Archive for the ‘Logística’ Category

Braskem expande rede de centros de exportação e anuncia nova unidade de logística e distribuição nos Estados Unidos

08/07/2020

Presença da petroquímica brasileira no Porto de Charleston, na Carolina do Sul visa aumentar sua capacidade de atuação global

A Braskem anunciou a expansão da sua rede de centros de exportação com uma nova unidade na cidade portuária de Charleston, na Carolina do Sul, costa leste dos Estados Unidos – o que aumenta significativamente sua capacidade de atuação global, afirma a empresa. Com previsão para ser concluído no terceiro trimestre deste ano, o novo centro de exportação terá capacidade para remessas de até 204 mil toneladas anuais e fornecerá serviços de embalagem e armazenagem para apoiar unidades de produção de polipropileno (PP) da Braskem nos EUA, especialmente a Delta, unidade que está em fase de construção em La Porte, no Texas.

Segundo Mark Nikolich, vice-presidente da Braskem na América do Norte, a empresa está voltada para reinvestir em seus negócios e em sua posição de liderança para apoiar clientes em todo o mundo. “A construção de nosso novo centro global de exportação na Carolina do Sul nos permite aproveitar nossa matéria-prima e ativos de produção de polímeros no Golfo do México, na Pensilvânia e Virgínia Ocidental para atender melhor às necessidades de nossos clientes ao redor do mundo. Com excelente acesso às redes ferroviárias e rodoviárias nacionais, esta nova e importante unidade de logística e distribuição aumenta significativamente a capacidade de exportação internacional da Braskem na América do Norte”, diz Nikolich.

Atualmente a Braskem conta com centros de distribuição dos seus produtos em 10 países nas Américas e na Europa, que permitem à petroquímica brasileira escoar, anualmente, mais de 16 milhões de toneladas anuais de resinas termoplásticas e outros produtos químicos para mais de 100 países.

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Dow inaugura seu maior terminal logístico para polietileno na América Latina fora de suas unidades

31/05/2017

  • Com incremento de 60% na capacidade de armazenagem em polietileno no Brasil, o empreendimento está localizado em Itajaí (SC) e dará suporte ao aumento de volume produzido na Costa do Golfo dos Estados Unidos
  • Projeto irá gerar empregos e receita para a região e foi desenvolvido em parceria com a Log-In, que será o operador logístico.

A Dow colocou em operação seu maior terminal logístico para polietileno na América Latina fora de suas unidades produtivas. Localizado em Itajaí (SC), trará incremento de 60% na capacidade de armazenagem da empresa para polietileno e produtos das áreas de especialidades plásticas. Este aumento de capacidade dará suporte à maior produção de polietileno proveniente das novas unidades de produção da Dow na Costa do Golfo dos Estados Unidos e que deverá ser embarcada para a América Latina.

Um aspecto importante do projeto é a eliminação da capacidade ociosa, uma vez que os produtos são estocados diretamente em contêineres. A operação logística do terminal está a cargo da Log-In, empresa de soluções em logística porta a porta, e a expectativa é que o novo projeto logístico gere 55 empregos, além de receita para a região de Itajaí.

“Esse projeto marca a segunda etapa de ações que a Dow tem desenvolvido desde 2011 para aprimorar sua eficiência logística no Brasil, trazendo benefícios para toda a cadeia”, afirma Leonardo Feltrinelli, diretor de Supply Chain da Dow América Latina. ”Esse terminal logístico está alinhado à estratégia de crescimento da área de Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow, armazenando produtos vindos, principalmente, de unidades na Argentina e Estados Unidos”.

O desenho do projeto do novo terminal logístico começou em 2015, quando foram definidas as estratégias para o volume adicional de polietileno. Como parte desta produção adicional seria enviada ao Brasil, houve a necessidade de adequação da cadeia logística da companhia para absorver e gerenciar todo o volume envolvido. Diante deste cenário, a Dow optou pela transferência do terminal existente em São Francisco do Sul, também em Santa Catarina, para o novo local em Itajaí, que passaria a ter capacidade de absorver a crescente demanda.

O terminal logístico, desenvolvido pela Log-In, possui 44 mil m2 de área total (sendo 5,2 mil m2 apenas para cross docking) e oferece ferramentas planejadas para o projeto da Dow, como empilhadeiras de até 41 toneladas de capacidade, porta paletes, sistema inteligente de rastreamento e circuito interno de TV para monitoramento. De acordo com João Correia, gerente de Operação de Terminais da Log-In, o empreendimento demonstra a capacidade da empresa em fornecer soluções logísticas customizadas de acordo com as necessidades dos clientes. “O projeto foi desenvolvido para proporcionar um acréscimo de 23% em ganhos de produção operacional, levando em consideração o aumento de demanda previsto pela Dow”, afirma Correia.

Atualmente, grande parte do volume da Dow destinado ao Brasil chega ao país pelos portos de Itajaí, Navegantes e Itapoá, todos em Santa Catarina. A Dow iniciou a operação em Santa Catarina em 2001 e, durante estes anos, desenvolveu parceria com fornecedores e, assim, manteve a operação na região e numa localização próxima ao terminal que garante segurança na retirada dos produtos dos portos, na sua distribuição e entrega aos clientes.

A partir da mudança para Itajaí, a capacidade de carregamento passará de 85 para 110 veículos em 15 horas. “Por se tratar de uma área industrial, há possibilidade da Log-In operar em uma escala noturna, o que pode tornar ainda maior nossa capacidade de expedição no terminal”, destaca o gerente da Log-In.

A mudança de São Francisco do Sul para Itajaí também impactará positivamente na otimização operacional e nas metas de sustentabilidade da empresa. Com o novo projeto, o acesso ao porto de Navegantes pela Dow terá uma redução de 76km no trajeto percorrido – dos 80 km atuais para apenas 10km. “Essa redução de 87% no trajeto percorrido entre o porto e nosso terminal trará importantes benefícios à operação como otimização nos tempos de operação impactados diretamente pela distância e a redução de perdas por excesso de manuseio das cargas”, afirma Alexandre Magno, gerente de Logística para Embalagens e Plásticos de Especialidades no Brasil. “Outro aspecto importante é a diminuição significativa nas emissões de CO2 na atmosfera, já que estão diretamente conectadas à distância que é percorrida pela movimentação da carga. Esta nova operação será mais um avanço em relação aos já conquistados pela companhia em projetos anteriores de aprimoramento logístico”.

Em 2011, a Dow foi pioneira na adição de uma camada extra de sacos em cada pallet de polietileno em cada contêiner, o que ampliou sua capacidade de transporte em quase 10%. Além dessa mudança, a empresa também passou a armazenar os produtos diretamente nos contêineres, trazendo como benefício a redução de 10% na movimentação de carga, na época.

Além de Santa Catarina, a Dow possui um segundo terminal logístico em Juiz de Fora (MG), com capacidade de 15 mil toneladas e abastecido a partir do porto do Rio de Janeiro, que possui os mesmos critérios de otimização operacional de Santa Catarina.

Fonte: Dow

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