Posts Tagged ‘Joint venture’

Lanxess e Saudi Aramco lançam a Arlanxeo, joint venture na área de borracha sintética

11/02/2016

Arlanxeo

A empresa de especialidades químicas Lanxess e a Saudi Aramco anunciaram a Arlanxeo, nome da sua nova joint venture na área de borracha sintética. O novo nome e logo combinam elementos dos nomes e logotipos de ambos os parceiros. O logotipo é complementado pelo descritor “Elastômeros de Desempenho” para destacar a gama de produtos da nova empresa. Todas as mais importantes autoridades antitruste autorizaram a transação. Desta maneira, a joint venture será lançada como Arlanxeo em 10 de Abril de 2016.

“A Arlanxeo será uma empresa forte formada por dois parceiros fortes” “Isto está refletido também no novo nome da empresa”, disse Matthias Zachert, Presidente do Conselho de Administração da Lanxess AG e futuro Presidente do Comitê de Acionistas da Arlanxeo. “Nós estabeleceremos a Arlanxeo como um player novo e independente no mercado mundial de borracha sintética. E estamos convencidos de que, no mundo de borracha, a Arlanxeo vai se tornar uma marca forte.”

“Sob seu novo nome, a Arlanxeo terá como base o foco no cliente, o reconhecimento e a reputação, tanto da Saudi Aramco como da Lanxess, o que torna ambos os parceiros muito orgulhosos”, disse Abdulrahman Al-Wuhaib, Senior Vice-Presidente de Empresas Derivadas, da Saudi Aramco.

Em 22 de setembro de 2015, a Lanxess e a Saudi Aramco assinaram um acordo para criar uma joint-venture, com composição igualitária de 50% para cada parceiro, para o desenvolvimento, produção, comercialização, venda e distribuição de borracha sintética usada na indústria mundial de pneus, fabricação de autopeças e uma ampla gama de outras aplicações.

A Arlanxeo terá sua sede na Holanda. Os parceiros em breve nomearão a equipe de gestão que irá comandar a joint venture. Cada parceiro terá representação igualitária nos conselhos que supervisionarão a empresa. O CEO será nomeado pela Lanxess e CFO pela Saudi Aramco.

“Com este empreendimento, o maior produtor mundial de borracha sintética e a maior companhia integrada de energia do mundo, lançamos as bases para o desenvolvimento sustentável e positivo da Arlanxeo”, disse Zachert. “Esta é uma vitória para nossos clientes, bem como para os funcionários da Arlanxeo. Estamos ansiosos para o lançamento desta nova e promissora parceria”.

A Lanxess é uma empresa líder de especialidades químicas com vendas de 8 bilhões de euros em 2014 e aproximadamente 16.300 funcionários em 29 países. Atualmente a empresa está representada em 52 locais de produção, em todo o mundo. O core business da Lanxess é o desenvolvimento, fabricação e comercialização de plásticos, borracha, intermediários e especialidades químicas.

Fonte: Lanxess

Curta nossa página no

Anúncios

Lanxess e Saudi Aramco lançam Joint Venture para borracha sintética

29/10/2015
  • O maior produtor mundial de borracha sintética e o maior produtor mundial de petróleo e energia anunciam aliança estratégica
  • Lanxess e Saudi Aramco terão cada uma a participação de 50 por cento no empreendimento conjunto
  • Joint venture no valor de EUR 2,75 bilhões
  • A Lanxess planeja aproveitar o negócio para crescimento, redução de alavancagem e resgate de ações
Abdulrahman F. Al-Wuhaib, Senior Vice Presidente Downstream da Saudi Aramco (esquerda) e Matthias Zachert, CEO da Lanxess (direita)

Abdulrahman F. Al-Wuhaib, Senior Vice Presidente Downstream da Saudi Aramco (esquerda) e Matthias Zachert, CEO da Lanxess (direita)

A empresa de especialidades químicas Lanxess e a Saudi Aramco da Arábia Saudita planejam estabelecer uma Joint Venture para borracha sintética, cujos detalhes encontram-se em um acordo assinado em 23 de setembro passado. A Lanxess e a subsidiária da Saudi Aramco, a Aramco Overseas Company, terão cada uma a participação de 50 por cento na joint venture, com vendas anuais de aproximadamente três bilhões de Euro em 2014. A Saudi Aramco deve pagar aproximadamente EUR 1,2 bilhões em dinheiro por sua participação de 50% após dedução de débitos e outros passivos financeiros. O valor total da joint venture é de EUR 2,75 bilhões.

A transação ainda requer a aprovação das autoridades antitruste relevantes e deve ser concluída na primeira metade de 2016.

A Lanxess contribuirá com seu negócio de borracha sintética para o novo empreendimento conjunto. Isso incluirá as unidades de negócios Tire & Specialty Rubbers (TSR) e High Performance Elastomers (HPE), suas 20 instalações de produção em nove países e mais de 3.700 funcionários e pessoal de apoio adicional. As borrachas de alto desempenho fabricadas pela Lanxess são usadas principalmente na produção de pneus e aplicações técnicas, como mangueiras, correias e vedações. Os principais clientes incluem as indústrias automotiva e de pneus, mas os produtos também são usados na indústria de construção e por empresas de óleo e gás.

A Saudi Aramco fornecerá à joint venture o acesso confiável e competitivo a matérias primas estratégicas a médio prazo.

A joint venture une o maior produtor mundial de borracha sintética e o maior produtor mundial de petróleo e energia para formar uma parceria estratégica de longo alcance. “Esta aliança nos permitirá dar ao negócio de borrachas uma posição competitiva muito sólida e as melhores perspectivas futuras”, disse o CEO da Lanxess, Matthias Zachert. “Juntos no futuro podemos produzir borracha sintética em uma cadeia de valor integrada que vai desde o campo de petróleo até o produto final, estabelecendo assim um dos melhores fornecedores no mercado mundial. Desse modo, estaremos aptos a fornecer aos nossos clientes uma confiabilidade ainda melhor do que antes”.

Abdulrahman Al-Wuhaib, vice-presidente sênior de Downstream da Saudi Aramco disse: “Por meio do acordo de joint venture, estamos investindo em uma capacidade de produtos de elastômeros e borracha sintética de classe mundial que já abastece muitos dos maiores clientes globais em fabricação de peças de automóveis e pneus. Além de criar uma nova fonte de receita para a Saudi Aramco, o acordo incentivará o crescimento econômico e as oportunidades de diversificação para o Reino da Arábia Saudita e região do Oriente Médio em setores de alto volume, como manufatura de autopeças e pneus, que dependem de produtos químicos com valor agregado e margens mais altas”.

O novo empreendimento conjunto será administrado por uma holding com sede na Holanda. O CEO será indicado pela Lanxess e o CFO será indicado pela Aramco Overseas Company. Cada uma das empresas terá representação igualitária na diretoria da JV. A Lanxess consolidará as finanças da JV.

Com a criação desta joint venture, a Lanxess está implementando a terceira etapa do programa de realinhamento em três fases. “Estabelecemos um ponto de partida estratégico completamente novo para nossa empresa em pouco mais de apenas um ano”, disse Zachert. “Não apenas racionalizamos nossas funções administrativas e já tornamos mais eficientes muitas de nossas estruturas de produção e processos, como também, com essa joint venture em negócios de borracha, estamos cumprindo a fase mais importante de nosso realinhamento – com o melhor parceiro possível e num prazo bastante curto. Com a margem financeira resultante conseguiremos voltar a crescer muito antes do esperado”.

A Lanxess planeja usar cerca de EUR 400 milhões dos recursos obtidos com a transação para investir no crescimento de segmentos mais bem posicionados e menos cíclicos de Intermediários Avançados (Advanced Intermediates) e Produtos Químicos de Desempenho (Performance Chemicals). Outros EUR 400 milhões estão reservados para uma redução adicional de sua alavancagem financeira e cerca de EUR 200 milhões devem ser usados para um programa de recompra de ações.

A Lanxess teve vendas de EUR 8,0 bilhões em 2014 e possui cerca de 16.300 funcionários em 29 países. A empresa atualmente está representada em 52 plantas de produção em todo o mundo. O principal negócio da Lanxess é o desenvolvimento, a manufatura e o marketing de plásticos, borracha, intermediários e especialidades químicas.

Fonte: Lanxess

Curta nossa página no

Weener adquira participações da Globalpack em joint-venture de embalagens plásticas

20/10/2015

WeenerO Grupo Weener Plastic Packaging (WPPG), com sede na Alemanha, adquiriu as quotas de seu parceiro de joint venture, Globalpack, e passou a deter 100% do capital da Weener Globalpack Indústria Plástica Ltda, situada no distrito de Jaraguá, na zona noroeste da cidade de São Paulo. A planta produz componentes de embalagens plásticas para desodorantes e antitranspirantes. A empresa foi renomeada e irá operar como Weener Indústria Plástica Ltda partir de agora. A transação foi fechada em julho de 2015.

A WPPG também adquiriu o negócio adicional de moldagem por injeção e extrusão, incluindo as operações conexas de montagem e decoração, nas instalações da Globalpack em Jaraguá. Para esta operação, uma nova empresa foi criada: Weener Brasil Indústria e Comércio de Embalagens Plásticas Ltda. As participações foram transferidas em agosto de 2015.

Essas aquisições são um passo lógico na estratégia de expansão global da Weener, dando suporte a clientes globais e locais com operações de classe mundial, programas de engenharia de boa qualidade e desenvolvimento de produtos inovadores.

A planta industrial localizada em Jaraguá emprega mais de 400 pessoas. A Weener vê grande potencial de crescimento para seus produtos no mercado brasileiro e a fábrica vai desempenhar um papel central na estratégia de crescimento da empresa.

Arnaldo Conte foi nomeado como Diretor Executivo das duas empresas. “A Weener criou uma oportunidade estratégica única, trazendo sua expertise e liderança em inovação para o crescente mercado brasileiro”, disse Conte. “Nós podemos nos focalizar em clientes brasileiros novos e nos já existentes, reforçando simultaneamente as nossas ofertas para lhe proporcionar um valor ainda maior.”

A WPPG é uma empresa de embalagens de plástico com atuação global em 16 países, possuindo 24 operação em todo o mundo.

Fonte: Weener

Curta nossa página no

Braskem e Styrolution planejam joint-venture para produção de ABS e SAN no Brasil

21/10/2013
  • A nova joint venture seria o único produtor de especialidades ABS e SAN na América do Sul.
  • A se confirmar o projeto, a fábrica, com capacidade para produzir 100 mil toneladas anuais, oferecerá aos clientes de vários segmentos em crescimento garantia de abastecimento e serviços locais.

A Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas nas Américas, e a Styrolution, líder global no segmento de estirênicos, anunciaram hoje a assinatura de  um memorando de entendimento (MOU) para avaliar a formação de uma joint venture no Brasil. Será analisada a viabilidade econômica de implementação de uma planta, com capacidade de produção de 100 mil toneladas por ano, capaz de fornecer especialidades estirênicas e copolímeros de acrilonitrila butadieno estireno (ABS) e estireno-acrilonitrila (SAN) para clientes no Brasil e em toda a América do Sul.

Nos últimos anos, o Brasil observou um forte crescimento dos setores de eletrodomésticos e automotivos, ambos clientes-chave para as especialidades estirênicas que a joint venture deverá produzir. Tradicionalmente, ABS e SAN têm sido importados para a região por fornecedoras de estirênicos, como a Styrolution. A nova empresa entre Braskem e Styrolution deve buscar aproveitar essa dinâmica de mercado favorável para criar um produtor local que deve oferecer aos clientes atendimento e maior segurança no fornecimento.

A Styrolution deve contribuir com sua expertise no desenvolvimento e produção de estirênicos, com o maior portfólio de produtos dessa indústria, com licenciamento de tecnologia e com os seus negócios já existentes na região. A Braskem, por sua vez, como uma das principais empresas petroquímicas da região, deverá prover infraestrutura da cadeia de fornecimento e o local para a planta.

A consumação da joint venture está sujeita a aprovações regulatórias e concorrenciais. Planeja-se que Styrolution seja o acionista majoritário com 70% da companhia e a Braskem deve deter os 30% remanescentes. Sujeita a conclusão de um acordo entre as partes e que as respectivas aprovações sejam obtidas, o início da construção da planta deve ser esperado para o começo de 2015 com a produção provavelmente em 2017.

“A Styrolution divulgou recentemente uma nova estratégia que requer mudanças em três áreas do negócio: expansão da presença em mercados em desenvolvimento, crescimento do negócio de estirênicos especiais e foco em setores de alto crescimento”, disse Roberto Gualdoni, CEO da Styrolution. “Para a Styrolution, a proposta da joint venture reúne as três iniciativas e estamos satisfeitos em realizar essa parceria com a Braskem para explorar as oportunidades que a associação poderá nos trazer”.

“Essa parceria representa um passo importante no fortalecimento da indústria petroquímica no Brasil. Ela contribuirá ainda para o desenvolvimento de oportunidades de negócios domésticos em áreas como ABS, na qual o país depende hoje de importações, atraindo novos investimentos para as cadeias de materiais derivadas”, afirma Carlos Fadigas, CEO da Braskem. “Com base na experiência da Styrolution em estirênicos especiais, esperamos chegar à melhor solução para viabilização deste importante projeto.”

Fonte: Braskem

Curta nossa página no

Wortex e a italiana Amut oficializam joint-venture na FEIPLASTIC 2013

20/05/2013

feiplastic

No dia 20 de maio, às 14h30, a empresa reúne a imprensa para detalhar como será a operação conjunta entre as empresas

Dentro de um amplo programa de internacionalização, a Wortex inicia, junto ao grupo italiano Amut, uma joint-venture que trará para a indústria de transformação de plástico nacional mais inovação tecnológica e investimentos para o setor.  A sinergia entre as duas empresas, que produzem sistemas de extrusão de plásticos, será ampliada com as novas instalações no Brasil, em Campinas (SP), onde produzirão máquinas de extrusão para tubos, perfis e chapas para embalagens termoformadas.

O início das atividades será anunciado no dia 20 de maio, durante coletiva de imprensa na Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, no Pavilhão de Exposições do Anhembi. A apresentação para o mercado surge com duas linhas: primeiramente uma para tubos de PVC rígido e, posteriormente, para tubos lisos de polietileno até 1500mm de diâmetro e corrugados até 635mm de diâmetro, chapas para embalagens de poliestireno e polipropileno.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Feiplastic

Curta nossa página no