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Feira Plástico Brasil começa nesta segunda-feira (25/03) enfatizando o tema da sustentabilidade do uso dos plásticos

22/03/2019

  • Ampla e variada oferta de produtos e soluções da Plástico Brasil cria uma janela de oportunidades para a indústria ganhar produtividade e competitividade
  • A área de exposição da feira reflete o constante investimento em pesquisa e desenvolvimento feito pelos fornecedores de máquinas voltadas para reciclagem e economia de recursos naturais
  • Feira apresenta sistema de troca rápida de moldes totalmente automatizado

Começa nesta segunda-feira, dia 25 de março, e vai até o dia 29 (sexta-feira), a Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, em São Paulo. A visitação diária se inicia às 10:00 hs e vai até as 19:00 hs.

Uma iniciativa da Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions, a Plástico Brasil 2019 apresenta um crescimento de 20% sobre a edição anterior, reunindo mais de 800 marcas nacionais e internacionais, que representam os setores de máquinas, equipamentos e acessórios, matérias-primas e resinas, moldes e porta moldes, automação industrial e robótica, periféricos, entre outros produtos, serviços e soluções.

Na condição de primeira grande feira setorial do ano, a ampla e variada oferta de produtos e soluções da Plástico Brasil cria uma janela de oportunidades para os transformadores e demais atividades ganharem produtividade e competitividade e se prepararem para a retomada do consumo.

Números da Feira:

  • Expositores: Mais de 800 marcas do Brasil e de outros 13 países: Alemanha, Argentina, Áustria, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, México, Portugal, Taiwan, Turquia e Suíça
  • Expectativa de visitação: 45 mil compradores, transformadores e profissionais do setor
  • Apoio: mais de 60 entidades representativas nacionais e internacionais
  • Eventos integrados: Cerca de 80 horas de conteúdo

A abertura oficial da Plástico Brasil 2019 se dará no dia 25, às 09 horas, com a presença de João Marchesan, presidente do Conselho de Administração da Abimaq, Fernando Figueiredo, presidente-executivo da Abiquim, presidentes de entidades apoiadoras e autoridades.

Ainda no dia 25 pela manhã, às 11:30 hs, haverá uma coletiva de imprensa com a participação de João Marchesan, presidente do Conselho de Administração da Abimaq, José Velloso, presidente-executivo da Abimaq, Gino Paulucci Jr, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico da Abimaq, e Fernando Figueiredo, presidente-executivo da Abiquim. A Abimaq apresentará informações sobre a atuação da entidade em prol do desenvolvimento do setor e a Abiquim vai divulgar o desempenho das resinas termoplásticas em 2018 e o compromisso voluntário da entidade para promover e ampliar o alcance da Economia Circular nas embalagens plásticas.

Sustentabilidade

A sustentabilidade do uso dos plásticos será um tema central da feira. Uma programação técnica de palestras focalizará o assunto:

Especial Plastivida de Sustentabilidade: Especialistas na questão ambiental com foco no consumo responsável, coleta seletiva e reciclagem dos plásticos ministram palestras gratuitas para os visitantes.

  • Dia 25, às 15h: Lixo nos mares e o setor plástico, por Alexandre Turra, Professor Doutor do Instituto Oceanográfico da USP.
  • Dia 26, às 12h: Reciclagem de EPS, por Vanessa Vilata, do Comitê de EPS Plastivida.
  • Dia 27, à 12h: Sustentabilidade da Indústria Plástica na Argentina: problemáticas locais e internacionais, por Verônica Ramos, diretora-executiva da Ecoplas.
  • Dia 28, às 12h: Panorama Legislativo, por Fernando Chaib, assessor Legislativo da Plastivida.
  • Dia 29, às 11h: Política Nacional de Resíduos Sólidos, por Silvia Piedrahita Rolim, assessora Técnica da Plastivida.
  • TriCiclos: Empresa de engenharia de economia circular aplicada, abre a programação com a palestra Demanda tecnológica para plásticos mais sustentáveis, ministrada por Marilia Gabriela dos Santos, consultora de Sustentabilidade na TriCiclos.
  • Braskem: No dia 27, às 13h, Fabiana Quiroga, diretora da área de Reciclagem e Plataforma Wecycle da Braskem, maior produtora de resinas das Américas, fala sobre Economia Circular Braskem.

A área de exposição da Plástico Brasil também refletirá o constante investimento em pesquisa e desenvolvimento feito pelos fornecedores de máquinas voltadas para o processamento de resíduos plásticos de origem pós-consumo ou pós-industrial, e para economia de recursos naturais. Máquinas e equipamentos de fabricantes como Wortex, Mecalor e Steinert, por exemplo, estarão demonstrando seus últimos lançamentos com esse foco.

Reciclagem

Coleta Seletiva: Desde a montagem até a desmontagem da Plástico Brasil, os resíduos gerados pelos expositores e visitantes serão coletados por catadores da Cooperativa Prioridade Ambiental, que farão a separação tipo de material em caçambas. Estes resíduos serão posteriormente convertidos em renda à comunidade.

Ao término da coleta, a cooperativa transportará os materiais para seu galpão, onde os cooperados darão destino ambientalmente correto aos resíduos recicláveis por meio da comercialização dos produtos, sendo a arrecadação financeira revertida aos próprios cooperados.

Bicicleta Sustentável: Inovadora tecnologia de bicicletas com quadro feito de plástico reciclado. Sem contar os benefícios ambientais, a bicicleta Muzzicycles oferece uma série de vantagens: dispensa pintura, não enferruja, tem garantia vitalícia e amortecimento natural oferecido pelo plástico. Patenteada mundialmente, está presente no Uruguai, Argentina, Chile, Paraguai, Peru, Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos, Holanda, França, Itália, Espanha, Portugal, Ucrânia, Áustria e Alemanha.

Produtividade

Diminuir o tempo de setup para troca de moldes é um dos grandes desafios da indústria de injeção de plásticos para ganhar produtividade e competitividade.

Em parceria com a Romi e a Stäubli, a Plástico Brasil apresenta uma inovadora versão do SMED – Single Minute Exchange of Die – Troca Rápida de Moldes totalmente automatizada.

A injetora Romi EN 170 é equipada com um sistema de troca rápida de moldes composto por mesas troca-moldes, placas magnéticas e sistemas de multiacoplamentos rápidos. Todo o ciclo – carregamento, fixação e conexão dos moldes – é realizado ao vivo e em tempo real inferior a 5 minutos. A própria injetora informa para o sistema automatizado qual o molde necessário para o próximo lote e carrega a receita de programação.

Conhecimento

  • A Plástico Brasil terá programação técnica com cerca de 80 horas de seminários, palestras e workshops, a maioria deles gratuita.
  • 1º Abinfer Business Center – ABC 2019: Novidade nesta edição, o espaço criado em parceria com a ABINFER (Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais) é dedicado aos fabricantes de moldes, matrizes e ferramentas, e oferece uma solução completa ao reunir tecnologia e conhecimento.
  • Roadshow VDI: Boas práticas alemãs para a Indústrias 4.0: Organizado pela VDI Brasil (Associação de Engenheiros Brasil – Alemanha), em parceria com a VDMA (Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas e Instalações Industriais), demonstra os benefícios da aplicação de boas-práticas alemãs por meio de palestras ministradas por especialistas internacionais e convidados.
  • PETtalk 2019: Realizado pela Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET), é o maior encontro do ano para o setor de embalagens PET. Durante dois dias, serão apresentadas e debatidas as novas tecnologias, cenários e temas atuais que abrangem toda a cadeia produtiva.
  • Parque de Idéias: Promove a aproximação entre universidades e o setor produtivo. Instituições de ensino do Brasil apresentam seus projetos de inovação e ministram palestras, bem como escolas técnicas e empresas expositoras.
  • Sebrae Móvel: Uma van customizada oferece gratuitamente conteúdos sobre empreendedorismo e gestão a empresários e empreendedores. O veículo é equipado com todos os instrumentos necessários para a realização de atendimentos presenciais feito por funcionários do SEBRAE-SP e oferece auxílio a todos os interessados em ter seu próprio negócio ou melhorar os resultados.
  • Senai – Escola Móvel de Indústria 4.0: Inovadora e moderna estratégia de ensino totalmente voltada à Indústria 4.0. A unidade volante percorre todo o Estado de São Paulo e capacita pessoas em cidades onde não há escolas físicas do Senai-SP.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil 2019

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Tomra Sorting Recycling publica e-book analisando a viabilidade do uso de plásticos reciclados a 100%

22/03/2019

O documento disponível para download mostra que é tecnicamente possível e economicamente viável fabricar produtos de plástico 100% reciclado

A Tomra Sorting Recycling publicou um e-book analisando o papel que a reciclagem pode desempenhar ao oferecer soluções para a crise mundial de escassez de recursos naturais. O documento explora a viabilidade técnica e o progresso feito em direção a plásticos 100% reciclados e destaca as oportunidades do uso de plásticos reciclados de alta qualidade para fabricantes de produtos plásticos e embalagens.

O e-book ressalta que a preocupação dos consumidores com o lixo traz oportunidades para que as marcas demonstrem responsabilidade social corporativa e fidelizem os clientes, em benefício dos resultados de seus negócios.

O problema dos resíduos plásticos atingiu proporções enormes, com a maior parte deles ainda indo para aterros ou descartados no meio ambiente e no oceano, sendo que apenas uma pequena parte é reciclada. Órgaos reguladores e consumidores vêem a necessidade de mudança. Novas metas e regulamentações ambientais em todo o mundo estão pressionando os países para melhorarem suas taxas de reciclagem. Isso deverá incentivar o investimento e a inovação na reciclagem – já podendo ser posto em prática com as tecnologias já existentes.

O e-book da Tomra explica como o progresso significativo nas tecnologias de reciclagem de plásticos, mesmo para os produtos PET, torna a utilização de plásticos 100% reciclados não apenas tecnicamente possível, mas também economicamente viável. A publicação intitulada “A Viabilidade de Usar Plásticos 100% Reciclados” está disponível on-line em https://hubs.ly/H0gYzDN0 e pode ser baixada gratuitamente.

Produtos PET podem ser feitos de plásticos 100% reciclados de alta qualidade

O e-book da Tomra começa abordando o equívoco comum de que as embalagens PET e outros produtos, além de garrafas, só podem ser utilizados em produtos de qualidade inferior. De fato, a reciclagem de garrafas PET se desenvolveu maciçamente e é possível fabricar outros produtos de PET – e bandejas de PET em particular – a partir de materiais 100% reciclados, o que faz sentido ambiental e comercialmente.

Progresso tecnológico em direção a 100% de reciclabilidade continua

O e-book destaca o progresso feito em direção a 100% de reciclagem com tecnologias como os sistemas Sharp Eye e Laser Object Detection (LOD), recentemente apresentados pela Tomra

Segundo a Tomra, o Sharp Eye usa a sua tecnologia de sensores Flying BeamM® para distinguir diminutas diferenças químicas entre bandejas de PET e garrafas de PET, de modo que elas possam ser separadas para a reciclagem de produtos equivalentes. Combinada com a máquina Autosort da Tomra, a tecnologia Sharp Eye possibilita a separação de bandejas de PET monocamada misturadas com garrafas PET, garante a empresa.

Já a tecnologia LOD é capaz de detectar objetos que a tecnologia de infravermelho próximo (NIR) é incapaz de identificar, permitindo que os sistemas de reciclagem removam as impurezas e contaminantes de maneira eficiente, afirma a fabricante norueguesa. Isto torna tecnicamente possível e economicamente rentável fabricar produtos a partir de resina 100% reciclada, garante a empresa. Segundo a Tomra, quando a tecnologia LOD é utilizada em combinação com as suas máquinas Autosort e Finder, as operações de reciclagem de resíduos, plásticos e sucata atingem níveis de pureza do produto final que não eram alcançáveis anteriormente.

Abordando a crise de recursos

Tom Eng, vice-presidente sênior e chefe da Tomra Sorting Recycling, comentou: “A reciclagem é parte da solução para a crise mundial de recursos naturais. O e-book da Tomra destaca a importância ambiental e econômica das tecnologias de seleção nesse papel significativo que elas podem desempenhar na melhoria dos índices de reciclagem. Para complementar isso, os projetistas e fabricantes de produtos estão começando a pensar com mais cuidado sobre a reciclagem dos seus produtos no fim de vida. Os consumidores pensam agora e nosso meio ambiente precisa urgentemente disso. É juntos que podemos realmente fazer a diferença”.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo, segundo a empresa. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e análise de processos para a indústria de alimentos, mineração e outras indústrias. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, tendo sido fundada em 1972 e contando hoje com um volume de negócios de cerca de € 750m e empregando mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Dow e Boomera desenvolverão nova resina plástica feita com material reciclado

20/03/2019

  • Acordo é de cinco anos e investimento inicial será de R$ 400 mil
  • Especialistas das companhias trabalham para apresentar primeiro protótipo ainda este ano

A Dow e a Boomera, startup especializada em economia circular, estão colaborando para o desenvolvimento de uma nova resina plástica feita de material reciclado pós-consumo (PCR). As empresas esperam apresentar o primeiro protótipo da resina no final deste ano.

A Boomera atua em projetos de reciclagem com sua metodologia CircularPack®, através da qual usa sua expertise de tecnologia e design conectando parceiros para transformar materiais que iriam para o lixo em novos produtos. Dow e Boomera assinaram um memorando de entendimento de cinco anos e o investimento inicial é de R$ 400 mil.

“Reconhecemos que nenhum lixo, seja ele plástico ou não, deveria acabar na natureza. Inovações e o desenvolvimento de novos produtos e mercados para o material pós-consumo são essenciais para resolver a questão do desperdício plástico. Dow e Boomera estão dando um passo importante nessa direção”, ressalta Carolina Mantilla, diretora de Sustentabilidade do negócio de Plásticos da Dow para América Latina.

“A Boomera vem desenvolvendo soluções em PCR e logística reversa há mais de 7 anos no Brasil e sempre buscamos na tecnologia o apoio necessário para criar produtos que voltem para a sociedade com alta performance. A parceria com a Dow nos fortalece muito, com toda a experiência em aditivos dedicados à reciclagem e os especialistas dedicados a esta iniciativa”, destaca Guilherme Brammer, CEO da Boomera.

“Há uma forte demanda do mercado para as resinas plásticas recicladas pós-consumo e, com a solução que estamos criando com a Boomera, conseguiremos atender a indústria com uma tecnologia capaz de abordar os desafios de sustentabilidade das empresas”, reforça Carolina.

Os times de especialistas da Dow e da Boomera tem trabalhado em conjunto no Centro de Inovação da Dow, em Jundiaí (SP), usando fontes de plástico pós-consumo para o desenvolvimento desta nova resina.

Essa parceria é um exemplo das ações tomadas pela Dow para combater os resíduos plásticos no meio ambiente. Recentemente, a empresa também realizou:

  • Investimentos locais em infraestrutura de Pesquisa & Desenvolvimento: o mais recente investimento de P&D da Dow na região foi a aquisição de uma recicladora para o Centro de Inovação da empresa em Jundiaí (SP). O investimento total foi de mais de R$ 1 milhão e a máquina será parte integrante do desenvolvimento da resina pós-consumo, ajudando a melhorar os processos produtivos e a qualidade da resina.
  • Aliança para eliminar resíduos plásticos (Alliance to End Plastic Waste – AEPW): A Dow é uma das fundadoras da organização, comprometida a investir inicialmente US$1 bilhão – com o objetivo de aumentar este valor para US$1,5 bilhão em até 5 anos – para desenvolver e escalar soluções para ajudar a melhorar a gestão de resíduos plásticos e promover soluções pós-consumo. A Aliança possui atualmente 30 empresas e vai ajudar a promover uma transição para uma economia circular.
  • Investimento em pessoas e empresas que trabalham para soluções: em outubro, a Dow anunciou que se tornou investidora-fundadora do Circulate Capital, uma iniciativa de US$ 100 milhões para incubar e financiar empresas e infraestrutura que evitem o resíduos nos oceanos. A missão da Circulate Capital é viabilizar investimentos nos setores de gestão de resíduos e reciclagem para atrair o capital institucional adicional necessário para impulsionar iniciativas integradas em todo o sul e sudeste da Ásia.
  • Limpeza dos resíduos existentes: A recente iniciativa da Dow batizada de #PullingOurWeight teve início no primeiro semestre de 2018 e reuniu mais de 5.600 funcionários, famílias e parceiros da Dow que participaram de 55 ações de limpeza em todo o mundo, removendo cerca de 24 toneladas de lixo e resíduos de praias e hidrovias.
  • Inovação para reciclagem: O investimento em inovação é outra parte fundamental dos esforços da Dow para eliminar os resíduos plásticos no meio ambiente. A tecnologia RecycleReady da Dow permite o desenvolvimento de embalagens que podem ser recicladas. A empresa segue também focada nas tecnologias de materiais para embalagem multicamada.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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Sustentabilidade tem destaque na programação da Plástico Brasil 2019

19/03/2019

Uma das atrações voltadas para o tema é o Espaço Plastivida de Sustentabilidade, com palestras diárias e gratuitas ministradas por especialistas na questão ambiental, com foco no consumo responsável e na importância da coleta seletiva e reciclagem dos plásticos

Ao lado dos negócios, conhecimento e relacionamento, a Sustentabilidade é um dos pilares da Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional da Plástico, de 25 a 29 de março, no São Paulo Expo. A edição deste ano quer inspirar seus expositores e visitantes profissionais a replicarem tecnologias ambientalmente corretas em seus negócios.

A feira oferece uma grande quantidade de fornecedores de máquinas voltadas para o processamento de resíduos plásticos reunidos na área de exposição, como Seibt, Wortex, Wefem Extrusores, Tria do Brasil, Kie Máquinas, Shini, Rone Moinhos, Rocla, Lindner, Erema Plastic Recycling Systems, Atema e Steinert.

Além disso, uma programação técnica com palestras selecionadas especialmente para o tema da Sustentabilidade poderá ser conferidas pelos visitantes.

O principal destaque é o Especial Plastivida de Sustentabilidade, que neste ano integra a programação do Parque de Ideias. Durante todos os dias da feira, especialistas na questão ambiental com foco no consumo responsável, coleta seletiva e reciclagem dos plásticos vão ministrar palestras gratuitas para os visitantes.

“Para a Plastivida, participar da Plástico Brasil com um ciclo de palestras é uma grande oportunidade para disseminar o conceito da economia circular aplicada aos plásticos, ressaltar os seus atributos e benefícios e destacar a importância do consumo responsável, da coleta seletiva e da reciclagem”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida. E completa: “Será um espaço importante para apresentar as informações corretas sobre o plástico, desmistificar e esclarecer esta onda de informações equivocadas que acabaram viralizando e vilanizando os plásticos. Vamos falar sobre a nossa atuação na questão do lixo nos mares, reciclagem, Política Nacional de Resíduos Sólidos, entre outros temas”, completa.

Confira a programação (sujeita a alterações):

Dia 25, às 15h: Lixo nos mares e o setor plástico, por Alexandre Turra, Professor Doutor do Instituto Oceanográfico da USP.
Dia 26, às 12h: Reciclagem de EPS, por Vanessa Vilata, do Comitê de EPS Plastivida.
Dia 27, à 12h: Sustentabilidade da Indústria Plástica na Argentina: problemáticas locais e internacionais, por Verônica Ramos, diretora-executiva da Ecoplas.
Dia 28, às 12h: Panorama Legislativo, por Fernando Chaib, assessor Legislativo da Plastivida.
Dia 29, às 11h: Política Nacional de Resíduos Sólidos, por Silvia Piedrahita Rolim, assessora Técnica da Plastivida.

Além desta programação, a TriCiclos, empresa de engenharia de economia circular aplicada, abre a programação do Parque de Ideias, dia 25, ao meio dia, com a palestra “Demanda tecnológica para plásticos mais sustentáveis”, ministrada por Marilia Gabriela dos Santos, consultora de Sustentabilidade na TriCiclos. E no dia 27, às 13h, Fabiana Quiroga, diretora da área de Reciclagem e Plataforma Wecycle da Braskem, fala sobre Economia Circular Braskem.

Todas as palestras são gratuitas e realizadas num auditório integrado à área de exposição da Plástico Brasil. Não é preciso fazer inscrição prévia.

A Plastivida é o instituto socioambiental dos plásticos e atua de maneira colaborativa, por meio da educação ambiental, para disseminar informações científicas sobre os plásticos – suas propriedades, aplicações, reciclabilidade, além do uso responsável e descarte adequado – a fim de contribuir com o desenvolvimento social e ambiental. A entidade realiza diversas ações de educação ambiental. http://www.plastivida.org.br

Coleta seletiva

Desde a montagem até a desmontagem da Plástico Brasil, os resíduos gerados pelos expositores e visitantes serão coletados por catadores da Cooperativa Prioridade Ambiental, que farão a separação por tipo de material em caçambas. Estes resíduos serão posteriormente convertidos em renda à comunidade. Ao término da coleta, a cooperativa transportará os materiais para seu galpão, onde os cooperados darão destino ambientalmente correto aos resíduos recicláveis por meio da comercialização dos produtos, sendo a arrecadação financeira revertida aos próprios cooperados. Dependendo do volume, parte do material coletado poderá ser distribuído a outras entidades, com mesmo objetivo.

Sucesso da edição inaugural da Plástico Brasil, em 2017, a Muzzicycles está de volta para demonstrar sua inovadora tecnologia de bicicletas com quadro feito de plástico reciclado. Além dos benefícios ambientais, a bicicleta oferece uma série de vantagens: dispensa pintura, não enferruja, tem garantia vitalícia e amortecimento natural oferecido pelo plástico. Patenteada mundialmente, a Muzzicycles está presente no Uruguai, Argentina, Chile, Paraguai, Peru, Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos, Holanda, França, Itália, Espanha, Portugal, Ucrânia, Áustria e Alemanha.

Plástico Brasil

Uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions, a feira vai reunir mais de 800 marcas nacionais e internacionais, que representam os setores de máquinas, equipamentos e acessórios, matérias-primas e resinas, moldes e porta moldes, automação industrial e robótica, periféricos, entre outros produtos, serviços e soluções.

Parte significativa das marcas expositoras é representada por 13 países: Alemanha, Argentina, Áustria, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, México, Portugal, Taiwan, Turquia e Suíça, sendo que quatro deles – Alemanha, Áustria, China e Itália – participam com grupos de empresas reunidas em seus respectivos pavilhões. Mais de 60 entidades representativas nacionais e internacionais já garantiram seu apoio ao evento.

São esperados mais de 45 mil visitantes, entre transformadores de plástico, compradores e demais profissionais da construção civil, alimentos e bebidas, embalagens, automóveis e autopeças, perfumaria, higiene e limpeza, farmacêuticos, entre outros.

A feira vai oferecer uma programação técnica com cerca de 80 horas de seminários, palestras e workshops, a maioria deles gratuita, como o Parque de Ideias, VDI Road Show, 1º Abinfer Business Center – ABC 2019, PETtalk 2019, SEBRAE Móvel, SENAI – Escola Móvel de Indústria 4.0 e o SMED (Single Minute Exchange of Die).

O credenciamento é gratuito e já pode ser feito no site da feira: https://www.plasticobrasil.com.br/pt/credenciamento.html.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Plástico Brasil

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Braskem anuncia estudos na área de reciclagem química em conjunto com o EngePol/UFRJ, SENAI-Cetiqt e Cetrel

07/03/2019

Laboratório de Engenharia de Polimerização – Engepol/UFRJ

Ações visam a reutilização de plásticos pós-consumo na indústria

Buscando soluções que contribuam para a economia circular e o desenvolvimento sustentável, a Braskem anuncia parcerias para desenvolvimento de tecnologias na reciclagem química, focalizando-se em transformar os plásticos pós-consumo novamente em produtos químicos que podem ser utilizados em diversas cadeias de valor.

As parcerias visam o aprofundamento do estudo de tecnologias que possibilitem a transformação de plásticos com maior dificuldade de serem reciclados mecanicamente em novos produtos químicos. As pesquisas estão sendo realizadas com a parceria do EngePol (http://portal.peq.coppe.ufrj.br/)- Laboratório de Engenharia de Polímeros da COPPE/UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro), Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos – SENAI CETIQT (https://www.senaicetiqt.com/inovacao/) e Cetrel (http://www.cetrel.com.br) – empresa de serviços ambientais que iniciou suas operações em 1978, juntamente com as indústrias do Polo Petroquímico de Camaçari.

“À medida que nos esforçamos para alcançar uma real economia circular, reconhecemos os desafios e limitações que as tecnologias tradicionais de reciclagem apresentam. A Braskem está comprometida em desenvolver, implementar e oferecer soluções sustentáveis. A reciclagem química e seu potencial para superar todos esses desafios e limitações nos permitirão alcançar este objetivo. Estamos acelerando esses esforços por meio de parcerias e colaborações com outras empresas que tenham o mesmo pensamento para que possamos alcançar estas metas o mais rápido possível”, explica Gus Hutras, responsável pela área de Tecnologia de Processos da Braskem.

Esta nova vertente tecnológica complementa as iniciativas a favor da Economia Circular que a Braskem acaba de assumir. Trata-se de um conceito de processo produtivo que contempla a redução, a reutilização, a recuperação e a reciclagem de materiais, formando um ciclo sustentável desde a produção até a reinserção em um novo processo produtivo.

“Os estudos na área de reciclagem química seguem os princípios de atuação da Braskem, que utiliza a inovação a serviço de soluções sustentáveis. Queremos a cada dia desenvolver negócios e iniciativas para a valorização de resíduos plásticos”, comenta Fabiana Quiroga, responsável pela área de Reciclagem. “O diferencial da reciclagem química é que, a partir dela, o resíduo plástico descartado será processado e transformado em uma matéria prima novamente, que dará origem a novos plásticos”, conclui.

Com o objetivo de agregar valor ao material feito a partir de resina reciclada, a Braskem mantém, desde 2015, a plataforma Wecycle, que combina a necessidade de descarte adequado com a demanda do mercado por matérias-primas sustentáveis. A ação busca desenvolver negócios e iniciativas para a valorização de resíduos plásticos por meio de parcerias, visando o desenvolvimento de produtos, soluções e processos que envolvam todos os elos da cadeia do plástico, assim como o fomento de negócios e iniciativas que envolvam a reciclagem.

A Braskem definiu uma série de iniciativas globais para impulsionar a Economia Circular na cadeia de produção de produtos transformados plásticos. Intitulado “Posicionamento da Braskem em Economia Circular”, o documento define iniciativas para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar e facilitar a reciclagem e a reutilização de embalagens plásticas, especialmente as de uso único. Ele contempla ainda o avanço de investimentos em novas resinas de origem renováveis, como o Plástico Verde feito à base de cana-de-açúcar, e o apoio a novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais.

Fonte: Braskem

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CEO da Tomra recebe prêmio Europeu por gestão no segmento de recursos sustentáveis

25/02/2019

Stefan Ranstrand foi nomeado “melhor CEO da indústria de gestão de recursos sustentáveis” no prestigiado European CEO Awards

Organizada pela revista internacional de negócios European CEO, a premiação contou com 41 outros líderes empresariais. De acordo com a publicação, “a cada ano o European CEO avalia as 100 maiores empresas e líderes empresariais, buscando especificamente exemplos de estratégia forte e compromisso com a governança corporativa”.

Stefan Ranstrand (foto) está atualmente completando seu décimo ano como Presidente e CEO da Tomra, após sua nomeação em agosto de 2009. Durante seu tempo no comando, ele fez do negócio uma jornada de transformação. A Tomra é hoje reconhecida como uma empresa líder mundial em tecnologia de logística reversa e soluções de seleção baseadas em sensores para as indústrias de alimentos, reciclagem e mineração.

Fundada em 1972, a Tomra emprega 3.565 pessoas e está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Cerca de 97.500 de suas máquinas estão instaladas em mais de 80 mercados em todo o mundo. Em 2017, a empresa registrou faturamento de 7,432 bilhões de coroas norueguesas (778 milhões de euros), representando um crescimento de 12% em relação ao ano anterior, à medida que a demanda por suas tecnologias continua crescente.

Durante o ano passado, Stefan também liderou aquisições importantes para a Tomra, incluindo a Compac, fabricante de triagem de pista da Nova Zelândia, por NZ $ 70 milhões, reforçando a posição da Tomra como líder em triagem de alimentos, com amplo portifólio de tecnologias e abrangência geográfica.

Comentando sobre a premiada vitória de Stefan, os juízes do Prêmio European CEO disseram: “As soluções da Tomra são parte de um esforço generalizado para se operar de forma mais sustentável. A população global deverá aumentar em 30% nos próximos 40 anos; Como tal, tornou-se essencial que as organizações repensem como obtêm, usam e reutilizam os recursos naturais. A sustentabilidade está no coração dos negócios da Tomra há quatro décadas e eles continuam encontrando novas maneiras de otimizar recursos preciosos”.

Antes de ingressar na Tomra, Stefan ocupou vários cargos executivos em empresa de tecnologias de energia e automação ABB (1991-2009) e na fabricante de computadores Data General AG (1988-1991). Além de sua experiência corporativa, Stefan possui mestrado em engenharia industrial e de gestão pelo Institute of Technology da Linköping University, bem como diploma em engenharia industrial pela Technical University of Darmstadt.

Recebendo o prêmio, Stefan acrescentou: “É uma grande honra receber este prêmio. Esse é um reconhecimento para toda a empresa e agradece a dedicação das pessoas da Tomra. O ano que passou foi bem sucedido, reafirmando nosso posicionamento como líder de sustentabilidade e enaltecendo a revolução dos recursos. Nós nos esforçamos continuamente para encontrar formas inovadoras de reduzir o resíduos do mundo e otimizar o uso de seus recursos. Tenho muito orgulho do impacto positivo que a Tomra promoveu nos setores de reciclagem, alimentos e mineração nos últimos dez anos. Tenho o privilégio de liderar a Tomra e continuarei a fazê-la com um foco renovado em alcançar uma economia mais circular e salvaguardar o futuro do suprimento global de alimentos”.

O anúncio oficial da conquista de Stefan foi feito na edição de janeiro da Revista European CEO, que foi distribuída no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, realizado de 22 a 25 de janeiro.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Vinte e oito empresas globais estabelecem aliança mundial para ajudar a eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente e alocam mais de US $ 1 bilhão para a iniciativa

28/01/2019

Membros da Aliança que participaram do evento de fundação da AEPW em 16 de Janeiro, em Londres: da esquerda para a direita (em pé): Laurent Auguste, Vice Presidente executivo senior da Veolia; Peter Bakker, Presidente e CEO of World Business Council for Sustainable Development; Priyanka Bakaya, CEO e Fundador do Renew Oceans; Jim Fitterling, CEO da DOW; Martin Brudermüller, CEO da BASF SE; Bob Patel, CEO da Lyondell Basell; Da esquerda para a direita (sentados): Rob Kaplan, CEO e Fundador da Circulate Capital; host Hannah Vaughn Jones; David Taylor, Chairman do Conselho e Presidente e CEO da Procter & Gamble; Jean-Marc Boursier, Vice President executivo senior da Suez

Uma aliança de empresas globais da cadeia de valor dos plásticos e do segmento de bens de consumo lançaram no dia 16 de janeiro uma nova organização para promover soluções para eliminar o desperdício de plástico no meio ambiente, especialmente no oceano.

A organização intitulada Alliance to End Plastic Waste (AEPW), atualmente composta por quase trinta empresas associadas, alocaram mais de US $ 1 bilhão, com o objetivo de investir US $ 1,5 bilhão nos próximos cinco anos para ajudar a acabar com os resíduos plásticos no meio ambiente. A Aliança desenvolverá e buscará soluções em escala que minimizem e gerenciem os resíduos plásticos e promovam soluções para plásticos usados, ajudando a viabilizar uma economia circular. Os membros da aliança são empresas globais localizadas na América do Norte e do Sul, Europa, Ásia, Sudeste Asiático, África e Oriente Médio.

“Todos concordam que os resíduos de plástico não pertencem aos nossos oceanos ou a qualquer lugar do meio ambiente. Esse é um desafio global complexo e sério que exige uma ação rápida e uma liderança forte. Essa nova aliança é o esforço mais abrangente até hoje para acabar com os resíduos de plástico no meio ambiente “, disse David Taylor, Presidente do Conselho, Presidente e CEO da Procter & Gamble e presidente da AEPW. “Peço a todas as empresas, grandes e pequenas e de todas as regiões e setores, que se unam a nós”, acrescentou.

“A história nos mostra que ações coletivas e parcerias entre a indústria, governos e ONGs podem fornecer soluções inovadoras para um desafio global como este”, disse Bob Patel, CEO da LyondellBasell, e vice-presidente da AEPW. “A questão do lixo plástico é vista e sentida em todo o mundo. Ele deve ser enfrentada e acreditamos que o momento para a ação é agora.”

A Aliança é uma organização sem fins lucrativos que inclui empresas que produzem, usam, vendem, processam, coletam e reciclam plásticos. Inclui fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, transformadores e empresas de gerenciamento de resíduos, também conhecida como cadeia de valor de plásticos. A Aliança tem trabalhado com o World Business Council for Sustainable Development como um parceiro fundador estratégico. A Aliança também anunciou um conjunto inicial de projetos e colaborações que refletem uma gama de soluções para ajudar a acabar com o lixo plástico:

Estabelecimento de parcerias com cidades para projetar sistemas integrados de gestão de resíduos em grandes áreas urbanas onde a infraestrutura é escassa, especialmente aquelas ao longo de rios que transportam grandes quantidades de resíduos plásticos não gerenciados da terra para o oceano. Esse trabalho incluirá o engajamento de governos locais e partes interessadas e gerará modelos replicáveis e economicamente sustentáveis que possam ser aplicados em várias cidades e regiões. A Aliança buscará parcerias com cidades localizadas em áreas de alto descarte de plástico. A Aliança também procurará colaborar com outros programas que trabalham com cidades, tais como o Projeto STOP, que está operando na Indonésia.

  • Financiamento – A Rede de Incubadoras da Circulate Capital irá desenvolver e promover tecnologias, modelos de negócios e empreendedores que previnam resíduos plásticos oceânicos e melhorem o gerenciamento de resíduos e reciclagem, com a intenção de criar um pipeline de projetos para investimento, com foco inicial no Sudeste Asiático.
  • Desenvolvimento de um projeto de informação global, de fonte aberta e com base científica, para apoiar globalmente projetos de gerenciamento de resíduos com coleta de dados, métricas, padrões e metodologias confiáveis, com o intuito de ajudar governos, empresas e investidores a se focalizarem e acelerarem ações para impedir que os resíduos plásticos se percam no meio ambiente. A Aliança irá explorar oportunidades de parcerias com instituições acadêmicas líderes e outras organizações já envolvidas em tipos semelhantes de coleta de dados.
  • Criar uma colaboração para construir capacidades junto a organizações intergovernamentais, como as Nações Unidas, para realizar workshops e treinamentos conjuntos para funcionários do governo e líderes comunitários, a fim de ajudá-los a identificar e buscar as soluções mais eficazes e relevantes localmente nas áreas prioritárias.
  • Apoiar o Renew Oceans para ajudar em investimento e no engajamento localizados. O programa é projetado para capturar o lixo plástico antes que ele chegue ao oceano a partir dos dez principais rios que foram mapeados por transportar a grande maioria dos resíduos terrestres para o oceano. O trabalho inicial apoiará o projeto Renew Ganga, que também recebeu apoio da National Geographic Society.

Nos próximos meses, a Aliança fará investimentos adicionais e impulsionará o progresso em quatro áreas principais:

  • Desenvolvimento de infraestrutura para coletar e gerenciar resíduos e aumentar a reciclagem;
  • Inovação para impulsionar e ampliar a escala de novas tecnologias que tornem a reciclagem e a recuperação de plásticos mais fáceis e que criem valor a partir de todos os plásticos pós-uso;
  • Educação e engajamento de governos, empresas e comunidades para mobilizar ações; e,
  • Limpeza de áreas concentradas de resíduos plásticos já no meio ambiente, principalmente nos principais condutos de resíduos, como rios, que transportam resíduos plásticos terrestres para o mar.

“O sucesso exigirá colaboração e esforços coordenados em diversos setores – alguns que geram progresso a curto prazo e outros que exigem grandes investimentos com cronogramas mais longos. Lidar com resíduos plásticos no meio ambiente e desenvolver uma economia circular de plásticos requer a participação de todos ao longo de toda a cadeia de valor e o compromisso de longo prazo das empresas, governos e comunidades. Nenhum país, empresa ou comunidade pode resolver isso sozinho”, disse o CEO da Veolia, Antoine Frérot, vice-presidente da AEPW.

Uma pesquisa da Ocean Conservancy mostra que quase 80% dos resíduos plásticos no oceano começam como lixo em terra, a grande maioria dos quais viaja para o oceano através de rios. De fato, um estudo estima que mais de 90% do plástico transportado pelos rios para o oceano vem de dez grandes rios ao redor do mundo – oito na Ásia e dois na África. Sessenta por cento dos resíduos plásticos no oceano podem ser identificados como provenientes de cinco países no sudeste da Ásia.

“Embora o nosso esforço seja global, a Aliança pode ter o maior impacto no problema ao se concentrar nas partes do mundo onde o desafio é maior; e compartilhando soluções e melhores práticas de modo que esses esforços possam ser amplificados e ter sua escala ampliada em todo o mundo “, disse Peter Bakker, presidente e CEO do World Business Council for Sustainable Development.

As seguintes empresas são os membros fundadores da Aliança: BASF, Berry Global, Braskem, Chevron Phillips Chemical Company, Clariant, Covestro, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation, Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, SUEZ, Shell, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total, Veolia e Versalis (Eni).

Fonte: Alliance to End Plastics Waste; Foto: Pnuma

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SABIC e clientes lançam polímeros circulares oriundos de resíduo plástico misto durante evento em Davos

28/01/2019

Executivos da SABIC ao lado de representantes da Unilever, Vinventions, Walki Group e Plastics Energy Ltd. em Davos (Suíça)

A SABIC (www.sabic.com) anunciou em Davos (Suíça), no último dia 24, em conjunto com seus clientes Unilever (www.unilever.com), Vinventions (www.vinventions.com) e Walki Group (www.walki.com), o lançamento de polímeros circulares certificados a serem produzidos pela SABIC e usados ​​por seus clientes para desenvolver soluções de embalagem para uma variedade de produtos de consumo que serão introduzidos no mercado em 2019.

Os polímeros circulares certificados serão produzidos a partir de uma matéria-prima conhecida como Tacoil – um produto patenteado da empresa Plastic Energy Ltd (www.plasticenergy.com) sediada no Reino Unido – obtida da reciclagem de resíduos plásticos mistos de baixa qualidade destinados atualmente à incineração ou aterro. A SABIC processará esta matéria-prima em sua planta de produção em Geleen, na Holanda. Os polímeros circulares certificados finais serão então fornecidos a três clientes-chave para uso no desenvolvimento de embalagens pioneiras, seguras e de qualidade para consumidores dos mercados de alimentos, bebidas, produtos para cuidados pessoais e domésticos. Esse estágio de fundação do mercado é uma etapa importante de um projeto anunciado recentemente pela SABIC e pela Plastic Energy para construir as primeiras fábricas comerciais na Holanda para fabricar e processar a matéria-prima.

Como uma inovação disruptiva, a introdução dos polímeros circulares certificados em 2019 deverá criar uma nova cadeia de valor, onde a SABIC, juntamente com seu fornecedor da nova matéria prima e clientes-chave, trabalham lado a lado para retornar o resíduo de plástico misto ao seu polímero original, a fim de que possa ser usado novamente em aplicações de embalagem .

Como líderes de marcas globais ou líderes de mercado em suas respectivas áreas, a Unilever, Vinventions e Walki valorizam a sustentabilidade e seu papel na economia circular. Os clientes da SABIC cobrem um amplo espectro de necessidades dos consumidores das embalagens, desde as aplicações da Unilever para produtos alimentícios, pessoais e de cuidados domésticos até tampas sintéticas para vinhos da Vinagens e materiais de embalagem protetoras para produtos de consumo do Grupo Walki.

“A sustentabilidade e a reutilização fazem parte da missão da SABIC desde sua criação”, disse Yousef Al-Benyan, vice-presidente e CEO da SABIC. “Hoje, mais do que nunca, a sustentabilidade é um valor essencial que impulsiona nossa especialização científica e tecnológica. Juntamente com nossos clientes, estamos orgulhosos em lançar nossos polímeros circulares certificados, que é mais uma prova de nossa atuação no avanço da economia circular.”

Fonte: Assessoria de Imprensa – SABIC

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Olimpíadas de 2020: hóquei sobre a grama contará com gramado de polietileno derivado da cana-de-açúcar da Braskem

26/01/2019

Braskem e alemã Polytan serão as fornecedoras dos campos de hóquei, produzidos a partir do polietileno “verde” I’m greenT, para os Jogos Olímpicos de Tóquio, no ano que vem

Tóquio estabeleceu para si mesma o objetivo de organizar, em 2020, a primeira edição dos Jogos Olímpicos da história com neutralização de carbono, utilizando tecnologias verdes. A Polytan, fornecedora líder de campos de hóquei de primeira linha, e Parceira Global da FIH (Federação Internacional de Hóquei), está contribuindo de maneira importante com esta meta ao desenvolver o gramado sustentável Poligras Tokyo GT produzido com 60% de seus filamentos a partir da tecnologia do polietileno renovável I’m greenTM, da Braskem. A Polytan está utilizando o plástico verde para adicionar uma dimensão sustentável ao campo de fibras de monofilamento (grama sintética), feitas a partir do polietileno e já reconhecidas pelo mercado.

Uma camada feita de base elástica garante absorção ideal e constitui parte importante de todo o sistema do gramado de hóquei. A camada elástica da Polytan PolyBase GT confere ao gramado um equilíbrio ambiental ainda maior. Um aglutinante de alto desempenho, graças às suas baixas emissões de CO2, é utilizado para a amarração elástica permanente dos grânulos.

“A FIH está contente com o fato de que essa nova tecnologia de gramado apoiará o objetivo de Tóquio quanto à neutralização de carbono e contribuirá de forma positiva para os Jogos. Temos uma prioridade estratégica de melhorar a pegada ambiental do hóquei, por isso parcerias com empresas progressivas, como Polytan e Braskem, são cruciais. Estamos satisfeitos em constatar que este gramado sintético utiliza 66% menos água do que os campos de edições anteriores dos Jogos Olímpicos. A FIH acredita que o hóquei pode contribuir para um meio ambiente mais sustentável a partir da utilização de todas as possibilidades tecnológicas oferecidas pelo gramado moderno”, afirma o CEO da FIH, Thierry Weil.

“Com o desenvolvimento da Poligras Tokyo GT, conseguimos não apenas tornar o campo de hóquei mais sustentável, como também melhorar seu desempenho de maneira significativa. O gramado da modalidade nunca foi tão ecologicamente correto e nunca antes permitiu um jogo tão dinâmico e preciso”, diz Friedemann Söll, diretor de Gestão de Produtos da Polytan.

“Estamos muito orgulhosos pela escolha da Polytan e da FIH pelo polietileno I’m greenTM da Braskem para os campos de hóquei dos jogos de Tóquio em 2020. A cidade estabeleceu para si mesma o objetivo de organizar a primeira edição dos jogos com neutralização de carbono, e estamos felizes pelo fato de que a Braskem possa contribuir também”, acrescenta Marco Jansen, diretor comercial de Química Renovável da Braskem para Europa e América do Norte.

O polietileno verde I’m greenTM é um plástico obtido a partir do etanol da cana-de-açúcar. A Polytan optou por essa matéria-prima para a produção do seu gramado artificial pelo impacto positivo da pegada de carbono do polietileno verde I’m greenTM em relação ao polietileno de origem fóssil. Cada quilo do polietileno verde utilizado nos campos durante as olímpiadas evitará a emissão de quase 5kg de CO2, afirma a Braskem

Os pisos sintéticos da Polytan incluem desde superfícies de absorção de impacto leve até campos multifuncionais para todos os tipos de clima, além de superfícies de alta velocidade para eventos esportivos internacionais. Além do desenvolvimento, da fabricação e da instalação de suas próprias superfícies esportivas, a gama de serviços oferecidos pela Polytan também inclui marcação de linhas, reparo, limpeza e manutenção.

Fonte: Braskem

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Tomra Sorting Recycling cria posição gerencial para fortalecer foco na Nova Economia de Plásticos

25/01/2019

Nova nomeação reflete o compromisso da Tomra com a ambiciosa visão de uma economia circular

A Tomra Sorting Recycling promoveu o Engenheiro de Desenvolvimento de Negócios László Székely (foto) para o cargo recém-criado de Gerente de Nova Economia de Plásticos. Esta iniciativa reforça o compromisso da Tomra com os objetivos da Nova Economia de Plásticos (NPE) e orientará o progresso em direção a objetivos que são diferenciados das outras atividades de desenvolvimento de negócios da empresa.

A nova equipe de economia de plásticos da Tomra trabalhará para incentivar a triagem e a reciclagem de plásticos pós-consumo, como poliolefinas e estirênicos, para mudar a prática generalizada de queimar esses materiais ou enviá-los para aterros sanitários. A Tomra também está comprometida em trabalhar com fabricantes de embalagens para ajudar a tornar as embalagens mais amplamente recicláveis, reduzir a dependência da produção de embalagens de matérias-primas e contribuir para o impulso de modernização dos plásticos pós-consumo, de modo que haja maior uso de materiais reciclados do que virgens.

László Székely juntou-se à marca Titech da Tomra (sendo renomeada mais tarde de Tomra Sorting Recycling) em 2012, após concluir os estudos em gestão de resíduos e tratamento de áreas contaminadas na Technische Universität Dresden, na Alemanha. Atuando como Engenheiro de Desenvolvimento de Negócios, László atuou no desenvolvimento de separação de vidro de diferentes fluxos de resíduos, com responsabilidade conjunta pelo desenvolvimento de equipamento de seleção de vidro (Autosort Laser).

Ele também esteve envolvido no planejamento e construção das duas primeiras plantas automáticas de seleção de RSU (resíduos sólidos urbanos) na Hungria e ajudou duas grandes marcas na modernização de plásticos pós-consumo (Polipropileno). Desde 2017, a László está envolvido em projetos com foco em embalagens de poliolefinas pós-consumo, bandejas de PET e trabalho com empresas de embalagens e transformadores.

László Székely afirmou: “Estou muito contente pelo fato de que a minha dedicação e experiência tenham sido reconhecidas desta maneira, pois o progresso em direção à Nova Economia de Plásticos é muito importante”.

O trabalho da Nova Economia de Plásticos da Tomra também envolverá, em nível sênior, Jürgen Priesters, Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios em Reciclagem; e a Engenheira de Desenvolvimento de Negócios, Charlotte Glassneck.

A visão da Nova Economia de Plásticos, que aplica os princípios da economia circular, foi criada pela Fundação Ellen MacArthur com três ambições: criar uma economia pós-uso de plásticos eficaz, melhorando a economia e a reciclagem, a reutilização e a biodegradação controlada para aplicações direcionadas; reduzir drasticamente a fuga de plásticos no meio ambiente (especialmente o oceano) e outros impactos negativos; e dissociar plásticos de matérias-primas fósseis. Embora esses objetivos tenham sido lançados em 2016 como uma iniciativa de três anos, eles criaram um impulso que inspirará a ação por muitos anos.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, fundada em 1972 e que possui hoje um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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BASF é cofundadora da Alliance to End Plastic Waste

17/01/2019

  • Aproximadamente 30 empresas da cadeia de valor do plástico e bens de consumo alocaram mais de 1 bilhão de dólares para ajudar a acabar com o resíduo plástico no meio ambiente
  • BASF apoia a Alliance to End Plastic Waste para disponibilizar soluções que ajudem a resolver o problema mundial de resíduos plásticos

A BASF se tornou hoje cofundadora de uma aliança global de aproximadamente 30 empresas para promover soluções que reduzam e eliminem os resíduos plásticos descartados no meio ambiente, principalmente no oceano. A Alliance to End Plastic Waste (AEPW) comprometeu-se com mais de 1 bilhão de dólares e tem a meta de investir até 1,5 bilhão de dólares nos próximos cinco anos para ajudar a eliminar o resíduo plástico no meio ambiente. Novas soluções serão desenvolvidas e colocadas em escala para minimizar e manejar o resíduo plástico, incluindo a promoção de soluções para plásticos já utilizados, ativando a economia circular.

“Damos imenso apoio aos esforços para reduzir os resíduos plásticos no meio ambiente”, afirma o Dr. Martin Brudermüller, presidente do Conselho Diretivo e diretor de tecnologia da BASF SE, que forneceu suporte para a criação da aliança desde o início. “Somos cofundadores da Alliance to End Plastic Waste pois queremos desenvolver e promover soluções que ajudarão efetivamente a resolver o problema mundial de resíduos plásticos”, explica Brudermüller. “Os plásticos são materiais eficientes que podem economizar recursos e trazer benefícios em saúde, segurança e conveniência para a sociedade. Tais benefícios podem ser contraditórios caso os plásticos e seus resíduos não forem usados, descartados ou reciclados de maneira responsável”.

Entender de onde vem o resíduo plástico é fundamental. Pesquisas realizadas pela Ocean Conservancy mostram que os plásticos no oceano se originam predominantemente dos resíduos em terra. A maior parte do resíduo plástico é disseminada pelos rios, podendo ser rastreada a dez grandes rios ao redor do mundo, principalmente na Ásia e na África. Muitos desses rios percorrem áreas com alta densidade populacional, onde há falta de infraestrutura adequada para coleta e reciclagem de resíduos, levando a um significativo vazamento. A AEPW irá iniciar ações onde há maior necessidade, incluindo projetos que contribuam para soluções em quatro áreas principais:

  • Desenvolvimento de infraestrutura para realizar o manejo dos resíduos e aumentar a reciclagem;
  • Inovação para desenvolver e escalar novas tecnologias que reciclem e recuperem plásticos mais facilmente, criando valor por meio dos plásticos pós-uso;
  • Educação e engajamento de governos em todos os níveis, empresas e comunidades para mobilizar ações; e
  • Limpeza de áreas onde há concentração de resíduos plásticos no meio ambiente, especialmente nos principais disseminadores de resíduos, como os rios, que transportam resíduos terrestres para o oceano.

“Todos concordam que os resíduos plásticos não pertencem aos nossos oceanos ou qualquer lugar no ambiente. Este é um desafio global complexo e sério que exige uma ação rápida e uma liderança forte. Essa nova aliança é o esforço mais abrangente até o momento que visa eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente”, afirma David Taylor, CEO da Procter & Gamble, e presidente da AEPW.

A aliança é uma organização sem fins lucrativos que inclui empresas de toda a cadeia de valor global de plásticos e bens de consumo: fabricantes de produtos químicos e plásticos, empresas de bens de consumo, varejistas, convertedores e empresas de manejo de resíduos. A aliança trabalhará com governos, organizações intergovernamentais, universidades, organizações não-governamentais e sociedade civil, para investir em projetos conjuntos para eliminar os resíduos plásticos do meio ambiente.

O engajamento da BASF com a aliança reforça o comprometimento da empresa com um manejo responsável de plásticos. “Uma medida importante para acabar com a entrada descontrolada de plásticos no meio ambiente é criar círculos fechados onde o plástico possa ser usado como uma nova matéria-prima. A indústria química desempenha um papel importante na inovação e implementação de processos em grande escala para converter resíduos plásticos em novos produtos”, completa Brudermüller.

O recém-iniciado projeto ChemCycling é um exemplo de como a BASF está desenvolvendo tecnologias inovadoras que promovem a recuperação e reciclagem de plásticos. Juntamente com os seus clientes e parceiros, a BASF desenvolveu e fabricou os primeiros produtos baseados em resíduos plásticos quimicamente reciclados.

A BASF também está implementando ativamente o programa internacional Operation Clean Sweep® em todas as suas unidades de produção de pellets de plástico no mundo, visando prevenir a perda de pellets de plástico ao longo da cadeia de valor, por meio de medidas comportamentais, organizacionais e técnicas. Além disso, a BASF participa de várias colaborações e projetos de associações (por exemplo, World Plastics Council,Ellen MacArthur Foundation, CEFLEX) sobre manejo de resíduos e educação.

As seguintes empresas são membro-fundadoras da Alliance to End Plastic Waste: BASF, Berry Global, Braskem, Chevron Phillips Chemical Company LLC, Clariant, Covestro, CP Group, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation USA, Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, Shell, Suez, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total e Veolia.

Fonte: BASF / Alliance to End Plastic Waste

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Braskem adere a Aliança global para combater descarte de resíduo plástico no meio ambiente

16/01/2019

Organização sem fins lucrativos que inclui toda a cadeia de valor do plástico planeja investir até US$ 1,5 bilhão em cinco anos

A Braskem se juntou a um grupo de cerca de 30 grandes empresas em uma iniciativa para ajudar a acabar com os resíduos de plástico no meio ambiente. A Aliança para o Fim dos Resíduos Plásticos – em inglês, Alliance to End Plastic Waste (AEPW) -já inicia suas atividades dedicando US$ 1 bilhão (R$ 3,7 bilhões) a projetos e desenvolvimento de tecnologias para acabar com o descarte de plásticos no meio ambiente, especialmente nos oceanos. A Aliança (www.endplasticwaste.org) foi lançada hoje (16/01/19) e tem a meta de aumentar o investimento para até US$ 1,5 bilhão (R$ 5,5 bilhões) nos próximos cinco anos.

“Nenhum de nós deseja um meio ambiente repleto de resíduos plásticos. Este é um desafio global sério e complexo que exige ações rápidas e forte liderança. Esta nova Aliança é o esforço mais abrangente já feito para dar fim ao descarte de plásticos no meio ambiente”, disse Fernando Musa, presidente da Braskem. “O plástico é um material extremamente eficiente que ajuda a minimizar nosso impacto no meio ambiente em quase todos os aspectos da vida moderna. Mas precisamos trabalhar para minimizar o descarte, assim como para reciclar e recuperar o plástico depois de usado.”

Essa iniciativa ocorre na sequência do anúncio do posicionamento realizado pela Braskem a favor da Economia Circular, que definiu iniciativas próprias para ampliar sua atuação em reciclagem e na produção de novas resinas renováveis. Além disso, a empresa anunciou o esforço em prol de novas tecnologias e modelos de negócios que privilegiem o reuso do plástico.

Agora a Braskem se une à Aliança, que é uma organização sem fins lucrativos e inclui toda a cadeia de valor dos plásticos: empresas que produzem, utilizam, vendem, processam, coletam e reciclam plásticos. Isso inclui fabricantes de químicos e plásticos, transformadores, companhias de bens de consumo, revendedores e empresas que trabalham com gestão de resíduos. A Aliança tem como parceiro estratégico o Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável.

Entre os projetos iniciais anunciados pela aliança destacam-se as parcerias com prefeituras de diversas cidades para projetar sistemas integrados de gestão de resíduos em grandes áreas urbanas com baixa infraestrutura, especialmente aquelas onde há rios que transportam vastas quantias de resíduos plásticos do continente para o oceano.

Além disso, ela vai colaborar com organizações intergovernamentais, como as Nações Unidas, e custear a rede de incubadoras da Circulate Capital para desenvolver e promover tecnologias, modelos de negócios e empreendedores que trabalham pela prevenção de plásticos no oceano e pela gestão de resíduos e reciclagem, entre outras iniciativas.

As empresas a seguir são membros fundadores da Aliança: a brasileira Braskem, BASF, Berry Global, Chevron Phillips Chemical Company LLC, Clariant, Covestro, Dow, DSM, ExxonMobil, Formosa Plastics Corporation, U.S.A., Henkel, LyondellBasell, Mitsubishi Chemical Holdings, Mitsui Chemicals, NOVA Chemicals, OxyChem, PolyOne, Procter & Gamble, Reliance Industries, SABIC, Sasol, SUEZ, Shell, SCG Chemicals, Sumitomo Chemical, Total, Veolia, e Versalis (Eni).

Fonte: Braskem

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BASF pela primeira vez fabrica produtos com plásticos quimicamente reciclados

21/12/2018

A BASF está inovando na reciclagem de resíduos plásticos através do seu projeto ChemCycling. A reciclagem química é uma maneira inovadora de reutilizar os resíduos plásticos que não são atualmente reciclados, tais como plásticos misturados ou sujos. Dependendo da região, este tipo de resíduo é geralmente enviado para o aterro sanitário ou incinerado com recuperação energética. Mas a reciclagem química oferece outra alternativa. Usando processos termoquímicos, esses plásticos podem ser utilizados para produzir gás de síntese ou óleo de pirólise. As matérias-primas recicladas resultantes podem ser usadas como insumos na produção da BASF, substituindo parcialmente recursos fósseis.

A BASF afirma que fabricou pela primeira vez produtos baseados em resíduos plásticos quimicamente reciclados, sendo, portanto, uma pioneira global na indústria. “O uso responsável dos plásticos é essencial para resolver o problema mundial dos resíduos. Isto se aplica às empresas, assim como a instituições e aos consumidores. Com a reciclagem química, queremos fazer uma contribuição significativa na redução da quantidade de resíduos plásticos”, afirma Dr. Martin Brudermüller, presidente do Conselho Diretivo e CTO (Chief Technology Officer) da BASF SE. “Com o nosso projeto ChemCycling, estamos usando o resíduo plástico como matéria-prima. Desta forma, criamos valor para o meio ambiente, a sociedade e a economia. Nós juntamos forças com parceiros em toda a cadeia de valor para estabelecer um modelo operacional circular”, disse Brudermüller. A BASF está colaborando estreitamente com seus clientes e parceiros, que vão desde empresas de gestão de resíduos até fornecedores de tecnologia e fabricantes de embalagens, com o objetivo de estabelecer uma cadeia de valor circular.

De resíduos a embalagens de queijo e componentes de geladeira

BASF já está desenvolvendo produtos “piloto” que incluem embalagem de queijo muzzarela, componentes de geladeira e painéis de isolamento térmico com dez clientes de diversos setores. Os produtos ChemCycling fornecidos pela BASF possuem exatamente as mesmas propriedades dos produtos de origem fóssil e por isso atendem aos padrões de qualidade e de higiene necessários para embalagens de alimentos. Stefan Gräter (foto, à esquerda.), chefe do projeto ChemCycling da BASF, vê um grande potencial: “Esta nova forma de reciclagem oferece oportunidades para modelos de negócios inovadores para nós e para nossos clientes, que já valorizam produtos e embalagens feitos de materiais reciclados, mas que não podem ou não querem comprometer-se quando o assunto é qualidade”, afirma. Como próximo passo, a BASF planeja disponibilizar comercialmente os primeiros produtos do projeto ChemCycling.

Verbund da BASF oferece condições ideais para ChemCycling

No início da cadeia de produção, a BASF alimenta como matéria prima um óleo derivado de resíduos plásticos, obtido por meio de um processo de pirólise. A BASF obteve a matéria-prima para os produtos “piloto” do seu parceiro Recenso GmbH, da Alemanha. Como alternativa, o gás de síntese, obtido a partir de resíduos plásticos, também podem ser usado.

O primeiro lote deste óleo foi alimentado em outubro no steam cracker (coluna de craqueamento a vapor) da fábrica da BASF em Ludwigshafen (Alemanha). O steam cracker é o ponto de partida para a produção do complexo químico da Basf. Ele quebra ou “craqueia” essa matéria-prima sob temperaturas de aproximadamente 850 graus Celsius. Os principais produtos resultantes do processo são o eteno e o propeno. Estes produtos químicos básicos são usados no complexo de produção para fabricar vários produtos químicos. Fazendo um cálculo de balanço de massa, a parcela de matéria-prima reciclada pode ser alocada matematicamente ao produto final certificado. Cada cliente pode selecionar a porcentagem alocada de material reciclado.

Desafios tecnológicos e regulatórios

Tanto o mercado como a sociedade esperam que a indústria apresente soluções construtivas para lidar com o resíduo plástico. A reciclagem química é um complemento inovador a outros processos de reciclagem e gestão de resíduos. “Precisamos de uma ampla gama de opções de recuperação de resíduos plásticos, uma vez que nem todas as soluções são adequadas para certos tipos de resíduos ou possíveis para cada aplicação do produto. A primeira escolha deve ser sempre a solução com melhor desempenho em uma avaliação de ciclo de vida”, explica Andreas Kicherer (foto, à direita), especialista em sustentabilidade da BASF.

Entretanto, as condições tecnológicas e regulatórias devem ser atendidas antes que o projeto esteja pronto para o mercado. Por um lado, as tecnologias existentes para transformar resíduos plásticos em matérias-primas recicladas, tais como óleo de pirólise ou gás de síntese, devem ser desenvolvidas e adaptadas a fim de garantir uma alta qualidade de forma consistente. Além disso, as estruturas regulatórias regionais influenciarão substancialmente na extensão com que essa abordagem pode ser estabelecida em cada mercado. É essencial, por exemplo, que a reciclagem química e a abordagem de balanço de massa sejam reconhecidas como medidas que contribuam para o cumprimento de metas de reciclagem específicas para produtos e aplicações.

Manejo responsável dos resíduos plásticos é essencial

Os plásticos oferecem muitos benefícios em aplicações técnicas, na medicina e em aplicações cotidianas e  são frequentemente uma alternativa melhor do que outros materiais. O desafio está no manejo responsável do destino dos plásticos pós-consumo. Sistemas funcionais de gestão de resíduos e o comportamento responsável dos consumidores em relação aos plásticos são cruciais para solucionar problemas tais como a poluição causada pelo lixo plástico. Para este fim, a BASF está envolvida em vários projetos, a nível de associação e também internacionalmente. Por exemplo, a empresa é membro do World Plastics Council e participa de dois programas da Ellen MacArthur Foundation. Além disso, a BASF implementou a Operation Clean Sweep, uma iniciativa internacional da indústria de plásticos para evitar a perda de grânulos, flakes e pós de plásticos no meio ambiente. O novo projeto ChemCycling da BASF é outro marco no uso responsável de recursos.

Fonte: BASF

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Simplás apresenta plano de educação e inclusão social em encontro mundial do setor plástico em Bali (Indonésia)

20/12/2018

O Simplás (Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho) representou o Brasil no encontro anual da Global Plastics Alliance, uma das maiores organizações mundiais do setor, que congrega associações de indústrias do plástico e de segmentos relacionados, petroquímicas e institutos ambientais de todo o planeta. Na reunião, que ocorreu entre os dias 12 e 14, em Bali, na Indonésia, o presidente Jaime Lorandi (foto), apresentou um inédito plano de aliança global para educação ambiental e inclusão social.

O convite ao Simplás partiu da direção da Plastics Europe, associação que representa os fabricantes da indústria de plásticos da Europa, por meio do diretor executivo da entidade, Karl-H Foerster, durante encontro com Lorandi em Bruxelas (Bélgica), no fim de novembro. A entidade é uma das integrantes da Global Plastics Alliance, que, além de outras, também conta com a participação do American Chemistry Council (ACC), representante dos Estados Unidos. A organização mundial tem entre suas diretrizes, por exemplo, a busca por soluções para a limpeza dos oceanos e o desenvolvimento de iniciativas educacionais.

Em Bali, o presidente do Simplás apresentou a proposta de uma aliança global entre o setor plástico, as indústrias de alimentação, bebidas higiene e limpeza (grandes utilizadoras de embalagens plásticas), instituições de educação, petroquímicas e entidades relacionadas ao setor. O objetivo consiste em elaborar uma linguagem universal e implementar um programa de educação ambiental da população, com foco nos consumidores finais, e de inclusão social, para assegurar a profissionalização e dignidade dos catadores e recicladores.

“A humanidade, atualmente, tem 7,4 bilhões de pessoas consumindo 70% a mais de recursos naturais do que a Terra consegue repor. O planeta já está exaurido e a população ainda vai aumentar. Em 2060, é previsto um contingente de 10 bilhões de pessoas, que consumirão ainda mais recursos. Nossa geração e as gerações futuras terão de praticar novos hábitos ambientais. Para termos uma boa qualidade de vida e sustentabilidade ambiental, teremos de reutilizar todo o material que consumirmos”, afirma Lorandi.

O dirigente observa que grande parte da composição dos produtos continua sendo matéria-prima após o consumo. Contudo, devido à ausência de educação ambiental e estrutura de coleta e processamento, muitos recursos deixam de ser reutilizados e acabam descartados indevidamente em rios, aterros e oceanos. E tendo como consequência, além de grandes desperdícios materiais, imensa poluição ambiental.

“É necessário e urgentíssimo um movimento mundial para a realização de campanhas de educação ambiental para que todas as pessoas adquiram o hábito de separar e destinar corretamente seus materiais pós-consumo para a reciclagem. Indo além: é necessário também incluir economicamente e socialmente os trabalhadores da reciclagem, através da capacitação e geração de emprego e trabalho dignos, pois são o elo humano mais frágil desta atividade essencial”, conclui Lorandi.

O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) representa mais de 400 empresas de transformação que geram cerca de 9,5 mil empregos diretos em oito municípios (Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real), com estimativa de faturamento anual superior a R$ 3 bilhões. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), pelo número de empresas instaladas, a região concentra o segundo maior polo de transformação de material plástico do país.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Simplas; Foto: Júlio Soares – Objetiva Fotografia

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Tomra Sorting Recycling apresenta o Autosort Color para a separação do vidro do Resíduo Sólido Urbano

12/12/2018

Nova tecnologia recupera mais vidro para reciclagem, atingindo taxas de pureza superiores a 95%.

A Tomra Sorting Recycling (https://www.Tomra.com/pt/sorting/recycling) apresentou o Autosort Color, uma nova máquina que funciona em combinação com o Autosort Laser para recuperar o vidro do resíduo sólido urbano. Segundo a Tomra, o Autosort Color atinge taxas de pureza superiores a 95% em alta escala de processamento, mesmo quando os materiais de entrada estão úmidos, empoeirados ou sujos.

Embora a coleta de vidro seja feita separadamente em muitos países, uma grande quantidade de vidro recuperável permanece, no entanto, misturada com os resíduos sólidos urbanos (RSU) das residências e pequenas empresas. O conteúdo de vidro no RSU na Europa normalmente varia de 3,5% a 9,8%. E a pesquisa da FEVE (Federação Europeia de Embalagens de Vidro) revelou que a coleta de vidro dos RSU’s para reciclagem varia consideravelmente de país para país. Suécia, Noruega, Suíça e Luxemburgo alcançam taxas de recuperação de 95% ou mais, mas em grande parte da Europa Ocidental a taxa é tipicamente de 68% a 75% e em cinco países da Europa Oriental a taxa é inferior a 40%.

No Brasil, a realidade é ainda bem diferente, mas estão sendo dados os passos certos para modificar esta realidade. De acordo com o último estudo, o país produz em média 980 mil toneladas de embalagens de vidro por ano, usando cerca de 45% de matéria-prima reciclada na forma de cacos. Parte deles foi gerado como refugo nas fábricas e parte retornou por meio da coleta seletiva. Cerca de 47% das embalagens de vidro foram recicladas em 2011 no Brasil, somando 470 mil ton/ano. Desse total, 40% é oriundo da indústria de vasilhames, 40% de mercado difuso, 10% do “canal direto” (bares, restaurantes, hotéis etc.) e 10 % de resíduo pós indústria.

Segundo a Tomra, o Autosort Color permitirá operações de triagem para extrair e vender este vidro, que de outra forma não seria recuperado para a reciclagem. O novo sistema de seleção também ajuda as plantas de triagem a minimizarem os riscos de interrupção, tempo de parada e custos de reparo decorrentes de danos em componentes de máquinas não projetadas para a seleção de vidro.

A Tomra afirma que o Autosort Color também permite redução de custos de destinação dos rejeitos das plantas de triagem, porque os resíduos domésticos que contêm vidro podem resultar em custos mais altos de aterro dada a sua maior densidade do material. Assim a extração do vidro dos RSU também reduzirá os custos do aterro. Há um vídeo da nova aplicação em: Autosor Color Animation

Valerio Sama, Vice-presidente e Chefe de Gestão de Produto de Reciclagem, comentou: “Na maioria dos paises em todo o mundo, há grande espaço para melhorias na recuperação de vidro a partir de resíduos domésticos e comerciais. Separar mais vidro para reciclagem é melhor para o meio ambiente e mais possibilidade de receita para as empresas de triagem. Com o Autosort Color esses dois benefícios agora são alcançáveis”.

Processo de duas máquinas recupera mais de 80% de vidro, com 95% de pureza

No desenvolvimento do Autosort Color, a Tomra estabeleceu metas de padrões industriais para recuperar um mínimo de 80% de vidro dos RSU, com pelo menos 95% de pureza do vidro recuperado. Segundo a Tomra, essas metas foram cumpridas consistentemente durante muitos meses em quatro instalações na Alemanha e na Espanha, incluindo uma que separa até 3.000 toneladas de vidro por ano. Este sucesso foi possível graças a um processo de classificação de duas máquinas, usando primeiro o Autosort Laser, depois o Autosort Color.

O primeiro passo no processo de remoção de vidro do RSU é o pré-tratamento. Depois que o RSU passa por um abridor de sacos, convencionalmente a fração fina (0 a 80 mm) é peneirada. Esta fração é então dividida em três granulometrias por uma peneira vibratória de dois andares: frações finas de 0-8mm de diâmetro, como resíduos orgânicos e areia, uma fração intermediária de 8-60mm e uma fração de tamanho maior de 60-80 mm.

Na segunda etapa, as frações do meio, que contêm o maior conteúdo de vidro, são submetidas à separação de densidade. Isso remove as frações mais leves e envia as frações mais pesadas para a unidade Autosort Laser. Aqui, uma combinação de tecnologias de deteção de Laser (LAS) e infravermelho (NIR) permite a separação do vidro do restante dos materiais.

Na terceira e última etapa do processo, o máquina Autosort Color classifica as frações de vidro com uma câmara de alto desempenho e separa as impurezas restantes do vidro de maior qualidade. O resultado é a recuperação de vidro reciclável com uma pureza consistentemente alta de mais de 95%.

A Tomra Sorting Recycling projeta e fabrica sistemas de seleção por sensores para a indústria global de reciclagem e gestão de resíduos. Mais de 5.500 sistemas foram instalados em 80 países em todo o mundo. A Tomra Sorting Recycling faz parte da Tomra Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para a separação, descascamento e análise de processos para a indústria de alimentos, mineração e outras indústrias. A Tomra Sorting é de propriedade da empresa norueguesa Tomra Systems ASA, que tem um volume de negócios de cerca de € 750m e emprega mais de 3.500 pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Tomra

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Estudantes da UFRJ criam bioplástico para embalagem que indica quando alimento está deteriorado

04/12/2018

Alunos e ex-alunos da UFRJ idealizaram e produziram uma embalagem de plástico biodegradável que revela a qualidade do alimento, a Plasticor. O material da embalagem, em contato com o alimento, pode mudar para uma cor esverdeada ou rosada, indicando se o produto está própria para consumo ou não. Em desenvolvimento há cerca de um ano, nos laboratórios do campus de Xerém, o bioplástico dos estudantes é uma saída sustentável no cenário de grande desperdício em que se vive atualmente.

Por ano, de toda a comida produzida no planeta, 30% (ou 1,3 bilhão de toneladas) vai para o lixo, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. A mudança de cor da embalagem seria, portanto, uma forma de estabelecer prioridade para o consumo dos alimentos, dando preferência aos mais próximos de vencer, além de garantir a confiabilidade da ingestão daqueles cuja data de validade esteja expirada, mas que ainda podem ser consumidos de forma segura.

Segundo os desenvolvedores do produto, as vantagens vão ainda além. “O impacto ambiental também é reduzido, visto que, nas últimas décadas, a utilização de materiais plásticos é abundante na indústria alimentícia. Nossa embalagem é ecologicamente correta, já que não utiliza aditivos químicos nem demora anos para degradar”, explica João Vítor Balbino, estudante do 5º período de Biofísica e um dos sete integrantes da startup. Os alunos estimam que o tempo de degradação do Plasticor seja de seis meses, porém ainda estão sendo feitos testes para tornar essa informação mais precisa.

A ideia surgiu pensando no desperdício de alimentos perecíveis, cuja data de validade não é informada (como pães e carnes frescos, frutas e vegetais), e também na preocupaçao do uso excessivo de embalagens plásticas convencionais, que levam muito tempo para se degradar e que são muito utilizadas pela indústria alimentícia.

A equipe afirma que as embalagens Plasticor tem como principal objetivo contribuir para a fiscalização de produtos em processo de deterioração, aumentando a segurança do consumidor em caso de ingestão de produtos estragados. Além disso, a tecnologia com o biossensor contribui para a redução do desperdício de alimentos, já que evita o descarte, às vezes desnecessário, de produtos com o prazo de validade expirado.

A equipe surgiu de um evento de empreendedorismo do tipo Hackathon, realizado por alunos da UFRJ (Duque de Caxias) e pelo Sebrae, em 2017, no qual recebeu a premiação de melhor projeto de sustentabilidade na área de alimentos.

A partir da visibilidade ganha com o prêmio , a startup passou a receber consultoria do Sebrae, com o objetivo de orientá-la para registro e certificação da tecnologia nos canais competentes, como a Vigilância Sanitária.

A Plasticor é uma startup idealizada por alunos e ex-alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Campus de Duque de Caxias (UFRJ/DC). Dentre os integrantes estão Ana Rafaela, de 20 anos, graduanda em Biotecnologia e moradora de Jacarepaguá; Camila França, de 21 anos, graduanda em Nanotecnologia e moradora de Duque de Caxias; Igor Tenório, de 22 anos, doutorando em Ciência e Tecnologia de Polímeros, morador de Duque de Caxias; João Vitor Lira, de 20 anos, e Lorena Ballerini, de 26 anos, ambos moradores de Nova Iguaçu e graduandos em Biofísica e Nanotecnologia, respectivamente; e Luiz Menezes, de 24 anos, graduado em Design e morador da Ilha do Governador.

Fonte: UFRJ / kickante.com.br

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Braskem assume compromisso de compra de energia gerada em parque eólico e ajuda a viabilizar empreendimento da EDF Renewables na Bahia

02/12/2018

Estado caminha para se tornar líder nacional no setor de energia renovável

A Braskem vai investir na compra de energia eólica e assim ajudar a viabilizar a expansão do Complexo de Folha Larga, que a EDF Renewable do Brasil está desenvolvendo na Bahia. A Braskem se comprometeu a comprar energia eólica por 20 anos, em um contrato estimado em R$ 400 milhões. Esse novo parque de energia renovável, localizado no município de Campo Formoso, a 350 km a noroeste de Salvador, contribuirá para colocar a Bahia entre os líderes no setor nos próximos anos.

O empreendimento de Folha Larga foi viabilizado pela contratação de venda de energia de longo prazo nos leilões do governo e também pela celebração do compromisso da Braskem no ambiente de contratação livre.

“A Bahia tem se tornado referência nacional em energia renovável”, afirma Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. “Estamos fazendo nossa parte para o desenvolvimento desse setor. Ao investir numa matriz limpa e sustentável, estamos reduzindo a quantidade de emissões de CO2 em 325 mil toneladas ao longo do período do contrato”, diz Checcucci.

A Bahia tem atualmente 113 parques eólicos em operação, com potência instalada de aproximadamente 3,0 GW, segundo dados da Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Os investimentos já contratados no setor durante o ano por meio dos leilões de energia devem fazer o Estado da Bahia ganhar mais 622 MW de energia eólica até 2024. A região de Campo Formoso, onde está localizado o parque eólico, apresenta vento forte e constante, muito favorável a eficiência da geração de energia eólica.

“Esse primeiro contrato privado de compra e venda de energia, assinado com a Braskem, um dos maiores consumidores do país, demonstra nossa competitividade no mercado livre e a vontade da EDF Renewables de se posicionar como um dos principais atores deste mercado” disse Paulo Abranches, diretor presidente da EDF Renewables no Brasil. Estabelecida há três anos no Brasil, a EDF Renewables encontra-se entre as líderes do país no setor de energias renováveis, totalizando cerca de 1 GW em projetos de energia eólica e solar, já considerando as iniciativas que estão em operação e em fase de construção. Na Bahia, a empresa francesa conta ainda com o Complexo Eólico Ventos da Bahia, município de Bonito e de Mulungu do Morro, com capacidade para produzir 183 MW.

Fonte: Braskem

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Guia Exame de Sustentabilidade 2018 elege Termotécnica como PME mais sustentável do Brasil

02/12/2018

Empresa é premiada também como a empresa mais sustentável do setor Químico

O Guia EXAME Sustentabilidade 2018 elegeu a Termotécnica – maior indústria da América Latina de transformação de EPS (poliestireno expandido) – como a PME mais sustentável do Brasil no ano e como a empresa mais sustentável na categoria Química. O destaque foi para o Programa Reciclar EPS, que já deu um novo destino a mais de 40 mil toneladas de EPS (conhecido como isopor®) – um terço de todo o EPS reciclado no Brasil.

A notícia foi recebida pelo presidente da Termotécnica, Albano Schmidt, junto com integrantes da empresa, em evento que lançou o Guia EXAME Sustentabilidade 2018 no dia 22/11,em São Paulo (SP), durante o EXAME Fórum Sustentabilidade.

De 179 empresas inscritas no prêmio, 78 foram premiadas. O resultado foi obtido com base em uma avaliação baseada emanálise dos projetos de sustentabilidade e aplicação de questionário da Fundação Getúlio Vargas.

Albano Schmidt valoriza o fato dos reconhecimentos estarem alinhados a um dos objetivos estratégicos da empresa, que prioriza a “Economia Circular na Prática”.“Temos uma atenção especial com a sustentabilidade em nossos processos internos, desde a concepção à logística reversa e reciclagem dos produtos. É muito gratificante ser reconhecido por uma iniciativa nossa, pensada para a preservação do meio ambiente e para a qualidade de vida das pessoas”, destaca.

Os destaques apontados pelo prêmio

Criado em 2007 pela Termotécnica, o Programa Reciclar EPS foi uma antecipação à PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos). Desde sua criação, a iniciativa pioneira no País já deu um novo destino a mais de 40 mil toneladas de EPS, gera cerca de 100 empregos diretos, conta com mais de 1,2 mil Pontos de Coleta e 300 cooperativas de reciclagem parceiras, o que impacta diretamente mais de cinco mil famílias. Recentemente, a empresa passou a disponibilizar também um Ponto de Coleta de EPS para reciclagem no galpão da Liga das Escolas de Samba de São Paulo (SP).

Depois de reciclado, o EPS volta para o mercado e é utilizado para a fabricação de itens como: régua escolar, solas de sapato, rodapés, molduras, entre outros.

O prêmio também destacou a iniciativa da empresa de mudar a matriz energética com a substituição do óleo derivado de petróleo por biomassa. A empresa já utiliza, nas fábricas de São José dos Pinhais e de Manaus, aparas da indústria moveleira para movimentar caldeiras. O projeto está sendo implementado em três fábricas, com investimentos de R$ 10 milhões e conclusão em 2020.

A Termotécnica é a maior indústria transformadora de EPS da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. Produz soluções para Embalagens e Componentes, Conservação, Agronegócios, Cadeia de Frio, Movimentação de Cargas e Construção Civil. Com matriz em Joinville (SC), possui unidades produtivas e de reciclagem em Manaus (AM), Petrolina (PE), Rio Claro (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Assessoria de Imprensa – Termotécnica

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Empresa alemã usa sistema de poliuretano da Covestro, parcialmente derivado de CO2, para a produção de pisos esportivos

02/12/2018

  • Première para novos produtos em quadras de Hockey em Krefeld
  • Processo inovador para preservação de recursos
  • Próximo passo no uso de CO2 para plásticos

Pela primeira vez, os pisos sintéticos para esportes podem ser produzidos com dióxido de carbono – o que significa que menos petróleo bruto é necessário como matéria prima. O primeiro contrapiso deste tipo no mundo foi inaugurado no centro de jogos de hockey de um renomado clube de esportes no oeste da Alemanha. O novo material especialmente sustentável é originado do fabricante de materiais Covestro, que desenvolveu um processo revolucionário para utilização de CO2. Segundo a empresa, isto pode economizar até um quinto de petróleo bruto durante a produção – uma contribuição inovadora para preservação de recursos e controle de reciclagem.

O CO2 para contrapisos é retido em um de seus componentes, o poliol. Até esse momento, o novo material à base de CO2, chamado cardyon®, vinha sendo utilizado para produzir espuma macia de poliuretano para colchões e móveis estofados, que já estão sendo comercializados. O desenvolvimento para uso nos esportes é, agora, o próximo passo na expansão da gama de aplicações.

Utilizando CO2 e economizando petróleo

“O uso de dióxido de carbono como uma nova matéria prima é uma abordagem promissora para tornar a produção na indústria de químicos e plásticos mais sustentável”, explicou o Dr. Markus Steilemann, CEO da Covestro. “Desta forma, nós utilizamos CO2 em um processo de loop fechado e economizamos petróleo. Baseados nisto, queremos oferecer uma carteira de produtos abrangente, para o máximo de áreas de aplicação possível – alinhados com nossa visão de deixar o mundo um lugar melhor”.

O primeiro cliente para o novo poliol produzido com CO2 é o produtor de pisos esportivos atuante em todo o globo, Polytan. A empresa de Burgheim, na região da Bavária, que pertence ao Sport Group, utiliza o material para produzir contrapisos elásticos junto com o granulado de borracha. “Nós damos grande importância ao uso de matérias primas sustentáveis e estamos sempre buscando alternativas ecologicamente mais sensíveis aos produtos convencionais. Preferencialmente, até mesmo a qualidade do produto pode ser melhorada. A Covestro garante exatamente isso com o cardyon”, disse o Gerente de Compras do Sport Group, Daniel Klomp.

O primeiro piso à base de CO2 agora está sendo utilizado no Crefelder Hockey and Tennis Club (foto). O tradicional clube mantém uma das principais instalações de quadras de hockey na Alemanha, que serve como um local frequente para jogos e campeonatos internacionais. O contrapiso foi feito em uma quadra de jogos de 99 x 59 metros e serve para amortecer o efeito de um novo piso artificial azul brilhante, também da Polytan. “O esporte não é apenas saudável, ele também pode contribuir para a sustentabilidade. Estamos comprovando isso com a recém-equipada quadra de hockey, que certamente deixará nosso clube ainda mais atraente”, explicou o gerente do clube Robert Haake.

Tecnologia Inovadora

O uso de CO2 como uma matéria prima para plásticos foi possibilitado por uma tecnologia especial, amigável ao meio-ambiente, que a Covestro desenvolveu com seus parceiros. O CO2 é utilizado como um fornecedor do elemento carbono – ao invés das matérias primas baseadas em petróleo. Até 20% das matérias primas de origem fóssil podem, então, ser substituídas pelo dióxido de carbono. A Covestro produz os novos poliois à base de CO2 em sua unidade de Dormagen, próxima à Colônia. O dióxido de carbono vem de uma empresa química vizinha, que o produz como um subproduto.

Sobre a Polytan: A especialista para pisos esportivos em áreas externas está continuamente desenvolvendo suas superfícies esportivas sintéticas e sistemas de gramado artificial. Além de seu próprio desenvolvimento, a fabricação e a instalação de pisos esportivos, a gama de serviços da Polytan também inclui revestimento, reparo, limpeza e manutenção. Todos os produtos atendem aos padrões nacionais e internacionais atuais e possuem todos os certificados relevantes das associações esportivas internacionais, como FIFA, FIH, World Rugby e IAAF.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Covestro

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RadiciGroup, Versalis e Safitex se unem para reciclar grama sintética de campos esportivos

15/11/2018

Versalis (Eni), RadiciGroup e Safitex uniram forças para tornar reciclável a grama sintética de campos esportivos, em linha com os princípios da economia circular. O projeto foi apresentado na Ecomondo, feira de tecnologias verdes realizada em Rimini (Itália), de 5 a 8 de novembro, e é o resultado da colaboração entre a Versalis, fornecedora da matéria-prima (polietileno), RadiciGroup, fabricante de fibras para aplicações esportivas, e a Safitex, fabricante de grama sintética.

O projeto envolve uma cadeia de fornecimento totalmente italiana e visa reforçar a circularidade desta aplicação, a fim de reduzir seu impacto ao final da vida útil. Atualmente, o gramado sintético é descartado em aterros ou incinerado, o que produz emissões de gases de efeito estufa. Graças à colaboração entre estes três líderes industriais italianos, em busca do caminho “Made Green in Italy”, o gramado sintético pode agora ser reciclado ao final de sua vida útil, assim como os outros plásticos: será recolhido, triturado e processado para outras aplicações na área de esportes (caneleiras, cotoveleiras) ou para mobiliário (vasos, acessórios e equipamentos de jardinagem).

Para avaliar o desempenho ambiental do projeto, as três empresas realizaram uma Avaliação do Ciclo de Vida (LCA), cada uma para seu próprio produto, quantificando o impacto ambiental com dados científicos e regras de cálculo válidas em todos os países europeus. Os resultados dos estudos realizados sobre o polímero (Versalis), fibras (Radigreen da RadiciGroup) e gramado (EcoNext da Safitex) foram verificados por um organismo de certificação independente (Certiquality), que emitiu, para cada um deles, um certificado de Pegada Ambiental do Produto (* PEF ) – método reconhecido em toda a Europa que permite medir o desempenho ambiental dos produtos ao longo de todo o seu ciclo de vida.

Fonte: Assessoria de Imprensa – RadiciGroup

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Evonik inicia produção de sílica precipitada na Carolina do Sul

15/11/2018

  • Crescente demanda por sílica para pneus com baixa resistência ao rolamento a fim de economizar combustível
  • Investimento de cerca de US$ 120 milhões cria mais de 40 novos empregos
  • Nova sílica customizada para pneus de SUVs que economizam combustível também é produzida na Carolina do Sul.

A Evonik Industries deu início às operações em sua nova planta de sílica precipitada para a indústria de pneus na Carolina do Sul (EUA). A empresa investiu cerca de US$120 milhões nessa fábrica de escala mundial em resposta à alta demanda por sílica precipitada da indústria de pneus na América do Norte. O setor automotivo depende da sílica precipitada de alta dispersão para produzir pneus com maior resistência à rolagem e melhor aderência em pistas molhadas. As sílicas integram os Smart Materials, um dos quatro motores de crescimento estratégico da Evonik.

“A abertura da nova fábrica (foto) representa uma etapa importante no fortalecimento da nossa posição como parceiro global da indústria de pneus”, disse Harald Schwager, vice-presidente da diretoria executiva da Evonik. “Ao expandir as nossas atividades no setor da sílica, estamos seguindo uma estratégia clara. Além de incorporar as atividades da Huber Sílica, estamos ampliando de maneira contínua as nossas capacidades de sílica.

A proximidade aos principais clientes da indústria de pneus foi o fator decisivo para a escolha do site da Carolina do Sul. Johannes Ohmer, membro da Diretoria Executiva da Evonik Resource Efficiency GmbH, disse: “A partir daqui, planejamos abastecer os nossos clientes locais com produtos inovadores e soluções customizadas”. A Evonik também vai produzir a recém-desenvolvida sílica ULTRASIL® 7800 GR no local. Em decorrência de sua área superficial específica maior, a ULTRASIL® 7800 GR confere mais rigidez ao composto da banda de rolagem sem impactar de maneira negativa a sua processabilidade. Por esse motivo, esse produto é particularmente apropriado para SUVs, veículos que têm como principal mercado global os Estados Unidos.

A construção de uma nova unidade de produção em Charleston cria mais de 40 novos empregos.

A Evonik é uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas. Com mais de 36.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro. No ano fiscal de 2017, a empresa gerou vendas da ordem de 14,4 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,36 bilhões de Euros.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Evonik

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Braskem define iniciativas a favor da Economia Circular

12/11/2018

Empresa está engajada com a meta que prevê que a totalidade das embalagens plásticas seja reutilizada, reciclada ou recuperada até 2040

A Braskem definiu uma série de iniciativas globais para impulsionar a Economia Circular na cadeia de produção de produtos transformados plásticos.

“Estamos firmes no propósito de contribuir na transformação da economia linear em uma Economia Circular, demonstrando nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem. “Ao estabelecer um rol de iniciativas globais, aderindo a compromissos voluntários e expressando publicamente um posicionamento global a favor da Economia Circular, a Braskem está convidando clientes, parceiros da cadeia de valor, seus Integrantes e a sociedade em geral para ampliar o esforço conjunto em busca de soluções inovadoras e sustentáveis por meio do uso do plástico”.

Intitulado “Posicionamento da Braskem em Economia Circular”, o documento define iniciativas para o desenvolvimento de parcerias com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar e facilitar a reciclagem e a reutilização de embalagens plásticas, especialmente as de uso único. Ele contempla ainda o avanço de investimentos em novas resinas de origem renováveis, como o Plástico Verde feito à base de cana-de-açúcar, e o apoio a novas tecnologias, modelos de negócios e sistemas de coleta, triagem, reciclagem e recuperação de materiais.

As iniciativas também englobam a promoção o engajamento de consumidores a programas de reciclagem por meio de ações educacionais de consumo consciente, o uso de ferramentas de avaliação de ciclo de vida e o apoio a ações para melhoria do gerenciamento de resíduos sólidos a fim de prevenir o descarte de lixo nos mares.

Além dessas iniciativas, a Braskem também assumiu o compromisso voluntário de que todas as suas unidades industriais adotem as melhores práticas para reduzir ainda mais a perda de pellets (matéria-prima para a produção de embalagens plásticas) nos seus processos até 2020 e aderiu aos compromissos setoriais de trabalhar para que a totalidade das embalagens plásticas sejam reutilizadas, recicladas ou recuperadas até 2040.

A Braskem se compromete também a reportar os progressos dessas iniciativas em seu Relatório Anual.

“Os plásticos têm função essencial no desenvolvimento sustentável porque evitam o desperdício e aumentam a eficiência em diversos setores da economia, como na produção agrícola e na indústria automotiva. É um material que contribui para a segurança alimentar e a higiene hospitalar, além de integrar o cotidiano das pessoas por meio de várias aplicações”, diz Fernando Musa. “Inserido na economia circular, o potencial do plástico de gerar benefícios com menor impacto se amplia ainda mais.”

Para conhecer o “Posicionamento da Braskem em Economia Circular”, acesso o seguinte link: www.braskem.com/economiacircular

Fonte: Braskem

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Simplás fala sobre educação e sustentabilidade em Maceió (AL)

04/11/2018

Presidente Jaime Lorandi apresenta palestra no IV Fórum Regional da Indústria do Plástico, dia 8/11

A ideia de educação voltada para a sustentabilidade desenvolvida pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) ganha terreno pelo Brasil e será apresentada em Maceió (AL), dia 8 de novembro. A entidade, que criou e vem implementando o projeto Plástico do Bem em diversos locais, estimulando a reciclagem e a geração de recursos por meio da economia circular, estará a frente de um dos painéis do IV Fórum Regional da Indústria do Plástico. O presidente Jaime Lorandi (foto) apresentará a palestra “A Solução do Plástico” a partir das 11h, no Auditório Gilberto Mendes de Azevedo, da Casa da Indústria Napoleão Barbosa (Avenida Fernandes Lima, 385 – Farol).

O evento é promovido pelo Sindicato das Indústrias de Plásticos e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast-AL), a Cadeia Produtiva da Química e do Plástico de Alagoas, a Prefeitura Municipal de Maceió, o Sebrae-AL e a Braskem, com apoio da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea). Mais informações e inscrições podem ser obtidas pelo site http://www.sinplast-al.org.br.

“Novos tempos exigem novos hábitos, não só da indústria, que já vem de há muito tempo se aprimorando e se adequando às diretrizes ambientais, mas da sociedade como um todo. O que precisa ser compreendido, neste momento, é que cada pessoa é responsável pelo que consome. A visão do Simplás não é de proteção setorial, mas de defesa da educação para a separação, limpeza e destinação correta dos materiais para reciclagem”, explica o presidente do sindicato, Jaime Lorandi.

A palestra desenvolvida pelo Simplás, que mostra os benefícios dos plásticos para o avanço na qualidade de vida das pessoas, além da importância da educação para a destinação correta dos materiais depois de consumidos, já alcançou públicos como os do 3º Congresso Brasileiro do Plástico (foto), em Porto Alegre (RS), da feira Interplast, em Joinville (SC), e da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul (RS).

O Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) representa mais de 400 empresas de transformação que geram cerca de 9,5 mil empregos diretos em oito municípios (Caxias do Sul, Coronel Pilar, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Nova Pádua, São Marcos e Vale Real), com estimativa de faturamento anual superior a R$ 3 bilhões. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), pelo número de empresas instaladas, a região concentra o segundo maior polo de transformação de material plástico do país.

Legenda: Jaime Lorandi apresenta A Solução do Plástico, sob aplausos, no 3º Congresso Brasileiro do Plástico. A palestra será uma das atrações do IV Fórum Regional da Indústria do Plástico, em Maceio (AL), dia 8 de novembro

Fonte: Assessoria de Imprensa – Simplas / Fotos: Eduardo Fontoura

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Dow criar dois novos cargos de liderança para tratar dos desafios globais de reciclagem

01/11/2018

Carsten Larsen

Diretores comerciais de reciclagem irão se concentrar no desenvolvimento de novos modelos de negócios e estratégias de crescimento para recuperar fluxos de reciclagem de resíduos plásticos em todo o mundo

A Dow Embalagens e Plásticos de Especialidades, uma unidade de negócios da Dow, acaba de anunciar a criação de dois novos cargos de liderança sênior para tratar dos desafios globais que envolvem o gerenciamento de resíduos e a reciclagem de plásticos. Tim Boven, ex-Diretor Global da Cadeia Integrada de Suprimentos para Hidrocarbonetos, foi nomeado Diretor Comercial de Reciclagem para a América Latina e América do Norte. Carsten Larsen, ex-Diretor Comercial da Dow Industrial Solutions para a Europa, Oriente Médio, África e Índia, ocupará o cargo de Diretor Comercial de Reciclagem para a EMEA (Europa, Oriente Médio, África) e Ásia-Pacífico.

Tim Boven

Em seus novos cargos, Tim e Carsten serão responsáveis pelo desenvolvimento de novos modelos de negócios e estratégias de crescimento voltadas para a recuperação de fluxos de reciclagem de resíduos plásticos nas Américas, Europa, Oriente Médio, África e Ásia-Pacífico. Irão trabalhar com suas respectivas lideranças comercias na elaboração de uma estrutura de recursos adequada em suas regiões para promover essa iniciativa.

“É grande a quantidade de plásticos que se transformam em resíduos e acabam ingressando no meio ambiente em todo o mundo devido às variações na disponibilidade de infraestrutura suficiente, baixas taxas de reciclagem e itens que são descartados sem o devido cuidado após o uso”, afirma Diego Donoso, Presidente da Dow Embalagens e Plásticos de Especialidades. “A Dow está comprometida em investir nos líderes certos e em inovações de reciclagem para ajudar a promover soluções para o fim de vida dos plásticos. Com Tim e Carsten impulsionando a nossa estratégia de reciclagem global, seremos capazes de ajudar clientes em todo o mundo a atingirem seus objetivos de sustentabilidade e viabilizar a mudança em direção a uma cadeia de valor mais circular para os plásticos”, ressalta Donoso.

Os executivos estão avaliando fluxos de resíduos plásticos no mundo todo e trabalhando para identificar inovações tecnológicas de reciclagem que contribuirão para uma economia circular global para os plásticos. Na América do Norte e EMEA, eles irão focar principalmente na promoção da economia circular dos plásticos por meio de novas ofertas de produtos via tecnologias que serão usadas para transformar os resíduos em recursos valiosos. Na América Latina e Ásia-Pacífico, onde a infraestrutura de reciclagem é menos avançada e a quantidade de resíduos plásticos continua a crescer, irão se concentrar em novas plataformas de reciclagem, coleta e infraestrutura para a Dow e em iniciativas que ajudem os parceiros locais da cadeia de valor a interromperem o descarte de plásticos no meio ambiente.

Como parte da estratégia de reciclagem, Tim e Carsten irão explorar as colaborações atuais da Dow e trabalhar com os parceiros da cadeia de valor da Companhia a fim de tratar dos desafios dos resíduos plásticos por meio de tecnologias e iniciativas da Dow que aumentam a sua reciclabilidade. O trabalho de ambos ajudará a Dow a alcançar sua Meta de Sustentabilidade para 2025 de promover uma economia circular por meio da oferta de soluções capazes de fechar os ciclos de recursos em mercados importantes.

“A criação desses novos cargos na Dow é apenas uma das muitas iniciativas que fazem parte do nosso compromisso de promover o valor de sustentabilidade dos plásticos”, destaca Donoso. “Sabemos, porém, que não podemos solucionar esse problema sozinhos, razão pela qual incentivamos nossos pares do setor, parceiros e clientes a nos ajudarem a criar e entregar soluções que interrompam o descarte de resíduos e mantenham o valor dos plásticos por todo o ciclo”, completa.

A Dow Embalagens e Plásticos de Especialidades oferece soluções em plásticos que atendem às demandas dos consumidores em mercados de uso final como embalagens para alimentos, higiene pessoal, calçados, transportes e infraestrutura. A unidade de negócios é uma das maiores produtoras de polietileno do mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Dow

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SIG ganha Prêmio Alemão de Embalagem pela Signature Pack

04/10/2018

A Signature Pack, embalagem asséptica cartonada da SIG, fabricada com materiais renováveis de origem vegetal, recebeu o “Prêmio Alemão de Embalagem” na categoria Sustentabilidade.

Este ano, o Prêmio recebeu 226 inscrições de 10 países; a premiação aconteceu durante a FachPack, em Nuremberg. O Prêmio Alemão de Embalagem é uma competição internacional, multi-setorial e multi-materiais. Anualmente, o Instituto Alemão de Embalagem (Deutsches Verpackungsinstitut – dvi) premia projetos de embalagem inovadores e criativos. O Instituto tem todos os elos da cadeia de valor do setor de embalagem como seus associados.

Como sentenciou Bettina Horenburg, membro do Board do Instituto e responsável pelo Prêmio Alemão de Embalagem: “A embalagem é um ponto chave na infraestrutura. E é por isso que ela tem uma atenção especial do público. As crescentes demandas nas áreas de sustentabilidade, eficiência e conveniência só podem ser atingidas pela inovação contínua”.

Embalagem com valor agregado

Segundo a SIG, a sua embalagem Signature Pack agrega valor à indústria e, ao mesmo tempo, atende às expectativas dos consumidores que dão cada vez mais importância a embalagens amigas do meio ambiente e sustentáveis. Os polímeros usados na laminação do material cartonado e também na fabricação da tampa da embalagem vem de fontes renováveis de madeira na Europa e são certificadas por sistemas de sertificação reconhecidos e aprovados (ISCC PLUS e TÜV SÜD CMS71), via um sistema de balanço de massa. Isto significa que, para os polímeros usados na Signature Pack, uma quantidade equivalente de biomateriais é usada como matéria-prima na fabricação dos polímeros. O óleo alto (Tall oil) foi selecionado como matéria-prima pois, como um subproduto da produção de papel, ele é considerado como um resíduo, ao invés de ser uma cultura agrícola que necessita de terra e recursos para crescer.

O veredito do júri foi: “Signature Pack estabelece um marco de sustentabilidade. A embalagem se caracteriza pelo uso de matérias-primas renováveis, pela conservação dos recursos fósseis e pela redução das emissões de CO2 em comparação às embalagens convencionais”.

Nora Wigand, Gerente de Marketing D-A-CH e Udo Felten, Gerente de Produto Relacionado a Sustentabilidade Ambiental Global & Assuntos da SIG, receberam o prêmio em nome da SIG durante a cerimônia em Nuremberg. “Estamos muito satisfeitos pelo fato de que, após o Prêmio de Inovação Mundial em Bebida, a Signature Pack também tenha recebido o Prêmio Alemão de Embalagem. O compromisso com produtos amigos do meio ambiente e soluções de embalagem sustentáveis é um dos pontos mais relevantes para a indústria e para os consumidores, nacional e internacionalmente. Estamos orgulhosos de que a Signature Pack seja vista e apreciada como um marco no setor de embalagens assépticas. Ela leva à substituição do plástico convencional, de origem fóssil, por materiais de base vegetal”.

A SIG é líder no fornecimento de sistemas e soluções para embalagem asséptica. Fundada em 1853, a SIG está sediada em Neuhausen, Suíça, possuindo 5.000 colaboradores em todo o mundo permite para atender clientes em 65 países. Em 2017, a SIG produziu 33,6 bilhões de embalagens cartonadas e faturou €1,66 bilhão.

Fonte: SIG

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