Archive for the ‘Sustentabilidade’ Category

Tomra afirma que mudanças na gestão de resíduos com tecnologias já existentes podem reduzir emissões de gases estufa em até 5%

25/11/2020

  • Tomra pede mudança na abordagem da gestão de resíduos como parte da ação contra as mudanças climáticas
  • A previsão dos especialistas em resíduos da Eunomia para 2030 indica que a classificação de resíduos desempenhará um papel fundamental na limitação das mudanças climáticas causadas pelo homem.

A Tomra, líder mundial em máquinas para triagem de resíduos, renovou a urgência de uma nova abordagem para combater as mudanças climáticas. Em um estudo encomendado pela Tomra, os resultados divulgados pela firma britânica Eunomia concluem que, embora se afirme rotineiramente que a gestão de resíduos é responsável por apenas 3% das emissões globais de gases de efeito estufa, modelos regionalmente personalizados e holísticos podem desempenhar um papel vital na redução das emissões globais de CO2 em até a 5% – o equivalente a deixar em solo todos os vôos comerciais em todo o mundo e tirar 65% dos carros das estradas.

A empresa norueguesa está investindo fortemente na expansão de seu portfólio ao incluir uma Divisão de Economia Circular em seu organograma. A nova unidade impulsionará o desenvolvimento e a implementação global de sistemas holísticos de gestão de resíduos e habilitará pessoas e empresas a se transformarem dentro do contexto de uma economia circular.

A Tomra afirma que comprovou esses resultados na cidade norueguesa de Stavanger e seus arredores: em apenas um ano, desde que implementou mudanças na coleta de resíduos e inaugurou a sua nova unidade de triagem, a região já está perto de atingir a meta de redução de emissões de gases de efeito estufa proposta pela Eunomia.

“Precisamos de uma mudança radical. Mesmo na Alemanha, onde um caro sistema de gerenciamento de resíduos está em vigor há mais de 30 anos, 50 por cento das embalagens plásticas ainda acabam no lixo ”, disse Dr. Volker Rehrmann, vice-presidente executivo da Tomra. “Isso resulta em desperdício de recursos e emissões desnecessárias de CO2, que prejudicam o meio ambiente.”

A Tomra decidiu, portanto, iniciar uma grande sacudida na pirâmide de resíduos. Embora a redução e a reutilização tenham o maior potencial para reduzir as emissões de carbono, levará tempo para que tenham um impacto significativo. Segundo a empresa, sistemas melhores para coleta e reciclagem podem ser implementados já, com base em tecnologias e técnicas comprovadas, sendo vitais para alcançar uma economia circular eficiente. Isso, por sua vez, dará uma contribuição rápida e significativa para limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius. Com base em novos cálculos feitos pela Eunomia, uma economia anual de emissões de gases de efeito estufa de até 2,5 bilhões de toneladas está ao nosso alcance, tornando a melhor gestão de resíduos um dos maiores contribuintes potenciais para combater as mudanças climáticas em todo o mundo.

“O impacto das nossas sociedades desperdiçadoras sobre as emissões globais de gases de efeito estufa não é bem compreendido. O papel de mudar os padrões de consumo e gerenciar melhor os resíduos tem sido subestimado”, disse Dr. Dominic Hogg, presidente da Eunomia Research & Consulting. “Esta pesquisa mostra que, com o uso de abordagens comprovadas e amplamente apoiadas por cidadãos, governos e empresas, a gestão adequada de resíduos pode ter um efeito significativo nos objetivos climáticos do acordo de Paris, ao mesmo tempo em que é fundamental para lidar com a poluição do plástico do oceano.

Trabalhando em conjunto com cientistas, os especialistas da Tomra estão utilizando seu histórico de experiência prática para desenvolver processos holísticos de coleta e reciclagem, que podem ser personalizados para atender aos requisitos de vários mercados, afirma a empresa.

É, no entanto, imperativo que o atalho rápido para o “green deal” seja acompanhado por uma estrutura legislativa bem elaborada, incluindo a responsabilidade estendida do produtor (EPR), que alinhe incentivos econômicos ao impulso para uma economia circular e crie condições de concorrência equitativas para os produtores de produtos.

A Tomra Circular Economy foi criada em 2019 para se concentrar especificamente no objetivo de capacitar as pessoas e as empresas a se transformarem no contexto da economia circular e a fechar o ciclo para resíduos pós-consumo. Com sua experiência nas áreas de negócios de venda reversa e reciclagem, bem como conhecimento de processo, a Tomra afirma estar posicionada de forma única para ajudar a fechar o ciclo e fazer a transição do mundo para uma economia circular. Ao todo, a Tomra tem mais de 100.000 instalações em mais de 80 mercados em todo o mundo e teve receitas totais de cerca de 9,3 bilhões de coroas norueguesas em 2019. O Tomra Group emprega aproximadamente 4.500 pessoas em todo o mundo e está listado publicamente na Bolsa de Valores de Oslo.

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Dow apresenta seus novos projetos de Sustentabilidade na América Latina

25/11/2020

  • Empresa apresentou os resultados dos projetos alinhados às metas globais em evento virtual que contou com a participação de John Elkington, especialista em sustentabilidade corporativa.
  • Lançamento de resina de plástico pós-consumo reciclado; aumento do uso de energias renováveis em suas operações; incentivo à projetos de economia circular, logística sustentável e programas de reciclagem inclusiva são algumas das iniciativas da Dow na América Latina.

A Dow promoveu o evento virtual “Diálogos Mais Sustentáveis” para apresentar o resultado dos projetos desenvolvidos na América Latina alinhados às Metas de Sustentabilidade anunciadas globalmente, em junho. A Dow tem como objetivo tornar-se a empresa de ciência de materiais mais sustentável, inclusiva e inovadora do mundo e para isso pretende:

  • reduzir as emissões anuais de carbono em 5 milhões de toneladas até 2030 e alcançar a neutralidade em 2050;
  • investir no desenvolvimento de tecnologias e processos para que 1 milhão de toneladas métricas de plástico sejam coletadas, reutilizadas ou recicladas até 2030;
  • aprimorar o portfólio com foco em design para a reciclabilidade para que, até 2035, a companhia ofereça 100% de produtos reutilizáveis ou recicláveis nas aplicações de embalagens.

Segundo a Dow, a transição da economia linear para a circularidade é o caminho para novas oportunidades de negócios, com ganhos para o mercado, a sociedade e o planeta, com base nos princípios ESG (sigla para Environment, Social and Governance, em português, Meio Ambiente, Social e Governança).

A Dow afirma estar trabalhando com formuladores de políticas, governos, universidades, associações, outras empresas e organizações para o desenvolvimento de soluções com base nas novas metas e com foco em três áreas principais na América Latina:

  1. Proteger o clima
  2. Impulsionar a economia circular – A economia circular tem como base 6 pontos principais: produção, design, reutilização, coleta e classificação, reciclagem e mercados para materiais recuperados. Eles são co-dependentes. A empresa pretende avançar em uma economia circular, oferecendo soluções para promover e acelerar a transição para uma economia circular em mercados-chave.
  3. Entregar materiais mais seguros – A Dow almeja entregar ao mercado produtos que sejam sustentável para as pessoas e para o planeta.

“Estamos posicionados na base das cadeias de valor mais relevantes e nossas soluções desempenham um importante papel na soma de esforços para o alcançar o desenvolvimento sustentável da indústria latino-americana”, reforça Javier Constante, presidente da Dow para a América Latina.

Proteção do clima

Com foco em proteção do clima, a Dow investiu na aquisição de energia eólica para seu complexo fabril em Bahia Blanca, na Argentina, e na ampliação do uso de fontes renováveis de energia nas fábricas de Aratu e Breu Branco, no Brasil. Os contratos firmados na América Latina deverão acelerar a meta global de obter 750MW da demanda de energia renovável até 2025.

Em junho, a Dow firmou Contrato de Compra de Energia (PPA) com a Atlas Renewable Energy, para consumo de energia solar. A nova planta solar irá evitar cerca de 35.000 toneladas de emissões de CO2 por ano com base no GHG (Greenhouse Gases Protocol). Essa quantidade de emissão de CO2 evitada pode ser comparada à retirada de 36,8 mil veículos das ruas de São Paulo.

Na Argentina, no complexo industrial de Bahía Blanca, atualmente, 20% do consumo de energia nesse local de produção vem da energia eólica, de um acordo com a Central Puerto assinado em 2019.

Economia circular

Para desenvolver e fomentar a economia circular na região, a Dow investe em programas e iniciativas que fomentam projetos de circularidade nos principais mercados chave em que atua.

Além de diminuir a quantidade de resíduos descartados, a circularidade proporciona um impacto significativo nas emissões de gases de efeito estufa. “A incorporação de mais conteúdo reciclado de qualidade no ciclo produtivo possibilita a redução da pegada de carbono e está em linha com nossas metas globais”, lembra o presidente da companhia.

Usando tecnologias e design para a reciclabilidade, a Dow está desenvolvendo soluções para que a indústria produza embalagens com menos quantidade de plásticos em suas estruturas e que essas estruturas sejam recicláveis. Além dessas soluções, que incluem famílias de produtos compatibilizantes que facilitam a reciclagem do polietileno e de outros materiais, a companhia acaba de lançar uma nova resina plástica feita a partir de resíduos PCR (pós-consumo reciclado).

Plástico reciclado de volta ao consumo

Em parceria com a Boomera LAR, a Dow iniciou a produção industrial da resina PCR HDPE 96032. Segundo a Dow, a resina é feita totalmente a partir de plástico pós-consumo. Inicialmente, o produto será comercializado no Brasil mas, em breve, novas resinas semelhantes serão lançadas na Colômbia, México e Argentina, onde já foram anunciadas alianças com parceiros locais.

Com a nova resina PCR, a Dow traz para esse mercado um produto para ser incorporado em diferentes aplicações de embalagens, atendendo às metas de incorporação de conteúdo reciclado dos donos de marca (uma média de 25% até 2025, de acordo com a Fundação Ellen MacArthur), mantendo a processabilidade e garantindo alto desempenho do material, afirma a empresa.

Para suprir essa produção, a Dow desenvolveu um programa de reciclagem inclusiva que garante uma fonte de resíduos plásticos consistentes e confiáveis. O piloto desse programa foi desenvolvido em São Paulo, em parceria com a Boomera e a Fundación Avina, e chamado de “Reciclagem que Transforma”. Nesse piloto, iniciado em 2018, a Dow trabalhou com cinco cooperativas, aprimorando processos e práticas de gestão, e formalizando esse mercado.

Além desse programa, a Dow, através da Latitud R, apoia projetos de impacto social e econômico relacionados à reciclagem inclusiva e economia circular para aumentar o acesso dos recicladores informais aos mercados de reciclagem da América Latina e Caribe.

A Dow atua globalmente em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

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Braskem reafirma compromisso com a economia circular e neutralidade de emissões de carbono até 2050

19/11/2020

Combate às mudanças climáticas e eliminação de resíduos plásticos são os principais objetivos de sustentabilidade da empresa para as próximas décadas

A Braskem anunciou a ampliação dos seus esforços para se tornar uma empresa neutra em emissões de carbono até 2050. Para alcançar a neutralidade de carbono, a estratégia da companhia vai se concentrar em três frentes de atuação: (I) redução das emissões com foco na eficiência energética, bem como no aumento do uso de energia renovável nas operações atuais, estabelecendo parcerias visando inovação e tecnologia; (II) compensação de emissões com potenciais investimentos na produção de químicos e polímeros de origem renovável; (III) captura de emissões de carbono por meio da pesquisa e do desenvolvimento para seu uso como matéria-prima.

Entre as metas definidas, a companhia pretende, até 2030, diminuir em 15% as emissões de gases de efeito estufa e ampliar seu portfólio I’m green, que compreende os produtos com foco em economia circular, para incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado; alcançando 1 milhão de toneladas desses produtos até 2030. Além disso, vai trabalhar para que nos próximos dez anos haja o descarte adequado de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos.

O compromisso global da Braskem em se tornar neutra em emissões de carbono e eliminar o descarte inadequado de resíduos plásticos nas próximas décadas indica que a empresa se coloca como corresponsável diante do desafio de prevenir e combater as mudanças de clima. “A Braskem tem uma longa história em adotar ações para criar um mundo mais sustentável. Investimos em fontes renováveis desde a nossa fundação, em 2002 e, como pioneiros e líderes na produção de biopolímeros, temos estado na linha de frente da criação de mudanças positivas que impactam as pessoas, a sociedade e o meio ambiente. Pretendemos continuar na liderança num momento em que a indústria vai em direção a uma economia circular de carbono neutro. Com as ações de desenvolvimento sustentável que anunciamos hoje, esperamos atingir a neutralidade de carbono até 2050”, ressalta Roberto Simões, presidente da Braskem.

O compromisso com a economia circular de carbono neutro é fruto da evolução da companhia que já vem, há mais de dez anos, adotando políticas e metas com este propósito, na qual os recursos deixam de ser somente explorados e descartados e passam a ser reaproveitados em um novo ciclo. A Braskem afirma que, ao final de 2019, a empresa já havia alcançado 70% das metas relacionadas ao tema – que foram traçadas em 2009 e revisitadas em 2013 –, conquistando resultados tais como a redução de 20% da intensidade de emissões de gases de efeito estufa; a viabilização do maior projeto de água de reuso industrial do hemisfério sul; a produção e comercialização de produtos de origem renovável, como o plástico feito à base de cana-de-açúcar e, posteriormente, a ampliação do portfólio de produtos para economia circular, com a chegada do EVA verde e de resinas feitas a partir de plástico reciclado.

A Braskem que as suas iniciativas para as próximas décadas estão alinhadas à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), aos seus 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e ao Acordo de Paris para o controle dos impactos das mudanças climáticas.

“Nosso propósito empresarial é melhorar a vida das pessoas criando soluções sustentáveis da química e do plástico e, com a ampliação dos nossos esforços para alcançar essas metas, também conseguiremos enriquecer ainda mais o debate sobre a importância do plástico, especialmente para o desenvolvimento sustentável do nosso planeta. Seguiremos expandindo nossas parcerias com clientes, fornecedores e a sociedade, na busca pelo engajamento de outras empresas na causa e, juntos, construiremos um mundo melhor”, afirma Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem.

Mudanças climáticas

A Braskem seguirá focalizada em seus projetos de eficiência energética e no aumento do uso de energia renovável, com o objetivo de reduzir em 15% as emissões de gases do efeito estufa até 2030. Atualmente, 43% do consumo total de energia da Braskem no Brasil já é oriundo de fonte renovável. Recentemente, a empresa anunciou a celebração de mais um contrato de longo prazo para compra de energia solar para os próximos 20 anos. Segundo a Braskem, esse contrato deve evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera nas próximas duas décadas.

Adicionalmente, a companhia manterá seus esforços na análise de investimentos para o desenvolvimento de produtos químicos e polímeros de origem renovável ou em tecnologias que permitam à Braskem alcançar a neutralidade de carbono até 2050.

Segundo a Braskem, o seu polietileno de origem renovável, derivado da cana-de-açúcar e produzido pela empresa em escala industrial desde 2010, captura até 3,09 toneladas de CO2 por tonelada produzida e foi reconhecido pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Brasil do Pacto Global como um dos cases mais transformadores em desenvolvimento sustentável no Brasil.

Resíduos plásticos

A Braskem pretende ampliar seu portfólio I’m green com o objetivo de incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado; e, até 2030, 1 milhão de toneladas destes produtos.

Atualmente, a Braskem tem em seu portfólio produtos de resinas termoplásticas com conteúdo reciclado. Segundo a empresa, tais resinas apresentam as mesmas propriedades, qualidade e segurança que os materiais feitos com resinas virgens. Estas resinas com conteúdo reciclado são utilizadas em vários setores do mercado, tais como o calçadista, o moveleiro, utensílios domésticos e o segmento de embalagens, entre outros.

Entendendo que as parcerias com as principais partes interessadas são um forte instrumento para a gestão de resíduos plásticos, a Braskem pretende ainda trabalhar para dar destinação adequada a 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos até 2030. Uma das mais recentes parcerias da Braskem foi anunciada em outubro, com a Tecipar, empresa brasileira especializada em engenharia ambiental. O objetivo é evitar que mais de 2 mil toneladas de resíduos plásticos domiciliares sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo. O volume é equivalente a 36 milhões de embalagens plásticas de polietileno e polipropileno e será utilizado como matéria-prima para o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis para a indústria do plástico.

Mais informações podem ser acessadas em www.braskem.com.br/macroobjetivos.

Com 8 mil Integrantes , a Braskem possui um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, tais como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 52,3 bilhões (US$ 13,2 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

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Arkema passa a fazer parte do índice Dow Jones Sustainability World

19/11/2020

Arkema conquistou o sexto lugar na categoria “Químicos” do DJSI World entre 114 empresas avaliadas, dos quais apenas dez foram selecionadas. O Grupo está, portanto, sendo reconhecido por seu desempenho em sustentabilidade e por integrar sua abordagem de responsabilidade social corporativa (RSC) em sua estratégia de desenvolvimento.

O índice DJSI World inclui as empresas de melhor desempenho em termos de RSC nas classificações do questionário não-financeiro SAM da Standard & Poor’s. O Grupo também foi classificado no DJSI Europe como a segunda melhor empresa do setor.

Entre os critérios avaliados, o comprometimento e desempenho do Grupo nas dimensões ambiental, econômica e em governança, são em particular reconhecidas em um nível muito alto. Na avaliação, a Arkema se destaca particularmente em relação à sua estratégia climática, redução da pegada ambiental, seus relatórios sociais e ambientais, bem como sua gestão de risco.

“Estou muito orgulhoso pela Arkema ter se juntando aos índices DJSI Europe e DJSI World pela primeira vez, já que eles são benchmarking para responsabilidade social corporativa e são reconhecidos por nossos clientes, bem como pelos investidores. Essa conquista é um forte reconhecimento do nosso compromisso. É também um incentivo para continuar e acelerar a integração total da sustentabilidade junto com nossos stakeholders e colocar nosso conhecimento e inovação a serviço de uma transição para um mundo mais sustentável. Gostaria de agradecer a todos das equipes da Arkema que têm se dedicado e trabalhado por vários anos para atingir este grande objetivo ”,afirmou Thierry Le Hénaff, Presidente e CEO da Arkema.

A composição dos índices de sustentabilidade Dow Jones é determinada uma vez por ano com base em critérios rigorosos critérios ambientais, sociais e de governança. Apenas 10% das melhores empresas analisadas globalmente em cada setor estão incluídos no DJSI World, enquanto 20% das melhores empresas sediadas na Europa estão incluídas no DJSI Europe. Os índices fornecem algumas orientações para investidores institucionais sobre orientação para investimentos sustentáveis (SRI, investimento socialmente responsável).

A Arkema oferece um portfólio de tecnologias de qualidade para atender à demanda cada vez maior por materiais inovadores e sustentáveis. O Grupo está estruturado em 3 segmentos dedicados a Materiais Especiais: Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento. A Arkema oferece soluções tecnológicas para enfrentar os desafios de, entre outras coisas, novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade. O Grupo registrou vendas de € 8,7 bilhões em 2019 e opera em cerca de 55 países com 20.500 funcionários em todo o mundo.

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Prêmio Plástico Sul de Inovação & Sustentabilidade apresenta vencedores em evento híbrido

07/11/2020

Primeira edição da Congratulação acontecerá no dia 12 de novembro,em transmissão ao vivo, com participações presenciais e online, reconhecendo cases importantes da indústria do plástico

A Revista Plástico Sul, que está completando neste ano duas décadas de publicação, anunciou em 2019 a criação do 1º Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade, com data agendada para 2020. Os obstáculos impostos pela pandemia do Coronavírus, logo no início do ano, tornaram o projeto mais desafiador. Inicialmente programado para acontecer em evento presencial, no mês de agosto, em Joinville (SC), a programação foi adaptada para versão híbrida (transmissão ao vivo pelo youtube com participações presenciais e online), remarcada para 12 de novembro de 2020, a partir das 19 horas, e realizada em estúdio especial na cidade de Porto Alegre (RS). “Foi preciso tomar decisões rápidas e reinventar nosso Prêmio de forma muito dinâmica. Se empreender um evento tradicional em ano de pandemia já é desafiador, imaginem organizar a 1ª edição de um Prêmio, algo totalmente novo”, explica a diretora da Conceitual Brasil, responsável pela Revista Plástico Sul, Sílvia Viale.

O Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade surge no setor com o objetivo de valorizar empresas que apostam em ações e produtos diferenciados tanto no quesito de economia circular, por exemplo, quanto de tecnologia nos processos de produção. A participação se dá através de inscrições de cases com valores sustentáveis e inovadores, em nove categorias. Nesta primeira edição, os trabalhos foram avaliados de forma detalhada por sete jurados experientes na cadeia produtiva do plástico e no universo acadêmico, dentro de critérios estabelecidos pela empresa responsável pela pesquisa e curadoria do Prêmio, Maxiquim. “Sabemos dos desafios de empreender uma premiação em tal conjuntura, porém, juntos aos nossos parceiros, vencemos. Desta forma, permanecemos com o objetivo de valorizar o desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras na indústria do plástico nacional”, diz a editora da Plástico Sul e Coordenadora Estratégica do Prêmio, Melina Gonçalves.

Além da divulgação dos vencedores com descrição dos seus cases, a cerimônia online contará com outras ações como enquetes ao vivo no chat com direito a presentes da Coza, sorteio de um tablet oferecido pela Termocolor e depoimentos de importantes personalidades do setor. Para participar do sorteio do tablet, é preciso guardar o número do pedido enviado no momento da inscrição e estar assistindo o evento na hora do sorteio.

O Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade tem apoio da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis(ABIEF), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Plastivida, Instituto Brasileiro do PVC, Instituto Nacional do Plástico, Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins (Adirplast), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás-RS), Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast-RS),Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina (Simpesc), Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado do Paraná (Simpep), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Vale dos Vinhedos (Simplavi).

A premiação conta ainda com o patrocínio Ouro da Wortex e Activas, patrocínio Prata da Piramidal, EntecPolymers, Adirplast, Kaneka, Procolor, Rulli Standard, Sepro do Brasil e Simplás, bem como o Apoio Especial da Termocolor, Colorfix e Interplast 2022.

Empresas finalistas:

Categoria: Sustentabilidade

Produção Limpa:
– Colorfix
– Proquitec
– Termotécnica

Logística Reversa:
– Braskem
– Grupo O Boticário
– Termotécnica

Compromisso Social:
– Cristal Copo
– Simplás
– Plastiweber

Conteúdo Reciclado:
– Sulpet
– Plastiweber
– Lineform
– EarthRenawable
– Mega Embalagens
– Braskem

Embalagens Inteligentes:
– Boccati
– Newsul
– EarthRenawable
– Termotécnica

Categoria: Inovação

Extrusão:
– Mega Embalagens
– InBrasil

Sopro:
-Boccati
-Newsul
-Zandei

Injeção:
-Boccati
-Tecnoperfil

Serviço:
1º Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade
Data: 12 de novembro de 2020
Horário: 19:00
Local: YouTube Plástico Sul TV
Link para inscrições gratuitas: https://www.sympla.com.br/premio-plastico-sul-de-inovacao–sustentabilidade__1027704

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Dow, em parceria com Boomera LAR, anuncia resina pós-consumo reciclada produzida no Brasil

28/10/2020

  • Nova resina feita com PCR ajuda convertedores, donos de marcas e varejistas a cumprirem seus objetivos de sustentabilidade e permite a entrega de embalagens circulares e de qualidade;
  • Desenvolvimento do produto e comercialização são conduzidos pela Dow, enquanto produção fica a cargo da Boomera LAR;

A Dow, em parceria com a Boomera LAR, anunciou o início da produção industrial da resina PCR HDPE 96032, feita totalmente a partir de polietileno de alta densidade pós-consumo reciclado (PCR).

Desenvolvida com tecnologia da Dow, a nova resina PCR pode ser incorporada em diferentes aplicações de embalagens, suportando as metas de incorporação de conteúdo reciclado de donos de marca e a transição para uma economia circular do plástico, enquanto mantém a processabilidade e o desempenho equivalentes às de embalagens produzidas com resina 100% virgem, afirma a Dow.

Além disso, segundo a empresa a nova resina PCR que será produzida pela Boomera LAR em sua fábrica em Atibaia (SP) apresenta mitigação do odor inerente à matéria-prima reciclada, e possui desempenho e qualidade comprovada por testes feitos no Pack Studios. O novo material se soma ao portfólio de resinas e compatibilizantes da Dow, que contribuem na incorporação do PCR em embalagens, visando a circularidade na cadeia.

“Estamos comprometidos em fornecer soluções de alta qualidade para os desafios da indústria e o lançamento desta resina PCR é um importante avanço na busca pela mudança da economia linear para uma economia circular, sem deixar de levar em consideração os requisitos do mercado de plásticos e embalagens, afirma Tamires Silvestre, Gerente de Sustentabilidade da Dow no Brasil.

“Acreditamos que é fundamental migrar de uma economia linear para uma economia circular e estamos trazendo isso ao mercado através da fabricação de um novo produto circular que chegará a diversas pontas de vários setores. Isto é válido para o plástico e outros materiais, pois, quando impulsionamos uma economia circular, avançamos e geramos impacto social, ambiental e econômico”, comenta Guilherme Brammer, Sócio Fundador da Boomera LAR.

A Dow, responsável pelo desenvolvimento e pela comercialização do produto no Brasil, pretende lançar, em breve, novos produtos desse portfólio, complementando a oferta de resinas PCR na Colômbia, México e Argentina, onde a companhia já anunciou alianças para desenvolver resinas pós-consumo recicladas com parceiros locais selecionados. Estas parcerias estão estrategicamente conectadas com os objetivos globais da Dow, que recentemente anunciou suas novas Metas de Sustentabilidade, que visam a proteção do clima, a eliminação de resíduos e o fechamento do ciclo do plástico.

A Dow oferece um portfólio de plásticos, intermediários industriais, revestimentos e silicones para clientes em segmentos de mercado de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A Dow opera 109 unidades fabris em 31 países e emprega aproximadamente 36.500 pessoas. Em 2019, gerou aproximadamente US$ 43 bilhões em vendas.

A Boomera Lar é uma joint venture entre a Boomera e a Lar Plásticos criada em 2020 para atuar como uma indústria RSA 4.0. Localizada em Atibaia,SP, é uma plataforma de plásticos reciclados transformados, com um pátio industrial completo. A fábrica conta com equipamentos para fabricação de resinas e produtos feitos a partir de material reciclado.

A Boomera foi criada para valorizar e dar nova vida a resíduos que acabariam em aterros sanitários, especialmente materiais considerados difíceis de reciclar. Com a metodologia proprietária CircularPack, a Boomera afirma trabalhar a economia circular de ponta-a-ponta, contando com um laboratório de materiais e uma estrutura de logística reversa em parceria com mais de 8.000 cooperados. Fundada em 2011, a Boomera afirma ter sido uma das primeiras empresas de Economia Circular certificadas como Empresa B, membro da Fundação Ellen MacArthur.

A Fábrica da LAR Plásticos está localizada em Atibaia (SP). A empresa é especialista em transformação de plásticos descartados e está preparada para atender às necessidades de coleta seletiva e urbana, contenção de lixo, produtos para acondicionamento e transporte, reutilizando materiais de forma inteligente.

Fonte: Dow / Foto: Boomera

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Iniciativa de reciclagem de EPS é testada no conceito de solução para cidades inteligentes

24/10/2020

Artigo de Albano Schmidt (*)

“A Termotécnica é uma das parceiras do Projeto Isopor® Amigo, lançado no Ágora Tech Park, parque tecnológico localizado no Perini Business Park, em Joinville (SC). No lançamento, além do Simpesc – Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina, do qual sou presidente, também representei a ABIPLAST – Associação Brasileira da Indústria do Plástico, e a CNRPLAS – Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos. Realizado primeiramente dentro do projeto Perini City Lab, que acontece no ambiente do Perini Business Park, o objetivo da iniciativa é conscientizar e promover junto ao público a reciclagem de bandejas e recipientes de isopor® utilizados para embalar alimentos, promovendo a economia circular na prática. O EPS é um tipo de plástico, mais conhecido pela população como isopor® (marca de empresa terceira). o material pode ser totalmente reciclado, desde que seja descartado corretamente e destinado para a reciclagem.

O Perini City Lab É o primeiro one-stop shop do Brasil de soluções para cidades inteligentes, um projeto do Ágora Tech Park. Como Living Lab, permite que empresas – desde startups até multinacionais – utilizem a infraestrutura do Perini Business Park, O maior parque empresarial multissetorial da América Latina, como campo de testes para tecnologias e iniciativas voltadas às cidades inteligentes. São 2,8 milhões de m², 15 quilômetros de ruas internas pavimentadas, com circulação diária de mais de 8 mil pessoas.

Como uma “cidade privada em ambiente controlado”, o parque é perfeito para desenvolver, validar, implantar e demonstrar soluções e programas para melhoria da qualidade de vida de quem mora nas cidades, permitindo que sejam realizadas simulações antes de levá-las para os ambientes públicos, que têm suas particularidades em termos de legislação e políticas a serem atendidas.

Sem inovação e parcerias para apoiar a rápida urbanização, as cidades do futuro não poderão dar suporte aos seus cidadãos, principalmente aos mais desassistidos e vulneráveis. E a geração e destinação do lixo, que pode ser reciclado e reaproveitado como matéria-prima, é um dos problemas que se agravam cada vez mais nas principais cidades. No entanto, o uso de dados, tecnologia e integração entre os atores da cadeia geram um grande potencial econômico para soluções inovadoras e melhoria da vida urbana.

É um movimento extremamente necessário para repensar a inovação e a sustentabilidade como coirmãs. Neste ecossistema integrado, as soluções e programas são desenvolvidos, testados, modificados e entregues ao mercado, ao poder público e à sociedade com velocidade e efetividade. Como mais uma iniciativa em teste no Perini City Lab, o Projeto Isopor® Amigo conta com a instalação de PEVs (pontos de entrega voluntária) para recolhimento e reciclagem do Isopor® no Ágora Tech Park, nas empresas e em espaços comuns do parque.

Jean Vogel, diretor executivo do Ágora Tech Park, reforça: “O projeto Isopor® Amigo vem compor o ecossistema de sustentabilidade do Perini City Lab e se une aos projetos de coleta de lixo seletivo e de lixo eletrônico que já acontecem no parque, reforçando toda a nossa preocupação, responsabilidade e comprometimento com o desenvolvimento sustentável.

O Perini Business Park e o Ágora Tech Park de primeira hora se prontificaram a sediar uma ação concreta para o Projeto Isopor® Amigo, disponibilizando a sua infraestrutura e o seu know-how, através da gestão do projeto efetuada pela Macnica DHW. Serão testadas a comunicação da campanha, o tamanho, formato e identidade visual dos PEVs, a mecânica do recolhimento e destinação do material.

No Perini City Lab poderemos responder a questões como “Funciona ou não funciona?” e “Onde estão as dificuldades e onde estamos acertando?”. A partir deste beta teste, o Projeto Isopor® Amigo poderá ser empacotado e escalado para além do ambiente controlado do Perini. A ideia é que, futuramente, seja ampliado para outras cidades e estados.”

(*) Albano Schmidt é Presidente da Termotécnica

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Resinas da Ineos Composites ajudam construtoras a conquistar a certificação LEED

24/10/2020

  • Produtos são derivados de fontes renováveis e recicláveis
  • Prédios com a certificação LEED tendem a reduzir as despesas com água, luz e manutenção

A construção civil lidera o consumo brasileiro de compósitos e deve seguir aumentando em termos de fatia de mercado, graças à combinação entre a crescente pressão ambiental sobre as construtoras e a disponibilidade de matérias-primas derivadas de fontes renováveis e recicláveis.

Para corresponder ao apelo da sustentabilidade, cada vez mais as construtoras estão buscando conseguir certificações “verdes” para os seus empreendimentos. A mais tradicional é a LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental). A certificação de um edifício conforme as exigências da LEED requer uma pontuação mínima em determinados critérios. Em um deles, segundo a Ineos Composites, os materiais da sua família de resinas Envirez podem contribuir: o de “Materiais e Recursos”. As resinas podem ser usadas na fabricação de fachadas, revestimentos, perfis, pias e assentos sanitários, entre muitas outras aplicações.

“Em peso, o conteúdo de matéria-prima renovável dessas resinas varia de 8% a 22%, enquanto a quantidade de material reciclado pode chegar a 47%. Tais características atendem às exigências de sustentabilidade da LEED”, explica Márcia Cardoso, porta-voz do departamento técnico da Ineos Composites.

Etanol de milho e soja são as fontes renováveis usadas na formulação dessas resinas, enquanto o material reciclado é oriundo de garrafas PET pós-consumo, afirma a Ineos.

Frente aos polímeros derivados totalmente de petróleo, prossegue Márcia, a produção das resinas Envirez apresenta uma redução do consumo de energia de 800 a 3800 BTU/libra (440 a 2100 kcal/kg). “Já as resinas com conteúdo reciclado diminuem em 7000 BTU/libra (3880 kcal/kg) a demanda por energia durante a fabricação”, calcula.

Na prática, isso significa que um fabricante de pias cuja produção anual é de 50 mil unidades – cada uma pesando, em média, 13 kg –, reduz o seu consumo de energia em 300 barris de petróleo, ou 150 toneladas de óleo.

Márcia ressalta que, entre os benefícios econômicos da certificação LEED, os edifícios tendem a apresentar menores despesas com água, energia e manutenção. “Há um movimento global em prol dessa homologação. Nos EUA, por exemplo, todos os prédios governamentais devem ser ter a certificação LEED. Agora, queremos oferecer às construtoras brasileiras opções de materiais que as ajudem a seguir essa tendência”, completa.

A Ineos Composites é uma líder global em resinas termofixas (poliéster insaturado e éster-vinílicas), gelcoats e aditivos low profile para a indústria de compósitos. Seus produtos são largamente consumidos pelos setores de transportes, construção, geração de energia eólica e lazer, entre outros.

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Tomra Sorting Recycling lança solução baseada em sensores para triagem e purificação de resíduos reciclados de poliolefinas

18/10/2020

19 de Setembro de 2020 – Segundo a Tomra Sorting Recycling, com as suas novas soluções de seleção baseada em sensores aplicadas a flakes, os recicladores podem agora atingir elevados índices de recuperação e pureza de poliolefinas – polietilenos (PE) e polipropileno (PP). Até agora, as soluções de seleção de flakes da empresa focalizavam-se principalmente em tereftalato de polietileno (PET).

As duas soluções de seleção ótica de flakes – a nova unidade Innosort Flake e o Autosort Flake – fazem parte do conceito “Sinfonia de todos os Tipos” da Tomra, em que a sua nova geração do Autosort e seus produtos complementares trabalham juntos para criar uma sinfonia harmonizada, a fim de selecionar todos os tipos de resíduos com níveis avançados de precisão e sofisticação.  Segundo a empresa, juntos, o novo Innosort Flake e o Autosort Flake adicionam os “sons de flakes puros” à sinfonia da Tomra.

A seleção dos flakes é a etapa final na preparação para a reciclagem de plásticos e ocorre depois que as garrafas já foram moídas, peneiradas, lavadas e secas. Historicamente, a capacidade de seleção de flakes da Tomra Sorting Recycling se concentrou na recuperação de flakes de PET de plásticos mistos. No entanto, segundo a empresa, devido ao desempenho aprimorado oferecido pelo novo Innosort Flake, a Tomra Sorting Recycling agora também passou a oferecer uma linha de seleção ótica completa que consiste em seleção de garrafas e flakes para poliolefinas (PO), com máquinas alinhadas. O Autosort é usado para pré-selecionar o material e o Innosort Flake é usado para a classificação dos flakes.

Autosort Flake

O Innosort Flake original que a Tomra lançou no final de 2018 tinha uma largura total de 1 ou 1,5 metros e foi projetado exclusivamente para a seleção de flakes de PET. Agora, a nova edição do Innosort Flake tem 2 metros de largura e usa o infravermelho próximo (NIR) com tecnologia Flying Beam PO-specific e Dual Full Colour Camera para oferecer alto rendimento. Segundo a Tomra, Flying Beam é a única tecnologia NIR do mercado que permite a correção de sinal automática, de forma contínua, e garante um desempenho de seleção estável e confiável, juntamente com menor manutenção e consumo de energia.

Innosort Flake

A Tomra afirma que a nova tecnologia de sensor NIR oferece uma solução única para aplicações com Poliolefinas (PO). Os flakes de Poliolefinas são selecionados por tipo de material e por cor e o sensor PO específico usado na tecnologia Flying Beam funciona em conjunto com a tecnologia Dual Full Colour Camera para reunir informações espectrais suficientes para selecionar com precisão flakes de PP e PE tão pequenos quanto 2mm. Ela usa uma configuração de câmera frontal e traseira que permite ver a cor de cada flake e identificar até os menores detalhes, como impressões ou tinta. Segundo a Tomra, a unidade pode purificar o fluxo de PE e o fluxo de PP, identificando e removendo a contaminação indesejada do polímero, bem como as impurezas da cor. Quaisquer contaminantes remanescentes são removidos, resultando em níveis de pureza que atendem aos padrões exigidos pela legislação atual do setor e pelos clientes finais, garante a fabricante norueguesa.

Em aplicações de ponta, como na reciclagem “garrafa a garrafa”, onde o nível de contaminação do material de alimentação é baixo mas os requisitos de qualidade são particularmente altos, outra solução de seleção de flakes da Tomra – o Autosort Flake – pode ser usada para atingir tanto uma alta pureza como rendimentos elevados e estáveis, garante a empresa. O Autosort Flake detecta simultaneamente material, cor e metal, afirma a Tomra.

Valerio Sama, chefe de gerenciamento de produtos da Tomra Sorting Recycling, comenta: “Com o uso crescente de poliolefinas – prevê-se que o mercado global de poliolefinas atinja cerca de 400 bilhões de dólares em 2027 – a seleção desse tipo de material se tornará um domínio cada vez mais importante da reciclagem de plásticos. Precisamos ser capazes de aumentar a pureza e o rendimento dos plásticos reciclados a um nível onde o material seja adequado para reutilização em embalagens de alimentos – e também precisamos trazer esse material de volta ao ciclo como parte de um modelo de economia circular.”

Sama continua: ““PE e PP são poliolefinas e, se misturados, impactam negativamente o processo de reciclagem. Separar PE e PP é um desafio complexo, mesmo para a tecnologia de seleção baseada em sensores, mas decidimos desenvolver um novo sensor NIR especificamente para esta aplicação. Com o lançamento de nosso novo Innosort Flake, reforçamos ainda mais nossa posição como o fornecedor de tecnologia para separação de flakes de plástico e adicionamos os “sons de flakes puros” à Sinfonia da Tomra. Nossos clientes podem ainda confiar em nós como “one stop shop” para todas as suas necessidades de seleção de garrafas e flakes. Entretanto, nós não apenas vendemos a tecnologia, mas oferecemos aos nossos clientes um conhecimento profundo da aplicação, experiência em consultoria e suporte de serviço contínuo”.

William Zeng, Gerente de Produto do Innosort Flake na Tomra Sorting Recycling, acrescenta: “Estamos muito satisfeitos por sermos os primeiros na indústria a combinar uma câmera colorida dupla e um sensor NIR específico para Poliolefinas, juntos, em uma única máquina – a nossa nova solução Innosort Flake. Mesmo que os flakes tenham uma cor diferente de cada lado, eles podem ser selecionados conforme necessário. O design altamente flexível da unidade permite que até quatro módulos funcionem independentemente uns dos outros e a largura de dois metros permite que várias etapas de seleção sejam aplicadas na mesma máquina e ao mesmo tempo – como uma nova seleção (seleção por uma segunda vez) e recuperação. É um desenvolvimento muito empolgante na reciclagem de plásticos, do qual temos orgulho de estar na vanguarda”.

Sama conclui: “Nosso foco permanece em melhorias contínuas em nosso desempenho de seleção baseada em sensores – proporcionando maior capacidade, maior eficiência e menores índices de perda. Atualmente, estamos procurando desenvolver uma solução para a seleção de PVC e esperamos compartilhar mais detalhes sobre este projeto no devido tempo”.

A Tomra Sorting Recycling (https:// www.Tomra.com/pt/sorting/recycling)desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. A empresa afirma ter sido responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, possuindo cerca de 6.000 sistemas instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 885 milhões de euros e emprega mais de 4.500 pessoas globalmente.

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Tampas de desodorantes feitas a partir de copos reciclados usados durante o Rock in Rio são apresentadas pela Natura

18/10/2020

Marcas firmaram o compromisso de reciclar os copos utilizados pelo público durante os sete dias do Rock in Rio 2019, para transformá-los em tampas das novas unidades de Desodorante da Natura.

A Cidade do Rock na edição de 2019 do festival foi palco de mais uma operação de reciclagem,  focalizada no reaproveitamento dos copos utilizados pelo público. Uma parceria inédita entre Natura, Heineken e Rock in Rio possibilitou que 10 toneladas de copos plásticos dessem origem a tampas de novos produtos da Natura. Segundo os parceiros  da iniciativa, foram produzidas 670 mil unidades de tampas do novo Desodorante Corporal Spray de Natura Humor e evitou-se  a emissão de 15 toneladas de CO2 no meio ambiente.

Com o objetivo de oferecer novos caminhos sustentáveis para os resíduos gerados no festival, a ação promoveu a reciclagem dos copos em três fases. O primeiro passo, a coleta dos resíduos, foi dado pelo Rock in Rio, que promove ações de gestão de resíduos desde 2011, com atuação de cooperativas parceiras do evento, responsáveis pela triagem dos materiais. Após o processo de separação dos copos, o plástico foi convertido em resina reciclada, com apoio da petroquímica Braskem, parceira da Natura no fornecimento de matérias-primas plásticas utilizadas nas embalagens da marca. Por fim, com apoio da Silgan, também parceira da Natura, a resina reciclada foi modelada e transformada em tampas das embalagens dos novos Deos de Natura Humor.

“A Natura tem um compromisso histórico com a sustentabilidade, que é um dos pilares de atuação da marca. Desde 2007, somos uma empresa Carbono Neutro e acreditamos que o compromisso de reduzir as emissões de carbono e gerar impacto positivo na sociedade e no meio ambiente é um desafio coletivo”, explica Maria Paula Fonseca, diretora global da marca Natura.

“Vivemos um momento global onde as marcas precisam ter um papel ativo na transformação da vida das pessoas. Por isso, estamos felizes em poder inspirar o mundo com atitudes positivas como esta, pois por meio dela podemos reforçar a mensagem que todo cuidado com o meio-ambiente é importante e que o futuro da natureza tem que ser uma preocupação coletiva”, comenta Vanessa Brandão, diretora de marcas premium do Grupo Heineken no Brasil.

Em reforço ao compromisso da Natura com a sustentabilidade, o uso do plástico pós-consumo promove a reinserção do resíduo plástico no ciclo produtivo. A iniciativa também auxilia na conscientização do consumidor final sobre o caminho realizado pelos resíduos descartados adequadamente. Além disso, a resina reciclada é uma alternativa viável para melhorar a pegada ambiental dos produtos e contribuir com a captura de carbono.

Para Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio, “é muito bom quando encontramos marcas que compartilham os mesmos valores que os nossos. O Rock in Rio implementa um plano de gestão de resíduos muito abrangente e hoje temos uma taxa de reciclagem na ordem dos 80%. Desde 2011, numa parceria com a Comlurb, os resíduos recicláveis gerados na Cidade do Rock são separados e vendidos por cooperativas parceiras, o que ainda gera renda para os catadores. Desta forma, quando Natura e Heineken nos procuraram com essa ideia ousada e brilhante, abraçamos imediatamente e parte do trabalho já estava organizado para que estes copos pudessem seguir para a reciclagem”, garante Roberta.

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de higiene e cosmética. Líder no setor de venda direta no Brasil, com mais de 1,7 milhão de consultoras, faz parte de Natura &Co, resultado da combinação entre as marcas Natura, Avon, The Body Shop e Aesop. Com operações na Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, México, Peru e Malásia, a Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação BCorp no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico.

O Grupo Heineken chegou ao Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA e, em 2017, adquiriu a Brasil Kirin Holding S.A (“Brasil Kirin”), tornando-se o segundo player no mercado brasileiro de cervejas. O Grupo gera mais de 13 mil empregos e tem 15 unidades produtivas no país, sendo 12 cervejarias, duas micro cervejarias e uma unidade de concentrados para refrigerantes. No Brasil, o portfólio de cervejas do Grupo Heineken é composto por Heineken, Sol, Amstel, Kaiser, Bavaria, Eisenbahn, Baden Baden, Devassa, Schin, Glacial, No Grau e Kirin Ichiban. O portfólio de não alcoólicos inclui Água Schin, Schin Tônica, Skinka e os refrigerantes Itubaína, Viva Schin e FYs. Com sede em São Paulo, a companhia é uma subsidiária da Heineken NV, a maior cervejaria da Europa.

O Rock in Rio foi criado em 1985 e se tornou responsável por colocar o Brasil na rota de shows internacionais. Batendo recordes de público a cada edição, é um dos maiores festivais de música e entretenimento do mundo. Em 2013, recebeu a certificação da norma ISO 20121 – Eventos Sustentáveis. A empresa que gere o evento afirma que, desde a primeira edição, o festival já gerou 237 mil empregos diretos e indiretos e investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 110 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros.

Com uma visão de futuro global, a Braskem está engajada em contribuir com a cadeia de valor para o fortalecimento da Economia Circular, possuindo um portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais e 8 mil colaboradores no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 52,3 bilhões (US$ 13,2 bilhões), a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 100 países.

A Silgan Dispensing Systems é uma empresa global líder em triggers, pumps, pulverizadores e tampas dispensadoras, atendendo grandes empresas de produtos de bens de consumo nos mercados de beleza e cuidados pessoais, cuidados da casa e da saúde. No Brasil, onde atua através de três fábricas – Jundiaí, Mogi das Cruzes e Valinhos -, além de sistemas dispensadores, fabrica tubos laminados e embalagens plásticas para cosméticos, como tampas para perfumaria e embalagens para maquiagem.

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Dow e colombiana Alico desenvolvem embalagem de Polietileno sem metalização para a marca Café Pergamino

17/10/2020

Café + tecnologia + inovação + sustentabilidade, esta é a fórmula das embalagens recicláveis ​​e sem alumínio que foram projetadas em conjunto pela Dow e Alico para a marca Café Pergamino, da Colômbia

A Dow, em parceria com a Alico, empresa colombiana com experiência na projeção e fabricação de embalagens, apresentou ao mercado uma inovadora solução para as necessidades da indústria alimentícia.

De acordo com a Associação Americana de Tecnologias de Embalagem e Processamento (PMMI), 64% dos fabricantes de alimentos buscam soluções recicláveis para seus produtos. A Dow, em seu foco no design para reciclabilidade (Design For Recycling) busca atender e apoiar este setor e oferecer soluções que contam com tecnologia e sustentabilidade. Em conjunto com a Alico, a empresa trabalhou para encontrar uma solução de embalagem flexível reciclável feita com polietileno e sem metalização (alumínio), que garante as características organolépticas e mantém a qualidade do produto como aroma e sabor, além de ser uma embalagem inovadora com um design elegante. Segundo a empresa, a embalagem reflete o frescor da marca Café Pergamino, seu cliente na Colômbia.

“Desde 2013, a Dow trabalha constantemente para desenvolver soluções inovadoras que permitam o design de embalagens alinhadas com a economia circular e que facilitem seu processo de reciclagem sem comprometer o desempenho da embalagem, mantendo características como: altos níveis de barreira contra umidade e oxigênio, necessário para embalar produtos como o café. Temos um portfólio completo de soluções para desenvolver embalagens desenhadas para reciclabilidade (Design For Recycling). No caso do Café Pergamino, destaca-se a família de resinas Elite AT, que, em combinação com outras resinas, permite a substituição do alumínio garantindo as mesmas propriedades”, afirma Yasmín Gómez, Gerente de Marketing da Dow Embalagens e Plásticos Especiais.

“Adicionalmente, é importante destacar que, para desenvolver soluções mais sustentáveis, a colaboração entre todos os elos da cadeia é um fator determinante para o sucesso de uma iniciativa. Neste caso particular é importante ter aliados como Alico e donos das marcas como Café Pergamino para enfrentar os desafios do mercado relacionados à inovação e sustentabilidade”, complementa Gómez.

Segundo Ovidio Salazar, Gerente de Gestão Tecnológica da Alico, “nossa extensa tecnologia aliada às matérias-primas da Dow e nossa constante motivação para inovar nos levaram a ser facilitadores dessa nova inserção de embalagens mais sustentáveis ​​no mercado, com o desenvolvimento do nosso produto Recipack”.

Para a Café Pergamino, “é um grande orgulho ter uma solução pioneira de embalagem. Nos últimos 10 anos, tivemos a alegria de oferecer aos colombianos os melhores cafés produzidos no país, todos de pequenos produtores, torrados à mão e entregues absolutamente frescos ao cliente final. Fazê-lo agora em embalagens responsáveis ​​com o meio ambiente, onde não existe alumínio mas sim um produto reciclável que preserva o aroma e o frescor do nosso produto, nos deixa ainda mais orgulhosos”, afirma Pedro Echavarria, gerente do Café Pergamino

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Arkema lança seu primeiro título verde para financiar fábrica de poliamida 11 em Cingapura

14/10/2020

A Arkema lançou com sucesso, em 7 de outubro passado, seu primeiro título verde, totalmente dedicado ao financiamento de sua nova fábrica em escala mundial em Cingapura para a fabricação de poliamida 11 Rilsan, de origem 100% biológica.

14 de Outubro de 2020 – Por um valor total de € 300 milhões, o título verde tem um prazo de 6 anos e um cupom anual de 0,125%. A oferta foi assinada em mais de 10 vezes. Ao oferecer soluções inovadoras aos seus clientes, nomeadamente no domínio dos materiais leves, novas energias e produtos de base biológica, a Arkema visa gerar um crescimento responsável contribuindo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável definidos pela ONU. (https://www.arkema.com/en/social-responsibility/vision-and-strategy/sustainable-development-goals/)

Com este título verde, alinhado com a política de CSR da Arkema, o Grupo está financiando sua nova fábrica em escala mundial em Cingapura, um projeto inovador e sustentável focalizado na estratégia de crescimento orgânico. Esta planta, prevista para entrar em operação em 2022, é projetada para maximizar sua eficiência e minimizar seu impacto ambiental e será dedicada à produção de poliamida 11 Rilsan, 100% biológica, proveniente do óleo de mamona, uma matéria-prima renovável e sustentável.

Segundo a Arkema, a poliamida 11 é reconhecida por suas propriedades e desempenho superiores em aplicações exigentes, contribuindo para o desenvolvimento de soluções sustentáveis em setores de rápido crescimento, tais como mobilidade e, em particular, novos veículos de energia, impressão 3D e bens de consumo.

“Graças a esse título verde, a Arkema dá aos investidores a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento de soluções sustentáveis em materiais especiais e confirma sua liderança em termos de sustentabilidade e inovação”, disse Virginie Delcroix, VP de Desenvolvimento Sustentável.

A estrutura do Green Bond da Arkema está alinhada com os Princípios do Green Bond da ICMA, conforme estabelecido em uma Opinião da Segunda Parte fornecida pela Vigeo Eiris, uma agência de classificação ESG independente. A documentação relacionada a esta emissão de títulos está disponível no site da Arkema.

A Arkema oferece um portfólio de tecnologias de primeira classe para atender à demanda por materiais novos e sustentáveis. Com a ambição de se tornar em 2024 uma empresa pura em Materiais Especiais, o Grupo está estruturado em 3 segmentos complementares dedicados a Materiais Especiais – Soluções adesivas, Materiais Avançados e Soluções de Revestimento – representando cerca de 80% das vendas do Grupo e um segmento de intermediários competitivo. A Arkema oferece soluções tecnológicas para enfrentar os desafios de novas energias, acesso à água, reciclagem, urbanização e mobilidade. O Grupo registrou vendas de € 8,7 bilhões em 2019 e opera em cerca de 55 países com 20.500 funcionários em todo o mundo.

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Braskem firma parceria para retirada de resíduos plásticos domiciliares de aterro sanitário em São Paulo

09/10/2020

Objetivo da Braskem é estimular a Economia Circular, reinserindo resíduos plásticos na cadeia de valor e transformando-os em matéria-prima para a indústria

O acordo firmado entre Braskem e Tecipar, empresa brasileira especializada em engenharia ambiental, evitará que mais de duas mil toneladas de resíduos plásticos sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana do Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo, afirma a Braskem O volume é equivalente a 36 milhões de embalagens plásticas de polietileno e polipropileno. A parceria está alinhada com o compromisso da Braskem com a Economia Circular e com a estratégia de negócio da companhia, engajada em contribuir para o desenvolvimento da cadeia de reciclagem e seu mercado.

A parceria viabilizou a criação de uma usina de triagem para separação de resíduos sólidos e orgânicos de materiais recolhidos na coleta pública dos municípios de Barueri e Santana de Parnaíba. Após a separação, o plástico separado pela Tecipar será direcionado para reciclador parceiro da Braskem. As resinas recicladas, de polietileno e polipropileno, serão utilizadas como matéria-prima para o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis para a indústria do plástico.

Este é o primeiro contrato da Braskem para retirada de resíduos plásticos de aterros sanitários. Para Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular da empresa na América do Sul, a iniciativa é um passo importante para a rede de parcerias que a companhia tem construído com fornecedores, clientes, integrantes da cadeia do plástico e a sociedade, em geral, para minimizar impactos ambientais e gerar valor aos produtos feitos a partir de plástico reciclado. “Existe um mercado de reciclagem bastante promissor no Brasil, que gera emprego e renda para muitas pessoas e que pode ajudar o país a superar um dos seus principais desafios: a gestão de resíduos”, afirma.

O engenheiro ambiental e responsável pela planta de separação de resíduos na Tecipar, Lucas Faveri, explica que a tecnologia utilizada na parceria com a Braskem se trata de um modelo semi-mecanizado inédito no estado de São Paulo e que pode ser escalado, auxiliando municípios a reduzir custos com coleta seletiva e alavancando índices de reciclagem. Um levantamento recente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) aponta que um terço dos municípios paulistas ainda não contam com coleta seletiva.

“Muitas iniciativas com foco no aumento da reciclabilidade esbarram no alto custo operacional dos sistemas de triagem e coleta de resíduos. Informação e viabilidade econômica são duas questões muito importantes nesse processo e, neste sentido, as parcerias entre empresas, como a que estamos firmando com a Braskem, e o movimento em busca de hábitos mais sustentáveis que percebemos na sociedade, nos ajudam a inovar e pensar em soluções muito mais eficazes”, ressalta Faveri.

O apoio a tecnologias e sistemas que possam facilitar a reciclagem no país está alinhado às ações em prol da Economia Circular da Braskem. Além da parceria com a Tecipar, a Braskem vem trabalhando com empresas especializadas em reciclagem mecânica. A empresa também segue investindo em pesquisa e tecnologia para alavancar a reciclagem química no país. “É um trabalho conjunto, no qual o engajamento da população para o consumo consciente e o descarte adequado dos resíduos plásticos é fundamental”, afirma a executiva da Braskem.

As resinas recicladas de polietileno e polipropileno contribuem para a ampliação do portfólio de soluções sustentáveis da Braskem, sob a marca I’m greenTM, utilizados por grandes empresas para produção de itens plásticos com melhor pegada ambiental, a exemplo das cadeiras de plástico reciclado lançadas recentemente pela Tramontina e a linha de lavadoras semiautomáticas e automáticas da Colormaq, com componentes de resina plástica pós-consumo.

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Unigel lança linha de produtos desenvolvidos com plástico pós-consumo

08/10/2020

A Unigel – uma das maiores petroquímicas do país – anuncia a criação de uma nova marca de produtos sustentáveis chamada Ecogel️. Dentro deste novo conceito, foi desenvolvida uma linha de Poliestirenos com conteúdo de material reciclado (plástico pós- consumo). O produto foi lançado na segunda-feira (5) e tem como principal objetivo garantir a circularidade do poliestireno na cadeia, minimizando os impactos do descarte inadequado.

“Durante a pandemia, a população voltou a perceber a vantagem de utilizar materiais descartáveis – tais como embalagens alimentícias, copos, pratos e talheres – como importante medida sanitária para evitar a propagação de doenças transmissíveis como a COVID-19. Lançar um novo produto neste contexto é extremamente importante para a Unigel, para os clientes e, principalmente, para o meio ambiente e para a sociedade como um todo”, ressalta Wendel Souza, Diretor Geral de Operações Comerciais da Unigel.

De acordo com Souza, na composição do primeiro produto da marca Ecogel️ serão utilizados até 30% de material reciclado e todo o desenvolvimento da linha do Poliestireno Ecogel️ será realizado por meio de parcerias com clientes, recicladores, cooperativas e brand owners. “O consumidor final é o elo principal desta cadeia. Sem a correta destinação de materiais recicláveis para reaproveitamento não é possível ter eficiência na circularidade. Todos precisam estar caminhando juntos neste nosso novo desafio”, afirma.

Segundo a Unigel, a necessidade do descarte adequado e a reutilização precisam ser focalizadas como parte do processo normal de fabricação de novos produtos plásticos. “Queremos cada vez mais retirar este nobre material dos locais inadequados onde eles são erroneamente descartados”, explica.

Pela sua leveza, versatilidade e baixo custo, o plástico se popularizou muito rapidamente. Toda a população, consciente ou inconscientemente, usufrui dos benefícios deste material, utilizando-o no seu cotidiano, seja em embalagens, artigos médicos, utensílios domésticos, utensílios de higiene pessoal ou em componentes de eletrodomésticos, automóveis, artigos da construção civil e outras aplicações.

“O plástico demora 450 anos para se decompor. A pergunta que sempre nos fazemos é: isto é ruim? Um produto com esta durabilidade e com a propriedade de ser reciclado infinitas vezes sem perder suas propriedades deveria ser festejado por todas as pessoas. E qual é o problema envolvendo plástico, então? Bom, nem sempre descartamos este valioso material em locais corretos e por conta disto ele acaba sendo destinado em lugares onde ele jamais deveria estar”, explica Wendel Souza.

A demanda por soluções sustentáveis tem aumentado em praticamente todos os setores da economia. E pensando em evitar que este material nobre seja descartado como lixo comum, a Unigel vem desenvolvendo soluções em uma rede de sustentabilidade, envolvendo seus clientes, transportadores, cooperativas de recicladores e fornecedores, a fim de viabilizar o aproveitamento o potencial do material pós consumo.

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Covestro irá adquirir negócio de resinas de revestimento sustentáveis da DSM

30/09/2020

  • Passo significativo na estratégia corporativa de longo prazo da Covestro
  • Covestro será uma das líderes globais no mercado de resinas de revestimento sustentáveis
  • Combinando capacidades de inovação para acelerar a transição para economia circular
  • Portfolio de produtos complementares e indústrias de aplicação posicionadas para atender necessidades dos clientes
  • A aquisição acrescenta 1 bilhão de euros em receitas e 141 milhões de euros em EBITDA
  • Preço de compra de 1,61 bilhão de euros reflete atrativa avaliação do negócio de 5,7x EV/EBITDA 2021, incluindo sinergias futuras
  • Sinergias substanciais de cerca de 120 milhões de euros por ano

30 de Setembro de 2020 – A Covestro assinou hoje um acordo para adquirir o negócio de Resinas e Materiais Funcionais (RFM, em inglês) da Royal DSM. Ao expandir seu portfólio no atrativo (e em crescimento) mercado de resinas de revestimento sustentáveis, a Covestro dá um passo significativo em sua estratégia corporativa de longo prazo para fortalecer seus negócios sustentáveis e impulsionados pela inovação.

Somando cerca de 1 bilhão de euros em receitas e um EBITDA de 141 milhões e euros (2019), a integração da RFM é uma oportunidade substancial de crescimento estratégico para expandir as receitas do segmento da Covestro de Revestimentos, Adesivos e Especialidades (CAS) em mais de 40% para cerca de 3,4 bilhões de euros (2019 proforma).

A aquisição cria uma das líderes globais no segmento de resinas de revestimento sustentáveis, com um dos portfólios de produtos mais abrangentes e inovadores na criação de valor aos clientes, afirma a empresa. A Covestro concordou com um preço de compra de 1,61 bilhão de euros, que será financiado por meio de uma combinação de instrumentos de capital e dívida.

Markus Steilemann, CEO da Covestro: “Esta aquisição é um passo importante para nossa estratégia corporativa. A RFM melhora a trajetória de crescimento de nossos negócios. Combinando nossas fortes capacidades de inovação, portfólios de produtos sustentáveis, bem como tecnologias complementares e indústrias de clientes, entregaremos mais valor. Ao mesmo tempo, é também um passo fundamental para impulsionar a inovação para a transição para uma economia circular”.

Tecnologias e indústrias complementares

Segundo a Covestro, a integração da RFM irá criar um negócio de escala e capacidade tecnológica avançada, beneficiando os atuais e futuros clientes, assim como seus colaboradores, por meio de uma plataforma de crescimento mais forte. A Covestro já é líder no fornecimento de dispersões de poliuretano base água. Com a aquisição da RFM, a empresa irá acrescentar uma completa variedade de resinas de poliacrilato base água e irá expandir seu portfólio tecnológico com a inclusão de tecnologias híbridas base água, resinas de revestimento em pó e resinas de cura por radiação, afirma a empresa. A RFM possui fortes marcas em termos de sustentabilidade como Niaga®, bem como manufatura industrial e um avançado negócio de revestimentos solares.

A aquisição diversifica a exposição da Covestro na indústria e também fortalece significativamente o posicionamento da empresa em atrativos mercados de alto crescimento. Entre outros, a Covestro será um dos fornecedores líderes no campo de revestimentos de fibra óptica – um segmento de mercado com enorme potencial futuro, incluindo a tecnologia futura de 5G – e no atrativo segmento de materiais de impressão em 3D, mostrando uma taxa média de crescimento de mais de 20%, afirma a empresa. Além disso, a ampliação da presença geográfica fortalece a proximidade da Covestro com clientes em todos os mercados-chave e expande sua rede de produção global em mais de 20 sites, assegura a Covestro.

Ambas as empresas estão comprometidas com metas ambiciosas de ESG (Meio Ambiente, Social, Governança) e possuem um excelente (e complementar) pipeline de pesquisa, especialmente na área de matérias-primas sustentáveis de alto desempenho para a indústria de revestimentos. Combiná-las permitirá à Covestro ser ainda mais inovadora no campo de resinas de revestimento e tornar-se um parceiro de Pesquisa e Desenvolvimento ainda mais atrativo para seus clientes. Assim, a Covestro será capaz de impulsionar a inovação e fazer avançar a sustentabilidade em todas as indústrias de clientes, além de impulsionar de forma mais rápida a transição para a economia circular, afirma a empresa.

Potencial para criação de valor

A integração da RFM no segmento CAS da Covestro cria oportunidades para maior geração de valor. A empresa espera que a sinergia permanente (“run-rate“) aumente para cerca de 120 milhões de euros por ano a partir da integração total até 2025. Estes consistem em aproximadamente dois terços das sinergias de custo e um terço da receita e são gerados, entre outros, através do alinhamento das estruturas de compras, vendas e administrativas no negócio integrado, bem como do cross-selling e do desenvolvimento conjunto de novos produtos de alto desempenho.

Avaliação atrativa e estrutura de financiamento

Considerando os equivalentes de caixa na RFM, o preço total de compra de 1,61 bilhão de euros corresponde a um valor de negócio líquido de aproximadamente 1,55 bilhão de euros, representando uma avaliação da RFM em cerca de 5,7x EV/EBITDA 2021, incluindo sinergias proforma de taxa de execução.

Excluindo as sinergias de taxa de execução, o múltiplo EV/EBITDA seria 10,3x. O financiamento é garantido através de um acordo de financiamento que a Covestro pretende refinanciar com uma combinação de capital próprio, instrumentos de dívida e geração própria de caixa, consistente com o compromisso da empresa de manter uma classificação sólida de grau de investimento. Para este fim, a Covestro está planejando utilizar seu capital social autorizado atualmente para uma emissão de ações, a fim de levantar aproximadamente 450 milhões de euros.

“A aquisição é estratégica e financeiramente é uma oportunidade perfeita para prosseguirmos com nossa estratégia de crescimento a longo prazo em condições altamente atraentes e sinergias tangíveis. Com a estrutura de financiamento escolhida, estamos atingindo o equilíbrio certo entre capital próprio e dívida”, completa Thomas Toepfer, CFO da Covestro. “Esperamos receber nossos novos colegas em breve. Juntos, trabalharemos para dar vida ao nosso potencial conjunto”.

O fechamento da transação está previsto para o primeiro trimestre de 2021 e está sujeito a aprovações regulatórias, incluindo a liberação antitruste.

Com 12,4 bilhões de euros em vendas em 2019, a Covestro é uma das maiores empresas mundiais de polímeros. Suas atividades comerciais concentram-se na produção de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados em muitas áreas da vida cotidiana. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, de construção, processamento de madeira e móveis e as indústrias elétrica e eletrônica. Outros setores incluem esportes e lazer, cosméticos, saúde e a própria indústria química. A Covestro possui 30 unidades de produção no mundo todo e empregava cerca de 17,2 mil pessoas no fim de 2019.

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Tomra Sorting Recycling publica novo eBook sobre o potencial da conectividade de máquinas de separação de resíduos em plantas de reciclagem

25/09/2020

A conectividade das máquinas fornecem dados essenciais de produção e serviço para conduzir o processo de gerenciamento estratégico.

25 de Setembro de 2020 – As máquinas conectadas e o armazenamento de dados na nuvem estão transformando a forma como as empresas coletam, acessam e analisam dados. A indústria de reciclagem está descobrindo o poder dos dados relatados pelos sistemas de seleção ótica conectados. Esse recurso está proporcionando uma nova era de otimização de processos orientada por dados, sugere o novo eBook “Digitalização – Conecte para Aumentar a Produtividade na Indústria de Reciclagem”, da empresa líder global em seleção baseada em sensores, Tomra Sorting Recycling.

Antes da Indústria 4.0 e da Internet das Coisas (IIoT), os dados de produção permaneciam na base local dos separadores óticos, dificultando a coleta e a análise. Agora, por meio de sensores integrados e relatórios armazenados na nuvem, os separadores óticos são transformados em máquinas de entrega de dados para promover o processo de gerenciamento estratégico. Dados quase em tempo real fornecem informações sobre as falhas de produção, permitem que as empresas reajam mais rapidamente às mudanças e melhorem a qualidade e o rendimento do produto reciclado.

O e-book de download gratuito avalia se os relatórios de serviço armazenados, pedidos de peças de reposição e manuais de produtos melhoram a eficiência da manutenção da máquina. Ele também olha para um futuro não muito distante, onde os dados de produção aproveitados, combinados com análises avançadas, resultarão no desenvolvimento de novas tecnologias e processos de seleção que irão melhorar a eficiência da triagem e aumentar a pureza do produto final.

Uma cópia gratuita do novo eBook da Tomra sobre as vantagens da conectividade em seleção ótica pode ser acessado em https://solutions.Tomra.com/digitalization-ebook

A Tomra Sorting Recycling (https:// www.Tomra.com/pt/sorting/recycling) desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Segundo a Tomra, cerca de 6.000 sistemas já foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras. A Tomra Sorting pertence à empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a Tomra Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 815 milhões de euros e emprega mais de 4.000 pessoas globalmente.

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Grupo Solvay e Veolia fazem parceria para renovar o ciclo de vida de baterias de carros elétricos

25/09/2020

Novo consórcio cria um ecossistema de valor para baterias de veículos elétricos e híbridos na Europa, permitindo a reutilização de matérias-primas escassas

25 de setembro de 2020 – O Grupo Solvay e a Veolia estão anunciando parceria em um consórcio de economia circular para oferecer novas soluções que prometem melhor eficiência na recuperação de metais essenciais usados ​​em baterias de íon de lítio de veículos elétricos.

Como o número de veículos elétricos nas estradas deverá saltar de 8 (oito) milhões em 2020 para 116 milhões em 2030, garantir o acesso estável às matérias-primas é um desafio estratégico. Além disso, os materiais usados ​​hoje nas baterias de veículos elétricos nem sempre são recuperados em seu valor máximo.

A Solvay e a Veolia, por meio de sua subsidiária SARP Industries, já estão ativamente envolvidas em discussões com um fabricante de automóveis e produtores de células de bateria para coordenar, colaborar e alavancar as respectivas tecnologias e competências essenciais em cada etapa da cadeia de valor – desde o acesso às matérias-primas da bateria já desgastada pelo tempo de uso até a desmontagem, extração e purificação de metais.

O papel da Solvay neste consórcio é otimizar a extração e purificação de metais críticos, tais como cobalto, níquel e lítio, e transformá-los em matérias-primas de alta pureza para novas baterias, prontas para um novo começo. A Solvay também está presente na cadeia de valor de baterias de veículos elétricos e híbridos, graças aos seus polímeros especiais como aglutinantes e separadores, além de aditivos especiais para eletrólitos.

“Estou realmente entusiasmada com nossa parceria com a Veolia, visando dar à circularidade outro passo significativo em direção a uma mobilidade mais limpa”, explicou a CEO do Grupo Solvay, Ilham Kadri. “Na Solvay, nossas tecnologias darão nova vida às baterias no final de seu ciclo. Nosso know-how único combinando polímeros especiais, compósitos e soluções de mineração com a experiência única da Veolia em gerenciamento de resíduos é uma oportunidade fantástica de construir um ecossistema de bateria mais verde “, acrescentou Ilham Kadri.

Em sua planta de reciclagem, localizada no leste da França, a Veolia já desmonta baterias para veículos elétricos desde 2013. A combinação de processos mecânicos e hidrometalúrgicos permite tratar as células ativas e extrair os metais ativos. Esses metais são então usados ​​pela indústria e transformados em novos materiais.

“A reciclagem de baterias de veículos elétricos e o gerenciamento dos poluentes que contêm são grandes desafios ecológicos e industriais. Em parceria, a Veolia e a Solvay ajudam a desenvolver a cadeia de valor da reciclagem e a produção de matérias-primas estratégicas para a produção de novas baterias. Se hoje os compostos essenciais das baterias são principalmente importados, amanhã serão regenerados na Europa “, afirmou Antoine Frérot, Presidente e CEO da Veolia.

Estabelecer esta parceria é parte integrante das ambições de sustentabilidade do Grupo Solvay e seus compromissos com o Solvay One Planet. Até 2030, a Solvay pretende obter 15% de suas receitas com materiais de base biológica ou reciclados.

Com quase 179.000 funcionários em todo o mundo, o Grupo Veolia projeta e fornece soluções de gestão de água, resíduos e energia que contribuem para o desenvolvimento sustentável de comunidades e indústrias. Por meio de suas três atividades comerciais complementares, a Veolia tem como objetivo desenvolver o acesso aos recursos, preservar os recursos disponíveis e reabastecê-los. Em 2019, o grupo Veolia abasteceu 98 milhões de pessoas com água potável e 67 milhões de pessoas com serviço de esgoto, produziu cerca de 45 milhões de megawatts-hora de energia e tratou 50 milhões de toneladas de resíduos. A Veolia Environnement (listada na Paris Euronext: VIE) registrou receita consolidada de € 27.189 bilhões em 2019 (US $ 29,9 bilhões).

Com 24.100 empregados em 64 países, a Solvay fornecem soluções que podem ser ​​encontrados em residências, alimentos e bens de consumo, aviões, carros, baterias, dispositivos inteligentes, equipamentos de saúde, sistemas de purificação de água e ar. Fundada em 1863, a Solvay obteve vendas líquidas de € 10,2 bilhões em 2019. A Solvay está listada na Euronext Brussels (SOLB) e Paris e nos Estados Unidos, onde ações (SOLVY) são negociadas através de um programa de ADR Nível I. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

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SABIC faz parceria com alemã Elkamet para introduzir seu policarbonato parcialmente derivado de matéria-prima renovável em aplicações de iluminação

22/09/2020

22-setembro-2020 – A SABIC, um dos líderes globais na indústria química, anunciou em 15 de setembro sua parceria com a Elkamet Kunststofftechnik GmbH, indústria de processamento de plásticos sediada em Biedenkopf (Alemanha). A Elkamet usará a resina de policarbonato Lexan (PC) da SABIC parcialmente derivada de matéria-prima renovável certificada em várias aplicações finais para a indústria de iluminação.

Em outubro de 2019, a SABIC lançou seu policarbonato com base em matéria-prima renovável certificada – uma resina termoplástica de engenharia que faz parte das soluções Trucircle da empresa para produtos renováveis ​​certificados. Segundo a SABIC, o material permite aos seus clientes oferecer soluções mais sustentáveis aos seus clientes. De acordo com o estudo da SABIC de LCA (análise de ciclo de vida) do berço ao portão (cradle-to-gate), revisado por pares, o uso da resina de policarbonato Lexan da SABIC pode resultar em reduções na pegada de carbono de até 61% e redução do esgotamento fóssil de até 35%, afirma a empresa.

“Nosso policarbonato (PC) baseado em solução de matéria-prima renovável certificada apóia a busca por uma economia mais circular, que priorize a conservação de recursos e sustentabilidade ambiental, tecnologias de reciclagem e recuperação, permitindo-nos capturar o maior valor de materiais que tradicionalmente eram descartados” , disse Mark Vester, Líder de Economia Circular da SABIC. “Estamos muito satisfeitos com a parceria com a Elkamet, parte de nosso compromisso com nossos clientes que estão cada vez mais em busca de soluções mais sustentáveis ​​em resposta às necessidades dos consumidores”, continuou Vester.

Leia mais informações (em inglês) em http://www.brazilianplastics.com/edicao00/16_August2020.html

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Nova empresa do RadiciGroup focalizará em Pesquisa, Inovação e Sustentabilidade

15/09/2020

As atividades de P&D da nova empresa, marcadas pela sustentabilidade, reunirão as habilidades de todos os segmentos do RadiciGroup

Garantindo a continuidade dos negócios, aumentando a competitividade das empresas e gerando valor no território: com esses objetivos, o RadiciGroup anuncia o nascimento da Radici InNova, uma empresa de consórcio sem fins lucrativos que visa desenvolver novos projetos de pesquisa e inovação para os setores da química, dos polímeros de alto desempenho e das soluções têxteis avançadas, alinhadas à estratégia de sustentabilidade do Grupo.

Segundo a empresa, a Radici InNova confirma e relança o compromisso do RadiciGroup em promover um modelo de desenvolvimento capaz de manter um equilíbrio entre rentabilidade econômica, proteção ambiental e equidade social. A nova empresa aprimora e torna mais sinérgicas as atividades de P&D que o Grupo vem realizando há algum tempo nas áreas de negócios de Specialty Chemicals, High Performance Polymers e Advanced Textile Solutions.

“A criação de Radici InNova representa um marco importante para todo o grupo e faz parte de um caminho iniciado há muito tempo” -disse Angelo Radici, presidente do RadiciGroup. “A inovação, de fato, é um elemento-chave que nos distingue ao longo dos anos, permitindo-nos expandir em vários setores e oferecer ao mercado produtos e soluções competitivos e de ponta. Ao combinar o know-how e as habilidades das diversas áreas de negócio do Grupo, será possível desenvolver projetos integrados de pesquisa avançada, alinhados à nossa estratégia de sustentabilidade e, portanto, inspirados nos princípios de respeito ao meio ambiente e à economia circular, garantindo uma crescimento constante e um futuro melhor para as próximas gerações”, complementa Angelo Radici.

Utilizando as habilidades internas e relacionamentos focados com terceiros, a Radici InNova gerenciará e coordenará todas as atividades de pesquisa que desempenham um papel estratégico para o Grupo, com o objetivo de consolidar a inovação como propulsora do desenvolvimento para o RadiciGroup, com atenção à melhoria contínua dos produtos e dos processos, otimizando o uso de recursos e reduzindo o impacto ambiental das suas atividades.

Especificamente, existem cinco macro-áreas nas quais se concentrarão as atividades de pesquisa de Radici InNova: desenvolvimento de polímeros a partir de fontes biológicas com impacto ambiental reduzido – com aplicações em diversos setores, incluindo o automotivo e o do vestuário; produção de produtos químicos derivados de fontes naturais, utilizados na produção de nylon, poliésteres e poliuretanos e, por sua vez, utilizados em uma ampla gama de produtos para uso diário; desenvolvimento de soluções para a economia circular, a fim de prolongar ao máximo a vida útil dos produtos, reciclando-os no final da vida útil para novos usos (design ecológico); novas oportunidades de negócios, também para produtos existentes, como, por exemplo, o não tecido produzido pelo Grupo, que durante o lockdown se tornou o ingrediente básico na criação de um novo setor Made in Italy para produzir aventais e máscaras e, assim, lidar em muito pouco tempo com a emergência de saúde; otimização de processos industriais, na direção de uma maior sustentabilidade e melhoria do desempenho.

Segundo a empresa, agora mais do que nunca, em uma fase delicada como a que estamos passando, é necessário pensar em um sistema industrial inovador para revitalizar a economia, que saiba aproveitar as oportunidades associadas a mudanças repentinas, implementando soluções sustentáveis com a mesma rapidez para que se permaneça competitivo.

“A Radici InNova trabalhará em estreita colaboração com centros de pesquisa públicos e privados, universidades, clientes e fornecedores do Grupo” -destacou Stefano Alini, na liderança da nova empresa- “tentando contribuir de forma proativa para o reinício da indústria, , especialmente nesta fase marcada pela inovação e pela sustentabilidade, componentes fundamentais da visão do nosso Grupo”.

Com aproximadamente 3.100 funcionários, um faturamento de 1.092 milhões de euros em 2019 e uma rede de fábricas e escritórios comerciais localizados na Europa, América do Norte e do Sul e Ásia, o RadiciGroup é hoje um líder mundial na produção de uma ampla gama de produtos químicos, polímeros de poliamida, tecnopolímeros de alto desempenho e soluções têxteis avançadas, incluindo fios de nylon, fios de poliéster, fios provenientes da recuperação e de fontes biológicas, não tecidos e dispositivos de proteção no setor da saúde. Com integração vertical no setor da poliamida, os produtos da Radici encontram aplicações em múltiplos setores industriais entre os quais: Automotivo -Elétrico/Eletrônico -Bens de consumo -Vestuário -Mobiliário -Imobiliário -Eletrodomésticos -Esporte.

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Stadler adquire participação majoritária na weeeSwiss Technology AG, fortalecendo sua oferta com sistemas de reciclagem de resíduos eletrônicos

14/09/2020

A Stadler anunciou a aquisição de uma participação majoritária na weeeSwiss Technology AG, especializada em projeto, construção e operação de usinas de reciclagem de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos (REEE). Com esta mudança, a Stadler estende sua oferta para incluir a reciclagem de resíduos eletrônicos, um setor que cresce rapidamente em resposta à crescente pressão para melhorar a gestão ambiental deste tipo de resíduos, para usar os recursos de forma mais eficiente e contribuir para uma economia circular.

Segundo a Stadler, o REEE é o fluxo de resíduos de mais rápido crescimento em todo o mundo, atualmente atingindo volumes anuais em torno de 50 milhões de toneladas métricas. A demanda por reciclagem deste material está crescendo rapidamente, à medida que a legislação para regulamentar a gestão de resíduos eletrônicos entra em vigor em todo o mundo para tratar do impacto ambiental desses resíduos e promover uma economia circular onde seus materiais componentes são recuperados e reutilizados. A crescente conscientização do público sobre a importância do uso mais eficiente dos recursos naturais também é um fator que impulsiona a reciclagem. Por outro lado, o lixo eletrônico é fonte de muitos materiais que estão com grande demanda em novas tecnologias de baixo carbono e eletrônicos, o que se traduz em oportunidades de negócios para operações de reciclagem.

“WeeeSwiss é um complemento perfeito para Stadler,” afirmou Willi Stadler, CEO da Stadler Anlagenbau GmbH. “Por meio dessa parceria, estamos ampliando ainda mais nossa linha de produtos para incluir o lixo eletrônico, que deve se tornar um setor cada vez mais importante na indústria de reciclagem. Nossos clientes se beneficiarão do know-how especializado da weeeSwiss em instalações de reciclagem de REEE, juntamente com os benefícios da rede mundial de vendas e serviços da Stadler, nossa forte capacidade de gerenciamento de projetos e experiência na construção de grandes plantas de classificação”.

Jochen Apfel, CEO da weeeSwiss

Jochen Apfel, CEO da weeeSwiss, acrescenta: “Com as necessidades crescentes do mercado de metais que estão diretamente envolvidos na evolução de nossas tecnologias, a reciclagem de lixo eletrônico está ganhando importância a cada dia. É um negócio com grandes oportunidades, pois a demanda está elevando os preços das commodities, de forma que elas paguem rapidamente o investimento em uma fábrica. Países em todo o mundo estão vendo os benefícios ambientais do processamento de lixo eletrônico e seu potencial de negócios. Junto com a Stadler, a weeeSwiss está na posição ideal para atender aos requisitos deste mercado desafiador com usinas de reciclagem de REEE líderes de mercado”.

A weeeSwiss tem mais de 25 anos de experiência industrial. Segundo a empresa, ela foi pioneira na tecnologia de reciclagem de REEE e hoje dá suporte a seus clientes em todo o mundo com seu know-how operacional e de mercado. Atualmente, ela oferece aos operadores de reciclagem de lixo eletrônico serviços completos de Engenharia, Aquisição e Construção (EPC). Seu processo começa com uma análise detalhada dos requisitos do cliente, seguido pelo design do processo de reciclagem e layout da fábrica, em seguida, instalação e comissionamento. A empresa oferece programas de treinamento especialmente desenvolvidos para garantir que a equipe do cliente seja capaz de operar a planta de forma eficaz.

Planta de reciclagem de REEE em Dubai

O suporte da weeeSwiss se estende ao marketing da produção da planta: ajuda o cliente com pesquisas de mercado e estudos de viabilidade, com visitas a clientes em potencial e avaliação do lixo eletrônico da planta. Ela também fornece contratos de offtake para apoiar a venda das frações de saída. Segundo a empresa, o conhecimento de sua equipe sobre os mercados mundiais e sua rede global permitem que o cliente obtenha o melhor valor para os elementos recuperados da planta, incluindo metais preciosos, materiais não ferrosos e ferrosos e plásticos.

As duas empresas aproveitarão seu know-how combinado no desenvolvimento conjunto de novas soluções, processos e tecnologias para a reciclagem de REEE. Esses esforços se beneficiarão dos recursos dos centros de teste e inovação da Stadler em Altshausen, Alemanha e Krsko, Eslovênia. Eles também aproveitarão as colaborações existentes que a weeeSwiss estabeleceu com universidades suíças.

Fundada em 1791,a Stadler dedica-se ao planejamento, produção e montagem de sistemas e componentes de triagem para a indústria de tratamento e reciclagem de resíduos sólidos em todo o mundo. Sua equipe de mais de 450 funcionários qualificados oferece um serviço completo personalizado, do projeto conceitual ao planejamento, produção, modernização, otimização, montagem, comissionamento, reformas, desmontagem, manutenção e assistência técnica de componentes para completar os sistemas de reciclagem e classificação. Sua linha de produtos inclui separadores balísticos, correias transportadoras, peneiras giratórias e removedores de rótulos. Mais informações em http://w-Stadler.de/pt

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Plástico Sul, Adirplast, Plastivida e IO/USP realizam Webinar “Por um Mar Limpo / Programa Pellet Zero para Transformadores de Plásticos”

09/09/2020

Cadastre-se para o webinar através do link: https://forms.gle/ffRiqQg2BbXLxrqp6

Braskem dá novos passos em pesquisas sobre reciclagem química de plásticos

05/09/2020

Nova etapa envolve acordo de cooperação firmado entre a companhia, Fábrica Carioca de Catalisadores (FCC S.A.), Senai Cetiqt e Coppe/UFRJ com investimento total de R$ 2,7 milhões

Comprometida em desenvolver soluções inovadoras que contribuam à economia circular e ao desenvolvimento sustentável, a Braskem dá mais um importante passo para aprimorar a tecnologia de reciclagem química de plásticos pós-consumo. A companhia, que já vinha atuando em parceria com o EngePol – Laboratório de Engenharia de Polímeros da Coppe/UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro) e o Senai Cetiqt, por meio do Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos e Fibras, agora assina acordo de cooperação para viabilizar as próximas fases dos estudos com as mesmas instituições de ensino e com a Fábrica Carioca de Catalisadores (FCC S.A.).

O contrato foi obtido após a Braskem participar de um processo seletivo aberto pelo Senai, por meio de edital público. Os investimentos nesta etapa da pesquisa estão estimados em R$ 2,7 milhões, entre recursos financeiros e humanos das instituições e empresas envolvidas.

Desde 2018, a Braskem vem empenhando esforços para aumentar a eficiência da tecnologia de pirólise, processo capaz de quebrar as moléculas da resina plástica por meio do calor, transformando-a novamente em matéria-prima que pode ser reinserida na cadeia produtiva do plástico. O objetivo do projeto é desenvolver catalisadores para melhorar a qualidade dos produtos gerados no processo de reciclagem química do plástico.

“Identificamos, no ano passado, após os nossos primeiros estudos em reciclagem química, a necessidade de desenvolver novos catalisadores. Após avaliarmos algumas opções, chegamos à FCC S.A., líder no fornecimento de catalisadores de FCC no mercado sul-americano, para compor os estudos em andamento com o Senai Cetiqt e Coppe/UFRJ. Agora que contamos com um corpo de pesquisa ainda mais completo e acesso à tecnologia adequada, será possível ganhar agilidade para avançar no desenvolvimento de uma solução de reciclagem química viável técnica e economicamente”, conta Gus Hutras, responsável pela área de Tecnologia de Processos da Braskem. “Esse projeto, que por enquanto é experimental, já demonstra grande potencial de impacto positivo à sociedade, à economia circular e à sustentabilidade”, complementa.

“O planejamento estratégico da FCC S.A. contempla explicitamente o desenvolvimento de novos produtos e mercados. Neste sentido, identificamos como prioritárias aplicações inseridas na economia circular e na bioeconomia, áreas com um enorme potencial de crescimento. Estamos muito confiantes no resultado deste projeto em conjunto com a Braskem, Senai Cetiqt e Coppe/UFRJ para reciclagem química de plásticos inservíveis de resíduos sólidos urbanos”, relata Sidney Martins, coordenador de Novos Negócios da FCC S.A.

Fabiana Quiroga, responsável pela área de Economia Circular da Braskem na América do Sul, aponta a principal vantagem de se investir na reciclagem química. “A partir desse processo, o resíduo plástico descartado é processado e transformado em matéria-prima novamente, que por sua vez dará origem a novas resinas plásticas. O caminho para isso está sendo trilhado: conectar pesquisa e inovação para criação de soluções sustentáveis. Queremos, a cada dia, desenvolver mais negócios e iniciativas de valorização dos resíduos plásticos, para assim, fechar o ciclo como um todo”, finaliza.

As instituições de pesquisa e ensino parceiras da Braskem nesta pesquisa também estão alinhadas ao objetivo de contribuir para a economia circular. “Temos como missão promover a sustentabilidade e competitividade da indústria química brasileira por meio do desenvolvimento de novos produtos e processos. No âmbito da economia circular, nos posicionamos como elo estratégico para a materialização de soluções que promovam impactos positivos nos negócios das empresas parceiras e na sociedade como um todo”, afirma Paulo Coutinho, gerente do Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos e Fibras, do Senai Cetiqt.

José Carlos Pinto, professor titular do Programa de Engenharia Química da Coppe/UFRJ e coordenador do Laboratório de Engenharia de Polimerização (EngePol), também acredita nessa união de forças. “Visando estabelecer e consolidar os conceitos de economia circular no setor de plásticos, estudamos nos últimos anos os processos de reciclagem química de plásticos, sendo a pirólise térmica e catalítica, a técnica mais promissora. A parceria com Braskem, FCC S.A. e Senai Cetiqt será uma excelente oportunidade para que esses estudos alcancem maior escala”, descreve.

Fonte: Braskem

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Canudinho biodegradável fabricado com PHA vence Prêmio de Inovação em Bioplásticos da Associação Americana da Indústria do Plástico (PLASTICS)

23/08/2020

Danimer Scientific e Wincup desenvolveram canudo fabricado com bioplástico biodegradável, o primeiro do gênero

A Divisão de Bioplásticos da Plastics Industry Association (PLASTICS) anunciou no dia 20/08 que as empresas Danimer Scientific e a WinCup foram as vencedoras conjuntas do Prêmio 2020 de Inovação em Bioplásticos. Juntas, as duas desenvolveram os primeiros canudos vendidos comercialmente fabricados com polihidroxialcanoato (PHA), um material comprovado como uma alternativa biodegradável confiável em relação ao plástico tradicional.

A WinCup criou os canudos Phade™ usando o PHA da marca Nodax™, da Danimer Scientific, que se degradam completamente sem deixar microplásticos para trás. A demanda do consumidor por produtos plásticos amigáveis ao meio ambiente está crescendo exponencialmente. Os canudos Phade™ foram os primeiros canudinhos de plástico do mercado a atender a essa demanda ecológica sem perder a sensação e a qualidade do plástico. Os canudos e agitadores Phade™ têm propriedades exclusivas que não são sensíveis à temperatura e às condições de transporte em ambientes quentes.

“Estamos honrados em conceder o Prêmio de Inovação em Bioplásticos para a Danimer Scientific e a WinCup, reconhecendo seu trabalho em inovação contínua”, disse Patrick Krieger, Diretor de Sustentabilidade e Materiais da PLASTICS. “Em 2018, a Danimer, junto com a PepsiCo, recebeu reconhecimento por seu saco de chips industrialmente compostável, que buscava fornecer uma solução de fim de vida sustentável para um formato de embalagem de difícil reciclagem. Desde então, eles avançaram muito em sua produção e compostagem com PHA, resultando em um canudo plástico que é biodegradável no meio marinho. Este produto também atende a um princípio maior na indústria de plásticos: solução inovadora de problemas para criar produtos que os consumidores desejam.”

A Danimer Scientific é atua na criação de maneiras mais sustentáveis ​​e naturais de fazer produtos plásticos que são biodegradáveis ​​e compostáveis. As aplicações para seus biopolímeros incluem aditivos, revestimentos aquosos, fibras, filamentos, filmes e artigos moldados por injeção, entre outros. Com sede nos Estados Unidos, a empresa possui 125 patentes em quase 20 países para uma variedade de processos de fabricação e formulações de biopolímeros.

“A inovação é um processo colaborativo e este reconhecimento do nosso trabalho com a WinCup destaca o sucesso que é possível quando os fabricantes de matéria-prima e produto final se associam para trazer novos materiais ao mercado”, disse Scott Tuten, diretor de marketing da Danimer Scientific. “Nosso lançamento do primeiro canudo plástico do gênero, compostável em casa e biodegradável em ambiente marinho, é apenas o começo. Esperamos continuar nossa parceria com a WinCup para fornecer aos consumidores opções confiáveis ​​e sustentáveis ​​para produtos descartáveis.”

A WinCup é uma fabricante líder de artigos de serviço de alimentação descartáveis ​​para viagem com sede nos Estados Unidos.

“Continua a crescer a demanda do consumidor por produtos inovadores que minimizem os impactos ambientais e que, ao mesmo tempo, mantêm um desempenho superior – e nós precisávamos de um material inovador para atender a essa demanda”, disse Brad Laporte, Diretor de Operações da WinCup. “A parceria com a Danimer Scientific para desenvolver canudos e agitadores com base em PHA é um grande passo para mudar o futuro em plásticos descartáveis.”

“As reações de clientes e do mercado ao lançamento deste produto inovador e relevante têm sido extremamente positivas e esperamos uma demanda muito alta pelo Phade nos próximos meses”, disse Michael Winters, presidente da WinCup Foodservice. “Estamos especialmente honrados em ter nosso trabalho reconhecido pela Plastics Industry Association.”

O Prêmio Inovação em Bioplásticos é anunciado anualmente durante a Semana de Bioplásticos da Divisão de Bioplásticos da PLASTICS. Bioplastics Week é uma iniciativa impulsionada por mídia social, criada para aumentar a visibilidade dos bioplásticos e educar as pessoas sobre os muitos benefícios dos bioplásticos.

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BASF trabalha em processo inovador para reciclagem de colchões

12/08/2020

  • Colchões antigos fornecem matérias-primas para novos colchões
  • Os primeiros testes-piloto estão em andamento na Alemanha

A BASF desenvolveu um processo de reciclagem química para colchões usados e está iniciando testes-piloto na fábrica de Schwarzheide, em Brandemburgo, na Alemanha. Os materiais dos colchões antigos devem ser reciclados de modo a serem utilizados para a produção de novos colchões. “O objetivo é recuperar as matérias-primas com uma qualidade comparável à das matérias-primas não recicladas/virgens”, explica Shankara Keelapandal, da gerência de produto de Isocianatos da Europa. Com o processo, a BASF está abrindo novos caminhos e respondendo às expectativas crescentes em matéria de sustentabilidade da indústria de espuma e de colchões, bem como às expectativas dos consumidores. Trata-se de um passo importante para, eventualmente, reintroduzir os resíduos pós-consumo nos ciclos de vida dos produtos.

O processo da BASF “quebra” as moléculas de poliuretano flexível e recupera o poliol usado inicialmente. A partir daí, a BASF pode produzir novas espumas com uma pegada de carbono significativamente menor, pois menos recursos fósseis são usados. “Os projetos desta natureza são bastante interessantes porque, embora os colchões sejam fáceis de recolher e de selecionar, no final do seu ciclo de vida acabam por ser incinerados ou depositados num aterro”, explica o diretor técnico do projeto, Arno Volkmann. Os primeiros volumes do material reciclado serão entregues aos parceiros envolvidos no final deste ano para desenvolver projetos-piloto em conjunto. “O projeto é tecnicamente complexo, mas o potencial de reduzir os volumes de resíduos e economizar recursos faz com que tudo valha a pena” comenta Keelapandal.

Com o novo processo, a BASF afirma intensificar seus esforços para aumentar a sustentabilidade e dá mais um passo em direção a uma economia circular. Com o objetivo de dissociar o crescimento econômico do uso de recursos finitos, a BASF acelera a adoção do princípio da economia circular em suas operações diárias. “É por isso que desenvolvemos uma solução para fechar o ciclo para espuma de poliuretano flexível com a reciclagem química de colchões”, acrescenta Keelapandal.

Estudo compara destinação de colchões

A Política Nacional de Resíduos Sólidos brasileira, instituída em 2010, traz critérios determinando os materiais que devem ser destinados à coleta seletiva ou entrar em sistema de logística reversa a ser implementado pelas empresas. Um estudo feito pela Fundação Espaço Eco (FEE) “Comparação do desempenho ambiental e econômico da destinação final de colchões”, feita para a Associação Brasileira das Indústrias de Colchões (Abicol), compara as alternativas de destinação. Entre os dados, foi verificado que enviar 1000 colchões de espuma para coprocessamento pouparia o consumo energético equivalente a 12 residências durante um ano. Também evitaria as emissões de 10 toneladas de carbono para a atmosfera, o que representa uma viagem em torno da Terra em um carro de passeio.

“Avaliamos o desempenho ambiental e econômico do que seria viável no Brasil, levando em conta a destinação para aterro, reciclagem mecânica, coprocessamento ou recuperação energética”, explica Rafael Viñas, gerente de Sustentabilidade Aplicada da FEE. “O novo processo de reciclagem química é a combinação de alternativas mais ecoeficientes. É um dado interessante para fomentar a estruturação de logística reversa e parque industrial para esta destinação na América do Sul” considera.

A BASF conta com mais de 117.000 colaboradores em quase todos os países do mundo em seis segmentos de mercado: Químicos, Materiais, Soluções para Indústria, Tecnologias de Superfície, Nutrição & Cuidados Pessoais e Soluções para Agricultura. A BASF gerou vendas de 59 bilhões de euros em 2019.

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Grupo Solvay se une ao compromisso da Apple para avançar no uso de energia limpa

11/08/2020

Como fornecedora para a gigante do mundo tech, a Solvay promove suas próprias ambições de sustentabilidade por meio do Programa de Energia Limpa do Fornecedor da Apple.

O Grupo Solvay, que no Brasil também atua com a marca Rhodia, anuncia a renovação de sua participação no Programa de Energia Limpa para Fornecedores da Apple, um componente essencial do compromisso da gigante do mundo da tecnologia de alcançar a neutralidade de carbono para toda a sua cadeia de suprimentos e produtos até 2030.

Os 71 fornecedores da Apple, incluindo a Solvay, têm compromisso global com a produção de produtos Apple com 100% de energia limpa como parte desse esforço.

O envolvimento da Solvay remonta a outubro de 2015, quando a Apple iniciou seu Programa de Energia Limpa para Fornecedores, solicitando a seus fornecedores que tomassem todas as providências necessárias para alimentar sua produção com energia renovável.

Desde então, o Grupo Solvay implementou uma variedade de soluções de energia renovável para fornecer à Apple materiais feitos com 100% de energia verde e flexibilidade suficiente para se adaptar à demanda futura.

“Fomos rápidos em aceitar a solicitação da Apple porque ela se integrava perfeitamente aos nossos próprios objetivos em termos de energia renovável”, explicou Sébastien Pétillon, gerente de vendas para a América do Norte da unidade de polímeros especializados da Solvay. “Por fim, o acordo nos permitiu obter acesso a mais energia renovável”.

A Solvay decidiu se juntar ao China Clean Energy Fund da Apple, uma iniciativa que reúne dez fornecedores iniciais da empresa norte-americana na China em um fundo de várias centenas de milhões de dólares para investir em energias renováveis ​​na China.

“Essa foi uma solução muito mais interessante para nós, oferecendo maiores capacidades de investimento, a possibilidade de financiar vários projetos simultaneamente e menos riscos financeiros”, explicou Alain Michel, chefe de transição climática e energética da Solvay.

Além disso, a Solvay está atualmente planejando a construção de um parque eólico próximo ao local da Specialty Polymers em Changshu, perto de Xangai. “O acordo da Apple acelerou nosso conhecimento do mercado de energias renováveis ​​na China, aumentando nossa experiência e know-how”, explica Alain, “que é exatamente o efeito que eles queriam obter com essa demanda aos fornecedores”.

Com 24.100 empregados em 64 países, a Solvay oferece soluções inovadoras que contribuem para produtos mais seguros, limpos e sustentáveis, ​​encontrados em residências, alimentos e bens de consumo, aviões, carros, baterias, dispositivos inteligentes, equipamentos de saúde, sistemas de purificação de água e ar. Fundada em 1863, a Solvay obteve vendas líquidas de € 10,2 bilhões em 2019.

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