Archive for the ‘Sustentabilidade’ Category

Stadler inaugura nova sede global na Alemanha

09/11/2019

A Stadler, líder de mercado no projeto e montagem de plantas de triagem para o setor de reciclagem e eliminação de resíduos, abriu uma nova sede global na Alemanha no dia 18 de outubro, em uma cerimônia de entrega de chaves. Em um evento de inauguração com a presença de VIP’s e executivos seniores da empresa, o Sr. Willi Stadler, CEO do Grupo Stadler, abriu as portas para um edifício moderno de cinco andares, com espaço para acomodar o crescimento recente e futuro da empresa.

O novo edifício mantém a Stadler na cidade de Altshausen, no estado alemão de Baden-Württemberg, onde a empresa está localizada há 228 anos. A sede foi construída em três fases, a partir de novembro de 2013, com um custo total de € 30 milhões. Com uma área útil de 680 metros quadrados, as instalações contêm 3.400 metros quadrados de escritórios, com espaços de trabalho para 100 pessoas (e previsões para mais), seis salas de reuniões e um auditório.

Por atuar no ramo da eliminação de resíduos e da economia circular emergente, a Stadler valoriza a preservação do meio ambiente, e o novo edifício reflete isso. Para aquecimento, resfriamento e iluminação, existe um sistema fotovoltaico com eficiência energética e recuperação de calor da planta de pintura a pó da empresa. A luz do dia e o calor naturais fluem para o edifício através do uso de vidro e de um átrio central, sendo a temperatura ambiente mantida o ano todo com sistemas de teto com aquecimento e resfriamento com eficiência energética.

Os discursos foram feitos na cerimônia de abertura pelo Sr. Stadler; pelo Sr. Patrick Bauser, prefeito de Altshausen; e pelo Sr. Franz-Josef, Gerente de Construção da Georg Reisch GmbH & Co KG, e responsável pela construção da sede. Os 100 participantes do evento incluíram políticos e empresários regionais e locais, parceiros de negócios da Stadler e chefes de departamento da empresa..

O Sr. Stadler comentou: “Estamos muito orgulhosos da nossa nova sede de última geração. Nosso investimento considerável neste edifício ajudará nosso negócio a crescer e a operar ainda mais eficientemente e ajudará a garantir que a Stadler seja um local agradável para trabalhar. Este é um dia importante em nossa história – um dia para refletir até onde chegamos como empresa e até onde ainda podemos ir, à medida que a necessidade de reciclagem de nosso planeta e uma economia circular se tornam cada vez mais urgentes”.

A cerimônia formal de inauguração foi seguida no sábado, 19 de outubro, pelo Dia da Família na nova sede. Isso deu a mais de 600 convidados dos funcionários e colaboradores da Stadler a oportunidade de visitar as instalações e desfrutar de hospitalidade informal, música ao vivo e uma ampla gama de atividades para crianças.

Embora a sede da Stadler esteja na Alemanha, o negócio é de natureza global. A Stadler já montou mais de 350 plantas de triagem e instalou mais de 3.000 máquinas de triagem em todo o mundo,.

Fundada em 1791, a Stadler é uma empresa familiar que se dedica ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários oferece um serviço personalizado, desde o projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras de transporte, tambores de triagem e removedores de rótulos. A empresa também é pode fornecer estruturas de aço e armários elétricos para as plantas que instala.

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Reunião-Jantar do Simplás terá lançamento de nova premiação setorial

05/11/2019

1º Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade será apresentado no evento que fecha o calendário oficial da entidade em 2019

O evento que encerra o calendário oficial de atividades do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) em 2019 foi o escolhido para a apresentação de um novo prêmio setorial, com alcance para todo o Sul do Brasil. O 1º Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade será lançado na última Reunião-Jantar da temporada, dia 11 de novembro (segunda-feira), a partir das 19h30, no Restaurante Sica, da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (RS).

A iniciativa é da Conceitual Brasil, responsável por algumas das mais tradicionais e respeitadas publicações do setor no país, as revistas Plástico Sul e Plástico Nordeste. Segundo os organizadores, trata-se de um reconhecimento sem similar no mercado, justamente por ser direcionado à valorização do transformador, a partir de exemplos reais.

“Em 2020 completaremos 20 anos de Plástico Sul e consideramos este o momento ideal para iniciar a premiação. Assim, convidamos uma consultoria de peso no mercado, a Maxiquim, e pedimos o apoio de entidades de alta representatividade na região. O intuito é engajar todo o mercado do Sul do país nesta ação. O evento de entrega dos troféus será durante a Interplast 2020 que também completará 20 anos na ocasião, em Joinville (SC)”, revela a editora Melina Gonçalves.

Entre os objetivos da nova iniciativa estão valorizar as ações inovadoras e sustentáveis das empresas fabricantes de plásticos da região sul do país, reforçar as marcas que apostam nos três estados como propulsores de desenvolvimento do setor e oferecer ao mercado uma premiação técnica.

“A premiação cria uma sinergia entre todos os elos da cadeia de transformação de plásticos e destaca realizações dos fabricantes de material plástico de Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O reconhecimento parte tanto da opinião pública envolvida com o setor quanto dos fornecedores que são convidados a patrocinar o Prêmio”, detalha Melina.

A seleção dos vencedores ocorrerá por meio de comissão julgadora composta por representantes de sindicatos dos três estados do Sul do país, do patrocinador principal, da consultoria Maxiquim e da Revista Plástico Sul.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Simplás

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Covestro na K 2019 – Movendo as fronteiras para um mundo sustentável e digital

05/11/2019

  • Programa estratégico para economia circular
  • Soluções inovadoras para indústrias-chave
  • Conceito abrangente de interior de veículo para mobilidade futura
  • Foco em definição de tendências

Na feira de plásticos K 2019, a Covestro apresentou produtos e soluções inovadoras, particularmente para sustentabilidade e digitalização, as principais tendências de nosso tempo. Com um programa estratégico, a Covestro visa promover a economia circular e o uso de matérias-primas não fósseis na indústria de plásticos. A empresa também apresentou produtos e tecnologias para setores-chave, como as indústrias automotiva, de construção e eletrônica, além de aplicações inovadoras e funcionais nos setores de saúde, móveis, esportes e lazer.

Além da digitalização, os objetivos da ONU para o desenvolvimento sustentável irão influenciar de modo especial a economia e a sociedade nos próximos anos. A Covestro afirma estar determinada a cumprir essas metas de sustentabilidade em vários níveis. Segundo a empresa, atendê-las não é apenas um pré-requisito para um mundo melhor, mais limpo e saudável, mas traz consigo também possui um grande potencial econômico a longo prazo.

Mudança para a economia circular é indispensável

“Megatendências como a proteção climática e o crescimento populacional exigem um fundamental repensar sobre o estilo de vida e o comportamento do consumidor, assim como da produção global”, disse o CEO Dr. Markus Steilemann. “Precisamos de uma transição completa de uma economia descartável para uma economia circular, a fim de lidar com recursos limitados com mais responsabilidade e proteger o clima.”

A Covestro está comprometida em estabelecer novos ciclos de materiais em toda a cadeia de processos, com o objetivo de contribuir de maneira tangível para alcançar esse objetivo principal. “Criamos um programa abrangente e de longo prazo que também abrirá novas oportunidades para criação de valor”, explicou Steilemann. “Os plásticos de alta qualidade são e continuarão sendo o motor para a sustentabilidade e superação dos desafios globais. No entanto, é crucial desacoplar o crescimento econômico do consumo de recursos fósseis, como o petróleo bruto. ”

Afastando-se do petróleo

Um aspecto fundamental para o desenvolvimento de uma economia circular na indústria de plásticos e de produtos químicos é o fechamento do ciclo do carbono através da reciclagem de matérias-primas. “A longo prazo, queremos fazer o máximo possível sem usar recursos fósseis e, alternativamente, usar fontes como resíduos, plantas e CO2”, disse Steilemann. “Em particular, os plásticos usados ​​são um recurso valioso. É por isso que queremos trabalhar com parceiros para desenvolver intensivamente métodos inovadores de reciclagem ”, afirmou o CEO da Covestro. Sob nenhuma circunstância o lixo plástico deve mais entrar sem controle no meio-ambiente, além do que já ocorreu até hoje. A indústria de plásticos está trabalhando intensivamente em todo o mundo para uma melhor gestão de resíduos – por exemplo, na Alliance to End Plastic Waste, da qual a Covestro é membro.

Dada a sua importância, a empresa dedicou um Dia Temático especial à Economia Circular em seu estande na quarta-feira, 23 de outubro. Especialistas externos e internos apresentaram exemplos práticos e discutiram com os visitantes. No estande da Covestro, eles também encontraram muitos exemplos de produtos e tecnologias que podem ajudar a fechar ciclos de materiais em vários setores.

A Covestro é uma das pioneiras no uso do CO2 de emissões industriais como nova matéria-prima. Uma equipe da Covestro e da Universidade RWTH Aachen está agora competindo na rodada final do Prêmio do Presidente Alemão em virtude do desenvolvimento de um processo correspondente. As exposições baseadas nessa tecnologia foram especialmente apresentadas no estande. Com materiais e tecnologias modernas, a empresa também apóia o fornecimento de energia a partir de fontes renováveis.

A digitalização como fator de crescimento

Outra força motriz para o desenvolvimento da economia e da sociedade nos próximos anos é a digitalização ora em andamento. A Covestro quer aproveitar as oportunidades resultantes e iniciou um programa estratégico abrangente, com foco no cliente. Para isso, a empresa está ancorando tecnologias e processos digitais ao longo da cadeia de valor – desde a cadeia de suprimentos até a produção, pesquisa e todas as interfaces com os clientes, incluind também o desenvolvimento de novos modelos de negócios. Vários desenvolvimentos e exposições na K 2019, bem como um Dia Temático separado, na terça-feira, 22 de outubro, destacaram a grande importância da digitalização para a Covestro e seus clientes.

Dias Temáticos – do Automóvel à Ciência

Em cada um dos oito dias da feira, os visitantes puderam experimentar como a Covestro está explorando as fronteiras de temas diferentes. Palestras e discussões com especialistas da indústria e da academia serviram para aprofundar o tópico e promover o intercâmbio pessoal.

Setor Automotivo (16 de outubro)

O destaque da apresentação da Covestro na feira foi um conceito interior abrangente para a mobilidade futura: tendências como direção autônoma, acionamento elétrico e compartilhamento de carros fazem do automóvel um espaço multifuncional para a vida e o trabalho em movimento. É tudo uma questão de funcionalidade, conforto, design e também de eficiência. A Covestro desenvolveu o conceito em conjunto com importantes parceiros ao longo da cadeia de valor automotivo. As principais características são superfícies recém-projetadas, integração de iluminação ambiente, sistemas de infotainment mais recentes e conceitos de assentos futurísticos. Na quarta-feira, 16 de outubro, a empresa dedicou um Dia Temático especial à indústria automotiva.

Celebração da Ciência (17 de outubro)

O segundo dia da K 2019 foi dedicado às atuais descobertas de pesquisas em ciência de polímeros.

O destaque foi a entrega do Covestro Science Award ao cientista americano Dr. Newell Washburn, em reconhecimento ao seu papel pioneiro em uma inovação científica digital que acelera o desenvolvimento de formulações personalizadas de polímeros. O Dr. Washburn é professor associado de química e engenharia biomédica no departamento de ciência e engenharia de materiais da Universidade Carnegie Mellon (CMU) de Pittsburgh.

O segundo prêmio, a Covestro Science Medal, foi atribuído a uma equipe de químicos e engenheiros da Covestro. Rainer Weber, Andreas Bulan, Michael Großholz, Rainer Hellmich e Giorgio Dolfini desenvolveram e aplicaram com êxito uma pesquisa científica inovadora sobre a produção de um produto químico básico com menos consumo de energia e, portanto, menos impacto ambiental: eles conseguiram economizar 25% de eletricidade durante a produção de cloro.

Desafio de start-up (20 de outubro)

Com o Start-Up Challenge, a Covestro tem como objetivo promover a criatividade e o pensamento empreendedor de seus funcionários e encontrar a melhor ideia de negócios de 2019. Os vencedores da primeira competição foram escolhidos na feira: eles poderão trabalhar como fundadores , implemente suas idéias e testar sua comercialização. Em troca, eles receberão um financiamento inicial de até um milhão de euros, serão liberados de suas tarefas por até um ano e poderão trabalhar na empresa como start-ups. As idéias das seis equipes finalistas estavam focadas no desenvolvimento da economia circular.

A idéia ganhadora é promissora: novos materiais plásticos podem contribuir para tempos mais rápidos de carregamento de baterias em veículos elétricos. Com a idéia de “Separador de energia”, a equipe vencedora do Start-up Challenge deste ano deseja usar o know-how da Covestro no campo de materiais de alta tecnologia para lançar uma nova geração de separadores de bateria no mercado. Seu objetivo é melhorar a confiabilidade e a eficiência operacional das baterias de íons de lítio e contribuir para o desenvolvimento sustentável do setor de eletromobilidade. Dessa maneira, a idéia apóia vários dos objetivos das Nações Unidas para o desenvolvimento sustentável.

Pesquisa de talentos

No K 2019, a Covestro também se apresentou como um empregador atraente para estudantes, funcionários juniores e profissionais experientes.

Com vendas de 14,6 bilhões de euros em 2018, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades comerciais estão focadas na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos utilizados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são as indústrias automotiva, de construção, processamento de madeira e móveis e elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.800 pessoas (calculadas como equivalentes em período integral) no final de 2018.

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Tomra na K2019 – Visões sobre a Economia Circular, Pequenos Flakes e Big Data

03/10/2019

A Tomra Sorting Recycling estará na Feira K 2019 (Hall 11 / F17) apresentando sua posição pioneira na economia circular, incluindo equipamentos de triagem como o recém-lançado Innosort Flake e mostrando também uma visão sobre uma inovação quanto a Inteligência Artificial.

Nas últimas décadas, os recursos naturais foram explorados de forma pouco prudente para atender à demanda da civilização humana por matéria prima virgem, levando os recursos a se tornarem escassos e sofrerem uma pressão sem precedentes. Particularmente, o plástico encontra-se no momento sob o foco, com o seu uso sendo questionado. Segundo dados da Tomra, atualmente, cerca de 40% das embalagens plásticas são dispostas em aterros, 32% acabam poluindo a natureza e 8 milhões de toneladas de plástico são arrastadas para os oceanos, o que representa uma perda anual entre 80 e 120 bilhões de dólares em materiais. Rever a maneira como os recursos são obtidos, usados e reutilizados é a principal forma de se superar a barreira da disponibilidade limitada de recursos naturais.

Da sua posição no campo da reciclagem e separação, a Tomra propõe o afastamento dos modelos de economias lineares e o alinhamento a modelos de reaproveitamento que correspondem a economias circulares verdadeiras. Diferentemente da economia linear atualmente dominante, em que os produtos são fabricados e descartados após o consumo, a economia circular visa a recuperação de materiais, que são trazidos de volta à cadeia de suprimentos com eficiência, a fim de serem transformados em novos produtos. Uma vez consumidos, os produtos não são descartados, mas coletados por sistemas de depósito, coleta seletiva ou recuperados em plantas de triagem de Resíduos Domésticos – MRFs, que selecionam diversos materiais para o subsequente processo de reciclagem.

Seguindo esse conceito, os recursos são mantidos em ciclo, visando preservar a qualidade de virgens e extrair o máximo do valor do produto – assim, agregando valor ao resíduo.

Com a economia circular sendo um tópico de considerável debate no setor, abordagens sistemicas já estão sendo discutidas para estimular a mudança. A nova legislação exigindo o aumento nos índices de reciclagem, a atração pelo mercado e os consumidores demandando produtos mais sustentáveis são elementos favoráveis para permitir transformar a teoria em prática. Soluções adicionais são criadas para promover a coleta de plásticos, para interromper perdas, para implantar uma infraestrutura de sistemas de depósito, bem como de fabricação de produtos projetados para serem regenerativos e restauradores.

Essas são soluções e processos ideais que só podem ser alcançados com a participação de todos os atores envolvidos na campanha por um meio ambiente saudável e uma economia sustentável e próspera.

A Tomra, sendo uma das principais partes interessadas e uma impulsionadora ativa dessa campanha, promove a economia circular por meio de sistemas avançados de coleta e seleção que otimizam a recuperação de recursos e minimizam os resíduos. Suas soluções de triagem baseadas em sensores, como Autorsort, Autosort Flake e Innosort Flake, são soluções já estabelecidas que potencializam o processo de seleção e reprocessamento na cadeia de valor do plástico.

Volker Rehrmann, vice-presidente executivo da Tomra Reciclagem & Mineração e chefe da economia circular da Tomra, afirma claramente: “Continuar usando nossos recursos de maneira insustentável e ineficiente não pode mais ser uma opção. Na Tomra, levamos esse problema global a sério e desenvolvemos continuamente novas soluções de triagem. Na Feira K deste ano, daremos uma compreensão da economia circular e do papel que a Tomra e seus produtos desempenham”.

Selecionando os pequenos

A Tomra exibirá na Feira K o Innosort Flake, um exemplo de solução em purificação no processo de reciclagem. Desde o seu lançamento no PRS Europe, em Amsterdã, em abril de 2019, ele se mostrou uma solução para classificação dupla em instalações de reciclagem de PET, purificando Flakes de plástico de 2 a 12 mm por critério de cor e simultaneamente por tipos de polímeros. Assim, segundo a Tomra, grandes proporções de contaminantes podem ser removidas e a potencial perda de material de Flakes de PET é significativamente reduzida.

De acordo com a Tomra, o Innosort Flake é uma solução completa, com resolução ultra-alta e configuração especializada de sensores, oferecendo desempenho com resultados muito bons e flexibilidade escalável.

Selecionando de forma inteligente

Além de fornecer máquinas de triagem de ponta, a Tomra também desenvolve soluções inovadoras, para promover o avanço do processo de triagem.

Considerando as possibilidades atuais de coletar e gerenciar grande volume de dados, e com a inteligência artificial se aprimorando, a Tomra prossegue com o desenvolvimento de um software de deep learning para a seleção baseada em sensores.

Como um subconjunto de aprendizado de máquina e inteligência artificial, o software de deep learning está em posição de aprender individualmente a partir de uma quantidade considerável de dados coletados, igualando ou até superando os resultados de seleção alcançados por humanos e máquinas comuns, afirma a Tomra. Com a combinação de modelos de deep learning e as soluções de seleção da Tomra, os objetos que antes não podiam ser separados agora podem ser classificados com altos níveis de pureza, afirma a empresa. Nesse sentido, o deep learning é considerado uma abordagem promissora quando se trata de enfrentar os desafios crescentes na triagem de resíduos, como novos fluxos de resíduos, objetos sendo detectados, mas não ejetados ou cobertos com outros materiais.

Na Feira K, a equipe Tomra estará disponível todos os dias para oferecer informações aos visitantes da industria de plásticos internacional e tomadores de decisão sobre o conceito de economia circular e a contribuição que suas máquinas podem dar no processo de reciclagem.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para classificar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.

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Adirplast cria selo Distribuição Sustentável, com o qual pretende promover ações sustentáveis dentro da cadeia do plástico

28/09/2019

Com o intuito de fazer emergir e dar mais visibilidade a ações sobre o uso consciente do plástico e incentivar o seu correto descarte e reaproveitamento, a Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) acaba de lançar a campanha: Distribuição Sustentável. Por meio dela, apóia e ajuda a promover e diferentes projetos: “É nosso papel, como distribuidores oficiais e parte da cadeia do plástico, apresentar soluções para diminuir o uso irracional da matéria-prima, além de trabalhar para que o descarte adequado seja feito e os materiais recolhidos sejam reciclados. É preciso tirar as idéias do papel e colocá-las em prática”, explica Laercio Gonçalves, presidente da associação.

A campanha Distribuição Sustentável deve funcionar como conscientizador de empresas e fornecedores ligados à entidade. “Os associados Adirplast têm uma carteira com 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos e este é um excelente começo para começar a nossa campanha”, conta Gonçalves.

Toda a campanha foi pensada para dar visibilidade para os projetos que a Adirplast já vem apoiando e colocá-los sob um selo que irá mostrar ao mercado a preocupação de todos os associados da entidade com as iniciativas ambientais em todo o País. Já a partir deste mês, toda a comunicação visual dos associados Adirplast contará com logo criado especificamente para campanha.

Para Carlos Sousa, diretor da Agência ECCO, que desenvolveu a campanha, a ideia é promover a ligação entre as iniciativas sócio-ambientais que a indústria e os associados Adirplast já praticam: “A campanha mostra que, ao dar preferência para associados Adirplast em suas compras, o cliente contribui com essas iniciativas e com a cadeia de sustentabilidade. Até então, a visão da nossa empresa sobre a indústria do plástico era limitada. Ter este contato com a Adirplast nos permitiu ver esta questão a partir de um novo ponto de vista”.

Projetos apoiados pela Distribuição Sustentável

A Adirplast é signatária do Manual do Programa Pellet Zero. Além disso, apoia o Wecycle e o Tampinha Legal. Esses três projetos fazem parte da Campanha da Distribuição Sustentável e passaram a ser divulgados para todos os clientes dos associados.

O Programa Pellet Zero tem como objetivo combater a perda de pellets nas empresas associadas e transformadores. “É preciso mencionar que o combate ao lixo nos mares é de governança exclusiva da iniciativa privada e que os benefícios para o próprio setor são muitos como, por exemplo, o fim do desperdício de pellets. Com isso, podemos imaginar que nos próximos 20 anos 100% das empresas adotem as práticas do manual”, explica o professor e pesquisador, Alexander Turra, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IOUSP), um dos responsáveis pela elaboração do manual e do projeto.

Outro projeto, destacado pela entidade e que reforça o compromisso da cadeia com o desenvolvimento de soluções sustentáveis para o plástico, é o de Reciclagem & Plataforma Wecycle, da Braskem. Seu objetivo é alavancar o incentivo de iniciativas, negócios e soluções sustentáveis relacionadas à economia circular do plástico, em especial à reciclagem.

Já o programa Tampinha Legal visa incentivar as pessoas e entidades assistenciais a recolherem tampas plásticas de qualquer embalagem. O programa prevê a venda do material para empresas de reciclagem, que se certificam de que essa matéria-prima retorne à cadeia de produção. Os recursos obtidos com a venda das tampinhas são destinados diretamente para as instituições sociais sem que estas sejam oneradas.

A Adirplast tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e plásticos de engenharia. A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2018. Elas responderam por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país e contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

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Braskem é reconhecida como Empresa Líder em Desenvolvimento Sustentável pelo Pacto Global da ONU

24/09/2019

O reconhecimento da Braskem como Empresa Líder em Desenvolvimento Sustentável pelo Global Compact LEAD, pelo sexto ano consecutivo, foi anunciado nesta segunda-feira (23) na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos.

O Global Compact LEAD é um seleto grupo de empresas que tiveram reconhecidos seus compromissos com o Pacto Global da ONU e que assumem um papel de liderança dentro do Global Compact, considerada a maior iniciativa corporativa de sustentabilidade do mundo. Mais de 10 mil empresas do mundo inteiro participam do Pacto Global e, deste total, somente 36 empresas receberam o reconhecimento da ONU, sendo a Braskem a única empresa brasileira presente entre as reconhecidas.

“Nós temos a preocupação de reforçar constantemente o nosso engajamento e as nossas contribuições para as agendas socioambientais. Nosso propósito é melhorar a vida das pessoas criando soluções sustentáveis a partir da química e do plástico e ficamos muito orgulhosos por sermos mais uma vez reconhecidos como Empresa Líder em Desenvolvimento Sustentável por uma organização tão importante. Isso mostra que estamos no caminho certo”, afirma Fernando Musa, presidente da Braskem, que esteve presente em eventos da Semana do Clima da ONU em Nova York. Jorge Soto (foto), diretor de Desenvolvimento Sustentável recebeu o reconhecimento em nome da Braskem.

Musa representou a Braskem em dois eventos que fazem parte da programação da Semana do Clima: Transformative Business Leadership for 1.5oC future e UN Private Sector Forum, dois encontros de líderes de governos, executivos de grandes empresas e representantes da sociedade civil e da própria ONU para tratar da importância de ampliar a ambição para evitar maiores impactos decorrentes das mudanças climáticas.

Para Lise Kingo, CEO e diretora Executiva do Pacto Global da ONU, “as empresas LEAD representam o mais alto nível de engajamento com o Pacto Global da ONU. Mais do que nunca, o mundo precisa de empresas de todos os tamanhos – como as anunciadas hoje como LEAD – que trabalham continuamente para melhorar seu desempenho em sustentabilidade e tomam medidas para construir um mundo melhor”.

Para receber o reconhecimento, as companhias devem participar ativamente de pelo menos duas Plataformas de Ação do Pacto Global, demonstrando envolvimento e compromisso na definição e promoção de práticas de liderança alinhadas com os Dez Princípios Universais do Pacto, que são valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção, e com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que tratam-se de uma agenda com ações mundiais construída em comum acordo com várias nações, incluindo o Brasil, e com metas a serem atingidas até 2030.

Desenvolvimento Sustentável na Braskem

Segundo a Braskem, o Desenvolvimento Sustentável é considerado por ela em todos os negócios, projetos e processos. Nos temas Clima e Água, por exemplo, a companhia segue buscando engajar parceiros, clientes e fornecedores. Em 2019, se manteve na “Lista A” do ranking do CDP Supply Chain, da organização sem fins lucrativos CDP que avalia quais as empresas que melhor influenciam suas cadeias de suprimentos na adoção de novas abordagens para mudanças climáticas e gestão da água. A Braskem é a única brasileira com classificação máxima nos rankings de Clima, por três vezes consecutivas, e Água, pela segunda vez, afirma a empresa.

Em julho deste ano, a Braskem passou a integrar o CEO Water Mandate do Pacto Global, uma comunidade global formada por mais de 150 empresas comprometidas com o avanço na gestão da água. E a companhia segue investindo no desenvolvimento de produtos e soluções que possam minimizar ao máximo impactos ambientais e sociais, alinhada a uma estratégia de negócio que considera dez macro-objetivos com metas definidas para 2020, atreladas aos ODS da ONU.

Os dez macro-objetivos da Braskem para contribuição ao Desenvolvimento Sustentável são: Segurança, Resultados Econômicos-Financeiros, Pós-consumo, Desenvolvimento local, Eficiência Hídrica, Mudança Climática, Desenvolvimento de Soluções, Fortalecimento das Práticas, Eficiência Energética e Recursos Renováveis. Todas as ações podem ser conferidas no Relatório Anual de Sustentabilidade – o detalhamento do progresso das iniciativas de cada empresa também é uma condição para ser reconhecida como Empresa Líder nesta área pelo Global Compact LEAD.

Uma das ações da Braskem na área de Recursos Renováveis, por exemplo, é o desenvolvimento do polietileno de fonte 100% renovável. Segundo a empresa, o material é produzido a partir da cana-de-açúcar e apresenta uma captura líquida de CO2, um dos gases causadores do efeito estufa, ao longo de todo o seu processo de obtenção, compreendendo o cultivo agrícola e o processamento industrial. A Braskem passou a produzir em 2018, também a partir da cana-de-açúcar, o EVA Verde, solução destinada a aplicações em setores como calçadista, automotivo e transporte, entre outros.

Ainda em 2018, a Braskem se posicionou publicamente a favor da Economia Circular, aderindo a compromissos voluntários e definindo uma série de iniciativas globais para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de produtos para ampliar e facilitar a reciclagem e a reutilização de embalagens plásticas, especialmente as de uso único. As iniciativas contemplam ainda o avanço de investimentos em novas resinas de origem renováveis e o apoio a novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais, além de ações educacionais que promovam o engajamento de consumidores a programas de reciclagem e consumo consciente.

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Masterbatch de aditivos da Clariant torna embalagens plásticas de cor preta “visíveis” aos sistemas de separação para reciclagem

15/09/2019

  • Permite o uso da cor preta para diversos produtos tradicionais
  • Soluções disponíveis para diversos polímeros e aplicações

Os novos masterbatches de aditivos Cesa-IR da Clariant já estão disponíveis para tornar plásticos de coloração escura visíveis aos sensores de infravermelho próximo (NIR) usados nos sistemas de separação de polímeros. Embora muitas empresas usem embalagens pretas para comercializar seus produtos de categoria premium, os problemas que elas causam aos sistemas de reciclagem têm gerado recomendações para que o preto seja gradualmente retirado da paleta. Segundo a Clariant, os seus novos masterbatches ajudam a resolver essa questão e permitem elevar as taxas de reciclagem.

A nova linha de produtos faz parte do programa “Design for Recycling” da Clariant. Reconhecendo que a reciclagem é a base de uma economia circular, a Clariant Masterbatches e seu grupo Packaging Market estão mobilizando recursos para permitir que uma porcentagem cada vez maior de embalagens plásticas seja reciclada.

Na maioria dos sistemas de separação automática, a radiação infravermelha é irradiada sobre os materiais de embalagem e, como os diferentes polímeros refletem essa radiação de maneira diversa, os sensores NIR conseguem fazer a diferenciação entre polietileno de alta densidade (HDPE), polietileno de baixa densidade (LDPE), polipropileno, poliéster e diversos outros polímeros comumente usados nas embalagens atuais. Infelizmente, os pigmentos Negro de Fumo normalmente utilizados em plásticos pretos absorvem toda ou parte da radiação NIR que incide sobre eles. Com isso, os sensores de separação não conseguem “ver” a embalagem preta, tampouco diferenciar um polímero do outro.

“Como resultado desse fenômeno”, explica Alessandro Dulli, Diretor Global de Embalagens da Clariant Masterbatches, “grande parte dos materiais de cor escura que ingressam no fluxo de reciclagem não é recuperada. Por isso, muitas marcas têm sido pressionadas a evitar o preto, por razões ambientais. Em estreita colaboração com essas companhias, a Clariant desenvolveu uma maneira de se obter uma cor preta predominante nos plásticos sem comprometer a capacidade essencial de detecção durante os processos de reciclagem”.

Foram desenvolvidas formulações de Cesa-IR específicas para permitir a detecção via infravermelho do polietileno de alta e baixa densidade na cor preta em produtos moldados por injeção ou moldagem por extrusão e sopro; bem como do polipropileno preto (PP) em filmes e produtos moldados por injeção; além de PET e C-PET pretos em lâminas e filmes.

Em testes realizados pela Tomra Sorting Recycling, empresa norueguesa líder em instrumentação para soluções de reciclagem, o polipropileno (PP) contendo Negro de Fumo era essencialmente indistinguível, sob radiação NIR, da superfície de fundo como uma correia transportadora. Entretanto, o mesmo material feito com outro sistema de coloração, com os masterbatches de aditivos CESA-IR, foi prontamente detectado, com níveis de refletividade próximos aos de PP sem cor, garante a Clariant.

Fonte: Clariant

Braskem reforça posicionamento em Economia Circular na Feira K

15/09/2019

A Braskem reforçará durante a Feira K , maior evento mundial do setor plástico e de borrachas, seu posicionamento em prol da Economia Circular , conceito de consumo que busca formar um ciclo sustentável da produção ao descarte. De 16 a 23 de outubro, em Düsseldorf, na Alemanha, serão apresentadas novidades do portfólio da Braskem, assim como soluções de menor impacto ambiental e pós-consumo.

A companhia também oficializará no evento a parceria com a empresa Kautex Maschinenbau , para quem a petroquímica passará a fornecer o Plástico Verde , feito à base de cana-de-açúcar, e resina pós-consumo (PCR), para a produção inédita de garrafas à base de polietileno de alta densidade (PEAD) de três camadas, sendo uma de espuma. Segundo a Braskem, o resultado é a diminuição da pegada de CO2 do produto final quando comparado ao feito com base convencional.

As garrafas estarão disponíveis no estande da Braskem. Para demonstrar o fechamento do ciclo de consumo durante a feira, as garrafas fabricadas no evento nas máquinas da Kautex, ao invés de tradicionalmente entregues aos visitantes, serão recolhidas e destinadas à reciclagem por meio de uma parceria com a Erema, fabricante de máquinas para reciclagem de plásticos. A iniciativa reafirma o compromisso das três empresas com a Economia Circular.

“Buscamos formas de demonstrar a importância de pensar o ciclo completo dos produtos que levam nossa matéria-prima, desde a produção ao pós-consumo. Estamos muito satisfeitos em estar na Feira K com uma parceria que utiliza material renovável e pós-consumo, já considerando a reciclagem para o retorno do produto em um novo ciclo. Este é um exemplo claro do nosso comprometimento com a Economia Circular e de como é fundamental a cooperação entre empresas para o êxito do conceito”, explica Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular e Reciclagem da Braskem.

Em uma grande área do evento, foi construído o Erema Circonomic Centre, nome composto pelas palavras “circular” e “economia” em inglês, onde a reciclagem será demonstrada de várias formas, por meio do processamento de diferentes materiais plásticos. Durante a feira, serão recicladas mais de 30 toneladas de plástico, incluindo as demais garrafas utilizadas no evento e produzidas pela Kautex.

Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem, reforça a importância do portfólio de produtos renováveis da companhia para a Economia Circular. “Essa parceria com a Kautex e a Erema comprova mais uma vez que a indústria mundial está interessada em soluções inovadoras ainda mais sustentáveis e que agreguem valor ao produto final”, complementa.

“A Feira K é o maior evento mundial do plástico. Apresentarmos essas novidades e reforçarmos a importância da Economia Circular, principalmente aos nossos atuais e futuros clientes, é de grande importância para a Braskem e reafirma nossa posição global no setor”, comenta a Fabiana.

Com 80 anos de experiência, a Kautex Maschinenbau é uma empresa líder mundial na área da tecnologia de moldagem por sopro e extrusão. Entre os seus clientes encontram-se grandes fabricantes e fornecedores de automóveis, bem como empresas da indústria de embalagens. A empresa tem a sua sede em Bonn, um centro de atendimento ao cliente em Berlim e escritórios regionais nos EUA, Rússia, China, Itália, Índia, México e Malásia. Além disso, a Kautex Maschinenbau dispõe de uma extensa rede mundial de escritórios de serviços e distribuição.

As empresas Erema – com as duas unidades comerciais Powerfil e Keycycle-3S, Pure Loop, Umac e Plasmac, fazem parte do Grupo Erema. Além de subsidiárias nos EUA, China e Rússia, o grupo dispõe também de cinquenta agências que, em conjunto, formam uma rede mundial para a implementação de soluções para a reciclagem de plásticos. O grupo tem sede em Ansfelden, na Áustria, perto de Linz, e conta com cerca de 550 funcionários.

Fonte: Braskem

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Projeto Plástico do Bem já encaminha mais de 40 toneladas de plásticos para reciclagem

15/09/2019

Após capacitação de estudantes e professores, projeto Plástico do Bem funciona por tempo indeterminado

Escolas municipais de Caxias do Sul e Farroupilha já arrecadaram cerca de R$ 40 mil com iniciativa do Simplás. Em Flores da Cunha, processo de coleta começa nos próximos dias

Já passa de 40 toneladas o volume de material encaminhado para a reciclagem pelo projeto Plástico do Bem. Em contrapartida, as mais de 80 escolas municipais de educação fundamental participantes da iniciativa implementada pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) em Farroupilha e Caxias do Sul (RS) já arrecadaram cerca de R$ 40 mil. Cada instituição é livre para utilizar sua parcela dos recursos da maneira que considerar mais adequada. Nos próximos dias, começa o processo de coleta e pagamento às escolas municipais de Flores da Cunha (RS) pela empresa recicladora parceira Reciclados Em Cristo.

Desde o início da ação, em abril de 2018, em Farroupilha, até a última semana de agosto, quando se incluiu o quinto e último núcleo de escolas de Caxias do Sul, e o início de setembro, com a finalização do processo em Flores da Cunha, mais de 35 mil estudantes e 3,6 mil professores das redes públicas municipais foram capacitados para a separação, limpeza e destinação correta de materiais plásticos pós-consumo. A operação é realizada por meio de uma parceria pedagógica com o instituto sócio-ambiental Plastivida e o Instituto do PVC.

“Evidentemente, a renda adicional obtida com a destinação do material para a reciclagem faz muita diferença para cada uma das escolas e é por isso que todas estão tão empenhadas em melhorar cada vez mais o seu desempenho de arrecadação. É um acréscimo importante no orçamento. Mas, para a sociedade como um todo, o principal é a formação e consolidação desta nova geração de cidadãos mais conscientes e responsáveis com aquilo que é produzido e consumido por todos. Este é o benefício coletivo que será percebido realmente no futuro”, assinala a gerente executiva do Simplás, Daniela Camargo.

Outro aspecto importante é que o Plástico do Bem funciona em regime contínuo. Ou seja, após a implementação pelo Simplás, a iniciativa segue em atividade pelo tempo que a escola desejar permanecer engajada – e com total autonomia de trabalho e gestão dos recursos.

Como funciona o projeto Plástico do Bem – em 7 passos

  • o Simplás, em parceria com o Instituto Plastivida e o Instituto Brasileiro do PVC, oferece capacitação e material didático para professores e orientadores das escolas dos municípios participantes do projeto
  • os professores e orientadores capacitados pelo Simplás, em parceria com o instituto sócio-ambiental Plastivida e o Instituto Brasileiro do PVC, trabalham noções de reciclagem e sustentabilidade com suas turmas, ensinando formas de descarte correto, separação e limpeza dos materiais plásticos
  • em suas residências, os estudantes ou demais participantes do projeto coletam, separam e limpam o material plástico que poderá ser reaproveitado e o levam de volta às respectivas escolas
  • nas escolas, o material trazido pelos estudantes é armazenado em recipientes de grande porte (os big bags), também fornecidos pelo Simplás. Quando o big bag estiver cheio, a instituição aciona a empresa recicladora parceira Reciclados em Cristo para fazer a coleta do material
  • a empresa recicladora parceira Reciclados em Cristo vai até cada escola participante, mediante agendamento, recolhe o material, faz a pesagem e substitui os big bags cheios por outros vazios
  • o peso do material recolhido determina o valor pago a escola pela empresa recicladora. É importante que o material esteja separado e limpo corretamente, de acordo com as orientações transmitidas anteriormente, na fase de capacitação
  • cada escola participante do projeto Plástico do Bem poderá utilizar como quiser os recursos obtidos com a venda do material para reciclagem

Que tipos de plásticos limpos podem ser encaminhados ao projeto Plástico do Bem?

  • garrafas PET de qualquer tamanho
  • embalagens rígidas, como as de xampu, cosméticos, detergentes e produtos de limpeza
  • potes e tampas diversos, como os de produtos alimentícios

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Estudos de universidade suíça indica benefícios do uso de polímero biodegradável no solo

30/08/2019

Polímero é metabolizado por microrganismos do solo, dispensando a etapa de retirada do filme

Os tomates são os vegetais mais cultivados no mundo para a indústria de processamento de alimentos. Em muitos países, os agricultores usam os filmes mulching de polietileno (PE) para aumentar a produtividade do tomate, controlando ervas daninhas, a temperatura do solo e o uso dos recursos hídricos. Entretanto, os finos filmes mulching de PE devem ser retirados do solo depois da colheita. Como normalmente é impossível recolhê-los totalmente, os resíduos acabam se acumulando no solo, pois não podem ser biodegradados pelos microrganismos.

Já os filmes feitos com o polímero biodegradável ecovio M 2351 podem ser deixados no solo depois da colheita e eliminam a necessidade da trabalhosa remoção e reciclagem, garante a BASF, fabricante da resina. A empresa afirma que o seu material pode inclusive ser arado no solo depois da colheita mecânica, já que os microrganismos que ocorrem naturalmente no substrato reconhecem a estrutura do filme como um alimento que eles podem metabolizar.

Segundo a Basf, o seu ecovio M 2351 é um plástico biodegradável e certificado, desenvolvido para filmes mulching. São fabricados com polímero biodegradáveL (PLA) produzido a partir de matérias-primas renováveis e do co-poliéster biodegradável ecoflex, de polibutileno adipato co-tereftalato (PBAT).

Além disso, afirma a Basf, o uso dos filmes mulching feitos de ecovio podem promover o aumento da produtividade do tomate de 15% a 50%, redução do consumo de água, além de permitir melhor controle de ervas daninhas, usando-se menos herbicidas em comparação ao solo descoberto. Segundo a empresa, os agricultores também observaram maior resistência do cultivo às doenças fúngicas, menor tempo para colheita, além de uma qualidade melhor e mais homogênea do cultivo. Igualmente, notaram um índice Brix – que se refere à proporção de açúcar/água nos tomates – mais alto.

Agricultura sustentável

A BASF relata que um estudo realizado pela Univesidade ETH de Zurique, na Suíça, mostrou que os micróbios do solo, como bactérias e fungos, podem usar os filmes feitos com o plástico PBAT como alimento. Os micro-organismos retiram o carbono do polímero para gerar energia e para formar biomassa. Os produtos finais restantes depois da biodegradação são CO2, água e biomassa. Isso significa que o PBAT se degrada biologicamente e não permanece no solo sob a forma de microplásticos, como ocorre com o PE.

Portanto, afirma o estudo, os filmes mulching biodegradáveis no solo contribuem para o melhor desenvolvimento da raiz, melhor crescimento da planta e melhor qualidade do solo. O ecovio M 2351 foi o primeiro material a ser certificado como biodegradável no solo segundo a norma europeia DIN EM 17033. Muitos países também aceitam o uso de filme mulching feito com ecovio para cultivos orgânicos.

Há mais de seis anos, os agricultores usam os filmes mulching biodegradáveis no solo feitos com ecovio, desde sua introdução no mercado em 2012. “Em muitos países nós incentivamos os agricultores a usarem os filmes mulching feitos com ecovio”, afirma Dirk Staerke do marketing de biopolímeros para agricultura da BASF. “Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, a produção agrícola mundial precisa crescer em 70% se quisermos alimentar uma população mundial que deve chegar a nove bilhões de pessoas em 2050. Os filmes mulching biodegradáveis podem contribuir com esse desafio, sem poluir o solo com resíduos de filme não degradável”.

Material pode ser usado em extrusoras convencionais

O Ecovio M 2351 é um composto pronto para extrusão de filmes finos. A Basf afirma que ele pode ser processado em máquinas convencionais de filme soprado para PE. Devido às suas propriedades mecânicas em relação à resistência ao rasgo, esses filmes podem ser fabricados em diferentes espessuras de 12, 10 e 8 µm. O composto já contém agentes deslizante e antibloqueio.

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Braskem fecha parceria com consórcio francês especializado em bioprodução e biociência

21/08/2019

Colaboração terá foco em Pesquisa & Desenvolvimento para novas soluções renováveis

A Braskem anunciou acordo de colaboração com o prestigiado Centro de Pesquisa europeu Toulouse White Biotechnology (TWB) para desenvolvimento de soluções renováveis. Especialista em projetos científicos, o centro será um parceiro importante no avanço de novas rotas de pesquisa e desenvolvimentos a partir de recursos naturais, visando obter soluções sustentáveis, inovadoras e economicamente viáveis.

O acordo de cooperação com a Braskem, única empresa brasileira entre as mais de 50 parceiras do TWB, valerá por três anos e contempla o desenvolvimento conjunto de novas tecnologias químicas renováveis baseadas em patentes de ambos os grupos. Sob orientação de líderes de pesquisa da Braskem e do TWB, nove pesquisadores do Laboratório de Engenharia de Sistemas e Processos Biológicos do Instituto Nacional de Ciências Aplicadas de Toulouse, identificados pelo trabalho neste campo, utilizarão a avançada estrutura do TWB para alavancar os resultados esperados.

“O TWB se destaca como um dos principais centros de pesquisa em biotecnologia industrial. Somos membro do consórcio desde 2018 e agora estamos expandindo a colaboração em projetos que corroboram nossa visão de utilizar a química e materiais renováveis como ferramentas de captura de carbono”, explicou Mateus Schreiner Garcez Lopes, responsável por Inovação em Tecnologias Renováveis da Braskem.

Iniciada em outubro de 2011, o TWB utiliza a inteligência coletiva para impulsionar vínculos pioneiros entre pesquisadores, grupos industriais e investidores, acelerando a transição para indústrias ecologicamente responsáveis. No início, eram cerca de 30 parceiros que, posteriormente, se agruparam para formar um consórcio público-privado de ponta, com o objetivo de acelerar o desenvolvimento da biotecnologia industrial e promover a bioeconomia.

Atualmente são 51 parceiros, entre grupos industriais, startups, investidores, autoridades locais e regionais. E já foram lançados 105 projetos colaborativos de pesquisa e desenvolvimento, que impulsionaram o crescimento de negócios disruptivos, arrecadando mais de 100 milhões de euros.

“Estamos orgulhosos em receber a Braskem, uma das líderes globais em química renovável. Esperamos contribuir de todas as maneiras possíveis para este projeto de P&D, com o intuito de promover o desenvolvimento de novos caminhos de produção sustentáveis, um objetivo que compartilhamos”, comentou Olivier Rolland, Diretor Executivo da TWB.

A Braskem expande cada vez mais seus esforços de pesquisa, desenvolvimento e comercialização de químicos e materiais de origem renovável. Em maio de 2018, a companhia iniciou uma operação na cidade de Boston , nos Estados Unidos, que complementa suas atividades no Centro de Pesquisa em Química Renovável, em Campinas, além de suas competências em ciência de materiais nos centros de Tecnologia & Inovação em Triunfo (Brasil) e Pittsburgh (EUA). A companhia é pioneira na fabricação em escala industrial de Polietileno Verde e EVA Verde , ambas resinas desenvolvidas a partir da cana-de-açúcar. As soluções são 100% recicláveis e o CO2 é capturado em seu processo produtivo.

A parceria com o TWB está alinhada com o compromisso da Braskem para promover a sustentabilidade na cadeia do plástico. Em novembro de 2018, a empresa definiu uma série de iniciativas globais para impulsionar a Economia Circular, entre eles, “continuar a investir no desenvolvimento de novos produtos Renováveis, a fim de apoiar a economia circular no início da cadeia de valor”.

Mais informações (em inglês): https://www.toulouse-white-biotechnology.com/en/

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Na K 2019, Milliken irá destacar soluções que aprimoram a sustentabilidade

06/08/2019

De olho no avanço da economia circular, os visitantes da feira em Düsseldorf, na Alemanha, querem saber como podem aumentar o uso de plástico reciclado, estimular a reutilização de produtos pós-consumo, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e contribuir para uma melhor reciclagem. Eles também querem diminuir o uso de energia e limitar os resíduos gerados durante a produção.

“A redução de resíduos e a reciclagem de plásticos são megatendências necessárias que afetam atualmente o setor de produtos de consumo”, observa Herrin Hood, gerente global de linha de produtos do negócio de Aditivos para Plásticos da Milliken. “Como todos, nós trabalhamos para limitar o uso excessivo de plásticos, fomentar a reciclagem de polipropileno e avançar para uma economia circular. A Milliken vem apoiando totalmente esses esforços com inovações tecnológicas ​​que impactam a cor, a transparênica, o desempenho e a sustentabilidade”.

Existem muitas abordagens possíveis para lidar com esses problemas; os visitantes do estande da Milliken (Hall 6/A27) na feira K 2019, de 16 a 23 de outubro, poderão constatar as várias maneiras pelas quais a empresa está atuando nesse sentido através de seus aditivos e corantes.

A Milliken fez uma parceria com a PureCycle Technologies, sediada em Chicago (EUA), para promover a reciclagem em circuito fechado de resina de polipropileno (PP). Utilizando tecnologia desenvolvida e licenciada pela Procter & Gamble, a PureCycle planeja abrir em Ohio, em 2021, sua primeira fábrica, alicerçada em um método de reciclagem patenteado que, segundo a empresa, restaura a qualidade virgem de resíduos de resina PP. Isso permitirá que o material reciclado se torne verdadeiramente circular e seja reutilizado em sua aplicação original, em vez de empregado em produtos de menor valor.

Uma série de tecnologias da Milliken está ajudando os convertedores a fabricar de forma mais sustentável, reduzindo o consumo de energia, permitindo o uso de mais soluções monomaterial em embalagens, e promovendo a reciclabilidade de resinas como o polipropileno ou o uso de uma porcentagem maior de PP reciclado em produtos transformados.

“A Milliken tem prioridades claras para ajudar a criar uma economia circular para os plásticos”, acrescenta Hood. “Melhorar a reciclabilidade dos plásticos, substituindo plásticos descartáveis ​​por plásticos duráveis ​​e reutilizáveis, ​​e aumentar o uso de biopolímeros a partir do desenvolvimento de produtos que elevem o desempenho e as propriedades estéticas ajudarão a criar uma indústria de plásticos mais sustentável à medida que trabalhamos para criar um impacto positivo no mundo.”

Sustentabilidade aliada à transparência

Segundo a Milliken, o seu clarificante Millad NX 8000, presente em quase 80% do PP clarificado do mundo, não apenas transforma o polipropileno em uma alternativa leve e cristalina ao vidro. Ele também aumenta a sustentabilidade do material ao permitir que os convertedores o processem a uma temperatura mais baixa, o que resulta em tempos de ciclo mais rápidos e economia de energia na moldagem por injeção, afirma a empresa. A Milliken fornece grades para vários processos, incluindo moldagem por injeção, termoformagem e moldagem por sopro.

A presença do LED no mercado de iluminação industrial global, quase nula uma década atrás, deverá superar 50% este ano. Vários fatores de desempenho estão impulsionando essa mudança, que traz implicações para o impacto visual das embalagens plásticas nas gôndolas das lojas. A Milliken está trabalhando com um fornecedor líder global em iluminação para entender melhor as tendências que afetam a aparência das embalagens e como é possível lidar com tais efeitos através de soluções eficazes.

Além disso, os proprietários de marcas (brand owners) que utilizam a resina de PP NX UltraClear podem exibir uma etiqueta de Validação de Reivindicação Ambiental (ECV) da UL (Underwriters Laboratories) em suas embalagens moldadas por injeção, atestando sua adequação à economia circular para o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, afirma a Milliken. Esses benefícios estão impulsionando a forte demanda pelo aditivo e por isso a Milliken está construindo uma planta de clarificantes de classe mundial, a maior do gênero em sua história, em Blacksburg, Carolina do Sul (EUA). A instalação aumentará a capacidade de produção do Millad NX 8000 em aproximadamente 50% a partir de sua inauguração, em 2020.

De acordo com a Milliken, ao permitir que PP clarificado com o Millad NX 8000 substitua materiais alternativos, os proprietários de marcas e transformadores melhoram suas opções para produzir mais produtos monomateriais ​​(uma garrafa ou um recipiente de PP com rótulo e tampa do mesmo material, por exemplo). O polipropileno também é mais leve, mostrou ter uma melhor pontuação de reciclagem do que o PET e o poliestireno, e ainda oferece a possibilidade de fechar o circuito de NX UltraClear PP para NX UltraClear PP por meio do processo de reciclagem inovador da PureCycle.

Otimizando o desempenho dos plásticos

Uma das principais funções dos aditivos é melhorar o desempenho dos polímeros que eles modificam. Segundo a Milliken, seu agentes de nucleação Hyperform HPN para PP e polietileno melhoram o desempenho do polipropileno reciclado (rPP) e permitem a produção de peças mais robustas e mais leves, aumentando a rigidez dos produtos, em comparação com o PP nucleado convencionalmente. Também auxilia na produtividade do processamento e oferece propriedades equilibradas e ajustáveis, garante a empresa.

Na K 2019, a Milliken apresentará seu mais recente grade, o Hyperform HPN 715, que oferecerá novas oportunidades para o PP substituir as resinas de engenharia mais caras em aplicações exigentes, afirma a Millken. O Hyperform HPN 715 oferece um equilíbrio otimizado de vários fatores-chave, ao mesmo tempo em que proporciona temperaturas mais altas de deflexão térmica em comparação com outros nucleantes avançados, garante a fabricante do aditivo. Isto permite que o PP seja utilizado em recipientes para micro-ondas, componentes sob o capô de automóveis e em produtos de uso doméstico.

Os modificadores de desempenho DeltaMax para PP, por sua vez, aumentam a resistência ao impacto e as propriedades de fluxo de resinas de rPP, blendas e copolímeros de polipropileno de impacto (ICPs), informa a Milliken. Na K 2019, a Milliken planeja apresentar novos componentes de sua família DeltaMax.

A empresa afirma que o seu modificador de performance DeltaMax pode elevar o índice de fluidez do PP em até cinco vezes, mantendo as propriedades de impacto e rigidez. A Milliken diz que isso permite que os convertedores aumentem a eficiência operacional e criem designs de peças mais inovadores mediante o fluxo mais favorável através dos moldes. Segundo a fabricante do aditivo, a tecnologia DeltaMax também é eficaz na modificação de resinas recicladas pós-consumo e pós-industriais, elevando a resistência ao impacto e o índice de fluidez a níveis iguais ou melhores que os da resina virgem. Isso permite que os componedores e convertedores incorporem até 100% de PP reciclado sem sacrificar o desempenho ou o processamento, garante a empresa.

Durante a feira, o portfólio ClearShield UV Absorber também será apresentado. Segundo a Milliken, ele oferece proteção contra luz ultravioleta prejudicial a produtos acondicionados em PET, como alimentos, bebidas e outros artigos de consumo. Essa tecnologia amplia a vida útil do conteúdo embalado, protegendo a imagem da marca e permitindo formulações mais sustentáveis ​​com corantes, aromas e essências naturais, afirma a Milliken.

Desempenho em cores para Plásticos

Os corantes KeyPlast da Milliken para plásticos podem ser usados ​​por produtores de masterbatches líquidos e sólidos, produtores de resinas e componedores e são adequados para uso com uma ampla gama de sistemas de polímeros e resinas. Estes incluem PET em aplicações transparentes de contato com alimentos, bem como outros polímeros transparentes amorfos, como poliestireno (PS), policarbonato (PC), acrílico (PMMA) e polissulfona (PSU). Os corantes KeyPlast que melhoram a aparência visual de polímeros virgens proporcionam cores estáveis ​​e com fidelidade de reprodução. Os corantes ClearTint da Milliken também estarão em exposição na K 2019.

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Solvay destaca a mobilidade sustentável e a eficiência de recursos na K 2019, em Outubro, na Alemanha

24/07/2019

A Solvay lançará na feira K 2019 novos desenvolvimentos em compósitos termoplásticos, materiais leves que fazem parte dos objetivos de mobilidade sustentável do Grupo e permitem a criação de soluções eficientes em termos de recursos para clientes dos setores aeroespacial/aeronáutico, automotivo e de petróleo e gás.

Recentemente, a Solvay criou uma plataforma totalmente dedicada a produtos termoplásticos, ampliando sua atuação no setor de materiais avançados com a integração vertical de seus compósitos e seu portfólio de polímeros especiais. Esses materiais, além da redução de peso, oferecem resistência ao calor e ao impacto, resistência mecânica e tenacidade, inércia química e permitem flexibilidade nos projetos dos clientes, afirma a empresa.

Além dos desenvolvimentos de compósitos termoplásticos, a Solvay lançará um novo polímero especial da sua linha de polieteretercetona (PEEK) de alta temperatura, um dos primeiros da indústria do setor.

Também apresentará aplicações exclusivas de seus materiais de alto desempenho, como uma bicicleta elétrica reciclável (foto) fabricada integralmente em plásticos e polímeros, a partir de material termoplástico de fibra longa (LFT) da empresa. Essa e-bike foi desenvolvida pela empresa Stajvelo, de Mônaco, e, segundo a Solvay, tem sido um sucesso de vendas no verão europeu de 2019.

Durante a K, serão realizadas apresentações sobre mobilidade sustentável e eficiência de recursos e de energia, abordando uma variedade de tópicos, entre os quais baterias, manufatura aditiva para impressão 3D, hiperconectividade, transporte, filtragem de água, construção e bens de consumo. Essas apresentações ocorrerão no estande da Solvay C61, no Hall 6, nos dias 16 a 18 de outubro e em 21 e 22 de outubro. A feira K 2019 será realizada em Düsseldorf, Alemanha, de 16 a 23 de outubro.

Rhodia – 100 anos de presença no Brasil: – A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, está completando 100 anos de atividades no Brasil em 2019. A empresa iniciou sua trajetória em Santo André – SP, com a instalação de uma unidade industrial de produtos químicos, que representou um dos primeiros passos da industrialização da região do ABC paulista. Desde setembro de 2011, a Rhodia faz parte do Grupo Solvay, um dos mais relevantes players internacionais em materiais avançados e especialidades químicas.

A Solvay é uma empresa de materiais avançados e de especialidades químicas,com produtos e soluções utilizados em aviões, automóveis, dispositivos inteligentes e instrumentos médicos, baterias, na extração de minerais e petróleo, entre outras aplicações. A Solvay tem sede em Bruxelas e emprega 24.500 pessoas de 106 nacionalidades em 62 países. As vendas líquidas pro forma foram de € 10,3 bilhões em 2018, resultando em uma margem de EBITDA de 22%. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

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Desafio da Braskem busca soluções para retirar odor de resinas recicladas

19/07/2019

O projeto recebeu mais de 150 inscrições dos cinco continentes com idéias para a produção de resina pós-consumo de qualidade e sem cheiro. Pesquisadores alemães apresentaram o melhor projeto e receberam 30 mil dólares.

A Braskem lançou no ano passado uma parceria com a Innocentive, uma plataforma global que incentiva desenvolvimento de pesquisas, com o objetivo de retirar cheiro de resina reciclada. Foram 154 inscritos de todo o mundo, com 25 selecionados para a segunda fase e oito finalistas escolhidos para testes. Dois pesquisadores alemães apresentaram a melhor opção e receberam 30 mil dólares por seu desenvolvimento tecnológico.

A proposta do desafio vai ao encontro com o compromisso com a Economia Circular da Braskem , divulgado em novembro de 2018, em que a empresa definiu oito iniciativas que contribuem com a cadeia do setor plástico para a indústria e sociedade, e que inclui no terceiro item: “Desenvolver ou apoiar o desenvolvimento de novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais, considerando o melhor equilíbrio dos impactos econômicos, sociais e ambientais”.

Dentro deste cenário, a petroquímica conduziu durante 2018 o desafio, visando desenvolver a cadeia de reciclagem do plástico. Foram realizados testes em laboratórios, tanto da Braskem como externos, em oito soluções apresentadas por pesquisadores inscritos no programa. A partir destas avalições, uma solução se destacou: trata-se de um processo que reduz o odor do resíduo sem diminuir as propriedades da poliolefina, ampliando o leque de possibilidades de aplicação do material.

“A parceria com a Innocentive foi um sucesso. Conseguimos atender a uma demanda interna e externa ao abrir para pesquisadores do mundo inteiro uma forma de colaborar com a reciclagem do plástico, permitindo identificar uma nova tecnologia que, desenvolvida em parceria com a Braskem, poderá impactar positivamente o mercado de reciclados. Estamos totalmente comprometidos em pesquisar e desenvolver soluções mais sustentáveis para a cadeia do plástico”, explica Fabiana Quiroga, diretora de Reciclagem e da Plataforma Wecycle.

Fonte: Braskem

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Clariant toma iniciativas para apoiar embalagens plásticas mais sustentáveis

18/07/2019

  • Oferta de soluções para desafios na indústria de embalagens
  • Quatro abordagens distintas
  • Masterbatches de aditivos exercem papel fundamental

Como parte de um programa que envolve toda a Clariant para criar uma indústria de plásticos mais sustentável, o Segmento de Mercado de Embalagens, da Unidade de Negócios de Masterbatches, está trabalhando para ajudar proprietários de marcas e produtores de embalagens a realizarem seus objetivos de desenvolver soluções mais amigáveis ao meio ambiente. Segundo a empresa, o seu portfólio de masterbatches de aditivos, aliado à expertise interna e à colaboração com outras organizações do setor, permite oferecer soluções em quatro áreas importantes:

  • Desenvolvimento de embalagens altamente recicláveis;
  • Fabricação de embalagens plásticas que possam ser reutilizadas facilmente;
  • Apoio ao uso de polímeros bio-baseados;
  • Aumento da aceitação de embalagens compostáveis.

“A embalagem plástica é um recurso essencial para as marcas e representa uma forma segura de entregar produtos ao consumidor em condições ótimas”, declara Alessandro Dulli, Clariant Masterbatches Global Head of Packaging. “A embalagem também exerce papel importante na diferenciação e na identidade das marcas. Não devemos nos esquecer de que é importante que a indústria e os consumidores trabalhem para criar um modelo mais sustentável de embalagens. Ninguém conseguirá atingir esse objetivo sozinho. É necessário contar com a colaboração de todos os grupos de interesse e isso é o que estamos buscando com essa nova iniciativa”.

Reciclagem

A reciclagem já está recuperando grandes volumes de resíduos plásticos para reintrodução no mercado como embalagens novas, mas ainda existem grandes desafios para o aumento do uso da resina pós-consumo (PCR). A Clariant afirma estar trabalhando para ajudar a superar tais desafios de diversas formas:

Novos masterbatches de aditivos que sequestram o oxigênio e reduzem a necessidade de embalagens com múltiplas camadas e materiais, a fim de prolongar o prazo de validade dos produtos embalados. Com apenas um material envolvido, o plástico se torna mais reciclável.

Os masterbatches de aditivos CESA®-IR estão agora disponíveis para produção de plásticos com coloração escura, visíveis aos sensores de infravermelho próximo (NIR) usados nos sistemas de separação de polímeros, possibilitando sua reciclagem com eficiência.

Masterbatches líquidos inovadores possibilitam a redução das emissões de carbono relacionadas a processos logísticos complexos e estoques pesados.

Extensores de cadeia, tecnologia de controle de odores, clareadores de cores e outros aditivos que aumentam a qualidade e facilitam a comercialização de materiais plásticos reciclados.

Reuso

“Se todas as embalagens plásticas pudessem ser reutilizadas apenas uma vez, a quantidade de material que entra no fluxo de resíduos seria cortada pela metade imediatamente”, observa Alessandro Dulli, “Embora não haja expectativa de que possamos reutilizar todos os plásticos, nosso dever conosco e com nosso planeta é fazer o melhor que pudermos”.

Atualmente, a maioria das embalagens é projetada para completar seu ciclo de vida assim que o produto é entregue, mas é preciso redefinir os parâmetros se quisermos que os recipientes sobrevivam por mais tempo. A Clariant afirma que, entre os seus produtos que estão disponíveis para ajudar nesse esforço se destacam aditivos que:

  • Aumentam a durabilidade e a resistência a arranhões dos plásticos;
  • Diminuem a tendência dos materiais ficarem amarelados com o tempo;
  • Resistem à degradação causada pela lavagem e esterilização;
  • Evitam o desbotamento das cores e outras perdas estéticas;
  • Controlam a fragilidade e o surgimento de fissuras por tensão.

A Clariant desenvolve soluções em projetos de cocriação com clientes em laboratórios especializados, como os que integram a rede Clariant ColorWorks™, a fim de desenvolver e testar materiais sob condições de envelhecimento simuladas para confirmar a duração dos ciclos de vida. A empresa afirma que essa expertise auxilia projetos globais complexos que visam proteger a identidade de marca, além de prestar suporte em questões regulatórias envolvendo a extensão dos ciclos de vida dos produtos.

Polímeros bio-baseados

Os polímeros bio-baseados, mais comumente chamados de “bioplásticos”, são feitos a partir de materiais renováveis, ao invés de materiais fósseis como petróleo ou gás natural. Eles estão atraindo cada vez mais interesse porque usam matérias-primas de origem vegetal e podem reduzir as emissões de carbono em comparação com outros polímeros. Várias dessas resinas são basicamente idênticas aos plásticos convencionais e podem se beneficiar das mesmas soluções de projeto de reciclagem mencionadas acima. Ao mesmo tempo, a Clariant apoia os clientes que tem como objetivo oferecer um produto de origem 100% bio-baseados, ao desenvolver cores e aditivos que empregam matérias-primas renováveis, afirma a empresa.

Polímeros compostáveis

Polímeros compostáveis – como ácido polilático (PLA) ou polihidroxialcanoatos (PHA) – são geralmente considerados como uma possível solução para o problema do descarte, pois se degradam mais facilmente com o tempo em comparação com os plásticos não compostáveis. Eles também podem representar uma solução interessante para aplicações em alimentos, nos casos em que embalagens contaminadas por alimentos não possam ser recicladas. As embalagens feitas de polímeros compostáveis podem fornecer a resposta, já que os resíduos contaminados podem se submeter à compostagem.

A Clariant afirma estar trabalhando para melhorar a vida útil dos biopolímeros, como PLA, bem como a estética desses materiais, com uma gama de cores que ajudam a preservar e aprimorar a identidade de marca. Com mais de 20 anos de experiência na fabricação de masterbatches para compostagem, a Clariant afirma garantir o atendimento de todos os requisitos.

“Na Clariant,” afirma Alessandro Dulli, “temos orgulho de imaginar o futuro, promovendo a sustentabilidade e desenvolvendo soluções práticas para os desafios que enfrentamos; afinal, projetar para o meio ambiente nada mais é do que projetar para todos nós”.

Fonte: Clariant

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Prévia da K 2019 – Covestro destaca sua visão de um mundo sustentável e digital

17/07/2019

  • Busca por ciclo de material em toda a cadeia de valor
  • Pioneira no caminho para um futuro sem matérias-primas fósseis
  • Programa abrangente para digitalização
  • Soluções inovadoras para indústrias-chave

Durante a conferência de imprensa Prévia da K2019, realizada no Centro de Convenções da Messe Duesseldorf em 2 de julho passado, a fabricante de materiais Covestro apresentou em primeira mão as novidades a serem exibidas na Feira K 2019 em Outubro. Apresentado pelo CEO da Covestro, Dr. Markus Steilemann, e por Jochen Hardt, vice-presidente e especialista em marketing da Covestro, a empresa divulgou suas várias inovações e projetos que visam ampliar as fronteiras de um mundo sustentável e digital.

Na feira de plásticos K 2019, em Düsseldorf, a Covestro apresentará soluções inovadoras em materiais que, segundo a empresa, fornecem respostas aos desafios atuais do mundo. Os visitantes da principal feira do mundo para a indústria de plásticos e borracha encontrarão exemplos disso apresentados pela Covestro no estande A75, no Hall 6. De 16 a 23 de outubro de 2019, produtos e tecnologias para as indústrias automotiva, de construção e eletrônica estarão em exibição , além de aplicações inovadoras e funcionais nos setores da saúde, móveis, esportes e lazer.

“Além do avanço da digitalização, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas serão uma força motriz na sociedade e na economia para os próximos anos”, disse o CEO Markus Steilemann aos jornalistas. “O atingimento desses objetivos não é apenas imperativo para um mundo melhor, mais limpo e mais saudável, mas também possui um grande potencial econômico a longo prazo”, explicou o CEO. “A Covestro está determinada a implementar as metas de sustentabilidade da ONU em muitos níveis.”

Steilemann apontou o desenvolvimento de uma economia circular funcional e uma melhor gestão de recursos fósseis limitados, principalmente o petróleo bruto, como pontos centrais para o aumento da sustentabilidade. “Essas são metas que impactarão a sociedade como um todo e a Covestro quer contribuir para isso. Dentro de nossa empresa, queremos estabelecer ciclos de materiais ao longo de toda a cadeia de valor, desde os fornecedores, passando pela produção e logística, até o uso de nossos produtos e sua reutilização ”, explica Steilemann.

Ao reciclar plásticos usados, será importante poder esgotar todas as possibilidades técnicas. “O método relativamente novo de reciclagem química também é uma opção, que requer suporte adicional”, disse o CEO.

Um aspecto fundamental para o desenvolvimento de uma economia circular na indústria de plásticos e indústria química é fechar o ciclo de carbono com recursos reciclados. Aqui, vale a pena considerar o uso de resíduos de plantas e, cada vez mais, a utilização de gás carbônico como alternativas para os recursos fósseis. A Covestro já alcançou vários resultados nessas áreas. “Queremos nos tornar pioneiros no caminho para um futuro sem recursos baseados em materiais fósseis e enfatizar nossa reivindicação de liderança no setor”, enfatizou Steilemann.

Digitalização cria valor agregado

Outra força motriz é o avanço da digitalização. A Covestro quer aproveitar as oportunidades nessa área e iniciou um programa abrangente, com foco no cliente. Para isso, a empresa está incorporando tecnologias e processos digitais na produção, na cadeia de suprimentos, na pesquisa e desenvolvimento, em todos os pontos de contato com os clientes e no desenvolvimento de novos modelos de negócios. Vários tópicos e exposições na K 2019 destacam a importância da digitalização para a empresa, que espera estabelecer referências nesse campo na indústria de plásticos e de produtos químicos.

Os exemplos abaixo dão uma ideia dos desenvolvimentos que a Covestro apresentará na K 2019.

Sociedade completamente conectada

Um requisito importante para a mobilidade do futuro e a digitalização de todas as áreas da vida e dos negócios é a nova tecnologia de transmissão 5G. Para construir a infra-estrutura para isso, a Covestro está trabalhando em conjunto com a Deutsche Telekom e o Umeå Institute of Design para desenvolver soluções inovadoras em materiais para estações base, antenas e outros componentes do sistema. A Covestro também está trabalhando em uma solução em filme de múltiplas camadas em conjunto com um novo processo de fabricação para as partes de trás da estrutura de smartphones. Ao contrário dos elementos convencionais de metal, estes filmes de policarbonato são permeáveis ​​à radiação de alta frequência.

Interiores de automóveis do futuro

O destaque da exposição na K 2019 é um conceito de interior automotivo abrangente para a mobilidade futura. Em linha com a última tendência, a mostra pretende transformar interiores de automóveis em espaços multifuncionais e móveis para a vida e o trabalho. “Desenvolvemos o conceito em conjunto com parceiros-chave industriais e acadêmicos”, explicou Jochen Hardt, especialista em marketing da Covestro e líder do projeto. “Isso envolve funcionalidade, conforto e design em igual medida, além de eficiência.” O carro do futuro é totalmente conectado em rede e é perfeitamente integrado à vida cotidiana. Os principais recursos de design são superfícies com aparência e toque decorativos, iluminação ambiente integrada, os últimos sistemas de entretenimento digitais e conceitos em assentos de última geração.

Produtos têxteis derivados de gás carbônico

Juntamente com parceiros como a RWTH Aachen University e vários fabricantes de têxteis, a Covestro conseguiu produzir fibras têxteis elásticas a partir de poliuretano termoplástico derivado parcialmente de CO2 e, como resultado, substituiu em parte o petróleo bruto como matéria-prima. O ponto de partida é um produto intermediário chamado cardyon®, que já é usado para para produzir a espuma macia encontrada em colchões e nas camadas de base dos campos esportivos. Os parceiros estão atualmente trabalhando no desenvolvimento da produção de têxteis em escala industrial e querem introduzir um ciclo de material que seja baseado em recursos sustentáveis ​​para a indústria têxtil e de vestuário.

Energias renováveis ​​em ascensão

Além de promover uma economia circular eficiente, a Covestro também está comprometida em expandir ainda mais o uso dos plásticos em energias renováveis, como a energia eólica. A cooperação com parceiros levou ao desenvolvimento de uma resina de poliuretano, bem como de uma tecnologia de processo, que torna possível a fabricação de pás de rotores de turbinas eólicas de forma eficiente e econômica, afirma a empresa. A Covestro recentemente processou seu primeiro pedido comercial nessa área proveniente da China.

Com 2018 vendas de 14,6 bilhões de euros, a Covestro está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. As atividades de negócios estão focadas na fabricação de materiais poliméricos de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados ​​em muitas áreas da vida diária. Os principais segmentos atendidos são os setores automotivo, de construção civil, processamento de madeira e móveis, e elétricos e eletrônicos. Outros setores incluem esporte e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção em todo o mundo e emprega aproximadamente 16.800 pessoas (calculadas como equivalentes em tempo integral) no final de 2018.

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Durante Prévia da K 2019, clientes da BASF exibem protótipos fabricados com material plástico quimicamente reciclado

16/07/2019

  • Os parceiros da BASF no Projeto ChemCycling: Jaguar Land Rover, Storopack, Südpack e Schneider Electric.
  • Fase piloto promissora, mas continuam os desafios tecnológicos e econômicos, assim como a necessidade de avanços regulatórios.

Um número cada vez maior de empresas da indústria de plásticos está trabalhando para promover a reciclabilidade dos plásticos e, assim, ajudar, na criação de uma economia circular. Uma das maneiras pelas quais a BASF atua nessa área é através do projeto ChemCycling: no final de 2018, a empresa utilizou pela primeira vez volumes piloto de óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos como matéria-prima em sua própria produção.

Na Prévia da Feira K 2019, uma conferência de imprensa que ocorreu no Centro de Conveções da Messe Düsseldorf entre 1 a 3 de Julho, quatro parceiros apresentaram os primeiros protótipos que foram criados durante a fase piloto do projeto.

A Jaguar Land Rover (JLR), fabricante líder na indústria automotiva, desenvolveu um protótipo do suporte do radiador feito de plástico, usando poliamida 6 reciclada com 30% de fibra de vidro (Ultramid B3WG6 Ccycled Black 00564) para o seu primeiro SUV elétrico: o I-Pace. “Como parte do nosso compromisso de acelerar a fabricação em circuito fechado (Closed-loop manufacturing) em todas as nossas operações, estamos sempre em busca de avanços tecnológicos que ajudem a reduzir o desperdício”, disse Craig Woodburn, gerente global de Compliance Ambiental da JLR. “A capacidade de converter resíduos plásticos de consumo em peças seguras e de qualidade usadas em produtos premium, por meio do processo ChemCycling, é um passo importante no avanço da nossa aspiração de alcançar um futuro com resíduo-zero”.

A Storopack, fornecedora global de embalagens de proteção e peças técnicas moldadas, usou EPS quimicamente reciclado (Styropor P Ccycled) para fabricar embalagens de isolamento térmico para produtos farmacêuticos sensíveis à temperatura, bem como caixas para transporte de peixe fresco e embalagens protetoras para dispositivos eletrônicos. “Ficamos particularmente impressionados com o fato de que o Styropor® P Ccycled pode ser usado em embalagens de alimentos. Já existem várias opções de reciclagem para o Styropor e o projeto ChemCycling ajuda a aumentar ainda mais a o percentual reciclável”, comentou Hermann Reichenecker (foto), presidente do Conselho de Administração da Storopack.

A Südpack, uma das principais produtoras de embalagens em filmes na Europa, fabricou um filme de poliamida e um filme de polietileno que foram convertidos em embalagens com vedação especial para uso com queijo muzzarela. Até o momento, considerava-se que as embalagens multicamadas eram recicláveis até um certo limite. “Embalagens em filme desempenham funções importantes tais como: a proteção do produto, higiene e tempo de vida de prateleira, ao mesmo tempo em que precisa utilizar uma quantidade mínima de plásticos. Esta é a razão pela qual as embalagens em filme são compostas por vários materiais e camadas com diversas propriedades e barreiras. Por meio de inovações como o ChemCycling, chegamos mais próximos de resolver os problemas associados à reciclagem de embalagens flexíveis”, disse Johannes Remmele, sócio-gerente da Südpack.

A Schneider Electric, líder na transformação digital de gestão de energia e automação, fabricou um disjuntor a partir de poliamida (Ultramid) quimicamente reciclada. “Nós ativamente avaliamos a capacidade de matérias-primas secundárias, tais como plásticos reciclados, de atender aos nossos exigentes padrões de qualidade, normas e regulamentações rigorosas da indústria. Nós confiamos na expertise da BASF para demonstrar os benefícios de sustentabilidade de ponta-a-ponta e ao mesmo tempo oferecer um custo atraente. Esperamos que esta experimentação com a BASF abra espaço para mais inovações circulares em Gerenciamento e Distribuição de Energia”, disse Xavier Houot, vice-presidente sênior de meio ambiente, segurança e real state da Schneider Electric Group.

“Os projetos piloto com clientes de várias indústrias mostram que os produtos fabricados com matérias-primas quimicamente recicladas oferecem a mesma alta qualidade e desempenho que os produtos fabricados com materiais primários. O projeto ChemCycling, que usa uma abordagem de balanço de massa para atribuir matematicamente uma parcela do material reciclado ao produto final, pode ajudar nossos clientes a atingir suas metas de sustentabilidade”, disse Jürgen Becky, vice-presidente sênior de Materiais de Performance. Os produtos certificados são indicados com a terminação “Ccycled” em seu nome. Os protótipos apresentados na Prévia da K 2019, em Düsseldorf, fazem parte da fase piloto em andamento do projeto ChemCycling.

Potencial para aumento do percentual de material reciclável

“Com o projeto ChemCycling, a BASF tem como objetivo processar o óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos que atualmente não são recicláveis, tais como plásticos misturados ou contaminados. Se tivermos êxito em desenvolver o projeto até o ponto de disponibilidade no mercado, o ChemCycling será um complemento inovador aos processos existentes de reciclagem e recuperação, com o intuito de resolver o problema dos resíduos plásticos”, comentou Stefan Gräter, responsável pelo projeto ChemCycling na BASF.

O expressivo potencial da reciclagem química foi confirmado pela consultoria McKinsey em um estudo de dezembro de 2018: se os processos de reciclagem existentes forem combinados aos novos, como a reciclagem química, os especialistas acreditam que alcançaremos até 2030 uma taxa de 50% de reutilização e reciclagem de plásticos mundialmente (hoje, 16%). A parcela da reciclagem química poderia então subir do seu valor atual de 1% para aproximadamente 17%, o que equivale à reciclagem de cerca de 74 milhões de toneladas de resíduos plásticos.

Desafios tecnológicos, econômicos e regulatórios

Para passar da fase piloto à implantação no mercado, várias questões precisarão ser resolvidas. As tecnologias existentes para a transformação de resíduos plásticos em matérias-primas recicladas devem ser avançadas e adaptadas para o uso em escala industrial, a fim de garantir a alta qualidade do óleo de pirólise. A BASF está atualmente investigando várias opções para alimentar, a longo prazo, o seu complexo produtivo integrado com volumes comerciais de óleo de pirólise. Além das questões técnicas, os aspectos econômicos também desempenham um papel. Para a reciclagem química ter aceitação no mercado, os órgãos regulatórios também devem reconhecer oficialmente que o processo é uma modalidade de reciclagem. Dentro desse escopo, eles precisam definir como as abordagens de reciclagem química e balanço de massa podem ser incluídas no cálculo das taxas de reciclagem exigidas por lei.

Uso responsável de recursos

“Nosso projeto ChemCycling é um bom exemplo de como a BASF está trabalhando com nossos parceiros no desenvolvimento de soluções para os principais desafios do século 21”, disse Dr. Andreas Kicherer, especialista em sustentabilidade da BASF. Além do projeto ChemCycling, a BASF está envolvida em muitos outros projetos e iniciativas que fortalecem a ideia da economia circular e previnem o descarte dos plásticos no meio ambiente. Por exemplo, o portfólio de produtos da BASF inclui o ecovio®, um plástico compostável certificado, parcialmente fabricado com matérias-primas renováveis. A empresa é membro do World Plastics Council e participa de dois programas da Ellen MacArthur Foundation. Em todas as suas fábricas no mundo, a BASF implementa a “Operação Clean Sweep”, uma iniciativa internacional da indústria de plásticos destinada a evitar a perda de pellets de plástico no meio ambiente. Além disso, no início de 2019 a BASF uniu esforços com aproximadamente 30 outras empresas para fundar a Alliance to End Plastic Waste (AEPW). Nos próximos cinco anos, esta iniciativa pretende investir até $1,5 bilhão em vários projetos e parcerias, principalmente na Ásia e na África. Há quatro áreas-foco principais: desenvolvimento de infraestrutura para coleta de resíduos, promoção de métodos inovadores de reciclagem, educação e engajamento de vários grupos, além da limpeza de áreas com concentração de resíduos plásticos no meio ambiente.

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Novo e-book da Tomra Sorting Recycling identifica como a cadeia de valor do plástico pode reduzir seu desperdício

09/07/2019

A ameaça existencial para os oceanos e a vida marinha é uma razão justa e correta para reduzir o desperdício de plásticos; outra boa razão são as novas oportunidades de negócios rentáveis.

A Tomra Sorting Recycling publicou um novo eBook que compartilha ideias transformadoras para reduzir o desperdício de plástico em toda sua cadeia de valor. A publicação gratuita para download destaca como a adoção mais ampla de uma economia circular não é apenas vital para o meio ambiente, mas também pode trazer novas oportunidades de negócios.

O mais recente e-book da Tomra adota a visão realista de que o plástico se tornou insubstituível em nossa vida cotidiana por causa de suas inúmeras vantagens, mas é preciso que haja uma ação urgente para evitar uma exacerbação da ameaça que os resíduos plásticos já representam para nossos oceanos e a vida marinha. O cerne da questão, diz o e-book, é o que fazemos com o plástico após o uso e como os plásticos voltam a entrar na economia circular. Ao implementar medidas eficazes na cadeia de valor dos plásticos, podemos garantir a saúde a longo prazo de nossas economias, comunidades e meio ambiente.

O e-book da Tomra identifica muitas das ações que precisam ser tomadas para evitar uma catástrofe ambiental. Além disso, reforça as ações necessárias de todas as principais partes interessadas do setor na cadeia de valor dos plásticos: fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, consumidores, empresas de gestão de resíduos, instalações de reciclagem e legisladores.

Além dos benefícios ambientais da reciclagem de resíduos, o e-book observa como mudanças econômicas positivas também podem ser esperadas. As economias que usam modelos de descartes e descartáveis estão adotando novas oportunidades de negócios por meio de tecnologias avançadas de classificação que purificam e entregam reciclados de alta qualidade.

Para baixar sua cópia do eBook, visite: https://solutions.Tomra.com/plastic-value-chain-ebook

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 funcionários globalmente.

Fonte:  Assessoria de Imprensa – Tomra

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LyondellBasell e Neste anunciam produção em escala comercial de polipropileno e polietileno de baixa densidade de base biológica a partir de materiais renováveis

26/06/2019

Segundo as empresas, esta colaboração marca a primeira vez que polipropileno de base biológica e o polietileno de baixa densidade de base biológica foram produzidos simultaneamente em escala comercial.

A LyondellBasell (www.lyondellbasell.com), uma das empresas líderes no segmento de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, e a Neste (www.neste.com), produtora de diesel renovável a partir de resíduos, anunciaram conjuntamente no dia 18 de junho a primeira produção em paralelo, em escala comercial, de polipropileno de base biológica e de polietileno de baixa densidade de base biológica.

A equipe de produção da LyondellBasell em Wesseling, Alemanha, mostrou o primeiro lote de biopolímeros obtidos a partir de materiais renováveis.

O projeto conjunto utilizou hidrocarbonetos renováveis ​​da Neste, derivados de matérias-primas de base biológicas sustentáveis, como resíduos e óleos residuais, afirma a empresa. O projeto produziu com sucesso vários milhares de toneladas de plásticos de base biológica que, segundo as empresas, são aprovados para a produção de embalagens de alimentos e serão comercializados sob as marcas Circulen e Circulen Plus, a nova família de produtos de economia circular da LyondellBasell.

“A LyondellBasell tem um espírito inovador que abrange décadas e uma realização como essa demonstra ações concretas que estamos tomando em apoio a uma economia circular”, disse Richard Roudeix, Vice-Presidente Sênior de Olefinas e Poliolefinas da LyondellBasell para Europa, Ásia & Internacional. “Através do uso de recursos renováveis, estamos contribuindo para a luta contra a mudança climática e ajudando nossos clientes a atingir suas metas ambientais.”

“Estamos empolgados em permitir que a indústria de plásticos introduza mais materiais de base biológica em sua oferta. É muito gratificante ver os hidrocarbonetos renováveis ​​da Neste operando perfeitamente em uma escala comercial de produção de polímeros de base biológica, fornecendo uma opção de substituição para materiais fósseis “, disse o presidente e CEO da Neste, Peter Vanacker. “Esta colaboração pioneira com a LyondellBasell representa um marco importante na comercialização dos polímeros ​e produtos químicos renováveis da Neste, com foco no desenvolvimento de soluções renováveis ​​e circulares para marcas sustentáveis ​​voltadas para o futuro”.

Pioneirismo

O desenvolvimento anunciado pelas duas empresas combinou as matérias-primas renováveis ​​exclusivas da Neste e as capacidades técnicas da LyondellBasell. Segundo a LyondellBasell, a flexibilidade do seu cracker na unidade de Wesseling, na Alemanha, permitiu o processamento de uma nova matéria-prima renovável, que foi convertida diretamente em polietileno de base biológica e polipropileno de base biológica. As duas empresas afirmam que uma terceira entidade independente testou os produtos poliméricos usando traçadores de carbono e confirmou que eles continham mais de 30% de conteúdo renovável.

A LyondellBasell vendeu alguns dos produtos renováveis ​​produzidos no testes para vários clientes – um deles é a Cofresco, uma empresa do Grupo Melitta (com marcas como Toppits® e Albal®) que é o principal fornecedor europeu de produtos de marca no segmento de filmes para uso doméstico. A Cofresco planeja usar o polietileno de base biológica Circulen Plus para criar materiais sustentáveis para embalagem de alimentos.

A LyondellBasell é uma das maiores empresas de plásticos, produtos químicos e refino do mundo, vendendo produtos em mais de 100 países. A empresa é a maior produtora mundial de compostos de polímeros e o maior licenciador de tecnologias de poliolefinas.

A Neste é um produtor de diesel renovável, refinado a partir de resíduos, oferecendo soluções ​​também para as indústrias de aviação e plásticos. A empresa também é um refinador de produtos petrolíferos. Em 2018, a receita da Neste foi de 14,9 bilhões de euros.

Fonte: Lyondell Basell

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Danone, Veolia, Nestlé e Tetra Park se unem para criar novo modelo comercial para incentivar recuperação e reciclagem de plásticos

22/06/2019

A Iniciativa 3R reúne ONGs, especialistas e grandes empresas como Danone, Nestlé, Tetra Pak e Veolia em modelos de negócios pioneiros de “economia circular”

A Iniciativa 3R é um esforço global planejado para reduzir a pegada de plástico e embalagens de empresas de bens de consumo, produtores, varejistas e outros, padronizando seus esforços e criando instrumentos negociáveis ​​que podem aumentar as reduções através de um esquema de crédito baseado no mercado.

A Iniciativa 3R trabalha usando um esquema de crédito para alavancar a economia circular – incentivando e encorajando empresas a assumir a liderança dentro e além de suas cadeias de valor para abordar a questão dos resíduos plásticos em escala.

A Iniciativa 3R foi fundada pela Danone, Veolia, Nestlé, Tetra Pak e é liderada pela Verra, criadora de padrões internacionais, e pela BVRio, desenvolvedora do mercado ambiental, ambas organizações sem fins lucrativos. A Conservation International e o South Pole contribuem como consultores.

Um padrão transparente para relatórios corporativos

A conscientização do público sobre a poluição plástica está crescendo, e cada vez mais empresas estão implementando atividades de redução de resíduos plásticos e assumindo compromissos globais. No entanto, muitos ainda acham difícil aprimorar suas ações e informar seus clientes sobre seu progresso em um formato universalmente aceito. A Iniciativa 3R oferece um modelo comercialmente sustentável, transparente, econômico e escalável. Um de seus componentes é o 3R Corporate Standard, em relação ao qual os esforços das corporações para reduzir seus resíduos plásticos podem ser avaliados de forma independente. É certificado por terceiros, para que as empresas possam usar o padrão para quantificar com credibilidade os impactos de seus próprios esforços e seus investimentos em recuperação de resíduos e reciclagem.

“Padrões confiáveis ​​e gerenciados independentemente serão fundamentais para o estabelecimento de mecanismos de mercado confiáveis ​​para lidar com resíduos plásticos em escala. A Iniciativa 3R fornecerá esses padrões por meio de um processo robusto, envolvendo várias partes interessadas, como empresas, ONGs e governos, e extensas consultas públicas “, declarou David Antonioli, CEO da Verra.

O mecanismo de crédito 3R para projetos de atividades

Outro componente importante é o 3R Crediting Mechanism, uma ferramenta inovadora que permite a negociação de créditos emitidos por atividades de recuperação e reciclagem de plásticos em todo o mundo. Ela permite que as empresas superem as ações internas e apoiem ​​projetos em “hotspots de vazamento de plástico” que geram benefícios ambientais e sociais verificáveis. As empresas podem comprar créditos para apoiar financeiramente e acelerar projetos que recuperam e reciclam plásticos e embalagens, contribuindo assim para a sua circularidade.

“É empolgante fazer parte da criação de um esquema muito necessário para aumentar a recuperação de plásticos e aumentar as taxas de reciclagem globalmente. Este inovador mecanismo 3R – Reduzir, Recuperar, Reciclar – é o resultado do trabalho de especialistas reunidos, arregaçando as mangas e assumindo o desafio de melhorar a coleta”, disse Mario Abreu, Vice-Presidente Global de Sustentabilidade da Tetra Pak. “O desenvolvimento e o financiamento de soluções para mitigar possíveis vazamentos para o meio ambiente é um dos principais objetivos e apóia o objetivo da Tetra Pak de enviar zero de caixas para aterros sanitários.

“A Conservation International está entusiasmada por fazer parte desta importante iniciativa, que dará às empresas as ferramentas necessárias para manter o plástico fora do ambiente e dos oceanos do mundo, ajudando os países a alcançar seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, disse Jennifer Morris, presidente da Conservation International.

Benefícios sociais e ambientais

Além de combater o lixo plástico, o mecanismo de crédito também traz benefícios sociais diretos. No Brasil, por exemplo, o mecanismo permitirá que os catadores desfavorecidos gerem renda adicional e melhorem suas condições de trabalho por meio da venda de créditos de recuperação de resíduos plásticos. No sudeste da Ásia, os créditos 3R vão desbloquear novos investimentos em infraestrutura de coleta e reciclagem de resíduos em falta para reduzir a poluição do plástico em sua origem.

Mais de uma dúzia de pilotos iniciais de potenciais projetos de emissão de créditos, visando diferentes tipos de plásticos e atividades de embalagem e recuperação, serão desenvolvidos nos próximos anos na América Latina, África e Sudeste Asiático.

“Até hoje, houve muito pouco investimento em esforços de recuperação e reciclagem de resíduos, especialmente no mundo em desenvolvimento, onde o apoio é mais necessário”, disse Moura Costa. “A Iniciativa 3R oferece às corporações a possibilidade de demonstrar ao público que estão dispostos e são capazes de combater a poluição plástica, com o objetivo de transformar modelos de negócios insustentáveis ​​em sistemas operacionais verdadeiramente circulares.”

A Iniciativa 3R (www.3RInitiative.org), nomeada segundo seus objetivos de reduzir o desperdício de plástico, recuperar plástico do meio ambiente e aumentar as taxas de reciclagem, visa: (1) catalisar o projeto responsável, o uso e a recuperação de materiais de embalagem; (2) apoiar as empresas na redução de suas pegadas de resíduos plásticos e na mitigação de possíveis vazamentos no meio ambiente; e (3) estimular o desenvolvimento de novos projetos de recuperação e reciclagem de plásticos em todo o mundo. A Iniciativa 3R começará com foco em embalagens plásticas e, com o tempo, cobrirá uma gama mais ampla de materiais recicláveis ​​para atender às necessidades ambientais e de mercado. O Padrão 3R para Contabilidade Corporativa permitirá que as empresas avaliem e relatem de forma robusta suas pegadas de resíduos de plástico e comuniquem ações de mitigação confiáveis. Isto será complementado pela Norma 3R para a Contabilidade do Projeto, que estabelecerá as regras e metodologias para quantificar e contabilizar a remoção e / ou reciclagem de resíduos, incorporar salvaguardas sociais para proteger os catadores e estabelecer um sistema de verificação usando terceiros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – 3R

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PICPlast investe em plataforma digital de educação e lança game Eckoblocks

20/06/2019

Jogo foi criado com o objetivo de incentivar práticas sustentáveis e ressaltar a importância da reciclagem e o papel fundamental das pessoas nesse processo.

O Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, o PICPlast, anuncia mais uma iniciativa visando a educação e conscientização sobre a importância da reciclagem: o lançamento do Eckoblocks, um game para plataforma móvel que tem como objetivo engajar crianças sobre questões relacionadas à sustentabilidade e à preservação do meio ambiente. Pioneiro, o PICPlast é fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), e da Braskem.

A ação faz parte do Movimento Plástico Transforma, a plataforma de conteúdo do PICPlast direcionado para a sociedade, que tem como objetivo mostrar como o plástico, aliado à tecnologia, à inovação e à utilização responsável, podem mudar o futuro da sociedade. Ao longo de cinco anos de atuação, o Plano já investiu R$ 10 milhões em ações, com grande foco em Educação, que destacam as vantagens da matéria-prima.

“Com o Eckoblocks, queremos desenvolver essa consciência na criança, com uma atividade que educa ao mesmo tempo que diverte”, diz Edison Terra, Vice-Presidente Executivo da Braskem. “Trata-se de mais um importante passo de aproximação com a sociedade, uma forma lúdica de evidenciar a relevância do consumo consciente e do descarte correto”, afirma José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast.

Voltado para crianças de 6 a 11 anos, o Eckoblocks possui download gratuito para celulares e tablets com sistemas iOS e Android. O visual é inspirado no game Minecraft®, sucesso mundial entre o público infantil. Os jogadores navegam por dois ambientes – cidade e natureza – e são estimulados a coletar resíduos recicláveis contemplando diversos tipos de matérias-primas. O objetivo principal é promover o crescimento da cidade de forma sustentável, por meio da administração de recursos.

Desde 2017, o PICPlast vem investindo em ações que geram agenda positiva para o plástico e que ultrapassam os interlocutores da indústria da transformação. É o caso, por exemplo, do PlastCoLab, espaço interativo, inspirado no movimento maker, que reúne inovação e tecnologia associado ao plástico. Realizado em São Paulo, Porto Alegre e Salvador, o espaço deve contar com novas edições em outras cidades ainda este ano.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Picplast

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Tomra realiza conferência mundial sobre reciclagem de plásticos na Bulgária

19/06/2019

Líderes do setor compartilham conhecimento sobre soluções para o tratamento de resíduos plásticos e convidados tiverem a oportunidade de ver as tecnologias de reciclagem da Tomra em ação.

Líderes e influenciadores nas indústrias de reciclagem e gestão de resíduos se reuniram na Conferência Global Tomra Leads em 2019 para discutir soluções para os problemas colocados pelos resíduos plásticos. Com o tema “Reciclando em um mundo de plástico”, o evento de dois dias realizado em 4 e 5 de junho em Sofia, na Bulgária, abordou tendências e inovações de toda a cadeia de valor do plástico. Os 214 participantes de 31 países também tiveram a oportunidade de ver como as tecnologias da Tomra Sorting Recycling recuperam materiais recicláveis provenientes de resíduos urbanos em uma nova planta de reciclagem de plásticos de € 40 milhões. Esta foi a terceira edição da conferência ‘Tomra Leads Global’, um evento projetado para compartilhar conhecimento e acelerar o progresso da reciclagem e do gerenciamento de resíduos por meio de palestras, apresentações, discussões e oportunidades de networking. A visita à planta foi realizada na Integra Plastics na cidade de Elin Pelin, nos arredores da capital.

Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra Sorting Solutions, Recycling, comentou: “As Conferências Globais da Tomra Leads estão provando ser um fórum útil e popular para a troca de informações e idéias. O foco do evento deste ano foi algo que preocupa profundamente centenas de milhões de pessoas em todo o mundo: o que pode ser feito para combater o plástico descartado que se acumula nos aterros sanitários, vagando nos oceanos e matando a vida marinha. A conferência mostrou como a reciclagem de resíduos de plástico tem um papel fundamental a desempenhar – e como, ao mesmo tempo que beneficia o ambiente, esta é também uma oportunidade de negócio. O resíduo pode ser valioso”.

Percepções de especialistas em uma ampla gama de questões

No segundo dia da conferência, renomados palestrantes, especialistas no setor, compartilharam suas percepções sobre as tendências do mercado de reciclagem, a economia circular e o uso da matéria prima virgem e os modelos de investimento financeiro. Tom Eng abriu esta parte da conferência com um discurso de boas vindas intitulado “O futuro da reciclagem – você está pronto?” Muitas respostas a essa pergunta foram dadas nas apresentações e nos paineis de discussões que se seguiram.

Quatro apresentações foram feitas durante a manhã. O Dr. Volker Rehrmann, Vice-Presidente e Executivo Chefe de Economia Circular da Tomra, compartilhou a perspectiva da Tomra sobre a economia circular e o papel que a empresa desempenhará. Andy Grant, Diretor Técnico – Governo Local da Eunomia Pesquisa & Consultoria, falou sobre os sistemas de coleta de resíduos e o impacto na reciclagem de plásticos. Herman Van Roost, Gerente de Desenvolvimento de Negócios de Reciclagem da TOTAL Refinaria & Petroquímica, fez uma apresentação sobre os fundamentos e os desafios da inovação dos plásticos circulares. O professor Ed Kosior, diretor administrativo da consultoria Nextek, falou sobre a reciclabilidade dos plásticos. E Iilya Kardashliev, Chefe do Departamento de Infraestrutura do Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento (EBRD), explicou modelos financeiros para apoiar investimentos em reciclagem de plástico.

À tarde, os visitantes tiveram a opção de participar na conferência “Reciclagem de Plásticos” ou na conferência “Legislação”, que ocorreu simultâneamente. Ambas conferências foram seguidas por painéis de discussão.

Uma discussão abordou a superação de desafios na cadeia de valor dos plásticos. Este foi aberto por László Székely, Responsável por Economia de Novos Plásticos da Tomra. Antes disso, foi apresentado um estudo de caso sobre as exigências de um conversor, apresentada por Graeme Smith, Gerente de Inovação e Sustentabilidade do Grupo Mondi, especializado em embalagens e papel. Seguiu-se com um painel de discussões por uma hora, que envolveu László Székely, Herman Van Roost, Volker Rehrman, Ed Kosior e Graeme Smith, e foi presidida por Jim Keefe, editor-chefe na Recycling Today, publicação dos Estados Unidos da América.

Em paralelo, outro painel abordou informações e idéias sobre como as empresas de reciclagem e gestão de resíduos devem responder às mudanças nas regulamentações. Para definir o cenário, Tina Adjic, consultora sênior da ADSinsight, forneceu uma atualização sobre a legislação da UE sobre resíduos. Para dar uma visão geral do momento atual, Fabrizio Radice, Vice-Presidente Global de Vendas e Marketing da Tomra Sorting Recycling, analisou o que realmente está sendo reciclado atualmente, como a nova legislação afetará as práticas atuais e o que será necessário para novos projetos de fabricantes de embalagens. O alinhamento da legislação e dos negócios foi analisado durante a discussão, que envolveu Andy Grant, Tina Adjic, Fabrizio Radice e Roland Ramusch, e foi presidido pelo Vice-Presidente de Assuntos Governamentais da Tomra, Thomas Morgenstern.

Finalmente, os visitantes da conferência receberam uma mensagem real da importância da economia circular quando Kristine Berg, Assessora de Economia Circular da Tomra, apresentou um vídeo sobre a “eXxpedition”, a expedição de vela realizada em 2018 que contou com uma equipe só de mulheres. Isso mostrou com clareza chocante por que o vasto trecho de oceano atravessado pela expedição é conhecido como Great Pacific Garbage Patch (http://video.Tomra.com/exxpedition-the-great-pacific-garbage-patch).

Visita à planta mostra o papel fundamental da Tomra na economia circular

Para ver a reciclagem de plásticos em prática, os participantes da conferência fizeram uma visita pelas novas instalações da Integra Plastics, com investimento de € 40 milhões, na região de Sofia, inauguradas em fevereiro de 2019. A nova fábrica emprega 85 pessoas e 14 máquinas Tomra Autosort. Um dos equipamentos Autosort é combinado com o sistema de Deteção de Objeto Laser (LOD) e dois deles foram especialmente desenvolvidos para esta planta, para separar materiais flexíveis pretos. Há capacidade anual de reciclar 40.000 toneladas de plásticos pós-consumo de cores mistas.

A especialidade da Integra é a produção de polietileno de baixa densidade reciclado (LDPE), polietileno de alta densidade (PEAD) e resina de polipropileno (PP). Para ver como isso é alcançado, foi apresentado aos visitantes todo o processo da planta da Integra para a reciclagem de plásticos. O processo inicia-se pela recepção do material em fardos. A seguir, esses são abertos em uma unidade Rompe fardos, sendo, na sequencia, triturados e desagregados por um grande triturador. O material é, então, conduzido através de esteiras transportadoras, onde ímãs e uma peneira retiram materiais indesejados, como metais e outros materiais finos. Em seguida, o material é selecionado por máquinas Tomra em seis fluxos, classificados por tipo de poliolefina e cor, antes dos plásticos serem lavados a quente. Após a lavagem e secagem, os flakes de plástico são finalmente limpos de quaisquer impurezas, cores e / ou materiais remanescentes através de unidades Tomra adicionais, antes de serem encaminhados para extrusão, onde são fundidos, degasados, homogeneizados e transformados em pellets ou grãos de resina. Na fase final, os pellets são embalados em sacos de uma tonelada, prontos para reutilização em uma ampla gama de aplicações. A Integra é capaz de produzir diferentes qualidades de resinas personalizadas, como diferentes tipos de materiais combinados com cores diferentes.

Beatriz Luz, Fundadora da Exchange4change, resumiu assim a sua participação no evento: “Tomra Leads foi uma grande oportunidade de ver como a teoria pode ser colocada em prática em larga escala. A presença de industrias de todas as etapas da cadeia de valor do plástico reunidas em um único evento nos proporcionou visualizar o todo e o papel a ser desempenhado por cada um na Economia Circular. Tecnologia, escala e colaboração são elementos essenciais que reunidos podem transformar Resíduo em Recurso em qualquer lugar do mundo. No Brasil não será diferente. A solução tecnológica correta agregada com um ecosistema bem organizado é possível combater a poluição plástica no Brasil”.

Sobre a Tomra Sorting Recycling

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica tecnologias de triagem baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em quase 80 países em todo o mundo, afirma a empresa. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para classificar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 876 milhões de euros e emprega cerca de 4.000 pessoas globalmente.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra Sorting Recycling

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SABIC anuncia linha de compostos de PBT produzidos a partir de garrafas PET quimicamente recicladas

30/05/2019

A SABIC apresentou no último dia 16 de maio o seu portfólio LNP Elcrin iQ de compostos de tereftalato de polibutileno (PBT) derivados de tereftalato de polietileno reciclado (rPET). A empresa diz que a nova linha de produtos dá apoio à economia circular e ajuda a reduzir o desperdício de plástico. Ao reciclar quimicamente o PET descartado pelo consumidor (principalmente a partir de garrafas de água descartáveis) transformando-o em materiais como o PBT – que possui maior valor, propriedades melhores e adequação para aplicações mais duráveis -, a empresa diz estar incentivando o uso de resinas recicladas. Esses produtos também oferecem uma menor pegada ambiental “berço-portão” do que a resina de PBT virgem, conforme medido pela Demanda de Energia Cumulativa (CED) e pelo Potencial de Aquecimento Global (GWP), afirma a SABIC.

Vida mais longa que PET

Essa tecnologia, segundo a empresa, supera algumas das limitações da reciclagem mecânica ao usar processos químicos para despolimerizar garrafas PET e outros resíduos de PET, transformando-os em seus precursores químicos, purificando-os e depois usando-os para criar uma nova resina PBT. A SABIC diz que a tecnologia pode oferecer benefícios de desempenho e processamento, tais como uma boa resistência química, colorabilidade, alto fluxo para maior rendimento e retardamento de chama (FR).

Segundo a SABIC, a resina LNP Elcrin iQ é uma solução pronta para o uso de PBT virgem e outros materiais de PBT convencionais, tornando mais fácil para os fabricantes melhorar a sustentabilidade de seus produtos. Como resultado da substituição da matéria-prima virgem usada para fabricar o PBT, demonstrou-se – através da avaliação de ciclo de vida revisada por pares – que a resina LNP Elcrin iQ reduziu as pegadas de energia e carbono do material em até 61% e 49%, respectivamente, afirma a SABIC. Além disso, garante a empresa, cada quilograma de resina LNP Elcrin iQ usa até 67 garrafas PET pós-consumo (0,5 litro).

O portfólio Elcrin iQ oferece aos clientes múltiplas opções, incluindo grades reforçados com fibra de vidro e minerais, além de formulações resistentes à radiação UV e compostos não halogenados resistentes ao fogo, afirma a SABIC. Algumas dos grades do LNP Elcrin iQ têm até o potencial de atingir a conformidade com os regulamentos da Food & Drug Association (FDA) americana para para contato com alimentos, assegura a empresa.

As aplicações potenciais para esses novos polímeros incluem componentes internos duráveis e componentes estéticos ​para eletrônicos de consumo, conectores automotivos e invólucros para dispositivos médicos. Tais aplicações podem prolongar a vida útil da resina PET original de uso único, o que ajuda a manter o material fora do fluxo de resíduos por um período mais longo.

“As garrafas PET descartadas pelo consumidor perdem valor e propriedades de desempenho por meio da reciclagem mecânica convencional”, disse Joshua Chiaw, diretor de negócios globais de LNP, SABIC. “Esse processo de reciclagem limita os tipos de aplicações nas quais o rPET pode ser usado. Em contraste, o processo de reciclagem química da SABIC ajuda a melhorar o desempenho e a qualidade do produto final da resina. Como resultado, esses materiais de PBT são potencialmente mais desejáveis ​​para aplicações duráveis. No geral, os materiais LNP Elcrin iQ podem ajudar a reduzir a dependência da resina virgem e atender à demanda da indústria e dos consumidores por um maior uso de materiais mais sustentáveis. ”

“O desenvolvimento de materiais LNP Elcrin iQ é um passo importante para a SABIC e ilustra nosso compromisso com nossos clientes, com a indústria global de plásticos e com a AEPW (Aliança para o Fim dos Resíduos Plásticos), à qual nos juntamos como membros fundadores”, disse Frank Kuijpers, Gerente Geral de Sustentabilidade Corporativa da SABIC. “Nosso processo inovador de reciclagem química de materiais PET de uso único dá suporte direto ao objetivo da AEPW de desenvolver novas tecnologias que ajudem a minimizar o desperdício, facilitar a recuperação e a reciclagem de plásticos e criar valor a partir de todos os plásticos pós-uso.”

Fonte: SABIC

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Ineos Styrolution desenvolve processo para reciclagem química de Poliestireno

23/05/2019

  • Marco importante nos esforços da empresa para reduzir os resíduos de estireno após o consumo;
  • Produção de poliestireno virgem apenas a partir de materiais despolimerizados;
  • Projeto contribui para os esforços da Ineos Styrolution em eficiência de recursos, reciclagem e redução de danos ecológicos.

A Ineos Styrolution anunciou que completou o primeiro teste bem-sucedido na produção de poliestireno virgem a partir de materiais despolimerizados. Os experimentos, conduzidos na unidade da companhia em Antuérpia (Bélgica), podem ser considerados uma prova prática da reciclabilidade do poliestireno, afirma a empresa.

Segundo a Ineos Styrolution, a amostra de poliestireno multipropósito, 100% produzida a partir de monômeros de estireno reciclados, representa um divisor de águas na produção de poliestireno. O material é resultado de uma produção experimental de poliestireno a partir de matéria-prima de monômeros de estireno obtidos a partir da despolimerização de plástico estirênico. Os testes – feitos em cooperação com parceiros comerciais e universidades – resultaram na produção de material virgem com as mesmas propriedades do poliestireno produzido a partir de monômeros de estireno novos. garante a empresa.

“Estamos muitos animados por termos alcançado esse marco”, comentou Michiel Verswyvel, Especialista Global em P&D. “Devido à sua decomposição relativamente limpa em seus blocos de construção, o poliestireno é praticamente projetado para ser reciclado. Estamos trabalhando conjuntamente com nossa equipe global de projetos para tornar este processo estável em um nível comercial, aprendendo mais, por exemplo, sobre os requisitos de pureza da matéria-prima “, complementou.

“É ótimo ver especialistas de todo o mundo contribuírem com sua expertise para este projeto”, acrescenta Alexander Glück, Presidente da Ineos Styrolution para as Américas. “Esta colaboração global mostra o nosso forte compromisso com a reciclagem química e a sustentabilidade. “

Rob Buntinx, Presidente para Europa, Oriente Médio e Ásia, declarou: “Estou convencido de que alcançamos um marco significativo na comprovação de que o poliestireno é reciclável e contribui para a redução de resíduos de consumo. Estamos agora ansiosos para viabilizar o processo para um nível industrial e economizar recursos valiosos “.

O anúncio é parte dos esforços da Ineos Styrolution para a produção cíclica do estireno, com o objetivo de poupar recursos valiosos, reciclar os resíduos de estireno e reduzir os danos ao meio ambiente. As medidas da companhia incluem tanto projetos de pesquisa quanto a colaboração através da cadeia de valor e parcerias com os clientes.

A Ineos Styrolution é uma empresa líder global em fornecimento de estireno, com foco em monômero de estireno, poliestireno, ABS Standard e especialidades de estireno. A empresa fornece aplicações em estireno para muitos produtos do dia-a-dia em um vasto leque de indústrias, que incluem automotiva, eletrônica, linha branca, construção, médica, brinquedos/esportiva/de lazer e de embalagens. Em 2018, as vendas foram de 5,4 bilhões de euros. A Ineos Styrolution emprega aproximadamente 3.500 colaboradores e opera 20 plantas em dez países.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Ineos Styrolution

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Eastman apresenta inovações em embalagens sustentáveis ​​na Luxe Pack New York

14/05/2019

Fornecedora em plásticos destaca inovações em reciclagem e bioplástico de engenharia

A Eastman exibirá suas últimas novidades no Luxe Pack New York, de 15 a 16 de maio, no Javits Center. A empresa apresentará duas inovações que abordam o desafio mundial relacionados ao tema dos resíduos de plástico e também dois produtos – o bioplástico de engenharia Eastman Trēva ™ e o copoliéster Cristal EV600™.

Trēva é um plástico à base de celulose para embalagens opacas e coloridas (foto). Segundo a Eastman, ele pode servir como um substituto direto para o ABS e permite oportunidades de reduções de matéria-prima nessas aplicações, com melhor desempenho e menor impacto ambiental. Seu bio-conteúdo de mais de 40%, afirma a empresa, permite que as marcas progridam em direção aos compromissos de sustentabilidade, enquanto se afastam dos materiais listados na Proposição 65 (lei californiana que exige advertências sobre substâncias químicas potencialmente perigosas que podem causar doenças como defeitos congênitos ou outros danos reprodutivos).

“Trēva é um bioplástico de alto desempenho com uma história robusta de início de vida. Com nossas inovações de reciclagem recém-anunciadas, em especial a tecnologia de renovação do carbono, estamos adicionando uma opção de fim de vida sustentável para este material “, disse Kendra Harrold, diretora de Marketing para Embalagens.

O Cristal EV600 é um novo polímero de alto fluxo com o polimento e a sensação de vidro. Segundo a Eastman, ele proporciona uma transparência profunda e incolor com luminosidade superior. A empresa afirma que ele supera outros copoliésteres, obtendo melhor estética e tendo como resultado um efeito cintilante luxuoso para aplicações em paredes de espessura média a grossa.

A Eastman anunciou recentemente duas inovações em reciclagem: a reciclagem circular avançada e a tecnologia de renovação do carbono. Elas permitem a reciclagem de poliéster misto e resíduos plásticos mistos.

Usando a metanólise, a reciclagem circular avançada decompõe os produtos à base de poliéster em seus blocos de construção poliméricos. Estes podem, então, ser reintroduzidos na produção de polímeros à base de poliéster, fornecendo uma solução circular. A Eastman projeta que a operação estará funcionando em escala total de 24 a 36 meses.

Segundo a Eastman, a sua tecnologia de renovação do carbono converte resíduos plásticos misturados (incluindo plásticos difíceis de reciclar, como embalagens de cosméticos) de volta aos seus componentes moleculares. Estes são reintroduzidos na produção de uma variedade de materiais, como plásticos e produtos celulósicos. A produção comercial está planejada para 2019, usando os ativos existentes.

Kendra Harrold disse: “Essas inovações são apenas o começo. A Eastman está comprometida em trabalhar com nossos parceiros da cadeia de valor para criar soluções reais para uma verdadeira economia circular. “

A Eastman é uma empresa global de materiais atuando em mercados finais tais como transporte, construção civil e produtos de consumo. A empresa emprega, aproximadamente, 14.500 pessoas ao redor do mundo e atende clientes em mais de 100 países. A companhia alcançou, em 2018, aproximadamente, 10 bilhões de dólares em receitas e está sediada em Kingsport, Tennessee, EUA.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Eastman

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