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SABIC anuncia linha de compostos de PBT produzidos a partir de garrafas PET quimicamente recicladas

30/05/2019

A SABIC apresentou no último dia 16 de maio o seu portfólio LNP Elcrin iQ de compostos de tereftalato de polibutileno (PBT) derivados de tereftalato de polietileno reciclado (rPET). A empresa diz que a nova linha de produtos dá apoio à economia circular e ajuda a reduzir o desperdício de plástico. Ao reciclar quimicamente o PET descartado pelo consumidor (principalmente a partir de garrafas de água descartáveis) transformando-o em materiais como o PBT – que possui maior valor, propriedades melhores e adequação para aplicações mais duráveis -, a empresa diz estar incentivando o uso de resinas recicladas. Esses produtos também oferecem uma menor pegada ambiental “berço-portão” do que a resina de PBT virgem, conforme medido pela Demanda de Energia Cumulativa (CED) e pelo Potencial de Aquecimento Global (GWP), afirma a SABIC.

Vida mais longa que PET

Essa tecnologia, segundo a empresa, supera algumas das limitações da reciclagem mecânica ao usar processos químicos para despolimerizar garrafas PET e outros resíduos de PET, transformando-os em seus precursores químicos, purificando-os e depois usando-os para criar uma nova resina PBT. A SABIC diz que a tecnologia pode oferecer benefícios de desempenho e processamento, tais como uma boa resistência química, colorabilidade, alto fluxo para maior rendimento e retardamento de chama (FR).

Segundo a SABIC, a resina LNP Elcrin iQ é uma solução pronta para o uso de PBT virgem e outros materiais de PBT convencionais, tornando mais fácil para os fabricantes melhorar a sustentabilidade de seus produtos. Como resultado da substituição da matéria-prima virgem usada para fabricar o PBT, demonstrou-se – através da avaliação de ciclo de vida revisada por pares – que a resina LNP Elcrin iQ reduziu as pegadas de energia e carbono do material em até 61% e 49%, respectivamente, afirma a SABIC. Além disso, garante a empresa, cada quilograma de resina LNP Elcrin iQ usa até 67 garrafas PET pós-consumo (0,5 litro).

O portfólio Elcrin iQ oferece aos clientes múltiplas opções, incluindo grades reforçados com fibra de vidro e minerais, além de formulações resistentes à radiação UV e compostos não halogenados resistentes ao fogo, afirma a SABIC. Algumas dos grades do LNP Elcrin iQ têm até o potencial de atingir a conformidade com os regulamentos da Food & Drug Association (FDA) americana para para contato com alimentos, assegura a empresa.

As aplicações potenciais para esses novos polímeros incluem componentes internos duráveis e componentes estéticos ​para eletrônicos de consumo, conectores automotivos e invólucros para dispositivos médicos. Tais aplicações podem prolongar a vida útil da resina PET original de uso único, o que ajuda a manter o material fora do fluxo de resíduos por um período mais longo.

“As garrafas PET descartadas pelo consumidor perdem valor e propriedades de desempenho por meio da reciclagem mecânica convencional”, disse Joshua Chiaw, diretor de negócios globais de LNP, SABIC. “Esse processo de reciclagem limita os tipos de aplicações nas quais o rPET pode ser usado. Em contraste, o processo de reciclagem química da SABIC ajuda a melhorar o desempenho e a qualidade do produto final da resina. Como resultado, esses materiais de PBT são potencialmente mais desejáveis ​​para aplicações duráveis. No geral, os materiais LNP Elcrin iQ podem ajudar a reduzir a dependência da resina virgem e atender à demanda da indústria e dos consumidores por um maior uso de materiais mais sustentáveis. ”

“O desenvolvimento de materiais LNP Elcrin iQ é um passo importante para a SABIC e ilustra nosso compromisso com nossos clientes, com a indústria global de plásticos e com a AEPW (Aliança para o Fim dos Resíduos Plásticos), à qual nos juntamos como membros fundadores”, disse Frank Kuijpers, Gerente Geral de Sustentabilidade Corporativa da SABIC. “Nosso processo inovador de reciclagem química de materiais PET de uso único dá suporte direto ao objetivo da AEPW de desenvolver novas tecnologias que ajudem a minimizar o desperdício, facilitar a recuperação e a reciclagem de plásticos e criar valor a partir de todos os plásticos pós-uso.”

Fonte: SABIC

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Vinte e oito empresas globais estabelecem aliança mundial para ajudar a eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente e alocam mais de US $ 1 bilhão para a iniciativa

28/01/2019

Membros da Aliança que participaram do evento de fundação da AEPW em 16 de Janeiro, em Londres: da esquerda para a direita (em pé): Laurent Auguste, Vice Presidente executivo senior da Veolia; Peter Bakker, Presidente e CEO of World Business Council for Sustainable Development; Priyanka Bakaya, CEO e Fundador do Renew Oceans; Jim Fitterling, CEO da DOW; Martin Brudermüller, CEO da BASF SE; Bob Patel, CEO da Lyondell Basell; Da esquerda para a direita (sentados): Rob Kaplan, CEO e Fundador da Circulate Capital; host Hannah Vaughn Jones; David Taylor, Chairman do Conselho e Presidente e CEO da Procter & Gamble; Jean-Marc Boursier, Vice President executivo senior da Suez

Uma aliança de empresas globais da cadeia de valor dos plásticos e do segmento de bens de consumo lançaram no dia 16 de janeiro uma nova organização para promover soluções para eliminar o desperdício de plástico no meio ambiente, especialmente no oceano.

A organização intitulada Alliance to End Plastic Waste (AEPW), atualmente composta por quase trinta empresas associadas, alocaram mais de US $ 1 bilhão, com o objetivo de investir US $ 1,5 bilhão nos próximos cinco anos para ajudar a acabar com os resíduos plásticos no meio ambiente. A Aliança desenvolverá e buscará soluções em escala que minimizem e gerenciem os resíduos plásticos e promovam soluções para plásticos usados, ajudando a viabilizar uma economia circular. Os membros da aliança são empresas globais localizadas na América do Norte e do Sul, Europa, Ásia, Sudeste Asiático, África e Oriente Médio.

“Todos concordam que os resíduos de plástico não pertencem aos nossos oceanos ou a qualquer lugar do meio ambiente. Esse é um desafio global complexo e sério que exige uma ação rápida e uma liderança forte. Essa nova aliança é o esforço mais abrangente até hoje para acabar com os resíduos de plástico no meio ambiente “, disse David Taylor, Presidente do Conselho, Presidente e CEO da Procter & Gamble e presidente da AEPW. “Peço a todas as empresas, grandes e pequenas e de todas as regiões e setores, que se unam a nós”, acrescentou.

“A história nos mostra que ações coletivas e parcerias entre a indústria, governos e ONGs podem fornecer soluções inovadoras para um desafio global como este”, disse Bob Patel, CEO da LyondellBasell, e vice-presidente da AEPW. “A questão do lixo plástico é vista e sentida em todo o mundo. Ele deve ser enfrentada e acreditamos que o momento para a ação é agora.”

A Aliança é uma organização sem fins lucrativos que inclui empresas que produzem, usam, vendem, processam, coletam e reciclam plásticos. Inclui fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, transformadores e empresas de gerenciamento de resíduos, também conhecida como cadeia de valor de plásticos. A Aliança tem trabalhado com o World Business Council for Sustainable Development como um parceiro fundador estratégico. A Aliança também anunciou um conjunto inicial de projetos e colaborações que refletem uma gama de soluções para ajudar a acabar com o lixo plástico:

Estabelecimento de parcerias com cidades para projetar sistemas integrados de gestão de resíduos em grandes áreas urbanas onde a infraestrutura é escassa, especialmente aquelas ao longo de rios que transportam grandes quantidades de resíduos plásticos não gerenciados da terra para o oceano. Esse trabalho incluirá o engajamento de governos locais e partes interessadas e gerará modelos replicáveis e economicamente sustentáveis que possam ser aplicados em várias cidades e regiões. A Aliança buscará parcerias com cidades localizadas em áreas de alto descarte de plástico. A Aliança também procurará colaborar com outros programas que trabalham com cidades, tais como o Projeto STOP, que está operando na Indonésia.

  • Financiamento – A Rede de Incubadoras da Circulate Capital irá desenvolver e promover tecnologias, modelos de negócios e empreendedores que previnam resíduos plásticos oceânicos e melhorem o gerenciamento de resíduos e reciclagem, com a intenção de criar um pipeline de projetos para investimento, com foco inicial no Sudeste Asiático.
  • Desenvolvimento de um projeto de informação global, de fonte aberta e com base científica, para apoiar globalmente projetos de gerenciamento de resíduos com coleta de dados, métricas, padrões e metodologias confiáveis, com o intuito de ajudar governos, empresas e investidores a se focalizarem e acelerarem ações para impedir que os resíduos plásticos se percam no meio ambiente. A Aliança irá explorar oportunidades de parcerias com instituições acadêmicas líderes e outras organizações já envolvidas em tipos semelhantes de coleta de dados.
  • Criar uma colaboração para construir capacidades junto a organizações intergovernamentais, como as Nações Unidas, para realizar workshops e treinamentos conjuntos para funcionários do governo e líderes comunitários, a fim de ajudá-los a identificar e buscar as soluções mais eficazes e relevantes localmente nas áreas prioritárias.
  • Apoiar o Renew Oceans para ajudar em investimento e no engajamento localizados. O programa é projetado para capturar o lixo plástico antes que ele chegue ao oceano a partir dos dez principais rios que foram mapeados por transportar a grande maioria dos resíduos terrestres para o oceano. O trabalho inicial apoiará o projeto Renew Ganga, que também recebeu apoio da National Geographic Society.

Nos próximos meses, a Aliança fará investimentos adicionais e impulsionará o progresso em quatro áreas principais:

  • Desenvolvimento de infraestrutura para coletar e gerenciar resíduos e aumentar a reciclagem;
  • Inovação para impulsionar e ampliar a escala de novas tecnologias que tornem a reciclagem e a recuperação de plásticos mais fáceis e que criem valor a partir de todos os plásticos pós-uso;
  • Educação e engajamento de governos, empresas e comunidades para mobilizar ações; e,
  • Limpeza de áreas concentradas de resíduos plásticos já no meio ambiente, principalmente nos principais condutos de resíduos, como rios, que transportam resíduos plásticos terrestres para o mar.

“O sucesso exigirá colaboração e esforços coordenados em diversos setores – alguns que geram progresso a curto prazo e outros que exigem grandes investimentos com cronogramas mais longos. Lidar com resíduos plásticos no meio ambiente e desenvolver uma economia circular de plásticos requer a participação de todos ao longo de toda a cadeia de valor e o compromisso de longo prazo das empresas, governos e comunidades. Nenhum país, empresa ou comunidade pode resolver isso sozinho”, disse o CEO da Veolia, Antoine Frérot, vice-presidente da AEPW.

Uma pesquisa da Ocean Conservancy mostra que quase 80% dos resíduos plásticos no oceano começam como lixo em terra, a grande maioria dos quais viaja para o oceano através de rios. De fato, um estudo estima que mais de 90% do plástico transportado pelos rios para o oceano vem de dez grandes rios ao redor do mundo – oito na Ásia e dois na África. Sessenta por cento dos resíduos plásticos no oceano podem ser identificados como provenientes de cinco países no sudeste da Ásia.

“Embora o nosso esforço seja global, a Aliança pode ter o maior impacto no problema ao se concentrar nas partes do mundo onde o desafio é maior; e compartilhando soluções e melhores práticas de modo que esses esforços possam ser amplificados e ter sua escala ampliada em todo o mundo “, disse Peter Bakker, presidente e CEO do World Business Council for Sustainable Development.

As seguintes empresas são os membros fundadores da Aliança: BASF, Berry Global, Braskem, Chevron Phillips Chemical Company, Clariant, Covestro, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation, Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, SUEZ, Shell, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total, Veolia e Versalis (Eni).

Fonte: Alliance to End Plastics Waste; Foto: Pnuma

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BASF é cofundadora da Alliance to End Plastic Waste

17/01/2019

  • Aproximadamente 30 empresas da cadeia de valor do plástico e bens de consumo alocaram mais de 1 bilhão de dólares para ajudar a acabar com o resíduo plástico no meio ambiente
  • BASF apoia a Alliance to End Plastic Waste para disponibilizar soluções que ajudem a resolver o problema mundial de resíduos plásticos

A BASF se tornou hoje cofundadora de uma aliança global de aproximadamente 30 empresas para promover soluções que reduzam e eliminem os resíduos plásticos descartados no meio ambiente, principalmente no oceano. A Alliance to End Plastic Waste (AEPW) comprometeu-se com mais de 1 bilhão de dólares e tem a meta de investir até 1,5 bilhão de dólares nos próximos cinco anos para ajudar a eliminar o resíduo plástico no meio ambiente. Novas soluções serão desenvolvidas e colocadas em escala para minimizar e manejar o resíduo plástico, incluindo a promoção de soluções para plásticos já utilizados, ativando a economia circular.

“Damos imenso apoio aos esforços para reduzir os resíduos plásticos no meio ambiente”, afirma o Dr. Martin Brudermüller, presidente do Conselho Diretivo e diretor de tecnologia da BASF SE, que forneceu suporte para a criação da aliança desde o início. “Somos cofundadores da Alliance to End Plastic Waste pois queremos desenvolver e promover soluções que ajudarão efetivamente a resolver o problema mundial de resíduos plásticos”, explica Brudermüller. “Os plásticos são materiais eficientes que podem economizar recursos e trazer benefícios em saúde, segurança e conveniência para a sociedade. Tais benefícios podem ser contraditórios caso os plásticos e seus resíduos não forem usados, descartados ou reciclados de maneira responsável”.

Entender de onde vem o resíduo plástico é fundamental. Pesquisas realizadas pela Ocean Conservancy mostram que os plásticos no oceano se originam predominantemente dos resíduos em terra. A maior parte do resíduo plástico é disseminada pelos rios, podendo ser rastreada a dez grandes rios ao redor do mundo, principalmente na Ásia e na África. Muitos desses rios percorrem áreas com alta densidade populacional, onde há falta de infraestrutura adequada para coleta e reciclagem de resíduos, levando a um significativo vazamento. A AEPW irá iniciar ações onde há maior necessidade, incluindo projetos que contribuam para soluções em quatro áreas principais:

  • Desenvolvimento de infraestrutura para realizar o manejo dos resíduos e aumentar a reciclagem;
  • Inovação para desenvolver e escalar novas tecnologias que reciclem e recuperem plásticos mais facilmente, criando valor por meio dos plásticos pós-uso;
  • Educação e engajamento de governos em todos os níveis, empresas e comunidades para mobilizar ações; e
  • Limpeza de áreas onde há concentração de resíduos plásticos no meio ambiente, especialmente nos principais disseminadores de resíduos, como os rios, que transportam resíduos terrestres para o oceano.

“Todos concordam que os resíduos plásticos não pertencem aos nossos oceanos ou qualquer lugar no ambiente. Este é um desafio global complexo e sério que exige uma ação rápida e uma liderança forte. Essa nova aliança é o esforço mais abrangente até o momento que visa eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente”, afirma David Taylor, CEO da Procter & Gamble, e presidente da AEPW.

A aliança é uma organização sem fins lucrativos que inclui empresas de toda a cadeia de valor global de plásticos e bens de consumo: fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, convertedores e empresas de manejo de resíduos. A aliança trabalhará com governos, organizações intergovernamentais, universidades, organizações não-governamentais e sociedade civil, para investir em projetos conjuntos para eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente.

O engajamento da BASF com a aliança reforça o comprometimento da empresa com um manejo responsável de plásticos. “Uma medida importante para acabar com a entrada descontrolada de plásticos no meio ambiente é criar círculos fechados onde o plástico possa ser usado como uma nova matéria-prima. A indústria química desempenha um papel importante na inovação e implementação de processos em grande escala para converter resíduos plásticos em novos produtos”, completa Brudermüller.

O recém-iniciado projeto ChemCycling é um exemplo de como a BASF está desenvolvendo tecnologias inovadoras que promovem a recuperação e reciclagem de plásticos. Juntamente com os seus clientes e parceiros, a BASF desenvolveu e fabricou os primeiros produtos baseados em resíduos plásticos quimicamente reciclados.

A BASF também está implementando ativamente o programa internacional Operation Clean Sweep® em todas as suas unidades de produção de pellets de plástico no mundo, visando prevenir a perda de pellets de plástico ao longo da cadeia de valor, por meio de medidas comportamentais, organizacionais e técnicas. Além disso, a BASF participa de várias colaborações e projetos de associações (por exemplo, World Plastics Council,Ellen MacArthur Foundation, CEFLEX) sobre manejo de resíduos e educação.

As seguintes empresas são membro-fundadoras da Alliance to End Plastic Waste: BASF, Berry Global, Braskem, Chevron Phillips Chemical Company LLC, Clariant, Covestro, CP Group, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation USA, Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, Shell, Suez, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total e Veolia.

Fonte: BASF / Alliance to End Plastic Waste

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