Archive for the ‘Sustentabilidade’ Category

Programa de logística reversa de compósitos supera meta inicial

02/03/2018

Iniciativa foi responsável pelo recolhimento de 2.100 kg de peças de ônibus em Curitiba

O programa de logística reversa de peças de compósitos superou a meta inicial de recolhimento de resíduos. Criado pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco) e em operação na cidade de Curitiba (PR), foi responsável pela destinação de 2.100 kg de resíduos, ou 110% do projetado para a primeira fase – 1.900 kg, considerando o período de setembro de 2016 a dezembro de 2017, conforme estabelecido junto à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Paraná (SEMA). A partir de agora, a meta de reciclagem passa a ser anual, sendo prevista a coleta mínima de 1.500 kg de compósitos em 2018.

“Estamos satisfeitos com o resultado, pois conseguimos implantar um modelo efetivo de logística reversa para os compósitos, mesmo num cenário de intensa retração econômica. Trata-se de uma iniciativa inovadora globalmente, que poderá ser replicada não somente em outros estados, mas também em toda a América Latina”, comenta Gilmar Lima, presidente da Almaco.

De início, o programa contempla a logística reversa de componentes de ônibus, como tetos, grades e para-choques. Os aspectos práticos ficam a cargo da Geoquímica, empresa responsável por recolher as peças de compósitos em oficinas e garantir a destinação correta – no caso, o coprocessamento em fornos de cimenteiras. Localizada em São José dos Pinhais (PR), a Geoquímica já trabalha com a logística reversa de embalagens de lubrificantes e filtros automotivos.

“A maior dificuldade que ainda enfrentamos é conscientizar toda a cadeia de geração de valor sobre a importância desse programa. Além de fazer bem ao planeta, é vital para que o setor de compósitos continue competindo e crescendo de forma sustentável”, afirma Lima. Hoje em dia, o plano elaborado pela Almaco conta com o apoio da consultoria Masimon e de nove empresas da cadeia produtiva de compósitos: Ashland, CPIC, Jushi, Marcopolo, Mascarello, Morquímica, Neobus, Owens Corning e Tecnofibras. Também colaboram com o projeto a Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (FABUS) e o Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE). “É importante ressaltar o enorme apoio que tivemos da Secretaria do Meio Ambiente do Paraná”.

A fiscalização já começou e a responsabilidade pelo pós-consumo passou a ser dos fabricantes das peças. Caso não façam parte do programa, estarão sujeitos a multas pesadas – já foram registradas no Paraná autuações de mais de R$ 150 mil para as empresas que descumpriram acordos de logística reversa.

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, trens e aviões.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Almaco

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Coalizão de Embalagens encerra primeira fase do Acordo Setorial com redução de 21% no volume de embalagens destinadas aos aterros

15/02/2018

A primeira fase da implantação do Acordo Setorial foi concluída em dezembro. Segundo o relatório entregue pela Coalizão Embalagens ao Ministério do Meio Ambiente, os resultados superaram as expectativas. Foi ultrapassada a meta de reduzir em 13,3% a quantidade de embalagens pós-consumo destinadas a aterros sanitários até o fim do ano; o valor final atingiu 21,3%.

Já o Sistema de Logística Reversa de Embalagens, implantado pela Coalizão, alcançou 63% da população, com ações nos 732 municípios prioritários do acordo. De acordo com o relatório, 802 cooperativas foram apoiadas, com cerca de 4 mil ações de estruturação na capacidade produtiva nos últimos cinco anos. Nesse período, foram instalados 2.082 pontos de entrega voluntária (PEV), com os investimentos do setor atingindo R$ 2,8 bilhões.

As metas para a próxima etapa do Acordo Setorial ainda não foram definidas, mas o Governo já publicou um decreto em que obriga as empresas e entidades envolvidas no consumo de embalagens a aderirem à Coalizão.

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, comemorou os resultados e disse que o ministério é parceiro da causa. “Entendemos a complexidade que é (sic) um setor de logística reversa tão grande e diverso. Eu espero que o resultado desse acordo seja capaz de mensurar a diminuição da destinação inadequada de resíduos, principalmente na cadeia que a coalizão representa”, disse

Coalizão Embalagens – Formada por 23 associações empresariais signatárias do Acordo Setorial de Embalagens em Geral, sendo a ABIPLAST uma delas, foi assinado em 25 de novembro de 2015 com o objetivo de ampliar a reciclagem no país. Conta com a participação de produtores, importadores, usuários e comerciantes de embalagens, do Cempre, da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Movimento ‘SEPARE. NÃO PARE’

A Coalizão lançou em 2017 o Movimento ‘SEPARE. NÃO PARE’, com o objetivo de informar, inspirar e mobilizar a população brasileira a separar e descartar corretamente seus resíduos domésticos. A campanha também ressaltou a importância da ação dos catadores na cadeia da reciclagem, responsáveis por mais de 50% do material recolhido e encaminhado às cooperativas em São Paulo.

A divulgação foi feita por uma campanha digital, com a participação de influenciadores e o portal informativo: http://www.separenaopare.com.br. Nele, a população pode encontrar conteúdos tais como: o passo a passo da separação e o descarte correto de diferentes tipos de embalagens; onde encontrar pontos de entrega; iniciativas já existentes; detalhes sobre quais materiais são recicláveis, etc.

A ação foi lançada inicialmente na cidade de São Paulo e contou com a distribuição de panfletos informativos para a população e colaboradores das empresas participantes da Coalizão, além de parceria com o SECOVI-SP (Sindicato da Habitação), para comunicação direta com os condomínios.

Coalizão Embalagens em números:

Metas do Acordo Setorial :  

  • Recuperação de 19,8% na fração seca.
  • Redução de 13,3% de embalagens dispostas em aterro.
  • Aumento na quantidade de resíduos recuperados de 3.060 toneladas por dia.

Resultados da 1ª fase:

  • Recuperação de 31,9% na fração seca.
  • Redução de 21,3% de embalagens dispostas em aterro.
  • Aumento da auantidade de resíduos recuperados: 1.553 t/dia. A crise econômica e menor geração de resíduos não permitiram atingir a meta.

Fonte: Abiplast

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Solvay e Fundação Ellen MacArthur assinam parceria trienal para acelerar a transição para uma economia circular

07/02/2018

Jean-Pierre Clamadieu (à esquerda, na foto) assina acordo da Solvay com a Fundação Ellen MacArthur

Grupo Solvay torna-se o parceiro global da Fundação para o setor químico

A Solvay e a Fundação Ellen MacArthur assinaram um acordo de parceria global por três anos, aumentando a oportunidade do Grupo de contribuir significativamente para acelerar a transição para uma economia circular no setor de produtos químicos. A parceria explorará soluções alinhadas com os princípios da Economia Circular, em contraste com o atual modelo econômico linear de produção.

“A economia circular é cada vez mais importante para nossos negócios e clientes, que nos pedem soluções que atendam às suas necessidades de sustentabilidade. Juntar-se à Fundação Ellen MacArthur e estabelecer parcerias com players globais de renome significa, para empresas como a nossa, fazer a diferença no aprimoramento da qualidade do nosso conhecimento e pesquisas para avançar mais rapidamente para a circularidade “, disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay.

“Estamos satisfeitos por receber a Solvay como um parceiro global da Fundação Ellen MacArthur. A indústria de produtos químicos está no cerne da economia global, por isso tem um grande potencial para estimular a mudança em direção a uma economia circular restauradora e regenerativa “, disse Ellen MacArthur.

A Solvay se juntará aos atuais oito parceiros globais da Fundação (Danone, Google, H & M, Intesa Sanpaolo, NIKE Inc, Philips, Renault e Unilever), como o único parceiro global do setor químico, no período de 2018 a 2020.

Desde que a velejadora britânica Ellen MacArthur estabeleceu a Fundação em 2010, a instituição emergiu como líder global em colocar as agendas dos tomadores de decisão nos negócios, governo e academia no sentido de uma transição mais rápida para uma economia circular.

A Solvay é uma empresa química de multi-especialidades, com produtos e soluções utilizados em aviões, carros, dispositivos inteligentes e médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre muitas outras aplicações. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 27.000 pessoas em 58 países. As vendas líquidas pro forma foram de € 10,9 bilhões em 2016. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

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Almaco participa de seminário sobre logística reversa organizado pela FIEP

19/10/2017

Gilmar Lima (foto), presidente da Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (Almaco), apresentou palestra no 1º Seminário Paranaense de Logística Reversa, evento que a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) promoveu no dia 18, em Curitiba.

Intitulado “A realidade e desafios da logística reversa dos compósitos”, o trabalho de Lima baseia-se na experiência do programa de logística reversa pós-consumo de peças de compósitos criado pela Almaco. Em operação há cerca de um ano na cidade de Curitiba, a iniciativa contempla inicialmente a logística reversa de componentes de ônibus, como tetos, grades e para-choques.

“Ainda que vigore por enquanto apenas no Paraná, a logística reversa é um caminho sem volta para as empresas do setor brasileiro de materiais compósitos. E sempre vale a pena lembrar que as multas aos que não aderirem são bem pesadas”, comenta Lima.

O programa de logística reversa elaborado pela Almaco conta com o apoio da consultoria Masimon e de dez empresas da cadeia produtiva de compósitos: Ashland, CPIC, Jushi, Marcopolo, Mascarello, Morquímica, Neobus, Owens Corning, Reichhold e Tecnofibras. Também colaboram com o projeto a Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (FABUS) e o Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE).

Resultantes da combinação entre polímeros e reforços – por exemplo, fibras de vidro –, os compósitos são conhecidos pelos elevados índices de resistência mecânica e química. Há mais de 50 mil aplicações catalogadas em todo o mundo, de caixas d’água, tubos e pás eólicas a peças de barcos, trens e aviões.

Fundada em 1981, a Almaco tem como missão representar, promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável do mercado de compósitos. Com administração central no Brasil e sedes regionais no Chile, Argentina e Colômbia, a Almaco tem cerca de 400 associados (empresas, entidades e estudantes) e mantém, em conjunto com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o Centro de Tecnologia em Compósitos (CETECOM), o maior do gênero na América Latina.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Almaco

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DSM amplia em 13% venda de produtos sustentáveis

28/09/2017

Receita com produtos que oferecem benefícios ambientais e sociais passou de € 3,27 bilhões em 2015 para € 4,99 bilhões no ano passado e passou a representar 63% das vendas globais, demonstrando viabilidade econômica dos produtos com menor impacto.

A venda de produtos sustentáveis da DSM totalizou € 4,99 bilhões em 2016, representando um crescimento de 13% em comparação aos resultados de 2015. O desempenho do ano passado elevou para 63% a fatia que esse tipo de produto passou a ter dentro do faturamento global da companhia, aproximando-se assim da meta de 65%, prevista para ser alcançada em 2020. Em 2015, os produtos que oferecem benefícios ambientais e sociais da DSM representaram 57% da receita total da companhia.

“A redução de custos por meio de melhorias operacionais nas empresas provenientes de avanços em aspectos sustentáveis é sem dúvida um passo importante. No entanto, levar a sustentabilidade para os produtos é uma evolução importante, necessária e que a DSM tem demonstrado ser economicamente viável”, afirma Zenaide Guerra, diretora de assuntos corporativos e responsável pela área de sustentabilidade da DSM para a América Latina.

O resultado de 2016 não foi isolado. Entre 2010 e 2016, a DSM ampliou em 53% a venda de produtos sustentáveis. A receita com esses produtos passou de € 3,27 bilhões para os atuais € 4,99 bilhões. Mais do que isso, os produtos sustentáveis aumentaram sensivelmente sua participação no portfólio da companhia e seu peso dentro das vendas globais. Se em 2010 os produtos sustentáveis representaram 40% das vendas, no ano passado a fatia subiu para 63%.

Para avaliar qual produto de seu portfólio é considerado sustentável, a DSM aplica uma abordagem de ciclo de vida e mede os impactos ambientais e sociais ao longo de toda a cadeia de valor. A análise tem início na extração de matérias-primas, passa pela produção, fabricação, transporte e uso, até chegar ao fim da vida do produto, englobando ainda a reciclagem. As análises seguem padrões internacionais de certificação e as diretrizes do Conselho Mundial de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD, na sigla em inglês), grupo de CEO’s que atua como conselheiro da ONU para o tema.

Depois da análise do ciclo de vida e mensuração, os produtos ainda precisam estar em patamares superiores aos da concorrência, do ponto de vista de impactos ao meio ambiente ou trazendo benefícios para a vida dos consumidores, funcionários ou para a cadeia de produção. “Evoluir de processos sustentáveis para produtos sustentáveis, ter critérios de análise internacionalmente reconhecidos, dar transparência a todo o processo e determinar metas de médio e longo prazo são quatro pontos essenciais para conseguirmos responder positivamente à pergunta se as empresas podem efetivamente contribuir para se atingir os objetivos do milênio”, afirma Zenaide.

A Royal DSM é uma empresa global baseada na ciência, com atividades nas áreas de saúde, nutrição e materiais. A DSM oferece soluções inovadoras para mercados mundiais como alimentos e suplementos dietéticos, cuidados pessoais, rações, dispositivos médicos, peças automotivas, tintas, componentes elétricos e eletrônicos, proteção da vida, energia alternativa e materiais biológicos. A DSM e suas empresas associadas têm faturamento líquido anual de 7,92 bilhões de euros, com mais de 20.000 funcionários. As ações da empresa são negociadas na Euronext Amsterdã.

Fonte: DSM

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Eastman lança bioplástico de engenharia à base de celulose

04/07/2017

Segundo a empresa, o Eastman Trēva é um termoplástico versátil que combina alta performance e sustentabilidade

A Eastman Chemical Company, líder na produção de materiais à base de celulose, lançou recentmente o inovador bioplástico de engenharia Trēva. Segundo Burt Capel, vice-presidente e gerente geral da unidade de negócios de Plásticos Especiais da empresa, “A Eastman agrega como vantagem seus quase 100 anos de expertise em celulose para o design e a performance do Trēva, para chegar ao melhor perfil sustentável e ao desempenho desejados pelas marcas, fabricantes, moldadores e outras companhias em sua cadeia de valores”. Capel apresentou oficialmente o lançamento à imprensa durante a Feira Chinaplas, em Guangzhou, na China.

Segundo a Eastman, os benefícios de Trēva são o tripé: sustentabilidade, desempenho de uso final e flexibilidade de design e marca.

Benefícios de Sustentabilidade

A empresa não forneceu detalhes sobre a composição química do novo material, mas informou que metade da composição de Trēva ​​é celulose, material proveniente de florestas de manejo sustentável que são certificadas pelo Forest Stewardship Council (FSC). O novo material é livre de BPA (Bisfenol A) e de ftalatos.

Sua fluidez, durabilidade e estabilidade dimensional permitem menor uso de materiais, peças mais finas e de vida útil mais longa, o que melhora as avaliações do ciclo de vida (LCA), afirma a empresa.

Desempenho de uso final

A Eastman assegura que o Trēva ​​oferece excelente resistência química quando comparado a outros termoplásticos de engenharia, compreendendo a resistência a alguns dos produtos químicos mais agressivos e incluindo óleos para tratamento de pele, protetores solares e produtos de limpeza domésticos.

A baixa taxa de tensões internas residuais do material significa, na prática, a eliminação do efeito não desejado da arco-íris que alguns plásticos apresentam sob luz polarizada, o que melhora a experiência do usuário com telas de dispositivos eletrônicos e displays de varejo, afirma a empresa.

Design e flexibilidade da marca

As características de fluidez do Trēva ​​também possibilitam liberdade de design, o que permite que ele seja usado com peças de design complexo e em peças de paredes finas, relata a Eastman. Sob condições de processamento recomendadas, o recente teste de fluxo espiral de 30 mil de parede fina mostra que as taxas de fluxo de Trēva ​​são significativamente melhores do que as “blendas” de policarbonato, de policarbonato / ABS e são comparáveis ​​às resinas ABS, afirma a empresa.

De acordo com a Eastman, o Trēva ​​é projetado para permitir brilho superficial superior, transparência e toque sensorial térmico, potencializado por meio de uma combinação do material de base e a experiência tecnológica da empresa. O material também oferece grande possibilidade de incorporação de cores e processos secundários mais fáceis, além de capacidade de decoração, o que cria opções adicionais de design e de branding.

Aplicações

Segundo a Eastman, a combinação de benefícios de sustentabilidade e de segurança de Trēva, melhorias no desempenho do uso final e na flexibilidade de design e marca tornam a escolha de material ideal para as seguintes aplicações:

● Armações de óculos, eletrônicos que entram em contato com a pele, como fones de ouvido e muitos outros dispositivos de uso pessoal
● Telas de Aparelhos eletrônicos, como lentes, já que os consumidores precisam enxergar através delas
● Eletrônicos, gabinetes de equipamentos eletrônicos e outros produtos com alto design e especificações complexas
● Componentes interiores automotivos nos quais a resistência química e a estética são desejadas
● Outras aplicações que exigem alta sustentabilidade e requisitos de segurança

“A Eastman está empenhada em atender as necessidades almejadas de clientes atuais e potenciais”, disse Capel. “Há enorme interesse por parte de marcas de todo o mundo e estamos entusiasmados em trabalhar em estreita colaboração com eles, para criar a próxima geração de produtos de alto desempenho e sustentáveis”.

A Eastman é uma empresa global de materiais avançados e aditivos especiais que produz matérias primas para mercados finais, tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A Eastman atende clientes em mais de 100 países e, em 2016, obteve receitas de aproximadamente US $ 9,0 bilhões. A empresa está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA e, emprega, aproximadamente, 14.000 pessoas em todo o mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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Revista canadense classifica DSM entre as 10 empresas mais sustentáveis do mundo

24/01/2017

dsmA revista canadense de economia e negócios Corporate Knights divulgou a edição 2017 do ranking das 100 empresas mais sustentáveis do planeta, o “100 World´s Most Sustainable Corporations in the World”, estruturado com base em uma série de indicadores de desempenho. Nesta 13ª edição (www.corporateknights.com/reports/2017-global-100/2017-global-100-results), a DSM ocupa a nona posição, tendo evoluído significativamente em comparação ao levantamento de 2016, quando ocupou a 26ª colocação. A companhia, de origem holandesa e que tem foco no desenvolvimento e fornecimento de soluções inovadoras baseada na ciência nas áreas de saúde, nutrição e materiais, com forte atuação no Brasil e na América Latina, tem na sustentabilidade um tema prioritário.

De acordo com a publicação, as empreas citadas no ranking dão muita atenção para questões como as mudanças climáticas e a redução das emissões de carbono, atuando com foco no desenvolvimento limpo e sustentável. Na visão estratégica da DSM, por exemplo, a companhia entende a sustentabilidade como o “atendimento das necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem às suas próprias necessidades – que, por sua vez, significa promover a prosperidade econômica, a qualidade ambiental e a responsabilidade social para o benefício das pessoas, planeta e lucratividade”.

Diante da perspectiva de o planeta ter 9 bilhões de pessoas até 2050, por exemplo, a DSM afirma que desenvolve e fornece soluções (ingredientes e matérias-primas) para várias indústrias, pautada pelo respeito ao meio ambiente e pela qualidade de vida das pessoas como um elemento fundamental para impulsionar os negócios. Neste cenário, as suas ações e as tecnologias que desenvolve seguem o conceito “People, Planet and Profit” (Pessoas, Planeta e Lucratividade). Um dos exemplos que mostra a preocupação da companhia com a sustentabilidade é o fato de que, hoje, 95% dos seus produtos da linha de inovação são ECO+, ou seja, geram menor impacto de carbono do que os produtos equivalentes. E, como essa postura também requer a viabilidade do ponto de vista econômico, com foco em lucratividade, muito dos produtos ECO+ da companhia, dos plásticos aos ingredientes naturais de enzimas alimentares, oferecem benefícios superiores também em termos de custos, assegura a empresa.

Fonte – Assessoria de Imprensa – DSM

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Dow promote debate sobre embalagens e sustentabilidade

12/06/2016

Dow-Seminario-TecnicoA Dow promoveu no dia 31 de maio uma nova edição do seu Seminário Técnico. O tema deste ano foi “Inovação e sustentabilidade como ferramentas de diferenciação e competitividade” e abordou importância da inovação nas embalagens, seu descarte correto, sustentabilidade e as mudanças nos hábitos alimentares da sociedade. O evento faz parte das várias atividades desenvolvidas pela Dow para gerar conhecimento e agregar valor para clientes e para a sociedade.

Atualmente, as embalagens podem ser produzidas de várias maneiras e com diferentes resinas. A inovação em materiais é essencial para acelerar o desenvolvimento de soluções que permitam a produção de embalagens mais resistentes, leves, sustentáveis e com mais opções de design. Para Carlos Costa, diretor de P&D para Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow América do Norte, “é preciso estar na vanguarda do desenvolvimento de novos materiais. E para isto é preciso não só entender o desempenho da resina, mas também auxiliar toda a cadeia a entender a o desempenho da embalagem”.

Na questão da sustentabilidade, Bruno Pereira, gerente de Marketing e Sustentabilidade para Embalagens e Plásticos de Especialidades da Dow Brasil, foi além de apresentar embalagens mais sustentáveis: mostrou a importância de todos se envolverem no seu descarte correto. Pereira lembrou a importância de considerar o sistema produto-embalagem. Para ele, “é importante usar a embalagem como ferramenta de educação ambiental”. Um exemplo é colocar informações na embalagem sobre os impactos de se aquecer o produto no micro-ondas ou no forno convencional. Neste sentido, Pereira ressaltou a relevância da cartilha “Embalagem e Sustentabilidade: desafios e orientações no contexto da economia circular”, desenvolvida pela ABRE – Associação Brasileira da Embalagem. Nela consta o “Jogo do Infinito” cujo objetivo é fazer provocações de uma maneira leve para que as pessoas tenham inspiração para incluir informações sobre reciclagem nas embalagens.

A antropóloga Lívia Barbosa lembrou que o Brasil passa por uma redefinição de categoria e espaços da vida cotidiana com novos tipos de família e espaços domésticos. Além disso, a população está envelhecendo simultaneamente à legitimação de novos arranjos familiares. Desta maneira, segundo Lívia, “existem novas dinâmicas domésticas e novos valores abrindo espaço para produtos e embalagens com dimensões multissensoriais”. E os consumidores estão mais informados e atentos a estas necessidades.

Fonte: Assesoria de Imprensa – Dow

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Abiplast lança cartilha de reciclabilidade de materiais plásticos pós-consumo

18/04/2016

Evento reuniu diversos representantes do setor e teve o intuito de conscientizar as empresas e organizações da cadeia produtiva do plástico para a reciclagem

Tendo em vista que 34,5% do consumo aparente de materiais plásticos é destinado às embalagens pós-consumo e por objetivar a sustentabilidade, a ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e a CNRMP (Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos), se dedicaram a elaborar um material que criasse uma sinergia entre a indústria de transformados plásticos e seus usuários.

A “Cartilha de Reciclabilidade de Materiais Plásticos Pós-consumo”, foi lançada na sexta-feira (15) na sede da Abiplast, em São Paulo, durante o workshop de reciclabilidade, que contou com a presença da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), do CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem) e do CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagem), apresentando suas respectivas visões sobre ecodesign e reciclabilidade, ressaltando as possibilidades, ações e práticas para o desenvolvimento de embalagens sustentáveis.

Atualmente, o Brasil recicla o equivalente a 24% dos materiais descartados. Considerando que existe uma necessidade prevista na Lei 12.305/2010 de Política Nacional de Resíduos Sólidos em aumentar os índices de reciclagem das embalagens, sendo também prevista a responsabilidade compartilhada da cadeia, a cartilha foi idealizada com o intuito de criar uma visão convergente sobre o ecodesign, compatibilização de materiais plásticos e uso de aditivos que contribuam para o aumento dos índices de reciclagem de embalagens pós-consumo. O material será destinado às indústrias usuárias das embalagens, como as de alimentos e bebidas e produtos de limpeza, dentre outras.

Segundo o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, a iniciativa visa auxiliar os diversos elos da cadeia na adequação de seus processos e produtos aos modelos contemporâneos sustentáveis. “Acreditamos que a presente publicação possa contribuir com as indústrias usuárias de embalagens plásticas, com as de transformação e com as recicladoras, para que os produtos desenvolvidos e os consequentes resíduos plásticos gerados estejam de acordo com os atuais conceitos de sustentabilidade” – afirma.

A publicação será distribuída nas indústrias de transformação de plástico do Brasil, assim como nas empresas de reciclagem, sindicatos estaduais, indústrias usuárias de embalagens plásticas e suas respectivas associações de classe. O objetivo é promover ampla conscientização da cadeia produtiva quanto à concepção de embalagens que sejam passíveis de aumento nos índices de aproveitamento para a reciclagem, com foco na sustentabilidade.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abiplast

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Solvay se compromete a reduzir emissões de CO2 de suas atividades em 40% até 2025 e fixa um preço interno de carbono

26/11/2015

Solvay-sustentabilidade

O Grupo Solvay pretende reduzir em 40% até 2025 as suas emissões de CO2, ao mesmo tempo em que decidiu estabelecer um preço interno de suas emissões – de 25 euros por tonelada –  para levar em conta as questões do clima em suas decisões de investimentos. Essas iniciativas fazem parte do documento divulgado hoje (26/11) pela companhia, contendo os compromissos do Grupo Solvay em relação Desenvolvimento Sustentável.

Os compromissos da Solvay até 2025 são:

  • Reduzir a emissão de CO2 das suas operações em 40%, ou seja, as emissões de gases de efeito estufa por Euro de valor agregado. Para atingir este objetivo ambicioso, a Solvay vai intensificar o seu programa de eficiência energética SolWatt, otimizar continuamente seus processos industriais, desenvolver tecnologias limpas e aumentar a participação de energias renováveis na sua produção e fornecimento de energia. Além disso, a partir de 1º de janeiro de 2016, a Solvay vai aplicar um preço interno para as emissões de CO2 a 25 euros por tonelada, para levar em conta os desafios das mudanças do clima em suas decisões de investimento.
  • Gerar 40% das receitas com soluções que abordam os desafios do desenvolvimento sustentável. A Solvay utiliza a sua ferramenta de análise de “Gestão Sustentável de Portfólio” para identificar as oportunidades neste campo. Projetos de inovação vão focar, por exemplo, o desenvolvimento de novas soluções para diminuir o peso de carros e aviões como uma forma de reduzir as emissões de CO2 ou em formulações de ingredientes avançados para o setor agrícola, que respeitam o meio ambiente.
  • Reduzir para metade o número de acidentes de trabalho. A segurança no trabalho para os 26.000 funcionários e terceirizados da Solvay continuará a ser uma prioridade absoluta. Embora o desempenho do Grupo, medido pelo índice de frequência de acidentes com afastamento, coloque a Solvay entre os melhores de seus congêneres do setor, a empresa quer ir mais longe e reduzir pela metade o número de acidentes registados nos seus sites.
  • Elevar o comprometimento dos funcionários para 80%, de 75% em 2015.   O nível de compromisso das pessoas que trabalham na Solvayé um fator-chave e abrange cinco aspectos: orgulho em trabalhar na Solvay; qualidade do ambiente de trabalho; satisfação geral; motivação; e ligação com a empresa.
  • Dobrar o número de funcionários Solvay envolvidos em projetos sociais. A Solvay está comprometida com as comunidades nos locais onde tem atuação. Somente em 2014, ela liderou mais de mil ações comunitárias locais. O objetivo da empresa é fortalecer este compromisso, facilitando o envolvimento dos funcionários em projetos que atendam à comunidade, e oferecendo a expertise da Solvay para as regiões onde o Grupo está presente.

De acordo com Jean-Pierre Clamadieu, CEO do Grupo Solvay, a companhia é movida pela confiança no progresso. “Promovemos a ciência e a tecnologia e mantemos contínua preocupação com a responsabilidade social. O desafio de um desenvolvimento mais sustentável é uma oportunidade para nós inventarmos o mundo de amanhã”, afirmou.

O Comitê Executivo da Solvay vai orientar e rever regularmente esses compromissos, que serão comunicados aos públicos de interesse de forma semelhante ao que é feito sobre o desempenho financeiro do Grupo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Solvay

 

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Covestro expõe na Abrafati 2015 com nova marca e reforços em seu portfólio sustentável

20/10/2015

A empresa, anteriormente conhecida como Bayer MaterialScience, realizou o primeiro evento com o nome Covestro na América Latina e apresentou lançamentos do segmento de poliuretanos para o mercado de tintas e pinturas em plásticos

covestroA empresa de polímeros Covestro participou da Abrafati 2015, um dos mais importantes eventos da cadeia de tintas na América Latina e no mundo, que aconteceu de 13 a 15 de outubro no Transamérica Expo, em São Paulo (SP).

A Covestro, que desde 1º de Setembro atua mundialmente com nova identidade visual, apresentou ao mercado de tintas sua marca pela primeira vez, enfatizando a importância do evento. Sob o slogan “Inventing for You”, a Covestro reforçou seu portfolio com o lançamento de dois novos produtos da família Desmodur®: Desmodur® eco N 7300 e Desmodur® blulogiq 3190.

Desmodur® eco N 7300

Embora já existam soluções ecológicas para polióis, até o momento, o fator que limitava o desenvolvimento de sistemas poliuretânicos sustentáveis era a disponibilidade de poliisocianatos originários a partir de matérias-primas renováveis.

Segundo a Covestro, o seu novo poliisocianato alifático livre de solvente – Desmodur® eco N 7300 – soluciona este problema, sendo o primeiro agente reticulante no mercado de poliuretanos a partir de biomassa – 70% de conteúdo de carbono derivado de biomassa –  e com desempenho superior nas propriedades finais, sendo indicado para aplicações em revestimentos, adesivos, entre outros.

Desmodur® blulogiq 3190

De acordo com a Covestro, o seu novo endurecedor termolatente – Desmodur® blulogiq 3190 – oferece agilidade no processo final de secagem para vernizes poliuretânicos 2K de alto brilho, possibilitando que peças de plástico sejam curadas a 80°C, com dureza após forneio até 30% maior, com aspecto e nivelação de pintura original. As tecnologias termolatentes permitem o manuseio mais robusto de peças  plásticas recém curadas, minimizando o retrabalho e danos às peças durante a montagem, estocagem ou processo de empacotamento para transporte.

A médio prazo, a indústria automotiva se beneficiará com a possibilidade de pintar peças plásticas, compósitos e substratos metálicos em uma única linha, agilizando assim o processo de revestimento.

A Covestro também participou do Congresso Abrafati 2015 nos dias 13 e 14 de outubro com duas  palestras, entre as quais a que teve por tema “Endurecedores PU Inteligentes: funcionalidade, eficiência e sustentabilidade”, proferida por  Rolf Roschu, Técnico de Desenvolvimento e Aplicação para Europa e América Latina.

Com vendas de 11,7 bilhões de euros em 2014, a Covestro é uma das maiores companhias de polímeros do mundo. Suas atividades estão focadas na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em diversas áreas. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônico, construção e as indústrias de esportes e lazer. O grupo Covestro possui 30 sites de produção ao redor do mundo e até o final de 2014 empregava cerca de 14.200 colaboradores. A Covestro, anteriormente chamada Bayer MaterialScience, é uma empresa do Grupo Bayer.

Fonte: Assessoria de Imprensa Covestro

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Guia da Sustentabilidade do Plástico será lançado em São Paulo no dia 21/10

20/10/2015

A publicação tem como objetivo oferecer à indústria de transformação plástica brasileira os parâmetros de ação voltados à sustentabilidade

No próximo dia 21 de outubro, será lançado em São Paulo o Guia de Sustentabilidade do Plástico, que é o resultado de um trabalho de diagnóstico e elaboração de plano de ação com vistas à sustentabilidade, a ser aplicado para a indústria de transformação plástica. O evento, que será realizado durante a BW Expo, tem como objetivo apresentar os principais resultados do projeto e compartilhar informações específicas e úteis para a adequação das empresas brasileiras aos padrões internacionais de sustentabilidade.

Com apoio da Plastivida, o Guia é uma iniciativa do Instituto Nacional do Plástico (INP), por meio de seu programa Think Plastic Brazil, e da Agência Brasileira da Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). A WayCarbon, referência em assessoria sobre mudanças globais do clima, gestão de ativos ambientais, desenvolvimento de estratégias e estruturação de negócios ecoeficientes, foi contratada para realizar o trabalho de campo.

O trabalho foi norteado por duas questões: “Como a sustentabilidade vem sendo entendida e aplicada pelas empresas brasileiras transformadoras de plásticos?” e “Quais os caminhos possíveis para uma produção mais ecoeficiente?”. Cinco etapas foram elaboradas para responder às questões base do projeto: Entendimento Integrado do Setor Nacional e Internacional; Oficinas de Sensibilização; Visitas Técnicas; Análise de Cenários; e Tendências e Elaboração do Guia de Sustentabilidade.

Para Miguel Bahiense, presidente da Plastivida e diretor executivo do INP o Guia é o resultado de um importante mapeamento que mostra a realizada da indústria de transformação de plásticos no Brasil e aponta caminhos para que ela se desenvolva. “Esse desenvolvimento não é apenas no campo ambiental, mas também social e econômico, pois boas práticas sustentáveis agregam competitividade às empresas, no Brasil e em outros países”, afirma o executivo.

O evento de lançamento da publicação contará com a presença de representantes das entidades e empresas envolvidas no projeto. A solenidade, que será realizada das 16 às 20 horas, terá, após a abertura oficial, a apresentação do Guia, um painel com cases de empresas transformadoras de plásticos, palestras e um coquetel.

Para participar do evento de lançamento, o credenciamento gratuito pode ser feito através do link http://www.bwexpo.com.br/credenciamento

Serviço: Lançamento do Guia de Sustentabilidade do Plástico
Data: 21 de outubro
Horário: das 16 às 20 horas
Local: BW Expo (sala 2)
Centro de Eventos Pro Magno, Rua Samaritá, 230
Casa Verde – São Paulo – SP.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plastivida

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Evonik participa de evento dedicado à sustentabilidade na indústria química

30/06/2015

Iniciativa visa engajar a cadeia de fornecedores da indústria química em prol do desenvolvimento sustentável

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No último dia 18 de junho ocorreu, em São Paulo, o segundo encontro mundial da iniciativa Together for Sustainability (TfS) – “Juntos pela Sustentabilidade”. O evento reuniu representantes das empresas associadas ao programa TfS e de empresas que compõem a cadeia de suprimentos da indústria química brasileira, entidades setoriais e especialistas da área de sustentabilidade.

Ruediger Eberhard, presidente do TfS e que também é Diretor de Compras (CPO) da Evonik, destacou que foi motivador o encontro, com resultados muitos positivos e perspectivas de grandes avanços no desenvolvimento sustentável: “Nosso objetivo é implementar um programa de engajamento global dos fornecedores da indústria química, que vem trabalhando para ser uma referência mundial neste campo”.

E acrescentou: “como Diretor de Compras da Evonik posso dizer que o foco mudou. Se antes as preocupações eram sobre entrega, qualidade, prazo, hoje são sobre saúde e segurança, direitos humanos e trabalhistas e responsabilidade ambiental”, lembrando que o programa envolve os fornecedores em um processo de melhoria contínua em todos os aspectos que envolvem a sustentabilidade: econômico, ecológico e social.

Weber Porto, diretor presidente da região América do Sul da Evonik, que participou do painel de discussão “Criação de  Vantagens Competitivas e Sustentáveis na Cadeia de Suprimento Global”, mediada pela jornalista Rosana Jatobá, acrescentou: “Muito tempo  atrás, sinônimo de desenvolvimento era fumaça saindo das chaminés das fábricas. Depois começou-se a pensar em segurança das fábricas, do trabalho e meio ambiente até chegarmos hoje ao tema sustentabilidade, no qual é impossível separar os aspectos econômicos e sociais. As empresas têm um papel fundamental em todo o processo”.

O evento também contou com palestra de Bertrand Conquéret, CPO Henkel; Gabrielle Unger, General Manager TfS; Carlos Fadigas, presidente da Abiquim; Pierre-François Thaler, co-fundador da EcoVadis; Sara Juarez, da Fundação Espaço ECO e Renata Lucio, da SGS.

A iniciativa Together for Sustainability foi criada em 2011 por seis empresas químicas multinacionais com a meta de desenvolver e implementar um programa de auditoria global por parte de especialistas independentes para avaliar e melhorar as práticas de sustentabilidade nas cadeias de fornecimento da indústria química. Hoje o programa conta com a participação de 13 empresas com atuação global – mais cinco em processo de adesão – e já realizou mais de 8.000 avaliações e auditorias.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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