustriALL continuarão a realizar duas missões conjuntas por ano para avaliar as políticas de segurança do Grupo Solvay e a implementação do acordo em um país e em um site industrial escolhido em conjunto pela empresa e pela organização. O Solvay Global Forum, composto por oito representantes sindicais dos principais países nos quais o Grupo Solvay está presente, será a partir de agora responsável pelo acompanhamento do cumprimento do acordo.

“Para o Grupo Solvay, a renovação por cinco anos é uma prova da relação de confiança que desenvolvemos com o IndustriALL há mais de uma década, defendendo um diálogo aberto e construtivo com nossos empregados e seus representantes. Este diálogo faz parte de nossos compromissos de sustentabilidade e colabora para o nosso desempenho global como empresa”, afirmou Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay

Valter Sanches, secretário-geral da IndustriALL disse que “este acordo é uma referência em termos de diálogo social na indústria química, por ter estabelecido uma cultura forte e relações de trabalho construtivas em todo o mundo nos últimos 12 anos. A renovação inclui um Fórum Global que será uma plataforma importante para o diálogo entre representantes dos sindicatos e trabalhadores”.

O CEO do Grupo Solvay, Jean-Pierre Clamadieu, e o secretário-geral da IndustriALL, Valter Sanches, assinaram a renovação do acordo na sede da empresa. Também estiveram presentes Kemal Ökzan, secretário-geral adjunto da IndustriALL; Albert Kruft, coordenador do Solvay Global Forum, e Caroll Landry, vice-presidente internacional do United Steelworkers.

Fonte e foto: Solvay

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Braskem vende a quantiQ

24/01/2017

braskem-quantiq

A Braskem assinou no último dia 10 uma contrato com a GTM do Brasil, subsidiária da GTM Holdings S.A., por meio do qual se comprometeu a vender a totalidade do capital social da sua controlada quantiQ, uma das maiores distribuidoras de produtos químicos do Brasil.

O valor da transação é de R$ 550 milhões, dos quais R$ 450 milhões serão pagos no ato da venda e o restante em até 12 meses. A conclusão da alienação está sujeita a condições precedentes usuais nesse tipo de operação, dentre as quais se inclui a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

“A alienação da quantiQ está em linha com a estratégia de reforçar nossa atuação no setor petroquímico, otimizando o portfólio de ativos da Braskem dentro do nosso compromisso com a disciplina financeira”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem.

A GTM é um dos maiores distribuidores químicos da América Latina com operações no Brasil, México, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru e Argentina. É controlada pela Advent International, um dos maiores investidores globais de private equity.

Os ativos da quantiQ, criada em 1991 como Ipiranga Química, são oriundos da aquisição e posterior incorporação dos negócios de distribuição do grupo Ipiranga em 2007 e da Quattor em 2010. Com quatro centros de distribuições e sete bases logísticas, a distribuidora atende mais de 50 segmentos de mercado, incluindo commodities e especialidades químicas. A Braskem manterá relações comerciais com a quantiQ.

Fonte: Braskem

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Alpek assina acordo com a Petrobras para aquisição da Petroquímica Suape e Citepe

28/12/2016

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A Alpek, S.A.B. de C.V. anunciou hoje, 28 de dezembro, ter assinado um contrato de compra das ações da Petrobras correspondentes à participação de 100% da empresa no capital da Companhia Petroquímica de Pernambuco (“Petroquímica Suape”) Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (“Citepe “).

A Petroquímica Suape e a Citepe operam uma planta integrada de PTA-PET em Ipojuca, em Pernambuco (foto), com uma capacidade instalada de 700 e 450 mil toneladas por ano de PTA e PET, respectivamente. A Citepe também opera uma planta de filamentos de poliéster texturizado no mesmo local.

O preço acordado para a participação de 100% da Petrobras na Petroquímica Suape e Citepe é de US $ 385 milhões. Este valor será pago em Reais na data de fechamento do negócio e está sujeito a ajustes no capital e dívida corrente, entre outros.

O fechamento desta transação exigirá aprovações corporativas adicionais e está sujeito a várias condicionantes, incluindo a aprovação pelas autoridades governamentais competentes.

A Alpek é uma empresa petroquímica com sede no México que opera dois segmentos de negócio: “Poliéster” (PTA, PET e Fibras de Poliéster), e “Plásticos & Químicos” (Polipropileno, Poliestireno expandido, caprolactama e outras especialidades e produtos químicos industriais). A Alpek é um produtor integrado de PTA e PET na América do Norte e o maior produtor de poliestireno expandido nas Américas, além de ser o único produtor de caprolactama no México. A Alpek também opera uma das maiores plantas de polipropileno na América do Norte. Em 2015, a Alpek registrou receitas de US $ 5,3 bilhões e EBITDA de US $ 630 milhões. A empresa opera 23 plantas nos Estados Unidos, México, Canadá, Brasil, Argentina e Chile e emprega mais de 5.000 pessoas. A Alpek é uma empresa de capital aberto com ações na Bolsa de Valores Mexicana.

Fonte: Alpek

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Armacell adquire 100% das ações da PoliPex, fabricante brasileira de espumas em polietileno para isolamento térmico

20/10/2016

polipex-isolante A Armacell (www.armacell.com) , empresa com sede em Luxemburgo e líder global em espumas flexíveis para o mercado de isolamento de equipamentos, além de fornecedora de espumas de engenharia, adquiriu 100% das ações da PoliPex (www.polipex.com.br), uma importante fabricante brasileira de espumas de PE extrudado para isolamento, em um acordo de participação por uma quantia não revelada. Esta transação reforça significativamente o portfólio de produtos da Armacell na América Latina e aumenta os níveis de serviço para clientes brasileiros, bem como, o apoio para os OEMs regionais. Com a adição da planta da PoliPex em Florianópolis (SC), a Armacell fica bem posicionada para continuar a desenvolver a sua presença de fabricação na América Latina.

“A PoliPex tem décadas de know-how na produção de PE extrudado, bem como uma forte equipe nacional. Estamos ansiosos para servir aos nossos clientes em toda a América Latina com um portfólio de produtos mais amplo e maiores níveis de serviço ao cliente”, explica Patrick Mathieu, Presidente e CEO da Armacell Internacional S.A.” Historicamente, a PoliPex exibiu taxas de crescimento sólidas e margens operacionais saudáveis. A recuperação prevista para a economia brasileira e o mercado de construção tornam a PoliPex um investimento atraente para nós. ”

A PoliPex atua no mercado de espumas extrudadas de Polietileno para isolamento e tem cerca de 80 funcionários. A empresa foi fundada por John Johannes van Mullem em 1991 e mantém sede em Santa Catarina, bem como, centros de distribuição no Sul e no Nordeste do país. No ano de 2015, a Polipex teve um faturamento de aproximadamente R$ 43 milhões.

Fonte: Armacell / foto: site Polipex

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Grupo mexicano Alpek em negociações para comprar participação em plantas de resina PET e PTA no Brasil

07/09/2016

alpekA participação atualmente é de propriedade da Petrobras. Com sede em Monterrey (México), a Alpek recebeu um prazo exclusivo de 60 dias, a partir de 28 de julho passado, para negociar a participação da Petrobras na Petroquímica Suape e Citepe (Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco), duas empresas que operam um complexo integrado em Ipojuca, Brasil.  O período de exclusividade é prorrogável por outros 30 dias.

O complexo tem capacidade de produção anual de 450 mil toneladas de PET e mais de 700 mil toneladas de PTA, assim como cerca de 90 mil toneladas de filamentos de poliéster texturizados.

Funcionários da Alpek disseram em um comunicado à imprensa divulgado em 28 de julho que se a empresa alcançar um acordo de venda com a Petrobras, o fechamento da transação vai exigir outras aprovações corporativas, assim como a anuência das autoridades governamentais competentes.

As participações da Alpek incluem a DAK Americas, a empresa baseada em Charlotte (Carolina do Norte, EUA), um dos maiores fabricantes de PET da América do Norte.

Fonte: Alpek

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Fusão entre Dow e DuPont cria a segunda maior empresa química do mundo

14/12/2015
Edward Breen, da Dupont (esq), e Andrew Liveris, da Dow (dir) se cumprimentam durante o anúncio da fusão entre as duas empresas no dia 11 de dezembro

Edward Breen, da Dupont (esq), e Andrew Liveris, da Dow (dir), se cumprimentam durante o anúncio da fusão entre as duas empresas no dia 11 de dezembro

A Dow Chemical e a DuPont fecharam em 11 de dezembro os termos de uma fusão irá criar uma gigante de produtos químicos com valor de mercado de mais de 130 bilhões de dólares e que deverá se dividir, na sequência, em três diferentes empresas nos segmentos de agroquímicos, materiais e especialidades. A operação deve ser concluída no segundo semestre de 2016.

Com a fusão, o conselho executivo da nova empresa, que se chamará Dow DuPont, terá 16 membros, divididos igualmente entre as duas empresas. O presidente-executivo da DuPont, Edward Breen, será  o presidente executivo da nova empresa. O seu homólogo na Dow, Andrew Liveris passará a ser o presidente do Conselho de Administração. Liveris também irá liderar a empresa a ser criada no segmento de materiais. Ele disse que 70 % das vendas dessa nova empresa virão de três mercados chave: embalagem, transporte e construção.

As receitas combinadas dos negócios agroquímicos da Dow e da DuPont são de aproximadamente 19 bilhões de dólares. No setor de materiais, que inclui plásticos, produtos químicos e outros materiais, as receitas combinadas são de 51 bilhões de dólares. No segmento de especialidades, que compreende eletrônicos, nutrição, biociências industriais e segurança, o faturamento é de aproximadamente 13 bilhões de dólares.

As sinergias de custo geradas pela fusão podem atingir 3 bilhões de dólares. A operação foi estruturada como uma fusão de iguais.  A Dow Dupont, será a segunda maior empresa química do mundo, depois da BASF e terá duas sedes – em Midland, Michigan e Wilmington, Delaware.

O acordo, que terá de ser aprovado por agências regulatórias de vários países, permitirá que as duas empresas norte-americanas revigorem seus ativos. Ultimamente, os negócios dos segmentos de plástico e de especialidades químicas vem se beneficiando de custos de energia mais baixos, enquanto que as divisões de produtos químicos para agricultura vem tendo dificuldades para lidar com uma demanda fraca por defensivos.

São esperadas reduções de postos de trabalho como consequência da fusão. A Dow tinha 53.000 funcionários, enquanto que a DuPont tinha 63.000 colaboradores no final de 2014. As empresas não mencionaram layoffs no anúncio oficial da fusão, mas a DuPont, em um comunicado separado, disse que implementará um plano de redução de custos global correspondente a 700 milhões de dólares, que impactará 10 % da sua força de trabalho global.

Fonte: Dupont / Dow / Reuters / New York Times

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Dow Chemical e DuPont em negociações avançadas para fusão

09/12/2015

Segundo a Reuters, a Dow Chemical e a DuPont estão negociando uma fusão para criar uma gigante de produtos químicos com valor de mercado de mais de 130 bilhões de dólares e que poderá se dividir, na sequência, em uma série de diferentes negócios, afirmaram fontes com conhecimento do assunto.

Com a fusão, o presidente-executivo da Dow, Andrew Liveris, e seu homólogo na DuPont, Edward Breen, manteriam seus cargos na nova companhia, relatou uma das fontes, que informou também que um acordo pode ser fechado nos próximos dias.

O assunto não foi comentado por representantes da Dow e da DuPont.

As sinergias de custo geradas pela fusão podem atingir 3 bilhões de dólares, segundo informou a CNBC, mencionando fontes que estão a par do assunto. Tanto a Dow Chemical como a Du Pont possuem negócios significativos no setor de plásticos. Cada uma delas tem valor de mercado aproximado de 60 bilhões de dólares. Se a fusão se concretizar, a nova companhia resultante será a segunda maior empresa química do mundo, depois da BASF.

O eventual acordo, que terá de ser aprovado por agências regulatórias de vários países, permitirá que as duas empresas norte-americanas revigorem seus ativos. Ultimamente, os negócios dos segmentos de plástico e de especialidades químicas vem se beneficiando de custos de energia mais baixos, enquanto que as divisões de produtos químicos para agricultura vem tendo dificuldades para lidar com uma demanda fraca por defensivos.

Após a operação que seria estruturada como uma fusão de iguais, a nova empresa poderia se dividir em ciências de materiais, especialidades e agroquímicos, afirmaram as fontes, ressaltando, porém, que os planos ainda não estão finalizados.

Fonte: Reuters / CNBC

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Rhodia se engaja em projeto mundial para ampliar sustentabilidade na logística da Indústria Química

20/05/2014

Iniciativa dos principais “players” do setor químico mundial busca aumentar a transparência e promover melhorias na cadeia de fornecimento

A Rhodia, empresa do grupo Solvay, já deu início no Brasil, entre seus fornecedores, à fase de piloto de implantação do projeto Juntos pela Sustentabilidade (Together for Sustainability – TfS), cujo objetivo final é o de alavancar a sustentabilidade na cadeia de fornecimento do setor químico. A iniciativa mundial, lançada nesta semana, reúne as indústrias químicas AkzoNobel, Basf, Bayer, Clariant, Evonik Industries, Henkel, Lanxess e Solvay.

O programa Juntos pela Sustentabilidade pretende desenvolver e implementar um programa global de engajamento de fornecedores, que avalia e fomenta as práticas de sustentabilidade na cadeias de fornecimento, incluindo aspectos ambientais e sociais. Está baseado em melhores práticas e princípios reconhecidos – como Pacto Global das Nações Unidas e o Programa Global Atuação Responsável®, assim como princípios desenvolvidos pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), Organização Internacional para a Padronização (ISO) e Responsabilidade Social Internacional (SAI).

Até ao momento, os membros da TfS iniciaram com sucesso cerca de 2.000 avaliações e auditorias.. No decorrer de 2014, a iniciativa pretende expandir as suas atividades aos mercados emergentes de crescimento elevado, incluindo o Brasil, China e Índia.

A Rhodia iniciou o trabalho junto a um universo de 100 dos seus principais fornecedores. “O objetivo final da TfS no horizonte  a partir de 2016 é estabelecermos alguns padrões na cadeia de fornecimento, abrangendo todos os pilares da sustentabilidade, o que permitirá ganhos de longo prazo tanto para as empresas quanto para os seus fornecedores”, diz Nelson Costa Junior, Diretor de Compras & Supply Chain do grupo Solvay na América do Sul.

Avaliações e Auditorias de Terceiros – A iniciativa TfS integra avaliações e auditorias de fornecedores realizadas por peritos independentes. As avaliações serão feitas pela empresa EcoVadis, líder mundial em avaliação de Responsabilidade Social Corporativa. Os resultados das avaliações,  são compartilhados em forma de scorecards num portal acessível às empresas e fornecedores.

Em relação às auditorias, a TfS colobora com empresas de auditoria independentes para analisar o desempenho de sustentabilidade de um fornecedor em relação a um conjunto de critérios pré-definidos adequados às exigências da indústria química, incluindo temas de gestão; saúde, segurança e meio ambiente; e de governança. A auditoria consiste numa avaliação no local, por exemplo, em instalações de produção, armazéns e escritórios.

Os benefícios para os fornecedores que participam da iniciativa são diversos. A troca de informação com múltiplos clientes reduz o número de avaliações e auditorias necessárias, reduzindo, por sua vez, tempo, recursos e custos globais. Isto permitirá que as empresas e os fornecedores envolvidos nesse projeto disponibilizem os recursos de forma mais eficiente e melhorem mutuamente os padrões de sustentabilidade na cadeia global de fornecimento da indústria química.

Fonte: Rhodia

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ABIPLAST comenta aquisição da Solvay pela Braskem

30/12/2013

Em nota publicada no site da ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), a entidade afirma que espera que a aquisição da Solvay pela Braskem represente o fortalecimento do setor de resinas, mas se resguardando a defesa da concorrência e evitando prejuízos à cadeia produtiva.

Em “fato relevante”, publicado no dia 17/12 na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a Braskem anunciou a operação de aquisição da maioria do capital votante da Solvay Indupa, que ainda deverá ser analisada pelos órgãos de defesa da concorrência brasileira. Se concretizada, a empresa irá consolidar-se como única produtora brasileira da resina de PVC.

Desde 2010, a produção brasileira de polietilenos e polipropilenos já é ofertada apenas pela Braskem. Com a aquisição das plantas de PVC, uma única companhia responderá por 100% das principais matérias-primas demandadas pelo setor de transformados plásticos brasileiro e pela produção de PVC na Argentina.

A ABIPLAST, como representante da indústria brasileira de transformados plásticos, tem plena consciência da importância de se ter uma indústria petroquímica consolidada para que ela seja competitiva e que a operação ora anunciada tende a ampliar ainda mais as suas sinergias, tornando-a mais forte e competitiva em poliolefinas e vinílicos.

Porém, a entidade destaca seu estado de atenção quanto à necessidade de se manterem condições competitivas de acesso às matérias-primas, que, devido às novas características estruturais, não pode prescindir do mercado internacional como opção concorrencial e fator balizador de preços, considerando que internamente não há outros concorrentes. A ABIPLAST reforça, ainda, que essa mesma preocupação foi evidenciada pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) no ato de consolidação da produção de polietileno e polipropileno (com a aquisição da Quattor pela Braskem, em 2010).

Portanto, o objetivo da ABIPLAST é alertar sobre a questão e defender a livre concorrência no mercado de resinas termoplásticas, preconizando uma situação que não seja prejudicial aos elos posteriores da cadeia produtiva, assim como ao consumidor final de artigos plásticos.

Sobre o assunto, ler também a matéria do Blog intitulada “ABIPLAST teme concentração no segmento de PVC“.

Fonte: Abiplast

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